Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09546


This item is only available as the following downloads:


Full Text
A110 IXXVIII. HOMERO 90.
.t*4f irt M
-
*
CSaSWPOlaS^SlakOeaSaStBSleat

Hr tPMBiMt4lMta4s5|000
Ptr (reg aezes vencidos 6|000
V
>J faU-ij M1 SjAK
-

SABBADO 19 DE ABRIL DE IS62.
Poraiwt iditiUdo i9|00O
Porto fruto oara t sitocriptor
DE PEMAMBlfCO.
t-m
i l
SORREGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE
Parahybe, o 8r. Antonio Alexandrloo ds Li-
ma ; Matul, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Araeaty, o Sr. A. da Lemos Braga; Cear o Sr.
. Jos do Oliveira ; Maranhio, o Sr. Joaquim
Marquee Rodrigues; Par, Justino J. Ramos;
Amronse, Sr. Jarooymo da Costa.
INCARRK6AD08 DA SUBSCRIPCAO DO SDL
Alagoaa, o Sr. Clsadino Palclo Diaa; Bahie.
o Sr. Jos Mirtina Aires; Rio da Janeiro, o Sr
Joae Pareira Martina.
=
PARTIDAS DOS COBREIOS.
Olnda todos os dias aa ly horas do dia.
Igaaraas, Goianna, o Paranyba as segundea1
o sextas-feirss.
S. Antlo, Bexerros, Bonito, Caruar, Altinho
a Garanhuna naa tergaa-feiras.
Pi d'Alho, Naiareth. Limoeiro, Brejo, Pes-
qaeira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricary e Ex as quartae-feirae.
Cabo, Serinhem, Rio Forraoeo, Una.Barreiroa
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
{(Todos os eorreios partem aa 10 horas da manha
EPHEMERIDES DO MEZ BE ABRIL.
6 Quarto erescente as 4 horas 31 minutos ds
manha.
14 La cheia aos 16 mnalos da manbs.
10 Qasrto mlnguanto as 3 horas 21 miau toa da
tarde.
18 Laa nova aa 8 horas 45 minutos da manhia.
PREAMAR DE UOJE.
Primeiro as 7 horas a 42 niatos da manhia.
Segando aa 8 horas e 6 mnalos da tarde.
fauids. dos varones comaos.
Psra a sal at Alagoaa 4 5 a 10; para o norte
at a Granja i 14 a 6 da sada mes.
. PARTIDA DOS OBWtaCS.
Para o Recite: do Apipucot s S 1(2, 7, 7 1|2, 8
a.8 112 da m.; de Olinda 4a 8 da m. a 6 da t.; de
Jaboatao 4a 6 1)2 da m.; do Caxang e Varxea
s 7 ds m.; da Btmfiea 4s 8 da m.
Do Recite : para o Apipucoe 4a 3 1|S. 4. 4 li4.
4 1|2, 5, 51|4, 5 i|2 e 6 da t.; para Olinda Is 7
da m. e 8 lj2 da t.; pata Jaboatao s 4 ds t.; para
o Caxang a Farsea s 4 1(2 ds t.; para Btmfiea
aa 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES ya CAPITAL.
Tribunal do commercio : aegundas e quintas.
Relami: tercas sabbadoa s 10 horas.
Paxanda : quintas a 10 horas.
Juixo do ommercio : segundas ao mel dia.
Dito do orphaos: tergas e aoxtas s 10 horaa.
Primeira vara do eivel: tarcas e extaa ao meio
dia.
Segunda Tara do cirel: quartas a sabbadoa 4 1
hora da Urda.
das da SEMANA.
14 Segunda. Ss. Tiburei e VaUrtaoe san.
15 Ter;a. Ss. Baxiliaaa e Ansstacio casa
16 Qearta. de Travs. S. -Engracia o. ai
17 Quinta, de Eodoeocaa. 5. Aniceto p. as
18 Sexta, da Paixo. S. Gsldloo b. cara).
19 Stbbado. de Alltlaia. S. Ilern*go* as.
20 Domingo de Psenos da reaaaaaajBn
ASSIGF1A-SE
no Recite, em a livraria da praca da Jadoaen-
deacia ds. 6 e 8, dos proprielaros Msaoel Fiauei-
roa d.F.n. 4 Filbo. *~
EXTERIOR.
GOBRESPONDENCIA DO DIARIO DEPERNAM-
BCO.
PORTO
6 ato asaatrfo de 186*
Paraca que ae pretenden (axer reviver os sn-
tigos odioa e malqaereagaa doa partidos que dex
aoooe da pas profunda tinha cooaeguido smor-
tteer.
Ha os tribuna parlamentar na imprensa da
actualidade iodos os sympiomss precursores ueste
grande mal.
Sondo o systema representativo a combinado
das tres podaresmonarebia, aristocracia e de-
mocraciaha pocas em que no governo pre-
domina pura e siasplesmente um desees poderes.
Na lealdade dos meios, no em prego de tofleu-
encias dentro doe limites cooslitucionaes, a qual-
qaer dettes partidos, ou aos elementos delles
combinados, licita a aua ascengo ao poder.
E' ntsts poasibilidsde de medsnga de homens
n da idsa aa suprema direcgo doa negocios pu-
blicoa, qae vamos ama daa bellexaa do systema
monarehieo representativo.
Sussadem-ae os homens substituem-se os
principios mas nao muda a essencis do governo
qua flea sendo sempre a meama.
Nao sao poia, eatea os meios, que com gravoso
prejuio da goveroago do estado temos visto na
presente qusdra empregar por aquellea a quem
eumpria observar e (azor reapeitar oa booa prin-
cipios constttucionses. O parlamento tem mao-
tido 4 aua razio da ser. Vimos all ltimamente
disentir homens a nio systemas, aobrepondo aos
principios a paixio partidaria no mais exaltado
fervor.
Parase ser podar tem-se recorrido a meios al-
tamente condemnaveis !....
Em ambas as casas do parlamento fez-se quet-
tao politice do que no estrangeiro1 denominaran)
motins de amore que, quando muito, s de-
veria dar lugar* a urna deaeaa demoostrages de
deaagrado proprias do systema parlamentar, e as
quaas as opposicoes sempre se soccorrem quan-
do se Ibes offerece eosejos para o fazerem.
O resultado ds votsgio da cmara hereditaria
aob o relatorio do goveroo acerca doa tumultoa
do natal produzio o estado complicadissimo em
que ora est a poltica interna do paiz, aggravap-
do-o pouco depoia ainda mais os trnsfugas da
antiga maioria da cass electiva.
O adiamanto daa cmaras para o dia 22 de abril
(oi um meio de gaohar tem po, e ver ae possivel
resolver os embarazos que ae oppoem marcha
do governo.
Ter elle o desejado effeito ? Parece-nos que
nao.
Tem aqui batido mosquito por corda por can-
sa de ama vasatnra camarera.
Na carta da 96 de Janeiro dissemoc a maneira
porque o goveroo resol vea a duvida do governa-
dor civil do districto do Porto sobre quem devia
ser chamado a oceupar as duaa cadeirss de ve-
readoraa vagas pela reeleico de dous dos siem-
bros da cmara paasada, que aeescussram, como
a lei (acuita, de fazer parte da nova cmara. Em
vista da deciso do governo (oram chamados a
tomar aaaeoto os dona cidados immediatos em
votos eos eleitos e como um destes, o Sr. conde
de Terena requeresse e fundsmentasse a escusa
em causa legal, foi-lhe ella concedlds. Hsvis,
poia, urna cadeira vsga, e para a oceupar convl-
dou a cmara um dos membros de urna cmara
anterior.
O Sr. Autopio Pinheiro CsIdasGuimares, que
4 o cidado mais votado depoia do Sr. conde de
Terena, reqaereu cmara que lhe desse posse
do luger vago.
A. cmara todeferio, mas o Sr. Caldas appallou
para o conselho de districto que por accordo de
6 do correte margo mandn que se lhe dsse
posse do logar vago.
A portara de 4 de Janeiro ultimo que resolveu
a duvide do governador civil, a que cima aludi-
mos diz:
a Quando a escusa aos vereadores eleitos or
concedida por qaalquer outra cousa legal, qae nio
saja a de reeleico, a falta delles, quer occorrs
antea quer depoia da posse, tem de ser aupprda
noa termos do sri. 112 docod.a
E o citado artigo do cdigo resa aaaim :
< ...... os vereadores sero substituidos em
teas impedimentos pelos qae tiverem servido
nos annos precedentea, etc.
E' aqui que ata o ri gordio camarario e que
Boda a parte seria da questao, e comeca a parte
A c*' f qo'1 muUo D,ra ,e C0Dlar
O Sr. Pinheiro Caldas apreseotou-se oa aesso
camararia do dia 13, e declaro que tinha a izer
um requerlmeoto, e sendo-lhe para esse fim con-
cedida a palivra, disse que tendo obtido do tri-
bunal do conaelbo do districto, provimento no
recurso que ioterpozera do deapacbo da saman,
que lhe ndeferirs o seu requermento, em que
pedia aer chamado como immediato em votoa a
substituir o Sr. conde de Terena, vioha por iaao
.requerer 4 excelleotissima cmara que lhe dase
jaraaento e posse para entrsr do exercicio do
cargo de vereador.
O preaidente iodeferndo o requermento do Sr.
Pinheiro Caldaa declarou que a cmara havia un-
nimemente rasolvido ioterpor o recurso para o
tribunal superior do eooeelho de eatado, e que oa
petico de recurso se pediese tambera a auspen-
ao da execuco do accordo do conselho do dis-
tricto, conforme lhe permute o art. 56 do regu-
Ismento do cooselbo de estado, e em quaoto o
tcibuoal superior nao reaolveste este inciden-
te nao poda a cmara dar-lhe juramento e
posse.
Como ests reaolugo da mnoicipalidade que foi
tomada em ssaao do dia 11 era ja do dominio
publico, e bem assim se tivesse divulgado o pro-
posito do Sr. Pinheiro Caldas de apreaeolsr-se
neata aesso para exigir a poase do lugar, acha-
va-se muita gente na aala daa aessdes camararaa
para preseocesr o graode espectculo que os
acontecimenlos j sabidos fazism prever. E ds
verdade o espectculo foi magnifico. Aa pessoas
que a elle asaisliram deram por bem empregado
o tempo qae all perderaas. A propria acta da
aesso da cmara confirma o que os espectadores
vieram contar c& fra.
Diz ella que o Sr. Pinheiro Caldaa replicndi-
zendo, que proteatava contra a prepotencia que
contra elle ae empregava prra lhe obstar sus
possa, a igualmente protestara pels nuliidade de
todas es delibersgoes esmararias tomadas sem a
saa preeenca, porque elle desde j se coosidera-
va vereador, e tanto que te quizeaae podia desde
logo transpor a taia a eentar-ae em urna daa ca-
deirss, qae julgava pertaocar-lhe de direito ; to-
dava nao o fazia, porque at (era aconselhado a
que o nio fizases, mas requera que este protesto
loase Ungido oa acta.
A cmara (continua a acta] depois de repellir
de si aa expresadas ofiensivas qae o autor do
protesto soltara, e a reapaito dea quaee foi elle
previamente chamado a ordem, resolveu, nao
obstante reconhacor-ee a incompetencia do meio
de que o requereote usos, a qae antros eram oa
lancease o protesto na acU. E teadn-ee retirado
dt Ma o requeren te e continuando a discusso
sobre esta incidente, resolvea-ae mais, qae em
viste do aaccasso nao esperado e qua fies eipos-
to, N reunase a amara em asalo extraordinaria
ao dii IS do arrate pare deliberar o que cea-
vlnha fazer osa aclueca circumatancisa em or-
dem a conservar a digoidade da operacio.
Os membros ds samara reuniram-se effectiva-
mente no dia 15e trataram|de>pertar maisa lacada
com que haviam feito o o qual, j agora, s
a aapada da um novo Alexandre Magno aeria ca-
paz de cortar. Neata aesso resolveu a cmara
por uoanimidsde, segundo consta da reapectiva
acta que era necessario a cusa de todo o sacrifi-
cio, e dentro doa meioa legaes, sustentar a dig-
oidade da oorporaco, que pareca qae de propo-
sito se quer menoscabar, e reconhecendo que nao
podia auslentar-ae ama admioiatraco municipal
em deaharmonia a deaintelligencia com o chefe
do districto, que pareca desconsidera-la, quando
a cmara nunca dra causa para iaso, oem ad-
missivel qae meios exlrsordinsrios e pouco re-
gulares substituam aa formaa legaes que a cma-
ra sompre acatar pelo modo que entender; fot
resolvilo unnimemente que ae pedase a Saa
Magestade com todo o respeito pelo ministerio
dos negocios do reino a graga de disaolver ests
corpor*o e de decretar a aua substituido, ex-
pondo-se circumstsnciada respeitosameote oa
motivos porque se julga desconsidersds, e pelos
qaaes considera impossivel a sua continagao.
V-ae, poia, qae ha conflicto entre a camsra e
a primeira aulortdade civil do districto por causa
de resentimentoa que no oosso modo de ver as
cousas", de forma alguma auloraam o procedi-
mento camarario I Nem na questao de preceden-
cia de lugar no tbeatrodos doas camarotes sos
lados da tribuna realquando eateve nesla cida-
de o Sr. D.Pedro V, de boa memoria ; nem oa
trabalhos do governo civil na ultima eleico ca-
mararia em opposi^o aos desejos da camera ;
nem a intimado msodada fazar 4 manicipalida-
de, pelo adminiatrador .do terceiro bairro, do ac-
cordo do conselho de districto, pelo qual se deu
provimento ao recurso do Sr. Pinheiro Caldas,
se diz qae por deferencia com a cmara devera
esss commaoicsclb ter sido feta em officio achi-
raos fundamento para a cmara pedir a sua dis-
soluQo.
Se hs outros sggravos nio sio elles de noto-
riedade publica.
Veremos o que a cmara expoe no aeu reque-
rmento so chefe do estado. '.
Nao coohecemos ainda o seu contfido. No en-
tinto o aeguinte officio que o Sr, govrnador ci-
vil dirigi por tal motivo camsra OajLii lugar
auppdr que melborea razea hajam-pto lado da
municipalidade portueose.
Eis o officio:
4* reparligo.1* secc.ao.N. 97.Illm. e
Exm. Sr.Tenho presente o officio de V. Exc.
datado de hootem, pelo
resoluto que tomou a
radoa daquella provincia para (ormarem ama em-
preza para' a feitara da dita via terrea, e qae afi-
nal resolversm pedir so goveroo que se dignaeee
mandar estudar o tragado maia conveniente. Nea-
ta parte vio aer satiafeitos os seos desejos, por-
que j est oomesdo pelo governo o engenheiro
que deve proceder a eatea eatudos, mas corto
que aceto governativa nao ir, por largo tempo,
maia longe, ae a ioiciativa particular lhe nio pro-
porcionar os meioe de tornar brevemente ama
realldade o eamioho de ferro projectado. Esta-
mos qussi inclinados a acreditar qae a tal om-
preza, que se disse se ia organiesr na provincia
do Douro.dar o meamo resultado que daa a que
neata cidade ae. pretenden formar para a decanta-
da via frrea do Porto a Leca. A cmara muni-
cipal da Regoa acaba de representsr ao goveroo
a feitara do caminho de ferro, eneate sentido vio
igualmente representar as munteipalidadea do
districto vinhateiro do Douro, para a proaperida-
de do qual, e nao menoa deaenvolvimento para o
commercio em geral, e em especial para o doa
vlnhoa, 6 de inquestionivel vanlagem a feitura
da via frrea em questao.
Se os bons desejos dos povos e dos governoe
bsstassem s para o desenv'olvimento ds via;io
accelerada de prompto o paiz ae viria coberto de
urna r&de de eaminhos de ferro, e nio estara acta
maravtlhoaa invencio do noeao scalo por en-
qaanto crcunacrpta em Portugal 4 eonatruccio
daa vias forrees do norte e de late, e do sul e de
sudoeste, que s muito msis tarde se rsmificarao
a diflerentes pontos do reiao.
^ Alm do caminho de ferro desta cidade ao Alio
T)ouro sao de ioterease mala immediato aem du-
vida, e como tees os aponta a commisso de obras
publicas ds cmara dos depotados, o caminho de
ferro do Minbo, que partiodo do Porto atravesse
aquella rica o populosa provincia, ligando aa mais
importantes povoagdes delta entre si; o caminbo
de farro da Beira, que ligue oa eaminhos de ferro
portuguezee eos do reino vizinho, partiodo do
Valle do Mondego em direccio s Salamanca a
Valladolid, atravessando a fronteira em proximi-
dades de Almeida as liohaa ferreaa que em eoo-
tinuaQao do caminho de ferro de sueste se devsm
prolongar para o Algsrve e psra a fronteira em
direegao Andaluzia e ao Mediterrneo; e a II-
gs;o daa liabas frreas do sul e de sueste com
aa do norte e de lale, aflm de construlrem um
todo nao interrompido psra a viaco accelerada
desde as margena do Douro, Vooga e Mondego at
s do Tejo, Sado e Guadiana.
Existem j, dix a dita commiasao, alguna esta-
dos comegadoa em relaco a algumaa destas li-
nhas, mas estio ainda muito longo da aua con-
qual me communica a clusao os reapectivoa tragados. E podero estes
excelleotiasima esmara conclair-se e levarem-se a effeito com a brevida-
de pedir a sua dissolugao ao soberano pels secre- de que para desojar, continuando os nossos bo-
tara dos negocios do reino, allegando que a ad- mena de eatado na lata encarnicada de ambicdes
ministracao municipal nio pode sustsnlar-seera insoffridss, em que na actualidade eatio perdeo-
deaharmonia com q,chefe do districto, e bem as* do*o-lerapo que utilmente podiam empregar no
aira que nao desejs sujeitar-se re petico das deaenvolvimento dos melhoramentos moraes a
oceurreocias, que tiveram lugar na sua ultima
aesso ordinaria. Sem querer entrar agora no
exame da deliberado, que V. Exc. acaba de me
commuoicar, e de que fleo ioteirado com bastan-
te admirago, nao posso constado abster-me de
lembrfr a V. Exc. o i excellentissima cmara,
que tanto no trato official como no desempenho
dos recprocos deveres que a lei nos commetteu
nao me record de hsver dado a aquella reapei-
tavel corporago motivos de legitima queixa. E
pelo que respeita s ocurrencias a que V. Exc.
tambera Ilude, e pelas quses a excellentissima
cmara se mostra resentida, ignoro completa-
mente de que natureza ellas foasem, e admir-
me de que se me nao tivessem notieisdo em tem-
po opportuno para eu dar as providencias que o
caso pedase.
Dos guarde a V. ExcPorto, em 20 de
materia es da naco?
Por vezes a imprensa peridica tem sido echo
dos clamores cootrs e morosidsde com qae nos
tribaoaee de commercio de primeira instancia
corrern ss csusss-s ellessnbmettidos. Ainda nio
ha muito que o ultimo juiz que fot do tribuna* de
commercio deata cidade, o Sr. Alvares ds Paria,
foi portal motivo aggredido lao violenta e injus
tameote por ama folha aatyree e batieses que
squi se publica denominada o /Jato, que deu lu-
gar a urna mamfestacio dos commerciantes a fa-
vor do dito juiz, e da qual demos eonheeimento
em urna daa noaaas missivss. Ha effectivamente
demora oa decisio das csusss; mss o msl, em
regra geral, provm doa tramitee porque pasca o
processo, e nao do magistrado que o dirige.
Para obviar em deates embarazos o novo mi-
nistro da justica apreaentou na cmara dos depu-
sus me-
moria na resoluto dos quesitos que lhes forem
propostos pelos juizes.
margo de 186-2.O governador, Miguel do Canto ^ados, sm sessao de 26 do passado, urna proposta
e Castro.Illm. e Exc. Sr. presidente da excel- de le' Par* 1e as testemunhaa producidas as
lentissima camsra municipal do Porto. causas que forem instauradas nos tribuoaes do
Varaos coocluir esta parte da nossa carta co- commercio serem pergootadaa cada ama de per
piando o parecer do diatincto jurisconsulto por- *' como determina o cdigo commerda), mss nao
tueose o Sr. Sebsstio de Almeida e Brito sobre *erem os seus depolmentos escriptos por extenso,
a resistencia da cmara em nao dar posse do lu- Dem resumidamente em processo verbal, como
gar so Sr. Pinheiro Caldas depois deste ter obtido dispoe o citado cdigo no art. 1.099 qae diz :
do conselho de districto o provimento ao recurao DOaa a Prva, o escrivo do feito obrigado a
que inlerpozera. Merece ser lido com altenco substancia-la fiel e exactamente no processo, e
porque d valioso subsidio para a avaliacio desta dar Juiz processo verbal a escrever de-
conteada. E' como 86 segu : i vendo o escrivo laucar na respectiva acta os no-
Os recursos para o conselho de estado nio me! das tssteraunhas qae depozerem, e a deda-
lera effeito suspensivo, salvo se nao houver ne- ra9a0 de 1ue prestaram o devido juramento ; e oa
obum damoo na demora, oa se s execugao da Julie* jurados podero escrever os apontameotos
deciso recorrida causar damoo irreparavel. 4as julgarem necessarios para auxiliar a si
c A suspeoso pode ser ordenada por decreto
do goveroo sobre consulta do conselho de es-
tado.
c E pode pedir-se a snspeosao do acordio re-
corrido na propria petigo do resurso.
< Esta peticlo leva o relator primeira ses-
sao aeguiote, a del!bera-ee sobre este incidente. \
Se o conselho de estado delibera em favor da
suspeoso lavra a consulta, e sobs so governo
para expedir o decreto.
O praco pars apresentar o recurao daa deli-
berares do conselho de districto o de 30 das
a contardainttmago.
.o' ^0 V* ,cna legislado nos artfgoa 46,
48 e 56 do regula ment de 16 de julho de 1845.
Applicando agora esta legislaco so caso oe-
currente digo que em quanto a suspensio do re-
curso nao for competentemente decretada, o acor-
dio do conseibo de districto deve executar-ae e
a cmara deve receber oSr. Caldaa, reconbece-lo
como vereador e deferir-lbe juramento quando
elle se apreaentar para esse fim.
c Maa ie_o nao receber ?
c Se o nao receber commelte a cmara um acto
de insubordinagio, rebella-ae contra as leis, e re-
vela ao mesmo tempo pouca seriedade e cordura
no aeu precedimeoto.
c Contra um acto illegal e de violencia ninguem
deveria eattanhar que o Sr. Caldas oppozesse "s
forga forga, e a illegalidade illegalidade. e que
portanto, apezar da deliberaglo dos seus collegas,
elle se sentasse entre elles e funeciooaase com
elles, porque tio vereador como elles sao.
< Comtudo nio lhe aconselbo isso, porque se-
ra fezer urna scena cujo ridiculo reflectia sobre
todos. Rlsmo-nos todos casts de todos, e o
Sr. Caldas deve querer que o escarneo e a irriso
recale someote sobre os seus rivaes.
.,* 0_*o,'ernadoree civisao executorea das de-
liberagoaa do conselho de districto. e portento a
elle cumpre faze-lo investir ao exercicio des esss
fuocgdes, depois que a cmara ae recua a pres-
tar obediencia ao- accordo da autoridado su-
perior.
c Mas nem ainda aconselbo que recorra a este
meio, porque sendo possivel que o conselho de
estado decrete a auspenso da execugo do accor-
do al deciso final do recurso, ella tena de
sabir da esmere logo que fosse publicado o de-
creto.
A eommissio de obras publicas da cmara elec-
tiva a qae tinha sido rsmettido o projeclo pre-
sentado em 1800 por siguas deputsdos pela pro-
vincia do Douro, aob a construegio ds um cami-
nhQ.de ferro do Porto 4 Regoa, deu em urna das
sessoss do mez passado o aea parecer, que se l-
mite, cerno nao podia deixar de limitar-se oa aa-
sencia de estado dos tragados, a recommeodar ao
governo o importante aaauapto dos saludos para
a construegio do caminho de ferro do Porto ao
Alto Douro al Fox Tua.
Ha lempos demos noticia de que na Regoa li-
aba hnvtdo urna rsnnio de cavalleras constde-
A respeito do processo verbal qae a lei manda
escrever, e cajos inconvenientes o ministro da
justiga quer remediar com a saa proposte, diz
este, no relatorio com que a acompaohou, que o
referido processo verbal eecripto prodas am
trazo consideravel sem nenhama utilidad reco-
nhectda, a tal ponto, que multaa vexes nio
possivel jalgaj maia de ama ceaaa em cada ses-
sao, e algumas teera hsvido para ss quses urna
sesso nao basta. Mas nio podando a prora de
testemuohasseudmittidasem quehaja principio
de prova por eecripto, e sobretudo sendo oa ju-
rados aquellos que teera de avahar a prova que
resulta dos depolmentos, devendo o tribensl su-
perior em todos os caaos de sppellago julgar do
direito, bsveodo por provado o facto decidido
pelo jury, claro que o processo verbsl qae man-
da escrever o citado artigo do cdigo comraercial
tras consigo ama grande perda de tempo, e nio
tem utilidade conhecida, porque os jurados ou-
vem os depolnentoe, fsxem as instancias que jul-
gam a proposito, e podara tomar assim como o
juiz os apontamentos que julgarem necessarios.
Sobre a insufficiencia do cdigo eommercial na
parte em que dispoe o modo de processar os plei-
tos mercentia, e depois de dixer que j o Srasil
tem a aua lei de processo comraercial, e Portu-
gal, que muito sotecipadamente ao imperio pos-
suio o cdigo, ainda nao tem aquella lei, escreve
no Comnurexo do Porto, ums penas mu compe-
tente, a reapeito do jury ter de assigoar a sen-
tenga, o aeguiote:
E' qaaai Impossivel que o julx eeereva e seo-
tenga em acto continuado reaolugo do jury,
como o cdigo quer. Muito farf juiz se a apre-
sentar escripta na audiencia, immediata. Ora
n este ialerrallo a quslquer jarado pode aconte-
cer um incidente que o inhiba de aaaignar a aen-
tenge. D'ah muilaa demores em que nio ha
culpa aeniona lei. D'ahi a nuliidade muitas vezes
sem necessidade alguma.
Esta dispoeigo em nada offeoderia a regu-
Isridade do processo, nem a justiga da resoluto.
O jurado, aaaignrado a remosta que dea these
do facto que ae lbe dirigi, tem preheochido a
reapoosabiltdade que lhe cabe no julgamento. A
rais da artto gasto com oa reboqnee. 1:4230400
da soldedes i tripulago ; e 675J120 reis, de pi-
letageoe.
O saldo astea referido divide-se em 2:6680693
reis em caixa ; 6200880 de reboqnee em divida, e
72206O rais delsrvio em eerV^
O loado de reserva de 925110665 res exis-
tiodo em diohelro 730585, e o reatante em acgea
do banco Mercantil, e am inseripeoes de eesen-
tamento.
O administrador da compaahia de Reboques, o
Sr. Antonia Rlbeiro Moreira, diz no sea relstorio
apreseotado em assembla gersl do dia 12 do
crrante, e do qual nos servimos psra o resumo
que acabamos de fezer, qae de bastante neces-
sidade para o regalar eervigo dos reboques de um
outro vapor maior e de mais forga, sendo esta
acquisigo alm de grandemente til para o com-
mercio em geral, de vantagem para a compa-
ohia.que com doua vaporea alcaogara ama maier
recelts da reboques e csri mais estavel. A
assembla tomeodo na devida conciderago cata
como proposts do administrador da compsotria,
resolveu qae se consTJlasee esds am dos sssocis-
dos em particular, para se reeonheeaf os metes
com que se poderla contar para a acquisigo de
um novo vapor, cuja utilidade foi recoohecido.
A eempanhia de Reboques faz o dividendo de
180500 por eegao.
Eocorporamos n'eale lugar o qae linhamoa es-
coplo ceres dss irmlss de caridade francezae
para fazer parte da nossa carta de 12 do correte.
Ao fecharmo-la cou-nos sobre e meas confun-
dido com ontras pspeis.
Dissemoc om earts anterior que a resolago to-
mada pelo deUoitorio da Ordem Terceira de S.
Francisco, d'ests cidsde, de despedir do servico
do sen hospital as servss do S. Vicente de Paulo
era apenas um incidente da graode questao daa
irmaa de caridade franeesae era Portugal, quan-
do geralmenie aa dizia e eacrevia que a Ordem
Terceira Franciscana tinha feito n'ama hora o que
o governo nao linba conseguido fszer em annos.
Quera ao com isto ssseversr qae a questao dss
irmaa de earidade esteva acabada no norte do
reino. Por eses razo mesma occasio dissemos
tambera qae o tempo, meatre em todas aa sonsas
diris quera se engensva, nao esperando nos, ein-
da assim, que oe tactos viessem to breve em sa-
xilio da noass sssergio. A prova ahi val.
Segundo as noticias de Gulmaries, a Ordem
Terceira de S. Francisco da mesma cidade, por
dslibsrsgio tomsda pelos messrios, recebar ss
irmiss de caridade francezae que estavam no hos-
pital dos terceirosde S. Frsncisco do Porto. Os
protectores d'ests inslituigo francesa propoieram
aquella orden o sstisfazerem por am determina-
do tempo aa despexss que as ditas irmas de ca-
ridade flzessem, como j o hsvism proposto
Ordem de Nosss Seohors do Tergo e Caridade do
Porto, que nao chagoaa tomar resolugo alguma
a este reapeito, porque a reunio do deflnilorio,
?;ue tinha aido convocada para a .aliar a proposta,
si prevenida pelo inopinado chamamenlo a Lia-
boa das irmas de earidade qae eatavam no Porto.
Foi ame resolugio acertada, que poupaa novos
desgostos aoa protectores d'eata ioslituigo a fran-
cesa porque fra de duvida que a proposta era
regeltsda polo deoitorio. lia quem conteate aos
mesarioa da Ordem Terceira de Guimarea, e com
booa fundamentos, o direito de tomar setcelhante
reaolugo qae s perteece so dsfinilorio.
Depois de termos escrpto o qae cima se 16
soubeaos que nodis 26 do passado foi a meaa da
Orden Terceira de S. Francisco de Guimares in-
timada para nao levar effeiio a admiaao daa ir-
mas de caridade que tinha resolvido sdmittir
como eoferneiras. A intinsgo foi mandada
fazer pelo governador civil de Braga.
Esta questao das irmas de caridade francezae
vai-ae tornando complicada por aqui. O acinte
de nns s teims de outros, e s falta de prudencia
era todos pode ocessionar mais grave e serios des-
gostos do qae os qae j lem hsvido.
O Sr. Jos Autoaio Gongalves Barbosa, que de
certo abi nao deixs de ssr conbesido pela parte
importante que tem tomado na celebre questao
do consulado portugus na corte d'esse imperio,
coostituindo-se o maior e o maia arrojado aecu-
sador do Sr. baro de Moreira, declarou em ama
correspondencia dirigida de Bspozende om data
de 13 do correte, ao Diario Mercantil, d'esta ci-
dade, que em cooseqaencia de am processo qae
se lhe formoa e 1855 por causa do que!mamen-
to de ums mds de peihs, e cojo processo os
amigos e socios do >r. iberio de Moreira trata-
rara de fazer reviver, se is apresentar voluntaria-
mente ao juico de direito da comarca de Villa
Verde para desengaar ( proprias pslavras do Sr.
Birboss Vam corrilho de corruptos qae tem am
egen te entre o Porto e Brsgs, e que oenhum meto
o faz parar na cerreira de os perseguir, o de apre-
seatar ao publico o Jresullado d'esse processo lo-
do de palhss e nada mais.
A este facto allude o Sr. bario de Moreira no
officio numero 12, documento numero 1, que fax
parle da sus jusUflcago. D'eale documento to-
mamos nicamente a passsgem em que, segundo
o Sr. Barbosa, serve de base ao processo a que
tem de respooder.
E' como segu :
c Suspeita-se geralmeote que elle o Sr. Bar-
bosa entrara em une tiros, que am filbo desoata-
rado e malvado mandara dar em sen pal, que ers
enio administrador da villa do Pico.
i de costome. muTto grande'." O. o^to anjoi q.e i.VSSSoaaMM STo.
aduziamos emblemas dos martyrios de Jess Soda vez i^i3?^\2!!if
< Iodispondo-se depois com o tal fllho desna-
turado, at enlo seu compaoheiro e aocio as
perversidadee, foi por elle acensado de lhe ter
largado fogo a umaa mdas de palha, e de haver
pretendido incendiar-lhe a cass.
i Era ento governador civil de Braga o falle-
cido conde de Bertiandos, qae nio s mandos
preceder contra o tal hroe, mas at leve ordena
mal poailivaa e terminantes do fallecido Rodrigo
ds Fonceca Magalbias, ento miolstro do reino,
psrs o perseguir petas suss strocidades, e facer
todas aa diligencias psra o prender*
e Era cpnsequencia d'eatas ordeos e diligen-
cies, fugio pars o Rio de Janeiro.
N'uma outra correspondencia escripia em 19,
na cdela de Braga, onde o Sr. Barbosa ce acha
recluso, diz elle ao citado jornal:
c No sen jornal do 17 do crrante,- em artigo
da redeegao, veja qae V. dia que e mioba pro-
nuncia ante-dateda na tem mais lempo de es-
cripta que 8 diaa, e con qwaato estojemos de con-
formidade, campre-me declarar qua oeste pro-
cesso vergolioso, nao tiveram parte alguma o
actual juiz de direito Bartholomea Correa de Mo-
raes Amsrsl, oem o delegado da comarca de Vil-
la Verde ; o que em homenegem verdade me
compreso declarar.
O publico vai ver em breve a verdade deste
drama, para se admirar do effeito doouro de nos-
sos compatriotas qae o. cnsul tem empalmado
seotenca do juiz e s do juiz, sem que oada te- para distribuir quelles qae ae veudem para or-
aba com ella o jurado. Para qqe pato necease- anisaren procesaos com que possam ssr perse-
"V a"'Sn,tura a to 1 guidos oa seas perseguidores ; uto em quanto es-
reboqaee fetoe durante o anuo de 1861 pelo sos dinbeiros sio ronbados a legtimos herdeiros
vapor Fox do Douro, perteocente Companbia '
de Reboques, o nico que aesta porto se emprega
oaquelle mistar, renderam 9:3590320 reis os quses
reunidos ao lucro de tres eeeee do banco Mercan-
til Portueose, que a dita companbia poasae, n ao
saldo do anuo paseado constitnio a receita da dita
conpaoohia, oaquelle auna, de 9:5311129 rea.
Abalando a esta qaeotia a despeas de n:SsJ|eS08
reis feita durante o mesmo periodo resulta-o sel-
do 4:0120073 reis.
As principa es verbaa de deepex* ao MMlButi
Nesle dla reqaeri ao 8c. govarnadortoivil deate
distrieto pare declarar quem tasen o funestos rio
3ue lhe exigiese s minhs captura, recommeuda-
a ao adminiatrador do conselho do Eepozende,
aislo qae se ordena nao tinnam aahido do. Pico oa
Villa Verde, e hoje nao ser j segred. o fin de
descobrir os sgeales rases deste escndalo. Sar-
prehendea-me porm o aea des pacho-de teoje qae
dix c indiferido l I I
c Ha segredo...O baro tem e> dinbeiro dos es-
polila sa ia repartir. Em aav. teott horneo
formaren un processo sonde devian figurar
alias 23 pessoas. pelo menos sendo am juiz, am
escrivo, um delegado, e 20 toatomeinbas, mas
desgragadamente tudo se arranjna cora a econo-
ma de 20 pessoas I 11 Nests data ma dirijo ao
Exm. mi ni el ro da justiga expondo esto aasonbro-
so crine, jamis por ser connettido nestes ten-
pos do progresso e tantos nelboranoatos. O pu-
blico ser Informa lo de tudo para avaliar a ques-
tao ds eorrupgo que lavra no paiz. a
En reunio doa accioniataa da banco Unio foi
apprevado no dis 17 do corrate o regulameoto
econmico deate novo estabelecimento bancaro.
Resolvea-ae qae aos depositantes se abonasse um
>uro al 3 por cenio. Brevemente comegar c
faneciooer.
No demingo 16 bouve em Parsobos a procis-
so de Passos. A coocorreecia de povo foi, co-
mo de costme, muito graode. Os oito
conduzi
Cbrist
peso daa cadeiss ecordoes do ouro que Ihesser-
viam de adorno. Caotou-ae o miitrere junto dos
passos da Paixio, e no largo onde o andor de
Nossa Seohora se eneentroa com o do seu amado
filbo, prgou-se o sermo do 'encontr. Una
guarda da municipal, com a banda de muaica,
fechara a proeisso.
No dia 24 sahiu a proeisso de Passos em Ma-
thostnhos. Eslava um dia belissimo e para Isso
foi aproveitado por muitas pessoaa da cidade pa-
ra se desforraren! da prieio em esss a que os
continuados dias chuvosos ss tinham obrigado.
Dss aldeiaa bouve, como ssmgre, nestas fealivi-
dades religiosas, innmera concurrencia. O que
dissemos a respeito ds proeisso de- Parsnhos
applicavel igualmente de Mathosinhos. Leva-
va maia aojos-do que aquella, peodendo-lbea
tambera do eolio muito ouro, e a irnandade era
naia numerse. Os donos dos vehculos nao ti-
veram neste dis mos a m$dir. Na forma do fon-
vavel cosame, no regresso cidade elevaran os
procos.
Na tarde deste nesno dia; conta un jornal des-
ta cidade, houve na igreja paroehial de Aviotes
um lamentavel desastre, quando, s 4 horas e
meia da tarde, suba para o pulpito o reverendo
padre qae ali vai pregar os aernes da quares-
ma.
Era tanta a gente que se agglomerou no coro,
que urna psrte deate, cedeodo ao peso, cahiu so-
bre o povo que se spiohava na igreja.
Foi logo to geral a coofuso e eram tantos os
gritos e to forte o alarido, que nem o prgedor
nen os oaviotes cuidaran neis de sermo t
Nao houve nortes, porn os feridos sao en
graode numero e alguos de grsvidsde. Muitas
pessoas fiearam com os vestidos despedagedoa e
com as mos rasgadas e taradas dos pregos I De
onlrss foi tal o susto, que por muito tempo esti-
veram aem falla.
No meio daquella imnensa deaorden, poucos
foran os que oo tiveram a lamentar a perda de
algum objecto.
Foi ama grande desgraga I
O brigue francez Louit & Marte, que na ulti-
ma missiva demos fra da barra do Douro em
mminente risco de se perder, foi soccorrido, co-
mo tambem dissemos, pelo vapor Lisboa, que o
rebocos para fra da costa, e forneceu-lhe al-
gum veame e mantimentos, de que absoluta-
mente necessitava, habilitando-o assim s seguir
para o Tejo, onde entrou, sem maior novidade,
no dia 14 do crrante.
O ,oiuf 4 Marte appareceu barra do Douro
na tarde do dia 12 com a bandeira meia arreada,
e parece qae o espilo a pretenda entrar a todo
o cueto, porque nao obstante os signaes que lbe
faziam no castello da Foz psra que se fizesse so
largo, o brigue, com o pouco paooo que trazla,
e este em passimo estado, msis se sproximava.
A entrada era nesta occasio impossivel, e de
certo se perderle completamente, sinda mesmo
que o capito tivesse eonheeimento pratico d
barra, que oo tinha, porque o sitio em que fun-
deou nio podia ser peor.
O resto da tarde do dia 12 at is 11 horas do
da aeguinte foi perdido em hesitacoes. A auto-
ndade sanitaria comoo Louis & Marte viesse de
porto suspeilo, olo coosenlia que se communi-
cisse com o navio, porm o Sr. intendente da
marioha tinha tomado sobre si a responsabilida-
de que lhe podease resultar do soccorro que esla-
va determinado a prestar ao brigue, que effecli-
va mente sera soccorrido se o generoso proced-
ment do Sr. Contente, commandanta do vapor
Lisboa, oo tornese desoecessario esse soccor-
ro.
Fallecen no dia 15, na sus esss deMogopores,
victima de ama anazarca, o Sr. bispo de Vizeu
D. Jos Xavier ds Cerveira e Souza.
O peridico da capital do districto de Vizeu,
dando eata noticie, escreve o aeguiote :
O Sr. D. Jos era conhecido pela aua extre-
mada benevolencia. Delicado, affarel, virtuoso
oa mais ampia accepeo da palavra, e por extre-
mo esmoler, deixa urna saudade muito bem me-
recida e ama memoria muito honrosa.
c A estas quslidades, que tanto o enoobre-
ciam, reuna outras muitas, que igualmente o
exaltaran. Muito lido, poaauia urna instraego
variada, e era um honrado e diatincto liberal.
A doenga de sua me, que o illustre una Jo
sdorava com estremecimento, fez que, despre-
sando seas pesados ncomnodos, deixssse esta
cidsde e volvesse aos lares patrios, para ver e
despedir-se daquella, que tanto amasa. -
< Cnegando a casa de aua fanilia, poale an-
da ver e abragar pela derradeira vez sua adorada
mae, qae pouco depois lhe expirara nos bracos.
Este cboqae devia impressiooa-to, como
resnente inpressionou. Os seus psdeceres exs-
cerberam-se, e o virtuoeo prelado foi victima,
pasasndo a mslhor vida.
Sentimos vivamente este acontecimento, e
comoosco o ssnte ama cidade inteira, a dlocese,
e anda mais a pobress, que o illustre finado en
vida tanto encareca, a
Falleceu na aua cass de Trsz-os-Mootes o Sr.
visconde de Villsrinho de S. Romo. Antonio Lo-
bo de Barbosa Ferreire Teixeira Giro, tio do Sr.
Alvaro Ferrsira Giro. visconde do mesmo ttulos
Era liberal doa de 1820 e foi depntado s corte,
constituales desee poca. O titulo de visconde
foi-lhe conferido em 1835 pels rsioha a Seohora
D. Mara II.
Na carta anterior registramos a felleucta do Sr.
Maooel Cerqueira da Gama, e hoje damos a saa
morte. Succumbio no dia 21 a psdecinentos sn-
tigos, sgravadoa pelos embaraas de seu nego-
cios. Aioda assim beixou sfpaltura ignorando
que o tribunal do commercio o tinha jalgado em
eatado de quebra.
Pode finalmente constituir-se no dia 20 do cor-
rente o jury na villa de Barcellos psra o julga-
mento dos individuos aecusados do crime de fal-
sifcegio a passsgem de moda falsa que se acba-
vam presos em consequencla da machina e uten-
silios proprios para esle fim encontrados em 1858
na fraguara de Ades. Ji esta anuo os aecuea-
dos liohsm vindo por duaa vexes das esdeiss de
Brega a Barcellos, pars serem julgados, mss a
falta de jurados para constituir o tribunal fea
sempre sddisr a audiencia-,
A este respeito l-se no jornal o Brotaren** o
aeguiote :
< Os prssosfiae desta cidsde fora
manto em Barcellos pelo crime de
foram ebeoividoo pelo jury e pelo juiz. Qonti-
nuora patera na cadete por ter rtnrrido.coatr&i
elles o delegado ds comsres, sagaada dicen, par
orden sapenor.
A audiencia duroa doas diaa a daa aootos,
deslioguindo-se oo acert e boa dlreccae da dae-
cusso os dous advogados dos reas, em Sen. le
lix de Araujo Alvares e Vieira da Cruz. O i
delegado da comarca, o Sr. Cirvalhe, km
digoanente na accusagio, proferiodo um aananr-
so eloqueote e ootavel pelas verdades ajan en-
cerrara e peta moralidade qae de toas verdades
fazia transparecer. E' doloroso a enargo a da-
ver de acensar; mas quando exercido caen a
digoidade, placidez e imparcialidad* le Sr.
Carvalho eoube mostrar nesta long* a i
sa discusso', oem os proprios eccusados i
reito a se queixar cootra quem peda a i
nigio do crime.
Lamentamos que oeintelizes presan, depoia
visease pola sn-
-.jo da jury. O
procedimento da justiga pasea agora a deabana-
nidade.
Est aberto o concurso para o officio da eacr-
vo da relego do Porto, vago pola orto da Sr.
Jos de Souza Bendeira. Aoro-se no dia 10 do
correte a dever lerninsr em igual dia do pr-
ximo abril. He um numero eepaatoen da sanen
rentea I
Em aasentada do tribunal do connercto da
Porto, foi julgado en estado de quebra, por a-
presentaglo, desde 20 do corrala, o Sr. Janana
Dawson Harris A C. commsrcianles da viohoa.
As corporsgoes religiosas, que asa resaltado da
lei de desamortisagio leen recebido a valar dan
propriedades que lhes forsm vendidas, san, ao
norte do reino, ss ssguintos:
Convento dss religioses de Jseas, em A vatro.
viote dnss inseripeoes no valor aoninalda.....
14:0OOSOO0rie.
Mosteiro de Santa Clara, em villa da conda.
de.- oito inscripges no valor nominal da 17;100*
ris.
Cabido da S de Braga, dessele inscripges no
valor nominal de lliOOOJOOO rs.
A mitra da dita cidade, nove inscripges ao va
_lor nominal de 3:O00JOO i.
As trenseegoes commercisas de viohoa no Alto
Douro leem tido pouco deaenvolvimento, para n
que muito tem concorrido a iototrupcio da na-
vegeglo do rio Douro por causa do man toman.
que nio lem deixedo fazer as carreamejaee, Aa
guias de exportagio team all regalada a 50000;
Appareceu poucaa e por isso natural owa su-
ba n a maior prego.
A aociedsde philantropica acadmica te Cam-
bra despendeu en todos os encargan aarielsrton
desda primeiro de margo do anao paseado at 31
de Janeiro a quaotis de 4610405 rea, ficaado n
caldo de 2:1460005, iocloiodo doas coatoa de ria
dosdos sociedade pelo prestigiador Ha
quando all estere em 1861.
A direcgo dea trila e alto preslsgne a >
dsotee desfavorecidos da fortuna, e pagan dte-
sete matriculas psra diversas tacaldaee da aoi-
versidade.
Os nicos recursos ds sociedade sin sa nansa-
lidades dos socios e cono estas nio bastan para
a sociedade alargar a sus segio benfica vai pro-
mover o slistameoto de naier numero da subs-
criptores, alterando psra isto os seas estfelos aa
parle em que nio permiilen qua ae aliatoea sa-
cie* Individuoc nio acadenicos, 4 imitego do
que fizera auniio dos amigos estedaatos da u-
niversidade ds Blgicaqae tem ei*ciissne-
nente o nesno fim dephilantropicaacademia
de Coimbra.
A aociedsde dos estudaoles belgas tambora loo
tava com gravissimaa difflculdades para satts'szor
os seas conpronissos, e o meio que no aoa reto-
torio e direcglo diz ter adoptado sai alargar a
subscnpgso. e lio bon resultado obtuve eme nio
s ficou habilita da para prestar o numere de ma-
zadas sos estudaoles a que so havia cenpromet-
lido, as pode ji augmentar o ounero dos booe-
flciados.
A direcgo ds sociedade Ph i I entropa)- Acad-
mica de Coinbra resolveu, segundo un jornal da
nesna cidsde, elevar 4 preeeoga d'el-rei am re-
quermento psrs qae Saa Magostado sa digno aa-
samir o titulo de prolector desta sociedad*, a
exemplo do qae praticra el re o Sr. D. Podra
V. 0 reqaerimeoto j foi eoviado ao Sr. eooso-
Iheiro Jos Msris d'Abreu psrs a apreeeatar a
Sua Magestade.
No dia 12 eomegou a publicar-a* am Ciimbra
un novo joroal o Minho. E' poltico a litera-
rio, e pertence sociedade dos estudaoles da pro-
vincia, que a deoonioagio do jornal indita.
De Chaves, esereven en 12 da carrala a um
peridico deata cidede, qae a toman psimsnlsn
esperrimo, nio permittindo que as agricultores
preparen ss trras, qae sa achan sachercaOsa.
O Tenega j por trea vezes ton poeto en alarma
os moradores do bsirro ds Magdalena, asaeegsn
do-os cora a aaa iocomraoda a traer visita a
tojas.
As estradas eslo intraasiUvets, dondn logar,
j por algumas vezes, ao correio chegsr com nava
horas de atrazo. t
A'cerca do profeaaor de primeirae letras, qua
ha em Chavas, le-se aa meama corrccyuniMHicia
o que passsmos a copiar. Fazerao-lo para da*
una idea do como por c se calda da iostraccan
primaria. Separaudo a parte descriptiva
tuario, qua nao pode ser applicada a
povoagdes do reino, todo mais, salvos
excepges, geralmeote applicavel
res regios de Portugal, Atgarve*
oioa......
Como fallamoc da aula da primeva* loaran.
cabo aqui fazermos ama censura ae aoi
de Chavas. Parece iosrivel qae acto toaba bavi-
do alguem que, com toda a fraaqaasa n verda-
de, baja dado coala 4c estacse
quaes ao as bsbililagee que
professor I Doe-oos o corgao ver testa da 00
a 80 criengas, um idiota, am analpbaboto,
do ama eadeira de enaioo primario ao
freguezia de Chavas, capital da censeabe I
mos de muitoa chefes da familia qaa
rado seus filaos de freqaenUren a anta
que para aqui veto transiendo aamasbaeMo
sor, que nenbum caber poseoe, naas
eosiasr, o qae bem sabido a
villa.
c Bemataremos tazsada a rcasabe afease:
um grosseiro aloaie da 00 a ten loa anana, aurora
msis que medisos, sads emigrado a'otaa
de pellos, calca mal cauto, nao aaa
pescogo, e os caUariabae da doamaronaa
ses oo apertam com botos,
gola das paltos, mostrando par iaaa a gr.
bellada qua Iba cobre o pello, am lempa
do enceraado alada I cabaeja a
ps. Eis sini s grutesca ligar* qae Manada
edecagio d'um to grande numere da alas
Commenie naem quizar.
Na ooito de 15 da corrate dan
Pnyiarmonica Portaanse a saa prisa otra
da fanillaa oa presente eetacbn, eje aa i
eele cono por causa do loto nacional. A l__
esteva brilhaoto a animada, a bastava para taso a
concorrencia devanas cam
coutivam. Acaban porto daa I
gada.
A companbia par! a enea do <
scena no tbeatro da 8. lana
ma.sacro am 3 acto* a 4 emadraa Ceeref a
'eetVea o i"fc**ma '

