Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09543


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Full Text

AUO IIIVIII. 101ERO 87.
.t* I JtttA


v ,


Ht tres zesi4ianU4s 5|O0O
Por tres seus vencid* 6J000
si
TERCA FEiBA 15 DE ABRIL BE MI 2.
P.ranno diaBtido 19O0O
Porte fraieo para sabscriator
DE PEMAMBIGO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
?arahyba, o Sr. Antonio Alexandrino da Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Arataty, o Sr. A. de Lemoa Braga; Cear o Sr.
. Jos da Oliveira ; Maraobio, o Sr. Joaquina
Marques Rodrigues; Para, Justino J. Hamos;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SOL
Aleadas, o Sr. Ciaudino Faitao Diaa; Baha,
o Sr. Joa Martina Airea ; Rio da Janeiro, o Sr-
Jola Paraira Martina.
PARTIDAS DOS COR REOS.
Olinda todos oa dias as 9) horas dodia.
Iguarass, Goianna, a Psrahyba as segundas
sextas-lenas.
S. Antao, Beserros, Bonito, Caraar, Altinho
Giranhuna as tareao-feirae.
Pao d'Alho, Natarath. Limoairo, Brejo, Pee-
queira, Ingazeire, Floras, Villa-Bella, Boa-Vists,
Ouricary e Ex oas qua-Us-felrae.
Csbo, Serinhiem, Rio Forra oso. Una.Barreiros
Agua Preta, Pimentelraa a Natal quintas feiras.
(Todoa oa eorreioa partero aa 10 horas da maoha
BPHEMERIDES DO MEZ DB ABRIL.
6 Qaarto crescente ss 4 horss 81 Dinatos ds
manhia.
14 La cheia aot 16 minutos da manbia.
SO Qaarto mineante as3 horas e21 minutoa da
tarde.
38 La ors as8 horas 45 minutos da manhia.
PREAMAR DB UOJB.
Primeiro as 4 horaa a 54 minutos da machis.
Seguido aa 4 boras e 30 minutos da tarda.
rARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sol ata Alagoaa i 5 a SO; para o norte
at a Granja 14 a 29 de cada aaz.
PARTIDA DOS OMKIBCS.
Psra o Recite: do Apipucot is 6112, 7, 7 11J, 8
e.8 1|2 da m.; de Olinda i 8 da m. e 6 da t.; da
Jaboatao s 6 1|2 da m.; do Caxang e Farrea.
i i 7 da m.; de Bemfica is 8 da m.
Do Recita : para o Apipucot s 3 1|2. 4, 4 1|4,
4 112, 5, 5 1|4, 5 112 e 6 da t.; para O/inda Is 7
ds m. e 8 1(2 ds I.; pira Jaboatao s 4 da t.; psra
o Caxang a Varzea s 4 1|2 da t.; para Bemfica
aa 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES ya CAPITAL.
Tribunal do xoromercio : aegundas quintas.
Relami: tercas a aabbadoa a 10 boras.
Fazanda: quintas s 10 horss.
Juizo do commercio : segundas so meio dia.
Dito da orphios: largas e seitaa s 10 horaa.
Primeira Tara do clvel: tercss a extsa ae meio
dia.
Segunda Tata do eivsl: qartas a aabbados 1
hora da tarde.
| DAS DA SEMANA.
14 Secunda. Ss. Tiburcio a Valeriana sbbs.
15 Tergs. Ss. Bszilissa e Aoaslado mas,
16 Quarta. da Trovas. S. Engracia t. m.
17 Quinta, de Eodoencea. S. Aniceto p. ai.
18 Sexta, da Pailo. S. Galilno b. eard.
19 Sibbado. de Allrlets. 8. Hernege**
20 Domingo de Paachoa da ressurreicao.
ASSIGNA-SE
so Recife, em a lirrara da prace da 1
dencia os. 6 a 8, dos proprietarios Manoel
ros da Faria & Filho.
PARTE OFFICIRL.
Ministerio do Imperto
Aos discursos dos presidentes-da lllma. cma-
ra municipal e da commissio encarregada de eri-
gir a estatua equestre do fundador do imperio,
S. M. o Imperador dlgnou-se responder:
c O bello e mageatoso monumento erguido pela
Ki lidio nacional ao fundador do imperio tam-
os noTo e perdurase! padrio da nobreza de
senlimmtos dos Brasileiros, e tos, lllma. cmara
municipal da muito leal e heroica cidade do Rio
de Janeiro e membros ds commisso encarregada
da erigir a estatua, reatisastes dignamente o pen-
smenlo da nsco, como era de espetar do soaso
patriotismo. Nao o filho que vos falla ; a este
s cabe agora ter aaudoao respeito; o mooar-
cha, o cidadao que ae gloria de nusss indepen-
dencia, cuja causa to directamente esposou Pe-
dro I, e venera a sabia conalilucao, peohor de
uossa felicidads aclaro leslemunho do amor que
lie consagrara ao Brasil.
Senhor.Em todas as pocas leern as naces
honrado os seos graodea bomeos, erigiodo-lbes
monumentos de brooze ou marmore que immor-
talisam s sua memoria perpetuaodo os altos fri-
tos que praticaram para engrandece-las, e pelos
qoaes tornaram-ss credores do respeito e admi-
rarlo do mundo.
Nenhum acto, cota effeito, pode baver mais
digno de ser por essa forma lasado posleridade
que o de realisar a independencia e liberdade de
um povo, e promover s sua orgaoisaco social,
outorgsndo-lhe om cdigo poltico liberal, em
que se reconhecam os seus direitos, e sombra
do qual caminhe elle aempre feliz conquista da
gloria e da grandeza.
< O Braail, senhor, favorecido pela nalureza
com todos os doos necessarios para ser urna gran-
de naci, nao poda cumprir os seas brilhantes
destinos emquanto nao fosse livre e indepeu-
dente.
< Os factos anteriores e posteriores ao aooo de
182 o sttestam e confirmara.
< O Sr. D. Pedro I, augusto pai de Vossa Ma-
gestade Imperial, o priocipe philosopbo que a
Providencia predestinara para ser o libertador de
dous povos, o here de dous mundos, compeoe-
trando-ae desea eterna verdade, abracou o pen-
smenlo da independencia, que desde alguna
tempo era o mais srdente anhelo dos Brasileiros,
e proclsmou-i no. memoravel 7 de selembro de
1822, elevando assim o Brasil categora de oa-
ao livre, pela sabia conslituicjio que ao depois
he outorgou.
c Taes sao, senhor, os titulos que o magnnimo
fundador do imperio tem gratido dos Brasilei-
ros, que procuran) pagar-lhe urna divida sagra-
ds, ehgindo hojeo mooumento que Vossa Mages-
tade Impert acaba de iosugurar, e que, olera de
perpetuar a memoria desse grande principe, aym-
bolisa ao mesmo tempo os tres grandes factos que
formara o mais bello floro de sus cora de glo-
raIndependencia, cooitituico e liberdade.-
de festa nacional, e, alm diaso, de verdadeiro
jubilo e euthusiasmo para o povo brasileiro.
Atteslsm essaa numerosas comrnissdes de dis-
-tnclos cidadios que as diversas corporacoes do
estado, e al as associsces particulares, anda as
dos lugares mais remotos do imperio, mandaran)
para repieaenta-laa no acto mageatoso que se
celebra hoje uesta capital, e que Vossa Magesia-
de Imperial tornoa anda mais grandioso com a
-sua augusta presenta a da imperial familia.
c Toda a naci, senhor, se fra isso possivel,
achar-se-hia oeste momento reunida squi psra
assistir ao solemne acto da consagrarlo daa suss
idss e sentimeotos.
< O senado, parte da naci a aeu representan-
te, nio poda deitar da compartir o senlimenlo
jjeral que anima hoja a todos os Brasileiros, e
encarregou-nos da honrosa misso de repreaen-
ts-lo uesta aolemoldade, e de felicitar a Vosss
Magostade Imperial, coja alma uobre e bem for-
mada ha de experimentar oeste momento as mais
doces sensseoes.
c A commisso, senhor, de que tenho a honra
de ser o frsco orgia, se reputar bem feliz se po-
der annootiar ao senado que a Vossa Magestade
Imperial foi -agradare! a sua sincera demonstra -
ci de amAr s nossas inslituicoes Jivres, de res-
peito s tradices de gloria da patria, e de vene-
rarlo memoria'do ioclylo fundador do imperio.
a Rio da Janeiro, 30 de marco.da 1862.Joa-
quim Francisca Viann. a
Sua Magostada o Imperador dignou-aa de res-
ponder :
a O senado, eseolbendo-vos para assistir inau-
gurarlo da eaiatua do fundador do imperio veio,
como sempre aisoeiar-se ao jubilo da afio;
manifeatai-lhe pola a inteira coodialidade com
que o mooarcha amante de aua patria e venerador
da memoria de sea pai recebe tio sinceras con-
gratulares.
pulados, representante immediata do paiz, e in-
terprete fiel da opioio nacional.
c Congralalaodo-ae, pota, com o Brasil inteiro,
ella spplaude tio notavel acootecimento, que re-
cordando s gerecea rtndourss os feitos heroicoa
de um rei magnnimo, servir Igualmente de clo-
quele teatemnnho da gratidlo de um poro.
E Vossa Magestade Imperial, inclyto filho e
berdeiro das gloriosas tradices daquelle rei, e o
psi commum e desvelado amigo desle povo, que
tantos e tio constantes beneficios deve lambem
ao reinado Ilustre de Vossa Magestade Imperial,
digne-se de acolher a franca a leal expressao dos
sentimentps da mesma camars, a par doa votos
que ineessantemente faz pela felicidade de Yossa
Mageatade Imperial, de sua augusta consorte e
das sareoisaimss priocezss.
< Rio de Janeiro, em 30 de margo de 1862.
O orador ds deputacic, Luis Pedreira do Couto
Ferraz.
Sua Magestade o Imparsdor digoon-se de res-
ponder :
c A cmara dos Srs. deputsdos, escolhendo-
vos psrs assistir inaugurarlo da estatua do
fundador do imperto, veio, como aempre, asso-
ciar-se ao jubilo da oa;io ; manifeatai-lhe, pois,
a inteira cordialidade com que o monarcha aman-
te de sua patria e venerador da memoria de.seu
pai recebe tio sinceres congratulares.
gem psra o porto ds Granja no vapor que seguir
para o norte no dia 7 de maio prximo vindouro
ao Dr. Fernando Maranhense da Cenha julz de
direito da comarca da Vicoia no Cear, a mulher
deste e um filho menor.
Dita.Os Srs. sgentea da compaohia brasUei-
ra de paquetes s vapor mandem dar transporte
psra a corte no primeiro vapor que passsr do
norte em lugar destinado psra psssageiros d'es-
tado a Pedro Martina Ribeiro, escriptarsrio ds
secretaria de polica da corte.
Dita.Os Srs. sgantes da companhia brssilei-
ra de paquetea a vapor mandem dar transporte
psra a capital do Para no vapor que ae espera do
sel em lugsr destioado para passageiros d'estado
ao Dr. Luis Duarte Pereira juiz de direito da co-
marca de Macap.
Expediente do secretario do
governo.
Oficio so secretario da assembla legislativa.
De couformidade com as ordens do Exm. Sr.
presidente da provincia paseo as maos de V. S.
para serro presentes a assembla legislativa
proviocial 40 exemplares da demoostraccio da
receits e despeza provincial, verificada no 1.'
tros, que combatliam todo e quaiquer adiamanto,
o ministro se eovolveu cada vez maia em contra-
dieces, e depois de baver declarado que o go-
verno adhers por principio proposts, elle con-
dujo com a expressao arneacadora, que a aua
aceitacio pela cmara dos deputados, ioduziriao
governo examinarse nio era ella um atteotado
sobre a execuliva, e ae com ella serie possivel a
coolinuacio do governo. Essas declararles con-
tradictorias porm so podiam augmentar a sus-
pelta contra o ministerio, que nio era seria a aua
Inteocio de apresentar o prximo budget em for-
ma especificada, e que essa promesas era *A feita
para gaobar tempo, e o resultado fol que 171 vo-
tos se declarsram pro, e 140 contra a proposta
Hageo. No dia segulnte o ministerio se reuni,
para deliberar acerca da aua posicio para com
essa resoluto da representado do paiz.
O Sr. Vuo der Heydt prepoz a dissolucio ds
cmara dos deputados ; o conde de Schwertn e
o bario da Patow se oppuzeram, mas declararam
a sus decisio ]de tomar a sus demissio. O Sr.
Yon der Heydt declarou a iaso, que ae os Srs.
tas do dia 8, como em tempo davido referimos,
se achara levantada a perguuta : ae a Dinamarca
recoohecia anda hoje o carcter obrigatorio das
promessss feitss em 1851 e 1852, e isso a saber
lambem respeito do ducado de Schleswig, e se
tenciouava tornar esse reconhecimento como baae
de ulteriores negociaedea com as potencias alle-
miea. O governo da Dinamarca, oa aua resposta,
recuas agora toda e quaiquer discussio acerca das
retardes do Schleswig, e aceres do direito de con-
vocar o parlamento daoo-schleswgueose. Diz
mais a nota dioamarqueza, que considera a ques-
tao do Schleswig como urna questio internacio-
nal, a quesea Allemanha persiste em apresen-
ta-la como urna questio allemaa, o governo- di-
namarqus coosideriria como um caiuibelli, urna
execucio federal, mesmo limitada ao Holatein.
Devemos esperar os passos que agora terio lu-
gar de parte da Allemanha.
P. S.O telegrapho acaba de nos anounciar de
Berln a publicscio de um escripto resl ordenan-
do as novas eleigoes com tods a promplidio, El-
rei diz no seu rescripto que sustentar rigoross-
Schweria e Patow nio iosislissem sobre a sua de- mente os principios manifeatadoa, e que nao ha-
missio, elle retirara a sua proposta e arraojaria
GOVERNO Di PROVINCIA.
Expediente do da II de abril
de 186*
Officio aocommsndante dss armas. Sirva-se
V.Exc. de mandar apresentar ao juiz municipal da
segbnda vars desta cidada um soldado de caval-
Inris afim de levar a dtffereotea destinos a cor-
respondencia official para a coovoca;io do jury,
Commuoicou-se ao predito juiz.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. mandar spre
sentar com urgencia ao Dr. chele de polica e
pravas de pret para eacoltarem um eacravo cri-
minoso at o termo de Nazareih.Communicou-
se so chefe de polica. -
Dito ao chefe de polica.Para aatisfazer o que
solicilon a assembls legislativa provincial em
dala de 10 do correte, sirva-ae V. S de ioformar
com urgencia qual o numero exacto dos presos
de todas ss esdeiss e casa de deteocSo da provin-
cia, com especificado das entradas e sabidas, de
modo a poder obter-se o medio delles no primei-
ro semestre do exercicio vigeote.
Dito ao inspector ds thesouraria de fazenda.
Estando nos termos legaes o incluso pret em du-
plcala, manda V. S. pagar ao teoente Luiz Je-
ronymo Igoacio}dos Santos, conforme solicitou o
commaodanle superior da comarca do Rio Por- I
moao em officiJ de 3 do correte, a importancia
dos vancimentos relativos so mez de marco ulti-
mo dos guardas nacioaaes destacados naquells 1
cidsde.Communicou-se ao referido commaodan-)
le superior.
Dito ao mesmo. A* vists do que V. S. expoz
em sua ioformsgio n. 297 de 10do correla com
referencia ao officio do inspector do araeosl de
marioha de 31 de margo ultimo, o autorso a
mandar abonar ao aerveote dequella reparticio,
Antonio Joa da Cuoha Guimaries, emquanto es-
tiver exerceodo aa funcedes de professor de pri-
meiras lettras dos menores artices, a gratifica-
gao que deixou de perceber o respectivo professor
por achar-se com licenca, bem como a diaria de
aerveote na razio de 790 rs., j deduzidos os 210
ra. correspoodeotes s 2 horaa em que desempe-
nba. elle aquellas funcefies. Commanicou-se so
iuspector do arsenal de matlnha.
Dito ao mesmo. Ao negocenle Frsnciaco de
Paula Mindello mande V. S. pagar, conforme so*
licitou.o commsndsnte superior da guarda nacio-
nal do municipio de Nazareth em officio de 3 do
correte, aob o. 132, a quanlia de 223(060 rs.
em que imporlam os Tencimeotos dos guardas
nicionaes destacados naquells cidade no mes de
marco ultimo, como se v do pret junto em du-
plcala, eatando elle nos termos legaes. Com-
municou-se ao cosmandante superior ; Naza-
reth.
Dito ao mesmo. Commuoico V. S. que em
officio de 10 do correte psrticipou-me o brigs-
deiro c immandaote das armas, qae o paisano
Jos Clariododespedio-sedo serrico do hospital
militar ero 7 desle mez.
Dito ao iospeclor da thesouraria provincial.
Para poder satisfazer-se o que aolicitou a assem-
bla legislativa provincial em dala de 10 do cor-
rete, naja V. S 1 ioformar com toda a bre vi-
dade : 1* qual a *. ra marcada em cada muni-
cipio da provincia par* o sustento dos presos po-
bres no primeiro senresire do exercicio vigente ;
2a qual a despeza effectaada pgj essa rerira no
mesmo semestre.
Dito ao mesmo.Psra|cumprimento de exigen-
cia da assembla legislativa proviocial, cooatante
do officio de 10 do crreme, envie-me V. s. com
brevidsde a proposta do ornamento
semestre do anno financeiro corrate, 40 ditos .ieu, Dudg*t ji Pr este aono conforme reaolu-
do bataneo da receits e despea do patrimonio
dos orphios relslivsmeote ao exercicio de 1860
a 1861, e igual de balaocetea do que ae rerQcou
oo 1.* semestre do presente exercicio.
Despachos do da II de abril.
Rtqutrimtntoi.
Antonio Joaquim Vidal.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Antonio Melquiadea da Silva.Ioformo o Sr.
inspector ds thesouraria proviocial.
Domingos da Silva Campos.Informe a cma-
ra municipal do Recife.
Francisco Candido Saraiva.Ioforme o Sr.
capiliodo porto.
Irmsndade do Saotissimo Sacramento do bairro
de S. Antonio da cidade do Recife.Como re-
quer, sendo este despacho apresentado ao Sr.
inspector da thesouraria proviocial.
Jos Francisco Ribeiro Machado.Informe o
Sr. inspector ^a thesouraria proviocial.
Jos Norberlo Csssdo Lima.Passe portara
concedendo trinta diaa de licenga.
Libania Maris da Conceicio.Prove a supli-
cante o que allega nos termos do artigo 39 do
regulamento de 28 de Janeiro de 1861.
Manoel Braz Odoriso Pestaa.Informe o Sr.
Dr. chefe de polica.
ver neohuma alteracio
Prussia.
na poltica allemaa da
Commando das armas.
Quartel-general do commando das
armas Je Pernambuco na cida-
de do Recife em 14 de abril de
IfPaM
ORDEM DO DA N. 63.
O general commandante das armas, faz corto
para coobecimento da gaarnicio a devidoa fina,
que a presidencia em portara de 12 deste mez
exonerou o Sr. alferea reformado do exerciio Jor-
ge Rodrigues Sidreira, do encargo da recrutador
da freguezia de S. Fr. Pedro Gongalves do Recife:
o que constou de officio daquella meama data.
Faz certo igualmente que approvou o eogaja-
mento que oo aobredito da 13 cootrahio o cabo
|te esqusdrs da 4a compaohia do V batalhiode
tnfantaria Francisco Antonio de Souzs, psra ser-
vir por mais seis aooos nos termos do decreto e
regulamento do 1* de maio de 1858, conforme
psrtecipou-me o respectivo Sr. commandante em
officio n. 268.
Assignado. Solidonio Jos Antonio Pereira do
Lago.
Conforme. Candido Leal Ferrexra, capitio
ajudaote de ordens encarregado do detalhe.
EXTERIOR.
< Senhor.A cmara dos deputados, so sp-
proximar-se o dia faustoso da inaugurarlo da es-
tatua equestre consagrada memoria S. M. 1. o
Sr. D. Pedro I, incumbio-oos da hooroaa missio
de assistirmos a este acto solemne de verdadeira
inspirarlo do patriotismo despertado pelo reco-
nhecimento nacional.
c Cheio do mais puro enthusissmo, desempa-
cha hoje o Brasil urna parte da grande divida que
baria cootrahido psra com aquello excelso mo-
narcha, que, teodo vivido e morrido como here,
dos mais distinctos deste seculo. deixou na
America e na Europa seu nomo inscripto nss mais
douradas e brilhantes paginas da historia de dous
poros.
Resolvendo-se a ficar no Brasil em virlude
das vivas solicitaces de todos os Brasileiros que
nelle depositaren saas mais charas esperancas, a
adoptando-o por patria, fuodou um imperio, e
tornou-o independente, abrigando aob o manto
da realeza e defendendo com os mais denodados
esforeos a caoss do poro que o idolatrara.
c porque este tacto, em si mesmo ji to pro-
eminente e por si s bsstsnte para eteroisar sus
gloria, nio correspondesse anda .cabalmente a
todos os impulsos do seo corscio generoso, a to-
das aa aspirsces de sua alma nobre e elevada,
lie, o descendente de ama looga serie do reia
3ue tanto ae Hlustrarsm no velho mundo, quls
esde logo assegursr s seas subditos um futuro
de prospeiidsde resl e dursdoura, firmando por
urna constituirlo sabia e providente a allan-
a aagrada e sempre benfica do thron e da li-
berdede.
Assim, ao pasto que pela monarchia formara
do Brasil um s todo, circumdava-o igualmente
dea mais solidos elementos de um porvir ventu-
roso, plantando, por meio da conatituigo, a con-
cordia doa Brasileiros, e dando-lhes um norte de
aalraeio para aa crises as mais arriscadas por que
odeaaem passar.
c Tantea e lio sssignalados serricos, cujas re-
cordaeoes sea o volver1 dos secutos tem poder
ara extinguir, exigiam da nossa parle am monu-
mento qae transmittisse posleridade a prora
auihenlica do mais sincero aaradecimenlo. Ei-I,
aeooor, na estatua equeatre boje erigida por en-
tre as mata fervorosas aocltmac6es.
A asa fasta eminentemente popular, realga-
da pelo brilho da maia decidida espontaneidade,
Slo pedia deinr de associar-se a cmara doa de-
r-feh
ciclo da 1862 a 1863, bem como o bataneo da re-
ceita relativamente ao exercio prximo passado,
deveode vir em manuscripto tanto eate como
aquella conta, ae a demora da remessa for pro-
veniente da impressiO.
Dito ao iospeclor do arsensl de msrinha. Em
vista do que V. S. expoz em seu officio n. 168,
de 7 do correte, informando o requerimento de
Miguel Paulo de Sauza Rangel, eacrevente do pa-
trao-ror deass arsenal, o autoriso a conceder-
le permissio, psrs apresenlar-ae na reparticio
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PERNAM-
BUCO.
Hamburgo, SO de marco de 1862.
Desde ante-hontem a crise Prussiana, que da-
tara desde as festas da coroacta em Koenigsberg
e se tinhs pronunciado as ultimas eleices para
a dieta, achou a sua conclutio provisoria.
Depois de barer tido lugar no dia 11 do cor-
rente a disnluco da ora essa dos deputados,
aote-hootem, depois da retirada doa membros
liberaea do gabinete, se constitaio um novo mi-
nisterio conservador. Os ltimos sconlecimen-
tos que levaram a esse resultado tio os segua-
les :
O depulsdo Hsgen liona apresentado no salo
da commisso financeira da cmara doa deputa-
dos urna proposta acerca de maior especificac,io
do budget.
Durante a poca de Manletiffel-Westphalen sel
tloba iotrodusido o uso, que o budget aonual bem
que discutido em suas differeotes psrtss ns cama-
para o exer- ra dos deputados, s era por contra, deliberado
cao da cmara doa deputados. Os Srs. Schwern
e Patow am consequencis disso se mostraram In-
clinados a abandonar o seu pedido de demissao.
porem o Sr. de Roon, o ministro da guerra, pro-
teatou da maoeira a maia enrgica contra quai-
quer concessio na questio do budget, recusando
positivamente de accommodar o aeu budget re-
solueflo da representado nacional. A untca cou-
sa em que honre um sccordo no conselho dos
ministros, foi a resolacio de requerer da cmara
dos deputados o adiamenlo para o dia 11, da aua
prxima sessao fixsda para o dia 8 de rus rijo. No j
dia seguinte teve lugar urna nova sessio do con-
seibo de ministros sob a presidencia de el rei ;
lambem nesta occasiio nio se chegou a um ac-
cordo quaiquer. Em seguimeoto o ministerio to-
tal apreaentou a sua demissio. O rei porem nao
aceitou a mesma. Com effeito, em consequen-
cis disso o ministerio se conserrou [sement o
mir.iitro do culto, o Sr. de Belbmam Hollwegh
se retirou) e ficou agora de accordo acerca da dis-
solucio da dieta. Essa leve lugar no da 11. A
crise com isso nio ficou resolvida entretanto.
_ Dentro em sesseota das, segundo a constitu-
Co, deviam ter legar as novas eleices, e que
posicio teria o ministerio de lomar para com as
mesmas, para qua o resultado da dissolucio de
camars dos deputsdos nio tossem eleices sioda
muito oasis snle-miuisterises?
Os ministros llberses Insistiram na adopcio
d'am noro progrsmma liberal e na aeparacio dos
membros consejadores, tornando disso depen-
dente s sua conservado oo emprego.
Do seu lado os qembros conservadores, Von
der Heydt, conde Berostorff, e de Rooo, decla-
raram urgente urna maior unidade do gabinete
em sentido conservador, e apresentsram ao rei
um programma nesse sentido. No meio desse
corbate teve lugsr a nomeacio do priocipe de
Ilohenlohe-Iogelngen Oehringeo, al agora pre-
sidente da cmara dos senhores, para preaidente
ioterino do gabioete, em lugar do presidente j
ha mais lempo ausente por causa de molestia, o
priocipe de Hohenzollern-Sigmariogeo; decla-
rando o decreto da aua nomeacio, qae a presen-
te posi^io do Estado exiga urgentemente um
presidente do gabinete. Com isso nio poda ha-
ver mais dnvida alguma acerca do final xito do
combate em sentido conservador. El -re com
effeito rejeitou o programma dos ministros libe-
raos, e aceitoa a sua demissio, e a Gaxeta Ofi-
cial do dia 18, publicou osnomes dos novos mi-
nistros, nomeados em seu lugar. Sahiram pois
do ministerio, o mioistro sem pssta de Aner-
svrald, o ministro do interior conde de Schwe-
rn, o ministro das finanzas de Patow, o minis-
tro da agricultura conde Puckler, e o mioistro ds
justica de Berouth, e em seu lugar entraram :
como ministro do interior o Sr. de Iagow, at
agora presidente ds polica ; como mioistro da
agricultura o memoro da casa dos senhores, con-
de Ilzeoplitz; como mioistro ds justica o Cunde
de Lippe, al agora procurador do Estado; e-tomo
ministro das financas o Sr. Von der Heydt, cob-
servsndo interinamente o ministerio do commer-
cio.
O lugsr do Sr. de Aoerswald, nao foi occopa-
do de novo, e pelo Sr. de Betbmann j sshido
do ministerio do dis 10, foi nomeado o conse-
Iheirodo consistorio, o Sr. de Mueller, em quin-
to que ficam como miolatro dos estrangeiros o
conde de Bernstorff, e como mioistro da guerra,
o Sr. Roon.
or seus (titulos principaea. Dentro desses tite-
os prncipses, o respectivo ministerio conserva-
ra a mais complete liberdade de empregar em
detalhe a somma total concedida, segundo sus
conveniencia, urna vez que nao fosse arbitraria-
mente excedida a respectiva somma total. Dsssa
maneira, por exemplo, se achara concedida ao
ministro da guerra sob um nico titulo principal,
orna somma, que oo ultimo budget nio fol me-
nor do que de SI milhOes de thslers, e como to-
da a respoosabilidade imposta ao ministro da
s 9 horas e meta da uianhaa, isto por espseo de aerra s era de nio gastar maior quantta pelas
3 mezas rnente. precisos militares comprehendidas sob esse ttu-
Dito ao capitio do porto.Mande V. S, por em lo principal, do que os respectivos 31 milhes, ao
liberdade o reciuta de marioha Miguel Verissimo mesmo tempo qae nata o impeda de proceder
de Mello, que foi considerado incapaz do servico segundo o seu juiso dentro dos limites dessa som-
era inspeccio de saude, como V. S. declarou em ma, empregando as economiss d'ums psrte em
seu officio de 2 do correte. beneficio d'uma outra, e mesmo de eslabelecer
Dito ao mesmo. Mande V. S. por em liber- novas dotaces, talvez em opposicio isIntences
dada o recruta de marioha Zeferino Martina de da representacao do paiz, estavs claro que toda
Carvalbo, que provou ter iseo?ao legal. a inspeccio da cmara dos deputados sobre a ad-
Dito a cmara municipal da Villa Bella.Res- ministracao se devia tornar Ilusoria. A" isso
pondo o officio que Vmcs. dirgiram a esta pre- sccrescia, que o governo acabara de spresentsr
sidencia em 4 de marco ultimo, declaraodo-lhee dieta nm projecto de lei aobre a repariicio auna-
que nesta data mandei apromplar urna' embalan- rior das contas, limitando
cia aortida com oa medicamentos necessarios ao
tMcao aupe
usante a ins-
tratameoto das pessoas indigentes que forem ac-
commetlidas do cholera morbas nossa termo,
am de ser enviada, com 30 folhetos de pres-
en nces so respectivo delegado, com quea de-
vem Vmcs. eotender-aa logo qae ahi appareca
mal. Espere que Vaca, empregarao aa provi-
dencias neceasarias para que nia leoham de la-
meutar-se funestos effeitos atatt flagello.Otfl-
ciou-ae ao inspector da aade publica para man-
dar apromplar a arobalancia.
Dito ao subdelegado de Muribeca.loteirado
do contedo do aeu officio de 9do corrale, te-
nho a dizer-lhe que com o presante officio ihe
remello oulroa .30 exemplarea daa instrueces
psra o tratameato do cholera, eque fleo deligeo-
ciando a ida.para ahi da um sacerdote.
Portara ao gereate da compaahia peruarabuca-
ns.Pode Vmc. fazer aeguir psra o porto de Ma-
repa
expresss
peccao da dieta simples verificscio ds trena-
gressio ou nio-traoagrenlo dos titulos concedi-
dos, por psrta dos differeotes ministros. Assim
se tinha tornado mais urgente ainda urna especi-
ficscio maior na approvacio do budget, e por is-
so a commissio do budget ds cmara doa depu-
tados sdherlo com grande maioria 4 proposta Ha-
gen. Nio obstante o mioistro da fazende, o Sr.
de Patow, por meio daa suas representares em
fsTor do addiameoto da proposta, e pela promes-
as de apresentar o budget do anno prximo em
forma miis especificada, consegua fazer a com-
missio retirar a aua primitiva dscsio, e aceitar
orna proposts mediadora, exigiodo a especiflea-
co someole psra o budget do aooo proxlmp fu-
turo. No dia g do correte essa proposta tsm-
bem eotrou em discussio no pleno da cmara doa
deputados, e o deputsdo Hsgen de novo apresen-
toa a proposta feita oa commisso. O Sr. de Pa-
Com excepcio do conde de Itzenplitz, que re-
presenta o partido feudal-moderado, os outros
ministros novamente nomeados, sao pessoas com-
pletamente deaconhecidss, politicamente.
Tudo o que delles se aabe, que elles fizersm
s sus csrreira deraixo do ministerio Maoleuffel-
Westphalen. Eotratsnto os differentes partidos
j comecaram os seus prepsros para ss novas
eleices, e se o novo mioistro do interior nao
empregar medidas extraordioarias de violencia
ou de intimidacio, parece indabitarel um nevo
e sioda mais brilhaote resultado em favor do
partido progressists, do que as ultimas eleices.
Que entio a criae sa apreseotsr de novo, isso
evideote ; o seu final xito porem nio de
prever.
Ao lado dos acootecimentos ni Prussia todos
os outros se tornam secundarios pelo momento.
Com lado ha dous outros acootecimentos que
merecem plenameots a atteocio publica.
Na sesso da dieta allemaa do dia 5, a Austria
e a Prussia apreseotsrao ama proposta commum
acerca da questio da Hasse Eleitoral. Esss pro-
posta coovida o goveroo bessianu a dar os deidos
passos psra o restabelecimeoto da coosliiuicio de
5 de jsoeiro de 1831, remotjda no aooo de 1852,
reservsndo as modifleacoes das disposices even-
tualmente anli-federaes que derem ser resliasdss as obras publicas
os ra coostituciooal. Nio de duvidar a acei-
tacio dessa proposts, que seria urna primeira vic-
toria oa lula decemaria do povo hessiaoo pela
sua constituirlo. E ee$ victoria seria completa,
se s proposta auslro-prussiaoa impozesse ao mes-
mo tempo o restabelecimeoto da lei eleitorSl de
1849. Nesse poni porm s Prussia e a Austria
oio poderio ficar de accordo, porque emquanto
que o conde de Becbberg se oppem.decididameote
esse restabelecimeoto, o conde de Berostorff so
meos oio moslra grande zelo pelo mesmo. Dessa
maneira a questio ds le eleitoral ficou aberta, e o
principe eleitoral lera da enten ler-se com o seu
poro respeito ds mesms. Mas como nio de
pensar em quaiquer condescendencia de psrte do
principe, a lula sioda continuar por algum tem-
po na Mease Eleitoral, porque certo que o povo
debaixo de neohuma circunstancia abrir mao da
lei eleitoral.
O segundo aconlecimento de qae anda temoa
Lisboa 39 de marco,
A recomposicio mioislerial que se effectuou
pela aahida dos Srs. Antonio d'Avills (ds fazenda)
e Carlos Bento da Silva (da marioha), e que lbe
relalei na minha ultima Originoa urna dissidencis
oo seio da maioris da cmara dos deputados, o
que tambem Ihe meocionei. Resultou d'ahi que
s opposicio colligada se reforcou oes votacea
com mais 39 votos, pois tactos foram os que
se desmembrsram da maioria. Nss raunies que
os dissideotes fizeram em casa do deputsdo bario
de Santos accordou-se o'uma poltica expectante,
e que se nio apoissse, mas tambem se oio hosti-
lisssse aberlamente o gabinete, sobretudo em
questio de principios.
Achsva-se o governo obrigado por suss pro-
messas, ao spreseotsr-se na repreeeotacio nacio-
nal a tomar medidas de carcter poltico oa ques-
tio do ensino. Obrigava-o mais a decidir-se a
circumstaocia de achar-se fszendo parte du mi-
nisterio o Sr. Jos da Silva Mendes Leal, que ss
pronunciara de um modo positivo como joroslis-
ta, sobre a questio daa irmiss de caridade.
Todos estes motivos aconselharsm os ministros
a apresentarem s cortes no dis 10 do correte s
proposts de lei que exclue do ensino publico as
corporacoes religiosas. Deve ter conhecimento
dos termos em que foi concebida eata propoata,
que Ihe remelti, impressa, oa mala psssada. Foi
urna luva que o gabioete laocou aos seus adver-
sarios. Sendo todava urnaIquestio de prioeipios,
era de esperar que os membros dissideotes o oio
desamparassem depois dessa prottssio de f po-
ltica e de tio clara manifestarlo.
0 governo desejsvs que esta proposts fosse
examioada por urna commisso nomeada pela
mesa da eamara, mas resolveu-se qae esta com-
missio fosse eleits por escrutinio. Procedeu-se
no dia 14 i esta eleigo ; entraram na uroa 140
listas, seodo 7 brancas. Se se contassem as lis-
tas brancas psrs a contagem da maioria absoluts,
nioguem ficaria apurado oo primeiro escrutinio ;
a cmara, porm, com 59 votos contra 38 deci-
di que se cootsssem, ficaodo eleitos os Srs. Ca-
sal Ribeiro com 70 votos, Antonio de Serpa com
58, e os Srs. Ferrar, Jos Mara de Abreu, Anto-
nio Mara de Footes, e Nogueira Soares, esda am
com 67 votos, ficaodo atnda por eleger um mem-
bro, visto mais nenhum deputsdo ter oblido
msioria.
Todos os eleitos ersm candidatos ds opposicio,
excepto o Sr. Perrer. Este cheque resultou de
se juntarem os rotos dos dissideotes com os dos
regeneradores.
Espersvsm os opposicionistss qae o ministerio
fosse logo d'alll direito ao paco pedir sua exon-
racao.
No dia seguinte foi eleilo um membro que fst-
tava psra completar a commtssio, sahlndo o Sr.
Alves Marlios, um dos dissideotes que a opposi-
cio tinha adoptado para aa suas listas, de prefe-
rencia ao Sr. Moraas Carvalbo, candidato dos mi-
nisteriaes.
Esta conlraprova de hostilidade, decidi os mi-
nistres a collocarem-ae o'uma posicio decisiva.
A commissio reuniu se logo no dia 16, e dirigi
o seu relatorio examinando o projecto do gover-
no, e oo dia 17 declarara na cmara que se tinhs
installado, nomeaodo para seu presidente o Sr.
Foutes, psra secretario o Sr. Jos Maris de Abres
e para relator o Sr. Casal Ribeiro.
1 inmediatamente foi reunido o conselho de es-
tado, e dentro em poucaa horaa compareca oa
cmara o presidente do conselho de ministros, e
lia-se na mesa o decreto sddiaodo as cortes psra
o dia 32 de abril.
Revetou o governo maior energa do qae se
esperara.
Disse-se os imprensa que os debates oo conse-
lho de estado foram calorosos, nao faltando quem
combstesse a proposts de addiameoto. O certo
eque o chefe do estado, usando da prerogatira
que Ihe coofere a carta, optou pelo que Ihe pa-
receu mais razosrel, e ioclinou -se psra a pro-
posts que o governo Iba apresentsva.
A maior parle da gante conaiderou desde entio
.o addiamento da cmara como preludio de disso-
lucio.
A lioguagem da impreosa torooo-se ainda mais
violeota ; os arligoa daa folbas de polemice sao
repassados de acrimonia ; os joroaes da opposi-
cio smescsm o naiz com um cataclisma poltico
fallam muitas vezes em guerra civil, em banca-
rota e outros palavrdes desta ordens, que teodem
a Inquietar os espiritos, e s excitar ss psixes.
Boatos dos mais ioconciliaveis se teem espslha-
do : segundo uns, os dissideotes fazem questio
da sabida do Sr. Mendes Leal do ministerio e da
transferencia do Sr. Lobo d'Avila da fazenda para
outros dio como certa a pr-
xima entrada do Sr. Jos Estevio para o minis-
terio do reioo, e o Sr. Ferrer psra a justica, ss-
hindo o Sr. Gaspar Pereira, e passando o Sr. Bra-
amcamp do reino para oatra pasta.
Haquatro dias afflrmara-se qua entrara o Sr.
duque da Salrjanha para o ministerio do reino,
acompanhado dos seas amigos bario de.Lagos e
Fsria Btanc, do qae resultara mudar a siluaco
completamente.
Conta-se tamben qae dra logara esta noticia
ter sido chamado ao pssso o merechal. Die-
se que elle mesmo ia cuidando que se tratara
de o encarregar o soberano da organisacao de om
novo gabinete. Parece, porm, que S. o man-
dara chamar por causa do palacio dos Carrancas,
qoe poueo sotes de fallecer hsria comprado el-
rei o Sr. D. Pedro V. til-re o Sr. D. Luiz que-
ra combinar com seu mordome-mr (o duque)
o destino que se hsvia de dar iquells proprieda-
dade, e eis o que den lugar a suppor-se utos
o qae se inventa com o qae so Teriaca, da vid*
muito qua eaaaa hypothesee ae reaHeer.
O gorernador civil da Braga, D. Antonio do
Mello i.|Lourenr,o, filho primognito do candad*
S. Loerenco, foi nomeado gorernador civil de Lis-
boa, dando exoneracao ao general Malsonad
que foi nomeado vogal do supremo conselho d*
justica militar.
O Sr. Silva Lasl, foi nomeado governador dril
para Braga.
Muitas outras madancaaae leen feiiono peseeal
administrativo.
Publicou-se hootem o decrete que manda pre-
ceder a eleices aupplemealares para preen-
chimento de 5 lugsree vagos na cmara dos de-
putados. A eleicio aera a 27 de abril.
Diz-sa que aera exooerado coasaaieearie de*
estudoe e reitor do lyceu nacional de Lisboa, D.
Jos de Lscerds, deio da S patriarca*!. Pali-
se em que o substituir lente da Universidad
D. Roque Joaquim Feroandea Tbeasas.
Antea de bonlem fez-ee em Lisboa a manga-
racio aelemne do segundo snno do curso supe-
rior de lettras, instiiuido pela munificencia do
finado rei o Sr. D. Pedro V, de saudoaa aa*
ra.
Fez o discurso de lapieniia, ea lata Sr. i
selheiro Antonio Jos Viste, director do cor
Orou depois o Sr. Dr. Levi Mara Jordao, p*e
ultimo foi pronunciado um palhelico improviso
pelo Sr. Luiz Augusto Repello da Silva, qae bri-
Ihaotemeole commemorou ss virtudes, amor da
aciencia e illeatradoa dotea que oraavaaa regio
fundador daquelle coreo. Diaa ante* bavia-s*
collocado com solemnidade na sala daa praleegoes
o retrato o Sr. D. Pedro V, mesmo no lagar que
o fallecido mooarcha baeitualraeote oecapara
quando ia ouvir aa preleccjoea dos disliacioe pro-
fessores. Estavam presentas suas aaag*atade*.
Te'e hoje lugar a ioeuguraeio solemos da ex-
psito da academia daa Bailas Artes de Liases
a que aasistiram auaa mageslades, digoaado-ea
el-re o Sr. D. Luiz distribuir os premiase diplo-
mas honorficos aoa alumnos que mais ae linhaaa
distinguido. A exposicio dorar am mes.
Para a semana ser inaugurada a escola nor-
mal primaria de Lisboa, que se estabelecesi ao
lugar da' Malrlla, conselho dos Olivas*, a 6 ki-
lmetros da capital.
No convento do Cilvario vai ser eslabelecida
urna escola normal psra o sexo -mioioo. Parv-
ee que deotro em poucoa diaa aera publicado na
folha official o respectivo regulamento.
Outro regulamento aobre o soaiou particular
ser igualmente decretado a publicado.
O governo, acensado de advara propsgacio
do ensino pelos partidarios das irmiss de canda-
de, empenba-ae, pelo qne ae v, ea mostrar p*r
todos os modos que suda muito activa cuida-
doso em tudo o que diz respeito instrucca* pn-
bhca.
A companhia Bonanza publicou o seu relatorio
com respeito a gerencia do anuo lindo, a apre-
sentado em assembla ge/al da 19 de leveresr*
ultimo.

de fallar, se refere questio dano-allemia. Na transformaco minisffatisjY com o duque i frenle.
sessao da dieta allemaa do da 12 u commissee Peder o goveroo astir oio ttale apoto na
A direccio enlaboloa negociacio para acabac
por urna vez com o oous dos eeis per ceoto, qua
pelo coolraclo feito com o Sr. conde de Farroao,
tinha de continuar a pagar aobre a totalidad* de*
premios, qne a companhia Uzease al ao Im de
dezerobro de 1864, cooseguio comprar ao aasmo
Sr. conde e mais interesssdos o direito e acho-
que liobam iquella porecatagen.
Os riscos dos seguros martimos sabiraa aa
anno Ando a 908.447JB58 rasa, repsrlidoe por 767
apolkes importando os premios respectiva* aoa
meamos seguros ea 14:321119/ reia
Nos seguros terrestres adquiri s compaohia
mais 197 segaros novas, sanio a importancia de*
respectivos premios 1:I32| 102, q addiciooao**
aoa 32:1101768 reia, do aooo anterior preaiem
somma total de 33.1421870 reis.
Diz a direccio que os alnistroa do fogo sao fe-
ralmente menores qae oa oaaritiae* pelo acert
daa providencias a bom servico para a ana ex-
liocc Jo.; e que estes meemos prejuize* alad* se-
riara de menos Importancia se nao appareceaaam
de rez em quando eapeculadores inmersas. q*
procuram um lucro illicitu melhorar da aorta, sa-
crificando as vidas e aa foriunaa doa aeu* eaajo*-
Ihantes. Serie bem psra desojar, eecrascsods
direccio do corpo social, fosas maia sollicita
possivel na peraeguiciodealcaenaiaoaoa.
Os lucros lquidos do aooo foram 9 860J4I7.
O dividendo de ip200 reia, por accio, igasl a
10 por ceoto sobre a entrada.
E' ests a compaohia de seguros ass satiga de
Portugal; e seuj crdito e.soltdez prorsa-s* psj*
coosioeravel augmento qaa todoa oo aooos i
na somma dos seguros terrestres.
Os prejuizos sao n'esta companhia seas
religiosa a promptamente, como sttestam aa re-
petidas declarares qoe lodos os eiaa puWicam
nos jornass os segurados, que aoBrereaa con es
effeiios de incendio.
Pela insignificante quanlia de 200 rei* sansaes
por cada 100*000 raa, alaguen deve dotase do
segurar as suas moailiae, seodo anda nata pe-
queo o premio sobre predios.
A administrscJo gerai do psecada enancan
um ioteresssote mappa demonstralivo die reada-
meoto geral do imposto sobre o pescado i
em cada um doa diflereotee pontos, coa
ci das dirisdes da coala e os, adtate!retja;a
circuios dss alfaodegaa martimas pe* ende fea
cobrado em todo o anoo de 1881.
com os annoa antecedentes, reo linate* i
e competentes estatisticas. Este asppa i
pandado de nm relatorio do administrador
o Sr. bsrio de Villa Cova.
A receita foi de 59:481*061, a a despcia......
10154*440 reia, sendo por Unte saldo a
do ihesour.. de4*326*022 reia. Dees
quanto-A receita (excedente do ana* de I
o direito sobre o pescado diniaua*
addicionses, alias sseiria a res 61:319*3**, iee
, 5,000*900 superiores ae calcis i
O valor daa pescaras no anoo paeea*v
lado pela arrecadacAo do imp jeto, lei a*
901:2*85212, ioctuiodo 50K0O0J00Q pace i
oa menos da pepea da sirdioha. Ora a*sn
lando a eata quanlia o valor daa pestaes,
pregados as caldeiradas, e conedorii
cadorea, que a lei d livre de direne ; ene ca-
lindas nos pequeos ros, e e das extraviadas ass
direitoa, pode-ee anVitanonte dizer ajan vanee
total das pescariaa en 1861 fui da ia
quanlia de 1,901 637|610 reia.
O valor de* Parce*, redes,
utencilios de pesca qoe ba en lo*a raes i
ae em 2.000.000*000 re, e aa arreac* aW....
1,201:6371616 rea, producto d'sfl
um anoo, sendo cestas* do aU
10 oa 90 por cerno <-a que a
o naporiantissimo lacro da 45 por
Tea-a conheeldo que ae
prodazen, e a elles afflasn aas
poradaa, 1x7 qualidades de peixe,
riscos.


