Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09530


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Full Text
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li FE.HA 31 DE 1AHC0 DE 62.
Par >? itiisnUdo 4 9|00O
Ptrte fraiM h .bscriitor
asa iii mam*'
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parihybi, o Sr. Antonio Aloxaodrino do Li-
ma; NaUI, o Sr. Antonio Marques da Slra;
AraaatT, o Sr. A. do Looaoa Braga; Coar o Sr.
. Joa do Otlveira; Maranhio, o Sr. Joaqun
Haaqaoa -Rodrigue; Para, Juatino J. Ramos;
Amazonae, o Sr. Jeronymo da Coala.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL
Alageas, o Sr. Claidino Paloio Diaa; BahU
o Sr. Joa Hartina Airea ; Rio do Janeiro, o Se
Joto Partir Martina.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todo* oa diaa aa 9X horaa dodia.
Iguarass, Goiauna, o Parahyba naa aegundaa
aextaa-feirae.
S. Antio, Bezerroa, Bonito, Caruar, Altioho
Garenhuoa naa tarcaa-feiraa.
Pi d'Alho, Nazaralh. Limoeiro, Brojo, Pee-
queira, Iogazeira, Florea, Villa-Bella, Boa-Viata,
Ouncuiy o Ex naa qua. tas-feira.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoao. Una.Barreiroa
Agua Preta, Pimentelraa o Natal quintas feiraa.
(Todoa oa correioa partem aa 10 horaa da manhaa
EPHEMER1DES DO MEZ DE MARgO.
8 Quarto craacento aa 2 noria o 40 sainatoa da
menbaa.
15 La chela aa 2 horaa a 35 mina toa da tarde.
22 Quarto mi Rante aa 7 horaa a 8 miaatoa da
manhaa.
19 Laa nova a5 horas e 4 minatoa da manhia.
PREAMAR DE UOJE.
Primeiro aa 4 horaa e 54 minatoa da maobaa.
Segando aa 4 horaa a 30 minatoa da tarde.
'AMIDA DOS VAPORES COSTEIBOS.
.?"?. "?' fl* Alagoaa 5 e 20; para o norte
at a Granja 14 e 19 de cada mes.
_ PARTIDA DOS 0NIBIS.
Para o Reclfe: do Apipucot i 6 \\2, 7, 7 1|2, 8
e 81(2 da m ; de O/inda ii 8 da m. e 6 da 1.; de
Jatoatao s 6 1|2 da m.; do Caxang o Farreo
ia 7 da m.: de Bemfiem s 8 da m.
. .JL\*l';9S" *&* s 3 "A 4- M.
4 Ir*. 5, !5 Ii4, 5 1|2 a 6 da t.; para Olinda a 7
da a. 8 1[2 da t.; para Jaboato a 4 da t.: para
o Caxang e Varzea ia 4 1.2 da I.;. para Bem/ica
aa 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA ES ya CAPITAL.
Tribanal do commereio : aegundaa a qaintaa.
Ralsge: tergas a aabbadoa a 10 horaa.
Pazanda : quintas a 10 horas.
Juizo do commereio : aegundas ao meio dia.
Dito da orphioa: tercas a eextas a 10 boraa.
Primeira vara do eirel: terca* a aextas ap meio
dia.
Segunda vara do rival
hora da tardo.
qaartaa o aabbados 1
das da semana.
31 Segaoda. S. Balbina v. m.; S. Amos proph.ta.
1 Terca. S. Macario ; S. Valerio.
2 Quarta. S. Franciaco de Paul* fundador.
3 Qainta. S. Ricardo rei ; S. Benedicto f.
4 Sexta. Coamemoragio da palxo da J, c.
5 Sabbado. S. Vicente Ferrer ; S. Iria r. m.
6 Domingo da paixo. 8. Marcelino m.
ASSIGNA-SE
no Reclfe, em a lifrara da praca da Indepen-
dencia b*. 6 e 8, doa proprielarioa Manoel Rentai.
roa de Paria A Filbo.
PARTE OFFICIAL.
60VERN0 DA PROVINCIA.
Expediente do dia S* de marco
da 18
Officio ao Exm. hispo diocesano.Devendo ter
lagar no dia 1 do abril prolimo viodoaro a urna
hora da tarde e abertura da scelo ordinaria da
aaaaabla legislativa provincial, aasim o com-
maoieo V. Eco. Rrm., pera qaa ae sirva de
proridentiar, afim de que aeja celebrada na
igreja matriz da fregaezla do Recite a mina vo-
tiva do Divino Espirito Santo. Offlcioa-ee
cmara municipal do Recito para mandar prepa-
rar a Igreja do Corpo Santo, aflm de celebrar-ae
aquella cerimoaia.
Dito ao cooaoModaote daa arma.Queira V.
Eic. mandar coaa urgencia para a casa de aade
da Dr. Joo da Silva Ramos as preces de 1* liona
qua julgar suficientes para guardar dous presos
do jastica um dos quaee sentenciados a galea
marpetuas, que all foram ramettidoa de ordem
^f Dr. chele de polica, aSm do aerea tratadoa
de^molestia cootagiosa.
Hl ao meamo.A vate dos fundamentoa
aoOTf. que V. Etc. baaeou a aua represeotaco
datada de 6 deate mez, resol ve neete data em
vala da ioforaaco do inspector da thesonraria
de fazenda, Armada em 22 do eorrente augmen-
tar com mais 40 ri diarios o qoentitativo de
445, quo actualmente se abona a titulo de etape
para aastento des preces do exercito existan-
te* nesta capital, deveado easo augmento ter
Jugar rnente em queoto a epidemia que
reina nio declinar seoeivelmente. O que com-
muoico V. Exc. para aeu conheciraento.Deu-*e
ciencia a theaoararia de ftzeode.
Dito ao ioapector da theaoararia de fazenda.
Communieo V. S., que segaodo partici-
pou-me o brigadeiro commaodante daaarmas em
officio da 14 do correte fallece oa a nouto de
25 deste mez o brigadeiro reformado do exercito
Aleixo Jos de Oliveira.
Dito ao meamo.Visto que segando cooita,
de aua informagBo de hoatem aob n. 136, nao ha
inconveniante no pagamento da quantia de ..:..
345J6O0 rs. provenieole de gaz consumido com a
illuminaco do hospital militar o doa quarteia do
batalbao 4 de artilharia a p, 9* a 10* de infan-
tera e da compaohia de cavallaria durante o mas
de Janeiro deste anno, como aa v dos documen-
tos que devolvo; auloriao V. 6.mandar effectuar
eaae pagamento aos empresarios da ttlumioejco
a gaz deata cidade.
Dito ao meamo.Uaode V. S. pagar ao Dr.
Thomaz do Bom-fim Etpindola como pede no
incluio requerimeoto, a quantia a que elle tiver
to nao ao acbar eaaa doapeza contemplada na
deatiibuicao da quantia votada no art. 22 da lei
do orga ment vigente.Remetteu-ae por copia a
Iheaouraria provincial.
Expediente do secretario do
* ajoearao.
Officio so Dr. Jos da Costa Dourado promotor
de Garanhuos.S. Exc. Sr. presidente ds pro-
vincia atonda aceuser recebido officio do 15 do
correata em que V. S. parcipou ter reaatumido
oaasa data o exereicio do sdu cargo.Communi-
cou-ee a Iheaouraria da fazenda.
Despachos do dia *7 de marco.
Riqutrimtntoi.
Antonio Joaquioa de Oliveira Btduem.Infor-
me o Sr. inspector da Iheaouraria provincial.
Abaixo assigaa/los e moradores do lugar deno-
minado Pootetisjha.Informe o Sr. engenheiro
utcal da eelreda de ferro.
Cleudino Pereira Pialo Cavalcanli.Informe
o Sr. juiz muaicipai do terao de Cabrobo.
Jcan YYollons.Informe o Sr inspector de
araenal de saarinha.
Joanos Schaep.Informe o Sr. inspector do
araenal de marinha.
Joa Francisco Ribeiro Machado.Informo o
Sr. director das obras publicas.
Joa Lopaa da Silva Cardoao.Informo o Sr.
ioapector da thesonraria provincial.
Joaona Pranciaca doa Aojos. Dirija-ae ao Sr.
Dr. director geral interino da insirucgo publica.
Leopoldo do Reg Barros.Informe o Sr. di-
rector geral interino da iosirucgio publica.
Mara Joaquina do Espirito Santo.-Informe ;o
Sr. inspector do araenal de marioha.
Patricio Jos da Costa Lina.Informe o Sr.
juiz de direito o* comarca do Rio Formoso.
Thereza Joaquioa de Jess.Dirija-ae ao Sr.
Dr. director geral interino da iaatrucco publica.
Tbeodoro Bensoo doe Santos.Informe o Sr.
inspector da Iheaouraria da fazenda.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PERNAU-
*. BUCO.
Hamburgo S de marco de 183*.
A maia aoria atteo^ao preoecupa oeate momen-
to a retirada do maulaterio Ricasoli.
No dia 25 de fevereiro, o barao Ricasoli deu
parte a el-rei da resolucao do gabinete de se re-
arar, e Victor Emmanuel aceitando a deeaiaiio,
eocarregoa o Sr. Ratazii da formacjlo da um ao-
vo ministerio.
Aa noticiaa telegraphicaa que hontem recebemos
de Turim,
. aonuncam que o oovo gabinete ae
djraito, proveolente da gratificacao de 40fOOO rs. | *CD* ea> maior Par'e ja composto, eiodica-ae
diario que ae lbe arbitrou como remuoeracao
doa seus smeos prestados desde 12 de Janeiro
al 21 de fevereiro deate anno na commiasao
medica, de que foi incumbido para tratar aa
pessoas pobres, accommettidaa do eholera-mor-
bus na comarca de Nazaretb.
Dito ao meamo.A vista da demonatraeo e
pedido que aqui junto mande V. S. adiaotar aa
almosarife do hospital militar,nio haveado in-
conveniente a quantia de l:tO$O0O rs. para
oecorrer ao pagamento das despezaa daquelle
estabelecimento, na primeira quiazena do mez
de abril prximo vindouro.Communicou-se ao
com mandante daa armaa.
Dito ao ioapector da theaoararia provincial.
Estando no termo legaea a inclusa conti mande
V, S. pagar a Manoel Alvea de Aojo ou ao aeu
procurador naala praca Simplicio Jos da Mello,
conforme solicitou o chefe de polica aeu officio
de hontem aob 440, a quantia de 319360 ra. dea-
pendido no mez de fevereiro ultimo com o ana-
tent doa presoa pobrea da cadeia da villa do
3rejo.
Dito ae meamo.Ao thesoareiro da irmandade
do SS. SS. da froguezia doS. Loarenco da Matta
mande V. S. entregar o producto do beneficio da
-3a parta da lotera, que corren ultimameote a
favor daa obras da igreia matriz daquella fregue-
zia, cando na inlelligencla de que d'ora a
diante essaa obraa deverio aer feitaa de confor-
midade com o orcamento junto por cpia sendo
o meamo thesouroiro obrigado a preatar neesa
Hnesouraria conta dosdinheiros quereceber psra
asse fia.Commuoicou-se ao respectivo tha-
aoureiro.
Dito ao commaodante auperior da guarda na-
cional de Garanhuns.Declaro V. S., que com
o aeu officio n. 4 de 6 de fevereiro ultimo foi
recabida a calaceo doa guardas nacionaes a que
ae refere o de a. 12 de 4 do correte, e j a eaae
zespeito ae axpediram aa providencias necea-
aariae.
Dito ao comaandante do corpo de polica.
Poda V. S. mandar dar baixa ao guarda da aeceo
urbana Manoel Lopea Bezerra, a qae se refere o
seu officio o. 119 de 10 do eorrente.
Dito at capitao do Porto.Paco apreaentar
V. s. oa recrutas de mariobaa Bernab Vicente
Ferreira, e Zeferiao Martina de Carvalho aflm de
que ihes d o destino conveniente depois de lni-
Eiccionadoa.Gommuniou-se ao chefe de po-
eta.
Dito ao director geral da iaatrucco publica.
Em vista de nformscio dessa directora datada
de 19 do crrante sob o. 76 msndo V. S., entre-
gar a Thereza Joaquioa da Jeaus en netto de
aae Guiiherme Malaojuias dos Santos educando
do coliegio dos orphioa.
Dito aa ioapector da sede publica.Mande
Vae. preparar com toda a urgeacia alia de-eer
renaetiida para Caruar urna ambulancia da me-
dicamento necessarios ao tratameoto da epide-
mia reinante.
Dito ao director das obras militares.Apreoea-
te-me V. S. com urgencia um orcameato dea
coocectot da qua nooestitam o cano de esgoto, e
o telhado do quartel dss Cinco Pootas como de-
clara o brigadeiro commaodante dss armaa em
officio de 24 do eorrente coestante da copia junta.
Dito ao director das obras publicas.Commu-
oieo Vms. para se conheeimento a dtreccao
qaa nesta data approvei e tave o conveniente des-
tino o orcameoto que veio a anexo ao aeu officio
de 24 do correte sob n. 52 dsa obraa qaa a f a -
zem precisas aa igreja matriz da freguezla de S.
Loureoco da Malta.
Dito ao eommaodantedopresidio de Femando.
Alm daa barricas de sement de slgodio exi-
gidas por officio desta presidencia de 11 do cor-
rete envi V. S. para esta capital coa brevida-
de aa qua for poeeivet obter.
Dito ao delegado de Caruar Ao officio de
19 do corrate em que Vme. participa ae haverem
ahi manifestado algans symptomas precursores
da epidemia reinante, reapondo dizendo Iba que
j ea data da hoatem a avista das commnica-
coca recabidas exped as necesssrss nrdens psrs
ser remanida ao juiz de direito dessa comarca,
com qaea Vmc. se deveri entender orna ambu-
laocla eeriida da medicamento com as instrac-
coee neccoeariae ao tratameoto do mil, e recom-
an eodei outraa provideociaa.
Portara.O preaidente da provincia, tomando
em coostderecao, o que axpos o inspector da
*beeoerana proviocial em officio de hoatem aob
a. \8i reaotve afcrir um crdito anpplementar na
importancia de 48*000 ris para pagamento das
deapexas feitaa coa o sustento dos presos pobres
da cadeia da villa de Peequaira aos mete* de
a dezembro do auno prximo pastado, va-
*

como membros do meamo : Ratazzi, presidente
do coasalho e ministro dos eatraogeiroa ; Cordo-
va, miniatre do interior; Sella, ministro das Q-
nangat; Depretis, ministro das obras publicas ;
Pepoli, mioislro da agricultura e commereio. Pal-
lara anda os ministros da justica, do callo, da
guerree da marioha.
O general Cialdini, aojqual ae.offereceu a pasta
da guerra, recusou, segundo se diz.
Do memo modo taosbem se quer saber que os
Sr. Liaza, Parioo e Cooforti, convidados pira o
miniaterio, tioham recusado, e qua s depois des-
sa recusa o Sr. Ratazzi se dirigir com mellior
auccesso aoa Srs. Cordova, Depretis, Sella e Pe-
poli.
Como programmado novo ministerio a fonor-
chia Namonali um orgao de Ralazzi, aprsenla o
saguinte :
a A naco quer um governo normal, forte e
reapeitado, sustentando iaabslavelmeute o pro-
gramola da grande maioria do povo italiano ;
aceitando o apoio de todaa aa torcas do paiz e de
todaaasconviecessinceras ; dirigindo firmemen-
te naco, sem se deixar impor pelos partidos ;
reapeitaado as alliaacaa e relacdes de amizade
que exiatem, e aabeodo aproveita-laa psra o ea-
labelecimento da naciooalidade italiana ; e conti-
nuando a organitaco militar e melhorando o es-
tado financeiro e a adminiatracao do paiz.
Eil claro que um programma tao vago, pou-
ca importaocia tem, e s a verdadeira posico do
novo gabinete poder dar o devido esclareci-
mento.
Por ora, a entrada de Ra'azzi no gabinete se
considera como a ioieo;ao de urna nova e intima
alliancada poltica Italiana com a tranceza, urna
percepcio, que causou muito desagrado na In-
glaterra, e em Vienna considerada com a mais
viva tnquietacio.
A queda do ministerio Ricasoli declarada of-
ficialmente como proveniente de questoes inte-
riores oo aeio do meamo ; aa resudado porm
aera a falta de reaultado da su a poltica na ques-
tao romana que tem a culpa.
Urna grande actividade desanvolve de novo a
diplomacia na quealo allemia-dinamarqueza.
Nao sement qae o dorante o mez passado se ex-
pediram da Berlina e Vienna notas mui positivas,
e ests vez extraordinariamente fortes para Cope-
nhague ; mas tambam a Inglaterra Franca o
Ruada te decidirn* a dirigir Dinamarca aa suaa
admoestscee.
Desde a entrada de Orla Lehmano no gabinete
se previo o plano que cada vez maia ciarsmeate
se manifest, de Dinamarca al o rio Eider,
Uto da incorporado do Schleswig oa Dina-
marca, aeparando ao meamo lempo o Holstein
n'uma posicio iadependente fra do estado do
Eider.
Paro aatisfazer as exigencias da confederacao
allema respeito do Holstein, a poltica da Co-
penhague, como ao sabe, separou esae ducado
desde 1858, verdad que nao do oslado central,
mas do orgo constitucional do mesmo do conse-
Iho do reino [parlamento).
Dessa maneira o parlamento cssou de aer a
represeotaco em cummum de todas as parteado
estaao central, o sf>compreheode a Dinamarca s
o Schleawig. laso, porm. contrario a recla-
ma;oes dos annos de 1850 e 1851. que exigem
para o Schleswig e para o Holstein unta posigao
idntica no estado central e para com a Dina-
marca ; masspezsr disso o governo dioamarquaz
julgou poder seguir aob essa base de urna mais
intima una o entre a Dinamarca e o Schleswig, e
oeste momento est tratando com o parlamento
dano-achlesvngoez reunido em Copenhague, -
cerca de modificaedea da constituigio do estado
central, tendentes a estrellar anda mais os lagos
entre o Schleswig a a Diaamarea.
Eae procedimeolo o motivo doa ltimos pas-
aos da Austria e da Prussla, que de mutuo accor-
do loabram Diaamarea aa obrlgaces contrata-
das com a confederado allema noa annos de
1850 e 1851, exigtndo o seu eumprimenlo, e dan-
do a eutender, que a nio reallsago das mesmaa
de parte da Dinamarca poderia ter por coosequeo-
cia, que lambem aa potencias aemas se julgas-
sem desligada das suas obrigajes e voltassem
ao statu qao ante, iato tornando da novo para o
aeu programma o amigo direito Schleawig-Hola-
teins em frente da Dinamarca.
Alm disso a Pruaaia julgou dever protestar
enrgicamente contra todaa as reaoluc.5es que to-
maste o parlamento dano-Schletwignez como um
orgo aem competencia legal:
sVutro lado as grandes potencias estrangeiras
receiam dessa posigo dos negociosa poasibilida-
de de urna nova (nterrupgio di paz, a a aniqui-
lacio da via pacifica adquirida nos
1851 e 1851, e por isso se explica a idenlicidade
doa aeus paseos em Copenhague.
Tambam ellas fazm lembrar Dinamarca as
obrigaces dos annos de 1850 e 1851, e pedem
oactarecimeotoe ae em Copenhague ea tenciooa
reconheee-las, como salisfaze-las, ou o que em
oatro caso se peosar fazer. *
Mea tambera a Sueeia, que nio renunciava a
explorar cartaa inclinacea scandinavat tendente
urna futura annexacio da Dinamarca Sueeia,
julgou favoravel a occaaiio para tambero levan-
tar a aua voz.
Urna nota do bario de Mandersffoem se oppoe
aai vivameotaa maoifttaces austro-prussia-
oa, e exijo da Dinamarca de persistir e continuar
ns sua poltica. O espirito excessivamente ur-
gente dessa nota, todava nem mesa agrsdou
muito em Copenhague, porqoe tem meooe o ca-
rcter de iatereme n,or um estado amigo iadepen-
dente, do |que de urna ingerencia nos negocios
dinamarquezes, que talvez compativel eoa.aa
esperanzas sobre a anoexago cubicada, mas nao
com a inde-pendencia da Dinamarca em frente
da Sueeia.
as negociares entra a Prussia de um lado, e
oa assim chamados] gocemos Wurzburguezes do
outro lado, nao consta at agora qualquer novo
paaao. Tudo quanto se aebe, que e Austria rea-
poodeu nos ltimos diaa ao despacho do conde
de Beroatorff de 14 de fevereiro, e que aa rea-
postas da Baviera, Saxooia, Wurteemberg, Ha-
no ver, Darmatadt o Naaaau, ae aioda nio ehega-
ram ea Berln, all ae esperam cada dia, assim
como que se reounciou sobre urna resposta idn-
tica. Quanto ao cootedo dessa respostas, nada
chegou por ora ao conheeimento do publico, ex-
cepto qua nellas tambam nio se facem ainda ne-
ohumas propostas dealhadae relativamente re-
forma federal, indicada na nota idntica desees
estados de 2 de fevereiro.
Entretanto, depois de haver a cmara dos de-
purados prussiana discutido a queatao da Heese
eleitoral, e recommeodido ao governo urgente-
mente urna poltica enrgica ao aentidq do maia
estrelo direito nesaa queetio, vai elleoccupar-ae
em breve com a discusso ds questao da reforma
federal da Allemanna. A reapectiva eommiasio,
eocarregada da apreaeotar um relatorio aobre aa
differentes moce relativas a esse negocio, pro-
pez a seguinte resolucao : A cmara dos depu-
tados julga oeceaserio :
1* Que viste da urgente reforma da cona-
tituico federal allema, ama liga federal iodis-
soluvel seja mantida entre o territorio federal da
Aualria e o resto da Allemaoha ;
2 Que, nease confederacao mais larga, a
Prussia e osoutros estedos slleases, sem prejai-
zo da sua independencia inferior, formem ama
alliaoca restricta relativamente aoa negocios mi-
litares, diplomticos e commarciaes, na qual a
coroa da Prussia exercera o governo federal
unitario, ao mesmo tempo que urna repreaeata-
cio nacional comraum cooperara na legitlacio
e exercera a inspeceo constitucional do governo
federal ;
8* Que o governo real^oa plena consciensis
da sua misaao allema, proclame francamente
essa organiaacio de estado federel, como alvo d
sua poltica, e ce esforc, em primeiro lagar, de
ooier a sua realisacio por meio de alliancae com
oa estados allemies.
O governo, porm, declerou na commiseio,
que nao adbariria a essa reaoluci.0, bem qua
em geral reconbecia a direccio da aesma na
parte principal, de eccordo com a aua poltica
Tanto maia decididamente e declaros elle con-
tra a sos redacto, que lbe demasiadamente
imperatoria. O governo nio Tjuar ser apreaaado.
A commiseio ao reato nao ae deixou deaencami-
nhar e peraisle as suaa propoataa. P' de esperar
qual a posicao que tomar o conde Bernatorfi* na
disusaao no pleno da cmara doa deputados.
Nio filia rao diacuraos energicoa exigindo do go-
verno acQas, em lagar de palavraa, sobretodo.
presentar o Braall na exposico univeraal de
Loodrea, ordenoa immediatamente ao ageote,
que previamente nomeira para dirigir a remeasa
daquelle objectoa de Soulbamptoo para Lon-
dres, que all fosse recebe-los da alfaodega, de-
poi de preenchida* aa declaracoea Ujue essa es-
tacto flaca I iogleza exige para garanta do the-
souro, taes sao a dasignajio de todos os artigoa
importados, paia que quando hajam de dar sa-
bida a alfaodega veoha a saber os que foram
vendidos, sobre os quses serio eato pagos os
cosapetantea direitos, se alguna houvar a pagar:
a entrada de todoa os productos destinados ex-
posico livre, menos quando essea producto
exponeos venhsm a ser vendidos.
Mr. Morgan, grande empresario deata capital
para d-conduecao dos diveraos produelo da dif-
ferentes nagoes que serlo representadas na exi
posicio uoiverail, contntou j com a noat
commiaaio a eondoccio, pf|o meio mais seguro,
dos oauos productos de Southampton para K.n-
iogtod-Gore, local da exposico ; consta-mfs
todavia que elle ae nio responaaaHisa pelaa ara-
ras qua posaam haver durante o trajelo daquel-
le artigo.
Entretanto essa empresa tao acreditada que
me parece eatar no aeu interaaae o empregar to-
da cautella para que os objectos que Ihe forem
confiado chaguem i seu destino sem averia,
porquaoto dahi Ihe resultar provavelmente a
vaolagem de aer notamente oceupada quando
os prodacioa tiverem de voltar para seas desti-
no, alm da boa repatacao que lbe ficari para
occaaie futuras desta nalureza.
Assim, pois, embora aquello emproaario ne
venha a garantir os siolstros, nao recelo que por
isso sajamos prejudicadoa, pelo menos em escala
malar.
O Sr. Augusto Teixeira Coimbra, nosso peo-
sionista nesse reino e engenheiro hbil, foi no-
meado pela commiaaio demonstrador na reparti-
do doa productos brasileiros.
O vapor 0/tetda nao nos trono noticiaa pol-
ticas do Brasil de intersea novo ; mas qusnto as
locaes a de interesse publico, veio aonunciar-nos
qua na immedisces de Pernsmbuco centinuava
o ehalera-morbes I Eslava eu fazando votoa por
quo posteriores noticias viessem desvanecer ss
que hartamos aqui recebido acerca do appareci-
mento daquelle flagello em Goiaooa; aaa infe-
lizmente nio succedeu como era meu ardenle
desejo, o que deveras lamento peloa resultados
prximos de semelhaote calamidade a pelas re-
motos que se referem ao desanimo*em que Aca-
raos aqui os que ae deelioavam ao Brasil e que
talvez deaistam de seus projectos por aquella cir-
eamatanda. As folhas de Londres publicaran)
easa desastrosa noticia.
A empresa frrea do Recite contina a descon-
t, aehando-se as susa accoea com a depreciacao
de S 2 X SB 8 por cada a plice. A da Baha
a da Sao Paulo, porm, cenaerva-ae a premio,
estando a accoea da primeira empresa com o de
Sf 1 a S 1 %, e aa da segunda com o de S X
a se yi tambam por cada apollce. As accoea des-
laa duaa ultimas empresas teas sido muito pro-
curadas, a aoasarvam procos firmas. Em abril
prximo oa accionistas da empresa de S. Paulo
deverao entrar com mais S 2 por accio.
Os nosaoa fandoe de 5 % estio colados a 102
,'. os de 4 X /. 92 #. Oa consolidados
ingleses cam a 98 3/8; oa 3 '/ francezes a 69
fr. 65 c.; os 4 X % chilenos a 86; 3 "I, mexi-
canos 34 7/8; 5 % sardoa a 81 X ; 3 /t heapa-
nhea 53 3/8; 3*/ portuguezea a 46 X : ita-
lianoa 5 /. 67 3/4.
Chegaram de varios portea do aorta do Braail
na ultima quinzena oaaeguintes navioa. I)a Ba-
ha Waldemar (23 de fevereiro) a Palmouth ; da
Babia Richmond (27) a Queeoatonn ; e de Per-
nambuco Honttia (2 do correte) a Graveseod.
De Inglaterra aeguiram no meamo periodo para
o Brasil os segaiotes. De PalmouthDous i de
oo dia 9 de novembro prximo, deveodo contar
ento vinte e um annoa.
O parlamento lf itaonico contina a funecionar,
mase- tem feo at boje coa um tranquillidade
de discusso que lbe potreo uaaal.
Perece que ambos os partido se coabinsram
para do perturbaren) a jueta dor da soberana
com debates vehemente e pava preperarem o
eapirito publico com disposigdes bondosas, afim
da tudo abrlhantar o> grande auccesso da exposi-
co universal. Apenas na cmara doa lords, o
conde de Ressel, ministro e secretario de estado
doa negocios extrangeiros, teve de responder
dnas interpellace, a primeira acerca de urna
proclamaceo-iocendiaria de urna antoridade pie-
mooteza em aples, e a segunda relativamente
poltica da Inglaterra q/ianto ao bloqueio doa
portos do sol da Uoiio-Amercana. Lord Derby,
interpellando o governo acerca do primeiro pon-
to, accaaou o governo italiano- de sanguinario, por
quanto constara por aquelre decamento que a
mencionada autoridade de am dos diatrictos do
reino de Nepotes intimara urna povoago de
maia de duas mil pessoas, para qae deixaaiem
dentro de doua diaa sass casas e bens sob pens
de fusilamentn, e Isto pretexto de combater os
rebeldes que para U affleiam 1 Lord Russel
declirou que ere verdadeira a existencia deesa
proelsmacio, mea que o gabinete de Turim re-
prorra semelhaote acto, sem que disso bouvesse
todavia reaultado prejuito algum contra aquellos
que haviam aido intimados.
Pelo que respeits poltica ds Gria-Bretanha,
no tocante ao bloqueio federal doa portos do sul,
o eoode de Bussell declarou na cmara dos lords
que a Inglaterra o reconheceria em quanto o
!;overno federal menttvease, coao at agora tem
alto, as condices que s podem validar qualquer
acto daquella natureza ; e que nesse sentido di-
rigir lord Lyona a aua nota de 15 de fevereiro
ultimo. D*. modo que, em quanto o goverao de
Washington niaotlver o bloqueio daquelle pon-
tos com sufficienle numero de navios para tornar
perigoso o egresso, ou o iogresso dos vasos neu-
tros nos portos blequeiados, a Inglaterra reco-
nhecer aquello bloqueio ; tal a optniio de lord
Russel nesta questao.
Tem produzido grande sensagao neste paiz a
marcha qae na presente sessio vai levando o cor-
po legislativo franeez. O publico inglez eslava
habituado a considerar o parlamento imperial da
Pranca como urna mera chancellara do impera-
dor NapoleoNe pois tem visto coa sorpresa que
aquella assembla baja neitea ultimo tempo
dado sigoal de vida propria. No sanado lea a
diseussio versado sobre a resposta ao discurso da
corda, reaposta aliia formulada pela commissao
em termos summameate lisongeiros ao impera-
dor, masque nao agradou todava urna pequea
menora oa opposico que actualmente tem ap-
parecido naquella cmara, ha vendo agora comba-
tido varios tpicos da mesma falta. O conde de
Segur censuren a resposta nio a por que dei-
ei pela qua) aejam reguladas aa recompensa*
por servicos pblicos qae o imperador poder
conceder por decreto ; prejedo esse de.caja con-
feceo estara j incumbido o conseiho de estado.
Ka resposta fot envida pela cmara sos grito
unnimes de vrva o-imperador, terminando as-
sim um conflicto que podero causar grande aba-
lo no paiz, se par aelvar a m dlgnidade o im-
perador boureise dissolvido a cmara. X pro-
poat Montauban mi, pois, retirada, sem haver
entrado em diacusso o parecer da commlasSo.
Este eatado deagitaco m que o espirito pu-
blico tea-se ochado em Praoe, j peto motive
do conflicto com a cmara, j pehr.linguagem ou-
sada do principe Napeleio no senado e tambera
pela advertencia dada- pelas autoridades *o- pro-
fessor Renn acerca de enae opiodea ofFenslvaa
da religio catholica, deu logar varas prises
entre oe-estudantes de Pars, alguae dos quaes
prevalecendo-se do anoiversario da rerolucio de
1848 ouaeram fazer OMnifeaticdes p-oliticas jaoto.
da coloasna da Victoria..na prega di Bsslilha. A
ordem publica, porm, tem sido mentida em
Frang, e daquellss demenstrages senao pode
razoavelmente inferir coosequeocias mais serias.
De Italia temos noticias telegrapoicas al 7du
eorrente-.
No dia- 3 o bario Iticasoli deu com tedo o mi-
nisterio a sua demissao, por harer-se achado era
minora na cmara na questao daa aesociagoes
poltica denominadas do proredimeno, e cujo
fim aliar o povo italiano- bandeira de Victor
Emmanuel para a completa libertegio da Ital.
O bario-Ricasoli havia prmeiramente declarado
queseopporia quaesquer excesso dessss as
aociagdes que podessem eomprometter aegio do
governo no interior e no exterior, mas posterior-
mente, quereodo taires reconquistar s populari-
dade que por somelhanto declaraco perder, ea-
seguroa s cmaras que-apoiaria o deseavolvi-
mento de semelhsntes saciedades, porque ellas
representavam o espirito nscionsl sobre que elle
quera sempre apoiar-se.
Esta manifestacio, porem, importara ame pol-
tica perigoaa, e centrara a vistas do imperador
Napoleao, qua muito receia osexceaaos doClubs
do Proyedimenlo ; e conseguintemenie acama-
ra signicou o descontentamente que lbe eslava
causando a marcha de governo, quereadu >si retirar a sus coofianca ao mioisterie Ricasoli.
Este, despeitsdo com a cmara e com o-rei, cuja
opioio respeito da deliberagio da Italia ni-
miamente prudente, deu a eua demissao, que foi
acceita por sua magestade, sendo o Sr. Ralazxi
chamado psra orgaoissr urna nova admiaislra-
co. Este estadista representa na auastao italia-
na as ideas do imperador Napoleio, convencido-
corno est de que aem a assisleocia da Franga a
Italia nada poder contra Roma' nena contra a
Austria ; e pretende elle buscar ea qualquer
eventualidade europea a solugio d questio ita-
liana, sendo que em todo caso so governo do rei
cumpre nao arriscar urna lio graode caosa por
do lado do partido progressista. Mas tambea julho (14) para a Baha; de Deal Germania (26)
o partido, proprismenle ministerial, est pou-
co entendido com as eternas coaeideragee e re-
ce ios do gsverno, e deaeja em primeiro lugar na
questao allema um procedimento enrgico.
Tambam a questio relativa ao reconhecimento
da Italia vai entrar brevemente em discusso. O
governo nao ae decidi ainda a declara-la, e oa
respectiva commissao da cmara dos deputados
o conde de Reroatorff declioou toda a participa-
qIo oes detberages, porque a cmara doa depu-
tados procurara com isso exercer urna influencia
sobro ums questio pendente da politice europea.
A commissao so resto sdoptou o reconhecimento
da Italia uoaoimemente, com excepcio da um
uoico voto ultramontano. Os trsbalhos propia-
mente legisla torios da Dieta prussiana ainda nio prego* altos por"que est
sahiram do eatadio das coaaisses prepralo- Janeiro.
Someale noa ltimos dias,
para Peroambuco; de Liverpool Belem (17) para
o Caer; de Newport NUe (28) para Peroambu-
co; e de Cardifl Gryskirk (26) psra a Babia.
0 algodo de Peroambuco e do Maraohio tem
sido cotadoa a 13 d. X Pr libra, cooaervando-se
firme a sua procura; e o da Babia tica a 12 d.
por libra.
Caf do Braail de 1* qaalidade 66 s. 77 a.; 2*
54 a. 6 d.65 a.; e ordinario 48 s.54 s. Pao
Braail 80 s. por tonelada. Asaucar branco de
Peroambuoo e da Parahyka 25 s. 6 d.30 s. 6 d.
Couros salgados 5 d. 1/2 a 7 d.; aeccoa salga-
dos 5 d. a 7 d.; e seceos 8 d. a 8 d. 1*2 por libra.
A procura do nosso caf neate mercado tem
demiouido consideravelmente, attendendo aos
esse artigo no Rio, de
tias. Someate noa ltimos dias, a commissao
cmara dos senhores apreaenton o seu relatorio
aobre a lei da reaponaabilidade doa ministros,
recommendando a adopeo, com slgamas modl-
fiesges. Se a sdopgio ter lugar, nio ae sabe
aioda ; mas o qua parece corto que na cmara
dos deputados a propoata aera rejeitada. As pro-
postas acarea da organisagao militar a eutraro
em diacussio na cmara doa depotados para o fim
da sessio. Quanto s propoataa do regnlameoto
dos circuios, qoer-se saber qaa a respectiva
commissio da (cmara doa senhores se decidi a
declina-laa.
No dial* de margo morrea em Dresde, na ida-
de de 25 annoa, a princeza Sidonia, filha d'el-rai
reinan e da Saxonia, e no dia 3 o telagrapho dos
annunciou a morte da grie-duqaexa de Meklem-
bnrgo-Schwerin, gravemente adoenlada desde
muito tempo.
No dia 26 de fevereiro, ae celebrou em diffe-
rentes cidades da Auatria allema o anniversario
da conatiluigio promulgada no meamo dia do
anno de 1861; o clero, porm, se abstuve da
psrticipagao naa fettirdades.
Toda a feala s moatrou um carcter pura-
mente oficial. Nao de peasaj n'ama coocilia-
gio com a Hungra. Desda a dissolugio da Dieta
hngara, j decorreram os seis mezes, dentro
dos quaes o governo a aeu tempo deu esporsocaa
que torio lugar a aova eouvocacio da Dieta, mas
nio de prever quaodo ella se realisar. Se-
gundo o que ae ouva dlser, o presente estado
provisorio oa Hogriaust desviando os espiri-
to cada vez mais do-a>veroo, a s serve psra
fazer crescer o partido radical. Bem ae aabe isso
em Vtenns, maa nio se sabe como obra contra.
Entretanto, o Sr. de Schmerling ae consola com
a grie-crux da ordem de 8. Leopoldo, que o im-
perador Ihe cooferio por occesiio da feata do dia
26 de fevereiro.
Londres 8 da marco
Chegaram finalmente a este paiz no vapor
Oneida, entrado em Southampton no dia 5 do
correte, oa productos brasileiros destinado i
expoaicio universal de Londres. .
Cootioham-ae am cincoenta volamos, em ca-
da qual vinham todavia dfferenlea objectoa, qae
todos ae acbam mencionado no cathalogo quo
acompanhou aquella remessa.
Consta-me que entre oa variados rligos de
nossa produegio natural e industrial, vero algans
dignos de tods atteogio e apreco, aobresshindo
entre os da ultima especie ama muito aperfai-
goada machina para tachvgraphis.
S. Exc. o Sr. Carvalho Moreira, na qualidade
S. M. a raioba regressou no dia 6 do correte
de Oaboroe ao castalio de Windaor, onde ae affir-
ma nio flear todavia muito tempo. A raioha
atraveasou da Osborno para Portsmouth bordo
do hiate real Fairy, sendo acompanhada pela
princeza real da Prussis e pela princeza Alice ;
os outros principes, filhos daquella augusta! ae-
nhora, aeguiram tambera para Windaor poucas
horas depois de haver all chegado S. M. No dia 3
do crrante, dias antea da partida da raioha da
ilha de Wighl, havia chegado aquella residencie
real o duque de Brabante, primognito de el-rei
dos Belgas, e herdelro da corda. Sad alteza real
demorou-se porm poacos diaa em companbia de
aua angosta parante, aeguindo no dia 5 de Sou-
thampton para Gibraltar. O daque de Brabante
brevemente esperado em Madrid depoia de haver
visitado aquello possessio ingle'za, psrs onde se-
glo.
Regressou analmente Inglaterra no dia 26 do
mez ultimo, o ae acha j em companbia de sua
augusta mii, o prncipe Alfredo da Gria-Breta-
nha. Sua alteza real se achava ausente desde o
mez de agosta, tendo ido servir como guarda-
mano ba na ealagio naval dss Antilhaa bordo da
fragata 5. Jorg$. Para ali lbe havia sido enviada a
trete noticia do fallecimeoto do seu Ilustre pai,
com ordem para aem demora regresssr Ingla-
terra ; succedeu, porm, qae qusndo chegou
aquello poni a triste nova, aaa alteza havia se-
guido j para a aguaa do Mxico bordo da men-
cionada fragata, rindo por eaaa circumataocia a
reeeber mullo mala tarde s ordem qae Ihe bsvis
sido dada para voltar Londres, pelo que na
data cima referida ehegou i Queeoatown.
A ausencia da prncipe de Galles aeria demaia
um motivo para qae o principe Alfredo regrea-
sasse eata reino, aeguiado-ae sua alteza logo
depois de sea irmio para o efteito de aucceder aa
corda.
O prncipe do Galles qua, como anaunciei na
miaa antecedente aeguira para o Oriente no
princio do mes de fevereiro ultimo, chegou hs
diaa Alexaodria depois de visitar Berlim, vien-
oa, Trieste o Veueze. Neste ultimo ponto aua al-
teza real estove com a imperatriz d'Austria, que
aioda ali se conserve em tratameoto, embora
quasiconvalescente. Esse prncipe preparara-*
para deixer Alexandra, de viagem para Suez e o
alto Ecypto, tencionando seguir logo depois para
a Asia menor.
Tem-se ultimameote espalbado aqui, e por
isso o menciono, o boato da que aaa alteza raal
o principe de Galles se acha ajuatsdo para caar
com a princesa Aiszandrina de Glucks-bonrg,
filha primognita do principe Christiano. herdel-
ro do throoo da Diaamarea.
programma do novo primeiro ministro italiano.
O ministerio Ratazzi compe-se deste estadista
como presidente do conseiho e ministro dos ne-
gocios estrangeiros, do general Cialdini ministra-
da guerra, do almirante I'ersano ministro da ma-
rinha,- do Sr. Mancini ministro daa obras publi-
cas, e de outro.
Em Inglaterra tem causido desfavoravel im-
preaaio eata mudanga ministerial, porque o go-
verno inglez v nisso o triumpbo da poltica
fraoceza, tendente a Impedir a anidado da Ita-
lia.
As noticias dos Estsdos-Uoidos, por vis do
Boston e de Hilifax, ebegam 21 de fevereiro-
ultimo. No dia 16 desse mesmo mez rendea-se-
discripcio, depois d'um vigoroso combate du-
rante tres dias, o forte Donnelson com quioza
mil bomens, entre os quaes se achavam os ge
nsraes Buckner, Bustrod e Johoson ; o general
Tloyd conseguir esespar-ae na noite do dia 15
com cinco mil homeoa. O general Grant, que
commandava as forcaa federaos, foi promovido
pelo presidente Lincoln ao grao de major-gene-
ral.
A noticia desta grande victoria havii causado
grande contentamento nos E-tados do Norte, qua
ae preparavam para aotemoisa-la com festejos.
Suppuoha-ae todavia que aa torgas confedera-
da opporao aioda resistencia aos federaes em
Ctarksfield. Entretanto haviam ellas evacuado
completamente Bowliog-Green, tendo concentra-
do auaa torcas sobre o ro Cumberlaod. O gene-
ral federal Buell havia reunido por sua parte, no
mesmo ponto, urna forga de oitoota mil boment.
No Missouri os federaes coolinuavam a perse-
guir o geoeral Price, tendo-lhe feito muiloa pri-
sioneros.
As noticias do Mxico sio de 8 de fevereiro ul-
timo. Nao ae acha porem confirmada a victoria
da Jurez aobre os Hespanbes. Os alliados se
preparavam para marchar |sobro a capital da
repblica.