UilJlL*WkM
DIAJilO DI PEiNIMBUCO.
o Saoto
tes rene, de qae muHo precisa.
ti? itirT-
't'tdjieiredo Batoo eerto de que
-ou^-zmzTffiSZTJZ Si'S: c0D,,,,er," aim-p,.u
representar do tbeairo Rltl-ial jreeacbeniio a
ioierv.llos em algum.s rVHTS {^XSBttSl^t? .
l.rdi que leo eoD^^..f,fa4a oe trabalbsr coa limpea, apres*oteu-se ao pu-entrar
blico declarando que aj auilu % eram lodsi de aera illoaio.
O portoenses gottam de
verdade. O celebre Mr. Hen
atete, quii fazo-los persusd
mal.
A empresa do tbeairo lyri
da das trea operas novaajjoe
programase. Foi a hal
positur italiano Carlos PeWolti,
doaqul no Porlo. Foi recebida com fijeza T
wtUlftEhaxarla-aa- platcia um
documento a que me
viets da lei alo poda deizar de o fa -
rendo que, nao obstante as
s cmara de Agaa-Prele oe pedia
ota retelo, e considerando Umbem ave
Barreiros eleitorea em duplicata.cuja
deram moslras e demorado.
Na recUa seguio'le Toi^ela vigsima t o 8*,-
bert 40 Biabo <*
empresa. '
Diz-se-que a emprefa se propde a largar por
anez a actual etlacio Ibeatra! para por
que ten) sido um roana parar
.11 gr Ganan, nB.ieiredo gim, leame, tal
guente em BlRelroi qa'faBve'u'ibilsIi, e bTtWolrt)
Bitores de Agus-Preta,. sobre. cuja elejcidno
em aceoa a tercelra, opera nova que prometiera
e ai oda um ealre.'rire' este flm ra escrintarar
mais trea arlirtirs. *^
O brgue poriuguez floso, em viagem de Ne-vf-
Laslia paraoJPorto.nerdeu-senodta II de eve-
reiro na tatuado 44 59'. e longitud* 40'.
A tripolacio foi sala pala galera americana C/a-
sembarcon nrnHi~T3 an f/>>rsiote.
Enlraram em Vigo no dia ,do correte o
brigue braeiletro Olinda, de Pernambuco, para o
Pono, em. 42 dias, e no dia St3 o brigue porta-
goet Mello da Batria tambero para o Porto.
Eutraram no Douro :em 15 de marco o
(aiacfao Moteial, de Pernamboco, por Lisboa e
*? *m Tedias ; e o brigue S. Manoel /, tam-
em ae Pernambuco, por Vigo, em 40 dias;
Sabiram j-em '14 de marcp a barca Symoa-
e4, parePeroemboco, ea barca Alfredo, para
oiierenhio :-em 15 o brigue Mercurio,, para
etjtoambuco, a g.lera Saudade, para o Rio de
Janeiro, e a barca Valmeira, para o Para,
Abrlram termo de carga :ero 14 de mar-
co (ttaMa A Manga para o Rio Grande do Sul
pelo te de Jaoeiro, e a barco ouro para a Ba-
bia :em 14 a galera Aurora, para oUaranho :
em lfc o patacho 5. Jorge de Aveiro. para o
Rio Grande ; em 20 a barca brasileira Brilhan-
re, para o Maranhao, '
Ales d'estes navios eslo carga':
Para o Rio Grane de Sal a barca -Paquete do
llio-Grande. '
Para o Rio de Janeiro as galeras Castro i, Joa-
moa. e mx;ade ; e as barcas Foria, Sania
lam, Amelxa, e Activa.
Para a Baha, a barca Restauracae.
Para o Para, a barca Amazona
O registro de exportarlo da alfaodega do Por-
to d carregado na barca .Vympeiftia o se-
Alhosdoo caBastras. azeitonas 534 ancore(as4
zte 12 barnt, carne de purco 12 voluroes, ca-
lachasprladasl barrica, chapeos fe esixoes, sebo
ero pao 20 dito, coxius de linho i dito, fareloa
8 saceos, fejao 268 ditos, ferrsgens 84 volu-
mes, laJnlhoa de Jousa 730, maasos de lioba 2
tixoea, milholH saceos, moris 29 rolumes
palilo 5 candes, pentes 4 ditos, peixe salgado*
48.barns e 1 caixao, pomaaa 170 candes presos
barr? presuntos 8 ditos, rodas de arcos de pao
200, Ipitoes 6 bams, 4 caixoes ej latas, reas
Oe sebo 200 caixoea e 12 barra, viobo 4 pipas 1
barril e 3 qosrtos. dito engarrafado 211 coix
4 rolumes com fasendas, 14 volumea diversos
caixao com retrez e velludo, 1 dito com um foao
e 1 dito com Irnos.
Segundo o mencionado registro o brigfle Mer-
curio carregou o aeguinte :
Albos 73 cauasiras, arehotes 10 feixes, casta-
lsacco, sebo em pao 25 caixoes, ceblas
400 resteas, castos de madeira 50, chumbo 230
barra e 50 caixoes, larelo 710 saceos, leijo 552
nS'tSr* d,b'c6dilos. pregos 13 barris, mi-
IhO 410 seceos, vimes em obra M amarrados,
oco 2 saceos pomad23 caixoes. salpicoes
vol.me sardinbas 7 barris, velas de sebo 60 cai-
adese 1 volme com retaibos de pellica
em rcsolre-la com prejuizo da aeus co-
do eu direilo mesme, indo votar em Bar
Tadaria, 8r. presidente, elles drara eic
sos, cofisultaram aot entendidos, nao obra1
m f, e antesprooararaaa cumprir a lei a
de 1860 qb a tiplicea.
Por tanto ion da opioio que por este
nico e isoltdo nao se pode considerar nuil -
19 DE ABRIL OE I8fl.
fchas
competencia era a
PEBMMBUCP
SSEHBLA LEGISLATIVA MyiHGlU.
Biscars* do Sp. depstado Cunha Figue-
do, poonnciado na sessa4e5de
abril do correte.
r-Sr/p
O S_r. Cunha e Figueiredo
rpreaideote, a
se discuta o adia-
commisso, na parte
fin i ac,ba ee,1"ei" o "otajosa e per-
mtameole pelos nobres oradores que me prece-
dern., cuja indiligencia de retouhecida illus-
tfiyao queeu mejolgava despensado de fallar ; e
r f*^.'recoDh,endo a mioha fraqueza, nio e-
5 2Z? pa,,r8> DSo osse o provoca-
SK ? n tWOo qe fallou bontam em
pnmetro lugar, quando appelloupara o meu tes-
l.Ul, 8?r* !lguni" "Jstncias que se de-
S" Sf-pf," !P,e!6e' flm ffe""ia ao collegio
m?''. P,\*' 0que ei> sem recei0 Igumde
de la iPrha n .Prqae ?0,lumo Proferir a verda-
M.ia .m ? a,or or6M em qualquer
parte em que me acbo, e multo principalmente o
devo tazar usta casa. E enlrelanto aproveilarei
wTTfe"ara '"et 8,8um" flexoe. e
swvam de motivar o mea voto
Sr. presidente. Qatndo
ment do perecr da nobre
em ^ue anulia as eleicCes de Agua-Pret'a. ed4:
se que desejava, que bouvesse sobre elle urna dis-
Cuiao ampia, pela qual todos nos podessemos
rormar o.oosso juno e darroos.um voto de cons-
v da eu desde j declaro, que voto contra a con-
c uao do parecer e em favor da validado da
elaicao do collegio de Agoa-Prela. segundo pro-
poe a emenda. K
Teobo para mim, Sr. presidente, que votando
atum dou um voto firmado na jysiiea, e no mais
rigoroso eacrupalo da conciencia......
O Sr. Souia Res : islo eu ja sabia.
f.,2 r:iD *" Fi?ueireo :-K "eio que a casa
tara jusiica oa miabas conviccoes, em vista do
qe passare a eipdr.
Sr. presidente, leuho urna idea perfeila.nao es-
tou enganado.de que.quando foi ordenado pelo Sr
Ambroaio Leito da Cooha. que os eleitores de
.\gua-Prela loasem durante as eleledes geraes vo-
tar em Barreiros, nao foi porque se duvidasse
que Agoa-Preta deveria constituir collegio....;.
O Sr. Druojmond :-Apoiado, muito bem I
f>r. Cuoba e Figueiredo Porque isto est
^WSBSff*"*no 3' -r,i810
m.1sr- *Ptado :~Se se coobeceu qae devis
SS Si Si! 81e "l0 COD8,i,u. '<** *-
.l^'S' FigMiredo :- O presidente de
enlao nao infringi a le, quando ordenou que os
eleitores de Agua-Preta, fossem votar em Barrei-
ros : foi urna medida provisoria, para o acto da
eleicao geral rnente, medida tomada pela forca
de necessidade u'aquella occaeio, que maa
poda alterar Jei liada, euja diaposico abso-
O Sr. Luiz Felippe :-Eooda o presidente de-
signar eoilegios provisoria mete T
JO Sr. Cuaba e Figueiredo:No senhor, nm
eH deiigMn eallMiol Atienda o nobri de-
iwudo que sendo arreiro. tambem um colle-
gio consonado na le., porque d mala de 30
eleitores o presidente mandou que ali vetaaeem <
ete,tore. de Agua-Preta que, tamberotdou m
coegio egal mo podia aaquella oceasiao funcio-
nar por Ibe faltar cmara juramentada. Eoiendo
qae o Sr. Ambrosio opodi faaer provisoriamente
m que por uto deva ser cense redo.
(Cruzam-se direrso apartes).
Sr. Cunha s Figueiredo .-Rogo eos nobres
denotados qae prealem altencao ao que estoa di-
ztoio oom orea),aeobores, ads um de ostem
o duetto de entender a lei conforme o per-
mute a ao. intolligencla. e segundo ella deve--
urna dirigir a oosaa cooseieoei e modelar o nos-
o voto. (Apoiadoa.) a *3
"! i*'t:S'' w>w~K). V* fowoo do en-
ivta (ornado urna
lio
harta doVida, 6u auvpeitas da vicio, fratn os que
consiuuiram a mes recebendo em separado' o
votos de urna e outra turma da dupcala : sao
lacios qo% ninguem ignora.
(Ha diversos apartes). -*1
QSr. Cuoha- e Flgueifado:Istoiwaemo sqM
acabo de referir em relacaoa mesa eleiioral de
Barreiros foi ordenado pelo presidente ; e offlcio
que connha esta brdem foi lldo na mesa eleUo-
ral de Barreiros, oode eu me achara presente.
Sr. pieiideme, Ufo inconlestavel due* aqoella
medida tomada pelo Sr. Leito da Conha foi pro-
visoria, que elle meimo depois otdeuou que os
eleitores de AgoaPreaim seleunlssem. para
procederesa eleicSo do Sr. eonselbairo S o Al-
uquerque. o que nio se er por chegar a urdem
em Agua Preta depois do dia designado parva
eleicao, como j flcou trovado com o parecer da
coomlssao- de aderes a*a aesembla geral, Mdo
nonlem nesta casa.
O Sr. Luiz Felippe :-0 que eslava falto nff
poda mais ses alterado.
O Sr. Cuaba-: e Figueiredo :E eu anei ao meu
nobre collega qae se a villa o'Agua Pr*i, daodo
irinta e tantos eleitores um collegio criado por
ronja necessaria da lei, este collegio nio podia
ser detimtivamente transferido para Barreiros;
nem Agua Preta por aquello-acloda presidencia
deveria perder o sen direito, antes de sssim o de-
terminar urna lei geral que revogasse a-qo*br.Je
nos rege. E so foi um acto iojosto ou illegsi, co-
mo querern o nobres deputados que sustentara o
parecer, devenios nos separa-lo, agora- na veri-
Ucicao dos nossos poderes. ^*';
(Ha diversos apartes).
OSr. Cuoba o Figueiredo :Mas, meas senho
res, vejam beso a atiendan) que, egundo a lei,
os presiden lea n5o lerc o arbitrio para designar
os eoilegios senaoquando xem de reuoir os eiei-
tores de duss ou mais villas que dio cada ama
menos de 20 eleitores, perquo. do contrario seria
oeutralisar a disposiijao expresaa da lei: e per-
ianto quando o Sr, Ambrosio por ekadtf-eierei-
ClOds cmara n.unicipal de Agua Preta mandou
que o eleitores dessa lncalidade (osaetn votar em
Barreiros, nao- o podia- fajer a-nao por urna me-
did provisoria ; e obrando assim fez o que devis,
pou que a lei nao^ioha prevenido o caso.
O Sr. Pedro Affoosu :Apoiado.
O Sr. Cuoba o Figueiredo .--Agora, porosa, me
reienodus eleicoes provincaes qae sedescu-"
lem, en vos dire oque sei em rferoncia a in-
lerpeiiagao que me foi feita pelo mea collega,
deputado plo 3 circulo que fallou hoatem em
prlmeiro logar.
Apenas coostou em Barreiros que-a municipal de Agua Preta estava juramentada e
em exercicio, um amrgo esereven-me consWtan-
do, porque lhe inleressava saber, se Agua Preta
rotara em Barreiros, oa te ficars constitoida em
collegio. Eu, que pouco entendo de legislacao
eleiioral, ouvl a respeilo pessoas com jtenles
a iodo me disseram que os eleitores deviam vo-
tr em Agua Preta, consto|odo atli o aeu colle- ,e8u,n,
gio. talo j se adiar a cmara em exercicio.
O Sr. Souza Rea :Que
dessaa pessoas.
OSr. Cunha e Figueiredo:Pareee-me que
nao estou fallando em grege ; e que poia se deve
entender que easas pesaoaa eram competentes por
serem jurisconsultos.
O Sr. Souza Reis:Muito bem.
O Sr. Cuoba e Figueiredo :E lo Jas easas pes
soas me disseram que nao havia nisso a menor
duvida que Agua Preta devia formar o Mu col-
legio. Entretanto, eu, nao me salisfazeodo com
essas opinioes. dirig-me i palacio ouvir a opi-
niao do Sr. presidente e o lendo encentrado oc-
cupado, para nio impouuoa-lo cnsul lei ao Sr
secretario da presidancia q.oe, roo ouvmdo e con-
siaerando a le, resnondeu-me que indobiUvel-
mente deviam os eleitores votar em Agua Preta
e al me dase que ira expedir um ufflcio oeste
aeoiido. E o Sr. secretario peusou muito bem,
porque naquella oceasiao o nico acto do gever-
o de que se lio ha acienca e pedia enlao servir
de norma para a boa iolelligeacia da lei, ara o
aviso de lo de outubro de 1860 e oeste sentido
responda coosulia do meu amigo.
Pouco lempo depois me encontrando no bairro
r a/ VSla de,U cid,d com Sr- Bernardo
Jos da Cmara, e lhe porgunlsndo qual a sua
rasoluQo acerca da reunido,do collegio d'Agua
trela respoudeu-me que, para tirar toda a duvi-
aa, pretenda consultar so Sr. Antonio Marceli-
no, sendo asi* um dos motivos, que o Irszia ci-
dade. au sei se o Sr. Bernardo Jos da Cmara
com efeilo entendeu-se com o.Sr. presidente,
nem tambem sei qual seria a.sua resposla. e an-
tea me Inclino a crr que S. EWovilou a aua
interven5ao neate negocio ; porque, quando eu
lomsva o camlnho da viajerrea para ira Barrei-
ros em companbia denosso amigo e collega o Sr.
Pedro ATubso, e'enf prsenca uelle diiso-me o
>r. Cavalcanti juiz de paz de Barreiros. que por
muito convir candidalurs do Dr Avelino. se
empenhr para que oa eleitores de Agua Preta
oisem volar em Barreiros. maa que o Sr. pre-
sidente nao quizera dar ordena alguma neslesen-
0 que vemos de ludo isto, senbores, e de
aumma evidencia, que o corpo eleiioral d'Agua
Pela procurou acertar e reuutr-ae em collegio no
iM8."-,?a,peleale> <'ie *' de 15 de outubro
de 1860. era a uoics.decio do gorerno que exis-
ta, ou.de que ae lioba sciencia, o qae esta de-
cisao resolvu todas m duvidas em favor d'Agoa
Eis o que diz o aviso, (lendo.)
Determinando o paragrapbo terciro do arti-
go primeiro dodecreto numero 1082 de 18 de
agosto do mesmo anno, que haja tantos eoile-
gios eleitoraes quaolas forem as oidadea e-vii-
las do imperio: e nao exuliodo disposicao al-
guma que. exceptu desta regra as villao croa-
das depois da divieso eleiioral das provincias
nem navendo motivo para que se d semejan-
te excepcSo, devem formar eoilegios eleiloraes
as villas novamente criadas, logo que liim
instaladas.
O Sr. Luiz Felippe : Lela
baixo.
O Sr. Cunha e Figueiredo :Eu irei l.
Ora, Sr. presidente, nao havendo ao tempp das
eleicoes, que se discotem sciencia do avisoiba 12
de setembro ultimo, (e este qoe a nobre enlu-
tado me pede qoe tambem hit que decidi a
questio de modo contrario, norqne este aviso foi
expedido (creio que para Minas Geraes.) unimez
e onze diaa antes das eleices provipetaet aue
ttveram lugar no dia 24 de nvembro do anno
passado, muilo acertado foi b aecrdo que toma-
ram os eleitores de constitoirem o seu collegio
em Agua Preta. Tiveram em vista'olcamene
0 cumprimenio da ler interpretada jielo goveruo.
O parec rdb conselrio de estad.o' que se'cobr
formou com ene avjso de 12de setembro ultimo
e que j foi lidonesia casa, de J3 de dezemh
do anno passado, e por cansegolrit de data pos
terlor ao tempo das eleicfies qneae 'procedanin
24 de novembro. rr
Um 9r. Deputado :-Mas essa queslio sugeita
ao ebr/sdTho de estado nao em nada idenfes
deque nos oceupamos:
0 Sr. Cunha eafikuiredo : Nao idntica
pdrque Agua Pretryi eri villa dei&o J859, e por
>consegofBte eslava as coofldl^a le nira
consiuuir um collegio. Bala declaao da aovron
e do conselho de estado, que se harmonisam.so-
menle se refere a.os'termos pu vilUs, novsmen
orladas: e quando. se'dlzeSae cunsWerar Azul
Frota uesfesab, potdae^jtlnha canira IJr"
-
que tem o povo de escoiner o seu re-
ipresentaotev rpWuWM^im' MeeVtoo os su-
fr.gtaa d^vHiBW^ttrpototorari-tSrb'eha-
msr s tomsr asaeoio ne%t- biti Aem-MI-ie%e*'
o .0 K m ufcflii A -iU ;.bi
REVISTA DIARIA-
fx^Zlc^Ge^Lte ? ^^
-. Por.portar^lJ tywiwiMft^afcri.
da, da freguezia de Quipap, para a povosooOado
Jurema, a cadeira_ de prime)faa leitr i ..
-nssaoulino, em-viata da ropteseotseio dos mua-'
dolos .desta il*dsd^,>,,parj%Ba-tBaavoilo
conselho. diro.o/frcopiveciiro.
Foi transferido do' terceir batalhaa de in-
t>^ioi)Bara.iMn.das orpas de rssstl..joVetes
on ta*'}c*~tW''*i> %1? UB?fl*l'VV^Me4Me(vWnosailusiojn
offlcio do Sr. Dr. pro*^publico, nsrrando
quanlo ooco/fara oa tenlaiiva de iuaurieicao dos
escravos de diversos eogenho's do sul da nio-
vlntia. T!
Maiaum ampregado Jo pooU do ierro, da
ir. R. B. Rolle, aiud.oiodo.sogaahairo.
.. Na. ppesia sacra ,dp Dr. Manoel da Souza
Gaicia. no canto 1%vareoatSaNSl tfZm logas
d87' ,lm* vJ*-r|i*rse t-a alma vWia.
No verso.*, huha f.em ingArdoE sos tais
j baala.a mao Xatidico, loiat-se g aos reis
nao. baila mao.Utidijsev .?
-No-terso 6o, liuha8Vsn igr de-a sombra
don agua,-,teis-ee v-*-oombraoorafoa.
o canAo 4o, vorso V.fiMavlogar do*-4>o Tem-
plo o vu latgou-se, o sel 4Uaie-so,-ieia-se t
Wo templo o. veto raagousdXo soj eobrio-se I
tu a centesimo-stimo
.o hoitlxm .u/jiciai.
D presidsoeU do provinoia nao nos foi
transmitlids communicacio alguma -official. de
qua [acarnos eiUscio, .
As 6 horas do Urde dir *7.d'abrJI4elS62.
n. Dr' Fonceca.
.,iTo 'o*ere*es do noaso-oomsneaxio ,Uaai que
exigem a transferencia da sabida da vapor Poro-
na.- para o domioge, atfandsodorseA uaoasao-
rJl*.Ue fflCflht"ie8t0 4odu hootem nio
permiiliram ae abnssain os scriptorios para o
prepara da respectiva coueapondencis.-o ser di-
minuto o ospaco a decorrar a4-o,feohamonto das
malas noaarreio, a .liaras a Urde. Apre.en-
taodo aenjeloante idea, faemo.nos ocho do com-
mercip,,prroipal elemento do> aossa (ida publi-
ca, e como tal mer.cedor de todas ss sttaaces.
.T T"*""11 *Uc'a>te da do quinta o
seila-rous santas, sem que-oeobam dozaguisado
ou diitotbto vies.e owtorbar o reoolbimeolo
2oemPT'" <>0* ,eU" q"e neMe* dU* e*'i'
Ds comarca
M Itnperatrix I soguees
lacio pluvial,
odo povo deseo,
cara cada qoal
Opaalinho (asaim parees I)
SNo dos Ferros vai sereno
Bello povo I que franqueza I
Eleiglo e-lJj
Contra a su
O mundo la
Porta legre, tr
Vai paasao
E' tao fria
8ue toms
srraflnha
recer ao
iuoi noorigues t.osts Maca- ..__i -
ppellados, Carlas Jos Astiey & CuTa-l tSSaffci*?all*iafMUlM ""' m
uai aeveri spresontsr o toa ov~-r .. i. __
tMIW
o Guimnriea
Wo Xporly issfttasoy"'.TrZZTZZrTZ
Ha maisd'um mes quens ras.
Carne de gado ettateso,
E ainda contina,
*' Ifo a,ercodo duvdoso I

O povo todo oasaeDio,
De ueSxa atecco coraer,
Este rsocoso susteoto
' Melera eito ommagrecer,
Qa'admjra, raeu sargento I
-
-. A.fiadtia, procura raja
Cinco. queis saUead'orsr,
k patronato busca ram,
'
Appellsote, Manoel Rodrigues
ihies ;
panbis.
Do Sr. desembargador Silva Guimaries ao Sr.
desembsrgador Villares.
SeTFi"o.e,CMMbaU &NOrr,; ,PP,11!!:
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. desem-
bargador Sarfl^i
de JosquEaiitsoos fiajaos
lado, Nafif JdHaKa
h.? ?r'Biml*aj^y'1"- o 8r. daaom-
Dargadortiiijiea OMsoaiats.
Appellar>^^,GDls2^Jfa'.a.ta mnlber;
sppellsdo, Joaquim da Silva Mouro.
-Dogoada aprimoiro-diaJiMX
fM'^:
2
A. Alvie
reu
eleitoo oa Sr.
ClaadiMd* Arasb.
ludo, lude, tudo acharan* 111

sol
-
A despallo.do procetso
Ser muito bem insTsuado.
Catinga, licenca peaso
Para Ucar-me calado
i..
h
-f.cedo^nio^cstto?
Proras tantas, rresumi...
Vas emflm -

Carla do fur\
da Maieridade remaUem-not o
**$&t':
ii
ao sargento

o aviso mais a-
-

a ats'im os i ti&^ffit^ai
ram; porque obrarn? d/ cc.4ifl6 com o aviso
de 15d ouidbrotfdlc#0,.BnicO' da qno.se tinh
noticia.
---. medida provisoria qnje
trZT'T^r^^^^^otoomo- |1DillUoit
S^^^^^^^amoo, ver isto f
JZL CnnV l^evrodo :-^0- presidente de"
risu...... .; t. <^ Om{ 3r^ <*p*0io*.**K
a *>ub> ^slkaaf Q
'V'^f^r^avl
^K
Meu sargento, estou potmado.
Con) as nolicia de ra,
Cmbors estoja coreado
Esperando a cada hora
Um.ioiuigo damnudo 11
O msldito J investe,
Procurando este sertio,
Fsllo, sargento, da peste.
Contra qoem meucbracao
De tristeza se revene V
O qoe era desta gente
Se tal fisgado vteM
Um povo lio indigente
Sem uro recurso se quer *
Contra qualquer incidente r
Cada roa um foco vivo
D'imauadieiss seouserer,
Exhalando sempre activo
Impurazaa polea aros,
Com exercicio etaetjvo I
Cada casa um armaiem
Pejado de porcarias,
Onie niopde ninguem
Ter saude muilosdias,
Pelo mo cheiro que tem.
Salgam courot nascbziohas,
Alli deixsm arromado.
Os quTtos, o camarinbas,
Sao logires reservados.
Para outrai porqoeiriorras.
Muito cseo, muita urina,
Em cada rasa, collega,
Do qae serve o viaadiema
Contra tanta beldruega,
Ou cimento de letrina 11 -
Nao ha um medicamento,
N ata Urra malfadad ;
Estamos vendo o momepto,
Quajenie toda atacada
Cahe por ierra em desalent.
O povo deste serlSo,
E' tattardo, vagabundo,
A dona constituido,
Que rege o braaileo mundo,
Tem-lhe bastante avertdo]
& 90t i*ue wliaer
Mats, forte, ou soravits,
E d, sargento, em que dr,
Rieguen) angeita a,devisa.
Faca mais qaesn mais poder I
As cmaras municipaes
Vaquejjojido aeus gadionos,
Audiencias nos currae,
nojuises com meiiinhoa....
Heranca dos nossoa paja 11
O govorno nomeou.
Para o cose commissao,
Mas por Dos nao se lembroat
u o invern oo saraao,
Tndo, ludo, rona/orewu I
Ninguem deu f da lambreps
|anTa;QgaointbreseI *
ge/osse alguma cobraa$a
NiO faltar* quem quizease
A tanto chega agnaacial
Mas dHfim, s Dos rogamos ""'
Proleccio misertcordia,
Oxal que nos lamo/
Ieeotoeda tal mixordia
E qoe entra noo^ejmw.
ApRareoeo usa Pora bal
He pertieho do So.,..
Maotoni pdale.o,loaaporal t>-*.j,;a t
t^pava aoa*oM
LA pora aterra oslad.-,41oa.
fpl no walSSif^
.VSr juilico uunca espero
Eqemjm.i. pretend!!
?u- '5" Pron"<:o recorreram,
oi depressa reformada 1
,. :Metaram I que tem? veocersm,
. ]*\0 1i P*a por nada,
Pr aquellos que pxolejeram 1! .
Todos juntos passeisodo...
. .Qcculotmti .. pi traduza
De ^odo nsundo ouibaodo,
De diz*er-lhe pesio atcma
Por que ?. por, qae nao se usa I
Eu bem sei que tu sargento,
Nada poJss melborar,
Assim mesmo me contento
Com tsdo te relatar, *
Dando a lingua movimeoto.
DISTR1BUICOES.
Appelianie, Manoel ds Silva Pasaos, represen-
Sm a tX#,, & ltmi0' "es do mases
lallida de Novaes & C.
4^0 Sr. desembargador Silva Gaimeraos.
Appellantes. Alveai Compaobia ; appellado
Antonio Emygiio Ribeiro. fpouaao,
-AoSr.desembargador Villares.
Appellantes, Alvos 4 Compsohia ; appellado.
AAtooio Smj-gdio Ribeiro. Kt-asoo,
Ao Sr. desembargador Silva Guimaries.
AGCRAVOS.
Aggravante. Alexandre Robert Eyre ; aggrava- ,0B ubmetter sua historia
dos. Rolh.&Bidoolaee nutres. '
0 Esm. Sr. presiden le den provimento.
Aggravante, Joo Pinto de Lemos Jnior ; ag-
"'n'?16''050 Clau0iai"> d Ioojosa Varejio.
O Exm. Sr. presidente deu pcovjmeoto.
Aggravaoles, Antonio Jos Teixeira Bastos 4
Companhia ; aggravados, Norat & Irmo.
O ar. presidente deu provimento.
Aggravaote. Luiz Antonio de Souza Ribeiro ;
*6r"Tdos, Muniz Irmios & C.
O Exm. Sr. presidente negou provimento.
Aggravanies, Scbapheillin 4 C.; aggravado.
Lourengo Puggi. ^^ *
0 Exm. Sr. presidente negou provimento.
Aggravante, Custodio Pereira Moutinho ; ag-
8'avado, Antonio da Silva Pooles Guimaries.
O Exm. Sr. presdeme nio lomou cooheci-
rneoio.
Nada mais havendo
enceirou.a sessao.
xj Hlncta
da provincia de .
Cunerona- vlhonqmtr do V-
os membrana do o loo) ; sgprasiiki
^J; collocacao da um olKo mfUAoiml,
d'ei'm =OlM>fio n, m
Continaacio alo Diario o. 61.1
A epigrapbe desta artigo moeira. bas, a isa
porlaocta da materia de que vamos tratar
io .su. Irequeatas oo siso* desda sdWs #
prlmeiro que oocontrci ea miaba dioica -o asi.
mo me tivesse oceupado dalle cosa toda a'aeriaC
de,, e o julgue importante paro s
cpH?8S.
O Sr.
co, soltei
meu escri
suliar-m>.
ao coohecisseate
A. E. A. S;, de, 17 anuos da il.de, htao-
ro morMor-eFor.-oarPu7;;i?os>
iptono a de malo-do aor.0 pasaadrioot
ono paseado i
su o>aamea>ia j.
em os
a tratar, o Sr. preaideote
-
.
;

Adeus, collega, querido,
...a. CUng.,Jomern brioso.
Cala todo no ouosdo
A,o nesso amigo Velloso
Oh I l !. .coai muito sentido !
Pasageiroa do vapor brasileiro Paran,
vindo do Para e portos intermedios : Dr. Laz
Crlos Aegaslo da Silva, Qlhos e 2 escravos,
Msooal J.' Pires, Manoel-Oelguila. Pedro Otero
Jos Frarjffsco do Oliveire, Jos Goncalves Freir
Ceat, A4berto*isdder. D. Rosalina Alejandrina,
FerHordo do Reg Toscaoo de Brlto, Manoel de
Medelros Comino Jonior.
Seguern para o sal :Praocelino JosdaOosta
senador Jobo Pedro Dias Vieira, senador Joaquim
Vioira da Silva e Souza, deputados Dr. Francisco
Jos Panado, Dr. Francisco da Serra Caroeiro,
pr.-LoiE Aatooio Vieira da Silva, conego Manool
JosdeSuueira Meodes. Dr. Antonio Manoel de
Aragao Mello, Dr. Diogo Velbo Cavalcanli
Anizio Salatiel Carneiro da Conha, Alvaro Nunes
H'beiro Belfort, tenente de engedheirot Vi-
cente Poreira Dias, 2 lente de engenheiros Mi-
guel Perroira Vieira e sua senhora, Jos Pardo
btl Asroo Roho, PeJro Otero, Joio da Cruz Fer-
reira. capitn Jo Saturnino Gaspar, Ovidio Ser-
gio Werrek, teueoie-coronel Aotonio de Deus
09i*.; cdete Leoncio Frederico Augusto Nei-
va, alteres Sebasliio Reymundo Bsertor, Joaquim
Yteira Guimaraa, Joaquim de Oliveira Lei te
Joaquim Jos Denlo Teixeira, Horacio Serrale
Bteres Polycerpo Vieira do Brasil, sos seohora e
i aino-menor, Fraooisco Clemente Barbosa de
Morae^cadele Jos-Fraooisco de Souza, Francisco
Joa da Caoba Sampeio, Eustaquio Pereira Re-
Doucaa, Raio-Meaes, Femando da Costa, 1 lho
SBOdor-oA esarsvoa, Manoel Ignacio Li.boa, Ed-
!^^?e^l8 AB>orim Garca, 10 pracas do exer-
* *2tr,croU Pr o eiercilo, 6 pracas de ma-
naba, o escravos a entregar.
^Pasaageiro-do lugre americano l. C. Km-
/hmw, aahdoparaGtbraitar:-George Smilh.
. aTxoB)AM o dw- 17 be abril :
Amelia, Pernsmtoaco, 15 mezet, Boa-Vista : den-
utao. '
Fernando, Pernambuco, 6 aooos, solteiro, esera-
vo, Boa-Vista,interior.
Carlos Leperrier. Franca, 30 anuos, solteiro, Boa-
Vala ; (ebre-amareila.
Cyptiano Mara -do Sacramento, Pernambuco 80
Baos, solteiro, Roa-Vista ; pnthyslca.
"".Pfrnamnuo, 30 aooos, solteiro, eseravo,
Boa-Vula ; boxigas. '
Paulo Antonio ds Silva, 11 annos, bronco, Sanio
Antonio; cholera.
Jos Joaquim dosRio, Pernambaeo, 25 aoeos.
solteiro. Boa-Vista ; cholera.
Ignacio. 70 annos, eseravo, Capunga ; cholera.
Laurindo, pardo, Pernambuco, 4 mezes, S. Jos:
catarreo. '
M*ioo PeU' ? U*, Pero
CHRQNICA JUDICIARIA.
^fl^flir1e.
11

