Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09552


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Full Text
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MCABREGADOS DA SUBSCRII CkO DO NORTE I
Parahjba, Sr. Aoioalo Aluxitadriao da J-\
raa; NaUl.'o Sr. Antonio M, i |iie* di Silva ; i

. iota d. 01 reir; Maralo.. .> 8r. Joiquim
Marques Rodrigue*; Piri, J .; t io J. Rimoi;
Amazona*. e Sr. Jerojiymo da i j.iia.
ENCARREGADOS DA SUBSCtIL'CAO DO SUL
AlagM, Sr. Claudlno Pal** j Din; Bahii,
Sr. Joe Martina Airea; Rio da Janano, o Sr
Jle Paraira Martina.
PARTIDAS DOS COiREIOS.
Olinda todoa oa dlaa aa 9) hora* do da.
Igearass, Goianna, a Parabyba na* sagundil
aeztaa-feira*.
S. Aullo, Becerro*, Bonito, Garuar, Altinbo
Garanhun* as Urcas-felras.
Pao d'Albo, Nazaralh. Limoelro, Breio, Pea-
queira, Iogazelra, Florea. Villa-Bella,Boa-YiaU,
Ouricary e Ez na*qua>taa-f*iraa.
Cabo, Serinhlem, Rio Formoao, Una.Barreiroe
Agua Preta, Pimentelraa a Natal quintas airaa.
IPHBMRRlDES DO HEZ DE ABRIL.
6 Quarto creicent* a* 4 horis e 81 minetos da
manhla.
14 Loa chela aoa 16 minutos ia manhia.
10 Qaarte mfngaante a*8 horas a 21 mina toadla
tarda.
18 Lai dot ii 8 horaa a 43 mlnntoj da manhla.
PREAHAB DE HOJE.
Primeiro a 1 hera e 42 minutos da manhie.
(Todoa oa correioa parlen as 10 horaa da aaohaaSegando al horae 18 minaloa da tarde.
PARTIBA OOS TAFOHES COSTKIROS.
Para m at Alageos i be; pera o norte
14 a Granja S 14 19 de cada ases.
PARTIDA DOS OMUTCSi
Para o Radie: do Apipueot 4a 61 \2, 7, 7 1)1, 8
e.8 1(3 da a.; de Olinda a 8 da m. 6 da t.; de
Miomto i Q 1,2 da m.; do Caranga a Farseo
ie 7 da m.: de Sem Aea. la 8 da m
Do Recito : pera o Apipueot la S 1|1. 4, 4 1|4,
4 Iri, 5, 9 1|4, 5 112 e o da t. ; para Olinda t 7
de e. e 8 1|i4e t.; para Jaboato le 4 da t.; para
o Catanga a Varara li 4 i|2 da ?.; para Btmfiea
ae 4 de i. -
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES ya CAPITAL.
Tribanal do eommercio : segundas e q alo tai.
RaLscio: terca a aabbadoalalO horaa.
Fizan da : q ai o tai le 10 hora a.
Juizo do eommercio : segundas ao aeio dia.
Dito de orphloa: terco* e sextas la }0 horaa.
Prlmeira rara do el val urca* eztaeae meto
dia.
SegiiDde rara do cirel: qaarta* e **bbados 11
hora da tarde.
DAS DA SIMARA.
11 Sftanda S. Anselmo are; S.Silriea.
22 Tarca. SS. Sotar e Cate sus*.; S. Saebe
13 Quarta. S Jerga aa ; S. I gol borle b. as.
24 Ooinla. S. Fiel de Sig i.rl.J.T.
5 Sella. S. Marcea Enacetete ; S. Mi
36 S 27 Domingo. Fegide de M. Sr. pata
ASStGMA-SE
la Recite, e*> e Hrrerla ate pr*c*
.dewcl* o. 6* 8, dos proprietarlee "*
roa deFaril & Filho.
------------------1___________________________
L_PMTE 0FFl*L_
G0VERN0 Di PRCiVilClA.
4* ocio.Secretor!* dogo'-i ru de Pernam-
baco!5de abril da 1861.
Pela teeretaria do governo con nda-ae aoa Sra.
medico* que qaciram ir preciar ji lerrigoi da
ua arte na proriotia do Cesr, onde acaba de
deeenrolrer-ae a epidemie do cij.'cra-morbui, a
rirem declarar na meama aeci< birla aa coodi-
55e* com qae aceitara eesa cora a iuio.
Joo Roiliuts Chaves.
Expediente do dia 9: ele abril de
M ase
Ofllcio o brfganairo commaoil. ole da* arma*.
Sirra-se V. Etc. de mandar iprsseotar ama-
nha ao Dr. chele de polica, q.i > iniai solicita
era offlcio detta data, sob o. (I;9. ama escolta
J* pracas d earaltaria corara; i dada por ofBcial
affm de condnzir a rilla do Llmoi lio o negociante
Manoel Joa de Siqueira Pitaifi, que rai "*er
aprenntado ao juiz municipal dn( Dito ao chele de policaRe i ondeado o offl-
cio que V S. me dirigi em 7 d< inarto ultimo
aob n. 337, teobo a dizer que neii.i data trani-
mitto ao inspector da tbesouradi proriocial as
contas na importancia de 126f6|;4 -JlSile deipe-
zas ieitas com o aealeoto doa pronta pobre* da
cadei* de Tacara t am de que i tunde creditar o
theaoureiro dessa reparli;io. Joa niirn Gilaeno de
Meeqeta, di quentia de 90J200 rSiii, e bera at-
alm pagar ao delegado daquella tinao oa e pei-
soa por elle autoriaada o aaldo iite tedia aeu
firor nao na razao de 930884 r i: i como cooata
do citido offlcio e aira na de 3; MU ri. por jl
tar sido satiafeita ao lente L jopoldo Borges
Galro Uhoa a somata de 57911)) rie proreni-
ente do saldo de coatas al jalan lo predito auno,
segundo declara a meama theaoui a.rla.Uto pos-
to enmpre que V. S. indique qi.. oto se dere re-
melter norameote ao relerido ili legado para a
cootiauacao de taes despezas.
Dito ao mesmo.Communico & V. S. que par-
ticipando-me o juiz municipal Ce Cimbrea em
data de 31 do mez passado ter etjedido ordem
aflm da que (osaem, remettidos para cumprirem
ns casa de deleocio desta cidaili a pena a qae
forana coaJemnadoi os presos Jm i; trio Clemea-
tiao e Benlo Lene, determine ihe neiu data
que oo caso de ainda 14 eatareai. ci nio remet-
tease em qeanto reinas** a epidnnia do cholera-
morbus oo* lagares por onde ellni lera de passar.
Dito ao mesmo.Ao offlcio do V. S de hoo-
tem sob n. 618, techo a dizer q>n ji oiciai ao
bngadeiro cora mandante daa arm n. para designar
um facultatiro, qae aea>incumb de prestar oa
soccorros mdicos as peisoas ti: jigentes do 3
districto da freguezia da Boa-Vi i desta cidada,
que (orem accommettidos da epi turnia reioante,
iito haver-ae retirado para a cor o Dr. Manoel
Adriano da Silra Pontes, que i< uchara encar-
regado desse serrino.
Dito ao mesmo.Reatituindo 3 < Ticio do dele-
gado de polica do 2* districto di i :rmo desta ca-
pital que acompanhou o de V 8. ti, 638 de 22 do
correte, leuho a dizer-lbe em rustosla que do
offlcio do ueamo delegado ae t. i je alo as por
ora oecessidade de mootar-ae u na aolermaria aa
povoago de Santo Amaro Jabo iiio e qae quanlo
a medicamentos ji toi remetlid mu ambulancia
o respectivo rigariocomquem ti: durar entender
aquella autoridade para o prooj c aoecorro doa
desvalidos.
Dito ao iospector da thesourt i n de azenda.
Aonuindo ao que aolicitou no re:j i rmenlo junto
o 1 lente do 4* batalhao de aiiilharia a p Aa-
cencio> Minervino Meira, recomi ando i V. S. a
ezpedicao de suas ordena para m e soja abonada
nesta capital o respecliro sold un ieu procurador
Joaquim Rodrigues Tararea de I. ello, pelo lem-
po que estirer com liceoga na prxincia da Pa-
rabyba. Communicou-ae ao onmandaote daa
axmaa.
Dito ao meamo.Estando em lermoa o pre
Junio em duplcala -mande V. i. pagar a Joa
Gomes Leal, conforme requiaitci; c commandante
superior da comarca do Rio Fon; cho em offlcio
(Je 4 do crtente a quanlia de !i i"620 ris em
3ue importam o* vencimentos t Utliraa ao mez
e margo ultimo, doa guardas oicionaea destaca-
dos no districto Duas Barras mu; <:.pi de Seri-
nhaem.Communicou-se ao re; i utiro comman-
dante superior.
Dito ao mesmo.Teodo me pi licipado o bri-
gadeiro commandante daa armas tu offlcio de
hontem datado sob n. 808 ter ( i ntido no dia 16
do corrente na qualidade de ser i tiie do boapilal
militar o paisano Francisco Jos Jiaa, que sobre
proposia do 1 medico pasaou a:> dia 21 a ezer-
cer o lugar da eotermeiro, asiim (> communico
V. S. para seu connecimento
Dito so mesmo.Transmiti (i V. S. oa inclu-
sos documentos am de que eiiaado elles oos
termos legaes mande pagar ai Dr. Tristao de
Alencar Araiipe, conforme solii ou o chele de
polica em offlcio de 21 do corre i te sob n. 619,
a quanlia de 123000 ris proreoi Me do aluguel,
vencido desde julbo at dezembt > (lo anuo pr-
ximo passado da caaa que serna de quartel ao
destacamento de guardas naciooaai no termo do
Eiu, e bemassim processar igi 11 quanlia rela-
tiva ao mesmo aluguel nos mezei de Janeiro e
junbo dsquelle anno para ser ti t ifeiu quando
hourer quola visto pertencer ac xercicio lindo.
Communicou-se ao chele de ) icia.
Dilo ao mesmo.Recommen: i i V. S. que
estando nos termos os inclusos o umentoi que
me foram remeltidos com offlcio li commandan-
te superior da comarca do Brejd litado de 6 de
ma'Qo ultimo, mande pagar a riiaplfo Jos de
Mello a quaotta de 76J-I0 ris : a que importam
o* vencimentos doa guardas oac i unes destacados
naquelia villa duraote o mez de fvoreiro deste
aono.Communicou-se ao com .mudante supe-
rior respecliro.
Dito ao mesmo.Responden^: o offlcio que V.
S. me dirigi hnje sob o. 335 ti abo a dizer que
seado nove como se vd da relagi j ,unta aa pre-
gas qae se acham demoradas i a povoago de
Grerata e a quera por offlcio i; ndei que pela
collectoria do Bonito oa Caruari bisse allantada
a etapa de um mez nio'pde eim elape montar
a 760g000 ris e por isso sirva- b V. S. de man-
dar (azer efectivo esse dlantaen uno que se tor-
na oecessano stenlo o estado i : i que se acham
aquellas pracas.
Dito ao Iospector da thasourrn provincial.
Derolreado i V. S. os iaclosi i reqveriment*
do* habitante* de Santo Ada :, Passigtm da
Magdalena Ramelo* e Bemca i mttoa dizer-lhe
era aolucio ao seu offlcio de 97 i 'charco fiado
qae autoriso V. S. a contracta i iim a compa-
nhia de Beberibe a collocaco d: lona chafari
zea no* logare* indicados no* i; ? irnos reqaeri-
mentos, e mai* um junto a ri pa prxima ao
eaiacio do Gymnasto Provincial atediante o fa-
vor concedido em tal caso a mu icia corapaohia
pelo 6" do art 2 da lei prorin :i.il n. 46 de 14
de junbo de 1837.
Dito ao mesmo.be cooform I tle com o qae
solicitou o chele de polica em ni i:lo de hoolem
aob d. 627, recemmendo 4 V 5.. que mande
pagar a Guimaraes & Otireira a | utolia de 64JJ820
ris ara que Importara rarios oi>| setos rior elle*
rendidos para o expediente da i. n de deleocao
nos mezes de Janeiro a marco di: i.i anno, como
a r6 da eonta junta.Commuoitoa-se ao chele
de polica.
Dito ao mesmo.Em vista dos doas inclusos
recibos estando noa termos legaea, mande V. 8.
pagar ao Dr. Trillad de Alencar Araripe, confor-
me sollcitou o chele de polica en offlcio de 11
do correal* sob n. 619 a qoaotia de 34J000 ris
proveniente do aluguel da casa que servio de ci-
deia os rill* do Ex s contsr de Janeiro a dezam-
bro do aono prximo panado.Communicoa-se
ao Dr. ebele de polica.
Dito ao fflvsmo.Reverto 4 V. S. as coalas daa
despezss taitas noa mezea de oatubre a dazembro
do anno prximo passsdo com o siento dos
presos pobres da cadeia de Tscaratu' ni impor-
tancia de 126J681 ra. am de qae oos termos de
aua I n forra ac o de 16 do corrate aob a. 211, da-
da com referencia 4 cootadoria deasa Ibesouraria,
mande creditar o thesourejro da reparlicao da
polica Joaquim Gilseno de Mosquita, ns quintil
de 90j*200, a bem aaslm pagar ao delegado da-
quella termo, ou 4 pesaoa por elle autorisada,
conforme aolicitou o chele de polica em offlcio da
7 de margo ultimo, o. 337. o saldo qae se di 4
favor dette oa razio de 36f484 rs.
Dito ao commandaole superior da guarda na-
cional do municipio de Garanhuns.Consideran-
do altendueii as razes expostas no offlcio de V.
S. o. 80 de 6 do correa e, i que respondo, teobo
a dizer-lhe que mande organissr o prel do desta-
camento da guarda nacional de Garanhuos ds ru-
la de Garantaos e poroecio de C irreales, relati-
vo ao mez de dezembro ultimo, tirando venci-
mentos para todo elle al 27 desse mez e de 28 a
31 para o numero de 15 pracas i que foi redun-
do.Communicou se ao iospector da thesoeraiia
de fazaoda.
Dito ao commandante superior do Brejo.Haja
V. S. de informar aobre o que ezpoa o Dr. juiz
muoielpal do termo de Cimbres em offlcio de 29
do mez passado, junto por copia, expeda lo logo
suas ordena, psra que as requiicoes de guardas
nacionaes que pelo mesmo juiz torem Ieitas para
diligenciaa policiaes e guarda da respectiva ca-
deia, sejara aatislaitas, sendo esse servico faito
por escala na f-raa do artigo 86 da le n. 602 de
19deaetembro de 1850.
Dito ao presidente do consolho administrativo.
Recommeudo 4 V. S., que promora a compra
dos objectos mencionados no incluso pedido psra
foroecimento do alraoxarifado do arsenal de guer-
ra.Commaoicou-ao ao iospector da thesouraria
defazenda.
Dito ao presidente do tribanal do commorcio.
Com o incluso deseoho do uaiforme da que de-
vem usar oas solemnidades publicas os deputados
desse tribunal,, marcado pelo decreto n. 2888 de
8 de ievereiro ultimo, remello 4 V. S. para ler
execucao, copia do aviso expedido em 4 do cor-
rente, pelo ministerio da justicia:
Dilo ao juiz de direito de Garanhuns.Com o
presente offlcio, remello urna ambulancia-de me-
dicamentos e 30 inslruccdes impressas apprqpria-
las ao tralamento das pessoaa indigentes qe fo-
rera acenm raeltidas da epidemia do cholera-mor-
bus. am de que Vmc. esteja prevenido e pondo-
so 4 frente daa medidas que julgar conveniente
para combater essa entermldade, possa aecudir
quakquer ponto dessa comarca, cumprtndo que
applique desde ji saa attencio para a villa de S.
Berilo, onde ella ji se msnifesiou, como consta
de partieipacao da respectiva cmara municipal,
de 3 do corrente.
facebi a desenpeao pathologica therapaatica graphlas de que 4 autor o commendador Antonio
por Vmc. inscripta acerca da epidemia do.cho- Joaquim de Mello.A quera les a reaaisico.
lers-morbu* qae grassa em siguas pontee da Um requerimento da regente das freirs reco-
prorincls, agradecano o oflerecimeato que Vaso. Ihidaa no convento do S. 8. Corae de Jess da
me faz em sao dUooQicio desse meretono traba- rRle da Iguaraas, pesiado a reitfracro do bene-
Iho qae lio uiil pode ser aquellos qae dallo aa Seto concedido palo cap. 8 art. 14 da M n. 510,
q*z*ram utilisar, cebe-me dizer-lhe em reapes- A' comnissso 4o orcamento prorinde.
la que oesti data recommendo aojis de dirolto
da soBsarca de Florea com qaea Vos*, ae en tea-
deri a aamelhanta reipeito, qae ao caio de dos-
eovolver-se ah aquello Qagello, aproveita oa
bem doa dosralUdos os seas servico* mdicos,
que opportunimenle serio remuneradee.
Dito a cmara muokipal do S. Beoto.Res-
poodendo eo offlcio de Vmc*. de 13 do correte
em que osa cmara ooticiou harer-se mauilaa-
tado nana villa a epidemia do cholera-mor-
bu*. tenho a dizer em resposta que neita data
alo s remello ao jais do direito da comarca do
Garanhuns ama ambulancia do* medicamentos o
nstrueces oeceisarias ao tratameoto das pes-
soaa indigentes que forera acsommetlidM da-
quella eufermidade, como tambera la* recom-
mendei qae spplicssse a sos aUecio para osea
villa, curaprindo qae essa cmara ooteadendo-
se com aquella juiz adra de auxilla-lo o em-
penbo de loccorrer o* habitantes desio munici-
pio e tomar a* providencias necesaaria* para que
nao teobemoa de la man tar abi mats leBeatoa re-
sultados do mal.
Dito a cmara municipal de Ipojuca.Estan-
Oalro de Joaqaie Manoel de Olireira. proles-
sor publico da Grvala, pedindo queso Hn raao-
dera pagar o 2u % qae foram concedidos- sos do-
mis emprestaos.A'aoosmisso de peticows.
Outro 00 Joaquim Antonio de Castro rruna*.
proesaor dainslraeco elementar da freguezia de
S. Jos desta cidade, pedindo se Ih* manche res-
tituir o qaa demin tem pago de aluguel da casa
em que funecions e saa escota. A' commieoio
de ioiiraceio publica.
Oalro de Marcelino Jos Lopes, pedindo dele-
rimsoto a uma policio que o anno passado suo-
saettea a esta issemblt. A' commissio deor-
Cemeolo provincial.
Ostro de Innocencio da Cruz Cordeiro, erre-
miianie do impoeto municipal de 1} aobre cane-
ca de gado no municipio de Pio-d'Alho,pedindo
o deferiraenio de ama petieio que enderecou a
eita assembla em 1860. A' commissio do or-
camento municipal.
Outro de Joaquim Jos de Carralho Siqueira
Varejo, oi-profeaaor de deaenho do gymossio
provincial, pedindo e resiauracio da xtiocla ca-
deira de deoenho deate estabelecimento.A' com-
do afTectoi ao conhecimento da assembla legisla-. saiasio de ioatraccio publica.
tiva proriocial as posturas a que se retere o offl- I B' lido, lalgado objecto de dalibera^io e man-
eto que Vmcs. me dirigiram em 3 do corrente, dado Imprimir para entrar o* ordem do* traba-
nao posio deliberar a me pproracio, coartado lh'oa oaeguint* projecto oflerecido pala comrais-
entratanto que essa cmara se regule pelas do sao do legislacao
Dito ao juiz de direito de Flores.Recommen-
do 4 Vmc, que no caso de desenrolver-se oessa
comarca o cholers-morbus com carcter epid-
mico, aproveita em bem dos desvalidos qua fo-
rera accommettidos dessa mal os aervicos mdicos
do Dr. Francisco de Paula Caratcsnli d'Albaquer-
que, ahiresidenle, e com^quem Vmc. se enten-
der acerca daa|medidas e*providencia* iadispen-
saveis psrs evitar a iovaso e peiores' resultados
daqueile flagello.
Dito ao juiz municipal da primeira rara.Re-
mello Vmc. para ter a devida execucao ejul-
gar-se conforme a culpa nos termos do art. 5 do
decreto n. 2566 de 28 de marco de 1860, com-
binado com o art. 6 e aeguiotes do de n. 1458 de
14 de outubro de 1854, copia do decreto de 2 do
correle, pelo qual S. M. o imperador honre por
bem redszir quatroannoa de gales os 8 da mea-
ra a pena a que toi coodemoado pelo jury deata
cidide, o preso Amaro Jos.
Dito ao juiz municipal de Cimbres.Continuan-
do grassar em diversos pontos desse termo a
epidemia do cholera-morbus, como Vmc. me
commuoicou em data de 26 do mez passado, nes-
ta data oiin-to preparar uma ambulancia para Ihe
ser remanida cora iostrucQes proprias ao ira la-
mento dos indigentes que ah fdrem affectados
dessa eoferruidade, esperando de aua aclividade
e zelo, que elles sajara soccorridos com a promp-
tidao qae coavm.
Dito ao mesmo.Respondo aos seus offlcio*
de 39 e 31 do mez pasudo, dizendo-lhe que ao
anda nao tiverem seguido para esta capital os
presos 4 que aliada, convm que nio sejsm re-
meltidos em quaoto reinar a epidemia de chole-
ra-morbua oos lugares por onde ella**teem do
passar ; e que nesta data offlcio ao commandante
superior da guarda nacional dessa comarca, para
qus sejam sstisteitaa aa requisicoes qua por Vmc.
forem Ieitas, para diligenciaa policiaea e guarda
da respectiva cadeia.Communicou-se ao chele
de polica.
Dilo ao juiz municipal supplente de Pi d'A-
lho. Sciente, pelo aeu offlcio de 19 do correa^,
do.que Vmc. me commeoicou relativamente ae
estado da epidemia reinante nesse termo, lenbo
a dizer-lhe era resposla, que j en) data de 21 do
correle offlciei ao juiz de direito dessa comarca,
providenciando a tal respeito como conoba, e
espero que Vmc. o auxilie ao empeaho de bem
soccorrer os desvalido*.
Dito ao promotor da capital.Remello Vete
a copia do offlcio dirigido por asi* presidencia ao
juiz do direito da segunda rara desta cidade em
15 de abril de 1853, em que mandou instaurar
processo d responsabilidade contra o* offleites
do corpo de polica, conforme Vmc. solicilou em
data de lf do correte.
Dito ao bacharel Joa Antonio Coelbo Rama
Iho.Remello i Vmc, para seu connecimento,
copia do aviso expedido em 20 do mez psasado
pelo mioislro da justica em resposla ao offlcio
desta presidencia que acompanhou o requertmen-
to em que Vmc. solicitan commuoicicio offlcial
de sua nomeacao para juiz municipal e de orpbaoa
do termo de Castro, oa provincia d*o Paran.
Dito ao iaspeciordaoau.de publica.Faga Vmc.
apromptar uma ambulancia de medicamealos pre-
cisos ao tratameoto da epidemia reioante, afim
de aer enriada ao foU.de direilo da Gsrsnhun*.
Offlciou-** ao mesmo, pars mandar prepirar
mal* duas ambulancias, para o termo de Cimbres
e freguezia da Varzes. _
Dito ao Dr. Jqsi Joaquim Firmino.Em sola-
cio ao seu offlcio de 4 do correte tenho a dizer-
lbe qae s de ve Vmc. lazer dospezaa eom os en-
terra meatos dos preso* indigentes que fallecerem
do cholera morbus, ondo certo de que nesta
dala' offlcio a cmara municipal de Goianna, re
commendsoJo-lhe que d ao respecliro cemi-
tetlo toda a decencia possivel afim de poderem
ser nelle sepultados .a* pessoas que fallecerem
de qualquer enfermidade, evitando-se assim os
ioeonrenfentes que resaltarem de serem os en-
lerTimaotos feitos naigrejas.
Ditao Dr. Francisco de Paula Caralcanti de
Albdquerqne.Com o seu officio da 7 deste mez
se
muoicipin do Cabo, de qua toi desmembrado o
de Ipojuca, al que meama assembla reaolva
o que entender justo.
Portarla.0 rico-presidente da provincia tea-
do em visita, qae requeren o teoeate da primei-
ra companhia do 3 batalhao do lofaouria da
guarda nacional do municipio do Recito, Fren-1
ciico Antonio de-Aiais Gomes, o bem assim a
informadlo do respecliro commandante superior
datada de hontem, e aob o. 23, reaolre conceder
ao mesmo teoeate 6 mezas de lieeaca para tratar
de aua aude onda Ihe coarier.
Diti.O rice-presideato da provincia atlea-
deodo ao que Ihe requeren o delegado de polica
do primeiro districto do termo desta capital, ba-
charel Amaro Joaqaim Fonaeca de Albuquerqua.
:esolre conceder-lbe um mez de luenga.
Dita.O vice-presidenle da proriocia, usando
da altribuicio qae Ihe coolere o art. 19 da lei
de 3 de dezembro de 1841, reaolre oomear por 4
annos supplente* do juiz municipal do tormo do
Bonito, comarca do mesmo oome, os cidadios
constantes desta portara, pala ordem em qu
nella rio mencionado*.
IoJos Joaquim Bezerra de Mello.
3*Antonio da Costa Mello Lima.
3*Manoel Jos Pareira.
4*Manoel Gomes da Cuoha Pedross.
5*Goocalo Teixelra de Carralho.
6#Theotonlo Jos de Freita*.
Dita.O rice-presidente da prorineia usando
ds attrlbuico que Ib* con fe re O art. 19 da lei
de 3 de dezembro de 1841, reaolre nomear por
4 anno* supplentes do jais municipal e de or-
phaos do termo de Garanhuns, comarca do mes-
mo nome, oa cidadios constantes desta portaria,
pela ordem em que nella rao mencionados :
1*Antonio Bsptisia de Mello Peixoto.
2*Joio Crrela Brasil.
3oJoo Antonio Vctor Corris.
1'Miguel Reioaut Duarte.
5oJoaquim Salgado de Vaseoncellos
6Francisco Cor re i a Brasil.
Dita.O rice-presidente da provincia ussndo
da atlribuicio que Ihe conlere o art. 19 da lei de
3 de dezembro de 1841, resol re nomear por 4
annos auppleotee do juiz municipal e de orpbios
do termo de Buiqae, comarca de Garanhuns, os
cidadios constantes desta portarla, pela ordem
em que nella rao mencionados:
1*Manoel Camello Pessoa Caralcanti:
2*Jos! Afro de Atbaquerque Msraohio.
3*Jos Jeronymo de Albuquerqua.
4Thomaz de Aquioo Caralcanti.
5*Jos Victoriano de Carralho Caralcanti.
6*Jlo Hyppolito de Sonza.
A aaoMaela legtaUlirs provincial de Peroam-
buco reaolre.
Artigo oleo. Ficim supprimido* ns prlmeiros
officio* de Ubelliio de nota* e escrrlo do cirel
do termo da cidade do Rio Formoao, subsistindo
smente o do segundo tabelliio de notas e escri-
rio do cirel, que seo actualmente exercidos por
Augusto Rufino de Almeid*.
Rerogada* ae disposices em contrario. Wi -
truvio Pialo Baodeira.Pedro Alfonso. Torres
Bandeira.
E' igualmente lido, jalgsdo objecto de delibe-
raclo e mandado imprimir para eatrar na ordem
dos trabalhas o seguate projeote:
Artifio nico. Pica des lo ji aberto um crdito
da 12:0003, aapplemeatar a conilgnaco do art.
15 da lei o. 510 de 18 de junho de 1861, para pa-
gamento d* subveocio o que tirer direilo Jos
Mi rio ngel i, pelos espectculos ly ricos qae der
no theslro de Santa Isabel, dentro do correle
aono floaoceiro, rerogadas as disposices em
contrario.
Paco da assembla proriocial 24 de abril da
186S.Pereira de Lucen a. J Meti Reg.Pe-
dro Alfonso.F. de Agolar.Torres Bandeirs.
(Conlinuar-se-no.)
Dscupsis dos Srs. deputados Souza Neis
Torres Bandeira, pronunciados na
sessao de 22 do corrente.
O Sr. Souza Rai*.Senhor presidente, sabe V.
Exc. que oo ultimo dia de sessao, quando se pre-
tenda o adiamento desta discussao al que v)es-
sem as ioformsces do Exm. prelado diocesano,
combat a idi deque nio podamos proseguir na
discussao deste projecto sem que taes iolorma-
edes viessem ; ellas vieran e eslao aqui. (0 ora-
dor raoslra um papel qae tem as mios.)
i *Jm Sr. Daputado :Ji vieram I
O Sr. Araujo Barros:E nio foram lides1
O Sr. Lulz Felippe:Ellas nio vieram 4 mesa.
O Sr. Soez* Res :Ea as pedi, aqui estio, e
as poderei ler i cas*.
Entretanto, Sr. presidente, estar cu bem lon-
go de pensar que a discunio tomasie a direccio
que lbe dea o nobre deputado, qae ae acba em
minha frente, no extremo da segunda bancada [o
orador refere-se so Sr. Araujo Barros) ; e eslava
be n longe de pensar a*si>n porque, como V. Exc.
rio, apenas ae filloa em adiamento foi quasi que
unnime o pensar desta casa, dizendo rada um
dos oobres deputsdos que era coocorde em es-
perar....
I O Sr. Araujo Barros :Menos V. Exc. que ro-
tou contra.
j O Sr. Souza Res:.... por essas informagoes.
Nio derli ser por taoto, senhor presidente, a
mioha nnica opioiao na materia qne levasse o
nobre deputado a suscitar ama questlo, sobre que
nenhuma opinio se tioh* emittido. Que fim ti-
nba em vistas o nobre deputadoquindo discutio?
Sem durida que obler da caa rotos i favor.do
Magostado o Imperador por de- j adiamento ; ae estes rotos tinham aido cooheci-
cretode 28 do mez pretrito felto merc6 a Joio ; dosj quastjque por unanimidade, porque, senhor
! presidente, aquella discussio.?! Perecea, permit-
a o nobre deputado que lbe diga, pareceu que o
nobre deputado descubra aa casa peossmento
qae ella nunca tere....
O Sr. Araujo Barros : Sendo caitas as promis-
*as, oqieeu contesto, a consequencia seria.esta.
O Sr. Souza Res:O nobre deputado at mos-
tr* recelos pelo abalo da igreja, pretendendo que
esses facios que de ilgums forma tem perturbado
a Europa podessem boje influir sobre nos!....
O Sr. Araujo Barros: Diese ajee
mixti, qae um peder
tro.
O Sr. Seos* Rete:- Sr. aresi*
tada a religiao cetbolica apoaieiiea u
religiio de estado, pto fac ale se lea*
do todo* oa ca nonti, todae i
cilios, toda* a* Ui accleaiae
oa-ae evidente, nao ji pete
proprii razio-aagera, caaio pela tetara'
da coastiluieio ao art 102. fj 14.
O Sr. Araujo B>rros:Hi e lar i
go ri que ia la.
O Sr. Soasa Bel* :-4fea* pee** doiiar de te U .
O u asseoto da aSaUri*. ceselra perfasU*
qaeilio, como prescindir ateto T
0 103 da coeitllaicio ao 14 diz
[NJ!
a Compele eo poder executivo:
< Conceder ou otgir o beneplcito aee i
tos dos concilios iellraa apostlicas o eee_
ouins coo*iiticeo( ecdesoaalicas qae aia'ap-
pozerem i coosiiiuigio ; proceieedo ee i
rar;ao da aisambli aa ceativeresa
gersl
Nio ha nada mai* claro, alo ai o*J*
aiiivu. nio ba moa oate rteaele pera i__
tr*r que pelo fele nico do ler a cooeteico ra-
conhecido religiio caiaolica apostlica
como religiio do oslado, ole lera
as leis ecclesiastic**, todo* o* ccoeeee, l
decises do* concilios.
So ao poder ejecutivo Bu o direito asir* ate
conceder ou negar beneplcito I* lote I ir listes*!
ca, a* decasee* do* concillo*, eo* caaeaes, **e..
evidente que nada dial* doro vigorar airo aoa
pelo simples (acto de ter alee a religi* ca Mea
adoptad* pela coaiuiulco.
O que o aobre deputado poderia dizer, ee je*)
nao consta qaa haja dicoocord*oeia, 4 jet, adop-
tada a religiio eatboliea apostlica reaaeaa ceaao
religiao do estado, temo* ipto faclm adopUate to-
do* os seus dogmas, todoa o* seas artigo* te se,
par* o* reeoobecer e guardar; poreao esa rerda-
de, desde qae nisio locaasemee,
abalara, nao seria a mesma ; osea
deputado, que oem toda* ae
nem tolos oscaaooe*, oem todae aei__
concilios enteodem com o* dogmas, e ee i
to, ligando-me de algam* forma coa* o i
putado nesta ponto, digo qae aquellas tete i
Expediente do secretario do
governo,
Officio ao coasetheiro Josiao do Nascimento
Silra director geral da secretiria de estado dos
negocios da justica.S. Bxc. o Sr. vice-presi-
denta da provincii msnda aecusar recebida a
communicigo que em 4 do corrate Ihe lez V.
Exc. de ter Su*
Jos Pereira de Ly ri da serven lia do* officio de
partidor e contador e a Joio de Araujo Cesar,
da dos de psrtidor e distribuidor do termo de
Nizarelh nesta provincia.
Dilo ao juiz municipal do Cabo.S. Exc. o
Sr. rice-presidente da prorineia manda aecusar
recebido o o officio de 20 do corrente em qoe
V. 3. participou ter neasa data entrado no goso
da licenca de 8 diaa qae Ihe foi concedida para
tratar de ana saude.Communicou-se ao iospec-
tor da thesouraria de fazend*.
Despachos do da 3 de abril.
Requtrimentot.
Candido Jos Raposo.Satisfaga a exigencia
da parecer fiscal eseripta no rerso.
Firmina Maria da CooceJcio.A supplcante
ser admitiida logo que hourer raga.
Izidoria Maria Lopes.Como requer.
Jos Negrio Vuelta.O supplcante ji foi at-
lendido.
Manoel Rodrigues da Silra.Dirija-ae i the-
souraria de fazenda depois de ssiisfeita a exigen-
cia da coondoria constante do seu parecer lan-
cado no verso.
Manoel Joaqaim de Gsrvalho.Informe o Sr.
Dr. iop*clor d* atude publica-
Secunda Camello.Remetiido ao Sr. Dr. juiz
municipal do termo de Oaricury para atteoder
4 supplicmie como (drjde direito.
Vicente Lopes Duarte.Informe o Sr. Dr. che-
fe de poli fia.
PEBJUMBUCO.
traria ao pemamento geral, e *im conforme *
constitoicio poltica do imperra, que legislou* po-
sitiramente sobre a materia, eone deve aer men-
tida e guardada por todo* no* *em discrepancia,
sem alinelo a quieequer cooaMeraedes qae so
queira fizer rilar contra elk*.
Oecapar-me-hel, depois, da apreciadlo do pro-
jecto que se discate, e demonstrare! as reeligen*
delie, apreciaode tmbeos a* rateas qae tare o
Exm. Sr. bispo par* offerecer urna emenda ao
projecto, como fz oas informaedes que dau.
Sr. pretideote, eu tnanifeatei-me eoolre opi-
nilo do nobre deputado deede que o oari dizer
que o direito de osear, dividir o suprimir fregue-
zia* era um direito real doa bispo*....
O Sr. Araujo Borros : Direilo perfeito.
O Sr. Souza Res :Fallo em direilo resl.
O Sr. Araujo Barro*, di um aparte.
O Sr. Souza Reis i Pols bem ; dira am direi-
to perfeito nasctdo de poder real. O aobre de-
putado disse mesmo.E' aos blspos que aaiiste o
direilo de crear, dividir e supprimir fregueztis ..
O Sr. Araujo Barros di um aparte.
O Sr. Souza Reis r.... e depon, ea rirtade
do* mea* aparte*, dnse : Ea alada alo conclui;
pelo que diz respeito a parte civil, ea** assem-
bla tem o direilo de iolerrir, e ento devem-se
bsrmonisar esses dea* poderes (I)
Oro, senhor presidente, ea nao aei como-o ao-
bre deputado ha de harmoniir o* dou poderes,
o poder qae elle di ao bispo e o poder destaca-
se, os coeteccoo de ama lei, de modo a lser in-
lervir nella ambos estes poderes, tem que hija
quebra do direito de um oa de outro....
O Sr. Araujo Birroa :Bella e perleitaraento.
O Sr. Soasa Reis:Oa este direito nio um
direito perfeito,'ama ves que a oatro poder com-
pele iolervir, e estio detza do aer em direilo
propriameate dito, ou perfeito, e exclue qual-
quer exlranha inlerrenco, e oeete caso o nobre
deputado hade conrir, hade reconhecer que a io-
lerreocao do biapo na coafeccio de ama lei nio
ha de aer ie bo como mera consulta....
0 Sr. Araujo Barros:I le t de mosirar-lbe que
o argumento estl falli.
O Sr. Souza Rea:Pode aer ; mas eu espero
antea conueoce-lo de qae nio pode dar-se easa
intervengan senio por mera cooveoiencia.
Senhor presidente, a lei representa a vootade
nacional, e esta mamfrata-se pelo mandato ; a lei
por conseguate alo pode spparecer seoao em
virtude do mandilo, e deste tira a sua forc. A di-{uitica*,"*qurie*"caoooe"aqaall*a"
visao, craacao ou auppraisao da* reguetia* o- concilios, qae por reatar* eote
mente se pode fizer por meio de um* lei. O ao-
bre deputado quereodo (azer iolervir o bispo dio-
cesano oa cogteccio de uma lei tal; dere reco-
nbeter.nelle o mandato oara islo; poderi porm
dlzer-nos quem Ihe conferio eise mandato ?
O Sr. Araujo Birros: Os caones accelios por
nos, e a meama coosiitutcio do imperio, qae
coosigra a religiio eaiholtca apostlica romana
como a do estado.
O Sr. Souza Res :A idopcao da religiio ca-
tholica apostlica romana e ama questao de qaa
depois me oceuparei.
Quinto aos caones, o aobre deputado sabe que,
nada havendo Tora da conatituicio que regule o
direito e o modo de confeccionar lela? oso podera
lies conferir esse mandato; e se pela constitu-
rao esie mesmo mandato s conferido s esta as-
sembla, por que 4 esta di a mesma constituigao
o direito de legislar sobre tal malaria, como ez-
pressameote o faz no 1" arl. 10 do acto addi-
cional....
O Sr. Barros Barrete :Sem rest/iccao de qua-
lidade alguma.
O Sr. Souza Reis:Sem disliocQlo de qualida-
de algumadiz muilo bem o cobre deputado,
evidente, que taita ao bispo o carcter es-
seociil para legislar, e sua intervengao deve ser
apenas consultiva.
E, seobores, quando nos, por propria conve-
niencia, para melhor preenchermoa o nosso Bm,
maltas rezes ouvimos, nio s o prelado diocesa-
no, mas tambem o presidente da provincia, os
juizes de direito, e quaesqaer outras autoridades,
por rentara recoahecemos ou queremos qae
o presidente da provincia, ou essas outras auto-
ridades roohim iolervir com oosco na confeccio
de nossaa leis com voto deliberativo ?
O Sr. Araujo Barros: Nio, porque a materia
nao 4 mixta.
O Sr. Souza Reis:Ha um poder nico que en-
tra na conteccao de nossos acloa, e ainda assim
apeoas exerceodo o direilo da iniciativa sabor-
dinado ao direilo qae temos de resolver ; mes I
por que a constituido do estado assim o manda,
Este poder o que reside as cmaras munlci-
paes. As cmaras municipaes cooteccionam suas
leis, remettem-oss para aqui, a nos podemos
spprora-las, reprora-las, emenda-las oa addi-
ta-las; entramos assim conjunctameate cora ss
cmaras na confeccio dessas suas leis; entretan-
to islo nio desnatura a nosso poder e oem dimi-
nue Ihe a forja, pelo contrario a consolida. Tra
go sto argumento pata mostrar ao nobre depata-
do, qae quando o legislador coastilaiate quiz qae
algum poder eotrssse as nossas detiberacoes,
expresstmenl'eo determinou ; e cooseguintemen-
te se no art. 10 do acto addiciooal nenhuma limi-
tac.ao poz elle so direito de legislar sobre a di-
visan ecclesiastic*, nio possivel que nos sub-
entendamos que o poder espiritual, oa o prelado
ree ae ece-
ASSE1BL1U LEGISLU1YA PROVINCIAL.
SESSAO EU 85 DE ABRIL DE 1862.
Praiietuia do 5r, Viiconie de Camaragibi.
Ao molo di* falta a chamada verica-se haver
numero legal para a csaa podar uocciooar.
0 Sr. Presidente abre a sessao.
Achando-se o* ante-sala o Sr. Bario de Vera-
Cruz 4 introduzido com as formalidades do eitylo,
prests juramento e tona assenio.
O Sr. V Secretario l a acta da antecedente*!
que approrada.
O Sr. 1" Secretario menciona o seguate
* EXPEDIENTE.
Um offlcio do secretario da presidencia, remet-
iendo as pedidas incrmacoes cere da suspea-
sSo e prisio do 1 tabelliio e escrlrio de orphaoi
do termo de Nazaralh Ignacio Vi eir do Mello.
A quem tez a requisicio.
Outro do mesmo, dando as informacoes exigi-
das acerca das publicaces dos rolam** ds Bio-
Um Sr.' Deputado : -Aqui na aropiwta'ro- ""m 1u P<>aer espiniuai ou o
arfa r H diocesano, entre com nosco na confeccio das leis
respectivas.
Devo agora, Sr. presidente, apreciar o argu-
mento do nobre deputado pelo qual pretende, que,
desde qae nos adoptlmos a religiio eatboliea
apostlica romana, temo* implcitamente rtco-
nhecldo que o prelado diocesano deve entrar com
nosco na coofeccao das leis i respailo da divisio
ecclesiastic*. Sr. presidente, ouvindoo nobre de-
putado, e lendo mesmo depois o seu discurso,
permitta-me o nobre deputado que o declare, eo-
migo disse: que cootusao de materias ral por
aqui I .
O Sr. Barros Brrelo :Q mistura de sagra-
do com profano.
O Sr. Souza Reis: Agora direi com o nobre
deputsdo, que mistura de profano com sagrado! e
accresceotarei sem oecessidade alguma 1
O aobre deputado pretende que dopcio da
religiio catholica apostlica romana importa o
recooheclmanto do direito Je intervirem oa pre-
lados oa confeceo das leis sobre divisio eccle-
siastiea, porque aiz o cobre deputado : quem
adopta a religiao catholica apostlica romana co-
mo religio do estado, t'pso faeto tem adoptado
todos os caones, todas as decises dos concilios,
todas ss leis ecelesiastiess, e si* os concilios, os
caones, e as leis ecclesiastttas que tem dito
muilo ante* da conitituigao, qae a* dirites,
creaede* e sepsresses de fregueztas peKeneem
ao* bispos. Ora, era oisto, Sr. presidente, que o
nobre deputsdo se fundara pira direr, como dis-
se, alio e bom aom, que as diioei, creacei e
suppresses de fregaeziss pertencte* somonte ao
prelado diocesano....
O Sr. Araujo Barros: Na primeirs parte do
meu discurso.
O Sr. Souza Reis: e apenas concede que
esta casi inlerrenha nestis creares, dirtedtt oa
appresses, pelo lado civil
O Sr. Barro* Brrelo : Quando o hispo qui-
zer.
mana.
O Sr. Souza Reis :Senhor presidinte, ji se
discuti nesta casa aobre esta materia, e lembro-
mede que enlio um distincto orador, iofelizmen
te hoja fallecido, vendo o Sr. cooselbeiro Cuohs
e Figneiredo assumtr o papel que hoje o aobre
deputado faz, exclamou : por ventura, senhores,
reappareceram os Joaos Bums. os Heoriques VIII,
os Csirloos, os Lutberos. ?! E na verdade, se-
nhores, o Sr. conselheiro Cuuha e Figueiredodis-
cuta de forma qae pareca antes combater ini-
migos da igreja do que meras opioies que Dada
lem de offeosivas i mesma igreja I Eu posso
applicaresse dito do Dr. Joaquim Villela ao que
ora se passa enlre nos, porque oa verdade o ao-
bre deputado pareceu-me estar possuido, como
aquello, do extraordinarios e arios receiosl
Entretanto, senhor presidente, enlio a questio
quasi que mereca ter a uireccao que Ihe deu o
Sr. conselheiro Jos Bento, porque nio se trstava
someote de saber ae era indispensavet ou sim-
plesmenie conveniente o.uvir ao prelado dioce-
sano, antea que esla ctsa approvssse um projec-
to de creagso, dviso oa suppressio de fregueziss,
massim de saber qae procediaenio devia ter es-
tacas! por ter o prelado se negado a prover ca-
nnicamente uma freguezia, oppoodo-se assim a
exicucio de uma lei que ella tinJu confecciona
do ; hoje, porm, que se (ral* taSle de addiar
ou nao a discussao em quanto ae ouve o prelado,
estando o nobre diputado bm cetto de que o
voto da casa era pelo addiameut......
O Sr. Araajo* Blrros :Ao qual se tinha op-
posto oa primeira discussio. .
O Sr. Souza Reis :......bao sel porque veio
ainda dar a *sta discussio uma dir*c(io que real-
mente nio eabia I Assim disculindo o nobre de-
putsdo, ea lai torcido a dar-lhe apartes acampa-
nhindo-o, por assim dizer, oo terreno em que pi-
le estn, porque ttmoem algumas vezes o so-
bre deputsdo directamente se me diriga. Len-
do o sea discurso vi que foram conservados
todoa os raeus apartes, epor conseguate nao
posso eu hoje presciodtr de oceupar a nienco
da caaa, afim de demonstrar que a opioiao que
nelle emilli nio pode*er coosiderada nem como
offeoalTa'doii dlreilos da igrojb, 'em como con-
. O Sr. Araujo Barro*: Ha igoaldade de po
ieres.
i O Sr. Souza Reis:Perdo,ou ouvi bem oque
disse o aobre deputado, a est scripto oo sea
discurso.
dogmas, alo poierc eiiar afectoei
coocessio de beneplcito, porque 4 a j
tituiclo qua quer guardar a r*
apostlica romana, e ornete reserva e direi-
lo de negar beneplcito aa lea ocdiateaUcM tjm
se lbe oppozerem.
O Sr. Araujo Barro*: Bailo ji tes *iceeceo
o* cooslitoicio ?
O Sr. Sonsa Reis :Ea nao taco excepeo oiga-
ma, a propria consfluicso o diz, o coaoegeiato-
meot* ella salva assim religiio, coactlia pet-
feilameote a diaposicio em qaa amata i asap^ia
da religiio catholica apostlica resacas, ees a
que reserva para os poder** exacutiro lagula-
liro o direito de apreciar teta rcctesUati-
cas, caones e deciad** de concilio* que ae
teoda execatar no eitedo.
(Ha um aparte.)
O Sr. Souzi Reis:O nobre deputado diz que
tem resposla para ialo : poi* bem, ou>i-la-aei.
Sr. presidente, eu ji diise, osla ducease* ale
oo va o esti casa ; todo* oa argamoate*. quer ee
que foram produiidos pelo nobro eoeelaeo. qaec
o* que o esio seudo por mia>, timbea
noros, oatro* mies de oo* os tcuocterai
do ooir'ora a* apreaooteu este
que agora mi laudo, o aaieo recorse jee leve e
Sr. conselheiro Caoba e Figueirodo. toi dizer :
islo para o* abusos e oi* par* o u*o.
O Sr. Araujo Barro* :E icha poecot O tac-
tos fazem direilo?
O Sr. Souss Rote:Ea nao aei que i
esta perguota, se alo para cooaraar
aobei de dizer, iito i, qaa o* acto* do
piritual estao aujsilo* sos poderes esecaire le-
gisla Uto dO pii*....
O Sr. Araujoo Barro*:Virgera Maria 1
ricordia I
O Sr. Soaza Rea:.... toda ros qae I
de ser execuiado* asile, o nio aaioada
dogmas da religiio catholica apostlica
O Sr. Araujo Barro* Estl boa, jl vii linea-
do excepces.
0 Sr. Scuzi Re* : Ea ai* teco exceptos, oi-
go o que *iti escripio aa cooeiitaicee.
O Sr. Arsujo Barros :O coolririe aro aa i
taalaotismo mai* rasgado qao e de La i bar
O Sr. Sousa Reis: Eu ale digo ojee e
deputado looha coa o prote*l*ali*ao I
O Sr. Araujo Barro*:H*i de mostrar-Ib
quem sooha o aobre deputado.
O Sr. Souza Reis :Sr. presideal*.
corda rao*, od os esta moa aoaeime* ea
sua Ex*, rerereodlasim*.
0 Sr. Araujo Barro* :Bis alo
primeir* discussio, e o aobre
que pa***** o proj*clo aa agenda.
O Sr. Souza Res :Porqu* basta que abe re-
so labraos defisitiv* mente *oa t-lo serte*.
Ji v|, por Unto, a caca ee* o
do acto addiciooal, qee coafere
sembl* o direito do legislar sebee o
de freguezus, nao implica em eee
com a de eoastitaicio qae *ep0 o
catholica apostlica romana, cono
estado, e cooseguintemeoie que ea
ci oio precisa eo *asrigo eo
par* que appellou o nobr* desatado, afim de I
cooboceraos effectivaaeet* 4 sdasale
caaa ou conjuntamantl I ella col
qae compele tegialar sobre aeeette
Ha por veniun obscuridad* so
cooitituicio 1 '
O Sr. Araujo Barree :Ha ateaeto.
O Sr. Soez* Re* :Ha oboceridaee T ale,
ninguem o diz o proprio
eoxsrga.
Ha aoienomia o** disaoot.
tambem oio. Poro que, por unto, e
bermanealic*? Para qua a tot*Tpvetacle? Re i
reconhace a *u* necaMieoee.
Diz o nobre desatada qaa ba sileecte.
Mea ha silencio porque T
Ha allnete, dito aobre departido,
se declarou rovegedo* os ea*
aoa bispoa o direilo do croar tregeeotse, o e i
deputado eaiaed* qua, oa qaaato i
oxpressameote o* lai revogalira.i rev*
que i a aeer revogar, eaia rev agallo este ftees
sisiir. Ob I mea nobre eettegr I Vaja qaa i
e da conslituico, traia-se por
oto que eslabeleceu o eouste,
fundameotal, alte nio poeta ee i
olhar par* tris I Quara o oebr<
na cooititaicio, ao paseo qee se
do o* diriito* o* der arca eee
diversos podare*, s* le*** Uabea. ospi
rerogecie das tete qoe regelw
reilea o drete* divar**a*eatef
Ea oio esperara tete I
Nle era poedrel aee colleg,
feccionadores do domo cdigo
teodessem assim a sua atseeo, i
Urelmcote o codige fuodasaoetal
nio ntende eom qascsqaar !** i
O Sr. Araujo Barro* :O eoeri
I ae refere a ama parto da miaba