--- .* BBBII I W- -.--.... "*,>, MM ^UOIIUUUO *W M UIIWUV Ul II 1 U Ul l -JO .
i anoos de da presidente da commissao eucarregada de re-i O principe da Gallos entrar na sua aaioridade
7. .vT^< T
xou ella de refenr-se aoa defeitos que o atoado meio dos excessos populares: tai em resumo o
devis reconhecer existentes oa administrado in-
terna do paiz, do que era um exemplo flagrante a
violencia com que varios jornses tem atacado o
poder temporal pontificio, sem que a autoridade
adminitrallva haja combatido essesexcessos no-
civos ordem publica em Franga, como por que
a poltica do governo queoto situsgio da Italia
tem.sido adveras aos ioieresses legtimos do San-
to Padre, quem a Franca calholica tem muito
peito manter. O tcarqaoz de la Rochejequalin,
os eardeaea' Donnet e Morlot e o geoeral Gemeau
tomaram a palavra no meamo sentido, crilicando
igualmente com o conde de Segur a violencia de
que tem sido victima a sociedsde religiosa de S
Vicente de Paula. Em favor das ideas llberaea
orou o principe Napoleio, que cenaurou o gover-
no por haver de algum modo impedido al hojea
unidade italiana. S. A. imperial, servlndo-se da
opportunidade da tribuna, exprimi mais ama vez
seas srdeotes votos pela completa anificagao da
Italia o seu odio implacavel contra a Aualria,
dando por eate ultimo incidente motivo para o
principe de Metternich reclamar em Pars poran-
ia Mr. Tbouvenel por aemelhanles allusoes de
hosiilidade ao gabinete de Vienna, comqusnto
d'ahi nio .reaultaaae consecuencia alguma des-
agrada vel, visto haver o ministro francs decla-
rado por nota que S. A. Imperial em nada abriga-
ra o gabinete daa Tulherias quando fallara oa
qualidade de senador, com o que termioou a re-
elamagio do embaixador, dando-se este porsatis-
feito.
Mr. Bllaut, ministro orador, reapondea no se-
nado aoa membros da oppoaigio declarando que o
imperador nao ae havia apartado at hoje de urna
sabia poltica tendente so engrandecimento da
Franga, e qua em relagio poltica da Italia o
fim do governo imperial era conciliar o grande
raoriment italiano com a causa de Sua Santida-
de que o imperador tem aempre protegido. Esta
jaatiflcagio agradou aummamaute ao aaoado, que
logo votoa a resposta por urna quasi unanimida-
de, sendo os membros da oppoaigio que cima
nomeei, menos o principe Napoloio que se abate-
ve de votar, os que derom seu roto contra e> go-
verno.
Na cmara dos commuus ou dos deputados
apeoas agora eomecou na discusso da resposta
falta do throoo, tendo-se a cmara oceupado
de uma proposta do imperador, tendente a con-
ferir ao general Montauban, creado recenlemente
conde de Pali-Ko, uma peosio hereditaria de
ciocoenta mil francos pelos servigos prestsdos
por esse offlcial na tomada de Pvkio. A cma-
ra porem manitestou-se logo adversa aeme-
Ihante medida, e para comegar aua hosiilidade
oomeou ama commissio, aflm de que asta dsse
seu psrecer sobre a proposts.
Nestss circunstancia, rendo o general Mon-
teaban que a medida aeria rejeitada, escreveu
ama carta ao imparador solliciando saa ma-
gestade a graga de retirar a propon, ao que to-
davia longo de acceder, o imperador ae recuaou,
respoodendo quelle offlcial qoe quando tomara
esse expediente tivera em vista honrar a nagjo e
o exercito premiando relavantes aervigoa, e que
aeria proprio tmente de uma naci degenerada
o recusar recompensss semelbaoles. Esta lin-
guagem imprudente nio podie deixar da empe-
nhar o bro da cmara naquella questio, e com
effeito veio isso a manifeatar-se logo pelo pare-
cer da commits* que rejeitou a proposla com os
fundamentos de que importara a aua concessio
uma illegallidade, vlato como pelaa lels france-
sas as pensdes reversivas um s heideiro serio
offensivaa do principio da igaaldade de parli-
Iba, alem de que os servigos qua se buscara re-
compensar nao eram daquellea em cujo faror
deveaae a camira t"er ma excepcio, tanto maia
que coroa reatara anda meio de remunera-loa
sem o grvame qua aceitacSo da proposta tra-
ria para o* thesouro.
O conde de Morny havia entretanto oacrplo ao
imperador, algoificando-lhe o deacouteotamento
ea qae se sebera a cmara por ella presidida, e
ao meamo tempo o deaejo qUB animara todos de
se eotenderem com o poder executivo acerca de
aemelhaote qutslio. Sua mageattde imperial,
reconsiderando por ana parteo mocaminho que
trtlhira na proposla em favor do general Mon-
tauban, responden ao presidenta da cmara qae
nio era seu intento coilocar-se em aniagonmo
com um poder da mesma origen* 1** o *e*><
que comquanlo lbe houvessa sido penosa a re-
jeiclo da medida alludida, eata va pioapto re-
conciliarle fatendo para eata Am propor urna
HESPANHA.
Lisboa 1 de mareo fe 18*3S
A aiteaco do banco de Hespsnha no fim de
fevereiro era muito lisongeiro. O metsl, barras
da prata e onro. e promptos a cobrar em dia su-
biam a 96 milhes de realas, e o eftectiro nos ou-
cursaes a cerca de U. Os bilhetes em circula-
$io s flguravam por216,667,700. As cootas cor-
rele subiam a 91 milhes.
Pelo ministerio da marioha se msndou uma
communicagio ao da fazenda, para que este se
sirva lembrar as reaes ordena de 22 de Janeiro
de 1849 e 11 de margo de 1852 expedidas pelo
ministerio da marinha, relativas a conservar aos
matriculados o privilegio da vender a pesca naa
auas barrsess e praias, reservando para a fazenda
publica o aceordo que entre eata a aquellos se
*tabelegam para o pagamento dos mdicos di-
reitos que devesetisfaier o producto da indicada
lodastris.
S. M. a rainha nomeou mioiatrp do tribanal
de cootas do reino a D. Esterio Len e Medina,
director geral de contribuirles, e mioislro letra-
do do mesmo. em logar de D. Juan de Cbicbilla.
a D. Francisco Donoso Corles, adrogado o mi-
nistro do proprio tribunal.
Sem deixar de crer prematuro qaanlo se
disse sobre viagens de S. M. a rainha, porque o
estado da augusta seohora nio permitle tomar
reaolugdes lio antecipadaa, era o Eco do Paiz que
a aer possivel repetir a excurso a Santander
para tomar banhos. e muito difficil que a Infan-
ta D. Isabel vi aee de Ontaneds.
No dia 3 dereritm embarcar en Southamp-
ton para a Heapanha SS. AA. RR. o daqua d
Brabante, primognito de el-rei dos Belgas, e sua
esposa. Dau-se eoohecimenlo dosis visgem ao
governo de S. M. Suaa altezas s dirigem a Sa-
vilha para resiebelecerem a sua aaad. Com es-
te aotivo vem a dar-ae per seguro, segando a
Corrttpondtncia, que se verificar o enlace do
conde de Plaodres com a filha maia valha de SS.
AA. RR os duques de Montpensier.
Os cardeaes partiram para Roma coa o du-
plo motivo da tomar o barrete o de aecudir ao
cha manalo de Sai Santidede. Os prelado hes-
panhoca, quatseiaerem aecudir ao proprio cha-
mamento raceberam do goverao de S. M. todo o
auxilio que deve prestar- Ihe o governo denme
rainha e de uma nagio eatinenlemeele catholtea.
O antigo a monamente! macar d
ccllagio a oficiaos da artilharia,
Segovia*
hoja isa


naont" de ru
da tarde do d
medonho ncenlio
do edificio.
da j do-----tmn ialn I Mu inl u nn______.. .
DUUO DE mftAMttJGO. 5iG
correlo
a parta superior e
pa
inferior
r-ttdo e a ttaptrial
unetro, oo corrate anuo em viagem de
ft Europa, temo-lo como urna prora do
muias oulras reOexoes nos po-
SaJLS J?? ." CJ?,B>?MJ .aW^atiJfo4njendemos dever dar. A culpa toda da noticia
tinan aucudiram tambero desde logo e am sen- e Bao oossa. A
4o victimes. Os alumaoa foraa tacados Jo astil}- I-de
do e distribuido* pela cidade Dqaanto w bata- ser
bat fiiocciooavsm. Estas mes aasjsch isas, po-
rm, fortm abandonadas e NtaejaBinejiMI
"msnajuijas '
cortados petas chammas, e
O
din al
bou milagrosamente.
pelo aletear e so bit mate sasatoparace
lo do rhrono e os i m mediatos Oto v
tissimo toma va ionleis todos os esforgus. A's
4 horas lodo o edificio ere pteta dt> incendio neo
pareciam desafiar e roracidade das chammas o
torreo grande o parte di abobada. .
(?otu lodaa a riqseaee do edificio, un dos
melhores da Lar^pa., oraaa devorados petas
tamaas.
O iioiaUo prolongo-se durante a acate cada
ve* maia atetado pelo *ok>. Porna, os ocur-
ro* qua aecudirau d todaa ac partes consegu-
ram domio*-lo pelas 6 horas d tarda segeiute,
ficando intactos os rateos, as enfermaras, duas
elassea e duas-sa-lts. As perdas sao BTuKadissi-
M.
O duque do Valen;*, qete bavla aonuociado
s sua viagem Andaluza, par* 45 deste ssec. di-
ferio a, segundo aateuwatu, para o V da abril,
coro omotrre de mudar-so da casa que boje oc-
cupe na ra de Alcal para nutra na praga da
Villa. Seus amigos, ou ao meaos alguna que di-
zem que o sao, aitnbuem a deteocao do duque a
causase esperaugas pulitkaa ; o duque de Va-
tasca desaprobar sem Owide que se use de seu
eoiuc para forjar mentiras.
-- Parece que o crdito mov-el hespanhol lo-
na -seu cargo a coortruecu do caminhu do fer-
ro das minas de Orno yuiutaoilha das Torres.
que deve ficar acabado dentro de tres meces.
-'Nos fina de marco a principios de abril se
abrir so publico a novaseceo do ta minho de
ferro de Aodaluzia, entre Manzanares e Santa
Cruz de Mdala.
uppe-ae ques acertura do de Miranda Al-
asui nao se verificar al 15 ou 20 do correte
-4>or nao eslarem as obras completamente aca-
badas.
Urna caria de Londres dirigida a urna dos prin-
cipies olhas de Madrid, o Diario -Etpnol, diz
o seguate sobre a queato dos archivos nepoli-
lanoa que tantc no patc visioho teta uceupado a
tteogao publica : Os archivos napolitanos pa-
rece terem creado ama aova dilficuldade segan-
do urna carta que tenho vista. II m Suisso, ex-
vice-cnsul napolitano no Rio de Janeiro, tecu-
eou-se a entregar ao governo italiano os archivos
que existam em seu poder e a passou so gover-
no htspaobol. O gabinete de diz, levou isio porttmento do ice-c vl que esta queato produaa, neto se eepera
que provoque urna conflagracao europea.
A prensa de Madrid coaliaua a tratar daa
vaniagens ou prrjuizos que podem resultar para
o governo hispanhol da guerja da Cochinchioa.
Eco Madrid falleces oconhecido baaqueiro O.
Audr Caballero que derxa, co que se diz, nm ca-
pital de 2 milhS.
A 25 do aez pausado pelase % da mantisa oi
fusilado em itarcekoaa o infeliz tambor que hatjn
as-assiiado r> cabo de cornetas do regiment de
Isabel II. Caminhou para o lugar da execucao
cereo e resignado, musltando-se ariepeodido,
rete beodo todos os soccor roa a spiritoaes. Cha-
xnava-se Joao Mi e tinha apenas 22*nnos de
idade.
Forana juzgados em Madrid os Srs. Caso e Nar-
vaez, implicados na cansa que se forttou ao pe-
ridico clandestino El AAongote. O juiz pro-
nunciou a seoteoca cotifrmaoa a pena de 6 an-
uos de priso pedida contra o Sr. Cano, reduzin-
do a dito mezei os 17 que se pretenda imper ao
Sr. Narvat-z. Falta sinda a couGrmaco da au-
diencia.
Porto te mar /o.
As folhas brasilejraa rindas pelos ultimes pa-
quetes Iraaem noticias tircuraslanciadat d*?xe-
quiaa, miasaa solemnes fuaeraes com que os
nostos compatriotas dissemillados oo hospileleiro
e amigo imperio braailieose team sufragado a al-
ma do grande mouarcha constitucional que a na-
cao porlugueza perdeu iwdiilliM uovembro do
aono passado. As egr-egias virtudes acouladas oo
otagoaaiiuo peito do mancebo, que na serie de
oossoa res foiPedro V,i que se muila reful-
giam no alto do seaj tfarono aiuda mais resplao-
deceots appareciam quaudo as baixara huroil-
dade do slo, nao podiam drfixar de locar o cara-
ca* d^sses milbares je briosos filaos de trras
lusitanas, que, longe da patria, uunca esqueeem
que sao portjuezes.
lenlre es suffragios de que temos noticia me-
recem especial mencao ss exequias pomposas
mandadas celebrar ua igreja do Espirito Santo,
pelos Tortuguezes residexites na bella provincia
de Periiambueo, e ss que digna direceo do Ga-
binete Portuguez de L-ilura levou a effeiiooo
Umplo da Cooceicao doa Militares. De ambas a
impreasa periaeose fez especial meogao.
a.0 presideole da provicuia o Ezm. Sr. Anlooin
Marcellioo N'uoes Guagalvs, a lodaa as autorida-
des eme e miliiares, e geraIntente a lodosos
Pernambucaoos, que tanto coucorreram para tor-
nar mais soleojne o tributo de saudade pago pe
los fortuguezes memotia do bondoso r*i, que
fie finou, o homo sincero recon lie cimento e pro-
funda grafidao ; e aus uossus compatriotas so di-
remos que Ibes esqueceu por no cemate das gss
um dstico allegorico, em grandes caracteres de
ouro, tomado do ioimortal poema do cantor daa
glorias e grandezas purluguezas:
Veris amor da patria, nao movido
De premio vi, mais alto, e quasi eterno ;
Que nao premio vil ser coohecido
Por 'm pregto do ninho meu paterno.
As decorsgoesdos templos em que se lizeram
jis exequias licaram aasim masa completas.
O rorrespoudente do Commercio do Porto, em
J?ris, o bm couhecido Iliterato o Sr Antonio
Augusto Teixeira de Vaecooeellos,. d na sua ca<-
ta de 21 de fevereirb urna noticia que de seno
ser no Brasil 13o bem recabida como o foi em
Portugal.
A luieraiura partagueza e paaco conhecida f-
ra do paiz, e H as uossos. propsjop visitabas, os
llespsnboes, tu suas trivises amabilidadei diri-
gidas aus Portnguezes .mostranvsp quasi sempre
oescoohecedores da movimeoto luterano em Por-
lujjal, leudo meamo ebegado ousadia de ue-
gar-nos a exisleocia de urna lelleatura nacional
Emuosserreauada maUade, porm em outros
na realidade igooraucia. A cate respailo Ma-
drid parece nao estar mais perlo de Lisboa do
que S. Peteraburgo.
Os I rigieres e os Italianos nao so nestacomo em
muitas outraicousaj, aaem-oua aoais justica do
que os Hespaoboea, e utesmo os Francezes, que
apezar de grandes mestr-e, fallara eom pouco
conhecimeolo nbs assumptos respeitaotes a Por-
tugal-.
Brasil est inda em muito peiores circunss-
lanciaa. Paiz novo, que ere *ir a ser no futuro
um povo de graode influencia oo mundo poltico
e commercial.se o* teuago'etooa concorrerem
para o mximo dsMro|vimuto das suas foress
productivas, e se o poso braaileiro liver a bota
senso de se conservar odo compacto, forman-
do urna 4 familia poltica, nao esquecedo nun-
caque a umao faz a iuiqo, o Brasil, dtzemos,
carece de isruar-so melsor cozheeido do que
a a Europa.
Bem acertada foi a reaoluco do governo im-
perial em prousover a expoaicao de productos ne-
lurses e industfiaes que taro lugar no Itio de Ja-
neiro em dezemere ultimo, promovendo e auxi-
liando antes as aposiges proriaciaea que ba-
viam de forsecer os exeaiplarea para aquella
grande {asta central 4a industria humana, o ah
letras portuguezss leodo em Franca um periodi-
------------------------------------" "JTJI
A receita geral durante o sano foi de 2:3
e a despeta de S 310*020.
Rendeu o telegrapho da associacao
dispeodou 79J>115.
A summa recebida da alfandega para
Duagao das obraa da Bolaa prefez a quaoli
2l;020S700, e a despeza foi apenaa de 12:13L
porque astiveram parados os trabalhos por causa'
_M
I MI
UK
A Si Dt MAHQO DE 1861.
e sbtnam grande rombo do lado do
ra dos Clrigos, que urna dss mais no-
t-aMBii
4o ri
r
ica, presi
aares,
toda G
No deste maz abri o Sr. govarnador1 civil i
co que especialmente se consagraste 1 publicar, lauio ordloaxia da juzUa. gutai do diauictu do
trasuzidoe em fraoeez, escripto dos sutores por- Porto. S. Exc, leu o rejopclivo rehlorio que
ug*es e brasil*!**, / como nos mais joos* ?rj passadoa slguns'mazes
Ensinav.-me a experiencia que os tornaos que sahe luz pubtjcj. O anMaeniad iuo
pumsoaa, coa a methor veaSade, nern aempre ta na sessio do aono passade, e referido
tera
wai* u i- rompra i... se losse ha duzelos a
asta demora poda ler aljuma desculpa ; mas no
odem pM.t.r aa auas wliHiwa* aas arp|se iilJ-1 fo mandado pos orn>e4OS priociuios do cor-
srartoa. Na redaccao da. r^TM sai eu que ha (rente anoo. A pii)lkaC nao poda ser mais
tars da ceuij escriptos por pessoas competentes, [Bromaal... Se fosse ha duzeotos annoa aluda
alguos acerca de obra* portugaezas, e todos em-
barcados por causa des assuaaptos poUtiuoa
presento aeculo em que vemos o vapor applicado
meia columna |i-j typographia, e que ao obstante aa trabaliisr
no aperfeiyoameoto do compotilar mtchanfio, as
mos dos compositor** levaolam oatypos da ai-
Pouca
cemoieruaag, quu nao duixam
re.*
Sofiialgas esenhura as revistas,
gente ah Um entrada. Nos raraa vezes, porque xas com urna velocldade que faz admicar os" mo-
somos pequeos e desconhecidos. e, todavisyi- nos conhecedores da srte lypographtca na ver-
ta eu que se os francezesconuecessem o vefso e j dsde urna Urdanga que so Um axplwacao no
a prosa dos oossos escriptores e os livros/ae lit- proverbial descuido com que em Portugal sao ira-
teratura serla e aorifla que publicamos a miudo,' tadas mullas cousas de ioleresse geral.
de certo nos fariam prarja e nos acolherVam, com Por em quaoto os trabalhos da junta nao offe-
a estima qu concedem sol inglezes, all-maes, recem interesse.
russos, polacos, scandinavos, italianos e hsps- Cstl finalmente preenchida a vacatura de pri-
Dnoef- : meiT0 prelsdo da dioceae do Porto, deixada pela
Annal eocotrtrei quem mettesse hombros a raorte do seu ultimo hispo o Sr. U. Antonio Ber-
empresa, fundando m peridico extlusivao>enie nardo da Foncej Mtiniz, succedida em 4 de de-
destlnado a telar os Europa os interesaes liitera-
rioa e cientilicos de.Portugal e do Brasil.
r-
ris o
Brisimnt, peridico mensal, em formato de
quarto, de cinco folhas de impresso e com re-
tratos de portaguezes ou brssileiros dislinctos e
gra vuras de monumentos dos dous paites. O seu
precoser por anoo violo e cinco francos, por
semestre 18, por trimestre 7 e por noaw 2 na
50 c t"
prego calculado para pequeo numero de Tu
leitores, porque Rtvista cumpre crear o gosio
dus-Lituras portoguezas qtes de pqder Contar
com graode porgao de assignaoles. f**ra o futuro
pJe augmeotar-se'a q'uaotidade das, folhas de
impresio ou diminuir o prego da assignatura.
* 8 mister acrescenUr que a edijii ser ntida
e o papel exceriente.
zembro de 1859 Cualou. mas a escolhj satisfez
anda os msis escrupulosos em materia de reli-
fvo primeiro de julho publicarrse-hs em Fa- giio. O proprio orgo do pardo lagilimista nes-
prlmeirp numero da lUcae Prtuais < ta cidade jo Direilo], qu fto presente caso su
toridade insuspeita, e muito nio de contentar,
diz que a escolha foi acertada.
' pois, bispo eleito do Porto o Sr. D. Joo de
Frauca Rastro e Moura, que na qualidade us vi-
gario geral, e depoia bispo eleito de Pekio lulou
na China, desde 1838 at 1853, contra a Propa-
anda Fide em favor dos direito* da corda por-
ugueza ao real padmada do Oxienle. Foi urna
Iota honrosa para o venerando prelado, que por
nm e reliruu a Portugal oaquelle ullisao euuo
por ver que o governo da metropole nao Ihe acu-
da com as providencias pronplas e enrgicas que
o caso reclamava.
Con,servou-se a Lisboa at 1857 e como se
no concluiseem, como
. anda hoie se nao con-
Sao fundadores da Recula os Srs. Le Sire e cluirirn, as negqciagoes com a santa s sobra 0
teury, j cophecidoa em Portugal pelo triste real padroado, rellrou-se o Sr. D. Joo de Frin-
jun-
primairo semestre", de___
de 23S000 ris por accao
ou onze e meio por cento. passando ainda para a
conla de ganhos e perdas 417J196 ris.
O retomo do activo e- pissivo, que vai no flm
desta msiva, dispensa oulras quiesquer obser-
vogoes.
O hinco Mercantil tem enjillidas todas as suas
mVJI 500' D0 v"lor On:'inl e desembolso de
2018000 ris cada urna. Sao na actualidad* co-
ladas na praca 555S000 ris ex-dfviiendo.
Para a nova direegao trieonal do banco fprajn
reeleitos ofgerentes que tinham ndado a Sua
adminstrenlo.
_Cmp6e-se dos Srs. : JoSo Gomes rleOliveita e
Silva. Cornelio sieur e Wenceslao de Souza Gui-
maries.
Fiesram eleitos para o governo fiscal os'Srs
Jobo A-lnio da Rocha, Antonio Lourenco Gon-
galves Lima, Antonio Martina dos Santos e Anto-
nio Ferreira Silva Brito.
Para a mesa da asseu,b!a geral foram eleitos
os Srs. : Alipio Amero da Silvelra Piolo, presi-
dente ; Antooio de Souza Barboss, vice-presi-
dente; Joo Alves de Souza Ferreira e Antonio
uomes Moreira Jnior, secretarios.
Pelo reletorio do'directoresCaltas da.com-
panh.a de L-iniOcios de Lonello. referido ao an-
no e 1851 vemos que o activo'Veite eslabele-
cimonto fabnr mema a 186 588*180 ris. e o seu
P^T^2L41' h"ed7. por tanto o "-
cto de 3.-947S339 ris. w
Os lanificios vendidos durante o anoo impor-
taran), livres de todo o descont edeiuccoes em
7J:00993 ris. e muito maior leria sido'esta
rerba se o ocontecimentos dos fias do aono que
cobriram de futo todo o palz, So viessem con-
tribuir poderosamente para diminuir a p/ocura
dos productos detts fabrica, que eslavam em de-
posito para a astagao invernosa, e bos quaes en-
travam cflrermiis ou menos claras, obrigaodo os
caitas da companhla a mandar lingir de preto
Ifrumas das fazenda* etlsientes para que ss ven-
das nao parsliaassem de todo.
A commiasao da exame de contas, approvando
a gerencia do referido aono, foi de parecer qae
| se deduzhtse eihed por cento do capital j quin-
til do lucro do arfro fiado 3^47*359 ris. qae do
se escolbereo e apartaren aa productos com que "!? *i'""!? ?ier5" *** 3l5jf780 ris. a
Brasil se devia lazar renraaenUr zaa ntoiiata ?0^0."* '?*'?.* ,'.ue M "'ribuisse pelos at>
negocio dss exequias de el-rei" t). Pedro V. mais
um servigo que nos prejiam e de certo muito vs-
Hoso.
A Reme Portuga,e tt Bcsilitnne. nao., tra-
tar seno de assuntptos relativos as letras e <
-setencias e Portugal e do Brasil e acceitsr com
preferencia os arligos em francez eactiptos por
portnguezes e brssileiros, quer ?ejm origiases
quer trsducgpes.
< E ras porta aberta aos. estudiosos das duas
nagdes para o campo d.as letras eprppas,. uau
exposicao permanente de productos luterano de
portogu*s e brasHeiros. o um lestemuhp, pe-
renne dos sforc.o3.praiicad.os por elle, para a-
companhar o movlm-nto progressjvo do nosso
te rapo.
.\ correspondencia dere ser dirigida a Mr. Ju
les Le Sire, 18 ra de Vendme, Pars, ou a tulm,
quando eu estiver em Lisboa.
E' intil pedir aos meus collegas da ipapren-
sa que dVra publicldade a esta noticia. Neubum
carece de que eu Ihe lembre obiigag^o nem de-
wco no que respeita aos ioieresses e gloria d*
patria e das letras. A Revue Porlugaite tt Br-
n/tenne sera um peridico nosso em Pars, no
qua,l terio entrada franca e acolhimeolo sincero
quaotosem Portugal e oo Brasil culiivam aa le-
tras e ss scienciaa. Nao um pcdesUlpara ami-
gos; um archivo do ixerecimeulo e troballio de
todos.
Remataremos etla transcripgo servvnda-nos
das proprias palavras do autor do m da noticia,
crfi que nao engaamos os leilores quaodo lhes
annunciamos una boa nova.
O anoo que fiodou foi de prospertdade para os
eatabelecimeolos bsnearios do Porto. Das opera
ies feilas pelo bauco commercial j nos trata-
mos na carta de 26 do'passado, una de huje,da-
remos cotihccimerito das que tfteciuou o banco
Mercantil, no sexto "aono de sua existencia.
O anoo econmico deste banco ndou em 24 de
fetereixo.
No primeiro do correle apresenlsva a dtrec-
cao em assembla gerol dos accionistas o seu res-
pectivo relatorio.
Asi lr'ansacges da caixa montaram 4____......
9.767:75*2JU359 res, sommaDdo ss entradas a sa-
bidas oos depositantes 18,458:134^739 ris.
As 2,8i0 letras descontadas pretizeram a im-
portancia de 3,*24:t6}$328 ris.
Os cmprestiroos sobre penhores chegaram ...
7o2.4di>838 ris.
A transferencia de fundos sobre diversas pta-
cas sommou 6.050:%9929 ris.
Da coofrontago d'estes algarismos cora os do
anoo anterior, exceptuando a transferencia de
fuudos, que foi para meos em 35:717^208 tis.
resulta que as operages do banco tiverar no
anuo tilo um angmeuto de 29.088.829*153 ris.
t>e tao notavel desenvolimeolo as operagoes
que devtda ao acert e felicidad da gerencia
a. ^'So^nlo-l" "x0- b,la09 1ue o '"os foram
aii3a cenlagem da gereocia o& para um dividendu de
8 por cento ou IrJjujOO ris por aegao, o que j
o, aoja repartido, no primttiro semestre de
''9000 ri, faz o total
o Brasil e devia fazer repreaenlar oa prxima
xpoficao universal d Londres.
A maceira hourosa e pxomeltodora es que o
poro braaileiro aa deseopenhou deste f ri-
ftieiro commemmai0#_4<.te ,jHj -ncar80 ue
iavilisacio madama lew imposto a todaa aa na-
co** cultas vimo-U oa petos jornaea do topa-
rlo ; e apezar do pouco lempa nue m*dna entro <----- K1"" "" -""V". cuBiznerciai ao rorto
o convite do governo a abertuVa aaTaMoaicio Z'n ,be "" P'eTle f*Utof contas refer-
geraJ,tradduidaqueaB^itoti4 Co "" i ,DD0 Ba0' e **" ** no| di-
nwilo louvar na feata civilsadora dst,Londres. '
Nao meos acertada tamben t rtsalnrinrin
governo braaileiro dafater '4nm mmtxZ gre.tf'.tf* c0?udo? *cl(M?* .""portantes da ss-
nAa da guerra ostia reina parla da od v^
mas com prazor que o (alai naufragio ds corveta
**atu a ano dcuoreu de.le boa proposita
A
cronistas um dividendo de cinco e meic
to ou 27*500 por seseo ; que do restante te pa-
gasse coulnbutjao industrial, qoe os 9SJ959
rts que ainda cam fossem lancadoa na ora
corita de ganhos e pardas.
Ante-hontem tere lugar a reuoio da assem-
bla geral da associacao commercial do Porlo
aociacao comtnereill, osda ichamos da novo no
*7* 'atorfa qae debamos afora mencionar, a nis
jfObre estado fintnceiro da mesraa
?a para a sua casa de Uompaoba, (arrabalda do
Porto), onde, na dala de.hoja, atada se conserva,
tendo all receido no da 5 do corrente, urna
Com missao do reverendo cabido, composta de duas
dlgidades capitulares a dous conegos. que o fui
Comprmeolr.
O Sr. D. Jlo de Franca liaba ido em 1825,
.como rflinorista, para o ra*l collegioJde S. Joa
das Missoes em Maco. Naaceu em 19 de marco
de 1804 na freguezia a S. qosme, consalhu de
Gondomirestricto du Porto. Foxaoj seus pas
Antonio Joao ,de Ftao{a, j morto, a Rota de
Franga Castro e Moura, vinuos* seohors, ainda
viva, e de 91 anuos de idade.
A real zpciedade humanitaria, por iatermedio
da int'OQeacla da marioha deste porto, oiJereceu
uma gratificado pecuniaria a todos oa iodivid.uoa
que coocorreram paraaalva,r d morU a inpola-
CO do patacho portuguez Abaluajo, que aaufra-
gou oa barra do Ojjuru,*, l* de jaoairu pret-
rito. JNo a aceitaram, dando-se por pleuameuie
recompensados pela gloria que lhes resultav* do
acto humanitario que tinham pralicado. os coro-
jogot martimos cujos uomes mencionamos, na
"ossa correspundenxla.de 26 daquelle mez. To-
das as oulras pessow, que.por esta occasiao pres-
taram sem'cos imporiaziMs, aceilaram a graiili-
cacao que lhescoube. A que pecteacia quellea
tot mandada, soppomos oi, ao asylo Ua meodi-
cidade.
Evadise no da 6 da oadeia da relaeao desti
cnadft pon urna deasas astucias que o deselu da
liberdadu capaz de auggerir, o preso Antalo
Joaquim de Miranda, natural de Goes, no conse-
Iho de Barcellos. EsUva oa enxovja dntath-
sinhos, e aparara a ultimoi tramilla do nroeus-
so que o cou Jeaanra a pena da capital.
E' engenhwaa a msneira porque so rocta h faga
deata grande crimiooso. Os presos da enxovia
em que alta eslava fabricara eepanadorew, que
coatuuiam sahir para vender em caaattras les-
cotiertaa. Uua malher por nomo Maris Paulo
fot na manha do dito da 6 com um homum de
fazer frates posta da enxovia, a ah lomnu o
carrejno una cannatra que os presos Iba poza
ramas costas. O chaveiro como visse a caaastra
com espanadores arrumados na modo qae Itie
nao causaram descoolianga, deixou sahir o cou-
ductar sem passar revista caoastv. Pooeas
horas depois, dea o cbaveiro pea UHa do preso,
se avenguou que sahira dentro tfa caowtra co-
b*rto com urna- manta e por cim desta os sapa-
nadores. Trtou-ae da saber acode motava'a
*r,i *,r*oc,c Paula, caja habitacao era na ra
das Taipaa, mu prxima da cadeia, e sem mais
demora bi autoridade respctira, passar Ihe
busca k casa, a l eppareeeu a-canestra, a manta,
* algans espanadores ; porm o criminoso, por
mais qae a precurararo, oso appareeeu. A mu-
Iber foi raclaas na cadeia, a l expirar a gene-
rosidad da promover, ou pela meaos auxiliar a
fuga de am horaOm reo de graode crine para pu-
icao do qual a jusligados homens s sebn as
leis a pena de mora.
AoAu_nio Jo-de Miranda achava-se preso des-
de 1857 por ter routndo, aasaasinado e enterrado
no meto de una campo, por su.s proprias mos.
na rreguezia de Bagunda, cooselbo do VilU do
Conde, o lavrador Aotonto Upas Cancilla. Foi
cumplue do aeioora una eu ctiado, que lambem
est preso.
O lampo tena continuado mao, horrivel.
Na noite de 7 deseovolveu-ae urna forte venta-
na sobre esta cidade que causn bastantes es-
tragos. O vento sudoeste couteeeu a aoprar cora
valenta manbecer do da 8. Sobre a madrugada eram aa
rajadas de vento tao violenta* que utfuodiram
susto em multa gente Nos fo osos dos vtuilos que
nao poderam conciliar maia oaomoo.
. No rio e em,trra houve alguna desastres.
A galera Agamatlor, eacalbou na praia de Mi-
ragua. Uestinada a sabir, na vspero pata o Rio
de Janeiro, linha recolhido as amarrasV -
guravam ficando simplesmenla segura pela an-
cora, Toi letUameato arrestando, mas eos fnlici-
dada, porque oao softreu svaria, at locar na
arga prximo a estacara- do cee da alfandega,
IJJfseanda conslruio4o naqaelle local. Na ma-
nha segutnte 8, tentsm-se intilmente safa-la,
para o que se earpregou o vapor de reboque a s
na ruar da larde o conseguiram, nao sendo ora
ciso alivia-la da carg*.
O vapor portuguez Lutitania, tundeado em
frente de C ma do Unto, veio da eoconlro a eate,
e quebrou o guruns.
^0 vipor ioglez DtDrus desandou sobre blale
.ariaW, tlcarsm ambos com parla das bar-
das falsas quebradas.
A barca braaileira fioc&o, soffrendo a embate
de um fiavio hoilandez, ticou com parte da popa
quebrada, e aquella com o masito da boiarroua
partido. '
Desabaram a 6 hoa da manha do mesmo
da 8 as paredes de duas propriadadea em eons-
truegao no Bom-Dm, pertencenies aosfira An-
tonio Moreira da Fonceca, fabricante, e Jos Bep-
lista Pereira, lintuieiro. As padrna cahiram so-
bre o telhado da urna casa contigua, e, arrom-
bando o, deixiram mal ferida a esposa de Sr.
Jos Moreira, que habilava a dita casa, a anda
eslava na cama. A desgraca poda ter ido maior
te o Sr. Jos Moreira nao estivesse j a p.
Duraote este.dia. e segundo a expresso vulgar
o sol consarvou-se.entre-nuvens, a cahiram por
vezes alguna chovelros. A noite paaiou-se sem
maior novidade athmospberica, porm e 6 ho-
ras da rnaohJa do dia 9 priocipiou ao ouvir-ae ao
longe o estallido do trovo, e um quarto do hora
depois rebenlava urna temerosa trovoada, acea-
panhada de furiosos lufoea e ebuva torrencial.
O temporal durou cousa da maia hora a qs-
brou janellas e beiraes doa telhados, destrulo
clarat-boia, derrubou chamiot o fez mutosoa- i
tros estragos. i
0 grande globo de cobre que estara na cimoda
m oo u manta I torre dos Clrigos, a que servia de
base craz que rematara a io|re,impllido por
no impetuoso tufio, quebrou pp|0 chumbadou-
ro e foi cahir esquina das ruis do Correia a
al fot preciti
Mnp6oat -'aje:
ulo, a
_jslocado
aeat |pgar, no
apa ala fabrica
aoir. Joaquina
Cltcac.
Mo-jCInrigni, e rplattdplpar esta ultima vai al o
Jargo dos Loyo. A cruz cthio sobre o lelhtdo
rueges do Porto, f j comeesds em
eluida em 1763. Tem de altura at ao
i globo 316 palmos a meio. Este occo
tem o dimetro de um metro.
Por causa de outro temporal foi precitado da
ia immensa aliurfltaTi
ndo reposto, foi algn
r um raio. a de novp
[ue se gaataram uos
Cabio a charuto
undico do Bol
beiro de Paria
Na Baodeira (ViaEu ffl, Oafa4, jabio ams
fatsca eletrica o'uma casa habitada.
Nao oaata, quu houveaaa nanhama antea dos-
greca a lamentar alm da qae causou o desrnoro-
namento daa paredes das casas na BomStn.
O* diverltmeotos carnavalescos oo Porto nao
nos faroeceram aaaampto para muit.s linhas.
Nenhuma exhibigao appJreceu nem palea ras,
nem nos thearras, que merega especial mencao.
Tudo es confunda o'oma vulgaridade aborrecida.
Os bailes de mascaras nos theatros a Das socie-
dades de rccreiaesliveram muito concorrido oos
tres das de enlrudo.
No domiogo'gordo roabaram ama luveira da
no*** ol* A'"i >eada-llw a valar da rs.
300$ eos arios objeclos.
T* R'bra.toibem em um dos das do carna-
val um larapit, que ha poneos dtas tinha sabido
da retacee pela extremada affei^io que tem aas
naveres albeos. iolroduzio se de dia na casa d*
um coaimercaote all morador, a quaodo da noite
se preparara para mudar o que mais canta Ihe 8-
Msa, foi praaenlido pelo criado da casa, e que-
rendo achar oa faga a aaivagao. praeipitou-ae de
urna janella, mas licou asllrado aa ra san podar
evantar-se em conaequencia das fracturas que
Ihe resultaram da queda, e da nma boa bvrdoada
que o criado Ihe. dura a'um brago, quando aao-
lindo rumor dentro de casa se levamou ds cama
e foi dar com o inexperado visitante noturuo.
A commusao dot artistas porluenses pars o
mouumeoia da Sr. D. Pudra V approvou em reu-
oiao de 6 do corrente a proposta do escultor o
br. Almeida Costa, pela qu.l se obrigou a faier
toda a obra de aoarmOM, indicada no risco j ap-
provado, por 3.0(jog, apreseotar o modelio em
barra para a estatua, que deje ser de bronza.
A mesma commisto rasolvaa mandar a Lisboa
uma deputago para nadir a el-rei o Sr, O. Fer-
nando ae digoe de engrandecer com a sua presen*
ca a aolemntdado da inauguragao daa obras de
coostruego do monumento.
Q tribunal da relaeao do Porto cooirmou am
sessao de 28 de fevereiro a tenlenga de degredo
perpetuo com trabslhos pblicos no ultramar, a
que am lempo competente, dasenos ter sido nata
demnade eaa primeira instancia, o celebre {ca-
nora Joo Jos da Silva, nielhor conhecido pelo
neme de Jos do Telhada. Em mais de uma ma
siva demos noticia daa facaabas desle bandido,
que ltimamente tinha resolvido mudar o tliea-
tra dos seus grandes faltos para aa tetras de Saa-
>a Cruz, pois foi preso, por denuncia, quaodo j
s chava escoudlde bordo do navio que oda-
via transportar aa Rio de Janeiro.
O inbuual da commereio do Porto am asseota-
uas da 27 e 28 le fevereiro, julgou em eslado de
quebra por apreseotago, os commerciaotoa Joao
Spralley. dead* 25 do o lo mez a Viegas dt Meo-
doa Jnior desde 18 do Janeiro.
O mesmo tribunal aos-asaentada de 10 do cor-
rela, e lambem por apteaeotagu, julgou esa es-
tado da "quebra a firma Gerqneira da Gama &
Bfega.
O Sr. Maooel Morsas da Silva Ramos, abridor,
toi transferido daa cadeias do Ljmoeira, em I.ia-
boa, para aa da relaeao do porto. Est pronun-
ciado, como j odiss^moa. no juizo criminal das-
ta cidade, pelo crime de fabncacao de notas fal-
sas do Brasil.
Na madrugada do dia 18 do passado fuiruubsdo
aa airada de Braga o livrador Jacmtho de Ma-
galhae, da fregueais da Couio, conseibo dos Ar-
o da Vsl de Vea. la comprar gado feira da-
quella cidade para o que iavava 9t{p009 Os la-
dros nao se contentara s com odiabeiro, ti-
rar m-lhe lambem o chupao, ja jueta, col lele, ca-
misa e eoccos, e s Ihe deitaram as calcas pars
que nao licasse compleismenla n. O Barul-
lento qoe d esta noticia, crescenta que o rou-
badoconhecao os ladroes, que oameacaran com
a niorie ae o deuuociasse. Diz-ae sempre isto
quanlo os ladroes sahem estrada e roubara sem
maltratar o roubado, esquecuodo o amigo e In-
felizaaat verdadeiro auexim popularDeus te
livre de seres roubado por ladro condecido,por-
que certo leus a moile.A admioistrago da jus-
liga nue em PortugaW lo severa a .antedala
como coovinha que o fosao uo castigo dos crimi-
uocoa.a muitas vtt o jury, em certas casos, e
marmense ana provincias, -oao corresponde ao
urn daaua ioslltuico; mas nSo eremos que n
populosa provincia do Minho, aquella ameaea
posta surtu elfeito aano as pessoaa em extremo
U mora la.
O citada jemal Ju que ao dia 24 do dito mez
ftnBWlMav<|r*a de-Gamil, no conse'ho de
Barcellos, duas leguas de Braga. 6s ladroes
roubaram os paramemos, cera e ludo o mais que
acharara de valor, e poderam levar I As au'.o-
rida tes proceden) as averiguages s que laes
coBiecimeotosdo-seropru lugar, mas ainda nao
encontrara vestigios que as podessem dirigir se-
guramente na deacoberta doa criminoso.
Em Caniaohede, quatro leguas de Coimbra,
onde o typhoa ueste overno ho dizimado cruel-
maota apovoagio, tem ulmsmeate melkorado
muito o e-atado sanitario. Cmtanhede uma es-
pecie d* Cruaogy braaileiro, em qae quasi todos
os annos apparacem epidemias.
O Commereio do Porto de boje d a seguinta
noticia nn eu noticiario.
O brigue fvancez Louitt Marte, proceden-
te de Rio Puogo para Marseille, com carga de
cacao e outros gneros, appareee* hootem de
manha barra deste porto com as bandeiras co-
linda, pro e teV, pediodo aoccorro. Tra*z 79
dras d viagem a veio accossado pela temporal.
o capitao decluou pe* meio de signaes, qae
nao liona panno, nem agua, ueo raaotimeoto.
fndto que (ha prestassem todo o soccorro possi-
1le sem demora, porque do contrario se via
obrigado a metier oaavlo costa.
Hoja s 7 horas da roaoha eslava fundeado
am Carreiros.
A'stt e-14 minutos, andando com o ferro
garra- -eslava em grande perigo
* Nao tira lavado soccorro ao nawio por vlr
da porto suipnito I I
O navio truz 99 das de viagem, e se nao tero
soenea a bordo nao sabemos como soasa justifi-
ca r-se um acto rteshumanidade, que a civili-
sacao em caso nenhum pola desculpar.
H uta posi-seriptam acrescent o dito jornal o
seguale : '
a Em cousequebda do grande perigo em qoe se
aeftava o brigue fraacet Lauase rj Marie. o Vapor
Lttftaa que ei fra da barr arnou nm escaler
para ir ao brigue e agora, meio dia, acaba de o
rebocar para lora, salvando o asslm 4o rlco fue
corra. T,:
O procodimento Jo eommaadame do vapor
wooo digno datado o-elogio.
O hiate auroro, da praea de Aaeiro, uqve h-
vrasahllodoNew-Poito para aquelte porto eom
material para os cntanos de ferro portugueses,
submegtu-ss; nr baha de lucsia. A tripolagao
salvou-se na lancha. !
.V't'ou o Donroem 5 de marco a Barca
braaileira Brilhante, do Maranho, pur figo, em
Ol Q1A9
Sahiram em 15 daferoreiro a barca Flor dt
A. Atado para Rio da Janeiro ; em 4demar-
co a galera Olinda pira o dito porto, e a barca
Laura para Babia ; -em 11 a galera' AdamaHor
para o Rio de Janeiro.
Abrirara termo de carga: em 11 de feve-
relroa barca Sympathia, para Pernarubuco :
'" T1* goe Mtrt*ri<>, para o dito porto :
em b de margo a galera Amitade, para o Rio de
Jsrieiro, a barca J^auuraeaw. para a Babia.
Alem o estes oavios estao carga no Douro:
Para o RfeJefAreiftr at galera. Suiiudti. Joa-
owsajn, a Catiro 2,- o bsroa Activa, Santa Clara,
'arta, t Amafia.
Para o Maranbao a barca Alfredo,
Pra o Para ss barca Amatonat, a Pafnaairn.
Para o Ra Grande do Sal a barca Paouett do
Rio Grmnda.
Retumo da aetivo s pauioa do Banco Mercantil
Portuente em U dt fevereiro dt 1862
i i ACTIVO.
Exltleaoia em dinbatro metlico..
Latrasdeieontadaaea recabar. .
Empceatimoa sabr peohorsa .
Movis e uteocilios .
Emprestimos ao governo para
obrssdoBnure. .V'.
Um para ai obras da barra .
Apolice em. Mr>
Accea o banco da ultima'smis-
! sa^ tomadaa por conta propria.
Creditot diversos ...
Ris.
PASSIVO
pital asonar*) baons. l.fJOO.
|verso4BB>oianaaitea. .... gai
>rigac4s>itio estaco a prasa 61:
atas esa sJrcaaaajlo t73:
iros teayoliean vasMidos a por
Gapit
Di
Obng
Not
Juros sbW01bss> VBBssIdosnfo
Pagar -...,
D videodBBj-porpngir.
.'nodo de raaarva t t
Reserva paja gajanlia de crditos
616:69S|636
l:0l:J507
18:6(39641
5009000
41:8581550
109:514J150
Gmhosa perdas
i*5o
li UUUJIRIU
113 959S266
Ris