Wat', sebhores, se mso para os casodas--. i >:
las novqmjpto criadas o negocio ir.
Q^Jhecpn^rei.
que ha de maia primor
N..epm.^a1^V",
Invern Mo eflplot i-^sisq
Nivea v|, mei Cstloif I 'tdaaqni
I'Hograve, Bdrsseoso'-''' "***
- Cmo de certo nio na*....
M"P#ja'f}u,ri sW'r^rt#fdjfc*i,ee te *,,,"
.ji'.rrTW auuaaWib tu
WMwpsdoadoe rotea1 w r.-ai, >\~<-
MaaaiiinlamlBBloM srws,
Qae^nv4eap'SBSeo; i iaiza *dl osa,
Codsopsweaisadst KbMlam sta ; a
Bm guiadas-o^ratOeet r>"-t ^o as oup oj-tj
. Triboaal do commercio.
SBSSAO.ADMNISTRATIVA EM 14 DE ABRIL
DE 1862.
rRSSlDBHCI. BO EXM. SR. DESBHBARCADOR
oa*. de souza.
As 10 horas di manhaa. reunidos o Srs. de-
putados ego, Lemos. e Silveira, o Senhor
presidente deciarou aborta asessio, sendo lid a
e approvada a acta da ultima.
EXPEDIENTE.
Foram presentes as colscoes officiaes dos pre-
Cos correlos ds praoa, da* ultima semana.Ar-
chive-se.
BISPACHOS.
Um reqoerimento do sgeate de leudes Jos
Moni Teixeira Guimaraes, pediodo licenca para
lr-a Parahyb.asflectuar leilee, e offereceodo pa-
ra flear em seo lugar o agente Camargo; Nao
tem lugar a licenca requerida, nem permittldo
aos agentes desta praca azer leilea em outrss
do que fique saleodido.
Oolrodo Seo Wilson & Compaohia. pedindo
que a junta dos oorrolores Me d ailestado de
djBereutea aios da praca Atieste.
Ontro, informado pelo Sr. desembargador fis-
cal, do Horacio librelo da Croa Muoiz e FraS-
ciaco da SIN a Machado tobo, pedindo o registro
do seu contrato social-----O socio LoDoquenio
ouJm com quota alguma para o capital da socie-
dedew,emo gerenta dells, airo podo ser consti-
tuido socio otidario, o .qorodeeem-delermioar.
T'JS.'1? l,tm"-d' "e,5- < rbiiros,
psra solibio das duvidas sociaes.
J&t^&IZ1 "^**"i"artoa e Jo-
sp avAJmeido Ibtoea.Lima,' declarando o eonli-
nuacaedo ua sooid-dopor mais um anoo, para
qoojhe neja annU.ao.-Faca-se a anootaclo te-
quorlda. rgiatrem-ae as verbas dos paramen-
tos do ello e direitoe, e a declaracio.
SSSSAO JWtaAauT EM 1* DE ABRIL
DE 18SB. .
- raBainescu Resma, bu bebsusoaboaoob ; '
-; sei o i --Soua*.
Soentario, Julio iGuimaret.
^"1?i hV*' '*"** twaaidento abri a
sesaao, estando presentes oa seo boros desembar-
*''*1ii*im,M*uJiuk*ru*w+ CoolaHartfid.
e d^tttadoo-sTlogev Lomoo e Slreoira, faltando o
Sr. Bastos. ..-.
oUds, fel oRocooado recia da soeMo mi.
notuasqsBaJ i. WoST.tieq ,t-.t <;;\ ,
zusAassasjrssM.
Ti'ibuaal da Relacao.
SESSAO SM 15 T)R ABRIL DE 1862.
PBES1DKHCU fiO EX. Sa.. 60N8BI.HBJRO EBMBLIKO
., ... BAlBiO.
A s 10 horas da mauha, proseles os senhores
neiembargadores Caetaoo Saoliago, Silveira, Gi-
tirana, Luurenco Santiago, Molla, Perelti, e
Guerra, prosoMdor da cordi, filiando o Sr. des-
embargador Ucba Cavalcanli, abrio-se S ses-
Paseados os eitos, e entregues os distribuidos
deram-se os seguioies
. JLLOAUE.II os. V
Aggravo de petico.
Aggravante, Francisco Jos Regalo Braga; ag-
grsrado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Lourenco San-
Sorlesdos es Srs. desembargadores Gilirsna.
e Perelti. '
iHegou-se provimento.
^ ippeWofes crimet.
I Appellanle, o jaizo ; appellados, o padre Ma-
iaquias Bamos de Vasconcelos e oulros.
Improcedente quanto a uns reos, e procedente
quaulo a.outios.
Appellanle, o juizo ; appellado, Joaquim Vi-
cente da Silva.
Improcedente.
Appellante, Manoel Rodrigoee de Souza ; i
pellada, *)uatia.
Maodou-ae ouvir o curador geral.
Appellanle, o juizo ; appellado, Flix Anto-
nio de Suuza.
. A* novo jury.
Appellacu civeii.
Appellanle, Rufina. Mara da Conceicio
penado, Luiz Gonzaga dos Santos.
Degprezaram-se os embargos.
Appellanle, o juizo ; appellado. Joaquim Duar
le. de Araujo Lima.
Receberam-se oa embargos?
Appellante,. Beatriz Ermelioa Caroeiro da Cu-
una ; appellado, Joaquim Aurelio de Guamao
UcJja.
Reformada a-seoteocs.
Appellanle, cmara municipal ; appellado,
Antonio Jos Prea. -
Confirmada a sealeoea.
Uabeat- corpus.
->egou-se a soltura pedida por Colombo Perei-
ra de Moraes e Maooel Flix da Silva, mor-
dem de hebeas-corpus, na sessio de 12 do cor-
rete.
DILCENCU8 CHIMES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor ds
juslica aa seguioies
Appetlacoes crimet.
Appellanie, o juizo ; sppellado, Manoel liap-
tisls do Reg.
Appellante, o juizo ; appellado, Flix Jos
Correta e outros.
Appellanle, o juizo ; appellado, Francisco An-
tonio da Costa.
Appelloie, Luiz Soares de Albuquerque ; ap-
pellado, o juizo.
ppellado, Joio Mximo
qoe i
ep-
Appellante, o juizo;
Espinla.
Appellaole,
de Souza.
Appellante, o jaizo ;
tonio Maranno.
Appellante, o juizo;
noel do Nascimeoto.
Appellaole, o juizo ;
mes ds Silva Jnior.
Appellante, o juizo
rea de Araujo e outros.
Appellante, o promotor
s de Santa Anua e outros.
Appellante, o promotor ;
Gomes Coitinho.
Appellaote, o
da Mtfdeiros.
o juizo ; appellado, Antonio Jos
appellado, Francisco An-
appellsdo, Antonio Ha-
appellado, Manoel Go-
; appellado. Andr Cor-
appellado, JoSo Jo-
appellado, Severioo
uiz iJAMilado.. los Firmino
Appellante, o juizo
nio do Sobral.
appellado, Manoel Antc-
Com vista
da corOa
DITAS C1VE18.
ao Sr. desembargador procurador
Appellacao civel.
Appellanle, a fazeoda ; appellado, Jos Fran-
cisco Pereira da Silva.
DHTB.IBUC.AO.
Ao Sr. desembargador Molla :
Appellacao civel.
Appellante, Basilio A Wes de Miranda Vare-
jio ; appellado, Joaquim de Almeida Pialo.
Encerroa-se s sessio a 1 hora da tarde.
MUID DE PERNAMBUCO.
AuMUaalos, iaio da Sqaravra Perra*

!Orva>JBqMa\iiwifijrasaMsqa7 o-.s* soj.
^^-lasnoilidjmMai,||^ ^^^J9nuul6Mm **mUhJk m. ea
Do Sr. desembargador Sllr, Goimartrtso Sr. '
ts*.

Ouando menos se esperara, fundeou na quio-
ta-era por larde em nono porlo, viudo dos do
norte, o vspor.Pflr.anti,sendo portador de cartas
e joroaes com aa seguioies datas: Amazonas 26
do passado, Pata 9, Maraobo 12, Cear 14. Rio
Grande 16 e.Parahyba 17 do correle.
Sendo o dia de hontem feriado, limita-mo-nos
so resumo do que dizem os joroaes e cartas de
nossos correspondentes, reservando a poblicacao
destas para o numero aeguinte.
mozonee. nada de importante occorreu
Pord. Tiveram lugar nos dias 6 o 7 e elei-
toes para, deputados provineises, sendo liberal o
resuludo do collegio da capital, excaocao do
mais votado da liau. que cooservador.
!r~Z **?1eoca'ha 4!i-^Ii,M^:A*i*?" M 9oaU yl, em
rente i ilha da Haqueira, .sem com tudo ter
do eri*,*C**A '* nUaio iotalrameata. Hvre
^r*Hp,7,uP'V*!?w* Aleantarao: ooo.
mandador Jos Mana Corres de Souza, pao da
Cima, teixhora barooeza de S. ttanto, o rica
t>zeodeiro daquella comarca.
r injerir indebilamaota
ro auspepso, am
joiz mnoictpal de Paj
sobre -a grave
commoda molestia que soffria
olbos.
| Infornou que, deddei**aieBei,..i0, ,- wmt
mancha na parle braow ae-a4noeOtde Um
exteroo superior. .i 317 m'mj^l
qual oao lhe afielara a visto oo saa tai
guodo vasamtoleeeacorde ; bbim
c eotrara a aeolir algn iocoasmodee
ido em progreaso, e que bota estao no'
ponto de ioteosidede ; recorda-ae
que al os 9ou 10 annos de sua id.de
porm dala para diante conreara a vista
uulr.e boje por esta os nado
mente.
Nio porm da falta de viste
queizar, e pedir remedio ; maa
atrezes.que aeu la da vas ees q*
te, e quo dalas j de qaalio ana
portaseis, que o lavaa i oaaso par
qae lhe nio deixam comer, nea
ver a luz polo olbo direilo, qve o U
muito e involuntariamente; e que o
bihiade de seguir o seu empresta.
I n formo j mais quo as dores Iba a
accessos. mas nio em tempo regolaV"*^ tta smo
ta oceasiao nao poda locar oo loo astlU
que as dores que seolia nao aa la* rBamiolun
vivamente. A principio erara longos os eooaoao sta
lempo da invaeao de urna dor a ooaraTeeaoVoo-
pacos porm se tem iocurtado, c bota no
o intervallo de 8. 15 oa 10 das, daV .a*
cada accesto dnr de 3 i 8 dias. O
que oads mais soffre em seu carpo.
Obervcao preseoeiai.
-?**.** ""So, eat magro, o paludo ; |
pescoco longo, o a csixa do paito aooco
volvida ; a pello mui alvo, caballea l.r
ros : em sus org.oisacao preamiaa oota
paramento lymphaUco. *^
O pulmao, o cora?ae. o gado, o oe iotaav
foram iiiterrogados| coidsdoaamoatB, o Baml
indicio deram de sofTriraento.
Ezamedoa olbos ; olho direilo
teitamente bem ; olho etquerdo,
te msis saliente que o direilo, lem mata
e mais sensivel a pressio, o esli coi
ceg. As palpebraa sio beaa ornadas
e oao esli iofltmmadas; porao a a
seas vaaoa cutneos trgidos, mai psioc
prximo, oa sobre s rllligom tarso :
as oio pode abrir perfeitasseote, a de .
as lem sempre fechadas, e quando se as tarea I
ra abrir aro jorro de lagrimas vam Iosm bao
ls|e mnandar s face. -r-
O globo do olbo esti em cootaao ayi
a conjunctiva que o revalo est ligoira
ojectada, a movel. a cornea est
le. menos m urna porcao correspondente ai
la oa qainla parto de ae* tamaito, a
cao est opaca; esta opacidad mai i
te a uma infiliracao dopuz, oo o aquella qae so
observa nos absceesos interlaaaiaarts da romeo.
A esclerolica tem seos vasoo (vasos sobcooj-
juoclivaa) ligairameota iojesudos, e soava sao
lado externo, um pouco cima do dimetro h
soutal, ae v um tumor achatado ementar, i
em sua auperOcie, quer em eoa circn
sooreeste tumor, j prximo acornea.
junctiva esti lixs.
O tumor doro, lem sua sede prioeiaal ova
muor na esclerolica ; oecapa orna s> perneta do
tamanho de uma unhs ordinaria : Inseooivei ai
pressao ; sua eflr branca, opaca, tirando ao
amarello aujo ; oio cenado do vasos I
de-sea orna boa porfi d cornea; oda
interno do olbo oecupo porcao ds cmara
or e posterior ; camsrs anterior clara
ver bem parte do lamor do lado do ana)
Ins immovel, e de cor igaal a do olho sio"
immobilidade da iris recoohecida las
4 luz difusa, e accao do aalphata
atropina ; e com quanto a iris oio tal
renca sensivel na sua cor comparada
tro olho, comtudo se nota qae alm da
lidade, ella esti groiaa a rugosa sta lado do fea.
mor; o que faz sempre slgums difcVreaea oa d
comparada com o rsstaoto que nao oali r
repito, esta differenca ligeira, ella foro
rom a luz. concentrada por orna lale, o eolia-
mente, dirigida sobre a parte lagilli
var^ao.
Um terco da iris parece
tumor.
Pupilla pequea. Cmara posterior i
Ucriaialino parece quo eat eatatatado
smente por que oo seu lugar
dade completa, e irreg.iar.
O doeoici informa qae na oca Uvera
Irimeolos em seus olbos ; o ose imais
de ayphilis.
Taes foram os signase obftetivas, o su
que pude colber: s em vista dalles, quo jarse ea>
poder faser sobro a ostareza Josta toaor, so-
bre aua larmioacao, e coosequeoeias f o i
meios de iutervlr para livrar o
incommados T
Apreciando ou de ida man te
tanciaa j descrlptas, levei a ualureza ata ts
para a clane dos lampreamalifoos, a eos aman-
to se oao posas ainda Boalomicomeota dilaar tai
tumor maligno, com tndo na prattae ao reoorro
esta desgnacio todas oe vezoa qae so leas eoa
vista um tumor que sempre progststa, ua><
os tessldos viziohoo, lauoda-oe f
depoaiando em sen logar oo ala
oaloreza. elementaeqoo mais tardo toa
marcha fuoesla, j deaorgaoiaondo I
sua sede, oj invadindo todo o ova
do pois fizado mi has ideas por esso lado me oa-
receu que esta tumor podio ser col
pecie dita eneephaloide, visto i
facilidade na dessimioacio doa ooo
porquiolo, nao o bote ote estar atada
com ludo j havia iovadido
mui differeoies, como a cernea, a <
iiie.o.erytalta.o. a ehorota>, e a ritioa, o"ooi
se nao nota as outras eap aclis do la os ares ma-
liguos; eu me inclino asis para oeta ewcnmstsm-
ca, que para a cor, e a saeteas des mes sisead
dea, apoolade pelas paihataejtalas, oo aossa s as
P Aasim, pois. psrs mim tmba en a rolar do asa
cancro do olbo, oa de um eBcophaloidor
ocojai i tal toi o meo jateo rospeito
i* desta molestia.
Emquanlo s ano
que aao sempre faonatss.
o seu elemento
co.
tu partilho o o
que a coi lula ca
cameep, oo por outra, que o coaera fot i
canoro.desde o principio,; ano taita da itaaarja-
mais ae cocerla em cancro:* basa aaatm as
estar iovadido peto
o v ama apel-
as diOereataa
phalaide, MlloSS" 13
dos de urna mpsss* na
ca de forma, asi roas, volama,
'l
te
fe
o e
cero ctala
s
eamdovidasL,
rjoglestioa: por i,
looaalaja
mpooepaol
oto pito san
a_toMa,pirr*v.,*
eaaoaiMdo *s
V aiiica. "si^irdjs^TaSitadjadft.L^^^
^^potfirf^-ydym.aayfa "^eviiaoaoiat^ai
t que foise Pile i urna Croseopica ; eima eellali n
i


ma#i#mmi#<^M*WI?W*M t&lm.
alongada alo osmeamoa ncleos am maior o
menor" quintidade. o qu* ta vfc as producoet
deslt ordem, expoatti ao foco do microscopio.
I' a iato que me tem conducido I oaMfudt
Colla acao de un otko de esmalte mtie doenl.
Not mtzetceguintet (setembro, outubro.no-
rembro e dtxtmbro) (aiia gosto ver a robustosa
daalo doeote, estara gordo, corado, e alegre

operago por que paaaara, nao recooheceu o do-
ente, e dizeod-lhe eate que ia agradecer-lbe o
trabaiho que Uvera na extracelo do aea olho, o
Dr. Carlos pcrgutoo-lhe, seo.Sr. est com os
seas dous olhoa com que um delles fui extra-
nido ? maa um artificial, retoeoden-lhe o do-
ente; fui s eolio que entraodo em cooversago
pdde recoohecer o Sr. A, E., etc. (*)
Tal a historia circumstaoeiada,
sanie desle caso de mioha dioica
(eilp um irabalbo complot, regular
eu bao aei em que parle do muulo
fazer ruelbor.
Eutrego portento apreciaco dos collegas,
esta observado medica, ella composta de um
eiame cIdco mioucioso ; de urna operadlo im-
portante; de urna analj/se anatmica minuciosa,
e de urna reconstracgo a miia bem parecida
possivel.
Dr, S Pereira.
(Continuar-st-na
Publica$6es a pedido.
e inters-
creio ter
e perfeito,
ae o poasa
clioa o i aoalyse microscpica am cisco obtervt* maa a falla de olho, deinando em seo lugar urna
{des feitas neaies dous uUimoa.aam,ee urna
daaqaaeaat eellulaa ditas caoceQton faram apre-
aentidas a alguns collegas, que amoratara
atores ; foram ellas vistas o eaiccosoopio.
Emquanto aos mitos de ioiervancao para li-
brar o mea dotte *de ucnemarta.certa, caosa-
quencia da sau mal, racarao algum maia poderoso
tinha i lancar mi que o da extirparlo do olho ;
""te ateto (oi proposto ao doeote, que o aceitn, e
exigi8c.ua se o poiesae logo em pralics : e asaim
aeofiteeena, se o recaa da errar nie me impoies-
se o dever de ouvir a opioio de al de tentar i a celo de algum medica melos ; e
ueste sentido dase ao mtu doeote que conwltas-
. se aos medicas, dstta cidade. e Ibes pedate o aeu
parecer ; a que no entretanto usasse dosseguin-
tes remedios :
S Proto iodureto de mercurio 15 grios.
Exlrato de cicata 30 graos.
Conserva da rosas 9 a.
Para cam pilulai, aas quaea davia tomar urna
pe* manhaa, a oulra a tarde.; deveudo informar-
me d 3 em S diaa do effeito que este medica-
mento (ossa proluxindo ; assim como que deria
ir augmentando da 6 em 6 dias a dse das ptlu-
las, elevando o aeu numero a 3,4, 5 e 6 por dia.
-- urna bebida diurtica ae ajuntava ao uto. das
pilles.
O doente frequenlou por- aigaos dias o mea
escriptorio ; porm logo depois desappareceu ; e
porisso nao pude apaohar, como deseiava, o re-
sultado desta applicacSo.
a.' 27 de julho fui chamado com urgencia para
verem doeote que estara soffrendo lerrivalmeote
deamolho, e chegando casa indicida (ui 14 en-,
conlrot geaiesdo a cfforando e meamo doente que
na aoeat Ira aneaos naovia; eis o. estado em
que o eocootrei pallidez extrema, ot olbos
erara duas fuetea de lagrimas que lhe ionundaram
a faca ; urna dst osees com a a Jeoco apartara
lortemeute oolho doente, e a oulra tapara o
olho sao : aquella para impedir que o olho do-
ente se moraste ; e esta para privar o olho to
da influencia da .luz, que lhe desafia?a no olho
doente -dore* oteusissimas ; ha 8 dias quenas
coma, nao dorma, e nao sabia dt am quarto es-
curoo andar en trmulo, a cebecamui incli-
nada para ot pos, e pendida para o lado do olho
doenlo aa respostas que me dar eram in-
terrompida par gemidos.... tristissimoestado....
uaa tNtaaeoto optado interna e externamente (oi
empregado com eoergia um laxante immedia-
lamente foi dado, e a operago foi maresda para
o da 29 ; ped lampara, que {oseos convida Jos
o menos trae aedicoa eacatha da familia do
doeote, para ama cenferencia.
No dia indicado para a operago se achararn
presentes oa Srs. Drs. Jos Joaquim de Souza,
Pedro- Maduro da Fooceca, Carloa Frederico Xa-
nardos 8enh>t;Geetano Xavier Pereira de Brilo,
Antonio Agripino Xavier da Brtto ; o Dr. Francis-
co GOocatvea de Moraes tamben foi Convidado,
porern nao pode comparecer.
A estes illuttradoa medicot expuz a historia
ff* fic" "*>* pedi-lhet ot aeut conselhos,
arBrmando-lhes qua ettara preparado para ex-
trhir o globo do olho doente, tea Uto elleo ae
n ttvoop enaste m j ojdoente fj de novo miouciosa-
meute examinado por cada um dos collegas, An-
do o que protederaat da maneira aeguinle : dous
ditseram em concluso que nao eram do meu
parecer, am duvidera da na tu roe maligna do
tumor; o outro nao s a negara, como enten-
da que o caso varente era um abseesso interno;
e em sau apoio referi um oaao quasi idntico
por elle visto em Lisboa. Aa razos apreeenta-
dupor estes dous collegas, com quanlo aui
{ilausuais, nao abalaran o juito que eu havia
ormado, obra a nalureza do tumor ; persista
pois ni idea de extrabir o olho, sede de cancaro.
Oji outrot collegas teodo accaita lo a minha opi-
niao, depoit da havaresa expendido su as razes
a operago foi deflniUramente accaita.
O doente deixou-se chloroformisar, e em poa-
cosjnioutos a anestbesia appareceoda. o olho foi
eotao eitrahldo em 10 minutos pelo methodo de
Bennei. Nao houre accidenta algum.
Vollanlo ai, o doente informo* que aada sea-
tira durante a operaco; eslava tranquillo; respi-
rara bem ; a nao lando apparecido hemorrhagi*
algum a, por otpacode ama hora, fui carado, e
levado ao aea leito.
cara sobra a qual se deprima a palpebra supe-
rior, desfeisva muito a face desle juren, alias
bem parecido;- e como bem segura e regular es-
tiraste s cicatriz do lugar operado, e a palpebra
superior desecgpgitada, determine! por-lhe um
olio artinctal a 6de deambro, o que aendo exe-
cutado, p reatodeate doeote mudou logo de phy-
tiooomit, tomando grsco, direi meamo belleza.
0 mesmo joren mirando-se en um etpelho, e
acbando-te reconstruido, alo pdde abalar um
riao de cootentamanlo, lamanba era a diflereoca
para melhor que am seu roato aotava.
A oscolha deste olho foi a mais feliz possirel|;
por quaotosma aamelbaoca quise que abogara ao
ponto da tgualdede ; o Sr.Claudioo Falco Dtat,
ditliocto pharmaceutico reaideote am Macei.
oio pdde destinguir neste joven qual doa Maa
olhos ara o artificial. O ir. Canora, deatioto
pbarmaceatico desta cidado, nio reeoaheceu o
olho artificial. 0 Sr. Dr. Carlos Frederico a quera
o doeote foi agradecer o aau valioso aervico na vida, quasi desespare distomuiCas veiea : eu
s elle com sau Itviioho nt> d e ra ata l akr : e cnui-
toa Wat te pastarae variindoqWarl- deX^espe-
rieacia em exparspacia, SgraVaand a mplet-
lit, ovteosevie oWooal iekiikml taba tas le-
guat da cidade, rendo- ricarsot, nao .era etaaii'
nado poimftcblutlvo.'
Quando o mattioha j tomado proporc.6es 4
acabar a vida, foi eotao que sendo o teoente co-
ronel visitado por amigos, que com dr viram o
sacrificio, resolreu-sa a traniportar-ae para esta
aidade a fim do enrar-ae regularmente ; para-
cendo a Duarte que a prosa etcapavt: maa nao
foi aaaim porque o tmulo etlaia feilo ; nao era1
mais potsvtl a cura
Resolvtdo o tenante coronel a seguir para a ca-
pital, chegou-lhe urna terrirel quelxa contra
mim, e a queixa s chegou, depoia que o tenea-
te coronel decltrou que quera tazar aea lala-
ment. Daarle acootelhoa paciencia e resigna-
do, affirmaodo que pareca incrivel meu proce-
dimento, mas que alo era pottivel que tintas
accutacoei fottem falsas ; fot este o ultimo gol-
pe que Duarta dea em meu pai, que aoffris nJo
por culpa mioha, mas pelo qua ate poda daiiar.
Igtjat dattet residmdtf fers*> 1mU7|4-
A. s.baio, Jajhrdti>tiritJraoke4.
._ f "ilatt *it#i roqeWp^aeoroWeciaVd-
lo da lat herdeiret para looiagaa) de araliado-
ret, Inventario e pariilha, e ratifleago de lodo
e procetsado at floal \ aot pt)a de revelia, e de
ludo se proceder, oio cpmpsrecendo por si ou
pof ae-us procuradores v praeo de 80 das 4 pu-
blicagio dette ; o qoat tere publicado peit Im-
prenta a aluzado ooa lugares do coatume, ludo
na forma da lei.
E para que chegue ao conheeimeoto de lodoa
raaodei pastor o prstale qaa tai por mim tssig-
ntdo.
Cidade de Nazareth, 8 de abril de 1862.Eu
Maaoal Jeiquia Btnderra de Helio, escrivio in-
terino o z eteraver e tubterovi.
Joaqun Jote de Oliveira Andrada.
IHm. Sr. inspector da theeouraria provin-
cial, era cumprimento de reolucao da junta da
(alenda, manda fazer publico, que no da 24 do
correte te, ha de arrematar a quera por menos
flzer o forneeimeato aot objrjcto precitos to col-
Analyee pathologica desle olho det minutos
depoit ato sao exlracgXo.
O olho fra do carpo ata da ae presta aa
dundas doa oollegOs disaideotes, ellas o tinhitn
antro aoao maot; a Idea de um ebaceaao lo-
ma mais vigor, ltenla a cor amtrella que agora
podio aa var bem na cornea, a a elaalicidade que
apresantara o olho: eu nao deaejava abrir o olho
ailrohido oa eaaa do doente, mas sm em meu ga-
binete, onde os meios de estado me seriaos mais
facis, maia coramodot, e de meihor proreito ;
porm rendo os collegas anda nao concordes, e
ancioaos por examinar o interior doolbo, decid-
me a fazer ahi mesmo sa aoalyse. perante toJus;
aura de que foseemos tesiemunhis do que se en-
contraste : eis o resultado desta exame : centir-
ma-se lodo quanto fica dito em referencia ao vo-
lume, cor, a dureza do tumor; sendo que o ret-
ante, da esclertica e da cornea estavam em
atada normal; a conjunctira eslava adherenle
apaas em um ponto do tumor mu prximo a
cornea, as de maia partea Ha eslava bem tolla.
Algueses daa elerages do tumor sao levaotadas
coas a ponta do escalpello, oellea nao ae encoo-
tra a resistencia que ae notara quando ae fazia o
mesmo sobre p testido da esclertica.
O olbO< aberto primeiramente em duas meta-
dea, salvando o lagar do tumor e comegando-se
pajp lado potrerior ao logar da emergencia do
narro ptico, sondo depoit ama destas metades
aubdividida; o tessido da concha do olho tem a
dureza, e a grossora aaormal; o humor vilrio es-
uva difluente, dtixoo-sa extender com muita
facilidade aobre a mesa, era transparente, e nao
tinha floco algum ;capsula do crrattlioo, Itdo
posterior inteirameate opaca, espesas, e rugosa :
nao existia em aeu interior o cryslalino, e em seu
lugar a hara urna porgo de liquido, tambem
tranapareate, porm com alguns fiocos. Se pro-
curen neste liquido, na capsula, na meta, aot
panos que eaotiebam o olho, qualquer couas
qua so parocesse com e cryatalino, oa aeu ncleo,
a nada ae encontrn; elle pois hara sido com-
pletamente destello: lado aoterior da capsula,
ainds mais opaco, mais grosso, o maia rugoso
que o posterior; cmara posterior e anterior
conlinham urna pequea porgo de humor claro aa
aada de puz; nem urna s gota ; iris molle, bem
revenida de pigmento, no ponto opposto ao do
tumor, grosts, dura e descorada pela parte pos-
terior, e cheia de pequeos tumores, no lado ex-
terno em frente ao tumor da esclertica, adhe-
renle a cornea, e a capsula do crystatino; hyaloide,
crystaloide, cnoroide, e ritins ludo esteva grosso,
espego, e rugoso do lado correspondente ao tu-
mor; este baria per tanto invadido a todas as
membranas do olho.
Todia estas slterages foram vistas pelas col-
legas; a verificadas por mim em mea eaeriptorto,
onde este minucioso estado foi feto, estando a
peca anatmica dentro de am proto om agua, e
observada ora a olho nu, e ora com o olho ar-
mado de urna lente de t1/2 polagadaa de foco ; e
mediante este a rti Ocio, sobreaahiam as letSes des-
critas, mui principalmente ot tumerea encon-
trados na face posterior da ira, e os filamentos
brancoa, que re estendiam em todoa.ot sentido!.
OiSrs. Dra, Caetano Xavier Pereira de Brilo,
o Carlos Frederico Xavier dos Santos muitos dits
depoia viram em meu escriploro, com a mesma
leoie, estes slterages. Otamanhodo tumor ao-
bre a esclertica e a comea poda aer exactamente
medido, reodo-ee alie por transparencia, iato ,
collocando a concha do olho entra a luz e o olbo
observador.
Qual aer poit a osturaza deste tumor? eu
persisto em claisifica-to como um eocephahide.
Conservo esta paga em alcool: ella pode ser
lata por quem a quizer ver.
Pastemos agora a referir o retallado da ope-
O doeote. depois de operado, dormiu dona
din e duas ooiter, apenas ioterrompeodo seu tora-
no qutodo ert despenado para tomar algum ali-
mento ; j a .familia ceeseceva a impacienter-s
com taso roano lao prolongado, mat o doeote
pedia que nao o enesmmodasaem ; pouca tabre
tere ; aeahuma dor maia lhe apparaaera ; a olh
pouco supurou ; 15 diaa depois da operago j4
paaaaara n ra ; aos 40 a (rida estara cicatri-
zada ; eaetvJO o doeote j atara bastante cora-
ala a au trido. Todos es seas dotorocoe e terri-
retineommodot baviaar deaappareoido.
Rpradezir-sa-ha ettt molettit ? o tempo o
dtmooslrar. ",:T
NENIA
Ofereeidla ae meu espeeial
a ni i so o Ulna. Sr. Antonio Pe
reir de Oliveira Ramos, por
occasio da sentldlssima mor-
te de soa mol presada maa.
Mae I ohl me 1 adeua... eu calo
Mala ato pode o coragSo 1
Expirou morreu nos labios I
A mioha triste cangio.
A. P. Caldas.
SONETO.
Tea pranto saudoao I excita-me a dr I
Consola-te amigo I... com Dos te resigna,
Morreu toa me!... o modelo. e benigna
Sua alma, p'ra o co voou.com expleodor.
J era do co I... por ser ; noeto Creador
Chamou-a da Ierra I... gentil fidedigna,
Morreu para ella I. e vive mal digna
No co, entra aojos, com todo vigor I...
Ah perdes-tes a me I... amiga primeira
Consola-te amigo, que a dr partilhamos 1.
E* rontade de Daoa 1... Cumprt-se Oliveira.
a? eala a eatrada I... que todos trilhamoe
Da vida que p... da morte certeira I
At Dos a trilhou 1... Resigoa-te Ramos.
____________ J.J.deS.A. lima.
Atormentado o tenante coronel, j aaabaodo 4 giodotorphos'de 9tnla Itjereza em Olindt,
od qaae rae abati declarados :
Afue#o4napz.e*,...........mb> 195-200
Azeite de carrapsto e relias da car-
nauba, por mes................... 399000
Laragera, engoramado e concorto de
roupa, por mei.................., 35*000
A arrpaataoo ao4 feita-por lempa de aais
metet, a contar do primeiru de maio ao ultimo
de catabro prximo futuro.
. Aipotsoas quequizerem fazer dito fornecimen-
t com na regara ns sola daa sasses da referida
junta n dia auprameoetonado, palo meio dia a
compateo temante habilitadas.
E para constar se maadoa offixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da' thesouraria provincial de Peream-
bueo, 11 de abril de 1862.
O secretario,
Autoate Ferreira d'Annunciago.
rrontcnplo do Diario de Pernambuco n. 106 de
9 de maio de 1854.
Gregorio Antuoeed'Oiireirc fai sctote ao pu-
blico, que deixou de exercer o cargo de agente
de letifica, por aaaim o tar requerid o ae tribunal
do commerclo, e leodo cedido o seu armazem de
leiloes da ra da Cruz oumeroa 13 e 25, ao agen-
ta Victor Antonio de Brito desde o dia 1 de
abril do correte, fez-Lhe entrega justamanta de
lodos os trastes e mais objeclos que estavam em
aer e que pertenciam a diversos aenhoree, oa
quaes poderdo aolender-ae a este reapeilo com o
dito agente Rrito, declara mala o aonunciante,
que ludo quinto foi rendido por sua ioterreogo
se scha pago a quem competa, e aa por acaso si-
gue m aejulgarcom direito a elguma reclamago,
pode dirigir-se ao aonunciante dentro do praso
de oito dias, que ser promptamente satisfeilo ;
no aterro da Roa Vate n. 86. segundo andar.
AO PUBLICO.
it'ndo o meu incansavel perseguidor, o semmre
feliz e muito protegido Jote Duarte Rangel.
Sera temer o dente do (reptil, que me morde,
tenho oojo dt btba, qua aobre mim langa.
Quando procurei a impreota para expor ao pu-
blico os motivos qae deteminaram Jos Duarte
Rangel sempre iodigitar-me criminoso, ditse al-
guma cousa qae explicar poda a terrirel sita-
gao em que a qustro annoa me vejo collocado ;
mas, miuha posigio m nao data aomeoto da
morte do teoente coronel Hanoel Pereira de Mo-
raes ; por que era aua vida j Duarte me perse-
gua, n8o peraole os tribuoaes, pois a tanto nao
ouzaria. mas, cora astucias e enredos a flm de
matar no coracha do pai a amiade ao fllho.
Km vida do taaeale coronel procarou Jos Du-
arte tudo quanto podeaae fazer meu affastamento
da heranga e nao dar lagar ao reeoohecimento
de lilho, o que alias eslava feto, antea de 1847
por urna escriptura de doaco, em que o teoente
coronel Moraea, doando a mioha me o usufruc-
to de alguna bens, me recooheceu filho e qutr
que por aus morte a propriedsde dos bees doados
passasse para mim.
Duarte, ignorando a eMstencia desse reconhe-
cimento, fulminara com meo oceulta o meu fu-
turo : e por isso, depois que medio aa vantat
gens do meu affaslamenlo, fioglo-se amigo inti-
mo.do lente coronel, e, aconselhtndo o trata-
ment homeopatbico para o caao -de molestia,
fez ver oa grandes conhecimentos bomeopalbicos
qae o toraavam ji habilitado para salvar qual-
quer grave enfermo.
O teoente coronel oo conheeeodo, nem mea-
mo desconfiando do ardiloso recebe-o como af-
feicoado, aceeitaado carao verdade a astucia do
ente que viu por cima dos tmulos do teoente
Coronel esua mnlher D. Briieagebaetieaa de Mo-
raes, o eogenho lohamao ; era neceaaaria pea-
lar pelos tumuloa para (4 chegar, era necessario
passar aom cuidado para chegar cedo.
Acreditado Duarte como hemeopatha, apro-
sentiva-se em Inhaman todas as rezes que o t-
bente coronel aoffria algum encommodo de sa-
de, e puchando um lirrinho, ageitando os oceu-
los, a cabaceira do doente consultara, finga lr
e meditar sobre t qnalidade do remedio, e de-
pois com ar de investigador triumphaote dizie t
Cueult infallivel em bom retallado por que
em tal tempo /ir quasi %m milagre com este re-
medio, e o doente soffria o mesmo pelo que vot
iit, com a differeuea de ter impossivel a cura
para elle.
Em qaanlo Duarte fingla-se medico ehegava a
eabeceira do leneote coronel urna queixa contra
mim, logo Duarte pastando a fingir-ae admirado
do meu proced ment aconselhava o tenenle coro i
Bel, fazendo ver que eu era um perverso incor-
rigivel, maa qae nao acreditara, e que ara pai
por ter um tno fllho, nao devia desesperar.
Mutas veres Duarte Oogio-se medico ; moitat
vezea tive cuidado pela vida do teen te coronel
Moraes. .
Era fias de margo de 1858 adoecea o teoente
coronel, logo Duarte correu para Iohirnao com
aea lirrinho a oo obstante o teoente coronel
Moraes mandar consultar mdicos e comprar me*
dieameatos, todava Duarte fazendo valer aira*
portaocia da homeopalhta applioava-lhe dotes
da saa carteire, ji antes, ]4 depois daa indi-
eages allopathas, at que a molestia seaggra-
vou aom tal ponto, que^Daartt reco'nhecau que
aou o bosaem maisiofeliz da teira, porquatueu
pai aoffre tanto, antea eu fosie o maia pobre ho-
mem do mundo, por que sena livre a mim aer
bom fllho, e a meu pal estimar-me, nao orla
meo fllho, por qua nao batera quam mandaste
pintar-me cruel, aaria eslimado, por que oo
tendo o que aer ambicionado, oo teria Inrejosos
que caraudo a aepaltura de -aren-par procuras-
ssm iovolrer-me na maldigo.
O tedenta coronal Ilacata pode aioda che-
gar viro nauta cidado, onde mandando chamar
mdicos, essea declararam que nao ara posaivel
t cura, e ahi est 0 Dr. Dornellaa qua ditse
ecam effeito em menos de trea diaa fallece, de-
poia de um fflal que o atormentou maia de viole
das, aendo homeopathisado por Jos Duarte, que
em maia da dtaeateia diaa o aflailoa do medico,
applictndo-lhe dotes nao sei de que ..
Eis como quasi as mios de Jos Duarta expi-
rou o lente coronal Moraes I eslava completo
um tmulo, faltara o da D. Britea, irmia da Jos
Duarte, kque ae teodo proclamado homeopalha
paseara a cura-la quando soffria.
Dstjsjtd i morte do leante coronel Moraes,
D. Britea chamoa para aua companhia aeu ao-
brho, o Sr. Jerooymo Barrelroa de Moraea Ran-
gel, o cam elle celebrou urna aociedade noa lu-
cros da angeoho, Jos Duarte oo vio com olbo
bom tal negocio, a logo procurou affaslar
seu tobrioho, a tanto caviiiOu e enredou que o
lancea fura da Inhaman. Diga o Sr. Jerooymo.
Duarte oblendo ease triumpho tratou de apro-
vetlarauaa consequenciaa e collocou Manoel Ro-
mero de Goveia fcitor do eogenho.
Duarte homeopalha. Romero seu protegido
tambem carava com vaolagem, e por iato D.
Brites sendo accomettida ao amaobecer do dia
4 de dezeabro do anno paseado tomn apenas
duas doses, que Romero lhe deu a beber, e an-
tes que bebesse a tereeira, falleceu : e alo teste-
munhaa do pretendido curativo lodoa oaescra-
vos da casa de Iohsmao.
Eis o aegaodo tmulo para Jos Duarte chegar
a luharotn, e fruir em descsoeo o resultado de
tauto trabalha, restando apete- procurar ca-
deiapara mim, e miseria peca os legatarios, ala-
da mesmo os innocentes orphos, que j Dio ao-
dem ser como eu ladres e aaatnurinos.
Gosti, Sr. Duarta, o resultado do auor dd orea
pai, e protector; procurai com enredos e intri-
gas conservar-me preso, para que oo possa op-
ear obstculo a voseo ambigo -lio -felizmente
coroada nesta Ierra: vossaa ard e bajulsgev
vao produiiodo bom eflaito ; fazei da cate de
Inhaman um labyriotho, e cortei- o fie de Atiea-
00, oppondo dnvtdat, saacilando ditcueses a to-
das aa praleogea doa berdeirett por que tal vez
um dia posases procurar um herdeiro, e oo
acfaei, meu irmo j morrea de fadiga na flor dos
anuos, e eu oo aou de farro.
- Ser poisivel meu Deus, que a justiga oo vi-
esse a esta ierra para Joa Duarte Rangel que
tinto tem calcado a lei? !
Nao seria necossarlo que se prohibiste, esta
novo medico appllcar doses, ao menos para ga-
ranta d'aquallea que nio leem hsrdaiios fox-
(osos ?
Nao seria til que a autoridade competente
mandando tomar a declareco doa eecrovee qaa
viram Romero applicar 4 D. Rritea doses, pro-
curarse iodegarque especifica foi orneo, que >o
depressa produzio effeito, reeantando Oder Daa:
arte, protector de Romero, aenhor de qua poa
auia D. Britet ?
Nio exiatem tintas ci re matan ciara qao pare-
cem revelar am crirae, que merece puniglo se-
vera, ou sero oa Borgiaa aomente da Europa f
. Tudo devia ter investigado Com cuidado para
deacango doa innocentes, oa castigo doa cul-
pados.
At aqu por hoje, Qcando e questo do es-
cravo Amaro para a eeguiote.
Recite, 8 de abril de 1862
Colitmbo Pereira de Moraes. -,
COMAIil10.
NOVO B49GO
DE
PLIlVlHIIliO
O novo banco paga o 8* dividendo de
12$ por accSo.
Movimeato da porto.
Navios entradot.no dia 17.
Buenos-Ayres-16 dias, barca americana Saltan,
de 342 toneladas, capito Heory Mouton, eqsi-
pagem 11, em lastro; a ordem..
Rio Grande do Sul17 diaa, palbabote nacional
Superior, de 153 toneladas, capito Antonio
Evaristo da Rosa, equ i pageos 8, carga 9,C30
arrobas de carne ; a Amorim Irmos.
Para e portos intermedios8 dias e 10 horas, e
do ultimo porto 7 huras, vauor brasileiro Para-
n, de 840 toneladas, commandanle o capito
tenenle Jos Leopoldo de Noronha Torrezno,
equipagem 57.
Navios tah,idt no mesmo dia*
Csnal escuna inglesa Xanlhus, capito G. T.
Devon, carga aasucax.
S. Thomea barca americana Cordeiio, capito
G. G. Roberto, em, lastro.
Anilinas barca francaza Occi'ocn, capillo
Coodet, em lastro.
Babia patacho hollandez Grot Zumyk, capi-
lao G. Humana, carga parte da que irouxe de
Anveu.
Gibraltar por Mateio lugre americano J. C.
Kertkaw, capito J. C. Nicols, am lastro,
Lisboa barca brasileira Traviata, capillo An-
tonio Francisco da Silva, carga assucar.
Naviot entrados no dia 18.
Baha4 diaa, barca brasileira Conceigo, de 321
toneladas, capito Jos Rodrigues Pouca, eqai-
pagem 14, carga 10,600 arrobas de carne ; a
Amorim Irmos.
Nio hoaveram saludas. .
iftm&t.
Acamara municipal de Oliuda e sea
teres, etc.
Fes publico que tem de ir 4 pragt, prente 04
meema cmara, quem rnots dov,- nos diaa 10 e
Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimeoto da resolugo da junta da
fazenda, manda fazer publico, que no da 34 do
correte val novamante a praga para serarre-
malado a quem maia der a renda daa eaaasabai-
xo meocionadas, pertencentet ao palrimono dos
orphos, as quaes se acham desocupadas, e as
Chaves recolhidas thesouraria.
* Ra do Sebo.
Cata terrea o. 12.I6O3OO de renda por anno.
Ra da Rosario da Boa-Vista.
Casa terrea a. 14. IjJOOO de raada por aono
Ra da Lapa.
Casa terrea o. 41.182gOOO de reoda por anno.
Ra da Cacimba.
Casa terrea a. 65.300OC'J de reoda por anno.
Ra dot Burgos.
Gasa terrea n. 68. 205*000 de renda por aono.
Ra da Saozalla Velba.
Sobrado de doua andarea e luja n. 79.6509000
de reoda por anoo.
Sobrado de dous andar o loja n. 80.450ff000
do renda por aana.
Ra da Guia.
Casa terrea n. 8i.162*000 de rendar por anno.
Cas* terrea n. 84,168#0t>0 de reoda por anoo.
Ra da Maore de Data.
Casa terrea 0. 35.l:63l|ODt) de renda por sudo.
Rea da) Pilar.
Casa terrea v. 96.13757 33 de renda por anne.
E pava constar se mandou aduar o presente o
publicsr pelo iorio.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 7 de abril de 186*.
O secretario, -
A. F. d'Aaounciago.
O Illm. Sr. inspector da thesoararia pro-
vincial, em comprmanle da ordem do Exa. Sr.
presidenta da provincia de 14 do corrate, moa-
da ftzer publico que no dia 18 de junho prximo
futuro, peraole a jauta da faianda da meema Ihe-
souraria, se hs da arrematar, a qaem per meos
Uter a obra do calcamenlo a faaer-se eas ruae do
Sebo e Trompe, avaliada abraco qaadrade de
empedramnlo pele systeaa Mac-Adam em 30*
e de calcamento de pedraa irregulares em ris
lflOOO.
A arremataglo ser felta na forma da le pro-
vincial a. 343 de 15 de molo de 1854, e as clau-
sulas especiaee ahaixo copiadas.
As pessoss que se propozerem a meama arre-
mtlago comparecam na aala das sessoes da refe-
rida junta, 00 dia cima mencionado, pela meio
dia, competentemente habilitadas.
E para constar ae mandou afflxar o presente e
publicar p*lo I Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
aambuco, 18 de margo de 1862.
O secretario,
A. P. da Aanunciagao.
Clausulas especiaes para a arrematago.
1.aO arrematante dar priocipio obra logo
qaa for peca eaae fim avisado pela directora dat
obras publicas e a concluir 00 praso de seis me-
zas cootadoa da data do aviso.
' i."O arrematante obrigado a seguir exata-
meplena execugada obra, a planta a orgamaalo
approcados, assimeomo a cumprir restrictamen-
te aainsiruccaa do engenbairo incumbido da
Inspeego dd obat.
3.a0 arraasstaole flea ti-geito a observar em
toda aua plaoitude aa obajgages que lhe sao im-
postas 00 capitulo 3 da lei provincial o. 286.
4.*O pagamento seta feito por prestages
meeaaes conformo o numero da bragaa promptaa,
nio aendo, porm, um'numero inferior asesta
parte da obra total.
5 *O arremataste nao era dito a reclama-
gao alguma tendete a indemDitago, qaalaaer
qua toi*,t natareza daa aliegagea em que se fun
dar para tal flm.
Conforme.
A. F. da Aonuociago. .
50 ssogoeTUgai avmburguezaa. JB
i sesmaa acpap*! asel para etnbrulhe.
yoqm-qaiser vender u*s ebjactea aprsente as
tuas propostaa em carta fechada na secretaria do
ceaeelho, 4s 10 horas ds> ounhia do dia 21 do
correte mez.
Salo daa sesaes do cooaeiho administrstivo
para foroecimento do araeoal de guerra, 12 de
abril de 1862.
Antonio Gomar Leal,
Coronel presidente interino.
Francisco Joaquim Pereira lobo.
Coronal vogal secretario interino.
Cr>elh administrativo.
O conselho administrativo, para forneciroento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objeclos
seguales:
Para oa armazeos do arsenal de guerra,
20 resmas de papel pautado.
20 rasgos de obreias.
50 garrafas de linio preta.
20 duzas de tabeas de pinho americaoo.
50 arrobas de cabo de linho velho.
Quem quizer vender taes objeclos aprsente aa
propostas em carta fechada, oa secretaria do
conselho, 4s 10 horas da maohia do dia 19 do
correte mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para foroecimento do arseoal de guerra, 10 de
ebril de 186-2.
Antonio Gomes Leal,
Coronel presidente interino.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Santa Gasa de Misericor-
dia de Reei'e. '
A Illma. junta administrativa da irmandade da
Santa Caaa de Misericordia do Recife, manda con-
vidar aos Srs. irmiot para astittirem a mitta que
pira expotico do S. S. se deve celebrtr ot res-
pectiva tgreja de Nossa Seohora do Paraso, na
quinta-feira pelas 10 horas da maohia.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 14 de abril de 1862.
O eacrvio,
F. A. C Cooaaeiro:
Pela directora daa obraa militares te tem
de mandar pintar at catat e capella da fortaleza
do Brum : quem deate fabrico ae queira incum-
bir comparece na dita directora com suas pro-
poitas noa diaa 21, 22 e 23 do torrente mez, daa
10 horas da osaona 1 da tarde.
Directora das obraa militares de Pernambuco
16 de tbril de 1862.O eicripturario.
Joio Monteiro de Andrada Malvina.
\.
COMPAA FWUVCaiU
M
Navegacaocosleiraavap*
Kaeei e escalas.
O vapor oPersiooBga, temosa ndaale Be'*,
sahir para es portot do sal locando asa siestas
no dia 25 do correte as 5 horas da urdo.
Recebo carga at o da M ao atoa ta. la-
commeodaa. pattageiro* a dinheiro a frata at
dia da aahida ce t heraa: eosrlpterto aa tacto
dolMattos n. 1.
Para o Cear
0 hiate cGaribaldi. mestre Castedto Jao Vim-
os, sabe imprelerivelmeale no dia I eo covrewt*
carga que tiver: a tratar com Tasan Ir-
com a
mioa.
Para a labia.
Pretenda aeguir tom maila brovidado a
ro e bem coobecido biate nacional Sanio
ra,a tem parta da cea carr^gaaaento pr
psra o reate que lhe taita irato-eo eoas t
aooaignttarioa Aatonio Luis do Otttetra A
& C, no aeo eacriptoro na ra da Grot a. 1.
Para em direitura,
Sabe brevemente o bem eonhci)o o
brigue escuna Graciosa, caailo *cio ,
Souza, por ter parle do aea carregaasaata i
lado : para a resto Irata-ee cara aa rtasigaa
ros Alaeids Gomes. Alvos dt C, roa da Cruz nu-
mero 27.
Para Lisboa
THEATRO
sabe imprsterivslmeote por todo
coohtcido brigue portognaz aBelaaspaga;
o resto da carga e pasesgaisao, s apean etsrara
os melhores coramodot, trata-as cea o consigas-
tario Tbomaz de Aquioo Pooseca, na rata d<> Ti-
gario o. 19, primeiro andar, ou coa o capito no
praca.
Lisboi e Porto.
O brigue portaguet Esperanca, aegoa para
ambos oa porlos, al o fim do corrate caes, por
ler parte do carregaateolo promete : pava rea-
to e patsageiroe trato-aa coas oa eanatgeaiaotas
Marques, Barros & C larga da Ccrpe Santa a.
DE
Santa Isabel
Osera taro boa voz e capacidade para ser en-
riela as operas lyrcas, pode apresentar-se ao
escriptorio do dito thaairo psra aer contratado,
quarendo, aeja homem oa mulher.