e o rapor Pariiaanea ao da 15 do correte a tow declarou, qne o goveroo nio combalta essa
hora indicada em seu officio desta dala. proposta em seu principio, mas que apesar de
Dito so mesmo.Em logares d'estado de qae nio ser impqsalvel s sua execucio ji oo correte
dispoe esta presidencia mande Vnc. dar pea*-; anno, o trabarho das respectiras reparticoes se-
gem para o porte o Mac no vapor Jag uoriee ria sxcessivs menls elevado etc. Difieren tea ore-
ao Dr. Joio Querioo Rodriguea da SiUa jalada dores refutaram isso, cooviodo no augmento mo-
direito removido para a comarca de Moaeor no aeoteneo do trabalho, porem tratando de provar
Rio Grande do Norte. que io Perla impossivel reeliaa-lo. Apartado
Sito ao meses.Km lagares d'eaUdo de qu* pelos seos adversarios polticos, especialmente
dispoe esta preaUencia miada Vms. dar passa- pelos depaidosSchulUe-Detltscb, Tirshowoa-
reunidas pela questio do Holstein, propozersm a
approvacio das negoelsces entra ti das pela Pres-
is e Aostris com a Dinamarca desde agosto de
1866, a a sdheslo da dieta ao protesto levantado
pales ditas duas potencias cootrs as discusses oo
parlamento dano-aehlesvriguense. A volacao
esse respeito deve ter lugar n'sneadas prximas
sesses da dieta, o a proposta niodeixar de ser
aceita. Eotretaote a Dieamarca responden nos
ltimos diaa s notas idealices e protestos da Aus-
tria e da Prussia, de 8 e 14 de ferereiro. as oo-
et! ds asa-
cmara alta, nio lend* aeioria na eaasara popu-
lar, estando em minora no conselh** estado f
Ter forja para fazer nova toreada de Pares, e
pora diesolver acamara des deputadosf Poder,
como oonlsvsm os seas amigos maia inttoroa,
chamar a si oa dissideotes, captar-Ibes ssbene
voiensias, desfazer os aitritos, attenur as resl
teles, fazer veltar eetBto- a aituscio ao sso el.,
ligo atado f Quen aqui est, prximo dos acon-
tecimientos, aviado o que se dtx, lento o que se
eiorere, obserreodo o qoe se psssa, combinando
O numero de* pesesderea aa lasa pote I
24,596,seode 20,213 manicata des, 4,371 adr
lelos.
O numero de aerees de asaca de SJ&sea-
i 57 rendes. 1,161 nedieaee, e 1.443 #
numero doe eea^a*sTTav*jr^Bsaan astg-
Mfitoaa aneo tesas**, e a des adrfasei*
X0 ua tere* pe+o aettm *a fatua


. U Jlflgi ,u
sai cosUf, em conseqoeocia dos tempera
.
pene,
tt-
ase costas, em consequenciaaoslempors.es, ven
*os de travessla, nordestea e fr
Api a sardiaha vem sempre muito ontro
nashlhaodo i
Inou. ouira p^carie, ae qae resaltan prejuizo
uzeada e i oagao.
Os barcos grandes madtaqpg.dimigqj/am ^m I mi
pouco. e os pequeos regulam pelos do sodo '
de 1860. _..-- v .^
Os oomes dos peixes que produiaa os tioesas
costas e rio*, e oaque a ella* fuuaso na di
sas temporadas sao os segjji
Abrotea. Agulha, AlvacoefSbietolLj.'Anjo,
gnjeeaile, Al
Ef
i
ceguim, Arenque, Arrala,
Asevia, Bacalhao, lietais, tseihaatoira' al
farronzo, Bebo, Betouro, Bica, BaeVtao, Viruta
rao, Boga, Bonito, Bolo, Ca;o, Cader, Caoeta,
Otainh. Caturrrtto, G.ptao, (tangi. itaToucho.
Cbralla, Cavallo-manoho, Chale, Cheroe, Chi-
charro, Chime*. C*deo, Chrrpa, Cobra do mar,
lecorata, Caelao, Cangro, Corvina, entio, Oou-
raaa, Uouiado, Dragao-Brioho, Eit, Roguia.
fcoxarreco, Eeaovs, primeira ualidade; Soxova;
aguada quilid.de ; Escolar, Espada,-Espadarte,
*raoeca,l,rreira, Pnlra, Galto.alaToupa, Ginete,
Oodiao, Geral, Imperador, amanta, Juliaooa,
Lampreie. Lioguado, Lino, Lilao, Lita, Lucio,
Lula, Melga, Mero. Murcego, Moris, Magera,
Iudo, Pailn. Pmpano, Pargo, Pata-Roxa,
.Pescada, Polvo, Porco.regaoo, Prego, Quelme,
auo, Rato, Re, Requetme. Rr..|TtobaUo,
oda, 'Rodovslbo, Roncador, fRuiro, Sao, Sa-
jflirm.^tmao. SalmoBte.arda,Mdinha, Sargo
?*.' ^?Ttlh*' Serra Siba.Slha.olho.T.inha
iamburn, Tartaruga, Tiotoreire, Touinaa, lie-
melga, Tinta, Tbano, "Vengo, Viola, Veador,
/oiro.
Os ornea dos mariscos ao oa eeguiOtM :
Amejou, Barbiglo, Boeca, Burri, GaetoUoha,
.aumao, Qaranuyo, Carangueijo, Craca, .agosta,
LagoBtim.Lamioginha, Laya, Litigueirto, Mexi-
nao, Navegantes, Oslra, Precebes, Sentla.
O reioo est dividido em sete dtotrictoe para a
pesca, a saber : Lisboa, Porto, Circulo do norte,
.jue eomprebande Ctminba. Vianna, flspozeode.
villa do Conde, Central qae comprobando, Fi-
?laeire, Pedieoeiro. S. Martinho, Alejar ve. que
oaprehende, Lagos, Portimao, Faro, Olhao. Ta-
ira. Villa Real, e Vlenos.
0 reodimento total do imposto do pascado no
amoo Ando foi de 59:481*062 res, lando sido de
sea 59,0569834 no de 186U
Por decreto de 18 do correte eoez oi mso-
. dalo abrir concurso peranle o governador civil
pairada do Braga a Poole de Lima, comprehendi-
M entre os nos Neiver e Trovelta, oa exieocio
les sobre aquelles os. e o pootao obre o ribeiro
deSouto del-rei; cumpriodo, porm, que na
00 Uruccao da ponie aobre o Mein se nao estabe-
toeim pilastras de csutsria por cima dosconhaes
dos enconlros ; que se faga concordar aa aduellas
ae lala com o cordao por meio de urna dada de
uxelfaares sebfe este sl a arlara da
junta '
aaw
A besada licilaco~*r a preco tola
conloa de rea.
O comalo entre o governo e a companhia
inglese, para a venda eecamiaho de ferro do sol
ora rescindido, mesmo antes de approvado pelas
corles, porque 4 ultima horados Ioglezes quenam
que o go*er-ao coaatruisse sua costa urna ponte
Mitre o Luadiaoa. o que d.va os mesmos resul-
tados, que um augmento de ubveocao ao que o
governo au quiz acceder.
~~ Na semana Anda am la do eorieote traba-
tbaram duriemeole na segunda dlviso do ca-
*?c-6. erro de'C0>nb"> o Porto, termo me-
flio, 2,606 hmeos, 2,258 mulheres e rapazos, 156
rro, 7 cabalgaduras, e 47 wsgons.
ACha-se construida em Guimares urna com-
?innia. creada com o flm de gerir e adraioislrar
1 laortca de fuuoicao e cutelaria. a
nha, e este, tasal'e Torres, commandaotei
a-seganda columma erarn 01 ncos braneos que
hatiam ru exposigio *
A'dCtaaaiada conianca do lenle corooel Gs-
Sa'-^iRa bu leu aquello mi resultsda
da expedicao. Era um calente militar. O com-
mandanie de Luanda offerecea-lhe urna espada
deshonra e ja a nha mandado fazer,
des aMancM, a*s)rexa*sqjealleif,
Prelaa.airmBOio-eaNso asaaeso tsqpo c
-*! ***** *lt*m*i'U fettiej
re, fot approrada e aalonsada a coostruccio
D1AM0 DE PEtNlMBUCO. w
Ttjfl^EEiRAia DK 4BR1L DE 1861.
te, a, poeto ficessem maito maguadas, toda* fe-, eaputs
itzmente se slTsram.
As estradas Acarara intransitsrsis.
Poe'coicu'ir' XW Ciha^.^
de ~
JEZf^EESS*dlrBWa pwttTtel Oo'enro tommnbaam tente
no ero, deoomioaodo-se am, da Boa-espe- '
~~ oda'6 de Janeiro foi elelto pelo cabido da
S4 de Luanda, sade vacantt, vivirlo capitular
a aquella dioaese o reverendo conego magistral
Francisco Mara Constantino Fcrreira Pinto.
No dia 30 do mesmo mez celebraram-se
olemnea exequias na SCaltiedral pelo eterno
^"""S0 d* 'lll">" o 8r. D. -Hanoei de
Sania R;U Barros.
O reodimento do imposto de 3 O/Oaa'M-
iorern na alfaodega de Loaoda, oMrimeslre que
decorreu de 13 de otatebro at 31 de dezembro
de 1861. foi de 19:882#633 rs. Esta quantia foi
em pregado da onna aeguinte: 3:588g59* rs.^ras
obras da alfanlega de Losoda ; 1:774336 rs.
'".Qfl1"9 *ca,BS" municipal da mesma cidade ;
o l:d689G93 rs. com a oxpropriacao dedous pre-
dios para mbelesaoientos da dlla cidade.
Seguodo a portara d governador, de 24 de
Janeiro, foi fizada em 172 hornees, a torca de
cada companhia de segunda liona, tanlo roovel,
como de guerra preta, da provincia de Anzola.
No diatrfeto de Loands, alm dos baielhoes de
voluntarios Loaoda, e de voluntarios cacadotes da
raiDha,naver1> compaohiss movis e 14 de guer-
ra preta : 00 districto de Goluogo Alto 24 com-
oanhiss movis e 20 de guerra prela: no distric
lia* "oduj asa
abjstaiVva arslleiros, haiia
veis, porque teodo feito grsodas sacrifcieacoaa lual
o amanho de trras (que oi dispendio JaB3
pela elevacao desjoroaes, mas pelo preco ddal-
dabos), nio pedem agora aemear, e assim rem
'iBwlloajjaa*** lodamnassasan av^ .1 1 1
" satf- '
ada
adiare
a'ca
mente
irau
sata sa sua
auxilio do governo.
33=
a medalba de hoora, da auro, ae intrpido Joa-
quim Lopes, patrio do sal Tidas de paco de Ar
OlM nimn MIsKIIaa lnanMn^.. ca .
ee, como publico testemotrho do real apreco
pelo hamaottario auxilio que prestoa tripola-
?ao do navio nespanhol ^cfttMes, que oaufragoq
-entrada do porto da Ltsbos, arriscando para
raso, com a maior coragem a ptonria vida. Este
vlente martimo ja tem o neiro coberio de seis
medalbas de mefito por casos semelhantes.
Ha dias fdl encontrado morto em sua casa-
na cahjada da Estrella Joaquim do Patrocinio Cos-
ta, earleiro do correio.geral, deixaodo um espolio
curioso.
Um^sinbo do carteiro, com o qust tloba es-
iretia relacoes contou a este respeito o seguinte :
Ucsrtetro era bomem de poucaapalavras mi-
sntropo, e arreciando urna extrema oob'reza.
Nunca vistiaroupa branca, deverio ede ioveroo
usava soare a pede o boiforme do seu cargo,
cuidadosamente abotoadoptra se IhSo ver a car-
ne. Achou-se-lhe dinheiro em ouro cosido en-
) forro da frdela oa quaotia de
o lempo.
pedreiro.
oi preso eofloa, mas depois reco-
iZ "?f Wo;cooludo quando o ceodazi-
am i admioislr.slo do bairro oa roa dos C-
compa^hX TTMTjttss;^:
piasteo'] Enlio, teve med a paaJrj atas enmmo,<. h.
r',ra^ijci q 'he nao%3taISlf:?t^a, d'
ovidencitatr Na admiistracio tortajat lltsa ',.
SV ""."IB10 e b,erTOU ^^pSalo-
sfde pedllfoseu aotigo ca^ratta-,MliBoT 1 ^
faVeVi-0"1"' para a C08,a 'efugTdemuU"
tos ciiraioosas. mas hoje j pouco agaro.
O proces cootinua. "*^ 4
. ., i ultima hora.
Lisboa.Sabbaflo t*\ aa M lr2
L.
horas da
i noute no theatro o boato de
-urna iosuriaicao no Porto. Como
lira pela manha cado,
verificar a veracidade da
noite,
Corda hoje
ler rebeotado
a mala do paquete se
oao tenho ocoasiao de
noticis.
ra(.1Hle<.l4l^ein. 1* "ofocaco das no-
um,wn;lt,d?P,0'8 d* ""'Sao, seria para
umss coolUtumUg^.M raormar a casoar, doa
yares.
1.
HESPANHA.
Madrid, xy de maree.
Iguns Joioaes e grande oumero de
t1 V
'
vir do Mxico os restos de Fernsoda Cortez. Es-
tas folhas, aem duvida se esqueceraro, que aa
ciazas daqueHe hroe ha muito que ato^iistam
Z^le0t f,6 Napolea. aocerradS we.!
Mira da capaila do marquez de Moateleoae,
descendente da sua familia.
lo de Benguella 5 compaohiaa movis e 5 de* "aquelle seu costme domestico.
guerra preta; 00 disiricto de Hossamedes 2 com-
psnhias movis.
Os sobas de toda a provincia e soas depen-
dencias lerSo na devida e melhor ordera todos os
empacaceiros dos seus sobados que nao cstive-
rem alistados as compaohiaa da segunda lioha
e es apresentaro para o servico publico sempre
que Ihes fdr ordenado.
A forca total destas companhias da segunda
Unba i de 3.58 homens a aaber: 79 capitas
/9 lenles, 138alferes, 79 primeiros ssrgentos'
158 segundos sargentos, 79 furrieis, 158 cme-
las 47* cabos. 474 aospecadas, e 11,850 sol-
dados.
primeira
la de duelias; e finalmente as guardas s-jam
atruidas inleirameole dexaniaria.
de vinte
-. w_.._... compa-
nnu deuomioa-aeCompanhia de fuodico
e cu-
as
existente
lelaria de Virullae vo brevemente comecar
Oras para o augmento da -fabrica
as margeos do no d'aquelle o o me'.
4)i propietarios dos terrenos ex-proprisdos
jo castelho de Tafe, para a coostrueco da eslra-
ta de Guimares, aquella villa, acabara de dar
asa eatemunho de affeicao pelo progresso ma-
h 8Ua ,err*' feni10 voluouri.mente um
Dattmeolo de 2o por ceoto ao preco das ex-pro-
tfriacoes, ajustado com a repectiv"a commisso.
O movimento geral de imaorlaco e expor-
Ucaoeotreoporto d Gibr.Usr e os diUerent-s
partos de Portugal uo aooode 1861 foi o seguale-
Us gneros mais importantes de produeco e
industria nacianal expoilados|sio :alfarobas. a-
mendoas, atum, aielle, azeiloaas, batata3. cebol-
las, couros de sola, couros salgados, feijao secco
gos, [rangos, gado vaceum, lenha, marisco, mel
peros, pescadas, porcos. sal.sardiohas, taboado.'
toucioho, vioho do Porto e Madeira e alguns ar-
tefactos.
Estes productos sio pela maior parte origioa-
nos do AIgar?e, que pouco importa de Gibrallar.
Juntu o seu valor a algons geBecos e productos
ae industria estrangeira do deposito de Lisboa
35-163a200r,aCG valor P"1'" <>e res
.A*e.r,b"la *POf?o-axcedeu a guaolia de
M&lr?680-pois el"oua ,oaiI"a da reis
ZJ8.JZ2880. sendo os ganaros mais importantes
nxpurlados ;850, aduellas, alcatro, alcool, al-
piste, ameodoas, aoiz. assucar branco, masca-
vado e refinado, cha, charutos, cooiohos, conta-
rla, couros frescos, seceos e salados, dinheiro.
drogas, enxofre, farinha, favas. fazeodas de algo-
dao, l, e lioha, forros psra arcos, 'geoebra. li-
utaaca. man, nozes, paloa manufacturada, pas-
ase, quinquilberia, resinaf sabo, salsa parrilha,
anguexagas, cebo, seda eme, tabaco, cevada
car, cervaja, trigo, tamarae. vinho de varias qua-
Iidades, e algumss miudezas.
Acha-se esiabelaclda urna carreira regular
de vapores enireSaint Nazaire. Vigo, Porto, Lis-
tos, Cdiz. Cibrallar a Uulaga.
Os vapores desta carreira, que sahem de Saiot-
Nazatre no dia 15. entrara a barra de Djuro a 19
e segyem no portos do itinerario da liona aaniosular. Qs va-
pores que vo para Saiot-Nazaire sahem de Lis-
Soa s 8da manha do dii 4 de cada mez e tomara
no da 5 na barra do Porto,
o"\mbe.,Urf,toJ-presM w P"W. 0 bom re-
gulamento de bordo e as araolias que esta car-
jeira ollarece devem coovidar a preerencia-
Os Albos dos passageiro, menores de 3 bd-
oos, nao pagara nada, e os de tres a 10 aooos
pagam met.de do preco e podem levar at .50
kilogrammas de,fcagagem, alm dos 100 kilogam-
rnas que pode levar o passsgetro em compaobis
de quera vo. v
As raercadorias destinadas de franca ao Porta,
erao desembarcadsa na alfaodega Se Lisboa
dtsposicao dos destinatarios, que serao preveni-
dos, fazendo-se no rete urna redcelo de tres
trancos por 100 kilogrammas. a ilo de indem-
nisagao da reexportaego de Lisboa para o Porto.
As despezw da alfaodega aero por coata da com-
O regulameolo. que afcraoge lodos os casos
previstos, mestra as Oieilentes coo4oo6om que
.sis carreira ae estabejeoe. sendo a modicidade
aos presos ums.dos msis r-ecommeodaveia.
. o, que pk; o deaeovolvimentQdo.commer-
l!,S,t e d, Pr^'eo se recouiece,
rmeira aecessidsde. a mulUpjLydade -
O reodimento di alfaodega da Hossamedes do
mez de ouiubru d 1861 foi de 4858630 e no de
aovembro de 40f297. .
Na alfaodega do Ambriz o reodimeoto no mez
de dezembro de 1861 foi de 538705.
Os jazigos mineraes que ltimamente teem sido
descubertos oa provincia sao os teguiutes
Por Francisco Antonio Flores, denuncia de
descoberta de um mineiro de chumbo em gale-
na /'sulfrelo do chum) e carbonato de chumbo,
no districto de Benguella, na mioa de cobre pelo
mesmo denunciado a legua e meia para duas ao
fici ?. bahia o Guia, era 26dejulho de
lool. Mina de cobre, no morro Cagtmbe, em
trente de Quipiapira, as proximidades do Caco-
rango, no conselho de Osmbe Grande, districto
de Ujoguells em 27 de agosto do anno fiodo
Jaztgo mineral de cobre e outras substancias mi-
Deae*!u*lUado D0 fllD de Ddnjbe d~e Cuia, de 3
a4mtlhas desta ponto no conselho de Dambe
JB55K, dlstticl e Benguella em 5 de ouiubro
de 1861.
Havjam-se recebido em Loaoda para serem
iraosplantades 00 districto de alosssmedes di-
versas reraessaa.de plaotis de caf, offerecidas
aos plantadores d'aquelle districto pelo Sr. An-
u "o Hm9n de Cadilhos, proprietario na
tlha deS. Thom.
Na alandega principal de Nova Gda (India
portuguezs) bouve 00 dia 22 de jaoeiro ultimo,
Vi lnC9a,,. 1u raduziria a ciozas todo o
ediBcio se nao fossem promptamente empregtdos
iodos os soccorros. O fogo comecou em um ar-
mazero, em que txistiam algumaa mercadorias,
e entre ellascaixas de substancias iofiamavet.
As providenciss forsm promptss e enrgicas. A
guara municipal, ca pitaes de navios nacionaes e
estrangeiroe. com as suas tripolstoes, officiaes
militares, empregados pblicos, negociantes, lo-
dos correram alfandaga e preeUram os melho-
tes semeos.
Dous marinheiros da barca D. Anno Qcaram
gravemeots feridos. Felizmente o prejuizo nao
oi grande.
A fragata D. Femando largou do porto de
ova Oda na manha do dia 12 de Janeiro, se-
guindo sua viagem para Lisboa.
Chegou a Lisboa o baro Amede Pyike, en-
1" c e*lMO,ll'a*rio e niaisiro plenipoleoc'iario
de S. M. el-rei dos Belgas em misso especial,
para dar. em nome de seu soberano, psames, a
a- M. el re o Senhor D. Luiz I, pelo infausto
psssmento de S. M. el-rei o Senhor D. Pedro
V e de seus augustos irrao os seohores iofantes
u.Joaoe D. Fernando, de saudosa memoria.
Segundo coista, el rei receber este diplma-
la em audiencia solemne no paco da Ajuds.
O baro Amede Pycke parece que leve cre-
denciaes, que o acreditara como ministro ple-
nipotenciario residente nesta corte, por parte da
Delgics.
Diz-se que entrara na cadeia de Villa-Verde,
o !>r..(.ODcalves Barboss, que ha pouco vler*di
Rio de Janeiro. Parece que o Sr. Barbosa, a-
beodo que.fOra procurado pelo respectivo admi-
nistrador para ser capturado, em virtude de um
processo que lbe fra instaurado, se apresenlra
k respectiva autoridade, entrando
mente na cedis.
- de urnas aua- a ou^ ------ .'*" m ue-pa
reata libres. Para nao est.gar o uniforme, que J?* J?100' nalU> P"ute .as di
era o uo.eof.cto que possui.6, costomava andar %!t?',S?J?*. oe*,,pa<1? "'mente da,
Bfi por cesa, chegando a harer queixas de urnas
vmatias contra o hornera singulsr, que tinha a
sineeridade de pendorar um espelho na vldraca
r a barba, com a simplicidsde e frescura
'Pallavaas ve-
zes aa una historia de amor, na qual hsvia urna
mulher ingrata qu* despresava a sua dedicaco
f)ilneira.'b,CI0-a,easpirar a nmposigo que
elle ao Ihe poda dar. Nessaa occasioes o cir-
leiro, como que levado por urna viso, espalha-
locera, efazla a meia voz urna excla-
va a
espootaoea-
e a cosi-
roubados
acilidade das
cammunicagea entre povoa^jja-
i. cooaitoas am. mencionadas, deve tor-
io oaconta de importante meltoramenlo.
Ar;*LBOlm-" M**" ha ws pelo paaueie
de Loaoda. nao sao Uo ...u.Udor.s comoTd !
vulgoo em Llsbo.j.maa as forC,8 portugueza,
offreram un revs devido mai 4 toutla e-co-
ragem precipitada dos seus befes do que a uual-
fluer falta de cumprlaeata do dev por parte
dos soldados porlugueze.
De Gassage saio una fatca cornnoaoada oelo
!n!ie.Cr.0Del. Csial p,ra P'^-f Olsiraates; e
teodo sido altacada pora combata .da. 00 u cas
i/aVi.. V' m.0li,*.B0 ""Po tUp"*** toda
", liciuiodo o commaodanle que se
a ullima como um 'hroe fico
coragiadanJo o resto 4a foces o
.lefendeu al uftimr
em-CssSango com.ai
*Vcffi.Prl *" :*WM* pelo d^lrieo
ceMrca: sf!-'* ^ nQV* o^ci-es. a-maUalgum
ernoficl. eeappSa-e-a TrmiTe. n??X2l?.L"
'*-.P..S# baos olbpe!^
Na maobaa de 14 de correle, oanifestou-
re um incendio nn pago episcopal da cidade da
uuarda. Os soccorros enrgicos atalharam o fo-
go, ardendo anda assim, duas salas
"ha. Na eonfuso do sioistro foram
bastantes objectos.
Aconleceu em Avilez um successo que en-
cheu de luto e de consteroacao ioda a locali-
Na preia de Altamira embarcaram n'um bole
homens, e poucos instantes depois um caa
nagua. Os seuscompanhelros desejososdesal-
V*aarhjarsinJ*fie a um ,emP Para mesaao
lado do barco, de orle que este socobrou.
- Dos S9 unicameute 7 conseguirn! slvar-se.
perecendo os 22 reatantes, dos quaos 15. j ca-
dveres, ttnham sida arrojados praia.
-- Pala urna hora de ooitedo dia 15 foram re-
conduzdas para o templo de S. Vicente de Fra
asviceras de sua alteza o Sr. infante D. Joo
ue haviem eido trazidas para a escola polptech-
ataa para ah a seleocu as estudar. Um squa-
drao de lauceuos $ acompanhou, o que deu
lug*ra haver algum alvoroca da parte dos oue
igoazavam a causa (faqualle cortejo. *
mantee, falleceu oa sua casa de Uoyoorea 9
hispo de Vuao, d. Jos X.aier da Cerre\tl e
Souza P01 victima d'uma anasarca.
Falleceu na sua casa da proaincia da Traz-
os -Montea, o conde de Vlarloho de S. Romo
Anlonio^obo de Barboza Ferreira leixeira Gi-
raa lio dos Sri. Alvaro Ferreira lro, visean-
do do mesmo litulo,-e Aateaio Ferreira Giro
late suhatiao de philosophia na academia po-
Iflechnica do Por lo,
U '9oai*do ** de*uUdo fu* cortes constoJotes
de 1822 e oecupou cargos emiaeates. meteceodo
pelos seus semeos e saber
de Miembro de
Mafia ir, com
ser agraciado era 17
JB35, pela raioha a Su. D.
oiaulo de viscooda com gran-
f^f liflSS1- da sua '* itaaio''da
roposelbilidade de a melhorar.
O hornera segundo consta soffria urna monoma-
!,a.' BJS mu.las **" Pl"as sera nexo
que soitsvs, denunciivam um desarrnio na-
quella cabecs.
P aerediuvel estaassercSo, attendendoao mo-
do de vida do carteiro, aos objectos que elle fur-
ivva sem proveito algum.
'*0" ,iolei^o, e cnaT perteocentes
a repartirlo do correto, os cordoes das campsi-
UM que elle arrancava das portas emquaoto
entregava ss csrtas, juntamente com 2,819 cartas
de antigs datas, e nao bertas, arrobas de jor-
naes anda cintados, mostram que o carteiro li-
ona a mana de roubar.
Asearlas foramremanidas, para o crrelo ge-
'. e algumas dellas foram j distribuidas pelas
tanTS.' qKem ,ao ,dir8idas. No Gremio Lit-
2SsT Mberm 'u cavaileiros cartas de
1851 e al anteriores.
No espolio do carteiro tambera apparecem car-
ias a bertas e algumas com ordensde pagamento.
e letras a pagar.
Diz-se que muitas cartas nao perlenciam ao
damelo a cargo do earteiro.devendo por laso con-
ciuir-se que este as eostumava furtar oa repar-
to do crrelo, aotes de se proceder distri-
ouicao da correspondencia interna.
O carteiro era um hornera de rosto maxilen-
o e meirameate rapado, inculcando menor ida-
de da que realmente tioha ; era muito altencioso
e aie submi8so para com todos.
No dia 23 do crrante houve na eareia pa-
rochial de Avintes um lamentavel desastre,
quando. as 4 horas e moia da tarde, sobia para o
pulpito o reverendo padre que all vae pregar o
sermao da quaresma.
Kra santa a gente que se sgglomerou no coro,
que urna parte desta, cedeodo ao peso, cahioso-
Dre o poto qae apiohava na igreja.
ro logo tao geral eonfuso, e erara tantos os
gritos e tao forte o alarido, que oem o pregador
era os ouvintes cuidaram mais em sermo.
Nao hoove monos, poim os feridos sao em
grande numero, e alguos degravidade. Muitas
pessoas fies rara eom os vestidos despedacados. e
com es raaos rasgadas e Turadas dos pregos De
ouiras 101 tal o susfo, que por muito lempo esti-
terem sem falle.
No meio d aquel la im mensa desorden), poucos
ioram oe qae nao tiveram a lamentar a perda de
algum objecto.
Foi urna graode deigraca.
i-.!_2.lnverno em-se prolongado de tal modo
tempestuoso que muito se teme que teohamos
m?,i,an.? de care,ti- A che tem produzido
moitos desastres e perdss considerjveis.
triT^a M"nofad conjoiissario regio do thea-
tro de Marra HoSr. Francisco Palha, offlcial
reir h"V 5' (,feCl0r da parlico
blica o>fecSao geral de instrucSo pu-
Z.V*&VPjh Prl. cardeal Morlol. foi
elevado digoidade de gra-crui da ordem mi-
litar portugueza de Noaso Senhor Jess Chrislo.
,.T^rfIIDroaua.do gtande en"o em Lisboa
"eie. comn,ell,dj no dia\22do cor-
iuf *" ?i *e' horas da msnh5 d da 23 qoande
1.J? a .' ,B,a D" ,ua da ****>* e-
rses (Aliamal onde mora um capito de artilha-
ria sa vio sahir muito fumo, e suspeitaodo-sc
haver incendio, arrombaram a porta da casa.
roram encontrar o cara arada do capito eslendi-
do no chao com acbela esraigalhada e cosido
a lacadas o quarto roubado e a enxerga e alguna
objectos de fardamento a arder. Roeoo incendio
cente procedendo a todas diligencias para des
S 'r,fucr,?'0,u<'.'"Peilou de um soldado de
fVu ..HC'r," Max'm. 1 foi capturado,
ram.r a qQe,se ln%"* o "ssassiosto de sea
no^r.m re?lol '*"" clrcnmstanctas que
fo, Ma^VUz0r,d,dt na Pi,,a d0 ime. Cir-
ios Mximo e?tranho ao atentado, mas sabia
oa rJC"mS 5Ddara ,0d dia da bb10. 3
h.m ..- .eitD. "Bimsnto ; que arabos ti-
. .- "",aberna on(la t'Dha"> beido
daqAr,?nT!ll!i.qae S0tt" Peraoitsra em casa
mSSf Aa,her',0e "s1m se chamava ai
mero de polticos
diversas
1 u Candi-
22! da mota Luua, irmaa da rainha Isabel,
para o throoo do Mxico. Tem-ae dito, sobre
este assumpto, que o governo nespanhol se aba-
offltaYla0^H^!80.,-, top&M**** offlC' ou
o?.ZfiiA reCl J *SS5 aesle sentido, e
que- smenle uo dis em que a Fraoca ou a Io-
glalerre, .hindo da reserva que Ihes irapoem ..
clausules do tratado d'alliaoee. propoiessera aber-
tamenle a candidatura d'um principe qualquar,
perlencentaumadas Umilia. reinantas da Eu-
ham'Zf'a panha U,M olao de obrar como
bem entendessa, propor por aua parte,a candi-
datura da duque de Monlpenaier.
Ha poneos dias publicou-ae em Sevilha, com
o Ululo de Um throno no Jlcxico, un, olbto .s-
cnpto por um liberal, no qual ae defende acalo-
ra lamente e com argumentos rios, a alludida
candidatura. Aa virtudes domesticas da infanta
Luisa Fernanda eoseu decidido amor pelos prin-
cipios cooititucionaes.facililaroo bomexilo desta
candidatura no dis em que fdr proposta sem re-
duco. l vsrdade que a duquesa de Mootpeosier
conservando-se atestada das ag.tacoei, Un ler-
giverssgoes da polilica do seu pau, limilaodo-se
*k*.fl a Pro7,d*na de todos os desgragados, tem
obtido na Andaluzia e por toda a Hespanha. as
sympathias de (odas as parcialidades
Cumpre-me dar-lhe idea d'um assumpto que
tem prendido a attencc do congresio e de im-
prensa polilica d'aquella naco oestes ltimos
Qlsaars)
Foi preso, diz-se que arbitrariamenle, e lera
estado em custodia ha mais de 6 mezes, um offl-
cial aapenor reformado, o coronel Victoriano
Amelier, conhecido por suas ideas liberaes. Re-
solveu-se o coronel a dirigir urna petico ao
congresso, aOm de faier dectarar pela assembla
legislativa, que o ministro da guerra deve ser
reeponsavel da perseguido injusta e illegal que
ihe tem feio soffrer o capito geral de Madrid/
O Sr. Sagasta apoiou este peligo, e fez, ioeu-
ditae revelacoes que, fraccamente, a nao serem
desmentidas, fazem pouca honra autoridade
miniar. Se os factos se passsram como os con-
iou o Sr. Ssgssts. prover-so-ha ama vez mais
que em Heepanha as leis nao passam de leitra
moita, que os direitos mais sagrados dos cida-
daossao dasconbecidos, e que o arbitrio a ra-
zao suprema que guia osados da autoridado.
>omo este negocio poda tomar series propor-
coes merece especial mengo oeste retiospecio.
O coronel Amelier tinha defendido peranle o con-
selho de guerra um offlcial superior reformado, o
qual, usaudo de um direlto que a ordenanca mi-
niar concede a todos os aecusados, recusara o
presidente, cujas funeses eram ejercidas pelo
capitao'general de Madrid.- Este, no diado pro-
?. ""-.'^ as18" o termo de recusa que
.?! 8;a Pesoa, eoadvogado do reo,
eotendeu que era de sua digofdade relirar-se.
as folhas minisleriaes deram coala deite inci-
u? !.. uhn,.modo P0co exacto,e o corooel Amel-
ier restabelecen a-verdadedos factos por meio de
um communicado, que dirigi urna dellas.
O general Henrique O'Donnel. capito general
Madrid, mandou dizer ao coronel Amelier.
fosse ter com elle 00 dia seguiote, e
ultimo foi preso em casa do general, e con-
duzco mmediatamente prisao militar de S
francisco, onde tem permanecido ha mais de 80
!2!',M/,kM porque f6rt ob^c,deiia "0-
rosa medida.
congresso sarraiaiuluaastarrte sa-WlkaaJeremAara
A poputaagoda ca#sai^a-tia,^liaaBante
atterrada pela perpetraco de espantosos atien-
da**. A fraaaeasia aoa^vaaea etimea asaua-
Lf \ e aa (?lb" que Unho vi8la ''mentara
TZtJlEE,*! lha" Pr*>e 'Dcorreglvel^apezar da
sevendade doe inbuoaea dos estoicos da polica
n ir lUco,M oa Udietaa.
um. .ta r**1 Peridico bespeohol. em
S^mVIn 8?rtpU',eloSf- *"andes Costa,
in~ 0*',Mua fllhoa droea pe-
sios de proflssao e aa malbarea p.Wiaaa Os
SSZXSES*******1*9 orphos abaodo-
usdos eacolhidoa. eeducadosemastabelecimen-
tas pablico. exaaoaas do gov.roo. E' preciso
que a sutoridadegoveroatva, armada desea lei
a^.pl.que ora todo o Hgor. Nem de outra ser-
ta se pode cortar o germen de immoralidade e
corrupcao, que envenenare ama parte, por fortu-
na pouco numerosa, porm maior do que poda
er, da noasa eociedede. lia lempo que se emit-
Uo esta idea no Muitu Universal, a hoje confir-
ma 11 ua boodade e efflcacia, que o ter visto qua
o coogresso de beneOeeocia. que deve reanir-se
iXm2&. em Loodr". Pteientou como
mema de discuasao.
Parece qae varios esUdanles de theolosia
do semin.no da Len for.m ri.cedos da matri-
cula por terem assielido & differeDtes bailes de
mascaraa aas noites do ultimo carnaval.
mMiUR He8Pano* continua a trabalhar-se com
4thL.?aula.8 ? Sr LPM G'aberi deu no
~.3!.ffiH ifao com o fim da pro-
ESSE^*^*** *'**"*ida-
*o fUanno. ule Araojo, Dr. Jasa Ttaka de
Cj^ho vtaeonde d.J a..r: Dr. Ja* Tita
naaaoo de Atesta, Heerrtqsje Jos Nebvca
Afe "1^"*: TSWivl aaS dta
Br, etetaoo Jos de Andrade Piala D,
n. d.iart.Cn,'"''e?0^encia- Jrnal de IreaW^^r SL"."^ Sj|Ta ^o. Jago Homem Beadm-'
os disidentes h.vi.m celebrado aras reunio 00 [.?" An,a''. Prandaco Marqaes Perdigaa -
,..de.*,~*s"". Carlos Ftrrmrn
CassMioalsta Pastar, de' Faro;
rsVreira Fraoca

realtaaco d'aquella
r ponto de partida a tendencia q
ae lem observado sempre em todas
es civiiisecoes
para uoidade da hogusgem. Bxpoz grande eo-
p s de prevas histricas, e terminou o seu bello
discurso f.zendo urna resenha do ealado presen-
do mundo, e deduzindo della---------SZ.
--".~~.ivoiio a oportunidade
de dar hoja impuUo ao completo deaenvolvi-
m! f "** l1?deScia- Sao bem conbecidas as
surapfo." Bnsio Sotos sobre o asv
A imprensa de Madrid e muito especial-
^ a ^ Esperance. O Clamor Publico, As No-
vidades, A poca, o Diario Hespanhol, A Cor-
respondencia, A Iberia. ADiscaseao, O Reioo,
u ^ontemporeneo,OConstituciooal e A Cronieai
assojciada a homens bem conhecidos na polilica,
puoiicou a seguiote representaco dirigida s
de
que
este
SSk1' de8,a.,0DKa relefJQ# leudo o scal da-
clarado
que nao fravia motivo algum razoavel
"ar. n.r.0n.eli "er ,,Ud0 e,n >olho de guer-
zeram ...1 rq"e- tol,nS9ea>- ^ois nao o fl-
ss ^assrsi: sttt-as
Em 13 de fevereiro de 1856 propoz-se s
cortes conatltuintes por urna commisso de de-
putadea, am projecto de lei para abolir os pas-
aportes portuguezes. qae eotrassem no territo-
rio hespanhol.
No son paseado sollicitaram todas as clas-
ses da soeiedade de varias provincias de Hespa-
shtasansuPPr"ao do psssaportes para todos os
Os hespanhoes abaixo assignados lemeriam
ofrendar a illastra5ao das cortes de urna naco
hospitaleira e calta, se hoje exposessem urna t6
raraoemepolo daqnella reclamacao que pre-
sentemente se nao discute, e ae decreta em todas
as nacoes da Europa civilisade.
Por estas considerages sollicitsm das cortes
eom o maior respeito a suppresso de passapor-
tes no territorio hespanhol. >
Esta representaco assigoada pelos princi-
paes jornalistas. e outros homens poHlicos de
Madrid.
O duque de Brabante chegou a Valencia
no da 14. Foi recebido no caes pelas autorida-
des, e a sua entrada os cidade zeram-lhe as
honras que Ihe pertencem.
Em Ciudad Real no dia 14 de noite prin-
cipiou a desmoronar-se a cada civil. Imme-
diatamente foram tirados os presos e encerrados
no hospicio. Meia hora depois a casa da cada
desabara completamente.
O governador civil, pessoalmente sabio com
os presos para Almagro.
A morte do Sr. D. Fraocisco Martnez de
la Rosa. Uo vivamente sentida por todos os hes-
panhoes amantes das glorias litterarias e politi-
Ck V** peiz, oi ainda m*,, nrgamente
chorada pelos moitos infelizesa quementregavs
com affectuosa benevolencia urna bfla parte da
sua fortune. Guiado por esse sentimeoto bene-
co. qae foi sempre um dos seos mais oobres
ttulos estima publica, destioava em sua vida a
benelicencia os productos da aua
intitulada El libro dlos
I **r., Be, Joweseim Ignacio Alvares da Aievoliv
jm., botara ata entregar mi 5 Tlta!
Terwor, que sa digoou acceita la, a aegatata
asajoa^ao i atalaja equaalre : ataaie
Monumento, esplender des patrias glariae.
Sdee, .avaha aetae os, aoord. ^ t
bem seu nome inserever. que eacbr. o a aaado
Etalca a imagem desse hroe portento, *
Kolam sobarbos os pojantes rios,
One, dos brasiHos polos asaombradas
A teus ps vera gemer em doces eaatae
De seas Olhos os orados repetindo I
O gigante Amazonas, ei-lo altivo
As enoe es leude-ao Paran sobarbo 1
S. Francisco e Madeira uoidoa claaa :
Eis d'oode a bese surge a glorie la' a
Exulte 6 patria 6 Rio mea. exalta !
Urgulboae a cerviz lvenla ufana
EiwL'iJl'.'T !,;dw d0 **> ****"f
Aiuv, independento a voz dilata
Assombraodo o universo, o mundo, s Matara r
Do grande hroe e luz. a brilhe e eesaT^
Toras patate s geraces remotas.
Aqu solemne a arte argueodo o braco
Apona as glorias e as virtudes marca '
esse egregio monareba, a quera foi dudo
Um povo deaperlar do somno escravo
E Itere Mire ss oeces, surglndo ov0le,
bspiendido porvlr, deslioo excelso
Em frvido Iraosporte prophetlsa I
Ao mmeoeo fulgor de Pedro, gloria,
o do lempo sobraisso, veloz csrro,
H> de illesi guardar s historia ingente
Avulteodo entra hroes see nome augusto
A seus ps grato pov0 atira palmes,
- cos e mar entqem seas louvores 1
31
O dia de hootem flesr por longos rae erara -
1**1*?*** d<> Brasileiros. Celebr9o-se oel-
a brilhante fesla da ioaugurscio da estatua -