Lisboa,
14- de marco fe 1862.
A situaco poltica nao parees mHo segura.
(* governo jogou aa ultimas presentando bontera
na cata tactiva uma proposta do lei prohibindo
todas as corporsgoes religiosas debaixo de qnal-
qner forme, e tornando o eneiao pelas orden re -
hgiosts dependente de uma lei especial. Ainda
que a projeeto nao falle oae irmat de caridade.
o peusamento d'elle supprirai-las eu Portugal.
Como deve colliglr das noticias de Frsnga que
por te correio Ihe devem Temetteros seu* cor-
respondentes, esli ali, como na Blgica, em
campo as dona partidos : clerical eu neo-sa-
thoiico s progretsitta. Os successc.s qae team
tipio lugar no aenado francez, a decito positiva
da potinca imperial para o lado anti-clerial io-
iluera ndubilavelmente aqa. O projegtu em
qaealio destinado a extremar aa daas parcia-
lidades a a deGnir bem a sitnacio poltica de
cada uma dellaa. A posigo especial em qae te
acha o gabinete de Loul depois da recomposi-
cao (da que lha dei bata uo paquete paseada)
das mais criticas. A malaria que sustentara o
ministerio os cmara electiva, biparbia-ie eom a
reconstruegao. Suecessiras reuoiOes dos dissideo-
Ut, am que a pouct sympathta ao gabinete se
tem maoieelado, coocorreudo para animar a op-
posigao prooriameote dita.
A's raunias particulares que a ministros team
promovido, falla de dia para dia maior numero
do deputados da maioria, da modo que, aeodo
notoria estas qutai deserges, o efleito qoe ellas
proJuzem so opiuio publica, oao pouco tem
contribuido lambem para lirar alguma forca mo-
ral administrar. O ministerio, como quam
langa mao de um remedio heroico, atirou a luva
da queato polticareligiosa para o meio da a-
rena parlamentar. Se cahisse o'ella, ficariam em
mo terrean os vencedores, por qae o partido
progressista (anda que penc disciplinado)
muito forte pela sea aumero e nao dtixeria tran-
quilla a situacaoque supplaotasse a actual, e que
professasso principios opposios.
A appresenlaco deata proposta de lei colloa
lambem em grandes embaragos os dnputadosdis-
sidenles da uaaioria. Como concillaren o seus
precedootea na vida publica, a sua prossoo de
de f politict. s sua ropalaco de liberaes svan.
cados, com o faci de desampararem o gabinete
n um ssumpto am que vai collocar-ae frante
rraole com o punido clerical a ultra-conserva-
dor.
Parece que o plano asseatado pelos dissideales
**.*. *" arelado simultaneamenie pila op-
posigo (pois sem paetnarem se acham de accor-
do u'um ponto commomj seria lalvnz fszer cahir
o riosierio antes de empenhada a campanha
parlamentar que suscitar a proposta potltleo-
religiosa. Os deputados hisloricos, ou progres-
sista diasidenUs. Irvrar-se-hiara tasim d apoiar
uma sitaago pela qual nao t*m graafe voota-
de de quebrar langas, sesa eompromeUerem a sua
coherencia poltica. O membros da opposigo
veriam baquear os seas sdetaarios, em Qcarem
entaUaooa n'ama quesiu poltica, sem passa-
rem por decididamente reaccionarios.
Um episodio porm cahio de chofre sobres
queato ao masase dt em que o governo spre-
seniou o seu projeeto, e pareca vir aplanar u
caminho para os que dotejam o poder, abalando
profundamente a eatabilidade do ministerio.
lloiem : ut) deputado-da opposigo dtsse na
cmara que ha poueos das se linha annuoctado
na folha olficial a venda daa proprieiam per-
taaesotea ao convento de Arouca ; masque pos-
lenormente vira aa mesma folha official am os-
nuncio suspendendo essa arremataeo.
Accrescealou porm que Ihe coostav* que, sem
ler havido contra-annuncio, esaas ptopnedades
torarn todas arrematadas pelo Sr bario da Ma-
gelhe, coacunhadado actual ministro da fazen-
da. o Sr. Joaquim Thoraan Lobo d'Avil.
Como deve ctr, foi uma esso terapestuo
ta. O facto apreaentado atsim, em toda a nudez,
produzio grande impresso no publico; sobre,
indo palo modo porque foi explorado pela oppo-
sigo. rr^
0 ministro da fazenda decarou que etectiva-
mente se tinham arrematado esses beos; e nao
bateado quem arremataise aquellas propreda-
des, sem entrar na venda uma sobre que se li-
oham suscitado questes, depois de ouvir o pro-
curador geral da'fazeoda* os seus ajudantas que
foram de opfoiio que se Qzetae s arremalago
em globo, entrando a propriedade sobre que ha-
via questso, porque passara com todos os en-
cargos para o arrematante, conformou-se com o
parecer, e mandou fazer a arremalago.
O Sr. Jos Esievio, sob caja influencia,, se
afflrma que lora recoranosto o ministerio, e que
por ene faci se coostitue seu protector ao par-
lamento, tomou calorosamente a palavra em
defeza do ministro da fazenda.
A celeuma que tem eito de hootem para boje
a imprensa desafecta ao governo espantosa, do
sorle que a notavel proposta sobre corporaepes
religiosas quasi que passou desapercebida uo
meio deste incidente, e daqualla insinua-
coes.
Um jornal de hoje, a (fleroZuco), entre diver-
sos periodos asperrimos, perguolava:
Nao mandou oSr. Lobo d'Avil suspender a.
arrematago?
Nao arrematou, tendo mandado suspender ?
Nao foi seu coocuohado o licitante?
Que zelo do ministro produzio essa illusao
da praca ?
Seu nobre e Ilustre coacuobaJo abandonar
o rregocio.seoSo8e flzessejiarrepjaUsao naquelie
*,* Nao 'azS m quiljuer oulro patria
equelie tervtgoT Seria caso que o Sr. miuislro
da/"e,nd> Pouco amigo da familia desejaaae ver
enlatado o seu prente n'um negocio atriacado,
cojos lucros para o estado se perderiam se nao se
aprovBitasse aquella ocecsio ?
Por este specimen pode valiar o motm que
se tem levantado a proposito d'este facto. po
qae porm hoje se passou na cmara, das1 expli-
cagoes que se trocaram. das dedarasdea que se
nzeram conclua-se est noite que o icidente.
fora levantado artelramenle pela opposigo eom
o nm de linear agua na fervora do nroisclo a
respeito Jas irmas de caridade. O ministro da
fazenda histortou o que sa linha passado o'aqueU
arremalago, mostrando que, nem da sua parte
nem da dot procuradores da fazenda houvera o
manor proposito de fraudara pjica, e que foi ax.-
ranho ao aouopcio que, se fez no Diario e qpa
apparcea no dia da arrenjataco, porque isso
correa pelo pxpdientn da secretaria. Leu um
uro requerimento do arrematante em que pede
que os beos voltem praga. sustenlando o laoc,.
que offereceo, e dlsse que isto o qua se deve
fzer. SenUo que se queiram laocar tobre a sus
honra calumnias affroolosas, ai quaes a sua cooa-
cieocts repelle, sendo para lastimar que se queira
envenenar os acto de qualquer hornero que se
entrega vida publica ; mas que se isto um f}m
poltico, protesta qire nao vergarjaebaixpd'eiUa
calumnias e continuar Com toda a sua divida-
de a sustentar o seu posto..aro quinto as uas
forcas ph/1cas Ih'o perm.UUrem.
O procurador geral da rieoda, que, lambem
depulado, dltse que, nao costuma assistir s at-
rematsjeso que tem commetlido aos seus al-
danles ; mas qoe estando aa secretara na neca-.
tiao dt esta arremalago, e sendo consltalo fui
de oplnifio que a propriedade sobre que ha via um
protesto, fosse rendida. Porque os protestos qlo
dao nem tirara direito, e 14 eilo os tribgnaes
para resolverem. Depois de appsrecer uro re-
querimento do arrematante deitindo dos seus
*> Urlio Perrq, membros das msts ootaveis da
$tmz*!*m,4*t*mdor*? entrsndo na da-
irnoa w aVSr. Lobo d'Afila, ministro ds fazen-
la. jA|"|Bacgs|v h~-------- Se foi plaao para
arelar o gabinete e impedi-lo de proseguir e
' poltica, falhou.
Braga houve algumal tnaoi-
ex- ministro da fazenda, o Sr.
lia apretentou a saa proposta
desamortisaco. Aquella cava-
"io a reformar a proposta no
Htir que a t irmandades e coo-
-m a mutuar ptrte dos seut ca-
P'tlie. uppnndo d'este modo os bancos ruraen
-que a-rada rru -remos n cuja laita tirrt se semi-
na, sobre tudo na provincia do Minho, se ficas-
sm inhibidas queras cortoTa'coes' de fazetfeos
3 8raa656 ?,V*1lr.anccpasonie8 lavradores a peqaeoos
5 indualriaea. O novo ministro da fazenda apee-
sentn aqaella auBBltuica que foi muito bem
recebida as provincias a principiara eate na do
ninho. ^
Ha tres dias corriam boatos de aubsUtwcis ds
gabinete. Repetiam-se varia versees e iodi-
gitavaao-se diversos nomes. A combioaco Mato
assoalhada, confera a preaidencia do canscilij
re ministros ao Sr. rosr juez de icalo ; s pasta
do reino ao Sr. Jos Mara Eugenia do Aimeida ;
a da fazeada ao Sr. Antonio Joa d'Avil, a da
msritrha ao Sr. Matos Corroa. A siUago actual
como est consutuids, e um lamanho desaccor-
do na miHHii, sao pode durar maito. ainda qua-
por oatra prtase oiz que o projeJcto tobrecorpo-
ragoes religiosas, nao ter um vol cootra.
Diz-se que vai appsrecer nm nevo peridico
ministerial em Lisboa com o titulo de itcuttao.
o qae ser redigfde peto Sr. Lttino Cuelho, e ta-
os outros escriptores. Fawsn opposigo ao mi-
osleno na capital o Contervador a a Revolaco
de Seltmbto. Apoiam-o'o a Opinin o Jornal o
Connutrcio e o Portuguez.
No conselho geral da mstracgo publica foi a-
presenladaueaai propesta, elaborad pelo Sf. Ls
Uno Coelho. Segundo esta propesta deverfr
crear ae nm ministerio de mstruccao pabrica no
dever soder. como o dos negocios eslraogeiroa
cumula ti vament com nutra qualquer pasta, sen-
do um s o ministro para ambas. A despeza da
da organisago do novo ministerio nao po-
der exceder aonualmenie 3 con los de reis ao
qoe eai voUdo para a direceo geral da lostrae-
gao publica, a secretaria do eenseiho geral de
Majligla publica, em'sna nova oruaoiseco, oao
dave exceder a despeza anauai de 1:50orjf. O
cooielho funcciooar junto a o respectivo mmisjydf
lene. O reiae ser dividido em tres districtaT
acadmicos ; Lisboa, Porto e Coimbra serijftfas ^
capitaesdosdislriclotou circuroscripgoes as^e-
A iastruccao primaria ter elementar, comple-
mentar e tupenor. Aacadeiras delnstruccio pri-
maria serso de 4 classes. Km cada Npital d
eircumsenpcao acadmica haver um lyeea na-
cional para a ineirueco secundaria ; em cada ca-
pital de diatrrcta aministraUva ser: feoCndo am
eollegio de instraeco secandaria. J/programma
daa disciplmat das lyceut correspoode ao actaal
das lyeeus de Lisboa, Porto e Cumbra. As ct-
deiraa de arana e hebraico do lycau de Lisboa te-
rso eocorporada ao curso superior de letrra. A
da hebraico de Coimbra entrar os feeurdede de
theoiogia. Nua lyeeus do Porto e Coi rubra haver
o enaioo da muaica.
Sero abohSaa aa tres aeccoes do iTeea natlo-
nal de Lisboa, passan lo a secgao commerciaf a
formar a ncleo de uma escola de commerdo,
qae ficar sujeita ao minwlerio das obras publi-
cas, commereio e indusiria.
Em cala dtstricto acadmico haver um reitor
que aerg o presidente do respectivo ceasefno aca-
dmico, composto de profetsoree de iostrueco
secundaria oa superior, sendo secretario do co-
selno o mesmo do- lyceu.
Haver' ceaselbes municipaes para a InspeocSo
local do ensino. Tres inspectores sero nomeedoe
Vtmattttm este servigo oos respectivos distrie-
tos acadmicos. Tero 600,8 de ordenado e mais
9 diario en quanlo aodarem esa vitil. Estes
lugares serao aaioviveis e iucompativeis com ou-
tros empregos.
Esaabeeace-se na referida proposta o accesso n
promugo na astrucgo primaria. Principia-se a
carreira do magisterio pelas cadeiras de 4* claase-,
ou por concurso, oa peta lrequencia dos cursos
das escelas normaes primaria.
Estas escolas (aa uormaes) sero tantas quan-
los os districtos acadmicos, havendo igual nu-
mero dellaa para a habilitagAo de mestras.
. Au cabo de 10 anuos de ora servigo os prores-
sores aa 4"> citase serio promovidos V*T4asse.
hi limitado o numero dos professores de ^ e Ia
ciaste.
Em. cada eabega de comelno haver unta ca-
Os professores de Ia clssse
este negocio devia terminar.
Um dos deputados que hootem hava hostiTi
r iu m,nUlro ,0Dre esta qnealo, ( o Sr. Pinto
Coelho J declarou qae acreditara qae o ministro
da fazeada aao livesse conhecimeolo do aonaa-
cls publicado oo Oiorfo, em vista do qual a arrs
nutaco esl nuil.
deira da 2a claase.
podem ter ajudantes. Os ordenados dos profes-
sores da i* claase sero de 240JOOO aonuaes ; de
g*,0* ** Aos de 3P a 4a dario as cmaras municipaes
Jt aonuaes, forneceodo alm diaso as municipa-
lidades casa, mobilia pan antas a habnage para
os professotes. Os ordnalos dos professores dos
lyceu oao sera* menores de 400, nem maiores
ae ollS aonuaes.
Os directores dos collegios de iostrueco seoun-
daria que ae esta bel eeerem as capises dos dis-
trtcios administrativos, tero, Km do seu orde-
nado como proiessof es, maia lrj de gratificado.
As escolas normaes-(a exoepttoda de Liaoi)
nao excederao na sua despeza anoual a- 3 eootos
de ro, alm dos ordeaados dos respectivos pro-
fessores.
Eqi_ cerlis localidades que sle portos de mar
haver cadeiras ee piotageo e escripiurago mer*'
cantil. N'outras, coastOeradM como eseeocial-
meule agrcolas, haver cursos de agricultura
ecouoaia rural.
Nao aero maia providis a cadeiras de ioslruc-
gao secundaria fra dos lyeeus que torera vagan-
do. O projeoio, graticando melhor o eosino.
oslabeleceodo o accesso u hierarchia no magis-
terio, creando uma inspeeco que nao seja iliu-
soria.tornando o eosino mais positivo e adequado
lodole industrial dcada locahdade, graufican-
du melhor o orotesaorade, e ampliando a osti-
tuigto de eteola aorruses, estabelece ptimos
priocipios e completa o seabeoefee peosemenio,
basaando-ae u'uma admioisiragao central, uma
iniciativa propria.
O actual ministro do reino o Sr. Bratncarap,
dat-sequo apresentar ao parlamento urna pro
posu fundada neetaa bases, o que talves anda se
verifique na actual sesso legislativa, se antes
nao liver occorrido nutra modicaco ministerial.
Estas esaillacoes da poltica prejooeam notavat-
mente a ideas trincas ea anda atento regalar-
da admiiHsrigaa publica.
Muita gaste ae persuada j hoje que mailo-
difficil guvernar (seja quem giltecao eleiloral. Cimara conttiinidaa de le-
raeulos inconciliaieis dio 4a si governos debsis,
quo*Uo quoiaianmaule mote dos pequeas
grupos em que se fricciona a earuara popular.
No Diario Oflicial de bontem apparaeaa urna
pnttarrie regotaianoisr do ministerio das negocios
da guaira, dispondn oqiu respailo s escolas)
ptiaeiM regimeniaet. E' nm boro irtbalha quo
beas at nao fique ao papal.
Prosjridntn eom graode tetividade ts nbrai do
tuoet do caminbo de ierro do Porto Acharo-so
l esebadaOos IUO metros, quo correspende
approximadamaeiea metade. A entrada de leste,
quu- a nade pimoipiou-se s construir se a abe-
bada, ai ser revettida de amo peVee que te din
le une forma teaelhiote frontari de um ca-
pall.
p anp esl j WpMNdft..441 malerUl (Ja. pMttav quo ha de a travesear > to
Douro. E de ferro em forma do chameira. Ser
susteolaaa as duas margeoa por done pregaa, o
no meio do rio por um da pone, ASraia-ae qua>
a estagao [gar$) set faila em Campanh, mts no
sitio du seminario, brind ave aUi um tunal al
Aguardeale 0o cato de se prolongar una*
frrea para o Minho.
. S. M. el-rei e seu engasto p>i Jigaaram se as-
sistir hootem apertura da exposico ae rost-
tutu agrcola, das collscgoes que vo ser snvitdan
por aquejle esUkelecjmeoto/ expotk;o uoivar-
al de,Loq4r, a saber ; i-^WltoCOJNl O *0 ly-
pos de trigos naciooaea com as mnatna das lar-
ras que os prodatem ;da sitas fariahas a alu-
lens i 2" coilecgo de tiohua OKiooasa cum-
Wr*it, .5- rrm,laQt0eiiiodo dos teu, ten." collecco de stofaos OKioosan nnT-
vLm.m. LP-!de,qa* M,M beoa 'i0 Dra >P- Htehpndeodo 76 spectmsnt dos rin^nans toan
vamenle com o laogo qass tutlenla. enieoJe que da v.ohot corpmerci.es do nsi; ^SslssB
fina 'll\ li/iina Ha milknn __? .
dos 30 typos d^milhosnrodusiuos a paiz, oro
a aas analyte ; 4s-v-culi)oe|p, d 14, Mciaoaon
braucas e pretas. comprehendeado Iflff rmiirir,
" 2!l*'UJ** ra*tM.WUpdp a lis aje. leresuoeesa
- dada, coma daugacio do peso daa val, pros
- etc. r>-colleccio dos typos dos csalos de ni-
cos* de teda proautidot aas nave districtos seri-
/
""