O Sr..
a* ^w^^P'Ji^p^t^s^pi r
*
~ ^..->j ... ..... mu pm f ittiu mino tomii
rio que conttitaieio date*** au llcaTnm Jflio- _J> Si
g.do. o cinoiiw, as Ui ectlei lllfffi*.'' eTW...
Ukae> i4aoa*i ,4 na. ....IU.- ------ ^ ^g||u^UH| A***.
SIS :&UMR''
ji id
D1AHO DE PUNAMBUGO. S 18' DO 26 DR ABRIL DE ltft.
H**'* -
.
--------------- tarta com o apirito.
Se. Araujo Barros Mi confundo, parto
quer decitoe. doiconcil^ mim Ltau"^ ^ *'"' <*|0 al o
gire Sudo .a- OS'' .'.' L Fafl-*"' **':- nobT ^fUdo coouo-
K. se dispoodo tjesulMlto,. '*Vf*a loto Jasarm.i. estas cou.ss osando dase m aeu
caJaataancaarteit^g] la .; viiMstaen, ; tata discurso uUiB.nto pVofalwTZ p^a""
??.?>*? ctaoaa^^-tata^./. bbIo marno. otanetamos ^irX i. lijar a da-
riores, estas te ch.oa revogadi i bu,
mente, e improcedentes tao jtf'i li
lir.m aua forj. da l.es" cattti.i 1||
ataatiaia.
Agor, aohor pre*io 11
^r apreciar o argumento d&BH V\
dado, do gran mretrado que
lagal ao qual diste elMK
r.*io, porque eutio o'pbd
ore duitei, rrarea a sup n m'soes
gueziaa ; .ccreaceetando o~mi< a' '
. Sr. Souxi Re*-;Eu. obtI o noew deputado
-ore---- t ------- viif<|ffllVt aro ; 41 10.
S^Si i****1'"*"'?*'' ""f" lhrV A,"J0 :-IBo podia O*ir, por
-iu f^'1 t "&"* d '". Puk eta*a nia bitoi'oi.io. Quer quVw* %;L
STcew^^^
ISedaireSreffi desmembr.-i.em RSortol
dea*.r2 5!T!l*^^*lFa*r *I5S^';* P tres, pssaande af ovefhrt que
3^m^^^^V^^r,^JSSr^,-VJmptKea%f*m *' Matar, para outro
~J* *J!Z2LT*1 excedida se. com grae prejuizo de eus comeando..
?!S?fiIla1^**lN,^rt',Wr' d imH0. 0<'- Soui. Rei :-Ahi juK.mentedl.se o no-
a aaH aatwa. bre depotado, que er. d.r so poder til o dirtito
Senheree. aa deitata* donan n queetao 4a ata ligar e desli.tr.
1SEi!lW n.attC o^rm n etirade e proa O Sr. Araujo Barro, di um aparte.
^."i2^S?,;*V**?" ', a4* IB^r-J P V. Soasa.Ra.:-0 oobre deputado r por
^.Vaistae? .T^rU '\'' *d*- coo.egu.ni. f.,er crer. que d.o Je.u. 0rUlo
W t2^^^^i^?:M,,CX2f:J!L -!!i-?,d.!1?" postlo...tlnbulcodecor.r
fi^ifSf22-?!?0^n:1 "S""'4'* ". Dio al. que em urr, ceio 4ht-
t1*2J^uXI,VZ%0 K !,PTW!" mMd0 lug" Ut0 : a Jess ChrUto b.vja
IS2Lt*I?^l^ *?.?*brtdep" '"Jila'0 d.B pot ""uinta limitado oa poolos em que a le
twataaer q^^o ttataa ( o* raaH, nlo ou aquetfe apello defia competir a obru.cao de
coataatari. aoadar temporal e . aa ir- o Sr. Araujo Barro. :-Nio dia.e tal nem podia
liar
u aoa bispos O
e qoe quaesquer
i j'j .otea dav.m
11 n entre nos, e
o pQd-em ler .
[ii. Ihes prelen-
iiir e .imple.-
uattaa, pdra.uo. meamos rr j;Ko. lHe nao
maraca oartttuicao da iorperii fue, leudo a
nosa tai maga*, uaie. regulad n i da (neles
do. atr09 poderes do suJTj. : ti eoofer. o di-
Taito da -iegialar .obre a ditii o ecciaiiiics,
orno peder nico compele.;i f
Asaim {m. o .rgumato lur.il ,co em Hr con-
ferido m poder temporal o dliitii oVdifidlr
ragueiias pelo gr.m me.lr.d:, l>em Ktaf de
prejudicar opiniao q.e ao>t8ilf, ftforece,
porque *om elle se proa que u iiudr touiporal
J. *e achav. no gojo dsse dt o,
atraefl, en.tltindo-sa, i.to m.B ci esta
O principio regulador da imiori. eu por
tanto aa constiUig&o, e se esta, CsaJe a. atsem-
ble*. pretiaciaes comptesela i ara l'gialtt o-
bfe i 44 ralo ectle.ia.tiea, ua i
direKo de nter ir oi.to etida:
cationes oo lei. ecclesiastic, <
aae direito o. blspo, nlo rtg i
oatseguirilerjieule oa biapoe :
estereapeit o toto qunlificaiiv i
ata dar o nobre deputado, mal,
aaeaito o toto tnsultiro por n< i proprio nte-
resse e para que melhor uoisih iaao fim.
Swido I.to tio claro e erid ule, como fie*
defooMtrsdo, a opiuio do nob t deputado me
"* er*r que elle ou por quatnj:r considera-
o> que me na6 compete ptetii r...
O Sr. Aroj Barros:K que eri reciproci-
aWa.
O Sr. Souia Reis :_Jj0 dii'irto; mas veja
bem, que est longe do mu pn nnmenlo qu.l-
qwt idea offeosi..
O Sr. Araujo Barro. :Oa m thi parta exi.te
me.ms cordialidade.
0 8r. Souia Rsu rQueria eu iierque o no-
fife deputado ou queria recoman uJar-sa so ao-
verno do bi.pdn...
J'* Araujo Barr*,- Obrig n iniuo. ,
V *f-Aou" Re*:e oeile cu a, permuta que
o dtga, oso reapeita a conslitulii o ; ou effecta-
Jete btenae, que es.e direito ,je' tem allrl-
T)U1dd ao prelado, real, perfeilc. ti neste caao o
Dttbre deputado, plaotando o gui ru theocratico,
nSo de*rei>eita s cooftiluici), ca. olende
directamente. Eu peo.a que c sobre deputado
sao pode fugir de urna de.ta. d; cdacluie..
OSr. Ataojo Barro.: Hei d<> lugW a rauite
B.m.
O Sr. Soii-xa.Reia :G recui t iotallectuae.
do nobre deputado poderlo le* i- lo a i.so.
Sr. presidente, o nobre depul. do, leudo por
um cce..o de selo pela. cous. i (a igreja, che-
gou o poni dede.pojrr-noa n.. odas a. bo.ms
attriiMiiQOe. sobre a materia deatl > u inici.il*. H
a teWUiclo definitiva.
O Sr. Ar.ujo Barro.:Nao,
disrniijriQas, besitaces.
OSr. Souz. Beis.:fiaoi o
eiprin.io-.e at oe.le. teruios ;
consentir que se discuta proJMto algum nesla
ca. obreojiateriacclesis.iici s>m previ, au-
diencia de S. Exc. Rm\ 1 o qu.i quer Uto dixer?
O Sr. Ar.ujo Sarro. :Que: dixer que des-
confi niuito do f.orde cresi arochias.
dier.
O Sr. Souz* Seis :Maa chegau i esta meam'e
resultado, e justamente para opper a semelhin-
te modo da pensar o *.e*nies trgo doctle omnes
gtnitst que au taco aqu bera claro, bem patete,
que nao pode er materia aapirilual o dividir,
crear, ou .upprimir regueaio; porque dttlss pa-
la ras de Jesua Crtalo ae ve. que alie uao limi-
lou c*d. um do. seui apoatala. a potgao de
neta a quem de* a paiceour; o que per tan-
de Z'ZTdt l'^"^dl ** ?der ew. oa pflde dei.ar de ler .ido |fati* *m .a.
ifflceu !u K1T?? "*17 d,,BM? "> boa f. e ..toa muilo persu.dtdo de qoe nio .ero
\!u EuS;aUtrdem?oSI.^T-ro nbr'e dep'utad'o -S2.^^fiE5-* **
cooluadio --- -------- -
O Sr. Saos. R.U:Eu aal diato.
O Sr. Ar.uio Barro. : Eu tambera mi
pas.ois qe for.m li a tir.m o cootraridaT
O Sr. Soat. Rata :-Ii3lo o eog.*^
'-!", B,t,'' ~ 9kMk "* *<
v. Exc. quem me est engaando |
O 8r. Soasa Reta :Posso atae*er.r-lhalirlkk^
qjaodoesi dtao ao nobre depilado que o ea&o
=^r
6ft
tanl I
.a
+.
ptflM-j. aRJMM.A^ity^itiJaMhiaa cuidado,
porque aa ItiajffUa^vtal teiBiPW. *i
8 'aa duvtda reapeMn dalo.
O Sr. Ar.ujo-tareoe : -Oauato i cre.cio da
freguena. ^
O Sr. Soux.-otatavQMm di* nao lera doi
da respeito auto atmoge wk, bsaaga o
tacto d. are.oao o. termo, em qoe .Ha tfeve
i r------~-v """ onu iras n irevf
ser Ma; er>etaBto. .enflores, o que vemos t. f
Sendo ou.ido S. Exc, sp/es.nta-ooe.tedu*idi
taea, que-, preteodeodu. como alie uta. Caler com
que a regaecia de Santa Mafia oto tqtf. maito
paqueo., a caosegaiotemente .em.os precisas re-
ca wa para o p.rethtj, torna a fr.g.ena, q.e se
pretende crear, por tal forma pequen., qaa tttm^
liv.menlo nuoc. ella b. de s.r pxoiid., porque
oenbum patoetw qaeraTfrtar ejercer onrtntftr-
rio com o. ainguadoa recareos que ella atolera
O Se. ratje Barrea : Pde-ae diser taio
respaile da fraMX. a). Boa- Vwta.
O Sr Soai* Reii :Quanlo. tea limite, de rio
p*r. a centro, eao precita que eu taca reftoao
algama, porque ao tambem oa m.i. natura.i e
qaa.i que iocootestateia, porque toda fragataxia
da Boa-VUta, do rio para caairo, v.i limita*
corr a proviocia da Pi.oby, e abi qae devem
acabar quer urna, quer oufr. fregoesta.
Per ludo ialo, Sr. presdanle, au dou o sriau
rala ao projecto que .a discuta tal qu.l .a .th,
ando que ..r.zes.m que.e funda S.Kxc, como
eu .oabo de demooairar, nao alo procedentes. S.
Ese. nao pode deii.r da ler sido iHuoido *m .aa
ei:primi .peo*.
icbre deputado
eu nlo posto
-" -----------. ..-va wd Viril OfUlMlOS, p #
OSr Souts Reis :-Nao podo qjererdixer s- .ASt **^**?* "L? adherlr *
peateiito. somenle porque S. Exc. o prope
d~\ i>. > ... na Anl.a* > ...._?___a>
menta iato.
OSr. Araujo Barros:Pei e n icite isto.
O t>r. Barros Barreta :E eth lurbr S pode
pparecer neat. cMa f
OSr. Araujo B.rrnsJ.:-,Tenbu ciedo do furor
oa crear pr.>cb4.t, por qoe (tv< degocf o* per-
teacem qM, exclaeiv.mente ai bispo e descon-
t ata lano telo.
OSr. Barro. Birrete :Aind- xn qu tem o
uaai--qe 4 a p.l.ira mais 11 stica que eu co-
aWt^O.
O Sr. Sout. Re.:O nobre ilitbdop'otan-
taqoer no. reduiir cbaacollai j acto, do pre-
lado: nao no. quer d.t a fhici it ,* na materi,
io qaer que apreciemos as rl. com que 0 pre-
lado por e0tur e oppooha c.lqOr pftHMlo
que ae discuta aqui sobre ti meam. mate-
ria....
O Sr. Ara ojo Barro.:Querx m* nio pre^ita-
C ,re,to d. werobl desp iio dodirelld do
atado, perqua a materia & i ti ao nobre de-
pttaato anda se neo d.u feo In i!ho da mostrar
que a oaa era.
O Sr. Soaa. Seis : Nao qu.ri: ido que nos con
saccieaomea na le oaataaria '
lado, nao qaer implicvtameole
_ materia mullo disiiocla*. eonundio
ateirameote o material com o espiritual. ,
. Sr. presdeme, at certa lempo nunca asta cas*
ra.O'iou. ou vir ojprelado diocr.ano sobre diviso de
ieguexiaa, e todavia toda, aa tai. que ella con-
ecciooou e.ta respailo Uveram de*ida exeea-
Cao; q prelado dioce.ano a> iostiiuio caoouica-
meaaa, Foi em 1846 ptimeira *ex que S Exc.
Iembrou-.e....
O Sr. Ar.ujo Barros:Porque ioal a verdade
sempre triwmpb.
O Sr. Souaa Res:-Esta patarraverd.de
sempre que empregada, bonita, e agr.davel,
mas oetu aempra leui .ppltaecio.
O Sr. Ar.uja Barros : Se Tardada na* pode
daixar de ler.
O Sr. Soasa Reis iNem sempre tem apeliea-
ao a patarra.
R'* ^*a*'* **"<* :Mostr i.to.
O Sr. Soua Heis:Euno quero eaber se bou-
re ou nao razso aessa occasiao ; era corlo que
aatao a verdade se m.nifeslou ; o que certa ,
qa* al enlao o prelado diocesano nao lioha op-
posto a menor duvid. s leia que esta casa con-
feccionara, am a aua audiencia a respeito de di-
vi.ao de fregueiias ; e d.bi por Oanla e.ta c.a,
aero recuuhecer nunca esae direito que o nebre
deputado quer recoobecer, maadava todava eu-
i-lo sempre, aesim eomo, respailo de entras
materias, m.od. de ordinario ouvir tambem o
presidente ds proviocia, as cmaras muiucip.es,
o. junes de direito e outr.t autoridades.
O Sr Araujo Barros : At oa proprios rigt-
O Sr. Sousa Reis : Al es proprios ia-
8o eat. esa tem procedido sempre a.sim, se
ella lem alteodtdo i. ioformacoe. Je S. Exc. por
qae S. Exc. Rrm. nao podedeigar de barmonisar
com noaco, porque n e;etie a queremM o bem ;
ae elle eo prioieiro a reconhecer, que aa noaaka
Iregueiias em geral preetsao de urna diviso
melhor...
O Sr. Ar.ujo Barros : Pacanos urna diviso
geral, e cao um despropsito.
O Sr. Souza Reta:.... S.E*c.R*m. semdu-
Ttdaaao adherir a um despropsito nosso, se
dmicivel que o queirsmo*.
Ha, 9 oobre deputado per.aade-se por veotu-
r que nao ple h.ver alguem, que ill.diudo .
na. fe de S. Exc, o fc pretender tambem um
despropsito ?
E na haveroos de adherir a esse de.proposilo
em essencia ao projecto, deix.r do prorer cano-
nicamenle a freguezia, te alta for creada por esta
casa, conforme ojprojeclo ; porque em geral ae re-
touhece qae a diviee bem eita, ala mais con-
veniente aoa poros d.qaeha localidad*. Tenho
conclualo.
a' legislaeio o reinado da jaatica,
aatadoa, na phrena do aabio biapo
. seriam apena, bando, da m.lfeito-
tita oecaatidada da que oa doaa po-
ia da aociedada p.tsem a decretar
.'ecf.es, que devam ser matuameote
-,------. e io viola telmeota aegaidas. Isto va
nflcou-seanda ro.isdepoisqoe a religlaaehri.la..
.atado- Draifrci.il MW.BI8 I '|1
uJ.iluj.lUu Ul*nu lODBIaOT,"-oTI
mSS.!L',J?j2 0,orWld" : iesuslchrulo
E'aaSffi"'.6.;*. "" -'.-
4 ItrJai
C.e.r?c;v:^te^;r iuAio^\^ *-!. ^.. d^p-^..
vUR^|ctaUata, ffJ^J**,*
-aata taiUtatao* HTZ/*
( Contitiutto ataa ai-Kito aanai
Oulro nio meaos recontasen
sim aa exprimo : 'i Nlivatn tJiIiiI
" "\?J|*'" adaptada
r"ni> rmiiuc i Nio haremos
de entrar o. spreci.cio daa razea que hoareram
para que S.Eae. procede.se per ebae modo 1 Sam
duvid.. o contrario seria despirmo-nos de um proponho
Sr. presidente, corre-me a re.iricta obrigacao
de expender alguna* eonsideraQtie, no intui-
to de moatrar i ca. aa raitea porque estou
dtapeata a otar a favor do adiameolo, e mesmo
alim re por bem palele, o. motivos de alta pot-
oeracao que iofluem em meu espirito, -e que me
lovm a prestar pleo. adherencia a. iaa. emil-
iidaa aqui pelo meu nobre colteaa, o S*. Ar.uio
Barro*. *^
Quindo foi apreseot.do n. casa oprojecla qae
eleva cethegorio de (reguaeia a par ocio de
letrolioa, da comarca de Bo.-Vi.ta, vtgorou a
id. de que deria-n er eurido. a reapeilo de.se
provecto o. Exms. Hipo diocesano e presidenta
da provincia, em qoe, tOdaTiejadtaoutsao fies.
e prejudicada pela audtaacia qu ae propuoh..
SubmetlidOi porm, a aegaoda dUcussao e.te
mesmo projecto, o meo nobre collega, quem
mereflro, entenleu con'oniente propor o adta-
mento Oelle. at que fe.eem presente* a e.ta
casa aa loform.jcs pedid... com especulid.de
opinito do Sr. biapo ; julgou elle tanto mis
conveniente et.e sdtamento. quiote est cooren-
cido de que a audiencia doExm. prelado era t.es
materias, bem tange de aer un simples defe-
rencia, um raigo de corlezanta, pr.tkado peta at-
tembla pan com o Ordinario, .asenta o'um direi-
to perfeilo que Iha aasiate da aer ourido em Uldo
quaata emende com o bem espiritual do rebanho
que lhe eali confiado, em ludo qoe e prende cora
fe aua privativa junsdiccao e ministerio. Eu en'
tao dei alguna aparte., tendentes a corroborar
e sustentar aa id.a emittida. pelo Ilustre colle-
ga ; e como, nao obstante babilid.de, e. dirai
mesrao, procieneia cota qae elle e honre ni
propugn.5.0 desses principios, appareceram o.
casa algum*. propoeicoes que me parecem meoo.
digna, le espritus catholico, e oao muito coo-
tomt Mina > ptrripto- do direita publico
ehri.tafe, julgo-aie oa imperio mcatiidade
de efguer mioha ot timbero em poiodes.es
principio., sobre ludo, porque ae.efo NM V. mi-
nh.s convicjoas a tal respeito sejam por lodos
nem couhecidas e .preciadas. Para chegar, po-
rem, a ene poni, me rxi.ter remontar algu-
ma.idMfund.meotae., que aao de lotimacoo-
oetao com a materia, sem que todava me d
o (rab.lho de responder ap.Tle, qae, por ren-
tar, se dirij.m a desriar-me do fim, a que ma
direilo qoe nio se nos pote ce.te.tar.
Chegando agora, Sr. presidente, i apraciaCio do
PT0Jf*. direi, que elle foi confeccionado pelo
vigartd de Ouncury o Sr. Francisco Podro da Sil-
ra, que conhecedor de todoa aquellea lugare ;
qaa elie tem tido o aeaentimnnto de pe.Oa. que
tambem coohecem a localid.de, qaa o nosso
colleg gr. pji0 de c.mboa, que est oM.b
eircumtaucta, tem .dherido alta,
t Nolae, senhores, creio qae o poso dixer aem
ado de errar, que nao ha armona ttl entre o
w. Piole de G.mpo. e o Sr. Francisco Pedro,
ao ponto de auppor-se qoe elle .atajara poli-
ticamente lig.dos para f.xer ama divino tioda
. qoe.incoBvi-fjiente teja.
O Sr. Araujo Barro* :T.mpors ma tan tur...
I o sr. fioaca Rei. : Para o cabo nio sei qae
appiica$ao tara isto.
I Slf* Ar,w Brrot :-Tem multa,
a, O Br. Sousa Beta :Muitaa rosea vejo as cou-
DtaW do" pre-' V* eotro ne,,M 80m 8,b como, aera por-
uo no* aprecie-; ns. ... > ^, .
aa razaaa m .qa-u prelr i j ne fuddar para i Y. t' Ar8Ul<> Barros E muito innocente 1
amitlir oa optaiao. i r* e>oo. Res :Eu oelara pertuadido que
O oobre departan o dis aua r bilaria mixta *" "ra,00* da id.s nascia da conveniencia
o qua eu nao apreaiei .;.faca-th > a voolada. Se- rwl'r^,eoto ; "obr deputado, porm, creio que
anda o anata daaataaa-, a taaja.l .ti. Uta. por i "5?a T'" u,as-
2J* ** W?? **#aalo-eaptaiii a.a .oetercicio j de utd **J ''~St UU> Cm nbre
O Sr. Saaca Reis : Eu nao sei nsd. .(firmo
tadireilo. meraaaaate citan, f i no aoa, como se
* ?,**VMlm **'>u> '=om rel.cao as
paroebias limiU-oe para aaimi.li mente a riego-
ttaa elaiiorana. asad, mata.; p:iq.i a propio,
""das pti ae padem araar, i lependente de
. .S"fChl; 5MV portl ,0 **MI eaplri-
aal. loado atan affcrtaa o n, ot.rcico .o.
apoatolo.por ieanaOferiato, e- i ioie que a me.
-Ki'^'taBi^:::;^^ e
^.1a^..,^fc,,-M-w', "+*r**
Eu quero a aatmanM dea dt
ata nette terreno
O Sr. Soasa Retas
do por ora em qaa aa laadou
paia diser que a matara ara m ,,^ .. iao^
SekL* Coabu** ^* "' "i^atada (as
i. a8S.tM *""-***' J, ***" 4o nhr* *Pl?do.
-Hfl'J!" R,i,:-B **)! ttata,aannaro.,
1-T.-L,i?g?. *M,*W4*te f t-*airaasa.
0Z22? '^P'Hk faapaHe
aoa pmwMtfa tam,oplef eap.r biai tacta inga.
ua^ridir, da eraar, ou aaapvia, i itraguaataa^.
sa^^oa por reatara aTa^,,,^;**.'
ritual? ladieatMi o nado anana ataren mv
apaacaoladaa M.oaelbo^w,;,, j.TfaSatIS
qa.ltd.de. o darem lar aq. U quTtaToa.
carreg.do. de.. alio minjale i no. caaaa-
preaata de isasaastaa, nada aobu je com 11 poderes, argu-
ftiloa m o tira o-
a.bre deputado
i a,a bei de moa-
aaptritual, porque nada anteado u o aaerel
f*l^.rquei^eart*rJ0 par.1 ntrn-BSte
at
aaaatalaa.
OSr. Ar.uja Barra.:-Pnta t |
*. ouxe Rata:O aaare biatjl
diridir freguex.. naraoSZ i2
iop.nta.i.. oio .aaii?.' S^sr
leataal. a coaalusio qae ** ( IZfTr^
(Ha a aparta. | .
Oftr.Saaz. Rata:Raataoda i. |c a meo d<^
ass? tt:?"?^?*j "?
*wa aaaaa acto stadir -, sapprimta m
m (rafuestaa tatarranbs o i l* aapirSaX
.0 nobre deputado. O qae sei com retaceo i etle
projecto, que esta diviso bo.
Va moa a prneira parla do projecto, que a
necessidade da divisfie da tregueata. Sobre iato
creio que nao de ve ha ver queatao, porque S.
esc. Kvm.nes dis que necetsaria.
O Sr. Ar.ujo Bwros :-Nio ha.
O hr. Souz. Res :A queatio eati poia noa li-
mite, da nova freguezia. Digo que a diviso Ira-
Cada pelo proiec.le mais regular, ou a maisoa-
lural ; nio fleo tmente em p.l.vraa. E" a maia
oalural porque peta m.rgem do lio S. Franci-
co eima, desde a b.rr. do riacno Ponlal, que
o mi aaliente. e aaaeguro talo ao oobie depu-
tado porque ji estire li.
OSr. Araujo Barros Eu tambem estudei a
carta.
O Sr. Sousa Rata ;- u atlia li,
O br. Ar.ujo Barros :Eolio b. dama dar.l-
,gu*a,, P'tMaa que eu ao depoi. podirei.
O Sr. Sousa Reis ;fie podar. *
O Sr. Araujo Barros : -.Orna vez que foi li..,.
XI Sr. Sousa Rai.iNio sorrl lodoso, pontos
0. comarca, mas e.te corr, a sel que o riacho
mata saliente oetsa parte da freguezia da Boa-
<5' 'I1*" com a de Pillo Arcado, ao Pi
da itloria.
O Sr. Araujo Barros :-Plo Arcado do ouIo,
lado do no ? I
O St Souza Rea :Do mesmo lado, O nobre
deputado admir.-se por pertaocex Pilo Arcado
provincia da Bsbia ; fica do mesmo lado do
io. mata de 28 leguas cima, o eu fui at perio
Eu, Sr. pre.ideote eoleodo que a theorla aue
consigo, e ettabelece in dependencia do. dos
poderea, do temporal e do espiritual, urna
loeuna eminentemente philoiophica : emen-
do que ella deve ser abr.cada e adoptada
por ludo.; adbiro de coracao a esta Iheori. ;
ms .dheso que lhe presto oao ma lev. tal
ponto .que mef(ja de.coohecer a natural oeces-
sid.ded. harmona deatea doua poderea. que.deri-
rados da mesn tote, bem que um Basca iwme-
diataraeute, e oulro mediatamente da suprema
aulorid.de. que Deui. concurren, pira o mes-
molim, o qu.l, n. pbr.ae eloquente e judicio.a
de eron. a gloria de Detu e feheidaie ata
genero Auniano. Eateudd mesmo que, aera oaae-
enlace harmnico doa doua poderea, nao po-1e
existir verdadeira socedade, oio pJa haver
communhio perfeila ; o que, alm deontroa es-
critores, prorar.m perfettameote doua homotu
omnenles do aeculo actual, oa Sr.. marque* de
V.ldegama. e Ventura.
.*0Ar* ^l" Reis :_E ditas oatrot; cooha.-
ce tO esset ?
O Sr. torre. B.ndeira :Sei diseo, maa oio
podere Spoota-loa lodos; rou t at aonde a ml-
oba lotelligeocia alcaoci...
um Sr. deputado:Nio precisa ir muito longe
par tato.
O Sr. Torres Baodeira :Se o nobre deputa-
do conhece todos oa escriptore. m.i. not.veis.
que tem tr.tado dest. materia, enlio dev.ria
ter .presentado principio, contrarios aoa quesus-
lentod.
Oizia eu qua, aem o concurso reciproco desasa
dous poderes, que tendem arespellar-se em tuat
delibetacdet, que aspirkm a marchar do cora-
muw.'2'orto. 800'dado oao pode existir; por-
que, de.de o momelo em que esta eolace desap-
parecaaae, a sociedade human, deix.ri. de ser
um| tacto, elimitar-se-hla apenas a serums me-
ra tdes, urna abstraejo taires o manta dos legis-
ladoras e dos pbtlosopbo*.
O lado, iostitnico lio .aliga como o genero
humano, du o celebre allemio Bitbmayer. tem
. sua origem no plano providencial da a.be-
dotl. eterna. Bem looge de partir elle d
ama conreD5ao.de 10 pacto, como queria o famo-
so topbt.ia de Genbra, e como parece oncluir-
sedae doutnoas de Biaocbi. escriplor alus or-
thodoso eUluatrado, teguadu o teatemunbo de
laparellt, aoxga eipontaneu e ioatioctiro, quasl
comoconsequencia natural e legitima da. teo-
dencta. e da. oecessid.dat do bomem e da ha-
mantaado. Mas. ae para qua ocjed.de extata.
ataa? w/"? COB80Icio do. dou. poderea;
*e odabitavei que, flm de que o estado *e
u reajirtade, e venha a er a juslic.
d.de de Pilroi. YoMtad'meimlu t'abdeo'.'-
fn(l.Uu-?^,.Q,ci<1i^p1lr no ""elq-.
laM ^1 p6d*' ,en,P"l "m obri-
rX-.ZJ$ltn B,M ,,! eBB o Pher., d
priocirtai retar as.idu.mente e com xelo par.
que o Erangelbo neja implantada noa corajes
menta"8 "" '*M" rr,itte Profanda-
.****** NdarUaipoMl. M1r>*MJt
mm amprega, l4aa^arltaaaataa a attatea*
aBw^qqa 1 mu cirnlnB o'omrSi
Lreaetio. 2>'T ?M ****" 'dHaioad*. 0.
^21i.t.u^"-.', 2 Tlapta8 qtra conslituem
/mm u2^^!L?* Mai'** Pdera#, posta
%LV'JS***!' *?da da nutro ..do o
aauOjn> pHmalra iatuieto qaa ambos beta
Vta eao*ir,m. par. u .. Tai?,
f.t?l"'"J,,**, HeaMartM ; ma. o* secta,
rl'l' ?.rtoeiMlm*ato par. Vetar na. ita-
attsZlTIi '" d,'*n"M"i". *cas su*, it-
toriuinV.r.T2p",e*T2*"!'"* tl0 ,he FMtariret'
e.queaam^ooutat|*rtr..iaa. aaeontram
oa. mesma nalurea a flm da teu miniterio a H-
JJ5T" m,,ep O. gov.rooa tem oeces.id.de dea blipos para
aii couhs .ipiriU.es. dis o p.p. S, Oataro, par.
adquir.r aa.lrtaMMqae pedem abrtr-thwapor-
ta. 4o co ; e aa Wspo tem necessidade dos go-
f!SS ? a" *la amanadla 0)a autorldade e^O.
iartalta^idatJWtfei, bata propagar ntreos hd-
a*ana o-aata datfea. a Dea, js obras da cri-
i2??. 2S cBh8* 'nda rea trrxar'S.
fadro Oamiio que o .leetrtacio eneentr no es-
taaa om eacado. ao estado om .bofo na ssti-
d4e do sacerdocio.
**'ae, pdia. Mohor presidente, que cada orn-
aos doas poderes esti collocado no seu pono de
horwa ;-e aindsi que .rabo* *e ligaem por rra
taca de mlim.aependenci., o cario que a cada
um est marcado o sea terHtotta. por a.tm diter.
a ma e.pber. jurisdiecroa.l. o aeu dominio et-
aloaiTa: tuda qua nio exceder deseas ratas, e
*S!$?*\2*Vnitti ^'"o. < antes, uir-
his' **aola*tafe otaodatfc. Bem qo* tarjo
auna tm anoto rj. igreja, e ambos te aunliem,
oao se segu, por form Igama, aue so deTra
cuntandlr o poderes, cuncedendo-ses um atbi-
trartmenie o que l compele ao eurr.
Eia a rataa porque em todos os letnpO existi
e rigoroa* irtaa da diviso dos puWH' temporil
e espiritual; ma* de tal modo ctjtrcebirta,qua. em
triodo des* merma di.ilfro, ,u* uto ntipa-
thict e hostil, a harmona dos dol, poderes, o
eu mut.o enlace, a o. plena concordancia, foi
tempre recoohecida Corfto neceltidide emtnente-
menle socia, e nesie sentido msbtlda e rtspeita-
da por todo*. E' por ito qo*, se ilgum* *es um
i fteotaVa inradir a esphera dd ontro, o le
oa -leixou de .ucceder d parta do poner tem-
poral p.r. com o espiritual, nomeadamente n.t
opocta d. persegui;o contra igreja, leratari-
logo ara bre do ae reprovar,io puMica ; e este
bradote levantar sempre, toda res que se qulzer
eeiabelecer a teisio doa dous podaras.
E' b'este pooto. a spplie.ndo estes priocipio,
que eu julgo capitaea, que nos cumpre tratar ds
que.tao tugelU.tato. se os bispos devem ter o-
vidos, por direito proprta, oa por mera deferao-
ci., oas couaks que inleress.m o rgimen eipi-
niu.l, e com p.rlicularldade pelo que dit espei
io a creacSo, din.o a suppresso de fregueti...
Cumpre investigar te esta audiencia do diocesano
^IVi"'^ ett un,a corleaania ; se nos >o-
demol dilet que. ,i,ta daa lela do imperio, a
vista da codstttaljao, e lando em attencao os c-
nones, apenas devemosokvir o prelado em te-
meth.ote. materi... por mera consulta.
is momo, senbor presi tecle, iue desdo o se-
cuto ni, e, s.guoao a opiotao deoutros, desde o
iv, comecaram a existir parocbiaa : porque
nos prtmelros lempo, o reb.nbo e.pirttusl ara
coooado aos cuidados de um nico pastor. Pri
mil.v.meote.dlt o erudito WaUar.-no seu risa..!
de Direiloi Eccle.ta.tico, harta o. cidade epi.co-
pai urna .6 igreja, cujo chefe eta o prpi-io biapo ;
mas depois recooheceu-se s necessdade de aer
diridido aquello gr.ode rebanho. de serem crea-
uos ouiros menores, com seas limites determi-
!2l*' pSM 'ue n,elnf e mais fcilmente po-
danrem ser preeochldoi os offletoa divios, e ad-
ministrados os s.cr.medto toda a commuobo.
E tato o que se l m Bergier, no Abbade Ao
ore, e em todos os ascHplores, a qu poasamo.
recorrer em semelhsntes a.sumptos. Recoohe-
ceu-se rjosde logo, eati escHpto em todos os
canonista, que aos bispos compele o direito de
crear dividir a .upprimir parocbtas ; e bem que.
segundo a juH.prudanei. actual. O poder in
eu nada tambem 0'eS.a diritao, 6 Uto smente
pelo que te refere parte puramente temporal,
vaSteh,tw*1 I P> **ta4bta j se
ve que a h.rmooi. noa do-, poderes c.mioha
sempre oo mesmo terreno. O. meslres que eo-
Mn.m e.t aoairtna, o a fasem vigorar de -
cordo com a pbiloaopbia o hietort., nao que-
raat, p0r eerlo, que um d.ases.podarea tanda .
prerog.i,,., do nutro ; eaaio.m. sim, qae ambo,
eem o aeu dominio esp.ci.l, fe aua pbera
ia' m.e,n, 8ua autonomta bem pronuo -
cioa.- A tal reapeilo o principio cardeal a io-
cootasiavel competencia que tem o poder espi-
n.r. Mf* ,Ml" Pfpr*aa neeeaaidadea.
para avallar aa nece..ide. eapiritu.ee das taca-
iidadea, para ver e esaminar o qua importa i
"J" '"i 8 Pafoclvia. qe um barwfl-
Oo acctaaiaaliso. oao eignruca outra coaaa, a nao
Ser Um* lnalilit(.Sn------ ____ 7
iator fffrma que, qu.odo ha aug-
"r".'J*^> ;e e alia taa ------------ou da creacio do ora p.rocnfa ao
bxipo qae Mrtesaoa (.e tadattaa mud.oc...
4. .*AirlacifI0.' '.o R'rslmeoie em io-
?. S: Mr 8 ptao do Sr. Waltar.
n^?.u -0"- A,'! t,0 P*'"8 Protetlaotas,
coMdb ai atli sa profess.m, bem dierso. ds
Sea" mSSS1* e8lrJ'>cP *loram, guarda-
S| il. 'J/SSSf e,peeUe'- quad, -
**,'ff eferVrta li' jurildiccio episcopal se lem
Jioiido eea.tanlemeuta com sear amigos privi-
legio, o que .accede m.is ou meoo. em lodos
es pases protaslanle, a toda na Russia.
J.JtaJaapaa. di o Sr. conde de Irji, podem
erigir beneficio, fea toa diocese, dividl-lo. ou
un ros, hlrendo neces.id.de oa utilid.de, e
ItnJL. 5!/l.f**"loi : e potfeni proer ol De-
baris I'1 ** etlBld0' eBI 8eH ido-
e ^fjJ&l&* ,e2,peil di cre'^- dT,,io
e opDfe%dJtl parocbiaa, que vi oofijeclo a que
*a refere este lllaitr.do escriplor ( por qo.olo *
respeito dei oatro. beneflcios. como dos c.noni-
e.iot ns cfhddraes, compele .o papa crea-Ios
tal diocese.) assisle (os bispos um direito per-
reiio. m direito que nao pode ser posto em du-
Tioa.
2nll?,l!.0t^ dii *in4.: ^"o o b'-
. T -.d,MVt ''fe bfero. Porque erigir
. "* ^D'flclo e.tabaleeer um fundo perpetuo.
-* "Vi-* unl ,eo8 P" susieoio de om
25?!*j1 u I?' Plrftuaoa. segundo dr
l .afcW dLbe*e,flcio- Or. "o semelh.ote
\ ","hvJe,l,,5"10 nio1 ,er J4ma,s ecclesatlico,
swobtdpo nlo inlerrtr, ou .ote., ou no acto.
" Vtui? n,e0ff* o flDOit, approvando o esta-
belbbmaftto ou fandcio. Mas do direito de
intervir o bispo, pelo menos approvando o be-
neuclo eract, once o direito de podar elle
tambem ihWrvir os diviso de um beneficio *ra
doa* oa mais, oa ufe aoilo de dous ou mais
em um s. principalmente pela regra canoni-
c. Beneficia eccUtla$tica une dtminultor.
confetenda
KJ2iqui "Pri"*'?'0 qu rege a materia, esla-
bewttdo em roda a sua lucidez peto Sr. biipo
? a i. e .Ira,' CbJ" Cota1et>cIa na materia
odubilarel
Isto Ipesmo, Sr. presidente, e acbs estatuido
em mallos concilio*, em maltas Teta da igreta. O
C,2C!, i.,"! J^od,c4' D0 DD0 32. determoou
. P^'taante que aos biapo. compete cre.-
VH: ?PT8*"'. dlri.o das fregueztas, e com -
prei. samibuirj?io das psrochias, que maod.
que ne parochoi otda far.m netse temido seoj a
rontade dos bi.poe; d'oode se r que toda a'Tn-
terrBhgao temporal que tlrer por flm neutr.lisar
ou destruir es** direito, ipto fado, illegilima e
rregalar.
F esta doulrin. coosagr.d. no coocilio de
Antiohta, em 311. oo concilio de Sardlca em
dt7. e do de Calcedooia : aioda o que ae ach
determinado oo primeiro coocilio de Orleaos.
que diz : Omnt 6aiit'caj qua per divena loco
conHructa tetar, vtl quoidie eonttruunlur, pla-
cuil, ssunrium priorun canonum regulam, ut
, 9"*. ep1*cop\ potetlale consittant, tn cujut
territorio poiitce tunt.
Dita! mata que esta 6 a doutrina dos padre, da
Igreja, especialmente de S. Ignacio, de S. Cy-
pnaoo, de S. Cyrillo, do papa Calixto, de Nicolao
l e deSymmacho : aioda esta a doutrina do
clero da Pranja, com parlicularid.de de Bos-
suet, da Pleurjr, do proprio Gersoo, de Bergtar,
do cardeal Gousset, e dos meos suspeilo. de
preren$o a faror do episcopado : isto mesmo
que se l em Tillemont e era rios oulros e*-
crtp lores.
Sao, pola, estes oa principios reconheci.oa e
consignados oaa tata cannicas, e que se ach.m
f *f*M2a*J por lodo 0I escriptores, que tem tra-
tado da materia. Oas.rei dixer at que as le.
que for.m promulgadas em lempos um pouco tu-
mulluotot, em que e idits rehgiosaa oio eram
aitendidas r apreciadas com toio o escrpulo,
denuoctsm perfeitameole o recoohecimento des-
lea priocipio*.
A tagittacbo cannica
asa?***- zctipsBas:?z~Ts
im.daol, Ittatut, l'Je*1*. relaiiTnajaato i maUrta, caa^naaroaT?
25ff!*.*,,, fatatoieet Pota a
J^e.,comexc#aeaa*a1
."t1 J Itacataa. qa,.!, | mt
.. ..^,!.^Alo, p^?' *
.iwplee tacto
s eatbaltaa apaatoHca
b.sia psra saaatrar aa, ,
djaamot a recabamos aaaj nata, aaaa
u7J"i*,v *<*** Z
ae II retare a, ? admtttaasaaaaaasaai
", a rerat^o d.tieisd.
urna Tasqoa atajea
"" igrei. r Org.otaa.oa aa."oa7T
ad. do aaia aaMietaaal. alg... i*a*^.>JXtaa4
*JVyj*m^ P,r,# ie.a3aa aaaaaaa-
'
|, Mi a tne
rtatlpsta. aa ota- P
- p.rta
maa falta, ee-ta han ata osada a
aos, rrlnnhiei. itaaliJ m talar *-*-'--
peateoea lusataanaM... >*??!% fc
na um proieata n Htm o ata nava eopacta am oum
felizmente oio fooao. a.m aeramaa arraettZI
en lempo algum.
Bu dirai metaaa, guada a optatta ata aes aa
criptar notavei. q,e eate cancilla ata raaata tal
je a duoplxna da i9r*t unmn* mm*Zm .
yreja GaUiemmm. ,r d.^ZZUi7\Z i
Asaram o. aartamarstat of -Mil" l*"
do jantenumo; e p,. afea paeri '.nI^.,
I m.i. com acert que ella tem todo a virar Va-
tro nt. ^^ w_"
E**e mesmo esciiptar sa exprima (tal q*.i.
termos:
* Depois d. conclasio do concilla **
< portugu-z foi umd.quelleeqae ie.tatir.aa mato
' >[iD[ ao ?umn, pontlflee, pala san
< Ci, publc.cio e etecaca; e aeaaa tare lato
fug.r pe. Bol. Bemadietut a, a a data a
* 25 de j.netro de 15M. ImsaadtatasfeaaNtaa Sk>-
rferno de Portogsl e tolos os preladas ata re+ea
incluso o uoico biipo que eolia xi.ti* do Br-
< til, mandarn) cumprir Belmente ualaa aaaaa-
postce. do concillo, aem excapcio alcuoi. >
a at El-Re, D. Seba.iTio eaaroeV sRm
muito respailo*, aa Papa, igr.dtnaads las
multa a prompta exacucia do concilio. Bata
* o Brasil taxia parte da moairchia purta.
a e o melato jui se pratieoa a e.ta
como e pr.tie.r. em Portugal, aaa
potigdei dlsciplio.ret do coocilio na an
lela do Reino, naa matarifes complante. De
c poit da independencia, nenkuma aUeraeo t
tftxm evi respailo, anta*. coa/Ir w%m ndo aspaaa)
c anemona conatuainta lo Jal m tit ni tan
traria* ao novo tysiema, confinnadae saaraaa
o ttr aquellas; por que em nada a diecimUna
* dl?S0nxiv> U Tr<*to oblt* ipaaaaaaV
U Sr. Souxa Raa: Quem dii tata T
-?..?; I0"" UMn :-*' aseriptor altan
muilo nolavel.
O Sr. Sofett Reit :-M.. nao ae Iba poda sabat
o nomer
O Sr. Torres B.ndeira:Mia tras, m.s
enano ootarel, porqae toas ideas uo maita ar-
hodoxaa; o ana tr.b.lho taita com asalta es-
mero, as doutrin.s qae amitte sio sa garalmaate
recebidas. Bal* lino que lenbo gara aaa maae
foi publicado por oceaiiio d. di.casia* agitada
pelo jornalumo no Rio de/.oairo, i propaaitasta
oio conQrm.co do Sr. sfoura p.ra aspa daaaal-
1. dioceie : tafetando desss queslim o .olor alta-
cutio o direito cannico, o eolio fes aa obaarra-
?oe. que li, qaa rem muito ao caao para a aaa-
taria. Botando, poia, que, segundo a concilta a
Treoto, os bispos competa, por direito expraaaa
a cre.cao, diviso e auppreesio d.t.frefjaastae;
que o acto addleioo.l nio derogou, o peta contra-
fio, suppe lisente, reconheee o celta esa
concilio.
O Sr. Soux. Reta .-Porque ?
O Sr. Torres Baodeira: Porqae, alm do laata
o m.is qae j dase, a religlio eatre ao* prataa-
sad. a catholica.e com ella Acarara ll.tt.dBa a
ssoccioo.dos entre nos lodos oa avus dogmas
lodos os teas priocipio*, lodss aa leit da igreja!
Um Sr. Deputado :Contra a exprett. deter-
rainacao do arl. 10 do acta addlcioaal.
O Sr. Torrea B*odeir. :P.rece-me qae aoa



