Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09535


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Full Text
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Ptr tres mezes itfiaitados 5f 000
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SABBiBO 5 fi ABRIL DE 62.
Ptr aii aHaitad* 19|O0O
" Porte fraiee itn ubscrif tor
ENCARHEGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Amonio Alexandrlno de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Aracaty, o Sr. A. de Lemoi Braga; Cear o Sr.
. Jos do Olireira; Maranho, o Srv Joaquim
Marques Rodrigues; Para, Justino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SOL
Alagoas, o Sr. Oaudino Falca o Din ; Baha,
o Sr. Jos Mirtina Airea; Rio de Janeiro, o Sr-
Joo Pereira Martina.
EPHEMBRIDES DO MEZ DE ABRIL.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todos os dias a 9*j horas do da.
Iguarasstt, Geianna, e Parabyba as segunda!
e sextii-eiras. -
S. Anto, Bezertoa, Bonito, Caniar, Altinho
a Geranhena as tersaa-felras.
Pi d'Alho, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pea-
.eir, Iogazeirt, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricurya Ex nasqnaitas-feiras.
-Cabo, Seriohem, Rio Formoso, Un, Barreiros
Agua Preta, Pimentelras Natal quimas feiras. Primeiro aa 8 boraa e 30 minutos da manht.
(Todos os crrelos parteo as 10 horas da manhaa Segundo aa 8 horas e 54 minutos da tardo.
6 Quarto crescente as4 horas e 31 minatoi da
manhaa.
14 Lnchela os 16 minuto* 4a manhaa.
10 Uuarto minutante ai 3 horas 21 mina tos da
tarde.
28 La nori8horai a 45 minutos di machia.
PREAMAR DE BOJE.
,fttM t08 VAPORES COOTEIROS.
>*al ftl Alagoas i 5 s 2 14 e 29 de cada mez.
Taimo* do aftnjcs. ,,.
lectfe: do Apipucot fis 6 lig, 7, 7 l|, 8
*.; de Olinda i 8 da m. 6 di t. de
s O 112 da m.; do Caxang e Vanea
.: de Bem fie* sSda m.
ite : para o pipucos s 3 1(1. 4, 4 li4,
4 1]2, 5, 51]4, 5 lr2 e 8 da 4; para Olinda s 7
da m. 8 lr2 da t.; para Jaboatao s 4 da t.; para
o Caaraogd o Varita fia 4 Ii2 da I,; para BemAc
aa-44*T
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES Yd CAPITAL.
Tribanal do comsoerdo: segundas o qainlas.
Relaco: tercas o sabbados s 10 horas. '
Fszenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : aegundas so meio dia.
Dito de orphlos; tercas e sextas i 10horas.
Primeira rara do eivol: largas o sextas ao meio
dia.
SegiDda vara do ctvel: qairtas tabbados fi 1
hora da torio.
DAS DA SEMANA.
81 Segaod. S. Balbina v. m.; S. Amos1 prophet.
1 Terca. S. Macirio ; S. Valerio.
8 Quirta. S. Francisco de Pava fundador,
3 Quinta. S. Ricardo re ; S. Benedicto f.
4 Sexti. Commerooracio da pilxo do i. C.
5 Sabbado. fl. Vicente Ferrar ; S. Irlo m.
6 Domingo da palia*. 8. Marcelino m.
em
ASSIGNA-SE
a livraria da praea
no Recifc,
deocia d. 6 e 8, dos proprelarWelanee'l FigoM-
roa do Fana & Filho.

PARTE OFFICiaL
Ministerio da agricultura, contraer -
elo e obras publicas.
Decreto n. -2.895 de 22 de fevereiro de 1882.
Approra os estatutos da compaohia Vigilante,
encarrgda do serrico de reboque por vapor
de navios e aifarengas dentro e lora do podo
da capital da profincia de Peroambuco.
Attendendo ao que ote requereu a directora
da compaobia Vigilante, encarregada do sor rico
de reboque por rapor "de nanoa o alvareogas
dentro e fra do porto ds capital de proriocia de
Peroambuco, e de conformidsde com a minba
immediata reaaluco de 21 do mez de dezembro
do anao panado, proferida sobre o parecer da
secc,o doa negocioa do imperio do conaelho de
estado, exarsda em consulta de 29 de oovembro
do mesmo anuo, bei por bem approrar os estatu-
tos porque se deve rager a referida compaohia. e
que com eate bailara, aaiigaados por Manuel Fe-
itzardo de Souza e Mello, cooselheiro de estado,
aenadbr do imperio, e ministro e secretario de
oslado dos negocios da agticeltura, commercio e
obras publicas, que assim o lenha entendido e
faca executar.
rendo todava execeder o diaposto no I 8* do
art. Io da lei n. f ,083 de 22 de agosto de 1860.
Art. 18. Os barcos da co Dual mente umjabalimento de 10 0/0 sobre os seas
respectivos valores. Esses abalimeotos sero lau-
cados em despezss sob o titulo de deteriora -
aieuto ; eos barcos Agorar o nos bala oros com
os seus valores assim reduzidos, salvo o caso de
terem loffrido concertos radicaes, em que figura-
rao cornos valores que por ventura venham a ter
em coneeqaeocia dellea.
Art. 19. Os diahelros e valores da companhia
serio arrecadados em um ou mais bsocos pbli-
cos desta praca.
Capitulo V.
Da assembla gerai.
Art. 20. Aasserabli geral a reunio dos ac-
cionitas, comanlo que esteja representado pelo
menos metade do capital social.
O presidente do conselho de direceo dirigir
os trabalhos da assembla geral, e o secretario do
cooaelho lavrar as actas.
Art. 21. O acciooista cujas accoes nao forem
transferidas pelo menos trinta dias antes da con-
rocica.o da assembla geral, lera o direito de as-
sistir a ella, e mesmo discutir, mas nao poder
votar.
Art. 22. O accionista que nao puder compare-
cer a assembla geral, poder delegar os seus
Palacio do Rio de Janeiro, em 22 de fevereiro
de 1862, 41* da independencia o imperio. Com poderes por meio de procuracao, comanlo que se
4i rubrica de S. M. o Imperador.Manoel Feli- fica represeotar por oulro accionista, salvo o caso
zar do de Souza e Mello.
ESTATUTOS DA COMPANHIA VIGILANTE
DE REBOQUES.
Capitulo l.
Da companhia e seus fin?.
Art. 1." a companhia se denominar, como
at aqui, companhia Vigilante de Reboques e ter
a sua direccoo nesta cidade do Recife de Per-
oambuco.
Art. 2.a O objeclo e flm principal da compa-
nhia o servteo do porto do Recife de Peroam-
buco. ou qualquer outro circumsvtzinho, a rebo-
cagem e aalrsjo de quaesquer embarcarles, o
transporte dos paisageiros fora da barra e para
trra, a bordo de todos os narios a vapor e a vela,
a carga e descarga nos navios nos socorsdouros,
e o transporte de lodosos abastecimentos bordo
dos navios de passagem ou outros, finalmente
tudo quanto for rebocagam fra e dentro do porlo
de pontes abaixo.
Art. 3.' Para preencher estes fias ter a com-
panhia um ou mais barcos de vapor de tone-
lagem e torca convenientes para p objecto pro-
poato.
Capitulo II.
Do capital da companhia.
Art. 4. O capital da companhia 6 de 100.000?,
repreaentado por mil accoes de 1000 cada urna,
que poder ser elevado a 200:0009, se a3 oeces-
sidades do serrico assim o demandarem, por de-
ciso da assembla geral de accionistas.
Art. 5. Pode ser accionista qualquer pessoa,
corporacio, issociago ou eotidade, com tinto
que a transferencia de uns para outros seja effec- .
toada no ceeripiorio da companhia amlivreproi. J^" '^trtiooroo, i
i>riO eveor presenca das partea ou seus procura-
dores que assignaro
de eieicao para directores, nos termos do 12 do
art. 2 da lei o. 1,083 de 22 de sgoslode 1860,
combinado com o art. 27 do decreto o. 2,711 de
19 de dezembro do mesmo aooo.
Art. 23. A orden da roiacao a seguate :
De 5 20 accoes, um voto ;
De 21 40 ditas, dous ditos ;
i De 41 60 ditas, tres ditos ; *
e assim por diante na mesma proporco de um
. voto por cada 20 acedes at 10 rotos.- que ser o
I mximo. Os accionistas porm que tirerem me-
nos de 5 sccoes transferidas aeguado o art. 21,
podero reunir-se atim de que um dalles, auto-
riaado pelos outros, vote confirme s escala es-
tabeleclda nesle artigo.
i Art. 24. A assembla geral se reunir ordina-
riamente lodos os annos no mezdejaaeiro, e ex-
traordinariamente quaotss vetes o conseibo de di-
receo a convocar, e o gerente o carecer, na con -
formidade do art. 14, em cujo caso ae oceupar
aumente do objecto para que for coavocada.
i A coovocaco ser (eita pelos jornaes mais p-
blicos com anticipado de 10 dias.
, Capitulo VI
I Da duracao da companhia e trua liquidaco.
Art. 25. A companhia durar pelo espaco de
oito annoa, a contar da data da approracao dos
presentes estatutos.
Ari. 26. Quando a companhia- tiver de diasol-
ver-se, far-se-ba a liquidaco pelo modo que en-
to decidir a assembli geral, prevalecendo nes-
le caso o disposto no art. 28.
Disposicoes geraeo.
Art. 27. Pelo fallecimento de qualquer accio-
nista, passa para seus herdeiros, nao so o direito
a semelhaote
ao naval.
tacao U-
Autoriso o
de conformi-
sola dos a-
maQo do inspector da thesovraria. de fazenda | Bom^Uecesoo, visto ter tomado assento na as-1 1f. AO.Idea das comarcas de Barreiros, Flo-
"n res,'Cabrob5, Bom Goaselho, Cimbres, Garaar,
Buique, Tacarat, Ex, o Villa Bella.
N. 20.Com copias dos actos da presidencia
approraodo prorisorlamente artigos de posturas
da cmara do Recife.
N. II.Com copia do offlcio da cmara de Ta-
carat solicitando a approraeo de anas posturaa
j avbmelHdas i apreciacao da assembla.
N. 22.Com o ornamento da cmara da villa
S. Bento.
N; 23.Com copia do acto da preaidencia ap-
provaodo provisoriamente oito artigos de postu-
ras confeccionados pela camira do Recife.
N. 24.Com eopia do efBcio da cmara do
Buique representando (sobre o lsmeotavel es-
tado do eemiterio d'aquella villa, e pediodo au-
forisaco para por em hasta publica oa dizimos
de miuacas do seu municipio, e serem as res-
pectivas renda applicadas s obras do dito eemi-
terio.
N. 23.Com os projectos de posturas das c-
maras da Escada, Ex, Buique, Santa Maria da
Boa Viata, Ipojuea e Garanhuns.
N. 26.Com qaarenta exemplares do rotatorio
spreseotsdo pelo inspector da thesouraria provin-
cial.
que aqui ajunto acompanhsda de offlcio dadirec-1 sembles legislativa provincial o juiz municipal da
segunda vara que faza parte do mesmo conselho
cumprfado que Vmc. se entenda
respeib.com o com mandante da
CommtttiCon-se ao commandan
Dito ao conselho administrativa
conaeftrradmioiitrativo a comprar
dada oost-0 aeu regulamento pan
preodisf ajenares ds arsenal a> guerra os objec-
ios mencionados no incluso pedido.
Dif^Bfaaesmo, Recommendo ao conselho
administrativo que ponha a disposico do direc-
tor do arsenal de guerra com urgencia todos os
objecto* comprados para o presidio de Fernando,
os qnaes derera ser para all enviados no hiate
Santa /?fa,reraetlendo-me urna relaco da qus.1
couiie oa respectivos precos.
Ditoao director da colonia militar de Pimen-
teiras.Pode Vmc. vir a essa capital, afim de
prestar comas fi thesouraria de fazenda das des-
pezas deesa colonia, relatlvss ao primeiro trimes-
tre do corrate -auno. Pica assim respondido o
seu offlcio de 18 de margo ultimo. Commnni-
cou-se ao commandante das armas.
Dito ao administrador do correio.Recommen-
do fi Vmc. que faca enviar paro a agencia do
correio do villa da Escada a correspondencia offi-
cial que foi remettida a essa repartico com dea
tino ao commandsnte superior da guarda nacio-
nal da comarca de Santo Aotfio, como este re-
quisiton em offlcio de 26 de msreo ultimo.
Dito ao jniz do paz do primeiro districto ds
freguexla de Itimarac.Nao ae tendo installado
no prazo legal a junta rerisra de qualificaco
Hegsjeria pelas rudas declaradas em sea
de 27 de marco ultimo, recommendo fi
.nefazendo a coovocacAo de que trata o
art. 4* da lei de 19 de sgoato de 1846. rena a
referida unta no dia lt de maio prximo vln-
douro, qu para isso designo e proceda nos do-
mis tenaos do processo da qualificacio de con-
formidade com aa disposicoes em vigor.
ferio aodelegado do Limoeiro Deploro ter a
epidemia reproduzido na pooai^ao do Bom Jar-
4im e coatiouar a fazer victimas em outros pon-
lee como Vmc. communicou-me em data de 23
do aun psssado, a tenho a dizer-ihe em resposts
qu obsta data Ibe remello urna ambulancia para
trataaeato dos desvalidos, em coja sorte here-
comalendo que continu a velar.
Dito ao Dr. Flix Moreno Braodo. Lison-
jeaado-me com s nolicis que Vmc. dfi em sea
ofBciO de 80 de margo ultimo, de nfio ser assus-
tadftra a epidemia reinante nesta cidade, recom-
mendo Ibe que continu a prestsr ah os seus
aervicos eaapregaodo todo o seo zelo e setivida-
de, atim dOevitar os mais funestos effeitos do
mil.
Dito ao subdelegado de policia di fregueza
doa Afogadba.Ao offlcio que Vmc, me dirigi
em o primeiro do crvente, respondo dizendo,
que em data de 31 do mes prximo paasado, ex-
ped ordem para que um dos medios do exerci-
to. QzeaW visitas ai a di* a este districto.
o respectivo termo de trans-
ferencia de oooformidade com o decreto n. 1,083
de 22 de agosto de 1860 srt. 2* 21.
Art. 6. Os accionista* so respondem pelo va-
lor das suas accoes cdigo commercial art. 298),
qae podem ser doada*, vendidas, bypothecadas,
legadas ou por qualquer forma transferidas, na
conformidade do artigo antecedente.
Capitulo lll.
Da admioistraco da compaohia.
Art. 7." A assembla geral elogerfi por ama
lista smente, e maioria relativa de rolos, um
conselho de direccae, composto de tres dos seas
membros, coa plenos poderes pa eogajar um
gerente, o qual no sea entender rena as quali-
dades necesaariaa para aquello fim, coutrataodo
-com elle o honorario que hs de vencer, e mais
condicoss, assim como urna quantia redonda para
despezas do escriptorio.
Art. 8.* Contratado o gerente, o conselho de
direccao convocar a assembla geral e propor
o contrato approvacao, e approvado o contra-
to declarar onome da pessoa contratada, a qual
tambem submelter approvacao da assembla
sem discussao.
Art. 9. O conselho como i-cal, poder tomar
contas ao gerente quando Ibe aprouver, e de tac-
to as tomar todos os mezes sobre balsncete apre-
sentado pelo mesmo gerente
O conselho tem autoridade para suspender o
gerente al deciso da assembla geral, sempre
que por onanimidsde de votos o julgar incapaz
ou malversador.
Neste caso a convocado da assembla geral
tira lugar oito dias depois da suspenso.
Art. 10. Smenle accionistas de trila acedes,
pelo meaos, podero ser eleitos membros do con-
selho de direceo. Suas funeces duraro tres
annos; porm no fim do prazo podero ser re-
eleitos.
Art. 11. O conselho de direceo se reunir
quando julgar necesssrio a bsm dos interosies da
compenbii, e todas ss vezes que o gerente oca-
reaer para o consultar.
Sao attrlboices do conselho :
1.* Resolver: I*, acerca de requerlmeotoa
ou representares s camarss legislativas oa ao
governo ; 2, celebracea e reformas de contratos
com o governo ; 3o, medidas para propdr a as-
sembla geral sobre reforma ou reorgaoisaco da
compaoqia e sea fundo ; 4a, compra e venda de.
barcos.
2." Courocar ordinaria e extraordinariamen-
te a assembls geral doazsocios.
3.* Prestir a sua opiniao aobre qualquer ne-
gocio em que o gerente haja de pedi-la.
4.* Approrar as nomeacoes taitas pelo ge-
rente, de commsodantes dos barcos.
Art. 12. As sesides do conselho de direceo,
sero presididas pelo membro mais volado detle.
O immediato em votos servir de secretario.
Art. 13. No impedimento de um doa membros
do conselho de direceo, em occasio de ser con-
vocado, ser convidado para suppri-lo o imme-
diato em votos.
Art. 14. Sao attribuicea do gerente:
9 i* A gerencia, manejo e adminiatrago dos
negocios, operaedes e expediente da companhia,
com poderes para obrar como%melhor entender
em beneficio delta, levar a eSeito as resolucoes
do conselho, podendo cocotudo appellsr Celias
para a assembla geral dos socios, em sesso or-
dinaria, ou convocando-a extraordinariamente
por si mesmo.se, havendo propostoesta coovoca-
co ao conselho, elle nao se prestsr a laze-la.
j 2. Nomear oa empregados da companhia,
tujeitaodo todava a approvacao do conselho de
direceo e nomeaco dos commandante* dos va-,
poret. '
Art. 15. O gerente ^presentar lodos os annoa
no mez de jmeiro fi assembla geral, o balaoco
da companhia, fechado no fim do anno anterior,
aeompanhade de um relatorio da. gealao de seus
negocios.
Art. 16. No impedimento do gerente servir
interinamente a pessoa que elle designar e for
porevada polo conserje ofrcele.
Dos dividendos e fandO tfe reieva.
Art. 17. Os dividendo'*'corftibusrao s ser feitos
por semestre, em Janeiro e iulT, tfc'ndo o quao-
*eJa.sa oocifl
parle as deliberados* da asaembla ge-
ral, comtaoto que sendo mais de um se combi-
nen entre ei para um s votar.
Art. 28. Estes estatutos s podero ser altera-
dos por deciso da assembla geral dos accionis-
tas, tomada em urna, e vencida em outra sesso
por maioria absoluta de votos, estando presentes
pelo meuos accionistas que representem dous tar-
cos do capital da companhia ; (cando dependen-
te da previa approvacao do governo imperial qual
quer alterago, reforma ou innovaco que soffre-
rem os mesmos estatutos.
Palacio do Rio de Janeiro, 14 de marco de
1862. Manoel Felizardo de Souza e Mello.
Decreto n. 2,899 de 15 de margo de 1862.
Altera algurao das diaposteoes do regulamerto
dos telegrapboseletricosapprovado pelo decre-
to n. 2,614 de 21 de julho de 1860.
Conriodo alterar algomas das disposicoes do
regulamento p"ara o lervico dos telegraphos ele-
trieos, organisado pelo decreto o. 2,614 de 21 de
julho de 1860, hei por bem decretar o seguiote :
Art. l*Os despachos telegraphtcos particulares
dirigidos da estaco da Prainha para a da raiz da
serra da Estrella e para Petropolts, e vic-versi.
ficam sujeitos a taza de 19 por cada recado at
vinte palavras. Se o recado porm exceder a
esse numero, se pagar pelo accrescimo de cada
dez palavras mais 500 rs. ; no calculo se coota-
ro como dez os nmeros comprehendidos de um
at note.
Art. 2". Os recados de eslacao da raiz da serra
para Petropolls. e vice-versa, s pagaro matsde
| da taxa, isto 500 rs. por vinte palavras e 250 rs
por cada dezena mais, ou fraccao de dezena ad-
dlcioosl.
Art. 3o Qtiem exigir que o recado seja telegra-
phado de volta, para conferir a sua exactido, pa-
gar de novo a tan, como sa fosse outro recado.
Art. 4* As pessoas qae quizerem mandar reca-
dos em cifra, ou em liogua estrangeira, devero
apresetita-loiescriptos com toda clareza, e pa-
garo1 tazas dobradaa.
Art. 5* No calculo da taxa nao ae levar em
conta a direceo e pontuac.ao.
Art. 6a Sao isentos da taxa : 1*. os recados of-
Qciaee ; 2a, os da casa imperial; 3 os do serri-
co da compaohia da estrada de ferro de Mau em
quanto auxiliar a cooservaco da linha.
Art. 7' A entrega das notas dos recados a terfi
lugar no dominio das pessoas a quem forem elle*
dirigidos, quando astas residrem na corte, e den-
tro da rea fechada peloseguidteperimelro:ruade
SantaLuzia,largo da Ajuda.ruasdePaaieio.dasMao
guairas, dos Barbnos, de Mateeavallos, dos la-
validos, esmpo ds Acclemaco pelo lado da c-
mara muoicipsi, ras Larga de S. Joaquim e da
Imperatriz at o mar, e finalmente a parte do li-
toral comprehendida desde este ponto at r
de Santa Luiza Para fra deste permetro se
proceder do molo disposto no arl. 31 do regula-
mento de 21 de julho de 1860.
Art. 8^ O districto lelegraphico em Petropolia
ser limitado a cidade para o fim indicado no ar-
tigo antecedente.
Art. 9* Ficam sapprimidos os 34, 35, 36 e 38
do referido regulamento. |
Manoel Felizardo de Souza e Mello, cooselheiro
de estado, senador do Imperio, ministro e secre-
tario de estado dosnegoeios da agricultura, com-
mercio e obris publicas, assim o teoha entendi-
do e faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 15 de nxarco de
1860, 41 da independencia do Imperio. Com a
rubrica de sa mageatade o Imperador.fifanoeZ
Feisordo de Souza e Afe/fo.
ra das obras militares.
Dito ao mesmo. Pode V. Exc. mandar passar
escusa ao soldado da compaohia de artfices An-
dr Cursino Themoleo da Silva, aceitando em aeu
lugar o paisano Leonardo Antonio Aires da Sil-
va, visto qe foi considerado apto para isao em
inspeceo de aaude, como V. Exc. deelaroa em
loa ioformaeo o. 658 do 1* do crrente.
Dito ao mesmo. Communico fi V. Exe. que
em aviso de 21 de mir^o ultimo declamo-me o
Exea. Sr. ministro da guerra haver concedido per-
misso ao alteres Heorique Everaldioo de Biten-
ceurt, oomeado sjudante de ordens da presiden-
cia do Cear para demorar-se nesta provincia du-
rante 'o iattrvallo de lempo que decorrea da par-
tida do vapor, em que elle veio para aqui, a do
outro que se Ihe segu.
Dito ao chele de polica.Arista do que infor-
mou o delegado de policia do termo de Santo An-
to acerca dos presos escravos Germano e Anto-
nio qae se acham abandonados por sea senhor,
tenho a diser-lhe em resposta ao officto de V. S.
o. 478 de 31 de marco prximo fiado, qae devem
os referidos escravos ser contemplados no nume-
ro dos presos pobres, para serem alimentados fi
cusa dos cofres pblicos.
Dito ao mesmo. Expeca V. S. as saas ordens
para que os 12 sentenciados de justica que vo
para o presidio de Fernando sejam embarcados
as 6 horas da manhaa do dia 4 do corrate, para
que o iaspector do arsenal de marinha est auto
risado a prestar urna lancha.Offlcioa-se ao ins-
pector do arsenal de mariuha para prestar a lan-
cha, ao director do arsenal de guerra e ao juiz
muoicipal da Ia vara.
Dito ao iaspector da thesouraria de fazenda.
Restituo V. S. os papis qae vieram annexos fi
sua ioformaeo de hOolem, sob n. 263 relativos
ao pagamento que pede o delegado do termo do
Limoeiro, defetpe abonadla a quatro desertores
do exercito constantes da nota junta dos mesmos
papis, afim de que mande pagar ao negociante
Jos Joaquim Texeira, conforme solicitoa o -chefe
de policia smente a quantia de 159000, segundo
indica a contadoria dessa thesouraria, no parecer
locert no verao do offlcio que devolvo ao briga-
deiro commandante das armas do Ia de fevereiro
ultimo n. 208.
Dito ao mesmo. Em vista da folha junta em
duplicata, que me foi remetlida pelo inspector do
arseoal de marinha com offlcio de nootem aob o.
159, mande V. S. pagar a quantia de 81 J'200 rs.,
em que importara os vencimentos relativos ao
mez de marco ultimo de Jos Atves da Silva e
Joaquim Xavier Givalcaoti, enfermeiros dos cho-
lencos recolhidos fis enfermaras estabeleeidas
provisoriamente pira esse fim niquelle arsenal.
Cummunicou-se ao inspector do arsenal de
marinha.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar a Manoel
Cibral Borg*s como pede no incluso requertmeo-
to a quantia de 50*000 rs., porque alugou um
carro para levar a Santo Anto o Dr. Flix Mo-
reno Braodo, que so acbava all incumbido do
traiameoto do* desvalidoa atacados de cbolera-
morbus. __________
Dito ao mesmo.Transninto*arT:r_rvinrt-
sas setenta guias que me foram remettidas pelo
administrador do eemiterio publico com offlcio
de bontem, am de que mande pagar a Quioteiro
& Agr a quantia da 470gOGO rs. e a Jos Pinto
de Msgalhes a de 2309000 ra, por haverem man-
dado conduzir para o mesmo eemiterio os dous
primeiros 47 cadavarea do cholericos o o segun-
do 23 como se v das meimas guias.
Dito ao commaadiole do corpo de policia.
Pelo seu offlcio de 27 do mez prximo pssssdo
ti juei inteirado de haverem contratado novo eo-
gsjamanlo no corpo aob seu commando o briga-
da Antonio Henrique de Miranda e cabo de es-
quadra Jos da Costa Barros, e o soldado Mirian-
nu Jos do Sacramento, todos da seccao vo-
lante.
S
Despachos do dia S de abril.
Requerimenlos.
Antonia Maris da Conceicio.Informe o
Dr. chefe de policia.
Antonio Malaquias de Macado Lima.Informe
o Sr. director das obraa publicas.
Major Alexaodre de Barros e Albuquerque.
Informe o Sr. Dr. chefe de policia.
Antonio Jos Gomes de Sonta.Informe o Sr.
commandante superior da guarda nacional do
Rio Formoso.
Joaquim Dias Barbota.Ioforme o Sr. com-
mandante auperior da guarda nacional do muni-
cipio de Natareth.
Joan William Dabhr.Informe o Sr, inspector
do arsenal de marinha.
Joo Chrisostomo de Oliveira Pelagio.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria provincial.
GOVRSO DI PROVINCIA.
Expediente do dia Z de abril
de 18*
Offlcio so Exm. presidente da provincia do
Matto Gresso.Ficando inteirado peto seu offlcio
de8 de fevereiro ultimo, de hsver V. Exc. toma-
do posso e entrado no exercicio do cargo de pre-
sidnite desaa provincia, cumpre-me asaeverarfi
V. Exc. que meaenorfi sempre prometo a pxecu.-
tar suas ordens, quer sejam relativas so serrico
publico, querso psrticulir de V. Exc. 0
Dito o commandante das armas. Qeeir* ,V>
Exc. expor o qne Ihe occorrer em vista da inlor-
serretarlo do go-
verno.
Offlcio ao eommandante dsa armas.S. Exc. o
Sr. presidedte da provincia manda communicar
a V. Exc. que ficam expedidas as convenientes
ordens para serem esocetadas, como S. Exc. so-
licitoa em offlcio de 24 de margo ultimo, oa con-
certos de que necessita o quartel da companhia
de arlificea.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional de Santo Anto.O Exm. Sr. preaideote
da provincia manda communicar fi V. ., quede-1
ferindo o requerimeoto do tenente do batalho
o 25 de infamara da guarda nacional do muni-
cipio da Escada Antonio Maria de Araujo, sobre
que V. S. ioformou em offlcio de 24 de marco ul-
timo, resolv'eu por portarla desta dala conceder-
Ihe passagem para o batalho o. 46 da mesma
arma do municipio de Agua Preta.
Diio ao Dr. Alvaro Barbilho Uchoa Cavalcanti.
S. Exc o Sr. presidente da provincia, minda
aecusar recebido o offlcio do 1." do correte,
em que V. S. communica que ultimando-se no
dia antecedente fi licenja de que gozava, aaaumio
oaquella primeira data o exercicio do seu cargo.
Dito ao 1.* secretario da issemble provincial.
S. Exc. o Sr. presidente ds provincia manda
remelter fi V. S. para lerem o conveniente des-
tino 40 exemplares das lels promulgadas em o
auno passsado.
Dito ao mesmo.0 Exm. Sr. presidente da
orovineia manda remellar fi V. S. para o fim
conveniente os inclusos aatographos dos actos de
os. 510 a 519 promulgados pela assembla le-
gislativa provincial em sua seccao ordinaria do
aono Tassado, deixaodo de ir o de n. 517 por
nao ter rindo em daplicat*,.
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda transmittir por copla I V. S.
por serem presentes a assembla legislativa pro-
vincial os actoa /la presidencia abrindo varios
crditos jupplemeotares no torrente anno, cons-
tantes da relacao inclusa.
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente ds
provincia manda transmittir por copia V. S, pa-
ra aerem presentes fi assembla legislativa pro-
vincial diversos actos da presidencia abrindo cr-
ditos supplementires em o anno prximo pissa-
do, constantes da relaco ioclusa.
Dito ao mesmo.Da ordem do Exm. Sr. presi-
dente passo fis mos de V. S. pera sefem pre-
sentes assembla legislativa provincial, os ba-
tneos contas orcamentoa qne ltimamente re-
metieran *a cmaras municipaea de Igusrass,
Victoria, Caruir, Escada, Bonito, Brejo, tara-
nhunsT Boa-Vista, Nazsreth, Cabo e Goiaona.
Offlcio (N. 10} Ao mesmo.S. Exq. o Sr. pre-
sdeme da proviucia manda transmittir S V. S.,
para ser presente & assembla legislativa provin-
cial, o offlcio datado de 13 de dezembro ultimo,
em qne a cmara municipal do Bom Conselho
representando acerca do delerioramento da anti-
ga matriz da sua fregueza, pede que essa as-
sembla designe um quamitativo pelas eventuaes
no exercicio de 1862 a 1863 para a continuado
das oVis ds nova igreja que se princlploa a edi-
ficar para aquelle flm.
Forem igualmente enriados os offlcios ,se-
gninles ; -
N. 11.Com copiss dos actos da presidencia
Dito ao commandante auperior da guarda na-
cional do municipio do Rio Formoso.Conrem
que V. s. retire as ordens qae expedio aos
commandantes dos corpos de guarda nacional sob
seu commando superior para prestarem as infor-
maedes oecessarias a coofeceo do mappa exigi-
do pela circular desta presidencia de 17 de Janei-
ro ultimo, o de que trata V. S. no seu offlcio de
10 de margo prximo lindo, que tica assim res-
pondido.
Dito ao capitao do porto.Com este offlcio se-
ro a presentados fi V. S. os r#c rutas de marinha
Jos Joaquim do Nascimeuto, Galdino Estevo, e
Romo Jos de Carvalho para, depois de inspec-
cionados, terem o conveniente destino.Commu-
nlcou-se ao chefe de policia.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Po-
de V. contratar por mais dous anoos e aob aa
mesmas coodicoes por que o foram em Bruxellaa
pelo coosul do Brasil os operarios loo Watrin,
Joo Bosquet e Francisco Deglain, rencendo os
2 primeiros dez francos diarios, e o ultimo oito,
visto qua sao bons operarios, como V. S. decls-
rou em seu offlcio n. 107 de 21 de fevereiro ulti-
mo, e necessarios a officina de machinas desse
arsenal.Communicou-se & thesouraria de fa-
zenda.
Dito i cmara municipal da Victoria.Res-
pondo p offlcio que Vmcs. medirigiram em 29 de
marco ultimo, dizeodo que j dei as providencias
que conviene acerca do tratan^ento das pessoas
indigentes qae forem accommetidia do cholera-
morbui, qae acaba de assaltr 6us cidade. Por
esta occasio chamo a atteocao de Vmca. para o
que foi recommendido em circular de 13 de Ja-
neiro prximo findo.
Dito ao director do arsenal de guerra.Manda
V. S. fornecer aos batalhdes, 4 de srtilharia ap
2* e 10 de infamarla oa objectosmencioosdos nos
3 pedidos inclusos, os quaes sio necessarios as
respectivas escolas elementares.-Communicou-
se ao commandante daa armas.
Dito ao director das obras publicas.Visto qae
por cama das obris do calcamento a que se vai
proceder oasruas do Sebo e da Trempe, o seu
transito tinha de aer feito pela ra do Cotovello,
que se ach em mfio catado e que se tornar an-
da peior com a continuaefio do invern, recom-
mendo fi Vmc. que me declare quanto se poder
despender com os concertos que ella precisa, e
que devero ser do modo porque outros j se tem
all feito.
Dito ao director das obras militares.Approo
o ajuste que V. S. fez com Antonio l*arelra Lago approvando provisoriamente diversos artigos de
Guimsries, como parlicipou-me em se* oftkio o. posturas perteoceotea fis cmaras do Rio Formo
57 do V do correte, para executar pela quaqlia I so, Iguarassfi e Ingazelrs.
de 3799000, os concertos de que necessits oquir-i N. 12.Com copia da resolnco da cmara de
tel da compaohia de artfices.Communlcou-se
thesoararis do fazenda.
D'to ao mesmo.Mande V. S. fazer com ur-
gencia os concertos de que necessita o telhadodo
hospital militar, nAoexcedeQdo a despezado.....
160*90-9 rs., em qae fot por V. S. orgada, como
ae v do seu offlcio n. 51 de Wdemarco ultimo.
Communrcou-se I thesouraria' de 'fazenda e ao
commandante daa arana*.
Dito ao iaspector da aale publicaMande
Vmc;. preparar com urgencia urna pequea am-
bulancia dos mediciaietM precisas ae trtame-
lo da epidemia reinante, afim de sr'remetlida
para Limoeiro.
Cimbras alterando a divlso da fregueza de N. S.
das Montan has de Cimbres.
N. 13. Com o orcamento da recelta e daspoza
di ndva camari d Ipojuea.
" Ni' 14.om copie da InrdVmsco dada pela c-
mara do Recife sobre o tequermenlo de Basilio
Airares de Mlrandtwarejao. ,,.
N. 15.Com cop(i do ato da presidencia app-
sehlaoio o Dr. Joo Jos Pinto no lugar de n-
cleo do coltegla dos' orphos. '
N. W.Com uro eiemplar da rolla do throno
06 encerramento da decima primeira legislatura
da assembla geral.
N. 17.Com copia do ama repreieotigo de
Henrique Augusto MjUet, pdindq a madauc.4 pa-
Dito ao juiz municipal da primeira vara.De ._..,.., .B,
signo fi Vmc. pacaaeavtr de auditor no cooaeltio ra Tamandar da red de fregueza de Cas.'
a que i* eat prooeOeade para julgaroeoto
cooaausirio ; do armadoSilvestre
. mu
inrento do N. 18.Cora 6 ornamento da cmara de Dad- langa-las, depois d'ippravadis, em
ig**#tooW* \, .::*** .
Comprom.sso tk Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife.
(CojPcluso.)
Art. 58. Os mordomos, alem das obrigacoes
qae Ihe forem impostas pelsi lels e regula mea-
tos, sero mais obrigados so seguiote:
t. Comparecer as sesses d* junta adminis-
trativa, a quem dario cootas das oceurrencias
que so derem nos respectivos estsbelecimontos,
quando esliverem de mez; pediodo es providen-
cias que ihea parecerem convenientes para o bom
daaempeoho de sua* funedes, e melhoramento
doa mesmos estabelecimeotos.
2.* A cada um dos mordomos individualmen-
te compete a inspeceo dos estabaleeimentoo que
ihe ficarem sujeitos, mas deliberando de com-
mum accordo ecos o provedor aobre o aaelhor
modo de o* dirigir; lando em 1 ttencSo o con-
trato celebrado com es irmao* de evridade, le
nos estabelecimeotos a sea cargo aa hourer.
3.a Poderfio auspender at cinco dias, e dan-
do parto ao provedor, oa empregados dos estabe-
lecimeotos a seu cargo; proporo ao mesmo pro-
redor a pessoa que deve servir no lugar do sus-
penso, quanto nao haja diaposico para a subs-
tituido, e em quanto a junta administrativa nao
deliberar a osto respeito.
4. Apenas tomarem posse mandaro fazer o
inventario dos movis, alfaias, utenciltos, e tu-
do o mais que perlencer aos estabelecimentos de
sus competencia. Este inventario ser conferido
pelo morJomo que nhe, o pelo que entra de
mez, dando parte ao provedor daa differeness
que encootrarem.
5. Sempre que qualquer mordomo precisar
de alguma cousa que hija no eatabelecimento a
cargo de outro, dirigir a sua requisico ao pro-
vedor, que ordenar a entrega, se se conformar
com o pedido.
6." Os mordomos nomesdos para os hospi-
taes Pedro II e Lauros e para a Casa dos Expos-
tos alem das obrigacoes dos antecedentes, ve-
sitaro, pelo menos, duss vezes por semana os
estabelecimentos a seu cargo ; inspeccionando, o
do hospital Pedro II, os armazens do almoxari-
fado, exerceudo a maior vigilancia para que ha-
ja todo zelo e cooservaco dos srtigos nelles en-
trados.
Art. 59. O mordomo encarregado da conserva-
cao da igreja e reparos dos predios ter mais a
seu cargo :
1.* Cuidar da redificaco, cooservaco e aceio
da igreja; dirigir as festividades, e as procissdes
que forem feitas pela irmandade.
2.a loapeccionar e examinar trimenaalment*
oa predioa alugadoa, ou por alagar; propdr em
junta os concertos e obras de qua 09 mesmos
precisarem, quando a quantia eicoler de cin-
coeota mil reis, e ao provedor quando importa-
ren] al esta quantia, e Qscalissrfi s sua execu-
co.
. 3.* Examinar se os srrematantes, oa em-
preiteiros das obras, a* fazem com a oecessaris
perfeicio, e seguranca, e de conformidade com
as eondiedes dos contratoa que com ellos se hou-
ver feito, dando parte ao provedor das falla que
encontrar.
Art. 60. Aos mordomos das pendencias judi-
ciaes compete mais:
1.* Visitar a casa de deteoco e quaesquer
outra* prises em que hoaverom presos pobres,
a* occasio qae Ihe parecer conveniente, e sem-
pre qae o Dr. chefe de policia fizar as visitas
mensaes, para promover o andamento dos pro-
cessos, e lirrsmeoto d'aquellea presos; bem co-
mo para examinar ae elles sao bem tratados, as-
sim no estado de sade, como no de molestia,
representando a* autoridades competentes acerca
do qae vir Ihes pode melhorir a sorte.
2." Activar o adrogado e solicitador da San-
ta C si no andamento dos procesaos e livramento
doa presos pobres, oes demandas em que a Santa
Casa fr ioteressada, como autora, oa como r,
e finalmente em todo o qualquer trabalho de
proflsso dalles, qae lh*s fr encarregado.
CAPITULO VII.
iDosicretaria.
Art. 61. A secretario ooesrregida de todo o
expediente; da correspondencia da junta admi-
nistrativa, o do provedor, e da contobilidade e
eicriptnraci da recolta e despez, E' directa-
mente sujeita ao provedor.
Terfi um escriro, doui officiaes, um amanuen-
se o om continuo, nomeados pela junta. Sea
irabilho ser destribuido e dirigido pelo escriro,
como chefe della.
Arl. 62. Ao escriro competo: q
I. Ter a seu cargo e sob aa guando e ros-
poqsabilidsde a sila das sesses, a aecretaria o o
archivo.
E' absolutamente prohibido sabir do archivo
quaes quer livros ou pope; salvo no caso de
sua apreseotaco em junta, em correceo, aojuiz
de capellas, e ao presidente da proviucia, sem-
pre que fr exigida, acompanhindo os o.escrivao
com offlcio do provedor, senda a, recawco e a
restituico aecusada tambem ofUcialmunte. .
g 2." Assislir as sesadas da iuata; ihi tere
ministrar os papis queIboToxem pedidos tomar
as notas competentes para aa actas;. reaigi,-Ua o
livrb pro-
11 !/
3.* Patear aa eertidde*, o tav as ioforma-
coes ordenada* por despacho ou portara do rto-
vedtt, informar verbalmento a esto, fi qasal-
qoer aiusjbio da janta, e a esta sobre qaiiqaec
coasi que Ibe for eligido.
4.* Fazer eeos os officiaes e amanuense a
eeairpluracio, examinar ae estes fax*** eozt-
vanientnsenla, eorrigindo ai fritas, emendan
do os orre* que encontrar, e dando parte ao pro-
vedor, quando nao poder aer por elle providen-
ciado : examinar todos os documentos, tanto
receita como de despeta, antes de torea lauca-
dos ; comperiodo-lhe exclusivamente a eoerplu-
rsco do livro caira, avala dos despacho o por-
taras que devem flear archivados.
5.a Por a nota- de correte, oaa conta* e 4o-
cumeotos de despeas ante* de aerem submettido
ao deapacho do provedor; devendo declarar se
est ou nao exgotado o crdito votado, se o nao
Qzer ser responsavel pelo excesso de crdito
que houver.
6.a Dsr parte ao provedor da poetualldade,
falieocia, oa fallecimento do* deredores : da ox-
piraco dos contrato, e de outra* quaes quer oc-
eurrencias que Ibe constar, e sobre que deve o
provedor ou a junta providenciar.
7. Fazer publicar pela imprente o balanceto
mensal, depois de approvsdo, o um extracto dao
actas daa sesses. F.sie aervrgo sera ajvstado pe-
lo provedor, e ser levada a aoa despoza a verba
de expediente. Na coota com que o dono da ty-
pographia pedir o seu pagamento declarar ello
aa pocas publicadas, e o dia, mez e anno, o os
nmeros do jornal em que o fez.
8 a Orgaoisar na devido lempo o orcamento
da receita e despeza ; o balanco, os dous qua-
dros da divida activa e passiva.
9. Passar as prociraces qu9 a Santa Casa
houver de dar para se tratar da seos negocios ad-
ministrativos e judiciaes : finalmente cumplir to-
do mais qaanto ihe fr ordenado pelo provedor o
pela justa, eque por ventura nio estoja compre-
hendido nss obrigir6es j designadas ; seodo res-
ponsavel pelos prejuizos que cansar a Santa Casa
por erras ou engaos culposos que tiver coramet-
tido.
Em seas impedimentos ou falls ser o escri-
ro substituido pelos officiaes, ou por oatn qual-
quer pessoa que 1 junta deslgoar.
Art. 63. Aos officiaes compete :
oico. Fazer com o escriro, e sob a inspec-
eo deste a escripturaco e outro qualquer serv-
co que Ihes fr ordenado pelo provedor, oa pelo
escriro.
Em seas impedimentos ou falta aerio os offi-
ciaes substituidos pelo amanuense, ou por quem
fr interlosmente nomeado pelo provedor.
Art. 84. O amanuense auxiliar os officiaes em
todo* o* seus trabalhos, e farfi mais o que lho for
ordenado pelo provedor e pelo eserrvo. Na sua
falta oa impedimento servir quem fdrjinterina-
mente nomeado pelo provedor.
Art. 65. Ao continuo compete :
1." Abrir 4 feixar aa portas da casa as horss
ota qae deve comecar e fiador o trabalho da se-
cretaria e da* se*8ei da junt.
2.a LavaJj ae aeu destino a correspondencia o
papeii da.exoedjente.
9 3.a Cumprir as ordens do provedor e do es-
criro.
CAPITULO VIH.
a eicripturag io, organisaco do orcamento, t
do balango, e prestacao de contal perante a
junta e juizo de capellas.
Art. 66. A escripturaco aeri feila por partido*
dobradaa por annos econmicos cootados do 1*
de julho ao ultimo de junho do segaioto aooo,
com um trimestre addicioosl. Para taso terfi a
secretaria os seguales livros: diario, mestre-
caixa, e os auxiliares que forem oecesssrios.
Arl. 67. Alm dos livros a que ao refero o ar-
tigo antecedente, haverao maia oa especian para
o tombo, inventario, receita e despeza de cada
estsbelecimenlo; termos de contratoa o da arre-
matares ; entradas de irmos ; registro*; acias ;
e da juramento e posse dos empregados.
O livro daa entradas doa irmot terfi eacrtptu-
rado por forma tal, que, a mirgm de cada aa
termo, haja espico sufflciente para o escriro
lancar o dia, mez e anno daa occurrenciis qae so
derem a seu reapeito.
Art. 68. A receita da Santa Cisa ser oreada, o
a deapeza dos seas diversos eslabelectmoatoo fi-
zada por um orcamento annaal, organisado no
mez de marco-pelo escriro que com o thesou-
reiro o sssignarfi ; este orcamento ser feito como
o da thesouraria provincial, no que Ibe for appli-
carel ; detle se faro quatro exemplaroa, qae 00
apresentaro em junta na primeira sesslo domoz
de abril, e logo sero distribuidos por todos os
membros da janta para o etlodarem, esda nm no
termo de 48 boraa tmprorogaveis
Art. 69. Examinado e visto o orcamento por
todos os membros da janta terfi dado com scisn-
cia dellea para ordem dos trabalhos da primeira
sesso, ondesoffrerfi urna discusoio somonte, o
ser votado por partes, e do que se vencer ae fa-
ro dous exemplare* dos quaes at o dia 5 do mez
de maio ae submelter um a approvacao do presi-
dente da provincia, e o outro aerfi archivado.
O presidente da provincia poderf fazer aa alte-
raedea que julgar conveniente, com tanto que,
motivando-as, faca coostar fi junta dentro de 15
diaa, e nesle caso maodari a junta na primeira
sesso campri-las, ordensndo pie, organirano o
orcamento conforme aa alterarles leitis pelo pre-
sidente, seja registrado no livro competente, ir-
chivaodo-ae o original.
No caso da que o preaideote nada retolva den-
tro de 15 diaa, entender-ae-ha qae approra o or-
camento propoato, e eaaim terfi esecolaO
Art. 70. Quaodu por cautst imprevistas, 0*1
por mera eveotualidado for preciso fazer-ae dea-
posa para quo nao eateja votado crdito no orca-
meto, oa ezceder-se o votado fi junta levar lato
ao conhecimeoto do presidente da provincia du-
ndamente fundamentado, e aomeote coa* aato-
risaco del4e, farfi olla Un despeina.
Art. 71. Para preatacao daa cootaa tari *f-
entado oa aeguoda sesso do do novetnbro
pelo eeerivo, e por elle o pelo thttowotro at-
aigoado, o balanco do aooo econmico bndo.com
os quadros da divida activa e pissiva, o lacio
doa legados e doacoes, todo do mesmo soso, o a
demonstrado dos genero* entradoa o Mneos do
almoxarifado, sendo esta demooeiraeio dada pote)
respectivo almoxarife. O balanco a qaaOre* dao
dividas aero ocgaoiesdea como na tbsoosreria
provincial, e a relaco do* logado* e doacoes coco
a especiflcacio do nome de quem as fox; seo ob-
jecto e importancia, e dala da recepta, qnda
a teoha havido.
Arl. 72. Logo q*e fi jenta fsr presen* o bo-
lineo, e *t mais pecas, de que trata o ortigo eoo-
cedeate, o provedor aa rubricar teda* no al* do
cada urna das folhas, e nomear* orna commiseio
composti de tres mordomos para dentro So 15
dias verificar exactido 4o tudo, com oa li'te*
o documentos comprebatorioa. monllvar ooalaja-
rismos, o exprimir osa om relatorio qao apvostm-
Ur na primeira seat&o da junta Ovooia iagoolU
plazo, ojniao.qao formar ; a iu*U discalir oto
parecer, s*iiosr*rfijHipr*vaB4o-o.oo risisiaa-
do-o ; depois do quomiodarfi orna eopia decstSS
urna o*slM*o>aao pfaotSonts d* provloct*.
Arl. T3.jQs-
bm levado ao conhecraesso io t**aiooss So
proviniia, e do juizo de ****1U*. acompannodo
d.0 kalarc,o com o Batscot 4 rtspactira >
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DIAMO DE PEftNAMBUOO. -
$
BADO
& DE ABRIL DE 18M.
,'
i
. podidos dus regantes winpr
riorssjdos diferentes estabelecimentos, rubrica-
do pelo mordomo qus esttver de mez, na torpee
5S0 delles, ou pelo provedor,' ou de ordem por
enripio deifealqejer doste, e desourigo o almo-
xarife.
$ 3* Alm das obrigagoe que lhe lio impostas'
peloi 9 antecedentes prestar fiauga idnea.
CAPITULO XII.
eio, foroecendo escrvio 6 ufe Tuflo quanto .emptegara tole a aclividsde ; dar io mordomo
Ir exieir para julgar ai coatas o -^- Uacarregado dos predios informage e facer o
Ari. 74. Sentenciadas as cootas, o escrivao da que este Ihes ordenar, e fr compativel com o mu
Santa Caa as archivar, dtpots de, aprese otadas esttprOfO ; prestar Ha oca idnea, e sema nal-
m junta, (ara termo de enctrramento nos com-Lfieiif antas ao thesourelro, que lhe dar cos*
ytenles litros, o que! seridrirgado pti ]!b?rpfirate qullacio.
dando ex-offlcio quilagSo ao thesoureiro, se nao ( Art. 91. Ao almoxarife compete :
tiver aido reconhecidp algum alcance. $ 1* Ter seu cargo e sob sua guarda os ar-
Art. 75. Se ficaT '""-r*tit 1T 'hir-T-T'IT | -"! ^^^sWsT~*TBsWre|jrolmoxi
avisado pelo provedor, para,*ntro de qoereOSne queJ^AemdW Bfecidaeoi tosMWDS esl
cito horas improrogaveis, entrar 'asan a imfljft- l tancia do su alcance, e quaatto tte de
se exlrahtr coma delle, e Manettn*ae-ha
eogedo da Santa Casa, tom-ie*opaifta atol
certidio do escrivao de oo'.taver-*diiMh
retro entrado com a isiporlavia e taHK
afila de que promova o advoga'do a competente
cobranza, daado-se de ludo parle mmedialasaea-
tertre presidente da ptovincia.
K; UPItULO-tt. j
Do patrimonio da Sania Cata e tpplicaro de
tuat renda.
Art. 7o. Constituito o patrimonio da Santa
Cesa;
$ l.4 Os bens que formavem e patrimonio dos
estabelecimentos de candade ; os que formavsm
o do antigo boapuoi de Misericordia do Olinda, as
rendas de tratamento no hospital Pedro 11, for-
mando o patrimonio do rnesnio hospital, da casa
dos Expostas e do hospital dos talaros.
g 2." Os bens que fazem o patrimonio do or-
phos, formando o patrimonio dos collegios dos
orphaos e das orpbst.
3.* capital subscripto a firoT to asylo de
tneodicidade, formando o patrimonio deste.
3 4. As doagoes, legados, esmola, ou qual-
quer dadiva feita k Sania Casa, ou a qualquer um
dos estabelecimentos actualmente a seu cargo, e
aos que para futuro se toes acorporar, forman-
do no primeiro caso patrimonio di tnosma Santa
Casa, ou de todos os estabelecimentos que ella
mantm, e visr a maoler, e no segundo caso, rio
estabelecimento, ou estabelecimentos a cojo favor
-for.
5.a Os predios e templos oceupades boje pe-
las esUbelectmenlas a seu cargo, e os que viere
Mes a oceupar para o futuro, salvo o dominio
particular, bem como os movis asiles existentes,
alf'ias, e quaesquer objeclosque representem va-
lores, formando patrituoniu dos estabelecimentos
a que hoje pertencem, ou vierem a perlencer.
Att. 77. Os rendimentus dos patrimonios par-
cines serio applicados distinetsmeole i manuten-
Sao dos estabeleumentos, cujo patrimonio cons-
tituiam, e ficam constituindo ; devendo por isto
haver tantas cantas, quantos sao esees patrimo-
nios, nss quaes, alm desaas rendas, deverao fi-
gurar as dos beos que forera doados genrica-
mente Santa Casa, .os quaes ser o applicados
adistinctamente ao estabelecimento, ou estabe-
lecimento que precisarem.
Art. 78. Ni execucin dodisposlo nos g9 elO
lo art. 52, 1" do art. 57, e nos arla. 67 e 68 se
Hender a dislinccio de que trata o artigo a ule-
ce Jen te.
CAPITULO X.
Dos empregados dos diversos estabelecimentos a
cargo da Santa Casa, e suas aUributcet.
Art, 79. O hospital Pedro 11, a casa dos expos-
aos e o collegio daa orphias serio regidos por ir-
ruas de caridade, na forma de seus contrates, os
quaes ficam fazendo parle desle compromisso.
Art. 80 Cada um dos hospilaes dos Lazaros e da
Misericordia de Olinda ficarao cargo de um re-
gente, nomeado pela juute, que thes marcar os
venetmeutos, com a approvacio do presidente da
jiro alucia.
Art. 81. Alm dos empregados de que tratam
os dous artigos antecedentes ha ver aoservico do
hospital Pedro If, um medicoe um cirurgiao ope-
rador, e ao s rvirjo de cada um dos outros esta-
belecimentos um medico que uo podei ser ne-
nhum daquelles. O presidente da provincia com
audiencia da junta, os nomear elhes marcar o
ordenado. a
Art. 82. Emquanto o Asylo de mendieidade fdr
penas urna enfermara de invlidos do hospital
Pedro II, ficar i cargo dos empregados deste.
Art. 83. O regente do collegio doa orpbos
era maior de 40 anuos, de recoohecida moreli-
dade e inteligencia. Neste collegio ha ver tam-
bem um vice-regenle, que ser sacerdote nss
meamos condi(es do regente, e aecumular as
funcQes de.i;pello ; um pedagogo com as mes-
caas qualidades ; um prott6sor de instruccao ele-
mentar e outro de msica vocal o instrumental.
Horneados todos pelo presidente da provincia. O
juuessor de instrucc.au elementar ser prvido
jgua .o o disposto na lei e regulamentos em -vi-
gor sobre as cadeiras de iustruccio elomenlar da
provincia.
Art. 81. A junta administrativa denlre do pra-
zo de 4 mnzes depois da publicarn desle compro-
misso, dar regulamenlos para todos os estabe-
lecimentos seu cargo : nelles crear os empre-
gos que julgar precisos, alm dos que ficam decla-
rados ; mencionando os que deve ella pro ver e os
qie devem ser prvidos pelos respectivos regen-
tes ; marcar-lhes-ha os vencimentes ; regular
as attribuices^dos mordomos, que os tem de ins-
peccionar, e de todos os empregados, inclusive os
que sao de nemeacio do presidente da provincia,
e estabelecer as condices com que em ditos es-
iab'lecinienios devem ser a linillidos e tratados,
nelles viver e conservarse os individuos para
o.f m foram taes estabelecimentos instituidos, at
tendendo sempre institoigao de cada am delle,
.sujeitando tudo approvacio do presidente da
provincia, que poder alterar ditos regulamenlos
neata occasiao, ou sob proposta da junta em qu. 1-
quer outra.
Emquanto nao furem-organissdos esses rsgu-
lamentos serio os estabelecimentos cargo da
Santa Casa rgidos pelos que actualmente tern.na
aparte que fdr compativel e nao contrari as dis-
pos-co-s do presente compromisso.
At. 85. Nos regulamenlos dados para o collegio
alas orphas -e casas dos exoostos-se providencia-
r para que as orphaas e expostas tenham desti-
no conveniente de modo que em bypothese al-
jnma depois de completarem a idade de 21 an-
uos oejam ellas conservadas nos referidos ettabe-
lecimentos.
CAPITULO XI.
De outros empregados da Santa Casa t suit
attribuices.
Art. 86. Haverio mais os seguintes empre-
gados :
1 Um capelln.
S 2 Um advogado.
S 3 Um solicitador.
4 Um procurador.
5* Um almoxarife.
Todos estes em prega dos serio uomeados pela
junta.
Art. 87. Ao capello compete :
1 Aconspanhar a irmindado em corporaco.
5 2a Aisiittr aos reos oondemnados a pena ul-
tima, ao da em que devem ser auxiliados com os
osseorros da r eliga o.
8 3* Ter seu caigo e sob sua guarda e res-
ponsabilidad* a igreja de Nossa Seobora do Pa-
ra izo, e os objeclos uecesssrios ao culto ; nitor
na mai igreja, ou em outra qualquer parte
onde fr determinado pela junta, mistas dos do-
mingos e diss santos, e celebrar as festividades e
actos religiosos a Santa Casa.
Jj 4* Propor junta pesaos idnea para sacris-
tn da igreja. A este compete as oarigacoes pro-
priis do ero prego, e os veneimentosque lhe mar-
car a junta.
Art. 88. Ao adrogado compete :
1 Datender ao causas em que sSaota Can
for otara ou r.
3 2 Dar o tea parecer sobre qualquer materia
respailo da qual eolenda a junta e o presiden-
te da pvoviema dever ouvi-lo por ser de nieresae
S* S-ola Casa.
% 3a Acudir com promptido ao chamado da
junta qaaodo a esta pareea conveniente a sua pre-
sases aos traballtos dasauas sossdes, podeodo to-
mar parta na discussao, maa 8 4*lemetter rjaota do sol em ssismezes
tus reialorio das causas da Santa Cosa, com decla-
racaa do seu aseado motivos de seu nao anda-
snonto, e asediaas sfM coovm adoptar 6 bem
dellas.
-'-Art. 6.-Ao soistilador compele
8 l l'rooaow-.o odSoMQto das causas da
Sanca Casa, de eommsrw -ctordo cam o advo-
cado. li'''0 r .. e -o
V eeaicWa persola oa fonccionarios pbli-
cos, tribuoaas o resrariicsa administrativas,
qae fdr a bem dos iassromestss Sonta 0o.
i 3" AcuOir tola
mordom 3 eucsr regado das pondeDciasiuditiae,
o provedorou o tbesoureirO s compitr o qas i^li^,
Iba* Mr ordoado por qoslqoer um dellas, oervln- -Sr^'M
dooo cago de duvida so arjrofWo, e-rpresintao-
Palacio do governo de Pernambaco 17
mar^o de 1861.
Antonio ilarceliina Nunet onfltU.
C0MHANDO DAS ARMAS;
Qaartel-seneral docomma
armas Je l'eruainbucu
dlfsTsl II
do
m
===r
O
na cldade
Essa attitude offenslva e imprevista da Austria mente sobre ella, mas considrateos de certa or
Jtosrano grande pasmo em Berln: a imprensa dem me movem a proceder de modo difTereote a
J1 cossecou i bradar altamente : receiava-se! aquello que tenciooava ter, e ievam-me a *ipor
do tt*situaco rebentasse a guerra civil. Nio casa as razos do roto que estou disposto a dar
fmrasa ni as cousas. ao parecer qoe se discute.
-Aj*rossia respondeu de novo com despschos e Ha dias, quando ao aventara a questao
notas; e nio querendo seguir ss iosinusc4es dos peito do 4* dislricto, e se tratara de
membroa da Associa;io Nacional protestou tara-
res-
11 dem do dfa do exerciio n. 305, a licenja de 3 me- Idos peugos de ums silusco assimonde de um
' 1U~3SBltiiiA" pSTa.pralidaiaii "os fihs^oSr. IdjUo aUsiam pnpT.^-, Cffnj ,, ,, aspica-
espitio do 2 batalhio .de lofactaria Francisco de
Almeida Pufta2iq, para iratardaaua saude, -e sa
; iupoticn geraei.
Art. 92. Nodia 15 de agosto de cada anno se
fsr na tgreja do Paraizo, com misia solemne e
aermao a festa da padroeira da Santa Gala, Nossa
Senhors do Paraizo.
Art. 93. Todos os empregados da Santa Casa
serio conservados emquanto bem serrvirem.
O presidente da provincia, a junta o os regen-
tes dos estabelecimentos, na escolha das pessoas
que tem de nornear para os empregos comente
atteoderlo s habilitacss precisas para bem os'
desempsnbsr segundo as ittribuic&es njarcadis
neste compromisso, e as que se marcarem nos re-
gulamenlos Me cada nm dos eslabelecimantos ;
tendo igualmente era muita sltencoo gue essas
peisoss rejam de reconhecida probidade e mora-
lidade.
As nomeaces e demissoes dos empregados que
cabe ao presidente o junta p>over serio feltas
por meio da portarlas ; a dos outros ser ap-
provacio da junta proposta do regente n mor-
domo ; esses empregos sio de confianza e nio te-
rio ttulos oa seus serveotuarios. ,
Art. 94. O presidente da provincia submelter
a approvacio da assemblea provincial oa veoci-
mentos que tiver marcado, e sendo spprovados
por ests, lmente ella os poder alterar, convin-
do para fsso que o presidente o peca.por assim
haver reclamado a junta.
An. 95. Sem.prestar juramento de bem servir,
nss mios do provedor em juola.nenham empre-
gado eotrar|em exercicio, excepto os de nomea-
co dos regentes ; .squelles porm que j esti-
verem em exercicio antes da execucio.dcsVa com-
promisso servirio com o juramento j5 prestado,
i Art 96- Dos vencimentos dos empregados de
nomescao do presidente da provincia, e da jauta
um torco ser considerado graliOcaco, que per-
derlo a beneficio do respectivo estabelecimento,
sempre que por quatquer motivo, a nio ser mo-
lestia, a jurzo da junta, deixarem de exercer o
emprego. Os empregados de nomea;ao dos re-
gentes vencero urna diaria nos dias em qo ser-
viris.
Art. 97. Os vencimentos dos empregados se-
rio pagos mensalmente por folhas proeessadas
pelo escrivao m livros proprios oode assignario
as verbas de.pagamento com o empregado que
as User, a vista de attestadosdos mordomos com
quem servirem, ou de pontos assignados pelos
encarregados dos estabelecimentos a que perten-
cerem.
Os pontos serio rubricados pelo provedor, de-
poisde que os entregar* ao escrivao.
Os empregados de diaria, quando dentes, jus-
tificando as faltos cbm attestado do medico do
estabelecimento em que servirum, e naa exce-
dondo a molestia a 30 dias, percebero os res-
pectivos vencimentos ; fra deste caso os perde-
rio em aTor dos mesaos estabelecimentos. Os
atlesaddos sarao gratuitos.
Att. 26. Nerrjium empregado poder obter li-
cenga antes de haver entrado em effecllvo exer-
cicio ; a licenca nunca ser por mais do um moz,
com ordenado, e de trea sem elle; deutro de cada
anno econmico ;ser coiicodita pelo presidente
da provincia, ou pela junta, segundo for a no-
meacio do empregado que a requerer.
Art. 99. O presidente da provincia, sob pro-
posta 4a junta, poder crear e supprimir empre-
gos de nomea;io desta, alem dos existen res, sub-
meiteudo indo a arpto*o>o d assemblea pro-
vincjil. A respeito porm deque lies cuja noraea-
co lhe compete propor pois de ouvir a jun.
Art. 100. E' licito aos Irmios da Santa Casa
oceupar os empregos lucrativos dln, mas nem
poderao fazer parte da junta qasodo exercerem'
nem para elles sero oomeados os membroa ata
mesma juma, em quanto o lorem.
Art. 101. A trmaodade da Sanca Gasa dar se-
pultara aus irmios, e sufragar com cinco onissas
as almas dos mesmos ; bem .como as dos senten-
ciados.
Art. 102. Neohum membro da junta poder
ser fiador oot contractos que se celebra rem rom a
Santa Gasa ; qualquer quo seja a sua natureza,
nem entrar em transac^o alguma com ella, por
si, por procurador, ou por interposta pssoa, sob
pena denullidsde, a rescisao do contrato ou trao
aeco ; nem uilliseT-se de bsns movis, semo-
ventes ede raiz que lhe sejam peitencenles sob
pena de pagar urna multa arbitrada pelo presi-
dente da provincia, e de iocorrer mais as que
furem de direito.
Art. 103. O processo e a liquidarlo dos docu-
mentos de desonza ser oflicial, nio sendo para
isto necessaro Fequerimenlo das partes evitndo-
se quanto for possrvel as dependencias que cos-
tumam haver o*m tees operages. A uenhum
membro da junta, ou empregado da Santa Gasa
permitlido fazer o ofBcio de procurador das
parles.
Art. (01. Logo que se deixsr de fazer em dia
o pagamento das letras aceitas a favor da Santa
Casa, o thesoureiro as far protestar, e dar disso
sciencia a jonta para deliberar acerca de sua cb-
branfa; a respeito porm de outra qualquer di-
vida se o procurador nio conseguir cobrar den-
tro de trkita dias b thesoureiro dar parte a Jun-
ta, e tsts ordenar a sua cobranza judicial.
Art 105. As autoridades a quem competir a
abertura dos testamentos logo que oa mandaren]
cumprir, devero eomraunfcar ofllcitmenle a
juota, qualquer disposicio que tenham nelles em
beneficio da Santa C*sa ; devendo o provedor
desta;remetler a ntorrdad-e enearregada do cum-
primento dos testamentos, e tnslituices das ca-
pellas dous litros para os ftzer escripturar de
conformidade com a lei de 15 de mareo df*j!4.
Art. 106. A juota administrativa nao poder
aceitar testamentaria alguma nem receber da-
?oes e legados que sejam reputados exeessiva-
mente onerosos.
Arh 107. No-'fhn de eada arme economice o
provedor com o escrivao examinar o roreotsrlo
fjersl de todos os bens da SantaOasa, proceflondo
a iosflec^o dos rooveis, utencilos, alalas e mais
objeclos pertencenles a besma Santa Casa, desig-
nando os que devatn ter consua* para descarga
de quem competir ; fiso os valores 'respecti-
vos a todos os objeclos que declarar depreciadas,
mal avallados e por avaliar, chamando para isso
perrtoa se o julgar necessaro,
Art. 108. Ha veri oro ceff psra a guarda dos
bjectes de euro e prala, e oulras preciosidades,
que dieren) parte do patrimonio ; bem como (rW
titulos de crdito, eortos tfe'sewelhsnte impor-
tancia. Este cofre seraTte'ferro e teri^uas cha-
ves, das quaes tefl tfa'o provedor, e outra o
thesoureiro, e amaos sVtfio rrs -nicos responsa-
veia por tuflb quanto for goirttdo nelre.
Art. 109. A melado das despezea fena"eorjra
secretaria da Sania Casa cerera por tonta das
-endas do'pasrimanio doi orphaos.
Art. 110. O presidente da provincia Har mi-
nuciosa eonta a assemblra provincial do movi-
mento economito e administrativo da Sarria Casa
noseu r.'latorioannual, pmpando o quanto vfr
oue preciso para esta insliluicio pr,eheocher o
seu flm. /
Art Iff. A# aulheres dos irmios da Santa
Casa SoconsiUeraWs irmias para gossrtrtri' das
mesmas prerogativa|4e que gosam seus mari-
dos : s oulras porm-io poderao ser-adJ^tnas
racommendarj a mesma prosfdeoota gueinclui-
da a licenja flusse seguir esse Sr. capilo para a
crte-para sr OQVsmeole insptcciOQado.
Declara igualmente que nesu data, nos,termos
ila imperial provisio de 11 de Janeiro de 1853.
entratoa para servir por 3 aanos na banda de
msica do.referido batalhio 2, precedeado ios-
pac^ao do saude, ao msico paisano Joio-Goncek-
ves Oqmiogues, plrcebendo alm dos vencimen-
tos que por lei lhe competirem. o premio de 1503.
raetade do que concedido aoa voluntarias; e
que apprpvou o engajamento que hontein contra-
hio o cabo de esquadra da 7* compaonia do so-
bredilo batalhio Joio Francisco Moreire, para,
'servir por mais seis annos, mediante o decreto e
regulameoto do 1* de maio do 1858. conforme
pirlicipou o respectivo Sr. coronel commandaute
em officio n. 339.
Assign j- Soliionio Jos Antonio Ptnira do
Zago. ^_..
Confoi o.. Candido Leal Ferreira, casitao
ajudante ou ordena eurarregado do detathe.

