Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09537


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Full Text

1110 XXXVIII. I01ER0 SI.
^
ni -u Ji m
Ptr
(res mezes adiaBiados SfOdO
tres mezes vencidos 6J000
DIARIO
^MU&Ai&&> i J p
Haf fMA 8 DE ABRIL DE MU.
Per eiie adiaoUd 19|00O
Perte firaiee para e sitteritter
PERIVAMBICO.
J
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPQAO DO NORTE
/Parahyba, o 8r. Antonio lexandrtno de Li-
,4a; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Aracaty, Sr A. de Leaos Braga; Ceari o Sr.
. Jos da OHveira; Maranhio, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; Psr, Justino J. Ramos :
Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SDL
Alegras, o Sr. Ciaudino Palcio Dias; BabU.
o Se. Jos Martins Aires; Rio de Janeiro, o Sr
Jlo Pereira Martins.
PARTIDAS DOS CORREIOS. .
Olinda todos os dias as 9 J" horsa do dia.
Iguarassu, Goiaana, Parahyba naa aegundas
e aeitis-ieiraa.
S. Anto, Bexerros, Bonito, Caruar, Altinho
e Garanhuna naa tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazarelb. Limoeiro, Brejo, Pee
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricurye Ex as quai tss-eiras.
Cabo, Serinhem, Rio Forradlo, Uoa,Barreiros
Agus Preta, Pimeolelrss Natal quintas ieiras.,
(Todoa os correios partem as 10 horas da maohaj
EPHEMERIDES DO MEE DE ABRIL.
6 Quarto crescente ss 4 horas e 31 minutos ds
maohaa.
14 La ebeia aos 16 mioartos da maohaa.
SO Quarto minguante as 3 horas 21 minutos ds
tarde.
58 Lea ora es8 horaa e 45 minutos damanha.
FREAHAR DE liOJE.
Primeiro as 10 horss e 54 minatos ds insorias.
Segundo as 11 horas e 18 mnalos da tarde.
fARTOA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o su I at Alagoas 5 e SO; para o norie
t a Granja i 14 19 de cada mez.
PARTIDA dos onuses.
I!r 2 Rede: d0 RS**** e ia 7,7 i|S, 8
e 8 1|2 da m.; de Olinda as 8 da m. 6 ds t.; de
Jaboatao s 6 1|2 da m.; lo Caxang e Yarzea
s 7 da m.; de Btmfic* s 8 da m.
Do Recite : para o Apipueos a 3 lii, 4, 4 li4
4 ll2, 5. 6 tU. 5 1|2 e 8 da t.; para Olinda da m. e 8 1 [2 da t.; para Jaboatao s 4 da t.; para
o Caxang e Varzta a 4 1,2 da t.; para Bemkea
aa 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBNAES ya CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas quinta.
Relegio: tercaa sabbadoa s 10 horas.
Fszends : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundss ao mel dia.
Dito de orphos: tercas e aextaa s 10 horas.
Primeira Tara do civel: Vergas extra ao mel
dia.
Segunda rara do cirel: qsartas sabbados 1
horada tarde.
DAS DA SEMANA.
1 7 Segunds. s. Epifaolo b. m. ; S. Refioo m
I 8 Terca S. Amaocio b. ; S. Coocessa m.
9 Quera. S. Demetrio b.; S. Acacio b.
10 Quiota. S. Ezaquiel propbeta ; S. Pampeo m
11 Sexta. As Dores de Nossa Srabora.
12 S.bbado. S. Vctor m. ; S. Venia w.
13 Domingo de Ramos. 8. Hermenegildo sriac.*
ASSIGNA-SE
no Recife em a livraria da praca da lodepeo-
PARTE 0FFICIJ.L
60VERX0 DA PROVINCIA.
Expediente do dia 4 de abril
de 18K8.
OiTicio ao brigadeiro commandaute das armas.
Tuiio-se recolhido a esta capital, da commis-
sao em que ae achara na comarca de Pu d'A-
lho o Dr. Ernesto Feliciano ds Silva Tavares, e
cessando assim em psrte os inconveniente por
V. Exe. poaderados em seu offleio do i* do cor-
rente, sob n. 656. sirva-se V. Exe. de desigoar
um dos facultativos docorpo de sale do exerc-
toque possa eocarregar-se de prestar seus cui-
dado* mdicos as pessoas indigentes da fregu-
zia dos Afogidos, que forera atacadas do mal rei-
na ate, e oulro que se incumba de igaal commia-
misso no 4* districlo de S. Jos, vislo que essa
medida torna se de palpitante oecessidsde.
C >mmuQcou-se ao chefe de polica.
Dito ao proredor da sania casa da Misericor-
dia. Communico V. Exe. que em aviso de 14
de margo ultimo participou -me o Exm. Sr. mi-
nisto da agricultura, commercio e obtas publicas
hsver-se expedido orlem ao presidente da com-
misso de exposigo nacin r para devolver A
santa casa da Misericordia deta provincia os
veos de sacrarios e ambula, como V. Etc. soli-
citou.
Dito ao chefe de polica.Ao offleio que V. S.
me dirigi em 3 do correte, sob n. 511, res-
pondo dizendo-the que o Allemio Frederico vv'al-
sou deve ser tratado na casa de aaude do O.-.
Joo da Silva Ramoa, para o que pode V. S. ex-
pedir as necesaarias orden*, visto que nao con-
ven! ser elle conservado ni casa de deteogao
como daclarou o cirurgio da respectiva enfer-
mara no offleio que derolvo.
Dito ao mesmo. Davolvo a V. S. aa coalas
da despezs feita nos mezes de Janeiro e feverei-
to ltimos com o sustento dos presos pobres da
cada da villa de Florea e da diaria abonada aos
meamos presos at 25 de marco prximo fiado,
queacompanharam o sea emolo n. 423 de 22
deste ultimo mez, a fi n de sersupprida a filia
que nelle nota o inspector da thesouraria pro-
vincial em ofcio n. 187 de 2 do correte, junio
por copia.
Dito ao mesmo. Remello incluso por copia o
oficio que em 3 do correte me dirigi o briga-
deiro coramaniante das ar*as, para que V. S.,
eotendendo-se com o Dr. Joo di Silva Ramos,
indique o meio de remediar os inconvenientes
que occorrem acerca da seguran;* dos presos
em tratameoto na casa de sale de mesmo Dr.,
e de commolidade para a guarda que all se
mandou pottar.
Dito a thesouraria de fazeoda.Estsnlo nos
termos legaes o inclusos documentos, que me
foram remettidos pelo gerente da companhia
Peraambucana com oficios de hontem, relativa-
mente a differentei pissageos dadas nos vapores
d aquella companhia por coala dos ministerios
ds guerra e justice, mande V. S. pagar a quan-
tia de 315$20O rs, em que tonportsm taes pas-
Sgens.Commaaicou-se ao gerente.
Dito ao mesmo.Com ai nico V. S. que se-
gundo coostou de oficio do brigadeiro commao*
daote das armas, datado de 3 deste mez, o ser-
vente paisano, Olegario Francisco do sis, des-
f pedio-se do hospital militar em 31 de marco ul-
timo.
Dito ao mesmo.-Restituiado V. S. os docu-
# mentes qua vieram aonexos a sua ioformago
de hontem sob o. 274, relativos so pagamento
dos medicamentos fornecidos pelo pharmaceu-
tico Leocadio Jos de Pigueiredo para tratameo-
to das pessoas desvalidas atacadas do cholera-
morbus na comarca de Goiaana o amonio a man-
dar pagar smeme a quaotia de 638}230 rs.,
conforme me indica o contador dessa theaou-
raria no seu parecer laucado no verso do offl-
eio, que vai cobriodoos menciooalos documen-
tos dirigidos pelo Dr. Jos Joaquim Firmino em
25 de margo ultimo
Dito a thesourarla provincial.Mande V. S.
pagar o reatante do que se eativer a dever ao
empreiteiro da estrada do norte Jos Mamede
Alvea Ferraira.
Dito ao mesmo. Aonuilo so que requisitou
o director da repartigo das obras publicas em
offleio de hontem, aoo n. 66, recommendo V.
S. que mande adiaotar ao tbasoureiro pagador
d'aquella repartigo, por coota do pedido do
corrente mez, a quaotia de 1:000*000 para occor-
rer ao pagamento dos respectivos operarios.
Communicou-sa ao director das obras pu-
blicas.
Dito ao inspector do arsenal de raarinha.A-
vista do que V. S. expoz em oficio o. 161 do Ia
do corrente, o aatorisd a promover pelo meio
mais econmico a volta para a Europa dos ope-
rarios uiherme Armand e Gaapar Pratl, logo
que se teoha concluido o lempo por que elles
contrataran) para servirem nesse arsenal.Cam-
muoicou-se thesouraria de fazand*.
Dito ao commaodante superior do Recife.Sir-
f s-se V. S. de expedir as suas ordena para que
os corpos da guarda nacional sob seu commando
auperior prealem aa guardas de honra que fo-
rera necessarias a fim de companharem aa pro-
ci*s doSeohoraos enfermos, de enterro re-
sarraicao que t*m de aabir da matriz da Boa-
visls nos das 16, 18 a 20 do corrente.
Dito ao director o srsenil de guerra. Ficam
approvados os contratos que V. S., segundo os
termos por copia aanetos ao sou oficio o. 87 de
3 do corrente, catabrn com o meitre do hiato
Santa Rtla Joaquim Antonio de Pigueiredo, para
cooduccio de passageiros e de diderentes ooiec-
tos destinados ao presidio de Fernando.Com-
monicou-se a tbesouraria de fazeoda.
Ditoao mesmo. Contrate V. S. com alguma
pessoa a cooduccao da ambulancia que foi reco-
lbida o esse arsenal com destino a colonia mili-
tar de Pimenteiras, para onde deve ser envia-
da com urgencia.Communlcou-se ao director
da colonia militar de Ptmenleiras.
Dito ao preaidente e membros do coasolho de
compras navaas.Approvoos contratos que Vv.
Ss. como me communlcaram em offleio de S8de
margo ultimo, celebraran) com diversas pessoss
para foroecerem no presente trimestre os vive-
res, dietas e outros objectos de consumo ne-
cesaarios aos navios da armada e eatabelecimen-
tos de marioha.
Offleio a cavara municipal da Eicada. Para
que eu possa dar cumprimeoto-ao aviso de 14 da
margo ultimo/constante da copia junta, em que
o Exm. Sr. ministro da agricultura, commercio e
obras publicas exige iotormaedes ae na zona
atrsvessad pela vta frrea deata previne! ha tr-
ras devolutas era que possam ser ^stsbelecidos
os traMlbadores aciuaea da estrada, se alm des-
te* pontos podero a eco fimo dar -se alguna colo-
nos a at qua numero, faz-se oecssario que Vate,
me habilite com os precisos ectaretImatos, re
lativaaeote a parte da mesmi zona pertencente
o essa municipio.
igo*t a cmara de Serinhaem; Commuiueou-
eo ensMoheiro flscsl da astral a de ferro.
Dita a? director das obras publicas.-AutorUo
i Tme a mandar fazer os reparos de que pre-'.
sa a ra do Cotorprto, despeo leodo pira eai Boa
at a quatrti d 2^1*. conotme indica em aeu
offleio de hntem.TWsVo. 67. que Oca assim res.
poodido
Dito ojulr anUipil de Cimbr#i.-Derolvo.
Vm. o mappa doa trabalhos da seasao ordinaria
do jury dease termo, que acompanhou o aeu offl-
eio de 19 do maz posado, a&m de aer orgaoiaado
da conformidada com os modelos snnexos ao
aviso circular do ministerio da justica de 8 de Ja-
neiro de 1855.
Dito o gerente da companhia Peroimbucsoa.
De conformidade com o que recomoaendou o
Exm. Sr. ministro da agricultura, commercio e
obras publica1, em aviso de 19 de marco iludo,
do que Ihe dou conheetmeoto com a copia inclu-
sa, annuo a que ae varifiquea nos das 7 e 22 de
cads mez as sahidas dos vapores ds companhia
pernamDucana, aomo solicitou Vae. em offleio
de hootem datado, a que respondo, podando Vmc.
fazer eehir no dia 10 do corrente para os porto*
do. norte o vapor Jaguaribe, viato nao ae poder
contar com a aua ehegada aqu em lempo da po-
der voltar no dia 7 como Oca determinado.
Portara.O presideote da provincia tendo em
vista o que requereu Alexandrino Martins Correa
Barros, resolve de conformidade com a informa-
gao do director da repartico das obras publicas
de 21 da margo ultimo, sob o. 50, conceder-lbe
o praso dadous mezesimprorogaveis para a con-
cluso do empedrameolo, por elle arrematado de
450 bragas em diversos pontos da estrada da Vic-
toria.
Expediente do secretario do t?o-
veruo.
Oficio ao chefe de polica.S. Exe. o Sr. pre-
sideote da provincia manda declarar V. S. em
respoita ao seu oficio o. 494 do Io do corrente,
que lica inteirado de ter V. S. exonerado em 29
do mez passado a Manoel Joaquim de Souza do
lugar de continuo de**a repartigio, e nomeado
em aeu lugar a Feliz Ribeiro do Amaral.Com-
muoieou-se ao inspector da theaouraria de fa-
zeoda.
Dito ao commandante da estsgo naval. O
Exm. Sr. presdante da provincia manda aecusar
recebido o oficio de 3 do eorrentc em que V. S.
Ihe sommunicou ter chegado ao porto desta ctda-
de e brigoe escuoa Felicidad.
Dito ao inspector do arsenal de marinha. O
Exm.-Sr. presidente da provincia manda commu-
oiear V. S. que neats data proerio no reque-
rimento de Scott Wilson & C, sobre que V. S.
ioformou em oficio n. 15 de 29 de margo ul-
timo, o despacho do theor aeguiote. Nao sendo
vaotijosa a offerta dos supplicintes nao p >de ser
aceita.
Dito ao juiz municipal de Cimbras. S. Eic. o
Sr. presidente da provincia manda aecuaar rece-
bido o oficio de 19 do mez passado, em que V.
S. partaeipou|ter reassmido o exerocio de sou
cargo de juiz municipal e de orphos, por ter o
Dr. Hitbello Florentino Correa de Mello, se apre-
sentado na qualidada de Io substituto do juiz de
direito. e logo depois o Dr. Lonrengo Francisco
de Almeida Catanbo, juiz de direito da comarca.
Communicou-se so inspector da thesouraria
de fazenda.
Despachos do di*4 de abril.
Requerimtnlot.
Amaro Xavier Cardoso.laforme o Sr. desem-
bargador provalor da Santa Caaa de Misericordia
desta cita de.
Andr da Silva Branco.Informe o Sr. inspec-
tor do arsenal de marioha.
Cosme Googalvaa Muniz. D-se-lhe de prda.
Carolina Alexaodrina Botelho Netto.laforme
o Sr. Dr. director geral da iostruego publica.
Gaapar Pratt e Guilherme Armaud.Dirijam-
s* ao Sr. inspector do arsenal de marioha.
GalJiao Estevo da Foossea. loforme o Sr.
capito do porto.
A irmandade do S. S. Sacramento da freguezia
da Boa-Viata deata cidade.Jinja-ae ao Sr. com-
mandante auperior da guaida nacional do Recite.
A irmandade do Sr. Bom Jess ds Cruz, erec-
ta os igreja de Nossa Senbora do Rossrto do'bsir-
ro da Boa-Vista desta cidade.Dirija-se ao Sr.
commandante superior da guarda nacional dast
mnuicipio.
Jos Caetaoode Albuquerque. Informe a c-
mara municipal do Recife.
Capitao Joo Aatonio Leito.=Sellado rolle.
Jos Antonio da Silva a Mello.Informo o Sr.
commaadaote superior do municipio dessa ca-
pital.
Joaqaim da Almeida Pinto. laforme o Sr.
iospector da thvsouraria de fazeoda.
Joaquim Jos de Saot'Anna. O supplicanle
nao tem de saguir psra o presidio de Fernando.
Pedro, liberto loforme o Sr. Dr. chefe de po-
lica. ^*
Scott Wilsoo & CNao sendo vaotajosa a of-
ferta dos supplicanies, nao pode ser aceita. -*
Do re.tono do director das obras publicas a sito naquelle lugar *o menos para oa pedestres
eiie aonexo, a para o qnal chamo'a attengo de i quaodo isso veohs acontecer, ou durante os tra-
V. Exe, v-ae que a despeza feita por aquella re- balboa da ponto, logo que baja urna solucao de-
finitivs. solicitei do governo imperial e btive a
partgao no primeiro aemeatre do correte ecer-
cicio montn a 60:4919340, quasi a guara parte
do crdito votado pela lei do orgamento vigente;
e anda assim acha-se comprehendida naquella
quantia nao s a de 9:9T4j>z80, despendida em
reparoa palos cofre* geraes, mas tambera a de
2:960jO00, em que importou a obra do agude de
Buique, para a qual nao bivia decrelago de
fundos.
Nao sendo provsvel que no segundo semestre
seja ioteiramenle abaorvido o resto da consina-
gao, licito esparar que compensada a despeza
pela receita, se verifique alguma aobra talvez im-
portante.
To bello resultado, porm, nao se realisou no
axjrcicio prximo fiado, lem que a receita foi ex-
cedida pela deapeza em 99:8480756.
A maior espanso do que ae ctlculou e tlveram
as obraa arrematadas, principalmente as do con-
trato Mamede, estrada provisoria de Tamandar
e hospitsl Pedro II deulugara esse augmento de
despeza.
Foi um doa meus primetros setos providenciar
pars que se nao repeliese esse inconveniente, o
qual innutilisando a fixago dos crditos, forgava
provincia a aacriflcioa que nao tinba pre-
visto.
Nao me demorarei muito em expdr o estsdo
em que se achsm as obras da provincia, porque
no rotatorio do director da repartigo por onde
ellas ae execulam, e a que j me refer, encon-
trar V. Exe. as informages necessarias que o
habituem a bem apreciar e reaolver aobre este
assumpto, como meltror julgar V. Exe. em sua
sabedoria e patriotismo.
Para a continuagao das obras do gymnasio pro-
vincial foram concedidos vate con tos de res pelo
4 do art. 14 da lei de orgamento vigente ; mas
vista do estado critico dos cofres e seodo esss
quiotia insuficiente para a conclusao daquelle
edificio, segundo o plano, porque est sondo cons-
truido, leriam anda de ficar expostos sos eslrs-
gos da tempo nao gao todo o travejameoto, ae-
no tambem as demais obras, que i ae tem
fetlo.
Para evitar este grande mal, que dara em re-
sultado a perds de urna nao pequea parte do ca-
pital empregado, tomei o aUitre de, modificando
o plano adoptado, anudar cobrt-lo e determioei
que a despeza respectiva fosse feita com o pro-
ducto das loteras concedidas para as suas obras,
envidando eu todos oa cuidado* afim de que a
extractan deltas se Ozesse com regularidade e
promptido, o que fcilmente consegu fazendo
recoiher thesouraria no presente exerclcio
como producto dos beneficios a quaotia de.........
18:3383)000.
autoruagao para a coostruego de um passadigo
que j se acha em execugio.
Sobre a oecessidade de se coostrnirem msis
pontea como exige a topographia de urna cidade
to populosa como esta. nao.quero repetir o que
j teem tldo os meios antecessores, nem procu
rar demonstrar o que de primeira intaio.
Chamare! apenas a attengo de V. Exe. para
aa que actualmente existem, ss quaes precisam
de importantes trabalhos, para que possam pro-
encher o fim, a que ao destinados.
ESTRADA DE FERRO.
Occapaodo a atteogo de V. Exe. acerca deata
Importante empresa eomego por anuunciar V.
Bxc. que o mq estado em geral satisfactorio.
A companhia qua a gera tem dado ltimamen-
te pleno cumprimeoto. as obrigages coolrahidas
com o governo; e este facto muito tem contri-
buido para que em breve vejamos restabelecid* a
cooQanga que tao dividamente inspirara oult'ora
a empress.
Referindo & V. Ese. os grandes melhoramen-
tos que no decurso do anno lindo sa operaram
nesta estrada, habilito-o a que complete oa co-
nhecimentos que j tem de *eu estado actual, e
aquilate o alcance da verdada que cima en-
nuncei.
Oa trabalhos da 1* secgio a que se acha va obri-
gada a companhia foram quasi em sua totalidale
concluidos. E assim que o atterro aubslitativo
do viaducto da Cabanga nao s ae acha acabado,
como revestido com aa obras de proteccao exigi-
das pelo eogenheiro fiscal do governo: todas es-
sas coostritcges ofTerecem a maia satisfactoria
solidez.
As ponte* de ferro, cujo estado primitivo nao
era lisoogeiro, recebersm notaveis melhorameo-
tos, tendeles segaraoga publica. Em todas
ellas sa acnam coocados os tubos e columojs
addiciooaes, reclamados pelos nossos agentes,
seus eocontros, alos etc., foram reparados e re-
construidos. Nenhuma alterago soffreram pos-
leriormeote aquella trabalho.
A via permanente em toja sua extenso con-
serva a solidez exigida ; e aua manuteago fei-
ta pelo syatema maisecooomico eregular; todo*
os carris se acham actualmente ligados pelas
chapas de cooexo reclamadas pelos agente* do
governo, e em bom estado. Este imporlsote me-
Ihoramenlo tem coocorrido aeosivelmeote para a
diminuigao das despesss de costeio da linha.
Aa velhas astsges de madeiras se acham subs-
tituidas por outras de alveoaria, em virtude de
aolicttages do eogenheiro fiscal (cando para ser
; regulada ulteriormente aquesto que se suscilou
para sor collocada nos-
J tere eomego esta obra, que. est sendo exe- 5cerci aesle easumpto entre aqualle nosso agen-
te e o engearteiro da companhia.
Continuando a relatar V. Exe. que de mais
notavel lem ccorrido nos diversos pontos da li-
nha pasas/ei a tratar da 2a secgo.
Esta secgo, tendo sido entregue so transito
publico em 1 da dezeobro de 1860. as suas obras
cutad i por arrematago mediaote a quaotia de
22 990*000. quanlo liona aido orgada em..........
28:5574000.
Um dai necessidsdes maia urgentes, s que
procurei atjtender aea prejudicar a regra que me
impuz de maior economa, foi o cargamento da
ra do Imberador e Campo das Princzts, e das ** Pderaas* aer totalmente acabadas em oulubro
ruaa do Sebo e Trciapo, .i eitoauui do Mon- d0 anno pa.iado.
dego, as quaes, seodo de um trafego constante e
muito cousideravel, torna m-se iu transita veis du-
rante o tnvarao, convertendo-ae em grandes la-
magaes, que nao podam deixar de influir sobre a
salubrilade publica.
Nao, ha'vendo. porm, meios suficientes psra
Naj o# ieu
juohb do
uou conciaido a companhia em O 1
de juohb do dito anno, como ae havia estipulado
na conveogao assignada em 14 de dezembro de
1860r-solicitoo s sua directora ao governo im-
perial a prorogagio daquelle praso al o Io de
outubro ultimo. O mesmo governo depois de
aprehender-se ocalgameoto da ra do Impera- O"*'0" respectivo engeoheiro fiscal, digaou-ss
dor e Campo das Priocezas, anda mesmo appli- "enir aos desejos ds companhia visto serem
emdo-se-lhe a quantia votada em geral para as Prcedentes e attendiveia os motivoa por ella al -
obras deata natureza. tentei por tres vezes rea- Ie*s<, e *e*OI da graga, que impetrara. Teve
lisa-lo por contrato mediante as pequeas con- eectivaaiente lugar a conclusao das ditas obras
sigaages do 41 do art. 40 e do do ojt. 41
da let do orgamento vigente, e infelizmente os
meas esforgos foram iouteis.
Com relago ao calca ment das ras do Sebo e
Trempe, haveodo para elle a verba especial da
30:0009000, e acbaodo-se actualmente os cofres
proviociaes mais desembarazados, acabo de expe-
em o Ia de outdbro ultimo e se acham ellas hoje
de conformidade Com as vistss do nosso eoge-
nheiro, consignadas na citada convengo. Em
consequeocia deste facto percebe hoje a compa-
nhia os juros garantidos sobre a somma destri-
buida para a coostruego daquellas obras, a da-
tar do da da toaugurago do aeu trafego a de
dir ordem para que seja elle efectuado por arre- cn'ormiiade e001 0 8a do artigo 11 do decreto
matago e por um dos syatemas maia per- 12*J de ,3 de outubro de 1853.
eit** i As obras dests secgo forsm construidss com s
exceptusodo-se alguna reparos, que constan- devida seguraogs e nenhum receio ba de que
temente exigem as poucas ras imperfeitameote posssm maia tornar a comprometter a seguranza
publica por faltas commeltidaa na ana rxecugao.
| Nada ha de notsvel a referir acerca dellas alm
do que acabo de ioformar V. Exe.
* ui :* vt
.-.t..
Rea torio com que o Exm. Sr. com-
mendador Dr. Aotonio Marcelino
Nones Goncalves entregou a admi-
nistraco da provincia ao Exm. Sr.
0r. Joaquim Pires Hachado Porte I la,
segundo > ice-presidente da mesma.
( Continuagao,)
FINANZAS GERAES.
Coagratulo-me em cienticar a V. Exe. que
muito aatUfactorio o movimealo progreaaivo, que
levam aa reodaa publieaa geraes.
A reeeita arrecadada aos mezes de iullw de
1861 a fevereirq de 1862. de 4,875:3909871 a a
despera de 1,731:432j>893, como se v ds demons-
trago aonexa.
Calculando a receita de todo o exercioio pola
doa oito mezes decorridos, importara ella em....
7,313:0684306.
Sugeianso a despeza a um calculo com aa mes-
mas bases ser ella no presente exercicio da......
2.597:1499339. E resultar pois um asido em
favor da fazenda publica da 4,715:936f967.
Esaa receita aemduvlda muito superior a dos
ltimos exercicios, e sinto nao peder demons-
trar precisamente a differeoga, por nao me terem
anda chegado s moaoa dados precisoa, que exi-
g ds repartico competente.
Se a riqueza publica o elemento mais fecun-
do e certo do iagrandecimenlo dos estados, Per-
oambaco pela sua poaigo e vattoa recursos lera
sempre mxima impotansia noa destino* e futura
prosperidad* do paiz.
Continan) a funecionar regularmeate a the-
aouraria de fazenda e alfandega deata cidade sob
a direceo de seus dgitos honrado chotea oa
Srs. Joo Baotista de Castro e Silva e Beato Jos
Fernandea Barro.
OBRAS PUBLICAS.
Os melhorameotos desta ordem por conta dos
cofres proviucia* coa excepgo das etrdi da
norte e Pao a'Albo, do contrito Mamada, de qua
ea outra parte farei meacaa especia, nao tem li-
4o ultimameute o deaeovolnmeato que exigem
as ocessidades da provincia.
l daficieocia doa cuf-e* pblicos, aeooselhando
t atteoco despeza ao podia acirtlar o
meios indispeosaveis para novo* trabalhos, quao-
do eran exiguos os. que conceda para as obras j
empreoeadldas. } B
Taea eranios reeuraos pafunitrioa de.quaJis-
puoh (,a provoeijquaoda tomei coota da aua
adalaUlragio. que permitiUm.aapaoaa, coma
em oulro lugar disse, a lomar em conaideracao
os malhoraaeoUs.qaei se promovam.e^organ-
dd-me por uottnua-Ios coa o maior aprore,U*-
&W*>t dinoelros fafilicos.
calgadas nenhuma obra Importante se ha empre-
heodido a aemelhaate respeito.
E' realmente para aeniir que urna cidade to
rics e opulenta como esta nio teohi sido anda
dotada de um melhorameoto to indispenssvel
qne outras menos importantes e dispondo de mui
fraco recuraoa procurara eficazmente realisar.
Talvez fosse possivel conseguir-se msis fcil-
mente este fia, contrstando-se todo o calamen-
to da cidade para ser o seu pagamento realisado tidsda de Isslro neceatario para garantir c
mediante prestsgdes, que snaual e regailarmeote ,' simo trafego.
fossem rolsdas pela asaembla legislativa pro-
Ns3 seccao receberam grande impulso aa obras
all em coostruego. Todos os trabalbos de re-
mogao de trras esto acabados, e os cortes e
atierros maotem-ae em sus posigo de aolid*z.
Todos os carris ae acham assantados at o aeu
JfJ52 f"g*nbo Gameleira, eeootm a qusu-
pro-
vincial.
A pratica seguida at aqui de pequeas con-
signagoes, por contratos parciaes e differeetes
syatemas nao poda dar lugar* aeao ao pessimo
calgamento actualmente adoptado e que a expe-
riencia ha demoostrado ser prejudicial, sem to-
dava ter a vaotagem da economa.
Os trabalhos oxecutados as diversss estrsdas
da provincia limilaram-ae em geral a simples re-
paros e cooservagoes.
Na estrada do Norte acham-ae j concluidaa 13
mil bragaa at a villa da Iguarassu, a prosegue-
se oss obras da oaserrago e reparoa por meio
de arrtjraatagaa.
Na estrada do Sul foi recebido provisoriamen-
te o 12 tango e continuam-se nos trabalhos do
cooservago.
i.q el :*ii.. -,*; vasa 0 -u o'.nq
Isngo da estrada do Pao d'Alho execeta-ae por
arrematago o empedrameolo de 450 bracea em
diversos ponto da estrada da Victoria.
Proaegue-ae tambem por arrematago no arela-
meato da estrada do Maaguinho a na coostrue-
go da bomba do eogeobo Paultsta na estrada do
Norte.
As obras das eatradaa de Pao d'Alho e do Nor-
te do contrato Mamede, camiohaa regularmente.
Na primeira aeham-ae 7 tangos na Miranda 4
e mais viole bragaa entre oa tangos 8 e 9.
O empreiteiro est preienteraente eoostruindo
nesia ultima estrada, que j vai a Iguarassu urna
ponte da ferro batido aobre o rio, que paaaa par-
to dessa villa. Outra poote aamelbante tara tam-
bem de ser brevemente toncada aobre o rio C-
gatbgo-
Caoe-me aqui declarar que, tendo o referido
empreiteiro. ios alameda Alve* Farreic* casta-
do aa modifictges do aea contrato formulada*
de accordo com aa bates iodieedaa aos 1. t e
3 do art. 23 da lei a. 541 do 18 da juana do an-
no paseado, assigoou im 9 de aetambro ultimo
aqu-llas moditicacfrts asm os quae* nao podiam
vigorar as alteragoea o declere*ateilaa no seu
contrato em 28 da setemDro de 1860 sssmh
As obras da ponte do ferro eotre o thsatro de
Santa Izabel a a ra da Aurora, quo esto aeado
fe lias por coota dos cofres geraes, vid" bastante
aducala* tslvez que autos do. tosonosf o pea-
so fizado para a aua aslura, si taja allacooalalda.
A.-eonatcasoo,. posee, do poote de ferro, qua
"leve ligar os doua bairroa de Santo Aoteoto e
Recite, aiada o (o reaolvida.oete otoMo im^
venal. Entreunto a da medeire. ao ora artli
existo, aeea-aa tal esUdode rums-sjaeidmci
dofabar.acada moaaaata. .
Para ao Star iale&antte laterramaid* o irao-
'
As obras de arta deata secgo sao notaveis pela
sus elegancia e solidez. Destioguem-se de entre
ellas ss pontee de ferro sobre oe ros Ipojuca Ara-
ra a ragi e Duaa Barras e todas estas obras esto
concluidas.
Nesta secgo existem qeatro estseoes, sendo 3
intermediase e urna terminal no lugar denomi-
nado Gameleira, cuja eituagio offerece propor-
goes para urna futura cidade, ji par ser all o
cruza ment de varias estradas do interior j pelo
espirito de commercio, qne se val deaenvolvendo
na popolagio local.
A estsgo do Gameleira e seus armazens se
acham construidos. Das estsges intermediaos
apenas a de Frecheiras eal acabada ; todaa as
outras fleam em coostruego.
O governo imperial auloriaou-me a abrir ests
secgo ao Irsnsito publico, desde que suss obras
Coocluiose^o emparamento da 1" parte do Ia efferegam a devida aeguraoga. ficando todsvia
obrigsda a companirla pela aua completa conclu-
sao dentro do prtzo >e 6 mexea.
Tendo roe eflectivameole declarado o eogenhei-
ro riscal, que depois de rigorosos examea e expe-
riencias nenhum inconveniente bs ana que seja
aquella secgo entregue so trafego publico, anto-
rise s ioaugurago deste ervigo'que ter lugar
no dia 25 do corrente, dia por mim escolhido
como o mais apropriado para urna festa deiadus-
tria to cara aos flihn* desta provincia.
A 4 eccao nao teve o mesmo impulso que aa
deaaia parte* da linha.
Urna reaolago da directora de Londres man-
dou parausaros seus trabalhos por algum tempo
no oogooho Cuiambuea. O governo censaron al-
tamente aste proei-dimento. o em ensequencis
de suss reiteradaa aolicitages forsm elles come-
gados em 2 de novembro ultimo. O impulso que
do eolio tea recebido denota a acli'idade que
oellaa se ha empregado. A eatagio invernosa,
porm, vai cansando alguna inconvenientes, que
entretanto podero aer remevi tea mal* tarde.
As obras em consirucco j attingem o sen ter
mo o sitie Oattaz das Moa>s. Eatae- a esta-
go de Gameleira o o engenho Cuiamtaca os ira -
balhes se sebam qmti ea tetatidade acabados.
O aarria *e atendem ota o frtenrra Sitio do
Meio, 3 leguas daquella propredsda; a'todaa
as obras de trra e d'arie ae pedem dizer con-
cluuts. < f
Ea todoa as ais pontee proseguem os traba-
Itios com impulso. r
A asan taaoovtaote cenvtiuegie o'arle exitente
nesta psrte da liMia- porte da ferro, eocontros
pegara de alvaoana sottr o na S^rtebem.
Esta obra avaateja-ae a sodas aa-t^traa jl pela.
aua a.o.trucgo solida aat* aeu goSlo aita
pllctdsde; todo o aeu ferro 6 d? eifcellsate qu
.*; I-
lidade ae acha armada
respectivos lugares.
Tres ettages devero ser construidas nesta sec-
go seodo duas intermedias o urna terminal no
Sitio dos Montes, termo, que o igualmente de
toda a linha contratada.
Todas as probabilidades me tszem crer que esta
ultima parl da eslrada de ferro poder ser en-
tregue a circulago publica antes de 2 de outubro
prximo, poca para este fim fixtda.
As offlcioas ds companhia receberam alguns
melhoramenlos, e continusm a funecionar re-
gularmente.
Fallando do trafego devo com sstisfago infor-
mar V. Exe., que durante o anno (indo ef-
fectuou se elle com amis desejavel pootuali-
SMQO,
Nos prmeiros dios de mez de feversiro ultimo,
porm, deu-se ums interrupgo naquelle seVgo
motivada por um triste accidente occorrido sobre
a linha, e do qual provjrio a priso de um dos
machioistas da companhia. Ao cura pri raen lo des -
te dever por parte da polica sguio-ae urna obs-
tiosgo de todos os outros machioistas que se
recussrsm a condotir os treos por dous dias.
Teodo providenciado como esteva ao ineu al-
cance para competir aquelles agestes secundarios
ds cpmpanbia ao cumprimeoto de seus everes,
levei o (acto ao coohecimeoto do governo impe-
rial, que sem duvida tomar as medidas neces-
sarias pira que se nao reproduzsm semelhantes
inconvenientes.
A morte de-urna mulher as proximidades do
aterro de Cabanga e deum trabalhador na Esca-
da sao os nicos accidentes que durante a micha
admioistragao occorreram no trafago da vi fr-
rea : estes factoa ao communs em todaa as linhas
semelhantes mesmo as melhores regularidades.
A receita arrecadada montou em 305:9235030
e as despezas de costeio elevsram-se a ris......
2447t6964.
Circularam nos trens ds companhia 114,539
passageiroa das diversas classes.
O material rodante percorrsu 52,125 milhas
cootadas por trens.
Nao devendo concluir sem levar igualmente ao
conhscimento de V. Etc. as importantes medidas
tomadas pelo governo, com o fim de melhorar o
servjgo ds estrada de ferro, trstarei agora de al-
gumas que me parecem dignas de mengo.
Teodo o eogenheiro fiscal reclamado contra aa
faltas do regulamento do trafego e regularidade
das respectivas tarifas o governo imperial auto-
risou o pro por um projecto de iostruego psra
aquelle servigo que podesse com vantagem subs-
tituir o que se achava em vigor; e esse trabalho
foi concluido e pareceu-me digno de considera-
gao em cooaeqaencia do que submetli-o appro-
vago do meamo governo.
Sendo vaotajosa a veriQcsgo e ajuste de con-
tas de garanta nesta provincia de preferencia a
Londres onde nao parece provavel que se possa
apreciar oa documentos comprobatorios de des
pozas autorisadas aqui, resolveu o govarno que
esss Itquidago tivesse effecitvsmeole lugar em
Pernaabueo.
A' vala dessa daterminacao foram nomeados
por aviso de 13 de dezembro ultimo commissarios
do governo para aquelle fim o Dr. Manoel Buar-
que de Uacedo, eogenheiro fiscal, Jos Francisco
Salles 11 viera, 2" escriptarsri da thesouraria de
fazenda, e W. Marlloeu, director da repartigo
das obras publicas. De sua parte deaigoou a com-
paohii E. H. Bramah, aeu superintendente e W.
Uoghes, chefe de sua contabilidad*.
O commissarioa reunidos deram eomego aos
seus trsbalbos pela liquidagp do semestre lindo
em jaoho do snno passado, aemeatre j liquidado
em Londres, maa all sujeito coodiges que
i aqoi forsm regulada da urna maneira defi-
nitiva.
A mesms'commisso proceden a liquidaglo do
semestre que exptrou era 31 de Janeiro ultimo.
Ficam portante sstisfeitos os juros garantidos at
aquella data.
Em lugar competente ver V. Exe. a divida
da proaincia, proveniente da accumulago desses
juros.
A companhia urna vez solicitou do governo de
S. M. o Imperador um augmento de capital ga-
rantido. Nao desejsndo o mesmo governo resol-
ver sobre assumpto to grave sem perfeito coohe-
cimeoto do emprego do capital esgotado, oomeou
ama co-nmisso psrs proceder a um axsme mi-
nucioso em toda a cootabilidade respectiva, afim
de qua podesse com acert emittir o seu juizo
ceres daquelle pedido.
A-commisso prosegue em seus importantes
trabalhos, e prximamente ter de apresentsr o
sen relalorio.
As sommas despendidas com a empreza se ele-
va m a 10,601:5529648. Este cspital coreprehen-
de simplesmente o que se acha escripturado
nesta cidade nos livros da companhia at o dia 31
de dezembro nlimo.
Quaesquer outros esclarecimeotos que V. Exe.
julgar necesarios podero ser mlolslrados com
promptido, pelo muito iotelligenle, Ilustrado e
zeloso eogenhairo flscsl, que no desempenho das
funegas que lbe ao Incumbidas d todos os dias
novas provaa de ana pericia e couhecimontoa pro-
fesiion sss.
OBRAS MILITARES.
Fancciooa regularmente a repartigo das obras
militaras o sen pessosi cientfico presentemen-
te augmentado com um capito do corpo de en-
geoheiros, que sendo posto disposiggo da pre-
sidencia como constou da ordem do dia do quar-
tel general do exercito o. 303 de 4 de feverei-
ro deste anno est actualmente incumbido de
coadjuvar na qaalidade de sddido ao respectivo
director.
Tem ido exectadas a mor parte das obras,
de qua muito necessitavam os qaarteis, hospitsl
militar, fortaleza do Brum a Forte do Buraco,
tanto para conaervago doa edificios o commo-
dldade da tropa como para asseio o llmpezs, de
que se nao podis prescindir na quadra aetual.
Outra obras reelemon o commsndante das ar-
mas, e entre estss figurara a illuminsgo a gsz
e um cano de esgoto no quartet daa Cinco Pon-
tas ; a soalho por asphsllu do andar terreo do
hostitsl militare urna calgada em redor do edi
fleto
A primeira daasss obrss nio pode ser exeeu-
tala, como declarou-se ea aviso de 9" de do-
sembr do anno passado, por tratar-se da alie-
nago do quartel, autorisada pelo artigo 15 da
lei ni 1040 de 14 da setembro de 1859; a segun-
da est adiada para occaaio opporUna ea ob-
servancia do aviso de 3 de margo daquelle aono,
e as demsis esto dependentes de sutoiissgo do
governo imperial, a cujo coohecimeoto foram
aubmettidos os respectivos rcameutos.
Quanto as obras do melhorameoto do porto,
de qne tambem deveria oceupar-me aqui, reser-
vo -me para tratar dallas no artigo relativo ao ar-
senal de marinha.
SA.NTA CASA DA MISERICORDIA.
Uasrldo ds autorisago que me fot concedida
pelo art. 3 da lei provincial n. 519 de 21 de ju-
nho do noo paas'ado reformei o comproaisso da
Santa Casa da Misericordia desta cidade em data
de 16 do corrate, de conformidade com a ba
sel indicada* naquslla le Por bisa occaslo
submetti a admioistragao da Santa Caaa o* col
117
588
362
95
8
130
104
58
5
34
72
27
sejo de reformar do que pela aeceaaidade do da
uta centro mais conveniente qtMltos esiabaleci-
mentos, como pedia a natureza de aua ioslitni-
gao, desembaragando-os das formaHdades a ove>
se viam aujeitos em sua dependencia j cota a
theaouraria provincial, j com a directora da
ostruccao publica, e que nio doixeram de aotor-
vara regJlandade de aeu mo.imeot,,
I or oulro lado aa coovenieuciaa do servico
daquellas reperiicoes. .eguedo ., repre.eoucoe
que foram (eitas pelos respectivo, ebefes rVcte
i mavam tambem aemelhante medida j lembvada
pelo mea anteceasor, quaodo reformou ltima-
mente aquelles estabeleeimeaios.
No ralalorio do digno provador da Santa Caaa
da Misericordia achara V. Exe. bastantes lzes
psra aiuizar de sua admioislraco, do estado dos
estabelecimentos de caridade a aeo cargo- e das
aecessidsdes de que estes se reseotem. o' a une
baver mistar atlender. '
D'antre estas psraco-me que mata sobresaho
nao 6 a remogo dos alienados do edificio em
que ae acham actualmente para o hospital da
miiencordia de Olioda, que para preaUr-aaa es-
te fim exige importante* reparoa, sa nao tam-
bera a dafflcieocia de recursos qua experimenta
a admioistragao da Santa Caaa para tratar de en-
Termoa deavalido*. enviados pela polica para o
hospital de caridade, e que poderla aer sapprrda
coro o producto de um* lotera exlrabida aen-
salmente, como indica o respectivo provador
alm da conaignago que annualmenta vola a
aasembla legislativa provincial para os estabe-
lecimootos a cargo da meama Santa Casa.
A receita a despeza da Santa Casa de Miseri-
cordia foi
No exercicio de 1860 a 1861. -
Rece'.......... 115:8651975
Despeza.......... 104:510*045
Sal,o............ 11:45(9930
No 1 semestre do ezercicio co-renie.
Receita.......... 37:786*991
Deapeza......... 2886aa939 i
Saldo............ 8:9*4*052
Lom o relalorio do provedor da Santa Casa da
Miaericordia apreseoto V. Exe. o quadro daa
dividas activas a psssivas, a bem assim o orca-
mento da receita e despeza da Santa Cass pars
0 anno financeiro de 1862 a 1863. a que deixou
de aer por mim approvado por nao comer anda
como se faz neaesssrio, o orgameoto dos dou
coilegios dos orphos oa forma do novo compro-
misso adoptado.
O movimenlo dos estabelecimentos de caridade
do Ia de Janeiro a 31 de dezembro do anno pat-
eado, foi o aeguiote:
HOSPITAL PEDRO U
Exiatiam................................
En,"" (cnradoi....................
Sahiram..^meihoradoa................
(oao curados................
Morreram..............
Existem...................
HOSPITAL DOS LAZAROS.'"*
Nao houve alterago.
Casa dos expostos.
Esietiam................................
Entraram-------........................
S1at"'..............................
oneram...............................
Existem..no eetabelecimente.........
.1 *' "He..................
AaYLO DE MENDIODADE.
(Do 1* de agosto 31 de dezembro.)
EUstism................. o
Entraran)................ 34
sahiram.................. 5
Morreram................ 9
Eii-lem................ e
CMARAS MUNICIPAS.
fc-m ofileio de 10 de dezemb'o ultimo exig qao
as cmaras maoicipaes ministraseem iaforaacoea
circumstanciadas dss msis instantes -reersiladea
dos seus municipios, e esclarecimentoa, que ha-
oilitassem a admioiatrago prover aobre ellas.
Iofelizmente poucas sitisfizeram essa exigen-
cia; e eia o qne consta daa informacoea roce-
bidas:
Municipio do Recife.Abundando as ideas do
meu predecessor sceres da recoobecida uiihdade
da emprezade limpeza publicaprocurando ob-
viar os graves embaragos, que so oppem a roali-
sagao nesta capital, que cerlameote nao est naa
deiejavtis coodiges de aaaeio e bygieae, de ao
proficuo melhoramento material, recoromendeia
cmara municipal do Recifa, que conlecciooas-
e um projecto de psteras para comprmante
do art. 44 do cootrato celebrado pela presidencia
com o empressrio Carlos Luiz Cambroone.eaa que
so prescrevesse os meios necesaarioa para lomar
electivo o svslema de limpeza recebido ne cn-
tralo em todos os predios, sitos no perimatro in-
dicado na respectiva planta.
Por esss occaaio declarei camera que nao ae
pareca conveniente conatraoger desda logo os
propnetanos a receber directamente oa appere-
Ihos do aystema do empresario, o qne sena so-
bre modo vexatoria, urna vez que fizesaam a lim-
peza de suas caaaa por outro qualquer modo eaa
conterveaeem om Boas condigde bygiaoicss;
convindo por tanto qua aeveraa mtdid.a. cooci-
vas do deleixo e da ioenria, coa no sa bu o des-
pejo, immuodieiaa o lisos, liradas daa caaaa, aa
ruaa a casa deata cidade, obrigaaaom indirecta-
mente oa aeua habitante a accaitar e procurar
mesmo como mais econmico o lyilaas con-
vencin a do, comprando ao empresario os seus ap-
parelhos.
As posturss que em cumprimeoto deata ordam
foram-me apreaantadas pela casara masicipal,
assentsm, porm, naa eegaiotea baaes:
O despejo psra a limpeza diaria daa caaaa aera
feito em tugare* afaatadoa do ceolro da cidade,
designados pela cmara municipal. cDo Ia da Ja-
neiro de 1864 em dame nea tato ser peraiUtaa
e os habitaoles desta cidade devam evb pana do
multa pela infraego deata praceite, aorvir-sa asea
aquelle fim dos apparolhoa inodoros da em-
preza.
Seodo urgeotejeiodiapensavela medida preca-
tuada na pnmeira^iarla dessa lei municipal, arte.
1 a 8 resolv por acto de 3 de dezembro ultimo an-
prova-los provisoriamente, reaervaodo, porm, a
aasembla provincial a apraciacAo da obrig.ge
imposta nos ltimos artigo.
Qualquer que seja a maoaira porque eaaa as-
poragio aprecie aquelle projecto da postaras *-
nicipaes, parece-me urgente e iadUt-assaval qaa
os meios Dallas prescriptes, ou antas qualquer
que seja adoptado, sha de garantir ata eatptaza
evidentemente til, e que ji um sacrificado frau-
des sommas de capitaes ate hoje aom pcovevte al-
gum.
O contrario, alm de privar ata fHada aa aa
beneficio real, concorrora para o.iaavitevel dia-
credtto, que virio a terquaequer Unutivaadeau
oatureza em nono paiz. '
Nestes ltimos maxea.dapoiaoa manivaataraaa-
se os recsios de que fosee ata capital io*a*4a
pelo fiagello do cholera-moibua, naatte a lea
flte para limptr aaruaa, ptagaaa cae* su ci-
dade tomauao-sa outras pruvuawiaa da aasost,
quecoovinham.
E com \tflo jmuito ha anda a tasar.
Approvei proviaoriameole alguna artifjoa' da
postura, coja eaaoucio Urgan as ecjdaaa da