M
Dcslarages.

24 do correte, e 1* de malo, s 11 horas da ma-
nhla e por tempo de um anno, .oa impoalee que
fazoaa parle do parintonio da msstaa cmaro com
o a batimento Oa quiota parte abaixo declarado :
capim da planta por 480p ; gado ovelhuaa por
3*200; per canga da laiiaba e legumea 231040.
E para que chegue ao conbecimento de lodos,
mandou-se afflxar editaos noa lugares do cosa-
me e publicar por eate Diario.
Paup da cmara municipal da cidade de Olio-
da, 3 de ebril de 1862.Manoel Antonio doa
Passos e Silva, presidente.Maccolioo Da* de
Araujo. secretario.
O Dr. Joaqun Jos do Oliveira Andrade, julz
municipal e de orphos e ausentes do termo de
Nazareth deeieproviacia de Pernambuco, por
S. M. Imperial e Constitucional, que Deus
guarde, etc.
Fago saber, que per eate meu juizo municipal
e de orpbaot lera do ae proceder o iuveaUrionoa
beat que flearam por falleciaaeQto de dual Aato-
nio a Cosa Azevedo,
Consulado de Franga.
Era eenformldade com o art. 7 da convenci
consalar, concluida em 10 de dezembro de 1860,
entre o Brasil e a Franga, o cnsul da meama
Qago faz publico que o subdito frsncex Ctrlot
Ssrmano Leptrrier, fallecen hontem 15 do cor
rente. Pernambuco 16 d abril da 1862.
Correio.
Pela administrago do correio ae faz publico,
que hoje (\9) peles 3 harae da tarda -em ponto
fechar-ae-hio aa malat que deve couduzir o pa-
Juete brasileiro cipa com destino s provincias
anorte.
Pela administrago do correio ae fac publico,
qae hoje (19) pelas 3 horas da tardo om pooto fe-
char se-heo at atlas ano deve condnzir o pa-
quete brasileiro Paran, chegido hontem aos
partos do norte e com destioo aos de sul.
Coiselhe aimiRistrativo.
0 conselho administrativo para fornaciment
do arsenal de guerra tem de comprar os objeclos
teguintes :
Para o hospital militar.
4 arrobas de assucar refinado.
4 cnidas de azeite doce.
60 garrafas grandes de agurdente.
2 groaae de caitas pora pilulas.
12 libras decevsds.
32 libras de cara amarella.
1 copo graduado de 8 oteas.
2 ditos dito da 4 oocas.
* 8 libras de fio de lno/-
16 libras de rotuna commpm de l1 qualidade.
CASStNO POPULAR
DK
MASCARAS EPHANTASIA
m
MAGESTOSO SALAO
DO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Sabbado, 19 do corrate.
A sociedade Cassioo Popular tem a honra de
aonanciar ao rospeitavel publico, que neste dia
baver um aumptuoso baile de mascaras e tem
ellas.
No gabioete ptico ettaro exposlas aprecia-
diodo pobriso vistas, ioterrameota novas. lla-
vera refeigo iodistioctamente para tadoa que ae
qaizerem servir, damaa e cavalheiros.
A sociedade empregsr todos oa meios possi-
vaspsflm de que o baile oeste dia nsda deixe a
desojar, sera se prevalecer de tnnuncios burles-
cos, para altrahir a aiteogo do publico.
Ser maotida a boa ordem e observadas as dis-
posigdes do regulamento interno spprovado pelo
Illm. Sr. Dr. chele da polica, is qtaes permitiera
que o segredo dos mascaras seja ioviolavel, salvo
aquellos que nio te portarea aegundo ai regraa
de civilidade e doa boas cottumes.
Entrada para damas, gratis; par cavalheiros,
2p000..
GRANDE
E extraordinario
DE
Mascaras e sera mascaras
NOS
Magestosos saldes
DO
Caes de Apollo.
. morador que fui em seu
eogenho PJtabilonia detla cmate*, a re^uscisMn-
(*)' Fdra o proprio Sr. Dr. Carlos Frederico que, 'o do eiudaote flacal da fazenda; por qaa le-
ma coaura esta ancdota. naa o. dita finado instituido em tetumeat t mus
8 dilss de dita da ligrimas de 1 quai'idsdt. ]
16 ditas de manteiga de porco.
2 ditas de manteiga de cacao.
8 doga de nitrado de prata fundido, aendo de
braoeo.
50 garrafas de labarrsque.
16 libran de olee de amendoat.
32 libree da olee de ricino.
2 grosso de peonas do epa.
9 resmas de papel bronce pautada de 1* qua-
Jidada.
1 peco de madapoln d. 4, toado vetdtdero.
1 dita de panno de algodie de 90 varas.
2 panellaa de ferro forradas de percellioa de
capacidad de 8 harae.
9 ditaa da ferro forradas de porceiUna de ca-
p.oidtSO da 4 libra,.
4 tillan de ferro forradas de porcelltoa de ca*
pacidade de M bfao.
2 dilta de ferro (arradas de potceUana de re-
pacida do de 1 libra.
4 oooaa de ceotaie aapinado. j-
4 toeat de talphrs aVfiaiaol J ^
12 bartA de teone. -
GOlPIdlHIA PERKAIBlCA.li
BB
Navegando costeira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
ca u do Aaau', Aracaty, Ceara'.
O vapor lguarauu. commandanle Viasaa.
sahir para oa portot do oorte at o Cear uo
dis 22 da corren te 4a 5 horas da tardo.
Recoba carga at o dia 91 ao meta dia ;. ea -
commendas, paMigeirot t dinheiro s frea at o
dit da aahida aa2 horas : eteriptorio aa Forte
do Matlos a. 1.
^lO*"
Sabbado e domingo havero noa referidoa sa-
lden groodoe bailes de mascaras e sem ellas.
A's 8 horas da noite, a beoda de msica mili-
tar executar rquissimti e variadas pacos,cerno
coatum da caaa, aendo o principio do baile
aonunciado por urna salva de bombas da viote e
umtiroe.
O* tates acbem-on ricamente ornadocea ex-
cellentes vistas transparentes de gas, obra de
apurado gosto, nanea visto not referidoa tt-
15es.
A' porta de entrada do asilo principal, haveri
um riqaiaaimo arco iliuminado gaz ; e os de
mais salos acham-se, tanto no exterior como no
interior, ornados com elegaotistimts bandeiras
da seda contando os dittioctivoi daa diversas na-
cps.
O administrador doa referidos sslee previno
ao respeitavel publico que desde o meio-dia at
as quatro horas ds tarde se acha o estabeleci-
mer-to iberio para aer apreciado peloa amadores
de lio lindo divert melo.
O cimo administrador, recoohecdo patriar-
cha dettes innocentes diveriimtntos, nio aendo
copista oa macaqueador de alguem, teodo inven-
gao de aua propria lavra. obsequiar, como eos-
turna, so pablen Ilustrad o qua o honra. Uzeado
fielmente executar o regulamento do Illa. Sr.
Dr. chefe de polica no interior dos referidoa sa-
ldes.
. Entrada para homtot 2#000, e para eeohorat
gratis.
Ai/utos martiifeo.
^W'
Conliuiiacao de leilao
DE
1000 barricas com
cimento.
Ao meio dio..
O Exm. bario do Livramento tan,'
leilao por intervencao do ageojbjB de lei-
loes Vicente Ca margo, de 1,000 baeri
ca de cimento, ea seu artmazeaB ao
caes d'Apollo, a vontade dos coaipoa-
dores, no mencionado dia ao meio dia,
sem limite algum.
AY^?iO^ iI-fMt.v
Somente be permiltiilo
pagara assigoaturadeste dii-
rioa5^ por tres mezes, den-
tro de 15 dias de seu come*
co, e depois deste dia s se
receber 6?0OO rs.
LOTERA
At rodas da primeira parte da pri-
meira lotera a beneficio das obras Ja
matriz de Nazareth, anda rao i m preter-
vel mente na sexta-feira 25 do corren te,
no consistorio da igreja de Nossa i raleo
ra do Rosario da freguezia de Santo
Antonio pelas 8 12 horas da manha.
Os premios de 5:000* ateos de 10fi
rio pagos no mesmo dia da extra
de urna hora da tarde por diante, e as
outros porem no dia seguate logo qae
se tenha feito a distribuido dat listas.
Os bilhetes e meiot bilhetet acham-se a
venda na thesouraria das loteras,
do Crespn. 15, e as catat co
sionadas do costume, sendo que
s se vender' at a vespera da extrac-
cao a ooie, e no da tornale na i
pee ti va thesouraria, at a hora Je.
darem as rodas.
O thesoureim,
Antonio Jos Rodrigues de
Presise-eo de na aolenno pota
de pi e bolacha : aa ras Dirata i
te de N. Sro. do Terco a. 1.
Na roa Diretla a. 22 precisa sa do oa ho-
mem qae entaada de roflaa^ao, pato todo ano-
vi(o das portas para dentro. Na asoaaa aseapra-
te um cscravo moco e robusto.
A peaooa qoe acaoa naa fronaa borJadoe)
cimbris de lioho, qoe eahira oe cotOa >
becco da cosa incendiada na raa da Issaatatiy
queira lava-la I caaa n. 89. tereeira
mesflia roa por date de eoxotro, qoe
rota mente gnufieada.
Monea Pilho, roga
vodores qna venhoa isldar
m quanto solee, a previoo dente j
do aqaelle qae o alo asar par
, qae asar de Betos j
menor exespcio.
COMPANHIA PERNAMBCANA
oa
Nevega^ao costeira a vapor.
O vtpor Jigaaribe, sahir para pe portoa
do norte at ao caraca no da 14 tsS hortt da
ttrde, g.s
Recebe carga at o dia 12. Eocoatascadat, pas-
ta gei ros e diuboiro a frea at o da da sahida :
escriptorio ao largo de Assesablee a. 1.
dito
ano
Precita te alugar um
oa segundo andar sendo naa m
guiatet : Imperador (do lado- do
seio) Aurora e pateo da nbeira :
tiver ou raatmo querendo taaer
qaer negocio compareo aa n
Queimado loja de ferragent n 13,
te dir* a peaca que quer.

h ^ rr!
i
.__


HUMO DE HMAMBUae. SAMADO It Df tWL MI i6i.
INGLEZ
Novo Mthodo para aprender 1er,
a escrever e a fallar Inglez em 6 rae-
zes, por H. G. OllendoriT: 1 vol. n 8*
encademado. Vende-se na ra do Quei-
mado, loja de fazendas, n. 18.
Jote Soaces d'Azevedo, protessor
de lingoa e litteratura nacional noGym-
nasio Provincial de Pernanlbuco, tena
abertoem sua residencia, ra Nova de
Santa Rita n. 47, as aulas do
GEOGRAPIA E HISTORIAS
LINGO A FRANCEZA
PHILOSOPHIA
ORATORIA E POTICA.
As aulas sao todos os dias uteis de tar-
de : comee, a m s 2 horas, e acabam s 7.
g
4
8 9 O Dr. Carolino Fran-
cisco de Lina Santos, 49
mudou-se da ra das 49
h m> Grases para a do In-
99 perador, sobrado o. fe
17, em (rente da igre- er-
ig 9 ja deS. Frsncico, on- #
A de continua no exerci- (9
9 ci de sua proBesao de 9
<3? ai medico. 9
Atteiicao.
A
Fabrica de chapeos de sol
0 artista Frederico Cirry, mestr. da fsbrica de
; chapeos de sol da casa dos Su. Manoel Aia &
C, oa ra Nova n. 23, participan ao publico que
tendo-se retirado da dita fabrica, acb.-se eslabe-
ecido na ra do Rangel n. 1*. prompto para si-
tisfszer ao publico m qualquer coocerto perien-
cente a sua arte, per menos prec.o do que em
outra qualquer parte.
Alugs-se um sUio com -grande e aceiada
casa, estribara, cochoira, quarto para criado,
baia de capim para cust-oiurcti cavallos todo an-
co, e anoredaode di-.r- ''netas, em distancia
que.se pode ir *olt*r n- ..ra o Recite: oa
praca da Boa-vista, botica do *r.. Ignacio.
Precisa-se fallar ao Sr. Ignacio
Ferreir Mendes Guimaraes, que mo*
rou na ra da Conceicao da Boa-Vista :
nesta typographia*.
Escriptura^o.
Una pessoa habilitada em-eecripturacao mer-
cantil i >r ambos ossystemas se oEerecea tomar
conta de algumss escripias: a tratar na ra do
Imperador n. 81 2* andar.
Innandade do Senhor dos
Passos.
rendo sido convidada a irmandade do Senhor
Bobi Jas dos Passos do Recite pela mesa re-
gstturn i veneravel ccDfraria de SsDla Rita de
Os*;a, i .ira do domingo 20 do correte s 8 ho-
ras da manhaa acompanhar a prociasio da Res-
sutreicao do Senhor; a mesa regedora roga en-
carecidamente aos Srs. irmos que te digoem
de comparecer na matriz do CorpoSanto no dito
dia, 7 hora da manda, para am corporecio
seguirem para o templo de Santa Rila.
O escrivao,
Octavlano de Souia Franca.
mam
Para as provincias de Peroambuco, Parahiba, Rio
Grande do Norte, Cear e Alagoas, a saber:
APPROVACiO E AUTORISACIO
DA
mmmk immmu mmmu
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
V
t
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Hieardo Kirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas Chapas-elbctbo-magiceiicas-epispasticas obtem-se urna cura radical in-
' /allivel em todos os casos de inflammaco ( cansado ou falta de respiraco ), sejam internas ou
externasyfeomo do figado, bofes, estomago, bago, rins, ulero, pello, palpilaco de corceo, gar-
ganta, olhos, erysipela, rheumatismo, paralysia e lodas as anecies nervosas, ele., ele.. Igual-
nenie para as diferentes especies de tumores, como lobinhos escrof ulas ele., seja qual Mr o sen
tamanho e proundeza por meio da suppuraco serio radicalmente extirpados.
O uso dellas aconselhado e receitadas por habis e distinctos facultativos, sna efficaia in-
eontestavel, a as innmeras curas obtidas o fazem merecer e conservar "a confianza do publico
que j tera a honra de merecer, depois de 24 annos de existencia e de pra tica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escriplo, tendo todo o cuidado
da faier as necessarias explicaces, se as chapas sao para homem, senhora ou enanca, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na caneca, pescoco, braco coxa, perna, pe, ou tronco
do corpo, deolarando a cicumfereneia e sendo inchasoes, feridas ou ulceras, o molde do sen
lamanho em um pedago de pipel e a declarajpao onde exislem, afira de que as chapas sejao da
ttumal da parte afectada e para scrembem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar \ir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As cbapas serao acompanhadas das competentes explicaces e tambera de todos os acces-
orios para a e oUocacio dellas.
Cnaa: seas pessoae que o dignarem honrar com a sua confia aja, fm seu esariplorio, que
acharau abertoe lodos os dias, sem excepeo, das 9 horas da manhaa s 9 da tarde.
119 R do Parto ||<)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
Para as encommendas ou informales dirijara-se a pharmaeia de JosAlexandre Bibe iro
ra do Qbeimado n. 15.
l60
Dita com almanak contendo o kalendario, pocas, noticias planetarias,
partidas des correros, tabellas de imposto, etc. etc. e o almanak
cern, judiaario, administrativo, agrcola, commercial, e indus-
trial, desta provincia, a ris......... 1*000
PARA
ESCRIPTORIO.
Especial hOuieopattaieo
1 119 ^IffllM,.,
Pateo da Matriz de S Autonio n. 2.
Nesta consultorio poda ser proeurado a respectivo proprieurio i qualquer hora, bavendo
ah sempre grande sorltinento dos verdadeiros medicamentos homeopathicos, preparados em Pa-
rs (as tinturas) por Catel an e Weber, os raais acreditados pharmaceuticos do universo como
preparadores de remedios de homeopaihia. .
O proprietario deste consultorio nso pretende, todava, que sejam os seus medicamentos
infalhveis, porque nada ba infallivel em fados humanos; nem lo poueo superiores aos que por
ii 32 u PT Cert que que D$ faMmo8' ou,ro PWe egualmente fazer to bom
senao melhor. Mas afiance qunelle nao ha traficancia, e que o servico da preparacao corre
peto mesmo proprietario, que nao tendo grandes commercio de carteiras, ieha-se sufficiVnte para
saiisfazar s necesidades daquella preparado. p
Reste consultorio aeham-se venda elementos da homeopathia, aeommodados intelligencia
de qualquer pessoa ; assim como presta-se gratui-amenie o seu proprieurio, cora seus esforcos e
medicamentos, a todas as pessoas necessiudas, sem distinecao alguma, que o procurem. wii
que o seu maior prazer ser ul humanidad* soffredora. ^
Coosultorio medicocirurgico
3-.1M3A. BA. GLORIA. CASA BO VI3NBAO-3
Consulta por ambos os systemas,
KS^" ,'Tul80f l tm lubos 1nr em unciera* caetarlo a 1 o vidro
O eroprieano deste estabelecimento annuncia a seus clientes e amiffoa no. i .____a
ufficieote. parareeeber algn, escr.vo. de um e oalromcVStm\SX mL? h- T '
operacao, .naneando que serio tratados com todo o dtaveto e Jromjtttao P VkLa^CK
qaellea que i lem (too escr.ros na casa do annuncianto ,r""1""0. oaao aabem todos
av-.p.V.^ipu!.^^ ^-- futasvanta.
k KA DO UEIMAD0 M.46
F/ll7haGBANDE20KTIME]lTo
^DASEROP^SF
f.iu. .Sfm2S0 STf S i* W*ft"- P"M 28. 80e 35. caaacos mallo bem
,"'% $?&: l5f:,PVel0U """dd P" Prelod, 16 at 55. ditos de e.semira
l.Li.7n, ,A*l,loU ,cc,01 d" paDD0 "e01" 8 14. ditos saccoa de alpaca
2&?&&S*.U&* ""i6 JP 0. calcaTpretM de e.aemir. de
m Y** a* ?,ra'7* ,t 10f roP" P" '>'"> d doa os tamanhoa. grande sorli-
mento de roupaa da brins como seiam calcas, palelols e colletas, aortimento de colletss pretos da
?: !SS T.eUudKt 9' 1* lt0> p;r-a *. paietot. InS ?ut.
1^*+Ml^.****&9**JH* Mi Bnd. sorUmento de faxendasfinsie m-
desnas, OsaaWS aortimento de caaeiniraa Inglexaa para homem. menino e senhora, aero.las de
nano e.lgodao, chapeo* de sol de seda, luvaa da teda de Joavin para homem e senhora Te-
moa ama granda fabrica de alfaiale onde recebemos eneommenda. de grande, obra o oa?a
!g5g! ""d de a.melhanfe arte um pe.aoal ie'mai. da
~^^7!tf!"a*tuu*v***tOD"eom promp"d"e
ARMAZEM
ROUPA FUTA
Joaquim F. dos Santos.
40-Ra It Oueimadn40
Defronte do becco da Congregacao letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um aortimento completo de roana taita da
todss ss qualidados o tambera so manda eucatar por medida i vontado dos trege-
les para o qae Um am doa malbores protoasores.
Casacas uo panno preto a 40f,
8| a 309000
! Sobrecaaaeos do dito dito a 35 o 3OOO0
Paletots de paono preto o de co-
res a 95, 30, 95, 10. 18 o SOO00
Dltoa de caaemira de cores a 22.
t5|,125,7. 90O
Ditos de alpaca preta golla de
velludo fraaeezas a 10000
Dito, de merino setim pr.toa o
do con. a 9j a 8f0i0
Diloa de alpaca de core. 5 o S5f0
Dito, de alpaca preta a9, 7, 5 o 31500
Ditos de brim do corea a 51
4500,4e t 31500
Dito. d. bramante delinho b an-
co.6, 5|. no.
Dito, de merino de cor dio preto
alija 8#000
Cale., de cernir preta a de eo-
re. a H. 10, 9J, 7 o 60C0
Ditas de princesa o merino da -
cordo preto 5. 6500 o 4J50
Dita. d. brim branco ede coree a
*. 4)500 o jgsoo
Calesa do ganga de coro, a 3|000
Colleta de follado preto o de co-
rta lisos, bordados a 11,9 o 8OO0
Dito. d. caaemira preta o da co-
re, lisos a bordado. II
5500,5
3|500
Dito, de setim preto 5$ooo
Dilo. de sed. e setim br.nco 6 52000
Dito. d. gorgurao de seda pr.tos
n.. dV?r,,7..*i 5000
Dito, de brim e fustao branco a
8f500.n500e 3000
Saroula. da brim d. linho a 2 a 2&S00
Dita, do algodo a 1J6O0 i?>80
Camisa, de peito de fustao branco
ede core. t400 o 2100
Dita, de peito delinho a 5, 4| 8000
Dita. d. madapolao branca, e de
core. 3, l500, S i00
Ch.peo.preto.de massa francesa
forma d. altim. moda 10,
8J5O0 a < 7*000
Dito, de feltro 6, 5, 4 e 500o
Dito. de.ol de oda ingles*. .
franeexea a 141, Itf, 11$ 7000
Colrmeos de linho maito fln.s
novosfeltio. da ultima moda a 800
Dito, de algodo 9500
Kelogio. de onro patente e hori-
Dito, de praia galvanu.do. pa-
tente e horixontaea a 40 e 30100o
Obra, de osro, aderecos e meio.
adereco., palceira., rozata. e
anal, a 9
Toalha. de linho duzi. 10$, 6 e 96000
Ditas grande, par. me., urna 3 e 4SO00!
Deposito de chapeos de sol de seda
das fabricas franceza e ingleza.
IMPERUL INSTITUTO
DE
Nossa Senhora do Bom Conselho.
que ae destina M ** adBlls,ao "riani eKndo classe do recipiendo o a aataren 4a
Pamir0' 1"* a,li r'cebe> > :
l"*pmwttilw&f$!2I3fra*SH*. ''""*' "'"P"". Pl ayatees. do Adler. aribmaiica
geogr.phi.VLn.t",T eh;ula' e e,eaieo,'} docisilidade. grammaiica porl.g.exa a oocow U
Phia racional aToraarUh^,0!"1; ,?,e" er,phU e bi,toria' rhetorict P0*"". lSSa*a-
Belio rr-T. fl meUca berto. logo ,% ahSsf' CUr,0, *" r,eulli 8 "* ***** arao
tMberirrBd? ni2!^ancel0." .rIoiPeri> Iaeilt.io-tem a. acommodaedes oecesssnss par.
O dlreciop d h ? fommodidade para os alumnos externse aeio-p.otioatatM.
honrosa d.0nCroHn^ "" 1U6,CP. tendo rec.btdo uUimamente do S. M. o laipon
elecime -i**!I ""',* ?*o Utalo do -lmp^.1- p.r. o ao. Uo
ea. exforco.' .,. STJ?. V"}. '.ono de ****> omprehende que devo candar
rSos par. m.nter ao Instituto o crdito qae tem adquirido.
BOTICA FRANCEZA E CASA DE DROGAS.
38-Rua do lmperador-38
P. IVlaurer & C, teodo aberto seu estabelecimento de pharmaeia na roa
do Imperador n. 38, com um completo sortimento de drogas, medicamentos e
especialidades pharmaceuticas. Os Srs. doutores em medicina e o publico em
geral encontrarlo neste novo estabelecimento todo o cuidado e at tenco necea
sarianoaviamentodeqkalquer receita que a seu estabelecimento mimbran
empregando para isso medicamentos novos e especialidades verdadeiras.
Precisa-se de urna criada forra on
escrava: na ra do CabugaX n. 18, pri-
meiro andar, entrada pelo\ pateo da
matriz. \
OKMeMSM MMdKMsWfiK
baques sobre Portugal.
O abaixo aasignado agente do Banco
Mercantil Portuense nesta cidade, saca
effectitamente por todo, os paquetea so-
bu o mesmo Banco para o Porto o Lis-
boa, por qualquer somma avista e a pra-
10, podendo logo os saques a prazo serem
descontado, no mesmo Baneo, na razo
de 4 por canto ao anoo aos portadores
que assim lhe convier : as ras do Cres-
po n.8ou do Imperador n. 51.
Joaquim ds Silva Castro.
1 recisa-se de urna criada para eogommar e
coser, e uma ama para cozinha ; na ra do Quei-
mado o. 10.
Nesta typographia precisa-se fal-
lar ao Sr. Joao Goncalves Rodrigues
Franca que morou em Olinda e dizem
morar nesta cidade do Recite.
Aloga-se um sitio na estrada da Tor-
re, com excellente casa, muilaa arvores
fr.criferaa e lugar para plantar capim :
a lra(ar na rus da Imperatriz n. 47, pri-
meiro andar.
I
Pede-seao Sr. Dr. Filippo Caroeirode Olin-
da Campello o favor de qaando vier ao Recite ap-
parecer em casa de A. & C que ae lhe deseia
aliar.
IbRuada Cruz-16 $
O Dr. Rocha Bastos d consulta, to- SI
dos o. di...
Cura radical e em pouco tempo das *
molestias ayphiliticas e dos orgos ge- A
oite-urinarios.
Consultas de gra;a das 8 horas as 9
da manhaa, Ol
Precisa-ae de um trabalhador de masteira :
na padaria da Capunga.
O Dr. Casa-Nova, mudott o
O seu cousuttorio homeopathico da
9 ra das Gruzes, para o largo da
da matriz de Santo Antonio casa
9 n> 2, aonde pode ser procurado
a qualquer hora.
Vendem-se em por^o e a retalho.
O dono deste novo esUbelecimenlo, na sa recente viagem Europa, honrado com a eonllan-
ca do. pnm.iro. f.bricants. des es gonerea, vem offerecer .0 publico 'o. prod.cto. d.queUa."-
brica., e por proco, nanea vistoe nesta praca, como consta na tabella abaixo : mvnmw
Chapeo, de sol de aod. fr.nceze. de 10 .24 polleg.da por......... 48O0
dem idem dem de 20 dita.,......................... >i*nnn
Idomid.ni idom deMdita,; .................. """.^"SB
dem id.aa ideaa oglezo. d. 26 dita........................... SoOO
dem idem dem de 28 ditas..................... .................... 2KS
dem dem idem de 30 diu........................................ Stm
* ......*.............. iwww
PRECOS FIXOS.
e em porcao de 1 duzi para cima,
15 por cento de descont.
Na loja de ourives n. 2 por baixo
do arco de Nossa Senhora da Conceicao,
acham-se a venda atacas de prata, ulti-
ma moda da Europa, proprias para
adornar o toilet das senhoras que fre-
quentajm os bailes pele commodo que
resulta, evitando romperm os vestidos,
a ellas que o preeo convida e antes que
se acabem.
Joo Jos do. Res, subdito porluguez, re-
tir.-se par. o Rio de Janeiro.
Prociaa-ae de uma ama que teja Qel para
todo o servico de uma casa de daa. pessoas : n.
ra do Livrameoto n. 13, loja.
Attenco.
O abaixo assigoado pede *~rsridssaosH.
devedore. d. firma de Maia & Barrea, qa.
nham oa manden pagar o que dosos 4 dita
ma, no praso de 30 dias, do contrario serio
treguea ss suas conta. .0 procurador por.
judicialmente.
Alexaodrino C. Usa.
FULLAS
Vaycaf-olaaf,------"-m pemlHn.
Plantas e raizes medUinacs
brasilerras
*> desto\,T4%T
Garlos Pedro Etchecoio.
_ Estaa pilulas paulisUnas, j lia la.herida, o
to afamada, em todo. 00 logare, dea*, iaoorio
pelas mar.vilho... cara, obtidas eos. aao) ooo
ao aa provea evid.atee e inr.airai.Toa. do amo*
aeco o influencia qoe operam em todo, oa caoao
de enfermidadea. Aa dita, pillo, to as atrio.
rea que st agora se deacobriram, pelo motivo
que ellas sao nicamente cotnpoetas do poro, vo-
getaes, recolbido. nos campo, e salo, da pro-
vinci. de S. Pealo, o ella, sao s.m davida da
m. erBcaci. incootestavel. TraUasento. com-
pletos de morfa, hylropisia. erysipalla braaca
etc., etc.. roa "do Parto a. 119, 00 Rio d. Janei-
ro, o em Pernamboco na pharmaeia do Sr. Joao
Alcxandro Ribeiro, roa do Queimado a. 15.
TRATAIEWO
Sem resguardo nem incom
modo.
Intlammacao do bmco.
P.decendo en, havi. j 4 annos, do am. n-
flammacio no bsco, qua me occoaiooaraa falso 00
respiraco, j.lgoei nao poder melborar por Ser
feilo muito. remedio., ealr. o. qa.ee, eoaao al-
timo rec.rao appliq.ei aa chapa, roodiciaooa do
Sr. Ricardo Kirk, escriptorio a. roa da Parto a.
119, o aaMv.ro que ao diminu, oopofo dW 37
dia. obtive radical car*.
Seria ingratidao miaba se Ib. nao doaoe o da-
vido elogio.
Ra do Cstet. n. 127
Fernando Antonio do* Soaloa.
Alug.-c. orna casa torrea coa commodo.,
da parte da sombra, n. roa do Santa Tbares, a.
24 : quem pretender, dirija-eo a ra. largo do
Rosario, loja de lo.ca da porta larga.
Precisa-se do ama ama para coziohar pata
Ir. peasoa. : oa rao do Rangel o. 48.
Precisa-se de am eanoeiro forro ou captivo
para condcelo do materia*, doo Ramtdio*
o Recite, por mez ou por viagem ; ao nao
do Rosario o 16, padaria.
(redores de Caniln i
Copeiro.
Precisa-se de um copeiro para nma casa ea-
trangeira de pequaua familia, que seja estran-
geiro ou eaptivo : a tratar na ru da Cadei. do
Recite o. 52
Preciea-ae de urr amasssdor : na padaria
da ra Direita n. 84.
Precisa-se de uma ama para csaa de pones
familia : na ra. do Livr.menlo n. 9, legando
andar.
O bacharel Witruvio p
de ser procurado n. ru.
Nova o. 23,sobrado daea
quina que volta para a
camboad Carmo.
n
s
2
Al.g.-.e em. ca aa ra da. Flore.: quem
eqaizerf.llen.cid.de nova de Santo Amaro,
segunda casa do Sr. Comea do Correio ; na mes-
ma casa precisa-se alugaruma ama forra ou cap-
tiva qu. engomme e coaa com perfeico.
Precisa-se de um amassador que lome con-
ta do servido de uma padaria : a tratar n. ra es-
trella do Rosario ti. 2 A.
O abauo assigoado faz aciente que tendo-
lhe sido adjudicados em praca do juiz especial do
commercio em audiencia do dia 7 do crrante, o.
objectos e divida, da taberna da ra do Impera-
dor n. 81. nertencente Jos Soarea Leite da
Coata ; pede aoa devedore. do mesmo o favor de
mandarera pagar auaacontaa no praao de 30 diaa,
a contar da dala deste, na Iravessa da Madre d.
Deo. n. 18 A, ou n. mesma taberna : e exceden-
do deste prazo serio cobradas judicialmente.
Recite 16 de abril de 1862.
Franciaco Alvo. Monteiro Jnior.
A pesio, que dea i lav.deir. Augela, qu.
costuras a lavar ua Torre, ama pouca de roupa
para lavar, dando oa aignaea certoa na ra Bella
o. 21, lhe aera entregue, pola esta mulber mor-
rea ha doea din, deixaotfo eata roupa oa caaa
cima.
Filhos.
Alexandre Feneira Camiaaa repre.ieol.olo
ne.l. cidade, de Santos, Camioba Irma**, o Oso-
ta rreg.do de pagar primeira pres lacio,
me a concordata, pootoalmoale a sauafoz o
os senhores credorea, qoe por si 00 por aoa
egenlea ae dignaran do comparecer em 0000 do
10a asistencia, roa larga do Roeorio o. 94. I
porque finda.ee bontom o praao da sneom. pres-
t cao, e alguna senbore. anda nao lomooiosoo
sem, de novo o. convida, podiodo-lko. 00
apresenlem por si ou por oolrom. .14 O don 92
do correte, o. mesm. casa, sendo aao ao dia
seguiole requerer o deposito em psg.mia...
como permitte o arl. 393 do regalamoalo o. 737,
das psrte. do. qoo st eolio nio verem coaa
parecido. Recite 16 de abril de 1969.
Aluga-se um bom coz*nheiio eocravo ; aa
largo do Corpo Sanio o. 13.
Nicole Piacb, subdito italiano, retira-es pm~
ra for. d. provincia.
Jacob Fiaeb o Antonio Fiacb, saM.te* ii*-
lianoa, retir.m-ee para tora da proviocia.
O Sr. Joao Pioheiro M.rqoeo tem orno car-
ta na ra da Cadoia o. 98.
Veneravel ordem terceira de
S. Francisco.
Convido a noasos chsrissimos traaos i eooapo-
recerem pira asaistirmos .0. acto, qoo solem.isa
o convenio em commemoracio d. sagrad, parxio
de nosso Redemptor, e .comp.oa.rmee e pro-
cissao no domingo d. ressurreicao, qoo toa do
sahir do meamo convento pelas 5 hora, da ma-
nhaa. Consistorio d. voaor.vol ordem lerceir.
de S. Franciaco da cidade do Recite 19 da abril
de 1869.O secretario,
Lola Manoel Rodrigaea Valeaca.
Atten^o
Precisa-se fallar ao Sr. Jos de Sa'
Le to Arnojo, deputado provincial e
empregado publico, na cidade de Ma-
na us, a negecio de seu inters se: na roa
do Queimado n. 47.
Al jga-se orna cae. torrea a. 139 defroato
d. .lacio da. Cinco Pon tas : qa.m arotoador 00
ioform.r ao d.posito do Rapozo ao p da moo-
m. caa.
Casaem Olinda.
ArreoJa-se ama axcellente uso esa Oliama aa
ra de S. Beato, propiia pera familia poc ser
muito. commodo. : qaeaa pretender diiija-ao
ruad. Craza. 45,'primeira andar, qae acaar
com qa.m tratar.
_


