Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09545


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Full Text
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'
1
1110 XXXVIII. I01EH0 89.
Ptr (res aeiesadiaitados 5$000
- Pr tres Mies veicidos 6J000
.t..(J Jtt* w f
DIARIO DE
.rjejttjf

OHTA FIIA I D ABRIL DE lili
o
Par ana o adjtiUda 19f00O
Porte fraiet pira e iiaieripter
ENCARREGADOS DI SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino d* Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marque* da Silra;
AeacatT, o Sr. A. do Lemoa Braga; Ceari o Sr.
. Jos da Olivera ; Haraohlo, o Sr. Joaquim
Marqaei Rodriguss; Para, Jualino J. Ramoa;
Amazooaa, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SDL
Alagas, o Sr. Claadino Falcio Diaa; Baha
o Sr. Jos Martina Airea; Rio da Janeiro, o Sr-
Jle Paraira Martin*.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todoa oa dia* a* 9X hora* do dia.
Iguaraaa, Goianna, e Parahyba naa segundas!
sextas-feira.
S. Antio, Bezerros, Bonito, Garuar, Altinho
e Garanhuns naa tergaa-feiraa.
Pao d'Alho, Nazaretb. Limoeiro, Brejo, Pe*-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vi*la,
Ouncury e Ex. na* qua. taa-feiraa.
Cabo, Serinhiem, Rio Formoao, Una, Barreiros
Agua Preta, Pimeotelraa e Natal quintas reirs.
(Todos oa correioa partem as 10 horae da manhaaj
EPHEMERIDES DO MEZ DB ABRIL. PJ
S Quarto creseente aa 4 horsa e 31 mioalos da
manhia.
14 Loa cheia aoa 10 minutos da maohia.
SO Quarto mngasete aaS horaa 21 minutos ds
tarde.
28 Laa ora aa 8 horaa 45 minutar da maohia.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro aa6 horaa a 6 minutos da machis.
Segando aa 6 horas e 30 minatoa da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o anl at Alagoas i 5 e SO; para o norle
al i Granja & 14 a SO de aada mas.
_ PARTIOA DOS OMDCS.
Vt*i *2 Reelfe: d0 Apipw* 6 ll2. 7. 7 ljS, 8
e.8 1|3 da ra.; de Olinda is 8 da m. a 6 da t.; de
Jahoato s 6 1|2 da m.; do Caxang e Varzea
a 7 da m.: de Btmftca is 8 da m.
Do Recif* : para o Apipucos i* 3 1|S. 4, 4 1|4,
4 1|2, 5, 5 1|4, 5 1|2 e 8 da t.; para Olinda a 7
da m. e 8 1|2 da t.; para Jahoato s 4 da I.; para
o Caxang e Farzeo is 4 1|2 da t.; para Bemfica
aa 4dat.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES ya CAPITAL.
Tribunal do commereio : aegundaa a qaintaa.
R*lacao: tergae a (abbadoa s 10 hora*.
Pazanda: quintas a 10 horaa. '
Juizo do commereio : aegundas ao meio dia.
Dito de orphios: tercas e aeztaa is 10 horas.
Primeira vara do cirel: tercas a aztaa ao meio
dia.
Segunda rara do civel: qearlas a sabbadoa 1
hora da larde.
I DAS DA SEMAMA.
,14 Segunda. Se. Tibnrcio e Valerias
15 Terca. St. Razili**a AoaataetO mas.
16 Quarta. de Trera. S. Eogracia t. m.
17 Quinta, de Eodoeocas. S. Aniceto p. a.
18 Sezta. da Paixo. S. Galdloo b. eard.
19 Sabbado. de Allelaia. S. Htraogeaea as.
20 Domingo de Peachoa da reaorrelgio.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a liTraria da pracs ala Iadepen-
dencia n. I e 8, doa propriatario* Maztoel ~
roa do Feria 4 Filho.
PARTE QFFICIIL
60YERN0 DA PROVINCIA.
Expediente do dia 14 de abril
de 186*
Officio ao Eim. preaidente da provincia do
Cear.Rocebi o officio que V. Eic. me dirigi
eob n. IS e data do 1" do correte, e em resposta
cabe-me dizer-lhe que o fardamento manufac-
turado no araenai de guerra desta provincia com
destino ao corpo de guarnido dessa s pode ser
enviado pera ahi no vapor que pasear do sal no
fim do mez corrente, como informa o director
do mesmo arsenal no officio por copia incluso.
Dito ao commaodanle daa armas. Queira V.
Ezc. informar acerca do que pede no requer-
meoto incluso Mara Alves Castro de Silveira,
viuva do segundo sargento Agosttnho Nuoes de
Oliveira.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de fazer
aeguir com brevidade para a cidtde da Victoria
o pragaa de pret, aflm de aubstitulrem a dous
que alli fallecern) do cholera e quatro q:e se
acham doente* desse mal como participou o de-
legado do respectivo termo em officio de 13 do
correte.Commuoicou-se a este.
Dito so mesmo.Respondo o officio de V. Exc
datado de 8 do correte aob o. 701 remelteodo-
do-lbe por copia a.informarlo de 11 deste mez,
em que o director do arsenal de gama declara
zar providenciado para que se apromptem a cs-
deira e colleles requisitados para conler os alie-
nados recolbidos ao hospital militar.
Dito ao chafe de policio.Sirva-se V. S. de
remetter-me o mappa dos delegados de policia
deata provincia., que ao hachareis formados re-
lativo* ae segundo aemeatre do anno paseado
afina de poder cumprir o aviso circular de 23 de
marco de 1858.
Dito ao inspector da thesoararia de fazeoda.
Mande V. S. pagar ao pratlco Joio Fraocisco
Firmino que ae contrato* na provincia da* Ala-
goaa para servir no brigue escuna Felieidade, a
soldada que se lhe estiver a dever na razo de
2j>500 diarios, iicando V. S. certo de que ji
est elle pago por bordo daquelle navio da racao
de purio que veoce alm da soldada, como de-
clarou o commandanle da estagio naval em offi-
cio deata data.Commuoicou-se este.
Ditoao mesmo.Informe V. S. com brevidade
quando temdefindaro contrato queassigoou \V.
Martinesii aflm deservir nesta provincia na qua-
lidade de eogeobeiro da obras a cargo doa mi-
nisterios da marioha e de agricultura, commer-
eio e obras publicas.
Dito ao mesmo.Aatoriso V. S. a mandar
pagar a preslacao mensal de trinta mil ris que
o capitio do 10a batalhao do infantaria Aotooio
Fraocisco d'Avilla, pretende coniigoar nesta
provincia como declara no incluso requerimeoto
a cootar de margo at setembro do corrente
anno. Communlcou-se ao commandanle das
armas.
Dito ao mesmo.Aoouindo ao que olicitou
em officio de 12 do corrente o cirurgio Fraocis-
co Jos da Silva, eocsrregado do tralamento das
pessoas pobres sccommeltidas do chote:a-mor -
bus na freguezja do Pogo da Panella recommea-
do V. S. que em vista das duaa coatas juntas
mande pagar a Ignacio Josa Cabral a quantia de
15S000 proveniente do aluguel de un carro que
levo* o meamo irurgiio e subdelegado da fre-
guezia ao eogenho Dous Irmios no desempeoho
daquella commisso, e ao phirmaceutico Joa-
quim de Almeida Pinto a de 19$I40 importancia
dos medicamentos que tendea para esse trata-
ment por se terem findsdo alguns da ambulan-
cia foroecida para esse fim.Commuoicou-se ao
cirurgio Francisco Jos da Silva.
Dito ao mesmo.Communico V. S. que em
11 do corrate foi nomeado o cirurgio do corpo
de saade Dr. Gustavo Batduino de Moara e C-
mara para ir medicar as pessoas indigentes ac-
commettidas do cholera no termo de Caruar.
- Dito ao meamo.Estando nos termos legaes
as contas juntas em duplcala mande V. S. pa-
gar aos empresarios da illumioago a gsz nesta
capital a quantia de 750&600 em que importou o
gal consumido com a illumioaco dos quarleis
dos batalhdea 9 e 10 de infantaria, 4* de art-
lharia a p e da compaohia de cavallaria, bem
como no hospital militsr, durante os mezes de
fevereiro e margo prximo lindo.
Dito ao mesmo.Transmiti por copi V.
S. para saa ciencia o aviso que em 15 de margo
ultimo dirigio-me o Exm. Sr. ministro da agri-
cultura, commereio e obras publicas, declarando
que na demonstrarlo annexa ao officio de V.
S. de 3 do mez da fevereiro prximo passado
acha-se indevidamente classificada no 26 art.
2a a primeira prestacao de 61:500}000 para a
obra da ponte de ferro dests cidade.
Dito ao mesmo.Remello V. S. para os fios
convenientes a* cootas da receita e deapeza da
enfermarla militar de Tacaral relativa* aoa me-
zes- de Janeiro e fevereiro do anno, aa quaes f-
ram examinadas pela junta militar, de soude,
como coosta dos inclusos pareceres.
Dito ae mesmo.Mande V. S. abonar em os
devidos lempos a prestacao mensal de 105000
qae o capitao do 10" batalhao de infantaria Car-
los Frederico de Alvellos de consignar nesta provincia, como declara no
incluso requerimeoto a contar do mez de junbo
viodouro em diente.Communicou-se ao briga-
dero commandaole daa armas.
Dito ao mesmo.A' vista do pedido e demooa-
trsedes inclusas, mande V. S. adiaotar ao almo-1
xirife do hospilsl militar, nao havendo inconve-
niente, a quantia de 1:5009000 para occorrer ao
pagamento daa despezas daqaelle estabeleci-
m*nto na 2* quinzena do predito mez. Com-
municou-se so commandanle das armas.
Dito ao meamo.Reeommendo V. S. que,
estando tos termos legaes os inclusos documen-
tos, mande pagar a Joo Braulio Crrela e Silva,
conforme sollicitou o commandanle superior da
comarca do Bonito em officio de 24 de margo ul-
timo, a importancia nao s dos vencimentos re-
lativos ao mez de outubro do son prximo pas-
sado do destacamento da guardas nacionaes exis-
tentes naquella villa, mas tambem das despezas
feitas no mesmo mez com o fornecimento de luz
e agua para o quartel do predito destacamento,
Communicou-se ao commandanle superior res-
pectivo.
Dito thesouraria provincial. Para campa-
mento de exigencias da assembla legislativa
provincial cumpre que V. S. me enve, com ur-
gencia, urna demonstrado da importancia des-
pendida com o sustento e curativo dos presos
pobres da provincia no lempo decorrido do 1* de
julho do anno prximo passado at 31 de margo
ultimo, copias dos contratos celebrados para a
alimeotago dos -presos pobres da casa ds de-
tengio e tratamento dos doeotes fra daquella
pristo em hospital particular.
Dito ao mesmo. Para aatisfazer a resolago
da asiembla legislativa provincial remetia-me
V. S. urna demonstrado comprovada da appli-
esgio daa verbas destinadas para o expediente e
asseio das diversas repartieres provinciaes, bem
como para o masca do gymnssio peroambucano.
Dito ao meamo." Autorieo a V. 8. a mandar
cobrar por admiuiatregio, como propoz em sea
officio de 11 do corrate aob o. 211 o imposto de
10 por cento sobre a renda dos terrenos oceu-
padot com o planto do capim da planta, fisto
nao haver apparecido licitantes is arrematares
desse Imposto, segundo consta do citado officio
que Oca assim respondido.
Dite ao commandanle superior do Recife.
Sirvs-se V. S* de espedir suaa ordena para qae
em cada um doe das 18 e 20 do corrente mez
seja poalada urna guarda de honra em frente da
igrtja de Santa Rita de Ciaiia, afina de acompa-
nharem a Ia a procissao do Seohor Morto e a 2
a da Resurreigao.
Dito eo commandante superior da guarda na-
cional da comarcada Boa- Viata.Para aer aalts-
feita a requisigao cuntida em seu officio de 12 de
margo ultimo, faz-se oecessario que V. S. indi-
que os pontos em que podem ter lugar as pata-
das dos corpos da guarda nacional sob sea com-
isando auperior.
Dito ao inspector do arsenal de marioha. Em
vista do que V. S. ioformou em aeus officioa ni.
165 e 66 datado* de 4 e 5 do correle com refe-
rencia aoa requerimeoto* dos opersrios Jeao
William Dactchr a Pierr Humblet o aatoriso a
promover, pelo meio mai* econmico, a volla
doa aupphcante* para a Europa, logo qae ae fina-
liaarem oa prazos do* contratos por que se obri-
garam a servir nessa arsenal. Communicou-se
thesouraria de fazends.
Dito ao capitao do porto Ponba y. S. a dis-
pesigo do brigadeiro commandante das armas o
paisano JoaquimCavalcantido Reg Barros, que
lhe foi apreeentado com o meu officio de 7 do
correte.Officiou-se ao commandante das ar-
mas.
Dito ao director do arsenal de guerra.Nao
obstante o que V. S. ezpoz em sea officio n. 89
de 4 do correte, cmpre que faga entregar ao
commandante da companhia de cavallaria, os 10
pares de sspatoacujo fornecimento autorisei por
officio d* 2 de margo ultimo, vitto que deduiin-
do-se elle* do pedido geral da companhia como
determioei em dito meu officio, nao se pode dar
o excesso de fornecimento de pegas que o go-
verno imperial quiz evitar com a expedigo do
aviso de 16 de outubro do anno passado.
Dito ao mesmo.Faga V. S recolher aos ar-
niizens desse arsenal, "aflm de terem a conve-
niente applicago os artigos de armamento, equi
pameoto, fardamento, uleneilios e instrumentos
de msica mencionados ni relago por copia in-
clusa os quaea oram dados em consumlo pelo
10' balalbao de infantaria como declarou o bri-
gadairo commandante das armas em 15 do cor-
rete.
_ Dito ao director das obras militares.Mande
V. S. com urgencia concertar a grade de ferro do
xadrex do hospital militsr, a qual foi arrancada
por um alienado que alli permanece, como de-
clarou o brigadeiro commandaole das armas em ; daate superior respectivo.
nhuns. Commaoicoa-se ao commaodanta das
armas.
Dito ao mesmo. Em lugares de que dispde
esta presidencia, mande Vmc. dar psssagem psra
0 porto da cidade da Fortaleza, oo Caer, no va-
por Jaguaribe, ao capitao do exercito Raimun-
do Aegaalo Diaa Martin, cuja comodori aera
paga por elle.
Portara. O vica-oresidente da provincia,
usando da attrlbuicio que lhe contare o art. 19
ds le de 3 da dezembro de 1841, resol ve comear
por4aooos suppleotes do juiz municipal e de
orpboa do termo de Olinda comarca do Recife,
oa cidados constaotes desta portara, pela ordera
em que aella vio mencionados :
1 Maooel Aotooio dos Passos Silva.
Dr. Jos Cardoso de Queiroz Fonseca.
Manoel Antonio dos Passos e Silvs.
Joaiiuim de S Cavalcanti.
Jos Antonio da Rocha.
Francisco das Chsgaa Salgueiro.
Dita o vice-presidente da proviocia usaodo da
attribuigao que lhe contera o art. 19 da lei de 3
dezembro de 1841 reaolre oomear por quatro ao-
ooa supplentej ao juiz muoicipal a de orphios do
termo de Igusrsss, comarca do Recife, os ci-
dados constantes desta portara pela ordem em
que celia vo mencionados.
1 Bario de Vera-Cruz.
Bario do Rio Formoso.
Francisco Cavalcanti Jaime Galvio.
Francisco Joaquim Cavalcanti Galvio;
Antonio Cordeiro FalcSo.
Joao Francisco do Amaral.
Dita.O vice-preaidaole da provincia, atteo-
dendo ao que representaran! varios moradores da
povoaciovde Jurem na freguezia de Quipap, e
leudo em viata a ioformacio do director oral
da instruccao publica de 26 de setembro ultimo
sob o. 294. com rafereoaia ao parecer do conse-
ibo director resolve transferir a cadeira de ios-
trueco elementar daquella freguezia para a re-
ferida povoagao de Jurema, ordeoa que pela se-
cretaria do goveroo ae fegam a este respeito as
oecessaras commuoicages.Communicou-se t
thesouraria proviocial e ao director da instruccao
publica.
Dita.O vice-presidente da proviocia, teodo
em viata a ioformagao do commandanle superior
da guarda nacional do municipio do Recife, data-
da de 11 do correle resolve conceder passagem
para a lista de reserva Gcaodo aggregado ao cor-
po que for designado pelo mesmo commandante
auperior ao alteres do tercairo batalhao de infan-
taria Augusto Genuino de Figaeiredo, qae foi
considerado incapaz do servicn activo em ios-
peceo de saude.Commaoicou-ae ao comman-
offleio n. 747 de 12 do correte.Commuoieou-.
se ao commandanle das arma*.
Dito ao mesmo.Informe V. S. com urgencia
acerca das provideocias que reclama o brigadei-
ro commandante das armas au incluso officio da-
lado de 10 do correte, apresentando logo o or-
gament da despeza a fazer se com os 2 biombos
da que necessita o hospital militar e com a de-
coragao e preparsgao do reapeclivo quarto f-
nebre.
Dito ao mesmo.De contormidade com o officio
do brigadeiro commaodanta das armis datado de 11
do Correle, mande V. S. catar os compartimen-
tos externos da fortaleza do Brum, bem como
fazer as pinturas de que ellos oecessitam.Com-
municou-se ao brigadeiro commandante das
armas, e ao inspector da thesouraria de fazeoda*
Dito ao presidente e membroa do cooselho de
compras navaes.Autoriso V. Ss. a promove-
rem nos termos do respectivo regulsmento a com-
pra dos objectos mencionados em seu officio de
5 do corrente, visto serem necessarios aoa navios
do arsenal de marinha e pharol.
Dito ao prefeito da Penha.Considerando de-
bidamente a promptidaoe boa vontade, com qae
satisfez Vmc. a micha requisigao de um missio-
nario para ir preatar aeus servigos em Caruar
onde grassa a epidemia do cholera-morbus. nao
devo prescindir de louvsr e agradecer Vmc.
msis essa prova de verdadeira caridade evaoge-
lica e dedicagio ao governo do paiz.
Dito a cmara municipal da Boa-Viata.Com
a informago incluss por copia ministrada pelo
Dita.O vico-presidente da provincia, alten-
dendo ao que lhe requereu o bacharel Joaquim
Pereira Chavea resolve prorogar por 3 mezes o
prazo de igual lempo que em 10 de outubro ul-
timo lbe foi concedido pira apreseotagio do seu
titulo de juiz muoicipal e de orphios do termo
de logazeira sendo a prorogacio coatada do dia
em quo terminou aquello primeiro prazo.
Dita.Os Sr*. agentes da compaohia brasilei-
ra de paquetes a vapor mandem dar transporte
para a capital do Ceari por coota do ministerio
da guerra no vapor qae se espera do tal ao alte-
re* do exercito do eatado maior de aeganda clas-
ae Heurique Everaldioo Tourioho de Btteocoart
que vai servir naquella proviocia, bem como a
mulher desse official.Communicou-se so com-
maodaote das armas.
Dita.Os Srs. ageotea da compaohia brasilei-
ra de paquetes a vapor maodem dar transporte
para a corle oo vapor Paran em lagar deslina-
do para passageiro de estado ao segundo cadete
de primeira liona Liberato Pereira da Costs.
Expediente do secretario do
governo.
Officio ao primeiro secretario da assembla le-
gislativa proviocial.S. Exc. o Sr. presidente da
proviocia, manda remetter por copia V. S. a
informago ministrada pelo Exm. hispo diosesa-
no, com referencia ao projecto n. 40 que eleva a
matriz a nova capella de Sania Haria de Rainha
doa Aojos, da povoagio de Petrolioa sobre que
versa o seu officio de 10 do correte o. 9, bem
-----_ o seu offlcio de 10 do corrente n.
inspector da thesouraria provmcwl em 11 do cor- como declara-lhe que julga proveitosa a ideado
rente, sob n. 211 respoodo o officio que Vmc referido projecto : o que V. S. Cari chegar ao
i!KinA'!^p-Tenc,"?ro,",l0 a*4dr V ""hecimento da assembla lesiilativa provin-
tubro ultimo solicitando a entrega da quantia de ci.i v
2:000000, concedido pelo 1* do artigo 13 da lei ________
o. 488 para a edificagio e reparos da cadeia dessa Despachos
villa.
Dito ao presideote e vareadores da cmara mu-
nicipal de Barreiros.Nao constando qual o re-
aullado da nova elelgo de juu.es de paz e verea-
dores do municipio de Agaa-Preta, que segundo
as ordena desta presidencia se msodou proceder
oo dia 10 de margo ultimo informara Vmes. se
foi ou oio feita a referida elelgo e oo caso affir-
mativo remettam-me copia aatheotica da respec-
tiva acta.
Dito ao bacharel Agoelo Jos Gonzsgs.Apres-.
so -me em responder sos officios da 12 do mex
passado, em que Vmc. participou ter deixado
neata data o exercicio do cargo da promotor pu-
blico da comarca da Boa-Vista, para ir entrar no
exercicio do de juiz municipal e de orphaos do
termo do Buique, para o qual foi nomeado por
decreto de 8 de jaoeiro ultimo, declaraodo-lhe
do da 14 de abril.
Rcqutrimentos.
Clara Joaona da Fonseca Gama.Informa o Sr.
Dr. director geral interino da instruccao pu-
blica.
Ffaldan Brothers.Dirijam-se thesouraria de
faieoda.
Firmino Pessoa da Gama.Informe o Sr. Dr.
juiz de orphios do termo do Recite.
Jean William Dabhl.Dirija-se ao Sr. inspec-
tor do arsenal de marioha,
Jos Isidoro Martio*.Nio existe annexa
petico a certidio qae pede.
Jos Pereira de Alcaotara do O'.Nao tem
lugar em visls da informago.
Loareogo Jos da Silva.Informa o Sr. ins-
pector da thesouraria proviocial.
Padre Luiz Jos de Oliveira Dioiz.Nio ha que
uninuugo mm jamuro uiiimo, aeciruuu-iuu jon, ._,.., ,,_"_, ,r-------------- ------,".'" "*T"
que, posteriormente, por decreto de 14 de feve-! Liul^SSiS-*^^ r8C0"a MPPllcaale
reiro foi Vmc. nomeado juiz muoicipal e de or- I '"l SSST'a e
phos do termo de Cabrob. ficaodo .em effaito o .JSWftSft .' SU" Mnll--Conc8|le -
de 8 de Janeiro que o havia nomeado psra o Bu- prazo d *
qae, conforme ae lhe communicou por officio do
Ia de margo prximo fiodo, juoto por copia para
aeu couhecimento eexecugo.Communicoa-ae
ao inspector da thesouraria de fazeeda.
Dito ao presidente e membros da directora da
companhia de Beberibe. Remello incluso por
copia o officio do brigadeiro commandanle das
armii datado de 10 do corrente, bam como o
trecho do termo de conferencia mecsal do hospi-
lsl militsr, a que elle allade, afim de Vmca. pro-
videnciaren! em ordem a que se nio repitsm as
faltas de agua que ae tem (fado naquella estabe-
cimenlo
Dito ao delegado de policia do termo do Cabo.
Inleirado do que Vmc. me communicou em seu
officio de 9 do correte, com referencia a epide-
mia reioante nesse termo, teoho s dizer-lhe que
j toram dadas as providencias necessarias que
convioha.
Dito ao delegado de Santo Antio. Pelo seu
officio de 13 do corrente, fiqaei inleirado do es-
tado da epidsmia reinante oessa cidade. Acabo
de expedir ordem psr* ser augmentado o desta-
camento deasa cidade com maisOpragas, como
Vmc. solicilou.
Dito ao juiz de paz mais votado do 1* districto
da|freguezia deTejucunapc-Sciente pelo seu offi-
cio sem data de oao awinjtallado no prazo legal
a unta revisara.**)* qualificaci dessa freguezia
pelas razes ** ft declaradas, tejgsjimeado
Vmc que fazeoda a convcaci>que trata o
art. 4 da lei de 19 de asjy*Wf846, rena a re-
ferida junta no dia 28 de aaaio prximo, viodou-
ro, que para isso designo, pea/siga nos d* mais
termos doprocesso da quaffmtjfco, de conformi-
dade com ai disposieoes em vigor.
Dito ao gerente da compaohia Peroambacaoa.
Por coota do ministerio da guerra manda Vmc.
dar paaaagem para a capital da Macei, oo vapor
Pertinunga ao alteres Joao Barbosa Cordeiro
Feltoza, qae vai em diligeocia ao termo de Gara*
Repartico de policia.
111 m. e Exm. Sr.Em virtude de alguns tris-
tes aconteclmentos que psreciam anounciar ama
prxima iosurreigio dosescravos de varios eoge-
ohos da freguezia da Muribeca, foi-me ordenado
por V. Exc. em officio de 13 de margo, que sem
demora me tranaporUase aquella localidade afim
de providenciar de accordo com o raapactivo sub-
delegado sobre os tactos alli occorridos.
Aioda que em participages quaai diarias, tos-
sem trazidos ao coohecimeoto de V. Exc. lodos
os incidentes dignos de aprego, convem ao ter-
minar a mioha commiasio expor i V. Exc. em
poucas palavras qaaesas providenciaaque enten-
d convenientes, conformando-as com aa instruc-
coes qua verba I mente me toram traosmitlidas,
j por V. Exc, j palo Exm. Sr. presideote da
proviocia.
Transportei-me freguezia da Muribeca no dia
14 do mez prximo paaaado, a ahi encontrei s
ordeos do subdelegado da polista om piquete de
cavallaria sob o commsndo do alferea Joiquim
Velloso da Silveire, e um destacamento de guar-
das da secgio urbana do corpo de polica.
Comecahdo por indagar cuidadosamente do oc-
corrido, para o qu# me ioformei de pessoas nota-
veis do lugar, vim a*f coohecimeoto da que, vo-
gaodo desde muito entre os escravos de varios
engenhos daquella freguezia a verslo da que por
parte do govaroo imperial havia aido decretada
a su a slforria, suscitoo-se ltimamente alguns
a idea de nrregimentarem oa maia igoorautes,
persuadiodo-os da qae Ibea coot/ioha a iosurrei-
gio, como o mais prompto remedio ao mal da
escravidio.
Destiogaiodo-se nesse projecto os escravoados
engenhos Guararapes, Recreio, e Concoigio, ba-
viam reaolvido que o primeiro devessajer o cen-
tro do moviraenio. Para este effeto, Unham-se
ellos prevenido do oigan armamento e muuigio,
qae, se bem em pequen, quentidade, offerecia
entretanto inminente perigo aos proprietarios
daquella freguezia.
Daixando i maraem os pisaos msl combina-
dos que esses escravos tentavam realisar em
acto ; como fossam incendiar as caaas de bagago
para attrahir a prasenga dos senhores, arvorar
baodeiras, que levassem ao longe a noticia da
iosurreigio, e outra* desta ordem, planos estes
que toram ao deoois coofessidos. a constam dos
interrogatorios enderegados a V. Exc, cumpre
relatar qual foi o tacto que poz i descoberto taes
iutenges reclamando aa vistas dos interes-
sados.
Ums esersvs do nome Pomposa havia sido pre-
sa em tronco por deracstos que commettera.
Durante a noite, o eacravo Claudico, que era
precisamente um d aquel les que capitanea va m o
grapo doa insurgidos, dirige-se urna das casas
do engenho, e por meio do arrombamento con-
aeguiu roubar essa eserava, que levou comsigo.
D'shi, entrando por invesjigaces, vieram os
senhores do engenbo Guararapes descobrir,
que, prximo ao angaoho, exiatia um quilombo
onde de ordinario ae reunism os escravos para
concerta rem taes plaoos, e deposita rem o arma-
mento de qua dispuohsm.
Effectuaram para logo om rigoroso cerco, e foi
eolio que o escravo Claadino alias armado de
um clavinoto com o qual ameagou por vezes
todas qaantos tentavam aproximar-ae-lne ; leve
a audacia de matar com um golpe de navalha
a Pompos*, suicidando-se inopinadamente.
O alarma e o austp que este daploravel aeoc-
tecimeoto, realisado paraote as vistas dos seoho-
res de Guararapes, laogoa oo seio ds populagio,
sao verdaderamente indiziveis. Trazido o tacto
ao conhecimento de V, Exc, nao ae demoraran
as provideocias. que o caso requeria.
E' tambem d'ahi que data a commisso qual
fui mandado pelo honroso officio de V. Exc, que
Oca citado.
Esquecendo os tactos meons notaveis, tirsrei
tmente limpo o juizo que formei sobre a si-
tuago da coasas, do qosl se dirivaram as medi-
das que tiz coosagrar em acto.
Por mais rigorosa e dura que saja a lei de 10
de juoho de 1835, a qual atleodeu entretanto
triste mas iodeclioavel oecessidade do paiz, ella
s* regala quaolo aua applicagio'polilica pelos
principios de direito commum. A tentativa dos
crimes que por ella sio punidos deve cooler em
si os elementos que sio definidos no art. 2 2 "
do cod. crim.
Estudsodo s serie dos acontecimentos, caba-
me o direito, e corria-me o dever de Ihes applicar
a lei vigente, tanto quaolo fosse compativel com
as fuocgdes do ministerio publico. Se a situafao
descobnsse a pralica de qaalquer dos crimes
mencionados nos varios arligos da lei de .10 de
juoho, e nio teria vacilado em cumprir o' meu
dever, por mais desagradavel que me iosse offen-
der o direito de propriedada com o intento de
ver appllcadat a* penas da lei.
Nio me demorari sobre este ponto, se a al-
guns espiritos nio houvesse parecido opporluoo
ver em taea tactos urna tentativa do crime de io-
surreigio.
atas, oeata serie de actos preparatorios, que de
feiio ot ecraos pozeram a descoberto, onde se
poderT entrever o principio aaexcui,ao, esse
elemento esseocial de tentativa ?
Alem de inconveniente, aeria pois desarrasoado
proceder com forma e figura de juizo contra os
escravos desses varios eogeohos.
Conceb enlio que o remedio era cercar os
proprietarios de medidas preventivas, que acau-
telassem o futuro, fazendo intervir a aegio poli-
cial onde era sollicitada, promovendo a captura
dos msis crimioosos, fazendo sentir a oecessida-
de de castigos corporses, temperados pela bumi-
oidade, e sempre de accordo com oa proprieta-
rios reslsbelecer a Iraoquilidade gravemente al-
terada.
V. Exe. recebeu varios sutos de perguctas
que assisti, j peraote o aubdelegado da Muri-
beca, j peraote igual autoridade aa freguezia de
Saoto Amaro de Jaboatio, os quaes serviro de
base ao meu inho.
Por ahi ver qae lio digno de aprego como 5\
ease desagradavel acontec meato, nao poda pres-
ta r-se instauragio de om proeesso regular.
Coaviris, por ventura, instaurar proeesso 150
ou 200 escravos, que lodos estavsm conluiados,
e participes do plano sioistro que alguns conce-
beram levar a effeito ?
Com tal propoaito, foi o meu primeiro cuidado
dirigir-meaos proprietarios dos engenhos Guara-
rapes, Recreio, Cooceigio, e Saol'Aooa reclaman-
do a priiSo, e o castigo do* escravos qaem era
imputadas maia gravea arguiges. Cousegui fe-
lizmente veocer cerlss pequeas difficuldsdes, que
V. Exc. nao sao estranbas, para realisar estes
fios.
Eram oa interrogatorios dos escravos compro-
nieltidos que me guiaram para conhecer oa cul-
pado*. Assim que foram presos 6 de Gaarara-
pes, 4 de Cooeeigao, 1 de Saot'Aooa e 1 de Re-
creio, todoa os quaes forsm devidamente casti-
gados com humaoidade assistindo a autoridade
policial esses castigos requisigao dos respec-
tivos proprietarios.
Como quer que Geraldo, a Ensebio, escravos
de Guararapea dos msis culpados, estivessem au-
sentes, e fossempor vezes encontrados em mal-
tas prximas, foram-lhe feitos varios cercos que
os podero sugeotsr, viudo um delles a ser pre-
so. O proprietario do engenho Saol'Aaos, e o
capitio Jos Tbomsz Pires Machado Portella re-
quereram estas diligencias como proficuas i sua
tranquillidade.
Ouvindo qaasl todos os proprietarios, que
nesta medida combinaram, foram varejados qaa-
sl lodos os engenhos de Muribeca e Santo Ama-
ro da Jaboatio, onde se appreheoderam algumas
armas, qae a V. Exc. foram remedidas.
Foram presos quatro individuos livres por cons-
tar de vehementes indicios, que sympstbisando
com a causa dos escravos, Ihes dava auxilio, e
animacao
Era um exemplo oecessario, .o oio tardei em
(Ocita-lo i autoridade competente. '
Levando V. Exc. o coohecimeoto do occor-
rido devo commaoicar V. Exc, que o subdele-
gado de Muribeca, lente Joio Aotooio de Albu-
querque, e o aeu eacrivao Jos Aotooio Pereira,
desenvolvern) em aa varia* diligencias um zajo
auperior elogio.
Igualmente se devem boas servigos ao com-
mandante do destacameolo o alferes Joaquim
Velloso ds Silreira, e ao commandante do bata-
lhao da guarda nacional tenante coronel Marian-
do de Si Albnquerque e capities Augusto
de Si Albuquarque Jos Caettno de Albn-
querque, Jos Thomaz Pires Machado Portella e
Lima, os quaes prestaram constantemeote grande
numero de guardas nacionaes todss as diligen-
cias recommeodsdaa pela polica.
Finalmente dei como fiada a minhi commisso,
oa qual lidei durante 15 diaa com afanoso tra-
balho, desde que a Iraoquilidade publica pode ser
restabelecida.
Creio, que assim msnifestei ao menos sincero
desojo de corresponder confianga com a qual
fui honrado por V. Exc.
Daos guarde V, Exe. Termo do Recite 3 de
margo de 1862.Illm. Exm. Sr. Dr. Jos Ao-
tooio Vaz de Carvalhaea, mai digno ehete de po-
lica da proviocia. O promotor publico.
PEBNAMBUCO.
Discorse doSr. depatado Araojo Bar-
ros, peoferide na scsso de 12 do
correte.
O Sr. Araujo Barro*: Sr. presideote lavao-
tacdo-me para tomar psrte oo debate com o fim
de sustentar o ada ment por mim proposto, la-
mento profundamente que em vez de aer eu o
campajo dos direitos e daa prerogativas da igreja,
sao sVcolloqua nesse posto algum dos Ilustres
sacerdotes, que tacm assento oa casa, o qual com
sua voz cloquete e autorizada podara comper e
dissipar todas as duvidas, que pairam sobre a
questao, traoquilliaaodo todos os espiritos, e ti-
rando as tristes apprehensoes, que pesam sobre
algumas cooscieocias mais timoratas, e msis
escrupulosas.
Um Sr. Deputado : O cobre deputado oio
meaos habilitado para fazft-lo.
O Se Araujo Barroa: Nio, aeohor, recoahe-
go-me sinceramente deslocado oease terreno ; a
materia de raeus estudos ordinarios e obrigalo-
rios muito difireme.
O Sr. Barros Barreto: Entretanto j vi um
discurso do cobro deputado muito bonito, que
foi publicado oo Diario.
O Sr. Araujo Barros: E' extrema boodade
de V. Exc......; mas real mete, Sr. presideote,
sendo profundo o seotimeolo, que me aoima por
oio ver empenhados oo debata os honrados
membros. que fazem parte do oosso clero......
O Sr. Pinto de Campos: Enlio aioda quer
mais? Amicha opiniao a essa respeito j
coohecida tio vantajosamente, que acho desoe-
cassario estar agora deteniendo o que oio se
combate. Eu estou concorde com o nobre depu-
tado, e voto pelo adiamanto.
O Sr. Araujo Barroa: Lisoogaio-ma bastan-
te com o apoio de V. Exc; mas bem ve o nobre
deputado que haveodo na casa quem se oppooha
ao adiameoto, quem combata os nossos princi-
pios, deve haver quem os sustente, tarefa de
que pretendo incumbir-me, embora aiuta-me
peado pedos vivos escrpulos, de que j dei les-
lemunho casa.
E urna vez que teoho de fallar segando a doa-
trloa do cobre deputado, espero que me auxilia-
r, qaaodo me sentir decahindo da argumen-
tado.
Sr. presideote, a questo nao se acha bem
localisada ; com efTeito nio ae trata de saber so
ha ou nio conveniencia em ser ouvido o Exm.
prelado diocesano as primeiras e segundas dis-
cusides dos projectos, que eoteclem com mate-
rias mixtas, dos projectos, que tratam da crea-
gao, divisio, ou suppresso de fregoezias ; tra-
ta-se de aaber se o senhor bispo tem ou oio
direito perfeilo de ser ouvido nessss materias,
se o sen voto ou cao quaficado, ae elle in-
terna ou nio como poder, cujo voto deve pe-
sar, senSo exclusivamente, como deveria peaar,
segundo os eanones, ao menos tanto quanto o
voto das assemblas provinciaes, que esli na
pone de igual direito, segundo o acto addi-
ciooal.
O nobre deputado, que se seota na prmeira
cadeira da bancada opposta contesta aos btspos
esse voto quaficado.....
O Sr. Souza Rea : Eu n3o contaato.
O Sr. Araujo Barros: mis eu proponho-me
a demonstrar que a ques'o liquida, que nen-
huma parochia se pode crear legalmenle contra
a opiniio do prelado diocesano.
O Sr. Souza Reis : Isso nio questao resol-
vida, oio ha poder que a resolvesse.
O Sr. Barros Barreto : E eu contesto seme-
Ihaote theoria. Deus dos livre que ella prevs-
lega.
O Sr. Araujo Barros: Deus dos livre, que
prevalega a opiniao contraria.
O Sr. Souza Reis: Deus oos livre dos ex-
tremos :
O Sr. Araujo Barros: Extremos o que quer
o nobre deputado. como ae demonstrar.
O Sr. Souza Reis: Nio apoiado. Quero en-
trar cas razes de conveniencia da deoegagio,
quaodo ella se d.
O Sr. Araujo Barros : Eu li chegarei, e por
sso permita-m o nubra deputado, quedeixaa-
do eu os apartes, eotra logo oa questao.
Sr. presideote, ae eu conseguir estsbelecer de
um modo iocoocusso, que na creagio, divisio, e
auppressio de parochia a o rolo dos bispos de-
cisivo, e quaficado, porque s a ellea compete
a pleottuda do poder pastoral, porque s a ellea
cabe providenciar para que o rebaoho de Jess
Christo oio iresmalhe, e aotes marche sempre
segundo a sua aagrada doulrioa; se conseguir
demoostrar que esse direito nao foi, oem poda
ser derogado pelo acto addicional, que serve de
fundamento opiniao contraria he i de chegar
necesssriamente cooclasio de que o adiameo-
to, que proponho, deve aer abragado pela casa,
de que o projecto, que eat na ordem do dia,
nem devia ter passado em primeira discussio,
como iofe'.izmente psssou, nem deve psssar em
segunda, sem que oos cheguem s mios o pare-
cer do mesmo prelado dioceaano.
O Sr. Souza Reis : Tratemos da segunda
tornete, porque quanto primeira est ven-
cido.
O Sr. Araujo Barros: Sabe-se goraimente,
senhores, que a igreja urna sociedade perfei-
la. Esta verdade resslta immediatameola de
qualquer exame, do mais perfuoctorio estudo
sobre seu estabelecimeato, sua orgaoiaacio, e
seu fim, que a felieidade espiritual da humaoi-
dade; mas urna vez recoohecido que a igreja
coostitue urna sociedade perfeita, chaga-se io-
dubilavalmeote coocluso da que deve estar
investida dos poderes necessarios para a realisa-
gio do sea fim.
A sabedoria do seu divino fundador nio noa
permitte pensar tambem de outro modo.
Quaes sio, porm, aquellos poderes ?
Os traladiataa de direito ecclesissllco dizem que
sio os de ministerio e de regimtm. O primeiro
oceupa-se com a celebragio do sacrificio, a o
segundo que se maoifuta oo goveroo interno e
axteroo da igreja, consiste oa pregsglo do evso-
gelho, oo eostoo dos povos. Da declarago e
defioigio dos dogmas, oo direito de legislar sobre
materias ocelesiaaticas, oo poder de estabeleeer
e baixar regulamentoa para fiel observancia doa
meamos dogmas, da moral, e do corto, os quaes
devem aer conservados em aua pureza at a coo-
summsgio dosseculos, em urna palavra oo direi-
to de eatatuir tudo quaolo oecessario para o
bem ser espiritual dos poros.
Todos esses poderes, segundo se v no Evao-
gelho, foram conferidos por Jesus-Chrsto sos
ministros de sua igreja; s elles receberam a
missfto doutrioal, s ellas foram iovestidos do
poder de escolher os meios necessarios para se
conseguir a felieidade espiritual do genero hu-
mano. '
Ora um desses meios a creagio de paro-
chas ; e de feito se urna parochia urna por gao
dos fiis de urna diocese entregue aos cuidados
perpetuos de.um presbytero ; se ellas sio crea-
das para o fim de poder-se nfaia com moda a
vantajosamente admioistrar o pasto espiritual a
essis fiis; se lado Isso coostitue objetto de
disciplina ecclesiaslica, que materia da
pora
competencia da Igreja ;' se" os bispos 4 qua foram
Francisco Leopoldina de Gvma Lobo.*constituidos pelo Espirito Saoto patagoveroarem
a mesma igreja, irrecasavel que alie* laa) o
direito de crear aa parochia, qae para esa* fim
eotenderem oacesasr**, sem outro Halla
do qae a subordinado i autoridade doa
sores de S. Pedro.
Logo, senhore, neeassidad* da aer ouvido o
prelado diocesano na craagao divisio dea a*ro-
chias, oio ama mar deferencia, asa simple
siga 11 de respeito, como nesta c*aa a* toa ioai-
ouado, e aim om direito perfeilo, qua ni* pedo
ser preterido, aem sacrificio da principio*, qua a
, razio proclama sem esforeo, que a autoridad*
doa aeculos tem saoceionrdo mullo "rito ti da
mate.
Sim, senhores, sata doatrisu, que nao
daixar de ser acei}> com traosporto par*
calholico aiocero o illastrad, toa
da pela igreja, desde oa seos primitivos
acha-se expreosamenle rsaaajajqda *
e tem aido admitiida tacita a exaticitaaseate
polo* goveroo* caiholieoo.
Demonstraremos todas esta propoaigSaa.
Qaem tlver compulsado o anaaea da igra-
ja, quem tiver noticia doa fasto* catboliaos,
ha de recoohecer qae dos dous primeiro* scalos
oio havia parochiaa proprameota ditas; a nu-
mero dos fiis era enlio muito limitado, s ellas
todoa oa domingos coocorriam igtaja catbadrat
para assislirem sos officios divinos ; asease lem-
pos o parocho da catbsdral ora presrls hispo
assistido do sea senado a clero, isto dos proa-
bylema adslriclos a cada templo, oa igraj* cathe-
dral, os quaes tiobarn por dever auxiliar o
emseu goveroo e admioistrago.
Quaodo as circumataocias urga**, o* bispos
deputavam presbytero para aa diversas locali-
zadas, sem carcter algum ds perpetuidad*, dan-
do e tiranJo-lhes a aeu arbitrio urna porgio da
ovelhds.
Augmentando -se o numero doe fiis, argiram-
ss templos oas cidadea e ooa campas ; eotao j o
pasto eapiritual nio poda ser coaveatmUsnaalo
administrado por aquella meio, pelo que foi pre-
ciso investir os presbyteros do carcter de perpe-
tuidade, dando-lbea ama residencia permanente,
e coocedendo-lhea a cara adminitiragio per pe-
la* de ama determinada porgio doa subdito* das
dioeeaes. Desse fseto naicen a parochia proprs-
mente dita, sendo entretanto o* bispos, que as
decrelsram e eslabeleceram.
Desde eis* poca, qae comee* no senlo III,
at hoja, iato por espago de 17 eculo* ss bis-
pos acham-se oa poase do direito, ds que aa tra-
ta, e cuja existencia eatoa demontrando.
O* caones consagran s meseao direito, s para
evitar urna intil erudigio, basta ver qs* se
acha oo Conc. TrideoL, aeeg. 21 cap. 4* do Re-
forma'., onde se determina qae, qoando pela dif-
Qculdade e distancia doa lugares, ss achar que os
fiis, sem grande iocommodo propro, s da sosa
casas, oio podem ir peasoalmeate 4 parochia pa-
ra receber os sacramontoa, essistir ao effiio
divino, os bispos poderio api estabeleeer asnean
parochia*.
De feito, Sr. prndenle, sendo ola iacoaleata-
velmeole a jurisprudencia cannica, parece-ssa
qua oao aa poder descoabecer o direito ana
teem os bispos de iotsrvir, como podar, aa aos-
cao, divisio sappressio daa parseanse; peto-
ce-me igualmente qae sea a sea reararen, sem
o seu parecer, em Sua sodieana previa aada
podaremos fazer coa o carcter de legalidad*.
Sim, senhores, nada podaremos tazar coa es-
se carcter, porque se os bispos teem o direito,
que se acaba de verificar e deiair, ao se lha
pode cootestsr seriameole v sea exercicio, oa
sotes oioguem pode oppr-se legitimaaaepta
msoifeilagio, effectividade do mesase direito.
Tal aeria, eotretaoto, o ultimo verba da theoria
daquelles que apenas vem aa audiencia dos
bispos um acto da mera civilidade, oa obsequio
ou orna aimples demoostracao de respailo.
Os principio contrarios opiniao, que ses-
telo, iato os principio dos qae sasteatem a
preponderancia do voto daa aembl feaeaaa-
aa em fados de violencia, a qaal ss resol vari
no direito da forga. Felizmente, perm. esta
theoria acha-ae irremissivelmeale sadaaaaada
pela razio esclarecida do socalo vigente.
A conducta doa goverooa calholico* oao tem
sido opposta, antes serve para aagmealar a pro-
cedencia, a torga, o autoridade deasa doetrna.
Na Fraoga o governo iotervm na creagio ds
paroebias, em virtada de concordatas com a Sao-
la S.
Na Inglaterra, e oa Irlanda, eads ale eiirtea*
concordata, e onda nio existem delegagM da
Saota S para o meamo fim. segundo a alen-
dada de om grande caoooista, ss parochia* ala
creadas sem ioterveogio de poder civil, per acto
exclusivo ds sutoridade eccleiatic.
A cora portngueza, como investida do gro-
mestrado da ordem de Christo. gosava ds (acal-
da de de .crear parochiaa, mas ease I acaldase ase
era um direito propro da realeza, asna attri-
buigao ordiosra da corda portagaexa, e ata asna
delega ;io da Sacia S expreses aa baila do 4 do.
jaoeiro de 1551.
Nessa baila dirigida a D. Joio III, lia-se o se-
guate :
c E constituimos, e depuUmo* ao mesas ra.
Joio, ou ao qae ao diante (or da Prtaosle
< do* Algarvee, ca rainha, aioda qae saja ene
< oor, por perpetuo a irrevogavel adaionolraoot.
c de cada urna daa ditaa Milicias (Cattato, S.
* Ti*go e Aviz] e de seaa meslradoo, dea seso
direitos, e perlsoeas aobrelitas, asesa asa eeu-
* aas lemporses, como naa espiritases otas
Note V. Exc., Sr. presidenta, qae a pesar dee-
sas orerogalivaa, oa rola portssjaeaes sis r
vam de recoohecer que aoa bispos eeata
lo propro da aerea ouvido* aa cesele i
chas, como em soasa de saa eoaaaetestt*.
Foi assim qae a rainha D Haria I, sepsis do
terremoto de Lisboa, comaetleado aa carde*!
patrarcha D. Fernando aaa aova divieso oas
parochia* de Lisboa, eajee limites liaban dea-
apparecido por aquello acootecimento, expriaie-
se de modo qae aio deixava david** i
recoobecimeolo da coapeteaa
lemelhaole materia.
Peder o principe braaileiro invocar, se pre-
valecer-se das prerogalivaa, a attribuig** qaasi
prelaticias concedidas aos soberanee pertsfee-
zea ?
Eoteodo, que oio, Sr. sreeideate ; a bulla de
4 de jaoeiro do 1551 coscodea aqnoUa* aitribvi-
ces aos successores da corda portamela ; aaa
ihrooo braaileiro nio foi aas harones, aso loen
os seas primeiro fuodaasalos em aa prsespie
dy mnastico ; elle foi o fructo glort*** da laveta
cao de 7 de setembro, e, peie, o aia aeoOrade.
da qua nasciam aquella* faculdade*. dave-*e
coosidsrar ex tinelo para aoa pelo facU do ana
emancipacao poltica, oo aa outro leraeo, aaa
seodo os imperantes braileiro* saetenseos dea
soberanos porloguezes, aa (acaldaos*, qae ha-
via ni iido coocedidaa a et*s, o asnas:
rea, oio Ihes podem apreveiiar pala razio i
oa priiilegios a excepgas os ent
restrictamente.
Urna consequeocia da lado isso qa* aio I
do o imperante braaileiro o ajrio-s
Christo, os bispos entro nos devisa so i
com booa fundamente* revestido*
te do diretto de crear e dividir
Ora, catando eu ialiaaaaeoie cas
doutriaa, nio poda daisar do toa
para ao manos lavrar o aoa prelale coala a
oplnii daquelles qae qaeraa qne oeeta iliostre