oio podemos pretciodir nesie caso da appltaafin
reja, embora ae diga ajae na s ata-
daa leis da igrej
remoa tratar da
ciril.
queatio, palo lado pir.meaie
Toda, eataa r.to.s, lodaa esta, tai, teda, as
opinloei qae lenbo citado, oaa devem Armar a
convicio de que audiencia do btapo, ata sa-
melhante maleriaa, oio om rasgo do cortesana
da parle da (asamblea provincial para com alta,
mas o reconhecimento de um direilo perfeilo que
Iha assisle.
Bu podere chamar atada em apata ata miaba
opintso doutrina do srfso de 6 de marea ata
1818, no qual se recommenda tos presietaates das
provincias que sejam ou idos os prelada), o res-
peito das cresces, divisos a apareaaoaa da
*
I
ar ,,--;_ ...-,eu,",i"uu"* coaaa, a oao ae outobTo de
---------- i/viu aa vwim usi ai-i
^,1 \eJW(B 'he Pede asaign.routro fim. Lota.
pelo i.do purameole espiritual, a.o ha duid>
r5m2et? ao, bi,,w# *. raecjio eaup-
pressao de fregueztas. bu nio posso compre-
ion.iV "P,r;lual: oa > Podemos deixar de
" "'"' *' I"1 for P*ta pela
qual encaremos uma parocbta ; e e ese inte-
feitamf.L"0 ele-*a mnitade.a podeaetper-
leuameoteapraciedo a determinado pota poder
buSele-1ue 6 *5: M e "* Ss5 b.-
biittado para dtaar-oos ae o psslo espiriiu.l. oa-
oas certas condisoeo, bem administrado daata
ou d aquella maueira ; te ella qua noa pode
ssegursr com conhecimeoto de caus* sa esie
patio ser melhor administrado cora a Croacia
af.0 uP,r8od'uma parocbta ; se S^
emra, que nos poda e.ctarecer a wfps-rn.
faltan^. ^SUn^ ejsadlttilo-.a, por taota. a
aualaf^H** Up t *9mpx* *d*Pawl, a
qu.lquerdashypol*Miieaian*taa4*a Mi ponetJ
- e ciril ds Prsofs un.
exemplo Tiro em prol da proposito que teoho l P*"0 a*8 cresces, divisos o appreafeaaa da
emttMdo. O erhelo domes de abril de 1695 a rea-, fr'&UMW". doulrioa esta qaa anta ata asnead*
peito tfi juriadregio eccles Arl. 21 : o arcebispos e bispos poderlo, '
com assolemoidsdes e formules do cosame, tri-
gxr euros nos lugares, onde os jalg.rem neces-
.trio. '
Arl. 45 : Queremos que o* arcebispos e
bispos, e lodos os demais ecclesiasticos tejtm
noorados eamo os prlmeiros das ordens do oosso
reino, e que sejam mentidos em todos ot direi-
tos, honra, elc#> de queren, g0Mao ,t agora, a
Arl. 49 : Queremos que ns ditos eccle-
'tasiieoa gotera de todo, os direito. bens, dixi-
mos. jostlgas, e de todas as outras couSas per-
tencentes a seui beneficios: prohibimos a todas
as pessoa qae Ih'os embsrscem ou estorvem. >
A concordata de 1516. entre Leao X e Fr.o-
ci.co I, estatu o sega i me :
Sao oa ottaelore* obrigados a conferir todas
as dignidades, adrainlsiracoes, offlcio, o oplros
boneicioa pertenoeales sus celtaQao, prori.so,
nameoo, ele. Eosb.oafictossimpleameote *a-
roa poderio ar conferidos pelos collatore* ordi-
n.nos a pe*so*s Moneas ( Rnbric. 3' das colla-
ooe* 1. Reconhecem estes principios a concordata
de Font.inebleau (1813) entre N.poleao I e
i i eone,r<'ta o luis 2VIH; o projecto de lei apresentado
8s camar. fr.oceiea. em 4 de jdlho de 1821:
a* ordeoan^s de de outobro da 1811 e de 31
jta outabro de igaa: e a cdorencio de 15 de
utre o gorarno fr.ocex ( apo-

do|Pilo Arcado,i cima 4e't^olot^"eVeta*a!
ma couaa daotet logara*.
O Sr. Araujo Birroa :Vlatou maita j.
O Sr. Souxa Reta :-Vijoi algn couaa.
bando esta riacho entre as dnss sedas qaa
!'retando cre*r. o mais saliente, o nobre depu-
sdu fea de concordar com migo qua um bom
limita, om dos nalhores que pode barsr. Tara-
bem i este respeito S. Exc Brm. nada disse,
toasi opina qua a liba do Pootal dora flear perl.o-
ceado i fregu*!. deS.nl. M.rs d. Boa-Vista,
aaWp> y0,,Mo *ae' Ora, ..obore, se a ilha do Pona! Oca cima do
rtaebo, enano que hsda Bear portencendo i frn-
rtacb? io'"V,,u' ? flc bfelxo densa
O Sr. AreajattatTM .--Pica rio bsixo.
O Sr. Son. Rei. :^Perd.o. nio b. ul
O sr. Araata Bam, : Y,fflol B|or, t fton
qeaa rellgjio. em trtude de aeu principia fun-
ttV^J' -,rU,*, de u' r0Br "f"**".
rirtudedeseu flm tarado e sublime, dereter
f isto o qae so acba coosigoado a aatabalecido
desde os primeiros lempos ;- etU a douirins ai-
pretaamente eoaiaada palo proprio Aratotaiet.
que.com ser p.gio, nio deanonhecla de todo lio
emineatea rerdados : este o principio fehiloao-
pbico. incarnado em todas aa tagUIaces, anda
riairel nos primeiro* eosaios da stalllsaelo. eu
feedeiia Uanapsreoar oas org.aisacoas polilicaa
de iodos os poros b.rb.ros. apea a daasaemosa-
Ci do Imperio Rom.no :' esta o donm. aaeial
implantado oaa lata da todas as nteoat. que depota
dtqualle periodo rieram a cirisar-ae as moder-
os Europa : este o pensar ds Lactancia, o peo-
SLaaISP0 '.>. eladn-fea i.n-
Coa* Idolatras, e seado elle mesma um p.gio, af-
flrma qaa todas silu recoobectaos aa um esta-
do mais tarta pal* raligjAo do aua patas trn-
cheme cidsdells.
E* oblo, porm, qaa alo ppdoado a. ao-
ciadid* m.Dtar-M aam laftatacata, Mas* o
----------r uuiiuia auertraos
esse ioteresso,anflpoffendomafe, de modo algum.
aoque purameole espiritual ; porque eu nao
poaao aoaaebar abaolutamento iodependeotas
en 14aijaafeiidaatas.
diwtato"**"**'" :""F*Hw,,DlB na 'o tai
-aiSL i*"" *,n-eaah.. pnis, viH.
* otansane amtaspae. aos qua-s, desda ss pri-
r.ars chri.ti.s, esti eool.da guarda do
roaaaao a.plrilaal, aaa os com pe tao tea p.r. es-
tatotaaar loataa aaaaa oreaSes, dirija % sup-
areaaoea. relativaaaaala s paaoahtaa E* tato o
tM.**4^,l<*aaaota.ata taatiiuicio da igrej.
da Jeu-Chrito, do seu proprio fim, das leis
onooic caaataotemaata respailadas esegeidts.
a do uoinime Uitamuaheda butorlt qua falta
maita alto fe pora todoa oe poro* da torra,
i* dtaaRo do podar tempera) dere aer man-
Ude.aa atare baverb.rmoaiaarrtre ot doua po-
ra****. Bife ha dnrid. qoe aaa biapo*, e t a ellas
pmpfeto n direilo lfe artoi onrlda, quaoto ao*
*f*aeaa*iriluaa*.
( GMsam^n apartas.)

eio-.coosul da repblica ) e Po VII, a qusno
arl. 10, expresaamenta determina : c O biepot
nontearao os cura. >
Se, pota, ramos que tortas as nacoes tem reco-
nnecidoesse principio, que lodos os publicistas o
tem consignado, qae lodo, os escriptores. desde
beferr.m, Riegger. D*r0li, Bergier. Andr, Le
qeeux, W.lter, George Philippa. Moreno e ou-
lros, at oe Exms. Srs. marques da Ssnta Cruz
a conde de Iraji, o tem adm'ittido e coosigodo
em auaa esaineoies obra. ; eomo te pode dixer
que audiencia do. bispos sobre a cre.cio, diri
aso a afeppreasao de freguezia oio asienta o'am
dtr.ito perfeilo da psrte deltas, que sao ellas
*peo. consultados e ouridos por mera defereo-
Bepoi. desees concilios, a que me refer, e quo
todos vera em spoio de mioht idea, citare, o
concilio de Trono o. sec?. 21, cap. 4 de Re-
formal., 9 qu8| detarmioa posivamante que.
quaDdo, pala difflculdade e distancia do. lugare.
*e ach.r que oa paroebianos, sem grande incom-
modo proprio, o de auss cssss, nio podem ir
posaaalmeote i perochia para receber os scra-
meojpa e .aaisUr so offlcio divino, os itspo* po-
derao ,/>? ettabeiectr novaeparochias, segundo a
Or*. pde-.e dizer que todas eataa ideas que
se achiro contigoades em concilios, em leis ca-
nele** *te, aa sio re cabidas adoptad.s
por l.atasMl..tr.|oa. cetabre*. qua.tslo .Ug'
garldaa pelo simple* bom teoso, ettejam dfero-
gaa.a petas leis que nos regem ? Poder-se-ba
VfT ""^orqBfe o acto addiccioo.l, no arL 10
i 1, di i assembla. provioci.es o direito Ida
legaatarem sobre a di.isio ecclealaslica^ ...ir, eo-
lifOP'J' "y01 aa,e "arebar api tal
alerta ata accordo com ageita ? Eu nio posso
oomprehoBdar qae o acto addicciooal. aaa oata-
8al.ee dispeicio de que se pra**lecam oaad-
earearios da mioha opinio, hija revogado oque
Maw ameriormeote statuido ; oem ot onda
forl?.,^" U taa. AfeterUlfeBM",
considerada, sem quo tHeBdamoe ao aau apiri-
o, .ua rssio philosr^Wc? tans^etaT ?L
taocio tmara que presidio I sua conieccAa.
procedermos de tal modo. iOcorrari.m*Taml
iririHimo absurdo, ota wppor #pr, p*. a oiof
ha sido sempre observada pr.licameata, qaadu
ae t-ata de semelbaatesobjacloa. Inoc.rei aio-
da em mea f.ror a lumiooaa opimio ata rebla
arcebispo marque* da Santa Cret, a qu.l, eos ple-
na aaeembl provincial da Babia, par trr-s*an
de Ir.tar-se all da divino de ama freauasia, saa-
tentou que os eispoe nao sao mero informante,
mat ame devem intervir eomo podar, pais qnas
a elle compete desligar a suas otelha ata sss-
bordxnaeo a un* paitar, para eammaM feas a
ontro; que m*tim o meto da onvi-to nao i oaa
favor, mat om direilo exprttso. caja .atareo ata-
ve importar a naflidnds de ereatdo ato paraanda.
Appellou se p.r. o plcito io potar tamperai.a
eti. foi um dos .rgamento, mal* v.neaaa da aao
l.ocou mi o oobre deaatada.a qaa wapeSKa. !
o que quer dizer o plcito T nao quav r
do que o recoohecimento do atirea de
tocio d. p.rta do poder temporal, arruto .
qua aiogaem Iba conlaata ; mas nao aovolr* san**
direilo aquella outro que relativo i creecau ao
beoeflcios, i sua dtaitao a reppre.Oa, per uaa-
to s spresaniseio por sf uio di aem posta atar
.uiond.de temporal semelbsoia araref.ura.
Coarm, port.oio, enerar a tacita aao sea
verd.deiro a.pecto, a nio lera-lo alm ata sopsta
ra que o restringe. Lerei a este reeperta ji si-
tado rTahet. de cuj. npreasaVs re veri qasl
lo rea, o verd.deiro .ruaca do plcito, serum
da a jurispradencia recebds.
W* o Sr. W.lter (l.)
< Quaoto ao conaenttmsoto Br.ltatiaar ata sa-
ber.no, exigido para s pabttccie pato Vaata
i publico moderno, eis.qui a ataotrtna:Sa a
decreto ta .uiorid.de eceleet.rtica so retara ao
dogma, oo ao colla, eolio a diresw sta atoa**
nao comporta para a .morW.de lamparal o
taculd.de de se taxer juix da Talar
mas smeote de tomar coobe *
par. se convencer que ello aio
ti;5ea do ootra oaiorasa. Se avi trata
disciplinare oras a [ilteoda-sa ba.
escriptor agora se refere a lata qaa peto
res eppareeem, no tocante A diacipNaa, a
( esa*s leia eoteodem com a rios dril, eatie
placel o direito pare o estada ata exigir oao
a ella spj.m concertadas de accordo coas sata.
c oa so me no reconhecids e dmitiidresarasi
como apropriadas is ctreomstaocias.
h este o pensar de muilos dos mata atirema-
dos Ces.nano ou Refaliataa, cama ata Pooso ata
Marea e de outroa qaa eacusafe
Com a thooria do ptaVilo, port.oto.
anta enntra as ideas quo profeeeo.
As coBsdaracos) qae taabe taita
mostrar que preaio adboaie ia idaaa
t* peta mau oobr. c4lg..#Sf
e que estou cooreacia* Je oaa a
bi.pu, o. m.teri. .ajarte, aaaeo
perfeito. KUa. asaatram aiaaa a
teoho ds qae a conatilaicAo ata
rogou ene direito, e da qoe, par
podamos dar um pasee abra
co aam qaa Hibernes 4a eet_r
porque tem olla toda a decitio sarta
"tata? taUufet dectae
*

Eu, perttnlo. codeado i _
luir o meo discurre, parea* sao
abaraja esti dtaateda, ma
indo sempre. sta ssrssls n.
oteacta, pelo, priatiptee amiliidao aa
meu nobre coltaf* o Sr. A rauta Barre
tu, am toda a non rlroilodo.
accordo dos doas poderea,
afetar da raligiio de
Tolo, pola, a ftvor


1



MAR* mHMMtom*L**#B&>>4+*t'MtftfhlMk.
l.MtWW
---------- i!: ptrtUfcftl
O.sada* l^Bsgt^.quatoUn K..M0&I*
povoacio de PtMlio.
Achandoe t,w,,u 8* 1 ,tg0 d. Vtjrt-'JI&W
&M,*talrauldBorMtat*-pii, ;S. A. fceel r.rt,
* A"^1 dep,>i** p**k ottfMumrfr-
de d. d bata.
- hoja legar qo qmw,i fatst ss-
4,*>'***0l,>"W1*y^ i*?.'!!1 riiranrnU.eora
extaMst*. otas. /at totsw*, IIwSSm*^
Pliuaesnoihei turo!, durar | o ultimo io-
vno>.:q llames cortos, tgM Mil ao nnblico
'VMkv stlftit. **
Sensn e priaeira esq*eWM usa a npre-
MMi>lMt,ilMft\. ,. aicmpemrrii.
44* aawe^Via at wat al i arate natural
cea que orrelf ;i, a recuelo,
I imentd na boa
*< dt teena
i tilo e forja da
ne.e vozcs.
Bolre 6U9flNl*f9&>>tjfH?|J> verdadeiro
mrito, a o ma*. sarl Baslli i osrlndo-os,
doataos
lateras jfdaag^sdtor. VtaWfeytaTyamaa do
eifttte etayasooita^ui tosat^ia1 ngstsMOTtoe;
Sta se sasadao^scimo qaUrto
c Boilt'm sdBjitofa
Em um offieio da W Socrrante, diri
S Loateca^a^tiVplla*M|%la
dina Mar. tefeo-CeatMaust dsaVjs 4a
mi ci
nntta
do o ttgliTro de
que ajuma
Odtfo
to terrtr
Manoel
o o iddliame
Oulro da i
gMro da a
me*
aatrtptufj 'e-tyrp^tBeBs

X* dSnaMe
.dedeemcornmn
nlot.*-*e|srr te
psdinio o re- quati
iJ.Bta.-rCo.iofi-
peto qae se fez preciao pouoe>eeii
-aaiiwop^o, em quinto, aai,t
* P*m, nao derea teda et .
1HS3SS!C!!:WSR"

aoa 4 paaaoada nota emizede < tiii.o .orneada,
e 1" jftl#0 mui~c*neeteol; filtcar para
nieibora^r a-aaera apraciada pelu rmie publico.
A 15 da abril 4a MI3 VMiaM; 'osciri aubio
Q throoo ducal de Vneta cooj; ctamecle oom
Pedro Loredioa. Nam por iilq jiedaoe oi-
xou de Iba f-taf op policio no om >lho. d tad
TOrma ae houre, que urna wat ir icventaode-e*
Paecexi, das puataansota oiiiido, que aao
R^*"W^^*4ota I>|JN*Bajoate!
Loredaoo Titease. Por urna co c adenete-total,
mm dapoia Padro Loredaoo a id aao irmso
chamado Matcoa orzar om rapen ;i n mete, a ea-.
pilbu-ee que herUm Mte*a*a.i< nudoi. Jaco-
me Loro Uno. t^^rf&K^r Kiiitos am tal
bosta, faz gratar ssm nptictasobiii niaemulosde
aaj pai* d*aojrtio,*Ho'irai i moto 6Vdo-
"n ",u "" oailOafOtaM. toada Baura-
vam oa Potearia romo daveodo-li a d.aa rfdaa ;
eaperaodo trtnquillaaaaBta pigtri i,
O doga tinha qaatro fllhoa. t i i morreram, e
Jaeowe. qoe ara o quarto, a b>i Ha! edaado cono
Lacrecia Coolariol, accuaado da aver recebiJo
JfawtWoaoa principe eatraogaln i, aeguodo ai
I* fot dtrra6, a principio.:. rj< apote da
*a>at>ia u ao o>paia para Tr r j Succedeu
aotretaoto qua Eraolio Oooat: (i residente do
aelbo doa da, a qua bar cti itimnado a Ja-
cooto foaae iiniiDito oa ooita 411 id. not.mbro
da 1450 quaodo rollara para eu | alacio, ahin-
do de ama -aeeeiodo conaelho.
Sicomo Olirair criado de 4a raaobaa do dis segninte ao do crii. Vanesa
fallando publicamente na barcn: c.e meatre do
wolecido, e pitr estas etrcnmata:
da faraoi promptameole
_:.( mi amo e cna-
'eratn promptameole presea, c mduxidoa para
yenes, e intilmente torturaren teodo depois
.marrada, por teda o ida par ( sniti.
Cisco aoaoa depei desses arailt c meo loa, ten-
**,^tq|* bi.Wa.earte aolicitaia o la. perdi,
MMado oso podar rirer por tu 11 temoo tea
aorsna amada patria, eserere. aiq cuque de Hi-
IftoKraowiteo Sima, pediodo-lri i qoe inlerce-
desaa par atke ao gererno da rain btica. A carta
fot parar i aairoa 4aa membros 1 o conaelho dos
!, moJaoJo-8 que Jacome ieeae i Vene-
, de ero o torturaran), com ;j*.n caafmo de har eseripto a cari!, poro, lera-;
do uiicaaaeote de desejn de torrt-r a rer a patria,
.inda maeao que tiresse de toIIii par a priso.
Vea coodanros.do oovameate'ad trro perpetao
em Candi, soiTrendo primeiram 'i tw um anno de
prisio aao eatreiu cariare ; ewin intimou que
sena, jusiica lo.ae jfimsis escren (: a cartas seme
lhaot4 a asa que dirigi ao duc 11 ile M-lo.. 0
infeliz e^oelageearie dage, que : >rn firmesa re-
mana ttoba autstido ao jolgamo itj e a loriara
applioada ao frtbo, cooseguie 1 inltcuiarmenia
-lo, antes de partir, e aoooeelli 1 lo a obedieO'
ci a rasignacae s rontidea da m ubhea.
Aconieceu depois que Nicolao I! Uie, oobre re-
nexiano, hora da morle aa coolcwiisss aator da
marta de Donato, e deermi.as>>i que ib zesae
publica semelhfliue ceotiaaao pn a a juitidcacao
do rD.oceote Jacome Poican. A'guns senadore
imporUDte j estaram diipastii 1 pedir graca
paA este, porm o Uteliz, eitu modo o tarefe
perdi, aspirara da per em careare de
QMMlfa.
Afilelo o miaero pai por tan a. amargura.
iia solitirio. e po.caa retes sil: MMa ao coase-
lbo. Jacome Lere da oa, que e;' rcme.lea tinha
aido elarade dignidade de peosao eotio harer chegado a hn a deaita rin-
gsB(4, a taalo trabsihou sorrstu atente que o
dege-fai abrigado a demittir se '"'f **aa eie
no cortar do aa dgalo, F.isc (Ibs-joj abdi
car, porm nao s nao quiseraic 1 inuir ao te.
ardente desejo, como o obrigar.ni a jurar que
morreria no pleno eiercicio de 1 poder.
Apezar de til jurarueoto, fe. aiattraogido a
deixar o palacio dea dogsa. ea til aiir-se simples
particular, lando recasado urna n ultda peoiao,
que Ihe ra off-recia do iheaou'i jub'ico.
A 31 de ouiubro de 1457, our c i; soar o sino
que nnuociava a elerrio de sen succeisor Pa*-
cwa4 Na'ioier soffrej urna tat ir: r-s*o qa fui
caoM de su morte. Tee mii iIcjs eieqaiss
eoo se morresse reinando, e 111 juaes assiso
Milipero em simples coitum d : Kiuador. Cor-
woqTie Jicome Liredano lancon etitio em aeus
lirros ea frente s rerbs de qan itima fallamos,
tase palar-r:.O Foicaris me i)>g,>ram.
E' este o facto histrico em qu n ooiaei a minha
tragedia. Pareffeito, e por eii|(tocias ieaepa-
rareis deste genero da comjnosui >, tomei algu-
msi liberdadei quAfcilmMpt. j:i t >dem coohe-
cer, e palo que espero ooaat tnt il zooci do culto
leitor.
I.M. PUVE.
(Trna!. 4o ilal. por Fem ir VUUta.)
Temes noticias da Victoi: coa aata de
bonem.
All haris chegado o rVm. fi llerculaao no
di* 11, o qual deu-ae logo a anir i- o poro com
o prestigio dos sena preaedeotei, Id maoeiri que
loo-o a sjuntar leoha afim bu frierem-ie fo-
gueiras pelas roas, como meto d! Ii'iar a atmos-
priera dos miasmas merbincef. lito j ae tem
dado.
O mal prosegue, e psrece qq. i> ni effeitos mais
falaes, sem durid dejilos a oii eria do poro ;
o que pesar dos esforcoa dn iuiratlros, niu
lea sido loecorrido com sufflele: iii.
O cemlterio publico aCba-se ral organissdo.
fsIlacTdo dei,
Madre da -rtctraH. se
dan teapo tiraiaem preoaaaato a, rasarse, aa-
dicoi, o que em geral a fatem quaodu o mal a.
acn bastante adlaoUdr.
. Bm am ofBeio da do corrala, dtrigWa da
cidade da Vicioria i S. Es... disae o delagpdo de
polica, Alejandre Jos de Holla.n> Gsralcanli,
rae depois de se. ultimo ofBcio de 13 deiie m,
a apidaaiatem aantiadadDdaJsiaoado,M'
do a mortalidad, aao cada da de 10 a 15 pernees,
excepcio da do da 50 que eteroa-ae a it pe
oa, e que em trat todoi 01 ponWs do termo
harva .lia alteada, saode ea I acarea Trahlraa,
Gurral-Falso Marapic os que maU libamaof
frtdo.
Diese aaif que cea 01 estillo! prestados see
indigentes, coa o enberraaeotoa, .apta *-
gum remedioa multo precitos e nao existen-
tes ns ambulancia r.a.Uida pira aqaelta cidade,
com s*despez, tata, coa a esferaria pro-
risona que por erd.ts d. S. Ene. e de aceordo
com o medico hria montado, hara gatto aete-
esloi mil rr, aendo qoiohentoe qae S. Ex"c.
taba aoandad. entregar-lna, e duieoto* qss ata-
da aje achara a der.r, como aostreri quinto rter
prestar cootas nesta espita!, e coocluio pedindo
a 3. Kxc. que se dignaste de mandar Ihe mete
dloheiro oe a pira aa dtspezst ji feitos, ae si o
para aa que II. teohs d. (atas. asEramando a S.
Etc. que oa diitribuico dos soccorfos hiri pre-
sidido a aaior econoaia erideds.
. c Ea um ofllcio da rjaeama deta, e dirigido de
mesai cidade a S. Ele., diaee o Dr, M>reno
Brauaio que nesss data o delegado tinha fleta-
do a S. Etc. pedlodo maiidioheiro nao sdpers
psgamento de despezas que de coabinacao coa
elle j tidbam sudo feitas coa a eofermaria pro
rieoTta, enterra moa leen boecorroe eos rndigentes,
par nao seram deepeas que podeaem eeeerar
que se partecipem a S Etc., taodo eslas oa im-
portaocis de JW0|, se nao tara continuar a lup -
prir s enfermara provioorie, sos Jndigeore e
pigar oiemerrameotoi. a que Ihe eebes dixer a
S. Kxc. qua baria tirado ptimos realtadot da
enfermarla provisoria, pots que, tendo netfi en
irado ae 38 a 44) paraots, toda no estad Igid,
hara podido aalr.r 14 desaea iofetize, etiUin-
do na meama eofermaria7 pessoa em intmen-
lo e 5 em eonrateacenen, e coocluio dizendo que
a epidemi coaliauara, morreada de 10 a 15
peasoaa por di a,a que no fiada semana aa dara
s boretim do qusna'ia feilo.
A'e S horas da larde de ib de nbril de 1860-
r. AqMfnp Fonoaeo. ^
REPARTigio oa polica.Kztraclo da parle do"
dia 25 iie abril.
Foraa reootbidoo aa de detenga o no dia 14
do correle.
A' ordem de Illa. Sr. Dr. chele da polica,
Francisco Ignacio de Souza, Sarefim Mendes da
Cota, Ricardo Prniri d Silra, Manoel Luiz de
Brillo e Joo Baroardo de Xraujo,, sentenciados
rindos do presidio de Femando.
A' ordem do Dr. delegado da capital, o africa-
no Jos Domiigaes da Cosa, de 18 auno, ga-
ohador, por briga e insultos.
A' ordem do sudetegado de Santo Antonia. I
fieemegests Nerberie na Gusano, bronco, de 36
onos, aiesra de aaaucsr, por disturbios.
A' ordem do de S. Jos, Joaqulm Jos de Ha -
tos, pardo, de 3o anuos, carpina, por embriaguez
a intuitos.
A' ordem do depositario geral, o crioulo Pa-
tricio, de 36aonos, meato de assucar.escravo de
arcolioa Xarier, por anspeite de tuga.
O chele da segunda sedgo /. C. de Afes-
fsMln.
Movimento da enfermarla da cata de daten-
;ao do oa 25 de abril da 1862.
Tireram baita Oara a\utermarta :
Haooel Antonio Eipindola ; febte.
Joaquim Bezerra deSanl'Abna ; coolusoes,
Tireram ala da enfermarla :
Antanto Chixa Cogommho.
Antonio Manoel do Natcimeoto.
Matadouro rcsLico.
Uataram-se para o cooauamo delta cidade no
di 25 de abril, 80 retes.
Paassgeires do mpor brssileiro Piriinunga,
sabido para Maeei e portos intermedios :D:
Odorca Mana Augusta da Cneoico e 1 lno. D
Josephina Mara Maltes, Manoel Jjs de Sou-
za, Pedro d'Aleootara Muniz, Pefit Jote de Gua-
rni Lyra, sos seobora e t criada, Anioaio Tei
zeua Piolo, 'foo Jos Leite Guimmaes, 0.,Emi-
lia Florentina de Henezes, Haooel Pinto Dmaso,
Estanislao Lopes de Carralho el aerara,-Fortu-
nato Jos Marques, Joo Antonio Aires da Stl-
Or. Ambrosio Mschado da Cuoha Caralcaoti, sua
seaohra e 2 criados, Manoel Caralcaoti d'Albu-
querque Jnior, Ttiomaz Lins Caldas e 1 Criado,
Carlos Rololpho Fiuke, BeQio Jos Perelre, Fa-
lippe Eeihain,
WKMEictt no m. en. iwt t>i'imito da tt-
OCTS* VAA, AKOfL JOS* DAStltA WtlTA.
Promofr puUieo, o Sr. Dr Fraaww ^foi-
frinoisoo
dsrmn poder dar
iegaiotas soticias
a
poblteaelo |di
Kgo-lhes, grs. reacrOrdaV
present correspondencia.
'rM*>coJ>ereir* it lir*.
1 'l palmos, te-
Al m diste nao
; o o Rrm. fre
a poro o cef-
(leeeucie.
qae a ote hoo-
Miento aue re-
I iQior, d dou
teodo as sepulturas apenas de '.'
gando e qm dolli dos iaforaaa.
cha se cercado, e eat sem crui.
HrreslMM pretenda premorer cw
ca-lo com a devida oorenienci?
E01 complemento I notici 1
tem foi dada 4 estampa sobre o lo
cebera Antonio Frsociaco de Paei
aoldsdoi do t)* baUlhae, que 4 oi< era 9&1. sub-
delegado di Caouoga, o coodux 1 a para a casa
de deboca por harer sido eotm Undo com urna
perigosa fice de pona, derem >s fner publico
qua utoado dertaameste e ct,- o fie delicio e
remeitido ao Dr. promotor pub o, opioou ene
q.e ende particular o crimn de I wimeolot lores
em face do decreto n. 1000 de I do oulubro de
1860 que rerogoo fr lsia%|gdii itubro o. 1831,
tmenle caberia o proceJimenlo 11 -ufflcto, ae 01
dnhaqaaiTaa heuroasem irdo pr > ox em ffagrso
teditlcto. E como dos asip|ii oitobattaaae
xistenea material do.cime pM< a ria aedieewa algsti odtra nft o icao, que dea-
te a.aitsjtstaar o **-. **< 11 c>j do rime,
atieitjiji tad. wq.iiai
i(i de satos de
OBTUARIO 00 BIA 25 DK ABHU, R0 CBXITER10
PUBLICO :
Ksria Fr*ndses da Coneeico, Peroambuco, 29
anoos, parda. Recite ; cholera.
Florioda Mara da Cooceicio, Pernambuco, M
aonos, parda. Recito ; cholera.
Jeao Ferreua doa santos, Rio Grsntfe do Norte,
23 annot, pardo, solteiro, pescador, Recife;
cholera.
Emiliana, Pernamboco, 40 anno, soUelra, esers-
ra, S. Jos : Chotera.
Joaquim, Peroambuco, 6 mezet, Ssnto Antonio :
coarulades.
Mana Francisca do Espirito Santo, Peroambuco.
80 annos, tolteirt, S. Jos; dyswh.
Manoel Joaquim Ramos, frica, 40 aunos, soltei
rs, S. Jos ; tuberesto*.
Antooio. Pernambuco, 34 annos, solteiro, tera-
r. Boa-vista ; lislula ryieo escrotaes.
Aotouio, frica, 20 annot, lulleiro, eteraro, Sni-
to Anlooio; cholera.
Engracia, frico, 45 annos, soltera, escrar, S.
Jos ; anazarca.
Mara, Peroambuco, 1 anao, S. Jos ; conrnl-
ses.
Jos Xarier Csroairo Rodrtuuei Cimpello, Per-
ambuco, 57 asno, atado, Afogadoi; cito-
lera.
Fraociico, Peroimbuco, 2 annos, Bos-riita ; fe-
bre amarella
Thereza Toierai,, Milo. 46 annoi, oteado, Santo
Aoioni ; febra amarella.
Antonio, Peroambuco, 7 metes,* S. Jet ; be-
ligai.
Cecilio. Peroambuco, 6 nonos, Bos-risfa } eicro-
phulas.
Mari, Pernambdco, S metes, Stnto Atrtetrlo
ehlorosa.
*a?ittff'SS-T^--
A'a 11 horas da maobia, aehando-ns preee.-
taa oa Dn. jais de direito e promotor publico, o
eacririo procede* i chimada rarifico ei tare ai
presentes 43 juisna de fseto.
' aborta a sassio.
Eolra em julgaaenlo o proeesso em qne reo
Miguel Arcbanjo Monteir, Irabalbeder na altan-
dega, solleiro, de 23 anno de id.de. o qual fre
Ketaotiad Cao iosairto noirl. 193 d. swd.
Mol.a M dbJ)anMro4o torrtrt. asno ptb tub-
delegado d. 8. Joa, o Sr. Antonio Nobre de Al-
acida. A proosaaia tOr. tottaatada a 80 do
mesao aex, peta hr. AwaogenbtlSocrat.i Tere-
rea de VatcunceUM, jai municipal da 1* rara O
lihelta efetsaju. ,X Or. vr-a^. pabrtao^
querere a coodemoacio do to so grao otttimo
do referido art. 1M.'aislo lasttAlslaViu o crias ds:
homicidio aggrirado pela circeatlancu de be-
tB^atagajloaeaaja^flajajj(4^(j dosaBstisriflto (fe*-
peleado 1 da dexenrtro de 1801 a bdsMa do
oMbsta> Leasdro s Trisdade e Siles a ra dos
Marlyriosala tregseere de 8. Jos.
Sesdo ooeee rsesm* elarecolbMo casadede-
teocao, bsrssde aido praeo no beceo a Poctoho
pouco depetado eriese, o rao mostrara am fert-
meoto lere ne cote da puma eaquerde, e estarc
ea laMiaoaw etsadsVnrariagsex.
. ts-.a* um oQkio do Dr. Rufino Augurio d*
Almeida, dirigido eejtorldsde pTbeeittnta, cuja
leilurf ioleraasou riramente o jury :
Illm. Sr.Communico V. S. qos o presoMi-
gnsl Arehanjo Mooleire. henlem reeolhido l'or-'
dem de V. S por ter rallo um aasattloato, che-
gou S te eiltbelecimeoie em eetado de cdiMpttta
emfcnaouei e com um arande ferimerto fle faca
na perca direita, ferimento qu diz ioVa-lhe feito
pelo patalee Lyeergo, no eeto em qu alie brl-
gara com o atstssinado.
Apezar d embriagado, nirrou o fasto dafnia
qae tirara parante mim eoi guttdas lote Pereira
Faltso e Bernarda Perreira Loureiro.
Deus guarde V. 8. Csse de deteoeio, 2 de
daaabrs de 1861 Itlm. Sr. tsbdelegado de S.
Jote. O idmimatrador, Rufino Auguitu de Al-
bVsMbj
Sendo iolerrogado obre assrtdria do crlme, o.
ras sega qae houresse ctfmmelHdo, secreaeijo-
lando qas (dra fertdo ssee hita por um ceYto Ly-
eurgo, o ajswl era o unta* qae atara armado na
ocetuao dertato.
Existe, snfrataou, dos. teteaunhas no pro-
eesso aa quee referees que o reo Osera a cea o de
ferr ao aissssioado, dizendo o referido Lycurgo
que ma qoeade o actende apanhalir ao lste-
lix Leeodro. *
Tal a instruccao em ty ni hese.
Entrando-te no orteiamsoto do oootalbe de
enteres, sao sorteados o seguiotes Sn. :
Joao Xarier di Fooieca Capibaribe.
Manoel Francisco Setter.
Prancisco Ignacio de Medeiros.
Chintorio Santiago dslireirs.
Jos Egidio Ferris..
Francisco AlesMdiiso de Vasctocsllos Gstlica.
Joao Chrysosiomo do Albuqserqu*..
Francisco de Paula Borgea Ikha.
Francisco de Souza Rogo Montairo.
Jos Alfredo de Carralho.
Jos MaroatifM ds Sil re Braga.
Dr. Augusta Ceiar da Cuoba.
Deferido ao cooselho o juramento das Santos
Erangeiboa, pmce.e-so ao 1 iterrogaiono do reo,
ijon MsiBieni(iite nega a amorta 0*0 tacto,
allegando aue, no dia em que tisera legar o de-
licio, te achara em completo eetado de embria-
guez.
E' adrogado do reo o Dr. Francisco Aoyntbas
de Carralbo Moure.
Seguem oa debales, que eeo fioal resumidos
com e lucidez deaejaret peta Dr. preaideale do
jnrj.
Resumida a dieceseo, sao proestos os tegeio-
tes quesitot to costetho de tenteaes que te re-
colhe tala dea eesfereocias aecrets :
Quesitos.
'"0 reo Miguel Aeehmjo Monteiro prilieon
0 tacto de que eocesede, de ha ver ssassioadi>
1 Leandro da Triedade SiWa, (azeodo-Wie os
ferimeolos constantes do aoto do corpe de delicio
fls. ?
SO reo comaetteu o fadto criminoso im-
pellido por motiro frivolo ?
.3*O reo cootmetle o delicio, tendo supe-
rioridade em arran, do eiaoelra que o offendi Jo
nao podera defender -se com probabilidade de re-
pellir a offenta ?
4.* Existam circumilaociat altanuantes & fa-
rur do reo ?
5-0 reo commetleu o crime em legitima de-
fera ?
8.*O reo tere certeza do mal que se proez
entar? ,
7.0 reo tere falta absoluta de outro meio
menos prejudicial?
8.*Houvo da parle do reo prorocac&o ou de-
licio que oecatioossse o conflicto ?
Recelhendo-te o consalho de sen tenga sala
dee cosrtweaoias secretas lid /2hora di tarde,
dah rottou mais tarde respoodeodo ads questos
pela forma seguiote :
Ao quesito : Sim ; por unatrimidarfe de
rotos.
Ao2. quesilo :No; por unsoitnidade de
rotos.
Ao 3. quesilo : Sim : por unanimtdide de
rolos.
Ao *. quesifo :Sim ; por igual numero. Etie-
te a ci reuma acia de nao ter o reo pleno conhe-
cimento do mal e directa intencio de o pratiesr.
Ao 5.* quesilo : Mo ; por umnimidade de
votoe.
A#S'I flrt :-Wo ; por 8 reto.
A 7/ quesilo : Nao ; per aoaoimilade da
rolos.
Ao 8/ queaito:Naj por T rolos.
Lidia publicaaesle e* resposim do jury, o Dr.
juiz de direilolaa-ssj e proferio a teoieoga final,
? qua1, ul>do ao reo como incurso 00 art.
meo odiga enrolas i, tofo iradi.. o .lemn
t loffrer a pena de quatorze eonoa de priseo
etaaale e S pagar as custat da causa.
wrte-ss e aeaJJe I 6 tft horas da tarde,
temoo adiad, par/& UJroratd iB.a)h.t!
Public*qo*s a pedido.
....." !' ni........1 iTii 11 Pra vgvreni de. 1.1.fijt ttWic.)
vern ] its, e a q*t nW^a
estt entizne t imprtente ctmlttB-
do do fresidi fe Feriando de ffe-
reiht.
Illm. Sr. comaiaadot'. -Diz Theodorico da Cos-
ta Ribeiro, preso, csiado, corrugado de faailia,
e echando-seo dito tapplicenfe no amprege ds
larador do hospital na fortaleza de Boldro. o qs*l *** dtetansa) s.
0 <
porto hegos, risdo dosEst'
**.* ad aa.l**"(> nl0T' *souftrit sV ttenla
oesdba Iropai em MtUiias WPhisabuco, tendo demiltido neita data o Sr.
fnatji soticieaes. MMmirda filia da Bscadt.Praociaao J'eretra de
qw s rebeldes oram pata Cor- Lira, Ha ordena que entregas immediilaaente
_., D resmniro eieririo, Aoiooio Torquato de Al-
comeesrsa os, eoncrtoi daa pona.de- meidt. fJHs.t Htf) e fpmt p*tt,centea ft
tbsrts eo 4aSs)tb W eetrada d Ierro para Ma- Wratstrte dot reodiaeatos ds meama cillac
c Circslinm hoattm (I2J nesta cidade baatns TUseesrart s> tarastdt dn Pernaabucs tfds
tttraorditanoi a assustadem. oolicianta mor- abril ds 1882^-Joo BaptiapU de Catiro Silra.
te de ua numero coaiidenrel de sosees salda- *-> mi ) itah
doa ea Maoatat seis expise de ainqe
deixaram os rebeldes, maa esees boatos ais fal-
so* e de proposito eipilhados per eisa classe da
}lr*. espeuladorH%fe.
V S>gmdt-feir (10) effctdb-M t oceapacao
das bateras que abandonaran os rebeldes no
Petoma iofefior.por lge.e deitasaaentos da di-
rjiio do ger4 Heoker. Saado taabem toma-
das as forlificicoea de Siippiog-Poitrt. Isaaa-
port, Cochpit-Potnl, e da anteada do Quaotico
at uma milha dentro da cidade de Dnafries,
pontos esle que ae acharan oceupados por uma
poderosa (orea ithaiga a* ratio de direreoe ob-
jectos qua >h URontreram, .otro elle um
granea oumvo^BnfJjptcarregadaa at a bocea.
p.re.^WslJ&SsT So*5mmsSref-M,s
pecas, estas to carregadas como estaram arre-
... Coma que os rebelde deede domingo fJem
urna prestida marcha palo eeainho de ferro
para Fr^tarick-absiag,
* ^ J*rM-Os|rBo0* a.ssncia a morte de
capitao Buchaoao, qae coameatat* o Mseriaee,
sem orno de dsitSu homeni, qae tere logar
na rateo do ealenro de ama bomb lene ida pelo
Cumbylani oe. s.bbsdo; aenao ssbstileido por
Citeaby Ap. R, Jones, qu. dirig, s bstelha-oo
domingo. 0 irmao ds Becbenaa rs e pagador
do coagMMa sale'o preeeot eccio.
c Parece qne o general Me. Clellan nlo c iodif.
tsrents ao damao que prorarsiaente pede cau-
sar o Merrima, porque, seguodo sm dosumeolo
publicado poto curooel Cates,'sommandante do
forte Trumbutl, em Jeir Loo loo, Gonnecticut,
por meio do telegrar/no es reveo esseoffictal,
afim de p6r em estad de defezt o forte,gera a-
Ketrar os rebelde, ae temate enrer em
."''lf" v*8*0 "' e"so eeceptssem dos cemi-
bos da Hanpian.
t Acha-se era poder dos nossot t importante
cidade de Winchester (Virginia], que te acha ot-
eepidi por ama parte da ditisao do general
Batiks, Sob o commando do general Gorman. A
prsQa estala oecupada por 500 homens de ctfal,-
jrlt rebeld, porm um terco da caealltrt de
Ni'sr-York, sustentada pela entibarla e infanta -
ria, carregou aobre elle e f-los fugir em con
fusso. Diversos piquetes do general Gorman
encontrara durante a noite com parle da ca-
valUria rebelde, sob o commando do coronel
Ashby, que foi obrigado a recuar ; porm o
general Gorman eirregou sobre el les. dieper-
eou-os, fet aruitot priiioneiroa e meten quetro.
O geser| ttsmikoo merchou de Beoher-HUI
ea a columna da carallaria de Michigan. A ea-
r.lUria rebelde, compone de mil e dtenlos ho-
mens e sustentada por uma seccao de arttlharia,
entrou em balalha s 5 horas da tarde de tere*
feir. A imasa carallaria foi susteotada pelo 1"
batalhao deinfantaria de Msrylanl e ama batera
de arl Ihari*. A bata.ha durou pouco lempo : os
rebeldes fugiraa, deixe.d* as suas pecas, e ao
amanheeer de hontem eotravam at oossas tropas
na cidade proporcio qa fagia o inimtgo.
Das ordena do dia de presidente se rer que
todo o eterciio e taro narel do g-irerno estara
preparada para um morfmento geral a 22 de fe-
rereiro ou em qualiuer ontre occasiao mais fa-
rorarel.
0 general M*c. Cfellan foi durpensoda reipn-
por mio des te ral pedir-Ihe com lodo o respailo
urnas lelhas psr*concrlo da casa aoode est be-
b lindo, e a ruta' Rites objeetes s a quera dirigir*
me i reapsilirel psaana de V. St, eflm de V. .
dir ewt praeldenciss 'do qu reqirer o tuppli-
Cnte. s
Pede deferlmento a Y. 8., do reouerldo. o dito
supplraste.
WeodVfco da Cotia Jftoetr.
Ilha de Femando de Norooba 30 da Janeiro de
1802.
Concedo*Bebnta;dptwfniahdo-^txao lila. Sr
Dr. chele de >oicia. Q-tariel de comaaoo do
presidio de Fe miedo de Norooba 10 ds frbrerro
ds l&t.Bsrteaoqee.
p saeaVgBTste Wn aWara
cediaaata estraerdioarle.
cadsirae d-aaarello, aa
ua bid. toMs-i. _
oless Serte as dclerereei d eM,-isa W |
Jiqtvtawa enesniride a,
coa embargas de lerceu
a4J|.li|
de. qos dia
h
. aaa J. .
le tasd. Uds ata bsrir
a^racJra.fseajtr ata Mea
boss ea qe rila rsesia.
**"' desi eaa quitar.
JJwctfs. w retra.
sstfs.
. Illar
ifMir.
g.inle
8t) rerdeds- qew
tn, tendo atoo satista
gsd setiictosVte
nts sus cantad*
cisco a Soasa Jjfagafboes.
Jss Giro 4 f4Jjr*H pesa
Uscie des
as
aaj, a
as-
ta elgaaa postoes. jai
selrida aeisrsr erad, dorar *
tar- aeadsaaefs*.V asa
Se aseda
nwlacea. mil s
traite que use de au rateara
Sea ds V. S.
tila. Eim. Sr. cooeeUwiro Fraocitio
Paula Baptista. Tendo mulla ea Unta qual- qoi"Me pedida",
quer juizp. que techa V. Etc. formado a rea- sotaa so oppot i
peito de aeue cbnhecimenloi de direitw com re-' .liaasai once
lacso a eariptsraeao mereantil, aobifeetados
hontem rerbalmente por eseripto peraste V.
la, .o Illa. Sr. Br. juiz de direita htacisco
Dommgues d Silra. e eiercicio de rmcorg-
mercial, rogo 4 V. Exe. o especial feror de di ser
o que pena a meu respailo a da peraMtir q-ae
de tui estimarel reapotta ea fc o aso asa) ae
cooriec.
Son com o mais profundo respeilo staid-
aanto
De V. Etc. o mai humilde servo
afanos. Fomeca de Medeiro.
Sua casa. 6 da setembro de 1861.
Hita. Sr. Msdoel Fonseca dd M-deiros.Rds-
pondendo a caria de V. S. aem a menor contea-
plucao pessoa! digo cbnsceoclosatoeole, que, a-
lm de Mr echado V. 8 essis inleilrgeete, tam
grande forc d pensar e raciocinar, achei-o iot-
Iruido mais ttire do qse se pansa nao s na
legialacSo eommerci*!, eotendeodo-e com pre-
ciio, come em eicripturacao mercantil, faltan-
do com conhacimental Ibeoricos e pralicos, mais
inda, do qu muitos que arrogara a si titulo
de horneas pralicos. Pode usar de minha res-
posta como eonrier, porque os conbecimentos
humanos nlo alo cousa. que se possa negir ou
contestar a quem o possue.
De V. S. serr, eeflendor e criado
Frneiteo de Pnla Baptista.
nm.it. Jea
eepaada a sa eert,
taeerM Josm Gagarra 4 tMeKt sataaM*-
tabateemaal*, datts seste rea Dtratae, Bs> asm
a nao, pouco asi oa aa. aa
rtSW..1 I
orrtdo aatta
cousa alga roa a Jur Grale d Balear par ajamas
CHRONICA jamciAR.
.-...-
Banulnii tm sr
iaiagacn prepara
serguetai, afim d/
priilo
retpfgtJVtV fm
XPTJB
ma aeguraec
i,.nW)Voa
I Jsnaastajgag
sc
aispaataacea e-
BJBJJJJJJJJBII (iBBBar '
asado i. srar^etagaft
ocaW*;i iiiaVl'M tetsMni
ldBJnL
\
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|tV4S
fiamctrgs coa
f.|.ftjads.e.
traOssuaSs
|fiisaaMsiassdstbsiaaW
Slot encnmm.oda
L.II IM S
TlibiDarI 4keoBMienia
SESS0 ADMISTUllYA. KM JMtASBlL
rataiBEHCuno fct^W.J>|ngspnimjJi
^W^fS* *< *" #-drale.*
U99, M appmrad* aola da> sassiav *#+.
r": : .'--i-i
nbilidade des loogiquot deptrtamenlosoeoideo-
tae, e se acha agora em campo no departamen-
to de Polomae, com aeui cinco batalhes, que
eontem uma torea magnifica 10b sua immedula
di recelo.
t O presidente dividi o exerdto em tres eros
departrmeotos militares geographieos, para mais
perfeilt org.nisjco dos movimentos futuros ;
Oendo um ao general Prevaool. sob o titulo de
depai|meulo do Monte, com prebenden lo o pait
ocel lenlal do departamento de PeWBmac, de que
geoeral Mae. Clellao, a parte oriental do Mn-
sissipe, de qne general Bslleck.
Oscidadaos de K-ntuehy aprCsenlsram hoo-
tem no senado petiedet. em oppoiicio emauci-
peclo.
A atsembta judiciaria foi de parecer qse a
nlo deserta aceitar a resotuclo para a explsao
do sentdor Poerefl. de Keniucky.
Foi apreseotado um projecto de agradecimeo-
toa ao tenente Wordem, commarrdatrte do forrt-
(er-na ultima batalha naval, perto de Moorde e
dos marinhiros sob seu commando
Foi apresenlido e remellido respeclira com-
misslo um projeclo auiorisando o presidenta a
apoderar-se da propriedade dos rebeldes.
Fi igasloo4e ajreneutado to projecto pera
reiogsco de lodas as leis qae impedissem sos
narios eitraogeiros traterem malas deNew-Yoik
para Aspiowsll.
a O projeeto para a abllelo da escearetura no
disiricto a Colnmbia foi disentido, e muitss
emendss adoptadas, Osando afiual adiado.
a Outroe miHiut prsjectoa foram apreaentidos,
tanto no Mondo come na camera des repres-m-
tsntes, tendentes 4 agradecimentos, iademoisa-
(des ds despesas de gneria, ete* i
A parte rebelde di Virginia tem de rotar
boje sobre a quesiao de reotittcsr ou regeitsr um
noro bil de direito e eunatiiuicio para estado,
o qual foi adoptado por uma coneenco em Hich-
mond s 5 de deetmbre de 1861.
0 mercado do aigodo moatrava hontem me-
nos anirnaeto. e actteidede, eniratsuto qae os
precos anda erara os meimos.A farioha era
abundante.Os premios nlo liuhem cambio co-
lavel O trigo eslava inactivo.O rot eta-
vm nxit accetareis.O atascar rer meito pro-
curado.0 caf oso tinha alteraei".O neg*
co do trate era bus s ao precos fixoa.
Cor respondcia.
g i :> ---------
sk. Exe. Sr. a,. Fortella. a fim de-'fttwt'.1
ter raquisiebes **!*. Sr. ice4.nt%sdentV.
baanids vraraKie. ds rjear, e sWirdtYdo* nbsios4
*^*. ;*o* a tattor Vrbmptrrrto nlo
As^atVedvMrrtr rodo orob.
^ -^sBd^a ?ptaj.go Yo.
a ilnai^ sim aa usastsajii
KM
%u%
J<4|*
bifiP>t
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compso
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^Bwf.tstaUi sbtsJsrmt
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BW^* ^'aa^awfevaeasaee^a'
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C^aAOrSaadaa,
,, djHTaUa>
errtasarc'vaeirAw
eeauaulaat^., >
tiT'iw^eriw-^
l^dVnjdWii s
i ^"J'jWe'^j) ^r^mm9
ni
ue ji peds so
or Persistamos
adieos diap
ders prirar as ostraa
sra*. s^sjar^Tsl
mpo oaaeeeawoa p>
ssfcsi||ve) i
nlrs prorio-
rreatara -
, lano asm
laa pelo *a-
o, coDtrate os
r, porque
Sr. rdacloru.Ha tei. annos incompletos
fui no me sdo col lector do termo da Escadi, e eier-
ci este lugar at o dia 15 do crreme mee era que
fui demiMido repeoliuamenie. A commuoicicao
que rec-bi da Inesaararia defazend, nio me de-
clara o motiro da emiitao. Requsri hoje ao Sr.
inspector da Iheaourarte de fazen la, que me de-
cltrassa omolivo porque fui dnmitlide. eo despa-
cho que tire foi a teguinte :-Jeroi a raza do meu
procedimento i auloridade superior, que a'o
ei* '
0 fiador da minha reapooaabilidade pecuniaria,
o Sr. coronel FraaaacaAaAuaio de Sarro e
SUr. que naacs Hdta para aer exea erad, deesa
flanea.
Sempra recolhi, o a aaodei reeolber es diohei-
roa #or mim arreedadoe, uva pra*elege -Ibm
tp aasia qae nuoca oaguei jares do atgaTJds Mae
Foi intimado de prisio, com mais dons, i or-
dem do doutor chele de polica da provincia, o
porloguel Jote Co oes Ir es da Silva Brito, por ter
tidp com ollea encontrado em hora de mertnco
ria lut, momo ulmycio, de ano da uoulea paa-
sa las. na rus Direita desta fregnnia de Sanio
Anteoio, onde se lembrsram de feter sabir de
suat gargantas argentinas mmoraee e aordidee
notas, amostras da trabqatidade a respeilo d-s
familias, que obrigacao aigaraa lishim desorea
oftendidas em aeu pataje socego. por lyricos, e-
nergicos de lingo, e melhor affeitos 4 deten-
eae.
Os dous, tslret advertidos por mas cooseien-
cias da irregularidade de sea arncedim.nlo o da
ssnecao pcoal i elle imposta, recolheram-se ao
silencio, buscando esquecer seu deiregramenlo
o'aquella' noule : mas e portugus, segundo no*
constou, reio 4 luz do dia, no Diario do Recife
I o. 02, de 23 do crrente, alardeando |das ill mo-
ralidades que eommetteo n'aquella ooule e pro-
curando ncredir repulscdes, que ea ludo Ihe
So luperioftt, sob o pseadooymo Bartono
Tenor-Bsixo -bufo.
Hontem este jemal fes eerto qerai s comporta-
ment deite rrrisr, de ta educsclo, com rela-
ca o moratidade publica : hoie, para cercoohe-
cido seu comporiamienio relBJoao lambem ci-
vil, VArmrC%0 Ifatos commerciaei, aaa tem
pratsea** trego ao eoobociaragto de todos o
documento! qua sa seguer. Veja o puWlico que
homeni, sob o sonymo, aliram calomnloaamen-
te 4 reputaces albeias, toda a especie de o(-
feaVs.
Recite, 22 de abril de 1862.
Illm. Sr. Joa da Fonseca Silr.Qneira V
S., como mqrador 4 rus Direita da fragsezia Me
Santo Antonio desta cidade, e pai de familia, di
zer-mecom aainiet efranqaeza,que o deitingae,
o seguate :
PrimMBb, se eonbeee o Portoguez los Goq-
calres da Silva Brita, e se elle morador 4 mes-
ma ra Direita:
Segundo, te elle se cooduz o'aquella ra com
bonestidide, e OWerrando o reipeitj derido i
moralidade publica, e t familias, ali tamben
moradoras:
Tercelro, Analmente, que couceito tem V. S.
formado I respeilo d'elle, e se cooeeni que oes
de na resposta como me conrler.
Com respeilo sou de V. S. gplento obrigado-
do, etc.
Jos Francisco Pereira da Silva.
Illm. Sr. Jos Francisco Pereira da Silva.Em
resposta 4 sua carta de SZ do correle, lenho
dizer-lhe que cooheco so 8r. Jos GoncaUes da
Silva Brito, e sel que elle morador na ra Di-
reita a bastante tefflpo. Em qusblo ao seu pro-
cedimento repreheosirel, ristornio ler aquella
moralidade precisa para com as fami'ias delta,
e miohss risinhas ; e finalmente qun oio faco
cooceilo que Ihe 'posta ser lisongeiro. Pode V.
S. fsxer di minha rerpoala o uso que lh coa-
nrier, e sou
De V. S. attento venerador criado
____^_ Jos da Fonseca e Stlra.
sta dstssiaU.
bcaacetasa a paga
Ihe derit. Coque poseo
V, 8. eesr deila respestt easna sMtosf.
SaadeY. S.I
Aartaalo Jos |v.
Ma. Sr, Frseise 9Mvs
Por amor da rerdade eeb s i
Mdsdo^aai
Primeiro e V. g. diri gis-es aa i
nsaffia Pt. JJaa V
certa a esta ns reondee), afllrmase*.
rancia, deareepeito e escoa i.lei
tPlr da SMis Brita. aa
rs^ao4Bro religioso da i
resto ds Ciras, as parta*,
Fr. Moura s alta s esperaassta
s coattreses.e. em ss retirase* i
mo Ihe eompri, aa caaaantsss
devido Temple da Sssbsr:
Ba eata pracsdiaaata da da !
oso estriaseis as pesetas erad '
ts V. S. ca tiste qae asedo san i
mo ae eeavisr.
Sos ds Y. B. atiesto abriatd*.
Joa Pnactses Petaks ge
Recita t4 d abril de MM1.
Illa. S. Jos grasases Peres*- e
Como reeposts 4 este ese carta,
declarar 4 Y. S.. que, laisessasa
irreverencia pralicedo por aa ladi
reo! da Csrao, emeaeh ss pra
r elig os, me dirig ao rsvsrssasasd
dre meatre Fr. Jae d'Araaaaatia
me fdrnecea a respetla qae eqai
dbiecto. eoosteo-me par oigan
tena, a da qaaes abo ma i
re-e efecliraaista Jw
Brito.
Beepondeado 4 isa csrto datada da 40 da I
deste ano, 0861) lesho s dcsat-sBa:
M
drugdi de cios da carrate, .sesera M><
vs, no raez -Mariaoo o enue Dti de
comer vara a-ee sa a a>etrs aa i
qu ae miadei advertir qae em I
occaeiao aa que se dara estar atjv_
advertenets fot feti par aa toa e.styiasy eja
sarriaa ao altar : todas aceitara
tenis, s un peraeneeea ea t.
a ; 4 riita do queno gas da preter
dio-o, dizeod que elle oio pereca ler
nem delicadeza s cieilideaa; prq a i
primeira, porlar-se-bia com
taoies : e ee livetee .
ed*oeti4o que Ibe staaaai firet pac basa ara-
neirts ; *)? te dez Salves Bitaboe etaraei.e. a patas 4V-
nhora, petiado-la*) Bsesss peaarsr ssse>ea*a-
cio da maastrs wapeitos oaa era
a ceiebrac deatea lehgteaes:
ci ci o mea M.n.oaeee o a*
do se. se lorie ajoelheao, era reiieeco ea :
mais prorivel
t exactaaeate o ^em aqaiae dea aa
la oa ftdo earraota, a daifa asaba ra
de V. 8. fassr s asa rae Ib* eeproarer.
De T. S. alie ocio.) e criase.
Pr. Jais d'Aessaspesa
Convento doCiraso do Bacila, II da
1861.
esta b unici reairte qae peeso Bar, a i
pode V. S. raer coao qeaer.
Sea de V. S.eobrigsa e crie lo
Fnoeiieo de Silva Macbedo L>ba.
B> do ibril da IcMrJ.
4 ataca te satas ate Cevrme*,