DU1UO DB PEMAMBOO. SatfBsVDO II DE ABRIL DE 1161.
r
.
Irmandade do Dvqo Espirito
Sanio, erecta no "convento
de Santo Antonio desta ci-
dade. m ms. fl
i.
O secretitio desta Irmabdlde convida ioi leat
chatiuimot irmos para comparecerem oeste
conteni no dias de quinta, aexta e saboado pa-
ra oa actos da nbim amia, como fomos convi-
dadoa pelo meimo padre guardio ; e tambera
domingo de paichoi, as 5 horas da manha, aura
de acompanhar a proeissio qae pretendemos fa-
zer.M. C. Honorato.
Aluga-ie ai peqaena casa nova na ra do
Destino n. 4 ; a tratar na ra do Hospicio nu-
mero 26.
Soutball, llellor & C. pievioem ao Sr. Ha-
noel do Amparo Caj, que nao se conformara
com o traspasso de aua loja de (aseadas sita na
ra Nova desta cidsde, a outro, sem que primei-
ro pague o que deve sos aununciautea.
Loja para alugar.
Aluga-se a loja da ra Direita n. 47, com ar-
maclo. propria para qualquer estabelecimenlo :
a tratar na ra do Queimado n. 46, loja de Goes
& Bastos.
Preeiaa-se alugar urna negra captiva que
seiba coziobar, para ama casa de 4 pessoas : na
loja de fazendas da ra do Queimado n. 69.
Aluga-se a loja do sobrado da ra estrella
do Rosario n. 17 : a tratar na ra do Cabug, lo-
ja n. 18.
Aluga-se o armazem e o primeiro andar de
sobrado da ra da Grut no Recife n. 18, com ar-
macao prompta : a tratar no primeiro andar da
mesma casa, ou com Jos Anlunes Guimaraes.
Sociedade naneara.
Amorim, Fragoso, Santo & C. sacam e tomam
saques para a prac de Lisboa.
Precisa n de urna ama para todo o servico
de urna casa de pouca familia : na prsca do Cor -
po Santo n. f.
Fertaram um civallo ruco, carnudo, capa-
do, com pintas amarellas, cabano, cascos pretos,
com ama traixa as coetellas, ripado, com a cau-
da curta, mancha vermelha no queixo, cem ama
i pisadura na coatella mindinha que nunca nasceu
cabello, cujo cavallo ferrado nos qasrtos e no
quaixe <: quem o schar entregue na prensa de
Maaoel Ignacio de Oliveira Lobo, que ser grati-
ficado, ou em Pedra Tapada, no tugar Capaila de
S. Vicente a Jos Belarmino de Assumpcao, seu
legitimo dono.
Precisa-se Ce urna ama livre ou escrava :
no pateo do Carreo casa de bachos.
Precisa-ae de um officialdepharmacia, nao
ee pee duvida em dar bom ordeoado ; a peaaoa
qere se jalger habilitada e lhe convenha, pode
ditigtr-se ra da Cruz n. 80.
CONSULTORIO ESPECIAL HOIIINTHICO
DO BOUIOE
: SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos oa dias atis desde as 10 horas
ate meio da, acerca das seguales molestias i
mokttiai da karst, seoeities dat erian-
et, molestia! da f*ll$, molestias dot olhos, mo-
tias syphiliticat,todas at *$p4C\ti de ftbru,
ftbrt intermitientes a tuai censequtncias,
POASSUCU SSPlOlaJL HOlBOrATBlCA.
Verdadeirot medicamentos homeopathicos pre-
jaradoa som toda* as cautela necessarias. in-
alliveis em asas effeitos,tanto em tintura, como
em globales, pelos precos maia commodoa pos-
?els.
H. B. Os mediesmentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
que a forem tora dellas falsas.
Todas as carteirss ao acompanhadas de um
tmpreaso eom um emblema em relevo, tendo ao
reopr as seguintea palavraa: Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblemas posto
Igualmente na lista dos medicamentos qu i se pe-
de. As carteiras que nao levarem esseImpreaso
aasim marcado, emboratenham natampa o no-
na do Dr. Sabino sio falsos
Graxa
VeDde-ie s verdadeirs grtxs 97 no armazem
ds rus da Crsz, di Jos Antonio Moreira Das i
C. 26.
3Ra estreila do Rosario-3
Francisco Pinto Ozorio continua a col-
locar denles arliciaes tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras neo
quem a ventado de seas donos, tem pos
outras preparacoes as maia acreditadas
para conservado da bocea.
sem igual.
Miudezas erap.
Ra larga do Rosario numero 36.
Laa de cores aortida*, libra a 6*400.
Clcheles eom duas carreiras a 60 rs.
Ditos de urna a 40 e 60 rs.
Agulhaa frsncaxss cirtss a compridss a 60 rs.
Ditas cantofss a 120.
Pentes de msssa para atar cabello a 500 rs.
Ditos de dita idem (doarados) a 1J}S00.
Carreteia de retrox de corea a 320.
Escovss pata cabello maito boas a 800 e 19.
Cartas de alflneies a 80, 100. I0 e 140 rs.
Escovss para unhas maito boas a 320 e 500 rs.
Franjas pretas com vidrilho a 320 o 400 rs.
Trancas pretas com dito a 240.
Bicos pretos muilo bons a 180, 240, 320 400
ris.
Carreteis de linha a 30, 60 e 80 rs.
Enfeltes de retrox com franja a 5*300.
Meias para senhora (duzia) a 22500.
Ditas cruss para bomem a 2*400 e 3*.
Tesourss ordinarias a 30 rs.
Franjas de lia estreitas (peca) a 900 rs.
Sabonetes de bola finos a 640.
Frascos de diversos cheiros a 320.
Linha de Pedro Va 30 rs.
Botoes para caaaveqoe a 20, 30 e 40 rs.
Rap Paulo Cordeiro (verdadeiro) a 1*600.
Dito gasse grosso e meio grosso a 1*600.
Dito dito fino a 1|280,
seE outras multas mais miudexas que com a pre-
senta dos bons fregaer.es se venderao baratas.
Calcado
um
Gabinete medico cirurgico.g
Ra das Flores n. 37. o
Serao dadiacons&ttaa medlcas-cirurgi-
# cas pelo Dr. Este va o Gavalcanti de Albw- #
O querque da 6 aslO horas da manbia, ac- e)
# cadindo aoa chamado* om a maior bre- 0J
a vidade possivel. 49
sj 1-* Partos. *
j 2.* Molestias de pe-Ue. CJ
8.* dem do olhos.
SI.' dem dos orgaos gsnitses. SJ
Pratiearitoda e qualqaer operaco em sj
a) seu gabinete oa em caas dos doentes con- sj
ga> forme Ibes for mais conveniente. Aluga-se
por 3 ou 4 mezes urna excallente caas para fami-
lia,na estrada daBoa-Viagem, aqual tem cacimba
de multo boa agua de beber o que se torna mais
necessario oesse logar : a tratar na raa ce.San-
ta Rita o. 9.
3K^0M^ClGSIMBsW-6lft0KSH8
{ Dentista de Pars.
15Ra Nova15.
F redar ico Gautier, cirurgio dentista
fas todas as operaepes desua arte a e co-
loca denlas artificiaos, ludo -com -sdeln
rioridade perfeico que as psssoas-.er.
andidas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentificios, etc.
No largo da Asaembla n. 16, casa de pas-
to, praetse-ea de um bom cozinbeiro.
Elempo de dizer verdades, para prevenir
males irremadiaveia, que esto prximo*....
Toda a Europa na presente primavera vai da
o brade de sus rgeneracao, apesar dos-grande
envites esforcos da tyraonia.
Portugal vai reformar a cmara hereditaria.
Praxa ao* cos que Cita seja electiva.
O Brasil tve sua poca de regresso, de servi-
lismo, daaoarchiaa e de revolutas ; hoje de in-
dilTereotismo, de agiotas, de nepotismo, c mise-
ria em todas as clssses.
Dizem qae se easioa de publico na Fsculdade
de Direito, idaa absolutistas por inaiouaeftes da
corte. Convern que emelhante ousadia nao pas-
ee desapercibida.
estrangiroe, coocorrei para o reslabelecimenlo
- da typographia do-Apostlo do Norte, que nao
sari revolucionaria, nao sdvogar a desordem.
sea deisari a goveroe insultar impunemente os
nossos brios, e nem invadir oa reodimentos da
provincia com .a lei do orcamento emanada da
assemfola.geral,
Convem, perianto, qae subscrevais geaerosa-
mente, quando o abaixo asalgnado oa sgaos de
seos amigos vos apresentarem o seu memorial,
excitando a vossa magBaoimidade. O bachare
Joo deBarroaPalco de Albuquerque Maranbo.
AGITABIIK ilYMMKfl
Gasaem Olmda.
Aluga-se a casa de um andar no principio da
ra de .S. Beolo em Olioda : a tratar no Reeife,
raa de Trapiche n. 14,1* andar.
laOftipras.
Compra-se
ourelo em qualquer quaolidode: na ra do Vi-
gario o. t, primeiro andar.
vnda$.
Atteii Na ra do Trapiche n. 15, es-
criptorio de Bastos IllOS.
^eneros
Vende-ae maito barato arrot com casca
bordo da barcaca 3 de Julho, chegada do Penedo,
Tundeada no caes do Ramos, oa na raa Direita a
tratar com Antonio Alves de Miranda Guimaraes.
Fundico da Aurora.
Neste vasto estabelecimnto tem sempre prom-
pto por precos muito em conta, moendas e meies
moendas por todos os systemss, taxas, tanto de
(erro batido como (andido, machinas para diver-
sos misteres, e lodos os pertences para eogenhos,
fateixas para alvarengas, barcacas ou oatra qual-
quer mbarcacao pequea, (erragens para qual-
quer embarescio, tanto de vela como a vapor,
etc., etc.
Veude-se um cavallo pequeo com todos
os seus arreios, proprio para menino quem
pretender, dirija-se a raa do Queimado n. 34.
Loja do be'ja-flor da ra do
Queimado d. 63.
Vendem-ae franjas o trancas, fitas de velludo
preto para a quavesma, mais modernas qae ha no
mercado, e maia barato que em outra qualquer
parte.
Loja do beija-flor da ra d o
Queimado n. 63.
Veodem-se (acas finar, cabo de balaoco de 2
botdes a 6*800, ditas para doce a 58860. ditas de
um botao a 4>f200, ditas para doce aS200, dilaa
pretas cravadas a 31600, ditas brancas a 3*400,
ditas rolicas a 3* a duxia.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-ae grvalas pretas deaetim a 1*, ditas
estreitas a'l*, ditas a 800 rs., peonas de ac de
langa, 5*0, a 720, ditas de maoziota a 800 rs.
Veude-se na fregueiia de Ipojuca eege-
nho Diamante, todo bem montado, eom casa de
viveoda, sensata, otaria, dislilacao, esiribaria,
casas para lavradores, ludo de jolo cal, sas
d'agua o muito bom de produccSo-, com trras
para dar maia de 3,000 pesaonualmeote, com
trras ainda por dcscabrirem matas : quem pre-
tender comprar, poda dirigir-se ao mesmo eage-
nbo tratar com o proprieta rio. cu no Recife cora
o Illm. Sr, commeodader LemocJuoior.
los fabricaotes fie velas.
Na ra larga do Rosario antiga rus
tais a. 12 junto a botica do Sr. Pinto
grande sorlimenlo de calcado como sejm : bor-
zegains de couro de porco, ditos de cordavio
entneos e gaapeadoa com canos todos de borra-
cha, ditos de bexerro com preguinhsa na (rente
como os Ingieres sem differenca alguma, ditos
de couro de lastre, borzeguios para senhora de
ola e vira e os canos de borracha proprio para
aa seohoras andarem nos actos da semana san-
ta por terem a vanlagem de nao tomar agua com
(acilidade. affisocando promptidao as obras en-
commendadas.
Para liquidar.
Calcado muilo em conta,
Ns loja do Pinto, raa da Imperalriz n. 10, de-
fronte da noneca, asaba de ebegar um completo
sorlimenlo de calcados dos melhores fabricantes
de Pars e Nsntes: botinas de Melles, de bezerro
e cordsvao, tasto de sola grossa, como de sola
fina, bolinas para aenboras e meninas, asaim co-
mo um grande.iortimelo de borseguins inglesas
que se vende por menos do que em oatra qual-
quer parte, e lodo o mais esleado ; a dinheiro
avala.
Borseguins inglezes.
Na ra da Imperatriz n. 18, de(roote da bone-
qu, loja do Pinto, recebeu pelo nllimo vapor um
grande aorlimento doa ja bem acreditados borse-
guins iaglezes, qae vende por 10$ e llf a dinhei-
ro logo contado.
Borseguins.
Ra da Imperatriz o. 10, loja do Pintos tn-
dem-se pelo bsrassimo prego :
Borseguins d la|tr para bomem a 8*.
Ditoa de bezerro ,. bomem a 8$.
Ditos de cordavio pA bomem a 8*.
Por este preco s a dinheiro a vista para li-
quidar.
CALCADO
Preservativo universal.
45Ra Direita45
Olhem!... .'
Urna das intelligencias melhir esclsrecidas ns
sciencia de Hipcrates, depois de longos aonos
de exercicio de curar e malar convenceu-se sfl-
nal, qoe o anteo preservativo inallivel de qual-
quer epidemia, por m*is mortifeaa que fossa, era
conservar a caneca fresca, veclr desembarazado,
ePS QUENTES. Ora, viajan* per ah urna
epidemis.que msta genis como qnslqaer outra, 4
occasiao de pormos em pralica eales principios,
usando pouco do chapeo aempre & som-
bra ; tomando de 15 em 15 dias um laxante de
sal de glaober, o mais acrrimo inimigo da epi-
demia, segando a opioiio e a pralica de um dos
ornamentos da nosaa magistratura; e laucando
ao cisco todo o calcado velho, dirigiodo-ae todos
ao armazem da raa Direita o. 45, onde o respec-
tivo proprieiario a todos receber com cortesa,
aturar aa massadas, s aquecer os ps com ex-
celleote calcado, aegundo o gosto, estado fi-
nanceiro de cada um, e vejam :
Horneas.
BOBZEGU1NS dos melhores fabricantes,
francezes, inglezea e brasileiroa a 13$,
12, 11, 10. 9*500, 8 e...............
SAPATOES a 7500, 68500, 5*500, 5*.
4*500 al..........,....................
Meninos.
SAPATOES a 5g500, 5*. 4, 3*530a......
Sennoras
BOTINAS de fabricantes (rancezes, ingle-
zes, ellemes e americanos (ederaes
6*. 5*500, 5*. 4S500. 3g500 a........... 2500
Meninas.
BOTINAS a 4*500 e...................... 4*000
Um completo sortimeoto de sapatos para se-
nhora de couro de lustre virado a 500 rs., de ta-
pete a 800 rs., de lastre (os. 32 e 33) a 800 rs.,
do tranca francezes a 1*300, portuguezes 2, sapa-
tos de berraxa para homem senhora e meninos,
maito couro de lustre, de porco,cordavao,marro-
quim, bezerro (rancez, sola de lustre, coarinhos,
vaquetas, sola te., que todo veode-ae como em
nenhuma parte.
Caxinhas e cabazes para
as meninas Irazerem
no braco.

Muito lidas caiunhas e cabazes para meninas,
de 100 ria al 2*500: na loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75.
Enfeites para senhora.
Os melhores enfeites pretos e ds corea qas es-
perece a 5*500, 6* e 68500 : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
vi-
5*500
2*000
1
ltenlo.
por
procos
do doutor
MH L IPHH1,
Para a ppepara^M dos medica-
mentos homeopathicos.
Os medicamentos preparados por eata machina
o os uniecs, com que se podem contar do cu-
rativo das molestias perigosas. E como seja o
CHOLERA MOfiBDS ama d'aquellas que cao
admittem dedonsas e experiencias, cumpre pre-
ferir esses medleameatea a oatros qaaesquer,-se
qnizerem tirar da homeopatha os ventajosos re-
saltados que lia aasegura.
Acham-se a Tonda carteiras s meias carteiras
especiaes contra o cholera, acompanhadas das
competentes inc-truccoes, peloa presos conheei-
dos, ca pharmacia especial hcmtopalhica, ra
de Santo Amaro (Mundo Novo).a. 6.
t N. EL Os hornees de bom senso reconhecem
certamente que seado o Dr. Sabino a fonte pura,
d'onde emanou a fcomeooathia em Pernambuco
o em todo o norte, lio o nico immediata-
mente interssado no sea rdito e po sea pro-
gresso, e por consiguite lio somonte oelle
qae se pode encontrar itataatiaa, quer em rea-
cao a apiplicacao da aeieoola no curativo das mo-
lestias, quer em relac i jweparaco dos me-
dicrnoslos.
Na pharmacia do Dr. Sabino trabalham cons-
tantemente dobaixo de aaas ieUs immediatas,
nos tempos ordinarios, dous em pregados (am
brasileiro e outro francs quem paga ordena-
dos vsntajososj, os quaes sao ajudados por mais
tres ou cinco pessoss, quando o jeevico o exige,
na destillaco do espirito de vioho_ o d'agua, no
manejo das machinas, na desecaco dos glbu-
los, na distribuicao das diluicoes ele., etc.
' evidente que para o Dr. Sabino exercor *
faomeopatbia, como geralmente a exercem., e
preparar medicamentos como por abi pceparam,
som eram precisas astas despezas eom o pes-
soal.com machinas e eom a obtensSo das subs-
tancias as mais puras possiceis, e nem tanta vi-
gilancia e trabalho na praparaco dos medica-
mentos ; mas elle nao se contenta com o bem,
que ji tem feilo, dando i homeopathla a popa-
laridade de que goza: elle quer eleva-la ao
maior grao de perfeico dando aoaseus remedios
a maior infailibilidade possivel em seus effeitos
O Dr. Sabio* nao aspira somante os gozos ms-
teriaes da vida ;~elle se desvanece em ler nos li-
aros ostraogeiros que a tua propaganda em Ptr-
natnbuco\foi too brilhante que nao tem na Eu-
ropa nenhuma analoga (JORNAL DE MEDICI-
NA BOUEOPATHICA DE PARS, tomo 4.*, pa-
gina 91 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HOMEO-
PATHIA, por Granier, pagina 102); mas a aua
ambicio muito maia elevada ; ella se dirige a
legsr as geraedes (atares um nome estimavel
pela gravidade e importancia dos seus servidos,
peia 8inceridsds de suas convieces, e pela fir-
meza do aea caraeter.E'por isso, e pare isso
que alie trabalba ; o trabalba mnilo...
Na travesa da ra das Cruzes n.
2, pjimeiro andar, tinge-se para todas
as eores com presteza e commodo prec/3.
Alnga-se am moleque com 20 snnos de
idade, proprio para todo o servico : na raa ds
Matriz da Boa-vists n. 21.
Tnomax Teixeira Bastos previne aoSr. Ma-
noel do Amparo Caj qae nao se conforma com
o traspasso da aoa loja de (axeodas, sita na roa
Nova dsala cidsdo, a quem quer qua seja, sem
qas primerameotepague ao aoouocicDtesua le-
tr Tsncida en 81 de asi ds 1860.
Vendem-ss os seguintes
commodos:
Cadeiras italianas s'mgelas com palinha.
Dita dita de braco com dita.
Dita dita de balando com dita.
Sofsdita com encost com c'Ij. Estes trastes
sao muilo recommendaveis para casas do cam-
po por serem muito leves e de elegsnte mo-
delo.
Farello nevo em saceos grandes de 3 arrobas ca-
da um.
Potes ou tainas de barro vidrado de differentes
lmannos proprios para deposito d'agua, de
mel ou de qualqaer outro liquido1 por serem
muito fortes.
Almoxarizea de marmore com sua competente
mo de madeira proprios para casas de fami-
lia. |
Tijoloa de dito de 7, 10 e 12 potlegadaa quadra-
das cada ama.
Enxofre do canudos em caixas de 3 arrobas cada
urna.
Chapeos de palha de Italia.ataarello e escaro pa-
ra homem.
Fio de algodo da Babia para-parios de velas oc
para redes etc.
Msssa de tomates em latas de 4,-6, 16 e 32 li-
bras cada urna, de superior qualidade.
O antigo deposito do aero do cama aba o sebo
em pao o em velas, estabetecido no largo da /&
sembla n.9, mudoa-oe para a raa da Madre de
Dos n. S8, qaasi defronte da igreja, onda coat-
na a baver am complete sortrmento daqaoUes
generes, qae se veadompor .procos raxoaveic.
Manteletes de fil.
Vendem-ae os mats modernos manteletes de
GI6 prete em modelo decapas ebegadoa pelo ul-
timo vapor: na ra da Imperatriz n. 60 leja a
armazem do Pavao, de Gama & Sirva.
Cambraia duquezi de Or-
leans.
Vende-tt ama armacao e mais pertences do
deposite da ra de Santa Cruz n. 62, por preco
commodo .; a tratar na raa Velha u.7, qae acha-
r as cusvea para ver a mesma armacao.
Fazendas pretas
6 na loja do pavao, ra
da Imperatriz n.60,
de Gama Silva,
Vende-se baraharimo por aer tempo de qa>a-
resma as fazendas seguintes :
Bicos manteletes de velludo preto rica-
mente enfeitados com (raojaa largas os
mais modernos qae tem viado a
'Modernissiraos enfeites pretos a turca a
Garibaldi
Ditos mais simples a
Ditos de vadrtlbo muito mesemos, a
Chales pretos de merino bordados com
vidrilbo a
Ditos de fil preto muito Gao a
Grosdeoaples pretos szenda muito en-
corpada a 1*500, 1*600, 8600. 2g a
Sarja preta noepanhola, cavado a
Meias de seda pretas para senhora a
Ditas de la a de laia para padres a
Lavas de retroz bordadas com vidrilho e
som vidrilbo a 500 rs. a
Ditas pret* litas da soda sauito fina a
Alpacaa protas paito fiaos 560, 640,
800 o
d. rf&.-sa amostras com penhor :
da Imperatriz a. 60, loja e rmazem de Gama
Silva.
309660
soeo
29600
800
12Jr000
38000
IJ500
29600
14000
1600
640
640
*000
O* ran


Loja das 6 por-|
tas em frente do
Livraoiento.
Cassas irancazaa da> bonitos ostos a
320 rs. o covdo, luvas de troeal pretas
e da seda a 500 rs o psr, chitas trance-
zas largas escuras a 240 rs. o covado,
ditas finas a 260 e 280 rs., QI6 de Jioho
liso a 640 ra. a vara, torta tana fina de
todaaas cores a 800 rs. a vara, longos
brancos com barra de cor a lgtOO a do-
zia e 120 rs. cada um, meias para bo-
mem a I520O a dazia e 120 rs. o par,
chitas para coberta de* bonitos deae-
nhot a 220 rs. o covado, pegas de bre-
tanha de rolo a 2, ditas de cambraia lisa
com 6 1(2 varas a 3j*, musselina encar-
nada a 240 rs. o covado, calcinhes para
meninas de escola 1 1) o par, peitoa
para camisa brancos e de cores a 200
rs., pegas de cambraia branca de salpi-
co a 3J500, algodo entestado o melhor
a 700 rs. a vsra, dito braoco para toa-
1-hos a 1J a vara, enfeites dos mais mo-
deros a garibaldi a 69, s lote est aber-
ta ate as 9 horas ds noite.
D. Pedro V
ou
O Moco Velho.
Drama em 5 actos
POR
Francisco Gaudeocio Sabbas
da Costa,
Autor do drama
Francisco II ou a liberda-
de da Italia.
Esta obra contm oa melhores episodios da
vida do (Ilustrado monarcha o Sr. D. Pedro V, da
gloriosa memoria, e oMcoa de possuir-se : vea-
de-se na livraria econmica, rus do Crespo n. 2,
cidS eieiPpUr s 1 JjOOO .
A miie moderno qae tem vlodo ao mercado,
cores lizas pelo mdico preco de-600 rs. a vara:
oa loja da roa do Queimado a. 43, esquina que
volta para a Coogregacao.
A ellas freguezes antes
que se acabem
Lindas cambraias com salpicos brancas e de
cores com 8 112 varas cada peca, largara regalar,
flnissima qaalidade a 45 cada peca, ditas bran-
cas Usas maito finas marca blspo aSfSOO, ditas
ponco menos s 4, ditaa de mais baixa qaalidade
a 3$, ditaa pretas muito finas a 600 avara, moa.
-suliius finas padrbea modernos com palmas de
cores propria para oesiidos de senhora e meni-
nas a 860 rs.o covado: na bem condecida loja de
Bernardino Jos da Silva aia na ra de Quei-
mado o. 43, esquina que volta para a Congre-
ga?ao.
Ampliado armazem e de-
posito
de roupaa com um completo e variado sorlimen-
lo para .homem e meniao, por muito menos pre-
co que em outrs quslqaer parte, como sejatn :
Paletots de casemira de cor fino aseos e sobre-
casacos cada um 10.
Ditoa ditoa de meia casemira preto e de cores
cada am 5J.
Ditos ditos de slpsea preta e de corea iti e 61.
Caigas de casemira preta fina a*7f, 8f e'rOf.
Ditas ditas meia dita a 49.
Ditaa princeza dita a 4{S.
Ditaa de ganga o brina de todas aa qualidsdes : ns
raa do Qoaimado n. 43, esquina que volta pa-
ra a Coogregacao.
Leandro & Miranda.
Ra do Crespo n. 8 A.
Vende-se las com lindos deseobos a 280
ra. o covado.
Golliohas bordadas ama 500 rs.
tanguitos de cambraia bordados a 20.
Organdys miudinha a 560 rs. a vara.
Salas d cambraia bordada a2f400.
B ootraa maltas fazendas por baratis-
simns precos.
Veode-saum carro de conduzir gneros,
muito em sonta : nss Cinco Ponas n. 66.
Aos senhores consumidores
de gaz.
Nos srmazens do caes do Ramos ns. 18 e 36, e
ns rus do Trapiche Novo [no Recife) n. 8, se ven-
de gaz liquido americano, prtmeira qualidade, e
receotemente chegado. a 14/a lata de 5 galdes,
sssim como latas ds 10 e de 5 garrafas, e em gar-
rafas.
Uvas.
Vende-se ovas a800 rs. a libra: na ra da
Gadeia do Recife n. 25, deroote do becco Largo.
Pjannos pretose casemiras
Na loja do Pavao.
Vende-se panno preto maito boa (azenda a
15600, 19800 o29 o covado, e dito qae va-l'-SJ a
49500 o covado, casemiras pretas oofestadsa a
39, 3*200 o 39500 o corte, ditaa de ama so lar-
gara de todas oa precos e queridades, settm pre-
to da Chiaa para caigas pa tette a col le tes com 6
palmos de largara a 3| o covado : na ra da-Iao-
pentriz tu 60, loja e armazem de Gama & Silva.
Chales.
Grande pechincha na leja do Pavo.
Vende-se os msis ricos chelee com ponte re-
donda a balotas, tendo aa barras de velludo ou as-
setinadas, imitando as capiobas mais modernas,
pelo barattesimo preco de 4$50O cada am a ditos
de quatro pontea a *$500, ditos a Garibaldista
sendo maito grandes a M : aa roa da Imperatrt
o. 60, loja do Pavao de Gama &. Silva.
Espartilhos a 3,500.
Vende-ae espartilhos ingieres qae sao OS me-
lhores pelo diminuto preco de 39500 cada am-:
na ra da Imperatriz n. 60, loja e rmazem do
Paveo, ds Gama & Silva.
Liadas nonecas de difle-
rentes tamaiihos e qua-
dades.
A lote da agaia bracea acaba da receber a sos
encommenda de lindae e bem vaatidas bonecas
fraocezaa de -2 e 2 11 palmos d altara, aa quaes
oa fardado vieram to perfeitas e bem arraaja-
daa qae qnsm as vir ioiallivalmente desejs com-
pra-las, porqae amas aiem da formosara tem
bellos cabellos caehtades, outras bonitos cha-
pioatebos a Garibaldi etc. etc., e todas em fim
ss iodiapensaveis saiaa bario ; sssim como rece-
beu igualmente outro bello aorlimento de bone-
cas de choro tanto de maesa como de eers sendo
estas de olhos movedicos e de differeutes lma-
nnos ate 3 pslmos. Agora pois a melhor oc-
casiao da qualquer posees mimosear urna meni-
na qae seja aua filba, parela oa conbecida, di-
rigindo-se primeiro (munido de dinheiro) a loja
da agaia branca ra do Qaeimado n. 16, aflm de
comprar orna deaaas bonecas ou outra qualqaer
coass de agrado.
Bandos ,011 crescentes de
cabellos humanos.
Bandos de dina muito grandes e bem
feitos.
A loja d'agaia branca avisa a todas as senhores
que haviam mandado procurar e eocommendar
Sses neeessarlos crescentes de cabellos humano
mesmo as qae de novo predsarem) que ellas
acabam da chegar, lio bem arraajados como jus-
tamente se desejs va sendo o sortmeolo de pre-
tos, calannos etc. e muilo bem tecidos nos pe-
queos peales queservem para prender, trazan-
do ao mesmo tempo enchimento, do qoe resulta
que urna aeohora com um psr desses crescentes
poda msravilhossmeate (azer o amarrsdilho de
sea cabello sem qae deixe perceber a (alta qae
dalles aenlie, cuate cada par 59 ; tambam ha
bandos ds dina mui grandes s bem feitos o me-
lhor que em tsl genero se pode dar o veodem-se
a 29 o par, tudo laso na bem cenhecida loja da
sguia branea raa do Qaeimado n. 16.
Pechincha
A1J280o covado.
Grosdenapla preto maito bom : na ra do
Queimado n. 47.
A15<000.
Paletots de panno fino forrado de seda : ns rus
do Queimado P. 47.
Vunileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Neste rico e bem montado estabelecimenlo en-
contrarao oa freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no sea genero.
URNAS de todas asqaatidades.
SANTUARIOS querivaiisam com o Jacaranda.
BANHEIRUS de todos os lmannos.
SEMICUP1A.S dem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixas de todas ss grossuras.
PRATOS imitando em perfeico a boa porcel-
laoe.
CHALE1BAS de tedas aa qualtdades.
PAN ELLAS idem idem.
COCOS, CANDIClftOS e fiandres para qual-
qaer sorlimenlo.
VIDROS em caixas e a retaiho de todoa os ta-
mandande-se manaes, botar dentro da cidade,
em teda a parte.
Recebem-se-encommendas de qaslqaer nata-
reza, coeeer tos, que tudo ser desempsnbsdo a
contento.
Nachitas americanas.
En case de N. O. Bieber & C, euccessorss,
ra da Cruz n. 4, vendem-se :
Machinas para regar norias e espim.
Ditaa para descarocar milho.
Ditaa e>ara cortar capim.
Selina com pertences a 10$ e 209. .
Obras de setal principe preleadas.
Aleatrn H -K-uocim.
vernu de alcatro para navios.
Salsa arrutade primeira qualidade do Para.
Vinbo Xerez de 1836 em caixas de 1 dazia.
Cognac em ceixas de 1 duzia.
Arados e grades.
Brilfaaates.
Carreos pequeas.
Fazendas baratas,
Santos Porte desejsndo acabar com as fazen-
das antigs que anda existem em sua loja da
rui do Queimado n. 7, a qual acaba de comprar
ao Sr. Jos GooQalvea Villaverde, tem resolvido
vender ditas fszendas por baratoa precos como
sejam : cambraias de cor vara a 320, 440 e 560
rs., prioceza preta covado 500 rs., gaogas de cor
covado 400,440 e 500 rs,, chapeos de castor
brancos fiaos a US, velludo encarnado superior
covado 295OO. dito preto a 39500 e 49500, panno
fino preto covado a 39 e superior a g, casemira
alvadia covado a 29 e 39. faslo branco fino co-
vado 800 rs., merino fino de cor covado 2^200,
sedinhaa deqaadro covado 640 rs., greslenaple
amare lio covado 19. lafet covado 300 rs., cha-
pelinaa fiass para senhora a 129, cortes de fas-
tao para collete a 500 rs ditos de gorguro a
800 rs., ditos de velludo a 59500, brioziohos de
cores covado a 180 rs., manteletes de fil preto
a 189, psletota de brim a 29500, ditos de alpaca
de cor a 39500, ditoa de panno a 159, sobrecosa-
cas a 259, camisas bordadas para senhora a 6f,
cortas de vestido de seda pretos a 28$, e diver-
sas perfumarlas que tsmbem vende-se por mul-
te mdico prego.
Aspas e coz para balo.
Vende-se ns- ra do Queimsdo loja d'sguia
branca n. 16.
Bolacha.
Vende-se bolacha econmica 1 3J a arroba :
na roa da Senzala Nova n. 30 e traversa dos Pi-
res a. 9.
Franjas pretas com
drilho e sem elle.
Ricos sor timemos de (ranjas pretas e de cores
com vidrilho e sem elle : na loja da Victoria, na
raa do Queimsdo n. 75.
inhasde peso verda-
deras..
Linbas Cois de peso verdadeiras, meadas
grandes s 240 ris : ns loja da Victoria, na raa
do Qaeimado n. 75.
Phosphoros de seguranza
Phospboros de segursnea, por qoe Itera de in-
cendio, a 160 ris a caixa : na loja da Victoria,
na ra do Queimado o. 75.
Balis para vestidos.
Btelas muito grandes e boas a 160 ris urna :
oa loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linha de croxe para la-
byrintho
As melhores lionas decroxel para labyrinlko,
noellos moostros a 320 ris um : na lo|a da Vic-
toria, na raa do Queimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas
Chegou para a loja da Victoria urna peqaeoa
porcao de ricos espelhos de vsrios lmannos psra
ornamentos de salas, alliaoQando-se serem os
melhores em vidros que tem vindo: ns loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar.
Las mnito boa de todas ss cores psrs bordar, a
79 a libra : oa loja da Victoria, na ra do Quei-
mado n. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos siotos dourados para senboras a J;2C0,
ditos de pona cahida a 19, ditos de fits a I36OO :
na toja da Victoria, oa ra do Qaeimado o. 75.
Liabas do gaz.
Gaixiohas com 56 novellos de lionas muito fi-
nas do gaz a 900 res a csixa, dilaa com 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ris, brancas e pretas: na loja da Victoria,
na rus do Queimado n. 75.
Candieiros de gaz
Chegou para a loja da Vicloria os melhores
candieiros de gaz que tem vindo ao mercado, por
pregos commodos : ns loja da Victoria, na ra
do Queimado o. 75.
VLmmvsBm mm mwKmmn
* ^ Acaba del
Vende-se
ama excellente escrava de meis idade, boa en-
gommadeira e cozinheira, de todas as qualidades
boas, e se vende por preciso ; asaim como um
par de macacos ds rosca da primeira qualidade :
tudo a tratar as ra do Trapiche Novo Novo n.
3, primeiro andar.
Gabriolet e cavallo.
Vende-ae um excellente cabriolet com todos os
seus arreios, muito (orle e quasi novo, e um bo-
nito cavallo ruco do mesmo, sem achaques, o
que se afiance, sendo este animal o melhor de
cabriolet que existe nesta cidsde: na eocheira
de Thomaz Jos dos Beis, ao p da prace do ca-
pim, junto da casa do Dr. Sabino.
Sabio luz o
Gallo Vigilante.
Na ra do Crespo 0.7, aoode o respeitsvel pu
blieo achat um grande e variado sortimeoto de
miudezas que se vende por precos mais baratos,
10 por ceoto do que em oatra qaalquer parte,
aasim como seja, (ranjas pretaacom vidrilho e de
cores. Otas de todas as qualidades, franja e galao
de Itabo, caacarrilhas pretas e de cores, (reos de
lodas as cores, os riquissimos enfeites de esbecs,
galaoziobos de nho e de seda para enfeites,
chapeoziohos psrs erisneas, cbapelinhas para se-
nhora, bonete de peono e velludo muito finos
para meninos, titas mnito chiquea pars sidos,
msoguitos e golljobaa maito finas, lencos do
cambraia de linbo muito finos, e muitos mais
objeclos qae se continuar annaneiar, pois ven-
de-se lado por precos barstlssimos por sa schar
em liquidscao. Na mesms loja se achar
rico sorlimenlo de ameudoas e con feitos proprios
para qualquer mimo, que se vende pelo bsratis-
simo preco de 1$600 a caixinbj.
Vends-se um terreno em Santo Amaro,
junto ao hospital ioglez, com 700 pslmos de fren., _.^,._ _..,... ...
te, em maito bom estado : a tratar na roa do [ralissimos no acreditado
Trapiche o. 44, armazem de Braga, Son & C. I Terco n. 93.
chegar
novo armazem
DI
IAST0S lEfiO
Na ra Nova junto a Con-
ceicao dos Milita-
res n. 47.
Om grande a variado aortlmento de
roupas feitas, calcados e izeodas e todoa
astea sa venden, por pragos muito modi-
ficados como de seu costums,assim come
sejam sobrscasacoa de superiores pannos
s casacoa feitos pelos ltimos figurinoa a
565,289, 309 a a 353, paletota dos mesmoa
pannos preto a 16f, 18J. 209 o a 249,
ditoa de casemira da cor mesclado e da
novos psdres a 149.16|, 189,209 e 249,
ditos saceos das mesmas casemiraa da co-
res a 99,109,129 o a 149, ditos pretos pe-
lo diminuto preco de 89, 109, e 12|, ditos
de sarja de seda a sobracaaasados a 11#,
ditoa de merino de cordo a 129, ditos
de merino chines de apurado gosto a 15#,
ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 a a 109,
ditos saceos pratos a 49, dilos de palha da
seda (azenda muito auparior a 49600, di-
tos da brim pardo a de (aato a 39500, 49
a a 49500, ditos de uatao branco a 49,
grande quantidade de ealcaa d.* casemira
preta e de cores a 79, 89, 9> e a 100, ditas !
Sardas a 39 a a 49, ditas ds brim ds coros
as a 58500, 39. 39500 a a 4f ditaa de
brim brancos flnaa a 49500, 5f, 5*500 e a
69, ditas de brim lona a 5 a a 6|, collotaa
de gorguro preto e do cores a 5J e a 61.
ditos de casemira de cor e pretos a 41500
s a 59, ditoa de (ustao branco *i de bria
a 39e a 39500, ditos da brim lose a 4f.
ditos de merino para lato a 49 e a 49500,
calcas de merino para lato a 4 j500 e a 5|
capas de borracha a 99. Para meninos
de todos os tsmanhos: ealcaa de casemira
prefa o da cor a 5f, 69 s a 79, ditas ditas
da brim a 2#, 39 e a 89500, paletots sac-
eos do casemira preta a 6f a a 7, ditoa
da sor a 69 s a 71, ditos ds alpasa a(39,
sobrecasacos ds panno preto al2|a a
14, ditos ds alpaca preta a 59, bonete
para menino do todas aa qualidades, ca-
misas para meninos ds todos os tsmanhos,
meios ricos vestidos de cambraia faitea
para meninaa de 5 a 8 annos cem cinco
babados lisos a 89 e a 121, ditoa do gorgu-
ro de cor e de lia a 59 o a 69, ditos de
brim a39, ditos ds cambraia ricamente I
bordadoa para baptlaados.a mullas outras 1
(azendas a roupas (altea qae deixam do
ser mencionadaa pela sua grandeqaantl-
dade; assimcomorecebe-aetoda eqaal-
quer encommenda ds roupas para sa
mandar manufacturar a qas para este fim
temos am completo sortiaseoto de (asea-
das do gosto o ama grande offlcioa daal-
(aiata dirigida por am hbil mostr qae
pala suapromplid e perfeico na dad ei-
xaadsssjar.
* sis ?!} SftMff -
Largo do Ter?o
numero 23.
O proprieiario deste estabeiecimento de
Ibados est resolvido a vender as ganaros maito
mats baratos do qae em oatra qaalqaar parle,
aflancando-se a boa qaalidade, maatetfa ifiesa
a 800 e 900 rs. a libra, dita (raneen da aafra ao-
va a 680. e da velha a 640, beaba do ajoto loa-
nada a 400 rs. a libra, balates maito soasa s 140
a libra, em gigo faz-se abatimaate, teociabe de
Lisboa maito novo a 340 s 280, qaeijoe do vapor
s 29700, de navio a 29400, cerraja das i
marcas a 500 rs. a garrafa
dem oatroa muitos generoa pert
lhadoa, assim como caf, arroz. Tatas
mcete e carnaebe,. e finalmente so si
torrad ar no largo do
__
TT~