!.'""" a !""sju u. c,.ui. ^w ui vi poatura, cuja oaaauato rattaaa aa necasasaa da
remos doa orpMos de Santa hera do Ollera uaaquaara. ao qaa, coaoniVIvaaeaw so roali-


-
"T"
W
iu u Jlaa M i tai
"---------7* .
Foi arremsteda e e.li en andimenlo eslra-
di do matadouro publico, que
Alguna ouiros melhoramealoe tao toditpeusi-
veii
DUtlO DE PERNAMBUCO. TW WURk 8 DK ABRIL DE 18.
ta Iaabel, para neRe dtre-a tlgumsi re presea ta-
eo ten beoeficio.
CopcpdUrbes a caa at que ella teja reclina-
da pelo procurador do empresario lytico, que
curaoa i respectiva cenos BHMMa4- QjVbM dee, caogtr era brete da Europa com una'nova
ajada-la a deaaecar a* gua enaguadas dentro cmpiohia, t aqui dar oa trea ltimos mezas,
da cidade, e a emprehoadoto csiciaaoto o >*li Uldn de espectculos lyricoi, para encer-
obrs sea cargo.
Iguarais A cmara maniexp* d Igi
insiste era (azer teottc a neceassdrdodo urna p
le, que'ligue a ilha de hamacada ti*confine
ao lugar da poToaco de lia ataja ma, ande ha
iceUeole porto de embarques exss una tr
che feito pela companhia Dean raboneo a.
ta obra nao se gastar pouoej, paren osWo
podero ser logo ioderna*s*do, separa lssevee
esUbeleceT um pedagio, porque o transito alli
ayude,o msior se trnate depoia de MU
ponte.
lima outra ponte e de pouco dispendio se fae
oeeessaria na meaaa ilha de ltamarae e rio j*o-
lo a pereaeio da aatria de Nossa Senhora da
Coneeigao, por shaer desmoronado a qe alli
eaisa. '
A BtessM amara pede tambera a creego de
escolas de instraccio primaria para ambos Os se-
so* ata saetea a- porea^eo de Itapissume, a aber
tura do rio que costando a illa, forma com o que
pasas por aquella povoago a barra de Ilamarac
aia eooperagao para poder concluir o respec-
tivo eemiterio, lembrando que para iiso, asiim
orno para o melhorameoto Jo pequeo e minan-
do qurio, ee eeiuelmente serr do capa de ori-
no pavimento terreo do edificio, em que ella
i e seu pace, podoas sor aproveiiados ee ano-
omeade un grande edificio eos roioee (preprie-
dad muoicipaU que ouir'ora servio de cdela e
casa, do camota.
Pode aiad a todemnieago dea ilugueis do
predio do seu paiaoaio, que-alli serve de quir-
tol torca pwbtiea doade 1846, para om eHa po-
der reparar o animo predi, e ao licita a aoiueao
de urna lepreaentaoao feita por ella e por seus
nmaicipe coaira a let que lhe tirou grande parte
4o torreo do seo monteipio.
Finalmente, props que se eleve e imposto He
assateos de rae, orna das verbas de swa reeoiU
a 80 ris por pcesoa. e 160 ris por animal: o
loe preferivel a continuar no abandone em que
oo acba por dimioato, porque ninguem
con ira lar, e quero lesa preciso de irenepor os
siso te na oecessidado de pagar 1$ e mais a
quen o paite.
Saqjo Aoto.A cmara deste municipio solll-
a c tur* do om acodo por ser a agoa po-
Zovel alli peisiroa e eseaasa, faltando de todo no
rigor do vern; pedo ame- providencia para o]
ac* harnelo daa obra a da asa que ierre de ac li-
gue cujaa por dea eatao em respaldo deade 1855,
pcopoe a tonda por 5:0009000 da casa, que
aeodede sea preprtodade, serve para o tribunal
do juty e audieociaa doo jaizea delegado e sub-
delegado e de eaoeta, afim de poder comprar ou-
tr* eai que posea fazer anas sestees, para as quaes
aqanlla nao tan cemaodo, porte echar oceu-
paa aaqaeile mysteno.
fez igualmente sentir a necessidade de um
outro ceopilerto ea logar aproptiado por nao ter
o capaeidada preciaa em relacao a populado o
que actualmente existe por detraz da matriz:
bem como a cooctoso das obras dests, parausa-
das por falta de meio*; e illuminagao para as
principase rooa oa cidade.
Nsz.ireth.a samara do municipio deste no-
mo reclame factura de um agude para o abts-
tecimeuto d'agos potavel aos habitantes da cidade
o melborocaeoto o acude es povoaeao de Tracu-
nhaeiu a.coostrucgao de urna oadeia com as eccom-
aoaoteeneceseariss.poraer pequea e emeegar
desabameeio a que all existe,o ealcamento e me-
lhoramento das roas, illuminagao para estas, e
liuiJroent qae aeja melhorado o camiuho da ser-
r denominadattascaroohaspara a cidade aflm
do facilitar o transito para o grande e populoso
diste ido de & Vicente.
Uoianna.Ai necessidades mais urgentes des-
te municipio sao: a edificarlo do cemiterro pu-
blico, que alada se acba em aborto e aem a pre-
cisa docencia paro os enterra leoioa, urna casa
para mercado publico, a pools do Japomim, os
reparos da ponte da cidelo oreados em 560$000 a
estrada de Goiaaoo para Goieona- Grande, o ater-
ro da estrada i oidode pera Buj*ry; e sobre tu-
da a abertura do sen rio, que ee ral tornando ioa-
vegovel, mesmo pora as peeoenas barrabas, que
fazem o seu commercio niariiimo com etta ca-
pital.
Huello.Acontinuaco das obras da mitriz da
villa, a cooatruccao de urna nova cadeia, urna
ponte aobre o rio Ipojuca, o* povoacae de Gra-
vis, urna oucra sobro o Uaa, na estrada da villa
para Capoeirat, a rnudanca dos leiios dos ros
Bonito Grande e Booilinbo, para a mesms villa :
se os melboramentos man urgentes deste mu-
nicipio, indicados pela respectiva cmara, que
tambero pedo seja a aoa receita elevada em rea-
ras m seas cresceates oeceitidsdes.sllegando se-
sera improductivas as verbas maltas de jurados e
por infraego de postaras.
Brejo.0 municipio deste oome tom por pa-
trimonio apena urna caaa arruinada, que lhe
d o ridiculo rendimeoto de 15j000 e que
nao chega para os repsroa de qae precisa a mes-
ma cata.
A respectiva cmara municipal, fazendo esta
expoeicae redama urna calcada em rodado edrfi-
lo, qae Ibe aerve de paj, casa do jury e ca-
deia, bem como oe gradames e letrinas de que
elle precisa.
Pase mais urna escola de iustrucco primaria,
e fundoa para augmento docomiterio..
S Beoto.Pedo a cmara municipal deata villa'
approvaQao de saas posturas, a factura de um a-
Cudo, quo se roaesri sem auxilio dos cofres
provioeraes no ctao de serem aquellas postorss
approvadas, a creacao da uros agencia de cr-
relo na vttta, sobre a que mandei oovir o res-
pectivo a ministrador, a contruegao de uma nova
matriz ou aogoanto da actas!, a concluso do
coMierto, e iloalmeafe urna casa qae sirra para
aaonas sesaoes a de cedis.
Bu que.A consigoaco de dous cootos de reis
para aa obra da aetric e do eemiterio, i appro-
racao de saas posturas de mais de seis snoor, a
seostruccao do anta cadeia, e finalmente de uro
opado na povot(i d Peora, lugar excsstva-
menie ando e por oode he immenso transito,
o que reclama a cmara municipal do Buiqoe.
Villa Bella.-Pede a cmara deste municipio a
creagia de imposta de mioocas diiimo qae foi
substituido pelo quo paga m os cargoeiros, o quaj
constituindo a parte miii rendosa de tus receita,
tem por diminuto Ira acarretado grande pre-
juiso. .
Taoarata. Representa acamara dejte muni-
cipio que ai tem cas para suss sessoet, e in-
dica a cempra da que etl ftfceodo o cidsdio
ietqjim folia do Araujo, a qual se pode prster
para aquella Ha, pava aa anuencias tt autorl-
daaaao para a trabalno do jury, que ruucciona
aotualneate at matriz.
Boa-Vittt.Expoe a eamara municipal da ti-
la da Boa-Vista qae, a matriz est inierfamedte
bafea de ornamento pera erebrocao dos officlos
dt*4aes ; que eonstiiue aW cadeia am pequeo
quarlb sem aegurae^a alguna uom accommoda-
oes convenientes ; que a aeoogoe precita de re-
paras, e que o cemiierio necessita do ama ca-
paila ; a cooelue por pedir fundos para essas
dbopease.
Ourtoory.As Beeeesiadea deste municipio
ala oa reparos d acodo 6%-tHra, para qnbi'po-'
patacn alo soffra a maior penuria o'agua no re-
no, como actualmente, e seja mister fazdr pro-
badas esesvages para oble-la, os reparos de,
qne uaaesoita a casa' en qae funecionam a mes-
raa ataara, a-jorfe atis autordadei, e a coa-
cluaao dea obra* da matrir.
Cabrcb.Etee ssnnleipio tem necessf9ile tfe
uma casa deatinada priSao dos" crimlOosot,
perqu a que alli serve para este fia tdaVOcKi-
tade alaga dos mesmo : precita de uma outra
para aa eorsoesdo jory. da caara tnaaiel-
i, a qae tirva fea esno tempo de tadett.r '
A iMo aa preila a 4o cid dio Jo*4 Fraoclaco
da Saot*, qae a owsna camera iadJca para ser
cotoada, a tm sido pelo seo proprieta rio em-
prestada para sestdes do iury. Tem igua
aossIa^db'OS' tat em de mercado, para odd
aflits oaV mais faxindade o commercio lio
roya Jo oottafe roa-te, ^bo Brtt51i^f vU
por attim dizer abriguem bV*ttttmoor ejfel
Hsa pbeoo diter acerca do muni
Itada, Cabo. Ipafoda, PJwV*;'
ocoaaojsr>, serioiraOm, Blrrdlro,
raar. Cimbrea, Garanhuns. P
logazeira e Bft por faltk de rnfo
m [ muRQj>umM>.
Teodfl fiaalMada aoa lempo a a)layapato>
aodtomalioa, afea arstaa, oobj pooosjaf fiM
rm dispersos, requerrsm.ae o tbaatfo a a*
podeafari
dr*asaako.
aBs dd dos
iclrooo ae-
rar tambem o te contrato.
Bnaaaa i1 un
cas da
conceda
Oaaacafioqott
cretas asa f<
destiaaa
cteada>aa)8
coa oe sus
coes e fa;t effeclivos os
a' proel*mar tasa- salen* afttoiv f tanto, as voca um dos gneros da arte dramtica pulalaa om
ambos o sexos, e etl assim s provincis privada
de am exceltenle ncleo de futuros artistas, que
podiam a deviem honrar o pata mala tardt,
sem que tivesseaos precitao do as moadigar
n'oulra provincia, e al as vezss fots do Brasil.
(ronftnuar-se-Ao).
gulnte oa nlopodis fallar a pretendes
rada....
G Sr. Cunha e Figaeiredo :Mas ea reliroi
sa eipressio.
O Sr. Bario'de Meribecs : Nao retirou. e *
moitrar-lhe lendo o sen discurso Impresso.
O Sr. Cunha e Figueiredo :Lele, leia.
O Sr. Bario de Meribecs aadol: Agora
Sr. nsaMMente^aaotasBa aproaran" al*pan!
reOaaaas .i.raaaauaaE peB sBddM*
preceda H dm |r<*ajjoei aae-
r. Barajli aa* be ta a Paad'ie-me'a
disae tai anua; aricada yorm,

flI atl
. afin de cont
remiot, que houverde nobre deautado naufalloii em .preiepc.Qet exa- .futura
*nl