*^^Wv^.tarsdV|j^^^ reratat* da deu 4 seu proce
.r^?V.f
mi oh. patie ax.uvease.UMra caips. **
^^'M^mf^nm do Igsra, era, tai--------
nieco que nzic fe rsrao. saoeK.a.
T 'jp*! vwipt*** qt*d iMnaBa
^>Wj*jlB^4<*nnaHH ras. raosieaa ajne sen
dssse : o despacho do S. iospector* nraatoe q*e
siu coltactor, apezar
?,' ""0- WW!* ******
djajaa da. B.ti a 1
un
ife/2i daotril de 1B5J.
arvtoo.-' Oueira
FrvJhcisca
, e somesrt
da
V. S.
verdade
Re
Illm. Sr.
com siindet, l'lomeat eeg MbodRp1
dizer-me ao p nesta o Segsdste ;
Se verdade qne Jmte^Shciflves' a Silr Bri-
tro, comeodo ea sta eoiel Troradar, cenlrahiu
um debelo par. osa V. S peto qjral foi oh sana-
do to' fultd de pSi' do' segmlo destrci desl
freguezi d Stnto Amonio,anteo qual,. em pre-
sence tte railes pbsarai qua} dseistiar* 4 saiien-
ei, negoa qu Ihe derense cousa elguma, quao-
do V. 8. egh bis orna csria tesis o sssignada por
dito B.-ito, em qoe conrabB4v*a' o debito e pedW
bilimerrto n'eWe:
teacao doi dnihoiroa poblicoa. saipe/d{psSnsto f4dito Brito tai en oio arieraveinraole a minha porcalgem. qeJi setas toas<* snMIde com. sqndrl Mi cdrls-, o qstBt>
Finilmeoie,
por F. 8., e, fr
Uff>l3a>i
to:
dWni
coeraior.
tUti?'""""'
deseares
SodV..}vaagdoJs
ra Ore atas. aaar.
ns ella aba
vtotwnaanao qae oa* de ts reesosta soma snC
Unavftt^stJBrenasdMi Batilra da Srtter,Se-
asfMBsTaVrai
PsHjjiai
aiuta.
t. ot. nario
ea .sitais aba
taiasaatrarda asesar pees a ns. gBMf
i^^r^BgJBB' aBaJ I PsnJ',a^B|BBss) ^Bs^BsssssssssssssnjRtf sai ajBssssg
Boaedortas o sebidaiaSaa iba
aaiibdMa.oSa, oara f
oervicolar e aaigsvslmeate; lando
_ isa ata Beaba 4iHIi^i "T*" "* "
dar, alto Brita taro a sndaast l Ci>nnu*cio
KOV0 I.KI
M
PEMNAMBUtltX
Onorobannpa^bt dividendo Ve
12#por ccao.
i'raca do Recife 25 te
abril de 1892.
Nio Houvstaa cstecae.
J. diCrst Mcelo-j
Jeks Gatlt
nendlmeoto d dle 1 a
Idea ds di te
Tal anas anitsa.
a ea
Vleme libido.
..Bs.'-j
.
Barca faS$2r\^^
l^Ttr^^ 'latnrdA
ifinbp laamBjaBs. f 1,1 asm atonassii
Bsrc 1
traraagtaT^>!^Sri
L ?4ilfiJLb->-
lat
BHB BI6TuT,
*lla as bsla ttpmHe^Or* >dM>u dbito
gnaa con-
> 'qSro^^Kli
taBBSjsgsjmu :> obo. mi "
ArfMlWlBJ^aagBPsIlplb'tlPJIIta
confutlo qlt rarslos quabdo no
os aadapolio, 4 ditee
diaonsaocei, IQdstaa


WA1W DK UUIW^V^ilBlMK).* M 4BWL 4ftiM*.
ir Braoder a
i odio, 8 ditas
) j lodio ;
I N. O. Biebtr
dito de lia, 1 ceixi tecidoa de li
algodao, 6 b.rrica barrilhi ;
40 eaixas folha do Ftaodre.
Braodit.
9,643 caix e 60 t.rdea toad;, eetgodio, 1
lord* coborores, 1 eiixi chale i algodao ; a
Roslron Rooker i caia tecidoi do lioho, 8 dt4i t<> do ligedlo
1 dila* linhai; a Isidoro Hillid j & C.
5 eaixas tecldoi de algodao
C
1* (ardo, 18 eaiao tecido* de
tecido. do l*a, 1 p.cote tecidc
Wild* hu.
18 (ardoa tecido de algodlo :
&C
50 baarici* cerv.j, 15 caiaat ei|oa, caixaa
cha ; a Matheut & Rodrigue.
1 caria tapetes para soft ; a i, follar d C.
6 cana (cidos de algodao : li fclenriqae Gib-
soo.
15 (ardos, 16 caitas tecido do i> godao, 239 c*i-
" cha, 17 gigo lo?, 100 bar li aieoleiga, 25
toneladia de carvao, SO ditas e i o tirulo, 2 ve-
lomea amostra* ; a Jobneton Pe iC.
8 far.ua tecido* de algodao, l caixaa ditos do
dito, 1 dito qaaljo ; a Breg Sun, aiftC. -
7 (ardoa tecido* ae algodao, >i lito* tapetas, 1
caix tecido de algoaao ; a I i.kmano & r-
mao.
46 fardos, 16 caixaa tecido d i nlgoio, 150
barricis.cerviji ; Adarosan Hu i dt C.
8 eaixas tecidoa de algo lio;. a Mello Klkm
a C.
2 caixaa queljo, 2 ditos biscou le s, 1 barril con -
servaa, 1 dito aal, 1 dito mo*tarc i 1 oaixe (rs-
eos molho, 1 barril caroe, 1 dito >o :es vaiios, 1
dito pitntnla, 10 barricas cerr i 5 barra mao-
taiga ; a Marque* & Silva.
16 caixia fio, 100 dita* folba.- le FUndrea, 4
dita* candieiro, 1 barrica castic-it i, 31 dita fer-
rageoi. 1 caix culiliria, 1 ba r en vidroa e pa-
vo, 30 ditas ochada, 1 cai ;i fio de las, 13
foguea, 1 barrica guilbaa, 50 le u i>s, 2 cana
atacadora, 8 barra olao de 1 : ase. ; a S. P.
Johnston C.
100 eaixas folba de Flsndres, indo topetes,
20 barra oleo do liobaca ; a BarII aloman Fran-
cisco de Souza.
1 caix drogas ; a Caoradt Barbwi.
6 ntiaav tecidoa de algodao, 1 i a i xa looeo; a
Aagoito Cesar de Abreu.
l.caixu tecidoo de algodao; a Ferreira &
Ar.ojo.
39 caixaa e 18 fardo tecido d> lf;odao ; a Ja-
me By.Jer & C.
Brigue nacional Mrquez de (llimia, viodo da
Babia, consignado a M. J. de Oli eir <& Filho,
manifest oieguinte:
1I.3S0 arroba de carne de chu su, 357 dita*
de aebo em pao, 152 ditas de. (I o em bexigaa,
35 couro aeccos ; aoa consigo U rfoa.
Brigue iogle aferiey. rindo de New-York,
consignado a Wild Just & C, c: oileitou o ae-
guinle :
70 caita relogioa, 2 ditss sap n cha, 252 aacco (arelo, 1 caixa f imo, 100 har-
ria e 1 caixa baaha de porco, 1, "!0 resma de
papel de embrolho, 9 eaixas Misa psrrilha, 1
dita prompto slhrio (medicam* 3to, 3 dilaa
carro e perteocea ; aoa cooigoiit inu.
50 barricas e 50 neiaa dita ce t*Ja, 3 ditaa
grajxa, 1. -caixa raaaoarae, 11 dias de baldes,
6 bsrris macia, 4 ditos nozea, 3 ditos presun-
tos, 29 toneladas de gelo, 515 ti ous ; a C. A.
& Linden.
100 bsrris breu, 1 caita objais os p.ra den-
tista, 31 ditaa cha, 1 dita ehan s, 200 barri-
cas fsrinha de trigo; a H. Porsler A U.
2 caixaa aaias da balao ; a I. Sourege & C
Brigue ioglez Titania, vlodo i a Terra Nora,
consignado a Jonoiton Palor & I.. maoifistou
o seguinte :
2,780 barrica bacalho ; os ir ?mos.
Barca portuguezs Ltmo, vioda d 3 Lisboa, con-
signada a Carvslho Nogueira & <.. maniiesion o
seguinte :
3 pipes e 2 bsrris vicho, 7 quirIcin azeite de
oliveira ; a Manoel Ignacio de Oli n ir & Filbo.
2 pipa, 4 meis e 25 barra vicszre, 25 bsrris
vinho ; a Cunhs Irmjos A C.
250 taceos (telo. 30 caitas ceri em rala., 60
barra ateite de oliveira. 200 ci i as pasa**, 60
ditas ceblas; a Fraocisco Seveii: no Rabello &
Filbo,
25saceos (arelo ; a E. P. Wilsii 4 C.
50 ditos ditos. 22 barris azeite je olireirs, 30
saceos eijio, 18 ditos graos. 3(i urricas sardi-
Bb ? Luir Jos da Costa Amo rio.
49 barrios sardiohss; a Jox Antonio da
Silra.
2 bsnis ?inho ; a Joaquim Fnsciico da Silva
Atevedo.
100 saceos seraeas; a L. A. Siqtuirs.
100 ditoa (arelo. 100 barris cl, caixa batan-
ea ; a Luis Jos Pinto de C.
20 arria vinho, 30 ditos atei'.f,' 10 barricas
grao de bco, 4 pipas, 6 meiss e 15 barris Tioa-
gre; s Thomat de A. Foosecs Jan or.
lcaixa frascos vasioa; a J. B. U Oliveira.
aacco (arelo; a Bailar 4.0! eir.
200seco (arelo ; a Antonio Je i ce Castro.
100 ditos ditos; a Antonio A. f>< uta Agolar.
1 cixa apatos de traoca ; a X rteato A. dos
Santos Porto.
61 8,,.cco! cera ea> grom. 3 B (;ipados dita
amaren, 1 calta laa cardada ; a lisia Irmao.
5 pipaa e 25 barris vinagre ; a Thomsx de
Aqotno Ponseca.
260 saceos (arelo; a Antonio Lua, de Olireira
Azevedo,
50 moios de sal; a Carvalho No| o eir & 0.
10 barra azeite; a M.theu & II xirigaes. .
10 dito* azeite ; a M. Jote Connive Ponte.
21 (ardoa drogas e retalhes de iii llica ; a Lima
Jnior l C.
10 eaixas vinbo engarrafado ; a Palmeira &
Beltrao.
2 barricas e 3 eaixas most.rda, liabaca, oleo
de alfazema e droga ; a J. Alroei. a Pio.
3 caixaa drog.s; a Denker & Bu roso.
- 6 barra alvaiade, 1 caixa couroa etiverniado,
1 dita brochas; a ordem.
25 barris paios e chuuricas; i M. J. Santa
Aona.
2ditos azeite de oliveira ; a Anu oio Silva L.
200 DBolboa cebolaa; a Jote Mar i.
Exportado
Do dia 23 de abril
Patacho sardo Marcellino, para ilnrseille.car-
regou:
F. DrgoD, 1,900 saceos com 1.500 arrobas de
assorar. w
Brigue portuguez Relmpago, ism Lisboa, car-
regaram :
Joa da Silva Loyo,&C.,,4O0.*HC38 ca 2.080
arrobas de assncar.
Manoel Antonio Simoes de Alt: ica Jnior, 2
bamlinhos coo 9 caadas deagu; dente.
Barca portuguesa Despique, pan Lisboa, csrre-
garam :
Carralho. Nogueira &C, 500 sm eos com 2,500
arrobas de aasocar.
PoIci hespanbola, SeMIo Anoi i:, para o Rio
da Prria, carregarsm :
Arnorim Irmaos, 260 barrieal !i li 1,854 arro-
oss e 22 libras de assucsr.
24
Brigue loglez Nadejda, para o C mal, eirrega-
ram :
Jamoa Bjder 4 c., 1.600 aacccn com 7,500 ar-
oaa de aaucar. '
Barca ehileoa Clara Rosaiia, pira Valparaixo.
carregaram:
Arnorim Irmo*-, 1,100taedt con S.500 arrdbu
d atsuesr.
Patacho italiano Maria, para (i biliar, carra-
arara :
B*loa 4 Lemos, 363 aseos cu a 1,815 srro-
as de aasocar.
Polaca heipinaoli Santo Anlo
da Prata, carregaram :
Arnorim V Filho, 415 meas
roba de aaaocar.
Brigue portuguez Relmpago, p
regaran) :
Aanorim Irmos, 400 saceos c; n 2400 erro-
ha aasaear.
r9** ^"ow Soaree & FHho,
2S0 arrobaa da atontar.
Brigue portugi* Beptrant,,
csrregsr :
JM da Silva Layo & C, 406 a ,|
arrobas da aaaocar.
Narciso af. Gosae de Araorla, I
506 a rrobaa do aaiacar. ..
Marqaee Barrea 4 C. 355 iicco
robas da asa*car.
MiiissUn: Jbjg do* autos And r 4a, 5 barr.
ajovbbao eoai 10 arroba da aaauct i
arca portuguaza Dttpiqut II ^Ua Liaboa,
carregaram : 3
Orboo J snobs U aaaocar.
oftiai j .oneglt nb eulnv un'.
10,1 Urdo dito I .Ferreira 4 Loareiro 50 birria con 1,800 me-
l tndaa de me! e 5 molho com 260 estelr** de per-
pery,
sVsssjaVsaWPssk s*
sTratesieleP
Rendlmento do da 1 a 24.
dem do di* 25 .
mfeaeo
. Ioe23|f040
. 1:0191784
26258J84
Coasamlaido provtsaclal.
Basdisanto do da i 24. 57.2031840
Ifaea jas) a 9B......; l;403#5O6
< r
58:6076146
Movimento lo porto.
a
Navioi tahidm no dia 25.
Maceid e porto* intermedio* vapor braaileiro
Paninmioo, commandinte Manoel Rodrigse
dps Santos Mours.
Rio d Pratuanica hespanhola .Warta Llobe-
ra$, capito Gerardo eUreelang ; carga aasu-
N> houveram entrada*.
Obierva^ao.
Fundearam no lamarao, urna barca americana
e um bngue ingle?, mais nao tiversm commuoi-
cacio com a trra.
Oed&rae'*.
Consulado e Franca.
.Em conformidade com o^rligo 70 da cooven-
5o2ACOn,U,ar 'k0DC,ai,1 ern 10 de dezembro de
1860, entre o brasil ea Fraoc*. o cnsul da mea-
ra nacao Faz poblirp que a aubdita francesa Ca-
rolioa Traver falleceu hontem 22 do correle.
Cooselh de compras navaes.
Tendo-*e de promover en aessao de 26 do
correle mes, sob as eondiedes do eetylo, com-
pra dos objecto* abiito deelavaiioa, do material
da armada, manda o cooeelho convidar aoa pre-
tndanles a entregirem anas propostas nesso dia
al aill borasda maDhia, em cartas (echada,
com a amoalraa doa metmoa objecto.
Pars os navios, araenal e phirolda barra.
i arrobae de Cola d Bahia, 10 libras de linha
eras, 50 arrobas de oleo de linhsca, 80 libraa de
oregos da cobre para batel, 6 cedras de amolar
50 meiot de sois ds trra, 12 dutiss da taboa
deamarello para assoalho, 10 dazis de tabosg
de pioho de 3|4 de pol'egsdss, 10 ditas de dito
de 1 pollf gida, O ditaa de dito da 1 1|2 pollega-
da, 10 ditas de dito de 2 pollegadas, e 60 grozas
de torcida (ranese.
Sala do conselho de compras navaea em 19 de
abril de 1861.O aerretario,
Alezaodre Rodrigue dos Aojos.
Vice consulado de Espaa en
.Peruambuco
Ls cancillera del vice consulado de Espaia se
ha mudado para la calle de Arnorim o. 35,
Peroambuco 22 de abril de 1862.
El vicecomul deS. U.
Juan Aogleda Hijo.
Capitana do Porto.
Pela capitana do Porto se (az publico que o
sviso de 8 de evereiro de 1849 determina que se
impooha a malta eslabelecida no artigo 114 do
rogulamemo sos capites dos navios mercantes
que nao restiluirem o exemplar do mesmo regu-
lament, que houverem recebiJo.
CfPttaola do Porto de Perr/aroboco 22 de abril
de 1862.O secretario interino,
Joo Nepomoceno Alves Mscil.
Capitana do porto.
- Previne-se sos senhores despachantes que a
capitana do porto se dar piase aoa navio qae
houverem de sabir, depois de ser-lhe apreeenti-
do o bilbete da alfaodega, e entrega do regula-
mentoque (or distribuido pela praticagem.
Caoitaoia do porto de Peroambuco 25 de abril
de 1862O secretario interino,
Joo NepojDuceno Alves Uacil.
o resto da car,
ba melhorea
tarto Thomaz
gario n. i9, primar andar, ot'com'o cap
pracs
1
r6 P*'fa9fM* <,uem ,oflf*#
commodas, tratarse com o cooslgoa-
zJAa^foo ffohaaca, na toa dTil-
priman) andar, ou com o capillo a
Lisboa e Porto.
O brigue portuguez aEspersacssi, segu psra
ambos oa perrtos, at d flm do correrte mez, por
ler parte do carregamento prompte ; para o res-
to e piasageiroi trsts-se com os asignatarios
Msrqnts, Barros & C lsfgo doCerpo Snlo o. 6.
Para o Aracaty
aifao impretervelmente no dia 28 do crtente o
Mate Nicolao I, mesue Pedro Jos Francisco,
lena a carga o.un pvompta, e deve eahir no dia
cima meado, psrs entrsr na la cheis : para
a relo da carga, trata-so com Psrente Vanos &
-, roa da Gadoia o. 57.
Maranh e Para.
Segoe con multa brevidade o hiate Sobraren-
osa, capillo Rati : para o resto da carga trata-
aa com Caetaoo Cyrtaco da C. M. & Irmo, lio
iodo do Corpo Santo n. 23. ?* *'-
COMPAMHiyRASILEIB .
mmtu a mm.
Espera-ae dos portoa do sul at o dia 29 do
corrate o Tapor Cruzeiro do Sul, commsndante
o capito de mar e guerra Gervasio Mancebo, o
qual depois ds demora do costume segoir para
os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que e vapor poder coodutir a qual devo-
ra er embarcada no dia de aua chegada, en-
commeadaa e dinheiro a (rete al o di da sabi-
da aal hora* do Urde : agencia ra da Cmz n-
1, escripiono de Aoiooio Loiz la Oliveira Ate-
vedo i C.
Veloa oo Recife
a loja n.,64 da na da Cadeia
DAS
areadoriaa a ttlencilioj oxisUntes na meocio-
n!L }* osistanles do invootirio por copla
Por
vf-ao .i
todo
LEIUO
e qualquer prego.
Qoarta feira 3d do corren te.
.?.,!Mto Guim'rie fenoo < ^nBorariamen-
i S" a00? u,,,m'w,n e Prendo annuncia-
do por este jorna concodondo o praio de 3 das
mi flB.'^.em(",,Hr,<,,) 0^ie<^e tiverem -
mites a expirando o referido prazo no da 24 do
correte. **Mkm-mS*&MHo e qu.lquer
proco o. objecto. nao retlr.do. no di. .cima pe-
!S-i? /"' e $t0 f,u na. ra do
Imperador o. 17. O reterldo agente nao obstan-
te terpoblieoe particularmente ariudo a todas
!^e,0,q,,e,,n em objestoi
com limites par. o, rellr.rem. de novo fa'hra'
maarc2dU8 D ( WrreDU) Pfro o P

Movis, escravos e
predios.
Segund*-feira% de malo
E HISTORIA
UHGOA FRAItCEZA
PBOLOSOPHIA
ORATORIA E POTICA.
Al aulas sSo todos os diss uteis dte tar-
de : comecam is i horas, e acaba m is 7.
Mez de Maria a i$.
Vende se na livrarla n. 6 e 8 da pre-
ceda Independencia o lirro Mez Ma-
riano, conforme o uso dos
capuchinhos a ijft
misionanos
PELO AGENTE
Rio de Janeiro
O r.ojeiro e bom conbecido brigue nacional
Veloz, pretende seguir at 27 do corrite, tem
lugarapenaa pira 400 saccoa com aasucir, quem
quizer cirregar eotenda-secom os seus consig-
tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
ra da Cruz n. 1.
Para Lisboa e Porto
sahe st o dia 80 do correte a oova barca por-
tuguesa Despique II, de primeira claase, forra-
da e cavilhada de cobre : psra o resto da csrga
qae Ihe falle, a passsgeiros. irsla-ee com Ferrei-
ra & Loureiro, na travesa da Madre de Dos n-
mero 10.
.f( B"da0 tf0 BllD- Sr. Or. ju'iz de~dTito
especial do commercio, reqoerimento doa ad-
S!<1:"d 'UM* de Manoel da
JS! S ^0Dl' ProM<~--ha a leilo no dia
acim> doauudo o pela. 10 hor.a da maohaa no
sobrado n. 40, da raa ds Sosela Nora
- DB.
Diversos moris, censuado de mobilia com-
pleta de jicirand, marquexis, lavatorios, com
modis, carteiras, -------'--
etc., etc.
armarios, jarros, candelabro
ra da Seozala
de 2 andares e
M.
COMPANHIA PER1UMBUCAI
M
Navegaco costeira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja,
vapor Jaguaribo, commandante Lobato,
THEATRO
DE
Santa Isabel
COHPANHIA LYRIC1
DE
G. MrVUlNiVNGiaiiI.
Sabbado 26 de abril de 1862.
f." recita da assignatura
Grande opera em tres setos, de Verdi,
I Due Fosean,
Ests opera urna ds mais populare do cele-
bre compositor VERDI, que em todo oathealros
onde tem sido representada. repetio^S e com
grande applsnsos ; portaofo o emprzario est
persuadido de ler acertado na eacolha para me-
lhor agradar ao* illustres dilettanti desta ca-
pital.
. N. B. Previne-se que as encommeodas de
camarotes ecadeiras que nao forem mandados
receber at doas horas da tarde do dia 24 do cor-
rente sero distribuidas a outras pessoas que as
pediram. H
Os bilhetes s4%lsos [se ouverem) rendem-se
so no dia do espectculo.
Principiar! s 8 boras em ponto, e para maior
commodidade do publico o tbealro estai aberio
urna hora-antes.
PRECOS.
Camarotes de primeirs. ordem 12S0O0, com eis
entradas.
Ditos de segunda ordem 1&JO00idem.
Dito* de lerceira ordem 99000, idem
Ditoa de quarta ordeno GJOOO, com quatro en-
irsdis.
Gadeiraa 3000.
Pillea 1*500.
Gerses 1J0O0.
o, pars o Rio
com 8,128 ir-
i Ltskos.car-
<) saceos com
pira o orto,
l mi som 2.000
xm f ,77f ar-
BAILE
CASSINO POPULAR
DE
MASCARAS E PHANTASIA
no
MAGESTQJSO SALO
DO
PALACETE DA BA DA PRAIA.
Boje W.
Indubilavelmente bsver boje om mmptuoso
baile de maacaras o aam ellis,.em sror de oms
pessos particular, a qual capera graode concur-
rencia pele grande numero de pessoas que tem
tomado ioteresse por qa* toaba oo* reaoltedo
"T6fWil. rnesmo beneficiado aproreita-ae
*we omi m maotfsstsr soa grsttdlo, nao ad
a todas aquellas pessoas fe* so tem eBOresa-
************* coa*jo*o-Io como aquellas que
se digoaram comparecer eala oeste ao baile.
Sarao maotid.* ii diapoaicooe do regolsraeoto
interno do eeabelosm.nto. -
Efteo4poro*lemaa, gralia; para cavalbeiroe
o eoaluae. ,-.-
N. B.-As poosoaa que qaisorom pagar oo sooo
cartoea et ooderio lazer boje meamo ao bsoefliis-
doo9*aile. w i
0
lahir para os portos do' norte at a Granja no
dia 7 de maio as 5 horas da tarde.
Recebe carga al o da 6 ao meio dia. Encom-
meodas, passageiros e dinheiro a frete st o dia
da aahida ao mel dia ; aacriptorio no Forte do
Mallos n. 1.
Para a labia.
Pretende seguir com muita brevidade o velei-
ro e bem conhecido hiato nacional Sanio Ama-
ro, tem parte de seu carregamento prompto,
.ara o resto que lhe falla trata-se com os sena
cootigoatarloa Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C, no seu eicriptorio na ra da Cruz n. 1.
T*ndo de partir amaoha para o Cear o
vapor Camaragibe, recebar quaeaquer rolumes
de mediesmentos que para slli se destinaren) :
no largo da Assembla o. 1.
Parte de 2 escravos.
VisUn *, lerrea < Conceico da Boa-
Uma dita ditaaa ra da Gloria o. 6.
Urna dita de um andar na traveaaa do Carmo
numero lz.
WrZX V7.M "'"" eB bf' r" d0
Urna dita de tres andares na raa do Queimado
numero 2.
Urna dita de do'us andires na
Nora n.40
Duaa tercos partea de sobrado
sotao na roa da Cruz n. 83.
m aitio com casa de virenda, estribara e
qaartoa na Paisagem da Magdalena o. 46.
LIEO
A 28 do corrente.
./*;''? c- o Wo por interrenco
do agente Oliveira. e por conta e risco da quem
pertencer. de E A B & C, 6 fardo sob diversos
nmeros de msdapolo averiados a bordo do Ba-
rio oglez Rhonda, capito John Gallie. oa sao
recente visgem de Liverpool para este porto
Segunda-feira 28
do corrente, s 10 horas da maohia, em seu
ma,zem, ra da Craz do Recife.
ar-
V
^iloea.
Adlillflj&fi
No dia 28 do corrente.
Abertura do grande armazem
n 73 na ra do Imperador,
parafazer leiles todos os
dias uteis e a noite tambero
quando for animuciado por
este Diario
O agente Gregoricr de Olireira firi abertura do
se* armazem de leildea na ra do Imperador n.
73, no dia 28 do correte, segunda-feira das 10
horas da manhaasS da Urde, por om impr-
tante leilo de sortimento rsiiado constando de
mobilias estringeiraa e nacionaea de diversas
madeiras novaa o asadas da differentes gostos,
pitos, louca e vidroa diversos, perfumarlas finas
em risos de rica porcelana dourada sortids de
figuras grotescas de trovos o lindos gostos, omi-
to proprio psra eofeitar toiletes e messi de meio
de sala, relogioa de ouro o prats, gvjvanisados
e de patente ingleses, suissos e horisontaes, om
carneiro milito grande e gordo de pello branco
muito manco proprio para ambas as selaa que
acode pelo nome de Jorge loglez, carados de
ambas as salas, bons e ordinarios, carrinhos de
pasaeio de varloa modelos, alguns eiersros eriou-
los de diversss idades mocos e de maior de em-
bos os sexos, com o sem habilidades, slgumas
fazendas brancas e de coros de differentes naciq-
nalidadee, 2 importaotea fogdes econmicos de
ferro francezes que cosioham pira 25 peisoas ca-
da um com a maior economa possivel, e mullos
outros objectoi que nao io mencioosdos psra
do tornar este annoocto muito extenso, todo
aera rendido sem ressrra de preco, a golpe de
mirtello, a qaotms roupa, aflm de se apurar dl-
nheiro risU tro acto da entrega doa arligos
vendidos em leilo. tendo os compradons 24
boaaa d> da claro para psgarom e lomarara pos-
se dos objectos arrematados, bsrato sim, fiado
nao; coatparacaaa os fregueses oue nao perde-
rao o seo lampo, comprando to> rato, porque
caro espsnta, e muito coovem ao agento cima
dito ter era*de oisMorrencra.de boas eomprado-
r seto do leilo.
Byl
Atxsos martimo.
!"T"I"*
" 'I .-."