qnestra do Senhor D. Pedro I, Volad, do da 5
t2* eleoci. do ta'mpo. mas n.o-2
iVlTr- d0 **JL qoe Di0 Pd dear de o
com benignos olbos o monumento erguido
gratidao de um povo ao mooarcha que o fez
5ao independenie e livre.
- lampo, mas nio do
com benignos olbos o monumento erguido jele
na-
ii!"5*! Ja **?** onw"* aspecto
TSB*** Ua,Jad0 da nUlaa *rg1. un
lemplo de ordem drica e forma oetogcoa, no al-
to do qual se levantara sobre ma copula a figu-
ra da rehg.io, obra do Sr. Qoirino Antonio Viei-
ra, e do outro, para aatisfazer M exigencias da
&**** ,l templo leav. 0 crelo para a nmeros, orch.s-
tra que tinha de tocar e cantar Te-De un
a prega eslava ornada de
era
nel respondeu em poucas palavrae
perdidooadfro8res.ist. Disse que este h.via
Kente d nO,er-P0' occuPand-e Inciden-
222?ton da Pet'5ao, e tacando m,bre todo a
PraS.capitao 8eoerl d Madrid, emqu.nto
questao -l..A0,e"er ."nprehendend'o melhor l
KT^" defensor tinha pedido s cor-
23 1"5 ",eea i"iro da guerra resDoosa-
actorde,ta-funeci;u.?fo!rra teSP0Q"
vel
lou o marechal
Accrescen-
que o negocio est affecto ao tri-
f ri.i Hremo' 6 qoe por nsequencia. o n
'onttS re,PeB,Va eDleSa- k <*<
oUmqu.Tr.tic(,q'--Ca8-.U 'd?raC*a- *o:
si te-
ca-
Na dia 8 do carrante allece*__
penlinamente, em vou. quatro suida'
vaU.ru n. 5.
Este auccetso foi algum tinto assustador. Fsi-
Ml"Peta, coubaceu-se que tinha bavido dar-
ramamenlo de sangue no enruoro. .
Felumeota a|u, se toaajM a repetir sene-
IhaAtas ueseuot. y
/- fe 'u 6, depois ota I fiaras da tarde ca-1
b **,.i.ss^awta-df^ee,| E5e fregueziae da al-
da de, fsjiLPlrss, AjpUU e Amore, que in-
uedsodefmfiiiipos. JaMo am aJgunasiUoss
tres mtarajMe altara,
: Nuoea se virastli chuva tao forte a atea trai-
dora. A agua, procucaado a direceao do man
e.tragou ateirameule eu muius paites, a se-
us j feitis, rMOCMilo vinhae e arvores, e
mtevtmi1 e paros.. A^qraaataKalra-
" povoacoas, inaucdou taguuas tasas,
-aleauma em Arreotalie. ~*
HIPAS oram arrutadas pela corren.
r.r.m "C4.dMlM declsraS6es, que se verlfi-
Sdvowdn n.r01"1 regadcr de s- cente, e o
MDiugr. Sa ?%erai'reiad08 da Plicia. Procedeu
S vaTnt.raeS"d0 So""' que conseguio..
rari-P! S"8'08 en,que t,nham estado.se
:ou qae Sosres traria flebaixo da jaquets
iracio ao calxeiro,
ss declarares de Carlos Ma-
Conheeida tf morada -de Soares, dirigio-se a
Sf.f S beCC. "m "hiH -Ponle'tr.z das c'i*
ai'. qDarle, da craz d0 quatr<> caminhos! e
frwtauUaU.M,,f',B0- .end0 "te apalpado
erovietado, encontro-se-Ihe ama urna nava-
d roupa que lioha vestida, reconheceu-aa au
era a batera e o n do assauinado. Alem dis-
ta, a camise e a bolsa foram reconhecldas nen
o&7P"80' Pela Crt?*tta PorVlguos
ofij.aeadocorpo, cotao pertencenioVAtMto
Soubeimaia que Soanes coatunjava ir ai oer.
ooit.rn'ama r.nda de rioho MfL do Uta"
A venda perlenele a ama r/obre malhw Tidusa
e qual Immediatament apre.en.ou "0b85
com roopa qae Sos.res Ihe dsra a guardar no do-
mingn-palirt hora da manha. Abe,ta f i
W. iicoBlrar*m camisas elleneo. tt
alca, capote, etc., e lulo fot reconheeld^
peneDcent a Antonio tUier.
A pobre taberneira
sao con
'vnm!nado lorn.u a "caparse do tratado de
commercio com Marrocos. ae
realiva' TeJada cupoa-se da questao religiosa
menrf. i aMUO>Po, propendo em urna
ere.cloq^MHen(f0 permiVa a08 ^"^^0, o
di rtaSr nL,. d0 aeu cuUo em Hespanha, E'
l 'V re88"aoa quella emenda. '
nrnr.rtJ; a Procede-8e. ou eslava para se
d. v2a "0' gerencia de livros :-as
^r&^:^ *****&
nees2taSIraH tatTe Preclode lei relativo
o fth.?, CODS --Bd irM"B contrahir ""trimonio" v.i t0!
odo todo o carcter de
preciosa obra
. ninot, tao estimavel
soo o ponto de vista moral e litterario, e da qual
ta se tem feito triota a quatro edices. Os le-
tamenteiroe D. Juan Tbomas Comyn e D. Pobl
****** e Cuvunillas, de accordo com a herdei-
*a**J. "fS Bnado' qoereodo respeiter a voo-
aa do candoso escriutor, honrando ao mesmo
empo a sua memoria, cederam s escolas do
mioiceea a propriedada daquella ioleressaote
obra, oa qual o taleoto do Iliterato se echa lu
dignamente unido aosseotimentos do bomem de
***>_______________. L.
J3IERI0R.
m
demieo e scientifleo.
um verdadeiro debate
a /Si 8enc., T0 l00' dePu de 6 ma-
obra Ti au"J'erpell.Sao do Sr. Sagasta
Stana,mpreat"-.JE carioso um dos incidentes,
orador ?J?9ta de ar,i8ei^igoQcanles! o
orador argufo o governo da sua tolerancia n.
crMedltar,,, X*i V* **MSS le"
ulivfoimpresso com autorissgao'do VicebUp"
eosue
reMito. Ihe fe^ff^t^
PergnotaSo So.rts ooo l"I"P-
gu*ffi^npaV;rJ fasjrJI).
rada, rerpoojden que f'Api
cidade-pot Juttrb m M
MpS?
m,
IgQ caaa-
port.s d
Uan *toieetaee^d^retfet^^
ri- do.de-ta btaxa, stapbie ^M<"$fJ
da nauiopal, dte-se que eom baiie Mif&L-
pois vn e verdadeiro Naba iatajftf0f. Fe
eos
1 para, exemplo
iW"V"V* P^c?To'del!,l '/rtSff
orMtau^ d, re,no' "spondendo o otadqr
inSl' c.onfeMOU lei sobr a impren-
SoiaJrtB, ?fg0r- ddete.t.vl.?res.
w.D1n i0ll.(""a qa.6 ,oda a fo'erpellaao t.l
EXS* JnopPornn., porque a nova lei ai*
oao om l?!f*clnoa Bnitro Je elle
o fra submllido a censara, qua igHaravst
oror l ercM>- B quaPoalmentqe oSiee!
t. XlDI' ." 0 tinha vialq, o que
e esta religiosa se divetta aBoglr milaare. 1
esorever-tae, de l0lJo 0 COf .ft^e*
*OT^?f catnoliea. ^**cao
t%1^^J^V<>' W o* coa-
BIO DE JANEIRO
27 de marfo de 1862.
Por decretos de 24 do correte, foi exonerado
do comisando daa armas da provincia da Bahia o
coronel Joaquim Jos Gonc, es Feotes, e 00-
medo par. subslui-lo o t igadeiro Manoel Mo-
uu Tarares. N
29
^.uSu Dr' Francl*co Iocio Marcondes Homem
de Mello commuoiea-nos seguate noticie :
No da 7 de setembro de 1822, em que o 9r.
u. feoro, principe regente, proctamou ao Yoi-
raog. a independencia do Brasil, compunhe-se o
sua comitiva das seguintes peanas :
Imperial Quarda de honra 1 comraan-
dante, o coronel Amonio Peraira Leite da Game
Lobo faltacvda na ctaade de S. Paulo 00 dia 2
de julho de 1857 ; 2o comns.nd.nte interino, o
capitao-mr y.nol Marcondes de Oirreira e
Mallo, hoje (1862) bario de Piodamonhsofsb. e
rasideote equell cid.de ; argenlo-mr Dorain-
goe Mercoodee de Andrade, reeidente em Pmda-
monhanhabe. fallecido j lente Francisco Bueno
Carcia Leme, dem, Mam ; Migael de Godoy Mo-
reira e Co|,,.idem. dem ; Menoel deGodor Mo-
reire, reside em Piodamonbangabe ; Adriano Go-
aTSSS fT Abaaida. idea ; Menoel Ribeiro
do Amarel, ideoa ; Antonio Marcondes Homem
la-o u Af* ** P'ln'oehngaba em
KSsJ?tf'f' C?"*f Sal"*0' dea> o 860 ;
Francisco Xavier da Almaide, residente em Tau-
Srfrfa0 r8"8'"'^" : '* j09 lp. :
flfr*oUT LFUfl Ano^^Mello.residM-
te em P.rahybueie ; Stav.dor LeitaFeaz. Mogr
&&**, t****!***** **> s0,o. Gusratta-
guet ; >stodio Leme fiaraoss, Mem ; avgerrto-
mor J0.0 Ferrtar. de Soura, rese ; ^taho
^ tw^^t*^*******. *.
deal,e^aTT"'WW'' r*reel*Mt na cidsde
aasupoa#i<>> 1 (;(. .fl .. ,!{, 1
OU OlltSVi'-M at> t0l*dJ0c-AiM) a-.ill,e!.arem baDeJa>Jee irlo tr tn'i,
SJ-T/. ^^IWv d. inangu-,
icau da tetuda aaisaMM. frai*' Lts, A. JSot\
a aa
peagiaaae.geinangu
Toda
. renques de pilastras.
que snslentavam trophos de srmas nacioaaes
urnas e as eutras pendes verdes ortsdos de ou-
ro, ero mallos dos qases se liara os nome* tas
pro viadas. Ne varanua histrica do theatro da S.
rearo de Alesnlara construir-se para SS. MM
e AA. Impenaes ama tribuna de ordem inica
ricamente decorada. Exactamente defroote va-
se o morro de Santo Antonio coberto de poro a
no seu viso em orraial festivo assomsvam leodaa
de campanha com baodeiras, flaroalas e galaar-
deles na retaguarda da rlilhsria all .asestada
para salvar.
As jeoelles em volls da pr.ee. ornada, de vis-
tosas colchas, e como qae vergaodo so peen ele
senhoras trajeado ricas gales, diversas erchiben-
bancadas oroadas de corea garridas, bandearas a
vosear aqi e alli. e o povo trepado pelea te-
lhedos des casas, afora innmera m.llidao roe
cobn. o recioto do largo, todo islo formare aa
especiacolo de arrebatar.
O programma da inaugurado foi seguido ris-
ca em todas as suas particularidades. No pres-
tito chavam-se numerosamente representad.
todss as classes, a que se havia asignado lagar
excepto e imprense.que os organisadores do pro-
gramma tinham posto abaixo dos Ibeetrae. Ae
o menos um qoarlo horas da tarde cbegiraa SS.
MM. e AA. Imperiaes debaixo do palito parta
do ibeatro de S. Pedro, e momentos depota diri-
gio-se S. M. o Imperador, acompenhado de la-
ndo cortejo, ao lagar da estatua qoe d hi poa-
co apparecea descoberta, chinde o reo de seda
listado de verde e manilo qae e oecultave |
muiudio. Romperem entao os rtvee, cerrespoe-
didos pelo povo o trop, agitendo-se de todes ea
janellas lencos braoeps em mos de saobores
t>eguio-se s ceremonis da benclo, a qaosssta
tirara no lemplo pare ella erguido SS. MM. e AA
impenaes com loda a sus corte, o ministerio a
commisso erectora da estalas, casara auai-
n,P-Vi-ia P^c'?"1 Pessoss qae coostilaiea
P resillo.
O Te-Deum, msica severa e siogele, foi pri-
morosamente executado, gracaa ao deeveto asa
que o Sr. Prencisco Menoel da Sllra, i forca de
ensaios, havia desciplinado aqeelle Dusereotaes-
mo bando de instrumentos e vosas, que torea-
vam, unidas, am coajancto haraooioso. Para a-
valiar a dilficuldade bastar dizer que havia IM
peno de 900 pessoas entre instrumentos e colo-
res, compondo-se estes dos alumnos do ceeser-
valorio de musita e principase eollgios de erte
"listas e coros da opera nacional. Oa ana tana
dados cora preciso e a lempo, preta astada m-
ravilhoso effeito. O fogo rolante ata <
ria termineva pelo estampido roseo eo
como o eetoersr de orna bomba. Tucen-
eguide. tambara hbilmente nsiatade a 1
do Sr. AchilUe Araacta.
Recolbidas tribuna S. M. a Iaperatriz
augaatas prioeezae, aoatae S. M. o Id
cavello e seguido da brilbanta catana 1
assumio o coramando da guanta aaetaaal btom
!: nkMX qM *"ai0m ** "**** I*eal3aa
que bordam a prece, regressaade finis
ibeatro de S. Pedro, em cajo
os dircursos dss commusoes sta-i
dos Sr. depalados, da carne
te e commisae>erectora de
eacriptos es das comraiaaoac .
giilativas e cmaras municipaee my..
O Sr. conselheiro Easebio de Qeeire* w
Matloso Cmara, coaa presidente da com
encerregada de exigir eslatae lea
discurso :
decreloa da Divina Providencie se campriram
nm graode poro, ergaeodo-se altere de scw
deslinos, se coostitoio necio I A Amanee coatoa-
plonorgulhoee na trra atortuaaaa de Saata Crux
um graode imperio I ^^ ^^
J ia dianiada sea c.miabo a abra ato taa-
po, quando ae tremendes convulsos* ae sanen
arara oa allimos periodos do seeuloXVlllaiaaw
jecteram sua influencia sobre o come a ata aata
lo actual, tizeram a familia aegaeta t aesasT
siraveesar o Atlntico e cooverter o aalia ceta
na em sede da monarchia. ^^
Aurora incerta
annanciava am bello dia noe borisata
Desde enleo poden
noetlear o futuro com a m
que no infante se prev o homea/aa asto a di
a E pudera tambera prognosUce-ta aetai mrml
mn. se lbe fosse d.dc desde logo Mm^L
principe D. Pedro, eolio ns imuLi/ZTllT*.
superiores, a corsgem intrpida, a '-Ttiaete
grande, o enthnstssmo, fioelesaata. oao I aiZ
xsndre Magno mais do qae aa hrua -
mi-deas pere os Gregos ; eis, ciltan tasa aW
neiie o bomem destinado pan nana atoe a
glories a que o Albo do hornea anda sajas
de fundador de nm graode e livre Jasan
a Ei-lo esse principe, tal coao e Diere a
eontecimentos posteriores de sem vid I A
recio patritica Oesss anana illsatriaaaa \
re municipal n corte, outr'ore eedirena .
de sua obra, a gralidio da pata, a a tajala
rulgar de am artista etaiaenta. aal nata aa
eniam nesls cidade, o mais baila 'fisalM ata
dos os l boa tros da seus Utaaaabee, pa --
nhar 8 posteridad, qaa o Braaitaata ita m
ingrata ana qu proaaraa a gloria de aWaaT
No o temos, seobor. no da ansia
no momelo meis gloriosa da m a t ateas Ts
do nomo psiz, no meaaata Maveaa
eonnocido da lmposaitaLietaata ~S**^ ****
irnh.m ere.do as cOrtaa^rtogtaSTaSal^
fortanedM campos do ^TT^aeTi'rajlV^
le-Indepeqdencia no Tmtal%,V'^*-******
do peta nsiTextanako eTsataT?!^ Ji1 T*L
eotbusi.imo de todos M^aoias aaT
loacreveu ge prbropte na eataeba! ^--i.---'
Dcaes1 ama ooa n.cin. *******
B;b principe qae essia nraeadi. ^
e vaga eraeus; mas t qua
ea*ato natal
apattae altada
r^-------


MAMO OHHMHttUCO. ~
WWA 1* K ABRIL DE 1SM.
M ihramial dabiatorl que sgan Come$t ve-
ri ser oerte dmh eircuaaleoci um de mu
maioret ttulos i admiracio da potleridade ; ella
nrio padreo pelo qaal aa julgar da gratilio
brasilein.
De eerto, a ambicio egoiitica da ciogir ama
corte nab-eeolLeantu ft(reaedeaiferTuiea auhe-
loi que roe aifeatavtrn peta ieeepeadeTKia da
patria. Elle a raceberia do direito e do tempo.
Cooititaido chele de urna reroluco, embora jua-
ta e glorieta, o berdeiro da corda apena peone
exemplos, purqaa oto ae aeha com torgas de o*'
imitar.
De grande dawuvol rt na roto erara suceptivei
fIa lligla aveoiura va do perige o qae maguera geni glorfosaa o humilham ; foge dos bona
... ffMti"* *6' Po* amor t gloria 1Be "
alma-Me sobrav ; a as affelcdes qoe consegra -
Ta a um poro quelh'as retribua, e em cujo seio
pesian a raeLaer parte de ana raocidadee sJ a
nobre indignagao cootra urna poliuca injusta e
mais pautada por mesquinhas rivalidades e lote
reates locaes do qupalos da mooarcfaia loteira,
e a preTiso do qaa em taca condigoes seria a u-
nlao doa trea relroe, o gntiram nessa heroica re.
solugio I Heroica, sim, porquo reuni o Brasil
toda aot uas peosamaoto que o fez naci lvre
e indepeodeote; salvou sua integridad, poupou
os horrores da urna guerra fratricida, efioalmen-
terealison eisa vasta monarehia constitucional,
cujas sabias iostituicescettoeaa urna das mais
modernas nacoes do mundo no caihegoria da ae*
guada em aotigardade desea pacto monarchico
constitucional 1
S a Inglaterra noa eicede na antiguidade
de sa conatttatcio monarchico representan*.
Multas oa^oes das mais civilisadaa nao puderam
ainda conieguir essa ultima patarra da sabedoria
ai poltica.
A acclamacjo espontanea e unnime de Im-
perador e defensor perpetua, se foi um acto de
gratido a Uro assigoalados serrcos, foi tambem
enunciado enttiusUstica de um tacto indtspen-
sayel peta a felicidad do paiz, proprio para dar
independencia as garantas do duragao e facili-
tar a admistio da Imperio no congresso das na-
coes.
A' independencia seguio-se a coostituicio.
Faz boje 38 aonos, da por dia, que uesta mesma
praga foi proclamada esss obra divni da sabedo-
ria humana, combioagao procurada atravs de
tantos sculo para fundar a ordem por meio da
liberdade.
< Peliz inspiraco a que designou to grande
dia, duplamente sagrado pela religio e pela po-
ltica, para aputheose do here I A gratido na-
cional peta nao do genio das artes o o-lo a pre-
sea t a is nossaa iita para nao mala nos deixar
do meamo dia em que elle fundir um Eatado
em bases taeicomo legislador nenhum autos del-
Ie Tundir.
Seahor 1 Sa a independencia de um poro, o
o facto primordial de aua existencia, grande
cousa, n&o o menos de carto aquella que o or-
gaoisa e constilue naci, muito principalmente
as condces. em que o constituir o pacto fun-
damental de 25 de marco de 1824.
a Outro nao pode ser o juizo da posteridade
esclarecida peloe tito fulgores de urna carreira
to abundante de nobras e grandiosos feitos, co-
mo se o presentimento de urna vida breve o le-
asse, noTo Alexaodre, a pralicar tamanhas cou-
sas em to eurlo espagode teoso.
amate anuos ai oda ao eraoi decorridos, e os
factas sai ananaes para dareaa lesieauebo irre-
fiataaut da asaagaga iealdase da imperador.
Ao recebar a infausta noticia do fallecranto de
seu augusta pai, nao beaitou um instante em
cumprir os compromiasoa sagrado que o liga va m
ao poo braaitetro Nam o maia ligelro pensa-
meato de refundir em urna a a cora quebrada
doa tres reinos embaeiou um instante a sioceri-
dade daquelli alma to nobre. Foi Pedro IV de
Portugal nicamente o tempo necessario para
abdicar a corda de seus antepassados em sua
silbe primognita, essa inciyta procaia bra-
sileira, caro compoeto de tantos dotes inestime-
veis, e dar a Portugal a carta constitucinl a
cuja sombra ral aqaella gloriosa monarchia re-
cuperando a sua aaliga prosperidade. Dooa a um
tempo Qlha a corda, e a liberdade ao povo so-
bre que ella devia reinar.
M lis alguoa anana, e eia ehegada a poca da
provac.au 1 Soprava rijo o Tent da adrersidade ;
os honsontes anounviados indicavam prxima
tormenta.
All fia aearpade a throno de seos-malo-
res ; aqu diseenges iutestinaa ameagavam de
guerra ovil s poro qaa alie Unto amara; aio he-
sita, e com aqaella firmeza e rapidez de resolu-
gio que caracterisa o genio, abdica em V. M. I. a
corda do imperio qoe fundara aporque (segundo
suis propriaa eipreeses na decreto de 6 de abril
da 1831] teoho madurameote reflectido sobre a
posicao poltica desle imperio, conbego quaoto se
faz necessiria a miaba abdicagao, e nao desojo
aaaia nada oeste mando seoo gloria para mim e
felicidade para a miuha patria.
c Nobres e sublimes palabras no momento de
abdicar urna corda, daspreodeodo-se daa affei-
5es mais caras ao corceo e ausentando-te para
sempre de aeus filbos na infancia da patria que
adoptara, cujas calamidades receiava e procurara
poupar a cueto do proprio sacrificio I
c Sua missao, porm, nao eslava concluida.
Notos louros Iba eram destinados no campo das
batalba. All soube mostrar ao mundo que a
gloriado guerreirosubira to alto como s do le-
gislador, se campo mais vasto se tivesse offere-
cido a essa coragem intrpida, a essa actividade
ioeessante, que caracterisa os grandes cabos de
guerra.
Depois de haver abdicado duas coroas, elle,
tambem a grande' vitalidad da naci, o aeuti-
mesto profundo de aeus dereres, e a coniciencia
da sua propria dignidade. Sempre se auguro'u
bem do futuro da um poro quando ello honra os
seos grandes bomaoe; e se para as nacoes, eomo
para os individuo, aoaJasaa. oblig**. a melnor
salra-guarda do futuro quasi aempre a iuToea-
cio do paseado. Um poro qoe esti prestes 8'
eueoamWr aa aada acrodlte, cousa argamateata.
Sua agona estril como todas ai agonas. As
lembrangas de grandeza o importuoam, asima-
o primeiro dos subditos de sua Qlha, condazio i
Yrctoris os exercitos da rainba e da liberdade, e
sos trints e seis ancos, oio completo, termioou
a magnifica epopa de urna das vidas mais Ulua-
trea que se cenhecem.
A historia, seahor, bem poucoe horneas re-
commead/i i aUmiracao e estima que possam ser
compasados ao augusta par da T. M. I. A gran-
deza de auas obra* me anima a proferir esta ver-
dade aem que me arreceie da pecha de lisongei-
ro. Nao ha quem o nao veja.
Aqui i um imperio que surge ao impulso po-
deroso do seu genio; adiante a coneolidacio da
ordem e da liberdade por urna constituirlo ge-
ralmente admirada. All a liberdade que se
firma aim do Atlntico; a prosperidade e en-
gradecimento da nobre raga que elle tanto Ilus-
trara; aqui e all sao duas coras que ae abdi-
cara, sao doos thronos que se abandonam desde
que ese abaodono parece til aos povo de um e
de outro hemiapheriof Por toda a parte sem-
pre o amor da glora, o desinteresse e a energa
da resolacao propria das almas previlegiadas.
Emquanto nossos cooterraneos despender
toda a aua actividade em lutas ioeessante, que
parecem eternas, aem lar podido ha mais de meio
seculo embalar i sombra da paz os bercosdeseas
filbos; emquanto a unidade de contederaedea
aem cohesio estala e quebra ao choque im-
petuoso das faeces ; emquanto a mesma sublime
obra de Washington treme em suas bases, o im-
perio, novo oasis de paz, de ordem e liberdade,
no meto desses deteslos que o rodeiam encen-
didos pelo facho da discordia, repoaaa tranquillo
depois de haver atravessado inclume as crises da
infancia to perigosas para os horneas como para
as nsc6es.
a A distancia que nos separa do ponto de par-
tida, atiesta que o paiz caminha. As conquistas
da paz avultam por toda a parle. S falta a ro-
co poderosa do tempo pata ae realisarem os
grandes deslinos escriptos pela mi de Dos na
magnificencia de nosso solo, e no carcter nobre,
leal e dedicado do poro brasileiro.
a Eis a obra da augusto pai de V. M. Impe-
rial.
E' a conaciencia e nio a lisonja que lega i
posteridade oeste monumento nm leatemunho de
sua gratido. E* elle o symbolo da indapendeocia
iotegridnde e liberdade do Brasil, na sua perso-
nifleacio mais pora e maia elerada.
Senhor I Trea rezes feliz V. II. Imperial, a
quem coube a heraoca opulenta de tanta gloria I
Tres vezes feliz o imperio que *4 to bem spro-
?eitada a beranca de Pedro I nat mos desvelada
de Pedro III
o O Sr. Dr. Roberto Jorge Htddock |Lobo, se-
cretario da mesma commissio, diste:
Senbor1
P grandiosa e sobarbo monumento que se
acaba de inaugurar ao excelao fundador do impe-
rio brasileiro lem maia de ama siguicago im-
portante noa annaea biatoricos de oossa civiii-
eseo.
< Dentro do paiz este monumento significar
urna poca notare!, que aymbulisa ao mesmo
tempo oio s a gratido nacional para com o he-
re da regenerago o do pentamento Tviflcador,
que nos aeordou do letbargo do opprobria para
nos por no camiaho da 'ida social e da espe-
ranfs, mas ainda essa meama liberdade que elle
noa putorgpu nos campos do Ypiraqga, e s som-
bra da qaal'temos florecido e Aguado no grande
mappa das naedes.
Fra do paiz ene noaimeato significar
aa duas theaes que deixo enunciada. Mas nem a
occasio nem o lugarso proprio pira isso nem
talve mesmo coubesse nos meus debis recursos
saaumpts da tanta magnitud*.
< Indo direito ao rerdadeixo fim, pelo qual oa-
so elevar a rts neste grande dia de jubilo nacio-
nal, satisfarai apenaa ao dever a obrigaco que
contrahi com os meus digaos collegas, tsnto os
da muoieipalidade de 185t como os da illusire
commissio promotora do monumento que hoje
seinaugurou. Seal a pleno asseotimeoto da
uns, em o esforcus lio bem combinados de ou-
tros, os votas qoe flz, eomo reataurador da idea,
leriam naufragado completamente.
c Permita V. M. I. que em poucas patarras eu
rememora a principies phaees histrica do mo-
numento que actualmente prende a aoasa admi-
nutraco, nio a pelo sublime do pansamento
que elle encerra em si meamo, senio lambem
pelo raro ;merecimeuto do Irabalbo d'arte, que
com tanta felicidade lhe saube imprimir em to-
das aa auas formas o eximio estatuario que o exe-
cutor.
Senbor, a idea grande a generosa de erigir
urna estatua aa Sr. D. Pedro I, como ponto de
contacto entre a gtoria e a admlraco, ou antes
como meio de transmtttir ae futaro a lembranca
do passado, tres rezes fui tentada antes de nos e
outras tantea mallogrado.
c Coube a iniciativa aos proprios contempor-
neos da independencia, compaoheiro* de gloria
do grande principe: o aeu mais estrenuo pro-
pngoador foi. o honrado magistrado Lucio Soares
Teixeira de Goureia, presidente do senado da c-
mara de 18S5.
Baldado o primeiro eosaio, por motivos que
eslo no domioio.da historia, aovas deligeosna
foram tentadas em 1838 pelo i Ilustrado merquez
da Paranagui, conselbeiro Lisboa e outroa raroea
ootaveis dessa poca, que se aasociaram para a
reanima^ao daquelie pansamento. Era, porm.
muito cedo para que a voz da lustiea edo dever
se pudeste fazer ouvir; por iaso essa aeguoda ten-
latir falbou, nao obatanle o empeobo emprega-
do por Domes to reipeitavei.
O terceiro e ultimo esforco, ainda urna vez
frustrado, bouve lugar em 1844, quando o bene-
mrito Jos Clmenle Pereira, preteodeado por
mot a obra, chegou al a mandar esbogar um
deseoho para eaaa Qm. Se a moeto lhe nao ti-
vesse to prematuramente cortado o fio da exis-
tencia, cortamente que aquella genio emprehen-
dedor, que nao conbecia difflealdadei quando
guerio, leria conseguido o itsientum.
c Maiiegrades to oobrea tentativas, parecen a
muitoa que temerario fdra o brado que em favor
jo monumento levantara a cmara municipal na
ana gloriosa sesaso de 7 de setembro de 1854.
Em milhares de espirilos suscitaram-se duvidas
a respeito do bom xito da propotia que all tive
a honra de apreaentar, e mu poneos, lalvez ne
nhuns, acreditassem ento natrealidade do que
estamos vendo hoje.
c Quem assim pensssse nao deixava appaien-
temeute de ter razo. Quando hercleos hom-
bros baviam perdido as torgas sob o peso de lio
arriscada empreza, nao era paraacredttar-se que
urna municipalidad*, falha de ames prestigiosos,
pudesse levar o cabo aua consecugSo.
< alas, em primeiro lugar, a poca dirersifi-
cara muito, econmica e politicamente rallan-
de. Eca aeguoda lugar houve o cuidado de evi-
tar todos os devios que haviam emmaraahado os
antecessores ambargando-lhes o passo
c A muoieipalidade de 1854 recooheceado que
urna corporaco, que ae pode renovar completa-
mente de quatro em quatro anuas, sobre outras
vista e outras ideas, nao era a mais propria para
contratar e presidir i fettura de um monumento,
cuja execucio leria de durar cerca de 7 anuos,
leve a feliz inspiraco de por de lado o amor
proprio, e cooou a grande empreza a mos
mais rigorosas que as suas, reservndola ape-
naa o modesto papel de auxiliar, e nada mais. E,
honra Ibe aeja feta, ae assim nio houvesae pro-
cedido, o monumento ainda estara no mundo das
posibilidades.
A' acertada escolha dos dito iUuatrea cida-
dos que compuzeram a commiaao encarregada
de exetuter o pensamenlo, e sobretodo firme e
leal dedicacio do cooselheiro de estado Euiebio
de Queiroz Coutinbo Mattoso Cmara, aeu iafaii-
garel presidente,.sedera certaoieate a gloria e o
regotijo do dia de hoje.
Os amigos da mooarchia no Brasil, os rea-
peitadores do tradiedes nacionaes, e todos
aquelles que souberem quanta poesa pode haver
nos testemunbos de gratido popular, ihea leva-
rlo em coota este grande service patrio, coaae-
guido i custa de aturados esforcos, despendidas
por mais de 7 anuos.
c Em quanto a mim, ultimo dos membros
dessa commissio, lando visto re alisa da a creoga
adorada do meu coragao, davo estar satis
feito.
proprio monaccha portuguez qaem vaio, obriga*
do pelos movimentot da Europa, declarar de
faci a independencia da Brasil 1
c D. Joio VI, abandonando o reino da Portu-
gal s tropas francezaa, reeolhendo-se so Brasil,
suppOx taires para aempre perdido o seu dominio
na Europa, e reconheceu siaim que o Braait esla-
va aeparado e iodepeodenle dessa parte do man
do.. Mis asintenoas generosas do principe nao
foram secundada pelos que o carearam : rebel-
de mathiac6es leraram-o ostra vas a Europ,
a a iotanla das cortes, portuguetaa pretendes
com medidas vexatoria e absurda reeoloouar o
que j era um reino irmio, da faca iauspen-
dente.
c Debalde oa deputsdos braaileiros eoridam;
eu esforcos em prol do aeu paiz ; Auton-io Cao-
Ios, Feij, Barata, Lino Coutinho, trovejam as
cortes; sus dialctica confunde os adversarios,
aua eloqueocia os aniquila ; porm gritos de-
compassados abafam suas vosas; urna popolac
audaz a infraoa pretenda amedrontiar os defeo-
sores da liberdade, com puobaes amaagam aeus
peitos; ellas, porm, s abandonam o posto, oio
porque temam, mas porque coohecem que
chegado o tempo em que o Brasil nada maia tem
de comnram eom"PortugI.
a Com effello, a poca fatdica era ehegada. a
opiniio publioa hara se manifestado em toda a
vaata exteoso da Ierra de Santa-Cruz ; Jos Bo-
nifacio e Martin Francisco dirigiam o movimen-
to, a alo hara dua*opinioes a respailo da in-
dependencia. O principe real parliiKa o enthu-
siasmo publico; o sol naacente liberdade
eclipsa a seus olhos o brilho du throno des
Aonaos, faz lhe esquecer as glorias cantadas
pelo cyane luso,, abandonar o trplice diadema
que lhe tinht de adornar a froot, a troca-lo pela
simples cora de libertador de um povo : o grito
do Ypiraoga despreadeo-se de seas labios, e o
imperio brasileiro nasceu no dia 7 de setembro
de 1813!
c A unnime acolamaco doa povoa raspn leu
dignamente a tanta herotsrao, collocando aa ca-
bera do libertador a cora que este lhe ofTertava :
nem era justo Mear aem ella aquello que pela
liberdade do Brasil sacrificara tres!
Facto de tanta manta era objecto que deria
dessfiar o geoia dos artistas do mundo; as
bella* artes ne servara slmplesmente para vio
rnale das cidades, nem para monumentos er-
guido i vatdade humana pelo desvario doa
lisongeiros; as bellas -artes forma m parte inte-
grante da civitiaacao ; onde quer que esta se
deteoTolre, ahi sa aninharn elle, e nos seus
monumentos gigantescos traosmittem asgera-
coes a historia dos lempos e os-progressos da
humaoidade. Deus e a patria aempre foram os
dous poderosos movis que dirigiram o canto de
Homero, o pincel de Appeltes e e ciozel de Phi-
dlas. A poesn ji cantou a independencia do
Braail, e um vate illusire, caja perda recenta
deploramos, immortalisou-se em tal assump-
to. Maa o broaza- e granito eatevara mudo, o
buril e o ciozel ainda nao haviam filiado, e ara
mister que coaoorrasaem tambem para celebrar
a independencia do Brasil e o' fundador do
imperio.
Aceitas ealae alteraces qaanto. ao pedestal, aaaj l Joio Jas Pereira de Lyra, partidor e contador
torteado a fazer a estatua eqaestre segando o aeu do dito termo ;
modela, que a deferia easeoci timen te de dase- 1 Ignacio Karcolino Bezerra do Amara!, partidor
oho adoptado em ter oa mao.dir.eila oie o cha- a distribuidor do termo da Igaarast, oa mesma
peo, aso maois/eato ia .nacoes, voltou o Sr. proviocia ;
Bocha para Paria, a ali.depois de quasi cinco aa Joio Luiz de Almeida Blbeiro. partidor e coa-
nos de insano Uabalfao, completou um dos mais tador do mesmo termo ;
gigantescos monumentos dette genero. Jos Serapiio Bezerra de Mallo, partidor a ds-
Quanto parte estuar, pode talvet duer-te tribuidor do termo do Limoeiro ;
qae todo o trabalho parlarlo no seu lodo apa- Jos Antonio Peattaa, partidor e contador do
zar de alguna defaito da dstaihe. O* grupos, meamo termo:
qaa formara car lamente a|maioi> belleza do men
atenta estae modelados com aaasrgia e aeatudo
da natural que diatiagaa a escola fraooeza mo-
derna ; o Amasonaa, o lladeira e S. Fraaeiaco,
fariara cada um por ai s e isoladarsenle um bel-
la monumento.
A crianga que dorme ae primeiro destes gru-
pos de iba belleza encantadora ; e lladeira
tem tanta vida e mormeeto, o S. Fraocieco- Un-
ta nobraza e raageatade que sinceramente felici-
tamos a Sr. Roche t por man este fio rio que juo-
tou i aua cora de artista.
O apreeo em que S. M. o Imperador tere
asta obra manifestou-ae pela conceaaio da com-
menda da ordem|de Chnato.com que ornou o pai-
to do estatuario. O objecto principal fui tratado
m 5t5*j o 'ul01 ao G'*rat-o-congtrt-
tador. O here fez estacar o aeu nobre glasto an-
daluz, e apreaanu ao mundo o auto da iudepen-
oia do Braail.
Comprimeotamos a Sr. Bochet pela perfaioo
com que soube deaenvolrer a.terminar a grande
abraque lhe foi confiada, e o Sr. Mitra pela
coocepcao du monumento, em cujo pedestal ra-
preaentou o pau na basa figurado pelo grupeae
no frico a naci constituida pelo estrello am-
pielo era qu se ligara u vinte provincias do
Imperio. Os comes destes. dous artista vatio
para aempre unidos neeta obra monumental.
Comprimeniamos finalmente a illusire a pa-
tritica commissio erectora do monumento peta
constancia a eawrcoscom qae eonseguio perpe-
tuar no broaze a gratidiode um Imperio ao seu
fundador, dotando a aua capital com uso bello e
graodioao monumento.
Tess de altura o: monumento 3,30 matres at
o alio d cantarla, 6.40 at o alto da cornija, e t
metros a estatua equeatre e aeu plinlio. O peso
total do broaze de 55 mil kilagrammo, que se
dividem pela forma seguiote; 28 mil kriogreo-
mos todo o pedestal, 1-2 mil kilogzamatoai a es ti
la eqaestre, 10 mil kilograramo oa dous gru-
pos grandes, a 5 mil kilogrammos o dous pe-
queos.
No Iheatro de S. Pedro '.de Alcntara, todo or-
nado de galas, foi terminar lia bella fasta. Nos
camarotes achara-se representada a maia eacolhi-
da sociedade, a platea eslava chela, distribuirn]-
e poesa, caotou-ae a bymoo, e no meio de ge-
ral rigozijo e do mais petfeito socego protoogou-
se por mais algura* horas o eothusiasmo que
fazia baler os coracoes de todos oa Braaileiros
n'um dia de verdadeiro jubilo nacional.
, i, a
Foi condecorado com a commendo da ordem
de Cbriato o Sr.|Luu Roche!,
Eis-aqui, seahor, resumidamente a historia
do monumento votado memoria do augusto pai
de V. M. I., peraote o qual as geragdea infantes,
curvadas sob o respeito da admiracio, bio de
perguntar s geraces adultas a sigoificaco
desso vulto gigante que Ibes dea patria, liberda-
de coostituico.
Permita Deas que em todos os ngulos do
imperio brasileiro o nome do Sr. D. Pedro I
surja em um monumento qualquer, como sym-
bolo da liberdade.
Que ease monumento seja ama estatua ou
um obelisco, um avie, ou urna etcola. pouco
importa.
Existe um pensamenlo nacional que rena tres
ideas ditttoctas, a de um here, a de um povo e
a da poateridade.
Coogregue-se a nago om torno desle grato
pensamento para reduzi-lo a um facto, e o reina-
do de V. M. I. ser ainda mais assignalada.
O Sr; commendador Jos Joao da Cunha Tetles
como presidente da cmara municipal da corte,
arengou desta forma :
Seahor! Nomes ha qae resumem urna po-
ca, um pasto dado pela humanidade ara senda do
progresso, ou a historia de am poro: taes sao
uilherme Tell, Gulhemberg, Colombo eFulton :
assim tambem o nome do Sr. D". Pedro I symbo-
lita a independencia, a monarchfa e a constitui-
co do imperio brasileiro.
c De balde a poltica tenebrosa da corte de
Lisboa teolou frustrar esses grandes e mages-
losos setos: nio dos fresada humanos que de-
pende o fado doa imperiosa daa nacoes. O grao
de poeira que erra pela atmospbera i merc dot
venios, e que a valgo considera conduzido pele
acaso, regido no sea movimento por leis lio
iaimutareise eeguras como as que determtoam o
gyro dos astros na immensa abobada celeste. Ds
mesma forma os factos que, na apparencia ca-
suaes, determinam a mudaoca da aorte das na-
coas, sdo seguros instrumento de que a Provi-
dencia langa mi para assentar sous designios e
executar seus decretos: A estatua de ouro, da
prata, de broaze, de ferro e da barro, qaa o alti-
vo Babilonio rio em soohoa, aio cabio per ferga
humana; foi urna padre impallide por urna po-
tencia inrisivel que a redao p; nem foi o
exercilo da Jom quem fez-tremer os marea de
Jesic: ellesoahiram oo lom das tubas des sa-
cerdotes que cirregavam a arca tama. A inde-
pendencia do Braail am ficto que etlave es-
erpto na liwe daa deatiaee edatirmiaaa pela
oatureza das cousas desde o sea descobrl-
menlo.
Aquist a igualda de dos estagoes liberta o
solo das iotemae/iea da tempo; aqui a trra
nunca obrigada, aempre espontanea, offerece aos
homens saborosos fructos e amajadante alimenta-
gao ; aqui ae aves dos- bosfues, os animaos
terrettres e aqueller que habitara o hmido
elemento, com a reproduccao. oonatante a em
quantidade innumeravel, nunca deixam depo-
roar a trra, os rea e as aguas, de myriadas de
e o tea Ivdsm aqui finalmente aa se encentra
esen-rto magestoao, nico do musida) ate o qaal
o oaesao aaamisar e vencido raeua caSfwte se-
tenta va i tas legan* dea seu* isa mensos daxni-
nios. Sim ; neste paiz, onde.tudo falla de liber-
dade, onde ludo Indica- que a oatureza o creou,
pi para ser mandado, e so para imperar,
eteraridio urna arrore extica que nao pode
'Cteseer e'iructrflcar.
c Mytteriosot arcanos da Providencia! Foi o
Eduardo Daniel GaralcsB Valles de Guevara,
partidor e contador do termo do Bonito ;
Frenclaco Pereira da Costa, partidor e distri-
buidor do meamo termo ;
O tanenta-coronel bario de Guapy, eoroael
comatandante superior da guarda nacional das
municipios da Barra Mansa e Re Claro, provincia
do Rio de Janeiro;
O bario de Curvello, coronel coramandantaae-
perior da guarda nacional dos municipios de Sa-
bara e Curvello, na proviocia de ananas Gerees ;
O majar Feliaberto Ferreira Braol, teoente>co-
renel commandante do batalbao o. 19 da dita
provincia ;
O capilao Augusto Vespaaiaoo de Peala Cam-
pos, taneote-eoronet commandante do aatalbo
o. ti!, dem ;
O tenante Jos Ferreira de Andrade Braat, ma-
jor commandante do esquadrao avulao numero 4,
dem.
Foi designado o eapitao do primeiro batalhao
de provincia da Parabyba, Braz da Bocha e Mal-
lo, para exercer o poeto de maior do mesmo ba-
talhao.
Foram reformados :
O coronel commandante do nono batalhao da
guarda nacional da Mines Geraea, Dmaso da
Costa Pacheco, no meamo poato, eom aa honras
de commandante superior ;
O leoente-corooel chefe de eetado-maior da
guarda nacional da provincia de S. Paulo, Joio
Francisco Junqueira no mesmo posto.
Foi perdoada a Ambrosio Jos das Flores a pe-
na de dous mezes de priaio e malla, a que foi
condemnado pelo primeiro delegado de polica da
corte.
dem a Processo Antonio de Abreu o resto do
lempo que lhe falta para cumprir a de qaatro ao-
aos de prisao eom trabalho a que foi condemna-
do pelo jury de S. Paulo.
Foi reluzida a quairoannos a de oilo anoos de
gales imposta a Amaro Jo-t pelo jury do Re-
cjfe.
Foi aggregado no mesmo posto ao segundo ba-
talhao da reaerva da guarda nacional da corle, o
alteres do segundo batalhao da reserva da pro-
vincia da Babia, Antonio Gervasio da Coala Ga-
bral.
e E este o pensamento que domioou sempre
os Braaileiros; ji em 18*5 o senado da-cmara
hav-ia iniciado a idea, que mate tarde foi apre-
eentada pele Instituto Histrico, pela cmara dos
deputados e por urna das cmaras muatcipaoB
traosaclas; al que acamara municipal de 85,
maia feliz que todoe, eonseguio fase-la medrar
e lerar a effeito. A noticia de que o Brasil que-
ra pagar a divida de gratido ao seu libertador
e perpetuar a historia de sua independencia
correu o mando: as nacoes do relho cnatinenle
diaputaram a gloria da crear o monumento ; a as
celebridades artsticas europeas qaizeram ter a
honra de ligar-lite o seu nome. Porm s um
genio aquecido pelo sol dos Iropieos. arrimado
pelo sagrado faga no patriotismo, alimeotado
pela oatureza vivificante da America poda sa-
tisfazer o astumpto; e ao monumento erguido
independencia poltica da nagao ver a posteri-
dade a independencia artstica de poz; no mo-
numento erguido ao primeiro imperador veri
posteridade a gtoria do aeguudo, o ftorescer das
bellas-artes no seu reinado. Foi o plano de um
nosso illusire patricio o adoptado de preferencia
s concepces das celebridades da Europa.
Um genio desta parte do mundo nao recusou
sjudar o seu irmo da Amorica, moditteou a
Mea, e exseutou-a com mestria que faz admirar
o mundo.
Ei-la concluida, sobra da gratido nacional;
est aatisfeito o detejo dos Brasileiros: a hitto-
n da independencia, da mooarebia e da conati-
tuigao do Imperio americano acaba de eserever-se
em pagina de bronze o de granito. A poeaia
mais duradora, na rerdade, airareis ee lemao
a zomba dos sculos, sem temer a fouce dastrui-
|Jora 1ue derroca oa marmrea e pulrerisa os
brooies; asas estes-fallara com mnis eloqueocia
a imaginacao doa poros, e sua influencia mais
geral se eslende desde o infante que comega _
baibuciar o noma de patria atao relho decrepito
que s espera o tmulo : desde o ignorante a
quem s movem os objectos semiveis al o sabio
que, purificado no esludo das scienciaa, quaai
que avista fee a face a divindade. Aqui, antes
de saber decifrar nos monumentos da luteratura
a htatoria patria, nossos netos aprenders de
urna alhada o herosmo do Brasil, a grandeza do
seu libertador; a verio impresso o typo do se-
gundo reinado, a proteceo asarte a o progresso
ao piz.
Aoanoitecer illuminou-se brilhantemeote toda
a praca, apezar da copiosa chura que ento ca-
bia, eajuz elctrica langada de um janella do
theatro pelo Sr. Antonio Aires Ferreira sobre e
estatu, permittta v-la quasi to diatioctameni
como ao ciarlo do dia.
Nao perderemos a occasio de louvaraiada urna
vez o ezemolar comportamenlo do boapovo des-
ta cidade, oio se teodo dado em to grande ajun-
tamento um nico desgesto, um nico atropela-
mento, pelo menos- de qe tiveesemes- nolieia.BJ
A historia doaoberbo monumento qoe fica para
sempre erguido na ncaga da Conatitui\so dato-
dos bem sabida : comludo entendemos- nio de-
ver terminar esta succinta eiposigo sem deixa-la
aqu consignada em breve paUvzas.
Ha sete annos e oilo meses, que no meio de
um immensa auditorio, e em sessao publica da
tilma, cmara municipal, que o Sr. Dr. Ooberlo
Jorge Haddock Lobo se fez ouvir paca propdr a
dedicacio da urna memoria a S. M, I. o Sr. D.
Pedro I, augusto fundador do-Imperio e da mo-
uarchia brarleira. Approvada uoaoiaaeote a sua
propoata, nao eucontrou o Sr. Dr. Lobo dificul-
dades que nao. pudesse superar, e convidando
para coadjuva-lo em seu patritico empeobo ci-
dadaos que se baviam j manistestado propaga-
dores da grande idea, consegua fcilmente col-
locar-lhe frente um nome respsitavel,
O Exm. Sr. cooselheiro Euzebio de Queiroz Cou-
nnho Mattoso Cmara, como presidente desta
commiaao, deu-lhe para logo o carcter de fir-
meza e criterio, aem o qual se nio poden levar
a effeito ae grandes ideas. Ima subscripQo
agenciada por graode numero de cidados influ-
entes se abri na capital e na provincia do Rio de
Janeiro, eoseu retallado permittio pautar ata
um grande monumento,
Todoa os artistas oacioaaes e estraogeiros fo-
ram chamadoa a apreaeotarem am concurso um
projecto do monumento, e igual convite ae fez
nao principaea cidades da Europa. A-lguea doa
aOMUf amatas, a mullos da Franca, da Italia e
da Allemanha acadiram ao convite da commia-
aao.e 35 desanos ou modelos se acharara expos-
to durante 15 das oa academia das bellas-arlea
depoia de Ando o prazo de 7 mezes concedido aoa
concurrentes.
A eeogregecSo dos professoresda academia das
bellat-arte, a pedido dicommissio, designou os
tres raelhores desenhos ou modelos, afim de aer
coaterido a seus autores o premio nromeltido no
programma do concurso. A commissio escolheu
d entre es test res u m,que depois se reconheceu ser
do Sr. J. tL Mafra,e,re_melteu-o parea Europa afim
de ali contratar-se a sua execurjio com algum ar-
tista de alta e bem merecida renutscio.
Couba ao distiocto Jestaluaro o Sr. ^Luiz Ro-
chat, que ha va tambem sido um dos tres artis-
tas premiado no concurso, a ventura de aer eo-
carregado da execugo do grandioso monumento.
O Sr. Rochet, oo intuito de conbrecer a locallda-
de em que devla ser colloctda|a sua obra,, e de
estudar os typos dos nossos cbeclot com que. d-
via repretentar os quatro ros, e os animaos e
plantas proprios destes lugares, conforme o de-
sen ho que lhe foi a presentado, fez urna vlagem
ao Brasil oo mez de julho de 1856. Aqui no Bio
de Janeiro propoz i commissio alguna altera-
es no projecto adoptado, coniistindo as princi-
paea em tornar octgona a>tarma rectangular do
a jpodetial, diminuir a exteoso do
ufddmtr as ,
firma de coquiros, e augmentar com mais duas
figuras os grupos doa rio* Partas Asmos*.
3 de abril.
D ordem do dia n. 308 de 31 do paaaado, ex-
pedida pela repartigao do ajudaute general, ex-
trahimos o seguiote:
Para obviar os inconvenientes que contra a
disciplina do exercito lem resultado das dirersss
iolelligeociee dadas ao aviso deste ministerio de
13 da abril de 1859, qua mandou crear os con-
selhos peremptoros para a applicacio do castigo
de espada de praacba, o Exm. Sr. ministre man-
da declarar :
Io Que, oo pertenceodo aos ditos conselhos
as attribcioes de tribunal judiciario, s I he com-
pele, oa declarar Uvre de culpa a praca acensa-
das ou determinar o numero da praocuedas com
que deve ser castigada, sempre dentro do limite
mximo das que por 11 sao autorisadas ; nao Ihea
sendo permittido declinar dessa competencia
quando houver prova de crian, e menos appli-
ear arbitraria meo te qualquer outro castigo.
2o Que, oo caso de ser man tiestamente con-
trario i proras colligidas o parecer do conselho
peremptorio, o commandante do oorpo por cuja
ordem ten he elle da funecionar deveri recorrer
ao respectivo commandante de arma, ou a quem
suas rezes fizer, afim de decidir como fr jatto e
cooteutaaeo i disciplina.
Aomenfes. Do Eim. Sr. tenante general Jos
Mara da Silra Bittanciturt para inspeccionar o 1"
regiment de cavallara ligeira.logo que concluir
a ospeccao do Io batalhao de- infamara a que
est procedendo.
Doa Srt.: brigadetro Manoel Huniz Tarares
para comnnodaua das armas da proviocia da
Baha. Decreto de 24 do carrete.
Doutor em melicina Antonio Mandes da Cruz
Guimarie para 3 ciru-gio do corpo ae sade do
exercilo. Decreto da 12 do correte mez.
Capilio do corpo de estado maior de a classe
Joo Martios de Amorim Bangel para ser empre-
gado ao araenai de guarra da corle. Em 26 do
correte.
Alteres de corpo do estado maior de ,2a classe
Silverio Antonio de Jess para commaadar o for-
te de S. Marcos, oa proviocia do Mar chao.
Alferes do 5 regiment de carallaria ligeira
Francisco da Aasis Henezes para secretario do
mesmo regiment.
Capilio reformado Francisco Joaquim Baeellar
para com mandar aa batariaa da fortaleza de S.
Joie licaudo exonerado teste commando o Sr.
tenante reformado Jos Eduardo de Athayie,
ajudante da mesma fortaleza. Em 26 do crranla.
Teuenle reformado Francisco Pereira do .Valle,
para porteiro da 3a directora geral desta secre-
taria de Estado. Em 19 do correte.
Dito Francisco Jos de Paira, para agente do
conselho econmico do laboratorio doCampinho.
Aviso de 13 do correle.
Exonerares.Doa Srs. brigadeiro Manoel Mo-
niz Tarares do cargo de inspector do 9 batalhao
de infantera, e do corpo de gaaraicio da Bara-
byba, para o qual fdra comeado pela ordem do
dia a. 308.
Teneate do corpo de guernicio da provincia de
S. Paelo Jos Ferreira de Ateredo Jnior do
exercicio de quarlel mettre da eacola geral de
tiro do Campo Grande, como requereu, alim de
ir reunir-se ao seu corpo.
Capilio reformado Francisco Joaquim Baeellar
do emprego em que se acha no araenai de guerra
da cene. Em 26 do crrante.
Foi approvada a do Sr. capito do corpo do
eatado maior de 1* classe Apoliooio Peres Cam-
pello Jacomej tfo cargo de director interino do
arsenal de guerra da provincia da Mallo Grosso,
e que lhe foi concedida em 6 de dazembro do
anno prximo passado pela presidencia daqaelta
provineB em consequencia do san- atea estado
O paquete inglez Mertty, entrado aote-hontem
noite do Rio da Prata, trouxe-not data de
Buenos-Ayres at 30 do passsdo, e Monlarido V
do correle.
Afpra algum trabalho que na Bioja e Calamar-
ca ainda attaram dando Peoslosa e Navarro, per-
maneca em paz a repblica Argentina.
Por decreto de 15 do paseado coovocou o ge-
neral o congresso nacional para 25 de maio, na
cidade de Bueooa-Ayres, marcando os das 12;
13 e 14 da abril para em todaa as provincias ae
proceder a eleigao dos representantes que devem
constitui-lo.
Devendo as eleices de deputados proriociaea
ter lugar em Bueooa-Ayrea a 30 do pastado, nao
poda o paquete, aahtdo no meamo dia, trazer-
oos noticias do resultado ; entretanto encontra-
do os leilores na carta do nosso correspondente
a litta dos nomes qua, segundo todaa as proba-
bilidades, haviam de sahir daa urnat.
Urna daa queatoes qua mais preoecuparam o
governo e o commercio era a do desequilibrio
entre aa oncas a o papel-moeda, desequilibrio
que o recente decreto de que demos noticia nao
lioha podido remediar. Para obviar ao mal crea-
cenle propuoham-se varios meios, sendo o maia
geraimenle admtiido o da crear em diversas pro-
vincias cairas tllises do banco de Buenos-Ayras,
para dar mais larga Circulagao ao papel potteoho
lia via tambem quem quizetae encoutrar aalva-
cio em nio receber o banco maia depositoa em
ouro, e desfazer-se das 60,000 ongas que tem nos
seus cofres, langando-as na circulacio.
0 feliz exilo do poco arteziaoo aberto em Bar-
raca pelo engenheiro francez Sordeaux, e por
mel do qual ae fez aurgir agua de 46 braca de
profundidade, causou rerdadeiro jubilo em Bue-
nos-Ayres, onde a falta dasle elemento era um
verdadeiro flagello.
No estado oriental duas eram aa questes prin-
cipies que preodiam a attencio publica. A pri-
meira era a das iodemnisacoes por prejuizos de
guerra.
O senado, adoptando o projecto que lhe en-
viara a cmara dos deputados, aulorisra tam-
bera pela sua parte o gorerno a pagar oa quatro
milhoes convencionados ; roas, leodo-se excedido
aetta diacussao o prazo marcado no ultimtum
dos agentes da Franga e Inglaterra, aguardava-
se com alguma anciedade o ulterior procadimeo-
lo destas potencias, nio fallando quem receiasse
que ellas ae nao dariam por satisfeitas.
A segunda era a das cooaequenciss que pode-
ria ter a approvacao dada pela curia romana ao
procedimento do padre Vera, como vigario apoa-
tolico, approvago que punlia em estado anormal
a igreja mnntevideana.. Vera, menoscabando o
decreto que lhe cas*ra o exequtur, contiouava
a exercer actos de jurisdicc,io, e da cmara dos
representantes peadia urna ootnicagao que se
pretenda dirigir ao governo, para que este fizes
se cessar semelhanto estado de cousas. A diffi-
culdade estar, porm, ao modo da por termo ao
conflicto. |
Do Paraguay nada ha de importancia.
A inteiTeugo europea no Mxico trazis em
sobresalto os povos do Rio da Prata.
Fui desisraHa o aaavaia ds g.arda asdeasl
da corto Joa Naoael d. s,l Vais^, paraeaaree,
o lunar da major da 5 baisia.
Foram mais nossaadaa:
O aaelaant Joa Goncalva da Siira eemtaaa-
daate superior da guarda oaciaai a Villa flava
da Balaba ;
O teenle-ooroael Joaquim Benedicta da Ouei-
roxTalles, iaam da Juodiahv, Atibis, Beihira
Nazaretb e Cacboeira ; '
Joio Baptiatada Silva, capilio secretaria fersf
da commando superior de Mig, Estrella a Po-
tropolis;
Aotio de AlatsiJe IVaaco, majar camaaaadaai-
te do eiqoadrio avulao de eavsllaria a. 14 ato
guarda nacional da Bshia ;
O alferes secretario Aolont Dietas Barbas*,
capilio secretario geral do commando taaartai*
de S. Isabel de ParagaaaaA ;
Frtocisco Pareira de Oatro e Manoel atovat
da Triodade, majares inda ites da aassana ato
commaodo tuperior de Urub, Macabaa, ale
Lucio de Soaza Piolo, capuio secretario gerai
do dito conaaoia;
Jesoioo Eugenia da Alosid, capilao qaartoi-
martre, idem;
Dr.Jaio Lopes Rodrigue, cayitae-orarajtae-
mr, idem.
Foi eommutada emgvaliperpetuas s pea*
de morteimposU so reo e*e.-s*e- Joio setoary
do termo de Castro, oasreviucia do Paras*
-- Foi perdoada a Itidoro Piado d^ Otrveir* m
da 4 anuos- de prteio, irayoata seta jais auiops!
de klag, no Rio Grande da Sal.
Por decreto da 25 do aasaado- tai
a Joao Cirio ltleider, v>st-srgaat >j
primeiro regimenlo de cavsilaria da corte, i
de trabalho as orliucsces por lada a
qual esti cumprindono presidio de FBrBaatai ato
Norooha.
Por decreto de 2 do corrate forass nantas
dos: egundo cirargiio do corpa ato sauoa ato
er-rcito o Dr. em mdicm.r Maaool Uso saja
Re, e capellie o alferes da reoarticio taaaaaaaasj
tica do mesmo eiercito o padre Jas Jaatajstss
tiraciano da Pina,
Poram igualraenle IraaeLtidoo: para a lt
companhia do 8* batalhao da .aUetaria capito
do tO9da mesma arma Manoel I uciano dCma-
ra Guaran, e para a 3* companhia dele batalhao
o capilio daquella Theoiooio Jaaaaim da Alca-i-
da Fortuna.
S. Paulo.L se aa Revista Cmtntreiml de
Santas: '
t Foi violado o carlono do ubolliio Ca
durante s furte tempestada que aa aaetj ato
cahio sobre esta cidade. C osla-no que
avariguac6es|a que proceda o Sr. Dr. jm -
oicipal, auxiliado pelos Dt. praatetor a eVla-
sado supplente em ewrcicio. colliga-ae
delnqueme, com urna abara falsa, anat aaocs-
bia perfeiUmeole oa f-ctiadun. abri *-
do algaras forrea a porta externa 4a cartn* *
aXiblrahio deste diravaae quaniias de aHaatotr
qoe monta vara em 7O0s maia oa aeoo, < aiB-
le com brilbabies no valc-r de SOOt, e aaaia o pro-
cesso crimo em que sao reos Jas Antonio Fa-
gundes e Joo Antonio Faguodas.
a E' este um facto de sarama graviJade, qaja
no faz recear pela oessa sexaraoci. A referi-
das autoridades lera sido solicitas oe Jmetu
meato do crirae e dn deliaqaeate, e ja sa acato
preso desde hootem um individuo carao se*prt
e contra o qual appareoen v. harnele ianctoo .
nao se encoatrou, porm. anda o objecto ro-
bados, apezar de muitsa buecis a qoe as autori-
dades proeederam de corabioacio em airerses
lugares.
c Em consequencia deste facto, qae foi catsae-
cide logo ao amarillecer, o Dr. juiz de direito ape-
zar de ainda iocoramodado. ataumio a pres>!e*-
cii do jury para deixar o Dr. joiz nunidaet de-
sembarazado pareas diligencias Irgee*.
Bahia. o ootco jornal qae recebamos da 1-,
nada di digno de mencio.
NOTICIAS COMMEBCIAIS E MARTIMAS.
Ao de Janeiro 7 de abril de laatt
Cambios.-Sobre Londres i 35 t|S 35 5;8 d.
llamburgo i 700- r*. por a, a.
Chegaram, pmcedeolea de Paraanibaco: -
35 do passsdo, o patacho inglez Baomhm. rom
17 das de viagem ; e 28, o patacho Eamaar-
te, com 11.
Sabio, para rernambuco : i 4 do correala,
o brigue Deolinda.
Bahio, 11 de oirti de 1862
Gambio.Sobte Londres 26 liS e 26 Ii4 d. sor
18000.
Pars 363 rs. o fr. nom.
llamburuo | 680 ra. m. b. ora.
Lisboa108 a 110 por eento de pr Melaes.Dobles bespaob'ies, 31g500 a 32m
^ da P8,ri* SllOOO a 313500.
Pecas da 63400 velhes
a de 49OOO
Pataces brasileiros29100.
< bepaohoet 2j100.
mexicanoaIfM a 3g000.
Fretes.Para Bren,en e llamburgo55 a 60 sen.
Gibrallar67 l|3sch.
G'itlemburgo 70 a 75 ach. por ton.
Canal e porto ingle;60sch. por toa.
Continente65 sch. poi toa.
Liverpool40 e 45 sch. por toa.
Mar sel ha61) a 70 ach. doj too.
Londres50 sch. por ton.
Foi nomeado professor da cadeira de pintura
histrica oa academia das Bellas Artes, o profes-
sor interino da mesma cadeira Vctor Mairelles
de Lima.
DIARIO DE PERNAIYIBUCO-
de sade.
Por nomeado mettre de ceremonias .hono-
rario do solio do Sr. bispo conde capellio mor, o
gario do Emba padre Jos Lopes de Miranda.
o
Poi'aceita e conBnnada a renuncia feita pelo
padre francisco de Paula Homero, da igreja da
freguezis de Ypiraoga, do bispado da Marianos,
prorociarMe Minas Geraes.
O 2* lenle da armada Guilherme Rodri-
gues Villares foi, por decreto de 30 do mez pr-
ximo passado, reformado no mesmo posto, como
pedir, vencendo a terrea parte do rerpectiro sol-
do, nos termos da 3a disposijao do 1* srt. 4o
da lei o. 646 de 31 de julho de 1853, risto con-
tar 6 anuos de serrco e athar-se impossibilitido
de oelle continuar por motivos de molestia.
Foram transferidos os Srs. cheles de dtvi-
tlo Francisco Manoel Barroso psra coramaodar a
estacan naval do Rio da Prata, e Joao Custodio
d'Houdain para com mandar a da Babia.
Foram condecorados com o habito da Le-
gilo de Honra, por 8. M. o Imperador dos Frao-
cezes, os 3ra. 1* lente Ignacio Joaquim da
Fonceea, commandante, e 2* tenenle Custodio
Jote de Mello, immediato da caohoneira llajahy,
por terem coadjuvado os otUciaei da canboneira
franceza UEntrecasteaux da commissio de que
firam encarregades na coala do norte.
-*-
Foi removido o chefe de polica da proviocia de
Sergipe, Francisco Liberato d Mallos, para a
mesmo logsr na do Maranhto.
Foram comeados: '
O bacbarel Joaquim Lapes Chaves, juls muni-
cipal do termo de Tauat, em S. Paula ;
O bschsrel Aatouio Joa Piolo Junio, idem do
de Santa Mara da Bocea do Mbnte, aa Bio Gran-
de do Sol ;
Paulino de Soma Lis, sesuado tabelliio a aa-
ouir aextenaao dn tasaanieoto, rS_') d Urjr dB Bia Pw,to a Ria Graada do
quatro. candelabros da bioaae asa *
Joao de Araujo Cesar, partidor e distribuidor
do terao de Niarethj Pernaabuco ;,
Temos vists jornaes da corte do imperio
Baha, de que foi portador o rapor inglez Mag-
dalena, sabido do primeiro a 8 e da segunda o
12 do correte.
At a hora em que escrevemos (5 1|2 horaa da
larde) nao chegado o Apa, que sahio da Babia
algumaa horas antes do presente.
Rio de Janeiro.Fallecer o desembargador
Fradcisco Jos Nuoes, riclima defebre perni-
ciosa.
Foi designada ao juiz de direito Joaquim
Bandeira de Goureia a comarca do Bananal para
nella ler exercicio.
. Foram recooduzidos :
0 hachare! Joaquim Rodrigues Seixas, no lugar
de joiz municipal e de orphos do termo da Jaco-
bina ;
0 bacbarel Fernando Aires de Cirvalho no do
termo de Pastos Bons.
Foi removido o juiz municipal de Guaralio-
guet, bacharel Sebastiio Jos Pereira Juoior,
para o termo da Cacboeira, ao Rio Grande do
Sul, aeu pedido.
Foram oomeados '
0 bacharel Antonio Vicente deSiqueira Pereira
Leito, ju'z de direito da comarca de uarapua-
va, de 1 enlrancia ;
O bacharel Francisco de 'Aasis Oliveira Bra-
ga, juiz municipal e de orphos do termo de lu-
jaba ;
O bacharel Jos Tito Nabuco de Araujo, idem
dos termos de Macah e Barra de S. Joio ;
0 bacharel Antero Simesda Silra Cuica Al-
tu, idem do de Silreiras ;
0 tfacharel Timotheo Pereira da Rosa, idem do
de S. Boris ;
0 bacharel Francisco Goncalres Meirelles
Bastos, idem doa termos de Beoeventes e Guara-
pary^
0 bacharel Clemente Jos Ferreira Braga Filho,
subdelegado da freguezia da Lagos, sendo de-
miitdo o Dr. Luiz tionzaga de Soma, i aeu pe-
dido ;
Jos Corris Lima, S* esorivo de orphos do
termo de Cabo-Fro ;
Gregorio Jos Teiiica.4aposilario aasbiieo do
(ermo de Pelropolia ;
Jos Ignacio Comes Psasarinho, tabaftlo e ee-
crivo de orphos do termo da Pedro Segundo.
O alferes da exliacla iMiuba Joio Joaquim das
Nerea, capilio secretario geral do commando sa-
periur d guarda nacional do muniaipio de Caro-
lina, np Maraohio ;
O lente Antonio Alaxaadra fiavaa, idta do
d Codo e Coroali ; 4 *
O Dr. Antonio, dos, Santos Jaciotho, capilio
drurgilo-rar do commando sjjatior'dS munici-
pio de S. Beato,
RERNAMBUCO
requen-
julga-se>
ASSESBLALEWSUTIV1 PROVIKlil.
CONCLSAO DA SESSAO E 12 DO
CBRENTE.
O Sr. Buarqae de Macelo pronuaxia-se aiada
no sentido de ser o projecto tobmeitido ao sa-
me da commissio de obras publica, alinde que
'o reconsidere sobre bases mais latas, e responde
ao precedente orador, lazendo sentir que a i.fea
que elle fez inaerir ua lei do orc,smeato muni-
cipal rigenle nao dispensa a audiencia da coa-
missio.
Encerrada a discustio approrado o
manto do Sr. Buar.juj de Msredo, e
prejudicado o do Sr. Suum Bri.
Segunda dic isiao do projecto n. 40 do noo>
passado, que erige ero, matriz a cspella de !SWj
Seohora da Rainba doa Anjos da povoacie da
Pelronilla, fregueiia da Boa-Vala.
O Sr. Araajo Barros (oela orden) :Sr. prn-
denle, detejava que V. Ex.-, se dignaste mandar-
me informar, se porveutars j chegaram casa
as infjrmac.des que foram solicitadas do Sr. his-
po diocesano i respeito desla qaestao.
O Sr. Presidente : Eu treij que oo.
O Sr. Luiz Filippe :A mesa aiada as nio re-
ce beu.
O Sr. Araujo Barros :N sesso de 10 da
correle, depois de se ter asentado aa cea a
queslo de saber-se se o Exm. Sr. bispo dioce-
sano devia ou nio ser previamente ouvido ra to-
da as quesies que entendessem com a cn-cio,
diviso ou soppressao dd parocbaa, foi decidido
pela sabedoria da casa qua o projecto de qu ea-
lio se tratara, passasse em primeira diKustio.
Qcando prejudicade urna emtoda do nobra Sr!
segundo secretario, na qutl pedia o asesoro hon-
rado memoro que o projecto passssae tambero
em seguoda afecusso, alim de qoe, depois qae
cbpgassem as ioformaces na tercrira diecuo>
se htessem ento aa alteracts ou modifkecee
qu o projecto porventara merecasse-
Creio que isto fi o qae justamente se pastora
na casa ; o o jornal offiral que publica o* ne
Irabalhos, fazendo a svnibete da disco
daquelie da, exprime-se nos seguales tor-
mos: (14).
Parece-me, portento, que teodo a easa deriJi-
do que oo ae tratava da diseusaio do projVtto.
seno depois que nos fossera tranamiitidas ae
ioformaces solicitadas, aio ss pode, sem coo-
tra ria r o vencido....
0 Sr. Presidente:Perdi; te ti veste pitea-
do esta roeoluco, eu nio lena poato na orden
do dia o projecto.
O Sr. Pinto de Campos :Eu eslava para pe-
dir a patarra, alim da fazer esss reflexio o
V. rkc.
O Sr. Araujo Barros:O joras! diz isto: (16).
Ua Sr. Depatado .-Mas qual a pracir
paste do reqaerimeoto?
t> Sr. Araajo Barios :E' que houvesae o>
adi.iment al
O Sr. Barro Brrelo :-Mi. senbor, pardo*.
O Sr. Cacha e Figueiredo :Que fosea oaido
o Sr. hispo sem prejuizo da primeara diacaaaia:
logii nao pode-te discutir sea que veohaa a*
idoroucaat.
L m Sr. Deputtdo :-Eu leobo idea de qe, a>
mou (ai, que fosea ouviaa o Sr. bispo dta-
0 sem prejuio das dtscossdes, e muitee
Tezts.se tem dado uto.
O Si. Araot'o Barro: -Mas paraoa-aa qua
qua effectivamente' pauau foi, qa rosee oev*
o Sr. bispo sea prejuizo da priaaeira