em pelo direito, qoe
especisea com osjfifTa
stipular melbors id
teoder-se com os outr
Taes incidentes dipl
e notasakais ou raen
menos stopefas fBinr
lamia queslio doiaata.
le rsajular onvenQes
i daaadoo llemaes, e
c4ea>' paoa poder en-
viaisos.'-
edlfeiliante troca
niosos, mais ou
tsOMCOilaria al-
duvida
EiTEBIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE fKRNAM-
BUCO.
It raxellas, 9 de marco.
Os seus leitores devem lembrar-se de que em
urna das miabas ultimas correspondencias procu-
re! dar por alto urna idea da marcha seguida pe-
la u n idade a I lema a ; e moatrei entio as circu ins-
tancias que produziram esse movioioalo em se-
guida a paz de Villafreoca. ao mesmo lempo pie-
vendo todos os perigos de urna agjtacao ideal,
cujo resultado bem poderia ser a guerra civil, a
iotervenco do eslraogeiro.
Hoje que as miaas previses pacecem prxi-
mas a rtMiisar-se. hoje que a crue, em que se
acha a Allemaaha, attrahe a sttencao da impceu-
a europea, permitta-meque dsau asaatmpiu me
oceupe com especialidade.
Cumo eu havia preditoa propaganda unitaria
invadiu ltimamente toda a Altrnanos.
Em vo algnns espilos recioa elevaran) a voz
para mostrar o escolho, de eucontro o qual de-
veriam qubrar-se ioevitavelmaole tantas eepe-
ran^as, tantas aspira^es I
Em v.Su demonstraram a crdula cenaoca
d'aquell'es que pensara que sem a revoluco,
alias tau temida na Allemaoha depois do anaode
1848, nenhuma pressao moral levara oa difieren-
tes governos i abdicaren) as mios do da Prussia
as suas prerogalivas e soberana 1
Nada fo bastante. Levada pelo proprioimpulso
do seu programla, a Astociacu Nacional agita o
eslandjrle do movimeuto unitario, e retruta gente
em todos us campos.
Consliluciooaes e demcratas, liberaos o repu-
blicanos, cosmopolitas associados aos comicios
revolucionarios de Pars e patriotas alisiam-se
as suas baadeiraa.
No momeuto, porm, em que eue Aasociacao
tocava so seu apogeo a aileo;io de Napoleao
III se vulveu para ella ; e querendo renovar na
Allemaoha aqaillo que tio fcilmente conseguir
a Italia, Napoteio leinbrou-se do rei Guilhorme I
da Prussia : d'ahi a conferencia de Compiegne.
Mas essa tentativa aborlou.
A viagem do rei da Prussia Compiegne pro-
duzio cunsequeocias inesperadas, e abri urna no-
va phase ao movimeuto unitario allemio a de
sua decadencia momenlauea.
O rei, longe de prestar ouvidos a certas insiuoa-
{es, quiz antes mostrar que persista sempre nos
mesmos seotimentoi, e nesse intuito.proaunctou
os famosos discursos ullra-legitimisias per occa-
siao "da sua coroaco em Kceoigaberg. <^
Os ergios do Tfar.ionalvirein pasmaran) ; e
pe.ir tei anda quando se -aoube que durante
aquella viageaa, d Kniai^bAag wii.U.Min
hsviam sido postas de lado.
Grande aerie de outros fados significativos
desolou, aterrou a Allemaaha.
Os ministros iiberaes foram menospresados por
Guilherme I; o partida feudal esUve quasi su-
Art/^M. Ficam revogsrfs todas ss lela eg-e-
aodotarorio seo iaiereaMs da Sata Csoo*tbt- StllS^A fl?* -? d,Snla C*Ia
taasa > mi .0.i.i-in oa iserreordia e o
asuslo a o represeotseto.
JajiO ttdo patf T
/^^A^ proco.Vr 'compete : promover a S^e5p?fS-P ^W W
afiaTKic^ 411 rea di Saou-rJu *>-* w, m orno qiiaef
8nli -Ctaf.-WajM
trarUi lejaro s do precamte compromino.
bino ao podar; o rei chorou publicamente, por
que as ultime oleices bavia do levar a palma o
partido progresivo liberal. Emflm aquello mes
mo pilz, ao qual pretenda a Associa<,ao Nacio-
nal Allema confiar os destinos da Allemaoha,
treme por aua propria berdade.
a eutrevisii de Compiegne resgio n'um sentido
absolutamente contrano sobre os governos dos
estados medios. As suspeites e receios, que tive-
ram, a que por felicilade nao eram fuuJados
Ibes abrir m es olbos. Era entre ellos sobre tudo
que a agliacio unitaria cootava maior numero de
adhereutes,'e partidistas mais calorosos.
O movimeom om questo corresponda a urna
neceasidade lio real e palpitante que ninguem
pensou em derrotar a sua influencia por meio
coercetivoj.
O-primeiro ministro da Ssxonia Mr. de Beust
resolver submetter aos dillereutes estados, alle-
mae, que fazem parte da confederarlo, com es-
peciaiidade Prussia e i Austria, um projecto de
reforma federal, que de alguma surte a intro-
duccao do rgimen constitucional no seio da die-
ta ellemia.
Prope nesse projecto a reuoio peridica da
dieta, a constituirlo de um poder xeculivo, de
que deverao ser membroa oeuessarioa. aquellas
duas oacoes, e um terceiro estado, podtodo esle
ultimo variar annualmente. A par deesa autori-
dade federal assim Constituida o ministrosaxonio
lembri que deve existir urna assemblea composla
de membroa oomeados pelas, diftrentes cmaras
legislativas munidos de um mandado imperativo
e da missio de decidir todas as quealoes de pol-
tica e legislarlo internas.
Semelhante proposta de reforma (oi o ponto de
partida da crfse em que se acha boje a Allama-
ha i e digamos logo quo ella encerr tuda as
concesses que os estados particulares pouariam
faaer uoidade allsmia sem deixarem de-sexmo-
arohicos e independentes.
Mr. ue Reehberg, ministro dQs ealraugeiras da
AoMria.folo primeiro retpundar: anda que
uzease algumas observaces criticas, todava deu
a entender qoe accedera promptameute, urna
vez -que r'tto^a^nfcdoragio allsmaa quizessega-
raoth- Austria4 a so'ac posses&ea aio. 11a-
raan. ,
Mr/Birnstbrn*, ministro dos negocios cstran-
geiros da Prnssia, respondeu Umb>m enjucsa no-
ta datada de 20 de dezembro de 1861 commoai-
cacio que.lhe fezTlr: de Beust.
O ministro prussauo depois de elogiar o minis-
tro sexenio.por seus sentimentos patriticos, de-
clara iDadmiuivel para a Prussia a reforma pro-
posta ; o com quinto nio declare bertsmente as
pretences do seu governd, todava delxa entre-
ve-la. Essas pretengs sio pouco mais ou me-
nos garantir o stau quo..promover em virtude do
artigo tT: da constitu\cfo federal uma alataqca
mais intima com os aiffereales estados, isto ,
crear na confederacio uma outra federariq, rea-
lisando a hegemona prussiana por meio de tra-
tados .particulares cop os estados allomaosque
lhe quizesse ni conferir poderes militares e diplo-
ma tico*.
O goverrro prussiano mosira-ae hostil toda e
qyalquer refurma, ,que epvolva a creaao. t?0det federal allemio, logo que nao elle o orn-
eo destinado a representar esse poder. Pouco
cato faz de um, parlamento, e: dos velos *-
cionaherein : a quer apferar-se da direccio
militar e poUtica da Allemanha, excluindo a con-
currencia da Austria. _
Apenas foi publica ojete CsTUiecid a oota de
ministro prnssiapo, a,Atlslrla'abbveifasedatic-
caslo. AcdflIrao.WriOiH.fbve-a Saxonia,
Wrottemberg, e Siguas' oulres estados pequeo,
cujas bases Uqbam sido asseotadas ha lona lem-
po, /o consumada ; e lodos esses estidoa entia-
ram Brlio notas Idnticas,' tus quaes -pioles*
ta,vaa em termos er^gicp^etffi .a olerprela-
(o. d art, 11 do pacto fe4c^r*,,declarando ioad-
mlsstveia as prafenfies^d*MWa S couclu1r,.co-
mo membro da. confederacao, tratados eapociaes
com os diversos estados federaes, e reduzi'Woi
Mim utas especie de vassallsgem.
ces unidade, com o seu patriotismo ardente e
enlhusiMSBO.; do oulroosgovernas, os quaes
quer se pooham do lado do movimento quer o
combatam sao guiados por seotiraenios eguilas
d mesquinhos ioteresses dyoasticos.
A Austria, lorio* Je concorrer pora o desenvol-
vioaefito da uoidade allemaa, a (faga o movimento
popular oo intuito de ioduzir o resto da Alloma-
nha, a defender o quadrilalero. A Prussia flo-
ge-se amiga da associsco nacional de Coburgo,
porque espera deste modo trnexar a si pouco a
pouco os outros estados.allemes, amonisando-os
pnmairo. Fioalmenie oa ge taraos dos estados
secundarios se encostaran) a qualquer, anda qae
fosee ao hornern ao-Tofherras, so para nao ser
immolados s precises da uoidade.
Apocar doaaas diaposi(es dos dierantes gover-
nos, cada um dos quaea procura tirar do movi-
mento .popular o maiar numero posalvel de vao-
tagens, cora tudo existe um ponto em que sao
elles todos solidarios, um pensaraento que lbea
commum. Recleos o movimento que parece
aproximarle mais forte e mais temitel do que
aquellos que se queresa delle servir, e seotem
iostinclivamentequea onde creicendo lnnundar
assim os pequeos como os grandes Ihronos.
O elemento nacional apresenta-se j bastante
poderoso na segunda camera prussiana, a ponto
de querer torear o rei a marchar avante na vere-
da da reforma federal, coodiccio que impe para
dar o aeu voto ao orcameolo da guerra.
A associagio nacional de Coburgo ha aioda
pouco dias convocou ura ntcling na propria ca-
pital da Pruisia, onde foi forlemente censurada a
marcha vacilante alo governo prussiano, e onde
ae decidi que era mister impelli-lo realisacio
da uoidade allernSa.
Has o re Cu i lhe r me I desconfa do movimen-
to unitario quast tanto como os outros principes
-allemes, aioda que o iofluam com a promessa de
futuro imperador da Allemanha : hesita, pois, e
vacilla. Eti Berln correm os mais essustadores
boatos ; falla-se de prxima diasolucio da segun-
da camera ; e mune-se a guaroicao de cartuxa-
meae balas, afim de estar preparada para qual-
quer eventualidad*1.
Na prxima semana ter aquella cmara de
oceupar-se da questo allemaa, discusso esta
que fui suscitada pelo partido progreseista e cons-
titucional ; e na qual ae prepara a cmara para
se manifestar que j nio reconbece a existencia
legal da dieta actual de Francfort, e pedir ao go-
verno que retire dalli o seu embaixador federal :
espera-se, pois, graodea delates
A Pruasia aeha-ae na pnsicao de Hercules sebre
o caminho bifurcado. Seguir ella o impulso
unitario ou se decidir com os outros governos
allemes contra a agilacio liberal e patritica do
partido unitario ? Breve o saberemos.
Quaoto mira, creio poder j exprimir a coo-
viecu que tenho de que nunca ae fsr a unidade
allema por intermedio da Pruasia tal qual
boje Um estado militar e ambicioso como essa
potencia com a sua dynastia lutat sempre nos
bracos da reaccio.
Receio, pois, ter predito oa vsrdade quando
iho aacrevi nio ha muito tempo que o mo-
vimento unitario constitua um perigo para a Al-
lemanha, a quem poderia precipitar n'uma crise
terrivel.
Oa nossa Blgica poucaa noticias tenho a dar
desta vez.
A cmara dos representantes oceupou.-se um
mez inteiro na discusso do ornamento do interior
para 1861 ; slioal foi elle votado por uoaaimi-
dade dos membros que se chavara, presentes na
occasiao.
O senado cootinuou hootom as suas sesses :
0 accoateciment do dia a entrada all do ban-
qiieiro Israelita Jooathaa Raphsvl Bischofaheio,
eleito senador pela cidade de Bruxellac na vaga
daisada palo Dr.-Lentio fallecido ba pouco tempo.
E' o primeiro membro Israelita que conta a legis
!*" -*ei ;aa o que anda mais estranbo
Mr. Bisehotlehein eestrangeiro, eso no anno pas-
eado o ble ve carta de oaturalisacio.
Com dlc BischolTshein tomou hontem tambem
assenlo um dos membros mais influentes do par-
tido cslholico Mr. Julio Maln, antigo repre-
sentante da cidade de Ipres, e hoje aenador por
S. Nicolao.
A entrada de Mr. Maln "para o senado prova
que o partido catholico activar a lua decisiva
contra o gabinele necsa assemblea onde elle dis-
pe de uma minora importante.
Na terca feira seg inte come;ar na cmara a
discuetao respeito da questo de impoeices na
Auluerpia : o ministro da guerra ter de soiFrer
um novo ataque.
Naquella cidade vsi em augmento a agilacio :
j nao se quer smenle que sejam iodemnisados
os? propietarios dos terrenos sobre que recahio a
tmpoiiro para a novo campo intrincheirado;
quer-se tambem que o ministerio da guerra man
- destruir todas as fortificaces das fortalezas
Os Srs.
otra.
sbsSts
fTtffclsco Prtro.
o parecer d commissio de poderes, eu vi que
uma das ooneiuses dtsse parecer era quera de-
vii adiara deoiaio da malaria, sjsjcmto aoaexto
deputado por tose dUtriclo, fat que so aro este
ponto asserata toaetss jUbolioer usa juizo
delinitivo. ErstrtUoto hoje .s*s)onhocendo*oa que
os prioooios ojo ser vis* m flaco commiscam, qoe.j so Aeu enerabais doasjpjreciar
eises toprcuw*tio vaadadisaOc em toda a,aoa ex-
teosio, eu nao poiso deixar de adherir a elles. e I An'rio Gitirsus'.
ITIQf 1 TI P j flli fll fHifll,Mn"*Aa OAPlIlAA aaai ., .
'ai wmwm avsj ej tM i. uiWsj |r\I'J*fC CrvTltu tOV
pronuncio.
Sabe-se, seohore, que foram feilas duas elei-
ces primarios no Baiqus, e qoe dastas ama foi
approveda pelo Exm. presidente do -provincia.
Nio cootestavel o direito que asaistio presi-
dencia), a sua competencia ara eecoUser o appro-
ver deesas duas elotcaa aquella que ostrvesae
msis de etcordo cum a lei que reg processo
eleitoral, e que nio 4ivoaoe menor sombra ele
irregularidade. Eiereendo o presidente da pro.
vincia asse direito, approvou a eieicaode Buique,
e foram expedidas as ordens necessanas pera que"1
foeaem aa alelfea para el nitores presididos polo
juiz de paz competente.
No occaso de proeoaer-se a eleicio de eleito-
resapresentaram-oe os que tinham de votar, e
presidida a meaa peto juiz do paz Manuel Camel-
lo de Siqueira proceden-se a eleiee, a qual deo
o resultado que todos sabemos. Esta eleici, ae-
nbores, uo pode ser laxada do irregular, visto
que n'ella se guardaram lodos os principios de-
terminados na lei regulameolar das eleices, em-
quanto que nem meamo ae poda dizee que a ou-
tra eleicio, que foi presidida palo juiz de pac de
Aguae-Bellas, mereca o nomo do duplcala, visto
que nulla e toda irregular (ha um aporte) ; o a
prova disto que reuniram-se oa eMtores em
uma casa particular presididos por um juiz de
paz de Aguas-Bellas, segundo volado, incompe-
tente para presidir a eleicio.
Se eu podesse, seuhorea, entrar agora em apre-
ciac.es sobre os pormenores deesa segunda elei-
cio, mostrara i casa que foi ella uma burla, e
que nio passou de uma cousa sem no me, a que
nem ao menos se pode chamar duplcala.
Ora a vista do occorrido claro e concludente
que a nobre eommissio de poderes, tendo de
apreciar essa negocio, nio poda deixar de con-
cluir o ceu parecer como coocluio. Se a com-
missio, porm, tivesse outro procedimente, se
reconbecesse duplcalas, procedera mal, iria de
encontr aoa priocipios mais comesiohos de di-
reito, e offeoderia a lei que noa guia sobre nego-
cios eleitoraes, porm, felizmente a conclnso do
parecer da commissio, foi o mais lgico, o mais
justo que se poda dar.
A vista de todos esses principios que dirigiram
a nobre commissio em seu parecer, eu reconhe-
co que quem tem direito a ser pela casa reco-
nhecilo depatsdo, quem deve ter assenlo entre
nos, o Sr. vigario Tito de Barros Correa ; e por
isto eoteudoque o parecer do commissio eit no
caso de ser spprovado.
O Sr. Laiz Felippe : Sr. presidente, tenho
escrpulos de consciencia em dar o meu voto a
esle parecer. Coosla (lestes documentos que
effectivamenle fra approvada pelo presidente da
provincia a elaigao a que se procedeu para juizes
de paz na freguezia do Bulque, e a qual deu em
resultado a eieicio do Sr. Jos Marques de Al-
buquerque Cavalcaote para o primeiro lugar de
juiz de paz, que esle presidio depois a uma elei-
cio primaria a qual fez os eleilorea cojos votos
o parecer julga validos; mas, Sr. presidente, se
etlendermos a que eata eleicio que ae faz dupl-
cala na freguezia do Buique anda nio foi defe-
nsivamente approvada pelo goveroo geral; se
attendermos aiola que nenhuma das aclaa da
eleicio de eleilores nos foi remettida, de modo
que a vista dellas possamoa apreciar se nesse
processo eleitoral guardaram se todaa as forma-
lidades que a lei respectiva recommeoda.
Um Sr. Deputado: Has sio obrigados a vi-
re m essas actas ?
0 Sr. Luiz Felippa : _Nio obrigsdo porque
a lei suppem que quando" se fazem as eleices de
eleitores, as eleices de juizes de paz j estao
apoiadas pela cmara dos seohores deputados
mas, oa hypolhese vertente, a commissio dos
senhores deputados nio enjilli iuizoalgom an-
da sobre essa eleigo, porque ella foi relia pos-
teriormente, e em cooaequeocia de aoter
annuilado a eleico que se procedeu anterior-
mente.
Ora, te i assemblea geral nio approvou essa
ultima eleigo, por nao haver tempo, parece que
nos deviam ser remettidas easas actas........
Um Sr. Deputado : Concordo.
O Sr. Luiz Felippe:Aioda bem que o nobre
deputado concorda.
O Sr. Pinto de Campoa d um aparte.
0 Sr. Souza Res: Accrescente-se que nio ha
quem impugne peranle esta casa a eloicio de
Marques.
4ioa_polura, repretenlmciei a noaocos
dat cansaras sooniciaoos.
oSrav; "
Pedro Affonso.
Agolar. *
lreaTmutuc/>ei, orcamenlot t examt de
n caotoc.
Sade publica.
Ptllcoti.