*' I' l I i I i ii i ,
Mt/nW* pirren prouttei rearvl*. divtdlndot
tiarochias, sera que prlmetrtmeoto taohamo* a!
T(>eito de sua ullidade a voto- qadffBCdatr^O'
Sr. brsp.
Sr. presidente, lulo quinto taofco dtto.;..
O Sr.Souza Reii:.... Nao fai contestado por
iogaem.
O Sr. Araujo Barros :Tendo projaclo Mi-
sado em primsira discutsao aero audieada do
(retado, estando na ordena d* sita para ptarir
m segunda discuaso reas se proota aSsTieaMta,
tendo V. Ezc. mesmo dito que por entre*
viene casa o parecer de f. btapocotitrafta I
creagao da freguezia, a cSSt poro** digodatta
deia adoptar o projecto...
O Sr. eeuia Reta: PorM dignidad*, asta;
disse que a casa pedia de va apreciar re relates
da denegaco ,...
O Sr. Araujo Barros :-Eia m o nobre derro-
tado dizendo o roesmo, que e ia acabando de
dizer : ais a*i o nobre depotado oppondo-se i
doutxioa, que date qaa n loguera cootestara I
Sr. presidente, contesto solemne mente que
esta auemMa posta regeitar qualquer opiuiao
lo Sr. biapo sabr creagao. diviso, a supsresto
ce freguezias, tasando impor ss suas dootade* ou
irealecer oaeu roto.
Patso s adrailtir e admiKo, visto que palo acto
addicional. isto visto teria mixta, ou tortieu-se tal em virtude de
atoare leajislaco constitucional, que o mesmo di-
reilo que teem os bispo*, ten ha m as asseraares
proviaciaes ; mss que estas posssm apreciar as
razoes dos bispos, a regeila-laa, qua aa asaera-
fcles provrndresre srroguem o dlreilo, s ultima
palavra sobra a queato. isto contesto solemne
mente, a com todas as torgas de que sou capaz.
O Sr. Souza Reis.Nao sigo a opinio do no-
ble depulado.
O Sr. Araujo Barros:Isto conheci eti desde
que o cobre depulado se levantou para oppOr-se
o adiamanto com o funda melo de ir moa adi-
antaudo trabalho.
Sr. presidente, tenbo demonstrado al este
{tonto, ja pelos principios constitutivos, e funda-
mentae* da igreja, ja pela sepec* des scalos,
ji pelo conseotimento eipresso ou tcito de pei-
ne* catholicoo, que nao se poda contestar os
biapos o direlto proprio e ordinario de crear e
dta'idir parochias....
m Sr. Osputado:Ms gao exclusivamente.
OSr. Araujo Barros:Agora pasasrei a mos-
trar que no Brstil orea faculdade......
Cruzaro-se apartes.}
O Sr. Araujo Bsrros:Se 01 nobrts depulados
contestara esse direito dos bispos, posso 1er os
textos ds legislacao ecclesiatiics, que teoho
mo.
Um Sr. Depulado:Tudo quanto ten dito s
snrre pars mostrar a ioierveocao do bispo.
OSr. Arsajo Barroa:Has como poder real,
armado de um direito petfeilo, impreacrlptirel,
em que as assemblaa provincias* possam des-
preear o seu soto ; devendo ellas estar por este,
voto oh nio podeudo (ezer setn elle Dada, que
zenht um carcter legal.
Um Sr. Depulado:lato j eat decidido, j
foi diacutido aqui e muiio bem.
-OSr. Araujo Barros:Segundo as idss, que
olio corrlam ; a poca deasas diteussoes foi agi-
tada, e vertiginosa, e a razo que nem sempre
dm lempos calmos prevalece as contendas hu-
manas, com multo melhor fundamento poda nao
ser sttendida entio.
Um Sr. Deputa do:Nao, seohor.
O Sr. Araujo Barros:Ento a queato j re-
cebe a sus soluco ?....
I'ois nao bs tal; tanto ella nao est decidids,
tanto a materia digna de ditcusso, e merece
recebar ama soluco definitiva, que anda boje
psrece-me achar se pendente de declso dos po-
deres geraea urna moco no sentido de se dar ao
acto addicional urna ioterpretacao aulbentica, a
qual alias no meu entender, assim cotao no de
comeos muilomais competentes do queea, at
por demai8, porque urna vez adoptada a religio
catholica. como religio do estado, fra de
dunda que jamis se pode trstar da creaco e
diviso de paroebias, sem que islo se faga em har-
mona e de conformidade com a opiuo qualifi-
cada do prelado diocesano.
Um Sr. Daputado :Em harmona sim, mas
qne o nobre depulado quer dar aos bispos um
direito, que elle nao tem....
(Cruzam-se apartes.)
O Sr. Araujos Bsrros :A harmona, senhores,
nao suppoe a excluso de nonhum dos dous po-
deres, e vos queris que em colliso prevalece o
voto das assemblas....
(Ha un aparte.)
O Sr. Araujo Barros:Eu anda nao tratei da
quesiao em todaa aa suas partes, apenas lancei
na casa parte do plano do mea discurso, e sendo
assim o nebre depulado por mais talentoso, que
reja (para o Sr. Souza Reis), e crea que ea
locerameote reconhego os seus talentos, jamis
poder autever todas ss concluaes, a qne eu
pretendo chegar; por. tanto, se tiver a bondade
de continuar a unir-me, depois poder combs-
ter-me mais ventajosamente.
Ea dizia, senhor presidente, qusodo fui des-
viado ds meu rilo pelos spartes, que no Brasil a
faculdade de crear parochias era lambem exercida
pelo poder civil.
Era impossivel que ea deixasse de reconhecer
osse faci, quaodo elle se acha expressameote
consignado no acto addiciooal; mas a disposico
do acto addiciooal derogou o direito dos bispos
incompativel com esse direito?
Nao; por modo slgum. E' principio correte
em hermenutica qua urna lei se nao deve suppor
derogada por aira sem que na lei derogativa
se faca expresss meogo da lei derogada.
Um Sr. Depulado:E qual eaaa lei?
O Sr. Araujo Barros :JI vou l.
E' principio lambem inconUstav,el, Sr. presi-
dente, que usos lei senao pode suppor derogada
por outra quaodo as disposices de ambos sao
inteirameole compstiveis. Agora pergunto: o
acto addicional, que leva os meas ilustres ad-
versarles a pronuocisrem-se lo abertameote con-
tra a doutrios, que eslou enuncisndo, faz ex-
pressa menco de se tirar 4 igreja o direito, que
ella sempre leve, desde os primeiros sscalos da
sus existencia, de crear e supprimir freguezias ?
O seto addicional nada diz expressameote sobre
1880.
Um Sr. Depulado:Nem tiohaqae tratar.
O Sr. Arauju Barrea:Sim, porque uso nao
era cousa de eua competencia ; e tendo o legis-
lador constituinle aceitado a religio catholica.
Um Sr. Deputado:Quem contesta isto?
O Sr. Arsujo Bsrros:Aceilou implcitamen-
te todos os seas dogmas, todos os seas princi-
pios, todas as suas leis, seu rogimen, sua nthur-
ia, em ama palavra tudo quaolo era necessario
para que a sociedad* catholica podease preencher
o uso de sua inttitaicao.
O Sr. Souza Reis:teams a respeito do po-
der civil 1 ^ v
O Sr. Arsujo Bsrros :Nao, o poder civil que
lendo aceitado a religio catholica como religio
do Estado, nao pode deixar da aceitar a lgica,
que tem lea, a que ninajuem pode subtrahir se.
Ora, a lgica que diz que nio tendo o acto ad-
dicional derogado o direito dos bispos na creacSo
e diviso de parochias, direito que ihes outor-
gado exprsssament* pelos caones, que consti-
ueas legislacao etxleaisstlca, subsiste anda esse
direito. a logies sinds que diz que subsislindo
are direlto, es bispos devem ser oavidos, corno
peder, e nao como informantes ; a lgica fi-
nalmente que dizque os bispos sendo oovidos
eonio poder o seu voto nao pode ser desprezado
ala assembla provincial.
O Sr. Souza Res :-l0 bom de dher assim.
O Sr. Arsujo Bsrros :-Agora vejamos re s dts-
posicao do acto addiciooal incompativel com o
direno dos bispos. Direi qne o ni* que tmbos
os poderes podem marchar unidos, que isto se
tesa dado sempre qua se tem oavido os eon-
aelhos da razao calesa e desapaixonads, que isto
se dar at a coosammscio dos seclos, se sem-
pre prevalecerem os meamos cooselhos.
Admitlido que o acto addicional nao ten dis-
posico incompativel com o direito dos bispos,
nem socorra eiprettamente a derogscio desse
direito ; sdmittido por ontro lodo que o acto
addicional tsmbm di ao podor civil, s assem-
stlas provincises, o direito do intervir na crea-
cao das paroebias.......
O Sr. Sonto Rara :Tarabem di, nao ; s a
Mil da
Sr. Araujo Barroa :Contesto esta propoei-
ao ; o legklador nao diz eompm xxlunvamtn-
e.esim smente compete s assemblas pro-
legislar sobre *vtaoo civil, jadicisrla, e
SivpTbaideato, eo dtts q. minho doulrina
n oooiestsds na esta, ue a queato era impor-
=
DUWO M PlftNAMBCO -. ODUITA FEUU i? jOl RIL DS mi.
OV.s Soalza Rea:E ea concurr 'para itso,
ara que olla nio foste arrolhada, tanto que pedi
palavra para ter lugar de ovi-lo.
O Sr. Araujo Barros:Assentado que a religio
eatholie a do Estado.
Um Se. Deputado :Pois nao I A constituico o
manda.
O Sr. Araujo Barros :Atseatsdo que segando
a legislacao ecclesiastlcs, os bispos teem o direito
feJe"2S. dli*fr" "'Pl*1 *>. en-
lado avaro sim qsm o acta aOdlotoo.1 nao fot ex-
press* abeosBo 00 ser ttogao o dlreilo, que
tinham os Weoo*....
O fe. Arosjta Borros [fatsmdo aat. pauso) :-Sr.
presidMatre, oaRio m neito snoOAOnlo nao ama a
Patato faftajtafit palo ttusstados sseotdTotea,
qae esto presentes...,...........................
Vs, que mo contesues. oannoxas, diul-mo: o
que significa a creaco de urna parochia, seoo a
nstiluico de am beneficio?,O qae importa este
teno a cara das almas, a administrago dos Sa-
cra raen tos, e tudo quanto eotende etsencislmeii-
te com o pasto espiritual? llavera, entreunto,
quem conteste que tudo islo cooetitue materia
puramente.ecclesiaslica, exclusivamente da com
patencia dos bispos?
Se V. Bxc, (psra o Sr. Souta Reis) me disser
que na creaco daa fregaeziaa tambara asiste al-
guma cousa de civil, e por isso da compotencia
lambem das assemblas, nada direi; mas diter
que ot bispos nao teem o direito de cresr paro-
chias, do desligar as saas ovelhas da subordioaco
a um pastor para commelte-las sos cuidados de
outro, contestar sos bispos esse direito, qua ou-
tro nao seno do crear o dividir parochias, a
elles, que foram constituidos pelo Espirito Santo
psrs governarem a igreja, contestar este direito
sos bispos, quaodo o direito de crer parochias
nao oatra cousa mais do que a adopeo da am
meio para se conseguir o bom espiritual da ha-
manidade ? Oh 1 senhores, bem axtranho isso
O Sr. Souza Reis:Prover beneficios muito
distioclo de crear parochias.
O Sr. Arsajo Barros:Mas o que crear ama
parochia seoo determinar qae em am territorio
dado, dentro do qasl existe am cerlo numero de
familias, e de fogos, possa baver am ptrocbo,
que proveja commoda e promptamente sobre o
pasto espiritual desses fogos? E o bispo que em
rigor .a nica pessoa competente para conhecer
as necessidades de sus diocese, que vive em con-
tacto immediato com os seus fiis, que recebe ss
saas queixas, que escuta os seus reclamos, nao
o competente para resolver sobre essas coasas?
(Ha um aparte).
Sr. Araujo Barros?E quses sao essas cou-'
sas? Quaes sao ss necessidades dos fiis? Nao
aera a predica, o ensino, o culto, em ama pala-
vra ludo quanto pode concorrer para o bem ser
espiritual dos povos t E desde que reconhecido
isto, o nobre depulado pode contestar qae os bis-
pos leaham o direito de crear e dividir paro-
chias?
O Sr. Souzs Reis:At esta opinio nova,
nanea a ouvf.
O Sr. Araojo Barros:Pois verdadeira, .
saina o nobre deputado que nao eslou improvi-
sando.
O Sr. Souza Reis:E' opinio qae anda nao
ouvi emitlir.
O Sr. Araujo Barros (para o Sr. Cunta Fi-
guairedo]:Ser acertado o que estoa dizendo,
mea nobre collega.
O Sr. Cunha Figueiredo:Acertadissimo.
O Sr. Araujo Barros ( psra o Sr Pinlo de
Campos):Ser orthodoxo o que eitou dizendo Sr.
cooego? ,
O Sr. Pinto da Campos diz algumas palavraa
qae nao ouvimos.
O Sr Araujo Barros : Sou cilolro ; quero en-
saiar-me.
O Sr. Pinto de Campos:Mas acho-que nin-
guem contesta estes principios.
(Ha um aparte.)
O Sr. Araujo Barros: Quando digo que oa
bispos teem o direito de crear e dividir fregue-
zias, fallo sob o ponto de vista da legislacao ec-
lesistica ; trato agora de concluir a demonstra-
cao da que esse direito anda subsiste, e se con-
cilla perfeilamenle com i disposico do acto ad-
diciooal.
Note V. Exc. que nao eslou innovando; at o
compendio de direito ecclestastico do Sr. Dr. Vi-
lella lavares eosina a mesma doatrine, que es-
tou expeodendo, a qual podo ser sustentada com
mullos valiosos fundamentos, com razoes bastan-
tes solidas e inconcussaa.
O Sr. Souza Reis :E o acto addicional nao diz
oadi".'
O Sr. Araujo Barros:alas V. Exc. est en-
leodendo o acto addiciooal pela sua letra morta,
esquecendo-se da que a letra mata, e o espirito
vivifica. O nobre deputado est Interpretando o
acto addicional isoladameote. nm dptharmoni
com a religio do Estado, o que se nao pode ad-
mitlir por ser offenaivo das lea da hermenu-
tica.
O Sr. Souza Reis :O que quer dizer diviso
civil, judicial, e ecelesiaslica ? Pois havemos de
prescindir da letra deste artigo?
O Sr. Araujo Barros: Sim senhor, devenios
prescindir da letra material do artigo, porque ea-
sa letra offeode a mente do legislador, porque
essa letra entendida assim materialmente deelre
a harmona da legislacao, porque essa iotelligen-
cia um obstculo a que lodos os ramos da le-
gislacao do paiz se reunam em ama magettosa
synthese, sem opposico entre si; porque neo po-
dis como legisladores caihollcos admiltir o ca-
tolicismo, e negar ao meamo as suas leis, des-
bezar a sua doulrina. Isto serii o ser e o nao
ser, o que nao pode adoptar-te por ser contrario
aos dicismes da razao, aos principios da inter-
pretado.
Quero, j que aceito o facto da intervenjo do
poder civil na_ diviso ecelesiaslica, quero que
essa lotervenco nada aeja sem o bitpo, quero
que tudo seja com elle ; e se o espirito de caba-
la, se a vertigem eleiloral quizer, a despeito de
tudo, fazer prevalecer o seu voto, quero que se
so iba que considero este facto como urna aberra-
cao da ordem, como urna violencia, qae nao d
direito; quero que a parochia creada por essa
maneira seja considerada, como neabums, pois
que s pelo facto material da creaco nao se po-
de considerar um parochia como existente.
Se os bitpos acharem m e inconveniente a
creacao da freguezia, as assemblas que aprsen-
teos modicaces, qae deem novas razoes, mas
qne nao facam pasear a creacao de ama freguezia
a despeito da vontade do prelado.
O Sr. Souza Reis:E se elle disser que as ra-
zdes anda nao sao procedentes?
O Sr. Araujo Barros: Neste caso a parochia
nao se crear, porque o contrario seria abaler, e
aoniquilar o direito dos bispos dfaote do capricho
das assemblas, as quaes s reconheco esse direi-
to, como uro fado, que aospeito por fazer parte
da legislacao positiva do paiz.
/'Cruzam-se apartes.)
O Sr. Araujo Bsrros:A lei, o aelo addicio-
nsl, senhores, deve ser entendido $ervali$ ser-
vanis, isto sem prejuizo da auioridade do po-
der espiritual, o qae procede tanto mais quanto
nao ha, nem poda haver lei qne excluase esta
autoridade, urna vez admittida a religio Catho-
lica, apostlica, romana, como religio offl-
db!.
A.' vista disso, senhores, procuremos hsrmoni-
sar a aeco dos dous poderes.
O Sr. Souza Reis:Harmonisar ama cousa,
mas dar so mente o direito sua excellencia re-
verendissima cousa muito difireme.
O Sr. Araujo Barros : V. Etc. nio me tem
comprehendido bem, ou que mais provavel
eu nao metenfio feito entender bem.
Eu Qz valer o direito porfeito dos bispos, de-
duzio-o dos principios da igreja, da legislico ec-
elesiaslica, da conducta da igreja atravez dos s-
calos, e do reconhecmento expresso oa tcito dos
governos csthollcos ; s concIutSo de tudo isto
que a audiencia na materia, de que re trata, nao
am fiVor, urna obrigaco; os bispos nao do
meros informantes, sao am poder.
A par do direito dos bispos, qae um direito
proprio e ordinario, eacootram-sB rs assemblas
provinciaes oa pof do mesmo direlto, qae oa
respeito gmente como lei, como direlto positivo,
porque o direito de cresr psrochfas nao um di-
mito que decorra da nstareza do imperio ; re-
conhecendo, e respeitendo o fado, o urna vez
qae o metmo facto nao exclae a aotoridad* ec-
elesiaslica, quero concilia-lo e o concilio psffei-
tamentecom o direito dos bispos.
Querem ver os nobres denotados um absurdo
da opinio contraria ?
ort parochia existe regalirmsDtetera que seis
cannicamente provida ?
Nao, eerlamente.
Se s asaemW crear urna parochia por si 16.
por este facto lmente existe parochia f
So, porque Wb.Iba o ptovimblto.
Um Sr. Deputado: Ah est 0 podor espiri-
tual exercendo o seu direito 1
O ~
acto
Sr. Arjo Bsrroa : Mas como separar o
da creaco do acto do proimeot* swo aoo
maoifestscdes coexistentea do mesmo disolta '
- --------------- w uoiuiu i? m
o que serta um direito, cojo exercicio numoo po-
derla dar um resultado qua por ai s foseo vaJ-
- ? Tal seria o (rucio da doulrina dos qae. sf
do
separar o
DaOWaet
ferrados I letra morta da lai
concn tfmuliasjjBfefaaji
da poooota..
Paosjoe-me, mhovtt, qae
multo Conform* oso) o opini
Oro Sr. Depoasto .-ta t,vi_
OSr. Araujo lotroo :~Nom>p
autoridade.
. presidenta, a faM vaieBJMMiMo.se, e^r,
isso des Je j pssso a considera 5es de oulra or
Stm para taslanltr o adiameaf q* reqosri.
Em consequeocia do reconhecmento do direl-
to solemne qae attltte aos bispo* ds usare divi-
dir parochia......
O Sr. Souza Rata : Isso direito creado pelo
nobre depulado.
O Sr. Araujo Barros:Nao ba tal: leono 4
mo o compendio de direito eccleaiaatico do Sr.
n-. Villela Tavares ; nao o laio i casa na parte
t*t
. --------------^._.w_ ><* m "v h VS3I aJ*J pon *c
em que trata da quealo vertente, por qua mui-
to externo, mas ofiereco apreciaco do nobre
deputado ; opinio do mesmo doutor, e de
grandes capacidades ssa que teoho expandido.
Antes de vir para iqui meditei, e o nobre de-
putado deve compreheoder perfeilamenle que ea
nao oasaria spresenUr nosla casa propoeicoes
que nao podessem ser plausivelmenie susten-
tadas.
Mas, como ia dizendo, Sr. presidente, reconhe-
cido o direito dos bispos de intarvirem como po-
der na reselo e diviso das parochias, v V. Exc.
qae o meu requerimento est no caso de ser
apoiado pels sabedoria e Ilustrarlo da essa.
Demonstremos todas as razoes de conveniencia
de semelhante procedimento.
No projecto que est na ordem do dia, ha urna
idea de desmembrado de urna dat freguezias do
serto, de fazer-te incorporar territorio do Oari-
cury na freguezia da Boa-Vista ; apreseolam-se
como pomos de divitao, nao limites nsturaes,
que potsam ser coohecidos por todos nos, avista
d* urna carta da provincia, maa nomes proprios
de homent, de fazendas, islo verdadeirea my-
Jhos. que esto fra do alcance de nossa compre-
heosao. Por exemplo, como se pode saber sam
esclareciraeotos, onde tica a fazenda de Ticto,
ou a fazenda de Crytpiniano ?
O Sr. Piolo de Campos :Mas quem apresen-
tou esto projeclo foi o visarlo da Boa-Vista.
O Sr. Araujo Barros:Nao me embaracam as
constderagea pessoaes ; V. Exc. deve acreditar
que fallo tmente por amor do bem publico, que
nao me eslo movendo suggestoes de intereese
local.
OSr. Pinto da Campos: Nem acho que esse
interesse predomine aqui em nenbum de nos.
O Sr. Araujo Birros :E' urna verdade, e le-
nho muito prazer em epofessar isso mesmo.
Se, pois, Sr. presidente, o projeclo eocerra
tantas nuvens ; se o Sr. bispo quem esi em
mmediato contacto com ti saas ovelhas ; se
elle quem coohece as suas necessidades, se elle
sabe ou deve saber quaes aa divises mais nata-
raes dss parochias, porque nao esperamos pelaa
in,oriDa?oes qualicada8, pelo parecer do Sr.
bispo ? Porque havemos de andar s apalpadel-
laa, dscutindo sem bases, sem bastante cooheci-
menlo da materia ?
Discula-se, demonstre-se primeirsmenle a
conveniencia do projeclo com os seas limites ac-
tuaos ; sem isso volaremos s cgaa, e flquemos
certos de que por amor de urna mal entendida
economia de lempo, nao devesaoa prejudicar a
clareza, a luz, qae a condico iodispensavel
para a sabedoria, e perfeigao de nossos actos.
Procedamos como oas pocas gloriosas detta as-
sembla, como se discuta nos lempos, em que
je ochatam aqui reunidos os mais dislioclos Is-
lentos da provincia, aquelles que devem ser to-
mados por modelos. Em urna palavra, mostre-
mos as razoes pelas quses pode o projeclo pas-
sar como est.
(Ha um aparte.)
O Sr. Araujo Barros :Se eu nao teoho dados,
se nao teoho estatialica, ae nao temos ioforma-
coea das cmaras muoicipaes competentes, do
jais de direito da comarca, do presidente da pro-
vincia ; se nem ao menoa ae quer esperar pelas
oformagoes e parecer do biapo, cmo poderla eu
marchar acertadamente, discutir esta materia
com proveilo para a casa ?
Ei* ?b!Sr' Pre,i,*euto, porque a audiencia pre-
via e indispensivel, da maior conveniencia
O Sr. Souza Reis : E sebe o nobr* deputado
que explicages. que documentos podero ser
apresen ladoana cosa ?
Sr-Mp B.rroa:Nao, per isso que
digo que aluda nao vi a luz ; os documentos, que
nos podem ser apreseolados em lerceir* discus-
sao podem-nos colher em sorpreza funesta.
De momento, nao conheco talento, qae possa
apaohar todaa as razoes de ulilidsde da creagao
de urna parochia, e re os documentos forero com-
plicados.peior anda,porque nao podero ser ven-
tajosamente compulsados, comparados, estudados
e devidameote apreciados oas breves horas de urna
discusso.
O Sr. Sooza Reis : Pode haver ama quarla
discussao.
OSr. Araujo Barros : Como ?
O Sr. Souza Reis : Por meio de urna emenda.
O Sr. Araujo Barroa : Has para que se possa
presentar esaa emenda com criterio preciso re-
tiexao, madureza ; depois estas emendas sao ne-
gocios de tctica, e para quem nao mestre d'ar-
mss, pode andar atrapalbado.
Eu por exemplo ainda ni.o eslava bem cerlo.
ou antes nao sabia ae poda abrir-ae campo
quarta discusso de qualquer projeclo, oflereceo-
do-se urna emenda acerca de sua materia.
Senhores, qual a conveoieucia de andarmot
aqu com tanta presea? porque razio havemos
de legislar tao precipitadamente? E1 preciso qae
nao seja moa levados smente por inormaces
extra-ofltdae, deesas que sao presentadas sem
o cunho de insuspeilas ; convm que oucamos os
orgaos competentes da administrsco ; e isso
tanto mais de absoluta necessidade, quanto te-
nho observado que ha na caaa urna tendencia es-
pecial para crear parochias, sem que isto seis
iniciado pedida, ou por lembraoca do prelado
diocesano. Assusta-me essa tendencia, descon-
fo alguma cousa de tanto zelo pelo bem espiri-
tual dos povos. ?"
Observo teri ratio. que se pretende cretr
U"n',SgU?fW ^'"nl". Hltien Cru.mg"
n w? ePuUd0 : Sobre esta j foi ouvfdo
o bispo, e deu parecer a favor.
pretende ransferlf a sede de outra para Graailos. .
s v. rm i" Camp58 : ~ NSo ff8,
ni aCom que n,da en,ende o prelado.
..." ArauJ B"ro* ( langando mo de um im-
presto que eslava sobre a cadeira):Has V. S diz
eccU.esD.0.^c0!'?.qUO flC" W<> 'bem na
O Sr. Pinto de Campos:-No ha tal, islo oms
fazenda, que passamos de urna para oatra fre-
guezia, e affiango-lhe que o nobra deputado nao
em man enteiesse nestas cousas, de que os ou-
l'nS.!0' de,U fa"',e Plmente sebo
que o nao tem, quando pede a inlervenco doSr.
bi8po,fporqoe eu leoho sempre procedido desla
O Sr presidente ; Atlenco.
O Sr. Araujo Barros : Sobre este projeclo
que passa no ecclesisslico a Alosda do star-
tinho par, a freguezia da Berra T.lh!d.,no
sei que se ouvisse ainda o biapo. e por tas qne
.V.UrtMZe5 "1 m Dbas ob""?es, mal" pe"
tutdldo de qu estou cumpriodo um dever. Estou
alm disto dizendo a pe o as, que nio estou escla-
recido ; desojo que me-esclarego, e lenho o di-
reilo de pedir enes esclareciment**, assim como
v. Kxc que membro da committio.que rediaio
o projeclo, e que o firmoa com o tea oome esl
na rigorosa obrigago de dar caaa os esclare-
cimentos precisos, para que os actos da mesma
sejam sempre sssellados com o cunho da creden-
cia, da reexo, e da eabodoria.... V
O Sr. Pinto de Campos : Se eu nao teoho
parle nisto.se o meu projecto ainda nao enirou
em discosto 1 O cobre deputado quer forca
envolver me na dlscusso, persuade-se qae es-
tou fugiodo dell, e entretanto se eu nao fallona
materia porque vejo qoo nao ba questo.
O Sr. Araujo Barros : Sao modos de ver as
cousas ; mas preeiso qae eu fsgs sentir ao no-
bre depurado, que em vez de o querer arraatar
para a d'.scusso, eslou simplesmento responden-
do sos seas apartes.
Realmente, senhores, quando reparo qae ene
prurido na creagao de pirochiss podo ao expri-
mir urna maoifestacao saltar contra o espirito
revolucionario, que trsz em aitribulace* a ir*j*
de Jess Chritto, quando tejo que a reacio de
J) Sr. Araojo Barroa jA opinio pabUca, sim,
depuludo ; a oaaastto poMM ama po'
Dysteriosa.lnvialaajjl, tM.mwaco da va
i creta V. Izo. av*>Gao portare meno
lira, nem meti* MsMttavol | procure
menot
o
reos ra-
lo, ou aa-
?jSt^fMoohiaa pode fszer suspeitsr, so bem Ul-
qa* lauodtmente, qa* ba nisto manejos po-
Btaat, preparo para futuras campaohaa eleito-
resjs> qaando a opinio mormura...
(M* aat aparte.)
C Sr. Araojo Barroa :Filo me retiro ao nobre
a^potare ; maa acredite qae a opioilo publica
Um Sr. Depatado :Ora, a opoilo publica I
-reojo P
enhor depatado r
lencia mytteriosa. Ini4*aje,
M, mas c '
werdadeir .
nobre depaltdo ouvl-ta p rotar a la ni
ulos, e ver que fallo tOaBataosna nM
les com todo o fusta a m astas.
Outro sim, existaotstapd iraMton inesn-
dsseentes ; multas parochias creadas lAa dotao-
?^t**r 'M,,,,l!,u cowaieu ; itsu exprime va
situaco anormal, ama chaga, cuja profundeza
desconnoco ; e o qu* certo que mota coocor-
rer com o meu voto, e a mau pesar, para aug-
mentar as didlculdidesdo bispsdo ; para amargu-
ra r os altimes aonoa do venerando e respeilavel
prelado.
Dnejo, per tanto, ser esclarecido, senhores, o
urna vez que o projecto, como est, ebeio d no-
moa proprot, cajo valor detconhecemos,|nlo po-
de orieniar-nea bem, esperemos pelas informa-
goes do prelsdo.
Urna vot: Antes de parear em tercera dia-
cusiao.
O Sr. Araojo Barro* :Qual a necreaidedo ur-
geatitsime, qae temos de fsreT panar aqnl qual-
quer medida, aem que ello posas exprimir a nos-
sa perspicacia, e fazer respeilsr a nossa madure-
za, o sabedoria ?
OSr. S*oca Reis :-8tas, isso nao.
O hr. Araujo Barroa :Bem, maa podemoa fa-
zer nada qu* p rea le sobre di vito es da larri toriot,
limite* d* parochia, outras cousas dore* or-
dem, sam qae techamos dados competentes, in-
ormaces daa autoridades loase* ?
Um Sr. Deputado Ha muito quem aaiba.
O Sr. Araujo Barroa :Haa nao pode informar
ofScialmeoto, de modo que disaipe todo* o* re-
cluyalos, acaba todaa u hesitacoo*.
Supponhamuo que o projecto eoubelece limites
taes, que constituem um verdadeiro absurdo,
como o de (azor com que o parocho da nova pa-
rochia paste pelo* limites de aua (reguezia, io-
vada o territorio de outra para ir admioittrar o
sacramento oa fazenda tal, no lagarejo qual, que
podiam ser muito melhor administrados palo pas-
tor da parochia invadida ; eupponhamoe qua as-
sim se procede para que os habitantes dessa fazen-
da desse lugarejo vio faser peso oa batanea eleilo-
ral da nova freguezia, ftcaodo prejudicadoa o lo-
teresse gersl, o com modo dos poro*, os inters-
ses legtimos do parocho da enliga parochia ;
ueste caao, pergunto, nao daremos um passo in-
disculpavel ? E como sabermoa se catamos oa
nao procedendo por este modo, diseutiodo s*m
ii' 'im elalics, tem informacao alguma ?
O Sr. Souza Reis : A ni vem a* informacOes.
u Sr. Araujo Barroa : Podero vir Urdo, po-
dero chegar quando o mal eateja feito, aem que
nos postamos lavar da pechado precipitado*.
Amigamente, Sr. preaideale, as cousas farism-
se aqu pelo modo, que desojo: dei-meaotrs-
balho de fszer um ntudo histrico solare aa dis-
cusiOea da caaa, e vi com prazer, por exemplo,
que qusodo se tratou de transferir a sillada Boa-
Viata para a povoaco oa arraial da Petrolioa,
esforgadoa campedet, verdadeiraa gloriaa de nos-
sa provincia, empeonaram-se em diecusioes lu-
minosas, em qu* ba mais de um estudo a fa-
zer-ae.
O Sr. Pinto de Campos : E' materia em dis-
cusso ?
O Sr. Arsujo Barros : E' um incidente qae
Maito aproveila para a minha demoostrago ; V.
Exc. comprehende isso perfeilamenle, e de mais,
nao o presidente da casa.
(Cruzam-se diversos apartes.)
u Si. Araujo Barros : A minha these qae
precisamos de esclsreaimentos; estou mostran-
do os incooveoientes da pretipttaco. *
Mas dizia eu, Sr. presidenta, que amigamente
quaodo se tratava aqai do transferir a sede da
freguezia, e a da villa de Santa Haria para a po-
voaco da Petrolina, o illustre Sr. Dr. Aguiar,
que palrocinava o projecto, procurou convencer
casa acerca da utilidade de sua adopeo, e en-
to deseovulveu lodos oslbesouros de sua fecun-
da iolelligeoeia, e o nobr* depulado, que me tem
honrado com os seus apartes, demootlrou muilo
bem a opioio contraria.
O Sr. Pinto de Campos:Netse lempo, porque
a povoaco ao liaba a importancia, qae tem
boje.
O Br. Araujo Barros : Pois bem senhores,
sigamos estas bellas pralicas, apuremotbem essss
cousas, eleven)o-nos peta discauo, o os nossos
actos podero soflrer ento qualquer exame, e
resistir gloriosos censura da opinio.
Voto pelo requerimento. .
=
-
X IM
-i-------*____
REVISTA DIARIA.
Nao fanecionou hontem a assembla provincial.
Segando o disposto no decreto n. 142 de 12
de margo de 1842, sfio diss santificados os de bo-
je e de amanha. 0
Desdo fin* da semana linda, que existe urna
Irave do ealivamento da poolezinha do Chorame-
oino levantada do respectivo lugar, por sebar-se
Pdre e"> ms das cabecil; e ao passo que isto
all se ve, ainda nao appareceu ontra providencia.
Chamamos porlsnlo a attengo de quem com-
petir para ordenar nao s a subslituico, como
lambem a concluso do reparo ; pois metade ds
fljy ha-se sssim interceptada ao transito pu-
Oepoia d'amanha, sabbado de alleluia, tem
lugar a partida menssl do Club.
Depois da ultima ceia, lava Chrislo os vs dos
seus dxsnpulos, segundo o texto de S. Joo.
Agora te digo, Pedro amsdo.
as expresses de amor, o maia constante,
Pnmeiro que esta noite o gallo cante,
He leras por tres rezes j negado.
Inda mesmo comigo aqai sentado,
Te sentirs to frouxo, o vacillante,
Quanto assim o demonstra o lea semblante, -
Co'o receta ds morte intimidado.
Quando elgum te inqootir a natareza,
Tu vers promplsmente reduzido
Todo esse nobre srdor vil fraqueza:
Ento conhecers de arrependido,
Que tees em promotler tonta praaleza,
Como em tallar tambera a o promeltido.
II
< Discpulos meas, inda maia vos digo.
(Seique vos causar grande tristeza)
Que um de vos, dos que estae* a minha mesa,
Hoje.me ha de entregar como immigo.
Um de vos, a quem tanto como amigo,
Mas de animo to vil de tal balxez,
Qae era paga desle amor, desta fineza
Ha de to falso rer para comigo.
Ha de, maa de um vil prego provocado,
Proceder contra mina to rigoroso,
Quem do tantas fineza* obligado.
Que um corago mondado e anrbicioso,
S por faltar slu gosto depravado
vende o amigo seu mais extremoso.
III
< Havendo Chrislo o pao abencosdo,
Distribaindo o tem como alimento ;
E disse : Netto augusto sacramento,
Realmente o meo corpo vos dado.
Comei vos todo* delle ; oSertado
Ornea rengueen um novo testamento
D'allo mysterio, magno documente,
Ramio o mondo todo do poceado.
Discpulos, oa vos dei como comida,
A minha carne verdaderamente,
E mea ssngue todo elle por bebido :
Na verdade vo* digo exprsstamente,
Qae pareareis da morte para vida,
E vivereis comigo eternamente.
CingMo co'o toalha, oMo prostrado
Lavando Chrlsto as ps dos poccadote,
Nao taoto dss torpezas exteriore
Como daa interiores do peccado.
Deteja o mondo ver purificado
Remedio jtaia ,0, malet o horrores
2*. % Unt interiore*
Foro sim con na-^angoc Itnmawl.do.
in, dirigido da
Sr. Dr. chota ata
icbo-
Procura do reo tamplo no artificio
Suas obras fundar n'um firme anento,
Sem temor de ruina ou precipicio :
Escolhe Pedro, firmlnlmo instrumento,
Psrs a solida baae do edificio.
Sendo um mysterio uta fundamento I
V
t Como,fcntjit! vo Ueos por nttoreza
&U".!,'J"!_ H ***niatado !
Nao basta por taim vsOvos stastatdu -
Se nao qoo inte i meo* pea vona grande.
Qasnto ants dtOJM attjfo pondora o omprno
Hais coOMo m unid peMstabad
Gomo I sotare Mies cita reare exaltado
Voa queris sujoitar a tsl baixeza ?
Tempo vlri, Podro, em qae regatado
Os manes progresos do mea peito,
Vaa tu pouco a pouco descobriodo.
Eolio conhecers en rea effeito
O quanto agora etlt lo reflectindo
Aos altisaimo* fins do meu precelto.
VI
En nao conv*oho em tal. oto certa mente,
Com respeito fiel dotobedeco,
Que soi* rai do uoiverto reconheco,
Lavar me os ps minha alma nao contenta 1
Pedi-meobedieocia Instantemente,
Attim nio pode sor, que eu nao raereco,
Quanto indigoo sou do vosso apreca
Percebo, meu Senhor mu firmemente.
Quanto receta, oh I cot 1 seja estrsnhsdo.
Que a* pobre, Til, immando e sequeroso,
Coostntine da ser por vos lavado I
Pois juigo de favor to espantoso
Que admiltiodo-o maia era culpado
gue em reouea-lo, atiento o respoitoso.
VII
Deixa, mea Pedro, j delxa por ora
As escasa* da tu* tasufficiencis :
Se te assembr* oslo excaato de clemencia,
O.que eu fago, nao sabes tu agora.
Tudo de parte pera, somente adora
Os segredos da minha providencia ;
Que nao aooberaa nunca a minha etsencia,
Deste fogo santo que em ti labora.
Esta accio de tio grande abstimento
Tanto Seohor eatraoha a minha esphers,
Como ao rosto divioo testamente.
Se eu consentitse tal. se tal fizera,
Mostrare nio tereu conbecimeoto
De um Deoa que creou os cose a trra.
VIII
Se lavar-te, mea Pedro, eu nio consigo
Se por fim te nio vengo nesls empresa.
Nao farei por ti mais oulra fineza,
Nem ters nunca mais psrte comigo.
Nao te neg por ors, Pedro amigo,
Aotet confetse bem taa pureza ;
Comtudo aempre para mais limpeza,
Deixa lavar teas ps, como te digo.
Oh I considera bem, forma o conceito
De quaolo agora fago certameote.
Que s para leu bem o lea proveilo.
V que perdet por duro e renitente.
Toda a entrada que tiobaa neste peito
E o viverea comigo eternamente.
IX
< Niojulgueit, Senhor, nio vos parees
Ser vontade em mim propria o que respeito 1
Se astim nao lenho entrada netse peito,
Lavai nao s meus ps, mos e cabeca.
Nao mais d'aqui diaote me acoolega
Mudar do vosso um ponto o meu conceito.
Mas a vossa vontade to sujeito
Que vossa minha, em nos se nio cooheca:
Quem, Senhor, pede viver consolado
Sem vos, que sois alelo, e que sois vida,
Alma de todo o ser, que est creado.
Sem vos, a trra, a cabos redazida,
No mundo ae ver tudo mudado,
Da natareza a ordem pervertida.
C A' va todos, meus discpulos amados,
Digo-vos que vos amis mutuamente,
E tratis una aoa outros igualmente,
Assim como de mim fostes tratados.
Porm deveis estar certificados
Que nao baata a lavar-voa puramente,
Que se eu Isvel a todos geralmente
Nem todos vos chais purificados.
' preciso primeir que despidos
Das paixdes ds gravada consciencia,
Seprostem em ceocurso arrapendidos.
Tirada assim da culpa a resistencia
Pari logo estas agoas seas devidos
Fractos de amor, e doos de penitencie.
Pede-se s sutoridsdes competentes, que
lancera s suas vistas e vejam se e permillido
existir da ra do Hospicio urna casa particular,
em que sao recoibidos pars serem tratados doen-
tea do cholera, ede outros molestias epidmicas,
oa actual poca, e onde ftlleceu tinda hontem.
um estrangeiro, victima daqaelle mal.
Fcil ser de saber-se qual essa cass, dos
menicos que tem sido chamados para tratar taes
doenles, como sejam os honrados Srs. Drs, Ssr-
menlo, Pereiro do Ctrmo, ele, e metmo dos vi-
zinhos, como sejam os Srs, coronis Jos Mara
Ildefonso, Jos Thomaz de Aguiar e outras pet-
soas dignas de crdito.
Parece razoavel que isso se nio constata no
corago da cidade, j asss devastada por tantos
flagellos reinantes, cumpre envidsr todos os meios
postiveit, para que os queja existem nao lenham
incremento, oa qae nio sejam accrescidoe. Bas-
tam, sim battam.....
Damos boje eslampa, na nona oitava pa-
gina, urna poesa sacra do oosso amigo o Sr. Dr.
Manoel de Souza Garca, para a qual chamamos
a atlenco dea leitores.
Hoje ha exposigo do Santissimo Sacramen-
to (vulgo sepulcro) nss segufntes igrejss :
Reeife.Corpo-Santo.
Sonto Antonio. Espirito-Santo (collegio) Pa-
raizo, Cooceiclo doa Militares, Livramento,'con-
ventos do Carmo e S. Francisco, e ordem te'rceira
do Ctrmo.
Boa-viita.Matriz e Gloria.
S. Jos.Santa Rita, Tergo e S. Jos de Riba-
mar.
Acha-se no exerccio de delegado do Io dis-
trito desta cidade o Sr- Dr. Joa Antonio Correa
da Silva, morador na ra Direila, que passou a
subdelegada de S. Jote ao Sr. Joa Antonio
Pinto.
Em consequeocia de ter de fazer reparos
n urna roda, s sahir para o norte no domingo
18 do correte, o vapor A^, que chegou ante-
hontem do sal.
Teve hontem lugsr persnte o subdelegado
de Santo Antonio a inquirico das duas primeira*
testen)unhss no proeesso abi instaurado ao preto
Gaspar, escravo de Jos Leopoldo da Silva que
confeasou ser aulor da morte do sschristo da or-
dem leroeira de Nona Seobora do Carmo Jero-
nymo Manoel de Jess.
Assistiram inquirico o Dr. promotor publi-
co e o curador nomeado ao reo Dr. Hisoel Bar.
ntrdo Vleira de Amorim. ** *"
As tettemunhss depuzersm circumstaociada-
mente, e com circumapeccao, ma* nao jurara de
Tilla.
Eis o contnimo-rexto
Bolttim oficial.
* Em um oficio de 13 do correle, dirigido da
tonceicoo dos Hilsgres a presidencia da provin-
cia disse o Dr. Francisco Goocalvea de Monea
Jue, aojes de hever recetado o offlcio em qne S
xc. Ihe recomroendava qtnttaeste vizitaa dia-
a"vi?,ftrJ* r". *e0OlDJre vizitado a Antonio Joaqun d'OI
havta a.d^6Ar^qH" I aio<,a e n4 iot AntoMo doSIlT..
iStm^^SETsL co*tor.-morbus; e U.noel Garlo.Pira.otel.
Marta Parir??? fi"^ B1.,i* ^^ v* em Cu,tod; v*r "
asara rinda no di* IB desle mez ; nss ou* lanado eteravo asolarla*
*, i m\ *B ?,B"L" 'k^ *wgWo. Cavalonrtl. "^
...M.u-. rt -e w ocotrenta, dirigido da Tiveran baxa para retar atad
firi. i !1CW d.a C,8PUD8a o s'- Df- chefe de po- Antonia Chico Cooosoiftaodovta
R?,*' lll* l6Tid0 ..,0 ?0Dh'>""' de S. Jerooyrao VtraaVAJniqijonniTtnsslta.
ni.'', iB,."I"C0qelle funecionario qa* ti- Joto Mximo Esstadota tatoniiina ST^
nb* fallecido *n .Beln do cbolera-morbua. no B*z,auiirt .JT.?!l,!l,!l?l*l,,>l''>^---------
dtajntocedenta, Joaqulm Jote do SanfAnna. tatarmitaSo."0,"mi* ***"
pardo sol Ierro, de idade do 85 annos e *n nm of- -^ Matabodro (ruatico.
ftctadoUdreie
da Vanea ao mesmo
PW reta aowtntaatado IV Exc, dtaso o' ..
o corr*nl*. era qa* h*vfa eomnlttoicsdo erre vta-
ta erara a vtaUnre da epidemia, re llanosa atado
un qvtrro estos fatses, a qa* fcavan ataotw
qae terrataariam do mearao modo, alen ata ntjttao
JL.JS. *? ,offrw por
nota. V!S 7!10 'ttttD pe,M" '"Oigeota*. *
Q*o*ai aWn oo recorres.
As I boro* da tardo do 14 d'.bril del8C2.
. v. .. Ot. Aquino Fonctcm >
iV^Kffft d0* At0* 1 -^SrH ata
^TT^"4do co"enl. ffli V. S.dao-
oo tanta ore aeerreneiaa, qa* eooooavam a re-
dar ralaiivo a epidemia reiaanl*. qM al a-
quetta en i, ltobtm vm Harreo otas fsttaddo II
petsoas, a no dia i fallecer Lona, rtaota 5t>a'
oot, eteravt ; no dia 8, Rila Hara da Cotcaica
parda, solielra, 23 anoos ; e heotera VtT-
nbo, Angola, 60 annos, escravo ; achaodo-re do
prsenle alguna atacados do mal entre asaaJea
doos en perigo de vida, e reros daodo reaoresv-
ga de seu bravo re l a botad meo le.
o O Dr. Brancante, medico i cojo cargo tai
confiado esta dislricto, tem sido peotaal
penhando satisfactoriamente, pois
a larde aqai so aprestla, corre oo
"* e""r doenles, prestase con .
nidada e carinho proprios do reo carcter, o
re fax curaprir a ma to de rea cargo, por
lo nio ae faz esperar, e aera o lempo o i
de ccadir aoa affliciea, pelo en* o hakiU
desle diMiricto tupponho de.eresn estar retaatei
tos com a sempre acertada esculba do Ion JV
presidente pars este dislricto, ot tadividooo l-
timamente fallecidos do dts 5 esa u*te qa* ,4
cima tratei nao taran raedicadoa pota* aV
do governo, o sim por pesaoas particulares
a tal bomeopatbia, segando tai informado :
polica continua no aoo empeoho, oa
lodos os xforco* a C m de que nao re
catalsgo dos morios moitos qoo lecibam
neste dislricto, coadjuvando o maia que
vel ao medico, facilitando todos os mota* o
gar com promptido o* rocano*
pobre* que morara distante da sel*
trido : aqui tem um eofermeiro que staottao 1*
de margo re acba nomeado pota corarais*** *
tem prestado baos trricos, e coolioo* atsiat o
fazer cora o salario de 2JJO0 diarios, j poai o
v. ExR para que se digne maodar-lbo ptMjwr tot-
ora os das do mez ata margo, visto ser itbu.
disso ter de se maoter e aaa famllls, tanbon i
pedi ana leitoa e seus perteoua, para re
urna enfermara nesta povoaco na caaao
acba destinada o oferecida por min para
Ora, a se poder soccorrer om lempo oo vi
tes, que por aqui traoaitarem, a taren .
mettidof, e os que em suaa babilagea *o ao-
derem ter raedicadoa, e o mdico exigta aua ano.
dsnea para melhorea condigoet de htbilac* era
quanto se estiver tratando do metno nal o ole
o prsenla o que se oflerec* a respeito la'formar
a V. S. durante estea diaa o qae tara *cc*rrtao o
respeito a mesma epidemia. Nao leobo ido i
esta cidade por nao dever deixar o diotricta ano
veame* em que se scha com as dita*
Has, e por isto que teoho deixsdo de c<
cer abi nesta secretaria, como V. S. no basta
ordenado que sempre que fosse ao Rodfo tisii
O UZCMfl. -------
a Em quanlo a illuminagi do fot oto ra
tendo reguiar: o cemilerio que aqu ao otjsjo-
Iheu por parecer do medico da tal* a chai* a
preparado, isto recado, limpo. coreado con ano
cruz, caminho, emlim, com a* iodteaoaomH
proporgoes para poder ter talapplicaco, oral
se fazeodo os mesmos enlerroa regulara
covas com as oeceuaiiaa profundidades,
que se ezige para boa ordem, anota' o tala-
bridade, e prevenindo o futuro.
Deus guarde a V: S.lilm. Sr. Dr. Jos Ao-
onio Vazde Carvalbjes, dignissimo ebeta do to-
licia.dnlomo Goncalves de Mor tu, totOtata.
gado. mmmmmm
Illm. o Exm. Sr.Com o nalor prazer com-
muoico a V. Ezc. qae a epidemia parece decli-
nar, dando motivo as miobas esperanzas a qaa-
ii milagrosa mudanga que de honitra para c
tem batido na mortalidad* accomraeMii
pois que no dia 10, seodo sccommetlido* 52
tendo raorrido 24; no dia II, aendo ac _
tidos 68, e morrido 35 ; oo dia 1S foi grao** o
meo prazer por ver que o numero de atacado*
apenas tubio a quiote, a de morios a qoatarto
nao morreodo um dos que foram accretaret-
tidos, e hoje, al a hora en que es le taco, ta-
rara fer.dos 10, e morreram B, do* que foram
accorametlidos bootera e boje, arenas atorre*
am, os mais Ocsm tem perigo.
As 4 horas da larde ebegaoi, com o Sr* do-
legado, a esta cidade, viodo de difireme* Jsasn
de distancia de 4e 3 leguas, por onda andan**
vendo os doenles que havian, loado apenas re-
contrado 12, rendo todos (eridos, ha qustro *
cinco das, pelo mal reinante, ea a todo* moda.
quei, e o Sr. delegado deo-lbea caro*, arroz
viono e bblacbinhas, per serem lodo* pobre*
merecerem o aoccorro do governo;
< Se este estado feliz cootiousr, brev* ***.
rao estes lugares livres de tio mertitaro tatan-
go. Nao podendo mais ea visitar oo dooatto sta
cidade, e os de fra, a p, nao acbaodo q
sempre me empreste csvsllos, eos do Sr.
gado j oe podendo andar, aluguei eo a
diarlos, e cont que V. Exc, approvar eite" Veto
k *. Pe?2AuVde V- E".Victoria, 13 de a-
bril de 1862 (s 6 horas da tarde).Illa. 1B,
Sr. Dr. Joaquim Pirea Machado Portal!*, nono
digno vice-presidenle da provincia. Dr. Ftka
Moreno Brando, medico em commssao.
Repartico oa polica Extracta do oorto
do dia 16, de abril.
Foram recolhidosj ssa de deteoco no dia 15
do correle :
A* ordem do Illm. Sr. Dr. ebeta de polica
Manoel Jos de Squeira Pitonga, branca do
annos, qae vivo d* negocio, viado de Neza-
F.lf"* ggjgfl**1 policises; o Josqnn
candido de Hiranda, crioulo, de 40 aore aoo
vive de agricultura, remettido pelo sabdeta'tutta
da Vanea, para recrots. ^^^
A ordem do Dr. juiz especial do connorcta
portugaez Joaquim Simes Rodrigues de Meo
branco, de 28 annos, qae vive de negocio om'
pretender retirar-se furtivamente paro tara Uo
imperio, aem qae aprerentasre orna garanlta ara
sea debito. un**ssn *
A' ordem do subdelegado de Santo Aataota
menor Joo Francisco Ribeiro ou Joo Riaoro
da silva branco, do 13 anooa, msico, per des-
orden; Jos Haria dos Santo*, pardo, atadan-
nos, servente, por desorden ; o o fricas*
ro, de 50 annos, gaobador, eteravo
celino Lopes1, por taiga.
A' ordem do rebdelegado do S. Joa,
Fraocuco Ferreir*. pardo, do 52 asneo, p
Oor, por embriaguez ; o O crioulo rtorntlsti
25 annos, gaohador. escravo de Francas
de Araujo, por ter encontrado de pota 4
recolher.
A' ordem do da Capooga, Hara Iraz.
Paraso, parda, de 40 annot, lavadtira, por I
estando embriagad*.
A' ordem do juiz de paz do 2- diftrkta do loo
Vista, Manoel Jos de Souza Lana, bronco do 13
annos, empregado publico,como dosmntacta dan
bens que lhe taram peoborados.
O ebefe da 2 tteco.J. G. ata i
Ptssageiros entrado do* porta*)i
vapor bieeitairo lo roana, iianata >
quim de^Caalro Araaj*, Jos Airar* u-
galo de Lagea F. Btpiuta an reeravo
Antonio Go*lho, Mecheldoo de Canto) Bar '
tooio Eugenio da Fooeoca, Jao Pereir*
Joaquim Mauricio Mannho, Amelia Cow
Medeiros, Aolooio Jos, Pedro Goocalvea, i
do Jos Antonio.
F'reegdros entrado* do Rio Cra
no palbaboie braoUeiro Yiumo, "
da Cotia e Silva.
Movimeata da enbrnorta da crea re
;ao do dia 16 do abril do 18C2.
Tiveram olla da eofermaria :
Antonio Joaqun AIvw Pereiro.
Manoel Antonio Parairauta Silva.
Antonio Joaqun d'Otirelra.
J
1
t
1-