*44^i-ta* **mttt$*ki*l*''
L
-
V

l
al****** p*J** wii nMr-*WWIui ditUgo
>jtwlWli B".r-- *
. Aaawcaatci* !MJl>iWMi^M>mtftMi.
tfVK*iioMtM #ahlU pUlNMMi <0H**ltefnatiteto
d**t\qaru*idi Mwltrt>leMHI*fcH^
Deatre em potieo* m p*rttee-e*re Londres
yiiluortMq ^JK4km|^m.S ptodofclos efeymi-
0
que eo
lamehtavel estado a que o teroporaes tem redu Rio Grande t 6 e de Saeta. Cxveruia at W do
zido i pooa?o ,,*r""lto^|..tf:*" de Per, eorraote.
0 rjo crescendoi f)jrir*afiitefjnamenie invadi a c Nada oceorreta de imprtente a* proiijete
poyosco e ^rtwnu>WMau. de S.dM., 4V0* Wi .d^Mpje paquete.
Aa chela* cidM HMHLfcaf 01 babitaote < No di* 1.* do crrante piocedeu a cisura
daquella povo*|**W HpMJPaWte e dia porm municipal da capital ao aorteio para o ly.* dapa-
lado proiiocial pelo primeuo dial/lelo. Oacida-
daoa, em cuja rotceo houve empate, eram o* s*-
n horas Or. Aje*ao,wMnUte do Mandn?, Dr.
4.,R*ujHUo daCamata Buheocoart e padre lea-
os habitantes
e dia porm
oa seus esforz*aio-MO iuzpeiantee-cootra tama-
nbaa desgraa, fifi
Afome t9w*iHf*tto sentir os* ssus borrares.
Accresceplara as mermas cartas que ba grao Jes 4. Beruardioo da Camata Buheocoert e padre Jea-
sjaco ale Pera aa*K total- f^taMplo deWivmraNuaes: a sorte decid
iostruraeo,loJ d
. -3 CC dabeHfejlo>4p>Hca-
**^,*f$g*n*ri civil. a rehilante r edificlo)
^'teeee 4S'(tifttrumentos da phisica e pro-
cessos relativos ao seu emprejo A 1 da clasie 14
{ohotographia '>' apaaratroa ajnajographicos); X
da cima, t6(f%irm*o*a le enusica) ; 1 da
classe 17 (instrumentos e appare-lhos de cirurgia)
ti* da saetea S* eua oempreheode 19 (tt cias-
te 18 (ilgoJo]:11 da ciaste 19 (caoluoto e
W**b) ,-i-lf d* ftaae 20 (seda e velludo) ;17
4a ctessi 11 (ais, lisiados, eernoreheodendo
o lecjdoj muios em geraU,;4 da clisse 23
{oba, d> uaelagem, de ftae;*), ihf fettrd ou d
applica;o. aareaentadaa, oomi aaeciaieos de tin-
turara e estampara); 10 da clasie26 (ta,pic.rias,
ase bordidasj;- 4a clase*25 (palles, pelli-
cas, plumas e crioas) ;-8 da cjase 26. (cauro.
ta*tate** aeoeras de seifoiro e correte} 15. da
ajee 27 (objettos. da vestuario). 1 < cliaae 26
(papel, obyectos de escripia, de imprem e de
?ocadetetc*;)i d* U*se 29 (obras, e procs-
eos de eosino); 2 da classe 3*) [/aovis e Bjee-
tos d'armago, iocTuiodu os papis piolados e aa
0*WWr|e Itfx+lQtmato fda
(obras ds iWtr^jBjljpmR' (objeelos de
louca ;47 era cfaSse 36 (fianufacturaa niaexpe-
, ciQcadMa.cjease aztierj}**;^**?Mtores
de gneros culooiaes, divididos otp 7 classes-
Segwilw s- diz os productos partirlo no vapor
iflei Vasco da (ama at ao dia 22 d* correle.
A cooimis'sao nomeada para nos represeotar
MojIskW cencUie eumesiM iodestria (se se
' o'jit*. a eapreasao) 4 posta dos Srs. Joao
nlrae Corvo, lente da escola pnlyieohoj*a
rse e do instituto agrcola de Lisboa Joi
P6ate a iiowa, late da asala petylechoica da
sboa; Agostinho Vicente Loureo(o, leote da
a)jasma escola ;~ Sebaatiao Betiamio de AlmeiS,
IhU do Meliloto industrial de Lisboa ; e Jos
Augusto Casar aa N*tsiC*8ral, inspector de mi-
, tendo o encargo de proceder aos estedos *a-
satciaes que devem guiar o trabalho nacional os
au SBor deseaadvimaste e progresso, eos reli-
^8u c essa exposigo, formando os tres primeiros
cavalleiros parte dio jury internacional. C presi-
dida esta coruojisso pela director de instituto
agrcola, o Sr. visconde de Tilla Maior (Julio M-
ximo de Oliveira Pimenlel^ que assislir expo-
sA;aa na qualidade de commissarlo, regio, e teri
por secretario chafe da repartigao de commer-
cio e industria no ojiuisterio respoctivo, o Sr.
Jo.io Palha d Paria Lacerda. Coadyuvar ocooi-
nMMsfio regio nos seos trsbaihos, o vogsl do
censelho do commercio, iodaslria e agriculturas
0 Sr. Francisco Rodriguei Batalba, oomeado ad-
;unci & meama commisso.
Papee que brevemente partir pare Inglaterra
4 crvela Bar ho lo me* Diis, couduaindo-o com-
misiario regio e os ouiros membros da commis-
so de estudo. Este navio, affirma se que ir
deois faier a eslacao oval no Rio de Jaoeiro.
No dia 6 de corrate, S. M.l-rei o Sr. D. Luis
1 mudou a sua residencia da paco de'Caxias para
o paUio dos govern lores da Torre da Betm,
em Padreigoe. S. A real Si. infante Au-
gusto vsi bem ; toda a familia real piase sem no -
vidade.
Poi oomeado bispo do Porto o Sr. D. Joo da
Fringa Cstre e Uoura, bispo eleilo da Pekn.
No dia 5 do correte fot urna commissa do ca-
bido, composta de duas dignidades capitulares a
dous ceoegos comorimenlar o aeu novo prelado.
Diz-se que a 16 ou 17 deste mes sero irasla-
dados os restos moraos de S. A. o Sr. infante .
Joao para o real jasigo de S. Viceoie de rra.
At boje atada nao forem publicadas oQicial-
malrt as iastrucQ4 era o progrmala da tras-
la ta^o, O cadver de S. A. actu se ainda de-
positado na igrer aos Jarouymos em Belm.
Em 30 de setembro do anno Qndo fui lanzada
ao mar na ilba de S. Miguel (Acores) pelo goaer*
aador civil do districio, a primeira pedra para a
imporianlissima ojbxa da docks, e de eolo para
c leera progredide os trabalhos com lal activi
dide, que j se lam leilas as expropriag'?
convenientes e os ateiros para o caoiioho de
ferro por onde tem de sercooduiida a pedra oe-
cessaria ao logar do seu destino. Trata-se agora
de um emprestimo de 400 conros de ris com um
banca do l'urto, para que a obra continu o se
coficlua, solicitando-se oa misisierio da faienda
a ordem do pagamento de nove mil e lanas li
bras em Londres para a acquisigo das respecti-
vas machinas. Em Ponta Delgada existeiiuas
segumos assojiacoes : Club de Ponta Dslgtda,
Sociedade Recreativa, Centro CmLisador Oaa
liase* laboriosas, com fin recreativo; Muute
Pie ecelesiastico, alome Po do Artistas, Socie-
dade de Beneficencia, Sociedade Protectora da
Infancia desvalida, contraria de S. Pedro Genial-
ves, com tos pioa ; Sociedade dos Amigos das
Letras e Artes, LiUeraria e de instruego ;So-
cieJade Propagadora de instruego de msica vo
cal. Estimulo, Hirmooica artstica, musicaei ;
fra ds cidade eootam-se, na villa da Rioeira
Orande : Sociedade Philarmonica e Sociedade
Recreativa ; aa villa da Rieeirs: Sociedade Re
creativa; na villa da Pevoaeao : Tropho ; Em
Villa Franca: Amisade ; oa ultadeAgua de Pan,
liarniooica ; na villa da Lagoa : Lyra. Sao uoia
veis os melborameolus que eaqueila ilha se tem
feitoea vugao pPlica. Em Pona Delgada leve |e*
gar uliimameule urna expongao de laraaJAS o uu-
trss frutas da mesla familia ; (o promovida pela
Sociedade de Agricultura daquella cilade ;apre-
sentaram-se ilgumas variedades mullo recom-
aiendaveis. A industria michaelense vai prose-
guinlo e deses5vorveadose com bons auspicios.
Estabelecem-se em diversos pontos fabricas com
machinas s vapor para relioacao de sabe, fon-
cago de papel, euriimento de couros e serrogao
de madeira.
FalUvarse aa data das ultimas ooticiss que
dalU me eoviarask, no eslibelecimento de mis
tres fabricas a vaper; urna per* abrkcagjo de
i>*pel, oulra par* moeida e a tercura paie.tazer
reges.
Promove-se nsquella cidade a organisago de
UB48 oompaohia para foroecer o gax para a hIj-
alnagao publica e particular. Eijis hoas noli
ias ecootrar.e entro muitos del seus leiiures
quena lhes*J lodo e apret.
A exportago de larmja oa ilha de Santa atarte
oinegou por550 ceixas, esperanlo-se quese ex-
porlem Moda urnas (HXt.
A ilha das Plores tem soffsi lo bastante com as
repetidla chuvas ; a perda total andar por.......
4*k993#, cahende a cada nasa das fiegueiias as
eeguiotesoarcollai: Villa, lfca*9; Legado, 2.60-;
Lomba, 2 378; Moateiro, 7tg; Pa,an.40:Wa I
Q* jotuses da ilha Terceica *ri*mm a etteov.e-du
g*vecn* para aquella calasoidade.
elge cMOipnr um hut eismcionaado-ee-e
fsaataaigeaa ooese eaaaietws utaulanaa p*r* es
seus compatriotas resides*** nesse imaierut, a.
mmmmmmmt* mam
leMiefsaercm'Os seas ftotie iostroctos auxilias
>-eat '
td*e tintes es tea tere u elfos- de ciritariv* *el
tuda ee dah t*ci meo, que ao e inoopert
> iavoar sqofles no ores sentimenlo' qu*a :
itvaX.oavefeHXWr irnia desgria Abe-petaca
l talv a que, deste pas, matar ger
soclerae* mtgtec. para essa impeti<|
_Ji *Pae orKrtO do earaedea aepxc
i*a%liresilees,*t***m eonvWaHoo de q-
deuruitet flMWaf des Afrma be|a> M
medie, Rcaodo
H Ertcaira uafeem oelemeeraea etmvedzi-
do 4- sjtoeaea e pescaderas daqaalhi coaU, es
qeaea avrejados S mais penosa iivui?le, a deoots
de naverem paisado por crueia privar.e*, ae vi-
rara obrigidos a pedir amela.
A corveta Ga vai entrar no oVrm de arsenal
da maviema, seguiud depeii para aa Aceres,
oe> escara prattea para aspiraolee e oflleiaas de
ova rio be.
Vo ser maedados pare India alna* cona-
iructores, para alli ss proceder t fictura d s-
gaos visos de g'ierra, tojo cesto menor 6 por
ceoto naquelles estados do qae oa etvopole. O
Sr. Mendes Leal oo s um Iliterato diatiocto ;
ha de ver-se qu t*m vosacao a lmioistriliva.
i -Oeoao ministrada mirioeaealooa seiUmoote
os importantes ramos do servido publico seu
cargo, em erdaim aspreeentar, ea prxima sesso,
urna serie a)e iraialhos taedaoaes a melhorar as
uosus coloeiaa, oonilnaiodo nobora csrrinho em
que andn o Seu antecessor, o Sr. Carlos Brito da
Silva.
Oa telegrammaa que recebi hontem ooile,
adri, 12 de marco s 5 horas e W minutas
da tarde.O general amercaao Scott vai partir
par* o Mxico, a8ra de elfrecer am emprestimo
ao geverne eaqaetta repblica, pare asaisfazer
da reclamacoes aeresentadas petos altillos. Aa-
eim colloc-aru o IIetico debaixo de iadepeneea-
eta degovern de Waahlogton, caje protectorado
Fot diiiolvrda a cmara em Berlim.
Uoj^ Oo recebi telegrammas, se nao os se-
gninres:
Fundo* eitiyfngeitot.
Bolsa de Madrid. 13 de margo S por ceoto
consolidadas -49, $9 aditfc florido a 43.
Bplia da Paria, 13 de margo3 por ceoto (rao-
cez a W, 65-4T/2 dito a 97 70.
Bolsa de Londres, 12 do margo consolidados
de 93 1/2 s 93 5/9. 17.
OA
UCO-
Fra convocad para 27 do paaealo a eeaaao
do jury daCacooeira p** o julgamanlo de rio
Mionel Pequeo, assasioo da coroael Foatoura.
e A -de 26 do passade d sab o Ululo
barra da provincia, a segulote noticia:
< A issocUcao commurcial da prigi do Rio-
Graude, sempre solicita em itteuder ios melho-
ramenlai no interesaam a nasa* niveggao e
commerctQ, procurando lira-los de qualquer
pea* que poseaos, obstar seu prograuo e asgrao-
dicimeato. acaba de dar ais urna pcovs do seu
selo o. dedicarlo. Indicando presidencia da pro-
vincia a coovanUaeia de aceitar-se-a proposta
feitr'peio Sr. Pierce, capito d* barca norle-ame-
ricana Lama, para abrir abarra da provincia at
* Mitfuadia* 18 **, aeia*i>*aSi ss seo
1:000$ para factura de urna mchica da susin-
veo(o, prestando-se-lhe om vapor apropriado
pan o servlco de que se v* incumbir, e no caso
de dar a barra m piouedaiide que promette, Ihe
ser arbitrada urna recompensa nunca inferior i
2o.-oojoeo.
B. Etc. o Sr. presidente da provincia1 ach o-
do j"uti a recliroagao leiti pete associagao com-
mereial do Rio-Grande, maodou entregar Ihe a
quaotra xtgtda pelo Sr. Pierce, e ordanou I ca-
pitana <*j pasta que poiesse eue isposieao o
vapor de guerra Jaguirai. ou outro qualquer
mais apropriado para o aervigo a que se propde
aquella capilla.
Nao 6 poaaivel, eccreeeente a masna folhs,
pa ver e resoltado qae colher e Sr. Pierse da
apee* es qee aa vai empeohnr ; porm i-
questienaval qae ella trar btiflciea iaeaaeosos
pravieeii. se tor corosde de feliz xito.
4 *. Piercb, ssguoo ao* iofermatn, j deu
provasde seus conbecisMOtea pralicosea obraa
de igual oatoreza, amo fea-na barra da cidade de
Nova Orleaos. a a crer que ae oa"o arriscara a
azer. a ranoste g^e^Ui^sAOaW. lUfeaAa.6tU>|i;)&a-
ca de realisala.
a Fazemes vofos pasa que o mais felix resul-
I a il osAAnkV Aaf.m.i/.- *l*a Woe. Psmrra niia laalA lg.
* **** '^a*^^^*/ mivr^VT ojobj sjoj, i i3i tF, ueo Ito m
contestavel direito a aratidao de provincia, a qual
na realisago pretiea desse obra ver destruido o
mais funesto embaraza de sea preaperidadee en-
grandecimeoto.
afta oas peni* do ri. 19i. na qualidade de
omplice. o llaaaa JoJ(orique ScbwarU.
Foram dMpronu*)cdoaa Srs. Luiz Pedro
Jatd&uedes, Romualdo Aetonio de Frailas, Fi-
dalit os ds Oliraira e Palix Gregorio, por nao
haver base para a aecuea^ao.
O i"li maaicipal teoda recorrida A-C|c^e,
na taras* ds li, pMS o Os. jaiz de dir-ilo, alte-
roo este a pronuncia sosente em dous pontos,
primeiramente quaUgaed eo arl. if os reos
uiUflcadea oa art. 1J, despronuoctat
lemao Scbwirtz
Acham-se ainal aasCaHas OOlSSt continuas
reclamacoes acerca da partidas dos vpors do
Rio a)e Jnelre. pois qee, por ordem do raielste-
rio da agricultura de 13 do correte, foram traos-
{*rias issahidas pan o norte tara os das 7 e
23 de cada' mez, Qcando assim remediados os
traostorBos que soffria o norte do imperio-.
Ro
djta'lal nm e-mprtrn)o eom o.
a dMer -ercon*^es-a\$*4le'
L
O vspor Paran, que fui portador da noticia
cima, fundeou hontem pela manha em nosso
porto, viudo do sol do imperio, trazendo-ooo or
las e jomaos, com gatis; do Rio al 23. d Ba-
ha at 27, de Sergipe at 14 e de Alagoas at 29
do correte.
Rio da Janeiro.Foram nomeados :
Segundo cirurgio do corpo de saude do ser-
cito, o Dr. Antonio Mendes da Cruz Quimares;
Alteres alumnos do exercito ; Io cadete l" sar-
geeto do t* regiment d -rtiUuria 4 cavallo Ja-
ciniho Machado de Bit uct ; ls cadetes do
mesmo regineoto Joaqi leira Ferreira e Jo3o
Baptists M arques da C'u ; '- cadete dem Adiea-
oo Xavier de Oliveira Pimeotel ; soldados dol"
balalhao da mesma arma Alfredo a' Taunay, Leiz Antonio da Silva Coqoeiro e Joo
Das Cardse de M-llo ; ditos do 3" Jos Goujnl-
ves de Oliveira e FrankMa Mendes Vianna; 2o
cadete do 4o Joaquim Xavier de Oliveira Pi-
menlel;
Dignilario da ordem da Rosa, Dr. Joaquim Ce-
tsno da Silva.
Foram apresentados
Na igreja de Jequitiba, do bispsdo de Marian-
na. o padre Jos Gongalves Moreira da Silva ;
Na de S. Sebastio do'Salto-grande, dem, o
padre Jos Thimoteo da Silva ;
Ni de S. Antonio do.Curvello, dem, o padre
Boaventors de N. Sra. da Guia Bandeira.
Na de Smto Antouio do ro Mogol, idem, o
padre Jos Thiago de Siqueira.
Foram demitlidos :
De presidente de Pernambuco, o Eira. Sr. Dr.
Aniuuio Marcelino Nuoes Gongalves, seo pe-
dido ;
De alferes do batalhao de cagadores'de afatto-
Grosso, Joaquim Olyntho de Garvalho e Silva,
idem.
Foram reformados'
O capito do I. regiment de cavallaria ligei-
ra, Jos Leopoldo Nabuco de Areujo, por moles-
tia incuravel.
O lente do 2." batalhao de iofantaria, Clarn-
do Carneiro de Oliveira Chaves, idem.
0 bar.'o do Brasil acaba de mandar vir da
Europa, para dasirioair com as uas csixas Qliaes
de Peruambaeo e Baha St 200,000: aguardando,
porm, iiau algum lempo para deliberar sobre
as demais reclamagOes.
Foi agraciado pelo rei da Prussia, com o ha-
bito da Ageia-Vermelha, Heorique Lsemmert.
Por S. M. o Imperador fot agraciado com
o titulo de cooselhero o tenente-coronel de en-
geuheiros Jos Joaquim Rodrigues Lopes.
Foi suspenso do ezercicio das fuoccoes de
juiz de direilo da comarca do Pocon, em Matto-
Grosso, o Dr. Manoel Pereira da Silva Coelho.
Tevaj iu^ar, pomo so acbava annuocia la,
no dia 14 do corsete, a destribui^o dos premios
s pessoas expositoras na expostceo nacional, to-
cando os seguimos noasa proviacia :
MedIha de ouro.Padre Frsnctsco Joiode
Azevedo.
< Medalhas de praia. Arsenal de guerra da
provincia, Associagao dos Artistas Sellesroa, C. L.
Csmbcoone, Dojuingoa Jos da Costa Lagee, Joa-
quim Francisco de Mello Santo?, joaquim za liaia & C, Jes Pradines, Livie de Souza e
Siles, Manoel Fernandes da osla tt C, Montei-
ro (fabrica de assucar).
Medalhas de cobre.Arsenal de marinha da
provincia, Associagao Typographica Pernambuca
na, Eduardo da Silva, Jos de Moraes Gomes Fer-
reira e Sitio do Caroll, Ponte do Uchoa.
Mengoes honrosas. Admintstrago da casa
dos ezpostoa, admloistrago do coliegio das or-
phas, commisso directora da expeicoo, Jos
Thomaz Pires Machi lo Porlell*. Maoel B -rnar-
dino de Mu(ae, presioaota da oroviacia, Schla-
prn, Slall & G-, V. L-uIhier, W. Martine -u, e a
um productor de cigarros, cujo norte se ignora.
A's provincias do norte coubrem os se-
gantes: .
Pr(>vo,tii do Para M*la|h de rala.
J*5o Antonio Cfpriano da Firia, Luiz Brclaz, goza
A Pulios, Vicente TedajrU.
*" Medilhis de cobre.Barode Jaguaxary, Henrl-
que Antonio Straus,. Joo Rsb*iro de ArJe i C,
Jos Calisto Fuado, Jos M. de Mello Albuquerque,
Jos Miri< da Silva Pinganillo, Lauriino ai Lima,
Manoel Cactano Rodrigues, Pedro Angela Custodio de
Sduza ; e um productor de omido, cojo nom* ae
ageore.
Mes5es haarasss. Comaiiasao directora da *x-
p*ascaa, Domingo loares Fcrrar* Pean*, ogenho
Tapernib., Fraocioco Gaudencio da Coiti A FilUo,
Guilherme Antn* Guimires, D. Joanoa Prati,
Jos Cuiadio de Mallo Freir Barata, Leasjdro Boni-
facio (Ud**, Mosra.1 Ra#jae lorrt MibeiW, presi-
dente da^evostocU, m fakricaets fie cigarros, cujo
oome e igenra.
.. Provincia do Cear----Medalha da prata. -A am
fabricante de velas de carnauba, cujo nome se ignora.
> Mencoet honrosas.--Antonio Pies di Cunha Ale*
Provincia do Amazonas.Mences honrosas.
Alexandtio* Mague,Teiseir* P"-Bna, cemmisao
director1! da etposieao, Hilario Ferreira Baontz, Joo do
Rifo Dietas, Jj*qsim Jes d* Almeida Ce*., Jws
Vraira Caat* (Dr.), J Mtgaat *H Lamia, Mapest
ee*t, Viaer oesee C**ti*h*, testenar p -
vincii. A um productor de lolvilho e a um fihMtaa)i|
U de cigat
Entrn hontem do Rio da Prajfa e porto do
sul do imperio o paqu-te Tocantim, com ditas de
Montevideo e do Porte-Alegre ase 1S. do Rio-
Grande atlo e de Santa, estearina at 19 do
corrate.
As noticias que da repblica Argentina havia
em Montevideo chegavam a 10, edeUae se v Que
oas provincias mais distantes nao stav* tuda
eito. Anda a 9 de fevereiro, sobre o rio Colo-
rado, na provincia do Tucumao, invadida por
torgas de Sola, &i rdeos de Ponaloza e lVntier-_
rez, se pefejou urna batalba, em que estes caudi-'
Ihos foram derrotados completamente, tentando
depois um golpe de aso contra a preca de Tucu-
mao, mas sem lograrem o seu totelo. Accres-
ceotiva-se que ambos se recolhiam a Solta em
busca de apoto, que nao encontraram, por haver-
se, entretanto, pronunciado aquella provincia pe-
tes ideas de Buenos-Ayres.
< As noticias ma-.s recentes de Tucumao. 17 de
fevereiro, davam as tropas tfe Peoaloza .Gutir-
rez inieirameote disseteidie e desassombrsd
aquella provincia; accreecents-vam, pnrm, qae
Rioja ealava inundada do forgas desertores do
Chacho, que commeltiam toda a especi de in-
sultos, apezar dehiver o coronel, Echegaray en-
trado na capital, sem encontrar a mnima resis-
tencia.
De Entre-Rios refere-se que o general (Jr-
quiza, tendo supprido a administragao de correios
na ConceigSo do Uruguay, porserem nacionaes as
despezas que com ella se faziam, tratava de crear
impostos de importagoe exportago que equiva-
lan! direitea differenciaea ; e de Corrientes
que se mandara recebe* osa Tepartigoes publicas
a moeda cordoveza pelo seu valor crrente rela-
tivamente h once de ouro.
< l)as ou tras provincias, inclusive da de Due-
dos-Ayres. nada encontramos de ioteresse.
No Estado Oriental a nica cousa de que se
fallava era da coosigoaco dos qoatro milhes de
que o governo careca para satiafizer s recia ma-
eoea aoglo-francezaa. a cmara dos deputa ios
linha dado j a sua approvago ; mas o sealo,
spezar da inlimaco dos representantes da Iagla-
terra e Franca, marcando prazoattO dn correo-
te para se ultimar este negocio, continua va a dis-
cutir pausadamente a malaria.
Entretanto tinha-se presentado na cmara
dos depulados um projecto de le retirando ao
governo a autensafao da celebrar justes coqi di-
plomatasestrangeiro, pelas reelamagoes des seus
respectivos subditos, e am requerirpento para que
o mesmo governo publicasse urna lista nominal
do fraocezes e ingtezes que sotes da creaco da
commisso mixta tinham reclamado por prejui-
zos de guerra, com iodividuacao da5 provas em
que cada um Qrmava o seu direito.
l'ro-rtxAa
As uliic
oomes lio dasceobacidoa.
Ifu Crane feo tSUcf-.-T-Mensoes
K****w^tpid |l*i Mar-
Mensio honrsemw->
mm
e-se no jornal ao vomm
rSrii-se qdi *'Vagaroso t ... 15
l3B7ffffh i .:<"-if*Ma<1fttya^