Lcgislaia.
OsSw. :
Ignacio Joaquim.
Alvaro.
Netto.
Os Srs.:
hWitruvio. ,
Torrea Bandeira.
Podro Alanso.
OrJcoodoa.
Os Srs. :
Ignacio Joaquim.
Alvaro,
v acocorado.
Tendo dado a hers, o Sr. presidente desigas o
ordem do dia a levanta a aeaslo.
SES5AO EM -DE A B1L DE 18.
Presidencia do Sr. VitaoutUie Cmara*
As 11 boraao meia da moahaa falta a chas
da, verifica-se haver numero legal de Sr. epa-
tados para a assemblea poder toocejsooar.
O Sr. Presidenta abra a soeeo.
O Sr. V Secretario l a acta a anterior eeaoio
que approvada.
O Sr. 1* Secretario menciooa o eganote
EXPEDIENTE.
Um officio do aeerafarlo da prasldaocia. re-
meneo Jo 40 exampiaros do relatorio do iosoec-
tor da thesooreria provincial. A" distribuir.
Um requeriaseoio dos agentes do lento*, re-
clamando contra o imposto de 1(9 por 0(0 lauca-
do sobra os lei loe extra -Judiciaee pato le do
orcameoto vigeaHe.A' comaaiaaa de rcasoan-
to provincial.
Outro dos negociantes imporladoros do fazco-
daa estabelecidoe nesta cidada, roclamaaato
tra o imposto laueado aafero oa reiloes.a'
ma commissio.
ORDEM DO DA:
Contina a aletco da eom mimoso.
Commissao 4 forca policial.
Luiz Felippe.
Luceoa. .
Mello Reg.
Entra em discoealo o aoguiota perecer.
de
do norte e do sal, dirigidas contra a cidade.
Na prxima correspondencia dar-lhe-hei noti-
cias mais minuciosas s4>re essa questo, s que
serei Toreado a voltar. Por hoje basts dizer que
considero a questio militar por si s safficiente
para occasiooar a queda do gabinele Rogier-Pre-
re, e elevacio de um outro gabinete mixto ou ca-
tholico.
O duque de Brabante parlio para a llepaoha,
onde ai residir por algum tempo afim de resla-
belecer sua saude bastante alterada. Antes de
elle partir appareceu aqui uma broebura, intitu-
lada t Ernbelesaraento da capltsl e seus subur-
bios. E* ella dedicada ao senado e cmara
dos representantes, s autoridades communaes de
Bruxeflas e suburbios.
Abrochara, de qoe'fallo, escripta seno com
a cooperecio, pelo menos sob os auspicios do
herdeiro presumplivo da corda precooisa um
grande numero de projecto? gigantescos para tor-
nat Bruwfella ama das mais bellas capltaes do
nratWo. Oju-rndo dar-lhe a esse respeito algu-
ma idea ; passo a citar o seguinle trecho :
'Trida ritSde'haver "tfvn seja mais propicio ao
futuro da Blgica do que a creaco de uma grao-
de capital marchando par a passo com as mats
populosas" cidade oo continente. 'Ssvidemo a
todo o espirito refleciUo que ha na existencia de
arria cidade assim, uma nova garanta e das mais
serias contra qualquer peosemento, contra qual-
quer projecto deinvaso oa de conquista.
Com cifeito, o que faria aestrangeiro de uma
capital do quinhentas mil almas, habituada a ter
uma existencia propria, sentindo palpitar em sau
Seio o coragio de um povo livr, dando lo-
dos os dias pravas da aua independencia, e
costumada a dirigir em vez de receber todo o seu
raovimeolo ?
Que posigo reservarla a conquista a esse cen-
tro de setividade asss poderoso, a esse foco lio
intenso ? Poja nio est tao claro,qu a impossi-
bilidade de Teaolver taes problemas por outros
raeos que uo a manutenco de uma ordem de
coasas fundada no direito e na liberdade ter
grande peso fl torja na balance'das noesos des*
linos ? d
Semelhante ltnguagem d parte do futuro rei
da B-lgica era digua de mencio ; pois esa bro-
chara db alguma aorle peosamenlo eprogram-
ara do duqae de Brabante, porque ninguem mais
senao elle escreveria ss seguintes paUvrae, com
que terminare por esta vez a rainha mtsaiaa :
c A le do progresso inflexivel: quanto roai
se fz, mais anda cumpre fazer. Nao devemos
marchar sem pro no rpesjno terreno que aquellos
a quem succedemos,, devemos ir muito avante.
Avante, pois; e em nossas sspiracss .para o
progresso tratemps de combinar os interesaea do
presente com "
o
0 Sr. Luiz Felippe : Mas faltam-nos os da-
dos que nos possam levar a coohecer qual das
eleiges a verdaieira..........
Um Sr. Deputado: Porm note que ninguem
contesta a validado desta eleicie.
0 Sr. Luiz Felippe:Ora. aenhores, nos nio
podemos avaliar se a eleigo de Pedro melher,
mais legal que a eleigo de Paulo, sem termos
documentos que nos dirijam, e em quaoto esses
documentos nio nosebegarem, parece-me que o
mais sensato adiarmos o nosso juizo sobre
ambas......
O Sr. Souzs Res: Eu contesto essa assergio
do nobre deputado. Se nio temos documentos
algum sobre a eleigo presidida pelo segundo juiz
de paz de Aguas-Bellas, temos o quanlo neces-
saro para avaliar a legalidede da eleigo de
Buique.
O Sr. Luiz Pelfppe: O que verdade, que
nos nao temos nenhuma das copias das actas
dessas eleiges ; e de mais um dos fundamentos
principase da decisio, que ae noa aconselha,
pecca porque a eleigo de juizes de paz pudem
aioda ser aonulladaa pelo poder geral, e s esta
considerago nos deve levar a nao tomarmos uma
defenitiva decisio, que posaa vir ao depois collo-
car-nos em autonoma com o procedimeolo do
governo geral.
Emflm, senhores, existem estas duvidas em
meu espirito, e em quaoto nio forem dieaipadas
eu peco permisio a casa e a nobre commissio
de poderes para votar contra o eeu parecer.
O Sr. Souza Rea sustenta o parecer da
commissao.
Julga-ee a materia discotids, e sendo apoiedo
o parecer, doclarado deputado pelo 4.* districlo
o Sr. Tito de Barros Correa.
Achando-se na ante sala os Srs. deputados
Jos Antonio Lopes e Tito de Barroa Corres,"Sio
inlrodusidoseom aa formalidades do estylo, pres-
tara juramento e tomam asiento.
OH DEM DO DIA.
-Ekieoo das cotnmitides.
Procedeodo-ae a eleicio das eommlsses, fi-
cam ellas constituidas pela maoeira seguinle :
Conlas a detpesat provinciaee.
Os Srs.:
Augusto Leio.
Arruda Falco.
N-etto
Commercio, agricultura, artes, estrada, nave-
gneo, colonacao, e orai publicas.
emendas apreseniadas e odiado em uma das sos-
ses preparatorias:
A commissio do podares, leodo examinado
oa diplumaa e .aa oulras acta parciees que tao
foram presentes, relativas a eleices do lercer >
dislricto, reconheceu que do collegio da Victoria
foi adra nudo a votar na falta do um elailar, oso-
guodo suppleote, sem dar-se a razio por que sto
votou o primeiro.
Alm disto, recoabeceu a commissao quo
contra a expresa dispaaigio do segundo aaeaa-
bro do art. 2 da lei n. lOtji da 18 da agosto do
1360, oa eleilores da tregaezia da Agaa Presa ao
cuostilairam em collegio, quaodo devisa faaer
parla do collegio de Barreuos, oaa virtodo a
designa gao faila pela presieacia da provincia,
segundo a qual baviem elles votado aa iiiaia
eleigo da deputados geraee, a porejaw a coaa-
missio, emboca receoheca que eaaa dseipaacao
ferio de frente o 3 do art. 1.- 4a copra liada
lei, e que por esse acto seja merecedor da ten-
sar e deva ser respoosabiiisade o presidente qe
o pralicou, lodavie, como um acto iUegal a>ao
pode autorisar oulro, o aa portas aoa toaoseo
fazerem-se Justina pelas suas proprias aso,
sendo que aocoolrario cumpre respailar ao aatoe
das autoridades legalmente ceoatituida; taoto
mais quaoto a cmara des Srs. deputados sjaraes,
ne ultima veriftcagalo da poderes, recaabaaaa o
coliegio de Barreiroa eompreheodeodo oo otalo
rea de Agua-Preta, cooforme cosa aaesma ds>g-
nscio, nio vacilla em propor qoe ao aonalto a
eleicio do intitulado collegio de Agee-Prete,ap--
proa>aado-se entretanio as dea aaaie collegio,
nos quaes correu regularmeato o Macacoa ele -
toral.
Sendo por este modo oa m.iis voisdoa oa Srs. :
Dr. Uaaoel Buarque de U. Urna com S33 vetos.
Jos Aolooio Lopes ......
Dr. Alvaro Uch* Cavalcauti. .
Viganorgeral Antonia da Cuaba F.
De. Manuel Netto de Souza Bandeira
Dr. luacio Joaquim de Souza Leio.
Dr. Luiz Felippe da Souza Leio .
Jos C, Ferrszde Ase vede .
Dr. Pedro Affonso Fe i reir ....
E' de parecer a commissao, qoeaojam estes re-
couhecidoa e declaradoa depotadoa palo lovoairo
districlo.
Nao concluir a commissio, em fazer aaotir
que os collegios da Esceda e Rio Formeso, boas
como a cmara apuradora nio remeiteraat aa
respeclivaa actaa, e que por eata falla ae Iheo ao-
ve infligir aa penas da le, officiaode-ee aste
sentido ao presidente da provincia.
Sala das commisides, 31 do morco de 186*.
Josquim de Souza Res. Francisco do .Reg
Barros Brrelo.*
(Ceotiaoar-m-Ao.)
ASSBMBLtU LEtSUTIVA P.0VIKCI4L.
RESSAO RM lafi ABR1L- BE 1862.
. Presidencia do Sr. Vitcondede.Ctmaragxbe.
*! -.. -r {Concluaio. >:: ci ; na >
< O V. Torrea Bendeira : Sr. presidente, eu
pretenda consarvar-me aileocioeo rolativcmeDte
matei que ata ocupa a ttengao da cato,
!imitr-me.mesmo a dar o neo roto symbolica-
Os Srs. .
Bario de Vera-Cruz.
Cintra.
Buarque.
Redacc&o de lei*
Os Srs.
Theodoro
Feoelon. . leas

Lucena.
nstruego publica e ettabelecimentos proprios
promove-lu.
OeBra. :
Francisco Joio.
Araujo Barros. ------ -
Torres Bandeira.
EstalitUa, iutfio civil c tdilimiastica.
Campos.
AS0,Sr'rs-JW,, TheodoroV
i
*.---

1W ditas.
1W ditos.
188 dito*.
18*5 itoa.
180 ditos.
173 itao.
M2itao.
159 dilos.
ttf+II L
REVISTA DIARIA.
Na sesso de hontem da assemblea provincial
foi nomeada a commissio de forja policial, aa-
hindo eleitos os Srs.:
Lueens.
Joaquim Mello Reg.
Luiz Felippe.
Em aeguida foi posto em discusso o parecer
adiado da commissio de poderee acerca do ultime
deputado do terceiro dislricto, cuja surta dependa
da acceitago ou regeico dos votos de Asoa-Pre-
ta, seodo introduzido para aaststir a mesma dis-
eussio o Sr. Dr. Gaspar de Drammood.
Tomaram a palavra vario* soobores, inclusive
esle ; e por ter dado a hora foi levantada a aos
s3o, aeado dadas aa mesma materias da ordem
do da anterior para continuaco.
No dia S regreeeou o eapito Borges Leal do
iligeacii a que lora eco Iguarasso, trazeodo are-
so o criminoso Joio papa mel, um Amaso do tal,
desertor, a meis dous individuos implicados no
tiro dado nn administrador do engenbo Iebamaa.
No impedimento do 8r. Dr. procurador fis-
cal da thesouraria provincial, que acha-so cam
assento na assemblea provincial, foi noaaaada para
exercer interine menta as respoctivss faneces o
Sr Dr. Aagelo H-uriques da Silva.
Com o prazo de seseenta das, canudos do
1 do correnta, atham-se 4 concurso tm osamos
de Ia tabelliao a escrivao de orpbaoa. cesele,
ca pellas e residuos do teroao do Liasoctro.
Os prfteodeote devem-se habilitar a apresen-
tar os seus requertmeotos, segando eatatuem o
decreto de SO de agosto de 1851 a aviso do 10 do
dezembro de 1854.
O Sr. Dr. See remette-nos o soga Vote :
c Sr. redactor da Reinita TVarin lallafaiaa
do ao pedido, qaa me faz o Sr. sbaiWCiLu
Ignacio Jos do Couto. o sua Actate Norte de
3 do correle mez, devo declarar-lew, quo me-
me possivel nomear qual o boticaria qoe i
o valor de f f oel recerta, por miaa poso
fallecido SauVAdna, victima do chotoca. oa 1__
dos Ratos, pelo que deixou de aptempte-la, par-
quanto portador oio aoube laformar-ato a a
tambem peaaoa coohecida, a qtm podise
rigir-me para yodicsr de facto.
Creio ter sattaTeito ao Sr. Couto, a to a \
blicacAo destas liohss mullo agradecer sao ca
tanta laitor
.a^. ?* J**0 ***** ttmu *
Hontem larda voltou para a o
C'-rpo Santo,a imagem doSenbor Roas
P'Mos, tendo sido todo o acta rvc
pn e msgnitudo.
Hontem antes do sabir jMdJstio do So-



Calanho.
Araojd 1
Oj Srs.:
Gkopo.
Figueiredo.
.
nhor dos Passos da larela do Carme, tai
nado 6 sacrisrlo da ordem tercoira, a
repectiva igreja. Seado caobectee ooaoi
diatameota esta d#oracodo acaoteoxmoa*
inspector de quartejreo subate A tarto
acbou o esdevar do asoaaalBodo a o "
sassmo, que bMl.lttfMvjtfetl
comtudo encontrar a esl.
O if subdelegado de Saate
mais promplas provideactes, i
flreram-se a malboraa dirtfaocaaa poco ao
brir o criminoso e captralo,
J
Vasa ^mu. m aasasaa a R


MAM m tmutto&i+mkifrrmrmL ot mt.

que etcreremoi (oito da uoitej pean tem-ie con-
seguido obter rebanales iodlcioi de queco seja
O crimiaoso.
As diLigeuciti continuara, e do m resultado
daremos iciaocia aoa nostot leiloiet.
Preaenciou a perpetrado, do crime urna pobre
enanca louca, que foi justamente quem em allaa
vozesdeu delle noticia.
Altribue-se o.crine a oppor-te o tacritto a
que alaos da ordem tercetra. dobrassem sa-
luda da.prociuio. .
A. quema voz publica iudigita como crimiaoso,
um perdiuhe escravo de oome Gaspar, conhe-
cieo por deeorOeiro, e qae da no domingo pro -
xitao paeaade hara sabido da cna de deteogo.
Si beodo o individuo da nomo Mmoel Joa-
quicn Paes SarmeDto, morador na Soledade, que
junio ao uro do Pombal htvia sido enterrada
una criarte*, fitha de Antonia Mara da Concei-
gio, e que oaacera mora, foi ao lugar da sepul-
tara, exhumou o cadver, cortou-lhe urna da*
. talas, eolerrou de novo o cadver,a li sa (oi casa
aquella reliquia, que, segundo um prejuizo pa-
pular, serv para dar-lhe fortuna aojogo, de que
ai'elle proflssao habitual.
Bita ficto (ai observado por algamse pessoas,
e boje est sendo averiguado pela polica. Por aua
siuguleridade excita ella a coriostdadb, e merece
que ee tome eoahecimeoto dos verdadeiros moti-
vos que levaram Maooel Sarment a commelier
ata sacrilegio.
Da que so sambar, daremos conta aoa nosaoa
leitores.
Ai averigoagoes sao faites pelo Sr. Dr. Maooel
Gaolil da Costa Al ves, subdelegado do distrcto, o
eeperamos que par sus diligencia se ha de todo
4a oo be ir.
No dia i da marco foi recolhida ao hospi-
tal portuguez de beoeSctucia, mandada pelo Sr,
subdelegado da Boa-Vista, Claudioa MarcoUna,
natural de Portugal, da idada da 34 nonos, sol-
laira, por ter sido atacada do cholera ; debis de
raalhorar daquakla tartivel moleitia sobievewlha
uai a i b terminen te : acha-ie porta restaaelecida,,
a tem alta hoja. *
Folgamos Oa registrar estofado, coma segui-
manta j de outeos. da igual oalureza, por oos
proporcionar mais urna occaaiao da leuvarmos o
cuidado do Sr. -Dr. Pitaoga oo desempeabo de seas
deveres, bem como o zelo> dos eaa pregadot da-
quelle atportaate aslabelecimeato.
Eis o nonagsima quarto.
. bolctim oficial.
Da presidencia da proviocia nao nos foi trans-
aitida commuoicago alguma ofBcial relativa-
mente ao cholera-morbos.
A'a 6 horas da tarde do 4 de abril da 1862.
Dr. Aguino Fonceca.
Movimento da enfermera da casa de de*
teaaao do di 3 de abril de 1882.
Tiveram baila para a enfermara:
Wencelo (escravo) de Jos de taldiarrha.
Rajrmundo (escravo) de Jos de Sampsiofebre.
Dia 4
Tiveram baixaspara a enfermaria :
Cosme Joi Damiocholerioa.
Jovmo Nuoes Pcreiraepilepsia,
Maooel Heorique de Lyraanemia.
Tiveram alta da enfermaria :
Jos Rodrigues da Silva.
Joao BapUsu da Vaacoacellos.
Kiymundo Jos de Sal* Kan.
Passsgeiros do brigue portuguez Esperanca,
entrado do Porto: Sabioa Mara da Cruz,
Adriana da Souzi Pinto Cardozo, Antonio Per ei-
r da Guimares, Antonio Manoel da Carvalho,
Jos Maraoho, Manoel Jos Exposto, Jos Pa-
checo, Manoel Jos Pereira, Francisco Antonio
da Silva Birbos, Joa de Souza Barbosa, Anto-
nio Mt Machado C. S. Moura, Domingos de Ol -
veira Pinto, Jos Antonio Pereira Cuoha, Jos
Feraaodes de Oltveira, Borla Malheo, Josefa
Agulhera Rodrigues
M-ATADOURO PUBLICO.
Mataram-ae para o consummo desta cidade no
dia 4 de abril, 60 retes.
MORTiLIDADE DO DIA 4 DE ABRIL :
Elaueno, Pernambuco, 45 das S. Jos; febre
toieroiieot.
Bernarda Lina de Jess, Peraambuce, 55 anuos,
aiuva, Boa-Vista; bepslite.
Jos Goagalres, Portugal. 25 anuos, solteiro,
Boa-Visia; febre amarella.
Francisco Jos Aspr, Portugal, 24 annos, casa-
do, Boa-Vista ; pneumona.
Anglica, Pernambuco, 14 mezes, escrava, Boa-
Vista ; diarrhi.
Rita, Peniirbuco, 1 anno, Santo Antonio ; den-
tigo. >.
Eulalia Alexaodcioa deSiqueira, Pernambuco, 2t
aooos, casada S. Jos; tubrculos pulmonar.
Clotides, Pernambuco, 1 anno, Boa-Vista; Con-
vulsos*.
Cooatantino, Pernambuco, 5 annos, Boa-Vista ;
adoaite.
Marcelliao, Pernambuco, 22 annos, solteiro, Boa-
bam, seguranza alguma. Nao poda e nem devia
annuir aMato, porque no'queria carregar com
a raspoosabllidada que o'ahl ma proviesse, e
porque entend qae nlo me era dado estabelecer
em favor do sobnoho do Sr. Jos Paulo em pre-
vllegio que a lei lhe nao conceda.
Recosei, pois, salisfazer o pedido do Sr. Jos
Paulo. Oulras pessoas se empenharam no mes-
mo sentido, e a todas respond que nao faria em
favor do sobriobo do Sr. Jos| Paujoiexcepceo
alguma. Whdeirm. i
O publico qae avalin, i vista dista, que valor
tem as aecusacoes que a este respeito me fsz o
Sr. Jos Paulo a quam protunda a sinceramente
deapreso
Veoham outras sccusa{5s, e a todas pretendo
dar solemne respostas com a simples publicagfi
de uos cortos documento da thesouraria, de que
me acho da posea e que bastara pira fazer bem
patente qaanto o Sr. Jos Paulo merece o des*
presado publica, e da
Joao Conzaga Bacellax.
Cabo, 3 de abril de 1882.
Vista; bexigas.
5 mezes, Recife; convul-
60 das,
S. Jos; tosse
Hacia, Peruambuco,
. toes.
Maooel, Pernambuco,
convulsa.
Paulina, Pernambuco, 4 mezes, S. Jos; es-
pasmo.
Fraociaca, frica, 25 annos, solteira, preta, Boa-
. Vista ; cholera.
Public iges a pedido.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
LEITIHA
Temos visto; lito e analisado, os convites que
por di versai vezes teem sido feilos pelo secreta-
rio da cooielho deliberativo deste eslabeleeimeo-
to para rauoio extraordinaria da assemblea ge-
ral, sem que tal reunio se teoba podido conse-
guir; e saneado ni o qoaolo em pocas aolo-
riores os socios eram promulos em salisfazer os
convites daa respectivas admioiitra;es, nio po-
demos altribuir na acluali lade semelhanle in-
dilferpnca se nao a repugnancia que o geral dos
socios teem em salisfazer ao convite de um po-
der eleilo pela fraude.
Cuos seroelhaotee, pralicados para com ho-
rnees conscienciosos em laes materias de certo
occasionariademissao voluntaria.
o en lauto que fazem oa homeos eleitos pela
fraude e pela vergooha ? Pubiicam o art. 32
dos estatutos.
Pois bem, nos o aceitamos, assim como tam-
osm seceilamos nao so todos osartigos do mes-
mo,. mas com mais especial agrado o artigo 60,
em sueleotaco do qual presisliremos, edeixa-
remos de sssistir as reuoies que tenha por ftm a
sus derogacao
Copiando o art. 60, temos eni vista losomente
demonstrar qae nio s a reuoiao geral que se
quer fazer, nao pode ter lugar, seoo ordinaria-
mente, como tambem que, qualquer urna a lie -
raoao oo Gabinete, ella s ple obrigar a qunm
quer que-para ella coocorra, quaodo nao aeja
(ornada de aocordo com o disposlo no citado
art. 60.
< Art. 60. A alleraco do lim do Gabioele de-
terminado ao art. 1. a sua dissolucae, e a refor-
ma do prsate artigo, s poderao ser felas
com o asseutimento de tres quartos pelo menos
dos aocios accionistas residentes nesia cidade,
por deliberacao tomada am seaao ordinaria da
asaamolea geral.
& publico.
A persasgulf o qae me fsui a sea-
lare feliz c protegido Jos Dorar-
te Raugel.
Ha maita tempo nio apparece um hornera tio
frtil em recursos contra aqueUts a quam pre-
tende esbalhar.
Mi ha um iaimiga cevarde e mesqeiorro tio
ardiloso cama o este que sempre se arrastando
aos ps dos grsodes vai gosanoo em deseando o
fructo de sub artrmaabas.
Nio ha am homem tio astucioso como Jos
Duarte Raogel protegido dos poderosos e ji po-
deroso, a ponto de fazer inclinar a balanca em
que formam volume os individuos que nao tre-
pidara em prallcar o mais revoltele e-escanda-
loso acto coo| tanto que possa engaando lucrar
alguma mielba.
Jos Duarte Rangel nio pode ser descripto, nao
ha pincel nem tintas qae possam desenliar-lhe a
face desbotada na pratica dos enredos e humi
lla;5ea.
Sem illastracio Jos Duarte capaz de Ilu-
dir OS doutos e convencer aos sabios. Sem for-
tuna capas da.vender cidades, e comprar es-
tado.
Antes de entrar na narracio de alguns fados
desse ente rasleiro e vil, ji que toda a vida nao
possa contar, porque contem immundlcias que
emporcalbam a quera escreve,. a quem 16 e
a impreosa que nio deposito delixo, que s
deve permanecer no ninbo do reptil venenoso,
que sem cancar me atormenta, seja-me permittiJo
dizer demim o pouco que sou.
Nascido e.criado em casa da teneote-corooel
Maooel Pereira de Moraes como ssu filho, sem-
pre o respeilei como meu pai.
Em mioha infaocia, qua correu ditanta {das
cidades, nem ao meaos aprend seus pateroaess
preceitos e mecootesso infeliz por nio saber mes
mo apreciar a observar os conselhos que me dixi-
giam somenle aocaminho que dave seguir o ho-
mem virtuoso.
Porm, i saa sombra procurei vives, de ma-
neira que measevraaoio ruoslrassera q-ie a per-
versidade achara abrigo em meu coricao.
E se nao aceoaametti, nio aprend a recuar :
nao posso aprender: estou j acostumado com
o soffri manto.
S3o paasadoj qualro anuos e alguns mezes
qae fallecido o leoente-coronel Moraes : tan-
to o tempo de meu soffrimento.
Desde a morta do tenente-corooel cooside-
rei-me s no mundo, nio obstante um irmao,
considerei-me s, porque nesta trra de Per-
nambuco um irmio e ir-maa pobres como eo
nao sao auxilio ou mesmo esporanga de poder
resistir aquellos que sem culpa minha se nao
turnada meus gratuitos ioimigos.
O tenenie-coraael Moraes foi casado com I).
Brit'es Sebastiana de. Moraes, senhora que alm
de ter com que augmentasseseu patrimonio, sua
descripcio e bom governo domestico muito con-
correram para aua conservacio.
Jos Duarte irmao de D. Brites e apenas
morre o tenente-corodel Moraes que a oomeou
primeira testameoleira, logo Duarte se ostentou
poderoso e capaz de esmagar a mim e a todos os
legatarios, e offereceado seus angenhosos con-
selhos desigoou para" mim a ilba de Fernando
e a correte delgada da cintura ao p, e argola
ao pescoro; para meu irmo o calabrote de gru-
mete e para mioha irma nosei E tu Jo.por-
que oosso bom pai nos legou a cada um de o6a
a quantia de oito conloa de res.
Eu nao sou ambicioso de riqueza e querendo
ser reconhecido filho do tenente-corooel Mo-
raes cujo oome conatitue minha glora,jio tes
Lamento nao estou reconhecido que em vista
dos ttulos em meu poder existem e da lei qua re-
gula a rlliacao, entend deiputar peranle os tri-
bunaes o direito que me perlence, ariquen por
escriptura, e que nio posso perder urna vez
adquerido, e por isso ioleotei accao de filia-
cao : meu acto irritou bastante a viuva e eoto
urna luta terrivel para mim ae travou entre meu
direito e o respeito que sempre me mereceu a
viava de meu pai.
Travada a lula Jos Duarte tomou o lugar de
enredador astucioso e contra mim ludo ma-
chioou.
Nesse tempo resida eu na propriedade Cuieira
fabricando cal com a leoba do eogeaho Ionha-
maa, o que lioha sido autorisado pelo teoenle-
coronel Moraes e porque depois da morle corlei
lenha em trras de Iouhamaa, logo no juizo de
Iguarass se iasiaurou um processe coutra meu
irmo e eu como danmificadores, e a lenha foi
lomada.
O processo nao se acabou porque Duarte nao
nos fazeoTJo fugir, nao segurou os termos para
chegar a coocluaao.
Relirei-me da Cuieira e depois precurei fazer
cal na propriedade da Guariba, abi est Duarte de
novo procurando alerrar-me eobler a desisten-
cia da accao : sempre despresado por mim Duar-
te nao mudou de rumo, nao me deixou.
Um escravo da casa de Ionhamia foge do po-
der da viuva. Duarte achou na fuga do eacra-
vo um meio de peiaeguir-me, e eolio foi aliciado
um meu trabalhadorpara de apreseutar em juizo,
declarandu-se meu cumplice no roubo do escra-
vo e este Irabalbaaor que se chamava Mmoel de
Tal recebando a quantia de cincoenla mil res, e
outrindo a esperanca de r,eceber mais ceolo e
cincoenta, promelie jurar como qajzesse.
E feilo o arranjo-logo Duarte apreseotou ao
Dr. Alencarchcfe de polica duas peiices contra
mim em oome de sua irmia.
Em urna eu era o ladrao de um escravo da ca-
sa de meu pai.
Em oiilra eu era nm incendiario que tentava
arrasar as carinas do engenno Ionhamia, eu que
dUpulava e disputo o direito de filho e portan-
to iotereasado em que a casa Inohama se aug-
menlasse.
Em urna se pedia oito annos de prisio para
mim e meu irmio o que corresponde aos oito
conlos de res de nossos legados.
Em ou'.ri a seguran; i contra o incendio que
taires Duarte macbioava atiribuir-me se me* con-
siderasse para sempre perdido.
E a provi|Je meuscrimesera fornecjda por Ma-
ooel, que ja tioha recebido cincoenla mitris
por conta do perjurio.
Permittio Deus que se descobrisse um crime
de homicidio que Madoel ha pouco tempo pla-
ticar, permiti Deus que o auxiliar de Duarte
que vioha abrir para mim a porta da prisio fosse
coohecido e Qcasse preso sem que eu fosse com-
prometido.
Anda est nesta trra o D. Aleocar que man-
dn recoiner o assasaino que teotov contra a vi-
que me insultou a pona de
meu irmio, ji estou peior, perd o ultimo amigo,
e vigia da meus inimigoa a ae em muito apre-
ciasse a vida que tenbo auoportado, depois da
morte de meu pai, eu diria que receiava ser as-
aassioado pelo direito que sapponho me assfste
para aer reconhecido filho do tenante-coronal
Moraes.
A 4 de dezembro do son prximo pastado fal-
lecen D. Brites e a guerra nio se extingui, por
que meu peraeguidor aJjajdatvive.
Deecencei da deze#bta aj o fim de margo ul-
tima, a itro por que Jos Duarte nio teodo se-
ment a illudir-me a entrando em mais sitas as-
pirarles occupou-ie em preparar umlestameoto
para sua irmia, aonstiluii-ae berdelro da quasi
toda a beraoca, excluir teas irmios da baranda,
oomear-se testamentelro, ecomo tal obter o car
ro de ioventarianta, e poste dos baos da casa de
Inhaman, que lhe era obstada pala opposico
que lbofaz aaasabrioho o Sr. Jernimo Barros
de Magalbaei Raogel.
De dezembro al mirgo me coube chorar a morte
de mau irmio na flor das anuos abatida pelas fadi-
gas e trabalhot que oos fes sapportar, Daarte que
obtave malar-lhe a tade, fareodo-o constaata-
meote dormir no malto expotte s ebuva e (rio
pelaa a msese de prtsie a can vez de fragata.
Assim acaban meo pobre e infeliz irmio, flean-
do a sua heraoca adjudicada a testameoteiro, que
oble ve no termo de Iguarass fazer adjudicar-se-
lba trinta oaatoa de rit no inventario a- que se
proceden por morta do teneete-eoroeel Moraes
a j l val maita tempo deeorrdo depois de
lindo o prasa para cumprtmentodateatamenteiro
sem que' teoba se tomado contit, tem qae se
taaba talvez dita ama s mtssa par alma da tes-
tador !H
E com a morte de D. Brites est Duarte (rula-
do todos os baos existindo orphios legatarios na
quantia de seis contos de ris e pela proteccio
que Duarte ostenta diz alto e bom parUagnez que
pagar oo anno daa favai.
E os reodimeotoa doa legadas tem servido psra
iustaurar 'processo sos legatariet, meti-los os
cadeis, e leva-tos a sepultura como j foi Manoel
Goncalves.
Nos ltimos diat de margo Duatte valia a mim
e com mi poderosa ose abre a priao.
E como foi ? I dirai.
Duarte i aventara ate na poste de Inhaman co-
mo depositario, nio obxUW-nao opaaar um
real liquido, manda.bascar um asa protegido de
natne Manoel Ramiro da Cvala que j tiuha si
de-feilor do eng^nho Inhaman em vida da viuva*
Este homem trabalbtdoreaustero tiuha coutra
si irritado a fabrica a ponto de ser um. dia no
servico'acoitado pelos negros que o acabaram so
nao viesse em seu auxilio um escravo.
Assim que Ramiro saemio a eiloria todos os-]
qae sabiam da surra que tinba apanhado ditse-
ram Ramiro nao faz bem porque agota que os
seahores sio muitos, tslvez Ramiro apanbe mul-
tas surras dos negros.
E na verdade pouco depois Ramiro ferido por
F, Dragn, 1,900 saceos coajAOOO amabat *m
estucar. ,. ^*%*
Brigue naetorui fi^Nla. para *.bo*. carra-
J^Bk? -.
Loyo 4C. 20 saceot com 1.S0O
liria, 5 barriquinhat com 23ar-
de atsacar.
nacional Recife, para a Rio da Frata, car-
regacam :
Manoel Gongalvet da aalv*. 164 barrcaa com
1,271 arrobas ae assoaer.
Pslhabote naciootl Ariuta, para o Rio da Prs-
ta.carregaram: ~ -.;-
Amorim Irmaos, 50 barricat com 8(3 arrobas
de aasewer.
Joaquim Jote Alvet das Nevet, 1,500 cocos
com csea.
Bwraaosjalorla de rendas Internas
Ssaraten de Pernambaeo
KaatUBsento do dia t a 3 4:191|435
Id.m da dia 4....... 943*376
5:1335831
tanmiado
Renflhnnto do dial a
dem da dia 4 .
provincial.
8084
2:84
10:916*824
Movimento do porto.
-> -.-
iYames enlradot no dia 4.
Rio de Janeiro 21 din barca americana Elf, de
323 toaeladns, caaaiao E. S. Penclfiy, equipa-
gem 10. em laaUo do cal; Rostren Rooker
& C veio receber ardaos e aegsaa patg PhUa-
delphia.
Ctrdiff46 dias barca fraocezt Marf Nietlt. de
237 toneladas, espitao P. Mayoard, equipagem
12 carga carvio de pedra a Scoil Willsoo C
Dundee55 dias brigue inslez Nadeyda, de 241
aaladat. capttao Hagh Iogs, equioagec 11,
|t carvio de pedra ; o*dem.
Porto53 diat brigue puriugue* Eiperanoi, de
182 tonellaJas, capitiu Lourence t'.-manoes do
Carino, etiulpagem 16, carga cebollas batatas e
. oulros gaseaos ; Marques Barros & G.
favia tahio n inetrna dia.
Rio da PrataPatacho holiandez Johe,*na Louia
capitio Drtela, earga assacar.
Oh 1 que tiro Est Duarte como quer e lo-
go me vio autor raaadudo matar, protestando
matar, ou jursada que ha vi dar m a Ramiro
por ser agute aeu indignado assassino por Duarte
este mandou logo espaltlar queaem remitsao Fer-
nando ou marinha me etiieravam.
Innocente med a. altura da perversidade do
moastro que me quer tragar.
Nio qaz ogir a dispui-me a, ser arrasiado
para onde me podesse conduzir meu incaosavel
perseguidor.
E no dia 1* da abril do correte me foi inti-
mada a pitaie por ordem do Illm. Sr. Dr. chafe
de polica.
O offtciat que rae preodeu o intrpido B >rges
Leal que me.fez recolar a immunda enenoria
da cadeis delgnarast, ah pastei urna noite no
lixo.
Cmo o calceta passel a noite esperando passard
Por ordem do Illm. Sr. iospector, te faz pu-
blico, que, no prazo de tres das,-contados rjesta
data, sei levada hasta publica, na porta desta
alfaodtga, depois de meio dia, 6 almofadinha-
para pregar altlnetes, no valor de 500 n. ced
urna, 3j>(J0O ; 6tj4.livno.hos de papel para cira
ro, na valor IDts. cada um 69640 ; 12 duztarde
apiles de oaaa, dazia 600 ra.. 7ffi00rs.; 1 bote
com trastete uso no valor de OjtJW rt., quefo-
ram apprehendidos no mar pelo commandante
do lerceiro posto fiscal, viado de bordo do brigoe
portuguez uRelmpagos. ,r,
Alfaodega de Pernambuco 2 Je abril de 1862.
O 1* eaeriptu tarta,
Firmino Joa de Olivelra.
O capitio Jos l.uiz Pereira Jnior, cavalleiro
da imperial ordem da Rosa, e juiz de paz do.
terceiro anno com exercicio no segundo, da
primeiro dislricto da freguezit do Santissimo
Sacramento do bairro de Santo Antonio da ci-
dade do Recife da provincia de Pernambuco,
era virtude da lei, etc.
Fago saber aos que a presente carta de editos
virem que por parle de Joao Casemiro Gouveia,
me foi feita a peti(io do theor seguate :
Illm. Sr. juiz de paz.Joao Casemiro de Gou-
veia quer chamar a conciliario a este juizo a
20 coreares para inferiores.
r.&8uaiv>. .
Para oalmaurifado do arsenal da guerra.
fr arrobas da lata a lecQol de M ltbras aa-
da um.
4 arrobaa de dfto em dfto de 17 ditas-
Para a complnhia flxa do Rio Graade do Porte.
10 covados de casemira verde.
Para os aprendizea atanores do araeoal da guerra.
20 resumos de historia do Brasil por Salvador
Manrique de Albuqoarque.
30 Simio de Mantua.
eOeconomi da vida humana.
80 rosamos da doutrina elitistas.
80 cartas de A B C.
110 laboadas.
Para o quarto batalho de artilheria a p.
6 resmas de papel almac".
6 canas coas peanas de acc
2 caivetes para aparar pennas.
6 duzias de lapia de pao.
6 garrafas da tinta preta.
6 compendioa de arithmetica por Avilla.
Segundo batalho de infantaria.
6 resmas de papel almsco.
6 caixas de pennas da aro.
200 peonas de ganso.
2 caivetes.
6 lapia de pao.
6 librea de aris preta.
30 eollecces de cartas para principiantes.
36 tabeadas.
12grammaticas portuguezit por Monte-Verle,
ultima edicto.
12 compendios de arithmetica jor Avilt.
' 12 paulas.
94. traslado*.
6 peflraa pata estriptas.
12 lapia de pedra.
6 garrafa da-tinta preta.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
propostas em carta fechada, na secretaria do
conselho, s 10 horas da maohia do dia 9 do
correnle niez.
Sala das sesses do conselho administrativo
psra fornecimento do arsenal da guerra, 3 de
abril de 1862.
Antonio Gome Leal,
Coronel presidente interino.
Francitco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Correio.
Pela admiotstrscio do correio desta cidade se
faz publico que boje (5) pelas 3 horas da tarde
em ponto sarao fechadas as malas que deva eon-
duzir o vapor costairo Persiaaoga com deatiao
i Macei e portos intermedios.
Para
ida

Rio de Janeiro,
a barca nacional Amelia pretende seguir casa
muita brevidada, tem parte de aeo carremsaeata
a burdo ; para o resto que Iba falte, irata>-sa>-
com os seus consignatarios Antonio Laiz da Oli-
veira Azevedo& C, no seu escriplorio, ruada
ruz n. 1.
Segu"e|para o Aracaty o hiato Exhalarn ;
para carga e paataaeiros trata-ae a ra da Ce-
dis do Recife, primeiro andar a. 28.
Rio Grande do Sul polo Rio de
Janeiro,
segu em breves disa'o brigue nacional Leio,
por ter engajada a maior parte da aeu carreaja-
mento : traia-secom Bailar & Oliveira, na ra
da Cadeia do Recife o. 12.
COMriNHU PUIUMBUCall
as
Navegatjo costeira a vapor.
Ha vendo cetsado os mot'vos pelos qaaaaaa ti-
oha alterado a sabida doa vapores dsia corapa-
abia, cooiinwario a sahir para o norte a 7 a 22
do cada mez.
Nao pudendo porm cootar com a chagada da
vapor Jaguaribe a tempo de poder sabir deatav
vez 7 tahir para o Ajaraca corr malta palpa
portasiniermeiies no da lDdocorrete s Sha-
ras da tarde. Recebe carga at o dia 9. Encom-
mendas dinheiro e passageirot al ao dia da
sabida t 2 horas : etcriploro laase di Ai
blean. 1.
THEA.TR0
BE
Saota Isabel
^ *
Ultimo, espectculo da com-
panhia acrbata.
Para iisboa e Porto.
Pretende seguir para os doas portos acias*
om maita bravidade o veleiro besa conaactda
brigue nacional aEugeoiaa, capitao Manoel Eia-
quiek Miguis, da primeira citase e primeira mar-
cha, pregado a forrado de cabra, tem parta da
Seu carragamento prompto : para o reato qua
lhe falta, trata-se com os seua consignatarios
Antonio Luiz da Oliveira Azevedo & C no a*
eacriptorio. rus da Craz n. 1.
PJk
Rio de Janeiro
Pretende seguir com multa brevidada a velei-
ro brigue nacional Veloz, tem parle de aea
carregamelo prompto psra o resto ejoe lhe (alta
trata-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C-. no seu escriplorio ra
da Cruz n. 1.
"'1
dias, e'aoasYven~d~rea^a*im Par" que amigavei-
de Duarte. mente lhe pegue a quantia de 8:9989290 e os
4o dia 2 fui condezido aeafcOdcidade a secre-i respectivos juros, importancia de urna escripturs
a de polica e abi interrogado em segredoflde. obrigacao e hypetheca ja vencidos, requer
palo jurisconsulto delegado que uao quiz que.
meu advogado assistlsie ao ioterrogatorio e ssoj
talvez pelo novo principio juridico de que a uli-,
lidade do a/fastamente do advogado e$l na ne-J.
ct+idade de fazer rerettntas cpate de compro-
imiier o innocente chaado a policia que y aer;
um individuo, por que houve um crime que dtv*\
r punido.
Depois do interrogatorio fui recolhida aveasa dea
deteo;o onde estou at hoje sem saber qual se--
ritmen deatiOO.
A o es de concluir a prosete direi indalam-
be*) foi presa Amaro de tal escravo qua foi d
caaa de Jos Duarte e dejenor a ti uoo_
No engeoho Desterro (termo de Iguarass)
Amato declarou peraute o rendero o Sr. Amo-
nio Luiz Ferreira da Cunba que tinha fdito orna
moric em urna mu'her por ordem de Jos Duarte^
seu seahor.
Amaro tambem declarou parante uiuas pes-
soas, e o Ilustre magistrado que est dirigiodo
policia nao deixar Impune um fado tal [se nao
fr urna calumnia contri Duarte) eu o espero por
que muito confio na imparcialidade do Sr. Dr.
Vaz Csrvalhaes que sabe que a espada da jusiica
na degolta o fraco para salisfazer o forte.
Cata de detenco 4 de abril de 18S2.
Columbo Peretra de iloraes.