Para Lisboa
sabe impreterirelaooie por todo ate moa a boa
ebe^o brlgoa ^0|UM .Rol.-f.foa; pe.
Sexta-fei*a 2 de maio.
PELO AGENTE
f0^1?*."***0 Sr. Dr. jais do .diraito
Spedal da coamerdo, a reaqerimepio dea ad-
ofar.dore.fj. ^mtS FjWaKl da
Azevedo Ponte, o referido
dia cima designado pe.*
leilo no
4a unha
LILAO
A 28 do corrente,
A'.-;,! n!f 5 C' *}rl leJlio Dor interrenco
do agente Olireira, do melhor o mais completo
sortimento de chspeos de todas as cualidades
como rara* rezos reem a este mercado pela sus
luperiondade e bom gosto, sendo: de feltro or-
dinano. para bomem, entrefinos, finos Cflois-
aimos.dito.de feltro amazonas para seohoras,
ditos de palba feitios s Tudor, Disdems. Eoae-
nie e a Imperatriz, ditos de lontra para homem
com copas .li.a e batas, dito, de peilucis com
cop.s alta, e binas, dito, a Pinaod e de forma
direita, ditos de feltro psra rapszes o par* me-
los* onfeiladoa, ditos de palh* prototypo e
moitoa outros de diversos modelo, o qualidade.
que erao rendidos sem ressrra de precos
Segunda-feira 28
do correte, s 11 hora, da manba em ponto
em seo srmszem, raa da Cruz do Recife
LEILO
DE
Urna completa mobilia de amarello, cima a fran-
cesa de amarello. commodas de Jacaranda e
amarello, laratonoa de mogno o amarello
marquezas mesas pars jsntsr, espelhos com
molduras doursdas, relogio para cima de me-
es, cadelraa e outros movis avolsos, cabidec
eryataes, jarros de porcelsoa. apparadores!
C0dieJo *-trns dB cosinna etc., ele.
TERQA-FEIRA 29 DO CORRENTE.
Sem reserva de preco.
O agente Goimarea aatorUado por urna fi-
milia q.e *e retira para fora do imperio far
leilo no da cima pelaa 11 boras em cass de
saa residencia na ra Direita n. 121, primeiro
andar, ao p da igreja de No.sa Seobora do Ter-
co, doa mencionados objectos.
Findo o leilo baver cerna.
LEILO
DO
Hotel fran-
cisco.
Terca-feira 29 do corrente.
O agenta Peelana autortsado pelo proprielario
do meamo hotel fu leilo de todos os s.u. per-
tences coosistiodo em mobilia de sala de iaca-
qwdroa, camaa do ferro, apparelho d looc. pa-
uvl^i*10- p,r!-,ttr "*: 5a5o-
tana, vidroi. rica racteiraa e molleo mais ob-
jecto. do gasto qae se *cb*m pit.nte* ao came
f",^?W.4om ;Jorea.|olra 29 do corrento po-
r?'S ^"*t PM.W nu do TraoJchsJX
5 onde exilie o 00010.110101,,. ^^ !
LOTERA
QuarU-fcira 7 de maio prximo an-
dan irapreterioelmente as roda, da
ultima parte da primeira e primeira da
eguada lotera a beoeficio do Gjmna-
io Pernambucano, no consistorio da
grea de Nossa Senhora do Rosario da
freguezia de Santo Antonio pelo exoel-
lente plano approvado psra as extrac
coes das loteras. O premio de 5:00|
ateos de 10[serao pagos nesse mesmo
da da eXtraccSo de urna hora da tarde
por diante, e os outros no dia seguinte
logo que se tenham distribuido as listas.
Os bilhetes e meio i bilhetes' acham-se a
venda na thesouraria das loteras, ra
do Crespn. 15, e as casas commis-
sionadas praca da Independencia loja
do Sr. Santos Vieira n. 22, ra Direita
n. 3 botica do Sr. Chagas, ra da Im-
peratriz loja de ferragens do ir. P-
mentel e ra da Cadeia do Recife loja do
Sr. Jos Fortunato dos Santos Porto
sendo nestat at a vespera da extracto
e no da som en te n& respectira thesou-
raria, at a occas3o de andarem as
rodas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Arrenda se o engenho Arimbi si-
to na freguezia de Ipojuca 10 leguas
distante do Recife, e urna da parte do
embarque com urna machina muito
maneira movida por animaes, boa casa
de vivenda, encaixameoto, casa de pur
gar, casa de engenho, dita decaldeiras,
duas boas senzalas, tudo em muito bom
estado, tem bastante trras para safre-
lar 11.500 pies annualmente, todos os
pardos sao muito pe to do engenho,
Jem bom cercado, o que pode ser apie-
ciado por quem quizer ver. Vende-sea
safra que se esta' criando e tambem al-
guns bois e^ninmesde roda : quem qui-
zer ver dirjale ao dito engenho onde
.podera' fazer negocio com a proprieta-
na.
O empregado publico a quem se
pede queira restituir o dinheiro com
que fcou destinado para um pagamento
que se devia fazer a sua repartico, nao
comprou cousa alguma para a mesrna
reparticao, como parece deduzir se de
um aviso publicado hontem, por tanto
subsiste o referido pedido.
Preciss-se de ama ama de leite : na ra
Direita aobrado n. 131.
Hospital Porta-
guez de Beneficencia, era
Peroambuco.
Domingo 17 do correle, 1.7
depon o* missa do dio. Sari 1.
-------dio, tari Inaar
do Viatico ao eotorao ata
deeobrtga, cosso dioooe o ti
para cajo acto eopora-ae a cooeoiaaajto 4*
paxUroo aaooiadoa ^^ ^
. SacreUrio do HoopiUI Portac*** do tt.j
cu aa Paraaabaoo, aoo 95 aortril do 11 m.
J. C. Coelk*4+SU,
Dm. cass eslrangeira p'reci* o ataa i
esiraogeira oo brMiltr., roo aoto porUo c
ohaira : a traUr oo largo do Cano Soata !
1. P. Adour C. eos Vio^id^irmUsl
seo armazem da roa a Craz o. 40 osva a m
Seozala Velba o. 51 .
Jeaqoias Goaaea da Silva
mes da Silr, aaboo obdiloo
nm;se para o lio do Jooeh*.
SOCIEDADE
m\u mmmmn
DOS
ARTISTAS SELLEIROS
De ordem do eooeeloe director coorido osa ...
ohores socios offoctivoa pora seaeio axtr
o 11 hora da maohia.
Secretaria da sociedade nio 1
Artistas Selleiros em Pernaaboco 14 de
de IWh.
Tsorioo CaosMta oo I
1.* secretario.
fT .. SOOEDAK
Uniao Beneficente dos Artis-
tas Seleiros em Peroam-
buco.
71s
3IUmsi
---------_^ uuu,e i.uiu, coa oo saotawoo so-
lles : altura regular, chalo do corM~i^iadoL
ntea limado e pereilo, poeea aroo oroor-
ua ter 24 idnos de ijada, foi aocrava issTsT
AVISOS
rs*l
Novo Mthodo para aprender r
*#creTer e faUar loglez em 6 n>,
zes, por H. G. Ollendorfr: 1 to4.
Ao publico.
O abaixo auigoado fas scienta quem posa
ntaressar que durante a sua ausencia desta cl-
dade flc_ o Sr. Henriqu. Vogeley com bastante
proeuraco psra tratar dos seas negocios. Nete
estabelecimento se continuar singar panos, fa-
zer os coocertos dos m*smos com o mesmo *s-
mero e promptidao reconhecida sendo sempre
prvido dosmlhores pianos dos mais afamados
fabricantes da Europa e espera cominear mere-
cer a mesma confiaog.
: Joo Pedro Vogeley.
Dis o abaito aasigoado, rendeiro do enge-
nho Hinanna, silo na freguezia de Sennhem,
que foi Dos servido no dia 19 de abril do cor-
rente anno de levar para a sus saola gloria a sua
multo prezada consorte D. Franciaca Mari* da
^snveira, endo lepultada no convento deS. Fran-
cisco desta villa de Serinhaem, onde foram feitoa
os ltimos suffrsgos. e por isso pede a todos oa
seus pareles qae lhe ajude a aentir este terrivel
golpe.Francisco de Barros Albuquerque Silva.
. Des#jando-.e fallar com oSr. Joaquim Cin-
dldo Ferreira, e nio se podendo ir aos Remedios,
roga-se que, quaado vier ao Recife, se digne de
apparecer na ra da Aurora n. 74.
Precisa-se de ums ama de leite para a ma-
men lar urna chanca de 2 mezes : a pesaos qae
ejtiver nests circunstancia, dirija-se ra daa
Craco Ponas, oo deposito n. 140, defroote da es-
t*{ao da ria-rerrea, que achara com quem posas
tratar.
Offafece-ao para criado de cas um bomem
Sor pouco ordeoado : quem o preteoJer, dirija se
ra das Flores o. 14.
Arreada-ae o engenho Limoairinbo, sito ns
ireguezis da Escada. beirada do rio Ipojuca,
moente e corrente com animaes: quem o pre-
tender, dinja-ie a Iravessa do Queimido n. 1,
ou ao referido engenho.
Pugio a 27 de marco um mulatioho de no-
me Affooso, de idade de 11 anuos, o qual tem os
signae. eguinte : olhos grandes amorlecido,
um signal de talho na testa, nariz chato, bocea
grande, beigos grosso e cabello crespo, cortado
reme, secco do coreo,* ps e maos regalare, e
tem a filia um pouco rouca, e foi vestiJo de cal
cadeazolo e camiss de madapolao, desconfla-
o ter ido psrs o msto : quem o pegar iave-o
ilhs dos Ratos n. 30, que ser recortpeossdo.
Aluguel.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado d* roa
estrella do Uossrioqu* rolla psra a ra das Trio-
cheiras, com commodos para familia : na ruado
Livrameoto o. 81, primeiro andar.
Gratifica se com 300$.
Contina a estar fugi lo o escraro mulato de
nome Rogerio, de idade 24 innos, pouco maia ou
menos, desde o aono de 1853. com os tignaes
seguiotes : slturs regalar ou menos, rosto redoo-
do esquexelido, cor alaranjada, com filia de den-
tes, quindo filis csrregs no R, que ouvindo-ae
elle fallar d sppareocjis de tito, olhos amarel-
lados,-nariz chato, cibelloa amacacados e ralo
quando fyjol* tlob. ^.iplo de birbi. tem .',
coilas be cicalru.das, -em om dos vasis tem
orna cicatriz de um postema qae leve, um tan-
to e.padtud o estomagada j* pos' um pouco
apalbetadoa com os tornoielo* para dentro, elle
podo loclesr-se Ter sido soldado por causis das
moitss cicalrizea que tem na. costil : rogo, oor-
tanto, aa tilma. aotorWades, tanto ciria como
colices, que e dtgswto auxtflar aoa eohore
cspltae. de eamp^MtiWre* ni .ptjrehena
dr dito eecraro. e ser remetrido ao aao legitimo
senhor no engenho Pindbbhlna, silo n fregoe-
zi. d. S. looriic^d. M.tt, cm.rcdo juetb
.^_ ,0 L,i;o> Aodrde Limar '
IT.(Li.c*f,,poMO,dor d0 o>PUo da ra 4o
Domingo 27, do correlo tora 1
to de N. 8. do Carmo a aiaaa
padroeira, para cojo acto coau
loeo. effectivos, honorarios o
compsrecerem na referida igreja
da manha.
A commissao eocarregad.__Aaaaieia
de Abreu Guimarias.-iodrlgo 82 "
Goarino de Souza Peixe.
Gruche GroleU, aoo enbora a
ores, retiram-so para Europa
Anna Hargarida DaroUioa ll.yer
allemaa retira-., para a Carota.
Philip Friih Needb.m rae o portoa do aal
Pedro Hypolito Geraldo, subdito Wes.
retira-.a para o Cear. aaasasj,
No mez do Janeiro prximo rrraoda staata
do engenho Curhy da comarca da P o'jzV
um icravo de oome Pedro, co
guiotes -
denles
seo
Frsocisco de Paala C'Tcan da Suva
em Pejeu, e vendido por procuncao *_
Isidoro Jos d. Silva Miacirenhas o sto
'o era conhecido por Joi Pedro, e'aoaae- ao la
sido faltado oa fogido para o cito immT,i?ri-
jeu : quem o ippreheod.r. eood.*.-. .. ni%t%.
do enginbo Cun.by, oa naala praca .. ratita
Cruz n. 61, terceiro andar, que m eoorooo-
meote recompoossdo.
Casa de campo.
Aojado diraito do sitio do Oiueiro oa aoo
se ach* estabelecido o hospital portogsns do bo-
oencancii, e pertencenie a esto existo orna cas
para alagir-s. por coaaodo proco: quem _
tender sirva-ao fallar com o orovedor do aoaao
hospital Joao Fernandea Parelo Viaana no osa
sitio di Paagem. oo no aeo armazem d. raa
da Cadeia do Recito o. 57.
Preciaa-ae alagar oa andar ea orna da.
seguinte. roaa: praca da Boa-vista. Hospicio
lmper*tnz, Aurora, Nova, Livr*meuto, o impe-
rador : quem liver aoooocie, oo procure nara
tratar, a roa do Sebo o. 43, oa oo esmptorie .feo
AB-t Antonio Moreira Dias a C, raa da Craz
.oaoroco-so urna petaca coa toda. *. h.ai-
litsoe necessarias para adaioieirar oa aoge-
nbo : quem de seus servicoa qoizer atiii*ar-o.
annuncie a aua morada para aer procurado. *
Alag.-se om. case oo Poco da Paooo aa
raa do Rio o. 16, com 2 a.l.a a 3 qaartoa cosi-
nb. lora, quintal grande qae rolla para Va. d.
Poeira, por commodo preco: a tratar oa raa de
Aragao n. 8.
Aviso.
Manoel Marques de Gonveia, aotorieodo cosa
procur.cao bastante de seo p*i o coroael ioda
Jos de Gourei, para reger e admioiatrar oo as-
gocios de so* cu* commercial, pedo aoo lava-
dores da mesma casa que veobro quinto aasjpj
sal lar seus dbitos, pois se sssia oo fizara* ao
pra.o de 30 dias, serio entregues todaa aa difida.
sem excepcio algoma a um piocu.-atlar paro aiar
dos meios judkiaes. Recife J4 de abril de 1862.
Na ras ds Cadeii do Recife o. 14 esieto i
eocommeoda para er entregue .oSr. Joe,
o do Reg Barros.
i i
i
I
Afflictos.
0 abiizo asiignido, oo teodo negocio slgaa
concluido, nem por conciuir coa a toja a. 16 da
ra da Imperatriz, pede i quena por esleDtortoo
tem convidadopar. ir aquella ca roo.loa e
negocio que oto ignoraqoo doctore qoal d av-
ie negocio, lm de qoo o iboixc -rtigaida
publico fiqaea aibeodo quil elle, o oo no-
pooha ser msis orna alicarrtiaa do fraogo oooilo
Joaquim Los da Coala TTioaai.j.
Attemjao.
Na ra Nora o. 61, casa da pealo,
comidaa para fora. o ea casa, por roa_
eos ; .ttim como bella mi do vicca ooo 'do-
mingos, dai 3 horu d. manha por diaale todo
com muito meio. *
Boleeiro e copeiro.
Aluga-se um escravo moca coa oo rraftisdoa
.cima : na raa do Cabaai a. 6. ^^
Oifkpra.
toroece-oo
de li-goa e^^^^^^^^.^^^ do^jrj^
Jtad Alrda di WM-
Soares d'Aievedtt. professor
Provincial de Pemambsico, tem
aborto em sua residencia, na
Santa Rita n. 47, aj aulas da
Compram-ie garrafas vasta. q
sido servids. do violto do Porto oa sorreja
ca a 3J o ceolo : na roa Direita o. 106.
Compra-ae peridico, a 4|OM r. a
no largo de Carao, eiquin da ra do Harta* oo-
Compra-s
o libreto da operaI due Fe
maestro Verdi,em italianoe port
na ra das Cruzes n. I, sea
dar, das 2 horas da larde esa

TajEET
mado, lojo de fozenda*, v. 18. "' **#**<>, tnde 3 fHh^ .8 taWVffi TSV
* mea : quem a lerar n roa da ImparatrisVft
ergratifleado. K "'
pajar
'^%x&""is
- ?Ma-aa reaoTi
da Boa-Vista, qoom a proteodor dirita-M o aMa-
r", oaj-oi trareoM too Crazas o. 4.
Tete de ccrasobo a 11| a arrota: VS a
n raa da Rodo a. t, aobrado.
, Voado-aa ao coaarca do Nazarolh obm daa
de taipa, ato ooo urrn d. Tiaaotaopo, aoado 4 o
antfia loja da faoiletro. proarlo pora
posaoa qae folsar cootiaoar coa o aoo
goaxads coa tod
araia*tn*
Vonda-j. oa aaaaak
mSrtzr
do aodar, proxiao ao b
esxeisuassii
ni ai



Dl*K> B rtfBKM ^%W**Wy -tKgfr AiAlL i)E Ifttft
-
i
Cft?IIlf5Ill
Viuda pe
del* do Red
enfeites Un** aretes e de cores a
Garibaldi multo moderaos 49. 59 e
5|*O0, sao todoi pretos, Iuth prelas de aeda fi-
KiBtMSSSV ir"*,oi*
. Cortes de cambra*.
V| MEPWPMvtnP^etlnm qarse dio Irnos-
trs pira ver : na ra. da Imperatriz, loja e ar-
Aos Srs. coi mm\? *<""$7$$*&pio.
J^__ U \ Vende-se-sacilo preto maito encorpado para
ilOl**,^ H* JJffl7 veatidos, melhor fazenda que groidenaple a 5j?300
\*V^/3 \lCi .a/i. 29600 o covado : na loja da arara, roa da Im-
Nos armazens docei do Ramo i na. 18 39 e Piri n. 56.
na raa do Trapicha Noto ao 1 Jiae4n. S '" J r OdJ4a Para veatidos.
vende gaz liqaido americano pri Huir qualida- Vende-ae gorguro de Hnho 280 o covado,
d* **'* engdo a 14* a lata de cinco chita* a 160 p 20U ra. t corado, ditaa trancares
galloes, aaaim como ae rendan 1 tai de cinco a 240 e 280 o corado, cana fina a 380 e 320 o
larrafaa em garrafas, corado: na, roa da Imperatriz, loja armazem
Na ra doa Pires n. 18, ol cha de cirros da arYa n. 56.
da Carlos Heaae, ha am ptimo larra aoro para
?andar, afiancando-ee ser am tos que ae tem construido nesin lidade : quem
o pretender dirija-ae meama olf cia, que acha-
ra ora1 quara tratar.

Moendas p meias me e idas.
Taixas de ferro bal 3o e
coado. i -
Machinas de vapor."
Rodaja, d'agua;.
Rodas, dentadas etc., etc.
RudoBrumn. 38, fund -
c5o.de W. Be can.
.
Arrodas ou argolai de borra-
cha para segurar papis e
muitos outros mi: leres.
Alja'aguiabr*ncarcabau nina porco de
'rrbBlaa ou argolas de borrach i que acertada-
mente sa applicam a difieren tea los, como u ra-
bera aeja para emnasaar papein ais direriss re-
parXicots pablicae, nos cartori. a, escriptorios,
armazem, tojas, bolicaa, tabei ai, etc., ate, a
'mesmo de siguas particulares, n que na rerdsde
rale apaa comarir-ea palo d Minuto precede
240 e 820 a daa, para poupar-ie o trabalho de
atara deaatar um bbssso da pap< s todas as rezas
que se precisa, asaim como aa ou in largas servara
para segerar attetrae, e mange o de senhoras,
a mesmo para pulaeiraa de miau ogss, advertin-
do, porm, que cada argola tem i un tirela ; ven-
dam-ae en dita loja d'aguia brir.&i, raa doQaer-
mado n. 19.
Agua balsamici pata, couser-
vaoao das dentes e agr&da-
vel hlito da bocc i.
Esas aprecia re e proveitesa ii;ua balsmica,
cujea-boas effeitos de conserrn i ortido doa
dente*, fortalecer as gingiva e i irtir o mo hli-
to da bacca, sao j bem conhi: Jos por todos
qusnlo* della tem usado, e aera" aioda mais por
q*em. prezando esaes boos res i a jos, ae dirigir
com-19 i dita loja d'aguia -brsni; i, ra do Quei-
mado a. 16
Gravatas de seda pretas ede
cores.
aalpicoa de cores a 500 e 640 m. cada urna, ditaa
todoa pretaa de bonita* aedaa
  • boa fazenda a 1g, ditas de supe i gorguro com
    pootas bordada*a reliado a li( 3, ditas de tras-
    pono prelas e de corea-com allliales, e mui pro-
    prias para meninos, aendo ellas i e bonitas sedas,
    lorradas.e com dous pospontos : e.ieda de cores a
    19690 cada urna, e mallas outi. s de diffarentes
    qaalidades e precos : na ra do Oueimado, loja
    d'aguia branca n. 16.
    Meias de cores par) horaens
    Haito boss uieia* de cores a 10 o-par, e 19600
    a duzia: quem aa rir nao se il i iigrader, pois
    que aao boas e baTctistimas : i a ra do Qaei-
    tnado, loj d'aguia branca o. 1(
    m su %m


    Aiteneat
    Yende-se ama secretad! co megno w
    q| mallo proprio. parra um Sr. n l"ogado por sf9
    afc ser pega rica, um balea o guale lado de m
    f amarello proprio paradoja 1 fasendia *
    9 e urna balaa;a romana-eoni 2 jogos de 8
    fjk paso* (francezes e portugu i 91}: na ra sfh
    5 Nora n. 13, loja.
    4llencao! Ml'Ecao!
    Aoc pais de familia borne ba-
    rato.
    Na leja n. 20 da raa da la: ritriz asha-se a
    Tenda>um completo e ra-riado :itimento de boas
    fazeodaa, e qae riata tteauas ratisaimamente vendidas, e pan rr.iia reracidade
    do queca dito, abaixo rao msr: ottadas slgamas
    das ditas uzeadas, a saber :
    Chitas, largaa cor fia a 240 nt.
    Hadapoio fino com24 jarda t ;>Jt.
    Cambraiaa de corea a 289, 321 1 <00 ra. eco-
    vado.
    Veludo.preto e de corea a 2{
    Lindeia-de cores a 160.ra. o :< rado.
    Lencos peflaenoa a 80, 120 e 61 rs.
    Chspaos de caaior fino a 89.
    Chitas prelas multo largaa e Jii ai a 240 rs.
    Algodao trancado preto toeiUi ansa, para rea ti-.
    dos ds aecraroa a 200 rs.
    Cambraie. 4iaa com 10 jirdaaa iti.
    Caaaa de aalpicoa com 10 ditaa 1 :.
    Cambraia bordada para cortiou los sean B va-
    ra a 2/.
    ios fabrieanlcs le velas.
    4) aoligo deposito 4e cera dt amaubi aebo
    em *ao e em reas, alabelecidn 00 largo da As
    sesaUs n.9, mudou-ae para e m di Madre e
    Deoe Da a harer um complaio aorl i enlo daqueilM
    geDfr*4 qae se reademoor pr< ;>s raspareis.
    Loja do beija flor da ra do
    Queimado n. 63
    Vendem-se eascsrrlhas de seda de todas as
    cores a 29400 peca; ricos enfeites pretos e de
    cores a 59500.
    Loja do beija-fior da raa d6'
    Queimado u. 63.
    Vendm-se fitas de coi s 320 ra.. pee de 10
    raras, entradores de vestido, de-tioha a 120 rs.,
    escoras para unbss finas a 640. 800, IgOO ri.,
    piuceis finos para barba a 320, 500 rs.
    Loja do beija flor da ra do
    Queimado u. 6a.,
    Vendem-se oculos finos de armacao de co a;
    TO, 500 ra.; agulba fnocezas de 10 e 20 rs. a
    linhas de marca de 10 ra. ; gratas de boloes
    braceos a 100, 120 rs. ; ditos pintados s 180 rs.
    Loja do beij-fler da ma do
    Queimado n 63.
    Vendem-se cartas porttlguezts finas s 19800;
    ditas frsncezaa a 3f8Q0; viaporas a900 as; Imha
    pretas e de cores e brancas do gas a 800,900
    r* ; dita de peso a 120 o encarnada fina a 120;
    Arelas para calca a 80 ra.
    Loja do beija-flor da ra do
    Queimado n. 63
    Vondem-se laras enfeitadas a t9800 e 29000;
    ditas de fio d Eacossia a 800 ra.; escora* para
    roupa a 640. 800. 19000, 15*00 rs. ; ditas para
    cabello a 320, 500, 640 rs. paes travessos a
    M rs.
    Loja do beija-flor da ra do
    Queimado n: 63.
    Vendem-se linhas de Ped ro V a SO ra o car-
    lio ; ricos bicos e rendas do Porto, imitando o
    da trra a de diversas larguras, e moHo barato.
    Vende-ae maJto barato arroz com caace : a
    bordo da barcaca 2 de Julho, ebegada do Peoede,
    tundeada no caea do Ramoa. ou nr. rea Diraita a
    tratar com Antonio Airas de Miranda Guimaraes.
    . Pedro V
    O Mo$o Vellm
    Drama cm 5 actos
    POR
    Francisco Gaudeucio Sa4>bas
    da Costa,
    Autor do drama
    Francisco II ou a liberda-
    de da Italia.
    Esta obra conloa os melhores episodios da
    rida do {Ilustrado monarcha o Sr. D. Peikc Y, da
    glorioaa memoria, e digna de posauir-se : veo-
    de-sena lirraria-econmica, ra do Creapo n. 2,
    cada eiemplar a 19600 rs.
    Arados americanos e machinas
    para lavar -roupa : em casa le S. P.
    Johnston & C -, ra da Senzalia Nova
    u. 42.
    Vande-se um cava lo rodado muUo-grande,
    proprio para carro : a tratar na ra Direla dos
    Afugadoa, taberna-n. 40
    Vende-ae am meio de aola : quem tender, .procure a -casa n. 12 da ra da Gocceicio
    do bairre da Boa-viala.
    CaMd
    Na roa larga do Rosario aotig ra doa Qaar-
    teis n. 12 junio a botica do Sr. Pinto, ha um
    grande aorlimeato de calcado ce ti o aejam : bor-
    aegains de coura de porco, dito s de cordavo
    entneos e gaspeados com canoa odosde borra-
    cha, ditos de bazerro com pregu \ ais oa frente
    como os loglezes sem differenca alguroa, ditos
    da eouro de lustre, borzeguios i i ra seofaora de
    ola e vira e os canos de borrad, proprio para
    as waAoras andsreoa uoiactoa t i semana aan-
    taporlerem a vaolagem de nao ihur agoa em
    facllidada. afflatffcando pMO>pUd>i( Das obras aa-
    commendadas.
    Pechiu cha
    Ultimo goslo.
    i
    sem igu ti.
    Cortes de chita fraoei* *? aa; sltr qaaliad.
    e de mullo lindos padrees, com I (avadas cada
    corte, pelo baratissimo praca 4a %iQO cada am
    na loja do obrado de quatro a o li ri| M Wtim
    Crespo n. 13.
    Cera, sebo tfnhm-
    No aoligo deposito ds raa da u i i n. 33, ren
    de^w^p^<4<,J9g^PJc?lu, llu:i2"iIJxrLi
    te, cera da carnaaba, sebo do Pcv o em "vaw' v
    em pao, velas decompoaico e jm ris, csi
    com albos.
    >>

    Vaaaav-M abuab de aiualcio r diahairo .pe*
    219 o'fluinUl e a arroba por 5jliHI: po araa-
    sam da Antonio Casarlo Moreitu i)i*f, ru* da
    Madre da Daca n. 33,
    Golliuhas bordadas e puahos
    combotes para senhorAs.
    A loja d'aguia branca, onde bem se encentran)
    objectos modernos e de gostos, acaba de receber
    um lindo aortimento de gollinhaa borda4*s e pu-
    nhos com bonitos .aotoes, o que hojd ultima
    moda, e por 880 oenhuma senhora se deve ne-
    gar a comprar umadecsas guaroicoes por:29900,
    tanto maia quaofo ellas aao necessarias ara
    completo ornamento daguellaa que terao de apre-
    ciar as bellas representaedes do arlnaogaii, e
    mesmo aa que nao forem teem igual diretto de
    comprar essee bonitos srranjos ; na loja d|guia
    branca, ra do Queimado o. 16.
    Grvalas eeonomieas.
    Na loja d'agaia branca acha-se um bom aorti-
    mento de gravatas de boas e booltaa aedis ingle-
    sas, as qaaee ae veodejn demasiadamente bara-
    jas aem que tenham defeito algum, e a aim por
    serem um pouco maia largainbas, estas a 320 rs.
    cada urna, e outras msis eslreitas B superiores a
    64*) e 19. Asaim, pon, convoca a todoa approvei-
    tarem a occasiio, porque gravatas boas e por taes
    procos ningaem as deica -de comprar: oa loja
    d'aguia branca, ra do Queimado n. 16.
    - Vende-ae o sitio deaominado da Crus, oa
    Boa-viagem, o cboa proprio, ou troca-ae por
    algavma casa neata praca : a fallar oa praca da
    Independencia n. 17.
    Vende-ae oleo de ricino a *$90 rs. a garra-
    fa : no largo do Csrmo, esquina da ra de Hor-
    taa n. 2.
    0 Livro do Povo.
    Kahio luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
    ca* sob a direceo do Sr. Dr. A. Marques Ro-
    drigues, e contera a vida de N. S. Jess Christo,
    segundo a narraco doa quatro evangelistas, *
    snais os seguiotes argos: o vigacio, o profeasor
    primario, o bom homem Ricardo, a moral orti-
    ca, Slmo de Nantua, mximas e pensameotos,
    a bvglene, oj deveres dos meninos, e o Brasil.
    A publicaeio do LIVRO DO POVO nao s tem
    por fim uniformisar a leilura naa escolas piima-
    rias, onde cada menino aprende por um livro
    difireme, e portanto facilitar o trabalho do mes-
    tre e do discpulo, como tambera valgarisar, por
    um prego baratCssimo, a historia do silvador do
    mundo, e os melhores preceltos de moral.
    Vende-ae o Livro .do Poto, no Recife, na
    lirraria da praca da Independencia os. 6 e 8, a
    500 ra. o eiemplar era brocaura, e a 809 rs. car-
    tonado.
    sorlimenlo de fa-
    zendas baralissimas,
    Loja do Pavoru* da Impera-
    triz numero 60.
    '"' DE *i*'
    CANUl k SILVA,.
    Vendem-ae as segaiatea fazendaa pos pracoi
    baratiaalmoa adro de apurar dinhetta: 'capsa
    suiasaa a imitico de aedas de qaadriohos aen-
    do de todas as cores e cores muito fizas s 200
    rs. o covado, brilbsntinas de quadrlnhoa muito
    encorpadaa para veatidoa de aenhora a roupa
    para meninos aando muito mais larga que chita
    a 200 rs. o covsdo, orgarao de ticho fazenda
    muito nova para raafldoa a ISO rs. o corado,
    musselina banca com 4 1(2 palmos de largura a
    200 rs. o corada, grande e rariido sertunaolo
    de cassas para reslidos sendo os psdroes moder-
    oissimos e as corea fitas a 280, 300 o 320 rs. o
    corado, chitas francezaa de cores fizas escuras e
    legres s 240, 260, 280. 300 e 320 rs. o corado,
    chitas ioglezss a 140,160 e 200 r. o corado,
    corles de cassa tendo 7 1(2. varas esda um a
    29400 rs., cortes de organdys com barras tendo
    12 varaa cada corle a 59, corlea de baregea com
    22covadoa a 59, ditos com as saiss feitas a 59,
    laziohas de crea a 280 r>- o covado, de todaa
    estas fazendas do-se s amostras delzando o
    penhor na loja e armazem do Pavio, ds Gama 4
    Silva, oa ra da Imperatriz n. 60.
    Madapola do Pa vo.
    Vendem-ae fiiaaima* pecas da madapolo com
    24 jardas s 49500, 49800, 59. 5J500 e 69, ditas
    francezaa entestadas com 14 jardas a 89: na ra
    da Imperatriz o. 00, loja do Pari de Gama &
    Silva.
    Lasa320 rs.
    Vendem-se modernissimas laazinbas com pal-
    mas a 320 r. o corado: na ra da Imperatriz n.
    60, loja do Pavio.
    O Pvo vende a &$.
    Pecra t cambraiaa de corintios brancoa a de
    todaa as cores tendo 8 1(2 varase 49
    imperatriz o. 60, loja do Pavao.
    O Pavo vende
    cortes de cambraia multo fina com dous babadas
    e doas saias sendo delicadamente bordadoa a
    49, diloa sendo todos adamascados a 49, cortes
    de phanlasia iazenda finissima a 6g, ditos a 19500
    e S9 : na ra da Imperatriz a. 60, loja e arma-
    zem do Pavo de Gana & Silva.
    Panno preto.
    Veode-se panno prele multo encotpado a
    18600, 19300 e 29, e dito-cor de cat : tre ra da
    Imperatriz o. 60, loja de Pavo.
    Chales do Pavo.
    Vendem-se chales de merino estampados mui-
    to grandes a 3$, ditos de cassa adamascada a 800
    rs.: na ra da Imperatriz n. 60, loja armazem
    do Pavao de Gama & Silva.
    Paletots e calcas
    Vendem-ae paletots de paono preso fino a 69,
    caigas de caaemira preta a 49500,.palets de faney
    de cores a 89, eticas de dito a 39560 : na ra da
    Imperatriz n. 4)0,'loja do Pargo.
    As seroulas do Pavo.
    Vendem-se seroulas de linhofrancezaa a 29 o
    par ou a 249 a duzia: na raa c a Imperatriz a.
    60, loja ds Gams & Silva.
    CHALES.
    Grande pechincha-na loja do
    Pavo
    Vendem-ae oa maia ricos obeles com poota re-
    donda e borlotaa tendo as barras a imitscao de
    peluda e assetioadaa imitaado aa capiohas mais
    modernas pelo baratissimo preco de 49500, ditos
    de 4 poatas a 49500, ditos a maito grandes a 59: na raa da Imperatriz a.
    60, loja de Pavo de Gama Silva.
    Manteletes de fil.
    Vendem-ae os mais mosernos manteletes de
    fll preto com modelo de capas chegados pela
    ultimo vapor: os ras da Imperatriz n. 60, leja
    do Pavao de-Gama & Silva.
    Espartilhos ingleses a 3$50G.
    Vendem-se espartilhos ingieres que sao os me-
    lhores, pelo diminuto preco de 3#500 cada um.:
    oa ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo, de-Ga-
    ma & Silva.
    Saias bordadas a 2$500.
    Vendem-se saias bordadas muito bonitas a
    2$500 cada urna : na ra da Imperatriz n. 60,
    loja do Pavo,de Gama & Silva.
    Bales do Pavo.
    Vendem-se beles de bramante francez com
    arcos, aeode as melhores armacoes, pelo diminu-
    to preco de 39 -a 8J500: na ra da Imperatriz n.
    60, loja do Paveo, de Gara cv Silva.
    Saias m arcos de lioho.
    Vendem-se as acreditadas saias com arcos de
    linho que fazeen as vezes de balso a 3J200 e a $
    cada um, estas aiss s ha o-a loja do Pavo, ra
    da Imperatriz a. .60, loja e armaztn de Gama &
    Silva.
    .Brilbantina americana.
    Vende-ae brilhantina americana com liodiasi-
    mas cores, sendo iazenda inleiramenle nova e
    moderna de 4 e meio palmos de largura a 400 rs.
    o covado : na ra ds Imperatriz n.<60, loja e ar-
    mazem de Gama & Silva.
    Para meninos a 4$5G0
    Vendem-se veatidinboa de seda para meninas,
    muito bem enfeitados, pelo diminuto preco de
    450O cada um: na ra da Imperatriz o. 60, loja
    do Pavo, de Gama & Silva.
    OLhem para o Pavo e leiam.
    Camizinhas eom golliohaa e manguitos de cam-
    braia bordados, fazenda omito modernissima a
    59000.
    Ditas de fuatao com sslpicos de cor a 39000.
    Golliaba bordadaa com botoziohos a I5OOO.
    Ditaa ditaa de goatos a 640 e 800 rs.
    Ditss com mangaitos de cambraia bordados a
    1|600.
    Manguitos de cambraia fina bordados s I9OOO.
    Golliohss bordadas a 240 rs.
    Romeiras de cambraia enfeitadas para latos
    3S0OO.
    Camizinhas para senhoras bem enfeitadas a 35
    Lencinhoa de linho com labyrintbo para mo
    a 29500.
    Ditos s imilaco do labyrinlho a 19 e a 19280.
    Lavas de lorcal enfeitadas de viJrilho a 500 e
    e 640 ra.
    Enfeites pretot eom vidrilhos a 89000.
    Ricos enfeites s tares e Garibaldi a 5J500.
    Ditos maito bonitos s 29500 e a 39500.
    De tu lo do-se as amostras Qcando peahor: na
    loja do Pavb, ra da Imperatriz o. 60, de Gama
    Silva.
    1-
    I,
    semig'ua
    Miudezas erap.
    Ra larga do Rosario numero 36.
    Lia de corea aortidas, libra a 69400.
    Clchate* eom duaa carreiras a 60 rs.
    Dito de ums s 40 e 60 ra.
    Agulbas francesas cartas e compridss a 60 rs.
    Ditaa cantqfas s 120t
    Benles da masss para atar cabello a 500 rs.
    Ditos de dita idem (doarados) a 19200.
    Carretera de ratroz de orea a 320.
    Escoras para caballo maito boaa a 800 e 19- '
    Carlea de alfioeies a 80, 100.120 e 140 ra.
    Escoras pars unhas maito boss s 320 e 500 rs.
    Prsojss prelaa-com ridrilho a 820 e 400 rs.
    Trancas pretaa com dito a 240.
    Bieos pretos muito bom a 180, 240, 320 a 400
    rit.
    Carretel de linha a 80, 60 a 80 rs.
    Eofeitesde reros aem franja a 59300.
    Meias para senhora (dazas) a 2*500.
    Ditas cruas para homem a 29400 e 39-
    Tesoorss ordinariss a 80 rs.
    Franjss de lis estreitas [peca) a 900 rs.
    Sabonetes de bola finos a 640.
    Caixinlaase
    as mfemn
    do br*ffitf
    Irazerem

    Muito lindas caizinhae e cbazes para ominas
    de 100 ris st 29500: na loja da Victoria, aa ra
    do Queimado n. 79. ^^ .
    Enfeites para senhora. ,
    Oa malhoraa enfeites pretos e de cores que ap-
    parece a 5|500, 69 e 6*500 : na loja da Victoria,
    na ra do' Qlhnwa W.' 7$. f 4
    las
    ?azespara p^^ mn^
    com
    rifle.
    VI-
    320.