tmuauM*
s
Materam-ee para o consummo deste cidade no
dia If de abril, 18 razas.
MORTALIDAD DO DU 16 DI ABRIL :
Lutt, Permmbuco, 17 mezea, Boa-Vista, eoee-
phallle.
Mara, parda, Boa-VisU, diarrhe.
Noberto, Peraembsco, 10 meies, eaetevo, Recife,
lili.
Amaro, Pernambuco, 35 annoa, escrav* BoaVt*
ta, cholera.
Isabel Mara da Concelglo, 40 anuas, parda, Msg-
dalena, cholera.
Victoria liara, frica, 60 anuos, solleira, S. Jo-
te, cholera.
Augusto, Pernambuco, 18 mezes, Recite, cho-
lera.
DIARIO DE PERNAMBUCO-
Pelo vapor lguarats, entrado hontem dos
Krtos do norte de tea escala at Granja, rece-
mos jornaes e cartas do Cear al 10, do Rio
Grande al 11 o da Parahlba at lf do correnta.
Do Cearl e Rio Grande nada oecorreu dig-
ao de mencao. '
Di Parahiba diz-noa o oosao correspon-
dente :
A attencao publica oecnpoo-se com urna des-
coberta importante, a qaal nada mais e nsda
menos que a apparicio de unta mulher que diz
chamar-ee Mara mbellna de Albuquerque Mi-
ranhio e por tanto filha de Antonio de Alou-
uerque Maranho proprielario, do engenho
Iba do Msrmho la provincia do Rio Grande
4o Norte.
O facto da morte aaaim contado por essa
infeliz, que principiara por deizar a casa paterna
para ligar-se em matrimonio com Anacalo Jos
de Mallos, que consta h*f er-se casado aegunda
ver,
< Desvia de acto o arrependimenio ; aaaim
eucceooa. D. Mara persuada a sea marido que
nao era posaivel continuar privada da beo;o pa-
terna para o qee conseguiu dirigrem -se ambos i
illa Caoguareau onda misaionava capuchinho
Fr. Serafina de Gatania, por cojo intermedio es-
perara ella obter perdi de aea pai, de quena
anda neo hara receido pravas do eaquecimen-
4o da ofensa que ella Ihe zera.
< Km eatsdo adiantado de gravidez teve de
apportar os primetros trabalhosdo parto do que
eosneale lembia-se ella. At ahi antee de mor-
ta e a continuagao depois que reviveu.
c Viole a qualro horas depois, miis ou me-
aos, accordau a va que urna mortalha a envol-
va, qae alia eslava a bordo d um navio em
vigera i cidade do Aracatv e por companhia a
um portugus que fora oommensal da cata pa-
terna.
c Desda osee momento principia a a aventu-
ras edesgrscas desea mo;a infeliz que aupporton
tudo a tome, a miseria e soffrimentoa de toda
espesie.
a O caso sonto como o caso ouvi; sendo que
aa pertpeeiaa desse drama estao correado noa ar-
elaos da polica que dizem, esta aeohora da pon-
la da meada e esta deaenrolada em grande parte.
c Deixo de referir-lhe tudo quanto corre de
bocea em bocea, porque me nao quero encarre-
f;ar de transmittir noticias que ditam respeito ao
atino das familias, para xa quaes a o olho da
mbelhuda polica competente e quando todo es-
tirar oarua nao bouver|mais segredo ento con-
tar-lhe-hei o romance que principiou a bordo de
um navio e parece querer terminar Beata cidade.
O Dr. chefe de polica tem procedido neale
negocio muito convenientemente.
c As noticias do cholera anda conlinuam no
mesmo p ; sendo que apenas me consta houve-
ra um pequeo recrudeacimento na villa do Pilar,
onda se chava em perigo o respectivo juiz mu-
nieipal. I
c Nesta capital o mal parece exlioclo ; pois
fia das que nao consta fosee alguem accommet-
tido.
c Duem os entendidos qns devide este estado
animador ao nevoelro cerrado que pairou na
athmosphera em urna daa manhaas paseadas e
mesmo boje algum bouve.
< Nesta capital a nica igreja que conmemora
oa actoa da Sagrada Psiiao do Redamplor, a da
Misericordia. A actual mesaadminialrativa tem-
se tornado digoa de louvor pelo iolereise que ha
tomado por lodos os negocios inherentes ao po
estabelecimenlo aob aeos cuidados.
Tem batido aa procissoes ao costnme e s de
Ramos esleve pompoaa e concurrida. >
Domingos Carlos de Sabois, cidade do Sobral.
Antonio Marones Soares, ras da Imperstriz.
Maaoel da Silva Ferrelra, rea do Raogel.
Maaeel T a vares da Aquino, ra do Cotovelo.
Jet Csasajaadsa da 8ilva, ajadaote do corpo
de polica.
Justino Ci metro de Almeida, 1 cadete de ca-
rauaria.
Fall Jos Ferrelra, ra da Glora a 5.
Flix Jos da Soasa Juntar, Cear, Serra lbia-
Pba.
Ladislao de Soasa Saatiago, raa da lmperitnz
n. 1* andar.
Antonio Gonealvee Ferrelra, aenhor do engenho
Mangueira, Becada.
Antonio Lobo' do Albertisa, engenho Inhaman.
Narcizo Jos Netto, rsa da Cadeia a. .
V. G. da Silva Pereira, roa da Cadeia n. 3.
Ismael Cesar Duarle Ribeiro, raa de cadeia
Francisco da Pauta Teixaira Bacallar, roa da
Balancia.
O capitao do batalhio 9* Francisco Jos Damas-
cano Rosado.
Joaquim Feliciano da Silva, capitao do bngue
Ledo, Rio Grande do Sal.
Fradarco Augusto de Lemos, eanboe do Carmo.
Alvaro Pereira de Si, rea do Hospicio n. 70.
Olympio Felicitao Ramos Brrelo, roa da Au-
rora. "
Laurano Jaciotho de Carvalho, capiUto do bri-
gue Velos, Rio de Janeiro.
Manoel Joa de Souza, ra do Crespo.
Joio da Rocha e Silve, roa do Qaeimado.
Manoel Antonio Vieira. morador no Barbalho.
TargiDO Silverio de Souza Msgalhiea, Caeanga.
Joio Francisco de Albuquerque Barros, engenho
Viracio, Po d'Alho.
O capitao Luiz Jos de Oliveira Dinii, raa de
Arago n. 13.
Jscintho Eleabio, ra da Roda.
Alteres Augusta Joa Goecalvee Lesee.
Francisco Velloso da SUveira Talles.
Martioho Lopes dos Res, ra de Santo Amaro
n.46.
Joio Valentina Villela, raa Formoaa n. 4.
Antonio Francisco Cordeiro, ra daa Crnzea n. SO.
junto4s sen a
PeratrePrUe, a Sr.!
ar-lhs a aapaltnra. Tam-
as seje de su* imite,.*
eitaaeko oio
Correspondencias.
Srt. redactores. O Sr. Antonio Nones de Oli-
veira apparece sob s capa do anooymo hoja nea-
le jornal exultando de prazer, e pedindoa demis-
sio do lente Manoel Fernandos de Albuquerque
Helio, por harer aido pronunciado pelo Sr. dele-
gado Amaro Joaquim Fooseca de Albuquerque.
Mas se se atten-ier que os actos revelara lumino-
samente a inoocencla do tenente Mello ; se se
attender que por isso mesmo o Sr. Dr. promotor
publico, como orgo da jualica, reqaereo a nao
pronuncia, recoahecendo a aua Innocencia; ae
ae Hender que o Sr. Dr. Amaro demonatrou no
carao do processo urna parcialidade revoltele
em favor do queixoao, o Sr. Nuoes; se se atten-
der que a parcialidade foi tio escandalosa que o
obrigou a aubtrahir oa deizar aubtrahir ama peca
imprtame, que anda mais corrobora va a inno-
cencia do Sr. lente Helio, Uto *, o Interroga-
torio feito pelo subdelegado da Varzea a um es-
cravo de proprio Sr. Nunea, e que aendo remet-
tido ao dito Sr. Amaro, como certifica o escrivo
da subdelegada da Varzea. at hoja nao poude
apparecer, por mais diligencias que se tem feito ;
so se attender que tal era o inlerease que tinha o
Sr. delegado em pronunciar o Sr. teoeote Mello,
que prelendendo hs perto de duas semanas dar
parte de doentee paseara vara aosupplente, nao
o fez seoo no mesmo dia em que publicou a sen-
tenca da pronoacia; se se atteoder finalmente
qae a deciso do Sr. Dr. Amaro nao perentoria,
que ella depende da confirmado de outrot juites
que sabem prezar a soa digoidade, probidade e
independencia, o publico, que j deve ealar cen-
te dos fados que se impulam ao Sr. Nones, farS
ao Sr. teoente Mello a juatiga neeessaria.
O Sr. Dr. Amaro nao devia deixar desapparecer
o interrogatorio faito ao escravo do Sr. Nenes, pois
que elle continha declarares importantes, que
podiam mu bem esclsrecer a polica pira a pu-
aicio do verdadeiro criminoso ; mas como seme-
Ibme interrogatorio cootribuia para a defeza do
Sr. teoeote Mello, foi engolido. Bem se sabe que
oio convm interrogar aegunda vez a dito escra-
vo, porque agora estar elle ensaiado e prevenido
para omiitir aa ditas declaracdes.
O Sr. Nanee, longe de justiflear-se daa graves
accusaQdea que ae Ihe tem feito, o de tal natureza
quefazem crer qae elle mesmo oio pode conhe-
cer a mi que o ferio, promove a demisso de
Sr. tenente Mello, e tudo ha empregado para esse
fim. Mas a prmeira autoridade da provincia,
recta, jusliceira e prudente como nao ae ha de
guiar pelas lamuriaa do Sr. Nuoes, cujo proposito
nico sacrificar um pai de numerosa familia.
Becife 16 de abril de 1862.
0 Impareial.
Manoel de Mello Albuquerque, raa da Santa
Crux.
Joio DuarteMagiaarij, ruado Raogeln. 10.
Manoel Rodrigues dos Ssulos Moura, comman-
dante do vapor Persinunga.
Joaquim Das dos Santos, Santo Amaro.
Jos Muniz de Almeida, Cipuoga-velho.
Andr Jos Diaa Pereira, eatrsda dos Afilelos.
Francisco Joaquim da Costa Fialho, raa Velha
n. 23.
Francisco Josquim da Costa Fialho Jnior, roa
da Imperatrizln. 96.
Eduardo Jos dos Sanios Lima, ra da Coocei-
c.ao n. 20.
Francisco Rodrigues dosSsotos, ra Real.
Manoel delSiqneira Cavalcaoli, ra de Joio Fer-
nandos vieira.
Jos Antonio Pialo de Medeiros, prega da Boa-
Vista.
Julio Pires Perreira, ra do Sania Rila.
Joaquim Rodrigues Pinheiro, ra da Palma.
Jos Luatoaa de Souza, roa da Soledade.
Joio' Pereira Lagos Jnior, idem
Antonio Bento F., jasesgem.
Maaoel Francisco de Oliveira, roa do Cabega
b. 16.
Marcolino Jos Pupe, ra do Mondego n. 3.
Domingos Jos Vieira Braga, villa da Eseada.
Antonio Pedro Vaz, roa da Aurora.
Jos Pereira Cezar, rus Direita.
Dmaso da Assumpcio, moiador aa Varzea.
O alfares do 10*. Manoel da Silva Cabral, ra do
Cotovello o. 39 t* andar.
Claudino Lopea de Oliveira, freguezia da Eseada,
estrada de ferro.
Padre Nicolao, capellio do engenho Firmeza de
Nossa Senhora da Eseada.
Francisco Jos da Silva Muniz, ra do Queima-
do n. 47.
Augusto Leal Ferreira tenente do batalhaa n. 9,
ra do Joio Fernandes Viveira o. 44.
Jos Joaquim da Silva Mondonga, ra da Roda
n. 18.
Francisco Tavares da Silva, ma da Praia n. 2 e 4.
Joaquim de Oliveira Maia Jnior, negociante em
Gameleira.
[Jos Pinto da Costa, ra Direita o. 4.
Joaquim Dativo Telles de Soasa, pateo do Pillar
n. 12.
Jos Izidoro Pereira dos Rais, idem.
Galdino Jos Peres Campello.
Franciaco Quintino Rodrigues Estoves, ra do
Calderoiro n. 42.
Manoel Pereira de Figueiredo Tondella, Capuoga.
Antonio de Hollanda Areo Verde CivatcanU,
(Chora-Meninos.)
Joaquim Jos da Costa, roa dos Guararapes n.
52.
Luiz Antonio Pinto da Silva, ra daa Larengeiras,
Domerville de Oliveira Mello, engenho Inhaman,
Joaquim Jos de Figueiredo, ra da Madre de
Deoa o. 3.
Manoel Gomes Teixeira da Cuoha, ra da Espe-
rance, n. 72.
Mximo Jos dos Santos Andrade, Soledade.
Jos Ignacio A villar, ra nova de Santa Rita.
Raymundo da Silva Maia, Cruz de Almas.
Jos Theofilo de Parias, eogenhu Gamileira, co-
marca de Nazarelh.
Jos Narciso Lesl Barros, ra da Ponte Velha.
Joio Mattiaa de Andrade, ra da Cadeia n. 12.
Miguel da Silva Souza.
Manoel Carreiro da Silva, ra do Bram a. 48.
Bernardo Jos Rodrigues Pinheiro, ra do Brum
n. 6.
JoSo Coimbrs, (advogado em Rio Formoso.)
Marcelino Rodrigues Duro, (engenho Alalaia de
Serinniem.)
Joaquim Pedro Brrelo do Reg Jnior, (enge-
nho llha do Cabo.
Julio Gomes Villar, de Apipucos.
Jos Tavares Estima, morador ni Pontezioba dos
Carvalbos.
Luiz Antonio Aunes Jacome, morador no
Coelho.
Jos dos Santos Villaca, rus do Bram o. 11 e 13.
Franco Cavalcanti de Albuquerque, Villa da Sa-
cada.
Joio Pereira Rodrigues, ra do Apollo.
Guiiherme Ferreira Pinto, aitio Caouoga.
Antonio Domingos Pinto Jnior, ra Nova.
Victorino Augusto Fernandes. ra doa Quarleia
n. 16. ,
(Continuar -te-ha.)
i mmmmmm
pea, o Sr. Thaoiosio
Jostra* sjoffita mullo,
o aen querido es-
poso ; a asnea ailaeJH nao basta recurso : ella*
sueeumbie!... r tmaossirel deeorever a stes-
elo deploravel do nosso amigo, qne, aaseate de
aua carinhosa consorte, de seas learos Blhinhos,
o Unces* n'ema priaio, peasava por tantea a lis
delorosaa provaces I Dsos, porm, qae rece-
ben na asa santa gloria aquella mulher exem-
plar, e qae Ihe arrebato* a a sea esposa o done
ltimos tracto* de sas anise, verlau o balsama
conaolador aa feridaa profundas abortas porj
tantos infortnnios em o coricio do nosso amigo.
Hoja I rodeado de aeus 7 fllhos, e ji livre daa
perseguicoe* da iaTmigoe eaaiteee e reaeoroeoe,
o nosso bom amigo ae lembrari, sem duvida,
com sandade, d'aquella que tanto Ihe merecen
aa vida; mee resta-lhe o consol de qae Deoa
Ihe ha conferido o premio destinado aos justos, e
de qae nao o ha de desamparar nunca neste
muudo.
Receba o nosso amigo esta espeses! do nosso
profundo sentimentot4 orna lagrima aim
derramada sobre n tasaalo Se ana oxentlenle es-
posa : ama e'roa de perpetuas que Ihe cono-
cimos na campa.
* *
R*rf07deabri^J*1W2^^^^^^^
Transcripto do Diario de Pernambuco
n. 106 de 9 de maio de 1854.
Gregorio Antunea de Oliveira fas scieote so
-ovlico, qae deixeru de oxercer o cargo de agen-
te de lulo**, por assim o ter requerido eo tri-
bunal dosommarcio, e tendo cedido osee ar-
mazem de leiles da raa da Crss os. 13 s 25, ae
agente Vistor Antonia do Briso deede o dia 1*
de abril do correte, fez-lh* entrega juntamente
de todos oa trastes a mais objectos que eatavam
em sor e que pertenciam a diversos senhores, os
quaes poderio entender-se a este respsitn com
o dito agente Brito. e declara maia o annuncian-
te, que tudo quanto foi vendido por sae inter-
vengo se acha pago a quem competa, o ae por
acaao alguem ae julgar com dlreite a alguma re-
clamaeio, pode dirigir-se ao aonuociante dentro
do prazode 8 das, que ser promptamente aa-
tisfeito: no aterro da Boa-Vista n. 86, segundo
andar.
Jvociot suMso* o asmo iia.
Bio rende do Sul Paihebole breaileiro Via-
mi; cepillo Carlos E Merry, carga firinha de
trigo e esasnsr.
GibraltarBarca dinamerqueza Faitr Minder,
capillo Olaeo, carga aaaoear.
ahie Vapor brasileo Doutdt Julho, capitao
Jamas RohartRea.
Liverpool ^Bsrca Inglesa Olinda, capitao R.
Harkaes, esega aaeoear.
Porto Barsnneajtugeeza Silencio, capitao Frao-
ciscoM fas Carvalho, carga aaaucar, tnadei-
Livevpoot por Maceid Bsrce inglec* Rohnda,
capitao John Gsiles, em laatro.
MaraBlijii e Par.
Segae com brevidade o hiato cSoeealense,* ca-
pitao Ratrs, para o resto da carga trita-se com
Gaetaoo Cfrteco da G. M. & lnaio, ao lado do
Corpo Santo n. 23.
Dcclaraces.
Sania casa de IHisericor-
sfa te Recil'e.
A Ulna, junta administrativa 4a irmandade da
Santa Oaaa Qe Misericordia do Recite, manda con-
vidar aoaSra. irmios psra assistirem a miasa que
para sxposicio do S. S. se deve celebrer na res-
pectiva Igreja de Nosss Senhora do Paraso, na
quinta-feira pelas 10 hora* da manhia.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cite, 14 de abril de 1862.
. O escrivo,
F. A. C. Cousseiro:
Peta directora daa obras militares ae tem
de mandar pintar aa casas e capella da fortaleza
do Brum : quem deste fabrico se queire incum-
bir eompireca na dita directora com suas pro-
oslas noa diaa 21, 22 e,23 do correte mez, des
0 horas da manhia 1 da tarde.
Directora das obraa militares de Pernambuco
16 de abril da 1862.O escriplursrio,
Joio Monteiro de Andrade Malvina.
"IaliT
C4SSIN0 l'OPIMR
COMMKKCIO.
DE
MASCARAS E PHANTASIA
!0
NOVO BtBiCO
DK
MAGESTOSO SALAO
DO
lLltY\vlllltO
O novo banco paga o 8* dividendo de
12$ por aceito.
Praca do Recife 16 de
* abril de 1862.
iVs cuatro horas AaUrde.
Colacoes da jauta de eorreUres.
Nso houversm cotac6es.
J. da Cruz Maeedopresidente.
John Gatissecretario.
340:1961525
52:832*344
aUl
Rondlmealado da 1 a 15
dem do dia 16
393:028869
Movlmento da alfandegen.
Valamas entrados somfaiendaa..
s com ganaros.. 15
PALACETE DA RIJA DA PRAIA.
Sabbado, 19 do corrate.
A sociedade Cassloo Popular tem a honra de
annunciar ao rsapeitavet publico, que neate dia
haver am aanptuoso baile de mascaras e sem
ellas
No gabinete ptico estsrio expostas aprecia-
gao do publico vistas, ioteirsoente noves. Ha-
ver reteicio inlistinctamente pare todos que se
quizerem servir, damas e cavalheiroa.
A sociedade eospregar todo* os meios possl-
veis, aftm de qte o baile oeste dia nada deixe a
dssejar eem as prevalecer de snnuncios burles-
cos, para attrahir a attencao do publico.
Ser mantlds s boa ofdem e observadas as dia-
posigdes do rerulsmento Interno opprovedo pelo
Illm. Sr. Dr. cete da polica, as quaes permittem
que o segredo dos masceras teja ioviolavel, salvo
aquellas que nao se portarem segundo ae regras
de civilidade e dea bons coetumes.
Entrada para damas, gratis; para cavalheires,
24000.
COMPANHIA BRASILEIRA
- DE
OTUTO
At otila 19 do corrsnte esperado doa povtos
do norte o vapor nacional Paran, commandan-
te o eapltio-tenonte Jee Leopoldo de Noronhe
Torrezio, o qual depoie da demora do eostumo
aegairi para os porto* do sal.
Desde j recebem-se pasoageiros, a engaja-ee
a carga qae o vapor poder condusir, a qaal de-
ver aer embarcada no dia de aua chegada.diaheU
ro a frete e encommamdaa at o dia da sabida s
2 horas da tarde : agencia rae da Crux n. 1, es-
criptoro de Antonio Lulzv de Oliveira Azovedo
&C.
Para o Cear
o hiato cGarbsIdle, mestre Custodio Jos Viso
ns, sshe impreterlvelmeote no dls 6 do correte
com a carga que tiver: a tratar com Taaso Ir-
mios.
Para a Babia.
Pretende eegulr com muita brevidade o velel-
ro e bem conhocido biate nacional Santo Ama-
ro,* tem parle de sea carregamealo prometo,
para o reato que Ihe falte trata-se com os eeas
eooaignatarioa Antonio Luiz da Oliveira Azevedo
& C no aea eacriptoro na ra da Cruz n. 1.
Para em direitura.
Sabe brevemente o bem conheeido e veleiro
brigue eacuna Graciosa, eapitio Joio Jos de
Souxa, por ter parle do sen carregamento contra-
tado : para o reato trata-se com os consgnala-
rioa Almeida Gomea. Alves & C, raa da Cruz nu-
mero 27.
Para Lisboa
aahe impreterivelmente por lodo este mez o bem
conheeido brigue portugus Relmpago ; para
o reato da carga e pasasgeiros, a qaem offerece
os melhores commodos, trala-ae com o consigna-
tario Tbomaz de Aquino Fonaeco, na roa do Vi-
gario n. 19, prmeiro andar, ou com o capitao na
praca.
Lisboa e Porto.
O brigue portuguez Eiperaaca, segu para
amboi,;* ter parte do carregamento prompte ; para o rea-
to e passageiros trata-se com oa canalgnatarios
Marques, Barroa & C. largo do Ccrpo Santo n. 6.
Consulado de Franca.
Era conormidade com o att. 7 da ssnva
consalar, co ocluid a em 10 4a seseaaben 1
entra a Bruil a Fraoe*, o canea! da i
a a ci faz publico qaa o subdito fresne
Germina Lepsrrisr, falleces nsalsm la 9 tor-
rente. Perasmbaco 16 do abril do 1S62.
Precisa-se de una criada lorra oa
etcniva: na ra do Caboga' n. 18, pr-
meiro andar, entrada pelo pateo da
matriz.
Pede-ae eos rapiaea da campa o a tosa* a
peasoas do povo polida a apprabsnsts Aa ne-
gro Luis, eapateiro, bom coohecido pelea aianass
segnintea: bem prete e bam beraaoo, anana. >
aignal maie evidente grande* salsoejao tasa nso
mies de apartar o ponto, levaa eaeaie* 4o ilesa-
do e cal^a azul de algodio aaserisaao ji hesnvn-
Ihs, fugio bontem de tarde 4e tea 1 : ajewni
gar lavo-a i rsa da Croa do Recita a. ,
qae aera bam recompeaeado.
Alaga-so ama eaaa aa raa daa aleone:
e quiser falle ne cida 1* nova do Sen*
seganda casa do Sr. Gomo* do Corr*4o :
ma casa precisa-se alugsr ama ama Ierra on 1
tira que eogomme e cosa com perfeieo.
Precisa-es ds am essaasadar sjsn boom i
ta do aervico do ama pedarte: a tratar no ma
treita do Rosario a. 9 A.
O abaixo asignado fas edente gao 1
Iba aido adjudicados em praca do jait
eommercio em audiencia do ola 7 do <
objectos e dividea da taberna da raa 4o
dor a. 81. partencias* a Jas Soeran
Coate ; pede aos devedoree do mesmo o favor do
mandsrem pegar sua* cootas aa praoo do 30 dan*.
a cootar da dala deste, na treveasa da Badas) do
Dos o. 18 A, ou aa moame taberna: o oxcedaa-
do deete prazo serio cobrada* jadicialmeate.
Recife 16 de abril de 1862.
Francisco Alvos Monteiro Ji
Attencao.
&
15
PbiicaQes a pedido.
Lei de 9 de dezembro de 1830.
Artigo nico. Sio nulls e de nenhum effeito
oes juico ou fra delta todas as alienaces e con-
tratos onerosos feitoa petaa ordene regulares, so-
bre nena movis, immoveis e semoventes de seu
patrimonio, urna vez que ao hija precedido ex-
presia licenji do governo pars celebra rem taes
contratos.
Coatianaca da abaixo assigaado pa-
blicado no a Diario de Peroaaibuco
de 20 de maree de 1862.
Nsakeixo aeslgoados declaramos, que pelo
so proprio, pelo de nossss familias, e peto que
fases *i*to appiicM o presepio allivio a maia re-
nediosde nadway, sempre temos tirado e visto
tirar feliz resultado, aem que at o presente te-
atba deixado irrita^oes ou inflammi;das i nin-
Ojaem, antes tem pelo contrario curado essat
*feo?6es; desejamos. pois, "que o governo con-
Jda-aoa estar ao abrigo destea medicamentos,
alo eatosvando a contiouicto de aua venda.
joio Nanoet- Pires, raa d'Alegra n. 18.
He no el lirmioo Monteiro, ra da Ponta-Velha
o. 12.
Joaquim iasdo eaie Mesas JJaniar, trevesaa dat
Barreiraa.
i ferreira de Mallo, morador em L-
i, e na Capunga o. 4.
No an ni versara da morte daExm',
Sr.* D. Joan na Hara Sebastiana
Maeiel de Torres, sea marido
e nosso intimo amigo o lllm. Sr.
Liberato Tiburtisao de Miranda
Haelel.
^fett
Ha dores qae nao podem ser fielmente ex-
preaaadaa, por maia que a lioguagem procero
Interpreta-las. Sentimo-las, mas nio sabemos
traduzi-las : lio certo 4 que o corceo tem mys-
terios, qne s a amisade comprehende
Faz boje um anno que e Bxm Sr.* 0. Joan-
na Mara Sebastiana Maeiel de Torrea veraou ao
poso de pungentes deegoetos que Ihe bsviam
quebrantado a existencia.
Ligado com o Sr. Librelo Tibartino de Mi-
randa Maeiel, pelos Iseos do matrimonio, aquel-
la senhora preenebee* sempre eom a maior pon -
tuslidsde os deveres do seu estsdo. Soube ser
esposa o mi; e quem a eoobeceese do perto
fer plena juatica i verdade eom que aos expri-
mimos. -
Dotada de ama extrema sensibilidad^, ella nao
pedie comerrac-as iadiilernte aos martyro* de
seu digno marido, que, victima do ama porse-
gaieio atrasJKarraetado n proseas* iastaurs-
da pelos moilaseles aieitoraea ds Aguas Billas,
em 1861, e como tal veto- preso para eeta eidi-
de as principio o'aqutlle aneo, com eulros com-
psnbeiros de infortunio. Naeetade da gravidez,
em que ee achara entao, e Sr.* D. Joanna eapo-
rlmoatoa, em razio daaoe golpe, seta ie*or*e*ie
extraordinaria: e mal ee Ib* foi aggraraaao an-
da vez mais com aa noticias aterrador! qaa **-
cebia relativa* a aeu esposo; o querido aname
qne elle baria perdido o recurso, ioteotade pa-
rante a rala?ao, ds proouocla am qaa 'ae acbava
complicado, ji ella tinha dado i las dos* mrJjt
nhos, e aquella circunstancia biatou para entra
Velamea sahidoa com (axendaa.. 156
s com gneros.. 246
-s=r 102
Brigue brmenseStad Brasiltrro e carvio.
Barca faancezaMara Nicolacarvio.
Brigue ioglezNadrydeidem.
Barca ingleziCaalor.idem.
Pelecho italianoMara pedra.
Deacarregam no dia 19 de abril.
Importaco.
Bsrca hespsnbola Marceditai, vinda da Baha,
conaiRoada a Amorim Irmaoa, manifeelou o se-
gaiote:
4,700 quintaos bespanhoes de carne de charque
e lOcouroa decavallo ; a ordem.
Vapor nacional Apa, procedente dos porlos do
sal, msoifeslou o seguinte :
3 caizotea rap; a Prente Vianna & C
1 eaixa flores; a Bailar Si Oliveira.
1 dita meresdorias; a Joaquim Bernardo dos
Rea.
I caixo papel pintado; a Jos de Vascon-
celos.
1 lata flele ; a Caetano Cypriaoo da Costa M.
Irmio.
1 caixa ; a Almeida de Oliveira.
1 volume; a Ignacio Francisco dos Santos.
1 dito ; a Joaquim Feliciano Gomes.
1 volume ; a Caors & Barbosa.
1 dito ; a Goncalves J. Alfonso.
1 dito; s Carlos Esteves T. Guimaiies.
1 dita ; a Joio Jos de Figueiredo.
1 dito; a Ramos & Lims.
Vapor nacional lguarass, procedente dos por-
tos do norte, manifestou o seguinte:
33 saceos cers de carnauba, 2 paeotes pennas
de emma, 30 molhos com 300 pelles curtidas, 173
meios de eote, 28 couros salgados ; a Gurgel Ir-
mios.
4 barricas carne aecca ; a Bastos & Lemos.
200 couros salgados ; a Joaquim da Silra
Castro.
524 meios de sola ; a Joa de S Leilio J-
nior.
1.000 molhos de palha de carnauba ; a Manoel
de Souxa Carneiro Pimpio.
6 barriese sebo, 1 dita a 2 saceos caf pilado ;
a ordem.
Exporta 9&0
Do dia 15 de abril.
Brigue ioglez Print Regent, pera o Canal, car-
regaram:
Saaoders Brothers &C, 200 saceos com 1,000
srrobas de assucar.
Barca ingleza Olinda, para Liverpool, carre-
garam :
Soulhall Mellors & C, 1 sacco com 3 arrobaa
e 10 libras de algodao.
Escusa ingleza Commandor, para o Canal, car-
regaram :
Krabb Thom &C, 2,300 saceos com 11,500
arrobas de assucar.
Polaca hespaohola, Sanio An ionio, para e Rio
da Prata, carregarsm:
Amorim Irmios, 30 pipas com 5,520 medidis
de cachaca.
Galera (rincea Grana! Conde, para Marseille,
carregaram :
Tisset (reres, 200 saceos com 1,000 arrobas de
assucar.
Brigue aueco Tritn, para o Canal, carrega-
ram :
Kalkmann Irmios, 1,500 saceos com 7,500 ar-
robaa deaeeaeer.
Barca chilena Clara Rosala, para Valparaso,
carregaram :
Amorim Irmios, 1,200 saceos com 6,000 srrobss
de assucar.
Patacho italiano Jferts, para Gibraltar, carre-
garam:
Bastos Sl Lemos, 600 saceos com 3,000 arrobas
de assucar.
Barca nacional Recife, para o Bio la Prata, car-
regaram :
Manoel Goocalvea da Silva, 100 barricas com
866 arrobas a 19 libras de assucar.
Feliciana Joa Gomos, 20 barricas eem 159 ar-
robaa e 7 librea de dito.
Beeebedorla de rendns lateraans
ajarana de Pe
Readimento do dia 1 a 15.
idem do dii 16 .
GRANDE
E extraordinario
lffial
DE
Mascaras e sem mascaras.
n
NOS
Magestosossaloes
no
Caes de Apollo.
COMPiXHU P1RIUIBIICAIU