NOVO B.N0
DE
l'l HWvlItMO
O novo hd neo paga o 8
2^( por accao.
dividendo de
Praca do llecife 4 de
'abril de 1862.
\s cuatro horas da larde.
Colacdes da junta de co pretores.
d. por 10000.
Cambio.
Sobre Londres -90 d[v 26
Proteo.
Assucar de Macei para Liverpool31(0 e 5
0|0 por tonellada.
Algodode Macei para Liverpool 5(8 d. e
5 0|0 por libra.
,

J. da Cruz Maeio presdante.
John Gatissecretado.
Ao publico,
OSr. Jote Paulo do Reg B mado a dar-se ao prlo. Nao teoho tal costume da de meu irmio,
merca me coovm eatrater urna polmica peloa 'quasi me fazer perder paciencia depois que re-
do que o Sr. 'cebeoos cincoenta mil reit para jurar falto con-
jotaaet, anda com gente melhor
Jas Paulo.
Nao quero porm deixar correr livremente a
peana, oo a liogua do Sr. Jos Paulo quaodo se
tratar dos actos por mim priicados, como fu ac-
cionario ptrarite-, porque a respeito desses devo
eu ao menos urna explicaco ao publico. E' essa
explicado que me proponho a Jar cqm relacao
ao que contra aaim esereveu e publicou o Sr. Jos
'julo na Diario de Pernambuio, de honiem.
Um sibrioho do Sr. Joa Paula, teodo sido
protestado, e condemnsdo uous mezes de priso
per crime de iojarias verbaes, tinha de reco-
Iher-ae a eadei* deeta villa para cumprir a pena
imposta, maa sao querendo o Sr. Jos, Paule que
en sobrinho, que elle nao tingara livrar. nem
oo juizo municipal nem comooracurao aaap^el-
iacao inUrpoaU para o digno juiz da direito da
comaroa, tara aria se a nena muaica arieo fecha-
da, onde devem aer conservados os criminotot
ertteneiadoe, eaereveu-m* ama carta pedvndo-me
que deiaaaa qua a die art aebrinbo cumpriase
a poa aa ala liara, que fice no pavimento supe-
rior do edificio, a que nao tem, cama tado sa
alian de tea,
Itendimento do da 1 a f .' *.
rnanj do da 4 '. .
88.931*116
13.242686
102.1741802
fovltneuto da ajfandesga.
Velamos entrados com fazeadas,. 167
> om gneros.. 343
Vela mea
c
aahldos
>
om fszendas..
com gneros..
510
79
2*4
JB5T. 323
Ira mim.
No termo de Ignarasa, para onde fez seguir
o Dr. Alinear as petic,es da queixa, provei a to-
da luz qne s o doloe malicia iospiraram contra
mim este procedimaotoe laes tora maa pro vas fe-
las oos autos que|o Ilustrado e lodepenoente Ur.
promotor de Oiinda e Iguarass diste em sua
promocio que os depoimeotos eram coostrangi-
dos e fui deaproounciado juntameote com meu
irmo.
O summsrisaimo termo de seguranza foi a-
bandooado depois que produzi mioha defeza e
mostrei queseado innocente ers victima de um
ardil.
At aqu sem contar os insultos feitos para
perier-me.
Cssliguei um escravo meu, Duarte fez com
que fotse eu chamado a polica para apreseplar
o escravo.
E aasim teoho soSrido sem cessar tudo quanlo
capaz de (aser o traidor que nlo se ouaa se-
co mmetter de (reate.
Em Janeiro deste sano fui val pensado perd
Descarregam boje 5 de abril.
Barca iogleza Ronder merca dorias.
Escuna ioglezaCoileidem.
Barca francesaOccidenteidem.
Brigue suecoTritnfarinha de trigo.
Barca americana Cordeli.idem.
Polaca hespanbolaMara Lloberascarne.
Patacho italianoHarcelioocemento.
Exporta t^fto
Do da 3 de-abril.
Brigue inglez Glaucas, para Liverpool, carre-
garam :
Augusto M. Machado, 400 arrobas de ossos.
Barca franceza Au, para o Havre, carrega-
ram :
Tisset (reres, 800 saceos com 4.000 arrobas da
assucar.
Brigue hanoveriaoo Johanne, para o Caotl,
carregaram :
Kaikmann Irmaos & C, 900 couros salgados
com 25,346 libras.
Bares portugueza Despique II, para o Porto.
carregaram :
Ferreira & Louriro, 20 pranebdes de viuha-
tico de dous costados ca la um.
Barca portugueza Silencio, para o Porto, car-
regaram :
Henoel IgosciO da Oliveira & Filho, 150 saceos
com 750 arrobas de Besucar.
Manoel Ferreira da Silva'Tarroao, 50 (ecos
com 250 arrobas de astncar.
Barca braslletra Travtdfa, para Lisboa, carre-
garam :
poit, a V. S. se digne de o mandar citar para a
primeira audiencia com a pena de haver-te por
oso conciliado no Caso de nao compatecimeoto,
dando o escrivo a declaraco do resultado. E por
que o aapplicado oo se ache nesta cidade, e nem
se saiba o lugar para onde foi, requer tambom a
V. S. se sirva de admitti-lo a jpsiincar previa -
mete a incerteza deste lugar, afim te que pro-
vadea qaanto baste se proceda a cilsfio per edi-
tos. Pede a V. S. assim defira. t. R. M.Fon-
seeav
Na.qual peticao deio despacho seguinte :
JuabOque.Primeiro dislricto de Santo Anto-
' nio 2.de abril de 1862. Pereira Juuior.
EmTvirlude do qual despacho se peocedeu a
inquiricao de testemuohas que depozeram tob o
juramento dos Santos Evangelhos a respeito da.
ausencia e incerteza do lugar da residencia do
justificado IMmiro Baplista de Souza, e sendo
ludo aoloado e preparado me foram os autos con-
clusos, o por mim lidos, nelles profer a tenien-
te da theor seguinte :
Julgo por seolenca a josiiScacao de folhat pa-
ra produzir seus effeitos ; o escrivo passe a car-
la requerida com o prazo de nove das, e pague o
juslificaote as cusas. Primeiro dislricto o a fre-
guezie de Santo Antonio 3 de abril de 1862. J.
Luiz Pereira Jnior.
Nada mais se conlioba em dita sentenca dada
nos autos, por torga do qual se psssou ao juslifi-
caote o presente edital com o prazo de nove das
pelo qual se chama e cita o referido Belmiro
Baplista de Souza para que dentro dos ditos no-
ve das compareca por si ou por teu bastante
procurador, para se proceder aos termos de con-
ciliario oa forma da petico ; e a qualquer nu-
tra petsoa para que faca saber deala meersa cita-
Qo, afim do que elle nao Oque indefeze. O por-
teiro interino deste juizo publicar este nos lu-
garea meii pblicos deste dislricto, e o afiliar
passaodo cerlido em forma.
Dado e paseado nette primeiro dislricto da fre-
guezia do Santissimo Sacramento do bairro de.
SbbIo Antonio da cidade do Becife, provincia de
Perosmbuco. aos 3 dias do mez de abril de
I82.
E eu Joaquim da Silva Bego, escrivo que o
escrer.T-Jos Luiz Pereira Jnior.
Ao sello 300 rs. Valha aea.sello ex-causa.
Pereira Jnior.
E nada mais se con ti o ha em dito original a que
me reporto a dou f. a vai a presente sem cousa
qua duvida faga na forma do eslylo, a por mim
tmente aab*cnpa e asaigoada. Primeiro dis-
tricio da (reguezia do SaniiaScflao Sacramento do
bairro de Santo Antonio da cidade do Recife, pro
viocia de Pernambuco, aos 3 das do mea de
abril do aano o nascimeulo de Noaso Seohor
JeiutChristo de 1862, qusdragesimo primeiro da
independencia e ri imperia^Vfasil.-r-Subsare-
vi e assigoei. Etja-f de veraide. O escrivo,
Joaquim de,Stlva Bego.
O Dr. Tristo de Alencar Arara*, ofcial da
imperial ordem da Rosa % juiz de direito es-
pecial do commercio anata cidade do Recife e
aeu termo capital da provincia de Bernambu-
nal o Seohor D Pedro II, quu Ueos guar-
de,,etc.
Paga saber pelo presente, qqe no dia 5 de meio
do crreme anno sa ha de arrematar por venda
a quem mais der am prtca publica deate juizo,
depois da audiencia respectiva, a casa terrea sita
na ra dat Cinco Ponas- n. 57, a qual tem duaa
portas de frente, duaa salas, doua quartos e co-
zinha na sala dedetraz, avaliada em 1 000# ra.,
acha-sa penborada a Manoel Cimillo Prea Fal-
co, e vai a praga. por execuco que centre, o
mesmo encaminham Qamargo & Silva, e na falla
te licitantes ser arrematada pelo prego da ad-
judicado com o respectivo abatimenio da lei.
E para que chegue a noticia a quem coovier,
mandei passar editaes, que sero a (Tizados nos
lugares do costume e publicados pela imprensa.
Dado e passado naala cidade do Becife de Per-
n^mbuco aet 25 de. margo da 1861, quadragesi-
mo da indMeadenc e do imperio do Brasil.
Eu, Maooel de Carvalho Paes da Andrade, es-
crtvo o subacre.ti.
Trislao de leacar Araripe.
Sabuado de abril de 1802.
EM BENEFICIO DOS JO?ENS
Lindo Amor e Alberto
Freir.
A campanada acrbata tem a honra de apre-
sentar ao Ilustrado publico desta cidade um es-
collado e variado espectculo, em beneficio de
dous de seut merabros, que melhur tem agrada-
do, como proal de gratido.
Primeiro quadro.
COBDA FORTE HOBISONTAL,
na qual o joven Lindo Amor far diversas erolu-
coes dignas de sua tenra idade.
Em seguida mademoiselle Carolina executar
lindos pasaos de dansa, terminando pelos saltes
da dama.
Madama Preire dar Gm a este quadro dau-
aanda a G A VOTA, a executando sorprendentes
equilibrios.
Segundo quadro.
AS PYRAMiDES DO EGYPTO.
sobre garrafaa, Cddeiras n bacas, executando o
joven Alberto o mais dlfilcultoso equilibrio que
se pode fazer nesle genero, coUocaodo a cabega
sobre urna garrafa, aem auxilio de mo3 e dispa-
rando duas pistolas ao mesmo tempo.
Terceiro q uadro.
OS JOGOS ALCIDICOS
executados pelo jo>eu Hyppolito, terminando
com o moinho de vento.
Quarto quadro.
OSJOGOS MALABARES
com balas, copos e punhset, pelo joven Alberto,
sobra O o de Arcbel (rame).
Quinto quadro.
EXERC1C10S GYMNASTIC03 E DE DESLO-
CACOKS.
por mademoiselle Carolina' e os jovens Hyppolito
e Lindo Amor.
Sexto quadro.
O PASSO STYRIANO
daosado a carcter com msica e traies anlogos,
por mademoiselle Carolina e joven jfcberto.
Stimo quadro.
Terminar o espectculo a preciosa e arriscada
Rio de Janeiro
pretende seguir com muita bravidade o brigue
escuna Joven Arthur. tem parte de sea carre-
ga ment prompto : para o reato que lhe ratta,
trata-se com os seus cootignttsiios Antonio Luis
da Oliveira Azevedo & C, no seu escriplorio- raa
da Cruz o. 1.
Para^Lisboa -
Se acha proposto o bem conhecido brigue por-
uguez Relmpago. Tem a maior parte da
carga engajada e para o restante e passiRairoo a
quem offerece boas aceomraodagoes ,. trata-ae
com o coosignatario Thoraaz de Aqnino Funseea
na ra do Vigariu n. 19, primeiro andar.
tara Lisboa c Porto.
A nova barca portugueza Detpique II, capi-
tao Mtnoel Lopes Duarte, de primeira claase. ror-
rada e cavilhada de cobre, vai sahir com toda a
bravidade per j ter parle da carga, e para o rev-
io a, passageiros que lhe taita, trata-ae com Per-
reir de Laureiro, na travesea da Madre pe Deoa
0.10, ou com o capitao na praga.
Pa-a o Cear
o hiate aGaribaldi, meaire Custodio Joa Van-
os, sthe impretcrvelmeote no dis 6 dn coirenta
com a carga que tiver: a tratar com Tasso lr-
mot.
Para a Babia
A veleira e bem conhecida escuna nacional
Oarlota pretende seguir com muita breida-
de, tem pane de aeu.carregamenlo prompto ; pa-
ra o resto que lhe falla, trata-se com os seua
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
A C no seu escriplorio ra da Cruz o. 1.
Par em direitura.
Sabe brevemente o bem conherdo o veleira
brigue escuna Graciosa, capitio Joao Jos* de
Souza, por ter parte do aeu carregameoto contra-
tado : para o resto trats-se com os consignata-
rios Almeida Gomes. Alvet & C, ra da Cruz nu-
mero 27.
sobre,urna cerda detde o palco at a quarta or-
dem de camarotes, por madama Freir.
Principiar,s 8 horas.
E' este o espectculo, formado dos melbores
trattalhos do repertorio aa companbia, que os
beneficiados tem a honra de oerecer ao respai-
la ael publico desta cidade, do qual esperam a
Coolinuajao do acolhimeolo e geoereaa proffiego
que tem sempre merecido, assegurando-lhe des-
de ja qae em seus aorages pequeninos haver
sempre em grande quanlidade gratido e reco-
nhecimenlo, para aquelles que os acolhem cum
applausos.
O resto dos bilhetes acham-se i venda no
theatro.
Dearaco*.
Coaselho admDistrativo.
O conselho administrativo, para forneeimaalo
do arsenal de guerra, tem de comprar aa objectos
seguales:
Para o dcimo batalho de ioftntaria de primeira
liona.
t caivetes.
6 calas com-**** de aoo.
6 garrafa* de tf/iVpraU-
6 libras de aris preta.
6 resmas de papal almsco pautado.
A*i*os mantaiMOs.

Para Lisboa.
At o dia. 2 de abril pretende seguir psra Lis-
boa o veleiro e bem conhecido brlgae nacional
Eugenia, de primeira marcha e primeira claa-
se, s recebe alguma carga miuda a paaaageirot
para os qoaea tem exceUentea commo ios : tra-
ta-ae com os seas consignatarios Antonio Luiz
de Oiiveira Azevedo & C, ne sen escriplorio ra
Rio de Janeiro
O bem conhecido a veleiro brigue nacional
Almirante pretende seguir con muita brevida-
de, tem a bordo parte da sen eatregament ; para
o resto ojie lhe (alta, trata-se com es seus con-
ignatartos Antonio Lniz de Oltveira Azevedo &
C, no stu escriplorio ra da Croa n. i.
Para. '
Q palhaboU Sobraianse recebe caraa a frase :
a tratar com CaeUao Cf riaaa da C. M. A India,
no lado do Corpo Santo n. *3.
COMPAMM PERKAMBCCalU
DK
^aveg:ic;iocosleiraavapr
Macei e escailts.
O vapor Persinuoga, commandante Moura,
sahir para Macei e escales no dia 5 do corra-
le mez de abril as 4 horas da tarde.
Recebe carga al o da 4. Encommendas alera
dia da aabida ao meio dia e passageiros at as 3
horas: escriplorio da companhia largo da As-
sembles n. 1.
Advarte-se que neohum passagairo ser reca-
bido a bordo sem bilh-te rls gerencia.
Est a carga o palhabote Santa Luii* >
para Prahioa, Rio Grande do Norte e Asad:
quem quizer carregar no mesmo ou fretar. diri-
ja -se s seus consignatarios Molla & Rlbeiro, na
rus do Imperador n. 81.
La'ta.
LEILAO
Para liquidadlo.
A 7 DO CBRENTE*.
Cancanas & Dubourcq faro loiMe por iater-
vengo do agente Oli'eira, da diveraidaOe do
pannos prelos e de cores, chapeos de sal do so-
da para homem e para senhora, meiaa da algo-
dio compridas e curtas, manteletes de 016 o man-
tos oulros srtigos para reslisar cuotas:
em seu ar-
3 Seguuda-feira 7
iocrrente, as 10 horas da manba,
mazem, roa da Cruz do Becife.
LEILO
Cognac e chan.paii.he.
TERQA FEIRA 8 DO CORRENT&.
Rotho & Biooulac farao leilio por lalervaacjPa
do agente Pinto e por conla e risco de quem per-
leacer de 48 canas com cognac e 20 canas cam
ohampanbeda melhor marca conhecida, s 1f>
borts do dia cima mencionado, Jaita ao ara
ezm do Sr. Annos em irania da a.iaadaga.

LrJjJS?5*"
-*r


7
duwo ** ma^ww. fy,&*ui+mm *t,
s^-
Avisos diTewos.
j-----------------------------------,
Ama deleite,
Precit-io de urna mulher aem filho pata asoa-
mwlir umacrianga dedous metei, paga-se bem:
a tralar Da praca do Corpo Ssnlg d. 19.
Grande laboratorio de la-
vagem.
Os dono* dos nmeros abaito mencionados
podem mandar buscar as roupas que esto prom-
ptas : 343. 342. 212. 3.11. 243, 256, 352,146, 316,
228, 271. 87, 246. 249, 237, 129.
-
INGLEZ.
Novo Me'thodo para aprender lar,
a escrever e a fallar lglez em 6 me
zes, por fl. G. Ollendorff: 1 vol. in 8-
encadernado. Vende-se na ra do Quei-
raado, loja de fazendas, n. 18.
Jos Soares d'Awvedo, protesgor
de lingoa e litteratura nacional noGym-
nasio Provincial de Pernambuco, tem
aberto em sua residencia, ra Nova de
Santa Bita n. 47, as aulas de
GEOGRAPHIA E HISTORIA
LINGO A FRANCEZA
PHILOSOPHIA
ORATORIA E POTICA.
As aulas sSo todos os das uteis de tar-
de : come^am s 2 horas, e acabam s 7.

i-.
hKUA 2J0 QEIMADO H'M
INPERI4L INSTITUTO
DE
Nossa Senhora do Bor Conselho.
meio-pendonistas
naturesa do estado a
-
4
m
O Dr. Joaquin de Aquino
Fomeca esta' residindo' por al-
guns dias na ra da Aurora n.
74, e pode ser ah consultado
das 6 as 9 horas da manhaa, e,
em casos urgentes, das 3 as 5 da
tarde.
I
IOT
As rodas da sexta parte da primeira
lotera a beneficio do Gymr>asio Per-
nambucano andarao impretervelmente
no dia quinta-feira 10 do corrente,
no consistorio da igreja de N. S.
do Rosario de Santo Antonio pelas 8 Ij2
horas da manhas. Os premio de
4:000# at os de 8$ serio pagos nesse
rnesmo dia da extraccao de urna hora
da tarde por diante, e os outros no dia
seguinte logo que se tenha feito a dis-
tribuicao das listas. Os bilhetes e meiot
bilhetes achante a venda na thesoura-
ria das loteras ra do Crespo n. 15 e
as casas commissionadas do costume
at a yespera da extraccao as 10 horas
da noite, e no dia somente na respecti-
va thesouraria at o momento de an-
da rem as rodas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza
SYSTE MA MEDIC0H0DELL0WAY
, PILLAS HOLLWOYA.
rista ineslimavel especifico, composto inteira-
menle de hervas medicinaos, nao contra mercu-
rio nem algnma outra substancia delecteria. Bei
nigno maistenra infancia, e a complei^ao mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na compleigo mais robusta
entecamente innocente em suas operacese ef-
ftilos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
que sejam.
Entre milbares de pessoas curadas cora este
remedio, muitas que j estavam s portas da
raorte, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a saude e forcas, depois de ha ver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais alictas nao devera entregar-sea des-
esperacao; fagam um competente ensaio das
efficazes etfeitos desta assombrosa medicina, o
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
Aara qualquer das seguintes enfermidades:
Febrelo da especie.
Gotia.
Hemorrboidas,
Hy.lropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infla mmac5es.
Irregularidades de
menstruac,ao.
Lombrjgas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Absirucijo do ventre.
f hiysica ou consump-
co pulmonar.
Retencio de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
. -
Sai-m2Si SSfple2 .b"""c0 6 PDD0 **. I. 80 35*. taaacoi maite to
faitaa a 25g, 28, 30| e 35g, paletol* acaaacadoa de panno preto da 16 at XSJ, ditos de ca.etoira
da cor a 15, 181 e 20*,. patstota saceos de panno e caaemira da 8 at 14, Hites saccoa de alpaca
m enn a la da 4 at6, aobM de alpaca e merino de 7at 10, calcas pretaa de caaemira da
8 al 14J, ditoa de cor de 7 at 10$, roapas para menino de todos oa tamaohos. grande toril-
ment de roupaa de brlns como leiam calcae, paletoU e colletas, sortmento de colletas pretos d
tetim. easemtr e velludo de 4 a 9f, ditoa para caeamenlo a 5 e 6, paletola brancos de bra-
mante a 4e 5f, calca brancas mallo finaa a 6|, am grande aortimenlo de (azendaaflnis e mo-
derna!, completo sortmento de casemiraa iogleaa para hornera, menino senhora, aeroalas de
hnho e algodao, chapeoa de sol de aeda, luvas de seda de Joavio para homem a aanhora Te-
mo urna grande fabrica de alfaiale onde recebemos encommendas de grande obra, que par
isso eit aendo administrada por am hbil mestre de semelhante arte e um pesaoal de mai d*
cincoenta obreiros escolbidoa, portantoexecutamos qualquer obra com promplido e mai barata
do que em outra qualquer casa.
. .N,lle ealabelecimento, i ra da Aurora n. 50. recebem-se pencionistas e
at a Idade de 16 anDos, a eitudaotee externos da toda a idade.
Ascoodices da admisiio variam segando a classe do recipiendo e a
que te destina.
2 'D,i?o. ..*-. -r?sJeU."-g' comprehendendo leirara, calligraphia, pelo ytema de Adler, arilhmetica
aseoperasoea),doutrioa enrula e elementos de civilidade, grammattea portuaueza e nocoes de
R!K2S i.uM"aUlDa. francesa a inglesa, geographia e historia, rhetoTiea e potica, pniloio-
phia racional e moral, arilhmetica (at logaritbmos) geometra. aberto. logo ?,T '.um.* *"" a"''' ** ** "**" e 0"'*> *> *** q-e .lo
reMbe0. commoda^es necessariaa para
SSSIBgfeygy d, Pciooiat#a. e pelo seu esUdo de aceio e pela aituaco preenche to-
das ae coadicsoe da hyglene e de commodidade paca os alumnos externse meio-pencioniata.
cidadA ilo-Su 2 ?Ub*UcBaoto,x ,ue ha 0erc,a "Doa lm ">t.do ao an.ioo da mo-
." !? *< e qae capa, teodo recebido allimameote de S. M. o Imperador a
teEJ^ 8l,DCl?d0 od" Isspertae.. e do titulo de-Imperial- par. o aeu dito e.ta-
Deiacimento. queja entrn no quarto aono de exitenca, comprehende que deve enidar todos oa
seu. extorco pira manter do -Inatituto- o crdito qae tem adquirido.
Mtencao
blleo, qae se madou da roa eitreiU do Rosario
para a do Imperador o. W. aooda Wde ser are-
carado para ssograr, tirar dentos. oa linear e
calcar os mesmee, para applicar entosaa e bi-
chas, tudo com perfaigo e delieadexa, e taaibaaa
ae alugam e vendem-se excellesrfes bich.a de
H.mbargo as melhore qae h. no aresele.
2 oe
O Dr. Casa-Nova, mudou o #
na cousultorio homeopafhico da S

Attencao.
i
Jos Bento Nery da Silva, cidado Brasileiro,
precisa a bem de seu direito, que os Srg. Vuva
Antanes & Filbos, Ibes declarem por este jornal,
qaal toi a aua conducta moral e civil durante o
tempo em que estave aos aeua servgo*.
l\ovo paquete das novidades
,> 23-Rua Direita-23
Nesle novo estabefecimento achar o publico um grande lortimento tendente a molhados
ludo por preco mata barato do que em outra qualquer parte :
Manteig ingleza especialmente eacolhida a 800 e 960 rs. a libra.
Dita francea a melbor do mercado a 720 rs. a libra.
Queijos flameugos ebegado no ultimo vapor a t800e 31.
Cha hyson e preto a 2 e 2*880 a libra. ,
Vinho engarrafado do melborea autorea a 1 a 1J200 a garrafa.
Vinho de pipa proprioa para ptoto a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial doa melborea autores a 900 r a libra.
Ameixaa portagueraa a 480 rs. a libra.
Paatas muito novas a 500 rs. a libra.
Lataa com bolachinhia de difireme qualidades a 11400.
Comer vas inglezas as melborea do mercado a 800 rs. o frasco.
M.ssas, Ulharim, macarrao o aletria a 440 rs; a libra.
Gerveja das melhores marcas a 560 a garrafa.
Genebra de bollanda superior a 500 ra. a botija.
Velas de carnauba a 440 rs. a libra.
Ditas de espermacete a 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320 rs. a garrafa.
Arroz a 100 e 120 ra. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra.
Touciobo de Lisboa a 360 rs. a libra.
Alm dos geoeros anminciadoa achara o publieo um grande sorlimento de am tuda tenden-
te a moinados mais barato do que em outra qualquer parte.

.
lieos.
ccidentes
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de) .
Aslhma.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidade ou extenua-
do.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Desinleria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no Ggado.
Ditas venreas.
Encbaqueca.
Herysipel.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral daLondres n. 224, Stranda, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendom-se as bocelinhas a 800 rs., cada
urna deltas contera urna instruegao em portu-
guez para explicar o modo de se usar desias pi-
lulas.
O deposito gaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutko, aa ra da Cruz n. 22 em Per.
namboco.
Est jusUJ per vend^i a casa| de taipa e as
casioha. edifleada. no fundo da mesma, altana
ra Imperial n. 194, com o S. Jos Francisco
Peraira da Silva ; quem ae julgar credor do rnes-
mo, aprsente aua conta na ra Augusta n.
31. ato no praso de 4 di.s.
Pergoota-se se o Felippe Santiago qae tem
ido chamado a typographu do Sr. Figuerfla, se-
r Felippe de Santiago de Sena, que mora na
ra da Imperatriz n. 42, primeiro andar, cujo
anauncio et encommodando o abaixo assigoado
Felippe Santiago de Sena.
Creado.
Preeiaa-se de um creado capaz e'que d ga-
ranta de aua conducta para tratar de cavallos e
ajudar 00 raai serico do sitio; quem quizar,
dirija-seno sitio do prlo de ferro no corredor
alo Bispo, na frente do palacio.
dociedade tancaria.
Amarim, Fragoso, Santos & G. *acan e lorntm i
aqoei pin a praei de Lisboa.
ARIKIAZEM
ROUP A F
_BB_aa.aa^,
Joaquim F. dos Santos.
40-Rua do Qneimado40
Serauui oa bua Jurga, Aoiunio Joige^ b
D Carolina Leopoldina Jorne Bastos. 6br-
dialmente sgradecem a lodas as pessoas,
que se digoaram acompanhar ao cemiterio
publico, o cadver de aua muito prelada
mai Leonor da Paz Jorge, e de novo lhj>s
rogam de asslstlrem miasa, e memento do
stimo dia qae ter lugar" na egrej do Di-
vino Espirito Santo, segunda feira7 do cor-
rente, as 7 horas da manha, egualmente
pedem desculpa aa pessoas de sua amizade
que por falta de tempo nao foram convida-
*l*e para aquell" arto.
Arremataco.
Por o dem do Sr. Dr. juiz de orphaos
ficou transferida a arremataco da par-
te do sitio Cajueiro, onde existe o hos-
pital Portuguez por execuQo de Mathi-
as Lopes da Costa Mata, contra sua de-
vedora B. Maria de Jezus Cordeiro, para
o dia 8 do corrente depois da respectiva
audiencia, por ter lanzado sobre a
avaliacao o exequente com autonsacao
domesmo iuiz

Defronte do becco da Congregacao letreiro verde.
Neste estabelecimento ha aempre um sortimento completo da roupa falta de
todaa as qualidades e tambem se manda executar por medida k vontada dos fregue-
ses para o que tem am doa melborea professoraa.
Casacas uo panno preto a 405, | Ditos de setim preto
*>
35fe 30000
Sobrecasacosda dito dito a 35$ e 30)000
Paletols de panno preto e de co-
res a 35, 30, 25, 10, 18 e SOjJOOO
Ditos de caaemira de coras a 229,
15J, 12.7 e 9000
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo fraacezas a 10000
Ditoa de merino setim pratos e
de coro a 9g o 8J000
Ditos de alpaca do cores a 5 a 8500
?sg Ditos de alpaca preta a 9, 7, 5 a 8*500
Ditos de brim de corer 51,
4500.4 e r 39500
Ditos da bramante delinho b an-
co a 69,5f e 4000
Ditoa de merino de cordo preto
^ a 159 e 8000
Caiga de caaemira preta ede co-
res a 119, 109, 9f, 79 69000
Ditas da princeza e merino de
cordao preto a 59, 65O0 a 4500
Ditas de brim branco ede cofea a
59. 4500 e l|500
Calcas de ganga da coras a 3f000
Colleta de vellado preto e de co-
_ res Usse bordados a 129,9 e 890O0
Ditos do caaemira preta e da co- -
rea lisoa a bordados a 99,
5*500,5 81500
59000
Ditos de seda e setim branco a 6 e 59000
Ditoa de gorguro de seda pretos
e de cores a 79, 69, 4 a 59000
Ditos de brim e fustao branco a
31500.29500e 39000
Stroula da brim de linho a 29 a 29200
Ditaa de algodao al<500 e 19280
Camisas de peito defustio branco
e de corea a 29400 e 29200
Ditas de peito delinho a 59, 49 e 39000
Ditas dt nradapolao brancaa e de
cares a 89, 2500, 29 e 1J600
Chapeo* pretos de masa franeeza
forma da ultima moda a 10,
8J500 o 79000
Ditos de feltro a 69. 59. 49 e 29000
Ditos de aol de seda ingleza
francezea a 14|, 129, ltf e 79000
Colarinbos de linho mallo Anea
novo feltios da ultima moda a 9800
Ditos da algodao 95OO
Relogios de ouro patate e hori-
zontai a 10#, 90 8fl| e 7OJOO0
Ditos de preta galvanlaados pa-
tente o horizontaes a 409 SOfOOo
Obras do ouro, aderecos e meioa
aderegos, pulcelras, rozetas a
aneia a
Toalhas de linho duzla lOf, 69 e 90OO
Ditas grandes para mesa orna 89 e 49000{
:.*&\:
do
de
as
finado
Paula
pessoas
Os ilhos e genros
commendador Antonio
Souza Lcao agradecem
que se dignaram assistir as exequias
do rnesmo finado e convidam a
seus amigos e aos do finado a ouvir
as missas do stimo dia, na terca-
feira 8 do corrente, urna as 7 ho-
ras da manhaa na igreja da Con-
ceicao dos Militares e outra as 9
horas na capeila do cemiterio.
ra das Cruzes, para o largo da Jk
da matriz de Santo Antonio.
9 n- 2, aonde pode ser procurado
% a qualque hora.
Antonio de Medeiroa. u* mulher,
filba menor aubditoa portaguezas, retiras
ra (ora do imperio.
Precisa-se de am boas eosiaaelro, oa eazi-
nheira, preferiodo-ae escravo : aa ra m Sata
Cruz n. 64.
casa t
rado 2
Attencao.
O abaixo asaignado, ex-agente commercial, pe-
de a todaa aa pessoas que Ibe flearam a dev.r
mensalidades de sua agencia, que lhe queiram
pagar no irrevogaval prazo de 8 dia, contados da
data deale, do contrario me obrigario a laocar
mao das columnas deste jornal ; o rnesmo ex-
agente se obriga a fazer viagem todas as segua-
das-feiras, e tratar de qualquer negocio no Reci-
te, mediante a quantia de 59000 meniaes, pago*
idiaot.do. ; para o subscriptor toda e qualquer
conduego de dinheiro ou outra qualquer cousa
e livre de porcentagem alguma, logo que elle le-
ona pago a sua mensalidade a tempo, do contra-1
no nao gozar deata garanta : em outro qual-
qoer dia o ex-sgeote se encarrega de qualquer
negocio de todas aa pesSoas que precisaren) de
seus ervicos, mediante um ajuste razoavel em
Isla do negocio que tiver de tratar, nunca exce-
dente de 24 horas Escada 5 de abril de 1862.
Bernardo da Silva Cardoso.
Louis Francois Hennequin, subdito fran-
cez, vsi para a Europa,
Gabinete medico cirurgico.
Ra das Flores n. 37.
% Sarao dadaeconsaltas medlcaa-cirarai-
ca pelo Dt. Eatevao Cavalcanti a Alaa-
quarque da 6 sa 10 horas da manhia, ac-
al cudiado ao chamado* com a Balar kre-
ai vidade possival.
% 1'* Partos.
% 2.' Molestia* de pello.
3.* dem do olhoa.
f| 4.* dem doaorgioa geaitaes.
aj Pralicartoda eqa.lq.iei operario _
aj seu gabinete oa em casa dea doantea con-
as> forme Ibes (r mala conveniente.
=1
de ama m. para cotinhar
comprar: na ra do Imperador n. 87,
andar, entrada dlreita.
99
s
t
O Dr. Carolino Fran-
cisco de Lima San toa,
madou-se da ra dea
Cruzas para a do Im-
perador, sobrado a.
17, em frente da igre-
ja de S. Francisco, on-
de continua no exerci-
co de toa profi**2o de
medico.
Caixeiro.
Aos stjnhores homijopathas.
Deejaodo liquidar-sa algoae dabitos. offere-
ce-*e urna botic aoa sensores hemeopalha*. a
qual est provida de todos oa medicamentos que
o applicavei arte, e bem assim rtulos im-
pressos em flojsimo papel, frascos da diveraoa
tamanhos, rolhas de curtica, espirito da vinho do
40 graos, come talvez cinguem tenbs em Per- i
nimbuco, ilgumaa garrafas de srolca, e alguos
objectos mais que por minuciosos nao sao meo-!
clonados, o que se dar o mais em conta qufor!
poaaivel; para ver e trstar, na ra da Palma, em
Santo Antonio, n. 1.
A peasoa que precisar de um cosinheiro di-
rija-se ao pateo do Terca n. 14.
Deseje-se fallar aotfrt.padie Joao Jo. de
Aratijo para negocio de aeu interas.e : na ra do
Encantamento o. 11, acbejf com qaem tralar.
Attetfo.
Preeiaa-se de urna ama aemeote para-cosi-
ohar: na Boa-VisU ra da Cooeeiclo n. 6, pri-
meiro andar.
Aluga-aa o sobrado do Patee do Paraizo,
que faz esquina para a Jravessa. do Ouvidor, a
tralar no segundo andar.
Ha para alog.r-aedoua escravoapara qaal-
queraeivtcr: quem quizerdirija-sea ra estre-
M i3o|Rosw d.,32, primeiro andar.
. Par caixeiro de portaa dentro, ou rnesmo de
ra, se offerece ao Sr. commerciante que preciae
de um mogo portuguez de idnea conduela, mo-
derno no paiz, pratico no commercio e oa escrip-
tura cao mercantil : na ra eatreita do Rosario o.
4, ou na travesa da Madre de Dos n. 11, ar-
mazem.
AUeofo ao furto.
Furtaram da ra da Cadeia do Recife o. 55,
loja de fazendaa de Figueredo i Irmao, urna pega
de gaze de seda flogiodo orgsndys. tendo palmas
soltas Gngindo rosas e urna ramagem miuda de
azul claro ; previne-se pbitanto aoa Srs. logistas
e mais pessoas a qnem for dita fazenda offerecida
o obsequio de apprehende-ls e ao sea vendedor,
que generosamente se gratificar.
Precisa-se de 2009 a juros sobre peohoies
de ouro e pr.la : na ra das Cruzes n. 1.
Na ra da Cadeia do Recife n. 28, primeiro
andar, vendem-so velas e cera de carnauba, cou-
rinho. corlidos e sebo em rama.
Vende-se urna armaco de taberna na
ra Direita n. 27, ptima para qualquer estabe-
lecimento ; a tratar na ra da Praia, primeiro
andar n. 47.
I
Pede-se ao Sr. Joo Gon$ales de Carvslho.out'-.
ora Joo Gongalves de Carvalho Moraea, quaodo
negociava em Mamanguape, que venha ajustar
saas cootas na ra do Qneimado, antes que se
retire para fra, do contrario ser sua passigem
embargada.
F. C. H. Vanden Briok. aubdito Hollandez,
relira-se para fra do imperio.
Monte. Pi Popular Per-
nambucano.
De ordena do contelho administrativo scienti-
fie o aos senhores socios efiectivos que em sesso
de 5 do corrente fui concedido o prazo, a correr
desta dita ao altimo de maio prximo, para aqnet-
les que esliverem em atraso pagtrem aeus dbi-
tos a caixa : assim, pois, sao convidado os que
se icharem nastas circumstancias, e que nao pos-
sam ser encontrado pelo cobrador ou ir casa
do Sr. thesoureiro, a comparecer oa caca das
se as quietas feira* a noite.
Secretaria do Monte Pi Popular Pernambuca-
no 4 de abril de 1862.
Bemjamin do Carmo Lopes.
1." secretario.
' Precisa-ae arrendar um sitio que tenha pro-
porcoes para plantar-se capim e ter se algumas
vaccas, prelenndo se para as bandas doa Afoga-
dos, ou outro logar que nao diste muito deata ci-
dade : na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50.
Aluga-se urna casa na Capunga nova, i
margem do rio, com terreno para planlacoes ou
para ?accasde leite : quem quizer arrendar pro-
cure na ra da Imperatriz, sobrado o. 80, e ad-
verle-se que aluga-se a casa s, ou com o ter-
reno conforme agradar ao pretndeme.
Gasa de saude
NA
Passagem da Magd alea pro
priedade do Dr. Ignacio
Firmo Xavier. -
Aos Srs. agricultores.
Tendo-se de vender algum oa sigan, besa 4a
heranc do finado Jos Fernaado da Gnu aara
occorrerao pagamento das dividas a respectiva
herdeira e inventarente esta resolida a roqae-
rer ao jaizo do inventario ainmis.nan para a
venda do engenho Qui.ombo, conUgao ao raga
nbo Ptotoa, de terrea escolenle*. Par tanta
em quaoto se trata da requerer a respectiva a-
torisacio, os Srs. agricaltoras qaa quizerem eia-
minar dito engenho ou obler iaforaaac5e8 podaaa
dirigir-ie a mesma herdeira no eog.nbo Platea
ou ao seu fllho Joo Fernando da Cruz, raai 'le
raa Nova desta cidade n. 65, segando angas;
Dentista de Pars.
15RuaNova-15.
F redar ico Gautier, cirnrgiao dentista
fax todas as oparacoes desua arte a a co-
kca deotos artifi. iaes, tudo coa -sdela
rioridade eperfeicao que ai pessoas-,ec
tendidas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentificios, etc.
1
Precisa-se alugar lama ama para urna casa
de pones familia : a tratar na ra da Croa o. 21,
primeiro andar, sobrsdo amarello defronte o
chalarlz.
Na ra Direita, sobrado de um andar a. 38.
seceos-de differenies qu.lidades. t.mbem so ar-
ranjam b.odeij.s de bolo.de diil-reotes modele*.
proprios para casamento., bailes, enviudes
com tamos, Qgur.s do modo que forea speUci-
dos, tambem se faz pio-de-16, bolos ioglezeo
rancezes, arroz de leite, pastis de nata da ear-
| ne, podios, pastelees, torta*, tremedeir, a Um-
, bem se faz a comida diaria par alguma pessoa
que precisar, com sselo ecommodo prec*.
i *-** "
j Aloga-se um 4o andar com excellentea"
SJ commodos: ra d. Cruz n 53.
O bacharel Witrbvio po-
ne ser procurado na ra
Nova n. 23,sobrado da es
quina que volta para a
camboad Carmo.
&CTH!(C
Aluga-se a casa terrea sita na cidade nova de
Santo Amaro, confronte ao hospital inglez, com
bons commodos, e bom sitio : quem a pretender
dirija-se a ra do Cotovello n. 8. '
Aluga-se por dia um preto posante para
qualqaer servigo que *eja, porm que durma em
casa de seo aenhor : a tratar na loja da Victoria
na roa do Qneimado n. 75.
Aluga-se urna caaa terrea no principio da
ra Imperial n. 9 : a tratar na raa do Qneimado
numero 71.
MI&
Preciea-se de urna ama forra para casa de pou-
ca familia, qae sirva para compra,. cotinhar e
eogommar: a tratar na ra do Qneimado n. 39
primeiro aodar. '
Preciaa-sede um caixeiro para tabarna qae
tenha pratica e d fiador a sua conducta ; dirija-
e o. Afogados, ra Direita o. 36V7 que achara
com quem tratar.
Na raa Nova n. 52, primeiro-atraar, pretisa-
se singar urna ama captiva oa forra, para o ter
"ico interno de poica familia.
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATniCO
DO DOUTOa
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias atis desda aa 10 hora
at meio dia, acerca das seguiutes molestias :
molistias da mulhtrtt, moluliai da crxan-
au, molestias da ptllt, moUttia* dotolhot, mo
Itstiat syphilit\cas,todat as esptcitt dt /oros,
ftbrtt inUrmitttnttt $ suas consequtnciai,
PHARIACU ESPECIAL H0ME0PATH1CA .
Verdadeiros medicamento homeopatbicoa pro-
faradoa som todaa aa cautela necoaaariaa, in-
alliveisem seus effeitos, tanto em tintura,como
m glbulos, pelo prego mai commodoa poa-
T.1.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
anlcamente vendidos em sua pharmacia; todos
qae o forem fra dellaaofalaaa.
Todaaaacartelraa io acompanhadaa de am
Impresso com um emblema em relevo, tendo ao
reopr as seguinte palavraa : Dr. Sabino Q. L.
Pinho, medico braaileiro. Bate emblema poeto
Igualmente na liata doa medicamentos que se pe-
de, As carteira* qae nao lovaromesaoimpresso
assim marcado, omboratenham natampa o no-
mo do Dr. Sabino .io falsoa
** Precisa-se de um caixeiro com bastante
pr.tica para taberna a tratar na ra do Queima-
do n. 73.
Oa administradores da musas fallid, de Ma-
noel de Azevedo Pontea tendo de cumprir o que
determina o art. 859 do cdigo criminal, convi-
dan) aos credores da rcassa eilblrem oa tituloa
respectivos no prazo de oito. das' conladoa deata
data, devendo ditos titulo* aerem entregues no
esciiptorio de Kalkamann Irmos 4 C., que na
Jcasa da rui da Cruz do Recife n.10.
Neste estabslecimeoto recebe-se doenles de
ambos os sexos e de diversaa catbegrias, ero-
pregando-ae tambem a homeopalhia no trata-
menlo.
PRECOS DAS DIARIAS.
E eravos IfSOO
- 2a ordem 29000
1* ordem 3$00
A tratar com o Dr. Firmo ua ra nova de San-
ta Rita n. 7 aobrado de um andar coofroote pa-
ra -
A VIRGEM DA TAPERA
belistimo romance pelo Dr.
J. C. Lobato.
Cbegaram alguos exemplsres,
e estao venda por 2$ na loja
da raa Nova u. 11.
Joo Luiz Permra Lima faz oubllco que
xou de ser socio da firma Ackwrighl 4 C-. dea-
de o da 24 de mr;o.
S0CIEDADE
L\IA0 BENEFICENTE
DOS
ARTISTAS SELLEIROS
Ena Pernambuco.
De ordem do Sr. presidente convido os senho-
re socios effectivo para, reunidoa em atsembla
geral, empossar ao novo conselho domiogo I do
a ribeira do peixe ou no seu estabelecimento. correte, as 10 1|2 horas da manbio.
Secretaria da sociedade Unio Beneficente dos
Arli^23,Selleiros em Pernambuco 2 de abril da
de 1862.
Auspicio Antonio de Abrea Goimariet.
1." secretario interino.
Eogomroa-se com aceio e perfeico: aa
travessa do Peixoto o. 58, ou na ra Augusta nu-
mero 87.
O abaixo assigoado faz scieote que de oe>
cordo com seus credores tem tratado vendar raa
loja de ferrageos da ra do Queimido n. 32 ae*
Srs. Manoel Francisco de Azevedo e Francisco
Jos de Azevedo sob a razio Azevedo A Irma*.
Do engeoho Boa-vista, freguezia oo Gafe*,
fugio no dia 26 do corrente (marco) om escravo
com os signaes seguintes : Vicente, pardo clare.
idade 25 annos, cabello, .olios, barbad*, roete
descarnado, tem falta de um dente na frente, al-
to, pea largo*, dedos irregulares, official da ea-
rapina e pedreiro, e Irabalha de altetaie : qaeat
o capturar eo conduzir ao dito engenho serd aeaa
recompensado.
Quem tiver urna escrav Oel qae qaeira ala-
gar para o servco de raa, dirija-sa a rea de Tor-
res n. 14, primeiro andar.
Aluga-ae o aegondo aodar na ra da Saa-
zll v.lh tratar n Mj do ateame n. 48.
s
Gabinete portu-
guez de Leitura.
Nao teodo comparecido sesso de 30 de mar-
go prximo pacsado numero legal de Srs. socios
accionistas para sanecionarem o projecto de re-
forma de estatutos, sao por ordem do Illm. Sr.
presidenta do conselho deliberativo convidados
oa mesmos senhores a reunirem-se de novo em
sesso extraordinaria de asaembls geral para o
rnesmo Dm, domiogo 6 do corrente, pelas 11 ho-
ras da maoha, na sala das sesses do mesmo
Gibinete.
Adverte-se que segundo estatu o art. 32 dos
esttutos vigentea, o qual abaixo vai publicado oa
integra, as deliberares dos socios presentes e-
ro validos e obrlgsforios para todos os mais.
Artigo 3*. A assembla geral a reuniio de
todos os socios accionista, na cas. do Gabinete,
iegalmente convocados por annuncios publico,
em um ou mais peridicos por tres das coosecu
tivos .* urna hora depois* da marcada nos annun-
cios, ella se julgar constituida com a presen?
da quarta parle dos seus membros, quando, po-
rm, se nao rena este numero far-se-ba nova
convocaco pela manelra cima indicada, e nea-
comparecer, sendo as suas deliberares validas,
e obrigatorias para lodos os membros do Gabi-
nete.
Secretaria de Gabinete Portuguez de Leilra em
Pernambuco 1.* de abril de 1862.
M. Soares Piuh.iro.
1. aecretatio,
Na ra do Queimado n. 12, primeiro an-
dar, precisa-se de urna ama de leite sem cria,
paga-se bem.
Na rus do Creapo n. 20, esquina, cempra-ae
um cav.llo que aeja bom b.ixeiro e galopador
pare rfegem, prefere-se capado.
Roga-se aos amigos do finado Pavl* Jaa>
tioiano lavare, fallecido o. cidade de Ir
no Cear. o caridoio obsequio de assistir a
mista que pelo eterno deacanco maodaa*. j
'lizer Joo Jos Silva Guimarea, Manoel
Pereir. Reg, Domiogo. Joto Dias qae to-
ra lugar domingo fl do correle oa 6 lr3
horas da maoha na igreja da Conceieo
do. Militare. """"
l'reLi.a a jb m aoaseaiiof ge udr
ua ra estreita do Rosario n. ti.
Licoes de inglez.
Dlo-se de noite no hotel fr.ncez; a tratar aa
raa da Cruz n. 1.
Precisa-se fallar ao Sr. Ignacio
Ferreira Mendes Guimares, que mo.
rou na ra da Conccicao da Boa-Vista :
nesta typograpbia.
Aviso ao publico.
Albert Aschoff avisa aoroepeiUvel paMiceeaee
eus fregueses, qae mudou a aua offitaa 4* rele-
joaria d* ra da Imperatriz o. H para a na a*
Cruz do Recife o. 11.