Do Paraguay, d'oadg as datas alcangavam at
ao 1 do correnle, a nica noticia que havia era
de um violento temporal que occasionra algu-
mas desgragas. Ali a importagu no mez de fe-
vereiro foi de 50.287 pesos 7 } reales, qoe pa-
gou de dreitos 10.317 pesos 3 X reales, e a ex-
portago de 70.502 posos 6 ,' reales, que pagou
4,379 pesos 4 1|2 reales.
Na proviocta deS. Pedro de Sul nada occor-
rra de Rrande ioteresse depois da ahila do va-
por Brasil.
Fallava-se de urna convocagao extraordina-
ria de assessbla proTinciai para o mez de maio,
atim de votar-ses lei do orgamento.
a OSr. desembargador Pereira Rocha, presi-
denta da proviocta, fez urna siagem ao Rio Gran-
de, donde vultoo a 12 do correte, depois de ler
examinado a barra, 43 trabalhos da eacavacao.
phares, etc.
Referindo-se esta viagem, diz o Uercuntit
de Porto-Aleg/e ds 14 :
A e-ua:ia de S. Kic. no Rio Grande removeu
urna difBculdade essencial para a execuco do
projecto Pierce.
Este capito. leodo de empregar o aau lem-
po e cuidados nos trabalhos a que se prupe, pre-
cisaba dispdr do navio. .Nao achaodo, porm,
qaem de promptoo comorasse, resolveu S. Exc.
adquiri-lo por conta do goveruo, e o mandou
por em teilao, brigaodo-ae alguns respeitaveis
membros do corpocemmercial a repr at 2:0iJ0jj,
para em caso do eweeashtede. equiparar o prodac-
(o do leilao" com a qeaoa adtantada pelo go-
verno.
c 0 Sr. Pierce j lila apreseatedo o modelo
data spparelhos e plano do ttabalho a empr-
heeder.
< Pareciim satisfactoYres as suas ndicages,
acreditando-se que a barra methoraria conside-
ravelmente, ainja qoe nao podesae cootar-se cem
a permanencia da desobatruegao.
a Estsva encarragado da abertura do canal ei-
tre a Irgoe de Saato Amero e o Furado, ea m/r-
gem esqnarda do Jacuh;, o Sr. capillo do maro
uuerra reformado Eroeata Fredetico de Wero. e
Bilsteio. it__
Eslava rClfidaidca|biacll(eaptal, renst-
tido preso da dnde*#a Cnhnra1, um dos fini-
erados Gravis, de nome Francisca Fagunde.to>)s
Rei* .,,- -,
< Na meama cidade fra coodemnado.pel.jii-.
ry em *' lulgament pena da galea periiituis.
o preto Manuel Pequeo, sumuiq do coronel
Fooloura,
a O Mercantil bre o procese* do* falcaste qi ale*tefva|k
svceesaoe oe BuitV T 1117 *J r-7
e Recebemos documento mportaate* jgbce o
COofUct de S. Lui e proco iestautldoaos ac-
cubada d* teram nelte tomado pArJfiy,.
,.*. Q FAim "* tottJtela.d culpa fttob erarj
claidoi 17 do pass.dp, ,> como duplamente incurso as penas dV
do codigapeosl, por homicidio e lntitiv gi no-
mioii^e pioi-jai 4s>lh)a]NsjelJ|fi3:im
Antonio Ferreira, lgnicio Buiti
seirod^, Ovwip. Mnd*t Oiiua n
Jos s^aylre Maooel felo#;Pfatielr9
limeem rfu^IsraerAe proauTjrla.dos Cnmcji _
as peas do art. t*} do mesmd Cpdloi w
sft'atuiieiTSMte?''
......'*?*s
o do, a ai-
e soataeteu em todos os ouiros
*0OlS.** ae*Pieh d jeieeimoniaipaJ.
0 Sr. Dr. hete da smttei* achav*-se em 9.
Borj* quando concUio-ae *>raceso da forma-
gaa da culpa ; a dve aaUc fcoje ns rugoayana,
lendj pissado por Iiaquy
a U-ae aas (oi|>ade Rio (Jrande:
, < Em virtud* da oro*** d* Exm. Sr. desem-
bergador presidenta da proviacia, o actual direc-
tor dos trabalhos di a*cea*c determlnou, com
balisa. esn corte os ponte de banco que forma
a volts do canal da Barca,* para este ponto, que
tanto embarace na navegi5e, levou a barca de
scsvarjAo.
a Uva commisso nomeada pelo Sr. capite*
do p Kto, e competa do* Sr. pratico mr e mais
doua dos nossoa methore* praUcos, foi, i pedido
do mesmo director, cummaadaoie da barca de
escasseo e presidente da eommisso, intervir
seu parecer a raspeto.
C Oepoia da varia* coeaiderages, resolveram
queapezar da vantagem que do corte em ojaesto
poderla provir pin nosso porto, fosse a birca
de escavagao profundar o canal oa eotrada ds
ttoia, por aer ale trabalho de mais palpitan-te e
urgente necessldade.
.' viste disto, a barca de eseavatndevle ae-
gaair hontem par* Bete, aBm de dar carnee*
este servido.
< Permttt* Deu* qae elle o*#a ser eiecutado
cem a brevidade qoe requeren osinterssea d*
ta importante cidade.
Ante-hooiem 6, pelas 10 horas da aoite, o
oroeta do destacameato do baUlbo 12, Heeem-
teaa Jos Francisco des Santos, desesrrsgoe dua
paohaladas no paito da parda Mara Leopoldina,
moradora no ra do Lowada, Com quem vivi* o
mesmo saldado, e foi apr&sontar-se aoqo*rtelao
ae* commaodante, dando se per pr*a* fazeodo-
ike entrega da faca ainda eosangoaalad* 1
A infeliz rapariga morreo. hMseoa ae 10 ha-
teada manhia; e o aeu amaasa aaaaassiao foi
recolhido aa xadrez do quartel, com > par de-
machos e vai ser procesaada pela subdeitgacia de
polica.
Hontem 15, pelas 2 hpras da tarde, tahia a
parea Mara Antonia de Jess de urna vaad* da
naa do Rosario, com am Qlhinho de aauos pete
mi, quasjdo alravessandp-tbe *o camioho a
pardo aapateirn Jes Manoel, eacravo do Sr.
commenla lor Amonio Texeira da M'galbaes,
cri'ou-llie uma grande faca pouco abaixode pai-
te direito, que a deixou por morta 1
0 Sr. subdelegado maodou proceder 6 corpo
de delicio peleSr. Dr. Meoezes, e faz ceoduzir a
infeliz para a Santa Cags.
a 0 assessiao fugio; mas a polica, que oo
doeme, o agarrou pelas 5 horas da tarde. A sua
victima est em perigo d<* vida, a
n De Santa Calhartna nada temos que noticiar.
23
c Entrnu hontem do Rio da Prata o paquete
(rancez Satntoaae, com datas de Ruenoa-Ayras
at 14 e de Montevideo at 17 do correte, adan-
laado por aenseguinie mui penca s trazidea ni
veapera pelo Tocantin$. *
Ambas a* cmaras portenhas autoriaaram j
o W3pectivog*veruador a aceitar ea poderes de-
legados pelas provincias para convocac.ao do no-
vo coogresso no lugar que Ihe parecer conveni-
ente, detegaram-lhe pela sua part iguiea pode-
rea, e autorisaro-o a convidar a proceder da
mesoa sorte as provincias qae anda a tal res-
pailo nada houvesse resolvido.
Eslava marcado o dia 29 para as elsiges
provinciaes, e suppunha-se que em abril se pro-
cedera s dos represntente no coogresso. que,
segoodo tambem se suppanha, se reunira 25
de maio, ecomo era opioio correnleero
BueBos-Ayres
a Em Moatevido continua) o senado a oceu-
par-se dss indemnisagoes por prejaizos de guer-
ra, acreditando-se que o resultado seria idntico
ao obtido oa cmara dos depotados. >
5. Paulo. Achava-se emsesses preparatorias
a respeclivs sssembls provincial, cuja ebertnra
devia ter lugar 19 do crrante. Sua mesa Q-
cra issim composta :
Presidente.Dr. Joo da Silva Csrro.
Vtce.-Antonio M. da Costa Uuimares.
t secretario.Dr. Manoel de A. MeHo Freir.
2e dito.Dr. Vicente Eufrazio.
Bia.* coogregago da aculdade de medi-
do marco* o da 6 d-i maio prximo para a
apresentago das theses dos concurrentes um
logar de oppositor da secgo de seteecias acces-
soriss.
Sergipt.Nada digno de meogo encontramos
nos joroaes que temos vista.
Xlagons.Nao se veriGcuu o desenvelvimento
do cholera-morbus em Munda, como corria ao
partir do ultimo vapor.
-~ Hivia sahido para cruzar por 15 diis, o bri-
gue-estuna de Ruerra .egnlid'iie.
NOriClAS COMMERcIAES.
/tio de Janeiro 22 de margo de 1862.
Cambios.Subre Londres. 25 1*2,25 5,8, saccao-
do-se cerca 200,000 t.
Pars. 370. 372. 375 e 378 por f.
Hamburgo, 700 rs. por m. b.
Baha, 26 de margo de 1862
Cembios. Sobre Londres 25 3ii. 25 7t8 e 26 d.
por 1#000.
Pars 365 r. por fr.
Hamburgo 675 680 m. b.
Lisboa 108 a llu 0(0.
idea, paga da EIundo Abo'nl. an>
roaaVaq< Oes. grupp eooaf teiavcl de mancebos
libarae* fez cOro com os siliadus de S. Tcente
de Pa*l*. Apupin na pessoa de Aboul o vali-
do ecco do poder imperial. Outros centros po-
derosos de ppeiigao liberal, se tem tornado as
proviocia* hostia ao mearne lempo ae gpvrno
e ao clero.
O* redactores dos dilTrenUs jotoaea laso, aido
tambem apupados.
O partido clerical promover preparara ema
roaoifestago cootra Mr. Eroeat Renn qoe inau-
gura vi o seu como de liogua hebr sica oo calle-
g da Franca. Tratev-e de apupar a homem
cujas Uas lib*:**a eram tnanifeiUdis-livremen-
ta. A mocidide liberal organisri pela sua v
orna cootra reanifestsgao. No dia 22 de la'verei ro
eoirav* Mr. Reoaa a aula lomando o pea lugar,
ouvindo-se logo alguos ass*bi*>s que foram aup-
plantedos por grito de Vita, Finan, dado* por
uailh&fes da vosea, Hat* da s*is mil pssaoe* se
achm agrupadas em redor do coliegio de Franca-.
Emqaaot* ae apepava ou spplaudia Reo so algons
gruito asotevam a Maraeihesa, ootras davam
morras aaa Uberaaa ; outros viva* aas libera** e
moneo ao* teniitaav
Durante Hgo. usa puohado de soMo* foi ati-
tado ao professor. Viv*>s protestos de sympalhia
o vingaram de tio atroz injuria.
O felo mais notavel deste tumultuosa lir;So foi
a opiniao emiuida por Mr. Renn subre a religiao
ctirislia. O professor nomeado pelo ministro dos
cultos, 4ise do alto de sua cadeira : cr J Christo -foi nm homem qoasi divino. Hm dos
ouviutes exclamou logo em seguida esta pbra-
* Senhores, estas doutrinas sao umaravo-
lugio.
., iJlijl^1* no tnMtr" *< >">nt *****
f'f'r0 ,,M,r*el de Mtedantes matou no-
riuf, i?"ta0 < Ahenl. Depois do espec-
gwcr* defrot)te T "l0 propunham qoe se foss* aos
MARCO K MOR "
A: ama hora da tarda leem-a* n. M|, -a_
sesioes os leohores visconde de C*m*rsar* b*_
ro de Muribeca. Laceo*. Jo&o Rraalio, Wit,Uio
Arrad. Falco RtWllu Rege (^**i>. T*n .'
fooso, Netlo, Barro* Bsrreto, Cintra, Veig, aj^.
*, Luiz FaUpp*. Broasaiood, Seaza Res. -
aba e Figueiredo, Piafo* Campa*, Umeio*,-
SBMaajs Tw,es ttander o f errer* de Asui.r.
sao proclamados:
Presteente.-O S. Vtieeade de Camaraete?
1."secretario.OSr. Mello Rogo. '
2.dlt*.O Sr. Late Jftlipp*.
Assim organisada temp*r*r*men O Sr. Presidanu pedio Sj* d.patade presen-
te qoe e si asasen o* seus tetomasV
Satisfeito o pedido da 9v, presid.ate, estado-
clarou que is proceder-** i elico dssdo*s-com-
missOes de que trata o artigo** do regimentda-
corarais-
Corrido o escrutinio para primeira
sae> sao eleilos os seoheres :
Souzs Rei* por. 19 olo
tuceaa por 17 ,
Ba rao de Muribeca por 17 a
Sao eleitos pelo s*geBdo*ecrvlBie para se-
gunda commisso os seohore!'
KuizFelippepor 16'votoi.
Cunha e Figueiredo pot.
Piolo de Campos per- 9
O Sr. presidente envida as ducacommiasoes
a entregarem-e aos siut respectivos lrib*lll** e-
levinta a sesso.
Pelo vapor inglez. llagadltna,recebemos cartas
e joroaes, com as segointes dalas : Haaiburgo 5,
Pars e Bruzellas 7, Londres 8. Hespanha e Por
i* am, o Lisboa 14 4o correte.
A questo romana parece entrar em nov* pha
se. 0 imperador dos Fraocezes emprega todos
os esforcos no senado e corpo legislativo para
definir a siluago.
A Patrie diz que chegado o momento em.
que loda a coutemporisagao e ambignidade deve
cessai sobre as bases da questo romana, e que
tanto o senado como a cmara dos depulados
tem obrigsro de se pronunciar prd ou contra o
po4cr temporal do Papa.
Isto d, a entender que o imperador deseja qae
as assembfas legislativas tornero parte na res-
ponsabilidad- proveniente de um acto decisivo,
no grave conflicto romano ; medida que o gover-
no oo quererte tomar de nao depois de uro Vol
significativo das cmaras.
Assegura-se que os* senadores e deoutados
amitos do governo pretendern) desde o comego
fazer aceitar, pelos membros da commisso e
resposta 'ap discura da corda, um paragrapho cen-
surando govroo pontificio, pela recosa cathe-
gorica com que respoodeu s propnstss conti las
do despacho de Mr. Thnuvenel-, mas este tente-
tira suscitou, principalmente no senado, a mssi
viva opposico. Tai eol8o que o ptWipe apo
ledo formuluu oeste s->otilo urna emenda. Oran-
de numero -le senadores recelosas da violencia
que e dbale ia tomar, dccidiram-se a draittivj
urna phrase desaprovativa dogo'eroo pontifical ;
o Mr. Troplong presidente do senado trostnittio
4 este respeito commissAo as inteogoes da mate-
ria, e por isso o principe Napoleao retirou a sua
itnttBd* i UM
O discurso do principa causou grande sensa-
(io, e extremou os dous grandes psrtidos em que
Ljioje se scha dividida a Fringa, o partido ultra-
montano e 0 Ultra-lib-jral. N.O S pro OM CWl-
t,ra o lutu quo rqmatad Q4n.ei8.mtfil3,sSo os pjrlh-
cipios consutuitivoade tola a sociedad, poltica,
d direttQ dlvirjo e o MTeUo populir, que sao
queattoitedos' com sumla vloleucVC paio. A'
lodos os Qsjantes se chega ai Qifpuaoes pes-
soies^ eo duelto pUfiS* 'o tma desses de-
bates.
9 t^ft iPra. aperar a aypirepte "ira.'
7SWU'"-08 W* *?*!" wtre.pa. doa .tjarlidqj
nifrinlnr,. An "'" K'F"""'" CJO*
7i!-i k *fc, Opinin Natonale, masa
aP,-',.ob-,0u essa manfeslsgoes.
..il i franeerz pablicou ama aVertencii
?S si 7*'',u" tommm Prte mnifete-
r "ii "u "dad* mandou encercerar os ls-
nnml* Ve *u,Peniler '55 tfe Wr- Renn.
reTiHi* ^ O governo francez est resolvido s prohfWr s
id* do* bisces fraaeeces Roani. em satisfagan
ao convite teito pela saota s, por iseo qne comi-
dere aqaetl.a reoniio. *> pretexto a- a canonia-
cao los mivtyre*do Japio, a** un-i reunan
poltica, per consequencis contraria boa or-
dem.
Dineqas* a Austria encelara negneiaco* ero
Beroa para trazer tambem a Sais** n* calliio
coatrs Rasaia. obtendo d'elU ama garanta das
suas poaseeses oo allemap. Pe* mi parte a
l Austria garantir o actual territorio da Suisa*.
O governo austraco mpreg* lodos os metes
para augmentar as forgas de que precisa para dia-
por, no caso de se dar urna nentrslidade que
prev- proxim.
Apezar des deligencias do gabinete anstriaco,
nao parece fcil que elle possa destruir ss eilipu-
lagoes do tratado em que a Europa garante a
neulralidade da QjfjMgj ,-*
Cahio o ministerio Ricatoli, que foi substituido
por Mr. Raiazzi, ex-presidente da cmara dos de-
pulados italiana. O novo ministerio muito bem
aceito pelos italianos, e parece estar mais de ac
cordo com a poltica fraoceza. Ralazzi expoz no
dia 7 s.cmaras o seu programis ministerial
Segundo o dito prograroma, o gabinete oceuparr
se-ha principalmente, da organisacao do interior
do reino ; consolidar as suas allingas com *a
potencias estraogeiras; a respeito de Roma, ob-
ter-se-ha'a resolugo do parlamento; orgsnisar
no tnlerior a eentralisago administrativa e a li-
berdadeprovincial e municipal, o. applicar aa
disjosiges dasc*marss,:_relativas ao armamento
nacional.
Ricasolt, declarou haver-s* retirado do poder,
por nao haver encontrado sincero apoo do par-
lameoio.
Ao psrlameato prussiano foi apreseotada urna
proposla para o recoohecimento do reino ita-
liano, a qual foi roui"bem recebida A commis-
so especial encarregada de dar sobre ella o seu
parecer, approvou-a a excep.cSo deum -dos seus
membros. A cantara eslava d'sposta a approvar
esta medida ; mas consta ltimamente por um
teiegramma recebido em Lisboa que as cmaras
haviam sido dUsotvidas.
Por noticias d'Athenas consta que em Nau-
plia houve una iosurreigo popular que a
tropa se uni. Os insurgentes soltaram" o regicido
Dussios que se aciiava encar:erado na cidadella.
Os partidarios da revolta esperavam qae o rei
modiQcssse o ministerio, como era pedido pelus
insurgentes, mas nao parece qu>e o rei queire to-
mar esta resolugo visto a revolta ter sorido
mais de um rever.
O rei passou em Corulho revista s tropas
qoe alli estavam reunidas em numero de uos
dous mil horneas. Esta forc narchou em se-
guida contra os insurgentes que bateu em Tui-
guto, que tica tres ktforaetros de Nauplia, para
onde se retjraram de noo depois desla derrota.
Os insurgentes de Iterzegovine nao foram
reprimidos as sos* yutearas, mas o ex--rciio
turco que o cerca sent gran le difTiculdade na
sua sustentaco. porque oa pd le ebter de Ragu-
za oa mantimenios de que carece.
0 principal foco da asucreico est concen-
trado jia parte rteridional do districto de Frelig-
ne, prolimo de Caltaro e de Raguza, e oo meio
das tribus mais bellicosas. E' vsrdade que os
insurgentes se nao atrevem a avangar, receando ir
de encootro s fortes posiges otlomanas; j fl-
reram u ua tentativa prximo de Bosnia, mas foi
infructfera ; tirara que lecuar diaole das for-
lilicages otlomanas.
Descobrio-se no Hait umi consprago contra
o presidente actual ; houve ilgumas prises en-
tre oa oh efe* dos consprrado'vs. achaodo-se en--|
Ir os preso o que devii ser elevado cathego-
ria de presideola, se a conspirar-a tiresse bom
resultado.
* h REVST* Dlftaii.
Ante-heotem teve I Jgir a primeira esio pre-
parat*ria da amablit proviaeM, hnre*do-se
reunido numero suficiente de deputade, ter***
proclamados pira s mesa os siguiles seaore ;
Presidente,
Viscoade da Camaragibe.
1 -u oecreirio,
Joaquim de Melle Rege.
b aVdiio,
Dr. Luiz Felippe.
Em imh. Hioc*d*ia*-se eteigo daa-duas-
C:>mro*f*.*d* veaidtcecko de peder**, teram-etei-
tes para a primeira os Sis..
Dr. Souza Reis.
Dr. Lceos.
Para a segunda os Sra. :
Dr. Luiz FshpM.
Conego Pinto de Campos.
Vigacio geral Cuoh Pigueiredo.
No dia 20 do torrente, na casa de deleoco..
resot o Rvm. pedre Antonio Malaqaias Ramea-
do Vascuoceltos urna missa pelo repouso eterno
da alma do nado Dr. lodrigo Caiier d'Albaquer-
que Maranho.
Ha vendo aido preso em flagrante Manoel da
Silvs Ferreira- Diniz, boleeiro de em carro que
em urna das noites passadas maltratara urna
mulber na ra do Imperador, ordenou o subde-
legado desta freguezia que sa iustaurasse contra o
reo o deviio processo. enibora se provasse que o
crime fra cemnatlidu uo eiorcicio do uro acto
licito, visto como o jry o nico tribunal com-
petente para conhecer da justilicabili lade dos de-
lictos. E' esta urna deliberago tanto mais lou-
vs'vel, quanto se sabe que o art. 10 do cod. crim.
somente jalga justocaveis os crimes pralicados
no exercio de acto licito, e qoe se leoha feilo
om atteneo ordinaria, e certo que o referido
boleeirodeu om impulso por demais veloz ao ve-
hculo que diriga,procedendo assim por um modo
desusado e inslito. A promogo do ministerio
publico, que allude o despacho do juit proces-
ssnte, apoia-si na doutrioa explicativa doa aviso*
o. 43 de 16 de fevereiro de 1851. 133 de 14 de
abril de 1858 e 10 de juoho de 180.
H- preciso que se deite algum entulho nes-
si grande lamagal da ra da lmperatriz, visto qao
elle b'nunte incommodo para os moradora*
cuja siluago assim aggraoda
pela proximidade em que sa
exhalages sem dunda morbi-
prinaci plmente,
duplicadanaente
ach-in de suas
tic-s.
Acharo-so
S5

M
^ateVo mes
ka ecYetiro
SnalQs'd-
Ifirpi, os'
tjat ideas do pfiJtfte*,
^si.WlW#0.
leguolo se diz, at qo-uw
pata 0. imsT^i^Wr* 0>
W
P^iWsTrVVI
van "J
l miat,A\i\
JWSMI*
W&H
lia contra Ga-
0 presidente appellou psra o bora senso do
povo.
A* noticias do Mxico dizem que as tropas
francezas e mexicanas fraternisavam. Os mexi-
canos haviara dito qo.e estavam dispostos s unir-
se aos francezea para marcturem de accordo
contra a capital, mas que oo queriam obrar de>
unio com os hespanhoes.
Bandos de mexicanos atecarara os hespanhoes
que eocontraram destacado^.
A Patrie aaaevera que o-general Prim ser
chamado Reapaaba, e que o commando das
tropas heepaaeatas aer confalo ao general
Gih-rt, que sempre aa tem achsdo de parfeita
intelUgencia com os fraocezes e inglezes, e que
tero mostrado tenia ruoderaco como firme/a..
AlBrma-ae que i chegadi do general Lauren-
cez Vera-Cruz com os tercos francezea, o*
adiados occoparo os principa&s pontos estra-
tgico da repblica mexicana, o que dst lorie
os babitene* do pete, certos de serem protegidos
eIWzir.entn podero proceovr livremenle or-
g-anisago de um governo deaniiiivo Assegura-
se que a atliado* terna mprehendid* este
passo ero me~sdo de margo.
Noticias de Mova-Yotll de tt de fevereiro aa-
nuneiam que os confederados tinham sido des-
atojada* da Missouri. iHzi* se que Johnstoo ti
nb efferecido evacuar *ehil*e, com a condigno
d> aue serte neapaitada* as pwprieoyides pir-
tkulares.
Uu-e que *s federa** alacaram as tropas de
fricei^ojo* (agio oa ellas.
Muitos peridico* aogta-'americanos mostram-
se indignados de q* a pse: em urna roooa*-
cbta par p texico. O WoWe ancraacenl* qae
quan'do a insurreigoda sal steja suffocada, o
qu maisciaeolarU re**awiliagao-de sul cem o
norte, aeria unirs suas atmaapara rechassar a
inQneosi* eoreta.. Na da eonr&i* tomada-
de Javanah A44tea-a* no aado a proposta para
Jacio tho. risa
O goveif q tigle* dadiiou oa parlamento qa
o njMHStr(*.iiaatifto. affirmra que nao conii-
iitri*oa.*tr ineitWhada* navios para obs-
te*Tve,eWVltdadjtdL c.nom
'<) geural miKiaana Httl vii partir para o
HvJMM. a^g*do aaoite.de-uttelegrammi rece-
h|do ni. Lis,*, oata, tmrecac am emprestimo
M gr?1M*l!'*UH**oaJ***; par laiisfazer is lW..
iflamaz*e vre*e*j)daa ajatoa alliados. Aa- Ipreto. acri
*MD toltou*-*e,o MeaAOt dab*ta> da independe*- (ooa.
3 concurso os dous ofBcios de
partidor do termo do Brejo, acumulaudo uro as
funrroes de distribuidor e oatro as de contador.
A h.ibilitago e a insiriicgo dos respectivos
requerimenlos devem ser de conformidade com
o disposto no decreto oe 30 de agosto de 1851
e aviso de 30 de dezembro de 1854.
Sob a rubrica Ajinen/u-a damos hoje es-
limpa alguna rticos da hbil >enoa ou sr. i>-.
A. Henriques Leal, do Maranho. sobre roetho-
ramenlos da agricultura : os qeaes provam o a -
mor que o referido doutor dedica este ramo de
vida ro Brasil?^ Esses arigos achara se publica-
dos no A Imanack do Sr. B deMattos.
Eis o octagesiroo oilavo
toletim oficial.
a Em um ofScio de 26 do correnle, dirigido da
S. Lourenco da M'Ha presidencia da provincia.
iis|g o Dr. Pedro Csar que. parecendo-lhe qee
a pidemia al) declinv.a, linha dado essa noti-
cia a S. Exc. em seu ultimo offlcio ; mas que os
casos continuados qo-a se haviam manifestado.
Ihe tinham feilo suppor depois o contrario, por-
quanto no dia 2Dh.avim sido arcomnettidas sete
pessoas, no dia 21 seis, no nia 2 dei, no dia 23
sei, no dia 21 oilo. no da 25 sei e no dia s-e-
guiute at-9-horas da tard nova^ieodo fallecido
cinco, e rhmdo se em perigo tte vid* quatvo,
das quA haviara sido acommettidas uliimameule.
A's 6 horas d arde do 29 de marco de
1862. Dr. Aquino Foncec. "
Paasg-4r<>! que trooxe o vapor brasilviro
Persinunga, teda de- atecei e portos interme-
dio! : Dr. Ambrollo Machado da Cunha Ga-
valcante e sua familia, Manoel C-avalcante da
Albuquerque Jnior e sua familia-, Pedro O- -
tino Goncalves, Manotl Jos Caparica. Jue An-
tonio Atees ds Sitva, sua senhora, 2 filhos me-
nores, 2 aoemcea 2'*rj'los; C sne Goncal-
ves Muoit, Jesuioo Adolfo da Silva, cadete Jse-
Hygino Xavier da Funceca, Maller Granls, Mi-,
chael Morresq, P. M. Penhores, 1 praga do vxer
cilo e 1 escravo a entregar.
Passageiros Oo vapor inglez Magdalena.
vindo de Saulhampton e portos intermeiios :
Peter Dermooy Hannah Lopes & Filho e AhIo-
ndo Pomaretlu
t- Passageiros do hial* brasiteiro /nencf,
viodo do Aracaty* : Theophilo Laurindo te Sil-
va, I lalioo de Sous* Lima, Laiz Antonio Pinto
Mitheus Goruwer e 1 criado.
Passageiros do vapor brasileiro Oyapotk,
sabido para os portos do sal : Joo Beroa'dieo
Nunes Ribeiro, Jos AAlonio Texeira, Antonio
Marti ns, Eduardo Vele. Diocleriinn da Rocha
Vianna e seu escravo Casimira, Fiaocisco da
Paes Barretto Learaoha Lies, Honorio Rodrigaes
Freir, Joaqaim de Azvede Maetel, Jos Ferrei-
ra da Cunha. Elias los de Almeida. dous eicr-
vos craouto* cemeitides per Jos Velloso Soares,
Jos Marinho. Reoedcto Alcntara. Felippe
Viejaa da Costa, Raphaei de Araujo Galvao e l
criado, Jeronyaao Loureagode Araejo, Francisco
Antonio Fernandas Pinhetro Filhe o 1 Criado, Ac-
lonio Joaquina de Malla, 1 esaravo de Aotoaio
Machado Gomes da Silva, 3 ditos remetiido* por
Joaquim Francisco de Souza Leo ; Beroardino
de Si lueira, Caslro Monlefo. Francisco Menoet
da Feo cees Ro*, Isabel Feliciana da Fooceca
Rosa e 2 meaoraa. Dr. Geasi Pires CameeHo.
P.isjageiro da barca baasiteira Mallid, sa-
bida apera o Rio Grande do Sul : J.io Rodol-
fo de Carvalho Borges e c escravo a entregar.
. Passageiro do vapor inglez Magdalena, *a-
htdo pera os perros do sul :Jo Ramsguer*.
ea Rasaagelpae do vapor bnivl-tni tg*aras%
sabido para os porto* de arte v *? ioqulm Jos
de Araujo e sua senhora, e 2 eacravoa 0o8r. A*>-
'om* 1* Souzs L., Dr. Frauewco de Paute PV**oa
Jnior, sua senhora e 2 escrav'oa ; Joaquiaa lg
nac*ral. daa
senhora e.lrert*o. Min* Vtrn*isc oa Concedo,
Thomaz da Pao I* P*a*..a. Bomioge C'ftes *e 9a-'
bas* p tenido, Joate Bamio 4Sasaiaa, Menee i
lga*rb>d*eiiveica *U/tm, FeHzirdo o ReyoF.
de Brito, Francisco Jscinlho ^u Sampate, Manoel
Cachero ae Aiidri-ie, Fraoctaco Coite** d* 8ilva,
Joaquim Franciico de Alam.
RaraaridAo di NttiiBU.--{Ewteete ae par-
les le Ji nterfiv.)
lafbm saveibides casado deteaoe oo dtaSR
do mesmo: --;'.
A' oreo ate a*bd*teg*dod Sao* Aataeia :
Joaquim BalAioo de Azeedo,-jtevdO, de 85 *o-
imu. Sidtalelra, por diste*** ; ftayoMiiado,
de Jos* .de Simpaio. d* 44h. v*-
pOTiUa**.
* dft-JJ0f*iit*ja dj Waa*gacujo proteclotedo| A*" re^mfa>4V*j4V: Jdaaoa. p*/ov
WW.-, n 5-S i *'1H ^vad*r.Jojj*lglaje*i:i.'3an^VJ^
1 '--- por aiupaite de estar (agid*.
kA ITII A r\aT\
13ES
v
II JJ-*^R^tT m



*V Jb f fojo da Pjoell* Silveatre
ftezendedsItaMJe. pardo, j*f BbasW ouri-
?e*. por.
------O-chee 4a t* neqio.
.wm^udb*""*
da-
asa da
ten 49 rita tt de marco da 186*
Tifcram bii fu, lemeria :
Leandro Aprigio 4* Purificacao. riMuaaatismo ;
Francisco Asteis da Coala, coHta .;
Tisera ru alta enersima :
Fr.Bcs d HeU.od. a saleaste.
Usaoel Jos da Laz. i
Tierm haixa da antera aria per.* boapital
doa Dr. Humo* a Save:
Nathiaa, eauaro da Salvador Locio da Cunha,
bexigis ;
Mareellioo, escravo, aeetencies'o, bexig...
ATADOLaO PUBLICO.
Ifateram-ae para o coaauauDo deiU cidade do
di a 2 aoaTAUBADe do Du i o* auaco:
Antonia Mari de Caairo, Peros mosco, 64 u-
nos, iT, Sanio Amonio ; anlraz maligno.
Joao Jos da Silva, Portugal, 16 aneo*, aolleiro-,
Boa-Viala ; lebre (yphoide.
Maris oa Conceic.o e Mello. Pemsmbuco. 25
nooa, aolleira, S.Jos; tetsoo.
Jos Gome* de Soasa. Portugal. 15 aaooa, aollei-
ro, Boa-Vista ; febre amarella.
Luiza, Pernambuco, 38 ancos, aolleira, eacrava,
Boa-Viala; tubrculos pulmonares.
Mara de Nazar.lb, Pernambuco, 50 anuos, cisa-
da, Santo Antonio ; anemia.
ManoelXameiro RoJrigees Campello, Pernam-
buco, 14 anoo?, Afogados ; febre perniciosa.
Jerooyma Mara da CooceicSo, Pernambuco, 40
aunas, cesada, Santo Amonio; tumor scir-
choao.
Horacio, Pernambuco, 14 mezei, aacravo, Poqo
da Panella ; luberculos pulmonares.
Miguel, Peroambuco, 9 aono?, eacravo, Boa-
Vists -, Ulano.
Francisco Ferreira de Aictnlara Barroe, lente
reformado do exercito, Afogados ; cholera.
Ignacio, escrato, Santo Aalonio ; cholera.
i
5 ditaa pelles e
50 meio manteig
33 caiaa a 5 t
**m mwm^x^mm^.Miiim manteiga ^ Taeio Ir-
e drogas; a ioaqaisn
2 caiif papel
(ofmmwrio
NOVO BiNCO

DE
P I'II w Pinico
O novo banco paga o 8- dividendo de
12 por accao.l
Fraca do Recife 29 de
marco de 1862.
A.8 cuatro Y\oras da tarde.
Colacoes da junta de corretores.
Lambi.
Sobre Pris90 d|v. 370 r. por franco.
Descont de letras.
10. e 12 0|0aoanno.
J. da Cruz Mate Jopresidente.
Gatissecretario.
John
allfandesra,
endimento do da 1 a 28. .
dem do dia 29 .
428 061*925
149168520
443.0084145
Movlmento da a I fondea;*.
.velames entrados comfazendaa.. 424-'
* ora genero*.. 609
Velanies
a
sahidoa

com fazenda*..
com gneros..
==. 1:033
40
195
-=?- 233
Descarregam hoje 31 de marco.
Patacho italianoMarcelinvarios gneros.
Barca nglezaHermionefazendas.
Barca nglezaOlindafazendas.
Brigue portuguez-R-lampago varios gneros,
rolaca hespanholaMara Lloberascarne.
Barca nglezaRonderfazendas.
Barca francesaOccidentedem.
Barca ioglezaFleeting-Cloudcarvao.
Importado
Barca franceza Occident, vinda do Havre e
consignada a Tisset Freres, maoifeatou o e-
guinte:
1 caixa roupa de cama; a Raymundo Lasserre.
/ anas tecido de algodo, riicadilho, e perfu-
marla ; a Dammayer & Carreiro.
a t^'"^,,le'1tt,e "more, i dita mobiiia ; a
A. I. de Olireira. '
1 dita livros; a Jos da Vasconcelos.
4 barris tinta de imprimir: a
Filno.
M. F. de Paria &
1 caixa cobertores, l dita roupa, 3 ditaa camas
ce ferro ; a ordem.
nhV'1* penles'10 diUs .ueii0 F. A. de Pi-
4ditas chapoa; a Cbrisliani 4 Irmo*.
WO gigosbatatas, 35 caixas queiloe, 85 dilas
aardiuhas, 150 barris el30 meios manteigs ;**
consignatarios.
1 barril vinho.l caixa armario ; a L. A. Si-
2 caixas pisnnos ; a J. Vigoes.
inh?.D"r,ieA(KL!Bfi0i maole'e.5 caixas sar-
Cinbas ; a N. O. Bieber & C.
24 volumea e 20 caixa tecido de algodao, de
la e algodao, daseda, calcado, pelles de nwrro-
inhVd? 'i0***. M barr a
aliaba Schasaetteu *C
--------Jo tecido de algodao de lis,
daIrnhoa ateto*, val,, mi* oValgMle. ate.
ailkt0* gi8' Hv **"-
'<*i*2 *****a* ***, alfoda, a lia a
S&?$ ?' bWrtt a meio rfi D- P-
\viM i C.
25 barr SO meios
maos.
caiMrvIeVQi e drog*; a oaqaHm deAl-
meida rhHo. '"
31 csixase 3 fardos tecidos de algalio de dito
aseda, Via, pannos, fitas de aeda.-Wanji'f, cha-
les, roupa e camiaaa para horneo, cpulas cha-
peos para horneen a eeohora ; a Jao KeHer
4 C.
caixa* inetrumentes de mattea, pelles, mar-
ceara ; a Arves ft C.
1 caixa ergios; a T. Bastoa.
6 ditaa vidros arces a calcado ; a Rober-
to & Filho.
8 ditas sata da algodao ; teeide dHo, pannoa
chapeos e ditos de pelha ; a Ferreira & Araujo.
13 ditas cariea asios, liona, pastea agalhs,
papel, vidroa, agua de wiecliy, dita ele coIodb,
perfumariaa, moda*, objetlos da cbapaleiro, bo-
nets e chapeos, aoldadoa de chumbo, etc. etc. : a
Monteiro& Looea.
20 barr e 60 meios aanteiga ; a Jos de S
Leilso. .,
50 ditos e 50 meios ditos dita ; a Jos Baplista
d Foocec.
v 25 dito 50 meios dito dita; a Bastos &
Lama..
15 dtoa e 50 mio dito diU ; Augualo Pin-
to de Lemor.
60 ditos e60 meios dito* dita
deascravar ; a m.4 Bo.
2 canas pelles e paono, 20 barris e4 meios
manteiga ; a Malhaus & Rodrigues. ...
27 caixa chale de lia, fltaj de aada, albuns,
merceana, saceos (tara viagem, eandieiros, ca-
aiisas e saias de algodao,.chapeos edito de sol,
psnnos, roupa. louc, quloquilaaria, phospho-
ro, etc. ; a flenrique & Axevedo.
11 barr* ptegoa de ferro, i dito vinho, t cai-
xabotoe* da paro. I dita* linhis e mercaariaa :
a Mello LboiC. ^ ..
Histe naciousl Sobralense, vjndo do Acarac,
consignado a C. C. da Costa Morelra, jaaoifaatoa.
o siguila :
10 barrica* cera de carneaba ; a Miguel Jos
de Abre.
l.567 meios de sola, 1 couro salgado ; a Joa
de.C. Mora*. ...
14 meiea da aala ; a Jos Rodrigue* Ferreira.
360 dito de dte, 1 coaro salgado, 250 alquei-
re de sal, e 40 molhos da palha de carnauba; a
ordem.
105 meiea da sala, 3 eoaroa salgado ; a Jas
de Si Leitao Jnior.
13 saccot farinha de mandioca, 21 ditoagomma
de dita, 1 caixote pepoa de emma ; a Joaquim
Vieira de Barro*.
Hiate nacional Invensivtl, vindo do Aracaty,
consignado ao mestre do mesmo, maoifestou o
wguinte :
263 saceos cera de carnauba, 195 caixa velas
de dita, 64 saceos gomma de mandioca. 2 barri-
cas sebo, 136 molhoa coorinhos, 4 caixbea ferra-
menla, 2 pao e 1 taboa; a Prente Vianna e
outro.
Exporta ^ao
Do dia 28 de marco.
Patacho ioglez iuiine, para Greenork, carre-
garam :
Krabbe Thom & C., 680 saceos com 3,400 ar-
robas de assucar.
Barca franceza Saut Etprit, para Marseille,
carregaram :
Tisset Frere, 200 saceos com 1,000 arrotas de
aaiucar.
Barca franceza Grand Conde, para Marseille,
csrregaram :
Tisset Freres, 3,500 saceos com 17,500 arrobis
de assucar.
Barca franceza Azud, para
ram :
Tisset Freres, 1,800 sacco com
de aasucar.
Patacho bollsndez Johannt, para os porto do
Rio da Prat, carregaram :
Amorim Irmos, 450 barricas com 2,755 arro-
ba* e 6 libras de assucar.
Kalkamaoo Ira & C., 1,000
com 28,610 libras.
Barca nacional Recife, para os porto* do Rio
da Prata, carregou :
Feliciano Jos Gomes. 300 barrica* com 2,348
arrobas e 30 libras de assucar.
Brlgue nacluuol Eugenia, para Lisboa, carre-
garam :
Jos da Silva Loyo & C., SOO saceos com 1,000
arrobas de assaesr.
Becebeduria de rendas Internas
eraes de Peroambuco
Rendimentododi* 1 28. 46:7351156
dem do di. 29......l:822j90
l bal-:.-.
Looca- -
yP*f"a^a em leilao cerca
dMM' lOteoo eumpe-
A iTO^a^ordinaria vendea-te
dd -flBBii SO por ceoto Kpra-
to aobra a beMra.
Manleiga A franceza vendeu-se a 580 rs.
br, a a- iagleta de 800 a
'' 0\ 2,500 harria.
Queijos------------?tBdtaaal.w 21409 r.
flameogos. -
Taboado------------A^nlfle. reod do pinho fol a
L.. wajijBit. b duxia;
Toucinho----------- OaVtisbaa Te|ho vendeu-ie
fuOO.rr., a o novo a 7J1500 r.
por arroba.
Vinagre------------?QldlJ'ortfJ *endeu-e' de
. t 1201000 a 130 rs. a pipa. #
nho. i i o de Uboa vendu-e de 250
a 276 .' a pipa, e de outroa
paizea de 230 285'T. a
pipa.
Vela* -----------^ caaft*icio'tren4eram-e
de 680 a 700 rs. libra.
Descont O rebele de lettra regalou de
10al8porceatoaoanap. dea-
conlsndo a caixa filial cerca de
tresentos e ciocoehta eontes de
ri* a dex por canto aoan'no.
Fretes--------- Para o Canal a 40Riocryde
30Mediterraoeo 50, a Liver-
pool 30 pelo laatro, e 5i8 por
libra de algodao.
SS^!w..l
- L

- '