paz de
ato...
temiM,!
qu anio com etsa coosstlta do |
. flro de conr~
gtaa.
ao, s o
COMBANDO DAS ARMAS.
Qaartel-gerxeral do conmando das
armas Jb Peraambaca na cidade
do Heciirs em 9 de abril de luG'i
ORDEM DO MA H. 68.
0 gaoaral commandanu* das armas faz certa)
para coohecime'nto da guarnida o coomoieuwa
fios, que na da 28 de marca ultimo (otan pela
respectiva commutao exanuuados pralteameoie
aa arma de arUlbazia, noa termo do artigo 28 do
rag Unanlo que baixou com o decreto u. 7 Vi de
31 da marco da 1851, as prac,te abano mencio-
nadas, na seguintaa especialidades: "
Nomenclatura da peca, a reparos da eapiogarde
e seu uso, exercicio de arlilkaria de camuaoba e
da b*ter, maneja 'arma,exercicio do fago, esco-
la de pelolo e pontana ao alvo.
4o batalho de artilharia ap.
Particular primeiro sargento, Heariqnes Flix
de Dacia, spprovado planamente.
: rrimeirosargento, Francisco Martiniano da Cos
qner ta Lima, idem.
Particular segundo sargento, Mauoel de Garva-
lho Pae da Aodrada. aimpleaaite.
Primeiro sargento alaoxarife-, Catimiro Jos
de Frena, repruvado.
Segundo cadete segundo sargento, Fraaeiaco
Carneiro da Silva, idem.
Segundo argento, Romio Agostioho de Almei-
da, idea.
Compauhia de artfices.
Primeiro aargento, Freokilrn Francisco Brrelo,
spprovado plenamente.
Segundo sargento, Antonino do Sacramento,
approvadu simplesmente.
Faz igualmeola publico que do asa 31 do re-
ferido mez de margo foram examinados urlica-
mente 'arms de icaularia, no Urmoodo artigo
29 d citado regulameuto, e na seguioles espe-
cialidades ;
Manejo d'arma, exercicio de fogo, aanobraado
batalho, defalhe. escriptureclo- e economa,
os senhore ofBciaea que patea a ser menciona-
dos :
2* batalho de infantaria.
Capitao Jos Marcelino de A-ragu, aurorado
plenamente.
Tenenie Manoel Joaqun) de Soasa Jnior,
idem.
Tenente Joaquim Antonio de Moraes, limplet-
menle, as 3 primoiraa especialidades, e plena-
mente as 3 ultimas,
lente Jos Casiano da Silva, idem idem.
9 batalho do infantaria.
Tenenie Augusto Lesl Ferreira, spprorado pla-
na mente.
Tenente Leopoldo Borgee Garri Ucha, Mera.
Tenenie Antonio Ksyaundo Lias Caldas,
idem.
10 batalho de infantaria.
Capitio Pedro Alfonso Ferreira, approrado ple-
namente.
Tenente Etiafo Jos l'aes Birreta, simplet-
mente as 3 piimeira especialidades e plena-
mente as 3 ultimas.
Tenente Luiz de Qusioos Coutioho, idea,
idem.
Tambem foram no raesao dia examinados na
forma do sobredito artigo 28 do regulameuto, e
em nomenclatura d'araa, aoa uso, sua eipecie,
manejo u'arma, escola de pelolo, pontana ao
alvo, es aenhores cadetes e iaferioroa que ae se-
gu.
2o batalho de infantaria.
Sargento judante, iesuino Ueraogeoss de A-
guiar approvade plenamente.
Priaeico sargento, Flavio Cassiano de Azeve
do, reprovado.
Seguodo sargento, Belarmino Auguato de Fre-
tas Baence, idem.
9a batalho de infantaria.
Segundo cadete sargento sjudente, Luiz Leo-
poldino Arsenio Barbota, approvado simples-
mente.
Segundo cdele primeiro sargento, Claudino
Antunes de Olireira, plenamente as 3 primeiras
especialidades, e stmplesmeul nad Ues ulti-
mas.
Primeiro cadete primeiro sargento, Manoel de
Fariis Lenos, approvado plenamente.
Primeiro sargento, Vicente Alves de Carvalbo,
reprovado.
Segundo cadete primeiro sargento, Vicente
Ferreira de Lorena, plenamente uas tres primei-
ras especialidades e simpUsmenle as tres ulti-
ma*.
Saguodui sargento, Emydo Francisco de Sui-
za Magalhes, approvado simplesmente.
Primeiro cadete, Francisco Theopholo Paes
Brrelo, plenamente naa trea primeiras espe-
cialidades, e simplesmente as tres ultimas.
10* batalho de iofantaria.
Primeiro sargento, Antonio Francisco d'Avila
Jnior, approvado planamente:
Primeiro sargento, Francisco Pire Ferreira,
dem.
Seguodo sargento, Eugenio Nery da Rocha ri-
ta, reprovado.
Segundo cadete, Manoel Goacalves Silvioo J-
nior, dem.
Assigoado.Solidouio Jos Antonio Penira do
Lago.
Conforme. Candida Leal Ferreira. capitao
ajudanle de ordena encarregado do detalhe.
taaasaaa
^*a^',^*ao*| tjT#*" a',r*l'l^r^v*^^ar ^TaT^T^^W*v^ry. W
O Sr. Cuona figueiredo :Ei abi.
OSr. Bario a> Muribexi:-MM. ou{t, a ej
como continuou: ^ltado) .... enlfetaato pa-
c receu me oavic aa nobre deputado que oa dif-
c le re otee oollegius do tarseiio citeuk) tiubam
o resebido impuai^oa pasa elager depuiado
a peatoat cuja prelonc^es nao eraaa jas-
tas.....
O Sr. Baro de Muribaca :_E nao fallei atoa
dilleranlea collegigs ; nao.
a O Se. Cunha e Figueiredo:E em algn ?
0 Sr. Baro da Uuribeoa lito sia.
0 Sr. Cuuha e Figueiredo ;Pois bem eu
.< dlrei ao nobre depulado, que quanio a meu
respailo uso fui imposto por atgoem, etc. ate.
Emtim, Sr. presidente, eu julgo al muito io-
noceot cada um do noa alteras a seu. discurso
como lhe parecer melhor, por al mesan no fia
amitos apoiidos, pos que foi coaprimeotido,
mes fazendo ludo iato, nao me emprestara, in-
tenQes que eu nao Uto.
0 Sr. Cuuha e Figueiredo;lato nao aa an-
teada contigo, porque j dista quo nao fia slte-
rag-s no meu discuto.
O Sr. Baro de Muribaca:Vou agora entrar
na discusto do parecer da coro mus* o do pe
deres.
0 verdadeiro pouto ds quoslaa, senhore, sar
ber aa na vills.de Agua-Preta devia her colle-
gio. Persuado-me (e para Uto iavoco a at
en(o do nobre depulado candidato me orientar
em alguma coue em quo tafvez eu nao esteja
bem certo) persedo-me que a Tilla de Bsrrelros
fei ereadaom 1846 oa 1847....
O Sr. Drnmmond :A de Agua-Preta.
O Sr. Barrio de Muribaca :Sim a de Agoa
Prela; depois em 1854 ou 1855 foi trsnsferida a
seda da villa de Agua-Preta para a poroago de
Barrelros....
O Sr. Drummond :Perfeitamente.
O Sr. Baro de Muribeca : Pergunto eu,
quando se creoa a villa de Agua Preta em 1846
ou 7847 elffeu-se cmara municipal?
O Sr. Drummond :Perfeitamente.
O Sr. Luiz Fitippe :0 nobre depulado d-me
liceoe? En 18*6....
O Sr. Baro de Muribeca (rindo-sel;Eu es-
touemt8*7....
0 Sr. Luiz Filippe di om aparta.
OSr- Bario de Muribeca :.... e pego-lhe a
sua silencio para o qne disse, que foi se em
1847 creou-ie a vUls de Agua-Preta e___
0 Sr. Drummond Creto que antes dessa
poca, meu nobre collega.
O Sr. Baro de Muribeca :Em 1853 ou 1851
foi a sede da villa de Agua-Preta transferida pa-
ra a povoacio de Barreos....
O Sr. Luiz Filippe :Nao foi isto As duas
freguezins de Barreiros e Agua-Preta passsram
a constituir termo ou villa.
0 Sr. Drummond :Perde-me
potado etti engaado.
Um Sr. Depulado : Em 1854 en estire em
Barreiros e vi cmara municipal alli (accio-
nando.
Outro Sr. Depulado :Isto ostra queslio.
O Sr. Baro ds Muribeca :Eu disse que a se-
de da freguezia de Agua-Preta tinha sido trsns-
ferida para Barreiros....
Um Sr. Depotado :O municipio.
O Sr. Baro de Moribeca : Sim o municipio
foi transferido para Barreiros em 1853 ou 1851.
Pergunto eu : fez-se eleico de esmaristas em
Barreiros neste lempo ?
O Sr. Drummond .-Nunca honre l eleico.
A eleico de camaristai em Barreiros era para
Rio-Formse
O Sr. Luiz Fsfrppe: Como que o nobre do-
putadodizlstorril 1
(Ouvem se outro spsrles.y -
O' Sr. Baro de Manbeca :Eu tire falta destas
informaces. <
O Sr. Lula Felippe : Quer ouvil aftpra uma
lofnrmaco... \ \.
O Sr. Barao de Muribeca :Com miio? prtzer.
O Sr. Luiz Felippe : Deade que ae/ reuni
Agua Preta i Barreiros ficaram ambos estes pon-
tos constituindo ums s freguezia, e por'c&nse-
gointe a eleico municipal nao tinha referencia
s Barreiros, era commum, e por tanto o nobre
depatado nao podia dlzer que nao se fez eleico
em Barreiros.
O Sr. Baro de Muribeca :As cmaras moni-
cipeea nao sao vitalicia, a sua eleico porqua-
triennio, expirou naturalmente o prazo da cmara
de Agua Preta, cuja cmara nao podia desappa-
recer antes de terminar o seu quatrienoio ; por-
que a rnudanca da sede de uma villa, de um po-
voado para outro nosonulla a cmara, que deve
se transportar; ora, depois de expirar o quatri-
ennio dessa cmara de Agua preta fez-se eleico
em Barreiros?
*j
ASSEMBLA LS6I8UTIVA PROYIMM.
CONTINUaCAO DA SESSO DE 5 DE ABRIL
DE 1882.
Presidencia Ao Sr. Vitconie de Camaragibe.
ORDEM DO DiA:
Contina a discusso.tfo pe/cerda comroisso
de poderes e suas emenda* adiado da setsao
anterior.
Achatido-se na aoto->a1a o Sr. Drummoad
convidado a assistir a ditcussSo.
O Sr. Baro de Muribeca : Eu mo, Sr. pre-
sidente, qne a atsembla nie let ara a mil que
eu anda por alguns momentos ibuse de Sus st-
tengio sobre esse parecer coja diseusao contina
hoja, e aotes do me oceupar delle seja-rne per-
mlMido fazer ama especie d reclamaco, ou
protesto eohfrar o qttofez publicar um nobre de-
putado em um discurso por elle proferido na
sesslo de sabbado oltino.
Senhore, eu quando ti ve occisio de fallar
soyessrfleic^era'oMerceiro dirtricto ditse al-,
goma eousa e creW"W mesmo batante forte, do'
que nao me arteprroo, porm o oobfe depulado
quando retez o seu discurso emprestou-a pro-
posites que eir ojo emitti. .
0 Sr. Cirtflf ftgnfenda:r-Wld-aab(ji4o. 0
diBCtirso dore estsr Os typogrtphis. e fot ella
severa qae Do attrel nenhuma de tuat pala-
vrat eteripts pele letra do Sr. tichigrapho.
O Sr. Bsrao de Muribeca :Eu nao caMtumo'
dodii*r-me. o que diste est dito. Mt,,Sr,v.
OSt.Cooh O FlguelreUo :em diga it a
rio de 'Muribeca 1,.'.. eu qtt nao
et5Soadetfi uxdemTmpela-m
jVcanjj V m$ti^&M 'ioht'
0 Sr. Souza Reis : Fez-se, a Unto qae l exis-
te hoje uma cmara.
O Sr. Baro de Muribeca :Ora, poda a cma-
ra que hoje li existe ser eleita muito lempo de-
pois, o que en porm, quero saber se logo que
(Indou o prszo legal da existencia ds cmara de
Agua Preta, que foi transferida para Barreiros,
fez-se nests localidade eteicio para novos cama-
ristas t
TJm Sr. DepntadO : Depois que foi mudada a
sede para Barreiros fez-se ahi eleic.no.
O Sr. Barao de Muribeca : E* o que eu quero
saber.
D'pors creou-se a tJIb de Agua Preta em 1(359.
repsrtio-se o termo que aeompanha as fregueziat
de Barreiroa e Agua Preta, e ucou cada um em
se termo ; isto, repito, em 859, A lei craou
am termo, uma Tilla ; eu creio que creada a villa
o essencisl est Teito, porque quando o poder
competente cries uma Tilla, tudo o aais secun-
dario...
6-Sr. Lai* Feppe tf um aparte;.
O Sr. Bario de Muribeca :Eu nao tenho
scieocia disto.
Srohore, eu entendo que a ma creada legal-
mento, como foi, isto (ufficiente para se
crear termo, e tanto acsim se eotendea que o pre-
sidente da provincia creou alli na collegio...
O St. Drommond : Apoiado.
O Sr. Luiz Felippe :E tanto assim se nao n-
tende que o presidente da provincia nao creou
alli um collegio.
0 Sr. Baro de Muribaca para a Sr. Luis Felip-
pe : Poia tenher, eu nao vi um documenta peso
qual o collegio foi creado ? 1 ...
O Sr. Luiz Felippe : po senhor, -a* vejo
que V. Eic lem entre aa mo am documento
pelo qual veri qae esse collegio na. foi creado.
O Sr. Bario de Muribeca: A este docman-
to irei depois...
Um Sr. Depulado ; Bem podia loo,
O Sr. Baro de Muribeca ; Uma vT que o
presidniitou#^prwinaoa maia volado da freguezia da Agua PMu' desig-
nando a reuoilo da um collegio oa casada as-
mara dessa localidade, porque creou alli Pili'
8 Urna Voz :-W,. V
0 Se Baria de kWibac. ; Ana, t4ai? I
Entao maraavo que,o collegio de Btrrakot vtoaa
tonccionara^Aga,Ptdia l. -tavd -; mu
n&Tfr&ti: ^Sanha^aasraaaW
tou-aeji*vcaatvjia*porati do 19,dad
la Imi"*-**}**9* l~ fc*i** ^laava
4e 2lde putuav ,...
0 Sr. Huw de liuibtaa,: 4Jodeaiga a lu-
BMim : a uu d*oankMa aad)aa ?ta4a.-<
O Sr. Bario da Muribeca : 0 nobr depoia-
do Aem dito au^to ouaa aoato oesiiov as n
lem provadocoass alguma. Que Aa>uo Pr*'
O Sr. Bario de Muribec : Poia eu roa 1er
va-f, anhore, o pretidente creou collegio
l*aAd Prta, mis o juiz de paz quem faz a
Ua Sr: Depatado : Muito bem !
[Trotam-se slguns spsilet).
O Sr. Bsro de Muribeca ; O iaiz
rreiros tal vez instado sigua ca
Uaa Voz ; Pode ser.
Sr. Btro de Murlbosaa: >.. qat adiando
culdtde, veio ao prcoidanla ItaxtaTaciia con-
lta...itto pode bem sm meaa Mrdkjasi... Ora
ipaaaa Barrei-
V)t tanas colle-
e isto aoroeoc para peoviotr drnreoldadea
n--*" n......si__- -w .-_ ...--i.....
duplicata;
0 Sr. Bario da. Muribeca : -,Ahi est ; agora
perdi-me completamenie. (Riao].
Creio que en dial, aenhores, qae aprasentan-
do-ie ao presidente algumas nuvent, que tslvez
pozetse em embaraco a eleico do al da pro-
vincia, ella disse: pois bem, reunam-se esses
collegio*, e jusiifique-se o motivo.
Uaa, tenhores, ea creio qae a pessos encarre-
gada de justificar o motivo foi infeliz, e butcou
raides que nio tinhsm relacao com s questo,
porqua o que so trata da sabor sa Agua Peala
deve tazar ua collegio anido a Barreiros; en tre-
ta uto, a peatn dDxarregada de arraujar oa pre-
textos foi buscar o ditposto oo art. St do reguta-
meoto de agosto, e nelle, firmou-ao ; mas, se-
nbores, veja-e a applictQo que leve psrs o ca-
so esta artigo, et-to : (L).
Ors, ahi leude o qae dispoe esie artigo, o
qual determina que oa eleitores Be um collegio,
de um municipio, ao a atsembi* provincial divi-
dir ente municipio canliouarao a rotar aa mesmo
municipio ato a sssembla provincial de-
terminar que a freguezia de Muribeca fique aer-
tencead aa Cabo, nem por iato os eleitores da
Munboca daixam do ticar alli vetando. Esta
que a inteligencia do art. 31. 0 nico caso!
que pode dar lugar a quesliooar-se, 6 so a villa
por nao eatar constituida... Ea nio seise a pale-
ara constituida a aais cabida...
O Sr. Souza Beia : E' a essressao propria.
O Sr. Baro de Muribeca : Mas eu nio a ad-
miti por ora, dkei: pos aae eatar funcionando,
sa prepria para collegio. Mas, senhore, eu
creio que as leu so fazem atiendondo-N tam-
bem ao interesse panuco. "A lei narcou a villa
no centro do territorio povoado, pora que mais
fcil a commodamente podeaem todos oa habi-
tantes desea lagar se corresponder coa a villa...
(Ha um aparte].
O Sr. Bario de Muribeca : Creio que nao,
e accreace atada que em Agua Preta, ou que a
cmara da Agua Preta eetnpre disputou, legal
ou Hlegalmente qae aqaell povoado era Tilla...
O Sr. Luiz Felippe : Nio apoiado.
(Ha oatro aparte).
O Sr. Drummoad:E anda o anno trazado
eu requer que ae padissea informaces ao go-
veroo, porque aio mandara juramentar a c-
mara de Agaa Proa.
a II O Sr. Baro de Muribeca :Eu tenho noticia...
I O Sr. Lar Felippe:Eu Iba digo a que hou-
ve, se me d liceoga.
0 Sr. Bario de Muribeca :Poia nao.
O Sr. Luiz Felippe: O que houve foi isto:
fez-ee a eleico de camaristas eco Agua Preta
quando ella por ai enastlala'Tilla...
O Sr. Bario de Muribec : Deixs-me agrade-
cer-lhe dee^ertar-me esta leabcanca. Agrde-
co-tbe extremamente esclsreoer-me este ponto, e
0 nobre de- agora pego-lhe que me esclarega o outros.
O Sr. Luiz Felippe : Eu j noaei oode esta-
r... Mas, verdsde. Agua Prela e Barreiros, ou
Barreiros a Agua Preta foraavsm uma t villa,
aja seda ara m Barreiros. M*ndou~se proceder
a eleico da cmara municipal, osposoo de Agua
Prela eeapeiladoe coa a resolucio do aasombla
proTiaciat que transfera a ade para Barreiros,
nio quueram concorrer para a eteicao da caaa -
ra, e fez-se eola aumente com os votos dos povos
do Birroiroa. Constitua-se a esmera legaimenle,
iato fez-se a eleico legaSnenle, e foi appro-
vada, falla va ser juramentada e empollada asea
cmara, o presideate da provincia offitia i ami-
ga cmara de Agua Preta para dar poste a de
liaireiros, maa a amara de Age Prela nunca ta
qui reuuir....
Uma Voz :E fez mallo bem.
O Sr. Luiz Felippe :... para aonullar por es-
te modo a eleico, qae tinha sido legalnenie'fei-
ta em Barreiros, e aiede oode vem toda esss con-
fuso.
O Sr. Baro de Muribaca : Ee coeilo de te-
da iaao que o uubr. apt.io diue, que alguma
irregularidade so tem dado oesee freguezia a res-
peito de eUico da cmara, ata anda agora,
quando ea perguntei so Iraooferiodp-se a sede da
villa d Aua Pret par B*rrirsv<_p s liaba
feito eleico de cmara, disse -se que nao, e que a
cmara tinha sido traotferids...
O Sr. Souza Beis: Quem ditte isto oi o Sr.
Drummond.
O Sr. Baro de Muribeca:.... o que nao po-
dio ser, nao poda ir li...
Um Sr. Depatado :B a cmara de Agua Pre-
ta nanea foi.
O Sr. Baro de Muribeca: No que fez muito
bem, porque se ella tinha coasciencia de si de-
via dizer eu aou eleita para a freguezia nossa,
as nao pesso ir para Barreiros, porque esta fre-
guezia perlencia ao Rio Formoso.
(lia am aparte.)
O Sr. Baro ee Muribect: Poia s cmara
eleita uoicameuto em Agua Prela, depois crea-ae
ama villa em Barreiros e acaba-se com a villa de
Agua Prela, esla cmara ple (unccioaar em Bar-
reiroa?!
Um Sr. Depulado :Nio sa acaba com a villa
de Agua Preta, transiere-te so minie a de par
Barreiroa.
Sr. Bario de Muribeca :Pode-se fazer iato.
e al tousat peiores, mas a cmara de Agua Pre-
la fez muito bem nao ir para Barreiros.
0 Sr. Luiz Felippe :lito acooselhar aos po-
vos desrespeilo a lei.
O Sr. Baro de Muribeca:O nebredeputido
6ngaoa-se, eu nao aou capaz deacooaelbac o dea-
respailo a .lei, porque lou a primeiro a res.peiia-
la, e ae respailo do procodimeoto do cmara do
Agua Preta assim me exprimo porque veto que
sabr esta negocio exittem orto ai m*l dadas, r-
deas que tem dado lugar o ases conflictos naa
duis freguezia de Barreiros Agua Prela, e per
ro nido os presidentes s tomat aa reaolucoes quo
mais lhe coovm, segundo s occatio.
Direi agora, seuhor presideate,feo a resoluto
tomada pola presidencia era primeiro logar,
aquella quo detecaiaou que Agaa Frota formas-
se collegio, nao devia aer re'ogede. pela manair
porque o foi, porque osa eeeUiGo a que le-
gal, e us s nos dartnos tujelwir a etta e nao
que a dearogou.
,f OSr. Luiz Felippe :B tsoto assim oacaquo
foi epproreda pela cmara dos depulado a elei-
ta o de Ba esotros.
0 Sr. Baro de Muribeca :Na cmara do Srt.
doputadoa (iato- aio coaita que todas udaeaoe-
. aende o tem o eanmtaar cerno elantee
diplomas, aquella ehaicao qae nao e contesta-
da passa seo anejar oanse....
O Sr. Souza Reto :E porque nie se conles-
lteo collegio d Barreirw.
O Sr. atoa de Manbeca:Porqa nao faavia
intereise de deputsdo contestsdo, a os deputa-
doa olhem paa o Mu inaereos* orno para o
d publico, e donis, teaheao, a eaaora dea-
Sr. opnladon nao foi etclateeid, a a nettaa
quo devja mu cicIimcudsWu*, tatvez lase
a mais empentada ea occaMar a verdtde, a a
vista ditto aaao dam noi prerteeer do de-
cisooa que a oaaemUa garas ana te-nio prepralo
to torau>noaaraBao.A'''.i mi
O Sr. Lua Faitpoa :dia toa toread lei.
O Sr. Bario de Muribeca :Ea nio ei o so
tot otete, MUetaBKrcroto que alo fem ferca
datdaaaaidb asiMtxotaagta
a ata i gao (u tal al-
ameiav aatsaa aauto} ...
. LulaMippa :-Todta tabom.
lo (ka Muribaca :Mol toa aio aaasa
eleitores eate, oa aqaellee. Nio teoho, St.. o
menor iolereoe nisto, conhego o Sr. Brammond
apenas desU coas, e fra daqui nio (anho Udo
religoet com lie. so contrario a pauoa qaa
aqu ae quer iotroduzir tem reltcSacomig,
ma nao posso deixar da sastaatar a eleicio do
Sr. Drummond porque ella a justa, a TVMf?
deira. __.
i'Ogo, 8gfi q>a te aaaaou
gama co
OSr.
OSr.
tanto coaao u.^.
O Sr. Boamaaaad ;toga qne a> al
eleigo de Agua Preta nao ara elW _
oulla, talv a conveeTOnciat foasem^o ftzet-
ttm depois appr*u*r etsa.. oulli.-dade.
O Sr. Bii'u do Mi ibera rSst da um collegia
que linhs um candidato que trantegia com todos;
esto collegio ettars a ditpoiigao deste esndida-
1o, que apezar disto loi taboqueado empregarem-
se divroa planos para o iatroduzir, admiti
rudo isto, masque nos queiram fazer instrumen-
tos desaas coatas a qae a nio posso suppor-
tar, e por isto que tanto cismo nests dis-
ease o.
Tenho concluido.
0 Sr. Cuoha Figueiredo.[Nao devolva sea
discurso.)
O Sr. Dmmmood :Senhor Presidente, siods
turno i questo da validado da eleico de Agaa
Prela. Nio roproduaUai hoje, Sr. os argu-
mentos qae ontem spresentei nests csss, e
pelos qaaes conclu quaj esta eleigo era valida,
e que com juetica nao se na peds negar o in-
gresto qui, aodi a patarra sonante para resta-
blecer cer tos faetoa, que parecem ter-se tornado
du'idoso, e qae a sssembles precisa coohecer
como se paitaran.
Sr presidente, quando so trata da eleigo do
lerceiro dtttricio e quando oa eleitores do Agua-
Preta divirgram aire si acarea da localidade em
que se devia reunir, proeurou-se saber da pre-
sidencia aoode era a localidade competente, essa
respoita, Sr. preeidoote, oa nio foi dada, oa nio
foi apparedda, oa boje Ja nio existe, entretanto
varios eleitores na duvld correrem para Barrei-
roa paradero sea voioalt. Houve alguem que
Ihes fez constar que o lugar designado pela pre-
sidencia para se reunir o collegio ers Agua-Preta,
Ea nio quero entrar na iodagac,o da verdadera
causa dessa ioformaco, o que, porm, posso
aturro ar qae o fado se dea, qu ja estando
o eleitores d Agu-Pret m Barreiros para ro -
tarea, d'ali voltario ( apeiatos) para volar em
Agua-Preta. Quereodo ea investigar este ficto,
a apresenter na documento que provate a exis-
tencia d'elle, nio cncootrei esse documento na
secretaria da presidencia, e enlso me dingiodo
aoSr. Antonio Marcelino Nwnes Goncsrres, elle
me ditse que tal ordem nao bavia dado. Em
henea a ainba posicio e respailo a verdade devo
declarar isto.
Restabeleeida, Sr. presidente.a ordem dos tac-
tos, eu rtada mais direi, e entrego a casa a deci-
te detls questo esperando ver em aau julga-
meoto empallideeer o reiuado das conveoieuciaa
e firmar-se o da justiga a do diteito.
Julga-se a materia discalida.
O Sr. Drummond retira-se da sala das ses-
toes.
Posto a votos a emenda do Baro de Muribeca,
que determina sejs approvada a eleicio de Agoo-
Prala o reconhecido ultimo depulado peto ler-
ceiro dutricto o Sr. Drummond, approvada por
ll votos contra 10, Qcando prejudicada a parte
do parecer da commissao de poderes, que reco-
ahecia come ultimo depulado peto lerceiro dis-
trito o Sr. Ferraz.
Em conaequencia dessa deciso ds assemblea
o Sr. Drunmond introduzido com as formalida-
des do esiylo, prista iurameolo e toma atsenlo.
Entrando em primeira discasso amas postaras
sddicionaes da cmara do Recito, recoehece-se
nao hsver numero legal para volar-se.
O Sr. presideate desigaa a ordem do diae le-
vanta asessao.
. waaolha, para alia chamar a atan-
ciodoi Uiiore qu, Uoda-o.apreciara se coa
Bate_toeee toaio peda aaa fuer.
icajastrav- naa woa a \ffWI
-tau okoejagoairi.n
Boato aeroarrita pela
deaa Irepaziaaalgum de
quepattoniaaa)
RECNIAO EM 7 DE ABRIL DE 1862.
Presidencia do Sr. Vitcoade de Camaragibe.
Ao. meio dia feiia a chamada veri&ce-ee ettar
apenas presente 19Srs. deputa dos.
0 Sr. presidente declara nao hafer aesso, e em
seguida dissolf %-se a reunio.
D f REVISTa DIARIA-
Por falta de numero eufficieete, deisou hontom
de haver sesae na asseabla provincial.
Foi concedida ao Sr. Ur. Jerooyao Vitalia
de Caatro Tavarea a exouerago, que pedio de
membro do conselha director da ioslrucgo pu-
blica deata provincia.
No impedimento do Sr. engenheiro fiscal da
estrada do ferro, que acba ae coa asenlo na as-
sembla proviocial, foi nomeado paca suaslitui-
lo interinamente aesao lugar o Sr. engenheiro
los Carneiro da Rocha.
Sobre a converso facultativa das rendas
francezas de i e 4 e meio por ce oto, offerecemos
aos tenores os seguales dadoa ooticioaos, queco-
Ihemot doa actos officiaes, pedido do Sr. con-
tul fraocez.
A lei de 12 de ferereiro prximo pitssdo auto-
rita aoa poaiwidores das referidas rendaa a subs-
titu-las por igual quantidade da renda de 3 por
cento, de reticente.creigo, com a condico de
recolherem ao tbesouro um saldo, differenea ou
quantum, fixado palo decreto imperial da meama
data da lei, artigo 2, pelo modo seguinle :
Na aomma de 5 fr. a 40 c. por 4 fr. e 50 c. da
renda de 4 e meio por ceolo.
Na somma de 1 fr. o SO c. por 4 fr. da renda
de 4 por ceolo.
Os pagamentos sern em
ber:
sai poca J IH-
V* P- 7. 4 p. /.
F. C F. C.
0 90 0 20
0 90 o ao
0 90 0 20
0 90 0 20
0 90 0 20
0 90 0 20
40
1 20
S. fai Fatippe do, anocarts,
O Be. tatan Mnrieet :-I*to -oocraouo ;
uaa.TiUs.quoUMaraao uua.sotiooie aaquan
to J?^!l'^y W>aa^ia^nt>la.^ .. ..
OSr. LmzFeJippoM- Naaaaldato.
. O Sr tJarao^MMieece : *-4imnmimM*ii
que e dv smnailw iWals det
o^ proalaoiav.. 0
O Sr. Lola Felippe : Nio tci dicto.
No 1 de julho de 1862
No 1 de outubro de 1862
No 1 de janeiro da 1863
No 1 da abril de 1863
No I de julho de 1863
No 1 de outubro de 1863
Somma. 5
- Ifderrtraoanto el licito realisarem-se taes psgi-
maadoado a eumii vezi adisaadamenM, e
neste caso perceberio es converienles um juro na
razio do 4 por ceolo aonar.
Pila Lu ilad. toiaoncedrdo o prtzadedous
mezas, contados da promulgac.au, ses possuido-
re da sobredi la reodas, que residirem em pai-
tes estraogeiros,. aoa dentro da Europa ou na
Algeria, para a esa etpaco manifestaren] a sua
acquiascoocia 4e coodigea da loi. Esse prao
porem amplUaoa elevado um anuo para os
que aeacharem eaoutsosquaesquer lugares, qae
ndncMJoa o sodocado n* primeira parle deata
coBOOgracBo.
Para execuglo deata ditposto o ministerio da
fazeoda determino, que as cidadea em que ba-
jea agente cooauUree, p*>licoe de caorersio
fjtem iasUwaoo per meio de ua certificado de
reiidencis, pasasdo gratis por estes sgeetes ; e
qu aaquella ea qaa Me nao existan, baslasse
a simples declaneo daa partes, uaa Tez qae
ietse esta revestida do oiaO daa autortoades to-
ca6s; o qu*l ufo hamo ea Perla de toda a
OerltgoSoo referido la assiniia a aceitscio
da cooveriios para com oa pottutoeret que nao
tiverea a Nvree completa apotlgoo o mu bens
i um acto de aimple administrarlo, tendo dis-
poaoada aeoma aceitsgao do ooarqoor aetori-
sagao ospeetoi e de qu.lquer oatra rormaKdade
jadiciaria.
Naa rods, porm, eneradas de osorVoclo, de-
termins o artigo 9, qee a obriga-cio pssa sef
subaeripta peto proprietorio ea pelo asefruetua-
rio. taa qae di ato roteaba am atarue-ou offeo-
o iseiiipulaOospartieolares, que regem otdirei-
tea delle.
Depois da manhia devsraosndtr impreteri-
velmenle aa rood6* parte da t* lotera a bo-
netero do Gyosoano Pwnambucaoo no consitto-
ri ds taroj do B. S. oto osarlo- de Santo Ao-
tento. O reapfcvito thetonretro pagar neste
mra dia o premio deade o de 8J000 rlt
ate) o Be 4tOOBf, O o oatro oo dia egslnte logo
que se dem ai lltlto*.
Ii oa aaaanaf a ana a seliao
fiolaliat offeiait.
gal nw aflria do 1 da correase, trfido
freguezia da Luz i praaidaneii da previne*,
o-ftu fcnaaaa goairi.no da Silva Tararea
teoaaaoeM tjela lerceira vea a poraace
aa aaburaia. aa
bavia manifestado, veeaabe-
r na ai a apanadian ou oatro caso da aorscaar
neooaao aaada m> dav* no aganhoo ropooard o
Catuana1 a, pela ajee julgiva dispeatavel anta
preeaac* attt. e dawa por linda a coaaiaeee to-
que liona sido encerregado, conformando-* por
eale modo coa o qae na baria recoma^odao o
respectivo jaiz de direito aa offlcio da 29 do mtz
paseado; o conolato dfrendo qaa deixav ao sea-
delegado daaaa deslricto aa precia* iaati
pira o Intmenlo do* Indigente, quo
accommeitidos.
a Em um ofScio de 4decocreaU, dirigiledes-
ta cidade a S. Esc, disae o Dr. Coa** Tiacaal
que, ea cumprineota do orden do S. Esc. aa
tinha dirigido neise dia i freguezia doa Alegado,
e, depoi de eoteader-ao coa o raspoettoe aoa-
delegido, havii percarrido algana ponto da re-
ferida freguezia, encontrando cinco donlsakaa
do Mara Maglslena e Luiz Mara, no lasJaTde-
nominado Barro, accoameitids de cholert, o
Florencia Baria da Coueeico e Haraalaaa, aa
povoaco, que lioham cholerint, soffreodo e quin-
to de febrea iuletniUenles; e Use aa qui li-
aba medicado a todos coa medicamento exie-
tentea em caa do menciooado subdelegado ase-
dados pea presidencia, iiaicisadi ojeo aio
era uma ambulancia completa, mas qae cea al-
gum pequeo reparo satisfara cabalmente s ne-
cessidades do logar, e qae dos deeete, qae li-
aba vino, apena m a a cholero baria tilo
provocad* por uma todtgeetio.
A' 6 horas da Urdo do 6 do abril de 18et.
a Dr. A quino Fonceca. >
Em um offlcio de 31 do mez fin do, dirigid de
Cruangy pelo reapeclivo aubdelegado, Doaingo
Gamillo Mendee da Cuoha Azeveda, ao delegad
de policia da comarca de Goianoe, major Ale-
jandre de Barro Albuquerque, e por ate traes
miltido preaideneia da provincia, communicou
aquello funecioaario qae o estado sanilario d
destricto is pouco lisongeiro, aorqaaoto, alm
de muito casos de pleuresa e febrea, cinco ae
beviam dado de chotera bem caracterisados; o
coocluio dizendo que as disrrfaase vmitos con-
tinasvsa progressivameole.
Em um offlcio de 3 do correte, dirigido de
Goianna a S. Etc. aubmetiea i coasideraeio da
presidencia o aajor Barroa o ofiicio, de que aca-
bamos de a presentar o extracto, a disae qae no
ultimo dis epidemia, que elle considerar* x-
tincta na comarca, liaba feiio nio pequeo nu-
mero de victima em algn uaeobes do dutricto
de Goisoninba, e que em Camutanga e Tiuma,
do disiricto de Timbaub, se heriam dado vano
casos, succumbiado algumas pessoas; a coocluio
dizendo que no 1" distrielo de Tejoenpspo, no
lugar denominado Catuama tinha apparecido o
cholera-morbus, do qual ji haviam sido victinas
cinco pessoss.
Em um aflicto de 5 do corrento, dirigido da
cidade da Victoria a S. Exc.. ditse o respectivo
juiz dedireilo, Dr. Jos Felippe de Soasa Leio.
qae de communicagee officiaes, recebidas al
esss dala, Ibe constar* q o cholera-morbos
u ola lomado incremento no termo de Santo An-
iso, sendo accommetttdas 67 pesaos, da quaes
25 haviam auccuabide; e que, nao havendo-
abundancia de dinheiro para loccorrer as penosa
indigentea accommettidas pela epidemia, jalgava
conveniente que S. Exc. remettotse para esse
termo os quiohentos mil ris qae o collector dei-
xou de entrenar por falta de dinheiro.
A's 6 horss da larde de 7 de abril de 1862.
Dr. A quino Fonctca.
Hovimento da enfermara da casa da 1a-
engao db dia 6 de abril de 1862.
Tiveram baixa para a enfermarla:
Manoel Lino de Mondongaintermitiente.
Lino Jos de Mouraintermitiente.
francisco Gomes da Silvacholerins.
Manoel Antouio de Lima febre.
Tiveram baixa para o hospital do Sr. Ramos
e Seve.
f rederico Wercitonfebre amarella.
Da 7
Tiveram baiza para enfermarla :
Custodio Vctor de Barrosfebre.
Oracio Bo re liodore* r he uro ticas.
Tiveram alta da enfermara :
loo Bernardo Teixeira.
Leandro Aprigio da Purificarn.
Luiz Femando de Fraoga
Joo escravo de Antonio Ignacio de Azevedo,
Laiz escravo de Jos Xavier Carneiro Campello.
Mataoouro rUBLICO.
Maiaram-ae para oconsummo desla cidade no
dia g de abril, 92 rezes.
No dls 7 do correte 94 rezes.
MOHTtuDADB no ou 9 de abril :
Antonio Candido da Coneeica, Pernambuco, 30
annos, casado. Recito; pulmonachrooica.
lotepha Bosi dos Prazeres, Pernambuco, 53 an-
nos, solteirs, Santo Aotonio ; febre perni-
ciosa.
Mana do Carmo, Pernambuco, 68 aonos, solteirs,
Boa-Viita ; diarrb*.
Manoel Aotonio de Lima, Peroambcca, 20 aonos,
soltoiro. Ba-Vala ; phtysica pulmonar.
Gabriella, Pernambuco, 7 das, Boa-Vista ; es-
pasmo.
Deoliods, Pernambuco, 5 nezts, Santo Antonio;
convultes.
Manuel, Pernambuco, 8 diaa, Boa-Viato ; te-
lanoi
Dia 7
francisco Jacintbo, Portugal, 35 annos, casado,
Boa-Villa ; febre amarella.
Paulina, Pernambuco, 8 mese, Santo Antonio ;
bexigas.
Adriano, Pernambueo, 4 meze, Santo Aotonio ;
interite.
Clemente da Coila, Africs, 60 anoos, preto, riu-
to, Boa-Vista ; cholera.
Maris Ferreira da Silra, 40 anuos ; parda, Tiara,
Santo Aaiooio ; cholera.
Leooarda, Pernambcco, 3 meze, Boa-Vista ;
clapsato.
Mariauna, Pernambuco, 5 annoa, Santo Antonio ;
febre cerebral.
Leonor, Pernembeeo, 21 aonoa, loiteira, eicrtva,
Santo Aotonio ; perilonite.
Gaspar, frica, 90 aonos, Boa-Visto ; ignora-ae
a ncHealis.
Celestina, Pernambuco, 16 annos, solteirs, escra-
T_a. Affugadog, tubrculos pulmonares.
ipital
oubtiaie a veruode. mas ubawta ilteganreole ; e
te aaboisie panana -a doolar^o oo Sr. ikabv*-
wno Laao do Caaiuv, aeo cfaoo na cann quem
m coDtaatotiovAct' *t> j>
S "^Sti^Ml9K^t-*m*** PAo*i*t^oV*e IreoiiTBtr Andr^e,,
,_1^J1!^**|,,,I>^>-M^ Brrelpcwleiicra rTain fonaF
i*0;Tlo|it son* aereo pasan trt. SI ler
logar p poraavaSrt aabwadu fcafa dveosHa
^detto eeaor Uso para ale aWiaerdar ttjareMSM
(dotainr poraO 1ai danardbva aKdtoral t e til
vez om aHaaaptopeiito Atsaaolao pai% tr a
la de poaW poaleflaranta
qaa qubea. rail lae coa-
r poroa atona* o* ceaooleflolooi-
mento devia-ae volar pW Mpfcle de Ago> Prb-
td*W aaasaaa opissaa va a ato fegoea, qae
houTrm do larcairo diiricto, emboni ejtm
iai.aw,nnaj
deato Cidade, deetoraaos qeqaemquer defen-
der shraen, ppaTee com o seu srMgo i troo-,
graphia, para pagar a publicacio, e nio se Serr
dous* ir. Lato Catr piti' Tvla-lo I Itfita
IWttto. como MveniataabaiN a de fez de qu.nv
I pena ae pratendet dfcfener, "
^oetoao hoto, eni aoaaal'tjffj^A ro-'
Molestia de elbes.
Cliaica medicu-eirurajtea ti
Cosme aras S Peretr* aa a
da provincia de Peraambacc.
Catara la lenticular dura em anio ot olho ; 8*
opeta[o por extraccao praticada pelo Dr.
Sa Pereira. = sienhum reullado. = Obf. n.
539'do anno de 1862.
[Continnacio do Diario n. 47.]
Maria, prela, africana, de 80 aonos de idade,
escrava da Sra D. Rita Tbeodora de Souia, ao-
radora na roa da Guia, velo comullar me coa
permiMo de tua senhora, sobre ana cegueira,
le i dativa de muitos annos. Era t ds qua se
queixava esta pobre preti.
Peto exime feito em sea organismo, na Tarda-
da, nada notei de anormal; e o que bavia de mi
oa iocommodo, era o effeito implede sao aran-
jada idade : emquanto aoa olho leconbecl ojia
sos cegueira provinha de caanlas lenticulares
duras, sem compcigao alguma ; .ea conse-
cuencia do que propuz uma operacao, e tanto a
lente, domo sua senhora acearam-na
Bsta doente viera pof vezes ao meu eseriptorto.
,ifim de que eu osaistae sua unsibilidtde Uclil
uccular, ou melhor para preaara-la a o2rr co-
porto*.. doeVa mWa* ^^rsov,i
oao tblUnro tu. avangada idade. e aiu condico,
porem m*enganei com pleu uto. ......
d Ha 24 da a*ipnXnrb?ul mareada para ato tr*.
barho, que foi execir-
o de quem ji teao*w% Tst.p. di versa rve'am rtsuVaa^o d
producgdea poalicu. 0 mtis qaa podemaa dizer
s* II hora da manhia ;
Uyjot Ul quo oa razio jm poda
TdS corada djr
depoiitir o eut
eatavdiltana
i

