Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09536


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Full Text
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AMO UIVI1I. I0HES0 SO.
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Ftr tret Mies veicios 6|000

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SEGUIDA FE1BA 7 DE ABRIL DE IS2.
Per tu* adiutado 19f00O
Porta fraie para iiiserlitor
MAIHBUGO.
ENCARRBGADOS DA SUBSCRIPgAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Li-
as ; fUUl, o Sr. Aotonlo Marques da Silva ;
Araeaty, o Sr A. da Lemot Braga; CearA o Sr.
. Joc do Oliveira; Alaranhio, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; Para, Justino Hamos;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO DO SOL
AUgas, O Sr. Claudno Falco Dias; Baha,
o Sr. Joa Martina Airea ; Rio de Janeiro, o Sr-
Joio Pereira Martina.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todos os dias aa 9 4 horas do dia.
Iguarass, Goianna, Parahyba as segundea
e seitaa-feiras.
S. Antao, Beserros, Bonito, Carnar, Altinho
e Garaohons as tercas-feiras.
PAo d'Alho, Nazaretb. Limoeiro, Brejo, Pes-
qneira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex as qusttas-feiras.
Cabo, Serinbiem, Rio Forrooao. Una,Barreiros
Agua Preta, Pimentelras o Natal quintas feiras.
(Todos os crrelos psrtem as 10 horas da manhia
EPHBMERIDES DO MEZ DE ABRIL.
8 Quarto creacente ss 4 horas e 31 niatos da
manha.
14 La cbeia aos 10 niatos da manhia.
SO Quarto mineante asS horas e 21 niatos da
Urde.
SS Laa no? as 8 horas e 45 minutos da manhia.
PREAMAR DE UOJE.
Primeiro as 10 horss e 6 niatos da manhia.
Segundo aa 10 horas e 30 niatos da Urde.
PARTIBA nOS VAPORES COSTE1ROS.
Psra o sai t Alagoaa A 5 SO; para o norte
at a Granja i 14 o 29 de aada nei.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Resj(e : do Apipueot 6 li2, 7. 7 i|2, 8
e 8 112 da m.; de O/indo Aa 8 da n. e 6 da ti de
Jaboato Ae*0 1|2 As 7 da m.: de Btmfica s 8 da n.
De Radie; para o Apipucos s 3 1|S. 4, 4 1i4,
4 112. 5, 5 li4, 5 112 e 6 na t.; para Olinda as 7
da m. e 8 1(9 da t.; para Jaboato Aa 4 da t.; para
o Cax(tng e Varzea s 4 12 da t; para B^mfica
as 4 ds t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES va CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relacao: tercas a aabbadoa As 10 horas.
Fazanda : qnintaa Aa 10 horas.
Juizo do commercio : segundas ao neio dia.
Dito de orphios: tercas e sextas As 10 horas.
Prineira Tara do eivel: tercss seitss ao meio
dia.
Segunda rara do eivel: qaartas a ssbbados &A
hora da Urde.
DIAS DA SEMANA.
7 Segunda, s. Epifanio b. n. ; S. Refino m.
8 Terca S. Anaocio b. ; S. Concern m.
9 Quarta. S. Demetrio b.; S. Acacio b.
10 Quinta. S. Exequial propbeU ; S. Ponaeo m.
11 Sexta. As Dores oVoasa Seohor.
12 Sibbado. S. Vctor m. ; S. Veeeia .
13 Domingo de Ranos. S. Hermenegildo prioef
ASSIGNA-SE
a Traria da prega d Indepen-
do Reeife. en .
deocta es. 6 e 8, dos propietarios Manoel Figuei
rea de Faria^ Fubo
PARTE OFFICUL.
GOVERXO DA PROVINCIA.
4.a Secco.Palacio do governo de Pernam-
buco 3 de abril de 1862.Illm. Sr.Nao poden-
do coostraoger V. S. a continuar no exercicio das
faneces de nembro do couselho director da ins
trucgao publica deaU provincia, concedo a exo-
nerado pedida por V. S. em aeu officio do 1.*
do correte, aentindo que nao queira continuar
a prestar aeua bona ser*icos oaquelle cargo.
Deua guarde a V. S.Joaqun Prea Machado
Portell.Sr. Dr. Jeronymo Vilella de Castro la-
vares.
Expediente do dia 3 de abril
de I8s
Officio ao brigadeiro co m m and ante das armas.
Queira V. Exc. mandar apreseotar ao Dr. chefe
de polica no dia 4 do correte s 6 horas da ma-
nhia urna escolla de 6 pravas de primeira linha,
para irem ao preaidio de Fernando no hiate San-
la Hita, guardando os sentenciados de juatiga que
tem de ser para all enviados.Comaauoicou-se
ao director do arsenal de guerra, e recommendou-
se ao com manante do presidio que faga regres-
sar eaaas pregas os primeira opportuoidade.
Ditoaocooselheiro Dr Pedro Autrao de Malta e
Albuquerque.Pelo officio de V. Exc. datsdo de
S do correte fiquei iotelrado de haver V. Etc.
entra Jo do exercicio Interino do cargo de direc-
tor da faculdade de direito. por ter lomado B-
senlo oa aasembla provincial o respectivo direcs
tor o Etm. Sr. viseme de Gamaragibe.Com-
municju se i thesoursrla de fazeoda.
Dito ao inspector da thesoarsria de fazeoda.
Mande V. S. entregar ao adminiatrador do cemite-
rio publico a.quaalia de 167g560 para pagamento
dos vencimentos dss pessoas constante da folha
junta, e qua perooitaram n'aquelle cemiterio du-
rante o mez de mar; ultimo,e bem asaim das mais
despezas feitas em dilo mez cora os eoterrameotos
dss pessoas fallecidas do cothera-roorbus, se-
gundo se evidencia de officio do mesmo admi-
nistrador datado do 1.* do correte.Commu-
nicou-se ao administrador do cemiterio.
Dito ao meamo.Renatto s V. S. para os con-
venienlea exames a inclusa copia das actas do
cooselbo administrativo do araenal de guerra, da-
tadas de 21 e 26 de marco ultimo.
Dito ao mesno.Reverlo a V. S. cobertoi com
officio do Rxm. presidente das Alagoas de 7 de
dezembro do auoo prximo paasado oa vencimen-
tos relativos i desposa feta pelo alfares do 10.
batalhio de iofaotaria Luiz Antonio de Menezes
Santos com o alucuel de eacaleres para o embar-
que no vpor Pertinunga das pracas qne o acom-
paoharsm daqaella pruviocia para asta capital,
ailm de que conforme Indica em sos informgio
de 31 de marco ultimo, mande indemoisar i the-
souraria de fazeoda da meima provincia da quan-
tia de 59000 rs., qne pagou proveaieote desia
despeza, carregando-a em divida a esse offlcial.
para aer deacontada do respectivo sold.Com-
muoicou-se ao predito presidente.
Dito ao mesmo.Aonuindo ao que soliciiou
em officio de 22 de margo ultimo o delegado do
termo de Uoianm major Alexandre de Barros e
Albuquerque, recomraen lo a V. S. que Ihe man-
da eolregar msia a quaotla de 687J970 rs. para
completar oa pagamentos daa deapezaa por elles
feitas com soccorros sos indigentes daquella co-
marca por occasiio da epidemia do cbolera-mor>
bus afim de que possa exhibir o documentos
que dave apreaaolar nesta ibesoaraiia compro-
vando taes despezas.Coomanicou-se ao dele-
gado.
Dito ao mesmo.Pode V. S. mandar pagar ao
segundo -lente do 4.* batalhio de arlilbaria A
p Fraocieco Joa da Silva conforme indica em
sua infvrmaco de 81 de margo ultimo sob n.
261, oada com referencia a da cootad aria dessa
thesourarie a quaotia de 13J600, a que tem elle
direito, proveniente de forregem para una besta
de bagagem na viagem que fez da villa do Ouri-
cury para eata capital como se v do reqaeri-
meolo que deoWo, coberlo com officio do bri-
gadeiro commandaote des armaa, de 8 do citado
mez de margo o. 472.Commuoicou-se ao com-
mandaote das armas.
Dito ao meamo. Nao obstsnle o que V. S.
ponderou em sua informagio de 31 de margo ul-
timo sob o. 265, mande pagar, conforme se or-
denou em officio de 84 d'aquelle mez, para esse
fim que devolyo, os documento que acompanhi-
ram a citada ioformacao somonte a quantia de
19oz0, correapoodeote aos veocimentos dos
guardas oaciooaea destacados na villa do Bonito,
a cootar do 1* ale 18 de novembro do aono pr-
ximo paseado, e a despezs feita duraote aquellas
dias, com o foroecimento d'agua e luz para o res-
pectivo quartel. pois que sendo o destacamento
dissolvido em 8 do citedo nez da novembro, s
em 18 leve exeeagio a ordena de presidencia, Q-
caodo V. S. oa iotetligeocia de que vai ser de-
volvida so respectivo commsndsnte superior para-
ser competentemente easigoada a folha dos ven-
meatos dp official commaodanie do mesmo des-
tacamento, depois do que lera lugar o paganeo-
t0* Commeoicou-se ao commandante superior
do Bonito, a quera, remetteu-se a folha dos veo-
cimentos do official commandante do destaca-
mento para ser reformada.
Dito ao inapector da thesouraria provincial.
De conformidade com o que soliciwu o chefe de
polica em officio a. 497 do 1 do correte, re-
commendo i V. s. que msnde pagar aos empre-
zauos dai Uumloagio A gas deata capital a quan-
tia de 133)200 proveniente do gas consumido du-
rante o mez de fevereiro ultimo com a illumioa-
cao da casa de deleogio, como se ve da tonta
junta em duplcala, que vai coberla com a iotor-
magio do respectivo administrador. Communi-
cou-sa ao chefe de polica.
Dito ao mesmo.Ao fornecedor-dos presos po-
bres da cadeia de Saoto Antio, Joaquim Mtlitao
do Amar!, ou A pesaos por elle aulorisada, man-
de V. S. pagar, conforme solicitou o chefe de po-
lica em officio do Ia do correte, sob o. 492, a
quantia de quarenta mil raa, despendida no mez
de dezembro do anoo prximo piaaado, com o
sustento dos mesmos pobres, como se da in-
clusa conla. Commnicou-se ao chefe de po-
lica.
Dito ao director do arsenal de guerra.Trans-
miti por copia V. S., para os coovenieotea
exames, as primeiras vias dos eoohecimentos dos
bjectos qe o arsenal de guerra da edrt* remet-
(eu para eata provincia no vapor Oyapock.
Dito ao inspector do araenal de marinha. Lo-
go que OS operarios indicados na relacao junta,
ti ver m termiaado os prazoa por que se obriga-
ram a servir nesse arsenal, promova V. S. pelos
meiosmais con venientes, o transporte i el les pa-
ra a Europa, menos os das pessoaa de auas fami-
lias, que deve Correr por coala deltea, visto nao
eatarem compreheodidas nos cootratoa que cele
braram os ditos operarios, como V. s. declarou
em seas informagns sob ns. 152 s 154.
Reagio do; operarioi de que trata o officio do
Exm. Sr. preiidene da provincia data data,
Jeaa W'lleOS.
Matbeus Cjjatv
Franco ee-tvns*
Juanea Scheap.
Bernardua Maes.
C. Grolus.
Gaspar Jacob Trans.
Commuoicou-se A thesouraria de fazeoda.
Dito ao meano.De conformidade com o offi-
cio do Dr. chefe de polica, datado do 1 do cor-
rete, recommeodo A V. S., que mande apresen -
lar a subdelegado da freguezia do Reeife, logo
que Iba seja por este raqui sitado, o Africano livre
Lourenco, qne tem de eaaiatir formagao da cul-
pa por uso de armas de defezas.Commuoicou-se
ao chefe de polica.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional do Recite.Sirv-se V. s. de expedir suaa
ordens para que, nio havendo loconventnte, urna
guarda de honra de alguna dos corpos da guarda
oaciooal deate municipio acompaohe a procissio
do Seohor Bom Jeaua da Cruz, que tem de aahir
da igreja de N. Senhorado Rosario da Boa-Vista
no dia 6 do correte.
Dito ao commandaote superior de Santo Antao.
Declaro i V. S. em resposta A conaulta feila por
V. S. em officio n. 49 de 10 de agosto do anoo
paaaado, que o proprieUrio qxe provar acbar-se
oaa con Jices do 3" do art. 25 do decreto n. 722
de 25 de outubro de 1850, e art. 15 do decreto
n, 1130 de 12 de margo de 1853, e liver inler-
poato regularmente o seu recurso, pode sr dis-
pensado do servigo activo da guarda nacional pe-
lo respectivo cooselho de revista : e que eate so
pode reformar as deliberages dos conselhos de
qualiBcagio, por meio de recurso loterposto na
forma do art. 33 e segulntes do citado decreto de
25 de outubro de 1850, como expreaso no art.
47 desse mesmo decreto, salva a excepgio do art.
29 do sobredito decreto de 12 de nargo de 1853,
e finalmente que o art. 14 deale ultimo decreto
ae acha retogido pelo de n. 2338 de 12 de Janei-
ro de 1859.
Dilo ao commandante superior de Olinds.Sir-
va-so V._S. de expedir suaa ordena, para que o
9o batalhio da guarda nacional sob sen cominea-
do superior, acompaohe a procissio do Senbor
Morto, que tem de s*hir do convenio de S. Fran-
cisco desea cilade no dia 18 do correte pelas 6
horas da tarde.
Dito ao commandante cuperior de Goianna
Sirva-se V. S. de expedir suaa ordena para qne
no dia 10 do corrente urna guarda de hoora do
baialhio o. 18 da guarda nacional sob seu com-
maodo superior acompanhe o Seohor Bom Jess
dos Passos do conrelo do Carmo para a matriz
desaa cidade: e no dia aegaiote o referido bata-
lhio acompanhe a procisaio do meamo Senhor.
Dito ao commandante do presidio de Feman-
doCom a copia do officio do cooselho admi-
nistrativo do arsenal de guerra datado de 31 de
margo ultimo, transmiti a V. S. para os conve-
nientes exames a relagio dos objeclos que foram
embarcados no hiate Santa Rita com destino a
esse presidio.
Dito ao director das obras publicas.Concedo
a autorlsagio que V'mc. pedio em seu officio de
hontnm sob n. 63 psra mandar lavrar
Alteres, o sargento quartel-mestre, Americo Jos
Los de Albuquerque.
Expediente do secretario do go-
verato.
Officio ao juix de direito do Cabo. S. Exe. o
Sr. vite-presidente da provincia manda ecusar
recebido o officio do primeiro do corrente, n
que V. S. partieipou ter oomeado o bacharel
Franciaco Braodio Cavalcanti de Albuquerque \
para exercer interinamente o cargo de promotor
publico deua comarca no impedimento do effec-
ti*o, por ter eate viodo tomar assenlo na assom-
bla legislativa provincial.Pizeram-se aa com-
municagea necessariaa.
Dilo so primeiro secretsrio ds sssemWs le-
gislativa provincial.S Exc. o Sr. vice-presiden-
te da provincia manda transmittlr a V. S. psra
ser presente A assembla legialattva provincial as
contaa que remetteu a cmara municipal do Rio
Formoso da receiU e deapeza do anoo prximo
fiado, e bem assim o orgamento do correte
anoo.
Despachos do dia 3 de abril.
Requerimenlot.
Bernardo Maea C. Grolus e Gaspar Jacob Traos
Dirijam-se ao Sr. inspector do arsenal de ma-
rin.
Frangois Bal. Dirija-se ao Sr. inspector do
araenal de marinha.
Joaones Schiof.Dirija-se ao Sr. inspector do
arsenal de marinha.
Jean Welhou.Dirija-se ao Sr. iospector do
srsenal de marinha.
Joio Cardoso Brrelo.Nao tem logar.
Matbeus Clerc. Dirija-se ao Sr. inspector do
arsenal de marinha.
Relato rio com que o Exm. Sr. com-
mendador Dr. Antonio Marcelino
Nuies Goncalves entregou a admi-
nistraeo da provincia ao Exm. Sr.
Dr. Joqnim Pires Machado Portelia,
segundo vice-presidente da mesma.
( Continuago,}
FINANfAS PROVINCIAES.
No trecho com que o meu hoorado antecessor
poz remate i exposigio que fez A sseembla das
floangaa da proviocia, por occasiio da sua ultima
sessio, disse elle com muito criterio:
O seu estado actual (fallara de fioangaa) nio
pode cootiouar, aem que o admloiatrador da
provincia passe por torturas no manejo da admi-
nistrarlo. Baldo de recursos, j nao digo para
dar impulso aos melhoramantos materiaea e mo-
I*, I"' qaes segundo consta do. Foram eatas justamente as condfgaa em que
T.a ,! i cbal?,-,9 concluidoa de conform-1 me couoe o pesado encargo de substitui-lo na
nesta data reconm*ndo
Zl M.if .rJ21,, nwf'1 Pfv'0I. exagerado accreac^ntando que multo maU sagra-
que pague ao arrematante daquella obra, em vis-' T,u tnrnnu.m mm mim i,i< ..; .-io
ri. .1 P.re;tai0 1ge lein dKeito.-Commum- Diicos p(ra com ,,m gran(le D(imero d6 CTeiot&t
DS li*82!! ro?,n1' M1 u que faziam valer a f dos cootratos com elles ce-
VMr L2X1 ~ J1- ? PubUca-7Mao4e lebrados para o prompto pag.meato daa quaalias
A?. mZH?.P i orgeocia urna ambulancia qae lhes eram inU ieja amja mais pelos de-
!l!l!.r!!fepree^f""oyaUmen,l.,'da ** sastrosos resultados da crise comnerct.l, que
de ser traosnetttda para s actuaTa ,0Dre a pras,( deierminaDdo uma qu*aii
denia reioante, afim
freguezia dos Affogadoa.
Dito aojuizde direito do Bonito.O vigario '
de Gravatajacaba de representar-me que oaquella
freguezia se desenvolver a epidemia do cholera.
Chamo a atteogio de Vrac. para aquelle luga,
recomniendaodo-lbe que preste aoa desvalidos
que all forem accommetlidos os soccorros de que
oecesaitam, represenlando-me sobre a necessi-
dade de remoller p*ra all mais soccorros em vis-
ts do desenvolvimeoto qae o msl all for tsodo.
Dilo ao delegado de Saoto Antio.Respondo
ao sea officio o.l de 30 do mez paasado, dizendo-
Ihe que acabo de ordenar por intermedio do ins-
pector da thesouraria de f.zenda, que o collector Z^SSJSZ^SSSSTAS
aando at completar a quantia de quinbentoa #<.. in* .....j. .___. ._.;.
absoluta contreegio do crdito, a eatagaagao em
todaa aa traoaacgea, o desanimo em todas as
empresas, a desconfianza no emprego dos capi-
taes, a impootualidade e as repelidaa falleociaa,
que se sbriam diariamente. O proprioa ttulos
da divida fundada da provincia, vencendo altas o
alto premio de 9 por cento ao anoo; eram re-
pellidos de todos os pagamentos, e chegaram a
uma depreciagio tal que s com o abate de 50
por cento podan ter alguna circulagio 1
Este estado de cousas devla pesar ir remedia-
velmente aobre lodaa as toles de produegao, a
iodustris agrcola maia que oenbuma outra achou-
colheila do as-
,. ?S!i& in.hnl' ta'g'io.' U^dToaasado oV'ma'ae^TveUeduSo
Offleioa se nesse sentido a thesouraria de f-(e antecipagio Z chuV.s. que impos.ibilitar.m
Tiitn n n, d^. 1 ; r____ o.._. j. Udoa os tnbalbos, ioutilissodo as planUges,
quiefe" Vnc.eem e^oLST'S mtz U?ndo "C W *- *"? SS
relativamente ao estado da epidemia qne grassa
oessa freguezia, chamo a sua allencio para o 2
A* i,n, rnni; An 'mg.-n cho junto por copia do officio que ne dirigi o Te0 aiodaKpdr em
A obras publicas, qae nio dependiera de con-
tratos anterasre rkaram limitadas ao qne apenas
era indiac-etuavel pera reparos e conservago.
Mandei deanedir de algumaa reparllgoes taes co-
mo a secretaria do governo, a directora tu
obras pubUaaa a da ioatruegio publica todos os
empreg^oateM nella se acbsvam lervindo com
ratiicagea fila arcadas por lei. Exped ter-
minantes e reiterad* ordens para que em hypo-
theae algunta fosaem excedidos os crditos vota-
melo.
Estas e ssjum aMdidas de ero detalhe, e que
dispenso AIk mencionar, cootribairan, como
fcil .de prever, para que os cofres pro viociaes se
achassem at eerto ponto dessssombrados, tor-
nan Jo menea velatorios os encargoa a que tioham
de attenderj e felizmente posso boje annuoclar A
V. Exc, qaA o eatado da provincia multo tem
melhorado epois que principiou a aer utilisada a
nova safra,,qua ae nio ten sido tio abundante
quanlo- seria para desojar, fra de duvida que
mullo excede a dos anuos anteriores, a qae ci-
ma ne reio.
Assim que sobre ter sido reida uma grande
parte da divida de eiercicios fiados, achan-se
em dia quai lodos os pagamentos do esercio
corrente.
A divida contrahila para con a caixa filial do
banco do Brasil, que era de 150:009*200 reiseslA
actualmente em 50:987561'* res representada em
nma letra, que se ha de veocer a 15 de abril, pa-
ra cujo pagamento JA exped orden, qae fosse
applicada a Importancia de 44:616*666 res de-
letras qua lbe ser vera de cauca o, passadaa em fa-
vor da thesquriria, e que tem o sea veocimento
no ultimo do correla mex ; e por esta forma po-
de-se desde jA considerar aquella divida comple-
tamente amorlisada.
A divida proveniente daa a plices emiltidas en
virtude da lei n. 354 acbs-sa tods satiafeita con
a nica excepgio da quaotia de 4:769*690 res,
por pertencar a herdeiros que ainda se nio habi-
litaran para recebe-la. Finalmente para nio cao-
gar a attenco de V. Exc. con loogas especifica-
coes dirai em reaumo que de uma recente de-
monatragio, que acabo de exigir da thesouraria
provincial, consta que toda a divida da provin-
cia, levando-aa j em ennta o pagamento orde-
nado a caixa filial, acha-se presentemente tio
diminuta, que nio excede a importancia de
395:9335151 rail.
Deduzida desU quaotia a de 232:250*000 repre-
sentada em apottees emettidaa segundo a lei n.
488, a caja emorlissgio pertence ao exercicio pr-
ximo vindoaro e segulntes, restsri nicamente a
de 163:6833151 rs., oa qual estA compreheodlda
a da 102:006*049 rs., proveniente dos juros ga-
rantidos i eslrsda da ferro, at a ultima liquida-
gio feiu.
Se o resultado qne acabo da applaudir deve fa-
zer oascer a esperance de que em nma poca nio
renota pode aeoi-se reslaDelecido de equilibrio
entre a receita ti deapeza, umpre entretanto,
nio confiar por demais o pooat daa cauaaa que o
J ter minar m.
Primeramente preciso atteoder que a divida
re.ulinle da garanta da juros A estrada de ferro
oao 'precissmente a que cima fica consig-
nsds. v
Esrs alj, "amo apenaa representa a liquidagio
feita at julho de 1859, com relagio smenle A
primeira aecgao; e por tanto coovem nio perder
de vista o accrescimo que posteriormente ten ti-
do, nio s na razio do lenpo decorrito al o
presente, seoio aioda na proporgio do grande
capital enpregado para a cooclusio das segunda
e tercetra secg5es que jA se acham promptas.
Em seguodo lagar, mioha opioiio que a pro-
vincia narcha para una crise agrcola en coo-
sequencia da coosUnte depreciagio porque ha
aaaos tem passado o assucar,sen nais importan-
te genero de cultura, o que revela ou grande In-
pnrfeigio no fabrico, ou excesso de produegio
sobre o consuno geral E par>i que nio paregan
destituidas de fundamento estas ninhasappre-
heoges, chamo a atteogio de V. Exc. para o ae -
guite qeadro da renda arrecadada nos cinco ex-
ercicios ltimos, e que me fol ministrado.pela res
pectiva repartidlo fiscal.
Primtiro umettre.
Exercicio de 1856 a 1857 447:000*170
sado apenaa a metade de auas safras. Como se
nio bastease ludo isso, o bsixo prego que obteve
esse genero, oa pela sua nA qualidade, ou pela
meama, onde, segundo coasta do tre- j fall, de proeiir/no, m^0,
malares apuros os poacos re
do officio
resdectivo vigario, o mal lem
gravidade cooviodo
pooto, que muito
dados. V'mc. dar por fiada a aua commlasio re-
colhaodo-se a esta capital logo que possam ser
ah dispeosado os seas servlgos. Communicou-
se ao vigario.
Oitoao engeoheiro Jos Caroeiro da Rocha.
Teado designado Vmc. para exercer interina-
mente as funeges de engeoheiro fiscal da estra-
da de ferro visto ter tomado assenlo como men-
bro da comnissio da assemblea legislativa pro-
vincial o Dr. Manoel Buarque de Mace Jo ;
assim Ih'o commuoico para seu conhecimeoto e
exeengio.Pizeram-se as oecesssrias commuoi-
cagdea.
Dito ao delegado do Limoeiro. Com este Ihe
aer apreseotada a ambulancia psra o Iratameo-
to dos indigentes affectados do cholera-morbos
a qne allude o aeu officio de honlem datado, em
resposta aos de Vmc.de 23 e 31 do mez paasado.
Confio de sen zelo e setividade qu elles serio
promptimente soccorridos como convm, lazan-
do Vmc asequisigoes que para lsso entender
convenientes.
Dito ao subdelegado de Grvate.Ioteirado do
que Vmc. me communicou em officio desta data,
com referencia A epidemia reinante, tenho i dl-
zer-lhe que ji reiterel as convenientes ordens
psra qae om medico se eocarregue do tratameo-
to dos desvalidos desse dislricto.
Portans.O presideote da provincia, coofor-
mando-se com a proposta do lente coronel
commandante do batalhio numero 18 de infanta
ra da guarda nacional do municipio de Nazareth,
aobre que informoa o respectivo commandanie
euperior em officio de 26 de fevereiro ultimo, re-
aotve, de cooformldade com o artigo 48 da le
numero 602 de 19 de aetembro de 1850, nomear
para os poalos do mesmo batalhio abalxo decla-
rados, os cidadios seguinles :
Estado-mstor.
Para alferes porta-bsodeirs, o alferes da oitava
companhia, Patricio Jos Barbosa da Vascon-
celos.
Alfares secreUrlo, o guirda Aotonlo Clandino
Airea Gulmaries.
Tercaira companhia.
Para alferes, o alferes aggregado so bataihio nu-
mero 19, Antonio Aureliano Lopes Catsoho.
Quinta companhia.
Alfares, o alferes da tereelra companhia, Msnoel
Pedro de Oliveira Mello.
Stima companhia.
Alferes, o alferes Francisco Saabra de Andrade.
Oitava companhia.-
TenenU, o alferes da stima, Amaro Gomes de
Oliveira.
apolicea 224:200*000, e por pagara de rs.........
85:213*181.
Receita do 1 semestre ato exercicio corrente.
A receita deate semestre, feitaa todaa aa dedu-
Qdee, de movimentoa de fundos, de aaldos e de
rendea extraordinariaa, liquidou-ae em rs.........
435:888*964. Comperada com a de igual semes-
tre do exercicio anterior, que fui de 366:187*071
r., d a difterenga para mais de 69:701*393 rs.,
devida principalmente A maior arrecadagao dos
direitos de exportagio em coosequencla do alto
prego, que tem obtide o algodio, e da supariori-
dade da safra do assucar, como j ponderei, st-
teodeodo-ae tambem a que o Imposto sobra este
gennro, estando Oxido na taxa de 90 rs. por ar-
roba calculado uoicameote sobre a sua quan-
tidade, aem acompaohar as osclllagoes do mer-
cado.
Detpeza do 1 semestre do exercicio corrente.
As despezas pcopriameote ueste semestre, aba-
teodo-se da mesma forma as extraordinarias e de
movinentos de fundo foram de 421:5238204 rs.
spplicados conforme as prescripgoes da le do
organento.
Desta quantia a de 274:961*351 rs., foi despeo-
deodida s com o pessoal, entretanto que com as
obras publica nio se despeodeu nala de...........
66:45**853 rs. I
Notp-se que nesta despeza est incluida a de
33:1865620 rs. de obres de exercicio fiado, sendo
ss do exercicio corrente nicamente na impor-
tancia da 34:605$208 rs.
Tendo sido de 267:532*783 rs. a despeza con o
pessosl no 1 semestre do exercicio Ando, obser-
va-se qua a de igual semestre do exercicio cor-
rente leva um accrescimo de 7:430*568 rs., ao
paaso que a que se effectuou com obras publicas,
subiodo osquelle semestre a 111:847*453 rs. ;
aprsenla ama differenga para menos oeste de
45:394*600 rs.
As alleragdea porque lem passado alguna im-
posto, a sappressio de oatros, a creagio de no-
vos nio permitiera que so possa conhecer se a
receita, que se tem de arrecadar no resto do cor-
rete exercicio ser sufflciente para cobrir as des-
pezas decretadas.
Tonando*se, porn, por base a receita do 1
semestre, que ten sempre .regulado nos tres ex-
ercicio anteriores ser de pouco natsdt um ter-
co ou 36 por cento da renda total, poderel con-
cluir que a receita a arrecadar no 2 semestre do
exercicio chegar a 809.738$958 rs., comprehen-
dldo o saldo do semestre anterior.
Ora, sendo a despeza decretada para todo o
exercicio na Importancia de 1,380:7505000. e ten-
do-ae j despendido no 1 semestre 421:523*204
re., vera a inportar a do 2a semestre do tri-
mestre addicional em 959226*796 ra que, com-
parada com a receita cima calculada dar un
dficit de 149:487*898 rs.
Enbora aeja de presunir que este dficit nio
sa reallae em aua totalidade, j pelo accrescimo
da renda aobre a orgada, j por se nio tornaren
effectivas algunas dss despezas autorisadas, ain-
da aasin campra qae elle seja tido em conside-
radlo na nasa lei do orgamento, para que nao
vanha a comprometter as torgas dos cofres no
futuro exercicio.
A receita a despeza realissda nos cTous mezas
de jsoeiro a fevereiro do 2" semestre correte, se-
gundo ums receote demoostragio, qne tenho em
viata. eio as seguinles :
Receita.............. 487:758*186
Deapeza inclusive o pagamento de
divida, de que j dei coala. ; 459:3z9947
< de 1857 a 1858 541:171*466
< de 1858 a 1859 479:289925
c da 1859 a 1860 453:702f43l
c de 1860 a 1861 394:094*538
Segundo umettre.
Exercicio de 1856 a 1857 783:429*084
l2!.!f0m.iu Individuaos, que deviam fazer face aos
&Z22Z*??!J3 compromissos cont shidos.
recommeodo aos seus cal- .. ,, ,
A divida passtva da provincia liquidada pela
theaouraria at fias de fevereiro do son prximo
passado era de 596:144*253 reis. comprehenden-
do entre outras as seguales: 150:009*300 reis
deum emprestimo contrahido com a caixa filial
do banco do Brasil: 98:8308525 reis proveDiente
da garanta de jaros addiciooaes da S por canto
a companhia da estrada de ferro, 131:7508000
reia de apolicea emiltidas para o pegamento daa
divdaa de obras publicas ao par coas es juros
de 9 por canto, em virtude do artigo 31 da le do
orcaaeoto o. 488; 11:100*000 res do resto das
apolfces autoriaadaa pela lei n. 854 da 23 da ae-
tembro de 1854, como cooata do relatorio qaa A
aasembla provincial foi apreeootsdo no aono an-
terior. Esta divida elevou-ee muito em coose-
quencla de uma nova liquidagio doa joros garan-
tid oa A eatrada de ferro o doa ampenhos cootrahi-
doa com alguos ompreiteiroa da otras publicas
anteriormente contraUdas, e que recuaaram o
pagamento em aplleos ; de forme qae pode-se
assegurar que nio era inferior a 700:0008000 reis
o alcance da provincia, quaodo aasumi a ana ad
mioiatragio em 29 de abril do auno pasudo.
Era por Unto por demais embaracosa a poiigio
om que ne achei, tendo de incetar aob tio infe
uses aospicios a mioha missio goveroatlva. Cum-
pria que ea me realgoaaae a um papel multo mo-
desto, renuociando deade logo a pretengao, alias
muito gloriosa, de ligar o meu nona a certa or-
den de melhorameotoe, para cuja realisagio pre-
cisos eram avultados dispendios.
A theoria de que as gerages futuras devem
supportar os onus e sacrificios qaa os beneficios
pblicos acarretam ao eatado s pode ser recebi-
da, dadaa certas cooUtges, com relagio s des-
pezas recoohecidameote productivas e aos favo-
res, que podem servir de animacAo A empresas
otis. Fra disto seria exigir improvidencia e
e prodigalidade em systemaa de governo, e pro-
vocar do modo o mais directo a subversio de to-
dos os tactos ecooonicos. Toda restriegio pois
as despezas, ou a mais severa economa era o
neu primeiro dever e constitua effectivamente o
ponto capital dos meus mais perseverantes exfor-
gos, como o nico meio de salvar a proriocia do
precipicio em qua esmiohava.
Firme neste proposito applaudl vivameote a
acertada deliberagio, que tomou a assemblea
que eolio uocciooav, de reduzr qosl todos oa
crditos da lei do organento, que devta vigorar
no correte exaicicio, e de prohibir a emisaao do
reato das apolices autorisadas pelo artigo 31 da
lei o. 488, olo hesitando meamo om empregar a
legitima intervaocao, que me caba para ase re*
sultao.
Saldo que passou para o mez de
margo ...:.:........
28:428*239
< do 1857 a 1858 710:970*463
< de 1856 a 1859 706:060*708
de 1659 a 1860 644567*789
de 1860 a 1861. 711:906*382
Total.
Exercicio da 1656 a 1657 1,230:429*254
c de 1857 a 1858 1,262:1419929
de 1858 1659 1,165:370*633
de 1859 a 1860 1,098:270*220
< de 1860 a 1861 1.106:000*927
Este quadro moitra ana differeaga de mala de
121:000*000 re. entre o primeiro a o ultimo exer-
cicio, guardando aempra com pequeas alterages
uma proporgio desceodeote.
Feita estas cooaidaragas passo a dar i V. Exc.
conta da recelta e despeza da provincia no exer-
eicio fiado, o no primeiro semestre do exercicio
corrente, referindo-me para laso sos bal anco,
que me foram enviados pela thesouraria provin-
cial.
RECEITA.
A receita do exercicio findo da 1860 a 1861,
feitas as dedugoea constantes do respectivo ba-
taneo, foi da 1,095:400*932 rs., o que nio combi-
na com a sonsos figurada em ultimo lagar no
quadro cima mencionado.
A divergencia, porem, consiste em ter- se in-
cluido nesU s quantia do 10:600*000, queprodu-
ziram as apolices emittldas em virtude da le
n.354.
Esta receita foi no valor de 91:493*073 rs., me-
nor que a orgada, sendo parle para Uso as diffe-
reogas que houve nos direitos de exportagio do
assucar edotlgodio, e em alguna outros Impos-
to, sommaodo ellas em 85:599*098 rs. A diml-
ouicao destes direitos proveio nio s de haver
exoorlsdo manos que no exercicio anterior.......
168:017 erratas de assussr a 34 697 da algodio,
como por ter sido o Imposto de taes geoeros mo-
dificado de 3 a 2 por cunto.
DESPEZA.
A despeza realisada foi da 1.103:065*767 rs. ;
compulando-se a de 265:587*907 ra., que Qcou
por paitar, e a que fol paga em apolicea no valor
de 224:200*000 ra. eleva e toda ella a..........
1,592:853*674 rs. Tendo sido decretada na im-
portancia .ie 1,itt:4588002 ra., hoave un exces-
so de 363 395*672 ra.
Eile eiceso, diz a thesouraria, que foi occa-
aiooado pelaa desperas extraordinarias, que se fi-
zerim por se oio ter votado crdito para aa de
exercicios fio ios o avaotuaes, o pelo que de nais
se despeadas com Mires verbas por mel de cr-
ditos upptenenterea.
Aioda aa verifica o facto de aer a deapeza com
o pessoal a que aaeorve mais da mtale da reo-
da, n#r les sAtiogldo a cifra de 686:611*100 rs. I
Segue-ae logo a de obraa pablicas, que foi den-
tro do exerwalo de 317:36#148 rs. ; mas addi-
clonando-sa a de 295:069*514 ra. do xrcioio an-
terior subi a inporiaf.cn de 522705*662 rs.. da
qual fol paga em, djuheiro 213:292*481 u.
DIVIDA DA PROVINCIA
Arrecadoe-se duraote o exercicio fiodo a quao-
tia de 67:302*397 rs. da divida activa, que exis-
tia verificada e liquidada.
Ad iicionando-se resunta a qae resultoa des-
se exercicio, eleva-se a divida effectivs a rs.
279:766*422 rs., como consU de an dos quadros
aonexos ao relatorio do iospector da tbeaouraria,
onde se descrininsu os exercicios a que perten-
ce, e a procedencia de toda ella.
Por causa deaaa divida j sa tem arrecadado
no corrente exercicio al o ultimo de fevereiro a
quantia de36:71tgi52, reatando aasin por cobrar
a de 243:054*870. Nao se comprehende a divi-
da verificada neale exercicio por estar o seu co-
nhecimeoto dependente da prestagio de cootaa
das eslsges dacobraoga, o que s ter lugar de-
pois que elle terminar.
Quaolo a divida passivs, jA live occasiio de
expender delicadamente todo qoanto me oc-
corre, para conhecer-te a sua importancia ac-
tual.
CRDITOS SUPPLEMENTARES.
As sensiveis redoeges porque em stteogioso
alcance dos cotes passsram quaal todos os cr-
ditos, qae deviam vigorar no correte exercicio,
fizeram com que, a deapeito daa maiorea restric-
ges na despezas, nuitos setoratssem manifea-
tamente insufficlentes para fazerem face a diffe-
rentes especies de servigoa de imperiosa e abso-
luta necassldade, Ues como alimeolagio'dos pre-
sos pobres e expediente de a lg urnas repart-
gota.
D'aqul resultoa qae, en obedlencis so precetto
do art. 30 da lei n. 473 de 5 da malo da 1859,
eu mo visse obrigado a abrir para aqaailM, qae
eram de natureza urgente, crditos suppUnen-
tares na Inportancia de 7:671*420, segundo cons-
ta de un dos apeosos, delxaodo o pagamento de
oatros nio aenelhaotes para aer attendido op-
porluoanente pala assenbla provincial.
[Continuar-teha.)
ERRATA.
No expediente do governo, do dia 2 do cor-
rete, officio ao aommandante superior do Rio
Formoso, onda dis retire, leia-ae reitere.
PERNAMBUCO
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PMYiMIAL.
Presidencia do Sr. Visconde de Camaraaibe.
SESSO EM 4 DE ABRIL DE 1862.
(Cooclusio)
O Sr. Pedro Affooso :Sr. prsaideots, j Uve
occasiio de expor A casa a mioba opiniio aobre
eata queatlo, entretanto dlrel alguna cousa
mais encarando a questao no terreno em qua
alia rola, debaixo do ponto da vista de direito, a
en suss relegos con os tactos.
Nao sao uocamente os ioteresses que na pren-
den A Agea-Preta, que ne levan a tonar-una
parta lio activa neate debate : conslderagea de
outra orden me demoven. Fui eleito por todo
o dislricto, obtive votaeAo en todos os collegios,
a por tanto advogarei aa causas de todos indirec-
tamente, onde quor que estojan a jusiica o a
razAo.
a% questao que nos occaps, Sr. presidenta, nones tal dissera.
mente o direito qua asaislia & Agaa-PreU, do
cooatiluir collegio, em face da lai.
E' face iocooieetavel, Sr. presiden te, qaa Agua
Preta esteva oas coodicooa de constituir collegio
em face do % 3.* do art. 1.* do decreto a. 1062 ;
isto prota-o eata portara dirigida pelo presiden-
te da provincia, designando o edificio Ota queda-
vi funecrenar o collegio.
O Sr. Luis Kelippe :R qUe data tai expodi-
da a portarla ? '
,o?SrA Feor* ABoo :B" 1 dt dezembro da
1860. E prova-o lamban oa aonaea desta casa.
Ora, qua Agua-Preta eata va oaa coodices de
cooitiluir collegio, o que tioha oa pradicadoa
que a lei exiga, a autortdade competente para o
detignar, asaim q eotendea. Esaa autoridada com-
petente para pf^t, eraiacootealavelsaeole o
presidente del *>, en virtude dos arla. 15
e 22 das intrk fci a execugio do decreto
n. 1082 ; e se ullflaidente da provincia, en vir-
tude da lei desigoou Agua-Preta para all reu-
nirse o collegio...
O Sr. Luiz Felippe :Eu Ihe denoosUarei.
que ouoca desigoou, e que o acto posUrior fa'
qae prevaleceu.
O Sr. Pedro Affonao :Para o oobce depula-
do sustentar que o presidenta nunca desigoou
Agua.-Preta para constituir collegio precisa ne-
gar a evidencia doa tactos.
Ors, Sr. presideole.se o presideote competen-
temente autorisado desigoou Agua-FreU para
all conitituir-se o collegio, claro qua elle oio
podia em face da le lomar um outro accordo....
Um Sr. Deputado :Salvo ratificaodo engao.
O Sr. Pedro Affooso:- .... o que portaolo a
nova deaignaga feita pelo presidente nio lem
valor, e nem meracimento algum legal, e nio
pode ser approvida por esta casa, como tambem
nio devia ser epprovada pela cmara dos Srs.
depilados, entretaolo nos sabenes que os sa-
tos da cmara dos Sr. depotados muita ves nio
sao motivados pela juatiga (reclamad?)...
Um Sr. Deputado :>E' um elogio fnebre.
O Sr. Pedro Affooso :Nao Irrogo urna aecu-
sagio cmara dos Srs. deputados ; mas ver-
dade que all muilaa vezes prevalecen juatiga,
*s interesses dos partidos, ss conveniencias poli-
ticas___
Un Sr. Deputado : Est aioda nal expli-
cado.
O Sr. Pedro Affooso : Huitas vezes all os
negocios sujeitos c*nara sao nal desenvolvi-
dos, e pasaam mesmo desappercebidos ; e quem
nos dir que o Sr. Ambrosio Leitao daCunha,
e havia commetlido um erro na deaignagio
eila por elle de Barreiros psra a sede do colle-
gio, oio illsqoessse a boa fe da camura, o mea-
mo dsse explicsgrs taes que a levaaso a obrar
de encontr jusiiga e ao direito ?
(Ha un aparte), -
O Sr. Pedro Affonso:Eu estou convencido
qae o Sr, Ambrosio Leitao da Cucha havia Ur
empregado estes neios; porquanto de outro
modo a cmara dos Srs, deputados nio terla to-
mado a dociaio que tomou.
Uo Sr. OepatwOo:o que fardado que
a cmara nio acertou.
Outro Sr. Deputado : Esse acto do presiden
te fui am acto forgado pela neoessidade.
O Sr. Souza Reis -Quenecessidade foi essa
Um Sr. Deputado : Eu prometi lh'a de-
monstrar.
Oulro Sr. Deputado :Muitas vezas a necea-
sidado deroga a lei.
(Vivas reelamagea).
O Sr. Pedro Affoonso : Islo posto, Sr. presi-
dente, vejamos se o aclo da cmara doa Sra. do-
puta ios, recooheceudo o collegio de Agua-Preta
em Barreiros, se perime o direito que tem es.a
casa de entrar oa iodagagio da legilimidade da
eleigio de Agua-Prets, e de preceder de um mo-
do contraro aquella cmara.
Eu eoten lo. Sr, presidente, que nio se podo
sempre estabelecer uma harmona completa, en-
tre os actos desta assemblea e os actoa da cma-
ra doa Srs. deputados ; e Uto prova-o oa prec-
danlos desta casa. Na sessio transseta, senho-
res, foi aquj annullada uma eleigio que havia
sido approvada pela cmara doa Sra. deputado.
O sr. Barros Brrelo :Nio apoiado.
Vozea ;Foi, foi!
O Sr. Pedro Affonso : A eleigio do Sal-
guero.
O Sr. Bsrros Brrelo : Ah I isso coosaa
muito differerente.
O.Sr. Pedro Affonso :E honlem foram aqu
recoohecidos deputados eleito por eleitores nao
recoohecidoi pela cmara dos Srs. deputados ;
por conseguate claro que eata aasembla Um
o direito de coohecer da eleigio de seus men-
bros (poiadosj sem depender Uto dos preceden-
tea estsbelecidos e dos actos da cmara doa Sra.
deputados. (Apoiado.)
O Sr Barroa Barreto :Apoudo :Nao tem
nada una cousa com outra.
O Sr Pedro Affooso :Portaoto, ao eaU as-
sembles lem competencia para eotrar na apre-
ciado das eleiges de seus menbroe, claro que
ella pode tomar resolugoes en contrario s da
cmara dos Srs. depatados, tanto nais qusndo as
decisoes desss caara foren baaesdas, ou toma-
da em consecuencia da infornacea cscopi-
aae....
O Sr. Luiz Felippe ; lato apenaa am alle-
gado, nio est demonstrado.
O Sr. P. Affonao: Eotendo, Sr. presidente*
que Agoa Preta constituida villa, tendo adqaeri-
do eate direito, nio podia deixar de constituir
collegio; mesmo em virtude dos precedentes que
so deram a daa circunstancias que oceorreram,
en virtude da naoifestsgio da opiaiio di auto-
rtdade conpeleote.
Senhores. eu j live ocessiiode dizer nesta esta
quo o Sr. Antonio Marcelioo Nuoes Googslves de
corto nodo, ou indirectamente concorreu para
qua Anua Preta conatituisaa collegio (reclana-
coaa) ; o hoje me aproveito da presenga de um
nobro deputado pelo 3 dislricto psra o interpo-
lar a este respailo.
Na vespera da eleigio achando-me ea em Agoa
Preta, entendendo que a eleicAo devia aer feita
em Barrotroa, para sua maior aegaranga em vir-
tude das duvida que occorriam a respeito,consul-
te! aos eleiloree neateMentido, e at avlsei to-
dos para qua comparecessem no collegio da Bar-
reiros; entretanto havia all ebegado naqoelle
dia una peaaoa que tioha tdodaqui do Recite, e
Sr. Bernardo Jos da Cmara, quo ae disse, que
bavia-ae entendido com o presidente da provin-
cia a rospeito ds eleigio de Agoa Preta.
Um dos eleitores atrfgio-ae por uma carta ao
Sr. Bernardo Jos da Cmara pergaoiaedo-lha o
que havia a reopeito de eleigio e aquelle seohor
lbe responden, qua seguodo lbe havia Informado
pessoa que esUva em Inmediato cootacto com a
presidencia, um candidato por quem muito se in-
teressav o Sr. presideote, ara elle de opiniio
que o collegio se conilituisse-em Barreiros....
O Sr. Buarque de Macelo : Pego a palavra.
O Sr. Soasa Res:O Sr. presidente disse qae
offerece dous pontos que ou julgo cspfuea ; pri-
meiro, saber ae Agua-Preta estavs nss coodiges
de constituir coltfgto, quaodo foi promulgado o
decreto numero 1082, e ae estando nestas con-
dicoes. fot constituido collegio pela autoridada
competante ; o segundo, analysir se o acto da
caara dos Srs. deputados que spprovou a elei-
gio de Agua Preta affeeta ao collegio de Bar-
rearos, se prejudica o direito que tan esta oesa
m de julgar da aua legitimidide, ase perime iguat-
0 Sr. P. Affooso : Entretanto eu estou con-
vencido que ello odiase (apoiadosraclanaedes)
a tanto naia ne convengo disao ; quinto vi o seu
procedimeoto diriglndo offlcios ao julz de pax de
Agoa Prela, reapondendo-lbe qae naquelU cata
dava aa ordens precisas para qaa a respective
cmara fosae emposaada.
Ora, aviaU desia circunstancia, creio qua o
presidente ala provincia se iaclinava en favor da
opiniio de qua o collegio devla aer reunido em
-