PUMO DB WRlMOCP TWsgi ttmi 1*ta, B iM.
O Sr. Cu osa e Figaeiredo ifoi Ulo dnm.
O Sr Pinto de Campos d m aparte.
O Sr. Arujo Barros : Folgo avilo de me
achar en harmona coa a dignos mamaros do
clero aue sescham presentas.
O Sr. Primeiro Secretario l o requer ment
que fui tpjirodo pela caaa na aeaaio de 10 do
correte, e que ae refere queatlo erteole.
- O Sr. Pren lente :Emao j! v o nebro de-
butado que projecto se acba regularmente oa
ordem do dia.
O Sr. Arroto Barros :Sr. preaideote, avista
do que ae pasea oa caaa, cu dio pono deixar
de eaitr v*l suas decises; qeero persuadir-
me que miuha memoria oi fraca, que oo pas-
aou oa caaa que se esperaaae pelas io(orroa<;es
do prelado, afim de ser eolio o projecto aubmet-
tide i sexuada diieuaao. A questo neate ir-
rese um pouro eicabroaa e por isso nada mais
direi sobre tila ; IimiUr-me bei apeaaa a pedir
o adiamenlo at que vsnham essaa intormsoes,
porque estou intimamente convencido, que aem
Has nao podemos marchar regularmente. Nea-
te sentido vou mandar! maaaum requeiimeolo
e expenderei todos os motivos em que eilou
bascado para ascim proceder, se pnrvenlura
bourer na casa quem ae opponha que elle
passe.
Val meaa e apoia-se o seguinte requeri-
mento:
Requeiro que reja adiad! a discussao at
que veoham remettidas asta aaaembla as.in-
formacdeaaolicittdaa doExm. bispo diocesano,
respeiio do mesmo projaclo.Araujo Barro*.
O Sr. Cunta e Pigueiredo : Sr. presidente,
eu Tutu pelo adiamento proposto pelo nobre de-
putado, porque tambem tinha intenso de___
O Sr. Barros Brrelo : Eolio agora j nao
protelacio ?
O Sr. Guana e Figueiredo : .... d pro por
o mesmo ediarcenlo. Tenbo era mao um re-
querimeoto feito no mesmo sentido (pentodo tdia-
ment), porque eatou perauadido, lolimameole
persuadido de que o que passou na cass, foi, que
a pedissem ioforroicoes a S. Exc. sern prejuizo
someole da primeira discussao.
Dm Sr. deputado : Nao consta.
O Sr. Cunba e Figueiredo: Eslava to persua-
dido disto, que oesse sentido foi que fallei quao-
do tomei a patarra aobie este aasumplo, no aia
em que i* tratou da primeira discussao. Mas,
como nao consta islo da acta, e rejo que me
achara engaado, oo posso deixar de votar pelo
adiameoto, oorque emendo que a primeira dis-
cussao poderia paisar muilo bem sem ser ouvido
o Exm. bispo...
O Sr. Souza Res : E porque nao a se-
gunda ?
O Sr. Canha e Figueiredo : Porque na pri-
meira discussao Lraiava-se someole da utilidade
do projecto.
O Sr. Araojo Barros : Admillida a primeira
admittam-se toda.
O Sr. Cucha e Figueiredo : ___e sobre es-
aa utilidade a respeilo da qual tambera devia ter
aido ou'ido o Sr. bispo, j se tioba a certeza de
que elle a recoohecia. Elle considera n,ui til a
divisao da freguezia de Santa alaria ; considera
esia medida, como necessria ao paito espiritual
de soss ovelhas ; e pedto-me que o declsrasse I
casa.
O Sr. Souza Reis: Mais urna rszo para nao
ae aliar agora : eu louvo-me mesmo no nobre
deputado: m
O Sr. Cunba Figueiredo : Mas na segunda
discussao que pode-se apreciar o projecto nao en-
globadameote, mas em cada urna de.anas partes
e limites das freguezia nell a Itera Jas, convem
que se espera pelaa iuformacoes de S. Exc. Rvma.,
porque podtr o diocesano lembrar alguma din-
sio que mais eonveuha ao paato espiritual, ao
bem dos povos e ao aervico da igreja.
U aqui pozeto duvida etso principio.
O Sr. Cuaha e Figueiredo : O nobre deputa-
do que me hoorou com seu aparte, dizendose
isto nao protelaroo tem razio, porque sabe
quaes sao as miohas intencoes i este respeilo :
su nio quero prolelar, quero apenas que aqui na
casa se nao praliquera absurdos.
O Sr. Barros Brrelo : Eu propuz um adia-
mento, foi protelaQo, prope-se agora outro,
perguolo : nao protelacao ?
O Sr. Araujo Barros : O nobre deputado
falla contra o adiameoto em primeira discussao.
O Sr. Cunha e Figueiredo : Fallei, e j dei a
razo porque fallei : mais sgora fallo a favor do
adiameoto porque enteolo que ae nao deve dis-
cutir em segunda e lerceira discussao sem que
veoham as iofurmages de S. Exe.
Como j foi demonslrsdo na cass, a audiencia
de S. Exc. oo urna mera conveuieucia, nao
m acto de mera civilidade, um derer
urna obrigsclo em que a tasa est para com S.
Exc, porque a destribuicjio do pasto espiritual
Ihe est iocumbida como chute da igreja, e a el-
le compete reliar o modo de apascentar.
Um Sr. Deputado: Quem poz islo aqui em
duvida ?
Outro Sr. Deputado: Nunca foi contestado.
O Sr. Cuoha e Figueiredo ; Tratendo-ae da
divisao de urna freguezia, muilo importa que o
Sr. bispo d sus opioio Acerca dessa divisao ;
que nos diga se convem o projecto tal qual est,
ou ae devenios guardar alguma divisao nos terri-
torios parochiaes por elle comprehenuidos, se-
gundo as conveniencias do pasto espiritual. E,
quando eu eslou persuadido disto que acabo de
dizer, nao pusso car em silencio, e deixar que o
projecto passe em segunda diactssao, sem uuia
reclamaco ; tanto mais quanto sei que S. Exc.
Rvma. nao demorar essas inforoisces : aei que
lias hoje mesmo seraojremeltidaseo Exm. pre-
sidente da provincia.
O Sr. Souza Reis : Tanlo melhor; vamoa
discutir logo.
O Sr. Cunha e'Figueiredo : Mas, discutir o
que, Sr. ? Pode o projecto ser approvado em se-
gunda discussao sem que tenhamos coobecimen-
to dessas ioformscdes ?
O Sr. Souza Reis: Mas se temos certeza de
que S. Exc. as remetiera com pressa....
O Sr. Cuoha e Figueiredo : Mas, senhor, na
segunda discussao oo que se apresentam aa.
emeodas ?
Um Sr. Deputado ; E na terceira tambem.
0"Sr. Cunha e Figueiredo : Na terceira pode
o projecto voltar urna commiaao ?
O Sr. Souza Reis : Pode, porque nao ?
O Sr. Cunha e Figueiredo : E para volar bo-
je apreciamos as ioformacoea de S. Exc, Rvm.?
Posso affirmar ao nobre deputado, que votando
eu pelo adiameoto proposto ho'je oo quero pro-
telar, quero instruir o meu voto.
Um Sr. Deputado : Pode ser.
O Sr. Cuoha e Figueiredo : Vou de acord
com os oeus principios....
O Sr. Souza Keis : De accordo com os seus
principios nao.
O Sr. Cunba e Figueiredo : Sim, porque na
primeira discussao Irala-se someole da utilidade,
da conveniencia do projecto, oo se desee aos
seus detalhes....
Um Sr. Deputado: E'o mais importante.
O Sr. Luiz Felippe : E sobre o que se oo
devis despeosar a audiencia do prelado.
O Sr. Cunha e Figueiredo : Neste ponto j
tinha eu certeza da opioiao de S. Exc. Rvms., e
como me hitara as ioformacoea sabr os limites
consigndoa no prejeclo voto pelo adiameoto da
segunda discuato.
O Sr. Souza Reis:Sr. presidente, eu ter-me-
hia contentado em volar sem dar a razo do meu
voto, seoio Ucease valo levantar-se o nobre de-
putado, que me precedeu, dizendo, que adhera
ao adiameoto, guando o nobre deputado oa pri-
meira discussao foi o primeiro a erguer sus voz
poderosa oests xtn, pugnando pelo nao adia-
menlo....
O Sr. Cunha Figueiredo :Leia o meu dis-
curso, veja a razio que live para isso.
O Sr. Souza Reis:Quando se tratava da pri-
aoeira discussao gue sem duvida era a mais im-
portante, porque versava sobro a utilidade econ-
veaiencis do projecto.....
O jar. Cunha e Figueiredo :Disso eslava eu
informado.
O Se Souza Reis:Se o respeilo do oobre de-
putado para com o goveruo da igreja tal, que
nao pode admitlir que colisa alguma ae faga que
Ibe affecte, sem que seja elle ouvido, como pre-
tender queUatando-se de conveniencia s utilida-
de de qualquer medida que diga reapeito a esss
POSsr, pronunciemos o nosso'juizo sem que O os-
eamos T (Apoiados.J
Corno se reserva apenas pira ouvf-lo a respei-
lo de dealbes, de emendas, a respeilo daquillo
Joe menos interesas f En, portante. Sr. presi-
ente, sorprendido por esta pro:edimoto do so-
bre depulado, ped a palavra pera,pronueiar-rae
contra elle, e declarar que oio pela cootmvaeao
da discussto, e cooaeguioiemeote costra o sh
manto, porque entendo que a dsipeite de dete-
mefe, oa derer, como qner qoe m pisada, -
bora diasssse o nobrodepetado jas te ssenla as
primeira "saneada em frente a mira, que ningsem
contestara esse direito....
O 8r. Araujo Barros :-N!e disse que ninguem
contesta, tanto que s sobre deputado est con-
testa a do.
O Sr. Sonta Reis!Eu nio contesto. Pare-
ceu-me que o nobre depulado dissera, que oso
hetie v/eem cootestasse, eu em aparte diass en-
tao ha quem conteste, e com muilo boas ra-
toes, ou que parecen muito boas en todava
oo adbiro a eaaas ideas, quero antes no caso de
duvida cosvir em qoe com effeito haja dever de
nossa parte em osvir o prelado em taes negocios;
mas nlo 4 Uso que nos dee privar de adlantar
os nossos trsbalboa....
Um Sr. Deputado :Ese o Sr. bispo diese r que
nio concorda?
O Sr. Souza Reis:Esss queslio outrs. Se
S. Exc. diaser qne nio concorda, esta cssa est no
san dtreilo entrando na apreciadlo das raides que
S. Exc. der a respeilo dessa denegaco.
O Sr. Araujo Barros:Contesto isso.
m Sr. Deputado :ik se tem feito isto.
O Sr. Araujo Barroa :No Ceari e em Minas,
mas contrs direito expresso.
Um Sr. Depulado:Nesta provincia mesmo.
O Sr. Souza Reis:Contra direito expresso,
nlo. ,
(Ha um apsrle.)
O Sr. Souza Res :Emflm, lenho muito pra-
zer em onvir o nobre depulado sobre esta mate-
ria e espero que a discutir convenientemente.
O meu flm, como disse, era mosirar que o nobre
depulado eslava em perfeita contradicco, e de-
clarar alto e bom som, que voto contra o adia-
mento, porque nleodo que nos nio devemos es-
tar a perder tempe, e se esta casa entender que
S. Eso. tem toda-a razio em denegar o seu as-
sentimento, j que perdemos urna discussio po-
demos perder msis outra ; entretanto, oceupe-
mo-oos com a materia, oucamos as diversas opi-
nides, o que ser melhor ao que retirarmo-noe
d'aqui a pouco por nio haver casa para votar.
Discutamos.
O Sr. Araojo Barros :(Daremos em outro nu-
mero.)
Tendo dado a hora o Sr. presidente levanta a
sessio marcando a ordem do dia para a aessaose-
guinte.
lo dessa freguezia. Um havia commonicado qne
nesengnrhos Par s Maranhio tioham sido ae-
cotnmeiudas tres pessoas, das quaes urna, bsven-
do chegado ao periodo lgido, j eslava melhor.
e lalvez, livre do maior perigo.
t Em um oflcio de 11 do correnle e dirigido
mearna villa a >. Exc. ditse o Dr. Maoeel
Tbomas de Biltencourl Corle Real que tinha re-
ceido a ambulancia que elle havia requtaitsdo ;
depositando-a em cass do juis de direito, que,
percoTfsodo sa vespera os eogenhos S. Brai, Ja-
cobina, Pao Santo. Marlapagipe, e Buraohem ti-
nha encontrado 36 pessoas acoommettidas, pela
epidemia reinante ; e eoncluio dizendo que al
east dala haviam sido accommeltieas para mais
de cem pessoas, dss quaea tioham fallecido nove,
sendo 8 em Martapsgtpe, 1 em iSaeambA, i em
rapama, 1 no Rosario, 2 em Jurissaca, 1 em
nqueira, e 1 em S. Caelaoo.
c Em offlcio de 10 do crrante, dirigido do se
. iodo disircto do termo do Recite a S. Exc.,
communicou o delegado supplente, lose Frsocis-
-iPereira da Silva, quediversosfsisosde eholera-
orbua se tioham dado sa fregeezia de Santo
maro JaboatAo, nio so em moradores da povoa
REONlAO EM 14 DE ABRIL DE 1862.
Presidencia do Sr. Viscondede Camaragibe.
Ao meio dia feita a chamada veriflea-se nio
haver numero legal de Srs. depulados psra a as-
sembles poder funrcionar.
O Sr. presidente declara nlo haver sessio, fixa
a ordem do dia e. dissolve s reuniio.