    Ricoa sortimentos de franjas prelas e de coros
    com ridrilho e sem elle : na loja da Victoria, na
    raa do Queimado o. 75.
    inhasde peso verda-
    deras..
    Linhas finas de
    grandes a 240 ris :
    do Queimado n. 75
    psso verdadeiras. meadaa
    oa loja da Victoria, na ra
    Frascos de diversos cheiros s
    Linha de Pedro Va 30 rs.
    Boldes para caaeveqee a 20, 30 e 40 rs.
    Rap Paulo Cordeire (rerdadeizo) a I96OO.
    Dito gaaae grosao e meio grosso a I96OO.
    Dito dito fino a 1f-280,
    seE outraa muilas maia miudezas que cora a pre-
    senca doa boas froguesea se renderko baratea.
    Fundi(jao da Aurora.
    Neste vasto eatabelecimenlo tem aempre prem-
    pt por precos muito em conta, moendas e meias
    moeulaa por todos os sysiemas, lazas, tanto de
    ferro batido como fuodido, machinas para diver-
    sos misteres, e todos os perlences para engeohos,
    nVrua darj taleizas para alvarenga, barcadas ou ontra quel-
    quer embarcaco pequea, farrageos para qual-
    quer embarcaco, tanto da vela como a vapor,
    etc., etc. ;
    Marmelada.
    Vende-se marznplada superior fabricada pelo
    primetro fabricante de Lisboa, em latas de duas
    libras por fj&H), e de urna libra por 700 rs.: na
    raa da Seneala Nova a. 30,
    Loja das 6 por-
    tas em frente do ,
    LivramenUi.
    Cassas (raneazas -de bonites gostos a
    320 rs. o covado, luvaa de tracal pretas
    I e da seda a 500 re o paf, chitas france-
    zaa largas escuras a 240 rs. o covsdo,
    ditss finas a 200 e 280 rs., fil de Itjvjo
    liso a 640 rs. a vara, tartatana fina de
    todaa as cores s 00 rs. a vsrs, lencos
    brancos com barra de car a 19100 a du-
    zia e 120 ra.cada am, meias para ho-
    mem a Igloo a dazia e 120 rs. e par,
    cbitaa para coberta de bonitos dese-
    nhos a 220 rs. o covado, pecas de bre-
    tanha de role a29. diles de cambraia liss
    com 6 1|2 varas a 39. musselina encar-
    nada a 240 rs. o covado, calcinhaa para
    meninas de escola a 19 o par, peilos
    para camisa brancos e de cores a 200
    rs., pecas de cambraia branca de salpi-
    co a 39500, algodo entestado o melhor
    a 700 rs. s vsrs, dito branco para toa-
    lhaa alga vara, enfeites dos mais mo-
    dernos a garibaldi a 69, loja est aber-
    ta at s hora* da coi te.
    Phosphorosde seguranca
    Phosphoros de seguranca, por qae llvra de in-
    cendio, s 160 ris s caizs: na loja da Victoria,
    na ra da Queimado n. 75.
    Bateiis para vestidos.
    Balelaa muito grandes e boas a 160 ris urna :
    oa loja da Victoria, ha roa do Queimado n. 75.
    Linha de croxel para la-
    byrintho
    Aa melhores lionas de crosel para labyrintbo,
    ? ovellos monslros 320 ris um : na lo|a da Vic-
    toria, na ra do Queimado n. 75.
    Ricos espelos de
    moldura dourada para
    salas
    Chegou para a loja da Victoria urna pequea
    porco d ricos espelhes de varios lmannos para
    ornamentos de salas, effiancando-se serem oa
    melhores em vidroa que tem vindo : na loja ds
    Victoria, na ra do Queimado n. 75.
    La para bordar,
    La muito boa de todas as cures para bordar, a
    79 a libra : oa loja da Victoria, na ra do Quei-
    mado o. 75.
    Sintos dourados para se-
    nhoras.
    Lindos sintos dourados pan senhoras a 29200,
    ditos de ponta cahida a 49, ditos de uta a 1)600
    na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
    Liohas do gaz.
    Caiztnhas com 50 novellos de liohas muito fi-
    nas do gaz a 900 ris a caiza, ditas com 30 no-
    vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
    a 700 ris, brancas epretas: na loja da Victoria,
    na ra do Queimado n. 75.
    Candieiros de gaz
    Chegou para a loja da Victoria os melhores
    candieiros de gaz que tem vindo ao mercado, por
    precos commodoa: os luja da Victoria, na raa
    do Qaeimado n. 75.
    O Gaiio vigilante na ra do
    CreeprJ n. 7,
    qas quer liquidar o vendeede lado por presea
    que admira, como aejam :
    Riqulaaimaa bandejas de charlo ds muilaa va-
    lidades.
    Salvas de metal com ricos lavroraa irctmdo
    prsia.
    Copioboe pratinho de metal proprio para me-
    nino
    Manteiguelra da lindas cares de vidre com tampa
    . e pratinho de astil.
    Riquissisjos espelhos com moldura doarsda
    Toocadorea com gaveta e de oaUaa aalidadca
    Binculos cem ezcelleotea ridros.
    ilquissimos laquea de ssndslo e saadreperola.
    E mullos maia objectos que se continuar! aa-
    ounciar e que vala do fregus se (ara lado
    pre^o.
    CIELO.
    No deposito defronte do tkeatro ra
    do Apollo n. 31, vende se gek a Ija
    arroba e 2#5< 0 meia arroba e a libra
    a 160 rs.
    Vende-e urna mulata sanea corpulenta a
    de boa usura, com algumia baavtidadas a epU-
    ma para qualquer servico, mesmo para eogeafco
    oa psra vender na rus : s tratar aa raa Nova c
    67, segando andar.
    Loja do beija-flor da ra do Queimado
    numero 63.
    Vendem-se lus de pellica de Jouvta branaas
    e pretas psra senhora e homem, chegades pese
    altirco paquete.

    s
    . Veno>-ss a casa terrea a. 94 da ra Imperial,
    em chaos proprios: quem a pretender," dirija-ae
    a rae do Nogueira n. 17, que achara com quem
    tratar. ,
    Panno de algodo da Bahia.
    Veada-ae ao esoristorio de antalo ^ars4H
    Urdir Azevedo & C, na xua da f
    Cambraias.
    tanda aoambralaa.de cores da.nonits e el^
    gantes deeenhoa a 28G*e 320 r. o eovado: na
    ra, da Impejatrl loja^a, 20. (( \
    z Ojiados.
    Veadem-ae qBaaTof aftidos da lindas vistss a
    paisagens larguras d 6, 7, 8 e 9 palmos, pro-
    prios para ttMsaiafttitr s Bf o Orado: aa
    ras da Imperitrix loja o. 20,

    A 1^280 rs.
    bom : na ruado Qooi
    Gfosdenaple preto mu
    msdo a. 47.
    A18,
    Paletots de panno fin forrado
    rus do Quelmsdo n. 47.''
    A 8#000.
    de seda : na
    Chapeos de sol da seda bons : as ra do Quei-
    Oliraira Azevedo & C, na xua da Cruz a.T. nado n. 47
    |J
    A 4|500, 6jK e7|,
    Pecaa de madapolo com 20 varas bom :
    ra do Queimado n. 47. '' '-"
    A25re38.- D<
    ^Cabrfoet.
    Ve^de-se um cebribreH m' beta estada : ftsf
    Claco Pu.it i, Wiheira defronte' ds eataftt Da-
    mero 142.
    Para liquidar.
    Cagalo muito^mconta^
    Na loja do Pinto, raa da Imperatriz n. 10, de-
    tronte Oa noneca, cana de encarar um completo
    aortimento de calcadoa dos melhores fabricaniea
    de Pars e Nantea: botinas de Melles, de bezerro
    e cordavo, tanto de sola grossa, como de sola
    fina, botinas para senhoras e meninas, assim co-
    mo um grande sortimento de terseguins inglezes
    que se vende por menos do que em ontra qual-
    quer parte, e todo o mais calcado ; a dinheiro
    avista.
    Lindas boaecas de dilfe-
    rentes tamauhos e quaii-
    dades.
    A loja da agaia branca acaba de receber a saa
    oocommenda de lindas e bem vestidas nonecas
    francezas de 2 e 2112 palmos de altura, as quaes
    na verdade vieram to perfeHas e bem arranja-
    daa qae quem as vir lnallivelmente deseja com-
    pra-las, porqae urnas alem da formosura tem
    bellos cabellos cachiados, outras bonitos chs-
    poziohos a Garibaldi etc., etc., e -todaa em fim
    as iodispensaveis saias bslo ; assim como rece-
    beu igualmente oytro bello aortimento de none-
    cas de choro tanto de maass como de eera sendo
    estas de elhos movedicos e de diereutes lma-
    nnos at 3 palmoa. Agora poie a melhor oc-
    cssiao de qualquer pvssoa mimosear ums meni-
    na qaeseja sua filha, prenla oa conhacids, di-
    rigindo-je primeiro (munido de dinheiro) a loja
    da aguia braoca ra do Queimado n. 16, aftm da
    comprar ama deseas bonecas ou oulra qualquer
    cousa de agrado.
    Bandos ou crescentes de
    cabellos humanos.
    Bandos de dina muito grandes e bem
    feitos.
    A loja d'aguia braoca avisa s todss as aanhoras
    que haviam mandado procurar e eneemmendar
    esaes necesasrios crescentes de cabellos humano
    (e mesmo as qaa de nove precisaren)) que ellas
    acabam de chegar, to bem arraojados como jus-
    tamente se deseja va aendo o sortimento de pre-
    tos, castsohos etc. e muito bem tecidos noa pe-
    queos pentes queservem para prender, trasen-
    do ao mesmo lempo eocbimento, do que resals
    que urna senhora com um par deeses crescentes
    pode martvilhosamenta fazer o amarrarjilho* de
    sen cabello sem que deiie percebe? a falta qaa
    dalles senlis, casta cada par 59 ; zambean ha
    bando de dina mui grandes e bem feitos o me-
    lhor que em tsl genero se pode dar o veodem-se
    a 29 o par, ludo isao na bem coabecida loja da
    aguia branca raa do Queimado n. 16.
    Milho de superior quaii-
    dade saecos grandes a
    5,5600.
    Vende-ae no armazem de Nene4.Irsio, ras
    ds Madre de Daos n. 5, chegado ullimameote do
    Rio de Janeiro.
    Vende-ae um rico e novo plano de mogoo
    doa acreditados fabricantes P ley el & C. de Paria :
    rta Capong pbrlo do Lasa erre casa n. 3.
    Milho, farello e farinha.
    de da Solbdsfle. ,
    Sardinhas.
    . Venem-se sardiohaa novas0; ae srmsrom do
    Anea, ho p a aKa4f ay por-fs8>ua*oa>eU
    Galoes e volaotea, trinas e eapigailhaa mui-
    s* UbfaTp^pVr'sala^ffasaUo Vfm\
    ds Midra de Dsos a. 12.
    Acaba de
    chegar
    noy armazem
    DI
    BASTOS & IEG0
    Na ra Nova junto a Con-
    ceico dos Milita-
    res n. 47.
    Um grande e variado aortimento de
    roupas feitas, calcadoa a fazendaa e todos
    estes se vendem por precos mullo modi-
    ficados como de seu coilume.aasim como
    aejam sobrscasacoa de superiores psnnos
    s casacoa feitos peloe ltimos figurinos a
    269,389, 809 a a 35, paletota doa mesmoa
    pannos preto a 16f, 18f, 20} e a 54?,
    ditos dt casemira de cor meada do e de
    novos padres a 149.16|, 189.209 e 249,
    ditos saceos das mesmas caaemiras de co-
    res a 99, 109,129 a 14, ditos pretos pe -
    lo diminuto preco de89, 109, e t$, ditos
    de sarja de seda a sobrecassesdos a 11),
    ditoa da merino de cordio a 129, ditos
    de merino chines de apurado goslo a 159,
    ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 a a 109,
    ditos aseos prstos a 49, ditos de palha da
    seda fazenda multo superior a 49500, di-
    toa de brim pardo e de fustao a 8y500, 49-
    a a 495OO, ditoa de fuato branco a 49,
    granda quantidade de calcas de casemira
    preta e de corea a 79, 89, S a 10, ditas
    Sardaa a 39 a a 49, ditaa da brim de corea
    naa a 22500, 39, 39500 a a 41, ditas de
    brim brancoa finas a 49500, 5f, 5)500 s a
    6), diUa da brim lona a 59 a a 9f, eole t aa
    de gorgarao preto e de cores a 5| a a 6 J,
    ditoa de casemira de cor e pretos a 45500
    a a 59, ditos de fuatao branco e de brim
    a3 a a 39500, ditoa de brim lona a 41,
    ditos do merino para luto a 49 e a 49500,
    calcas de merino para luto a 4f 500 e a 5f,
    capaa de borracha a 99. Para moninoa
    de todos os lmannos : calcas de caaemira
    prefaad* cor a5|, 69 a 7), ditas ditaa
    de brim a 25, 39 e a 89500, paletots sac-
    eos do casemira preta a 65 e a 7, ditoa
    de sor a 69 a a 75, ditos de alpaca a|89,
    sobrecasasos da panno preto a 12$* a
    14, ditoada alpaca preta a 59, bonete
    para menino de todaa aaqualidadea, ca-
    misas psra meninos do todoa os laman hos,
    meios ricos vestidos de cambraia ieitos
    para meninaa de 5 a 8 annoa eom cinco
    babadoa liaos s89e a 125, ditoa de gorga-
    rao da cor a de la a 59 e a 69, ditoa da
    brim a 89, ditos do cambraia ricamente
    bardadas para baptiaados.e maitas entras
    fazendaa a roupas feitas que deiiam de
    aer mencionada* pela sus grandeqaantl-
    dade; aasimcomoreeebe-aetodaaqaal-
    quer encommenda de roupaa para se
    mandar manufacturar a qae para asta fim
    temoa um completo sortimento defszen- !
    1 i,-.deJi0Jl BU 8nde officins de al-
    tlate dirigida por un hbil manire qae
    pela auapromptida eperfeico nsdsdei-J
    xssdesejsr,.
    *mmmmmmmmmm
    Largo do Ter$o
    numerp. 23.
    O proprietario deste estabeiecimenlo de mo-
    adosa est resolvido a vender oa gneros multe
    ais bsrstos do qae en oulra qualquer parte,
    aflancando se a boa qnalidade, aneuteiga iaglec*
    a 800 a 900 rs. a libra, dita francas da safra no-
    va a 680. e da velha a 640. aauslfiuiwrao rei-
    nada a 400 ra. a libra, batatas va* a 140
    a libra, am gigo fsz-so abatid
    Lisboa analto novo a 240 a 180. q
    S Selojoaria superior
    %nRa NovaWi
    d Acaba de chegar pelo ultimo vapc*
    francs um sortimento de rslogiae de
    ouro de todas *s qoslidadee a orna por-
    sjp cao de relogios de rala dourados pa-
    afjk teotea saissos muito bem deorsdoa e
    2T qualidade* os msis superiores qaa leas
    w vindo a ests prses, sfflsnes-se por
    d *nno, e mullos oalroa objastee como s
    Ai| imagens muito ricas, linternas para -
    * carros, chicotes psrs carros e eabrioUt.
    Q reas, espelhos dourados, inatrusaeaiaa
    jj de musics de todis as qualidade*, ocu-
    los e lunetas para todaa aa viatas, dia-
    mante para cortar vidroa ele, vendem-
    gj se todos oa objecto* maito em cania. ^
    #$#->*
    Vende-ae um bom e bonito cavallo de ca-
    bnolet, dando-se s contento: os eocheira tfo
    Sr- Josquim de Olirairs Piolo, roe das Floren.
    Escrava para vender.
    Vende-se urna prtta que cozioha e engorcma:
    na ra da Cadeia do Recife n. 33.
    Vende-se um pequeo laboratorio thlmtcr
    (porttil)proprio para fazer ezperiencias : na raa
    nova da Santa Rila n. 65.
    Vende-se o eogenho Carob, na comarca
    de Goianna, distante da meama cidade doa* le-
    goss, dividido do terreno do engenho Pc;o, tem
    matas, aguas boas e correales, e erra eannss dn
    lavrsdores i moer neata safra de 62, corro se-
    bn de moer nesls panada da 61: quem preleo-
    der, dirija-se s cidade de Goianoa aoa Sr*. Ta-
    rares 4 Irmos, ou ao tngenbo Marotos ao rae
    mo proprietario, que tratar do negocio cu ata-
    damente como for possivel
    Loja do beja-flor d.a na do
    Queimado n. 63.
    Veodem-se franjas e trancas, lisa de ve.raer
    preto para a qnareams, mais modsraas qaa ha ao
    mercado, e mais barato que em ootra qaaiquar
    paite.
    Loja do beija-flor da na 'i o
    Queimado n. 63.
    Vendem-se facas finas, cabo de balance da i
    boles a 69800, ditaa para doce a 51800. ditas ae
    um boto a 6JSO0, diUapara doce a 59200, ditas
    pretaa cravadas a 3J600. ditas brancas 39*CO.
    ditss roiieas a 39 a duzia.
    Loja do beija fl >r da rua.do
    Queimado n. 63.
    Vendem-se gravatas pretaa de setim a 19, dita.
    estreitas s 19. ditas a 800 ra.. peanaa da seala
    langa, 500, a 720. ditas de morioha a 800 r.
    Ra da Senzalia Nova n. A%
    Vende-se em casa do S P. Jonhston & C.,
    selliDs e silbos inglezos, candieiros a cnMieasjs
    bromeados, lonas ioglezas, fio da vela, chicotes
    para carros e montara, arraiga para carros de
    um a dous cavados, e relogios de onro patente
    ingles.

    Msicas para pi.no, *
    II cbegsdo rus Nova a. 22, um
    graode aoriioienlo de pecas de msica
    psra pisno intituladas Joven Pe raa si ba-
    cana polka, estrada de ferro da Per-
    nambuco quadrilba, hymno nacional do
    Braail cem acompaobamanlo da piano,
    e o faneral de S. M. a Sr. Dean Pedro
    V rei de Portugal.
    m
    Machinas americaias.
    C, saccessorra.
    Em cass de N. O. Bieber
    ras da Crus n. 4, vendeaa-ee:
    Machiaaa para regar borlas e espas.
    Ditas para descarocar milha.
    Ditas psra cortar capia.
    Selins com perlences a MsJ 20).
    Obraa de metal principa prateada*.
    Alealro da Saeeia.
    Veraiz de alealro para navios.
    Salss psrrilhade primeira qualidade da Para
    Vinho Xerez de 1899 em calas de 1 dazia.
    Cognac em caizas del dazia.
    Arados e gradea.
    Brilhantea.
    Csrrocss pequeas.

    Leandro *ft Miranda.
    Ra do Crespo n. 8 A.
    Veode-se las casa lidos desenos a 280
    rs. o covado.
    Golliohaa bordadas urna 500 rs.
    Manguitos de cambraia bordadaa a 2.
    Organdya anadiaba a MO ra. a vara.
    Saias de cambraia bordada a 29400
    E outraa saaitaa fasesaaa per baralis-
    imos pracoa.
    as cornos* ven-
    29700, da navio a 21409$
    marca* a 500 rs. a garrafa
    deas entra* araslos geeocae petMe***** saa-
    m? lhadoa, assim como af, arroz, valaa de aspar-
    do 116 maneta e arasusas, eJaalsneale M raadas* ba-
    a rus r*Huimos ne sacarditade tonada* a* largo- do
    1 Terco n. 23.
    Aos senhores consuoiisiores
    de gaz.
    Nos armazena do caes da Basa** aa. 11 31, *
    na ra* 4 Trapiche Novo (aa Retir*)a_8, as va~
    --- -, .-v M d 5 galo**,
    assim como.lalaa de 10 e de 5 garrafaa, a asa gao-
    raas.
    Vandam-se duas vaccis b*a* da l*Ms c**a
    erfa |ar com modo praco : aa Cap saga
    Lausrre casa a. 8.
    Cabriolet e cavallo.
    Vrade ** asa ahs*lrs*u csbrlatei dajslf
    saaa arralo*, muil* forte qaaai 1
    alto emita taco da a
    un* se afiance, sendo asta sulanai
    a 8v*a ssaUewi **brielet que asista
    de Thomas Jos dos Reia, a* adela asaca
    atas, junio da t^tolk. Sala*.
    A banlia fina,
    em copos grande*, ahogan astea Wja
    branca, raa de Qaaimade a. 19.


    IIJI


    Francisco Fernandes Duarte
    taris da Penha
    Vende-se nesti? .*rmaEem de molhudos os melhores ge-
    octoi qae reas Me mercado it >r menos 5 a 10 por canto d qMsn otra qnalauer prta,
    m*rantiodo-aa-e*e* qualidade. |. iM roga-sa todo* o Sn. da prac,a, Ja oageuaceVvsfedesea a
    favor de mandsrem auaa encoin acoda* ao arcaatem Prograato, aQm de rerem dt&eraaca de
    reto e qutlidade que fax, la fu wn comprado* em oatra qaalquer parte.
    asaateiga ngleii i,leBrl-6ixt,,,^.4,. soo e ipooo a iura,.m*mtar*
    abatimento.
    Mantai** franef 1 a BaU MT., 7M ri>i. lIbft, m Q I
    aa. HyS*H 0 miIjs j piarOT qBfj hi no mercado sjgQQ a500, a Wbri.
    fSnk TOTtllll iaiundc 1 perola, sel* lu supariorids.de a 99000. a 2*600 libra.
    Ha pYCU> aoico 9an M MjMniea qut M tr,UB eom4 hooteooatbJ* a t500 tibri.
    V***ljOS &0****' tigedoiuast* ultimo vapor 2*800, ditos chegadoi no ultimo
    svtos 2*500
    %nei|M loiidriaii i0 que taidi bom nMU 0 a 1|00fl a Ubra t ie
    (ai abatimento.
    |ueijo prato0,,,, M99titttqi^tem,ii0()anl9^^no 1#J0,41*,,,
    Freumto UgVez para tambre m.tt0 Mf0. m r, ,,*.,. ^
    gao se (ara aba tira en a.
    C steletas 1 aga ie as pr0Bftai psra atsbM BWn,t Hkn, em^rcio 709 ,
    i f ewin\ da ralis o aa ,.^rior ,tlll-t,. 480 a ltt)ra, lnUlf#t, m ra>
    9aia.me 0 meihor oeUscc a a poda tarar por estar prompto a toda a hora a 1 a llora, a
    era porfi a 900 r.
    T viciaha 4a rain o tum B0T0 a m ri a ilbrai e em barr d--, arrobat a 7#000
    Caricas e pala i. da lambas. m r, libr.t ,. porsSo ta iklU.
    ment. r *
    Latas icam cha i;ticasJp u< aS9eomer,indaa, ^^ ma ,te
    morcado a SftOOOcarii jma.
    Baalia Ac parea 11 finada.. U1. com | llbr por ^ .....
    Banba da pavea t liuj flni ala 480 rs a hbra t em bartU aM9u
    Mar melada impai Ul d0 .(amad0 Abra5, d9 ontrol mtlloa (abrieiBlM di Llib01,
    a oO rs. a libra, i dbj porgao se (az abatimonlo.
    Las eom Irtes .doee emeaUa0jl0^4MWO>.^
    ce*, alpeze, e giogn 800 rs. cada UU.
    M^melada de ajiarxe 6a lalaa daS libra ,wlfJW cada .Ba#
    Latas eom amaa. i as eanteUadas coni60do mita ct.wt0i aaaBCax
    candi, multo propri > psra mimo, a 29000 cada urna.
    Boee da cisca da goiaba n-Ho no. M M. em porsSaMtotkatiTOl0.
    >C*S^V"SI<;UUad9 --- tUd-. emlaU. do 4*0 5*.r
    2D500 cada urna.
    C*rtoei cam ball Craueez propr0, par. miao a ^ r,
    F^sat.eacaiLialM ds 8 librasttull0aom porSS500e r6lalh0 a
    480 r. a libra.
    Flg^-mewmaAi^,,^;. cafXMde8 libras por t>500i dIlM C0Bi
    por IgoO, ditas cobi l iitailo bem onfeitada por 900 r*. cada urna e a rolalho a 320 rs.
    libra.
    Eryilbaafraueez!.*e pcrtugnezas am lalaa da, l[bUtP%0,m .
    ditas em meiaslat; i a 500 rs.
    JK,"T." /?.4.? 4il?. N.,r' D- 3. *
    .ooj doca por proco eommodo, rocommen-
    daTea para oa aojoa da prociaalo.
    , ) Rdlomas
    Vondo-M em asa da Johnston- Paler & C,
    do Vigario n. 3, am bailo sortimento da
    oogioo de onro. patole ingler, da um dos mais
    afamados fabricantes de Liwerpool; tambem
    Preservativo ^universal.
    Petassa da Russu.
    7uiXZm ; Vende*emende.O Bieber 4
    oetoU4.POU. mi pM, -rnirti,, C., lucceHore,, ru da Oui n.
    sem seguodo
    usando pw do chapeo o oempr. som-
    br ; tomando de 15 em 15 da um tatanta de
    o d glaaser. o mo aoorrioae iolsjis do epi-
    demia, sofodo opki. pritic. aT aavaos
    0,O^^.W?,, *," '*'*> o loocoodo
    so loco todo o eolgeD telho, dirifi0j0.ao todoa
    ooomaaooa.ala rao Ditotta a.44. oadooroopoc-
    i*n) provneteno a- todo* racaberi .oa cortesa,
    atorar masssdas, o squecer os pea com ea-
    celleote calcado, seguido o goetq, o sitado fi-
    oaneeiro da ca4e neo, a rajara :
    Homens
    BORZEGDWS dos molliores .bricanies,
    ^aSiSP 75^ 5|00' *
    4f500"......-;..........51000
    Meninos.
    SAPAypf)E8 a SfMO, Sf, 4, 950...... IffjOO
    Senhoras
    BOTIN AS do (abricaotoo frwcezee, ie4,-
    ios; otlemaeo e asMiicaooo (oderstts
    6,5500, 5. 4|500. 3|500 1..7TT. 1500
    Manillas.
    BOTINAS a 45O0 o...................... 4^000
    Um completo sortlmoolo de lapatos para ae-
    nhora do cooro de lastro Tirado a 500 r*.. de ta-
    pete a 800 rs, de lustre (os. 32 e 33) s 800 re-
    de iraoea freucezea aUBOO, portaguezei 2|, sapa-
    (oadotiorrixii para fromam ienbora a meninos,
    mwito cooro de lustro, de porco,cordaT*o,marTo-
    5?1,. 6rr, r.anc. *ta d lostre, courinhos,
    raquetas, sola etc., qus todo rondo-se como em
    nonnoao. parta.
    Funileiro
    Existen
    Na ra Nova loja trncela n. 11, para Tender
    muito barato ama bonita eadoirinha o um ele
    Na ra da Imperalriz n. 10. defronte da bone
    ?a, loja do Piolo, recebeu pelo ultimo vapor un
    grande aortimento doa j bem acreditados borse-
    gatos oglezes, q ro logo contado.
    uceada tomate lMaa da x br. por m ta
    ^meudaas de cast mole .. n0Tat, m ri a libra
    klOZeS a 120 rg a tibT.a> e s jooq a arr0Da
    \iaeixas franceius eB lataaeom 3brasoort<80e< ditaiom,,,9^ 1#500
    aVm^iiLas portugu xas t m a libra, am caixa fr abaMBtoto.
    Cbacoiate besp fe ola 1<5ft0> dit0 franMX, dit0 Ubra
    aflaDfji-se a boa qa I dede.
    ooiaxinua de aoda eni ala, com diflerelnea quiidades, a 13410 rs.
    m a*v fc para S^-pa |,,,.la> macarraoetilbarim.B400rs. alibra eem caite por BfOOOrs.
    v utos e aentes )llad0$> molhot mtn i0 maciQboa por 200 e 180 n mtUo aot
    3^.re|aa ena irascos com i l|2 libra por 800 rs.
    i l franeez pira liaoMa u :as a 200 rs. cada um, em porfi salaz abatimento
    BoUxltiba iaglei.n a mail ,0Ta iomctio a320ra; a bra ae-IDllfie, ,4,50o
    Pa engommar, imito aira a 100 re. a libra e emaaeca se (az abatimento.
    ~ de posta em latas d; melhores qualidades de peito qae hi em Portugal a l#60On.
    li^pcriliaseie superH de- cloc e seis velos por libra a 760 rs. sem caita, a 740 ri.
    Sferdlllb&S de ames ,', latag maite 00TM a 400 r|
    r ,XAJt a\um de gupeti quajdada a ^ J0 rg. a iDra a em barriseom 3 arrobas por 7|.
    '* refinado Jo di fiaren tes marcas e o mais superior que ha a 80*) rs. a garrafa
    e em caixa a 9ft
    Vlnbos engarrafa las dodafue d0 Porl0 e de outr mm mttttu tuUiMu
    nestemercado a .; i]0 r*. a g*rra(aem caia a I25OOO ri.
    W LHWO em Pipa Po.t)i FiguelraeLhboaa50 agarna eem caada 300, 4| a4#500.
    * .* dss mais screditu ai marcas a 5 rs. a duzia, e em garrafa a 500 rs.
    " r das mar;n mais superiores que ha 00 mercado a 15$ e 2i|000 rs. o gigo
    Cagase laglez. m w ra,, eai, 1900 Ut; gaara^
    Saaabra de *llitidaTerJad,r.,ffl(taiqMira^^)eiJra. ,# Uumtm.
    EamariiS do,gy .la .4O..llara.Wtt6aixU.hM0.10kbmp5|.
    eaebra lagleza im0t,, ^ e (reUih0. p ^^
    FitlUts d g*x aa)w^^a
    Jai refinado em potes greodi. n600 rs. cada aa em porcjio se far abatimento.
    ttaaTS
    ^-jw**; lando o que se po4e '! J'm oeste
    deKranc. ta or. do mera-oatSO rV a iibea. em po^oaa ( ^ ^^^0^ ^ .?
    Sty&ni,tl.noT0..,r0.3*,^.UhI. fi^^^ ^j NTOsa^^a^dacaB^rci
    JlJN^rr.
    la d aauia branca acaba dereceber tim.no"a
    ladro di rcarrilh! da Sed* de
    Grande e ora officina.
    TrcsBorUs.
    31Ra Direita31.
    Nesta rico a besa montado estabelecimento *n-
    eonlrlrao osrreguezeso mais perfeito, bem aca-
    bado o barato do aeu getero.
    URNAS de todaa a* qualidades.
    SANTUARIOS que riraliaam com o Jacaranda.
    BANHBIHuSde lodosos tamanhoa. -
    SEMICUP1AS dem dem.
    BALDES dem idem.
    BACAS idem tdam.
    BAHUS dem idem.
    dS^Sao m *'"* d* *dss os grosauras.
    f KA IOS imitando emnerelcao boa portel
    lana.
    SALEIBAS de todas as qualidades.
    PANBLLASidem idem.
    COCOS. GANDIBIROS o Raadros para q.al-
    f oer aortimeoto. r H.
    VIDROS em caas o a retalho do todoa oa ta-
    mandando-aemaohos, botsr dentro da cidade
    em toda a parte.
    Recebem-se encommeodaa de qoalquer nata-
    roza, eoocerios, que todo seri desompenhado a
    eontoato. *^
    i.""r.T"Blle"M "' 're8"** do Ipojuca o enge-
    nho Diamante, todo bem monUdo, cam casa de
    rirenda, aenzala, olario, disUla^ao, estribarii,
    casas para lavadores, tudo da tijoio o cal, moa
    d agua a mullo bom de prodoc*o, com Ierras
    para dar mais de 3.000 pasa aaonalmeote, com
    Ierras anda por descubrirem matas : quempre
    ,eoo*r comprar, poda dirigir-so ao meemo enge-
    nno tratar com o proprieterio, ou no Recife com
    o IIIm. Sr. commeodador Lemos Jenior.
    Vendem-se 4 casas terreas sitas na cidade
    de Oiiade. as caaes foram do mooseohor Antonio
    Jos Coelho, sendo urna na roa do Bnmfim, duaa
    'do da igrej* da S, e outra no Desterro em
    Santa Tbereza : quem as pretender, dirija-se ao
    largo ea Assembla n. 10, que achara com qnem
    tratar.
    Souhall Hellors di C, t*ndo recebido or-
    dem para reoder o aeu creacido depoailo daralo-
    giu* vjato o fabricante ter-ae retirado do nego-
    cio ; convida, portento, s pessoas que quizerem
    posiuir um bom rslogio de ouro ou prata do c-
    lebre fabricante Kornby. a apro?eitar-;se da op-
    porttfoidade sem perda de lempo, para vir eom-
    pra--lo* por eommodo preen no aeu scriptorio
    roa do Trapicha o.38.
    Argolas de ai?o para chaves
    rend*m-se i 200. 240, 320. 400 e 500 ris, na ra
    davQueimado loja d'aguia branca n. 16.
    Froco fino e seda fruuxa para1
    bordar
    ende-se na ra do Queimado loja d'agoia branca
    o. 16, onde ae achar completo aortimonto.
    gante palancroim : aa peaaoas qae preci*ar*m de **m enr,uu(,ar. "n poico dlnbeiro, de irem
    qualquer delles nao poden acber melbor osea SSl..'' ? como se 1ueimm feuda's se
    sio para aompr*r*tn bom o barato.
    Brseguins ioglezes.
    paca anjos.
    Ne ruado Qpelmado n. 55 loja do miudezaa
    a Jos de Azeredo Haia o Silfa, est rndenlo
    wd as miodezas por prego* ji sabidos o ao-
    rowa depennai do acodo todis ai quall-
    sanea*
    Norelosde lioha que pelo tamanho a todos
    admiran a
    Caixsa da agorhaa francezai a
    Caitaa com alflnetea muito finos a
    Cairitciom apparolbo para entreter me-
    olnoa a t
    Diles ditos grandes a
    Biralhoi portugueses i 120 a
    Croza da boteapequeooa para caica a
    Teiouraa para unhas nailo fina a
    500
    60
    Ditas para costura cjuito superiores s
    mraibos francezea para rolta'rote muito fi-
    nos a
    Agulbeiros coa ag Caniretea do apara? peonas da 1 loih* a
    Pecae da tranca da lia eom 10 *araa a
    Ditae de tranca de lia de todaa.es cores a
    Parea de aapatoa de tranca de laa a
    Cartaa de alfloete* (raneetea r
    240
    500
    200
    12
    400
    409
    MENOS

    '3> I
    BUARTE o* C.
    36- ra das Cruzas de Santo Antonio 36.
    320
    80
    80
    200
    800
    1J280
    100
    Paros de loares fio da Escocia mallo- finas a 320
    Utae ditai brancaa Rrossaa a 100
    Eacoiai para limpar denles naito unas a 200
    Maiaoa com superiores grampos a 40
    L.rtes com colzetes de algum defeito a 20
    Ditos de ditos superiores a 40 e 60
    Bojees-da (ando de aro muito superiores a 106
    BnOadores para vestidos de sanbora eom 4
    **raa a gQ
    Grises eom col tetes francezea a 40
    Carlas de alfioetes de ierro a 80
    Charuteiras muito Gnu a 1*000
    Tinteiraa de ridro com tinta a 160
    Ditos de barre com tinta superior a 120
    Arela preta e azul muito fina a libra a 120
    Tenho ora remeasa da labyrinlho para Ten-
    der por todo preco. assim como tenho trincas de
    seda diuereotea corea para Tender por todo di-
    obearo que offerecerem.
    Muita a tt en cao.
    Na loja de Silva Cardoeo, ra do Im-
    perador n. 40, rndese roupas feitas
    de todas as qualidades pelos precos
    mail barato possiveis que se pode ima-
    ginar, pois pode vir os freguezes com-
    prar porque e' pechincha.
    Algodo da Baha.
    Proprlo para roupa de escravos e saceos de aa
    aucar : vende-se ne rui da Croa n. 1, escriptorio
    de Antonio Luiz de Olueira Azevedo & C.
    I Roupa feita muito g
    9 barata. 9
    Sobrecasacoa de panno prato multo fl- S
    no. paletotade dito, paleto de easemi- S
    m ra de cftr. ditos pretos. ditos de- fuito, 2
    P dito* de ganga de cores, ditoa de brim
    4p decrete brencos. calcas de caaemin A
    am preta e de core, ditas da brim bronco e
    F de cores, ditas de gangas, oolleles de 9
    US 'elluilo preto e de coi-es, ditos de gor- $1
    fe gurao, ditos de (ustao.ditoa do brim bran- asi
    co, camisas de lioho, ditas de algodao Z
    brancas e de corei. seroulas de linho, W
    ^ ditas de algodao. cbapeos de sol de seda g&
    #* inglezes o melhoreiem tamanho e qua- >.
    lidade, tudo ae rende por barato prego a
    dinhriro arista, na loja dss 6 porta* ra A)
    tf do Queimado emireole do Lirramsnto m
    a est kberta at as 9 boraa da noite.
    os melhores .oroV, poi. m*3Xm?Z *M*' mmt "" '^i*'
    psr.oseco.hil, f^Z?lE?3^ m *^^ "*'
    rog.-se a todo* os Srs. da praca da l^uln !ZJT ?** *? *"
    ws ncasos arm.zens,amdaTo'r-oTCL ZlfTl11"m5""
    nm "P^tor qaalidade da gneros a dil
    Manteo-a inleza a .. EmmH9m
    Cte^.Rrr*nCe1' -** .*-**-*+
    p" BliaillO tqUti methornenegeuero 2590 .
    ri A P1"6 BnitiraPri'>' 'indo a primrir. r M acaso
    IA* W}'SSOII o .albor iua vam do Rio, am lata, da ... Ufen m
    Qm^^rj^^^^ ^Mi ne .na
    alihn.
    libra. 9P"<>' mus frescos que lam liasfe ao
    la
    Aileoco.
    Grande california para liqui-
    fatjo, na rua Nova n. 18.
    Os noroa proprletaroa deate eriabelecimento
    lendo em vistas sorttrem o mes fazeoda existentes dlsposicio do publico para
    erem rend 1 fs por rodo e qualquer pre?o : por-
    tanto convidara a todaa a* peasoas qus se quize-
    rem enroupar com ponco dlnbeiro, de irem a
    Borseguins.
    Rua da Imperalriz o. 10. loja do Pinto ren-
    oem-se pelo batatissimoipreco:
    Bor*eguin de lustre psra hamern a 8t>.
    Hiloa da beiwro pera homan e 8J.
    Ditos de cordavao para borneo* a 8#.
    Por cate proco so a dlnbeiro a viala psra li-
    quidar. j
    Charutos da Ha vana.
    Vendem-$e charutos da Havana d-
    auperior qualidade em casa de N. O-
    Bieber & C. succestores, raa da Cruz
    n. 4.
    * guintits :
    Vestidos pretos bordados a velludo, proprios
    psra a quaresma.
    Manteletes pretos e de cores.
    Sobre-csacas pretas e de cores.
    Casidas pretas a de cores.
    Paletots a sobrectascados de differentea cores.
    Caigas de caaemira pretas o de cores.
    Golletes de casemira e velludo de difierenles
    cores. '
    Chapeos de castor e de seda relos.
    Ditos do Chile finos e entrefinos.
    Grotdenaples de differentea coree.
    Sediohes de qusdros-de difieren tes cores.
    Luras par* hornera e senhoras.
    Botinas de setim brinco.
    Sapatos para hornera.
    Ufias de seda para borneas a aenhoree.
    Dirs de algodao para hornera, senhora e me-
    ninos.
    Franjas de tola* es quslididei.
    Chspelioas para senharas e meninas.
    Vestuarios para meninose meninas.
    Chitas inglezas, e oulras muitas (azendas, orne
    seria enfadonho mencionar se ; auanejando-ae
    a freguezes que lerando diabelro neo voltario
    fazeodas.
    .
    Obras de mta. prateada.
    Emca.adeN.0. Bieber 4 C. sucees-
    aorea, vendem-ae apprelhoa completos
    para aseuoao, porta-licores, gaajioa, fa
    ., genero a-320M. a libra a em airotaa IMO, dita miio Ca$* colhere Para ch*e sopa, galrwtei
    briso .280 re. H M ertoba. **- roa^opo, e outroa muitoa objecS, dea
    Seradlfeaa
    ment.
    08
    U*J
    1P ZJ gT........------.....----- (VelV O
    r^naaa^raii(>djll^,,s^egB>A|<.a 140M tllbra>
    Wltld0 Hafanhio ,Vva a cbolroaa a Wt recalara e em arroba a 4#600,
    Tlt>rviaii ..,- _
    *"""***aoca* muito :, ti* 160-re. a.librev
    Vi'\a i ';'*- supobe
    **" da carnauba reiasd. a 400 ra. a libra eata anoaw *4*J|0QaV e '* oo
    \xrite. J v' '" iwiwL
    'T wT^4occ da LUboaaTiH n.e a^aaoe,iabcway1ssfe |baMlas. ni!:
    Vinagre ta Lilb#a) ,a40l.; tt^^mit
    f\mW&et*Wwais cata cai
    mu
    J25<
    .Ja^atMTfiilli^
    ^ jfraas de seda 4 \ :^0*>
    * iio;: oiu.- !ji t f i, o par.
    adjaJBOaV VendaNMrmaiaa pretfede seds. a a
    1Hdsin InoraSans*nrli ~-*~- iPJfea nado na rua Novan. 8.
    apar ^
    A 1 -si vOr. n itj-. sale
    bmoco o^BMiuparlot i im b 00 me toad o*p*aassmlaaaas>a'rf^ i|iajiBfaajisa aa-'rmsd.
    4 Vende ae a loja da niudcid* ras do Ca-
    W
    F.i .l-.t
    Por hojs/BW'irnrW met ejivelorio al a c,
    coi otato nore sorttotMilo-o g 1 ism pi|ufc;.*a
    t 1 >., J1 .SJ.I' -
    Novos e lindos
    enfeitaspara vestidos pretos
    ee orea, e roupinnas de
    criaocas. ',
    Em iprabriado tempo recaten a loja d'aguia
    brea* ara baila e completo aortis* en la ae eofei-
    toWaaajla para, vestidos pretoa e decora, roo-
    pinnas oa crianzas, sendo trancas o bordados de
    oovos e lindos desenlio*. diffieafs tecidos. com
    os quaea pode-ae mb MSt* medernissimo en-
    feia* qoatque r reitido ou roa piano de oriaaee.
    . Ao pasao que ditos enfeiles s todos nenlaente
    j1 agradan, a commodidada '- precos anime ao
    1 lji-. !*i" d,ffereole A", o v*ude-e I rMff
    . t500 ris s pee, as ras- thH)u*imido loja
    aaaaa^aioira'aaaaremeoc^ateo*.''loniaasa VcodaT-aS loja4c>laclazaa da raa'do Ca-
    Quijos prato en,,, naBet Teio M9ao ^g^ lf 1## m ^^
    I aios e al^wmdri.a a i ,^-a.. -rWrmtaa^ajaoi
    La tas coia I mgty** pro.plM pari wm#r. L
    ?w ao noca laereado a lfSOO. ^^ '
    dos fritos, atftm maraado, robllos o lulas da tigolada, da l3O0 a 2S9t a
    !Z! ^9**'"'-"***-*U'9im* M, ...ata
    tamos para 240 is. a Ubra e 6*500 a arroba. *
    Baaba rfep-l, CO em ..eom Olibru por 49400 480 attra.
    mneri.^?Kim^rrt!nd ~"~* **** Um. d. Hbsa.
    mata a 2 libras a 750 rs. alibra
    Latas eom frutas **rn calii'i
    llarnieiada d< Alperce Utt, da 2 tapa- por 1,000 ^...
    Uoce da casca da goiab* a700r8. m po?ri.i.ar4.b.iia.a,.
    JJ JCeS SeCCOS de dareotes qualidades em bcecas m.ito bata amajaiao latdJO.
    I ; IIIH TUS ai mais superiores que tem vindo so mercado em eaixiobao iitimomela aa-
    feiadas a 2500 e 600 rs. a libra
    ** ^m cxiiihH8 #Je 8 tib*<*vmtmmt, ^
    r IgOS da COfliadre mut0 novog em eunha de 8 bni e mano bom mfomdas a
    a 2*260 a 320 ra. a libra.
    Krvilhas fra-neexas e portuguesas .n 720 n. a uta.
    MaSS i (ie tOni I te em latas de 1 Mm a 800 rs.
    Araendoas da casca mole BuUo novts, 400 rs. a i.r..
    V OZes muio novas a 200 rs. a libra.
    AmeiXaS franeeZnSem lalsscom Slibras por 49OOO a I9OOO a hbra.
    Ch volate IU S|)a nllol ifOO, (rancez a 1.000 eportogoez a c00 ra. a libra.
    Bol Xlllha d SOda emlatas com difiranles qualidades a 19400 a Uto.
    "aVeWlO pa ra SOpa maearrio e taltaarim a 240 rs, a libra a a caixa por 59000.
    v/alXlHIlctS muito bemenfeitadat com pevida, rodinba, estreUioh, etc. a 700 .
    aiItOS i I Ya (IOS pira denlas em molbos com 20 maeinhos a 200 rs.
    ^^**^JaS era frascos de libra e raeia a 700 rs.
    1 JyOlO FrarieeZ para limpar facis a 180 rs. aera tor;io m fari ilsmoaia.
    B8permacete SU perur wm ,vUa 740 oomeaiua 760 i, a libra.
    Sardinhas de Nantes m,,to novas a 400 o eoo rs.
    A.lpiSta muito nova a 180 rs. a libra a 59500 arroba.
    AZeite doce refinado de divercas marcas a 800 rs. s garrafa o 99000 a daa.
    DOiacIillllia ingleaf a mais nova do mercado a 300 rs. alibra o 49100 barrrca
    varOtna njUt0 aiv, a loO rs. a libra a 29500 arroba.
    V 1 n II OS engarrafados duque do Porto, g enuino. Porto fino, madeira saca, CireaToHoc, i
    tar. feiteria, velho secco. Moscatel a 19200 a garrafa a 129000 a duzia.
    DltOS em pipa Porto, figuoira e Lisboa de 500 a 600 ra. a garrafa a de 49900 s 49890 .
    nada.
    Sel V- ja9 das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garrafa a 59000 a duzia.
    II a lli p 11111 daa marcas mais acreditadas qua bi no mareado a 149 a 209 o gaga
    oOgi.aC inglez a 109000 a eaixa o 19000 a garrafa.
    Ginebra d< Holl llda verdadeira a 69500 a frasqueirs e 603 rs. o
    AZtlta I1BS emaneoretM u melhoras que ha ao marcado 29 a 400 rs. a garrafa.
    i)ta lllgltZ a 99 a dotia o 800 rs. gsrrafa.
    1 *- llti S do gaZ a 2950* a groa, a 240 ra. a duzia de caitas.
    *4 I refinado em pacotas de raiis de urna libra a 240 ra. asa porcia tara
    ' afe do RIO o melbor que ha no morcado a 310 rs. a libra a 9.900 .
    eva iilllla deFlnllC i mis nova do aaarcado a 240 rs. a libra
    >agU muito novo a 320 a libra.
    Far!ha do Mu HllUO no alva e navs a 160 rs. a libra o
    roba.
    Velas de carnauba e de composicito .4oon. ** .
    a arroba. a
    Vinagre purO de LSboa a40 n. agarrafa e a WOO a mas.
    Gl'o de b ico muito novo a 200 ra. a libra.
    eraS SeCC:->S eni falXllllraSde0iolibraa a 29500 a a 640 ra. a
    Marrasquino vacUdairo d* n, de limone, caf, manta, geaasro, niaaaM'aaaaaa,
    curaca, rosi sub tae e otaras qualidades da 19500a 29 garrafa.
    lia t tas em gsgee do ura. arroba par 19000 a 4! atV* ||-|.*f*^
    Com n 11 (>S o mais nova, do morcado a 800 rs. a libra
    Erva dOCe' muilo nova a 400 rs. s libra. j >
    A1" rOZ eOltl to que da a Va ra sacect do awaaiaa*9a aaaaa a 19sa9
    aarfota.
    CbaaTUtOS^erdadeimi uporioros i 29. canialri da 59.
    Salmn em tatas ^ ^ma^,, mt*basaaiaffajado, o^tosa ria*,* aas-
    cado. 19400.
    Manteca eti.lfiHs com 4 .a,^ ^m** mana***>,
    I
    '
    <

    "
    |909Oar.

    , ... -----, v "~>^7Vfa>w;r>r l'irwfl nuuua ou
    comprador, e e*ta verdede renQcd* .por to-
    doa que ee dirigirem 4 dita loja d'aguia .branca,
    rua do Queimado o. 16, cajos precos eriao mar-
    ee doi ass amostras, aS qaaes ae darlo com pa-
    nberea* iu<> "
    Luvas de pellica
    tSsaacaa-a deaosaa pera horaanj Man., cha-
    "^!.II"t"!,,to._po'*&>. o pai : o. laja,
    Rna da Sehzalla Wova
    Neate estabele<3ii*ot aende
    obas de0{B-ol.t)ado .
    ae^rOl -*oor libra a m*. \mmm d. (ud.ie'udaaU^ a^Umos.
    >* -' -9 > mi sb *ar l
    99200 a4fcum.^^
    mjU.4& Vinagre emf.ai^ffeMSgaTritaa^^* rv
    >ende-,e:T: At*TUta v^S nova 820..bra. fitWtti J
    tlOrt. id^,! ABmderi^a^narosebdDitrai rajpetWTS f^tsaam.........HiJIM^
    ' rt. I NttiiMOto da luda leadaato a molUdos,
    00O easrtaaal
    -*-


    I
    1
    1
    Teaflea-n plltoilchados>

    *3

    lili1
    te
    ^K(M< I T6M98*96"To*ja*
    ga, lMDtkMw etc. por preco mais
    wmnwdtt'd tpje em ootra quatqaer
    parte, fas-te toda a qualidade de obra
    de encoaMKwfe com a motor brevrda-
    de e o maior apuro da arte.