Navegado costeira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cis do Astu', Aracaty, Ceara',
O vapor Iguarast, commaodanle Vianna,
aahir para oa portos do norte at o Cear no
dia 22 do corrente is 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 21 ao raeio dia ; en-
cona mondas, paaaageiros a dinheiro a frete at o
dia da eahida as 2 horas : eacriptoro no Forte
do Mallos a. 1.
Avisos iYer&os.
O abaixo aasignado pede encarecidamente sen
davodorea da firme de Male A Barree, que ve-
oham ou manden pagar o qae devem dita ir-
me, no praso de 30 diaa, do contraria sarao en-
tregue* as essa cootas ao procurador para cobrar
judicialmente.
Alexandriae C Maia.
P1LIUS
"i'rfrriltr drinmtl-ms pnmllstanaaan .
Plantas e raizes medicinaes
brasileiras
D desto\*T\dY
Carlos Pedro Etchecoio.
Estas pilulss psalisUaas, j lis conbecid o
lio afamadas em todoa os lugares ds**o imporiur
pelas msrsvtlhosaa caras obtidas com seo ano,
sio es pro vas evidentes o iacootoMaveis do ama
aecio e influencia que operaaa em todeo ee
de enfermidadee. As ditas pillas sio as i
res que at agor ee deacobrram, polo
que illas alo uoieamente comoslas do pare* ve-
getaba, recolhidoe nos campos a motos 4o pro-
vincia de S. Paulo, e alias sao sem dorda 4
urna efficacia inconteatavel. Tratameotoa a
pletoa de morfa, hyJropisia, erysipaila bra
etc., etc., ra do Parto n. 119, ao Rio de Ja
ro, e em Paraambaco ns pfaarmaci* do Sr. Joa
Alexandre Ribeiro, roa doQueimado o. 13.
TRATAaENTO
Sem resguardo nem incom
modo
S rnente he permittidol
pagar a assignatura deste dii- |4,7arttrnmV?r
Sabbado e domingo haverio nos referidos Ba-
ldea grmdes bailes de matearas e sem ellas.
A's 8loras da noite, a banda de msica mili-
tar eseutari riquissimas e vsradas pegas, como
costune da casa, aendo o principio do baile
anounciado par um* salva de bombas de vinte e
um Uros. .
Os asiles scham-se ricamente ornados com ex-
cedentes vistsa transparentes de gaz, obra de
apurado gosto, nunca visto nos referidos sa-
les.
A' port de entrada do sali principal, haver
um riqusimo arco illuminado i gaz ; e os de
mais saldes acham-se, tanto no exterior como no
interior, amados com elegantissimss bandeiras
de seda cosiendo os distlnctivos daa diversas na
ces.
O admiiitlrador doa referidos saldes previne
ao respeiUvel pablico que desde o meio-dia at
as qualro horas da tarde ae acha o eatabeleci-
mec-to atarlo para aer apreciado peles amadores
de tio linio dtveriimenlo.
O mesao administrsdor, recoohecfdo patriar-
cha deste) ionocentes divertimenloa, nio sendo
copista ou maciqueador de alguem, tendo inven-
ci de su propria lavra, obsequiar, como cos-
turas, ao publico Ilustrado que o honra, fazendo
fielmente executar o regulamento do Illm.. Sr.
Dr. ebefede polica no interior dos referidos s-
lete.
Entredi para bomana 2*0130, e para seohoraa
gratis.
Inflamma Padecendo eo, bsvia j 4 aaaeo, do ama in-
flsmmacio no bago, qae me occasioaava falta da
i respiragio, julguei nio poder raelhorar por tes
foito muitoa remedie*, entre o* qaa**, como ad-
j timo recurso appliquei es chepas mesielaaaa da
' Sr. Ricardo Kirk, escriptorio aa rus do Pasto a.
119, e aaaevero que no diminuto anjees do 37
I diaa obtive radical cura.
Seria ingratldio mioha se Iba ais desea n da-
vido elogio.
Ra do Catete n. 127
Fernando Antonio dos Santas.
eaaa terrea cesa aoaeaodoo,
aa parta oa mim, na rsa 4* Santa Tboreas a.
rio a H por tres mezes, den-.^XW-X^^
trO de 15daS de SeU COme- Precisa-se da ama ama para castaar sosa
s_ -x __ i tres pessoai: ns ru* do Raansi o. 48.
Precisi-se de um eaooeiro forro oa captivo
para condcelo de materia* dos Rtmadie* asan
o Recife, por mez ou por viagem ; a* rae larga
do Roaario o 16, padarie.
Nicole Fiacb, aubdito italiano, retira-* po-
ra for* da provincia.
Jacob Fiacb e Antonio Fiada, subditos ita-
lianos, retiran)-ae pira fora da proviaci*.
O Sr. Joio Pinheiro Msrqaas leo ama car-
ta na ra da Cadeia n. 38.
O abaixo aseignade las acioate ao paWico
qae deixoa d*de boje do ser caixeiro 4o ana ir-
mio o Sr. Joa Djarle 4 Heves, s mesao
t*mpo Ihe agradece e a toda a familia u baas
maoeiras com que se digoeraa tratar dorante o
lempo qae eetive em aua casa. Becife 16 do
abril de 1862 Francisco Dusrte daa Revea.
Irmandade do Seuhordos
Pasaos.
A mess regadora, da irmandade do Sanbor dea
Paiaes do Recife, vi aaa pobres que aa saxta-
feiri da paixio, i7 hora* da manhia, se 4i*tri-
bulrio 400 esmoUs de 500 rs., por legado so soa-
so irmio Delfino doe Aajos Teixeira.
Octaviano 4o Souza Frange,
Escrivo.
Veneravel ordem terceira
S. Frauciseo.
Convido a noesos charissimos irmios
recerem pire assistirmos sos acleeqao

~
Atxsos mariiiimos.
16:78010*
l:707,.t2
184961774
COMPARBIA PERXiMBICANA
M
Aavegicao costeira a vapor
Macei e escalas.
0 vapor ctsrsinang*, commsndsnle Meara,
sahir para oa porlos do sol tocando nss escalas
no dia 25 do correte a% 5 horaa da tarde.
Recebe catga at o da 24 ao meio dia. En-
commendas. paisageiros e dinheiro a frete al o
die da sabids as t horas : eacriptoro no forte
do Maltes o. t
companhia. pernambucana
DI
Confenlnalo provincial.
Rendimento do 41 1 a
dem de da 18. .
15.
42:412|828
2:206#69*
_____________ 44:6191860
Movimento do porto.
Navioi eniraiot ne dia M5.
Porto* do norte9 di**, vspot brtsileiro Jgua-
raiiu' somaandante M, M, Vianna.
Navegado costeira a vapor.
O vepor Jaguaribe, eabir para oa portas
do norte at aaAcarac, no dia 14 as 5 horaa da
tarde.
Recebe carg al o dia 12. Eneomsaattdis, pas-
sageiros a diuhtiro a frete at o alia da aahida :
eacriptoro mu largo da Asiembla a. 1.
f ara Lisboa e Porto.
A nova bares porlugoeza Despique Ib, eapi-
tio Mease! LoieeBnerle, de prsaeirs alease, for-
rada e cavilnaia de cobra, vai aefair com toda a
brevidade .por l tet par* da carga, e para o re**
to o paasaiefrol qae Ihe falta, trata-sa eom Per.
reir & Lourelrt, ni traveasa da Madre pe Deoa
o. 10, oa con o capillo na praca.
co, e depois deste dia s se
receber 6#000 rs.
INGLEZ.
Novo Methodo" para aprender lr,
a escrever e a fallar Inglez em 6 me-
zes, por H. G, OllendorF: i vol. in 8*
encadernado. Vende-se na ra do Quei-
raado, loja de fazendas, n. 18.
Jote Soares d'Azevedo, protessor
de lingoa e litteratura nacional noGym-
nasio Provincial de Pernambuco, tem
aberto em sua residencia, ra Nova de
Santa Rita n. 47, as aulas de
GEOGRAPHIA E HISTORIA
LINGOA FRANGEZA
PHxXOSOPHIA
ORATORIA E POTICA.
As aulas sao todos os das uteis de tar-
de : comecam s 2 horas, e acabam s 7.
LOTERA
As rodas da primara parte da pr-
meira lotera a beneficio das obras da
matriz deNazareth, andarao impreteri-
velmente na sexta-feira 25 do corrente,
no consistorio da igreja de Nossa Senho-
ra do Rosario da freguezia de Santo
Antonio pelas 8 i\2 horas da manha.
Os premios de 5:000,8 ate os de 10$ se-
rio pagos no mesmo dia da extraccao
de urna hora da tarde por diante, e os
outros porem no dia seguinte logo que
se tenha feito a distribuicao das* listas.
Os bilhetes e meio bilhetes acham-se a
venda na thesouraria das loteras, ra
do Crespn. 15, e as catas commis-
nonadas do costme, sendo que neuas
s se vender' at a vespera da extrac-
cao a noite, e no dia somante na res-
pectiva thesouraria, at a hora de an-
da rem as rodas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Attencao
Precisa-te fallar ao Sr. Jos de 9a'
Lati A mozo, depurado provincial e
empregado publico, na cidade de Ma-
naus, a negecio de seu iotereste: na ra
do Queimado n. 47.
?loca-as nma eaaa terrea a. 13i defronte
d* ealacio daa Cinco Peataa : quem pretender eo
informar ao depoaite do Raposo ao p 4a mee-
ma eaaa. -
Gasa em Olinda.
Aarenda-ae ama escolente casi em Oliada na
raa de S. Beato, propria para familia por ter
quem pretender
. nrt
de

o convento em commemortcio 4a agrada i
de nosso Redemptor, e acompanharmes a *-
ciasio no domingo da ressvrreieio, que lesa 4e>
sshir 4o mesmo caavento pela* 5 horas m asa
ha*. Consistorio 4a vsaereval orases tessnien
de S. Francisco da cidade do Recite lf ds abril
de 186*2.-0 secretarlo.
Lu Msooel Rodrgaos Talante.
eredores de Camba i
llhss.

mnitos commodos: ,
ma da Gru n. 45, prlmelro" andir,
i com qaem tratar.
diriji-ee I
qae achara
Aleandre Ferreire Caaieha reara
nesta cidade, de Santoa, Camino Ir aaaeo,
carregado de pagar a prmeira prestaci, ti
me concordata, ponlualmonte a eetietes a
os seobores eredores, eme por u oa por M
agestes ae digaaram do ceesporees* oes nasa
aaa assisteaei, raa larga 4o Besarte a. M.
porque findasse hontem o praso da
tico, e ligan asnboree aiada nao
aem, do aovo os eenvide, paeaoao-
apresentem por el o por ootrom. eti a 41* S
do crrante, aa mesma casa, senas qe* ao 41a
aegainle requereri s doaneilo pagaateato.
como permute a art. 393 f*a teglaaaanto a. TO,
daa pirte* do que at oalio ni livor*** anos-
parecido. Recife lodo sbril do IMS.
Gratifica-se
bem a quem apprehender o esersvo crieots *
nome Antonio, o qual fugio ne dls C d* crrenos.
e tem os signaea seguales : car arela, altana re-
gular, cheio 4o corpa, com alga asa aorta, o
malha na cabera, rapreeeota lar
vestido eamlaa branca, calca
drinboa e chipio de (eltro pardo :
lev-o i pra(a do Corpa Sanio a. 13, qae ssr
gritifleido. Suppoe-so qae este escravo tensasen
o caminbo do Giraahaa*. ______
Aluga-sa um bom ceiiobeire oseras ; ae>
largo do Corpo Santo n. 13. ____._
A pessoa qu* dau lava4era
coaturaa a lavar na Torro, sana
p*rn lavar, dando o* i"
n. SI. Ihe seri estraga0* -
rea ha don* das, deUaada esti
cima.
sf


=
0UB10 DB P1RNAMBUCO. QUISTA FURA f |J| ABI1L >h jujl.
Aluga-se
por 3 ou 4 mezes urna escllenle caa para fami-
lia, na estrada da Boa-Viagem, aqual ten cacimba
de mallo boa agua d beber o qire se torna mais
nocenario oesae lugar: a tratar na ra de San-
ta Rita n. 9.
Frederico Aaguato WVgelio Tai Macei.
Precisa-se de ama ama que leona bom a
abandauta leite para criar urna crian? recem-
naicida : airatar naloja defunileiro na ruada
Imperatriz n. 2.
Joo do Reg Lima fclrmo
mudaram aua residencia para a ra da Cruz o.
38 segando indar.
Criadas.
Offerecem-se duaa critdas portugueas, aendo
uma tomento para costara, e outra para todo o
servido, menos coiiohar: a tratar na ra da Cruz
n. 36 segundo andar.
tlm moco portvguez, guarda livros de ama
casa commercial, dispondo de algumss horas,
uellas se olTereee para tomar contada alguma es-
cripturaQao mercantil: qualqaer Sr. negociante
que se queira utilisarde seus serviros, deixe car-
ta feichada na typograpbia deste Diario, sob as
iniciaes E. H.
Jos Martios Diaa, declara que comproa ao
Sr. Gabriel Antonio de Castro Quintaes, a taber-
na n. 3 na traversa do Quttaado (ootr'ora becco
do Pene Frito), livre e desembargada ; por-
tanto se houver qaem se opponha a dita venda
queira declarar no praso de tres diaa na mesms
iaberna.
Recite, 13 de abril de 1862.
Jos Martina Das.
Casaem Olinda.
Aluga-se a casa de um andar no principio da
ra de S. Benlo em Olinda : a tratar no Recite,
ruado Trapiche n. 14, Io andar.
Despesca-ae o grande viveiro da Piraoga,
pertencente ao tenente-coronel Manoel Joaqulm,
de segunda a sezta-feira da paizo : quem qui-
zer comprar peize, alli se deve dirigir at s 8
horas da manhls, s enteoder-se com RuQoo Ro-
drigues Campello.
O abaiio assigaado previne que pesaos alguma
; faca negocio com urna propriedatfe na ra de S.
; Sebsttio em lguarass, pertencente a Joao Fran-
cisco de Melle.
Jos Joaquim Alvea.
Escriptura^o.
Urna pessoa habilitada em eacriptureclo mer-
cantil por amboa os.ystemas te oEerece a tomar
conta de algumas etcriptat: a tratar na ra do
Imperador n. 81 2 andar.
O secretario da irmandade de Nossa Se-
jnnora-do Terco, de ordem do lrmao juiz,-convi-
da a todos oa seus irmaoa psra comparecerem
em nossa igreja aexta-feira da paliao pelaa 3
horas da tarde, efimde encorporados acompao a-
rem a procissao de enterro que tem de sabir da
igreja do convento de Nossa Senhora do Carmo,
e bem asaim domingo de pascboa as 7 1|2 horas
df manhaa para acompaohar a procissao da Res-
surreicao da mesma igreja, a convite do Rvm.
proviocial carmelitano. O mesmo secretario fsz
sciente a seas irmaoe e a todot ot fiis que quin-
ta-feira santa haver solemnemente exposigao
do SS. Sicrameoto a adoraco, desde as 11 Lo-
ras da manhaa as 9 1(2 da noite.
Irmandade do Senhor dos
Passos.
Tendo sido convidada a irmandade do Senhor
Rom Jf sos dos Passos do Recife pela mesa re-
gadora da veneravel ccofraria de Santa Rita de
Cassia, para no domingo 90 do correte s 8 ho-
ras da manba acompaohar a procissao da Res-
surreigao do Senhor; a mesa regadora roga en-
carecidamente aos Srs. irmos que te dtgnem
de comparecer na matriz do Corpo Santo no dito
dia, s 7 horas da mandas, para em corporago
teguirem para o templo de Santa Rita.
O etcrivio,
1 Octaviano de Souza Fraoga.
4PPH0VA0 E AUTORISAClU)
DA
mmmm ipiim m mmm
i JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
CifW&S SESC^A
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De iticardo ftirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas Chapas-elbctro-magneticas-epispasticas obtem-se urna cura radical e in-
lallivel em todos os casos de inflammago ( cansado ou falta de respirafo ), sejam internas ou
externas,como do figado, bofes, estomago, bago, rins, ulero, pello, palpitago de coracao, gar-
ganta, olhos, erysipela, rheumatismo, paralysia e todas as affecgoes nervosas, etc., ele. Igual-
mente par as diferentes especies de tumores, como Iobinhos escrof ulas etc., seja qual fr o sen
tamanho e profundeza por meio da suppurago sero radicalmente extirpados.
O uso deltas aconselhado e receitadas por habis e distinclos facultativos, sna efficaia in-
contestavel, a as innmeras curas obtidas o fazera merecer e conservar a confianza do publico
que j tem a honra de merecer, depois d 24 annos de existencia e de pra tica.
As encoramendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de fazer as necessarias explicacdes, se as chapas sao para hornera, senhora ou crianca, decla-
rando a em que-parte do rorpo existe, se na cabeca, pescogo, braco coxa, perna, p, ou tronco
do corpo, deolarando a cicumferencia e sendo nchacoes, feridas ou ulceras, o molde do sen
famanho em um pedago'de papel ea declaracao onde existem, afim de que as chapas sejao da
toimal da parte affectada e para scrembem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas sarao acompanhadas das competentes explicaces e tambem de todos os acces-
orios para a c ollocacao dellas.
Cnsa: seas pessoae que o dignarem honrar com a sua confianca, em seu esariptorio, que
acharu abertoe todos os dias, sem excepcao, das 9 horas da manhaa s 2 da tarde.
119 Rita do Parto ||)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
s su PEfiM^neyeo
Para as encommendas ou nformacoes dirijam-se a pharmacia de JosAlexandre Riba iro
ra do Qbeimado n. 15.
Especial hOmeopathico
lQ
D lia SMMWi
Pateo da Matriz de S- Autnio n. 2.
Reste consultorio pode ser procurado o respectivo proprietario qualquer hora, havendo
ah sempre grande sortimento dos verdadelros.medicamentos homeopathicos, preparados em Pa-
rs (as unturas) por Catellan e Weber, oa mais acreditados pharmaceuticos do universo como
preparadores de remedios de homeopathia.
. ..9 Pr*** d*te consultorio nio pretende, todava, que sejam os seus medicamentos
nfalhveis, porque nada ha infallivel em factos humanos; nem lio pouco superiores aos que por
ah se preconisam porque certo que o que nos fazomos, outro o pode egualmente fazer to bom
senao melhor. Mas afianea qua nelle nao ha trafkancta, e que o servico da preparacao corre
pelo mesmo proprieuno, que nao tendo grandes commercio de carteiras, aeha-se sufficiente fiara
satisfszer s necassidades daquella prepararlo.
Reste consultorio acfaam-ae venda elementos da homeopathia, acommodados inteligencia
de-qualquer pessoa j asura como presta-se gratuitamente o sea proprietario, com seus esforcos e
tnedicameatos, a todas as pessoas necessiudas, sem distinti alguma, qae o procurem doi
que o sea maior prazer ser til humanidade soffredora.
CoDsultorio medicocirurgico
3~1U3\DiV GlOM\ GASA DO FINID Ao-3
Consulta por amitos os systemas,
a prscaucJo de inscrever o seu nome em todot os rtulos, devendo ser eonaidarYdr,. r.ufl!..
doa todos aqsellea que forem .presentado, .em esta m%tu,l^T^!S!^JSZ^^
9JBs^jssrm^^-w,ta "^ pe, ^oqMoo^or.d'.rT
an^o.e^dim.,;^,i' I!febe,r d* F?,n5' grind/ fty de "'" < > belladona, re-
^oXTmVriP.r.^ enherid" &
S^ffll^66' ',gu^ tK""01 de Bm oalro "oentet ou que p^ecism de afm.
de Jf .?*2,BSt!Se^ *1!.*1 fmS wnnlanU davem proeura-lo de manhaa at 11 hbraa
Para as provincias de Pernambuco, Parahiba, Rio
Grande do Norte, Cear e Alagoas, a saber:
Folhmhade porta, conteado o kalendario, pocas gerae, nacionaes, dias
de galla, tabella desalvas, noticws planetarias, eclipses, partidas
de correiot, audier>ci|, e resumo de chronologia, a ris 1
Dita com almanak, c^tend oAalendario, pocas, nocias planetarias,
partidas dos crrenos, tabellas de imposto, etc. etc. e o almanak
cevil, judiciano, administrativo, agrcola, commercial, e indus-
trial, desta provincia, a ris......... 1#000
160
PARA
ESCRIPTORIO.
a *...^l!*"e pfimeir0 ,nd" d Cadei. do Recita n. 60, com urna grande aala
e daaa alcovat. muito propria para qualquer etcriptorio ou morsdia de pequea familia, e tambem
IMPERIAL INSTITUTO
DE
f.tu. fott0 Sff i2 di *'" de PDno 28. 80 e 3o|. eatacot multo bem
SlLJIk % -% feKi ,Mad0i de PD? P"' de 16 at S5|, dito, de caaemira
mSlfr+X 5raf*SL'.g^g d9 pann e V6?1 d6 9 al 14. dit0 "os do alpaca
^A\l^Jl^^^^A4^n*m9aMUV*ti0t'tt^n Pret" de "emirada
8 al 14J, ditoa da cord7# al lOf.roapas para menino de todot os tamanhos. Brande sorti-
mento de roupaa de faria como teiam eaicat, p.letots colletcs, sortimento de colletas pretos dt
2& SSCB T,ellUl de ** 1, dit0* pa.r.a c"men, 5 paletot. braneoa de bra-
mante a 4 e 5f, calca, brancas mallo fina, a 5f,e um grande sortimento de (azendaanna e mo-
derna., completo sortimento de casenira. ioglezaa para homem, menino e tenhora, teroalas de
linho e algodao, chapeos de aolde.eda, luvaa de teda de Joavin para homem e tenhora Te-
mo, urna grande fabrica de alfaiate ende recebemoa encommendat de grandet obrat. qi para
lato est tendo administrada por imbabil mettre de temelhante arte e um petsoal de maia da
emeoenta onreiroa escolhidos, portaota encalamos qualquer obra com promptido e aait barato
do o.eem outra qualquer casa. r r -
ARMAZEM
RO'JPA FUTA
Nossa Senhora do Bom Conselho.
qe se detun. a BdtDMSo T,rUm 88 SrSSbS1 1"* slli e r,cebe' sef?"lnte '
(4operac5esrSi coniPr!hendendo leirur, calligraphia. pelo tjttema de Adler, ariifataaliu
geographia- |i';o,1",".,, ch,rislai1 elementos da civilidade, grammatics Porluguea e noedea da
Phls racional 8Tnr!i'Du:fra,ncezf i?g,e"' 8eoKraphia e historia, rhetorica e potica, pSea-
Katau mSSH fl hmel,ca (al lo"ilhmos) e geometra. wmam~
sberto. logo que h.ja aiu'nioo's!'' CUr,9' Um de gricullura e oa,ro de wminereio, qua serio
receber gMndn.l^^^'^^^P"*1 lQililato-lem acommodacee necetssriai para
du as ^^S\L^^^'^\o eu estado de aceio e pela sftu.coV^snca' JC
0 direVinr'J ?.gL e fommod"la'ie para os alumnos externse meio-pauc onuttt
cidade eol toda adH.dV,ab.,eTeB,0V que ha Cerca de oito ,nnos se 'otado tasttss, .
***T5U/!!*1 d6 que .Capaz' teodo receMd0 >'innente da S. H. o taranto.
e exforco. n.r.' ro no q.uart0 anno de "''encia, compreheode que dave envidar todos o.
aiorsos p.ra manter ao Instituto o crdito que tem adquirido. ^^
BOTICA FIUNGEZA E C.4S4 DE DROGAS.
38Ra do Imperador38
Ani P'Maurer&c- tendo aberto seu estabelecimento de pharmacia na roa
eYnelS* 38' Cdm um'comPleto ortimento de drogas, medicamentos e
especialidades pharmaceut.cas. Os Srs. doutores em medicina e o publico em
gerat encontrarao neste novo estabelecimento todo o cuidado e attencSo neces-
sana no aviamento de qualquer receita que a leu estabelecimento rmndarem
empregando para isso medicamentos novos e especialidades verdadeiras.
Attenco.
Fabrica de chapeos de sol
0 artista Frederico Gilly, mettre di fabrica do
chapeos de sol da cata dot Srt. Manoel Ais A
C, na ra Nova n.23, participam ao publico que
tendo-se retirado da dita fabrica, acba-ae eitabe-
ecido na ra do Rangel n. 18. promplo para n-
lisfaxer ao publico em qualqaer concert portea-
cente a sua arte, por meos preco do que ca
outra qualquer parle.
Alaga-te um titio com grande e aceiada
casa, estribaria, cocheira, qnarto para Triad
baixa de capim para austantar 6 cavallos lodo as-
no, e arvoredoa de diversas (rucias, era tStassssa
que se pode ir e voltar a p para o Recife sa
pra$a da Boa-vista, botica do Sr. Ignacio.
Roga-te a pessoa que acbou urna correcta
grossa com urna porgao de chaves, que perdeu-ee
deade a entrada da Tamarioeira al a porta de
Clorindo Perreira Cato, o favor de entregar na
mesma cata, qae te lhe pagar o acbado, oa na
da Concedi n. 2.
Retira-ae para fora da provincia Jos Fr-
reira da Silva Sobriofao.
Francisco Pereira da Silva retira-te pan
Rio de Janeiro.
Precisa-ie de urna tma forra ou escrava pa-
ra casa de pouca familia : na ra do Ara cao so-
mero 23.
A juola administrativa *a irmandade ala
Santa Casa da Misericordia do Recife, em rttpot-
publicarlo apedido no Biario de Peroaas-
Aliento
Joaquim F, dos Santos.
40-Rua do Queitnado-40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha lempre um sortimento completo de roupa feita da
todtt si qualidtdes e tambem manda executar por medida i vont.de doa regue-
a. !iil0ni Coelho.t.ngrador e dentista, avl-
blirn iD .8 Se? r." e o respeitave pu-
.'.'reM(l!ud' ra estrella do Rosario
f!rH S.Iaiperador 69- o11 Po 2S2? Jfi ,8Dgrar' Ur" de"es, on limpar e
eh.. tSJmesmo8> fP" PPcar ventosa, e bi-
m in. Peisao edelicadea, e tambem
H. e *enden'-e excellentes bichas de
amburgo, as melhores que ha no mercado/
r.Mic. f,"""8! de "" ma de leite livre ou
captiva qae nao teoha filhoa: quem se iulgar
ne.tas circum.t.nci.s querendo contratar-as di-
niVaif*" "" ca,a D- 24 e8undo andar,
qae chara com quem tratar.
,ZmCI,a"*e e "mi1 Pa cosinhar o
T5S11EPM& ln>Prador n. 37. seg.nda
andar, entrada direita.
Atten^o,
Roga-.e aos .enhore. abaixo declarado, o fa-
rtr.V<"!m a rua dos Marlyrios n. 4, a negocio
de seu. interesars:
Joo de Barros Araujo (eogenho IpojucaJ
Jote Cario, do Reg Valenca.
Jos de Ohveira Campos.
Joao Nunes ds Fonseca Galvo.
Caetano de Mallos Simes.
Francisco Antonio de Csrvalho Cequeira.
Jos da Cruz, subdito portuguez, retira-se
para fora da provincia.
ummmm eaesis m^y**
I Aflictos.
O Sr. Joaquim LIns da Costa Wsnderley
filho do Sr. Joaqulm Jos da Coala arre-
matante da barreira do Mangulnho, quei- V
ra ter a boodade de dirigir-se a rua da w
S Imperatriz n. 16. afim de sltimar o ne- W
gocio que nao ignora.
ampmmemm mm msismcS
frecisa-se de urna criada para engommar e
coser, e orna ama para cozinhs ; na rua do Quei-
mado o. 10.
. Nesta typographla precisa-se fal
lar ao Sr. Joo Goncalves Rodrigues
Franca que morou em Olinda e dizem
morar nesta cidade do Recife.
Aluga-se um sitio na estrada da Tor-
re, com excellente casa, muitas arvores
frscriferss e lugar para plantar capim :
a tratar oa rua da Imperatriz n. 47, pri-
meiro andar.
sea para o que tem am doa makoret proftitores.
Catacaa ae panno preto a 4M,
35| e
Sobrecatacosdo dito dito a 35|a
Paletots de panno preto e-de co-
rea a 35, 30, 25, 10, 18e J0000
Ditos de caaemira de cores a 22L
15#,12.7e ^
Ditoa de alpaca preta golla dt
velludo francesas a
Ditoa de merino tetim pretot i
de corra a 9f o
Ditot de alpaca de corea a 5 o
Ditot de alpaca preta a 9, 7, 5 i
Ditoa da brim ds corea a 51
4500,4e f- *
Ditoa do bramante de linho b an-
co a 0. 5f e
Ditos de merino ds cor di o preto
a 15 e
Calcas de caaemira preta e de i-
" ^*; 10. I. 7
Dltat ds princesa e merino de
cordo preto a 5, 6500 e
Ditat de brim branco ede corar t
5. 43500 e
Calcas da ganga de corea a
Colleta de velludo prelo e de co-
res litse bordadot a 12,) a
Ditoa ds caaemira preta e da co-
rea lisos o bordados a 6a,
5500,5
30000
309000
9*000
10*000
83000
35O0
85500
3500
4000
89OOO
69000
495OO
28500
89OOO
8000
8|500
Ditot de tetim preto
Ditot de seda e aetim braneo a 6 a
Ditoa de gorguro de teda pretoa
e de corea a 79, 69, 49 a
Ditot de brim e fuilao branco a
3f500,29500o
Stroulas ds brim ds linho a 29 a
Ditaa de algodao a I96OO a
Camisas de peito defuatao branco
ede corea a 29400 s
Ditaa de paito de linho a 59, 49 a 3OO0
Dltaa de madapolo brancas e do
corea a 89,19500, 29 o
Chapeos pretos de masta fr.ncex.
forma da ultima moda a 109,
8|500e
Dito, de feltro a 69,59, 49 e
Ditoa de sol de seda inglexaa e
franeexea a 14f, 129, 11| a
coiarinhoa de linho muito finos
novos feitiot da ultima moda a
Ditoa de algodao
Relogioa de ooro patente s hori-
natal a OOS. 909. 80f a 70|000
Ditot ds prata galvaniaados pa-
tente e horizontaea a 40 o' 30100o
Obraa de osro, aderecos s maios
aderesoa, pulcelraa, roxetaae'
aneia a %
Toalbat de linho duzit lOf, 69 e 9|000 t
Di|"agrandes para meaa orna 39 e 400q|
59OOO
59OOO
59OOO
39000
292OO
19280
29200
15600
790OO
29000
79OOO
9800
9500
Jos Maa Lopes, subdito hesptnbol, vai ao
Rio de Janeiro.
Pede-te ao Sr. Dr. Filippe Carneiro de Olin-
da Campello o favor de quao parecer em casa da A. & C qua se lhe deseja
aliar.
16Rua da Cruz -16
O Dr. Rocha Bastos d j consultas to-
dot ot dias.
Gura radical e em pouco lempo daa
moleatias syphlliticas e dos orgios ge-
oite-urinarios.
Consultas de grsca daa 8 horas as 9
da manhaa.
- KM ID S^Si
Deposito de chapeos de sol de seda
das fabricas franceza e ingleza.
Vendem-se em porco e a reUlho.
O dono deste novo eetabeleciaeato, na toa mete vlsge Europa, honrado coas a eonfian-
ca dot pnmslrot fabrican!., deste. gneros, vero offerecer .o publicV ot prodactosdaaaellas fa-
faricat, e por proco, nunca visto, nesta praca. como consta na Ubell. abaiio ; m*mUM u
Chapeos de sol do soda raneexea de 20 e 24 pollegadas por... 4J800
dem dem dem de 26 dUs................. ..... ..P ......... gJooo
Me dem dem de 28 da. ........................ 6000
SSKittiara.?.f:.::7:::::......................S
dem dem dem K^^^Z^^^^^^ $$
1 PRESOS FIXOS,
e em por?o de 1 duzi para cima,
15 por cento de descont,
Precisa-se de um trabalhador de matseira
na padaria da Cspunga.
} O Dr. Casa-Nova, mudou o
^ seu cousultori homeopatbico da
| rua das Cruzes, para o largo da
) da matriz de Santo Antonio casa
) n. 2, aonde pode ser procurado
_| a qualquer hora.
Na loja de ourives n. 2 por baixo
do arco de Nossa Senhora da Conceicao,
acham-se a venda atscas de prata, ulti-
ma moda da Europa, proprias para
adornar o toilet das senboras que fre-
quentam os bailes pete commodo que
resulta, evitando romperrm os vestidos,
a ellas que o pr^co convida e antes que
se acabem.
Joao Jo. dot"Reit, subdito portaguez, re-
tira-se para o Rio de Janeiro.
Procisa-.e de orna ama que seja fiel p.ra
todo o .ervico de urna casa de duas pessoa. : oa
roa do Livramenio n. 13, loja.
Copeiro.
Precisa-se de um copeiro para ama casa ea-
trangeira de pequea familia, que teja ettran-
geiro oa captivo: a tratar na roa da Cadeia do
Recife o. 52
Preciss-se de um amassador : na padaria
da raa Direita o. 84.
Toda a Europa na presente primavera vai dar
o brado do toa regenerado, apetar do. grande.
envite, e esforcos da tyraonia.
Portugal vai reformar a cmara hereditaria.
Praza aos co. que alia teja electiva.
O Bra.il teve toa poca de regresso, de sarvi-
liatfio. deaoarchias e de revolucoea ; boje de in-
differenlismo, de agiot.s, de nepotismo, e mise-
ria am todaa as claasoa.
Dizem qos se enaioa de publico na Ftculdada
de Direito, ideas absolutistas por insiouscoes da
torte. Convem que semclbante ousadia nao pai-
sa det.percebida.
ta a
buco de I i do correte, tobrs a faculd.de a quo
searrog.m os religiosos Beneditioo. de podereta
vender ou alienar ot teas faena terrilotiaes, de-
clara : que tal faculd.de se acba exprosssaiCBto
derogad pela lei de 9 de novembro de 1830 o
aviso n. 245 de 10 da novemfaro ds 1853 ; sor.
tacto, todo e qualquer contrato .IbeaUrio de t.os
bensnullo, principalmente s respailo des keao
que contlitoem o patrimonio ds igreja ds N. S.
dot Praxeret, tobre ot qsacs pendo aeco ota joi-
z. julgada na primeira instancia contra o Ir lo.
D. abbade do mosteim de S. Bento ds Olinda'
na qualidade de administrador da sesma capaila
Respoodam!
Pergaota-te ao ajudaste do detalho das detes-
tadas cavalhada, annunciad.s psra a roa ds Prata
nos dia. 20 e 21 do correle, se os meoicos ano
se contrate ram sem l.cenca deaeua pala, nao losa
receio do sipo-pio que ihes esli preparado, no
caso de ter principio de execucio a tal aogssaals
que nos parece nao adiar apoio das pessoas so-
salas, por partir de fedelhos que sinda nao te go-
vernam e nem tem crdito p.ra garantir obriga-
Qoes conlrahidas. Assim paosa a os avisa o
Geringooca.
Aviso.
O Sr. Campello que eapera de Bordeaos, re-
mettidopor F. Schrulz C.uma charra o casto
com enliamentos para agricultura, queira dirigir-
te a raa da Cruz do llecife n. 68, cats da Mello,
Lobo & C, par. ae lhe fazer entrega do conheci-
meoto do menciootdo objecto.
A pestoa que quizer alugar urna boa ca-
sa Ierre, daodo algam.a luvas i pessoa que
mora deutro, poi. a cata na rua Direita, qutsi
petto de N. S. do Ter;o, bem fresca e eos. bom
quintal, ber grande e bem plantado, coto cacim-
ba i s boa agua, aonunciara isa morada para
ter procurado ; e te pede luvas porque tamben,
a deu, e nao est vetado por sabir, a casa ten-
tante boa e frese.
Peixe barato
Pesca-se o. qu.rta, quinta e sexta-ieira da te-
mana saota no viveiro do Mana, no sierro dos
Afogadoa.
Aluga-se, vende-te ou permota-ee por ca-
sas nesta cidade um sitio com excellente cata, no
principio da roa d. C... Forte : qaem ceavesba
qualquer do. arranjo*. dirija-te a rua do Queima-
do, loja de ferrsgeo. n. 13.
Precisa-se fallar ao Sr. Ignacio
Ferreira Ment es Gu maraes, que or>
rou na rua da Conceicao da Boa-Vista :
nesta typograpbia.
3KNI41QMMM iti-sfa-sf' trity
{ Saques sobre Portugal.
0 abaixo aarignado agente do Banco
Mercantil Porinente nesta cidade, saca
electivamente por todot ot paquetee ss>
brs o mesmo Banco para o Porto o Lis-
boa, por qualquer soturna avista a pu-
to, podendo logo os saquee a przo jerer
descontados no meamo Banco, na razio
de 4 por canto ao anoo aos portador,
qua assim lhe convier : nsa ruaa do Croo
po n. 8 on do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Ca.tro.
Aluga-se a sala o alcova do primeiro an-
dar do aobrado da roa do Crespo o. 18, preprio
pa/a qualqaer .eubor advogado : a tratar aa loja
do me.mo sobrado.
Precisa -se de orna ama para sass do pouca
familia : oa rus do Lirr.meato n. 9, secando
nd.r.
##S>Sitj)tSJ O bachsrel Witmvio po-
de ser procurado na raa
Nova o. 23,aobrado daaa
quina que volta para a
Icamboad Gamo.
MMMnmmnmimi