REVISTA DIARIA.
Nio fuoccionou hontern a ssserobla por falta
de numero sufficionte de membros.
Importa que se d algom destino a esss pre-
ta alienada, que anda por Fra de PorUs no es-
Isdo de nudez o mais miserando possivel. -
Alera disto revoltar aossenlimentos de huma-
nilade, occorre que ella escandalisa aquelle lugar
pela nudez e pelas seces que pralica, devido
auseoda da razo ero qoe se acba.
Domingo ultimo a irmandade dasCliagasef-
fectnou a sea procisso com a ordem e decencia,
que aempre liga este acto religioso.
Enviara-nos o seguinte :
< Sr. rededor daeris(a Diaria. Pedimosa
Vmc. a publicarlo do seguinte :
Chamamos a silencio da autoridade para o
estado defatil abandono em que seacham'na fre-
guezia da Varzea nio s os infellzes sccommetti-
dos do cholera, como a iohuimcao dos cadsverea
das desgranadas vctimas di epidemia reinante.
* Em 1856 quando o cholera invadi esta pro-
vincia, arranjuu-te um cercado na Varzea, ao
qual se deu o nome de eemiterio, e psra servir
aos enterrameotos foi a trra beozida etc. Quem
dra aos habitantes da Varzea, que hoje se flzes-
se ao meos s mesma cousa I
Os paos com que se tinha cercado em 1856 o
pedaco de terreno psra servir as iohumaces. apo-
dreceram, calmara ou desapparecerara; as plantas
silvestres cresceram sobre as sepulturas, que II
flearam abandonadas, e sabe Deus se profaoadas
foram.
Hoje desenvolvendo-se o cholera na provin-
cia, a Varzea foi invadida ; algumas providencias
foram dadas psrs soccorrer aos varzeaoos ataca-
dos, porm nada se fez, em nada se cuidou rela-
tivamente asinbomacdes dos cbolericos morios,
cujos cadveres remettidos para o lugar a que ae
chama eemiterio, alo all abandonados debaixo de
urna estreita carnada de Ierra, que dous ou tres
das depois acha-se revolvida pelos caes e pelos
porcos, que altrahidos pelos miasmaa procurara
paato oas carnes corruptas dos cadveres, que
pelas fendas do terreno vaem pouco abaixo da
superficie do solo I Os cadveres em estado de
putrefaeco incham, levantara a pouca trra que
os cobre, e'abrem-oa.em feodas.
Urna pessoa qualifleada e residente naqoelle
lugar pedio ao Sr. parocbo e ao Sr. subdelegado
providencias a sesaelhante escndalo e a seme-
Ihante mal, que pode fazer urna nova Victoria. A
resposta do Sr. parcho foi que nio havia covei-
ro, e qne j tinha levado ao coohecimenlo da po-
lica para dar as providencias convenientes; e a
do Sr. subdelegado foi qoe nio tinha aua d-s-
posico forca alguma com que podesse remediar
semelhante mal. Valha-nos Deus !
< Dissemos a principio qne algumas providen-
cias tinha o governo lomado, quando msnifeatou-
se a actual epidemia, pars aecudir aos varzeanos,
e de faci* psra all foi remetlido um medico e
orna pequeoina ambulancia. O medico poucos
das se demorou, porque foi logo roandsdo reti-
rar I Eolio o Sr. msjor Francisco Xavier Cirnei-
ro Lins caridosameote ftcou soccorrendo aos in-
felizes siseados do cholera ; hoje, porm, que os
trabalhos da assembla enamorara a sua secreta-
ria oSr. major Lias, flearam os varzeaoos iotei-
ramente abandonados, e oestes poucos das s
dentro da povoacao do Cachang tem morrido vic-
timas do cholera oito pessoas.inteiramente aban-
donadas do menor soccorro medico I I 1
Paramos aqui, nem mais urna observaQlo ta-
remos, e esperamos que eslss oossss lionas se-
jam lidaa e lomadas em consideradlo pelo actual
administrador da provincia, cujo zelo e humani-
dad todos coohecem.
No Eitremadure veio^o Sr. Joseph Msrinan-
geli, emprezario lyrico do osso thestro, trazeodo
comsigo s compaohia que deve preencher os tres
meses que lbe faltara para a cooclusao do seu
contrato, a qual composta da seguinte forma :
Tres primas donas. Duas soprano, as Sras.
Luiza Siella e Bossi; e urna contrslto, a Sra. Cor-
bari; que acabara de cantar no tbestro da Seala
era Millo.
Dous tenores.Os Sr?. Tartini e Gironi.
Dous bartonos.Os Srs. Orlsndini e Bartoluc-
ci, queja entre nos esleve osnno psssado.
Dous baixos.Um profundo, o Sr. Belli, e nm
buffo, o Sr. Acquadro.
Duas segundas damas, coristas etc., ao lodo
viote e quatro pessoas.
A maioria da prsenle companhia lyrics, que
nos Irouxe o Sr. Marioaogeli, scabs de cantar nos
theatros da Scala em Millo, e Reggio em Turim,
onde foram sempre bem acceltos e applandldoa,
esperando que o ssjsm tambem entre nos, onde
ba um publico Ilustrado e apreciador.
Consts-nos que o Sr. Marinangeli pretende fa-
zer captar entre nos diversas operas novas, entre
asqueesUn bailo di Mateara e / Fo$cari, que
ltimamente incilavam s attencio publica nos
principaes thestros da Europa, sendo todo o ace-
nario e costuro es da primeira de aparado gostoe
de bello effeito scenico.
Desejsmos, pois, ao Sr. Marinangeli e $vt
companhia prospera e feliz quadra tbeairal.
Hontern seguio para a Inglaterra, no vapor
inglez Magdalena, o notso amigo o Sr. engenhei-
ro ciil Joaquina Pires Carnelro Mooleiro, onde
se deve demorsr algum lempo, a ver se pode slli
reahsar a eocorporacio de urna companhia para a
execuco de um plano seu. Desejsmos-lHe pros-
pera e feliz viagem, e que volte breve esta pro-
vincis, onde sai familia o capera com ancle-
dade.
Hontern ehegoo ao oosso porto, viodo de
Falmouth, Lisboa, Tenerife e S. Vicente, em 47
das, o vapor DouitJulho, pertencente A Com-
panhia Bahiana do Psdroso; o qual aeguir boje
para avsela, apenas concita de tomar carvlo.
Eis o cectesimo-euarlo
u Boltlim oficial.
Era um offlcio de 9Ho corrate, dirigido ds
villa do Cabo preaidencia da provincia, partid-
pos o respectivo delegado de polica que do dia
S daste raez em diante a epidemia do cholera-
sjorbus leoha Jeito cineo victimas,s que na fre-
guezia de Ipojscs se bsviem dado muios casos
tam que um | toase fatal \ s panicipeu mais
qoe o isMelegiio de paliis de primeiro jisHric-
Pi
Jui
<
gui
senio nos miseros viandantes que transilsm
col
mi
At
CA4
do centro para esta cidade, e pedia providencias.
Em um offlcio de 1A ds correte, dirigido de
Muribecs a S. Exc. communicou o subdelegado
Jose.ji|onio de Arboquerque, que dos doentes
existentes oessa povoacao, como-ji havia partici-
pado a S. Exc. em offlcio de 11 deste mei, li-
nha fallecido um no dia antecedente, e que com
chegada do reverendo padre o pove havia Oca-
do muito satisfeito, confessaado-se tres chole-
ncos.
t Em sm offlcio de 13 do correnle, dirigido da
cidade da Victoria a S. Exc., communicou o rea-
pectivo delegado, Aloxaodre Jos de Hollanda
Cavaleaoli, que a epidemia pareca querer decli-
nar altfe em os suburbios, porque, tendo sido
accommelidas tjo dia 11 deste ntez eiocoenta e
oito pesases, e sueeumbido vinte e cinco, no dia
aoneedeote haviam sido aecommettidas quinze e
sueeumbido quarlorze.equeno dia da data deseu
offlcio s tinham sido aecommettidas dez e sue-
eumbido oito dos atacados nos das antecedentes.
As 6 horas da tarde de 14 d'abril del862.
' Dr. A quino Foneeca.
Mevimento da enfermara da casa de de-
tencio do dia 14 de abril de 1862.
Tiveram baixa para a enfermarla:
Manoel Francisco do Nascimento ; aslhoa.
Msooe) Antonio da Silva ; darlro.
Tiveram alta da enfermarla :
Joaquim Fraociaco de Veras.
Manoel Lino de Mendoocs.
Passageiros do vapor inglez Madgalena, viu-
do do Rio de Janeiro : John James Poster e 1
criado, Jos da Costa Rocba, Olympiq Guocalves
Das, Victoriano Augusto Borges, Loureoco Ha-
res, Frederico William Quist, Alberto Matheas,
A. Carvalho Das Lima, Pedro Lopes Rodrigues,
Luis de Almeida Freitas.
Passagairos do vapor inglez Magdalena,*-
hido para oa portos ds Europa :Luiz H. H. Mul-
son, sua senhora e 1 ulna, Joaquim Vieira de
Azevedo, Olio Vmasss, Dr. Joaquim Pires Car-
oeiro Mootiro, Joaquim Teixeira da Rocha, Au-
gus Hunder, Herculano Al'ves ds Silva, Joaquim
Ribeiro Lopes, James Buri, Joio Reynard, Hofa-
tio J. Caumao, Felippe de Soasa Lelo, Antonio
Joaquim de Souza Lelo, menores.
Passageiros do vapor brasileiro Jaguaribe,
sabido para os portos do norte :Joaquim Amo-
nio de Magalhies Bastes e 1 escravo, Dr. Joio
Quirioo Rodrigues da Silva, Maoeel Antonio de
Atevedo e 3 escravos, Fraociaco Pereira de Mo-
raes e 1 criado, Jos Joaquim de S e Beoevidea,
Joio Adolpho Ribeiro da Silva, Fraociaco de Pau-
la Diaa Fernandos, sua senhora, 2 criadas e 3 ss-
cra vos, Manoel Xavier de Moraes, o escravo Lou-
renco ds Sra. D. Joanna de C. Mala, Jos Celes-
lino de Barros, Manoel Jos de Nascimeoto, Joio
Olton do Assaral Heoriques, Manoel Luiz da
Silva, Francisco Ferreirn de Novaos e seu so-
brisho.
Passageiros do brigue escuna brasileiro Jo-
ven \rthur, sahido para o Rio de Janeiro : o
ex-piloto da armada Joo Dias dos Sanios e ID
escravos a entregar.
Matadouho publico.
Mataram-se para ocoosummo dests cidade no
dia 13 de abril. 75 rezos.
No dia 14, 67 ditas.
MORTALIDADB DO DIA 13 DE ABRIL :
Hara, Pernambuco, 11 dias, S. Jos ; ttano.
Manoel, Pernambuco, 3 meses, Boa-Vista :
sarnas.
Possidooia Maria do Carmo, Portugal, 80 as-
nos, viuva, Boa-Viata ; asphlxia.
Bento JosA Lamenba Los, Pernambuco, 21 an-
nos, solleiro, Boa-Viata ; ptathysica pulmonar.
Antonio Pedro da Costa, Pernambuco, 55 an-
nos, viuvo, Varzea ; cholera.
Maria, Pernambuco, instantes, S. Jos : es-
pasmo.
Leopoldina, Pernambuco, 5 aooos, Boa-Vista ;
apoplesia.
Matheus, frica, 40 snnos, solteiro, escravo,
Boa-Vista ; enforcado.
Francisco, Pernambuco, 16 mezes, Boa-Vista ;
denticic.
Joaquim, Pernambuco, 9 mezes, Boa-Vista ;
coovulsoes. x-
Ross Narcisa da Conceicao, Portugal, 62 annos,
viuva. Recite ; cholera.
Antonio Joaquim Pereira, Portugal, 24 annos,
solleiro, Boa-Vista ; cholera.
Manoel, Pernambuco, 6 mezes, Boa-Vista ;
cholera
Clsudiano de Souza, Rio Grande do Sul, solda-
do, Boa-Vista; cholera.
V Dia la).
Se ven na, Pernambuco, 30 annos, solteirs. es-
crava, Boa-Vista ; phtbysica.
Um prelo encontrado morto no Mondego, Boa-
Vista.
Joi Joaquim Lopes, Portugal, 20 aooos, sol-
teiro, Boa-Vista ; febre amaraiia.
Maria Joaquina da Paixio, 20 annoa, branca,
casada, S. Jos ; cholera.
.Francolina de lal, Pernambuco, 20 aonot, sol-
teira, S. Joa ; anasarca,
Amelia, Pernambuco, i auno, S. Joi; com -
buslio.
Msris, Pernambuco, 11 mesas, Recite ; den-
ticio.
Antonia, Pernambuco, 1 anno, Recite ; dvsr-
rha.
Manoel, Pernambuco, 6 mezes. Recite ; ente-
rile.
Rosa Maria Saturnina, Pernambuco, 35 annos,
solieira, Santo Antonio ; phtbysica.
Communicados.
ALAGOAS.
0 soffi'imeiito desarmar a craeldade.
A administra ci do Exm. Sr. Dr. Souza Car-
valho nio mais nem menos do que o principio
vivificante de um venturoso porvir que a Provi-
dencia depara A provincia das Alagoas: nio im-
portara vociferacea.
A nossa lingua nio pode fallar com aquella
salisfscio nem fidelidade, que somente cabe oa
pertence ao orgio da senaacio; mas em urna
tal imposslbildsde, forja escular aquella, e
neste intuito atrevo-me a declinar o nome de
lio ilustrado Peroambucano, como excedente
administrador de provincia, embora a deficien-
cia de lustre intelectual em mim, para resgatar
a minba ignorancia, me d a consciencia de nao
poder corresponder ao dever qae me assiste, de
preconlssr s virtude, que se revela por actos de
bonhomia e jostice.
E' mister oo poasair um seilil de smor A vsr-
dade com referencia A marcha administrativa da
provincia das Alsgoss, caracterisada pela mode-
racio e pela intelligencia, que respirsm dos se-
tos do Exm. Sr. Dr. Souza Csrvslho, para, pe-
diodo subsidios so inferno, negsr os fructos que
tem produsido esss. administradlo, cuja bondade,
que A proverbial,constitue a pedra angular de
nma admiravel e jasts preponderancia, que o
futuro rese.-va pira lio integro e probo admi-
niatrador.
Desde que so Exm. Sr. Dr. Sosza Carvalho
pertence a conquista de urna conaideravel estima
entre os bomens sensatos em virtude de seoti-
mentos da msis nos urbanidade, que todos se
revela A par de urna vootade firme, iotentoes
sinceras e estorbos legiiimos ; desde que estes
sentiaeotos vio conseguinde com o spoio da
maioria razoavel dos Alagosnos assegursr a coa-
flanea doa meemos, asaio como consolidar e es-
tima imperial de urna msoeirs louvavel e nio me-
os iovejavel; desde qoe A S. Exc. coubs a glo-
ria de arranaar a provincia da grandes compro-
metlimeotos monetarios, A impossivel deixar de
reputar Alagse mais U> do que em outras
pocas.
Nio de agora que descubro no Exm. Sr. Dr.
Sodio Carvalho tres caraeteriatleos de um verda-
dero administrador : ouve a supplica dos seos
governadoa com ma^fiafora, que nio se depara
i bscavallisiros; economiss os dinheiros
pblicos com o acert que exige a scieoda do
direito administrativo ;obedece a eonstiteicio
do eslsdo, respeita os bens e a boora de seus
administrados.
Acresee i tsdo isto qse vai angarando urna
afflnidade e augmentando a aympsthis. que se
reflecte na vasta inteltigenda qae o orna.
Pacto inexplicavel.se eu nlo bebesse esta con-
deci na reiterafiode fados, que superabun-
dara em sua existencia presidencial.
O Exm. Sr. Dr. Souza Carvalqo posase o to-
que de intelligencia e o genero de caraeter es
senciaes para realisar o desejsdo engrandeci-
roeoto deata amena provincia : nio a capitu -
lacio da autoridade com a paixio, o talento
esposaodo a virtude.
S6 o maldito despeito poderi se oppflr A isto ;
mas o soffrimento desarmar a crueldade.
Macei 10 de abril de 186S.
^____________Saey,Strr4.
COMMBMCIO.
Amaro, escravo do negociante Francisco Joio de
Barros (os site) por sosneito de endar fegido :
quem se jelgar com direito ao mesmo, compare-
K nesta subdelegscis, qae provando sen direito
A eeri entregue.O subdelegado,
Moraes.
NOVO BfNCO
DE
PtHVVHlIKO
O no vcv banco paga o 8- dividendo^de
12)| por accSo.
Praca do Recife 14 de
abril de 1862.
\s ^uatro Yioras da tarde.
Colajdes da jauta de corretores.
Nio bouveram colacdea.
J. da Cruz Macedopresidente.
John Gatissecretario.
41 landres,
lendlmentode da 1 a la, .
dem do dia 14. .... ,
287:759*937
26 067S996
313l827o933
483
Hovimeute la al tandear*.
velumes entrados tomfazendaa.. 89
s em gneros.. 394
Velnmes sabidos' sosa f a randas.. 132
s com gneros.. 25
Dsscarrsgam boje 15 de abril.
Brigue bremenseStad Brasilmererdorias.
Brigue inglezMary Winckcarvlo.
Brigue ioglezNadrydedem.
Importaco.
Patacho nacional Joazeiro, vindo do Rio de
Janeiro, conaigoado a Maooel Alves Guerra, ma-
oifeatou o seguale:
8982 arrobas de caroe de charque, 340 ditas
de sebo em pi, 105 ditas de dito em rama, 211
ditas de grsxa, 50 couros seceos veccuos; s
ordem.
Brigue oacionsl Selta, vindo do Rio de Ja-
neiro, consignado a Amorim Irmaos, maoifestou
o seguinte:
9974 arrobas de es roe de charque, 140 couros
seceos; s ordem.
Brigue bespaohol Corina, viodo de Montevi-
deo, consignado a Aransga Hijo & C, manifes-
tou o seguinte:
3,800 quintses hespsnhoes de carne de char-
quo e 30 couroa seceos; a ordem.
Exportado
Do dia 18 de abril.
Barca ingleza Olinda, para Liverpool, carre-
garam :
Saanders Brothers & C, 500 coaros salgados
com 15,780 libras.
Souihall Mellors & C, 113 saceos com 555 ar-
robas e 12 libras de algodio.
Patacho Inglez Xanthus, para o Canal, car re-
garam :
Krabb Tbom & C, 46 saceos com 200 ar-
robas de assucar.
Barca franceza Atu, para o Havre, tarraga-
ram :
Tissel freres, 106 saceos com 535 arrobas de
algodio.
Patacho italiano Marcellino, para Marseille,
carregou :
F. Dragn, 593 aaccoa cem 2,965 arrobaa de
assucar.
Barca dinamarqaeza Fadert Hiude, para Gi-
braltar, carregaram :
Patn Nasb & C, 1,200 saceos com 6,000 ar-
robas de assucsr.
Brigue portugus Silencio, para o Porto, car-
regaram :
Tbomaz Fernandos da Cunha, 2 caixoes com
15 arrobas e 24 libres de assucar.
Manoel Ferreira da Silva Tarroao, 100 saceos
e 35 barriquinhas com 586 arrobas e 29 libras
de sstncar.
Becebedorla de rendas Internas
sreraes ele Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 12. 14:6459294
Idea do dia 14.......1:0441420
15^6895714
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 12. 34.7745^89
dem de dia 14......; 4:063*599
38:8378888
Movimento do pono.
Naviot entrado no dia 14.
Rio de Janeiro e Baha 6 dias, vapor ioglez
Magdalena, de 167 toneladas, commandante
Sawyer, equipagem 30.
Montn Bay 65 dias. galera inglesar Woolloo-
mooloo, de 627 toneladas, capillo W. Jones,
equipagem 30, carga lia ; ao capillo. Veio re-
frescar e seguio psra Londres, tendo a bordo
16 passageiros.
Falmouth, Liaboa, Tenerife e S. Vicente 47
dias, e do ultimo porto 18, vapor brasileiro
Dous de Julho, de 110 toneladas, commandan-
te J. N. Rea, equipagem 18, em lastro ; a Ja-
mes Ryder & C. Velo receber carvio o segu
para Baha.
Navio tahidot no metmo dio.
Southampton e portos intermedios Vapor in-
glez Magdalena, commandsole Sawyer.
Portos do norte Vapor brasileiro Jaguaribe,
commandante Manoel Joaquim Lobato.
Rio de Janeiro Brigue escuna brasileiro Joven
ArfAsr, espillo Joaquim Antonio Goncalves
Santos, carga aasucar e outros gneros.
Canal Brigue inglez Rosali, capillo Filmore,
earga assucar.
StockolmoBrigue sueco Ann, capilo J. H. Sjo
londer, carga assucar.
Declara^ocs.

Secretaria da polica de Pernambuco 14
de abril de 7862.
De ordem do Illm. Sr. Dr. chafe de polica les-
ee publico que expressamento prohibido o, tran-
sito de carros, es*sllos e mais vehculos ds con-
dcelo nos dias de quinta e sexla-feira da pre-
sente semana.0 secretsrio,
Dr. Joaquim Jos de Campos.
Correio.
res administrscao do crralo dests cidade se
fsz publico que boje (15) pelss 3 horss ds larde
em ponto ser! feehsda a msla que deve condu-
xir o vapor eoalelro Persloanga com destino s
Mscei em direitara.
Pels admioistrac.o do correio dasta cidade
ss taz publico qse as cartas que foram aeguras
para serem remettidss psra o eorreio ds corte
pelo vspor francos sBsiremadure, aahido hon-
lem 18 do corrale, deixaram de seguir so seu
destino em eonssquencia ds nio expo-laa aos
golpeamentos, fumigarles e desinfecto a que se
sujeitaram as malas qse conduzio aquelle vapor.
Correio de Peroambuco 14 de abril de 1862.
Domingos dos Passos Miranda.
Administrador.
Subdelegada dos Afogadoi 14 de abril
dei86i.
No dia 26 de mareo do mes prximo passado
foi preso e recolhido i casa de ds leo ci o prelo
Avisos Martimos..
COMPANHIA PERNAMBCANA
DB
Navegado costeira a vapor.
O vapor Jaguaribe, sabir! para oa portos
) norte at ao Acarac no dia 14 as 5 horaa da
tarde.
Recebe carga at o dia 12. Eocommendas, pas-
sageiros e diubeiro a frete at o dia ds sabida :
escriptorio no largo da Aasembla n. 1.
NaraohaO e Para.
.^eg!e com breTdade o hiate tSobralense. ce-
pillo Ralis, pareo resto da carga frata-se com
Caetano Cyriacoa C. M. 4 hmio, ao lado do
Corpo Santo n. 23.
COMPANHIA PEKAVBUCANA
DB
Navegado costeira a vapor
Macei em direitura;
O vapor Persiouogs, commandante Moura,
sahiri em direitura no dia 15 do correnle as 4
horas da Isrde.
Recebe carga al o dia 14 ao meio dia. En-
commendaa al o dia ds aabida ao meio dia e
paasageiros at aa 3 horaa.
Advsrte-se que oeohara passageiro ser rece-
ido a bordo sem bilhete da gerencia : escripto-
io no lorie do Mallos n. 1.
COMPANHIA BRASILEIRA
_____ DE
At o dia 19 do correte esperado dos portos
do norte o vapor nacional Paran, commandan-
te o capitio-tenente Joa Leopoldo de Noronha
Torrezao, o qual depois da demora docostume
segoiri para os porlos do sul.
Desde ji recebem-se passageiros, e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver! ser embarcada no dia de sua chegada.dinhei-
ro a frete e eocommeodaa at o dia da sabida la
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
eriptorio de Antonio Luiz de Oliveirs Azeyedo
ot c.
Abarca portugueez Silencios capillo Fran II
cisco Martina deC arvalho, preande aabir em 16,
do correnle, ainda recebe alguma carga e passa-
geiros, para os quaes tem boos commodos: a
tratir com o consignatario Msnoel Ferreira da
Silva Terroso, na roa de Apollo n. 28.
Para Lisboa e Porto.
A nova barca portoguezs Despique II, capi-
llo Maooel Lopes Dusrte, de primeirs classe, for-
rada e cavtlnada de cobre, vai sabir com toda a
brevidade por ji ter parte da carga, e para o res-
to e passageiros que lbe falta, trata-se com Fer-
reira & Loureiro, na travessa da Madre pe Dos
n. 10, ou com o espitio na praca.
Pa^a o Cear
o hiate eGaribaldi, meslre Custodio Jos Vian-
ne, sshe impreterivelmenle no dia 6 do correte
cora a carga que tiver: a Iralar com Tasso Ir-
mios.
Para a Baha.
Pretende seguir com muita brevidade o velei-
ro e bem coohecido hiate nacional Santo Ama-
ro. tem pane de seu carregameoto prompto,
para o resto que Ihe falta trata-se com os seus
oonsigoatarlos Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C, no aeu eseriptorio na ra da Cruz n. 1.
Para em direitura.
Sabe brevemente o bem conhecido e veleiro
brigue escuna Graciosa, canillo Joio Jos de
Souza, por ter parte do aea carregameoto contra-
tado : para o resto trata-se cornos consignata-
rios Almeida Gomes. Alves & C, rna da Cruz nu-
mero 27.
Para Lisboa
sabe impreterivelmeote por lodo este mez o bem
conhecido brigue portuguez Relmpago : para
o resto da carga e passageiros, s quem offerece
os memores commodos, trata-se com o consigna-
tario Tbomaz de Aquioo Pooaeca, na ra do Vi-
gario n. 19, primeiro andar, ou com o capillo na
pra(a.
Rio de Janeiro.
Espera-se qualquer dia vindo do Ass o bri-
gue Trovador, qne partir! logo para aquelle
porlo e redebe os escravos i frete, que Ihe ap-
pareaer : a quem convier dirija -se a aeus eoosig-
natarioa M. J. Ramos e Silva & Genros. ra
do Vigario n. 10, armazem.
Lisboa e Porto.
O brigue portuguez Esperance, segu para
ambos os portos, at o fim do correnle mez, por
ter parte do carregameoto promolo ; para o res-
to e passageiros trata-se cora os consignatarios
Marques, Barros & C largo do Corpo Sanio n. 6.
M
COMPANHIA PERIUIBUCAIU
DB
Navegaco costeira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Ami', Aracaty, Ceara',
O vapor Iguarasi, commandante Vianna,
sabir! para se portos do norte at o Cesr no
dia 29 do correnle !a 5 horas da tarde.
Recebe carga al o da 21 ao meio dia ; eo-
commendas, paasageiros e dinheiro a frete a' o
dia da sabida as 2 horas : eseriptorio no Porte
do Msttos n. 1.
Leiloe .

LEIL40
Qnarta-feira 16 do corrente.
DB
tlMENTO.
Ao meio dia.
O Exm. bario do Ltvramento tara'
leilSo por intervnqio do agente, de
y
leilSe Vicente Camargo d 1000 bar-
rica!, com cimento, em sea armazem no
cae do Apollo, a vontade do compra-
dores, ao meio dia.
Coatiouacao do lelo
DB
Chapelinade teda e palha pera tenbo-
re, cortes de vestido de fustao, casa-
veques, capa de fustao e musseHiM.'
POR TODO E QUALQUER PRBCO.
Hoje 1 o^do corrente as 11 horas
Pelo agente Gnimaries em sen armazem tu
ra do Imperador n.37.
LEILAO
ss
Fazendas para hornero e senhora, obras
de ouro, brilhantes e diamantes e fi-
nalmente de movis indispensaves pa-
ra casa de familia.
Sem nenhuma reserva de
preco.
QARTA-FEIRA 16 DO CORRENTE.-
O agente Gimariea levar! em leilo porcori-
i e,.r"code1 las 11 horas, em o seu armazem na ras do Im-
perador o. 37, um grande e variado aorliotento
ae fazendaa e roupas feitss, liodaa pegas de ouro
e tambem innmeros movis todos necesssrios
em qualquer casa, o referido agente affian^a en-
tregar pelo maior preco que poder obler.
LEILAO
DE
LinguicHS e lou-
cinho.
Terca-feira.l5do correte.
O agente Peatana vender! por conta de quem
pertencer 50 barrls com ngulas desembarcadss
recentemente e 25 barris de toucinho de 4 arro-
baa e 50 libras, ditos de arroba e 24 libras e to-
po ser vendido em lotes a vootade dos com-
Eradores: terea-feira 15 do correte pelas 10
oras da manhla, no armazem do Sr. Annes, de-
fronte da alfandega.
LEILAO
Terca-feira 15 do corrente.
O agente Peatana legalmente autorissdo por
urna peaaoa que ae retira para o Rio de Janeiro
vender! em leillo toda a aua mobilia consisti-
do em mobilia de sala de jacarand! lampo da
pedra, meaas, guarda-roupa, guarda-louca, ap-
paradores.cama franceza, toileU, lavatorios, ca-
bides, candelabros, cssiigaes, louea de janlar s
de almoco, um realejo com Scyllndros e muitos
oulroa objectoa que fastidiosoaeria enumralos:
terca-feira 15 do corrente pelas 12 horas em
ponto na ra da Cadeia do Recife n. 67, segundo
andar, por cima do armazem do Sr. Parete
Viaona.
N. B. Este leilao feito nesta caaa por nlo se
poder fazer na casa do dono.
Atisos diversos.
Santa casa de Misericor-
dia de Recit.
A Ulnas, junta administrativa da irmandade da
Santa Caaa de Misericordia do Recife, manda con-
vidar aos Sr. irmios para assistirem a missa que
psra exposiclo do S. S. ae deve celebrar na res-
pectiva igreja de Nossa Senhora do Paraso, na
quinta letra peles 10 horas ds mentas.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 14 de abril de 1862.
O escrivio,
F. A. C. Coosseiro;
Precisa-se de urna ama forra : na ra Di-
retta n. 81, loja.
Casa em Olinda.
Aluga-se a casa de um aodar no principio da
ra de S. Bento em Olinda : a tratar no Recife.
ra do Trapiche n. 14, Io aodar.
Deapesca-se o grande viveiro da Piranga,
pertencente ao tenente-coronel Manoel Joaquim,
de segunda a sexla-feira da paixio : quem qui-
zer comprar peixe, alli se deve dirigir al la 8
horas da manhaa, s euteoder-se com Rufino Ro-
drigues Csmpello.
Attenco.
O sbaixo asaigoado previne que pessoa alguma
faca negocio com urna propriedade na rus de S.
Sebaatiao em Igaarass, pertencente a Julo Fran-
cisco de Mello.
Joa Joaquim Alvos.
Escripturaco.
Urna pessoa hsbilitsda em escripturaclo mer-
cantil por ambea oa systemas se oEerece a lesear
conta de algumaa escripias: a tratar na ra do
Imperador n. 81 2* apdar.
Joo do Reg Lima & Irmo
mudaram aua retidencia para a ra da Cruz n.
38 segundo andar.
Criadas.
Offerecem-se duas crisdss portuguesas, sesvdo
urna aomente para costura, e outra para todo o
servico, meaos cosiobar: s tratar sa rsa da Cruz
n. 38 segundo andar.
Preciaa-se de ama ama s psra coxinbar,
com perfeicio : a tratar na roa da Guia n. 34.
Um moco portuguez, gusrda Uvros de ama
casa commercial, dispondo de algumas horas,
nellas se offerece para tomar coota da alguma es-
cripturaco mercantil: quslquer Sr. segeeisnts
qne se queirs utilisarde seus servico, deszocar-
la feichada na typographia deste Diario, sos ser
iniciis E. I.
Jos Martina Dias, declara que compros ao
Sr. Gabriel Antonio de Castro Quintase, s taber-
na n 3 na travessa do Queimado (sslr'ors boceo
do Peixe Frito), livre o dtaembaraceda ; per-
lano se houver qnem se opponha a dita venda
queira declarar no preso do tres dias aa mesma
iaberna.
Recife, 13 de abril de 1862.
Jos Martina Diaa.
No dia 15 do correlo depois ds aadieacia
do juiz municipal da segunda vara se prassdar
a arrematadlo ds armacao o generes da lasarse
sita no paleo do Csrmo o. 2, per tencas U s Jet*
de Caatro Oliveira Guiarles, por cxeeuclo se
contra elle move Maooel Asoslo ds Silva P
pelo sartorio do escrivio Molla.
Aluga-se
por 3 on 4 motea urna excedente casa para :
lia,na estrada da Roa-Viagem, aqsal tem ese
de mullo boa agua de beber o que se taras
oeceaserio oesselsgar: e tratar > rea do Bos-
ta Rite o. t.
Frederico A gusto Wegelis vsi MaceM.
Precisa-es de ama ama qaa semas tas*
absndasts (elle para criar sata criases rasara
neselda : a tratar na loja ds fusiltirs sa rsa a
iBperatrli n. 2.
Aluga sa amia sala grasas com ama sisara
e ees qsarto, propria para eecriztorio as) pan
hornees solteiro : oa rsa dss Crazas s. 24, es-
quina da travesea do Osvisor.
Jos Maria Lopes, subdita hesraasoJ, ral as
Rio de Janeiro.
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DURIO DBPMW4MWG0. Tb&* IIlBaV Ifi DE ABRIL DE lltl.
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/*?
Fesca-se na qairU, quinla e seita-feira da. ic-
mana iidU no fireiro do ftUniz, no sierre dos
A fogsdoa.
Na cidade nova da tifio Amare, aegunda
casa do Sr. Gomes do Gomia)', precisa-ae tingar
urna ama forra ou cspliva, ajue nibt eogommar
e coaer com perfelgao.
Aluga-ie, veode-ie oh permaU-ae por ea-
saa oeila cidade am litio com oxcellente caa, no
principio da roa da Caaa Porte : a quem cooveoha
Jualquer doa arraDjoa, dirijt-ae a ra do Queima-
o, loja do (errsgena o. 18.
Preciaa-se de um amaissdor : na ra da
matriz da Boa-Tiata n. 26.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santo* <& G. aacam e toman
aaqoea para a praca de Lisboa.
Precisarse fallar ao Sr. Ignacio
Ferreira Mendes Guimaraes, que mo>
rou na ra da Conceicao da Boa-Vista :
nesta typographia.
Preciaa-se alagar urna eserava para todo o
servico : a tratar na ra da Alegra d. 12.
Precisa-ae de urna criada para eogommar
coaer, e urna ama para cozinha ; na ra do Quel-
mado n. 10.*
Antonio Jos Uoreira, empregado no trafico
do porto, fai publico que, em razio de apparecer
outra peasoa de igual nomo muda 6 seu de An-
tonio Jos Moreira para Antonio Jos Borges Mo-
reira.
Recite, 9 de abril de 1863.
Aluga-ae um cozinheiro crioulo e mogo : na
ra da Cruz n. 33, armasen!.
Nesta typographia precisa-se fal-
lar ao Sr. JoSo Goncaives Rodrigues
Franca que morou em Olinda e dizem
morar nesta cidade.do Recie.
4ma de leite.
Preciaa-se de urna mulher aem flbo para ama-
mentir urna enanca de dous mezes, paga-se bem:
tratar na praca doCorpo Santo n. 19.
Afflictos,
8
O Sr. Joaqutm Lina da Coala Wanderley *p
filho do Sr. Joaquina Jos da Coila arre- am
matante da barreira do lisnguinho, quei- J
ra ter a bondade de dirigir-ae a ra da >.
Imperatriz n. 16. aflm de ultimar o ne- 1|
gocioque nao ignora.
Preciaa-ae urna ama forra ou eserava, qae
aaiba eogommar para caaa de pouca familia : a
tratar na ra do Amorim, armazem n. 56.
Borla Ifalteo, subdito Italiano, retira-fe
para fofa da provincia.
Criado.
Precisa-ae de um criado forro que sirva para
todo o servlgo da caaa de um rapaz aoltelro, tan-
to para externo como interno : a tratar fia roa da
Cruz, armazem n. 26.
Terca-feira 15 do eorrente. Anda a audien-
cia do Sr. Dr.jniz municipal da primeira rara,
ser arrematado por venda a casa terrea n. 142
da ra das Cinco Pontaa, que tem cocheira, ava-
llada por 3:700/, com a quinta parte de aba ti-
men to sobre a avaliago, "por execugo de Fran-
cisco da Cunha de Araujo Pinbeiro, contra os
herdeiros de Marcolino Antonio Pereira, escrivo
Santos.
Attencao,
Roga-se aos senhores abaixo declarado! o fa-
vor de virem a ra dos Martyrios n. 4, a negocio
de aeus ioteresses:
Joode Barros Araujo (eogeoho Ipojuca.y
Jos Carlos do Reg Valeoga.
Joa de Oltveira Campos.
Joao Nunes da Pooaeca Galro.
Caetano de Hattos Simdet.
Franciaco Antonio de Carvalbo Cequeir.
A reueiao familiar do crtenle mes teta lugar
na ooite do dia 19.
O brigadero Munia Tavares, que
tem d etirar se data provincia, convi-
da aos senhores que pretenderem com-
prar urna mobika de Jacaranda gosto
moderno, o em muto bom uzo, e diri-
jirem a casa de sua residencia, sobrado
n. 2, contiguo a egreja do Senhor Bom
Jess dos Martyrios, das 7 horas da
manhaa ate as 11, e das 3 da Urde em
fdiante, am de verem b dita mobilia, e
trata rem.
mmmmm mmmmmmm
Saques sobre Portugal. 8
O abaixo assigoado agente do Banco
Mercantil Portneoae nesta cidade, aaca I
effactivamente por todos os paquetes so-
bra o mesmo Banco para o Porta, o Lia-
boa, por qualquer somma viita e a pra-
zo, pudendo logo os asquea a prazo serem
descontados no mesmo Banco, na razio
de 4 por canto ao anno aoa portadorea
que asaim lbe cenvier : naa ras do Crea-
Ipo n. 8ou do Imperador o. 51.
Joaqutm la Silva Castro.
MI fiWQisrQWfiWflM -Mi 5i62tKi6 K
Aluga-se urna caaa na entrada do Cschan-
g com com modos para graode familia, cocheira
para 5 cavalloa e carro de paaseio : quem preten-
der, dirija-ae a roa da Senzala Velha n. 84, que
achara com quem tratar.
Lembranga.
O Sr. que pedio- ao abaixo assigoado a chapa
de irmao confrade da ordem Carmelita para man-
dar fazer outra igual, queira fazer o favor de a
mandar entregar na ra do Livrament o. 31, le-
gando andar.Firmioo Joa de Oliveira.
.Preciaa-ae alegar um preio para fazer o
servido de urna caaa de familia : na ra larga do
Rosario n. 38, loja de miudezas, que ae dir
quem precisa.
Aluga-se o segundo e terceiro andar da ea-
sa da roa da Cruz n. 49: a tratar no armazem da
meama.
Aloga-ae um primeiro andar de um sobra-
do na ra Direita : quem pretender falle na rna
daaCruzes, no penltimo sobrado n. 9, lado di-
reito, quem vai da ra de Queimado para S.
Francisco.
i
MAL
Precisa-se de urna ama
ta Rita 0..54.
na tus nova de San-
Precisa te alugr urna eicrava para to-
do aervico e que aaiba eoainhar e eogom-
mar: na ra do Imperador n. 44, pri-
meiro andar.
*
A meaa regedora da irmandade do
SS. Sacramento da freguezia de Santo
Antonio convida a todos os aeus irmaos
a comparecerem no dia 15 do eorrente,
Is 7 horaa da mauha, aflm de acompa-
nharem a procissao do Senhor aos en-
fermos que tem de sshir da meama igre-
ja. O escrivo,
Francisco da Silva Reg.
Aluga-se a sala o alcova do primeiro an-
dar do sobrado da ra do Crespo n. 18, proprio^
para qualqaeraeubor advogado :-a tratar na loja
do meamo sobrado.
Aluga-se um sitio na estrada da Tor-
re, com excellente casa, muitas arvorea
fraertferaa e logar para plantar eapim :
a tratar na ra da Imperatriz n. 47, pri-
meiro andar.
A abaixo aaaigoada tem neata data encar-
regado a aen sobrinho Vicente Tiburcio Ferreira
Malangunzo o seu filbo Luiz Bellro Jorge, pa-
ra trataram da liquidando e conlinuacao do ne-
gocio de aeu fallecido filbo Jos Joaquim Jorge.
Recife 11 de abril de 1862.
Pulcheria alaria do Carmo Ferreira Jorge.
Attencao.
Alexaodre Ferreira Caminha, como repre-
sentante, nesta cidade, de Santos Caminha & Ir-
mo, est na ra larga do Rozario n. 24, o que
commuoica aos Srs. credorea da extincta firma
Caminha & Filhos, para que se dignara de com-
parecer desde j, por si, ou por seu s agentes, at
o dia 15 do correte, em que se vence a primeira
prestagao da concordata, que ser puntualmente
aalisetts;
Aos senhores agricultores.
Tendo-se de vender algum ou alguna bens de
heranca do finado Joa Fernando da Cruz para
occorrer ao pagamento das dividas, a respectiva
herdeira a ioventariante eat resolvida a reque-
rer ao juizo do inventarlo autorisaco para a
venda do engeobo Quiaombo, contiguo ao eoge-
nho Pintos, de trras excellentes : portanto em
quantose trata de requerer respectiva autorisa-
co, os senhorea agricultores que quizerem exa-
minar dito eogeoho ou obter ioformagdes, podem
dirigir-ae meama herdeira, no engenbo Pintos,
ota ao seu filho Joio Fernando da Cruz, reaidente
na ra Nova desta cidade n. 65, segundo andar.
S
S
I
En sino particular.
Toma-se licoea em caaas particulares
de feaocez, ioglez, grammaiica e analy-
se da lingua portuguesa, arithmetica e
primeiras lettras : s fallar na roa do Ca-
bug n. 3, segundo andar.
mmm mnmm ^nmmmm
Attenc&o
Joe Antonio Coelho, sangrador e dentista, avi-
sa a todos os seas fraguezes e ao respeltavel pu-
blico, que se mudon da ra eitreita do Rosario
para a do Imperador n. 69, aonde pode ser pro-
curado para sangrar, tirar denles, on llmpar e
calcar os mesmos, para applicar ventosaa e bi-
chas, tudo com perfeigo e delicadeza, e tambem
ae alugam e vendem-se exeellentea bichas de
Hamburgo, as melhores que ha no mercado.
Preciaa-se de urna ama de lalte livre ou
captiva que nao teoha filhos: quem se julgar
neatas circumatancias qoerendo coolratar-se di-
rija-se a ra Direita caa n. 24 segundo andar,
que achara com quem tratar.
Preciaa-se de urna ama para cosinhsr o
comprar: oa rns do Imperador n. 37, segtnde
andar, entrada direita.
O Sr. ente Gsmado nono batalbo, te-
as* a bondade de concluir aquello negocio, palo
qual paaaou urna procuracio bastante de exerci-
cioa fio dos perto de dous aonos e recebeu- os.
Attencao
Arrenda se o engenho Tapipir No-
y, moente e eorrente com motor de
animaos, sito na freguezia de Iguaras-
su', de grande produeco e com capa-
cidade para safrejar tres mil pes an-
nuaes: os pretendentes dirijam-se ao
engenho Tapipir' da freguezia de S.
Lourenco da filatta, do major Manoel
Juliao da Fonseca Pinho onde acharao
com quem tratar,
Preciaa-ae de asa profaaaor que teoha as
materias aogaintes: Istias, francez, ioglez, e qae
queira lacciooar em um engenho 7 legosa dia-
tante 'desta praca, dando-se bom ordenado, e t-
sala que for necessario
Precisa-se fallar ao Sr. Joa de S LeitSo Ar-
nozo, deputado provincial e empregado publico
oa cidade de Manaus, a negocio de seu ulerea-
se : na ra do Queimado n. 47.
O abaixo assigoado, vendo aa artes um pou-
co amoitecidaa, com particularidade oa artistas
de edificagao, pela qual sempre fot apaixooado,
mas como nao possa edificar todos os terrenos
que aioda-lhe reatan,e>or detraz da ra da Con-
cordia, com 4 frentes cada quarteirio, convida a
todas as pessoas amaotes da edificacao, que tem
reaolvido dispdr do resto dos seos terreos por^
meooa dez por eento dos que j tem diaposto an-
teriormente ; ofierecendo todos os materiaea de
olaria com cioco por cento de menos que outros
de igual qualidade : oa pretendentes podem en-
teoder-se com o abaixo aasigoado, na ras larga
do llosuio n. 16.
Manoel Antonio de Jess.
H. A. Caj tem continuadamente para ven-
dar um sortimento de lijlos de alvenaria grossa,
dita batida, dito ladrilho, dito tapamento largo,
dito de cacimba, telha de mures, melhor do que
as que eziatem presente ; manda botar em qual-
quer porto e em qualquer mar, por ser a olaria 1
margera do rio : para ver aa amostras, na ra
Nova b. 18, ou na ra de S. Miguel u. 107, resi-
dencia do aonunciante. Aasim como tem sempre
cocos seceos com casca, proprios para embarcad,
e palhaa de eoqueiro.
Aluga-ae ama casa na ra do Socego da
Boa-vista, teodo a meama 4 quartos, 2 salas, co-
zinha, quintal, etc., pelo preco de 25$ : a tratar
na ra da Imperatriz n 49.
Eu abaixo assigoado declaro que lenho jus-
to e contratado a mioha taberna sita no largo da
Aisembla n. 12, com o Sr. Jos Pinto da Cunha,
ese elguem se julgar com direito a ella, appare-
c.a no praao de trea diaa, a cootar desle.
Fraociaoo Pires.
O abaixo assigoado, nao podando, pola bre-
vidade com que relirou-se da comarca do Cabo,
deapedir-ae de todoa os aeus prente e amigo,
fa-lo pelo presente aoouncio, e offerece-lnea o
seu limitado preatimo neata cidade.
Joaquim Albino de Guame.
Quem liver dividas para oa lugares aeguin-
tes. Pao d'Alho e em aeguimenlo ao Brejo da
Madre de Dos, villa de Garanhuna e eua aira-
baldes, e quiter da-laa para as cobrar com por-
centagem, dirija-ae a loja da ra do Crespo n.
10, pois sabe da referida loja um eaixelro em co-
bran;ae para eatea logues.
Precisa-se de urna ama para todo o servico
de urna caaa de pouca familia : na praca do Cor-
po Santo n. 17.
Furtaram um civallo ruco, carnudo, capa-
do, com pintas a mar ella a, cabano, tseos pretos,
com urna baixa as cestellas, ripado, com a cau-
da curta, mancha vermelha no qaeixo, ton ama
piaadura na coatella mindinba que nunca nasceu
cabello, cujo cavallo ferrado noa qearloa e no
queixo : quem o achar entregue na prensa de
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo, que aera grati-
ficado, ou em Podra Tapada, no lugar Capella de
S. Vicente a Jos Belarmioo de Assumpco, seu
legitimo dono.
Precisa-se de urna ama livre ou eserava :
no pateo do Carmo casa de banhos.
Cavatiudas.
Roga-se aoa senhores cavalleiroi, que ji se
acham convidadea para ss cavalkadas que devem
hever na roa da Praia, o favor de virem inscre-
ver-ae na loja da ra do Crespo n. 14.
O ajudant do detalha.
Quem precisar de um moleque para qual-
quer aervico, queira procurar na ra da Soleda-
de, casa.terrea n. 46, que dir quem o tem, e o
seu preco meoaalmente.
Precisa-se de urna ama para comprare co-
zinnar para duai peaaoss; ato becco de Lobato n.
1, primeiro andar, entrada a esquerda, paga-
se bem.
Joaquim da Silva Lopes faz scieola ao rts-
peitavel publico, e especialmente ao erpo
commercio desta praca, que nao tem de seu acei-
te nem por eodoce, nem por garante de letra, ou
outro qoatqaer documento ; o annuncianle nao
pretende aceitar nem garantir a peaaoa nenhu-
ma : por eate motivo se por acaao apparecer al-
ga a letra de aeu aceita ou garante, faaaa, pois
o annuncianle fui avisado que alguean pretendeu
imitar a dea Arma.
Aluga-ae o armazem e o primeiro andsr do
sobrado da roa da Cruz no Recife o. 18, com ar-
andar da
Fabrica de chtpeos de sol
artista Fredarico Gilly, saeatre da fabrica do
chapeoade aol da casa doa Sra. Manoel Aloe &
C, na ra Nova n.23, participara ao publico que
tendo-se retirado da dita fabrica, acha-ae eitabe-
lecido na ra do Raogel o. 18. prompto para ai-
tiafazer ao publico em qualquer cencerlo percn-
cente a su arte, por meooa prego do qae am
outra qualquer paite.
Aluga-ae um sitio com grande e aceiads
casa, estrbaria, cocheira, quarto para criado,
baixa de capim para austeotar 6 cavallos lodo an-
no, e arvoredos de divereae fructaa, em distancia
que se pode ir e rollar a p para o Recite : na
praca ds Boa-vista, botica do Sr. Ignacio.
Roga-se a peasoa que achou urna correte
gtossacom urna porco de chives, que perdeu-ae
delde a estrada da Tamarineira at a porta de
Cloriodo Ferreira Cato, o favor de eotregar na
mesma caaa, qae ae lhe pagar o echado, na rea
da Conceicio n. 2. *> *
Retira-a para fora da provincia Jos Fer-
reira da Silva Sobrinho.
Francisco Pereira da Silva retira-se para o
Rio de Janeiro. >
Precisa-ae de ma ama forra ou eserava pi-
ra cala de pouca familia : na ra do AragSo no-
mero 23.
A junta administrativa da irmandade da
Santa Caaa da Misericordia do Recife, em reipos-
ts s publicado apedido no Diario de Pernam-
boco de 11 do eorrente, sobre a-faculdade a que
se arrogara os religiosos Beneditinos de poderem
vender ou alienar oa seus heos territoriaes, de-
clara : que tal faculdade se acha expreasamente
derogada pela lei de 9 de novembro de 1830 a
aviso n. 245 de 10 de novembro de 185S : por-
tanto, todo e qualquer contrato alheatarlo de taea
bens nullo, principalmente a respailo dos bens
que consiltuem o patrimonio da igrt-ja de N. S.
dos Prazeres, sobre os quaes pende arcaoem jui-
zo, julgada na primeira instancia contra o Rvm.
D. abbade do moateiro de S. Bento de Olinda,
na qualidade de administrador da mesma capella
Hoje, logo que Andar a audiencia do Illm.
Sr. Dr. julz de orphos. ter lugar a arrematado
annunciada para o da 11 do correte, do terreno
sito no spRuimento do becco dos Ferreiros, no
balrro da Boa-viata, com 100 palmos -de frente e
220 de fundo, e foreiro, avallado por 800}, va-
lo como oto houve quem laac,aase na primeira
pra;a em que o dito terreno fora avallado em rs.
1:200$, e vai prsca por exesuco de Maooel An-
tonio Goncalves contra Urbano Mamede de Al-
meida, como invenlarfante do casal do finado
Franciaco Mamede de Almeida e sua mulher.
Respondam!
Pergunta-se ao ajudaste dodetalhe das decan-
tadas cavalbadaa, anouociadas para a ra da Praia
nos diaa 20 e 21 do correte, ae oa meniooa que
ae contrataram aem licenca de seus paia, nao tem
receio do sipo-po que thes est preparado, no
caso de ter principio de execucao a talaoguaada,
que noa parece nao achar apoio das pesaoas seo-
salas, por partir de fedelhos que aloda nao se go-
vernam e nem tem eredilo para garantir obriga-
coea contrahidas. Assim pensa e os avisa o
Geriogooca.
Aviso.
O Sr. Csmpello que espera de Bordesux, re-
mecido por F. Schrutz & G.,uma charra e cesto
com enliameotoa para agricultura, queira dirigir-
ae a ra da Cruz do Recife n. 68, casa de Mello,
Lobo & C, para se lhe fazer entrega do eonheci-
meoto do mencionado obje'cto.
A pessoa que quizer alugar urna boa ca-
es terrea, dando algumas luvaa pessoa que
mora dentro, pois a casa na ra Direita, quaai
perto de N. S. do Terco, bem fresca e com bom
quintal, bem graode e bem plantado, com cacim-
ba so e boa agua, aonunciar sua morada para
ser procurado ; e se peda luvaa porque tambem
a deu, e oio est vezado por sahir, a casa sal-
tante boa e fresca.
Jos da Cruz, subdito porluguez, retira-se
para fora da provincia.
Preciaa-se saber onde existe a Sra. T). Ma-
ra Joaquina de Miranda, proprietaria do solo da
casa terrea n. 12 da ra de S. Miguel da povoa;io
dos Afogados, am de se lhe pagar o laudemlo
pela venda da meama caaa, e os foros vencidos :
queira auouociar ou procurara Maria da Paz, na
raa do Calabouco a. 10.
M. A. Caja avisa a seus devedores, que ten-
do passado sua loja de azeoda.s~a roupa feila aos
Srs. Figueiredo & Irmao, no 1.* do eorrente mez,
mudoa sua residencia para seu sitio nos Afoga-
dos, ra de S. Miguel n. 107, onde os mesmos
seus devedores podem lhe enviar seus dbitos,
ou entregarem aos mesmos senhores'cima qual-
quer quanlia que poisa Ibes perlencer, que alies
Ibes passaro recibo : outro sim declara a seus
credores, que costoma a saldar sens dbitos.
Aluga-se
por 200 um bom escravo que nao seja psra servi-
do de peao: oa fu do Sol n. 21.
Enfeites.
Vendem-se eufeitei pretos e de cores, o maii
modernos me hi, pin senhori, a 6, 3| e 2,
um completo sortimento de miudezss qae ae
venda por menos do qae em quslquer parte: na
na ra da Imperatriz, loja da boa f n. 74.
Km caaa de Mills, Laihaso Cideia do Recife n. 52, vende-ae ;
Vinho do Porto engarrafado de maito superior
quslidade.
Cerveja branca e prela de diversas msress, e
da muito acreditada marca lenoant.
Sellim para montana de homem, de patente In-
gles, de um dos melhores fabricantes.
Pellesde couro deporco para seeiro.
Alvuadede-zinco.
Pedra-hume. -
Sulfato da ferro.
Azrelo.
Secante.
Phospboros do gaz.
Vendem-se no deposito da travesa ds Madre
de Dos o. 16, armazem de Ferreira & Martina,
por mdico preco, em porco e a ritalho.
Batos e baratas*
Para destruir completamenta ratoa-e baratas,
vende-ae urna preparac&o vlnda de Londres em
fraaquinhoi a lfcadaum : na tnveaa da Midre
de Dos n. 16, armazem de Ferreira & Martina.
Eseravos.
Vemdem-se muito em conta na ra larga do
Rosario n. 24 cinco escraroa pecas chegados do
Caar no vapor Jaguaribe, sendo um mulato de
18 snnos, um cabra de 20, um crenlo de 7, ama
erioula fula de 15 e outra crioula prela de 13
ao eseravos de boa figura e com habilidades, sen-
do a crioula de 13 snnos propria para criada de
casa de familia.
AtlencaoTlt
Na loja da ra da Cadeia do Recife n. 55, vm-
dem-ae luvis pritasde Jouvd, assim como bran-
cas e de cor de caqna ; a ellas sntes que se ac -
bem
Attencao