9


ir
I
DUttO M PMHMKJCO. -SlIBADO 5 KiUEHlM.
phisa de a*Bcs petaaa a|trXoaMai iUuitrerl
di provincia de Peraassbaae fajo commendadoe
A. I. de Helio, con bella* poetisa, actas, ofi-
cio, muitis piteles do cipilais na gaerr dos
Hellaodezes, entre is quset acharao as des seos
ascendentes muilai das familias, nao id de Per-
namauco, mai tamben da Parabiba. Rio Grande
do Norte, Bahia Rio de Jaaelro.e ostros mui-
tos documentos kiitorkos e pol
curilos, mas de grande impertan
t-_
do autor.
iro. a ostros mui-
polliicos, nao s
TiwTinmw rnnii wiJiii
Saques soBre Portugal, j
O abaixo asaigaado agente do Banco a
Mercantil Frmente neita cidade, laca R
effeclimente por todos os paquetea so- 1
bre o mesmo Bajeo yara o Porto e Lis- 9
boa, por qualquer somms avista e a pra-
zo, podendo logo os saques a prazo serem*
descontados no mesmo Banco, na razio
de 4 por canto so son sos partadeces
que essiro lhe convier : naa raer do Cres-
po n. 8 o do Imperador o. 51.
Joaquim di Silva Castro.
jKasg
I.
Arrenda-se o engenho Ta pipil No-
to, moente e corrente com motor de
animaet, sito na freguezia de Iguaras-]
su', de grande prodcelo e com capa-
cidade para safrejar tres mil pes an-
nuaes: os pr^rjaje*^ cMam-se ao
engenho Taplpire da Fregufeta de S.
Lourenco da Matta, do major Manoel
Juliao da Fonseca Pmho onde acharao
com quem tratar,
Joao Tieir* de Azevedo subdito porlagaez
retira-ae para Europa.
Furtaram *m civallo rugo, carnudo, capa-
do, com pintas amarellas, cabmo, cascos pretot,
com arca baiza naa tottellia, ripado, com a can-
di carta, mancha vermelha no queixo, con ama
' pitaqura na coitella miadinha qae nunca naeceu
cabello, cujo cava lio ferrado dos qairtos e no
queixo*,: quem o achar entregue na prensa de
Manoel Ignacio de Otiveira Lobo, que sera grati-
ficado, ou em Pedra Tapada, no lugar Capella de
S. Vicente a Jos Belarmino de Assumpgao, seu
legitimo* dono.
The annual meeting of British Residents in
aceordanoe with the Acl. 6 Geo. IV cap. 87 will
be held atthia office on Frjday the 4 th. prximo
instant at Noon for the Election of Irustees of
the British Episcopal Church, Hospital, and Ce-
metery and for the Deapateh of the Business re-
lating to those Eslablishmeuls.
Bntis. eonsolate. '' "
Pernambuco, marcb 27 tho 1861.
G. Lennon Hunt.
H. B. Ms. cnsul.
Veneravel ordem terceira de
S. Francisco do Recife.
Em virlude do convite dairmandade -do Senbor
Bom Jetes dos Pasaos, 0 sbsizo assignado con-
vida aoa seus chiriitimos irmos a comparece-
rem no dia 4 de abril prozimo futuro, pelaa 2
horas da tarde, paramentados de seus hbitos,
na igreja de nona ordem, aflm de encorporados
acompaohar a procisso do mesmo Senbor que
tem de sabir do convento de N. S. do Carmo.
Secretaria 28 de margo da 1862.
Luis Manoel Rodrigues Yalen;a.
Estevo Xavier da Cunha, cordialmenle
agradece a todaa as pessoas que se digna-
ran), no da 31 de marco, aatistir ia exe-
quias de sea mais que muito amada espo-
sa D. Emilia Augusta de Oliveira da Cu-
nha, e oovamente Ibes pede o favor de irem
asaittir mitaa que tem de celebrar-se por
ten;ao da mesrna sua consorte na matriz da
coa -Vista pelas 7 horas da raanbia do dia
sabbado 5 do correte.
Loja de retojtetf o.
Ra daGadeia do Reeifen.10.
Vctor Grandio, reloloeiro, com medalha dar
expsito de Paria de 1855, participa aos seus fre-
gueze e amigos, que acaba de recete* pelo Ulti-
mo vapor viudo da Europa um completo totu-
mete de reosles de ilgibeira, tanto de |a*a *o-
me ge ouro, patente tuitso e patete inglez, e
um variado tttimento de corra tes de uro de
le, sendo dos mala bonitos e aperados gostos qee
tem vindo ao mercado, assim como tem para
vender bonitos reloglos para parede e para cima
d mese, os qatei tem msica e com figuras, al
quaes fazem dlfferentea movimentos dursote
pega de msica que esliver tocando.
Attencao,
Na travesa do Queimado n. 1. vende-se doca
de casca de goiaba fleo, palo barato prego de
1$600 o caixao, tendo cada caixao mais de 5 li-
bras ; em aitngao a boa qaatidade op ha nada
mais bartrtd*. *i f IP Zj
Tinta preta ommercial.
Esti venda eos casa de Jayme, artista dese-
ohador em cabellos, roa do Queimado n. 6. R-
commends-ee a pessoas que ainda nao usam
deaaa tinta, nao ae atrvam de Uateiroa sujos coa
tintas de galhaa, sulfato! de ferro, cobre, taoino,
oilracto-de prata e outras substancias, porque da
menor quantidade do semelhante prepararlo re-
sultar o engrossameoto da tinta coromercial, e
depoia aua complete delrioracio. Portento, es
tinteiroa podem ser limpes a nao restar signa' de
outras tintas, porm caetas e peonas devem ser
novas.
Pechiick

m que se tsta aca-
bando.
l 1^280 ris.
muito bom : ns ra do
de bonita fi
laLperfeitamei
iTmotivo da
)
varas : na ra
Precisa se ae um fetior parausa aMio eerio
da cidade: a tratar na rea Imperial n. 22.
No engenho Cursshy, na comarca de PSo
d'Alho, precisa-se de um (eitor que aaiba traba-
lbar e seja diligente, paga-so boro, agradando
seos servidos : a pessoa que se achar nestas cir-
cumtlanciss, pode;dirigir-se so dito engenho, ou
na rus da Cruz n. 6}. terceiro andar, e,o que nao
ri-rer aa habilitagoes assim dilaa nio tome o in-
commodo de comparecer, deixe-te estar em casa.
Ama de leite.
Precisa-se de ums ama de leite forra sem cris:
na loja de chapeos de Maia Irmibs,
Attencao.
a tratar
arco de Santo Antonio.
no
MSSA,
Dar se dinheiro a premio sobre peobores de oe-
rd ou brilhantes : na ra do Gueimado n. 45.
Aluga-se urna escrava qee siibs cozinnar,
engommar e lavar, para o servido de urna caaa
de pouca familia : quem a tiver neslas condicea
e qnizer alugar, dirija-te rus ds Csdeia do Re-
cife n. 53, escriptorio de Leal & Irmio.
O Sr. Manoel Alexandrino de Mello Albu-
qeerque, ausente o Sr. Antonio Alves da Costa,
tem urna carta na ra da Praia o. 10, viada de
Macei.
Offerece te ama mulher para ama secca,
preferlndo-se casa eslraogeira e de homem sol-
teiro : a tratar na rea da Cadeia n. 6.
Joto Feliciano Pereira de Lyra declara que
porhaver outro de igual nome, de hoje em dian-
te te asaigna por Jos Feliciano Nazaretb.
Recife 1 de abril de 1862.
Convite.
Palo presonte se convida a quem qaer que ae
julgue credor da finada D. Antonia Maa de Cas-
tro a comparecer no escriptorio dos Drs. Epami-
Dondas e Codeceira, na ra do Queimado, aflm
de se verificaren) os titulos, e Malar-se de sen
pagamento, iato no prazo da 8 dias.
No eicriptorio de Manoel Goncalves da Sil-
va, na ra da Cadeia do Recife. deseja-se fallar
ao Sr. Jos Corris de Mallos e a negocio de sea
interetse.
Precisa-se de urna ama para compras e ser-
vido de urna petsoa : na ra estrella do Rosario
v. 21, primeiro andar..
AGITADOR YAIWO
DO Dl'TOn
L
Para a preparacao dos medica-
mentos homeopatbicos.
Os medicamentos preparados por esta machina
sao oa nicos, com que se podem contri no cu-
rativo daa molestias perigosar. E como seja o
CHOLERA MORBUS ama d'aquellas que nao
admitiera deloogas e experiencias, cumpre pre-
ferir esses medicamentos a outroa quaesquer, se
qaizerem tirar da homeopathia os vantajosos re-
sultados que ella assegurs.
cham-se a venda carteiras e meias carteiras
especiaea contra o cholera, acompanhadas das
competentes insirucgoe., pelos pregos conheci-
dos. ns pharmacia especial homeopathica, roa
de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.
N; B. Os homens de bom aeoso reconhecem
certamente que sendo o Dr. Sabino a foole pura,
d'onde eraanon a homeopathia em Pematrbuco
e em todo o norte, elle o uoico immediata-
mente interetsado no seu crdito e no seu pro-
gresso, e por conseguinte tao somenle nelie
que se pode encontrar garantas, quer em rela-
o applicarao da ciencia no curativo das mo-
sttias, quer em relacao preparagao dos me-
dicamentos.
Na pharmacia do r. Sabino trabalham cons-
tantemente debsixo de soas vistas immediatas,
nos lempos ordinarios, dous em pregados (um
braaileiro e outro (raocez quem paga ordena-
dos vantajosos), os quaes sao ajudtdos por mais
trea ou cinco pessoas, qaando o servigo o exige,
na destillacao do espirito de vioho e d agua, no
manejo das machinas, na desecagao dos glbu-
los, sa diatribuicio das dllulcoes etc., etc.
E* evidente que para o Dr. Sabino ezercer a
homeopathia, como geralmenle a exercem, e
preparar medicamentoa como por ahi preparara,
nem eram precisas tantas despeas com o pes-
soal.com machinas e com a obleusao das subs-
tancial as mais paras possiveit, e nem tanta vi-
gilancia e trabalho na preparagao dos medica-
mentos ; mas elle nao se contenta com o bem, i
5ue j tem feito, dando homeopathia a pope-
Bridada da que goza: elle que; eleva-la ao i
maior grao de perfeigo dando aos seus remedios
a maior infaliibilidot'e possivel em seus effeitos
O Dr. Sabino nio aspira somente os gozos ma- '
teriaes da vida ; elle se desvanece em ler nos li-1
vros estrangeiros que a tua propaganda em Per
nambueo\foi too brilhanle que nao tem na Eu-
ropa ntnhuma analoga (JORNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA DE PARIS, tomo 4. pa-
gina 691 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HOMEO-
PATHIA, por Granier, pagina 102); mas a aua
ambigao muito mais elevada : ella sa dirig* a
legar as geraces futuras um nome esmavel
pela gravidade e importancia dos seus servjgos,
pela sinceridsde de suas conviegoes, e pela fir-
meza do seu carcter.' por isso, e para isso
que elle t/abalba ; e trabalha n.uito...
Na travessa da ra das Cruzes n.
2, pjimeiro andar, tinge se para todas
as cores com presteza e commodo preco.
|)c vn imhucMXfi.
Domingo, 8 do comente, s 10 horas da ma-
rabia, baver sessao ordinaria do conselho.
Secretaria da Associago Typographica Per-
nambucana 6 de abril de 1862.
Jnvencio Cetar,
1* secretario.
Precisa-se de ama ama para servigo de casa
de urna moga solteira, qae saiba comprar, cozi-
nnar e engommar : na ra das Larangeiras n. 5,
primeiro andar.
C ompras.
Attencao
Grosdenaple preto
Queimado o.47.
Al.
Paletols de psnno fino forradoi de ledi
roadr,Q*tiaiado 0,47,,
A 3^000 a peca
^I'^L Para babidoi com *30
do Ouelmado n. 47.
A i<500 a duzia.
nam WdirSdo^VT"160100' "** *"'
Liadas bonecas de dife-
rentes tamanhos e quali-
dades.
A leja da agaia branca acaba de receber a sua
encommenda de lindas e bem vestidas bonecat
francezas de 2 e i 112 palmos de altara, as quaes
na verdad* vieram t2o perfeitai e be Srranja-
das qae quen aa vir lufa lli re mente deeeja com-
pra-las, porque amas aleas da formoaura tem
bellos cabellos cachiadoe, outraa bonitos cha-
poiinhot s Garibaldi etc., etc., e todaa em fim
aa iodispenssveis saisrbalio ; assim cerno rece*
beu igualmente outro bello sorlimento de bone-
cas de choro tanto de maasa como de eera sendo
estas de olnoi movedigos e. de ditfereutes tama-
nhos t S palmos. Agor poja a melhor oc-
ctsisode qnalquer ptssoa mimosear ums meni-
na qee seja tua fllha. pa renta u conhecida, di-
erio.-i?*MO-asj primeiro (munido de dinheiro) aloja
*"d,!:"i"p6"?!:lda ** Branca ru. do Queimado n. 16. aflm de
comprar urna dessas bonecas ou outra qnalquer
eonsa^e agrado.
-
i Veode-
oioce, qee
qeem quizer coman
na ra da Cadeia Telha n
Loja do beijeV
Queira
Vendim-ie bonecas de ehooro i 400, 500, ...
800 rs., palseins pretas a SlOrt., bandejas finas
a 2^ e 43, tesouras finas a 800 rs. a dazia, gram-
pos de segurar enteltes o par a 800 rs., caixiahas
[de obreias de cola a 160 e 100 rs., pentea virados
_. PlBilando tartaruga a 1J> e I520O. dilos aem ser
^in"

1

'
Rival
u I
Compra-se ourelos em qnalquer quantida-
de : na ra do Viga rio n. 9, nrimeiro andar.
No trapiche da companhia largo do &
Corpo Santo n. 19, conlinaa-se a com- 3
prar esersvos para ezporltgao, paga-se V
bem e d preferencia a preto crioelo de C|
boa figura de 14 a 20 anooi de idade. *m
I
Vendas.
Vende-se a retinara e cooieilaria da ra
nova de Santa Rita um dos bons tstabelecimen-
tos ueste genero, vende-se s dinheiro oa a prazo,
como melhor convier so comprador: quem o
pretender pode dlrigir-se ao mesmo a qualquer
hora.
Gneros baratos
Manteiga ingleza a 800 e 900 rs. a libra, fran-
ceza a 680, baoha muito alva a 440, em barrita
400 rs., toucioho a 240 e 320 a libra, gomma mui-
to alva a 100 rs., cevadioha de Franca a 200 rs.,
ervilhas a 100 rs., mermelada a 800 rs., e latas
de 1 li? libra a 1JJ100, doce de giogs, pera, amel-
la em latas de 1 1 [2 libra a 700 rs., massa de to-
mate em hlaa de 2 librea a I56OO, vioho em pipa
a 400, 500 e 600 rs. a garrafa, e S$, 3800 e 4*600
a caada, carina engarrafada a 200 rs., espirito
de vioho a 240 a garrafa, e 1J600 a caada : na
ra das Cruzes n. 2t, esquina da travessa do Ou-
vidor.
Vende-se urna casa Ierras envidragada com
3 janellas e 1 rotula, tendo 4 qnartos, quintal
com porlo para o areial do forte, com urna mei-
agua no fundo da mesma, aita oas Cinto Pontas
n. 85: quem pretender, dinja-se Boa-vista,
ra Velha n. 65
Na ra lerga do Rosario, loja de calcado
junto a botica do S. Pinto, vende-se si
borracha de seda' preta para borzeguios, pelo)
bsralissimo preco de 15700 o ovado e 600 rs. o
palmo, e comprando ama pega di-se por 1*600
O corado.
Manteletes superiores de
grosdenaple.
Na rea do Queimado o. 18 A, esquina que vai
para 1 ra eatreita do Rosario, loja da Carvalho
& Bastot, tem para vender ricos maotetotee de
grosdenaple pretos, sendo-pelo diminuto prego
de 20*. dilos melhores a 250, ditoe auperiores a
30*. No mesmo estabeleeimento tem gaosdena-
pie preto de vedadas qnslidades, sendo a 10500,
dito a 1*700, dito a 2*400, dito superior a 2*800,
eofeites pretos de relroz, luvas de torgal, cheles
pretos muito finos bordados a vidrilho, e outros
muitos objectos preprios para a quaraama, tudo
por pregos muito commodor.
Manteletes de fil.
Vendem-so os mais modernos manteletea de
GI6 preto em modelo de capas chegadoe pelo ul-
timo vapor : oa ra da Imperalriz n. 60 loja e
armazem do Pavao, de Gama & Silva,
Ricos manteletes de vel-'^i""'"""""'"''m-m-
11111 i Carretsis-de lioha a 30, 60 e 80 rs.
ludo bordados.
Na ra do Queimado, loja n. 18, de Manoel Ri- [
beiro de Carvalho, vendem-ae ricos manteletes
de velludo bordados, ditas de grosdenaple com
ricas franjas e guarnico de vidrilho por diminu- \
to prego, assim como grande sottimento de grot-
Attencao.
Previne-se a toda e qualquer pestoa que nio
faca negocio algum com a casa o. 194 da rea Im-
perta I,e bem assim com ss mei-agoas que se
acharo edificadas no< fundos da de n. 194, todas
perteocentes a Jos Francisco Pereira da Silva,
por isso qae o mesmo Pereira da Silva davedor
aoe abano asalgoadoa por ttulos de dividas, qu
em lempo comaoten* seri presente. Recife 31
de marc de 18W.Manoel Patrn do Nascimen-
to.Antonio llo|na9f.Frederico (Je Souza
Gome.
Azeile doce, marca Plagmol, em caixa de 12
garrafas, Vermoulh superior e vioho de Bordeaux
de varias qualidades : em casa de J. Uendibaure
& C ra ao Trapiche n. 24.
Precisa-se de 2:500* a premio sobre bypo-
Ibeca em propriedades ltvres e desembsrsQsdaa :
quem quizer dar, dirija-se a travessa da ra das
Cmzes n. 12, taberna de Jos Barbudo.
Grande
liquidaco por todoi
I o preco, na bem co- 5
I nhecida loja do Ser-1
| tanejo.
Ra do Queimado 0.46.J
| Barato que admira.
K Chitas escaras Unas a 160, 180 e 200 5
rs., cortes de vestido pretos bordados a m
velludo pelo baralissimo prego de 85* e fi
65*, ditos adamascados a 50* e 363, sahi- 9|
Rdas de baile de velludo e setim a 15* e S
16*, camisas pira senbora a 3* e a 4j, ft
| goliRhas e manguitos a 2*500, 3*500 e
8 o50O, gollinhaa de cambiis bordadas a
g( 720, 800, II. 1*200 e rgOO rs., ditas de
9 Ol bordadas a 240 rs., casaveques de fus-
*to a 6*. 78 8g. meias de seda brancas
e pretas para senbora a 1*800 o par, li-
li ras de babados a 800 e 1*. las de quadro
** enfestadaa a 360e 400 ra. o covado, cam-
|| braia preta a 440 e 480 rs. a vara, orgao-
5 -dys de cores a 680 ra. a vara, fil bran-
H co adamascado para cortinados e vesli-
dos a 480 e 540 n. a vara, cortes de col-
'Pte de casemira bordados preos a 3* e
3*500, diloa de velludo de edr e pretas a
4*, 5*, 6* e 7*. paletols de brim branco
franceses lije 4*500. ditos de casemi-i
ra de corea e preloa a 16* a 18*. ditos de
alpaca preta e de cores a 3*500, 4* e
4*500 e 5*. camisas de paito de lindo a
3*500 e 3, cortea de collete de gorgurao
de seda a 1*800 a 2>, 2g00,3* e 4*. col-
leies feitos de brim branco a 2* e 2*500,
dilosde-gorgurao 13* e4fi,ditoadecasemi-
' ra a 48. 4J500 e 5*. dilos de velludo a 6*.
7* e 8*. ditos de fasta o de cores a 18500
e 1*800, meias de la para homem e se-
nbora, ditas da algodao crasa para ho-
mem duzia 1*400, 1*450 e 3*200, ditas a
3*. 4* e 5* e duzia, ditas para menina a
2*600 e 2*800, duzia Unas e diversos ta-
manhos, ditos para menino a 2* e 28500
a dutia, pecas de algodao a 3*800, 4* e
4*500. chitas francesas finas a 240, 280,
300, 320 e 360 ra. o covado, H16 borda-
Sdo e liso, grinaldas brancas cosa ramoe, >
chales de troco, espsnilhot, chapeos de
{castor para homem, pannos para metas
um variado sortimenlo de roopas feitas
que tudo se vende par baratlasimo prego.
KMtflM mirrii" **av*S
se ni igual.
Miudezas e rap.
Ra larga do Rosario numero 30.
Lia de cores sortdae, libra a 6*400.
Clcheles com duas carreiras a 60 rs.
Ditos de ama a 40 e 60 ra.
Agulhaa francesas curtas e compridas a 60 rs.
Dilaa cantlas a 120.
Pentea de masas para alar cabello a 500 ra.
Ditos de dita idem (domados) a 1*200.
Carreteia de retroz de cores a 320.
Escovit para cabello muito boaa a 800 e ljj.
Cartat de alnetes a 80, 100, 120 e 140 rs.
Esco vas pan unhas muito boas a 320 e 500 rs.
Franjas pretas com vidrilho a 320 e 400 rs. -
Trancas pretas com dito a 240.
Ricos pretos muito bons
irados a 720JS00 e 900 rs., bolo es de metal pa-
ra cal;a i ICO rs.. ditos de ac a 240 a groie, al-
lneles pretos a 640.
Loja dtfb'ja-lor d jrua do
Queimado n. 63.
Vendem-se franjas e trancas, fitas de velludo
preto psra a quareama, mais modernas qae bs no
mercado, e mais barato que era outra qualquer
parte.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Veodem-se tiras bordadas de diversas larguras
a 700, 800, 1| e 18200 a tira.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem:se facas Qnaa, cabo de balaoco de 2
botoes a 6*800, ditaa para doce a 58800. ditas de
um botlo a 68200, ditas psra doce a 5*200, ditas
pretaa avadas a 31600. ditas brancas a 3*400,
ditas rollcas a 3* a duzia.
Loja do beija flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se fitas de seda propria para de-
bram de vestido preto, dita branca de linba, filas
de seda de 5 dedos de largara con pinta de mo-
to a 320, ditaa limpas a 640, 800 e 1 g.
Loja do beija flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se grvalas pretas de setim a 1*. ditaa
estreitas a 1*, ditas a 800 rs., pennas de seo de
langa, 500, a 720, ditas de mozinha a 800 rs.
Loja do beija-fior da ra do
Queimado n, 63.
Vende se papel em eaixinhas de diversas cores
a 1* e 640, branco pautado a 800 rs., anvelopes
de cores a 800 rs braocos a 1*, resma de papel
de quadrinbos a 4*700, tinto enesrnado a 440,
dita azul a 320.
Qadros de moldura dou-
rada e preta.
Lindos quadros de mdlduri doarada e preta
com eslampas a 4*500 cada um: na loja da vic-
toria na ra do Queimado n. 75, junto a leja de
cera.
Avictoria
Njiua do Queimado n.75juu-
to a loja de cera.
VENDE MUITO BARATO.
Clcheles frsncezes boas em carteo a 40
francezes cabeca chata
e tanles alflnetea
rs.
120 r.
ES.
40
100 jarda
a 900 rs. a
e400
deoaples pretos de todas as qualidades, proprios
para a qaaresma.
Agua ambreada !
para bauhos do rosto e do
corpo.
A loja d'aguia brinca acaba de receber nova
remeasa da proveitoss e mui proeerada agua
ambreada, cujos bons effeitos de refrescar a cu-
tis, tirar o ardor que deixa a navalha quando se
faz a barba e acabar o mo balito proveniente
do transpirar sao j bem conhecidos, assim ce-
rno as aeahoras por nao andarem ao sol fiz
conservar perfeltameote o brilho do rosto, a to-
dos quantoi tem usado d'sgea embreada nao sao
eatranhos esses effeitos e ellas serio ainda maia
conhecidos per aquelles que munidos de 1* se
diigirem a loja d'ageia branca roa do Queima-
do n. 16, onde nicamente se vende.
Vende-se na freguezia de Ipojuca o enge-
nho Diamante, todo bem montado, com casa de
viveoda, aeazala, olaria, distilacao, estribara,
casas psra lsvrsdores, tudo de lijlo e cal, me
'agua e muito bom* de producto, com ierras
para dar mats de 3,000 paes annualmeote, com
trras'ainda por detcebrirem matas : quem pre-
tender comprar, pode dirigir-so ao mesmo enge-
nho tratar com o proprietao, ou no Recife com
o Illm. Sr. commendador Lemos Jnior.
Machinas americanas, j
Em casa de N. O. Bieber & C, successoris, I
ra da Cruz n. 4, vendem-se :
Machinas psra regar hortas e capim.
Ditaa para descarocar milho.
Ditas para cortar capim.
Sellos com pertences a 10* e 20*.
Obras de metal principe prateadas.
Alcatrao da Suecia.
Veroiz de alcatrao para navios.
Salsa parrilha de primeira qualidade do Para.
Vioho Xerez de 1836 em caixas de 1 duzia.
Cognac em caixas de 1 dazia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrosas pequeas.
Allencao! attencao!
Aos pas de familia', bom e ba-
rato.
Na loja n. 20 da ra ida Impertira jaba-se
venda um completo e variado lorUaBgato da boas
fazeodas, e qae vista de 9uas qoal
ratitsimamente vendidos, e para eeidade
do que fica dito, abaixo vao mencin Igomis
das ditas fazendae, a saber:'
Chitas largas cor fita a 240 rs.
Madapolo fino com 24 jardea a 5*.
Cambtaias de cores a 280, 310 e 400 rs. o co-
vado.
Velludo prelo e de cores a 2*.
Lindeza de cores a 160 rs. O aovado.
Lencos pequeos a 80,120 e 160 rs.
Chapeos de caator fino a 8*.
Chitas preas mullo largas e finas a 240rs.
Algode trancado preto muilo bom para vesti-
dos de escravoa a 200 rs.
Cmbrala lita com 10 jardas a 2*.
Casss da (lpicos com 10 jardas a 3*.
Cambraia bordada para corlinados com 8 varas
a -2*000.
Largo do Ter?o
numero 23.
O propietario desle eatabeieclmeolo de mo-
Ibados est resol vid o a vender oa gneros muito
maia baratos do qae em outra qealquer parle,
aflancando-se a boa qualidade, manteiga inglez
a 800 e 900 r*. a libra, dita franceza da aafra no-
va a 680. e da velha a 640. beaba de porco refl
nada a 400 re. a libra, batatas muito novas a 140
a libra, em gigo faz-te ibatimento, toucinbo de
Lisboa muito novo a 240 e 280, queijos de vi por
e 2*700, de nevio a 2*400, cerneja das melbores
marcas a 500 rs. a garrafa ; assim como se vn-
dete |outroa muitoa gneros perteocentes a mo-
lhaoos, assim como caf, arroz, velas de esper-
macete e carnaebe, e finalmente ae vendem ba-
ratisaimos no acreditado torrador no largo do
Terco n. 23.
Vende-se a propriedade, encruzilhada na
ribeira do Orob, freguezia do Bom-Jardim, com
400 bragas de testada e 800 de fundo, propria
para engenho oe: pUtsc^ede caf, assim como
a propiedad Toriro-, cora 200 brajas de testada
ama legnade fundo, excelleote para algodao,
milho e teijao : a pessoa que pretender, dlrljs-ae
rua d Cadeia do Recite, loja o. JO, a auifqner'
hora do di. ^-^f^
Eofeites de retroz com franja a 5*300.
Meias para senhora (duzia) a 2S500.
Ditas eruai pira homem a 2*400 e3*.
Tesouras ordinarias a 80 rs.
Franjea de la estreitas (peca) a 900 rs.
Ssboneles de bola finos a 640.
Fraicos de diversos cheros s 320.
Lioha de Pedro V a 30 rs.
Botoes para oasaveqo a 20, 30 e 40 ra.
Rap Paulo Cordeiro (verdadeiro) a 1*600.
Dito gane grosso e meio grosso a 1*600.
Dito dito fino a 18280,
E outras muitas mais miudezas que com a pre-
senta dos boos fregaezes se venderlo baratas.
Retratos e paisagens por da-
guerreotypo, ambrotypo,
" photographia, etc.
Vade-se orna xoeHeote machina com dous
objecloa da fabrica do 'grande SecetaD, nao
traba]' rom o menor lempo poilivel, como d
os ma., pequeos detalhes : est complata com
todos os apparelhos necestarios, e arranjada de
maneira para trabalhar por qnalquer dos syste-
mas cima menciooados, podendo-se fcilmente
tirar qualquer retrato ou paisagem, sobre lamina,
vidro, papel, etc.: eati tambem complete de qu-
micas, lapjinai, papel, vidros, e com 'fim rico
sortimenlo de quadrinbos e ctixiobas guarneci-
das de velludo e madreperola para a cllocacao
dos rstrstos, psisagtnt, etc.: as qumicas e mais
objectos foram igualmente comprados as primei-
ras casas : vende-te .por preso muito razoavel,
no armszem de Thomaz Teixelra Bastot, roa da
Craz no Recife n. 14.'
640.
Chapeos de sol
Queimado n. 44.
de panno a 640 : na ra do
Malas para viagem
Vendem-se malas psra viagem, de qualidade
mediana, e tambem da melhor qualidade que se
fazem na Europa : na ra da Cadeia n. 30, arma-
zem de Augusto C. de Abreu.
Vende-se
ama bareaca de lotacio de 20 a 25 caixas, a pra-
zo ou a dinheiro, sendo esta nova e bem cons-
truida : os pretendentes dirijsm-sea ra da Praia
numero 9. .
O' que pe-
chincha
carteo.
Alnetes
carta. *
Papis com cento
papel.9
Liohas victoria em carrital cosa
a 60 rs.
Dilss de 200 jardas de Alexanler
duzia
Ditas de 100 jardas brancas e de corea a 30
ra. o carritel.
D'Us de Pedro v em carlea brincas a carea a
40 rs. o cordao.
Ditas de miada de peso verdadeiras a 240 re.
a miada.
Ditas de dita cabes* branca e encanada
120 rs. 1
Grampos maito boaa a 40 e 50 rs. o mace.
Enfiadores brancoa d algodao e liobo a 60 e
80 rs.
Ctoiririhai com sortimenlo de agalhia a
Phosphoroa do giz muUo boos a 220 rs. a dazia.
Ditos em calza de folba a 100 rs. qaa s a
caixa val o dlDhelro.
Ditos de seguranza porque evita incendio a
160 rs. a caixa.
DiSoa de cera calas graodea a 400 ra. a raiza.
pec*nj*S bot,oU P,ra ortinada a 4*200 a
Ditas sem ser de borloU a 2*800 a paca
Ditas estrena brancas e de coree a 110 rs. a
Tira
P^les de bsleia para alisar a 240, 280, 320 a
400 rs.
Camisas de aeia finas a 700 ra.
Capellat e ramos pars noivas a 4*500.
Knf.'itet de flores muito lindos a 4/.
Ginivetes finos de duas folhaa pars pena a
Dilos de urna folha a 120 rs.
Agulhas francezas o melhor possivel a 240 rs.
a caixa. /
Enfeites modernos para senbora i e Gj.
Meiaa para homem a 140, 160, 200, 2*0 e 280
rs. o par.
Ditas para senhora a 240,280,320 e 400 ra. o
par.
Ditas pera menina e menino a 160, 200 e 240
ra. o par.
Fitas de linho a 40, 50 e 60 rs. a peca.
Liohaa croxel nvelos grandes a 320 rs. o no-
velo.
E outras muitas miudezas qae se vende rcutlo
barato.
Fazeudas pretas
na ioja do pavao. ra
dalmperatrizn.60,
de Gama Silva,
de qe-
Yende-se farinha de
cliegada nesta semana: no. armazem de
Vicente Ferrera da Costa, Forte do
Mato.
Punas
Na ra do Queimado a. 39, loja de 4 portas,
vendem-se cortes de vestidos de seda pretos e de
cores, pelo diminuto preco de 209 cada coito ; a
elles, antes que se acabem.
Bandos ou creseentes de
cabellos humanos.
Bandos de clina muito grandes e bem
feitos.
A loja d'aguia branca avisa'a todas as senhoras
que haviam mandado procurar e encommendar
eaies necessirios cracentes de cabellos humano
(e mesmo as que de novo precisarem) que elleo
acabam de chegar, lo bem arraojados como jus
lamente aedesejava sendo o sorlimento de pre-
tos, csstanbos etc. e muito bem lecldos nos pe-
queos pentes queservem para prender, trazeo-
Fontana, ao ao mesmo tempo enchimento, do que resals
que urna senhora com um par desses oaescenles
pode maravilhosamente fazer o amarradilho de
seu cabello tem que deixe prceber a falta que
delles senta, custa cada par 59 ; lambem ha
bandos de clina mui grandes e bem feitos o me-
lhor que em tal genero se pode dsre veodem-se
a 2) o ar, tudo isao na bero conhecida loja da
aguia branca ra do Queimado n. 16.
30*OCO
6|00O
:m
12*000
3I00O
2J5C0
2|00O
11000
1|600
541
640
j com postas de plantas e raizes
medicinaes brasileiras,
Em pacotes de duas caixas ns. 1 e 2.
Ettae-piplas denominadas pulas paulislanas,
muilo coBhecidas e afamadas em todos os luga-
res desle imperio, pelas mSravilhosas curas ob-
[ tidss com ella,- sao as provas evidentes e incon-
testaveis de sea aceto e influencia que operam
I em todos os casos : tedas aa molestias obede*
, cem seco deatas pulas, poucsa f3o aa qae
! nao tem -a sua origm na impureza do saugue.
As dilaa pulas paulittioas sao muito efBca-
zes pele motivo que ellas sao puramente cota
posta* de vegelaes recolhidos eos campos e
miltosds provincia de S. Paule
De todas as partea aa noticias sobre mr dras
pulas sao satisfactorias, veja-se os jornaes de
24 de julho *0Btrej|
AGBMA PRINCIPAL
Ro de Janeiro ra do Parto n. 119.
DBP051TO EM PEJINAlBCO
Na pharmicia do 9r. Jos Alexandre
Ribeir^ua do Queimado n 13^
Fitaiirajaca.de borracha.
Essa uta d que Unta filia havw acha-se hoje
na ra do Queima TB twaneas ede' rjila, astim como fitas (ronxas eu ela
cores para debruar vestidos.
Mais barato afosque em outra
qualquer parte.
Vende-se sebo do Porto, cers de crnauba e
velsa decomposiso: na ra da Cruz n. 83, ar-
mazem.
4ttenco.
Vende-se o seguinte :
34 garrafas de espirito de vinbode 40 graos, dis-
tilado da propria uva, vndo de encommenda.
12 a 14 libras de glbulos bomeopslbicos.
1 caixa de amarello envernisada com 12 frascos.,
para tintaras ; obrs bem arranjada.
300 a 400 fraacos de,Unturas diverts,
ande porjo de tubos vasios de diversos ta-
E manhos.
Dito dito derriscos.
Algumss garrafas de sroiea j preparada, e mais
algans objectos relativos a homeopathia, como
ejtm, rtulos, imejassos, etc., que tudo se veb-
der em um slote^lando-e muilo em conta :
na ra da Palma a. 15.
fao ha quem venda pelos
Vende-te bsritissimo por ser tempo
resma as fazeodas seguintes :
Ricos manteletes de velludo preto rica-
mente enfeitados cora franjas largas os
mais modernos que tem vindo a
Modernissimos enfeites pretos a turca 1
i Garibaldi
Ditos mais simples s
Ditos de vidrilho muilo modernos a
Chales pretos de merino bordadoa coas
vidrilho a
Ditos de l preto.muilo fino e
Groadenaples pr.ts fazenda muilo en-
corpada a 1J500, 18600,1#80O, 2g e
Sarja preta hespaohola, catado a
Meias de seda pretas psra senhora a
Ditas de la e de laia para padres a
Lavas de retroz bordadaa,com vidrilho e
aem jdrilhc' a 500 rs. e
Ditas pretas sat de seda muito fina a
Alpacas pretas maito finas a 560, 640,
800 e 1,000
De todo do-se amostras com peobor : na roa
da Impemtriz d. 60, loja e armazem de "lama 4
bit TI*
Pannos pretose casemiras
Na loja do Pavao.
Vende-se panno prelo muito boa fazeada a
13600. 19800 e2 o covado, e dito qee val 8 a
43500 o covado, casemiraa (.retaa entestadas
39, 3200 e 3^500 o curte, ditas de urna sd> lar-
gura de todos os presos e qualldadea, telim pre-
to da China para ca!;ai paletols e coUeles com t
palmos de largura a 3$ o covado: na roa da Im-
peralriz n. 60,,loja e armazem de Gama & Silva.
Sedas de quaxirinhos a 720 re.
Na loja do Pavao na ra da Im-
pera triz n. 60.
Vende-se muito delicadas sedas de qaadrinboa
a 720 rs. o covado: na rea da Imperalriz loia
rmezem de Gima & Silva.
Chales.
Grande pechincba na loja do Pavao
Vende-ie os mais ricos chales com poota re-
donda e bolotas, tendo as barraa de v*Iludo au *
setinadas, imitando as capinhas mais modereas.
pelobaratissimo preco de 4*500 cada ame ditos
quatro pontas a 48500, ditos a Garibaldiae
presos,
Viado,
n 8.
s na loja do
na ra Nova,
Est vendendo luvas de torgal
melhor que se pode encontrar
Lavas tambem de
dadas a
retroz sem serem hor-
cn}-.vidrilho
em bordados
800
Ditas ditas de seda para ditas a
Ditas "ditas-da dila para senhora a
640
500
500
19000
loteress publico.
[Offerecido $ela ioja des
uarmore.
A loja de marmore teado de apresen-
tar concurrencia publica o qa'e ha de
mais novo em fszendas, tanlo para se-
nhoras como para bomens e meninos,
sendo qae para este fim espers de seas
correspondentes de Inglaterra, Franja e
AUeraaoha aa remesias de seus pedidos,
. tem reeolvidO, anteado apreseotar o no-
' vo sortimenlo, liquidar as fazendas exis-
I leales, o que eff*ctaar por precot mo-
' dicoi e pira ljo fim convida o reipeila-
vel publico a aproveilar-se desta emer-
gencta. '
HSMfiMae^aueM.aJM tauMiauMi
repta-te Al grosao e alvo a bordo do pa-
tacho Marcelinoa: a tratar no becco dis Boias
P. 18, eicriptorio de Daina Filfao.
19600
19600
de
sendo muito grandes Tb%\ o rui da"ls
n. 60, loja do Pavao de Gima & Silva.
iperatris
Ditas ditas de dita bordadas para senho-
ra a............
Ditas ditas de seda da todas ascores a .
Trancas e franja pretas.
Hu delicadas trancas de seda preta com vidri-
lho sendo de lodas as largaras, de 3(0 a 500 a
vara ; franjat de seda com vidrilho e sem elle
de 320 a 500 ; blcos pretos de todas as larguras,
taoto cem vidrilho como aem elle, por barata- Sebaitiao, com grande e bem constru-
simo preco, e outros multes objeilos para qua-
reama, qae a visla dos cotapadores nio se en-
geita dinheiro.
Espartilhos a 3,500.
Vende-se espartilhos ioglezes qee tio os me-
lhores pelo diminuta preco de 39500 cada ara :
na ra da Imperalriz n. 60, loja e armasen do
Pavao, de Gama & Silva.
Attencao.
.. .mi
e candieiros de novos modelos e por precn com-
modo : na ra Nova loja de ftrragem n. 39, de
Joaquim da Costa Mala.
Camas de ferro frsocezs de diOereolea tama-
nhos : na ra Nova loia de ferragem a. 39 de
Joaquim da Costa Mala.
Banbeiros de folha de zineo imitando a roo. -
more e por preco commodo : na roe Nova loja
de ferragem o. 39, de Joaquim da Costa Maia.
Salva prateadas para copos de difieren ts ta-
manhos e por prego maito commodo: sa rn
Nova loja de ferragem a. 39, de Joaquim da
Costa Mais.
Facat e girfos de cabos prateados oslo m.-
darno e por preco commodo: aa roa nava a. 39
loja de ferragem de Joaquim da Costa Maia.
Vende-se um ptimo sitio de ier-
ras na illa de Iguarassu' baiiro de S.
i .