-

:
Unidades. Valores.
1000
#320
8320
300
S400
ceoto
casada


arroba
>
I >

. .
---------------- r'"s"v f-taaa
': :::: ::
o Havre, carrega-
9,000 arrobas
48:557646
amarello de
cenlo 3000
Consalado provincial
Rendimento do dta 1 a 28.
tdem de dia 29. ;
aeda,
a
D-
quim, arjoes, objectos da seleiro, lanlernas.licor
etc^ ; 1 barril manleiga ; a F. Sauvage & C.
2 caixas tecido de algodao ; a F. Monhard.
5 ditas e 2 fardos tecidos de algodao, de la
iraca*, calgado. papal etc.; a Kalkmann Irs & C*
53 caixas e 3f>rdoa tecidos de la, de algodao,
de aeda mussulinas de la. t... roupas, cislaes
quinquilharias ele. 2 tinas queijos ; a Lindem
f.^5 ^SfS e 2* mei0, mnlei8. 15 caixas e 3
lardos tecidos de algodao, de la, Otas de
calcado etc.; a Seve Filhos & C.
200 gigos batatas, 52 caixas tecido de algodao.
de l, chapoa e boos para bomem, chapeos
para aenhora, calgados, etc.; a E. A. Burle A C.
lin./i'"8' 3*8fric" e 3 6'gos garrafa vazias,
tinta encarnada, o drogaa medicinses: Caors &
Barbla.
12 caixas chapeos ; a Cala Freres.
ditaa iostrumeoloa de msica ; H
moni 4 C.
lochu" Um bilhar* Petlence ; Bueaa- Mil-
1 a?u coh.tr!'?" rDh* 10 Cix" co""".
1 M.do.&T de lg0da P"a cbP0 d i
l?. r.,Xp.8re0bte"Y;.er' C"P"' "* de ^
*0!a* ,obc,l diveraoa; a Baudrchou.
16 dita* tecido* de algodo, fitaade aeda, peo-
linbas, espelhos, cartas de iogar, merseari*
pelles. alnete. de ferro, chapeo* de la, "idro,'
etc. ; a Vaz & Leal. '
Scaixaa papel, penlea. objectos para cbape-
leiro, porcelanaa, etc. ; A C de Abreu.
11 caixa* droga* medicinaes; a B. F de Souza.
mo* a,arro1UDS e Kolhas ; a Bailos & Ir-
.3? ,ecdM de ,,8<1So. coneito*, pelles
de marroquim e pregos ; Charlea Leclee.
2caixa calimbo* e papel; a J. L. Bourgard.
8-dtlu vidro* ; a T. Teixeira Balo.
4 dte* pannos e vidros; a Rarooa Duprat & C.
^Jdita. ppele Irnos; Almeid. Gome. AN
5 saccofarello, 1. caixa azeite. 26 dita* nan-
oa.teCld^ da algodo. t.rl.t.na, tapitU.^.
le, chapee* da palha, ditos de *o4, dito* > fe1-
Iro, calcado, vidros, gomma lacee, cofre de ferro
fumo etc. ; .a Hadomaioe. -, '
2 caiw* parumaria, lian, vidro ; a amara
& Guimarae*.
2 ditas cigarro* e fumo ; a i. & dos Reis.
1 caixa livro ; a *\ f raneiaco flerSantoe. i
Jdita estampa*; ao engenbeiro iltllet.
aditea teeide* de lia e Otar; Wrteon Joat
le*.
dai JiT4C?8*'** '" e M"rDo*i a Ja
Cf4** leciae

- uu,.iie aaaiveira. -------
-l-air-!*:?^.a caa.
4vd*.C-
75 dito* e 100 ditos
*M gai**>aii,TtJoha-
taixa chacos ;
maotl
t^iaut
Agurdente -
Couroa- -
Arroz
Azeite doce- -
i-.ra.iilv, VJi
PRAQA DO RECIFE
O DE MAlUODfc 182.
A'S 3 HORAS DA TARDE. >
Revista Semanal.
Cambios Sobre Londres aaccou-*e de 25
ML? 25 3i* ,5 7i8. *
2.000 26 d. por 1* r*., obre
Paria de 365 a 367 rs. porf.,
aobre Uamburgo a 690 ra. por
ftt. B., e sobre Lisboa a 108
por cento de premio, montan-
do a StS6 120,000, oa saques
da semana : sobre o Rio de
Janeiro tomaram-se lettra* de
1 a 2 por cento de discooto.
Algodao -.. o escolhido desta provincia
vendeu-se de 11200 all400
"'.vJ. reular de 111000
a 11200 rs. O de Macei pos-
to a bordo a 11200 rs., e o da
Parahiba a 12000 r. por r-
roba.
Aasucar-----------O braoco veedeu-se de 3jJ000 a
3J90O rs. por arroba., o lome-
nos de 2*700 a 2S00 rs mas-
cavado purgado de 2J400 a
2500 rs., e brulo de 11980 a
2300rs. por arroba.
Vendeu-se a 55fOOO r. pipe.
Os ecco salgados vender ra-
se de 195 a 200 rs. a libra.
- O pilado da India vendeu-se de
26O0 a 2J800 rs. por arroba
- O de Lisboa venden-se a'3 100
r. por galo. ^ w
Bacalho---------Em atacado reguos por 14*200
15 rs. por barrica, fleaodo em
Kt *n* 8-000 barrica*.
Batatas-----------Vendersm-ie de 2J500 a 3000
Bolaxinha--------Ven'dea-ae a 4*000 a birriqui-
' nb. *
Caf-------------------Veadeo-se de 7500 a 8500 rs
por arroba, e nao ha do bdm:
Carnaaecaa- -,- Aso Rio Grande veedeu-se de
3j00 a 45000 rs. por arrdba, e
5.&aRe3taooa
J500 rs..fleaodo em ser 24,400
arrabal da primeira, e 3.500
d* segunda. I
'Gairao de pedra Vaodea-ie de 14 a 15fi ra
_. teselada. 1 .r .
CUi- ------------Vendee-se de 2*475 a 2*500 rv
libra. aa -
Cerveja---------Veneu-d de 4000 a 61000 r.
i..k'"' dladg*rr*fa*. l"
FolbadeFlandrea-Veadau-ae de 211 a 23 r a
caix*. ,.',
Fannba de tiigo-0 mereade foi tbpprido com
as carregamento da Titate,
monte J*MObrHm,^tSn
tti'eJPt1* ** *W*4 de
1T#1|.|*. tftarMM,l r*.
* 9HH, e 28 r*. s tffkdi
couro Migada* Idem ordinaro restoho'. '. '
Gomma.......
Ipecacuanha (raz) '.'.'.'.
Lenha em achas .
Toroa.......'
Lennas e esteios. ..'.'.
el oa melaco. .
dilho........
Pao brasil .....
Pedras de amolar ]
dem de filtrar ...
dem rebolo ....""
Piassava. ...-..* \
Pontas ou chifres de vaccs
novilhos......
Pranchee de
dous custados. .
dem louro. .
Sabio.....
Salsa parrilha ". \
Sebo em rama. .
Sola ou vaqueta .
Taboas de amarello-
dem diversas .
lZlc*.....'.''.' arroba
S'w- 2S.
Alfandegade Pernambuco 29 de marco de 1862.
Approvo.-fAssignado.) Barros.
Silva06"0 cooferenle Frnciaco P. GoncWvee
71:308*109
2:123p391
73 43IS500

ALFANDEGA DR PERAMBUGO.
Pasto du prtco doi yeneros u>eitos a direito
d$ esportaco.Saman o de SI 4* marco a 5 dp
mee de abril de 1862.
Mercadorias.
Abanos.....
Agurdente de cana. .
dem restilada ou 'do rein o.
Meiseaxaca......
dem genebra ........
dem alcool oa espirito de
agurdente .'
Algodao em carolo ,-..... .
dem en rasa* ou em li. .
Arroz coca casca -..--.
dem descascado oa pilado. .
Aaeucar laascavada ... .
Idear braoco......
dem refinado. ....
Azeite de amendoim ou mon-
^dobim. ..... .
dem de coco .
dem de mamona ,
Batatas alimenticia* .
Bolacha ordinaria proprf para
embarque.
dem fina.
Caf bom
dem escolha ou restoho "
dem terrado.....
S'jbros........
Cal. ......
dem branca *
Carne secca charque. .
Carvao vegetal......
Cera de carnauba em broto. .
dem dem em-velas. ; :
Charuto*. ......
Cocos seceos.......
Courod de boi salgados .
dem seceos espichados. .
dem verde*......
dem de cabra cortido* .
dem deonca.....
Opees seceos......
dem em geleia ou massa .
dem em calda. .....
Espadadores grandes. .
dem pequeos .....
Esteiria para forro ou estiva de
navio......;
Estoupa nacional .
Farinha de mandioca. ,"
dem de araru ta .
Feijo de qualquer qualidade.
Frechae*......
Fumo em folha bom. ." .*
dem ordinario ou restoho.
dem em rolo bom
Trhtio de Alen
partafortfettddrtb.-
122*1*2 comciode*t. cidade do HexifeV
" "I"0 "?> da provincia de Prombu-
S ^^rR^-,l,#1,f,ii1 e c"tMcio-
S. Jf ro ,J* ,ue DeM oar-
rf/^jL".r,0.M"6' 1ae nodl 5 AS2Ln!i"DJ, W h" de "Ur por venda
V22iTa?$1'J" tm pr,5" Pbl,c d jnlxo,
!P! i* *rtitat^ reP*". a trraTaite
P1" **'.Cfnco *nt" *' 57. SSl'6 *s%dl!S ,alaa' oVto.e co"
nBha na ssla de detrar, avallada em 1:000 r
atb... perorada Maaoel Gamillo P^/fc
27.V '"? -Mr MMUCo i" contrajo
SmSi 1e".B,M Cm.rgo 4 SflV*, e na falta
de icitaoteaer arrematada pelo prco da ad-
judic.cao com o re.peclivo .batimento da le
m.Jfc q'" Che?ue a nol,ci" 1un> convier
lasare* do costume o publicados pela tmprensa.
n.m?M PUUit,nMi* Ci(la,,e d0 ecife "^
m^^a'0' ^ dd.lasr5'> de 1861, qoadregeai-
mo da independeocja e do imperio do Br.sT.
W raS^f,WU,0'Pi- de ADdta^-
_________ a>i*to de
egund* feir,3l .do jrrente mez.ao me|o dia.

.

A /anear A raripe:
"
l>cciara?oe!i.

Correio

-^~^
caada
a
>
arroba


v-
libra
um
arroba
a
- a
libra
>
cento
libia
>

um

libra
>
>
um
>
cento
arroba
alqueire
arroba
a
1100
3*100
4*300
1*000
1*600
1*280
*600
4S0OO
88000
81000
596OO
300
300
360
100
4J360
1J020
600
200
2*460
4J50O
*200
20
200
301
11200
1*000
600
600
41000
210O0
20*000
portes do-tul. com destino a o* do norte
Inspecijo do arsenal dema-
' rinha.
Faz-se publico que a commteaio de perito*
l T'[ 1"ann'"' forma determinad,
s* "gaUasnlo aaompanbaado o decreto d. 1,324
de 5 de fevereiro de 1854, o vapor Perloaorai
M. A. Barbota de Almeid.
Inspector.
atisos martimos.
MlHi
,AS
Messagenes imperiales.
No di* 81 do correte eapara-** do* porta* do
*laporfr*n*z Nawre, comm.nd.nt. -.
v.del, o qa*|.depoi* da demora do costura, se-
guir para Borde.ex tocando em S. Vicente
(onde ha in vapor em torrespondeocis com
Gora) e Lisbos.
A companhte encarreg.-ae de seg.rsr aa m.r-
adoriaa embarcadas a bardo doa vaporea, aaaia
como tambem recebe diaheiro e objectos da va-
lor com destino a Londres em treneMo por Bor-
dea.x e Boulogne.
P.ra as condicoa*. fete e p.***g*n* a tratar
o agencia raa do Trapiche o. 9. .
rftdVG. MMusorsi)
chegad* do vapor inl
o. por casto do
o aaa* teiloaada arroz averiado a da farro da
caors etel veib s igs.laante pomos**!
paracMda oetr** genero*em id*aUoo atedcs'Mr
occa.iie do abarque da arsa^ditabrsis
m asios ds uSSmmZTssaHaV
" 1s*Ubi8U v*odidoe nodl. do
leUgo^oqtteUari *ntecip*daiBcnlo asa
avisos diTersog.
mesmo
Leiloes.
aneiro,
seguir com
a barca nacional .Amelia pretende .
murta brevidade. tem parte da aeu carregamento
a bordo ; para o reato qoe lbe falte, trata-*
com os aeus consignatarios Antonio Laix de 011-
*eira Azevedo & C., no seu ecriptorio, ra da
Para Lisboa.
Al o dia 2 de abril pretenda seguir para Lie-
00a o veleiio e bem conhecido brlgue nacional
cugenia. de primeira marcha e primeira claa-
ae, s recebe alguma c-rga miuda e passsgeiros
para o quaes tem excellentes commodo : Ira-
ta-ae com os aeaa consignatarios Antonio Luit
de Oliveua Azevedo & C, se aen eeeriptorio ra
oa Lruz o. 1.
urna
a
libra
arroba
>
urna
duzias
105*OOC
70*000
3*200
8*000
3-20
da
O segundo cooferenle, Joio de Freitas Barboza.
nStrue- r- 3 ""Ptorario, Joao Duarte
tiarneiro Monteiro.
Movimento do porto.
.1 ff,nM errados no dia 29.
Mscei e portos intermedios 40 horas vapor
brasileiro Pertxnunga. de 422 tonelladas, com-
e""i i\D0" Ro(lri8uesd>8 Santo lour,
Soulbamploo portos intermedios18 das va-
por ioglez Magdalena, de 1.617 tooelladee.
eommaodanle Sawyer, equipagem 120, carga
fazendas e oulro gneros.
Ar,-Vy~n0.di"' hu,e b'Wro lnvencivel, de
3 tonelladas, capillo Jos Joaquim Alvet da
Silva, equipagem 5, carga couro e outros se-
eros.
As-6 dia. hiate br.sieiro Sooralens*. da 97
tonelladas, capitao Francico Jos da Silva Ba-
t, equipagem 8. carga farinha de mandioca,
al e outro gneros ; a C. C. da C. Moreira.
Sonidos no mesmo dia.
Portos do sulVapor brasileiro Oyopoc*. com-
mandante 1. lente Pontea BJbelro.
fiteH-1"- b.rt,lleiro En,m*' capillo AdeUoo
Klpidiode Pinho. carga sal.
B10 Grande do SulBarca brasileir* Ualhilde,
capitao Jos Ferreira Pinto, carga ,. '
m?!d0. ,",TVa?or ">gtez Magdalena, com-
mandante J. Sauwyer.
Porto* do norte Vapor braaileiro
commandante M. de M Vianna.
Para o Porto.
A barca portuguesa Silencio, capitio Fran-
cisco Martina de Carvalho, pretende sahir com to-
da a brevidade ; quera na metma quizar carregar
ou ir de passagem, dirlja-se ao consignatario Ma-
noel Ferreira da Silra Terroso, na ra de Apollo
numero 28. v
Para Lisboa e Porto.
Pretende seguir para os dous portos cima
cora muita brevidade o veleiro e bem conhecido
">. naeonal Eugenia, capitao Manoel Eze-
quiel Miguis, de primeira clasae e primeira mar-
cha, pregado o forrado de cobre, tem parte de
i f.V/r"g,amw"0 ""'" 8 Pa o reato que
me lila, tr*t.-.e com oa aeu. consignatarios
Antonio Lmx deOIiveir* Azevedo & C, no seu
ecnptono, ra da Craz o. 1.
Rio de Janeiro
Pretende seguir com multa brevidade o velei-
ro bngue nacional Veloz. tem parte de seu
carregamento prompto para o resto que lbe falta
sJ! A"6 .coa,, eua consignatarioa Antoolo Luiz
de Ollveira Azevedo 4 C.. no seu escriotorio ra
qa ^roz o* 1.
Baha.
O hute Sania Rita segu em poucosdias, re-
,0n.fl8,UinLCarga a l"le : lr,a-8e com oscon-
ignatario Marques, Barros & C, largo do Cor-
po santo n. 6. .
Iguarasi,



-Un-.a
i. i
ii b
na ou
Kditaes.
0 lul,rit{$ **kX Aripe. officiai d. jffl.
penal ordem da Sosa e oiz de direito esbectel
do commercio deate.cld.de do Redte Sdte
n P&v^wimperkal e COD8t"ciODal o Sr.
D. Pedrb T, quem Dos guarde etc.
h.u'.'Lh,'.'0' qu" b Prtle 1S 'irern e
delle npticia tiver*m aue no dia 31 demarcse
ha de arrematar por .venda quera aaMa^dso m
pr.5a pabRca deste Ms n, XJo. nE&&f
um eacravo de nome? Antonio, ertSro fflfc-
anno, pduco mais ou menot av liado 2RHu
6 prfjo
Eoobi*endo,1aacidb
avlfacio;.a err-eaWcio
MXW&TEffiS!m#* *W
? PT* chegar ao conheeimen
de todo* mn-
Rio de Janeiro
pretende aeguir com muita brevidade o brigue
escuna Joven Arthur, tem parte de aeu carre-
gamento prompto : para o resto que lhe falla,
trata-s com os seus consignatarios Aotonio Luiz
al Cena \ & C'* D 86U nctlmio ru*
Para Lisboa
i..f.!.8cb ProP0,, o bem eonhecido brigu* por-
luguez carga engajada e para o restante e patsagtiro a
quem oflerece boa actommodacoes e trata-sa
o.Iru0.C^v,0a,I"io V!2wn *1U,B0 'onsec
na ra do Vig*rio n. 19, primeiro andar.
LILAO
A .31 do correte.
?r J umeidL captl0 d0 briK0 baosbur-
w o rg ttein"e* (consignatario* N. O. Bis-
L*.0,"fV80/" flellaprecedidaooa-
P*teote *utor.acao do Illm. Sr. inapseter da "-
2?2l**en> DreM5 d > smpregado dest* ra-
KSS5?0*""^ .eff9Uo om..do, e do Sr. Tico-
COMul de Hamburgo, por cante riaco de qem
perlencere por intarepcao do agente OUveira,
de cerca 3.000 libraste forro de cobraos
metal velho. ezirahido do d>lo brigue par. oc-
correr aos gastos por occasiao de seu actual-e-
paro Deste porto, onde arribou com agua aberta
na recente vugem que fia procedente de Cal-
cuti com deatioo a Hamburgo :
Segimda-feira 31
do corrente ao mel d)a em ponto, no armzem
oio Livrimenlo, no caes de
D1VIDA.
Na ra da Cadeia n. ^primei-
ro andarlas 11 horas.
Hoje 31 ido corrente.
O agente Camargo por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz especial do commer-
cio e a requerimento dos curadores e
depositarios da massa fallida de Anto-
nio Jacintho Pacheco levaba* em leao
publico as dividas pertenoentes ao mes-
mo fallido no mencionado dia as 11 ho-
ra sj^osSrs. prete-Mentes poderao desde
j examinar as as na ra da Ca-
deia- n. 3.
LILAO
Hoje 31 do corrente.
DB
O agente Camargo fara' leil5o por
mandado do Exm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio e a requerimento dos
curadores e depositarios da massa fall
da de Jos remandes Agr, das dividas
do mesmo fallido ; os Srs. pretendentes
podem examinar a re a cao da mesma no
escriptorio da ra da Cadeia n. 3, pri-
meiro andar, onde sera' eTectuado o
leilao as 11 horas em ponto no mencio-
nado dia.
LEILAO
DB
por
Movis, obras de ouro etc., etc.,
todo e qualquer preep
TERQA-FEIRA DE ABRIL.
O agente Guimariea sem nenhuma reserva de
preco vender em leilao por conta e risco de
q.em pertencer em seu armazem na ra do Im-
perador o. 37, muilas pesas de gosto e bem a-
sim obras de ouro quer para homem e senhora
TAMBEN
vender urna escrava que cosioha perfeitemeote
lava e engomma e sem nenhum defeito, a razo'
da venda se espora aos Srs, prelendeotes.
Principiar s 11 horas e haver cerveja.
LEILAO
tv ? r8, a88,&n*es dea-
te Diario que esto em debito
da subscripto queiram man.
dar satisfaze-laa at o ultimo
do mez, para lhe nao erus
pensa a entrega ou esea
da folha no 1- do mez de abrU.
IOGLEZ.
Novo Methodo para aprender lp,
a eterere^e a fallar Inglez em 6 me-'
*, por H. G. Oilendorff: 1 vol. n *>
encadernado. Vende-se na ra do Quei-
mado, loja de fazendas, n. 18.
- Jos Soares d'Azevedo, protessor
de Imgoa e htteraturanacional noGym-
52 Pro^cal de Pernambuco, tem
aberto em sua residencia, rus Nova de
Santa Rrta n. 47, as aulas de
GEOGRAPHIA E
LWGOA FRANCEZA
PHILOSOPHIA
ORATORtl E POTICA.
As aulas sao todos os das uteis de tar-
de : comecam s i horas, e acaba m *7.
J^HIH
! pn Dr> JoaluiP de Aquino *m
Foneca esta* residindo por al- ]m
^ns dias na rua d Aurora n.
5 j a Pde tet ahl conultado
*9 das 6 as 9 horas da manhaa, e,
0 em casos urgentes, das 3 as 5 da
tarde.
iTitiT*
| As rodas da sexta parte da primeira-
lotera a beneliao do Gymnssio Per-
nambucano andarSo impreterivelmente
no da qumta-feira 10 de abril prxi-
mo, no consistoi io da igreia de N. S-.
do Rosario de Santo Antonio pelas 8 l|fc
horas da manhaa. Os premio de
4:0000 at os de 8$ serSo pagos nesse
mesmo da da extraccSo de urna hora
da tarde por diante, e os outros no dia
segumte logo que se tenha feito a dis-
tnbuicao das listas. Os bilhetes e meios
bilhetes acham-se a venda na tbesoura-
na das loteras rua do Crespo n. 15 e
as casas commissionadas do costume
ate a respera da extraccSo as 10 horas
da noite, e no dia somente na respecti-
va thesouraria at o momento de an-
darem as rodas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Sout
Precisa-se de urna ama
de leite, paga-se muito bem r
na rua da Aurora n. 50.
Precisa-se
DE
Rio de Janeiro
m,.mla h1C,d eTee"0 *! o.ciooai
Amirante pretenda seguir com m.ita brevida-
de^em a bordo parle de *euaarregamealo ; para
o rato que lhe falte trate-se oom oa aeus coo-
igutarioa Aalonio Luiz de OUveira Azevedo A
C.oo a escriptorio rus da Cruz n.l.
i
1*91
Ajeleira e bem conbecida escuna nacional
c tadola pretende aeguir com muita brerida:
de, um parte de seo carregamento prompto ; ru-
fa oreW aue rhe falte, lrata-se com o au
contintaro Aftloni Ltifss Ollveira tevdo
Para a Babia
&C,io aeu escriotorio.ruada Cruz o. 1
Para em direitra,
brigue eanrna adoli^ ,plt|0 Joio Joa "i
re.to tr^,e cmoV***-
WhM
Teirca-feira 1- de abril.
O agente Pet.na vender por conta de quem
pertencer I port do armazem do Sr. Annes de-
fronte da alfandega no dia cima designado e pe-
laa 10 hora da manhaa
X) caixa* com masts de ptima qualidade, de-
mbarcada* sabbado.
LEILAO
para
ua da I
Attenco
de urna ama para todo semen
i familia : na rua da Lin,oete"Ti.
*itt2K commercial entre a Etcada e o Re-
cite onde oa seo* trabalho* no dia 31 do correte,
em virte.de d* falta de contarreotes e do grande
prejuizo, que no espaco de um aono lem tido.
o mesmo agente pede desculpa de alguma falte
involuntaria comraettida no desempeDho de seu
deveres, assim como pede encarecidamente aquel-
los senhores, que por vez. lhe coofl.r.m maltes
e grandes somm.s em dinheiro, se slguma vez
aeharam qualquer differenca em coosa qoe ser-
vase de desabono a elle agente, haiam de o de-
clarar pelas folhas msis publicas, do que Ihea fl-
car summamente grato. Estada, 26 de
de 1862.
margo

HOJE
./
O agente Petana veajdlka per conte risco
d sju*m pertencer emjleilo publico 30 barricas
com exc*llentea aardiohas aa mala novaa que a*
nesie mercado e em barrica* pequsnss : boje 31
do orrente pe. 10 hora* da mansa, no arma-
zerri do Annes defroote da alfaadega.
.TI
he;brevemente tim'wohefl^ a Valro
"* Voltio Jo"
rregsmei
rio Almdd.GomV. M?n% "nSf r^Vi" lX2?*****'4*'1* ~^Ha'ds
mtiop. VOffle.,Alve& C. roa d.Cruz no- ******.9*u mascar sningando por tesa
ll_______*>! y^Bibr,.-, ..: Ir"*?*'?^;'""'L'''-1 **>'* "1 "" /
^tei I _____4. r.iai,,,
l.ariUttio
Ctf(
queo
martimo d
'd

Jmmm
iniLsr^ridos.
O ag.nte
Bernardo da Silva Cardozo.
Antonio Ferreira Lima avisa ao respeiteve
pnblico, que deixou de ser sea caixeir, desde 27
do correte mez, o Sr. Antonio Jos Borges.
Um moco su Eficientemente habilitado para
escrever em qualquer estabelecimeoto ou escrip-
tono se offerece para Uto, mediante o preco con-
vencionado : a tratar ua rua Formo, n. t
das 4 horas da tarde al s 6.
Ouem liver urna escrava Oel que queira .lu-
gar para o servico de roa, dirija-sea rua do Tor-
res n. 14, primeiro andar. _
Furto de cabra no dia 26 para 27 do
corrente.
Furtaram da porte da taberna n. 45 ds roa da
Esperance ou Camitiho Novo, urna cabra de leite
(bicho) com duas criss, filhaa da meama cabra
esbranquicada, flo do lomba preto con cbilres,
tem i peitos, urna filba da meama car, a oatra
preta com malhaa brancaa e brincos naturaes :
proteste-se a todo o lempo contra quem a tiver,
e sea dono gratifica a quem o levar a m.sm.
loj*.
Preciss-se de um caixeir para urna taber-
na na Paaaagev, com pouca pratio sa asm alia,
(te id.de da 12 a 14 annos, preferindo-.o dos
chegadoa ltimamente do Porto: a trMar n. ru*
da A raga o n. S6.
Traspassa-se
. loj. de miudesaa da ru. da C.dei. do Recife n.
5, com todo u mercadorias existentes oo am-
ella: quem a pretender, dirija-se mesma rua
n. 1f>, loja d.Ponwc. &9ilv.
Antonio Joaquim Di. MedroDho, retiran-
do-e para a Europa, deixa como sena procara-
dorea aos Sra. Graessiano Octavio da Crns Uariio
m primeare lugar, Augusto Caors em segaado,
sJoioliSTogo rt Csrvalho em tereeiro. ^
Ua avote*'4. aeoaora o. Coaei^o o
Escada que ae festeja na Conceicio do
Ularea, caovidam ao*. amigo, do fallecido |
Exm. Sr. brigadeiro Alelxo Jes da OUvsi-
ia par* que se dignem eosparecer o I*
daabtil t>els7 1|3 hora da, sWsba a.
lgreteaa N.S. da Concedi, da Militis
afim de .ssistirem urna misaa, que pela..
ala*, do buso Exm. Sr. pr.leodem m*a-*\
dar celebre*, ai iirlua,.de ar elle *...
..dos m*ia dedteidq* d*sisa. flasaala: St- \
abara.
^1
m
.
ss
ra
com todo* os
I.I ITII Ar\r\\mmBm
oaiaaUr
wtSSS'
audiencia do
*m.r*.-m.Hm*>
* patfaace, e _
maaqia armacio d. U
pertaacente.s,Antonio
cuelo do coronal Jote
**A*.gV^do|
T PA-*e* quanlia
potheca ; o rae-do J____



#
Bdo tildar lo
obrado >. 193 can terraa n. 191 da ra tapa
rial: a tratar aa na da Aarora n. 36. r/ -
CBiiia da estrada de ferr
Recife
ISCO
aa
Rog-se aos Sr. abaixo declarados' o favor de
dirigirem-se i ra da Cadeia do Recife n. 55, a
negocio que oa meimoa louhoraa olo ignorara ;
poia ie o contatio Qzerem declarar-ae-bo por ex-
terno
para acorapaohar al-
.-.,, 7 ,r,0"ia para acorspanhsr al- Z~ZZr -"" r
umilia Europa, mediante razoaveis con- gqio Domingues Vii
.* : Pa informagoea. podem dir!gir-se ra ?a3oel LP Moreira.
* o Ionio de Soma Pereira de Brito.
a 2& Ifc'JSo'ti.e^SJ
AosignodoE. H. Braman,
Suoerintendecte.
Para Juropiv^. & <*
Oltoraca-ae orna francea para acompaohi
de 8antoTa* n..
Precisa-se de ama ama fotrVbu apTiva"*;
cosinbo para cata de bomem solteiro; na ra da
Prala n. 2.
Offerece-se utn hornera sem familia para
Jf" dta prego para tratar de doseles pe* ter
"do pralica, ou meamo pira ensinar primeiras
j. : I*'" di *eu preatimo ae quizar utilisar,
dirija-se a ra das Cinco Pontaa rr. 93.
"***Precita-te de urna preta captiva pats o ser-
ano casa de pouca familia : na roa do Amo-
rfa iniHtai B. 56.
Pnmoiro andar para a lugar
..^"C****-0. primeiro andar do aobrado da pra-
?a a* Boa-Viata : a tratar na ra da Imperatriz
D. 6.
Francisco de Parias Gaimariaf.
Antonio Alfredo Tarares.
Joi de .Souza Pereira de Brito.
Antonio Julio de Miranda Oliveira.
Gaetarso Jos Garca.
Tenente Joa Avelino da SI Jacques.
Domingues Vieira ../agio.
-
ESmOA DE FERRO
DO
Recife a Sao Francisco.
Aviso..
A abertura da 3m secgao annunciada para o dia
25 do crtente ficon trausferida at outro aviso.
A partida dos treos na 1* seccao e prego das
paaaageBscontirjuarao como antea da peblicagSo
da ora tabellaa qual i ter vigor depois
de torta a 3* aeccao.
AasignadoE. H. Bramab,
Saperintendente.
Vende-ae o Io, 2o e 3o .torno das biogra-
phrae de alguna poetas e outros homeos illustrer
da provincia de Pernambuco pelo commeodados
A. 4, de Helio, cosa bellas poesas, actas, offi-
cios, muitas patentes de capitaes na guerra dos
ileliandezes, entre aa quaea acharo as dos seus
asoendentes maitas das familias, nao a de Per-
nambuco, maa tamben da Parahiba, Rio Grande
do Norte, Babia e Rio de Janeiro, e outros mui-
ros documentos historeos e politicos, nao a
-curiosos, mas de grande importancia. Em mo
do autor.
_ No dia 1* de abril fiada a audiencia do Sr,
juiz municipal da primeira vara, vae a progo por
ter lindado os das da lei, duas casas terreas no-
vas de pedra e cal. dous viveiros e orna olaria,
que tudo ae acha em bom eatado, aitoados i ra
de S. Miguel nos Afogades, por execugao de hy-
potheca que moe Joa Joaquim Lima Bairao,
contra Pranciaco Jos da Sanl'Anna e sua mu-
lher, ultima praca.
Msooel Bento Alvea de Hacedo.' r
Joaquim da Silva Naves. << *,- \ *.
Duarte Artbnr de Macedo.
Manoel Jos da Castro Viinoat;
1 JdaoPaesdeOliveira.j
Estrada de ferro do Recife a o
S. Francisco.
A abertura da :?.* aecgao annunciada para o dia
25 do corrente, tica transferida at antro aviso. A
partida doa trena oa 1.' e 2,* seccao cootinnarao
aa horas do eostume.
Para ca9a estrangeira.
Precisa-se de ama ama forra
A_.
Antonio Joaquim de Figuetreo.
Anionio* Brasilino de Oliveira.
Jos Antonio de Oliveira Jnior.
Porfirio Lima da Silva Helio.
AfTonso de Albuquerque Maranbo:
Francisco Antonio Coelho Jnior.
Manoel Gomes de Oliveira.
Manoel Laurindo Vieira.
Guilberme Coelho Cordeiro Cintra.
Auguilo Carlos de Souza Magalhes.
Laurentino Crrela de Barros Araojo
Jos Colombino da 8i|va.
Antonio do Reg Pacheco Jnior.
Joaquim Milel Mariz.
Joio Valentina Diaa Vitalia, j. -, \ f |


rremataco. .a
No dia 1 oa abril, dapois da aodie&tia do jui-
zo de orphioa tem da ae arrematar ama parte do
sitio Caiaairo, eado-exiote o hospital oortaMez,
por execugao de lialhiaa Lopes da Coala Mala
contra ana devedora D. Mara de Jess Cordeiro
que corre pelo cartorio do eacrivao Brito/cujo
eaartpte axjata em poder do porteiro do juizo.
No dia 1* do mas ae abril prximo vindou-
ro, Boda.a audiencia do 9r.Df.frU oaanteipsi
da primeira jara ae ha de arrematar a armagio
da taberna di ra do ftanal n.10 coa seus per-
tences. conslstiodo em balcao, caixllhos. eaixoes,
QMltairos, naatAS.a medidas, bklaoc dUas, can-
diero a gal, todo avallado por 2001, penhora-
dosa Joao Duarto Miginario, por execugao da
Antonio Pedro Martios, para pagamento de ala-
gela de casa.
No dia 1* de abril as 10 horas do dia Anda
a audiencia do Illm. Sr. juiz de par do primeiro
districto do Recife, tem de ir em praga os mo-
vis seguiotet; aa sof, doui caniolor, urna ca-
ma de armacao, cioco cadeiras todo de amaiel-
lo, dous babs sendo m de {landres e outro de
couro e ama meta de pinho, cujot bena vao a
praga por execucao que move Joio Francisco
Marques contra Mara da Cooceigio Mello, por
ser a ultima praga.

Saques sobre Portugal.
O abaixo assigoado agente do Banco
Mercantil Portueuie noala cidade, saca
effectivamente por todos os paquetes so-
bre o mesmo Banco para o Porto e Lis-
boa, por qualquer soturna avista e a pra- ]
zo, podeodo Iqgo os saques a prazo serem 8
descontados no mesmo Banco, na razao tt
de 4 por canto ao anno aoa portadores M
que assim Ihe convier : oaa ras do Cres- *K
po n. 8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim di Silva Castro. St
Mmmmmmti mmmmmm
rurlaram um ci vallo ruco, carnudo, capa-
do, eom pintea amarellaa, cabaoo, cascos pretos,
com urna baixa as coatellas, ripado, com a cau-
da curta, mancha vermelha no queixo, com urna
pisadura na coslella miodinha qae nunca nasceu
caballo, cujo cavallo ferrado nos qaartos e no
queixo : quem o achsr entregue na prensa de
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo, que ser grati-
ficado, ou em Pedra Tapada, no lugar Capella de
S. Vicente a Jos Belarmino de Assumpcao, seu
legitimo dono.
Joao da Cur.ha Lobo Jnior faz publico que
o bilhete n. 7,47 da ." parte da l.0 lotera em be-
neficio do Gymnanio Pernambucano (3.a conces-
sao) Ihe perteoce.
Joaquim oogalvea Torres da Costa ret-
ra-se para fra do imperio, levando em sua
compaohiadous lhos de menor idade.
Aloga-se o primeiro andar do sobrado da
ra da Penba n.29 : quemo pretender dirija-se
ao visinho loja de surrador.
Recebe-se roupa para lavar e eogommar,
tambera para eogommar somonte, oor precos
muite mdicos, mandndose buscar e entregar
ora casa de seus donos : quem precisar desae ser-
vido.procure na Boa-vista, rus do Deatino n. 20,
ou aonuncie.
Deiappareceu hontem por rolla das 11 ho-
ras do dia, iodo compras, um menino de nome
Faustioo, braneo, cabellos louros, natural da pro-
vincia da Parahiba, o qual bastante ladioo, e
muito adi : quem o pegar ou delle tiver noti-
cia, dignaodo-ae levar ra Augusta n. 69, dar-
se-ka alguma gratiQcagao.
O escrivo do commercio Manoel de Car-
valho Paes do Andrade, deseja que o senhor da
taberna do becco do antigo porto das canoas do
Recife declare qual o negocio de seu interesse,
como diz em seu annuncio estampado no fim da
quarta columna, da quarla pagina deste Diario oo
dia 38 do correte.
Um rapaz que tem pratica de eaiieiro, olle-
rece-se para urna arrumago de cobranee ou ar-
oaazem, prometi empregar toda aclividade no
desempenho de seu dever : a pessos que delle
se quizer ulilisar, dirija-se a ra Nova de Santa
Rita n. 4, ou anouacie por esta folha.
No aterro da Boa-vista n. 63 se dir quem d
dinbeiro a juros sobre penhores de onro em quan-
tias pequeas.
Aatooio Alves Leite retirs-se para a Eu-
ropa.
No largo da Asaembla n. 16, preciss-ae de
um bom ozinheiro ; tambem na mesma se pre-
cisa de um moleque para conduzir taboleiros e
tazer o mala servi;o de casa.
Aluga-se urna mulata por prego commodo,
de 18 annos, propria para andar com criaugas:
quem pretender dirija-se a loja de funileiro da
ra da Aurora n, 2.
Aluga-se orna n asa de pedra e cal eaiada
o pintada, com sala na frente e atrs, um quar-
to, eozioba fra, copiar e quintal, por StfOOO
mensaes, na Torre : a tratar no mesmo lugar na
taberna do Caneca.
Aloga-se ama casa na Torre com duas sa-
las, tres quartos, cozioha fra, copiar, bom quin-
tal com arvoredos, por 160000 manases : a tra-
tar no mesmo lugar na taberna do CaDeca.
Theannualmeeting of Brittsh Residenta ita :Jnio Antonio Coelho saiurrmiAr isfasW i
cordance with the AC. 6 Geo. IV na. .. ^^^2*1** j***. .J-
blico, qae ae mudo da ra eitreira- do Rosario
Pra a do Imperador n. 69, aoode pode ser pro-
curado para saBgraT, -tirar denteV, Oa limparo*
calcar os mesmos, para applicar ventosas e bi-
chas, tudo ce' perfeicio e d*lica4eza, e Uaabam
se a.lugam e. vendem-se excellentaa bichas .de
lamburgo, as-oelhores qae be rWbettsd. '' \
Precisa-se de um ama paracosinhar e oom-
prat- AtWoa-dd Impetiddr, n. 37, sVgsJdoV-
dar, entrada I diralta.
- ou escrava qae
esteja prompta a fazer qualquer servigo, e sejs
fiel e de bom comportamento psga-se bem na
rna do Crespo o. 26 primeira andar ou ra do
Crespo n. 2 escrptorio.
Precisa-se de um cacroceiro na ra dea
Pescadores podara n. 1 e 3.
Precisa-se de um foroeiro queontsnda per-
fectamente de seu efficio, paga-se bem ; oa pada-
ria de Santo Amaro.
Preciaa-se arrendar um sitio qae tenhs
proporgoes para plantar-se cnplm e ter-se algu-
maa vaccas, preferindo-se para as bandas dos
Afgados ou outro lugar que nao diste muito
deata cidade : oa ra da Cadeia do Recife o. 50,
loja.
A abaixo assigoada moradora na raa da
Santa Craz n. 4, viuva de Joio Seagio Cexar de
Andrade Mello, declara ao respeitavel publico
que, alm da anouociante, nlugoem mala da fa-
milia de seu finado marido sabe o remedio con-
tra a hydrophobia empregado pelo dito seu fal-
lecido marido sempre com feliz resultado. As-
sim, pois, quem precisar curar-ao deste terrivel
mal e quizer aproveitar-se desee remedio, que
sempre esteve em segredo duraote a vida de seu
marido, e so fot revelado a annunciaote, pode
procura-la em casa de sua residencia onde con-
seguir salvar-se deata borrivel moleatia. Re-
cite 22 de margo de 1862.
Maria Juliana Lopes de Miranda.
Preciaa-se de um criado para o arrvico bai-
xo ; na roa da Aurora n. 50.
Saca-se sobre Lisboa e Porto, na raa do
Vigario d. 9, primeiro andar, escriptorlo de Car-
valho, Nogueira & C
. 15^000,
Aluga-se um sitio pequeo com casa de viven-
da e cacimba de agua de beber, tendo a casa 3
quartos, 1 solao, 2 salas, cozioha fofa e copiar
por 130 mensaei, em Santo Amaro, aitio em qae
mataram o^frade.
6,0000.
Aluga-ae em Santo Amaro, caminbo do Cam-
po Grande, urna casa cootendo 1 sala, 2 qaartos,
1 pequeo quintal, e com agua de beber, por 69
Aluga-ae o segundo andar na ra da San-
zalla Velha a trotar na loja do mesmo o. 48.
Ama de leite.
Precisa-so de urna mulber aem filho para ama-
mentar urna crianza de dous mozos, paga-se bem:
a tratar na pra do Cerpo Santo o. 19.
Precisa-te de urna ama forra ou
captiva que cosinhe e engomme para
urna pequea familia : na ra da Cruz
n. 45, armazem*
Precisa-se
De um coaioheiro e urna cosinheira livre ou
escravos, tambem precisa-se alugar um escravo
idose para servicos de casa e ra : no deposito
do laboratorio de lavjgem no pateo do Carmo
junto a casa de banhoa.
Anda se precisa de um criado de 12 a 14
annos, que seja fiel, para compras, etc., de casa
de pouca familia : quem assim estiver habilita-
do, dirija-se a rna de S. Pranciaco, sobrado n. 8.
Na travessa da ra das Gruzes n
2, paimeiro andar, tinge se para todas
as cores com presteza e commodo preco.
Urna casa estrangeira de pouca familia pre-
cisa de um costnheiro ou cosinheira forra ou es-
cravo, comanlo que seja perito no seu officio: a
tratar na ra do Trapiche n. 36.
Auna,
Precisa-se de urna ama que saiba cozinbar
bem : na raa Nova n. 47.
Tem chegad umariea peca de msica pa-
ra piaoo, muito aentimeotal, intitulada a dor
extrema da naci portagueza, offerecida aua
mageatade fidelisaima D. Louiz 1." rei de Portu-
gal : vende-ae na casa de A. Detonen, reloeiro,
ra Nova o. 22
Aluga-se a loja do aobrado n. 33, sito na
ra da Praia de Santa Rita : a tratar na ra da
Cadeia n. 62, segundo andar.
Precisa-se fallar ao Sr. Ignacio
Ferreira Mendes GuimarSes, que mo*
rou na ra da Conceicao da Boa-Vista :
nesta typographia.
(Merece-se para eaiieiro de taberna um ra
paz que tem pratica, e d coohecimenfo de sua
conducta : na ra Direita n. 84.
Aluga-ae urna si I a com alcova em um pri-
meiro andar na ra da Cadeia do Recife n. 13,
proprio para estriptorio : a tratar na mesma casa
' Aluga-se urna esas terrea na travesea dos
Quarteia, ouu'ora ra de Sao Bom Jess das
Crioulas : trata-se na ra Direita n.8.
41(60(20
aceordance with Ihe Act. 6 Geo. IV cap 87 will
be held atthia office oo Thursday next the2nd.
instaot al Noon for the Election of Irustees of
the Brllish Episcopal Church, Hospital, and Ce
.metery and for the Despalch of the Business re-
lating to those Establisbmentfl.
Britiab, eonaulate,
Pernambuco, march 27 IbtV 1861.
G. Lennon Hunt.
n. B Ms. coniftl.

Precisa-se de urna ama para engommsr e
lavar uto para duas pessois : quem quizer diri-
eTlde"tt* p***^'B' 57* f,M-to de
Quem precisar de um eaiieiro qae tem pra-
tica de taberna e qe,sIIf:tbeelaepVo,do sua
depotUo"; j"'e rU' ^"WnrcS;.
> RuadaiVodantfifc u^ jt
po^m-w 8Er"pret0 p,r" ,^T5<, Mter-
&M&
Aoirin; Frstbao, S.oto ff, ******)&.*
MU* .airaarc* - Honorio odfifuef /roke aegu para q Rio
dt Janeiro.

(I
l0*S?ya,_e 1u,,ro differentes "obras
V f *,to*P *'oe aeus astumptov"
!?!?^??fc?/*,Mrt **rB. em portaojam.
em
Vendem-se b
,800 rs.. pulseir
&0O|M^. MSM em JngJe,; o* ra do Roogal;. 2 e 4. teao
'**"' a
_. Compra-ae ama carroca para cavallo at
m i^SrS"1"*1: W ^.rMMncie par.
" A ->
^D0,^lUD*cetinheira e soffrlvel engra-
na raa da Palma n. 74.
madeira
6 na % dq pava, ra
dalmperatrizn.60,
de Gama Silva,
Vende-ae baratsimo por ser tempo de qua-
resma as lateadas soenintes :
mente enfeitados eom franjas largas os
mota modernoa que tem vindo a 301000
Modernisslmoa enteites pretos a turca e
Ganbaldi BtOOO
Ditoa meis simples a -2J000
Ditoa de vidrllbo muito modernos a l$00
Chales pretos de merino bordadoe com
I29OOO
Precise-se de urna ama forra ou captiva para
todo o servico de casa de urna pesaos : a tratar
a ra das Larangeiras n. 5, primeiro andar,
Precias-ae de um bomem casado que tenha
pouca familia para eoainar latim, francez e por-
tuguez n'um eogenho distante desta praca 6 le-
C: quem pretender dirija-so i botica do Sr.
.m de Almeida Pinto na ra dos Qaartaia n.
10, que achara com quem tratar. >
Aluga-ae urna aala para escrptorio ou ra*
paz solteiro, na ra da Cruz n. 18, segando an-
dar : a tratar no terceiro andar do mesmo.
O abaixo aaaignado declera que nada devo nes-
ta praga, porm se alguem se julgar seu credor
aprsente ana conta 00 prazo do 3 dias para ser
pago, e findo este sao aa alleoderi a conta al-
gama : na ra do Livramento n. 17. ..'
Antonio de Paiva Fe rira.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite forra aem cria:
a tratar oa leja de chapeos do Mala rmeos, ao
arco da Santo Antonio. k
Atiene o a brincaileira.
0 abaixo assigoado pedo aos Srs. pasugeiros
do trem de volta do camioho de Gameleira, que
saltaram na Eacada.e que compraram diversos g-
neros de comida na taberna do meamo aba>xo
assigoado, hajam de ir oaarar oars nao tarem o """ "T". Z "wv lar-
>i...
Ditoa de fitpreto malto fino a
Groadenaples pretos fazends muito en-
cprpada a 19500, i|600,1#800, 2g e
Saria preta heopaobola, covade a
Melas de soda pretas para senhora a '
pitea de la e de laia para padrea a
Lavas de relroz bardadas com vidrilho e
sem vidrilho a 500 rs. a
Dita* pretas lisas de seda muito Boa o
Alpacas pretas multo finas a 560, 640,
Do Mo dio-se amoatras.com penhor : u
da Imperatriz n.60, loja e armazem de Gama
311 T. .
Pannos pretosecasemiras
Na loja do PavSo.
Vende-se panno prel mnit boa fazenda a
11600,1800 e 2 o corado, e dito que val 8 a
4*500 o corado, casemiras pretaa entestadas a
39, 392OO e 39500 o corte, ditas de ma so lar-
3JO00
S|500
29OOO
19000
19&00
640
640
I9OOO
na ra
&
Loja d%beija
Queima
poa de segurar
de obreiss de c
Imitando tartar
eata folha, pois dovem-se lembrar qae
mesma eatacio aa gatiaram do que fizeram.
UmbelinoBindeira de Mello.
oa
palmos de largura a"3| "o covado : na ra da Im-
peratriz o. 60, loja o armazem de Gama & Silva.
|ro a 40O,
r., baode
ra. a duzi
800 rs., ot-
ra.. penles;vlrodoa
virados a 7S0, 8CWe"90 r!,X>toes de metal pa-
ra caiga s 400 rs.. ditos de ac a 240 a groza. al-
finetea pretos a 640.
Loja do be'ja-flor da ra do
,|R|D|i.r63.
Vendljin-ae franjes e trancas, fitsa de vellu._
prelo para a nuaresma, raais modoraas qae ha no
mercado, e maie barato que em outra qualquer .
paite. r r
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n 63.
^od^*'.%lir,,b9rd,<1V a 700, 800, 15 e 15200 tia.
Loja do beija-lor da ra d o
-Oueimado nr. 63.
VeBdam-se facas Bnas, cabo do balaco de 2
botoea a 68800. ditas para doca a 58800. ditas de
um bollo a 6|200, ditas para doce a 59200, ditaa
ditas rodea a 39 a dozia. '
Loja do beija flor da ra do
Queimado d. 63.
Vendem-se filas de seda propria para de-
brm de vestido preto, dita branca de linhs, fitas
ae seda de 5 dedos de largura com pinta de mo-
to a 320, ditaa limpas a 640, 800 e i$.
Loja do beija-flop da ra do
Queimado n* 63.
Vendem-aegravataa pretaa de setim a 19, ditaa
estrelles a 19, ditas a 800 rs., pennas de ac de
langa, 500, a 720, ditaa de maozioha a 800 rs.
Loja do beija-fior da ra do
Queimado n. 63.
Vende se papel em caixinhas de diversas cores
a 19 e 640, braneo pautado a 800 rs., anvelopes
de cores a 800 rs brancoa a 19, reama de papel
de quadrinhos a 49700, ainlo encarnado a 440,
dita azul a 320,
Rap fresco.
Rap Paulo Cordeiro a 1J60O a libra, dito meu-
ron a 180(0, dito Liaboa a 29700, dito gasse groa-
so e mcio gresso a 196OO, dito gasse fino a 19280:
na loja do rival aem igaal, ra larga do Rosario
numero 36.
rs.
rs.
a 900 rs. a
.TT_.Eo_ga,_m.a"efbrVto"doqu"e"m outra Sedas de (juadriohos a 720 rs.
qualquer parte : no Pocinbo da Paela n. 25.
ATTENCAO.
O abaixo assigoado fas ocenle a seas credores
que no prazo de tres disa bajara de aprsente as !
suas contas em seu deposito no pateo do Carmo
n. 43, para serem pegos em transaego de letraa
que tem aaaigoadas por occasiio ie venda do '
mesmo estabelecimeoto. Recife 27 de marco de
1862.Francisco Cosario Braceo.
Joaquim Simos, subdito portuguoz, vai a
Europa tratar de sua aaude.
Jos Hartios Fernandos, subdito portuguez.
vai ao Rio do Janeiro.
Joao Goocalves de Carvalho, subdito portu-
guez, vai oo Rio de Janeiro.
Aeho-se justa o contratada a venda da casa
terrea e 4 mei-aguaa na ra Imperial o. : quem
tiver algum embarazo o oppor, anouacie por este
Diario.
Porque razao
ae ha de consentir que urna pleiado de Gui
atraveaae as ras com suas saias a balea corren-
do osacougues. parando as tabernas, e descan-
sando oas quitandas, atropelando a todos com
urna asmla piro a feeta dos Proceres ?
Ne lera osea casa de Dos muitas casas que
rendam o suficiente poro a grande feata ?
Dizom queeim,
E quem tem culpa do ver um ebristie esse es-
pectculo to deprtenlo ?
Nao lenbam presea que eu logo digo.
O frade.
Raphael Archaojo Galvio PiKppe Vieira
da Costa, tendo de retirar-se no vapor que hoje
segu para o Rio de Janeiro, e nao podeodo ter a
honra de despedir-se pessoalmeote doa aenhores
empregados e pessoes que os visitsrsm e obse-
quiaram nesta cidade, pedem-lhes hajam de des- '
culpar eata falta iovoluotaria, aceitando ao deape-
didas que ora fazem por meio do preeeote, e a
expresso do seu agradecimento pelos obsequios
recebidos, na certeza de que na curte aguardam
aseuas ordens que cumprtro cora salisfaco. i
., 0 oboixo oaatanodo previne oo Sr. Joaquim
Ugolino da Silva Fragoso, arrematante da casa
da ra dos Pescadores n. 11, perlencente Santa
Casa da Misercordta, que s ae responsabiliza
pelos alugueis at o fim deate mez. Recife 29
de margo de 1862.
Sabioo Bruno do Rosario.
Veaeravelordem terceira de!
S. Francisco Em virtude do coavilo da irmandade do Senbor
Bom Jeauo dos Passos, o abaixo ossignodo oon- ,
vida aos seus cbarsaimos irmaos a comparece- '
rem no dia 4 de abril prximo futuro, pelas 2
horas da larde, paramentados de aeus hbitos,
na igrja de nossa ordem. ana de encorporadoa
acompaobar a procissSo do mesmo Senhor que
tem de 8*ir do convento de N. S. do Carmo.
Secretara 28 de margo de 1862.
Luis Manoel Rodrigues Valenga.
Na loja do Pavao na ra da Im-
peratriz n. 60.
Vende-se muito delicadas sedas de quadrinhos
o 720 rs. o covado: na ra da Imperatriz loja e
armazem de Gamo & Silva. *
Chales.
Grande pechincha na loja do Pavao.
Vende-ae os mais ricos chales com poota re-
donda e bolotas, tendo as barrao de velludo ou as-
aetinadas. imitando as capiohas mais modernas,
pelo baratiaaimo preco de 495OO cada um e ditos
de quatro pontas a 48500, ditos a Garibaldina
sendo muito grandes a 5 : na raa da Imperatriz
n. 60, loja do Pavio de Gamo & Silva.
Brilhantinas americanas.
Vende-se brilhantinas americano cam lindis-
simae cores sendo fszenda inteiramente nova e
moderno de 4 1|2 palmoo de largura a 400 rs. o
covado : na ra da Imperotriz n. 60, loja e ar-
mazem de Gama & Silva. -
Espartilhos a 3,500.
Vende-se espartilhos inglezes que sao os me-
mores pelo diminuto preco de 39500 cada um :
na ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem do
P*ao, de Gama & Silvo.
Para meninos a 4#500 rs
Vende-se vestldinBoa de seda para meninas e
ditosjde fustao qara meninos muito bom enfei-
tados pelo baratissimo prego de 49500 cada um :
na ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem do
Pavao.
Madapolo a 3$.
Vende-se pega de madapolo entestado com
14 lentas a 3a a pego : na ra da Imperatriz n.
oO, loja e armazem do Pavao,
Gorguro de linho a 280 rs.
Vende-se gorguro de linho de quadrinhos e
mesclsdos propros paro senhorss e roapss de
meninos e meninas a 280 ra. o covado : na roa
da Imperatriz n. 60, loja do Pavio, de Gama &
Silv*i,
Grande pechincha em cortes
de vestidos na loja do Pavao.
Vende-se finissimoo cortes de combroia bron-
co bordados com i babados grandes e de duas
oaias pelo baratiasimo prtgo de 49. ditos de cam-
braia.de seda com babados bordados a 49500, di
tos de phaotasia fazenda que sempre se vendeu
por 129 pelo baratissimo prego de 69 cada nm -
na ra da Imperotriz n. 60 loja e armazem do
Pavao, de Gama & Silva.
Cambraias de carocinhos
S no Pavao.
Vende-se nissimos cortes de cambraia branca
com carociohos broncos e de cores tendo cada
[pega 8 li2 varas a 49 a pego : no na di Impe-
-se dinbeiro o premio'sobrepenhores de ou-'i's'f W' l0ja e "m"em do ***. Je Gamo
na ra do Gueimado n. 45. >, .
Cambraias adamascadas.
Vende-se cambraias adamascadas fazenda mo-
dergioeimas para vestidos a 49 a pega: na loja
do Povo ru da Imperatriz, n. 60, de Gama &
Silva. **
Vestidos a 3#000 e 2#500
Vende-se cortes de vestidos brancos com bar-
r" b,ak n. 60, loja o armazem do Pavo, de Gamo 4
Silva. .
Saias bordadas a 2#500.
Vende-se saias bordadas muilo bonitas a 21500
cada urna : no tua do Imperotriz o. 60, loja do
Pavao, de Gama dr Silva. '
BalOes.do Pavao.
_ Vende-se bales de bramante francez com ar-
cos aodo os que tem melhor armago pelo di-
K-i- P^go de 39 c 39500: na ra da Impero-
tdr 0, loja e armazem do Pevio, de Gamo
Saias com arcos de linho.
Vende-se as acreditadas saias com arcos de li-
nho que fazem oo vozea do balo a 3{100 e a 49
cada urna, eata fazenda s ha no loja do Pavao;
Caixinhas e cabazes para
presentes de meuiaas.
Muito lindo sorlimeoto de caixinhas e cabazes
psra as meninas trazerem no brago peloa dimi-
nutos pregos de 320 a 29500 cada urna : na loja
da victoria na ra do Queimado n. 75. junto a
loja de cero.
Quadros de moldura dou-
rada e preta.
Lindos quadros de moldura dourada e preta
com estampas a 49500 cada um: na loja da vic-
toria na ra do Queimado n. 75, junto a leja de
cera.
Vende-se um corro de 4 rodas novo, rece-
ido ltimamente de Franga, todo forrado de se-
da, com os competentes arreios prstiodos, obro
de muito bom gosto, oendo este calecbe o malo
bonito que boje existe nesta cidade ; a tratar no
ru do Tropiche n. 14, primeiro andar.
Cambraias.
Vendem-se cambraias de cores
elegantes desenhos a 280 e 320 rs
raa da Imperatriz, loja n. SO.
Oliados.
Vendem-se oliados pintados de lindas vistas e
paiaagens, larguras de 6, 7, 8 e 9 palmos, pro-
pros psra mesas de jantar a 1% o covado : na
ra da Imperatriz, loja n. 20.
uval sem igual.
Bom sor ti ment.
Pentes de massa Anos lisos a 500 rs ditos dou-
relos a 19280, carreteis de retroz muito bom a
320, escovas para cabello muito boas a 800 e 19
cartas de alfioetes de latao a 80,100, 120 e 140
escovas para unhas a 320 e 500 rs., linha de car-
oft0 de ior e Dr,nca 3 "., novelloo do gaz o
30 rs., fitas de velludo de cor e preta de 120 a
1|: na ra larga do Rosario, loja de Pedro Ti-
noco n. 36.
Na ra do Queimado n.75jun
toal VENDE MUTO BARATO.
Clcheles Trnceles boos em carto a 40
O cartao.
Alflnetes francezee cabega chata a 120
Papeiacomceaiee tantos alflnetes a 40 rs.
aOrh.MTCl0r"em wUr* 00 jardos
Ditas de 200 judas de Alexsoler
apata
ro.^carfel00 J,rd" br,DCM < >. a 30
40Dr oraK0 V *- W? b"BMi 6 "'" '
Ditos de miada do peso verflodeiros o 240 ra
o miads. ''
Ditas de dita cabega branca o emearnoda a
Grampos muito boas s 40 e SO rs. o maco.
EoOadores braocos de algodlo e linbo a 60 e
ow rs.
Carteirinhas com sortimento de aguilita a
Phosphoros do gaz mullo boos a 220 ra. a duzia.
pilos em cofia de folha o 100 ro. que a o
caixa val o dinheiro.
Ditoa de seguraogo porque evita incendio a.
10U rs. o caixa.
rranjaa de borlote pora cortinado o 49200 a
pega.
Dilao sem ser de borlote a 298OO a peca.
Ditas estreita brancaa e de cores a 120 rs. a
VsssTcVj
Pdtoba de baleia para alisar a 240, 280, 3z0 a
Camisas de soeia finas a 700 rs.
Capellas e ramos para noivaa a 49500.
tnfeitea de flores muito lindos a 4/.
Caivetes finos de duas foibas para pena a
Ditoa de urna folha a 120 rs.
Agulhas francesas o melhor possirel a 240 rs.
V C81X8.
Eofeites modernos para senhora a 59
Meias para homem a 140, 160, 200, 240
rs. o par.
Ditas para senhora o 240,280,320 e 400 rs. o
ptir*
Ditas para menina e menino a 160, 200 e 240
rs. o par.
Fitas de linho a 40, 50 e 60 rs. a pego.
velo CrXel n0Te'08 8ndeo o 320 rs. o no-
Eoulras muitas miudezas que se vende muito
Daralo.
e 6f.
e280
para a quaresma.
Bicos corles de vestidos pretos bordados a vel-
ludo, prego 80 para acabar: na ra doQueimo-
Nao ha quem venda pelos
Attencao.
jire
rd ou brilbanlee
Na taberna n.4 ao becco do amigo porto das
canoas no Reetfe, precisa-ae fallar a negocio de
interesse com oa Srs. Leonel de Souza Machado,
Manoel de Carvalho Paes de Andrade. morador
". su*.iM?' .,0^'l? Jo, de Carvalho Cabrei-
ra o Bazilio Luiz Coelbo.
Imperial iostituto de N. S. do
Bom Conselho.
No dio 2 de abril prximo ser oberto o curso
de geometra, phllosohia, geographia e rhelori-
ca. as horas sao convenientes oos esludan les do
colleg,o das artos. Os profesaos, sao os^eABLOo
do curso dos fenos. ""TT
- No dio 8 de abril, floda a audidncio do Sr.
Dr. j.iz municipal do !. ,.r., ,er arrematado
por execucao de Francisco da Cuobi Araujo pi-
p?I?.C*-I! -0 her.deiro de Marcelino Antonio
Pereira, doas cosas terroso no 143 144 lio ru
dos Cinco Pontaa, avallada urna por 2:500
tra por2:7009, eacrivao Santos.
de bonitos
o covado : na
Chapeos de sol
Queimado n. 44.
60.
de panno a 640 : oa ra do
Gasa para alugar em
Oiiflda.

Traspassa-ae o arrendamento da casa de um
andar no principio da ra de S. Bento em Olin-
ds com bons commodos psaa urna familia, epor
proco multo cnunodo : o trotar com Manoel Al-
res Guerro, no rao do Trapiche n. 14.
Noiftt Irmaos. pe-
den o saus devedores que se 00 praz d oito
dlaa po. Uverem saldado suas conta, serio
P?W1, w. meios judicloef. ^"-'
> Aluga-ae urna casa na PassgamdaraTds-
leua junto a ponte ronde, com 2 salas. 6 quar-
?,f'a0Ke ?*, Wr. iqmta* todo murado.
tendereni dlryoin-se ra pireta u. 3.
*- mcioo-s%alugar|um"nP>9Jieo,u sirva oa-
ro recodos, compras, e iilroo orvlgoo detlnja
Casa de tamUio. paga-se bem agradando : a tro-
Urna ra d^nroro o. T pagando onda.
compras.
'^Cofcara'm-se as'oros WBlet
ft; p*rt*doiIw|el i. W.'
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Paler dt C,
rus do Vigario n. 3, um bello sortimento de
relogios de ouro, potente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
urna varielade de bonitos trancellins para es
mesmos.
Malas para viagem
Vendem-se malas para viagem, de qualidade
mediana, e tambem da melhor qualidade que se
fazem na Europa : na ra da Cadeia n. 36, arma-
zem de Augusto C. de Abreu.
Vende-se um ptimo moleque de idade de
16 annos, o urna escrava de idade de 25 annos
que cozinhs bem o diario de urna casa : na ru
Direita n. 3.
Charutos da Havana.
Vendem-se charutos da Havana d
superior qualidade em casa de N. O.
Bieber & C. successores, ra da Cruz
n. 4.
Obras de metal prateado.
Em casa de N. O. Bieber & C. succes-
sores, vendem-se apparelhos completos
para almoco, porta licores, garfos, fa
cas, colheres para cbe sopa, galhetei-
ros, copos e outros muitos objectos des-
te bem conhecido metal, pela sua boa
qualidaie e duracaq : na ra da Cruz
n. 4.
O ether sulfrico
precos,
Viado,
n 8.
s na loja do
na ra Nova,
Et vendendo luvas
o melhor que se pode
de torga]
encontrar
de relroz sem serem bor-
Luvas tambem
dadas a .
Ditas ditas de dito para meninas a '. .
Ditas ditas de seda para ditas a .
Ditas ditas de dita para senhora a .
Ditas ditas de dita bordadas para senho-
ra a ............
Ditas ditas de seda de todas as cores a '.
com vidrilho
em bordados
800
640
500
500
1I00O
19600
19600
Trancas e franjan pretas.
Mu delicadas trangas de seda preta com vidri-
lho sendo de todas aa larguras, de 320 a 500 a
vara ; franjaa de seda com vidrilho e sem elle
de 320 a 500 ; bicos pretos de todas as larguras,
tanto com vidrilho como sem elle, por baratis-
simo prego, e outros muitos objettos para qua-
reama, que a visto dos compradores nao se en-
geito dinheiro.
Facam fogo no viado.
Seda lavrada a melhor que se pode encontrar
de bom e delicados goslos, que a viata do preco
nao ha quem deixe de fazer um rico vestido pre-
lo para quaresma, pois, a prove tem a occasiD.
poia quem nao flzer agora, nao faz lio cedo ;
esta loja Oca bem conhecido, por Acor bem coo-
jrooato o eomboa do Carmo, e ter oviadopin-
tado.
Aos fabricantes de velas.
O antigo deposito de cera de carnauba e sebo
em pao e em velas, eatabelecido no largo da As-
sembla n.9, mudou-se para a ru do Madre de
leos n 28, quasi defroute da igreja, onde conti-
nua a haver um completo sortimento daque'.les
gneros, que se vendempor pregos razoaveis.
-&es ese *(
Srs, acadmicos]

1
caao umo, ou losando so bs no iojo do Povio: -ww
rus da Imperotriz n. 60, loja o armazem de Ga- e garrafas : vende se na ra da Cruz
ma A Silva. 1 ____ .1 /v 1

- %
loja
_____
1 y 1
de Boca-
ma S Silva.
Indianas a 240 rs.
A ultima hora acaba de chegar
do Pavao.
Esta -fAenda inteirrmente-nofs de qtoritrhos
imitando,aasedas, tazando muito eocerpada o
de ores'oeTTcodo proptlS poli- vestidos de t-
hora e roupos paro,punaos e meninas pelo di-
minuto prego.de a40rT o 'cotdo'! na loja do
Pavao rea da Imperatriz n. 60i doGamiafeflva.
- Verlde-se amo eaeravo de bonito ligara e
moga, roe engomma ts cose perfitamente : a
qaem qufter cdhprar'te dir o mltvo da venl:
aa ra da Cadeia Velha n 35.
o j.itid
,'
As najas aovas do mercado a 2f o-*io eom
amo arrobo e 8 libras ; oo largo, do Carmo i*. 9r
ewooaCrazeso.36, ,, ,A"
OhJquepechiocha
^Vende-se Pallor(SUe> foliados fino, para
dobfert msssa* oto 40*80010bao pe 4* r. io
rna da Imperatriz loja do Arara d. 56. W -o wl
succes-
n. 4, casa de N. O. Bieber & C.
sores.
O' qae pe-
chincha.
' r,
Na rus do Queimado n. 39, loja de 4 portas,
vendem-se corteado veotidos de seda pretos e do
cores, pelo diminuto prego de 209 cada corte ;
elle, antes qae se acaben). ''^r:
Manteletes de fil.
Vendem-.se os mais modernos manteletes de
isoadoaootO
loj
Noacedtem, vao ver.
Vendem-se factos completos de supe- (Si
% rior cssemira decores escuras viudos de
Ioglaterra em direilura para s bem co-
nhecida loja de Guimaraes & Villar: na
H ra do Crespo n. 17.
9i)9iiSOft
Vende-se um ptimo moleque de idade
annos e urna escrava de idade 25 annos, cosinha
bem o diario : n ra Direita n. 3.
Vende se o melhor peixe enguia em latas
de l'e 2 libras, pelo fabricante Thomaz Kinght a
500 rs. a libra : em casa de James Crabtree&C.,
ra da Cruz n. 42.
Vende-se urna escrava cabra, de idade 21
a 23 annos, a qual cose, faz labyrintho e cozinha
o diario de urna casa : quem a pretender, dirja-
se o traverso da ra das Cruzcs, loja de colgado
numero 4.
Fumo de Garanhuns.
Vende-se fumo de Garanhuns muito bom ; na
eomboa do Carmo n. 10 a 19 o libra, e em por-
gao se fsr abstimeoto.
Ricos manteletes de vel-
ludo bordados.
Na ra do Queimado, loja o. 18, de Manoel R-
beiro de Carvalho, vendem-se ricos manteletes
de velludo bordados, ditos de grosdeoaple cora
ricas franjas eguaroigio.de vidrilho por diminu-
to prego, asaim como grande aortimento de groa-
denaples pretoa de todas as quolidodes, prootios
poro o quareama. *
Agua ambreada
para banhos do rosto e do*
corpo.
A loja d'oguia brinca ocobo de roeeber -nova
remeasa da proveitosa e mui procurada agua
ambreada, cujos bons effeitos de refrescar a eu-s
lis, tirar o ardo que deixa o novalha quondo 3*
faz a barba e acabar o mo balito nrovonienta
do transpirar aio j bem conhecidos, assim co-
mo as senhoras por nao andarem oo sol fo*.
conservar pareitameoteobriH do rosto. Alo-
dos quantos tem usado d'sgua ambreada nao sao
estroohoa essa* Seiios e lies Wtf tmdo mal
conhecidos por aquelles que munidos de 1 aa
dirigirem a loja d'aguia bronca rus do Qflims-
do n. 16, onde nicamente se vende
^K~rly*0^e, ,n'^e8ue* le Ipojuta 4 eoge-
nho Diamante, todo bem montado, com casa de*
nvooda, sema la, olaria. djstacoo, Uribaria,-
timo vapor: na ra da Imperotriz
srsaazatauta,*aTo, d QMaa SH
> ~ Vende-se por prego commodo 100 pares de
Pedrs .de rneinho: no taafjsoht
psmos, o. f
do w do
dl'.j ... a
mv, Bjbtribaria.
;">. ...- caoao para4avradores, tudo de uolo ecaL mo.
i prelo em modelo de capas chogadoa pota al- d'agua e m.iy ,. a, ^ ,con ierra*
, tudo d imlo e
0 pakS ai louome
ifcripsm maloo,.; q
oo di Ir-seaomoa!
nbci tratar oeo-o ^roprieU/io, cu ne Ra^ife com
ft Wsb. Sr, cQiM|d*dor Lemos JOoior.,
da
mente, com.
_r mataa,: quen'i)f>-
!r-se m maaiaio^enge-
\JI Tllll A T\



- __
-^.
Dimtfit+^iMv&iUHtmyuik ****?> Wwt
.