J

aosf toaadal ilado. JM
___ gran-
de porcao do humor Tildo, qaa aiad coDtioooa a


,:"**>.-
DttftIO DI fttaMWJCa^wtfA fUX^fHM'AMirOI IWI.
I
X
sabir com o trabalbo pita extnccio da catara-
ta : Me oltetMandflrt loo perdido ; porque
grande ida*, a pot^ao tfo Uot Itrio lena-
modo.
Pateando a operir o albo eaqaerdo, tomei
toda as caataliai para aja* ee alo rep*ti*se
Uo triste occidente. A Sra. O. Rita, que ataiitia
a operario, tai testemuohi, astim como outraa
pessoaa da cata, do procedimeolo da so* escrava
No aegaade ola o nada houve; a eartraccao oi
falta teon o menor embaraco, e as experiencias
moatrarara que a vista era sdmente embarazada
pela catarata : pon qae, aabida esta, aviiiose
fez immediatimente, vendo a preta (do qe Iba
Terminada opevagdo, foi applicado o tppire-
lho contentivo em ambos os olhos, e a doente le-
vada para o sea qoarto: todo presagiara um bom
resaltado.
A doente durante os trae primeiros dia alo
eitere ama i hora tocegada ; ora dista ella que
eeatia catar aa cabe?, a tirara a vende que as-
ura contoado os olhos ; ora eram fadigu que
a incommodavam, urnas vezes senta eoceira por
tode o eorpo, outras, nada aeniit,|porm, sents-
va-ae eieoanUet-ee constantemente : impottivel
er, portento, fue estes desarranjoa ao pertur-
bmem a marcha do curativo, e nao trouxttiem
triatee resultados, que foi o que afloal toecedeu.
ff terceiro dia, tirei e a apa reino, e encontrei
noolho esquerdea cornea intoiremenU opaca ; e
no olho direilo, est dobrada pelo meto; estes
Ibas eatavao, portanto, perdidos para sempre.
Neabuma dc noa albos, ou nenbama febre,
nenhomi ioflanimsco vlv, ou outrd qualquer
iocommodo devido a operadlo mesmo, stntira es-
ta infeliz doente.
Tal fra o resultado dssta operario, cuja ope-
rada, por soa vootada, ou per sea cadoquiee des-
truir o beneficio que a arte e a selencia Ihe esta-
r m procurando ; e nao obstante sua triste con-
dico, e a tranqaiRidade de minha coosciencia
seoii profundamente este lofortaneo ; e a perda
do meu trabalbo tanto otis digno de se o ti-
ra en t o, quanto foxa elle feito nicamente pete
dever de medico por catidade. Este mee
dissabo s velo a paaaar de todo, depois que vi
concluido o trabalbo da operario segutote, cujo
resultado (ora o maiafeliz : foi com ella que ter-
mine! no auno pascado es meus trabalbot; ea
passo a descrere-lo.
catarata praiicadas no hotel Dieu, nos aonoa|de
1806, a 1810 inclujirimente. dvitei caaos sobem
ao numero de 113, dosqae70 tornete foram
por extrteco. Destea 70, 19 tfteram bom re -
aullado 6 tlreram resaludo incompleto; 8 nao
obiivefam resultado algum; a em 37 te nao
soube do resuliado. O Dr. Tartra concluso pois
que sobre 5 operado! s dous podem obter a
vista (en obtive qoasi 4 em 5 operados).
Em um trabalbo de Mr. Sharp, lino diante da
sociedade real a 22 de novembro de 1753, men-
ciona elle que operara por extriccie em 19 olhos
o que s oblivera resollado tefirivel (nao bom)
em 8, 9 a casoa {lackatizic t. 2 p. 368]
Por taoto 6 Ucil da ver que o resultado obtiOo
pelo o meu trabalho comparado com o de varios
mdicos de alta posico seieotifica, teno su-
perior, em nada absoletemente inferior: este
resaludo pois, ave hsoegee bastante; ea o alrr-
b4b aos ateas trabalhes, aeo meee estudos, e
emlm a dedicico qee coatagro Iquellet que se
ooofiam aot meut cuidados: pessa paia ella,
expolio to sinceramente grsngear me coneeito
particular, opiniao publica, e confianza entre 00
moas collegis.
Dr. S Pereira.
[Continuar-se-ha.)
Catarata lenticular dura em ambos os oros ; 9*
optragao por extraegio, ptimo multado.
Obs. o. 614 do anno de 1861.
O Sr. Jos Cslazaaa da Silva Fragoso, brasUeiro,
braceo, viuvo, de 58 annos de idade, morador na
Matriz da Varzea, veio consultarme oo 1* de
agosto do anno pastado sobre sua cegueira.
Ioformou ello que, bavia 8 annos pouco mait
ou menos que aera t oe que aeu olho esquerde
estar completamente ceg, e que de ento para
ci a olbo direito comegra a perder a vista,e com
tanta rapidez que em meos de um anno lambem
nada mais va por este olho : informou mais al-
gamas cou9is,qoe nao vem ao caso reteri-las.
Depon do que, passei a examinar o doente; e
por este exsme reconheci que sua cegueira era
devida a cataratas; e bem atsim que estis eram
durai, eeitaram completa, ou maduras e sem
complicaco alguma; a como resultado dette
juizo urna opemgao Ihe foi proposta; o doente
acceitoa o men parecer, e ritireu-te para sua
casa iflra de prepararse para a operago.
No dia 21 de outubro o Sr. Calazaos, proco-
rou-me de novo, e j prompto para seguir o meu
eonselho, e por isso, o dia 23 f >i marcado para
este trabalho : e convidados vara asststi-to os
distinctoi mdicos, os Srs. Drs. Carlos Frederico,
Villas B, Goocalves de Moraes, Pereira de Bri-
to, Xavier de Brito, M'guel Feliclo, e Leal:
faitaram os doos ltimos collegas; este por do-
ente; e aqaelle por ter sido informado errada-
mente sobre a casa em que o doente devia ser
apatelo.
No dia marcado, s 11 horas em ponto, come
cei o meu trabalho, e tire a satisfagan de ver
provado o mu diagnostico praticamenta em pr-
eos de tantos colleaas; seodo duas bellas
cataratas lenticulares extrahidas, no espago de
cinco aioutos, sem o menor erabirago, ou o
mais leve iocommodo,o sem accidente algum ; o
doente vio logo por ambos os olhos ludo que Ihe
epresenlei, depois do que foi tratado convenien-
teniente, e recolhido ao seu quirto. No 3* dia
oi levantado o apparelho contensivo; as corneas
eittram adheridas, e transparentes,e as cmaras
em perfetio estado; oo 5', o mesmo estado: no
7o, o mesmo ; em coosequdcia do que (o de-
nitivameule levantado o apparelbo ; oo 8, paa-
seava o doente em seu quartn ; no 10*, na sata w
no 12a, j passeava na ra, e fra pessoalmeot
agradecer aos collegas que me haviam feito a
honra de viraasisUr a tea operacao.
Os leitores estaro lembrados do trabalbo que
me deram alguns dos operados j fallados; no
case vertente ao contrario neohum houve; por-
quanto o doente se prestara corajosamente, suat
palpeoraa nao pestenejaram, seus olhos estive-
ram flxos, e na directo exigida; de modo que
por esta immobilidade, parecia-me que eu
trahalhara em urna estatua ; emfim pareceu-me
que a paciencia e e vontade deste doente
vieram adrede iudemnisar-me generosamente
dos dissabores que me causarara a 4*. e mui
principalmente a 8* operacao; e deila maueira
terminar Uo felizmente os meus trabaltios do
anno panado, e de um modo capaz de aatisfazer
a curiosidado ciada a mais exigente do pablico,
eem particular dos ioleresiados.
Taet foram portento oa resultados das nove
operacoes por mim praiicadaa pelo methodo da
exiracgo; o oome doa operados, e todas as cir-
cumstancias que te deram, durante o tralamento
dos meamos, ot mdicos que as viram pralicar,
e o resultado final das mesmss verificado ; todo
erafim Gca escripto com fldelidade ; fcil por
tanto a qualquer verificar ou por ti proprio, ou
por intermedio dos seus amigos, ludo quanto
bei dito.
Se as operarles da catarata estara oaquelle
grupo dos trabalhos mdicos de traosceme im-
portancia, e que tera feilo a honra,e a tortura de
muilos mdicos, eu devo lisongtar me por. te-las
desempenhado satiifaloriamente oeste canto da
minha patris, embora esta continu a mendigar
em trra alheia, sciencia a dedicacao; permane-
c surda, o mesmo ingrata para os seos tilhos
sinceros, estudiosos e dedicados a sciencia, e a
bumanidade; embora ella s abrace aos que ihe
pedem com iodignidade, e sboore aquellos que
a tem maltrtalo; ra'isso as excepcoes.
Passando cooclusao do nosso trabalbo, direi,
que o que aqui teoho feito oa qualidade de me-
dico operador, em nada inferior ao que flzeram
e xao fazeodo oa grandes medicas aa graadea
capitaea da Europa, como ae vai mui bem julgar
pela con Ir oo lacio doa seus, o dot meui tra-
balhos.
Segando o que (le fice exposto ae cooclue que
pelo procesto da eitraccao, foram por mim ope-
rados de eaUrats 9 doaolea oa 16 olho, poit
que em dous individuo a operacao fra feta em
um olho smeote.
Que 6 individuos obtivecasa bom resultado ; e
Coram :
Os Srs. Lira, Antonia Faustino, Bernardioo
Ribeiro, Manoel Bento, Jobo Pinto, e Jos Ca-
lazaos.
Que obtirera soffrivei resaludo1que fra o
Sr. Boa Ventura.
Que nao obtiveram resultado algum2, a
aibr:
O Sr. Bernardioo de Sena, e a preta Maris.
Doa qoe nao obtiveram resultados algum ; in
deveu uto a propria molestia, (abo liaba catarata
-operavel), nutro a aua utoUeraocia; o outra a
oua caduquiee. +
Pelo que te deve conclair qae forim opa-
tdoa:
Com feliz retnlUdo........ 7
S sem resultado........... 2