Facim fogo ixo viado.
Seda lavrada a melhor que te pode encontrar
de bom e delicados goito*-tiae a vista do preco
nao ha quem deixe de [azar um rico vestido pre-
to pars quaretma, poii, apaoveitem a occasiao,
poie quem nao flzer agora, ijao faz tao cedo ;
eata loja fica bem conhecidpSSr" ficar bem con-
jronte a eambos do Carmo," ler o viado pin-
tado.
Aos fabricantes de velas
O antigo depotito de cera de carnauba e sebo
em p)io e em veles, ettibelecido ao largo da Aa
sembla n.9, mudou-te para a ra da Madre de
Dioa o. 28, quaal defronte da igreji. onde eoati-
na a haver ara completa aqr-Umento daqaaMes
gneros, qae se vendempor precos razoveis.
da casa de pedra e cal e viveiro a mai-
g*m do rio : os pretendentes dirijarr. -
se aQ engenho Taplpire do major Ma-
noel Juliao da Fonseca Pmho, onde
achar So com quem contratar por pre-
co commodo.
|Srs, acacfemicosf
# Nao acrediten, vSo vr. 9j>
Vendem-se fictoa completos de aopa-
I rior casemira de cores escerss vinloa e
# Inglaterra era direitura para a bem co-
# nhecida loja de Gumarae & Villar:
Sroa do Crespo n. 17.
IMMWI L
R. O.Bieber & C.saceeseores.rca 4a Craz
o. 4, tes para vender reloglos parailffibtira da
ouro a prata.
1 4 t


oubw onemiMftJco

NO
ARMAZEM PROGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
largo da Peiilia
Veude-se nest armazem de niohados os melhores ge-
Mroi que vero a eata mercado e por menos 5 a 10 por ceoto do qua em outra qealquer parle,
Ssrnntndo -se a boa qualidade, por iuo rog -se a todo oa Sn. da praga, de erigen ho e larradores o
iror de mandaren tas encommendat ao armaxem Progresao, aflm de vetea a difterenca de
e-reco e quslidade que fai, ao foaaem comprado en outra qualquer parte.
llaiaVe\g& nglexa de vm*n qualidade a 800 e 1)000 a libra, e em bardl se tari
aaatlaeato.
3l4itleig& tranceza, mil8 M, 6W rt< Ubr,, tm b,rri m .
** Ik^SSOia o mais "superior que ha o o mercado a 2)800 9*600, libra.
lilla l\\V\.im mitanio perola, pela sua superioridide a 3)000, e 2)600 a libra.
O UiV ptCVO unico psra og doentes que ae tratam com a hemeopathla a 2)500 a libra.
QUeVjIMI O re?O chegedos neate alttuo vapor a 2)800, dilos chegados no ultimo
navio 8J500
4| Ufcl j S iOndTlttOS 0 qne na d9 bom negle QBfn a laeOO, a libra e em poreSo as
faz abalimeolo.
^|U1}6 pratO 0 maig 8apetior qw6 {em ind0 a Mle mercado a 1)200 a libra.
?rexu.rto UgUz pata Hambre aMo noT0. 5oo.... ubr., em Por-
Qao te far abatimento.
Cj'StWCtaS aglOZaS pr0prla, ptr, fiambre a 800 ra. a libra e em porco a 700 ra.
VtemiltO AO TeillO d8 iap#rior qa,iaaa8 a 480 rs. a libra e inteiro, a 440 ra.
Salame 0 melhor oeliaco que pode haver por eatar prompto a toda a hora 1 libra, e
em porco a 900 ra.
Toaevtiao 4o rtnuo ma^0O0T0 a280r< t llbr8( e embarrilde 3arrobas B7000
Caonrieas e paios de \ombos a m n libra em ^ se fai abatl.
meoto.
atiacar
(az abalimeato.
de differeatei quilidades, em lats dt 4 (3 o 5 por
mito oras por 2g50O e a retallio a
*C01H CBVOilfISji promplas para se comer vinda a primeira vea a este
mercado a 2ftO0O cada urna.
Banba ae parco retinada em lal. com 10 Ubrai p0T ^ caf, uma.
am\a ae poreo Blnto floa aWa a 4S0 rs t llbra t em bfrril m rs
Wiarilieaaa imperial d0 af,aa() Abraa a de outrot muil0i riDrieanU, de Lisboa
a 800 ra. a libra, e em porco se taz aba lmenlo.
Latas com tratas de doce em calda cono8ejaopera>Qamco,pe.
ceg, alpexe, e gioga, a 800 ra. cada lata.
Marmelada de alper&e em ,.t de 2 iibra por j^, ca(la um8.
Latas e^m ameadoas conteitaaas contend0 m,l8 confeit08
candi, muito prop.rio para mimo, a 2)000 cada urna.
ftoce da c sea da guiaba OBil0 no,y em porsSo
Doce sreco-e em calda
2^500 cada uma.
Garlo** com bollo trancex propriog para ffiimo. 560 r8
Pa*sa em caxiub-a de 8 libras m
480 rs. a libra. .
r igo 4a c<.*mia^are muUo aorof om Ciix de 8 hbrag por j^.^ dtag com 4
por 18500, ditas com 2 muito bem enteiladas por 900 r*. cada uma e a retalho a 320 ra.
libra. ErVilbas traneezai e portugatxas em U8 de t ubriiPOI64o .
ditas em meiaslatas a 500 rs.
Maca de tomate em lala8 de t Ubr a por soo r8.
\meadoas de easc* mole molt0 noT, m rg. a libra.
WOlftS a 420 rs. a libra, e 3&O0O a arcobi.
J\.miixas iraacexas e m latag com 3 nDraspor 5^00, ditas com 1112 por 1*500.
A.meiX.aS pOrtagatiaS sao n. a libra e em calxa se ar abatimeolo.
CbOCOlate lieSpH110la l500i dil0 ftane a'ljSOO dito portaguez a 800 ri. a libra,
afianci-se a boa quslidade.
UOlaXlliUa de soda em jalas com differeBte8 quiidade, a 1J440 ri.
flaij 8 para S*palelrlai macarraoeUlharim.a-400rs. a libra e em caixa por 8JO0O ra.
PalltOS de aeUteS Hxados, molhos com 20 macinhos por 200 e 880 r. muito fino.
Sere^aS em fra9C0j com l e 1[2 libra por 80fcrs. m
IjOlO francezpara limparfaeaa a 200 ra. cada um, em por^o se faz abatimeoto
UOlftXluU'* aglexa a maiJ no?a db mercad<, a320 rs. a (Ora em barrica a 4#5O0
W- mm I para eugommar, muito alva a 100 n, a libra e em sscca se faz abatlmento.
****" de posta em latas das melbres qaalidades de peixe que ha em Portugal a 1IJ600 ra.
KiSpermaSete guperir de cdco e aeia reas por libra a 760 ra. a em caixa, a T40ra.
9'vfaiaD.aS de^antes em latas maito novas a 400 rs.
iaipism muo D0TO a {jo rg_ a jibra e era arr0ba a 4^500 ra.
iaxeilQ OwCe reaoado de differentes marcas e o maissaperior qua ha a 800 rs. a garrafa
e em caixa a 9fi
W UUQS eilg&rraiaaO.S d0 daque d0 Porl0 e de 00tr,g muilag marea$ aCredUadaa
nesle mercado a 1J200 rs. a garrafa eem caria a 12j)OO0 rs.
WiaUO em pipa Parto.FigueiraeLUbpaaMO agarrafa eem caada 35O0, 4 J e 4 J500.
CTCrveja dg8 mjjg acreditadas marcas a 5frrs. a duiia, a em-'garraaj 500 ra
^IWnpn^lQ das marcag mais superiore sje ba no mercado a 15# e 2 2 $000 rs. o gigo
Cognaciaglexammrg ,caiH#14arri.,gajraIg.
Uenebra de Willlanda ?erdalairt em fja,qae4ra a 6000 ra. e o raaeo a 5M rs.
Ginebra de laran^ im..dutla, 9mfta. fl40 ^
Ixenebra inglesa a 0SO0O rs a daa e a retalbo a 1*000 a garaaf..
P*Ut9S d* g*Z 25oo rs. a groza.
*** refinado em poles grandes a 500 ra. cada un, em porco se fer abatlmento.
Vale lavado o que se pode desejar oeste geoero a 3i rs. a libra e em arroba a 9f500, dito mais
baixo a 280 rs. a libra e 8J00O arroba.
alliana de pranca a maig nor*a d0 Beread0 as80 ra. a libra* em porcao aa fax abat-
ment.
saga muto UQV0 e 4|T0 s 3S<) r a iibra
B rinna d0 reino da8 marcag Ssg e galega a W0 rs. a libra.
*l*a d0 Maranhao ala e cheiroza a 160 ra. a iibra e em arroba a 48800.
uervimas secag mUjt0 n0Tag a 160 r8 a ^iUa^
Volv*
m v/c de carDaBba reflnadas a 400 rs. a libra e em arroba a 12|000.
im.fc-.lVL doce de Lisboa a 720 rs. a garrafa, flioga se a boa qualidade.
Vinagre dgLUboaaMo
Vtubo
Cambraiti,gidearf^ihos
Vende-se Bnisiimos cortes de eambraia branca
ralriz n. 60. loja e armazem Pari, de Gama
& Sira. ^
tambraras adamascadas.
Vende-se cambraias adamascadaa fazeoda mo-
dero isi mas para reslidoa a 4f a pega: na loja
do Parao raa da ImperaUiz n. 60, de Gama &
Vestidos a 3^000 e 2^500
Vende-se cortes de veslfdos braocos -com bar-
ra e babados a 39 e 99500: na rus da Imoeratriz
o. 60, loja e armazem do P*vo, de Gama &
Silva.
Saias bordadas a 2#500.
Vende-se siias bordadas muito bonitas a2f500
cada ca : na rea da Imperatriz u. 60, loja do
Pari, de Gama* SiWa.
Baldes do Pavo
Vende-e* beldea de bramante francas coso ar-
cos seodo os qae tem melhor armaco pelo di-
minuto preco de 39 e3*509: oa ra da Impara-
triz n 60, ld|a a armazam do Pa4o, de Gama
& Sil ra.
Saias com arcos, (Je linho.
Vanda-s* as acreditadas sana com arcos dali-
ohe qae faaesa aa rezaa da balao a 8|IO0 e a 4
cada uoM, esta fazeeda a ba na loja de Parlo:
rea da Imperatriz o. 60, toja.*. sMaaaee de Ca-
ma t Silva.
Indianas a 240 rs.
A ultima boro acaba de ebegar a- loja
do Pavao.
Esta fazeada inteirame&te nova de qaadrinbos
imitando aa aedas, fazenda muito encorpada e
de coras delicadas proprla para restidos de je-
nbora e roapas para meninos e meninas pelo di-
miowto prego de 240 ra. o corado', na loja do
Parao raa da Imperatriz o. 60, de Gama 4 Silva.
Madapolo a 3^.
Vende-se peca de madapolo entestado com
14 jarda* a 3j a p*co: na rua> da Imperatriz n.
60, loja e armazetn do Pavo,
Grande pecbincha em cortes
de vestidos na loja do Pavao.
Vendevas) finissimoa cortes da cambraia brae-
ca bardadas com S babadoe grenska e da duai
ssiss pelo baratissimo p*e;o de 4$, ditos de cam-
braia de aeda com babados bordados a 45500, di-
tos de phaotasia fazenda que sempre se vendeu
por 13*) pelo baratissimo preco de 6 cada um :
na ra da Imperatriz. n. 60 loja e armazam do
Parao, de Gama & Silra.
Brilbantinas americanas.
Vende-se brilhan'.inas americana com lind-
simas cores seodo fazenda inteiramente ora e
moderna de 4 l|t palmos de largura a 400 ra. o
corado : na raa da Imperatriz o. 60, loja ar-
mazem de Gama & Silra.
Para meninos a 4#500 rs
Vende-se vestidiohos de seda para meoina* e
ditos de fuatao qara meninos muito bem enfet-
tados pelo baratissimo prer^o de 49500 ceda are :
na ra de Imperatriz o. 60, loja e rmaseos do
Parao.
Gorguro de linho a 280 rs.
Vende-se gorguro de linho do quadrinhos e
mesclados propnos para seohorai e roupas de
meninos e meninas a 580rs. O corad* : na raa
da lmperatrii o. 60, loja do Paro, de Gama
Silra.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Vendo-se em asa de S. P. Jonhsion & C,
sellios o silhoesiaglesos, candieiros e essiieaes
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vola, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous cavallos, e relogios de onro patente
ingles.
Libras sterUnas.
Vandem-se no ascriptorio da Maaoel Ignacio
da Olireira & Filbo, praga do Corpo Santo n. 19
Pata t Rlm
Viesada-seemcasa deN. O Bieber &
G^ successores, ra da Cru n. 4-
MEMOS BEZ POR CEHT0
Moireanuques de co-J
m res bonitas a 2:006f
!
e 2.S00 o covade
iJP*** Crespo n. 17, Guimares &
Villar. SM
sein segundo
Na ra do Qdeimeee o. 98 loja do nredezas
de Jos de Azeredo Haia e Silra, est rendando
todas a miudezas por precoa j sabidos o o-
onectdos :
NOS ARMAZENS
PR
Groase de peonas da acode todss as quall-
dadesa "
Nvelos de lioha que. pelo taasanho a todos
admirsm a
Gaixss do sgulbaa francezaa a
Caixaa eem atfioetea maito finos a
Caixas com apparelbo para eotreler me-
Dlooea
Ditas ditos grandes a
Baralhos portuguezes a 120 e
Groza de botdea poqueooa para cajea a
Tesouraaparaunbas manto finas a-
Ditas para costura muito superiores a
Baralhos franceze para voltarete muito fl-
noa a
Agulheirpj com agulh js francezaa a
Caivetes de aparar peonas do 1 folha a
Pecae de tranQa de laa oom 10 varas a
Ditas de tranca da lia de todas, as cores a
900
120
10
69
540
90
200
10
400
400
3W
80
60
200
800
36
IPMffillllII^
WABTE A CL
das ICruzes de Santo Antonio 36.

-
i,
sot fregu
Largo dm
(Mates acreditado? arssVons i molhados participara aes
leaos os vepbres o navios da Europa, recebera de sua propria i
L?! 8"' P*18 q,Ue P,r1iS8 tm P** carregadja om diverso, ponie. da -,
Xa2 9 Sr- V' d1eD8enh0 e ltfr'dores < de nund.reTsaea'eaeoa--
aji nossos armazeos aflm do verenJ a superior qualidade de gneros o difbronea de pracos.
Jlantei^a maleza
far abatimeoto.
Mante%a .francea^ ffiais not, 70018. t libri e m b,rii,, ^ .
primeira qaalidade a 800 900 ss. a libra e om barril se
ta. 11 \ sso i 0 mais super|)r ^ ha n0 mercad0 a 2f400 # jjjg^ a |kft>
CR IHIIO oqushada
Cna pretO rauito superior
Cli hysson
Pares de sapatos de tranca do lia a 1 80
Cartas de alfloetas francezes a MO
Paras) de 1 urM fio da Escocia muito finas a 3*>
Ditaa ditia brancas groasaa a tOO
Escotas para limpar denles muito finas a 200
Masaos com superiores ara aspo* a 40
Cartes com coizele* de algom defoito a 20
Ditos de ditos superiarea a 40 e 60
Dftdaea de fondo do ac muito superiores a 100
Eofladores para vestidos de aenhoca som 4
ras a 0.
Caixaa com colzetea fraocezea a 40
Cartas de aloetes de ferro a 80
Charateisas muito finas a 1^000
Tioteiras de vidro com Unta a 160
Ditos de barro com tinta anperior a 120
Areia preta o azul maito fine e libra a 120
Teobo nova remeesa de labyrintho para ven-
der por todo pre^o, aasim come tenho traocaa da
seda differentes corea para vender por todo di-
nhsiro que offerecerem.
Marta attencao.
Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
perador n. 40, vndese roupas feitas
de todas as qualidades pelos precos
mais baratos possi veis que se pode ima-
ginar, pois pqde vir os freguezes com-
prar porque pechincha.
Algodao da Baha.
Proprto para roupa de escravoa e saceos deas-
sucar : vende-se oa rus da Cruz n. 1, escriptorio
de Antooio Laiz de Olireira Azeredo & C.
ira. agarrafa, e em caada a 1|B00.
Cherez al #600 a garrafa e em caizi se Caz abalimnto.
Reos espelhos'
Vendem-se dous magnficos espelhos eltpon-
to grande, com moldura donrada : a tramir oa
roa da Cruz n. 27, primeiro andar, oe em balso
no escriptorio.
Capachos.
Veodem-se capachos redondos e*compridos e
de diversos tamaohos, e os melhores qae tem
rindo a este mercado, palo baratissimo preco de
600, 700 e 800 rs. cada um, e lambem ha capa-
chos muito grandes e proprios para sof e mar
quezas para ljjiOO oda um : oa ras doQueima-
do, oa bem coohecida loja de miudezas da boa
fama n. 35.
Taixas
para engenho.
Grande redueco nos presos
para acabar.
Braga, Son & C. tem para vender na ra da
Moeda taixas ae ferro euado do mu acreditado
fabricante Ea>io Malr, a 100 rs. por libra, as
mesmas que se vendiam a 120 rs. : quera preci-
sar dirijs-se a ras do Trapiche a. 44, armazem
da fazendas. -
Souhall Melln & C, tanda recebido or-
den para vender o seu crescido deposito do rslo-
gios rate o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portento, spessoas que quizeraro
possuir um bom reiogio de ouro ou prata do' c
lean fabricante Kornby, a aproreilar-se da op-
portunldade sem perda da lempo, para vir com-
pra-Ios por comsffede preeo ao son escriptorio
roa do Trapiche n.28.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Voado-se em porco e aretaiho de uma aacca
psra cima, o por commodo pre?o: na raa da Ma-
dre da Dos confronte botica o. 90.
LiquidaCa
A lojt^dc mfmor.
Boarous de cisemirs para senhora a 10$
Mm teleles de grosdeoaplera 10(
Lequjs de sndalo a 5$
Bourousde easemira para meoini
de todjis as idades a 59
Grande sortimenlo de esscmilhas,
trancas e fitas de todas as cores psra eo-
I faites de vestidos por precos mais bara-
toa do que em ootra qualqoer parte
IJllO trinco e maissuperior que ki no mocead peapie para misaa a 640 rs. a garrafa e em ea-,
caada 4fJ8W. .
Por hoje de im ao meu repretorio at a chegada do primeiro vepor indo da Europa, per
Novo sortimeuto de castsarri
lhas de seda
A loja d'aguia branca acaba dereceber um novo
e bello aorlimento de cascsirilbas da aeda de
multas e differentes odres, o raode-ae 4 l|fi00
a 2|600 ria a aeca, na raa do Queimado loja
d'aguia branca n. 16.
Meias pretas de seda \ :000
o par.
Vende-ae maias pretas de sed, e de mpi boa
qaalidade, para senhoras, padres i tJOOO o Brancas e de corea para homam o senbora, che-
par, por estarera principiando a motar, o estando gadas ltimamente por 28500 rs. o par : na loja
ellaacalcada nada se cochee, na fea do Quet- \*o vtado oa rea Nova 0.8.
made loja d'aguia branca n. 16.
Loja do beija-or da ra do Queimado
numero 63.
Roupa feita muito
* barata. I
Sobr'ecasacos de panno pxeto multo fi- cf^
no. paletots de dito, paletois de casemi-
ra de cor, ditos pretos, ditos de fusilo, \
ditos de ganga de cores, ditos de brim %P
de corea e braceos, calcaa de easemira &jfr
preta e de corea, ditas de brim braAco o a
de cores, ditas de gangas, colleles de '
vallado preto e re. cores, ditos de gor-
guro, dilos de fusta o, ditos de brim brao- &t
co, camisas de linho, ditas de algodao !
brancas e de cores, seroulas da linho, W
ditas de algodao, cbspeoa de sol de seda $
ioglezes os melhores em tamanho e qua- ga,
lidade, tdo se rende por brato preco a [
dioheiro arista, oa loja das 6 portas ra fp
do Queimado emfreote do Lirrsmenlo, d
est aberla at as 9 horas da noite.
Caivetes finos pa-
ra pennas.
Caoiretes linos para aparar penna, de duasfo-
ihas, a 200 ris cada om : na loja da Victoria na
ra do Queimado n. 75, juoto a loja de cera.
Ciiixiuhas para ceiifeitos e
prsenles.
Muito lindo sortimenlo de caizinhas muito lin-
das pars se botar coofeilos ou mesmo com ellas
raziis se mimosear uma menina, pelos baralis-
simos precos de 320 at 22500 cala uma : na lo-
ja da Victoria na ra do Queimado n. 75, junto a
loja de cera.
Quadros de moldura don-
rada e preta.
Lidos quadroa de moldura doerada e preta,
com estampas pelo barato prego de 59 que s a
moldura val o dioheiro : na loja da Victoria n
ra do Queimado o. 75, juoto a loja do cera.
Panno de algodao da
Babia.
Vende-se no escriptorio de Antonio Luir do
Olireira Azeredo & C, rea da Cruz n. 1.
No vos e lindos
enfeitespara vestidos pretos
e de cores, e roupinhaa de
enancas.
Em apropriado lempo receben a loja d'aguia
branca um bello e completo sortimento de enhi-
les de seda para vestidos pretos o decores, ereo-
pinhss de crianzas, sendo trancas e bordados de
aovos e lindos deseohos, o difficeis tecidos, com
OS quaes pode-ae aom posto a modernlesimo en-
fetter qaslquer vestido oa roaptnho do eriaoc.
Ao paaso que dilos enteites a todos gara I mente
agrsdsm, a commodidade dos precos anima ao
comprador, o ests rerdade sert voriSeada por to-
dos que se dirigirem 4 dita loja d'aguia branca,
toa do Queimado o. 16, cujoa precoa esto mar-
cados oas omoitras, as quaes so daro eem pe-
ohorea. ,
Luvs de pellica
usl eaaro doto sortimento e nioaerei prefloic.js ea e publicar so respoitavel publico.
1 Vendem-S6 luaa de pellica de Jouvia braacaa
ote preias para senhora e homem, chegad>s pelo
|ullin.o paquete. .
Cera de Carnauba.
Vende-se em primeira ato, multo em coota,
saceos de cera de carnaaba maito boa : a tratar
os roa larga do Rosario o. 24, loja de jolas.
elhor nene genero a 2|500 o 39000 a libra.
vindo a primeira vez ao nosso mercado a 2f 100 a liara.
I o melhor qui vem do Rio, em Islas de uma libra por 19800 o aa pereo
se fara abalimenio.
O ueiJOS d,7e'" gados neste ultimo vapor a 29600 t dos chegados ae uhaao
navio a 29400 cada um.
0 lie i j OS 1011(11'i II US JqM ha de melhor neste mercado a 800 rs. s liara.
VPdlJOS pratO como nunca taso ao nosso mercado a 1100 a libra o iatairb a 1?
1 aiOS e CIlOUr9*SrJuitonovosa560rs. a libra e em porcao se fat abai
! Latag COOBt li.l(FU$ak pr0mpus para M comer a teda hers. violas a fia*Va
voz ao nosso mercado a 1*800.
PeiXe eiU latas do diversos tamanhos.savel, sardo, pargo. poscada, avalla, liagaa-
dos fritos, atm marenado, robllos o lulas de tigelada, de lftSOO a 29000 a sala.
1 OUClllllO dO rtinO nluitonovo a 320 rs. a libra e 9500 a arroba a tsabsaa
tamos para 240 rs. a libra b 6)500 a arroba.
Ba lilla de pOICO m hu cora t*vim por 4ls00 e 480 libra.
Marmelada imperial de todos os conserveiros fe Lab6a,ea laus de Ubca o
meia o 2,libras a 750 rs.
Latas com frutas em ^Hn isj,,,,n **m mm *m
xe, ameixas e ginja, a 700 rs. a lata.
Marmelada dt: Alpdrce em latas de 2 libras por 1000 cada asa.
Doce da CaSCa da gOiaba 8700rs. em podri se tari abemesoa.
UoCeS seCCOS ae difleremes qualidades em hcelas muito bem arranjadas a 3*000.
Cai'teS COm bollO flanee proprios para mimo a 500 rs.
Passas em caxinhas de 8 librts 29200 o no rs. a lika.
V Ig'OS da COmadre mui o novos em cixinha de 8 libras e muito bem enfeUadao o
a 2)200 e 320 rs. a libra.
Hrvilhas fraiieezas e portuguesas ,64o 720 rs. a bu.
MaSSi detOm'ite emUusdel librraa800rs.
AmeildoaS da CaSCa llule nuiu> novas a 400 rs. a libra.
^ OZes muito novas a 200 rs. a I bra.
AmexaS IVatl 'IZ Serf Utai com 5 MM por 4000 e a 1000 a libra.
Ch -Colt IieSptinhol a 1200, francez a l000epoitogneza 00 rs. a libra.
Bol xinha de SOda emlatascom differentes qualidades a 19400 a lasa.
Ma 884 S pa ra Sopa ma rrao e talharim a 240 rs, a libra ea caixa por 59000.
a-ietria muito nova a 320 a Iibn eGfOOO a caixa.
a alltOS lXa(l()S paradentes em molhos com 20 macinhos a 200 ra.
Ja^ em bascos de libra e maia a 700 rs.
L 'Julo KraUCeZ para limptr facis a 180 rs. a em porco se far abalimeato.
Espermacete SUpericir sem racia a 740 em caixa a 720 i, a libra.
SardillhaS de N a lltes muito novas a 400 e 600 rs.
lpStil muito nova a 160 rs. i libra e 4500 arroba.
AZete doce refinado de divercas marcas a 800 rs. a garrafa e 99000 a duzia.
BolaCllilllia inglezaa mais nava do mercado a 300 rs. alibra o 49200 a barrica.
CaOIHa muito alva a 80 rs. a Ubi e 200 arroba.
VnllOS engarrafados duque do Porto, g enuino. Porto fino, madeira sacca, Carcavellos, nc-
tar, feitoria, veltao socco, Muscatel a 1)200 a garrafa e 129000 a duzia.
Dt08 em pipa Port, figueira e Li boa de 5Q0 a 600 rs. a garrafa ede 4)000 a )500 a ca-
ada.
SerVt ja9 das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garrafa e 59000 a doria.
Gh: 111 p a lili das marcas mais acreditadas que h no mercado a 149 a 209 a gigo.
COgnaC nglez a 109000 a caita e 19000 a garrafa.
Ginebra da Holta lid a verdadeira a 09500 a frasqoeira e 600n. a frasca.
Dita de arailJ-1. a 6)50<> a duzia e 600 rs. o fraseo.
ta ngleZa a99dusia< OOrs. agarrefa.
Pi llt S do g'az a 29500 a groza e 240 rs. a duzia de eaixas.
Ss 1 refinado era pacotes de mais de uma libra a 240 rs. o em poreao lora abateeate.
Cafe do Rio o melhor qu. ha no mercado a 280 ra. a libra e 81500 a arroba.
Sevadiliha de Franca amis novadomercadoa2i0w.alilra.
NIgO muito novo a 320 a libra.
Fariflha do Maianh O mnito alva e nova a 160 rs. a mm e I9800 ar-
roba.
VeUs de carnauba e de composico 84oo. aiibr. e a 12*
a arroba.
Vinagre puro de LSt Oa a240 rs. agarrafa e a 1)800 a canela.
GrO de 1) iCO muito novo a 200 rs. alibra.
1 'eras secca s em ral dubas de u mm a29500 o mon. a io.
Marrasquino varladeiro dexara.de limone, cat, manta, genepro, maudel'
curacoT rosa sublime e outras qsaUdades de 19500 a 2 a garrafa.
Bat Uta em gigos de uma arrobi por 29000 e 80 n. a Ubra.
Com U ll OS os mais noves do ereado a 800 rs. a libra
ErVa doce muito nova a 40fl| rs. a libra.
Cailella superior a 19 a libra.
CharUtOS verdadeiros superiores a 2) a eaixinha de 50.
8allll0 II em lataS eem deas libras o mais bem arranjalo aae tete
eado a 19400.
Mailtega eill latas eoi 4 libras a melhor do mercado lacrado
89200 cada uma.
Vinagre em garrios com 5 garrafas de sapstior qualidada a 1
Ara rilta verdad eir mullo nova
AIem destes gneros eneonuar o
^sortimento de luto tendente a molhados,
ra.
ao
1^"
a 320albra.
respeiuvel puWice em nose ar
i