DJUO D PBlimiCft. Itymtk ttlRk 17 DE A1RIL m 1861,

Irmandade do Divino Espirito
Santo, erecta no convento
de Santo Antonio desta ci-
dade. -,
O secretario dssta Irmandads convida toi feas
charissimos i rulos para comparecerem acate
convento no dias de quinta, sexta e Mbbado pa-
ra 01 actos da semana santa, cono toaos colin-
dados pelo Blasmo padre guardiSo; e tambera
domingo de paschot, is5 horas da manhia, afim
de acompanhar a procisso que pretendemos fa-
zer.M. C. Honorato.
Aluga-se umi pequea casa nova na ra do
Destino n. 4 ; a tratar na ra do Hospicio nu-
mero 36.
Soelhall, Mellor & C. prefinen) ao Sr. Ha-
noel do Amparo Caj, que nao se conforman:
com o traapasso de aua lo]a de fazendaa sita na
ina Nova deata cidade, a outro, aem que primei-
ro pague o que dere aos annunciantes.
Nao Francisco Pereira da Silva, eatabele-
cido com loja de fazendas na ra do Queimado
n. 9, que annunciou ir para o Rio de Janeiro, e
slm outro* de igual nome.
Irmandade acadmica de N.
S. do Bom Gonselho.
Em virtude do convite do R-rm. padre guardilo
do convento de Santo Antonio deata cidade, con-
vido aos nossos charilsimos irmos para compa-
recerem em nosso consistorio nos dias de quinta,
sexta e sabbado, aflm de assis'irem os actos da
semana santa no mesmo convento; outro slm
para acompanharem a procisso da Ressurreico,
domingo 20, s 5 horas da minhia, pelo especial
convite da irmandade do Divino Espirito Santo,
erecta no mesmo convento.
J. A. Silveira Jnior,
Secretarlo interino.
Loja para alugar.
Aluga-se a loja da ra Direita n. 47, com ar-
macfto, propria para qualquer estibelecimento :
a tratar na ra do Queimado n. 46, loja de Goes
& Bastos.
Precisa-se comprar um escravo de meia
idadeque seja robusto : quem tiver annuncie
para ser procurado.
Precisa-se alugar urna negra captiva que
saiba cozinhar, para urna casa de 4 peasoas : na
loja de fazendas da ra do Queimado n. 69.
D. Anna Joaepba Pereira dos Santoa tem
constituido neata praca seu bastante procurador a
seu genro o bacharel Amaro Joaquim Fon seca de
Albaquerque, com quem se entendero todas
aquellas peasoas que tiverem de pagar alugueis.
laademios e foros de aeus predios e terrenos, ap-
proveitando o enaejo para agradecer ao seu ex-
procurador o major Manoel Joaquina Gomes seus
servlgos.
Aluga-se a loja do sobrado da ra eatreita
do Rosario n. 17 : a tratar na ra do Cabue, lo-
ja n. 18.
Aluga-se o armazem e o primeiro andar do
sobrado da ra da Cruz no Recife o. 18, com ar-
magio prompta : a tratar no primeiro andar da
mesma casa, ou com Jos Antunes Guimares.
Aluga-se urna sala grande com urna alcova
e um quarto, propria para eacriptorio ou para
bomem aolteiro : na ra das Crazea n. 24, es-
quina da traveasa do Oavidor.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santos & C. sacam e tomam
saquea para a praca de Lisboa.
Aluga-se ama casa na ra do Socego da
Boa-vista, tendo a mesma 4 quartos. 2 salas, co-
zlnha, quintal, etc., pelo prego de 250 : a tratar
na ra da Imperatriz n. 49.
Eu abaizo assignado declaro que tenho jus-
to e contratado a mioha taberna sita no largo da
Aisembla n. 12, com o Sr. Jos Pinto da Cunha,
e se alguem se julgar com direito a ella, appare-
ga no praso de tres dias, a contar deste.
Francisco Pires.
O abaixo assignado, nao podando, pela bre-
vidade com que retirou-se da comarca do Cabo,
deapedir-se de todos os seus parentea e amigos,
a-lo pelo presente annuncio, e offerece-lbea o
seu limitado preatimo nesla cidade.
Joaquim Albino de Guamo.
Qaem tiver dividas para os lugares aeguin-
tes, Pi d'Alho e em seguimento ao Brejo da
Hadre de Dos, villa de Garanhuns e seus arra-
baldes, e quizer da-las para as cobrar com por-
centagem, dirija-se a loja da ra do Crespo n.
10, pois sabe da referida loja um caixeiro em co-
branzas para estes lugires.
Precisase de urna ama para todo o servico
de urna casa de pouca familia : na prega do Cor-
po Santo n. 17.
Furtaram um civallo ruco, carnudo, capa-
do, com pintas amarellas, caban.0, cascoa pretos,
com urna baixa naa coatellas, ripado, com a cau-
da curta, mancha rermelha no queixo, com urna
pisadura na coatella miodinha que nunca nascsu
cabello, cujo cavallo ferrado nos qeartoa e no
queixo : quem o achsr entregue na prensa de
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo, que aera grati-
ficado, ou em Pedra Tapada, no lugar Capella de
S. Vicente a Jos Belarmioo de Assumpgo, seu
legitimo dono.
Precisa-sede urna ama livre ou escrava :
no pateo doCarmo casa de banhos.
Quem precisar de um moletfue para qual-
quer servico, queira procurar na ra da Soleda-
de, casa terrea o. 46, que dir quem o tem, e o
seu prego mensalmente.
Precisase de urna ama para comprar e co-
zinhar para duas pessoas ; no becco do Lobato n.
1, primeiro andar, entrada a eaquerds, paga-
se beto.
Joaquim da Silva Lopes faz scienle ao res-
peitavel publico, e especialmente ao corpo do
commercio desta praga, que nao tem de seu acei-
te nem por endoce, nem por garante de letra, ou
outro qualqaer documento ; o annunciante nao
pretende aceitar nem garantir a pessoa nenhu-
ma : por este motivo se por acaso apparecer al-
guna letra de seu aceite ou garante, 6 falaa, pols
o anonnciante foi avisadp que alguem pretendeu
imitar a saa firma.
-!
Gabinete medico cirurgico.f
8 Ra das Flotes n. 37.
Sero dadsacons<as medicas-cirurgi-
ca pelo Dr. Estevo Cavalcanti de Albu-
# querque da 6 as 10 horas da manhaa, ac- #
49, cudindo aoa chamados com a maior bre- 9
Svidade possivel. 9J
l' Partos. m
2. Molestias de pella. a*
8.* dem do olhos.
3 4.* dem dos orgios genitaes. a>
g Praticartoda eqaalquer operaco em
41 seu gabinete ou em casa dos do*ntes con- sj
m forme Ibes for maia conveniente. aa
Predas-s deum oficial de pharmacia, nao
se pee vida em dar bom ordenado ; a pessoa
que se fulgar habilttade e Ihe convenha, pode
dirigirse rea da Cruz a. 90.
Precisa-s de orna ama s para cozinbar,
com perfeigio : a tratar na ra da Guia n. 34.
compras.
Comprase
ourelo em qualqaer quanlidade: na ra do Vi-
gario n. 9, primeiro andar.
Vendas.
Panno de algodo da
Babia.
Vende-ie no escriptorio de Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo C, ra da Cruz n. 1.
Vendem-se agulhas da- victoria do melhor
autor que h, ditas imperiaes do fundo dourado,
ditas francesas, ditaa curtas para alfaiate, ago
para baldea de toda a largura e multas outras
miudezas em coota que s i vista se dir o pro-
co : na ras larga do Rosario n. 38, loja de Ms-
noel Jos Lopes.
Loja das 6 por
tas em frente do
Livramento.
Cassas fraocezas de bonitoa goatos a
320 rs. o covado, loras de trocal pretas
e de seda a 500 ra. o par, chitas france-
sas largaa escuras a 240 rs. o covado,
ditas finas a 260 e 280 rs., fil de lloho
liso a 640 rs. a vara, tarlatana fina de
todas as cores a 800 rs. a vara, le o eos
brancoa com barra de cor a T0OO a u-
zia e 120 rs.cada um, meias para bo-
mem a IglOO a dazia e 120 rs. o par,
chitas para coberta de bonitos dese-
chos a 220 rs. o covado, pegas de bre-
tanha de rolo a 2, ditaa de cambraia liaa
com 6 i\i varas a 39, musselina encar-
nada a 240 rs. o covado, calcinhaa para
meninas de escola a 10 o par, peitos
para camisa brancos e de cores a 200
rs., pecas de cambraia branca de salpi-
co a 30500, algodo entestado o melhor
a 700 rs. a vara, dito braoco para toa-
lhaa alga vara, enfeitea dos mais mo-
dernos a garibaldi a 69, loja eat aber-
ta at as 9 horaa da noite.
n
Pedro
ou
O Mocjo Velho,
Drama em 5 actos
^ POR
Francisco Gaudencio Sabbas
da Costa,
Autor do drama
Francisco II ou a liberda-
de da Italia.
Esta obra contm os melhores episodios da
vida do Ilustrado monarcha o Sr. D. Pedro V, de
gloriosa memoria, e digna de possuir-se : veo-
de-se na livraria econmica, ra do Creapo o. 2,
cada exemplar a 1-000 rs.
Venham
em quanto ha tempo
i ra do Queimado o. 69, loja de tres portas, com-
prar ricas mantas pretas de fil, proprias para os
actoa desta semana santa, pelo diminuto prego de
80, por aerem poucas, a ellas pois I a ellas I em
quanto ha tempo, meio dia a porta bateu : ra do
Queimado o. 69, loja de trea portas.
Fundico da Aurora.
Neste vasto estabelecimento tem sempre prom-
pto por procos muito em conta, moeadas e meias
moendas por todos os systemas, taxaa, lauto de
ferro batido como fundido, machinas para diver-
sos mitteres, e todos os pertences para eogenhos,
faleizas para alvarengas, barcacaa ou' outra qual-
quer embarcado pequea, fsrragena para qual-
qaer embaresgao, tanto de vela como a vapor,
etc., etc.
Attenco.
Vende -se urna cabra de laite bastante mansa,
que d garrafa e meia de leite, e aaoca-se a
quem comprar : a pesaoa que quizer, dirija-se a
ra de Santa Rita u. 49.
Manteletes superiores de
grosdenaple'
Na ra do Queimado n. 18 A, esquina que vai
para a ra estreita do Rosario, loja de Carvalho
& Bastos, tem para vender ricos manteletes de
grosdenaple pretos, sendo pelo diminuto prego
de 100, ditos melhores a 25$. ditos superiores a
30f. No mesmo estabelecimento tem grosdena-
ple preto de varias qualidadea, sendo a 10700,
dito a 29300, dito superior a 2S0O, enfeitea pre-
tos de retroz, luvas de lorcal, chales pretos muito
finos, bordados a vidrilho, e oulroa muiloa ob-
jectos proprioa para a quaresma, tudo por precos
muito commodos.
Rival
sem igual.
Miudezas erap.
Ra larga do Rosario numero 36.
Lia de cores sortidas, libra a 61400.
Golchetea com duaa carreiras a 60 rs.
Ditos de urna a 40 e 60 ra.
Agulhaa fraocezas curtss e compridas a 60 rs.
Ditas cantlas a 120.
Pentes de massa para atar cabello a 500 rs.
Ditos de dita idem (doaradoa) a 10200.
Carreteis de retros de corea a 320.
Escovas para caballo muito boas a 800 e \$.
Cartas de alfinetes a 80, 100, 120 e 140 ra.
Escovas para unhas muito boas a 320 e 500 rs.
Franjat pretas com vidrilho a 320 e 400 ra.
Traocas pretas com dito a 240.
Bicos pretos muito nona a 180, 240, 320 e 400
ris.
Carreteis de lfnha a 30, 60 e 80 rs.
Eofeitesde retros com franja a 50300.
Meias para aenhora (duzia) a 2*500.
Ditaa cruaa para homem a 20400 e 35.
Teaouras ordinarias a 30 rs.
Franjaa de lia eatreitaa (peca) a 900 rs.
Sabonetes de bola finos a 640.
Frascos de diversos cheiros a 320.
Linha de Pedro V a 30 ra.
Boldes para caaaveqne a 20, 30 e 40 rs.
Rap Paulo Gordeiro (verdadeiro) a 18800.
Dito gasse grosso e meio grosso a 15600.
Dito dito Uno a 1|280,
seBoutraa muitas maia miudezaa que com a pre-
senta doa bous fregueses se venderao barataa.
N. O.Bieber & G.successores.rua daCras
n. 4, tem pararenderrelogiosparaalgibeirc de
ouro e prata.
Loja do beija-lor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se franjas e trancas, fitas de velludo
preto psra a quareama, maia modernas que ha no
mercado, e mais barato que em outra qualquer
parte.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se facas Anas, cabo de bataneo de 2
bolea a 60800, ditas para doce a 5J800. ditas de
um bolso a 6g200, ditas para doce a 50200, ditaa
pretaa cravadaa a 3|600, ditaa brancaa a 30400,
ditaa roiieas a 30 a duzia.
Loja do beija-lor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se grvalas pretas de selim a 10, ditas
estreitaa a 10, ditas a 800 rs., pennas de ac de
langa, 500, a 720, ditas de maozinha a 800 rs.
Vende-se na freguezia de Ipojuca o enge-
nho" Diamante, todo bem montado, com caaa de
viveoda, senzala, olaria, dislilagio, estribara,
casas psra lsvradores, tudo de lijlo e pal, me
d'agua e muito bom de producto, com trras
para dar mala de 3,000 paea anoualmef te, com
trras anda por deacubrirem matas : quem pre-
tender comprar, pode dirigir-ae ao mesmo enge-
nho tratar com o propietario, ou no Recife com
o Illm.Sr. commendador Lemoa Jnior.
Aos fabricantes de velas.
O antigo deposito de cera de carnauba e sebo
em pao e em velas, eatabelecido no largo da As-
sembla n. 9, mudou-ae para a ra da aladre de
Dos n. 28, qaaai defronte da greja, onde conti-
na a haver um completo sorlimento daquellea
gneros, que se venden:pc-r pregos razoaveis.
Progresso nacional.
Ra da Imperatriz uumero 49
Vndese barato para vender-se
muito 6 seguinte :
Lataa com superior jalea de goiaba a 10500.
Ditas com ervilhas a 1g.
Ditas com doces de caldas, pecegos, peras etc. a
700 rs.
Maoteiga iogleza auperior a ig e 1(100.
Dita franceza muito boa a 720 rs.
Cha bysson superfino a -25880.
Pao-de-16 francez em caizinhas muito proprioa
para tomar com cha a 240 ra.
Ceblas em molho com mais de 100 a 10, e ou-
tros muitos gneros que se venderao barato.
Manteletes de fil.
Vendem-se os mala modernos manteletea de
fil preto em modelo decapas chegadoa pelo ul-
timo vapor: na ra da Imperatriz o. 60 loja e
armazem do Pari, de Gama & Silva,
Cambraia duqoeza de Or-
leans.
Graxa.
Vende-se a vsrdadeira graxa 97 no armazem
da ra da Cruz, (fe Joa Antonio Moreira Dias &
C. D. 20.
10-
Na ra larga d
Calcado
larga do Rossrio antiga ruacos Qa
teisn. 12 junto a botica do Sr. Pinto, ha um
grande sorlimento de calgado como sejam : bor-
zegainsde couro de porco, ditos de cordsvio
entneos e gaspeados com canoa todos de borra-
cha, ditos de beierro com preguinhas na frente
como os Inglezea sem differenga algema, ditos
de couro de lustre, borzeguioa para senhora de
sola evira eos canos de borracha proprio para
as seaooras andarem nos actos da semana san-
Jf P?r.le.rein ntagem de nao tomar agua com
acilidade. afflangando promptidao naa obras en-
commendadas.
Para liquidar.
Calcado muito em conta.
Na loja do Pinto, ruada Imperatriz n. 10, de-
fronte da noneca, acaba dechegar um completo
sorlimento de cacados dos melhores fabricantes
de Pars e Mantea: botinas de Melles, de bezerro
a coraT,ao' laDt fina, botinas para senhoras e meninas, asaim co-
mo um grande sorlimento de borseguins inglezas
que sd vende por menos do que em outra qual-
quer parte, e todo o mais calcado ; a dlnheiro
avista.
Borseguins inglezes.
Nf fua da InPeratriz n. 10, defronte da bone-
ga, loja do Pinto, receben pelo ultimo vapor um
grande aertimento dos j bem acreditados borse-
guins inglezes, qal vende por lOJe til a diohei-
ro logo contado.
Borseguins.
Ra da Imperatriz n. 10, loja do Pinto, ren-
dem-se pelo baratisiimo prego :
Borseguins de lustre para, homem a 8a.
Ditos de bezerro para homem a 8;
Ditos de cordavo para homem a
Por este prego s a dinheiro a vista para
quidar.
U-
Attencao.
300000
6S0O0
20000
800
120000
3g000
28500
20000
10000
10600
640
640
10000
na ra
&
No largo da Assembla n. 16, casa de pas-
lo, frecisa-se de um bom cozinbeiro.
E' tempo de dizer verdades, psra prevenir
malea irremadiaveis, qne estao proximoe. ..
Ve todos, que amis a liberdade, naciooaes e
estrangeirqs, coocorrei para o reatabelecimento
da lypographia do Apostlo do Norte, que nao
aera revolucionaria, nao advogari a deaordem.
nem deizar a governo insultar impunemente os
nossos bros, e nem invadir os reo di m en tos da
provincia com a lei do orcamento emanada da
assembla gara I,
Gonvem, pottanto, que subscrerais geneross-
menle, qusodo o abaizo assignado oa alguna de
seos amigos vos apresentsrem o seu memorial,
excitando a vossa magnanimidade. O bacharel
Joio de Barros Faleio de Albuquerqae Maranho.
O Dr. Cerolioo Fran-
cisco de Lima Santos,
mudoa-se da roa das
Cruzea psra a do Im-
perador, sobrado n.
17, em trente da igre-
ja de S. Francisco, on-
de continaa no exerci-
cio de sus prosiao de
medico.
*

Attenco.
Vende-se urna secretaria de mogno
fg muito propria para um Sr. advogado por
dMb ser pega rica, um balco grande lado de
f amarello proprio pira loja de fazendas
9 e urna bslanga romana com 2 jogos de
aj pesos (francezes e portuguezes]: na ra
a Nova n. 23, loja.
AlteDcao! altenca!
Aos pais de familia, borne ba-
rato.
Na loja n. 20 da ra da Imperatriz acha-se a
venda um completo a variado sorlimento de boas
fazendas, e qae vista de anas qualidadea sao ba-
ratissimamente vendidas^e para mais veracidsde
do que fica dito, abaixo vao mencionadas algamas
daa ditaa fazendas, a saber :
Chitas largas cor fiza a 240 rs.
Hsdspolo fino com 24 jardas a 50.
Cambraiaa de cora a 280, 320 e 400 rs. o co-
vado. t
Velludo preto e de cores a 2$.
Lindeza de eores a 160 rs. o covalo.
Lencos pequeos a 80,120 e 160 rs.
Chapeos de castor fino a 8f.
Chitas pretas multo largas e finas a 240 rs.
Algodo trancado preto muito bom para vesti-
dos de escravoa a 200 rs.
Cambraia lisa com 10 jardas a 20.
Cassa de salplcos com 10 ditas a 30.
Cambraia bordada para cortinado! con 8 va-
ras a 2/.
Semana santa*
Vende-se na loja do rival sem igual, ra larga
do Rosario n. 36, enfeitea pretos a 50500, turas
de sede pretas con pequeo defeito a 240 rs.
Sintos dourados,
al $600.
S na loja do ri^el aem igual, fu larga do Ro-
sario n. 3C.
A mais moderno que tem viodo ao mercado,
corea fixas pelo mdico prego de 600 rs. a vara :
na loja da ra do Queimado n. 43, esquina que
volta para a Congregarlo.
A ellas freguezes antes
. que se acabem
Lindas cambraiaa com aalpicos brancaa e (la
cores com 81|2 varas cada pega, largura regalar,
finissima qualidadea 40 cada pega, ditas bran-
cas lisaa muito finas marca bispo a 50500, ditas
pouco menos a 40, ditas de mais baixa qualidade
a 30, ditaa pretaa muito finas a 600 a vara, mas-
sulioas finas padrdes modernos com palmas de
cores propria para vestidos de senhora e meni-
nas a 360 rs.0> covado: na bem coohecida loja de
eroardino Jos da Silva Maia oa ra do Quei-
mado o. 43, esquina que volta para a Coogre-
gago.
Ampliado armazem e de-
posito
de roupas com um completo e variado sorlimen-
to para homem e menino, por multo menoa pre-
go que em outra quslquer parte', como sejam :
Paletots de casemira de cor fino saceos e sobre-
caaacos cada um 100.
Ditos ditos de meia casemira preto e de cores
cada um b.
Ditoa ditos de alpaca preta e de cores a 40 e 6J.
Caigas de casemira preta fina a 7|, 80 e 100.
Ditaa ditas meia dita a 40.
Ditas princeza dita a 40.
Ditaa de ganga e brina de todaa aa qualidadea : na
ra do Queimado n. 43, esquina que volta pa-
ra a Congregado.
Leandro Ra do Crespo n. 8 A.
Vende-se las com lindos desenhos a280
rs. o covido.
_ Golliohaa bordadas umr 500 rs.
a Manguitos de cambraia bordadoa a 20.
S Organdya miudioba a 560 rs. a vara.
Saiaa de cambraia bordada a 20400.
j>> E outras muitas fazendas por baralis-
simns pregos.
^R^^W^Iswwswwaw ^wWBw^s^sT WsvWwwbwmI>
Vende-se um-carro de condutir seeros,
muito em conts : nss Cinco Ponas n. 66.
Aos senhores consumidores
de gaz.
Nos armazens do caes do Ramos ns. 18 e 36, e
na ra do Trapiche Novo (no Recife) o. 8, se ven-
de gaz liquido americano, pnmeira qualidade, e
recen te mente chegado, a 14/a lata de 5 galdes,
sssim como latas de 10 e de 5 garrafas, e em gar-
ra fts.
Ivas;
Vndese uvas a 800 ra. a bra : na roa da
Gsdeia do Recife sj, 25, defroote do becco Largo.
V'ende-se urna armago e mais pertences do
deposito da ra de Santa Cruz t. 62, por prego
cotnmoo : a tratar na ra Velha n.7, que acha-
ra aa chavea para ver a mesma armago.
Fazendas pretas
S na loja do pavao, roa
dalmperatrizn.60,
de Gama Silva,
Vende-se bsrstissimo por ser tempo de qua-
resma as fszendas seguintes :
Ricos manteletes de velludo preto tica-
mente eneitados com franjas largas os
mais modernos que tem vindo a
Modernisaimos enfeites pretos a turca <
Garibaldi
Ditos mais simples a
Ditoa de vidrilho muito modernoa a
Chales pretos de merino bordadoa com
vidrilbo a
Ditos de fil preto muito fino a
rosdenaples pretos fazendi muito eo-
corpada a 10500, 10600,10800, 2$ e
Sarja preta hespanbola, covado a
Meias de seda pretas para senhora a
Ditas de l e de laia para padres a
Luvas de retroz bordadas com vidrilho e
sem vidrilho a 500 rs. e
Ditas pretas lisas de seda muito fina a
Alpacas pretas muito finas a 500, 640,
800 e
De talo dio-se amostras com penhor :
da Imperatriz o. 60, loja e armazem de Gama
Silva.
Pannos pretose casemiras
Na loja do Pavao.
Vende-ae panno preto muito boa fazenda a
10600.10800 e 20 o covado, e dito que val 80 a
40500 o covado, casemiras pretaa eofeatadaa a
30, 30200 e 30500 o corte, ditas de urna s lar-
gara de todos os pregos e qualidades, setim pre-
to da China para caigas paletots e colletes com 6
palmos de largura a '3$ o covado : na ra da Im-
peratriz n. 60, loja e armazem de Gama & Silva.
Chales.
Grande pechincha na loja do Pavao.
Vende-ae os mais ricos chalea com ponta re-
donda e bololas, tendo aa barras de velludo ou as-
setinadas, imitando as capinhas mais modernas,
pelo baratissimo prego de 40500 cada um e ditos
de quatro ponas a 4g500, ditos a Garibaldina
sendo muito grandes a 5} : na roa da Imperatriz
n. 60, loja do Pavao de Gama & Silva.
Espartilhosa3,S00.
Vende-se espartilhos inglezes que sao os me-
lhores pelo diminuto prego de 30500 cada um :
na ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem do
Pavao, de Gama & Silva.
Liodas bonecas de dille-
reates tamanhos e quali-
dades.
A loja da agaia branca acaba de receber a saa
eocommenda de lindas e bem veatidas bonecaa
francezaa de 2 e 2 1|2 palmos de aliara, aa quaes
na verdade vieram tao perfeitaa e bem afranja-
das que quen aa vir infallivelmente deseja com-
pra-las, porque urnas alem da formosura tem
bellos cabellos cachiados, outras bonitos cha-
poziohoe a Garibaldi etc., etc., e todas em fim
as iodispeosaveia aaias balSo ; aasim como rece-
beu igualmente outro bello sorlimento de bone-
cas de choro tanto de massa como de cera sendo
estaa de olhoa movedigos e de differeutea tama-
nhos at 3 palmos. Agora pois a melhor oc-
caaiao de qualquer ptssoa mimosear urna meni-
na qae seja aua filha, parenta oa coohecida, di-
rigindo-se primeiro (munido de dinheiro) a loja
da aguia branca ra do Queimado n. 16, afim de
comprar urna dessas bonecas ou outra qualqaer
couaa de agrado.
Bandos [ou crescentes de
cabellos humanos.
Bandos de dina muito grandes e bem
eitos.
A loja d'aguia branca avisa a todas as senhoras
que naviera maadado procurar e eocommendar
eaaea neceaaarios Crescentes de cabellos humano
(e mesmo as qae de novo precisareis) que ellas
aCabam de chegar, lio bem arraoiadoa como jus-
tamente te deseja va sendo o sortimeoto de pre-
tos, castanhos etc. e muito bem tecidoa nos pe-
queos pentes que srveos para prender, trazen-
do ao mesmo tempo enchimento, do que resalta
que urna aenhora com um par desees crescentes
pode marvilhosamente fazer o amarradilho de
seo cabello aem que deixe perceber a falta qae
delles senta, custa cada par 50 ; tambem ha
bandos de dina mui grandes e bem feitos o me-
lhor que em tal genero ae pode dar o vendem-se
a 2| o psr, tudo isso na bem conbecida loja da
aguia branca ra do Queimado n. 16.
Pechincha
A1$280 o covado.
Grosdensple preto muito bom: na ra do
Queimado n. 47.
A 15*000. _.
Paletots de panno fino forrado de seda : oa na
do Queimado o. 47.
Preservativo universal.
45Roa Dirita45
Olhem!...
Urna das intelligenciaa melhor esclarecidas na
scieneia de Hipcrates, depois de longos annos
de eiercieio de curar e matar coovenceu-se afi-
na!, qae o nico preservativo iofallivel de qual-
quer epidemia, por mais mortfera que fosa, era
conservar a cabeca fresca, ventredeaembaragado,
e PES QUEMES. Ora, viajando por ahi urna
epidemia,que mata gente como qualqaer outra,
occasio de pormoa em pratica ealea principios,
usando pouco do chapeo e aempre som-
bra ; tomando de 15 em 15 diaa um laxante de
sal de glauber, o mais acrrimo inimigo da epi-
demia, seguodo a opinio e a pratica de um dos
ornamentos da nossa magistratura ; e langando
ao cisco todo o calgado velho, dirigiodo-se todos
ao armazem da ra Direita n. 45, onde o respec-
tivo proprietario a todos receber com cortezia,
aturar aa maasadas, e aquecer os ps com en-
cllente calgado, seguodo o gosto, e estado fl-
nanceiro de cada um, e vejam :
Homens.
BORZEGUINS dos melhores fabricantes,
francezes, inglezes e brasileiros a 138,
120, 110, 10J, 90500, 80 e.,............. 50500
SAPA TOES a 70500, 6S500, 50500, 50,
40500 al................................ 20000
Meninos.
SAPATES a 5S500, 50, 40, 30500 a......10600
Senhoras
BOTINAS de fabricantes francezes, ingle-
zes, allemaes e americanos federaes
60,50500, 5, 4S500, 3J500 a........... 20500
Meninas.
BOTINAS a 40500 e...................... 40000
Um completo sorlimento de sapatos para se-
nhora de couro de lustre virado a 500 rs., de ta-
pete a 800 rs., de lustre (os. 32 e 33) a 800 ra.,
de tranga francezes a 10300, portuguezes 20, sapa-
tos de borraza para homem senhora e meninos,
muito couro de lustre, de porco.eordavao.marro-
quim, bezerro francez, sola de lustre, courinhos,
vaquetas, aola etc., que todo vende-se como em
nenhuma parte.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova o Olena.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Neste rico e bem montado estabelecimento en-
contraro os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIROSde todos os tamanhos.
SEUICUP1AS idem idem.
BALDES idem idem;
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixaa de todaa aa grossuras.
PRATOS imitando em perfeigao a boa porcel-
lana..
CHALEIRAS de todas aa qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e flandres para qual-
quer sorlimento.
VIDROS em calzas e a retalho de todos os ta-
maodando-se maohos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendas de qualquer nata-
reza, concertos, que tudo seri desempenhado a
contento.
Machinas americanas.
Em casa de N. O. Bieber & C., successores,
ra da Cruz n. 4, vendem-se :
Machinas para regar hortas e capim.
Ditas para descarogar milho.
Ditas para cortar capim.
Selios com pertences a 100 e 200.
Obras de metal principe pra toadas.
Alcatro da Suecia. _
Verniz de alcatro para navios.
Salsa parrilha de primeira qualidade do Para.
Vinho Xrez de 1836 em caicas de 1 dazia.
Cognac em caizas de 1 duzia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrogas pequeas.
Linhas finas de
grandea a 240 ris :
do Queimado n. 75.
Fazendas baratas,
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no braco.
Metilo lindas caixinhas ocabazea para meninas
de 100 rls at 20500: na loja da Victoria, oa ra
do' Queimado n. 75.
Enfeites para senhora.
Oa melhorea enfeites pretos e de cores que un-
parece a 50500, 60 e 6$50O : na loja da Victoria,
na ra do Queimado o. 75.
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricos sortimentos de franjas pretas e de cores
com vidrilho e sem elle : na loja da Victoria, na
ra do Queimado o. 75.
inhasde peso verda-
deras..
peso verdadeiras. meadas
na loja da Victoria, na mi
Phosphoros de seguranza
Pboaphoroa de segursnga, por que lirra de to-
cendio, a 160 rea a caiza: na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Btelas muilo grandes e boas a 160 res urna :
na loja da Victoria, na ra do Queimado o. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho
As melhores liohas de crozel para labyrimho.
? ovellos moastros i 320ris um : na loia da Vic-
toria, na ra do Queimado o. 75.
Ricos espetos de
moldura dourada para
salas
Chegou para a loja da Victoria urna pequeca
purco de ticos espelhos de varios tamanhos para
ornamentos de salas, aifiaocaudo-se aereen os
melhores em vidros que tem vindo: na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar,
Laa muito boa de todas as cores para bordar, a
70 a libra : na loja da Victoria, na ra do Quei-
mado o. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Liniossir.tos dourados psrs senhoras a 20200,
ditos de ponta cabida a 40, ditos de fita a 16C0 .
na loja da Victoria, na ra do Qaeimada o. 75.
Liohas do gaz,
Caizinhas com 50 novellos de liohas muito fi-
nas do gaz a 900 res a caixa, ditas coas 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ris, brancaa e pretas: na .o;a da Victoria,
na ra do Queimsdo n. 75.
Gandieiros de gaz
Chegou para a loja da Victoria os elho's
candieiros de gaz que tem vindo ao mercado, pot
pregos commodos : na loja da Victoria, na ra
do Queimado n. 75.
Acaba d chegar
ao novo armaxem
I4ST0S REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47. "
Santos Porto desejando acabar com as fazen-
das antigs que anda eziatem em aua loja da
rus do Queimado o. 7, a qual acaba de comprar
ao Sr. Joa Gongalrea Vlllaverde, tem resolvido
vender ditas fazendas por baratos pregos como
sejam : cambraias de cor vara a 320, 410 e 560
ra., princeza preta covado 500 rs., gangas de cOr
covado iCO, 440 e 500 rs,, chapeos de castor
brancos Anos a 110, velludo encimado superior
covado 20500. dito preto a 30500 e 40500, panno
fino preto covado a 30 e superior a 5$, casemira
alvadia covado a 20 e 30, fusto branco fino co-
vado 800 rs., merino fino de cor covado 20200,
sediohas de quadro covado 640 rs., grosdenaple
aman lio covado 10, tafet covado 500 ra., cha-
pelinas finas para senhora a 120, cortea de fas-
lo para collete a 500 ra ditos de gorguro a
800 rs., ditos de velludo a 50500, brloziohos de
cores covado a 180 ra., manteletes de 016 preto
a 180, paletots de brim a 20500, ditoa de alpaca
de cor a 30500, ditos de panno a 150, sobrecasa-
cas a 250, camisas bordadas para aenhora a 6f,
cortes de vestido de seda pretos a 28$, e diver-
sas perfumaras que tambem vende-se por mul-
to mdico prego.
Aspas e coz para baliux
Vende-se na ra do Queimado loja d'aguia
branca n. 16.
Bolacha.
Vende-se bolacha econmica a 3J a arroba :
na ra da Senzala Nova n. 30 e travessa dos Pi-
res n. 9.
Vende-se
ama ezcellente escrava de meia idade, boaen-
gommadeira e cozinheira, de todas as qualidadea
boas, e se vende por preciso ; assim como um
par de macacoa de rosca da primeira qualidade :
tudo a tratar aa ra do Trapiche Novo Novo n.
3, primeiro andar.
Cabriolet e cavallo.
Vende-ae um ezcellente cabriolet com todos os
seus arreios, muito forte e quasi novo, e um bo-
nito cavallo rugo do mesmo, sem achaques, o
que se aflanga, sendo este animal o melhor de
cabriolet que existe neata cidade: na cocheira
de Thomaz Jos dos Reis, ao p da praga do ca-
pim, junto da casa do Dr. Sabino.
ahio luz o
Gallo Vigilante.
Na ra do Crespo n.7, sonde o respeitavel pu-
blico achata um grande e variado sortimeoto de
miudezas que se vende por pregos mais baratos,
lOporcentodo que em outra qualquer parte,
astim como seja, franjas pretas com vidrilho e de
cores, fitas de todas as qualidades, franja e galio
de lloho, caacarrilhas pretas e de cores, frocos de
todaa as coras, os riquissimos enfeites de eabega,
galiozinbos de linho e de aeda para enfeites,
chapeoziohos para criangas, chapelinhas para se-
nhora, bonets de panno e velludo muito flooe
psrs meninos, fitas muito chiques psra sintos,
manguitos e golliohaa maito finas, leagos de
cambraia de linho muito finos, e muitos mais
objectos que se continuara annunciar, pols ven-
de-se tudo por pregos bsratlasimos por se schsr
rico sorlimento de smendoss e confeitos proprios
para qualquer mimo, qne ae vende pelo baratis-
simo prego de 1(600 a csizinha.
Vende-se um terreno em Santo Amaro,
Kunto ao hospital ingles, com 700 paleaos de fren-
e, em muito bonl estado : a tratar na rea do
Trapiche n. 44, armarem de Braga, Soo &.
la a 61,
i 41500
de brim
Om grande e variado aortiment* 4*
roupas le las, calcados o fazendas e lodos
estes sevendem por precos muito modi-
ficados como de seu costa me,assim como
sejam sobrecasacos ds superiores pannos
s cssacos feitos pelos ltimos figurinos a
260,280, 300 a a 350, paletots dos mtsmoa
pannos preto a 16|, 18f. 209 o a 240,
ditoa de casemira de cor mesclado e de
novoa psdrdes a 140.169, 189.200 240,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 90,100,120 e a 149, ditosprelos pe-
lo diminuto prego de 80,100, e 12f, ditas
de sarja de aeda a sobrecasacadea a 129,
ditos de merino de cordo a 120, ditos
de merino cbinez de apurado gosto a 150,
ditos de alpaca preta a 70. 89, 99 e a lftr.
ditos saceos pretos a 49, ditoa de palba da
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo o de fusto a 80500, 40
e a 40500, ditoa de fusto branco a 40,
grande quantidade de caigas d e casemira
preta e de corea a 70, 80, 90 e a 10, ditas
pardas a 30 o a 40, ditas de brisa de cares
finas a 28500, 30, 30500 e a 4|, ditas de
brim brancos finas a 40500, 5|, 50500 t a
60, ditaa de brim lona a 50 a a f |, colletes
de gorguro preto e de cores a 5f i
ditos de casemira de cor e pretos a
e a 50, ditoa de fusto branca e de
a 30 e a 30500, ditoa de brim lona a 4{,
ditos de merino para luto a 49 a 49500,
caicas de merino para luto a 4f 500 a a 5f,
capas de borracha a 99. Para meninos
de todos os tamanhos: caleaa de casemira
preta e d a cor a 51, 60 e a 7 0, ditaa ditas
de brim a 20, 30 e a 30500, p aleteas sac-
eos de casemira preta a 6J e a 70, ditos
de aor a 60 e a 71, ditos de alpaca a(39,
aobrecasasos ds panno preto a 129* a
140, ditoa de alpaca preta a 59, kaaets
para menino de todaa as qualidades, ca-
misas para meninos de todos os I
meios ricos vestidos de amarla feitos
psra meninas de 5 a 8 annoa cosa clac*
baados lisos a 80 e a 12|, ditos de gargn-
rio de cor de lia a 50 e a 89, ditoa da
brim a39, ditoa da cambraiarcaaente
bordados para baptisados.e muitas eu tras
fazendas a roupas feitas que deizam i
ser mencionadas pela saa grande 4aati-
dade; assim como recabe-se toda equal-
quer encommenda da nafas para ae
mandar manufacturar a que para eate te
tamos um completo so ruasen t o da! ansa- j
das de gosto a ama grande osadas 4a al-
faiate dirigida por hbil saestre qae
pala suapromptid a perfeicio aaladei-
zaa deaejar.
Largo do Tr^o
numero 2S.
O proprietario deata estabeieclaaeat de
lhaioa est resolvila a vender aa gaaaise
sis baratos do qus ai outra saaloaer parte,
aflancando-ae a boa qaalidade, saeateiga iaedoza
s 800 e 900 rs. s libra, diU fraacaza a safra ao-
va a 680. e da vaina a 840. baaha a parca sai-
nada a 400 rs. a libra, batatas muito aeras a 149
a libra, em gigo faz-se abetisioato, taaesaeie Oa
Lisboa muito novo a 340 a 280, aaetjeo aa vapst*
a 20700, de navio a 29400, terrajadas.
marcas a 500 rs. a garrafa ;
dem oatroa muiloa
lhados, aasim como 1
maceta e carnauba, 1
ratissimos no acreditado
Tergo d. 23.
aaaacaa tiartaaMasass a saa-
flsarfSoota sa aajdaaa Ba-
litado taedor aa tasfa Oa