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MAMO DE PKtNAMKJCO.
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ii i -i< i 'Tf a )> i ii
AiMfMU nao a mm***4** osis, que esta |*o ceseos Mmm transitando ; feliimeote1
cteclaragao que acabo le fiter a caa lem amito i Tamos despreaodo o barbara caroscal do* nos-
valar para questao. i i otepaasados.eujasconseauencia iaro entre-
Ansia poia, Sr. presido*, deetas coesidera- gar grande numero de teas apaixonados oas
cees eu creio que a casa se te separarla dos I mies do mdicos e ceveirot.
principios de equidad%fr#suai|i aa amarj4jft- xeado dominar pele aote da cmara do Sr. de- 1 dias nao bou*e o neaer disturbio, Dio appareceu
plalos, votasse ee4a*etirtrlu ic c4uini> dOJaaja a-axonor questio o altercago, ludo devido
5EGUBDA I
nOik 1 DI ABRIL DE 18*.
nata.
O 3r. Luiz Fetippe : (Sao atavoVaau .e.
curso.)
O Sr. Buarque de Macedo -rSr..
quesio que se debate est da al farsea illuci
da que seria intil ajunlar asan* aasawafj p
rae respeite, entretanto agaje* o eoagu
tomar parte di diicutso. suutngaslo a aasp
aler a algunos alluzoes e meraw- nsinosgee,
que o nobre deputado pelo 3* dittncio, que em
telo eiotellige
Sr. Uuanen -
ditas Mase
ijente, ta captas m
>iaep
e poi
ment
quilll
C*sar,
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cv e o
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paz
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eofJfr nco<|>V taojm mi
e e iTOwvjevo,-e osuae-^aycjoTB
de criie eleitoral Affridn _oo
ou ttots derhrs.
JrTtgiBlro lugar oceupoa a aliono! daoaaa emillio 'oaoOaaa
quando faltou. opposicao, nao Ihe nega, e nen o pie, a sua
Os argumentos de que o nobre deputado ae probidade e iaiparcialdade na gestlo des oego-
aervio deciam ero ducida toflair bstame oo ai- ci policiset.
-r
seo d oecessidede e oem meomo conveniencia em tra-
zar elle- discuo conearva que pela mioh
parte declaro aua me sao descoohecida, a que
efundo um parte dsdnnesss occasfe pelo ao-
bve eeputado relator de commissao de poderes,
nao ae dea.
O estado sanitario desta capital continua bem,
inda que ha pouco tempo os joroees desta ca-
pital annunciaram o a p parec me oto ma julo queoicoueade pouca monta, poia que
elles nao se oceuparam mais ditso.
No vapor entrado oeste porto, procedente
dos do tul, no dia 16, veio o Exm. Sr. D. Luu,
Beolsrou o nobre deputado a quem responde, bispo desta diocese, que em virtude das ordena
leuSr. Antonio Marcelino Nuoes Geacalres "4o governu desta provincia teco da ftcar oo la*
que
baria dito ao Sr. Beroardo fos da ritmara*, que
o leigo deAgoa Preta devia orfulta na villa
de Agoa Preta....
O Sr. P. Affooso: Niedisseisto ; disse, po-
rtar, que him dito ee Sr. Bernardo Joi da
Cinara, que tinham oucido ao Sr. Marcelino Na-
sas tloocalves.
O Sr. Buarque de Mscedo :O nobre deputado
lio 'disse que baria ouvido isto de S, Exc. pessoa
que eslava ees immediata relelo com elle P
O Sr. P. Affonso :Q que dina oi que slgoem
disse ao Sr. Bernardo Jos da Cunara que asta
era a opinio de S Exe
O Sr. Buarque de Macedo : Se esse alguem
que se inculca ter oavido de S. Exc. que a reu-
rjiodo cotlegio de Agoa Preta deria ser nesta
illa, sou eu, ee a mtm que se querem referir,
declaro que La engaa e que sou extraobo a se-
vnelhaote negocio, e que mesmo nunca meeotre-
ti sobre elle com o nreu sadaja o Sr. Beroardo
fos da Cmara e ajuntarei^" "N|ue lendo oc-
aao de tratar sobre eam Jkcio com o Sr.
Marcelino Nuoes '"-;-1- nn.jsfrtiiifrr'nii a .u
opinio em sentido diametratateule opposlo ao
que ae Ihe ettriboe. -
Dando estas explicagdes Dio tenho em vista
combater os argumentos do nobre deputado que
ee oppoe as concluses doparecerda co imitss,
e nem tambem eppdr-me a essas concluses, ape-
rn qiz dar essas explicarles e mostrar que a
apiwao do Sr. Antonio Marcelino Nones Goucsl-
vea foi contraria a que se dizemitlida por elle, e
para corroborar esta minhe declarando cbamo o
testemnoho do nobre deputado pelo primeiro
elrcwro....
6 Sr. P. Affooso : O Sr. Antonio Marcelino
Nune Goncalve e hacia tanto manifestado no
sentido que declarei, que para o prorar sppello
para o leatemunho do Sr. rigario Pigueiredo.
O Sr. Cunba Pigueiredo :Pejo a palacra.
O Sr.r Buarque de Macedo: Para mlm esta
questao nao influe nada para adecisao que a caaa
ai tomar, porquaoto ainda mesmo lendo exis-
tido nao sendo offlcial em nada poda influir.
O Sr. Netto : (Nao derolreu seu discurso.)
O Sr. Druroood : (Nao devolreu seu discurso.)
llavendo dado a hora, o Sr. presidente desig-
na a ordem do dia, e levanta a sessao.
SESSO EU 5 DE ABHIL DE 1862.
Presidencia do Sr. Visconde d* Camaragibe. *
As 11 boras e meia damaobaa felta a chama-
da, verificase haver numero legal de Srr. depu-
laJos para a assembla poder fuucciooar.
O Sr. Presidente sbre a sesso.
O Sr. 1 Secretario 16 a acti da anterior sessao
que approvada.
O Sr. 1" Secretario menciona o segulnle
EXPEDIENTE.
Um officio do secretario do govoroo remetien-
do um exemplsrda falla com que S. M. o Impe-
rador eocerrou a aessao da 11a legislatura da as-
sembla geraUA' archivar-se.
Oulro do mesmo remetiendo o acto ds presi-
dencia pelo qosl foi concedida, nosierlnos do art.
75 do regulamento de 28 de Janeiro de 1861, ao
Dr. Joo Jos Pinto s aposentadora no lugar de
medico do coflegio dos orphaos de Olioda. A'
. commissao de legislagao.
Oulro do mesmo remetiendo o autographos
dos actos de ns. 510 a 519 promulgado pela ts-
aembla em sus ultima se*so. A archivar.
Oulro do mesmo remetiendo cinco aulograpnos
de aclos desta assembla, que deixaram de ser
mencionados pela presidencia.A' commissao de
constituico epoderes.
Ootro do mesmo remeltendo copia do relatorio
ala cmara municipal do Recie, com o balance de
ua receita e despeza. A' commissao destr-
menlo municipal.
Ouiro do mesmo participan Jo fcar a presiden-
cia ioteirada de que foi pela assembla appseva-
da a eteQBO secundaria dos eleilores de Buique,
presidida pelo juiz de paz Jos Marques de Al-
bequerque Cacalcaoti, e regaitada a volacao da
duoliCJta.In letrada.
Um requeri'iipiiln da mesa rege Jora da irman-
dade das simas da fraguezia da Boa-Tisis, pedin-
do a approva;So de seu compromisso. A' com-
missao de negocios eeclesiaslioos.
Clido, apotsdo e entra emdiscussio eappro-
va-ae seas debate o seguate requerimeoio :
Reqoeiro que pelos canses competente* ae
peca i presidencia da provincia as seguinles co-
pias :
t* do offlcio do Dr. juiz municipal e orphaos do
termo de Nazareth Joaquina Jos de Oliveira Xu-
drade, participando a suapensio que decretara
contra o 1 tabellio e esenvo de orphaos Igna-
cio Vieira de Mello, e a resposta que a este res-
pailo dera a presidencia.
2a do officio em que o mesmo juiz parlicipou
presidencia a prisao que fizera aquetle escrivo
e as oceurrencias que se deram por effeilo delta.
3* do ofRcio do commaodaole superior dsquelle
municipio e mts documentos a elle annezos, in-
formando a presidencia das oceurrencias que se
seguir a esaa pristo por occasiao do conflicto que
se eslabelecera entre aquetle juiz e o ofllcial, que
fra requisHado para guardar o escrivo preso, e
brasnshn a decisao que dra a mesma presiden-
cia. Veiga Pessoa.
(Contiuuar-ie-Ao )
REVISTA DIARIA.
lugar de ama. Nao eolrare na preciado aaU A'ordasa do dos Afogados, Antonio Joiquiro
segunda forma exprime o mesmo pensanMofe da Manajal d'Andrade, preto. de 10 annos, pedrei-
primelrs ; limiteo-me spenas aos termos 4- ara- co. psrr feticaenios leves ; e Francisco, preto, de
posicio, o acbo prefotivel e aais .unpies ancas Ssm, por embrisguez.
composto, mas oracao do que1 vas, urna vea V ** do da Capuoga, Manoel Joaquim
que exprima a mesma idea. Pac* Umtnlo. de 28 .nnoa feitor, para sv.ri-
Anda oulra circumsUncis vsm corronr ajmtcoa.
m ioha opioiio. Atteodendo o mecanismo dtfa O chafa da seganda seccao JG itUei
* Meameinie a m ha. vajeo, futa, \ g-,
egammo Passageirosdova
o-aSi -^ftlhidos para Macei e,k
1 MPIt q'aaMlaaaBira aaamo j Joao da Costa Limaj
vate danver am.ress '
Mf.
as-
Occupoa-se na sessao de sove-hontem a _
embla provincial com contiaitaqa* da. dktcua-
ee adiada sonre o parecer da conumeaao, reiati-
vo a eleico do 3* disUiclo ; e depois de oracem
varios Sra. deputado, foi votada a eaaeoda do
Sr. bario deMuribeca, que prejudicou a conclu-
aio do referido parecer.
Em coossquencia do que, recoohecido ulti-
mo deputado por aquella diatrcte o Sr. Dr. Gas-
par Drumend, que iatrodcuide se recinto,
acora patinado dos Sra. Barras Bar reto e Witru-
vio. prestando em aeguida o competente jara-
mente.
Posteriormente a este acto foi posta em dis-
cussSo o parecer da commissao de psteros ne-
gocios de eamaras municipaea, relativo a um
artigo adiciooal ai postura da camena dtata
cidde, o qual nao foi rotado sor falta de numero
legal.
Para ordem do dia de aoje, alm da cooti-
nuacao das materias anteriores. oi dado o pa-
recer sobre reamlo de praleesores, bem como
aquelle relativo a trsnsferescia di asde para a
Petrolina da matriz.
Por accordao de do aerate, mandou a
venerando tribunal da relacao relaxar o a?m.
fre Herculaoo da priko, m que ae achara, pe
loe tactos que noticiamos ao publico.
Aquelle co de nolavel uatx;a basea-ae sa
neidades do procesao. consUntea de veotre dos
proprio autos ; e aasim iciampteu neie m
es causa de ju.lica, arsas a iasparcialidide
que caraclensa ao referido tribunal, qMea ren-
demos um voto de b.of oagem par mais esta
acto dereconJiecimento da direito.
Oo Maranbio esc revannos em -data de 2t
do pauaflo o seguinta :
Depois da nainba ultime miasiva aajuoiaooa-
sa se passou aeU capital, de curioso a miares -
ante.que me apresso a commuaioar-ros. O asese
carnaval foi brilhante esta anno. Na domingo e
terca feira de entrudo innuosoros snaecacae ves-
tidos com elegancia, jasto chis le paraorraram
as rasa desta capital, s priocipakaesMe ato osU-
dis en que o mere foi ctraortmsru, i
P*o de nao baTr ata 6
earelo da Pona da Arei, saltando hootem oes
ts capital. S. Ec. Rvm. leva um lecebimenio
pomposo, brilhaete e solemne. Logo no topo da
rampa da baluarte, eobava-se ama apella sica-
mente decorada, e desde esse ponto as a catbe-
dral, viam-ae inmensos arco de manta, todos
eoibandeiradoe.
< Dous aulhoes (ormavaaa aguarda de hon-
ra, que eslava postada no largo da pasele, a
cuja exlremidade est a uossa carne oral.
As 7 boras ds manbse penco arate ou me-
nos S. Exc. o Sr. conseiheiro Campos Mallo, o
conego goveraador do bispado, e Dr. hele de
policio, desembsrgadores e julzesde diraiao, ero-
barcaram na galeota du governa em demanda do
lazareto da Pona de &rei, besa como em vario*
eaealeree algumaa pessoss grados desta capital,
para irra bascar a S. Exc. Rvm. A's 8 horas
pouco mais ou meos as fortalezas e vasos de
guerra surtos nesie porto aoauociaram a chegada
do nosso bispo, que saltou na rampa,e dahi se di-
rigi i capala, de que j4 fallei.ondo O eaperavam
varias irmeodades, corpo capitular, e consular
S. En Rvm. depois de ter feilo urna ora^ae, re-
vivido de bculo e mitra, fot recebido no pal lio,
em cajtavarac pegsram S. Exc. o Sr. presiden-
te, Dr. chefe, de polica, e vereadores, e dahi ae-
guio para a igreja catbedral, entre alas de sol-
dados, irmanaadee e povo.
Na cathadral foi entrado, com grande or-
chestra o Ecee Sacerdos, fiado o qual cantea se
um solemne Te eum, depois do que S tac.
Rvm. deu beijar ao povo a annel pastoral.
A caoa alagada pelo geverno para servir de
ps;o episcopal est sita no largo do de novo se poetaran) os batathoes que antes es-
tacara no de Palacio, e donde marcharan! doran-
te o Te-eum. S. Exc. Rvm. s pela dez horas
pode chagarao seu palacio, isto semoce, desde
a rampa, debata de um chuveiro de ores. Des-
de que se ouvrrem ss salvas, innmeras girndo-
las feodiam os rea de momento a momento.
Nessa noite varias casas se illumiaaraau A ban-
da de msica de fuzl- iros foi tocar oo largo do
policio episcopal, disseram-nos que por ordem
do Etm, presidente. A concurrencia do povo 00
dia do desembarque foi immeasa, abrilbanlaudo
mais a preaenca do exo twrei.
Nao ha memoria de ter sido bispo algam re-
cebido com a pompa, apparato, o brilhantismo,
com que o foi o Exm. Rvm. Sr. D. Lu?.; todo
divide ao Exm. Sr. conseiheiro Campos e Mello,
e ssnio principalmente o Rm. vigario gerel e
govornadorde bispado, o conego Luii Ra y mundo
da Cusa Leite. que foi inoansavel, dispeudendo
at do seu bolso, para todo eme brilhaottsmo. E
mais durante as cinco dias que S. xe. Rvm. es-
tove oo tzaselo da Poata da Ara.o mesmo Rvm.
goveraador do biaoado. lautamente bnnqueteou,
a aua custa, ae vim. bispo. O eonego gevorna-
dor do bispado a todos oa reapeitee um homem
e um sacerdote digoode tolos oa elogios e cou-
sideragio. pelo seu carcter aciMlo. e honeste,
(rauco, leal, e preslimose ; ese S. Eac. Rm. o
ouvir sempre aos negocios a Qiecese, podemos
liianc.nr que marchar sempre bem : nao dize-
mos isto porque S. Etc. nao teuhi sobejee faabi-
litscoes para i>em por ai g.cerner, oaa por que
est ern uu.a proviucia cujo clero nao oonbece.
nam as aecessidadoa de sua igrvja.
S. Exc. Rvm. pareceu-nos um prelada respei-
tsvel, serio, e afavel no sen modo de tratar: pa-
receu-nos um pastor zeluso pela bem de euas
ovelhas, d/essas mansas ovelbas confiadas sos
seus cuidados e extremos ; pareoea-noe que e
eile peder mitigar as saudades pungentes, que
lhes deixea o Exm. Rvm. Sr. areebupo .
a Sera davida, havois ouvido faalar n'um ca-
pilaoJacaxaod, que depois de ter feilo muilas
brilbsnturss por ni, fe-las na armazam pyrothe-
nico, pelo que foi processado peraote o conselho
de iflteatigacao, e que foi mandado metter em
cooselho degaerra, pelo respective ministerio.
Mas O tal Primo de Aguiar, que aqai tus gover-
nau, por motivos de nterosses eleiloraes, e poli-
ticos, eoteodeu que devera por una pedra em
cima de luJo. O oerto que de urna noite para
o dia deaaparecee eaae irocesso da gaveta de se-
cretorio e V. Ovidio da Gama Lobo, e e Sr.
Primo, inaabaiavel e (rio ae moslreu a ciencia
desee roubo. Ora Jacaranda entrando, punha e
dispunha em palacio como em sua casa : lo ha-
cia lugar prohibido, nao baria ora vedada .. e ..
desappareoeu o processo.... quera foi ? pergunta
aopposico.
O Sr Primo, e seua comparsas raaponde__
fosle tu para me deaconceituar pira com o go-
verno imperial. Mas como ? O Dr. Ovidio nao
pertencU a opposicp, ma at pelo contrario ;
elle nao linha inleresse nessa deeepparice. jira
nos sabemos que houveram entre Jacaranda e
Primo urnas correspondencias importantes,
alias conoias, d'onde bem se deprehende que foi
Jscarandk, uuko inlereasado, o autor do desappa-
recimeoto desse processo, e que o Sr. Primo ti-
rina parte oa alhada. Agora o Correio da Tar-
ae do Rio, vomita toda sua virulenta dyatribe
contra o Sr. Dr. Ovidio. De perto cophecemoa
este mogo, nao temos msiores relacoee senio as
de simples cortesa, mas o seu carcter hones-
to, probo e honrando o pde a resguardo 'euen
infames calumnias do Correio da Tarde.
. 5 O. Dr. Ovidio se qutzesso podia pan ten tes r a
infamia de seus defarasdores, porem nao quer
pslentear o que Ihe foi dilo, e mostrado em con-
Jiaaca.
Remettem-nos o segaintei
Srt. redmctmrtt da Revista Diaria.Vou dar
rainha opioiio acerca ds qaestso por Vmcs. sos-
cuada ao Diario de 28 do psnado sobre a frase
o que tempo escraoes'tasjsesailPM r rescrip-
ta aasim, ou peta sogartate formaha que lempo
etvrevet (a sata Uvro f v
Se bem que reeonhega micha insufflciencia
para entrar n urna qoestao que nao lo simples
quanto parece, o desejo oem lado de sstisfazer
I sus exgesela me obrlga a dizer alguma coas*.
anda que pouco.
c E'minha humilde opinrao que temada a
Iraaenaa lermaaaaa que easaiessbida, sdele
escrever coov prepoaicao.a nao com o verbo.
Vejamos se Justileave meo pareen.
a E manifest que urna re a gao qualquer s
pode ser substituida por outri da mesma especie
* P.!Sror ** b*t*r*fM. ee 6 poceaer ad-
miltida com mudenca nos termos consti-
tutivos da frase. Ora, a proposigso--.a pri-
meira hypoihese tradas-se parfeitameote por-.
desdesen sei preciso fazer a menor aHeretao,
o que nao acontece con o verboha, o qual
s poder madar-se por outro, doslecaodo-ee a
termos da pre-posicio. Asain esta fraseh qm*
lempo escrevu tu' este livro,$6 pode ser regida
anlepondo-se ao verbo ba o interrogativo
quecon o substantivotempo, aeereaoaotsn-
do-se o sapinodecorridoe a conjuganque
deste modo : que tempo ha. decorrido que tu -
crspeJ este Uvro ?
Por taoto eoteado que a exp/essao a que
Umpo, una locuelo adverbial, a qual equi-
vale adesde que tempo ou desde quandn mo-
dificando a sigoiflcagao do verbo, e indicando o
prlocipio ds aegao da escrecer, o que pertmta-
roente se coaduna com o rigor grammetical ae
construegio directa da oragao, que Ocsu as-
sjmu escrevu ate iioro a que 4mpo. eu
astd quando ? Fazonda a cacao teapoosiva.
ella ser pouco naia ou mena oeoeehida n'eates
termos : cscreva uU livro a qu+tre ias, isto ,
desda tal da,
AdmitUda entretanto a opioie* ooniraria i
nuter. como i diaee, matar, fetegaanante
forma da ejpreseio, e adsnittir dusa oNgoee cea
sas PsJjsigao e n
aissaasVlei, rasi
bilis toro a pre-
piisicn, qnsBiq a niag fura de davtda, gao ee
dvjre orsrda prcsaaclgao, e nao do veTno.
E. assinayesBiaes essaca-sw eaeatie. a qual
daeeiarei sw etaacidada por poaooa Taoerdiaaid-
mente habilitada,qoo me tice as cataiaotaa me impedem da stllugairoalsg O^eirsm, seobores rod-vetores, deKulpar os
arto do sea mullo srleicoado
rj.*a
Pelo Sr. Ds. ktnoel NieMio Riiuoirs Ra-
le de Seazesoi preao o ecimtaoao Joao Fraan-
dea da Sirva qe ferira gravemot* menor Pau-
lo ao poco a do de Santo Amero.
Na Caaceicao dos Milagrea, ter me Ae 01 in-
da, foi gravemente ferido com ana faoada, por
aua propria mulher, um individuo de neme Aa-
tnnio francisco Guede*. Deu lugar so crime o
simples fado de rasgar Guedes o estioo do ua
mulher, por estar desaiacado, o que por asara vo-
sea praticre para o orrigir dease deleiao.
A criminosa ocha se preaa para ser proces-
sada.
Madama Middendorp, contina com ee-ea-
tsbelecimento de modas,oa ra do trespu a. 15,
2* andar, onde pode eer procurada toda a hora
do dia, para ludo quanto dis reapoilo es traba-
Ihoa de que se oceupa, garaotiodo aceie, promp-
lido e bom gosto. Essa aootaoeav ioda de Pa-
lia, deixoa all biaa relagoee q Ihe foraeoem
m tos lineo te lu Jo quanto de oasdades appare-
ce, offerecendo mate vantagens que qualquer ou-'
trs. Recommeodamo-ia, poie, aquellas de oos-
sss lelloras que desejarem obtereqoe demelhor
ha em modas.
alie o nonagsimo quinto
Bolelint o/ficiaes.
* Em um officio de h o o. te na. dirigido de enge-
nbo Ulioga, ea comarca do Cabo, presidencia
da provincia, communicou o Dr. ManoelThomaz
de Bilteocourl Corte Real, que infelizmente se tl-
nha manifestado o prineiroesso de cholara-mor-
bus ou ongeoho Martapagipe dessa comarca na
pessoa do Antonio Sabino, pardo, de 30 a 35 an-
nos deidade, e casado, que baria auceumbido no
da antecadente, accrescanvando que o fallecido
tinha ido no dio 9 do mez fiado Santo Aoiao,
d'oode regressra aentiado dores pelo 'entre e
leudo diarrha, ao que nao bdviadada importan-
cia, com m nico u masa que ihe consta va qoe no
mesmo dia liaba tullecido no engenho Sacarnb
una preta forra, octogenaria, acoemnetlida pala
epidemia reinante, coocluindo por dizer qoe con-
tinuavam aa diarrha a accommelterem grande
numero de individuo, principalmente escravos ;
mss que estas ceda m ao trs lamento e dietas.
Em um of&cio de hoje, que nos foi dirigido
desta oidade, nos diaae o De Corte Real que o
pardo Antonio Sabino, do que liaba tratado no
officio dirigido no dia aoleoedeate S. Exc., ha-
via aprsenla Jo sigaaea oadavaticoa, que nao dei-
xavan duvidade ser a cholera-auorbus a moles-
tia, a que auccombira ; maa que o entre eslava
volumoo e tympanico, coolrario do que aa ob-
serva nos csdavieres dos cholencos, circunstancia
que por ser extrauha deixou de meucionar na-
quelle of&cio e nos commuoicava.
Teodo commuoicado aoSr. Dr. chefe de po-
lia o delegado do termo de Ouricury, em 8 de
nez limo, que all se nana desenvolvido urna
febre com eymplamae perorciosoe, e sendo esta
noticia trteomiMida presidencia da provincia,
S. Exc. quiz ouvir dosss opiniao, e que lao apre-
seotaaaamos una relacao dos medicamentos qe
deviam er remettidos para o lugar indicado ; a,
posto que no officio, qeeaos foi aprase atado, nao
viesseta descriptos os symptomaa deesa febre, to-
dava, pareceodo-noa que era orna ioteimittente
com symptoraas peuiiciosos a de que se tralava,
isto mesmo dissemos. a S. Exc, e anresenUmos
relagao dos medicamentos recomnienJadus em
casos semeihsnles ; nss nao senio alo bastante,
visto que nao podia seguir facultativo para poni
lo diatante desta capital, offerecomos a S. Exc.
as prescripjoes medicas que, deviam servir de
guia no Iratamenlo dessa febre. e que, depois de
impressae, terao oe aeguir com oa med JjientJs
para o lugar saprameocionado
A's 6 horss da tarde do 5 de
Dr. AjjuUio Fortceca.
No sabbado, finalmente, esfurgos do mui
digno subdelegado do Recite, foi preso o esbra
Gsspsr, ssssssino do sachrisio da Ordem lerceira
do Carmo, em ums lasca da ra do Torres, onde
se chava jautando, bem iranquill*o.eme.
Ainda mais urna vez o Sr. Antonio Gomes de
Miranda Leal preatou um valioso e importante
servigo, preodendo essa fra que em occaaiso lo
solemne, como a da aahida de urna procisso, aa -
sassioou um homem inerte e inoffeosivo.
A' par do zeto policial, esse Sr, nao se poups
sfadiga e ifl despezas para o soccorrimeiito, em
qaalquer poca, daquelles moradoies de sua fre-
guezia que, baldos de meios, recorren sua pbi-
lanlropia.
D Tii os-Ihe. pois, os nossos de v idos em boras pe-
lo bom resultado que ebteve.
A estrada de ferro rendv-a, domle o mez
passsdo, 26:7l47S,Bor: H.112S750 de pss-
ssgeiros; 0a90 de bagsgeac ( 2l500 de ani-
maea: e 14 87IS033 de mercadoriea.
Quazi qoe oo ha dia em que a nossa illu-
minscae gaz ao seja eacaasa e mosquinas, ora
n'umas, era a'outraa ras. Avadaos madrugada
de domingo foi ella apagada na ruaa estrella e
larga do Mario, Cabuqa Qoeimado, e prega da
Iodepeo^ncaa, antes das cinco horas, sem que
houresaectaredade sufncientedo dia que-despon-
lava, para que queHe que sahism da missa po-
dessea altar i su?, casas.
Na verdaade revolla-ovna tal forma de ol-
vidarem-ae aa neceseid.des paHicas, pois que
porprogao-qa a iHumiaago apagada horas
precraae, venes aer accendiea 5 horas da tar-
de, hora en -que entre as ha bastante luz do
dia.
A' quera de devor, terebramos faga inspeo-
cioaar aemelhante forna de execogio de traba-
Ibo, afim de que oo soflVa o publico.
Os largos do Livremoote, Penha Ribeira
de Santo Antonio chan-se redazidos verda-
deira posila de cabra, que embaracam o tran-
site) publico, como se por atl nao pasten autori-
dades, -oo oo as neja.
Ruarticao da polica. Extracto da parte
de 4 5 de abril.
Poram recolhidos caaa 4o detencao no dia 3
do correnle : / ^
A' ordem do lrln. Sr. Or. chelo de polica,
o pardo Paolioo, de 48 anees de idede, que vive
de agricultura, escrav* doa herdeiros de D. ri-
les Sebasliaes, pera averifaogoes sobre crime de
tentativa de morte, o Barabotoaieo, cnoalo, de
Ib aoooa, dado Umaocn agriculiura. rindo do
lermo de Iogazoira. por acatar fgido da cosa de
sus seohores, Jos Frsncisco de tal e D. lali-
na da tal.
A' orden de subdelegado de Saeto Antonio,
Olinpio Augusto de VaaconeeUos, pardo, de 17
anuoe de iuade, caixeira, por disturbios: a a
africano -Jos, o> a aonos, dado agricultura,
eacravo do oapitae Jereoyma, por ood.r fagido.
A orden do Wm. Sr, Dr. oaefo la polica,
Manoel Francisco de Silva, preto. de enoos,
alfaiie, por suspeito de cor eacravo : Aotenio
Joaqun Soarea Lisboa, braoco, de 19 aonos, sl-
faiaie, par se ach.r santeaoiado 9 nnoa de
prisao con irebalaw; Jhlanoel, africano livro, de
a annos, carvoeiro por infraeoao de poetaras
Aotooioda Silva firsgs, branco, de Vt annos. fer-
reiro, por desordeiro. *
A' orden do subdelegado vio Rocife. Guisippe
Lagonsnne. do 90 annos ; Oracio Barrita, de
36 aonos; Vicenle Escrp. todos narajoe Ttetta-
nos, raquisigio do respectivo cnsul ? a Fran-
cisco Feli da Srtro, parOo, 4e 20 naos, peses-
dor per maullos.
A' orden 4o uhdeiegad. ao Santa Antonio.
Luu, preto. de 27, aonos, cossohotro. ocravo de
Loiz Jos da oata Amorin; e UU Arv*, Lima,
preto, da 411 *aaoa,anao Mraaturteoe ; a>a<
lino Augoata Barhalho c*4., acuca, de 32 ac
nos, alfasate, per "
iros, Dr. Joaquim Fi
nti, Joao Martin de
rtiot Novses, Frtkcl
co do Reg Pontea, Pan pasiano
Aogusloda Costa, Manoel Joaqun da Silva Leao.
Chsisisvaa Peteita Campea, Joao Joaqun. AIvbjl.
cadete Jos "Eugenio Tscier da Foncecs, 1 ans-
pegada a Aolooio JosMoreira. .
Paassgeiros do biate Santa Jlifa, sabido
para a libada Fernandos
Jos Antonio da Silva Araujo, Francisco de Pon-
a Tiburcio Ferretra, Mauoel Vicente Gomes, Flo-
rencio Gomes Tidal, Januario Jos da Rocha,
Tbereza Maria do Sacramento, 7 pragss do S. bi-
ta Ihao de iotantaria e 11 sentencia doa.
Passsgeiros do hiale brasileiro Gigante, en-
trados do Rio Glande de Nerte :
Anua Roza da Annunciagao, Marcelino de Oli-
veira, Manoel Jeaus de Oliveira, Francisca Maria
Generosa da Soledade.
"'" MATBUrtt> rilBLICQ.
Mstsrsn-se para oconsummo desta eidade oo
dia 5 de abril. 103 retes.
Movimeuto da enfermara da casa de de-
tengao do dia 5 de abril He 1862.
aceran acta da enfenoarra :
Hanoel Ferreira de Azeeoejo.
Joo Feh t da -Coala.
MORTALlUABE DO DA 5 DE ABRIL l
Antonio, Paraambaco, 8 dias, Saato Antonio ;
espaamo.
Ruo, Peroambuco, 1 anno, Sao Jos; bron-
ehite capillar.
Joo do Couto, Portugal, 20 aonos, solterro, Boa-
Vista ; cholera-morbos.
Chtisiovao Gongalces Guerra, Peroambaca, 12
annos, solteiro, Boa-Vista ; febre-amarelia.
Francisco Jas4a Conceicio, Pernombueo.
Manoel Joaquim Sezerra, Pornanbace, 55 an-
uos, solteiro. Boa-Vista ; diarrha.
Iheoiora, Peruambuco, 26 annos solleira, Boa-
Vista ; diarrha.
MsrcolinQ, Peruambuco, S aonos. Boa-Vista ;
diarrha.
Gandida, Peraambuco, 10 mtzes, Sanio Antonio,
congeslo cerebral.
Domingos da Silva, Portugal, 16 anos, solteiro,
Boa-Vista ; febre-ama relia.
Constancia, Pernambuco, 30DDOS, solleira, Boa-
Vista ; gangrena.
Bento Jos dus Santos Castro, Alagoss, 11 annos,
solteiro, Boa-Vista; febre lyphoide.
Speridio, Peruambuco, 35 aaa'JS, solteiro, ee-
cravo. Boa vala ; bexigas.
Joaquina, frica, 40 anno, solteir, escrava. Seo
Jos ; ulcera-graogrrnoia.
Joo, Pernambuco, 14 mezes, Boa-Viaaa ; con-
vulsoea.
Jernimo Manoel de Jesu, Portugal, 34 annos,
cassdo, Santo Antonio ; ferimento penetrante.
erecamos a S. L;
, deviam servir.
e, e que, denoia
n oa medi S'ieni
9
e abril f\V&.
Diversos.
Saldo de variaa
coalas ....
Caixm.
Pelos seguintes
valorea:
En rxoeda de
ouro de 22
i iisJTII fllUe
i Quairtm Srs.redaclores,dsr en sea Diario.um
mriuV KJ i* ?*e, *Presso. .
itUBMWS. te 4.i %va,., a^icioifjeiter.dor e servo.
.'1 -.41 nt\ *M Mf*i*F9a>Silve\ra Velloto.
*S*i uwm3*m
aeuro catara-
lores detf9
superiacaa .
Em mosas* da
troco. ..... .
Emnotssdsaajo-
pria caixa .
I
3Oi>50SJOO
*S
kKCIO
BANCO
4.643:6909000 6,914:978S89
13,970:989767
Pasaivo.
Banco 0*0 Brasil tonta dt capital.
Valor fornecido
pela caixa ms-
triz......
Emisso.
Valoren circu-
lago.....
Letras ajusfar.
f*or diahesToTo-
me do a pro -
mi......
Por saques. .
Coalas corrsntts.
SaldoJrest con-
.......
Dtvertos.
Saldo de varias
cootas ....
Ganhos s perdas.
Lacro sujeito a
liquidago. .
51:7431.487
11&235#039
2,000:000000
3,699:5104000
166:9789516
1,906:999,437
6,095:SM192
101 6574622
13,970:989g7C-
A' ordem do de Joa, Jos D. Joaquim de
Seai'-ABea 9r*U9, arde, oa 99 snooe, por lu-
te ; a Taotosa liana do Sacranento, prU.
de 26 mee, lavaPelra, per brig.
CHR0HICA_JtHIIC1W1*.
TftboMl t Iteiaco.
SESSAO EM 6 DE ABRJLUE 186*.
presidencu do exm. aa. deskswarcador brmino
ve. lio.
A's 10 horas da manha, presentes oa seohores
desenbsrgadores Silceirs, Gitirana, Lourengo
Santiago, Multa, Ferelli, UchOa Csvatcaoti e
Guerra, procurador da corfiv, hitando o Sr. dos-
embsrgador Caetano Santiago, abrio-se a ses-
so.
Passados os feitos, e entregues oa distribuidos
deran-se os seguintes
julga Miraos.
Recurso crime.
Recorrente, hacharel Antonio Firmino Figaei-
ra de Saboia ; recorrido, o juizo.
Relator o Sr. deaembargador Peretti.
Sorteados os Srs. desembsrgadores chdi Ca-
valcentl, Gitirana e Silveira.
Dee-se provimento so recorto.
Xggravo de petico.
AggrsTsnle, Antonio Jos de Castro ; aggra-
vado, o juo.
Relator o Sr. desembsrgsdor Peretti.
Socteadoa na Srs. desenbsrgadores Molla,
e Silveira.
Negoa-se provinento.
Habeos corpus.
Concedea-se a solturs pedida por babeas-cor-
pas por Fre Herculsno do Coragao de Jesas Bri-
lo, sendo responssbtrisado os juizes municipal e
de direito da eidade da Victoria.
Negou-se a soltura pedida por Jos Francisco
Rsynundo en habeas-corpus.
DltlfiBRCIAS CHISTES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
jasliga as seguintes
Appellagots crimu.
Appellsnte, o promotor; appella Jo, Joo Aires
Ferreira,
Appellsnte, Lourenco Jos Garneiro; appellado
o jurzo.
Appellante, o jeizo ; appellados, Antonio Ber-
nardo da Silva e outro.
AopeHante, o promotor ; appellado?, Brasilino
Jos Francisco e outro.
Appellsntes, Jos Thom de Sonza e outro
appellsdo. o juizo.
Appetlsnfe, o juizo ; appellado, Manoel dos
Anjeado Nsscimento.
Appellante. o juizo ; appellado, Antonio Fran-
cisco dos Santos.
Appellante. o juizo ; appelUdo, Belarmioo
Porfirio de Farja.
DITAS C1VE1S.
Appellante, Jacob Pereira de Oliveira ; appel-
lado. Jos da Costa Seabra.
Con vista ao Dr. curador geral
Appellsnte, Manoel Theinoteo de Moraes; ap-
pellado, Luiz Antonio dos Santos.
Com vista ao Sr. desembargador procurador
deor
Apaellanle, a fazenda ; appellado, os religiosos
do Carmo.
Ao Sr. 4sjswaa4srgador procurador 4a eora.
DBB1OACA0 taiA.
Assigoon-se dia para julgamento das se-
guinles
Apptllaoes crimei.
Appellante, o juico ; appellado, Josepha Ro-
drigues de Oliveira.
Appellanie, o promotor : appellado, Joaquim
Vicente da Silva.
Appellacoescivexs. *
Appellaate, Jos Doorte Raogel ; appellado,
Manoel do Amparo Caj.
Appellanie, Vicente Ferreira de Salles; ap-
pellado, Maeoel Ignacio de Araajo Sampaio.
DISTRIBVigES.
Aggravo de petico.
Ao Sr. desembargador Silveira :
Aggraunte, Isaael Maria do Espirito Santo ;
aggravado. o jateo.
Ae Sr. desembargador Ciraoa :
Aggravaoce, Francisco Antn Martios; as;-
gravado, o juizo.
A' una- emeia horas da tarde encerrou-s
sesso.
Caixa Filial dt Banco do Brasil
BA LNCETE EM 31 DE MARCO DE 186.
Activo.
Accionistas do Banco do Brasil.
Entradas oio
reslissdss de
10,000 acedes
localisadaaoa ,
provincia. .
Lslrat descontadas.
Con duas assig-
natoras resi-
dentes no lu-
gar do des-
cont.....
Gom urna s di-
ta dito ... .
440:000900
2.867.576|121
61:1389192
2,828:7129313
Letras caucionadas.
Por euro, prala
e ttulos con-
nercises. .
Por outros li-
tlos. ....
50J8Zfs344
6:5009000
O guarda livros,
Ignacio Nune Correa.
Gommunicado.
DE
I-EBVt Milito
O ovx> beax paga o 8* dividendo de
:12 por accao.
Praca dBVe'Sde
abril de 1862.
Vs t\uatro Hotuh daiar4.
Cotacoes da juata de corretores.
Cambio.
Sobre Londres -90 div. 26 d. por I90OO.
J. 4a Cruz Ma cedopresidente.
John Gitissecrelario.