    I
    idag&o por Unt
    o* pre^o, na biE'iu co-
    nbecidalojadiSer-
    .BwMto'que ati< una,
    Chitet tictrris tiess a fM, 1) e 109
    rs., cotias deTesttdo praros bordados l
    vallado peto baretistimo pra; , *tos adanjeacwtet t 5C;| IMfL ssHt-
    dnae blle de relindo ese lna s Vs a
    169, esatfeM par wnliora i (J a 4f,
    WW*hn nmifaHtJt 2J>! : ). 39380
    4*598. geUHrviae de tambrai, k'-dadas a
    ,TIB.eM,1f{MOat|S0Orii.< dras de
    814 bertadn a848 rt., eesav !|aiia detut-
    Ua #,?2f g, meist de i> a p**M pan asaban s t9(>f] upar, ti-
    ras de ban* a 00 e ta, lina cte quadro
    entestada a 360400 rae [.tita, cm-
    brala prets a 440 e 480 ri. a 'rain, orgao-
    vljrs da corea a 680 ra. a rsru.. 'U trat-.
    n adamascado .pan cortina :<>s vesti-
    > 686** M rs, a vara, cirtet da eW
    I dt cate mira bordado* pn ioi; a 39 a j
    38980, ditoa de tillado de t Ir a pretaa a
    I 49, 99,-99 a TI, patriota de :tib raneo ,
    - rYenvJens a 49 a 49500. lito i dt eaiemi- "
    n de carea a pretoa a lj e I H, Atoa de
    paca preta e da corea a I J5(l0. 49 a
    48580 a 69. cantia da petto de Hbho a
    29500 eflfc corta da callata la orgurae
    feMdaa lB80e9r8pM.l9<>4,eel-.
    letee feltos da Dra branca a S|l e2s500,;
    t ditosdagorgurSoaS e4f,di clecaaemi-
    H ra 48. if&00 a 59. ditoa d < el Indo a 6.
    79 89. moa da foilao de oren a 1g500
    a 19800, artaiaa de4a para l.eao na se-
    nhora, dHas da algodio crean para ho-
    Sm dua 9400, ItlSO a^lOO, titee a
    _J^a fifadttzU^dUaa pa,:ii sosainas
    SatOO e 39800, daiia finas 1 i:iieios ta- j
    I ante, M01 ptriraanioo ti !2| a 21500 '
    |aa tea,*acee da signaos tW, 48 %
    4509. chitas (rsncexss fina i s 1148, 288,
    300, 980 e360 ra. o corad*, B J barda-
    do a lia. fin altee branca rata vamos,:
    chalaa da fraco, eiptrtilho crupeec de
    caator para hotDtm, paonoa pin meaa a
    .a ansiada eertimeato 4er roapee- feMaa
    que tuda aerando sor baratiisMie ataco*
    Chegoa para a loj da. victoria, candieiroa
    Sd de notos gottos e modelos, tanto para sala,
    Dmo para eicada e quartos e pan outraa muiUs
    coass: ni loja da victoria na ruado Qaaimado
    at 78,
    Cefilinhas ou cabases para as
    meninas de escola.
    O tempe 4 propala daa menina
    corte r de vertidos branc
    bdrtrdos.;
    Vaodam-aa ricoa cortea da vastidos braoco
    bordado coa S babado pelo baililaia preco
    de 59 o corte : na ra do Quaimado o. 39, na
    ka coehacWa lo Ja da boa fa.
    Camisas inglezas.
    aaparroraa esaatsaa iogtetaa tora
    Vandam-aa
    prai*ji
    siaT
    anata
    Vaada-a* miH| atan)'? oVNI 49 t}88t-
    lMMMa14a4rt8faa8t tt' ** toara aa o -
    trtala matara leja aaMW*arttsM*ade
    (arttana a aMataaM da todaa aa naUdadet, ta-
    da aot dlrarnata praca. rta o ptapria4rto 10-
    rer antnr en Ha.aMacto.
    Camisas e cerouls
    Vaadam-aa aaperioraa ceronlaa de Haho multo Fraaeaa aam abairaa maito Inoa a
    fioaa pelo barato treeo de 969 daita, ditaa tran
    na-1.} dr boa (, -aa ra. do Quttmtdo oa. J ^ 8ta"w.rl trancas fraoCea a9 *k.
    . Mi ... t. r 96e889adn*rM.U**aBraane%b W-
    Km goltirihas epuabos aaS^JWasra-*.r.
    Vandam>sa jlcaa golUohaa a panboa da cana- Alnd, ,e 0 gibaira pelo baratltsimo preco de 940O a dazia:

    bralao fastio ri carnele bordada com Modos bo-
    loe, pelo baratusimo praco de 28 cada guatni-
    cao : na roa do Qaelmado n. 13, aa loja da
    boa f.
    Vendem-se barro gordo a a a naos i na
    eageoho Jariasacs, do Cabo : a tratar alli coa 0
    Sr: Doraiogos Fraociaco da Sosia Lalo.
    acola, a portaao 4 bom qo vio eonaaastss cara
    asna daa ora o bonttaa caatinhs tjee aa aa-
    dem ca raa do Qaeimado loja d'agaia branc
    n. 16.
    Fivellas douradas e esmalta-
    das, para cintos.
    A laja d'aguia traeca acaba, datacebar per
    aaa#tf ama paa,aoa quaotidate 1 4a fiella 1
    daatadaa a eamatladaa para cinto, tddaa da 00-
    os aboBttoa moldas, a lambaai doaradi na
    peracem do onro da le, o que ao cam anacriaai-
    cia ee.ceobaces Bao o aerem, eataaido no nmamo
    caao as asoaaHad, o a asi ra meslo aadaa-aa
    palo barato preco de 2(500 rs. coda ama, a ca
    do*Qneimado loja d'aguia brama a. 16.
    Palmatorias de vidro e de la-
    ta o para y ellas.
    Veodem-ee benita palmatoriea da 'rldro lapi-
    dado para salla a 19880, a itat da latao mol
    noaaa e trapes a 400 rs : nava do Quelmado,
    taja 4a Agaia branca n. 16:
    Peitos de fusto lavrado para
    camisas a 500 rs. cada um.
    Vendem-se boolloa paito 4a Ou&s lasrado- a
    trancado para camisas a 500 rs, cada um, {asea-
    da mu boa o eocorpada : na ra do Queimado,
    loja d'agaia-trance o. 16.
    Noto sftrtimento e tiras bfc
    dadas em ambos os lados.
    K loja d'agula-braDca recebeu no noto lio-
    do ertimenso de tina bordadas em ambo oa la-
    dee, a contiena a rendar baratamente a 19200
    urda tlaa, outraa da bordados muitolargos a
    99808, o melhor qn poseel em tal genero,
    toase ellas, pala largara que teem, e-odem ser
    dirididea ao meio, palo que seornam baratlasi-
    mas : na ina do Queimado, Uu> d'aguia branca
    a. 88.
    Na rae ?aOoatma* o. 68. defrente doaatrado
    nao, asid diapoato a tender lado por praco qaa
    simira, sestea samo saja:
    Fracaa4a agua da lavanda mallo gran-
    da* a
    Satonetea t melber que poda battr a
    DHaagraodae malto finos a
    Fazendas pretas
    lar polo 4VaaV
    pn8ataaaataV
    Facas
    i aal&8lr2>8ii&ajflBaaja
    ^araraaai ansa Baawamaw^. _
    e garfos v, todas
    as qualidade
    Vendem-se daiias de (acta e ii r'a com caboa
    de marfim o maia Bao que se pode dotojar pelo
    bari-to pre;o de 189, dltta para sobro mesa a 149,
    dttaa asante tanas Oe. b.lcteo a 6; IlOO, ditas mai -
    lo Ooaa Uaabaca da batanea a con diti tatas a
    79. ditas imitando aada balaoeo (g. dita* pora
    aobremeaa (aieoda malte ssperic r a 59588 a 9,
    atUa eatreflna a 9H88. ditaa :nn orenlots e
    WO. 480 a 508 r. cada taltier e slnm dosier qa*>
    Isdedes ouiras muitas qaa aa aos deai barata':
    ras do Qaeimado na bam eonbacic a loja de miu-
    dexaa da boa fama a. 35
    Paraviolci.
    Vswte-a mateoeajanriosaaontaipara iorSo
    palo baraliasimo pra?e de ItO ib. cala ama a
    bordio a 160 rs.: na raa do Qnaiaiade na loja da
    mludezas da boa (ama a. 35.
    Ricos sints dou rados.
    Vendem-se ricos, sintos douracc i bordadoa po-
    lo barato prego de 99500 e 89: ti roa do Quei-
    mado loja de miudeses da boa (un i o. 85. .
    Pap8?4 de todas ais qua-
    lidades.
    Vendem- raemas de pape 1 afc peto grave o
    aam-Hs*Brtar qaa ss pode encorvar pelo barato
    proco ds 39490 re., dita pautad i o maito boa
    qoaltdadaa 4J500, aito almaco muito bom a 3s.
    dito almaco aree a 898880 8g8l)0, -lito pautado
    a-49 a 495OO. toarles de papal qaaOwuaaa 990 ra., dita trance mntto bom a
    18 19908, dito de quadrioho a IJ, dito pauta-
    do com 40 quaderoo a 2J, caixiiihus com pspef
    da boira d00rada a 19500, dita com eovelopes a
    18 e otras mais qualidade de tapl que aa ven-
    de barato : aa raa do Qaalesado na bem conhe-
    cida loja de miudezn da boa (atan ti. 35.
    O bom e barato na boa
    prdio venda

    Teode-te a caa de doua andares e iodo, mei-
    ga, na becco das Hrndinh n. 8, STsllada em
    9 8889; a quaf-Mnde 1 1)2 por carMO ao mes; na
    rea do Trapiche n. 14, pnmeiro andar, ha petaos
    eateratda peto propriatario pera efectuar a ren-
    da 4a maema caaa.
    Fazendas baratis-
    simas
    Superior bramante de linbo aonr 4uat tara de
    largura a 29400 a rara, a toa 1 hado da lioho ada-
    mascado ceaaaat larguras a 99508 a Sara, brim
    tranco do linbo muilo auperior a 1|440 a sera;
    dito de cores, (stsnda multo auperior a 19, dito
    pardo de linbo paro a 600,19 e 19900 a tara, di-
    ta da qsadrohos mntto proprio para caleta, ja-
    qnetss e paleto ti psra menitos s 200 rt. o cots-
    ob, gsogat Irancetai mallo superiores s 400 rs. o
    code, cambrsin francetta muito fioaa e de
    muito bonito pedres a 260 0 280 o corado,
    cmbrala Hea multo fin a 4|, 5 e 69 a pe;a coa
    8 lr9 rata*, cambrala com aalpicoa tambem com
    8 l[ raras cada pejas a 49500, di la multo supe-
    rtor o melhor qaa ba neste genero a 119500 s pe-
    ca Com 17 Taras, 0u s 800 r. s Tira, chitas (ran-
    cacas de muito boas qualidadea e de lindoa pa-
    dres a S40 980, 300 e 328 o cosido, fil do li-
    oho leo malte fino a 798 a tan, larlaiana bran-
    ca e de corea a "60 a tara, toalhaa da lioho psra
    rosos a 79 a dazia, ditss pelrudas muilo taparlo-
    rea a 119 a daiia, gollioha de cambraia borda-
    dat a 800 ra.. manguitos a ollas da cambraia ri-
    camente bordadas a 99 o par de manguitos cora
    ums golla, lencos braocos muito fios com bico,
    rende a labyrioiho a 19980 cada um, ditoa de
    cambraia de linho para algibeira pelo baratiuimo
    preco de 4, 5 e 69 a daiia, e ataim um complete
    sortimento de fnenias de todas aa qualidade,
    qoe sendo a dinheiro S rleta se renderao por prs-
    coa mui btixo : ateas conhecida toja da boa
    l, na rae do Queimado n. 99.
    Barato assim barato de mais
    Sabomcdc finos.
    A loja d'agaia branca recatea 'urna crescida
    qusniidaea de stbeaetea fiaoa psra barbaa, ea
    quaes coriTm a todas compra-Ios mesmo psra
    mi, ariatn do diminuto proco 40 39 porqeanto
    se eal tenteade a daois. Para aetisfsxer-sa aoi
    beaa (ragaeaaa ae tanoard tambem em menores
    peredas, perem qae'm mais comprar mala lucrar,
    porque ataim barato nao tari fcil tornar a ha-
    ?er, e meemo agora 16 ha na ra do Queima.dc
    loja d'ageia branca n. 1.
    na loja da boa (, na raa do Queimado o. 21.
    Mei l para enKora.
    Vandem-se metas deas para seohera pala ba-
    raliebimo praco de 39600 a duiia -. oa rea de
    Qaeimado n. 99, na boa eonhecida loja ds
    boa 14- .
    Gaimsraea & Lax, dones 44 rafa da mi a datas
    d ras do Qaeimade a. 85, bos (ama, psrtitlpiaa
    a o peblioo qae a aaa aaUbelocimente aa schs
    completamente protidodas melhores mercaaoriaa
    lendentea ao maamo eatabeleeimento, a muitoa
    oafroe objectos da gosto, sendo qussl todos rece-
    M4ae da luaapraprlts encommandes ; e etUndo
    etlea-ioteiremente resolridos a nao randaftm
    dado, sflsnQam Tender mais barato do que nutro
    qealquer ; e juntamente pedan aoa seus dsredo-
    res que Ibes mandem oa reentra pagar os seua
    dbitos, son pena de aerem justiesdoa.
    Agua ambreada
    para banhos do rosto e do
    eorpo.
    A loja d'aguia briosa acaba de recebar nors
    remtut da proreitoaa e mui procurada agaa
    ambreada, cajos bona efleitos d ratresesr a sa-
    tis, tirar o ardor qaa dalia a natalha aanda as
    fas a barba e acabar o roto balito proveniente
    do tranipinr tao jl bem. cenhecidos, asaioa co-
    mo nss leohons por nse aodarem aa sai i
    Conservar perleltameoteo brilho do rosto. A to-
    do qiisotos tem usado d'agaa ambreada nao sao
    estranhos eaaet effeitos s ellss sarao alada mais
    Juellea que munidos da 19 se
    'gaia branca raa do Qaeima-
    Mtaa dtata marta banitoa a
    GarraUa 4a afdastele>o rtHtr a
    Frascos com beaba mullo suosrior a
    Ditoa dita da areofiolislms a
    Fnscot da oleo babosa cota chairo 1
    Ditos dito dito s
    Ditos dMO alta
    Ditos tara llmpar a cabrea e tirar caspas a
    Ditos dite phtieeome do rerdsdslro a
    Ditos too banha traospirente
    Ditos cana superior agua da colonia a
    Dita, raseoe grandes a
    Fraecoe de maca;i oleo a A
    Ditos da opiata paqueos a 3JJ s
    Olios da dita grandes a
    Tara aa reato de larande ambreada a
    Linhs branca 4a gas a 10 rs., a traa por
    do as, a Boa a
    Dita 4a taitae Pedro V, com 200 jardas a
    Dita dito dito com 50 jardea a
    Carretela de linas com 100 jardas a
    Duxia dt aetaacruae maito eneorpadaa a
    Pita da tilas maito superiores a
    Dita da ditas braness para aanhora, mui-
    lo finas s
    Vara da bico 4a largara de 3 dedos a
    Dita da franja para lealnss a
    Grosa de-botoet 4o loaos braocos a
    Dasia da phoapboroa do gas a
    tilta de ditos de vela muito superiores a
    Pcse de fita para coa da todaa as lar-
    guras a
    800
    998
    180
    900
    g
    340
    800
    940
    320
    5O0
    730
    900
    900
    400
    500
    100
    500
    800
    500
    superiores.
    Oreadoaaole ptete ailo eoperter
    aata precede 99 ecaj.de.
    nos 3, 4. 5, 6. 7 e 8f, o es------
    mntto flns s 3#. 99508,9. 99888 a 4f .
    msotas pretas de blondo mata sepetiereea \M.
    mantelete desuperleree raadcaaptoa praaaaTC
    camente bordados a 359. snbrscasacaa 4a --
    preto mulla fino a 989, casacas teeeeea 4 >ZZ
    preto multo fino a 389. peleteU 4a paaao sala
    Sao a 18 e 909. dttoe de Biasastn siTaae saoa-
    Sll^laai!-!?*'' 22^^- aataata aetreso.
    19, dttM da eatia aacie a4a aamtte> asatta aav
    penores para deas voltea a 99, tltat eetrevtinW
    com llodaa .Uleetea fa, seJaaaafVaawte naT
    to para clleles s 49 o carta, rrcaa sadattea pretaa
    a 69, e aaaiB oulras mantea liasin ama aaa4 .
    diobairo i tisU, r '
    ralos : oa ra de Qs
    cid loja da bes l.
    Superior cal de Lisboa.
    Tea para vender aa porcia a raulbo
    oto Luis de Oliveira Azevede k C.. aa atatav
    eriptorio roa da Ceas a. 1,

    30
    60
    30
    80
    994OO
    41500
    3J0OO
    190
    80
    190
    940
    240
    llosas artificiaes para ca-
    bellos.
    330
    Barato e bom.

    Sal de Lisboa.
    fama.
    Veadam-aepontea mullo fistol dn marfim paca
    bieboa vindoa alattabee pele lisrsltaaime preco
    de 610. 800.11500. I98OO e tj rads-sta, ditos
    paro alisar a 19800 a 91, ditoa da infalo pretoa
    e braocos tambem para alisar 11 marta tona
    500 e 800 rt., ditos entre-finos 1 280 rs., da-
    ziss de carretela de linbas de 9 50 s 88 a 790 ra., groaas'aV bol oes finos para
    calcaa a 240 ra., ditaa de loeca brancoa e pJnla-
    dinhoi para camtaaa a 160 a 98) r.,. agatheiroa
    de marfim muilo boolloa a 800 11 9 cada um,
    ditos de osso torneados imitando su de marfim a
    320 rs., figos da aeraos brsese e aaoarnadas a
    399 ra cada aas, agitles da suitflm pata-00
    fiar a 240 ra., grons de bulee asilo finos aa-
    dreperota para camisas s 640 a I(00 rs., tesoaraa
    ranearas mui 10 unas psrs con 11 a s labello a
    29cada ama, ditas ca pequeo loerue de ferru-
    gem 1 I95OO, liabas de p*so s 1W rf. S miada
    ditas pera bordar a 160, 300 a 90) rs, dita frou -
    x 60 a 80 rs. e outraa aait 1 citttss que se
    toada por aewot do eeu valor : us las de Qasl-
    msdo loja boa conbscfds 4a :: udezas 4a boa
    (san o. 99. .
    Perfumaras barifas ede
    boas qualidadea.
    Vende-se pan scsbsr ailo bauf Mbonotee
    crome de smepdots ea cauaa ele louca a 900
    rt.. (rseos com o boa ceaLecido sndalo a
    19500 e 29, frseos coa bsohi tnnspsienie a
    900 rs., do* pathchoiy a 640 ni eixiahas com
    note quaiiladesde extractos a lodo multo fieos
    a 99, ditas com 12 lamosa aile tinos a 38200.
    (rseos graodes coa sgua de co oqJii auito su-
    perior e bem conhecida a 19500, il> a 39, pasli-
    lbas muito cbslrosss de Lubaa mea coeaecar a
    rnpa livre da traca s 19 cada papel, ditas do
    mesmo (abriesote proprias ps 1 de(umar a 39
    cada caixioaa, duzias de aabaaeliie uulto booa a
    600 rs. e oatrss aaitss quslida < que se vende
    maito baratea na raa do Quaia ilo oa bem co-
    nhecida loja de mludazat da bo lima n. 35.
    Colheres de toda'-3 m qaa-
    lidades.
    Vendem-se duzias de colberei li metsl pata
    aopa de lio boa qualidade que a s la Seem de veja-
    do aa de prtls pelo baxauimi f liste, de 108.
    dits* para ch a 69. ditaa de matul principe pan
    aopa a 5S, ditaa para cha a 3jill0, coaua aere
    tirar aopa multo superiores a Irw aada sai,
    ditas para tirar atiucar a 880 rs slem de lotea
    eitas coiberos flntaaimaa babuino- qualidadea
    mais ordinsriss que ae vendes bi rato '. na roa
    d Qaeiaado oa tesa oabesid lojt 4 miaea-
    zai ds boa (aaa o. 95.
    Veade-se a bordo 4a barca potdaguen tanca*, sal de Iieeea limpo e redonda ; a tratar
    aa ra 4o Trapiche o. 17.
    Salitre relinak
    Vender na ra do Queimado loja da (erra-
    gena n. 13, a 81500 a arroba e enT poroto se
    vender! por auito meaos.
    Liquidadlo.
    ' ataja 88)ae 4 c, m ttqtrMarja, colrtldsm
    aoaaeus davedorea a virem saldar sea debitoe
    decir o de-30 diea, e participam que medidaa ler-
    minaetea aerao empregadaa contra os qae nao
    eomparecerem.
    Mi aluzo
    Gallo Vigilante.
    Na roa'do Crespo 0.7, aonde o retpeilatel pu
    bHeeaaketi ea grsnda e taado aortiaeote de
    miudexaa qae se vende por precoe msis barato,
    10 por coala de qae em ttutra qealquer parte,
    sssim como aoja, fraojaa pretas com vidriltu e de
    corea, fitas de todaa ea qatlidadea, franja e galao
    da Itabo, caaeerrilbaa pretaa e 4e corea, (recost
    todas as cores, o riquissinsos enfaites de cbeca,
    galaozinhos de lioho a de seda para eoleites,
    chapeozinhos para erisocas, chapellnbas para ae-
    ahora, toaieta de panno e talludo maito fiooi
    para aaeniooa, fitas maito chiquee pera siolos,
    maognitee e gelNataa maito fiaas, teneos de
    cambraia da biabo muito fiaos, e amitos msit
    objectos que seceatinutr annuoolsr, poto veo-
    de-se tuoo por precos btratissimo por ae acbar
    am liquidadlo. Na meama loja le acbarl um
    rica aortimento da ameodoas e confeitos proprios
    para qualquer mimo, que aa vende pelo baraUl-
    time preco d 11600 a caiiinha.
    Veode-ae um terreno em Saeto Amsro,
    junto ao hospital ingle, com 700 palmo* de fren-
    ter, em muito boa estado : e tratar n nt do
    Trapiche n. 44, armatem de Braga, Son & C
    AiGENCIrV
    oraes.
    Em massiobos a 508 rt. cada um.
    Em nos a 848 rs. cada um.
    fim voltas de S Ros a 29580 cada ums.
    Vendem-ae maito bona ceraea, em meeeinhot,
    fies e voltas de 3 Oo, pelee baretieetmee oreos
    auma: na raa do Queimado loja d'aguia traaos
    o. 18. .
    conbecidos por equellea que
    dirigirem s loja d'agaia oral
    4o n. T9, onde uolcmente ss venda.
    Brincos prtsa blo, e
    outros objectos para
    \ luto
    Desses objsctoa 4a que bola infelizmente UdUi
    familias preciaam, na loja d'agaia branca acha-ae
    um bom tortimeote delies. lendo btincoa a roee-
    taa a blao, pulaeirea modernaa de greaeaa a for-
    teaaaoiss, siQateo pera paute, ditoa tamtam pre-
    los, em eeisjnfaea, teoilosi a moderaos aderseos,
    o aoeiee ditos, cralairoa de fitas e fiveiae pretaa,
    aaieMas pan estaca, gramnoe da novos moldes
    pan aaaaaat stbelas. latea de laical da seda e
    pellica, matas a seda e algodio para teseme e
    eeohores: coa eecemprenorea de taea oajeotaa
    ae tor6. a msier canteapseeto, atienta e fie peta
    que aso: por isao 4 dirigirem-se A rae 4a Qaei-
    mado. loja d'agaia traeca n. 16.
    Veode-ae ums tetta$e de lote de 98 nicas,
    tea conetrwide, maito vtlsirs, o eali beaa apare-
    ntada i quem preteodar, dirija-se a serrar 4a
    rea da Praia a. 58.
    : .
    S Hagalhaea 4 Mend, aa ra da Im
    peratriz numero 56, loja e armazem
    da asa.
    Seda preta.
    Veede-ae grosdsnsple preto auito ancorpado
    a 19580, 1|800 a 99 o corado.
    Panno preto e catemira.
    Vende-se peano preto pera calces e paletots a
    19700, 19800 e 99 o covado, cortee te caemira
    preta para calca, en(estada, a 39, 39200 e 89500 :
    faja raa da Imperatriz n. 58.
    Laazinhas tuinas.
    Vendem-ae laazinhat auisns maito finas para
    .eslidos a 580 o eo*ado, casias auissss da qna-
    drinhos de ceras a 180 o cotjSo (uslso de cores
    para tettida a 380 e 3S0 o covado, popelina de
    cores para vestidos e roupa de meninos e 240 o
    covado, barago de cores psra vestidos s 360 o co-
    vado : na ra da Imperatriz n. 58, leja a arma -
    sea da arara.
    Madapolo a 3|000.
    Tendea-n pecas de aadspolio eotostado a
    91 a paca : na raa da Iaperatrix, loja da arara
    namero 98.
    Roupas eitai.
    Vendem-n paletots da alpaca preta e de cores
    a 39, 89800 e 49, calcaa le brim a (ustlo a 99,
    psletotsde panno preto i8J e 109, ditoa de cs-
    semira de cores a 10 o 199, calcas de csseairaa
    de ceras a pretaa a 55500 e 69, colleles de gor-
    goreo e relindo a 39500 e 48, camisas (rsncezss
    s ?J800, 9f a 29500 : na ra da Iaperatrix, loja
    da arara n. 56.
    Manguitos de linho.
    Vendem-n manguitos a gosa. de linbo s
    21500 s 39. ditos de fusto coa beiotinko a
    99500 e 39. gallas com boiaosioho a 640, ditaa
    de traapasea s 19 ; na ra de Iaperatrix, loja e
    transen da anta n. 56.
    A loja da aguto bra_.
    da. que n e.tio otando pen a estelln, e taav
    de-as na ra do Qaeimado leja 4a anata linasi
    n. 16.
    Fita branca de borracha.
    Esss fita da que taota (alta betia aatte-ee fceie
    na ra do Queimsdo loja d*egola traeca n, teTi
    assim como fitas froaxa ou elasticss trencas a4
    cores psra debrnsr vestidos.
    Ofhem para o pavao e
    leiaie
    Csmisinhss com gollinhas s mangailoe
    de cambrsis bordadea, disida #-
    deroisaiaa a
    Ditas de (nato coa salpieoe de cor
    Gollinnaa bordadaa coa bnlaoitahe
    Ditaa de lodoa oa goatoa a 648 a
    Ditaa coa mangailoe de cambraia bs
    dadss a
    Manguitos de cambrsis bordadea a
    finoe a
    Golliuhai bordadas a
    Rootetraa de cambraia enlutadas
    lato a
    Csmisinhss psra teohota a
    Lencinbo de lioho com labjrintbe pera
    mi a
    Ditoa a imitacio de labyriatba e If o
    Luvaa de torctl aofeiuoaa cesa lidrba
    Enfile pretoa com vidrilba a
    Rico aofeitw preto e 4a eesea, a Tasaa
    a Garibaldi
    Groadensple preto a I98OO. I98OO a
    Todas nas (atondes veatdea-ee aa nse de Isa
    peralrix n. 00, loja e a matea 4a pevie. 4aasav
    as d Silva.
    A boa fama
    vende gollinhas e puobo coas tatea .
    ra. (axeada muito boa, pola baralisaias ptoca 4
    39 : oa rus do Queimado n. 35, lepa te
    zaa da boa (aaa.
    lisera vos ngiuo*.
    Pegio no dia 90 to correen as
    patacho tCapuam, o esersvo altale
    ro de nomo Antonio, idada 19 aaaaa
    OH menoe, altara regalar,
    alguna sigoaes de bexigee,
    azul : quem a pegar raee-a ata .
    Antoaio Leiz da Ottveire Asevsde 9 C raa
    Cruz a. 1, oa a borde da dito paitaba que
    geoerossmente recompsoeafe.
    Dos premios da 1/ parte da 1 / lotera eoOcedida por le provincial para as
    obras da matriz da cidade de Nazareth, extrahida em 2o de abril de
    _
    1802.
    DA
    Fondicao Low-Moor,
    oa aa Seoaalla Nova a. 49}.
    Mata eatabetesiraeoto eominua a hater ora
    completo sonicuento de moendas e meias raoeo-
    das pata eaganho, machinas da vapor e taina
    de farro batido e cosdo de todo os taraanboi
    para dito,
    armazem de fazendas

    DE
    Santos Coelho
    un Ao Qneima&ti a. 19.
    Lenr^oet de bromante de liho a 39.
    Cebertaa de chita flnaa a 99.
    Ditas a preco.de 19800.
    Cambraus pretas muito finas.
    Colchas de (ustlo muilo lindas a 89.
    Esleirs ds India de 4, 5 e 6 palmos da largo
    proprias para forrada cama a atlas.
    Lencoes de panno de lioho fino a 29
    Algodio monstro a preco de 600 rs. a vara.
    Toalhaa da lioho para ana a 4p.
    Ditas dejuslao para mos, cada ama 500 rs.
    N. O.Blsber & C.iaccesacrea.rna da Cre
    a. I, tem psrsvenderreloglos parsalgibsir da
    ouro e prats.
    Bolacha.
    Teoda-n bolacha econmica a 3f,a arroba :
    na raa da Sentis Nova o. 80 e travessa dos Pi-
    res n. 9.
    Esseiicia de ail para engom-
    rnado ,^|
    Esta enencia a aats para e a melhor qaa
    tem epperecido, ama a duaa gotas 6 bulante para
    dar cor n'eaa natas da goaaa, lendo a vanla-
    gea da nio precipitar e oem de notoar s roupa,
    como auccede asaltas vosee coa a flor da ail:
    vaadam-aa am (raeqainhos a 500 re. cada am : na
    rut do Queimado, botica n. 15.
    NS. PREMS.
    * 59
    8 -
    9
    17
    18 '
    20
    98
    29 -
    31 -
    34
    35 -
    37 -
    3 -
    49 -
    43 -
    44 -
    45 -
    7 -
    58 -
    90
    83
    66
    67 -
    71
    76
    77
    80
    86 -
    93
    100
    7
    12
    13

    18
    93
    95 .-
    97
    39
    NS. PREMS.
    49
    44
    4*
    47
    48
    49
    53
    66
    76
    78
    79
    86
    93
    94
    908
    18
    14
    17
    48
    1009
    59
    298
    27
    30
    31
    33
    34
    41
    46
    .47
    50
    53
    55
    56
    60
    62
    63
    65
    66
    73
    78
    T
    78
    85
    86
    91
    303
    . 5
    8
    11
    19
    14
    18
    90
    98
    90
    88
    34
    40:
    41
    42
    43
    44
    45
    50
    54
    55
    97
    58
    65
    89
    73
    76
    78
    77
    85
    87
    91
    99
    05
    490
    69
    NS. PREMS.
    W9
    59
    189
    59
    209
    59
    5:0009
    59
    -
    200$
    5
    408
    6
    8
    13
    17
    20
    33
    25
    27
    39
    35
    37-
    38
    38
    40
    41
    48
    47
    50
    51
    55
    57
    59
    61
    73
    74
    78
    80
    82
    83
    85
    87
    90
    91
    96
    98
    500
    6
    1
    9
    10
    18
    02
    21
    93
    7
    34
    37
    46
    47
    49
    68
    68
    5T
    58
    61
    89
    86
    69
    NS. PREMS.
    50
    20|
    59
    ios
    69
    573
    75
    81
    84
    86
    88
    92
    97
    99
    01
    7
    8
    8,
    13
    15
    17
    20
    33
    24
    30
    44
    49
    51
    54
    59
    61
    62
    65
    66
    67
    88
    70
    72
    76
    81
    93
    96
    700
    8
    19
    14
    15
    80
    28
    28
    29
    85
    40
    48
    17
    48
    60
    86
    61
    62
    100
    58
    NS. PREMS.
    798
    109
    59
    409
    691
    70 91
    -79 -
    800
    8
    13
    21
    25
    57
    28
    29
    30
    31
    34
    38
    39
    40
    41
    42
    47
    49
    50
    51
    58
    57
    68
    77
    80
    85
    88
    90
    02
    08
    911
    13
    17
    19
    21
    27
    SI
    34
    35
    38
    43
    46
    47
    49
    55
    61
    83
    84
    78
    74
    79
    81
    83
    84
    94
    97
    1010
    59
    800
    59
    109
    6f
    389
    59
    NS. PREMS.
    1015
    17
    18
    90
    21
    , 83
    38
    NS.
    39 B8B
    26


    5
    38
    83
    39
    40
    47
    49
    50
    58
    60
    62
    65
    71
    74
    78
    90
    95
    -
    5
    PREMS
    59
    i
    __
    409
    5f
    1100
    - 1
    8
    > -4-
    8
    7
    9
    10
    11
    18
    16
    90
    22
    99
    38
    35
    37
    39
    49
    65
    109
    5
    40
    48
    43
    47
    57
    60
    61
    87
    88
    68
    71
    75
    79
    80
    83
    85
    NS. PREMS.
    1480
    34
    NS.
    10|
    69
    99
    1303
    8
    7
    14
    17
    21
    23
    96
    28
    30
    88
    42
    43
    49
    50
    58
    58
    69
    81
    85
    78
    74
    81
    88
    400
    6f
    104
    89.
    88 i 86
    67 lu 88
    70 69 89
    78 88
    78 93
    88 . ( 88
    93 99
    98 1400-
    1909 8
    8 jfi f*
    13 14
    18 88
    43
    46
    48
    52
    57
    60
    61
    65
    70
    71
    77
    82
    83
    84
    85
    87
    96
    93
    98
    1503
    4
    10
    11
    12
    17
    18
    19
    30
    23
    33
    34
    27
    90
    80
    35
    38
    43
    46
    47
    51
    68
    86
    44
    78
    74
    V
    78
    89
    84
    89
    86
    89
    M
    98
    96
    9
    1608
    109
    59
    188
    69
    69 899
    23
    26
    29
    30
    34
    85
    37
    42
    45
    57
    59
    60
    63
    67
    88
    70
    74
    78
    81
    84
    85
    93
    97
    98
    1702
    4
    5
    13
    19
    22
    24
    33
    84
    87
    43
    47
    49
    69
    54
    66
    67
    58
    58
    64
    8
    98
    70
    PREMS.
    99
    209
    59
    10
    59
    48
    109
    5
    489
    6
    NS. PREM-.
    1814
    17
    81
    29
    33
    34
    35
    39
    41
    45
    46
    47
    48
    50
    51
    57
    60
    63
    70
    73
    80
    83
    92
    93
    97
    1901
    8
    4
    19
    16
    18
    19
    84
    87
    34
    36
    39
    46
    47
    48
    53
    56,
    60
    63
    6
    65
    88
    70
    76
    77'
    78
    83
    88
    86
    98
    8
    98
    87
    98
    51
    10
    59
    409
    6
    NS. PREMS
    9007
    9
    19
    18
    21
    26
    30
    33
    33
    38
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    48
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    49
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    87
    70
    71
    72
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    81
    89
    84
    87
    90
    97
    2101
    3
    9
    17
    81
    23
    83
    34
    26
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    31
    33
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    65
    68
    67
    61
    66
    86
    NS. PREMS.
    2186
    88
    89
    92
    H
    96
    96
    98
    98
    2209
    11
    15
    17
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    13
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    28
    30
    31
    33
    34
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    42
    49
    68
    80
    81
    88
    86
    96
    2300
    4*
    6
    10
    11
    18
    14
    17
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    38
    37
    98
    31
    83
    5
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    58
    20a
    5
    *3
    79
    76
    78
    81
    30
    5
    88 -
    88
    86
    88
    50
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    56
    68
    NS. PREMS.
    61
    87
    6
    76
    7
    87
    94
    8400
    6

    II
    13
    13
    16
    17
    18
    20
    21
    34
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    99
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    87
    88'
    48
    48
    5
    98
    68
    88
    80
    61
    I3.IN9.
    5C254
    71
    7
    77
    88
    81
    8
    8
    88
    79
    18
    SI
    97
    56
    88
    86
    87
    78
    71
    93
    8
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    48
    44
    64
    67
    71
    99
    17
    84
    81 ana
    88 a
    0 escryl, Severiano Jos de Moura,
    ftru,-^. F. dt Farta 4


    *<
    5-
    -ftW DI fitAAIICO>^4ABI40t AlNL 01 IMt.

    _
    Litteriur..
    * ifxn. t flcm. Sr. 0* ATauow Joaquim da
    Silveirst, arcebitpo da Cafeto, ft o 0r. m me-
    dtctno Cezar iuatu'o Jferooe i,
    III
    (Conclotio.)
    Pelo que temos al hojeeactlpltt reeonhece-ee,
    que por tota a paite por ood. vw.juu, on te ea-
    tove, eonde demorou-se, geralmeou. foi receido
    com euthusiasmo, reinou .legfi.v divi.ou-se
    em todos os semblantea o prater, cooieotameo -
    l de que se acharaos possuidos.
    Tudo (oram fe.l... ludo foran galla*, tado fo-
    raoj coatenl.meolos 1
    E por cerlo todos se admiraran, todoa se ale-
    grarais deacboiindo a bondede de mu coradlo, ou-
    vindo aa suss'conversacoes chita* de variada
    Insirucgioe ameoidade. observarlo o sabio des-
    pido de orgulho, presenciando arlos de virtuda
    aem impostura, veodo o coocilia iuimigos. dar
    bons conselhos a todo, tero, irisr qu-ste, e der-
    ramando aempre consol pelas etaeina, onde fot
    chorar com os presoa. .dar i esiics iofelizes oa
    confortas de oosss rellgiao, ir ao liospitaes al
    dos lzaro, sentar-se em ieus leoi de miseria
    ouvi-los, anima-los.e sabir dahi bauhado em la-
    grimas, e eotre os labios jS aabiiiic a oragio em
    aue peds a Deus .limo para riso* antas tao
    iofelizes, tao desgranado, to digno* de d e pio-
    dade !
    Nao devenios pastar em sileocio, como exem-
    plo para imiUr-e, a ananeira porque S. gxe, na
    descnpgo de suas viajen, agrad: e aludas os
    que o obsequiaran) ; tanto ao gran 11 com suas
    liberalidades, como ao pobre con. sia exiguila-
    de. estimaodo a esta, porqae Jesi; Chrislo ava-
    liou em mais asduss diminutas mondas, que a
    pobrezinha viuva lancoa no gssc T/Iico do que
    as offerendaa dea rico, porque eil>< ffereceram
    i)eus daqaillo que liohsm em abundancia, e a
    infeliz, da ana mesma indigencia. .
    Registramos tambem este factc como singular,
    e que pro va que o Seohor B. Maiit, fot s6 bispo
    do Maranho, e que vive* s e uoictmetue junto
    ao altar.
    S.Exc. como pae, e bom pasto-, viveu tem-
    are no meio de seus Qtbo, vrieiidc-os quaodo
    era myster, e amaodo-oa com ternura, e sem a
    menor distincgio e sempre que | odia nao cesa-
    a de recommenlitr-lhes a pra.ice das virtu-
    des christias, e a exhorto-los so ftai reciproco
    e a paz.
    Assim aempre foi estimado por todos, ereipei-
    tado peUa autoridades, ao contrario do que auc
    edeu como seu antecessor 0. frci 'rimotheo do
    fcacrameoto, que, porquest5es coa o ouridor ge-
    ral Nalheus Oas da Costa, viu-ae obrigado a dei-
    ar-lhe excumuonao, e forjado a taranta-la por-
    gue o oorldor o prendeu em seu palacio, e en-
    laipou-lbe as portas.
    A' taatochegou o seu escrpulo, qaedeixou de
    lomar assento oa essembla provincial, e oem
    aceito o ergo de Io vico-presiden :n desta provin-
    cia, recelando ser arrastado para stns quettoes
    de que sempre fugiu.
    No meio da satisfago geral com que o Sr. D.
    aooel goveroava este bispado. un a noticia betn
    cruel ditaga por eati capital: m vatio santo por
    aus virtudes, e reapeitavel por seu saber acaba-
    ra de baixar ao (amulo I
    O Maranho chorou a morte do Sr marques de
    6aota Croz, que na historia do Brusil occupa lu-
    gar distineto. e a eua dor foi aindn u.aisaggrava-
    <3, porque foi-nos arrebatado ao roito amor, e
    de oossos olboa, mas nao do cor.gi .>. ouiro v.rio
    igualmente dialincto, e que para nos nao era um
    Meso, e sim um pae destellado e curia oso, que na
    tirase de umescriptorfrancex, t :mi pro*ideo-
    cia na i6rra.
    O povo coa sea tostioeto se
    ot parece isjpirado. pnr D.
    onde esiavaTbJl*mlpaf1i
    pastor que htvia de enchugar
    nota re, que
    as oceaeioea
    como o lagar
    ande dor, o
    he o undoso
    prsoto, e # vario que tioh de aer o continuador,
    do Sr. Harones de Santa C/u z. ]I a >
    E o aagusto monarcha, seapce propenso eoV
    licu em bemfazer, ao luoga ouviu luai tozo *
    clamores, e em 5 de Janeiro traaladou ao Eiw.
    e Rvm. Sr. D.JiaooeJ Joaqun do Stlvsira. biipo
    00 Maranho. para aenia-lo oa cadeira aicniapis-
    oopal da Baha. O Maraobao raoabau aeoselhan-
    te nomeacio com lagrima de jubilo e de saudade
    to meamo lempo, peta lembranva que tere e mo-
    narcha, e pela retirada 4o eu bom patior ; a
    Babia porm s exulto da alegra.
    ' Era a aeguodt ves que do Maranhio se rellrava
    o seu biapo para lio alta digoidda, sendo o pri-
    meiro D. fre Antonio de S. Jos., que nao che-
    gou a lomar posse, em razio de ter sido, ppr mo-
    tivos polticos, preso dez eonos no convento de
    3oa ordem em Leirla, e depois fallecido em
    Lisboa oo aono de 1779 no convenio da Gtac.
    A perda dosbahiaoos esteva mni bem substituida,
    e a pobreza contar oelle um verdadeir pae,por-
    que o que possueo Sr. D. Uaooel nao detle,
    dos pobres: elle di esmolas em abundancia e sem
    orgulho, porquo tutao io fructicariaia no cea,
    massim como utn'fc^sterid, visto qii as fax as
    occulta : nenhum necesitado bate sus porta
    sem que esta se abra, falla-Ujeao coracio aem
    que este te commova, o por lo as Valavrat de
    uocao e os bons conselhos que a cdmpaixio the
    inspira dar, sao, sem duvid.'m valor malor
    q a proprla esreola ; porque contla o pobre na
    eaa angustia e vexame, e oinim em sua des-
    grasa.
    Uuitas vezetouvlndo a otrracio de seus actot
    de caridade, lembrei-me do bitpo de Peroambu-
    co, D. fre Francisco de Llms. qoe fallecendo em
    abril de 1704, acbou-se Ihe apenas ama
    de quarent. ris, como toda a tua for-
    iovida todos
    ios, bebe measj
    he
    otri
    -------Jflcio,1 -------------
    todas aa consideraces terrenas. Hai. fttao que
    mSim T" 0i "?** 4 pode oe Vlotot Bom.ou.l e.u4p.r seas .xerci-
    intresi4o da civih.acao oio ae abala ; elle espera
    a cbegada desleoooparba*vp*e ^.\M,j0e-
    -------e esperanza
    I hade i seus pt; elle nutre a
    O das armas
    e i vivifica
    heresia; ari
    tari tornar mais
    19 de
    aaoeda
    tana !

    do nvVAltila.
    Domina va do espirito ev
    ti)a ro fsti embotar aa
    apparecer um novo trinas"
    retpleodente s gloria da egreja cstholic.
    Com effelt, a egreja lera sido am todos os tem-
    jrot a salva-guarda do verdadeir elemento eivi-
    itaador: nao se ihe pode recular a gloria de ter
    sido ella qiea salvando a iiberdade civtlisou o
    mundo.
    E com estranha admicago que vimos um es-
    cnptor calholico aventurar o contrario; com
    pezar que vimos aahir t peona do illuitre pa-
    WictiMa portuguez o Sr. Antonio Pedro Lopea de
    Meodonee, estas patavras que eacerram urna in-
    Jastica relie egfeje: c o ehristiaotsmo favo-
    rece easeocialmenie lodos os glandes principios
    de egoaldade e. de justiga; mas' a egreja. como
    fdra coo/tiiuids pelo PuoliQcado harta de tornar-
    aa perpeaaapeote a mais imnlaaavot adversaria
    das osiitaicoes l?res.
    E'. repelimos, com bastante senllmento que nos
    echamos em pereito aotagonumo eom o itlustre
    eacnptur portugus; entretanio aomos orcados i
    isso pele torga da verdade, palas exiaenola* de
    nossa cooaciencia.
    alo tacto exterior nio demonstrado, como acco
    o. dajsMngaUc, ,,, .ocia racional
    one lor* reciooai.4 alaeluU; mas o princi-
    pio cnristlo, a idea evanglica, em contradicco
    MKMW.- dlbsiMMBiaa* a bsirbsnr.- que nunca poda te
    conciliar com o espirito e s rerdade easeocial da
    ei revelada, a
    E' siogulsr.
    De posse de todos os dados necessarios so
    conhecimento do elemento christio ninguam
    meihor do que a egreja acha-se habilitada i
    determins:-lo e demonstra-lo ; diier que ella nao
    comprebendeu sus natureaa desconhecer sua
    ongem, seus meios de celo, sea fia. tlestra
    e claviculara da acieocia o da verdade ella e
    aomente ella sabe dar-ibe o deudo valor e faaer
    brottr a cirilistcio dessa fonta fecunda e sempre
    perenne.
    Na capital do manilo catholico, oo consistorio
    ah celebrado eos 19 de margo do correte anno
    ioi o sxm. Sr. D. Manuel precooisado arcebispn
    i ?":, 00 dil M *" expedidas aa bol-
    taa i tita poi. breve o momento em que tem de
    retirarse do Maranho : aumenta se da vista dos
    Maraohensea, mas seu Ilustre nomefiea gravado
    era caracteres ib leleveUoA alma de todos, e sem-
    pre ser lembrado com saniades, porqaanto o
    lempo que tudo consom, nio lera poder, como
    tu tomarme. sobre a memoria 'da aims.'a qual
    cora a immorialidade que Ihe pteprta, faz re-
    aorgir aquella simultneamente em todos
    nodos do passado.
    os pe-
    Um da quaodo a posteridade recoohecida coa
    o pincel da verdade ihe pintar O retrato, basta
    para ser faciioneoie coubecido, que ae lea do
    quadro, esta palavraa aitribuidasa Jess Ghristo
    Pvtraruiit bentfarienio.