-


jH^JiTOW^
i'J
BARATO S
Hwv^V
W)
ARMAZEM

Francisco Fernandes Dnarte
Largo da Penha
Veude-se ueste armazem de molhados os melhores se-
lllZ?Lrl?AV^m0 l90! m'D0* 5 Por canto do Mi em outra qielanet prte.
ESEfZUlZl ^ .,22 ? rog,-se todo *' preca, do entrabo o fondores
(Torda mandaren, suss eocomoieadas ao rmaseos Prograato, aflm de rerem a differeaaa de
preco e quahdade qae fas, ao foaaem comprados em outra qualquer parte. "H
g& glCXa de prBeira qua|ida(ie a 800 e ijooo, ub'ra.e am barril ao tari
abatimento.
^*M*la tr anecia. BaIi no, 70 n ; ll|rt #n barril4 wo v
rmt' U ma,s ",perior 1ue hi no mercado a 2*800 e 2*500. a libra. '
Ha UUXim imlUai0 a perola# >a,a |a| 8up,rlorldtde a Sp000f 2&6OO a libra.
a yroUl. ^njco para 0i d0entes que e trat9m C0QJ a homeopathla a 2*500 a Hbra.
| UClJOte CIO JCl^O hagedoi neate al timo rapor a 2{800, ditos chegadoe do ultimo
nano aX950U
Queijos VondrVuos 0 que ha de bom neiU o < 1woo ,!bri e #nj
faz abatimeoto.
^fueijo pravo 0 maii gper,or que tein TiQd0a eile mercad0, l00, libra#
Frezunto \as\ex para Hambre Knn
, ,. r**"* """""^ muito doto a 500 ra. a libra e em por-
cao ae (ara abameoto.
a fj e a i giezas propr para flambr, a g^ r, a Ubra e etB porgao a 700 rt,
da aoporior qualidade a 480 ra. a libra ioteiro, a 440 ra.
maljior oelisco qua poda harer por estar prompto a toda a hora a 1) a libra.
em porcao a 900 rs. r r
i. reino IDaU() novo a ggj, rj a Hbri e em barril de 3 arrobM a 7tO0Q
C aouricas e palos de lomos .... r k.
* i 640 ra. a hbra, em pdrcio se tai aba-
meoto. .
Lalas eom enonticas ,
-,.- m. o** j4 promptas para se comer viodaa a prmeira toe a este
mercado a jOOO cada urna.
BanHa Ae poteo retinada... Uli com 10 Ubra, por > ,ada omit
Banna de povco j, flna alva a 480 n a llbra t em 6ffl a w n
smn lI*l1PWlm* do afamado Abren e de outroi miltoa fabricante, de Liabot
a 800 rs. a libra, e em porfi sa (ai a batimento.
Latas eom frutas da doee em calda
ceg, alpexe. e ginga. 800 rs. cada lata Cm 8e, "" "a,U' Pe"
Marmelada de alperxe lal % t libra por 1|200 cadt H|Ba
iatas com amendoas coneitadas. *
r.n^i ii, ~****>**m*mn contendo tima conrettoa aaaucar
candi, multo proprio para mimo, a 2JO00 cada urna.
Doee da csca da solaba M
-* 9 auito fino a 800 rs. e em por?lo te faz abatimento.
iloce st eco e em calda
2-3500 cada urna.
Vestidos a-3AQ0O e 2^500
/eode-se cotes
ras a babadoa a 3|
n.O, '
(R|ffB
7 &"? "^ dtJS!IiMqa br,nco *ar-
._ babadoa a 3} 25O0: aroa da Imonttriz
n. 80, loja armazem do Ptitf,' tf GlX *
bordadas a 2^500
de diferentes qaalidadea, em lata da 49 e 59 por
Carioet com bollo Crancez
m^wu^VCi proprIog pafa mimo a 5M n
Pansa emcaxinb-a d* 8 libras ^
480 ra. a libra. m"ll n0?" Pr 8500 e a ret.lbo a
Figos Aa c *mmadrt, ll0 Bof0i> m caiM> ^ llbra8 por dlu, L
por 1S500, ditas com 2 muito bem eofeitadaa Por 900rs. cada ama e arelalho a 320 ra.
libra.
Ervilhaa b**en ortugwxas m U1 ,., i, .
ditaa em meias latas a 500 rs.
Macada lmale em tatal de, Ubra por 800 n
Xmendoas de casca mole mult0 nova,. m r, a libra
NOZe* a i2o rs. a libra, e 3JOO0 a arroba.
i\meiz.as irancezas e m lal com 3 llbras por ^^^^ dlUi eom 11(2 por 1>500
riT i f?ttn*uww820 i itiu..
bocoiale Uespnhola 1S500# dil0 franc9l t dilo 8M u
ananga-se a boa qualidade.
axiuua de soda em lalai com dilTerente, quiid,de,., i|4io n.
7 = *^ let. macarrao e talharim. a 400 rs. a libra e em cala por 80000 rs.
1 OS C nenies lixadogi molho$ Mm M macah0, por 200 e ISO ra. eaito Ooa.
aeyejas am frasco, com t e 1[2 libra por mo rs<
1 ftancez para lmpar facas a 200 rs. cada um, em porgao se faz abatimento
., ugieza a mais n0Ta do marcad0 a 320 a 1Lbra # %u btrri<1, 4J5Q0
Sai para engommar, moito aUa a 100 ra. a libra e em sacca se faz abatimaoto.
' de posta em latas das melhores qaalidades de peize que ha em Portugal a i*600 ra.
Lsoermasete
Q I "Penor de cinco e seis reas por libra a 760 rs. a em eaiw, a 740 rt.
^ S de Naotes em latas moito ooras a 400 re.
)ixe ainm de 9upetior qualidad9 a lt0 ,ibra 8 em barril com 8 arfobat por 7t
a am SlfM0 de dJffereDlM mcas e o maissapsrior que ha a 800 rs. a garrafa
ye5j'fai" bordadas moito bonitas al|50a
cada a :na ra da Isoperatriz n.?UO.W* do
PavMVsMfamaA'SKfk' ^
Btloes do Pavo-
Vande-ia baldes da bramaut. raocei eom SrV
toa aeod<} lea* melhor armacao palo d
JBB5t d 3 35O0: oa rs,, 1 Ma-
triz n 60, loja a armazem do PaTj> da Gama
4 Sil*. ~
Saias com arcos de linho.
Vaode-ae aa acrediudaasaiaa coa arcos do li-
nho qae liiem ii Teaea do blao a 3ft00 o a M
aada urna, eaU fazeodi a ha na loi do Paio :
ra da Impocatris o. 60, loja a armazem da Ga-
ma & Silra.
Madapolo a 3$.
Venda-se sega da madapolo entestado coa
14 jardas a 3j a pega: na ra da Iaapatatriz o.
60, loja o armazem do Pari,
Grande pechiacha ^m cortes
de vestidos na loja do Paro.
Veode-ae Ooisiimoa cortes de eambraia bran-
ca bordados com t babadoa grandes o de daaa
aaias pelo barata!reo prego de 4f. ditoada eam-
braia de aeda eom bsbados bordado 48900, da-
t0* *f B,0*,8'a por lzp pelo baratissimo prego de 61 cada um :
na roa da Imperatriz n. 60 loja o armazem do
Pavao, de Gama & Silva.
Brilhantiaas americanas.
Vtnd.sn brllbaatinam americana com liodlsl-
simaa cores sendo fazeoda iftteiramente ora e
moderna do 4 l|i almos de- largaran 400 ra. o
corado : oa ra da Imperatriz o. 61, loia ar-
mazem de Gama & Silra.
Para meninos a 4^500rs
Vende-ae restidinhos de seda para menina a
ditos de fnito qara meninos nmto bom enfel-
tadoa pelo baraliammet pwgo do4500 cada um :
na ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem do
Pari.
Gorguro de linho a 280 rs.
Vende-ae gorguro do J de qnadriohc* o
meaclados proprioa para .nhora e ronpaa de
menino e meninas a $80 ra. o corada: na roa
da Imperatriz n. 60, loja do Paro, de Gama &
Ra da Senzalla Nova n. 42..
VMdt-sa em casa da Si P. Jonhston & C,
sellios e silhoes inglazos, candieiros e cistcaes
bronzeados, lonas iogJesas, fio do rola, chicotes
para carros e montara, prraios para carros de
m a dous carillos, e relogios de oaro patenta
ingles.
Na ra da Gamboa do Ca mo loja n.
12, vndese toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phanthasia etc. por preco mais
coto modo do qae em outra q'ualquer
parte, laz-se toda a qualidade de obra
de encommeada com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
Atten^ao.
Lenlilba franceza, primeira qoalidade, a 300
ra. a Ubra, tomando orna arroba a 7*680, para
acabar: na ras Nora o. 2J.
para engenho.
Grande redueco nos precos
para acabar.
Braga, Son C teca para roodn aa ra da
Mooda tanas da ferro auado do mol acreditado
fabricante Btrwio Maw, a 100 rs. por libra, aa
qew ae roodians a 120 m : quem preci-
aar dirija-oo a roa do Trapiche o. 44, armazem
do faaeodaa. -
Sonbsll Meilors i C; tondn recebido or-
dem para reoder o aeo creacido deposito do rslo-
gioa r[sto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; eonrida, portento, s peanas qae qaizerem
POWair asa bom ralogo da oaro oa prata do ce-
lebro fabricante Kornby, aproreitar-ae da op-
port.nid.de sem parda da lempo, par rir com-
pra-loapor commodo prego no sea eKriptorio
ra do Trapiche o. 18.
Argolas de ac para chaves
'"deai-so i 200.140,^20, 400 o 500 res, os ras
Vendem-se nlraa SaSaoftll Nora n. 90, alJ
zinba. eom docjpar progo commodo, recommen-
daraia para oa aaj da procisaao.
RefogiDcf
yS^ "m M8a d**'ohn8U)n per A C,
Vj*"? 3 wn baHlo sortinsento de
teiagass ae ato. patetiuMngliz daum dos mais
samalos fsbricantas de Litarpool; tambera
um* variedade de bonitos trancallins para os
mesmos.
Polassa da Russia.
Vende-te emeasa de N. O Bieber dr
C, succeuores, ra da Cruz n. 4*
mwm*
sem segundo
^-"'OnaiBadoBi. 55 loja de miadezaa
de Jos de Azeredo Haia e Silra, est rendendo
heddM*"14"" Pr Pre5* *Wd0* ,0"
Groiaa de peona de age do todas ss qaali-
dadea a '
Norelosde lioha que pelo tamanho a todos
admirara o.
Calas de agulhas franceza a
Calas com alfioetes moito finos a
Caixaacom apparelho para eotreter me-
ninoa a
Ditas ditoa grande a
Baralbo portuguezes a 120 e.
Groza de botoes pequeooa para caiga a
Teouraa para unhaa muito finas a
Ditas para costura maito superiores a
Baralhoa fraocezea para voltarete muito fl-
noa a
Agalheiroa com agulhas francesas a
Canirotea de aparar peonas de 1 tolha a
Fegaa de tranga de lia com 10 raras a
Ditas de tranga de lia da todas as cores a
raros de aapatoa de tranga de lia a
Cartas de alfioetes francotes a
500
120
110
60
140
500
200
110
400
400
MENOS DEZ
NOS ARJVUZENS
TO
DE
310
80
80
200
800
lfM
tI 7 la!" 5o d' Ewoeia muito fina a 320
ratas ditas brancas grossas s too
Escoras pars limpar denles muito finas a 200
Massoscom superiores grampos a 40
Cartoes com colsetes de algum defeito a 20
Dltoa de ditoa auperlorea a 40 e 60
Dedaes de fondo de ago muito superiores a 100
Bofiadorea para rostidos de senbora com 4
raraa a gQ
Calzas com colzetes fraocezes a 40
Cartas de alfioetea de ferro a 80
Cbaraleiraa muito finas a 1*000
Tioteiras de ridro com tinta a 16O
Ditos de barro com tinta superior a 120
Areia rela o azul mallo fina a libra a 120
Tanho ora remesaa de labvrintho para ven-
der por todo proco, aasim comotenho trangas de
seda differentes cores para vender por todo di-
nhairo que offerecerem.
que vera do Rio, em Islas de ama libra por 1*)00 e aa parti
Muita a tt en cao.
Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
perador n. 40, vndese roupas feitas
de todas as qualidade pelos precos
mais baratos possiveis'quese pode ima-
ginar, pois pode vir os reguezes com-
prar porque pecbincha.
Algodo da Baha.
Proprio para roapa de eacraros o saccoa de as-
sacar : rende-se oa roa da Cruz n. 1, escriptorio
de Antonio Laiz do Olireira Azeredo & C.
f f 90favO
J Roupa feita muito |
barata. i
W Sobrocaaacos de panno preto mallo fl- A
A no. paletota de dito, paletots de casemi- a*
. ra de cor, ditoa nretos, ditos de fustio, '
ditos de ganga de cores, ditos de brim 9
V-
s
guxao, ditoa de fusto.dito de brim bran-
co, camieos de liobo, ditas de algodao
branca o de corea, seroulaa de linho,
ditas de algodo, chapeos de sol de seda
ioglezea oa melhoreeom taaaaobo e qua-
lidada, lado ae rende por barato preco a
- djMtroaista, na tojajdaa* portea ra
deQveimado emfrenle hIo Lirrsmento.
- est aberta at as 9 horaa da ooite.
s


..uu.j-b a zw, n, mj, auu e 500 rea.
do Qaeimado loja d'aguia biranca n. 16. .
Proco fino, e seda frouxa para
bordar
rende-se oa raa do Queimade loja d'agaia branca
n. 10, onde s achara com plato sortimantp.
Existem.
Na raa Nora loja franceza ni lt. para l reoder
muito barato ama bonita eideirioha o am ele-
gante palanqaim : sa pesaoas que preciaaram de
qualquer del les nao podem achar melbor oeca-
aiao> para comprarem bem a barato.
Car te iras com agulhas.
A loja d'aguia. branca acaba da despachar car-
tearas com agulhas da mal boa qualidade, a es-
colenle aorlimeato, e aa eati vendando a 500 rs.
cada ama; aasim como receben igualmente no-
VA n.t; t J-. -___IB____ .. **
Atleoco
V P* Porto, Figu eir o Lisboa a 560 agarrafa eem caada 1500, 4? o 4*560.
J* das maia acreditadas marcaa a || rs. a dazia, a em garrafa a 500 rs.
- p ** das marcas mais superiores qae ha no mercado a 15$ e 22J00O rs. o gigo
Cognac nglez a 105000 ri a cia e 1200 rs a gaira(#
Gcncbra de HoUailda mdade,r.era fra.qeir. a 6^)00 r. e o fraaeo a 560 ra.
llamaras dO^yptO s6Wrs.libr.aemcaixlnbs8eom.t0Hbrspor5|.
Cnebra illgleZa t0jooo rs. a dazia e a retalbo a 1#000 a garrafa.
Paiiltas da g*i, ^.^
a 2JMM) rs. a groza.
refinado em potes grandes a 500 ra. cada am, em porgio se far abatimento.
^ 2"'.da ?r.8.'bPradee SjJSftrS..8^" 32 Ub" em"rba 9*' dUo ">
ment ^ FraDCa B,,!" D0T* d merc4,loaS80 lib". <" Prco '* abati-
^8** maito novo e alvo 3M rs. a libra.
mriHUa do reino das marcas SSS e galega a 140 rs. a libra.
do Maranhlo alva e cheiroza a 160 rs. a libra e em arroba a 4|800.
ticrvutias seca, mait0 n0Tat a 160 r, a libra#
tLT #>lfkaa,
* fle carnauba refinadas a 400 rs. a libra e em arroba a lllOOO.
doce de Lisboa a 720 rs. a garrafa, aflanga-se a boa qualidade.
i- .* U U,b0* ,<0 "raa, e em caada 1*800.
^Cherez a 1*600 a garrafa e em calis ae faz abameoto.
ttito
Mda^dfflDfJ "' ,Up8rlor que h no mero"do propio para mista a 640 is. a garrafa'o em ca-
Loja do beija-Aor da ra do Queimado
numero 63.
papel, imo oa raa do Queimado loja d'aguia
branca n. 16, ^ m
Charutos da Havana.
Vendem-se charutos da Ha Vana d~
superiorqualidade emeasa de N. O-
Bieber r C. suceessores, ra da Cruz
n. 4.
Obras dmela, prateado.
Em casa de N. O. Bieber & C. succes-
orea, vendem-se apparelbos completos
para atmoco, porta licores, garfos, fa
cas, colheres para cl>e sopa, galhetei-
rot, copos e outros muitos objectos des-
te bem conhecido metal, pela. sua boa
qualida Je e duracao : na ra- da Gru
n. 4.
Novo sortimeuto de cascarri-
lhas de seda.
A loja d'agaia branca acabo de recebar am aova
a bello aortiaKtoto de caacarrllhao da aada de
maltas a differentes corea, e vende-so i lafiOO
&* **VX doOtfaimada loja
d'agaia branca n. 16. ^
Mias pretas d seda 1:000
o pan
Vaadeutar rfleia# pjptn de aada,: a 4a nbat #a i iuu r |
qaetidada, P9r. Ieft4a>* a p.d*. I l00f o Braacas e de cores par. homem e senbora. che-
S^^LS^?^!!s^a mf'r' !;#'A'nd0' ***" W""" Por 2f500 ra. o par : na loja
Grande californta para liqui-
daco, na ra Nova n. 18.
Os novos proprietsrios deata eatabelecimeolo,
teodo em viaUa aorlirem o mesmo, oxpoem a
fazeoda. ezi.tentes i dlsposigio do publico para
aeran rendidas por todo a qhalquer prego : por-
tante con vidam a toderas peatoaa que se quize-
rem eoroupar com poaco dlnheiro. de irem a
mesma loja rr cmese q.elmam asfazeudas se-
gumtes :
Vestidos pretos bordados a reliado, proprios
par. quaresma.
Mantelete, pretos e de cores. '
Sobre-caaacas pretas e de cores.
Casacas pretas e de cores.
Paletots a sobreessseados de differentes cores.
Caigas de ca.emira pretas e de eores.
Golletes de casemira e velludo de differentes
cores.
Chapeos de castor e de seda pretos.
Ditos do Chile finos e entrefinos.
Grosdenaples de differentes cores.
- Sedinha Se quadros de differentes cores.
Luvas para homem e senhoras.
Botinas de setim brinco.
Sapalos para homem.
Meias de seda para homena e senhoras.
Ditas de algodio para homem, senbora e me-
ninos.
Franjas de todas as qualidade.-
Chapelioas psrs senhoras e meninas.
Vestuarios para meninos e meninas.
Chitas inglezas, e outraa muitaa fazendas, qae
seria nfadonho mencionar se ; afiangando-ae
aos tregaetes que levando diohelro nio voltario
fazendas.
Novos e lindos
enfeitespar* vestidos pretos
e de cores, e roupinhas de
* crian cas.
Em apropriado lempo recebeu a loja d'agaia
branca um bello a completo aortimento de enfei-
tea de seda para vestidos pretoa e de coras, e rou-
pinhas de criangas, sendo trangas e bordados de
aevos e lindo desenhos, e difflceU tecidos, com
os qaaaa pade-se som gosto e modernisaimo en-
fjslter qualquer vestido oa roupinho de crianca
Ao passo que ditos eneites a todos geralmente
agrada, a commodid.de do. praooa anima ao
comprador, a eata rerdadeaera verificada porto-
ti nm rm..^. ^^ Jl.l.I_____ *_ SI a
i qaaaa dirigrem dita loja d'stgvi branca,
i da Quermado n. 16, cajea pregoa eatio mar-
loa oaa amostras, aa quaes se dario com pe-
Luvas de pellica
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120rs.
36 ra das Cruzes de Santo Antonio 36.
-se a todo, os Srs. uSL 12S ,0 C "Dte W V** -. r*r m
aos nossos armes, sfimdaTe'ra TSZ VHSB ? f'yr "^SB '
Manteca aSeTT T1" ~i% *"""*9 diBw^
Uf*mm. vnmm qu,,il1* O a lf rs. a libra e em Wrl a.
Manttiit*a frunce**
Cha h VSSOn ma,s Bm 70 ,ik" e em barril a 60t rs.
CHA h 0ll8 Superior "8 ha no mercado a 23400 a 39800 a libra.
Cha I'0 ,U* h"da melhor neste genero a 2*500 a 39000 .libra.
rii hv!uit ,perior **'9mn m "DOM0 mwl0 *not a ia.
se far abatimento,
Q U6,J naWo a ito umCh98ad8 ^ M" Wp0r' ^OO e do, chegado. M ultimo
Quijos prato ^ nanca T80 80 n0M0 mtttdo t |w# % Ukn, ^
ajos e chouri^s^^.^^.^.. W|f->
vez ao nosso mercado a 1800. p
Pe,Xe^U^n.l*f*S dedV,e*S0S ">>-, erdo, pergo. pescada, caraUa, Ka*
dos fritos, atura marenado, rotllos e lulas de tigelsdsrde l30oT06t a lato
Jrnol0 LT*n -lw *> rs. a libra e 9,500 a anoka
temos para 240 rs. a libra e 6500 a arroba.
Ba nh a de p ai CO em Uu.- lO libra, por 400 < 480 libra.
LVlarme^Iada imperial de todos os conserveiros de M*** laus da libra,
mata a 3 libras a 750 rs. a libra
Latas con* frutas em ratrla
Marmelada Alperce 8m bu. de 2 ui. por iooo ad. .M.
lioce da casca da gonba .70ors.. po,rio. f .b.-.
IJoCeS SecCOS dadiaereates qaalidades em bcetas maito bem amajadas a 3*000.
a "DaraS as mais superiores que tem rindo so mercado em esixiobas eleganlaraeoia aa-
feitadas a 29500 e 600 rs, a libra
^as^as em caxinhas de 8 libr-s .295ooeooors. a lib,..
f l^OS da "COmadre mut0 nov0s em ctxinha de 8 libras e muito bem anfeitada3 a
; 2*200 e 320 rs. a libra.
Krvilhas francezag e portuguesas a 64o 720 n. a uta.
MaSSi de tOmUe em latas de l librra aSOOrs.
Amendoas da casca mole BUito no,88 a 400 rs. a libra.
H ozC8 muito iotas a 200 rs. a libra.
AllieiXas frailCeZ-lSem Utas com 5 libras por 4*000 e a 1*000 a libra.
CIl UOlaUe IlLSptllhuI a 120U, traocez a iuuuepori8u a eoo rs. a Nata.
Bol; xnlia d SOda emlatas com differentes quslidadas a 19400 a lata.
MatSaS pa ra SOpa macarrao e talharim a 240 rs, a libra e a arfen por 59900.
^aiXlflllfeS muilo bem enfeilada! com pevide, rodinha, estreUiaha, tte. a 700 e 8*0
a ailtOS llXadOS nra denlas em molhos com 20 aacinbos a 200 rs.
C
J*^ em irascos de libra e meia a 700 rs.
M yOIO F ranCeZ para limpar facis a 180 rs. e em poro se far abatimeato.
Bspermcete Superior sem avaria a 740 eemeaixa a 760 rs. a libra.
Sa rdinhas de Nantes mnio oras a 400 e eoo rs.
AlplSta muito nova a 180 rs. a libra a 5*500 arroba.
AZfltt joee refinado de dirercas mareas a 800 rs. a garrafa a 99600 a
OOlacllillha ioglezaa mais nova do mercado a 300 rs. alinea 49299 a barrica.
ixOina muito alva a 100 rs. a libra e 2*500 arroba.
V I fl II OS engarrafados duque do Porto, g enuino. Porto fino, madeira seeea, Carearafloa, ace-
tar, feiteria, velho secco, Museatel a 1*200 a garrafa 129990 a dazia.
Dt OS em pipa Porto, figueira e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa e de 4*900 a 4*89t a ca-
, nada.
'SerVt jaS das mais acreditadas marcas a 500 rs. s garrafa e 59000 a duzia.
CHaUspailhe das marcas mab acreditadas que hi no mercado a 14 e 209 e giaa.
CogfiaC nglez s 109000 a caixa 19000 a garrafa.
Ginebra de Hollallda verd.deira a 63500 a frasqueira e 600 rs. o f
Aze 1 ta n 8 S 6m ancoretas as melbores que hi no mareado a 2* a a 400 rs. a garrafa.
Dita nglt 4 a 99 a duzia e 800 rs. garrafa.
P Ilt S d O gaz a 29500 a groza e 240 rs. a duzia de caixas.
^tt 1 retinado em pacoles de mais de urna libra a 240 rs. a em porcia lera
Caf do Rio o melhor que ha no mercado a 320 rs. a libra a 9*006 a arroba.
SeVadnha de Frang a mais no*, do mercado a 240 rs. a libra.
9agll muito novo a 320 a libra.
Farnha do iHarailll&O mnito aira e nors a 160 rs. a libra a 4999* a ar-
roba.
VelciS de carnauba e de composico a4o*n. ain o h*
a arroba.
Vinagre puro de LSboa a340 rs. agarrafa e a 1*800 a caada
GrO de blCO muito noro a 200 rs. a libra.
eras seccaS eiU calxinhas fe oito libras a 29*00 a 040 n. a labra.
Marrasquino verdadeiro de zam.de limona, eatt, mantt, genearo, maadot'asaata,
curacu, rosa sublime e ontras quaHdadea da 19500 a 99 a gnala.
Bat Otas em gigosde urna arroba por 29000 e 80 ra. libra.
Comintl OS os mais noros do mercado a 800 rs. a libra
Er Va doee muito nota a 40* rs. s libra.
Canell superior a 19 a libra.
L-har UtOS verdadeiros superiores a 2* a eaixinaa de 50.
SalinOll em lataS Com duas libras o mais bem srranjalo qae teas rindo aa mar
eado a 19400.
Mantega em lataS Com4 libras a melhor do mercado Ucrado
39200 cada urna.
Vinagre -em garrfoescom 5 garrafas de superior qualidade a 199.
A'far Uta rerdadeira muito nota a 320 a libra.
Alem deslas generes encontrar o respeiurel puMieo em oaasts ar
1 sortimento de tuao tendente a momados.
-

am

ii -. n


DUittO Dfi KHMAMBUC#.WMU.DO 1* &. 0KL DE lftfit


AtlCTl^nX).
carrafas, Vermouth superior erlnho da Bordsaax
""n djuafldade*: cita de J. ftlendlbaur*
& C, ra do Trapiche n. 14.
if! que pedn-
dM
Vendem-se palito* lichadose folheados, floot,
pm dantos, doas dhioi eom 40 maasinhos por
400 rs. : na ra da Imperatriz, laja da Arara
a. 56.
liquidaco por todo
o pre nhecida foja do-Ser-'
tango.
iua do Oueimado d. 4S.i
Barato que admira.
Chitas escuras unas a 160, 180 e 200
rs., cortea da vestido prales bordado* *
vallado pelo baratissimo preco da 859
659, ioa adamascases a 5G> e 36, sabi-
das da bae de velludo e setim a 159 e
169, camisas pira senhora a 3 e 49,
K1linbaa m.ngsitos a 29500, 39600 a
49500. KolUahaa da eatabraia bordadaa a
720. 800, 1J. 19200 e 1$500 r., diai de
1616 bardada a 240 rs., caiveqses de fus-
tio a 69,71 a 12. metas da aada braDeaa
prelaa para aeobors a 1&600 o par, ti-
ras de babadoa *J0O a 19, lia*de quadro
aofeitadas a 360 e 400 ra. o aovado, cam-
braia preta a 440 e 4801$. a Tara, orgao-
dys de corea a 680 ra. a vara, fil brac-
eo adamascado para cortinado* veati-
dos a 480 e 540 ra. a vara, cortea da cl-
lete de casemira bordados prelos a 39 e
39500, ditos de velludo de cor e prelaa .a
49.59,69 e7. paleto.U de brim branca
francezea a 49 e 49500. ditos da casemi-.
ra de cores o pretos a 16 e 189. ditos de
alpaca preta e de cores a 3J500, 49 e
49500 e 59, camisas de peito de Unto a
19500 e 39, corteado collete de gorgurao
'da seda a 198OO e2J. 2J500.39 e 49. ol-
leles feitos da brim braneo a 29 a29500,
ditosde gorguroa 39 eS.d'toadecaaemi-
a 4g, 4|5O0 e 59. ditos de velludo a 9,
79 e 89, ditos de fusto de cores a. iJ50O
e J98OO, meias de I para, Lomsm e sa-
ohora, ditas de altfodao cruis par* ho-
rnero duzia 19400, 19450 e 39200, ditas .a
39,4*9 a 59 a duzia, ditaa para menina a
29600 e.29800, duna Unas a divereoa ta-
mauooi, ditos par mani o a 29 e 2JMO
a duzia, pecas de algodo a 39800, 49 e
49500.- coilas traoceiB finas a 940, 280,
300, 320 a 360 r*. o corado, Al borda-
do e liso, grioaldaa brancas coca raaos,
coalas de froco, espirlhos, chapaos de
castor para hornera, paooaa para mesa o
um variado grtimealo de roupis feitas
que ludo se veode por baratissimo prego.
M
i.-i
Chegoupara aloja da vicloria, aandleiro* a
gas da do roa gestos modelos. Unto para sala,
como para oseada e quartos para 'outraa multas
eousas : na loja da eialosia ra do Queimado
%ii?gre a f ,200.
5 garrafal da
do palto
VanaBUB^sagarratoas chelos com
vioegre a If 100 aada om : na trav
da Paraso a. 19.
Engeaho venda.
Vende-se o eogeoho Harmona, aa traguease 4a
Eacada, parlo da estrada de farra, aasim euro
oulro engtahe que o proprietario tal le?sotando
oas trras daquelle, tem casa, de vivas da, boas
larras, a lodo o mais Deceaaari* para prodszir
boaa sifraa, oa permuta-so per predios neis*
praca : a tratar com o proprietario no meamo
engenho, oa oa raa do Trapicha n. 14, primeiro
aadar.
Cestiuhas ou cabases para as
meninas de escola.
O lempo proprio das meninas irem para a
escola, a por taso bom que vio composta* com
mi daa novas o bonitas cestinhaa qse se ven-
den ea raa do Queimado loja d'aguia branca
o. 16.
Fivellas douradas e esmalta-
das para cintos.
A luja d'aguia branca acaba de raceber por
amostra urna pequea qusnlidaae de Avallas
douradas e esmaltadas para cilos, todas da no-
vo* a bonito* moldas, e tambesa doaradaa qae
parecem de ouro de lei, o que s com axperien-
cia se coohecer nao o eren, estando no meimo
caso as esmaltad va, a assim mesmo vendem-se
pele barato preco de 2$500 rs. cads ama, na ras
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Palmatorias de vidro e de la-
to para v ellas.
Vendem-se bonitas palmatorias de vidro lapi-
dado para vallas a 19900, editas da lataoffiui
rova* e Kmpas a 400 rs. : na ra o Queimado,
loja da Agaia branca n. 16.
Peitos de fusto lavrado paca
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-se bonitos peitos da fusto lavrado a
t" tran;ado para camisas a 500 rs. cada um, latea-
da mui boa e encorpada : oa ru* do Queimado,
loja d'agaia-branca o. 16.
Novo sortimento de tiras bo
dadas em ambos os lados.
A loja d'aguia-branca recebeu um doto e lin-
do sortimento de tiras bardada* em ambo* o* la-
dos, e contina a vender baratamente a 19200
cada tira, a oulrss de bordadoa multo largos a
29OOO, o melhor qae posslvel en tal genero,
todas ellas, pala largura que team, podem ser
divididaa ao meio, pelo que se toraam baratissi-
mss : na raa do Queimado, toja d'aguia branca
o. 16.
predio venda

Facas e garfos as qualidades
Vendem-se duzias de facas e garfos com cabo*
de msrfim o mais fiuo que se pode desojar pelo
barato prego de 169, ditis para sobre masa a 149,
ditas moito tinas de bataneo a 69100, ditas mul-
to tinas tumbera de bataneo e com dous butas a
79. ditas imitando as de batango a 6$, ditas para
sobremesa fazenda muito superior a 59500 e 69,
ditaa entrefinas a 29500, dita* para meaiaa* a
320. 400 e 500 rs. cada tather e alera destaa qua-
lidades outras muitas qoe se vendem barato : na
ra do Qutimado na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 35
Para-violo.
Veo le-se muito superiores cordas para violo
pelo baratissimo preso, de 120 rs. cada urna e
bordan a 160 rs.: n roa do Queimado oa loja de
miudezas da boa fama o. 35.
Rios sintos dourados.
Veodem-se ricos sintos doufados bordados pa-
lo barato prego de 9500 e 39: oa ra do Quti-
mado loja de miudeza* da boa (ama a. 35.
Papel de todas as qua-
lidades.
Vendem-se resma* de papal de peso grava o
mais superior que se pode encontrar palo barato,|m**^ vetteje urna senhora QQt
proco ds 39100 rs., dito pautado de moito boa S at a cabeca.
uuald-H rio" "''" .1------->- -------o- 1 .
Vende-ie a cata de doua andar* e solio, maj-
agua, no becco das Miudinhas o. 8, avallada em
2.0005,a qtr' 'ende 1 1)2 por cento ao mez; na
ruado Trapk je o. 14,primeiro andar, ha pestoa
a* to risa do pelo proprietario para eUecluar a vas-
da da mesma casa.
Sal de Lisboa.
Vende se a bordo da barca portagueza^ tEspe-
taoca, sal de Lisboa limpo e redondo ; tratar
oa ra do Trapicha a. 17.
Salitre refinado.
Veode-ie na ra do Queimado loja de ferra-
gen* n. 13, a 8f500 a arroba e em porcao se
vender por muito menos.
Liquidadlo
Braga, Silva & C, em liquidacao, convidam
aos seus devedors a virem saldar seus dbitos
dentro de 30 dia, e participam que medidas ter-
minantes aerao empregadaa contra o* que nao
comparecerem.
Bengalas
a 240, 320 e 400 ra. cada urna
po sobrado amarello o. 18.
oa ra do Grea-
cortes de vestidos brancos
bordados.
'VsMetn-se ricos cortas de vsstidos brsncos
bornadoa com 8 babados pele baratfssimo prego
de 59 o corte : ns roa do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da boa f.
Camisas inglezas.
Vendem-se superiores esmisas inglezas com
pregas larga* velo baratiasinro prego de 359 a du-
zia : na loja da boa f, na ruh do Queimado nu-
mero as.
Ricas gollinhas epunhos
com boies
Veodem-se rica* gollinbas e punhos de cam-
braia e fusto ricamente bordada* com liada* ba-
ldes, pelo baratissimo preco de 29 cada guarni-
co : oa ra do Qaeimado n. 12, na laja, da
boa f.
Vendam-s* burro* gordos o mansos : ato
engeoho Jurissacs, do Cabo : s tratar aUi com o
Sr. Domingos Francisco de Sosza Lea.
Fazendas baratis-
simas
Superior bramaste de liaho com duss vara* de
larguras 99400-a vara, atoalhado da linho ada-
mascado com_duas largaras a I950O avara, Brim
branco da rioho -muito superior a 1|440 a Tara,
dito de cores, fazenda mallo soperior s 19, dito
pardo de linho para a 809, 19 e 19200 a vara, di-
to de quadrishos multo proprio para caigas, ja-
queles e paletots par* manios a 200 rs. e cova-
do, gangas francesas mullo soperlores a 400 rs. o
covado, cambeataa francezas muito fina* e de
mutto bonitos padrees a 260 e 280 0 corado,
cambra** Hsa muio fina a 4f, 5 e 69 a peca com
8 lr3 varas?cambraia com salpicos tambem com
8 112 varas cada pegas a 49500, dita mallo npe-
rler o meibor que ha neste genero a 11J500a pe-
ca om 17 varea, ou a 800 rs. a rara, chitas frao-
ceiasde muito boaa quaHdades e deliodos pa-
dvdes a 40, 280, 300 e 330 o covado, fil do li-
oso liso multo fino a 750 a vara, larlatana bran-
ca e de corea a 760a vara, rdaihas de linho para
masa a 79 a duzia, ditas pelladas moito saperio-
rea a lija duzia, golahas de cambraia borda-
das a 800 rs., manguitos a Rollas de cambraia ri-
camente bordadsa it} o par de manguitos com
ma golla, lengos branco* maile fino* com Meo,
renda a labyrintho a 1g28 cada am, ditos de
cambraia de linho para algibeira pelo baratissimo
prego de 4, 5 e 69 a duela, o assim um completo
sortimento da fazendas de todas aa qualidades,
que sendo adlnbeiro rista se vanderao por pro-
cos mu bailo* i na bem conhecida loja da boa
f, na ra do Queimado n. 21.
Barato assim barato de mais
Satonete finos.
A loja d'aguia branca recebeu urna crascida
quanlidade de abnete* fino* para barbaa, oa
quae* coovm a todos compra-los mesmo para
maos, avista do diminuto preco de 39 porqsaoto
sa est veodendo a duzls. Para satisfazer-se aoa
bons_freguezes se vender tambem *m menores
porgoes, porm quem msis comprsr mais lucrar,
porque aasim barato nao aer fcil tornar a ha-
ver, e mesmo agora s ha. na ra do Queimadc
loja d'aguia banca n. 16.
Coraes.
Em massiohos a 500 r*. cada um.
Em ioa a 640 rs. cada om.
Em valias de 8 fies a 29500 cada ama.
Vendem-se muilo bona coraes, em msssinhos,
fios e tollas de 3 fio, pelos baratiesiaeos pregos
cima : na ra do Queimado loja d'aguia branca
o. 16. '
Objectos de phantasias
pulseiras de missangas.
A leja d'aguia branca acaba de receber am
baila a escolhiio sortimento de pulseiras de mis-
sangas com borlas pendentes, obra de-muito gos-
10,10 que a maia perfeito sa podo dar oai tasa
objectos. aa est veodendo a 19500 cada urna,
tanto para senboras como para menina, e pela
aaridada de goalo e apuro da moda nao tardarlo
em ae acabar aa que ha oa laja d'igaia branca,
ra do Qaeimado a. 16.
Fariuha de man-
Ac de Milo.! Rival
Vaada-sa ac a Un) o quintal: na raa de Qaai-
asade laja ds frragena n. 13; sean cerno ae van-
de nesta msama loja um completo sertiarento de
erragana e miudezaa ala tedas as qualidades, tu-
da par diminuto prego, visto o propraetsro que-
rer eotrar em liaatdacae.
Camisas e ceroulas
V*nd*m-se superiores ceroulas da lioho asalto
finas pelo barata prego de 26 a dosis, ditaa trao-
SlM da algodo, mas de asuito aos quaMdado, a
I a duzia, camiaaa branoaa francezaa a M9, 24|,
26 e 3*a> a duiia, ditas pata meninos a 23$ a du -
zis, ditas pasa homam com aberturas de cores a
219 a duzia : M bem conhecida laja da boa f
na ra* do Queimado o. 22.
Lenco brancos para algibeira.
Anda ae vendam lengos branco* fino* para al-
gibeira pelo baratissimo prego de 2|400 a duzia :
na loja da boa f, na raa do Queimado n. 22.
Meias para senhora.
Vendem-se meias fina para seo hora palo ba-
ratissimo prego de 39600 a duzia : oa raa do
Queimado o. 22, na bem conhecida loja da
boa f.