DUm> m PEUUMMJCO #b QUINTA IBA
17
m%

x
--
NO
ARMA PROGRESSO
*
Francisco Fernandes Duarte
Largo da Penlia
maii ora a 720 rt., a libra o im barril, 100 ra.
o mais anperior que ha no mercado a 2J600 2S500, a libra.
Vende-se oeste armazem de molhados os melhores ge-
nero* que vera a este mercado e per monos 5 a 10 por crato do que em entra qealouer parte.
larantindo-se a boa qualidade, por uso rogi-sa a todos oaSn. dapraea, de eniembo e lavradores o
favor de mendarem m eneoumandae ao armazem Progresto, afim de reren a dtfferooca de
preco e qualidade que ra, se foisem comprados em outra qualquer parte.
Hl.am\eigfc ngleA fl6 prmoira qiM|jaaaa gOO e 1J008 a libra. em barril se far
abatimento.
Ntantaiga f rancaza,
Gaia hyssan
Vtl&a lYUXlml imUnd0 a peroli> >eU 8(|a superlor(llde a 3|000t e ajeo a libra;
VIVA pYeiO naiC8 paH 0| doento| que ,3 lrattm Mm a h0-e0pit|,u a 2j>500 a Hbr.
"aeiJOS (TO Jfl*0 ebegedo. nena iitiuo faper a 800, ditoa chegadoe no ultimo
nano azjpOO
Quijos VondrUos 0 qM dt bom nMt# gflnero ^ t m% mtmtnt
y neijo prato 0 mal, n^^ qu, itm ?B0 a efte mwcad0, 1#M0, ,lbrt>
Presunto iogVez pan fiambre,, ,m,,,. _
gao se far batimento.
Cftstetatas iagUzas proorUl para flambra l8Wllil Ubra t em ^^ 1700 rl
irr u ao reino dt tapariar qiiaUllada a ^ ri> i,bra.,rnteiro,, 440 ,
* Al t na
mel.hor ^i,c0 1U P* Por estar prompto a toda a hora a If a libra, e
em porgao a 900 ra.
i. ue nao ao remo mnUo n0T0 a ^ tt a 1|br^ e em bmiX de s arrobw a 7|0W
Cuoaricas e palos de lonibos *. r 1SI> fc fc,
mete a 64Q ra_ a iibrai em porcao se taz abal-
Liataa con cnonrleas
.h orain j i& protnptas para se comer viudas a primeira vez a este
mercado a 2JO0O cada urna.
Ba^a de potco Tetlaada em lala com 10 libr
Banha de potco ^ flnaalTa ,480n albra %
* m S?? imJP*lr1** do afamado Abrea e de ontro mailos fabricantes de Liaboa
a bou rs. a libra, e em porcao se faz abatimento.
Latas eom tratas da doce em calda
ceg, alpexe, e gioga. a 800 rs. cada lata m 'eJ P'"' d"""">*
Matmelada de alperxe em utlI de 21bra por 1|200 cadt ttmi
Latas com ameadoas conf altadas
r.nrti mn .>,.. "*wt*t contando mais confeitos assucar
candi, muito propno para mimo, a 2JO0O cada urna.
woee da ctsca da golaba m
Doce stcco e em calda h *,*
u" de differentea qmlidadea,
por 49500 eada anta.
em barril d 400 ra.
uito fino a 800 rs. e em porgao se faz abatimento.
em latas da 4 (J> e 5 S por
2500 cada urna.
Caitoea com bollo Craneez
-^ liaBWl1 propnos para mimo a 560 rs.
P&gsas em caxina de S \\Yt\s
480 rs. a libra "Mr*!S maito novas por S500 e a retalho a
Figos a c^nUu lt0 no,0ff em cifl dfl J Iibrag eom 4
por 1J500, ditas com 2 muito bem enfeitada por 900 rs. cada urna e a retalho a 820 rs.
iiDrfi.
^^^^^e Portagaexas emlata. del Ilbrapore4o M.
ditas em meias latas a 500 rs.
laeade tomate em Ialas de, Hbra por800 rs
Ameadoas de casca mole muUo noTas, 320 m. libra
nO'JLCa a 12Q rg. Ubra, e 3000 a arroba.
A.meixas fraaceas e m lata9 com 3 llbrag por 2s800t ditai com | li2 por I>500>
Amelxas pottugaexas. m libra e en caixa tf {rS abatlmeD4o
ChOeOlate UeSpab0la 1S500. dito francez a 1S200 dito porlag-ez a 800 rs. a libra,
aflao$a-se a boa quahdade. '
aXiUUa d6 goda em la,8 com direrentas qUndadeit a |j44o r.
3 ^i S pjhrtk S^pa leltiai macarrao e taiharim.. 400 rs. a libra e em caita por 8JO0O rs.
Palitos de deates ,ixad0J> moIhos eoo M macioh0l por m e m IU miUo floog>
SCejaS em fragC09 com t e 1[2 Hbra por 800 rs.
Tiiolo
Jv,w francez para limpar facas s 200 rs. cada um, em porjo se fax abatimento
ug eia a maJ nova do mercad0 a3S0 tl a libra t em barrica ,4^505
Omma para engommar, muito alva a 100 rs. s libra e em saeca se faz abatimento.
UaTo
^ de posta em latas das melhores qualidades de peixe que ha em Portugal a 1S600 rs
KiSoermasete
JT sapenorde cinco e seis velas por libra a 760 rs. eem caixa.a 740 ra.
^ de Nanles em iat4S mail< n0?aj a ^^j M
5 X.C atam de superior quaUdade a 10 rs. a libra e em barra com 8 arrobas por 7.
zeita docereflDado
Vestidos a 3$OQ0 e 2^500
Vanie-ae eortw da veaUdoa braoeoa coa bai-
raa a baados a3f a 2500: na na da Imtetatriz
n. 60, loja e armazem do Pav&o, de Gasta &
Silva.
Saks bordadas a 2$ 5 00.
Vende-a aaiaa bord.daa mallo bonitas a 25500
Pavao, >6asna 4c Silva.
Baldes do Pavo.
Veade-ae baldes da braatsate fraacei ce ar-
cos aeodo oa qse tem melhor armeeie Mi di-
.^'J!?9? **lim Impera-
tni m. 60, lojt a armazem de Pavio da Gama
& Silva.
Saias com arcos de linho.
Vende-se as acreeiUdaa saias cea arcea dali-
nhe que faxem aa vezea da bati a XflOO e a 4
cada ama, esta lateada so he a laja o Paveo:
rea da Inaperatriz a. 00, leja armazem de Ga-
ma & Silva.
Madapolo a Z$.
Yande-ee peca de soad*polio enfeatado com
14 jardea a 3| a pega : na roa da Imperatrix a.
0. loja e armazem do Pavio.
Grande pecbiacha em cortes
de vestido* na loja do Patao.
Vsode-ae flnisaimos cortes de cambraia bran-
ca bordados eem S babadot grandes t de dea
aaiaa pelo baratiaaimo prego de 4|. ditos de cam-
brata de seda eom babadoa bordados a 4500, di-
toa da phantasia fazendaqae sempre ae vende
por sy pelo baratissimo pre^o de 6p eada nm :
na roa da ImpereUiz n. 60 loja a armazem do
Pavao, de Gams & Silva.
Brilhantinas americanas.
Vende-se brilhmtioaa aaMrkasa cosa lindis-
simss cores sendo fazenda inteframente nova e
moderna de 4 l|t palmo de largura a 400 is. o
covado: na ra da Imperatrix o. 60. leja e ar-
mazem de Gama & Silva.
Para meninos a 4#500 rs
Vende-se veslidinhos de seda aera meninas e
ditos de futto qara meninos muito bem enfei-
tados pelo baratieatma preco do 4|500 cada um :
na ra da Imperalrz o. 60, loja e armazem do
Pealo.
Gorguro de Hnbo a 280 rs.
Vende-se gorgarao da linho de quadriohos a
mezclados proprios para seohorss e ronpss da
meninos e meninas a t80ra. o corado: na rea
da Imperatrix n. 60, loja do Pavao, de Gama &
Suva.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Vend-se em casa de S. P. Jonhston & C,
selns e silbos inglezos, candieiros e cailicaes
bronzeado, Ion inglesas, fio da vela, chceles
para carros e montara, arraios para carros de
um a dous cavalles, e relogios da onro patente
inglex.
% Mobilia.
Na ra da Gamboa do Carmo loja n.
12, vende-se toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phantbasia etc. por preco mau
commodo do que em outra qualquer
parte, az-e toda a quaUdade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
Sardinha.
Vendem-se barrs com 1,500 sardinbas cada
am, chegados pela Eaperaoga, por mdico pre-
co : no armazem do Aonas, defronle di alfande-
ga, ama da Cruz n. 83.
para injo.

Vendem-ae na rae da Sensata Hova n. 30, cti-
tinbescom doce por pre?e commodo, recomman-
da veis para oa anjoa da aroaiaafo.
Relogios
Venfc-se em casa de Johnstoo Pater & C..
. do Tifario n. 3, um bello sortimeato de
i elogios do caro, patela iaglez, da am dos mais
sfamaios fabricantes de Liverpool; tambera
ama varieiads da bonitos irancallins para os
mesnaos.
Potassa da Russia.
Vende-se em casa deN. O Bieber &
C, successores, ra da Cruz n. 4-
Taixas
e em caixa a 9ft
de differentas marcas e o mais saperior que ha a 800 ra. a garrafa
do duque do Porto e de outns muitas marcas acreditadas
rs. a garrafa eem caixa al2$O00 rs.
Viaaos engarrafados
neste mercado a 19200
PP* Porto, Figueira e Lisboa a 560 agarrafa e em caada 3500, 4 e 4500.
d" ma8 ,M,ditadM marcal 5* rs. a duzia, e em garrafa a 500 rs.
-, d" m*rC" m*U superiorM W ha o mercado a 15 e 224000 rs. o gigo
J^agaae aglex. iom r, a caiia e 1200 a gajrai
GenebTa de Hollaada 7erdad9ira em ftaiqueira a 6J000 r, t o ram a m tt
^ "^sy jpto a 6t rs# a libra # em caIi0|,ag C0019 a 10 ,ibras por 5|
enebra Ingleza a mm d-Iia 6, relaIh0 a 1J0OO a garra(i
Palltss da 24i. o*.
a 2J500 rs. a groza.
2M refinado em potes grandes a 500 rs. cada um, em porcio se far abatimento.
^ M?oT.W ?.UVbPra^e8$ar.rteoSbea.8eDer 32 lU>" ^^ 9*, dio mais
eVmento a de FraDC* ma,, D<>T" d mer"do a ? "' br*' *m P"^ M f" **
**cV* mullo novo e alvo s 8S0 rs. a libra. >
ariuaa d0 re00 da, marcaa SS e galega a 140 rs. a libra.
1M* do Maralo alva e cheiroza a 160 rs. a libra e em arroba a 4*800,
nerviiaas ieca$ mi( noTa8,160 M a 1bM
de carnauba refinadas a 400 re. a liara e em arroba a lSpOOO.
% m m\ d a
doce de Lisboa a 720 rs. a gsrrata, afnnga se a boa quaUdade.
w inagre da Uaboa, UOu t g.rraf3| e em cana11 a {^^
a nao cber, 1#600 a vmU 9 em calxj m fw abalajent0p
Maba4aM41800.,,' Mf*I *"* ^ mMt PI<>P* P*"Ma w. garrafa e em ca-
Por hoja del fia eo meu repretorio ata a ckeaada do primeiro vepor vindo da Er0B. -^.-1 Tedem-a loT P^ea d Joovio brancas
pailesero novo sortimento e nlajerei preguic!" eS"o'pVbKo i^^^ ttl&fqM-" '"' Ch9f'dM
para engenho.
Grande reducgao nos precos
para acabar.
Braga, Son & C tem para vender na ra da
Moeda taixas de ferro euado do mui acreditado
fabricante Edwin Maw, a 100 re. por libra, as
mesmas que se vendiam a 120 rs. : quem preci-
sr dlrije-se e raa do Trapiche o. 44, armazem
de fazeBdaa.
Soahall Mellon & C, tendo receido or-
dem para vender o saa creacido deposito derslo-
gios visto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portanto, s pessoas que quizerem
possuir um bom rslogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveilar-ae da op-
portunidade sem perda de tempo, para vir eom-
pr*"i0,-.por eommodo preso no seu escriptorio
rus do Trapiche o. 18.
Argolas de ac para chaves
vendem-se i 200, S40, 320, 400 e 500 ris, ns ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Froco fino, e seda frouxa para
bordar
vende-se na ra do Queimado loja d'agaia branca
n. 16, onde se achsr completo sortimento.
Existem.
NaruaNovalojafrancezan.lt, para vender
muito barato ama bonita cadeirinha e um ele-
gante palanqeim : aa pessoas que precisaren) de
qualquer dalles nao podem acnar melhor occa-
aiao para comprarem bom o barato.
Carteiras com agulhas.
A loja d'aguia branca acaba de despachar car-
teiraa com agulhas de mal bOa qualidade, e ex-
celiente aortimento, e as est vendendo a 500 rs.
cada urna ; assim como receben igualmente no-
vo sortimento dss agulhaaimperiaes, fando dou-
rado, que continuam a ser vendidas a 160 ris o
papel, isso na raa do Queimado loia d'aguia
branca n. 16.
Charutos da Havana.
Vendem-se charutos da Havana d-
superior qualidade em casa de N. O
Bieber & C. successores, ra da Cruz
n. 4.
Obras de metal prateado.
Em casa de-N. O. Bieber dt C. succes-
sores, vendem-se apparelhos completos
pira almoco, porta licores, garios, fa
cas, colheres para cbe sopa, galhetei-
rot, copos e outros muitos objectos des-
te bem condecido metal, pela sua boa
qualida ie e duracSo : na ra da Cruz
n. 4.
Novo sortimento de cascarri-
lhas de seda.
ato
120
130
60
340
500
980
130
400
400
330
80
80
200
800
11280
100
320
100
900
40
20
60
100
80
40
80
19000
160
120
120
sem segundo.
i-li*r^d0.<,Mi""d#lu M ,w> <
a de,A"Te(,o > e Silva, est vendendo
nheddos ** P' pt?0, ji Wdo M"
Groias de peanas da aqo de todas aa quali-
dades a '
Nvelos de linha que pelo tamanho a todos
admiram a
Caixaa de agulhas franeezas a
Caitas eom slflaetes maito finos a
Caixaa com apparelho para entreter me-
ninos a
Ditas ditos grandes a
Baralhos partogueus a 190 a
Groza de botoes pequeos para calca a
Taaaaraa para nonas maito finas a
Ditas para costura maito auperiores a
Bar.lhoa rancezea para voltarate muito fi-
atoa a
Agalheiros com sgulhas franeezas a
Canivetea da aparar pennaa de 1 tolha a
recaa de tranca de laa com 10 varaa a
Ditas da tranca da lia de todas aa cores a
Pares de sapatos de tranca de lia a
Cartas de alfioetes francezes a
Parea de luns flo ds Escocia muito finas a
unas anas brancas grossss a
Escovaa para limpar denles muito finas a
Masaos com superiores grampos a
Cartoes com colxetes de slgum deleito s
Ditos de ditos superiores a 40 a
Deoaea de fundo de ajo muito superiores a
Katl adares para vestidos da sen hora com 4
raras a
Caitasom colxetes francezea a
Cartea de alfioetes de ferro a
Cbaruteiraa muito finas a
Tinteiraa da vidro com tinta a
Ditos de barro eom tinta superior a
Arela preta e azul muito fina a libra a
Tenbo nova remessa de labyrintho para ven-
I "i',odo '"S0* ",,im como ,8nho trancaa da
seda difieren tes cores para vender por todo di-
nheiro que offerecerem.
Milita attenco.
Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
perador n. 40, vende-se roupas feitas
de todas as qualidades .pelos precos
mais baratos possiveis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os reguezes com-
prar porque pechincha.
Algodo da Baha.
Proprlo para roupa de eecravos e saceos de as-
sucar : vende-sena ra da Cruz n. 1, escriptorio
de Antonio Laiz de Otiveira Azevedo 4 C.
-! #
g Roupa feita muito f
barata. 3
O Sobrecasacos de pdnno preto mnito fl- ^
A no, paletots de dito, paletou de casemi- &
*ra de cor, ditoa pretos, ditoa de fustao, 2
ditoa de ganga de cores, ditos de brm 9
Sjp de corea e braocoa, caigas de casemira A
a preta e de cores, ditas de brim branco e 2
w de cores, ditas de gaogaa, colletes de 5
venado preto e de cores, ditos de gor- 9
b gurao, ditos de fustao,ditos de brim brao- A
eo, camisas de linho, ditas de algodao 2
brancaa e de cores, seroulaa de linho,
fg ditas de algodao, chapeos de sol de seda $
A pglezes os melhores em tamanho e qua- 2
#' lidade, tdo se vende por barato preco a
dioheiro?iata, na loja daa 6 portas ra tt
fl| do Queimado emfrente do Lvramento, tt est aberta at as 9 horas da noite.
MENOS DEZ POR CENTO
NOS ARMA2EN8
PROGRESSISTA
36
S DE
DUAMTE A Ga
ra das Cruzes de Santo Antonio 36.
Os propriettrios dasta. LiTIS? d Cm?BO ,? ^.
sos freguazes qaa par todos^,,^ "T*?* d' mo,h* P1icipamaos
o. melhores gneros, pois qae pTSo tTrTL P4' "*?** *,.u,ProPri
pira os eeolherem, ao7vandejfaa. -fiaffS!" eDea1rre8dM '" P" da Enropa,
roa^a. UHlosos'Srs. ^^S^^SX^S^S.
aoa nossos armazens, ajan da veaaaa 151^3S ? wor "** csaBasaaBaasaai
Manteca ffibST ****' "*"" "pN"'
Manteig-a francea.
Cha hS mit SUp*r,r que ha" n,6re",<,' mo wm'Kbn-
rf-L t IIUJL,H1 qus hada melhorasatasmaaaa aaajMsa on taw.
Cha preto
C,,. vSZXf "" *- m m. m asta
uelj^.teruch'd0'D-""i-'"1M0 i an
0n^'t.8BW,"*"*----*ta:f--*a..--i. t>.
Quijos prato
Latas com linguicasja
wx ao nosso mercado a lf 800.
do?fr?^IltaS*^W?mat"'MVel'MTd0' Pr60- P-eada,iilaf li^s-
dos fritos, atum marenado, robllos e lulas de tigelada, de 1300 a 2000 a lata:
Toucinho do reino-a..^. ~____._____.
mais nova a 700 rs. a libra e am Barril a 800 rs.
' que ha da melhor neste genero a 2500 a 39000 a libra.
maito superior vindo primeira vez ao nosso mercado a 2,200 a libra.
> 10100 a libra a isNeira a lfOOO.
far
promptas para se comer a teda hera, rindas i
A loja d'agata branca acaba dereceberum novo
e bello aortimento de eascsrrlhas da aada de
maitaa a differentea cores, e veade-se i 11600
e U500 ris s peca, ns raa do Queimado loia
d'aguia branca n. 16.
Meias pretas de seda a 1:000
o par.
Vende-se meias pretas deseda, a da aaai boa
qualidade, para aechoras, e padroa ||000 o
par, por estarem principiando a mofar, e estando
ellas calcadas nads se conhece, na roa do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
Loja do beija-lor da ra do Queimado
numero 63.
Attenco.
Grande california para liqui-
daco, na ra Nova n. 18.
Os novos proprietarios deste estabelecimento,
tendo em vistas aortirem o rneseso, expem as
fazendas existentes dfsposicao do publico para
serem vendidas por todo e qualquer prego : por-
tento convdam a todas as pessoas que se quize-
rem enroupar com pouco dlnheiro, de irem a
mesms loja ver como se queimam as fazendas se-
guiotes :
Vestidos pretos bordados a velludo, proprios
para a quaresma.
Mantelete pretos e de cores.
Sobre-casacas pretas e de cores. ,
Casacas pretas e de cores.
Paletots a sobrecisseados de difiranles cores.
Calcas de casemira pretas e de eores.
Colletes de casemira e velludo de differentes
cores.
Chapeos de castor e de seda pretos.
Ditos do Chile finos e entrefinos.
Grosdenaples de differentes cores.
Sedlnhas de quadroa de differentes cores.
Luvaa para bomem e senhoras.
Botinas de setim branco.
Sapatos para homem.
Meias de seda para horneo e senhoras.
Ditas de algodao para homem, senhora e me-
ninos.
Franjas de todas as qualidades:
Chapelinas para senhoras e meninas.
Vestuarios para meninos e meninas.
Chitas inglezas, e outras muitas fazendas, qae
seria enfadonho mencionar-se ; aflan;ando-se
sos fregueses que lavando diohelro nao voltario
fazendas.
palo
Novse lindos
enfeitespara vestidos pretos
e de cores, e roupinhas de
enancas.
Em apropriado tempo receben a loja d'aguia
branca um bello e completo sortimento de enhi-
les de seda para vestidos preles e de cores, e rou-
pinhas de crianzas, aendo trancas e bordados de
novos e lindos desenhos, e diffleeia tecidoa, com
os quaes pode-se com gosto e modernlssimo en-
hilar qualqaer vestido ou roopinho de crianca.
Ao passo que ditos enfeites a todos geralmente
agrada, a eommedidade dos precoo anima ao
comprador, a sata verdade sari orificada por to-
doa que se dirigirem 4 dits loja d'aguia branca,
roa do Queimado o. 16, cojos precos esto mar-
cados nss amostras, ss quaes se darlo com pe-
nbores.
Luvas de pellica
Brancas e de cores psrs homem e senhora, che-
Ssdss ltimamente por 21500 rs. o par : na loja
o viado na raa Nova n.B.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rt. idem
de Low Moor Hbra a 120 rs.
reiMO mui novo a 820 rs. a libra e 9f500 a arroba ti
temos para 240 rs. a libra e 6|500 a arroba.
Ba 11 lia de p orco em latas com lO libras por 400 c 480 a libra.
LYlarmelada imperial de todos os ,..,* lum,,. i d. .*.
mata e 2 libras a 750 rs. a libra
Latas con frutas em calda
Marnielada de Alperce em mm. de 2 libras por itooo aa.....
UOC6 da CaSCa da gOiaba ,700.a ma pocrlo m k .bmimaat.
LIOCeS SeccOS 6 differentes qualidades em bcetas muito bem amajadas a 3W0O.
M. amaras as mais superiores que tem vindo ao mercado em caixinhas elazaaiemanta aa-
fettadas a 2500 600 rs. a libra
Paseas em caxinhs de 8 libns .2oo.6oors.. ub...
r* lg"OS da COmadre muio novos em cizinha de 8 libras a maito bem eufeiadas o
a 21200 e 320 rs. a libra.
Krvilhas franeezas e portuguesas 340 720 n. a uta.
Mass i de tom ate m iats de 1 istn asoo rs.
Amendoas da casca mole *. n0vas a 400 rs. a libra.
IX OZes muw novas 20o rg# t librj,
AmeiXaS francesas em latascomSIibrss por 40000 a 10000 aliara.
Chocolate liespanllol a l2O0, francei a 11000 eportugueza 800 a libra.
Boli xilllia d SOda emlaus com differentes qualidades a 19400 a rata.
MaBgaS pa ra SOpa macarrao e talharim a 240 ttTa libra e a caixa por 59000.
v/IXlflil8S muito bem enfeitada com pavide, rodinha, strellinhs, etc. a 700 e 800
a aiItOS XadOS pata deates em molhos com 20 macinhos a 200 rs.
cratas ^u frascos de iibra e mea 1700 r9>
i-y 010 r* railCeZ para limpar facas a 180 rs. e em porcio se far abatimento.
Esper mcete Superior sem ararla a 740 eem caixa a 760 rs. a libra.
Sa rd i tilias de NanteS muito novas a 400 e 600 rs.
A. 1 pista muito nova a 180 rs. a libra e 5500 arroba.
AZeite doce refinado de diverjas mareas a 800 rs. a garrafa e 99000 a dazia.
oOlacllllllia inglesa a mais nova do mercado a 300 rs. alibra o 49200 a barrica.
vaOtna muito alva a 100 rs. a libra e 2150O arroba.
V 1 ti II OS engarrafados duque do Porto, g enuino. Porto fino, madeira secca, CarcaveMos,
lar, feitoria, velho secco, Muscatel a 10200 a garrafa e 129000 a dazia.
DltOS em pipa Porto, figueira e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa ede 40000 a 40500 a
nada.
SeWt J89 das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia.
Calg 111 pail lie das marcas mais acreditadas que h no mercado a 149 e 209 a gis.
GOgliaC nglez a 109000 a caixa e 19000 a garrafa.
Ginebra de Hollailda verdadeira a 05J500 a frasquera e 600rs. o fras
Azelta as em ancoretas as melhores que ha no mercado a 2 a a 400 rs. a garrafa.
Dita illgifc Z l a 99 duzia e 800 r>. a garrafa.
Pl lltCS do gaz a 29500 a groza e 240 rs. a duzia de caixas.
'$& 1 rennadO em pacotes de mais de urna libra a 240 rs. a em porcao lera abattmoa
Cafe do RiO 0 melhor que ha no mercado a 320 rs. a libra a 9|000 a arroba.
SeVatiiilha de Frailea, amis novado mercado a 240 rs. a libra.
SagU* muito novo a 320 a libra.
Farintia do l\l ai'ail lltiO mnito al va e nova a 160 rs. a libra a 49800 a ar-
roba.
Velas de carnauba e de composi$ao aioo. aiura a a iso
a arroba.
Vinagre ptirO de Lisboa a240 rs. agarrafa e a 1>800 a caada.
Gl'O de b CO muito novo a 200 rs. a libra.
PeraS SeCCaS era Caixinhas daoi libras a29500 aa040n. a libra.
Marrasquino vardadeiro de zara, de limono, caf, menta, geaearo, raandeTi
curacu, rosi sublime e outras qualidades da 19500 a 29 a garrafa.
Bat BtaS em gagos de urna arroba por 29000 a 80 rs. a libra.
ComLlh OS os mais novos do mareado a 800 rs. a libra
Erva doce
Canella
L/liarUtOS verdadeiros superiores a 20 a caixinha da 50.
Salmn em lataS com duts libras o mais bom arranjalo qua tea viado
eado a 19400.
IVlailtega em lataS eom 4 libras a melhor do marcado lacrado armet
39200 cada urna.
Vinagre em garrroas com 5 garrafas da aupaor qualsdada a 19200.
Arar Uta verdadera maito nova a 320 a libra. ____
Alm destes generas encontrar o respeitajvel publico em nossos aruzeas am
| sortimento de tudo tendente a molhados.
muito aova a 400 rs. a libra,
superior a 19 a libra.
*



n
DURW Q ||RllAli9lJP0rt ft*HA FWU 7 DE ABRIL DE lUt
Alleo^ao.
Vende-se ou traca-ae
Azsitt |0C, MMH ntCttM, tt Ctlza 0B 12
mofa, VmmbsA aojara vlfrbo te BsNtauz
de torios qoededOa : o* em a J. sfendibaars
A C, te de Traplrt* o. 24.
Ohl que pechia-
tail!
Vendem-se palitos liehadosje folheadoe, finos,
pan dente*, doui manos com 40 raettinhos por
400 na roa da laperatrlz, loja da Arara
liquidacao por todo
o preco, na bem co-
nhecida loja do Ser-
tanejo.
[RuadoQueimadon.
Barato que admira.
Chitas eicnta tinas a 160, 180 e *00
r., cortas de vestido pratos bordadoa a
Talludo pelo baratiaaimo preco (Je 859 o
65, dito* adamascado* a 50& e 369, sabi-
das de bailo da vallado e wtim a 159 o
16, camiaa para senhora a 8 e a 4,
gohiahae o mtnguitoe a 29600. 30500 a
49600. oUiobss da cambraia bordadas a
730, 800, 1|. 19200 o 1S500 rt., ditaa de
016 bordadas a 240 r*., casaveques do fas-
to a 6, 7$ a 8$, meias de seda braocaa
a pretas para senhora 1*800 o par, ti-
raa de babadoa a 800 e 1, la* de quadro
entestada* a 360 e 400 rs. o corado, cam-
braia preta a 440 e 480 rs. a Tara, organ -
dys de cores s 680 rs. a Tara, fil bran-
o adamascado para cortinados e vetti-
dos a 480 e 940 rs. a Tara, cortes da eol-
lete da caaemira bordado* pratos a 3 e
3*500, ditos de reliado de cor e pretas
4, 5J, 9* e 79, paletots de brlm branco
franeezes a 49 a 49500. ditos da casemi-
ra de corea pratos a 169 e 189, ditos de
alpaca preta e de cores a 35500, 49 e
49500 e 9, camisas de peito de lioho a
89500 e 39, cortea de eollete de gorgoreo
de seda a 1*800 e 2*, 2J500,3* e 4, col-
letea feitoa do brlm branco a 2* a 2*500,
ditode gorguro a 3$ e4S,ditosdecasemi-
3g r a 4$, 4|500 e 5*. ditos de velludo a 6.
79 e 89, dito* de fusta o de cores a 8500
e 1*800, meias de ra para hornera ese-'
nhora, ditas de algodo craas para ho-
rnera duzia 1*400, 1*450 e 3*500, ditas a
3*. 4* e 5* a duzia, ditas para menina a '
2*600 e 2*800, daiia finas e dirartos to-
manho*, dito* para menino a 2* e 2J500
a duzia, pecas da algodio a 3*800, 49 e
4*500. chitaa francezaa naa -a 240, 280,
300, 320 e 360 r. o corado, fil borda-
do e liso, grioaldas brancas com ramos,
chales de froco, espartilhoa, chapeos de
castor para hornero, pannos para mesa
um variado sortimeoto de roupas feitaa
oj que todo se vende por baratisttmo prego.
KSMfiM 9MMMK MMiStMIUMS]
Facas e garios de todas
as qualidades
osas borra (colee), o ara e rcode ; rands-se ou
traes-as aor eutra seooor : tratar aa roa da
Croa n. 20, armazem.
Na raa do Imperador a. 14, veoos-sc Jaaco
a 500 rs. a libra, ata peqaensa portos.
Vssdo-se a reatoeria a cosfeitorto da roa
nova de Sosia ait, as doa baos eetoatoleciateo-
tos oeite genero % vende-se a dtoheiro ou a pra-
ao. corno melhor cenote*- ao comprador: quera o
pretender poda-sa dirigir so ateimo a quilquer
hora.
1
vendem-se dazias de facas o garfea com cabo*
da marfim o maia fino que se pode deaejar pelo
baralo prejo de 16*, ditas para sobre mesa a 149,
dita* omito finas de balesco a 6*400, ditas mul-
to finaa timbera de bataneo e com doua butea a
7. ditaa imitando aa de bal a neo a <
aobremeaa fazeoda muito superior a
*
Cbegou para a loja da victoria, candieiros a
gaz de no vos ortos e modelos, tanto psra sala,
como para ecada e quartoe e para oufras muites
comas: na loja da victoria ha raa do Queimado
Vinagre a 1,200.
Vendem-ae garrafd*a chelos com 5 garrafa* de
vinagro a lflOO cada um : na traveiia do pateo
do Paraizo n. 16.
Engenho venda.
Vende-ee o engeoho Harmona, oa fregosla da
Becada, perto da eatrada de ferro asiim orno
ou tro engenho que o propietario est levantando
na* terrea daqoelle, tenr las* de vi venda, boas
trras, o todo o maia neceisario para prodazir
boas safras, oa permuta-ie por predios nssta
praca : i tratar coas o propietario no mesmo
engenho, oa na rea do Trapiche n. 14, primelro
andar.
Cestinhas ou cabasee para as
meninas de escola.
O tempo proprio das meninas irsm para a
eacola, e por isso boro que vo compostaa com
ama das norss e bonitas cesliohaa que se ven-
dem ta raa do Qoeimado loja d'aguia branca
n. 16.
Fivqflas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca taba de recebar por
amoatra urna pequea santidad* de fivellas
dosradas e esmaltadas pata datos, todas de no*
vo o bonitos moldes, tamben dourad i* osa
parecem de ouro de lei, o que s6 com experien-
cia aa coohecer nao o serena, estando no mesmo
caso as esmaltadla, e assim mesmo vendem-se
pelo barato preco de 2J500 rs. cada urna, na raa
do Qoeimado loja d'aguia branca n. 16.
Palmatorias de vidro e de la-
to para vellas.
Vendem-se coaitas palmatorias de vidro lapi-
dado para vellas a 1*200, e ditas de lati mui
oovas e limpas a 400 rs. : aa ra do Queimado,
loja da Agota branca n. 16.
Peiios de fusto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-ae bonito* peitos de fustio lavrado e
trancado para camiaas a 500 rs, cada um, fezen-
de mui boa eeacorpada : os ros do Qoeimado,
loja d'agaia-branca n. 16.
Novo sortimeoto de tiras D6
dadas em ambos os lados,
A loja d'aguia-breeca recebeu um novo e lin-
do sortimeoto de tiras bordsdas em ambos os la-
dos, e conlioa s vender baratameote a 1*200
cada lira, e outraa do bordados muito largos a
2*000, o melhor que possivel em tal genero,
a todas ellas, pela largara qoe teem, podem ser
divididas ae meio, pelo que se tornam baratsi-
ma : na ra do Qoeimado, loja d'aguia branca
n> 16.
predio venda
X
cortes le vestidos brancos
bordados.
Vend*m-se riese cortas de vestido* breocos
bordados com 3 babadoa pelo bsratissimo preco
de 5* o corte : oa roa do Qoetroedo 0. 2a, na
bom cot herida laja da boa fe.
Camisas ingieras.
Vendem-se superiores cimiaaa ioglezaa com
pregaa largas pelo baratitiimo preco de 35* a da-
sis: na loja da sos f, ns roa do Quetaaado nu-
mero ai.
Ricas gollinbas epunhos
com botes
Vendem-se ricas gollinhaa-e psohos de can-1
brala e faatlo ricamente bordadas com lindos bo-
tes, pelo bsralleaimo preco de 2* cada guarn-
cto : na ra do Qaelmado n. 22, na loja da
boa f.
Vendem-se burros gordo* e mansos : no
eogenho Jurissaca, do Cabo: a tratar all com o
Sr; Domingos Francisco de Soaza Leio.
Fazendas baratis-
simas
Superior bramaste de linbo com duas varas de
largura a 2*400 o vara, atoaibado da linho ada-
maacado com duas larguras a 2*500 a vara, brlm
branco de linbo muito superior a 11440 a Tara,
dito de corea, (aseada mullo eopertor a 1*, dito
pardo do linho poro a 860, 1* s 1*200a vara, di-
to do quadrinbos muito proprio pare calces, ja-
queles e psletots para meninos a 200 rs. o cova-
do, gangas francesas muito uperiore* a 400 re. o
covado, cambraiss francezaa muito Boas e de
muito bonito padrees a 260 o 280 o corado,
cambraia liaa muito fina a 44, 5 e 6* a peca com
8 1|2 varas, esmbraia com salpicos tambera com
81)2 varaa cada peca* a 4*500, dita muito Supe-
rior o melbor qsa ha oeste geoero a HJoOO a pe-
ca com 17 varas, ou a 800 rs. a vara, chitas fran-
cezas de moito boas qualidadea e de Ifndoa pa-
drees a 240, 280, 300 e 320 o covado, fil de li-
oho liso muito fino a 720 s vara, tarlatana bran-
ca e de corea a 760 a vara, toalhas de* linho para
maoa a 79 a dazie, ditas pelludas muito saperio-
rea a 11* a duzia, gollinhaa de cambraia borda-
das a 800 rs., manguitos e Rollas de cambraia ri-
camente bordadas al* o par de manguito com
ama golla, lencos brancos muito finos com bico,
renda e tabyrintho a 1g280 cada sm, ditoa de
cambraia de linho para algibeira pelo baratiaaimo
preco de 4r 5 e 6* a duzia, e assim um completo
sortimeoto de fazendas de todas aa qualidadea,
que sendo a tfinheiro vista se venderao por pre-
co mui baiios : na bem conhecida loja da boa
f, na ra do Queimado o. 22.
Barato assim barato de mais
S a bonete finos.
-A loja d'aguia branca receben ama creseida
quanlidade de sabonetea flooa para barba, os
quaaa eonvm a todos compra-Ios mesmo psra
maoa, aviis do diminuto prego de 39 porqaanto
se est venendo a dszia. Para setieftzer-se sos
boas fregueses se vender tambera em meoores
porcoes, porm quera mais comprar mais lucrar,
porque assim barato nao seri fcil tornar a ha-
ver, e mesmo agora s ha na .ra do Queimadr
loja d'agaia branca ?. 16.
ditas entrefinas a 2*500, ditas para meninis a
320, 400 e 500 ra. cada talhere alem dettas qua-
lidades outraa muitas qoe se vendem barato : na
ra do Queimado na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 35
Para violo.
Vende-se muito superiores cordas para violo
pelo baratitiimo prego de 120 rs. cada ama e
bordao a 160 rs.: oa raa do Qoeimado na loja de
miudezas da boa fama o. 35.
Ricos sintos dourados.
Vendem-se ricos sintos dourados bordsdos pe-
lo barato prego de 2*500 e 3*: sa ra do Quei-
mado loja de miudexas da bes fama n. 85.
Papel de todas as qua-
lidades.
Vendem-se resmas de papel de peso greve o
maia auperior que ae pode encontrar pelo barato
prego ds 3*400 rs., dito pautado de moito boa
qualidade a 4f500, dito alasaeo moito bom a 3*,
dito almago greve a 3*600 e 48800, dito pautado
a 4* e 4*500. quartes de papel de cores com 20
quadernoa a 720 rs., dito branco muito bom a
1* e 1*200, dito de quadrinbos a t*. dito pauta-
do com 40 quadernoa a 2f, caixinhaa com popel
de betradourada a 1500, dita com savelopes a
19 e ootras mais qualidades do papel que se veo-
de barato ; na ra do Queimado oa bem conhe-
cida loja de miudezas da boa fama n. 35.
O bom e barato na boa
Vende-se a casa de dous andares e sollo, mei-
gua, no becco das Hiudinhas n. 8, avallada em
20009, a qual rende 1 i|2 por cento ao mez; na
raa do Trapiche o. 14, primeiro andar, ha pessea
? i?8 piM "*ride pelo proprtetario para efectuar a van-
5*500 e 6?, dt damesma casa.
Sal de Lisboa.
Vndese a bordo da barca pertogueza cEspe-
tanca, aal de Liaboa limpo e redondo ; a tratar
na rus do Trapiche n. 17.
Salitre refinado.
Vende-se na raa do Qoeimado loja de ferra-
gens n. 13, a 8J500 a arroba e em porclo te
vender por moito menos.
Liquidacao.
Braga, Silva & C, em liquida gao, convidara
eos seus devedores a virem saldar seas dbitos
dentro de 30 da, e participara que medidas ter
minantes serio empregsdas contra os que nao
eomparecerem.
Bengalas
a 240, 320 e 400 ra. cada ama: na ra do Cres-
po, sobrado marello n. 18.
fama.
[Nao duvidem que na ra,
do Crespo n. 17, loja de
Guimares 4 Villar.
*Ve$te-ie urna senhora dos psj
at a cabeca.
Vendem-se pentes muito fiaos de marfim para
bichos vindos de Liaboa pelo baratsimo prego
de 640, 800.12500, 1*800 e 2* cada sm, ditos
para alizar a 1S600 e 25, ditos de "bfalo prelos
e braacos tambem para alisar e muito bons s
500 e 800 rs., ditos entre-finos a 280 rs., da-
zias de carreteis de liabas de 200 jardas de ns.
50 a 80 a 720 rs., grozas de botos fiaos para
calcas a 240 rs., ditas de loaga braocoa e pinta-
dinhos para camisas a t60 e 240 rs., agalheiros
de marfim muito bonitos a 800 a 1* cada um,
ditos de osio torneados imitando es de marfim a
320 ra., flgas de marfim branca* e encimadas a
320rs. cada orna, agulhelaa de marfim para en-
riar a 240 rs., grezes de butee msito finos ma-
dreperla psra camisss a 640 e 800 rs., tesosras
raneezes muito finas para costura e labello a
2* cada ama, ditas com pequeo toque de ferru-
gem a 1*500, liabas de paao a 100 rs. a miada
ditas para bordar a 160, 200 s 300 r., dita tron-
za a 60 e 80 rs. e outras muitss coasas que se
vende por menos doseu valor : na rsa do Quei-
mado loja bem conhecida de miudezas da boa
fama n. 35.
Perfumaras baratas e de
boas qualidades.
Vende-se para acabar muito bona sabonetes
reme de amendoas em calzas de louca a 500
r*., fraseos com o bem conhecido sndalo a
1*500 e 2*, frascos com baoha transpsote a
900 rs., ditos pslheholy a 640 rs caizinhas com
nove qualidadea de eztraetos todos muito finos
a 2*. ditas com 12 tambem muito fines a 3(200,
fiascos grandes com agua de colonia muito au-
peiior e bem conhecida a 1*500, 2* e 3*. pasli-
Ihssmoitocheiroaas de Labeo para con servar a
roupa livreda traga s 1* sada pape), dilaa do
mesmo fabricante proprias para defumar a 2*J
cada aaziooa, duzia* de sibonele* muito boas s
600 rs. e ostras muitas qualidade* qoe so vende
muito baratas na roa do Queimado oa bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 35.
Colheres de todas as qua-
lidades.
Vesvdem-sedusissdscoUierss.de metal psra
sopa de ta boa qualidade que nada fleam desea-
do as de prlta plo baratiaaimo preco de 10,
dUaa para cha a 6*. ditaa de metal principe para
aopa a 5g, ditaa para cha s 2*000, comas para
tirar aopa muito superiores a 2*500 esds urna,
dita* para tirar asascar a 800 ra* sisea ds todas
e*t*s ooiheres fioisstmaa ha ootras qaalidades
mais ordinirias que se vendem barato : na ra
do Oseima-lo- na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fm o. 35.