Rendlmento do da i a 4
ldam do dia S ..

102:1749802
16.878*375
Iao svrn.arfW
ar^r^aT^s^aaaaa/^r^
da alrandvara.
Velemos entrados com fnendas.. 367
a cora genero.. 974
Va|me ahtdos
. a
um fazenda..
con gneros..
lf
Le ra a rassitr.
Saldo desta can-
te.......
57:4879644
20:2O4fl46
Li neste jornal um artigo, que sendo lio bem
escripto, nao s pela eloquencia de suss expres-
ada, como pela digoidade douquem quer, que a
pablrcoe; lano nsior jCierjo reconheci, pelo
meritorio pessoal, 1 quem se dirigi I e logo me
fez sentir, que um dever ne aecusava de nao ter
sido eu, quem tonssse a prinasia em lio nobre
procedimento; por qaanlo, razoes forlissimas i
isto ne indasian!
Esse artigo, con effeito, tanto nsis distiocto, e
nobre tornara o seu autor, quanto ten de dis-
tingas e nobresa o illustre pessoal, quem se elle
dediesva I a verdade sempre a mesma; e digno
deloovor aquelle,que nao prostitue aquella,
digo, que por dever publica-a, sen ter en vistas
outra recompensa mais, do que a astisfsglo.
Fallo do artigo, que en 10 de nargo correte
disse un adeus ao Exn. Sr. desembargsdar Dr.
Jerooyno Martiniano Figueira de Mello, e a sua
consorte, por tfeixaren esta proviacia. con o
destino de residirem no Rio de Janeiro; esse
artigo, cortamente, nao disse mais, oem disse
menos do que verdaderamente cabe ao Exm.
dezembargador Figueira de Mello; rulo porque
quizesse (e nen seria possivel) enumerar os aclos
de nagnanimidade, que por saa illuslrago. por
suas virtudes ten pratiesdo esse homem de pres-
tios 1 esse magistrado integro 1 esse cidado
esclarecido I mss sin, porque o habito de prati-
car actos meritorios o tem collocado 00 alto da
estima I e por isso d'ahi recebe elle a expresso
do louvor, e do agradec ment, seno como me-
rece, ao menos como podem fazer aquelle, que
se revestem de saa anisado I dsqelles, que se
ornam de sua anabilidadel daquelles. emfim,
que, salvo do abysno por sua protecgo, se
ufanam de, pelo sea nome, reconhecerem seu
protector.
Mas, nao fallem etses, em quanto eu fallo por
t-Ios ouvido, e por tao repelidas vezes, sempre
bem dizer desse homem extraordinario; desse
homem, que, prodigslisando sempre protecgo
ao desvalido, esconda a mao bemfeitora, para
que se nao coofundisse s caridade com a osten-
tsco.
Eis porque a ausencia do Era. Sr. dezembar-
gador Figueira deixoa em Pernambuco desenvol-
vido profundamente o entnenlo da sauda-
de) Deas depare i esse homem benigno, ao
lado da sua virtuosa consorte a paz religiosa,
verrtadelra pai.
Os Fluminenses nao porao en duvida, a sua
alta eslima, nio Ihe negaro o bem merecido
acolhimeoto ; sendo que, ainda aqai flcou o dolo
de sua-Bdorago na pessoa de seu anavel Olho,
recebando a Instruccao precisa, para um dia
chegar a altura da estima, e considerarlo de eu
pai, com o apoio ds apurada educagio, que delle
receben cajos preceitps contini s observar;
seu filho, pois, estender a alta estima, e consi-
derago, qoe sea psi se tem. _
Tive alguns eneontros com o Exn. Sr. dezen-
birgador Figueira, e pude, felizmente, entre-
ter-ne, algunas vezes, con sus coovexsago;
entao sempre Ihe notei nuila franquesj, muita
grandeza d'alna, muito agasalho para com
aquelle, de quem se oceupava 1 j oo ale satis-
fara o encoulro casual, para co'.her o agasalho
desse hornera benemrito! jor vezes procu-
rei-lhe o encontr, at qoe subi as suas escadas,
e em sua casa recebi o agasalho do homem fa-
niliar! do pai de familia calichoso 1 do amigo
prestante -
l)'ah, entio, didiquei-aae, con muila parti-
cular estima* ao Exm. Sr. Figueira de Mello, nao
lendo outro frm\ senio a nobre inleresse de po-
der dizer: sou amigo do dezembargador Figueira
de Mello, elle neu amigo, eu o respeito, eile
ne estima 1 Expressoas estas, que podendo boje
proferir, ne enchen de orgalho.
Nao sei se poder S. Exc. attioglr, qual o seu
apolxonado que tanto se ufana de nome I
Deixe S. Exc. por moraeuto o homem de ele-
vada posigao ; procure-o d'entre aquelle, que
sen Tullo, s ssbe fallir o coragao, que ahi
encontrar o seu enthusiasts.
Cidade de Olioda, 28 de margo de 1862
* *
- *"JSBBBBBBBlSJBlJB BBBBMMBVsSBBBBaMMBBBBaBBMsB^^ SBSaVssaaBBBBBSjaSBBbSBBi
Correspondencias.
Srs. redactores.Ea ssria o maualcrato ho-
nen do mundo ae deixa-e sepultado 00 esque-
cinento os relevantes auxilios prestados pelo
dignissimo Sr. tenenle-coronel Joo Cavalcanti
Mauricio Waoderlejr apr doa infelices moradores
deste logar que alo alaciados do lerrivel flagello
que tantas vidas tem roupado.
Eu seris, torno a dizer, jo nala ingrato homem ;
porque vivando senpre Idoente, jl velho; e de
urna constituico a mais traca que se pode consi-
derar, e lendo s per arrimo de neus psdeci-
nentos a minha mulher (nica familia que
possuo) vi cahir esta sbitamente con a terro-
rosa nolestis do cholera] con synptomas taes
que esmorec.
No mesmo momento flk ver ao Sr. teoente co-
ronel o triste eslsdo en que ne chava, a cujo
reclsno elle nao correu,
savel discello passou o d
abrandar a febre, a cesa
Logo no outro dia n
remeato,e continuando 1
e nao s nioha mu
aggradeci montos.
Para mala de 60 pelsoas, en un pequeo
circuito, Ihe ao devedoias e antes oasam 60 mil
para todas juotss tecerem seus justos louvorea
a lio digno Pernambucaao que cao acula un
momento em soccorrer seus aeaelhaales em orna
crise s de lagrimas.
O brsoco, o pardo, o pulo, o grande e o pe-
queo todoa alo soccorridos con ua asistencia,
remedios e disvelos; sen reserva de hora, dia, ou
noite. Con suaa prepriis naos tem dado escal-
de ps.
Qeeira oscus que o nome do mui digno ofllcial
da orden da Rosa, teneote-coronel da guarda
nacional e Illm. Sr. Jlo Cavslcaati Mauricio
Wanaerley, retumbe em todos oauagaioe de Bra-
sil; porque aonde awureram corag-s agradeci-
dos ser! admirado e ame da lao illustre cca-
la eiro.
Conhe;o a pequins de uiaaaa idoaa para fallar
em publico, mais fleo coniolado. me serem es
oainhis palacras sahidas de intime da ora coragao
agradecido ; e s qaeeo dar oeeuoaeo dono.
Ton este honrada cidadao capado carga* *
smlizia en sua coaasvea e sea cornejo compa-
decido cen oaafflietoa. o carcaer 4 severa m
castigar os malvados: lonvores Iba
dados.
Deserr.m hoje 7 de abril.
Barca ieglezaRondermercadorisa.
Patacho italianaMariadem.
Patacho hollandezGreot Zeenykidem.
Barca americanaCordeliafarinha de trigo.
Patache italiano Marcelino vioho, farelo e
pseel.
Polaca hespanhola Maria Llebera carne de
charque.
Brigue inglesMary Wiackcarvo.
Brigue inglezNadegdaidem. *
Brigue portuguezRaperaoca cbelas e batata.
Escuna inglesaCoilatachos e carvo.
Isnparlai^a'a
Patacho iugtez Coila, viado de Liverpool, con-
signado s Southall Melln & C.; nsmeston o
seguiote :
131 fardos e 100 eaixis tecido da algodo, de
lia, nacas de algodo, liehss chapeo de sol de
algo leo e etc., 1 caixa globos paro caodieiros;
aos eoosignalartos.
23 fardos e 15 canas teeidos de algodo len-
cos de dito; a Adomson Heu'ie & C.
29 caixaa e 32 fardos tecido de algodo ; a H.
Gibaon.
4 fardos tecido de slgedo; s Johnslon Pater
& C.
1 fardo tecido de algodo; a Ferreira & a-
raojo.
1 fardo e Ucaixas tecido de algodo e de laia z
a A. C de A.
5 csixss cha, 12 ditas o 8 fardos tecido de al-
godo e de lia ; a Sedadera Ucothera & C.
80 tonelada carcao de pea ra, 17 caixas teeidos
de algodo; a Atkwrightft C.
12 caixaa caasas a leagoa de dita; C. J. As-
Oev & C.
2 canas aaias de crenolina ; a D. P. Wild
& C.
25 barra msnteiga, 2 csixss tosido de algedio r
Mills Lalhan i C.
3 fardos lecide de algodo; a Braga Son & C.
5 ditos e 18 csixss teeido de algodo, coberto-
res de dito, linha de dito etc., 2 fardos ca xas ri-
z as, 1 caixa uleocilios de escriptoro ; e Rostron
RaokerAC.
5B*aarris manleiga ; a Ferrerra k Loareiro.
10 toneladas de colee, 18 afdos, msdapollo e
tecido* de algodu; N. O. Bieber & C
26 fardoa e 4 caixaa teeidos de algodo, de la;.
da lineo, ele, 13 barricas techadoras, chalonas
e panellas de forre; s Patn Naah & C.
11 fardos teeidos de algodo; a James Crab-
tree 4 C.
97 pegase 4 csixss obras de ferro ; a Wsung
Broihers.
14 fardos a 20 eaixo tecido de algodo e so a -
dapoies, 1 caixa chapeo de palhs, 1 dita panno
para soalho ; a orden.
2 saceos e 1 caixa anoairas! a diversos.
Brigue inglez Mary Winch, viado do Liver-
pool, coosigaado a Johestoa Pater & C,; mani-
festou o seguiote :
250 toneladas de carvo de pedr* ; a ordem.
Escuna italiana Maria, viada deGouav, con-
signada a Bastos 4 Urnas; manifeston 9 se-
guinte :
145 esseos cloho, 756 csixas nassaa, 20 barr
aiaite doce. 700 saceos farelloe. 144 caixa figos
paseados, 21 canas lamaras, 40 ditas papel da
escrever, 60 ditas eoxofar, 75 balas papel pardo,
3o sataoMlpist, 10 ditos corsiohos, b ditos sen -
ne, 4 canas inceuco, 79 caixinhas man, 4 Islas
essenea de verga anota, ditos dita de eraco, 102
ditoa conserva de tomates, 14 harria castaahas,
50 caixas hdrinhos quadrlos de narraors,9vo-
lumes chapeos de palhs. 79 cadeiras e ditas de
bragos. 21 jarras-vaxia>a^5 barris cal hydraulic.
240 resless de alho, 3 esfaas carne ensacada. 50-
barris farinha de trigo, 11 caitas amare tro-
balhsdo, 4 ditas taboas de narmore, 1 oiu frec-
ta sesea, 1 caiaiaha coral trabalrudo, 7 fardos
barbaole, 1 barril vioho, 1 caixinha bordados de
Moho, 4 cascos rudo; a diversos.
Barca ia nceta Maris Nict4e, viada de Caed i ff,
consignada Scott Wirso & C.; oteoiteslou o
seguiuie:
326 tonelada de carvo de podra ; a ordem.
Exporta rao
Oo dia 4 de abril.
Galera iogieza Hermione, para Liverpool, car-
regsrsm:
Augusto Piole de Lomos dr C, 1,500 saccoa
com 8,810 arrobas da assucsr.
Brigue aeeco Anno, para Stockholn, carrega-
ram :
*-'!L0:.?',hr c> ctatn salgados com
SSjaWf libras.
Barca portugaeza Stencio, para o Parlo, car-
regaram :
Urbano Jos 4e Souza, 116 saceos con 580 ar-
robas de assucar.
Barca nacional Carioca, para os portes de Rio
da Prata, carregaram :
Johnsioo Pater 4 C, 116 barrica com 757 ar-
robas e 17 libras de socar.
Barca nacional Recife, para e Rio da Prta. ear-
regaran :
Feliciano Jos Gone, 850 barricas com 2,32
arrobas do eseocer.
Bec3l>edorla ele rendas Internas
eraea le Peraambaco
Rendlmento do dia 1 a 4 5.135J83!
Idam do dia 5.......1068*228
roou ; e con seu incaa-
ia dar remedios,que fez
ir a diarrha.
lito cedo veto com outro
estabelecer a padecen te ;
der que Ihe di ua justos
6:204|059
Coaaalado provincial.
Rendlmento do da 1
Idam de dia 5 .
a4
144164824
1:9264513
2.85SS337
PRAQA DO RECIFE
6 HE ABRIL DE,tHOJt
A'S 3 HORAS DA TA4DE.
Revista Senanl.
Csmbioi Sobre Londres aaccoa-ae de 25
718 a 2M. por 1)000, sobro
Pena de 367 a 370 ra. par-, ee
bre Hamburgo 47$ por M B.,
obre Lisboa de 106 a lu8 por
ceoto do prenio, regalando pw
J 80,000 os saques da eaaaa.
Sobre o Rio de Janeiro eaecoa-
sa de 2 a 3 por cauto da dis-
co nt o.
Algodo-----------O ala provtneh eocolhldo Tea-
eou-ae a 10J800 r. par Tra-
ba, regalar
de Haceid post
114100 a ItfJrJO 1
rebina a 12p rs.
Aaaucar-----------O*60 'w-4 #e S|000a
31900 rs. por arroba., o sana-
no, o. 274 a 44444 r. as.
catado pargsda da 2*400 a
i perarro-
r 9t000 ra. ; a
*t4jKaVrdo da
10TETo da Pa-
1 all
A r\r\i
111
1% #r-i


Cr
-r
15AJ#B *f<3tKHA$tXli. 4^Vo00R0a fWsta"^ ?"IIRTL Dt"f ol.

-^
Agurdente -
Couros-------------
**.....
4B
bruto de 2|000 a
W$000 n. a pipa.
slgales vender m-
rj. libra.
*-.....
Cottiods
I
ffl
Azeitedoce-------Vdden-se a> 3#300 a 3|M0
.._. rs. por galn.
Bacalhio- J. ultima Tanda em atacado
lfltfMD rs., fieaado em aer
1J5Q0 barricas.
ateti----------Vnderam-ie a 28500 ra.
Cerne aeeca- A do Rio Grande retalhoo-e
de 38308 3$800 nu por arro-
ba. de Aia da Ptaia de 3J
a 3S200 rr., Qcaado em *er
v 7,000 errabas da piimeira, e
Caf8- w -, ?ndbu-se de 7500 a 88S00 ra.
Veodeo-ee a 2*500 re. por li
bra.
Tendea-es doui carregaaen
te* i carca de i#0O0 ra. a o-'
apiada.
Carreja----------Veodeo-se de 4*500 a 68000 aa.
r dita el go r ra aa.
Looca- -- A inglesa ordinaria veo dea-oe-
caar 283 pe* ce ote de premio
obre a factura.
Manleiga Afrancesa vendea-ae de 580-a
600 a libra, e) a ataafsza de 880
a .888 ra., ncoado eos ser 1.800
barra)
Masas- Veodaram-sa a 7|000 n.
Olea de liobaga Veodeu -oe a 2S000 rs. por
aplio "
faassi Vendeu-sc a 7|080 ra. a salsa.
resuutos- Oa americanos veodera-ee a
300 rs. a libra.
Queijos-----------Regalaran da 10400 a 29800 ra.
OS flamengoa.
Toucinho---------- Oda Lisboa vendeu-so a 7J5O0
rs.- por arrobe.
Vinagre-----------O de Portugal regolou de ltOj
a 130$ rs. a pipa.
Vinho -- Oda Lwboa rendau-se de260
a2808 ri. a pipa.e as de ouiroe
Bthla-eicutra brasHoiro Car***, rpita* tarta-
no Alead. da Coocsicio, carga bacalhio a
(arlaba de trigo.
Oaiertiaeoo. A
faldearais no lamarao urna barerchasae e ara
patacho tnglez, mas nao lireram commuQicsc,o
com a trra.
nrntr
i!i

-.
sarta-1 Mariana Anglica Candida 9enhoriabo de
ras. 8* e_4? I lij-|,f\
^UaaJBMn(B*o, 8" s>4 ido.
tbaaia aa Mcrcet de Jesus*tr(lia, 4o
O dotttor
doutor Tristao de Alencar Araripe, offlcial da parter
imperial ordem da Rosa, e juiz de diserto esps- 5.*
alai do commercio deata cidade do Recife ca- cao a
*-Mr s*fete*tataa>* e*ri{e*e a
men oa ec^ea** ebrs, a pie* .
approvados, assim como a cumprir reatricUsjes t'
JT taiMruAe do eogenheiro incumbido de aasataiaJa abprcei da JesusWrtcHtas 4o idem.
fcMstJa^ databas. ofrj luia. dos fraiereoSantos, 1, 2*. 3* e
3.aO arrematante flea sugeito a observar ero ^Holflaxdzn
toda aua plaoitude tt obrigacoea que lhe a aa- *jWAnheeaarart>lrovlnciot, em cumpriaento
da ordena de Eim. Sr. preaidenteda provincia de
mareo prximo lindo, lem de (ornecer para
Oidede, as azendaa
da ella
fastas no taptvslo 30 le psbvfocal n. S86.
4.*O Daajsajieatat aerl faite) pos presesrjftes
anumero desunces prometas,
m nenete fctsrior a secta
obra
. arrematante nio teridirito a recta mi-
Iguma tendente a indemoisaro, qtreiqner
pital da provincia de Pernarobuco,! por Sua que aeja a nateraaMas alleaecesem quesefnn-
Magest.de Imparial e Gooatatocieoal o Seahor arpera tai 8.

paites a 8408.
Velas ----- As de composico
sea 780rs. a libra.
Descont O rebate de tettras regulou de
iv>a 18 por cento ao aono, des-
ceetmdo a caixa cerca de tr-
cenlos e Tinte coa toa de ris a
10 por cento.
. pora Can,[ inglei a 30-Me-
diterraneo 50. Liverpool 30, e
do algodao 5[8.
ALFANDEGA DE PERAMBUCO>
r*aua dot prego Sos gneros lujeitos a direito
ate exportac&o.Semana dt 7 a 12 do mez de
abrUdem-2.
Mercadorias.
Abanos .... '. >
Agurdente de casa. -
dem resalada oa do reino,
dem casaca .....
dem genebra......
dem alcool o espirito
agurdente ...
Algodo em carolo. .
dem em rama ou eaUL ,
Unidades. Valores.
. cento 18000
. caada 8320
8380
. '. 8300
- S400
de
8500
. arroba 25870
mooo
Arroz com casca
dem descascado ou pilado. .
Assuear masearado ....
dem braaco......
dem refinado. ..... a
Afeite de amendoim ou mon-
dobim........ caada
dem de coco......
dem de mamona..... >
Batatas alimenticia ... arroba
Bolacha ordinaria propria para
embarque........ >
d*m Baa....... >
Caf bom.....: ?
dem escolha ou restolho
dem terrado...... libra
um
arroba
>
>
>
libra
y
cento
libra
>

um
- >
libra
>
>
um

>-
cesto
arroba
nlqueire
arroba

um
>

>
>
arroba
>
auto
>
um
caada
arroba.
quintal
ama


molho
13000
2$800
231OO
38100
49300
29000
18800
18280
8500
4|000
8gO00
85060
5000
300
368
160
818
48000
18600
260
400
28500
48O0O
200
240
12U
300
isooo
18200
600
600
48000
8000
Caibros ........
Cal..........
dem branca.......
Carne secc>i charque. .
Carrao vegetal. .....
Cera de carnauba em bruto. .
dem idem em velas. .
Charutos. ......
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados .
dem seceos espichados.
dem verde .
Idesade cabra cortidos .
dem de onca......
Doce seceos......
dem em geleia ou massa .
dem em calda. .
Espanadores grandes. .
dem pequeos......
Esleirs para forro ou estiva dd
navio......i ,
Estoupa nacional ....
Farinha "de mandioca. .
dem de araruta.....
Feijo de qualquer qualidade.
Frechaes. 0-
Fumo em folha bom. .
dem ordinario ou restolho.
dem em rolo bom ....
dem ordinaro restolho. .
Gomma........
Ipecacuanha (raz] ....
ffenha em achas.....
Toros..... ...
Leniias e esteios.....
Mel ou melaco......
Milho........
Pao brasil ......
Podras de amolar ....
dem de filtrar.....
dem rebolo......
Piassava........
Ponas ou chrfres de vaccas e
novilhos.......
Pranhdes de amarello de
dous custados......ama
dem louro.......
Sabo. ........Kbra
Salsa parrilha.....*. arroba
Sebo em rama...... *
Sola ou vaqueta ..... u ma
Tasona de amarello} duzias
dem diversas......
Tapioca........arroba
Travs.........ama
Johiadeboi. ....... cento
Vinagre......caada
Alfandega de Pernambuco 5 de abril de 1862.
A ppro 0.(Aisigna/i 0.)Barros.
O prirneiro conferente, P. A de B.
O segundo coofrrenle, Jos Thomat de Aguiar.
Conforme. O 4. escnplonno, A. P. v"ar.
A' ordem do Dr. juii municipal da 1 vara
A' ordem do da Boa-vista, Francisco Mirtina
MovimeiUo do pono
Navios entrados no dia 5.
Geoava57 das, patacho italiano Marta, de 174
toa>lalas, cipito Luis Buzan o, equipagera II,
carga papel e outroa gneros ; a Bastos & Le-
ntos.
Rin de Jsneiro21 das, lsgre americano /. C.
Ktr$k*ar de 33a tonelada, capitio *. C. Nu-.o-
lio. equipagom 11. a laatro ; a J. Keller dt C.
A10 Grande do Norte18 da, hiate braaiUiro
Gigante, de 15 tooeiadaa, capilav ajaa-el Pau-
lino, equioeg/a 4,. carga aasaicaf ; a Ignacio
Franciaco de Moura Pegado.
t0l"K??3*tlias,pBoe breaenee SUuU Batel,
de 242 Wnelada.capitao G. Wallrabe, equipa-
gem 18, carga paivor, f^eodaa e oulros ge-
nero ; a lotbe Tritiailia.
Sratol'-5 dias, patacho liudez Xantkut, de 133
toneladas, oapitio G. F.DevOTr eauMasraa 7,
mlisUo; aatrabbtThomAC.
Navio taliido no meemo dia.
lfacei 0 portos intermediovapor brasileiro
Peninunga, conunandaole Moura.
D. Pedro lf.ayaeVOfu gtfaso* eU.
Fago saber aos que o presente edital virem,
a delle noticia tiverem, que no dia 7 de abril do'
errenta aono, se bao da arrematar em hasta pu-
blica desta juizo, por veod qaea maia des, sa
sala das audienciaa, oa objectos seguintes que fo-
rasa panhorados a Jos Soares Leite da Costa, par
execucao que contra elle more Francisco Aires
afooteiro Jnior :
Setenta garrafas de vinho a qoslro conloa ri,
viote e orto mil t. Oornte garrafas de rioho
Xerez s tresentos e vinte ris, quatr%mil e oito-
csBlos ris. Quarenta e nove eafeaB garrafas
cora licor, a taslo, quatro mil novdotoa e cin-
coenta ris. Vinte e nove garrafas dar licor loo
a trazeotos e vinte ria, nove mil e dazeotos e
oitanta ris. Quioze garrafas de vinho auscatel.
a quinhentos ris, sete mil e quinhentos rta-
Tres caadas de vinho ordinario a tres Bflreis,
oorejmil ris. Setenta o urna garrafasVa^garve.
ja, a paUca, vinte e dous mil setacentoa viato
ris. Otenta botijas coa genebra da trra, a maia
pataca, dozs mil s oito-ceoto ris. Treze fras-
eos com mosiards, sem valor. Quatro frascos da
dice em calda a dutentoa ri, orto ceios res.
Tres garrafinhacom molho a duzentos res, seis
eenlos ris. Quatro meias Islas com ervilhas a
dous tustdes, oitoceotos ris. Dezeiete massos
coa palitos a tuslio, mil e setecentos ri. Tres
bacas brancas a trezentoa e viote ris, noveceo-
loa o sesaeota ris. Trea aasucareiro a deas
tusloes, seisceoloj ria. Trea mantegueiras, a
dona tusloes, seisceotos ris. Cinco tijeltas a
quatao vinlena, quatrscentos ris. Um bulle por
trezentos ris. vinte e sete botijas com agur-
dente de aoiz, a quatro vinlena, dous mil cento e
sessenta ris. Quatro chicaras pinjadas a quatro
vinteos trezenio e viote ris. Noventa e ama
venderam- Siegas de louga sV.te.rrs, de barro, a quatro vi-
leos, ele mui e aaVJjatos e otenta ris. Deze-
oove garrafal grandes e pequeas, a duas pata-
cas, doze mil cento e sessenta ris. Tres caisas
com vinte e oito libras de massa, a dotas tustdes,
cinco mil e seisceotos ris. Buse libras de ca-
nella a quinhentos ris, mil ris. Tres molhos de
ceblas, sem valor. Quatro frascos de vidto,
bocea larga, a dous crazados, tres mil e duzeg-
toa ria. ezeseis aodres vanos para manleiga
a tustao, mil o seiaeentas ris. Trila a duas li-
bras de tapioca a tttstao, tres mil e duzentos ris.
Viote libras de relia de carnauba a trezentos e
vinte ri, seis mil e quatrocentes ris. Cem pe-
gas de cordas por dous mil ris. Dezeseis libras
de algedao por des tvetdes. Um alqueire de sal
por des lastes. Oito libras de alfazema, sem va-
lor. Dous barris vasios, sem valor. Urna bar-
rica com quatro arrobas de farinha de trigo, a
dous mil ria oito mil ris. Cinco barricas pe-
quenas, sem valor. Quatro libras de piments, a
dous tustoes, oitocentos ris. ArmacJIo, medi-
das, pesos, e maia perteoces da arma;o com
dous bracos de gaz com manga de vidro, cento e
ciocoenta mil ris. Tres cadeiras americanas a
mil e quinhentos ris, quatro mil e quinhentos
ris. Urna mesa de qaatro ps de amarello, por
tres mil ris. Um mocho de pi por deselos e
quarenta ris. Diversas dividas dos livros Auxi-
liar e Razie que foram avalladas na importancia
de trezentos e sessenta e dous mil trezentos e
ciocoenta ris : os objectos e dividas aqu rela-
cionados serao arrematados na falta de licitantes
pelo prego da adjudicagao com o respectivo aba-
limeoto da lei.
E para que chegue ao conheciaeoto de todos
os licitantes aandei pascar editaes que aerSo alu-
zados nos lagares dacosiume, e publicados pela
imprensa, v
Dado e passado neata cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambuco aos 27 de margo de
1862. Quadragesimo prirneiro da independencia
do imperio do Brasil.
Eu Uaqoei da Garsalho Paea da AndradA, e.-
crirao aubscrevi.Trufao de Alencar Arafipe.
O Illm. Sr. inspector da tbeaeuraria pro-
vincial manda fazer publico para conheciroenie
dos intdreasados o art. 48 da lei provincial o.
510 de 18 de junas do corrate anuo.
Art. 48. E' permiltido pagar-se a meia siza
dos escraros comprados em qualquer lempo an-
terior a data da prseme le independenie de re-
validago e multa, urna voz que os devedores
actuaos deste imposto, o fagam dentro do eserci*
ci de 1861 a 1862, os que nao o fizerem ficaro
aujeitos a revalidago e mulla em dobro. sendo
um tergo para o denunciante. Athesouraria ta-
ra anounciar por edital nos primeiros 10 dias de
cae mez a presente disposigao.
E para constar se mao Jou affixar o presente e
publicar pelo Diarlo.
Secretaria da thesouraria prsviocial de Per-
nambicp, 8 dejulbo de 1861.
O secretario,
A. F. da Assannpgae.
( Illa. Scinspelor da thesooraria pro-
vincial era cu as primes* da ordem do Exm. t>r.
presidt nle da provfftcia de 14 do correle, man-
da fazer publico qae ao dia 10 de abril prximo
futuro, peraote vjunta da faienda da meaaa the-
souraria, ae ha"de arrematar a ojkem por meaos
Qzer a obra do aterro a fazer-seaas mas do Sebo
e Trempe, avahada- em 5:9728000 ria.
A arrematsgao sera fetla oa forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de mato do 1854, e aob as
clauavias especiaos abano copiadas.
' As pessoas que se propozerem a essa arrema-
jagao eomparegam na sala das aessoea da referida
tunta, no dia cima mencionado, pelo meiodlae
competentemente habilitados.
E para constar se mandou aluzar o presante e
punlicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 18 de margo de 1862.
O secretario,
A. F. da Annunciago.
Clausulas especiaos, para a arrematagao.
Ia O arrematante -dari principio as obras
qutnse dtss depois de 1 ser entregue o respec-
tivo ajamo do contracto, e conclu las-ha no
prazo de tres mezes; seguindo-se oa falta de
qualquer destas condigoea o que acerca deltas
disude o capitulo 3 da lei proviocial n. 286.
2*O arrematante obrigado a seguir recta-
mente na eseeugio da obra a planta e orgamento
approvado, assim como a cumplir iastrictamente
as instrueges do engeoheiro incumbido da
peegio da obra.
3oO arrematante fica sugeito a observar em
toda *ua plenitude ee-obrfgagoes que lhesio im-
postas no capitulo 8* da lei provincial n. 286.
4O pagamento ser feilo em tres preslagdes
iguaea corresponden do cada urna a larga parte da
obra total e quando easa terga parte ealiver aca-
bada.
5*O arrematante nio ter direito a reclama-
gao alguma, tendente s indemnieagio, qualquer
que seja a natureza das allegagoes em que ss
fundar para tal lim-
Conforme, o secretario,
m A. F. da Aanunciagao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Esa. Sr.
preaidenteda provincia de 14 do correte, man-
Conforme.
A. F. da Annunciago.
O nito. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial aaada fesec peblico que a arrematacJre.do
teapeato da 19 8*8 sobre os terrenos oceuptos
com o plasjtto dd capim de planta fbi traostsrido
para 0 aa 10 de abril prximo vindoaro.
E para cnUr se asados affixar o presente e
pablicar pela aviario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambaco 28 de marga de 1862.O aecretarto,
A. F. d'ADQuneiago.
reir Atev
rus n. t.
seo escriptorlo, ra de
Oeciara^dj.
20tJO0
18600
28500
48008
28500
58000
218000
78500
138000
58000
18800
268000
28000
IJXIOO
5800o
200
18600
50O0
800
48000
18200
120
Conselho administratvi.
O coaaolho administrativo para fornecimenta
do arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguintes:
t*ro completo do fardamento da compaaba
nxa do Ra Graoda do Norte.
10 covadea da caaemira verde.
Para proviaeoto dos rmateos do elmoiarifado
do arsenal de guerra.
3 arrobas de latas em leogdi do 13 librea ca-
da ua.
4 arrobas de lato em leogol de 17 libros ca-
da um.
Qvaa quizar vender teas objecto aprsente al
eaae propostas em sarta tehade oa secretaria do
conaelho, is 10 horas da maobia do dia 9 de
abril prximo vindouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimeato do arsenal de guerra, 7 de
marco de 1862.
intonio Gomet Leal,
Coronel director e presidente interino.
Franciteo Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Subdelegad* dos Afargados 1." de abril
ele 1862.
Acham-se depositados 5 cavallos, sendo das
cores seguintes : 1 ruco grande. 2 castanhos, e
2 alases, os qaaes foram apprehendido, e os
aeus conductores que se asham presos : quem se
julgar com direito aos mesmes, provando legal-
mente, serao entregues.0 subdelegado,
Subdelegada do Afogadoe i.- de abril
de 1862.
Atha-ae recolbido casa de de tanga o. por an
dar fgido, o prefo eaeravo diz elle ser do nego-
ciante Francisco Joio de Barros-: quem se jul-
gar com direito ao mesmo, apresente-ae legal-
m ente que aer entregue. O subdelegado,
atoraos.
Juizo dos Feitos dt iazeutia.
Praca.
Quinta-feira 10 de abril, depois da audiencia
do Sr. Dr. juiz dos feitos da fazeada, as 10 horas
do dia, se bao de arrematar am praca publica a
quem mais der, os escraros seguales: Narciso,
com 39 annos de idade por 2008; Meo com 11
annos por 4008 ; Igoacia com 10 ranos por 400? ;
Jos com 9 annos por 5008 ; e Vernica com 5
ann >s por 4008; os quaes foram pennoiados por
eseeugio da fzenda nacional : os pretendentea
poderio comparecer na aala dos aupilorios no dia
e hora indicados.O solicitador do juizo,
F. U. P. de Brito.
luspecgo do arsenal de ma -
riona.
Fat-se publico que a commiasao de peritos des-
te arsenal esaminaodo aa forma determinada no
regulamento acompanbando o decreto n. 1324 de
O companhia Peroambucana de oa-vegofiioeoatei,
ocbevfe ew estado Ce-poder nsvegsr.
Inspecgo do aiseeel de marinha de Pernada-
Juco 5 de abril dsUH2.
M. A. Barbosa de Almeida.
* Isapeclor.
Por ordem dw Illas. 8r.tnspecior se [pa-
tuco que no dia 8 do correte) ser levada ea
basta publica, oa porta- decs alfandega, depois
de meio dia, SO pares de bolinas de bezerro para
domeo a 4, total 2008 ; 6 eortes da vestidos de
Soda com barra lavrada de velludo, pesando 8 li-
bras a 268 a libra, 2088 ; (Venales de touquiaj
ordinario bardado a 108 eda ua, 808 ; que em
airiude do art. 556 do regulameote vigente, fo-
ram apprehendidoapelol.* conferente Barros Ca-
valcajiti, na conferencia de sahida, cojos objec
tos aa arrematados de eoBteravtdade com o art.
786 do citado regulamento.
Alfandega de Pernambuco 5 de abril de 1862.
O i." escriptnrarro,
Fumino Jos de Oiiveira.
Directora geral dainstruccao
publica.
f
O coligi das orpbi
abaiso declaaadaa: ,
1,000 covsdos de amas.
padrio.
1.000 ditos de chita. Mam idem dem.
200 varas de madapollo pira forro.
Ae peseoee que qulzerem vender tees fsseodas,
apreseotea auaa propostaa na mesma thesoura-
ria, oo oto 0 do correte, pelo meio dia.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 3 de abril de 1888.O secretario, Antonio
Per sainda Annunciacio.
Ctasellio aimiBistrrtivo.
O eosaelho adminisirativo, para fomecimenlo
do arsenal da guerra, tem de comprar os objectos
seowntee: ,
Pava dcimo batalho de infaotaria de priaeira
ljnhs.
2 caivetes.
6 caisas com peanas de aqo.
6 garrafas de tinta preta.
6 librea de areia preta.
8 resmas de papel elmeco pastado.
20 coedee para inferioras.
24 leUoa-par msicos.
13 vasos de tmpezo.
Para o almexarifado do arsenal de guerra.
5 arrobas de lajas em leacol de 13 libra* oa
da um.
4 arrobaa de dito em dita de 17 ditas.
Para a companhia Osa do Rio Grande do Norte.
10 corados de casemira varde.
Para os apreodizes menores do arsenal de guerra.
20 resumo* de hiatoria do Brasil por Salvador
Manrique da Aibuquerque.
30 Sima* de Naotua.
40ecanoai da> vida haroana.
80 rearaos da doutrin* christae.
80 carta de A B 0.
120 taboadas.
Pata o quarto batalho de artilheria a p.
6 resaaa de papel almaco.
6 caixas coa sernas de seo. \
2 caivetes pera aparar peonas.
6 duzias de lepis de peo.
6 garrefasde tinta preta.
8 soapeadioe de eritbmetiea por A villa.
Segundo batalhio de infaotaria.
6 resmas de papel almago.
6 caisas Oe peona* de ago.
200 peonas de ganso.
2 caivetes.
8 tepes do pao.
6 libras de areia preta.
36 reta cede de sartas para principiantes.
36 taboadis.
12grammaticas porUiguezas por Monte-Verde,
ultima edigao.
12 compendios de ariHraetica por Avils.
12 pautas.
34 traslados.
6 pedraa para escripias.
12 lapts de pedra.
6 garrafa de tinta prete.
Quera quizer vender laes objectos aprsente aa
propostas em carta fechada, na secretaria do
conselho, s 10 horas da manbaa do dia 9 do
correte mez.
Sala daa sessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 3 de
abril de 1862.
Antonio Gomet Leal,
Coronel presidente ioterioo.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
. Coronel vogal secretario interino.
A barca portueezSilencio, capitio Fr* t.
cisca Nartins-oafl arralho, preartds aahir adt 184
do correnle, simia recebe algnma cargo e paesa-
geiros, para os quaes tem boos commodos: a
tratsr com o tonsigoalario Manoel Ferreira da
Silva Terroso, os Ma de Apollo n. 28.
. Seguejpara o Arscaty o hiala Exhalagao ;
para carga e pesiageiros trata-ae rra ra da Ca-
deia do Recife, prirneiro andar n. 28.
Rio Grande do Sul pelo Rio de
Janeiro,
segu em breves dias o brigue nacional cLeio,
por ter engajada a maior parte de osa eerrega-
aento : trata-ae com Bailar & Oiiveira, na ra
da Cdela do Recife n. 12.
GOiriMHIA PBItNAnOGAiU
ss
Navegaco costeira a vapor.
Havendo ceaaado os motivos pelos quaes se li-
nfas alterado a sabida doa vaporea deata compa-
nhia, cootinaario 1 sahir para o norte a 7 e 22
de cada mez.
Nio podendo porm coolar com a chegada do
vapor Jaguaribe a lempo de poder sahir desta
vez i 7 sahir para o Aearac coir escalas pelos
portos intermedio o dia 10 do correte 5 ho-
ras da tarde. Recebe carga st ao dia O. Encom-
menda. dinheiro e passageiroe at ao dio da
sabida s 2 horas: eseriptorto largo di blea n. 1.
ipalte -Ubi
aa
Urna rica aobia da jacaraadA 00a teaaa d
pedra, 2 grandes espelbos de sala moldara da
jacarandi.4 candelabros de erystel. 12 jarro oa
marmore, I redomas com igura oa iaape, 1 las-
tre de meio de osla, 14 qundros grandes com I-
nas gravaras. 8 cestinhn coa flnssflores.S esc-
tioiS da jases la coa badelaa Rroaapae ca artat
denradas, 2 secretarias, 1 eslaote, 1 asosa Oto
cbaro, f mesa elstica com 21 paleaos de re
primate, < sppwradore, overa rppvreth pnra
jotar, dito, para Obi, vidroa e erystae, % psajto-
licor, um selim ingles n outroa objectos.
Sexta-feira 11 do correte.
Leopoldina Amalia Aires Rodrigues, visva de
ala noel Jos Rodrigues Pereira, toado do soeV
rar-se deata provincia feti leilM pns ialesassejlo
do agente Pinto, dos objectos acia* menciaeui-
dee existente no sobrado de ua andar a. 98. d
ra dosCaararape, o qeeea ebjactaa podotio
ser examinados polo pretendentea na vespats a
da do leilio.
Principieci is 9 hora e a posto ofia do vea-
dac-se lado oe momo dia.
Continuaco dolelao
Fin Lisboa e Porto.
Pretende sqgnir para os dous portos cima
com muila bravidade o veleiro a bem conhecido
brigue nacioual Eugenia, capitio Manoel Eze-
quiel Miguis, de primelra classe e primeira mar-
cha, pregado a forrado de cobre, tem parto da
ssu carragamente prompto : para o resto que
lhe falta, trata-se com os seos consigo a tarioa
Antonio Lniz de Oiiveira Azevsdo & C, no sos
escriptorio, rus ds Cruz o. 1.
Rio de Janeiro
Pretende seguir com multa bravidade o velei-
ro brigue naciooal Veloz, tem parte de seu
carregameoto prompto para o Mata que ion talle
trata-se com oa aeus consignatarios Antonio Luiz
de Oiiveira Azevedo& C-, no seu escriptorio ra
da Cruz n. 1.
Na ma do Imperador i. 6, Bazar
Pernambeieaio.
Ter$a-feira 8 do corren te.
Por intervercSo do agente Costa Car-
valho havera' leilo no dia cima oto 1 i
horas em ponto, do mais completo sor*
ti ment de fazenda, entregando-se ao
correr do martello.
Gormo geral.
Relagao das cartas seguras existentes na adrai-
nistraco do correio desta cidade para ossenho-
res abaiso declarados:
Agoelinho Jos dos Sanies.
Amaro Francisco de Oiiveira Moura.
Antonio Bjrges de Fonseca.
Antonio Pedro Harlios. *
BentoJosd Lamsabs Lias (devolvida).
Detphira Carlos de Csrvalho (devalvido).
CfffiUaa Aueusto de Lo
Oelnno de Azeveio viiai
|lio de Janeiro
vola,
rouco.
pee.
pie
cento 3000
168000
88000
1(0
258000
80080
2S600
10a8'HK
700000
3300
88000
3d0
8180

Por eata repartigio te fax costar que, os Srs.
professores e directores00 eetabelecimeotos par-
ticulares de iostrucQo primaria e secundaria de
ambos os sesos abaiso mencionado, deisram
de enviar oa mappaa de seua alumnos dos tri-
mestres designados, relativos ao almo prosimo
passado ;incorrido assim na mulla deque trata o
o art. 1O0 de lei reuulamentar n. 869 de 14 de
malo de 1855 : pelo que sOo os mesmo Srs. con-
vidados a remetter os referidos msppas dos alom-
aos de ioslroccoo primaria eeparadoa dos de ins-
IrucQo secundaria, como j foi determinado.
Os que dentro do prazo de quioze dias coota-
dos da data desls, nao remetlerem os referidos
mappas, serao multados 00 forma-da lei citada.
Secretaria da iastrucco publica de Pernam-
buco, 2 de abril de 1862. = O se treta rio inte-
rino, Salvador Benriqne de Albuquerque.
Nomts a oa|>Se refere a de dar a cao supra.
Professores.
Alesandre Jote Gongalves de Miranda, Io 2' 3" e
4* triamestres.
Dr. Joaquim Barbosa Lima, 2* 8* e 4* idem.
Antonio Jos Goncalves de Mello, 1, 2, 3o e 4*
idem.
Aogelo Pracisco da Costa, Io, 2o 3 e 4* idem.
ins-*afeooel A4ves Vioono. 2, 3 e 4 dem.
Betevio Xavier da Cubos, 2 idea
Miguel Jee ds Motte-, 4 idea.
Manuel Valeriano Barros, 3o idem.
Jas Duarte Csliato, 4 dem.
Jos Hara Machado de Figuerede, 4" idem.
Manoel Belaronoo Iioefoaso Cabral, 1, 2, 3 e
4* -dem.
Jado Francisco Pessoa de Vascoucellos, Io, 2a, 3*
e 4* ratos
Francisco Jaciolho de Sampaio, 3o e 40 idem.
Jos Jeaquim de Horaea Navarro, 1*, 2, 3* e 4*
idem.
Francisco Aotooio Cezario de AzeveJo, 1*. 2o, 3*
4* dem.
Fre rico Miguel de Souza.
Ore, -.ac de Ctrvalho Prates.
Goncallo Vieira de Mello Prado.
Josephj Francisca Pinto Regueira Ramor.
Ignacio de S Lope Fernandea.
Juvencio Veriseimo dos Aojoa.
Joaquim Dias ds Silva Gomes.
Cordela Mara Monteiro de Paira.
Joaquim Rodrigues Chaves.
Jos de Aquioo Fonseca (2)
J. Thomaz de Campos Quaresms.
Miguel Archsojo da Cuoha.
Manoel Aucioli Santiago Ramos.
tf. Ildefonso de Souza Lima.
M. Joaquim dos Saotes Palury.
Pedro Alesandrine dos Presares.
Viuva Neves & Cardoso.
Directora geral da iostrueco
publica.
Por esta reparti^ao ae fas publico que o Illm.
Sr. Dr. Braz Florentino Henriquea de Souza, as-
aomio as fuocQoes de director ceral interino, no
dia 28 do correle, por haver o Exm. Sr. Dr. Joa-
quim Pires Machado Portella, tomado cont do
governo da provincia, oa qualidade de vice-pre-
sidonte.
Secretaria da instruc<;ao publica de Pernambu-
co 31 de marco de 1868.
O secretario interino,
Salvador Heorique de Albuquerque.
O Illm. Sr. inapector da thesouraria provin-
cial manda fazar publico, que do dia 2 do cor-
rente por diante pagam-te oa ordenados dos em-
prganos proviociaes vencidos no mez de margo
prosimo findo.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 1.* de abril de 1862.O secretario,
Antonio Ferreira o'Anounciaco.
preteodo anuir com moita bravidade o brigue
escasa aJsvea Arthar, tem parle de sen carre-
gameoto prompto : para o resto que lhe falta,
trata-ae coa ea seus consignatarios Antonio Lniz
de Oiiveira Azevedo & C, no seu escriptorio roa
da Crez n. 1.
faca Lisboa e Porto.
A aova barca portuguesa Despique II, es pi-
tan Manoel Lopes Duarte, de primeira elasse, for-
rada e eavilbeda de cobre, vari sahir com toda a
brevidade por j ter parle da carga, o para o res-
tos passsgeires que lhe falta, trata-se com Fer-
reira 4 Louretro,. *a travessa da Madre pe Dos
n. 10, ou com o capitao na pra;a.
Para o Cear
o biateaGaribaldi, mestre Custodio Jos Vian-
na, aahe impreterivelmente no dia 6 do correte
com a carga que tiver: a tratar com Tasso r-
meos.
Para a Babia
A veleira e bem conhecida escuna nacional
c Carlota pretende aeguft com muita brevida-
ra o resto que Ibe falta, trata-se com oa ssus
consignatario Antonio Luiz de Oiiveira Azevedo
A C so sen escrio tono ra da Cruz n. 1.
Para em direitura.
Sahe brevemente o bem conhecido e veleiro
brigue escuna Souza, por ter parle do sea carregamentoT contra-
tado : para o resto trata-se comaos consignata-
rios Almeida Gomes. Alre & C., tua da Cruz nu-
mero 27.
DUMJa.
Quarta-feir* 9 do correnle.
O agente Peatane legalaente setorieado polo
Sr. Francisco de Paula Dias Fernandas, tar lei-
lio de toda sua mobitia cooaiatinda ea aostlta
de Jacaranda com pedra e a Luiz XV, exilente
piano Certa da taatjra* autor Joba Wilsoa, sno-
aa-elastica, guarde-loaca, guarda-vestidos, aoae-
Ihos, candelabro, serpentioas. ricos vasos do
magnifico gosto, toiletes, lavatorios, apparada-
res, cadeiras, marquesas, servieo de mesa para
jo otar e elao;o ludo de poreaisso, ua rttatb-
queiro em seu estojo abra aem segundo, osa sal-
lar e pulseira de brilbantea etc., e ostros mallos
objectos que imppssfvel o nomes-lo a sa
acham patente eo esame dos comprador:
quarta-feira 9 de corrate pela 10 hores ds saa-
nbaa oa rus da C'deia do Recife o. 57. osasodo-
andar, por cima do armazem do Sr. Pitete
Vianna.
LILAO
DE
VlitlOS.
Terca-feira 8 do corrente.
O agente Pestaa venderi por conla da qeeea
perleocer 50 dutiaa do vinho em cotes, someto
Caacavellos, Porto, malvaiaeo e muecelsl, o
qual se vaode para fechar coola : lerca-faire 8
docorcenle pelas 10 Keras da manhla, ao arsss-
zem do Annes, defrooae da alfaodega.
___ AvSOS dsVtTiOa.
COiPJWIU PERlsABLCAIU
DE
JMavegacao costeira a vapor
Macei e escallas.
O vapor Persinunga, commandante Mouro,
sahir para Macelo e escala no dia 5 do corren-
te raes de abril as 4 horas da larde.
Recebe carga at a dia 4. Encommendas ateo
dia da sabida ao meio dia e passsgeiros at as 3
horas: escriptorio da companhia largo da As-
aembla n. 1.
Advarte-seque nenhom passageiro ser rece-
bido s bordo sem bilheteda gerencia.
Est a carga o pal ha bu te c Santa Luzia
para PirahiDa, Rio Grsnde do Norte e Ass*.
quem quiter carregar no mesmo ou frotar, diri-
ja ae a seua consignatarios Molla & Rlbeiro, na
rus dd Imperador d. 83.
Somerite he perrnittido
pagar a assigoatura deste dia-
rio a 5$ por tres mezes, den-
tro de 15 dias de seu c go, e depois deste dia s se
receber 6^000 rs.
Grande laboratorio de Ist-
vagem.
Os donos dos nmeros abalxo menciessdas
podero mandar bascar ao roases qae eeto pram
ptas : 29-2. 346. 993, 312.14. 271. 87, 9s9, 387,
129, 343, 212. 311. 243, 256. 352. 146, 318. 238.
803, 285, 133, 326, 204, 338, 279. 171.
INGLEZ
Rita,
Nafm^mhidm m id OX
Ilhs de7eroarde--trate erasileiro Sania
cspUoo Jeaquim.Aatonio de Figueraas,
dUTeretrte gneros,
idde naeirob/igue bresilako AJairanto, o*- 400 for par^ssse fia visa** sota Otr
pttoo Xooquun losa de Olireir, caiga aetocao-1 obaoo pobtkaa o a ooocluiri no oiooO dsj SCSI
4 1 eictoro entregar. I su contados da dato do arito.
a qaem por meos
ttztr a obra do caiga ment a fazer-se oais res, do
sebo e Trempe, a vallad a a brota qoadrada do
empedramento pelo oystemo Hac-Adam-em 808
e de caicaaeoto de pedraa irregulares em ris
KtfOOt
A arrematado ser feita na forma da lei pro-
vincial a. 343 de 18 do malo dr 1854, o aa Clau-
sules especiaos ebeao espiados.
As pessoas que se propozerem a mesma arre-
maacio o ropa regam a a sota das stabea d* refe-
rida junta, no dia cima mencionado, pelo-meio
da, competentemente hottliudee.
E para conatar ae manara afBxar .0 presea te e
publicar pelo |Diario.
Secretorio der ttuooursris provincial: de Per-
no aouce, 18 4e ma reo de 1862.
O'secrototto,
A. P. oa Aenawctetlo.
Clausulas etpeeiaea poea o arreswtvejan
!.O orremauoredora prinslpis 4
'-ijos iiA$rii\mo*.
Para Lisboa
At o dia 2 de abril pretende seguir para Lis-
boa o veleiio e bem conhecido brigue nacienal
Eugenia, de primeira nerena e primeira elas-
se, sci recebe alguma carga miuda e paasageiros
Hora os quaeo lea escellenleo commodoo : tra-
ta-se, com os ceno consignatarios Antonio Luiz
de Oiiveira Aieoede & C, ne seu escriptorio ras
da Cruz n. 1.
LfcllOO
Padre Francisco Peixoto Duarte, i, 2o. 3o e 4
idem.
Ilanoel Fooaeca da Medeiros, 3* e 4o idem.
da fazer publico que no dia 18 de junho proitmo Manoel de Costa Honorato, 2*e 8* dem.
futuro, peranle a junta da fazenda da meama the-
souraria, ae hade arrematar.
Fernandos Trigo de Louceiro, t 3*
Passos, 1, r S* i*
do Fonseca Lino. 8* o 4*
de
Dr. Amerioo
e 4^ idea.
Antonio Jeaquim
Mem.
Msnelo dos Sanies
idem.
Prowsoorss.
Thomssi de Atbeyde e Albuquerque, V, 1*, 3* e
4 triomestrs.
Ieabel Marta da Coneeicao. 2", 3, e 4*Hie-oy.
Ignez Pereira Guimaries, 1*, 2, 3* e 4* idear,
avia Meriiniono de-Campos e Olfvelr, l^.a'.S*
e 4* idem.
Theresa Alesandrine de Souoa Bendelr, 4*
ldom\
Joeqweo Delfln de Mello, r, 3e, e 4o idem.
CanvJloa tfasseolroa Cetor (Maris, 1, V, 3*. e V
iA
lo de Janeiro
O bem conhecido e veleiro brigue nocional
Almirante pretende segetr cato muita brevida-
de, tem a bordo parte de seo carregameoto ; para
o resto que lhe falta,, trata-se com os seua coo-
ignalarioa Aotooio Luiz do Oiiveira Azevedo 4
C., ao sea escriptorio ra da Cruz n. 1.
O palhabole Sobraleaae recebe carga a frete :
a trater com Coetano Cariaco da C. M. 4 Irmao,J
nn lodo doOorpo S"ontb*n.l3.
Para
ees. JaaeowEa
eooa'looa Plonnda U
atona ata Jea-uioio- j
Dina o* 9i|a Ce.ttedle, 3^e-4* Wvjw.
MafctOAisoQJSli dawalio, esr, 3a 'Idbtn.
Esteta da 8rrtsv 4 !.
arta de Nesaiaastd Barro, 4*"idOm.
raoaeio>raemctro Loa, t r ej
Ideosi
Emilia
a barca nacional ttm
malta bravidade,
a batea
nt
(Ata, trato-
o Loiz t OU-
LEIL40
Para liquidaco.
A 7 DO CORRENTE*.
Cancanas & Duboorcq (aro leilo por ioter-
vengao do agente Oiiveira, de diversidade de
pannos pretos e de cores, chapeos de sol de se-
da para hornera e para seohora, meia de algo-
do compridas e cuita, manteletes de fil e mul-
los ootros srtigos para realiear contss:
Seguiida-feira 7
doserrente, as lO* horas da manhaa, em sen ar-
matsa, roe ds Cruz do Recite.
LEIUO
as
Cognac e champanhe.
TERJA FErRA 8 DO CORRENT.
Rolhd & Bidoulac farao leilo pee inlerveocio
do agente Pinto a por coate e ri*co de quem per-
leocer de 48 caitas com cognac e 20 omaa oom-
cbampaobedo melbor marca conhecida, ia 10
boraa do dia,cima meaxionado, junto ao-eiOOO
ezm do Sr. Aooesemfxeota da aKaadafo. v
Noy Mthodo para aprender lr,
a escrever e a fallar Ingle/, em 6 me-
zes, por fl. G. OllendorfT: 1 vol. in 8'
erica der na do. Vende-te na ra do Que-
mado, loja de fazendas, n. 18.
Jote Soares- d Azevedo, professor
de l.ngoa e litteratura nacional noGym-
nasio Provincial de Pernombuco, tem
aberto em la residencio, ra Nova de
Santa Rita a. 47, as aulas de
GEOGRAPHIA E HISTORIA
LINGOA franceza
PHIjLOSOPHIA
ORATORIA E POTICA.
As aulas sao todos os dins uteit de tar-
de : comecam s i. horas, eacaban 7.
CflDlinaarin d leia
POR TODO E QUALQUER PREgO.
Tarca tveira 8' dt> corren a* lf bar.
0 genis Guimoreo em centtnuaOso do lea o
doidia 1* de abril veaderi inonmaroa meveiaoo* .
,ceaasrios pira qulquer casa e que oeio praoo O Sr. Folippe de Sootiogo, cba
wegeem deixar do os pretende* por eotarea lapoojeapOia.4 um oenbordeole
taabem to ***"++ **, qualeaer ptsaea. aa rio efcO*am^
dito Mito cea deiic a obra de ooro.brilM^^saiTedaa rfbrUssaotVaa ssbets
tooj dtarOanies etc. Teri lugar ara sen umoooat. easko : aa ra eolreiu do Issarfb a, 1t.}a
roo do lapsrador n. 87. rs4aortol do polica.

a rvsvl
i
li r-#.i* roi
_____


!
jmMm*m*r i*mm* m^Mm^^m-
Preciii-te de ama mulher sem fllho para imi.
mentir ata criaDce de dous saeies, i a tratar oa pr$. do Corpo Santo o. 19
LOTIItIA
As roda* da sexta parte da primeira
lotera a beneficio do Gymvasio Per-
nambucano andaro impreterivelmente
no dia quinta-feira 10 do corrente,
no consistorio da greja de N. S.
do Roiario de Santo Antonio pelas 8 112
borai da manhas. Os premios de
4:0060 at os de 8$ serio pagos neise
mesmo dia da extracto de urna hora
da tarde por diante, e os outros no dia
seguinte logo que se tenha feito a dis-
tribuicao das listas. Os bilhetes e meios
bilhetes acham-se a venda na thesoura-
ria das loteras ra do Crespo n. 15 e
na casas commissionadac do costume
ate a yespera da extracc5o as 10 horas
da noite, e no dia somente na respecti-
va thesoararia at o momento de an-
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza
STSTE Ii MEDICO H0DLL0WAT
PILLAS HOLLWOYA.
Esta inesumavel especirko, composto nteira-
roente de barras medicinaes, nao contm mercu-
rio nem alguma oaira substancia delecteria. Bei
Digno i mais tenra infancia, e a compleicao mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigai o mal na compleicao mais robusta*
entecamente innocente em suas operacosse al-
enos; pois buaca e remove as toncas de qual-
quer especie e grao por mais amigas e tenazas
que sejam.
Entre mimaras de pessoas curadas com este
remedio, muitas que ji estavam is portas da
ruorie, preservando em seu uso conseguirn)
recobrar a saude e forjas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afilelas nao devem entregar-sea des-
esperaco; fajara um competente ensaio das
efficazes effeilos desta assombrosa medicina, o
prestes recoperario o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
Aara qualquer das seguales enfermidades :
P/|yp GEANDEMTIMENTo
AS SENHORAS.
HB2EIL $ raiilt
LOJA AMAREIXA
23Ra da Cadeia-ll
AtteBcit
Joio Antentocoelho,aa(f>#ot e teetau m.
a todos oaseaa fra^TV. r-- J**^
blieo. q.e M medoa clTS l
ta
taita. e Sai &? u i* tSSVBS* f* 9laao 28. 30e 35. ceaco. malte b.m
taitas a 25|, a8| 301 e Sal, paletola acaaacadoa de panno preto de IS at 35, ditoa de asentir
de cor a 15. 181 e f palito!, aaccoa da panno e cernir de 8 at 14, ditos saceos>-tataaaa
imM.21 ?c,a,d.' *l *t 6*' ?.bWxd!*J*"ca n,erin0 d 7 l <*. calrala? de cleem'r
8 a 14J, ditos de corfl7# at 10|. roepaa para meoino de todo, os tamaohoe..randaTaortl-
mento de roupae de brina como eeiam calca*, palatou colleUa, sortimento de callis* Metna da
aebm. iiNaba e velluda de 4 a fi|. ditoa para caa.mento a 5 e 6, p.l.tota bnocoa de bra-
mante a M. calcas braneaa mnito finas a 5f. o um gr.nde eortinTenio de senda.fi a e mo-
dernas, completo sortimento de semirae ingle, pari homem. menino e saahon. mU?a
linho e algodao, chapeos de aol de seda. Invaa de aeda de Joavia para bornean"e eenhoT.Te-
mos urna grande fabrica de alfaiate onde recebemos encommendae de grandes obra" na?.
tosa eat sendo administrada por em hbil me.tre de aemelhante arte e um peaso debis di
VESTIDOS PRETOS.
t.h Si,pe"0fMf,iW0,?,*,otd*wanquedaedapor7MocerUea o r
'p'rSa^-rpVVo KTn'e'.ro.^" f-M- S 9&
GROSDENAPLES.
Fretoa de diferentes preco. e qualidades para 2a, 240O e 600
MANTELETES DE FILO'. '
o. sa^sa?."t5;': V!6 *">*>* *..
..K.. MANTELKTES DE SIDA.
CapHdo. se rigor da -*--*gggj- ^.s de sed. a 25, 30.
VEOS E MANTAS.
Preta. de fil de linbo muito jjw. J, y sempre se v.nder.m por 10 e 18*.
ChapoaaCaribaldi.dlteo a beSp.nbola. coepelioas, lodos
para a do Imperad*, .. 5* *** ."T"*
c.r.do para seafrar, tarar it,u/~_ ZITl
calcar os eaesmee. para appateer rmmmTIZ
eha. tudo ce. earMcie TSS^TTZti
*e aluiam e vuelesa es w>-.- ^ -
H.mburgo, as stelaares me be m

O Dr. Casa-Nova, mu
0 s?u consultorio homeopatbico
ra das Cruzes, para o lava
9 da matriz de Santo Antonio _
n. 2, aonde pode ser procurado
0 a qualqufhora.
990d0
Precisa-.sede uaa bees reibatalae a
oheira, preferiodo-.e
Cruz n. 64.

cadentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de).
Asihma.
Clicas.
Convolses.
Debilidade ou extenua-
Co.
Debilidade ou falta de
forjas pita qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enchaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosa.
Febre intermitente.
V.u
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infla mmacSes.
Irregularidades de
mensiruaQao.
Lombrigas de toda es*
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Abstracto do ventre.
Phtysica ou consump-
co pulmonar.
Retengao de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Novo paquete das novidades
23-Rua Direita-23

Gabinete medico cirurgico.
Ra das Flores n. 37.
:
Serio dadaacoiMllaa
ca pelo Dr. Kalevio Cavalcaati ala,
qa.rqueda 6 selO hora, da aaaakia.a*.
cudindo ao. chamados com a asaier brt-
vidade poa.ivel.
! Partea.
2.* Moleaiiaa de pella.
S.* dem do olboa.
** .I.d*2.d" '* ilM.
P raticar toda
seu gabinete oa l_
forme lhesfor mai.<

Preci.a-ae de urna
comprar: oa roa de lmperader
andar, entrada dirella.
" nQiiae..
aejsMlaaar eparecAe Z
">eaaade4o.usee^X
"-i*?Tr_to,u-____\
) urna ama para tona bar
^H
Mm
-<

m^<
IMPERIAL INSTITUTO
DE
Neste novo eatabelecimento ach.r o publico um grande
tudo por prego mais barato do que em oulra qualquer parte :
Manteigi iogleza especialmente escolbida a 800 e 960 r.. a libra.
Dita franceza a melbor do mercado a 720 r. a libra.
Oueijoa flamengos ebegadoa do ultimo vapor a S$800 e 3fi.
Ch hyon e preto a 2 e S880 a libra. ^^
Vinho engarrafado dos melhorea autores a 1 e 1*200 a garrafa.
vinno de pipa proprioa para puto a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial doa melhorea autores a 900 ra. a libra
Ameixaa portsguezae a 480 ra. a libra.
Piaaaa muito novas a 500 ra. a libra.
Lta. com bolachiuhiade differentes qualidades a 11400
Conaervaa inglezaa as melhorea do mercado a 800 ra. o frasco
Maesas, talharim, macarro e alelria a 440 rs. a libra
Gerveja das melhorea marcas a 560 a garrafa.
Geoebra de hollaoda superior a 500 rs. a botija.
Velas de carnauba a 440 rs. ftibra.
Ditas de espermacete a 760 ra. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320 rs. a garrafa.
Arroz a 100 e 180 rs. a libra.
Alpina a 160 rs. a libra.
Toucinbo de Lisboa a 360 rs. a libra.
sortimento tendente a molbadoa
Nossa Senhora do Bom Conselho.
oatureza do ealudo a
que se d'eeUna. -* ado,MO w"iam 8e8"ndo classe do recipiendo e a
O entino, qae all ae recebe, o aegeinte :
Primtiraa l"
(as 4 opera,
geograpbia .
phia racional
ge ral de Londres
224, Sirand
erai ae Londres n. '24, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outrss pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanba.
Vendem-se as bocetiobas a 800 rs., cada
urna dellas contem urna instruejao sm portu-
guez para explicar o modo de se usar destas Di-
luas.
O deposito gtaal em casa do Sr. Sonm
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Est ju.ta| por venda a casa| de taipa e aa
casinha edificada* oo fundo da mesas, altana
roa Imperial n. 194, com o Sr. Jos Francisco
Peraira da Silva ; quem se julgar credor do mes-
mo, aprsente suaa cootaa oa ra Angosta n.
)1. isto no praso de 4 di.s.
Pergunta-se seo Felippe Santiago qae Um
sido chamado a typographia do Sr. FiguerOa. se-
r Felippe de Santiago de Seoa, que mora na
ra da Imperatriz d. 42, primeiro andar, culo
Mtasete e.t encommodando oabaixo assigoado
Felippe S.Dtiago de Sena.
Creado.
Precisa-se de um creado capaz e'que d ga-
ranta de sua conductt para tratar de cavallos e
ajudar no mais semeo do sitio; quem quizer
dirija-seno sitio do porto de ferro uo corredor
do Bispo, na frente do palacio.
aociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santos & C. sacam otomam
aaques para a praei de Lisboa.
orsL
do Brasil e Portugal
30 Ra Montholoo Paris.
A proprietatia deste estabelecimeoto recom-
as encarecidamente aos Illms. Srs. viajaets
portugueres e braaileiroa, que tenhata de Jir no
correte aneo a esta graude e bella cidade de
Pan, de bonrarem eeu bailo estaheleclmento pa-
ra o que nao ae tem poupado em afermozpa-lo
com ricos movis em todaa aa salsa e quartos
como tambera toda a casa se acba forrada de ta-
pete, cortinado, oovos em todaa as janellaa aca-
mas ; finalmente em tudo foi obrigada a fazer
urna reforma geral, allm doa Srs. hospedes terem
todas as commodidades como ae faz preciso e
nao como se achavam mal servidoa no lempo'de
sus antecessora mdame gehoraa.
O eatabelecimento tem o numero de criados
criadas necessarios para de prompto oa bospe-
ds serem servidos oo que possam precisar ;
igualmente tem boas cosiebeiros sendo a comida
a portugueza e franceza a vontade dos mesmo.
sensores; bavendo tambera no mesmo eatabele-
cimento quero f.lle o portuguez, como tamben,
interpretea para mostrar oa monumentos
capital e for dolanos Srs. viajantes
nelecimeoto tem para mais de ctaceenta
to"ml!.dD.em.,hn".d0,achar >* u fd sotmento da nm tudo tanden-
le a molb.dos mais barato do que em outra qualquer carta
ARMAZEM
ROUPA F^ITA
'j-
Joaquim F. dos Santos.
40-Roa do Ooeiraado46
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
Attenco.
Jos Bento Nery da Silva, cidadao Brasileiro,
precisa a bem de seu dlreito, que os Srs. Viuva
Amanea 4 Filhoa, Ihea declarem por este jornal.
t>uH| f^UV
Os filhos e gen ros do finado
commendador Antonio de Paula
Souza Leo agradecem as pessoas
que se dignaram assistir as exequias
do mesmo finado e convidara a
seus amigos e aos do finado a ou vjr
as mistas do stimo dia, na terca-
:ra 8 do corrente.
Attencao.
O abaizo asaignado, ez-agentecommercial. pe-
de a todas aa pessoas qoe Ihe Qcaram a dever
dos fregue-
todas as qualidades e tambem ae manda ezecutar por medida 6 vontade
zea para o que tem em doa melhorea profeaaorea.
Casacas ue paouo preto a 405,
. P$ 30*000
Sobrecaaacoa do dito dito a 35* e 30*000
Paletots de panno preto e de co-
res a 35, 30, 25j, 10*, 18* e
Ditos de casemira de corea a 22*.
15|,12*. 7 e
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo fraacezaa a
Ditoa de merino setim pretos o
de corfs a 9j
Ditoa de alpaca de corea a 5* a
Ditos de alpaca preta a9*, 7*. 5 a
Ditos de brim da orea a 51.
4*500.4 e i
Ditos da bramante delinho b an-
co a 6*. 5| a
Ditos de merino da cordao prato
a 15* e
Calcaa de caaemira preta de co-
res a lt*. 10*. 95, 7* e
Ditas de prlnceza e merino de
cordio prato a 5*. 6*500 e
Ditas de brim branca de coras a
5*. 4*500 e
Caleta de ganga da corsa a
Gollete de vellido preto e de co-
reo liaose bordadoa a 12*. 9* a
Ditoa da casemira preta e d co-
rea lisos e bordados a 6*.
5*500,5*
20*000
9*000
10*000
83000
8*500
t|500
3*500
4*000
8*000
6*000
4*500
28500
38000
8*000
38500
5*000
5*000
5*000
Ditoa de setim preto
Ditoa de seda e setim branco a 6 a
Ditoa de gorgurao de seda pratoa
e da cores a 7*. 6*. 4* a
Ditos de brim e fuslio branco a
o 3|500 2500t 3*000
Saroulaa da brim de linho a 2* e 23200
Ditas do algodao a 1*600 e i280
Camisas de peito defuatao branco
e de corea a 2*400 e 2*200
Ditas de paito delinho a 5*. 4* a 3*000
Ditaa de madapoln braocaa e de
corea a 3. 2*500, 2* e 1J600
Cnapeos pretos de massa frsnceza
forma da ultima moda a 10*.
85&00 7^000
Ditos de feltro a 6*. 5*. 4* e 2*000
Ditoa de sol de seda inglezaa e
rnJ\*lteii' } '*'lt*' "I 700
Colannhos de linbo muito Unos
novos feitios da ultima moda a 3800
Ditoa de algodao 3500
Relogioa de onro patente e hor-
santal a lOUf. 90* 80f e 708000
itoa de prata galvaniaadoa pa-
tente e horiiontaea a 40* e 301000
Obraa de oaro, aderecoa e meioa
aderecoa, pulcelraa, rzalas e
aneia a y
Toalbaa de linho duzia lOf, 6* e 98000
Ditas grandes para meaa urna 3* a 43000
Caixeiro.
Para caixeiro de oortaa dentro, ou mesmo de
ra, se offerece ao Sr. commerciante que precise
de um moca,portuguez de idnea conduela, mo-
derno no paTz. pratico nocommercio e oa escrip-
lareeae mercantil : na ra eatreila do Rosario o.
4, oo ni travessa da Madre de Dos n. 11, ar-
asear,
Altenco ao furto.
Furtaram da ra da Cadeia do Recife o. 55,
loja de fzeodaa de Figuereo & Irmo, urna peca
de gaze de seda Qogiodo organdys. tendo palmas
solas iDgiodo rosas e urna ramagem miuda de
aaul claro ; previne-se portaoto aoa Srg. logtstas
e mais pessoas a quem for dita fazenda offerecida
o obsequio de apprebende-ls e ao sea vendedor
que generosamente ae gratificar.
99999999999999%
I
i
O bacharel Witruvio p6-
de aer procurado na-roa
Nova o. 23, sobrado daea
quina que voha para a
camboad Carmo.
|
1
:
\&
deala
O asta-
como tambem differeotee aataa pirV^aaTiltaa* ea-
tarem i veotade e com iodepeodeoeia ; aendo
udopor pcecoa rasoaveta eomo abaervario oa
tnesmoa Srs. ajante. .
A propraptaria,
Hdame Julia.
oaaaaa
9 O De. ipaquim de Aquino j
9 Fonseca esta' residiudo por al-
fl guns das na ra da Aurora n.
sjjp 74, e pode ser ah consultado
das 6 as 9 horas da mantea, e,
em caaos urgentes, das 3 as S da
Urde.
MM
O oropnelario do eogeobo Paoliata por pre- '--------------------
cisio vende o mesmo eogeobo, moeote e correo-) ~ Aluga-se orna casa terrea no principia d
4e, sendo multo forte t"agua, com 4 sitioa de la- Iru' I">Pertal n. 9 : a tratar ua rae do Oueimad
viadores reaia, e maiseutros menoros, com grao- HHBero 71.
deexteoaio de terreno, varseaa praductivaa para
aafr-jar pelo meooa 400 pec, distante da praca
3 legoa, e boa Irada real, a tambem ae arreo-
o. 9092. pi-de ao me.mo senbor que nio 6 pague CX-a*.**. ?-.il j^ o t>
!!0;0.^!a",b,ixo rfuaasia. Recife 5 de urdem terceira de S. Fraiicis-
abrl de 1862.-Beroardino Antonio Ribeiro. n R*nita
- t&mmfi-vm u*f que seiba cozinharj m_M_ ,, CO OQ at43431l43.
4M mesa rega-
da N.
aei orden
para acompanhsr a arocisso do Senhor Bom Je-
ss dos Daaamparasjis, qo J-m de aer zpotta *
mensahdades de sua agencia, que lhe queiram
^JHla.toeo.lriwB, obrigario a tancar
agente se obriga a fazer viagm tod.s as segun-
"m!Si"V *"'?qu1-r negocio no Red-
afJk2J2!2,a quantia de S*"00 men.aea, p.goa
adiaotadoa ; para o subicriptor toda e
conduocao de dinbeiro ou oalra qualquer
Sfc.nl-6 Prcen,8ef 'g. logo que eHeta-'
"ha pago a sua meoaalidade a lempo, do contra-
rio nao gozar de.ta garant. : em oolro qual-
quer da o ex-sgeote se encarrega de qualquer
negocio de todas .. pes.o.s que 8precis.qremq de
seua servicos. mediante um sju.te razoavel em
rtinfn ADof vC, ,,ue LTer de tMt". n"a aire-
dente de 24 horas Escada 5 de abril de 1962
. Bernardo da Silva Cardoso.
.7" 55 FraDC0,s Hennequln, subdito fran-
cez, vai para a Europa,
Attencao.
Pede-se aoSr Joio Goncalvea de Carvalho.ouf-
ora Joao Goncalves de C.rvalho Mor.e% qu.do
negocia*, em Mamanguape. que ven?, justar
"i.! !? d0 Quei"J<>. n.es que se
<. ,on,"rio Mr s" pas"8em
re7aF.Cn.?.,K,od.eD-Br,Dl' ,ubdito HoUaaez,
reura-se para fra do imperio.
Precisa-se srrendarum sitio que leoha pro-
porroes para plaotar-se captm e ler-se alguma.
vaccas, prelerindo se para as bandas dos Afosa-
dos, ou outro logar que nao diste muito desta ci-
dade : na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50.
Ligoes de inglez.
Dio-., de coito no betel fraaces ; 4
na da Cruz ni. '
Dentista de Pars.
15Rut Nova15.
Frederico Gamiar, drargo ahaaisaa
taz todas as operaeoes deaoa arle a e ce-
_ leca denlas artifriae, toda casa -sesa
8 rioridade a perfoifao 'que as peaeoea- aa
S tendidas Ibe recoobecea.
5 Tam aguae pa deatifciaa^ate.
Na ra Direita, aobrae* 4e !
defroote do nicho, veedosn ae a>
seccoa de diferentea qaalieadn.
ranjam bandeijas ae bolee de SiOi
proprioa para casa meo toa. bailes,
com ramo., flguraa de aaodo opa
doa, tambem se fas pio-ee-ia,
franceze, anos de leite, pstete a 1
ne, podios, pa.teloe, torlsa, Ireaeeira.
nem ae faz a comida auna para al
3-0 precisar, com aeawie ei
I
Aluga-se um 4* astear i
commodos: ra da Craz o i3.
?-)## sai
Joio Lata Pereira Uei (.1 m
qualquer* xou de er socio da firma Ackwricht APA
de o dia 24 de marco. v" ^m
. S0C1ED*DE
liMiO BENEFICENTE
DOS
ARTISTAS SELLEIROS
fdte
Gasa de saude
NA
Passagem da Magdalena pro
priedade do Dr. Ignacfc
Firmo Xavier.
Nesle estabelecimeoto recebe-se doentes de
ambos os sexos e de diversas cathegrias, em-
pregando-se tambem a homeopathia no trata-
miento.
PRECOS DAS DIARIAS.
Eicravoa 18*00
2* ordem 29000
1* ordem 3|OO
A tratar com o Dr. Firmo ua ra nova de Sao-
ta Rita o. 7 aobrado de um aodar confronte pa-
ra a ribeira do peize ou no seo estabelecimeoto
De ordem do Sr. presidente con ido ae i
res socios eflectiros para, reunidos esa i
geral, empoaaar ao oevo cooaelbe doan
correte, aa 10 1|2 bora da anaabaa.
Secretaria da sociedade Unio aVeelcesite ees
ieSfi Selleiros em '""hw 2 de atril ate
Auspicio Antonia ae Abre- Gaimeraes.
Io secretario loteriee.
O abaizo asiigoaoo fas scieeta aoa *------
cor do com seua crotoras tem tratado t
loja de rerrsgeos da roa do Quaisaado
Sa T F"DC,0 Azeveoo e Fra
Jos de Azevedo aob a razio Azaveda 4 Irmls
tais Antonio de Soasa Moasro.
Do eogSnho Boa-vtata, frearoesta de Cato
fugio no di. 26 do corrente imm)mmS
com os .igo.es seguiotes : Vicente Barda ctara
id.de 25annoa,c.aellos sol tos? sar bada raato
descarnado, tem falla de em dente aa frente al-
o, pea largos, dedoa irregulares, i ~
i
A YIRGE1 DA TAPERA
belisiimo romance celo Dr.
J. C. LobatoT
Chegarsm alguoa ezemplares,
e esiao venda por 2* na loja
da roa Nora o. 11.
**
Na ra do Queimado n. 12, primeiro
dar, preclsa-ae de nma ama de leite em
p.gt-se bem.
0fazer asea, a servieo da casa : na raa do Cal- i Teodo ieireiro, taberoa n. 0. I ora am offleia^raspeitavel irmndade
8. do Terco. eaJf||aando a ooai* venerare! ordem

a urue.
ffi'IJ??.," fcww i Oteira raa ut^ffZ
ICJNlUlfltf o,9.'
- flngs-se o segundo andar oa raa di San-
l.'!h, t,lUf "' ,0J* d0 n. *.
LatUm 4 C. term para vender dais
michliiM a vapor ate -m doa melhores fabricantes
fo,^,, *? ,oTc m,
* 5! V^ .DB* PJ'Cio de aram# em
Vu.im.d, jojt a< 4^
Htoej e&
I *"*?* "" i 'dU 00**>* M.
OnVece-se ama ama para fazer e
dtano eam. lasa ; a UsUr w bees d,
lata
Cha
"Z*mmi 4> Salo2Vraria'" Sf
de do refetido di, pelas 2 h-raa, oa ooaaa taroia
GONSIILTORIO ESPECIAL HOMEOrATHICO
DO DOUTOK
n SABINO 0. L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Conaeltaa todoa os di.* iteiadeade aa 10 boraa
te meto da, acerca das seguales molesttaa :
molt$luu da mulhtre$, mohttiat da crian-
C, motasttaa da p,llt, molutioM do olkos. me
tai lyphtlMxeas,todas a* nncmi dt f*br*$
f*br*s %ntrmttnt$t i luai eontMuenciat
rHARBUCU ESPKCUI. BIOHBOPaTIICA .
Verdadeiroa medicamentos homeopatnicos ora
"VW!? ^^"tata neeeeeartaa. !-
alliveta em seua effeitoa,tanto em tintura,eomo
am globaloa. pelo, precoa maia commodo ooa-
iivea. *^
O. i. Os medteamentoa de Dr. Sabina sie
mtaamente vendido, em aa pharmaeia ; lodo.
laaotoremfrsdeUa.aofalaaa. .
Todaaaaearteiraa io acompanhadas de am
impreaao eom um emblema em relavo, teodo ao
^y.y** "* |fy toletes, saaaasy eabidas de b.ita. bur.ouM, en.
f"tas a atoes, esaOm deludo o que compro
neeae o vesl-ane o., senhoraa a nenin.s. As
f^T" *" 'ri*r-se I alta acha-
rao Ogarteoa das ultima, oda. de F.ria. precoa
eaeM^tmm|ll,.'>blV^ 'f**?1** IW*OS
imtommntis.
l
9)
9
:
i
an-
cria,
No segundo andar da casa u.
15 darua do Crespo porci
ma do escriptorio da the-
souraria das loteras Mme
Middeudorp, prximamente
chegada de Pars
fea Imanta o a I tata doamodi
tartelraa q.a nao lovarem aaae 1 mpreeso
aaim marcado. maorateDbam as lampa o na-
na a Or. Sebioat eAe faUoe ,
-p> oeas preciaar de ama mm cosiabar
3 iy7^.'3,^,!S5nirr
apia e pedreiro, e trabalha de alfiuu
o capturar e o conduzir ao dito eoc.nba aeri beai
recompensado. ^^
Quem Uver amaescrava fiel que qecira ala-
gar p,r. o aervico de roa, dirija-ae a roTate Tar-
rea n. 14. primeiro andar. *-
Precua-ie fallar ao Sr.
Ferrara Mendes Guimaraes, qo
rou na ra da Conceicao da Boa-Vista -
nesta typograpbia.
Aviso ao publico.
Alberl Aecooff avisa so reepeitavel publico e aoa
aeus fregueses, que modou a sua ofBcioa ate raa.
Arremalaco.
Por ordem do Sr. Dr. jun de orphos
ficou transferida a arrematado da par-
te do sitio Cajueiro, onde existe o hos-
pital Portuguez por execu^ao de MaUi-
as Lopes da Costa Mata, contra sua de-
vedora B. Mara de Jejus Cordeiro, para
o dia 8 do corrente depois da respectiva
audiencia, por ter s (aneado sobre a
avjliacao o exequente com autonsacao
domesmo juiz.
Honlem, das S para 4 boraa da tarde de-
sappsreceu de nm atrio na estrada de Jaste*
Barro, urna cabra estrangein, 'omprada aor al-
to ore;o em am n.vfo .nserie.no, caria caer *
bstanle gnnde. prela, leorto deis riscal braocaa
na frente ao curoprimeoto da caneca aeran i.
tadaa .le baio. ehifrea bem deitaeol eobra UtT-
co, moudo em sobre outro. a um den*, mafa
t^Tdri "? *'e e,trteteW araoo. tea-
to qae d de doaa a trea garrafa* de taita
nio a ootlcla can. de a lar vi.to ser! bees recese-
bae, Uao* P**1* aa i
Attencao
O-Sr. Je.oTilm.Lloa da Costa Vaedartaj, fllha
do Sr Joaquim J*t-dt Coate, arrautrate i
barratr. da MaotratahV, qaalra ter a IteaaSaste aV
fMW9)if9tVww91
ill Cf+tMT-t


MflQOUl'mMlKW** H60M& F1UU ? D'lBIL M ififil-
enda-se o eneanhn T
AirenM o engenho Tapipir No-
to, moente e corrate com motor de
animaet, tito na freguezia de Iguaras-
capa-
ies en*
se ao
t>o mpipire da freguezia de S.
Lourenco AT Bata,
Juliao da Fonseca
com quem tratar,
Joao Vieira de Atesado subdito porlugaez
retira-se para Europa.
Preciii-se de um feitor para ib litio perto
da etdade: a tratar na raa Imperial n. 22.
do major Manoel
Pinho onde acharao
IMIHRHKafifl
obre Portugal.
Saques sobre
0 abaixo assigoado agente do Banco
Mercantil Portuenae oesla tidade, sica
effectivameate por todoa oa paquetea lo-
ara o memao Banco para o Potto a Lli-
a, por qualquer lumoi avala a a pra-
b, podando logo oa aaqaea a prazo aeren)
oeacontadoa no meamo Banco, na razan
de 4 por canto ao anoo aoa portadores
que aisitn Ibe eoavter : aaa ras do Cres-
po n. 8ou do Imperador d. 51.
Joaquina 4a Silva Castro.
-J-M69KMMMQMII
Viruas am cirallo ruco, carnudo, capa
do, cosa pintas amaradas, cabino, eascoa pretoi,
com uma bsixa as coitellia, ripado, com a ca-
da curt, mancha vermelha no qaelzo, com ama
pisadara na coste lia mindjnha qae nunca nascau
eibello, cujo cavallo ferrado nos qaartos e no
Sieixo : quem o acbsr entregue na prensa de
noel Ignacio de Oliveira Lobo, qae ser grati-
ficado, ou em Pedra Tapada, no lugar Capella de
S. Vicente a Joed Beiarmtao de Asmmpcao, seu
egitimo dono.
The snnual meetieg of Britisn' Reiidenls in
accordance witb ihe Act. 6 Geo. IV cap. 87 will
be held at Ibis office on Fridsy tbe 4 th. prximo
iaauot at Nooo for Ihe Election of Iraatees of
theBritiih Episcopal Church, Hoipital, and Ce-
metery and for the Deipateh of the Business re-
leting to tboae EaUiblishmenls.
Briiisb, conaulate,
PernamDuco, marcb 37 tho 186i.
G. Lennon Hent.
II. B. Ms. cnsul.
Veiieravel ordem terceira de
S. Francisco do Recife.
Em virtude do convite da irmandade do Senhr
Bom Jess dos Panos, o abaixo assignado con-
vida sos seus ebariaaimos irmaos a comparece-
ram no dia 4 de abril prximo futuro, pelaa 2
horas da tarde, pajramentadoa de seus babitoa,
na igreja de noase ordem, aflm de encorporados
aofimpanbar a procssao do mesmo Senhor que
tem de sabir do convento de N. S. do Carao.
Secretaria 28 de marco de 1862.
Luis Manoel Rodrigues Valen ;a.
Attenco.
D-se dinbeiro a premio sobre penbores de oa-
rd oa brilbaoiei : na rus do Gueiroedo n. 45.
Aluga-se uma escrava qae saina cozinhsr,
angommar e lavar, para o servico de ama casa
de pouca familia : quem a tiver nestis condicoea
e auizer alugsr, dirija-se i roa da Cadeia do Re-
cife n. 53, escriptorio de Leal & Irmo.
Convite.
Pelo presente se convida a quem qaer que aa
julgue credor da finada D. Antonia Mara de Cas-
tro a comparecer no escriptorio dos Drs. Epami-
nondaa e Cdeceira, na ra do Queimado, afim
de se veriOcarem os ttulos, e tiatar-se de sea
pagamento, iato no prazo da 8 das.
Precisi-ie de 2:500 a premio sobre hypo-
tbeca em propiedades livres e desembaracadia :
quem quizer.dar, dirija-se a travassa da ra das
Crazeso. 12, taberna de Jos Barbado.
Precisarse da uma ama para compras eser-
vico de uma .pessoa : na ra ealreila do Bosario
? 21, primevo andar..
AGipEt DYMIICO
00 DOCTOR
i. fam.
Para a preparaco dos medica-
mentos homeopalhicos.
_ Os medicamentos preparados por esta macblna
sao oa nicos, com que ae podem contar no cu-
rativo daf molestias perigoaaa. E como seja o
CHOLERA MOR BUS uma d'a que lias que nao
admittem deloogaa e experiencias, cumpre pre-
ferir saes medicamentos a outros quaesquer, se
quite rm tirar da bomeopalbia os vantajosos re-
sultadas que ella asaegura.
Acham se a venda carteiras e meias carteiras
especiaes contra o cholera, acampanbadas das
competentes instruccoes. pelos precos conheci-
dos. na pharmacia especial homeopathica, ra
de Sauto Amaro (Mundo Novo) n. 6.
N. B. Oa homena de bom senso recnbecem
cortamente que sendo o Dr. Sabino a foote pura,
d'onde emanon a bomeopalbia em Pero a m buco
a em todo o norte, alte o nico immediala-
mente iotereisado no seu crdito e no seu pro-
greaso, e por conseguinte lio somente nelle
que se pode encontrar garantas, quer em rela-
cao applicagao da aciencia no curativo das mo-
lestias, quer em relacao preparaco dos me-
dicameetua.
Na pharmacia do Dr. Sabino trabalham cons-
tantemente debaixo de suss vistas immediatas,
nos lempos ordmarioa, dons em pregados [utn
brasileiro e outro fraocez quem paga ordena-
dos ventajosos), oa quaes sao ajudsdos por mais
tres ou cinco pessoas, qaando o servico o exige,
na dealillaco do espirito de vioho e d'agoa, no
manejo das machioai, na deiecagio dos glbu-
los, na distribuigao das dilulgdea etc., etc.
E evidente que para o Dr. Sabino exercer a
homaopatbia, como geralmenle a exercem, e
preparar medicamentos como por ah preparan),
ero eram precisas lautas despezaa com o pes-
aos!, com machios e com a obteusio das subs-
tancial as mais puraa poniveii, e nem tanta vi-
gilancia e trabalho na pwparago dos medica-
mentos ; mas elle nao se contenta com o bem,
?ue ja tem feilo, dando 4 homeopatbla a oope-
aridade de que goza: elle quer eleva-la ao
maior grao de perfeicao dando aoa seus remedios
a maior iotaltibilidaue possivel em seus effeitos
O Dr Sabioo oio aspira aomeote oa gozos ma-
teriaes da vid# lia se desvanece em ler nos li-
vroa estrangeiros que a tua propaganda em Per-
nambuco fox tao 6ri/ionte que nao em na Eu-
ropa ncnfcuma analoga (JORNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA 0E PaRIS, tamo 4.*, pa-
fina 691 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HOMEO-
ATHIa, por Granier, pagina 102); mas a aua
amoico remito maia elevada ella aa dirige a
legar aa gerages futuras um nome estimavel
pala gr*vidade e importancia dos seua servicos,
pela sinceridada de ajas coiniccoes, e pela fir-
meza do su carcter.E' por issn,. e para isao
que elle trabalha ; a trabalba muito...
Na travesa da ra das Cruzes n.
2, pjimeiro andar, tinge se para toda
as cores com presteza e commodo preco.
MOTCMl.
Previne se a toda e qualquer posioa que nao
sea negocio algum coca a casa o. 194 da ra Im-
perial, e bem aasim com as mei-agaas que se
achara edificadas noi fundos da de o. 194, todas
pertencentes a Jos Francisco Pereira da Silva,
por isao que o mesmo Pereira da Silva devedor
oa abaixo aisignadoe por ttulos de dividas, que
am tmpo competente ser presente. Recife 31
de marco da 186.Manoel Patrn do Nascimeo-
to.Antonio Juho Bastos.Frederico de Souza
Gomes. ^ ji.
Jio engenho Curaahy, na comarca de Pie
d'Alho, preeiaa-sa da um feitor que saiba traba -
Ihar n seja diligente, paga-se bem, agradando
seus servieo* : a pesaos que sa sebar aaataa cir-
cumstanrin, pode dirigtr-ao ao dito engenbo, ou
na ma laCroi o. tt. tereeiro andar, a o que uiu
tiver s h.bUitacdea assia diVaa oa toma o io-
aommodo de comparecer, deixa-ss estar em esas.
Ama deleite.
Preclsa-ie do ama ama da leile forra sim cria:
a tratar na leja da chapeos da Mais Irmaos, no
arco da Santo Antonio.
s 3 bora4a Urda cabio da bra^o
la ama figura, sabida da roa da Cras n. 35, se-
gundo andar, uma pulseira falta da moedas de
oaro mexicanas, contendo onza: qualquer pea-
loa qae a acbar e qaeiri restituir, pode leva-la
meama casa, que aet bem gratificada: nota-
se, a pardajtfbi da casa cima at a esquina do
becco Urge, e da l para a igceja at o sabir.
los senhores viajantes.
Chamamos alinelo aoa nonos leitores a se-
guinte commurjlcsQo :
Nos ealaleiroa do Ouro (cidade do Porto] esta-
la cosiruiodo ama galera de grande dimeuac,
qae o navio de maior tata que all ae tem feto.
Mede de qnllha 206 palmos, 26 de pootal e 46
de bocea. Pertence esta embarcacio aos nego-
ciantes daquella praca Soares Irmaos.
De seu risco a construeco foi tncarregado o
hbil coDsiruclor Manoel da Costa Bahia. Pela
aciividarte com qae se trabalha 6 provavel qae
*eja laogad as aguas do Douro, por todo O mez
de julho prximo futuro. Os proprietarlua desli-
oam-a carreira daquelle porto ao do Rio de Ja-
neiro, e eslorgam-se para qua najdajtaixe a deso-
jar qaanto aiseio e commodidade de pasngeiros.
Atada est por alagar a loja do sobrado n.
3 da ra do Caea que atgue da casa da deteocao
e ao norte da fabrica do gaz, com 3 qusrtos, X sa-
lsa, quintal a cacimba por 14| mensaes: a tratar
no mesmo sobrado.
Roga-se ao Sr. Joaquim Januario Pereira
de Brita o favov*de appsrecer na raa 4o fjaalma-
do, laja de miodezas da boa fsms n. 35, a nego-
cio de seu ioteresie.
Precisa-se de um csixeiro pequeo, chega-
do ha pouco do Porto :. na ra ds Liogoeta n. 5.
Hoallns J. Carmao, subdito britnica, reti-
ta-se para Europa pelo vapor inglez Magdalenas.
Yende-se por preciaao duas escravsscriou-
laa, mogas, com. habilidades, e bem aasim uma
botica bem sorlida e afreguezada, sita na cidade
da PatApiba: quem qaizer dirija-se a ra do
Rangel, sobrado aegundo aodsr, pars ver ditas
estravas, e tratar acerca da meama botira.
No dia 8 do correle, depois qae lindar a
audiencia do Sr. Dr. juiz municipal da 3.a vara,
tem de ser arrematada por venda ama quarta
parte do sobrado de doua andares n. 83, sita na
ra da Matriz da Boa-visls, em chios proprios,
avallada dita quinta paite por 1:6603060, penho-
rad dita parle a Joaquim Vicente Marques por
execuco de Domingos Jos Marques Guimares
Irmaos.
FraneaeBrasil
Mr. Mercier, alfaiate francez, precisa de offl-
ciae| para toda a especie de obra : na ra da
Cadeia do Becife o. 18, primeiro andar.
Preciaa-ae de uma ama para casa de pnuca
familia : na travesa do Livramento n. 18, se
gundo andar.'
S. Benedicto do convento.
Fazscienle o secretario interino 'qae no dia 8
do correle depois da audiencia do Sr. juiz de
paz da freguezia de S Jos, lem de ir em praca
orna jangada com seus pertences de pescara.
Recife 4 de abril de 1862.Braga.
O Sr. lente Gama do nono batalhao, te-
tina a bondade de concluir aqaetla negocio, pelo
qual panou uma prucuracao bastante de exerci-
cios fiados perto de dous annoa e recebeu os.
Precisa-se de uma ama ; no patea do Ter-
co n. 26.
Roga-se a peisoa que por engao levoa am
chapeo trocado do coniistorio da irmandade de
S. Jos d'Agoois, qaando a irmandade aa reco-
Iheu de acompanhar a procissio dos Passos, o
obsequio de o vr destrocar oa mo dotbeiourei-
ro, ou na ra larga do Rosario taberna da esqui-
na que volta para o quartel de polica, que mui-
to ae agradecer!.
Precisa-se-de uma preta ou preto para car-
regar fazendas com oulra pessoa: na ra do
Hospicio n. 62.
Jamaa Burl retira-se para Europa.
Precisa-se alugar uma ama forra ou capti-
va para o lervicointerno a externo de uma casa
de pouca familia : na ra eslreila do Rosario n.
10, segando andar.
C ompras.
Compra-se ourelos em qualquer quantida-
de : na ra do Vigario n. 9, primeiro andar.
*#*#.-*
jg No trapiche da compaohia largo do dK
jl Corpo Santo o. 19, contmua-se a com- ]!
prar escravos para exportaco, paga-se tP
g? bem e d preferencia a preto crloulo de
ag> boa figura de 14 a 20 anoos de idade. gas.
Vsndas.

Vende-se ou arrenda-se o engenbo Tabocas
distante desta cidsde 7 legoss, oa frogaezia da
Luz, sito as margeos do rio Tapacur, com cu-
jas aguai pode, com lumma facilidad?, moer, lem
mataa a terreno de immensa prodaccao para sa-
frejar mais de 8,000 pies snouslmente : oa pre-
tndenos diqjsm-aa ao mesmo aagenbc, oa ao
Recite, i loja deanrives do Sr. Manoel Antonio
Goncalves, na ra do Cabug n. 3.

Grande
liquidadlo por todo*
o precio, na bem co- 3
nhecidalojadoSer-|
tanejo.
SRua do Queimado n. 45.|
Barato que admira.
Chitas escaras Moss a 160. 180 e 200 9
rs., cortes da vestido prelos bordados a ff
velludo pelo baratissimo prego de 85S e S
65{|, d'l adamascados a 509 a 36a, aahi- 1|
das de baile de velludo e setim a la e ai
163, camisas pa senbora a 33 e a 45, I
goliihhas e msnguitoa a 23500, 3500 a |
48500. olhohaa de cambraia bordadaa a ]
720. 800, lf. 19200 e 1(500 rs., di las de
fil bordadas a 240 rs., casaveques de fus-
to a 69, 7J e 85. meias de seda brancas
e preta b para sen hora a I98OO o par, ti-
ras de babados a 800 e lf, taade quadro
eofestadas a 360 e 400 rs. o covado, cam-
braia preta a 440 < 480 rs. a vara, organ-
dys de cores a 680 rs. a vara, fil brac-
eo adamascado para cortinados a vesti-
dos s 480 e 540 n. a vara, cortes de col-
let de caaemira bordadoa pretos a 39 a
39500. ditos de velludo de cor e pretas a !
49. 59, 69 e 79, paletots de brim branco
fraocezes a 4f a 49500. ditos da caaemi-
ra de cores o prelos a 168 e 18, dltoa de
alpaca preta-e de corea a 31500. 49 a
49500 e 59, camisas de peito de llnho a
3950O e 39, cortes de collete de gorgurao
de seda a l800 e 29, 2J500.39 e 49, col-
leies feitus le brim branco a 29 '38500,
ditos d e por t u rao s 39 4f .ditos de case mi-
ra a 4g. 4J500 a 5. ditos de velludo a 6a,
79 e 88, ditos de fusta > 19 corea a fgbuO
a I98OO, meias de la para homem a aa- j
nhura, ditas de algodao croas para' ho- <
mem duzia I9400, 19150 e 3*100, ditas a I
38,48 e 59 a duzia, ditas para menina a \
29600 e 398OO, duna finaa a di.eraos ta- I
manbos, auoi par mauioo a 29 a 21(00 !
a-duzla, pecas de algodao a 39800, 49 a
49500. r.hiUa fraocetaa ttaaa a 140, 280, !
800, 320 e 360 ra. o covado, fil borda-
do e liso, grioaldaa brancas coa rimas, 1
chalas de troco, eiparlilhoa, chipaos de
caalor para homem, avahas para meaa a
am variado aotlimento da roupaa fatfaa
que todo se vende por biritlsaimo preo.
TinU prtt* toivwM
Est vaada aa cas* de Jayme. artista dasa-
nbador am caballos, roa do Queimado n. 0. Be-
commendi-se a pessoas qoe alada nao lam
desss tinta, nao se srvaos da liateiroa aojas com
tintas de galbas, solfatoa de ferro, cobre, laaino,
nitrado de prata a entras substancias, porque da
menor quantidade do semelhmte preparaco re-
sallar 6 engroiiamento da tinta cammerclal, e
ajis tua completa-detrioragi. Portanto, os
tiaWros podem ser limpoi 1 nao reatar ligosl de
outru Untas, porm canetss e penass devem sar
novas.
Manteletes superiores de
grosdenaple.
Ns raa do Queimado o. 18 A, esquina que vai
para s ra eatreita do Rosario, loja da Carvalbo
& Bastos, tem para vender ricos maoteletea de
grosdenaple pretos, aeodo pelo diminuto prego
de 209. dllos melhores s.J59. ditos superiores a
309. No meamo eatabelecimeoto lem grosdens-
!ls preto de variadaa quaiidades, sendo a I950O,
ito a 19700, dito a 3)1400, dito superior a 29800,
enfeites prelos deretroz, lovsfde torgal, chiles
pretos muito finos bordados a vidrilho, e outros
amitos objectos proprios para a quaresms, lado
por pracos muito commodo*.
Loja do beija- flor da ra do
Queimado n. 63
Vendem-se cascarrilhas de seda de todas as
c8res a S9400 peca ; ricos enfeites pretos e de
Cores a.58500.
Loja do beija-fior da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se fitas de cs a 320 rs., pega de 10
varas, enfiadores de vestido, de linha a 120 rs
escovas para unhai finas a 640. 800, 1J0O0 rs..
piuceis finos para barba a 330, 500 rs.
Loja do beija flor da ra do
Queimado n. 63.
_ Vendem-se oculos finos de irmagio de co a
i20. 500 rs. ; agulhas frsocezss de 10 a 20 rs. a
liohas de marca de 10 rs. ; grozas de bole;
broncos a 100, 120 rs.; ditos pintados s 180 rs.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se cartas portuguezss finas a 19800:
ditaa francezaa a 3J800 ; wiaporaa a 900 sa; liohaa
pretas e de corea e brancaa do giz a 800,900
rs ; dita de fusos a 120 a encarnada fina a 120;
fivelaa para caiga a 80 ra.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63
Vendem-se lavas enfeitadss a 19800e 29000;
ditas de fio de Escossta a 800 ra.; escovas para
roupa a 40. 800. 19000. 19*00 rs. ; ditas para
cabello a 320. 500, 640 rs. ; pentes travessos a
640 r*.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n; 63
Vendem-se linbas de Pedro V a 20 ra o car-
lio ; ricos bcos e rendas do Porto, imitando o
da trra a de diversas largurss, e muito barato.
A pessoa que qaizer fallar com o padre Joao
Jos d Araajo dirija-se sus casa, ra da Pilma,
Oa i Z.
f
icfi
jheguem que se
Dando.
ata-
A 1
Grosdenaple preto
aa urna sicrava
gotnma e co
de bonita figara e ,
perfeilameate : a
o motivo da vend:
na ra do
na
Existem.
NaruaNovalojafrancezan.il, pera vender
muito barato ama bonita e*deirinha e um 'ele-
gante palanquim : aa pessoas qae precisaren) de
qualquer dolas oso oodem acbar melhor peca-
atao para comprarem bom a barato.
Milho, farelo e farinha.
Vendem-se saceos grandes com milho, farelo
e fannha na taberna grande da Soledade, por
prego razoavel.
ris
. mudo bom :
Queimado n. 47.
A 15#000.
J*'0.1* de Poo fino forradoi de teda
ra do Queimado o. 47.
A 30000 a peca.
Trsmolas para babados com 30 varai : ns rna
do Queimado n. 47.
A 4^500 a duzia.
Meias eraaiioglezaa para menino, mailo boas :
na raa do Queimado n. 47.
Lindas Iionecas de diffe-
. rentes tamanhos e quaii-
dades.
A loja da agaia branca aciba de receber a sus
eocommenda de lindas e bem vestidas honeeas
frincezaa de 2 e 2 1|2 palmos de altara, aa quaes
na verdade vieram tao oerfeitas e bem arranja-
daa aua quem aa vir tnfallivelmente deseja com-
pra-las, porque umaa slem da formoiora tem
belloi cahelloa cachiadoi, outraa bonitos cba-
pozloboa a Garibildi etc., etc., a todee em firo
ai indispensaveis siias balo ; aasim como rece-
beu igualmente outro bello aoriimento de bone-
cas de cboro tanto de matas como de cera sendo
estas de olbos movedicos e de differenles tama-
nhos at 3 palmos. Agora pois a meibor oc-
eseiaode qualquer psasoa mimosear uma meni-
na qae seja sua filba. prenla oa conhecida, di-
riglndo-se primeiro (munido de dinheiroj a loja
da aguia branca ra do Queimado n. 16, aflm de
comprar uma dessas bonacas ou outra qualquer
cousa de agrado.
Rival
sen igual.
Miudezas e rap.
Ba larga do Rosario numero 36.
Lia da cores sorlidas, libra a 69400.
Clcheles com duas carreiras a 60 rs.
Ditos de uma a 40 e 60 rs.
Agulhas francezaa curias e compridas a 60 rs.
Ditaa cantofaa a 130.
Pentes da massa para atar cabello a 500 ra.
Ditos de dita idem (dourados) a 1#400.
Carreteia de retroz de corea a 310.
Escovss para cabello muito boas a 800 e ljj.
Cartas de alfioetes a 80, 100,120 e 140 ra.
Escovss para unhas muito boaa a 320 e 500 rs.
Frsojaa pretaa com vidrilho a 320 e 400 rs.
Trancaa pretas com dito s 240.
Bicos pretos muito bons a 180, 240, 320
ris.
Carreteis de linha a 30, 60 e 80 rs.
Enfeites de reros com franja a 59300.
Meia para senhora (duzia) a 28500.
Ditas cruas para bomem a 29400 e 39.
Tesouras ordinarias a 30 rs.
Franjaa de lia estreitsi (pega) a 900 ri.
Sabonetes de bola fios a 640.
320.
Vende
moga, que
quem quizer comprar se dirj
na raa da Cadeia Velha n**
Loja do b'ja-iJF da ru|
QuetmaJI li. 63.
Vendem-se franjas e trancas, fitas de velludo
preto psra a quaresms, mais modernas qua ba no
mercado, e mais barato que em oulra qualquer
paile.
Loja do beija-flor da ra do
Queiinano n. 63.
Veodem-se facas <, cabo da bataneo de 2
botoes a 68800. dit- *-, doce a 51800. dilas de
um bollo a 1200, nu para doce a 5#2fl0, dilai
pretaa cravadaa a 3tS0O, ditas brancas a 39400,
ditas roligai a 39 a duzia.
Loja do beija flor da ra do
Queimado n. 63,
Vendem-iegrsvatai pretaa de setim a 19, ditaa
estrenas a 1#, ditas a 800 n., rennas de tco de
langa, 500, a 720, dilas de mam-i.in a 800 ra.
Vende-se na freguezia de lpujuca o enge-
nho Diamante, todo bem montado, com casa de
vivenda, aenzala, olarla, dietilagSo, estribara,
casai para lavradores, ludo de tijolo e cil, me
d agua e multo bom de produccao, com terraa
para dar mala de 3.000 pies annualmeole, com
ierras anda por deacabrirem mataa : quem pre-
tender comprar, pode dirigir-se ao mesmo enge-
nho tratar como proprielaiio. oa no-ltecife com
o Illm.Sr. commendador Lemos Jodi
Machinas americanas.
Em casa da N. O. Bieber & C., auccessores,
ra da Cruz n. 4, vendem-sa :
Machinas para regar bortaa e capim.
Ditaa para descarogar milho.
Ditaa para cortar capim.
Selioa com pertences a 109 a 208.
Obraa de metal principe prateadas.
Alca trio da Sueeia.
Veroiz de alcalrao para navios.
Salsa parrilhade primeira qaaidade do Tara.
Vinbo Xerez da 1836 em caixas de 1 dnzia.
Cognac em caixaa de 1 duzia.
Aradoa a gradea.
Brilhantea.
Carrocas pequeas.
Aos fabricantes de velas.
O antigo deposito de cera de carnauba e sebo
em pao e em velai, estabelecidO; no largo da As-
sembla n. 9, madou-se para a roa da Madre de
Deo n. 28, qaaai defronte da igreja, onde conti-
nua a haver am completo sortimento dsquelles
gneros, que se vendempor preoos razoaveis.
Quadros de moldura dou-
radae preta.
Lindos quadros de moldura dourada e preta
com estampas a 49500 cada um : na loja da vic-
toria na raa do Queimado n. 75j junto a leja de
cera. 1
Ha,
a 120
fraocezes cabega chala
alfinates a 40 rs.
com
200 jardss
1 900 rs. a
e400
Praicos de diversos cheiros s
Linha de Pedro V a 30 ra.
Botoes para caaaveqne a 20. 30 e 40 rs.
Bap Paalo Cordeiro (verdadeiro) a I96OO.
Dito gaste grosio e raeio grosio a 19000.
Dito dito fino a 11280,
Eoutras mu tas mais miudezas que com a pre-
senta doa bona fregoezei se venderio baratas.
Retratos e paisagens por da-
guerreotypo, ambrotypo,
photographia, etc.
1 Vende-se uma ezcellente machina com dous
v objectad da fabrica do grande Secretan, nio a
veoue se a armagao da loja de miudezsa da trabt Y. com o menor lempo poaaivel. como d
ra eatreita do Rosarlo D.I10 p da ra do Quei-, oa a .* peauaooa det.lhea : est completa com
mado, com fazendas oa sem ellas : quem pre- todos os apparelhos Decenarios,
tender dirija-se mesma qua achara com quem
tratar.
ra do Queimado n.75 ju
to a 1 ja de cera.
VENDE MUITO BARATO.
Clcheles fraocezes bona em carian a 40
0 carteo.
Alfioetes
a carta.
Papis com ceato e tactos
o pspel.
Linhai Victoria em carritel
a 60 ra.
Ditas de 200 jardas de Alexaoler
duzia
Dtsa de 100 jardia brancas e de cores a 30
rs. o carritel.
Ditaa de Pedro V em carlo brancas e cores a
40 n. o cordio.
Dilas de miada de peso verdsdeirsi a 240 ra.
a miada.
Dilai de dita cabega branca e encarnada a
120 rs.
Grimpos multo boas s 40 e 50 rs. o msgo.
bnadorea brancoi de algodio a linbo a 60 a
Carteirinbas com sortimento de agulhas a
vv rs.
PhoaphoroB do gaz mullo bons a 520 re. a dazia.
Ditos em caixi de folha a 100 rs. que so *
cana val o dinhelr.
Diios de segnranga porque evila'Incendio a
loO rs. a caixa.
Ditos de cera caixss grandes a 400 rs. a csixa.
mojas de borlla para cortinado a 49200 a
peca.
Ditaa sem ser de borlote a tf800 a paca.
Ditaa eatreita brancaa e de corea a 120 rs. a
Tora*
400eDl" d6 bSle* P"tt *li8, 2M' 280, 3l0 '
Camisas de aeia finas a 700 rs.
Capellas e ramos pars noivas a 4J5O0.
Eneitei de florea muito lindos s */.
Caivetes finoa de duas folhss psrs pena a
w rs.
Ditos de una folha a 120 rs.
Agulhas francezas o meibor possivel
Aviso.
Injeceo Brow
Remedio infallivel contra as gnor-
rheac antigs e recentes. nico depo-
rto na botica franceza ra da Cruz n.
22. Preco Z$-
A 1^280 o covado.
Grosdenaple preto muito bom: na roa do Quei-
mado n. 47.
A 15^000.
Paletots da panno fino forrado de seda
do Queimado o. 47.
Vende-se uma casa de pedra a cal na po-
voacao de Apipucos
a es'i lypographia.
. e arranjada de
maneira para trabalbar por qualquer dos syile-
maa aima mencionados, podendo-se fcilmente
, tirar qualquer retrato ou paitagem, sobre lamina,
vidro, pspel, etc.: esltambem completa de qu-
micas, laminas, papel, vidros, a com um rico
sortimento de quadrinhoa e caizinbaa guarneci-
das de velludo e madreperola para a collocacio
dos retratos, paiaagana, ele.: aa quimicaa e mais
objectos foram igualmente comprados nasprimei-
ras caaaa : vende-ae por preco multo razoavel,
no armazem de Thomaz Teizeira Bastos, ra da
Craz Do Recife n. 14.
*- Vndese farinha de Fontana
chegada nesta emana : no armazem de
Vicente Ferreira d Costa, Forte do
Mato.
Gneros baratos
na roa
Chapeos de 10I
Queimado n. 41.
Minteiga ingleza a 800 e 900 rs. a libra, fran-
ceza a 680, banha muitoalva a 440, em barrita
400 ra., toucmho a S40 e 350 a libra, gomma mui-
nr*inrtfln.0 t0 '*" 10 A-i cevadinha de Franca a 200 rs.,
J pretenderes dinjam-ie er|h 100 r#< mBtaeUaa sqo ., e latas
' de 11|5 libra a 18100, doce de gioga, pera, amei-
. xa em latas de 1 1|2 libra a7UO rs., mana de to-
1 mata em Mas de 2 libraa a 18600, vinho em pira
a 400, 500 e 600 rs. a garrafa, a 3S, 3&800 e 4*600
de panno a 640 : na ra dd caoada, caima engarrafada sf200 ra, espirito
. de vioho s 240 s garrafa, e 1J600 a caada : na
ra daa Cruzea n. 24, esquina da travesa do Ou-
vldor.
M
640.
Malas para vagem
Vendem-se malas psra viagent, de qualidade
mediana, e tambem da meibor qualidade que se
fazem na Europa : na ra da Cadeia n. 86, arma-
zem de Augusto C. de Abreu.
Vnde-s
ama bareaca de lotago de 20 a 25caixas, a pra-
zo ou a dinneiro, lendo esta nava e bem cons-
truida : oa pretendeotes dirijam ea ra da Praia
numero 9.
O' que pe-
chincha,
Na ra do Queimado n. 39, loja de 4 portas,
vendem-se cortes de veslidoa de seda pretoa e de
corea, pelo diminuto prego de 20g cada corte
elle, antea que se acabem.
a caixa.
a 540 n.
\ttenca!allencao!
Aos pais de familia, bom e ba-
rato.
Na loja n. 20 da ra da Imperatrii scha-se
venda um completo e variado sorlimeoto de boas
faze.adas, e qae vista de auas qualidadea alo ba-
raliaeimameole vendidos, e para maii veracidade
do que fica dito, abaixo vio mencionada! algumas
das ditas fazendas, a saber :
Chitas largaa cor flxa a 240 rs.
fiadapolo fino com 24 jardas a 5jj.
Cambraias de cores a 280, 320 e 400 rs. o co-
rado.
Velludo preto e de cores a 2}.
Lindeza de cores a 160 rs. o covado.
Lencos pequeos s 80,120 e 160 rs.
Chapeos de caator fioo a 8S.
Chitas pretas multo largss e finas a 240 rs.
Algoda t:mcade preto muito bom para velli-
dos da eicravoi a 200 rs.
Cambraia liaa com 10 jardia a 24.
Cassa de salpicoa com 10 jardaa a 3.
Cambraia bordada para cortinados com 8 varaa
Largo do Ter^o
numero 23.
O propietario deste estabeietimento de mo-
Ibados est resol vid o a vender oa gneros muito
mala baraloa do qae em outra qualquer parte,
afianzando se a boa qaalidade, maoleiga ingleza
a 800 e 900 rs. a libra, dita franceza da safra no-
va a 680. e da velha a 640, banha da porco refl
Dada a 400 rs. a libra. Dtalas muito dous a 140
a libra, em gigo faz-se abalimeoio, toucinbo de
Lisboa muito novo a 240 o 280, queijos do vapor
a 59700, de navio a tSiOO, ceneja das melhores
marcea a 300 ti. s garrafa ; aasim como sa veu-
dem |oulroa muiloa gneros pertencantec a mo-
Ibidoi, anim como caf, arras, velas de esper-
macete e carneaba,'e umlmeote ae veodem ba-
ratiasimoa no acreditado turrador no largo do
Jerjo n. 23. .
Veooe-ia a propriadade, encruzllbadi na
ribeira do Orob, fraguaala do Bam-Jardim. com
400araoaa de taatao* 800 da fuas, propia
para aoiieoha im (HaaUcaa da cal, aasim co aso
a provnedada Tourt. com 200 mom da leauja
legas da funda, icallala pasa abjadiat
milho a tetjao ; aapaa qua vrataaaar, Mija-ae
| a raa da Cadeia do Recife, loja a. 50, qaaaqaar
hora do dia.
Loja de relojoeir o.
Ra da Cadeia do Recife n. 10.
Vctor Grandin, relojneiro, com roedalha da
exposi(ao de Paria de 1855, participa aos aeus fre-
guezes e amigos, que acaba de receber pelo ulti-
mo vapor viodo da Europa um completo sorti-
mento de relogioa de algibeira, tanto de prata co-
mo de ouro, patente suisso e patente inglez, e
um variado aortimento de correntea de ouro de
le, acodo dos mais booitoa e apurados gostoa que
lem viodo ao mercado, astim como lem para
vender bonitos relogtos para parede e para cima
de mesa, 01 quaea tem msica a com figuras, aa
quaes fazem dlfferentei movimentos durante a
peca de msica que ealiver tocando.
Attenco.
Azeite doce, marca Plagmol, em ceixa de 12
garrafas, Vermouth superior e vlnbo de Bordeaux
te varias quaiidades : em casa de J. llendibaure
& C ,ruc do Trapiche n. 24.
Mais barato do que em outra
qual-juer parte.
Vonde-ae sebo do Porto, cera de carnauba e
velaa de compoaicao: na ra da Craz n. 83, ar-
mazem.
loteresse publico.
[Offerecido pela loja del
mar more.
A loja de marmore leudo de apresen-
lar concurrencia publica o qua ba de
maiinovoem faaCDdsa, tanto pata ce-,
nhoras como para homeos e meninos,
sendo que para eate flm espera de seus
correspondentes de Inglaterra, Franja a
AUemioha aa remessaa da aeus pedidos,
tem reaotvioo, antes da apreitanlar a ao-
vo sortimento. liquidar as tazenOis sxia-
teotes, o, que effciaara por prrceo m-
dicos e para cuj Bm eoovtda o reaaailb.
val publico a aproveitar-sa delU
goncia. -
Bandos ou crescentes de
cabellos humanos.
Bandos de clina muito grandes e bita
eitos.
A loja d'aguia branca avisa a todas as senhoras
que baviam mandado procurar e encommendar
esses necesaarioa crescentea de cabellos humano
(e mesmo ai que de novo precisaren:) que elles
acabam de chegar, to bem arranjados como jus
lamntele deseja va aendo o sortimento de pre-
tos, cailanhoa etc. e muito bem lecldos nos pe-
queos pentes queservem para prender, Irazen-
uo ao mesmo tempo enebimento, do que resulla
que uma senhora com um par desses crescentes
pode maravilbacamcnla fazer o amsrradilbo de
sea cabello sem que deixe perceber a falta qoe
delle seotia, custa cada par 59 ; tambem ba
bancos de clina mui grandes ebem feitos o me-
lhor que em tal genero se pode dar vendem-se
a 2* o par, tudo iuo na bem conhecida loja da
aguia branca ra do Queimado n. 16.
Vende-se o Io, 2# e 3o tomo das biogra-
phias de alguos poetas e outros homeos illustrer
da provincia de Pernambuco pelo commendados
A. J. de Mello, com bellas poesias, actas, offl-
ctos. muitas pateles de capitaea na guerra dos
llellaodezes, entre as quaes acharao aa doa aeus
ascendentes muilas dai familias, nao i de Per-
nambuco, mai tambem da Parabiba. Rio Grande
do Norte, Babia e Rio de Janeiro, e outros mui-
tos documentos hiatoricoa e politicoa, nao s
curiosos, mas de grande importancia. Em ao
do autor.
Fita branca de borracha.
Eua fita de que tanta falla bavia acha-ie boje
na ra do Queimado loja d'aguia branca n. 16
assim como fitaa froaxas ou elsticas braneas e de
cores para debruar vestidos.
Nao ha quem venda pelos
Enfeites modernos para senhora a 53 c 61.
-Meiai para homem a 140, 160, 200, 2*0 280
Ditaa para teohora a 240,280,320 e 400 rs. o
psr
Dilai psra menina e menino a 160, 200 c 240
rs. o par.
Fitas de linbo a 40, 50 e 60 rs. a peca.
***> croxel nvelos grandea a 350 rs. o no-
baratUtr" muit" miude"8 Ia9 end muito
Fazeadas pretas
i na loja do pavao, ra
dalmperatrizn.60,
de Gama Silva,
Vende-se baratissimo por ser lempo
resma as fazendas seguintes :
Ricos manteletes de velludo preto Mea-
mente eofeitados com franjaa largas os
mais modernos que tem viodo a
Modernisimos enfeltei pretos a turca e
Ganbaldi
Ditos mais simples a
Dltoa de vidrilho mailo modernos s
Chales pretos de merino bordados com
vidrilho a
Ditos de fil preto muito fioo a
Grosdenaples pr.tos fayends muito en-
corpada a !500, 1J600,1800, 21 e
Sarja pn ta bespanbola, covado a
Meias de seda pretas para senhora a
Jilas de la a de laia para padres a
Luvasde retroz bordadas com vidrilho e
sem vidrilho a 500 rs. e
Ditas pretas lisas de seda muito fina a
22?* pretal muito finaa a 560, 640,
800 e
Da lado do-se amostras com peohor :
da Imperatriz o. 60, loja e armazem de Gama
da qua-
3CJ000
68000
2g000
800
12J000
3S00O
22500
29000
ioop
laeoo
640
640
19000
na ra
4
Pannos pretose casemiras
presos,
Viado,
n 8.
s na loja do
na ra Nova,
Esl vendendo luvss
o meibor que se pode
de torgal
encontrar
Luvas timbem de retroz lem serem bor-
dadas s...........
Dilas ditaa de dito pars meninas a .
Ditas ditaa de seda para ditas a ,
Ditas ditas de dita para senhora a .
Ditas ditaa de dita bordadas para senbo-
c...........
Ditaa ditas de seda de todas as cores a .
com vidrilho
em bordadoa
800
640
500
500
1JO00
19600
19600
Trancas e franjaa pretas.
Mui delicadas tnogas de seds preta com vidri-
lho aendo de todaa aa larguras, de 320 a 500 a
vara ; franjas de seds com vidrilho a sem elle
de 320 s 500 ; bicos pretos de todas as larguras,
tanto com vidrilho como aem elle, por baratia-
simo preco, a oulros mullos objectos para qua-
reima, que a viita dos compradores nao se en-
golfa dinbeiro.
Facam fogo no viado.
Seda lavrada a meibor que se pode encontrar
de bom e delicados goitoi, qae a vala do preco
nio hs quem delxe de fazer am rico vestido pre-
ta para qua resma, pois, a prove lera a ocessio,
pota quem nio Oter agora, nio fas tio cedo ;
cata loja fica bem conhecida, por flear bem con-
jronle a eamboa do Garmo, e ter o viado pin-
tado.
Manteletes de lit.
Vendam-ie os maii modernos manteletas d
DI* prato em modelo dacspaa chegadoi pelo ul-
timo vapor: raa da Ity*vitrli o. 60 loja a
armazem do Pavao, da Gama & Silva.
Vende-ae al grasao a alvo a bordo do pa-
tacho Marcelinas r a tratar no becao das Bolas
n. 18, escriptorio de Dantas & Filho.
Na loja do Pavao.
i*XSiDdie^P8aS Prel ""i 6o f"enda a
i kU* e*S o covado, e dito que val 8 a
il QftA0V8.0EAc"ea>i^a ^f^" eneldaa a
39. 39200 e 39500 o corte, ditaa de orna s lar-
gara de todos os precos e qoalidadee, aetim pre-
to da China pan calgai paletots ecolleles com 6
palmos de largura a 3j o covado: na ra da Im-
peratriz n. 60, loja e armazem de Gama & Silva.
Sedas de quadrihos a 720 rs.
Na loja do PavSo na ra d Im-
peratriz n. 60.
Vende-se muito delicadas sedas de quadrinhoa
a 720 rs. o covado : na raa da Imperatriz loja e
armazem de Gama & Silva.
Chales.
Grande pechincha na loja do Pavao.
Vende-se os mais ricoi chalea com ponta re-
donda ebolotas, lendo as barras de velludo ou as-
setinadas. imitando aa capinhas mais moderna
pelo baratissimo preco de 49500 cada um a dito*
de quatro ponas a 4$5O0, ditos a Garibaldine
caa4a muito grandes a 5j : na raa da Imperatn*
n. 60, loja do Pavio de Gima & Silva.
Espartilhos a 3,500.
Vende ae espartilhos ingleses qae sio oa me-
lhores pelo diminuto preco de 3*500 cada um :
oa ra da Imperatriz o. 60, loja e armazem de
Pavao, de Gama i Silva.
Attenco.
mi
e candieiros de novoi modelos e por prego com-
modo : na ra Nova loja de farragem o. 39, de
Joaquim da Costa Hsia.
Camas de ferro franceza de duTereoles Isas-
nhus: na ra Nova loja de ferragem, n. 39, de
Joaquim da Costa Haia.
Banbeiros de folba de zinco imitando a mor-
more e por preco rommodo : na ra Nova loia
de ferragem o. 39, de Joaquim da Coala Miii.
Silvas pnteidis para copoa da differenles ta-
manhos e por prego muito commodo: aa rna
Nova loja de ferragem n. 39, de Joaquim da
Costa Mais.
Facas e garios de cabos praleadoa goito bo-
daroo e por prego commodo: na ra Nova a. 39
loj de ferragem de Joaquim da Cusa Mata.
Vende-se um ptimo mo de tr-
ras na villa de Iguarauu' baiiro de S.
Sebaitiao, com grandee bem construi-
da casa de pedra e cal e viveiro a mar'
gm do ro : ot pretendeotes dirijam -
se ao engenho Tapipir do major Ma-
noel Julio da Fonseca Pinito, onde
acharao com quem contratar por pre-
co commodo.
- *
jSr$, academicos|
Nao aceditem, t5o ver.
Vendem-ie factoi completo! de sape-
rior casentira de rorea escuras indos
Inglaterra em direirara para a kem --
ahrctda l.>ja oa Guimariei & Villar:
CJ ra ao Cnvpa o. 17.
ClOO
n. O.Biabar & C.iacceaaorea.rna da Cras
a.a},tata pinvenderrelogloipiraatgibtira da
oaro a prata.
MIITII Anb


s
i
\
n-
*
ARMAZEM

Cambraias de carinhos
MhJma.
Vende-se finissimos corte de cambraia branca
pega 8 Ti? Trtt V peatr na?a*d?Imp-
rilrx n. 60, loja armazem ao Patio, de Gama
asi
ar
muito Bdo a 800 rs. e em porco se faz abatimento.
de dkffereotes qualidades, en lata* da K(Je 56 por
muito ooras por 2g50O e a retalho a
Francisco Fernandes Duarte
Largo da Penba
Veade-se oeste armazem de molhados os melhores g-
neros que vem a este mercado e por meos 5 a 10 por ceoto do que em outra qaalquer parle,
rarantiodo-se a boa qualidade, por iaso rogt-ae a todos oaSri. da praija, de eogeobe a lavradoreso
firor de mandarem auas eocommeodaa ao armazem Progresso, aflm de verem diffeceoca de
pree.0 e qualidade que faz, ae fossem compradas em outra qaalquer parte.
alamteig* inglexa de primeira qualidade a 800 e 1*000 a Hbra, ? barril ae far
abatimento.
s/L Melga Ir atitieza, m,u MTa, 640 rf (a llbrt e tm Uttt oo .
*>Wk y***11 o mais superior que ha no mercado a l$80O a 2J500, a libra.
HlVA UaXlIal imMando a perola, pela aua superioridade a 3#000, e 2&600 a libra.
*-* "** pr"**J nico para oa doontes que, se tratam com a homeopathla a 0509 a libra.
nario a 2*500
Qutijas Vonarlao 0 qae n, t bom nesle geoero, 1Jtooo> Ubr, e tBt pwsSo n
faz abatimeoto:
$11*31 JO pralO 0 maig 8npetj0r qu8 tem Tiodo a e8te mercado a 1*100 a libra.
FrexuiUo iag\ex para Hambre Btlt0 n0TO. 5oo m, em por-
gao ae far abatimeoto.
%j<*titol.ataa \ag\exaS propr para oambre a 800 re. a libra e em porco a 700 rs.
Pf ^ttBiO 4 relaO d9 IBp,ror quai,iade 480 ra. a libra elntairo, a 440 ra.
aiaiu*3 0 ra9ihor pelisco que p6de haver por estar prompto a toda a hora a 19 a libra.
em porco a 900 rs.
t OTveliint 4 reao -ail0 n0T0 a280 ri a UbrB^ e em barril de.sirrobM a 7*000.
C \\ourlcas paios tta lombos a m r, ; liorai w ^^ M u. .bat-
ment.
Latas om Vio aricasJ promplas para S9 coiner ?lndai a primeir. rM este
mercado a 2$O0O cada urna.
Baa%% ae porco retinad* em 1-u com 10 libr por 4|M0 ^ wmt
Banua de poreo mul0 flna aUa t 480 rg t libra % 9m bHlU A 400 rf
lirmela da imperial d0 afamado AbreB e de oultol mtUoi ubrleaotes de Lisboa
a 800 rs. a libra, e em porco se faz abatimeoto.
Latas com frutas d doee em calda como seiSo pora> dmMC0.Pe-
cego, alpexe, e gioga, a 800 rs. cada lata.
Mermelada de alperxe ut de, 1bra por l20o d. m..
Latas camameudoas caafeVtadas conlaDdo mtiMMOtMpa
candi, muito proprio para mimo, a 2*000 cada urna.
Doce da cisca da goaba
D oce s eco e es calda
2*500 cada urna.
:,. Tib*. com bollo Iraueex propriM para mimo. 560 m
Pftf saie em caxiub< de 8 libras
480 rs. a libra.
FlgOttaa Cm.Uldr muit0110T0it em caiXasde8 libras por *500. diUs com 4
por 1S500, ditas com 2 rauito bem enfeiladas por 900rs. cada urna e a retalho a 320 rs.
libra.
KrvVlUas Iraneexas e portugurxas em uta, da t mim^r .
ditaa em meiaslalas a 500 rs.
X>*$ade lmate em lala, de t Ubra por8oo rs.
iVmeudoas de casca mole Ball0 novas, 320 rs.ubra.
i^aOXeS a 120 rs. a libra, e 3*000 a arroba.
tV.mtix.as iraueexas e m lalas com 3 llbras por 2800> ditas com, ll2 por 13500.
iYm*vx^s portugutxas. 320 tibra e em caixa ,esrS ttatlBeMo.
*..UOCOate UeSpnUOla 1j500i dit0 francez a iS200 dit0 porlaguez a 800 rs. a libra,
aQauci-se a boa qualidade.
UolaXinua de 80da em laUa com drerentes quHdades, a 1J440 rs.
Bf*a^ para S*palelria> macarroetalharim.a400rs. a libra eem caixa por 8J0Ors.
1 VltOS Ae ttr.UteS |xad0Si moihos com 0 macinhos por 200 e S80 rs. muito fios.
Ser*|a em {ragCos com 1 e 1|2 libra por 800 rs.
* *J" francez para limparfacaa a 200 rs. cada um, em porgo se faz abatimento
Bol&XlUUa lUglCXa a maiJ 00?a d0 metcad0 t&o r8. a libra o em barrica a4500
-mm- p5ra eogommar, muito aira a 100 rs. a libra e em saeca se faz abatimeoto.
B CIXC de pogla em i,!,, das meiborea qualidades de peize que ha em Portugal a 1*600 rs.
EuSpermasete 8Uperor de cinco asis telas por libra a 760 ra. eem caiza, a 740 n.
*ailltt-iS de Natlles em |at8S mult0 noTaJ a 4oo rs.
,WpiSUa. mni,,, 00/f0 a 160 ra. a libra e era arroba a 4*500 rs.
iVXei%Q UOCe reaoado de differeotes marcas e o maia seperior que ha a 800 ra. a garrafa
e em caiza a 9ft
\ iuuqs engarrafados d0 duque do Porlo e d6 0Birti mulla8 marcaf redudas
oeste mercado a 1*200 rs. a garrafa eem caixa a 12*000 rs.
V 111110 ea PO* Parto,FigueiraeUaboaa560 agarrafa eem caada 3500, 4 e 4*500.
rVeja da8 ma(8 acreditadas marcaa a 5* rs. a duzia, e em garrafa a 500 rs.
UKinpu^tQ das marca8 mais superiores qae ha no mercado a 15* e 22*000 ra. o gigo
CligUaC lgleX a 10{00o ra. a caiza e 1200 rs. a gaarafa.
Genebra de Wullanda verladeiraem fraiquelra a 6*000 ra. e o frasco a 500 rt.
G^aebra delaranja 7ooor...di*frasco.a64o.
Getiebra inglexa a iojoOO rs. a di e a retalho a 1*000 a garrafa-
P*ltt*S d gaX o^OO rs. a gro...
s*l retinado em potes grandes a 500 rs. esda asi, em porgo se far& abatimento.
Vttie larado o que se pode desejar eesle genero a 320 rs. a libra e em arroba a 9J500, dito mais
baizo a 280 ra. a libra e 0*000 arroba.
sevaUlAlia de pfanf.a a mais n0Ta d0 meteadoalSO rs. a libra, em porcia m far abati-
mento.
^* %^ muilo doto e airo a 380 rs, a libra.
r o rlUlia d0 i09 dl, marca, $SS e galep a 140 rs. a libra.
Mita do Maranho aira o cheiroza 160 rs. a libra e em arroba a 4*808,
HerVlVUaS ecai mui(0 noTafra^WO rs. a libra.
W Ca de carnauba refinadas a 400 ra. a libra e eas arrobe a 1J000.
i*.li*l* doC6 de Liboa a 720 rs. a garrafa, aflaatca-se a boa qaalidade.
V Inagre dt LWl0, ^ w, %Mvn^ eoiiMBada a **.
VWtbo,
& Silva.
uambraias adamascadas.
Vendo-so csmbralas adamaacadae fazeada mo-
derniaireaa para reaiidoaa4*. a peca: na loja
do Paao ra da Iaaperatrit a. 60, de Gama &
Silfa.
Vestidos a 3$000 e 2#500
Vende-se cortas de vestfdos brancos com bar-
ras e babados a 3* e 2*500: na ra da Imperalriz
n. 60, loja e armazem do Pao, de Gama &
STS.
Saias bordadas a 2^500.
Veode-ae aaiaa bordadas Bailo bonitas a2J500
ead taa : na ra da Imperalriz n. 60, loja o*
Palo, de Gama & Silva. J
Balo es do Pavo.
Veode-aa baldea da bramantA francez com ar-%
coa aendo oa qae tem melhor armacio pelo di-
minuto preco de 3* e 3*600: na roa da Impera-
lriz 60, loja e armazem de Pato,' da Coma
4 Sil.. 7
Saias com arcos de linho.
Vaode-aa aa acrediladaa aaUa com arco da 11-
nfao que aaem aa Tese* do batao a 3*100 14*
cada urna, eata (aaeoda a ha na laja o Pareo:
ra da Isaperalm o. 60, loja o aimasem da Ga-
ma & Silra.
Iudianas a 240 rs.
A ultima hora acaba de cliegar a loja
do Pavao-
Eata fazenda inteirameote nova de qoadrinhoe
imitando a. ieda, fazenda muito encornada, e
do cores delicada! proprta para vestidos de se-
nbora e roapas para meninos e meninaa pelo di-
minuto preco de 240 ra. o covado na loja do
Pavo ra da Imperalriz o. 60, de Gama 4 Silva.
Madapolo a 3$.
Vende-ae peca do madapoHo enfeatado com
14 jardas a 3* a pega: aa roa da Imperalriz n.
60, loja o armazem do Pavo,
Grande pecbincha em cortes
de vestidos na loja do Pavao.
Veade-se finisoimos corres de caaabraia bran-
ca bordados com 2 babados grandes e de duaa
ssias pelo baratisaimo pre;o de 4*. ditos de cam*
|braia de aeda com babados bordados a 4*500, di-
toa de phaotasia fazenda que aempre sa veadeu
por 12* pelo baratissimo prego de 6* cada om :
na ra da Imperalriz n. 60 loja e armazem do
Pavao, de Gama & Silva.
Brilhaiitiuas americanas.
Vende-se brilhaotioas americana com lindis-
simat ores sendo fszaoda ioteiramente nova e
moderna do 4 l|t palmos de largura a 400 rs: o
covado : oa roa- da Imperalriz n. 60, loja e ar-
mazem de Gama 4 Silra.
Para meninos a 4$500 rs
Vende-ae vesUdinbos de aeda para- meninaa e
ditoa de fostao qara meninos muito bem ostmi-
tsdos polo baratiaoimo preco de 4*500 cada um :
oa ra da Imperalriz n. 60, loja e armazem do
Pavao.
Gorguro de linho a 280 rs.
Veode-ae goagurio de linho de quadriohoa e
meaclados proprioa pata seoboras o ronpaa de
meninoa e meninas a 280ra. o covado : na roa
da Imperalriz n, (50, loja do Pavo, de Gama &
Silva.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Venderse em casa de S. P. Jonhsion & C,
sellios e silhes inglezos, candieiros e eslieses
bronzeados, lonas ioglezas, fio de Tela, chicotes
para earros e montara, arreios para carros de
um a dous cavallcs, e relogios de onro patenta
ingles.
Libras sterunas.
Vendem-se no eacriptorio da Maooel Ignacio
de Oliveira 4 Filbo, prac.a do Gorpo Santo n. 19
Ricos espelhos* A
Vendem-ae doos msgoittcos espelhos em pea
lo grande, com moldara donrada : a tratar na
ra da Cruz n. 27, primeiio andar, ou esa'bati
no eacriptorio.
Capachos.
Vendem-se capachos redondos e'compridos e
de diversos lmannos, o oa melhores que tem
vinio a este mercado, palo btratissimo preco da
600. 700 e 800 rs. cada um, e tambera ha capa-
chos muito grandes o proprios para sof e mar
quezaa para 1*400 cada um : na ras doQaeiasa-
do, na bem conhecida loja de mtadezaa da boa
(ama n. 35.
Potassa da Rossia.
Vende-se em casa de N. O Bieber
C, sucoesaoret, ra da Cruz n. 4-
Moireantiques de co-J
res bonitas a 2 000*
t e 2.500 o covado f
J Raadt Crespo ,. n, Guimares 4
V Villar. ip
MENOS DEZ POR CEHTO
NOS ARMZBKS
, *}*\
sem segundo.
rta n. do Queimado n. 55 loja de miadezas
de Jos de Azevedo Maia o Silva, esti vendando
todaa as miudezaa por presos j sabidos a o-
nnecilos :
Groiaa de peonas de acede todas as quali-
dadaaa m
Nvelos de lioha que pelo tamanho a todos
admiran a .
Caixas de guias francezas a
Gaizas com alQnetea maito fnos a
Caizas com appsrelbo paca eotreler me-
ninoa a
Ditas ditos grandes a
Baralhos portuguezes a 120 e
Grana da botos pequeos para caifa a
Teaouraa para unhas muito tinas a
Ditaa para costura muito superiores s
Baralhos francezea para voltarete muilo -
aoa a
Agulheiros com agnlba francezas a
Caoivetea da aparar Dennas de 1 folha a
Pegas de tranca de laa com 10 varas a
Ditaa de ranga de la de todaa as cores a
Pares de sapatoa de tranca da la a

EHI1IITO
500
120
120
68
240
500
200
0
400
400
Pfl
Carta, de slfioetes trncete, a
Taixas
para engenho.
Grande reduegao nos precos
para acabar.
Braga, Son i5 C. tem para vender na ra da
Hoeda taias de ferro cuado do mui acreditado
fabricante Eiwio l|air, a 100 rs. por libra, as
mesmaa que se vendiam a 120 rs. : quem preci-
sar dirija-ae a rae do Trapiche o. 44, armazem
da.fazeodas.
Souhall Mellon & C, taodo recebido or-
dem para vender o seu creicido deposito dorslo-
gios v[sto o fabricante ter-ae retirado, do nego-
cio ; convida, portento, spessoas que quizerem
possuir um bom ralogio de ouro ou pealado c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portunidade sem perda de lempo, psra vir com-
pra-Ios por commodo prego no seu escrlplorio
raa do Trapiche n.28.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Veode-se em porco e a retalho de urna lacea
psra cima, e por commodo preco: na ra da ala-
dre da Dos confronte abotica n. 30.
O iatttiiK&M'QKCMeiS4BZwaf
apa bopbp^ aaj avvara aijja ovbbjbj aVvJIVVVIVar**)
LiquidacnO
A loja de marmore.
Boarnus de cssemira.para aenhora a 10*
Manteletes de groadenaple a 10f
Lequea de aaodalo a 5*
Bournnsde casemira para meninoa
de todaa aa idades a 5*
Grande aerli meato de eascjrrilaas,
traogaa e fllas.de todas aa cocea para eo-
feilea de veeiidoa por precea mata bara-
tos de--que eos outra ijualqaer parle
i
Novo sortimeuto de cascarri
lhas de seda
A loja d'aiuia branca acaba dereeeber um novo
e bello aortimeato de cascsrrilhaa da aeda de
mutua o differeotes cores, e vende-se i 1*500
a t*6004is a peca, ne raa. do-Quatmado leja
tPaawia branca n. 16.
Meias pretas dte seda k 1;000
o par.
Vende-se meias pretas de seda, e de nazi boa
qualidade, para seohoras, e padres 1*000 o
320
80
80
200
800
lf.280
100
Pares de lu,vss flo ds Escocia multo finas s 320
Ditaa ditas brancas groaeaoHa 100
Escoras para limpar deotes muito finas a 200
Massos com superiores.grampoa a 40
Cartees eom celzetea dealgum deleito a 20
Ditos de ditoa superiores a 40 e 60
Dedaes de fondo de ac muito superiores a 100
Eofladores para vestidos de senhora com 4
'araa a 80
Caiza eom colzetes francezes a 40
Cartas de alQnetea de ferro a 80
Charuleiraa muito fioaa a 1*009
Tiotairaada video com'. tinta a 160
Ditos de barro com tinta superior a 120
Arela preta e aaul muito flna libra a 120
Tenho nova remesas de labyrintho para ven-
der por todo prego, assim como teobo trancas de
seda differeotes cores psra vender por ledo di-
nhairo que offerecerem.
Muita attenco.
Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
perador n. 40, vende-se roupas feitas
de todas as qualidades pelos precos
mais batatos possiveis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os freguezes com-
prar porque pecbincha.
Algodo da Baha.
Proprio para roupa de eacravos e saccoa de as-
sucar : vende-se os roa da Cruz n. 1, eacriptorio
de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 G.
5 Roupa feila muito 1
barata.
.9 Sobrecasacoa de panno preto muito fi- @
S& no. paletotsde dito, paletois de casemi- aja
2 ra de cor, ditoa proles, ditos de fustio, I
9 ditos de ganga de cores, ditos de brim W
^( de cores e braocos, caigas de casemira fi
k preta e de corea, ditas de brioa branto e xik
'ana *" co^e ** de 8an8af. colletes de 2
W velludo preto e de corea, ditoa de gor-
Ab guro, ditos de fusto,ditos de brim bran- ^
> co, camisas da linho, ditaa de algodo !-f
"m brancas e de coros, seroulas de linho, *S
*g ditas de algodo, chapeos de sol de seda fr
ai iogleaea os melhores em tamanho e qaa- -t
^ lidade, tado ao veada por barato preco a 2
?? dinhiro 5'ista, Da loja ds 6 portas ra fp
a% do Queimado emfreole do Livramento, t
^ esli aberta at as 9 baiss da notte.
^$@$$ mmm m&
Caivetes faos pa-
ra penrms
Caivetes fiaos para aparar peona, de duas fo-
Ihss, s 200 ris cada um : na loja da Victoria na
ra do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Gaixiflhas para coafeitos e
presentes.
Muito lindosortimenlo de calxinhas muito lin-
das para se botar coofeitos ou mesno com; ellas
vaziaa se mimosear urna menina, pelos bsratis-
simos pre(os de 320 ate2A500 cata urna : oa lo-
ja da Victoria oa ra do Queimado n. 75, junto a
loja de cera.
Quadros de moldura dou-
rada e preta.
Lindos quadroa de moldura dourada e preta,
com eatampaa, pelo barato prego de 5* que a a
moldura val o dinheiro : na loja da Victoria a
ra do Queimado o. 75, jauto a loja de cera.
Panno de algodo da
Babia.
Vende-ao no eacriptorio de Antonio Lulz de
Oliveira Azevedo 4 C, ra da Cruz n. 1.
Noves e liados
afeites para vestidos pretos
e de cores, e roupiuhas de
criaocas.
Em apropriarto lempo receban a leja d'aguia
branca um bello e completo sortimenlo de enfei-
tes da seda para vestidos pretos e decoras, e roa-
pinhas de crianza*, aendo trancas e bordsdos da
aovos e lindos deaeahos, o difficeia tecidos, com
os qnaes pode-se com Rosto e modernissimo en-
feitar qaalquer vestido ou rnpptnho de criaoca.
Ao passo que ditoa enfeites a todo geraimeole
eiradam, a commodldade doa precos anima ao
comprador, a esta verdadeser vertQeada porto-
idos que aa dirigirem I dita loia d'aguia branca,
ra do Queimado o. 10, cajos precos ealao mar*
caeos as omosiras, aa qaaea ae dario com pe-
ohores.
vas de pellica
par, por estarem principiando s raof
ellaacalcadss nada se conhece, os ra
madp loia d*ai
e estando Braneas e de cores para hornera e senhora, che-
. do Quei- B,*, ullinvm>nt P>' 2tt00 rs. o par r ae loja
do loja d*agia branca o. 16. *
Loj|t do beija-flor da ra do Queimado
rt';
'Cberez 1,600 garr.fs e caixa a. faz abaUmnaic, ^ o> bdj.flor da.rua do Queimado .J^TKl^^
uuo bnoco e mis superior que h no mateado po pi pata mise a 640 m. a Sjaavau iQoail numero 65- com parti para o are*at da forte cam ama mai-
caada 41800. V Mjda,aa Ui'aa da> aailiaa eaUa^iaKaaMaattian'^a*a>-fla' mastea, eito aaa etota^lXiataa.
Por hoje dei Om ao meu re pretorio a td a chegada do pcimeiro vaaor vioaa 4*. tacapo, pelle paataa para aenhora a homem, chegadaa peJaM. a>aa> aaatoadat, diiiiaaa a loa-vista,
ualesere doto sortimenlo e nSo sorel prefui^oeo en o 'poblioar a* resaettovtl pabiiao. |uJUato paquete. ft-da VaNia o. 66v
mmi&x
DE .
DI ARTE Si Ga
36 ra das Cruzes de Santo Antonia 36.
, Largo do Carena 9
Os prrpneunos destes acrediados armazens de molhados partictpai_.
sos freguezes qae por todos os vapores e navios da Europa, receaera da ana propria u.
os melhores gneros, pois que para iaso tem poseas encarregadas em diversos ponas da
para oseeolherem, eos vender por menos 10por ceulo do queam oaUaqoalaaar a-
roga-se a todos os Srs. da praca, da engenho e lavradores o favor da naaadiiwsi sos* t_
sos nossos armaieus, aom^e verem a superior qualidade da gneros e differenaa da precos.
Manteca f nglezif darrs^aqudidade. 80D goo.. nu.e m wrfl M
fara abatimento.
Mantei^ rra nceaa n^v. a 700 .. i^. e imi .aoa ..
L/lla nySSOn 0 mais superior que ha no mercado a 39400 99800 a Ubra.
Cn a DUXIIO 0 qu, nta9 memoriieto genero a 25O0 a 3900O a libra.
ntA Pre muit0 80P*Tor ?in* a primeira v ao nosso marcado a 2200 a libra.
n 1 ySSO n 0 aalhor que vem do Rio, em lalas da ama libra par 19800 am azmia
ae far abatimento.
0 UeiJ08 O re 110 ch9gados neste ultimo vapor a 9800 a dos chegados aa aMato
navio a 29400 cada um.
Olie OS loildrillOS o queh da melhor neste mercado a 800 rs. a libra.
Q I j Of* pralO como nunca veio ao'nosso mercado a I910O a libra e inteiro a 19000.
1 aiOS e CllOUr9rl S muito novos a 560 rs. alibra eem M safar abata
Latas eom tignr^a?j 9roaf ,as part M ^mu a teda hora, viadas a prii
vez ao nossa mareado a lfSOO.
reiXe em latas de diversos tamanhos, savel, sardo, pargo. pescada, ea valla, I
dos fritos, atm arenado, robajlos a lulas de ligelada, de lfSOO a fOOOO a I
ToUCinbo dO rfinO mar novo a SlOrs. bra e 9f500 a siroba a aassaaasl
temos para 440 rs. a libra e 6500 a arroba.
Banha de pOI CO tm Umpm O libras por 49400 e 480 a libra.
WarmeladA imperial de todos os conserveiros de Lisboa,em latas de libra a
meia e 2 libras a 750 rs.
LatiS COm frutas em Calda comosejampera, peeego, damasc, alear-
le, ameixas e ginja, a 700 rs. a lata.
Vf amielada CU Al perce em latas de 2 libras por lOOO cada ama.
Doce da CaSCa da gOiaba a700rs. a em nocrtosefirabaumealo.
II CeS SeCCOS de digerentes qualidades em bcetas muito bem amajadas a 38000.
CarteS COm bollO franceS proprios para mimo a 500.
Passas em caxinbas de 8 libras 392000440 rs. a iib FigOS da COmadre mul0 novos em cixiuha de 8 libras e muito bem enfmlades a
a 28200 e 320 rs. a libra.
Krvilbas francezas e portuguesas a 64o 720 rs. a uta.
MaSSi (Jetom-ite emlatasdel librra a 800 rs.
AmeildoaS da CaSCa mote rauito novas a 400 rs. a libra.
Di OZes muito novas a 200 rs. a libra.
AmeixaS franeeZ^S em latas com 5 libras por 49000 e a 19O00 asVra.
Ch COlate htfSpanllol i#200, francez a 18000epouuguexa 800 ra. alsbra.
Bol X II lia d SOda em latas com diffemles calidades a 19400 a lala.
MaSSaS pa ra Sopa macarrao e talharim a 240 rs, a libra e a caixa par 59000.
Letra muito nova a 320 a libra e G#000 a caixa.
PalitOS XadoS paradeates em molhos com 20 macinhos a 200 rs.
mereja S em frascos de libra e meia a 700 rs.
Tj/olo FranCeZ para limpar facas a ISO rs. e em porco se far abatimento.
Kspermacete Superior sem avariaa740eemraixaa 720 rs. alibra.
Sardinhasde Na ntes muito novas a 400 e 600 n.
Alpsta muito nova a U30 rs. a libra e 4|508 arroba.
AZeitrFdocerannado de diverjas marcas a 800 rs. a garrafa e 99000 a duzia.
Bola Cilio lia inglesa a mais nova do mercado a 300 rs. alibra o 49200 a barrica.
Goma muito alva a 80 rs. a libra e 2**00 arroba.
VillhoS engarrafados duque do Porto, genuino. Porto fino, madeirasecca, Carcavellos, nc-
tar, fciteria, velho socco, Muscatel a 1200a garrafa e 129000 a duzia.
DtCS em pipa Porto, figueira e Lisboa de 500 a 600 rs^a garrafa ede4*000 a *50O a ca-
ada.
SerVc ja das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia.
Ch<: III palillo das marcas mais acreditadas que h no mercado a 149 e 209 a gbja.
COgnaC nglez a 109000 a caixa e 19000 a garrafa.
Ginebra ds Hollallda verdadeira a 65J500 a frasqueira e 600rs. o fi
Dita de aranj l a 69500 a duzia e 600 rs. o fraseo.
J)ta ingleZa a99aduziae800rs. agarrefa.
P. llt S do gaZ a 29500 a groza e 240 rs. a duzia de caixas
*** 1 refnadO em pacotas de mais de urna libra a 240 rs. e em porreo teta abat
Cafe dO RO o melhor que ba no mercado a 280 rs. a libra e 860 a
Sevaiinha de Franja a mais nova do mercado a 440 rt. a libra.
SagU muilo novo a 320 a libra.
Fariuha do MarailhO mnito alta e nova a lOO rs. a libra a 49800 a ar-
roba. .
Vels de carnauba e de composicao aioo. aiibw a a tm
a arroba.
Vinagre purO de LSboa ,240 rs. agarrafa e a I98OO a caada.
Glu de bl'CO muito novo a 200 re. a libra.
4 'ras SeCCn 8 e lll calxi IlbaS de ote libra a 295OO a antena re. labra.
Marrasquino vardadero de tara, de limone, caf, menta, genepro, raaedoi'amera,
curacu, tesa sublime e outras quaHdadet de 19500 a 29 a larrafa, ,
Bat r-.taS em gbjoe de urna arroba por 29000 e 80 rs. a libra.
Com nh OS osmaU novos do mereado a800 n. a libra
Erva doce muivonova a 400 rs. alible
Cailella superior a 19 a libra. *
CliarUtOS verdadeires superiores a 29 a eauinaa de 50. ._
Stablmon em lataS Com duas libras o mais bem arranjaio qaa ten viaoo aa asar
cedo a 19400.
Vantega etU latas coral Ubra*.a raalboc do mercado laarado
39100 aeda orna.
Vln ag r m garras eom 5 garrafas 4a saperier qaatioMe a
AXarutft vafaadeira ataiaa.ranaa a 20 fj*ra.
Atm destes gneros eoepntrar a reseeitavel pabUe am
1 aQrinento da ludo (ndente a molhados.
I
I



s*5Ss9aSnS*0C


r-
ouwg M4*mAmmBk gorda muBKAMjWb ku
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v* 1*