    A MULHER, A FAMILIA E ACiVILISACO.
    Parle segunda.
    'T.'!"?.' *<>"dade e grandeza da ,nulher
    no teio do catkolicisim. Bella e
    reitabuitacao
    das doutrinai
    correado da Cru
    Qual foi em conslituigio que. corrompendo o
    ?alp.ri.',d* 9gt^, fe"U ^biJora sua miso,
    ir i-?* mMaM do catisloismo, tornando-a
    infusa i Iiberdade, por isso que o christiaoismo
    ravorece-a em toda a a plenitude? A que io-
    leiramente ignoramos.
    .e^0<;.e4.dlda ^Lej? **e.at t,rra 1e mais
    l m. i ,>erf,,Sfl!' aa" PO**. ata, pode,
    .im. ?gtl,U *tt4,er bnrdade era su
    tiA~ "Pho"; ellsguerreia a licenca, mas a
    ellaaSto f, 6 CnfuD(,ir con,a ibVrd.do, e
    ellaguerrelaalicenga porque almeja parificar:
    tZtnUrJ! C0B1l>M,,M" wrdadeiro sentido
    K?2StLM a1PaUrM-*'-<'<'.-desdeque ae
    adi'.il",' lP ,la,a *. essppareca im-
    medistamente sta censara queso irroga ubli-
    me inatitulco que ymbolisa na trra incaToa-
    . ?n.pn.. ,Ca'D0- E >lea wnseqnencia
    faSii.601'!" qe -""'o do Chrlito nao
    pode deliar de ser considerado como o maior tv-
    rartoo, o maior oppressor da humaoidade. Mas
    quera nao v o pouco fundamento desta acrimo-
    nioss censura? Compulse-se os aonaes da egreja.
    e oao se descobre um s pontfice que houvesse
    sido oioimigo d-eclarado da Iiberdade; aempre
    e les tiveram-na em muita coala, sempre se eri-
    gir m em seus defensoras. v
    A f a vida do mundo coma a alma a vida
    do corpo; aem ella a acieocia nao dara um
    pasto em sua carrejra, e com a paalisagio da
    sciencia te ettancaria o movimeoto de tolat as
    mlss do universo: a inteligencia humana te
    verla reduzrda i urna eterna inacgio, eircums-
    crlpta ao desanimador labyrintho da duvida, e
    adatricts li estreitaa bausas a sua desappari-
    5o serta oevitavel porque a duvida a iodiffe-
    renga, e a inlifTerenga a morte. E' por isso
    que o chritliaoiamo viodo coosummar a ra-
    derapgo seu primeiro empetiho foi aaaenlar am
    bases solidas o edificio da f; 4 por iaso que a
    egreja continuando a obra de Cbriato nio pode
    deixar de considerar a f como o primeiro a
    pnocipal elemeoto de chrlstisnismo. como o seu
    mais forte baluarte.
    E ella irahiria sua mistao se nao obraste assim.
    A crenca sempre foi olhida pela egreja como
    o movel easeocial do progresso civilisador: nio
    tiouve anda urna poca na durago deaua exis
    rA8.1"^^6118 ae e1C8ssa do imperio que
    SS!V I'.*?*", 0S de,Uoos da BumanHade >e,
    como o christiaoismo o centro de toda civiliTa-
    gao posslvel, a egreja pao tem cessado de ciasi
    aerar a l como sendo a condico primordial a
    base mesma da rellgiao; a, se nio verdade o
    que dixemo, se a egreja j pensou de outro
    modo, que. oosapontem essa poca, etse lempo,
    em que ella oegasse a ioieira supremaca da f;
    desde o primeiro momento de seu ealabeleci-
    meSlon8l ho*e ella lem ,ido M t0 Peoaamento
    de S. Paulo, tem sempre reconhecido que sem a
    t todo progresso impossivel toda civilisagao
    absurda ; e que por consequencia ella, que coo-
    tem em sea seio a rerdade absoluta, o princi-
    pio cnrislao, a idea evanglica em sua ssaencia
    racional, em sus forma espiritual e abso-
    luto.
    amento i a*reentio dfMMM v.ratojtoa >ao ha
    eflexao; posnae eragesJaJTo traSW da io-
    ?'"** <' rda* parcaallU. (Mar-
    "oely 1 ; I v i
    Ora Uto o que faz a egreja ; nllc di iotoi-
    llgenca o elemeoto iodiapenaavel para o penaa-
    manto elemeato aem o qual a aativfdate hm.
    Ueliial 4a.teaMai nao poda fuatcunar; apre-
    tSi ?.4 f "O0, fl,,encla r,ei001 rae
    absoluta do principio christio alia KA em Vista
    aberrear raclonalUmo, e prevenir os terriveit
    eafeitos desta heresia, me de lo da at htreeiat
    na phrase do P. Ventura^ E ba^nio podTe?
    a aua conducta desde que a tea mistan perpe-
    tuar pele eosino o imperio da verdade.
    V-te do qa haveaoe dilo que a critica de
    stazzini nada tem de juila ; critica que niodeixa
    de resseotirse do elemeoto hertico pela pro-
    tengao orgulhosa de entinar egreja a verda-
    dera manara de considerar a f, i ella guarda
    deata mesra. f, .ella orculo iofallirel do Es-
    pirito Santo sobre a Ierra !....
    mnlr*lan/ eg?ja t4n>"D consiiera a f
    rT,r PrllPi0 chruto, a idea evanglica em
    comradicgSocom a forma racional ehUtorico
    ae um mundo decahxdo sensual e brbaro naopodxa nunca te conciliar eom o e'pirit e a
    verdade etsencial da lei revelada. 1 Uto mesmo
    exuberantemente reconhecido pela razio
    quaodo aa t no christianlsmo a sua miarto
    MttsaiJailaeajea regeneradora, aaaoneialaente
    propnada para cuodaxir a aumanidade
    eatrada da civilUagao
    progresso.
    pela
    no carro triamphante do
    aicgao mal baila noa (actos da humaaldada; a
    pagina mais brilhente da historia do mundo: at
    ani nada de lux;
    -, o imperio das tretas ouati
    f d hSif-MT' diaol> ?'-" o horlton-
    CL uina1nld,d*. Vrdtde se manifesta em
    \TJSt\ "? SfSS de- cerle"' Pr1ae Ite-
    ra-Ina o fache da f, foi vencido pelo etario da
    oova lux e deixou-se elevar pelo seu impul
    o-populus qui ambuUbat in tenebrii, vidi-
    triiKr
    -mea
    tar do chrisliai
    da do hoaam d<
    cute de coatratioa i'ci
    foaaar a grande habilitada que
    loioigos da egreja em seus cooIbom
    elles intld.m jmoi o rauraea to qaw
    appHcam ledo o seus tolaatoa a fia to
    rea o toberaacalo da diriadaa M temn-
    phecia, qaa caapraa a palavaa Ja S. I reta
    ot filhot ato emulo ta
    em eua impt
    habis que m\
    Sie assim ? ptx,^
    plmente pela sus fores iotriasa- til
    a ot iofeitet oratorios, a aa bettoza
    phia para monatrsr-se tnaaphaaatoe
    glorii ; sao podar nio te echa aitgalli
    ella se pode tdorntr, pelo contrario na iaaka
    metmo da aaa aaturexa qaa elle riiilt,
    E" o qaa veaoahajt).... a dvilisteaw vatjMU. t
    mundo conserva-,, psrplaxo na rJre+4**Tte-
    la que se tea empenhado entra oa ysdsrn toCa-
    I
    aiv
    Qae ol a iostitaigao lirre quo encontrou a
    egreje upia a drenara ? historia nao apoota.
    guando foi que se desenvolveu esta reaccio da
    egreja contra a Iiberdade ? E'-nos estraoho ; e
    que o dlstincto escriptor nio
    aeatiraoa bailante
    da familia. -YeWJ^$o\ 2SSS? "* '6 ex,mt0 coa proba torio"da'a a-
    prolestantes -4 civilisad'o de- SST' Mm M <,UeT' uaJt ProTa "* <>-
    rur.-Cone/uao. n"Me-
    IV
    , ,i '30* d*"ud de todat ts peta da espi-
    i,'. M"aD,hao-com lgubre midos, pa-
    lor o d IM?' mM,h" de "" j"Qer0 de aono de 1861, annunciavam aos chrlsllos que t
    morte cora tua terrivel egualdade ni) espeitara
    nyj^ iaien-to' ,aber-e v*<>
    vrgos de ara vario tao venerado cono sraoSr. D.
    Romualdo Antonio de Seixas I
    ,a(4Ona exU.Uncia,1uli>'>Prin:ipi.do em Ca-
    mela, na proviocia do Para, findoi m em 29 de
    novemoro do aono panado o. Babia. Anda o Sr!
    rnsrquez de Santa Cruz, estar, rece'j lo dat mioi
    do Jimio Juix o premio de tosa i ludes. "L
    vobahiano regando de,aaudoaa 1/ ;r rata o sea
    ! ; TT -e7 3 a* Jeiro.di arrele che-
    gou corte tao infausta, aort.
    O vulto grandioso. que do pedes 1 ie luminosa
    gloria sumiu-se as treva, do outro ..BdoTlao"
    vaga a cadeira do arcebispado, onda
    anoos brilharam tantas qualidaden
    apreciada.
    por tantos
    clislinctas e
    f.7 1"eceasari0 1ue d5o se ecIypnRMe e por isso
    I ecolha devia aer mnlia M^iulJa Y
    eeolba devia aer muitomeditadi.
    FOLUET f
    O P4IZ DO UE!00 O
    IX
    m* Ha;."gestosontabernaculo do chrittianU-
    roo instituida com o fia estencl de mauter in-
    corrupta a verdade sobre a trra e aasini.d. I
    solido fundamento da mais a ^ dente re 2a
    m.i. certa .videncia, a depositan. Wd" \t?.
    ^-tf* f*** MU"*; < elU,foi confiada,
    chave, da acteacie, mota real dd progresso hu-
    lirJT0, lW de Ron,a ic.rn.gio ter-
    restre d. mysca doutrioa do Calvario. Se nao
    fra ella a palavra do Cbrlsio se perdendo no es
    pago lodeUaido do lempos ce Jo se aby.m.Ma n
    corrupgao da humaoidade, e oetirls.lanismo a#!
    aie. rtLaJa,p0,e0le-con, ioiat aa "rea re -
    gies desde que nao exististe lobre a Ierra o
    orculo infallivelate Espirito Sanio, na confurto
    a VJwTS "* iW-i'el *9 bomem .plfir
    niV. c>H!*l*",Wlee *,# ioJUBdtelo his-
    jj!10,'' foi P?*e"ei>iateliecmil a civil
    deetipada a relentrar o mund* jp* Uaraara
    langar mais tard o peo., mentn msooSto.'
    dos. progresso,. em lodas as conquista, da fot
    fnive^V-01111""6^"^ Wl*
    E ella tem sabido cumprir perfei'.amente a sua
    rrissao : quaodo o espirito do erro pretende fazer
    LaS ,,er",e, conquista,, ella se aprsenla com o
    ingenie broquel de sua aaloridade para pulveri-
    rtV..8 r "i deJojoao* 'enebroso eicondnjos
    de sua nefanda existencia ; cooateote na proseen-
    POR
    *. OE GONDRECOIFBT.
    (Co&tame^ dos nonti dos.)
    SEGUNDA PARTE.
    XVII
    (CooIlDUsgio.j
    Mnilo bem, mekatib, proseijiu Ghrellab
    Escuta o que deves fazer. Em firimeiro lugar
    emprega todos os esforgos para dominar a vio-
    lencia das tuas inclioagoes, e coni jair a all'ei-
    gao do aojo da luz. Slamia. nni joven de
    brandas seotimeotos. que nada enraprehende de
    nossas aventuras guerreiras, que i o smente a
    paz, os seus jardins, flores e pasas i oa, e os coa-
    tos imaginarios de seu irmo Br ; n. Repilo ;
    deves caplivar o espirito dessa juno, e conse-
    gnir a sua affeigao.
    Eocarregas-me de ums occu i igiro bem tin-
    galar, observou Debbab. Pois tu queres, meu
    senhor, que o tigre se Iraosforom em cordeiro
    submisso I Nunca o anjo da lux acreditada na
    sinceridade de tal converaao.
    Estou habituado a penetrar noa mysterios
    do coragao humano, e pois posso julgsr sem me-
    do de errar. A missao, de que tt encarrego,
    nao impraticavel, e nem exceda s tuaa forgas.
    Escuta-me, e nao duvides do mtu poder. Ha um
    meio de grangeares as boas gra;at da fllha de
    Uansour, a quem Deus proteja e a oda sua ca-
    sa I Busea a occasiio favoravel :a contara Sla-
    mia a tua propria historia, a histoiia de tua mi,
    de cujos bracos te arraooaram a i: menino, se
    que disso le lembras....
    Oh I se me lembro l disse u negro suspi-
    rando.
    Eoto oBo te ha de faltar a i loqueada pre-
    cisa para contar os infortunios di tua familia, e
    tstou certo de que logo nos primeirc das de tuas
    confidencias taras da bella e comjidecida Slamia
    ama amiga terna e verdadeira.
    E que mais ? perguntoa o :aekstib.
    Nada mais exijo de ti, a ni i ter que este-
    jas promplo a obedecer-me minos primeira or-
    dem, ao mea primeiro sigotl.
    Juro qoe assim ser. E a bom do libertamen-
    to, senhor ?
    Ella se aproxima, meu fill J.
    Onde est o ten inimigo m: til ?
    Prepara-te para encara-lo al a (rente, por-
    que slnte que elle nio esli loog.
    O' mioha faca I murmuren o.negro com
    urna especie de grnobido feroz i-iciando o ca-
    no de ama taca catalaa que traiia sempre sus-
    pema ao pescogo.
    ^nda uma Pwra, replicnu lihrellab. Se-
    ras obediente e submisso para :dm Si-Mansour,
    de sorte que Ihe inspires iateiri confianga. Na-
    da Ihe dira da nossa conversar;!:> de boje ; e se
    desconfiares que elle pretende cniar sua filha
    durante a minha ausencia, corr i t dar-me esta
    importante noticia ao meu don ir de Taris pro-
    Curaodo um pretexto para excl.car a tua
    |ida.
    [*) Vide Diario nTi!
    - Baila ; farei tudo o que ordenas
    i>r Ag0r.a' mtk,lib. deia-me dormir. Ama-
    nhaa encetare novas fa.ligas.
    Ghrellab adormeceu com efleito. tranquilla-
    mete, ao pasto que Debbah ievou grande parte
    da noule combmando o plan da estranha coo-
    tSttBmg^ ,BrrTd Seft,Wr eXga de SUa M-
    M.n?J!?"n,eda,hora m"Cadp Ghrellab e-
    Mansour tomavam caf : o camellos carreg.do
    com a b.g,gem espere va m no pateo, assim como
    o meban e os cavallos do sumptuoso viaiar
    Slamia e Brahim nio tiohsm ainda apparecitfo'
    h7 mtl me eusla a PBrrir se3 despedir-me
    de leus fllhos, disse Ghrellab seu amigo.
    n-7 TwSff** Pairar; sabiram nao sei por-
    qae. uei de repreheode-lo, se oao podes -
    isTi eSSiJ^e^ d8 8er amigo aproveilemos a occasio em que estamos
    sos para abragar-nos ao neo altralo, e apertr-
    mo-nos a mao reciprocamente eem o ceremo-
    nial de curopnmentos, a que estamos sujeitos.
    Francisco e Walter se despediram, e pouco de-
    m."q nelll.8?guida de {odos 039e" servidores,
    menos Debbah. que oa partida Ihe beijra com
    ardor a orla do burnous. a4ravessava as duna
    na direegao de Ooargla. '
    A' pouca distancia do Kjav-Djerd os viajantes-
    encontraram Slamia e Brabim que 'os esperavsm
    na passagem. Slamia rinh* os louros cabellos-
    enreittdo. de Dore, que eolhera da sua jsnella
    como costumava fazer nos seu. dias de faceirice'
    Os dous joveas estavam vestidos de branca e
    seus lindos semblantes eram doursdos pelo re-
    tlSxo do sol que se ergua lenlameole
    sonte.
    no bori-
    0 imperio da Iiberdade sempre fei garantido
    pala egreja tanto no individuo como aa aecied.de ;
    o despotitmo ounc. achou apoto nella, ewer elle
    se locaroasse n. vontade absoluta de um Ivraono
    quer oo deseofreameoto das aaa... : qa.ndo po-
    ca, taes se apreteotam como 1793, s o eseirilo
    ehrutao a pode vencer, s a doce pilavrt du
    pastor noiveraal acalma as turbas, o faz calar a
    revoluto ; quaodo o geaio militar dot Napoleeo
    inteala o atiento'a a preftasderaoga do despolis
    ao, alada o veHio de Mea qnea Ihe embarga
    o pacaos e a.iv. os putea. E iso neg.vel ? E'
    poMivel, poto, que (toMa aanena a egreja teja a
    inimig declarada dasinitituigowa livre? niodn-
    vid.mo. responder pela negativa.
    i,oUdo!lanl Sr' Lopef-de MV*te ooea,
    ^Sl-lel,,.90 ^^ d* "*". tenaz
    re|ados os golpas^a impiedade ;: laacam-lhe io-
    jutlameota as aiores invectivas, exprobram-lhe
    m tanas tois pungentes, nqaando ae pede a ra-
    al(ul,0q-,,aDd0 ,e exi8 Pro". respondem
    cosnatr. Buizot eocerramo-nos emeoosKlera-
    e punj0Qie hamaaaa; aem se lembrarem
    que a egreja nao se pode maoifeslarsomente; por
    este lado-, que a di vio da de nunca a deixa de aco-m-
    panoar.
    Eotretaoto, n'ette modo de comprehender o
    chrislianismo que o autorda Italia em euas
    retacte com a Iiberdade e a civilitacao moder-
    '.enehorga um motivo de censura ; elle nega
    que a f seja o elemento sillogialico do christia-
    oismo, porque t ah o espttinhameoto da
    razao.
    E' Uto porm o qae negamos.
    Sem a benfica influencia da f a razio aeria
    impotente, perdera a oobreza de suas hnenoea
    e o carcter especial de sua missao, faltar-lhe-ia
    a base pira suas operagdea, e na ausencia deste
    tundamento neetssario tila varillara em um mar
    de incertezas, sem ter idss fitas sobre cousa
    fundamento, porque nada teria para ella a torga
    da verdade, o ceplicismo seria o Diestro da suas
    Jocubragoes, se locubragdes podessem apparecer
    ooseio da duvida. Nao sendo a acieocia seoio a
    evolugao dos priocipios,diz Marlinet, em aoa obra
    --da tducacao do homem,nenhama eoncepgio
    m?iyel- 0nde f,1,,m os principios ; eis porque
    a f e lodispensavel as operagoes d iotelligeo-
    cia, eis porque o christianismo. rehabilitando a
    inteligencia, fez da f seu elemento assen-
    csl, e porqoe s egreja a ten considerado eomo
    [Ala-
    Nio eerto que a egreja, imponto a f em toa
    forma absenta opprima a lioerdado de pensar,
    porque ella ao mesmo tempo a impoe eor saa
    essencia racional, e se a etseacia da f tuda
    racional de maoeire alguma ella so pode mottrar
    inimrga-da iotoiligeocia, em q/ianlo esta se con-
    servar dentro do verdadeir, o contrario aeria
    \0 em adversaria da verdade, detur-
    da
    (Jugamos o j citado Hazxioi:
    Sl e cpilal da ereia 6na(> 'er compte-
    hendideqwe-a f, qoe coatm averdade absoluta
    H,!fci-U da1ue'le ""De dia Slamia vendo
    Brahim paeoteupado, ditse-lhe 9.
    Porque meu irmio est pesaroso-?
    r,n7ihafll!,m Sid'-Gh'ellab. e oa despedida^
    qnellve Oaeate. responden Brotrfm. Oh 1 para
    !.i' 2?^m- desP?dida "i*. eu deaejaria
    tiaitar-ma daqui por algum tempo.
    ia7 mWwi exclsmou a ove. Poit nao les-
    nr. lh0*. que fl9uelU pertida mecausou
    S S ,Pe'ne8t? caw a com'rgo e meu pae a
    vida se deslas msis suave parar aria I
    XVIII
    Ghrellatkapcewou-ie o maia qae pdde em ta-
    "Z6r h CvV! d0 tb.6T Mohawmed-beh-Abd-
    SU' SSS" !^^M-^^jf4.^0 *q Ben-N.ceur ea*reteo
    par-
    jj- Pedute um feliz presagio, di-te a joven ao
    elegante cavalleiro : ajui estou. Deus te d ama
    prospera viegem, augmente osTeui bens, e er-
    doe os leus peccados. *
    E desprendendo o eeu rico 81010* de seda en-'
    carnada, egitou-o cima da cabeca com meiao
    sorriso (l). *
    Slamia, respondea Ghrellab, acabas de chi-
    mar sobre mim as virrte gragas qu"Deus pro-
    meti ao homem generoso (2).- Lotee de ti oao
    meu corpo, minha alma que viaja.
    Slamia niojulgou conveniente onvr mais lon-
    gos discursos; voltou a cabecee drlgiu-se pbr
    o icsar de sea pae.
    Por Ajax [ murmurou Ghrellab afastaodo-
    se ; esta menina ha de ser minha. E' esta a
    centesima vez qUefago talvez, este furameot', e'
    anda oio sei porque meios o exectrtarei, Has,
    por bem ou por mal, "queira oa neo-satanas lu-
    xlliar-me, hei d poderar-m 'd.ipreza.
    Faltistes s leisda bospitalidade, meus fl-
    lhos, dizia Mansour a Brabim e Slamia ; o meu
    hospede parti aem toro.r a ver vos.
    Pomos espera-lo no caminho. responden
    Slamia, para tauda-lo com Mn bom presagio,
    como me havia elle pedido, i ~
    Agradego-vos ; fuestei muito bem Ghrel-
    lafc o meu meihor amigo.
    (1) Encontrar ama ascrava.~niulher velSToa
    feia no comego de ama viagem entre os rabes
    tido tomo mdu presagio. Epcontrar ama jo-
    veo bella, sobretodo se ella agita o seu cinto em
    hoora do viajo*, slgoal de 6om arstBoto. "
    (l) Deas prometi viole gragas er todo o homem
    eneroso, a saber : a sabedoria, uma palavra
    rme a segura, a msosldo, a alegra, o aug-
    mento dos seas bem. a reminao dos seus pdaca*
    of.et.ele,
    libamos neces-
    da leu valor, palavrae
    o ltalo de cherif d'Ouargto.
    Dobrou a msNha, descaogaodo sempre em gran-
    des nlervallos, e por eate modo veoceu en tres
    *I\l a iSP!- que sep,ra froateir.s doj
    Faiz do Mede, alm de Djerihey, do neo oasi
    que o celebre agitador fizera sua capital
    Teremos rauito breve de voliar a esse mesmo
    aZ A 2tJ* "minodo que nos-permittir laa-
    cer as vistas sobre o paiz percorrido.
    Por agota,, tan aprestados como Ghrellab. che-
    H?T eoi?4Blle, Peiuena aldea de Roui.tat, si-
    tuada em distancia poacb mais ou meos dedo.
    leguas de Osiargla i sudoeste. J-se i elleVoro-
    ^V^3 V**** *iu hir de algum
    casas rodeadaa de palmeirasunt-doze aavalleiroo,
    que se encaminharam do seu encontr. O oer-
    sonagem man Importante entro enes cavallei-
    WJTflhS? T caTa,adura <-8ope a chegou -
    89 a GhreWab com essa multido de aorteziTs e
    eaudagoes admillidas pelo costume rabe enipe
    as pessoasrde erevsda pbsigao.
    Saemtiodo.disai aflua^o cavalleiro quao-
    do a sua voz pode ser Ouvd-
    sidade da tua present,
    sabedorii,'
    . ~ P*r-qe-poden -servir o meu valor esa-
    bedori oade lu-te.chaa, Ben-Sceur? respondeu
    galantemente Ghrellab. Tu que a o terror dos
    chnstios, cava||eiro iotrepido, cajo nome" faz
    tremer aquello que do soube angatiar a tua
    amisade, tuque s oftrago forte do cherif-1
    Beo-Naceur acolbeu. eom orgulho e aatiafagao
    os louvorea que a elle, proaigalisava o seu rival
    era audacia e bravura.,. Levou a mi ao-peito,
    em stgnai de agradecimento, azendo esse gesto
    eom a graciosa dignidadeque um dom natural
    entre os rabes, e replicn :
    Foi rpida a tus flagear; porm o destino
    corre mais rpido do que os oossos methores ca-
    vallos, v mais ligeiro do qoj a agua nos ares.
    Chegaste larde. O cherif qoeria ver-le, e ncio-
    o teesperava, quaodo graves interesses fUeram-
    no deixat Rouissat.
    - Hel de encootra-lo tslvez em Ouargla....
    Nao. porque elle pariiu para Djerld de_Te-
    mls, onde ctdi'-sinoussi-bem amada de Deus
    tem importantes commuareagoei Mazer-lhe a
    respeito do guerra sania:
    _ Ento para que me eoeommodaram ?
    Eu recebi do cherif plenos poderes psra
    1 entender-roe comtigo sobre es negocios mato ur-
    gentes. Vem desesogar oo aposento do proprio
    cherif, ah conversaremos a vontade : depois de
    combinados os oossos. planos, cada um obrar
    conforme a saa coragem, penetragio, e assislen-
    cia do lado Poderoso. >:
    Concordo respondeu Ghrellab.
    Um dtjfa (3J abundante estiva j a espera de
    pando inlBlramente aaa natureza.
    Tudo oo homem marcado eom o sello
    limiragao cOogenite sua mesma aaturexa ;
    snjeita s-condigoes-da bnmanidade, a Iiberdade'
    de pensar tem oecessariamente de eircumscre-
    ver-sa i uma eapben* alm da qual nada mais
    pode obrar com raafio. par. haver Iiberdade
    de pensar em religiao, preciso antet de ludo
    um pensamenio religittoo. Uto um principio
    xo e luminoso que strra de ponto de partida e
    de termo de comparagio- nossa iolelliaeotia oa
    mdagagao da verdade. Sem este elemento in-
    dispensavel aciividade wtellectual nao ha
    peoaamento propriamente dito; porque-o peo-
    mr!l'arbegeD,e*d0,e,it<> d0 cherif, mas era
    uta dxffai puramente rabe, de sorte que o rene-
    gado sybarua poaea hoora lbe fez.
    e2*Sln nuDCr podera hab'"r-se
    eosloha adubada dos seus-notos compaoheiros. e
    so sa Da apreciatvato oarnairoa assados, e massas :
    aioda assim denam eataa ultimas ser preparadas
    eom excellente m.oteig. genero que pouco se
    encontrava na, tandas, a nao aer ja multo carre-
    jada de rango. Assim quaodo era coovldado para
    fealquer parle, a exeepgo da casa de Mansour
    apenas tocara oes iguarias eom a ponta dos den-
    les, o que fazia pasear
    aobriedede.
    Zucen magnam (Isaias.)
    aavafo mundo" ""*"*" dG0,0,ha ^
    .m6?." aCS! /babilitarlora do chrisliaoismo.
    sem a lorreote de luz que elle derramou o muo-
    . ..Tf co.n,e,iiria Penhtr a verdade. porque
    rio a"ftff fl"'a ". urna em.na-
    der nntof1"0 5 C B"9 ,h'a poderia C0ce-
    der depoit de su. perda pela primeira transgres-
    Innl 2!e dU",m0i 4tta"do pato hi.toria de
    i?.. ?Ua' f? a nurcha da humanidada
    ante. d. rinda de Jess Chrttto T qusodo impe-
    ro nella a verdade? qual foi sus civillsacaoT
    i-l! beli .UTr cUad0 Maazini insinuar que
    ndependeote da ioflueocia directa do ensino ca-
    do. 1|C.ZlLU?(l0 <6.por podia mencipar
    dos lagos materiaet da tradiegioprate elevar at
    TWj ? eoncepgao espiritual da causa
    m.n ni T}APnael90 '""odntodo eonheci-
    mento e de toda aegao, como forma demon>lrali-
    l .fTaJ*' f* christaa, como manifestado geral
    e effectiva da conciliagio dialctica entre a ver-
    dade objectiva a o espirito sabjectivo da humani
    dade e do mundo. "
    E' o qaa nio te prova.
    oufut,UB6nlaonUnao tez h-mnodade esta con-
    .i.. l?? Mo enteriore ao estabeleci-
    mentodochnsaoiimo ? ae eram lufficieotet os
    meios hnmanos, se o homem s por seas recur-
    a^fauiT' fl eohe"to da verdade
    oluta naoacfiamota eilicago para o fado de
    Jff o Chnato te la podido atteotar en baaet tao
    do ^TAeh'^MvVai aca dohon,.me
    nnl*em,P'.e CWiio s lar conseguido fazer o
    nnl 1 lC ** "* f^:" de tOd0a PMIOSOphOS
    que o precedern ; se s o JFilbo do Bteroo al-
    3*pltoU.uP,Wd" TerJade. que Hnguem
    sena o elle est.v reservada essa missio, porque
    aon-.* ^occa1e,,a M,li ^a aua pura,
    adoroada dos atavies de tua candida semplic-
    a, o graoda a ioc.ogavel telaraooTu
    ac. ; mu elflt nio vean que toea,cdfttva ,
    palavra omnipotente do CbrUlo.... eitaa io
    team qaa luctam coa proa/io DetM.... 1m
    apregoam de catholicoa I.... aauira.... casta-
    lieos como ?.... en guarr. .aorta cea a en
    eom o tan chafe ? quandeoateea rndi aal
    este catholicUmo ? naeran oot
    do carbootriamo a sa
    tor-Emmaouel a no ouro da lagtolerr....
    carneo I.... vargouha para a larapo a i
    lo para o mundo I.... E. o que aais a%
    da, esperara triumpkar I.... natcios. que aioeu-
    nhecem a natureza da egreja 1 qaa l.ajaq iqu
    r.r que a tu. m.ior gloria o a.nvoaTaua
    man aublima prerog.iiv. a invtucitoMatto
    Daixem qae aa en polladas ood.a i
    qae os rijos ventos da impiedad, balas-
    tos na barca da Pedro....- imdorao e7
    aom o tea encontr.... Em lodte
    eaai porque pasas hoje a egrej. a i
    d. catholico se conserva tranquilla,!
    aeisa.Nio tenenoe nada pelo Irituapn*' to
    5'?'s.". ?*- Preienlemeote sa latan* to
    u.t tnbuUgei ; picieocia.... toco ettocaraV o
    de aua victoria, a nio est longaT;.. ^*"1
    No dia em qae a egrej. for vencida, em atow
    detaparecido da face da trra a bunaaidaoa ta
    perdido a aua raxio de ser, porqae deporta* as-
    t.belecimento {do 'cbri.tisni.no, o oantto vtTa
    para a egreja a tomento p*la egrrqs.
    A pidido dealgunt tmrgoa resolveaot I pu-
    blicar ette nosso trab.llxo- tm oa roiaae, ato $m
    forma acanbada de .rtgo da jornal; aaa* cota
    froporce. mato ampia, a bmot htord'ot* aora a
    nossa peona. ^^
    E para aase m
    teegio de publico.
    que boj* hrvo^vaos a pra-
    ,.o L /erdader qoe izeaee, tanto verdade
    HJ. V d ""i08 kos seas pruprios esforgos
    nunca descobriria a verdade. qae meamo depoia
    della eosioadr foi a ainda boje repelllda ; qoen-
    do pela forga des coasas aislara a sua appar
    para logo aer abragads.
    ipparirio
    Ese se quiz,et Jetar evB
    cba da humanidad ludo aeria erro, basta faaar
    Novel, a aaa precedentei ** oa* i
    dan, nao aem grande recalo fu h*te .
    tregamoi i um tai proporito, eatroiaoio c*n-
    poocgio da aeatimeotoa da oosaot cotMidotOa*
    a coadjuragtoene 6oa dar t pablicacoMltia-
    ranet noa levan eiperar a conanaagio do at-
    80 desidertum.
    Rio fr. a io-
    .r>?la oa
    oa humanidad ludo aeria erro, baila fa
    abstraegao do chrisliaoismo e de todas as su
    contequencia ; eolia o mundo- se noa oOereco
    em toa, hedioodex-do -*----------f .m
    omu" 8"-." "'V", e re'rog.d.gao aera
    eomplel. A cinliaieno despirfr uo gallas e a
    aararia a apreseotari de novo para tomar o
    primeiro atiento no boquete Oa-humaoidade. E
    ntoiSET. p,Hqae ac'*1sSiorfi,be-d*ehristia-
    nismo -t porque nascou com elle o segu
    marcha tnumphanle mb os aoapicies de
    egreja.
    tua
    aaa
    como uma provade muita
    %>!Pa COm um ""Prido discoreo sobre
    pojitic, discurso que nos abreviaremos citando
    nicamente os pontos easenciaes-aquellea pre-
    cisos ao desenvolv ment de noa oarr.gao. (i]
    Estamos ss. comegou Ben-Naoeur ; gao
    procuremes reveslfr os oo.sospensamentoscom
    Iwgidaa phrases.. O cherif eommette* graode
    if errand0",e eta Lg>ut. ondosoffre.
    mos hornvel derrota : porm esta falto lem sido
    L?ni rePardr om osua admiravel a.tividade,
    jnia a uma sabedoria que admiroeu," maia ho-
    mem deacgaocjaredeeosorho, como sabes. Ers
    de receiar-se queVama vex derrotado en Laghou-
    nat fotae elle mal.reoebido pelos oomadvs e po-
    palagoea doa Kseur : o medo fcilmente ae apo-
    dera dos nimos indeciso* Form precisos gran-
    des exforgos de eloquencia para attrahir 4 luti a
    mor, parto doa aoa.oossos adherentea, est mes-
    mo aos oossos coapauboiroa. Essea exforgos fo-
    ram felizmente coroados. O cheriu fn passar a
    ua luga e satoagio como urna prora da asiJs-
    leooia de.Deua, oomc um milagro : e Uto o tor-
    nou mais sanio ainda aos olhos das poputagas.
    Alem disto logramos fazer algaaas correras fe-
    lizes sobro os Nmades do Djerld da Conatanti-
    o i estes pequeos successos fizeram que a ae
    so ligaasem muito* porgoea dos Sarao, e do. Qu,-
    lad-Nayls, oujo auxilio -oos-muito precioso
    Mas, como eu o como o cherifj U tambem aa-
    bea perfeitoment*que. os nossoa .llisdos p*rsis-
    lem oo seo o lio gontra os ch/Utaos, porque se
    julgam ao-abrigo das ineursoes desles. Nao suo-
    PoerA eties os Francezes com animo de um dia
    aventurat-so naa. vastas solidos
    privadas de agua. Al de mim,
    Esse dl est prximo.
    Dlzos muito bem.
    Julgaiaiiin, e nio tabea como nos sabe-
    mos naticias de Laghouai, onde ot ciuistios es-
    lao decididamente eslabelecidos, e ao,ieforcam
    cada vez mais.
    Pago uma idea pouco mais ou meos daquil-
    lo-que nao sei. Coniinua.
    Os Francezes conceberam a infernal Ula
    da. organlaar equipagens de camelloi. Nao aei
    quem Ihes poderia tur lembrado essa maldita tn-
    vengio. -
    Nisto elle* s fazem imitar-nos : comp.ro-
    heoderam quonis nossas rpidas aggresses nao
    poderiatnos airavessar desertes faltos de agua
    sem o auxilio doi nostos maluras, que sio pira
    nos outros tantos navios. Os Francotes sao im-
    pos e perversos, mas sao iotelligentes : fazem-
    ooi a guerra com ai oossas proprias armas (5).
    qaas sempre
    Sidt-Ghreltab 1
    E' urna guerra bem feita I Enti tuocuntos por
    la pouco T r
    Quen i Eu I Fiz o voto de sonco aubnet-
    rtVffi? eSM- ae8' ej,,re p,r tnheonulh.-
    res (t>) quo neu voto sor cumpvrdo.
    Muiio boa I Ac.be o4eudi.e*f*o. OaFran-
    ceae. se bao de eapalhar ao Sarab. Nesto cato
    como o cheri conseguir lutar?
    hCkVB ** A coofedaracao doa Beoi-
    M zab- mosleo-ae a principio frac a anoteiosa.
    O seui merc.dore avaro*; vendo oye o chria-
    laosoo Ughouat inlerceptavan oaesi eonaercio
    comopaizoVUngo, porquo-Ughouot est titu
    aa na estrada oo norte, procuraran- submetter-
    e. tuiviaram uma deoutocio de poseoas noia-
    veis. das setecidades (7J a*, chele do chri.to
    em Argel, pedrodo a esloque consn(4se o'um
    ira todo com elle. Porem Osas confndeos mal-
    ditos^ hypoeritas I O chefe dos chrtslaoa deu sos
    emoaitadoios uma reaposto que eUes por eerto
    naaesperavam : disse que nio tratara com elles
    secaa depois-que houvesse recobido o sus com-
    plete submissao, e a promesaa de um tributo ao-
    nual. Os M^Zabs voltaram te, sua soasas pesaro-
    ao? e desconUadoa. O cherif prevameoie adver-
    tido do resultado da viagm acceadeu a colera
    daquelles que lioham sido lio mal succedidos
    com tanto arle que a maioria. de pota decidio-ae
    pela guerra* e de novo pasaou poro os nossos
    estandartes.
    Foi- una felicidad, porquo o cherif par.
    poder mover-so livremeote oo aorto devi. dls-
    pOr em primeiro lugar do paiz do* Beni-M'zabev
    aii e o eamieho das ricas Wbus vismhas do Tell.
    e ocamioho de Laghouat, o ponto de todas a*
    caravaoai. viadas das diveroas-direogoes.
    Ji que o reconhecos. nada mais me resto
    explica--te : agora paaso.4ar-to as inttrucgot
    do chenl. Eis qaaes s5o as suas ordens tao sa-
    bias como prudentes : coda un dos chefeo prio-
    cipaes-do partido manobrar eoa o sai oam
    como se eslivesse isolado, no circulo d'acgioTra-
    gado por elle cherif. Nirtoi, irmio do famoso
    bi-Uaoza (8) qae nos fcrahiu, procurar cahic so-
    Nio temos a tonca presantes > *-,
    perfeito o noaao tr.bvlho, oao
    Ihe podar- negar atrito qae Uto
    meema importancia- do ana apto, |L_
    pal vantagem est em que .cceanivel J>|
    cltsaea e i todas ella* nteres. San
    teio da familia lo anana ttltUtaO :
    abi o imporlantioriao pooaf aae aati I aoa <
    deiempeobar, a aablino-orioaa* emrn Iho fcr i
    Od ; a eapon acabo por coofonsar o sonte
    credora o catbolicUno, eosototoad* o oo* eeta-
    do praseata eoa* aa triste -Ti|u||_i__ ., __
    paasou na .ntigaid.de ; eo fimo rocoawotwa**-
    gao subordinada que occooo oo lar i
    E' por isso qae contanoo con a boa
    do publico a estera aos a iwrorolscgo.
    Recife, abril de IBIS.
    Go*** a% Mao Mello.
    la
    comistem em f.zer manobrar a intamana sobre
    as costos dos camellos : preoccupou-lhe porm
    a monte a necessidado de un meia de Iraoaporta
    rpido, e de menos fadigas. A principal difflcnl-1 Fator
    bre os Oulsd-Cborragaa, o
    **" PerKt de trazar a
    abo; rayabeQ-N.m.rigi.r4o1
    ryoxacutar di vera. correr oo
    med-beo-Cb.berr iaquiet.ri
    Obtod-N.ylt; Maosouro leu te,
    activar a .colera doa Toaarogbo; em
    BM-hei no aeio doa Boa i-M zab
    no.inenle. dispoodo dos toMara*o*oo
    ros de Tsrfa, aonaaria o torrar en todo
    R-rir e l Soof, saqac.ndo e dsvsotoodo a too
    goste. os inimigo. que encontrara,
    aquellos dos salgos que ao aeslisujt l
    goetro ts n ta. oto, em h da te*
    eharif. .rrntoremoa p noo-todtoa <* gnorroi.
    roa dot p.ize aob oooso viga.eeu a rama
    oo de moda a tornar an eaarcrtol-aa ao*
    *girnoa auffaaar ao ehrisUoa a por aa
    ti???0' ***** a*,# "*wo ewagui
    pelli-lot par. atora o Tell at
    vilrooanbo doewtairot. No
    3'gaotesco.
    =
    plano
    seriedade. Quaodo dareaaofrcaneco i tbrt
    - Apena* cheiprn so loo *cm
    tal o douar aa na habita*.
    Cbegatat donai a qaatt* olas a*
    dar. Oonta cor mioha prottoatla. t
    os oossos amigo so coDdaattato cn mi mi
    ni vari bom dopveosa coltoear*a* aob
    deir. mais guerreros do- qae eie
    exterminar csthristaos. 0*o* oe oettoo aooa'aM
    cepg.o cea o. tracto e, mwtem otainbooo fSJ.
    No di**eg.to ao da conversa jo qoe
    mos de reprodunrGbtoUab aira
    de OuargU aoa par.r. o toosav. ,
    N gousaa-a dtrecgao do m- 9mm IT
    a maitot annos para oelle uiaolar o aaa
    pamento, do oode ot tornvota Mctarioo
    serviao arrameravin-ae i
    Qcaa oaravanas.
    r"*-
    Eso pobre cherif, pensava >.i,a nOtoaanai .
    eavatoocj.r,, l9ra iZv\*lZ!?
    Fator crev >n. ika. *. "T '^'e*.
    cro aos imbeceis
    e aprovoitar-se
    cavall
    , eiaorijair
    todo o palz
    da aplicidado doaooo brav
    a manter o eata4a do n*rra iat*
    vantode, goaoraur o torasnaa*
    Inente de nostra I Ta
    -diaote- + ^TV.np.nhr^ S
    ci e.u*picio*tantomelhorai. aiaoto aootou
    la^Vr "'Hricmaote par^ S/,t
    prajoclos.
    dado das longas matchiroo ~\ Miu.'Tnte- irirot^ajoo badeTeooniv 'tV*.Jf'1** "*
    norneote poca desta n.rragao, na otganiss- tSSJT.
    gao que cumpria o>r t columnas expodicions-
    liassegundo a natureza e distancia dos lugares
    sm que ellas deviam manobrar alea das nossas
    Ironteiras doTelL P.ra penetrar en lio distao-
    les paizes, desprovidosde tudo ou deqasi tudo,
    era preciso ^uo as nossas tropas carregassam
    eomsigo enormes provises, e agua em abuar
    dancia que chegasse muitss vezas para dous ou
    tres das, sob pena de morrerema sede. A nos-
    sa apparigao oo mfeio das tribus alliadas urn>-
    va-se um fardo par. ellas, porque eram obriga-
    das a fornecer-nos em quaoti4ade.nlm.es para
    nossos Uausportes, e os Nonades que persegus-
    mos riam-se dos oossos ex.torgos inuteis. para l-
    canga.-les. Foram aseas coosideragoes firmadas
    pela experiencia, e estudadas pela pxatica e sa-
    bedoria do governador geral, que determinaran!
    O azverfeigoament ooootu aegao no sul.
    W) Esse juramsnto-wm dos aais sagrados
    ;a o musulmano qo* o pronuncia a repudiar
    FU DA BfiMNDA PAITE.
    i
    VhI* da, ^d", *JL,i. >-*"
    poder espiritad do Sidi-Chikr,
    (3) iffa, banqaele'e honra, e ttmbem'em
    eertoa eosdoro, prneate-a Utult a borne- lana,-o"io ea iBteo"oiDdo governador gen l re-
    nage0B' ICfimegarasfu.neslas experiencias, de 184, quo
    (4) Ben-NacenrBon-Chora ainda vive. O que
    dwoemos e sioda dUsermos a respeito de sua raosa'malheres, caso Sio ao Varna m?*'1
    pesaos nio Qesio. Ben-Naceur am dos W- elle deu motivo >" o voto que e,
    valleiroa do aal dos mais temiveii a aadaciosos. (7) A confederagio doa Deni-M'i,bs eonta sata
    (5) Creando as equipagens, de quer cima (al- cidades. Veja-se o prefaaio. "
    ^(8) Si-Htnta, da tribu doa Oulad-Sidi-Chikr
    -M-fterragas, um do penonegnt rjnit comlde-
    (9) O dari: om arbottooinbs
    di am fraetodo guato inargo, _
    rio outro alinelo aaoio o tracto toatai?
    varsiculodo cap i.oto LXX*VU! dolUW .
    paito doi reprobe*. ratt. a
    Mam TTP. DE m. P. DE Pilis. PlLff01
    ril'flnal
    --------35


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