!
I
i
Principiando pelos chapeos de palha a
Garibaldi e chapelinaa de palha de Italia
os msis aoperrorss qoe tem viudo de
Franco.
Manteletes de gros bordados, capas e
cassces a Lulz XVI, sedas de cores o
moireantiques pretos e de corea e aca-
bando pelos respeitaveis balea de croz
e de musselnas e que vendem baratia-
aimo. Seohons fregaezas a vista faz f,
mandem ver.
oraes.
Em massinhes a 500 rs. cada um.
Em fios a 640 n. cada um.
Em voltas de 3 fios a 2*500 cada urna.
Vendem-ae muito bons corss, em massiohos,
fios e voltas de 3 fios, pelos baratissimos prego*
cima: na ra do Queimado loja d'aguia branca
o. 16.
Objectos de phantasias
pulseiras de missangas.
A loja d'aguia branca acaba de receber um
bello e escolhido sortimeoto de pulseiras de mis-
sangas com borlas pendentes, obra de muito gos-
to, e o que de maia perfeito se pode dar em taes
objectos, e as eat veodendo a 1*500 cada urna,
tanto para aenhoraa como para menina, e pela
novidade do goato e apuro da moda nao tardaro
em se acabar as que ha aa loja d'sgula branca,
ra do Qoeimado o. 16.
Manteletes superiores de
grosdenaple.
Na ra do Queimado n. 18 A, esquina qae vs
para a ra eitreita do Rosario, loja de Carvalho
& Bastos, tem para oender ricos mantelete de
grosdenaple pretos, sendo pelo diminuto prego
de 10*. ditos melhores a 259. ditoa auperiores a
309* No mesmo estabelecimento tem grosdena-
ple preto de varias qualidades, sendo a 19700,
dito a 2*500, dito saperior a 2J800, enfeltes pre-
tos de retroz, luvas de torcsl, chales pretos mul-
to fiaos bordados a vidrilbo, e oatros mullos ob-
jectos proprios pira a quaresma, lado por prego
multo commodos.
Farioha de man-
dioca.
Vende-se farinha de mandioca, moito saperior
qualidade s 49000 e 49500 a eacea : na ra do
Trapiche n. 14, primeiro andar.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston & G ra da Senzalla Nova
42.
Vendem-se
u.
Vende-se
bichas da Hamburgo aa melhorea qae tem viudo
ao mercado e chegadaa ltimamente no vapor,
por proco o maia barato que em oatra qaalqner
parte : na raa da Cruz n. 68.
\isE\C\V
DA
Fundido Low-Moor,
Ra da Senzalla Nova n. 48.
Meato eslibeiesimento continua a haver um
completo sortnento de moendas a raeiss moen-
das paca engeoho, machinas de vapor e laixas
de ferro batido e eoado de lodos os lmannos
pora dito,
armazem de fazendas
DE
Saatos Coelho
Rua do Quelmad* n. 19.
Lengoea de bramante de linho a 89.
Cobertae de chita fina* a 29.
Dilaa a prego ds 1|800.
Cambraia* pretaa moito finas.
Colchas ds sallo muito lindss a 69.
Bsteiraa da India da 4, 5 e 6 palmos da largo
proprias para forro ds ama s aalaa.
Lengoea de panno ds lioho fino s 29.
Algodio monstro s proco de 600 rs. a san.
Toalhae da linho para mesa a 49.
Ditas ds uato para mo, cada sma 500 rs.
cognac de aoperior qualidade em eaizaa de ama
duzia de garraUs. em casa de Soatnall Mellon
ra do Torres o. 38.
55 Riada Imperalriz o o
Sempre ha para vender veoezianas de diversos
tsmanhos com fitas de lioha elas, corda verde;
tambem concerta as mesmaa por prego commodo
Atteoco.
36 Raa Nova 36
Grande sor ti ment de oculos para to-
das as vistas.
Ac de Hilao.
Vende-se ac a 23 o quintal: na ros do Qoei-
mado los ds tarrifan a. 13 ; bem coaso as ven-
de ne*ta meema loja um completo aortimento de
ferragOM e satadssss ds toda* so qualidades, to-
do por diminuto proco, visto o propristario que-
rer entrar em liqsidaga o.
Camisas eceroulas
Vndem-se uperiore* cor osles ds lioho moito
floss pelo barato proco de 24s> a dssfa, ditas trsn-
tdii de algodio, maa de msito boa qualidade, a
79 a daaa, amia** branca* francezaa a229,249.
26 e 3*9 adosia.drtas psrs OMsiseea 22f s ds-
zia, ditas psra homem com abertura de cores a
229 a duzia : ea bem coahecida loja da boa f
na rsa ds Queimado o. 22.
Lencos brancos para algibeira.
Alada se veodem leocot brsocos finos psra al-
gibeira pelo baratieiimo preco de 29400 a dszia:
na Toja da boa f, na raa do Queimado o. 22.
Metas para senhora.
Teodom-se meias finaa pasa snoiora pelo ba-
ratisslmo preco de '39600 a duzia : na rus do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
Attenco
Guimaraes & Loz, dono da loja ds miudesas
da raa do Qseimado n. 85, boa tama, parUclpsm
ao psblico qae o aeo eatabelecimento ae echa
completamente prvido daa melhores mereadoriae
tendentes ao masmo estabslecimeoto, e mullos
oatros objectos de gsto, sendo quasi todos rece-
bidos ds auas proprlaa eocommendaa ; e estando
elle* inteiramente resolvidos a nao vtnderem
dado, afianesa vender mais barato do qoe ostro
qaalquer ; juntamente pedem aos seus devedo-
res que lhts mandem oa venham pagar os seas
dbitos, sob pena de serem juilicsdo*.
Agua ambreada
para banhos do rosto e do
orpo.
A loja d'aguia brinca acaba ds receber nov
remaSsa da provsitoss e mui procurada agua
ambreada, cajoa bons effettos de refrescar a cu-
lis, tirar o ardor qae delta a navalha quando se
faz a barba e acabar o mi balito proveniente
do transpirar sio ji bem coonecidos, assim co-
mo as senhoras per nao andarem ao sol fz
conservar perfeltameote o bruno do rosto. A lo-
dos qusntos tem ussdo d'agos embreada nao fie
estraohos esie effeitos e ellos serio alnds msis
conhecido por aquelles qoe munidos de 19 se
dirigir a loja d'igsia branca ra do Qseima-
do a. 16, onde uniemente se vende.
Brincos pretos a balo, e
outros objectos para
luto.
Desses objectos de que boje Infelizmente tantas
familias preetsam.na loja d'aguia branca acba-se
um bom sortimeoto delles, sendo brincos e rose-
tas a bario, pulaeiras modernas de grossss e for-
tes contas, alfloetes para peito, ditos tambem pre-
los, em caizinhas, bonitos e modernos sderegos,
e meios ditos, cinteiros de fitas e fivslaa pretas,
enfeites para cabeca, grampoa de novos molde*
para segsrarcabello, luvas de torgsl de seda e
pellica, riela* de seds e algodio para homeos e
senhoras: eom os compradores de Isas objecto*
ae ter a maior contemplacio, altento o fim para
que sio: por isso 4 dirlgirem-se roa do Quei-
mado, laja d'agaia branca n. 16.
Arroelas ou argolas de borra-
cha para segurar papis e
amitos outros misteres.
A loja d'aguia branca receban orna porcao de
srroelas ou argolas de oorrichs, que acertada-
mente se applicam a differentes flns, como tam-
bem aeja para emmaaaar papis as diversas re-
partiQs publicas, nos cartorios, escriptorios,
armazem, lojas, boticas, tabernas, etc., etc., e
mesmo de siguas particulares, o que na verdade
vale apaoa comprar-se pelo diminuto prego de
240 e 320 a duzia, para poupar-se o trsbalho de
atare daaatar um masso de papis todas ss vezes
qae se precisa, assim como as maia largas servem
para segsrar carteiras, e manguitos de aenhorss,
e mesmo para pulseiras de missangas, adrerlin-
do, porm, que cada argola tem aua fivela ; ven-
dem-ae em dita loja d'aguia branca, raa do Quei-
mado o. 16.
Agua balsmica para conser-
vacuo des dentes, e agrada-
vel hlito da bocea.
lasa a precia val e proveitoss agua balsamiea,
cujoa boas effeitos de coacervar a fortido doa
dente, fortalecer as gingivaa e tirar o mo hli-
to da bocea, aio ji bem conhecidos por todos
quaoloa della tem usado, e ser anda maia por
quem, presando esses boas resultados, se dirigir
com 19 dita leja d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Gravatas de seda pretas e de
cores.
Mui boas e bonitas gravatas pretas de seda com
salpicos de cores a 500 e 640 ra. cada urna, ditas
lodaa pretas de bonitas seda de chavisquiohos,
bos fazeoda a 1g. ditas de superior gorguro com
poetas bordadas a vellado a 19600, ditas de tras-
passo pretas e de cores com a 18netes, e mui pro-
prias para meninos, sendo ellas de bonitas sedas,
forrada, e com dous pospontos de seda decrese
lgOO cada urna, e multas outras de diflareatee
qualidades e prscos : na ra do Queimado, loja
d'agaia branca n. 16.
Meias de cores para homens.
Muito boas meias de cores a 160 o par, e I96OO
a dszia: quem aa vir nao se desagradar, pois
qoe sio boas e baratissimss : na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Rival
sem segando.
N' "^Oueseaado defronte do sobrado
novo, sst dlapseto o veedor tsdo por preco ose
admira, uto somorseja:
Frateo* de agua ds lavaoda muito gran-
deaa
Sabonetes o melbor que pode haver a
Ditoa grasdsa m alto fios s
Frascos com cheiros muito Anos a
Ditos ditss marte bonito a
Garrafaa de agaa celesi > olhor a
Fraacoa com baoha muiiu u^arior a
Ditoa dita ds arco fioieeima a
Fraseo* de oleo babosa com cheiro a
Ditos dito dito a
Ditos dito nito a
Ditoa para ttaspar a cabeca e tirar caspas a
Ditos dito philocome do verdadalro a
Ditos com baoha transparente a
Ditoa com auperior agua de colonia a
Dita, fraseo grande* s
Fraacoa de macagi oleo a
Ditos do opiata pequeos a 320 s
Ditos ds dita grandes a
Tem sm resto de lavando ambreada a
Linha branca do gaz a 10 ra., o tres por
deos,s fios s
Dito de car lio Pedro V, com 200 jardea a
Dita dito dito com 50 jardea a
Carreteia de liaba com 100 jardas s
Duzia do molas creas msito encorpadas a
Dita ds ditas muito superiores a
Dita de ditaa braocaa para senhora, moi-
to finaa a
Vara de bico da largara de 3 dedoa a
Dita d* franja para toalhas s
Groza de botosa ds louca braocoa a
Duzia de phespnoros do gsz s
Dita de ditoa de vela moito superiores a
Pega de fita para coa de toda* sa lar-
guras a
860
320
160
500
19000
19000
240
600
240
310
500
720
900
900
460
560
100
580
eoo
500
20
60
20
30
29109
4>00
32000
120
80
120
240
240
'Aiten^ao.
Lentliha frasean, primeis
rs. s libra,
acbar : aa ras Hova s. 22.
paso
Cambraias.
Vende te cambraiss do cores do bonitos s
gantes desenhos a 280 o 120 rs. corado: os
rus da Imperatriz laja s. 20.
Oliados.
ysadem-MoUodospioisdssds liadas vistas
paieagens larguras do 6, 7, 8 o 9 pola*'. '-
prio para asesas de janur M
roa ds Imperatriz leja o. 20.
640.
Ghapeoa de aol
Queimado o. 44.
de psaao a 640: as roa do
Barato e bom.
320
4,000 rs.
Saco* com farolo novo de Lisboa a 41: nos
ar mazeos de Tasto Ir m o. 1
36 Ra Nava 36
Completo sortimento de (elogios de
prala dourada a 12#, 14$. 16# e 18$ e
de superior qualidade a 28$, 30$ e 35$.
Encarrega-ie tambem de concert* per-
te ncentes a sua arte, todo e qualquer
concert ser remettido em termo para
o dia e hora que se prometter. Os cot'
certos e as yendas sao amaneadas.
Ra do Crespo n. SO B, loja de
Alvaro 4 Magalhes.
Vendem-se chapeos de palha da Italia para se-
nhora, ltimamente chegadoa de oneommeoss
proprie, s 369, lindas lias moito largas s 640 rs.
o covado, balees modernos para aeohora a 71, e
outras maltas fazendas de bom gosto por mdico
preco.
Veode-to um cavalro pequeo cosa todos
os seus arrnins, proprio osea menino : qsem
pretender, dirjanse o raa do Qoeimado o, 3f
S Magalhaes & Mendes, na ra da Im-
peratriz numero 56, loja e armazem
da arara.
Seda preta.
Vende-se grosdenaple preto multo encorpado
a 19500,19800 e 29 o covado.
Panno preto e casemira.
Vende-se panno preto para caiga e psletots a
19700,198OO e 29 o covado, cortes de cssemira
preta para cales, entestada, a 39, 39200 e 39500 :
na rsa da Imperatriz n. 56.
Laazinhas suissas.
Vendem-se liazmhaa auisaa moito finaa para
vestidos a 560 o covado, castas suissss de qua-
drinbos de corea a 280 o covado, fustio de cores
para vestido a 280 e 320 o covado, popelina de
cores para vestidos e roupa de meninos a 240 o
covado, berege de cores psra vestidos a 360 o co-
vado : oa raa da Imperatriz o. 56, loja e arma-
zem da arara.
Madapolao a 3$000.
Vendem-se pecas de madapolao eofeatado a
3$ a pees : ns ras da Iaiperatriz, loja da arara
numero 56.
Roupas eitas.
Vendem-se paletots de alpaca preta e de cores
a 39, 89500 e 49, caigas de brim e fustio a 29,
paletots de panno preto 8 e 109, ditos de ca-
semira de cores a 10 a 129, caigas de csaemiraa
de cersa o pretaa a 5S500 e 69, colletes de gor-
gurio o vellado a 39500 e 4$, camisas francezas
a 1S600, a$e 2J500 : na roa da Imperatriz, loja
da arara n. 56.
Manguitos de linho.
Vendem-ae manguitos e gollaa do linho a
21500 e 39, ditos de fustio com botiozioho a
395OO e 39, gollas com botiozioho a 640, ditss
de traapasao a 19 ; oa ra da Imperatriz, loja e
armazem da arara o. 56.
Enfeites para senhora.
Vendem-ae enfeites a turca pretoa o de corea a
29, ditos s Garibaldi muito moderos a 49, 59 e
595OO, sio todos pretos, lavas pretas de seda fi-
na a 800 ra. o par: na raa da Imperatriz, loja
e armazem da arara o. 56.
Cortes de cambraia.
Vendem-se cortes de cambraia de barra e ba-
badoa a 39 e 395OO, pecas de bretanha de rolo a
29 e 295OO, e outras fazendas qae se dio |mot-
tra* pira ver : na ra da Imperatriz, loja e ar-
mazem da arara d. 56.
Sacido preto.
Vende-se sacido preto msito encorpado para
vestidos, melhor fazenda que grosdenaple a 29300
e 29600 o covado : na loja da arara, raa da Im-
peratriz o. 56.
Gorguro para vestidos.
Vende-se gorguro de linho a 280 o covado,
chitas a 160 e 200 rs. o covado, ditas francezas
a 240 e 280 o covado, casia fina a 280 e 320 o
covado: na raa da Imperalriz, loja o armazem
da arara o. 56.
v Loja do beija- flor da ra do
Queimado n. 63
Vendem-se cascarrilhas de seda de todas as
cores a 99400 i peca ; ricos enfeites pretoa e de
cores a 5p500.
Loja do beija-fior da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se filas de cs s 320 rs., pega de 10
varas, eofiadorea de veatido. de linha a 120 rs.,
eacovas para sobas flaas a 640, 800, 1#000 rs.,
pintis finos para barba a 320, 500 rs.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado u. 63.
Vendem-se oculos finos de srmscio de go a;
720, 500 ra.; agelhaa francezas de 10 e 20 rs. a
liohss do marca de 10 rs. ; grozas de botoes
brancoa a 400, 120 rs. ; ditos pintados a 180 rs.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se cartas portuguesas finas a 19800 ;
ditaa francezaa a 3J800 ; wisporas a 900 is ; liooso
pretas e do cores e branca do gsz a 800.900
rs ; dita de paso a 120 a encarnada fina a 120;
fivelas psra caiga a 80 ra.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63. .
Vendem-ae luvas enfeitadas a I98OO e 29000;
ditaa do io ds Bscossia a 800 rs.; eacovaa para
roupa a 640. 800, 19000, 19400 rs. ; ditaa para
e* bello o 320, 900, 640 rs.; pentes Iravessos a
640 rs.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n: 63
Vendem-se liufcss de Pedro V a 20 rs o car-
tlo; ricos blcos e rendas do Porto, imitando o
da tetra e de diversss largaras, e moito barato.
Jtiiho e arroz.
Vendem-ae saceos grandes confmilho a 49500,
ditoa com arroz do caaca a 39500, osa caa a 200
rs.: na travesea do pateo do Paraizo o. 16, fren-
te de amarallo.
Fazendas pretas
superiores.
Grosdensple preto lio superior polo dimi-
nuto preco de 29 o covado, psaao preto msito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e ff o covado, sao ailia prosa
moito fina a 25, 29500, 8, 39560 s 49 o covado,
manUa pretaa de blondo mosto superiores a 129.
manteletes de superiores groad napias pretos ri-
camente bordadoa a 359, sobrecassess ds paos
preto muito fino a 309, casacas tambem de psate
preto muito fino a 309, paletots do canso prslo
fino a 18 e 209. ditoa de casemira ds cor aess-
clada a 189, uperiore gravatioaao eetreitas a
19, ditas ds sstim macio o de gsrgorio moito 00-
penore* para daa* volta* a 29, dita* estreiliboas
com liados alfloetes a tf, superior sjorgorio pre-
'o para colletes a 49 o corte, ricos estalles prelos
a 69, e assim ootras muitas fazendas cjss sea s
dinbeiro vista, vendem-se por preejos msito ba-
ratos : na raa do Queimsdo a. 22, ds bom coahe-
cida loja da boa f.
Superior caldo Lisboa.
Tem para vender em porcao o a rstslho Anto-
nio Luis de Oliveira Azevedo & C-, no eo *-
criptorio roa da Cruz o. 1.
Rosas artifciaes para ca-
bellos.
A loja da aguia branca recebos bonitos rosos
daa que se estio osando para os cabellos, s ven-
de-as na ra do Qoeimado loja da agoia brasca
o. 16.
Fita branca de borracha.
Essa fita de qoe tanta falta savia acha-se hoj^
na raa do Qusimado loja d'aguia branca n. 16 ;
assim como fitas froszas ou el titeas braocaa a de
cores para debraar vestidos.
Olliem para o pao e
leiam.
Csmisinhss com gollinhaa e manguitos
de cambraia bordadoa, fazeoda mo-
deroissima a 59096
Ditaa de fuatio com lpico de cor 3p00O
Gollinhaa bordadas com botaoziobo laOM
Ditoa ds todos os gastos a 640 o 868
Ditas eom manguito ds cambraia bor-
dadas a 1*606
Manguitos de esmbraia bordados moito
linoa a 1*000
Golliohas bordsdas a 34a
Romelraa de cambraia enfeitadas para
lato a 39?OD
Camiainhaa para seohora a 39066
Leociahoe de lioho com 1byrintho para
maoa 29500
Ditoa a imitacio de labyrintho a 11 s
Luvaa de torgal enfeitsdss com vidrilbo
Eofeites pretoa com vidrilbo a
Ricos anfeitea pretoa e de cores, a Tarea
e Garibaldi 6f00U
Grosdensple preto s I96OO, I986O e 2pOOU
Todas estas fazendas vendem-se ns ros ds Im-
peratriz o. 60, leja e armazem do pavio, ds Ga-
ma & Silva.
Predio a Yenda.
Vende-se o cobrado de tres andaraa o solio ds
ra do Amorim o. 19. bailante largo, o cootcado
dous armazens, por prego commodo, por preci-
sar ds alguna concert : ds rsa do Vigario o. 19,
primeiro andar.
Oluem a falla
Ji chegaram aa moito deaejadaa fitas ds vellu-
do estreitinhsa propriaa para enfeitar vestidos, e
vende-se esda pega por 720 rs., a retalho a 89
rs. a vara: na loja do rival sem igsal, roa larga
do Rosario n. 36.
Braceletes de cabello.
Na loja Esperones, ros do Queimado o 33 A,
Guimaraeacz Rocha, vende lindos braceletes so
cabello, compredoras, amarella s rdza, muio so-
melhante a ouro, pelo barailasiaes proco de 09,
niogoem mais tem esta pecbiocha ; tambem re-
cebeu sortimento de agulhaa victoria, qus j se-
bero o que contina a vender-so s 120 rs. o
papel.
Veode-ae urna taberoa em Saoto Amaro,
na travessa do Costa, roa da Fandieio, fas b
tasto segocio : a fallar na mcama toberas.
Escravos fgidos.
Iffij '
Pee hincha
Pechincha admiravel ua
loja do Pavo a 10#
Vende-se pecas de bramante de inho
fmro bastante encorpado proprio Ipara
encoes, toalhas, seroulas, camisas paa
1 rtotsetc., etc., tendo cada peca 2, ya-
raspelo baratissimo preco de 10$ 7 pe-
ca, e tambem se vende meta peca po-
5$ ou se retalha a *00 rs. a vara : na
ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zem do Pavao, de Gama & Silva.
Sementes
de Hamburgo.
De hortalica e ores.
Vindee pelo ultimo vapor ingle : aa roa da C-
dela do Recito toja ds Vidal A Bastos.
Aos Srs. coasunii-
doffes de gaz.
Nos armazeoe do caes do Ramos ns. 18 o 80 e
na raa de Trapiche Jtovs 4oo ftecife) n. 8, *e
vende gaz liquido americano primeir* qulide-
ds o recentomeote chegado a 14Va laso do tinco j j t rA_nfi
sires, asaimsoms veodsm latas arralas a em garrafas. I peca e em covados a 100 rt.
Fugio no mez de martjo prozimo paseado
um escravode oome Jos, de naci Angola, do
idade, pooco maia oa meaos, ds 40 asnos, su-
tura regalar, tem falta ds dentes oa frente na
parte superior, levon vestido calca parda com
manchas na* pernaa e camisa branca, e esalums
erabreagar-ae: roga-se aos agentes policiaco o
aos capitiea de campo o prendara e lvese ao si-
tio do Csjuelro, casa o. 3, oa roa do Qoeima-
do, loja o. 39, qae serio recompensado.
. No sabbado a noite fogio o mulato de netos
Francisco, com idade de 17 sonso, o qsal foi do
Sr. Dr. Borges da Feoseee, toa bonito fora, to-
dos os deotes, cabello carapioboa e raivos, aop-
pde-se que esteja pela cidade de Oltnda oa pelo
Poco, em razio da mii eer lavadeira acoto lasjar,
ama preto forra, da Casia, lev ou chapeo de fot-
tro pardo e paletol tambem pardo : osa o pa-
gar pode levar i roa do Hospicio a. 9, osos de
Ignacio Loiz de Brito.Taborde, qoe sota recom-
pensado.
Fugio no dis 10 do corrento do socio do
patacho cCspuams, o eseravo crioslo aasrimset
10 de oome Antonio, idade 19 asnos pooco asis
ou menos, altara regalar, toado comprido s coas
ilguos signses de bezigae, levou calca o camin
azul : quem o pegar leve-o ao escriptorio do
Antonio Lais de Oliveira Azevedo AL na s
Cruz n. 1, ou s bordo do dito patacho qsa ser
generosamente recompensado.
.00*000
do
de
Na loja de 4 portas da ra
Crespo n. 8.
Madapolao com pequeo toque
a varia a 4|.
Dito largo fino a5|a peca.
AlgodaoLnho liso encorpado a 2$800
e ty a peca.
Cuita* sargas de cores fixas a 220 rs,
o ootado.
Ditas rsVuts estreitat eom pequeo to
Di-so a gratieacio ds 1009
eacravo Manool conhecido por Mandel!
eujo eseravo do abalzo atefgasdo, Isso so sig-
n*es seguintes : cor molis, estators regalar, sa-
be los es rapio boa, os doss deotos de cima a
frente grandes, rosto comprido, sjosoola soda 4
moito espigado, msito desembarazado ao Mar.
bam feito do pos o mios, diz ejoo osos aeoolist
de alfaiai, eato eecravo foi do
eorosel Bernardo Antonio do Mir
eogenho do Brum, no Cezaog saods M
do a criado e 4 malte ceohssldc aaooolto rostsc,
tsndo sido vendido polo Sr. Dr, Gracioso do r
la Baptista no da SS ds fovsrsiro prsztoi
ssdo o fugio no dk 16 do asmo toso, <
crsvo j estove fgido quaods esa 4o Ss?.
ta, para aa bandea da cidade 4oI
ribo e vlnha vender carvio
oes foi.pagado no rna ds Gola
de carvio, 4 msito do aajppaa sma taasa sssssssV
o nooto a qao aa IntisU 4o antro t recaes as
Srehemio do dito eacravo,
ca eom a qnaotia cima a anara o treoos oo
der noticia certa aoedo-oast aastia eosso osada JI
e protesta contra oJ*5ppiBO^ra'se*a aoom-
Albiao 41 Iva tan

i ^ -r :
--
^
"


DI1RIO DE PBMAMBCO QU1HW flrU lf D A1R1L DE I Mi.
Literatura.
A PAI&AO DE NOSSO SKMTOR
JESS CBRISTO. (")