: i *i s: ri
i & Ln, seos da lojt M tainas
atesta^ e^maavSjR, kNim, sartleiptm
t nfbce qse ce. itsbefecisHmte m icbt
sadanles aa*m* eaubsleci atonto, mnitoi
(roatjRMiDli mm, osado quMi lodos rece-
tona tem preprts* MMMMnds ; eiU ndo
tea iateimnMnte sesolvidoe a neo vanderem
4o, aiancam qsalqeer; e jnalsaseale pedem aoa aeua deved-
le* qa ttaaa masajea* ou vaobam p agir 01 aeua
e bitas, aoa pea* dsasrsm j aliga do.
Cbegarain de Liiboa do brigue tEugenit,
dous benitos burros e ama boira, o que te
vendern por barato prego : para ver, na tocheirs
do largo da asamblea o. 4, a para tratar, apea-
tristoo do Antonio Luiz da OliTeira Azevedo.
AGENCIA
DA
Fundicao Low-IHoor,
Ba da Senzalla Nova n. 4C.
lasis estibelesimeoto continua a harer um
campleio sottioiento de moeodas a metas moen-
das para engenho, machinas de vapor e Uixas
de forro balido o coado de todos os tamanhos
para dito,
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120rs.
Fivenas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de racaber por
aaaoatra ama pequen qoentldade de fivells*
doaradat e esmaltad! para cintos, todas do no-
tos a bonitos moldes, e lamben,dooradsa que
pareeem de ouro de le, oqao s com esperien-
cia ae eonheeer nao oaerem, eitande no meimo
oso ss esmaltadas, o aaeim mesmo Tendem-se
pelo barato prego do $500 rs. cada ama, na rea
do Qaeimado loja d'aguia branca n. 16.
Cestinhas ou cabases para as
meninas de escola.
0 lempo proprio di meninaa ireaa para
cacla, e por iuo bom que rio con>pou com
ama daa novas e bonitas cesobaa que ao rea
dem na raa do Qaeimado loja d'aguia brinca
n. 16.
Veodem-se burros gordo e manaoa : no
engenho Juriasaca, do Cabo : a tratar all com o
Sr. Domingos Fraociaco de Soaza Leo. |
Arados americanos e machinas'
para lavar roupa: em casa de S. P.j
Johnston & C ra da Senzalla Nova
u. 42.
mmmmm mm mmmm*
iAcaba de
chegar
ao novo armazem
M
BASTOS i REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Dm grande o variado sortimento da
roapaa (eltas, calcado o fasendas c todos
otea Tendem por prscea matto modi-
acados como do aou costume.aaaim como
aojan sobrecasscos de superiores pannos
o oasaooa (eitoa pelo ultimo flgurinoa a
1*0, Z&S, toa a 35, paletota daa ounoi
panno preto a 16$, 181. SO a a 24,
dito da casemira de cor mesciad o a da
novo* padroe a 14.16, 18, 20 o 24,
dito saceos das mesmaa eaaemiras do co-
rea a 9, 10S.12J a a 14, ditospretoa pe-
lo diminuto prego de8, 10, e 11$, ditos
de sarja de seda a aobracasacadoa a IX,
ditoa de merino de cordo a 12, ditos
de merino chines de apurado gosto a 15,
ditoa da alpaca preta a 7, 8, 9 o a 10,
1 ditos siccos prstos a 4, ditoa da palba da
aeda fazeoda muito superior a 45500, di-
tos de brioi pardo o de fuatao a 3 5500, 4
o a 45500, ditoa de fuatao branco a 4,
grande quantidade de calesa de casemira
preta e de cores s 7, 8, 9e a 10, ditas
pardas a 3 a a4, ditas de brim decore
ana a 11500, 3, 3S500 a a 4$, dltaada
brim brancas aa a 5500, 5$, 55500 a
65, ditas da brim loni a 5 a a 6$, colleloa
de gorguro preto ede oros a 51a a 6$,
ditos de casemira do cor o pretos a 4|50Q
a 5, ditdi de luato branco e do brim
a 3 a a 35500, dito de brim lona a 41,
ditoa de merino para luto a 4 a a 4500'
calca* de marin para 1 uto a 42500 e a 5$*
capaa de borracha a 95. Pira menino*
de todos os tamanhos: calcaa decaaemira
prefaed. cor a 5$, 6 a a 7, ditaa ditas
da brim a 2$, 3 ea 3#500, pal tots sac-
eos de casemira preta a 6g e a 7, ditos
da cor a 6 a 7$, ditoa do alpaca alS,
sobrecasacos da panno preto a 12 a a
14, ditoa da alpaca reta a 6, bonete
para menino do toda a qualidade*, ca-
misas para menino do todo o tamanhoa,
meioa ricoa resudo* de cambra! f eitoa'
para meninaa de 5 a 8 annoa com cinco
babados lisos a 8 e a 12|, ditoa de gorgo-
reo da cor a de laa a 5 e a 6, ditos da
brim a3, ditos do cambrai*ricamente
bordados para baptiaadoa,o muitaa ou ira
fazendaa e roupaa eitaa qae deiiam de
ser mencionadas pela ua grande quanti-
dade; assim comorecebo-ae toda equal-
quer ancommenda do roapaa para ao
mandar manufacturar o que para eate flm
temos am completo sortimenlo defszen-
das de costo e urna grande officina da al-
lauto dirigida por m hbil mestre qae
s! SSSSn"k" p'rieIcio **-
i
I
Liquidacao.
Braga, Silva & C., em liquidacao, convidam
aos seus deredores a virem saldar aeus debito
dentro de 30 diaa, e participara que medidas ter-
minantes sarao empregsdas contra os que nao
eomparecerem.
Hf Mobilia.
Na ra da Gamboa do Carmo loja n.
12, vende se toda a qualidade de mobi-
lia tauto ao gosto moderno como anti
ga, phanthasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de encom meada com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
para ajos.
Veodem-se na raa a Ssnzsls Nava n. 80, e.i-
zinhaacom doce por proco coeamodo, recommen-
davets para oa asios de proctaale.
Relogios
Vende-se esa casa de Johnston Palor C,
*Jl Vig,rio 3 M> Wlo eertiaente d
1 elegios do onro. patente ingiei, de um dos mais
afmalos fabricantes de Liverpool* umbasa
urna virialcla da bonitos tran^lina
Paliatorias de vidro e e la-
. 'i'Xqs cacao waj-.'--
^iasifcWa4stlas e rldro lapi-
Srj.#,!Tl : *. o Qaeimado
loj da Agu branca b. It.
Peitos de usto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-ge bonitos peitos do instilo lavrado e
K*Tw,>m C"BM MOrs. cada um, asen-
hS.it. b0' "orpsde : na roa do Queimado,
loja d'agaia-branca n. 16. -
Novo sortimento de tiras b6
dadas em ambos os lados.
A. loia d'aguia-braoca receben am novo lio-
sortimento deliras bordadas em ambos os Is-
do, o contin a vender baratamente a i#200
eadatira, o outra* de bordadoa maitolargo
SspOOO, o melhor que posfllvel em tsl genero,
*}.yl ell,, Pls largura que teem, podem aer
dlnida ae meio, pal que se tornen barstiui-
"*?: "' Qu*0. lj 'sgaia branca
0. 1*3.
predio yenda
Vende-se a casa de dona and*res e sollo, mei-
gu. no boceo das Miudinh n. 8, avallada em
2 000, a qual rende 1 li2 por cento ao mes; na
ra do Trapiche o. 14. primeiro andar, ha peeeoa
antoriaada pelo proprielariopaneffeetaar a ven-
da da mesma casa.
Eatremeios
bordados em cambraa
transparente.
Na loja d'aguia branca se acha um bello sorti-
mento de entrersetos bordado em fina esmbraia
transparente, e como de aen costume est ven-
dendo baratamente a 15200 a pe;a de 3 viras,
tendo quantidade bastante de cada padrio, para
veatidee ; e qnem llver dtnheiro approveitar a
occasiao, e maoda-los comprar na ra do Quei-
mado, loja d'agaia branc* n. 16.
Agite imperiaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em vistas aempre
vender o bom, mando ir, o acabam do chegar
aqui (pela primeira vez) as superiores sgalhas
Imperiaes, com o fondo dourado o mai bem fal-
las, aendo para alfaialsa e costareiras, e custa
cada papel 160 rs. A agulha assim boa anima
a achanta a quem cose com ella, e em regra sio
mais barata do qae as outra: quem aa com-
prar na rea do Qaeimado, loja d'aguia branca n
16, dir sempre bem dallas.
CoHec^oes de estampas.
Acaba de chegar a loja da aguia branca urna
pequea quaotidade de ollecgoes de i : e
grandes eslampas a fumo, representando elle! o*
martyrioa do Senhor em 14 quadroa, oa qnaes
sao bem acertadoa para qualquer igreja ou mes-
mo casa de quem leona gosto de as possuir ;
chegou igualmente outra pequea porco das
procuradss eslampas a morte do justo e a morta
do peccador : acbam-se a venda somente na rus
do Queimado loja da aguia branea o. 16.
Talhares para criancas.
A loja da aguia branca acaba de receber a aaa
eocomnaeoa dos preciosos Ulkarea para criancas
e os est veodeodo a 320, 400 e 500 ra. coofor
me a auperioridade dalles: aa ra do Queimado
loja da aguia branca n. 16.
Atten Po-de l francez
em caizinhaa a 320 rs., muito proprio para to-
mtr-ae com cha : na ra da Imperalris n. 49.
S na taberna do Plmenta.
Toacioho a 540 a libra, em arroba a 6.
Linguieu a 480 a libra.
Ceblas novts, um cento 800 rs. Na ra das
Cruzes n. 1.
No vos bonets de velludo, e
marroquim dourado.
Ns loja d'8ui branea vende-ae mal bonitos
bonete de velludo, e marroquim dourado. oa
quaes aao agora mol necesesrioe para oa meni-
no* ano vio para a eacola e qaem oa quizar com-
prar mala baratos dirigir-se ras do Qaeimado
loja d'aguia branca o. 16.
As verdadeiras pennas ingle-
zas caligraphicas.
A loj* d'aguia branca acaba de receber aa
eocommenda daa verdadeiraa pennas de ac
inglezaa caligraphicas, dos bem conhecidos e
acreditadoa fabricantes Perry & C, e apesar da
falta que baria desasa bdaa peoois, com ludo
Teodem-ae pelo aotigo preco de2/000 a caiiiuha
da urna groza, quaotidade essa que ss falsifica-
da* nao trazem. Para livrir de engaos, aa ca-
lichas vo maceadas com o rtulo que diz. Loja
d'aguia branca ra do Queimado n. 4*).
Sal de Lisboa.
Vende se a bordo da barca portugueza cEspe-
tanca, aal de Llaboa limpo e redondo ; a tratar
oa ra do Trapiche n. 17.
Vende-ae no terreno em Santo Amaro,
unto ao hospital ioglez, com 700 palmoa de fren -
e, em muito bom estado: a tratar na ra do
Trapiche n. 44, armazem de Braga Son & C-
uyas pretas de torcal
para meninas a 500 rs. o
par.
Vendem-seluvss pretas de torcal em bom es-
tado para meninas de diversos' tamsnbos a 500
ra. o par: na raa do Queimado loja da aguia
branca n. 16.
Agua de lavander e pomada.
Vende *e superior sgua de lavander ingleza
pele baratissimo preco de 500 e 640 rs. cada fres
so, pomada muiluaimo fina em paos grandes a
500 e a 1, vendo-ao por lio barato prego pela
grande quantidade que ha : ns ra do Queimado
na loja de mindezaa da boa tama n. 55.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonito* bicoa de linho de dona a
quatro dedos de largura fazenda muito auperior
pelo baraiiaaimo preco d 240, 820, 400 e 480 rs
a vara, vende-se por tal preco pela razio de ea-
tarem muito pouca couaa eucaldidoe, lambem ae
vendem pe;*a de renda* haaa perfeitamente boa
com 10 varea cada pega a 720, 800 e 1, dita*
com salpico* muito bonitas e direr*as largura**
19200, I96OO e 2 a peca, ditaa de aeda a S ca-
a urna peca : oa roa do Queimado oa bem co-
nnecid* loja de miudez** da boa fama n. 85.
Linhcts de cores em nvelos.
Vende-se tinhas de cores em nvelos fazeoda
em perfeiiiaaimo estado pelo baraliitimo preco
de 1 a libra : na roa do Queimado loja de miu-
dezaa da boa fama n. 35. '
*a*q.
cortes de vestidos brancos
bordados.
Teodem-se ricos cortes de vestidos brancas
bordado* com 8 babados pelo baratiaslmo preco
de 5 o corte: na ru do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da boa f.
Camisas inglezas.
Vendem-se superiores cssnisss ioglez** com
prega larga* pelo baratiasimo prego de 35 a du-
zie : oa leja da boa f, oa roa do Queimado nu-
mero 22.
Ricas gollinhas e punhos
com botoes
Vendem-te ros gollinhas e ponbos de esm-
brsia e fnetao ricamente bordadas com lindo* bo-
tos, pelo baratisstsso preco de 2 cada goarni-
cao : oa roa do Qaeimado a. 22, na loia da
boa f. *
Bengalas
a 240, 320 e 400 ra. esda ama: na ra do-Crea-
po sobrado amarello n. 18.
Na ra Velha, caaa defronte do n. 4. ven-
de m-*e 11 esdeiras, 1 mesa redonda, i contlo*
e 1 ufa, eat em bom uso, a fas.aealga aba t-
menlo, valo o dono ter de retirar-** dett* pro-
vincia.
* Vende-se um mulato de idade do 22annoa,
bonita figura para pagem: quem o pretender, di-
rija-ae a raa das Cruzes, primeiro andar n. 41.
Fazendas baratis-
simas .
Superior bramaste de linho com duas varaa de
largura a 2400 s vara, atoalbado da Ibbo ada-
mascado com duas largaras s 250O a vara, brim
branco do linho muito superior a lf 440 a vara
dito de corea, fazeoda multo auperior a 1 dito
pardo de linho paro a 800,1 e 1200 a v* di-
to de qaadriohos mallo proprio pars clc*' ja-
qaetas e paletots para menino* a 200 rs. o covs-
do, ganga* frsocezis maito superiores s 400 rs. o
corado, cambraiss franetzas muito finas e de
muito bonitos padrees a 260 e 280 o corado
cambraia liaa muito fina a 4$, 5 e 6 a peca com
S 1|2 varas, cambraia com salpico* tambem com
8 lr2 vares cada pegas a 4500. dila muito *upe:
rlor o melhor qae ha neste genero a 11(500 a pe-
ga com 17 vara, ou a 800 r. a v*ra, chita* fro-
cesas de maito boas qualidadea e de lindos pa-
drdes a 240. 280, 300 e 320 o covdo, fil de li-
nho hso muito Uno s 720 a vara, tarlatana bran-
ca e de cores a 760 a vara, loalhas de linho para
maos a 7 a duzia, ditas pelludaa muito superio-
res a 11a duzia, gollinhas de esmbraia borda-
das a 800 rs.. manguitos e gollts de cambraia ri-
camente bordadas 2 o par de manguitos com
urna golla, lencos branco* muito fiooa com bico
renda e labyrimho a 1J280 cada am, ditoa de*
cambraia delirjho para algibeira pelo baratiaslmo
preg de 4, 5 e 6 a duzia, e assim um completo
sortimento de fazendas de todas as qualidades
qae sendo s dioheiro vista se venderlo por pre-
co* mui baiio* : na bem conhecida loja datoa
f, na roa do Queimado n. 22.
Barato assim barato de mais
Sahonete finos.
A loja d'aguia branca receben ama crescid
quantidade de sabonetes finos para barbaa, oa
quaes convm a todos compra-los mesmo para
mo, avista do diminuto prego de 3 porqaanto
se est vea den do a duzia. Para aati*f*zer-*e aos
boos fregueses se vender tambem em menore
porces. porm quem mai* comprar mala lucrar,
porque assim barato nao aera fcil tornar a ha-
ver, e mesmo agora s hs oa ra do Quelmadr
loja d'aguia branca n. 16.
oraes.
Em massinhos a 500 rs. cada um.
Em Dos a 640 rs. cida um.
Em voltas de 3 flos a 2500 cada. urna.
Vendem-ae muilo bona coraea, em maitinhoa
nos c voltss de 3 fios, pelos baratlmmos preco
acim: na ra fb vjtrefmaito loj. t'.*;v., brao*,
o. 16.
CALCADO
Preservativo universal,
45Ra Direita45
Oiheml..
Urna das intelllgeociaa melhor eaclarecidaa ai
sciencia de Hipcrates, depoia da bngos annos
de exercicio de curar e matar coaven*eu-se afi-
nal, que o nico preservativo infallivel de qual-
quer epidemia, por m*ia mortfera que fus*, era
conservar a cabega fresca, veotre desembaracado,
e PES OUENTES. Ora. viajando por ah uma
epidemia,que mata gente como qualquer ostra,
occasiao de jiormor em pratica eales principios,
usando pouco do chapeo o ernpre i som-
bra ; tomando de 15 em 15 diaa um Jasante de
sal de gUuber, o mai acrrimo ioimigo da epi-
demia, segundo a opinio e a pratica de um dea
ornamentos da nossa magistratura ; e laucando
ao cisco lodo o calosdo velbo, dirigindo-se todos
ao armazem da ra Direita n. 45, onde o respec-
tivo proprieta rio a. todos recaber com cortezia,
aturar aa maasadaa, a aquecer oa ps com ei-
celleote calgado, segundo o gosto, e estado fi-
nanceiro de cada um, e vejara :
Homens.
BORZEGUINS dos melhorea fabricantes,
fraocezea. ioglezea e brasileiros a 138,
12, 11, 101. 9500, 8.............:. 5S5O0
SAPATOBS a 7500. 500, 5*500, 5,
-4500 *................................2000
Meninos.
SAPATES a 5J500, 5, 4, 8580a......
Senh
1600
ras
BOTINAS de fabHcaotea franceses, ingle-
ses, allemaea ,'e aeaericaooa federaes
w6,5500, 5,'485O0;*3J5O0 a........... 2500
Meninas.
BOTINAS a, 4*500 e......................4000
Um completo sortimento de spalos para e-
ohora de couro de lustre virado a 500 ra., 4a ta-
pete a 800 rs., de lustre (og. 32 83) a 800 ra.,
de trangafrancezes a 1300, portugueze* 2, pa-
to de borrina para humero eeabora e meoinoe.
muilo couro de lustre, do norco.cordavio,marro-
quim, becerro francez, aola de lustre, coariobos,
vaquetas, sola etc., que lodo veude-se como om
nenhama parla.
FiiDleiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Ne*ia rico o bem montado.estebelecimeoto an-
contrarao oa freguezea o mais pereilo, bem aca-
bado e barato no aeu genero.
URNAS de todas aa qualidades.
t^I^*108 1u* "''" como Jacaranda.
B*NBEiauSde todo. o. tamauho*.
SB41ICPUS dem dem.
BALDES idem idem.
BACAS idem dem.
BAHUS dem idem.
FOLHA em caizaa de toda* gronurai.
PRATOS imitando em perfeigao a boa porcel-
ana. tt .
. CHALE1RAS de todaa as qualidadei.
--, PANSLUS idem idem.
Geouino e verda- q.mce^DIE0S fl"dr" *-.
Papel de peso a t$ a resma.
Salitre refinado.
Vende-se na ra do Qaeimado loja de ferra-
gene n. 18, a 88500 a arroba o em poreto te
vender por mallo menos.
Escravo venda.
Na rna das Craies n. 28, segando sudar, ven-
de-se um preto proprio para todo o servigo, por
prego commodo.
deiro vinho da Madeira, l-
timamente chegado.
nda-ss aa ra do Vinario n. 2, ji...
>r, eMrtptorio de Carralho, Eogoatra i C.
V10BOS em.catsaa a a retalho de todaa oa U-
mandaodo-ee maoho. botar dentro da idade
ero toda a parte. ***,
Va.d.-M aa ^ Vinario:. 2. primeiro .o- j r^^^^A^^ZT.
IsCraTojs yenda.
J*Va um ralo bom arrairo, proprio para
eofanho* BOst asersva qae ton alguna* h.bi-
TR^fLfFyV a^s*5a*vaie: tr* ur eem
:.''2X*4n i0 ^^dM^vtieroa
s ru* do Creapo n. 17.
Novas fazendas preta pa-
ra a quaresma na loja da
Arara na ra da Imperatriz
n. 56 de Magalhes & Bien-
des.
.-y*Bq> groadenaple preto eoeorpado a 1|600.
?w,_2' 9ao covio> slpacas pretas a 500
w o 7s rt. o corado, ssrjs prets de lis psrs
os^s e paletea a 560 e 640 ra o corado, val-
lado pretoa 2J500 o aovado,eafeites preto* e do
cores s ts500, 3, SfSOO e 6f.
Panno preto.
ftwo, s o 2500 o covado, cortes de cssemlrs
preta enfealad. a 8. 3500 a 4 para caigas, eor-
te de chitas finas com 13 covado s 22500, ditos
nsasdo ehiaez s 2J500, ditos de popelina s
60, chitas s 160 e 200 rs. o covado, dita fran-
cez*. a 240 o 280 ra. o covado, cortea de fuatao
PrseaieaaalfF20. ditoa de brim a 1#180 e
1600, cobertores de algodio a 1.
Algodo e mada-
polo.
S Magalhes & Mendcs.
Vende-ie pegas de Igodao trsogado america-
no com pequeo toque de cupim com 20 jardas a
pega a 3500 e 4, pega de msdapolo entestado
em defeito a 3, urna duzia de meiss cruss pa-
ra homem por 18200 um par 120 rs., ditas Coa*
254OO. urna duzia de lengos brancos com barra
por 18*00 um lenco 120 rs., psres de meias para
senhora a 240 e 320 ra. maito Qoas, urna dazi*
de abertura* ou peitoa para camisa* 2J4O0 urna
abertura 200 ra., maotinhas de crox para se-
nhor** andar por caaa 200 ra. esds ums, pega*
de chitas de cores escuras com pequeo toque
de mofo porm logo que se lave fiea perfeita com
38 cov.dos por 6 covado 160. rs., laziobaa para
vestidoa a 280 e 400 rs. o covsdo, siotos doura-
do* a 2.
Lazinhas suissas para ves-
tidos
Liaziohas suissu psra vestidos de senhor* e
roupa para meninos muito Sosa fazenda qae se
pode Uar s 560 rs. o covado. cassss solacea de
quadrlnhoa psra vestidoa a 280 ra. o covado, fm-
tio da quadrinbo muito fino* pera ve.lidoe de
aanhora a *80 e 320 rs. o covsdo, popeline de
cores 240 rs. o eovado para veatldos, gorguro
de liaho para vestidos e reupa para meninoa a
280 rs. o covado, chitas novan naaillo propriee
para roupa de senhoras com liatnohas maito fi-
nas a 280 rs. o eovado tem 4 palmos de largara,
uto na arara na ra da Imperatriz loja o ar-
mazem n.56.
Ac de Milao.
Vende-ao age a 23 o quintal: oa raa do Qaei-
mado loja da ferrsgens n. 18; bom como se ven-
de aesls mesma loja um completo aorlimentodo
ferragena e miudezas de toda* as qualidtdes, in-
da .por diminuto prego, visto o proprietario que-
rer entrar em liquidacao.
Camisas eceroulas
Vendem-se superiores ceronlas de linho muilo
fioa* pelo barato prego de 268 a duzia, ditaa tran-
cada* de algodo, mas de maito boa qualidade, a
17 a duzia, camisaa hraacaa francezaa a 22. 24a,
26 e 30 a duzia. ditaa para menino a 232 a du-
zia, ditaa para bomam com abertura de cores s
22 a duzis : os bem conhecida loja da boa f
na ra do Queimado n. 22
.Lencos braceos para algibeira.
Alna* se vendem lengos branco* fino* para al-
gibe pelo baraamo preco do 58400.* duzia :
na 1 V da boa f. na ra do Queimado n. 32.
Mei s para srnbora.
V dem-ae meias finas para aenbora pelo ba-
ratimrmo prego de 36O0 a duzia : na rna do
Queimado n. 22, na bem coohecida loja da
boa f. '
Pechincha
Na loja de 4# portas da ra do
Crespo n. 8
Hadapolo com pequeo toque de
avaria a 4.
Dito largo fino a 5# a peca.
Algodaozinbo liso encorpado a 2J&00
e3j| peca.
Chitas largas de cores ixas a 220 rs,
o covado.
Ditas rxas estreitas com pequeo to-
que de mofo com 38 covados a 5J500 a
peca e em covados a 1 (50 rs.
Meias pretas de seda.
Vsode-se mei a de aeda pretas para se^no
fazeoda muito superior pelo baratissimo ytego
de 18 o par: na ra do Queimado na bem co-
nhecida loja da boa fama n. 85.
Fazendas pretas
superiores.
Groadenaple-preto muilo auperior pelo dimi-
nuto preco de 2 o corado, panno preto muilo fi-
00 3, 4, 5, 6. 7 e 9f o covado, casemira preta
muito fina a 22. 28500, 3, 3500 e 4 o covado,
maot*a pretas de blondo muito auperioreaa 12,
manteletes de superiores grosdenaple* pelos ri-
camente bordados a 35, sobreceeacaa a>.panno
preto souito fino 1 30, casacas tambem de panno
prelo muito fino a 30, paletota de panno preto
fino a 18 e 20, ditos de casemira de cor mei-
Surt ',8*' *uP*fioree gravatinhas eitreltaa a
I, dttaade setim maco ede gorguro muito su-
periores para duaa volta* a 2, ditaa eatreitiuba*
com.lindo* lQoete* a S, superior gorguro pre-
to para colletes a 4 o corte, ricos enfeildBpretoa
a 6, e assim outra multas fszeodss que *)eodo a
dinbeiro vista, vendem-ae.par prego* muito ba-
rato : na ra do Queimado b. 28, oa bem conhe-
cida loia da boa (.
Superior cal de Lisboa.
Tem para vender em porgio e a retalho Anto-
nio Luiz de Olive!ra Azevedo & C-, no sen es-
criptorio rus ds Cruz n. 1.
Objectos de phantatfas
pulseiras de missangas.
A loj* n'cguis branca aesbs de receber um
bello e escolhido sorlimeoto de pnlseirasde mis-
angatcom borlas pendentes, obrs de maito gos-
to, e o qae de mais perfeito aa pode dar em tees
objectot, e ss est veodendo a tfOOO cajl um*.
Unto para enhora* como para meninas e pela
novidade do gosto e aparo da moda nao tardario
em ae acabaras que ha na loja d'iguia branea,
ru* do Qaeimado n. 16.
deHamburgo.
Dehortalic. e flores.
. y'0/1** P*l ultimo vapor Ioglez: na roa da C-
dela do Reclfe loja de Vidal 4 Basto*.
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Nos amataos docies do Ramos os. 18 o 36 e
na ra do Trapiche Novo (00 Recife} n. 8. ae
vende gaz liquido americioo primeira qualida-
dee mcentnmente ebegado a 14 a lata de cinco
gailoe, aaaim como ae rendem lataa de cinco
garrafas em garrafa.
Pechincha
Pechincha admiravel na
loja do Pavao a 10$
Vende-se pecas de bramante de inho
{mro bastante encorpado proprio Ipara
encoes, toalhas, seroulaj, camisas paa
I rtottetc etc tendo cada pea 2, ya-
raspelo baratissimo preco de 10^ 7 pe-
ca, e tambem se veode meta peca po-
b& ou se retalha a 400 rt. a vara : na
ra da Imperatriz o. 60, loja e arma-
zem do Pavao, de Gama & Silva.
Rival
sem segundo.
Na roa do Queimado o. 55, defronte do sobrado
novo, eat tfiepoeto a vender todo por preco que
admira, awlm como saja :
Fraseos de agua de lavanda muilo gran-
des n
Sabonetea o melhor que pode harer a
Dito grande* multo finos s
Fraacoa com rheiros maito fiooa a
Ditoa dito* muito bonito* a
Garrafa* de agua celeste o melbor a
Fraacoa com baoha multo superior s .
Ditos dita do urgo floissims a
Fraacoa de oleo babosa com cheiro a
Ditos dito dito a
Ditos dito aito o
Ditos pora llmpar a oibega e tirar caspas s
Ditos dito philocome do verdadairo a
Ditos com baoha tranaparenle a
Ditoa com superior agua de colonia a
Dita, fraseo* graodea a
Frascos de msese oleo a
Ditos de opiata pequeos a 320 e
Ditos do dits grandes s
Tem um reato da lavande amhreada a
Linha branca do gaz a 10 ra., o trea por
deas, a ana a
Dita de ca lio Pedro V.com 200 jardas s
Dita dito dito com 50 jardae a
Carretei* de iiaha com 100 jardas a
Duzia de meias cruas maito encorpadas a
Dita de dilas muilo superiores a
Dita de ditaa branca para aanhora, mai-
to finas s
Vsra ds bico da largura de 3 dedoa a
Dila de franja para loalhaa a
Groza de botoes de louga brsoecs a
Duzia de phosphoros do gaz a
uits de ditos do veis muito suseriores s
Pee de fita para c de todas ss lar-
guras a
Carteiras com aguJhas.
A loja d'aguia branca acaba da despachar car-
teiraa com agalha* de mai boa qualidade, e ez-
cellente sortimento, e ss est vendendo a 500 rs.
eada ama; aaaim cerno recebea igualmente no-
voortlmaoto das agulha* Imperiaes, fondo dou-
rado, que contiouam s ser vendidas a 160 ria o
Eipel, leso na raa do Queimado loja d'aauii
ranea n. 16.
Argolas de ac para chaves
vend.m-se a 200, 240, 320. 400 e 500 ris, na ras
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Proco fino, e seda frouxa para
bordar
vende-te na roa do Queimado loja d'aguia branca
n. 16, onde se achara completo sortimenlo. *
Ohl que pechincha
Vende-se palitos lizados e foliados finos para
entea 2 massos com 40 massinhos por 400 rs. na
m* da Imperatriz loj* da Arara n. 56.
800
320
160
500
l0O0
1*000
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
100
500
800
500
20
60
20
80
2400
45500
31000
120
80
120
240
240
320
armasen de fazendas
DE
Santos Coelho
Rna do Queimad-a a. 19.
Lengoes de bramante de linho a 3.
Coberlaa de chita finas a 2.
Ditas a prego da I58OO.
Camb;ata pretaa maito finia.
Colchas de futlso muito lindss a 6.
Esteira* da India da 4, 5 e 6 palmos de largo
proprias para forro de cama e salas.
Lengoes de psnno de linho fino a 2.
Algodio mooilro a prego de 600 rs. a vsrs.
Toalhas de lioho psra mesa s 4.
Ditaa de fustao para mos, cada ama 500 n.
Baloes psrs meninss.
Rosas artificiaes para ca-
bellos.
A loja da aaui* brauca receben bouitas roaas
das que teuiia ufando para oa cabellos, e van-
d*-aa na raido Queimado loja da agu branca
n. 16.
Veodem-ae duss cut sitas na Estrada No-
va, com graodea terrenos a careados ; vande-ae
pw preco, commodo : a tratar na ra do Rosario
idaloa.vlslan.51.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Cassss francezaa de bonitos gostos a
320 re. o covado, luraa de trogal pretas
e da seds s 500 rs o par, chitas france-
sas largas escuna a 240 rs. o covsdo,
ditas floaa a 260 e 280 rs., fil de linho
liso a640 rs. a vara, tarlalana fina de
todas ss cores a 800 rs. a vara, lengos
brancos com barra de cor a liO0 a du-
zia a 120 rs.cada um, meias para ho-
mem a 1S200 a dasia a 120 rs, o par,
chitas para coberla de bonitos dese-
cho* a 220 rs. o covado, pegas de bre-
tanba de rolo a 2. dilas de cambraia liaa
com fi 1|2 varaa a 3, muselina encar-
nada a 240 rs. o covado, caLcioha psrs
meninaa de escola a 1 o par, peitoa
para camisa braceos e de cores s 200
rs., ppgaa de cambraia branca de salpi-
co a 3|500, algodo entestado o melhor
s 700 rs.s van, dito branco para toa-
lhas a lf a vara, enfeites dos mais mo-
dernos s gartbaldl a 6, loj* eat aber-
U at as 9 hora da noite.
m a Imperatriz 5
Seasorene para vencer venesianaa de diversos
tamanhos com fitas de linha elle, corda verde ;
tambem concert as mesmaa por prego eomntedo
Charutos da Ha vana.
Veadem-se charuto* da Havaoa dL
uP^ifWidade emcaaa de N. O.
*"*> C. jcceaior, ra da Crux
n. 4.
Obras de meta, prateado.
EmcaiadeN. O. BiebarAC. wmtem-
ores, vendem-se apparelbos completos
para almoco, porto licores, gario, fa-
cas, colheres pata cbae sopa, galbetet-
ros, copos e outros muito* objectos des-
te bem conhecido metal, pela sua boa
qualida je eduracao : na na da Cruz
n. 4.
Vende-se e tambem pe*mata ae por pr-
dioi, nesta praca, am bom engenho de^moer coas
agua e com bastante forg*. distante deata praca
tres leguas e meis ; do maito bos produecia.
com muitaa varzeaa e corrego, largos o tresroa
com excellentes quebradas de ladoirao, o ladee
rodareis, com porto de embarque dentro daa lar-
ras do mesmo; com estrada rodaval por crr-
nho at o engenho, com exeelleotes capoeiras a
coberla de malaa ; e a viata nao 10 aa lavearae.
como daa coberlaa doa terreooa coatr,,* M
comprador o qae cima Oca dito ^ Uestee coas
ezcelleole cercado por ser do malta boas paita
grammoso e geogibre ; coa multo bom pasea-
dlo; alm de multes ostras vsatageaa, oae ai
com a vltta do comprador se podar eertitear : .
qaem pretender dirija-ae roa do QaTimsds
o. 13, eacriplorio do Sr. Loia Bellrao Jorge.
Fabricante de espiritos da
ra Direita n 17.
Jos Joiquim Lima Bairao lembr* aoa atas aav
merosos fregaezes lant> da pr*oa cana d* fjrV
qae o tea esubelecimento so *ch* bem prvida
de todas as qualidades do espiritas, e teitos cos
aquella perfeigao de qae ji sio conhecidos, cosa*
sejs, agurdente do reino, sois, genebra taau
em botijas como em cascos do maSeirs, lieorea
de toda* aa qualidades, e pracea diverso*, alcaoi,
ou eapinto de vioho do grao asis stbtde qe b
no mercado, o qae lado so vendar pelo are:
msis commodo qae em outra qaalqasr parte. '
A boa fama
vende 0 velas para dolos o mais bem daaradn ana
postivel e dos mais lindo gosto* que tem viatsla
a este mercado, pelo baralisaiaaa proco de t)~iq*1
cada urna, carteira com aguia as asis feas*
ortidaa qae se pode deaejar, o esa qaant* a qiaa-
lidade nao pode baver nada melbor, palo barata
prego de 500 ra. cada carteira, peanas de seo ce-
liftraphia verdadeiraa a 2 cada eaisiabs cs 12
duzia, ditas de laoga verdadeiraa n. 134 a 1*246
cadi groza, ditaa muito boas inda nao caabsti
daa a 500 ra. a groza : aa raa da Qaalmads. aa
bem conhecida loja de mi adaza* da boa basa a-
mero 35.
Vende-ae a ca (arres aa raa do Fas re Vlo-
riano, esquina qae volta para a traveesa ds Ser-
gado, e a ostra inmediata dentro da meaaaa trs-
vessa o. 11 : trata-ae oa raa da Caeia dslsss-
fa n. 25, nimeiro andar.
Agua ambreada
para banhos do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia branca acaba de receber nov
remessa da proveiloaa o mai procurada ga*
ambreada, cajos bons effelto* de refrescar a' ca-
lis, tirar o ardor qne deiza a na vaina qoaedo se
faz a barba e acabar o mo balito provenietU
do transpirar aso j bem conhecMoe, aaslsz co-
mo as aenhoraa por nio andarem ao sol fj-
conservar perfeitamente o brilhs do roslo. A ro-
dos quintos tem ussdo d'igns assbresds aie t
ettraohos esses effeiios e ellas serio sinJs msis
conhecidos por squelles que munidos da 1 ss
dirigirem s loj* d'agals branca ra do Qsetca-
do n. 16, oode nicamente ss vendo.
Eseravos fugito:.
50,000rs.
Fugio no dis 16 de mergo prozimo paseado, ds
casa, de seu senhor, o eicravo as aome Laarccti-
oo, crionlo, de idade 24 annos, pouco maia om
menoa, com os sigosea se guite* : alto, rbei j de
corpo, porm nio muito, roato redondo e pi'id*
de bexigai, cor preta, batante ambiguos, pas
qae diOerengs-e bem, falla de denles ta Irette
da bocea, falla gago, tem um poseo n-oaaas as
caoellas das pernas, filho de Itazaretb. fci s-
cravo doSr. teoente-corooel Maaoel Gome, mo-
rador no lugar dos Patos, do ano ae roga a ee
mesmo senbor qne no caso d'elle por l Ibe p-
parecer o mandar prender e manda-la I r*r a
seu proprio senhor no lugar abaizo menc; >o.
levou camisa e caiga de algodio, sendo a eatnira*
de riacado e a caiga de azalio, qoando anda 4
bailante aprestado, procurara ama peesoa para
lhe dar urna carta para procurar senhor fura ta cidade em nomo de sen senhor ; por iaao ro-
ga-ie aoa capities de campo oa qaalqner peste,
e autoridades policiaca, qae o preodsm e levrra i*
padari* do pateo da Santa Cruz n. 6. O eecravs
tem ignal de calos as costas dss mos de amis-
tar farinha.
Pugio no dia 8 de fevereiro prosimo pasea-
do da engenho Rola termo da Escada, sm eacra-
vo de nomo Anselmo, idade 28 anoos pouco mai*
ou menos, cor ful*, cabellos csrspinhos, cesa
falta de denles na frente, tests saliente, aliar*
regular, pernas tinas e sem nenhuma barba,
natural do Rio Grande do Noria : reconsTenila'ae
as autoridades poliches e cpille de campo a
captura do referido eicravo, podando ser entre-
gue no Recife ao Sr. Braoo Alvsro Barboaa de
Silva ra da Cruz n. 45. segaodo andar, ou os
engenho cima mencionado, qae ser geneross-
mente recompentado.
Pagio no dia 20 do corrento do bordo alo
patacho aCapuams, o esersvo croslo msrinhet-
ro de noma Antonio, idade 19 annoa poseo ansas
ou menos, altara regalar, rosto csmprldo e roes
lguoa sigoies de bexig**, levos caiga e camisa
azul : quem o pegar leve-o se escriplorio d*>
Antonio Luiz de Oiiveira Azevedo C. raa ds
Cruz o. 1, ou a bordo do dito patacho que sec
generosamente recompensado.
IOOS0OO
Dae s gratificado de 160 a qaem psgsr *
eacravo Manoal conhecido por Maaoel Fr*ntasas
cujo eacravo do abalso aisisuado, tosa a slg-
n*ea aeguintea: cor mulato, catalura regalar, ca-
bellos carapinboa, oa dous dantas ds cima ala
frente grande*, rosto comprido, qsando aoda
muilo espigado, maito daaembaracado no tallar,
bem feito de p* e mioa, diz que cosa saTrlva.
de altaiai, ass eicravo oi da -flaasda leaste
coronel Bernardo Antonio de Miraos* sesbor da
engenbo do Bruna, no Cazasa sonda foi o ri-
do e criado e muito conhecido oaqueile lsgag,
lando sido vendido pelo Sr. Dr, Graciano de Pau-
la Bap'iata no dia 22 de fevereiro piozists pas-
udo a fugio no dia *6 do Mamo atas, sais ra-
er vo j ealeve fgido quaodo sea ds Sr. Bagis
ta, para aa bandas da cidade de Olind* sa
ribe e vtoha vender carvio nesta cidad*
qsa (oi pegado oa ra da Gala aoa ama carga
da crao, 6 mallo da stspper qae tenas msdad-
o nome e que s* intiiule de (orto; raga aa aa
autoridacaa policea ac pitia* de carneo a as-
ptahaaais.do dito oscesvo, aaaim ce*o as gratt-
fica coa a ojtaolie cima a asas o ira
dar noiioi* carta tonda est assim coma i
ae protaala contra qnem quer qae o lean*
lado.
Albina da Silva Leal.
Fagio da engenho Boa laparaaca
do Limoeiro, em dias da ases de Janeiro
*
---"-"- w* .*** %?<' **;** iimBttaanBiBj aaw ------- -*;
Saceos com superior farinha. !offdaVos*^
A melhor qae presentemente b* oo mercado,
6 na raa Direita n. 17, o prego mdico.
.Venda-a* a refinera e concitara da ra
nova de Santa Rita um do* bons f subalaaimen-
ina ansia saeso, veoda-se dioh*iro os apsaao.
como melhar coo'ler
preiendar nada dliigir-
iaata.
coo'ler so
se aa
nissoa. cao
eaaavo oalural de Forno da Cal, tem parantes
oo Recite e Catue, por isao ds ssppsr sstsea
tejs.sccalio por qualqBsr dsstss lagares, rec-sa-
menae ae aa aateridsdae polieieee a oadiess da
mao a o*ara de retsrido sscrave. S*f *-
comprador: quem o ds ser oalreaae aeeU prca ae Se. Bruno aVIvete
mesmo a qualftuer Barboaa da Silva, oa ruadsCtaua. 45, aepknj
indar, ea no referido engenho..
V
tul ITlII AH/Nt


mm
0UR10 fM PIBMAMBOCO -* SEGUNDA FIMA 7 M AlaiL ) ill
Litteratura.
*
t.boco biogrfica de Jtt Baptista
Mor eir, baro de Moreira, consol
geral de Portegal, no Rio de Ja-
neiro, i
(Conlinusgao do n. 79.)
Nunca ura verdadeiro necesitado batea sus
porta que a nao achasse berta. Esmoias mais
on menos avalladas, diligenciai para obter em-
jiregos, perdi de emolumentos legis a nnume-
raveis, obteogao de passagens de ragresso pa-
itia gratuitamente ou s com o pagamento de
comodonas, etc., sao fados ali quotidianos. Por
eccasiio da tabre amarelta e do cholera rnorbus,
cada poupou o honrado fuoceionario para miti-
gar o padecimento dos aeus conterrneos, pres-
t;: !o pessoalmeote quantos servidos estaram a
oen alcance, indlfferenles aos riscos da propria
Ida (74).
Aos estabelecimentoa pios de Portugal prestou
aempreo baro de Horeira a coadjuvjjio que lhe
ers possivel.
Citaremos como exemplo a Santa Cisa da Mi-
sericordia de Lisboa, por quem tanto se empe-
nhou, embora seo xito final, na questio da ca-
f ella de Tumb ; egual Santa Casa do Porto, que
a 20 de oatabro de 1857 o nomeoa irmo, em
lesteraunho de reconhecimento-doa sericos por
elle prestados, e dos aeus mereclmentos (75).
Chegon esta corte a pavorosa noticia do ri-
gor com que a tabre am.relia aisolava Lisboa ;
e apezar de achsr-ae o bario gravemente enfer-
mo, assim meamo por si, e impetrando a coad-
juvaco dos seas vico-consoles e delegados, pro-
norar os males das familias redolidas pela peste
o desamparo e i indigencia, elevndose esse al-
garismo quantia de9:802|O0O, que anda muito
Dais honvera avoltado, ae to eufraquecilo nao
estivease o exemplar (unccionario por urna atroz
enfermidade. As competentes parlicipsgSea e
remessas foram taitas secretaria do estado dos
negocios estraogeiros, onde todos esaes documen-
tos esto arcbivadoa (76).
Por este servico e por outros transceadenlea
ana loogo aaria enumerar, ae dignou S. M. el-
rei D. Pedro V, de imperecedora memoria, boo-
f -lo com s.oomeaco de seu guarda-roupa ho-
norario, em 7 de agosto de 1858
Assim como aos anteriores agentes diplomti-
cos de Portugal, presin o bario de Moreira leal
e activo concurso ao aviado extraordinario, Sr.
conde de Tbomar, que ao partir, repeta, a'um
isongeiro ofllcio, os louoree que j antes por
vazes lhe havia prodigalisado, como se v da
V ologia, sendo repeltgo de outros j baixados
/j ^^esraa bocea, quaado ministro de ealado.
j-rJi'indo-sa da subscripto para a estatua de
' Camea tembem lhe tocou um dos maiores coo-
lingeotes como enipre aconleceu com tudo
quanto i'it le psii 8e ha praticado para melhora-
(74) Kntre a r,t0f,a renia para aqoi '"tarealar ss palavras que ae
lem oo elegante re. lor' apreseatado socieda-
elegante .,
de portogaeza de beot'",oclaieai "embla ge-
ral de 9 de jucho de Ib*50 Pel0 seu presidente,
O Sr. Hermenegildo Antn.'0 P'nta, dos por-
tuguezes que, por maitos tiu''os n,a'1 booram a
*ua nscionalidade no Brasil:
Tambem nio me esqueceri eSicaz coope-
rado que neasa crise de angust.' encontrou a
directora no esclarecido zelo do muU' digno cn-
sul geral da nagao portugueza, e oossi.1 reapeita-
vol socio, o Illm. Sr. commendador Joa^ Baptis-
ta Moreira. Querendo a directora que o benefi-
cio que ia fazer aproveitasse smenta qeellea
infeluei que a elle tivassem direilo de nisci-
&ento, exigiu para a recepcao dos doentes na en-
fermarla a representarlo de um titulo passsdo
no consulado portuguez, pelo qual constasse a
acionalidade e circamstaocias dos enfermos, e
sMoj o taz constar ao Illm. Sr. cnsul geral. S.
6., nao s se prestou com a melhor vonlade a
mandar passar gratuitamente os necessanos at-
teslados, mas al ordenou que se conservasse
eberto o consulado lodos os dias, alada os ssnli-
cados, at s 5 boraa da larde, para que os po-
tros enfermos nao sollressem detrimento pela de-
mora de aeua ttulos. Este ioterease que S. S.
mostrou neala solemne occasio por urna mulli-
dlo de desgranados que a toda a hora affluia ao
consulado, digoo domaior louvor, aos odos de
quem sabe dar o devido valor a acco-s tanto mais
obres, quanto menor a consideradlo social da-
fuelles a favor de quem se praticam ; essaa ac-
edes, porem, talves que sejam avalladas em pou-
co pelos que em ludo issu apenas descobrem o
curoprimento de um dever aooexo ao honroso
cargo de S. S. ; mas o que muito mais do
que isso. o que merece o sincero elogio de todo
o homem amante da juslica, o (acto de ir S.
S. visitar por mais de urna vez os doentes en-
armaria ; o cuidado, o desvali com que
ecompanhou todas as phases do eslabelecimeoto
et seu final eocarramento. desvelo e cuidado
que sobremaoeira peoboraram a gratiJao da di-
rectora, nio s pela approvagio com que ella via
ecolhidos seus actos, como pela coosulago que
'.ah resuliava aos pobres enfermos, vendo-se Ira-
lados pelo cnsul da aua naci com ealraahas
verdadeiramoote de pae, isto oo momento em
que, abandonados uos de seus amos, outros de
seus prenles e protectores, e todos de lodos, se
ulgavam j meados do livro dos vivos, e can-
demoadosao perpetuo e pavoroso esquecimento
dos tmulos. O ioslinclo da propria conserva-
rlo, o perigo immioente de contrahlr urna doen-
ca too devaatadora e cruel,e a natural repugnan-
cia que todos sentimos na presenta de aceas
lio pungentes e melanclicas, eram razes vali-
das para evitar lodo o contrato com taea mise-
rias ; e por isso quem nao altende ao primeiro,
quem affroota o segundo, e quem de seu motu
proprio vence a ultima, revela am herosmo dig-
no de admiraco e respeito. Ora pois, saiba-o
patria,para dignamente premiar os grandes ser-
vidos que S. S. acaba de preaiar-lhe na pessoa
de aeus iafelizea fllhos, e saiba-o esta sociedade,
para consignar em seus annaes com me osa o hon-
rosa to altas proras de patritica dedicagio...
(75) Diploma expedido pela Santa Casa ae Mi-
sericordia do Porto :
'.. A mesa e a irmandade da Sznta Casa da Mi-
sericordia deata ctdade, tendo na merecida con-
sideracao oa servicos que lhe tem prestado o
im. barao de Moreira, do cooselho de S. H.
fidetissima, e cnsul geral de Porlagal na edrte
do Rio de Janeiro, e os seus mereciuienlos ; re-
fiolveram nomea-lo, e o oomeram irmo da
acesraa Santa Casa, em teatemuoho do seu reco-
ehecirnento.
a Dada e pasaada oeata cidade do Porto e oa
sala do despacho da Santa Caaa da Misericordia
os O de outubro de 1857.O consvlheiro A. R.
O. Lope* Branco, provedor.Domingos Pinto de
f aria escriao Jos da Silva Machado, Ihesou-
reiro, G. I.Maooel S. Rosa.Ballhazar Vello-
o de Siqoeira.Dr. Francisco de Salles Gomes
Cardoso.Antonio Ferreira da Silva Brito.Ma-
noel Francisco Duarle Cidade.Maooel Jote de
Oliveira Costa.Domingos Jos Soares da Silva.
Jos Bernardo da Silva Medoa Jnior. >
(76) Eis aqu alguos dos officios do Sr. mar-
ques de Loul a esie respailo : Em 1 de feverel-
(0 de 1858:
c Sioto moito que o seu miu estado de saude
lhe nao permitas*, como era o san muito lou va-
ral dpsejo, promover ahi ama snbscrpco a favor
das familias necessitadas, victimas da epidemia
Sue ltimamente assolou esta capital, e em nomo
e S. M. agradeco IV.S. o particular donativo
ca importancia de 100*000, qe envin em una
lettra sobre Duaite Csrvalho & C. desta cida-
de, etc.
Em lt de tavereiro do mesmo anno :
Com o officio de V. 8. a. 7 se receberam nea-
la secretaria de estado aa duas lettras de cambio
de r*. 4 425477 ama, e nutra de ri. 452J488, pro-
fazando o lotel de rs. 8940965 pgavis mlnha
ordem sobre Duarle Carvalho & C, deata cidade,
producto da aubscripcio que V. S. promoveu em
beoeflcio das familias desvalidas, victimas da
epidemia que ltimamente flagellou esta capital,
endo muito louvavel o zelo que V. S. emprega
na arquiaico dos meios de suavisar a sorte de
ta-nlos intallzes.a
Em 14 de margo de 1858 :
a Vejo pelo altimo dos citados officios que V.
S. tem continuado a promover com maia profi-
cuo resallad a aobscripcao a favor das victimas
da epidemia que flagellou esta capital, e sendo
digno de todo o louvor o telo que V. s. tem
fnamfeataoo neste pbilaotroplco ompeobo, eom-
pre-me dizer-lbe que das soberanas inUncM
de S. M., que V. S., em seu real come, baja de
agradecer aos subscriptores os seus generosos
donativos.
menlos materiaes e engrandecimeotos de Portu-
gal, ou socaorros aos estibetacimentos d cari-
dad pbilaBtrophia. A subacripca (lo bario
de M*ri* afeaeiada sabia carea da den coatoa.
Ilivendo qem, em falta de outros servidos,
tenba allegado com* taea o ooBcorree para os
gastos tsltoi em saffragar as almas das su guitas
e virtuosas rainhas, as Sras. D Marfa II D.
Stepbaoi, oinguam neata parta anda se distin-
gua mais que o bario de Horeira, tanto as
exequias da primelra, denominadas dalegacao,
e por elle dirigidas com a maior pompa no tem-
plo do mosteiro de 8. Berilo, como ni ultimas
pira as qnaes contribua com qoota egual.
Depois que, assombrado pela inopinada noti-
cia do paasamento de S. M. o Sr. D. Pedro V *
de seu aerenistimo irmo, o Sr. D. Fernando de
Braganca, pode volter i si, convidou oscidadins
braslleiros e portuguezes pira urna solemoldade
religiosa, qual coocorreu am multldes a flor
di popularlo, anciosa de manifestar publica-
mente a parte que tomava em tio justa dor, as-
sim como o alto conceito que lhe mereca quero
a chamava casa do Senhor (77},
M~KEi* 1** ,e '* no Comi Mercantil, de
15 de de^mbro de 1861 :
Exequias do rei D. Pedro V e aeu irmo.
VerOcoa-aa hontem, oa magestoso templo da
veneravel ordem tercetra do Cirmo, a aolemni-
dade religiosa, para que o Sr. conselheiro bario
afi Horeira. guarda-roupa de S. M. Fidelieaima,
convidara grande numero de cidadlos braslleiros
e todos portuguezes, aiim de elevaren ao Allis-
simo fervorosas supplicas pelo eterno repouao das
almas de S. II. Fidetissima o Senhor rei D. Pedro
V. e de sua alteza sereoissima o senhor D. Fer-
nando de Braganca.
Desde antea das 9 horas da maohia se havia
comeado a encher o vasto templo, congregndo-
se para to piadoso fin, e em larga escala, a
flor das duas sociedades brasileiras e portugue-
zaa oesta corle.
Availam-se em 1,400 a 1,500 pessoasque con-
correram a to aolemne acto. Entre esse nume-
ro figuravam ministros de estado, conselheiros de
estado, titulares, criadoa da casa imperial, sena-
dores, deputados, ofliciaes-generaes, avullada
quantidade de ofBciaes do exercitofe da armdaa,
inspectores de araemea, membros do alto clero,
etnpregados de toda a ordem das secretarias ede
varias reparlicoes, bem como os mais conspi-
cuos negociantes brasileiros e portognezes, di-
rectores de bancos e banqueiros, e numerosos
directores e membros das sociedades portugue-
zas Amante da Hooirchia e Beneficeote, Deze-
seil de Selembro, Beneficencia, Gabinete de Lei-
tura, ate ; sendo til a agglomeraco. que, de-
pois de eneberem todo o corpo da egreja, scris
ta e tribunas, ainda ae estendiam pelo atrio,
claustro e immediaces, sendo obrigados a reti-
rarem-ie muitos que nao acharam cabimeoto.
O altar-mr estara em grande parte oceupado
por damas cobertss de lao pesado luto, como o
que revestiim todos os circumslaotes.
Acha-se o templo convenientemente disposto:
ao centro da nave se elevara um rico cenotaphio,
contendo sobre dous altos degras forrados de
velludo, guarnecidas de gales, ums soberba urna
dourada ; superiormente a ella avullada am tem-
plo formado por quatro altas e elegantes colam-
os, Superpaoha-se-lhe urna base e um catte-
lo, sobre o qual tioha sido laucado um magnifico
panno de seda e ouro, onde repoasava a almofa-
da com a coro roa!, o sceptro, a mi da jus-
illa, o manto e as insignias de tolas as ordens,
lado coberlo de eacomiiba.
Na freole do catafalco e em sus parte superior
oslentavam-sp, logo abaixo do cattelo, as armas
porloguezas tambem envoltas em fumo, e, a el-
las sotoposta, a efgie do augusto finado, taita
pelo distiocto artista portsgaez Joio Caetsno Ri -
beiro, e da meama forma enlutada. Guarniciam
o mausoleo 28 locheiros de prato e doarados ;
numerosos easlicaes daquelle metal estaram col -
locados em todo o monumento, entremeiando-ae
com jarras egualmeote de prala com cy prestes,
tudo circumdado de grinaldas de saudades e fes-
toes do flores roas.
Liam-se nos quatro lados as s'eguiotes ioacrip-
qbet :
Na frente :
Melior eil mort alema quam languor perseveran. [Ecel. VII:)
Do lado direito :
Beott morlui qui in Domino moriuntnr. (kpo-
cal. XIV.)
Do lado do fundo :
Sapient i populo hatredilabit honorem. ei no-
menilluterit vicens in aternum. (Eccl. XXXVIl\
E do lado eiquerdo i
Et dabit illi Dominas Den sedem David pa
tris ejus, tt regnabit in domo Jacob in ceternum,
et regni ejut no ertl finis (tac. /.)
Todos os preparo deste funeral foram encarre-
gidos ao Sr. lotnte Joio Jos da Silva, em-
pregados oa meama ordem.
Assim dispostas as couaas, foi cantada ama
missa solemne pelo reverendo padra-mestre com-
missario e pelos padres maia graduados da or-
dem do Carmo, coadjuvadoa por varios ecclesiaa-
licos.
Foi eolio petfeitameola executada a sequen-
lia dies ira, acompannada de instrumental, mu-
sica do padre Jos Mauricio, rodeando oessa oc-
casio a ec 250 tochas, pois nao havia espago
para convenientemente ae collocar em lioha oem
a torga parle dos fiis prsenles.
Aps o Libera-me seguiu-seo sermio, prega-
do por um joven eccleciastico portuguez, o re-
verendo padre Jos Luit de Almelda Nartins,
cuja orarao foi ouvida com religiosa alleocao, e
merecera dupla considerado por parte dos ou-
vinies se conhecessem as circumstaocias que a
precedern): Havia esta tarefa aido incumbida
ao muito reverendo padre Dr. Patricio Hooiz, o
qual gostosamente prometiera aatisfazer especd
tativa que nelle se depositara, quando no Ola 11
fez saber que, gravemente encommodado de sau-
de, nao poderia satisfazer aoa desejos do Sr. ba-
rio de Moreira. Fot, pois, oo dia 11 ooule
que ae recorreu aodilo reverendo Alroeida Mar-
tios, que, asm se atemorlsar pelo espago de um
s dia, que apenas se lhe deixava^nde prepa-
rar-se para a oracio sagrada que afile tio cons-
picuo auditorio recilou.
Durante o acto religioso dobraram todos os si-
dos, por permissio do Sr. chafe de polica.
Eolio se dea ama acea enteroecedora, e quo
tinto maia impressionou, quanlo por nioguem
era esperada. De ama das sacristas romperam,
a duaa e duas, amas quareota meninas, todas
uniformemente vestidas de bronco, e com ama
larga liia de fumo a tiracol.
Eram as orphiaa do coilegio da Imperial So-
ciadade Amante di Inslruscio, aa quaes. deade o
comego da aolemoidade, hsviam assislido aa tri-
bunas com exemplar devogio. E' aabido quanto a
infancia desvalida deve a eata nobre iostituigio,
cojo protectorado, como o de todas aa cousaa
grandes e uleia desta larra, pertence 4 Seas Ha-
gealadea imperiae*.
Eram estas meninas precedidas de alguos dos
fuocciouartos da sympalhica associagio, que ss
collocaram em duaa liohaa deade o mauaolo at
aoa degriua do altar-mr. Eolio o Sr. Dr. Aran -
jo, dirgiodo-ae ao Sr. bario de Moreira, lhe leu
em alta vos a seguinle allocucio, tio propria do
assumpto, como mimosa as formas.
Sr. cnsul 1 a. Imperial Sociedade Amanta
da lnstrucgio participou desaa dor profunda que
abateu a froole da altiva oagio portugueza, e ca-
bria de d o escodo das cioco chagas.
O Qlbo de urna graode raloba,que viu a primel-
ra maobia da vida aob o cea do cruzeiro, o oeto
de Pedro I. que tio gloriosamente abrilhantoa o
ihrono de Affoaso Heariqaes, desceu desse thro-
qo ao sepulcbro oo momelo em que a vida e fe-
turo lhe aorriam e aaontosvam-se esperao-
gaa oessa oagio heroica.
O golpe foi ruda, a ddr foi mmeosa, o luto
deu-ae nos coragdes portuguezes braaileiroa :
povos irmios cao seoaram aa suas provac5es,
Aqui estamos em oome ds Imperial sociedade
Amante da Iostrucgo para depositar ama flor no
tmulo de D. Pedro V.
Aqui estamoa com as orpbas da Imperial So-
ciedade Amante da lnstrucgio, para que esees co-
raees innocentes e puros possam molbar o man-
to real deeses principes, que a morte arrebato
lio jovens ia deliciae de ama nagio qae os ido-
latrara.
Saojagrimas que a inooeancia prodaz ae coa-
frangimento de orna ddr gtcal.
Sao lagrimas que Iraoseeodam a pedra do se-
puichro, e irlo eteroecer aa proprlaa dazas ioa-
oimidaa dos principes lio amados.
A innocencia tem a virtade de p6r em relagio
a vida com a morte.
Sie lagrimas que ebegam ao Todo-Poderoso e
obliterara as manchas qae sao a partilha do bar-
ro que nos eofeita ; sio lagrimas pnnfleidorss.
Seguimos, per sumtna capita, e a grandes tra-
Amanta da Iostruccio, maoifeaUdos parete co-
ro de virgen, alcaacar do Dees da mvericordi o
conforto da qae carece a nagio portugueza e de
qae carecemos lo des nos.
Aceilae, Sr. cnsul, esta grande maoifestaco da
Imperial Sociedade Amante da Iostrucco, e dig-
nae-vos traoaaitii-la aos principes desalados da
casa de vosso rei.
Dr. Antonio Jos de Kraujo.
Dr- Luiz Kntonio da Silva fliaxartth.
Antonio Alvares Pereira Coruja.
Varios cidadaos brasileiros e portuguezes ae
haviam promlificado a recitar discursos aoalogos
ao piedoao acto ; mas,ha vendo j tres hora que a
olemuidade daravajulgram improprio prolonga-
la por maia lempo. Todevie, foi-me obsequiosa-
mente concedida a leitura de dous desses discur-
sos ; o primeiro, do Sr. Valeotim Jos da Sil -
veira Lopes, e p segundo do Sr. Augusto Emilio
Ziluar, os quas sio como se segu :
.Do Sr. Silveira Lopes. ,
Seohore. A mais estupenda cansa de ma-
gua ooe congrega boje a ni todos oeste templo
do Rei-Deas.
Olhae:Eis ali o aimulacro de am throno vatio^
ais ali o regio alude, ainda goltejando lagrimas
com qae o rocearam olhoa de am pae infeliz e de
amigos desherdadoa do que maia amarina e vene*
raram sobre a trra; eis ah envolu naquellas roupa
mortuariaa a sombra do que foi nosso rei. Qtem
ha abi entre esta tio diotiocta asaembla de ir-
mios ; quem ba li fra oesse tumultuar de bo-
mens alhetos ao que de tio perto nos toce, que
oao eentisse coofrangir-se-lhe o corsgio, ennoi-
tar-ae-lbe a alrai, vacillar lhe o nimo, ao bu-
vir dizer : Pedro V morreu I... Oh agora
mesmo que o lempo nos tem querido convencer
de que o genero humano teve por origem am
mesmo homem, e qae os accidentes mundanos
oao iufluem oa.oitoreza do p ; agora meamo
que s purpuras de magesUde que ae eleva, vi-
mos succederem-se os creps da magestade que
desceu ; agora mesmo que procurando a mo
larga das gragas, que empunhava ora a tarrea es-
pada da justiga, ora o ureo sceplro da clemen-
cia, a acharaos a regelsdi extremidade do rei
cadver... agora mesmo ainda ao ooaso espirito
eusta a crer como ss apagn luz de tanto brilho,
de tio esperanzosa duraco.
Subditos qae fostes do rei portuguez ; amigos
que sois do homem finado, que significa a morte
do soberano no verdor da mocidade precidida de
tao perto pela do seu joven irmio, seguida tai-
vez.,, nio nio pode ser fra impossivel.
Mas o portuguez, como nos, que v a patria
atrave de urna atmosphera de 5,000 leguas, que
nella sooha am throno enlutado, e avergado
a i I!16 h* d" ,uPPr ao tamanha infeiicida-
de 1 Urna lei urna ligio ama.... quem sa-
be a cusi o espirito recebe o facto ; com-
menta-lo nao pode, Se lei da nalureii qae
tudo morra, aem seleegio da edade ou jerarebia,
se aos miseros morlaes precisa a ligio que em
tao regio holocausto ae noa pateota ebriatos
somos, e christios nos nevemos cerrar ante o
supremo poder.
Fio que nenhom de vos, compatriotas e ami-
gos, que contemplaos naquelle fretro a sombra
do auguato deacendenle do oitavo duque de Bra-
ganga, fio que neobum de vs, se oo desvario
da dr, ae os treva do luto lbe perpaisou pelo
espirito ama idea sinistra a respeilo do porvir da
trra orpbia de am tal rei, deisar de ter aeoti-
do tambem acender-se-the no peito a torga do
cruzado, de ter vislo luzir-lhe ao lado a egide do
poderoso mestre da Aviz, e a coruscante e invic-
ta espada do seu eondeatavel. Pois bem, dissi-
pae essas ideas de terror, que o Senhor Deus dos
exerciios nio ba de parmiuir jmai que se offus-
quem os borizootes do oosso paiz, nem qae po-
nhamo prova mar urna vez o prego em que
temos a ooasa hberdade.
Aqui, ni augusta casa de Deus. embora sangre
o coragao, embora eacaldem aa arterias, embora
barataste a alma nos pelagos da duvida silen-
cio oremos a Deus pelo repouso d el rei.
Em volts de regio alade ergamos todos as
mos qae devem colmar de heneaos o rei qne era
noo; em volta do regio alade soltemos
saudade a foole qae a mitiga. As lagrimas do
povo cooverter-se-ha-o em brilbantea estrellas
conductoras de noroa reta de um bergo de amor.
Com a mo esqured epertemos o oorago
ainda nao- afeito orphendade com a di-
reita jaremos todos concordia e animo de Por-
tuguezes.
E' el-rei que o manda, E' talvez i patria
qae o precie.
Do Sr. Zahtar.
Senhores, fmperscrataveis sio os areao
Providencia 1 Respettemo, porm, os seu
signios. Os acoolecimentos que multas vez
nos augurara como resaltado- de ama cega
dade, a obra monstruosa do acaso, sao aos- tihos
da sabedoria eterna a consequeocia lgica do-suas
tais immutaveis.
Curvemo-no, portaoto, em- presaoga dos mys-
terios em que se envolv a vonlade omnipoten-
te, e nao procuremos decifrar com o dbil ins-
trumento de nossa fraca razio os segredos que
Deus pz fra do alcance de nossa intelligencia.
O iamentavel successo que nos rene hoje de-
baixo destas abobadas sagrad*?,, a dr que punga
oeste momelo a todos os coragdes lusitanos, o
seotimento do amor patritico que grapa em tor-
no da bandeira funeraria ns subditos da mooar-
chia portugueza, qae explicago teriam para quem
nao acataasn os principios qae proclama a rell-
gio e a f 1
O povo portuguez, gemendo ba longos ancos
no captiveiro, visitado por todaa as calamidades
da trra e do cu, avexado por todas ss desgra-
nas, ludibrio de um destino implacavel, que con-
verta todaa as suas coroas de gloria em diade-
mas de espinhos, esperava com ancia a chegada
de um aovo Messias, que o conduzisse por fim
trra da promiasiu I O Sr. D. Pedro V foi ac-
clamado rei de Portugal 1
Realisaram-se aa prophecias. A edsde de ouro
sorria j em am horisoote esperaogoso aoa filhos
da heroica naci, que foi a primelra a abrir o
mundo s portas do oriente I
O joven rei era o symbolo vivo do progressedo
secuto.
A sua iotalligencia era magnifica. A sua edu-
cacao foi completa.
Aa primeiras capacidades do seu paiz em todos
os ramos do saber humano encaminharam aeua
passos ainda debela cas pruviaciaj infinitas do es-
tado ; foi guiado pelos sabios qae aprenden a
viular oa aegredos da acieacia, que profundou os
annaes da historia e da legislago dos povos, que
descobriu, anal/aou e recoohecea as leis admira-
reis que presidem ao desenvolvimento das socie-
dades, ao progresso daa nages, e que observou
no equilibrio das harmooiaa econmicas a forca
reguladora da marcha ascendente da perfectibili-
dade social.
Era um verdadeiro predestinado.
O genio e a realeza haviam-lbe ciogido na fron-
te duas cor as; ama traosiloria e oulra in-
mortal I
Portugal langou am olbar deaassombrado ao
fulero 1
O reino inteiro vibrou de am extremo ao ou-
tro, aoxantacto da idea nova. Come^aram a dea-
envolvVae os germeos de todas as suas riquezas
latentesvReformou-se a adminialrago ; restau-
rara m-ae ai fioaogaa ; augmentou-ae o exercito e
patria
'Q and
'u Ae-
ecWic
fall-
eos, qeasi sera iudividusr, nem moralisar, os
priocipaes a^ccessos U longa a prestimosa car-
raira pMM do bario de Horeira. Se fosso licito
i i 9t*at** eoosideraveis dimenades, bem
caberla agora aqui deseer ao modo pratico como
".^I. M X*m onetaolemeete gerido e re-
par ligan a cargo. Perde-ae-noa a con ice a o de
oao aeros dos mata incompetentes para jalgar
em tal materia. Exercemoa timbem funecoea
consulsres dorante alguna annoa ; as successivaa
edlgOes exhausta do nosso Trate" du Coneulat
mostrara qae oa homens. especiaea acolheram
esaa obra com favor ; aprsenteme ao governo
portuguez am Regulamento consular ; na quali-
dade de secretario da commissio externa nomea-
da pelo goveroo, e de relator da commisio di-
plomtica da cmara dos deputados (ambas pre-
sididas pelo oosso collega, o sabio Silvestre Pi-
nhairo Ferreira ), Uvemos de profundar a mate-
ria, para sobre ella eeciarecermos o goveroo e o
corpo legislativo, i qae pertenciamos ; o actual
"tapjeoto consular, lei vigeote, promulgada
em lool, quaai lodo copia, mutatis mulandis,
M" das Teses lilleral, do oosso projecto,
etc. Parece que nao seria jaste recasar-ae-oos
alguma competeocia aobre este assumpto ; e de-
claramos, com s persusaio maia profuoda, que o
borlo de Moreira aoa nossos olho, cnsul lio
inteligente e hbil, como honesto e zeloso.
Tal. a opiniio tambem de todoe os governos,
que em Portugal se bao suceedido. Transcrever
os nobrea elogios que elle tem recebido de cor-
poracoes e particulares seria encher um volme ;
mesmo s os do goveroo do sea paiz tomariam
espago looco. Nio ooa daremos a eisa intermi-
navel tart-fa, at porque se tomariam moootooaa
Uo reiteradas expresses, embora emanadaa de
numerosas bocas. Limitar-oos-hemos apre-
sentar alguos exemplos ds alta approvagio de
ministros de estado, principalmente dos negocios
eslrsngeiros, de Portugal, sobre os mais variados
assumptos, abraogendo a qaasl totalidade dos
misteres que a alteucao de um cnsul possa
applicar-se, o em todos os quaes Moreira alta-
mente loavado pelos seus chetas.
Encaremos esses multiformes servigos por di-
versas tace, para recoohecermos como o cnsul
os ssbe cujnprir ; como os sens ministros lh'os
qualifleam.
Protecco aos interetses dos pobres e dos esta-
belecimentos pios de Portugal ? Vimos como
varias casas pas, taea como as Misericordias de
Lisboa ePorto, a sociedade protectora da infan-
cia desvalida, etc., lh'oa recenheeeram. Aponte-
moa maia um, eotre muitos lacios anlogos. Sa-
bendo o cnsul que se nio achava cumprido o
testamento de Vicente Ferreira de Sampaio, o
qual instituir herdeiros de parte de aua graode
fortuna oa pobraa daa fregueziaa de S. Verissimo,
S. Googalo e Telea, e que eases- interesaos cor-
riam risco, apresentou se, por sus iniciativa, ao
respectivo juizo, e pralicou quante eslava a seo
alcance para arguranga dos valores, comquaoto
oem procuragio livease, nem mesmoinstrucgs
do governo ou dos interessados. O governo lh'u
agradecen, louvaoao o muito acert- com que
proceder, e muito esperando do seu reconhecido
zelo (78). _
Protecco dos Portuouexes que vem procurar
melhor amento de sorte* Nos otflcios ns. 5 e 6
da ana Apologa esiio documentados englobada-
mente oa os valioso* aervigos oeste pooto feitos
aos nossos compatriotas, desfavorecidos da for-
tuna. Nio ha navio qae de Portugal e saa* poa-
sessoes nio traga recommeodadoa ao bario de
Moreira ; e nem tio pouco ba amigos delle que
que nao tioha sido posto, ama e muitas veaes,
em cootribaigo, para arraojoe de portuguezes
desvalidos. Gragea aeua pateroaes desvelos,
se tem ido progrossWamente adogando as con-
dgops de servico do que por essa forma tem de
remunerar o onus de suas passagens da Europa
ou do Arcbipelago dos- Agores. Obremos alguns
exemplos do modo como* por Isos procecimeo-
toso lera loavado o goveroo portaguez, em pe-
riodos luceessivos, e por laes boceas, como
des Senhores duq,ue de Saldanha, conde de To-
ja!-,, viscoode de Almeida Garrelt, Rodrigo d
Foneeca M agalhes, vttoande de Atbonguia, etc.,
(79). Epoi que oeste seotido at bo uve quem
a marinha; derremou-ae a inalrucgio popular;
raigaram-se as ras de communicagio; rtfl >resceu
a industria ; propagaram-ae as bellaa-arles ; le-
ve cultos a intelligencia ; tomn voo a lillera-
tura.
A o agio, tendo i aua freole maia do que um
rei, am apostlo da liberdade edo progresso, reas-
sumiu, oa hierarchia do poder, o logar qae qassi
deixra figo no recinto da Earepa e oo ceogres-
so do mando I
Aos trophoi de sess plisadas victorias, aos
emblemas iriumpbaea das gloriosaa cooquislssde
ieui "homricos tallos de guerra, enlaiava agora o
velho Potiugal no remaoao da paz o verde ramo
de olivei/a 1
Exemn sublime I Um rei novo, investido por
Deus conra predettinagio da humanidada, remo-
gsvs urna nagio com o verbo de ana f patri-
tica I
O impulso eslava dado : e o seu iniciador de-
via ser um mutyr. E' s serte de todos os revela-
dores 1
Um grito sbito de espanto retumba instant-
neo de um cominele a outro I E' a immeaaa dr
d um poro que chora as convals&es da aogus-
tia o descendente da mais illuslre dyaaatia qae
se ergae ao solio des mooarchai europea I O
Sr. D. Pedro V, o Beojimia das tribus reaes, o
rei bem amado, tarido aa aurora da vida pelo ao-
jo da morto*. deaera i aepultura deixaodo em ta-
lo duas familias e doua mun los. i
E' pelo 8r. O. Pedro V que vtemos boje aqu
ees, qae sobe ao cu o incens dos altores I En-
viemos-lhe, pois, das aras do nossos eorages, a
offrenda de noisas saudades, e do respeilo pela
saa memoria, para que ae ergam at i maoiao
dos justos, onde Deas j-lhe ter conferido a re-
compensa de sdes tributares e o premie de suas
virtudes-.
Av*r Cesar !
Finda a solemnidade-, deu-se ainda um tacto
multo- digno de louvor.. Quaai todaa es pessoas
qAie se acliavam no vasto templo vieram, urna
aps oolra, ao altar-mr, e, comprimeolaodo o
Sr. bario de Moreira, sentidamente lbe aporta-
ra m a mi, juntando m tai a esta publico de-
monsiragao de respeilo- obsequiosas palavras de
affeclo.
Neste grandioso teatemnoho, pareciam querer
prorar ludos os cirenmstaoles, nao s sympa-
thia e veneragioao objeale que oa levara aquella
santa casa, mas tambem a consideragio que lhes
mereca quem para ello es convidara.
(78) Nesta e as se gol otes notas, iremos-traos-
crevendo trechos dos-despachos do goveroo, sem
prembulo.
Em 14 de dezembro de 1853 :
Foi com mallo acert que V. S., oa qualida-
de de cnsul geral de Portugal, se spreseoton em
juiso para reclamar a-devida jastigs e tazer com
que os legados inslaidos por Vicente Ferreira de
Sampaio em favor Oa familias pobres das fregne-
ziaade S. Verissimov S. Gongalo e Tele, na pro-
vincia do Mioho, nio sejam usurpados pelos tes-
tamenteirns do ftnado.
Espero que V. S. ae haver oesta diligencia
cera todo o seu reconhecido zelo, dando-me parle
regularmente de todo o que (r occorreodo tal
respeilo.
c V. d'Alkougia.
(79) Em despacho de 3 de margo de 1848:
< E' digoo de louvor do governo de S. M. o
zelo que V me emprega para o melhor arrsojo o
vantajosa collocagio dos subditos que vio procu-
rar fortuna oesse paiz, etc.
e Duque de Saldan ha.
Em despacho de 12 de julho de 1850:
< E' digno de louvor o telo que Vmc. tem em-
pregado em procurar toda a sorle de allivlo aos
nossos compatriotas recem-chegados a essa ci-
dade.
Conde do Tajal.
Em 12 de margo de 1852:
E' muito louvavel o zelo qae V. S. toma pela
sorle dos nossos iofelizes compatriotas, que para eat coostruiodo.
ahi vio e aio obrigados a aervir para pagarem a
aua passagem.
a Y. de Almeida Garrelt.
Em 18 donorembro de 1852:
Officio do ministro do reino ao dos negocios
estraogeiros: o
Illm. e Exm. Sr.Reeebi o officio que V. Exc.
me diriga, datado de 16 do correte, ioclnindo a
copia do que lbe enviou o cnsul geral portuguez
no Re de Janeiro, dando conta de baver ali che-
gado o brigue-eicuna portaguez Amelia, proce-
dente da liba do Paral com 153 paaaageiroa; e
das diligencias que empregou iflm de que com
elles se adoptassem os meios adeqaados para a
sua commoda exislencia no imperio brsaileiro,
conforme redama a humanidad e o decoro na-
cional ; tendo d'ahi resultado qae muitos passa-
geiros fizersui contratos de locagio de servico
muito rsotejosos, como se mauifesla do mappa a
que se reporta; e adundo que o referido cnsul
se houve com malla dignidade e zelo naqueila
coojuoctura, tenho a honra de dizer i V. Exc.
que me parece que elle dere ser elogiado pelo go-
veroo de S. 14. a rainha a exhortado a que coor
tioue a empregar egual telo oaa otcasies oceur-
rentes em beneficio dos sus compatriotas.
R. da Fonseca Magalhes.
Em 13 de malo de 1853:
c O Sr. ministro do reino, respoodendo ao offi-
cio em que lhe adra conhecimeolo de outro que
reeebi de V. S. acerca dos subditos portuguezes
qae das ilhas do Acores foram para eisa cidade
a bordo da galera brasileira Sophia, o das escrip
turas do contrato de servico celebradas nasse con-
sulado geral, diz que acba ventajosos aquellea
Contratos para os referidos portuguezes, sendo
por isso digna de ldovor a sea solicilude.
V. d'Athouguia.
Despacho o. 19 de 12 de outubro de 1853:
actos de generosidad Iba convertesseem delicio*,
apootaremos casos como o da colona Antonia
Umbelioa, de qae tanto em honra do bario de
Horeira trata o officio a. 15 da aua Apologa.
arocedimento qae o governo, por orgio do Sr.
arqaes de Loul, re<-onbecea como generoso e
digno de louvor; (80) assim como, oo anno
anterior o tinba j premiado com Teguaes ex-
presses por philantropicos actos pratcados par
com oulras iotalizee familias, amparadas -pelo
consol, (81) do qual temos presenciado numero-
sos actos de csridade.
Ftjttancia nos casos de espolio de Portugue-
zes ? J desda longo lempo o governo lhe en-
deregou encomios por sea honroso zelo. (81)
0 officio o. 9 ds sus Apologa pe loe tela a exem
piar regularidade da aua iolerveogoem laesas-
suroptos, nio se hsvendo dado um casoem qae
os directamente ioleressadoa nessaa arrecadagoes
tenham jmala aueteotado urna nica accasagio
contra o conaul, eeja por falta de attengio, sa-
ja por demora ni entrega dos fundos aoa habi-
litados, oa ieja emfim por ioexactido de
conta.
Esforcos para,por meto de subseripcoes, sua-
visar padecimentos da patria, ou concorrer para
seu bemtslar ? Nao ba duvida, que o maiordo
solo notal se acrisola, quando no eslraogeiro;
que nesses sentimentos de patriotismo geral-
mente se distingue o Portaguez, sobretudo no
Brasil; Isto lhe tem a elle tornado mais branda
a tarefa, porm nao menoi meritoria, de pro-
mover subscripgftes para eoasas de nacional In-
teresse ; e nunca por intermedio de pesaos al-
guma, pablica on particular, receben Portugal,
de taea origen, aommas lio largas como as re-
mettidss pelo bario de Moreira, esa oumeroaas
occasies. J no cerpo desta obra, tiremos o-
casio de mencionar o apreco em que o governo
fidelissimo tioba lido a valiosa coadjovagio do
seu empregado em muitos casos deata natureza.
Poderiamos aqui mencionar frequentes outros
encomios, mas lmltar-nos-he-mos a um, em
que o ministro viscoode de Athoeguii reconhe-
ce genricamente quio digoo de louvor o zelo
que o honrado fuoccionario empregava sempre
em taea objectos. (83)
nter esses pelos grandes atsumptos nacionaes 1
mil rezea lh'o reconheceu o governo, j nos
periodos crticos das circumalancias) polticas, j
nos proprio lempos normaos. Nao eram certa-
mente attribuigdes cousulares aa que oorigavam
o patritico cidadio a proceder como notorio
na lula dynastice, e depois em mil casos, como
durante a questio do tratado de commercio de
rinos portuguezes, de monumentos a D. Pedro
e a Camoes, de estradi de tarro em Portugal,
etc. (81)
servigo do Esiado e o inleresse que loma a bem
dos subditos d, Sua Magestade.
Em 13 de outubro de 1855 :
a E' digno de louvor o modo por que V. S.
obstou a re.lUagao do contrato lesivo que Uera
parte dos individuo ehagados a esse porto a bor-
do da barca portuguesa Bmsaeo, procedente do
Porto, e vou prevenir o Sr. ministro do reioo da
inconveniencia que sempre resalla de laes con-
tratos, quando nao aejam feitoe no proprio lugar
do desembarque perante os respectivos agentea
consajares.
o *>'governo de Saa Magestade v sempre com
grande satisfagio que aquelles subditos de Sua Ma-
gestade que por suasdesgngada circunstancias
procrala melborar a aaa condigo nease paiz,
acham nelle um agente aeloao. que pelo empre-
go dos seas esforgos e boa vontade lhes facilita os
meios necesssrios de adorar ama penosa exis-
tencia
P. d'Athoagnia .
(80] Em 13 de novembrode 1858 :
a Fico setante do que V. S. me commanica na
sea officio a. 66 ceres da recisio de contrato do
colona portugueza Antonia- Umbelina e sua Alba,
sendo muito digna de louvor a geoerosidadecom
que V. S. se bouve oeste negocio.
Mrquez de Lo&.
(81) Em 12 de Janeiro de 1857 :
c E' muito digno de louvor o modo por que V.
S. se houve para com as duas familias portugue-
sas conduzidasa esse porto peta barca brasileira
Mendonca II, ornecendo-lhes, nao s os-noces-
sanos soccorros e moradla, mas tambem vonto-
josa arrumagio, daodo por esto molo urna- pro-
va do zelo e iotareaae quo-iom no bem-estat do
infelizes portuguezes, que, fascinados de urna il-
lusoria fortuna,preleadem a todo o custo trans-
portarle para esse paiz, destituidos de todos os
meios de subsistencia.
a Marqmz de Louli-,
(82]i Em 27 de oatubro do 1848 :
E' muito para louvar o zelo com quo Vmc.
tem acompanhado o inporlaolo negocio daa he-
rangas dos subditos portugueses que ahi talleee-
rem ab inleslalo ... ?
(83) Em 13 de margo de 1853 :
a Accoao a recepcao do aoa officio o. lis* do
Conloada do qual lomei particular conhecimeolo
sendo muito digno de louvorozelo que V. S.- tem
sempre ewpregado em promover com vantagem
as- subseripcoes que por vezea tem aido commeiti-
dae ao seu cuidado.
. A. A. Jtrvis d'Athouguia -
(84) B para que aenio ponha em duvidao que
atrz deixamos escriplo, acerca da sua iniciativa
relativamente a estrada de ferro de Leste, a be-
nevolencia com que o governo ae guiou por seus
ceneelboa, aos motivoporque Moreira deieou de
aer membro eftactivo da commissio, a designa-
gao delta taita pelo go ver no-par a clavicularlo, etc
ju4gamoe prudente, ainda, aqui transcrever duas
raisaivas do respectivo ministro, Sr. conselheiro
Fooles Pereira de Mello, e urna portara-do Sr.
marquez de Loul, entre dezenas de documentos
anlogos :
Illm. e Exm. Sr. Tenho recebido as cortas e
cilicios em que V. Exc. me pondera o boas de-
sejos que se noam em maitos portuguoiei resi-
dentes nesse Imperio de concorrer para, a cons-
truego e desenvolvimento dos caaiobot-de ferro
em Portugal.
Confiado as informages que V. Exc. reitera-
das vezes me tem ternecido sobreest Importan-
le objcto, resolvea o governo crear urna com-
missio na cid ido do Rio de Jsoeiro, compoala
dos benemritos cidadios portuguezes mencio-
nados no ultima de seus officios, como ver oo
decreto qae ionio lhe remello por copia ; e, por
esta commissio, por meio de cartas que envi ao
Sr. viscoode de Condena, e de que elle usar
discretameate, e pelo zelo e dedicagio de V. Exc.
espera o governo que se be do conaeguir um
graode subscripto que habilite o ministerio de
obras publicas a emprebeoder a coostruegio da
outra lioha, oa das secees immediatas a que se
Presteza coa que solicita do gonmo brasi-
leo a soltura do. pertmuaextM malta* por.
oexercuo ou mrmadml-A oo*. *
idioma torna mal poasivul esees faaBca, pratca-
dos na melbor f ; e tambem freqaentemeale
portuguezes de baixa cliaae ao ofbraca
tariamenle pora eaUe mistares, as ai
feralmente se prestara coa benevolencia e ra-
damagee jastas ; e as boaa ralag5s eja* casi*
sal enlrelem com todos, lbe torna oa asas oneeiaa
meos penoso, pois limbram oaa satitaze-to
promptameole, aramos tambem am s, anisa
maitos exemplos, da approvagio do governo do
sui magestade em casos dta reciaasaces, (86)
e outro do modo corno o governo portuguez ce-
lebra a benevolencia com que as aaieridadea lo-
caes proceueru quando lh'o dita a bamaaiade
a amisade. (86;
Perfeico dos trabalhos da chancellara ?
Apezar do avallado expediente, ali ae tazas,
nio s com exaclidio, mas com primor, o* Ira-
bilhos mais numerosos. Todos os lirrosseo-
cham bem eacripturados ; oa docameoloe saneen
daquella casa com a msior elegancia e asseio -
os dados estatialicos sio colbido clissiak-ados
em magnficos msppas. Pra sar avallar como
estes roappas sio confeccioaados, areme qae
nio l o goveroo oscostuma altinanla eloanac
mas "c **ber ,0 Dobre COMo1 9 reSor-
lista, S. M. o Sr. D. Pareando, reserva** pora st
tao primorosos trabalhos como < lodelc* no uu
genero. (87)
O actual ministro dos estraogeiros,
lando Portugal no eongresso dos sabio, u*__
gica, ahi le vou algum deaes livro, que foi sonro-
d e admirado.
\Conlinuor-se-km.)
Possam estes votos da-Imperial Sociedade'orar, E'pela sai alma qus levantarnos estas pre
.... Incluso por copia achara V. S. am officio
que o Sr. ministro do reioo me dirigiu, em 80 de
aetembro fiado, aecasando a recepcao de outro
deate ministerio, deU do referido mes, que acom-
panhava.a informagao e mappas estilsticos dessa
consulado geral oore a emigrago pata essa ca-
pital durante o 1* semestre do presente aneo; e
pelo cooteudd do mismo effido ver V. S. quo
digno de louvor ae fu pelo zelo que emprega oo
Nio jutguei conveniente que V. Exc. fizease
parto da commissio, porque a saa pesigio o fa-
ca I nessa corte darla nm carcter a dita com-
minio que nio pareceu conveniente eo goveeoo.
V. Exc. o cooeul de Portugal ; como tal, o pelo
zelo qae tem moitrado em todo este negocio, ha
de contribuir, quanlo pudor, para que ello se en-
camiohe ao melbor resultado possivel, mas deve
trabathar de fora, e o seu servigo podo sor ss-
sim aioda mais efficaz. Aleas disto ha ansa cir-
cunstancia importante a considerar : no pioaimo
paquete ha de o governo remoller a cautelas
que representan) as aegoej. asnas devem ser
depositadas no consulado em em cofre de tres
chaves, urna daa quaei eateja na mi do repre-
sentante de Sua Magestade neos* corte, outri na
mi de V. Etc e outro finalmente em poder do
preiideote di commisio, em quem o governo
tem toda a conflanga. Tuo tato aconaelha qae
V. Exc, nio faga parle da dita commissio.
As aeges ficam oa mi da governo, que ir
uagando aa preslaces na poca do seu venci-
mento ; as cauteles que se hao de remoller, e
que aio vio ii porque falta otempo necessario
para aa imprimir, represen ta m para lodos os ef-
feitos ss ditss srges; logo que estejam pagas hio
de ser resgatadas polo goveroo, eoviando-se em
troca as segos origioaes, com qae se completa a
traosaegio. Ao zelo e actividad de V. Exc. eo-
commenda o governo este negocio, bem certo de
que por tal meio, e pela aollicliode dos membros
ds commissio nomeada, ae ha de colher bom
fructo de laes diligencias em beneficio do paiz, a
que todos perlencemoa.
Son com muila consideragio de V. Exc, muilo
atiento venerador e obrlgado.
Ministerio das obras publicas, commercio e in-
dustria, em 13 de Janeiro de 1855.A. M. fon*
tes Pereira de Mello.
Lisboa, 14 de aoril de 1855.
Illm. e Exm. Sr. Tenho presentes as cartas
que V. Bxc me diriga em data* de 8 e 15 do
prximo pasiedo mez de marco, e por ellaMive a
aaliefagio de ver que o importante negocio da
venda ae per das aegoes do caminho de ferro, pro-
gride com multa feicidide. Fui muilo agradavel
Kra n governo o excedente resallado destaa di-
jeocias, p estou certo qae lado se deve princi-
pal mete o teto, e patriotismo rj.ee njembroa di
commissio, de V. Exc, qtfe tanto se tem empe-
obado neste assumpto, e em geral aos bou sen-'
timentos da grande matarla do Pcrtoguczm resi-
dentes nesse imperio.
Nessa occasio se expedem differeates portaras
approvando tudo quanto a eommiseeo e V. Ese.
tem fcil para realiear a vende daa acgdeo do ca-
minho de ferro. Sioto que o theor do decreta do
15 de Janeiro mollvasae difBcoldades, quo feliz-
mente foram superadas, de aaneira que mero-
ceu a approvagio do goveruo de S. M. O metbo-
do que se -iJoptou nao sitaron oa nada o pense-
ment do decreto, e creio qae era o nico eami-
oho a seguir. Nao ha duids qno mei fcil o
mais commodo-par o subscriptor* de aer;oes
paga-las em prestace, do qae am grande Mot-
n a reuoida ; tambem d'ali nao vera iBcouveaien-
le sensivel so governo, e em todo o-caso pode pa-
gar elocoeote e einco por cento qoom qoizvr, se
algurn quizev. Bo todos os moda, o governo
pprova completamente o procedimento da co-
raissiov e de V. Ex.
Nio creio qae o viscoode da Estrello- tanb me -
tiro pan se escandallar, de lhe nao er desig-
nada umr chave do cofre; ea igoorava qne seriar
nomeado-tbesonreiro, e portaoto nio eflesdi peo-
soa alguma ; daodo ama chavo ao visteas dq-
Gondeixa, mostrla cenfianga qae tiobi ai com-
missio, ns pessoa de seo presidente. A-lm dtaeo
eu sei perfeilamente qoo iodos os miosanag na
dita commissio sio pessoas de am probidad
roeonteatavel, maa h conveniencias de reipon-
abilidade poblics, que eu-teoho como ministro,
e- que me obrigam a ter nm procedimento, qae
em qualquer ostra dreomstaacia poderia dis-
pensar.
Raeommendo de novo, o-muito eficazmente i
V.-Exc, o negocio em qoo noe empv>nhaiao, e
creta qae sou de V. Exc, amigo, venerador o
criado.A. M. Pontea Pereira de Mello.
Tendo a commissio, creada nesss praco por de-
creto de 12 da joeeiro de tato, para a venda ao
par das accoes qae o governo poisue no caaaioho
de ferro que se esti construindo eotre Lisboa e
Sanlarero, annuoeiado o pagamento da quieta
prestaeo, e devendo noa termos do art. 2* do
decreto de 15 do Janeiro dsqaelle mesmo anno
ser entregues as cautela, par elle creadas, sao
subscriptores que se acharen correles cosa ao
preslaces pedida, como se v ds portara junta
por copia : assim ocommonleo V. S. de sotan.
de su magestade el-rei, em rcoposta so son offi-
cio de 18 de uovemoro ultimo, pan qne ne qoa-
lidada do clavicularlo do cofre em qae foram de-
positadas- aquello cntela, baja de foctMtar a
sua entrega, em troco de retagv* ataignada por
os membres que actualmente compoem a com-
missio.
Deus guarde ?. S.Minutario das obra*pu-
blicas, commercio e industria, em 13 de dezem-
bro de 1856.-Mrquez de Loul.-Sr. bario-de
Moreira.
(85) Km 23 do- maio de 1856 ;
Marecea.a approvagio do governo do aun
magestado a maoeira por que V. S. se boove, ja-
cta mando do governo imperial a liberdade para
os subditos-de soa magostad qae so acharara
lervindo forcadamonte a bordo dos navios da ma-
rinha de guerra braaileir; e espero quo V. S.
pratieard-aempre o mesmo, quaodo se derom
eguaes- circumstanciss.
c V\ d'Atboognta.
(86) N. 21 -de 13 de norambro de 1834 :
Merecen a apprnvsglo do goveroo do na ma-
gestade a maneira por qne V. Sy houve aoa
agradecimentee qae diriga ao chele d dtatado,
cemmandante do Porto desea cap;tal, polas acer-
tadas promptas providencias qae temara aflea
do dar auattta galera portugueza scetoainster,
que s acSava em perigo, ao entrar a barra oa
dii de outubro nodo, e por cojoestarce.e-
conseceiu s salvagio do-ratarldo navio...........
(87) Bm 4 de Janeiro de 1850:
c Vi com satisfsclo o mappa do genero da
prodoogio nacional que eutraram no.prtodeata
cidade oo decarao do julho e agesto do naa>fia-
do, aeasda moito lonoovel o solo com qeoVmc.
satisfaz aos deveres do sen cargo.
< Ce oda do Toja!*. s>
Em 4 de novembro de 1850 fc
a Quanto aoa moppai a qoa se
mencionado officio, sio elle o mote
e segura mente nao podem ser excedido peta i
nitidez e perfeico : assim foi reconhecido por
suss magestades, a coja real preeenqo ea lovei,
havendo aua mageatade el-rei reservado para s
este primoroso- trblho como um modele aa sea
genero.
CoBdadaTojsl.
N. 11junho 11- de M8S :

Li attenomente os officios do V. S., a. 18 o
reservado- n. 5, expliesndo t o>sea*elveado ea
mappas de importagio e eiporao>o qae ellsa.
e referem ; e mate ama vos kv uccaslio d re-
conhecer o bem confeccionad deata sea at
trabalbo, cuja execugo peta so alude a clareza
nada deixa a desojar.

N. 17selembro 13 do 1865 :
Vio aer remattidoa ao Sr. ministro di
bem elaborados mappa que V. S. me
o primeiro daqueltaa effictaa (a. 39).
o numero do lados o pamageiro.
luguezes, entrados no porto desss enpilaL.ua de-
curso do primeiro semestre do corrala asmt>, a
bem assim oa impertaotae escuraaimsanas eje
V. S. d no mesmo officio, para que toeaamd o
mesmo Sr. mioistro em oosideragao lado aaunta
fie exporto hija de proceder tal rs
juigir mais conveniente.
Tomei egaalmaote conhecimeolo do
eng.jameoto de servigo de alguna do paa^agolroa
qa foram nos Desengao, S. Domingo o OK-
veira, procedentes Oos Agora; a a oto ri perto
nada mata ae me offerece dizer i V. S. da qoo
pprovar compleumenle o sea procodlmoato, ea-
perando qae continaari am eguaes eire
obrar como conven.
N. 20-d 11 da nntnbro do 1865 :

Quaado Uve a honra de apreientar ea
geaiade el-rel roaaata aqoedra syaopltoadtaara-
lag&e do Portugal com eaea pngn dar anta a aooo
fiado, qae V. S. ofbracre eo mesmo eos;asta se-
nhor, digooa-se tus Bjs|estad recbela cata
especial agrado...
PfiRrf.TTp. DE M r\ M PAUA POUO.
! rV/ll I TI I AHAl
iII crzMn r


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