O que d a proporgao, 71 / Wi*
*) operados, oa para mait de 2/8 da bom retal-
Cofrespottdencias.
Srs. redactoret.N minha correspondencia
de 6 do crrante, que me vi toreado a publicar
acerca doa ogocioi 4a inveniariaocia e testa-
mea taria dot aeat da finado Jos Fatoando da
Cruz, vittoqoe o Sr. Joo Fernaod, armado
com a procaraca de aaa mai, a Sra. D. Jeanna
Mara das Doran, aaseateu de fazer jogo com a
imprensa, como um meio de toroar-ine odioso e
desmoralUar-me porania a opiaifco, nettt corres-
pondencia, digo eu, fiz ver que barU feito entre-
ga de todos os bens da berenga, a nova inven ta-
ante, com at tagnioUi excepc,ei :.a nata terrea
da ra de HorUa, cojo usufructo o fallecido dei-
xara a Sra. Maria da Conceco Ramos Chavea,
com a obrigacaode por tea mortepassar neta
desta, aOlhada do fallecido ; esta cata maodoa o
Sr. juiz municipal que, avahada e pago o sello
nacional, (osae entregue a retpectira legataria : o
pardo Zeferlno qae oblivera da meama Sra. Ma-
ria da ConceicaoRsmos Chaves drU de liberda-
de, e com ella alcanzara do Sr. Dr. juiz munici-
pal da primeira vara mandado de minuteoco :
os escraros Domingos e Leocadia, que bariam re-
querido nomeacio de .curador o deposito do tuaa
petsoas para traUrem da aaa Uberdade, a a quem
o Sr. Dr. juiz municipal ea aegnada van momea-
ra curador o distincto Sr. Dr. lonoceocib Serfico
da Asis Cirvalbo ; o ascravo Trajana, que ae
acha na cata de delenco tratando de aua lber-
dade, desde a vida do fallecido ; am relogio de
ouro com traoceliim, que eu descrevi, e que re-
quer ao Sr. Dr. juiz do inrenUrie, ficasae em
mea poder, visto que desejiva conserrar urna
memoria do fallecido ; e urna imagem da Con-
ceicao, que a Sra. Ramos Chaves liaba em aeu
poder, que loe havia sido dada pelo fallecido e
qual costumava ella mandar todos os annos can-
tar urna ladainha.
Poit bem 1 O Sr. Joo Fernando da Cruz, como
procurador da Sra- D. Joaaoa Mara daa Dores,
depois de harer recebido eogeobe, escraros, ani-
maos, saffra, e ludo quanto constitua a impor-
tante heraocado fallecido Jos Fernando da Cruz,
fez o requerimeulo constante do documeulo o.
1, em o qual, com urna linguagem de desusada vi-
rulencia, e alirando-nio "alluses menos airotaa e
s cabireis a quem faz garbo de se nao prezar,
exige com pena de sequestro a entrega daquellaa
cousas,*e maia a de um cavallo que me perlence
desde 1859, e mais a de um paliteiro.
E porque o Sr. Dr. juiz municipal da segunda
vara ihe nao conceden o tequestro, busca, ap-
prehencao e mu cousas, o Sr. Joo Fernando da
Cruz, ou aua mai a Sra. D. Joanua, aggr.avoa
para o tribunal da re laja o, e cenatou-me que
aquella senhor propalara a cada canto, que ha-
via tirar de mim urna piona destorra, porque coa-
lara com amigos que tioha. Tranquillo em mi-
nha eonsciencia e na integridade dos magistradoa
que compe aquelie reapeitarel tribunal, espetei
o resultado do iggravo, que falizmenle reio mos-
trar ao Sr. Joio Fernando daCraz,que nem sem-
pre o poderoso improvisado triumpha na perse-
guido que premedita contra o fraco.
Resolvido a trazer paca o publico as dirersat
peripecias desse processo, ao qual o Sr. Joo Fer-
nando da Cruz ha querido dar a todo o transa
urna certa celebriuade, jalgei necessario dar co-
nhecimentb da reepesu qae o Sr. Dr. jaix muai-
pal da segnoda rara deueo aggravo, e da deci- ]
sao, pela qual o digno tribunal da relacao negou
provimento. Uan o outra cousa consumera ose-
gunao e terceiro documentos.
Lea o publico com attencao estes documentos
e apreciar a alma dessa gente que, depois de
ter recebido de miobas mos com toda a lideli-
dade urna fortuna, requeren varejo em minha ca-
sa para tirar-me e meu cavallo, e ver ae oella
estara oceulto um paliteiro que eu nao hara
deicripto I Ha cousas, que por nauseabundas
rerollam 1 I
No Diario de 24 do correte o Sr. Joo Fer-
nando da Cruz veio publicidade armado de cor-
tos documentos, para, com brevidade grave,mos-
trar que elle era senhor dos escraros que alienara
oa rida do fallecido e que sempre me voostou se-
ren do fallecido e nao do Sr. Joo Femando da
Cruz. Etses documentos censtiluem urna mea-
da, que um pouco maia tarde eapero deaearolar
de modo muito honroso para o Sr. Joo Fernan-
do da Cruz.
Por ora batta-me regutrar a nova jurispruden-
cia inventada pelo Sr. Joo Fernando da Cruz-
de prorar doacoes excettivaa da 86O$O0O com o
Irecbinho de urna carta, quando todo o mundo sa-
be, e o Sr. Joo Fernando da Cruz nao pode ig-
norar, que taet doacoes s podem ter provadat
por escriptura publica a nao tem vtlidade tem
insiouaco.
Aaaim, Sr. Jo3o Fernando da Cruz, um bomem
um pouco viro rai-se apossaodo do mundo intei-
ro. O que Ihe posto assererar que os seus do-
cumentos nao sustentam um serio exame ; o a
meoor falta que oelles se nota a tublraccio dos
direitos ds fazenda nacional por um empregado
de fazenda. Espere o Sr. Joo Fernando mait
algun dia*, e Ihe mosirarei se fui eu quem o ca-
lumoiou, ou se o senhor quem faz eiforcus para
sahir da situaco falsa e miierarel am que ae
acha collocado.
Por ora peco a indulgencie do publico, a altan-
lo para os documentos que vio abaixo trans-
criptos.
Basiliano de Mogalhtt Castro.
Recite 31 de marco de 1862.
Tejamos agora qatl o resultado de idenlicot
trabalhos feito por habis operadores, lembrare-
mo tmente que irtti-ee daa operacoes da cata-
rata por exu-accio. e nao por abata meo to, o ou-
trot procesaos; porque oa iocooreaaenUs destet,
que Iha ao iohereolot, tem feilo que te oa
deixe para aa excepcoes.
Em 1783 Faye, o Poget oporaram 6 casoa, doa
qaaaa 2 tmente obtiveram feliz resultado, 2
elberaram apenas da tul vistt; a 2 nao obti-
voreca resultado algum.
**?.**!!* f*Moo oax nos anno* de 1830.
^***^b|*ru peta extraccae a 115 doente*,
da qu.es 78 recobraran a veU; 10 t
;72
obtivtram
alcanca-
reiultido al-
eta era
gata.
O Dr. tartra pubticou os cttoi de cptrafi&u de
DOCUMENTO N. 1.- *-.
Diz Basiliano de MagatkeVa Caairo, que ae lh
faz preciso qae o escrirjo Mott, I Uta dos au-
tos de inventario dot bens dot fallecido Jos Fer-
nando da Cruz,Ihe d por certido o tbeor da peli-
Colque fez a;eite juizo D. Joana* Hara dat Doies,
com o respectivo despacho de V. S. do qual aggra-
rou ella de peitcio para o tribunal da relacao.
Peda a V. S. Illas. Sr. Dr. jeiz municipal da te-
ganda vara digne-ae Ihe mandar dar a,certoo
requerida.E. R. II.
Como requer. Recito, 19 de mergo de 1862.
Araajo Barrot.
Certido.
Manoel Jos dt Hotta, ecrivo vitalicio do civel
desta cidade do Recite de Peroambuco o aaa
termo por Sua Mageaiade Imperial o Constitu-
cional o Sr. O. Pedro II, a quem Deoa guarde
etc.
Certifico que revendo ot tutos de iortotario de
que fat meocao a peticao aopra, dellel conaU a
petigo e despacho do iheor aeaulota :
Iltm. Sr. Dr. juiz municipal da segunda rara.
Diz D. Joanoa Mara dat Dores, que havendo V.
S. por aaa ten tenca reconheddo que s o tuppti-
cante cabla o dlreito de tnvenUrtaate do espolio
de teu finado fllho Jos Fernando da Cruz, e leu-
do entro tim V. S. ordenado que a eupplicaate
entrasse na posse e admioUiraco do mesmo
espolia, de cuja maior parle ee harta indenda-
meute apoderado Bittlitoo de Msgslbet Ctttro,
que te diz tettamenieiro do meamo finado, acon-
tece que o meaato Baauaaa taaha deixadode fa-
zer entrega do eacravo pardo de nomo 2eferioo,
doa escraros Domiogot a aut mulher Leocidit,
da eaarava Benedicu o ama Alba, da caaa terrea
da ra da Hacia*, ae c**llo alaalo, de am relo-
gio de oaro, oda am paliteira 4o preta, exiHlodo
easet bens em poder do intitulado UsUmentei
ro, ou sendo este raapaoaavel pela entrega dal-
le*, urna vez qoe preteodendo ser o iovenUrian-
loallegoa noa auio que ara elle quem achara
ae na posee rail e affeeiva d> todos a beot*.aem
Ttopplicante requerer i V. S. *trr-ie maaOar
paitar mandado para aeraos Upa baos appreken-
duoi oa Sequeatradot a en tregua i a eupplicale,
aatorltadot os officiits eoaarregados da dilJgaa-
cla para antrarem am cita,do aupplicado o ap-
preheoder oa baos am qualquer lugar em que
foram .encontrados.
O que .a aupplicante allega faada-ao na direite
que iba aattile da po*e em lodoi oa bens de es-
polio, diraito reconhecie por V. S. em aua aaa-
tenca.
Quanto a cap* da ra de Horias, nos eteravoa
Btneticla e asa liba, a aupplicante tem sciencia
de queotesUmeoieiro requerere a V. S. qae o au-
lorisatea a aotrgar taei beoa a Hara da Conce-
co Ramo* Chavea, a quam foram legadot, mas
que nait ae lando realisado semelbaote antregs, e
depeodendo ella da queito aobre a nacettidade
de caucao, qaestio que anda ao foi decidida
por V. S., de vem Uea baa conservarem-sa em
poder da aapplieanU at qae a entrega te faca
mediante aa cautelas legset. E quanto ao eteravo
Zeferiao, verdade ter o teetaareatelro declera-
do qae elle acbava-ae depositado para requeror
maoulengao do Haariade perante o juizo muni-
cipal da primeira vara desta cidade, como liberto
pela legataria do rtmaneicioU da terca, e isso
oio pode obtUr o qaa te requer poit de pri-
meira iotoico a Incompetencia oa falta de direi-
lo da parle da mesma legataria pan allomar ac-
eraros a s*a escolha quando a entrega dos mea-
mos bens qae Ihe foram determinadamente lega-
dos, oto pode ter lugar ao menos tem cau;o,
ama vez que exitte letigio eobre i validado do
testamento. Por tinto espera a suplicante que
V. S. Iba defiri oa forma requerida. Peda a V.
8. deferimeato.E. R. M.Costa Ribeiro.
Detpacho.
Nao achando-se declarado por tenienct paa-
sada em julgado qae o testamento a que ae refe-
re a aupplicanU o falio, ao pode elle no curso
do inventario ser coaeiderado como nullo.
Isto posto, havendo o testado -deitador deiza-
do a ceta da ra de Herttao escrava Benedicta
a sua filha am llegado a Hara da Coiteeic,ao Ra-
mos Chavos, sondo eaaea legados posos, como ji
ae dUse em ontro despacha, que deve eatsr junio
aos autos do inventario, ao podem elle deixar
de aer lega antreguea respectiva legataria. Se
o deve ser ou nao com eaaco, ae decidir quan-
do forem ai eacravaa e a cata avalladas, como j
foi ordenado.
A' vista do exposto a questaode seren as mes-
mal escravaa o eesa entregues a inventarente
pira logo serem entregues a dita legataria nao
tem procedencia algema. .
Quanto ao eaaravo Zeferiao flea elle circulado
do inventario al que pelo juizo da primeira va-
ra, por onde foi elle depositado para tratar de aua
liberdade se decida tobre etta, como for de jus-
tica, vitto como a quetto tobre Uto relativa,
eomo dependente de alta indigaqo, nao pode
ter logar no dito inventario.
Quanto ao paliteiro, ama vez provado que elle
fazia parte do espolio do finado, aera deferida
como for de justiga.
Quanto ao relogio. ama vez fue otettamentei-
ro declarou que como legatario, queria Ocar-ae
com elle pelo preco da avalac,o, em lempo se
resolver sobre isso, como ae achar de justiga,
como j foi determinado por'este juizo.
Quaotoao cavalj alaso fica circulado do inven-
tario por quanto dizendo o lestamonteiro, que
elle Ihe baria sido dado pelo tesUdor mullos an-
nos sotes de sua morte, s por aeco ordinaria
isto poder ser deridamente apurado.
Finalmente quanto aos escravos Domingos e
Leocadia, tendo elle* reqoerjdo deposito de suaa
peasoaa e carador para que podessem oo inven-
tario tratar de suas liberdades, Ihea ananoei dar
depositario e curador, sendo oerida a aupplican-
te desseg fados. 0 que cumprido, como se de-
terminou, em visto da resposla que der a auppli-
cante, ae decidir eomo conforme se achar de di-
reilo. Recife, 28 de fevereiro de 1862.Araujo
Barros.
E mais se nao continha e nem outra cousa al-
guma se declarava em dita petico, e despacho
aqui copiado, que eu escrvo abaixo sssignado
bem e fielmente flz copiar do proprio original ao
qual me reporto, e vai a presente tem cousa que
duvida faga, conferida e concertada na forma do
estillo, e por mim aubacripta e assignada nesta
cidade do Recife de Pernambuco acs'2 de marro
do anno do nascimento de Nosto Senber Jezus
Cbristo de 1862. Subscrevi e aasigoei. Em f
de verdade e cnttaa.Manoel Jos da Molla.
(Est sellada.]
DOCUMENTO N. 2.
Diz Basiliano de Magalaee Catiro, que ae ihe
faz precito que o eacrirao Motta, vista dos au-
tos de inventario doa beua do Qoado Jos Fer-
nando da Cruz, iba d por certido o theor da
reiposta dada -por V. S. ao aggraro que para o
tribunal da vtuM iafrao a inveotariante D.
ioanoa Hara das Dores, e bem issim o theor do
venacaado accerdo que nrgoe provimento ao
aggravo. Pede a V. S. lllm. Sr. Dr. juiz munici-
pal da segunda vara digne-se de Ihe mandar dar
o certido requerida.E. R. H.
Como requer. Recife, 19 de marca de 1862.
Araujo Barros.
CertidSo.
Manoel Jna da Motta, eacrirao vitalicio do civel
deita cidade do Recife de Pernambuco e seu
termo, por Sua Mageslade Imperial e Consti-
tucional o Sr. D. Pedro II, etc.
Certifico que revendo oa autoa da ioventario
de que faz mencao a petigo aupra, delles coosla
a reiposta do aggraro a venerando accordo que
deoegou prorimento ao aggravo do theor, forma
modo e mioeira seguate :
Senhor 10 aggraro de fl, 97 nao me parece
estar fundado em Justina ; elle rereis urna sofre-
guido detaiada da parte da adgravante, a qual
parece pretender precipiUr as decises deste jui-
zo, quando estas, se bom que deram ser profe
ridaa com a brevidade potatvel, atteodeodo-se
natureza do processo, todava cumpre que sejam
dadae em ocraaio opportuoa, o com a caima
propria da reflexo e prudencia com que derem
aer decididas todas as questdes ju Jicianas.
Eu desenvolvere! melhor este meu acert em
outra parle do presente trabslho. Por ora jutgo
do meu dever tocar em algaos pontos que serri-
rao para esclarecer a Vossa Mageslade. que teri
occano de apreciar as decises deste jeizo oes-
te inventario, onde, como uo aggraro a que res
pondo, referem-se fattos sem prora, e que nao
conaUm doa autos, sobre os quae* cumpre-me
dsr a Vossa Magestade todoa os esetsrecimeotos
precisos.
Mdrto o Goado Cruz, e passados os dias de nojo
o seu testamenteiro reiuereu o iniciamento deste
ioventario, na tua qualidade de testamenteiro ;
como Vossa Magestade sabe, a mim que nao ti-
oha razo official para saber se Cruz tioha mi
nesta cidade, e cora as qualidades exigidas por
direilo para aer a inreotsriaote dos bens do casal
de eu filho, ou da fazeoda oeste, visto como era
solteiro, nao caba dizer ao testameoteiro que
nao aceitara a aut petc.o para iniciar o ioven-
tario dos bensdaqutre finado, e tanto mais nao
Caba esse procedimento, quanto ha casos, em
que o testamioietfo pode e deve ser inventaran-
te dos bens da respectiva testamentaria. Sendo
tato certa, tora detodaduvida qaeomeodee-
pacbo do fl. 3 foi inteiramente conformo a di-
reilo.
Depoia do descrilos qaisi todoa os bens da
berance, a mi do Qaado requerea vista in-
ventario, com aeapeoso deste, para allegar con-
tra a inrentsriancia por pacte do testamenteiro.
Concedi-lhe a vista pe'didi. e uto dea lugar re-
nhida diacusso coostsnte dos antos de fl. 20
21. de fl. 25 28 v., e de fl. 33i fl. 33 r.
TeroMBaa-se esta dtscusso a.4 de dezembro
ultimo, como cousta doa aulua fl.3, e com
quanto a termo da conclusao teora eesa daU, to-
dava ot autos nio sobiram ao meu poder oesse
dia, como posto tstevorar a Vossa Hagrstade.
At a* ferias que eotraram no da 81 de de-
zembro nao ato foi possivel decidir a queito,
por qae toado-me precito eituda-U bem, Uto
nao me fot dado (atar, pelos muitot trabalhos
qoe ento corrern por tte juizo, entra ot qnaet
aiversoa o importaotes aggravoi, trabalhos de
qsjo Vosea agatlade tom perfeito condec-
ment.
A 30 de aovembro, como cooaU doa auto a
fl. 47 v. o tnrentirianU, qae eolio era o testa-
menteiro, podio-me autariacio pan sopprir
fibrica e para coocerUr o ca tonco do engen.io,
obra iodiapaaaavel para a coatinua^ao da moa-
gem do meamo eogeoho, eolio ihe conced a
autorisacao pedida, mai com ti cautela* cons-
tantei da meu aaparbo a A. 49 ta fia* para o
qnal irdotoro a aiteicio do Voata atatBatade.
a agajravanta tz ajtta o taaa.oaaot.ia p6J,o
lemaibaada audBplaafia aam rt)uatOT qoe fotte
ounda a berdeira daa duaa Ureajt pacta* daa
boda do faiteado Cruz. E' a aiedi arguicio
aa A carrea tmpresaa na Oturi t$s Pirmmiu -
co, aquaracaha diraeUnento eobre esto jaizo.
Hada ratpoadi, quaudaaa tea aaaeffa MMlcaCto,
porqae pao rae cabla 4eee*r a itoprent* i drs-
tatir coa qaalqaer as partea,
Agora direi a? Voata Mtgeettde t rallo porque
oBr eite ficto, astim como sobro a vetada dos
alineares, ecettaria para fazer fice desperas
do coaUlono eogeoho a nao maodei ouvir a ci-
tada herdeira. '
Eia audieocia sempre me parecen intil, por
qee perante mim devia topprrr o eogeoho aquel-
lo qae te achara na dtrecce do nreamo, o nssst
ctracter sempre se me apresenton O teitamentei-
ro que no testamento, 6b fl.... era declarado pelo
testador como auppridor de tua fabrica.
Alm disso, teodo ella iniciado o ioventario,
olo podra deixtr de ter considerado iaveoUran-
te, al qoe outra cous fotie declarada por este
juizo, o da inven ti riaecia a admtntitrago doi
beoa da fazenda inveotariada oo qae te est in-
ventariando.
Suppnr a fabrica, e vender o aaaucar psra isso
necessario, asiim como concertir o carooco do
engeoho, pata que eete podesae funcelooar, eram
actoa argaataa.ada laiprescriecivet neeeatidade,
a em quanto a queito da inrenlariiucia ae nao
decida, eram factot que maii convenientemente
Eiodiam ter pralicadoa por aquelie, que inieiou o
nveaiario e a quem eu derla suppr na potse e
admloiatraco dot bens da heranga, do que por
aquella que miU larde reio reclamar e*U inveo-
tariaocia, abo por aa achar na poste coactiva,
real, corporal, ou como melhor none teaha, poa-
ae com admtoiilrtco da mesma heranga, mea
veio pedir esta iuventariaocia fandada na poaae
civil, embora coas todoa oteffeitoa dt natural
poaae que o altar da I de novembro de 17&4
maodt aappc ao herdeiro eecripto oa legi-
timo.
Podia nio ser exacto qaa o teetameateiro ae
achaaae na poste com administrado da heranr;i,
mas este juizo o devia suppr aasim, urna vez
qae elle iomiau o iavanUrto, a a agtravaata nao
dizia que achava-ee na admiaiatracio desees
bens ; e se Uta astim te oodtvi, a deciso so-
bra t inventariancia a (aria ver. Alm diaao qual
o damoo qae pedera vir a aggravaote do aupri-
mento da abrici e do concert do cavouco do eo-
geoho, atilm como da venda do anucar preciso
para aqaette tupprrmento le eu timitei o tuppri-
mento aocoatumado, ae mandei arbitrar previa-
mente o ralor da obra do cavouco, otea venda
dos atsucare derla ter apreienlada pira a res-
pectiva fiscalrsaco. alm de que aa me cabia
por em durida a probidade daquella em qaem o
tesUdor depositou tanta confianca, que o tez
executor de aua ultim vontade.
No caso de que a berdeira, antea da dactio
aobre a inventariancia, ae oppozene ao aopri-
mente da fabrica pelo tettamenlairo, queja era o
lepprtdor da metma em vida do tesUdor. o que
deveria fazereate juizo? Pareceu-me que man-
dar em tal hypolbea* o aupprimenio por outra
pessoa, que nao aquella que inieiou o inventario
era anticipar o mea juizo sobre a qaeeUo da in-
| ventariancia, que eslava pendoota, ou ento ba-
rslhar mais as coutat decidindo-se do modo que
ot trabalbot do eogeoho correttem a cargo de
urna pessoa e o sustento dot escravos fletase in-
cumbido a oulra.
Ora, em face do exposto v Vossa Magestade
que a aggravaote insiste aem rizo am fallar que
sem tua audiencia te mandisae aupprir o eoge-
oho de lodo o necessario para o seu regalar an-
damento.
Deixsndo este incidente em que t toquei para
que oa fados nao chegaaaem a maia luz ao co-
nhecimeeto de Vosta Mageaiade ; letta-me fallar
oo conflicto a que st refere a aggravaote, aem ser
em sua exposicao to fiel quinto fra para deso-
jar, e era de esperar de sua posigo, idade e h-
bitos.
Estaodo pendente a queato da iavenlarlaucis,
e a aggnrante na caaa chimada da Horla, dis-
tante algamaa bracea da do eogeoho, na qual ca-
sa sempre ella morou, ludo como melhor cons-
ta do appenso junto, o testameuteiro levou a sua
familia, e com ella melteu-se na caaa de viven-
da do eogenbo, que era apenas habitada por um
alunado do testador, e administrador da eogeoho
ob a* ordena do mesmo testador. No estado em
qoe eslava a questo, pode ser que aise passo
foise um calculo do testamenteiro para melhor
valer a posse com admioistraco da heraoca, da
qual pretenda lirar elle o seu direito a inventa-
riancia ; mas eu nao quero entrar aaa iolen;es
alheias.
A herdeira das duas tercas partes ds berenga
querendo destruir o alcance daquello facto pratt-
cado pelo testamenteiro, lembrou-ae de requerer
ao juizo da primeira vara um mandado de reati-
tuico de poste e despejo do eogenho, e o juiz
da primeira vara nao hesiiou em concede-le.
Mas, o que. certo que na questo pendente
deste juizo sobra a disputada inventariancia, a
agravante allegara poaae a o testamenteiro
'"f* Hogra ,juo a tioha.
Imploro de novo a attengo de vossa magesta-
de para tudo quinto conala dai allegagoei de am-
bas as parte* a esse resoeito, e que se l de fl 20
fl 21, e de fl 25 fl 28.
Ora, se a questo de posse estava affecls.'ao
meu juizo com a questo da inveniariaocia, qge
o testamenteiro dizia resnliar-lhe daquella poste,
lgico que a reslituico da posse pedida ao jui-
zo da primeira vara, importara a deciso tobre a
posse, que era contra ver ti da perante este juizo.
Pouco importa que o direito da aggrarante fotse
liquido na especie, e que o airar j citado Ihe
dste a posse, cuja realituico ella pedia, o que
ceno que essa postt Ihe era contestada, com
oo sem fundamento, e desde etse momelo fica
recoohecids a incompetencia de juizo da primei-
ra vara para t restituirlo da posse de que se
Mata. E ainda quando o referido juizo nao fosse
incompetente por ser o que delle se requeren a
mesma questo, que deate jnizo se requera,
embora sob diversas patarras, mesmo assim a
sua iocompeteocia era manifest pela connexo
de negocios, que obrgava a qoe o remedio re-
querido pela primeira rara, o fosse por eile jui-
zo. O Sr. desembargador PimenU Bueno tratan-
do da competencia por connexo, ou eontinentta
causee, diz, que da se essa continencia da causa,
ou da-se essa competencia : primeiro, quando
concorrem mullos letis consortis perteocentes
divers.sjertsiMcteselc. ate.; segallo, quando
apreientam-se causas, ou aotes questoes, oa ac-
coes entre ai Uo conoexai, ligada* e depeoaee-
I te*, que nao derem teparar-ie pelot gravea ia-
coareoieotet que retultariam.
Eolio o jutz pode incidentemente coohecer de
questoes que alias nao entrarlam em tua jurit-
licgo. Pereira a S. os. 38 o 44, M. F. lv. 4.#
til. 7 28.
Etsa dependencia, eccrescenta aquella sabio
praxists, deixa ver Claramente, que o jutgameo-
to de urna das questoes pode mo s influir, mas
prejudicar o julgamento de outros. Paucet, pag.
80 e 139. Vide P. "Bueno. Appont. tobre at for-
malidaoesdoP C. pag. 15.
N>da accrescento para deseovolver mais esta
demonstrago, porque nao pode harer dorida se-
na aobre aemchaole queito, eomo nao pode
escapar sabedona de rotsa mageaiade.
Entretanto, ao coocluirei ette tpico sem as
se&uibtes observaces :
Tinto a questo levada ao conhecimeoto da
primeira vara era coooexa e iuteiremenie ligada
e dependente d* que corra pecante este juizo,
que deti.ti i* per mim a diaputada Inventarian-
cia, a referida questo de restuuigo di poste, de
que falla o aggravaote, ficou parada na primeira
vara, e nem jamad ter andamento algum at a
consummagao dos teculot.
A aggrarante disfircoBdo a verdade parante
vossa magestade allega, raaa nao prova, que ape-
oat requeren pela primeira vara um deaforco in
continenli, como the era permiltido faze-lo, se-
gundo entina Crrela Tulles Digestu>P. livro 1 o.
621, e Almeida a Souzt, tratado de interdictos ;
m*t, em primeiro tagtr tato nao mudarla a sua
situarlo, porquaote a ette juiao, onde te tratara
da posse disputada, d que aa devia requerer tudo
quinto fotte relativo a etaa potse. Demais, o
que ag vara fot (naturalmente o que hara requerido) um
mandado de eracuaco, deapeie e priraco da
aarniatitricao. am qae alia allegara ahar-te dos
bena da heraorja, como te diz no requerlm.-oto-
de folhai 42 tendo que eu mtitao tire occasio
de ver til mandado de encuieao e fbspejo, o
qual sendo paaaado d* ordasa dequetie juizo, e
per su* autoridade, nao eertetMate o datferc.a-
mento, a que te refere a aggrarante, a qual to-
do fetal pata parta, o mistante aaaa etfartoi e
for$a proyria, como a meama palaara o aau in-
dicando, a o ditem todoa* praxtttai, ncluttv* o
tdo Almeida a Saina aa obra citada.
Se o testamaotairo entrn taia amado 00
eogenbo, couta estrio* e ttte jetto; am
gidaa peliga de folhaa 4t) f vista de cojo eon-
teido vi qoe a aggravate usiva de evidentes
ubierfugios para prejudrcir as decises de urna
queato, qae penda oeste jaizo, maodtri postar
atondada de msuuteneao daacousssoa oetaoo em
que achavam-se al que l q/neataa da ioventa
rianci* fosse por mim decidida, e someote at
eata ocesaio, como melhor te r do mea despa-
cho laoQado em dita peiigo, para o qual de novo
imploro a atUrreio de rotta magestade.
Depoia do me dito despacho o juir da primei-
ra vara quiz a todo o trame susteotar o seu man-
dado de eracuaco, despejo e priviebo- de tdmi-
oittraco, haveodo aesim um vrdadeiro conflic-
to, a que cumprt* por Urmo, quinto aotet, lten-
la a faca- lotnbria, que os negocios iam tomando.
O dito jWz tioha eoto aua disposigio-dez pra-
vas commaodadas por um sargento, e eu dout offi-
ciaes do juizo, com ordem expressa de sustenta-
ren) o meu mandado.
Complicando-se as cousssofflciei so Ezm. pre-
sidente da provincia, expondo-ibe todas at oe-
currenciat, e lolicitaodo oa forma da lei, a deci-
so temporaria do conflicto, S. Etc. decidi- a
questo em favor deate juizo, que depois vio se-
reoadas todas aa couaaa com a deciso de folrtis
48 a folhtt 56, cujo fundamento* vetea mages-
tade se digotr de apreciar em sua illustrac.*o e
tabedori*.
Duas estss cousas, que julguei ser de meu
mea dever dizer por bem ds digoidade deste
j uno, passo a entrar na materia do aggravo pro-
priameote dita.
O aggraro tnterpoito do meu despicho de fl.
95 fl. 66 v. 7
alegeceempreeea.dkpor atimem todoa atarla
desta inventario, mal o qua al oel jmis con-
aideracAo alguma por aaa< ver prvida, o por mo
parecer antea urna arma odiosa, do que urna ra-
il* a
to jurdica para a oapocie.
Ass-ntado qoe a aggravate baria requtrid a
arimein rin o mandado.a que aa trata, reta-
me diter a votta magostada que saudo-me dlri-
Responderei por partes.
Deixei de mandar entregar a eacreva Benedic-
ta e sua filha, assim como a casa da ru* da
Hurtas aggrarante, porque sendo estas coutat
deixtdaa etpeciJicsdameote legaUria e herdei-
ra do remaneaceole da terga do testador, cont-
tituiam, e conttituam um legado pero, que deve
logo aer entregue ao respectivo dono, urna vez
que baja requarimenlo para isso, como houve a*
eapecie.
A aggravaote diz cootra isto que to inveota-
riante e cabega do casal cabe ficar na posse de
todos os bens ds heranga. e dar qutobo aot
herdeiros, e legatario pdenlo usar de reme-
die! poitestoroi contra aquellos, que esto ot
posse de qualquer dos bens da mesma heranga.
Citou para Uto muitaa autoridades, e podert
citar infinitas outras ; mai o que nao negou
lia, nem o poderia fazer aerumeote que urna
vez| requerida a entrega de um legado puro,
ette te devera fazer, porqoao-to ae a iato se
oppozesse a aggravaote, contra o seu dito, e
contra a aua opposicao estarla a grande aulo-
ridade de Coelho da Rocha as seguintes pala-
vres :
a A heranga eu legados podem aer deixados,
a oo puro, e simplesmente, ea debaixo de con-
eligi, a certa lempo, para corte fim e fiaal-
c'aoeata para certa cousa: 1*, deixados pu-
ramente passam logo desde a morte io lee-
i tador para o herdeiro ou legatario, le Ihe so-
< breviveu, o qual o transmute t seut soccesso-
< ret, 18*. 50 D. da reiriod. Lir. 80 de legiU ;
2* e nao s emquanto ao dominio das heran-
cas mas tambem emquanto i posse L. de 9 de
a novembro de 1751. Rocha Tom. 2* 698.
O metano diz Correa Telles as teguintes pa-
lavtas :
O dominio da censa legida transferido no
a legatario, eis que o testador morre. Digest.
Port. Tom. 3 n 1736.
Este doutistimo jurisconsulto cita em apoio de
soa opiniao a L. 80 de Legal, b. Lib. 74 de
Funis.
O meamo diz inda Giuveia Pinto, sexta
Edjc. de aeu tratado de testameotos pag. 261 naa
segpinle paTairas ?
Seodo o legado puro, ceden o seu dia mor-
l ttstatoris, pelo que te poda pefir logo.
Como estas, ratlhares de autoridades, que dei-
xo de citar por brevidade.
Ora, se o legado puro (e o de que se trata
puro como se v do testamento de f.) se ple
pedir logo ; ae pedido, se deve mandar entregar
logo, vitto oome esta a obrigagao correspon-
dente aquella direito, clero que a pretengo
de te,mandar tirar por aequettro escrava e a
sua cria, assim como a casa de que se trata, da
mo da legataria, para a da herdeira das duis
tercas parles da heranga, contraria a lei e a
tudo quinto a sereilhaole respeito eosinam oa
praxistas. Estou persuadido mesmo que se eu
o maodisse fazer incorreria em responsabilidad!
por despachar scieotaiuenta contra dirito ex-
preeeo.
Bealaaeoie, aa aa referidas cata, escrava e sua
cria, estando em poder da aggrarante, deviam MU
tirata do poder del la para serem entregues & le-
gataria, vitto qua o retpectivo legado puro, co-
mo poitivel que eu mandaste sequestrar ossas
eteravas e etsa do poder ou do testameoteiro, ou
da legataria, em cujo poder s eacrav* e sua cria
sempre se achanto para aa entregar a aggravaote?
Persuado-roa que nao me ora licito afrontar
aitim o direilo correrle ni especie.
Refercando a sua preteoco descreve a aggra-
vate ascousis com til arle e meslria, que pare-
ce nao saber-se deceno em poder de quem es-
to estas eacravaa e casi; mas o que certo
que as escravas esto em poder da legataria, 00-.
de ficar devem por forga do testamento da fl., e
da pelicao de fl. 67. Quinto i casa, tambem nella
vi a dita legataria, quando se fez a entrega de
fl. 75.
O que falta que essa posse corporal, em que
a mesma legataria te acha dot bens mencionados,
ta torne tambem effectivamente tolemoisada por
ordem deate juizo, o que se far depois que os
dito* bens forem avahados para se poder dedazir
o sello da heraoga. o que foi j mandado fazer
pelo despacho de fl. 69.
A aggrarande dizainda em apoio de sua pre-
teoco, qae aendo atacada a validada do est-
menlo por ser publico qoe poucot dia* antes di
morte do testador, este perder o uso de sais fs-
culdadea, nap ha razo para que te mande fazer
entrega dos legados, antes da deciso sobre a va-
lidado do mesmo testamento, seado alias contro-
vert io entre osdoutoresse haveodo questo so-
bre validado de um testamento, pde-se ver nao
fazer partilha dos bens da respectiva testamen-
taria.
Nao vem a pello tratar nem decidir aqui se
podo haver partilha de bens em tal hypolhese,
pero que ciogir-me-hei questio.
Antes de tudo nao sei se publico que o testa
dor perdessa ou nao o aso de suas faculdades,
pouco das aotes de morrer: isto urna allega-
o da ggravaote, a qual certameote nao cons-
ilue o publico, a quem te refere, allegago que
por direilo deve aar repuUda gratuita it que te-
ja prvida, recoohecids, e proclamada tal per
lantenga, que tenhi passado em julgado. E aem
pode aer publica semelhaote allega^o, qaando a
propria agararante deixa ligar a duridar-ae a
esse respeito, dizendo no primeiro artigo de eua
jusliflcaco a fl. 43 do apoeaso, que aeu Qlho. o
dito testador sempre se conserrou na gerencia e
admioistraco de seu engeoho, at que falteceu.
Demais, este juizo nao compleme pera de-
clarar nullo por falto o totumelo de fl.. dasde
que por outra vara corre etsi questo.
Digne-se Vossa Mageaiade atiender que s de-
pois dos meus despachos de fl... a fl..., e do dea-
pacho de. que se aggrsve, que vina a ttbtr que
questo de nullidtde de testamento de fl... acht-
va-se proposta por juizo differeote, como aa v
di certido fl. 112.
A tggravaole confetti qua controvertida a
questaode saber, ie pendeado quetto tobre
vtlidide deura tetUmealo, ple biver partilha
doi bens por elle deixados. Dt (sita, queaUo
controvertida, aobre i qual em lempo opportano
me pronunciare!.
Entretanto temer direi aqui, qae teudo pre-
ferida a qualidade de herdeiro eteripto a de her-
deiro legitimo, como te deduz das palavrat o re-
daecao do airar de 9 do novembro da 1754, este
julio nao podia deixar de repulir vlido o taata-
ment da fl ... e por eoneequeacii lodos oa legt-
doi purea nellt deixados, para a mandar entre-
gar, principalmente logo que foatem pedidos, it
que o cootririo totee declarado per toatoaea irte-
vogavel, iito it que o teitimeoto fosae com-
petootemeoto-a a I lici do.
E qae o citado altar d preferencia aaa bar-
deirot etcriptot se ti-daa seguales aua pata-
vraa: .
Soa tervido ordenar, que a pone chil, qua
a od defuactm em iut vida boavorem tido pajas
logo no* beot lirret aot hkrbeirob kscmftos,
ou legtimos, etc., etc., etc. a
Eat primeiro lugar eoumerou a lei oa herdei-
ro escripias, donde coasequeocU qAbe deve
Uztr obra por todo e qailquar
teo_ regado, que puro} logo, e com malori da
razao sendo podi ordenar o sequestro requerido
pela aggrarante.
Reala uber, n na hvpolheie vertente, ea dev
oa nio mnodaV qua a legataria receb* o aeo le-
gado com caocio. E*la questo nao fui por mim.
decidida, logo com ella nao poda eu ter feilo ag-
gravo a aagravanie, pois nio ha aggravo de deei-
soes fuluras, cujo theor ignora.
Nao maodei lambem entregar o ralogio e o
trancelim, de que a aggrarante filia deixand
par* pronuodir-me sobre este negocio depei
d a vahdos esses objeetose oa occatiaodataar-
Hlbai.
O testamenteiro no acto da eolrega de 11. 7>
declarou que alm dessa qualidade era legataria
e que para memoria do nado desojara ear>te
com o trancelim e relogio pelo prego da raspee-
tira araliaco. Eu nada dacidi aobre etta quea-
to, podando anda man lar entregar eaaea oojec-
tot a aggrarante, tegundo entender da joslica ,
logo nao deixei ainda de considerar ceso da te
qaestro a entrega dot msenos objectos lago nao
poda, nem poseo ter feito aggrtr a aggravate.
cuja aofreguido a eate respeito nao- deixa de aer
nolavel.
Quiuto ao paliteiro, teodo o testamenteiro feilo
eotraga" de todo* o avultaios beot da heranga, e
havendo dito que nao recebeu tal pilileiro. en-
tend que nao devia ordenar um varejo em aua
casa para o fim de descubrir exista ou na
eui mlgilba, tinto maia quanto elle, dapoiad
tentones de fl. 48, foi solicito em requever qwea
titease prompU entrega de lodoi ot beat da he-
raoca.
Quanto ao eteravo i-ferino nao cabe decidir
te elle foi oa nao bem allomado ; tudo o/Marte a
aggrarante disso a esae reapeilo pode aer muito
juno, niui.o bem pentado, muito jurdico o coa-
cludeole, raaa quetto de alta iodagacao, qae
nao pode ter lugar em um inventario, como oaai-
na Pereira de Camino 6 3, ooU 6a.
Quanto aoa eacraroa Dumiug .i e Leocadia, es-
le requereram-me depotito de aua* p***oia para
tralarem de aaaa liberdades oo inventario. 6Eu
Ibes mandei dir deposito, e porque os primeiros
depositarios nomeadoa nao aceitaram o depoeiki.
que estet pipis ainda nu conaUm do* aulot*.
Dado a feito o deposito, e ama vez que a aggra-
vaote, afquem mandei ouvir aobre eala Boato.
como coniU do dito termo de eolrega a fl 75, s
opponha pretendida liberdade, nio deixarei que
se trate della em um inventario, ondo ae oo p-
dtm tratar dessas questoes.
E' por Unto extemporneo o que diz a gra-
vante tobre i. liberdade dot ditoa etcraroi cootra
a iui vontide.
Se ella se tiveste mostrido manot aofrega a as-
te reipeito, teria o prazar da va*v qae em eppou-
do-se ella liberdade de seus escraros. ea at
daixaria que de tal questo se iratasse ao inven-
tario, ordenando enUo sobre ella o qae loase de
lei.
Voiti mageaiade labe que pretendendo algum
eseraro libe-rtar-ae e requereodo depotilo da tu
peiioa, o juiz nao pode recuiar ease depotito,
que o cometo da queito ; depois vem a ia-
cuisao e se decide segundo a justig apurada.
O contrario disao aeria dr ao juiz o arbitrio de
julgar as questoes aotes de sua legitima coatro-
vtrtia, ou antea teria a negagao de lode josaie.
Poueo importa para quetto qua o teetamea-
teiro nao lenba aido incero oa entres daiiea
doua escrivos ; itto quetto da aagrarantocom
O testanenieiro ; quero persuiir-me meimu
que tudo itso rietse lela da preaenle diteusaao
para tornar-te odiosa a praaento queito ; a qae
ae procura saber ae os meus despachos foram
ou nao conforme* direilo.
Quanto ao cavallo alato refiro-me ao despacho
de fl 96 in tina e v.
Sobre eate ponto creio qaa oio devo recriar a
deciiode V. M. imperial.
Alera de tudo quinto tica expolio ptrece-me
que a Ord. liv. 4 lit. 95 f 13 trata de caso bem
diverso.
Com efleto, oa hrpothese uingaem pretende
demorar as partilhas. e se ha ease reosamento
s da parto da aggrarante, que at j deixa rer
que se oppe que ellas se figim, pretextando
nullidade do testamento de fl...., pelo que st
me parece que a citada ordenaglo foi invocada
contraproducentemente.
Da parte do testamenteiro e da legataria, como
conala dos aaloade fl.. a fl... hi todo o desejo
de que se fa.am as partilhaa do beaa da herao-
ca ; logo o sequestro a que ae refere a aggravao-
te, nao podia ser executado nos termos da dita
ordenago 13; logo lambem oo podi eaaar
fuodado no g I do art. 15 do regutimeaio da 11
de marco de 1842 ciiado]pela aggraranta.aem ao
artigo citado 7.a, o qual aem duvida alguma
foi o que a dita aggravant* quiz citar.
O presente aggravo foi eecripto aemf cepia, do
urna s vez, e por isso V. M. me relevar a im-
perfeta > e aa lacnnaa do meamo, ai quata alia
ero aupridaa pela indefectirel ubedoria da V.
H. imperial, que decidir i respeito com a eaa-
tumada illustraco e jualica.
Recife 11 de margo de 1862.
O juiz municipal da segunda vara.
Francisco de Araujo Barre*.
DOCUMENTO N. 3.
(Continuaco da certido.)
Accordo em relagao etc. etc. Que f-ito o
sorteio e relatorio do eslylo julgam nao ao ler fei-
to aggraro a aggravaote ae despache de qoe ae
recorre, em vista do autos e ditpoaigee e di-
reilo a respeito, altelos oa fundamentos da rea-
posta do juiz qu.
Pague a sggravante aa costal.
Recife 18 de margo de 1862.
Santiago, presidente iateriae.
Molla, vencido em paite.
Silfeira.
L. Santiago.
E mais se oio eonliuba e nem
guma se declarara am dita
oatra coun ai-
retposti a aecordo
aqui copiados, que oa escrvo abnxo attigoade.
bem e fielmente Se copiar dot proprios autoa
os quaea me reporto, o vai a preeeote tem cau-
sa que durida faca, ceofeda e anceriida na for-
ma do esiyllo e per mim aaaaarrptt e assignada
nesU eiJade do Recife aos 21 da margo uojanno
de Nosso Seobor Jesu ChrUie de 1862. Sabtcre-
vi e ossigoei.
Em f de verdade a cattat.
Manoel Jos da Mola.
(Estiva sellada.]
Le icnanmiont vant Uurs mensonte
frivola;
Mais je n'aime que les paroles
De Ftiernelle rent.
i. Raenia.
Srs. redactores :Alnds qae immige e pole-
micaa, vejo me eompellido a recorrer ao seo eam-
Ceitua )o jornal pira proieitar cootra a insidiosa
aecusagao incerta oo Jornal do Rtcife de 4 dat
correte assignada porum irmao lereetre da
ordem(do Carmo) feili irmaodide do Seo aer
dot Patsos do Recife; por ler esta coo'idadoa
ordem lerceira do Carmo para aeoopaariira pro-
cisso do Senhor dot Pisto : Se o sr. irmftj ter-
ceiro, otes de formar o tea libello iccuiatorw,
do qual ettnhido o allegado e provado recibira
aobre ai a peni da le, tivette en lembreaca a
preceito lo recommeadado pelot mestres aquel-
ie que se arvorsm em joizes das ioteo^oe* a^ee-
tros, deviadetpir- se o'odio eamiside, cempai-
xao ou ira, porque muito pote ooita late
qaando pretti lodt a sua attaocio, aa bpiaar>.
.oot possue, esta domin, a razo nada poda :
Qae o Sr. irmo terceiro, com razio ou teas
ella te dirigitse toi teas irmiot dissidenlet, oin-
goem Ihe podi* obstar; mai quiliticir o acta de
convite feilo pela irmtadide do Senhor daa Pae-
soi a ama frmiodado que sempre tem eide cae-
nd*da para seus actos religinto, como alleata-
torio dai leit, tcioioto, aacaadaloto, o lado
quanto inveotou o tea etpirtto tpalxonade cen-
tra urna reapeitarel corporacie; por certa met-
ti cortgem ; e qoe quttificacio ae pode dar Sr.
irmo a ette a berra ment do bom *eaae f A lau-
ra que o Sr. irmio terceiro ignoro deferencia a
raetmo obrigigao que exilie effl tlgaut cae-
frara. nao para negocio*de proeisabaa. maat
para acto religioso*, mol lenoa, par pririiiaa.
que oiogaem dir ser am acto denegocie e
oo ter o Sr. irmo ou iquelle qae lio rtlitpe-
los forem ; pira cujoi aetos. oxlttem deverea. e-
fareadie reciproca* naa corporaedaa de erbe ea-
tholteo queceitumim apreteottr i viaU do aaa
oa pasajos da Diviab Salviaor: No tea libelto e-
coaaterto pergunta com todo emphiaa e Sr. tr-
mioComo ter considerado a acto da ira
da do Senhor dot Pastos. oflVciaaao a asta i
ramaride que ao tem etiiteaaia legal ? n
ttaiitienio to- A rmandaita do Seohor dot Pateo nio taaa *6-
lemoa, s> qua foi echado em termas de se reajt rata oem quer te-lo de, ingerir te naa
trac a Cumprir at qae o mesmo testamento teja
declarada Bullo por ten tenga.
Logo eu derla mimar antrtjgar a legtAirit
ca* o'outta* irmaodadea ; mea e ficto da aa
J


T
0IA110 V* KaUtAMBUQO. v. T1RC* Mi I DI 41111. MI.
ciprocos quaodo se trata d actos religioioa, em
que o servido preitado ao culto, e nao as pea-
sosa: Ora, a irmandade do Senhor, doa Passos
officiou era tempo mesa regadora da erdem ter-
ceira do Carmo como de etliio, nao designou
quaes oa rosaos, o teu convite fui orden ter-
ceira em geral, maa teodo sido entregue dito of-
flcio a algum dos Srs. irroSos que de presente
funccionam na dita ordem e nao teodo sido scien-
tincad js deste ccnvite os Sra. rmus que ae
achara reunidos a ordem carmelUioa at o dia 2
do correte, e sendo a proclsso no dia 4, teodo |
oessa dia a irmandade do Senhor dos Passpa,
sciencia de que eites aenhorea nao hiviam tido
viso expedio-lhea lambem o aeu convite : esta
i a verdade dos tactos e apellamos para a coos-
ciencia do Sr. irmao terceiro, que nos contrari
se assiru nao (r ; por que Iba provaremoso nos-
so dito, cora lesiemuobas 'aliosaa. Por tanto
v-se que a inteocao da irmandade do Seobur
dos Pssaos era que chegasse ao conhecimento da
ordem terceira era geral o seu convite, como de
facto cbegou, toase o mestno scceito ou nio,
qualquer que toase a sus resoluco a irmandade
dos Passos respetarla, pois beru sabia da disi-
dencia, que infelizmente existe na dita ordem,
maa o Sr. irmao terceiro bem revella no seu es-
cripto qual o seu desojo, e como esta irmandade
nao arrogou a si elributcdea que Ihe sao inicua-
mente albeias, eis o Sr. irmao conspirado con-
tra a mesma, e ji laxando denegocioam acto
bem serlo qual a proeissSo do Senhor dos Pas-
sos, e quereodo mostrar ignorancia do que se
passou tendo tido sciencia de tudo : mas o que
tem a irmandade do Senhor dos Passos cora a de-
savenga da ordem terceira do Carmo para ser to
injustamente tratada pelo Sr. irmao terceiro ? O
Sr. irmao sabe ou deve saber queo seotimeolo
de caridade o que deve predominar nn coraco
humano a a irmandade dos Passos estando pos-
suida deste seotimeolo, perda ao Sr. irmao a
ofTeoaa que Ibe irrogou en hora certamenle de
mo humor, pois a nao ser este sentimenlo, se-
ria para o Sr. juiz de capailas que recorreramos
lembrando a S. S. que devena como jutt remet-
ter para a promoioria publica o artigo a que se
responde, asslgoado poruro irmao terceiro da
ordemaura de chama-lo a seus deveres por
quinto n Sr. irmo est sugeito jutisdico de
S. S. E* para o publico jpdicioso que tragamos
estas lianas, elle nos f.ir a devida justice.
Mm irmo dos Passos.
AMIRCHIFLOR.
la Exma.Sra
ele Quinto
Srs. Redactores.' Desde hoatem, que soube,
que o prlo do seu cooceitua Jo Jornal gema sob
urna forte correspondencia do bacharel Joo
tionzsga Bacelar, delegado desta infeliz comarca,
que contri mira havia mandado publicar ero res-
posta ao que d'elle disse no seu cooceituado jor-
nal respeiio Oa justica por elle praneada com
meu subrinho.
O publico vio a manelra por que o aecusei,
sem usar de palavras offensivas. Esperava eu
urna resposta que me cootrariasse, mas o que
vejo hoje ? E' urna resposta digna d'aquelle ba-
charel bem ronhecido nesta comarca, tratndo-
me com profundo deapreso : miseria 1 I Fugio-
do como cobarde do ponto prioeipal da questn
de que tora censurado procura ferir-me mas de
balde. Deixaria de respooder-lhe se elle no fi-
nal de seu aranzel nao diasesse, que as minhas
aecusaedes respondera com um documento, que
tem da tbesourara, que com elle o publico me
tratar com despreso.
Sou colleclor da thesouraria provincial ha 11
annos se bem me lembra, e desafio a esse ba-
charel, que publique qualquer documento da-
quella thesouraria, qus me posta prejudicar nem
de leve a mioha reputacao. sob peoa de flcar de
mentiroso. Se esse bacharel se refere algum
documento da thesouraria geral, como me pare-
ce, quaodo ali serv de esenvo daquella collec-
toria ent 18(6, a esses documentos j em 1858,
ou 1859 quaodo outros me quizeram morder oaa
folhas publicas, o respeitavel publico estar bem
terebrado, e podero ver as tuinas d'squelta
poca, que mostre cabalmente, que com quanto
ali Qgurasse o meu nomo, nenbuma parte tinha
nelUt, nem era responsave!, e tanto prove, que
o Ezm. presidente d'ento entrando na indaga-
rlo do facto, cunheceu cabalmente a verdade ;
por tanto intil querer o tal bacharel manchar a
talnha repulaco com taes documentos, que j
foram urna vez despresados por todos que sabem
de perto o tacto.
Na verdade muito me honra o despreso, que
me ota o Sr. bacharel, pois nio o'elle nem
d'oulros como elle que quero, que me estime,
mas sim outros homeoa que sao os que me hon-
rara. Sou muilo coohecido nesta comarca, e
talvez, que em toda a provincia d Pernambuco,
quanto me basta.
"Poda responder d'outra maneira, mas lenho
educago, e eacrevo para o publico, deo portan*
to guardar toda a decencia e decoro. Urna auto-
ridade qualquer quaodo aecusada de injusta
procura mostrar ou aotes provar a iojustica da
aecusaco, e nao procura deffender-se cora se-
melhanies razoes, proprias de quem est convic-
to do crime. Todos sabem qual a razo porque
meu sobrinho nao plecamprir a seoteog na
sala Hvre aoade antes delle estiveram outros
criminosos at de morte, islo em tempo do Sr.
Bacelar. SaOe-se mais, que o Sr. Gonzaga o u-
nico 0m de querer metter meu sobrinho na en-
xovia era somenle para me desfeitisr.e desmora-
lisar nesta comarca, para o que se acha preve-
nido por certus inimigos meui gratuitos Desta
comarca.
O respeitavel publico sabe tudo islo, e quan-
to basta.
Cabo, 5 de abril de 1862.
Jos Paulo do Reg Brrelo.
loanna Carlota
naiubuco.)
Voaste, como o simblo da virtde,
Quefel* aqu meamoos cos procura,
Que, pequea juigaodo a estera soasa.
Val gozar junto Dos ruaior ventara I
Deixaate quasi louco o esposo aflicto
Qu amoroso e felizgezoo teus mimos I
De rdanles coracoes deixaodo os throoos
De novas glorias remontaste aos cimos I
Ela, pois, vaifelizao Deoa supremo
Pedir que pooha um termo s nossaa dores I
Das saudades de ti de magnas tantas
Vai fazer disiipar tantos rigores i
T tost um anjo que esparziste a gloria
No domestico lar queemfim-perdeu-te 1
T derramaste sobre fllhos ooze
As mil virtudes que a natura deu-te I
T eras ci no centro da familia
Quem dos martyrios minorava o calis I
Qual entre o seio de peooaaa vidas
O terno coraco que abranda os males 1
Ah I Como pdem tanta virgens bellas
A guia maternal perder to cedo ?!
Qual seri seu prvir '!! Que sorte a dellas ?1
Oh I Segredo do co I Fatal segredo I!
Tenros orphaos na infancia mergulhados
Que o anjo tutelar perdem agora,
D'onde recebero tanto* cuidados,
D'oode os effluvios e lines de oetr'ora ?!
Excedente mulher I Se a dor desta alma
Nos orados do co fosse atteodida,
Ver-me-hias acabar toda a existencia,
Desfeito em praotos para dar-te a vida I
Mas j que minha dr, meu pranto,esteris
A vida para ti ganhar oo pdem,
Vai pouzsrlo felizl entre os anjos,
Que aos acenos de Dos promptoa accodem I
E de l, bem de perto dessethrono
Onde brilha o pharol da eterna luz, '
Aceita amurena florque tu jazigo
Sau loso coracoinsteconduz II
Recite, 6 de abril de 1868.
Guerrsiro de Castro.
' A perenne torrente de extineco da especie
humana, aeabs de arrebatar mais urna existencia
preciosa, e oesss ioQoidade de espirito* que
voam so seio do Supremo Ser, se comprehende o
oome d'um cadver tornado ao p dos sspul-
ebros I ...........
Paulo Jusliniano Tavares j nao existe
Torturado por continuas adversidades, e sem-
pre contrariado em seus mais justos o louvaveia
desejos, o seu espirito nimiamente sencivel olo
pode ser sobraoceiro a tao longo martyrio I...
Ei-lo reduzido ao p dos sepulcbros .
Urna lagrima de saudade, sobre a campa do
finado I Uiia prece ao Eterno para que se
amercie de sua alma.
J. Magalhes.
Ol**fft:*MniO-
Pubiic*i;**> a pe. jo o.
A sentida mor te lo tominendador
Antonio de Paula de Souza Leao.
Una existencia preciosa ha pouco desappare-
ceu da scena da vida.
O commeodador Antonio de Paula de Souza
Lelo, senhor do engenho Mutas, termioou sua
peregrinacao neste raunlo de olorosas priva-
es, depois de longo sofTrimeoto em que os es-
orcosda sciencia e os assiduos disvellos de sui
extremosa familia foram prodigalissdos com tan-
ta dediCaco e solicilude, mas que infelizmente
nao poderam quebrantara forja da enfermidade
que o levara sepultura I
Hornera honrado e laborioso, cidado pacifico e
respeitador da le, bom psi de familia, amigo
sincero e dedicado, asteado sempre alliar a ver-
t adoira nobreza com as atteucdase maoeiras ea-
calleirosat, com que costumaa tratar a todos
que o procuravjm.lo ilustre finado era um mo-
deio do que o hornera deve aer naa relacoes so-
deraco oo e dos seus coocidadaos que o res-
peitavam, senlo tambera do governo, que por
mais de urna vez o distingui, agraciando o j
ora a comroenda da ordem da Conato, j com o
licirtio da Rosa, alm de Ihe haver sido con-
cedido o titulo de tidalgo cavalleiro da casa im-
yerial.
Cercado de to honrosos predicados, o passa-
wentodeum vario Uoillastre, oo poda deixar
de abrir um vacuo no circulo das aflVices, que
o prendan?, e despertar um leslemuoho do apre-
so, eso que era tido.
Esta demonstrado 4o juizo imparcial proferi-
do beira da sepultara no momelo em que erau-
decem todas as ms psixes para se fazer ou-
vir a vos inspirada dos sentimeotos nobres, bem
se poda avahar por esse pezar profuodo, que so
notara no prstilo numeroso, que aeompaubra
o sea fretro, e no qaal se notavam as priaci-
pses' autoridades a cidadoa desta capital.
Ser lato a o menos um lenitivo
NOVO BtNCO
DE
riiiwniuio
O novo banco paga o 8* dividendo de
12| por acc5o.
Praca do ecife 7 de
abril de "1802.
\s quatro horas da tarde.
. Cola cues da junta de corre topes.
Csmbio.
Sobre Londres 90 div. 25 3i4 d. por l#O0O.
Frete.
Assucar da Farahiba para o Canal por ordena
4-2(6 e 5 0|0 por tooellads.
J. da Cruz Macedopresidente.
John Gatissecretario.
aVIfandreffa,
Rendlmentodo dial a j .118.7534177
dem do dia 7...... 28.0980376
146851J553
Movlmento da alfandeca.
Volamos entrados com tascadas..
> som ganaros.
Volamos
c
lahidos