|Mo (iiivMem do Crespo n. 17, loja de
Guimaraes A Villar.
i
qualidade a 4oO0. dito' almaco multa bom a 39, C Principiando palo* chapeo* de palha'a
dll1,alm,!K *teTe ? WM e ^Q0- ilXa P"l*do r"S Gacibaldi e chapelinaa de palha de Italia
i cem 20 o* rruia superrores que tem viodo de
qnademos a 720 rs., dito branco muito bom
19 e 19200, dito de quadrinhoa a 19, dite pauts-
do com 40 qaadernos a 2f, caixinhas com ape1
de beira dourada a 1jO0, uita com snvelpoe* a
19 e outras mais qualidades de papel que ae ven-
de barato .' na ra do Queimado oa bem conhe-
cida loja de miudezaa da boa fama n. 35.
O bom e barato na boa
fama.
Vendem-se peolea muilo Unos da marflm para
bichos vindoa de Liaboa pele baratissimo prego
de 610,800,1J500. I98OO e 29 cada ib, ditos
para alisar a 18600 e 28, dito* de bfalo pretos
e brancos tambem para alisar e multo bons a
500e800 ra., ditos entre finos a 280 rs., du-
zias de carretela de linbaa de 300 jardas de ns.
30 a 80 a .720 rs., grojas de bolea finos para
caigas a 240 rs., ditas de losga brancos e pinta-
dioho* para camisas a 160 e 240 r*., agulheiros
de marflm muilo bonitos a 800 19 cada om,
ditoa de osso torneados imitando os de mariim a
:20 rs., ti gas de marflm brancas e encarnadas a
310 rs. cada orna, agolhetaa de marflm para en-
fiar a 240 rs., groza* de butdea multo finos ma-
dreperla para camisas a 640 e 800 rs., tesouras
raecazaa muito finas para costura a '.abollo a
"9 cada urna, ditas com pequeoo toque de ferru-
getn a 1&500, lionas de paso a 100 rs. a miada
ditas para bordar a 160, 200 e 300 r., dita frou-
xa a 60 e 80 rs. e outras muitas coasas que ae
vende por menos do seu valor : oa roa do Quei-
mado loja bem conhecida de miudezas da boa
fama n. 35.
Perfumaras baratas e de
i
Praoga.
Mantelflles de gros bordados, capas e
casaces a Lulz XVI, sedas de cores e
moireaoliques pretos e de core* e aca-
bando pelas respeiu?eis balde* da crox
a de musselinas a que vendam baratis-
simo. Senboras fregaezaa a lata faz f,
mandeo ver.
AGENCIA
DA
Fuidico Ltw-Hoor,
Ba da Senzalla iVova n. 4*.
Nesta estbelesimento continua a haver um
completo sortimento de moendas meias mora-
das paca engenho, machinas de vapor e taixas
de farro batido e coado de todos os tamanhos
para dito,
armazem de fazendas
DE
Santos Coelho
Una do Quelm&d* n. 19.
boas qualidades.
Veode-se para acabar muito bons sabonetes
crome de ameodoaa em calzas de louca a 500
ra., frascos com o bem coaheeido sndalo a
1#500 e 29, frascos com banha trampal ente a
000 rs., dito* palhcholy a 640 rs caixinhas com
nove qualiladesde extractos e todos muito finas
a S9, ditis com 12 tambem multo fino* a 3J200,
trteos grandes com agua de colonia muito su-
perior e bm conhecida a 1*500, 29 e 39, pasti-
Ihaa mallo eheirosat de Labeo' para coaserrar a
roupa Itvro 4a traga a 19 cada papel, ditas do
m-js-nj fibricsote proprias para defamar a 29
ciia caixiaja, duzias de saboaeies multo bons a
6'JO rs. e outras muitas qualidads* que se vaode
muito barata* aa ra do Queimado oa bem co-
nhajida lojrde miudezas da boa fama n. 35
Coiheresdetodasasqua-
hdades.
Vaadem-se duzias de colberes de metal pira
BJp* de lio boa qualidade que aada ficto derln-
d i as de prata p-jlo baratissimo prisco de 109
diiis psra cha a 69, ditas de metal principe para
aopa a 5$, ditas psra cha a 29500. conxas para
tirar sops moito supsriores a 2&500 cada urna,
ditas par Ufar assuctr a 800"rs., alem de ledas
estas colkeres finiaksas b* outraa qualUaaaa
mais ordinarias qua se renda barato '. na ra
Leocoa* -de bramante de linho a 3$.
Gobecta* 4* chita finas a ftpV
Ditas a praco de 19800.
Cambraias prefaa muito finaa.
Colchas da fusto muito liadas a 69.
Esleirs 4a India da 4, 5 e 6 palmo* da largo
proprias taca forro de casta a salsa.
Lancees de panno de imUo fino a 2|.
Aigodio monstro a prego de 600 r*. a rafa.
Toalhaa de linho para mesa, a 4|
DiUs 4afuatao para maoa, aada uma 600 rs.
4000 rs.
Saccas com farelo novo de Lisboa a 4fi :
rmateos de Tasso Irmaos.
Pann d algedo da
Babia.
Vende-sa fariohade mandioca, muito superior
qualidade a 49000 e 49300 a sacca : na ra do
Trapiche n. 14, primeiro andar.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P.,
Johnston di C ra da Senzalla Nova
a. 42.
Ra do Crespo a. 20 B, loja de
Alvaro <*: Magalhes.___
Veodem-se chapeos de ptlh da Italia para se-
ohora, ltimamente chegados de encommeodt
propria, a 369. linda* laas .muito largas a 640 rs.
o covado, baldes modernos para senhora a 79, e
outraa muitas fazendas de bom gosto por mdico
prego.
Na roa do Imperador o. 14, veode-se Jaoco
a 500 rs. a libra, em pequeas porgoes.
Vende-se s refiosria e confeltarta da roa
nova de Ssnta Rila, om dos boba estabetecimen-
tos neste genero ; vende se a dinheiro ou a pre-
so, como melhor conviar ao comprador: quem o
pretender pode-se dirigir ao mesmo a qualqer
hora.
Allenfo.
Vende-se uvoa secretaria da mogno
muito propria para um Sr. advogadb por
aer pega rica, um balco grande todo de
amarello proprio para loja de fazenda*
e urna balaoga romana com 2 jogos 4*
peso* (franeeze* e portugnezes]: oa ra
eiova o. 23, loja.
attencao!
de
^0.(lU.ell,.0n,^n-e5.C(>nhecid, loi'-* S=. *. Parvfl^fjldllb.par*'*
^aa^-DOsf*tDTTfr35r onroprata, '
t r.F.t*
Ven4*-*a no escriptorio. da Antonio Luis
Oliveic* Azevodo di -C-, ru*4a>Cru* n. 1.
Veodaza-se agulhasds, victoria do melhor
autor aoa hi, ditas mperiaaa do fundo donrsdo,
dita* francezas, dita* cauta* para alfaiale, ago
para balde* de tod* a largura a muitas outras
mjudezas *m cooU qua s rlala se dir o pro-
co t oa ro* larga do Rosario o. 38, loja da Ha-
noel Jote Upe*.
Aos pas de familia, bom e ba-
rato.
Ma loja n. 20 da ra da Imperatris acha-ae a
venda um completo e variado sortimento de boas
fazeadas, e qse vista de su as qualidades sao bi-
ratisatmamente vendidas, e para maia veracidide
do qae tica dito, abaixo vio mencionada* algumas
daa ditas fazendas, a saber :
Chitas largas cor fita a 240 rs.
Madapoln fino com 24 jardas a 59.
Cambraia a da cores a 280,320 e 400 rs. o co-
rado.
Velludo preto e de cores a 2|.
Lindeza de corea a 160 rs. o covado.
Lengo* pequeos s 80,120 e 160 rs.
Chapeos de castor fino a 8#.
Chitas pretas multo largas a finaa a 240 rs.
Algodo trangado preto moito bom par* vesti-
dos de esersvoa a 200 rs.
Cambraia list com 10 jardas a 29.
Cassa de salpicos com 10 ditas s S.
' Cambraia bordada para cortinados com 8 Te-
rsa a %f.
Semana santa* "
Gaimarae* & Luz, dono* da loja da miudezas
da raa do Queimado n. 35, boa fama, participam
ao publico qae o seo estabelecimento se acha
completamente prvido daa meloores marcadorias
tendente* ao meamo estabelecimento, e mues
oulros objectos de gosto, sendo quaai todas rece-;
bidos de suaa propria* encommenda* ; a estando
elle* iuteirameota resollidos a nao vendaren!
fiado, afiancam vender mais barato do que ou tro
qsalquer ; e juatamenle pedem aoa aeu* dorado-
res que Iho*. maodem ou v*nnam pagar esaeua
dbitos, sob pena de serem justigtdo.
Agua ambreada
para banhos do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia branca acaba de receber nova
Manases ds provoMoas a mui procurada agua
ambreada, cajos boaa efsitos de refrescar a co-
t*, tirar o ardor qus dcixa a asvalha qsando sa
faz a barba e acabar o ma balito proveniente
do trasspirar sao j bem cenhecidos, assim co-
mo as senboras por nao andarem ao sel faz
ceoaerrar parialtameateo bruno do rosto. A to-
dos quantos teas osado d'aasiaambreada nao sao
estranhos easss efleitose elle* serio anda mais
conhecdoa por aquellea que munido* da 19 te
dirigirem a loja d'aguia branca roa do Queima-
do n. 16, onde unics mente ae vana)*.
Brincos pretos a balo, e
outros objectos para
luto.
Dessea objectos de que bola Infelizmente tantas
familias precisam, na loja d'aguia branca acba-se
um bom sortimento delles, sendo brinco* e rose-
tas a bati, pulseiras moderna* de grossas e for-
tes cootas, alflnetes psra peito, ditos tambem pre-
los, em caixinhas, booitos e modernos aderegos,
e metos "ditos, cioteiros de filas e fivala* pretas]
enfeHes para esbega, rampo* de novo* moldea
para segurar cabello, lavas de torcsl de seda e
pellica, meias de seda e algodo para homeos e
senhora* : com os compradores de taea objectos
se tera maior conlemplaglo, atiento o fim para
queseo: por issodirigirem-se i ma do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Arroelas ou argolas de borra-
cha para segurar papis e
amitos outros miste res.
A loja d'aguia branca receban urna porgao de
srroelas ou argolas de borracha, que acertada-
mente se applicam a diferentes fin*, como tam-
bem aeja para emmaassr papis as diversas re-
parligdss publicas, nos cartorios, eacriptorios,
armazn, tojas, .botica*, tabaroaa, etc., etc., e
mesmtt de alguna particulares, o que na vrdsde
vale apaa comprar-se pelo diminuto preco de
240 e 320 a duzia, psra poupar-se o trabalho de
atar e dentar nm masso de papis todaa a* vezaa
que se precisa, assim como aa maia largaa servam
para segurar carteiraa, e mangulloa de aeohoraa,
e mesmo psra pulseirss de missangas, adveran-
do, porm, que cada, argola tem aua fivela ; veo-
dem-se em dita loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Agua balsmica para conser-
vaco das denles, e agrada-
vel hlito da bocea.
Esta apreciavel a proveilosa agua balsmica,
cujos boa* effeitos.de conservar a iortidao doa
denles, fortalecer as gingivas a.tirar o mo bali-
to da bocea, aio j bem eenbesidos por todos
quanlo* delta tem usado, e ser aioda maia por
quem, prezaodo esseo non* resultado*, se dirigir
com 19 a dita loja d'aguia branca, raa do Quei-
mado n. 16.
Gravatas de seda pretas e de
cores.
Mui boaa e bonitas gravlas pretas de seda com
salpicoa de core* a 500 e 640 rs. cada urna, ditas
todaa pretas de bonita* teda* de chuvisquinhos,
boa rateo da a 1$. ditas de superior (rorgnrao com
pootas bordadas a velludo a 10600, ditas de tras-
passo pretase de cores com alflnetes, e mui pro-
prias para meninos, sendo ellas de bonitas sedss,
forrsdas,e com dous pospontos de seda decorosa
19500 cada urna, e muitas outras de difiarentes
qualidades e pregas : na ra do Queimado, loja
'agsla branca n. lfi.
Meias de cores paca horneas.
Muilo boaa tueia* de corea a 160 o par, e 19600
a duzia: quem aa vir nao ae desagradar, pois'
que sao boas e baralissimas : na rus do Qaei-
mado, loja d'aguia branca n. 19.
Pee hincha
Pechincha admiravei na
oja do Pavo a 10J
Vende- se pecas de bramante de inho
{aro bastante encorpado proprio Ipara
encoes, toalhas, seroulas, camisas paa
1 rtotsetc etc., tendo cada peca 2, va-
ras peto baratissimo preco de 10# 7 pe*
ca, e tambem se vende meia peca po-
b} ou se retalha a 400 rs. m vara : na
ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zem do Pavao, de (sama & Suva.
sem segundo.
Na ra o Qaeimado o. 55, defronte de sesrad
aova, est danoslo a vender tado por preco qa*
admita, asis como aoja:
Fraeeea da agua da lavands muito gran-
des s
Sabonetas o melhor que pode kavor a
Ditos grandes malta fiaos s
Fraseos eom rheiros muito finos a
Ditas diana maito bonitos a
Gsrrafaa de agua celeste o melhor a
Frascos eom basha muilo auparior a
Ditos diu de urco flniasima a
Frascos de oleo babosa com chairo a
Ditos dito dito a
Ditos dito nito s
Dita* pasa Jlas par a asases ctket caspa* a
Dito* dito philocome do verdadairo a
Dito* com banha transparente a
Ditoa com superior agua de colonia a
Dita, irascos grandes a
Frascos 4 e macaca oleo a
Ditoa de opiata paqueos a 320 a
Ditos da dita grandes
Tsm um resto de lavando ambreada a
Licha branca do gaia 10 rs., tres par
dous, e fioa a
Dita do carleo Pedro V, com 300 jardas a
Dita dito dito sem 50 jardas s
Carrotis de liona om 100 jardas s
Duzis da meias cruas muito eacorpadasa
Dita d* ditas maito superiores s
Dita de ditas braocas para senhora, mui-
to fioa* a
Vara de bico da largara de 3 dedoa a
DiU da franja para toalhaa a
Grosa de bolea da lauca brancos a
Duzia de phospboros do gas a
Dita de ditoa de vela muito superiores s
Peca* da fita para coa de todaa aa lar-
gura* s
na
800
sao
160
500
19000
1JK300
240
600
ato
330
500
7
900
900
400
500
100
500
800
500
20
60
90
80
S400
41500
3J000
120
80
120
240
240
320
Barato e bom.
O.Biabar $ C.a*a*fore*,rn& daCrui
ilgiaei.d.
S Magalhes & Mendes, na ra da Im-
peratriz numero 56, loja e armazem
da arara.
Seda preta.
Vende-se grosdenaple preto muito encorpado
a 18500, 18800 e 2* o covado.
Panno preto e casemira.
Vende-se panno preto psra calcas a paletota s
19700, 1*800 a 29 o covado, cortea de casemira
preta para caiga, entestada, a 39, 39200 e 39500 :
na raa da Imperatriz n. 56.
Laaznhas suissas.
Vendem-se laszlnhaa suissaa muito finaa para
vestidos a 560 o covado, cassas auissaa de qua-
drinbos de cor** a 280 o covsdo, fusto de corea
para vestido a 280 e 320 o covado, popelina de
cores para vestidos e roupa de menino* a 240 o
covado, barege de corea para vestidos a 360 o co-
vado : na ra da Imperatriz o. 56, loja e arma-
zem da arar*>
Madapolao a 3000.
Vendem-se pecas de madapolao enfestado a
3J a peca : na ra da Isaperatriz, loja da arara
numero 56.
Roupas eitas.
Vendam-sa paletots de alpaca prets e de cores
a 39, 395OO e 49, caigas de brim e fusto a 29,
paletots de panno preto 18J e 109, ditoa de ca-
semira da corea a 10 a ltj, caigas de casemiraa
de ceras a pretaa a 58500 e 69, colletes de gor-
gurao o velludo a 39500 e 48, camisas francezas
a 1 g600, 28 e 28500 : na ra da Imperatriz, loja
da arara o. 56.
Manguitos de linho.
Vendem-se manguitos e gollas de linho s
28500 e 39, ditos de fusto com botoziho a
29500 e 39, gollas com botozioho a 640, ditas
de traspasao a 19 ; na ra da Imperatriz, loja e
armazem da arara n. 56.
Enfeites para senhora.
Vendem-se enfeites a turca pretos e de cores a
29, ditos a Garibaldi muito modernos a 49, 5g e
595OO, sao todos pretos, luvas prata* de aeda fi-
naa a 800 r*. o par: na raa da Imperstriz, loja
e armazem da arara o. 56.
Cortes de cambraia.
Vendem-se eortea de cambraia de barra e ba-
badoa a 33 e 35500, pegas de bretanhs de rolo a
29 e 29300, o outras fazendas que se do amos-
tras para ver : na ra da Imperatriz, loja e ar-
mazem da arara n. 56.
Sacido preto.
Veude-ae aaeldo preto multo encorpado para
vestidos, melhor fazenda que grosdenaple a 29300
a 296OO o covado : na loja da arara, ra da Im-
peratriz n. 56.
Gorgurao para vestidos.
Vende-ae gorgurao de linho a 280 o covado,
chita* a 160 e 200 rs. o covado, ditas franetzas
a 240 e 280 o corado, cassa fina a 280 e 320 o
covado: na raa da Imperatriz, loja a armazem
da arara n. 56.
-Loja do beija- flor da na do
Queimado n. G3
Vendem-se oasoarriloa* de seda de todas as
cores a 29400 i pega ; neos enfeites pretoa e de
cores a 59500.
Loja do beja-fior da ra do
Queimado o. 63.
Vendem-se Otas de cs a 320 rs., pega de 10
varas, enfiadores de vestido, de liona a 120 rs.,
escoras para onhsa finas a 640, 800, IgOOO rs.,
piuceis finos -para barba a 320, 500 rs.
Loja do beija flor da ra do
Queimado u. 63.
Vendem-se aculo* finos de armego de go a;
720, 500 rs ; aguibas francezas de 10 e 20 rs. a
linhas de marca de 10 ra. ; grazaa de bol&ea
brancos a 100, 120 rs. ; ditoa pintado* 180 rs.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se cartas portuguesas tinas a 19800 ;
ditas francezaa a 38860 ; wisporas a 900 as; linhas
pretas a de cores e branca* do gsz a 800,900
rs ; dita de peso a 120 e encarnada fina a 120;
Arelas para caiga a 80 ra.
Loja do beija-llor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se luvas enfeitadaa a I9800e 29OOO;
ditas de fio de Escossia a 800 ra.; escovas para
roupa a 640, 800. 1&000, 1*400 rs. ; ditaa para
cabello a 320, 500, 640 rs. ; pantes travessos a
640 r.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n: 63
Vaodaa-se linhas de Pedro V a 20 rs o cur-
ti ;. rice* biaaa a rendaa da Porte, imitando o
da trra e da diraraaa largaras, e moito barato.
Milho e arroz.
Vendem-se saceos grandes com mtlbo s 49500,
ditos eom arroz de casca a 99560, en) cola a 200
rs.: na travessa do pateo do Paraizo n. 16, fren-
te de amarello.
Cambraias.
Vende-se cambraias de cores da Bonitos e
gaatwdesasasei*a9*4 rs. a covado:
ra da Imperatriz loja n. 20.
Oliados.
Vsndena-se oliadeepiaueoe do liadas vistss a
paisa gens larguras *s,7,|,| palmos, aro-
pnoa para mesas dejaatar a 2J o covado ea
ra da latperalriz loja a. 20.
Fazendas pretas
superiores.
Groadenaple preto maito superior palo dimi-
nuto preco de 29 o covsdo, panno preto maito t-
aa a 3, /, 5, 6, 7 a tf o cavada, casemira arele
muito Ocia a 22, 29500, 3, 39500 e 49 o cavase
mantaa pretas de blondo moito aoaorierss s 12,
manteletes de superiores gToedenapte* pretoa i>-
cemenie bordado* s 369, *obracaseras da psaae
preto muilo fino a 899, casaca* tambem ala peana
preto muito fino a 309, paletots da paaao pr fino a 18 e 209, ditos de casemira ala cor mes-
ciada a 189, saperiores gvavsrJahes astreitss a
19. ditas do setim mata o o do gorgarie maito su-
periores para das* veltaa a 29, ditaa cstreitlnhaa
com linces alQnetes a 29, soperior gorgurao pro-
le para colletes a 49 o corta, reos setenes pretaa
69, e assim outras muitas fazendas aoa sendo a
dinheiro vists, vendem-se por preces muflo ba-
rates : ns raa do Queimado n. 22, na basa conhe-
cida loja da boa f.
Superior cal de Lisboa.
Tem pees vender em porgao a a retis aove.
nio Lulz de Oliveira Azevedo & C-, no asa es-
criptorio ra da Cruz o. 1.
Liosas artificiaes para ca-
bellos.
A loja ds sguia branca recebeu bonitas rojas
dssque se estao usando para os cabellos, e ves-
de-as na rus do Queimado loja da agaia braac*
o. 16.
Fita branca de borracha.
Essa fita de qua tanta falta bata acba-se boie
na, ra do Queimado loja d'aguia branca a. 10
assim como fitas frosxas ou elsticas brancas e da
corea par* dabruar vestido*.
Olheni para o pava e
leian
Camisichss com gollinhas a manguitos
da cambraia bordados, fazenda aao-
dsrnisims s 5*00;
Ditas de fusto com salpicos ds cor 390i><>
Gollinbas bordadas com bolaoiin no UOGO
Ditas da lodos os costos a 640 a 800
Ditas com manguitos da cambraia bor-
dadas a I96OO
Manguitos de cambraia bordados maito
finos s lauoo
Gollinhas bordadas a 140
Romeiraa de cambraia eoeiiadas para
lato a 39G0O
Camiainbaa para senhora a 39000
Lencinhoa de linho com labyrintho para
mi a 2t50U
Ditos a imilagio do labyrintho a lf e 1|280
Luvas ds torgat enfeitadaa com vidrilho 5CO
Enfeitea pretoa com vidrilho a 00
Ricos anfeitea pretoa e de cores, s Turca
e Garibaldi 6J000
Groadentple preto a I96OO, 1*800 a 2*000
Todas estas fazendas vendem-se os rus da lm -
peratrizo. 60, loja e armazem do pavio, de Ga-
ma & Silva.
Predio a venda.
Vende-ae o sobrado de tro* andares e solio da
ras do Amorta a. 10. bastante largo, e cooleaec
dous ai mazeos, por prego commodo. por pren-
sar de algn* concertos: na raa do Vigsrlo n. 19,
primeiro aodsr.
Braceletes de cabello.
Na loja Esperanza, roa do Queimado n 33 A,
Guimaies & Rocha, vende lindos braceletes da
caballo, compradora*, amarelu e rosa, muito se-
melbante a ouro, pelo baraUaaim prego de *,
ninguem mais tem esta pechincha ; tambem re-
cebeu aortimento de agulhea victoria, que ji sa-
bem o que contioa a vender-so a 120 rs. 41
papel.
scrayosfogioo>.
Venle-se na loja do rival sem igual, ra larga
do Rosario o. 36, eofeitea pretos a 59500. luvas
de seda preta* com pequeo defeilo a 240 rs.
Sintos dourados,
a 1600.
S na loia (lo "'al sem igual, m larga da Ro-
ano n. 30.
De hortalica e flores.
Viodaa poro ultime vapor ingles : na ra da Ca-
deia do Recita lo je de Vidal k Bastos.
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
No* rmanos do cae* do Ramo* aa. 18 0860
auas) do Trapiche Nevo (00 Roerte) n. 8. aa
rende gaz liquida tmaviaaaar jsrtnratra qusllda-
ne a reeentomeoto ebegadoa-149 a tata da cinco
gallo**, aasim como a* veadant lata* de cinto
garrafas e em garrafas,
Na loja de 4 portas da ra do
Crespo D 8.
. Madapolao com pequeo toque de
avaria a 4#.
. Dito largo fino a 5# a peca.
Algodaozinbo liso encorpado a 2$8<)0
e 3$ a peqav
Chita largas de cores fixas a fciO rs,
o covado.
Ditas rosa* estreitas com pequeo to-
q* d ftsofd com 38 eovsrJot a 8M0-* fc'otwta 001tI*
pe> efaja cva-d aItfO *,

Gratifica-se
bem a quem apprahender o esersvo criouto do
nomo Antonio, o qual (ugio no dia 6 da corrate,
e tem oe signaos seguintes : cor prets, slturs re-
gular, ebeio do corpo.com alguna barba, o urna
malba na cabeca, representa lar 26 annoa, levoa
vestido camisa branca, calca de casemira do qua-
drinhoa e chapeo de feltro pardo : qaeaa o pagar
lave-o i praca 4o Corpo Santo a. 13, que aera
gratificado. Sappde-se que este oscrsvoRossasse
o camioho de Garaahons.
Pede-se aos capitea de campo e a todaa as
peisoas do povo o policia a apprenensio do ne-
gro Lulz, sspstetro, bem conheddo pelos signa es
seguintes : bem preto e bem barbado, baizo, a
signa 1 ras i* evidente grandes calos que tem ma
mioa do apertar o ponto, levoa camisa de mea-
do e caiga azul de algodo americano j bem re-
ina, fngie bontem de lardo da tenda : qaeaa o pa-
gar levi-o i ra. da Cruz da Recias n. 35, toja,
que ser bem recompensado.
Fugio no mez de margo prozimo passaic
um escavo de Borne Jos, do stscio Angola, de
idade, j ouco maia ou menos, de 40 anoos, *au-
tura regalar, tem falta de denles ns frente aa
parte superior, levoo vestido eslea parda com
manchas naa pernas e camisa branca, ecestuma
erobreagar-se: roga-se sos agentes policiaes a
aos capitea de campo o prendara e levem ao li-
tio do Cajuelro, casa o. 8, on ra do Queima-
do, loja o. 39, que aero reeoeseensados.
No sabbado o noite fugio e mulato ee neme
Francisco, coa idade da 17 asnos, o qaal foi de
Sr. Dr. Borges da Foosces, teas benita Ogon, se-
do* o* denles, cabellos earastohee e raives, sap-
pese qae esteja pola etdaOe de OlloSa ea peto
Poco, em meo da mal ser tevseoira aeete logar,
ums prets forra, ds Costa, reveo casao ds lt-
iro pardo e paletol tambem pardo : eoea o pe-
gar pode levar ra do Hospicio a. 6, casa da
Ignacio Luir de Brito.Tabords, qae aera sanea*
pensado.
Pugio do dia 20 do crrante do borda do
patacho cCapuama, o esersvo crinla asriahoi-
ro de nema Antonio, idade 19 aaaae poaco msis
on menos, altura regalar, losa* cesaartdo a cem
alguna signses de bexigas, leves caka a camisa
azul : qaom o pegar leve-o a*> eocriptorio do
Antonio Luiz ds Oliveirs Azevedo 4 C ru* do
Crsi n. 1, ou a borda do dita patacho qoe aera
generosamente recompaasado.
i00.600
D-se a gratifleacio de 1009 a qneas negar a
escravo Maooal conheddo por Manocl Francisca
cujo eacravo 4 do aballo aasigoado, teas oa aig-
oaes seguintes: cor mulato, catatara regular, ca-
bellos earapinhos, oe dous denlas da cima da
frente grandes, rosto comprado, qeaodo sada 4
muito espigado, maile desembarazado no fallar,
bsm faite de pea a maos, diz que cose sofrivet
da alfaiale, esta esersvo lei do loado teueuta
corouel Bernardo AnUnio de Miranda sensor de
eogeobo do Druro, no Cazaog sonda foi naeci-
da a criado e maito conhecida naqoelle lagar,
tendo sido vendido pelo Sr. Dr. Gractaao da Pau-
la Baptiata ao dia 22 da fevereiro ni anima neav
ssdo s Tugio no din 26 do saeaaao msz. ****
era ve ji esUva fgido quinde ara do Sr. f ~
U, para a* bandea da nidada aeOfiads ao
riba e stnha veoder carvao aorta ddsde
que foi pegado na san da Caa com usan
da caivite, a maito da aaaW a* v
o aome a que ialitule da larra : raga se aa
autoridndsa polieUea capitea da ampo aajs-
prehenio do dito eacravo, assim coma se grati-
fica com a qniotia adma a quem a Ireosd^eai
der noticia caita sonda est assim romo doade
^ejajat qn n <
JthnsW'4 Silrs I