I I


w
j*wmm*wm*^um*M*m* mvm
l
."t.-i- '*"* ? f''- '
i & Luo, tonos da loja de mi adosas,
da iwM Queimado n. 35, boa fama, participara
a pabtico qae o se* .eSI*ieeiaedto SO <*
cotupietameMO prvido di melhores mtrcadona
KBdeMH i Mina etabelecimento, e muiloa
oetros objeetoe Se gosto, cando quesl todo* rece-
idos de suss proprias encommendas; estando
elles inteirameale resolvios a oio venderem
liado, aflaogam Tender mala barato do que outro
qaalquer ; e Juntamente pedsm aoa leua de?ado-
res qua Ibes mandem ou Teoham pagar os aeua
' dbitos, sod pena de erem jattigado.
Chegarsm de Lisboa oo brigue Eugenia,
dom bonito* barros rama barra, os quaes se
vendem por barato prego : pata Tur, na cocheirs
do ls'rgo da Asserobla o. *, e para tratar, no es-
criptono da Antonfb Laiz da Ollveira Azevedo.
zYGfcNCYrV
DA
Fundido Low-Moor,
Boa da Senzafla Nova n. 4%.
Nata estibelesimento continua a haver um
complet soruoaanto de moeodss a meias moen-
das pata engenbo, machina da vapor e tanas
de ferro balido o coado de todos os tamanhos
para dito,
Ra da Senzalla Nova n. 42.
teste estabelecimento vende-se: ta-
cha* de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120rs.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de receber por
amostra ama peqaaoa quaotidade de Ovellss
doaradas e esmaltad para cintos, todss da no-
voa a bonitos moldes, e tambem douradaa que
parecem de onro de lei, o que s com szperien-
cia te conhecer nao o serem, estando no mesmo
caso as esmaltadla, e assira mesmo vendem-ss
pelo barato prego de 2J500 rs. cada ama, na rae
do Qaeimado loja d'aguia branca n. 16.
Cestiuhas ou cabases para as
meninas de escola.
O tempo proprio das meninas irem para a
estola, e por isso bom que vio compostas com
tuna das novas e bonitas cestinbas que se ven-
dem ca roa do Qaeimado loja d'aguia branca
n. 16.
Vendera-se barros gordos e mansos : no
engeoho Jurissscs.do Cabo : a tratar all com o
Sr. Domingos Francisco de Souza Leao.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa deS. P.
Johnston & C ra da Senzalla Nova
u. 42.
Palmatorias de vtdro e de la-
to para vellas.
Vendem-se bonitas palmstoriae de vldro lapi-
dado -para vallaa a' IfMO, -f'flMg<*tJs< lattomui
novas a tiapaa a 460 rs. :' fe ra do Queimado,
Hoja da Arai> branca n. 16
Pettos de fustao lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-te bonitos .pellos da fuslao lavrado a
'raneado para cimisas a 500 rs. cada um, fszan-
da mu boa e eocorpada : na ra de Queimado,
toja d/agaia-braaca o. 16.
Novo sortrme&to detirasi>6
dadas em ambos os lados,
? loja d'egoia-brsnct recebe um novo e lin-
do lortimento de tiras bordadas im ambos os la-
dos, econlioa a vender baratamente a 1)300
cada tira, e outrat de bordados muitolargoaa
2J000, e taelbor que 6 posslvel em Isl gento,
e todss ellas, pela largura que teem, podem ser
dividida ae meio, pelo que ae tornam barellssi-
na rus do Qaeimado, loja d'agaia branca
,. *.
Acaba de
chegar
novo armazem
IAST0S i REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
i grande a variado aortnento da
roupas feitas, calcados a fazeadaa e todoa
estes se vendem por p re eos manto anodi-
ticidoi como de seu eostume,asaim como i
sejam sobracasacos da superiores pannos '
a ca sacos feoi pelos ltimos figutinos a
28, 18, SO a.333, paletota doa asasmoa
pannoa preio a 168, ISf. 10 a a 24,
ditos de case mira de cor mesclado e da
novos padres a 14. 16, 18. 30 24,
ditos saceos daa meamas casemiras de co-
res a 9, 16, 13 a a 14, dltoa prctoa pe-
lo diminuto preco de 8, 10, e lg, di toa
de sarja de seda a sobrecasacadoa a 12$,
ditos de merino de cordao a 12, ditos
de merino chines de apurado goato a 15,
ditos da alpaca preta a 7, 8, 9 a a 10,
ditos saceos pretoa a 4, ditoa da palfea da
aeda fuenda muito auparior a 49500, di-
tos de brim pardo a da fusta o a 3500,.4
e a 4*500, ditoa da fustao branco a 4,
grande quaotidade de calcas d e casemira
preta a de corea a 7, 8, 9 e a 10, ditaa
pardaa a 3 e a 4, ditaa da brim de corea
lasa ag500, 3, 3J500 a a 4J, ditas de
brim brancos finas a 500, 5$, 5*500 a a
69, ditaa de brim loni a 5 a a 6, cclietes
de gorgurao preto e de cores a 5g a a 61,
ditos de casemira da cor a pretos a 4f50O
a a 5, ditos de fustao branco e da brim
a 3 e a 39500, ditos de brim lona a 41,
ditos de merino para luto a 4 e a 48500,
calcas de merino para luto a 45500 e a 5g,
eapaa de borracha a 9. Para meninos
de lodosos tamanhos : calcas de casemira
prefa a da cor a 5$, 6 a a 7. ditas ditaa
de brim a 3f. 3 e a 3500, paletota sac-
eos do casemira preta a 6$ e a 7, ditoa
dacor a 6J ea7f, ditoa dealpacaatS,
sobrecasacos do panno preto a 12 a a
14, ditos da alpaca preta a 59, boneta
| para menino de todas as qualidade, ca-
misas para meninos da todos oetamanhos,
melos risos vestidos de cambraia feitoa
para meninas de 5 a 8 annos com cinco
bab&dos liaos a 8 e a 12$, ditos da gorgu-
rao da cor a de lia a 5 e a 6, ditoa da
brim a 3,. ditos da cambraia ricamente {
bordados para baptisados.e muitas outraa 9
lateadas a roupas eitaa qae deixam de I
ser mencionadas pela aua grande qaanti-
dade; assimcomoreeebe-setodaoqtal-
quer encommenda da roupas para sa
mandar manufacturara qua pareaste m
temos um completo sortimento defazen-
das de gosto a urna grande offlena da al-
stala dirigida porum hbil mastra qua
pela suapromptldi eperfeigionadadel-
xaa deeejsr.
roas
n-16-
predio venda
Vende-so a caaa de dous andares e sollo, mai-
gus, no becco das Miudinhas n. 8, svalisdeem
20009, a qual reade 1 Ir3por canto ao mes; na
ruado Trapiche n. 14, primeiro andar, ha pessos
antorisada pelo proprietario para edeeluar a ven-
da da nieama casa.
Entremetas
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'agaia branca se acha um bello sorli-
mento de entremeios bordados em una cambraia
transparente, e como de sen costumo est ven-
dendo baratamente a 19200 a pega de 3 vares,
tendo quantidade bstente de cada padro, para
vestidos ; e qnem tiver dtnbeiro approveitar a
occasio, e roands-los comprar na ra do Quei-
mado, loja d'agaia branca n. 16.
Agulias imperiaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em vistas sempre
vender o bom, avandou vir, a acabam de chegar
aqu (pela primeira vetV aa superiores egalbas
imperiaes, com o fendo doarado e mal bem fal-
ta, sendo para ltateles a costarairas, a casta
cada papel 160 rs. A sgnlha assim boa anima
o adianta a quera cose com elle, e em regra lio
ais baratea do qae as oulras; quem com-
prar na ra do Queimado, loja d'agaia branca n
16, dir sempre bem deltas.
Colleccoes de estampas.
Acabada chegar a loja da aguia branca urna
pequea quantidade de colleccoes de fioaa e
grandes estampas a fumo, representando alies os
martyrios do Senbr em 14 qoadros, os quaes
sio bem acertados para qnalquer igreja oa mes-
mo casa de qnem leona gosto de es possuir;
abegou igualmente outra pequea porfi das
procuradas eslampas a morte do justo e a morte
do.peccador : achanr-se a venda aomente na ra
do Qaeimado loja da aguia branca n. 16.
Talhares para enancas.
A loja da aguia*brsnca scaba de receber a ana
encommends dos preciosos talhares psra crisncaa
e os est vendendo a 320, 400 e 500 rs. coofor
me aauperioridade dalles: na ra do Queimado
loja da aguia branca n. 16.
Atten Po-de lo francez
em calxinhaa a 320 rs., muito proprio para to-
msr-se com cb : na ra da Imperatriz n. 49.
S na taberna do Pimenta.
Toucinbo a 240 a libra, em arroba a 6.
Llnguicas a 480 a libra.
Ceblas novas, um cento 800 rs. Na rus das
Gruzes n. 1.
Novos bonets de velludo, e
marfoquim dourado.
Na loja d'agaia branca vende-se mui bonitos
bonets de velludo, e marroqalm dourado, oa
quaes ao agora mui nacessarios para os meni-
nos que vao para a escola eqeem oa quizar com-
prar mala baratos diriglr-se ra do Queimado
loja d'aguia branca o. 16.
As verdadeiras peonas ingle-
zas caligraphicas.
A loja d'aguia branca acaba de recebar 4jua
encommenda das verdadeiras penca do a^o
ioglezas caligraphicas, dos bem coonecidos e
acreditados fabricante Perry & C, o apesar i
falta que havia dessss boas peonas, cos todo
vendem-ae pelo antigo preco de2/060 e caixiuha
d* ama groza, quantidade easa queaa falsifica-
das nao trazem. Para livrsr de engaos, as ca-
lichas vao marcadas com o rotulo qua diz. Loja
d'aguia branca ra do Queimado o. 16.
cortes de vestidos brancos
bordados.
Vendem -se ricos cortes de vegtfdos brspeos
borosdos com 3 baados pelo baratissimo preco
de 6 o corte : na roa do Qaeimado n. '22, na
bem con herid a laja da boa fe.
Camisas inglezas.
Veodem-se superiores camisas ioglezss com
pregas Vargas pelo baraliesimo preeo 4a 35 a du-
zia : na loja da boa t, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Ricas gollinhas e punhos
com botoes
Vendem-se tiesa gollrnhas e punhos de cam-
braia e foatM rioaanoaHa bardadas com lindos bo-
loea, pelo barattasiaao prcp de29 cada guarni-
do : na ra do Qaeimado a. 12, na toja da
boa f.
< -.'
-
.
a 240, 320 e 400 rs. cada ama : na ra do Cres-
po sobrado amarello n. 18.
Na roa Velha, cata deronte do av 4. veo-
dem-se 12 cadeiras, 1 mesa.redonda, 2 contlo
a 1 sof, est em bom aso, e faz-se algum aaali-
mento, visto o dono ter da retirar-se detta pro-
vincia.
Vende-se nm mulato de ids.de de 22 aones,
bonita figura para pagam : quem o pretender, di-
rija -e a ra das Cruzes, primeiro andar o. 41.
Fazendas baratis-
smas
Superior bramante de linho com doas varas de
largara a 2*400 a vare, atoalhado da linho ada-
masesdo com doas larguras a 2500 a vara, brim
branco de linho muito superior a 18440 a vars,
dito de cores, fezeods mallo superior s 1, dito
pardo do linho paro a 800, 1 e 15200 a vars, di-
to do quadrinhos inulto proprio para caigas, ja-
queles a paletota para menino s 200 rs. o covs-
do, gangas francesas muito superiores s 400rs. o
corado, cambraia francesas muito finas a de
aito bonitos psdrdes a -260 e 280 o covado,
cambraia lisa muito fina a 4$, 5 e O a pega com
i 1r2 varas, cambraia com salpico tambem com
8 1(2 varas cada pecas a 4500, dita multo supe-
rior o m*ltior qae ha oeste genero a 11X500 a pe-
ca com 17 varas, ou a 800 n. a vara, chitas frsn-
cazas de muito boa qualidades e de lindos pa-
drees a 240, 280, 300 e 320 o covado, fil de li-
nho liso muito tino a 720 a vara, rerlatana bran-
ca e da corea a 760 a vara, toerbas de linho psra
maoe a.7 a duza, ditas pelladas mullo superio-
res a 1t a dusia, golliofaae de cambraia borda-
das a 800 rs.. manguitos e tollas de cambista ri-
camente bordadas a 2 o par de manguito com
urna golla, lencos brancos muito tinos com bico,
randa e labyrimho a 1X280 cada um, ditos de
cambraia de linho pare algibeira pelo baratissimo
preco de 4, 5 e 6 a duzia, e asstm um completo
ortiroeoro de faieodas de todas ss qualidades,
que sendo S oiobeiro vista so vender o por pre-
co mui baixo : na bem conhecida loja da boa
f, na ra do Qaeimado n. 22.
Ecwravos venda. .
Vende-se um pelo bom carrairo, proprio pera
?t!W 6 n,B eictt'" I* *" 'ss habi-
1M4>*. ,nor ^reos baratissimo : a tratar cem
o Sr. Jos pdro do Reg, na ra das Crazes ou
M a-do Crespo n.7.
Novas fazendas pretaspa-
ra a quaresma na loja da
Arara oa ra da Im peratriz
n. 56 de Magalhes des.
VooisMe groadaoapie preto escarpado a 1X600,
1*800. 2, 2200 o covado, alpacaa prelda a 500
600 e 720 rs. o covsdo, sarja preta de lia -para
calesa a paletota a 560 o 640 ra o covado, rel-
iado preto a 2S0O o avado, anfeites pretos e de
eares a 600, S, 5f5O0 e 6j.
Panno preto.
Pasase trato para calcas e paletota a 1700,
11800, 2 e 2500 o covado, cortea de casemira
preta entestada a 39, 3300 e 4para caiga, cor-
teja de chitas fina com 13 coradas a 2X500. ditos
de ritesdo chinea a 2S00, ditos da popelina a
2*600, chitaa a 160 e 280 rs. o covado, ditaefran-
cezae a 240 e 280 rs. o covsdo, cortes de fuatio
para calcas a 11120. ditoa de brim a 1180 a
1600, cobertores da akgodao a 1.
Algodo e mada-
polo.
S Magalhes & Mendes.
Vende-ae pecas de slgedio trancado america-
no com pequeo toque de cupim com 20 jardas a
pega a 3500 e 4, peca de madapolio entestado
sem defeito s'S, umadutia de meias cruas pa-
ra nomem por 1#200 um par 120 rs., ditas finas
2J400. urna duzia de lencos brsncos com barra
por 1200 um lenco 120 rs., pares de meias para
senhora a 240 e 320 rs. maito unas, urna duzia
de aberturas ou peitos pars camisas 25400 ums
abertura 200 rs., martinhai de croi psra ge-
nitores sudar por cesa 260 rs. cada nma, pe;aa
de chitaa de corea escaras com pequeo toque
de mofo torm logo -que se lave fies perfeita com
38 aovados por 6 covado 160 rs., liaziohas paja
vestidoa a 286 e40ffrs. o covado, simo doura-
do a 2.
Lazinhas suissas para ves-
tidos
Lizinhas sulssts para vestidas de senhora e
roupa para soeaiuoa muito floaa fazeada que aa
pode lavar a 60 ra. o covado, casaas suissas de
quadrinhos para vestidos a 280 rs. o covado, fus-
to de quadriuboi muito finos para vestidos de
senhora a 280 e 320 rs. o- covado, popelina de
corea a 240 ra. o covado para vestidos, gorgurao
de linho para vestidos e roupa psra meninos s
260 rs. o covado, chitas novaa aqeille proprias
para roupas de aecharas com listriahas muito fi-
na a 280 rs. o covado tem 4 palmoa de largura,
isto na arara na ra da Imperatriz laja a ar-
mazem n. 56.
Barato assim barato de mais
Sa bonete fiaos.
A loja d'aguia branca receben ama crescids
qusntidade de stbooetes finos para barba, os
quaes comeos a todoa compra-Ios mesmo para
mios, avista do dimtnato preco de 3 porquanto
ae eat venden do a duzia. Para aatiafazer-se aoa
boas fregoezesoo vender tambem em menoree
porcoee, porm quem mais comprar mais lucrar,
porque assim barato nao ser fcil tornsr a ka-
ver, e mesmo agora s ba na ra do Queimadc
loja a'aguia branca n. 16.
Coraes.
Em massinhos a 500 rs. cada um.
Em fios a 640 rs. cada nm.
Em voltss de 3 fios a 23500 coda urna.
Vendetn-ae muito bona coraes, em masticos,
fios e voltas de B flos. pelo baraUstimos precoa
setms: na ra do QuerraJo loja 'agui* br,
n. 16.
rco
ranc
Liquidacao.
Braga, Silva & C, am liquidagio, convidam
aoa seus d6elores a viram saldar seu dbitos
dentro de 30 diss, e partteipam que medidas ter-
minante aerio empvegadas contra os que nao
comparecera}.
16
Na ra da Camboa do Carmo 'loja n.
12, vende se toda a qualidade de mobi-
lia taato ao gosto moderno como anti
ga, phanthasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-$e toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
para a^jos.
Voadem-ae na roa da aazala Novo o.>30, eai-
xinbas com doce por prego commodo, recommen-
dsveis para os snjos de procissSo.
Belogios.
Vende-se am casa do Johnston Pater & C,,
ros do Vigario n. 3, um bailo sertimento de
rdogios do oatr, patente lnlez, de um io* mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambera
raesios. y.i
Sal de Lisboa.
Vende se a bordo da barca portuguesa cEpe-
taoga>, sal de Lisboa-limpo e redondo ; a tratar
na ra do Trapiche n. 17.
Vende-se nm terreno em Santo Amaro,
unto ao hospital ioglez, com 700 palmos de fren-
e, em muito bom estado: a tratar na ra do
Trapiche n. 44, armazom de Braga Son & C
uvas pretas de torca.
para meninas a 500 rs. o
par.
Vendem-ae luvas pretas de torcal em bom es-
tado para meninas de diversos tamanhos a. 500
rs. o par: na ras do Queimado loja da agais
branca n. 16.
Agua de iavaoder e pomada.
Vende-se superior sgaa de Iavaoder inglesa
polo baratissimo proco de 500 e 640 rs. oedafras
co, pomada mtiiliasimo fiaa em paos grandes a
500 e a 1, vende-se por lio bsrato preeo pela
grande quantidade que ha : oa ra do Queimado
na loja de miudezas da boa fama n. 55.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonitos bicos de linho da -dous a
qustro dedoa de largura fazenda muito superior
pelo baratisaimo prego da 240, 320, 400 e 480 rs
a van, vende-se por tal preco pela razio da ea-
tarem muito pouca cousa ancaldidos, lmbeos se
vendem pacas de rendaa lisa perfeita mente boas
com 10 varas cada peca a 720, 800 e 1, ditaa
com .lpicos muito booitas e diversas larguras a
13200, 1600 e 2 a pega, ditaa de seda a 2 ca-
da urna peca : oa xua do Queimado oa bem co
decida loja de miudezaa da boa fama d. 85.
Lianas de cores em nvelos.
Vende-ae linhas de cores em nvelos fazenda
em perfeitissimo eslsdo pelo baratissimo pre^o
de l'a libra : na ra do Queimado loja de miu-
dezss da boa fama n. 35.
Papel de peso a 2f. a resma.
Vendo-se aa ruardo Queimado toja da ssiude-
zasda boa fama n. 35.
Preservativo universal,
45Ra Direita45
Otheml.
Urna das inteUigeocias melher esclarecidas na
scieocia de Hipcrates, depois de tangoa annos
de ezercicio de curar e matar eoovenceu-ee afi-
nal, qae o enico preservativo infallivel de qual-
quer epidemia, por mais mortfera que toase, era
conservar a cabeea freaca, veotre desembarazado,
e PES QUEMES. Ora, viajando por ah urna
epidemia.que meta gente como qualquer outra, 4
occasio de pormoa em pratica estes principio,
usando pouco do. chapeo -a sempre som-
bra ; temando de 15 em 15 dias um laxaste de
sal de giiuber, o mais acrrimo toimigo da epi-
demia, segando a opiniao eortica de um des
ornamentos da noisa aoagistratara ; e laucando
ao cisco lodo o calcado vetfao, dirigindo-se todos
ao armazem da ra Dtreita n. 45, onde O respec-
tivo proprietario a todoa reeeber com cortezia,
atorar ss massadas, o aqbocer os pea com es-
celleote cslgado, segundo o gosto, e estado fi-
nanctiro de cada um, evejam :
Horneas.,
BORZEGUINS doa melhores fabricantes,
fraocezes.iaglfzea e brasileiros a 13J,
12, 11, 10|, 250O, 8 e.....^...... 5*4tX)
SAPATOKS a 7500, $600, 5500, 5,
4500at.........................w..... 2000
Meninos.
SAPATE^a^.S.^SfMO.a......1600
-Sen huras
BOTINAS de fabricantes frsrreetel,,wrBle-
zes, allemaes a americanos ederses
c 6,5*500, 5, 4J500, 3S500a..........."J50O
Meninas.
BOTINASa 4500 e...................... 40OO
Um completo aortinento de apatea para se-
nhora de coaro de lustre virado a 300 rs., de to-
pete a 800 rs-, da lastre (os. 32 e 13) a 800 rs.,
de tranca franceses a 1900, portugaezet -2, pa-
tos de borrara para boma m sen hora e meninos,
muito couro de lustre, de porco.cordavao.marro-
quim, bezerco francez, sola de lustre, eoarinbos,
vaquetas, solo ate., que todo veade-ee como em
nsnbuma parte.
(;
fuMlFo -e vidFaeeire.'
4co de Dfilao.
Voode-se ac a 23 o quintal: oa raa do Qaei-
mado loja de ferragens n. 13 ; bem como aa ven-
de nasta mesma loja um completo aorlimeoto de
ferragens e miudeiss da todss ss qualidades! Su-
do por diminuta preco. visto o proprietario que-
rer entrar em liquidacao.
Camisas eceroulas
Vendem-se superiores ceroulss de linho muito
finas pelo barato prego de 26 a duzia, ditas tran-
cadas de algodao, mas de maito boa qualidade, a
17 a duzia, camisas branca francezss a 2S, 24,
26 e 30 a duzia, ditas para meoinosa 22f a du-
zia, ditas psrs homam com aberturas de cores s
22 s duzis : na bem conhecida loja da boa f
na roa do Quelmsdo n. 22.
Lencos .brancos para algibeira.
Ainda se vendem mocos brancos finos para al-
gibata pelo beratiasieno preco de IfdOO a duzia :
na foja da bo 4, oa ru do Queimado o. 21.
Mei s para senkora.
Veodem-se meias fines pars senhora pelo ba-
ratissimo preco de 3600 a duzia : oa raa do
Qaeimado n. 22, na bem conhecida loja da
boa f.
Pechincha
Salitre
?
?ende-se na ru do Queimado loja de ferra-
gens o. 13, a 8J500 a arroba' e em' porckrj Se
vender por muito menos. '''.'
Bscravovenda.
Na ma das Cruzes n. 28, segundo andar, ve'o-
ife-to um 'preto proprio para todo o svlco, por
eommoao. ?v "jrai
preco
Geouo e Trda-.
deiro vinho da Madeira, l-
timamente chegaix
X"1

Grande e nova
* Tres ffiiiak
31RiaDirita31,
Meato rico e bem montado esUbeleeimsnto a%-
conUarao os fregueses o mais perfeita, .bem aca-
bado e barato so seu geaero. t
aMAS de todas as qua4aades.
SANTUARIOS que rivaiioam com oiacsrsadi.
BANH&tRuS de todoa o tamanhos.
SB*J ICU Pl 48 tdem Idea. .. ,
BALOES-domiidam. ,t so u
BA6AS idam 4dpat. *-iiy u>u <..
BAHUS idem indsu. A t.n:t-neyiih ,t'..
FOLUA em eaiaaa de tedas aa greaaura.
PftATOS imitaado em pereloao a boa porsel-
>'..-. laaja^T.. .-, a ..,;..:,,-, <
GALElRASdotodaaasquaHdslea.
PANBLLAS,dwn dem.
COCOS. GANOIJUROS e flaadrss ftm -qual*.
qawriaas-timontotij, -. ^t.:.' tJ<-t.
VID ROS. om ai M a o a re t alho de tai oa oa ta-
maodaode-oaimauboa balar -OeotM da talada,
anr-toda a.paaaK ,i* oq--tiipi!a ti vm
Ba9oWj4av4|T**v 0aValVaV"4f
H.yeBleJ'^'5, 'FU* Vifi^0-0' 9 Wioimoan- eso., oa*MrW>ostsuo'hado-aerd doaoaambaak. a
r,eacripb3ilud4ia^alV,1Eos^etBta^ : OQsrtorjto, ^^T^T
Na loja de 4 portas da ra do
Crespo n. 8.
Madapolao com pequeo toque de
a varia a 4$.
Dito largo fino a5|a peca.
Algodaozinho liso encorpado a 2^800
e3|a petja.
Chitas largas de cores fixas a 220 rs,
o covado.
Bitas roxas estrtitas com pequeo to-
qu de mofo com 38 covados a 5^500 a
peca e em cavados a 1 tiO rs.
Meias pretas de seda.
Vsnde-se meias do seda pretas pasa seao
fazenda muito superior pele bsratissmo rieco
de Ijio par : na ra do Queimado na bem co-
nhecida loj da boa fama d.35.
Fazendas pretas
superioaes.
Grosdens pie preto muito superior palo di mi-
Sementes
. de Hamburgo.
De hortaliza e flores.
Viadas pelo ultimo vspor ingles: na ras da Ca
dla do Recife loja de Vidal Bastos.
Aos Srs. consumi-
dores de giz.
Nos rmazen do ce do Ramos ns. 18 036 o
na raa de Trapiche Novo (no Reotfe) a. 8, se
vende gsz liqaido americano primeira qualida-
de e recentemente ebegado a 149 a lata do cinco
gallos, assim como se vendem latas de cinco
Brralas a em garrafas.
Pechincha
Pechincha admiravel na
leja do Pavo a 10$
Vende-se pecas de bramante de inho
puro bastante encorpado proprio I para
lencoes, toalhas, seroula, camisas pao
1 rtotsetc etc tendo cada peca 2, va-
raspelo baratissimo preco de 10$ 7 pe*
ca, etambem se vende meia peca pc-
5# ou se retama a 400 rs. a vara : na
ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zem do Pavao, de (sama & Silva.
Rival
sem segundo.
Na ras do Queimado n. 55, defronte do sobrado
novo, est disposto a vender tudo por prego que
admira, asilm como ssjs :
Frasco de agua de lavando mullo gran-
des a S00
Sabonetea o melhorque pode haver a 320
Dito grande muito finos a 160
Frascos com rheiros multo finos a 500 J
Ditos ditos muito bonitos a IgQOO
Garrafas de agua celeste o melbor a 11000
Prascos com banba multo superior a 240
Ditos dita de urco flnissima a 600
Fraseos de oleo babosa com cheiro a 240
Ditos dito dito a 320
Ditos dito nito a 500
Ditos para limpar a cabega e tirar caspas a 720
Ditos dito philocome do verdadsiro s 900
Ditos com banha transparente a 900
Ditos com superior agua de colonia a 400
Dita, frascos grandes a 500
Frascos de maca; oleo a 100
Ditos de opiata pequeos s 320 e 500
Ditos de dits grandes a 00
Tem um resto de lavande smbreada a 500
Linhs branca do gaz a 10 rs., a tres por
dous, e fios a 20
Dita de cartao Pedro V, com 200 jardas a 60
Dita dito dito com 50 jardas a 20
Garreteis de linha com 100 jardas a 30
Duzia de meias croas maito encorpadas a 29400
Dita de ditas muito superiores a 4J500
Dita de ditas brancas para aenhora, mui-
to finss a
Vara da bico da largara de 3 dedos a
Dita de franja para toalbsa a
Groza de botoes de lou*a braoces a
Duzia de phosphoros do gaz a
Dita de ditos de veis muito superiores a
Pegas da fita para cs de todas ss lar-
garas a 320
Garteiras com agulhas.
A loja d'agaia branea acaba do despachar car-
teiraa com agalbaa de mal oda qualidade, o ex-
celleate sortimento, e ss est vendendo a 500 rs.
cada uma ; aaaim como receben igualmente no-
vo aortimento das agulhas Imperiaes, fundo dou-
rado, que continuara s ser vendidas s 460 ris o
papel, isso oa raa do Queimado loja d'agaia
branca o. 16.
Argolas de ac para chaves
vendem-sa 200, 240, 320. 400 e 500 ris, na ras
do Queimado loja d'agaia branca n. 16.
Froco fino, e seda frouxa para
bordar
vende-fe na raa do Queimado loja d'agaia branca
n. 16, onde se achara completo sortimento.
Oh! que pechincha
Vende-se palito litado e follados finos para
dente 2 massos com 40 massiohoj por 400 rs. na
ia da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Chpalos da Havana.
Vendem-se charutos da Havana d
superior qualidade em casa de N. O.
teber k C. successores, ra da Crua;
pa-4.
Obras temta. prateado.
Em casa de N. O. Bieber & C. jueces-
sores, vendem-se appareihos completos
para almoco, porta licores, garios, fa*
cas, colberes para cbe sopa, galhetes-
ros, copos e outros muitos Objectos des-
te bem conbecido metal, pela sua boa
qualida Je e duracao : na ra da Crus
n. 4.
Troca-se ou vende-se.
Vende-se ama barra (cofre ) oova a graudo,
lambern se troca por outra menor: aa ra da
Apollo n. 8, primeiro andar.
Veode-ie e tambem permuta-ao por ara.
dios, aesta praca, um bom engenbo de mear caos
agua-ff'com bailante torga, distante deeta pre*a
tres loguaa o meia ; de multo boa reetoerJa,
com muitas varsoaa o carregos, largos a feseos^
com exfolenles quebrada de ladeiras, toaa
rodareis, eom porto de embarque Sealco daa les-
ra do mesmo ; com estrada rodavel parca rt-
nho al o engenbo, com excedentes eeaoeirae a
eobertaa de matea ; a a vista nao s da lavearts,
como das cohortes dos tarreaos confirmar s
comprador o qae cima ca dito; tambem coa
escolente cercado por ser de muito bom oeeto
grammoso e gengibre ; eom muito bom pasea-
dlo ; alm de muitas outraa vantageos, que s
com a vi.ta do comprador ae poder certificar : *
qaem pretender dirija-ae i raa do Queimadc
n. 13, eacriptorio do Sr. Lua Beltrao Jorge.
Fabricante deespiritos da
ruaJDit-eita n 17.
Jote Joiquim Lima Bairao lembra aos seos t-e-
merosos fregaezes tanto da prsca. como de foratf
que o seu estsbelecimento se acha bem prvido
de todas ss qualidades do espirito, e feitos coas
aquell i perfercSo de que j sio conbecidos, coa*
sejs, agurdente do reino, aniz, genebra liat*
em botijas como em cascos de maleirs, lie re
da todas as qualidades, e prtcos diversos, alcac,
ou espirito de vinho do grao mais subido que ba
no mercado, o que Indo se vender pelo pre<*
mais commodo que em outrs qualqutr parle
A boa fama
vende fivelaspara cintos o mais bem dourado % possivel e dos mais lindos gostos qae tem viada
a este mercado, pelo baratissimo prego de 2*308
cada uma, carteiras com agulhas $ mais bem
sortidas que se pode desojar, e em quaoto a qua-
lidade nao pode haver nada melhor, palo bara*
prego de 500 rs. cada carteira, pennas de seo ca-
ligraphia verdadeiras a 29 cada caizlnba com !C
duzias, ditas de lancea verdadeiras n. 13* a IJt9#
cada groza, ditas muito boaa ainda nio conforta-
da a E>00 rs. a groza : na roa do Queimado, ca
bem conhecida loja de miudezaa da boa fama Da-
mero 35.
Vende-se a casa terrea na raa do Padre FU-
risoo, esquina que volla para a travesea do Ser-
fado, e a outra Immedtata dentro da mesms Ira-
vesss d. 11 : trtts-se na ra da Cadeia do BJ-
fe n. 25, primeiro andar.
Escravos fugiGo^
rfi
me ATooso de idade de il annos, o qual tem co
signaes seguintes: olhos grandes amortecidos,
nariz chato, bocea grande, beicoa groasoa a ca-
bello crespo, cortado rente, secco do corso, pea
e mios regalares e tem s falla um pouco rouoao
foi vestido de calca de azulao e camisa da n.ala^
polio quem o pegar leve-o a liba dos aVatos m.
30 que ser recompensado.
5t},000rs.
ute prego de $9 o covado, panno preto muito fl-
no a 3, 4, 5, 6,.7*9 o covado, casemira preta
muito fina a 2f, %}500, 3, 3500-e 41 o covade,
maotas pretas de blondo muito" upetioreaa 129,
maoUletaa de superiores grodeuplea pretos ri-
camente bardada a 35o, sebrecaaacas de penao
preto muito fino a 30, caascae tambem da peono
preto muito fino a 30, paletota de panno preto
fino a 18 e 20#, ditos do oaaemra de cor mea
ciada a 189, superiores gracalionas estreitas a
1, dUaa de setim.maco e do gorgurao muito ao
periorea para duaaollaa XS, ditaa estreitinbaa
com liado* alfinelo a t$, superior gorgurao pre-
to tara colletes.a 4 o corte, ricos enfeile pretos
a fij>, e assim outraa auitas fsaenda que asado a
diobeiru i sista, vandem-aa per prejos muito ba-
ratos usa ra do Queimado u. 2i, oa bem conhe-
cida loja da boa f.
'Superior ral-de Lisboa.
Tem para vendar em porco e a retalbo Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C> no seu ss-
criploiio rus da Cruz n. 1.
OS
antasias
Turseira9 de missangas.
A loja d'aguia branca acaba de receber um
bello e escolhido sortimento de pulseira de mis-
singas com borlas pendentes, obra d muito gos-
de mais perfeito se pode dsr em taes
est vendendo a 11600 Cada urna,
ihrai como para meninas e pele
e apuro da moda nao tardarso
'h* na roja d'vgaia branca,
eiaes para ca-
'i'' \ i "~ '
ra. Miada amala.brauaa raoai
aWome so estSeMssendo ra oa c**>sllas, vau-
de-aa aa rus da4)aaimado loja da agaia branca
n. 16.
- Vsnsdean-aooVaas aaaaa sitas na Satrada-IJo-
var sauajasatillas waaaa eraado* ; veada-aa
M1 *# Modot>^ IrfllTdat rM do Rosar*
drBaai8stu>a. kti
- bonitas rosas
armazem de fazendas
DE
Santos Colelho
Kua do Qaeimado n. id.
Lencoes de brsmsnte de linho a 3f.
Cobertas de chita finas a 2J.
Ditas a preQo do 11800.
Cambraiaa pretaa muito fina.
Colchas do fusto muito lindas a 6.
Esteiraa da India de 4, 5 e 8 palmoa da largo
proprias para forro do cama e salas.
Lengqes de panno de linho fino a 2.
Algodo mooslro a preco de 100 rs. a vsrs.
Toalhaa de linho para meaa 4$.
Ditas de fustao para mios, cada ama 500 rs.
Baldes para meninas.
Loja das 6 por-
tas em frenjkeuo
Livramento.
Csssas trancazos-de boni oa gostos O '
320 rs. o eovade, luvaa de reca pretaa
o da seda a 500 rs o par, (hilas rsece-
zas larga* escores-a* S40 n. o covado,
des finas a 260 e 286 rs., fiW de linho I
liso a 640 rs. a vera, tarta Mro flna de
todoa aa cores a 800 rs. a *t; leoeov
braneoa eom barra d car tJtOO a da-
rla e 110 r. ida am, meias pava ts>-'
mem a 1J200 a duzia e 120 rs. o par,
chitaa para cobetta de bonitos dese-
nlio a 220 rs. o covado, pecos do-bre-
te Dba de rolo a 2f. ditas de cambraia lisa
com 6 1|2 vareo a 39. mosf lina enear-
rrada 846 re. o covado, ealeinh.s para
menina de escola a lqi o par, peilos
para camisa braoces a da cero* a 900
rs", pees da esmera! braoes de aalpi-
ao a-39500, Igoao eofestado o melhor
e 700 rs. a vrs dito braoiopura a- !
Ihaa a 1f a vara/ebteilet dbe maismo-
deraos a garibaldi a i le)- est aber-
ta alasnoraada-OOlt. j
I Tt I
f R \ytmn
. Sempre ha para vender veoesiaoas de div
Umanbos com fitas de linha e lia, corda ver
tambera concetU as meimaa aqzi pxe?o co
\y iso
Vende-se urna arcaacao propria para uabruor
oaoeio,siU na rus oo Basarlo ealtaiu a. 9 op
p do aua do Quetas arto, quem pretender dirja-
se a mesma .qua achala tm quem. tratar, (
Saceos qppi Buferior farmh'.
A melhor qae presentemente na oo r^rcolky
s qs roa Dlrsita n, .17, .a piejo modso.
Pugio no dia 16 de margo prxima pastad, d
casa de sea senbor, o escravo da nome Laare&U-
no, crioulo, de idade 24 sonos, pouco mala ou
menos, com os signies segundes : alto, cheio i
corpo, porm nio maito, rosto redondo e picada
de beziges, cor preta, bastante umbigudo, pois
que differenes-se bem, (alta de deotes na trefilo
da bocea, falla gago, tem um pouco groasaa ao
csoellas dss pernas, filho da Nasaralb, foi otv
crsvo do Sr. tenente-corooel Manoel Gomes, mo-
rador no lugar dos Palos, do que se roga a eato
mesmo senbor que no caso d'elle por l Iba so-
parecer o mandar prender e ruso Jalo 1> vir a
sen proprio senhor no lugar absizo msacioaado,
ldvou camisa e cslga de algodio, aendo a camisa
de riscado e a caiga de azulio, quendo aada i
bastante apressado, procurara uma peaaoa paca
Ibe dar uma carta para procurar senbor tora doc-
ta cidade em nome do seu seohor ; por isso cav-
ga-se aos capities de campo oa qualquer peatn,
e antoridsdes polielses, qae o prendara o lveos /
padaris do paleo da Santa Cruz n. 6. O socravo
lem signal de calos nss costas daa ruaos da izm-
aar farinha.
Pugio a preta esersvs de nome Romn, at-
co Nago, com 50 snoos de idade, rosto taihifj,
alta, e com um ca tombo oo braco Muerdo.
quem a levar no ra do Calsbouco u. i, soci
gratificado.
Fuaio no dia 8 de fevereiro prosima patea-
do de engenbo Bola termo da Escads, oas osevav-
vo de nomo Anselmo, idade 28 aonoa pouco aaeie
ou menoi, cor futa, cabellos carepinhoe, ecos
falta de dente ns frente, testa saliente, aliara
regular, pernas Anas e sem neobama barba, 4
natural do Rio Grande do Noria : recoaameada ao
as autoridades pollciaes a ca pitaes do campo a
Captura do referido eacravo, podando ser entra-
ue no Recife ao Sr. Brnoo Alvaro Barbota do
ilva ra da Cruz o. 45, segundo andar, ou so
engeoho cima mencicnado, que ser generoeo
mente recompensado.
Fugio no dia 20 do correte do bordo de
patacho Capuam, o eacravo crioulo maii
ro de noma Antonio, idade 19 sobos pouca i
ou menos, sitara regalar, rosto comprido o >
alguos sigoses de bezjgas, levan cal^a e ramio,
azul : quem o pegar leve-o ao eacriptorio do
Antonio Luiz de O'iveira Azevedo C. ra do
Crua n. 1, ou a bordo do dito patacho qua scsa
generosamente recompensado.
I00MI00

i
i\/r-i
v
D-se s gratificagao de 100 a queoo potar o
aKraro Manoel conbecido por Minee) Frsaeiecje
cojo eacravo do abati aisignado, too oo asta,
ases seguintes: cor mulato, estelara regular, cav
bellos carapiohos, os dous denles do cima ah
frente grandes, rosto comprido, qaando aaOad
binalto espigado, muito Oeaembaracado oo fallar,
bm feito de pos a mies, diz e/se cose aeSbiat
de a la i ai, asta eters vo foi do atoado Ir asesto
coronel Bernardo Antonio de Miraeda aasabov ato
eogenbo do Brum, aa Caxsag aoado foi a vi-
do e criado e maito condecido osqaalle lagae\
tendo aido veodiao pelo Sr. Dr, Graciano de fa*-
la Bapliata oo ota 22 a fevereiro rexia
ado fugio no dia 26 do mraato osos, oati
eravo j steve fgido qaando ora do
la, para as beodas dacioode doOtiada aa ,
ribo o vlaha vender careao nesta cMsato
que foi pegado na ra da Guia com ama ca
docarvio, maito da sauoor qawtanba
0 nome e que se Intitule de forro : raga aa m
sutoridadvs pollciaes e cepitaee de cama* sao
prefaentio do dito escravo, aaaim cerno so grait-
oca eom a qaaalia cima a quem o troaavav ou
der aesiafa aete aoodaost aaaim causo sMaato Jt
se prolrsla contra qooos quor qua o lamba eceat-
tado.
Albino Ja Iva Uai.
Fugfo do engeoho Boa leparanrja eemeaa*.
vio Limeeiro, oas das do mes de jaaaico *a i
reste seno, um eacravo pardo Oto
rio, idaa 30 tonos oouca mais o
ssevav^ 6 aatorsVdo torno da Cal. tea dan
tto" Recife e Calar, por tasod da esposar SS
teja oeeolte porqas4aajBT manda se ss autoridades policiaca e cas'
os b do a ctasora do rslasMo <
da^er antraaaa-nsU praca ao Sr. tros
Barbosa da Silvs.ua rus dSCrtU. ,
andar, oa no referido engenbo.


1! II
MAR W f 11HAMWC0. SAB^ft# 5 M JMOL Dfi 1K1.
Litleratera.
----------------------
13
CARTA <
dirigida ao Exni. e Rvni. Sr. 0. Mauoel
Joaqaini da Silveira, arcebispo da
Babia, mclropoliti e primaz do im-
perio do Brasil, sobre as necessida-
des da egreja brasileira e do estado.
( Continuacao. }
XII
5* I'rofosico.
Informar sobre os edifitios applicadot
c ao culto, quies o* lugares onde sao lu-
sufficientes, e 01 meios de quanto antes
a te erguerem e dotadas noves, onde oe-
cesta rio forein ?
leconheoendo a absoluta necessidade em que
vive.a egreja de templos convenientemsnte prepa-
ra Jos para a celebrarlo do culto ivioo, nada dira
sobra esta proposigio, lembeada em boa hora, se
por ventura nao tivesae ldo em am (ollieto im-
presso do Rio de Janeiro urna outra, que tado
conflaodo do favor dos fiis, pretende at exo-
Jierar o governo de consignar oo scu orcemenlo
urna verba para o rtparo dos templos acluaes
provimmtos de paramentos, t do maie, quene-
cessario for, para se celebraren com toda a
pompa as solemnidades da egreja. (19)
Para poder-se formar urna idea do estado las-
timoso da maioria dss nossas cithedraes, e de
quasi todas as nossas matrues, nao preciso cor-
rer-seo imperio, basta ler-se os relatnos dos
nossos bispoj, e dos respectivos presidentes de
provincia, aoode com dr veremos oa uaiforrui-
dade da liuguagem o abaodouo com que se tem
olhado para m casas de oraoo.
O raesrao .Sr. ministro do imperio no seu re-
iatorio desle anoo atsim se exprime :
Sioto nao po lerdar-tos acerca de nossas ca-
thadraes e mttrizes in[ormac.oes lisongeiras. Se
na corle, e em algumaa capitaes de provincia ha
templos em que se podem celebrsr com' esplen-
dor as testas religiosas, na maior parle das re-
fiuezias o seu estado incompativel com a pom-
pa do culto calholico, faltando em amitos deltas
os necessarios pagamentos. Espero que consig-
nis na 1 di do ornamento os fundos indispensa-
reis para os reparos das tuatrizea. y,
Basta ler-se a historia para ver-se de quinto
era capaz a piedade, e fervor dos fiis nesses
lempos, que os espiritos fortes de nossos dias
chmamele carolice, e papa-tanta. Os mag-
nficos e soberbos templos e casas de candada que
ndmira a nossa geragio sao os monumentos, ou
otes a historia monumental do ardor da f de
nossos maiores Porem, querer-se compara* es-
sa poca em que os monarchas, os nobres, os
micislros, e o povo, venerando as leit da egreja,
augmenlavam os seus patrimonios com avallados
doaativos, se submettiam s suas determiaags
suatas, e respeilavam a sua autonoma com a
poca que nos v, e que trata o impoilaote oego-
"io da religiao como um obiecto secundario, o
?uc n&o se poder admitlir. Nesse tempo a egre-
itinha seus dizimos, gozava de seus privilegios,
o liona inmunidades ; hoje, porom..., duro di-
zo-lo a egrejs quasi que se regula pelos cdi-
gos seculares, e oem mesmo podem disp"r aa
rdeos regulares da sua mesma propriedade sem
um aviso do governo 1
Ainda repeumos, a verba do orgsmento, que
decretar quantias para o clero e para o culto, nao
sal.ir dos impostos, mas dos dizimos, que sao
collados pelo estado. Essa verba, indirectamen-
te, aioda til lia da piedade dos Ceis.
Alem de que, nao ha nago culta, aonde a
egreja nao seja contemplada nos seus orcameo-
los. Isto um auxilio, e as circunstancias ac-
tuaes iodispensavel oo Brasil; o que comtudo
to dispensa, e nem autorisa desprezar-se a
piedade dos Seis, que como muito bem diz o Sr.
ministro do imperio, c aioda hoje nao muito
improQcuo recorrer a ella ; porem s em casos
es/iecia/istirooj se poder prescindir do auxilio
dos cofres geraes ou provinciaes.
E anda mais, se a religiao catholica apostli-
ca romana a religiao do estado, como diter-
se, que elle a nao deve contemplar nos seus or-
cameotos. e que ella deve ludo esperar da cari-
dada publica ? O estado contrahiu urna tal obri-
gago com a nossa egreja e deve campri-Ia.
Depois da nova ordem, que foi dada s cousas
da egreja no Brasil, e a ficalisago que o estado,
tem querido tomar sobre todos os negocios, que
sao peculiares mesma egreja, nao possivel
admlttir-se urna tal proposito em toda sua ex-
teusao.
XIII
6.a Proposito.
Ouanlo s irmas de caridade, ave-
riguar se nao ser desejsvel aclimar,
e naturalisar essa institoicao ; adopttr
esta formosa organisagio menos as-
clica e contemplativa que militante ;
'< desempenhaodo-se a regra da ordem,
mas com sujeicao s autoridades ec-
x elesiastiess brasileiras 1
A historia moderna, principalmente, deve ser
considerada como urna viva apologa da coogre-
gagao das irmas de caridade. Aioda bem fres-
co deve estar na memoria de todos os relevantes
servigos, que estas caridosas creaturas presta-
ran! a bumaoidade nos arraiaes di Crimea ; e a
sua aboegacSo tocando o sublime, chegoua com-
tnover o proprio sectario de Hahomet tribo-
tar-lhes venerado e respeito, e admitlir que se
estabelecessem em Constantinopla. Nao ser pois
preciso demonstrar-se a conveniencia de se crea-
vem casas de irmas de caridade no imperio,
aonde ellas j tem prestado e podem prestar
cuito bons servigos.
E ainda que os inimigos de tio bella institu -
C'ao a tenham considerado descivilisadora, e des-
necessaria, comtudo os magnficos principios, que
ihe servem de alimento, e os servigos reaes por
ella prestados humanidade.qoe cuidadosa os re-
gistra,sao argumentos suficientes para condemnar
a liogasgem apaixonada o acrimoniosa com qne
o principio revolucionario pretende esconce!*
tua-la.
Emquanto porm, maneira porque devem el-
las ser admiltidas, entendo, que somonte com o
eonselho do episcopado brasileiro, e de accordo
com o geral de S. Vicente de' Paula, e approva-
c&o da santa s, poder effectuar-se o seu esta-
jelecimento no imperio, ssndo ama das condi-
coes a achnisso de novigas brasileiras. Feliz-
aenle a instilnigoj ob edesconhecida ao paiz,
o que multo contribuir para facilitar a sua acti-
tnaco entre n6.
XIV
7.a Proposigao.
si dicar os principos da moral, conferin-
< do-se seus autores premios hono-
riQcos e pecuniarios, e tomando 6 estar
< do o numero de exemplares preciso*
.< para convenientemente sa destribui-
rem ? >>
a de crear-ge em cada urna das dio-
lilterarios sob a impedala vigilan-
te des Mapas, am de curar-ie da
o #e booi livros eipalbados pelas respectivas escolas, dados aes
parochos para destruirera gratuitameole aos po-
bres. ajsj sersm veadios por impreco
iosigoificaole aos que os poJerem comprar. Os
gove'rnos provinciaes nao pouto podero coadja-
var a egreja neite empenhocom algum quaetila-
Uve pecuniario, pois que ambos os,poderes mar-
cliam pira o masmo fm, nesle seolido. i
Esta medida nada implica com a explicarlo
do oteciffimo, e as homelias estagao das mis-
sas parochiaes, no que cumpre os parochos o
seu devaauordeaaa pelo concilio tridentino, e
Iota do pni.
Os premios alo muito bem lembrados ; e
Franca, cuja orlhodoxia do clero, e exacto curc-
primeulo de seus deveres, oao podem ser dados
de suspeilos, os destribue obras desse genero,
ainda que sejam estraogeiras como aconteceu, e
o sabe V. Exc. Rvm com As mxima*, e pen-
samentos religiosos do Sr. epnselheiro Bastos,
e outras obras eguaes/.*
A medida,, pois, afreeentada nesta proposico
merece a mais particular atteftc9o da egreja e do
estado.- pelos ptimos resultados, que deve pro-
uur-llies.
8. proposteao. ,
< Pelo que loca ao ensioo das respec-
livas .setnelas, decidir, que se leve
<: a effeito a execugo da lei, que creou
c a faculdade de theologi, pois que
a passado cario praio a de entre os
a doutores deverao sair os prelados,
sendo tambem esse titulo de prefo-
leocia para provisaenlo das egrejae t
No meio do deluvio geral de erroa, e deseo-
freada licenca de pensamentos atlrados a 4smo
n Brasil, e em toda parle.j nos discursos, e
j nos eacriptos, os costumes se perdem. a reli-
giao catholica desprezsda, desconhece-se aaa-
gestade do tullo divino, assalla-se o poder, e
autoridade da gante s, escravisa-se a egreja,
viola-se a santidade do matrimonio, calca-se
aos ps os irrefragaveis direitos dos bispos, (19)
e a irreligiae assumiodo os foros de crenga, exer-
ce a sua iofleencta meleca sobre a socielade, e
Ihe prepara m futuro desastroso, E' preciso op-
por se um forte dique tSo funestas tendencias
em quaato tempo, como j disse ; e cortamen-
te ao governo como protector da egreja, e seu
hispo exterior cumpre auxilia-la com todas as
S'ias orgas para a consecugo do restabelecimeo-
to da boa ordem e seguraoga assim espiritual,
como temporal dos povos conDados a seus cui-
dados ; e, para isto, nao pouco contribuir a exe-
cucao da lei geral, que crea no imperio duss fa-
culdades theologtcas.
Todos os annos, Exm. e Rvm. Sr., peridica-
mente l-se nos relatnos dos Exms. Srs, mi-
nistros da justiga, b hoje nos do do imperto, que
o governo por falta de meios aioda nao tesn po-
dido levar a elTilo a iostallaglo d'aquellas facul-
dades. suppondo mesmo os Srs. ministros, que
semelhinte demora neohum mal poder trazer
egreja, e ao estado, por isso que sendoas
faculdades tbeologicas como complemento da e-
ducago inlelleclual do clero, s podero ser de
absoluta necessidade entre o3 quando possuir-
mos seminarios perfeilamente montados. E mes-
mo porque dos seminarios devem sahir os alom-
os em nao pequeo numero para as ditas facul-
dades. E s ento tambem sao compensadas as
desperas, que com ellaese fazem. (20)
Nao posso, Exm. e Revm. Sr., cooformar-me
com urna semelhaote proposlglo vista da sua
pouca fustiga ; por que coaao multo bem sabe V.
Kxc. Revm., os seminarios contendo apenas um
curso de humanidades imperfeito, e um pequeo
curso Iheologico, jamis poderlo dar ao paiz, e
a(egreja theologos p*rfitos, com as excepges
d aquelles, que depoit se formarem nos seus ga-
binetes, ou nss academias estraogeiras com nao
pequeos sacrificios. Se as faculdades theologi-
cas nao fossem iostitufces reclamadas para a
alta iostraccao do clero, e absolutamente indis-
pensaveis e,m um paiz calholico para a completa
clucago do mesmo clero, certamenle, que nao
exisliriam, e nem os diversos goveroos se mos-
trariam to solcitos as suas creaces. A des-
peza oem por isso se poder considerar exorbi-
tante, pois que sabido, que a imitadlo do que
se pratica com as outras faculdades de sciencias
diversas, que tem o imperio, o governo pode ar-
recadar propinas, que nao pouco auxilian tomo
receita a despeza, que fizessem. E parece que
colber o argumento para a egreja por causa de
ter alguna aeminarius. imperfeitameot organi-
zados pela deficiencia de disciplinas, que sao
reclamadas para a illustrscao do claro, tambem
deverja aproveitar para o estado, cajos cotlegios
ventajosamente montados com relagSo aos nossos
seminarios, poleriam dispensar as to necessa-
ria academias de direto, malhematicas, etc.,
que o Brasil sostena a mala vialv el utilidad e.
O Brasil costando para as diversas classes do
estado duas academias de direilo, urna de bellas
letlras, duas de mediciua, cursos de pharmacia,
academias de bellas artes, de malhematicas, de
dem tanto a formar bos cktadaos, e boos empe-
gados ; porque a rsligtlo catholica a nica, que
tesina o exacto eemprimento dos deveres que te-
mos detempenhar ou para coa Deis, oa para
com nosco, eu para com a sociedade. A caasi
da religiao de estado nio dere correr I reverla, e
a exigencia de ama tal habilitadlo ou prova ser
ma(s um remedio is ideas exageradas do tempo,
que precism de ser sufrotadas. Smente quan-
do o Brasil for eminentemente cathflicu que
camiohar ce-teiro, desassombrado as suas
reforma*, e prosperar. O governo, pois, que
bem do servigo do estado tem exigido nos seus
reglamentos diversas o justas kabilltagdes para
os seus differentes cargos, certamenle muito lu-
crar se addiciooar-lhes as provas de coohect-
mento da religiao que professa para aasjelles, que
houverem de coacorrer aos referidos cargos.
E nem se diga que umi tal exigencia oppoe-se
a tolerancia civil, i que consagra-so a segunda
parte do artigo 5.a de nossa constituigio politiea
quando diz Todas as Outras rehgiSes ttrao per-
mittidas coi seu culto domestico oa particular
em casas para>ist* destinadas, t*m forma algu-
ma exterior de templo; por qanto elevando a
mesma constituigao oa primeira parto doste arti-
go a religiao catholica 4 catbegori* de religiap de
estado nao s a considerou exclusiva pelo que
dispoe no fiaal do artigo 5.*, como deu-lhe pri-
vilegios, e prerogstiras declarandoa religiao
dominante do estado. E isto lei fundamenta!
do Brasil.
O estado pela sua lei fundamental nao 6 pode,
mas com tods franqueza, viato que calholico,
deve prestar por todos os meios ao seu alcance o
auxilio temporal, que for neeeasario prbpagi-
gao, e conservago da religiao, que professa, ni-
ca verdadeira, e divina, e que todos os Brasile-
ros explcita, e implcitamente juraram guardar,
e defeoder com o juramento constituirlo poli-
tica, que ssrve ao mesmo estado de pacto funda-
mental.
XVII.
10. proposico.
Se nos collegios de meninos, e meoi-
as nao dever ser severamente obri-
" gatorio o desenvolvimeoto des*estu-
dos da doutrioa, da religiao, o da mo-
e: ral?
Honre tempo em que no Brasil a misso difficil
de professor da primeira iostruegao da infancia,
e sem duvida a mais seria, era urna trela de
pouca importancia, a para rauitos um meio de
vida, que somente era abracado por aquellas
quem faltando todos os recursos, reselviam-se
to ardua commisso. Inqoiria-ae da baixa do
estipendio, e pouco importara osyniiuar-se se
tuina ou nao o professor as habilitscoes precisas,
e fundo de moralidade iadispeniavel, e religiao
bastante, que podesse garantir o aproveitameoto
literario* dos meninos, e os principios de urna
educacao solida mocidade. 'Felizmente, po-
rem, eates lempos j quasi passaram, posto que
aioda se encontr um ou ootro exemplo que em
vez de auxiliar a edueago primaria da infancia,
presta em to nobre misso verdadeiros desser-
vigos 4 egreja, e ao estado ou pela insuficiencia
da precisa iostruegao, oa peU ausencia deoutros
dotes inherentes so evangelho do ensioo.
E' um tacto sabido, que poucos dos nossos cot-
legios se prestam mandar seus alumnos aos ac-
tos religiosos, aos sermoes, e s licedes do ca-
techismo, que se fazem- as respectivas paro-
chas; e nao lendo hoje os parochos, e nem to
pouco a egreja iaapecco immediata sobre as es-
colas assim publicas, tomo particulares, e easas
de edueago, e oem ao menos sendo os parochos
os preteridos para os logares de delegados da
iostruegao publica nos circuios de suas jurisdic-
ces, como aconteca outr'ora, haveodo mesmo
as cathedraes um inspector geral dos estados da
diocese oa pessoa do mestre-escola, que aioda
urna das suas dignidades actualmente, mui lou-
vavelsar, que o governo estabeleea oficialmen-
te o ensioo obligatorio da doutrioa, da religiao, e
da moral caibolica us collegios de ambos os se-
xos, e que oinguem possa assumir, e exercer o
importante lugar de director de taes estabeleci-
meetos, ou de professor sem qne aprsente pro-
vas publicas de que coohece, e professa a reli-
giao do paiz.
E nem s diga, que tal medida nao passar de
meramente official, nao ; o Brasil tsm por dever
animar, e proteger a religiao, que abrac,
bem sabe o que pode contribuir para a aua tran-
quillidade, e progresso o ensino calholico. Ha
no imperio alguna collegios protestantes dirigi-
dos por esiraogeiros, que. com raras exceptes,
podem ter a capecidade de entinar, mas nao de
eosinar bem ; e qae, procurando este meio de
vida deapeito dua regufamentos de instretgao
publica, que esigam hbiiii,js cp.oia.do
para o magisterio tanto publico, como livre, e
estabelscem alem da aptidio, coodiges para tal
flm, recebem debaixo de sua tutella a nossa in-
fancia, que logo desde o bergo para assim dizer,
e a troco de fallar bem cedo deas ou tres lioguas
estraogeiras, igooraodo a propria, cresce com o
eoraco seno descrenle jl, convenientemente
preparado para a descreo;*, eatdilosamente pre-
venido contra a religiao de seas paes cujas pra-
tlcas ri-se porque as nao ,viu no collegio, acoi-
ou harmnica com os sorWos principios da egre-
ja catholtft de caja deulrioa esforco-me por nao
aparlar-DM, rogo V.,Em. Rvma., que m'a faga
conhecer pera corrigirfnlb a tomando como fliha
do proposito, mas sim da traqoeza de mtnha In-
tslbgtf da.
Digne-se V. Exc. Berma, aceitar os protestos
da alta estima, bem merecida considerago e pro-
fundo respeito com que sou de V. Exc. Rvms.
amigo muito obrigado e reverente eapellao,
Conego magistral Jfarwe lavares da Silva.
S. I.utz do Marsnhio, 0 de Janeiro de 1861
RELIGIAO.
A dominga da Palxo.
Qeanto mata se'sproxima a semana santa, tan-
to mais sombro e pesado ]se torna o lacio da
Desde qsjarla-feira de Cima as vestes sicer-
.ni!en *k0- ?"" i*"Tn e preto escuro,
com umbnal encarnadas, na domingo da Paixo.
t ella a quinta domioga da quareema. Para
Jjiloi paizes, aquella em que se acaba de co-
brla" "ng9n, M nl0, ", eDlo <<><*>-
Has antes, tiremos a quarta-feira da qaarta
semana de quaresaga. Era ootr'ora chamada a
tarta do grande..S4**i%io par a preparaco dos
cathecumenot ao baplUmo.
de 'pela fome-pela nudezpor ata cruz o por
sena sorTrimsntospor sua norte e sua aanta re-
surreigio sejam perdoadoi i, esquecidos ot not-
sot enermiaaimos delicloa 1
Ao mu exemplo, eopportomos as falsas acce-
sacos, aa calumnias, oa juizos temerarios e in-
justos ; tornando-nao por tal modo digno* de
participar doa tractos preciosos da morte, e Pai-
xo do Redemptor.
P. se C.
Esboco biographiro de Joo Baplista
Moreira, bro de Moreira. cnsul
nO KO de Ja-
crea ocas
pnmeiros dias do christianismo, os.que
mamfeatavam desejos de abracar a religiao divi-
na eram levados presenca do bispo, ou a aual-
queroutro padre, que, antes de ludo, examinava
ti solida e Arme era a sas eonverso : porque
temia-ao profanar os santos mysterios, sdmittin-
do-se a alies pessoss indignas ; e o zelo pela
conversao. por mtis farvoroso. nao tornava oa
cnristos facis em receberemosqootettemunha-
vato o desojo de a ellos se nirem, pelos lagos
Averiguava-ae, com todo o criterio e pruden-
cia, as causas da convergi de qualquer pes-
f0'' ~^89U8 costumes, sua vida, oseas preceden-
tes. O que, aps esse reflectido exame, era con-
siderado digno do nome cbrtlo, era posto oa
ordem dos cathecumenos, pela imposlgao do bis-
po ou do padre, que lhe ornava a fronte com o
aigna da cruz, rogando a Deua que o recem-con-
vertido se aproveitasse das inttrucgoes que rce-
me, e que se Gzesse digoo de participar das ra-
gas do baptismo.
Desde ento, os cathecumenos sssisliam sios-
ruegoes publicas, sob s direcgodos catnegms-
tas, que velavam sobre seu comportsmeoto, en-
tinando-lhe os elementos da e as rearas da
moral evangelice.
A quareama era o tempo particularmente des-
tinado ao exame e instrueco dos earWume-
nos asaosi exames se cbsmsvam scrulinio: havia
sete, desde o comego da terceira semana da qua-
resma at paseboa.
Oh quo longe vo de nos estes lempos de
f, e de amor 1 Pois bem I Ao menos, guarde-
mos, gaardemos em nossos coregea estas pie -
dosas recordagoes ; santa emanago da f de
nossos paes 1 Que suave perfume que se exala
dessas tocantes ceremonias que nos cercam ani-
da, nos trsnsporta, e nos encanta 1 Esses dias
que j \ foram, podem aioda volver aobre us
voltarao porque cada dia o ealholleismo im-
mortal se restaura pelo mundo. Diante de sua
lumioosa verdade, empalidece o erro; empali-
dece a impostura Se os ros e as edades nao
refluems suit oascengas, o hornera pode voltar
perdida innocencia, tornando iocnlpavel um
passado de delirios. A Providencia oulhorgou-
ndt o pensameato e a memoria, para destas fa-
culdades uzarmos de*um modo digno della : ora
nada mais aobre do que consagra-las glorifl-
cagao do seu santo nome.
E entretanto, ae nos perguntar : porque a
domingo da Paixo assim chamada ? E' por
que peste dia a egreja comega a occopar-se mais
particularmente da paixo de Jess, que ser'pre-
gada oa domioga seguiole. Se a quaresms ou-
tra coasa nao e, que a preparago par* a grande
festa da paschos, concebe-se qae, qeanto mais
esso di se approxima, muito mais devem os pee-
cadores se exforgarem or tomar se dignos de
celenra-la. Importa pois redobrarem de auste-
ridades, d6 arrepeodimeoto, de oragea. e obras
meritorias. Importa terem serapre presente ao
espirito a palxo do Salvador, ideotifleando-se
com os seus sonri
quo hbilmente concebido realissjfo fui aaaa
plano, que aeaboo de Mporar ce ecBtaracoe oT
poslos i cotMUao do* traaolhoe m'tnMxrL
sendo tal rMoltado d.ioTT7rW?Sf5
zelo e acntolado patriolismo do coasoNttire Me-
reira.como o podem certificar os Ristra
bros dessa briosa commisaie. cjue se
Portugal e na Europa, e *ai* "iirialssa
cooselbeiro Pontea Pereir* de Mallo, rsiel
alias oeste sentido numerosos docoaesiloa
ciaes nos ministerios da fazenda obra* pabUc*<
em Litboa.
,
mariuha, escolas militares, etc., etc. ; para o mando desde logo de demasiadamente crdulos
clero aioda nao poude fuodar urna s faculdade
theologica I
Os seminarios sendo instiluiges necessarias
s dioceses, aioda mesmo que inttalladas sejam
as faculdades tbeologicas, jamis podero perder
os seus elementos constitutivos, e o seu rgimen
econmico : por quanto nem lodos os que forem
abrigados debaixo de teus tectos e protece j de-
verao ser doutoret.
Nestis circunstancias, pois, e a vista da'eco-
nomia, que o governo deseja empregar na ins-
lalacao das referidas faculdades, e a palpitante
necessidade, que sent a egreja brasileira de sua
prompia iostatlago para a instruego, e uiilida-
dedo seu clero, e egualdade na partilha dos co-
ohecimeotos sclantificos com as outras clessaa do
estado, de indeclinsvel necessidade, que o go-
verno tomando oa devida coosilerago to im-
prtame negocio oomeie, de accordo com o Me-
tropolita, ecclesiaslicos habilitados, que fazendo
um estudo profundo sobre as sciencias, que de-
vem constituir os diversos ramos theologicos dss
ditas faculdades, apresentem os seus trabalhos,
Gm de que teoba execugo a lei geral de sus
creago.
Em quanto, porm, as vaotageos, que o theo-
logo, ou o canonista teri sobre os gradaados
n'uutras sciencias, e sobre os leigos, *0 direto
cannico as estabelece e reconhece, sem que pom
tudo essas babilitagoes arredi absolutamente
dos altos cargos, e officios da egreja os eccteaias-
ticos virtuosos e idneos. Como expressameote
recommenda o sagrado concilio de Treoto. (21)
E cabe-me aqii recordar a V. Exc. Revm., qoe,
para obviar-ae a grandes despezat, e demasiada
orosidadoJern negocio to momentoso para a
ogreja, e mi o estado, talaez fosse til, e saa-
mamente provrttoso, que o goverao deputasse
m, ou mais ecclesiasttcos dar itlostracao, o de
na confianga e da do metropolita i viauarem os
Bem sabe V. Exc. Rvm. quanto a notsa po- ***"> seminarios e esubelecimootos theologi-
cos da Europa, e que estudando as suas legisla-
es. econqmia, ordem, e gtu deaproveitamen-
9 comparativo, redigissem memorias, que, illu-
cidaodo o governo nos progresso*, e disciplinas
Vas diversas academia*, o levasse installar rt
oossas faculdade* segundo o melhor modelo apto-
sentado, e approvado pela aanta s, cuja audien-
cia em tal oegeejp de primeira inluicao, desde
O momento em'que se as houver de installar no
imperio, para qo* os grus nellas cooferidos, se-
jam devidsmeote considerados para os cargos, o
officios eclesisticos.
" a. XVL- "
Se entre .ss nabitiiagoesjvr* os cur-
t sos superiorea e para a quasi totalida-
c de dos enapregot pblicos, deveroes-
- labelece-se proras jndispeosaveij do
a conbecimento. da religiao do' etado-?
Em um paiz calholico como a nosfo,-parece,
que seria desnecessario o que nesta proposigao se
coolm ; porem se att*ndermoa para o pouco fer-
vor e Qdelidade s mximas da egreja catholica,
que assiste a urna grande parte da nossa popula-
do, prioeipatmeot* d'a^tatlla, que extetla-se,
quandorsA\h^M^jdaMfir^os(oftes, e de-
sabusados, a medio; propoata eleve ser abracada
pulago e as nossas escolas de instruego nrima-
ria, principalmente, vivem na carencia de bons
tivros. Nenhum, quasi, o cuidado que se em
prega da parle daquelles, que se encarregam do
ajrimeiro desenvolvimeoto da nossa infancia, de
Brocarar-lhe livros appropriados ormar-lhe o
corago e os costumes. D-se ao menino um li-
*ro, pouco importa indagar-ae-lhe do autor o seu
objecto, e o seu Qm.
A uniformidsde no entino calholico palpi-
tante : porque te nos primeiros annos se nao ar-
raigar nos coragoet a doutrioa boa, e os saos prin-
cipios da verdadeira religiao, pesstmos serio os
Iructos, que mal* tarde se bao de colher. Taet
livros, muitai retes corrompen Jo o espirito nao
Cao seno ideas vas, futeis, supertlciaes e com-
pletamente falsaa sobre os oossos deveros, nos-
tas relegues sociaes, sobre a historia e sobre os
costumes. Se iolerrogtrmos todos aquelles que
abandonaran) a iui f, que trahiram a verdade,
O esqueceram a Dem, se elle* quizerem ser fran-
cos retpondero, qae foi a leitura de mus li-
vros que Ihes fez abandonar iossnsivelmente os
eus deveres de enlistaos, que oa desgostou do
ouvir a aanta palavra, que os aflastou dos alta-
ras, e que spagou nelles at luzes da graga. I
A destriboigao gratuita de bons livros, appro-
vados pelot respectivos bispos, certameiite, que tnatirameoie. E npi te da, que nftto ha
ser um grande paaso para a reforma da nota*' Idoovagao; porque sendo'a" religiao catholica
instruego nat classes diverts da sociedade :, P>soiic< romana a do.pait em virtude do artigo.
ROr que essea meniooa, decorrilos alguna das' 5- da ua consUtuicaopoTi|tca Tu. !., e deven-
xnait, deverao. apparecer na vida activa da me*-
idi sociedade e offertar-lhe os fractos de aua
educacao, de que muito depender o oosso futu-
ro social.
E, ser vio do-rae da idea, que anima todo o*
fciapoi frarxeza*. lambrarai V. Exe. Revm. *
" (t9) Breves Reflexessobre as neceetdadee
da egreja catholica.
do posse de qualquer cargo ou emprego prece-
der* juramento catholieo, nio ser fita de pro-
posllo exigir-te mais essas habitogots, que ten-
HU-.!......ni- i,, iiiuii.i ni 111*0*
(19) Vid. eart. encycl. do 3. 8. P. Pi IX do
104e^oovmbrpdf Mrffi. iniv- -*
TO) Relatorio do Sr.'ministro'do imperio da
"1. Pg. 49. '"''" *
(Jl)'eM. 24 doreformv tp. I-4*sett. 4.
os que assim venerara os dogmas e preceitot da
religiao verdadeira I
E ainda qae nao falte quem procare nio s sus-
tentar, mas at justificar um to perigoio como
iojoslicavel methodo de ensino em o nosso paiz,
soccorrendo se para laso a capciosa evasiva, de
que nos collegios protestantes do-se directores
catholicos, que instruem na religiao catholica os
alumnos, que a professsm, proporcionando-lhet
ao mesmo teapo ot exercicios de piedade e de
amor f ; comtudo, jamis se poder confiar
em urna semelbante iostruegao, que, fia maioria
dos collegios proiestantei, nao passar de um
meio astucioso para chamar pensionistas, e eata-
belecer o. proselyismo. Em taes collegios ot
alumnos catholicos asai*iem as orticas e llgdes
da respectiva seita. E' perfeitsmente sabido, que
o protestantismo veta urna guerra de exterminio
so calholtcismo, porque nelle Oncootra a condem-
nago robusta de suat doutrinas contradictorias e
subversivas, e que, por todos os meios ao seu
alcance, renunciando as boas obras, o desrespei-
ta, e chama a egreja de prostituida. Ora, se este
o proceder do protestantismo, como delxar
elle de inocular no animo dos que educa aa per-
niciosas sementes, que a aeu tempo devem pro-
ducir ot necessarios effeitos ?
Nao raro encontrar-se mogos, que tendo feito
sua edueago em collegios protestantes, perde-
ram f de sene paes, e vivem quasi que sem
crenga alguma, pela successio de duvidas em que
osdam aobre pontos importsnlea da religiao,
como a preseoga real da Nosso lesos Christo no
Augusto Sacramento da Eueharislia, a ceafsso
sacramental, ete.
Cabe, pois, ao governo oppor oa obiee a tio
ma systema de ensioo, e velar aobre a edueago
da noisa infancia para qae lia nio ae nutra com
o leite da deserenga da verdadeira religiao, da
religlio do paiz, com vista e pratica de dais re-
ligies differentes, justamente oo lempo em qoe
as nio pod* comparar.
Muito trivial boje ver-se fallar com am certo
desdm a menino* e mogos quasi inOxplrisatet,
da religiao do Christo, da egreja catholica e dos
seus dogmas e proceitos ;"sr inquirirmos das
causas conheceremos logo, qoe ostras nio sio
seno o tracto dos exrnelos pessimos, qae toma-
ran), e dos livros pervertidos, que Ihes efisioaram
ler, e que em vez de refreiarem e corrigirem
os erroa e, os costumes, pelo contrario animam e
robuslecem a impiedade e a corrupgio.
Firme prtenlo o governo officialmenie o ensi-
no calholico as casas da edueago. e seja vigo-
rosamente vigilante na sua inspeccio, e livre as-
sim o Brasil do proselyisnjo protestante, q*p tra-
balha Sem rebugo, e islvez prepire m eataclys-
ma religioso I A verdadeira religiao, diz Cicaro,
o apoto da -republrca. D egreja aatholica
algama iaspecgio sobre a instruego publica do
paiz, pois qae a sua misso eosinar a todos tem
disiincgo, e ella conserva e conservar intacto o
sagrado deposito das verdades, que aprenden de
seu proprio fundador, e que dever tranamittir
al a cQosummago dos scalos ; porque, como
oos entina Tertuliano, tpda a novidade em ma-
teria de f, deve de ser prohibida ; a f urna,
immutavel, Irreform'avel Regula fideiuna om-
nio ett : sola immobili, 6t]irreformab\l\ti
- Podem >s *htl*phosestabeJ*c*r nov**.*yite-
mas ; cada um nelles pode porfiar e dar azos ao
eu juizo : na religiao, par^m, lado o qat traz o
cunho da novidade, iriz logo qsowbMo na
fronte o terrlv*) sello do anathema. -a-Ka* -
teria da relifleo, a menor temetidade,- maior
imprudencia", a pena da loucura etrea,oomo
diz Lactaocio.
Estea tio os meut pensamentos ; taporv^n-
rork oa simples *x*o*igio, qtro aoatio oAm ao-
bre negocio de tanta ponderago,' ota Ou eutr*
proposigao apresentar retaipos de pMfrtafiTf,'
imentos, aGm de se fazerem dig-
nos do prometiido perdi. Importa tudo tsso,
como meto nico la locoorar a primitiva inno-
cencia, qae o peccado original nos fez perder,
que o bsplismo oos restitua, e qoe o peccado
de oovo no-la arrebalou. O bymno Vexilla
regi$ prodetiot parece no* abrir este camioho de
sutfrimente, em que com taot* resigoagoeoiroa
0 iFilho d Deus, part nos arrancar morte
-eterna.
Eis o estandarte do Rei dos res E' sobre
a cruz, sobre este instrumento de infamia,
que foi pregado um Deus para ahi soffrer o
c mais cruel supplicioMysterio divino e su-
< bltme I
Sobre este madeiro infame, o corpo do Sal-
vador foi traospassedo de urna laoga ; e do
a lado aberlo rebentam o aangue e a agua, que
devem lavar nossa* faltas, e nos restituir as
a veste* da innocencia.
Assim se praeucheu aquella propbecta de
David. E pala arvore da vida e da redemp-
< gao, qae o Seahor reinar sobre ss nagoes.
< Arvor preciosa e aanta, purpureada com o
i tangae de noaso Redemptor e escollada en-
<.< tre todas aa outras para aer posta em contacto
< com os membros do Filho de Deus arvore
sagradt, que levaste aobre teua galbos, e eo-
* freos teas ramos o resgste do mundo sobre
ti pesou o corpo do Salvador ; arrancando
Satanaz a presa destinada ao inferno.
Oh cruz l nossa nica esporangs, Deus
le salve I cruz 1 por ti que, nestes dias
dos soffrimentos do Senhor, os justos crescem
ea santidade, e os pecesdores obtem o per-
do de aas falta* f
* Oh Dea* I Soberana Trodade I nio desam-
pare nunca a vossa misericordia aquelles que
sal va atea pela cruz I e tejaet glorificado em
iodo* o* Melos, c
losuffieieotetslo ai nossss orgas, psra tradu-
tirem esta grande, e msgestoas poesa supra a
imagtoago dea eis a nona impesribiiidade, e
eaia bella strophe perdure para sempre gravada
em nossos coragoe* :
O' cruz, ave, spe$ nica 1
Salve, cruz, nossa nica esperanza I
Que de grandeza, que do mageaiade nestas
pouca* palavra*, nesta breve e calorosa invoca-
gso cruz instrumento infame, convertido em
palladium; da f chrslaa 1 Oh como nos nao sen-
timos penetrados de contrigao ao aspecto desto
ty roblo da Mlvsgio dospecudorea I
1 Taes sio os pensamentos que despert na* al-
mas chriitias a domina da Paixo ; e s*m-
pra o mel da eaperauga uoiodo-s* ao absinthio
do remo rao. Foi dito, que mui estreito o ea-
mioho da Mlvagio, O larguissimo o do inferno.
a? esta urna grande e immutavel verdade ; aa* o
camioho do cu loma se msis pralicavel, mais
faoll e msis doce para o chtiatae digno dest* no-
me, a medida que se penetra Jas grandes verda-
de da religiao.
Que o santo mysterio da cruz esteja sempre
presente so nosso peosamento, porque foi elle a
ancora de salvadlo que Jess Christo vea, laucar
nesta trra perecedoura.
Que Uccio 1 Jess Christo humilhado, obedien-
te at mortemorle de craz I
Filho eterno vetdadelro Deas, Redemptor do
mundo, (oi vendido por trinta dioheiros pelo dis-
cpulo traidor. Em da agona, suou singue de
apa sacretitsimo corpo. Trbido por um beijo
preto, MtrMgulado por seas inimigos, abando-
nado por seas diHipaloe I.. .eis a *mizde,
eis Qdelidade hauaaa I miteraveis qoe So-
bo* i cobardes egostas I
Sua adoravaj cab*a transida de espinhos, Saa
face augusta accumulad* de escarros ebufetadss I
A luz de aeus olhos exliucta por nma facha de
escarneo : tres yetes negada per Pedro e mil ou -
trat, vilipendiado pelas turba* I '
Por ooMoe pateado* cruelmente tisgellado,
tracteado, corosdo da espinhos ; npelidado rei
por zombaria, e vestido de purpura. Por nos
condemnado i morrer na cruz,levando-a aes hom-
bros at o lugar do supplicio, oade despojado
de> todo* os teas rostidos, iOMltsdd, cra'rtlcsdo
entre doua ladroea l.. E na extrema agona im-
plora a* Pae eterna perdi par nos atsassines 1
Por sosa doro* por aua* humilhac&aa por
essa morte. afrontlapor essa crotl agoniapor
esa* rorea-dt soeg** por eso* oaroa do eepi-
ahdapor e**ai cinco staadaa ehagas por saa
cruel, ttogoUacj&o e pelo wn tepulclro-PU:u-
geral de Portugal,
neiro.
(Cootinuagao do n. 72.)
Ditamos ser J. B. Moreira cavalleiro da Torra
e Espada, do Valor, Lealdade e Mrito, desde o
restabelecimento da ordem. Tendo j decorrido
vin'.e annos deinioterruptos e relevantes servigos,
foi por carta regia de 4 de Janeiro de 1854, ele-
vado ao gran de official, dando lhe o governo de
S. M. maituma demooslrago brilhants da ele-
vada considerago em que llha sea mrito e sua
lealdade.
Tocou-lh*t4ade o anoo de 1855 a ardua ta-
refa de dar rtecagao caria de lei de 20 de ju-
Iho, reguladora do modo pralico da emigrago, e
oa qaal iotroduzira o legislador varas das provi-
dencias, por elle maamo anteriormente saggeri-
das. Ponto este abundantemente tratado no
officio a. 5, pagina 161 da sua .4po/oja, ou
qaal no* referimos. All se docamenlou que o
conselheirocoasul geral nao foi s zelosamente
camprindo os deveres pela nova lei impostes,
raat tambam em sua correspondencia official in-
sinuando constantemente os melborameotos que
ainda se lhe devlam ir introdazindo ; as diflcul
dades prsticas que se apresentavam ; os estrate-
gemas dos especuladores para bariarem a lei ;
instando sempre pelo regalameolo, estatuido oo
seo artigo 12, e que, a despeilode tantas diligen
cias, oaaca se promulgou.
Da mesma Apologa (officio n. 6) consta o gran-
de numero de infracgds por elle deounciadas
como commeltldas em diversos navios, e corro-
boradas com os documentos necessarios para os
respectivos procesaos, Gcando claramente prova-
do que sempre os aecusou com todo o vigor,
quando lhe ioi possivel alcangsr provas irrefra-
gaveis par,* o .castigo, procedimeolo pautado sem
duvida pelo dever, mas que lhe aearretou grao
numero de desaffeiges.
Em muitas outras participages demonstrou que
os contractos de locagao de servigos, que se fa-
ziam em varios dislrictos administrativos das
provincias do norte do reino eram lesivos, ora
pela pequeneza do salario, ora porque nao raro
vinha o locador subjeitar o seu servigo remune-
ratorio da passagem por tres e mais anoos etc.
Nesta cruzada se empeohou, officiaodo ao gover-
no e a governadorea civis.e revelando assim quan-
to almejava que seus compatriotas nio fossem
tesados, por falta de esclarecimenlos, antes g-
zassem de todas as vaotageos possiveis em taes
posiges.
Den sempre, e progessivaraeote, exacta corita
ao governo dos contractos celebrados oo consu-
lado, da gen e que chegava dos Agores subjeila
ao pagamento das passagens : e demonstrou qae
ouocs taes contratos eram lesivos, poit em geral
se nio estipulava mais que o servigo de um au-
no, muitas rezes meos para remirem tua di-
vida, salvo em circunstancias excepcioaaes.
Ao governo de S. M. enviou sempre mappas
semeslrses da entrada geral de navios, passagei-
ros e colonos; e aproveitava essas oecasies para
redigir extensos relatnos, que habililassem o
governo a conhecer a fundo o estado da emigra-
go, e tambem a conferir taes mappas com os
idnticos que os goveroadores civis mandam
seeretaria do reino.
A exaclido deste servigo, minuciosamente ex
plicado, sem jamis oceultr a verdade, foi cons-
tantemente louvada pelo governo.
Lamentando o conselheiro cnsul geral as dif-
ficuldades com o que o seu governo lutava para
levar a elTello a grandiosa empreza da estrada de
ferro de Leste, coacebeu o plano de fazer passar
nesta curta a terga parte das respectivas acgdes ;
e depois de amigavel accordo particular, leve a
subida honra de submetter o sea peosamento ao
mesmo goveroo, em um luminoso officio, de 12
de agosto d* 1851, e logou depois oueou de-
signar os nomes dos cavalleiros, quo lhe pareca
reuoirem as condiges desejaveis para semelhan
te encargo (70;' proposta fela em of:io do 30
do seguate novembro, com qae S. M. se dignou
r..inf 1855, para lsvarem ao cabo essa patritica t-
rela.
Foi aioda o sooselheiro Moreira quem redigio o
prosoecto para a subscripgio, o qaal, apsdiscua-
so, foi approvado (71) Ninguem deseonbece
Concordou o governo de S. I. oa ser catfo-
nlente que o consol geral. subordinado *ea, io
formasse parte de urna commiasi* qo* d*ia re-
presentar pleo* espontaneidade e lis triada ata
cooperagio dot portoguetes. Querende todava
honra-lo. e dar-lhe a ingerencia n*c*a**ria pan
a boa execocao do mu plsoo, ooaeM-oclotat-
lario do cofre das cautellas da* aeces. ore>c-
do-he quecooperasse com a coa ltalo.
* asta. q*
tomar
coa o
ttarc
i masadla-
parte oa*
o coosa-
o fez o conselheiro saber
lamente lhe pediu qo*
suas setsdes, para a aux
Iho (72).
Trabalhou seapre o conMlbeiro Moreira, aa
maior harmonia com tolos os vogsoada couaat-
misaao at a coociusio 4o grava eaearajo, to honrou o governo portaguoz e os aiedetreo
daqaelle periodo, levando a liqoidacio ato lm.
como ae mostra de respectiva acta, a qnwi tai per
elle firmada em primeiro lagar, gaassOe se K
de novembro de 1856 se fez a coolagas, cee-
ferencla, cancellamento e remesas da* caute-
las /73).
AGm de completar a exposico do que sobra
este objecto occorreo, i aqat logar do 1iz*r que
to satisfeito GcouS.M. el-rei regente, Se. D.
Femando, com tal servigo, que saai graciosa
espontneamente lhe conferiu, ao* II de Mlea-
bro de 1855, o titulo de bario, que v**e lio li-
songeira como ioaxperadamente aorpreh*a>d*r o
agraciado.
Aprouve ao Poderosa expor esta capital a no-
vas provages, no anoo de 1856, ff.gelUado-s
com a bocrivel epidemia do cholera-atoa?be, qoe
tambem tornou a acbar o bario de Moreira Arare
oo seu posto, e desvavolvendo a mesma c*deea
actvidsde qoe duraote a invasio da febre anaa-
rells, por salvar as vida* doa subdito* pnrtaaaa
zet que foram atacado*. Contribua per* terem
cuidadosamente tratado*, nio s nos boopilaos ato
Misericordia, como as enlamara* (ipitioui
para este Gm fundadas por peasoas philantropie**
que aa mantiveram i saa casta. Eolio pereorria
iocessantemeote todo* os ponto* ea que a mi
preseoga poda ser necsauria o* til, repelate
assim o nobre procadimentn qo* tanta havia
distinguido, durante os horrorea de anterior con-
tagio, m 1850. Ao governo da S. M foi elle eo-
lio circumslanciadameoto relatando os dtette
ressadoa e nunca esquecidos sarvige* prosudos
por caritativos cidados brasileiras e pevtegeeno.
(Continuar-se-ha]
Da importancia dot O por ceoto de jaro qae o
governo garante, dere dadazir-M o predacto li-
quido da via frrea.
Logo que esta producto exceder a t per ceato,
melado du excedaole perleocer ao eataeO.
O governo, alem da reiponaabilidode geral do
estado, d como hypotheea especial ae c*pr.-
mento dos juros e amortioaeio, o apooto est*-
belecidopara a amortisagao das aota* do teec*
de Lisboa. Reserva-se porm o dreite do subo-
tituir o dito imposto, ou'ida a coapaobia, a os
accionistas, por outro equivalente.
(70) Eis aqu os nomes indicados pelo
Iheiro Moreira para tal commisso :
Viseoode de Condeixa, presidente.
Bario da Estrella.
Commendador Antonio Jos Alves Souto.
Bernardo Ribeiro de Carvalho.
Antonio Joaquim Dias Braga.
Francisco Antonio de Carvalho Ribeiro.
Luiz Augusto Ferreirade Almeida.
Francisco Augusto Mendes Mnnteiro.
Manoel Pinto Torres Neves.
Todos aceitaram, menos o Sr. A. I. Al ve* Sou-
to, nicamente por descordar a respeito do nu-
mero de aeges que devlam atsignar os membros
da commisso, mas prometteu coadjova-la, em-
bora della nao fizesta parte.
(71) E's-aqai o referido prospecto :
Real estrada de* ferro de Lisboa a fronteira de
lespanha.
Concessio feita pelo govoano do sua magestade
Q lelissima companhia'central peoinsur dos
caminhos de ferro de Portugal, para a cons-
truegio da primeira secgio de Lisboa a- Sanla-
rem, pelo contrato celebrado com Hardy His-
lop, em 7 de msio de 1853.
Condicoes.
O capital social dest pnaeirt secgio, de li-
brea 800.000, ou de 3.600:000*000 fortes, dividi-
do ees 40.000 acgdes de 90$000 Cada urna (res
1SO#000 traeos), ou a sonara a necessaria para pro-
fazar o custo total de.'ta primeira secgio, na razio
de reis50:11gl50 fortes per kilmetro.
Este capital ser elerado ao que ae julgar con-
veniente, para a eoostrocgio das outra* secges
da linha at sua cooclusio na froateira d* Hes-
panh, precedendo, oeste caso, autorisago do
governo, de accordo com a asssmblea letal dos
accionistas.
No prolongameoto de toda a estrada se estabe-
lecer um telegrapho elctrico.
As aeges da companhia sio pasaadaa a pessoa
determinada, e trsnsmittem-sopor hertnga, doa-
gio, cessie, ou por ootro qualquer titulo logal de
traesmissio. O trapaato aera aveibado not livrot
da companhia. Meando o subscriptor, e o cestio-
narro respoasaveis, at 50 por ceoto do valor da
aego, o da hi por diante ser respoosavel o por-
tador.
A assemblea geral dos accionistas representa
plenamente a companhia, as suas decises sio
obrigatorias para todos* Areuniio ter lugar em
Lisboa, pelo menos, todos os socios, no da r.~>de
junho.
Ninguem pode ter voto ns assemblea geral, sem
ter, pelo menos, 8 acodes, e o accionista que pos-
suir de 8 at 12 acedes ter 1 voto ; de ti a 25,
% vetos; e por cada 20 aeges que tiver dahi pera
cima, ter mais um voto. Para qualquer aer ad-
mittido a votar pessoalmente, ou por proenragio,
na assemblea geral, misterter as aeges a ver-
badas em seu nome, com tres mezo*de aoteci-
pagio, em quanto estas aeges forem nomlnsti-
vas, e deposita-la* nos cofre* da companhia deus
metes antes, quando forem ao portador. A pro-
euragio a pode recahir em aedeaista qae seja
membro da assemblea geral.
Os subscriptores das aeges, oa acto da recep-
io dellaa, ou dat reaptetivae cautelas, pagarlo
5 por cento sobre o seu valor nominal. Alem
desta primeira entrada, s6 se exigiro outras, an-
nunciand-se com dous mezct de anteeipacio.
Ot que bio pagarem as entrada! futuras, flea-
rio sujoitos s condig* marcadas nos estatutos,
quer pela fila total ou parcial dos paa-imartos
que fire* canrprfr ralrsr. *
O governo garante companhia, ou seus aeto-
oistaa, a eopcestao do camioho de ferro por 99
annos, a cootar do dia em que for entregue i cir-
culagao publica.
Jgoterne attooga mais i companhia, oa aeu*
brti-Ttat, furente es primeiros 60 annos da
concessio. o mnimo do juro annual da 6 por
coate, pagar erante o'mesmo periodo a
amortisagao annual convenoionada ;, deveodo,
para'o juro, deehizir-ie, uo fina de cada afino, a
parte do capital emortteedo. O pegamento dos
juros TdntidKit tere"fall ** semslre.
O governo foi autoriMdo por carta de lei de 17
de agosto de 1863 a crear al qasatia de seis
ceios ceios em ioscrlpges, ou apokem, coca o
vencimeato do juro de 3 por ceoto, pata atteaa
exclasivam*ole desliaadaa a servir do caogo ae
pagamento doa juro* e amortuagao a a** livor
direto a companhia o accionistas do etminbo do
ferro do Lisboa froateira da il*e*ha, o se
incluiu no orgameoto de 18551B56 quaatti
em que importara os juros dos titulo croedo*
pela referida lei.
O governo do aua magestade nome-oo- por de-
creto de 12 do Janeiro-deste anoo, oaaa commis-
so composta do* segeintes :
Visconde de Coodeixs.
. Bao da Estrella.
Beroardiuo Ribeiro da Carvalho.
Aaloaio >oajuiai Das Braga. -
Francisco Antonio de Carvalho Kbeiro.
Francisco Angosto Meo les Muoisiro.
Manuel Piolo Torree NevM.
Luiz Augusto Ferreira do Almeida.
para o lira especial de procuraren seescnptore*
para o referido camioho de ferro, paseando ao per
conae- acgaa qma o governo posso na va ferroa q*
se est construndo, coas applicagio poce m au-
grales secges do dilo caaetobo, oo atososo de
outra linha, como mais ooavenioaie m jvlgar e
segundo as condicoes quo ficora riaraii." *
Os pagamento das acc.de q j* caita boj oake-
crever s.r feito i referida eonalatau, qoe *a-
tregar ai cautelas do costura, cas qooos ao irio
paasando os-recibos al- i, eatrega da cg>* qee
deve foroecer o goveroo-do saa saagestoOo a io-
dos os qae nesis corte se iateressarem en obre
lio til, que ha de em poucos aoi
para a felicidade da Portugal
(72J Eis-aqoi o officio do cooMlhnce
rio da commusio .
Illm. e Exm. Sr. Foi presenta
cread* nesta corle para promotor a
cues do camioho de farro do Lisboa i
o officio qo* V. Exc. lhe dirig, oa* dte de 23ato
correte, eommaoicaodo que haTsasla recetad*
pariicipagio e recomnaeodae*o do aigaa* ato S
M. P., para auxiliar Mi coaeoioM* ea> laai
quanto do V. Exc. dependes*, m *clo*e
do dos melbores de*ejos, off*re**3de aae'pe
mosa coadjuvagio.
A commisso, desejosa de lava.- a cff-tito)
meios mais proficnce a honrosa a patritico ta-
cana beocia de qae m acha----------gata, areeiaa
do qae para essa muito possa coacorrrr nm
Iho do V. Exc, deliberoa eoevioatr i V. Etr pa-
ra sua* reuoie, deveodo pnmair* ter la-
ar hoje pelas 11 hars de maabia aa csae de
xra. Sr. presidaote; o qoe teoho a toar* do.
participar 4 V. Exc. em raspoota aorofena* ofi-
cio.
Dea* guarde i- V. Exc. B**, Umatn.I*,
Janeiro de 1855.Bernardo Ribeiro 4e Caraa/Ae
tecretario da coaainao. '
Retama d* ala
a cute to tasto s* t-
(73)
lude:
Aos 25 de novembro da 1SO8, aceta cicla ale
Rio da Janeiro, e cata data* 4* Bragaocaa. 31
achaodo-se presentes o coaeeihoir* barac aaste-
reira, cnsul geral de PorUgal,
Estrell, Bernardo Ribeiro d* Carvalho.
Jaaquim Das Braga, e Haaool Pialo Tarrea Na-
ves, como presidenta, secretario o oagaas ao
actualmente coapoom a coanaiasio er
decreto de 12 de jaamra do 1835. **)
00 Brasil, a venda oo **'. doa
de ferro de late de Paetaajal; .
clarou. o viaceodo do Estroita. avaaii'
ferida commisso, qoe cae
foi ordenado pele aiaiaterio ato
Qcio com data da 13de marca de
ae ta proeoder m caatagoa, caofecaaato eiaatol
lamentadas cantal** cread** po atoccota do 15*0
Janeiro do NU, qae foram eavtodjdo I waiinio
para os Ilns indicados 00 raesuo deeroto, paa>
teriormeate racolhidas es* virtajto de b***r go-
verno de S. M. embolsado na pntiaidaiw de ac-
ces nosiermos da carta de (ei de 4 da jaaue da
1851; e aaova to verificeaaanad
telas.
(SegoejM a sas enamecace a
caixAo dirigido ao lllm. e Eim. Sr. A..
A villa, ministro e secretarlo do Miado ooei
cos da fazenda.)
E por asta forme, enmarida! as _.
varno de S. M., cou o caixolt acias*
do em poder do. praeiu^oto. o aotratarta to 1
mUtio par opporUnafaato o oaviaraet aa
dfjUao.
Para qae tuda coostasM, so lavree 1
que eu Bernardo Ribeiro de Carvalho. oerevi e
assigoei com os presentas, -*- 0arao oh ida raye.
coiMut geral. como otavteutario. riacameV at
Estrella, pr**id*olo Bernardo fitaata al* Csw-
vailw. sacretario.datattto Joaqwisnoim
gtt.-*-ma%oti Pinto fomtlfevte.
tosjOiOk:
i
ra-



PtRrt.TTP. 0? II P. DE PARIA 4 PIL1T0. W.


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