tora tazendas..
com gneros..
165
66
== 231
104
564
668
Descarregam hoje 8 de abril.
Brigue inglez Mary Winckcarvao.
Brigue InglezNadrydaidem.
Barca inglezaRondermercaduras.
Patacho italianoMaradem.
Barca francezaMara Nicolacarvao.
Barca americanaCordeliafarinha e bolachi-
nhe.
Patacho italiaooMarcelino sal e cemento.
Brigue auecoTritnpapel e remo,
Brigue portuguezEsperanca feljio, milho e
trelo.
Exportoslo
Oo dia 5 de abril;
Barca ingleza Olinda, para Liverpool, carre-
garam :
Jobos Gatis, 48 volumes com 154 libras de do-
ces, 18 frascos com 9 libras de pomadas e 3 es-
panadores.
Barca ingleza Flying Fish, para Liverpool, car-
regaram:
Saundera Brothers &C, 71 saceos com 378 sr-
robas e 26 libras de algodo.
Barca franceza Azui% para o Havre, carrega-
ram :
Tisset f re res, 300 saceos com 1,500 arrobas de
assucar.
Barca franceza Grande Conde, para Marseille,
carregarara :
Tisset freres, 1400 saceos com 7,000 arrobas de
assucar.
Barca dinamarquesa Faders lliude, para Gi-
braltar, carregaram :
Patn Nash & C, 1,250 saceos com 6,250 ar-
robas de assucar.
Brigue sueco .trina, para Stockholm, carrega-
ram :
N. O. Bieber 4 C, 535 couros salgados com
lo.l78 libras.
Barca nacional Carioca, para os portos do Rio
da Prata, carregaram :
Johnston Pater & C, 493 barricas com 2,620 ar-
robas de assucar.
Hiato nacional Artista, para os portos do Ro
da Prata. carregaram:
Amorlm Irmaos, 2zo barricas com 1,582 arro-
ba e 17 libras de assucar.
Jos Moreira da Silva, 1 barrica com S 1/2 ar-
robas de assucar o 1 caixole com 48 libras ds
doce.
Brigue nseioDsI Eugenia, psrs Lisboa, csrre-
garam : >_
Flix Ferreira da Silva, 8 volumes com 38 li-
bras de doce, l landres pao-de-l, 1 cala queijo
do reioo.
Barca orasileira Traviala, para Lisboa, carre-
garam
v dr intensa
a> sua cborosa familia, as irtude* do honrado IlR[ *0' 1,M0 ,,c00" C0B 7'^ "rrob" d#
de rendas Internas
commeodador Antonio de Paula de Souza Lelo, i
formaran o legado precioso, que aeua filhus pro- '
curarlo zelar cora o maior ais vello, lomando-as
por modelo de suas acjoea, e IransmiUiodo-ss
sempre com o mesmo explndor aos seus descen-
dentes.
E* islo o quej vemos em um dos seus digno*
Albos, que apenas temos a saliafaco de conha-
cer, o Dr. Jgnacio Joaquim de Souza Lelo,
qum diigimo esta dorida expressio de nossos
prxamas.
* *
Reodimento do dia 1 a 5
Ideast do da 7 .
ale Pernambaeo.
MoTimento do porto.
..Yetnos entrados no dia 7.
Rio de Janeiro26 dias, barca chilena Clara, de
537 toneladas, capilao N. T. Braat, equipagem
12, em lastro; a A morir Irmao.
Penedo3 dias, hiate brasileiro Camaragibt, de
38 toneladas, capilao Virginio Justiotaoo dos
Santos, equipagem 6, carga oleo de ricino, mi-
lho o outroe gneros ; a Luis B. de Siqueira.
Rio de Janeiro26 dias, barca ingleza Salwten,
de 373 toneladas, capilao Frederick Scott,
equipagem 12, em lastro; a Soulbal Mellors
&C.
Santa Catbarins 31 dias, patacho inglez James
Hull, de 156 toneladas, capilao John Friod,
equipagem 9, esa lastro; a ordem.
Para.
0 palbabote Sobralense recebe carga a frete:
tratar oem Caetano Cyriaao da C. M. & Irnio,
no lado do Gorpo Santo n. 13
ndtacs.
O Illm. Sr. inspector ds thesouraria pro-
vincial manda azer publico para coobecimeeto
? '"' o *8 da le provincial d.
ot de 18 de junho do correle anno.
Art. 48. E' permiltido pagar-ie a meia sizs
dos escravoa comprados em qualquer tempo an-
terior a dala da prosete lei independente de re-
validado e malta, urna vos que os devedores
actuaes deste imposto, o facsm dentro do exerci-
cio do 1861 a 1862, oa que nao o zerem flearu
aujeitos a revalidagao o multa em dobro. sendo
um terco para o denunciante. A thesouraria ta-
ra annunciar por edital nos primeiros 10 dias da
cada mez a presente disposicao.
E para constar ae maodou afflxar o presente s
publicar pelo Diarto.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 8 dejulho de 1861.
O secretario,
A. F. da Assumpjac.
eviuravn.

6:20*J059
2:3803P8
Coa
*a
IBE
Rendimeflto de da 1 s 3 .
dem de lia 7 ,
do arovrnelal.
1853J337
6:607*760
Consellio admiuislrativo.
0 conseibo sdministrativo, para fornecimenU
do ar/eoal de guerra, tem de comprar os obiectos
segoiotes: *
Pare o 10 batalhao de infantarla de linha.
24 telina de galio de prata para msicos.
Para a fortaleza de N. S. da Assumpca do Cear.
1 bandeira imperial de filete grande.
2 ditas ditas de dito pequeas.
Pars a eofermaris militar.
50 conservas de forma cylindrics, vidros altura
com a cobertura 300 milmetros.
50 fraseos de abertura ordinaria, tapados i es-
menl, vldro braneo 4 litros.
50 ditos de 2 litros.
50 ditos de 1 litro. |
50diioa de 500 grammas.
50dt|os do larga abertura tapados a esmeril,
vidros de 500 grammas.
50 potes de p de pedra forma de cylindrica.
20 centmetros de altura. '
4 capaulas de porcellana com bico fundo redon-
do de 250 milmetros de dimetro.
4 capaulas de fundo ebato.
24 seringas de vidro.
1 copo graduado de 2 oncas.
2 ditos dito de 4 ditas.
1 balanza granetaris.
1 dita grande para mostrador.
1 almofariz de bronze com mo grande.
1 gral de marmore com mo para 2 libras.
1 gral de marmore com mo para 18 oncas
1 gral de vidro para 2 libras.
1 gral de mases para 16 libras.
1 penetra fina de rame com tambor.
1 dita grossa de rame com tambor.
2 ditas de seda.
2 ditas de cabellos.
12 espsiulss de ac sortidas.
2 ditas de vidro.
1 dita de marfim.
6 cassarolas de cabo e bico forradas de porcel-
lana surtidas. iw*
1 taxo de cobre para 64 libras.
2 canecas de louca para 32 libras.
2 ditas de dita para 16 oncas.
2 resmas de papel para filtrar.
4 ditas de dito para embruibo.
4,000 rtulos aortido para vidros e garrafas
1 funil de vidro para 8 oncas.
1 dito de dito para 1 libra.
2 ditos de dito para 2 libras.
100 capsulas de estaoho para bocc*r d* gar-
ralas. -_,
1.000 rolhss de cortiga para garrofa.
1,000 rolhaa para vidros.
2 libras de lacre.
Quem quizer vender taes objectoa aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 14 do
correte mez.
Sala das sessdes do conselho administrativo
para fornecimeoto do arsenal de guerra. 7 de
abril de 1862.
Antonio Gomes Leal,
Coronel presidente inteiino.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel rogal secretario interino.
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz publico que Domingos Alves
Matheus e Aotonio Lopes Rodrigues diasolveram
era 28 de fevereiro do correte anno a sociedade
que tiuham nesta praQa sob a firma de Malbeus &
Rodrigues, ficaodo a liquidaco do acliro e pas-
sivo ds mesma a cargo da firma commercial de
M. J. Ramos e Silva & Genros,
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 5 de abril de 1862
Julio Guinmes,
Officisl-msior.
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz constar que neita data flea
registrado o contrato de sociedade feito em 12 de
marco prximo fiado por Jos Soares Pinto Cor-
ris e Jos Lucio Mootetro da Franca, estele-
cidos na villa da Escada desta provincia, sob s
firma de Jos Lucio Hontelro da Franca & C., da
qual s poder usar o socio Franca ; devendo
eata socielade durar por tempo de 5 annos, con-
tados do 1. de Janeiro do correle, com o capi-
tal de 8:6980822, foroeceodo o socio Fraoca
4:69898x2, e o socio Sosres 4:0000.
Secretarla do tribuoal do oamercio de Per-
nambuco 5 de abril da 1862.
Julio Guimares.
Official- maior.
Por esta aubdelegacia se faz publico a qaam
ioteressar possa que foi encontrado as ras des-
ta cidade um boi amarello que iodiea aer de
carro, quem ae julgar com direilo comparece
que provtodo Ihe ser entregue. Subdelegada
da freguezia de Santo Antonio do Recite 7 de
abril de 1862 0 subdelegado sup pente,
Manuel Antonio de Jesus Jnior.
avisos unan ti. o*
Abarca portu8>eezSilencJu capilao Fran ti
cisco Martina deC arvalho, preande sabir em 16,
do correte, simia recebe algama carga e passa-
geiros, para os quats tem boos comtaodos: a
tratar com o consignatario Hanoel Ferreira da
Sllvs Tarroso, na roa de Apollo n. 28.
Seguefpara o Aracaty o blata oEkhslscos;
para carga e psssageiros trata-se na rea da Ca-
dete do Recite, prlmeiro andar o. 28.
GOITANBU PEKNAIBIJC.NA
Navega^o costeira a vapor.
Havendo cessado os mol'vos pelos quaes se ti-
nha alterado a sahida dos vaporea dea la compa-
nhia, continaaro a sahir para o norte a 7 e 22
de cada mes.
Nao podendo porm cootar com a ebegada do
vapor Jaguaribe a lempo de poder sahir desta
vez 7 eahir para o Acsrac corr escalaa pelos
portos intermedios no dia 10 do correle s 5 ho-
ras da tarde. Recebe carga al ao dia 9. Eocom-
mendaa, dinheiro e passageiros atS so dia da
sahida s 2 horas : escriptorio largo di Assem-
blea n. 1.
Rio de Janeiro
Pretende seguir com multa brevidade o velei-
ro brigue nacional Veloz, tem parle de sea
esrregamento prompto psra o resto que Ihe falta
trata-se com oo seus consignatarios Antoolo Luiz
de Oliveirs Azevedo & c D0 seu escriptorio rus
da Cruz-a. 1.
Rio de Janeiro
pretende seguir com muita brsvidado o brigue
escuna aJoven Arthur, tem parte de sea carre-
gameoto prompto : pars o resto que Ibe falta,
trata-secom os seus consignatarios Antonio Luiz
de Ohveira Azevedo & C, no sen escriptorio ra
da Craz t. 1.
Para Lisboa e Porto.
A nova barca portugueza Despique II, capi-
lao Manoel Lopes Duarle. de priroeira classe, for-
rada e cavilnada de cobre, vai sahir com toda a
brevidade por j ter parle da carga, e para o res-
to e passageiros que Ihe falta, trata-se com Fer-
reira & Loureiro, oa travesa da Madre pe Dos
o. 10, ou com o eapito na praga.
Pa-a o Car
o hiate oGaribaldio, mestre Custodio Jos Vian-
na, sabe impreterivelmente no dia 6 do correte
com a carga que tiver:-a tratar com Tasso Ir-
maos.
Parsk em direitura,
9he brevemente o bem coohecido e veleiro
brigue escuna Grsciosa, eapito Joao Jos de
Souza, por ter parte do san carregamento contra-
tado : para o resto trata-se com oa consignata-
rios Almeida Gomes. Alves & C, ra da Cruz nu-
mero 27.
Para a Baha.
Pretende seguir com muita brevidade o velei-
ro e bem conhecido hiate nacional Santo Ama-
ro, tem pane de seu carr>gamenlo prompto,
para o resto que Ihe falta trata-se com os seus
.consignatarios Aosooio Luiz de Oliveira Azevedo
&.C no seu escriptorio na ra daSCruz a. 1.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
rMPI?If k Mfm,
Espera-se dos portos do sul at o dia 13 do
correte o vspor Cruzeiro do Sul, commaodante
o capilao de mar e guerca Gervazio Mancebo, o
qual depois ds demora do costume seguir para
os portos do norte.
Desde j recebem-se psssageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir a qual devo-
ra aer embarcada no dia de aua chegada, en-
commendas e dinheiro a frete al o dia da sahi-
da as 2 horas da tarde : agencia ra da Cruz n
1, escriptorio de Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C.
%e^^J^
COMPANHA BRASILEIRA
DE
At odia 19 do corrente esperado dos portos
do norte o vapor nacional Paran, commaodan-
te o capito-tenente Jos Leopoldo de Noronbs
Torrezo, o qual de pois da demora do costume
seguir para os portos do sul. ,
Desde j recebem-se passageiros, e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada,dinhei-
ro a frete e eocommondaa at o dia da sahida s
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Aotonio. Leiz de Oliveira Azevedo
& C.
LEILIO
DB
Cognac e chatnpanhe.
TERgA FEIRA 8 DO CORRENT.
Rothe & Bldoulac faro leilo por intervenclo
do agente Pinto e por coota o risco de quem per-
tencer de 48 caixaa com cognac e 20 cixss com
cbampanheda melbor marca conhecida, s 10
boraa do dia cima meucionado, junto ao arma-
ezm do Sr. Annes em frente da altandega.
Conlinuacao do leilo
POR TODO E QUALQUER PREfO.
Hoje 8 do corrente as 11 horas.
O agente Guimares em continusco do leilo
do da 1" de abril vender innmeros movis ne-
cesitaos para qualquer casa e quo pelo preco
. nipgeem delxar de oa pretender por eaiarem
COMPAKHIA PEKUlBUCAiU tambem ao ,lcance "*bolM de qiqer pessoa.
db TERMINARA'
_ dito leilo coro delicadas obras de ouro, brilban-
iiavegaco costeira a vapoi! szsi-^ iog,r -"
Micei em direitura.
O vapor aPoreinaega, commandaote Meura
sahir em direitura no dia 15 do correle as 4
boraa da tarde.
Recebe carga ate dia 14 ao meio dia. En-
commendaa at o dia da aahida ao meio dia, e
paaaafeiroa at aa 3 horas.
Adverte-se qae aeohum passsgeiro ser rece-
ido a bordo som bilhete da gerencia : escripto-
rio no forte do Maltes a. 1.
Rio Grde do Sul pelo Rio de
Janeiro,
segu em breves dias o brigue nacional Leip>.
por ter engajada a maior parte de aeu carrega-
i: tratare com JMliar & Ollveirs, na ra, do corenle pelas 10 horas da manha. "no srma-
i um do Aunes, 4e(roota te llaidefi.
VIMOS
Terc^i-fera 8 do corrente.
Q agente Peatana vender por conU do anea
tentar de vioho em caix.s,. set
Csscava
luzias de vioho em
'orto, aaalvaiseo e
luporlaeie leilo
DE'
Urna rica mobllia de Jacaranda com Umpo de
podra, 2 grandea espelboa de sala moldura de
Jacaranda, 4 candelabros de crystal, 12 jarros de
marmore, 2 redoraos cora figuraa de jaspe, 1 las-
tro de meio de aala, 14 quadros grandes com ti-
nas grsveras. 3 cestinbis com finas flores, 3 cor-
Imas de janella com bsdelas e rampas de metal
doaradas. 2 secreUriss, 1 estante, 1 mesa de
cbarao. 1 mesa elstica com 24 palmos de com-
pnmento, J apparadorea, meio apparelho para
jantar, dito para cha, vidros e crystaes, 1 porla-
HcOr, um selim inglez e outros objeclos.
Sexta-feira 11 do correte.
Leopoldina Amalia Alves Rodrigues, viuvs de
Manoel Jos Rodrigues Pereira, leudo de feti-
rar-ae deata provincia tara leilo por ioteivencao
do agente Pinto, dos objeclos cima menciona-
dos existentes no aobrado de um aodar n. 26, da
ra doa Guararapes, os quaes objactos podero
ser examinados pelos pretendentes na vespers e
da do leilo.
Principiar s 9 horas em ponto sa de ven-
der-se tudo no mesmo dia.
Continuado do leilo
DB
Na roa do Imperador n. 6, Bazar
Pernamhucano.
Ter$a-feira 8 do correte.
Por intervereSo do agente Costa Car-
valho havera' leilo no dia cima as 11
horas em ponto, do mais completo sor
ti ment de fazendas, entre gando-se ao
correr do martello.
LEILO
DB
Monu*v
Quarta-feira 9 do correte
O agente Pestsna legalmente aatorisado pelo
Sr. Francisco de Paula Das Fernandos, far lei-
lo de lods sua mobilia ronsistindo em mobilis
de Jacaranda com pedra e a Loiz XV. excellente
piano forte do insigne autor John Wilson, me-
aa-elastica, guarda-louca, guarda-vestidos, espe
lhos, candelabro, serpentinas, ricos vasos de
magnifico Rosto, toiletes, lavatorios, apparado-
res, cadeiras, marqoezas, servigo de mesa para
jaolar e slmogo ludo de porcelaoa, um rico fa
(jueiro em seu estojo obra sem segando, um col-
lar e pulseira de brilhantes etc., e outros muitoa
objeclos qae imppssivel o nomes-los o se
achara pateles ao exame dos compradores :
quarta-feira 9 do corrente pelas 10 horas da ma-
nha ni rus d Cideia do Recite d.57, seguido-
andar, por cima do armazem do Sr. Prente
Vianns.
Avisos diversos.
Somonte he permittido
pagar a assigoa tura deste dia-
rio a 5$ por tres mezes, den-
tro de 15 dias de seu come-
co, e depois deste dia s se
receber 6#000 rs.
Grande laboratorio de la-
vagem.
Os donos dos nmeros' abaixo mencionados
podem mandar buscar as roupaa que esto orom-
plaa : 176 144, 243, 360. 249, 327, 1S9 343, 242
43, 6, 33g, 316, 228. 271. 87, 203, '279. 298
312, 164, 326, 346, 355, 292.
LOTUtll
As rodas da sexta parte da prnoeira
lotera a beneficio do Gymoasio Per-
nambucano andarSo impreterTelaacaKe
depois d'amanbaa 10 do corrente mez,
no cooustoiio da igreja de Jf. S.
do Rosario de Santo Antonio pdw 8 i 2
lloras da manhs. Os premios Je
:0O$ at os de 8f sero pag
mesmo dia da extraerlo de ui__
da tarde por diante, e os outros .
seguinte logo que se tenha feito
rnbuicao das listas. Os bilhetes e
bilbetes acbam-se a Yenda na tbej
ra das loteras roa do Crespo n.
as casas commissionadas do ce
ate a vespera da extraccao as 10
da noite, e no dia jmente na respecti-
va thesouraria at o momento de an-
da rem as rodas.
O thesoureirp,
Antonio Jos Rodrigue de
INGLEZ
Novo Methodo para aprender lr,
a escrever e a fallar Inglez em 6 me-
zes, por fl. G. Ollendorff: 1 vol. in 8-
encadernado. Vende-sena ra doQuei-
raado, loja de fazendas, n. 18.
Jos Soares d'Azevedo, professor
de liagoa e litteratura nacional noGym-
nasio Provincial de Pernambuco, tem
aberto em sua residencia, ra Nova de
Santa Rita n. 47, as aulas de
GEOGRAPHIA E HISTORIA
LINGO A FRANCEZA
PHILOSOPHTA
ORATORIA E POTICA.
As aulas sao todos os dias uteis de tar-
de : comecam s 2 boras, e acabam s 7.
O Sr. Feiippe de Santiago, chamado esta
typographia, um senhor desle nome que morou
na ra de S-ula Hita.
Precisa-sede um ou dous amassadores, que
eotendam perfeiameote do fabrico de pao e bo-
lacha : na ra larga do Rosario n. 16 junto ao
quartel de polica.
Caixeiro.
Para caixeiro de portas dentro, ou meamo de
rus, se otferece ao Sr. commerciante que precise
de um moen portugus de idnea conducta, mo-
derno no paiz, pratico no commercio e na aserip-
turaco mercantil : na ra eatreita do Rosario o.
4, ou ni travessa da Madre de Dos n. 11, ar-
mazem.
AUeoeo ao furto.
Furtaram da ra da Cadeia do Recite o. 55,
loja de fatendaa de Figueredo & Irmo, urna peca
de gaze de seda Qogiodo orgaodys. teodo palmas
solas Ongind rasas e urna ramagem miuda de
azul claro ; previne-se portanto aos Srs. loglsUs
e mais pessoas a quem for dita fazenda offerecida
o obsequio de apprehf nde-ls e ao seu vendedor,
que generosamente se gratificar.
No da 8 de abril, ftoda a audiencia do Sr.
Dr. juiz muncipal da !. vara, ser arrematado
por execu?o de Francisco da Cuoha Araujo Pi-
nhairo contra oab<*rdeiros de Marcelino Aotonio
Pereira, duas casaa terreas ns 142 e 144 na ru*
das CiovoPnntaa. a*alala urna por :50W ou-
tra por2:700, eeciivao Santos.
muses le, o
~ ,.:~" u : iraia-sscom aaiti
)9:4ei|0s71 ds Csdeic 3o Recifa o, .
qual so veds para fechar coaUa: tarca-letra 8
do coreante pelaa 10 horas da
m 16 Ruada Cruz-16
W O Dr Rocha Batios d consultas to- f
f| dos os das.
Cura radical e em pouco tempo as "
9 mol,,s"s sypbililicas e dos orgos e- m\
am Bita-caricaoias.
W Consultas da grsca dts 8 horas u 9 f
da manba. O
m*m**9 m-mmmm
Ama,
_ Preciss-ae da urna ama para cozinbar oo ser-
viepa ioteraos da urna casa da horaem solleiro :
aa ra Nora n. SO.
Ama.
No segunde andar da casa da tu a da Imperatriz
a. 42 precisa-so de um ama para o servico de
casa. '
Na ra Dimita o. 61, loja do chapeos, pro-
cise-se do ora pequeo qus tenh signas prst-
ca da arle dt sbapeieiro. ^
4ma de Icile.
Preciss-so do usaa mbar
mentar orna trunca de deas
a tratar na praca do Gorpo S
fila*
4Uencao
i
Joo Antonio Coelho, sangrador o dentista, avi-
sa a lodoa oa seas fraguases o ao reseiU*e m-
blico, qae ae mudou da ra estreila da loaorio
psra a do Imperador o. 69, aoode poda sor pro-
curado para sangrar, tirar cates, oo apar
calcar os mesmos, para spplicsr ventosas o bi-
chas, tudo com perfeicao o delicadeza, ihosa
se alugam e vendem-se oxeolloatas bichas 4a
"amburgo, as melbores quo ha no aasiiads.
Preetsa-se de um bom cozinhclro, am eozi-
heira, preferindo-ae eacrav: aa tao ala
Cruz n. 64
Prectaa-n do urna ana para ce
comprar: oa roa do Imperador n. 17,
-ndar, entrada dtrelta.
Arrematado.
Por ordem do Sr. Dr. juiz de orpoos
(icou transferida a arrematacao da par-
te do sitio Cajueiro, onde existe o bos-
pitul Portuguez por execucao de Mathi-
as Lopes da Costa Maia, contra $u* de-
vedora B. Mara de Jezus Cordeiro, para
o dia 8 do corrente depois da respectiva
audiencia, por ter s I aneado sobre a
a vjliacao o exequente com autonsacao
domesmo juiz.
Hontem, daa 3 para 4 horas 4a tarde. 4c-
sappsreceu de um sillo na estrada 4o Icio da
Barros, ums esbrs eatraogeira, comprada peral-
to preco em um navio amerieaoo, cuja cabra
bastante grande, preta, tendo duas rucas biansas)
oa frente ao comprimento da cabeca, peritas pic-
udas de baio, chifrea bom deiladoc sobro o acti-
co, montado um aobro outro. o um dalles mata
curtoa, tem um ubre extremamente rraode, un-
to qce d de duaa a trea garrafas 4c leite : i
a oncootrar. levando-a ao referido aillo, ou
oo a ooticia corta de a ter visto, aera beaa re-
pensado. O sitio pouco adiaote do da Cscala,
do lado direito, teodo no porteo um p 4a om-
baubs..
Louis Francois HeoDoqoio, subdito fraa-
cez, vai para a Europa,
F. G. H. Vaoden Briok, subdito Hollandez,
retira-se para tora do imperio.
Precisa-se arrendar um sitio que leoba prc-
porcOes para plantar-so caplm a ter se alcaaiaa
vaccas, preterindo-se para as baodas doc Afoga-
doa, ou outro Ingar quo nio diste mallo deesa ci-
dade -. oa ra da Cadeia do Recite, loja 50.
Na ra do Queimado n. 12, primetro an-
dar, precisa-se de urna ama de leite sem cric,
pagi-se bem.
No segundo andar da casa u.
15 da ra do Crespo por ci-
ma do escriptorio da the-
souraria das loteras Mme.
Middendorp, prximamente
chegada de Pars.
Eocarrega-se da eonfeecio do vestido pira
bailes e casamenloa, visitas oo oalros mistares
manteletes, zoavos, sabidas de baile, buroues, en-
feites de cabeca, emfim de tudo o qce compra.
heode o vestuario das senhorss e o.ecioas. Ae
pessoaa que se dignare dirigir-ce ella ecba-
ro flgurinos das ullimaa modaa de Paria, creeos
razoaveia das obras, o promptido ea entrega das
cncommendas.
Precisa-se de ms ama forra para casa de pen-
ca familia, que airva para comprar, cozinbar. a
eogommar : a tratar na ra do Queimado o. 99
prlmeiro andar.
Na rna Nova u. 52, primeire andar, preciss-
se alugar urna ama captiva ou forra, para o ser-
vi;o interno de poucs.familia.
Ordem terceira de S. Francis-
co do Recife
Teodo sido presente em acesia da mesa rega-
dora um officio da respeitavel irmandade 4e .
S. do Terco, coavidando a ooesa vencrcvel ordem
para acompanhar a procusaodo Scober Bom Je-
ss dos Desamparados, qua tem de aer espede
vista dea fiis na larde do dia 11 de correaste mee
o tendo aldo aceito dito convite, rog aoo caceo
cbarisaimoa irmaos o seo coa paredes acto aa tar-
de do referido di, pelaa 2 hroe, ne acece lvete
parsmcaUdos de seus hbitos, sim de saamue*
rsdos, comprimios este devar.
Secretaria 5 de abril de 1862.O secretario
Lciz Maiioel Rodrigues Valecicc!
Quem precisar de orne ama para eezrahsr
em casa de pouca familia, dinja-ae roa das Cla-
co Ponas n. 98, que achari com qoem tratar.
*
\

Os fi lhos e genros do filiado
commendador Antonio de hala
Souza Leao agradecem as pessoaa
que se dignaram assittir as exequias
do mesmo finado e convida m a
seus amigos e aos do finado a ouvir
as mistas do stimo dia, na terca-
feira 8 do corrente, urna as 7 ho-
ras da manliaa na igreja da G>n-
ceicao dos Militares e outra as 9
boras na capel la do cemiterio.
los Beato Nery da Silva, cidadie ___
precisa a bem de aee direito. que ce Sre. varea
Amanes & Filhos, Ibes dederam per eata '
qual fot a ana conducta a era I a ervil *
tempo em que estove
\cht-se justi
ma dos Copiares a
n2Mui*4d* 8Uti ''" arkualr se sebar com direito a
snouMisr na prtzo de 3 dias. I
steva asa aaes setvicac.
ta e eoatratada i tabaraa em
o. U. pertacsala fr mc-
SVTSa


ir
DUeUO 01 PClJMlCd.^ iOKlMI.
t
Atteo
Arrenda se o engenho Tapipir No-
vo, moente e corrente com motor de
ananaes, lito na freguezia de Iguarai-
'.degrankp^u^f oom capa-
cidade para-i|Bfrejar tres ail fees ar
nuaes: os pretendentes ajirijm-ie
engenho Tapipir" da freguesa da S.
Lourenco da Matta, do major .Manoel
Juliao da Fon seca Pin ho onde acharao
com quera tratar,
sKCMCMMaVitt VrMQVM MBCIMMX
Saques sEre^Purtugal. I
0 abtiio aasignado agente do Banco
Mercantil Portuense nesta cidade, aaca
efectivamente por todos os paquotea so-
bre o mesmo Banco para o Porto e Lis-
boa, por qualquer somma avista e a pra-
zo, podeixJo logo os saques a praxo serena
descontados no mesmo Banco, na raio
de 4 por canto so anno sos portadores
>e aasim Ihe eonvier : as ras do Gres-
la b. 8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Parlaram um cavallo ruco, carnudo, capa-
do, com pintas amarellas, cabano, cascos pretos,
COm urna batxa oai coitellas, ripado, com s ca-
da curta, mancha vermelba no quetxq, com ama
pisadura na costell* mindinha qae nunca nasceu
cabello, cujo cavado ferrado nos quartoa e no
qaeixo : quem o achar entregue na preosa de
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo, que sar grati-
ficado, ou em Pedra Tapada, no lugar Capella de
S. Vicente a Jos Belarmtno de Assampcio, seu
egitimo dono.
ltenlo.
D-se dinheiro a premio sobre Dentares de ou-
rd ou brilbanles : oa ra do Gueimado n. 45.
Aluga-se urna escrava que iba coziohar,
engommar e lavar, para o servico de uins caaa
de pouca familia : quem a tiver neataa coodtces
e quier alugar, dirija-** rus da Gadeii do Re-
cite B. 53, escrlptorio de Leal d Irmo.
Coavite.
Palo presente se convida a quem quer que se
julgue credor da finada D. Antonia Maria de Cas-
tro a comparecer no escrlptorio dos Drs. Epsmi-
nondaa e Codeceira, na ra do Queimado, aflm
de se verificaren) os ttulos, e ttatar-se de sen
pagamento, Uto no prazo da S das.
Mr, Mercler, alfaiale francs, precisa de ofli-
cises para toda a especie de obra: na raa da
{.Cadeia do Re cite a. 18, primeiro acidar.
. Precisa-M e una ama pera casa de pouca
ao familia i os Iravasa 4o Livra menta n. 18, se-
gundo sndar.
O Sr. troente Gama de nono batalho, te-
nha a bondade de concluir aquella negocio, pelo
qual passoa urna procuracio bastante de exetei-
cios fiodos I parto de dous aonos e receben os.
Precisa-se de urna ama ; no patee do Ter-
co n. 26.
Perda.
Ilontem pelas 3 horas da larde cabio do braeo
de urna figura, sabida da ra da Cruz o. 35, se-
gundo andar, no11 pulseira feita de moedaa de
ouro mexicanas, canteado ooze: qualquer pes-
aos que a achar e queirs restituir, pode leva-la
mesma caaa, qua aera bem gratificada : nte-
se, a perda foi da csaa cima at a esquina do
beced Largo, e de l para a igreja at p sabir.
Precisa-se de urna preta oa preto para car-
regar fazeodas com outra pesaos; na ra do
Hospicio n. 62.
James Burt relira-se para Europa.
Prociea-ae alugar ama ama forra oa capti-
va para o aervtcq interno e externo de urna casa
de pouca familia : na ra estrella do Rosario o.
10, segundo andar.
Na roa Direita, sobrado de am andar n. 33,
defronte do nicho, vendem-se doces de calda e
seceos de difieren tes qualidades, tambem ae ar-
ranjam bandeijaa de botos de difireme* modeles,
proprios para casamento*, bailes, e enhilados
com ramos, figuras do. modo que forem apetec -
dos, tambem se faz po-de-l, bolos inglezes,
francezea, arroz de leite, pastis de nata de car-
ne, podios, pasteldes, tortas, tremedeira, e tam-
bem se faz a comida diaria para algams passoa
qae precisar, com asseio e commodo prego
Aluga-se uta 4 andar com excellentes
*B commodoa: ra da Cruz n 53.
No segundo andar da casa da ra
do Imperador por cuna da loja de al-
ia iate, precisa-se de urna ama que saiba
cosinhar o diario para urna familia pou-
co numerosa.
British Goosulate,
Pernambuco, april 7 1862.
Thealjourned meetng of British Residents for
Uking inte considerstton the affairs of the hos-
pital and esmelery, wi be held al this offloe
on Wrdnesday next the 9 lh iostant al wooo.
Gbeonon Hunl
B. B. M's consal.
A absixo assignada vinva|do finado M. A.
P. autorlaada pelo Dr. jaiz de orphioa deata ci-
dade venda para pasamento dos eredores de seu
casal as deas tercas partea que posaue no enge-
nho Deatorro da freguezia de Igaafass, o qusl
sescha moeotee eprrente e tem ptimas trras,
maltas, legradooros, paitos, uterjcilius e obras,
que se achato em bom estado de conservado.
A annuociaote adverle que se acha da pasee do
mencionado engenho : ss pessois que pretende-
reis dirijam-se a rap-da Imperatriz.n. 4, pri-
meiro andar, a tratar com a meama annunciante.
Rila J, de Uendonca Pereira.
r Preciss-se de urna criada e um criado ea-
cravos oa forros, para urna casa de familia es-
trangeire, a qual consta de 2 peaaoas e 3 meta-
nos : a tratar na fundi hora do dia.
BT
Compras.
Compra-se ourelos em qualq
quantida-
AttenQo
r
John WeUon, cidadao norte americano, len-
ciona por todo o correte mea retirarse pira o
Mxico ; alguns dosseohores de eogenhosda ca-
pital qae queiram fallsr-lhe antes de sua partida,
queiram dirigir-so a ra do Trapiche, armazem
?. 15, da aeobora viuva Raimond.
Precisa se de um caixeiro para taberna, d
10 a 12 anuos, prefenodo-se destes ltimos che-
gados : a tratar na ra da Guia n. 42.
Escravo fgido.
Pugio no dia 1.a do corrente o escravo crioulo
de nome Antonio, com os signaes aeguiotes: bai-
xo, corpo regular, cor fula, sem barba, tem em
urna das orelhas na parte superior cortada, sen-
do o signal maissaliente umaferi-la na peroa di-
reita, cujo escravo foi comprado poucoa diaa an-
tes da fgida Illma. Sra. D. Joanna Bezerra de
Andrade, senhra do engenho Uruai, comarca de
Goianna ; pede-*e a todas as aatondales poli-
ciaes que delle tiver noticia, de mandar appre-
bende-lo, e asairn aos capiles de campo de o pe-
garem e cooduzirem ra da Cadeia do Recite
n. 7, que aera bem recompensado.
Na ra do Amorim n. 51, oa estrada de
Joao de Barros, sitio de Candido Alcoforado, ha
para alugar-se urna preta escrava para todo o ser-
vico por 23$ meneaos.
200$ de gratifica cao.
Do engeoho Garap, prximo a villa do Cabo,
auaentou-se no dia 27 de junho de 1861 um mu-
lato de nome Jacob, ida-ie 20 annos, pouco mais
ou meos, com os signaes seguintes : estatura
regular, corpo robusto, cabeca redonda, cor a ver -
melbada, cabellos ruivus, olboa vivo*, nariz re-
gular, denles perteitos, cara larga, sem barba,
boa figura, falta bem apressado, costuma incul-
car-ae por forro, e gosta de andar bem veslido,
natural do Aracaty, e foi vendido no referido
engenho senhora D. Anna Delfina Paea Barreto
em abril de 1860 pelo Sr Joo Francisco Carnet-
ro, reodeiro do engeoho Serta : quem capturar
ditoeecra.vo e entregar no engenho Garapea se-
nhora D. Anna DelQna Paes Barreto, receber de
gratificacao 200g.
Na travessa da ra das Gruzes n.
2, pjimeiro andar, tinge se para todas
as cores eom presteza e commodo preqq.
No engenho Cursahy, na comarca de Pao
d'Alho, preciaa-se de um feitor que saiba traba-
lhar e seja diligente, paga-se bem, agradando
seus servicos : a pessoa que se achar neslas cir-
cumatancias, pode dingir-se ao dito engenho, ou
na ra da Craz n>62. terceiro andar, e o que uao
tiver as -ha bilitaedes assim ditas nio tome o in-
coen modo de comparecer, deixe-se estar em essa.
Anda est por alugar a loja do sobrado n.
3 da ra do Gaea qae sgue da caaa de deteocao
e ao norte da fabrica do gz, com 3 quartos, 2 sa-
las, quintal e cacimba por 14fi mensaes: a tratar
no mesmo sobrado.
Roga-ce ao Sr. Joaquim Januario Pereira
deBrita o favor de appsrecer na ra do Quetma-
i do, loja de miudezas da boa fama o. 35, a nego-
cio de seu interesse.
Precisa-se de um caixeirs pequeo, chega-
do ha pojeo do Porto : na ra ds Liogoeta n. 5.
Hostias J. Carmao, eubiilo britaoico, ret -
re-se para Europa pelo vapor inglez Magdalena*.
No dia 8 do correte, depois que lindar a
audiencia do Sr. Dr.'jtiz rnuntcipaj da 1.a vara,
tem de ser arrematada por venda urna quarta
parte do obrado de dous andares n. 83, sita na
KM da Mitriz da Roa-viste, em chaos proprios,
avallada dita qutota parte por 1:6669666, penho-
nda dita parte a Joaquim Vicente Marques por
execuco de Domingos Jos Marques Guimsres
Irmos.
9989S99 -89e)CC9e
Gabiuete medico cirurgico.^
Ra das Flores n. 37.
Seriodadssconssllas medlcas-cirurgi-tj)
. alqawr (
de: na ra do Vigario o. 9, primate sndar.
2 Corpo Santn. 19, continoa-se a com- J
9 prar escravo* para exportagao, paga-se JP
bem e di preferencia a preto crioulo de *$ ,
am boa figura de 14 20 annos de idade. g ;
Joio Laiz Pereira Lima faz publico que det-
xou de ser socio da firma Ackwrighl & C. des-
de odia24 de margo.
O abaixo assigoado fez sciente que de re-
cord com seus eredores tem tratado vender sua
loja de ferragens da ra do Queimado n. 32 aos
Srs. Manoel Francisco de Azevedo e Francisco
Jos de Azevedo sob a razio Azevedo & Irmio.
Luiz Antonio de Souza Ribeiro.
O propietario do engenho Paulisla por pre-
cisio vende o mesmo engeoho, moeote e corren-
te, sendo muito forte d'sges, com 4 sitios de la-
vradorea reais, e mais ouiros menoros, com gran-
de xlensao de terreno, varseas praductivaa para
a*fre]ar pelo menos 400 pies, distante da praga
3 leguas, e boa estrada real, e tambem se arrea-
da pe j menos 6 safras, uos 30 aacravos, 30 bois
mansos, 3 carroa nevos, 2 arados de ferro, e mais
accessorios : qualquer prebndente quanto antea
se entender com meo cuobado Dr. Eatevio Ca-
valcaoti de Albuquerque, ra das Flores n. 37.
O abaixo aasignado avisa ao Sr. thesoureiro
das loteras que tendo perdido o meio bilhete de
n. 3652, pede-ao mesmo aeobor que nio o pague
seoio ao mesmo abaixo aasignado. Recite 5 de
abril de 1862.Bernardino Antonio Ribeiro.
Precisa-se de urna ama que saiba coziohar
e fazer todo o servico de caaa : na ra do Cal-
deireiro, taberna n. 60.
Aluga-se o segundo andar na ra da San-
zalla Velha a tratar na loja do mesmo n. 48.
Milla Laltam & C. teem para vender duas
machinas a vapor de um dos melbores fabricantes
escossezes, urna de forca de 14 cavados e outra
de 12, como tambem urna porgao de rame em
fardos : na ra da Cadeia do Recite n. 52.
Offerece-se urna ama para fazer o servido
diario de urna casa : a tratar no becco da Lama,
casa terrea no.
Toda attenco.
Custodio Jos Ahes GuimarSes avisa ao res-
peitavel publico, principalmente ao corpo do
commercio, queamigavelmentedis*olvera em 31
de Janeiro prximo paasado a soriedsde que li-
ohacom seu liuo Sr JosAlves Silva Gnimaries.
na loja da agula de ouro na ra do Cabugi
n. 1 B. que gyrava aot> a firma de Custodio Jos
Alvoa Giroraes & C, ttcando o socio Jo-Al-
ves da Silva Guimaraea encarregado do activo e
passivo do dito estabelecimeoto. J achando-se
o dito Cuatodio Jos Al ves Guicnaries esiabeleci-
do na ra do Crespo o. 7, na bem coohecida e an-
tiga loja de miudezas que foi do fallecido Joao
Ceg, pede ao respeitavel publico, prlncipalmouo
le aos seos amigos e freguazes, qae o queiram
procurar no dito estabelecimeoto, onde acharie
um completo surtimento das mais ricas mercado*
rias leo feotes i miuiezas, que afiaoca aervir
bem e vender pelo menos prego que for possi-
vel.Custodio Jos Alves Guimares.
H. H Siafl, cidadao americano negocian-
te desta pracs, retirase para oa portoa do sul.
H. J. Cannan retire/se para a Europa.
Precisa-se de um caixeiro que tenha bas-
tante ortica de taberna ; a tratar no pateo do
Terco n. 12, seguudo andar.
A mesa regedora da irmaodade do Senhor
dos Pdssos do Recite convida aos Srs. irmaos,
para se reunirem no dia 11 do correle as 3 ho-
ras da tarde, para em corporacio acompanha-
rem a procissao de trlumpho que tem de aahir
da igreja de N. S. do Terco, por convite da mesa
regedora da mesma ir$andde.O escrivao,
Octaviano de Souza Franca.
Finda a audieocia do Sr. Dr. provedor dos
rezfduos ejuiz municipal da segunda vara ter
lugar a arrematarlo por venda de urna caaa ter-
rea de taboa e tena os ra Imperial araliada
em 1009, pertencente a testameatana do finado
Baoto Soares de Aragao, no da 9 do corrente
me?.
Vendas.
Liadas bonecas de dille-
reates tamaitos e quali-
dades.
A loja da agaia branca acaba de receber soa
eneommenda de lindas e bem veatidaa bonecaa
fraoeaua de 2 e 2 112 palmos de altara, as quaea
na verdade vieram tio perfeitaa e bem arranja-
das qae quen as vlr Infallivelmente deseja com-
PrS1 BOr1*a amas alem da formosura tem
belloa cabellos cachtados, ontraa bonitos cha-
piozinboa a Garibaldi etc., etc., e lodaa em fltn
a* ineispensavei* saias balio ; assim orno rece-
ben igualmente outro bello aortlmento de booe-
cas de choro tanto de massa como de cera sendo
estas de olhos movedicos e e differeutes lma-
nnos at 3 palmos. Agora pola a meibor oc-
cjsso de qualquer ptssoa mimosear urna meni-
na qae seja aue Alba, parela oa coohecida, di-
rigiodo-ae primeiro (munido de dinheiro) a loja
{da agula branca ra do Queimado o. 16, aflm de
comprar urna dessas bonecas ou oulra qualquer
couaa de agrado.
Rival
sem igual.
Miudezas e rap.
Ra larga do Rosario numero 36.
Lia de cores sortidas, libra a 634OO.
Colche tea com duas carreiras a 60 rs.
Ditos de urna a 40 e 60 rs.
Aaulhas francazas cortas e compridas a 60 rs.
Ditas cantofas a 120.
Peales de masas para alar cabello a 500 rs.
Ditos da dita dem (douradoe) a lySOO.
Carretela de ratroz de corea a 320.
Escovaa para cabello maito boas a 800 e 1 j).
Carlaa de aMoetes a 80, 100, 120 e 140 rs.
Eacovas para unhas muito boas a 320e 500 rs.
PrsDjae pretaa com vidrilho a 320 e 4O0 rs.
Trancas pretas com dito a 140.
Ricos pretos muito bons a 180, 240, 320 e 400
Interesse publico.
[Offerecido pela loja dei
marmore.
A loja de marmore teodo de apresen.
r tar concurrencia publica o qae ha de
majsnovoem fazeodas, tanto para se-
nhora* como para horren* e meninos,
sendo qae para este flm espera de seas
correspondentes de Inglaterra, Franca e
Allemanua as.remesaas de seus pedidos,
tem tsolvidd, antea de apresentar o no-
vo sortimento, liquidar as fazeodas exis-
tentes, o que effectuari por precos m-
dicos e para cujo fim convida o reapeita-
vel publico a aprovaitar-se desta emer-
gencia.

4 victoria
Na ra di Queimado n. 75 jun-
to a loja de cera.
VENDE MUITO BARATO.
Clcheles franceses bons em carteo a 40
O canso.
Alfloetea francezea cabera chala a 120
caria.
Papis com ceoto e tanlos alfloetea a 40
papel.
Liobn victoria em earritel com 2M jardee
ra.
r.
ra.
Veode-se ou arrenda-ae o engenho Tabocaa
listante desta eidade 7 legoas, na frogaezia da i
Luz, sito as margeos do rio Tapacur, com en- Jn ,,,
jas aguas pode, com samma facilidad*, moer, tem ^'.r?,Hi.d Ilnn 3. 60 e 80 rs.
matas e terreno de Immensa prodcelo para sa-
frejar mais de 3,000 pies annualmeote : os pre- '
tendentea dirijam-ae ao mesmo engeoho, oa ao
Recife, loja de ourives do Sr. Manoel Antonio i
GoD^alves, na ra do Csbug n. 3.
Bengalas
a 240, 320 e 400 rs. cada urna : na ra do Cres- \
po sobrado amarello n, 18.
Na ra Velha, casa defronte do n. 4. ven-
dem-se 12 cadeiraa, 1 mesa redonda, 2 contolos
e 1 sof, est em bom uso, e faz-se algara abali-
mento, visto o dono ter de retirar-se desta pro- I
vincia.
Ctnbraas.
Vende-se cambraiaa de cores de bonitos e ele-
gantes desenhos s 280 e 320 rs. o corado : na
Seas pelo Dr. Estreo Cavalcanti de Albu-
querque da 0 sstO horaadamanhia.ac-
a msior bre-
9 cudiodo aos chamados com
sj> vidade poasivel.
sf| 1'* Partoa.
a 2.* Molestia de pella.
^ 3.* dem do olhoa.
^ 4.* dem dos orgiosgenitaes.
SPraticartoda eqaalquer operario em
seu gabinete oa em casa doa doenteacon-
a forme lhes fdr maii conveniente.


I
Eal justa| por venda a cass de taipa e
casinhaa edificadas no fundo da mesma, aita na
ra Imperial n. 194, com o Sr. Jos Francisco
Pereira da Silva; quem se julgar credor do mes-
me, apreteate auaa contaa na rae Angosta o.
31. islo no praso do 4 diaa.
Pergunla-se seo Felippe Santiago qae tem
do chamado a lypographta do Sr. Figuerda se-
ra Felippe de Santiago de Sena, que morena
ra da Imperatriz n. 42. primeiro andar, cujo
aneuncio est encommodando o abaixo assigoado
Felippe Santiago de Sena.
Creado.
Precisa-se de um creado capsz- e que d ga-
ranta da ana conducta par. iratsr de ca val los e
aladar no mais seraico do sitio; quem qdizer,
dirija-seno sitio do poni de ferio na corredor
io Bispo, na frente do palacio.
aociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santos 4 c. sacam etomam
saquea para a praei de Lisbo.
' Precia-e de ama ama para comprar e co-
ziohar para casa de hornero, solteiro : na raa do
Queimado loja a. 42.
Precisa-se fallar ao Sr. Ignacio
Ferreira Mende -Guimaraei, que mo-
rou na ra da Concec5o da Boa-Viita :
e?ta typographia.
m Precisa-ae alugar urna escrava para to- O)
9 do servico n que saiba cosinhar e engom- tj)
aj mar: na ra do Imperador n. Ai, primei- aja
0 ro andar. a*
#
Hoje nuda a audieocia do Sr. Dr. juiz mu-
nicipal da primeirs vara ser arrematado por
venda e por execuelo de Francisco da Cunha
Araujo Pinbeiro contra os herdeiros de Marceli-
no Autonio Pereira, duas casas terreas os. 142 e
144 da ra das Cinco Pootas, sendo urna por
2:5005 e a outra por 2;70OS. a ultima pra;a.
O brigadeiro Mubis Tarares, que tem de
se retirar desta provincia, convida aos'^enhorea
que pretenderen] comprar urna mobilia da Jaca-
randa Rosto moderno e em* muito bom uso se
dirigirem a casa de sua residencia sobrado n. 2
contiguo a igreja do Seonor Bom Jess dos Mar-
tyriadaa 7 boma da maohia at as 11 e daa 3
da tarde em dianle alim de verem a dita mobi-
lia e trataren).
Procissao do Senhor Bom Je-
ss dos Desamparados, da
igreja de N.*S. do Terco.
A mesa regedora da irmaodade de N. S. do
Ter^n, tendo d eipr vala dos fiis em solem-
ne procissao as,imagen* do Senhor Rom Jess
dos Desamparados e da Virgera SaotiMima Senho-
ra da Soledade, como coatuma, sexta-feira de
tnumpno 11 do correte, as 3 hora* da tard, ro-
ga a todos os seus charos irmaos dignem-se a-
companhar tio edificante acto, e bem assim es-
pera qae as respeitaveis corporales convidadas
iara eate acto, hora indicada, se achem oa re-
rida igreja. Tendo a,procis*o de percorrer as
ras Direita, Livrameolo, Queimado, Crespo, Im-
perador, travessa da ordem letcttra de S Fran-
cisco, Cruzas, praga da Iodependencia, Cabugi,
Nova, Flores, Gamboa e Rateo de Carmo, Hoitasi
Martyrios, Augusta, alravessando palo cbafarlz
da roa Imperial e Cinco Ponas. Pede a toada oa
moradorea o obsequio de mandarem llmpar as
frentea de anas moradas para o meibor transito
da procissao.
O jaiz da irmaodade do SS. Sacramento da
freguezia de S. Joi do Recife convida aoa irmaos
da mesma irmaodade para que se dignem com-
parecer seiia-feira 11 do correte, Asi I|iho-
ras da urde, oa igreja de N. S. do Terco, onde
a irmaodade erecta, para, em corporacao, acom-
panhar-se a procissio do. Senhor Bom Jdias dos
Desamparados, para o qae houv* convita.
Jos Pisto M
Francisco Darlo Soares, Sub
retir*-se par fra do1 imperio
*- L. H. H. Culson val Europa, levando toa
senhora e ser albo menor, tratar de tea nade,
o hespanbol,
ra da Imperatriz loja n. 20.
Oliados.
Vendem-se oliados pintados de lindas vistas e
paisagens larguras de 6. 7. 8 e 9 palmos, p ro-
prios para mesas de jsntar i 2J s covado : na
ra da Imperatriz loja n. 20.
Na ra da Cadeia do Recife n. 28, primeiro
andar, vende-se velas e cera de carnauba, cou-
rinhos curtidos e sebo em rama.
Eofeites de retroz com franja a 5*300.
Meiaa para senhora (dusia) a 30500.
Ditas cruss para homem a ttOO e3f.
Teaouras ordinarias a 80 rs.
Franjas de lia estreita* (peca) a 900 rs.
Sabonetas de bola Unos a 640.
Frascos d diversos ebeiros a 320.
Lio ha de Pedro Va 30 rs.
Boioer para casaveqoe a 20, 30 e 40 rs
Bap Paulo Cordeiro (verdadeiro) a 1*600.
Dito gasse grosso e meio groiso a 1*600.
i>ito dito fino a 1*380,
E outras maitas mais miudezas que com a pre-
senta dos bous fregoezetse venderio baratas.
- Vende e farnha de Fontana
ebegada nesta tema na : no armazem de
Vicente Ferreira da Costa, Forte do
Mato.
Gneros baratos
Vende-se
urna armario de urna taberna na ra Direita n.
27, ptima para qualquer estabelecimeoto : a
tratar na ra da Praia n. 47, primeiro andar.
Ricos cortes de se-
da preta com baados.
Na ra do Queimado o. 18 A, loja de Carva-
llio & Baatos tem para vender ricos cortes de
seda preta com babados aeda mult encorpads.
A dinheiro
ou a prazo veade-se a loja de barbeiro da'ra do
Raogel n. 6, propria para qualquer estabeleci-
meoto, aasim como um relogio da parede, am
piano de mesa, urna commoda de Jacaranda fei-
ta no Porto, um cosmorama com 40 vistas, va-
rios espelhos redondos de duas faces, um diccio-
nario classico e um de Fonseca e Roquet.
Uanteiga inglezs a 800 e 900 rs. a libra, trn-
cela a 680, banha muito alva a 440, em barril a
400 ia., toucioho s 210 e 320 a libra, gomma mui-
to alva a 100 ra., ce va dio ha de Frn;a a 200 ra.,
ervilhaa a 100 rs., mermelada a 800 rs., e lataa
de 11(2 libra a 1$100, doce de gioga, pera, amei-
xa em latas de 1 Ij2 libra a TOO rs., massa de to-
mate em Utas de 2 libras a l|60O, vinho em piua
a 400, 500 e 600 is. a garrafa, e 33. 3J}800 e 4600
a caada, canna engarrafada a 200 rs., espirito
de v4oho a 240 s garrafa, e lf600 a caada : na
roa das Crozea n. 24, eaquina da travessa do Ou-
tldor.
i Leja de retojeeiro.
Ra da Cadeia do Recife d. 10.
Vctor Grendrn, reloineiro. com medalha da
expolio de Par* de 1865, participa, aos seus fre-
sar mieot. qua acaba de receber pelo ulti-
mo / apor vindo da Europa am completo sorti-
mento de relogios de algibeirs, tanto de prata co-
mo de ojro, patente auisso e patete inglez, e
um variado sortimento de correntes de ouro de
lei, sendo dos mais bonitos e apuradps gostus que
tem vindo ao mercado, assim como tem para
vender bonitos relogios para parede e para cima
de meaa, os quaes tem msica e com figuras, as
quaes fazem differentea movimenlos duraole a
pega de msica qae esliver tocando.
ummmmmmmmmmt
Largo do Ter numero 23.
O proprietsrio desle estabeiecimenlo de mo-
lbadoa eat resolvido a vender os gneros muito
mais baratos do qae em outra qaalquer parte,
"ac2an0A8e a D0B loalidade, maoteiga iogleza
a 800 e 900 rs. a libra, dita francesa da safra no-
va a 680. e da velha a 640, banba de porco refi-
nada a 400 rs. s libra, batatas muito novas a 140
a libra, em gigo faz-se abaiimento, toucioho de
Lisboa muito novo a 240 e 280, queijoa do vapor
a 29700, de navio a 2$00, cerveja daa melhores
msress a 500 rs. a garrafa ; assim como se ven-
den) ioutros muitos gneros pertenceotes a mo-
lhados, assim como caf, arroz, velas de esper-
macete e carnaaba, e finalmente se vendem ba-
ratissimos no acreditado torrador no largo do
Ter^o n. 23.
Veode-se a propriedsde, encruzilhada na
ribeira do Orob, freguezia do Bom-Jardim, com
400 bragas de testada e 800 de fundo, propria
para engenho ou plautacoes de caf, assim como
a proprledade Touro, com 200 bracas de testada
e ama legoade fondo, eicelleote para algodo,
milho e feijio : a pessoa que pretender, dlrija-se
a ra da Cadeia'do Recife, loja u. 50, a qualquer
hora do dia.
Loja do be'ja-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se franjas e trancas, fitas de velludo
preto para a quareama, maia modernas que ha no
mercado, e mais barato que em outra qualquer
parte.
Loja do beija-flor da ra do
jQueimario o. 63.
VendnTse facas finas, cabo de balaceo de 2
botes a 69800, ditas para doce a 5(800. ditas de
um bolio a 6J200, ditas para doce a 50200, ditas
pretas cravadas a 3J60O, ditas brancas a 3$4U0,
ditas roldas a 3$ a duzia.
Loja do beija flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se grvalas pretas de setim a 1&, ditaa
estreitas a 10, ditas a 800 rs., peonas de ac de
langa, 500, a 720, ditas de miozinha a 800 rs.
Vende-se na freguezia de Ipojuca o enge-
nho Diamante, lodo bem montado, tom casa de
viveodai aenzala, olaria, distilaco, estribara,
casas para lsvradores, tudo de lijlo e cal, me
d'agua e muito bom de produc;io, com trras
para dar mais de 3,000 paes annualmeote, com
trras ainds por descubrirem matas : quem pre-
tender comprar, pode dirigir-se ao mesmo enge-
nho tratar com o proprietaiio, ou no Recife com
o Illm.Sr. commendador Lemos Jnior.
a 900 rs. e
jardas brancas e do corea a 30
a60rs.
Ditas de 200 jardas de AlexsnJer
duzla
Ditaa da 100
rs. o carrilei.
Ditaa de Pedro V em carteo braneas e corea a
40 ra. o cerdio.
Ditas de miada de peso verdadeira* a 240 rs
a miad*.
Ditas de dita eabega branca e emearaada a
120 rs.
Grampos maito boas a 40 e 50 rs. asaco.
EnOadoreabrancoa dealgodao e liobo a 60 e
Ov rs.
Cef4airtolj com aortlmento de agalhas a
oUU r.
Phosphoros do gaz muito boas a 220 ra. a dazia.
Diloa em cana de folha a 100 ra. que io *
caixa val o dinheiro.
Diioade aegaran;a porque evita incendio a
160 rs. a caixa.
Ditos de cera eaixss grandes a 400 rs. a eaiu.
franjas de borlla para cortinado a 4S200 a
pee*. *""
Ditaa sem ser de borlla a 2*800 a peca.
Ditas estreita brancaa e de coica a 120 ra. a
'*5ra>
Peotas de baleia para alisar a 240, 280, 320 e
400 rs.
Camisas de meia finas a 700 ra.
Capella* e ramoa para noivaa a 49500.
Enfeitea de florea maito lindos s i/.
Caivetes fiaos de duas folbas para pena a
20 rs.
Ditos de ama folha a 120 rs.
Agulbaa francezas o melhor possivel a 240 rs
a caixa.
Eofeites modernos para aeohora a 5| a 6J.
Meiaa para homem a 140, 160, 200, 2*0 a MO
rs. o par.
Ditaa para aeohora a 240,280,320 e 400 rs. o
par.
Ditas pira menina e menino a 160, 200 a 240
ra. o par.
Fitas de linho a 40, 50 e 60 rs. a peca.
Liohaa croxel nvelos grandes a 820 rs. o a-
relo.
Eoalraa muitas miadezaa qae ae rende maito
barato.

AlteiKjo.
Grande california para liqui-
daco, ua ra Nova n. 18
Os novos propietarios desle eitabelecimenlo,
teodo em vistas sortirem o mesmo, sxpoem ss
fazeodas existentes dlsposi(io do publico para
serem vendidas por todo e qualquer preco : por-
tanto convidam a todas as peisoas que se quize-
rem eoroupar com pouco dinheiro, de irem a
mesma loja ver como se queimam asfazeudas se-
guintes :
Vestidos pretos. bordados a velludo, proprios
para s quaresma.
Manteletes pretos e de cores.
Sobre-cuacas pretas ede cores.
Casacas pretas e de cores.
lMetots a sobreetsacads de difiranles cores.
Calcas de caseraira pretas e de eores.
Clleles de casemira e velludo de
cores.
Chapeos de castor e de seda relos.
Ditos do Chile finos e entrefioos.
Grosdenaplea de differentea cores.
SeJuihas de quadros de o i He rentes cores.
Lnvas "para homem e senhora?.
Botinas de setim beanco.
Spalos para homem.
Meiaa de seda para homena e senhorar.
Ditas de algodio para homem, senhora e me-
ninos.
Franjas de todas ss qualidades.
Chapelioaa para senhoras e menina.
^Vestuarios para meninose meninas.
CUias inglesas, e outras muitas fazendas, que
seria enfadonho mencionar-ae ; aancando-se
aos freguezes que levando diohelro nio voltario
fazendas.
Cabriolet e ca vallo.
Vende-se um excellente cabriolet com todos os
seu arreioa, muito forte e qaasi novo, e am bo-
nito co vallo rur;o do meamo, sem achaques, o que
ae aflanca. sendo este animal o melhor de cabrio-
let que existe nesta cidade: oa coebeira de Tbo-
maz Jos dos Reis ao p da praea do capim juo-
'- a casa do Dr. Sabioo.
*
';
lo
para meninos.
Chegou loja do viado, na ra Nora n. 8, ri
ca capaa de fujtao para menino, obra muito
moderna neate mercado, pelo baratisaimo pr*co
de 4$ cada urna.
Espelhos de mordura
dourada.

Ricos espelhos de mordora dourada, com ex-
cellentes vidros, e por diminuto preco de e 61
Jada um : na roflidra n. 8, loja do vlado eon-
froole o camboa do Carmo.
Estatua eqoeslre
DO
FUDdador do imperio, o
Sr D, Pedro-1.
Raceberam-aa coias, e veodam-ae na leja da
exposicJo do candleiros a gas, oa r Hora n.
24, loi. de Ctrneiro Vianna.
Azeile doce, marca Plagmol, em caixa de 12
garrafas, Vermouth superior e vinho de Bordeaux
de varias qualidades : em casa de J. Mendibaure
o C ra do Trapiche n. 21.
Manteletes superiores de
grosdenaple.
Na ra do Queimado n. 18 A, esquina que vai
| para i roa eatreila do Rosario, loja da Carvalho
& Busto, tem para vender ricos maoteletes de
^ grosdenaple pretos, sendo pelo diminuto prego
de 20}. ditos melhores a 259. ditos superiores a
' 30). No mesmo estabelecimeoto tem grosdena-
' pa preto de variadas qualidades, sendo a 18500
dito a I970O, dito a 29100, dito superior a 29800.
{eofeites pretos de retroz, luvas de torcal, chale*
difiranles i,)^et0, muit0 flnos brdadosa vidrilho, e outros
, muitos objectos proprios para a quaresma, tudo
) por precos muito commodo?.
Loja do beija- flor da ra do
Queimado n. 63
Vendeai-se casearrilbas de seda de lodas as
edres a S9400 i peca j ricos, eofeites pretos e de
cores a.5950O.
Loja do beija-fior da ruado
Queimado n. 63.
Vendem-se illas de eos a 320 r*., peca de 10
varas, enfiadores de vestido, de linha a 120 rs.
escovas para unhas finas a 640. 800, IgOOO rs!'
pincela finos para barba a 320, 500 rs.
Loja do beija flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se-oculos finos de irmacao de ca
720, 500 ra. ; agulhaa fnneezas de 10 e -20 r*. a
linhaa de marca de 10 ra; ; crozas de bolOes;
brancas a 100, 120 rs. J ditos pintados a 180 rs.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se cartas pprluguezts finas al9800:
dita* francezaa a 3J800; wisporas a 900 *s; linhas
pretas 0 de cores e, brancas do gaz a 800, 900
rs ; dita de lusos a 120 e encarnada fina a 120;
velaspara calja a 80 rs.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63
Vendem se luvas afeitadas a l9800e 29000;
ditas de fio de Escossla a 800 rs.: escovas para
roupa a 640. 800. IJOOO. 19400 rs. ; ditas para
aabello a 320. 500, 640 r#. ; nenies traressos a
640 rs.
Loja do beija-flor da ruado
Queimad'. n: 63
Vendem-se Unhas de Pedro V a 20 ra o car-
tio; ricos btcos e rendas do Porto, imitando o
-" "l e dlveraae larguras, e maito batato.
' ~ Passoa que quizer fallar cora o padre Joio
Jos d Araujo dlrija-se i loa casa, raa da Palma,
o. ttt k
4os*fabricantes de velas.
O antigo deposito de cera de carnauba e sebo
em pao e em velas, eslabelectdo no largo da As
sembles n.9, mudou-se para a ra da Madre de
Dos n. 28, quasi defroote da igreja, onde conti-
na a haver um completo sortimento daque'les
gneros, que se vendempor presos razoaveis.
Quadros de moldura dou-
rada e preta.
Lindos quadros de moldura dourada e preta
com estampas a 49500 cada um: na loja da vic-
toria Ha ruado Queimado n. 75, junto a lea de
cera. .
Malas para viagem
Vendem-se malas para viagem, de qualidade
mediana, e tambem da melhor qualidade que se
fazem na Europa : na ra da Cadeia n. 36, arma-
zem de Augusto C. deAbreu.
Bandos ou crescentes de
cabellos humanos.
Bandos de cima muito grandes e bem
eitos.
A loja o'aguia branca avisa a todas as senhoras
que haviam mandado procurar e eocommendar
esses necessarios crescentes de esbeltos humano
(e mesmo as que de novo precisareis) que elles
acabara de chegar, tio bem arranjados como jas
tameoleaedesejava sendo o sarlimeoto de pre-
tos, castanbos etc. e muito bem lecidos nos pe-
queos pentes queservem par prender, trazen-
oo ao mesmo lempo enchimeQto, do que resulta
que urna senhora com um par desses crescenles
pode marfcvilhosameote fazer o amsrradilho de
sea cabello sem que deixe perceber a falta que
delles senlia, cusa cada par 59 ; tambem ha
bandos de dina mui grandes e bem feitos o me-
lhor que em tal genero se pode dar vendem-se
a 29 o par, tudo issu na bem conhecida loja da
aguia branca ra do Queimado n. 16.
. Vende-se o Io, 2* e 3 tomo das biogra-
pnas de alguos poetas e outros homens-iliustrer
da provincia de Pernambuco pelo commendados
A. J. de Mello, com bellas poesas, actas, offi-
clos, muitas patentes de capujes oa guerra doa
H-lUodezes, entre as quaes achario as dos seus
ascendentes muitas das familias, nao s de Per-
nambuco, raa* tamben da Parabiba. Rio Grande
do Norte, Baha e Rio de Janeiro, e outros mui-
309O0O
6|0CO
29000
800
129000
350CO
2|5C0
29OOO
I9OOO
19? 00
640
640
I9OOO
na ra
&
tos documentos histricos e
curiosos, mas de grande importancia.'
do sutor.
polticos, nio s
Em mi
Fita branca de borracha.
Eeaa fita de que tanta falta lavia acha-se hoje
na ra do Queimado loja d'agt ia braoca n. 16 ;
aasim como fitas frouxes ou elsticas braneas e de
cores para debruar Testidos.
Nao ha quem vdnda pelos
presos, s na loja do
Viado, aa riua Nova,
n 8.
Est veodendo loras de tcircal
o melhor que se pode encoi Irar
a ....... .
Existem.
Na ra Nova loja francesa n. 11. para vender
muito barajo a bonita c.deinnha e am ele-
gante psUpqaim : aa pessoas qae precisar*m de
Jaalquer delles nao oodera achar melhor oca-
lo para comprarem bom e barato.
Luvaa tambem de retros sem kerem bor-
dadas a ... ....[... .
Ditas ditas de dito para meninas a ,
Ditaa ditaa de seda para ditas |a .
Ditas ditas de dita para aenhjora a .
Ditaa ditas de dita bordadas piara senho-
ra a............
Ditas ditas de seda de todas as cores a .-
com vidrilho
em bordados
800
640
500
500
I9OOO
1*600
19600
Fagam fogo nio viado.
Seda lavrada a melhor que j ae pode encontrar
da bom e delicados goatoa, que a vista do preco
nio ha quem deiie de fazer um rico realido pre-
to para qaareama, poia, aproreitem a occaaiio,
poia quem nio fizer agora, nao fas Ho cedo ;
eata loja fica bem conhecida, por ficar bem con-
jroote a eambos. do Carmo, e ter orlado pin
lado.
Manteletes de filo.
Vendem-se os maia modernos manteletas do
fil preto em modelo de capas chegadoa pelo ul-
timo vapor: na ra da IneenUm o. (O
armazem do Pavao, de Gama 4 Silva
lojae
d. 18, eicrlptorio de Dantas & Filbo.
Fazeodas pretas
na loja do pavo, ra
da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva,
Vende-se baratiaaimo por ser lempo de qua-
resma aa fazeoiiaa seguales:
Rico* maoteletes de velludo preto rica-
mente enfeilados com fraojas largaaos
mais modernos que tem viodo a
Modernissirnos enteites pretoa a tarca o
Garibaldi
Ditos maia simples a *
Ditos de vidrilho maito modernos a
Chales pretos de merino bordados com
vidrilho a
Ditos de fil preto muito fino a
Grosdenaplea pr*tos favends muito en-
corpada a 19500. 15600.198OO, 2f a
Sarja preta bespsnbola, covado a
Meiaa de aeda arelas para aenhors a
Ditaa de la o de laia para padrea a
Luvas de retroz bordadas com vidrilho e
sem vidrilho a 500 re. e
Ditas pretas lisas de seda muito fina a
Alpacas pretas muilo finas a 560, 640,
800 e
De ludo dio-se amostras com penhor : .
da Imperatriz o. 60, loja e armazem de Gama
Silva.
Pannos pretose casemiras
Na loja do Pavao.
Vende-se panno prelo maito bos fezeoda a
15600, 18800 e 29 o covado, o dito qee val 89 a
4^500 o covado. casemira* ; retas entestadas a
39, 39*200 e 395OO o corte, diUa de ama s lar-
gara de todos os prego* e qualidades, setim pre-
to da China para c*l;as paletots e rolletes com 6
palmos de largura a 3g o covado: oa rea da Im-
peratriz n. 60, loja e armazem de Gema & Silva.
Sedas de quadriohosa 720 rs.
Na loja do Pavao na ra da Im-
peratriz n. 60.
Vende-se maito delicadas sedas de quadrinhos
a /20 rs. o covado: na ra da Imperatriz loja armazem de Gama & Silva.
Chales.
Grande pecbincha na loja do Pavao.
Vende-se os mais ricos chales com pona re-
donda e bolotas, teodo as barras da vallado oa a%-
setinadas. imitando as capiohas msis moderna*
pelo baratissimo preco de 49500 cada oa e ditos
de qustro pootaa a 4J500, ditos a Garibsldina
sendo muito grandes a 5 : oa ra*da Imperalru
n. 60, loja do Paviode Gama & Silva.
Espartilhos a 3,500.
Vende se espartilbos inglezes qae sio os me-
lbores pelo diminuto preco de 35500 cada am :
oa ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem do
Pavio, de Gama & Silva.
Attenco.
. mi
e candieiros de novos modelos e por preco com-
modo : na ra Nova loja de farragem o. 39, de
Joaquim da Costo Usa.
Camas de ferro fraoceza de differeotoa toms-
nhos : na ra Nova loja de ferragem a. 39. de
Joaquim da Costa Mala.
Banbeiros de folha de ziaeo imitando a mar-
more e por preco commodo : oa roa Nova foja
de ferragem o. 39, de Joaquim da Costa Hato.
Salvas pratoadaa para copos de differralea l-
mannos e por preco maito comaaoJo: aa rata
Nova leja de ferragem n. 39, de Joaquim da
Costa Mais.
Faca e gario* de cabo* praleados gosto mo-
da roo e por preco commodo: oa roa Nova a. 39
loja de ferragem de Joaquim da Costo Male.
Vende-se um ptimo sitio de tr-
ras na villa de Iguarass' baii ro de S.
Sebas&o, com grande e bem construi-
da casa de pedra e cal e ?sveiro a mar*
gm do ro : os pretenden tes dirijam-
se ao engenho Tapipir do- major Ma-
noel Juliao da Fonseca Pinbo, onde
achario com quem contratar por pre-
co commodo. jeatt*/ i
-
Srs, academicosf
N5o* acreditem, rao ver.
Venden-se facas cemptoto* io supe-
rior casemira de rdrea escaras vindos do
Iogtolerra osa dUaiuaea yaca a
nhacida loja da Gutmaries & Villar: aa
ra da Crecpe n. 17.
J)###4BStl#BB> B
- Veode-se sal grosso a alvo a bordo do pa- N. O.BteOer & C.aoocearoTroa a Cn
tacho Marcelino*: atralarao _beco 4m Beiaa *. 4, tem pararaaderroloctoaparaal|lMr
4.MI
i ouro o prata.

bVAI I Til I AHA


T-:-

DlallO DE PBIIAAOUK) TB(4 FIUU I DI *MJL M UH
?s
i
JL
NO
ARM4ZEI1 PR0GRESS6
Francisco Fernandes Duarte
largo da Penha
Vende-se ueste armazem de mohados os melhores ge-
uetoi que Tem a este mercado e per menos 5 a 10 por cesto do qae em euira qnelqner parte,
iraranliado-se a boa qualidade, por (eso rogi-se a todo ea Sn. da prica, de eoffenho e larradoreao
favor de mandaren auas eoeommeadaa ao armazem Progresso, aflm de Terem differea$e de
preco quilidade que Tai, se foseen comprado* em outra qualquer parte.
H&aUteiga inglea de primeira qualidade a 800 e t#000 a llbrs, e ata barril as far
abatlmetito.
IlAaatelfgsV r uneexa, mas n0T,, 640 Mm llbra a tm ^ri, too re.
** ay880H 0 mais iUperior que ha no mercado a 28800 e 28500, a libra.
Cn I1UXVH1 imitando a perola, pela suj superieridide a 38000, e 28600 a libra:
UUIV ptftW aico para ol doentes que se tratara com a homeopatbta a I&500 a libr.
QlM-l|OS dO TCiaO (Degedos neste alttmo vapor a 20800, ditoa cbsgados ne (limo
narlo a 2*500
Qn*5lj*ft la*4\n\a 0 q^ ha ,j9 bom nesle genero a 18000, a libra e em porfo se
faz abatimento.
QUd JO pratO 0 mall aperfor que, tem vindo a este mercado a 1*200 a libre.
Frexuiito ingVex para fiambre mait0 n0T0500 rs. a libra, e em Por-
Qo le (ara abatimeoto.
C^Sll\cta8 lgieaS proptias para fiambre a 800 rs. a libra e em porco a 709 M.
9 VeZUI&tO da TlUO d9 lnp,ri0r quaiidade a 0 rs. a libra ainteiro, a 446 rs.
SaWBB o melhor oetisco que pode haver por estar prompto- a toda a hora a 14.a..libra, e
em porco a 900 rs.
f oueiahe 4o reino
maito aovo a 280 rs. a libra, e em barril de 3 arroba a 7*000.
CllOUTAcaS e palOS AO lomilOS a M0 ra. a iibra, em porcio se ai abati-
mete.
Lalas COm CUoari^aS ^ pr0alpts3 para se comer viadas aprimara vez a este
mercado a 2JO00 cada urna.
\au\ia Ae eotco retinada em ,ala Mn 10 ,ibr por 4,500 cada uma.
Hanua do porco njnHo Bna aWa a 480 rs> a Ubra # em barril a 00 re.
;%iaTmelada mpOTial d0 afamado Abroa e de witros mailos fabrlsaatee de Lisboa
a 800 rs. a libra, e em porc.no se (az abatimento.
lalas com frutas de doce em ealda como jejao pers, damascos pe-
cego, alpexe, e gioga, a 800 rs. cada lata.
Marmelada de tlperxe em lat de 2Ubra por 1|aoo c.da ama.
Latas com amendoas eonfetadas C0B,eiuto mai9 con(eitos assacar
candi, muito proprio para mimo, a 20000 cada ama. O'
Hoce da CSCa dS gOiaua mut0 fln0 a 800 rs. e em porco se faz abatimento.
UOCe SCCO O OmCalda de differeotes qu.lidades, em lats de 4(Je o por
2*500 cada ama.
Cartoes com bollo traaeez
Cambraias de carocinhos
8 do Patao. '-
Veode-se finisaimos cortes de samarais branca
com careci bes braacoa e e cores tendO cada
paca 8 lr2 varas a 48 a peca: na roa di Impe-
retrir n. 60. loja e armazem do Pavao, de Gama
4 Sirva.
cambraias adamascadas.
Vande-ae cambraias adamascadas (aseada mo-
darnisimaa para vestidos a 4* a peca : na* loja
do Pavo raa da ImperaUii a. 60. de Cama &
Silva.
Vestidos a 3#000 e 2#500
Vende-se cortes de vestidos brancos com Bar-
ras e babados a 38 e *S500 : na raa da Imperatriz
fr.80.loia e armazem do Pavio, de Gama &
Silva.
Saias bordada a 2^500.
Vsnde-ae arias bordada* malte bonitas a?J500
cada ama : ata raa da fsoperaldz a. 80, lea o
Pavio, de Gama & Silva.
Baldes do Pavo.
Vende-se bailes de bramante francs com ar-
cos sendo os que tem m*ia)or* dtmacao pelo di-
miouto prego de 3a e 80580: nsr raa da Impera-
tris n 60, loja # armazem do Favlo, de Gama
& Silva. /
Saias com arcos de linho.
Vtoae-seaa aereattaias-saiM 00 aveesj Wli-
he qe raaem a* veso de baalaVetHOsf o a- 4
cada ama, esta fazenda*s ha na' loja do Patio:
ra da Imperatriz n. 60, loja armazem de Ga-
ma & Silva.
Indianas a 240 rs.
k ultima, hora acaba d chegar a leja
do Pavao.
Esta (alenda inteirameete nova de qaadrlohos
imitando sa sedas, fazende' mnito enesrpada e
de core deiicada proprii para vestidos de'ae-
obora e roapas para menioos e meninaa pelo di-
mioato preco de 240 n. o rovado na loja do
Pavto rea da Imperatriz n. 88, de Gama 4 Silva.
MadapoJo a 3$.
Veod-ae peca de aeadepolao eoteatado cora
14 jardaa a 3| a peca : na na da Imperatriz n.
60, loja e armazett do Pavao.
Grande pecbincha em cortes
de vestido na loja do Pavao.
Veode-se flnissimos cortes de cembraia bran-
ca bordados com 1 babaeos grandes e de dais
saias pelo baratissiroo praco de 48. ditos de caro-
ibraia de seda com bebados bordado* a 4^500, di
toa de phantasir (atonda que sempre se venden
por 128 pelo baratsimo preeo de 88 cada m :
na ra da Imperatriz n. 80 loja armazem do
Pavo, de Gama & Sriva.
Brilhantiuas americanas.
Veode-se brilhaolioas americana com liadis-
aimas ores sendo faieada inteiramente nova e
moderna de 4 |ft palmea de largura a 400 ra. o
covado : oa ra da Imperatriz n. 60, loja e ar-
mazem de Gama & Silva.
Para meninos a 4$500 rs
Vende-se vestidinhos de seda pers meoinas
Guimaraes &
a mais aova do mercado a 320 rs. a libra e em barrica a 48500
para engommar, muito alva a 100 rs. a libra e em sacca se faz abatimento.
proprios para mimo a 560 rs.
Pisssat? em caxlnba de libras muit0 n0Vif por im 9 a relalh0,
480 rs. a libra.
Figos da c:>mmadre muit0no,otf era caixasde8 librhg pr*5oo. ditas cm
por 1$500, ditas com 2 muito bem enfeitadas por 900 rs. cada ama e a retalho a 320 ra.
libra.
Ervllbas Crancezas e portaguezas em lat de t Iibca, pol 6io ra.
ditas em metas latas a 500 rs.
l&aeade tomate em ial de \ ubta por soo rs.
\meadoas de easea mole mau0 novas a 320 rs. a libra.
^lOXea ^ 120 rs. a libra, e 3*000 a arroba.
\.Ss\eiiLas trncelas e m latal com 3 llbras por s^oo, ditas com 1.11.2 por i5oo.
A.m^xaS porlagatZaS t 320 rl. a libra e 9m caixa ,e fsra abatimento.
CbOCOlate Uespnnola 1j500> dit0 franeei a 1J200 dito portagaez a 800 rs. a libra,
aflaoca-se a boa qualidade.
OlaXlUlia de 80da em latas com differents qulldades, a 1J440 rs.
nla$* 8 para SOpa ietria, macarrlo e talharim. a 400 rs. a libra e em caiza por 85000 rs.
ValltOS de deilteS iiads, molhos com 20 macnhos por 200 e 230 rs. maito finos.
^WHf^JSS em frascos com e 1(2 libra por 800 rs.
ai^OlO f.-ancez para liraparfacasa 200 rs. cada um, em porgao se faz abatimento
Bolaxtnba tngleza
Gamma
* eixe de p0sta em latas das melhores qualidades de peixe que hi em Portugal a 18600 rs.
lBpermaSeve iBpBri0r de cinco e seis velas por libra a760 rs. asm caixa, a 740 ra.
5>arall\liaS de Naotes em latas mnito aovas a 400 rs.
iVlplSta hjoio novo a 160 rs. a libra e era arroba a 48500 rs.
iVZelte wOCe re0oado de difterentes marcas e o raaissaperior que ha a 800 rs. a garrafa
e em caixa a 9f
1H.110S engarraaOOS d0 d(IqUe do Porto e de outra muitas marcas acreditadas
neste mercado a 18200 rs. a garrafa e em caixa a 128000 rs.
InllOem pipa pori0, Figueirae Lisboa a 560 agarrafa eem caada 38500, 48 8 48500.
^CrVeja da8 mais acredltadaa marcaa a 58 ra. a dusia, a em garrafa a 500 rs.
- HHTpipagae das marcas mais superiores qae ha no mercado a 158 e 228000 rs. o gigo
Cognac IngleZ a lojOOO rs. a caUa e 1200 rs. a gajrafe.
Geiiebra de H. Olan da verdadeira em fraiquelra a 68000 rs. e o frasco a 560 rs.
Gaaebfa de laran ja a 73QOO rs. a daxla a em frascos s 640 rs.
Genebra nglea a tojOOO rs. a dazia e a retalho a 18000 a garrafa.
FmllttS dO g%Z a 28500 a grozs.
S*at (eflnado em. potes grandes a 500 rs. cada um, em porco sa (ariabatimento.
Vaie iavad0 o qve ae pode desejar nesle genero a 320 rs. a libra e em arroba a 9g500, dito mia
baxo a 280 rs. s libra e 8000 arreba.
>CVadinna ^ Franca a mais nova do mercado a 280 rs. a Ubra, em porfo se fas abati-
mento.
5**8* mano DOT0 t \f0 3ie r. s libra.
I aTllina do M00 4,, njBrca, SSS e galega a 140 rs. a libra;
lita 4o M.raobio ai va e eheireza a 166 rs. a libra a em arroba a 48800.
WerVimaS tWMt maUo BOfU t jejo rs. a libre.
\ Ca de caraaHt>a refinadas a 400 rs. a libra e em anab a 128000.
iVieiie doc4 de L(fboa a 720 rs. a garrafa, ailinca- se a boa qualidade.
Vinagra tftU* UOn. a garrafa, e em caad*.11661*.
\ ln O chenn a f||oo a garrafa a em caita se faz abatimento.
V atO braoco e miis saperlov que hi no mercada sople para
tacada 488t).
Per hejede ao mea repretorie at a chafada de primeira vapor viada da Europs, pelo
aaal estro nove sorttmento e ala aerei prsgaicow ec o publicar a o reapeiUvel publico.
ditos de fasto qara meninos maito bem ental-
lados pelo baratissimo prego de 48500 cada um :
na ra da Imperatriz o. 60, loja e armazem do
Pavao.
Gorguro de linho a 280 rs,
Vende-se gorgurso de linho da qnadrinhos e
msela dos proprios para senhoras e roupas de
meninos e meninas a 280 rs.- o covado: na raa
da imperatriz n. 60, loja do Pavo, de Gama &
Silva.
Rna da Senzalla Nova n. 42.
Vendesa en casa da S. P. Jonhston & C,
sellins e silbdes inglezos, caodieiros e casiicaes
bromeados, lonas inglezas, fio da vela, chicotes
para carros 0 montara, amias.para carros de
um a dous cavallos, e reiogios de onro patente
ingles.
Libras sterlinas.
Vendem-se no escriptorio de Maooel Ignacio
deOlireiM & Filho, praca do Gorpo Santo a. 19
Ricos espelhos1
Vendem-se doas magnficos espelhos era) pon-
i grande, com moldar dbaraaa : a tratar na
ra daCraz n. 27, prtmeiro andar, ontn>beUo
no escriplorio.
Capachos.
Vendem-se capachos redondoe e'eompridos e
de diverses tamaohos, e oa melhores qae tem
vindo a este mercado, palo bsratissimo precod
600. 700 e 800 rs. cada um, e tambem ha capa-
chos muito grandes e proprios para sof e mar
quezai para 18400 eada um : na ras do Qaeims-
do, na bem conhecida loja de miudezaa da boa
fama n. 35.
f otissa h Russia.
Vende-se emeasa de N. O Bieber &
C, luccenore, ru4.da Cruz n. *
JMuireantiqus de co-g
3 res bonitas a 2t000S
f e 2,500 o covade
8f' Has t Crespo 17, GuimarL.
villar. (B
**m *m #!
sem segundo.
Ra rea de Queimado t. 56 loja d saladeras
de Jos de Azevodo Mais e Silva, est vendtndo
'"l'i8 ludei Pr pteO* j sabidos a so-
onecidos
Groiaa de peonas de acode todes as quaH-
dwa 508
Nvelos de linha que pelo tamanho s todos
admiram a tfjfj
Galxas de agulhaa francezas a 120
Caitas com alflnetea maito finos a 60
Caitas com apparelho para entreler me-
ninos S7 J^Q
Ditas ditos aades a 500
Baralhoa pajfcsaezes a 120 e 200
Groza de bedM pequeos para calca a 120
Tesouras para unhas mallo finas a 400
Ditas para costura maito superiores a 400
Baralhoa (rancezes para voltarete muito -
00a a. 320
Agulheiros com sgalhss francesas a 80
Cenivetea de aparar pennas de 1 folha a 80
Pecas de tranca de la com 10 varea a 900
Ditas de trenca de lia de todas as cores a 800
Pares de sapatos de tranca dalla a 1J180
Cartas de aldoetes (rancecee a 100
Pares de luvaa fio da Escocia muito finas a 320
Ditas ditas brancas groiits 100
Eico'ai para limpar denles muito finas a 200
Jlassoscom superiores grampos a 40
Cirtoes com col tetes de algum defeito a 20
Ditos de ditos superiores a 40 e 80
Dedaes de (ando de ac muite superiores a 100
Cofiadores para vestidos de senhora com 4
varee a 80
Csizaa com cohetes [rancezes a 40
Cartas de alfioetes de ferro a 80
Charuteiras muito fina* a 18000
Tinteirasde vidre com tinta a 160
Ditos de barro com tinta auperior a 120
Arela preta e azul muito floa a libra a 120
Techo nova remessa de labyrlntho para ven-
der por todo prego, assim como tdnho trancas de
seda difieren les cores para vender por todo di-
nhsiro que offerecerem.
Muita attenco.
Na loja de Silva Cardozo, ra do'Im-
perador n. 40, vende e roupas feitas
de todas as qualidades pelos precos
mais baratos possi veis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os reguezes com-
prar porque pechincha.
Algodo da Babia.
Proprio para ronpa de eeeravos e saceos de as-
sucar : vende-sena rus da Groa n. 1, escriptorio
de Antonio Laiz d Oliveira Atvedo i C.
9 94MM
Roupa feita muito f
barata:
Sobrecasacoa de panno prelo maito fl-
no, palelotade dito, paletota de casemi- gm
ra de cor, ditoa pretos, ditoa de fueteo, ;
ditos de ganga de corea, ditoa de brim W
de cores e braocos, calcas de casemira djjp*
preta e de cores, ditas de brim braneo e ge.
vellado preto e de coree, ditos de gor- 9j|
gurao, ditos de fustao,ditos de brim bran- gk
eo, camisas de linho, dita de algodo
branca e de corea, seroulaa 0% linho, V
ditas de algodo, chapeos de so! de seda j}
ioglezea os melhores em tamaobo e que- a
lidade, tede ae vende per barate preeo a
dinheiro'ista, na loja das 6 portas ra 9
do Queimade erafreote do Livramento, dSJ
esl aberta al as 9 boras da noite.
MENOS DEZ POR CENT0
NOS ARMAZBNS
PROGRESSISTA
para engenho.
Grande reducc.o nos prefos
para acabar.
Braga, Son & G. tem para vender na roa da
Hoeda taixas ae (erro cuado do mui acreditado
fabricante Edvin Mavr, a 100 rs; por libra, aa
mesmas que se vendiam a 120 rs. : quem preci-
sar dirja-se a ra do Trapiche n. 44, armazem
de fazendaa.
Soy hall Mellors & C., leudo receido or-
dem para vender o sea crescido deposito da rslo-
gios visto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portaoto, speeeoas que qaizeram
possair um bom reloglp de oaro ou prsta do c-
lebre (abricanta Kornby, a aproveitar-se da op-
portunidade aem parda de lempo, pasa vir eom-
pra-los por commedo preeo no son escriptorio
raa do Trapiche n.28.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
- Veode-sa em oorcio e a retalho de urna aacca
psra cima, e por commodo preeo: na raa da Ma-
dre da Dos confronte abotica n. 80.
Liquidado
A loja de niarmore.
Bnaraus de cisemira para senhora a 108
Manteletes de grosdenaple a 10f
Leques da sndalo a 58
Bournusde casemira para meninos
de todas as idades a 5)
Grande sortimento da tascurilhas,
(rangas e fitas de todas as core* psra en-
lejes de vestidos por procos mais bsrs-
tos do que em outra quarqaer parte
a 840 rs. a garran a em es-
Caivetes finos pa-
ra pennas.
Caivetes finos para aparar penna, de duas(o-
Ihas, a 200 ris cada um : na loja da Victoria na
ra do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Caixiohas para coafeitos e
prsenles.
Huito lindo sortimento de caixiohas muito lin-
das para se botir coofeitos ou mesmo com ellas
razias se mimosear ums menina, pelos bsratis-
simos precus de 320 at28500 cada urna : na lo-
ja da Victoria oa ra do Queimado o. 75, junto a
loja de cera.
Cuadros de moldura dou-
rada e preta.
Lindoa quadroa de moldara dourada e preta,
com estampas, pelo barato preeo de 58 que s a
moldura val o dinnetro : na loja da Victoria n
ra do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Panno de algodo da
Babia.
Vende-se ao escriptorio de Antonio Lais de
Oliveira Azarado 4 C, raa da Cruz n. 1.
Novos e lindos
enfeites para vestidos pretos
e de eores, e roupinhas de
criancas.
Em apropriado lempo recebeu a loja d'agaia
branca um bello e completo sortimento de enfei-
tes de seda para vestidos pretos e de cores, a rou-
pinhas de criancas, senda trancas e bordados de
oovoa a liados desenhos, e difficeis tedias, com
os qaaes pode-se com gosto o moderolspimo en-
feitar qaalquer vestido ou roupinho de criaoca.
Ao pisso que ditoa enfeites a todos geralmenle
agradara, a coromodidade doa presos anima ao
comprador, a esta verdadeaeri verificada por to-
dos que sa dirigirem i dita loja d'aguia braoea,
raa do Queimado a. 16, aojos precos estao mar-
cados bu amostras, as quse at'darlo com pe-
nhores.
Luvas de pellica
Brancas e da aotd para hornea* a seoaera, cha-
gadaa ltimamente por 21500 rs. o par : na loja
do viado aa roa Nasa n. 8.
Veoaaa ama casa terrea eovldracada 3 janellaa g 1 roala, Uodo_ 4 qasitos, qa^nUl
com porteo pa
DB
DL ARTE C-
36 ra das Cruzes de Santo Antonio 36.
9 Lmrdjra ato Cramo 9
Os propriatarios destes acreditados armaxens de mohados parncipem sos
sos freguezes qne por todos os vapores a navios da Europa, recebera de ana propria
os melhores gneros, pois que para isso um passoaa encarregadas era diversos pontos da Europa,
para os ecolherem, eosvaodern par nanos 10 por enio do qaa ara aovaqoe4 roga-se a todos os Srs. da praca, de engenho e labradoras o favor da mandaran stra* wnrennsaiiif
aM nossos atmaieas, afim de varem a superior qualidade da gneros a di Seranea da praeas.
Manteca i > leza de primeira qaaliiade a 800 a 900 rs. a liara a em barril so
far aba tmenlo.
r h "tf'8"* r nce*a a mais Ta a 70 *"e birriI "
Ola liySSOll 0 mais superor qfte na n0 merejo a ^9400 a *800 a libra.
VOft IlXllIl oqus hada meraornostegenero a 28500 a 39000 a libra.
l_-.Ha pretO m^io SUperior vindo a primeira vez ao nosso mercado a 28200 a libra.
Ca hySSOil 0 aelhor que vem do Rio, em latas da ama libra por 19800 a aa aotso
se far abamento.
QlieiJOS dO reiflO chegados neste ultimo vapor a 29600 e dos ehegados ao aitiaao
aavio a 28400 cada un.
QlieiOS londri us o que ka da menor nesle mercado a 800 rs. a labra.
VBJ08 pratO orno nunca vea aa nosso mercado a 18180 a libra a "mteiro a ti
P0S e CnOUrga S muito novos a 560 rs. a libra e em porco aa far abata
LataS COHI lingatgaSji promplas para se comer anda hora, vri
vez ao nono mercado a lfOOO.
4e 61X6 eill latas de diversos umanhos.sivel, sardo, pargo. paseada, eavalla, .agna-
dos fritos, atm marenado, robllos e lulas de ligelada, da 18300a 29000 a lata.
ToilCinllO dO rr i.if> mmwnovo a 820 rs. a libra e 99500 a arrobo a tintan
teios pora 240 rs. a libra e 68500 a arroba.
Banha d pOI'CO < |aMS com 10 nVm por 49400 1 480 a libra.
Marmelada imperial de todas os conserveiros de Lisboa, em Utas do libra e
meia e 2 libras a 750 rs.
Latas COm frutas em Calda comosojampera, peoo, danasco, alfar-
xa, ameixas a ginja, a 700 rs. a lata.
Viarnielada r, Al pei'Ce em latas de 2 libras por 18000 eao una.
Doce da CaSCa da gOiaba a TOO rs. e en poerlo sa far abatinaato.
D CeS SeCCOS de digerentes qualidades en bcatas moito bem amajadas a 38000.
Ca'toes COm bollO frdnCeZ proprios para mimo a 500 rs.
Passas em caxinhas de 8 libr is 92000440rs. a Jnm
Fg'OS da COmadre muit0 novos em cunha da 8 Ubres a maito bem aafaisaas e
a 28200 e 320 rs. a libra.
F.rvilias francezas e portuguesas a 64o 720 rs. a un.
MaSSi de tomate em !U3 de 1 librra aSOOrs.
Amendoas da casca mole nuito novas a 400 r*. a libra.
J3 OZes njuin, noV8s t 200 rs. a libra.
AmeXaS fraUCeZ S em latas com 5 Bm por 48000 e a 18000 a libra.
Chocolate hespaflllol a 182O0, francez a I8000eportogaeta 800 n. a libra.
Bol xillha d SOda emlatas com diSerentn quslidados a 19400 a Un.
MaSfjiaS pa ra Sopa macar rao e talharim a 240 rs, a libra a a caixa por 59090.
Letri* muito nova a 320 a libra e 68000 a eaixa.
PalitOS XadoS para dentas em molhos com 20 maeinhos a 200 n.
Merejas em frascos de libra e meia a 700 rs.
lijlo FranCeZ para limparfacss a 180 rs. e em porcio se far abetianaaae.
fispermacete SU pe rio r sem averia a 740 e em eaixa a 720 rs. ajibra.
Sa rd i nhas de Nantes maito novas a 400 600 n.
AlpSta muito nova a 160 rs. a libra e 48500 arroba.
AZete doce refinado de diverjas marcas a 800 ra. a garrafa a 99090 a aea.
BolaChilllia iogletaa mais nova do mercado a 300 rs. alista a 49290 a barrica.
Goma muito alva a 80 ". a libra e 2i00 arroba.
VinhoS engarrafadosdoque do Porto, g enuino. Porto fino, nndoiraaaen,Careavollao, ser-
" lar feitoria, velho secco, Muscatel a 18200 a garrafa a 129000 a dae.
Dt08 em pipa Porto, figueira e Lisboa da 500 a 600 rs. a garrafa ede 48000 s tSM* s as-
nada.
iSerVt jaS das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garrafa a 59000 a duzia.
Ch-i mpailht; das marcas mais acreditadas que h no mercado a 149 e 20 o pan.
Cog'liaC ingUz a 109000 a eaixa e 19000 a garrafa.
Ginebra d*3 Holl* llda verdadeira a 69500 a frasqueira e 000rs. o frases.
Dita de iaran^a a 69500 a duzia a 600 rs. o frasco.
Uta ingleZa a 99 adusa 8OO ra. a garrafa.
Pa llt_ S do gaZ a 29500 a groza e 240 ra. a duzU de eaixas.
Si 1 refinado em pacotes de mab de urna libra a 240 ra. a em porco tota abaiii
Cafe dO RlO 0 melhor que ha no marcado a 280 ra. a libra s 88*09 a
Sevaliilha de Franja amis nova do mercado a 2*0 ra. a abra.
SagU muito novo a 320 a libra.
Farinhtt do MaianhaO mnito afra a nova a lOO ra. a libra e
Novo sortimeuto de cascarri
lhas de seda.
A laja d'aguia branca acaba de recebar um novo
e bello sortimeolo de cascarrilhia da seda de
maltas e didereotes cdrei. e vende-se a 18508
e 28500 ris a eca, na ra do Qutimado loja
d'aoia Sraaca n. 16.
Meias pretas de teda 1.000
o par.
Yenda-se meias pretas do seda, a de aaai boa
qailidade, para aeohera, a padrea 4 18000 o
par. por esUrem principlsado a moUr. o estando
ellas calcadas nada ae conheee, na raa do Qaai-
mado loja d'aguia branca n. 16. r y
Loja do beija-flor da ra do Queimado
numero 63.
?eadenvs* luss de pellica de Jonvin braotas -
e pretas para seahori e hetton, chOftdaa patojo. 8S: quem pretender, dinia-te I Boa-vista, ^^mamo da todo tondante a molbados.
ultiao paquete, J ra Vetha 0. 86.
ama mei-
PKi a areiel do lote. .
agua no fondo da meama, sita ns* Cinto Pontaa
roba.
s sil
Velas de carnauba e de compos5o 4oo. aiitea
a arroba.
Vinagre puro de LlSboa a Gi'O de b iCO muito novo a 200 rs. a libra.
,xeras seecs em catxirH*8 **** "^ m *'
Marrasquino vordadeiro de ara, da Unes*JV**'
curacd! ros. sublima e aatra. qin44- de 19500 a garrsls,
Batbta engi|^detinaarrobopar29OO0e80n.aln.
ComlnliS oamisnavosdeaiereadoa800rs.alibra
Erva doce muite aova a 400 rs. aliara.
Caneil a superior a 19 a libra.
Cha FUtOS verdaoiros sapartaros a 19 a eaiitaha da 50.
SalmOll em lataS com dnas llrai o mais bem arranjado que lean
eado a 19409.
IVIanteiga, eill lataS com 4 librase melhor do mercado i
39300 cada urna. f
Viflftgre em garrfoes com 5 garrafas de luparior qualidada
Ara ruta verdadeira muito nova a 320 albra.
AWm deatea geooros eooootrar o raspsiiaoal paWk em
192O0.
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