l'OESIA SACRA,
Offerecida minha mate aos lllms. eExmt.
Srs. Bispo Diocesano t Drt. Antonio Marcel-
lino Nunes Gonialvit, Antonio dt Britto Son-
sa Gaioto e Manoel de Figueira Faria.
I
Tedira a harpa de David, se ella
Bastasse a me inspirar boje este canto,
Porm nem aojos, serafina me baalam
Ao grandioso aasutopto que levanto.
S tu de Deus Espirito infinito.
Que a Moyss noSioai ralale tanto,
Me podes inspirar, e o pello afilelo
Humilde como o p encher de encanto.
Vale-me, poia. Espirito sombroso.
Que o cabos em hsrmooies conrertendo,
Do barro Til do chao formaste o horneo
E as mararilbas mil que ae esto vendo :
Tu, eai tira, que a Maria mae tornaste,
Depois do parto e antea rirgem aeodo ;
Pois canto o filbo seu que nos mandaste,
E que o mundo salrou na Cruz morreado.
II
Bal seus leitos do diluvio ss aguas,
Que a arca de No s respeitaram,
Vcltado linbam, e Deus obedientes
A' nova geragao aproreitaraoi ;
i novoa crimes e maia torpes vicioa
Os horneas e mulharea pratiearam,
E, em vez de cootrigss e de celicios,
S desprezo das leis e blsspbemaram 1
L'ns, invertendo as leis da natureza
Que regula o prazer de modos certos,
lisis brutos sao os brutos que oo pensara .
E que olhos s teem p'r'o chao abarlos ;
Outros, em ludo, orgulbo e bypocrtsia,
Sem le, sem cooriegoea e em ludo incerlos,
Coolra si mesmos cada um menta,
A consciencia pondo em mil apertos.
Assim a alma vira encareorads,
ludo materia, tudo rilsnia ;
De publico nos templos se mercara .
a liberdade humana ae reodia.
Escribas, Phariseos falsos doutores,
A iustica dos reis s lyraoDia ;
Picos e grandes tinhem mil favores
E o pobre ou escravo i gems.
E aos reis j basta a mao fatdico
Que ao rei Ballhazarencheu d'borrores I
Diniel aos lees inda nao basta
P'ra convencer a poros oppreuores !
A' nova geragao diluvio novo,
i' Jilo merece e mais outros rigores,
Pois scientes j pt-ccam o rei e povo.
Indignos de haver mais do cu favores.
Porm, voz que em Deus falla e nao 6 delle,
Mas a qual vive em si, de quera procede,
Yoz u'inGodo amor, bem do mando.
Per quem se comprometi ioda intercede.
Realisam-se enlao as prophecias,
Nascendo o Uomem Deus, que tudo excede,
Jess Chrislo, chamado, ou o Measias,
Que, sendo mais que os reis, se hamilha e pede I
Bem como ao sol ardente que suffoca
Nos loogos areiaes de os desertoa
i. grato aueceder a sombra dou agua,
Qu qual de terna mae bracos sberlos,
E's bemvindo, Jess, matando a s le
Que do cu teem os pobres e inexpertos :
Segue-te o pescador largando a raje,
Pois seguindo-te alcance bens mais certos.
III
Jerusalm I cidade muilaa vezes
Maldita e abencoada,tu que encerras
As santas leis de Deus, e tambem matas
Os prophetas que buscam tuaa trras...
Jerusalm de Herodes o tyranuo,
A' cujo exemplo mu sempre te aterras
De innocentes fazer malar insano,
Que jubilo hoje o leu ? I Pozas ou guerras?
E' Jess Christo entrando na cidade,
Festejado e seguido pelas gentes,
Que com vozes em grita e palmas verdes
O saudam de vg-lo mui contentes:
Hosannao moco diz e diz o velbo,
Hosannaao bemfeitor dos descontentes,
Que nos mostra as dogurts do Evaogelho
Com que o reino dos ceas abre aos vvenles.
Mas debalde Jess qual mansa ovelha,
E de qusutos o buscam o pae e amigo :
Em vio milagros seus que sempre augmentara...
Jplanta que seccou por nao ler figo,
Jtmeos cinco mil queso alimeotam
Com dous pies, cinco peixes.... Corre p'rgo
Junto aoa Phariseos, que al inveatam
Ser Jess impostor do rei imigo I
Escribas, Pberizeos, almas damoadas
Bem vedes, bem sabes como o Inverso
O bom Jess, que vos s prejudica
Com apartar o bom do que perverso,
Com expulsar do templo os mercadores,
E dar ao povo a f ceg e disperso,
Llies mostrando os fiis, falsos doutores
E q jauto o mundo do cu diverso.
E o Cbrlsto o que fez mais ? Consola o escravo,
E este se sorri, suspende o pranto,
C) Neste trabalho, julguei do maior dever hij-
loriar o mais possivel, e conforme se Id nos Evan-
gellios. Esta declararlo dispensar tambem mul-
tes notas.
A liberdedM espera e MrrjjIdfferda
or eaae amor do prximo tio santo ;
da e afflrma, just e reafaBo,
do reirio do cu d'eierno encinte ,
O allino ate e aera primeiro
E o prlmeiro o ultimo no cante, (a)
Judas promette, emflm, trahir seu mealre,
E cooacalo de paz ha de entrega-lo I
Jesoa o sabe e diz-lh'o, e mais, que Pedro
Por tres mes sem f ha de nega-lo I
Seu mal prev, das horas se apprereita :
Manda a Pedro ter f, basca anima-lo,
Loga-lhe aoa egreje e a quer perteita
Contra o ioferno impotente em estorva-lo.
A nolis chega, e paluda tristeza
No semblante de Christo se derrama :
tb) A'a Oliveiraa rae, nao dorme, ora,
'. por tres rezes os diacip'los chama.
E, alfim Ihes diz: a hora esl chegsda,
Quem m'entrega ali vem... E um poro em ehamma
Predde a Jess, a face mal tocada
Por Judaa o traidor de infernal fama 1
Ei-lo, firme na voz e na postura,
Ameacado por mil e nao tena mdo :
Ei-lo, no olhar suave e no semblante,
E' como entre ondas bravas em rochedo,
E qual maneo cordeiro bem tratado.
Le.am-no Calfat, por quem bem cedo
E' tldo por confesso, e condemnado.
Porque diz Christo ser fatal segredo t
Pedro, Pedro, onde eats, e o que que fazes
Porque, ao menos, ao preso nao le mostrea ?
Com temor do poder n'um canto fices,
Negas Jess teu nestre, e ds-lhe aa costas I
Protestos, gratides, sao tses ao mundo I
Se viras de Jess o triste rosto...
Mas, pelo chao com lagrimas do fundo
Te baptizas de novoem tal desgosto. (c)
Ei-loo amigo do poro desse povo
Mil injurias atroces recebendo,
Escarros sobre o rosto e bofetadas,
Que at Satn de ver Oca tremendo I
E levado preaenga de Pilotos ;
Que innocencia em Jess reconhecendo,
E, dos mus Phariseos e vis mus tratos, *
O devendo salvar, nao se atreven do,
A' Herodes o enria, declinando,
Como feliz achado, a atroz senlenga.
Este, por aua vez, acha-o sem culpa,
E o derolve Plalos sem detenga ;
Maa eate mu juiz, do gozo escrevo,
Contra seu voto o entrega ira immensa,
Por desculpa dizendo as raaos eu lavo
Do sangue seu, de todos em preaeoca I
Como este juiz os bouve sempre,
E os haver no mundo por desgrana I
Mas, maldito o juiz que a lei nao cumpre,
E que, em vez de juslica, alguem faz gracia.
O que deve jalgsr, aa forcea mede ;
Se acceita, sacrificio de si faga ;
Pois, se c por seu bem ao crime cede,
L nao escapa divinal derasaa.
Eis a tua obra, Judas No teu pallo
Como abrigar podeate a traigio feia.
Entregando a Jess que em ll confia,
E qae dea-te a comer a benta ceia ? I
Deus quiz que liogua e olbos nao perdesses 1
Nao te ficar sem sangae logo a vea I
Mas, al, (ora melhor que nao naseeces... (e)
Que ha justas no cu todo o homem creia.
Eis a tua obra I A honra por thesouro,
Firmeza egratidao por vil dinheiro,
A paz do coracao pela riqueza,
E a boa guarda ao seqtiioso a'ouro I
Maldito s tu que o mundo escandalisss,
Sem egual no passado e no rindouro :
Se abra para tragar-te o chao que pisas.
Da humanidade horror e seu deadouro.
Eis aioda tua obra 1 As mos te queima
O metal qae comproa tua negrura ;
Mermo longe de ti, queima-te sempre.
Que a conscieneia tena toda em ferrara ;
Marlells-te o horror no pensament,
Cuidaa mudar de voz e de figura,
Julgas dizer-te inferno o som do vento,
E vas, qual fra brava, p'ra espessura.
E l o segu gargslhada em coro,
Ouve denles ranger, T fogo lento ;
A desesperado lhe morde o seio,
E a ddr oo o deixa mais um s momento,
E attonilo, convulso e abandonado
Da conlricgo nem busca o doce alent ;
E, mais ceg que a frs, o desgracado
Ajunta o suicidio so seu lormealo I
IV
Do sacrificio a hora se avezioha ;
E o povo, que se apressa, inventa horrores I
Qual amarra a Jeaus e o poe deapido :
Qual d'eapiohos lhe poe c'rOa de dores
Sobre a cabeca, que se baoha em sangue ;
Qual ao corpo pisado inda rigores
Da vis agoutes d 1... E elle exaogua
Nem solta um ai, se quer, aos oppresaores.
Qual as mos j lhe pde por seeptro a canoa,
E tnica vermellte ao corpo eocosta ;
E qual mais vil que o p, s por desprezo,,
Saudando-o rei, aos ps no chao se prosta I...*
E elle, ao peso da cruz ao chao vergado,
Com paciencia infinita tudo arrosta ;
E, vendo que rae ser crucificado
At entre ladrdes, nem odio mostra.
(a) Sic erund novisslmi primi, el primi novis-
aimi; multi enim auntrocatl, pauci vero olecti.
S. Hatheus cap. XX r. 16.
(b) O monte daa Oiiveiras.
(cj Novo bapllsmo, a que equivala o sea sin-
cero arrependimento, que affirmam todos os li-
vros santos da nossa egreja, na qual foi Pedro o
zeloso successor de Jess Christo.
(d) Por ter sabido que Jess ara Galilo da ju-
risdico de Herodes, que naquelledia se achara
em Jerusalm.
(e) Ver aatem homiol illi, per quem Filiusho-
minis tradetur, bonum erat ei, ai non essel natus
homo illa (S. Matb. cap. XIV v. 21.
FOLH1KTIM
O PAIZ DO"MEDO O
POR
A. DE GONDRECOURT.
(Costumes dos nmades.)
SEGUNDA PARTE.
XI
(Cootinuago.)
Ghrellab tinta dito a verdade. O general Pe-
lissier, investido do commando de todaa as tro-
pas existentes em Laghoaat, marchava rpida-
mente psrtindo da proviocia d'Oran para realisar
a sua junegio com a columna do general Yusuf,
que logo no dia immediato ao da chegada do
cherif em Laghouat se aprsenlos ante os muros
daquolla cidade.
Naquelle mesmo dia os Lagbousli) habitantes
de Laghouat) correram s armas logo multo cedo
eom um ardor immenso estimulado pela presen-
ta do Cherif a de ana ralale comitiva. Man-
our encarregou-se de dirigir os pedes, Ghrellab
effectuou urna aortida com os cavalleiros, e o
piedoso Abd-Allab, prudentemente encerrado na
grande mosquita, implorara para os aeus a as-
ijstencla dirina.
No primeiro dia nao honre combate ; maa no
seguate o general estabeleceu-se no ponto de-
nominado Cabeca d'agua afimde interceptar
toda a co-iqmunicacao entre a cidade e a campi-
a, privando os sitiados dos recursos qae Ihes
prevjobam das priocipaes fontes desta.
Os rabes bsteram-se com aoimosidade, e dis-
pntaram-nos.o terreno passo a pasao. Manaour,
Ghrellab, e todos os chefes scceodism a coragem
dos seus com proesss de valor o audacia, e foi
somente depoia de ter perdido mais de cem bo-
naens que os sitiantes, cedendo a ama brbaote
carga dos nossos cegadores d'Africa recuaram al
o recinto dos seoa jardins, onde nao foi maia
possivel torga-Ios (t).
Daht em diante os inimigos concentraran! a re-
sirtencia dentro da cidade. O cherif despeda os
seus cavalleiros, conserrando somente os chefes
junto s si; e o general francs postou-se no pon-
i*) VideZ)iarton.86. "'
(1) O esquadri que execulau essa bella car-
S partencia ao 1 regiment de catadores d'A-
ca, e era commandado pelo cspllo do Stael-
Holstein morto poneos dios depois de ama (erida
recebld na qu ella cejo.
erba *
lo j indicado pelo titulo de Cabeca d'agua
para esperar a chegada das tropas em marcha.
Os habilantea de Laghouat laocaram aoa ares
gritos de alegra quando nos riram imaooreia no
lugar que a custo tiohsmos cooquistsdo, pensan-
do que nao proseguiramos na lula ; pelo quede
enrolla com os seas insultos atiraram-nos inso-
lentes desafios.
Essa confianza e exaltacao, animadas pelo fa-
natismo feroz do cherif nao forana de tonga dura-
gao. Em sete diaa cooseguiu o general Pelissier
effecluar ama marcha de aesseota leguaa, che-
gando a 2 de dezembro em Raa-el-Aioan (Caieca
d'agua], onde reuoia-se ao sea lugar-teaente.
Podemos ento dispr de forcas safficientes para
levar Laghouat de viva fores, e essa acto de vi-
gor nao se fez esperar.
No dia aeguinte, 3 de dezembro, o general em
chefe fez o reconhecimento da *ra$a. OaLag-
hoaati, vendo a nossa gente dirisjsr-se para o
ponto mais fraco da defess, acreditaram em om
ataque geral; assaitaram-nos com rsra ooergla ;
e neasa aeco conheceriamoa, se j nao conheees-
sernos por tonga experiencia, quanto bravo e
velante ease povo rabe, cujo asngue misluroa-
se com o nosso to glorioaallente em todos os
passos da nossa conquista.
Os Lsghouati, mala urna vez illudiodo-se a
respelto de noasaa iptenedes proaaaram-ae em
celebrar o que cbaniavam nossa derrota. Quan-
do libamos conseguido o fim do reconhecimento,
supposeram cilla queiamot retirar-nos.
Ghrellab e Si-Mansour forana os aicos que
encararam a aituacao sob o sea verdadeiro pon-
to de vista : porm guardaram-se de com sosa
obserrac&es arreecer o ardor dos oraros que ae
tinham havido com tanto denodo.
Debbah batea-aa MDO um leo : riram-n'o
apootar a dous ^sjOnaes que ashiram redonda-
mente por tefra,^ mergulhar o braco no aangue
de alguna chrst&os feridos apresiooados pela
guarnido.
Francisco mostrou o bsrio Arnold i Walter,
queporduas vasea. estove qeasi natando o seu
inimigo mortal, e por duse rezes desviou a ar-
ma, nao ssbeodo como explicar a rargonha e
hesitagao que delie se apoderara. Queroodo
desculpar-se de que chamara ama fraquon ex-
Iranha da sua parte, Ghrellab tbe replicou :
Mea charo bsrto, o homem p6e so diabo
dispe. -Digo o diabo para nao offeoder a Deas
mais asna vez, por que nao podemos imbos nos
fallar elle sem offende-lo. Tena por Stamia
urna ternura inconcebivel ; e Slanna, que te
ama nejapoder aborrecer-te amtnba quando
soabor l mataste sea pae. >.
f poieris Sabe-lot iaterroopta
Walter rir anate.
Funda, teanduasla, acerbf, multo acerba
>r ser. Beca Jes.s, paUio loa I
A ceajaesra de alando, tana tormentes
le itratMie Imperdoaval aua I
ves irmao ta vender, oatro neger-te, (I)
Vs o poro, eaqueceodo o teu prestigio.
Tornar-te inimigo ten, na rraz pregar-te...
E de petar nlo morrea I... prodigio I
E l rae, e l rae sempre em mus tratos.
Mudo, seguindo, e de humilbado porte ;
E ebega, e sobe, e n'iuaa cruz pregado
Entre ladrdes aguarda aua aorte I
Ferem-lhe anda o peilo, e aangue aulla
Com que de Deus abranda o rigor forte....
Ai I Ei-lo qua j aoceia, a os olbos volt*
Para aeu Pae no cu... E cede morte I
*.
lllll|||||tM|ll>UlitlS>|IMtt||at(
eae>,#
a fif e >
E rendo tanto horror, gallam -se as fontes,
O rio nao correa, e o mar smiu-se,
A trra estremeceu, abrem-se os montes, .
Do Templo o rea rasgou-ae e o sol suniu-se 1
M. de Souza Garca.
A Paixo de Jesas Christo.
Tado sao treraa I ierra, mar e cu
Parece que entre ai trarcram guerra I
O mar se empols, o negro cea se raaga
A oatureza treme, abre-ae a trra 1
Abre -se a trra I e por mil boceas pede
Vinganga para o martyr Jesas,
O qeal par remir o genero bunfano
Soffreu morte affrontoaa n'ama craz.
Vede, vede poia, o' peccador ingrato I
O quanto o bom Jesua por vos soffreu ;
Injurias, acoilea, duros tormentos I
E alGn. pregado n'ama cruz morreu I
Morrea, morrea I mysterio lncompreheosirel
Que o pensamento hamano n&o traduz :
Mortaaa curra! as frontes t o chao.
E adoral, adorsi, rosso Jesua !
# #
ERRATA.
No Diario de hontem, artigo i mulher.Si col.
4a, 3* periodo em-lugar debem considerada a
tua natureza i a compotico arbitrarialeia-ae
bem considerada a sua natureza o fanatismo
&.. col. 5*. 4a periodo em lugar deexperimen-
tado o sentimento acha-se &leia-ae o senti-
ment de sua existencia &.
Agricultura.
Manual do agricultor dealgodo.
Extrahido das melhores obras e artigos avultot
que sobre esse assumpto se tem publicado, e of-
ferecido ao governo de S. M. I. pelo Dr. An-
tonio Candido Ifaseentes de Atambuia, mem-
bro de varias sociedades tcientificao.
PREFACIO.
Desda que se declarou a guerra fratricida qae
hoje dilacera os Estados da Unio Americana, a
mesma idea aasaltou o espirito de todas as na-
5ea que com ellea entretaem relac.de* commer-
ciaes. O que ser diziam a Inglaterra a Pranga,
a Blgica, a Allemanha, a Russia e outios paizes
importadores dealgodo, dos milhoes de opera-
rios que empregamos as nossas fabricas de fiar
e tecer este producto, e por conseguate urna das
nossas principaes industrias, se nos faltar on
mesmo diminuir considerarelmente a mate-
ria prima que recebiamoa do nosso maior for-
necedor ? Porque razo diziam a India, a Chi-
na, o Egypto, o Braail e outraa oages, exporta-
doras desse producto, nao haremos approreitar o
ensejo da guerra civil.que aasola os Ustados-Uai-
dos para aogmentarmos a prodaccio do nosso
algodo, e assim adqaerirmos, se nao ama posi-
gao egual aquella que at agora fraiameases es-
tados em relaco ao commercio deste artigo, ao
menos elerarmos a sua. exportacio altura qae
j tera quic attingido, seno tireasemos de lu-
tar contra to forte eoncufrente ?
Ao paaso, porm, que ests ids preoccupsva o
espirito das oages importadoras e exportadoras
do algodo, aa primeiras, eaobretudo a Inglater-
ra e a Franca, tratavam de empregaroa meios
convenientes desairar os seas interesses eom-
promettidos, e as segundas de augmentar a sua
prosperidadecommerciaK Assim, aGra-Breta-
nha, que j de ante-mo prepararais terreno
para nao sentir a falta de algodo, quando por
qualquer emergencia viesse a escassear o que
importan da Amarlas do Norto, desdo eulao em-
penhou-se em desenvolver o maia possivel a cul-
tura do algodoeiro na India, no Egypto, no cen-
tro da frica, etc., assim como a Franca as
suss colooias, e com espeeialidade em Argel.
Da mesma forma aa nacoes productoras, des-
pertando do lethsrgo em que jsziam pelo convi-
te que Ibes fez a Inglaterra, convite que alias se
coBciliara lie bem com os aeus proprioa inte-
reses, pozeram-se em grande actividade, e eis
que de todos estes esforcos reunidos resultoa o
que hoje presenciamos por tods a parte, lato o
empenbo geral de contrabalangar a falla de algo-
do produzida pela gaerra doa Estados-Unidos,
por meio de raslaa plantaces de algodoeiro as
regies em que este arbusto prospera to bem
como neasa repblica.
O Brasil, que ainda hoje um dos paizes ex-
portadores de algodo, comquanto a cultura dea-
te producto agrcola tenha sensivelmente dimi-
nuido as provincias em que mais floresceu, tses
como as do Maranhio, Peroambuco, Alagoas.
[() Irmos, nd~caroaea que os nao Uve, como
de f, seno espiritases; e por irmos tem
Jess Christo os seus discpulos, como se l em
S. Matb. cap. XIII v. 49 : Et exleodea manum
in discpulos saos, dixit: Ecce mater mea et
fratrs mei.
etc., nao pedia conservar-so indiferente a ease
movimeotovgeraL,
O Exm. 8r. eonselhairo Mauoel Felizardo da
Soasa e Mello, solicito como se otos mostrado
pero progresso de todos os ramos qae fasem par-
ta da ministerio sea cargo, tem desenvolvido s
aior aetividada em| augmentar a prodaccio do
nosso algodo, neste em pendo tem aido efB-
cazmente auxiliado patas socisdades de agricul-
tura que existem no paiz.
E' tambaan neste intuito que me abalango a of-
ferecer ao governo imperial as seguales ioslrac-
ces sobre a cultura do algodoeiro, que coorde-
nei sob a forma de um pequeoManual,para
tornar sua lei tura menos fastidiosa aos la vrado-
res da minha patris.
Pars, 6 de novembro de 1861.
Dr. Antonio Candido Natcentes de Azambuja.
Do algodoeiro em geral.
O algodoeiro ama planta da familia das aul-
vaccae originaria da India, que comprobando
muilas especies ou variedades, todas pertencen-
lea ao genero gotsipyum de Linoo.
Destas especies ou variedades, umis desen-
volveos-se consideravelmente adqueriodo aa di-
mensdea de ama arvore, no antanto que outraa
crescem pouco, e conservam-ae no estado mo-
desto de arbusto. Por este motivo deu-se s
primeiras o nome da algodoeiro arvore, o s se-
gundas o de algodoeiro herbado.
De todas aa espacies de algodo, as maia ge-
ralmente preferidas sao as eonhecldss sob o no-
me da Luiziana, qae tem o fio curto e s semen-
t rugosa, o a Georgia, tambem denominada sea
Island, cujo fio 4longo e a sement lias.
Escolha do terreno.
Para poder desenvolver-se com vigor e dar pro-
ducas satisfactorios, o algodoeiro deve ser plan-
tado em terreno espesso, multo permeiavel, e
que teoba am carto gru de calor. E' assim que
aa trras argilo-carcareaa Ibes sio mui conve-
nientes, ao passo que os terrenos fortes, barren-
tos e fros, que rete as aguas da chava em sua
superfieio, oa fendem-se profundamente durante
o vatio, Ibes sio absolutamente desfavoraveis.
E' ainda assim que a ana cultura em lagares si-
tuados a mata 60|metros (1847 ps) (1) cima do
nivel do mar tornam-se excessivamente preca-
rios, porque nio existe eolio a somma de calo-
rico suficiente para que elle possa chagar 4 aus
completa maduracio.
A maior oa menor visiohsnca do liltoral tam-
bem inlue mnito sobre aa differentea especies de
algodo. Assim, de observago qae a Geor-
gia proapera mnito melhor nos terrenos prximos
ao Ocano, onde aa aguas doces se encontrara
com as salgadas, do qae a Lusiana, e as oatras
variedades de fio carto ; bem como que estas
produzem melhor do que aquella nos terrenos
contraes.
Preparaco da trra.
Para ste genero de plantago, a trra nio s
deve aer to bem smanhada como para outra
qualquer, maa aioda profundamente cavada, em
coosequencta do comprimento que tem as raizes
do algodoeiro. Esta operaco pode ser feita com
a enxads, posto qae saja multo mais vantsjoso
prslica-Ia por meio de outros insTrameotos ara-
torios, e especialmente pela charra, tanto pela
perfoigo e promptilo com qne feita, como
porque ecooomisa grande numero de bracos. E'
pois de esperar que brevemente chegue a poca
em que oa cultivadores do Brasil, coohecendo
emfim o prejuizoque soffrem com o systema ac-
tual da aua laroura, aoimem-ae a imitar os da
relha Europa, cujos progressoa em agricultara ae
tem tornado espantosos desde que os bracos fo-
ram em grande parle substituidos por machinas
e instrumentos agrarios, mais facis de manejar
do que geralmeote se pensa, atormente qaando
escolhidos entre os mais perfeitos, mais simples e
mais solidos.
Se a plantago doa algodoeiros tirer da aer feita
em derrubadas recentes, mister lavrar a trra
tantas vezes quaotas forem precisas para bem di-
vidi-la e quebrar os seus torrdes. Tres ou
quatro amachos, suficientemente espagados,
nao sao muilas vezes de mais para bem prepa-
ra-la.
Depois de arrancadas tolas as raizes, tocos, ps-
dras, etc., que possa cooter o terreno, e logo que
este fique bem deslorroado e aplainado, tncem-
se lionas no sentido do seu comprimento e de-
clive, e depois outras em sentido transversal; as
iaterseccoes destas lnhaa qae derem ser plan-
lados os ps de algodoeiro. Quanto diatancia
que cumpre deixar entre cada planta, lndica-la-
hei quando tratar da semeadura.
O meio mais fcil de tragar estas linhas com
regularidade consiste no emprego usual do cordel
e da estoca. Feito isto, abra-se no lagar marca-
do para cada planta ama pequea cora de 40 cen-
tmetros (12 polegadas] de largara em quadro so-
bre outras tantas de profundidade. A' medida
que for abrindo aa coras, o trabathador ir re-
cuaodo e anchen io a que estiver diante de si
com a trra que for extrahiodo da subsequente, e
assim por diante, tendo o cuidado de completar o
enebimento de cada cora com a melhor ierra, por
ssrem aquellas em que mais tarde deverao ser
laogsdas as semeotes. Um preto ou trabilhador
exercilado pode fazar quinhentaacovas destas por
dia, porm este numero vsria segundo a natareza
do terreno em que operar.
Ha duas maneiras de arranjar a trra para a
cultura do algodio; a qae acabei de descrever,
oa em forma de taboleiro. A primeira a que
por ora mais convm adoptar no Brasil, porque
ahi nao se faz ainda a irrgac&o dos terrenos, e
portaoto necessario compensar os effeilos que
ests prodoz sobre a vegetagio, conserrando-lhe
a bnmidade adquerida por meio de repelidoa e
profuodos amanbos da trra. O segando indis-
pensarel nos paizes em que se empregam as irr-
gagoes, e o que se pratica geralmeote nos Esta-
dos-Unidos.
(t) Agora que se trata de por em pratica o sys-
tema mtrico no Brasil, julguei conveniente
asenciooar no decurso deste pequeo trabalho
qae medida amiga correspo nde a moderna de
que me vou oceupar. .
Por am milagro, respoodeu Ghrellab rindo-
se, e affastando-se.
Walter habituado ao modo leviano por que seu
amigo tratara aa cousaa aa mais serias nio pro-
curou aprofuodar o sentido dessa resposta evasi-
va. Promelteu a si mesmo ser mais determina-
do no primeiro combate que houvesse, e para
melbor firmar-se nesss resolugio psssou na men-
te urna por ama as desoladas recordagoas da aua
juventude.
Ums grande parte de noute os Lsghouati pas-
saram entregues aos aigoaes da mais louca ale-
gra. Aa nossaa columnas ouvlram dos difieren-
tes pontaa de ataque, em qae aa baria collocado
o general em chele, a algasarra, toques e cangoes
que partiam de cada urna daa caaia da cidade.
Essas regosijos foram porm in ter rom pidos an-
tes da meta noute por ansa forte fusilarla, com
que oa aitiados proenravam repellir urna carga
bayoneta executada pelos zuavos do general Bus-
cara para apoderaram-ae do um ponto domi-
nante, como afinal conseguirn), e pella aases-
tsram urna batera, de sorte que ao raiar de dia
a cidade achou-ae sob o fogo di nossa arilna-
ria.
A'a dez horas da manbia a parte da muralha
qae anpporlava oa golpea doa nossos csnbdes
boa, e deixoa patente ama grande brecha,
auccesso custoa-nos caro : o general Bos-
n, um dos nossos melhores offieiaes, cablu
morlalmente ferido, e Ghrellab foi qaem cantn
a gloria desss immola$io de um chrietio clera
do Deus de Islam.
O fogo cessoa ; mas os zuavos continuaram
avaucar e 4 carregar sobre o inimigo. As colum-
nas de assalio precipitaram-se do maamo lado
que ellos, ao passo que'as tropaa da geaeral
Yusuf, munidas de aseadas, corriera i escalada
do lado oppoato da brecha.
Matfsour, Ghrellsb, Naceur-ben-Chora, Deb-
bah, a oa chefea nmades, cmbatiam com a fu-
ria de um odio teros, e o piedoso cherif Abd-
Allah etrcia um imperio absoluto sofera a cora-
gem dos fanlteos que haviam jurado roorrer se-
pultados naa minas de aaas casas. O cherif es-
lava aam armas : o seu porte altivo eadireiia-
va-ae ao aibilo daa bailas : o seu paludo sem-
blante, seu rosto emagrecido, olhar rdante, a o
corpo slqaebrado pelo jejom e pela supplica
davam-lne entre eases homens, pela mor parte
felizes por poderem morrer 4 seus olhos, o mya-
terioso e irresistivel prestigio que engendra o
martyrio, e fiz entrever-se as eternas bemavon-
torancas.
Mansour baaaava Arnold junto da brecha ; maa
eate foi un des primeiros a eollooar unta aseada
do lado oppoato. As columnas de aaaallo, ancio-
aASPfir penetrar na cidade antes do que as tropas
la escalada, Irlutcpharam dt refisleatfa furiosa.
Com quanto airrigacio das Ierras aiada nlo soja
conhecida no Brasil, como disse, todava lio
vantajoaa relativamente a cuitara de usa grande
numero da plantea, o. entre entras, 4 do algodio,
que oo julgo fra de proposito dlzer em seguida
duas patarras acerca dos effeitos deste novo meio
do fszer prosperar a agricultara, poste que so em
um trabalho espacial qae ae possa deaenrolrer
convenientemente tao importante assaapto.
lrrigacto terreno.
Os algodoeiros dao boas productos em terrss
j baohadas, sobretodo quando estas tem sido
profundamente tarradas, afim de qae as raizes
possam penetra-la sem obstculo para se refresca-
rem, eqasndo reanem os elementos de fertllidade
oeceasarioa ; mas a aecca muilas rezes paralysa o
desciment das plantas, e a colbeita diminue con-
aiderarelmente. E poia as irrigafaes, faitea a lem-
po, nio s augmentara multo os productos da co-
Iheita, aalro noa terrenoa hmidos por natareza,
maa preaerram tambem a cuitara do algodoeiro
daa eventualidades sempre ameacadoraa ocasio-
nadas pela aecca. Porm, para que o eresci-
mento do algodoeiro aeja prompto a regular, e
muito necessario que as irrigaedea preceder sem-
pre a semeadura, por quanto, ae forem feita* de-
poia desta, a trra ae endurece, e as sementes -
cam coberlas por ama crosta dura qae aa priva
do contacto do ar.
Logo que o* algodoeiroa comegam a crescer,
muito conreniente continuar a irriga-loa com
interrallos maiores ou meoores, segundo o gru
de desenrolrimento que adquirerem.e a faculdade
absorveote da ierra em que eatirerem planta-
dos ; o abuso porm das irrgsgdes produz resul-
tados ioteiramente opposts aquellas que se de-
soja obter.
Em summa, o ponto capital para o qual derem
convergir todos os esforcos do larrador 4 de ob-
ter algodoeiroa bem constituidos, de altura
mediana, e que produzam bastantes capsulos,
caja maduracio aeja to prematura quanta poa-
91 V Ola
Para alcangar-se este importante resultado, nio
se dere irrigar as plantaces seno antea da se-
meadura, como disso, e durante o perodo que
principalmente caractersado palo cresclmento do
vegetal, isto ao momento em que apparecem os
orgios dajrutificagio. A' partir do deaabrocha-
mento das primeiras flores, essss regrT derem
ser moderadas, porque se forem excessi As doran-
te a formagio das capsulas, a seira dirigir-ae-hia
para a extremidade dos ramos, e produzirla am
prolongamento foliceo, nao s intil, como at
mesmo nociro ao desonrolrimento dos fruc-
tos do algodoeiro e doa filamentos qae estes en-
cerris.
Estrume.
O estreo das estribaras mui conreniente aos
algodoeiros, atormente o dos caroeiros ; pode-se
porm ajuntar-lhe com vautsgem os adubos al-
calinos, taes como aa ciozas de pi, de hervss,
de plantas msrinhas e das brrelas, os ossos pul-
verisados, as raspaa de cbifre, etc. A cal apaga-
da ou molbada, tambem mui til, assim como
as conchas, mariscos e caramojos pulverisados,
o salitre, o sal, s areia molhada pelas ondss do
mar, as sementes quebradas do proprio algodoei-
ro, etc., etc.
Os chins e os americanos do norte empregam
de preferencia como estrume para esta planta o
lodo extrahido dos fossos e dos canses ; e na Ca-
rolina do sul o limo das msrinhas de sal o maia
asado.
Nao se pode dizerque estes estrumes sio pre-
teriris aos outros ; mas em todo o caao sao
aquellos que estio msia ao alcance dos habitan-
tes dessas regies.
Quanto 4 dose de estrume queonvm empre-
gamos terrenos destinados cultura do algo-
doeiro, muito difficil indica-la de anta-mio,
pois que deve s>er subordioads 4 maior ou menor
fertiliJade do solo. Entretanto o agricultor pode
tirar indicages uteia este respeito, quer da na-
tureza das berras que crescerem expootaneamen-
te as suis trras, quer do numero, do vigor e
das especies de colheitas que nellas se fizerem e
succederam.
Tambem nao farei a diacripgio dos difieren tes
processos porque se podem empregar oa estru-
mes que a pon lei, e outros muitos que deixei de
mencionar, tanto porque lato faria exceder muito
os limites que dere ter este trabalho. como por-
que na importante obra do Sr. Dr. F. L. C. Bur-
lamaque. que tem por tituloManual dos agen-
tes fertilisadores,os leitores encontrario lodos
os esclarec mentos de que necessitarem sobreest
assampto.
Semeara.
Nao se deve perder de vista que o algodoeiro
originario dos paizes queoies, o qae por laso
tem absoluta oecessidade do calor para deaenrol-
rer-se. Se pois, com a esperanza de adtantar o
termo da maturago, lancar-se a aemente na tr-
ra antea que o mu lempo tenha passado de todo,
e que o salo tenha adquirido suficientemente ca-
lor, corre-se o risco de perde-la, porqae apodre-
ce iofallirelmente, quando posta am contacto
com a Ierra fra e hmida. Dosumeotos lirados
dos Estados-Unidos proram que os plantadores
americanos perdem muitas rezes as suas semen-
teiras por quererem andar muito depressa.
A poca de semear o algodoeiro geralmente
nos mezes de setembro ou deoutubro. Ua annos
porm em que pde-se semea-lo maia cedo, e
outros em que conrm faze-lo maia tarde, o que
varia segundo os phenrnanos)meteorolgicos e o
estado da vegetagio circumrisiohs.
O interrallo que dere haver entre as sementes
depende da fertelidade do solo em que se pre-
tende cultirar o algodoeiro, assim como do seu
desenrolrimento presumirel.
Pode-se oo entsnto dfzer, em geral, que nos
terrenos onde as plaotaachegam a am metro (tres
ps) pouco mais oa menos de altura, o espago
mais conreniente a guardar entre aa linbaa dos
algodoeiros tambem de tres ps, e de 80 cent-
metros (tres palmos), o de ama planta outra,
E' rerdade que eata distancia ser insuficiente os
terrenos em que os algodoeiros se deoenrolrem
com to extraordinario vigor, que as vezes alcan-
gam a altura do dous metros (b pesj. Neste caao
0 50
dos sitiados, nio sem soffrerem grandes perdas,
e consegairam afinal franquear a muralha ata-
cada.
Debbah, disse Ghrellsb ao seu mekatib, cor-
re conduzir oa meus cavallospara o ponto mais
oceulto dos jardins do lado do sul : parte, nao
percas um momento que aqui janeada temos
faser.
Debbab executou immediatamente esta ordem,
e viu que os escudeiros doa principaea chefes lo-
mavam a mesma precaugio para seus amos.
Qaando oa nossos soldados franquearan) a bre-
cha, os Arabea que ae tinham arredado por um
instante tornaran) 4 fazer face desesperadamente.
O combate recomecou, mas os noaaoa eram re-
forjados 4 cada momento, o por mais eocarniga-
da que fosse a lula, devia acabar por forca em
vantagem nossa.
_ Nio ha mais remedio, disse Ghrellab
walter; esl tado perdido. Estes malditos Fran-
cezes estio boje com o diabo no corpo I Vamo-
nos d'aqai, deixar-noa matar aem proveito sera
a loucura a maia imperdoavel do todaa.
Maa elle.... elle onde est ? pergunloa
Walter com faror. Oh I ea morreria contente, ae
podesse derriba-lo meas ps.
E Msgdaleoa I O que aera della aem ti ?
Partamoa .... Os Arabea recnam outra vez.
Pois hsvemos de ser os primeiros 4 fugir 1
E por que nio? observeu Ghrellab, que
elevando -a vozexclamou : Filhos de Deus mul-
to alto e poderoso, 4 nossas casas, 4 nossas ca-
sas I
Foi iaao urna ordem pata todos os combatentea
habituados delxarem-se guiar pela prudencia,
assim como pela coragem de Ghrellab. Os nossos
soldados fiseram um noro esforgo ante o qual ce-
deu toda a resistencia, e penetraram na cidade
perseguindo os Laghouat!, que precipitadamente
se encerraran em auas casas, cojas entradsa de-
fendan).
Tu, efaerif, disse Ghrellab 4 Abd-Allab, pro-
cura refugiar-te nos jardins, porque eases que se
encerrara om auas casss ho de ahi perecer in-
fallirelmenle.
O ebertf dirglu 4 Ghrellab um olhsr mages-
toso, e deaappareceu na rolla de urna roa.
Olba que pedante 1 obserrou Ghrellab
Walter arraslando-o eomsigo : parece reprehen-
der-me pela timidez do mea conselho ; entre-
tanto, aou capaz de apostar a mioha cabega con-
tra am boudjou (S) em como eorlon. tambem oa
aeas carelios para espera-lo frs da cidade.
Walter nio reapondeu : deixava-ae levar de
rastos por sen amigo, em quanlo alguna bravos
Lsghouati morriam com as armaa ni mi para
favorecer a retirada doa seus chefes.
ser preciso dar intervallo de am metro
eeetimeiree (4 lrt pee, poseo maia es i
entra as linhas. a da aa metro (tras pea) _
" P.l,j*T No orreoos, pele coatrario, aa qae
oa algodoalroe nio se alavaa a aais de 50 cea-
Umetroii [15 polegedas) a ua astro (S pea), se-
der-sa-hi diminuir o interrallo s 80
euK,r.teMllnfcM'e,i015
A boa sementada algodio conserva a sea fa-
culdade germioatWa durante tres annos asea tm
monos ; porm sempre que poder eer.' melksr
empregar a da ultima colheita. E' Uaiaea aais
conveoieate tirsr as sementes das priaeiree co-
lheitas da algodio. afim de ae obter r'lass
le penlas cuja fructiBcagio sejs maia i
ra ; todava nao se devs-preferir estas
sasio qaando revestidas ato sgate! ene
a perfeclibilidade do producto ano se___
, se os filamentos qae nellas da vea
adharentea, se se trate v. g. da sapera
o-eorflia. (orea longos, laea, aeatse. et.
Muitos lavrsdoras posesa qaa posea i
s qaalidade germinativa dao aaaastes se algo-
doeiro langsndo-ss n'agas ; ss qae sssraaaeea
(o que acontece pela mor parte) si per asase
consideradas como improprias 4 garminacia Io-
ta caaclasae porm nio exacta, por qaaaie as
melhores aementea aobrenadaa, e sis vis as
fundo sanio quando oa seas lesaaeotea as Isas
saturado de urna certa qualidads Tagua, circaas-
taacia que se d egual mente esa sosenles ve
Ihss. e reconhecidss como improprias para a
vegetagio. Por consegainte, seaalhaala expe-
riencia nio poda fornecer Indicio algease-
gvrOa
Pde-ae, o mesmo vsotaioso. deixar as sa-
mantes algum tempo de molho antes de eapre-
ga-las, afim do apreasar a ssa gorssisacle se
Ierre. Para isto, deve-ee polas oa na rase, ss
qual se deitari a agaa aa pequeas quantidades
tendo o cuidado do mache-las froqaeatee vasea ;
cobrir-se-ha depois e vaae, que ser rsllssads
em lugar quente, oa eiposto 4 sccio do sol. No
fim de dous diss preciso seaes-lss, poses-es
em contacto com Ierra freses, fia de que a
germinagao continu sem intarrnpgio: do ostra
forma ficario perdidas.
Cobrir aa sementes coa aa estraae pslr
lento muito activo, seria tamban aa eu
meio de apresaar a aoa germinagao. e dar
rigor s tenraa plantas. Os pequeos ala.
roa sio com eSaito muitas vezas i o trro i
no sea desenvolvimeoto desdo que asnea da
ierra, por pouco que deses a teraoeratura, S
nesta estado de languidez sio assaMadee ser
myriadas de lrgalas, qae taasea reates isa
muito psrs o sea depsrseiaonto. Eavlveaee-se
a sement que eae do raso ea que estove asr-
gulhada, em quanto est aiade molbada, sa ee-
lombina (sugidade doa pombos) se txcrt
humano, no guano, oa ea sangue. esa
que a substancia em pregada aeja besa >*
pulrerisada e peneirada, da aaneira eae se in-
corpore perfeilamente 4 sement, obier-se-ha
bons resultados, sobretudo se a estas fis-rliasiaa
se ajaotar am poaco de aebo bea palvarisas.
ou a flor de eoxofre. Por meio deste prsrsssa
os pequeos algodoeiroa adquirir aais viga*,
o ss lagartas ou insectos que os qaizerea perse-
guir serio repellidos pelo amargor daa substan-
cias empregadss.
A qusntidade de aementea necease ra para sa
terreno qualquer vara segando o moto perene s
lavrador a distribuir por esse terreno, e e dis-
tancia que deixar entre cada plaata. Ea geral,
porm, para am bectare de trra (100 getraoi
bastara seis a dez kilogrammos (12 a 10 libras! de
aemente.
As sementes do algodoeiro derem ser enterra-
das pouco mais ou menos como as do feijie. Ea
cada cova, preparada coao ficou alto, lsncar-se-
hao qaatro ou cines, separando-as ea peses
umss das oatrss, e depois cobrindo-ss coa deas
dedoa de trra bem pulrerisada, que calcar li-
geramente eom os ps.
Ss a aementeira tirer aido bem feita, o a tsa-
peratura, assim como a bamidade hoaverea stdo
favoravei, aa peqaeaas plantea sohirio da trra
ao cabo de cinco ea seisdias. Noa lagares ea tas
por am accidenta qaelejser, nao easerrara, d mis-
ter substituir ss sementes por oatras nevos, ala
de evitar lacanaaaaa plan tagnes.
Segunda preparaco da Urrm.
Otando o desenrolrimento dos algodoeiros es-
tiver seguro, isto qaando tres oa qaatro bisase
se apresentarem cima dos cotyledones. leape de
acclara-los ou supprimir os quo hoaverde aais,
arrancndoos superfinos. NesU oceasiio 4 tam-
bera necessario amanhar da novo a ierra, janeas
esta opemeo concorre poderosamente pera ees-
serrar a prolongar a bamidade Bella existeate.
assim como para torna-la permearel ao ar, do
qaal tanto carecem aa plantas para exercerea as
suas funcgdes. Este segundo aaasho, ea prepa-
ragio da Ierra, mesmo iodispensarel para des-
truir aa herraa adranticias qaa crescem espsals
neamente no solo, e disputara is pselas centra-
das os elementos de nalricio que nelle se echa as
eapalhados. O melhor instrumento para scete-
lo nss pequeas plantagoes o sacho ordinario,
e, melhor ainda o aacho flamango; as grandes
culturas, porm, e quando as liabss des algo-
doeiros nao teem menos de 80 centiaelree (3 pe-
mos) de intervallo naa daa oatras, mais vas-
tajoso e econmico prstiea-lo por aeio de ins-
trumento agrcola conhecido sob o nomo de est-
xada a cavallo. -
Decote ou capadura.
Esta operacio applicada i aaa certa prisa
de vegetaes cultivados, tanto le oh osos coao her-
bceo!. Consiste em supprimir certas partes SS
vegetal que nio sio iodispensaveis i sea exis-
tencia oa ao cuaprimento de eeas fnegos, e
tem por Om sccamalar ea proveito do prasearte
qne se procara obter a maior aoaaa possivel de
suecos natrlivos.
(IsaJaatasjp -se- Ae).
12) Moeat 8 prita que vals t (r. e 80 cent.
Os nossos soldados chegaram at o casbah, cu-
jas portaa foram forjadas. Ali, como em todas ae
outras casas accommetlidas i viva torga, os Ara-
bes morreram defeodendo-se at o ultimo sus-
piro. Gritos de clera a de terror raspoodiam
aos gritos victoriosos dss columnas qae penetra-
ran] pela brecha. Bsses gritos assigoalavam a ap-
parigo das tropss da escalada qae do seu lado
tinham vencido os obstculos, e repellido os de-
fensores da cidade entregue aos sombros borro-
res da guerra.
Ei-lo. disse Ghrellab i Walter, mostrando-
abe o bario Arnold que a presente va-ae logo na
frente. Elle nio noa v ; diz-lhe oa teua ltimos
adeusea.
Walter apontou a carabina; maa quaai logo
levou-a outra vez ao hombro, e afaslando-ae re-
pentinamente exclamou :
Nio posso, nio poseo 1
Qaando ellea acharaa-ae noa jardina n'um la-
gar lio oceulto que poderiam eacapar 4 qualquer
pesquisa, Ghrellab voltou-ae para o aeu socio e
dlsse-lhe:
E's um poltro 1 Anda desta vez nada fi-
zeste apesar da tua firme resolugio.
Escuta, amigo, responden Manaour affir-
mando sobre o sea camplice am olhar desvai-
rado, emnada crs nio verdade?
Perdi, creio que estamos mettidoaom mus
lengee.
Rio srs nos milagrea f
Nio ; maia tu podera fazer-me crer, entre-
gando Magdalena aua me, e morrendo calho-
llco, apostlico a romano, isto oo seio da re-
ligilo em que naaceste.
Pois asenta : quando 8* pontaria para Ar-
nold, aabea o que vi na extremidade da minha
carabina como te e.-tou agora vendo ?
Alguma potencia mgica, taires....
Oh I antes fosse I en tera disparado.....
Vi Slamia diante do meu olhar deavairado de co-
lera, apresentando o ssu seio virginal 1...
Bravo I exclamoa o cynico Francisco ba-
ria de ser consa interesssnte de rer-ce I
E reprimiu um serriso psra impdr silencio a
Walter que dispuohs-se a censurar essa observa-
gao grosaeira.
Caloda I accreacentou elle baxinho. Oa cal-
gas rermelhas andam em torno destes lugares.
Todos os Lagaoutli que fiearam na cidade
morreram coa aa armaa na mi : foram precisos
dias para deaentulbar aa ruaa, os pogos, e cister-
nas entupidas de cadveres. Os que aa tinham
refugiado noa jardioa escaparais 4 pereeguigio
pela maior parle. Esses jardins rodeados de al-
tes muralhss formaran) Junto da cidade ama es-
pecie de ddalo loexlrcavel : o por isso nio foi
possivel explorar no primeiro dia todos os ssus
recantos, Apenas se tstabelecea postos de ob-
servago de carallaria e infantera para corlar a
paaaagem aoa tegilivos.
Na noute desse mesmo diejdo alaqaa eae tre-
pa de diversos cavalleiros passou por juato ds
um dos postos de observago. ..
Quem vive I gritn s seolioells.
Ums escolta coa despachos para Bochar,
em sorvigo do quartel geoersl, respoadeu Ghrel-
lab qae era ua doa cavalleiros.
Deira-os pasesr; disse naa vos, sio caval-
leiros do goum.
O grupo qae liaba parado be distaseis coat-
nuou a aua marcha, a apenas vie-se arrasado SS
posto toaou immediataraente e galope.
Ua dos cavalleiros votlee-se o dane :
Obrigado, Ghrellab : es o Bel servidor de
Todo Poderoso. Elle divertir a tua ettrnidade
n'um jardim de flores.
Quereria antea outra eousa, aarmaroa Fran-
cisco ao ouvido de Walter. Aa floras ajajaaj ae
causeram dores de cabega. A proposito, ocrea
ceotou ella alegremente, recoobaeeste a res ds
Nicodemo qee aaodou qaa nos dsixsasa pas-
ssr ?
Nio.
Es um vsidoso em erar na iamensidadf do
tea odio I Nio passas de am homem ordioarieds
misera re scalo ea qae vivemos, aos peses
amigo. Ora se o meo here Celilins deixaria de
reconheeer o seu inimigo mortal I
Pois qae I Ainda elle T
Agora espero qne sio oigamos aais fosear
da sus pasaos. A visU doa calcas ver a el bao as
disposfram maia que nanea a eerelasr aa es-
colente retiro. A vate, Seda I Respira a fresca
briss da noute ; calce aoa ps estas ateiae ;s tas-
aba gloria, e meo prazer I Avante, Seda, ase-
de ao
paiz
alo Mede, as
aal sobarbo e altivo, nobre
Pensa em que te ceaidase ee
paiz do aojo da luz.
E Ghrellsb improvisare aaa canche ea
do seu cavallo, qee galopara a boa galope. Cea
isto qaar.e dar aoa aeaa compaoaeiros So jorna-
da o exemplo da resigaagao, o distraar Walter
do curso tempestaeae dos seos peoosaes
E' aa hornea de forre I pensara o
Debbah. Nunca honre qaea lesee tap oreas ss
combate, a Ua deedsbese na adversUese. O
sea coragao 4 laaeose : nelle ee acosa seaace-
dss as virtudes, coao no paia das Biabes Miases
saudades a areia de oare ese es asnsstesvs ase
psde minha ais.... Pobre asa* I
( Continuar-te-ka).
PIRN.TTP. DS M. P. D2 PAUA di HUKM
anan>v?


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