Cbegou para a loja da victoria, candieiros a
gaz denovos goitos e modelos, tanto para aala,
como para escada e quartos e para oulraa muitas
comas : na loja da victoria na ra do Queimado
o.75.
D. Pedro V
ou
O Mo Drama em 5 actos
ron,
Francisco Gaudeucio Sabbas
da Costa,
Autor do drama
Francisco II ou a liberda-
de da Italia.
Esta obra conten os melhores episodios da
vida do illuatrado monarcha o Sr. D. Pedro V, de
glorioia memoria, e digna de poaiuir-se : vea-
de-se na livraria econmica, ra 4o Crespo n. 2,
cada exemplar a 1J0O0 rs;
Calcados
*
A' loja do Porto, esquina da ra da Madre de
Dos, acaba de chegar um completo sortimento
de eticados dos melhores fabricantes de Pars e
Nantes, entrando' neste sortimento os sfamados
borzeguins e sapitoes de Nantes para meoidoi;
e tambem vend* um reslo de calcados com de-
leito por barato preco. Na mesma loja ha um
completo sortimento de fazendas e roupas feltas,
e perfumarlas.
Cambraias.
Vndese eambraias de cores de bonitos e ele-
gantes desenhos a 280 e 320 rs. o corado: na
ra da Imperatriz loja n. 20.
Oliados.
Vendem-se oliados pintados de lindas vistas e
paisagens larguras de 6, 7, 8 e 9 palmos, pro-
prios para mesas de janlar a 2| o eovado: na
ra da Imperatriz loja o. 20.
Attencao.
Vestuarios pin meeioos.
Cbegou loja do viado, na ra Nova st. 8, ri-
cas capis de fustn par* menino-, obra muito
moderna neate mercado, pe bsratissisai prtco
de 4f cada urna.
Espelhos de merdiira
uourada.
/ Ricos espelhos de mordnra doursda, com ex-
cellentes vidros, e por diminuto preco de 4 e ff
cada am : aa ra Noa n. 8, loja do viado con-
fronte o camboa do Carme.
Largo do Ten?o
numero 23.
0 proprieiaro deste estabeiecimeoto de mo-
lhados est resolvido a vender os gneros muito
mais bsrstos do que em outra qaatquer parte,
aflaneando-ae a boa qoatidade, msoteiga ingleza
a 800 e 900 rs. a libra, dita fraocess da safra no-
va a 680. e da velha a 640. banba de porco ret
nada a 400 rs. a libra, batatas muito novas s 140
a librs, em gigo faz-ae abatimento, toucinho de
Liaboa muito aovo a 2<0 e 280, queijos do vspor
a 28700, de navio a 2$40O, cerveja das melhores
marcas a 500 rs. a garrafa ; asaim como se ven-
der outros mullos eneros perteocentes a mo-
ldados, assim como caf, arroz, velas de eapvr-
macete e carneaba, e finalmente ae vendem ba-
ratissimos no acreditado turrador no largo do
Terco n. 23.
Loja do beja-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se franjase trancas, fitas de velludo
preto para a quareama, maia modernas que ha no
mercado, e mais barato que em outra qualquer
paite.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se facas finas, cabo de bslanco de 2
botos a 68800, ditaa para doce a 5$800. ditas de
um boto a 61200, ditas para doce a 59200, ditaa
prelas cravadaa a 3|600, ditas brancas a 39400,
ditaa rolicae a 39 a duzia.
Graxa.
Vende-se a verdadeira graxa 91: aa arsesiesa
da ra ds Crsz, di Joi Aatcnia Manir Din A
C o. 2.
Calcada
Na ra larga do Rosario enliga ras aoa ver-
tis b. 12 juolo a botica do Sr. Plato, a>a aaa
graede sortimento de oleado como sajase : Dar- *
zegains de couro de porco, ditos ala eorsvie
enliricoa e gsapeados com caaas todas da borra-
cha, ditos de bet erre com pregaiabaa aa fia ele
como o iDgUze* sera differenx algaats, alto*
de couro de lastre, borzeguins para s-nhor da
sola e vira e os cnos de borracha propon para
as senhores aodarem noa actos da awasaaa sast-
ta por terem a vaatagem de oao tttaar asas caos
facilidade afniocando promplidao asa obras ea-
commendads**.
Para liquidar.
Calcado muito em conta.
Na loja do Pinto, ra da Imperatriz a. 10. fronte da booece, acaba de chegar uta eoaapaVla
aortimeolo de calcadoa doa aelaoree faenraatee
de Parts e Nantes: botinas de Melles. 4* bearrra
e cordavo, tanto de olla grasaa, coevo ata aHa
Boa, botinas para aeoborss a meme?, asaim ta-
mo um graode sortimento de borsegaiea iegletM
que se vende por manos do qaa aa eea>a qa*l-
quer parte, e todo o mais calcado ; a diabrira
avista.
Bersegnins inglezes.
Na ra da Imperslriz n. 10. defreate da boea-
C, loja do Pioto, receben palo alKase vapor aa
grande aortimeolo dos j bem acr >dita1os bvvsa
guins ioglezes, que vende por lOf e llf a dioaav-
ro logo contado.
Borcegues.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
LEITUHA.
Por ordem do illm. Sr. presidente docoeselho
deliberativo sao convidados os senhores conse-
Ihetros a reuoirem-se em seaso ordinaria, ter-
ca-feira 15 do correte, pelaa 6 1|2 horas da tar-
de, na sala das sessoes do mesmo Gabinete.
Secretaria do Gabinete Portugus de Leilura em
Pernambuco 11 de abril de 1862.
M. Soares Piohsiro.
1.a secretario,
Precisa-se de orna ama : no pateo do Ter-
co n. 26. WW Sjaj
ompras,
Compra-se
Um papagaio contra feito, na loja do
Porto, praca da Independencia ns. 37
e 39.
Compram-se cabellos compridos: na ra do
Queimado n. 6, caa de cabelliiniro.
Compra-se nma caa terrea que tenha bom
quiotal : oa ra do Sol n. 13.
Compra-se um relogio de ooro patente in-
gle?, e um eorrento aem feitio : na ra estrella
do Rosario, loja de relojoeiro.
Comprase
ourelo em qualquer q,uaolidade: na ra do Vi-
gario o. 9, primeiro andar.
Vendas.
alo mala qae for necessario : quem se propozer,
dirija-ae a raa da Palma, sobrado n, 41, oa na maceo erompia : a tratar no primeiro andar i
raa da Crv II. misma cus, ou com Joa Antuoes,Ggitrmiet,
Olhem a falla
J chegarsm as muito desejsdaa Otas de vellu-
do eatreitinbas propriai para enfeitar veatidoi, e
vende-ae cada peca por 720 rs., a retalho a 80
rs. a van : na loja de rival sem igual, ra larga
do Rosario n. 36.
Braceletes de cabello.
Na loja Esperanza, ra do Queimado n 33 A,
Guimaraes 4 Rucba, aeode lindos braceletes de
cabello, compradores, amarella e rxa, muito se-
melbsnte a ouro, pelo baratlasimo preco de 59,
ninguem mais tem esta pichincha ; tambem re-
cebeu sortimento de sgulhaa victoria, que j sa-
bem o que contina a vender-se a 120 rs. o
papel.
Vende-ae .nma taberna em Santo Amaro,
na traveaaa do Costs, rna da Pundlcao, fax bal-
allante negocio: a fallar na mesma taberna.
Pe chin cha
A1J280oeovado.
Grosdeotpla preto multe boa : tu ra do
Queimado a. 47. ?
A15000.
Paletota da panno fino forrado de seda; aa ra
|do Qaeimado v. 47.
Grande california para liqui-
dacao, na ra Nova d. 18.
O novoi proprietarioi deite eitabeledmento,
tendo em vistaa aortirem o mesmo, axpoem as
fazendas existentes dfsposi;o do publico para
serem vendidas por todo e qualquer preco : por-
tanto convidam a todas as peaaoas que se quize-
rem eoroupar com poaco dioheiro, de irem a
mesma loja ver como se queimam aafazeodaa se-
guintes :
Vestidos pretos bordados a velludo, proprios
pars s quaresma.
Manteletes pretoa e de cores.
Sobre-caaacas pretas e da cores.
Casacas pretas e de cores.
Paletois s sobrecasacados de difiranles cofes.
Calcas de casemira pretas e de eores.
Golletes de casemira e velludo de differenles
cores.
Chapeos de csstor e de seda pretos.
Ditos do Chile finos e entrefinos.
Grosdenaples de difiranles cores.
Sedinhss de quadros de differenles cores.
Luvaa para homem e aenboras.
Botinas de selim brinco.
Sapatos para homem.
Meiai de seda para homena e senhoras.
Ditas de algodao para homem, senhora e me-
ninos.
Franjas de todas as qualidade;
Chapelinas para senhoras o meninas.
Vestuarios para meninose meninas.
Chitas inglezas, e oulras muitas fazendas, qae
seria enfadonho mencionarse ; aflaneando-ae
aos fregueses que levaodo dioheiro nlo voltario
fazendas.
Mantas pretas.
Na loja da espersnes, raa do Qaeimado n. 33
A, de Guimaraes & Rocha*, vendem-se manta
pretas para a semana aants a 89 cada urna, fa-
zenda superior, que se vende por 149 em qual-
quer loja, 4 pin acabar.
56 fu Direita 56
Ha para vender bibi e malas de pregsris, e
bolas russisnas, assim como todos os pertences
de sellelro, ludo por procos que s* i vista se de-
sengana.
Baldes de 25 arcos,
os melhores que ha no mercado : na ra da Im-
peratriz n. 40, esquina do becco dos Ferrairoa,
loja de Manoel Jos Gaedes Magalhes.
Attencao.
Lentllbi trancara, primeira qualidade, a 300
ri. a librs, tomando ama arroba a 79680, para
cabar : as ra Nova n. 22.
Vende ie a refinera e coofeitaria da raa
nova de Santa Rita, um dos booa eatabelecimen-
tos neate genero ; vade se s dinhalro oa a pra-
ao, como melhor convivr ao comprador: quem o
pretender pode-se dirigir ao.mesmo a quslquer
hora.
Vende-se ou troca-se
Loja do beija-fl jr da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se gravitas atataa de selim a 19, ditaa
estrellas a 19, ditas a 800 ra., peonas de ac de
lanca, 500, a 720, ditas de mozioha a 800 rs
Vende-se na freguezia de Ipojuca o eoge-
nbo Diamante, todo bem montado, com caaa de
viveoda, senzala, olaria, distilacio, estribara,
casss para lavradorea, tudo de, lijlo e cal, me
d'agua e muito bom de prodcelo, com ierras
para dar mais de 3.000 pes aooualmeote, coro
trras anda por descubrirem mataa : quem pre-
tender comprar, pode dirigir-ae ao meamo enge-
nho tratar como proprietaiio. ou no Recife com
o Illm. Sr. commeodador Lemos Jnior.
Aos fabricantes de velas.
O anligo deposito de cera de caroauba e sebo
em pao e em velas, eatabelecido odlargo da As-
sembla n.9, mudou-ae para a ra da Madre de
Dos n. 28, qeaai defronte da igreja, onde conti-
nua a naver um completo sortimento daquellea
gneros, que se vendem por prec.o<; razoaveis.
Progresso nacional.
Ra da Imperatriz numero 49
Vende-se barato para vender-se
muito o seguinte :
Latas com superior jalea de goiaba a 19500.
Ditas com ervilhas a 1{.
Ditas com doces de caldas, pecegos, peras ele. a
700 rs.
Manteiga ingleza auperior a IJ e IglOO.
Dita franceza muito boa a 720 ra.
Cha hyssoo auperBuo a 2&880.
Pao-de-16 francez em caixmhas muito proprios
pars tomar com cha a 240 rs.
Ceblas em molno com mais de 100 a 19, e ou-
tros muitos gneros que se vender&o barato.
Vinagre a 1,200.
Vendem-se garrafes cheios com 5 garrafas de
vinagre a lg200 cada um: na travessa do pateo
do Paraizo n. 16.
Vende-se um ptimo sitio de tr-
ras na villa de Iguarassu' bait ro de S.
Sebastiao, com grande e bem construi-
da casa de pedra e cal e viveiro a mar-
gm do rio : os pretendentes dirijam-
se ao engenho Tapipir do major Ma-
noel Juliao da Fonseca Pinho, onde
acharao com quem contratar por pre-
9,0 commodo.
Manteletes de fil.
Ra da Imperatriz n. 10. loja do Pinto, vest-
dem-se pelo baraliasimo preco :
Ooiaeguins de lua'tre para homem a 89.
Ditos de bezerro psra homem a Kf.
Ditos de cordsvo para homem a 89.
Por eate prec,o a a dtnheiro a vala para
quidar.
n-
Aitencao.
Veode-se urna armacao e maia pertences do
deposito da ra de Santa Cruz n. 62. por t ico
coitiraodo : a tratar na raa Velha a. 7. fue acha-
ra as chaves para ver a mesma armacao.
Fazendas pretas
r na loja dopavao, roa
da imperatriz n. 60,
de Gama Silva,
Vende-se barstiasimo por etr temao de qua-
resma as fazenrtas srguintes :
Ricos manteletes de velludo pr-to rica-
mente en fetados com franjas largaaos
mais modernos que tem vjodo a
Modernsimos enfaites pretos a larca a
Garibaldi
Ditos mais simples a
Ditos de viJnlbo maito modreos a
Cha es pretos da merino borda-Jos com
vidlho a
Ditos de tilo preto muito uno a
rosdenaplea pr*tos fa7enda achilo eo-
cerpada a I95OO, 1600. 1*800, 2f a
Sarja preta hespanbola, eovado a
Metas de seda prelas psra senhora a
Ditas de l e de laia para padrea a
Luvaa de retroz bordadas com vldrilho e
sem vidrilho a 500 rs. e
Ditas prelas lisas de seda muitc Boa a
Alpacas pretas muito Anas a 560, 140.
800 e
Do lato do-se amostras coa peahor
da Imperatriz n. 60, loja e
Silva.
309000
foco
2;0U)
800
19MMO
3SIAO
SfMO
*9MJt
190*30
lMJO
40
40
19090
a r*a
armazem de Gama A
Vendem-se os mais modernos manteletes de
016 preto em modelo decapas chegados pelo ul-
timo vapor: na ra da Imperatriz o. 60 loja e
armazem do Pavo, de Gama & Silva,
Cambraia duqueza de Or-
leans.
A mais moderno que tem vindo ao mercado,
cores fixas pelo mdico prego de 600 ra. a vara :
na loja da ra do Queimado o. 43, eaquiua que
volla pira a Coogrega^o.
A ellas freguezes antes
que se acabem
Lindaa eambraias com salpicos brancas e d
coras com 81|2 varas cada pega, largura regular,
floiasima qualidade a 49 cada pe$a, ditaa bran-
cas lilas muito fiaas marca btspo 59500, ditaa
ponco menos a 49, ditaa de maia baixa qualidade
a 39, ditas pretai muito finas a 600 a vara, mas-
suliois-flnas padroea modernos com palmas de
cores propria para vestidos de senhora e meni-
nas a 360 rs.o eovado: na bem conhcida loja de
Bernardino Jos da Silva Maia na ra do Ouei-
mado o. 43, esquina que volta para a Congre-
gajo.
Ampliado armazem e de-
posito
de roupss com um completo e variado sortimen-
to para homem e menino, por muito meooa pre-
co queem outra quilqoer parte, como sejam :
Paletota de casemira caiacos cada um IO9.
Ditoa ditos de meia caaemira prato e de cores
cada am 5|.
Ditos ditos de alpaca preti e de cores a 49 e 6f.
Caigas de casemira preta fina a 7|, 89 a IO9.
Ditas ditas meis dita a 49.
Ditas princesa dita a 49.
Ditas de ganga e brim de todas aa qualidadea : na
ra do Qaeimado n. 43, esquina que volta pa-
ra a Congregado.
OU
urna burra (cofre), nova e grande; vende-se oa
troes-se por outra menor: a tratar na raa di
Cruz d. 26, srmazem.
Vende-se ama cama de vento guarnecida
da sola, com argolas a loros para aportar : as
Cioco Pontu o. 6.
Leandro & Miranda.
Ra do Creipo n. 8 A.
Vende-se las com lindos deselos a280
rs. o eovado.
Golliobaa bordadas ama 500 rs.
Maoguitoa de cambraia bordadoe o 99. .
Organdya miuiioha a 560 rs. a vara.
SaTaa.de cambraia bordada aX9l00
E oulraa muitaa (azendaa por baratis-
simoa prego!.
mmmmmmmm mmm*
Veode-se am terreno em sanio Amaro,
junto ao hospital ioglez, eom 700 palmoa de fren-
te, em mallo bom estado : a tratar ae rea do
Trapiche n. 44, armazem de Braga, Son C.
Pannos pretose casemiras
Na loja do Pavo.
Veode-se panno preto maito boa faieo/fe a
13600. 19800 e 29 o eovado, e dita qaa val 89 a
4s500 o eovado, casemiraa tirelas eafesuee a
39. 33200 e 39500 o corle, ditaa da urna so lar-
gara de todos os pregos e qualidadea, sestea pra-
to da China para c>lgae paletota e rollete coa 9
palmoa de largura a 3| o cavado: aa raa ata loa-
peratriz n. 60, loja e armazem da Gama 4 Silva.
Chales.
Grande pecbincha na loja do Paao.
Vende-ae os mais ricos chalea com poeta re-
donda a bololas, teodo as bsrras da .-liado aa se-
setinadas. imitando as espiabas mais modernas,
pelo baralissimo prego de 4)500 cada am di'**
de quatro pontea a 4$5t>0, diloa a Garifesldiu
teodo muito grandes a 5 : na roa da Imperalns
n. 60, loja do Pavtode Gama 4 Silva.
Espartilhos a 3,500.
Vende se espartilhos inglezes qae sio oa naa-
Ihores pelo dimioelo prego Oe 3(500 cada am :
oa ra da Imperatriz o. 60, loja e armazem ajo
Pavo, de Gama & Silva.
Lindas nonecas de dille-
rentes tamanhos e quali-
dades.
A loja da aguia branca acaba de recebar a sao
eocommenda de lindaa e bem vestidas henea aa
fraucezaa de 2 e 2 laf palmoa de aliara, ae ajaaaa
oa verdade vieram Uo oerfeitaa e bem arranca-
das que que as 'ir In.llivelnenie eeaejaeeua-
pra-las, porque urnas alea da forsaonora lam
bellos cabellos cachiados, oulraa hoaitoa cba-
ploziobos a Gsribaldi etc., etc., a todas em fas
as iodispeosaveia asiaa balso ; atusa como reca-
ben igualmente outro bello aerlimeala de tana-
cas de choro tanto de mataa cama 49 erra teede
estas de olboa moveaigos e de diflersers lma-
nnos ate 3 palmos. Agor paia a aie-rrar oe-
casiao de qualquer pasaos mimosear ama ra-
a qae seja aaa filha. parala aa ceahciJ, ei-
rigindo-ae primeiro (munido da dioa*iroj a loja
da aguia braoca ra do Queimado a. 16. aflea d*
comprar urna dessas booaeas oa ouira eaalsjeir
cousa de agrado
Bandos ou crescentes de
cabellos humanos.
Bandos de dina muito grandes i
ieitos.
A loja d'aguia braoca avias a todas aa aaa
que haviam mandado procarar a eocemai
eaaea necessarios crescentes de caballas bs
(e mesmo as qae de noo pisciarasa) ^w
acabam de checar, lio bem arra*jadoe coma ja-
tamenteaedesejava arada a aero se telo da ata-
tos, castaohoa ele a malta bem Seseeae aaa pe-
queos peales que srvete para preader. irasaa-
do ao mesmo lempo enchnenle, da qaa retaita
que ama eanbera com um par desees crease a
pode maravilboaamenla fazer e aaaarrtdiibe
aea caballo sem qae deixe pe1****' a falla
dalles senta, casta cada par 59 ; laatbraa aa
bandos de clins mui grandes e bem fai toa me-
lhor que em tsl genero so pode alare
a 29 o oar, lado iaso na bem cestaeci
tguia braoca raa do Qaeiaaado a. 14.
Sacido preto.
Vende-ae ateido preto taaiie
venidos, melhor fazaoda qaa gr
bens
aflea
a 29600 o eovado : aa loja da arara, raa das
peratns n. 56.
Gorgurio para
Veade-se goramie de linbn
ehiba a ICO e 200 rs. eaaada. aaMaflmi
s 240 e 280 o eovtdo. csea "
cavado: oa raa da Imperatriz, laja o
da Sfsrt a. 56.


oumo*uummk ^ tvw niamm>mu.9mA$m-
no
ARMAZEM PROGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
Largo da Penlia
Vende-se ueste armazem de molhados os melhores g-
neros que ve^aeate mercado epor manos 5 a 10 por cenlo do qa. em oatra qaalquer pitia,
srantlndo-ae aboa qualidade, por iaao rogi-sa a todot oaSri. dapraca, de eoeenho elarradereso
lavorde mandarem suas enco lomeadas ao armazem Prograsao. afim de verem a dlnerenca de
pre$o e qualidade quo fai, ie (oaaem comprado* em outra qaalquer parte.
Klamteiga nglexa de primeira qaai{daae a 800 e l000 a br, e #m ,^1 ft
abaiimeato.
HanUlg* lt anua, ^ noTa, Tao r, t llbfa m barriU 600 ri
* y** o mais auperior que ha no aereado a 14800 e 29500, a libra.
i^Ua Viuxim imUao a perola> BeIt IBI aaptroridiae a SJ000i, ajeoo anbM;
i> lia pTfcVO nnlc0 para M d0enles qB9 8e lratam C(jm a homeopalhia a 23500 a libra.
H|uWjaB O TeaO tfcegedos neate altimo vapor s |800, ditoa chegados no ultimo
nario aSpoOO
^W1#* lOBtiatOS 0 que ha d4 bom nejle 0 a l000 a Ubfa e ^ i9 M
faz abattmento. *
*|Uei JO praiO 0 mai gapetlor qu, tem Tind0 a e8te metcad() a l9l00xa libra.
Pwxunto iiigVex pava ftambw Bltt0 no?0,500 rs a ,,, e eB por.
(ao te fara abatimeoto.
Costoletas iaglezas propras para flambre a m n a ,ibra o em por5-o a 700 rg
?T*)zanto da Mino da laparior qaalidad9 a m alibra alnleir0i a mrt;
caame 0 meihor oetlsco que pode haver por estar prompto a toda a hora a 1 a libra, e
em porco a 900 rs.
a oueinma 4o reina mil0 mvo a ^ rl a llbr8t e em barril de 3 arf0ba$ a 7^
Caoaracas e palos da lombos. 640 r. a libra> em por?So se f abatl.
ment. r *
atM mZL a ^^^^ Pr0a,pt" P"a SB COmer ?ld" ptlmeira m 8 e8t8
Bamba de poteo relimada em Uli com 10 librai por ^ cada um,
Bamba de poreo molo flna aUa a 480 r8 a llbVa % m birfil a m ra
Marmelada imperial d0 afamsdo Abre- n de0n(l0l mtli(n UMmi^% LUboa
a 800 rs. a libra, e em porco se faz batimento.
Latas com (rutas de doce em calda
w*j uw^> n \jm como ae,ao pera df mmos pe.
ceg, alpexe, e gioga, a 800 rs. cada lata.
Marmelada de alperxe em utM de 2 libra por lmo cada ma.
Latas com amemdoas comteltadas conleoda, msis confeilos aswcar
candi, multo propno para mimo, a 2&000 cada uma.
Boee da c*sca da golaba muit0 flno a m r9. e em ^ aefata.atiment#.
"0CCS*SCOemCa^aade differentea qo.lidades. em latas de 49 e 5 por
28500 cada uma.
Cartoca com bollo frameez proprlOB para mlmo. 560 m
Paisas em caximba de 8 libras muil0 a0Vg por ^ e relalh0.
480 ra. a libra.
Figos 4a c^mmadre muil0 n070ti em cajia de g llbras por SJ500> dllM com 4
por 1S500, ditas com 2 muito bem enfeitada por 900 n. cada uma e arelalho a 320 ra.
libra.
Ervilbas rameezas e portmgmwas em Iatas d9 r Iibra. pot 640 .
ditas em meiaa latas a 500 rs.
Macada tomate em lalM d91 libra por 800 rg.
amemdoas de csea molo mall0 n07a9.320 ri., libra
^ioxes a 120 a libTa> e ajooo a arroba
^.meixas iramcezas e m lalaj com 3 libras por280Oi ditag com 11[2 por l500,
Amtlxas portmgmtzas. 320 r, libra e em calia iesr abatiment0-
Cbocolate bespmbala 1S500i dil0 francei a 1S200 dit0 porligtteE a 80e rf, a libra
aBaoci-se a boa qaalidade.
OOlaXinUa de 90da em lala9 com differenle9 quiwadeg, a 11440 ra.
9&a$* S para SOpa itrlai maCarrao e talharim. a 400 rs. a libra e em caixa por 8JO0O rs.
FaHtOS de demteS iixad0St molhos com 20 maCihos por 200 e 280 rs. multo flnoi.
SerejSS 9m friSCos com l e 1[2 libra por 800 rs.
J*'l francez para [impar facas a 200 rs. cada um, em porco se faz abatimento
nOlSXlUua mgleZa a mais a0Ta domercado a32o aflbra o embarrice e4500
mS para eng0IDmari muil0 aiva al00 ri- a lbra e em sacca 89 fal abalimenl0>
^ de Pos' em latas das melhores qualidades de peixe que hs em Portugal a 18600 rs.
Cipermaseie ,tperi0r de coe<>e ieil veias por Ubra a760 vt 9 9tn caixai a 740 rl_
Sardimmas d9 Nanles em lata8 mait0 n0Taj a 400 rj f
reiXe UBI de superior qaudade a 120 rs. a libra e em barril com 8 arroba por 7J.
A.IiCl%e afICe re6oado de differentes marcas e o nraiaeuperior que ha a 800 r. a garrafa
a em caixa a 9
V mmQS emgarraiadOS d0 duque d0 Porlo e de.0utr.e mil marcas acreditadas
. neste mercado a 1*200 rs. a garrafa e em caixa a 12JO00 rs.
WimmOem pipa Porto, Figuera e Lisboa a 560 agaftafaeem caada 3*500, 4e4#500.
~* *Cja das mais acreditadas marcas a 5* rs. a duzia, a em garrafa a 500 rs.
CogUaC lUgleZ a ,0,000,,. a caixa e 1200 rs. a gairafa.
Gemebra de Hollamda V9rdaaeira em frasqaelr. a 6#aoo rs. e a frasco 560 rs.
m. amaras do Lgy pto a 640 rs> a libra, em caxinh com 9 a 10 iibras por 5$.
Uenebra ImgleZa iojooo r. a dazta e a retalho a l0OO a garrafa.
Palitos do g*z 2,30o r.. gr0l,
KFm refinado em potes grandes a 500 rs. da um, em porco se fari abatimenlo.
*-*"" lavado o que se pode desojar neste genero a 320 rs. a libra e em arroba a 93500, dito mais
baixo a 280 rs. a libra e 8J0OO arroba.
Sevamimma da Kr4nca a mais nota do mercado a 280 rs. a libra, em porcio se f*z abatf-
mento.
^*8* muito noro e tiro s 320 r. a libra. *,
* ^rimmS d0 reno d(S marca, sss e galega a 140 rs. a libra
** *^ do MaranhSo aira a choiroza a 160 rs. a libra e em arroba a 49800,
HcrvUbas c mul,0 nom a 160 M. a m,,.
Velaa
* de carnauba reoadta a 400 rs. a libra o em arroba a lSgOOO.
aa>t>
wM^d^, de Luboa a 720 rf s garraai ,fl,05a.se a boa qualidade.
V lHagre d9 LilW)a a UQyi a ganU, e em esnada a I19W.
linlieciierei a-t|660 a gamf e-em caixs ai faz abatimento.
13 llO btjoco r mil luparior que' hi ao mercado pt m o para misia a 640 rs. a garris e em ca-,
caada 41600.
Pdr befe dei fia ao nwu reptorio at a i
pual esero doto sortimento e nao serei ereajutfos
Vestidos^ 3^(MPe 1^00
Vende-se cortas de Testfdos brancos com bar-
r"-J b*,d0* 3 2500: n" di Imparelriz
n. 60. loja a armazem do Parlo, % Gama &
Sl[Ta.
Saias bordadas a 2,f50D.
Vende-se salas bordadaa muito bonitas a500
cada uma : na ra da Imperatriz n. 0. loia do
Paria-, de Gama 4t Silra. '
Balees do Pavo.,
Vende-sa baiea eos saado oaqaa taaa malhor arsiaeiw pelo dl-
minuto preco da 3 a500 : aa r. da Irapara-
triz n 60, loja e armazem do Pavlo. de Gama
& Silva.
Saias com arcos de linho.
Vende-se aa acreditadas saias com arcos da li-
nho que fazem aa vezea da blo a 3JJO0 e a 49
cada ama, asta fazenda s ha na loja do Pavo:
ra da Imperatriz n. 60, loja a armazem da Ga-
ma & Silra.
Madapolo a 3$.
Venda-aa peca da madapolo entestado com
14 jardaa a 3j a peca : na roa d Imperatriz n.
60, loja e armazem do Pari,
para anios
darea para os aojos da procleslo.
Relogios
, Vaoda-*a ota as* da Johaston PaUr + da Vigario n. 3, um bario sortimento de
i elogios de otrro, pitent^ingler, de um des mais
afmalos fabricantes da Liverpool; tambera
uma variadada da bonito trancellins para os
masan.
Polassa da Russia.
Vende-ie em casa de N. O m Bieber &
., snccesiores, ra da Crttz'n. *
MENOS DEZ P0
H0S ARMiZENS
sem segundo.
Na roa do Queimad o. 55 loja d miadezas
de Jos de Azevodo Haia a Silva, asa veodeodo
SaSKSilosjlade"* Pr Pre?* M0* >
C roas de peo o as da aceda todas as qoaU-
dadea a '
Noveloade liohaqna pelo Umanho a todos
admiram a
Gaixaa de agu ha francezaa a
Grande pechincha em cortes
de vestido* na loja do PavSo.
Vende-* floisatmos cortas do smbrala bran-
ca bordadoreomf babados greodat a da dua
aaias pelo baratissimo praco de 4. ditoa de cam-
bfia de aed coa babadoa bordadas 4500, di- v,.i*... u guias irancezaa a
t,,'RJhll?u*MwwPS>aji>a aamprersa reodao Caixaa coa alfinetes maito fiaos a
por lz# palo baratiMirao preco de 6f cada aa : Cana com appasolho para entreter
na ra da Imperatriz n. 60 loja a armasen do ">
Bario, o* Gima & Silva.
BrUhantiuas americanas.
Veode-se brilhantioaa amerieaoa com Ilirdfs- r
simas cores sondo fazenda inteiramente nova e K.T.'.n,.rVc.*iu" BM,lto "Periotes a
mndarnn da l 1i n.im.^ i^.-.....jnn .. Mratoos trance
------ -- ------ 'vi wiiBniQmo uv>
moderna de 4 1|t palmos de largura a 400 rs. o
corado : na rba da Imperatriz n. 60, loja a ar-
mazem de Gama 4 Silva.
Para meninos a 4$500 rs
Vende-so restldinhos de seds para meoioas e
ditos de fastao qara meninos muito bem enfel-
tados pelo baratiasimo prego de 4*500 cada am :
na ra da Imperatriz o. 60, leja e armazem do
Paras.
Gorguro de linfio a 280 rs.
Vende-se gorguro da lioho de quadriohos o
mesclados propnos para seofaeras e roupa de
meninos e meoinas a 280rs. o corado: na raa
da Imparatris n. 60, loja do Paro, da Gasa di
Silra.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C,
sellins e silhes inglezos, caodieiros e caslicaes
bronzeados, lonas inglesas, fio do vela, chicotes
para carros montara, artejos para carros de
um a dous cavallos, a relogios da onro patento
ioglez.
Libras sterlinas.
Vandem-se no ascriptorio da Manoei Ignacio
de Oliveira & Filho, prag do Corpo Santo n. 19
Na ra da Gamboa do Carmo loja n.
12, vende-se toda a qualidade-de mobi-
Ha tanto ao gosto moderno como arrti-
ga, phantbasia etc. por pre^o mais
commodo do que em outra q'ualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de encoramenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
para engento;-
Grande redueco nos precos
para acabar.
Braga, Son & C. tem para reoder na ruada
Moeda taias de ferro nado do mu acreditado
fabricante Eirwm Maw, a 100 rs: por libra, aa
mesmaa que se rendiam a 120 rs. : quem preci-
sar dlrija-ae a ra do Trapiche n. 4o, armazem
de fazendaa.
SoakoH Mellors & C, taodo recebido or-
dem para recaer o sea crescido deposito da relo-
gios T|sto o fabrlsaote tdr-ae retirado do nego-
cio ; convida, portento, spessoas que qulzerem
possuir um bom raloglo de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
poraooidade sem porda de -teenpo, para vir com-
pra-loa-por commodo prego no aeu eacriptorio
ra do Trapiche n.18.
Argolas de ac para chaves
rendem-se '200, 40,320, 400 e 5O0rls, ua ra
do Queimad loja d'agula branca n. 16.
Froco fino, e seda frouxa para
bordar
vende-se na ra do Queimad loja d'agavia branca
n. 16, onde se achara completo aorlimento.
Vende-sena ruada Seoaala Nora a.37, al-
guna trastes de uma pesaos quise retira.
ninoa a
Ditas ditos grandes a
Basalboa portuguezea a 130 a
Croza da botes pequeos para calce a
Tesouraa para unhaa maito finas a
me-
IPMffllSlIITO
BE
DUAMTE 36 ra das Cruzes de Santo Antonio 36.
Os prooratarios .U^- ILfr? V*
m frogaem WV*^^Sm?'?'it molhados P>rteiP** ama-
os rnoihorel Tpot we!?%L\m & Eun>P*' "^ *"*" "!
para os ocolhorem, .. f4^t^i!^Z?2S "* d"m? Pn'0S 5 E"ropt'
SC^TOte^'8uperior r-**g ifl -sr^
Maiiteira rannefa
Cha I|v|, ama,,n,taa700rs-a Ubra eabarril s 600 rs.
Cha h m*U 8Uperr," h' n mercado a 2*400 3*800 *,ib,a-
Th I01 qM had9 rae,borne3te genero a 2500 o 39000 a libra.
Ch h vs "U>8UPWr 'in(,0 VTmn tW n0" maud9 .
80 i *
m QUeiJ?.rio a^00 c!a.um(!b6g>d0S "* ** ^ '*** e do8 cbe,dos no *
500
120
1
60
140
500
200
1S0
400
400
izea para roltarate multo fi-
nos a
Agulheiroa com agulhas fraocesaa a
Cantretea da aparar peonas de 1 folha a
mas da tranca da lia com 10 raraa a 200
Ditaa de tranga da lia de todas as cores a 800
Parea de sapalo, de tranca de lia a 11280
Cartas de alfinetes franceses a 100 OUeilOS SU 18SOS .;.____
Pare, de lurs. fio da Escocia mullo fina, a 3 V ihv. OU,05Ut5 """ suP"'or o ms fresco; que tem vindo ao nvsreado a 1 a
unas ditas brancas grossaa a 100
Escoras para limpar denles muito finas a 300
Masaos com superiores grampos a 40
Cartoes com colzetes de algum defeito a 20
Ditos de ditos superiores s 40 e 60
Dedaea de fundo d ac mnito superiores a 100
Enfladorea para vestidos de senhora com 4
raras a go
Csiras com colzetes franceses a 40
Cartas de alfinetes de ferro a 80
Cbarutairas muito finas a ljOOO
Tlntelraa de vidro com tinta o 160
Ditos da barro com tinta auperior a 120
Arela preta e azul maito fina a libra a 120
Teoho nova remessa de labyrmtho para ven-
der por todo preeo, asslm como tenho trancas de
seda differentes cores para vender por todo di-
nheiro que offerecerem.
Muita atten^o.
Na loja de Silva Cardozo, roa do Im-
perador n, 40, vende-se roupat feita
de todas s qualidades pelos presos
mais baratos possiveis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os fregueses com-
prar porque pechincha.
Algodo da Baha.
Proprio para roupa de escraros e saceos de as-
sucar : veode-se na ra da Cruz n. 1, escriptorio
de Antonio Laiz de Oliveira Azevedo 4 C.
# Roupa feita muito
barata.
9 Sobrecasseos de paoaopreto muito fi-
^ no, paletots de dito, paletets de casemi-
I ra de cor, ditos pretoe, ditoa de fuello,
P ditos de ganga' de coree, ditos do brrm
Aja; de cores e brancos, caigas de casimira
a preta e de cores; drtas da' briza brate e
de cores, ditas de gangas, colletes de
ajp vellido preto e de corea, dttoa de gor-
da gurio, diios de fastao,ditos de brim bran-
co, camisas de lioho, ditaa do algodio
brencas e de cores, seroulas de linho,
3p ditas de algodo, chapeos de sol de seda
B\ ieglezes os melhores em lamanho e qua-
I lidado, tado ae vende por barato preco a
W dioherroivista, na loja das 6 portas ra
af| do Queimad emfrente do l.ivrsmento,
A esi aberta at aa 9 horas da noite.
Existem.
Na ra Nora loja fraoceza n. 11, para vender
muito barato orna bonita eadeirinbs e usa ele-
gante palanqun] : aa peeaoes que precisaren de
qualquer delles nao podom achar malhor osca-
sio pare comprareis bom e barato.
Carteiras com agulhas.
A loja d'aguia branca acaba da despachar car-
teiras com agulhas da mai boa qualidade, e ex-
celente sorlimenio, e aa eal vendendo a 500 rs.
cada uma ; assim como receben igualmente no-
ro sortimento das agulhas imperiaes, fund dou-
rado, qua continuam a ser vendidas a 160 ris o
Eapel, isso na ras do Queimad loja d'aguia
ranea o. 16.
Charutos da Ha vana.
Vendem-se charutos da Harana d-
superior qualidade em casa de N. O-
Bieber & C. sucetssores, ra da Cruz
n. 4.
Obras de metal prateado.
Em casa de PT. O. Bieber & C. succes-
sores vendem-se apparelhos completos
paraaalmoep, porta licores, gatlos, fa
cas, colheres paia clie sopa, galhetei-
rot, copos e outros muitos objectos des-
te bem conhecido metal, pela sua boa
qualida le e duracao : na ra da Cruz
n. 4.
Novo sortimento de cascarri-
lhas de seda.
A loja d'aguia branca acaso dareceber um novo
e bello sortimento da caoeacrilhas de seda do
BMitas s differentes cores, e veude-sa 1U00
o S#500 ris a peca, na ra do Queimad Toja
d'aguia branca n. 16.
Meias pretas de seda 1:000
apar.
Veode-se meiaa pretas de seda, e do-nsai boa
qualidade, para eeonoroev s padrea 19000 o
Caivetes finos pa-
ra pennas
Caniretes finos para aparar peona, de duasfo-
Ihas, a 200 ris cada um : na loja da Victoria na
ra do Queimad n. 75, junto a loja de cere.
Ciiixiohas para confeilos e
prsenles.
Mnito Hnflo sortimento caiiinhas muito lin-
das para se botar eoofeitos ou mesao com ellas
varias se mimosear urna menina, polos bsratia-
simos precos de 320 at2&5C0 cala' uma : na lo-
ja da Victoria>na roa de Queimad n. 75, junto a
loja de cera.
Quadros d moldura dou-
rada e preta.
Liados qudeos do moldura daursda e preta,
cea estampas, pelo barato preco de 5 que s a
moldura val o dinheiro: na leja da Victoria a
ra do Queimad n. 75, junto a loja do cera.
Panno de algodo da
Vende-sa no escriptorio de Antonio Laiz de
Oliveira Azevedo &- C, ra da Cruz n. 1.
Novse lindos
enfeites para vestidos pretos
e de cores, e roupinhas de
crian cas.
Em apropriado tetapo recebea. a.loja d'aguia
branca um bollo e completo sortimento de enfei-
tes de seda para vestidos pretoa a de coras, a rou-
pinhas de criaocas, sendo trascas e bordados de
oovos e lindos desechos, o difflceis tecidoi, com
os quaes pode-se com gosto e mdderaiisimo en-
fltar qnalqaer vestido ou roapinho de crianza.
Ao passo que ditos enfeites a todos geralmente
agradan, s commodidade dos precos anima ao
comprador, e eata rerdade ser rerificada por to-
dos que se dirigirem dita loja d'aguia branca,
ra do Queimad n. 16, cajos precos esto mar-
cados naa amostras, as quaes se dario com pe-
nhords.
o~ "f r~ a aa ih w* i mvwi p a D^UUU
ellas calcadas 0400 se conheca, ns raa do Qaet-
mado loja d*Vg4 brenca n. 16.
Loja do beija-ttor da raa do Queimad
na mero 6*3.
Vendem-se luvas da pellica de Jouvin brancas
Luvas de
1 a de eorea para
---- -r-:m venaem-se luvas aa peuica de Jourln brancas
Pdr hojedei nm ao mou repretono aW a ebegada do primeiro vapor vindo da Cacaos, pelote pretas para senhora e homaro, cheaadaa calo
asjseoko em o-paMcar w respeit.rel puaUco.,.,. firtluo paquete. ^ **
.ca
em o senhora,
-par, por esta re m principiando a mofar, e estando I gkdas ltimamente por 2ff00rs. o par : na toi*
do vlado na taa Nova n.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento rende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
Alm destes gneros OUwuH...
de Low Moor libra a 120 rs. | sortimento ck ludo tendente a molhados.
QUIJOS pratOtomra0cari0o,,II1,rado al,l(.libi.i.uio.lOaa.
re ao nosso mercado a 19800. r
61X6j?!a . dos fritos, atum mareoado, robllos e lulas de tigelada, da 19300 a 9000 a lata.
loucmlio do reMOttuilonovoa820r8 alibrae9>600a m$Mt%mm
u"^108 iU* n' llbra e 6*500 arrob'
BJanha (le poiCO em latas com lOlibru por 400 e 480 a libra.
amelada imperial .-. lsu.,a m da br..
maia o 2 libras a 750 rs. a libra
Latas com frutas em calda .
uws ca CdlUff como seampera, peeogo, damasco, alpor-
xayametxafratlBJa, a 700rs. alata.. ~
Marmelada de Asperee .,as m 2 libras por 19000 oda u...
Doce da casca da goiaba ,7oors.o m poori.isf.f.b.maaio.
Jj>GCeS SeCCOS de differentes qualidades em bcetas muito bem amajadas a 39000.
amaras a8 ma;s superiores que tem vindo ao mercado emeauinhas elegantemente en-
feitadas a 2500 e 600 rs. a libra
Passas era caxinhas de 8"libris a250oe6oors.. ubra.
v lo0S Cia COlUadre mujt0 n0T08 em cixinha de 8 libras a muito bem enfeitadas e
a 29200 a 320 rs. a libra.
Krvilhas francezase portuguesas a64o 720 rs. a uu.
MaSS1! de tomate em latas del librraa800rs,
AllieildoaS da CaSCa mole BU,0 novas a 400 rs. a libra.
J3J OZes muo no,,^ t 200 rs. a libra.
AmeiXaS frarieeZ'lS em latas cora 51bras por 49000 e a 19000 a libra.
Chocolate heSpatlhol a 192OO, francez a 19000 eportugus a 800 rs. a libra.
Bol < xihha d SOda em latas com diferentes qualidades a 1*400 a lata.
MaggaS pa ra SOpa acarreo e talharim a 240 rs, a libra e a caixa por 5#O00.
v^aiXinflas muito bem enfeiladaj com pevide, rodinha, estrellinhs, etc. a 700 e 800
a alltOS llXaQOS paradeates em molhos com 20 macinhos a 200 rs.
^*|,JjaS em frucos de libra e meta a 700 rs.
I yolo 1? raflCeZ para limpar facas a 180 rs. e era porcio se far abaiimeato.
Esperilia Cete Superior sem avaria a 740 e em caixa a 760 rs. a libra.
Sardinhas de Nantes muito novas a 400 600 .
AlpiSta muito nova a 180 rs. a libra e 59500 arroba.
AZdte doce refinado de diverjas marcas a 800 rs. a garrafa e 9*000 a duiia.
OOli)Clllllia inglezaa mais nova do mercado a 300 rs. altbra a 4*200 a barrica.
trOina muito alva a 100 rs. a libra e 29500 arroba.
VnhOS engarrafadosdaquedo Porto,genuino.Porto fino, madeirasecca, CarcaveUos, nc-
tar, feiteria, velho secco, Muscatel a 19200 a garrafa e 12*000 a duzis.
DtC8 om pipa Porto. igueira e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa ede 49000 a 4*500 a ca-
ada.
SerVejaS das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garrafa e 5*000 a duzia.
Che mpatille ds marcas mais acreditadas qua bi ao mercado a 14* e 20* ogigo.
COgliaC nglez a 10*000 a caixa e 1*000 a garrafa.
Ginebra de Hollallda verdaJaira a 6*500 a frasqueira e 600r. o frasea.
AzeitaiiaS emaneoretas as melhores que ha no marcado a 29 e a 400 rs. a garrafa.
Dita llgl 1\ a 99 a duzia e 800 rs. a garrafa.
Pa IltCS do gaz a 2*500 a groza e 240 rs. a duzia de caixas.
^a 1 refinado em pacotas de mais de uma libra a 240 rs. a em porcia ter abatimento.
Cafe do HO 0 melhor que ha no mercado a 320 rs. a libra e OfOOO a arrobo.
Seva'lilllia de Franijl amis nova do marcado a O rs. a libra.
SagU muito novo a 320 a libra.
Farllha do IrlaranllSLO maito alta a nova a 160 rs. a libra a 4*800 a ar-
roba.
Velas de carnauba e de composico .4oors. abara a is
a arroba.
Vinagre pUrO de LSboa aa40 rs. agarrafa e a 19800 a eaBada.
TaO de brCO* muito novo a 200 rs. a libra.
Peras SeceaS eill caixinhaS de oito libras a2*500 aa040rs. labs.
Marrasquino verdadeiro de ara, da ltmone, catt, manta, geosaro, raaoiol'amara,
ouracao, rosa sublima e ouuas qualidades de 1*500 a 2 a garrafa.
Bat BtaS em gajos de uma arroba por 2*000 e 80 rs. a libra.
Com nh OS os mais novos do mercado a 800 rs. a libra
Er Va doce rauto nova a 400 rs. a' libra.
Canell* auperior a i* a libra.
OnarutOS verdadeiros superiores a 29 a eaixinba de 50.
SaleaBOn em lataS com duu libras o mais bem arranjsio que tesa tilia aa arar
cedo a 1*400.
iran te ga em lataS com 4 libras a mellior do mercado lacrado
3*200 cada uma.
Vinagre ero g^r/aas com S garrafas da superior qiialidada a 14*0*
Arar Uta verdadeira muKo noira a 320 a libra.
as gneros encontrar o respoitaral puWlco
,- m
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ataaaa
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mw~wwmik nmmmtimmm. dk im

i -
Oh! trae oechin- i *, ^nho venda.
VTII ; l| UO |#C*L4f 1U 1 Vende- o engenho Harmona, aaJrMHi da
icada, perlo outro enganhe que* proprietario Mli levantando
naa ierras daqaelle, tea uu de vivende. boas

aba 11!
"" "rras o*quue, tea mm M Kmi, Cmi
-se palitos lichado* e mineados, fiaos, lerra. e ludo o maii neceasario para prodazir
,,, den idihoi com 40 massiofaos por Doa* ir*. permuta-ie por predios esta
na ra rls Imnariir? 1a> a a.... QTfi .: m IriLtr mm n Mniiai>**ia nn bima
Tendem
rs. : na roa da Imperatriz, loja da Arara- -PC-: tratar coa o oreprietario no mesmo
-o. 56.
Vendem-ie ou arrendim-ee por penses
multo commodas os engenhos Brsfco e Cinara,
"'"8ui d Vicloria, com Ierras multo pro-
ductivas, sitando o primeiro quasi prompto o
moer com agua ; a tratar com o bicharel J. A.
de 8. Beltrio de Araujo Pereira, em Bella Rosa.
\H
Grande lf
i
uidacao por lodo
o preeo, na bem co-
nhecida ioja do Ser-
ta nejo.
doQueimadon.45.j
Barato que admira.
Chitas escuras Unas a 160, 180 e 300
rs., cortes dt vestido pratos bordados a
velludo pelo baratissimo prego de 859 o
638, dito adamascados a 509 e 369, sahi-
das de baile de velludo e setim a 159 o *
169, camisas pira senbors a 89 e a 49, 1
golllabas e manguitos a 21500, 39500 e
49500. gollinhas de cambiis bordadas a
720, 800, lf, I92OO e 1J500 rs., ditaa de
Ql bordadas a 240 rs., casaveques de fus-
tao a 69,7J a 8$, meias de seda brancas
e prelas para seohora a I98OO o par, ti-
ras de trabados a 860 e 19, laa de quadro
enfestada a 360 e 400 rs. o covado, cam-
braia preta a 440 e 480 rs. a vara, organ-
dys de cores a 680 rs. a vara, Ql brsn-
co adamascado para cortinados e vesti-
dos a 480 e 540 rs. a vara, cortea de col-
lete de casemira bordados preos a 39 e
39500, ditoa de vallado de cor e prelas a
49, 59, 69 e 79, paletots de brim branco
franceses a 49 e 49500. ditos de casemi-
ra de cores pretos a 169 e 189, ditos de
alpaca preta e de cores a 35500, 49 e
49500 e 59, camisas do peito de lioho a
29500 e 39, cortes de coltete de gorguro
de seda a 19800 e 29, 3f500, 39 e 49, col-
letes (eitos de brim branco a 29 e 29500,
ditos de gorguro a 39 e 4$,di to de casemi-
ra a A$, 4f500 e 59, ditos de velludo a 69.
79 e 89, ditoa de fusto de corea a 1g500
e 19800, meias de li para hornera e se-
ohora, ditas de algodo cruas para ho-
rnero duzia 19400, 19150 e 33200, ditaa a
39,49 e 59 a duzia, ditaa para menina a
29609 e 2*800, duzia finas e diversos l-
mannos, ditos pan meoioo a 29 3S500
a duzia, pegas de algodo a 39800, 49 e
49500, chitas fraocetas finas a 240, 280,
300, 320 e 360 rs. o covado, 016 borda-
do e liso, grinaldas brancas com ramos,
chalas de troco, espartilbos, chapeos de
castor para homem, pannos para mesa
v um variado sortimento de roupas feilas
H que tudo se vende por baratissimo preso.
&*MQM fiMM99K MHNM9N5an
Facas e garios de todas
as qualidades
Vendem-se dudas de facas e garfoscom cabos
de marfira o inais fino que se pode desojar pelo
barato prego de I69, ditta para aobre mesa a 149,
ditas moito liaas de balanco a 69400, ditas mul-
to finas Umbem de balanco e com doua bu loes a
79. ditas imitando as de balanco a 68. ditas para
sobremesa fazenda moito superior a 59500 e 65,
ditas enlreinas a 2500, ditas para meninas a
320, 400 e 500 rs. aada talhere alem destas qua-
lidades outras muitas que se vendem barato : na
ra do Ouaimado na bem conhecida loia de miu-
dezasda boa fama n. 35
Para violo.
Vende-se mu lo superiores cordas para violo
pelo baratissimo prego de 120 rs. cala urna e
bordeo a 160 rs.: na raa doQueimado na loia de
miudezss da boa fama n. 35.
Ricos sinlos dourados.
Vendem-se ricos aiotos dourados bordados pe-
lo bsrato prego de 29500 e 39: na ra do Quei-
mado loja de miudezaa da boa fama n. 35.
Papel de todas as qua-
lidades.
Vendem-se reamas de papel de peso greve o
mais superior que se pode encontrar pelo barato
prego ds 39400 rs., dito pautado de moito boa
qualidade a 4|5O0, dito almago muito bom a 39
dito almago greve a 3$6O0e 4g800, dito pautado
a 49 e 495OO. quartos de papel de corea com 20
quadernos a 710 rs., dito branco muito bom a
19 e I92OO, dito de quadriohos a 19, dito pauta-
do com 40 quedemos a 2J, eaixinhas com i/apcl
de belra dourada a 1J500, dita com envelopes a
19 e outras mais qualidades de papel que se ven-
de barato :na ra do Queimado na bem conhe-
cida loja de miudezaa da boa fama n. 35.
O bom e barato na boa
m----k--- -Tl^ir ~^ ** viwj/iwiaiiu uu eavvaraatv
engenho, ou na raa do Trapiche a. 14, primeiro
andar.
Vndese farinha de Fontana
cbegada tiesta semana: no armazem de
Vicente Ferreir da Costa, Forte do
Mato.
AMen^o.
Veste-se oso homam dos pea alea ca -
bega por diversos presos : na loja de Na -
buco & C, na ra Nova o. i.
Vendem-se manteletes de seda "preta,"
ditii de blond, mantas de fil : na loja
de Nabuco & C, na raa Nova n. 2.
/endemia meias prelas de la para
padre: na loja de Nabueo & C, na raa
Nova n. 2.
V
I
Vendem-ae capas de borracha, per-
neirss de borracha, aapatoa de borracha,
meiaa da la pretaa e de coras, camisas
de la e ditas de flaoella : na loja de Na-
buco & C, na ra Nova o. 2.
fama.
Cestinhas ou cabases para as
meninas de escola.
O tempo proprlo das meninas irem psra a
escola, e por isso bom que vio compostas com
ma daa novas e bonitas cestinhas que se ven-
dem ca raa do Queimado loja d'aguia branca
n. 16.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de receber por
amostra urna pequea quanlidade de vellae
douradas e esmaltadas para cintos, todaa de no-
vos e bonitos moldes, e tambero douradas que
parecem de ouro de lei, o que s com experien-
cia ae conheceri nao o seren, estando no meamo
csso as esmaltadas, e assim mesmo vendem-se
pelo bsrato prego de 2J500 rs. cada urna, na ra
do Queimado loja d'aguia branca a. 16.
Palmatorias de vidro e de la-
to para v ellas.
Vendem-se bonitas palmatorias de vidro lapi-
dado psra vellaa a 19200, e ditas de lato mui
novas e limpaa a 400 ra. : na ra do Queimado,
loja da Aguia branca n. 16.
Peitos de fusto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-se bonitos peitos de fusto Isvrado e
trangado para camisas a 500 rs. cada um, fazen-
da mui boa eencorpada : na ra do Queimado,
loja d'aguia-branca n. 16.
Novo sortimento de tiras b6
dadas em ambos os lados.
A loja d'aguia-brancs recebeu um novo e lin-
do sortimento de tiras bordadas em ambos os la-
dos, e contina a vender baratamente a 19200
osdatira, e outrss de bordados muito largos a
29000, o melhor que posslvet r-m tal genero,
e todas ellas, pela largura que teem, podem ser
divididas ao meio, pelo que se toream baratissi-
m'!J n* rua a Qoeimado, loja d'aguia branca
n. 16.
predio venda
Vende-se a casa de dous andares e eolio, mei-
2S n0 becco d" Miudinhas n. 8, avallada em
2.0009, a qual rende 1 Ij2 por cento ao mez ; na
rua do Trapiche n. 14, primeiro aodar, ha pesaos
autonsada pelo proprietario para eflectuar a ven-
da da mesma casa.
Sal de Lisboa.
Vende se a bordo da barca portugueza Espe-
t&nca, aal de Llaboa limpo e redondo ; a tratar
na roa de Trapiche n. 17.
Salitre refinado.
Vende-se na rua do Queimado loja de ferra-
gens n. 13, a 8J500 a arroba e em porcio se
vender por muito menos.
Liquidacao.
Braga, Silva & C, em liquldago, convidara
aos seus devedores a virem saldar seus dbitos
dentro de 30 das, e participam que medidas ler-
mloantea aero empregadas coutra os que nao
comparecerem.
Bengalas
Vendam-se pentea muito Qoos de marfim para
bichos vindos de Lisboa pelo baratiaslmo preco
de 640, 800.1$500. I96OO e 29 cada um, ditos
para alizar a 1J600 e 2$, ditoa de bfalo pretos i
e brsocos lambem para alisar e muito boas a 8
500 e 800 rs., ditos entre-finos a 280 ra., du-
zias de carreleis de liahaa de 200 jardas de ns.
50 a 80 a 720 rs., grozas de botosa finos para
calcas a 240 rs., ditaa de loaea brancoa e pinta-
di olios para camisas a 160 e 240 rs.. agulheiroa
da marfim muilo booilos a 800 a 19 cada um
ditos de oaio (orneados imitando os de marfim
320 rs., ligas de marfim brancaa a enoarnadas a
310 rs cada ama, agulhelaa de marfim para eo-
fiar a 240 rs.. groz.s de butes mallo fios ma- bichas da Hamburgo aa melhorea qoe tea *lndo
I
I
I
a 240, 320 e 400 ra. cada urna: na rua do Cres-
po sobrado amarello n. 18.
JJNao duvidem que na rua1
do Crespo n. 17, loja de
GumaresA Villar.
S^Veite se urna senhora dos pes
at a cabera.
Principiando pelos chapeos de palha a '
Garibaldi e chapelioas de palha de Italia
os mais superrores que tem viodo de
Franga.
Manteletes de gros bordados, capas e
casacoes a Lulx XVI, sedss de cores e
moireaotiques pretos e de cores e aca-
bando pelos respeitaveis baldes de crox6
e de murselinas e que venden barata-
simo. Senhoras fregaezas a vista faz t,
mandara ver.
Vendem-se
dreperola psra camiaas a 640 e 800 ra., tesouras
raocezas muito finas para costura e cabello a
29 cada orna, ditas com pequeoo toque de ferru-
gem 1 19500, linhaa de p.so a 100 rs. a miada
ditas para bordar a 160, 200 e 300 rs., dita frou-
xa a 60 e 80 rs. e outras muitaa causas que se
vende por menos do seu valor : na raa do Quei-
mado loja bem conhecida de miudezaa da boa
fama o. 35.
Perfumaras Jbaratas e de
boas qualidades.
Vende-se para acabar muito boas abneles
reme de amenloas em calzas de lovga a 500
rs., frascos com o bem conhecido sndalo a
19500 0 29. fraacoa com banha transpaiente a
900 rs., ditos pathsholy a 640 rs eaixinhas com
nove qualidades de extractos e todos muito finos
a 29, ditas com 12 tambera muito finosm 31200
frascos grandes com agua de colonia muito su-
perior e bem conhecida a 19500, 29 e 39, pasti-
lhss muito cheiroswe de Luben>.para conservar ai
roupa livre da traga a 19 cada papel, ditas do
maaoo fabricante propriaa para afumar a 29
cada cuoas, duziaa de sabonetas mullo boas a
600 rt. e ootraa muitas qualidades que te vende
muito baratas na rua do Queimado na bem co-
nhecida loja de miudeca* da boa raart n. 35.
Colheres de todas as qua-
" lldatls. '':>
Veadem-se duziaa da eneres de metal para
sopa de tao boa quabded* que aada -tica m de ven-
do as de cwau p.lo .basatiosimo peco da <0#,
ditM piiiiihii 6. diUa detaetal ritoipasan
appa a af, dlsas^radh, 2a6M. ,oa. p.r*
tirar sops multo supsridres a ptOO uda urna
daus araiirar-assae.r.8W ra,, rtaa de Sodas
astas colhares fioanma ba oatraa qualidades
nata avdioaria doQaaasaa4oiua ao mercado e ebegadaa uitimamanle no vapor,
por prego o mais barato que em outra qualquer
parte : na rua da Graz n. 68.
GVsNClrV
DA
Fundico Low-Moor,
da Senza.Ua Nova n. 42.
Nesta eslabelesimento continua a hsver um
completo sorliosanlo de moendas s meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixat
de (erro batido e coado de todos os Uounhos
para dito,
fazendas
DE
Santos Coelho
Leogoesde bramante deliahoaS*.
Cobertas de sbiU finas a 59. .1
JPiUia.ataco-da-llHO. v i
Uaabreiaar psetw ajaitojOaas. -t
CeUhudefwUomtolaada+anafv
Eslra* da India de 4, 5 e6 almos de largo
proprias para forro de cama e salas. iT
dUaeoes iUaan4ft.liBaott%Bo* 00. *
rAlgeda.muaatso a praeo-de 600 rs. a vara.
Tsahaa-d lioho naw asas a 49.
DUas de uatio par a meoa, cada ama 900 rs.
4, 1. no fftlk^ llfiu lf.7-' jU
&accss aom faralo atr* ^e Oiahoa a *$ : ame
MmmaM*M*m kalea.. v
tsortestle vestidos brancos
bordados.
Vendem-se ricos cortes de'vealidos brancos
bordados com 3 babados pelo baratissimo prego
de 59 o corle : na rua do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da boa f.
Camisas nglezas.
Vendem-se superiores camisas ioglezss com
pregas largas pelo baratissimo prego de 359 a du-
zia : na loja da boa f, na rua do Queimado nu-
mero 52.
Ricas gollinhas epunhos
com boies
Vendam-se ricas gollinhas a pinos de cam-
braia a fastao ricamente bordadas Com lindos bo-
tos, pelo baratissimo praeo de 2 cada goarni-
gao : na raa do Queimado a. flfi, aa loja da
Vendem-se horros gordas a mansos : -nO
aegenho Jurissaca, do Cabo : a tratar all com 0
Sr: Domingos Francisco de Soaza Lelo.
Fazendas baratis-
simas
Superior bramante de linho com duas varaa de
largura a 29400 a vara, atoalhado da linho ada-
mascado com duas larguras a 29500 a vara, brim
branco de linho muito superior a 1JJ440 a vara,
dito de corea, fazenda mullo superior a 19, dito
pardo de linho puro a 800, 19 e 1930O a vara, di-
to de quadriohos muito proprlo para caigas, ja-
queles e paletots para meninos s 200 rs. o cora-
do, gangas francesas muito superiores a 400 rs. o
covado, cambraiss francezas muito finas e de
muito bonitos padroes a 260 e 280 o covado,
cambraia lisa muito fina a 4|, 5 e 69 a pega com
8 1[2 varas, cambraia com selpicos tambem com
8 1(1 varas cada pegaa a 49500, dita muito supe-
rior o melhor que ha neste genero s llfiOO a pe-
ga com 17 varas, ou a 800 rs. a vsrs, chitas frsn-
cezas de muito boas qualidades e de lindos pa-
drees a 40, 280, 300 e 320 o covado, fil de li-
nho liso muito fino a 720 a vara, tarlatana brao-
cae de corea a 760 a vara, toalbas de lioho para
mos a 79 a dozia, ditaa pelludas muito superio-
res s 119 a duzia, gollinhas de cambraia borda-
das a 800 rs.. manguitos e goliat de cambraia ri-
camente bordadas a 29 o par de manguitos com
orna golla, longos brancos muito finos com bico,
renda e labyrimho a 1J280 cada um, ditoa de
cambraia de linho para algibeira pelo baratissimo
prego de 4, 5 e 69 a duzia, e assim um completo
sortimento de fazendas de todas as qualidades,
que sendo s dinheiro vista se vendero por pre-
sos mui baixos : na bem conhecida loja da boa
f, na rua do Queimado n. 22.
Barato assim barato de mais
Sbemete finos.
A loja d'aguia branca recebeu urna crescida
quanlidade de abneles finos para barbas, os
quaee convm a todos compra-los mesmo para
maos, avista do diminuto prego de 39 porquanto
ae esl veodendo a duzia. Para salisfaaer-ae aos
bons_ fregueses sa vender lambem em menores
porgdes, porm quem maia comprar mais lucrar,
porque assim barato nao ser fcil tornar a ha-
ver, e mesmo agora s ha na raa do Queimadc
loja d'aguia branca n. 16.
Coraes.
Em massinbos a 500 rs. cads um.
Em fios a 640 rs. cada um.
Em voltas de 3 fios a 2*500 cada urna.
Vendem-se mullo bons coraes, em massinhos
fios e voltas de 3 fios, pelos baraliasimos pregos
cima: na rua do Queimado loja d'aguia branca
n. 16.
Objectos de phantasias
pulseiras de missaugas.
A. loja d'aguia branca acaba de receber um
bello e eacolhido sortimento de pulseiras de ma-
aangaseam borlas pendentes, obra de muito gos-
to, e o que de mais perfeito sa pode dar em taes
objectoa, a aa esta veodendo a 19OOO cada urna,
tanto para senhoras como para meninas, e pela
novidada do gosto e aparo da moda nao tardaro
om aa acabar as que ba os loja d'aguia branca,
rua do Queimado n. 16.
Manteletes superiores de
grosdenaple.
Na raa do Queimado n. 18 A, esquina qoe vsi
para a rua estreita do Rosario, loja de Carvalho
& Bastos, tem psra uender ricoa manteletes de
grosdenaple pretos, sendo pelo dlmmoto prego
^lO. ditos melbores a 269. ditos superiores a
309. No mesmo estabelecimeoto tem grosdena-
ple preto de varias qualidades. sendo a 19700,
dito a 29500, dito aaperior a 2800, enfeites pre-
tos de retroz, luvas de toreal, chales pretos mul-
to finos bordados a vidrilho, e outros muitos ob-
jectos proprios pira a qusresma, tudo por pregos
muito commodos.
Farinha de man-
dioca*
Vende-se farinha de mandioca, muito superior
quslidsde a 49099 e 49500 a saces : ns rua do
Trapiche n. 14, primeiro aadar.
Arados americanos e machinas
pr lavar roupa: em casa de S. P.
Johmton & C rua da Senzalla Nova
u. 42.
Vende-se ,
cognac de auperior ojualidade em caitas de urna
duzia de garrafaa. em casa de Soulhall Mellors
rua do Torres o. 38.
55 Roa da Imperatriz 55
Sempre ha para vender venezianas de diversos
tamanhos com fitas de linha e 15a, corda verde ;
tambem concerta aa mesmss por prego commodo
Alteoco.
36
Roa Nova 36
Grande sortimento de ocutos para to-
das as vistas.
1
36
86 RmNova
Completo sortimento de relogios -de
prerta dourada a lf, *|#. 18j| e 18$: e
de superior qualidade a 28#, 5Q| e 35f.
Encarrega-se tambem de concert per-
tenceotes a;djia arte, todo e qulqi^er
concert ser remettido em termo pana
o da e hora que se prometter. O con-
certos e as vendas aSp afliancaxias. .
Rua do Crespo n. 20 A, lojsr de
Alvaro Veadem-se chapees de palha da Italia para se-
nhora, al trm a meo te chegados de encemmenda
avoprie, a 909. Iradas loas maitorargas a 40 rs.
evade, balees modernos para senrrora a 7f. a
outras muitas fireodes de*bom gosto por mdico
ajSAeed.-- ...- -.'-.'. -i-, on- ':,. y
wiVelenl-s*pidellsr5.,eifae'ae "ombigo,
la3hiae, aapoti, frotaBlo,- if' 9ilM-
gs, aers cercas, oTfTeao muto em cq'C ; ti*
fB4e de WBhOa,-etti ^%levi OarfonV ?
Ac de lilao.
Vend-aat ac a 13 o quintal: ae raa do Quei-
mado loja de ferragens n. 13 ; bem como se ven-
de oseta mesma loja om eompleto sortimento de
ferragens e miudetas de todss as qualidades, to-
do por diminuto prego, visto o proprietario que-
rer entrar em liquldago.
Camisas e ceroulas
Vendem-se superiores ceroulas de lioho muito
finas pelo barato prego de 269 a dosis, ditaa trsn-
adas de algodo, mas de muito boa qualidade, a
7J a duzia, camisas brancas freocezaa.a M9,349,
26 e 39 s duzia, ditas para meninoa a 2S| a du-
zia, ditas pars homam com aberluraa de cores s
2t9a duzia : na bem conhecida loja da boa f
na rae do Queimado n. 52.
Lenc/n brancos para algibeira.
Anda se vendem leogos brsocos finos para al-
gibeira pelo bsralissimo prego de 5940O a duzia :
na loja da boa f, na rua do Queimado n. 21.
Mei; Vendem-se meias floas para senbors pelo ba-
retiselmo prego de 39600 a duzia: ns rua do
Queimado n. 12, na bem conhecida loja da
boa fe.
tovsH
* 1 i
Gaimariea & Luz, donoa da loja de miudezaa
da ras do Queimado n. 35, boa fama, partieipam
ao pablico que o aeu esUbelecimeato se scha
completamente prvido das melbores msreadoriss
tendentes ao mesmo estabelecimento, e muitos
outros objectos 4e gosto, sendo qoasl tddos rece-
nidos da suas proprias encommendaS ; e estando
ellea inteiramente resolvtdoa a nao venderem
Dado, anangam vender mais bsrsto do que outro
qaslquer; e juntamente pedem aoe seus deVedo-
res que lhes mandem ou venham pagar os seus
dbitos, sob pena de aerem juallcados.
Agua embreada
para banhos do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia branca acaba de recabar novs
romese ds proveitoss e mui procurada agua
ambread, cujos bons effeilos de refrescar a cu-
tis, tlrsr o ardor que deiza a navalha quando se
faz a barba e acabar o mo balito proveniente
do transpirar sao j bem conhecidos, assim co-
mo naa senhoras por aso sndsrem ao sol faz
conservar perfeltsmenteobrilho do rosto. A to-
dos quantos tem usado d'sgas ambreada nao aao
estraohos esses efleitos e ellas sarao aiada mais
conhecidos por aquelles que munidos de 19 ae
dirigirem a loja d'aguia branca saa do Queima-
do n. 16, onde nicamente se vende.
Brincos pretos a balao, e
outros objectos para
luto.
Desees objectos de qoehoie infelizmente (antas
familias precisara, na loja d'aguia branca acha-se
um bom sortimento delles, sendo brincos e rose-
tas a balo, pulseiras modernas de grossas e for-
tes coatas, slQnetes para pello, ditos tambem pre-
tos, em caiiinhas, bonitos e modernos aderegos
e meios ditos, cinteiros de filas e" fivelas prelas'
enfeites para cabega, grampos de novoa moldes
psra segurar cabello, luvas de torc 1 de seda e
pellica, meias de seda e algodao para homens e
senbpraa : com os compradores de taes objectos
ae ter a maior conlemplagao, atiente o fim para
que aao: por isso dirigirem-sa i rua do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Arroelas ou argolas de borra-
cha para segurar papis e
muitos outros m-isteres.
A loja d'aguia branca receben ama porgo de
arroelas 00 argolas de borracha, que acertada-
mente se applicam a difieren tes fina, como tam-
bem seja para emmassar papis as diversaa re-
partigftis publicas, nos cartorios, escriptorios
armazeot. lojas. boticas, tabernas, te., ate. e
mesmo de alguna particulares, o que na verdade
vale apaa comprar-se pelo diminuto prego de
140 e 820 s duzia, para poupar-se o trahalbo de
stsr e desatar um masco de papis todas ss vezes
que se precias, assim como as mais largas servem
pars segurar carteiras, e manguitos de senhoras
e mesmo psrs pulseiras de missaogas, advertin-
do, porm, que cada argola tem sua Ovela ; ven-
dam-ae em dita loja d'aguia branca, rua doQuei-
mado n. 16.
Agua balsmica para conser-
vado das dentes, e agr&da-
vel hlito da bocea.
Esas apreciavel e proveitosa agua balsmica,
cujos boos efleitos de conservar a fortidao dos
denles, fortalecer as gingivas e tirar o mi hsli-
to da boecs, sao j bem conhecidos por todos
quanlos della tem usado, e ser anda mais por
quera, prezando esses boos resultados, se dirigir
com 19 dita loja d'aguia branca, rua do Quei-
mado o. 16.
Gravatas de seda pretas e de
cores.
Mui boas e bonitas gravatas pretas de seda com
lpicos de cores a 500 e 640 rs. cada urna, ditas
todas pretss de bonitas sedas de chuvlsquinbos,
boa fazends a 15, ditas de superior gorgoreo com
pontas bordadas a velludo a 19600, ditas de tras-
pssso pretas e de cores com slflaetes, e mui pro-
prias para meninos, sendo ellas de bonitas sedas,
forrsdae.e com dous pospontos de sede de cores a
I95OO cada urna, e muitas ostras de difierentes
qualidades e pragoe : na rua do Queimado, loja
d'aguia branca n. 16.
Meias de cores para homens.
Muito boas meia de cores a 160 o par, e 19600
a duzia: quem aa vir oo se desagradar, pois
que sao boas e baralissimes : na rua do Quei-
mado, loja d'aguia branca o. 16.
Rival
sem segundo.
Na roa do Queimado d. i5, defronte do sobrsde
novo, est dfsposlo a vender tudo por prego que
admira, assim como seja :
Frascos de agua de lavande muito gran-
des a
Sabonetea o melhor que pode haver-a'
Ditos grsndes multo finos a
Frascos com rheiros muo finos a
Ditos ditos muito bonitos a
Garrafaa de agua celeste o melhor a
Frascos com bsdha multo superior a
Ditos dita de urgo fioiaaima a
Frascos de oleo babosa com cheiro a
Ditos dito dito a
Ditos dito nito a
Ditos psra limpar a cabega e tirar caspas s
Ditos dito philocome da verdadeiro a
Ditos com banha transparente a
Ditos com superior agua de colonia a
Dita, fraseos grandea a
Frascos de mscag oleo a
Ditos de opiata pequeos a 320 e
Ditos da dita grandes a
Tem um reato de lavande ambreada a
Linha branca do gaz a 10 ra., e tres por
dous, e fios a
Dita de carlo Pedro V, com 200 jardas a
Dita dito dito com 50 jardas a
Carreteis de linha com 100 jardas a
Duzis de meias cruas muito encorpadas a
Dita de ditas muito superiores a
Dita de ditas brancas para senhora, mui-
to finas a
Vara da bico da largura de 3 dedos a
Dita da franja pera toalbas a
Groza de boies da louca braocca a
Duzia de pbosphoros do gaz a
Dita de ditos de vals multo superiores a
Pegaa de fita para cs de todas as lar-
guras a
fflifA
Pechiucha admiravel na
leja do Pavo a 10J
Vende-se pecas de bramante de inho
futro -bastante encorpado proprio Ipara
en 1 rtotsetc etc., tendo cada peca 2, *a-
raspelo baratissimo preep de 10# 7 pe
ca, e tambem ie vende meia peca po-
50'ou se retama a 400 rt. a jttn : na
rua da Imperataiz n. 430, loja e arma-
zem do Patio, de Gama & Silva.
a
de Hamburgo.

-Ds> faosrtaliaa e flore.
VindaspehmKime vaooriugtez: na rae da Ca-
aela do Redfe loja de VMsl & Bastes.
>i_. ata'' -. i^u-
':l
. consum-
de q&z.
asarmasen veteado Rsates ds. 18 a 961
o*ima d TtsfMba 1Hto (no HeeKe) n. 8, ss
vende gaz liquido americano prime--qalim.
SI^^*^'3-
800
320
160
500
19OO0
19000
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
100
500
800
500
20
60
20
3Q
24004
455OO
sgooo
120
80
120
240
240
Barato e bom.
320
ja e
.1
S Magalhaes 61 Mendes, na rua da Im-
peratriz numero 56, loja e armazem
da arara.
Seda preta.
Vende-se grosdenaple preto muito encorpado
a 1500, 15800 o 9f o covado. P
Panno preto e casemira.
Vende-se panno preto para calcas e paletots a
I97OO, I98OO e 29 o covado, cortes de casemira
preta para calca, entestada, a 39, 39200 e 3500 :
na rua da Imperatriz o. 56.
Laazinhas suissas.
Vendem-se lszinhas suissas muito Dnas psrs
vestidos a 560 o covado, cassss suissas de qua-
drinhoa de corea a 280 o covado, fusto de cores
psra vestido s 280 e 320 o covado, popelina de
cores para vestidos e roupa de meninos s 240 o
covado, barege de corea para vestidos a 360 o co-
vado : na rua da Imperatriz n. 56, loja e arma-
zem da arara.
Hadapolao a 3#000.
Vendem-se pegas de madapolo entestado a
8f a pega : na rua da Imperatriz, loja da arara
numero 56.
Roupas eitas.
Vendem-se paletots de alpaca prets e de cores
s 39, 895OO e 49, caigas de brim e fusto a 29,
paletots de psnno preto a 88 e 109, ditos de ca-
semira de corea a 10 o 1*9, caigas de cssemiras
de ceras e pretaa a 5J500 e 69, colletes de gor-
guro e velludo a 39500 e 4$, camisas francezas
a 1J600, SS e 28500 : na rua da Imperatriz, loja
da arara n. 56.
Manguitos de linho.
Vendem-se manguitos e golfas de linho s
28500 e 39, ditos de fusto com botozioho a
2950O a 39, gollas com botozioho a 640, ditas
de traspaiso a 19 ; na rua da Imperatriz, loj
armazem da arara n. 56.
Enfeites,para senhora.
Vendem-se enfeites a turca pretos e de cores
29. ditos a Garibaldi muito modernos a 49, 59 e
59500, sao todos pretos, luvss pretss de seda fi-
naa a 800 rs. o par: na rua da Imperatriz, loja
e armazem da arara o. 56.
Cortes de cambraia.
Veodem-ae cortea de cambraia de barra e ba-
bados a 39 e 39500, pegas de bretanbs de rolo a
29 e 295OO, e outras fazendaa qae se do Irnos-
tras para ver : na rua da Imperatriz, loja e ar-
mazem da arara n. 56.
Loja do beija-flor da rua do
Queimado n. 63
Vendem-se cascarrilhas de seda de todas as
cOres a 29400 pega ; ricos enfeites pretos e de
cores s 59500.
Loja do beija-fior da rua do
Queimado u. 63.
Vendem-se fitas de cs a 320 rs., pega de 10
vsras, enfiadores de vestido, de linhs a 120 rs.
escovas para onhas Anas s 640, 800, 11000 rs!'
piuceis finos para barba a 320, 500 rs.fl ....-*&l
Loja do beija flor da rua do
Queimado n. 63.
Vendem-se oculos finos de armago de go a;
720, 500 ra.; agulbas francezss de 10 e 20 rs.
linbas de merca de 10 rs. ; grozas de botOes
brancos s 100, 120 rs. ; ditos pintados a 180 rs.
Loja do beija-flor da rua do
Queimado n. 63.
VenJem-se cartas portuguezas finas a I98OO
ditas francezas a 38800 ; wisporas a 900 ss; linhaa
pretas e de cftres e brancas do gaz a 800,900
rs ; dita de fusos a 120 e encarnada fina a 120 ;
fivelas para caiga a 80 rs.
Loja do beija-flor da rua do
Queimado n. 63.
Vendem-se luvas enfeitadas a I9800e 29000;
ditaa de fio de Escoaaia a 800 rs.; escovas para
roupa a 640. 800, 19000, 19400 rs. ; ditas para
cabello a 320, 500, 640 rs. ; pentes travessos s
640 rs.
Loja do beija-flor da rua do
Queimado n: 63
Vendem-se linhas de Pedro Va 20 rs o car-
lo ; ricos bicos e rendas do Porto, imitando o
da Ierra e de diversas larguras, e muilo barato.
Milho e arroz.
Vendem-se saceos grandes com milho a 4J500
ditos com srroz de easca a 39500, em euia a 200
rs.: na travessa do paleo do Paraizo n. 16, fren-
te de amarello.
Alteoco! iJteaca*!
Aos pas *e U miha, bn e ba-
rato.
Na loia a. 2a) da rua da IsaswraUix sahavaa
venda um completo variado sor ti meato a boaa
jazeodas, e que vista de suas qualidades ala ka-
ralissimsmente vendidos, e para naatsf veracieaoa
do que Dea dito, abaixo vio maniisaadae asaasass
das ditas fazendas, a saber :
Cbitaa largaa cor fiza a 240 rs.
Ma.lapolio Bao coas 94 Jardea a b$.
Cambreias de cores a 280, S20 e 400 rs. e co-
vado.
Vallado preto e de cores a 2|.
Lindeza de cores a 160 rs. o cavada.
Lencos pequeos a 80,120 a 160 sa.
Chapaos da casier ftao a 8*.
Chitas pretas multo Urgs e fiaaa a 240 rs.
Algoda trangado preto muito bom pars vesti-
dos da eacravoa s 900 r.
Cassa de salpicoe com 10 jardas a 3.
Cambraia bordada para cortinados cosa 9 varas
a 29000.
640. .
Chapeos de sol de panno a 640 : aa raa ala
Queimado n. 44.
Fazendas pretas
superiores.
Grosdenaple preto moito superior pala dimi-
nuto prego de 29 o covado, panno preto asuilc fi-
no a 3, 4,5, 6, 7 a 9f o covado, eaeesaira presa
muito fina a 28, 29500. 3, 39500 e 4 o cavata,
mantea pretas de blooda muito Mpariacaa s 12t,
manteletes de superiores grosdenaples pretos 1-
camer te bordados a 359, soaraeaaaces a pasma
preto muito fino a 809, casacas lambem da aaaata
preto muito fino a 309. paletots da panno prelo
fino a 18 e 209, ditos de casemira da cor mes-
dada a 189, superiores grsvaliahss estrellas a
19. ditaa de setim maco ede gorguro muilo su-
periores para duas voltaa a 29, ditaa ealreitruba
com liodos slfinetes s 29, superior gorguro pre-
to para colletes a 49 o carta, ricos eufeiiea pretos
a 69, e assim outras muitas fazendas qae sendo a
dinbeiro i vista, vendem-se por pregas muilo ba-
ratos : na rua do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
Superior cal de Lisboa.
Tem para vender em porgo e a reUlbo Anto-
nio Luiz de Oliveirs Azevedo 4 C., ao sen es-
critorio rus ds Cruz n. 1.
Rosas artificiaes para ca-
bellos.
A loja ds aguia branca recebe* bonitas rosas
das que se esto usando para os cabellos, e veo-
de-as na rua do Queimado loja da sgaris branca
n. 16.
Fita branca de borracha.
Esas flta de qae tsnts falta hara acha-se naje
na raa do Queimado loja d'aguia brsuca a. 16 ;
assim como filas tronzas ou elsticas brencas o ale
cores psra debruar vestidos.
Olliera para o pavi e
lean).
Attenco.
Azeite doce, msrea Plsgmol, em caira de 12
garrafas, Vermouth superior e vinbo de Bordeaux
de varias qualidades : em casa de J. Mendibaure
& C rua do Trapicha d. 24.
' Vende-se urna casa terrea na rua Augusta
com ptimas accommodacoes : na raa dos Pires
numero 58. Z
Pechincha
Na loja de A portas da
Crespo d. 8.
Madapolo com pequeo toque
avaria a kjf. ''
Dito largo uno a 5# a p*e9a.
'Xlgodaozinho liso eocorpado a 2|80O
e3Japeca. M
Chitas largas de cores fixas a 320 ts,
o covado.
Dit%s .rxas estreits com pequeo to-
que dasaasjf com 38 coTados a 5f 500 a
peca e em CQf&ffos to*0 n.
de
Csmisinhss com gollinhas e manguitos
de cambraia bordados, fazenda mo-
dernsima a 59000
Ditas de fusto com salpicos de cor 3aOo
Golliohas bordadas com boliozinho lpOOO
Ditaa de lodos os gostos a 644) a 800
Ditas com maogailos de cambraia bor-
dadas a i|00
Manguitos de cambraia bordados maito
finoa a I9O6O
Golliohas bordadas a X40
Romeiras de cambraia enfeitadas para
lelo a 3|nao
Camisinbas para senhora a 39000
Lencinhos de lioho com labyrlnlho para
mao a }5O
Ditos a imilagao de labyrintho a lf e 18280
Luvas da lorgal enfeitadaa com vidrilho 500
Enfeites pretos com vidrilho a 8*30
Ricos aofeites prelos e da cores, a Tarca
e Garibaldi 62000
Grosderuple preto a I96OO, I98OO e 21000
Todas estas fazendas vendem-se na ros da Im-
peratriz n. 60, loja e armazem do pavo, de Gi-
ma & Silva.
Vende-se ums casa Ierres ns raa da ma-
triz da Boa-Vista : quem a pretender dirija-te a
rua da Imperatriz n. 19, qae se dir quem vessde.
Milho novo.
Vendem-se saccas com milho muilo novo, sa-
rala de Lisbos e farinha de mandioca, lado mul-
to barato : aa taberna grande da SuledaJe.
Predio a venda.
Vende-se o sobrsdo de tres andares a eolio da
rua do Amorim n. 19. bastante largo, e contando
dous armazens, por prego commodo, par preci-
sar de alguna coneertos: na rus do Vigario n. 1*.
primeiro andar.
Milho a 4000 o
sacco e farello a 5$
No armazem da Estrella largo do Paraizo nu-
mero 14.
Escrayos fugicos.
Fugio do engenho Piedade, no dia 34 da
prximo paasado, do abaiio assignsdo, o escravo
de nome Bosveotnrs, mais conbecido por Ven-
tura, com os signase segualas : idada 32 aaaoa,
pooco msisou menos, cabra retinto, quaai negra,
altura regular e ps e mios tambem regulares,
nariz um lauto apapagalhado. caballos alo mui-
to pegsdos, tras sempre barba imperial, mas fe-
chada pelo queizo inferior, tem cicatrizas palss
costaa, de chicote, e pelas nadegas, par j lar ai-
do sorra Jo, quando falla aprestado um tanto
gago, e peataneja sempre maito ae olbos. levou
chapeo de baela preta j coa aba qtaimada aa
tanto do fogo, a por Uso rogis autoridad** po-
liciaes e capilies de esmpo a apprtbeejao do
dito escravo, e remelle -lo ao referido engenho,
ao abaixo assignsdo, que sarao rttomttaaadtt.
Jote Barbosa da Silva.
Fsgio do dia 10 do correala da horda da
patacho Capoam, o esersvo criotlo msrinhei-
ro donme Antonio, idade 19 sobos pencomsit
oa menos, altura regalar, reato camprido a casa
alguna sigoaea da bexiaae, levou caiga a camisa
azul : qaem o pegar leve-o ac aacriptorio 4
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A C. raa da
Cruz n. 1, ou a bordo do dita patacho qat ser
generosamente recempaaaado.
1001000
D-se s grafifleaco de 1009 a quem pegas a
escravo Manoal conhecido por Mintel Francisco
cujo escravo 4 do abaixo trafgaede, teas aa aag-
na es seguir tea : cer mulato, cata tura regular, a-
beUos carapiaboa, oa dona dtntet da cima a
frente grandes, rosto comprido, qaaado amm
multo espigado, maito detembaragado ao fallar,
bem feito da pea e mios, diz ajara atea sofMvtl
de alfaiaia, asta eacrsve sai i
corta*) Beraerea Antaaiode-----------
eogenbo 4o Brum, no Cixaog aoads lai
do t criado e mallo conhecido naqsalle lagar,
retrd*- Sld o vendido palo Sr. Dr, Grada no de Pai-
la Baptiata no dia 33 da fevtrtira avoxka paa-
sade a fuflio no dia 36 da ssateto asea, f
cravo j asiese fgido quando atada Sr. i
la, para aa bandas da cidade de Ofinda
ribe estaba vender csrvio i
a*M da car vio, mallo da sapear aa U
o nome e que se intitule da tetra:
auloridadta policiaca e cantu** a*.
prteitasio da dHo eacrtvi
isa ooas a t/tasatia aaima _
der ilick.car^aa4a.aaa atetas coma atada j
se protesta contra qaem qaer qae o tenaa
lado. -------
Albino 2 Silva Lea
i
*T-??





MARIO DE P1WAMB0CO TH&1 FlIB 1& AUIL M IMS.
'/
,Litte?aiura.
" _' i i..-------------------------------------
A Diviodae de Itm Christo.
Olimpios dos nosioe dias nao aehando j qu*
litar de doto ns taita malaria da impiadade,
recorrem ao systema doi plagiarios, nao se lern-
brando qae padres insignes e doutores ffa e'greja
combaleram egregia mente tantos reos e tantas
heresiai.
O arianismo dea molito a ama serie de con-
trotersias, essencialmeote depeodeotea amas das
outras Ariaoiamo Nestorianismo, Eulycbianie-
mo, Mooopbyaitlsmo, Mooothelismo.
Na primeirs phise desta luc* to loogs e to
tita ae acba a Ditindade de Jeaua Cbristo, por
ato a da religio, e porlinto um dos pootos mais
importantes e mais praticos da grande questo.
Este erro foi combatido e muito bem ; o nao
precisamos ir ao concilio de Nicea para estudar-
moi a queste.
Se nos nio eogaaamos veiu ao mundo o pro-
pheta Issias-mais de dez scalos sotes do con-
cilio de Nicea ; e tejamos o que elle nos dis a
respeito : Partulut eoim Natas est nobis, et
filias datua est nobis, et' tactos est priocipatas
super hamerara ejus : el tocabitur numen ejus,
Admirsbilis, conettiarius. Deas, fortis, pater fu-
tari sosculi, princeps pacis.
Todos estes epilhetos majestosos, dados pelo
propheta aquello menino bem proram a sua d-
Tlndade. Veja-ie a carta de S. Ignacio aos ha-
bitantes d'Anliochia, e S. Irinea no lit. 4 cip.
83. Leiam-se sobre este assumpto S. Basilio, S.
Cyrilo, S. Cypriano, S. Ambrosio e Theodoreto.
Recorrendo ao Etangetho, comegaremoi pelo
baptismo do Jordo.
:
- O EBaflI
Traducida kmllaaaf V Oliveira
oldsaal
< Vem bom ermita da encosta
Nu rmo ttilbo me conduz ;
Ales me guia onde Miara
O talle do abrigo a lu.
Per aqni d?ago errante,
Tardo o paup, exhausto o ardor ;
Qir-ae-hia que o ampio deserto
Gomo ando augmenta o langor.
< Poge, Qlho 1 brada o ermita,
De expor-te ao falso clario ;
Paira ali maligna aombra,
Tens no abysmo a perdido.
Aqui para o sem guarida
Mmha porta aberta est ;
Com ser parco o mea sustento,
A boa tootade o di.
a Pica, pois; e litre aceita
Do que a celia deparar ;
Comer f'ugal, dura eoxerga,
As heneaos, a repouaar.
< Nunca o rmente, que erra eoa campos,
Que o mataiaem conienli ;
De Deua. que ha de mim piedade,
A ter d delle aprendi ;
< Mas d-me a terde montanha
Simples manjar festival ;
De tierras e (rudos me abasto ;
Bebo em perto manantial.
c Peregrino, tem ; nao scismes :
E' vo no mundo o soffrer :
De mui poueoohomem precisa,
E o pouco em pouco titer.
Branda a toz calata n'alma
Como o ortalbo do cu cabe ;
Humilde o viajor ae inclina,
E i celia aegui-lo tae.
Qaaodo Jess Christo o recebia da mo do pre- Aolonge ae ergua no ermo
, ... O apartado aufugio leu.
cursor, se abnram os cus. e o Espirito Santo em ; Alv|o ao pobre e ijsn,e
forma de pomba pousou sobre elle, e outiu se j Que na aeoda se perdeu.
a toz dos cus, dizendo : < hic est Pilius meua i c.____ ... -. _:.
,'.,.,. ISob o seu colmado tecto
dilectus. tn quo mibi complacui. tito batia que guardar;
; Simples tacho prende a porta
S. Hilario diz a este respeito o seguate : a Fi- i Que se abriu ao gentil par.
liua Dei audila conspectuque moostratur, etc. ,, .
_ As horas em que entra a turba
Passaremos a transfigaragio. Lemos em S. j A descanaar do labor,
Malheus o seguate : a Et ecce tox de nube, di- O ermita achegata o fogo
cens : hicestFilius meas dilectas, etc. E alegrara o tiajor ;
S. Joio Chriaoslomo obserta que s se ootira Troute os tegetaea e os (rucios,
esta toz depois de se terem apartado Moyss e E a comer, aorriodo, o iostou :
Elias, para ae nao dutidar de que aquellas pala- E a D'"ar P'fdeaas lendas
tras se referiam nicamente a Christo. As ,0Dg" hor" p,810U-
Diz Haldooado expondo estas palatras, extra- 1 Brincis ao lado o gatinho
faidas de S. Malb. cap. 17 : L "" /""'ico prosee ;
r ] O gnlo no lar se ouvia ;
que enim apostoli dubitabant. non Moysem | CrePila lenha a arder.
Mas nada alegra o ealrangeiro
De sua oor ao puogtr ;
A triateza lbe eoluia a alma,
Cometa o pranlo a cahir.
non Eliam, sed Cbristum Filium esse Dai fifi,
cum Paulo ante, cura noodum Chriali gloriam vi-
dissent, id Petrus confessas est.
Vamos ter no cap. 4 de S. Hatheus, quaodo
ali se trata das tentices. Jess Christo respoo- Ne"e e,l,do obserta,
dendo ao diabo. .he d,z : a t.de Satn. ; scrip- J?^^^-* diz-lhe.
tum est eoim : Dominaos. Deum '
tuum adorabis,
et tile aoli aarriea .
, Estas palatras sao tao claras, que nio precisam
de explicacao alguma.
Ainla notaremos as palatras do Baptista, tan-
do que vinlia ter com elle Jess Christo : Ecce
Agous Dei, occe qui tollis peccata mundi. Eis-
0 jui cot o o ji menciooado Mil lunado se expri-
me : Dei autem agnum appellatit, qaia a Deo
oblatus est, ut Theophylatus, et Euthvmiusob-
Moco infeliz, de que tem ?
t D'ontre a opulencia banido.
Vs te agora errante e s ?
Choras por (alsa amisade ?
Trabiram-te o amor sem d t"
< Ai 1 regalos da fortuna
Sao fragia ; bretes ae to ;
E oa que nella se extaaiam
Inda maia frivolos sao.
quer ser mais expli-
E o amor maia falso inda ; um brinco
Da formosara cruel ;
Se existe, bafeja apenas
Da rola o oinho em frouxel.
c Bia, 6 Qlho I a dor chirla.
Ka rnulher ou la manliu I
Disse. A fallas taes, do rosto
A cor o hospede trabiu.
Ante o olhar do absorto ermita
Surgen novia gracas.mil,
Quaes ligeiras nutpns d'alta.
BnlhanJo o'um cu de ail.
Os olhos. o seio arfando
Alteroam-lhe as commogdes ;
Era mulher o estrangeiro
I Em todas as perfeltoes.
pobre
c E a amizade o que 1 Um nomo ;
sertand ; sicut roc.mus sacriQcium Abr.b.mi. ttt&^**
quod Abrahamns obtulit. Aat Dei, id est, diti- Deixando b pobre a carpir.
Dum, proper ditinitatem, quoe in ipio eral .
Lem bremo nos quelogooo Symbolo dos apos-
tlos se l:
Credo......in Jesum Christum Filium ejus
noicum Dominum'nostram. Qui coaceptos est de
Spiutu Sancto, aatus ex Mara Virgine. >: Depois
temos no Symbolo de Nicea :
El unum Domioam Jesum Christum, Filium
Dei uoigenilum. Et ex Pater natum ante omoia
acula. Deum de Deo, lumine de lumine, Deum
vero de Deo tero. Geoitum non facturo, con-
substancialem Patri* per quem omoia (acta aoot.
Qui propler nos homines et propter noslrim ea-
lutem deacendit de ccalie. El iocarnatoa est de
Spiritu Sancto ex Miria Virgine : et homo (actus
est t.
E Santo Athsnasio anda
Cito, dizendo :
Sed necessarium est ad oaternam salutem, ut
fncarnatiooem quoque Domini Nostri Jesa Chriti
Jeiiter credat.
c El ergo Odes recta, ut credamua, el cooBtea-
mur quis Dominua Noster Jess Cbrstus Dei Pi-
lius, Deua el homo est.
a Deus est ex substantia Patria ante soecala ge-
oltua : et homo est in sabstanlia matria in toecu-
lo natus.
Perfectas Deus, perfectus homo, ex anima
rationali, et humana carne subsisieos.
c ^iualis Patri aecundum ditinltatem : minor rS" ilS '":
i "' Cin*ma Paire aecundum humamiem. j 0u me fingiam amar
a Qai licet Deus sil, el homo, non do lamen, >
ed uous est Chrislus. ,< A cada hora acompanhatam
. ti Com ricos dons os s<*us ais -
Uous autem non cootersione ditnilatis In Entre ellea me segu Eiwino'
carmen, sed aasumpliooe humanilatia in Deam.! Sem fallar de amor jimsis.
c Uoua omoino non conusione substanlioa, sed nmiMr
uniaiB laHaaa o Hamildes teiles trajats,
vnnaie peraonoa. Oir0 n^ ,nht oa
Nam sicut omnia rationslis et caro unas est. Mes o que a mim s renda
homo ; ila Deuset homo unus eat Christus,ele. Erani g,la' d0 saber.
Nada ha mais
Ah I perdoa ao rude e
Camiobaie, respon Cujus pasaos profanaram
O asylo do cu e o teu.
c Condoa-t* de urna donzella
Fugitiva por amor,
Qu busca a paz. e acha aempre
O desespero e o rigor.
Mea pae, fidalgo opulento,
Vitia do Tyne alem ;
De seos bena eu era herdeira,
Pois nao tmha mais ninguem.
Tropel de amantes buscata
sublime do que a historia do
Chrislianismo; e combinndose os propbetas com
os e>aogelislas, que harmona se encootra entre
uns e ouiros I
Bom seria que Mr. .Renn titase examinado
com mais atleoco aa verdades da nossa aaota
religio. para nao eosioar erros aos seuaduci-
pulos, na licao das lioguas orieotaes.
Aqui desgracadamente gosta-se de macaquear
ns cousas sem sabores li de (ora; e por sso, se-
gundo corre, l bouteem Coimbra urna couaa le
HiHlhaole por parte de nm estadaota de direito
Cannico, que disse desproposilos oso pequeos
nesta mesma materia.
HoJ, alm de todo o mais, pode-se dlser que
um anachrootamo. Esse erro teiu. e foi muito
bem combatido, como Qci dito ; portento nao ba
originalidade.
Mas eis-aqui razio, porque na clamamos
para que os paes e mies nao mandem seus pe-
brea filhoa a paaaear na Sophia e em Quabra-Coa-
tas. Eslao se censando a enainar-lhea a doetrina
para e orthodoxa da egreja catboca, para pouco
depoia irem deaapreoJer ludo iato, e ir outir blaa-
phetnlai, utrai coasas se nelhaotes.
Qee respeito pode merecer ama uoitersidade,
ende ten appareeido os compendios, que bem
conbecidoa iao de todo o manda; Gemeioer, Daa
oenmayr, Cavallari I
l aera* ates litros sqnellat por" onde se eo-
sine c'uma unitersidade catholica T
Deua Nano Seohor se compadega da pobre mo-
cidade portugiwza, que per este moda caeniofta
pa*a e preript*, chamando m abysmo ouiro
abysmo.
Mallo batexd atw dizor sobre este aasumpto,
asas iimiUaa-aW aleda es a Mano lea dita.
MiBQUBt di Utiuoio.
c As flores so sol abriodo,
O rrio celestial,
Nae tenciam na candara
O seu cora gao leal.
a Luz, rcio e flor : m, eatae-se ;
No p em brete a outra jai:
Elle imitara os no encanto,
E eu na constancia fugaz I
f Porque, taidoaa, enssiata
Arlea mil para o engaar ;
Tocan Jo-me o aeu affeclo,
Triumpbata ao aeu pecar.
Vendo se assim desprezado,
A' soberba me deixou,
E foi titer dos desertos
Onde em segredo expiroa.
< De seu pezar lite a colpa,
Ms cn'a ida a expiare!;
Quero aehr o seu retiro,
E onde elle jaz pouserei.
L, orculia e sem esperaogs,
Irei rojar-me no p; .
S por mim morreu Edwino,
Findarei par elle eu a I *
c Oh I que nao I a exclama o ermita.
E noa bracos a delem ;
Irada s tolla ; encara ; i'
E aos olhos Edwino tem 1
"~ v*ea. Angelice. 6 querida i
BMeto, tolte a ter
O perdlVtj, 0 proprio Eitrino
Oa* tae por ti retiter I
a Deixa apertar-te ao meu paito
E alliviar miotia dor l


-


i

ifc
e.ua.
* ....
Nunca mais a son ingrata
as separe, 4 ida, amor I
a D'ora avante ha de ligar-nos
Comanle e motea atTeicio ;
E que o tea ai derradeiro
Extioga o meu coradlo I >
ArziH* pr BernaNiao Pinheirt,
2? Vfl aA ei f?! 4hl Unc,,l di
peWicidade um boto litro: inexperiencia era o
braco que o impelliu, ousado o commattimento,
porque oasadia ae nio temeridade j de ai o
esereter Delta trra.
Na ultima pagioa do litro parece o autor ce
puertas de destonorto latrira oondemnacio do
proprlo arroje; e, ae Pygmaliao pedia um ralo
de fogo sagrado qae lhe illuminasse a obra, elle,
sempre modesto, s implorata ao leitoram sim-
ples olhar de benevolencia.
E' aempre assim. No calor do enthasiasmo ar-
camos com ai mais arduas empresss, e ao pri-
mairo escacaar de lot(*t a cabeca, a fria eabega
proteata por nio outida ; o aol de reflexio dir-
rete as quebradicas azas dos notos Icaros, e ca-
himoa antes desalentados qae vencidos I
Arzilla porm nio loisobrou no abysmo; sio-
graodo em mar de rosas, prospera a bafejita o
galerno: todos lhe chamaram abem findae
a imprensa, pelos seas orgioa mais Ilustrados,
acolheu com phrases animadoras o joven ro-
ma nciiti.
Quando o nome que o firma, nio faz suepeitar
adulacoea, um litro assim recebido devora- ns-
cenariamente conter em ai quilates oV mui sa-
bido preco. E cootm, e tantos que s o longo
meditar-lh'os poderi ataliar todoa ; o manaoeial
4 fecundo, aem improbo trabilbo nio ba ei-
bauri-lo.
Dase longo meditar, porque para saludo e re-
creio o litro de Bernardlno Plnhelro. Ahi ha
o retolter de antigos cdices e o desabrochar de
flores de urna poesa oatita : ha o profundo sel*-
msr nos elos mysteriosos da historia e o pulssr
continuo esa palpitacoea do coracio: ahi ha
Walter Scott e Balzaca critica da bialoria e a
pbyeiologia das paixes.
E como historia e romance o podaramos dos
encarar, se antes nio preferissemos olha-lo como
romane* histrico.
Transporta nos o autor ao scalo XV, introito
explendido das glorias portaguezss no sntigo e
noto continente, e neise secuto circumscreven-
do-se ao reinado do luso Scipiio, aelecta um doa
iejtos que lhe grsngesrsm o epitheto di africano,
nio por corto o de que mais nos podaremos afa-
nar, mas o de que mais taotagens baurirismos,
e urna -Idea poltica, intaristel e tenazmente
proseguida houtease presidido aos reinados se-
guintes. Era esss,-que o tacto poltico do he-
roico mestre de Atiz antevira ao arremeasar a
langa, daa portas de Ceuta, ao cetacio da Mau-
ritaniao proloogar o territorio portuguez no
litoral da Lybia, alm do estrello*: quer dizer,
eletar Portugal entre as potencias de primeirs
ordem, prlmeira laltez, ao aaaotebrar com as
qumas de Ourique o solo de um imperio, meio
europu, meio africano.
Isto valia bem as conquistas na Azia e as dei-
cobertss oa America, d'onde pouco mais nos pro-
tejo qae a serie de iofortunios qae sobre nos lem
pesado, como o dedo omnipotente de Jehotah
sobre os captivos da opulenta Babylonia !.... '
Voltemos a Arzilla.
Na descripcio da aua conquista assim enmo em
tode o litro, respeita Bernardino Pfobeiro todo
o rigor da historia; galas de phantasis s ata-
viara o qae pela imaginario foi creado, eae urna
exigencia de arte o obriga a falsear um algarismn
que soja, elle o primeiro a advert lo e a des-
cu!par-se at.
E em se ter afastado da escola de Dumas, on-
de a terdade e a deduco natural das epusss, sio
sgeitadas ao sabor de aeus caprichos, loutamoa
na o joten romancista: neste genero Herculano,
lebello da Silta e Aodrade aio entre n, sem
duvida, majs correctos e seguros modelos: o
primeiro ji assiste em tids i queda da sua repu-
tigo; para, os segaodos aindi ns posteridede se
bao de polir e aperfeicoar asjoiasjla sua coros
Iliteraria, porque um visou i popularidade e fez
um fogo de artificio, os ontros Airaram mais al-
to, e inaculpiram ssus oomes .o'algums coma
mais duradoura que o bronzea admirscio cons-
ciencios* dos horneas que estadsm.
Entre os caracteres histricos que Birnerdino
Pinheiro nos aprsenla, apessrde oiostaltareu
na primeira plana, deatacam pela mestrls da pin-
tura D. Alfonso V. e o principe D. Joio. As chro-
nicas de Ruy de Pina e Garda de Rezend* eou-
iros nio foram etocadas de balde : d'ellas, coo-
sinla se-m'o dize-lo, foram photographadas a
luz da terdade eitea doua gigantescos tultos da
nossa historia : um qae foi o ultimo lampejo das
ideas catalleirescas da edade media ; outro o in-
fatigstel acoate de feudalismo. Ali mal se des-
cobre no principe D. Jlo o rei que depois seria,
ainda nao tioha saldadas ssconlss do tributo de
loucuras que a mocidade oos impoe. oa como diz
o palaciano Bezende, ainda nao poda negar o
que a nalureza d, e.aquillo a que gtralmtnte
o$ mancebot tao mai$ inclinados ; mas atrits
mesmo fritlas cogitacoea 14 relaoapeja de quao-
do em quando a idea domioante de toda a sua ti-
ds, e seu csracter desptico, timbrando as vezes
de generoso. Cresnja e aventureiro na empreza
nocturna hornera e grata penaador ooa pri-
meiros captulos da poltica de Portugal no
secuto IV 6 sempre o mesmo D. Joio tal co-
mo a historia no-lo traosmittiu atrats dos s-
calos.
Rosalinda e Anna Mafalda sao dous typos en-
cantadores, olo sei qual methor concebido e exe-
culado.deuoa preferencia as leitaras, que no
atiliar de sentimentos as creio mais competentes
qae nos Qarrett que ocoofessa.
Ambas jo tana e formosss. coabe a um s ho-
mem inspirar-lhe um lenemente amor ; porm o
mesmo fogo, ateando-se em dous coraces difi-
ranles, msnifestou se tambera sob differente es-
pecio.
Em Rosalinda 4 o amor da infacia aontinuado
na adolescencia, innocente como o das flores, suas
irmaas, tranquillo como o de quem j ae julgata
esposa e nao amante, e ae por instantes o ciume
teiu turbar aquella aerenidade, a natem tempes-
tuosa deatez-se ao primeiro eorrir de Jorge Ruy.
a creinca amaoheceu um dia mulher ; um muo-
oo, um templo, um edeaentreabriu-se-lhe n'am
aoobo, e quaodo Jorge tioba buscar a companhei-
ra de aeus (olguedos, a donzella, eorando, lhe
apontou rastrada do paiz dos sonhos e smbos,
ora ananando, ora apreodendo, folhesram juntos
a primeira pagina do litro do eorecio : e esse
amor nanea desmentiu a innocencia, a placidez e
brandura de ana origem.
Em Anna Mafalda o amor por seleceo e nio
por habito ; por gratido e nio por deter, a
chamma que illumina mas que abrasa ; o amor
do sera'o sctasl, em divorcio coa astas creacoea
monitruosamaole parteraaa: eomtudo nio aerei
!? ?U! atf!r *' tMMlealllNnea, pirque a
hiitona aetiga a contempornea iotelligente
me deamenlerla. O autor reaoio todos oa Cri-
mea, todoa oa vicios n'am s horneo, coroou-oi
*om um amor incestuoso, o delineo* Fr. Joi do
Amparo. Desgraciadamente aa cores todas lbe
as preparara o clero doseculoXV, nesse seculo
em que se tornou o receptculo de todas as tor-
pezas, em que aa testes da humildade acoberte-
ram asmis desmeJidaa ambicea, e a pstsrra
de Christo foi escsroecMa petos que se intulsvam
seas defensores. O etemplo tioba d'allo. O fa-
moso Xisto IVque eetaese aentata no solio pon -
liflcio era o primeiro a dar exemploa de simona
e corrapgio ; igual a aua perteraidado s o era
a aus ambicio A posteridade pede-lhe coatas
do sangue de Store*, fllho do duque de Milo ;
do de Loureoeo e Juliio de Medicia mandados
assasainar por elle ao letaotar da hostia para
enriquecer um filho aeo.com os despojo doa ae-
ohorea de Imola e Forh I... e entre os aasassinos
contavam-se eu cardeal, um arcebispo e um
padre... No pspado rsiata a aurora do aeculo
dos Borgiaa I.. Eis o clero nsquella desgranada
poca ; eslude-se a historia e depois compare-
mo-la com Fr. Joa do Ampar. O joio sempre
cresceu a par do trigo, mas nesse lempo na mea-
se do chrisiiaoisn.0, pullulou em abuodaucie, e
ae a nio aba(ou, 4 um milagr* de maia a confir-
mar a diriodade da aoa inatilaicio.
O cura de Camareta o reterao da medalha.
Um espirito simples, mas recio, um coracio bon-
doso, eimoler.f oaipenetrado da excellencia dasua
misso, nem um s instante descurata de enca-
minhar seu rebanho, com o exemplo, com a per-
sus;ao, com o estimulo, no camioho das virtu-
des do chnstianismo, porque as aeges nunca
desmentism suas palatras, e suas palatras eram
aogidas, ao alreressarem-lhe os labios, pela
crenga e ama pura. O cura de Cimarala o
lypo do padre segundo o etaogslbo, humilde
senihypocrisia, religioso sem phanalismo. No
dyxlliourna daa partes do romance, escrip-
ia com mala mimo e auavidade reconbace-ae a
influencia salutir do bom padre, e o nosso es-
pirito eleva -se 4 meditaco daa palatras de amor
e paz que o mariyr do Golgolba fez ouvir ao
mundo, e sentimos infibrar-se-uos n'alma urna
f sincera, urna crenga inabalatel. Algumas si-
tuacoes ba no litro, que desejsramos ter melhor
aproteiladas, e de qae tornaramos reapons/vel
aeu autor, ae loase urna obra acabada, e nao um
simples ensato, o seu litro. A quem com tan-
to eooJo rompe na lide a primeira lanca, ad-
terli-lo, nao desanima-lo, a conaciencia lbe
dir que (oi maito alm do que ae lbe poderia
exigir.
Arzilla prima ainda pelas excellenclaa da lin-
guagem terdadeiramenle porlugueza, como a
pedia o assumpto : nesta poca em que de noto
eaio em vog oa ealudoa classicos ma recom-
meridacio de maia para seu autor. O eslylo
nao sorprende pela opulencia e profusio de ata-
vos, sempre natursl e fcil molda-ae as exigen-
cias das circumstanciss, ora grate, ora mimoso,
ora entbuaiastico sempre correcto com dema-
siado escrpulo, se em tsl materia pode hater
escrpulo em demasa.
Nao quizemos (azer a critica da Arzilla. Apon-
tamoa aimpleamente ao correr da peona, algu-
mas eposidaraces, que urna rpida leitura nos
despeitou no espirito com o Intuito de servir de
incentivo a que se eatude este litro que em si
conlem lantoa principios de sia moral e cojo al-
cance social 4 ioconteststel : retoltendo os ar-
chivos da historia, Bernardino Pinheiro nao ces-
aa de tizar continuamente a tisis no que ora
somos, espargindo aqui e all o germeo de ideas
proteitosas ao estado actual e futuro da socie-
dade.
Anilla 4 *m litro qae ma vez lido, accende
desejos de os tornar a lr.
Oala que este primeiro triumpho nao emba*
Beruardioo Pinheiro naa delicias de Capus.
Augusto Sarment.
Leitora scienUfico-indastr-iaes.
O MAR B O CORAL : OS VOLCKS K AS LA.VAS.
O mar, easa massa d'sgua, que oecupa tres
qaartas partes da superficie terrestre, que os
natios percorrem, sertiodo de vehculos 4 citili-
sacio e industria humana, merece e solicita com
justiga o estado dos que anbelam conhecar oa
maratilhosos pbenomenos, que a creacio s-
lenla.
A distribulgao dos marea, aa auaa modiBcaces
successivas, a differeoca entre os seus niteis, as
marea, a correntea daa auaa aguas e sa doa ven-
tos, que aa agitam, conatiluem um admiratel e
sorprendente conjunclo de fados, e de pheno-
menoa, que' nos oceuparam em varas de nossas
leituras, e isto sem ler em conla que, ensober-
bec Ja a acieocia peloa seus progresaos, e moti
da pelos constantes desejos de estudara creacio.
enconlrou meio para descer aoa mares, fazendo
accessivel s auaa inteetigacei o mundo aqua-
lico, e obtendo deat'arte tactos, dados e conheei-
mentos tao curiosos como instructivos.
O homem, ao explorar os abysmos do mar, e
ao estudar a tida aubmarina naa auas dislinctas
roanitestagas, procurou gozar das maratilhas e
das riquezas, que aquelles encerrara ; riquezas e
maratilhaa creadaa por Deus psra eate fim, posto
que os naturalistas descobriram, quando exami-
naran) a formagaodo othodoa peixes, qae s po-
dem ver os objeclos que os rodeiam.
E em troca ao homem Iha concedido, quan-
do desee s profundidades do mar, o conhecer
de um modo diaiiocio e perteito lodos os seus
pormenores e s tida dos seus habitantes.
Ao estu Ja-la chama desde logo a atteocio, a
guerra incessante, adesiruicio continua que en-
tre etles surge, admiravelmente compensada pela
poderosa forrea de reproduegio com que Deus os
lem dolado, e pelo rpido deaenvoltimeolo. de
que gozam-
Em prota deatesfactos recordemos que, segun-
do numerosas experienclss, innegatel que os
peixes adquirem osau comple* desentoltimeo-
lo em menos de um anuo, e que ae a bsleia, cajo
crescimenio 4 portentoso, come de urna tez mi-
mares de individuos microscpicos, em troca de
tio notatel o numero- deates, qneoecupamum
reduzido volunte, queso contam por milharea de
bulioes nos brancos collossaes. que potoam o
oceaoo.
Se saludamos a flora submarina, nota-ae as
profundidades do mar ama regela;io terdadeira-
menle tropical de diversas e sorprendentes for-
mas e de mgicas e viva* corea : maia de deas
mil especies de vegelaes submariqos conhecem
hoja os naiuralis,taa, eotre os quaes sio mui com-
muns verdadeiros gigantea vegetaes, cuiaa longi-
tudes se achato comprehendidas enlre 109 e 1,500
pea.
No meio dests vegetacio oa peixes e os polypos
com as suas caprichosas formas, e com as sus
ftmnre i vaeii.p i.i H 9a" caP""osas turmas, e com as suss
CSS 4 2i. ;Jde eM>r4n ** .e nH"das corea realcam de um modo admiratel
oasae, e a cada ameaco a enroscar. narran. nmrin..i0i;,1....:___.. x..._,_._ j ;
baste, e 4 cada aneaco a enroscar-se, a arrei-
gar-se, a torturar o coragao da deaditoaa ticlima.
Eu sympathso mais com eata ultima, 4 a aym-
P*ii d* de,gMa- Oue mt Perla a mim, Ro-
salinda, suspendeodo ao seio o fraclo do seu u. u u arowroo
l!ffrB0,i'" niolhe ha mingua d'affeclos, pela aua fcil digeslao. A agricultura un lisa
Wd. :- 2 "lWo 6 B,b0 Aaat >a- !algqae a. desorden, do mar accumulam
aa, um, e rtemo nos sote a aboegsgao da | auas orlas, e a chimica tem extrahido das mes
iflnstAsinllailna m S a i v 1 a bbbuih.J. ____ i
o aspecto esttico do eonjuncto descripto, do qu.i
ja o homem lem lirado numerosas utilidades.
Os habitaotea daa costas liram grande proteito
da alface maritims, de outroa tegetaea que co-
mo o o arotoroot, se geoeralisaram actualmente
as
naa
mariyr I A retolucao heroica um doa capitulos
de mais seatimento, que hs maito hitemos lido,
que, para conceber aquella heroica generosi-
dade. misler sentir e sentir muito ; aqui foi
Bernardino Pinheiro poeta e poeta como Lamar-
tine na Graziela. se a coocepol* do eerader de
Anna Mafalda nao (oaae mperor i do lyrico
irancez. draziella morre, ma nio sabe calcar
aos ps o coracio e dizer: -* < Oh I /amis u di-
ineprecia-
mas o iodo, procurando um elemento
vel 4 medicina e 4 industria.
Sendo-noa impossirel o tratar em urna s Ititu-
ra, aioda que sem mioociosidada alguma os
tactos pnocipaes da tida aubmarina, oceupar-
nos-hemsi oa actualidade doa corsea eda indas-
tris, que nrigina a aua exploragao.
Conhecem-ae oa coraes desde o maia remota
nliguidade, os Gregos, sa dermas peso is psla-
csia ; collocaode-ae sen hareaj oaa'freal'd'ama
dama, ,*sta que sempre *ebrs4e as prejaaz
do primeiro.
Fr. loe. do Ampro um carcter repugnante,
exagerado taires, principalmente para i Uitt
jue,
an'
Vi Z. ZZ I. i y i ;omais se u.- aunguiaaae, o tirogoa, a* dermaa peso s pel
di V222L*!2J&a qUf 6*rd. a *" ao >" *<> "emio o Sr. ScheidweiU
ZSTtT*' mcomMm a t*** aleslanl-I ler. copheeism-os pela Momiiagio daOlhos do
. i ?,r I*6 deu luw '*-rt 'roa seienticos.
orge Ruy Ultez o nico do* earocteres d* E prprendidos no notar que extrahidos da asna
qiaeetfutor ae eaqueeeu de tirar lodo o partido alormasflorses.de qae tratamos, spreseota-
poantel ; reconheee-ae 4 prlmeira vlsis queesti I T*m o aapeatode ama pedra de cor.e eoateoci-
siDiplesmeote esbogado. Apesar de protogooista, .o da aua nalureza vegetal, acradilavam a
conserta-se por mais lempo ns penumbra do que '
detia para dos nio deixsr estriar o Interesi*
com que desde o principio nos caplita. Seqaioso
de amor e de gloria a fortuna aorri a aeus anhe-
lo*. Dietiocto eolre o* gaemiro*. amado por
duaa mulherea, a tete a inelicidade de nio
Ibes poder retribuir egaslmeote : com todo,
2!*YM"!? d8 Ter no "^ ae "*>. Jo
que So* ps de sua dama, terdade qde quem se
sent influenciado por doua amorea ha de necea-
"vr!mJ^^,!S,"'i^^, *** fdrbardioo Pi
expostos os corss ao ar, se pelrifJcstam ibsfs_-
laneamenl*; ade erro sobre a constituigo dos
coraes acbata-sa lao iotroduzido que em 1817,
eccupata-ae Reaumur peraote a academia das
setnelas em indicar a nalureza animal dos co-
rees. M n
O sabio hollandez Irambley demooalroa tal na.
tureza cemplalamenta em 1740, bam como a afi-
nidad e dos coraea com os outros polypos, e por
"'limo ,. o compaobeiro do celebre navegante
"L'HTZ^IS*'1^ """0"* #riaiino Pi- 50<# aDI 80. prooii peailitamente q* gran-
nhhetrotoroosf-se galanteador 4 eastl do romeo- a* o.umero das lhas do sul devisa a aoa eiia-
sta ; collocaad*rae aea hva rr..i. h-.. tencia 4' agglomarigao dos coraes. Difiranles
Iheonasteem sido expostas psra explicara forma-
Cao doa baucos de coal, e aem ooa demorsrmos
em enumera-las, B#m #0, deolfrar enigmas mui
curiosos s, terdade. pasearemos a occu*ar-eos
ao coral d jodualria qu xiste as porgajoca
italianas, a* quaea procursm um objectoa lo-
xuoaoa e artsticos, que realcam a belleza, e
caplitam a tista.
Os coraes abandam extraordinariamente no
golpho de aples, sendo de differente natureza
e de diversos raatizes, o* que se obteem no seu
faodo.
Os instrumentos, qae se utilissm para a pee-
ca do coral, aio mui faceii / esa bsrep, imaa
redas, e varias sondas, taes sio os ioslromeotos
de que se sertem oa pescadores napolitanos .
que tao explorar na beos cuja profuodidade
mxima nao excede na localidade, que noa oe-
cupa, de seis ou sele metros.
A sonda coosla de varias parles, que sio mni
adequadas para apanharem oa materiaea em quea-
to, e al em alguna pontos do golpho de a-
ples temos tambem fnoceioaar dragsa, anlo-
gas s que actuam noa portos, porem motidaa
por tarios homens, por Cojo malo ex ir a he m os
materiaes que proporcionara o coral.
Depois de ler pescado os corsea, anbmettem-ae
* clasaiBcacio, aem ojo requisito nao ae entre-
gara ao commercio. E consiste aquella em dei-
tar o coral naa caldeiraa chelas de agua em ebu-
igao, por cuja aegao se dissoltem aa materias
lerroaas, deposiiaodo-se o coral no fundo das
meamss.
Das ms te ras terrosss, depois da ama prepara-
5*0 conteniente, obtem-se a coralioa e os pos
do coral, que para tantos naos se desliosm ns n-
dustns. O trabalho dos brincos, medslhas e ou-
tros artigos fabricadoa do coral, eT-ctua-se em
offlcinea prvidas de serras, tornos, pedras de
amolar a outras pequeas machinas sproprisdas,
consodo se o seu talhe a varios artistas, alguna
doa quaea roarcam oeate trabalho com perfeigo
noiave os altos dotes, que tem immortalisado
4 Cclline e 4 ouiros dstinctos esculptores.
Passemos a occopsr-oos daa latas, isto dss
diferentes materiaa fundidas, qae deiiam (ora os
volcoes ou mootsohas, oas quaes apparecem,
vindo accompanhadoa de notateia motimentoa,
de singular ruido, de densos tapora* e de ater-
melnadas chammss, ludo pheoomeoos originados
pela aegio igoea do nosso globo.
peoominsm se erupgoes aa emlssoes que nos
referimos, e crtera do valcio o orificio, pele
quai se effecluam.
Chegam a ceoto e aetenta oa vulces em acti-
vldade, os quaes actualmente ae contam na Eu-
ropa, sendo os maia celebres o Vesutio e o Eina,
assim como o ds ilhs de Stromboli, o qual deade
a mais remols aotiguidade offerece o phenomeoo
de estar em constante erupgio.
O numero doa vulces apagados, oa que se en-
contravam em actitidade, antea do estado actual
do nosso globo, mui numeroso, e a sua ettinc-
Co dete-se ceriameotea grandea e notateia con-
tulsoes terrestres.
A parte superior das latas tem aspecto espon-
joso, e anlogo ao das escorias, mas o seu inte-
rior aprsenla outra textora msis parecida 4 da
pedra.
Existslem numerosas variedades de latas, e ss
suai dcoominages recoobecem por ponto de
partida o seu aapecto exterior e a aua dialincta
composigo.
Nem todos s* podem submelter sos processos
que se empregam em aples, e que transfor-
mam aquellas msssas informes em objeclos de
tuzo e de nio escaseo talor.
A industria da lata, aegundo os dadoa estatis-
ticos de origem offlcial, emprega mais de 85,000
trsbalhadores, dos quaes 15,000 ae oceupam nos
trabalhos manuaes, que aquella exige, e 20,000 na
tenda e preparago da materia prima.
Em aples existem mais de 480 moldadores
e 300 talladores, e oa producios da industria, de
que traamos, coostituem o principal artigo de
exporiagao do commercio napolitano, ao qual
procura notateia beneficios, pois que estes sa ata-
liam em 70 milbea de realoa.
As agulhas, os brincos, medalhas e braceletes,
aa eaiatuaa e-adornos de lata poasuem um talor
notatel, que depeode msis do seu mrito artsti-
co, do quedo prego da materia prima.
J disemos anteriormente que as latas em-
pregadaa na industria offerecem na sua compo-
sigo urna variedade numerosa, a qual, 4 forga
de pralica recoobecem com tode a exactidio oa
operarioa de aples, em virtude dos seus csrac-
terea exteriores.
As cores das lavas sio a de purpura em urnas,
negro, azul e cimento de chumbo n'oulras, e cor
de perola em varias, que os avaliam em maito,
porque nao sio communs.
Taes sao em geral, as latas que utiliss a in-
dustria, e que colhe ao p dos vulces. E a fa-
cilidade qae offerece osea fabrico, dete-ae 4 fa-
citidade que as caracterisa, ara consequencia da
grande quantidade de materias alcalinas e de cal,
que conlm.
No principio atermelhatam-se as litas, e lan-
gatam-se em seguida agua para destruir a sua
dureza, depois pulverisatam-se e misluravam-se
intimamente com urna massa ou mstic formado
de resina, cara e oleo de hnhaga, resultando des-
ta uniio urna suCslencia leve ao tacto, e que sub-
mergida na agua, constitua ama paata, que po-
da amassar-se aem quebrar, propriedade que
perda, quaodo se expnoha ao fogo.
Estes processos nao se apropriatam oem s exi-
gencias do osoldej nem s dos lalbadores, por
que era frgil a massa obtida, e, portelo, procu-
raran] combinara lata com a cola (orle e com o
aluminio, cooseguindo-se mui pouco notateia]re-
sultados. Depois de urna experiencia continua-
da, ootou-ae que era indispensatel triturar al la-
tas, amassa las com urna quantidade mnima de
agua, e expr a pasta depoia aegio enrgica da
prensa bydrauliea. Preparada, aegundo eate ays-
tema,a lata mui compacta,possuindo urna dure-
za notatel, e prestando ae a adquirir o pulimen-
to do msrmore. Outra daa applicages da lava
o seu em prego as coostrueges, e, segundo a
opioiao de autorisados engenheiros, mais so-
lida, de msior dora^ao, e da um aspecto mais
bello do que a pedra, dando aos edificios com ella
construido cerlo carcter de aumpluoaidade, ob-
tido com grade economa, pois que o seu valor
apenas a 5a oa a 6a parte do da pedra.
L. DE SUCEDO.
(.Vacdo.)
Variedades.
NOTICIA SOBRE PROGRESSOS DA RELIGIO
CATHOLICA NO CABO DA BOA
ESPERABA.
(Cooclusio.) "
Finalmente, resta ainda dizer-ae, qae os ca-
Iholicos do Cabo da Boa Esperanga aio irlande-
ses pela maior parte, haveodo tambem mu-
tos ingleses e escoceses, alguna poneos franco-
te* e hollaudezes, cousa de ceoto e tantos por-
tugueses e hespaohoes (pela maior parle mari-
iimoa e pescadorea) e bastabtes indigeoss. Mui-
to pouco sio os que sio ricos, o maior numero
sso artistas e lstradores, alguos logistas ; mutto
pouco de entre etles leem cargos do governo bri-
taonico, e aio raros os que como eu, e o com-
missario portugus, commendador Alfredo Du-
prat, qae eramos empregadoa do goterno de ou-
tras oages.
Concluir!, dando a lista daa tarrea onde ha
egrejas catholicas na coloaia brltannica do Cabo
da Boa Eeperanca, devendo nolar-se qae nio ci-
to agora a Cetrera, nem Natal, Free-State, etc.
mas nicamente oa dous destrictoi occidental e
oriental do Cabo, propriameate dito.
Deiiricl occidental.
Cape Tovaporto de mar. E' catbedral de
Santa Maria.
RondeboscbVilla bonita, a qnatro tnithas de
Cape Towo, entre a bahia da mesa [Table Bay)
eade(5imou's Bay) que urna bahia ioteroa
na bahia falss (Falte Bay) onde se esteode o fa-
moso Coo da Boa Eeperanca. A egreja cha-
ma ae de S. Miguel. -'
Kalk-BayE' a egreja de que fallei, qae foi
notamente edificada, estando eu no Cabo, Kalk-
Bay ou bahia de Kalk, como a bahia de Simio
(*; Wjf) uma, baha aterior de Falte Bay
(Bahi Falsa).* Ha em Kalk-Bay ama potoagio
do pescadores (grande .nnaaero aio portuguezes
e hesparrnoes), e dina Vt mlllias de Cape-Towo,
entre esta cioade a de Simon's Towo.
Wlmon'sTowo V ama egreja vela oa cida-
Leste nome (cidade de Simio) porto domar
Hs seguro do Cabo, onde esli aa dbekas,
srsenses do raartnha, ote., aa bahia cima Ho-
rneada {Simn1! May.) Dieta Bilbao do Cape
Town.
George TowOu cidade de George. Tem ama
boa egreja. Fica a 300 mil has de Cape Town e
uma jornada, peto aseos d f s 7 das s ca-
vallo. Tambem ab a* vae par mar *mbateando
Oudetsthoorn Tem uma egreja nova que ae
conilruiauo meu tempo como coa le. E' eata
um* bonita aldea junio 0o Qlifml'tfHvtr) Re
]a ditisio citil aerteoce.
Dettricto oriental.
Grs*V* Tow a.-T.Q, catbedral da
ae oriental, o anataato du frerraa a
cao do qu* falle!, creio que boje
S.-".?T ^?tsTei".
rort-Elizbeth ou porto da Isab*lHa ali i
egvbjas.
Em Uileohsge, Fort Beaufort, Buriberadoro
eKingWUliam'.Tow-ha um. eare.fTsTeada
uma deisss Ierras. m '
Os miiiionarios, tem qnasi todos, 100 libras
aterlinas cada um por auno, eosinsm as criaaea*
pobres, e teem dispensa para dizsr duas mistas
nos domingos e dias santos, para coatanlaocti
dos christios, acudindo estes sacerdote* a* aaao-
mo dia pois, a dona pontos bem distaste* pan
celebraran o offlcio divino. Tambem viitott
os hospitaes, isrvem de conselheiro sos catboU-
ros pobres, acodera aoa desgragados a fazem laj-
do quanto 4 verdadsiraaseot* da caridade evan-
glica. Deua o* premale f
EmQm, mea charo, baala por boje, e coaolni-
rel aqui aem descer a mais explicages geostra-
phicas polticas a histricas, etc do paiz, avia
cumprids, tae j a manada. Plqm lato paos
para ootra vez, ae 4 qae teas animo do aso aca-
rar, e oo eotaoto, embora faca muito pouco jni-
zo da mioha religio e moral, e so admita <*------
me metler a escrever sobre Uso, ro faga
feche os olhos, e lambre-ae a do dilado.
* Bem pregara Fr. Brax, fazei tt a que ella
d\z, e nao o gue elle fax.
Soa do coracio, aeu amigo fiel, Francitco Ira-
vattot Valdez.
{Jornal do Commercio,de Lisboa).
VENENO TERR1VEL.
Caussva grande senssgao em logUterra a rate-
Isgio faita por um tacultalito ioglez de qae os C-
ganos, eotre tarios segredo* que posaueos, guar-
dara, com especial cuidado, o de nm veneno con-
tra o qual acieocia oto tem recursos do aeoho-
ma especie e cuja accio mortfera 4 iofallital.
Este veneno chamt-ae drti.
A aoalyse chymic* nao lbe daacobre subaUaca
alguma venenosa e o miaroicooio dais* apones
ver tomos vegetses, innocentes na appareacia.
Julga-se que os cigsnoj fabricam este venono
lerritel com um toriulhdppirticular.
Quando ae iotroduz na) syslama, espalbam-se
pelas membranas mlibaros d* tomos mic
picos, que produzem logo milhes de Blas
arrouchados de 13 a 18 polegadas de o
que obstruem todo* os cana** loleriores.
O paciente sjffre sem one o medico posa* ade-
tinhar a causs.
Geraimente, a acciefdo veneno a presan ta o*
symptomss de ama rpita coosuo.pc.io o en-
fermo escarra sangue in abundancia. Aon das
ou doze dias a morte 4 ioetiiavel.
No momelo oa qae cesss o calor do carpo,
para tambem a vegetafao interior, decompoode-
filameoloaaa, s sea an-
ee rpidamente as _
topsia se retarda do
os aigoaes da tage
i, desapparecam todo*
tortor e oa perito* ni*
o------ tw-~k^^ ^ *-* irtiiiwo snaav
podem averiguar a cansa da um maullado tao r-
pido e fatal. ,
O facultativo que revelo* estes fados dis qae
viu varios envenenamentos desta* na llalla o no
n'ums autopsia qussi immediata vio recolber ta-
ses filamentos snMue liona coaoeed* progre-
dido a decomposig,
De todo o modo, o caso pata rsmisaa.
MaRTYRKS DO MUNDO.
O soberano, 4 mariyr do importunjgoes.
O pretndeme, mariyr de eaperancas.
O rico, martyr de cuidados.
O pobre, martyr de neceaaidadea.
O poderoso, mariyr de ambigoes.
O discreto, martyr de enlendimenlo.
O ocioso, martyr de vicios.
O oceupado, mariyr de caoaeiras.
O aabio, martyr de intejss.
O oeacio, martyr de presumpges.
O despschado, martyr de enfados.
O escaso, martyr de desejos.
O tirtuoso, martyr de escrpulos.
O peccador, mariyr it culpaa.
O temerario, martyr de risces.
O cobarde, mariyr de temores.
O retirado, martyr de esqoecimentos.
O iotrometiido, mariyr de desprezo*.
O salido, martyr de receios.
O destalido, martyr de seotimeoto*.
O glotio, martyr de achaques.
O oecessitado, mariyr de miseria.
O csaado, martyr de obrigaeftes.
U solteiro, msriyr^de descommodo*.
O ambicioso, martyr do sustos
O bemleitor, martyr de iogratides.
O amaote, mariyr de cismes.
O atarelo, mariyr de falla*.
CASAMENTO DE GRANDE NOMEADA.
Aoouocia-se em Parts o prximo casamento d
Salomi* James, bario de Roischild, filho do ba-
rio James, com a joten Adela Anana-Carlota do
Rotschild, filha de Meyer de Kotcbscbiid, do
Fraoctort. Os ooivos sio aeohorea de ama das
mais colossaes fortunas do muodo.
NOVOORO.
Descobriu-se em Franga unta nova liga qae imi-
ta perfeitameote o ouro em todas as suas proprie-
dade de meleabilidade, brilho a inoxidagao. Esta
liga chamada ero Paria, oreidt, foi inventado por
S. Mourier, e J. Valiente ; e come*-te do 100
partea de cobre paro, 17 d* zioce, i de msensata,
360 de sal amooiaeo, 160 de cal viva, e 9 de tr-
taro do commercio.
Fundido o cobre no crisol o esa foraalba con-
veniente, a magnesia, o sal amoniaco, a cal o o
trtaro vio-se juntando em p, pone* s poseo
sepsradamenle. Todaa eata* materias ss moveos
no crisol por espago de 30 sainlos at que so
mialurem e liguem bem. Entio se lasca o naco
em limalha por toda a superlicie do bando aao-
tallico, em aeguidaw se mote com cuidado at i
completa fusio do metal accreacaotado, cobro so
o crisol e deixa-se que a fusio continua nns 37
minutos, no Um dos quaes se destapa, ao liaspa o
espuma um pouco 4 superficie e se lasca o liqui-
do em nm molde de arela ou metal humedecido.
Eate producto, o oreidt, fu o de-se nos anas tem-
peratura conteniente. Emprega-ee pars sejeo
tos de adorno e utilidsde. E como dissossas das-
til, malaatel, liso e saiceptivei d'um
admiratel. Aioda n*e eoa lempo as anas
levemente, effeito di ozidagao, fcilmente reca-
bra o aeu brirbo, aeodo limpo com uaa pancada
agaa acidulada. Se oa voz do tinco ao eapre-
gar estanho na liga, o brilho aioda
TEMPORAL NA CORSEGA.
Na liba de Coraega, reinan, desde o dia 8 al
II do aet Bode, oa teaporal, que canosa con-
sidratela eatragoa, especialmente ea Ajaceir*.
capital da ilba em Sarteoe.
A galeota Infatigable escalhou ao* rochada* ;
perdeodo a carga que era de sal. e porta da tri-
polagio. Muitoa outroa natos litera os anual aorta
o btigue Ostomatet de 900 toneladas, caseta* ras-
clo Jaremos, que levte trigo, a*ntrogon na
praia de S. Peregrino. Outro bargaatji
aa embocadura do Gole, foi completas
fundo.
NOTICIAS LYnlCAS.
No thestro de Parras pos-ss ltimamente aa
acea, uma opera nota do maestro Bota, intitu-
lada Ginebra da Scozia.
O maestro Magliozi est compondo anas aova
partitura coa O ltalo Ferrutcio.
No iheatro da Scala do Milo evo oanreiar-so
a br*v*a das uaa por* So Patead, o (/acocea,
que parece aer de bastante mrito.
Slrsmazzoni trminos na* a qu* a* dan ti-
tulo da Benrique I.
FALLECIMMTO.
Fallecen *m Vienna, na dad* do 7* aaass, a
bario Pilleridorff, aeabrodo gaaioeM Moatalda
1848. e autor da eropoela da coomsmc** snotrtn
ea, que foi a porotada palo la
a 8 do
BBJnnk MUSEO DB ANT1GUIBAD1S.
O imperador Napoleio, por dacrato
mrc*t.appr*von a anecio, ao eoatotM sm'^,
Germafn, de oa musan do antignidadoo cltica*
e gallo-roaanaa.-
SYNAGCrG7s"EM PAB13.
J4 ha est Ferie naa ayeagoga. aa aa da
Sao hora da Nazarotb, aas etanado aalta
corresp*ad*ocis do Jornal o Uaart, ci
truir-so maia doa). *
Na primeira reaoli* de so
ferea ali loga aabserlMn* ni ,
aaado aabacriptoa pur Sio osti s_
s*wv'n^a asneae *was**s oaant
pmnjtfTpi r. DB FARIA ntio

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