<
OUAIO DE PttNAMlUCO ^Witt i* DI 4R1L fe IMi.
1
Agricultura.
Manual do agricultor de algodao.
Extrahido das melhoret obras e artigas avultoi
que sobre este auumpto se tem publicado, e of>
ferecido ao governo de S. Ai I. pelo Dr. An-
tonio Candido Natctnles de Atambuja, mim-
bro de varias sociedades identificas. -.
(Cunlinuseio.)
Entre os vegrlse lenhosos, tslham-se as sr-
vores fructiferaa para alcaagar fructai maia volu-
mosas e saborosas; as amoreiras, para obter-fo-
jhas mais tenraa, mais numerosa, e maia taceit
Ce se colher; as roieiras, para que produzam fi-
les mar) bellas, ele ; entra] os vegelaes herb-
ceos, capsm-a os ps de roelo, os tomateiros,
le, para augmentar o totume dos seus Crudos,
ao mesmo lempo apressar o termo da sua ma-
tnraego.
A estructura do algodoeiro permute que com
elle se pritique da mama forma.
Assim, logo que as primeiras Adres comeeam a
apparecer e a desabrochar-se preciso decoU-lo,
7910 supprlmir a parle herbcea que termina a
liaste principal. Esta operario tem por objecto
Hier refluir a selva para oa ramos laieraes que
SUSteQtam as capsulas, tornar estas mais volumo-
sa#, e apressar a sua fructicago.
Ujando os priocipaes ramos laieraes ou prin-
cipaes. que asaceos na parle inferior da planta,
liverem trea ou quatro capsulas reunidas, deven
ser por seu turno decotidaa, e betu assim todos
us outros ramos priacipaea que coatumam nani-
lestar-se alguna lempo depois.
Fraileando se o decote dos slgodoeiros segundo
estes preeeito, o numero das capaulas ser pro-
porcionado torga das plantas, o seu volume
aaior, e sua maturagao mais regular e simul-
tanea.
Planlaco alternada.
A arte de variar ascoiheilas, alteruando S plan-
sagio de differenles plantas no mesmo terreno,
arte a que se d o oonje de afolhamento ou ro-
Sacio, a maior garanta de prosperidade que
pode ter a agricultura, e portento 6 iodispensav el
oe os tavradores do Brasil naoselimitem, como
al agora, a substituir ums culturs por outra,
toando a primeiri nao di mais productos remu-
aeradores, porm sim que s variem aeguodo o
systema europeu, de maoeira a obter aempre co-
Iheitaa abundantes, sem fatigar oem esgotar as
Ierras.
Applicando estes principios lavoura do algo-
dio, vejamos o que a respeito se pratica nos pa-
ses que della se oceupam, afim de que os agri-
nitores braaileiros adopten) os ensaios que pro-
duzirem melhor resudado.
Na India, onde j existem alguna vestigios desta
arie, alterna-se a plaulagao do algodoeiro com a
to milho braoco, e algunas vezes mesmo fazem-
se (luis colheilas para urna de algodao.
Os China al tersara o algodoeiro com o trigo, o
irevo, as lavas, etc.' Na ilha de Kilo ftirecie) a
pianlago da cevada, e depois a de trigo, succe-
alem daquelle textil.
No Egyplo, arrancam-se os algodoeiros depois
de ha ve-los cultivado dous o tres anaos conie-
tutivos no mesmo terreno, e em seu lagar plan-
la se o trevo, mais larde os cereaes.
Nos Eatados-Uoidos emfim, nao coslurne pra-
ticar-se o afolhamento das ierras em qae se tul-
Uva o algodao da fio comprido ou georgia ; as
ierras noves, porm, fazem-ie primeiramenle
duas colheilas de milho, depois pisnta-se o algo-
doeiro tres ou qualro annos succesuvos sem es-
Irumar a tetra, e logo em seguida semeia-se tri-
go ou aveia. Feita eata ultima colheila, deixa-
se ierra em pousio durante dous annos, e en-
teo planta se novamente o milho, e atsim por
des o te.
Pelo que Oca dito, claro que nao se deve plan-
lar simultneamente o algodoeiro com outros ve-
gelaes no mesmo solo, pois que semelhaote pra-
tica diminuira coosideravelmente a prodcelo do
algodio.
Ifofufiaj e insectos.
Molestias.O algodoeiro, assim como ostras
plantas, sujeilo s um cerlo numero de eofermi-
dades, das quaes podem ser consideradas como
principos:
1.aUrna especie de ferrugem, chamada msi
pelos americanos do norte. As folhas desplan-
tas atacadas por esta molestia ficsm a principio
smarelladas, com manchas rubras oa sus super-
Scio ; depois loroam-se escarlatas, mais tarde
aegras, e por ultimo cahem. Quando este mal
invade as capsulas, a ferrugem tamben verme-
Iba ou negra. Nao se sabe ao certo qual a causa
desla molestia, porquanto uos attribuem tsl de
eertos terreos, outros lioalmeote i presenga nos
campos de algodoeiros de urna planlt chamada
pokeberry (especie de herva moira). Xamiiem nao
se aabe anda quaes ao os melhores remedios
para combatir eata enfermidade.
geos plantadores elogian o em prego do sal
a dse de um hectolitro pouco mais ou menos
por hartare (100 geiras) de Ierre ; porm Towoend
titover, historiador das molestias do algodoeiro,
refere que outros oegim a eUkacia desle re-
asedio.
2.Outra variedade de ferrugem, chamada
oghl pelos americano, se msnifesla repentina-
mente. Em poucosdias ss folhss tornam-se bran-
ca e cahem, as capsulas se enrugam, e a planta
sefioha pouco a pouco; se se corta ento a sus
raii e hasle transversslmente, eocootra-se s me-
eulla ennegrecida, como se esiivesse podre. Em
aauitos casos, porm, depois de haver ficado por
algum lempo sem appareocia de vida, as raizes
do algodoeiro langam numerosos rebenles, nr-
menle debaixo da influencia da chava e de urna
temperatura favoravel. O mesmo autor notou
que esta moaastia declaraa-se principalmente nss
plantagda en que nao se alternava o algodoeiro
com oulras plantas.
3.'Finalmente a podridlo das capiulas, cha-
mada rot pelos americanos, s qaal occasiooada
pelos insectos, pelo desenvolvimeole de ums es-
pecie de rao lo ou- bolor a qui scieo ti Acmente se
d o nome de mucedinia, ou talvez por estas duas
caun simultneamente. O rot coneca por um
ponto escuro na capsula verde, assemelhando-ae
a urna maucha de gordura, depois esleoder-se, ga-
nhs o interior da planta, opera a sua rtaeompo-
sicao ; em alguns casos todava este inttjrtor tica
ioiacto, e a capaste contina nadurecer.
Esta molestia, contra a qual tamben nao se co-
nhece aiods remedio efficir, ovadiu con loteo -
sidade os algodoeiros dos Estados-Huidos em
1851. 1853 e 1834.
Insectos.O slgodoeiro, bem como muitos ve-
getses, atacado por grande numero de tscelos,
ma aempre parcialmente, e nuoca ao ponto de
diminuir coosideravelmenle o sea producto.
Nao teodo coohtcimento dos insectos que cos-
turas m invadir os algodoeiros de Brasil, darei a
lista dos priocipaes que, segunde sotores fidedig-
nos, aasttam ss plao.tac.des dos Estados do Sol
da Uoiao Americana, das Antilha francei'.is, e de
Argel, convidando ao mesmo tempo sos meus
compstriotas que se dedicam eele genero de
la voura, a co ai pela rere con as anas observarles,
eata lacuna de pe rueo traba I ho qae hoje sub-
metto sus eonsiders^o.
Os principas insectos qae se encontr ao sal-
godoeiroa dos talados Uoidos, sao :
Io Urna especie de grillo, ah chaado cut
woorm e taupe grillan pelos frsaceses (I), qae
vive debaixo da ierra, e corta as raites dos pe-
queos algodoeiros.
t*O piolho (colln louse], qae chapa-Ibes a
setvs.
3*A formiga, que come as folhss.
4*Os gsfanbotos, dem-
5oA largis [eoon-atr-piar, colln ar-
my tooorm) que coma ss capsulas.
6*Urna especio de borbotla (corn-enperor
Motte), idon.
Os insectos qae mais se ten observado nos al-
godoeiros das Aotilbas, ao : 1* o grillo; V
una especia de earanguejo de terrs ; 3* s lagar-
ta subterrnea ; 4o a formiga ; 5* a piolho ; 6*
os perssvejoi vermelho e preo. Os cinco prl-
meiros destroem as rsizea, as folhss a s soira das
plantas, quando anda tenras, e os ultimo as
capsulas.
Finalmente os insectos que mslsse nsoifestam
em Argel, sao: Io^ meama toupeira-grillo dos
Eilados-Uoidoi; V o besouro; 3 o.piolho; 4*
o gafanhoto viajante; 5o o peraevejo ; 6* a for-
miga. Estas seis quslidsdes de vermes fszem os
mesmos estragos eina mencionados.
Os meios empregedos para destruir estes nste-
los sao muitaa vezes improficoos; todava nao
deven ser despresados, tanto mais qasoto pelo
bom resultsdo colhido de alguns pe-se tslvez
chegar ao descobrimeoto de outros mais eQkaxes.
Pde-se v. g. extinguir as lagartas, espalbando
agoa de cal pelas plautacdea do algodoeiro; os
insectos nocamos, accendendo-se togueiras, em
cajas chammas ellas se precipitam e morreen ; os
piolho*. rogando as plantas, segundo aconselha
o dito Townsnd Glover, con urna dissolacio de
aabo feito com azeite de balis; as fornugas e
outros insectos, ampregando as fumegacoes de
enxofre, de tabaco, a fumaca de lenha do man-
gue, etc., etc.; a os persevajos, laucando trocos
de canoa entre os algodoeiros, o quetnando-os
quando sa achsm dalles coberlos, o que ordina-
riamente acoulece no dia segalole.
Ao passo que se applicarem os meios cims
mencionados contra os insectos que coatumam
atacar os slgodoeiros, preciso lamben nao des
presar o concurso dos animae qneosperseguem.
E'assim que, contra a lagarta, conven em pre-
gar os leiles; contra os grillos, gafan hotos, etc.,
os parama, que os comem com aviaos; contra
os persevejos, as acatabas; e contra lodos ellas
em geral, os sapos e os lagarto*.
Planaces conservadas.
Nao estando anda bem provada a possibilidade
de se conservar dorante alguns annoa a mesma
plantacio de algodoeiros, neni positivamente de
monstrada al hoje a vanlagem que pdem offe-
recer estes planta;des conservadas sobre as re-
novadas todos os annos, mu til e importante
que se facam algumaa experiencias para resolver
estas duas qaestes.
Gran le seria o inleresse qae resultarla da con-
serva gao do algodoeiro, se esta se podesse reali-
sar, pois que assim talvez se slcancassem co-
lheilas mais baratas. Reala porm saber se. bem
faltas as con tas, a despeza com a conaervac,io de
plantaces desde genero nio ser to elevada co-
mo a qae results de urna nova plantario, aa
ha por conseguinte vautagem real no eraprego
deste systema.
Nos Estados-Unidos plantsm-se novos algo-
doeiros todos os annos; no Egypto sao arranca-
dos depois do segundo ; e em Argel conservsm-
se por alguns annos, mas ao mesmo lampo tra-
ta-se com o maior cuidado dos terrenos em que
se acham plantados. Sao' pois necessariss, cono
disse, algumas experiencias comparativas, psra
se poder resolver esta queaiao.
Colheila.
Cinco mezes mais ou menos depois de semeado
que comega a matura gao das primeiras capsulas
do algodoeiro. Felizmente esta meiuraco gra-
dual, e portanto nio necessario reunir de re-
t) Este insecto assim chamado pelos trnce-
les, porque al anas peroas anteriores serven
para lugir cono as da loupeira, a cantan como
os grillos.
peote graado aa osero de brsgos psra salvar-ae a
colheila do algodao.
Esta colheila urna oparacio quafcta mere-
cer a maior atUrsclo pela saa importancia, aiaa
xecuc&o Dais oa menos peffeita pode intoff no-
tavelmente sobre o valor manufacturero e com-
merclal do producto, normante qaanda tm pro-
cara obter aigodoea que merecan aer claseiOeado*
entre as espacias superiores.
Psra obter se Clameotos da algodao pereita-
nente homogneos, como exigem .boje os na-
nufaetnreiros deste artigo, nao basta haver se
empregado lodo o cuidado oa escolha das semen-
tea ; todos os Qlameatos da meama capsula nio
teem com effeito o mesmo comprimeoto nem s
nssma finara, a por conseguinte esta differeoca
anda naior entro os productos de individuos
aparados, posto qae desenvolvidos no nesno
solo. E' pois nisier sepsrar os filamentos qae
atieran-entre ai pela finura, comprmanlo e cor,
medida que sio extrahido* das capiulas, *
reunirs espacies semelhanles an um compar-
timento particular.
As pesaoas aosarregadss da colheila do algodio
deverao por laso suspender ao pescoco un sacco
que lenha tantas divises ou bolsos quantas fo-
rero as cathegoriss de algodao qae convier sepa-
r*ri Ger,'meDl.bastsrio tres; a primeira psra
os filamentos mais longos a macios; a segunda
para os grossos; e a tarceira para aqualias que
esuverem manchsdos.
Independentemente ds observancia destss dis-
tincQdes durante a colheila diaria, conven eata-
belecer tambem duas ou tres diviadas na totali-
dado dos productos obtidos. Na veteado, sendo
0 algodao do meio da colheila superior en qaa-
1 ida de ao primeiro colhido, e este ao ultimo,
indiapeosavel fazeram-se divises corresponden-
tes a eales diversos periodos.
O slgodo qae livor sido molhsdo pala chiva
no acto do eacapar-ae da sua capsula aberra, ou
depois de colhido e amontoado, comportase mal-
lo mal no descarocamento, por maior que teja o
cuidado empregado nests opereco, e portanto a
sua mistura con as qualidades superiores nio
pode deixsr de deprecis-los. L' preciso tamben
haver muta vigilancia para qae o algodio nao
se misture com materias estranhas, taes como
folhas secas, larra, etc.
Rio se deve tazar a colheila do algodio seolo
quando ss cpenlas estiverem completamente
abenas ou maduras, porque adoptando-so a pra-
tica inreraa misluram-ae os boas producto* com
outros ioteiramenle roaos. Tonaodo-os ento
com a mao osquarda, ple-se spsnhsr de ame
so voz com os dedos da direita todos os seus fi-
lamentos e smente.
A' proporcao que fr sendo colhido, preciso
astender o algodio sobre grades de pao. an la-
gar bem secco o orejado. Sa es ti ver hmido,
mistar aspo-lo datante slganas horas ao sol, e
nio deixa-lo sobre as grades se nio quando ficsr
completamente secco. O slgodo pode ser
amontoado.sen inconveniente, quando a sua se-
ment eslirer ben secta, nio possa naia con
nunicar humidada aos filamentos, o qae nao se
verifica sanio dous a trea nezes depois da co-
lheila.
A pratica seguida por algum lavradores de co-
lher as capsulas, e dolas extrahlr algodio em
casa, aprsenla o inconveniente de exigir daas
reas maia trabalho do que se este fosie tirsdo
direetsmente da planta, ti cando nolla a sua capsu-
1, e, alm disto, d logar mistura com o al-
godio de urna quaotidade tal de fragmento de
folhas seccas, que impOMivel tira-las comple-
tamente, mesmo empregando nisao muito tempo
e cuidsdo.
As capsulas que nio ae moatrarem dispostas a
abrir-se exponlaneamente na terminacho da co-
lheila deven ser cortadas e reuntdss sobre grades
no lugar mais secco que se possa alcancar; asaim
dispostas, a sua abertura efiectaa-se insenslvel-
meott, e eolio pode-se extrahir o algodio ; mas
este producto sempre de qualidade inferior
aquella que madurece naturalmente sobre a
planta.
Escolha da sement.
O bon resultado das coleilaa, assim como a
boa qualidade do algodao sio incoateatavelmeote
dependentes do cuidsdo que houver presidido
escolha da* ementes, o por isso indipenavel
qae seja o proprio lavrador que escolha aquella
de qae carecer para as sass futuras plsotaces.
Dos algodoeiros qae reunirn maior aunero de
caracterea correspondente ao typo da variedad
ou especie que se pretender cultivar, e\que for-
necerem o algodio do mel da colbelta, que se
deve conservar as somantes.
Nos Estsdos-Unidos considera-ae como boa
pratica variar de sementes de tempo* lempos.
Ests precauci ou mutagao, folla com inteligen-
cia e fliscernimento no que diz respeto ao algo-
dao, tambem recommeodada pelos praticos es-
clarecidos ceres da oatro qualqaor genero de
cultura.
Finalmente, aa se qaizer conservsr a pureza
dos typo, Indispensavel separar as differenles
variedades que se tlver de cultivar urna das ou-
lras, de modo evitar a influencia reciproca da
materia fecunda durante a florescencia, e sssim
impedir os abastardamentos que poderiam resul-
tar da sua proximidsde.
Descarocamento s fimpea.
O desesrocamentu a primeira operacio in-
dustrial que soffre o algodio depois de aacolhido
e secco. Esta operario consiste em sepsrar os fi-
lamentos das sementes, conservsodo-lhes todo o
seu comprimeoto. Amigamente ( e ainda hoje
em alguns paizes) descerocava-se o algodio
mi, perdendo se, porm, muito tempo com se-
melhaote processo, por isso que un honen ape-
nas poda limpar ama dezena de libras de algo-
dao bruto por dia ; mais tarde ampregou-se urna
IOIHLTI11
O PAIZ DO MEOO (*)
POR
a. DE GONDRECOIJRT.
(Cofttumesa do nmades.)
SEGUNDA PARTE.
x
(Conlinuaco.j
A'quatorze diaa de Laghouat, e em flns do
mez de dasembro de 1852, an grupo da siguas
Tinte csvalleiros montados em manara (1) enea-
minbava-se a trote largo oa direccao do sul tiran-
do ligeirsmente para o sudoeste.
A pequea caravana cosopanba-se de alguns
sinte cavalleiros, dissemos nos ; mss preciso
sotar que nease numero haviam smenle dous
chotes, e seis homens livres. Os outros eren ou
escravos, ou escudeiros pertencentes ao peasoal
da criadagen.
Estes ultimo* viajavam sem armas, levando
-juicamente a faca, de que os rabes nanea se
separara, e taogiem diants de si camelos carrega-
dos com a bagigem, vivares e agua. Tres d'entre
alies cooduztan i nio aeis cavsllos magnficos,
arreiados com luso, e tratados com lodo o cui-
dado. |
Apezar da estac&o fazia am calor abrazador das
nove horas da manhia is quatro da tarde, e o sul
soprando com violencia polilhava a atmosphera
desea areia fina e penetrante, qae os viajantes
renegam, porque lhes tira o repouso, cega-os, e
vexa-os nosssus menores movimentos.
Por isso durante algumas horas de marcha a
caravana observou o mais profundo silencio. Mas
quando o vento dimiouio de inteosidsda, a com
elle o p, tanto honens cono animaos parece-
rn, reanlmar-se o que ben se collegia do
passo mais spressado e mais firme dos cavallos,
das conversaedes alegres dos csvalleiros.
Por Venas I Qasndo chegiremos nos t per-
gunton un dos dous befe* qae pela exclemacio
a leitor ha de ter j reconhecido. Que singular
phantsis le decidin a vir tio longe estsbelecer o
leu domicilio, mea charo bario f Acharas ainda
pooca a areia qae exlate em torno de Onargla f
Ota nio foi por isso. Eu presenta o fu-
turo quando deixel Oaargla para me etabelcer,
dlrei melbor, psra me occahar neste canto do
deserto, onde hoje mesmo terei a ventara de of-
ferecer-te ama cordeal hosplalidade. Pensaste
melbor do qae eu prophetissndo a lomada de
Laghouat; a se os Franceses, como sffirmsm os
trastos espides, fixsrem-se permanentemente no
oasis mal dns Nmada* da nota* liberdsde
(*) Vide Diario a. 89.
(1) JA diemos que o meharino plural mehara
est para o camelo vulgar na mesma razio que
> cavallo de estribarla pan o lendeiro de campo.
selvsgem, mal de nossa chara barbaria ; pois que
a civiiiaagao iovadir tudo.....
E esa civilisacio 'gangrenada nos ha de a
todos corromper, alalbou aiegrmeote Ghrellab :
espalhar por este deserto gendarmes, guardas
campeatres, pocos artesiaooa, e qoem sabe se
tambem caminbos de ferro I Nao taremos maia
rolas nos oasis, e sim um conselho municipal
presidido por monsieur o maire ; nio cagaremos
livremente com os oossos falcos, mas sim com
urna liceoca em forma e acompaohados de cies
presos e accorreotados. As nossa* joven* nio
assiatirio ds phantaaias, aoa reghbas, e as faeecias
de arUqaim ; porm o aeu espirito formsr-se-ha
no vandeville de Rouissat, no de Ouargla, nos de
Ral e de R'edamas... Por Juno, Jpiter e Vnl-
cano, mea charo bario, felizmente quando raiar a
aurora desses bellos dias eslsremos smbos bem
guardados em algama aepultura I E por isso nio
nos amotinemos com squillo que oio cuegare-
mos a ver, grecas ao inferno. Acidado de La-
ghouat foi lomada, tanto peiof para ella : os
Francezes conquistaran! naquelle oasis ums nova
Argel, tanto melhor para os Francezes. Nao heide
deixar-me por isio abater, nio heide entregar-
me a estpidas lamentages.
Deixemos a poltica, e as suas sonarlas navens
ao nosso amigo o eberif, esse piadoso bregeiro,
que alimenta-se de raizas, e banha-sa com areia
cinco vezes so dia (2). Rismoa do passado, zon-
bemos do futuro, e qaanto ao presente pensemos
em tua lioda Stamia, e admiremos a esplendida
immensldade, qae temos i vista, a onde ae per-
deos os nossos ornares. Olha estes deserto cir-
culado de nageslosos horisontes, este* desertas
que ne tinhaa annunciado bi quince annos da al-
turas de Boghar. Cono bello ludo isto, moa
anigo, cono tudo isto sublime I Que pintor
exsrcilado nos estados mesqaiaho* da aatureza
europea poderfi nones reproducir, eatocudoum
azul lmpido, asta solo que o homem nio pode
calcar sem ma sdmiracio respailo*, eabora
seja elle muito impio, como anbos nos I
Wslter ergnea os olhos psra Francisco, depois
sbaixou-o* corando.
Tens rszio, responden a meia voz, nio hs
quem se nio sinta apoderado da hssitago e ti-
midez ao pdr o pea nestas ngioei, que sio ss
fronteiras do Paiz do Medo.
Belad-el-Khouf I Belad el-Khouf I O paiz
do Medo I O Paiz do Medo 1 grilou am dos ca-
valleiros ihooareghs que procesando os dous che-
fas subir a una pequea ninaacia, e adverta
a seas conpanheiro* de viagam, cano faz o ga-
geiro de am navio quando artel* larra ou urna
vela ao longe.
machina chamada rolferofti nos Estados-Unidos,
composts dedeus cyllqdros sobrepones, viren-
do-s en Mottido ontrario, e posto em movi-
nento pel# aegao do p oa da mi. O trabaja-
dor aflcoslava o algodio bruto nos cylindros,
cono asta* nao arsn sufflcientement* separados
para deixar passsr a aemente, esta c.hia, e os Q-
latteotos eren por ellas arrancados e levados.
ion eata machina limpava-se vinte SO libras
de algodao corto por dia, o que j era am aper-
feigoamento do methodo antigo.
a-Vo1' J">r^n) mchloa de descarocsr o algo-
dao de fio curto inventada em 1792 por um Ame-
ricano, chamado Elie Whitney, que operou urna
verdadeira revolacao na cultura do algodoeiro, e
eexerceu d'ahi por diante urna consideravel in-
fluencia sobre o sea deseovolvimento nos estados
do sul da Uniio americana.
Esta machina, abi chamada sam-oin, soffreu
desde entao aperfeigoamentoa taes, que pode
descarocsr de 1.00 i a.ooo libras de algodio por
ii* i5iL oulras foram depois inventsdss, a
tsl boje o seu numero, que tornou-sa necessa-
2? d.lTldJ-'s em duas seceoes ; ss que sio des-
tinada dascarogar o algodio de fio curto, a es
?ee appliciro preparagao do sea island ou de
o comprido.
A machias Whitney, sperfeicoada, pertenee
primeira, e das suas variedades, a nais esti-
daa sao : as de Csrver. de Tsylor, s Eagle
jm de Pratts Hydes, s Ratteville gin de Au,
tngo, etc. Seria imposslvel fazer conprehender
a coaatruccao desta machioaa sem dellas fazer
una longs descripgao, e sen o auxilio de estam-
p* ; por isso spenss direi que aua construegio
tem por base um cylindro armado de sorras cir-
culares que pasean nos intersticios de ums gra-
de metlica, os quaes sao muito ealreitos para
dar passagem s sementes, e de um ventilador
armado deescovas, qae leve o slgodio separado.
As machinas da segunda divisio sio muito
mais recentes do que ss precedentes, porque
costn muito encootrsr-ss o meio de separar o
algodio de fio comprido sem arrebanla-la ou dar-
Ihe nos. As melhores sio: as de Carlhy, de
Pratts, de Carver, de Ghicester, as de Masquelier
Irmaos, s de Herdy, etc.
A operacio de descarocsr o algodio pelas ma-
chinas, nica realmeote proveltoss, muito de-
licada, e mais maoufactareira do qae agrcola.
K por tanto, moi conveniente sepersr-se estes
dous servicos, isto o de cultivador do algodao
do industrial que o fabrica, montando-se fabrica
de descarogar perlo dos centros algodosiros, aQm
de se establecer urna iodustris especial e'ana-
loga que existe nos paizes sericolss para s fia-
gao dos csalos do bixo ds seds, s qusl produxio
j"' bnlhanles resaltados desde que ss Cagoes re-
talnadas dos pequeos industriaos forsm centra-
lisadss pelas grandes fabricas, que funcciooam
segundo os preceitos ds arte e ds sciencia.
Enfariamento.
Depois de desesrogado e iimpo, e antes de aer
laucado no commercio, sioda preciso reduzir o
algodio ao menor volme possivel:
O enfsrdamento da Georgia, ou de fio compri-
do, isz-se em grsndes saceos suspensos, nos
quaea um homem calca com os ps as carnada*
que nellea se introduzem ; essas camsdas devem
sr exclusivamente formadas por esss qualidade
de algodao, para que nio nos a con lega com este
producto o mesmo qe em outros lempos nos
succedeu com o ail. Depois de coocluido, o tor-
do dever flear cylindrieo, e conter de 100 150
kilogramo!as ( 200 300 libras) de algodio.
O algodio de fio curto ser comprimido por
meio de prensas energiess, e posto em fardos c-
bicos de 100 200 kilogrammas, tendo-se tam-
bem o cuidado de nio misturar qualidades diffe-
renles. A prensa mais coaceitnads nos Estados-
Unidos para a compresslo do slgodo a de
Newel.
Producto e despeza.
O producto ou beneficio que resulta da cultu-
ra do algodio varia consideravelmente, bem co-
mo a de todas as outrss que exigen mi de obra.
Assim, nos Estados-Unidos, pelo que toes ao sl-
godio de fio curto, obten-se, terno medio, 300
libras de algodio limpo por geira de trra, e 400
450 nos annos maia favoravets. Nos estsdos do
golfo do Mxico e em Nova-Orteaos, de 400 600
libras.
pusnto so algodio de fio comprido, o producto
medio do que ae cultiva ao longo da costa ds
Carolina do Sul e da Georgia de 200 500 li-
bras limpo.
Na India, colbe-se 120 kilogrammas (240 li-
bras ) de algodio de fio curto por hectare ( 100
geiras) de larra. Na Grecia, 200 300 kilogram-
mas ; em Argel, 400 600 ; na ilhs de Bourbon,
400 500 ; na Gaadeloupe, 300 400 ; na Mar-
tinica 100 e na Guianna fraocaza, 100 120
A despeza com a cultora e preparagao do al-
godao tio coatiogente para todos os paizes qae
nao possivel calcula-la com exactidio.
( Do iiugtfador da Industria Nacional)
As commaroiesgoes teem estado intrrompldss,
porque o lampare! at ten laogado por t*rra ar-
raiga* earregadsi de viajantes. As estradas -
tio cheiss d'agua.
Os gneros sobem de prego, a o espacio do paiz
nio pede ser mal* triste.
[Jornal do Commercio, da Lisboa).
Variedades.
INUNDACOES na california.
O iicno do Pacifico, publicando una carta de
Sacramento, na California, datada de 10 de Janei-
ro, diz-nos, que a agua invadir de novo aquella
cidade. Os ros Anericano e Sacramento subi-
rn mais de que em tempo slgun.
Ao mesmo tempo, que a ioundagio ia fazendo
terriveis estragos, soprava um furioso vento, que
srrsncava as arvores pela raiz, e destruia as ca-
sis. Aquellos que podem fugir, fogem, mas para
onde, ae a tempestsde reina por toda a parte?
Marys'ille soffre tambem, e todo o districlo de
Nevada devastado pelas torrentes que descem
das monlanhas com um impeto extremo.
(SJ Esss sblucio aevo ssr tetla ole* d cada
una da* cinco supplicas qa* o bon musulmano
dirige i Dea* lodos o* dits, a saber : ao romper
da anrora, una hora dapeis de ajelo dia, s
tres horas, so pdr do sol, e s oito horas da aou-
te. As ablugoes sio feilss oa na* proprias casas,
oa ao* baahos pblicos, oa en quelquer regato,
carraajo. lago, onte ou poco. Na falla de agua
aarve areia, na falta da arela, qualquer couia
Matihaate.
Oh I Eis-nos Analmente chegadosl excla-
mo* Ghrellab.
E deilando o sea mehsri para a frente subiu
daa de onda o Ibotiaregh lngara o grito de
descoberla; e parando rpidamente, crusou os
bracos sobre o peito, e fitou pasnado o quadjo
que se descortinsvs a aeua olhos.
Ghrellab nunca penetrara tanto no aul; aa toas
mais longas excurses se lioham limitado ao
paiz de Ouargla, onde Mauaour reaidira por mni-
lo lempo, e a sua ardente imsgioagio se bavia
contentado com as maravilhaa aemeadaa pelos
paizes dos guerrelros e pastoras nmades.
Ors, dos oasis de Oaajgla e de Roaissal em
diento, e mesmo ati o poco de Djerbey, por on-
de os nossos viajores *cabavaro de passar, o paiz
mullo rido, o bem que em longo* interva-
los vista sorprendida por algumas planuraa
cobertss de arvores a arbustos (3).
O slrevido Ghrellab estav* habituado a en-
contrar as suas explorague no Mitlili, Tuggurt
e Oned-Souf, enigrages de pastores, numerosos
rebanhos e ricos oasis. B pois duvidavs elle
que o decreto fosse tal qaal o imaginaran os
poetas, gente propensa sempre ao maravilhoso.
Como dissemos, pasmou, ante a msgastade
desse terrivel mysurioso espectculo. Ao as-
pecto da aileote trtateza, que reioava all em tor-
no delle, pensou as feriis regios que vinh* de
percorrer ; e quando o sea penssmsato se per-
dea na vasta nudez de um horisonte ao longe
deffendido por altas dunase ameagadoras, quan-
do o seu olhar divagou inquieto por um terreno,
cuja superficie crestada pela aegao do sol passs-
vs do vermelho cor de lijlo a una cor amaril-
lenta, terreno seneado de destrogos de calcara
ou argilla preta, e de alguna raros a tosco* ar-
bustos, sentiu correr-lhe o corpo un estremec-
manto, e elleto insolenteergue os olhos so
co como para coofassar o sbito terror de seu
orgulho bunilisdo.
Contraste singular, de que s o deserto pode
dar exemplol O cu era puro, calmo e de) urna
immutavel serenade cima dessa revolucao da
terrs I
Nos psizss ricos ds Europa, onda o trabalho e
as lidas do homem acham urna justa compensa-
cao na (erlilidade do solo e dogura da aatureza,
quando rebenta urna tempestsde de curts
durago. O creador parece aomeote querer in-
flingir um castigo aos seres ds creagao; e como
para annuaciar-Ibes os effeito ds sua colera-
faz precipilarem-se, amontoarem-ae aa navens,
de onde se escapa o aeu raio......* o cu co-
bre-se ao nfarecimento da* ond, o ealreme-
cimenlo da larra, o terror paasageiro dos ba-
nanos.
No deserto, paren, na meio ds perpetua da-
solacio das coasas c debaixoo cu asteada
Su asi sempre a saa radiosa e serena magnifcen-
la. Anta ss convulso** harrivsip desees paizes
malditosmostra-se o impaaaivel esplendor da*
novena 1.... Nio ae poda mais dnvidar da eterna
agitagao da Satans ao vor-ae no Pas do Hado
o sor riso eterno que raa a oo cu J
(3) Este* arbustos sio : o botoam, o begae!, 0
neisi, o dras, o MM.
Engolpbado no seu xtasi Ghrellab nao v
Mansour que se lhe aproximara, e Ihe dissera
bateado no honbro:
Entao, moa poeta, eatia satisfeito?
Sim ; acabo de receber um choque qae me
abalou at o imo d'alms. Apre 1 continuo* com
o sea costamado deleito, aou como todos os per-
didos e estragados, capazos de experimentar un
abalo, ana seosacio, naa nio duas. Tudo isto
bello na ana exquisitice, hei de contornsr-ne
com estas scenss.
Enganaa-te : ha longo tanpo que vivo no
seio destas ruinas, e cada dia as adniro mais.
Sou sttrahido palo proprio terror que sin lo,
cono a borboleta pelo prfido ciarlo da luz.
Ests vendo estes arbustos seceos e despidos que
de longe en longe te erguen n'an solo avaro
e mesqninbo? Pois ssbe, neu cero Francisco,
qae o bario Wslter de Seelorf, phantaana erran-
te destes sitios, toma essas arvorea por eapeclros
perdidos as sreiss 1 A miaba imaginacio, presa
de espantoaas recordages, d nomos a essss
sombras hediondss, que....
Ora, mea amigo, atalhos Francisco, por
quem me tomas t? Sou porveotura algum me-
nino, a quem se faga medo com historias de al-
mas do oatro mando ? Ou algum estpido pastor,
a quem phantaslicos contds sbslstn a ponto de
crer qae os seus cordeiriohos se transformara
em ou tro tanto diablohos? Walter, guarda u
las Unidas confidencias para quen estiver dis-
posto s escala-las: qaanto a nin s quero exer-
cer a minha imaginario em assomotos sgrada-
vei. ; Se Lucifer existe terei s eteroidsde para
conhece-lo ; mas emqusnto vivo nio deaajo en-
cootra-lo em parte alguma. Deixemos estes pa-
lavrorioa pagaos, improprios, a pouco agrada-
reis ; fallemos da encantadora Magdalena, o diz-
me como podaste fazer deste inferno am paraiz
para o tea enjo bom ?
Olha, responden Mansour aponiendo para
urna nuremzinha da p que o cavallelro da van-
guarda, mostrara naquelle mesmo instsnte.
Ah 1 disse Ghrellab, vamoa fioalmeala en-
contrar ama face humana.
Sim, meu amigo, replicn Mansour, estimu-
lando o aeu mebari ; sim, vamos vor o primor
d'arta divina, a minha Slamia querida, a joven
maia linda da todas que povoan a Europa a o
deserto.
Ghrellab seguiu a seu smigo a toda a escolta
que avancaran ao encontr do anjo da luz.
Dahi a pouco una relega de vento viuda do
norte dissipon s poeirs que occultava o grupo
aaiignelado; e pode-i* ver eatia an* nalhar
montada n am grande mebari branco, a quem
acoapanhavam en distancia respeitasa quatro
Toaar*gh* armado* d* escudo* lascas.
O mebari branco trotara com muita rapidez
en direegio I tropa de Mansour: am cavallo de
ligeiresa ordinaria aeompaha-lo-hia a galopa
con muito casto. En poneos instante* encon-
trara n-*e os doss grupos. A na olhar farendo
un novinento gracioso colloeou o aeu mehari
o lado de Mansour ; apoderando-** de una
poma do barnoua deste para leva-lo aos labios,
disse com una ro fresca, a sonora, cuja suave
meloda mcantara o ourido e o oragao ;
Dos passatempos dos reis, imperadores
e mossos horneas de estad.
Talvez nio aeja fura de iotereaso mostrar que
s maior par* do* re* e st os maloca* homens
de todos o* seculos e nsgdes, para escaparen) os
cuidados e tormentos do poder,entregam-se mal-
tas vszes sos msis singulares passatempos, e aeu*
div*rtim*atM, como diz Xenefonte, tuas peque-
as aceoee nio sio menos iostructivss, menos
dignas de observaces que O qa* fazem seria-
mente e com a maior pompa.
Heraelito que sob s improssio de ums injus-
tiga renuncio* s un* alta magistratura para en-
tregarse philosopbia aprasia-se en jogar os-
ainhoa com os neniaos d'Epheio.
Os Cales, os mais severos entre todos os R-
anos, foram muilas vezes sorprendidos s jogsr
dados.
Cicero fes nm bello quadro de StipiSo e Le-
lius, juntando, como meoinos, mariscos oo rio de
Gayetta e de Laareotum (repuerascere eolito).
Como passatempo, Llilua e Scipiio faxiam-
se colaboradores de Terencio naa auaa coma-
dlas.
Augusto passava bastsnte tempo a jogar nozes
com seas netos.
O imperador Claudio, grande helleoists, en-
contrara tal prazer nos dados qae iogavs em car-
rnagam as grsndes viagens ; at se den eo trs-
balno de eacmver sobre este jogo an tratado que
publicou. *
Qaanto ero, -
* Pour lala anbilioo, pour vertu ainguliare,
< II excelle conduire ao char daa la carrire,
c A disputer des prix indignes de sos asins,
A se dooner lui-mme en speclacle aus Romaios,
A venir prodiguer sa voix sur an tbaire,
c A rciterdes chaots qu'il ventqu'on idolatre,
< Tandis que ses soldata, de momeas en momeas,
< Voot arracher pour lui des spplaodisse moas.
Domiciaoo passava ums hora por dia a spanhar
moscas, traapassando-ss com am stylete; por is-
so Vibias Crispus respond a quem pergunta-
va-lhe ae o imperador eatava s: t Ello nam
sa quer tem comsigo ums mosca.
O impersdor Commodo, esse indigno Albo de
Marco Aurelio, gostava de disfargar-se em Hor-
cates ; sendo de ama torga Herclea, oaaseava
as ras de Roma vestido com urna pello de leio
e com ama maca na nio, e espsncsvs os infeli-
te que o acaso lhe perniltia encontrar no ea-
mioho.
Alexandre Severo, um dos maiorea imperado-
res, encontrava distraccao nos conbates da cies
com porquinhos.
Valeotioiaoo fazia nonecos de cera, a Gallieoas
castellos de nagias.
Demetrio inventavs macbinss que ersm execu-
tadaa por suss proprias mios.
Dionizio-o-Joven fabricava carrinbos, messs a
utencilios de toda a sorte.
Um rei da Syria fazia representsces de mi-
ronettas.
Esopo, re de Macadooia passava o tempo a fa-
zer laoternas.
Mas, para nos aproximar doa lempos modernos
mais esclarecidos e dos seculos mais civilissdoa,
lembremos aqu que am dos principes da grande
arte da pintura, M. Ingres, desenhou ossa ca-
na histrica de Heorique IV sorprendido pelo
enbaixador de Hespanha, brincando con saus fi-
Ibos, e tendo um delles, o Delphim montado nw
costas.
Em seu segando requerimeoto a Lniz XIV, a
proposito das represeotages do Impostor que
tioham sido prohibidas, Moliure escrevau ao rei:
Nao preciso mais que eu cuide em fazer
comedias se os Tartufos leven s vsotagem.
a Digne-se, por vossa bondade, Sire, proteger-
me contra sua raiva envenenada, e possa en de-
pois de ama tioglorioss campsabs, distrahr vos-
sa magostado das fsdigas de suas conquistas, dsr-
lhe innoceotes prazeres depois de tio nobres
trabalho*. e faxir rir o monareba que faz tremer
toda a Europa.
c Em um terceiro requerimeoto Moliere solli-
ts um canonicato da capella real de Vinceo-
nss para seu medico, nm cario Mauvilata.
Ousaria eu pedir aioda a voaaa mageatade
esta graca no dia da grande resarreicio do Tar-
tufo, resuscitado por vossa boodade '
Era com Moliere, e fazendo representar anas
comedias que Luiz XIV aioda joven esquecia oa
cuidadoa de poder absoluto ; tioha elle entio 31
annos.
Luiz XVI, sabio geographo, flzer-se primeiro
relojoeiro, depois serralheiro.
Quanto a Napoleio I, a todos os passatempo*
prefera que habis autores lessem recitsssen
os versos oa a prosa de nosso grandes escrip-
tore*.
Em Santa-Helena tomav* elle 'mulla reza*
un Corneille e un Moliere, e dizia para oa cir-
cumstantea :
< Senhores, vamos hoje tragedia e i come-
dia.
Cambacres, archi-chanceller do imperio, ho-
mem de saber e bom seoso, ostentara todava
costumes e um oslo Iliterario pouco nobres a
elevados. ( Um dos seus corte-zios disse-lhe an
da, fallando de Napoleio I : Esse homem
tanto fari que acabar por comprometer mon-
enhor. 1
Para eiaaeoar aa r*l*isa ana Uta
" fasomia* da in*v*c I
ben para nio dar o qae sallar, ala a*
trettnha amara* praloauui
* lha.tr*. .ptiST?;,
at permiitia qB* B >m
zissan m ma asiraaa Mk
arehot*s.
Elle s contava cono fanisiataa aa
sabios na grande artt da >fr*ia.
laigne. Diva an dia naa* asta
dalles.
c D'Agrefeailie, vos t*r*is ana
c Eu o sei, nonaaahor.
O coade Cbsptsl, mil amigo da* letra*.
loroou-s* notavel en 93, ae atueccia ale
da plvora (eolio j bavia gisidi raaaai
la], aeodo loga depois asiaiairaaw iatortar
ario memoro da ssadsnis aa ~
cooirava distrsgio ma laaeir*
e atea ana lagaelo faMaac tx
Su* estresv* eolao aa* parta*
la, no* papal* d* j*vea* pt
pouco lenpo depois da seas
cebida societaria.
Un sectario da Voltaira, liUareU.
propasit* aoaso* uian* aladea*.
rata Horacio. Loas XVIII s
vflrsacoes e*pirtaa*a* aa*
ti de com o duque Daca***.
En 5 da jalbo a 18 Luiz XVIH
rei George a sagalat* caria, ny
de boa foota :
Seahor naa imio, a doqaa
Ur saaa carta* eradrariaes i V.
acreditar a at aparar qaa ca
an o oio eacarregasM aa
carta particular. Qaera aalla
todo ao noa aaayal* aaaisja.
* Bn miaba carta a 21 a
oada paraara da sa
zi-i verdad*, a DO)
* an Franca e*v
ci, ella coacervarla _
noria.
Ma* a cooetluico qaa aa vadla para sasana
patria dai i neo pova, tan nana aslaala an
da Graa-BreUoba, par* qa* V. M. aa* r*npa
banda fcilmente qaa ha caso* a* jan ***j ia-
nolar o homam ao rei; jsslsnsnl* ** tna>
cede. ^^
c Un* rie da aachiaacaa ardidas pala anV
ajudadaa pas frsqaesa trsico, IncMSw*
duque Decazes perdease a nsioria nw aaa ca-
aras, quanto ia leu qaa aran otra sa, <
bavia acarrogado d* propor, a aa i
V. M. tara sem davida obsarvado. i
ser sdoptsdsa.
< E**a naioria ana vez perdida,
duda *r* regulada pala qaa a
A ben cao da Deus esteja sobre ti, mea
pao senhor. Foi feliz a tua viagem ?
Sim, tilha querida, pois que o Senhor per-
miltu que eu tornaaae a ver o lea radioso am-
bla ote.
E dizando isto Mansour inclinou-se para ajo-
ven, pegou-lhe na cabega, o depozum beijo em
aeus cabellos logo cima da fronte.
Mil gr*ras rendo ao Todo Poderoso, e hei
de bemdizer o seu oome tantas vez quanto sio
os graos d'areia (4). Has de ter mui booitos
contos s fazer-no*. e o pobre Brahim (5) aer
bem feliz em ouvir-te.
Onde est Brahim ?
Tu aabe* qae aeu irmio oio acompanha
o trole do neu nrhart; e cono eu liaba prassa
de ver-le e vir bem longa ao tea encontr, nio
quiz que elle me acompanhasaa.
Nio qoiseste ? disse Mansour alegremente.
Pelo que vejo as cousas oio nudarsm noksar
durante s minha ausencia, pois torno a eacoa-
trar-te sempre soberana e obedecida.
A joven procarou sorrir, o iacliaoa repealiaa-
meote a cabega para oecultar o vivo rubor que
lhe assomra s taces.
Os cavalleiros ae lioham conservsdo s pones
distancia de Mansour e Slamia. Someote Ghrel-
lab se adiaotara poucos passos, e collocara-se
em posigao de nio ioierromper a conserva doa
dous, mas de contemplar o elegante perfil o o
talbe flexivel da joven, cuja belleza parecis-lh*
fio ter Walter exagerado an couss alguma. Na
embriaguez da aoa admiragio asqaecia-ae elle do
principio elementar dscivilidade arabo, que pro-
hibe toda a cariosidsde para com as mulheres, e
nao se fartava de encarar com os olhos deslum-
hrado essa maravilha, cono nunca esperara en-
contrar, nen meamo noa seus arrojados pensa-
ra en toa.
Slamia locava aos mus deseset* ranos. Nesta
^"A ""1"" *fab* pela mor parte te*m
j perdido nio s a frescura, como tamben os
mais seductores encanto* da sea sexo. Slamia
porm era urna excepgao dessa regra : tnhs-se
conservado como por milagro na* regies in-
flammadas, onda passirs a infancia; e a sua
bellesa eicapando acgo devoradora dotle
daa areia* recabara da propria inclemencia das**
ingrato clima a mal* preciosos ornamento*,
O pequeo arbasto traneplentado da Europa
para a Argelia aclmaloo-ae maravilhoaamooie.
A flor delicada, nascida airo o* valle* eaissos
no seio da nev, rev*tira-a* se p das dunas,
o fogo assin cono ao orvalho do cu africano,
da maia brilho a naia vigor, e tmbete do en-
gredo desses suave* gerfune* quejso a lingaa-
(4) Esa* formula piadosa Bemditer o nome
ia Dtus lanas vizss tantos sao o grao de
ar$ia xtrahid* do livro stnto, a nio deixa da
ser impregnada da 'ana poaii* qaa an pouca*
palavraa las a descripgio d immeosidade do
deserto : a profundas* da* solidse se cha ah
n conparagio com a grande de Deus. E di-
gan que nio un* figura coilossal I
15) Brahim por Ibrahio, que. ligniQcs Abta-
ham.
..oto psrs o san a ara cora^o.
a Agora, 6 mea charo George (e
ta expressio) p*rmitU-n* qaa *aliclte,
o mea embardor, mas psra nao aL_
bondades ruja segaraogs di-ae a vosa* carU*
de feveireiro.
c Minha ambicio alada nio pera aqai
vos paco para alia vossa bsnsvslracss,
aatim*.
c Dignae-vo* amlttl-lo a conversar U-
te con vosco, pornitti-lh* qae voa tac* lar ao fas-
timo de sua alma, e esto* coo veacida da na a-
ri* : Maa anigo Lois nio en pregara nal aaa
aa conaoga, nen sa* misad.>
No meamo lia da queda a Mr. Decaa* (feva-
reira de 1890, Luiz XVIII naado* col locar a m-
tralo d* sea ministro naa Talbaras, no r biasii
onda tmAmarm trsealhsr aa renpn Ma.
O rei pissou o segiate vale *n Saioi-Qaad.
aproveilaram-** de saa aaaaacia par* tirana
ene tratado.
En aaa rolla o ral etpetineatea asaa violenta
colera, e ordenoe qaa a retrato foatw
* logar ; e abi pernaaeceo al a
Laiz XVIII (setenbro de 1824.)
Carlos X depoia de velho o rei gestara do
te e de taca.
O mirquez Verac, prineire caaariaia, leara
parte no jogo do ro ; Cario X ira lava-o par lo,
e se diverta en lojarla-lo durante a partida.
< Per Deas, Vera*, ta s an broto I
O camariata moslrava-se enfadad*.
< Talvez nio *ejaa bruto, repela a rei.
_ E essas iojuriaa oio oran para o nsrqanr a-
nio pro' de lavar atizada.
Un dia encontrei-ne tea o mirquez V*ra
an ae* aalio.
Bon dia, Sr. conde. (Ignorara aalio qaa ella
r*cntenente pssr *er m rquer pala saorta
de aeu pae).
< A asta* palavraa: utnkor comea, aoa pay-
sionomia oofarrascoa-**. mostron-
dado.
ama grrad* infelicidado: petd i atea pa*. os
porque s n* chaman agora senhor naraaar
Cario* X jogava o whist, al no* dias da anas
da Julho. dursote a batelh* d* Pars ; aaa eaa-
vem dizer que o rei pala **a goal* a inpaaaibUl
dad* apparele protarava acalmar a lraaailr
oa espirilos.
Jalgava ainda qaa s traUv* ale ama
vacio, a nio quera qae aa pida
urna scaramuga em Parts, Osara Ir
Ssint-Cloud.
(Con l in %ar-$e-ha.\
TUL
\
gera potica ao mesmo tenpe da natureza a da
nysiariosa emaoago do Creador.
Slamia lodoa se mostrava con o r*to ama-
coberto, aegaado o aso 4a* d*n temantu 1*3
a Ghrellab habituada i va par toda a parla aa
paires que percorria a qalnza ana**
ou affeatagao con qae aa Mlbawa* <__.
os rosto* con un vn, habituado alaos .
nio doscobrir por debtixo daa* van* sania i
bsate* pouco perigosos s sus taaluLia
cistidade, nao pode deixar da eatraaecor ate aar-
prasa alegra i viste dsquall* primar ate gracia
o eplndor.
Desenvolveodo-M da lado j an pouco tara*
Slamia Iba deixra flear ao panaa*. asada
lie a riu cinco aooo* ou. apaa -na vaan
recordacio. A meato* mostrara qaa viria aa*
mu..la couaa, vsrdade ; o sobretodo ara *-
peringa da se nao assemelhar s naUbara* te
p*iz. Ora, Ghrellabapear da ** eata pal*
genero humano, apesar do despreeo qa* s*a*r*
affectaria, e ainda ffectava por an sxo, riu
dizia alia, da o* rain* a depravacao todava aa-
tia-a freqaeotaneote attrahdi paro a sen soa-
sado pe lembraoga da urna dessas naeaaaaaa
branca, que outr'ora apartara con arda antro
as asas, o nea* desvarios da inagiaacae am-
clamara muita* veza:
Onde ealio oa olhoa saa da* miaba I
la limaa 1 Nio varei aa maia aa daaaa i
ritos, que tanto faziam palpitar o corscao
louco estadinte de lieidelberg I
Slamia apparecera cono ana viaio aa el__
desse caprichoso soohadar. Pansara ella par
muito dia deixando-a a primeira voz: atoe
vieran a gaerra, correla, e pilbagea, -a*
carillos, os faltos, a caca, o late o a tr'raa-
nique a apoderaran do aoa coraban ai
do, o a.lenbraoca de Slamia foi pouco a i
a morUceado oeste peassmelo ***s
verso psra qae abi podoae pernaaaea
t*npe-
Todava quando cinco aooo sota Gbreilab a
tomn a va, o depois ioterrogo* Maanar a
reipeilo da liada jovon, eaa Unhrenca reviven
outra ves, e elle iaflaanea-** a agnate
dscripfio enlhutiattics, coa que Mansoar SiMla
fez a perguotai,
A datar deste mmenlo o arbole, a litidia
o Ghrellab imagino* qa* una horrivel faataa
do deitino reservara Mgd*leo a Soelerf
compaohelra dalla Francisco Meto e trato*
de earedar iotrig. quo, Manad*, as ara* c*l-
coles. doria l.ncr-lhe nos bracos s nalha. .
qam ua mios detestareis haviam arrsasete
alada meniaa aossio nataraal.
Nio tardarena aalio an vr o bandida ea-
me^ar a ua obra reaolateneota sig.no u par
ora puso paao, vajano-lo eiprmur *' saa
nclims, amo o tigre apreila o noaenla ate
l*BSr-a obra a presa. "
. ________ ( Continuar-at-km)
(d) tioatra o um orieatai aire os T
o honan bm de vea ai
nalha rada da naba
PI.N, TTP. DI M. P. DI FARI a FILHO lena.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EQSRW88PA_C67QYP INGEST_TIME 2013-04-30T20:11:03Z PACKAGE AA00011611_09546
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES