Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09544


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Full Text
HHMiMManRnMa
AIIO XXXtfllI. 10MEB0 88.
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Pr (res mezes aduntados 5$00
Pr tres aeies vencidos 6J00
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.
QARTA FEIIi 16 DE ABRIL DE 1812.

PortHBO dilatad 19|00O
Porte fraie ir* iitseriiUr
PEMAMBICO.
C
INCARREGADOS DA SUBSCRIPCAQ DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino da Li-
ma ; Natal, o Sr. Aotonto Marquea da Silva ;
Aracaty, o Sr. A. de Lemoa Braga; Ceari o Sr.
. Jos 4* Olivsira; Maraoblo, o Sr. Joaquim
Marquea Rodrigue; Para, Justino J. rtimoi;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Coata.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL
Alagoas, o Sr. Claudino Faleao Din ; Babia,
o SrTjee Martina Alvae ,- Rio de-Janeiro, o Sa-
jlo Pereira Martina.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todoa oa diaa as 9)4 horaa do dia.
Iguarass, Goiaana, a Psrabybo n segundas
a aeitaa-feiraa.
, S. Anto, Beiarro, Bonito, Csruar, Altioho
a Garanbuna Ha tergas-feiras. i
"Pao d'Alho, Nazaralh. Limoalro, Brejo, Paa-
queira, Ingazeira, Florea, Villa-Bella, Boa-Viata,
Ouricury e Ex aas querteS-feiraa.
Cabo, Seribase, Rio Formse-, Una, Barrefroa
Agua Preta, Pimentelras a Natal quintas fefras.
BC
(Todoa oa correioa parlera aa 10 horaa da maoha Segado aa 5 horas e 42 mina toa da larde
___i_J____'.___:_____._______ ___ '
EPHEMERIDES DO HEZ DE ABRIL.
6 Qoarto crescenle aa 4 Mona e 31 minutos da
manhaa.
14 Lh cheia aoa 16 mina toa da manhaa.
SO O. uarto minianta aa 8 horas e 21 min a toa da
Urde.
28 Lea nova aa 8 horaa e 45 minutos da manhaa.
. ; PREAMAR DE HOJR.
Primeiro as5 horaa a 18 minutos da manhaa.
rAATIDA DOS VAPORES C03TKIROS.
Para o sal ata Alagoas 5 e SO; para o norte
[at a Granja 14 59 de aada mas.
PARTIDA DOS MNIBUS.
rara o Recie: do Apipucot s 61(2, 7, 7 1|S, 8
|e.8 112 da m.; de Olinda a 8da m. a 6 da t.; de
iMbaato s6 1|2 da m.; do Caxang e Farsea
s7 dan.: de Bemfica s 8 da m.
De Recite : para o pipueos a 3 1|S. 4. 4 l|4,
4 li2, 5, 5 114, 5 i |2 e 6 da t. ; para Olinda. la 7
Ida ro. e 8 1(2 da t.; para Jaboatao a 4 da t.; para
o Caxang e Yanta a 4 li2 da t.; para Bemfica
laa 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES va CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas a qointaa.
Ralada o: torgas a sabbadoa a 10 horaa.
Pazanda: qnintaa a 10 boraa.
Juizo do commercio : segundas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas a 10 horaa.
Primeira Tara do civel: tercas a extaa ao meio
dia.
Segenda Tara do evel: qaartas a aabbadoa 1
horada Urde.
| DAS DA SEMANA.
1 i Segunda. 8a. Tiburcio a Valeriano no.
,15 Terca. Sa. Baziliaaa e AoaaUcio aa.
13 Quarta. de Treraa. S. Engracia t. si.
17 Quinta, de Eooengae. S. Aniceto p. m.
18 SezU. da Paixo. S. Gsldino b. cari.
19 Sibbado. de Alivala. S. Heraogeoea .
20 Domingo de Paachoa da resaurreleio.
ASSIGNA-SE
no Recifa, em a livraria da praca da Indepea-
dencia na. 6 e 8, doa propriatarioa Manoel Figaai-
ro da Paria & Pilho.
PARTE QFFICIAL


GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente alo alia 1 de alar il
ale UM*
Officio ao Exm. biapo diocesano.O vigario da
Ireguezia de Santo Anto, onde vai grassaudo
com muita intensidade a epidemia do cholera
morbiis em oLcio de 7 deste mea inata pela pro-
videncia j anteriormente solicitada da aeree
para alli enriados alguna sacerdotes que o atui-
liem oa admioisirago dos aoccorroa eapirituae
ao grande numero doa accommeltidos daquelia
ual, para o que sao cada vez mala iosafieiaates
os ssua esforgo*. Vou poi* invocar a zuerecida
Influencia e respeito que V. Exc. devem oa
aeus subordinados para que seja quaolo anisa
saliafeita aquella juita reclaaago do predito vt-
gario: renov V. Exc. a aeguraaga de mioha
eubida estima e considerado.Communicou*sa
ao rigario daquelia freguesa. i. ..
Dito ao commandante das armas.Queira V.
ic. mandar poatar osa frente da igreja de Noaaa
Senhora do Rosario da B6s-Vista boje 4a 4 1/3
'horas da Urde urna guarda de honra para acom-
paohar a procisio 4o Seuhor Boca Jess dos
Pasaos e de Nossa Senbora da Soledade.
Dito ao cnsul ioglax.Aonuiudo ao que sol -
Cltou o 5. G. Leouon Huot, cnsul da Inglaterra
em seo, oficio do Io do corrate, acabo de orde-
nar a expediQo da portara pan a sabida do
do porto deeta cidade, do respectivo vice-coosul
Mr. Alelandre Goilan, que se .destina s Europa
com escala pela Babia Rio de Janeiro. Reaoro
o mesmo eenhor cnsul oa rotos de minha esti-
ma e considerago.
Dito ao chafe de pohcia. Com offlcio de 9
deate mes iraaamitlio-ma o eugeuheiro bacal da
eatrada de ferro a inclusa copia qae V. S. me
devolver do que Ihe dirigir o engenbeiro em
chela da companhia representando contra aa
diBcaldadee e embaracos creados ao exercicio
dos direitos d.a mesma companhia para alguns
propneUrios, que sjerrem-se da ra terrea como
caminho publico, ou a aicaressam constante-
mente nos pontoa e pela maneira que Ihe con-
vem, empregando para islo at a forQ) arma-
da. Dando disto setnela, &V. S. lenho por Bm
recommendar-lbe que procedendo as oecesssrias
areriguar^des empregue por intermedio das auto-
ridadea locaes as mais promptas e enrgicas pro-
videncias para que cessem taes abusos, sendo
punidos os seus autores pelos meios competentes
e como for de direito.Commuoicou-se ao en-
genheiro-Sscal da estrada de ferro.
Dito ao mesmo.Com a inclusa copia da n-
ormago ministrada pelo proredor da Santa Casa
da Misericordia datada de 11 do corrate respon-
do o oficio que V. S. me dirigi em Ia deste mez
sob n. 496, solicitando o recolhimeuto do preto
decrepto e doeate de nome Gaspar no hospital
de caridade.
Dito ao inspector da thesouraria da fazeoda.
Mande V. S. entregar ao Dr. Gustsro BaiJuico
de Moura e Guiara a quaotia di 200^000 pela
rerba soccorros pblicos da qual prestaba
contal logo que roltar di commisso do que se
acha encumbido de tratar os indigentea accom-
meitidos do cholera morbus na cidade de Gi-
ruar. j
Dito ao mesmo.Pode V. S. mandar pagar
a Quinteifo & Agr conforme indica em sua n-
forma;o de hontem sob n. 300 a quantia de
30SO0O que coffl os dez que recebeu, prefsz a
de 4U-30O0, por elle despendida com o enterro do
alferes reformado do exercito Francisco Ferreira
de Alcntara Barros, que fslleceu em estado de
indigencia ns freguezia dos Affogados segundo
consta do olficio qae devolro do brigadeiro
commandaote das armas n. 663 de 2 do corren-
te. Communicou-se ao commandaote das
armaa.
Dito ao mesmo.Respopdendo o officio que V.
S. me dirigi hontem sob n. 302 tenho a dtzer
que o Dr. Flix Moreno Braodo neobuma gra-
tificado percebeu ainda pelos seus serrigos pres-
tadoa na commisso medica de que se acha en-
cumbido na comarca de Santo Anto e por isso
dere V. S. mandar pagar como se ordeaou em
officio de 2 do correte os 30*000 proveniente do
aluguel do carro que o cooduzio aquella ci-
dade.
Dito ao mesmo.Em vista da conti juata em
duplcala mande V. S. pagar a quaatia de ......
56JI60 rs. em que importa o gaz consumido no
mez de margo ultimo com a Uiumioago do pa-
lacio da presidencia.
Dito ao mesmo.Recommendo V. S. que
mande pagar ao aargenlo Martioiano de Barros
Braoco conforme solicitou o commandante su-
perior da comarca de jauto Anto em oficio de
9 do correrte sob o. 73 a importancia nao s dos
veoctmenlos relativos ao mez de marco ultimo,
dos guardas nacionaes dealscados na villa da Es-
cada mais timbem das despezas feitas com o
fornecimeoto de luz e para o quarlel do mesmo
- destacamento durante aquelle mez, ama vez que
estejam nos termos legaes os inclusos documen-
tos.Communicoo-se ao referido commandante
superior.
Dito ao mesmo.Curvea que V. S. tendo em
vista o aviso da reparticao da guerra de 18 de
, marco ultimo de que Ihe remeti copia informe
se ha crdito oa rubricaobras militareapara
ae ocorrer as despease a fazer-se com a de que
tratam os inclusos papis, sem que fiquem pre-
iudicadas as de mais obras j autoraadas.
.Dito ao mesmo.Transmiti V.S, a inclusa
coota em duplcala iim de que mande pagar a
Domingos Jos Ferreira, conforme aolicitou o
director do arsenal de guerra em officio de hon-
tem sob n. 92, a quantia de 72#500 rs. proveni-
ente de 25 colxdes que venden psra aervirem as
pessoas pobrea accommetlidas do cholera mor-
bus ns comarca de Santo Anto.Coramun-
cou-se ao director do araenal de guerra.-
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Deferindo o incluso requerimento do soldado do
corpo de polica Raymundo Josa Ferreira sobre
que V. S. mformou com officio n. 203 de 8do
correte, o autoriso a mandar pagar ao auppli-
cante a importancia do meto sold que ae iba
descontou telstivamenie ao lempo deccorrido de
30 de julho do anoo prximo pasuda al 13 de
Janeiro ultimo em que eaieve respoodeodo o
cooselbo de julgameoio, cujo proaeeao foi consi-
derado oullo em ultima instancia sendo que por
isso foi o mesmo ex-soldado sujetlo a nove jul-
gamento e se repeli o descont em seu sold.
Commuoicou-se ao ebefe de pohcia.
Dito ao capitao do porto.Pon ha V. S. a dis-
posico do Dr. chafe de polica o recruta Dtoge-
nes Francisco Pessoa visto qae foi considerado
ocapas para o servico am inapetcao de saade
como V. S. declarou em seu officio o. 44 da 11
do correte.Communicou-sa ao Dr. ahefe de
polieia aim de dar o destino ao predito re-
croti.
Dito ao director das obras militares. Approvo
o ajuste qae V. S. fez coa Rufino Manoel da
Cruz Cousseiro como me commuoicoa em seu
officio n. 84 da U do correte, para executar
peta qaaotia de 405ig82O oa concartoa de que
necessitsm o lelhado e outraa partea do quartel
do 10 baCSlno de infantaria.Commuoicou-se
a thesouraria de azenda.
Dito ao juiz da direito da Santo Anto.Seguin-
do ptra Garuar o Dr. Gustavo Balduloo de Mou-
ra a Cmara e o Rvd. capaxioho Pr. Egydio, os
quses vo a carro at esta cidade, recommeodo
Vma. que se sirva da ministrar-lhas cooduccio fa*
cil e prompta, am 'de-ajue arles possam traos-
portar-se sem -a oTaior deeori par qaelt ci-
dade. Sv^*
Orto ao pronMa
lar publico da capital.Iodefe-
rindo nesla dala por ser contra ao disposto noart.
150 do regutameato aeS
2*' Leonardo Bezerra da Sioueira Cavalcanti.
3* Antonio Francisco de Albuqaerque.
4* Antonio de Siqaeira Barros.
5* Luiz Cavalcanti do Albuquerque.
6* Joaquim Severiaoo Leite.-
Dita.O vice-president'e da provlucia uzat
la altribuigo que loa contera o art. 19 da lei
t dezembro de 1853, o re-
querimento do cabo do coreo de polica Antonio
Aunes da Costa, a que sa referi Vrnc. m officio
do 1" do ser-ente '- asim lh'o declaro para aeu
conhecimento derolvendo o con?elho de julga-
mento a-que tm de responder o mesmo cabo
para que tenas o dvjdo sndimeoto.Commu-
oicou-se ao omrnaoda'nie do corpo de polieia.
Dito ao inspector da saie publica.Faca Vmt.
aproraptar com urgencia os medicamentos e ob-
jeclos mencionados em a ola por copia junta,
adm de aeree) enviados ao Dr. F*Hx Moreno
Braodo em commisso medica no termo d San-:
lo Anto.Co>oHnuBij!ou-se ao predito doutor.
Ditd ao vineeTo-ia, fre'guGzia de Santo Amaro de
Jaboatao.Co%tWo-me'qe ah se maoifestou a
epidemia do BaNra-morbus, remetto Vrnc.
urna ambulancewrmelicameotos proprios, e 20
ioslrucQoes itTpefaaa para o tratameuto dessa en-
fermidade,'Mmnre'eerm convenientemente dis-
tribuidos pelos desvalijos que delta forem accom-
mettidos: ihe recommeodo que empregue os
esforcos para que a populsco desea loCalidade
aeja promptasoente soccorrida.Officiou'-ae ao
inspector da saie para mandarapromptar a am-
bulancia.
Dilo ao delegado de polieia do 2a districto do
termo do Recite.Inteirado do que Vrnc. com-
municoa-me em data de 10 do correte, cbeme
dixer-lhe que tendo j ti-io noticia do appareci-
ment da epidemia neaas freguezia, em data de
hontem remetti ao respectivo vigario urna ambu-
lancia com medicamentos inttreccdea proprias
para tratamento do m?l, e espero que Vmc. com
elle se entenda e o auxilie no empeoho de bem
aoccorrer a populacho dessa locali'dade.
Dito aa juiz de paz mais volado da freguezia de
N. S. do O' de Goianoa.Constando de offlcio do
2 juiz de paz dessa fregaezia, datado' de 7 do
correte, que Vmc. deixara por doeate de exercer
as fuocces de 1 juiz de paz, ao paseo que con-
serva-s em exercicio das de subdelegado, tenho
a dizer-lhe que menos regular esse seu proce-
diaiento, e deve Vmc. quaato aotes assumir as
fuocces de juiz de paz ou deixar os de ambos os
cargos se paraiato ti ver legitimo impedimento.
Remelleu-se por aopia ao S juiz de paz da pre-
dita Ireguezia.
Dito so delegado litterario da freguezia de Gr-
vala.Inteirado do coaleado de seus officios de
7 e 9 do correte, tenho a dizer-lhe que j provi -
denciei, remetiendo para abi urna ambulancia de
medicamentos necessarios ao tratamento da epi-
demia reinante, da qual foi portador o vigario des-
sa fregueziaque psra ah aegaio.
Dilo ao geno te ds companhia Peroambucana.
Faga VraJbansporta^ por corra do ministerio
un buerra pfrv* ^fovicia do Para no vapor Ja-
guaribe oe89 voluntes meocionados em a nota
junta, os quaes Ihe sero apresentsdos por parte
do director do arsenal de guerra.
Nota do$ artigot a que te refere o oficio do Exm.
Sr. presidente da provincia dttia data, manu-
factaradoi no anenal de guerra de Pernam-
buco.
13 caixes cooteodo artigos de armamento e
equipamento, iostrnmeutos bellicos e atencilios
meocionados na relacao junta.
2 marquezas com assento de palhinha.
1 caixo grande de plnho.
8 carrinhos de mo, pintados, vindos da corte.
10 cuohetea contendo 10 mil cartuxos embala-
dos a Mini do adarme 14.
1 caixo conten Jo capsulas fulminantes.
4 caixes com espingardas.
Total 39.
Officiou-se ao inspector do arsenal de marinha
para prestar a langa, aura de conduzir para bordo
aquelles objectos, e dea-se sciencla ao director
do arsenal de guerra, e communicou-se ao Exm.
presidente daquelia provincia.
Dito ao mesmo.D Vmc. as suasordens para
que sejam transportados para a provincia do Cea-
r por conta do ministerio da guerra no vapor
Jaguaribe, os Totumes mencionados oa relacao
junta, ps quaes Ihe sero apresentados por parle
do director do arsenal de guerra.
Relacao dos voluntes a que allude o oficio do
Exm. Sr. presidente da provincia, eque devem
ser transportados para a provincia do Cear
no vapor Jaguaribe.
Com destino ao Cear.
10 conhotes contendo 10 mil cartuxos embala-
dos a Mini do adarme 14.
1 caixo conten Jo capsulas fulminantes.
2 caixo contendo espingardas.
Com destino ao Piauhy.
10 cuntales contendo 10 mil cartuxos embala-
dos a Mini do adarme 14.
Tubos a Mini do adarme 14.
1 caixote contendo capsulas fulmiosntes.
Com destino ao Maranho.
20 canhetes coatendo 20 mil eartaxoa embala-
dos a Mini do adarme 14.
Tubos embalados a Mini do adarme 14.
2 caixotes cooteodo capsalaa fulminantes.
20 barras contendo 100 arrobas de plvora
grosaa.
Com destino a provincia do Para.
20 cuohetes contendo 20 mil cartuxos embala-
dos a Mini do alarme 14.
2 caixotes cooteodo capsulas fulminantes.
1 caixo pequeo.
Com destino ao Amazonas.
10 cunhetea contendo 10 mil cartuxos embala-
dos a Mini'do adarme 14.
1 caixote cootendo capsulas fulminantes.Fi-
zeram-se aa devidas commuoicaces.
Dito ao mesmo. Em lugar de estado que dia-
pe esta presidencia mande Vmc. dar passagem
para o porto da cidade do Natal no vapor
Jaguaribe, (a proa), a Manoel Luiz da Silva cujas
comedorias aero pagas por elle.
Portara.O vice-presidente da provincia uzan-
do da attribuigao que Ihs contera o art. 19 da lei
de 3 de dezembro de 1841, roaolve nomear, por
quatro anuos aupplentes do juizo municipal e de
orphaos do termo do Pao d'Alho, comarca do
mesmo nome, os cidadoa constantes desta por-
tera, pela ordem em que oetta vio mencionados.
1* Luiz de Albuqaerque Maraobi.
2 Dr. Chrialovao dos Santos Cavalcanti.
3* Dr. Joo Severiano Carnelro da Cunha.
4" Antonio da Barros Corris.
5o Manoel Cavalcanti de Albuquerque.
6 Antonio Joaquim Camello.
Dte.O vice-presideate da provincia usando
da atlnbuico que Iba coofere o art. 19 da lei de
3 de dezembro de 1841 resolva oomear por 4 au-
no* supplente* dos juizes manicipaes fJPJ) or-
phaos dos termos do Cimbres e liohas cerner\ do
Brejo, os cidados constantes desta portara pela
ordem am que sella vo mencionados.
Termo do Brajo.
1* Francisco Berengoer Cazar de Andrsde.
2 Csalsno de Olivera Malla.
3 Manoel Claudiuo Bazarra da Meneiea.
4 Thomas de Araujo Albuqaerque Jnior.
5 Francisco das Chsgss Perairs.
6* Joo de Couto Airea Maciel.
Termo de Cimbres. -
Ia Joaquim de AlmeidaXatanho.
as exigencias da poltica. A tiberdade in-
aal seja garantida por ama combinacao de
da, entre as quaes deve figurar em primei-
r a abrogagao da lei sobre a seguridade
3 de dezembro de 1841, resolva nomear por 4
annos aupplentes juiz, municipal a de orphaos do i
termo de Goinna comarca do mesmo nome. oa
cidadoa conitantes desta portara pela ordem era
que v|o nella mencionados.
OiSrs. Drs. l
Io Joaqaim Francisco Cavalcanti Lins.
S Jos Ignacio da Cunha Raoello.
3* Bellarmioo Corris de Oliveira Andrade.
4o Armioio Americo Tavares da Cunha Maciel
5 Jos Joaquim Fumino.
6* Felippe Francisco Cavalcanti.
Dita o vice-presidente da proviocia resolva
exdoerar ao alferes reformado do exercito Jorge
Rodrigues SiJreira de recrutador da freguezia de
S. Fre Pedro Gonealvea do Recite.Communi-
cou-se ao commandante des armas.
Dita'.O vice presidente da provincia, tendo
em vista o que expox o 2o escriplwrario do con-
solado provincial Luiz de Azevedo a Souza, no
requerimento sobre que versam as informacoes
das reparticdss competentes resolve de coofor-
midada como artigo Ia da lei n. 513 de 18 da
junho do su no prximo passado prorogar por 4
mezes a licenga com vencimentoa que Ihe foi
concedida por portera de 11 de fevereir ltimo
para tratar de sua isa le.
Dita.O vtca-preaidenteda provincia atteoden-
do ao que Iba requeren Francisco Botelho de An-
drade arrematante dos langos \' e 2o do caes a
atierro do Forte do Maltos e Liogoeta, e lendo
em'rista a informagao do inspector do arsenal de
marioha de 8 do crrante resolve prorogar por 30
diaa o prazo mateado para a entrega, desss obra.
Expediente do secretario do
governo,
Offlcio ao Io secretario da assembla legislativa
provincial.S. Etc. o Sr. presidenta da provin-
cia manda tranaeiltir V. S. para ser.presente
a assembla legislativa provincial a inclusa copia
do reatori-5 que remeneo a cmara municipal da
cidaae de Olinda' com o balango coalas e orga-
meoto de sua receiia e despezado anno prximo
findo.
Dito ao mesmo.S. Ex.-.. o Sr. presidente da
provincia manda transmiltir V. S. atim deque
a assembla legislativa provincial tom na devida
conslderacao o ioclaso officio por copia do juiz
de direito da comarca do Bonito solicitando a
concesso de 2 mezes de licenga ao offlaiil da
secretaria da mesma aasgmbla Pedro Paulo dos
so estas as procipaes coodiccoes da urna
ci autoriaada peloa principios de 1789 :
reforma que exige imperiosamente o in-
moral do paiz, a sua dignidade, o desan-
mente da ana actividade e riqueza, coodic-
a reforma que nao podem ser por mais loo-
gq lempo adiadas sob pena de cahir a Franca em
grande estado da inferioridade em relacao as ou-
iras nages.
fassando-se depois poltica exterior M. M.
Jufes Faore, Themen, Darimon. Ernesl Pisard, e
Emite Ollivier trouxeram diseusso a queslo
italiana.
< Esgoudos jante- peasoa da sua sanlidade os
meios dd persuaso, o governo deve afinal sahir
deasa posigao .equivoca e prejudicial a todoa os
nterasses ; deve declarar francamente a aaa po-
ltica, a nao por mais impecilhos aoa deaejos le-
gtimos das populacpea italianas. A oceupago
de Roma, que to grandes oous ha acarralado
paca aa noaias finanzas, nao p le, nao deve con-
tinuar.
, Ouaoto questao americana :
A Fringa nao deve ialarvir na guerra civil
n" assola a repblica dos Estsdos Unidos da
erica Vf)*s deve altamente declarar qae as
lias sympfthias sao pelos estsdos do norte, de-
fensores dej direito e da humanidade : por isso
que a sprvictoria trar a aboligo da escrava-
lura, e aaim maia ama ves aera provado que as
crisej fortes nao sao funestas aos povoa que nao
separan a democracia da liberdade.
Quaato qaeatb mexicana :
Com pezar vemos deaenvclver-se a' expedigo
do Mxico : o aeu fim parece ser a inleogo nos
negocios internos do am povo estrsogeiro. Con-
jursmos so governo para que limite a sua ac-
cao uaicameole reparago qae nos devida.
Tomando aba negocios interiores chegou a vez
da questo financeira. c O publico pasmn com
razo avista do algarismo da divida flucluante, a
daa H.velages que Ihe foram feitaa sobre a ver-
dadetra situago das oossas finangas. Esas reve-
lacae lave por causa a iopossibilidsde em que se
achara o corpo legislativo de suspender ss des*
pezss extraordinarias e supplementsres. A nos-
so ser quslquer modiflcago no
de S. Vicente de Paula o corpo legislativo pas-
sou a oceupar-ae do tratado de commercio anglo-
francaz.
Um daputado do departamento do Sena-Infe-
rior, Mr. Posyer, propozera, apoiado por alguna
adhareotes, urna emenda tendele a obter-se do
governo que fosse examinado esse tratado nos
seus effeitos. O discurso apaixooado do referido
deputado, abundante de criticas amargas e vio-
lo o asceu lente qae havtt elle ganbo no aaa paix
depois de aua etavacao ao tbrono.
A 8 deate mez o ministerio todo soliicitea a
sua demissao.
A cmara dos depatados havia adoptado unta
proposte de Mr. de HegerndortT para que oa di-
ferentea paragraphoa do ornamento toteem es-
pecificados. O governo oppoz-se allegando o
aeu Intereaae na geslo dos negocios; a a tri-
lentas recnmioscoes, pode aer considerado como ; M ministerial a muilo lampo previste rebentou
manifest dosystema de prohibigo vencido.
O tratado de commercio foi posto em execugo
a mai pouco lempo, para que a experiencia pos-
si alguma cousa iodicar : mas se que lera de
ser fatal aos iuleresses da Frange os prohibi-
cionistas nao resignados quaixem-se de si mes-
moa, que em 1859 regeitaram Uui projecto de lei
tendente a substituir a prohibigao por direitos
proteccionistas. Ento o governo, retirando o seu
projecto, buscou na facoldade, qae Ihe era coa-
cedida de concluir tratados de commercio, o meio
de vencer o obstculo que se Ihe oppunha.
Em vez de ama lei que se podesse ampliar ou
modificar segundo a experiencia e circumstaneias,
procedeu-se a um tratado que cumpre executar
restrictamente.
Tendo orado Mr. Baroche, defendendo ao mes-
mo tempojo governo e sua obra, a emenda foi re-
geitada no meio de viva agitago, tanto certo
que ease corpo legislativo to pouco independen-
te em geral limita a aaa dedicago at onde julga
ver a mais ligeira ameaga feita a seus inleresses
egostas ameagadoa em um monopolio que nao
tem urna razo de existencia.
Santos que alli se acha curando os indigentes ai:
sao afiectados da epidemia do cholera morbos f
oanceiro ser urna medida iopticaz a nao aer que~
se adopte ao mesmo tempo o systema de redac-
goprogressivi e permanente das despezas pu-
btias.
Sentimos que o goveroo preQra estabelecer
novos impostos, cajo peso recahir principal-
mente sobre as classes laboriosas.
Em summa a ultima emenda proposta pela op-
tem prestado bona servicos. pasico liberal fot assim concebida :
Dito ao juiz de direilo da comarca do lfc P*ris a Lyon esperara ainda um conselho
d'Alho.3 Exc. o Sr. presdante da provincia lffloieipel eleiio. Nao se pode negar que a ele-
qas pelo aea officio de 6 ^aSo dos slanos, a penuria de tao crescido nn-
manda declarar-lhe que pelo
crreme ftcou inteirado de haver V. S. nomoido
interinamente b lente coronel Jos Msria dos
Santos Cavalcanti para exercer aa funeges que
assumio logo de promotor publico dessa comarca
por ter-lhe participado o bacharel Joa Mara Bi-
beiro Paraguassu. qae por motivo de molestia dei-
xara naquella* data o respectivo exercicio.Com-
municou-se ao inspector da thesouraria defazen-
da e provincial.
Dito -o juiz municipal do termo do Bonito.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda ac-
cusar recebido o officio de 5 do correte em qee
V. S. participou ter reassumido naquella data o
exercicio do aen cargo por ter o juiz propretario
reassumido a vara de direito da respectiva co-
marca.Commuoicou-se a thesouraria de la-
teada.
Dito ao Dr. Viceote Ferreira Lima.S. Exc. o
Sr. presidente da provincia manda aecusar rece-
bido o officio de 19 de mar;o prximo passado em
que V. S.. participou ter no dia antecedente en-
trado no exercicio do seu cargo de iuiz municipal
e de orphaos do termo de Tacaratu. Commuoi-
cou-se ao inspector da thesouraria de fazenda.
Despachos do dia 1* de abril.
Requerimentos.
Abaixo assigoados, moradores na prala de Ta-
mandar.Informe a cmara municipal do Rio
Formoso.
AntonioAtraas da Costa.Iodeferido avista do
disposto no art: 150 do regulamento de 2 de de-
zembro de 1853.
Amaro Xavier Cardoso. O snpplicante ser
attenido quando houvar vaga.
Antonio Jos dos Santos. Informe a cmara
municipal da Escada.
Diogo Baptista Fernandos.Informa o Sr. Dr.
juiz municipal de Limoeiro.
FieMea Brothers. Dirija-se a thesouraria de
fazenda.
Irmandade de Nossa Senhora do Rosario da
freguezia da Varzea. Nao lem lugar o que re-
quer a supplicanle.
Dr. Joo Francisco da Silva Braga;Revalide o
suppticante a certido que junta sem sello.
Javelino Armio de Barros Correa.Informe o
Sr. Dr. juiz municipal do termo de Limoeiro.
D. Mara Salom de Moura Miltos.Informe o
Sr. Dr. director geral da iustruegao publica.
EmQm. a 20 do>correte foi encerrada a discas-
cusso da todo o projecto de resposta falla do
throno, o qual foi adoptado por S43 contra 9.
Italia.
A situago do ministerio Raltazzi diffitul-
losa.
Inatituido sem motivo apparente. (6ra de toda
e quaaquer necessidade parlamentar claramente
definida, nascido da impotencia em que se acha
actualmente a Italia para proseguir na sua obra
ease ministerio se aprsenla ao publico sob
tristes auspicios, e sem outro recurso mais .do que
as eleiges geraes.
E depois, as eleiges poderam consolida-lo,
verdade, por algum tempo ; .mas nunca destru-
rao as causas que ho de affectar necessariamen-
mecanismo fl- le qualquer ministerio italiado, emquanto se pro-
longar a situago actual. Emquando nao se resol-
ver a queslo romana nao haver ministerio na
Italia que possa durar.
A queda do ministerio Ricasoli, que valia tan-
to como o presente ministerio, disto ama pro-
va bem palpavel.
Quando fallo em queda de Ricasoli, nao se to-
me a expresso ao p da letra ; porque o baro
Ricasoli desceu apenas do poder ; e a nica cen-
sura qae Ihe fszem algumas pessoas de ter si-
do a complete persooificago da poltica, cuja di-
visa foi ; < La Italia ara da ae e de nao ser mui-
lo dedicado s Tulherias.
O chele do novo gabinete na sua primeira en-
trevista com a cmara a presento i o aeu pro-
gramla : *
< Os nossos procedentes polticos fespondem
pela nossa condeca. Nao procuro oceultar as
difficuldades da situago, e a responsabilidade
que ella acacreta comsigo. A nossa misso or-
ganisar e unificar as provincias at aqu divididas,
assim como Re libertar aquellas qae sendo ita-
lianas nao fszem anda parte do reino. as rea -
gdes exteriores procursremos sodar sempre de
accordo com aa outras nages : pois quejulga-
mos impropria a poltica de isolameato. Exfor-
gar-nos-hemospara que se nao produzaqaalquer
acoutecimento que possa influir sobre os destinos
ds'Italia, sem que tomemos parte nelle.
a Procuraremos obter a amizadedas outras na-
ges com a prudente marcha da nossa conducta.
Nao nos tornan lo provocadores nem por palavras
nem por obras, mostraremos que nao de nossa
intengo perturbar a paz do mundo com a ques-
lo romana : seguiremos a este respeito aa deli
beragas do psrlamento : empregaremos somen-
te os meios moraes e diplomticos; Esss questo
de dous annos para c tem feitograndea progres-
sos na opinio publica da Franga especial-
mente. -
A reunio geral dos comicios de provedimento
sob a presidencia d Garibaldi, leve lugar em Ge-
nova 9 deste mez. O objecto principal dessa
reunio era fundir todas aa assocacea liberaes
em orna s, cujo deaenvolvimeoto deve estender-
se alm mesmo das frooteiras da Italia, e por
toda a parte onde existam povos opprimidos.
A vasta aasociago denominada Associago
Italiana regeneradora que parece sabir desls
meso de (anadias, a as maiorea difficuldades das
crises commerciaes, industriaos, e monetarias,
provem especialmente da imprevidencia e teme-
rldade de urna administrago.qae nao sanecio-
nada pela eleigo. n
Todas estas emendas que constituem um pro-
gratnma de reformas polticas, infelizmente nao
tiveram outro valor que o depura e simples pro-
testago. Os poacos homens de corago, que se
tornaramaeus advogadoa, esbarraram de encon-
tr m vontade de ama camera inteira. Nao
que bouvessem oradores que pedissem a palavra
para defender o governo, afora M. M. Baroche e
Billaalt, nao: o governo defeodeu-se por s mes-
mo, istp por esses dous ministros sem pasta ;
foram ellas poram apoiadoa, mais talvez do que
quizessem, por urna maioria eamagadora, para
nao dizer, por urna unanimidade absoluta, me-
os capaz iluda de independencia do que de li-
berdade.
A' isto sccresce o modo altivo e srrogsnte do
conde de Moroy, que presidio a essas importantes
discusses com muita parcialidade. .
Mas a voz daquellee patronos de urna reforma
poltica achou echo fra do recinto legislativo :
suaa palavras nao foram perdidas.
No da 6 deste mez, quando a commisso de
senadores lia a sus resposta ao imperador, que
agradecen o voto quasi unnime do senado, prova
evidente de urna harmona inalteravel, o corpo
legislativo encetava a diacusso geral do aeu pro-
jecto de resposta.
Os prmeiros que pediram a palavra foram MM.
Plichon. Kcanigvrster, e Kob Bernard ; M. Pli-..
chon pata tratar da queslo financeira e cra-
me rcial.M.Kosnigw ster para pqdir a ceasago
da oecuiago romana, a M. Kolb Bernard para
reprodatlr o seu arrasoado do anno paassdo.
A diseusso geral terminou logo no aeguiote j ,rUs difficuldadea.
te dia apz alguna diacursos bastante prolixos na | to jtalaoo um facto
EXTERIOR.
rCORRESPONDENClA DO DIARIO DE PERNAM-
BUCO.
Baris 4 de marco de 1861.
Meu caro correspondente.Os aconlecimentos
occorridos nesls ultima quinzena resumem-se e
podem ser elassifleados do modo seguinte :
1.* Vivos e calorosos debates suscitados na
cmara do: nossos deputadoa por occasio de
discuttr-se a resposta talla do tbrono.
2.' Serios cuidsdos que ao governo italiano
ho despertado as sociedades de provedimento.
3. Graves alternativas por que tem passado a
poltica prussiaoa.
Pastaremos a menciona-los segaiodo a ordem
porque os clasificarnos:
Franca.
O corpo legislativo oceupou-se da sua resposta
falla do throno Ainda desta ves oa cinco de-
potados liberaes proseguiram no aea eopeuho :
ainda desta ras alies appellaram para urna geoe-
rosalinicialiva da parte do governo, e proposeram
nao pequea serle de emendas so projecto offl-
forma, mas insufficienles em seus resaltados ; e
passou-se diseusso por paragraphos, que foi
comegaia pela questo,.da liberdade da im-
preosa.
M. Eraeat Picard, aem querer acensar oa jor-
naliatasde absoluta falta de independencia, moa-
irou todava que easa independencia ae restrin-
ga nos limites da tolerancia administrativa.
M. Jalea Favre pedio a imposico de leis es-
peclaes para o caso. Em seguida a diseusso
passou ao terreno da liberdade eleitoral, e o mes-
mo arador apresentou urna serie de tactos que
demsoatravam a preaso exercida pelas autori-
dades locaea nos actos eleitoraes.
Aun al sendo posta a votoa a primeira emenda
apresentada peloa cinco deputadoa liberaes foi re-
geitida.
Piasoa-se ao paragrapho relativo questo ro-
mana. M. Keller, orador da direita, deiendeu
n'am discurso eloquente o poder temporal do
pata, que considera o Palladium da liberdade do
mundo. M. Julea Favre batea esas opinio, e
leve a arle de reproduzir felizmente urna causa
j muilo debatida.
M. Billault tomou ento a palavra para defen-
der o goveroo da accuaago que ae Ihe fazia pela
demora em patenlear categricamente as sas
n'.engas sobre esss grave assumpto, e hove-se
com tanta habilidade no aeu discurso ambiguo a
reapoito de urna qaaato, que nos proprios ter-
mos do projecto de resposta faz varillar oa espi-
rites e coosclencias que obteve qussi unanimida-
de de votot.
Anda desta vez foi regeitada a emenda doa li-
beiAs, a qual contou aomente por adbereotea oa
seas proprios assigoataros, e votado o paragra-
aial pro-formula, eapecie de paraphrase vaga e PhO da resposta tal qtwl se achara redigido.
indecisa das palavras de Napoleo III. 0 corpo legislativo oeste ponto julgou acerta-
As eaveodas propostas nesses debales impor-
tantes sao dignas de urna citago por extenso.
Ei-las :
Quanto poltica ioteriorA confianga publi-
ca s pode rensseer opersndo-se um retorno sin-
cero ao rgimen do liberdade. Ceste a imprensa
de aer um monopolio sujeito a censaras reserve-
dss que alteram as msnifestages da opinio pu-
blica : o jury, nica jurisdiego competente em
materia politice, deve tomar conhecimento dos
delictos da imprensa e julga-los publicamente.
procedam-ae as eleiges por meio de eleilores e
nao de prefeitos com o direito de reunio e igaes
garantas de publicidade e proieceo para a liber
dade eleitoral de todos.
O poder municipal emana directamente da
communs e nao do governo. de sorte qae inle-
1 resse publico nao ae acha subordinado como at
do confiar tudo da preaidencia e do tempo.
Emaegaida o corpo legislativo atravessou os
mares, venceu- as distancias, e saccessivamente
percorreu os Estados-Unidos, o Mxico, a China,
a Cochinchina em relsgao s armas e diplomacia
franczas; eludo isto psra regeitsr sempre as
emendas dos liberaes.
Adiicnssio sobre a situago e o futuro das fi-
nangas do paiz foi encelada por M. Darimon. Mr.
Nagae fallou em nome do governo : maa Mr- De-
fines., um dos homens mais competentes nessa
materia, apoiou a emenda dos cinco, e f-lo com
nma autoridade irrecucavel.
Foi tambara discutida a regeitada a emenda
proposta pela opposigo' liberal conceroente ao
rgimen municipal daa cldadea de Pars e Lyon :
a teodo ouvido algumaa prolestagea em favor da
iberdada de associago a proJosilo di sociedad*
reunio de Genova, crea para o novo ministerio
Ella constitue no movimen-
consideravel determina a
craago de urna forga ao lado da forga do gover-
no, tendo o mesmo um que elle, isto a uoida-
de italiana ; mas nao tendo as mesmss necessi-
dades de transaego e prudencia. E por isso tor-
na-se para o governo um auxiliar bastante peri-
goso, salvo se aquello souber acalmar-lbe a im-
paciencia jogaodo com as suas proprias aspira-
ges.
Mr. Raltazzi, sendo interpelado a reapeilo no
senado, desculpou a aua tolelancia apegando-se
ao silencio da lei sobre o direito da associago.
O estatuto garante e permute o direito de reu-
nio : masa quaito do direito de associago
sujeita jurisprudencia administrativa. M. Ral-
tazzi parecen censurar a seu predecessor por ter
fizado essa jurisprudencia no sentido liberal ; e
annunciou que se achara em projecto urna lei
respeito do direito de aasociago, a qual bem de-
pressa sera presente s deliberages do parla-
mento.
Na situago actual da Italia nao deixa de apre-
aeatar aeus perigos bastante serios ama diseusso
sobre o direito de associago.
Nao couss fscil de sepsra-lo do direito de
reunio; o meos fcil ainda se torna em um
paiz e n'uma poca, em que, ae hoje se discute,
amaoha talvez ser preciso obrar.
A Italia pode aer chamada a am grande esfor-
go nacional e militar : e neate caso crivel que
seja bem aceito o ministerio quehoaver dissolvl-
do ou obstado a ama assoeisgo poderosa e pa-
tritica ?
Mr. Raltazzi nao por certo respoosavel palas
difficuldades- que ancontrou, e que se julgou com
sufficiencta de combater : mas suscitando urna
questo de tanta gravidade como O direilo de aa-
socisgo augmenta urna complicago de mais is
que j servem de obstculo aos destinos na-
cionaes.
Tambem foi elle interpellado na cmara dos
deputadoa sobre a composigo incompleta do aeu
gabinete, e sobre o seu programe*; e se bem
que obtivesse umi votago de 2KnBblra 80, to-
dava as circumstaneias em que teve lugar esaa
votago fizaram dalla mais am acto de reserva do
que de coofleega.
A cantara espera ver o novo mioiaterio em
aego. .
Garibaldi percorre a Italia para a orgaoiaagao
de um Tiro nscionsl: cada passo qae d urna
nova ovago. Agora est elle em Milo, que
por este motivo se loba em festis.
Prosea.
Acaba de pasear a poltica prasstans por urna
viclasitude cujos effeitos prolaxidoa aa Alloma-
aba iraeagam a Guilherme l com a. perda de to-
anal.
as circumstanciaa excepcionaes am qae so
achava a cmara bem ae pode considerar a acai-
tagao da proposta Hegerodorff como am sim-
ples pretexto.
Desde principio qae o rei sempre ganada aaa
sentido diverso por influencias coolrariaa recu-
sara a demisao pedida.
Maa a Allemanba asperavs aindaancioaa por
aaber ae o governo prussiaoo ira allaal aatrar
na vereda liberal, fra da qual ao fasta compro-
menor o aeu futuro.
Eia o que auccedea :
Guilherme 1 obrou como rei constitucional;
maa a deliberagio que resolved tomar ara manto
grave avista da situago actual. Na que rendo
conceder a demissao aaa aaaa ministros, nao Ihe
restara outro partido mais do que a elsaotaeJjo
da cmara dos deputados; a ella a decreto.
Nao para aqai. O ministerio comlado isto nao
ficou garantido. Depois das ultimas eleiges
conheceu -ae que alie, comqnanlo nao saja reac-
cionario, todava nao tem urna significagao libe-
ral bem definida ; d'ahi a sua deehartnoaia cas
a cmara. Ora, aa espara aproximar-aa ao par-
lamento mediante urna nova eleigopode
bem illadir-ae : porque a csmsra qaa viaf
ainda mais liberal do qae a antecedente,
ponto urna combinago ministerial devera aor o
partido adoptado.
Entretanto Guilherme l declarou qaa aaa
ministerio corresponda exactamente s necesi-
dades da situago, e qualtfieoa de mal jaleada
nada a parle da nago qaa nao paitilbsva de aoa
opinio.
Semelhante|maneira da exprimir-so ai* est
da accordo com o espirito do systema caastUa-
cional, avista do qual sao nicamente mal in-
teocionados os partidos que pos si aa collocam
fra da constiieigo Ora, o partido hostil i
corda forma na Prussia urna minoridade mai pe-
quena ; e nao foi ella certameote qaa creou aa
embaragoa parlameotirea perante os quaes re-
cuou o mioisterlo.
A rainha da Ioglatarra pode ser que cbamassa
mal intencionados os partidistas republicaaoa ;
mas nunca applicaria semelhante qaalifictco aos
partidarios de ama reforma qaalqaar, loga qae
essa reforma nao toase incompatival com aa ina-
tituigoes conslitucionses.
' essa nma dialinego essencial qaa oaarras
nanea aer esquecida noa pases constitucioeae*.
para que dehi sa nao origlnem desigradarais
conflictos.
Dentro dos limites da ama constitaigao nao ha
"bem nem mal intencionados: ha conservador aa e
progressislas : ha urna maioria, a qae pertence
o governoqaaesquer que sajara aa idaa daila.
e ama minora qae tem o direilo do aesr do to-
dos os meios legaes para propagar a tazar preva-
lecer os seus peosamenlos.
A situago dos partidos na Prassia nao exiga
a dissolugo da cmara ; porm apenss a ara-
danga para am ministerio, que (oseo mais fran-
ca mente liberal. As novas eleiges aa logar
de modificar a aituagie, vio aggrava-la atada
mais.
Os deputados do partido constitucional poaii-
caram am seguida o aea programma. Aa prin-
cipaea condiges mediante aa quaes presta a
sus cooperago e apoio sao : o astablecimeeto
de um estado federal na Confederagio com sea
represeolago parlamentar, a sem reserva da in-
dependencia doa estados particulares cea a di-
recgo doa negocios militares, diplomticos a
economicoa naa moa da Prussia : am governo
liberal no interior, e para asee fim o acabaeaea-
to da constitaigao pelas leis orgnicas cooceMeea
n'um espirito liberal: enjm a anidada da di-
recgo nos negocios pblicos, a urna reforma aa
cmara dos senhores, principal obstculo i todas
as reformaa.
Da mesma sorte todos os partidos ae preparam
para aa eleiges, que aero mui proximaa, atim
de que a cmara possa ser convocada ea asesa-
dos de maio.
Como a pouco dissemos a dissolugo da cama*
ra nao reaolvea a crise ministerial; nada maia
fez do qaa adia-la al as eleiges.
As duas fraeges do gabinete da Berlia aio
combinando aobre a redaego de aa programma
commumsubmetlersm, cada ama da per si, a
approvagodo rei programma dislioctoe. O dea
liberaes nao foi sdmutido ; e para loga demitii-
ram-ae M. M. d'Anersvrald, Paln, do Paekler,
de Schwerin e de Bernalb. A fraccio feudal
que ticou no poder para completar o gaaeeto
vlo-ae na necessidade de chamar persoaageos
aem notoriedade poltica; o pode-so diser qaa 6
um gabinete de transigi.
Se a dlssolago ds cmara foi aa acto impru-
dente, a mudauga da ministerio aa Uaa condi-
ges o foi ainda maia A'viata do segando oes-
tes dous fadosem qae ae tornaram aa motivos
allegados para coosamaeo do primeiro T
Reata qae o governo prossiaoe deixa corree
livres as eleiges ; se elle pretender aellas in-
fluir, se a ana intervengo oppresaora abi ao ma-
nifestar, a situago poder tornar-se muilo gra-
va, isolsndo-o maia oa manas da opiaio pu-
blica.
Em face de todos estes ac o tecina aptos aa sym-
psthias liberaes do mundo germano vacilam ; e
nao a proclamacao feita por Gailbeime I a 21
do correte relativamente s prximas atetgsa
que aa ha da reanimar.
Verdade que essa manifest real pie cima de
todas as paspeilss as iutenges soberanas : aaa
em poltica nao baatam a as inteoges.
Guilherme I considera mal ioieocioaoda a
maioria eleitoral da oada sabio a alliaa c-
mara.
E' esla ama preoecupageo funesta a contraria
ao espirito do rgimen cousiitaclonal, como di-
semos. Todo o soberano coesiilaeiocal para alie
abdicar jamis a plena direcgo dea negocios p-
blicos dar antocipar a opinio ae logar do
acompaaha-la oa reeisttr-lhe.
Bis porque psra Guilherme I o meibor partido
t seguir sena pdr-ae 4 lala do movisaeato libe-
ral prussiaoo a allemo.
P. S. A ineurreigao qaa se manifaatea a
Grecia vai torneado vulto, o comees j
capar os espirites. Os insurgentes.
qae devisen tratar como de pe te acia a
com o goverao regalar, repellir a aanistia,
forliftcar-se asis slidamente aa Reoplie.
O movimento prodozio grande eftetto
as libas Jnicas como ara da eeperar. Alli aa
aspiragiea doa habiaotes aio aaiiquiseimas, e
os aaaa desejos de independencia uMuta amaaaV-
mes para que deixassem ellas de lar persa aea
acoDtecimantos de Naaplie.
Ea ama daa ultimas i
Corfou a presidente, torneado cavdseos
iniciativa, eonvidou oa depata-tea a eia
os seus ratos em laror da anio 4 Ilhae
alcas coto a Gracia.
As noticias viodaa de taeatro dea acoa
toa aio bailante contradictorias, a deetrs.

.

i------


li^uiUiUUJtlLAUMidl
DIARIO DE PEmNAMBUGO. u^*J|| FJEiRA 16 DR ABRO. DE 1861.
anal
ligir i conraigao de um tnlimiiw,,
tea qu at ultima* noticiai viestem revertidas
al* nm carcter maia ptdfnco.
IHTERlim.
Rio Grande
A ituaf.
O horionte le clareia, '
chm es mateara*, o* par
carcieritain->e.
Anda bem I ~~^>.JV*
O illustre chefe dos Hbtrats rompeu na assem-
fel* provtaetal em opposigao eos* a presidencia.
Est direito !
As epposig&e*' fofo crisol dui governos.
A adminilugao, que tem s dignrdade e a oons-
incia de suij anissao. de t*u aclos, estima
a nppotigao franca, leal, de. veir levantada.
O que lia si* padeta daeojar, era a eoaliaaa-
Co dea mittiucece, a qae se U morreado,
f> que devit de Ihe estar erjjoaodu, era eaae jogo,
fie que t Mina usando, pouco digno de ho
meo* polticos, e antente .omito desleal : era
jue loe fossem 4 palacio tizer protesto* de apoio
adheeao, e de i sahissem para reunfr-se coro
o* ioimiRO do daoioteiracao, e coro ellos cons-
pirar Das difficnldades oppor a roa marcha ; o
jue nao eslava .no* intaraaaoa-Oo gobern -era e**a
aotrfosao de amigos sinceros coro os retasados, e
este* coro es inimigo* declarados.
Como conservador, *,u somos,' aplaudimos a
ituaeso ; nao entendemos de meiat posicoes :
u adversario leal, oa amigo sincero ; distin-
*um-ie a* core* para que oo* coohecamos to-
si* e nao nao i Iludamos.
A (ar;a cessou : -o illustre chefe do* libera ei j
nao pode diaer, que oao est ligado coto os im-
plcatela adveraarius de hooiem, com s cooter-
aadoras puros, levaotou a vieelra, oonfettou a
liga, e dellet tari recebendo o santo e aseaba.
Gitou a siiueco, e della lomoe a Tesaoosebili-
siad* peraoie o aeu partido, a provincia e o
najz.
Esta.... opposicao....
que reta s provar, se anda desta feila foi
elle ctete, se seu partido o acompatrberi, se (ora
desta capital, e deste pequeo circulo, fario echo
6 ipjustas hostilidades, que ioiciou oSr. Moreira
atraadle.
Porque a declirou o illustre libtral em oppo-
sicao f
Elle o diese oo seio da rapreseolaco provin-
cial alto ,e bom tom :n hooiem oeobum mo-
tivo Uavia para que me decarasse em opposicao,
Aoje o (ac f urque a preaideocia demituo do car-
go de inspector a um amigo o Sr. Joao Car-
los Wanderley, e maoftou ticar sem effeilo a no-
ineacao do Sr. Peroaodes, para promotor de Moa-
aor; e tambera (allou de urna premeditada
xeaccao.
Meta o Sr. Moreira Braodao a ttao *m *ua
consriencla, ponha de parte o amigo e correli-
gionario, e diga, se Capaz, que o demando
ex um Oum e zelozo funeciouaric.
Emquaoto nao dos provar, que o trrico pu-
blico Oeixou de galibar oum a oeirnsso e lubsli-
luieao, oao poder aecusar com razio.
Est o cooicieocia de todos, que viam o mo-
do como eram geridos os negocio* daquella im-
portante repartico, que o Sr. Joo C-rlotj nao
podia ser inspector da thesouraria provincial; e
e (ormoa cooles la dos, com eummo prazer entra-
remos na discussu ; e podis fioar ceitos, de
jue nao desceremos vida particular do indivi-
duo, oem ao seu pastado.
_E porque levantar lo grande celemos? Quem
Bao se records do modo cumo.oi admiuistraco do
Sr. Doria, fui demittido o Sr. Brito para entrar o
Sr. Joao Cario* ?
O que boje prova a oomeacao do Sr. lago
Francisco Pioneiro para substituir ao demeliido,
que o acto oao ot inspirado por espirito de
res' effeclda* pela admtnialragao trao-
eaaia, e oram atleodidat:os de Arez e Nora-
Cruz volleram par* teot lugares.
O-toaro do illustre chefe dos liberaes. pessoa
ufe se diz proemineate' em seu partido,o Sr.
eronel Estevio Barbosa de Moara, se achara
proDBoeiado em crines inaffian; veis, e hoje des-
pacha na vara municipal desta cidade; da parte
da *-r;-'--|f-||p|, ^jaj>j^inB.a1i''"''-",ar em
tu* rlvMociirmaj *jito .*)JMt* d*t*ts da *air
priti*
da
.*4av aootra o Sr. Mae Veltpi, e
(azia votos D*U C*OKrv,fiiJ..l!,>*h*fe de pdtieU O
ePg 1S5* jj^aza*..
at- Leao Velloso em Tavor de'dout bachareit no-
ve*, Uberee* 0 Ibos daprovHrera.
. Dee-ie a eleico para depilados proviociaes:
tora fcil a presidencia por margem todo* es,li-
beraes, que apenai dispuoham Ue um terco do*
eleilotes, tanto mais quando no *.->llegios que se
dtziam baluarte* da iaralode,os do Sendo,
bem pouco considerado (oi o nobro ebefe; .mae
sahtram eleilos cinco iltaeroes, qufl foram ca
Sr*. H
Moreira Braodio;
Albaquerque.
Luiz Carlos.
Aladim.
Feraeddes.
O Sr. Aladim entrou.na chapa coosetaador* or-
gaoisada pele Or. asetera Cavaleeotia sea*mi-
gol : por indic(io de quem ?
Bigem-oo-elrss- o Sr. Leo Velloso eotendeu,
que de*ia concorrer da melhor vootade, para
que dous mogos, que tahiam da academia, vir-
gen* em seu* seDlimeotos, fossem approvella-
doe: oeste posta te eslivesse ella presente, in-
voca riamoi o testemuuho d'om distiocto carcter
o Sr. Da otas l'inaj ; assim como (avocaramos
o do Sr. Ociaviano, se dos (Ora licite -contar com
sua lealdade.
A quera aproveitou a decitao da presidencia
sobre a apurado em separado do collegio de S.
Bento?
Eo^lobad* elle nao leria um diploma de de-
potado provincial o honrado cuete dos liberaes.
O Sr. LpCo Velloso viajou a provincia, e em
sua digressao ainda mostrou a imparcialidade, de
que se acbava animado : dSo distioguio os indi-
viduos peta cor poltica, de que te moslravam
decorados, considerou os melhores caracteres, e
oem Ibes perguntou se eram liberaes ou conser-
vadores, appellamos para a provincia inteira.
Sao (actos, que demonslram o espirito, de que
temase adiado animada a adminisiracao, teda de
paz, de jusiiga, e moderado-; o Sr.Le Velloso
nio eniregou, nem podia entregar a provincia
aus- Ulerees; fora mentir as uas cooviccffes e
lealdade, matjuitiga e considerado nao lem fal-
tado aos vencidos: era o mais', a qu poda as-
Djirar o partido n'uma quadra. que nao sua ;
aiat ludo esquecera o illustre cheq somonte por
despeito pessoal; este sacfifleo at o* proprios
ioteretaes de aeu partido.
O Sr. Moreira Braodao o respoosavet pela ai-
tuago, elle a provocou e creou.
E o teu comportameoto se oao tem tldo da
maior detlealdade a seu partido, da mais cara-
terjtada iogratidao presidencia, nio pode dei-
xar de aer da maior.,.inepcia, oao diremos, po-
rm da mais culposa improvidencia.
[Correie y a tlense.
golpe decisivo; toda vi a *ou de opioiao que o mi-
nisterio bt de resistir i tudo.
c Depois detta revolado poltica teme* tida
urna outr* atmotpberrce, como que par* h*vr
harmona : daade o di* 4 que reina oeste porto
um temporal do tul batanle forte, acomptnhado
de copiosa chura, que inda boje nio parou. '
felizmente^ nenhum ainiatro ha per ora i la-
oma*j*
a
patudo ; ahs a etcolba nao tecahiria o'um c-
5-dao iotelligente, probo, dedicado ao* seua de-
veres, eque olo oceupa posigao militaote Da po-
ltica da proviocia.
E se o Sr. lago oo tem todas estas qualida-
fles, que nos contestem 4 digara se alguem ha
por a^ui, que offereja raelhores garantas ao bom
desemptsuno do cargo.
O Sr. Leao Velloso mostrou ainda urna vez,
que tem vootade, como convem a quem gover-
tit, e nao aabe sotopor os ezigeocias do servico
publico s cooaideraces individuaes.
Aecusar a presidencia, porque cassou a nomea-
$ao do Sr. Feroaudea, se au urna inepcia,
uriso. "
Os lugares de promotores sao da livre nomea-
co k deaiuo da presidencia.
'oode deduzio o illustre chefe o direito de
pedir coalas ao preeidente, porque maodou car
em etTeito urna nomeacau de promotor? Achou
easa pierogativa oo acto addiciooal ?
E para que dar vulto a um facto de si muito
pequeuo, e aem nenhum alcance ?
Apostamos, que o Sr. Fernandos est recusan-
do as dores, que o nobre chefe por elle tomou
tao ajodado....
A presidencia devo lar tido muito boas razoes
de conveniencia publica para o fim de casiar a
nomeaco do Sr. Feroaodes para Mossor, e oem
por isso est inhibida de aptoveita-lo n'outra
commisaao.
E se o Sr. Feroaodes dot que fazem coro
com os inimigot da admistragio, elle proprio oao
avia, de certo, aspirar servir o'um lugar de coo-
tianca com um goveroo, que lhe nao tympalhi-
co ; na dignidade o repelliria.
Oizer que o cargo de promotor nao de con-
laoca desconhecer aeua naiureza, eigoorar os
rudimeotoa do direito administrativo.
Quanto a premeditada reacco.oao se assuste o
nobre chefe dos Ubtrats, faca Jusiiga ao seu ami-
go dot verde* anuos, elle incapaz de urna reac-
?ao; com a coragem do dever domittir, sem
que yacille, aquelles que se zerem dignos da de-
mtsso; oao ae aatutte porlanto quera liver
tranquilla a sua consciencia.
A posicao, um que te colloco* o honrado che-
e dot hberaes em frente da dmioistrago, veio
provar, que o seu partido precita de oireegao,
pata que seus ioteretset nao vao sacrificados ao
despeno, e i ligas extemporneas, e deiie de in-
correr na pecha de exigente, incontestevel e io-
rato : urna vista de olhoa retrospectiva por so-
fireaadministrago do Sr. Leao Velloto o pro-
var. r
Quaqdo o Sr. Leao Velloso tomo* a* redea da
admlnisiracao como achoa a provincia, e ot ft'6t-
rae* 1
Tinham-ee paasado aa lulas eieiloraes, e os
veucedores pezavam obre 0s vencido* : o que
fez a presidencia ?
Trajou urna linha de moderaeao e iostea en-
tre os pardo. e tomou por dever nao Reliar
jjue o* venoedoret etmagastem o* vencidos: a
tales eatendeu a mo, e lerantou-oa, dando-Ihes
garanliai.
Vejamos os fado*:
Em Papar i clama va m os vencidos contra ot
vencedor**, a presideocia demiUio a autoridade
policial, qtie era do* ltimos, e par* substitu ]s
nomeou a um offlcial de polica, aihsio aa intrl-
at locaea, e que, ae tem partida, liberal; a
nova autoridad* seguie em *u* aieaao de pae,
^eAempenbou-a, deUeu o* etpiritos calmos, e
oi subatiiuido por q*em ?
Por um liberal: &-. Brt*vio Jote de Carv*.
ano.
Claaiaram conUa a autoridad* policial de f*o-
vt-Cruz e seus anppleotea, e foram deaUtido* ;
inda para ali servir o meamo offlcial do polica
que ettava em Pqpor, qual oda hoja li esti
erriodo a conteolo de ambos oa partidos.
C'ueizaram-ae contra prepotencia* o delegado
de Tourot, e (oi elle deaaiUido ; certo, que o
nomeado nao Mural, maa cesta ram q'ueixa*
tambem certo. v
Reclamaram contra a cooaerraco de subdele-
gado da villa do Jardim, e foi elle demittido,
anhlito ido por um liberal.
Foi demitlido de subdelegad* da Eibeira netta
cidade um coaaervador decidido, e substituido
por um hbaral; o metnto coaterradar decidido
>i damutdn de 1" suppenle de delegado, e
a*b*utuido pelo cuabado dos ebefea da liga,ot
ora. Cabraea. vi
Mo eaflaeMdo 0 i pplenta da delegado
111?2ie'aJ42?i4*'0; 'i" como oeinaab-
d*ldo da S. Miauel.
* "f r",J"naSo o'we recratamento, que
nao 4M*e attendida ; dau. fortm atrito* d. Motio-
.i ,im a *Wt* Craa, e outndatfC Jote.
ouve urna elelOM de vareadora*am S. Baot*
DURIO DE PEBNrMBCQ.
O vapor Apa, entrado hootem dos por los do
ul, apeoat adianlou ooticiaa de Alagaas, por-
quanto sahio antes do paquete ioglez Magdale-
na, que estere oa aegunda feira entre nt, lanto
do Rio como da Babia ; toado entretanto porta-
dor da mala detla provincia.
liahxa.O nusso correspondente diz-nos o se-
guDt*:
O oosso barmetro poltico lem deteido al-
gunas coma nestea ltimos lempoa, e ameaca
tempealad*. O lado que se intitula moderado,
que cunta em seu gremio hornees mui distinclos
da provincia, e recoohece por chefe o sympathi-
co Sr. cooselheiro Saraivs, cidadao de carcter
mui iodepeodente, e haoil admioiatrador, quei-
xa-se que o actual Sr. presidente da provincia,
de harmona com o Sr. chefe de polica opera
urna reago uu sentido vermelko, e porlanto nao
se mostra salisfeilo com a marcha da admoia-
trago. Os affeigodos, porm, do Sr. Anlao,
allirmam que tal reaegao nio ae lem (eilo, e as-
aim elastifieam de injusta a opposigao que se
vai deseuvolveodo.
JormarJo da presidencia.
B-acIamagei se flattan
contra r*jnocoaa de
q Nao sei de que lado esl a razio; porque
eso conhego oa delegados e subdelegados no-
meados e nao sei o que seus comes significara ;
oem mesmo comprebeodo os partidos actual-
mente em nosso paiz ; perecendo-me que nio
temos seoao grupos, dedicados a este ou aqoelle
cidadao de mais prestigio, que hojeae reuoem
em um intereste commum, e amanha se en-
contrara em antagonitmo.
J ia animada a discusso entre e Intereste
Publico que se eocarregou de.romper o vio e o
Jornal da Baha e Diario em alguos commnniea
dos, que queriam gue ndo te lurvasitm as aguas,
quando a noticia a exoneracao do Sr. coronel
Footes, do commaodo dat armas, veio anrpre-
hender a todoa ainda mais exarcebar a si-
tuago : porque aquello lado, ao qual per
tencem vatios amigos daste dlstincto militar,
como o citado Sr. Saraiva, Chaves, Dantas, ele ,
considerara esta exoneracao inesperada como
mala um aciote, ama provocagao do ministerio,
visto que se atiribuia esta exoneragio diver-
gencia que surgir entre o dito commandante das
armas, e o chefe de polica, por causa de recru-
lat, e das desordena que se lioham dado entre
pragas do 1" balalhao e o corpo de polica-
Logo que se eapalhou esta noticia, depois
da chegada do vapor frabcez, aquelles dignos de-
putados, com mait algus collegas de sua parcia-
lidad e e varios cidadoa ootaveis foram compri-
menlar o Sr. Fontes, e dizem que lhe assegura-
ram a reiniegragao ; porque contara com a queda
do minltterio logo aps a abertura daa cmaras ;
no que nao creio.
Como represalia appareceu logo na astem-
blaa provincial um projeto creando urna com-
mittao de ioquetilo pata examinar o corpo de
polica, edar-lhe urna outra organisacio.
Dizem que o fim deste projecto era infligir
alguna desgoslot ao Sr. major Freir, comman-
dante do metmo corpo, que alguna consideram
como a cousa do rempimeoto entre o Sr. chefe de
polica e e excommandanle daa armas. Por digni-
dade, porm, da assemblea, cabio pos grande
maioria, tnostraodo-se ella, porlanto, digna da
conQaoca publica, qu* lem aabido eaptar pela
sabedoria com que lem deliberado al agora ea-
quivado-ae a apoiar actos, como equelie, s
inspirados por espirito de viuganga.
Eu nao toa oem potGregos, oem por Troya-
nos ; tenbo amigos nos dous ladot dissidentes, e
avalio o procedipenio da unt e de outroa com im-
parcialidade ; porque nio me deixo
conaiderages polticas.
c Acho que a d.eerituico do Sr. coronel Fontes
foi menos refleclida e precipitada ; e que nenbuma
necesaidade bavia de se tasar a grande despezt
que se deiiva do movimento de tropa qoe ae vai
operar, teguiodo o 7* balalhao, de que ommeo
daoie o meamo eenhar, paca eaaa provincia, e
indo dahi o corpo do Sr coronel Kelly, que no*
pode, alera diteo, importar o choler-morbut ;
pelo que muilo tem desagradado aemelbaote lem-
braoga.
* 43 Sr. Pontea ded parte de doeole antea da
receder eoromunicaga official deaoa exoneragao
e passoo o commando ieteriao da* armas ao Sr.
coronel Francisco Tellet Csrvalhaz de Menezet,
dopol* de ler recusado as*ueoi-lo, Umbem por
doeete, o Sr. marean al Luiz da Franga, e cons-
amttsWb
imo*daas,
ar deno
em e a
ST'dP raapecpat vigurio p^.
os catar; ao que elle annuio. Kntretanlo eram ir-
mies, a haviam liocado os nomes i Qassi tisnrt-'
taneamente leve a polica e o virtuoso arcebispo'
denuncia dette grave escndalo, e este declaro
logo aullo o tiinulado eosorcio, elncors* na
pena de excommunhio maior o* dous reos dette
crime de teta humanidad*, que determino* .fos-
sem separados, empregendose para isso a forga,
no cas de restslenda.
Em roeu fraeo eotendimento julgo que O Vi-
gario tambera devia toffrer alguma cosa cara oo
catar pesaos* que trio tonbecit, qte nio eram
seu* -freguezes, sem provarem nao ler impedi-
mento atgutn caeooico.
O outro tacto o segainte : ha sgaos mezas
a presen taram-se ao Sr. chefe de polica dous
rioulot, um de 18 enoov e outro de 15, a decra-
raram que, sendo Dlhos da Africana livre Dlda,
qu Tora dada ha cerca d viole anoos ao coose-
lheiro Dr. Manee! Mauricio Reboucas, este redu-
zira nao a ella, como os denuncenles e mait
cinco irmios eaeravidio, tendo at doado dout
i uma de auas filhss quando caaou.
Diz o Jornal da Baha que o Sr. chefe de
polica ligando esta aecutago loda a importan-
cia que merece, proceden' s necesaarlas averi-
guages, e reconheceu que infelizmente era real
o que ellesafflrmavam, pelo que ot mandou pai-
tar diapoigao do Sr. Dr. juiz municipal da 3a
vara, adm de os roanter oo gozo de ana liberdide.
a O Sr. conselhelro Rebougas, entretanto, goza
de lio elevado conceiio, lio honrado a-de ideas
lio liberaes, que lodos davidam aiodt qua lenlia
praticado semelhanle crime, digno de severa pu-
oigo
* Cuida o goveroo imperial nos meios de ap-
plicar ao servigo da agricultura os 3,000 opera-
rlos que, oo fim do crtente anno devetn ficar
sem trabaiho pela condesad da estrada de ferro
at Alagoiohat, e para isso ordenou ao eojenhei-
ro Firmo Jos de Mello,, flical ds meama estrada
que mlormasse com urgencia, qual a maoeira que
julga-apropriada para tal'fim. J um bom n-
cleo pira urna populago margem da estrada
de ferro.
Peadem da atseaorbKa provlooid dput pro-
jectos de uiilidade pataliea, um para esta capital,
e ouiro para a importante cidade de Sanio Ama-
ro; o primeiro i construegao de um plano in-
clinado para transpone de cargas e de pessoas,
enlre a Preguiga e oelloda ladeira dtvCooceigio,
e o segundo o encaoateento da agua pahvel para
abeslecunenlo da referida Wade, vistd que o Sr.
Aotio eotendeu que devia oarar a abertura do
pogo artesiano q*e tem cont*noido muito dinbei-
ro proviocia.
O projecto d orcamento apretentado pela
diena eommissio est doofeecionado em attengao
ao eatado econmico da provincia, e deaccordo
ao peotamenlo dominante dosou actual adminis-
trador, que acaba de mandar emprehender certot
rBelhorameatot necestarios na ettrada de Sania
Isabel de Paraguass, oo que faz um servigo re-
commendavel.
a Algunt outros fados de ioteresse punten-
te local nao merecem aqu at honras de urna
mencao.
Ocommarclo continua animado, e o teodi-
mentogeral e provincial em progtestivo aug-
mento.
A alfandega tem arrecadado at hoje r.......
Etli annunciado psra etsa provincia obri-
gue nacional klfredo.
t O cambio sobre Londres dea i 26 e 257i8,
sobre Paris i 365, sobre Hamburgo 680, e so-
bre Lisboa de 108 i 110 por cenio de premio.
Acabo de saber que foi removido desta etta-
gao para a do Rio da Prala o Sr. chefe de divisio
Fraociaco Manoel Barroso, que deixou tiossudo-
tas recordages netsa provincia. Foi urna asvl
meacao acarlada. Para substitui-lo ao comman-"*
do da divisio naval d'aqui vem o Sr.' chvfe d* di-
viao d'Hondain. >
Alagat.Oi joroaei, que temosa vista, che-
gam i 14 do correle, nada conleodo digno de
meoso.
PEHNAMBUC.
guiar por
m h REVISTA DURII.
nao houve hootem setsio na aiiembla pro-
vincial.
-r Sabbado ultimo parti para a cidade da Vic-
toria o Rvm. fre Herculano, e all vai preatar-ae
ao seu minitterio expootaoeamente e sem esti-
pendio algum.
E* um acto assaz significativo de seu espirito
de evanglica caridade.
"" No Apa chegou bonlem a ala esquerda do
V." balalhao de (uzileiros, que vem substituir
Desta uarnigio ao 10., que foi transferido para
a Babia.
No dia 12 seguio para Caruar o Rvm.
missiooano Capuchinho frei Egidio, com o fim
de soccorrer etpiritualmente os affecladoa da epi-
demia.
O hospicio da Penha postue em ti tres religio-
sos, que apenas descansara algumas horaa, oceu-
peodo-se das qualro da madrugada una da tar-
de em mitsas e confistesno proprio convento ;
e a qualquer hora do d>a na coofittt externa,
sendo aioda capazea do dar vencimeotoao gran-
de numero que acode aquella casa para a deto-
brtga quaresmal, numero que excede i cem or-
dinariamente.
Nao obstante porm, nao duridou miodax um
d* seus religioso* para Caruar, aobjecirregando
portaolooa dous que Qcam. o servico para o qual
tres eram poucos sem duvida.
E' um acloque cada vez mais rectmmeoda
aquelles religiosos a veoeragio publica.
Hontem leve lugar a procittio dos enfermos
desta regueza de Saoto Aotooio ; e boje deve
ler lugar a da fteguezia da Boa-vista.
O acto leve toda a decencia e bruno proprio
dessas fuocgoes religiosas, que eapedalisam o
0 culto externo que o chriatio rende ao autor da
paitare**.
Urna guarda do 1." balalhao de tuzloitoa da
guarda nacional fazia aa honras militarea do ptet-
tito*
E' prohibido todo o tranailo de ai
carros e quaesqaer outros vehiculoa de coaduc-
jao nos das quiota e aexla-feira prximas
Foi exooerado o Sr. alteres reformado Jor-
ge Rodrigues Sdreira, do emprego de recrulador
na fregaezia de S. Fr. Pedro Goncaivet do Re-
C116*
Nio nos podeodo ser indilTerentea ot im-
portante* servico*. que ao paiz orala o Rvm. Sr.
Fr. Caetano de Messina, para etlas paginas trans-
portamos as seguiutes linbat, imerias no Cornal
do commerexo da cOtte, ceres dos trabalhoada-
1 Soba "a806 v"h9' no lraflional tempW de
* i igreja de S. SebattiSo,
a Assim como se deve censurar aa eouaaa ms
tambem justo louvar e animar aa boas. Leva-
do por esse principio, Uve no meu ordinario
passeio a curiosidade de visilat pela segunda vai
a Oa tenlimentot dos Brasileitot sao o* mes-
mo* em oda a parle, conlioie o Rvm. padre
*o*dati*at*a, bata t portas do* Fluminentes, e
^Whirador da igreja monumental de S. Sebas-
1 if '*'* (*ue h* de n" K1 da Jne'ro aer to aa -
illa4o,aomo foi am Pernambuco o fundador do
hamaDitario collegio daa meninas orphaas dei-
validas de Papacac/.
*Vnv*wlo/vumtsfrt.
Eit o centesimo-^ajiajto
Bolelim*,
Em um officio de 8 fe
dado de Caruar i pajatd
itte o juiz de diteito, Dcji
oncellos, que o atad* Jjm
mais ttitle lamaclavtfL. p
epidemia do cholera -morbui
sc
. "*'- P n conaummo detla cidade no
dia 11 de abril, 32 rezea.
MORTALIDADI DO DIA 15DI ABRIL l
Mana Joaquina Pereira, Pernambaco, O annoa,
viuva, Boa-Vista, gaogren*.
Sabino, Pernambuco, 35 annoa, tolteiro, Boa-
Viata, escravo, coogeatao cerebral.
Aodreza, Peroambuco, 50 aonoa, vfuva,' S. Jote
\ '* ""'
bprigido da
provincia,
Si de V*s-
mtjaaai ainda era
.aatalo-cria qae a
se lioha detenvol-
n lodos os seos n_Qutos, e ira* v^ "\ur ci-
dade e seus saburbios havi* ceifado trezentat
petsoaa.
Diaae maia que oo dia antecedente ae ti-
nbam sepultado no cemiterio da mesma cidade
viole e cinco cadveres, e que al ia teis horas
da tarda do dia era qu* te achara datado aeu ot"-
ficio, ja te fatviam sepultado viole e oito, sendo
excesslyo o numero dos accommeltidoa anvlo-
da a fteguezia, exceden do, segundo cha, ad-
lenlos.
Disse mais que a ambaWocia que linha le-
vado, e a que lhe havia tido remeltido depoi*,
ettavam esgotadai. e que S, xc nio podia ima-
ginar o ettado aflictivo em que elle ae acbava
por nao lhe ser poaiivet soccorrer lodo* ot pon-
tos em que o mal latrara, e que em Allinho, Ra-
poza, Bczerros e ravatd a epidemia te ia det-
eovolvendo com inteoaidadej fleaodo elle com
muito receio por causa da cadeia da.cidade, em
que ja tioha suecumbido um preso, e urna daa
pragas que ism jTara S. Beato, e doeuiet um sar-
gento a um toldado.
oSAs ,eis norM . Dr. quino Fpnctca.
Repartiqo da policuExtracto das partes
dos diaa 13,14 e 13 de abril.
Potam recolhidos a casa de deteogio no dia 12
do correle :
, x' rem loolllm. Sr. Dr. chefe'de nollcia,
Joio Florencio Ferreira, pardo, de 87 aonoa,
carpi, vindo do termo do Cabo para recruta ;
Alexandre Emigdio de Me4eiros, btauco, de 25
annos, esetevente ; e Antonio Carlos Cobo, de
22 aonoa, caixetro, ambos tambem para recralaa.
A* ordem do tublelegido Santo Antonio,
Antonio Fraoci.sc.0 da Silva, pardo, de 53 annos,
sapaieiro, para areriguagoes em crime d'eettel-
lionato ; e o portuguez Manoel Diaa Pinhn, btan-
co, de 30 annos, vive de negocio, por detordem
A ordem do de S. Jos., Jos Franclaco dos
Aojot, pardo, de 25 annos, pedreiro, por priga
e ofleosas moral publica ; e Lorango Jusliaia-
no de Barros, branco.de 18 annot.peacador, pata
recruta. '
A' ordem do da Boa-Vista, os pardoa Jos Pe-
dro de Alcsntara, de 19 anoos. alfaiate ; Marcel-
lioo Esievio de Lima, de 27 annos, pedreiro ;
Manoel Innocenclo Perelr Cardozo, de 20 annos,
marcineiro ; e o crioulo Policio Joaquim J7er-
reira, de 22 annos, coiiheito, todos por distur-
bios.
A' ordem do da Magdalena, Pedro Gomes, par-
do, de 21 annos, obreiro, por desobeJieucia.
- Dia 13-
A ordem do aubdelegado do Recite, o ameri-
cano Charles, parlo, de 25 annos, martimo. ,por
embriaguez e briga ; e Jos Antonio'.Pedro, criou-
lo ; de 20 annos, sem offlcie, como suspeito de
ser escravo.
A' ordem do de Santo Ao ionio, Zeferino Ma-
nis de Carvalho, pardo, de 24 annos, clgarreiro,
por tospeita de ser detertor ; e Claudina Alipia
de Lemos, branca, de 19 annos, costuren*, por
dUturblos e insultos.
A' ordem do de S. Jos? Igoacio, pardo, de 23
anoos, ganhador, escravo de Kuriuo Antonio de
Mello, por btiga.
A' ordem do da Boa-Villa, Luiz, patdo. de 19
annos, ganhador, escravo de Joao Severioo, por
andar fgido.
A' ordem do da Capuoga, Antonio Francisco
l'aet Jnior, sem declaraco do motivo.
- Dia 14
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica,
Dogeoea Francisco Pestoa, breoco, de 22 annos,
caixelro, para recruta ; Jernimo Rodrigues Pi-
mentel, branco, de 44 annos, vive de agricultura,
como condemnado no artigo 193 do cdigo penal
combinado com o artigo 49 do metmo cdigo ; e
Aotclete, crenlo, de 20 aooot tapateiro, porsut-
peito.
A' ordem do subdelegado do Recife, Antonio
Brai, crioulo, de 60 annos sepaleiro, por embria-
guez ; e Antonio Luis Das, pardo de 5t annos,
catraairo, por desordem.
A'_ ordem do de Santo Antonio, Pedro Antonio
Slmet, crioulo, de 21 anoos, servente, para re-
cruta.
A' ordem do de S. Jos, o pardo Vicente Fer-
reira, de 14annos, aem officio; e a crioula Eu-
fraiia Mara Venencia da Cooceigio. de 30 annos
coslureira, por briga; Manoel Jos Ferreira, tam-
bera pardo, de 29 annot, pombeiro, por iofraegao
de potturat ; e a africana Mara Rita, de 33 an-
nos, quintadeira, escrava de Francisco Feroao-
des Duarte, requitigo d'ette.
A'ordem do da Boa-Vittt. Pedro Pereira da
Silva, pardo, de 46 aooot* vive de grlcultura
para reeruta. '
A' ordem do dot Affogados, Flix Jos Joaquim
de Paria, crioulo, de 16 annos, vive de negocio
para averiguagoea policiaes.
O chefe da 2 seccio./. G. de Mesguiia.
Pastageiroa do vapor Apo, viodo do Rio de
Jaoeiro e portoa iotermedioa:Uaooel Joaquim
da Cuoba, Salvador Rodriguea da Silva, Jote
Fonles, bacharel Luiz Mara Goozaga de Lacerda
espitao Jote Fraociaco Coelho, Silvino Guilber-
me de Barros 1 Triado e 3 eteravos, Eugenio
Adriano Pereira da Cunha, Eslevao Tararea da
Silva, cadele Antonio Luiz da Silva Bellrio, 2.-
cirurgiio Dr. Abrahao Bruno da Ctmara, Joio
Teodomilio da Cos* Monteiro. Mathias da Veiga
Ornellaa e 1 escravo, Fraocisco Aotooio de Frei-
U* Battoa, Ionoceocio Jos de Frailas Bastos
Francisco Prisco de Souza Pataito e 1 eacravo
Alexandre Pradera. Antonio Viejrt Carneiro'
Domingot Velasqu?s. Vctor Isaac de Arauio e 1
criado, Joio Jos do Moura Magslhies, Jote Al-
do de Ollveira, Domingoa Aivea Cerqueira
e um escravo, commistario da armada Ma-
Lima
corle, afiso de explicar o aeu precedimanto.
A ala diteila da 7 balalhao est prosapia pa-
ra embarcar oeste paquete, e a e*qa*rd* ir no
seguiote ; e para satisfazer a anciedade publica
affitog*-te oo* circuios melhor informados que q
Sr. presidente, rob saa retponssbilidade, reque-
tita ao Exflur. presidente desea, qua nio maade
por ora odjJVpo que deve vir para aqu, aendo qae
ao caso de ji cbegar esta requiaigao tarde, ett
tuda providenciado par* qae elle Dodeaeasbar-
que nette porto, e aiga para o morao de S. Paulo.
c Ella d aovidade mais imprtenle detla
qulnxena ; o asiumpto de todaa as cooveraacoet e
a cauta de cerrerem nleirae des deputados mode-
rado* que vo dispastos 4 fazer ama guerra des-
abrida ao ministerio, que dizem estar dominado
ioteirameote pelo Sayio Lobato, que conaideram
- a alma damnada dalle; o bomem daa reaecoei es-
vencedoret, e etsa eleigao oi anoullad* por in- carate*. ">v,v**v
morro do Castello, e fiquei admirado de ver em
lio curto espago de lempo coberlo todo o carpo
a a^v* aa* ai aa *\ n ^ ^ b ^ .^ ^. a ____i -
Afiendeado-se ao numero e a* habilitaees,
conhece-te fue podem cpm effeilo dar-Ib* um
de outraa obraa no frootetpido : admlulaiodao
grosso alicerce da nova porede do lado do *as-
ceDie, e me ioforraaram o* operarios que sa ia
levantar outra Igual do.ado oppoKo
Quaolat dezenat de contoad* rea se nio U-
riem empragadn netsa ediflefcao, qte adm a-
geregio se pede dizer loda nova, a na nr pro-
movida, inspeccionada dirigid* pela dedieacio
do iocanaavel Fr. Caetano. o apoatolo de Per-
nambuco, e teus digno* compaoherot T
V00 contunda e fadigas nao tao preclsaa
ainda para acabar este limpio, forta-lsjL piola lo
e deeora-Io ? *
< Sciamava eu aisim diante dtquella empre-
zs, e nesl tempo que se diz de resfria m en lo da
noel Jos do Naacimeolo, Francisco Candido Fer-
reiri Tourtnbo e um escravo, Pedro de Alcaota-
ra Muniz, Francuco Ferreita Pacheco de Mello
Joaquim Rrbeiro de Souza Froes e um escravo'
Filippe Daltro de Castro, Aureliaoo da Silva R.!
bello, Fraociso Rodrigue! Seixta, Antonio de
Oliveira Cardte Guimaraes, tua seohora e dous
)cr*vo*, pardo livre Geraldo, Augusto Cesar Car-
valho de Menezet, Manoel Caaiano de Oliveira
Pasaos e um escravo, Jos Alvo* da ilv* Perei-
ra e am escravo, ex-praga Severino Antonio de
Frenas, John Mellar, Sttab Biona, Jos Ribeiro
Pedrerae um eacravo, Eraealo Boteiho de Arau-
J> *a aenhora e um escuro, D. Cecilia Hara
da Conceigio, Luiz Caetano Muniz Brrelo a um
escravo, Antonio Joaquim dot Paaaoa e um cria-
do, Dr. Joa Ricardo Guimaraea de Carvalho e
eacravo, Joao Vaz de Carvalho Sudr e um es-
cravo, um eacravo do alferea do stimo Joaquim
Alvet de Freitts. urna escrava do altere* Urbano
Wenceslao Gomea de Cstvalho. major Jos Frao-
ciacoida Sllya, ites lenles, 10 *lferes. 9cade-
tes, 31 mulherea.21 fllhos, 2 irmaaa, 2 mais de
familias perteocentee a oflicaea e soldados do
stimo balalhao de Infanltria. Msnoel Joaqvim
da silva Lelo, Joaquim Fraociaco de Mello Ca-
valcanti, Joa Joaquim de Oliveira, Dr. Joio
Gongalvesda Silva, Domiogoa Jote de Lima *?ei-
xoto, um imperial marioheiro, a ala direita do
tetimo batalhao deinfantaria composta da 300
pragas.
Sejntem para o norte:
Jote Cypritno Cbavet, capitao Urbano Fernn-
des Barros, Thomax D. Hootmoraacy, s*a mulher
e 8 Olbos, Jos Manoel Balota, Dr. Jos Liberato
Barroso e 1 escravo, Jos Pereira Leit*. altare*
Sllvioo Antooto de Jess, Jotepba J. Roas, Ao.
tonio Goilherme, Dr. Antonio G. Diaa, Antonio
ViceDte de C. Pinto, altaras Jos Theophiio Cor-
deiro, Manoel Henriquet da CoaU Pinho, abar-
maceutico Pedro Alexandre N.. sua multar 2
mho*l eacravo a entregar, 41 pragaa do prel.
Joio de Arauio Coat, Joaquina de CarvalhoCoata
Manoel Joto Feroandes el eacravo a entregar
O vapor nadohal Prtannos), sabido paca
os portoa do tul, cooduzio a ea bordo oa pnsti-
geiroa segujotet: ^
Joio Fraocitco Firmino, alfer** Joao Barbosa
eo, 41 raaaae, Salo Antonio,
um,Jb6 annoa, saltttin, *aa*vava,
uco,
escrav
Manoel
con
Rober
S.J_
Mara 4+ Crajrtann* de Batrot, *er_
22 aritjm. caaarda. S-lJos. parlo.
Manoel Jbaupsim da Silva, Titlagat. tZaanno*,
solteiro. Boa-Vista, febre amarell*.
Jfarla JTiTippa da J**u, lOanaea, viuva, Sanio
Antonio, congestio cerebral.
Matia Jos Lina, 94 annoa, catada, Boa-Vitta,
congestio cerebral. I
Henrique, Pernambuco, 5s annos. Boa-Vista, es-
cravo, cholera.
Joaquim Joa de Santa Aon*. 35 annot, solleiro,
pardo, Capunga, cholera.
/
1854i
^ommunicado*.
Em 1854 mandei para o Rio Grande do Norte e
outraa proviocua algumu catleiraa com medica-
mentos homeopalhicoa pata aerem vendidas por
mloha.coula.
Em pouco lempo meu* remedios obtiverat* tsl
preferencia, que ninguem quera de outros.
Ero 1856, quando appareceu.ocbolera-morbut,
principalmente oo Rio Grande do Norle, nao (oi
potsl-el i alguem mais vender all um s medi-
camento ; porm a cubiga, a ambigio, a ioveia e
rnaia que ludo a infamia e a deihamtoidade de-
vtsm de tuggerir um alvitre para me desacredi-
tar : um horneen cuja ambici est cima de toda
a expreasio, mandou para all urna porcao de
carleiras para aeretu vendidas em mea nome. aa
quaes continham glbulos velhoa, ji mofados e
podres : nao era possivel que quem eslava acoi
turnado, a ver os meus remedios acreditaste que
aquelles podessera ser da miaba caaa, e oem qua
eu. que era o nico all acreditado, tivetse iote-
resse em vender remedios podras e sem accao por
conseguale, o que seria lmente em detproveilo
meu : a torpeza, prtenlo, foi para logo conheci-
da e aeu autor entregue ao deeprazo como e ni-
camente mereci.
1-do-us^5exe* Pouo maia ou menos, veio am
pedido de 30 carteiraa do Exm. Sr. presidente do
Rio Crxn.de do Norte: nio fui eu quem as vn-
"h-7,,s' m',eta,el mbirioso, nio lendo
vendido, suppoz.que fosse eu, e par* obvi*r 4 qu*
viessem outros pedidos e que eu nao enriqueces-
te ah com.upa 500JJ ou 600d. Uatau de adiaater-
se, e eacreveu urna caria nm depulado provin-
cial do Rio Grande do Norte, duendo doa meas
remedios o que Mefom jamis dittera do lou-
cnho.
(Jm faci desle tao significativo daa qual i-
dadet do seo autor, que eu entrego apreciagao
dos homeos honestos sem maia reflexao ; tanto
maia quanto ease iasaciavel desejo de morder
urna prova inconleetavel de que muito ae me te-
me e se trabalha em vio para por-me ra do
combate.
A' isso se responde com o mais toberano des-
prezo. e porque s de dsaprezo digno quem
paasa a vida a fazer papel triste oa sociedade : ou
eniao da compaixao qu* todo* devemos ler dot
pobres de espirilo, quem a ambigao e a razio
se offusca por etae tutor de ganbo que se con-
verte em delirio ; e o que se pode esperar da-
quelles que por um molivo qualquer perdem a
razao r
Nao para os imboceia que eu appello : ettet
andam tempre airas dsquelle* que, 4 falta de m-
rito, procurara susprir com o embaete e com o
maravilhoto; e com isso vivem sttfsfeitos : dos
hermens de juizo espero qua deem o valor que
merecem ancioes de lal quilate e que traduzem
fielmente quem oa pralica.
Continu, portanto, o seu sutor oa sua senda,
porque est no tea direito, e eu continua re a des-
preiar nao s ti como s toas torpezas, porque
a diataocia entre nt tal que nem o vejo ; fl-
eaodo cerlo que aioda tenbo diacernimenlo bas-
tante para nao me atrar ao lodagal em que ae
acha immerso e d'onde 4 seu gesto pode atirar
quaott lama quizer porque ella oo me tocar.
Conaultono homeopalhico, ra da Gloria n. 3.
Dr. Lobo Moscozo.
Correspondencias.
urna
pa-
A aoppresso da eslacao da Ponle-
zioha.
Senhore* redactores.Nao obstante aa muitaa
e diversas raclamacoes, que pelo seu jornal ap-
pareceram cootra a injusta, e caprichosa medida
da auppressao da estagio da Pootezinha: nio
obstante ha ver S. Exc o Sr. presidente da pro-
"cli mandado informar o Sr. eogenheiro fiecal
tobre ellas, e tobre urna repretentagao a elle en-
deregada pelos habitantes do lugar, apenas raiou
o da 1" da abril, foi dettelbada e desarmada a
casa da eitagio da Pontezioba I Oh pontualida-
de iogleza I 11 Parecia-not maia prudente, a nao
aer o capricho o que leona preaidldo o acto, que,
vuta de Untas reciamagoes, em virtude das
quaes eslava o oegocio affecto ao Exm. Sr, presi-
dente da provincia, a auperioteadeocia, ou quem
quer que acta ueste negocio, auspeodeste a tup-
pressaa annunciads, ou ao meooa o deamorooa-
roeoto do edificio at ultima decitio. Assim en-
tendemos que se deve proceder neste, e em ou-
tros negocios idnticos, quando ha prudenda,
quaodo nao ha capricho, quando se nao pretende
olTr.der ajustiga.
Hat, nio : a Poalezioha lilha amaldigoada. e
sera mais appello. nem aggravo lavrou-se o ver-
dxct anathema sil. Embora aasim ae baja proce-
dido ; embora se tenha manifestado com lauta
gana o desejo de reduzir aqdeile lugar ao nada,
que.era, os seas habitantes perseverara em repre-
sentar cootra tio atroz injustiga, contra lio gra-
ves orejuizosk que se Ihea cauaou, contra
medida attentatoria mesmo do interesa*
blico.
At agora nada ae tem dito que justifique a
suppresso da estagio da Pootezinha ; e por isso
anda acreditamos que a razio ostensiva para a
superintendencia, foi a falta, de rendimentoa, que
de bocea em "bocea ae ouvia diier que nao che-
gavam para aa deepezaa do coaleo.
A idea, pois, da suppresso da estagio traz im-
plcitamente a da cessago daa deipezas tio fal-
ladas. Mis, perguota-se, sappnmida como est
a estagio, cestaram as despezas, que com ella se
razia ? Nio : ninguem o pode coolestar; porque
coniinut a baver all- o meamo empregado, eo-
carregado do registro, percebeodo o meamo orde-
nado ; contina a mesma despeza de cinco gar-
rafas de azeite, ou oleo por mez : exiate por con-
segufnte a mesma despeza ; t nao existe o mea-
mo rendimento. Qual foi, pois, a vantagem da
suppressio da eslagio ? Para lato nio achiraos
retpotta, oem explicagioajgumaporniaiore* Ira-
tos que lemos dado 4 noasa iaagBagio. Est no
ioteresse da companhia a conaetvacio do empre-
gedo do registro : est no internase da compe-
ndia a conaervagiododeaviopara o carregamen-
lo das liohas; e t a casa da estacan prejudicava ;
t o-rendimento mental, equivalente i canto O
taotot, duzentos mil res, e aa vezea mais. pro-
veniente da renda doa uiihetea aot paitageirot,
que prejudicava os interetsesda companhia ? Qae
especie de economa aera esta ?
Respoodam oa sabios da eacriplura
Que segredos sio estes da natura.
Creio S". rfldactoret, que ainda oa ha de in-
commodar p teu ataigosnle
Pedro Gaudianode Ratie Silva.
f chruti. Mas & vista dp tjdn ri (eilo, nio li- Cerdairo Feiloa*. Manoel Joaauim Duarle Go-
dlo duvidar do rulo. Atnd* temot multa f, ies, Aotooio de Almeid* Monteiro, Fadnrico
trajas Deot; e qaaod. appar*caxem dedica- L Angui? V..lot MaruB.pluta CataaVo, Fran.
goe* e etpirito religioso noamlnutroa do Eviu>.t claco Pinto Dama, ItidoroFcancitco Hin. fin.
gelbo o povo duperta na toa creoga e ra*poodpn>obClea Muniz e Floriano Jote da Miranda.
cheio da cenflaog. e oslo. f Matadodo I/wico.
l^blica^oes a pedido.
Ao pubfitca.
s/n^Vii* fr **>-pelo merilinimo
Sr-J,^lag.do ae.t. ddade o 8r tenste qu.r-
de 1 g-^C0^0-.'Uf01' B"Ml'de*
J SflMS?-****!- "" proceato.
inei lPP.r qU" *>* preaidenli da pro-
I 2S.lT# *" """^^vdo asta eectjrretrcia,
JiiSrTi' T*B M P"wd*t d am orpo
ceja minio tmenle pollciarrt
ALAGOAS.
Em urna corretpondencia de Macei, publica-
da no Jornal do Recife de 12 do corrate mu,
ve anroliido o nome do nono prezada amiga.
o Sr. Umbellino Guedet de MeUo. O nrraopatt-
danl*. l*aui*o**sja^alt,e impardaItdade, -
tra mal a ana taiofa, adulterando am (acta oao
*?" J" ereliritdo goveroo, e qae, pela etsa
lutigniflcapcia e neohuaia importinaa, dever*
ficar no etquecimeno.
Infelirjnanbs, ta nosu proviatia, o etphit*.
da partida (osla val pervertendo, e t asaim a*>
-*^tlicatl-mor-
tdoMtcift
\m caadtleir
etjdtcarinmodo, por que o cor.,
irtki* do **ei/e pretende de am algoetrn la-
xaos i'tjtjeneiro. Estamos paratjadidaa da
q** dpaosgadet latnoi, se nao (ora a desojo ardaot*
qlasfjdlgoem atee de morder reputacao daoaa-
ae honrado elBigo.
Com a pubUcacie da que o neta* amigo ara-
dozio em toa defeaa no Diario do Commureio
de Macei, ficar o publico d*u ptmtktHn-j-
(eirado do qu* occorrr* acerca do facto, lio in-
vertido pelo corretpondeute do Jornal do Recift.
Por m amijo
RESPOSTA AO DURIO DAS ALAGOAS
BE 15 DO COBAENTF.
O facto expoalo pelo Diario ara teu primeiro
trligo se paaaoa como o dizem at duaa taaaiqua
cartat : ^
Illm. Sr. Dr. aecrelario Pctaidooio do Carvalho
Moreira. Macei, 15 de margo de 18M.
No dia 15 do crranle, iodo 4 Ihesouraria o
Sr. saajor Luu C^rew de Menezes com o ttt*la
de promotor, nomeado para a cmate* da Impe-
ritriz alad* nao asaignado, petgaaiaa-aie qual
ara a re*pecliva lotagii^afim de pagar aa aecreta-
ri* o* emolumeolos e oa ceUeeiari* o sello oaet
o qual nao podi*ar submeitido i iittaqiia'ii do
Exm. Sr. presidente da provincia. Declarei ao Sr.
Menezes que a lottgio do emprego era de 7001
n., para tobre elii cobrar a lecretaria as **
emolumento* ; mat, quanto *o ello, disse-lh*
que podia *er pago depoit de astignado, t tpoxs
metmo do extreicio, quando o promotor qurzesse
pedir vencimeDta* i ihetourine : Beata temido
eterevi algumat linha* em uta* tira de papel pa-
ra satisfazer quesiio da lecreUris qoanto isa
emolemeotoa ; mu, quemo ao tallo, creio que
eacrevi simplesmeole o leguiote : c Qmanta
assignalura nada tem ella cem a-ttllo e, amo
de cosame, eecrevi inicial do meo primar* bo-
me; om esse lira de papel mandei o sta-
lo 6 secretaria pata ser apreseolado 4 T. 9.,
visto que muita* vetes me lem diiigtdo persuB-
laa por aemelhanle meio : porm vohoo inate-
diaiamenle o portador, dizeo lo-me qna V. S.
devolv* o Ululo par* anr sellado. Habiluto a
guardar para com todos e parlicolarmeate para
com V. S. todas i* iteoedea qae devo, entrega*!
o titulo o Sr. Menezes, qae preieno irtella-I*
e ditigi-me V. g. pettoalmente para qoernti
rae 4* daaalteogio com que te iotitia naqoell*
exigeocta, oepoi* de havar eo declarado qae a
gnaiura do Sr. i residente nada linha cota o
sello. V. S. ou.io a mintaa qaeixi fets em toes
de franqueza, permillid* petan bosireiacdet em
que vivemot; e, com quanto *o principio lhe
paraceeie eitranba a namb opioiao, dediaoa
para o Sr. offtctt4-mai*r, iem qoe eu (be pe-
date, \. S. (hamo* tote tensor e expoz-ihe aa
minbia quenas. Elle insisti que o titulo devia
ter aellido antea da aaaigoatura, ea cratranei-o
por imples oegacio, pediodo-lbe qae diititaa
cm que se fundare para isso : elle ettoataaon-tc
com esta oiiohi imperitnencia itaa-me qae
eu mandava ludo ; *u ditse-lbe qae era a lai
quem mandava : si nossas voze* ae alleraram st-
multaneamente : o Sr. ufficial-maior que tomaaee o aeu procedimetrto como qaizeaae -
eu respondi-lhe qua ene procedimiento ai* ltl
gava importancia alguma, maa qna. pelo moda
por qae tralava aos aeohorea, lioha direito de ser
attendido. Termioou assim a nossa convert
v. S. me diste qae nio hoovera propoeito, a ea
retire-me, vendo tobre a meta de V. S, a tira
de papel 4 queja me refer.
Se no que acabo de expor ha alguma ioexacti-
dao, rogo a V. S. ae digoe de corrgi-la ; e ie o
que ca dito a verdade quanto ao qae te p*-
ou com V. S. e em tua pretensa, rogo-lhe te
digne de o dizer, permillindo-me fazer ato de
tua reeposla
De V. S. muilo altelo venerador e obrigsde.
PmeelHne Guedet de Mello.
Illm. Sr. inspector L'mbehoo Guede* de Mel-
lo. Respoodendo 41 carta que nesl* dala si
servio V. S. eserever-m'e, acerca do que eos mi-
nha presenga te deu enlre V. S. e o Sr. official-
maior da secretaria do goveroo, cabe-me dizer
que nao tenho em memoria loJa* as palavn*
trocadaa entre V. S. e aqoelle empregado, e por
isso nao pono, com exacildio, corrigir o qu*
expoe V. S. na dita caria cujas txprestes tio
verdadttras.
Autorito V. S. a fazer uto detla minha ret-
potta.
De V. S. muilo atiento venerador obligado.
Pottidonio de Carvalho Mojteira.
Eis o que na questio do fado.
Quanto a de direito limito-me a iraoacrever as
diapottgdes em qae me fundo par* dizer ;
_1. Que nio ha um s titulo de nomeagio qae
nao posta ter aasigoado pela autoridade qae oo-
raea, sem previo pagamento do sello.
2 Que todos os ttulos eomjus a vtocimeolo
dos cofret do eatado, expedidos pela secretaria
da presidencia, podem produzir o* seas effeilo
inclusive o exercicio, sem o sello, qae t 6 envi-
do antes do atseottmeolo.
3." Que os ttulos expedidos pelas secretaria
de ettado para ai provincias podem ler tuenia-
mento no thesouro tem o sello.
Iuslrucces de 16 de jsoeiro de 1854, ioaerUt
oa collecgao respectiva pag. 13.
Art. 1." O vencimento doa empregado* pbli-
cos ser contado do dia em qae lomarem posse e
entraren) no exercicio dos seas empregos.
Excepluerr-se os mioislros de ettado, e ofllciaet
do exercilo e armada, que lem direilo aot v*nci-
entos desde a data do decreto de nomeagao ; o*
bispot, que o tem 4 percepgio da congrua daide
a data de sua sagragao, e oa empregadpt do cor-
po diplomtico, que contam o veocimeoto da dia
em qae comegam a viagem para a lozar do tea
dtino.
dri. 2.* A doclaragio da poste ter eKripta oo
titulo original de nometcio do empregado, quer
esta aeja feia por caria imperial, decrete- oa por-
tara, quer por titulo* expedido peloa chefe das
repartigoet dos caaoa *m qae, por lei oa regula-
meato, Ihes compiti o provimeolo do eaprego:
Art. 3. ccyQj empregados poderao tomar poeta
e entrar em exercicio independentemtnte de paga-
mento dopello ; mat lmente i uita da* ae*)* ti-
tulo* de oomeagao competentemente telladot o
depois de pagos, ou averbadot ot direite* que'fo-
rem devidos ao estado te Ibes tbrir anatamaa-
to no ihesouro e Ihesourinas de fizeod*.* se i0-
cluirao em folha de pagamento, ou limplaetaeiU
seria influidos nesta, se dio dependerem defaztw
aientamento, para poderem ter pago*, e todava
forera aajeitoa ao pagamento doa referida* di-
reilot.
Art. 7.* O* termo* de potte serio ast'igasda*
pelos chefet supenoret dtt repartigoet, e ot ada-
tes pelot respectivos miaistros, presidentas dan
provincias, oa pelis cmaras muoicipaas m,ts
autoridades competentes, conforto* ettiver *su-
belecido. Thaiouro nacional, em 16 de ianar*
de 1854.-Kt.ade de Paran.
0 artigo teguiote do regulatAaoto aciail %a
ello o meamo que citou o artigaitla do Diario
klagoas, mas qoe nio eotendeu 11
Art. 113. Ficam snjeilas 4 multa de lOdOOO a
wuuu, aram dea penaa doa arta. 153 ira ta
cdigo penal. ^^
1 3. O jtdz, on qualquer autoridad* vil. "-
clewastict, militar ou maoidpal, qa* dar aaaea
e exercicio a qualquer empregado tem ae ees*
Ululo de Domeagio etteja sellado, oa qaand* a
SMu.11**.'?*; ttta ^ **"" iimpamw.
i i ? i10*" S*0 'o* 44 59. 8 4- H
4. O ebefe da repartigio parbllc*. jais, en
outr* qualqner tutoridade conitituidi. sem dit-
tinccio da ciaasa, oo jerarchia, qua altaoter eeaW
lmenle, ea deferir qaalqaer reentilmeeile. tan
outro papal ioetrvido de doeamealet, ate* ea
atat temtm titofaelladot ; oa fizar guardar a
enmprir ; ou qae lenb* effeilo qaalqaer tiUl*
ou papel tajeil* ao ello, *em qoe teaoa
laxa oarraapaadeaie. '^
i 5.* O empregado encarregado da rctjn da
qualquer carta, diploma oa ltalo soieilaa i aeUa
e que nao ti ver atienta meo lo at folba, aa n
(*) Att. 4d. bornaai* i Ttotn e*a iatftjo'diTaaL
ci compelmiameat* tetWde* *a aarJt .1
teoUm-le..u,wwaiba^ri22S; "~
ot emprogidot, e terna totee ii^Wriei^eT
de ptgamaoto, oa limpiamente
dmu Mnaaoop
aflm de eerem
entrar tm cxercieio' antis de
etto.

-


*


^ ...
>\
DIARIO M fBBUMBCCO QUaKIX MlsU. t DE ABE1L DL lifli.
registrar oa lancar calle i verba do registro ote
do pagamento da tais. Naa mesmaa penaa ineorre
o chefe da repartido onde deva ter registrado o
titulo.
Ei o modo porque me licito deameacarar a
mentira e a impostura.
Umbtllino Cueda de lefio.
Macei 17 de margo de 1862.
Offerecido ap lia. Sr. eorowl
Beato Jos Lameoha Lins, por
occasio da sentidissima raor-
te de seu muito presado filho
Banto Jos' de Lamenha Lins
Joaior.
SONETO.
...... Se eu, pode*e
Aq'ui flear como sma dura estatua
- Debrucada sobre esta aepultura
Bm pedra convertida III...
(Magalhaes )
Aquella augusto, filho cuja grandeza
Nes mbito* do mundo nao cabir,
Quando a immortalldade mereca,
Entao paga o tributo a nstureza.
Da orbe nao bastar a redondeza
Par* esphera de seo ]erarchia,
Porm aoje a um sepulthro a morte impla
Decebido o deixou de realeza.
tas nosso aentimanto ae reparte
eprima-se o pezar, bem qua profundo
Por gozar vosso fllho de meihor sorte.
Leven-e pera dar-1 be co jocundo
Vida, em que j olo tem peder a aorta
Vivar, que nlo tem igual o mundo.
1 dita msicas ; Deloache.
1 zaceo ; a Antonio Bastos.
1 oaixa Joca ; a J. Rodrigues
8 ditas doces, 10 dliaa figos : a A. Guimares.
' 3 dita* asrcHria, 4 barricas cera ; a F. S. (ta-
bello A tuno.
t ttr qiseijos ; a Marques.
'MR*estampas ; a Antonio P.
Ex porta y o
Do dia 14 de abril.
ara Liverpool, carra-'
com 68 ar-
15 de abrM de 1862.
A. M.
Sana ciqne tribaere.
Nao podendo tonier o* fortei estimulos de gra-
tidso que desperta em minha alnn o acto dejus-
ftea praticado pelo Exm. Sr. Dr. Nenes Googal
ve, quando presidente destr provincia, o qual
acabe de aer agora confirmado pela mei sabia e
esclarecida assembla provincial a apoaentadoria
do lugar de medico do coliegio* doa orphaos, ao
Illm. Sr. Dr. Joo Jos Pinto; venho boje rom-
pendo o silencio que me tenho votado prestar
em preito ao mrito. ,
Sim, Illm. Sr. Dr. Pinto, oSo podando cooter
esta lava abrasadora de graiidao que transbor-
dando dentro em meu paito acende o (ogo de
meu entbusiasmo ; venho boje com todo o cor-
po collegial tributar-lhe os meus emboras e para-
bens; efflrmando-lhe que peohorados da mais
viva gralilao e estima para com O medico,'qae
afrontando multas veres os rigores das estaedes,
occovrendo sempre com feliz resultado e cariaho
todos aquellos que de seas soccorros necesstta-
vam, jamis o apagaremos da nossa letnbranga,
assim como dallaremos de bemdizer ao gove'rno
que apreciando o mrito de V. S. lhe fez justiea,
Se porventura o foge de meu entbusiasmo, as
expresadas de que fae_o uso pra significar o m-
rito de S. 9. otTetrderem a oMcadexa de sua mo-
destia, queira disclpateme, e sceite-as somente
como a tradueao fiel de meus sentimentos ; eome
um tributo de grttido, que lhe to prestar o
Tice-director do coliegio dos orphos e todo
eorpo collegial.
Do vice-director.
Bar* ingrata Olind,
garam :
Soatball Mellors & C, 12 saceos
robaa e 12 libras de algooo.
Sauodera Brothera 4 C, 62 ditos com 963 di-
tas e 12 libras do dito.
Escuna iogleza Commandor, para o Canal, car-
reja ram :
Krabb Thom &C, 750 saceos com 3,750 ar-
robas de assucar.
Barca francesa Grand Conde, para Maraeilla,
carregaram :
Tisset freres, 1,800 saceos com 9,000 arrobas de
assucar.
Barca franceza Azud, para o Havre, carrega-
ram :
Jos Martins Das, ama caita com 27 latas com
78 libras de doce.
Brigue portuguez Relmpago, para Liaboa, car-
regaram :
Pinto Barbosa & C, 150 saceos com 750 arro-
bas de assucar.
Brigue portugus Silencio, para o Porto, car-
regaram :
Palm eir & Bellrao, 1 barriquinha com 2 ar-
robas e 24 libras de tapioca.
Patacho italiano Maria, para Gibraltar, carre-
garam :.
Bastos & Lemos, 8,000 uohas e 8,000 chifres
de boi.
Brigae sueco Tritn, para o Canal, carrega-
ram :
Calkmann Irruios, 1,500 saceos com 7,500 ar-
robas deaaaucar.
Sumaca hespanbola Mari* Llobtras, para o
Rio da Prata, carregaram :
Amorim Irmaos, 300 barricaa com 2,360 arro-
ba* e 20 libras de azcar.
Polaca heipaohola, Santo Antonio, para o Rio
da Prata, carregaram :
Amorim Irmaos, 30 pipas com 5,520 caadas
de caxaca.
Bajea nacional Red fe, para o Rio da Prata, car-
regaram :
Feliciano Jos Gome*. 50 barricaa com 212 ar-
robas a 19 libras da assucar.
Haooel Pereira Lemos, 6 pipaa com 1,104 ca-
adas de canga.
Becebedorla ele rendas Internas
ajeraea de Pernasnabueo.
Rendrmento do dia 1 a 14, 15:689S714
dem do dia 15......1 098,868
r' i1 ;
t peca-de malla palio n. 4, sendo verdadeiro.
1 dita de p|Ote de algoJio de 20 vota*.
2 paneilaa de ferro forradas de porceUaoa de
capacidade de 8 libras.
2 ditas de farro-forradas de porceilaaa d ca-
pacidade de 4 libras.
4 ditaa de ferro forradas de porceUaoa de ca-
pacidade da 2 libra*.
2 ditas de ferro forradaa de porcellana de ca-
pacidade de 1 libra.
' 4 oocas de ceoteio espigado.
4 ooc,ss de aulphato do quiniao.
12 libras de aenne.
50 sanguexagaa hamburguesas.
2 resmas de papel aiul pira embrulho.
Qusm quizer vender taes objectoa aprsente as
suas propostas em carta fechada na secretaria dn
conaelho, rlO horas da mantisa do dia 21 do
correte mez.
Sala daa sessdes do conselho administrativo
para forneciment do araeoal de guerra, 12 de
abril da 1862.
Antonio GonmLeai,
Coronel preatdeate iatariao.
Francisco Jbaquim Ptrtira Lobo,
Coronal vagad secretado interino.
BAILE
C4SSIN0 POPULAR
DE
MASCARASEPHANTASIA
16:7889582
Connotado provincial.
COMMKliCIO.
NOVO B4SC0
DB
Pl IIYtHltl CO
O novo banco paga o 8- dividendo.de
12,y por accao.
Caixa Filial do Banco.
EM 15 DE ABRIL DE 1862.
A caixa descoma as letras at 4 mezes a 10 */
o recebe dinheiro ao premio de 8 /,.
Pracado Recite 15 de
* abril de 1862.
\s cuatro horas da larde.
C.otaces da jauta de corretores.
Nao bouveram colages.
J. da Cruz Macedopresidente.
John Gatissecretario.
Handimento do da 1 a 14.
dem de dia 15. .
38:837*888
3:574940
42:412S828
Movimento do porta.
NO
MAGESTOSO SALAO
DO
PALACETE DA RITA D^PRAIA.
Sabbado, 19 do corrate.
A socledade Cassioo Popular tem a honra de
aonnnciar ao respeilavel publico, que oeste dia
havar um sumptuoso baile de maacaras e sem
ellas
No gabinete ptico estao expostas aprecia-
cao do publico vistas, inteirameote novas. He-
veri refeicao indiatinctamente para todos que se
quizerem servir, damaa e cavalheiros.
A ociedade empregari todos oa meioa possi-
veis, aflu de que o baile oeste dia nada delxe a
desojar sem se prevalecer de annuncios burles-
cos, paca attrahir a atteneo do publico.
Sermaotida a boa ordem e observadas as dis-
posicoes do regulamento interno approvado pelo
Illas. Sr. Dr. chefe da polica, ae quaes permittem
que o aegredo dos mascaras seja ioviolavel, aalvo
aquellas que nao se portarem segundo as regraa
de civilidade e dos bons costumes.
Entrada para damaa, gratis: para cavalheiros,
2)000.
Altaos martimo*.
1
Luloes.
Qarta-feira 16
DB
do correte.
SIMEN?.
Ao meiodia.
O Exm. barao do Liv r a ment fara'
leilao por interven rao do agente de
leiloes Vicente Camargo de 1000 bar-
cicas con cimento, em seu armazem no
Caes do Apollo, a vontade dos compra-
doreti ao meio di.
LEItfO
SB
Fazendas para hornera e tenhora, obras
de ouro, brtibantes e diamantes e fi-
nalmente de movis indispensa ves pa-
ra casa de familia.
Sem aehuma reserva de
preco.
QARTA-FEIRA 16 DO GORRENTE.
O ageote Guimares levar em tellio por son-
ta e risco de qusm pertaneer no dia cima pe-
las 11 horas, em o seu armazem na ra do Im-
perador o. 37, um grande e varate aorttmeoto
de fazendas e roupaafeitts, lindas pegas da ouro
lambem innmeros movis todos necessarios
em qualquer eass, o referido agente affian;a en-
tregar pelo tnaior preco que poder obter.
Casa em Olinda.
Aluga-se a casa de um andar no principia da
roa de 9. Beoto em Olinda : a tratar no Bees,
ra do Trapiche n. 14,1 andar.
Deapesca-se o grande vvcko da Piranga,
pertencente ao- teneeta-coronel Manoel Joaqim,
de segunda a sextayfaira da paixo : quem qui-
zer comprar uetxe, attli ao deve dirigir at as 8
boraa di itaahAa, a enteoder-se com Kaliuo Ro-
drigues Ciupellb.
Atteocao.
O abaixo assignado previne que pesaos slguma
faga negocio com urna propriodade ha ra de S.
Sebaatio em lguarast, pertencente a Joio Fran-
cisco de Mello.
Jos Josqum Alves.
Escripturaco.
u
Avisos ai versos.
Grande laboratorio de la-
vagem.
Os dorios doa nmeros abaixo mencionados
podem mandar buscar as roupaa que eato pro ru-
las : 176, 361, 210. 271, 203, 158, 226, 88.
Aul
lo Cortea ae Barros, Angela das
rirgeo do Sacramento Vianna, ioao Fer-
nandea Vianna, Hara da Coaceiqo Vian-
na Pires, Lodgera Pires Vianna e Antonio
Prea Ferreira cordialmeute agradecem a
todas aa pesaoas que conduziram hontem
para o cemiterio publico desta cidade o
carpo de sua muito presada eaposa, til ha,
irm&a caohada Hara da Cruz Vianna de
Rurro.
* Rj
Alfaudv-ita,
Rendimentodo dia 1 a 14. .
dem do da 15......
313:827*933
26.368592
340:1969525
Movlmeuto da alfandega.
Velemea entrados com faxendaa..
> > ion gneros.. 18
18
Velajes sabidos eom fazendas.. 137
eom gneros.. 300
-=- 437
Descazragam hoje 16 de abril.
Brigue bremenaeStad Brasilferro e earvo.
Barca francezaMaria Nicolaearvo.
Brigue inglezNadrydedem.
Barca ioglezaCastor.idem.
Importavao.
Vapor francez Extremadura, viodo de Bor-
deaux, consignado a Tisset freres. manifestoo o
segainte :
4 caitas mercearia ; a A. C. de Abren.
1 dita aanguesugaa; a Sodre V C.
1 dita livroa; a Almeida Cooes.Alves & c.
1 dita objectes para chapeleifro ; a Christiano
Irmaos.
1 dita tecidos ; a Dammayer & Carneiro.
3 ditas ditos, 1 eaixao ca'cvdo ; a l.yndem
Wild & C.
1 dita tu vas : a vinva Lecemte.
1 dita calcado ; a Helio Lobo & C.
1 dita modas; a Baessard Hillocttatt.
8 ditas tecidos, 2 pacotes amostras e 1 caixo
golas ; a Schapheitlim & C.
10 eaixaa queijos i a KrabbeThom & C.
25 ditas ditos ; a Tauo Irmaos.
25 ditas ditos ; a Kalkraann Irmaos.
25 ditas ditos ; a Nicolao O. Bieber 4 C.
15 ditas ditos : a Brander a Brandi*.
6 ditaa ditos e 2 ditaa aedas; a E. A. Burle
ac.
1 dita agoa de flor de laranja ; r Pavate Vian-
na & C.
2 ditas objectos de pbotbographia e 1 dita joias;
Noral Irmaos.
25 ditas vidros de agoa, ignora-se ; a Scott
Wilson.
1 dita mercearia e 1 dita agulhas ; a Eerreira
& Araujo.
4 ditas cuales, 1 dita goliohas, 2 ditas tecidos
da la e seda ; a J. Keller & C.
8 caixas saogueaugas ; a Uanrique & Aze-
TOiO.
1 dita fitas ; a Vaz 4 Leal.
1 dita diversos objectos ; a Cypriano Feoelon
Alcoforado.
1 dita' qvinquilharia, 1 dita cama de ferro e 1
barril vlnlro ; a F. Dubarry.
1 dita perfumarla; a Luiz de C. Paes de Ao-
drade.
1 dita rompa.; a i P. da Costa Motta.
1 dita ciatos ; a Monteiro dr Lopes.
1 dita luvaa e 1 dita amostras ; a Wild Just.
1 dita jotas ; a F. Souvage.
1 dita cigarros ; a Manoot & C.
1 dita objectos de pharmacta ; ao Dr. S. O. de
Piono.
1 dita perfumara, 2 ditas charra e instrumen-
tos psra agricultura ; a ordem.
1 dita luvn ; a II. Dosnont.
9 ditas mola, 1 dita amostras ;
1 dita calcada ; a J. P. Arantes.
1 dita luvaa; aSeve & Filbos.
t difl amostras ; a F. Dragn.
1 dita livros ; a Barbota..
1 dita vioho -r a Bastos & Lemos.
1 dita amostras ; a 1 Lumbaret.
1 dita capsulas e 11 ditas medicamento*; a B
F. de Souza.
1 dita tecidos; a gls Irmao.
*Emiie.
Vacos entrados no dia 15.
Rio de Janetto e portoe intermedios7 diae e
22 horas e do ultimo porto SI horas, paquete
a vapor Apa, de 917 toneladas, coannxaadaate
Joaquina de Paula Guedes Alcoforado, equipa-
gem 57.
Baha6 dia, barca heapaohola Mercedita, de
213 toneladas, capito Bartholomeu Roca,
equipagem 12, sarga 4700 quintaes hespanhea
de carne; a- Amorim Irmo.
Navio$ tahidot no mesmo dia,
Macei e portos intermediosVapor brasileiro
Persinungo, commandante Manoel Redriguea
dos Pasaos Houra.
Rio-Grande do SelBrigue brasileiro Carolina,
capitao Antonio Jos Marques de Helio, cargs
assucar.
Liverpool por MaceiGalera iogleza Hermio-
ne, capito I. Towoel, carga asaocar.
HavreBarca franceza Asna, capito Le-Rov,
carga* aasucar e algodao.
Liverpool por MaceiBrigue inglez Afary Wi-
nok, capitao E. H. Stuart, em lastre.
Liverpool pela ParabtbBarca iagleza Ftoa-
ting Cloud, capito Duder, em lastro.
_____Declarares.
Secretaria da polica de Pernambuco 14
de abril de 7862.
D ordem do Illm. Sr. Dr. ebefe de polica faz-
se pnblico que expressamente prohibido o tran-
sito de carros, eavallos e mais vehculos de coo-
duccao nos dias de quinta e sexta-feira da pre-
sente semana.ii secretario.'
Dr. Joaquim Jos de Campos.
Subdelegada dos Afogados 14 de abril
de 1868.
No dia 26 de mar?o do mez prximo passado
foi preso e recolhido casa de deteoco o prelo
Amaro, escra?o do negociante Francisco Joo de
Barros (diz elle) por suspeito de andar fgido :
quem se jalgar com direilo ao mesmo, compare-
c neata subdelegada, que provando seu direito
lhe ser entregue.O subdelegado,
. Mora es.
Inspecco do arsenal de ma-
. rinha.
Faz publico que a commissao de peritos deste
arsenal, examinando, na forma determinada ae
regulamento baixado eom o decreto n. 1324 de 5
de fevereiro de 1854, a casco, machinas, caldei-
ras, apparelho, maetreacao, amarras e sncoras
do vapor Jaguaribs da companhia Pernambu-
cana de navegaco coateira, achou todo em re-
galar estado.
Inspecco do arsenal de marinha de Pernam-
buco 14 de abril de 1862.
M. A. Barbosa de Almeida*
Inspector.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para foraecimenlo
do arsenal de guerra, tem de compraros objectoa
seguiotes:
Para os armazens do arsenal de guerra.
20 resmas de papel pautado.
20 macos Ae obreias.
50 garrafas de tinta preta.
20 duzias de taboas de pioho americano.
50 arrobas de cabo de linbo velho.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
propostas em carta fchala, na secretaria do
conselho. as 10 horas da maoba do dia 19 do
correte mes.
Sala das sessdes do conselho administrativo
para fornecimenlo do arsenal de guerra, 10 de
abril de 1862.
intonso Gomes Leil,
Coronel presidente interino.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Por ests subdelegara se Taz publico a qaem
ioteressar possa que foi encontrado as rusa des-
ta cidade um boi amarello que indica aer de
carro, quem ae jalgar com direito comparece
que proraodo lhe ser entregue. Subdelegada
dafreguezia de Santo Antonio do Recife 7 de-
abril de 1862O subdelegado supplente,
Manoel Antonio de Jess Jnior.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo para fornecimenlo
do arsenal de guerra tem de comprar o> objectos
aeguintes :
Para o hospital militar.
4 arrobas de assucsr refinado.
4 caadas de azeite doce.
60 garrafas grandes de agurdente.
2 grosas de caixa* para pilulas.
12 libras de cavada.
32 libras de cera amarella.
1 copo graduado de 8 angas.
2 datos dito de 4 o o ana.
8 libras de fio de lioho.
16 librea de maon eommum de
8 ditaa de dito de lagrimas ded*
10 ditas de maoteig* de porc.
2 ditaa de manteig* de cacao. (
8 oncea de nitrado de preta fundido, vendo do
braooe.
50 garrafa* de labartsque.
16 librea de oleo de amendoai.
32 libras de oleo de rioioo.
2 grosas de peonas de ac.
2 resmas de papel branco paulado de Ia qua-
lidade.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.
DB
Navegado coateira a vapor.
O vapor cJaguaribe, sahir para os portos
do norte at ao Acarac no dia 14 as 5 horas da
tarde.
INGLEZ
1' qualidade.
qualidade.
.Novo flrfethodo para aprender a lr,
a escrever e a fallar Inglez em 6 me-
zes, por fl. G. Ollendorf: 1 vol. in 8
encadernado. Vende-se na ra do Quei-
mado, loja de fazendas, n. 18.
Jos Soares d'Azevedo, protessor
Recebe carga at o dia 12. Encommendas, pas- de liaeoa e tteratufa nacional noGv-tn-
sageiros a diuheiro a frete at o dia da sabida : .o --iji '
nasio Provincial de Pernambuco, tem
aberto em sua residencia, ra Nova de
Santa Rita n. 47, as aulas de
GEOGRAPHIA E HISTORIA
LINGOA FRANCLZA
PHILOSOPHIA
ORATORIA E POTICA.
As aulas sao todos os dias uteis de tar-
de : comee,am as 2 horas, e acabam s 7.
s
i
eseriptoro no largo da Assembla n. 1.
Maranlia e
Segu com brevidade o hiale Sobralenae. ca-
pilao Ratia, para o resto da carga trata-se com
Caetano Cyriaco da C. M & lrmo, ao lado do
Corpo Santo n. 23.
i
sal LbV
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
MBJisTO l TM>1.
At o dia 19 de correte esperado dos portos
do norte o vapor nacional Paran, commandan-
te e capito-tenente Jos Leopoldo de Noronva
Torrezo, o qual depois da demora do costume
seguir para os portos do sul.
Desde i recebem-se passageiros, e engaja-ae
a carga que o vapor poder ojanduzir, a pial de-
ver ser embarcada no diada; sua chpgada.dinnei-
ro afrete e encommendas at o dia da sabida s
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
eriptoro de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
&G.
Para Lisboa e Porto.
O bacharel Witruvio po-
de aer procurado na ra
Nova n. 23,sobrado da es
quina que volta para a
eamboad (armo.
SJevcisa-a* de ama ama forra : na ra Di-
reita n. 81, leja.
A nova barca portugueza Despique II, capi-
to Manoel Lopes Duarte, de primeira classe, for-
rada e csvllhada de cobre, vai sahlr com toda a *3P
brevidade por j ler parte da carga, e para o res- i fiR
to e passageiros que lhe falta, trata-se com Per- .
reir & Leureiro, na travesea da Madre pe Dos! w
n. 10, ou com o capitao Da praga.
Pa-a o Cear
o hiateaGaribsldi, mestre Custodio Jos Viin-! @
na, sahe impreterivelmente no dia 6 do corrate $
com a carga que tiver: a tratar com Tasso Ir- a
meos.
Para a Babia. i
Pretende seguir eom muita brevidade e veiei-
ro e bem conheeido hiate nacional Santo Aca-
ro, tem parte de seu carrtgamento- promoto,
para o resto que lhe falta trata-se com os leus
oonsigoatsrios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C no aeu eseriptoro na ra da Gruzn. 1,
Alaga-seem Olinda, na-rua dos Quatro Cantos,
o sobrado da esquina que tem frente para a la-
deira da Misericordia, est pintado de novo a tem
gastantes commodos, para alugar: na ra da
' Cruz ii. 33, armazem.
O Dr. Carolioo Fran-
cisco de Lima Santos,
medou-se da ra daa
Cruzas para a do Im-
perador, sobrado- n.
17, em frente da igre-
ja de S. Francisco, on-
de continua no exerci-
cio de sua protisaao de
medico.
8
:
s
Para em direitnra,
Sahe brevemente o bem conheeido e. velsiro
brigue escuna Graciosa, capito Joo Jos de
Souza, por ter parte do aau carregamento contra-
tado : para o resto trata-se com os consignata-
rios Almeida Comea. Alves 4 C, ra da Cruz nu-
mero 27.
Para Lisboa
sabe impraterlvelmeoie por todo este mez o bem
conheeido brigue portuguez Relmpago; para
o resto da carga e passageiros, a quem cfferece
os melhores coramodos, trata-se com ocoasigoa-
tarto Thomnz de Aquno Fonseca, na ra do Vi-
gario o. 19, prmeiro andar, ou com o capito na
Lisboa e Porto.
O brieue portugnez Esperase,; segu para
ambas oa>porto, at o flm to correte mez, por
ter parte do carregamento prompte ; para o rea-
to e passageiros trata-se cotn os Onstgnalarios
Marcjues, Barros & C. largo dofJCrpo Santoln.*.
dBsV
Hai
COMPANiHA ISBNAIBICAIU
*
na
Navegaco costeira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
oau do Assu\ Aracaty, Geara',
O rape* Igmarait. ooraraaniteate Tisana,
aahir para os portos do norte at o Cear no
dia 22 do correte s 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 21 ao(
commeodas, passageiros a didheiro a
da. da sabida as 2 horas : eseriptoro
do MattOl o. 1,
'rete al
no Forta
CONSULTORIO ESPECIAL HOSEOPATHICO
DO DOUTO*
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos oadias le* desda ae 10 horas
at meio dia, acerca daa aeguintes molestias :
moUttiat da mulhirts, moUttiat das crian-
cas, molestias da pelle, nolsstias dosolhos, mo-
lestias syphiliUcas,todas as especies de febres,
ftbrts intermitientes suas consequtncias,
l-HARMACU ESPECIAL BOBEO?ATH1CA .
Verdadeiros medicamentos homeopatbicos pre-
jaradoa aom todaa as cautela neoesaariaa, in-
alliveis em seus effeitos,tanto em tintura,como
sm glabulos, pelos pregoi mais commodos pos-
aiv*is.
S. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
ankaanehte rendidos em sa pharmaca ; todoi
a* o forem tora della a falaa.
Todasaacarteiraa ao acompanhadas da nm
Impresso com um emblema em relevo, tendo ae
reopr as seguintet palavraa: Dr. Sabino Ot |.
Piano, medico brasileiro. Este emblema porto
Igualmente o* listrdoimedicamentos qua se pe-
d, Ae carteiras qae nal lavaramesseiaapresso
assim marcado, emooratnham na'tampa o no-
. de Or. Sabino alo falso
{Gabinete medico cirurgico.J
Ra das Flores n. 37. aj
Serlo dadleconssltas medlcse-cirurgi-
cas pelo Dr. Estevo Cavalcanti de Albu-
quer;ueda 6 as 10 horas da manhsa, ac- f*
0 cudtndoaos chamados tnm a. mator bre- fj
m ridade possivel. m
JL ..! Partos. *j
( *.' Molestia de pella. aj
8.* dem do olbos, ,_,
A ?.Idamdoewglosgeentoe. aj Pfalicartoda e^aalqueroperago em aj
2 aeu gabinete o em casa doa doantes con- '
SloreNibtesfdr maiac*noleot*.
No largo da Assembla n. 16, casa de pai-
to; prscisa-s de um bom coiioheiro.
s
I
Urna pessoa habilitada em escripturaco mer-
cantil por ambos os systemas se oEerece a lomar
eonta de algumss escripias : s tratar na ra do
Imperador n. 81 2 andar.
Joo do Reg Lima A Irmo
mudaram aus reaidencia para a ra da Cruz n.
38 segundo indar. t
Crudas.
Offerecem-ae duascriidas portugaezas, aendo
urna somente para costura, e outra para todo o
servico, menos cozinhar: a tratar oa ra da Cruz
n. 38 segundo andar.
Preeisa-se de orna ama s para coiiohar,
com perfeigo : a tratar na ra da Guia n. 94.
Um moco portuguez, guarda livros de ama
casa commercial, dispondo de algumas horss,
nellas se offerece para tomar conta de alguma es-
cripturaco mercantil: qualquer Sr. negociante
que se queira utilisarde seusservigo, deise car-
la feichada na typographia deale Diario, aob aa
iniciaes E. R.
Jos Martins Dias, declara que comprou ao
Sr. Gabriel Antonio de Castro Quintaos, a taber-
na n. 3 na travesea do Queimado (outr'ora becco
do Peize Frito), livre e desembarazada ; por-
tanto se houver qnem se oppooha a dita venda
queira declarar no praso de tres dias na meama
iaberna.
Recife, 13 de abril de 1862.
Jos Martina Dias.
Aluga-se
por 3 ou 4 mezes urna excellenle casa para fami-
lia,na estrada da Roa-Viagem, a qual tem cacimba
de multo boa agua de beber o que ae torna maia
necessario oesse lugar: a tratar aa ra de San-
ta Rita o. 9.
Frederico Augusto Wegelio vai Macei.
Precisa-se de urna ama que tenht Ijpm e
abundante leite para criar urna crianca recem-
naacida : a tratar na loja de fuoileiro na ra da
Imperatriz n. 2.
Aluga-se urna sala grande com urna alcova
e um quarto, propria para eseriptoro ou para
homem solteiro : na ra das Cruzes o. 24, es-
quina da travessa do Ouvtdor.
Sociedade bancada.
Amorim, Fragosa, Santos & C. sacara e tomam
saquea para a prata de Lisboa.
M. A Caja tem continuadamente para ven-
dar um sortimento de lijlos de alvenaria grossa.
dita batida, dito ladrilbo, dito tapameoto largo,
ditu de cacimba, telha da murca, meihor do qae
as-que existen) present ; mano* botar em qual-
quer patto e em qualquer mar, por ser a olaria
margeno do rio : para ver aa amoatras, na ra
Nova o. 18, ou na ra de S. Miguel n. 107, reai-
dencia do annuncieete. Assim como tem serupre
cocos seceos com casca, proprioa para embarcar,
e palhas de coqueiro.
Aluga-se ums casa na roa do Socego da
Boa-vista, tendo a meama 4 quarto, 2 salas, eo-
zinha, quintal, te, pelo prego de 25 : a tratar
aa ra da Imperatriz n 49.
Eu abaixo assignado declaro que tenho jus-
to e contratado a minha taberna sita no largo da
Assembla n. 12, eom o Sr. Jos Pinto da Cunha,
e ae alguem ae julgar com direito a ella, appare-
ca no praso de tres dias, a cootar desxe.
Fraociaco Pires.
O abaixo assignado, nao podando, p*la bre-
vidade com que retirou-se da comarca do Cabo,
despedir-se de todo os seus prente* e amigoa,
fa-lo pelo presente*anuncio, e offerece-the* o
sen limitado presumo nesta cidade.
Joaquim Albino de Gusmo.
Quem tiver dividas para os lagares segua-
te, Pao d'Alho e em eeguimento ao Brejo da
Madrt) da Dos, villa de Garanhuns e seus arra-
fealdee, e quizer dalas para as robrar com por-
centagem, dirija-se a loja da ra do Crespo n.
10, pois sahe da referida loja um caixelro em co-
branzas para estes lugares.
Precisa-se de urna ama para todo o servigo
de urna casa de pouca familia : na praga do Cor-
po Santo o. 17.
Fartaram um civallo rugo, carnudo, capa-
do, com pinta* amarellas, cabano, cascos pretos,
com unta baira naa coatellas, ripado, com a can-
da curta, mancha vermelha no queixo, com um*
pisadura na costilla minlinba qaenunca naacen
cabello, cujo cavallo ferrado nos qusrlos e no
queixo : quera o achar entregue na prensa de
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo, que ser grati-
ficado, ou em Pedra Tapada, ne lugar Capella de
S. Vicente a Jos Belarmiuo de Assumpgo, seu
legitimo dono.
Precisa-se de urna ama livre ou eacrava :
no pateo doCarmocasa de bao nos.
Cavalh&das.
Roga -ae aoa aenhorea cavafletro, que j se
acham convidados para as cavalhadas que devem
haver na ra da Praia, o favor de virem nscre-
ver-se na loja da ra do Crespo o. 14.
O ajudante do detathe.
Quem precisar de um moleque para qual-
quer servico, queira procurar na ra da Soleda-
de, casa terrea o. 46,-que dir quem o tero, e o
seu prego mensalmente.
Precisa -se de urna ama para comprar e co-
zinhsr para duas pesaoas ; no becco do Lobato n.
1, psimeiro andar, entrada- a esquerda, paga-
se bem.
Joaquim da Silva Lopes faz sciente ao res-
peilavel publico, e especialmente ao corpo do
commercio desta praga, que nao tem de aeu acei-
te nem por endoce, nem por garante de letra, ou
oulro qualquer documento ; o anounciante nao
pretende aceitar nem garantir a pessoa nenhu-
ma : por este motivo se por acaso apparecer al-
guma letra de seu aceite ou garante, falsa, pois
o annunclaote foi avisado que alguem pretendeu
imitar a sua firma.
HOTEL
do Brasil e Portugal
Ra Montholou Pars.
proprielaria deste estabelecimento recosi-
da encarecidamente aos Illas. Srs. viajaeUa
portugueses e brasileos, que tenham de vr no
correte enno a esta grande e bella cidade de
Pars, de hoorarem aeu bello estabelecimento pa-
ra o que nao se tem poupado em afornaoaea-lo
com ticos movis em todas as salas e qusrlos,
como tambern todaa casa se acba forrada de ta-
pete, cortinados no vos esa todse aa ja nellas aca-
mas ; Analmente esa tudo foi obrigad* a faser
urna reforma geral, atlm dos Srs. hospedes terem
todas as commodidades como se faz preciso, e
nao como se achavam mal servidos no tempo de
sua antecessora asdame Schoroo.
O estabelecimento tem o numero de criados
e criadas necessarios para de prompto oe hospe-
des serem servido* ao que possam precisar ;
igualmente tem bons cosinheiros aendo comida
a portuguesa e franceza a vontade da) mesmo
senhores; Revendo taatbem no mesmo estabele-
cimento quem falle o portuguez, como lambem
Interpretes para mostrar os monumentos desta
capital e fora della ae* Srs. viajante. O-eeta-
beleeimeoto tem pata mais de clocoeaia qnartos
cont tambera differeotes asa* para familias e-
tarem vontade e com independencia ; sendo
.lado por precos rszoaveia como obaervario o*
meamos Srs. viajantes.
A propietaria,
Madama Julia.
Ptecisa-se de um trabalhsdor de aeaeeira :
na padaria da Cspunga.
Aluga-ae urna mulata para o servigo de ca-
sa : na ma do Imperador n, 50, terceiro andar.
LOTERA
As rodas da primeira parte da pri-
meira ioten a bane/icio aja abras em
matriz de Nazaretli, andarlo anpretrri-
reimente na sexta-feira S do correa**.
no consistorio da igreja de Nossa
ra do Rosario da freguezia de
Antonio pelas 8 112 horas da ata
premios de 5:0Ojt ateos de lOfse-
rao pagos no mesmo dia da extraer
de urna hora da tarde por diante, e*o
outros porem no dia seguiste logo catar
1 se tenlia feito a distributcao das late.
Os bilhetes e meiot bilhetes adiara se a
renda na tbesoorara das lotera,
do Crespn. 15, e as casas co
nonada do costume, sendo que
s se vender' at a espera da ex trac-
cao a noite, e no dia somente na i
pectira thesouraria, at a hora de
darem as rodas.
O thesoureirr,
Antonio Jos Rodrigues de Sotan.
Santa Casa de Hiserinr-
dia de Recife.
A lllma. junta admioiatntiva di ireaaadasl*) m
Saota Casa de Misericordia do Becife, manda con-
vidar aos Srs. irmaos para asaietiresa a mi*** imm
para exposicao do S. S. a* deve celebrar n* res-
pectiva igrej de Noaea Senbora do Paras*. a*t
quinta-feira pelas 10 horas a najaba*.
Secretara da Saota Ca* ale Misericordia do *>-
cife, 14 de abril de 1862.
O **erivo,
F. A. C. Coosaeir.
Victorino Jos Ferreira esnbelecido cu-m
loja de miudaza* na ra larga 4o Rosario *<
cidade, lando em mi* acrediUda *!** d* 1*
do corrente, quo um individuo do igual *
fora coadeoioado pelo Sr. aabdelegado do aaaW-
gados a 37 diaed* prwao e aalta corr*spc-
te percrime de arroa prohibida e tenca lo
ela ootieia Ib* possa set p**oiae*a o iatanar
e fora da pro'iocu. oad* t*a rel*,;e* Brgac.'ta.
(as atiente que oto ae eotesde tota ataj* tal tma-
demnacao.
O secretario da irmaodade de No*** S*-
nhors do leiqo, de orden do irssa* j*ii. aaajap.
da a todoa os seus irmaos psra compareerr***
em noisa igreja svxla- feira da paisas pela* 3
horaa da Urde, aftm d* encarporsd** bcobm** i-
rem a procia*** de enterro que tem de sabir da
igreja do convento de Nos** Snl. >r* de Ora*.
e bem asiim domingo de paacbo* a* 7 1|! boraat
darnaabta para a*eu.pa*bar aprociaai* tf ***-
surreico da mesma igreja, coavi* do -i.
proviocial cirmelitsco. O mesmo secretario fax
sciente a seas irmo e todos os ftei* .** ajaa-
ta-feira santa haveri solemaemeate ripeaitia
do SS. Stcrtmanto aoraco. desde a* 11
ra* da maoba a 9 1|2 da aoite.
Precisa-se lomar a jaro* a j um Ha *> |__
dando-ae por bypolheca eacrava. seada *r va-
pago de tres mezes, a quem cou'ier o dito a*-
gocio anouocie por este Diario para ser proev-
rado.
Irmaiidade do Senhor dos
Passos.
Tendo sido convidada a irmaadado do Seaber
Bom Jess dos Pasaos do Recife p*la mes* r*-
gsdOT da veoeravel ccofrar* de S*al* Bita dw
Casaia, para no domingo 90 do cotrente as 8 ha*
raa da maoba acompanhar a prociaaao m %*-
surreiQao do Senhor; a mesa regedor* raga *>-
ctrecidsmente aoa Srs. irmo qa* te difiera
de comparecer .ia matriz do Corpo S*ate no
dia, t 7 hora* da mandil, para na corporacia
seguirem para o templo de Sania Rila.
O eacrivio,
Octavlano de Souza Ftaac.*.
Copeiro.
30
A
Precisa-se de um copeiro para urna casa <-
(rangeira de pequea fauaMi*. qu* ap* sarac*-
geiro aa captivo : a tratsr na rus da Caaes* *>
Recife n. f>
Precisa-se de um ataassador : na p*t):rs*
da ra Direita n. 84.
Na loja de oariees n. 2 por b.-.i\o
do arco de Nossa Senhora da Conceico,
acham-se a venda atacas de preta, ulti-
ma moda da Europa, proprias pua
adornar o toilet das sesaboras rjue fre-
quentam os bailes pele com .o Jo que
resurta, eritando romperrnr os vesticlo;,
a ellas que o pr.-co convida e autes <|ue
se acabm.
Pergunla s* ao Sr iospector da Uirs tarara
provincial, quaes as raidea em qua se fun toa
para regeitar um altestado q<>* lh foi pre*-n-
ado por um empregado p*ra justificar a sua au-
sencia n* repartir;*) ; se ipnora que regeilandu-
um ttestado faz ama iujnria ao medico qu* >
pa*oo.
Joio Jos dos| Iteis, subdito porlaguer. r-
lira-se para o Ro de Janeiro.
Pracaa-ae de urna ama que **fa fiel pata
todo o tervigo de urna casa de duas peisos* : aa
ra do Livramento o. 13, loja.
Precisa-se de urna ama para a*** de pooca
familia : oa a do Lirramento n. 9, seg-.ado
andar.
O retratista, que hs 15 dias veiode P> o'A-
Iho, entregou a urna preta forra ao *tx<> do
visgem eom roupa, pode procurar na ra de Cres-
po a. 13.
Pede-se ao Sr. Dr. Filipp* Carneiro fe On-
da Compeli o favor de quando viar so Reate ap-
parecer eos casa da A. & G qua ae lhe d**ia
fallar.
0 abaixo assignsdo faz sciente ao retpoitr^
vel publico e com especialidade ao corpo do con-
mercio, que comproa ao Sr. Merealiao TaliaSiaa
de Oliveira a sua taberna aa larga-da Pitar a. 17:
quem se julgar com direito a vor algum emba-
nco haj de apreseotsr no prszo da tres di-, o
Bridas elles, nao ae reapooasMlisa por a*da. Re-
cife 16 de abril de 1869.
Lauriano Jos da Costa.
O abaixo essigosdo fas sciente ao repeit<-
vel publico e com partieularidade a tea araaVe*.
que tem vendido ao Sr. Lsaraoo Je d Ce*ta> a
sus taberna sita ao largo da Filar a. 17, Icaaja
o abaixo aasigoado obrigado a liquidafao do ajea-
siro. Rerife 16" de abril de 1862.
Marcolino Toleoliao de Oliveira
*e ##-
# lG^uada Crni-ie
9 O Dr. Rocha Bastos d coasaltos to-
tj doa o* dias. a
m Curaradic*! e ispuis teatpo* ^
^ molestias syphililieas a des orgaos He- jp
aja. tiile-utiBarios. *sn
Consultaa de greca das 8 hars as 9 J
P da maohaa. ^9


Somente he permiUido
pagar a assignatura deste dia-
rio a 5$ por tres mezes, *n-
tro de 15 dias de seu eui
eo, e depois deste da s
receber 6^000 rs.
O Di. Cata-Nova, i
aeu eousultorio h<
ra das Cruzes, para o largo d
da matriz d Santo Aatcwo os>aa
a. 3, aonde pode ser procurada?
a Qualquer hora.
i



MAUQTttTERlUmqcO ~ QUAETA IRA 16 DI AJ11L B H6i.
AS SENHORAS.
i I1MIL & HMMI
LOJA AMARELLA
23-Ra da Cadeia~M"
VESTIDOS PRETOS.
Superiores vestidos prelos de moreantique de teda por 428 o orle e a 3f o co-
lado, esia fazenda a mais apreciada para vestidos e muito em moda nat principase
pragaa da Europa e do Rio de Janeiro.
GROSDENAPLES.
Pre'toa de diferentes precoa e qaalidades para 2*. 29400 e 10600.
MANTELETES D FILO'.
s maiamoderooa maoielateade fil preto,Usse com babados a 209 e 25!, o
ditos muito ricoa do feilio de capa a 509.
MANTELETES DE SEDA.
Compridos jao rigor da moda, abanhados de superiores Iranias de seda a 259 e 309.
CAPAS A PROPHETA.
Sao as que mais se venden presentemente por estar muito em uso e que temos
recebido por vezes de encommends para diveraos, sao de feitios elegiles e eontem
em si os preparoa para urna senhora, prego 509 e 609.
VEOS E MANTAS.
Pretaa de fil de linho muito boas a 109, que sempre se venderam por 16J e 189.
NO VIDA DE.
Chapeos a Garibaldi, ditos a hespanhola, chapelioai, todos eofeitados com a
mesmapaihaa pluma ; vellidos de blondo com manta, capella ele, ditos de cambraia
bordadoa, espartilhos, laques, lavas, manguitos, cintos, enfeiles para cabeca, cassas fi-
nas de cotes, lanzinhas, sedinhas lisas e de qaadros, saias a balao, perfumarias, vea-
tuarlos para baptissr enancas muitss outras fazendas que seria enfadonho mencio-
* nar; de todas dam-se e mandam-se amostras.
(FMW3 um m
AfP110VA50 E AVTOMSAClO
Da
kmuik mmm m mmmu
E JUNTA CENTRAL DE HYG1ENE PUBLICA
ZMrhZ 9C5tC9f ACS
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Hirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas Chapas-electro-magneticas-epispasticas obtem-se urna cara radical e in-
allivel em todos os casos de inflammacao ( cansado ou falta de respirarlo ), sejam internas ou
externas.corao do figado, bofes, estomago, bago, rins, ulero, peito, palpitaco de coragao, gar-
ganta, olhos, erysipela, rheumatismo, paralysia e todas as affeccoes nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as diferentes especies de tumores, como lobinhos escrof ulas etc., seja qual fr o seu
tamanbo e profundeza por meio da suppuracao serao radicalmente extirpados.
O uso dellas aconselhado e receitadas por habis e distinctos facultativos, sna efficaia in-
contestavel, a as innmeras curas obtidas o fazem merecer e conservar a confianza do publico
que j tern a honra de merecer, depois de 24 annos de existencia e de pratica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por ascripto, tendo todo o cuidado
de fazer as necessarias explicaces, se as chapas sao para homem, senhora ou enanca, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na cabeca, pescoco, brajo coxa, pama, p, ou troneo
do corpo, deolarando a cicumfereneia e sendo inchacoes, feridas ou ulceras, o molda do sen
famanho em um pedago de papel e a deca ragao onde existem, afim de que as chapas sejo da
tojmaj da parle afectada e para scrembem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas serao acompanhadas das competentes explicaces e tarabem de todos os acces-
orios para a c ollocacao dellas.
Cnsa: seas pessoae que o dignarem honrar com a sua confianza, em seu esariptorio, que
acharau abertoe todos os das, sem excepgio, das 9 horas da manhaa s i da larde.
||9 Ra do Parto || PERTO DO LARGO DA CARIOCA
jas s s&mmm.
t em f wummm*
Para as encommendas ou informa{5es dirijam-se a pharmacia de JosAlexandre Bibeiro
ra do Qbeimado n. 15.
Para as provincias de Pernambuco, Parahiba, Rio
Grande de Norte, Cear e Alagoas, a saber:
Folbinhaqe porta, contendo o kalendario, pocas geraes, nacionaes, diat
de galla, tabella de salvas, noticias planetarias, eclipses, partidas
de crrelos, audiencias, e resumo de chronologia, a res .
Oit cora almanak, contendo o kalendario, pocas, noticias planetarias,
partidas doa correios, tabellas de imposto, etc. etc. 6 o almanak
ceril, judiciano, administrativo, agricola, commercial, e indus-
trial,, desta provincia, a ris. ......... 1000
160
PARA
kRUADOQEIIIADO M.A6
P^KaGBANDE|OSTIMENTo
"
un.. flti S2 pa d' f0,b"""C08 P?nno 28. 8 h. ," it iV > t' ,p*leloU """do'de panno preto de 18 at z5$, ditos de caaemira
i JSa JPi^*%al,l0Ui*".0' d' Pnn0"et?i" le 8 at 14, dito saceos de alpaca
"ln61! 8 at U$, ditos de cora*7 at iOf, roapas para menino de todos os lmannos, grande aorti-
mento de roupaa de brins como seiam caigas, paletots e colletes, sortimento de eolletas preto da
selim, asemlra velludo de i a j dito, para casamento a 5 a 6, paletots brancoa de bra-
mante a 4e 5f, calcas brancas mulo finas a 6|, e am grande sortimento de fazendssfina a e mo-
dernas, completo sortimeoto de caaemiras ioglezas para homem, menino e senhora, sroslas de
linho e algodio, chapeoa de sol de seda, luvaa de seda de Joavin para homem e senhora Te-
mos ama grande fabrica de alfaiale onde recebemos encommendaa de grandes obras que par
so est sendo administrada por am hbil mestre de semelbante arte e um pessoal de mais de
clncoeota obrairos eseolbidos, portento executamos qualquer obra com promptidao e mais barato
do que em outra qualquer casa.
X
Especial O.ieo|>a.lii<*o
Pateo da Matriz de S- Autonio n. 2.
Resta consultorio poda ser procurado o respectivo proprietario qualquer hora, havendo
ski sempre grande sortimento dos verdaderos medicamentos homeopathicos, preparados em Pa-
rs (as tinturas) por Catellan e.Weber, os mais acreditados pharmaceuticos do universo como
preparadores de remedios de homeopathia.
O proprietario deste consultorio no pretende, todava, que sejam os seus medicamentos
infalhveis, porque nada ha infallivel em fados humanos; nem tao pouco superiores aos que por
ahi se preconisam, porque certo que o que nos fazemos, outro o pode egualmente fazer to bom
senao melhor. Mas ifianea qua nelle nao ha trafican ca, e que o servieo da preparacao corre
pele mesmo proprieterio, que nao tendo grandes coramurcio de carteiras, acha se suficiente para
satisfazer as necessidades daquella prepararlo.
t Neste consultorio scham-se venda elementos da homeopathia, aeommodados inteligencia
de qualquer pessoa ; assim como presu-se gratuitamente o seu proprietario, com seus esforcos e
medicamentos, todas as pessoas necessitadas, sem distineco alguma, que o procurem, pois
que o seu maior prazer ser til i bumanidade soffredora.
Consultorio medicocirurgico
3-1M3A.DiY 6LOWU ClSA BO W^B&0-3
Consult por ambos os systemas,
anonMaacia da mudanca para a sua nova residencia, o proprietario deate estabeleci-
anento acaba de lazar ama reforma completa em todos os seus medicamentos. -
O desojo qne am de qae os remedios do aea estabeledmento nao ae confundam com os da
neahum antro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gosam ; o proprietario teta tomado
a precaucio de Inscrever o sea nomo em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aaMlles que forera apresentedos sem esta marca, e quando a pessoa qae os mandar com-
prar quaira tsr maior certeza acompanhar urna conU asaigaada pelo Dr. Lobo Mosaozo e em pa-
pal marcado com sea aoate. r
Outro sim ; acaba de receber da Franca graade poreo de tinetura da acnito a belladona, re-
55 *^ * mdicos allopata empragam-as constantemente.
Oe medicaaaeates avalaos aar em tubos qur em tinctaraa casUrao a 1 o vidro.
O proprietario esto eatabelecment annanda a saus clientes e amigoa qoa tem commodoi
anfllcieatea pare receber alguna escraroe de um e oatro seio doentes ou qae precisen) de algara
operacao, amaneando qua sarao tratados com todo o disvelo a promptidso, como saaam todos
qaelfas qoa ii tem tido aaeravos na casa o aaaandante.
A situscso magnifica da casa, a eommodidada dos pannos salgados sio oatras tantas Tanta-
gaoa para a prompto restabeletmanto dos dneatos
As pessoas que qozerem tallar asm a anaaadante derem procara-lo de manhaa at II horas
?.f5 tanto 4u? 5*,B|,'*.'M1 *"&*& m easwpassoa com qusm ae podarte an-
a*>der na rss da Gloria fi. 9 casa do Fnadae. Dr, Lobo Motcoxo.
ARMAZEM
ROUP A FEITA
Joaquiro F. dos Santos.
40-Hua k Queimadn40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabeledmento ha sempre nm sortimento completo de rosna falta de
todaa as qualidadta e tambem se manda execntar por medida i Tontada doa freaae-
sea para o qae tem am dos mclhores professores.
Casscaa as panno preto a 40g,
85f e "
Snbrecasacos de dito dito a 35 a
Paletots de panno preto e de co-
rea a 35, 80, 25, 10, 18 a 20S000
Ditos de casemira de corea a 22.
' 151,12. 7 e
Ditos de alpaca preta golla de
velludo fraacezaa a
Ditoa de marin selim pretoa a
de corsa a M e
Ditos de alpaca de corea a 5 a
Ditos de alpaca preta a9, 7, 5 a
Ditos de brim de cores a 51,
4500,4e r
Ditos de bramante delinbo b an-
co a 6, 5f a
Ditoa de merino de cor dio orato
a 15 e
Calcaa de caaemira preta e de co-
res a 11, 10, 95, 7 e
DItaa de prioceza e merino da
cordio preto a 5, 6500 e
Ditas de brim branco ede cores a
5. 4500 e
Calcas de ganga de corea a
Colleta de reliado preto e de co-
rea lisose bordsdos a 12, 9 a
Ditos da casemira preta e d co-
rea lisos a bordados a 61.
30000
309000
93000
10J0O0
8000
3*500
3S500
3500
4*000
8000
6000
J500
58500
3|000
85000
3|500
Ditos da setim preto
Ditos de seda e aetim branco a 6 a
Ditoa de gorgurao de aeda prstos
e de cores a 7, 6, 4 e
Dos de brim e fusto branco a
3J500, 2*500
Sioula da brim da linho a 2 a
Ditas de algodio a 1JJ600 a
Caniaas de peito defustio branco
ede corea a S*400 e
Di ti de peito de linho a 5, 4 e SOOO
Dita de madapolio brancas e de
cores a 3, 29500, 2 a
Chapeoa pretos de maasa franceza
forma da ultima moda a 10,
SfSOO a ^'
DiUsdafeltroafc5, 4e
DiUs da sol de seda ioglezea e
francezea a 14|, 12, 11J a
Colarinhos de linbo rnaUo fines
novoafdtioa da ultima moda a
DitM de algodio
Relogios de onro pstente e hori-
zonUl a 10|. 90. 80f 70|O0O
Ditas da prsta galva'tisados pa-
tente e horizontaea a 40 a SOJOOo
Obraadeoaro, aderemos a maioa
alerecos, pulceiraa, roala a
soeis a <
Toalhia de linho dusia IOf, 0 a
Ditas grandes para mesa urna 3 e
5*000
5*000
5*000
3*000
2*200
1*280
2*200
1S600
7*000
2*000
7*000
*800
500
91000
4*
<000
KSra
Deposito de chapeos de sol de seda
das fabricas franceza e iogleza.
Vendem-se em poreo e a retalho.
O dono deate novo estsbeleciment, na na recente viagem i Europa, honrado com a confian-
za doa pnmairos fabricantss deates gneros, tem ofierecer ao publico os prodactoa daquella fa-
bricas, e por pracos nanea natos nesU prace, como consta na tabella aba izo :
Chapeoa de aol de seda francezea de 20 e 24 pollegadaa por..*....... 4*sS00
dem dem idem de 26 ditas,.........................^'... Joo
dem dem dem de 28 dita...................................:;";: e*000
dem idem dem ioglezas da 26 ditas ................................ SoOO
dem Idea idem de 28 ditas..................................*, 21000
dem idem idam de 30 ditas................................,..' OOOO
PRESOS F1XOS.
e em poreo de 1 duzia para cima,
15 por cento de descont.
.
IMPERIAL INSTITUTO
DE
Nossa Senhora do Bom Conselho.
at aidd,edeeVfib.e,^l.m*ot0/ V"! da A.ar0" 5' ^ ^m-6 Pendonistas e meio-pancioniataa
Aa V e'tud,nle eremos de toda a idade. B^a-sas-a-asan
1e se destina.8* "" dmisaao rariam segundo a dasse do recipiendo s a oalurasa do calada a
Pflmf" I"6 alli ,e recebe> elnl '
(4operac5.rdoU,trr?r.'.C5hai?r.?head?0110 leiruI*' *.?->, pelo y.tem. de adler, aritbmalica
geograpbiai; linM..UH-?r e elemeD- -e*"'"!^*. "Dimalica portuguesa e noces da
Phia racional a wrll arihmiu61? .*i?gi".".VBeoVaphia e hUlor4' rhelori" Pe'ca, pailoso-
credo! alVm a?.t \[M lo"lth,no5 geometra. Kwoa-
berto. logo que h.j'a .fumno. CUr,0' Uni '* ,8ricu,tu" e *> commerdo, qae wi#
t^bt?^^%l^*\^a^Pr^l9^l^Mo~\m as acommodacoea necessana. pac
daa.. cond?cc6e. de"yeas TcT^J?0* 'eU,,Uao ,de aCeio e Du **V* ~E ."T
O direcior'iin 7S6,? f0B,l0">dee para os alumnos estemos e meio-Modosdaias
cidsde cooiand. ?Vl*leC\meal\ qa* bt '" de oito aooo em votado aliTXV;sao.
honroasi .-' *"-0 d* M ,?". tenda recebido ltimamente de S. M. e IsjcMaVt
Mesrsieto Sf*.SK d" "r"V BPerl". e d<> lltlo de -Imperial-%.,. o sea sCTaste!
es esorco.' n.,-' q.Uart0 "no de exiDa. comprehende que de ve envidar^tostaTsm
'orSos para manter ao Instituto o crdito que tem adquirido. on""r oaee aa
BOTICA FRAMEZ4 E CASA DE DROGAS.
38Ra do Imperador38
p- Maurer & C, teado aberto leu estabelecimento de pharmacia na ra,
do Imperador n. 38, com um completo ortimeoto de droga, me^icamentcsTc
espectahdade. pharmaceuticas. O. Srs. doutores em medicina e o ptij sJ
geral encontrarao neste novo ertabelecimento todo o cuidado e atiendo ^erS
empregando para isso medicamentos novos e especialidades Terdadeiras.
Alteocao
.. m onO Coe'ho,angra8or e dentista. a?t-
wta 0" Se"s f"8u" e ao respeitavel pa-
tuco, qae ae mudou da ruaeitreita do Rosario
para a do Imperador n. 69, aonde pode aer pro-
carado para ssngrsr, tirar denles, ou limpar e
calgar os meamos, para applioar ..ventasas e bi-
cbae, tudo com perfeicao edelicadeza, e tambam
n.hgaln e ven,dem-e ezcellentes bUhaa de
uamburgo, as melbores qae ha no mercado.
Pfeciss-se de uma_ama de leite livre ou
capuvaqae Dio lenJaJHbos : quem se julgar
nestas circomstancia querendo conlratar-se df-
SVtf i" Direila "" w egundo andar,
qae achara com quem tratar.
Preciaa-ce de urna ama para cosinhar o
comprar: na ra do Imperador n. 37. aegaoda
andar, entrada direila.
O Sr. lente Gama do nono batalbo. te-
nna a bondade de concluir aqaeile negocio, pelo
qual pajsou ama procuracao bastante de ezerci-
cos nodos perto de dous annos e recebeu o
Criado.
Precisa-se de am criado forro que airva para
todo o servico da casi de um rapiz solteiro, tan-
to para externo como interno ; a tratar na ra da
Cruz, armazem n. 26.
Atten^ao.
Roga-ae aos aenhores sbaixo declarados o fa-
vor de virem a ra dos Martyrios n. 4. i negocio
de aeua interessts :
Joo de Barros Araujo (engonho IpojucaJ
Jos Carlos do Reg Valeoga.
Joa de Ohveira Campos.
Joo Nunea da Fooaeca Galvo.
Gaetano de Mattos Simoe.
Franciaco Antonio de Carvalho Ceqneira.
Jos da Cruz, subdito portugus, relira-se
para tora da provincia.
Pracisa-se saber onde existe a Sra. D. Ma-
na Joaquina de Miranda, proprietarla do solo da
casa terrea n. 12 da raa de S. Miguel da povoac.5o
doa Atogadoa, aflm da se Ihe pagar o laudemlo
pela venda da mesma casa, e os foros vencidos :
queira annuoclar ou procurara Maria da Paz, na
raa do Calabouco n. 10.
M. A. Cajo avisa a aeus devedores, que ten-
do passadq sua loja de fazeodaaeroupa felta sos
Sra. Figueiredo & IrmSo, no i* do correnta mez,
mudon sua residencia para sea sitio noa Afosa-
dos, raa de S. Miguel n. 107, onde os mesmos
seus devedores podem Ihe enviar seus dbitos,
ou eotregarem aos mesmos seabores cima qual-
quer qaaotia qua possa Ibes pertencer, qae elles
lhes passaro recibo : outro eim declara a seus
credores, qae costuma a saldar seas dbitos.
Alga-se
por 209 um bom escravo que nao seja psra aervi-
co de peso: na ra do Sol o. 21.
Precisa-se de ama ams : no pateo do Ter-
coa. 26.
MtKaKSM :h oe ae etc aeaeg
Ensiiio particular.
Toma-se liedes em caass particulares .
de feancez, ingle, grammatica e aoaly- m
se da lingua portaguezs, arithmetica e |
primeiras lettras : a fallar na ra do Ca- M
bag n. 3, segundo andar.
Preciaa-se de um professor que teuba as
materias icgaiotea : latim, francs, ioglez, e qaa
quaira lecciooar em um engenho 7 legoas dia-
tante deita preca, dando-se bom ordenado, e lu-
do mais qae for necessario : quem se propozer,
diriji-se a ra da Palma, sobrado n. -41, ou na
raa da Craz n. 11.
mmm
Afflictos. !
O Sr. Joaqaim Lina da Costa Wsnderley
filho do Sr. Joaqulm Jos da Costa arre-
matante da barreira do MaDguinho, quei-
ra ter a bondade de dirigir-se a ra da
Imperatriz n. 16. afim de ultimar o ne-
gocio que nao ignora.
Precisa-se urna ama forra ou escrava, qae
saiba angommar para casa de pouca familia : a
tratar na ra do Amorim, armazem n. 56.
Precisa-se alugar urna esersva para todo o
servido : a tratar na ra da Alegra n. 12.
Precisa-se de urna criada para engommar e
coaer, e ama ama para cozioha ; na ra do Quei-
mado n. 10.
Antonio Jos Moreira, empregado no trafico
do porto, fas pablico qae, em razio de apparecer
oatra pesaos de igual nome muda o seu de An-
tonio Jos Moreira para Antonio Jote Borgea Mo-
reira.
Recite, 9 de abril de 1862.
esta typograpbia precisa-se fal-
lar ao Sr. Joao Goncalves Rodrigues
Franca que morou em Olinda e dizem
morar nesta cidade do Recite.
Alaga-ae um sitio na estrada da Tor-
re, com ezcellente cass, maitas srvores
fracriferai e lugar para plantar capim :
ir na raa da Imperatriz a. 47, pri-
andar. >
IB -----a
jBk, re, coa
Attenco.
Fabrica de chpeos de sol
0 artists Fradeiico Gilly, mealre da fabrica da
chapeos de sol da casa dos Srs. Maaoel Aia A
L na ra Nova n.SS, partictpam ao publtco ana
tendo-ae retirado da dita fabrica, acba-se eatabe-
ecido na ra do Raogel o. 18. prompto para -
tufazer ao publico em qaalqaer concert aertca-
cente a aua arte, por meaos preco do que em
outra qualquer parte.
Aluga-se um sitio com grande Vejada
casa, estribarla, cocheira, quarto para criada
baiza de capim para sustentar 6 carillos toda sa-
no, e anoredo de dirersia fructa, em distancia
que se pode ir e voltar a p para a Recita: s
praga da Boa-vista, botica do Sr. Ignacio.
Roga-se a peaso* que acbou urna corrate
grossacom urna poreo de chaves, que perdau-sa
desde a estrsda da Tamarineira al a porta de
Clorindo Ferreira Clao, o favor de entregar aa
mesma caaa, qae ae Ihe pagar o echado, na raa
da Conceieao n. 2.
,~ ?el.r.a"MJ"ra fori d pre'lncia Jos Fer-
reira da Silva Sobrinbo.
Francisco Pereira da Silva retira-se para o
Rio de Janeiro.
Precisa-se de ama ama forra ou eeerava pa-
ra caaa de pouca familia : aa raa do rcale nu-
mero 23.
A junta administrativa da irmsadaa da
Sania Caaa da Miaericordia do Retire, em rasos-
la a publicacao apedido no Diario de Pernam-
buco de U do corrente, sobra a facaldade a qae
ae arrogara oa religioso Beneditinos da poderem
vender ou alienar os seas bens territoriaes. de-
clara : que tal faculdade ae acha ex presas osan te
derogada pela Ui de 9 de novembro de 1830 e
aviso n. 245 de 10 da novembro da 1861: pr-
tanlo, todo e qualquer contrato albeataria da taaa
bens nullo, principalmente a respailo das beas
que coosiilaem o patrimonio da igreia da N. S
doa Prazeres, sobre os qaaes pense aecao em jul-
io, julgada na primeira instancia contra o Rvsa.
D. abbade do mosteiro de 8. Bento de Olinda
na qualidade de administrador ds mesma capaila*
Responda m!
Pergaota-ae ao ajudaale do detalhe das decan-
tada cavalhada, aonanciadas para a raa da Prala
nos dias 20 e 21 do correle, se os meninos qaa
se contrataram aem licenca deseas pais, nao tem
receio do aipo-po que lhes est preparado, no
caso de ter principio de execuco a tal aogasada
que no parece nao achar apoio das pessoas cn-
salas, por psrtir de fedelhos que anda nao se ge-
veroam e nem tem crdito para garantir obriga-
coes contrshidas. Assim penca a os avisa o
Geringooca.
Aviso.
O Sr. Campello qne capera de Bordeaos, re-
metlido por F. Scbratz & a,urna charraa e casto
com enliamentoa para agricultura, queira dirigir-
se a raa da Craz do Recite n. 68, esas da Malla,
Lobo & C, para se Ihe fazer entrega do conheci-
meoto do mencionado objecto.
A pessoa que qaizer alugar ama boa ca-
aa terrea, daodo algemas luvca pessoa qaa
mora dentro, pois a caaa na raa Direila, quasi
perto de N. S. do Tere, bem fresca e com bom
quintal, bem grande e bem plantado, com cacim-
ba a boa agua, aonuociar saa morada pora
ser procurado ; e se pede lavaa porque tambem
a deu, e nio est vezado por sabir, a caaa aca-
tante boa e fresca.
Peixe barato
Pesca-sa os quaita, quinta e sexta-leira da se-
mana santa no viveiro do Maaiz, ao aterro dos
A togados.
Aluga-se, vende-se oa permuu-se por ca-
sas neata cidsde um sitio com excelleate casa, aa
principio da raa da Casa Forte : a quem ceaweaka
qualquer dos arranjos, dirija-ae a ra do QsMsassa
do, loja de ferrsgens n. 13.
Precisa-se fallar ao Sr. Ignacio
Ferreira Mendes Guimaries, qne mo-
rou na ra da Conceieao da Boa-Vista :
nesta typograpbia.
Saques sobre Portugal.
O abaixo assignado agente do Baaea
Mercantil Portneaee nesta cidade, caca
effectivamente por todos os paquetee so-
bra o mesmo Banco para o Porto a Lie-
boa, por qaalqaer somma avista e a pra-
zo, podendo logo os saqaes a prazo aereas
descontados no mesmo Banco, aa razia
de 4 por cento so aaao aoa portadoras
que assim lbe convier: aas raaa do Gras-
po n. 8 oa do Imperador a. 51.
Joeqoisa da Silva tetra.
Attenco.
Preciaa-se fallar ao Sr. Jos de S Leiiso Ar-
nozo, depntado provincial e empregado publico
na cidade de Msnsas, a negocio de sea lateree-
se : na ra da Qaoimado n. 47.
B Joa Maa Lopes, subdito heepanao), val ao
Rio de Janeiro.
Precisa-ae alagar preto para
serrino de urna casa da familia: aa raa I
Rosario n. 38, loja de miudezas, qaa m"
quem precias.
Aluga-se a sala e alora do primeira an-
dar do sobrado da raa de Crespo a. 18, prsprlo
para qualqaerseabor sdvogade : a trata, aa leja
do mesmo sobrado.
O brigadeiro Monis Tavares, que
tem de retirar se desta provincia, convi-
da aos senhorec que pretenderen com-
prar urna mobilw de Jacaranda gosto
moderno, e em muito bom uro, e diri-
jirem a casa de sua residencia),
n. 2, contiguo a egreja do Senbor
Jess dos Martyrios, das 7 boca/ da
manhaa at a 11, e das 3 da trele em
diante, afim de Terem t din mobiha, e
tratareni.


D1110 i PEMAMBC.. ~ QIU1TA JUBA itfBE A1BIL US 1861-
Irmandade do Divqo Espirito
Santo, erecta no convento
de Santo Antonio desta ci-
dade. *< > <
O secretario deala irmandade convida tos Mas
charissimos irmaoi (para compareoerem oeste
coDTento dos das de quinta, aeiU e sabbado pa-
Attenco
Na ra do Trapiche n. 1'5, es-
critorio de Bastos A Le-
ra os actos da semana sint, como tomos convi-
dados pelo mesmo padre guardiao; e tambem
domingo de paschot, s 5 horas da manhaa, afim
da acompaohar a proeissio que pretendemos fa-
zer.11. C. Honorato.
Aluga-se umi pequea casa nova na ru do
Destino o. 4 ; a tratar ha ra do Hospicio nu-
mero 26.
s Soathall, Mellor & G. previnem so Sr. Ha-
noel do Amparo Caj, que nao te conformaos
com o traspssso de sua loja da fazendas sita ra
na Nova desta cidade, a outro, sem que primei-
ro pague o que deve aoe annunciantea.
Nao Francisco Pereira da Silva, estabele-
cido com loja de fazendas na ras do Queimado
n. 9, qae snnuneioa ir ptra o Rio de Janeiro, e
aim outro de igual nome.
Irmandade acadmica de N.
S. do Bom GoQselho.
Em virtude do convite do Rvm. padre gaardio
do convento de Santo Antonio deata cidade, con-
vido aoa nossos charissimos irmos psra compa-
recerem em noato consistorio nos das de quinta,
sexta e sabbado, aflm de aasis'irem os actos da
semana santa no mesmo convento; outro sim
para acompaoharem a procisso da Reesurreigo,
domingo 20,'s 5 horas da minha, pelo especial
convite da irmandade do Divino Espirito Santo,
erecta no mesmo convente.
J. A* Silveira Jnior,
Secretarlo interino.
A peuoa qae dea a lavadeira Alexandrioa,
Jue costumava a lavar em Apipucos, urna pouca
e roupa para lavar, Mueira ir batear dita roupa
ji lavada, dando os sigoaes certos na ra Bella
n. 22, pois esta malher morreu ha 2 das, dei-
xando esta roupa na casa cima.
Loja para alugar.
Aluga-se a loja da ra Direita n. 47, com ar-
rancio, propria para qualquer estabelecimento :
a tratar na ra do Queimado n. 46, loja de-Goes
& Bsstos.
Fagio no mez de margo prximo panado
um escravo de nome Jo's, de naci Angola, de
idade, ponco maia ou menos, de 40 annos, esta-
tura regular, lem (alta de denles na [rente na
parte superior, levou vestido calca parda com
manche as pernas e camisa brsnca, e costuma
embreagar-se: roga-ae aos agentes policiaes e
aos capitea de campo o prendam e levem ao fi-
lio do Cajuelro, casa o. 3, ou i ra do Queima-
do, loja o. 39, que sero recompensado. "
Precisa-se comprar um escravo de meia
idade que seja robusto : qaem tiver annancie
para ser procurado.
Precisa-se alugar urna negra captiva que
atiba coziohar, para urna casa de 4 pteos* : na
loja de fazendas da' ra do Queimado n. 69.
No sabbado a noite fugio o mulato de nome
Francisco, com idade de 17 aonos. o qual foi do
Sr. Dr. Borges ds Fonseca, tem bonita figura, to-
dos os dentes, cabellos carapiohos e ruivos, sup-
foe-se que esteja pela cidade de Oltnda ou pelo
oco, em razao da mal ser lavadeira neste lugar,
ama pela forra, da Costa, levou chapeo de fel-
tro pardo e paltot tambem pardo : quem o pe-
gar pode levar ra do Hospicio o. 6, casa de
Ignacio Luii de Brito.Taborda, que ser recom-
pensado.
D. Aona Josepha Pereira dos Santos tem
constituido oeste praca sea bastante procarador a
eu georo o bacharel Amaro Joaquim Fonseca de
Albnquerque, com quem se entendern todas
aquellas pessoas que ttverem de pagar alugueis,
laademios e foros de seus predios e terrenos, ap-
proveltando o entejo para agradecer ao sea ex-
procarador o major Hanoel Joaquina Gomes seus
servlgoa.
Alugs-se a loja do sobrado da ra eatreta
do RcHario n. 17 : a tratar na ra do Cabug, lo-
ja n. 18.
Aluga-se o armazem e o primeiro andar do
sobrado da ra da Cruz no Recite n. 18, com ar-
macao prompta : a tratar no primeiro andar da
fflesma casa, ou com Jos AntuoesJGuimaraes.
mos.
Vendem-se os seguales gneros por pregos
commodos:
Cadenas italianas tingelas com paitaba.
Dita dita de braco com dita.
Dita dita de balango com dita.
Sofie dita com encost com dita. Estes trsttes
3o multo recommendsveis para easas de cam-
po por terem muilo leves e de elegsnte mo-
delo.
Farello novo em saceos grai.des de 3 arroba ca-
da um.
Pote o u tainas de bsrro vidrsdo de difieren tes
tsmaahot proprios para deposito d'agut, de
mel ou de qualquer outro liquido por serem
maito fortes.
Almoxarizes de marmore com sua competente
-mi de madeira proprios para casas de fami-
Tijuloa de dito de 7,10 e 12 poegadts quadra-
ds cada orna.
Enxofre de canudos em caixas de S arrobas cada
urna.
Chapeos de palba de llalla amarello e eacaro pa-
ra homem.
Fio de algodao da Baha para paviosde velas oa
para redes etc.
Massa de tomates em latas de 4, 8, 16 e 32 11-
braa cada ama, de superior qnalidade.
Calcados
A' loja do Porto, esquina da ra da Madre de
Dos, acaba de chegar um completo aortimenlo
de calcado dos melhoret fabricante de Parit e
Nanles, entrando oeste torlimento o afamados
borzeglos e sspstdes de Nantes psra menidos ;
e tambem vende um resto de calcados com de-
leito por barato proco. Na mesma loja ha um
completo sortimento de fazendas e roupat feltis,
e perfumarlas. .
Graxa.
Vende%se a ver dtdeira grata 97 no mezem
da rus) da Craz, dt Jos Antonio Morelra Ws &
C. n. 26.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Cassas franeczaa de bonitos gostos s
320 rs. o covado, lavas de trocal pretas
e de seda a 500 rs o par, chita (ranee-
zas largas escuras a 240 rs. o covado,
ditas finas a 160 e 180 rs., fil de linho
liso a 640 rs. a vara, tarlatana fina de
toda as cores a 800 rs. a vara, lenco
brancos com btrrs de cor a 19400 a du-
zia e ISO rs. cada am, meias para no-
mem a lgOO a duzia e 120 rs. o par,
chitas para coberta de bonitos dese-
nlio a 220 rs. o covado, peca de bre-
tanba de rolo a 2#, ditas de cambraia lisa
com 6 1|2 varas a 39, musselirrt encar-
nada a 240 rs. o covado, aalcinbss para
meninas de escola i 1} o par, peitos
para camisa brancos e de cores a 900
rs., pecas de cambraia branca de salpi-
co a 3}500, algodao entestado o melhor
a 700 rs. a vara, dito branco para toa-
lbas alga vara, enfeites dos mais mo-
dernos a garibaldi a 69, loja esta aber-
ta al as 9 horaa da noite.
sem
Calcado
Preservativo universal.
45Roa Blreita43
CHhem !...
Na ra larga do Rosario antiga rea do Quar-
teis a. 12 junto a botica do Sr. Pinto, ha um
grande sortimento de calcado como seiam : bor- i
zegains de couro de porco, ditos de cordavio nal qne. "n,co preservativo ofallivel de qual-
entiricos e gaspeados com canoa lodos de borra- i'uw **, por mais mortfera que foss. era
Urna das intelllgencias melhor esclarecidas na
scieneia de Hipcrates, depots de longos annos
de exercido de curar e matar convenceu-se fi-
cha, ditos de bezerro com preguinhaa na frente
como os ingleses aem differenga algama, ditos
de atar o de lastre, borseguios para senhora de
aola e vira a os canos de borracha
as senhorat andarem not actoa da
proprio pira
temaaa san-
D. Pedro
tiOmpras.
Compram-ae cabellos compridos: na ra d
Queimado n. 6, casa de cabellelrelro.
Comprase
ourelo em qualquer quaolidade: na ra do Vi-
gario o. 9, primeiro andar.
Tandas.
ou
O Mo Drama em 5 actos
POR
Francisco Gaudencio Sabbas
da Costa,
Autor do drama
Francisco I ou a Hberda-
de da Italia..
Esta obra contm os melhores episodios da
vidadoilluatrsdo monarcha o Sr. D. Pedro V, de
gloriosa memoria, e digna de possuir-se : veo-
de-se na livraria econmica, ra do Crespo n. 2,
cada exemplar a I5OOO rs.
Cambraias.
Vende-se cambrsias de cores de bonitos e ele-
gantes desenbos a 280 e 320 rs. o covado : na
ra da Imperatriz loja n. 20.
diados.
Yendem-se oliados piolados de lindas vistas e
paisagens larguras de 6, 7, 8 e 9 palmoa, pro-
prios para mesas dejanlar a
ra da Imperatriz loja n. 20.
2$ o covado: na
Fazendas baratas.
Santos Porto desejaodo acabar com as fazen-
das antigs que anda exlstem em. sua loja da
rui do Queimado o. 7, a qual acaba de comprar
ao Sr. Jos Goocalves Vlllaverde, tem resolvido
vender ditas fazendas por baratos precos como
sejam : cambraias de cor vara a 320, 440 e 560
rs., princeza preta covado 500 rs., gangas de cor
covado 400, 440 e 500 rs chapaos de castor
brancos finos a 11$, velludo encarnado superior
covado 29500, dito preto a 39500 e 49500, panno
fino preto covado a S9 e superior a 5$. casemirs
alvadia covado a 29 e 39, fuslo branco fino co-
vado 800 rs., merino fino de cor covado 2|200,
sediohas de quadro covado 640 rs., grosdenaple
amarello covado 19, lafeti covado 500 rt., Ca-
pelinas finas para senhora a 129, cortes de fes-
to para collete a 500 rs., ditos de gorguro a
800 rs., ditos de velludo a 595C0, brioziohos '.de
cores covado a 180 rs., manteletes de fil preto
a 189, paletots de biim a 29500, ditos de alpaca
de cor -a 39500, ditos de panno a 159, sobrecasa-
cas a 259, camisas bordadas para aenbora a 62,
cortea do vestido de seda pretos-a 28g, e diver-
sas perfumarlas que tambem vnde-se por mui-
lo mdico prego.
Aspas e coz para balo.
Vende-se na ra do Queimado loja d'iguia
branca n. 16.
Bolacha.
Vende-se bolacha econmica a 3J a arroba :
na ra da Senzala Nova o. 30 e traveasa dos Pi-
res n. 9.
Vende-se
ama excellente escrava de meia idade, boa en-
fommadeira e cozinneira, de todas aa qualldadea
oas, e se vende por precito ; assim como um
par de macacoa de racas da primeira qualidade :
tudo a tratar as ra do Trapiche Novo Novo n.
3, primeiro andar.
Gabriolet e cavallo.
Vende-se um excellente cabriole! com todos os
seus arreios, maito forte e quaai novo, e am bo-
nito cavallo rugo do mesmo, sem achaques, o
que se afiance, sendo este animal o melhor de
cabriolet que existe nesta cidade: na cocheira
de Thomaz Jos dos Reis, ao p da praca do ca-
pia), junto ds casa do Dr. Sabino.
Sabio luz o
Gallo Vigilante.
Na ra do Creapo n. 7, aonde o reapeitavel pu
blico achara am grande e variado sortimento de
mludezas que se vende por preco msis baratos,
10 por cento do que em outra qualquer parle,
assim como seje, franjas pretas com vidrilho e de
cores, fitas de todaa as qaalidsdes, franja e galio
de Hubo, cascarrllbas relas e de coret, frocotde
todss ss coree, os riquissimos enfeites de cabeea,
galaozioboa de iiuho e de seda para enfeites,
cbapeoziohos para crianzas, cbapelinbas para se-
nhors, booels de psnno e velludo multo fiaos
psrs meninas, fitas maito chiquea psra siotos,
manguitos e gollinbas mallo finas, leamos de
cambraia de linho multo finos, e muitos mais
objecin qae se continaari annunetar, pols ven-
de-se lado por precos barallasimos por so echar
am liquidackow Na mesma loja se achara am
rico sortimento de smendoss e confeilos proprios
para qualquer almo, que so rende pelo baratis-
ta* prego de 1|600 caixinhs.
ltenlo.
Grande california para liqui-
daco, na ra Nova n. 18.
Ot norot proprietarioa deate estabelecimento,
lendo em vistas sortirem o mesmo, axpoem as
fazendas existentes disposicao do publico para
serem vendidts por todo e qualquer prego : por-
ta o lo convidam a todas as peisoaa que se quize-
rem enroopar com poaco dlohelro, de irem a
mesma loja ver como se queimam aa fazendas se-
guimos :
Vestidos pretos bordados a velludo, proprios
psra a qaaresma.
Manteletes pretos e de cores.
Sobre-caaacas pretas e de cores.
Casacas pretas e de cores.
Paletots a sobrecisacados de difieren tes cores.
Calcas de casemira pretas e de eores.
" Culletes de casemira e velludo de differentes
cores.
Chapeos de castor e de seda pretos.
Ditos do Chile finos e entrefinos.
Grosdenaplea de differentes corea.
Sedinhas de quadro de differentes cores.
Luvtt para bomem e tenhorat.
Botinas de setim branco.
Sapalos para bomem.
Meias de seda para hornees e senhora.
Ditas de algodao para homem, senhora e me-
ninos.
Praojaa de todaa as qualidadet;
Chapelinas para senhoras e meninas.
Vealuarios para meninos e menims.
Chitas inglezaa, e outraa muitas fazendas, qae
seria enadonho mencionar-se ; afiancando-ae
aos fregueses que levando diahelro nio voltario
fazendas.
Mantas pretas.
Na loja da espersnea, ra do Qaeimado n. 33
A, de Guimaraes & Rocha, venden-se mantia
pretas para a semana sants a 89 cada urna, fa-
zenda superior, que ae vende por 149 em qual-
quer loja, a para acabar.
56 iua Direita 56
Ha para vender babs e malas de pregarla, e
botas russianas, assim como tofos os perteoces
de selleiro, ludo por precos que s vista se de-
sengaa.
Baldes de 25 arcos,
os melhores que ha no mercado : na ra da Im-
feratrlz n. 40, esquina do becco dos Ferreiros,
oja de Manoel Jos Gaedea Msgalbiea.
Miudezas e rap.
Ra larga do Rosario numero 50.
Lia de cores sortldas, libra a 6J400.
Clchete com daaa carreiras a 60 rs.
Ditos de urna a 40 e 60 rs.
Agulhaa fraoctzaa curtas e compridas a 60 rs.
Dilss cantlas a 120.
Pentes de massa para atar cabello a 500 rs.
Ditos de dita dem (doursdos) a 1|200.
Carreteis de retroz de corea a 320.
Escovas para cabello maito boas a 800 e 10.
Cartas de alfinetes a 80, 100, 120 e 140 rs.
Escovas psra unhas maito boas a 320 e 500 rt.
Franjas pretas com vidrilho a 320 e 400 rs.
Trancas pretas com dito a 240.
Blcos pretos muito bons a 180, 240, 329 e 400
rit.
Carreteis de lioha a 80, 60 e 80 rs.
Eofeitea de retroz com franja a 59300.
Meias para senhora (duzia) a 2S500.
Ditas eruas psra homem a 29400 e 3tf.
Tesou ras ordinarias a 30 rs.
Franjaa de lia estrellas (peca) a 900 rs.
Sabonetea de bola finos a 640.
Frascos de diversos cheiros a 320.
Lioha de Pedro V a 30 rs.
Boies para caaaveqne a 20, 30 e 40 rs.
Rap Paulo Cordeiro (rerdadeiro) a 19600.
Dito gasse grosso e raeio grosso a I96OO.
Dito dito fino a 1|280, .
seE outras muitss mais miudezas que com a pre-
senca dos bons fregnezes se venderlo baratas.
N. O.Bieber & C.saccesaorea.rna da Cruz
. 4, tem para vender relogio paraalgibeir d*
oaro a prata.
Loja do be'ja-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se franjas e trsncas, fitas de velludo
preto para a quaresms, mais modernas que ha no
mercado, e mais barato que em outra qaalquer
parte.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se facas finas, cabo de balanco de 2
botes a 69600, ditas para doce a 5$80O. ditas de
um botio a 6J200, ditas para doce a 59200, ditas
pretas cravadaa a 3(600, ditaa brancas a 39400,
ditas rolica a 39 a duzia.
Loja do beija-flar da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se gravitas pretas de setim a 19, ditaa
estreitas a 10, ditas a 800 rs., peonas de ac de
lanca, 500, a 720, ditas de maozinha a 800 rs.
Vende-se ns freguezia de Ipojuca o enge-
nho Diamante, todo bem montado, com casa de
viveoda, senzala, olaria, distilacio, estribara,
casas para lavradores, tudo de lijlo e cal, rce
d'agua-e muito bom de producto, com trras
psra dar mais de 3,000 pies snnualmente, com
terraa ainda por descubrirem mataa : quem pre-
tender comprar, pode dirigir-se ao mesmo enge-
nho tratar com o proprietario, ou no Recite com
-o Illm. Sr. commendador Lemos Jnior.
Aos fabricantes de velas.
O antigo deposito de cera de carnauba e sebo
em pi e em velas, estabelecidu no largo da As-
sembla n.9, mudou-ae para a ra da Madre de
Deoa n. 28, qaaai defronte da igreja, onde conti-
no a baver um completo aorliooADto daque'.le
gneros, que se vendempor precos razoavets.
Progresso nacional.
Ra da Imperatriz numero 49
Vende-se barato para veuder-se
muito o seguinte :
Latas com superior jalea de goiaba a 10500.
Ditas com ervilhss a 1.
Ditaa eom doces de caldas, pecegos, peras etc. a
700 ra.
Manteiga iogleza superior a ff e 1$100.
Dita franceza muito boa a 720 rs.
Cha byssoo superfino a 29880.
Pio-de-l francs em caixinhas muito proprios
para tomar com cb a 240 ra.
Ceblas em molho com mais de 100 a 19, e ou-
tro muitos gneros que se vender&o barato.
i* P.r.l,rtm ntagem de nio tomar agua com
faclidade. affiancando promplidao as obras en-
commendadat.
Para liquidar.
aliao muito em conta.
Na loja do Pinto, ruada Imperatriz n. 10, de-
fronte da noneca, acaba de chegar um completo
sortimento de calcados dos melhores fabricantes
de Pars e Nantes: botinas de Melles, de bezerro
e cordsvio, Unto de sola grosss, como de sola
fina, botinas para senhoras e meninas, assim co-
mo um grande sortimento de borseguios inglezes
que se vende por menos do que em outra qual-
quer parte, e lodo o mais calcado ; a dinheiro
avista. *^
Borseguins inglezes.
Na ra da Imperatriz n. 10. defronte da bone-
ca, loja do Piolo, receben pelo allimo vapor um
grande aortimenlo dos j bem acreditados borse-
guins inglezes, que vende por IOS e US a dinhei-
ro logo contado. '
Borseguins.
i
Ruada Imperatriz o.lo. loja do Pinto, ven-
dem-se pelo baratiatimo preco:
Borseguins de lustre para homem a 8ff.
Ditos de bezerro para homem a 8S.
Ditos de cordavio psrs homem a 89.
Por este preco s a dinheiro a vista para li-
quidar.
Attencaoo
Vende-se urna czacio e mais perteoces do
deposito da roa de Sania Cruz n. 62, por preco
commodo : a tratar na raa Velha n. 7, que acha-
ra as chaves para ver a mesma armacao.
Fazendas pretas
U na loja do pavao, roa
da Imperatriz n.60,
de Gama, (fc Sil vi,
Vende-se baratisaimo por ser tempo de qua-
reamt .aa fazeurtaa seguintes :
Ricos manteletes de velludo prtto rica-
mente enfeitados com franjaa largas os
mala modernos que tem vindo a 309000
Moderniuimoa enfeilet pretot a turca
Garibaldi 6S000
Ditot mait simples a 2JO00
Ditot de risjrilbo muito modernos a 800
Chales pretos de merino bordados com
AlteiiQo.
Lenlilba franceza, primeira qnalidade, a 300
rt. a libra, tomando orna arroba a 79680, para
cebar : na raa Novan. 22.
Vende-se s refinsra e confeitaria da ra
nova de Santa Rila, nm dos bons estabelecimen-
tos neite genero ; vende se a dinheiro ou a pra-
so, como melhor conviar ao comprador: quem o
pretender pode-se dirigir ao mesmo a qualquer
hora.
Vende-se ou troca-se
urna barra (cofre), nova e grande ;. vende-te ou
troca-te por nutra menor: a tratar na roa da
Cruz n. 26, armazem.
Na ra do Imperador n. 14, vende-se janee
a 500 rs. a libra, em pequeas porches.
Tende-se nm cavallo pequeo eom todos
os seas arreios, proprio para menino: qaem
pretender, dirija-te a m (Jo Queimado n. 34.
Manteletes de fil.
Vendem-se os mais modernos manteletes de
fil preto em modelo decapas chegsdos pelo ul-
timo vapor: na ra da Imperatriz n. 60 loja e
armazem do Pavio, de Gama & Silva.
Cambraia duqueza de Or-
eaos.
A mais moderno que tem viudo ao mercado,
corea fizas pelo mdico prego de 600 rs. a vara :
na loja da ra do Queimado n. 43, eaqulna que
volta para a Congregado.
A ellas freguezes antes
que se aeabem
Lindas cambraias com salpicos braocas e da
cores com 81|2 varas cada pega, largura regalar,
finissima qualidade a 49 cada pega, ditaa bran-
cas lisss muito finas marca bUpo a 59500, ditas
pouco menos a 49. ditas de mais baixa qualidade
a 39, ditaa pretaa muito tina a 600 a vara, mas-
sulinaa tinas padres moderno com palmaa de
cores propria para vestidos de tenhora e meni-
na! a 360 rt.o covado: na bem conhecida loja de
Bernardino Jos da Silva Mala na ra do Quei-
mado n. 43, etquint que volta para a Gongre-
gagao.
Ampliado armazem e de-
posito
de roupat com um completo e variado torlimen-
to para bomem e menino, por muito menoa pre-
go que em outra quilqntr parte, como sejam :
Paletots de saaemira de cor fino saceos e sobre-
cas a eos esda um 109-
Ditos ditos de meia casemira preto e de cores
cada nm 5f.
Ditos ditos de alpaca preta e de cores a 41 e 6$.
Caigas de casemira preta fina a 7J, 8# e 10$.
Ditas ditas meia dita a 49.
Ditts princeza dita a 49- .
Dittt de ganga e brim de todaa ts qaalldades : na
ra do Qaeimado o. 43, esquina qae volta pa-
ra a Congregaco.
Leandro & Miranda.
Ra do Crespo n. 8 A.
Vende-se lias com lindos detenhos a 280
rt. o covado.
Gollinhas bordadas urna 500 rs.
Mtnguitoi de cambraia bordados i 29.
Organdys miadinha a 560 ra. a vara.
Saiaa de cambraia bordada aS|400
Eoatraa mulita fazendas por baratis-
P sim os precos.
"Vende-se um terreno em Santo Amaro,
junto ao hospital Inglez, com 700 palmos do fren*
te, en muilo bom atado : a tratar ni raa do
Trapiche n. 44, armazem de Braga, Son & C.
vidrilho a
Dilot de fil preto muito fino i
Grotdentples pratos fazenda muito en-
corpada a 19500, 19600,19800, 2S e
Sarja pieta hespsnhola, covado a
Meias de seda pretas para senhora a
Ditas de la e de laia para padres a
Luvas de retroz bordsdas com vidrilho e
sem vidrilho a 500 ra. e
Ditas pretas lisas de seda muito fina a
Alpacaa pretas muito finos a 560, 640,
800 e iWTy*
De lado do-se, amostras com penhor
129000
3SOO0
2$500
29000
19000
19600
640
640
.19000
na rus
da Imperatris^n. 60, loa>*Uflazem de Gema-4
Pannos pretose casmiras
Na loja do Pavao.
Vende-se panno preto maito boa fazenda a
1*600,193OO e 29 o covado, e dito qne val/89 a
49500 o covado, casmiras pretaa entestadas a
39, 3*200 e 3^500 o corte, ditas de ama s lar-
gira de todos os pregos e qualidades, setim pre-
to da China para caigas paletots e colletes com 6
palmos de largura a 3| o covado : oa ruada Im-
peratriz n. 60, loja e armazem de Gama & Silva.
Chales.
Grande pechincha na loja do Pavao.
Veode-ae os maia ricos chales com ponta re-
donda e bolotas, lendo aa barraa de velludo ou as-
setinadaa, imitando aa capinhaa mais modernaa,
pelo baratiasimo prego de 49500 cada um e ditos
de quatro ponas a 4S5O0, ditos a Garitftldina
sendo muito grande* a 5f : oa roa da Imperatriz
e. 60, loja do Pavio de Gama & Silva.
Espartilhos a 3,500.
Vende-ae espartilhos inglezes que sao os me-
lhores pelo diminuto prego de 3}500 cada um :
na ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem do.
Pavio, de Gama & Silva.
Lindas bonecas de dife-
rentes tamanhos e quali-
dades.
A loja da aguia branca acaba de receber a sua
encommenda de lindas e bem vestidas bonecas
francezas de 2 e 2 1|2 palmoa de altara, as quae
na verdade v|eram to perfeitas e bem' arranja-
das que .qaem aa vir iofallivelmente deSeja com-
pra-las, porque urnas alem da formosura tem
bellos cabellos eachiados, -outraa bonitos cba-
paoziohoa a Garibaldi etc., etc., e todaa em nm
as indiapensaveia saias balio ; assim como rece-
beu igualmente oatro bello aortimenlo de bone-
cas de choro tanto de massa como de eera sendo
estas de olhoa movedigos e de differeutes tama-
nhos at 3 palmos. Agor pois a melhor oc-
cssio de qualquer passoa mimosear urna meni-
na qae seja sua fllha, psrenla oa conhecida, di-
rigindo-se primeiro (munido de dinheiro) a loja
ds aguia branca ra do Queimado n. 16, aflm de
comprar urna densa bontcaa ou outra qualquer
coutt de agrado.
Bandos |ou crescentes de
cabellos humanos.
Bandos de clina muito grandes e bem
eitos.
A loja d'aguia branca aviss a todas as senhoras
que hsvism mandado procurar i encommendar
eases necessarios crescentes de cabelles humano
(e mesmo as qne de novo precisaren)) que ellas
acabam de chegar, tio bem arraojadoa como jun-
tamente eedeseja va aendo o torlimento de pre-
tos, cattanhoa etc. e muito bem tecidoa noa pe-
queos pentea qae servem para prender, trezen-
do ao mesmo tempo eochimento, do que resolta
qne urna aenbora com am par dosaee crescentes
pode maravillosamente faaer o amsrradilho de
sen cabello aem qae deiie perceber a falta qae
dellea senta, cusa cada par 59 ; tambem ha
bando de die mui grandes e bem feitos o me-
lhor que em tal genero se pode dsr e vendem-se
a 29 o par, lado ieeo na bem conhecida loja da
aguia branca raa do Queimado n. 16.
Pechincha
A1J280 o covado.
Grosdenaple preto maito boa : na ra do
Queimado n. 47.
A15000.
Paletolt de panno fino forrado de seda : na ra
do Queimado n. 47.
conservar a cabeea fresca, ventre desembarazado,
e PES QUENTES. Ora, viajando por ahi urna
epidemia,que mata gente como qualqaer outra, i
occaaiio de pormoa em pratica entes principios,
usando pouco do chapeo e sempre som-
bra ; tomando de 15 em 15 dias um tszanle de
sal de glauber, o mais acrrimo inimigo da epi-
demia, segundo a opiniio e a pratica de am dos
ornamentos da nossa magistratura; e laogando
ao cisco lodo o calgido velho, dirigiodo-se todos
ao armazem da ra Direita n. 45, onde o respec-
tivo proprietario a todoa receberi com cortezla,
aturar as massadaa, aquecer os ps com ez-
celleote calcado, segundo o gosto, e estado fl-
nanceiro de cada um, e vejam :
Homens.
BOBZEGUINS dos melhores fabricantes,
franceses, inglezes e brsslleiros a 138.
12J, 11, 10$. 99500, 89e............... 59500
SAPATOES a 79500, 6S500, 59500, 5$,
49500 at................................tgOOU
Meninos.
SAPATOES a 5g5O0, 59. 49. 39500 a......19600
Sennoras
BOTINAS de fabricantes francezes, ingle-
zes, alie mies e americanos federaes
69,59500, 59, 4$500, 3J500 a........... 9500
Meninas.
BOTINAS a 49500 e...................... 49000
Um completo sortimento de sapalos para ae-
nbora de couro de lustre virado a 500 rs., de ta-
pete a 800 rs., de lustre (na. 32 e 33) a 800 rs.,
de iranga francezes a 19300, portagoezes 29, sapa-
toa de norraza para homem aenbora e meninos,
muito couro de lustre, de porco,cordavio,marro-
quim, bezerro francez, sola de lustre, coarinhos,
vsquelas, sola etc., qae tudo vende-se como em
nenhuma parte.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Neate rico e bem montado ealabelecimento en-
contrario os freguezes o maia perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS qao rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIRSde todos os tamanhos.
SEMICUP1AS dem dem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
FOLHAeaa caixas de todaa aa groaaurai.
PRATOS imitando em perfelgao a boa portel-
lana.
CUALE1RAS de todas as qualidades.
PANELLAS idem dem.
COCOS, CANDIEIROS e. flandres para qual-
quer sortimento.
V1DROS em caixas e s retalho de todos os ta-
maodando-ae manhos, botar dentro da cidade,
em toda a parle.
Recebem-se encommenda de qualqaer natu-
reza, coocerlos, que tudo seri desempenbado a
contento.
Machinas americanas.
Em casa de N. O. Bieber & C, successores,
ra da Cruz n. 4, vendem-se :
Machinas para regar hortas e capim.
Ditas para descarogar milho.
Ditas para cortar caplm.
Selins com perteoces a 109 e 209.
Obras de metal principe prateadas.
Alcatrio da Suecia. ,
Veroiz de alcatrio para novios.
Salsa,parrilha de primeira qyalidade do Para.
Vinbro Xerez de 1836 em caiajs de 1 duzia.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Arados e.grades.
Brilhante's.
Carrogas pequeas.
E' pechincha que nao du-
ra sempre.
Lias Indianas para vestidos de senhora o mais
moderno que tem vindo so meresdo com flores
soltas pelo baratiasimo prego de 560 rs. o cova-
do, e bem como chales de laa escoceses com bor-
la em urna das pootas a 39200 cada um, salas ba-
lio arrendadas para senhora a 59 cada um: na
esquina da rus do Queimado que volta para a
Congregado loja n. 43, dio-ae amostras com
penhor.
Sardinha.
Vendem-se barra com 1,500 aardinhas cada
um, chegados pela Espersnga, por mdico pre-
go : no armazem do Annas, defronte da alfande-
ga, erns da Cruz o. 33.
A victoria
Na ra do Queimado n. 75 jun-
to a loja de cera.
VENDE MUITO BARATO.
Clcheles francezes bons em carlio a 40
o cartao.
Alfinetes francezes cabera chata a 120
a carta.
Papeia com cento e tantos alfinetes a 40 rs.
o papel.
Llobas victoria em carritel com 100 jardas
a 60 rs.
Ditas de 100 jsrdasde Alexander a 900 rs..a
duzia
Ditas de 100 jardaa brancas e de cores a 30
rs. o carritel.
Ditas de Pedro V em carlio brancas e cores s
40 r. o corda o. tu
Ditaa de miada de peso verdadeiras a 240 rs.
a miada.
Ditas de dita cabeea branca e emearnada a
120 rs.
Grampos maito boas a 40 e 50 rs. o mago.
Eaado.-es brancos de algodao e linho a 60 e
80 rs.
Carteirinhas com sortimento de agalhes a
300 rs.
Pbosphoros do gaz multo bons a 220 rs. a duzia.
Ditos em caiza de folha a 100 rs. que s a
caixa val o dinheiro.
Ditos de segursnea porque evita incendio a
160 rs. a caiza.
Ditos de cera caixss grandea a 400 rs. a caixa.
Franjas de borlote para cortinado a 49200 a
peca.
Ditas sem ser de borlote a 29800 a pega.
Ditas estreita brancas e de eores a 120 ra. a
vara.
Penlts de baleia para alisar a 240. 280. 320 e
400 rs.
Camisas de meis finas a 700 ra.
Capailas a ramoa pars noivaa a 49500.
Enfeitea de flores muito lindos a 4/.
Caivetes finos de duas folhtt ptra pena a
200 re.
Ditos de urna folha a 120 rs.
Agulhaa franceza o melhor possivel a 240 rs.
a caixa.
Eofeitea modernos pira senhora a Stj 6j.
Meias para homem a 140,160,200, 240 e 280
rs. o par.
Ditas para senhora a 240,280,320 e 400 rs. o
par.
Ditaa para menina e menino a 160, 200 e 240
ra. o par.
Fitas de linho a 40, 50 e 60 rs. a peca.
Lionas croxel nvelos grandea a 820 rs. o no-
velo.
E outras muitas miudezas que se vende muito
barato.
Caixinhas e cabazes para
as meninas Irazerem
no bra<$o.
Maito lindas caixinhas eeabazt* para meninas,
de 100 res sl 29500: na loja da Victoria, aa roa
do Queimado o. 75.
Enfeites para senhora.
Os melhoret enfeites pretot e de cores qae ap-
parece a 59500, 69 e 6|500 : na loja da Victoria.
na ra do Queimado n. 75.
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricoa sortimeotos de franjas pretaa de corea
com vidrilho e sem elle : na loja da Victoria, nn
rea do Queimado n. 75.
inhasde peso verda-
deiras..
Lichas Onaa de
grandea a 240 rit :
do Qiieimado n. 75.
peao verdadeiras, meadas
na loja da Victoria, na raa
Phosphoros d8 seguranza
Photphorot de eguranca, por qae livra de in-
cendio, a 160 ria a caixa: na loja da Victoria,
oa ra do Queimado o. 75.
Baleias para vestidos.
Baleiaa muito grande e boas a 160 ris ama :
na loja da Victoria, na raa do Queimado o. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho.
As melhores linhas de croxel psra lanyrintho,
no vellos moostross 320 ris am : ne le|a da Vic-
toria, na raa do Qaeimado o. 75.
Ricos espetos de
moldura dourada para
salas
Chegou para a loja da Victoria urna pequea
porga o de ricos espelhos de varios tamanhos para
ornamentos de salas, affiancando-ae aerea oe
melhores em vidros qae tem vindo : ns loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar.
Lia maito boa de todss ae coree para bordar, a
79 a libra : na loja da Victoria, oa roa do Que-
mado n. 75.
S.intos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos dourados para senborss a 2?20,
ditos de pona cabida a 49, ditoa de Ota a lj60 .
na loja da Victoria, na ra do Qaeimado n. 75.
Linhas do gaz,
Caixinhas com 50 novelloa de lioha maito fi-
nas do gaz a 900 ria a caixa, ditas com 30 no-
vellos a 700 ris, ditss com 10 novelloa grandes
a 7C0 ris, brancae e pretas: na loja da Victoria,
na ra do Qaeimado n. 75.
Candieiros de gaz
Chegou para a loja da Victoria os melhores
candieiros de gaz que tem vindo ao mercado, por
pregos commodos : na loja da Victoria, na rea
do Queimado n. 75.
ra.
rs.
Acaba de
chegar
novo armazem
BASTOS* 1860
Na ra Nova junto a Con-
cei$o dos Milita-
res n. 47.
Dm grande e variado sortimento de
roupas Teltas, calgadoa e fazendaa e todos
estes sevendem por pregoa maito modi-
ficados como de seu cosame,assim como
sejam sobrscaaacos de superiores pannos
e casaco feitos pelos ltimos figurinos a
269,289, 309 a a 359, paletots dos mesaos
pannos preto a 16|, 18J, 20} t i 249,
ditos de casemira de cor mezclado a de
novoa padroea a 149,169. 189,209 e 249,
ditos saceos das mesmaa casemiraj de co-
rea a 99,109,129 a a 149, ditoapretos pe-
lo diminuto prego de 89,109, e 12 j, ditoa
de aarja de aeda a sobrecasacatfoe a 12f,
ditoa de merino de cordio a 11|, ditoa
de merino chines de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 109,
ditoa saceos pratos a 49, ditos de palba de
seda fazenda muilo auperior a 49500, di-
toa de brim pardo e de fastio a 19BOO, 4f
e a 49500, ditos de fuatao branco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores s 79, 89, 99 e a i0, ditas
pardas a a a 49, di tai d ebria de cene
tinai a 22500, 39. 89500 e a 4|, ditaa da
brim brancos flnaa a 49500,5f, 99500 o a
69, di tai de brim lona a 59 o a 6$, colla tea
de gorguro preto o de corea a 51 o a 8f_
d toide casemira de core pretoi a 42509
a a 59, ditoa de fmio branco o de brim
a 39 e a 39500, ditoa de bria lona a 41,
ditoa de merino para luto a 49 e a 490O,
caigas de merino para lato a 4|500 ea5f,
capat de borracha a 99. Para acrrate
de todos oa tamanhos: calcas de caneaira
prefa a de cor a 5 J, 69 e a 79, di laa di laa
de brim a 2f 39 e a 39500, ptletola sac-
eos de easenra preta a 61 a a 79, dita*
de cor a 69 a a 71, ditoa de alpaca 0889,
sebrecasacos de panno preta n 129 a a
14, ditoa do alpaca o reta a 59, 8asate
para menino de todas ae q a alidadas, ea-
misas para meninos de todaa ae tsananas,
metos ricos vestidos de cambraia feilaa
Era meninas de 5 a 9 anaea cea eiaea
Dados lisos a 89 e a 12f, di toa de farpa-
rao de cor e de lia a 59 e a 9, ditaa 4a
brim a39, ditos de eambraiaricameau
bordados para baptlaaec,e anille entran 1
fazendaa a roapaa fritat que deizaa eV
ser mencionadas pela ana grandeqacau-
dada ; assim como reeeoe-ee todaa qoal-
qaer encommenda do roupas para aa
mandar manufacturar e qao para ante i '
tamos am completo eortlaaeato de fszea-
d,,,.d,ffl0 Ba grandeaatelna de al-
falate dirigida por na kanfl aeatre ana
pela ana proaptidi cnerfoicioaadadei-,
xa a desojar.
Largo doTer^o
numero 23.
ata batatn

O proprietario deate
Ihado eat resolvido n
maia baratos do qne na antea nelnaar
afiangando-se a boa qualidade, atamn iaalez
a 800 e 900 rs. a libra, So frtnasa aa nafra ao-
va a 680. o da velha afU, baan < parco reo-
nada a 400 rs. s libra, atalas salta novan n 149
a libra, ea gigo faz-so abolanme, tearioan ta
Litboa muito novo a 240 o 289, anease da vopar
a 29700, de navio a 29400, carvajo das lilil
marcas a 500 rs. a garrafa ; sanea come en vea-
dem outraa muitos gaeran pecteaenaian a ena-
ihadae, ansia como cal, arrea, velen
macote e carnaaee, n Baalaente ne vi
ratissimos no acreditado torrador m la
1 Tere 33.

-r
Bal


6
DUMO
O ~ QlXMXTk IBA MI M ABWL DB lia
i
NO
ARMAZEM PROGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
largo a Penlia
Vende-se oeste armazem de moihados os melhores ge-
nero que vera a e.te mercado e por menos 5 a 10 por cento do que em ouira qaalquer prte,
.arantindo-M a boa qualidade, por i.o rog,-sa a todos o. 9r.. daprac., de eogenho elavradbre*o
vorde BMdMMD sua. encommeoda. ao mazem Progres.o, aflm de verem a differenca de
preco e qualidade que faz, te fessem comprado* em outra qualquer parte. ^
e^lumelnto? eiA d9 primeira 1ualidade 800 e 1000 a libra, e tm barril ae (ara
^uMg t aneeia. miJ noTa. 70 ^, Ubrt e barril> n
af*l. J*^8^ mais ,uPe"of .ue ha no mercado a 2*800 2*500. a libra.
na uxvm imilull0 a pB-ita| ieU ni 8upiori(.,de a s|000i e 2JJQQ UbM.
o na nrevo HBic0 Bara og doeoleg ^ ^ trsUm com a honBeop8tbltl, 21500, llbTt>
^fueijoa ao ireiaioehtged0laaile lltlB0 Tapora JJ800j dito> ^ ^t no,Uimo
Bario aWxXI **
^|ne ja ^ ^onariaos e que ha d9 bom Bwlt genero (l000 a lan | em ^^ ^
v J p*a.o 0 mall aperfor que tem vind0 a egte mercado a jjjoo a 1H)ri#
rrexanto ina;\ex pava fiambre Knn ....
i^l. r*""* ** m>ito novo a 500 rs. a libra, e em por-
clo ae far abatimento. .,f
^wiieieas lagiezas propras pira flambre a ^g r, a libra, em 99t^%, 700 r,
n 00 riinO da laparior quaidada a m # a ubre etot.iro, a 440 ra.
v a ame 0 ine,nor peiuco qua p6de hayer ertar a K j ^ |ft
em porcao a 900 ra. r
lOaeinnO aO reiUO mait0 nQvo a280rJ a ,|Dra> e em barril de 3 arroba a 7*000.
Cnouricas e pavos de lombas ... .,_ _.,
* r v 640 ra. a libra, em percio menio.
Latas com ehonricas *
a ou,ftn V"j promptas para se comer viuda a primeira vez a este
mercado a 2JO0O cada.urna
ftanW AC POtCO retlUaAa W Uto. por 4*500 adau...
BanVia de porco muto flna alTa M80r. ,llbra# embmil a400tr;
Mar melada imperial d0 afamad0 Abret e de outr01 mtiloi fabfUMtM ^u**
a fjuo rs. a libra, e em porfi se faz abatimento.
Latas com tratas ae anee em calda
~ w wv^.v van vuttA como se.ao p8ra d,mtie0a pa-
cego, alpexe, e giDga, a 800 rs. cada lata.
Marmclada d- alperxe em Utai d611bra por um ca(U UBJ.
Latas com ameadoas conteltadas C0Btend0 Bsli confeitos aMUCar
candi, muito proprio para mimo, a 2JO0O cada urna.
Doce dac%sca agolabaBu!toflnOia800rs.eemporQSo8efalabatBOTto.
^ 89! V eWCalaa de differenle. pi.lld.de.." em lata. d. t$ e 5 29500 cada urna.
Carto* coa bollo Crancex proprio, para mimo a 560 rf
Patsascm cabana de libras muil0 no? V0Tim<. relalho a
480 rt. a libra.
Figo?* *a e mmadre muit0 aoroii em CIix8, de 8 HbriS por j^qq, dita, cott t
por 1J500, ditas com 2 muito bem enfeitadas por 900 rs. cada urna e a rotalho a 320 rs.
titira
Vestidos a 3J0Q0 e 2^500
ra. babados a 3 2*500: a ra. da Imp.^ri.
n. 60, loja e armazem do Pari, de Gama &
<
. Sta%abordadas a 2^500.
VeiM^M>Wias bordada, multo bonita, a
.* jaldes do Pavo/
Vmie-M balee* d bramante fraei com ar-
co. ieMo o. q. tem melhor armaeSo ralo di-
**""*** d* S*6" : rda lojpwa-
tn... 60, loj. armzem do Parfo, de fiama
or Silva. '
, Saias com arcos de linho.
V.ntte-se a acreditadas saisa com neo* de li-
nt q.e f.rem a* ver, de brtio a SJtOO e a 4*
cada mam, ata fatenda a hr na loja do PaSo :
ra da Imperatrii a. 60, loja a armazem de Ga-
ma & Silva.
Madapolo a 3$.
Vaoda-ae .ttja da madapolo eafeataflo com
14 jardaa a 3a a pe;.: na ra da lmperatriz n.
60, loja e armazem do Pa vio,.
libra.
ErVilnas Crancexas c portaguexas em lltal d9, Iibri, por 640 .
ditas em meias latas a 500 rs.
3&*$*de tomate em ,,, de, libra por m I3
\meadoas de casca mole maUo noya3, m r. a libra
IXOZeS a 120 rs. a libra, e 3*000 a arroba.
\taeixas Iraacezas e m l4la com 3 libras por aj80O( dita8 com r 1(2 por l500i
\meixas ^ortngatias. 320 libta e am caiia M Wii abaliment0.
-bocivate bespnbola i$m dit0 fraDcei a ism dil0 porlB ,' 800 ra> alibra
ananc/i-se a boa qualidade.
liOlBXinUa de 80da em latM com diff9rentes qUudade3, a 1J440 rs.
-&<& B para Svpa ietria> mscarf e talharim. a 400 rs. a libra e em caita por 8JO0O rs.
lr&lllOS ae aeateS iIid sereas em frascos com j e 1[2 jbri por W() rs<
a IJOIO francez para i,mpar facas a 200 rj cada um> em por?ao M ax abatimenlo .
ooiaxlnaa aglcza a mais nova d0 mercad0 a 32g rs. a iibra em barrica a 4*500
mm p8ra engommar, muito aira alOOr. a libra e em sseea se faz abatimento.
9feixe
. Pota em latas das melhores q.alidades de peiie que ha em Portugal a 1*600 rs.
pe ma s.perior de cincoeseis reapor libra a760 r. .em caita,a 740ra.
&araU&UaS e Nantes em latas maito oras a 400 ra.
reiXe atam de guperi0r qualidade a 120 rs. a libra e em barr, coa 3 arroba, por 7J.
rXieite doce
* ^ refinado de differentes marcas e o mais saperior que ha a 800 rs. a sattab
e em caita a 9$
w i naos engarratados d0 duq,ia -d0 Porto e de 6utriS muilaj mareag acrediiada$
neste mercado a 1*200 rs. a garrafa eem caita a 12*000 rs.
O Cm pipa Porl0f pigaeira e'*Li,,oa a 5^ agarrafa eem caada 3*500, 4* e 4*500.
** d "i acreditadas marca* a 5* ra. a duzi, em garrafa 500 r.
lP*pagae das marc mas superiore. qae ha no mercado a 15* e 221000 rs. o gigo
Cogaac iaglez. XOtm ., cai, 1200 r,, gamfa
Geaebra dC RolUada verdadeira em frasqueir. a 6*000 r,.' e o Jra.co a 560 r..
a,naT** ao-Kigypto a 640 rs, a libra, em caiX0bag com.9 a i0 iibras por 5.
ijceneora iagleza, lQm a dtIia e a r6talb0a 1940O a garMfl,
balitas do gax. ^ rs.. groza
c** refinado em pote, graodfls a 500 rs. cada om, em pof^lo .a far abatimento.
*_*aie laradoo que e pode desejat ueste genero a 320 rs. a libra e em arroba a 9J500, dito m ais
baito a 280 rs. a libra e 85OOO arroba.
sevaninna de FraBO a mall noTa dft mercad0 280 Is a llbra em 5o aa f b ti_
ment. r *
^Titn.ilo noro e alvo j 320 rt. a libra.
anana doreine dsa marcas SSS e galega a 140 rs. a libra.
lltta do Haraoblo aira ebeiroza a 160 r. a libra e em arroba a 4*800.
Herv\as nett mxAi0 B0TM,, 160 ra a lbta#
Velas
^mm" da carnauba refinada, a 400 r. a lito e em arroba* 12*000. .
AArlie doee de Lisboa^ 720 ra. a garrafa, afunca- se a boa qualidade.
Vinagra) de .boa a 240 rs. agarrafa, e sor caada a 1*800.
W 10nO eberez 196OO a garrafa a em caita a* faz abatimento.
UltO v,tu*t a m*i*Mporrar que ha 00 mercado propio paramiiia a 640 r*. garrafa e emoa-
caoada 4f800.
Por hoje dei fio. ao mea repretarto at a czvegada do primairo rapor rindo da. Europa, pe*
buM esero aove aottimento e nao serei pregui;*.* em o publicar .0 re.peitarel publico.
Grande pechiacha em cortes
deTettido* na loja do ParSo.
?ende-M flolaalmos corte, de cmbr.i. bran-
ca bordados com S babado. grandes a de das.
aaias pelo baratistimo prego de 4*. ditos de cam-
braia de seda com babado. bordado. 4*500, di-
tos de phantaala fazendaque sempre ae vende
por 12* palo baratiisimo prego de 6* cada nm :
na roa da lmperatriz n. 60 loja a armaz.m d"0
Pari, de Gana & Silra.
Brilhaotiuas americanas.
Vende-ae brilhantkias americana can ndis-
simas cores sendo fazenda intekamenle dora e
moderna da 4 1(2 palmo, de largura a 400 re. o
corado ; na raa a lmperatriz n.. 00, loja e ar-
mazem da Gama & Silva.
Para meninos a 4#500 rs
Vende-ae vestidinho. de ceda par. menina. *
dito, de fastao qara meaiacs maito bam enfel-
tados pelo baratiaaimo pregoyde 4*100 cada um :
na ra da.lmperatriz n. 60, loja e armazem do
Patio.
Gorguro de liaho a 280 rs.
Vende-ae gorgoreo de linho da quadrioho. a
mesclados proprios para seohoraa e roupas da
meninos e meaiaaaa 280ra. o corado: na raa
da lmperatriz n. 60, loja do Pari, de Gama &
Silra. -
Ra da Senzalla Nora n. 42.
, VBiid-8e em casa da S. P. Jonhston & C,
Bellio e silboes inglezoa, eaodieiros e eticaos
bronzeados, lonas ioglezas, fio de-rea, chicotes
para carro* e montana, arreios para carros de
um a dous cavalloi, e relogios de onro patente
Snglex.
tende-ee ama cana de reato guarnecida
de.ols.com argoia. loros para aportar: as
Cinco Postas n. 60.
para anios.
iSeiwala N
' Na ra da Cambo, do Carmo loj. n.
i 2, veode-se toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phantbaaia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, az-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da-arte.
Taixas
para engtiho.
Grande reduccao nos precos
para acabar.
Braga, Son & C tem para render na ra da
Moeda taixas de ferro caado do mui acreditado
fabricante Edwin Mavr, a 100 ra.- por libra, a.
mesmas que se veodiara a 120 rs. : qnem preci-
sar dirrja-se a raa do Trapicbe n. 44, armazem
da fazendas.
r" Soehall Hellors & 64 t.ndo recebid or-
dena para vender o seo creacido deposito da rslo-
gio. rirto o fabricante ter-.e retirado do nego-
cio ; convida, portanto, speMoaa que quizeram
posauir um bom relogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portunldade aem perd. da tempo, para vir com-
pra-loa por commodo prego no sea escrlptorio
raa do Trapiche o. 28.
Argolas de ac para chaves
vend.m-ee i 200, 240, 320, 400 e 500 ria, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 10.
Froco fino, e seda frouxa para
bordar
vende-se na roa do Queimado loja d'agaia branca
a. 10, onde se achara completo aortimento.
' Venda-se na ra da Senzala Nora n. 37, al-
guna trastes de urna peasoa que se retira.
Exsteit.
Na ra Nora loja francesa n. 11, para render
muito barato ama bonita cadeirinha e um ele-
gante pslanquim : aa pessoas qae precisarem de
qualquer delle. nao podem achar melhor occa-
so para compraren) bom e barato.
Carteiras com agnlhas.
Aloja d'agaia branca acaba da deipachar car-
teiraa com agulhas de mai boa qualidade, o es-
colente aortimento, e ssesti vendendo a 500 rs.
cada orna ; assim como re.ebeo igualmente no-
vo aortimento das agulhaaimperiaea, faodo dau-
rado, que continuan a ser vendidas a 160 ria o
papel, isso na raa do Queimado loja d'aguia
branca n. 16v
Charutos da Ha vana.
Vendem-se charutos da Havana d-
superibr qualidade em casa de N. O-
Bieber & C. successores, ra da Cruz
n. 4.
Obras de meta, prateado.
Em casa de N. O. Bieber & C". succes-
sores, vendern-se apparelhos completos
para almocp, porta licores, garios, fa
cas, comeres para elie sopa, galhetei-
ros, copos e outros muitos objectos des-
te bem conhecido metal, pela sua boa
qualida ie e duracao : na- ra da Cruz
n. 4.
Novo sortimento de cascarri-
lhas de seda.
A loja d'agaia braeca acaba d*recebar un-doto
e bello aortimento de caaearrilhaa da seda'd*
multas differentes cores, e raude-se i 1*100
a 2*600 re* a peca, na roa do Queimado loja
d'agaia branca n. 16,
Meias pretas de seda 1:000*
o par.
VBde-.e*a*iaj paje*. 4eacd*. e^ d*>
Vendem..eq* ra.da SaoR.la Nora n. 30, cai-
tinbaa com doce por prego commodo, raconnan-
darei. para oj irjo.de prodarto.
Relogios.
Vairie-s* em casa da Jotnston Pater & C,
. m do Vigario n. 3, um bailo sortimento de
elogios de ouro. patente iogUz, de um dos mais
Jtoalos fabricante da Liverpool; tamben
urna varieJaa da bonitos tranceHins para os
mesmos.
. Potasa da Russia
Vende-se emeasa deN. O Bieber &
C, successores, ra da Cruz n. 4-
1IVM
sem segundo.
-arTVxU!ld de Jos de Azerodo Maia a Silva, est rendando
fidd'oi" ** Pr pres* i "bi<,0 *-
Croza. depennas da ago de todas aa quall-
dade.a n
Novelo.de linha qae pelo tamanho a todo.
admiram a
Caita* da agulhas francezas a
Caita, com aiflnete. maito fino. .
Wfxas com apparelho para entreier me-
nlnoaa
Dita, dito* grande* a
Btolhosportuguezes a 120 a
Groza de botes pequeo, para calca a
Teaouraa para unhas maito fina, a
Dita para costura muito superiores a
aralbos frsncezes para roltatete muito fl-
noa a
Agulheiros com agulhas francesa, a
Caivete, de aparar peona, de 1 folha a
Fe$ae de tranga de la com 10 raras a
Ditas de tranca de 13. de toda, as cores a
MENOS DEZ POR CENTO
NOS ARM4ZENS
ipia(eiaisiiiifi)
DE
500
130
120
0
240
500
200
120
400
400
Pares de s.patoa de tranga de lia a
Cartas de alftoetea franceze* a
Pare, de ltzvsa fio da Escocia multo finas a
Dilaa ditas brancas gros.ar a
Escoras para limpar dente* muflo finas a
Hasso. com superiores grampo* a
Cartoes com colxetes de algura defeilb a
Dfto.de ditos superiores 40 e
320
80
80
200
800
lftfJO
100
200
40
20
60
Dedaes de fundo de .50 maito superiores 100
Eofladoree para vestidos de senhora eom *
rara* a 90
Caita, com cohetes franoezes a 40
Cartas de alQoetes de ferro a 80
Charuteiraa muito finas a 1*000
Tioteiras de vidro com tinta a 160
Dito, da barro com lint, superior 120
Areia preta e azul muito fina a libra a 120
Tanho nova remeaaa de labyrintho para vea-
r pSF-lodo pr5<>' ",,m mmo ,TOho trancas de
seda differentes corea para vender par todo d-
nneiro que offerecerem.
Muita attenco.
Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
perador n, 40, vndese roupas feitas
de todas as qualidade* pelo! presos
mais baratos possiveis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os freguezes com-
prar porque pecbincha.
Algodo da Babia.
Proprio para roupa de eaeraroa e saceos de as-
sucar : vende-se na rus da Cruza. 1, escriptorio
de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
que ven do Rio, em litas da urna libra por 19800 e
em porcao
95a#
Roupa feita muito
barata. o
? Sobrecasacoa de paono preto muito fl- B
k no, paletota de dito, paletota de caaemi- a
(ra de ed, dito pretos, dito, de fustio, 5
dito de ganga de corea, ditos de brim 9
i de cores e braocos, calcas de casemira g
I preta e de eor+m, dit.* do hrim branco e 2
[ Je cores, dita, de gangas, colletes de W
i ralbado preto e de cores, dito, de gor- 9
i gurio, ditos de fusto.ditos de brim brao- Sa
Sce, camisas de linho, dita* de algbdio *
brancas e de corea, seroulas d linho,- 9
f ditas de algodo, chapeos de sol de seda $$j
> ioglezea os melhores em tamanho e qua- ra
lidade, lado se reode por barato prego a
dinheiro avista; na loja dis 0 portas ra ^
j do Queimado emfrente do Lirrsmento, A
k est aberta at as 9 horas da noite.
Caivetes finos pa-
ra pennas
Caivete, finos para aparar penna, de duasfo-
Ihas, a 200reis cada um : na loja da Victoria na
ra do Qoeinadon. 75, junto a loja de cera.
Cahinlias para confeitos e
prsenles.
Muito lindo sortimento de caitinhas muito lin-
das para se botar confeitos ou mesmo com ellas
razias se mimosear urna menina, pelos barats-
imos pregos de 320 ate2*500 cada urna : na lo-
ja da Victoria na ra do Queimado n. 75, junto a
loja de cera.
Quadros de moldara deli-
rada e preta.
Lindosquadro.de moldura dourada e preta,
com estampas, pelo barato prego de 5* que s a
moldura ral o dinheiro: na toja da Victoria a
ra do Queimado o. 75, jnnto a loja do cera.
Panno de algodo da
Baha.
Vende-ae no escriptorio de Antonio Luis de
Oliveira Azevedo de C, faa da Cruz a. 1.
Novos e lindos
enfeites para vestidos pretos
e de cores, e roupinhas de
criancas.
Em apropriadOs, tempo receben a loja d'aguia
branca um .bella completo sortimento de enfei-
tes de seda para vestidos pretos e de corsa, e rou-
pinhas de criatigas, endo trangas e bordados de
ooros e liado* desenhos, a difficis tecidos, com
os quaea Jij|gajn om gosto e moderoisslmo en-
feitar qnal|.g( vestido ou roupinho de crianga.
Ao passo que ditos enfeites a todos geralmente
agradaas, esmmodidade dos prego anima ao
comprador,, esta verdade aeri verificada por to-
doKue t^ttigiren f dita loja d'aguia branca
raa do Queimado o. 16, cujos preM eatao mar-
cado, as amostras, as quaes afdrio com pe-
n ores.
Vande-seoeisp p|ens4esed, e- dattSml-bd*] LuvaS (le pellica
qu.dadi, paraelfcl>a\ padres i IfDOO o Brancas e de cores para hornero e senhora, che-
par, por eslarem principiando a mofar, e estando sidas ltimamente por 2S500 rs. o par : nr loja
ellas calcadas nada se coohec, na raa do Quei- 5
mado loja d'aguia braeca n. fl.
Loja do beija-nor da ra do Queimado
numero 63.
Veodem-ie luat de pellica d Jouviu brancas
e pretas para senhors a hom.m, chegada* peU
ultimo paquete.
do fiado n. ra Nova n.
Ra da Senzalla Nova n. A%
Neste estabetecimento vende-le ta-
chas de ferro coado librm llOrs. idem
de Uw Moof libra a 180rs.
DLAMTE C.
36 ra das Gruzes de Santo Antonio 36.
Os nronriflt.rin. a I*>,T lo Carura 9
sos I^CSS moihados partcipa.^ sao,
o. memores gOT."^3g?jygJ* *" ae a.proprneoco. _
p.ra os ecolherem, SvX&TESTJSLIT*"1" ^ ^""l Pa*' Um*'
roaj.-ae a lodos os Srs. da pracl di ZnSL. iP -? do.qa oaVt (',,lk^M, P"*' "
^nossos armazens, aflm Krera aSn, "S? 1 *" "***"* "B*
Manteca i na fezT, 2J" '2** me lBKm* >""
hrii abatneS. de *mira V***" 8M 1 r*. Hbr. a Inrril s.
Cha hvfwin^r*ne*a *mais **" 70 n# a mm e m b,rril' n'
Cha hitV' atS mp****** !* nwrc8d0 a 2M00 2soo lbn.
Ch J111 0,a h"da nM,n0rn< 8ero a 2*500 e 39000 a libra.
rha. h^I?.vUit0 superior 'ind0 a prnwir'VCT aonomenad02200 a ,br-
>i IljbSOll onelnor
se far abatimenlo.
Queijos suissoe .^gUfwior.mi, UmM.mit^mmmitfttt
pit"P1!fhr?"a"t"**~* '' m..i*oa.
l^'yW^SST-r -< ne p..-*.
t^n.1^^8 *dt?rsos -iMbog. val, sardo, pargo. pescad, cavalla, linfas
dos fritos, atn marenrfo, robllos e lulas de tgeUda;de 1*300. 39000 a Isa.
!eTe0 ^J" 'I0 malto S2? n W 95* k
tamos para 240 rs. a libra e 6*500 a arroba.
Ba n h a Ce por CO em Utas con lO libras por 400 e 480 a libra.
I1^a?JmReraI de td" --* U*h a.
I new e 3 libras a 750 ra. a libra
Latas coia frutas em calda
xe. ame*. g"a, .7^ f^T^^ ** t""*' daiMSe0' **
AJarimirada de Aperce em i,us de 2 Hbm por 1*000d....
Doee da; casca da goiaba 700 rs.. poerio m .bamn,.
lJJCeS SeCCOS # flerentes qualidades en bcetas nuito bem arraojadas a 3*090.
loaras as mais superiores que ten vindo ae mercado en caixinhas elegaotenente ea-
eiladas a 29500 e 000 rs. a libra
Paseas era caxnhas de 8 libris .29500ooors.. ibr..
t IgOS da COlTiadre mul0 novos m cixinha de 8 libres e nuito bem enfeitadas o
a 2*200 e 320 rs. a libra.
tfrvilhas francezas e portuguesas a 64o 720 rs. a uu. .
MaSSd de tomarte em latas de 1 librra a800 rs.
Amendoas da casca mole .uo novas a 400 rs. a ibr..
I^lOZes nuito novas a 200 rs. a libra.
meixaS francs tS 8m U|.e*n 5 libras por 4000e a 1*000 a libra.
CIl >CoIate tiespanhol a 1200, fraacez a 1*000eportugus. 800 rs. alibra.
Bol Xnha d SOda enlatas com differentes qualidades a 19400 a Uta.
MaBSaS pa ra SOpa macarrao e talharim a 240 rs, a libra e a cala por 59000.
vWlXliluaS mut0 bem enfeitadas com pevide, rodinha, eslrelliab, etc. a 700 e 800
ailtOS liX IUOS para denlas em molbos com 20 macinhos a 200-rs.
erCjaS em frascos de libra e rneia a 700 rs.
IJ^OlO Jf TrinceZ para limpar faets a 180 rs. eem por?ao se far abatimenlo.
Sspermacete Superior sem averia a 740 eem caixa a 760 rs. alibra.
Sardinhasde Nantes muito novas a400 e6oors.
Alpiste muito nova a 180 rs. a libra e 5*500 arroba.
AZeite doce refinado de divergas mares a 80U rs. a garrafa e 99000 a dnzia.
oOlaclUlllia inglezaa mais nova do mercado a 300 rs. alibra o 49200 a barrica.
CrOlta muito alva a 100 rs. a libra e 2*500 arroba.
VI al U OS engarrafados duque do Porto, g enuino. Porto fino, madeira seeca, Careavallos, nc-
tar, feitoria, velho secco, Muscatel a 1*200 a garrafa e 129000 a duzia.
DI*08 empipa Porto, figueira e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa ede 4*000 a 4*500 a ca-
ada.
(SerVt jaS das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia.
Ch mpatlhe daS marcas mais acreditada que h no nercado a 149 e 209 o gigo.
Cognac ingle/, a 109000 a caixa e 19000 a garrafa.
Ginebra de Hoilullda verdadeira a 69500 a frasqueir* e 600n. o frasco.
Azeita as en ancoretas as melhores que ha no morcado a 2 e a 400 rs. a garrafa.
Dita ingle Za d 99 duzia e 800 rs. a garrefa.
! \ llt S do gaZ a 29500 a groza e 240 rs. a duzia de caixa?.
S 1 retinado em pacotes de mais de urna libra a 240 rs. o en porpo lera abatimenlo.
Cafe do Rio o nelhor que ha no nercado a 320 rs. alibra e 9*000 a arroba.
Seva lilllia de Franca amis nova do mercado a 240rs. a libra.
'Sagli muito novo a 320 a libra.
Farinha do Maranh&O mnito alva e nova a 160 rs. a libra e 49800 a ar-
roba.
Velas de carnauba e de coinposico a4oo. aiibra a 129
a arroba.
Vi nagre purO de Lisboa a 240 n. a garrafa e a 1*800 a caada.
GrS.0 de bl'CO muito novo a 200 rs. a libra.
''eras Seeca eiB caixinliafi de oito Ubraai 295OO o a 640r*. a libra.
.Marrasquino vwdadeiro de zara, de limone, cal, menta, ganepro, maodol'anara,
curacn, rosa sublime e outras qualidades de 19500 29 garnU.
Bat BtaS en gajos de una arroba por 29000 e 80 rs. a libra.
Comnho.S os nais novos do mercado a 800 rs. a libra
Er Va doce mnito nova a 400 rs. a libra.
Canella superior a 19 a libra.
kj il a mtOS verdadeireaiwpeTiore* a 2* a eaixinba de 50.
Salmn em latas m do*. Hbraso naisbetn arranjado que tem vindo aa mar
cad6l9400. m^
IVlailtega em fataS com 4 libras a melhor do mercado lacrado ermeticamente
39200 cada urna.
Vinagre em gamoes com 5 garrafas de supaiior qualidada a 19200.
Arar Ufa Terdadeir* muito nova a 820 alibra.
Alto uestes generas encontrar o raspeitavel publico em naasos v
minenio de tudo tendele a raolhadc*.
.a;T *
.......
.1


-


pumo j)k mmtmw m qk+j* eiiba nm^-tmL
-
/.*'" ,-t..-. ===:


'

.''
A
Atten^ao.
rrafas, Vermouth superior e vlnho d*Bord*sux
varias qaali 'dei : en cm de J. alendibinr*
& C, rna do Trapicha n. 24.
Oh! que
cha!!!
le*!-
N loja da raa 4* Caaetd do ReclTe m 55. ven-
dem-ioluvii pretildo Joevin, aeaim como brao-
cs de rtr de eano; a ellai totea que te aca-
ben

Vendem-ie palito* Hchadosje folbeadoe, fiooi,
para dentei, dona mass'os com 40 maaslnhoa por
40 1
Grande
liquidacao por todo
o prejo,Haljt co-
nhecida loja do Ser-
tanejo.
Ra do Queimado n. 4o.
Barato que admira.
Chites escuras tinas a 160, 180 e 100
n., cortes de vestido prtos bordado! a.
Talludo pelo baratissimo preco de 859 a
659, ditoa adamascados a 509 e 360, sah-
das de baile de velludo e aetim a 159 e
169, camiaa para senbora a 3j e a 45,
goliiahai e maoguitoi a 29500, 39500 e
49500, ollinhas de cambraia bordada a
720, 800, lf, 19200 e 1(500 lT, ditas de
016 bordadas a 240 rs., caaaveqaea de fua-
tao a 69,7f 8$, meiaa de aeda brancas
e pretaa para aeohora a 19800 o par, ti-
ras de babadoi a 800 e 19, Iaide quadro
enfettada 360 e 400 re. o covado, cam-
braia preta a 440 e 480 n. a rara, orgao-
dys de corea a 680 ra. a Tara, 816 tran-
co adamascado para cor lina do e vesti-
dos a 480 e 540 ra. a Tara, corles de col-
lele de casemira bordado prelos a 39 *
395OO, ditos de Tellodo de cor e pretas a
49, 59, 69 e 79, paletots de brim braoco
' franceze 49 e 49500. ditos de casemi-
ra de corea pretoa a 169 e 189. ditos d
alpaca preta e de corea a 3J50U, 49
49500 e 59, camisas de peit de 11 olio
29500 39, corlea de colleto de gorguro
de-seda a 18800 e 29, 2g500.39 e 49. col-
lele feitos de brim brinco a 29 e 29500,
ditos de gorguro a 39 e 4g,ditoi de caaemi-
ra a 4g, 45500 e 59. ditos de velludo a 69.
79 e 88, ditoa de fusta o de corea a 1J500
e 13+800, meiai de la para bomem e ee-
nhora, dita de algodio cruaa para ha*
mem duzia 19400, 19450 e 39200. ditas a
39, 49 e 5$ a duzia, ditas para menina a.
29600 e 2&800, duzia finas e direraoa ta-
raanhos, ditoa para manino a 29 e 2S500
a duzia, pecas de algodio a 39800, 49 e
49500. chitas fraoceai fins 1 240, 280,
300, 320 360 n. o covado, fil borda-
do e liso, grinaldas braoeaa com ramoa,
chalea de troco, espartilhoi, chapeos de
castor para homam, pannos para mesa e
um Taado sortimento de roupaa feitai
que tudo te vende por baratissimo prec,o.
6
Chegou para a loja da victoria, candieiroi a
gax de noroa gostoi e modelos, tanto para sala,
como para escada e quartos e pare outraa nanitas
cousas: na loja di victoria na ra de Qeaimado
o. 75.
Vinagre a 1,200.
Vendem-ae garrafaa cheio com 5 garrafa de
vinagre a 1*500 sada um : na traveisa do pateo
do Paraizo o. 16.
Engenho venda.
Vende se o engenho Harmona, na freguezii da
Eacada, perto da estrada de Ierro, asifm como
outro engenho que o preprietario est levantando
oes ierras da que He, tero asa de vi venda, boas
trras, e tudo o aais neceisario pora produir
boas safras, os permuta-as por predios neata
praca : tratar com o proprietario no meamo
engenho, oa na rea do Trapiche n. 14, primeiro
andar.
Vndese farinha de Fontana
chegada neata semana: no armuem de
Vicente Ferrara da Corta, Forte do
Mato.
Ricos
i ada
corte de vertidos braceos
bordados.
Vendem-M ricos cortes de vestidos btaocos
bordado cota 8 babadoa pelo baratissimo preco
de 59 o corte: na rna do Queimado n. 22, na
bam coahecida loja da boa f.
Camisas inglezas.
Vendem-se superiorea camisas iqgletas con
pregas larga* pele baratissimo preco de 359 a du-
zia : a toja 0* boa f, na rna do Queimado nu-
mero 22.
Ricas gollinhas e punhos
com boloes


Gestinhas ou cabases para as
meninas de escola.
O lempo proprio das meninas iram para a
escola, e por isao bom que vio coaa postas com
atna das novas e bonita* ceslinha* que se vn-
dem ca ra do Qaoimado leja d'aguia branca
a. 6.
Fvellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
loja d'aguia branca acaba de receber por
i
Facas e garios de todas
as qualidades
Vendem-se dazias da facas e garloacom cabos
de msrfim o taiii fino que se pode desojar pele
barato preco de 169, ditia para aobre mesa a 149;
ditas muilo floaa de bataneo a 69400, ditas mu- 27000. a qual rende 1 li2 por cento' a<
to anas tamben de balanco e com doua butoea a 'Iaa o Trapiche o. 14 primeiro andar
79 ditas imitando as de balanco a 6$, ditas para
sobremesa fazeoda muito superior a 59500 e 69,
ditas eolreQnas a 29500, ditas psra meninas a
320. 400 e 500 ra. cada talhere alera destas qua-
lidades oulras rouitss que se vendem barato: n
ra do Ouaimado ni bem condecida loja de miu-
dezas di boa fama n. 35
amostra urna pequea quantidade de vellas
douradas e esmaltadla para cintos, todas da no-
tos e bonitos moldes, a tambem dourada que
pareceei de ouro de lei, o qu* s6 com experien-
cia ae conhecer nao o aerem, eitando no meamo
caao as esmaltadas, e assirn meamo Tendem-aa
pelo barato prego de 25500 rs. cada urna, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Palmatorias de vidro e de la-
ta o para v ellas.
I Vendem-se bonita* palmatoria* de vidro lapi-
dado par* vella* a 19200, edites de lati mu
oras e limpa a 400 rs. : na ra do Queimado,
loja da Aguia branca a. 16.
Peilos de fusto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-ae bonitos paitos de fusto lavrado e
trancado para camisas a 500 rs. cada um. azen-
da mui boa e encorpada : na ra' do' Queimado,
loja d'sgaia -branca n. 16.
Novo sortimento de tiras bo
dadas em ambos os lados.
A loja d'aguia-braoea receben um doto a lin-
do sortimento de tiras bordadas em ambos os la-
dos, e contina a vender baratamente a 19200
cada tira, outras de bordados muito largos a
29000, o melhor qoe possivel em tal genero,
lodaa ella*, pela largara que team, podem aer
dividida raeio, pelo que so tornam baratiesi-
mas : na ra do Queimado, loja d'aguia branca
n-16.
predio venda
Vende-se a caa de doua andares e sotao, mei-
sgua. no becco das Viudinhas n. 8, avallada em
o mez; na
. ha peasoa
autonsada pelo proprietario para effectuar a ven-
da da mesma casa.

Veodam-ae ricas golliobas e punboa de cam-
braia a fasta* rirsaiaaaq bordadas cosa liados bo-
loes, pele paceiiaaime preco de 29 cada gaarai-
&: na ra do Qaeimado u. J2, sa loja da
*.
Vaodam-s* bario* gordos a aaaasoa : no
engenho Juriassca, de Cabo : a tralar alli coa O
Sr. Domingo* Francisco de Soez* Leo.
Fazendas baratis-
simas
Superior bramante de lioho com duaa varaa de
largura a 29460 a vara, atoalbado da linho ada-
mascado com dnas larguras a 29500 a vara, brim
braoco de lioho muito superior a 1J440 a vara,
dito de corea, fnenda multo superior a 15, dito
pardo de linho paro a 800, 19 e 19200 a rara, di-
to de quadriahes muito proprio para calcas, ja-
queles paletots para meninos s 200 rs. o cova-
do, gangas freoeeta* muito superiores 400 rs. o
corado, cambraias francesas muito finas e de
muo bonitos padr&es a 260 e 280 o corada,
cambraia lisa muito fina a 4$, 5 e 69 a pega com
8 1(2 veras, cambraia com eatpicoe tambem com
81(2 varaa cada pechas a 49500, dita mnito supe-
rior o melhor que ha neate genero a 118500 a pe-
ca com 17 varas, ou a 800 rs. a vara, chitas frao-
cezae de mnito boas qualidades e de lindos pa-
drees a 240, 280, 300 e 329 o corado, Al de li-
nho liso muito fino a 720 a vara, tarlatana bran-
ca e de corea-a 760 a vara, loaihas de linho para
bmos a 79 a dalia, ditas pelludas muito superio-
res a 119a duzia, gollinhas de cambraia borda-
das 806 rs., manguitos e gollas de cambraia ri-
camente bordadas a 29 o par de manguitos cosn
urna golla, lencos broncos mnito fios com bico,
rende e labyrintho a 1J280 cada id, ditos de
cambraia de linho para atgtbefra pelo baratissimo
preco de 4, 5 e 69 a duzia, e aislo) um completo
sortimento de fazendas de todas aa qualidades,
que sendo a dinheiro vista se venderio por pro-
cos mui baiio : na bem conhecida loja da boa
f, na ra' do Queimado n. 22.
Barato assim barato de mais
Sa bonete finos.
A loja d'aguia branca receben urna creseida
quantidade de sabonetes finos para barbas, os
quaea covm a todos compra-Ios mesmo para
maoa, avista do diminuto prego de 39 porqaantn
ae est vendendo a duzia. Para aaliafazer-se aoa
bons freguezes se vender tambem am menores
porefos, porm quem maia comprar maia lucrar,
porque aaaim barato nao aera fcil tornar a ha-
ver, e mesmo agora a6 ha na ra do Queimadc
loja d'aguia branca n. 16.
Vende-** a a23* o quiatal: ai ra* de Quei-
mado laja de t*rragens a. 13 ; basa coma a* ven-
de ooaU wi loja u com*4eto ortisaento de
forrageoa a asindasas da lodaa aa qualidades, tu-
oa aor disafrtaie preco. visto o proprietario que-
rer entrar esa liqaidaco.
Camisas e cer o u las
Vendem-se suporioras ceroulas de linho muito
fina* pelo barato anco da-96# a doaia, dita* traa-
9*daa da algo***, man de moito boa quaaVdad*. a
179 a dada.camisss braoeaa (ftncezas a 229, -249.
26 319 duzii. ditas psra eninoea 2t| a du-
zia. dita* para hoan*o) com a hartura* de corea a
229 a duzia : na bem coahecida teja da boa 16
aa raa da Quaisnado a. 22. ""
Lencos brancos para algibeira.
Alada se vendem lencos brancos finos para al-
gibeira pelo beratissimo preco de 29400 a duzia:
na loja da boa f, na ras do Queimado n. 22.
Meias para senkora.
Vendem-se meias finas para senhora pelo ba-
ratissimo prego de 39600 a duzia : na raa do
Qaeimado n. 22, na bem conhecida leja da
boa f.
,| Rival
sem segundo.

Para violao.
Vende-se muito superiores cordaa para violo
pilo baratissimo preco de 120 rs. cala urna e
bordo a 160 ri.: na ra do Queimado na loja de
miudezas da boa fama n. 35.
Ricos sin tos dourados.
Vendem-ae ricos aintos dourados bordadoa pe-
lo barato prego de 29500 e 39: na ra do Quei-
mado loja de miudezaa da boa fama o. 35..
Papel de todas as qua-
lidades.
Vendem-ae resmas de papel de peto greve o
mais superior que ae pode encontrar pelo barato
preco ds 39400 rs., dito pautado de mnito boa
qualidade a 42500, oito almaco muilo bom a 39,
dito almaco greve a 3#600e 48800, dito pautado
a 49 e 495OO, quartos de papel ae core com 20
quedemos a 720 rs., dito braoco muilo bom a
19 e I92OO, dito de quadrinhoa a 19, dito pauta-
do com 40 quaderoos a 2f, camenas com iiapel
de beira dourada a lgOO, dita com nrelopea a
19 o oatraa mais qualidadei de papel que ae ren-
de barato .* na ra do Queimado na bem conhe-
cida loja de miudezaa da boa fama n. 35.
O bom e barato na boa
Sal de Lisboa. -
Vende se a bordo da barca portugoera Esp-
tanos, sal de Lisboa limpo redondo ; a tratar
aa raa do Trapiche n. 17.
Salitre refinado.
Vende-se na rna do Queimado loja de ferra-
gena n. 13, a 8*500 a arroba e em porclo se
vender por moito menos.
Liquidacao,
Braga, Silva S C, em liquidacao, convidam
aoa seus devedores a viren) saldar eeoe debito
dentro de 30 das, e participam que medidaa ter-
minante aero empregada* contra os que nao
comparecerem.
fama.
A
Vendem-se pentes muito finos de marfim para
bichoa vindoa de Liaboa pelo baratissimo preco
de 610, 800,18500, 1*800 e 29 cada am, ditoa
para alizar a 18600 e 2f, ditoa de bfalo pretoa
e brincos tambem para aliaar e maito boos a
500 e 800 rs., ditos entre finos a 280 rs., da-
zias de car retis de linbaa de 200 jardas de ns.
50 a 80 a 720 rs., grezes de boloes finos para
calcas a 240 rs., ditaa de loaca brancos e pinta-
dinhos para camisas a 160 e 240 rs., sgalheiros
de marfim muito bonitos a 800 e 19 cada am,
ditos de osso torneados imitando os de marfim a
320 rs., flgaa de marfim brancas e encarnadas a
310 rs cada ama, agulhetas de msrOm para en-
fiar a 240 rs., grozsa de bulea maito finos ma-
dreperla pira camisas a 640 e 800 rs., teeoaras
raocezas ayiiio Basa para coatara e cabello a
28 cada ama, ditaa com pequeo toque de ferru-
gem 1 19500, lionas de paso 1 100 n. a miada
ditas para bordar a 160, 200 e 300 ra., dita frou-
xa a 60 e 80 ra. e ontraa muilas cousas que se
vende por menos do sea valor : na raa do Quei-
mado loja bem conhecida de miudezas da boa
fama n. 35.
Perfumaras baratas ede
boas qualidades.
Veode-ae para acabar muito bona sabonetes
creme de amendoea em calzas de looca a 500
rs., fraseos com o bem tfonhecido sndalo a
I95OO e 29, frascos com banha transpaiente a
000 rs., ditos pathcholy a 640 rs caixinhas com
nove qualidades de extracto* e todos muito fios
a 29, ditss com 12 tambem multo finos a 3J200,
frascos grandes com agaa d colonia muito su-
perior e bem conhecida a 19500, 29 a 39, pastl-
lhas omito cheiroaaa de Laben para conservar a
roupa livreda traja a 1J esda pap], ditas do
mesmo fabricante propriaa para defumr a 29
cada canioaa, duziae de aabonetes muito nona a
600 rs. e oatraa martas qualidades que te vende
maito baritas na roa do Queimado na bem co-
nhecida loja de mindezaa da boa fama n. 35.
Colheres de todas as qua-
lidades.
Vendem-se duzia* de crneres de metal para
sepa da to boa qualidade que nada fleam deven-
do as de-prala pelo baratissimo preco de 109,
ditas ptrs cha a 69. ditaa de metal principe para
opa a 55, ditas para cha a 29500, comas para
tirar sopa muito superiorea a 29500 cada urna,
a>ditss para tirar sssucar a 800 r., alem de lodaa
salas colheres flnissimas ha outras qaslidadea
ordinarias que ae vendem barato na rna
iudo na bent conhecida loja dg rn.iu.de-
Mtfsfama 0. 35.
Bengalas
a 240, 320 e 400 ra. cada ama
po sobrado amarello n. 18.
na ra do Crea-
Guimaraes Luz, dono* da loja da miudetaa
da raa do Qaeimado n. 35, boa Cama, participam
ae publico qae o aea ealabelecimento ae acaa
completamente prvido daa melhore* marcadoriss
tendentes ao mesmo estibelecimaato, a muito
outros objecto de gosto, aendo quaai iodos rece-
bidoa da auas proprJas eucommendaa ; a estando
elle* inteiramente resolvidos a nao seaderem
Dado, afiaugim vender maia. barato do que outro
qaalquer ; e juntamente pedem sos saos devado-
res que lhea maodem oa veoham pagar oa seus
debitas, too pena de serem iuslicadei.
Agua ambreada
para banhos do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia brenca ababa de receber
remessa da proreitosa e mui procurada
ambreada, cajo* bon* effeitos da refrescar
lia, tirar o ardor que deixa a navalha querido se
fas a barba e acabar o mo balito proveniente
do transpirar sao j bem oonhecidos, asslm co-
me dss senhoras por Rio andarem ao Sol faz
conservar perteitamente o brilher do rosto. lo-
dos quanlos tem usado d'agaa embreada nao aao
estranhos esse* effeitos e elles serio sinda maia
coobecidos por aquetle* que munidos d* 19 se
dirlgirem a loja t'tgaia branca raa do Queima-
do b. lf, onde nicamente se rende.
US toa do Qasimado n. 5, defroste do obrado
novo, est dsposto a vender todo por prego que
admira, aselm como saja :
Fraacoa de agua da larand* maito gran-
des a
Sabonetas o melhor qae podo hivir a
Ditoa grande* analto finas
Frascos, coa chaires maito Saos a
Dito* dito* muito bonitos a
Garrafa4* agaa celesta o melhor a
Frascos com banha mnito aperior a
Ditoa dita de urco finisiima a
Fraseos da oleo babosa ton chaira a
Dito* dito dito a
Ditoa dito alto a
Ditoa para Irapar a cabeca s tirar caspas a
Ditas dita philocome do verdadeiro a
Ditos com banha transparente a
Ditoa com superior agua ds colonia a
Dita, basaos grandes a
Fraseos da macaca oleo a
Ditoa da opiata pequeos s 320 s
Ditos da dita grandes a
Tem am reato da tarando ambreada a
Liaba branca do gasa 10 rs., a traa por
dous.a fina a
Dita de carta* Pedro V, com 200 jardea a
Dita dito dito com 50 jardas a
Carreteia da linha com 100 jardas a
Duzia da meiaa crasa maito eoeorpadas a
Dita ds ditaa muito auperiorea a
Dita de ditaa brancas para senhora, mui-
to finas a
Vara de bico da largara de 3 dados a
Dita de franja para toa Ibas a
Groza de boloes da loaca brancas a
Duzia de pboaphoroa do gaz a
bita da ditos de rea multo superiores a
Focas d* fita para eos de todaa as lar-
gura* a
non
agua
a cu-
800
320
160
500
19000
19000
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
108
500
800
500
20
68
20
30
29400
4J5O0
3J000
120
80
120
240
240
. Atenea! aUejca!
A os pas de familia, bom e ba-
rato.
Na lo.ia a. 20 d* ra di Iovaaratria achata* i
venda um complato variada sorMaeeetode*be*s
jszends, e qae i vista da sais qualidades lo *-
ratiasia ament vendido*, a para mais vetaciSade
do que Qca dito, abis* vio mencionadla algunas
daa ditaa foseada*, a sabor:
Chitas luga* cor lia 240 rs.
Msd polo fino com 24 jardas a 59.
Cambraias de cores a 289, S20 e 400 rs. e co-
vado.
VeHs.de preto a da coras a 2*.
Lindeza de cores a 160 rs. o cavado.
Lencas paqueaos 86,120 e 160 rs.
Chapeo* d* castor fia* a 8f.
Chitas pr*t*s multo larga a finas 240 rs.
Algo da trancada pralo maito boa para veati-
dosds 1 sera vos a 200 rs.
Csein da aalpicos sam 10 jarda* a 3.
Cambraia bordada para cortinados com 8 varaa
a 29000.
640.
Chapeos da aol
QaaimiHto n. 44.
d* panno a 640 : na na do
320
Barato e bom.
(Nao duvidem que na ruaj
do Crespo n. 17, loja de
Guimaraes Veite-se urna senhora dos ps!
at a cabeca.
Principiando peloa cbapeoa de palha a ]
Garibaldi e chapelinas de palha de Italia
oa mais superrores qae tem rindo de
Franca.
Manteletes de gros bordados, capas e
casacoes a Lulz XVI, sedas de cores a
moireantiquea pretoa e de cores e aca-
bando pelos reapeitaveia baldea de crox
e de musaelioas e que vendem baratia-
stmo. Senhoras fregaezas a vista fas f,
maodem ver.
Vendem-se
bichaa de Hamburgo as melhore* que tem rindo
ao mercado e chegada* altimamente no vepor,
por preco o mais barato qae em ontra qaalquer
parle : na ra da Craz a. 68.
AGENCIA
DA
' Coraes.
Em massinhos a 500 m. cada um.
Em fios a 640 rs. cada am.
Em rollas ds 8 fios a 29500 cada ama.
Venem-s* muito bons corsea, em maniohoi,
fios a voltea de 3 Boa, pelo* baratiasimoa preco
cima: na ra do Queimado loja d'aguia branca
o. 16.
Objectos de phantasias
pulseiras de missangas.
A loja d'aguia branca acaba do receber um
bello e escolhido sortimento de pulseiras de mis-
aangaacom borlas pendente*, obra de maito goa-
10, O qao da maia perfaiio podn dar em ta*
objectos, o aa est veodendo a 19500 cada urna,
tanto para senhoras como para meninas, e pela
oovidade do goato e (.uro da moda nlo tardara
em se acabar as qae ha na loja d'sgaia braoea,
ra do Qaeimado n. 16.
Manteletes superiores de
grosdenaple.
Na raa do Qaeimado n. 18 A, esquina qao vsi
para a ra eatreita do Roaario, loja de Carvalho
di Bastos, tem par* nonder rico* manteletes de
grosdenaple pretoa, sendo pelo diminuto preco
de 109. ditos melhores a 259. ditos superiores i
309. No mesmo estabelecimento tem grosdena-
ple preto de varias qualidades. arado a 19700,
dito a 29500, dito superior a 2*800, enfeites pre-
toa de retroz, luvas de torcal, chales pretos mul-
to fios bordados a vidrilno, o outros maitos ob-
jectos proprios psra a quaresms, lado por precoe
muilo commodos.
Farinha de man-
dioca.
Vende-se farinha de mandioca, muito superior
qualidade a 49OOO e 49500 a sacca : na ra do
Trapiche n. 14, primeiro aodar.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston & G ra da Senzalla Nova
u. 42.
Vende-se
cognac de superior qualidade em caixas de ama
duzia de garrafaa. em casa de Soathall Ifellors
raa do Terrea o. 38.
55 Roa da Imperatriz 55
Sempre ha para vender venezianas de diversos
tamanhos com fitas de linha elaa, corda verde ;
tambem concerta aa mesmas por prego commodo
Attenco.
Fuudicao Low-Moor,
Ras da Senzalla Nova, a. 429.
Nests estabelesiiMQlo continua a haver am
completo sortimento de moendss a meias mora-
das para engenho, machinas ds vapor e Uixss
de ferro batido e eoado de todos os lmannos
para dito,
armazem de fazendas
Santos Coelho
Una do Queimado n. 19.
Lencoes de bramante de linho s 3f.
Cobestaa de chita finja.a, 29.
Ditaa a preco da i*
largo
36 Ru Nova
36
Cambraia* psaSamaaaito finia.
Colcha* da fsasHoilo lindas a <*W
Esteiraa da iaaVd* 4, j> a 6 psssaTw de
proprias para forro da casta natas.
Lenco** da panno de linho fino a 29. .
Algodio monstro a preco le 000 rs. a Tan.
Toalhn de lioho-para mea* 49.
Ditaa de fusto para raaos, cada ama 500 rs.
4,000'rs.
Saccas com tralo novo de Lilboi I 4f : nos
armazeaide Tasso Irmos.
Grande sortimento de oculos para to-
das as vistas.
Attencao.
36 RuaNovq,
Completo sortimento c
Srata dourada a 12$, 141
e superior qualidade a 2:
Encarrega-se tambem de
tencentes a sua arte, todo
concert ser remettido em
o dia e hora que se prometter.-
certos e as veoeiM sao afliancadns.
Ra do Crespb n. SO A, loja de
Alvaro Magalhes.
Vendem-se chapeos de pilhs d Italia para se-
nhora, ltimamente ebegadoa d eneommeoda
propri-r, a 39. lindas laa mullo largas a 940 rs.
o covado, bales modernos para senhora a 7|, e
outraa muitaa fazendas de bom goslo por mdico
preco.
'Vende-se um* asa terrea na ra Augusta
om ptima* *teomtoodac9es : na ns doi Pires
humero 58.
Brincos pretos a balao,
outros obj ectos para
luto.
Desses objectoi de que hoja infelizmente tantas
familias preciaam.na loja d'aguia branca acha-ae
am bom aortimnto delles, sendo brincos e rose-
tas a balao, palieiras modernaa de grosiaa e for-
tes contaa, alBnetei para peito, ditos tambem pre-
tos, em caixinhas, bonitos e modernos aderemos,
e meios ditos, cinteiros de fitas e ralas pretas]
entortes para cabeca, grampoa de no vos moldea
para aegarar cabello, luvas de torcal de aeda e
pellica, meiaa de seda e algodio pira horneas e
senhoras : com os compradores de taea objectoa
se ter a maior contemplagao, atiento o fim para
queao: por iaso 4 diiigirem-se ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Arroelas ou argolas de borra-
cha para segurar papis e
muitos outros misteres.
A loja d'aguia branca receben urna porcio de
srroelas ou argolas de borracha, que arariaiiar-
mente se applicam a difieren)* nos, como tam-
bem seja para unn""' papis naa diversa re-
parlic** paoUcaa, ">oe carinos, eecriptorios,
armazeci, loja*. boticas, tabernas, etc., etc., e
meamo do alguna particulares, o que na verdade
vale apto* comprar-se pelo diminuto precade
240 e 220 a duzia, para poupar-ae o trabslho de
atara desatar um masso de papis todas as vezes
que se precisa, assim como aa mais largaa ser vem
para aegarar cartelraa, e manguitos de senhoras,
e mesmo para pulseiras de missangas, adrertin-
do, porm, qae cada argola tem sua Arela ; ven-
dem-ae em dita loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Agua balsmica para conser-
vaco das denles, e agrada-
vel hlito da bocea.
Eaaa apreciavel e proveitosa agoa balsmica,
cujos boos effeitos de conservir a fortidio dos
denles, fortalecer as gingivas e tirar o mi bali-
to da bocea, sao j bem conhecidos por todoa
quanlos delta tem asado, e ser ainda maia por
quem. prezando estes bons resaltados, se dirigir
com 19 4 dita loja d'aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Gravatas de seda pretas e de
cores.
Hui boas e bonitas grvalas pretas de seda com
aalpicoa de corea a 500 e 640 ra. cada urna, ditaa
lodaa prelss de bonitas sedas de chavisquinhos,
bos fazendi a 1g. ditas de superior gorgoreo eom
pontas bordadas a vellido a I96OO, ditas de tras-
patio pretaa e de cores com ilflnetea, e mui pro-
priaa para meninos, sendo ellas de bonitas sedas,
forradas,e com dous pospontos de seda decrese
19500 cada ama, e maltas outras de differentee
qualidades e prscos : na ra do Queimado, loja
d'aguia branca n. 16.
Meias de cores para homens.
Maito boas meias de cores a 160 o par, e I96OO
a duzia: quem as vir nio se desagradar, pois
que sio boss e bsratistimas : na ra do Qaei-
mado, loja d'aguia branca n. 18.
Pee hincha
Pechincha admiravel na
loja do Pavo a 10$
Vende-se pecas de bramante de inho
puro bastante encorpado proprio lpara
lencoes, toalbas, seroula:, camisas paa
1 rtotsetc., etc., tendo cada peca 2, ya-
raspelo baratissimo preco de OS 1 pe-
ca, e tambem se vende meia peca po-
b ou se retama a 400 rs. a tara : na
ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zem do Pavao, de Gama & Silva.
S Magalhes & Mendes, na ra da Im-
peratriz numero 56, loja e armazem
da arara.
Seda preta.
Vende-se grosdenaple preto muilo encorpado
a 19500,19800 e 29 o covado.
Panno preto e casera ir a.
Vende-ie panno preto para calesa e paletots a
19700, 1 J>800'e 29 o corado, cortes d casemira
preta para caiga, entestada, a 39, 3g200 e 39500 :
na rna da Imperatriz n. 56.
Laazinhas suissas.
Vendem-se laazinhas suissas maito finas para
vestidos a 560 a covado. cseas uissas de qua-
drinhoa de corea a 280 e covado, fusto de cores
para vestido a 280 e 320 o covado, popelina de
cores para vestidos e roupa de meninos a 240 o
covado, barege de cores psra vestidoa a 360 o co-
vado : na rna da Imperatriz n. 56, loja e arma-
zem da arara.
Madapolo a SsOOO.
Vendem-ae pecas de madapolo enfeatado a
8| a peca : na ra da Imperatriz, loja d* arara
numero 56.
' Roupas feitas.
Veadem-ee paletots de alpaca preta e de cores
a 39, 89500 e 49, calcas de brim e fusto a 29,
paletotada panno preto a 8g e 109, dito* de ca-
aemira de core* 10 129, cal;ae de caaemiras
de ceras e pretas a 5|500 e 69, colletes de gor-
goreo e velludo a 39500 e 4$, camisas francezas
a 1$600, 2fe 2|500 : na ra da Imperatriz, loja
da arara o. 56.
Manguitos de linho.
Vendem*ee manguitos e gollas de linho a
2g500 e 39. ditoa de fuslo com botozinho a
29500 39, gollas com botozinho a 640, ditas
de traapaaso a 19 ; na ra da Imperatriz, loja e
armazem da arara n. 56.
Enfeites para senbora.
Vendem-ae eofeitea a iur pretoa e de cores a 1,ici.a
Fazeadas pretas
superiores.
Grosdenaple preto moito superior pelo dimi-
nuto preco de 29 o covado, panno prelo mnito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 9f o covado, casemira preta
mnito fina a 2f, 29500, 3, 39500 e 49 o eavaon,
mantea pretas de blondo moito saperioresa 12a,
manleletea de superiores grosdenaple* preto* ri-
ca mente bordadoa a 359, aobreeasaca* da panno
preto muito fino a 309, casacas tambem de panno
preto multo fino a 309, paletots de panao pret*
fino a 18 e 209, ditos de casemira da cor mes-
ciada a 189, superiores gravaliobas eatreita* a
19, ditaa de aetim maco e de gorguro maito su-
periores pira deas voltai a 29, ditas eetreiUanas
com lindos ilfioetes a 29, superior gorgario pre-
to para colletes a 49 o corte, rico* afeite* pralo*
a 69, e assim outraa umitas fstendas qae sendo a
dinheiro vista, Tendem-ae por preco* maito ba-
rato! : na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
Superior cal de Lisboa.
Tem para rendar *m porcio a a retalbo Anto-
nio Luis de Oliveirs Azevedo & C-, no seu es-
criptorio rui da Cruz n. 1.
Rosas arUficiaes para ca-
bellos.
. A loja di aguia branca recebeu bonita* rosa*
daa que ae eato asando para os caballo*, a ven-
de-a aa ra do Qaeimado loja da gaia braaca
n. 16.
Fita branca de borracha.
Esta fita de que tanta falta havta acha-a* baje
na raa do Queimado loja d'aguia braaca n. 16 ,
Him como fitas froaxaa ou elstica* branca* e ae
cores para debruar vestidoa.
Olhem para o pavao e
lean)
Ca misiona 1 com goliiohai a manguitos
de cambraia bordados, fazenda mo-
dernissima a
Ditaa de fuilao com aalpicos de cor
Gollinhas bordada* com botaozinbo
Dita* de todo* o* goato* a 640 e
Ditas eom manguitos de cambraia bor-
dadas a
Manguitos de cambraia bordado maito
finos a
Gollic has bordadas a
1 Romeiraa de cambraia ofeiiaa** para
Dehortalica e flore.
Vinda pelo ultimo vapor ingles: na ras da Ca-
dela do Becife loja de Vidal (Bastos.
Aos Srs- consumi-
dores de gaz.
fios armezena dueles do Ramoa ni. 18 e 36 o
na rta do Trapich Novo {no Recit} n. 8, se
vende gaz liquido americano primeira qualida-
de e recentementadrogado a 149 a lata de cinco
giUSei. atsim como ss vend*m latas de cinco
larrifisf em garrafas,
dito o oaribaldi muilo modernos 49, 59 e
, sao todos pretos, loras pretas de seda fi-
nas a 800 ra. o par: na ra da Imperatriz, loja
e armasem da arara o. 56.
Cortes de cambraia.
Vendem-se cortes de cambraia de barra e ba-
badoa a 39 e 395OO, pegas de bretanha de rolo a
29 e 295OO, e oatraa fazendaa qae ae dao Irnos-
tras para ver :.na ra da Imperatriz, loja e ar-
mazem da arara n. 56.
Sacido preto.
Vende-se sacido preto maito encorpado para
vestidos, melhor fazenda que grosdenaple a 29300
e -25600 o covado : na loja da arara, ra da Im-
peratriz n. 56.
Gorguro para vestidos.
Vende-se gorguro de linho a 280 o corado,
chitas a 160 e 200 rs. o covado, ditaa francazaa
a 240 e 280 o covado. caaaa fina a 280 e 320 o
covado: na rna da Imperatriz, loja e armazem
da arara n. 56.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63
Vendem-te ciscarrilhas de aeda de todas as
edres a 29400 i pega ; ricos enfeites pretos e de
cores a 59500.
Loja do beija-fior da ra do
Queimado u. 63.
Vendem-se litas de coi i 320 rs., peci de 10
varas, enfiadores de veatido, de linha a 120 rs.,
eacovas para unhaa finaa a 640, 800, 1$000 rs.,
piuceis finoa para barba a 320, 500 ra. t
Loja do beija flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-ae oculos finoa de armacao de co a;
720, 500 rs ; agubas francesas de 10 e 20 rs. a
lfnhaa de marca de 10 ra. ; grozaa de botoea
brancos a 100, 120 rs. ; ditoa pintadoa a 180 ra.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-ae cartas portuguezss finaa a 19800 ;
ditaa francezaa a 3J800 ; wisporas a 900 as; lio has
pretaa e de cOrea e brancaa do gaz a 800.900
rs ; dita de tusos a 120 e encarnada fina a 120;
Ovalas para caiga a 80 rs.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se luvas enfeitadaa a I98OO e 29000;
ditaa de fio de Escoasia a 800 rs.; escovas para
roupa a 640, 800. 19000, 19400 rs. ; ditas pera
cabello a 320, 500, 640 rs. ; pentes travessoa a
640 rs.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n: 63 .
Vendem-se linbaa de Pedro Ve 20 rs o car-
teo ; ricos bicos e rendaa do Porto, Imitando o
da trra e de diversas larguras, e mnito barato.
ilbo e arroz.
Vendem-se saceos grandes com milho a 49900,
dltoe eom arroz de ciaca a 39500, em cuia a 200
ra.: na traressa do pateo do Paraizo n. 16, fren-
te de amarello.
Pechincha
Na loja de 4 portas da ra do
Crespo n. 8.
Madapolo com pequeo toque de
avaria a 4.
Dito largo fino a 5$ a peca.
Algodaozinho liso encorpado a 2|800
e 3}jt a peca.
Chitas largas de cores fixas a 220 rs,
O corado.
Ditas rxas estreita* com pequeo to-
que de mofo com 38 corados a 5|500 a
peca e em corado a 160 rs.
5*000
39000
18000
800
19600
11000
140
3*000
39000
29500
llibO
500
800
6|000
29000
Camisiohaa para aenhora a
Lenciahoade linho com labyrintho para
maoa
Ditoa a imitacio de labyrintho a lf e
LuTas de torcal enfeitadaa com vidrilho
Enfeitea pretoa com ridrilho a
Rices anfeite* pretos e de coree, e Tarca
e Garibaldi
Grosdenaple preto a 18600, I98OO e
Toda* eataa fazendaa vendem-ae na roa da Im-
peratriz n. 60, loja e armazem do navio, de Ga-
ma & Silva.
Vende-ae urna caaa terrea na raa da ma-
triz da Boa-Vista : quem a pretender dirija-se a
ra da Imperatriz n. 19, que se dir quem vende.
Predio a renda.
Vende-ie o sobrado de tree aadaree e sotio da
rea do Amorim o. 19. bailante largo, e contando
doua armazeoa, por preco commodo. por preci-
sar de alguna con cer los: na raa do Viga rio n. 19,
primeiro andar.
Milho a 4000 o
sacco e farello a 5$. .
No irmizem da
mero 14.
Estrella largo do Paraizo na-
Olhem a falla
J chegaram aa maito detejadis fitas da relia-
do eitreilinbis propriaa par* enfeitar vesiiios, *
vende -le cada peca por 720 rs., a retalbo a 80
rs. a vara : na loja do rival sem igael, raa larga
do Rosario n. 30.
Braceletes de cabello.
"Na loja Esperance, ra 4* Qaeimado d 33 a,
Guimarea & Rocha, vende lindoa braceletes da
caballo, compredoni, imarella e rOsa, muito se-
melhintea ouro, pelo baraUseim* proco de 58,
ningaem mais tem esta pechincha; tambera re-
ceben aortimnto de agulhaa victoria, que j sa-
bem o que contina a vender-** a 120 ra. o
papel.
Vende-se urna taberna em Santo Ai
na traveaaa do Coate, ra da Faadsco, fas
tanta negocio : a fallar na masas* libera*.
o.
Escravos fugioob.
Fugio no dia 20 do corrate da
patacho aCapuam, o eacrav* astale
ro de nome Ao tocio, id*d* It i
ou menos, altara regalar.
alguna aigaaee de boiga*, lavoa salga e eaaoa
azal: quera o pagar leva-* aa ensirtssiOTto do
Antonio Leiz de OHreiea Atareas) eV C. rae da
Cruz n. 1, oa a bordo do d tur patacho na ser
generosamente recoeapenesao.
lOoieoo
Di-se a gratifleacio de 1009
eicravo Manoel connecido par Meael Frneteu
cujo escrsTO 4 do abaixo irsignaaa, tata ea aig-
naea seguinles: cor mulato, estelare refalar, ca-
bellos canpiohos, oe deas denlas a sama ala
frente grandes, rosto comprido, sjansie aada 4
muito eapigado, maito desembarazado no femar,
bam feito de pea e maoa, diz qoe esee loTriv*:
de ilfaiai, ato eacraro fot do finada
coronel Bernardo Antonio de finada
engenho do Bruna, no Caxaoga aoade fot
de e criado e 4 maito connecido aataeDa la
tendo aido rendida pelo Sr. Dr, Grectano 4e I
la Baptista no dia 22 de fevoreiro a-nrime
sedo i fugio no dia 26 do mesmo bmz. <
cravo ji asiere fgido quit era a Sr. 1
ti, para aa bandas da cidad* 4a OHada aa
ribo e vinha vender cirvia sm
3ue toi pegado na rna da Gaia
e ca vio, 6 maito de sappor ano toaba
o non e e que se intitule de forra:
autoridades pollfiaes ecapltiee de i
Srebeiso do dito escravo, i
ca com a qaantia cima a nanas a
der noticia certa aonde esti asesas
ae protesta contra qnsm qaer ama a i
lado.
Albino 2 Silra
"x*


DIARIO DE PHCAMWCO QAitl MIAi 16 M ABRIL D .Mi.
l-.itleraiura.
1 as conchas, /outras que se eoceotrsm livres i
Leitnras scieatifico-iiduslriic*.
OS DIAMANTES E AS ROLAS.
Anda nao salisfeits a ambicio e o orgolho do
homem, porque creou os instrumentos maravi-
llosos, qae loe dao uma portentosa aKetocidade
para commanicar os seus peosamenlos instsoia-
neamenle entre affaslados poros e .islioiei con-
tinentes por meio da elfcirci Jade, oem diada
salisfeita porque possuea forga elstica do vapor,
que, dcil a iodos os aeus esejoa, ou alimen-
tando a Iraccao das locomolins, ou a marcha
dos navios, manteos cora mu no'.avel regulari-
dade as transacgoes do commercio, e as relagdes,
que medeiam entre os posos citilisados ; nam
mesmo coa a surpresa das leis, qae regem so
c-spago, das esusas, qae originaran as disoclss
furmacoes do globo, que habita, e das qae pro
duzem os ptrauomeoos que ostenta a nataress
em auasnumerosasespheras, anda nao satisfeila,
a ambicio do homem, digo, anhela chegar ao
alcance artificie* de productos oaturaes, que, por
seu inextimavel valor, incitam a sua ambicio e
os aeus desejos.
Ha tempo que, en vista dos progressos di
cbvmlca, dessa sciancla para o qaal, s*guodo pa-
rece*, nao existe impossivel algam, tem o homem
a esperance de sorprender a natureza e de rou*
bar-lhe os meios para fabricar as pedral e pro-
ductos de grande -alor, esqueceodo que porde-
riam este mesmo valor, logo que possuisse os
meios para obt-los em maior abundancia do que
a oaturea os procura, como premio de penosas
e multiplicadas fainas,
. E para prova desti nossa lio verdadeira asser-
cjo oceupar-nos-hemos do diameota e das pero-
las, producios bem conhecidos de todos, expon-
do oo decurso deste artigo e a proposito do ob-
jecto, a que se refere, algumas nocss scUuiili-
cas, que julgamos dignas de estudo.
Demonstrou a chymica de um modo evidente
que o diamante apenas o carvo cristallisado,
e, quando comparamoa o valor destes dous pro-
ductos, surpreoda nos e miravilha-nos a diffe-
reoca raui ootavel, que medeia entre um mesmo
volame de substancias completamente eguaes,
inda que de mui differentes atrudura,
Quando encontramos urna sabstancia quaiquer
em fusioa'um liquido, se o evaporamos em da-
das circumstaociaa. deposita-ee esta segundo
formas regulares, e dispostas de um modo ad-
miravel.
Os cristaes de auucar candi, os de alumeo,
os que offercem outros varios productos, do-
cos exemplos notareis dos cristaes, que nos re-
ferimos ; sob esta forma, pois, offerece a oature-
8a o carvo, e, em tal estado, se denomina dia-
mante.
A. rhyraica, que tem feito reproduzir as cris-
taUisacoes da natureza, acreditou, quanlo ave-
r.guava que o diamante era apenas o carvo
cristallisado, que poderla obter no laboratorio o
carvo segando as formas regulares, sob as quses
a natureza o produz, nao atteodendo a que exis-
te 31 segredos e enigmas, que a sciencia nem po-
llera resolver, nem decifrsr.
Mas, digamos, sem duvida, pars sua honra
que, se anda oo poude fabricar o diamante,
descobriu em troca meios para taina-los, para
augmentar o seu brilho, e para realzar os pro-
ductos oaturaes, porque de certo bem distincto
o aspecto e o valor do diamante'em bruto, com-
parado com o aspecto e prego, que ihe d o ar-
tista lapidario, depois de continuas e improbas
tarefas, oo deixando de mencionar qua o car-
vo, como o tira a industria das entranhas da
trra, ihe d riquesas maiores e mais positivas,
do que as que os diamantes leem podido crear.
Comparemos para corroborar esta asserco o
qua devem a Inglaterra e a Blgica explora-
gao das suas minas de hutha, e comparemos
mo com o partido que a India e o Braail tem
tirado das suas minas, de diamantes.
' to notavel a differeoca, como distincto
o valor, que medeia entre am fragmento da ha-
lua, equiparado como de um diamante de egaal
volante.
Indicamos que se encontrara os dismaotes em
bruto na India e no Brasil, e agora manifestare-
mos que este ultimo imperio e o que nos abas-
tece dos mesmos, e que na otlanda onde se
taiuam e se pulem.
Um dos caracteres dislinctivos do diamante *
a sua duresa, eso pode polir-se por.certos meios
que n'outro artigo extensamente descreveremos
accrescentando que o disonle, que risca todas
as substancias, nao se deixa riscar por alguma
dellas. 6
O lalhe do diamante descobriu-se no scalo
XV, e a importancia desta descoserla pode gra-
duar-se, recordando-nos que o valor dos dia-
mantes nao depende nicamente do aeu peso,
mas tambem do talhe e perfeito pollimento.
Julgamos iouttl o oceupar-nos por causa de
carcter scieotiGco, aioda que completamente
elementar, que desejamos dar aos nossos escrip-
los, Jo valor do diamante, de seu talhe, das con-
sideracoes econmicas e das ancdotas, que se
'referem a estaa podras preciosas, o do mesmo
modo discorremos sobre a possibilidade de fa-
bricar artificialmente o diamante, objecto que
tem preoecupado, e preocupa a muitos sabios
de merecida reputagio. Por todos sabido o vo
intento dos atchimystas que, desejando fabricar o
ouro, 10 cooseguiram dsrorigem icbymica, sci-
encia, que, pelas importantes descobertas e in-
dustrias, queteem originado, e pelas que nos re-
serva para o futuro, de maior valor e impor-
tancia, quaiquer que seja o ponto de vista, so-
bre o qual se examine, do que o (ora cortamente
a realisagio dos desejos constantes e apaixooados
dos alcbimystas.
Sem duvida ha ama grande differenca entre
o intento d'aquelles, eo que move os chymicos
modernos.
Aquellos queriam torpe e ioaciooalmente mu-
dar a natureza dos corpos, trocar em ouro nu-
merosas e pouco valiosas materias, e estes lti-
mos, em troca, s anhalam fazer cristallisar o
carvo, como teem chegado a cristallisar mul-
tas outrassubstanciosas, depois que chegaram a
queimar o diamaote por meio da pih'a de volta,
e_a descobrir que os productos da sua combusta"
lo completamente ideticos aoi que procura a
do carvo.
Al hoja teem sido completamente sem frus-
to todas as invesligagdes e experiencias, anda
que o Sr. Despretz, por meio da pilba, obteve
em os de platina depsitos cristallioos, que pe-
lo seu especio, duresa e forma, podem consi-
derar-so como diamantes extremadamente dimi-
nutas.
Este triumpho admiravel da sciencia oo con-
tentn aos seus apostlos, -que ainda continuam
trabalhando com perseverante esludo para terem
a solugio do problema, quasi resolvido iob o
seu aspecto scienlifico.
Ghegari aquello a realisar-se completamente?
E em cas aOirmativo.o triumpho appetecido pelo
Sr. Despretz epor outros sabios, immenso euti-
Iissimo considerado scieolifleamente. produzira
eguaes resultados sob o ponto de vala econmi-
co e social ? Nao somos os que daremos cathe-
gorica resposta a estas perguntas.
Deixemos sciencia o continaar as suss in-
vestigarles pelo que respeita ao diamante, e
emquanlo participamos dos progressos, qne nos
offerece a combusto do carvo cristallisado, que
a industria tira Mas entranhas da trra, e & qual
somos devedores das multiplicadas applicacea
do vapor, paaaemos aoccupar-ios das perolas,
desses ricos e engranados graos que nos procara
a natureza, encerrados entre conchas, que jazem
escondidas as doces aguas, dos ros ou cas pro-
fundidades do mar.
Esta ultima clisse de perolas pescam-se nos
quemes mares di India e do Ceilo, em eujas
profundidades vo busca-las, segundo a asaergao
de varios viajantes.
Extrahidos as conchas, cujo dimetro maior
vera a ser, por termo medio, de seis pollegadas,
expdem-se ao -sol, e ao abrir-se, tiram-se as pe-
rolas.
Conforme se tem deduzido de numerosas ex-
periencias, as parolas, quando envelbecem, per-
der em grandeza, e apenas na edade decincoenta
annos ficam estacionarias.
Osjrxiolluscos, que produzem ai perolss, sao,
aegundo parece, hermapbroditas, como quasi to-
das as conchas blvslves. Ha muito tempo, que
fado averiguado, que ai perolas sao pequeas
bolas de ncar, isto da mesma materia, de qua
se cumpde a parte interior das conchas, qua ss
conteam, e que a dita materia segregada pelo
mollusco no estado liquido, antes que adquira a
forma, segundo a qual passa a serjoa de oextl-
mavel valpr. 0 celebre Reaumm, em 1717, expoz
todas estas minuciosidades peraute a academia de
Funga.
E aoteoas desde j que exittem duas clanes
de perolas : urnas que permanecer adherentis
sea interior, sendo estas ultimas aa verdadeiras e
eatiaadas. I
E' bastante difcil estabalecer ma theoria, que
explique a sua formago, pota o espirito nao com-
prehende como, oo lendo adherencia com a con-
cha, que eaeerra raollutco, aa nasos os lqui-
dos com tanta regutaridade, liquidoa qua por to-
das aa partes concorrem i sua formagio, sendo
tamben um ficto singularsimo -que ae encon-
trara no tecido carnoso do animal. Admiremos,
respeitaado, estes aremos, hoje iosondaveis, da
sciencia.
Conta-se a edade das parolas pelo numero de
carnadas concntricas de ncar, ornadas que con-
correm para a aaa formago, e anlogas s que
notamos, quando partimos ma cebolla.
Quando se trituram as perolas, vemos que exis-
tem duai classes mui distioetss : urnas de centro
solido, e outras em cajo ioterior existe ama cav|-
dade. O centro dai primeiras est oecupsdo por
um pequeo corpo solido, extraoho formago
do producto, que nos oceupa. A existencia deste
corpo ontro mysterio, qae, em vio, tratan de
explicar' oa oaturaltstas, mas o qae nlo te du-
vida alguma que toles us corpos podem servir
de nucleu formago das perolas.
Depois de repetir que tambem produzem pe-
rolas os molluscos, que ae eucontram na agua
doce, acerescentsremos qae, ha muito tempo, se
trabalhi com singular perseveraba para obter ar-
tificialmente a formago daquellas.
Se alten dennos sjpala vrai de varios autores.
Lineo tinba descoberto um meio para obter com
xito completo tal resultado, oieio totalmente
descoohecido na actualidade, posto qae a nica
couss, que nao se ignora, e que para p-lo am
pratica se perfurava a concha com um apparelho,
cajo segredo guarda va o governo da Suecia, ten-
do renunciado i sua pratica, porque sao negativas
as vantagens, que proporcionara considerado
econmicamente.
Varios naturalistas modernos teem ensaiado
auccessivamente differentes meios psra alcaogar o
resultado obtido por Lineo, porm al esta data
team sido infructuosos. E, segundo a noasa opi-
nio, julgamos que difcilmente poder alcanzar-
se, ainda qae, segundo declarara certosSeutores,
resol vera m na Cbina o problema, a que nos re-
ferimos.
Actualmente os Sw. Choquet e Hoquin Tandou
effecluam numerosas experiencias psra mostrar
sua solugio, que, aioda que, como diasemos an-
tecedentemente, ao tratar da cristallisagio do
diamante, pode satistazer justamente aos aman-
tes da sciencia, nao produzira de certo eguaes
resultados, considerado econmica e soc.ialmente.
L. DE SUCEDO.
(JVocoo.)
A MULHER, A FAMILIA E A. CIVILISACAO
Parte secunda.
Importancia, ublimidade e grandeza da mulher.
no seto do gttholicitmo. Bella e magettosa
rehabilitagm da familia. Terriveis effeitos
da doulri-as protestantes.A eioiftsaco correndo da Cruz.Conclusao.
9 vil
Tomos visto a luz daclvilisago recebentindo do
sagrado madeiro do Calvario ao contacto do cor-
po de Jess e se diffuodindo por todo o universo,
qual a foote crystalioa desprendida do rochedo
ao ferir da vara de Uoyss para aaciar a sede dos
israelitas ; vimos a grindeza de seus meios, a 00-
breza de seu fim e o esplendor de sua victoria;
faz-se preciso qae boje acompanhemo-la em sua
poca de contrariedades e de guerra. Convioha
que o erro levantasse seus acampamentos e viease
encontrar a verdade no campo de suaa conquis-
tas : a heresia necessaria, b apostlo o dase,
e a historia lomou sua coota a exbibigo daa
provas. A verdade, que perante nada recua, acei-
tou o combale reunido eocaroigado, como elle
se Ihe apresentou.sem temer coasa alguma, por-
que a sus victoria era certa e iofallivel.
Pallamos do protestantismo.
O protestantismo um ficto que nao se justi-
fica na historia, ou antes as provas do sua justi-
ficarlo sao a vergonba do corago humano, pa-
tenteiam a sua mais feia queda: as paixes mais
desordenadas forman o seu assenlo e constituem
os motivos de sua apparigao.
Quando ae apreseota, pela primeira vez no es-
tolo do paasado, observagio do investigador
sincero o nome o., rmir orotestante, isto ,
do primeiro reformador, porque, como o nhris-
tianismo o protestantismo to enligo como o
mundo ; quando pela vez primeira avulta na his-
toria o grande nome de Lutbero cercado de todoa
os esplendores de sua triste cloria, a con3Cencia
do verdadeiro .philuaopho recua tomada de es-
pinto e de admirago, e o hediondo carcter da
reforma protestante se revela em todo sua des-
cargada fealdade, ciogido do refulgente diadema
da maior eoormidade.
Quem foi, com effeilo Luthero?
O mais lamentaveleacravo das paixoes, o mais
desgragado dos humanos, porque elle foi a incar-
uago do espirito do mal sobre a trra.
Como philosopho uenhum merecimento tem,
porque a sua philosophia a do erro baseda no
frgil alicoree da mentira ; como religioso tanto
peior, a sua religiao o interesse e a apostasia
coroou a grandeza e a elevcao de seus senti-
mentos ; como moralista, a sua moral horro-
risa, uvi-o. A eitaglo ede Moehler feita pelo
Sr. Dr. Aprigio. a S peccador, e pecca muito,
escrevia elle seu amigo Melanchton ; mais ain-
da, porm, ci em Jess Christo, o vencedor do
peccado, da morle e do mundo. Esta vida nao
a morada da justiga ; mas nos esperamos, diz S.
Paulo, oovos cus urna nova trra onde reside
a justiga. Baata que, pelas riquezas da gloria de
Deus, conhegamos o Cordeiro que tira oa pecca-
do s do mundo. Desde entoo peccado oo pode
arrancar-nos de Jess Christo mesmo quando em
um s da commettessemos cem mil morles ou
cem mil adulterios I Que tal ? nao porm.
ainda tudo ; e nao percamos o melhor. c As al-
mas piedosas, que fzem o bem para ganhar o
reino do cu, nao s nunca ganharo o cu, mas
at devemos chama-las impas ; mais- urgente
o prevenir-se contra os boos do que contra o pec-
cado. E', com effeilo, levar o arrojo e o des-
plante sua ultima escVla I E' muito escarnecer
da razo universal e muito vilipendiar a moral 1
Obra de um tal fundador a reforma, certamente,
devera ser ama mui bella coasa ; e seus fruclos
logo o demonstraran).
O espirito dominante do protestantismo foi e
tem sido contaotemeote o de destruirlo do poder
espiritual, e, por consequencia, de todo o imperio
da religiao sobre a trra ; principiando por negar
o poder e a forga das indulgencias, seu fundsdor
acabou por querer aoniquillar a autoridade papal
e a autoridade da egreja.
Nascido em urna poca em que a Europa se
achava gozando de urna doce paz, prea pelos
suaves lagos da uoidale catholica, o prelestan-
tiamo, cuja apparigao 00 mundo retrata a rebel-
da da razo no mesmo dra de sua existencia, era
embalado pelo infernal pensamento de destruir
este bello centro de luz, que, animando a vida da
Earopa, promeltia expandir seus reverberos at
as ultimas extremidades do globo ; o principal
papel que elle vioha representar na trra era o
da disperso e da dissolugo da ordem que eslava
plantada ; por isso que o sea primeiro e mais
vigilante cuidado foi arvorar a baodeira da indi-
vidualidade pelo livre exame. Entretanto, coasa
extraordinaria I o que a reforma entenda ser o
elemento de sua vida, justamente o que faz com
que ella c chegada ao sea apogeo no da mesmo
de sea nascimeoto comega a envclhecer e a de-
cahir logo no dia seguinte as bella expresso
de Mgr. Rendu. E' a mesma Uberdade transfor-
mada em liceoga moral quem a mata; porque a
liberdade aem limites a anarchie, e a anarebia
4 a morte.
c Desde o primeiro olhar que se langa sobre o
protestantismo, diz o profundo Balms,|quer se o
considere em seu estado actual, quer se o siga em
suas phases atrsvz da historia, percebe se que
de urna difflcuidade extrema achar nelle algu-
ma coasa de constante, alguma coasa qae possa
ser sssigosda como formando o seu carcter cons-
titutivo. Incerto em suascreogas, elle aa modinca
incessaotemente,- e as muda de mil maneiras ;
vago em suas tendeadas e fluetuante em seus de-
lejos, elle ensaia lodaa as formas e toma todoa
os camlohos Nao pode attlngtr urna existencia
bem determinada, e oo raro ve-lo cada ins-
tante empenbar-se em novas direegoes,para ine-
vitavelmeote se encerrar em novos labyrfothoa. t
E' o Protho da historia; e esta variedade a
condigio de sua existencia: s a verdade ama
e permanente.
O protestantismo acba-se em opposicio aberta
e declarada com a razo e com o corago do ho-
mem : na ordem philosophica o racionalismo
puro e descarnado, na ordem doa lentimentos
o sensualismo acompaahado do sequilo dis psi-
*es, llvres de tolo o frejp, entregues sua mes-
ma impetuestdade. Nio la meio termo:"pa o
protestantismo 4 isto que abamos de dizer, ou
nsWomTo Uph'smanse*Parter'sot verdsde. ^'
Provemo-lo.
A reforma protestante, espirite do protestan-
tismo contrario razio humana. Porque, se
alie recoaheee moi clara a pesjjinaaota a su-
premaca da reto, oatorgaaie-nt direitos que
Ihe sao negados pelo chrstlsaissaet as pergan-
taro, porque, se elleeatabettce o -principio ra-
cional cima de ludo, coocadeodo-ihe a mais am-
pia liberdade? E nos responderemos qae jus-
tamente esta sua nefanda liberalidade qae auto-
risa e comprova nossa propoaigo.
Tuda o que faz parte de homem marcado com
o cuoho da fragilidade a da imp'erfeicio inheren-
tes i sua natureza: a perfeiglo s existe no cu,
a trra nao mereceu a honra de poaoi-la. E' am
principio corrate e sedigo que o peccado origi-
nal Irooxe como consequencia inuuediala o em-
brutecimiento era ignorancia; desde enlio nossa
iotelligencia, decahida da aua primitiva grandaza
vive continuamente tropecaado ; ella nio en-
contr em si mesma bastante conQaoga e auto-
ridade, porque aabe que o erro saa primeira
condigo. N9Stas circumatancias procura sempre
um apoio para sua opinio, ama autoridade qae
sirva orno que de garanta ao que ella afirma ;
s por este modo se dinrinuem os seus escrpu-
los de erro. Ora, posto neste p de contigentia
o elemento racionando homem v ae obrigado a
recorrer ama oatra indiligencia para se certifi-
car de qae, coa effeilo, eet de posee ds verdade;
em quanlo elle se v circnmseripto no quadro
de seus proprios recursos existe temerario e va-
cillante, nio tem eescango, parece Ihe qae o orto
impregnou inteirameote aua doutrina. E porque
tal pnenomeno se viriQca ? porque o homem nio
marcha s e confiada na ihvestigagio da verdade T
E' da mais trivial philosophia, porqae est ao
alcance |de todos, qae a primeira e principal
causa de nossos erros se acha concentrada em
na meamos, ees fraquesa de nosso espirito,
a insuficiencia de nosaos meios de conhecer .
O espirito do homem limitado, e todo espirito
limitado por ana natureza sajeito ao erro ;
dizia Malebranthe a. E, sendo assim como fazer
repoussr todo o resaltado da investigarlo da ver-
dade nos frageis eateios da razio humana, sem
contrariar a sua constitaigio, aem alterar osea
m f
De mais, sem o ensino o homem jamis, slcan-
caria manter-se no commercio di vida, porque
o ensino o alimento de sea espirito, como o
alimento a nutrigio de seu corpo ; o ensino
acompaoha o homem por toda a parte onde elle
vae, no seio da familia como fra delle, oo esta-
do selvagem, como 00 mais perfeito gra de ci-
vilaagio : a tradigio aempre a grande arma de
sua existencia. A razo do hornera superior
razo do bruto porqae feita para ser ensinada,
desde que for abandonada ti mesma perder a
sua supremaca, nada mais as differengari urna
da outra, ae acbaro em parallelo.
V-se portento que a razo humana nao com-
porta eata liberdade illimitada de pensamento
!;ue, mu grado seu, se ihe quer conceder; o pro-
estanlismo, proclamando este principio sem res-
triego alguma, vae de encontr ao mais impor-
tante elemento do homem, vicia saa natureza e
corrompe seus resaltados.
Nao entretanto de admirar qae cortos espi-
ritos imbuidos na idea de urna falsa liberdade e
levados pelos attractivos de urna espbera illimi-
tada de acgo lenham-se deixado arrastrar pelaa
encapelladas ondas do protestantismo ; convioha
que assim succedesse para que a verdade se apre-
sen tasse em sea maior fulgor. Supplanta-la elles
jamis conseguirlo.
A revolaeio religiosa do secuto XVI, quem
o diz um io$ apologistas da reforma, M. Gui-
so!, oo conheceu os verdadeiros principios da
liberdade intellectual: ella libertara o espirito
humano, e pretenda ainda governa-to pela lei.
E' urna iocoosequenda do erro trahiodo a Causa
do protestantismo. Has notemos sobre tu Jo e
principalmente a forga do tealemunho que vem
apoiar nossa opinio. Guisot protestante, mas
cosgido pela forga da verdade, elle reconhece-a
e coofeaaa-a.
Na verdade, depois da omnipotencia da razo
na saa faculdade de livre exame sobre as mate-
rias religiosas e sobre a Biblia nio era mais pos-
sivel sojeita-ls nenhuma rgra,no hsvia mais
correctivo para os seus desregrameotos. Com que
roto. anretenderia tojher-lbe oexercicio de um
direito que lao uw.ltnente ihe tinha sidoconce
dido ? Seria mamfeata inju,. a lbeo direit0
para pegar-lhe o sea exertieio: ensioaau o prin-
cipio era nacessario soffrer as consecuencias.
Entretanto esta liberdade nunca foi bem aceita
pela sia razio ; esta sempre reconheceu a sos
incompetencia para tal julgamento, muito embo-
ra os lisonjeiros encomios do protestantismo.
Quaes aao os dados de sua certeza ? maitas vezes
ella labora em un grande erro e todava julga
achar-se de posse da verdade: nio foi i ella que
Deas entregou as chaves do edificio ds vefdade
sobre a trra. E qual este homem to confia-
do em si mesmo que nao procara um outro ho-
mem para o aasegurar em suas creogas ? Oode
este sabio que possa arrogar-se seus proprios
esforgos toda a sua sciencia ? Ainda nao sa viu
asta excepgio extraordinaria na ordem da huma-
nidade ; e que a cousa impossivel por sua mes-
ma natureza.
E quando a reforma fez a concessio desta li-
berdade lavrou a seolenga de saa propria eon-
demosglo ; porqae ella suppe, ou que cada in-
dividuo recebe urna insplragao particular, ou que
a razo tem em si toda a aptidio para constituir-
se o nico e verdadeiro juiz as questes religio-
sas e.na interpretagio dos livros bblicos ; c,
quer o'uma, quer n'outra hypolheie, a consequen-
cia inevitavel a sua mutilagio em tantas seitas
quantas forem as opiaies que ae levantarem em
seu seio ; o mais interesssnte, porm, que to-
das ellas se spresentaro legitimadas pela forga
iolriuseca de sua autoridade, e, por consequen-
cia, sem razo para sfrem combatidas. E o que
ser feito da religiao que d nascimeoto essas
seitas ?
Has calle-s a nossa voz, e deixemos que o
mesmo protestantismo justifique a sua coodem-
nago, deixemos O' Callagban fallar por nos, e o
seu testemaoho tornar-se-ha mais valioso por
isso que elle protestante.
c Arrastrados por seu espirito de opposigio con-
tra a egreja romana os primairos reformadores
reclamaran) altamente o direito de interpretar as
escripturas segando o juizo particular de cada
um ; mas em seu empenho por emancipar o povo
da autoridade do pontfice de Roma, proclama-
rara o direito sem explicarlo nem reatriegio. As
contequencias foram terriveis. Impacientes por
minar a base da jurisdiego papal; sustentaran),
sem nenhum limite, qua cada individuo tem in-
contestavelmente o direito de interpretar por ai
mesmo tEscriptura Sagrada ;e como este prin-
cipio, lomarlo em toda sua exteosio, era insus-
teotavel, foi precioso dar-lhe por apoio um outro
principio, isto : que a Biblia am livro fcil,
ao alcance de todos os espiritos, e que o carc-
ter mais inseparavel da revelago divina urna
grande clareza : dous principios que, qusr ae os
considere isolsdos, quer reunidos,,nio podem
sapportar urna contradiegio seria.
c O juizo privado de uocer descobrim na es-
criptura qae os titulos de nobreza e as grandes
propriedades sao uma usurpagio Impa, contra-
ria egualdade natural dos liis, e elle coovidou
seas sectarios examinaren se tal nio era a ver-
dade. Os sectarios examinaran a cousa, louva-
ran Deas, e procedern depois, pelo ferro e o
fogo, extirpa ^o, dos i rapios ;> apoderando-se
ao mesmo tempo de snas propriedades. O juizo
privado julgoa tambem ter descoberto na Biblia
que as leis estabeleoidaa eram urna restriegan per-
manente i liberdade christs ; e eis que Joo de
Leyde, largando seus instrumentos, se pde freo-
te de uma populacho fantica, furpreheoda a ci-
dadede Munsler, proclama-ae elle mesmo rei de
Silo, e tome qaatorze mulheres ao mesmo tem-
po, assuguraodo que a polygamia ama daa II-
berdadea ebristias e o privilegio dos santos. Mas
ae a criminosa loucura destes horneas extraos
so nosso paiz aflige os amigos da homanidade e
os amigos de uma piedade rasoavel certamente, a
historia da Inglaterra, durante uma boa parte do
scalo XVII, nio propria para consola-Ios.
(teste periodo de lempo uma ionumeravel mulli-
dlo de fanticos se levantaran} ou ao mesmo
tempo, ou consecutivamente, embriagados de
doutrioss extravagantes ou de paixes detestaveis,
deade o feroz delirio de Poxat a methodica lou-
cura de Barclay, desde o formidavel fanatismo de
Cromwell at a nescia impiedade de Prais=aGo'
=5areoons. A piedade, a razio a o bom senso
parecam exilados do mundo e tioham cedido o
lugar' uma geria extravagante, i am frenen re-
ligioso, i um zelo insensato. Tolos citavam a
eigripiur; toloi preleaiiiia tti U<*9 toipirt*
ges. visdes, arrebata meatos e espirito, eata pre-
tengao ata. na verdade, tambem fundada u'uns
cono n'oatros.
a Susteatava-se na rigorosamente que convi-
nha abolir o aacerdecio e a digoidade real, pois
qae os padres eram os sarros de SaUoz e os res
os delegados da prostituida Babylooia, a a exis-
tencia de uos e le outros era iocompativel com
o reino do Redemptor. Eales fanticos condem-
oavam a sciencia como uma iovengo paga, e aa
universidades como os seminarios de impiedade
anle-christia. O hispo nao era protegido pela
aaotidade de auas fuocges, nem o ri peis ma-
geatade do throno ; um e outro, objectos de des-
preso e de odio, aran impiedadamente decapita-
dos por estes fanticos, cajo livro nico era a Bi-
blia, aem notas, nem commeotarioa. N'esse lem-
po o eolbusiasmu pela oracio, pela predica pela
leiiura dos livros santos via-se em sea spogo
todos oravam, todoa pregavam. todos iiam mas
ninguem ouna. As maiorea atrocidades eram
justificadas pela escriptura sagrado ; as transa-
rles mais ordinarias da vida serviam-se de aua
lioguagem: trstava-se dos negocios interiores
daa nagoes e de suas relaces exteriores com as
iis phrases. Com ojauxilio daescripturajlramava-
se coosprscoes, trahiges, proseripges e tudo
isto era oo omento justificado, mas consagrado
por citages da escriptura santa. Estes tactos at-
testados pela hiatoril, tem muitas vezes admira-
do os homens de bem, e consternado as almas
piedosaa: aaa o ieitor muito instruido em seus
proprios seotimentos, asqaece a ligio comida
o ests lerrivel expenencta 1 que a biblia, sem
explieagio nem commeolsrio, nio feita para
ser lida por horneas grosseiros se ignorantes.
< A massa do geoero humano deve se conten-
tar com receber ana iostracgdes de outrem, e
nao Ihe dado ss.approximardaa tontea da scien-
clas. As verdades mais importantes em medi-
cina, em jurisprudencia, em phiaica, em mathe-
maticas, devem ser recebidas d'aquelles qae a
bebem as fontes primarias. Pelo que toca ao
Christiaolsmo, tem-aeem geral seguido constan-
temente o mesmo methodo e todia as vezas que
ae ae tem apartado at am certo ponto delle,a ao-
ciedade tem aido abalada at seus fundamentos.
Eolio? E depois ainda aecusam a religiao
catholica de f>natica I Mas qual o seu fana-
tismo? Mestra ds sciencia porque s ella
lein achave da verdade, nio ha faoatiamos
que Ihe possa aer exprobrado, E' preciao nao
esquecer que, desde que uma doutrina assenis
aa verdade e ae acha inteiramenle compenetrada
disto, por msior que aoja a exeltagao de seus
propagadorea, por maia viva qua aoja a forga do
aau eiilhuaiaamo, nunca ae pode dizer que ae
achem impregoado de fanatismo, bem considera-
da a sua natarea a impoaigo arbitraria e/ar-
fado de urna opinio errnea ou, palo menos,
duvidosa. Tem lugar aqu a applicagao das pa-
lavras de um eseriptor francs : aeu nao sei por
que fatalidade acontece que as cousas de que
mais se falla sio ordinariamente aquellas caja
natureza menos comprehendida. >
Quando os psiudos tabiot forjam nos escondri-
jos do pensamento o calculo de attacar o ebrs-
lianismo, nio se Ibes importa mais a natureza da
aecusagio, nem a da cousa que lhee altribuem :
assim que elles gritara phanatismosem compre-
nenderem ou Qogindo nao comprebenderem, o
qae seja phaoatiamo. A paixao oa cega e elles
trahem sua propria coosciencia ; no auge de seu
phanatismo ( porque nelles que est o phana-
tismo),arriscara com propoaigoes, qae a mais ele-
vada metaphisica j.mais conseguira provar. E
nao coram I...
s
Conven assignalar um facto, e este facto __
que nenhuma religiao mais que a catholica, oem
uma instituigo mais qae a egreja, tem-se esfor-
gado em reprimir os excessos desse enthusasmo,
ella s deixa conservar-se o phanatismo inheren-
te o congenito com a natureza humana.
Do qae haremos dito at aqu surte lgica e
naturalmente ama consequencia, que nio pode
de modo algum serregeitada ; a necessaria op-
posigio entre o protestantismo, e os nobres e
verdadeiros instinctos do eoragio humano.
Outhorgando iotelligencia humana a mais il-
limitada liberdade as materias religiosas, a dou-
trina protestante teode desarraigar todo o aen-
timenlo do verdadeiro, do bem e do bello, e
substitui-Io pelo erro, pelo mal e pelo rebaixa-
mento total d'alma ; ella procura acabar com o
imperio da razio para por em seu lugsr o impe-
rio das paixes mais desordenadas.
A razio o qae constitue evidente e propia-
mente a personalidad; ella que Iluminada
pela revelago moatra ao homem a lei que o de-
ve guiar na aeoda da vida; mas asta-razio tam-
bem tem auaa lU. a aajita ao interprete da
tereiagio sobre a Ierra i egreja. Ora. sempre
que ella qaizer aubtrahir-se es'.a autoridade
cooslituir-se autoridade para si mesma, a sua
misso est degenerada e o corago pervertido;
porque o corago directamente influenciado pe-
la razo; de maneira que se a ( incerta, va-
cillanie, o amor ser fraco e inconsistente como
ella: e quando o corago resta fro e iodtfferen-
te, a vonlade enlangaece na molleza ou dorme
na inaego o, conforme a expresso de Rattier.
A iodifferenga em religiao a morte do espi-
rito porqae osentimento religioso que vivifica
a sua existencia : as regras da moral perdem o
seu valor e saa forga obngatoria, os costumes se
affrouxam e tudo isto a consequencia da per-
verso do corago.
Eis como o protestantismo innoeulandu seus
elementos de destruigo no individuo projecta
continuamente a diasolugo da sociedade: em
face e segundo as saas theorias aa leis da socia-
buidade humana marcham para o seu total en-
fraquecimento ; o egosmo elevado ana maior
altura, a caridade evanglica parausada em aeu
curso, o clcalo supre a virtude, o interesse snbs-
titae o amor, os mais ntimos lagos da bumani-
dade se rompem, a desordena vence a ordem so-
cial, e oreaultado de tudo isto o cahos, a ruina,
a morte.
Nunca do eentro do protestantismo sahir a or-
dem e a felicidade para a sociedade : e a razo
intuitiva,a reforma sendo gerada para des-
truir a ordem, cimentada e maotida pela egreja,
nio pode mais cenciliar-se com ella ; a sua ac-
go iocompativel com a estabilidade e anda-
mento pacifico da aociedade.
Qaal a aociedade que o protestantismo tem ci-
viliaado? quaea os tropheus de sua gloria?
Ser & Inglaterra ?Talvez o queiram dizer.
Mas o que tem feito o protestantismo para a
Inglaterra? Se elle tem feito alguma cousa, tem
ido quebrar a cadeia de sua gloria e abrir pagi-
nas negras nos seus annaes. Se nao fra o pro-
testantismo a Inglaterra seria hoje a primeira na-
glo do mando; entretanto que vencida pela for-
ga do erro ella marcha em progressiva decaden-
cia. E importa* observar que se a soberba Al-
bion ji nao viu sua fronte orgulhoaa abater-se
por ama vez, nio porque o seio seja nutrido
pela seiva protestante, mas sim porque, se bem
que protestante, nao tem esquecldo de todo as
tradicces catholiess, anda o catholicismo ejer-
ce n'ella alguma influencia. E' esta a principsl
razio pela qual ainda um pouco de vida Ihe
resta.
Eis a grande obra do protestantismo : por on-
ds passa deixa sempre vestigios de sua passa-
gem.
VIII
Eis o fructo do protestantismo : sempre os ves-
tigios de saa passagem sao am tremendo cortejo
de horriveis consequenciss, am quadro completo
de todos os males espazes de motivar por si mes-
no a derrocarlo de todos os elementos da socie-
dade : sua origem, seas meios de acgo, seu m,
tudo depoe contra elle, todo o ndica como o gran-
de abutre que corroe as entranhas da liumanida-
do; por mais que ella queira oceultar o tunalo
espirito que o domioa, impossivel, est fra de
seu poder. E' que saas consequenciss, alnli as
mata direUUs o trahem; que seu pestileoto
halitojhor toda a parte o d a conhecer.
O protestantismo o paganismo moderno : Ra-
ma pagia nio maia escandalisadra do que Pa-
rs protestante de 1793.
E tem o Brasil sabido preservar-se de seu con-
tagio? ten sacudido para longe de si sua mal-
fica influencia ? o ten cercado do deaprezo me-
recido? o que mais compunge nosso eoragio de
catholico, o que mais acanha nossa penna de es-
eriptor, vermo-noa forcadee i dar um*respos-
ta negativa estas tres perguntaa, sernos le-
vado pela forga irreslstivel da verdade confes-
sar que a nossa chara patria, a bella seduego de
ooasos sonhos, acha-ae com o venenoso reptil a-
ninhado em seu seio.e, o que ainda mais dolo-
roso, nao tem tratado de livrar-se delle, tem
mesmo acariciada a vbora que rnoftaimente o ha
de ferir.
Na verdade deixe-se cahir uma vista retrospec-
tiva sobre a marcha das cousas desde odia de
sua emincipacio at boje, compulse-se as pagi-
nas de nossa historia e, principalmente, os nos-
ios jnnaes legisla,TOs, examine-59 o pgu,go j.
prego que otra os se d aa clero, i em pre-
goeiro da palavra divina sempre incensavei na
prosecogio da sua obra, e a iodifferenga que se
nota no que respeita rellgiio, obaerve-se e des-
careamento dos costumes e a degradago dosen-
timeoto religioso, aprecia-se maduramente todos
esses elementos de morle social, a o eoragio pal-
pitar confrangido Iremeodo pelo futuro do Ira-
sil. Quizara dizer o contrario, porm noa im-
possivel aem que trehia moa bosm consdencia,
sem que desprezemos a verdade.
Poobanos, porm, de prteoslas reOexes qae
nos levariam mui longe e reactemos. o fio de nos-
so assumpto.
A Cruz e somente s Cruz a foote perenne e
inexgotavel d'onde dimana a deliciosa torrente
ds verdade, centro vivificador d'onde partem
todos os rsios dessa luz mysteriosa qae esclarece
o mundo, e que Ihe deixa ver o magesloso bori-
sonle qne o aguarda no termo ale aaa existencia.
Mas o protestantismo... o protestantismo qua
a verdadeira authitese do enalbo cstholico ; a
causa inmediata de todos os horrores que trazem
a trra sob o endurecido peso de suas mesmaa
iniquidades; I aUe e somante elle que tem sida
o constante mmigo do mundo, elle e smente o
tem conservado agrilboado nos ferros da mais
ferrenha escravido; porque, compreheoda-se
bem, o pagaoiamo ara o protestantismo da aoti-
guldade, variando em-nome para se accommodar
s circumatancias do lampo. D'onde protestan-
tismo nunca poder partir uma luz que, ae irra-
diando pelo mundo Ihe fornaga a aua eivilisa-
glo.
a Entre a marcha do catholicismo e a de pro-
testantismo ha alguma cousa de inverso mui io-
teresaante i examinar. O catboliciamo avaagao-
do-pelo longo espago dos scalos, se desenvolve
nos lugares, as pessoas, am seu dogma, en sua
moral, em sea sacerdocio am todas aasuasinsti-
tuicoes. Sem duvida suas verdades fodamentaes
nlo mudam; como nao muda Deas que saa fon-
te; mas semelhantes a um centro de luz, pro-
jectam aeus raioa, por todos os pontos da espago.
Ellas se appropriam ia inteligencias, toroam-ae
maia claras.mais paras, mais precisas pelaa defi-
uicoes da egreja e pelas condemoagdes dos erros.
Cada heresia que pasea no mando am alimen-
to que se vem coosummir neste fogo de verdade
e contribuir para toroa-lo mais rdante. O ca-
tholicismo to conforme razio que toroa-se a
razio publica dospiizea que civiliaa. Entretanto
convm diza-lo, sobre lado as applicacea
praticas de saas verdades que se mostra seu ver-
dadeiro progresso. Poucos das se passam aem
que ejle accrescente algumas inatituices is ina-
titeigoes do paasado.
Nio ajsim a respeito do protestantismo ;
chegado ao seu apogeu 00 dia mesmo do seu
nascimeoto elle comega a euvelhecer e a decahir
logo no dia seguate.' Apenas tem experimenta-
do o sentlmento, aeha-se logo a bragoa com o
mal da destruigo- Emqnantoque o catholicismo
ama doutrina de vida, o protestantismo uma
doutrina de morte; elle nio.ensaia mesmo sus-
tonlar-se e propagar-ae pelo ensino. Como se
estivesse em desespero por nada ter i envinar
elle se limitta a destruir tanto quanto pode o
ensino daqaelles que tem missao para propagar
a verdade divina ; elle nao se attreva dizer
aos que quer corromper : sede protestsntes ;
se contenta com dizer: nio sede catholicos. Ora,
onde nio ha verdade positiva, nio ha vida oos-
ttvel. Ugr. Reuiu.ffxforcos do prateitatU-
"10 na Europa.
Obra portentosa sabida das mios do Eterno, e
havendo perdido a sua aapremacia, o homem s
poda |aer regenerado, pela mesma palavra do
seu Creador, s ella o podia reergoer, de outra
parte era impossivel a sua salvagio. Por isso
que s o chrislianismo cooseguiu civilisa-lo, vis-
to como elle era e vioha realiaar sobre a trra a
palavra divina. Antes delle tudo era falso, nada
ha va de verdadeiro ; a mesma religiao judaica
nao era completa : o seu complemento eslava
reservado para sua obra do Christo : seao Ihe
faltasseesse complemento necessario, a viuda do
Redemptor seria intil. Qual seria a sua mis-
sao? Seria exigir, necesaariameote o cumpri-
mento da lei ? nao ; porque eoto a liberdade
do homem aeria coarctada, as suas obras ne-
nhum merecimento teriam porquaoto era con-
digo de aua natureza praticar somente o bem. (1)
J. Guennes da Silva Mello.
^____^^_ [Continuar-te-Ka.)
Variedades.
mente religiosa, era ao mesa* Ump
ente devases. Os actoe religteeos
posos, eram aaia na divertieseeu ato 1
nlfestacio da pialada sincera, roees
qaios rsiralicos, de aventaras galantee, ae par
de multa beatice. Sio coasas qae fdlneete ae
combinara, do que se toen visto vea ato
paseo o u osar oso exemploe.
Nao quereaos agora alar aaa nenete rlifs
lanciada da antiga patriarchal, aas loaseis Be-
morar para a maior parte des leitora*. qae
nio saben, qaal era a graaaesa do Uataaiesrto
do primeiro patriarcha de Lisboa, e o lame a a
magnificencia com que se apresenlava en aaa-
blico. ~
Pela bolla, chamada urea, 4a 7 te novfnero
de 1716, autonsou o papa Clemente XI. a divi-
sio do arceblspado de Lisboa, oa deas necea**
uma oriental e oatra occidental, a pela al var fe'
15 de Janeiro de 1777 se deteraiasram aa tersan
em qae devia verilearse a divisa, sendo a di-
visa o occidental regulada no' asasriaal teto ea-
tnorcha, e a oriental pelo prelaee d* s aatas
Logo el-rei D. Joo V., noaeoa para pnatetra
palnsrcha a D. Thomaz d'Almeide, ntie Mesa
do Porto, qae era ao seoaaeo teaapo aa
da relagio a daa ara as d'aqjaella cldade.
2un bavia falta de gente psra oa cargos
poca I
O pstrlarshs, coa quaato logo nos prii
annos nlo fosee de direito csrdesl, gesaea i
honras e preeminencias dessa jararchia errlaat
tica qae el-rei D. Joo V, desde o ariixipi* ]
con lana.
saa Wese
NOTICIAS HISTRICAS.
E' bem sabido que el-rei D. Joio V, pretendeu
riroliaar, na mogaiQasacia a callo, con a cor-
le de Roa. A creagio da patriarchal leve por
fin ostentar as maiores pompas religiosas. E
com effeito, o monareba, que em todo foi osten-
toso, cooseguiu qae a egreja metropolitana de
Lisboa fosse a mais apparatosa de toda a chris-
landade. Muito maia de 400 cootos cestava sua
fabrica religiosa.
Aquella poca, que apparentava de profnda-
la Daqui ple nascer uma desastrada conse-
quencia i que ae presta o malerialismo da phra-
se, masque a sua interpretagio racional repelle
e a nossa conscioncia condemna : essa conse-
quencia quese, porque a liberdade do ho-
mem rersasse sobra o bem, nao podendo de ma-
neira alguma dar em resultado o mal. as obras
humanas seriara immeritorias, visto como elle
obrara por uma eapecie de fatalidade ; as obras
divinas se acbum na mesma relagio por isso que
a perfego da liberdade em Deus nio comporta
a idea de que elle posss praticar o mal; e entio,
se ellas sempre bao de ter o bem em resultado,
perdem o carcter de sua grandeza, nenhum va-
lor tem. Longe de nos, porm, tal pensa-
mento.
Quando dizemoa com relagio ao homem que
auas obras deixam de ser acompaohad as das
ideas de mrito e demerito, que, por conseguinte
o homem nao maia reapoosavel; allenda-se
que fallamos de um ente contingente, de am
ente relativo, de um ente imperfeito. A liber-
dade do homem nao pode deixar de reseotir-se
do carcter de aua fragilidade ; a teodeosia para
o mal, um dos elementos constitutivos de sus
natureza imperfeita ; o homem, certamente, po-
de praticar somente o bem, sem que por isso
deixe de ser livre, sem que por Uso suas obras
nao sejam dignas de recompensa ; mas no fundo
de sua natureza reconhece-se, e nao pode pres-
cindir deste reconhecimento, no esludo do ho-
mem, reconhece-se, no intimo de sua alma, a
faculdadade moral que Ihea aasiste de transviar-
se da estrada do bem e seguir o caminho do mal.
Parecera estarmos aqui em cootradiego com
a doutrina de Donoso(Gortez, e, por tanto, com
a doutrina de S. Thomaz, que foi por elle segui-
da e que eontitae a theoria catholica, visto como
o illustre genio hespanhol diz :o livre arbitrio
nio consiste, como vulgarmente se er, na fa-
culdade de escolher entre o bem e o mal, que o
instiga por duas sollicitages contrarias.Mas
nio ha lal; a essencia do livra arbitrio, certa-
mente, nio est no poder de obrar o mal; Deus
livre e nio obra o mal, entretanto quando ae
considera o livre arbitrio com relagio i natureza
imperfeita do homem,elle nosapparecs revestido
do carcter desta mesma imperfeigo ; e jus-
tamente o qne reconhece e coofessa Donoso Cor-
tez quando diz :Se a liberdade consiste na in-
telligencia a na vootade o homem livre por-
que dotado de vootade e de iotelligencia ; mas
nio o perfeitamente, pois que nem sua intell-
geocia, nem saa vootade infinita e perfeita. A
imperfeiglo da iutelligeocia no homem reta de
ama parte de qae elle nio conhece ludo o que
pode ser coohecido, e de outta parte de que
sujeita ao erro. A imperfeigo de sua vootade
vem de um lado da que ella nio quer tudo qae
deve querer, de outro lado de que ella pode aer
sollicitada e vencida pelo mal. Asim a imper-
feigo de aua libordada consiste pois na faculda-
de que ella tem de seguir o mal e deabragaro
erro : em outros teraos, a imperfaigio da li-
berdade humana consiste precisamente neata fa-
culdade de escolher, que aegundo a opinio vul-
gar^ constitue sua perfeiglo absoluta.
F.' esle o ooao pensamento.
V*, pois, que a liberdsde humana, imperfeita
como implica a idea de praticar o mal; ora
se nio obstante isso, devotos da aegiodo chrislia-
nismo o homem fos> famosamente obrigado as
fazer o bem, una de dauaaaalle teria alcanca-
a pej^oau absoluta, o*] Iraria sobre a ira-
o aem, ana de daaa Pejjaoao absoluta, oeJkJtWa
a Ofianforc maior anace
do
pulio ua
meira conaeqaWstoJieJaaurda : parfa.to abaolu-
tamaules Daos; por tanto s a aegunda ae
podar resillar. E que mrito lena a accio do
homem pratleafla sob a coaccao de uma forca
maior. ,. v
Has & respeilo la Deui nio te pode dizer o
mesmo ; perfeito como o bem a essencia de
las liberdade.
lnterprete.se. har oosso psnsamento.
(0 oisfor.)
A entrada publica do patriareba
se fez aasim:
Da quinta do duque de Aveiro, aas proxissJfe.
des da egreja de S. Sebaaiiio ds Podreira,
o prelado para a mesma egreja, onde ei
montada a cavallo, toda a oobress, a qaal i
pauhou at i egreja de Sania Mrrtha, onde se
apeou do coche, e, tomando a cape rsaaistorisl
e poodo-se a cavallo, veta at a portas de San-
to Aotlo. Ahi eslava levantado aa aliar hea
adornado. O patriarcha deixoa entio a cape rom-
sislorial, e revestia-se de pootilcal, cea essa e
mura de leis branca, e montando am nana mala
tambem branca, a levoa de rdea o iraeee-de are-
lado, o conde de Avales; ao sabir das portas fe
Santo Aolio, o receberam debaixo do pallio os
vareadores dos senados das duas cidades de Lsa-
e a,,im Tem camiohaodo, eaUodo a mee
arma das a cobertss de sreia e espadaas, en-
tre duas alas formadas pelo clero, eonexanlfe-
des religiosas, contrarias a trmaodadea fe Latee
occidental, at i egreja patriarchal, qae era a-
ilo na capella do pago da Ribeira.
O rei doou ao patriareba, alea das rendas ee-
clesiasticas, outras maltas para a mantenga de
sau estado com lastre e graodesa. Qoaneo atada
o patriarcha era bispo do Porto, fea Iba D. Jalo
V. 2t criados da salla, qae ae appallidavaoa da
sus guarda, vestidos de panno reto, fearaecMo
pelas costa rss, e a ga loados de rices pasean fea
de veludo lavrado carmes, os quaes. qaaafe o
patriarcha aabia da estado, levaran unas catees
compridas do nesno paooo, a banda las eegatoa-
dss de veludo carmes, caballearas grsedea, a
voltaa; tinba mais 24 eriadoa das eavaUarsesas,
que tambem acompanhavam o estado, aas sea
capis, vestidos do mesmo paooo roxo, guarne-
cido e agaloado, e todos coa arias encarnadas ;
e mais dous eriadoa chamados da cruz, ajee acen-
panhavam o cruciferario, aa a cada estribe fe
mua branca, e na estribeiro e un veedor.
Tinha mais no sea servigo 12 clrigos, ene se
appllidavam capellies. e 12 geotls-bonena se-
culares, os quaee entravam de servigo as ena-
nas, e vestiaa de seda roxa, loba e supraoa de
margas cabidas, e ainda bavia mais 24 fe am-
bas estss classes seprananerarios, os quaes s
tiohan obrigagio de esperaren o patriarcha. en
na patriarchal, ou ero quaiquer oatra parta, onde
ia celebrar, oa assistir s fnoeces pairiarcbaas.
E alem deste psssoal, ainda tinha a secretario
do expediente am esmoler, a aaeilaa nais pas-
soas do seu servigo.
Cim estea familisres numerosos, aabia de es-
tado, oo sea coche riaoissimo de velado csrae-
si, agaloado de euro por dentro, e toado ae teja-
dilho na parte interna, o Espirito Santo fabrica-
do de ouro, initagio do qae es o pepa. Era
na verdade, demasiado orgulho, nal se dtsfarca-
va o desejo de competir con as pompas roma-
nas [
Oicocheiros, eran tamban como os do papa,
vestidos com calges largos cobertos de ouro',
vestas eocsrnadas todas tenidas de oaro, e por
cima deslasoutras de mangas perdidas con va-
rios cachos de ouro pelos hombros, volta borda-
da, cabelleiraa grandes, bolas encarnadas, a aa
joelheiras cabidas con urnas rendas Quiasmas ;
nontados em sellas encarnadas e os arreios ds
mesma cor e tecidos de oaro.
Seguia-se a lileira de estado, tamben muito
nca, a depois quatro coches, conduzio-lo os seus
larniliares, puchados cada un dalles por seis ca-
vsllos russos e bem ajaesadoa, levados pela re-
dea por outros taatos criados.
E o'un coche ian eenpreaestaseceasiesqea-
tro desembargadorea da relagio patriarcas!.
Toda esta deslumbrante ponpa. costavs neito
dinheiro ao paiz, e era cono un epigraana I
propria religiao, toda de humildade.
O preetile, que essva as fuaeges seagaae da
patriarchal, era muito apparalos?.
A' casa onde se parameolava vinban bu sea-lo
os prlncipaes e nooseobores, que eran ao todo
96 pessoaa, 24 priocipaes e 72 noasenboree, e o
prestito eocaninhava-se egreja, oa fraa se-
guate :
lam na frente dona neirinbos de capa a vasta
com as auas varas brancaa, na do padroado real,
e oatro do patrarcfaao ; segaia-se o escrivae fe
semana, de capa e volta; depois vinha a faatiba
do prelado, composta de 21 geotis borneas, con
seas manteletes encarnados ; a estaa segoian-ee
os capellies do numero e su pra aara ros, coa
manteletes encarnados, e cape.los forrado fe
armioho braoco. Apoz vinhan os neeetaereo
as suas jerarebias, coa os seas baaitoe prelati-
cios ; seguian-se logo as mitras levadas pov dees
capellies, e depois un nonseabor sub-enecono
con a cruz, e doas custodios coa ss anee insig-
nias, as vsras veraelhas algadas.
Vinham enlio os 24 priocipaes com beatte co-
ral, de capas magnas, a cada oa levav aa cao-
data -io, levantando a cauda da capa, e vestido
de roxo com capaz, e tambem cada an prian-
pal, levara adiante de si o sea corteje ou eetefe
de corte, qae era conposto de ira* gestu-ae-
neos, vestidos de preto, i ecclestasUca, e aa
escadeiro de capa a volta.
Seguiam-seos pareles do prelado, enmaten-
seohor sssisteole con o becalo.
En alas se visa entio os nasseiras de patriar-
cha, com vestes roxss, agalosdaa de vallada fe
mesma cor, com seas peiloraes da natas, lando
as massaa o brazio do prelado.
Eotlo vinha o patriareba da pluvial ceefeto,
como aanto real, a doi lados os labeilos (e la-
ques, cono vio naa proeiss&es da^s, junto do
pallio), pegara na cauda o prente neis irnrtiae
do prelado, vestido de capa a volla. O patriar-
cha levava oo peito ama joia preciositsina, cor-
respondente solennidade do dia, o tioha talas
dealas jolas quantas eram as aalenaldadee a
costumsva assistir. e proprisa de ceda an, al
das qae orna vam as saas vestes.
Acompsohavan o prelada doas principa ds-
cooos, ceno amstenles, e aaia dea asaseahs
rea proionolarios pegando-le naa linarias aa
orlas ds capa.
Os ministros da relagio patriarchal tas
iam n'este prestito, o qaal faenaran as ai
nhores mitrados a protocolarios.
A' porta da egreja ara o patriareba receido
pelos conegos, beneficia los e capellies caateraa.
de cruz aijada; e o numero destes ere fe 14B.
alm de 20 aachristas.
Logo qae o patriarcha entrara na egreja,
vam os timbales e outros inslruaseata,
dos meneiirint, diz a relagio d'o
esta noticia que eran mui aatigoa, e a este e val-
go chamava caceo*. O meaestrine eran aa ctsa-
ramullas.
Ora, reana-se a toda esta penpa a riqusea a
magnificencia de todoa oa paraaesrtea e alfatas ;
a cccetlencia do cOro, coapeato dea nelaerta
canutes italianos e porlugaeaas; a opulencia da
corle, que aaaistia a astas .tartaavias, a ver-se-
na que em nenhuma oulra cjtdade ae pedera ins-
tar tanto apparato e lmanlo efpleafer as col
lo. Tudo isto cestava ros da dinaire,qee i
para Roma ou eran abservidoa per aos^y
enornissiao, e por ledo e laso qne se
va. E para ludo ebegava o dinheire aotte.a
ao o desperdigaran! por isso vea a basr de-
pois, e faltara ji nesea poca para ealrae cen-
sas, porque se nio cuidara da ladea ee nanea
da goveroacib publica coa labia elevetto*
fin, cono do.ealto;
.________[Jornal fe Cootnarcti

P1RN.TTP. DI M. F. DI FA11A

-~

JanWMtfrj^lA Ji
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