ARMAZElrl PROG
Francisco Fernandes Duarte
largo da Penha
Ra da Secmllftltota n. 42
Tande-a* em casa de S. P. Jonhstpn. *fc.
sollios .silb^iagl^, nrtw *<***
hiimijii. lanas Ugltca, fe davala,
paM carros o moaiavia, arreios pera car mi de
um a doas eavallus, 6 relogios de onro patente
h^JKBMi.
a

o que ha da bom oeste genero a 1*000, 1 libra e em porcio ae
Vende-se neste arraazem de moihados os melhores -gtv
oeroi qaa vera a este mercado e por menos 5 a 10 por casto do qu en outra qaalquer parto,
goraiitindo-s8 boa qualidade, por iao rogvsfl a todoa oa Sra. da prac,, de engenho elavraderes o
favor de mandaren auas encommendas ao axmaxem Prograaao, m da ratea a difereoca de
preco a qualidade que fai, ae fossem comprado* em outra qualquer parle.
Hla\*Veiga ngleA de ptBBeira quai(ia(je soo e 1*000 a libra, em barril ae far
abatlmento.
m. nAMfca irmnetiza amai3 nara,64#Mm,llbntn ^^or..
vofe aysson0maisiuperorquehl n0mtteti0afeoo 2*500,.
Ijlia VVUXVU1 DlitaBjo a peroIi feU $ua ,Up.,roridade a 3*000. 2*600 a libra.
v lio. previ) qnico, para os doentes que se tratam com a homeopathia a 1*500 a libra.
V la*\) O raiOcheged0l aeM .itimo fapor a.2#800, ditos chgadoi no ultimo
navio a 2*500
Qni)*s Voudrinos
faz abatimeolo.
VUei0 pralO 0 mtia 8aperior qu lem odo a este mercado a 1*100 a libra.
Pregunto ingle* para fiambfeffllil0Mimsilll9i 6 ,B pot.
cao se far abatimento.
Cj Ste\et*8 agleZaS proprM para flambre a too re. a libra e em porco a 700 rs.
pT'niuiito A* reino de laptrior qB,Hdide, m Tl t ,ibr, elQtelr<)| a 440 .
caanle 0 ra(,|hor oelisco jue pode haver por estar prompto a toda a hora al* a libra, e
era porco a 900 rs.
T ouia\a do reino mail0 O0T0 a^ t- a 1Ibri e am barril ^ 3arroba,, 7,000
Cnonrieas e paios Ae Vombos 640 i libra> em por5io se ta ab.u_
ment.
La\\8 COm CftOtmCbXS J proa)plls para S9 comer fndas a primea vez a este
mercado a 2JO00 cada urna.
Bariuo U porco retinada enj llU coat 10 librai por mm^m ,.
ifcHmia de poreo ma,0 ftna aUa 480 rs a llbra t em >arfll a 4W rs
^larmei&aa linp^Tiai d0 t(ama0 Abr8U deoatroa m-os fabricante! de Lisboa
a 800 rs. a libra, e em porfi se faz abatimento.
Latas com frutas d* doce em c*idacomosejaoper.,daiaa.COpe.
ceg, alpexe, e gioga, a 800 rs. cada lata.
to^rmeiada de. ftiperxe eoa latas de2 libr porl#200 cada ,0,.
Latas com ameadoas canfeitadas COBleDdo miii CQneil0S agsucar
candi, muito proprio para mimo, a 2*000 cada urna.
IWe da c-, sea da goiana muil0 Qno. m e em por5So ,eazabalimento.
U Ce S< CCO C e&C*ida de diffetentes qmlidades, em latas da 4(8 e 5 por
2>500 cada urna.
C rio en com bailo trancez propri08 par. mimo a 560 n
P< fsa* em cax.inb 4e S libras
480 rs. a libra.
fc f.gor* aa c *mmtv dilas com 4
por lg5UD, ditas com 2 muito bem eofeitadas por 900rs. cada urna e a retalbo a 320 rs.
libra.
muito novas por 2g5G0 e a relalho a
em lataa de 1 libra, por 640 rs.
Ervilnas franeezafl e porlnguezas
ditas em meiaa latas a 500 rs.
$I.T.te rVmendoas de casca mol muil0 novas a 320 ra. (Ubra,
MimftS a 12o rs. a libra, e 3*000 a arroba.
& 3*\xa8 traaice'fc.as e m ,alM com 3 libns por ^^ dUs com x li2 por ls500i
iViH^ixas portngn^zas 320 librae em caUa 8e(sr4abaUmenl0.
coiate ncspivnola l500idil0 fraQcez a 1S200 dil0 porUglje,800 r(# a Ubxai
aflauri-se a boa qualidade.
ntttaXVnna de S0lla em ial88 com dfferenles quUdades, a 1J410 rs.
^ A pRra SV-pn lelriai macarra0 e t.ihanm. a 400 rs. a libra e em caixa por 8S000 rs.
V iltOS ae denteS ixa,j0Si molhos com 20macinhos por 200 e280 rs. muito fiaos.
.jai em frasC09 com l e 1(2 libra por 800 rs.
A'**" francezpara limparfacass 200 rs. cada um, em porfi se faz abatimento
lil XIUU^ incida a raais n07a d0 merejo a320rs. a libra a em barrica a 4*500
\ sam pora engommar, mnito aira a 100 ra. a libra e em sseca se faz abatimento.
'*'-' de posta em lalas das melhores qualidades de peixe que*hs em Porlogal a t*600rs.
Iji^permaSete aperior de cinco? seis Telas por llbra a 760 rs. eem caixa, a 740 rs.
dinnas de Nanles em |alg mait0 no,aj a 400 rf
AlptSta raul0 00T0 a !60 rs. a libra e em arroba a 4*500 rs.
t\.L .IA9 *101 e em caixa a 9ft
% mnos engarraados d0 duque d0 Porlo e de outr muUal marc aCfeduada
neste mercado a 13200 rs. a garrafa eem caixa a 12(000 rs.
\ lO\\0 eS& pip& Porl0i piguejra e Lisboa 560 ,garrafa em caada 8*500, 4f e 4*500.
**J* das mag jereditadas marcas a 5* rs. a duzia, a em garrafa a 500 rs.
* *pogafJ das marcas mais superiores que ha qo mercado a 159 e 225000 rs. o gigo
t' gaaC laglCZ a lOjOOOr. a caia e 1200 rs. egairafa.
iv^Viebra de Ilollailda veraderaem frasqueira a 6*000 rs. e o frasco a 560 rs.
G ^bta delatanjia 7|000.a(hlia ,,frcos,64o,a.
t* ebta ingleza a logooo duiia e a retalho a l*00O a garrafa.
V Ut*S da g,Za 0^,00 rs..groza.
'* refioado em potes grandes SOO ra. cada um, em porro ae far abatimento.
^*n *e iava(j0 0 qUe se pode desfjr neste genero a 320 rs. a libra e em arroba a 95500, dito mais
"ixo a 280 rs. a libra e 8$000 arroba.
S4V4dinna d6
ment.
t"* muito novo e alvo a 320 rs. a libra. r *. n
T llUna d0 ni00 dag fflMCM.9ss e galega 4 140 rs. a Ittai' 1 |
a:""' Efftra* steriinas,
Vandem-se do eecriptorio da Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho, pca5s daforpo Santo n. 19.
de traspasso bordadas em
cambraia fina. *
Vendom-ae a 2* cada um : oa ra Jo Qejei-
mado, loVtfaJeft br^, 0. |fi A Ore ba- a
o tempo proprto ^a ellas, freguezas, antes que
se acabara. 1
Aloja^a^ttla
branca um deposito de
perfnMrfasflas.
Bsta Toja por estar coostaoteaeau a recabar
perfumaras flnaade suaa arapnaa anuaaaaaeaaissli
bem se poda diaer que aU aoaatUuida as akaao-
stla da ditas, taudo-as aampra dos neibosaa a
mais acredUadoa fabricantes, orno Labia, Piat\
Coudray e Societ Hygianiqne, etc., etc.; por
lasa, quem quizer prorer-te do boas, dirigir-ae
a ra do Queimado, loja d'aguu branca o. 16. que
achara sempre um lindo e computo sortiaaeato,
leudo de mais a mais a elegancia dos frascos, a
barateza por que aa veadeas convida a a airas ae
Vtsaelose ea caa d. O Bieber A
ClUtpmftre.rwaaCruza. *
tan-
Jttirea^
res boniias a 2.00
f e 2,500 o covado
51
!
llOTaMi
sem segundo
.',l.r;J*.Q*i^?.''.*> wm
e lint da Aiaielo Ha SU, oh." ","'1*1" "" '"9" i* Wo, a to-
oamprador.

I
OS.
Vandem-ae capaetioa redondos e'coropldoa a
de diverso* lmannos, e oa melhores que tem
Jjndo a este mercado, palo baratiaatmo prejo de
080, 700 e 800 rs. cada um, e tambem ba capa-
chos muito grandes e proprios para sof emir
Juera para 1*400 cada um : na rn do Queims-
o, na bem condecida toja de mludezas da boa
fama n. 35.


para engenho.
Grande redueco nos presos
para acabar.
Braga, Soa C. tem para vendar aa ra da
Moeda taixaa ae ferro cuado do mui acredado
fabricante Edwin Mar, a tO rs. por libra, as
mesmas que ae vendiam a 120 ra. : quem preci-
sar dirija-ae a ra do Trapiche o. 44, arraazem
da fazendaa.
Soahall Ifcllors 1 C., twdo receido M
dem para vender o aeu creacido deposito de ralo-
gios vjslo o fabricante tef-ee retirado do nego-
cio ; convida, portanto, 4apeaseaa que quizeram
possuir um bom ralogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-ae da op-
portunidade aem perda de tempo, para vir com-
pra-loa por commodo preco no aeu escriptorio
rus do Trapicha n. 18.
N. O.Biebar & C.saecaaaorea.rua daCrax
n. 4, tem pararaaderrelogioaparaalgibelra da
onro a prata.
Gneros baratos.
Veode-se manteiga franceza a 640 rs. a libra,
cha a 2|400. toucioho a 320 rs., arroz a 100 e
120 rs,, liDguiga a 560 rs., passas a 500 rs., ba-
nha de parco a 440 rs., velas de spermaeets a
760 rs., de carnauba a 400 rs., batatas a 60 e
120 rs., painco a 160 ra erviikas a 120 rs., gar-
rafes com 5 garrafas de vinagre a 1*200 cada
um, agurdente de canoa j engarrafada a 200
rs. a garrafa, esprito de vinho a 1*400 a caada
e 240 rs. agarrafa, azeitedecarrapato a 400 rs.
a garrafa, dito de coco a 480 ra., milbo a 3?0 rs.
a cuia, arroz de caaca a 200 ra. em saceos' mais
barato: na travessa do pateo do Paraizo u. 16,
frente pintada de amararla com oltlo para a ra
da Florentina.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-ae em porco e a retalho de uma'sacca
psra cima.e por commodo preco: gara da Ma-
dre da Dos confronte abolica n. 80.
500
120
120
60
*40
909
200
Franca a mi
uw arrona. f
mais nova do raercada Kf al | libta^d| |oia, ae fn .fc^i-
.*
do Maranhao a Iva o cheiroiaa 160 r: a libra e em arroba a 4*800.
\V--vi\has
,..



'aecaarirt.tonovwattOrs.aljb>*.
*e tn.ab. 'refln.d I 400 rt. a Wr. p em arroba a 12*000.
a ^ I 4
^daea de Ltabo a 720 rsa garrafarafldn
toa a 240.'iwraf*, aem'caada a 1*900,
Ghs a 1*600 a mmt, m rain a 4a aaatiaimito.
vuaf,..^......: -rM.m"lra39bJfl8l
LiqaidacaO
A loja de marmore.
IBoarnus de eisemira para senhora a 10* tt
Manteleteade grosdenaple a 10J 9
JLeques de aandalo a 5* J
Bou mus de caiemira -para meninos
de todas as idades a 5*
Grande aortimento de csscjrrflhas,
m trancas e Otas-de todas at corea para en-
2 feites de vestidos por presos mats bara-
m tos do que em outra qoalqoer parte
4boafama
vende velas para cintos o mais bem dourado que
posaivel e dos igaia lindos gostoe.que tem vindo
a este mercado, pelo baratistijoto prego de 2*500
cada urna, carteiraa com ag'ulbas as mais bem
sortldas qnese pode desejar, e em quanto a qua-
lidade nao pode haver nada melhor, palo barato
prego de 500 rs. cada carteira, peonas do ac ca-
ligrapbia verdadeiras a 2* cada caixioha com 12
duziaa, ditas de lanca vtfdadeiraa o. 134 a 15200
cada groza, ditas muito boaa aioda nao conheci-
daa a 500 ra. a groza : na ra do Queimado, na
bem contienda loja de miudezaada boa fama nu-
mero 35.
Grd,ad,idaePenDa > S > (tes aa qusli-
Nvvalosda Hnha que pelo tamanbo a todos
aamiram a
Caixas de agulbes francezas a
eateee com alflnetes multo finos s
WWas eom apparelho para entreter me-
ntaoaa
Otlae-drtae grandes a I-
BaraHioa portugoezes a f 20 e
Groza de botes pequeos para catea a 120
Tasoaraa para unhas mulo flnst a 400
Betas Mra costura meito superior^ a 400
uaraibos franceses para voltarete muito fi-
ne a ~
Aguthelro com Sfulbaa francezas a
tanivates de aparar peonas de 1 foltw
Pecaade trancado lia com 10 varea a
Ditaa de tranga de lia de todas as cores a
Pareare saaalss de tramja de lia a
Cartas de alnetes (raoces a
Parea de luvas fi da Escocia mtrito finas a
Pitas ditaa brancas grossua
Bacoaaa pata lisotaar dantas muito taaa
Masaos com superiores gramtpaa a
Cartes com colxetea de algum defeito a
D'toide^BeesapertofeaadOa
Dedaesii fasdo de e^mdrto saparforer
Eofiadores para vestido de senhora com
vara a
Caixas com colzetes franceses 1
Cartas de alflnetes de ferro a
Charuteiraa muito finas a
Tioteirasde vidro com tintas
Ditos de bsrro com 'tinta superior a
Aris prets e azul muito fina a libra a
Tenho nova remessa de labyriotho para .
der por todo preco. assim como lenbo traaca da
seda difTereotes cores para vender por todo di-
nheiro que offerecerem.
Muita attencao.
Na loja de Silva Caidozo, ra do ilm-
perador n. 40, vndese roupas feitas
de todas as qualidade pelo prego*
mai barato possi veis que e pode ima-
ginar, pois pode vir os freguezes com-
prar porque e' pechincha.
Algodao da Baha.
Proprlo para roupa de escrevoa e saceos de ai
aucar : vende-ae na ra da Cruz n. 1, eseriplorio
de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Roupa feita muito
barata.
S Sobrecaaacoa de panno proto multo fl-
K no. paletota de dito, palelou de casemi-
. ra de c6r, ditos pretos, ditos de fusilo,
P ditos de ganga da cores, ditos de brim
decrese brancos, calcas de caaemira
A preta e de corea, Ollas de brim bmneo e
g de cores, ditaa de gangas, colletes de
%& velludo preto e-de cores, ditos de gor-
& gurao, ditos de fustn,ditos de brim bran-
co, camisas de liobo, ditas de algodao
brancas e de corea, seroulas de linho,
$ ditas de algodao, chapeo de sol de aeda
ge. ioglezes os melhores em tamanho e qua-
Jr lidade, ludo ae vende por barato prego a
W dinhirpd>iata, na loja das 6 portas ra
St do Queimado emfreote do Livramento,
^ est a berta at as 9 horas da noile.
6
MCMOSDEZ P0RCEUW
NOS ARMA7RN
o;
NOS VftMAZENS
*f\r
Mifeinia?

01
36
O AKTE C *
ra das Cruzas de Santo Antonio 36.
nteresse publico.
i
t
s
marmore.
A loja de marmore ten lo de apres
lar i coocurrencia publica o qfa ha**
msis novo em fazendaa, tanto para .
nhoras como para horneas e mecios. >
I sendo que paroste Um espera de sena -
8 correapondeotes de Inglaterra, Frsaea
B Alemaoha as remesasde seos pedidos,
I lem reaolvioo, Dtes da apresfntar o no-
vo sortiaento, liquidar as faaaodas exis-
tente, o que enVctoar por preco m-
dicos e para pulo fim cou^ida o'iaspeita-
vel publico a aproveitar-se dsta'emer- .
geocia. i
Novo sortimeoto de cascarri
lhas de seda
A loja d'aguia branca acaba de recebar um novo
Caivetes finos pa-
ra pennas.
Caivetes linos para aparar peona, de dues fo-
Ihas, a 200 ris cada um : oa loja da Victoria na
ra do Queimado o. 75, junto a loja de cera.
Caixiohas para confeilos e
presentes.
Muito lindosortimenlo de caixiofaas muito lin-
das para se botar eoofeilos ou mesano com ellas
vazias se mimosear orna menina, pelos baratia-
simos pregos de 320 ata3*500 na urna : na lo^
ja da Victoria oa ra do Queimado n. 75, junto s
loja de cera.
sadros de moldara don-
rada e preta.
Lidos quadros de moldura dourada e preta,
com estampas, pelo barato prego de 5* que s a
moldura val o dinhetro : na loja da Victoria n
ra do Queimado n. 75, jacio a loja do cera.
Panno de algodao da
Baha.
.
* *>
Offerecido pela -loja de
Oliveira Azevedo 4 C, ra da Cruz o, 1.
1
Vende-s no eseriplorio de Antonio Luis d
Sovos e lindos
pnfeites para vestidos pretos
eide ctT0tij* roupinhaadn
crianzas
1 Em spropriado te|ftlj|s]VMn a loja d'aguia
ranea um bello etotfpnro sonimento de enlej-
es de seda pata vestidos pretos e de corea, e roa-
tuinas de criaos *, sen lo trancas e bordado* da
ovos e lindos deaenhos, e difficeis (ecidas. com
Is quaea'po >itar qualquftr vpsiido ou roupioho de criaeca.
Ao passo que ditos enfaites todoa. geralmente
pa1ati, Oa>z*a#T|qde | pr^os aarara ao
eompraMor, e esta verdade aera verificada^ por tq-
4os que aa^ dirigirm dita loja d'aguta branca,
, eua do Queimado o. 16, eojos precos esto mar-
. ados cas amostras, ss quaes se dSrlo com pe-
fhores. j*4
Luvas de pellica
franeas e de cores psra hornera e senhora, che-
e pkUo aoftimanio de caxcarrilbos de seda de
muttM a ditler^ntea crea, a veude-se 4 1
a 2*500 ris a peca, na ra do Queimado
d'aguia branca n. 16.
Meias pretas,4e sjB^ 6"1:000
"t t/IT" **Cl
_ J*\JlM. ^,, adaa ulUmamantt po 22900 rs: o par: na loja
Vda-etapreeaae%e^, e-terf^ *~ '
par, por estarem principisnaia meta, eslae>dt> a*i a rt I
braBe.lsp^evH,*M;.fl.aeread propio p.^anlsaa a^sMO aa a amia
^ad*;4|8o;- i^tu-. 90 i-r.,. V-i a..-a. J?*i4-.< i toore ^esofrv.
rV Idjf ettrai oo^a^Mtorto-aS^'fc^kaaa'de rJmeicatjaaor vindo da braae. fotol' Vaadaa varala V'uaaa A C, m ra d U-
I'" pero aove awrtmentoa *o Mreipregu^aoean o publicar ao reipeitavel publico.
{ s CpDre,
Ideia n. 57,
"""'' i
Yepde-e em 6rtm6fta mal), muito em coala,
40e4 cera, daaioa10j"iraTr^
oa ra larga do Rosario b. S4(,IoLj..-w
sos tnt^^^^^^^.^^^J^ psr.icipaoi.oa saa. aun.
Manteig-a francesfa a.,too., m..^barr,^oo r.
C\ 1 h^SS.n n'U sPwior que ha ao mercado a 29400 t 2*800 a B>ra.
p, UX,B1 91 d* roedor ne^tegenero a 2*500 a 3*000 a libra.
MPI pre to m.o ju^,, VBd0, prjmera vez ^ aom ^^ ^ MaM 4i.br>
OUeijoS londrinuS oq.ba de melhor neste mercado a 800 rs. a libra.
V01J08 pratO como nunca m ao nosso mercado a 1*100 a libra e nia.ro a 1*000.
e ClOuny Smuitono^osaSeOrs. alibra'a.ra porcoMfar**
a COm ingll !CaFja promptas para se comer a leda hora, viadas a primaira
vez ao nosso mercado a 1*800. r
e em latas dtdiversos umsnhos, savel, sardo, pargo. pescada, cavalla, lingui-
dos rmos, atum mareoado, robtlos e lulas de tigeiada, de 1*300 a 2*000 a lata.
lOUClIlho d rillOmu,toBovo a 820 ..libra e9500 a arroba Apta.
tamos para 240 rs. a libra e 6*500 a arroba.
Ba ha (Je pOl C em iaU800m l0Ubras por 4*400 e 480 a libra.
Marraelada imperial de todos os conservaos de W&m ItlM da libra a
mota a 2 libra a 750 rs.
Latas cora frutas em calda
v i uta riu 1^,11u COmo sejam pera, pececo, damasco, alpar-
xe, ametxas e gioja, a 700 rs. a lata.
Marmelada v Alperceemi.u.de 2iibr..por uooocadaum..
llOCe da CaSCa da gOiabrt roOra.e em pocrlof.ra8b.tiraenlo.
Uv CeS SecCOS de di Aeren les qualidades am bcetas muito bem afranjadas a 3*000.
Cartes com bollo francei pm^ospar. mimo ooo.
rascas em caxinhiis de 8Juina ,2*2ooe440rs. libra. 8
r Io0S Oa COIliadre 0,^,0 novog em cixinh de 8 libras e muito bera enfeitadas a
a 2*200 e 320 n. a libra.
Krvilhas francezHse p(>rtuguesasa640 720rs a uta.
MaSS.i de tomate emlaus del IibrraaSOOn.
AmetldoaS d CaSCa mole auilo novas a 400 rs. a libra.
i> OZej mui0 nov8s t 200 rs. a libra.
AmeiXUS frunce.? Sem talas com 5 libras por 4*000ea 1*000 a libra.
Cll COl^te hespatlllol & 1*200, francez a UOOOepottugueza 800 rs. a libra.
Ol XI lili ft .ra SS s pa ra SOpa macarro e talharim a 240 rs, a libra e a caixa por 5*000.
I^etria multo nova a 320 a libra eG*000 a caixa.
s ailtOS llXaOS pradeates em molhos com 20 macinhos a 200 rs.
<9erejaS era frascos de libra e meia a 700 rs.
2-J/OIO r TflIlCeZ para limpar facis a 180 rs. e ara porejio ss far abatimento.
Kspermcete Superior sem avaiia a 740 eem caixa a 720 rs. a libra.
^ rdinhaS.de Nlites muito novas a 400 e 600 rs.
AlpiSt l muito nova a 160 rs. a libra e 4*500 arroba.
AZeite doce refinado de divercas marets a 80U rs. a garrafa e 9*000 a duzia.
oOlacIUllha nglczaa mais nova do mercado a 300 rs. alibra e 4*200 a barrica.
l^Oina muito alva a 80 rs. a libra e 2*4.00 arroba.
V 1 IJ U OS engarrafado duque do Porto, g enuino. Porlo fino, madeira secca, Carcavellos, nc-
tar, feiloria, velho secco, Mu-catel a 1*200 a garrafa e 129000 a duzia.
Dlt8empipa Porlo. figaeira e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa e de 4*000 a 4*500 a ca-
ada.
<5>erVt jaS das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garrafa e 5*000 a duzia.
' jII 111 p i 1111 das marcas mais acreditadas que ha no mercado a 149 e 20* o gigo.
COgnaC inglez a 10*000 a caixa e 1*000 a garrafa.
CjriOcbra d? Holl Iflta de a'aIIj a 6$500 a duzia e 600 rs. o frasco.
)ta ill^l.tZtl a9 a duzia e 800 rs. a garr .afe
r\t llt S dt> gaZ a 2*500 a groza e 240 rs. a duzia de caixas.
"V. i retinado em pacotas de mais de urna libra a 240 rs. e em porco lera abatimento.
ufe do H U o melhor que ha no mercado a 280 rs. a libra e 8*500 a arroba.
- O Va i lilla d Fr- nca a mais nova do mercado a 210 rs. a libra.
^clg^U' muito novo a 320 a libra.
Farnha db .Uai ailliaO mnito alva e nova a 160 rs. a libra e 4*800 a ar-
roba. < -
VelS de .carnauba e de COOipOSicO a400re. alibra e a 12*
a arroba.
V/nagre purO de LSboa 240 rs. agarrafa a a 1*800 a caada.
GlO de b ICO muito novo a 200 rs, a libra.
' *eraS S0Ci> Sem taxiohaS de oiw libra a 2*500 e a 640 rs. a libra.
.llarra.SCJUino verladeirodazara, de limone, caf, manta, genepro, maudot'atcara,
curaca, ros suWirao wtras qualidades da 1*560 a 2* a garrafa.
Bat VtaS a gigo de urna arroba por 2*000 a 80 rs. a libra.
Com i n h OS os mai novo do mercado a 800 rs. a libra
EfVa dOCe nu.toawa 400 rs. a libra.
Cauell l .uparla 4 a'bVa.
CllarutOS verdadeiro* superiores a 2 a caixinha la-50.
8almOII em lataS, com duas bra o mais bata rraa>io ae tetn rindo ao mar
aado a 15400. ,-*'-
' C U1 l&ta S Com 4 l ib ra a mathof- a morcado laarado Mroaboaneata a
x adavma. ^
???" *$*$* ... .
llagare m a*rfia com 5 garufas de superior qualidade a 1*200.
raruta ,er4doira muitipnfva, 30albra.
xiaSr Alm desu#a^Woa*Ks*asfcu., saafastivel publico am loaaoa uiaas n,completa
ioiaa,; lagrtmeioidviuOo^JWiMa a moftado. ni
1 .atad m-sjw


.
. i i'
/


.glHH'W-Wl.
GttaNi4(. 4*h*4r* aludis*
4 m*|MWMii,l|i V** tMN, TJttlMp%m
pM* f 'w WWWuUiCl icha
tendentes o BMmo stebelectarttito, e mullos
outros objectoe de gosto, irado quaii todos rece-
bdM4 easss SXstUJSAtSJls' resolvidoe a dto venderem
OatfsvaisaKjSiSA tCMfer Mis barato do que outro
qaeiqsre; hsafteebente pedem os seo devedo-
r*s qH IbsumqIsm oo enham pagar os seus
dbitos, eob pena sVsjajrim j atibad os.
Cbetertm to Lisboa do brigue tEugenio,
4oe SMtsitos barros e mi borra, o qnafcs se
vende* por barato pteco : para vir, na cocheira
4* Usgo da AseenrbKa o. 4, e para tratar, no es-
os? Mrtb ie Afearle Lbix de OllTeira Azevedo.
\GENClrV
Vk
Fundido Lov-Moor,
Boa 4a Senzalla Nova n. 4*.
Neete estbales meato continua a haer ura
completo soTtianemo de moendis a metas moen-
das para engenho, machinas de vapor, e taixas
de ferro balido e coado de todos oe lmannos
para dito,
Rtia da Senzalla Nova n. 42.
Neste eatabelecimento vende-je: ta-
chas de ferro coado libra i 10 rt. dem
de Low Moor libra a 130 re.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A toja d'aguia branca acaba de receber por
amostra ama pequea qaantldade de fivell!
douradas e esmaltada para cintos, todss de do-
tos e bonitos moldes, e tambem douradas que
parecern de ouro de le, oque s com experien-
cia se eonhecer nao o ierem, estando no mesmo
calo as esmaltad'*, e assim mesmo vendem-se
pelo barato prego de 28500 rs. cada urna, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Gestiiihas ou cabases para as
t meninas de escola.
O lempo proprio das meninas irem para a
escola, e por isso bono que vio eoapostas com
ma dea novas e'bonita* ceslinbas que se ven-
de m ca ra do Queimado loja d'aguia branca
d. 16.
Vendem-se burros gordos e mansos : no
engrano Jurissacs, do Cabo: a tratar alii com o
Sr. Domingos Francisco de Souaa Leo.
- Arados americanos -e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P.
Jolinston & C ra da Senzalla Nova
n. 42.
-MtsaasaaKMHau
aisssn
cabade
Palmatorias d$ vidre e t la-
Y*^oIr>8ft bonitas paldfttvfirt de vidro lapi-
Pm ndrtv a 19SOO, Volt ira reto fcni
e limpas a 400 rs. : na na do Qaeimado,
r*j*da Agul bratrt n*.' 16.
Peitos de fusto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-se bonitos peitos de fasta* lavrado e
trancado para camiaas a 560 rs. ada aso, faxen-
da mwi boa e encorpada : na ra 4o Queimado,
loja d'aguia-branca n. 16.
Noy sortimento de tiras bo
dadas em ambos os lados.
A loja d'aguia-braoca receben um novo e lin-
do sortimento de tiras bordadas em ambos os la-
dos, e contina a vender baratamente a 1J200
cada tira, e oulrai de' bordados muito largos a
SfOOO, o meibor que posslvel em tal genero,
e todss ellas, peta largura que teem, podem ser
divididas ae meio, pelo que Se tornam baratlssi-
m'.V oa rBa o Queimado, loja d'aguia branca
n. 16.
Gollinhas e manguitos de pu-
nhos bordados.
Na loja d aguia-braoca vendetn-se gollionbas
e manguitos de puohos bordadoa em 8ne cam-
braia transparente per 29500 ludo, o que na ver-
dade baratissimo : na ra do Queimado, loja
d'eguia-praoca n. 16.
i predio yenda
Vende-ae a casa de dous anJarea e aotlo, mei-
gna, no neceo das Miudinhas n. 8, avallada em
2.0008, a qual rende 1 1)2 por cento ao mez; na
rus do Trapiche o. 14, primeiro andar, ha pesaos
autorlsada pelo proprietario para effectuar a van-
da da mesma cata.
T
-------w....... =
chegar*
ao novo armazem
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceicao dos Milita-
+ res n. 47.
Um grande a variado aortLmento da
roupas (ditas, calcados a fazendaa e todos
estes aa veodem por procos muito modi-
ficado como 6de aeu coatume,assim como
sejam aobrecasacos de superiores pannos
a casacos feitos pelos ltimos flgurino a
769,289, 300 a a 359, paletots dos mesmos
pannos preto a 16J, 18|, 16} a i 14},
J ditos de casemira -de edr mesclade e de
novoa padroes a 149. 16}, 18}, 20} e 24},
ditos saceos das mesmas casemiraa da co-
rea a 99. 10}, 12} a a 149, dttos pretos pe-
alo diminuto prego de 8}, 10}, e 1XJ, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 12},
S ditos de merino de cordo a 18}, ditoa
de merino chine* de apurado goslo a 15},
ditos de alpaca preta a 7}, 8}, 9} e a 10},
ditos saceos pratos a 4}, ditos de palha de
| seda fazenda muito superior a 4}500, di-
* tos de brim pardo e de fusto a l}660, 4}
fea 4J5O0, ditos de fusto bronco a 4},
grande quaotidade decalcas de casemira
preta e de cores a 7}, 8}, 9} e a 10, ditas
pardaa a 3} a a4}, ditas debrlm decores
UaasaS500, 3}, 3500 a a 4$ dita de
brim brancos Anas 4}500, 5|, 5j>500 e a
6}, dins de brim lona a5} e a 6g, colletea
de gorgro preto e de eoras a 5 j e a 61,
ditos de casemira de cor e pre tos a 4 J500
5}, ditos de fusto branco e da brim
a 3} e a 3jt50, ditoa de brim lona a 4f.
ditoa de merino para luto a 4} e 4}500,
calcas de merino para luto a 4f500 e a5f,
capas de borracha a .9}. Para meninos
de todos os tamarino : caigas de casemira
refa ed cor a 5J, 6} e s 7}, ditaadita
da brim a 25, 3} ea 3}500, pal tota sac-
eos de casemira preta a 6J e a 7, dito
deor a 6} a a 7f, ditoa de alpaca a|S},
aobrecasoeoa da panno pceto a 12} a a
14, ditos de alpaca preta a a}, boneta
para menino datadas as qualidade, ca-
misas para meninos da todos ostamanhos,
ineios raos vestidos de ambraia feitos
para meninas de 5 a 8 annoacom cinco
abados lisos a 8} e a 12$, ditos de gorga-
rb da cor a de la a 5} e a 6}, ditos da
brim a3}, ditos da cambraiaricamente
bordadoa parabaptlssdos.e muitaa outra
fazeodas e roupas fejtas qaa deiiam de
ser mencionadas pela aua grandeqnanti-
dade; assim como recebe-ae toda a qaal-
quer eneommenda de roupas para
mandar manufacturar e que para este flm
temos um completo sortimento defazen-
das degosto e urna grande offleina da a'-
faiata dirigida pornm hbil mjBStra q*a
pela suapromptid e parfeico nadadel-
xaa deaejar.
Liquidaco.
Braga, Silva & G, em liquidacio, cooaidam
ao aeus devedores a viren saldar seua debito
dentro de 30 das, e participara que medidas ter-
nioaotes serao empregaaa contra oa que sao
cumpa recerem.
ma barcada-
Vende-ae ama barcaca do porte do 36 eaias,
aocalbada oo estalairo do meatre carpinteiro Ja-
ciutho Eleabao, ao p de fortaleza das Cinco Pon-
tas, sonde pede aer ?Uta e eiaainada pelos pre-
tenden tes ; vende-so a ptaao oa a dinheiro ; a
tratar com Uaooel Alvea Guerra, aa raa de Tra-
picha n. 14.
Mobilia.
Na ra da Camboa do Carmo loja n.
12, vende se toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno corno anti
ga, phanthaaia etc. por preoo mais
commodo do que em outra qualquer
parte, az-se tod a qualidade de obra
de encomraenda com a maior brevda-
de e o maior apuro da arte.
para aojos.
zinhaacom doce por preco eoostnodo, recommen-
(Urels para os aojos do procasie. _
"N
Eotremeios
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'agaia branca ae acha um bello sorti-
mento de eotremeios bordados em fina cambraia
transparente, e como de seu costume est ven-
dendo baratamente a 15200 a peca do 3 varas,
tendo quaotidade bulante de cada padro, pera
veatidoa ; e quem tiver dtoheiro approveitar a
occaiio, e manda-loa comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
ti'
latv
>9nj!
oaoYqipe o sr
anleni
ajiio s :
<3srtvtie TftstftfoB traucos
bordados.
Vendem-ih ricos cortes fl Vastfdos bisocos
bordados coffl 3 babados pelo baratissimo preco
de 0} o corte: na roa do Queimado D. 22, na
bem con-hecifla loja da bff 6. *
Camisas inglezas.
Vendem-se superiores ctmisas ioglezaa cora
pregas largas pelo baratissime preco de 35} a du-
zia : oa laia da boa f, aa roa do Queimado nu-
mero 2}.
I Para a quaresma S
iNa ra do Queimado
| n. 10. J
LOJA DE 4 PORTAS
*> M I
Ferro (, Maia.
m
cuJem-se arseguinres fazendes :
Manteletes pretos bordados muito rico.
Gasaaa pretas bordadas idem.
Ditas ditss lisas.
Sedas pretas lavradas a 1}, 1}S80, 2}
e 25500.
Grosdenaple preto covado 1}, 1}800, 2}
e2600.
Sarja preta lavrada covado 1(600 e 3}.
Dita dita lisa eovado a 1}500 e 18800.
Casemira preta muito fina corte 55, 6},
7}, 8} e 9}.
Panno preto a 3}, 4}, 5}, 6}, 7}, 8}, 9}
e 105000.
Riquissimos cortes de seda preta borda-
dos a velludo a 00}, 70}, 80} e 90}.
Riquissimos cortea de grosdeneple preto
para veatido com babadinbos e duas
sai as a 45$, 50, 60} e 70$.
Ricas gollinhas e punhos
com boles
Vendem-se riess gollinhas e ponbos de cam-
braia e fostao ricamente bofdadas com lindos bo-
to*. fleto barallsslmo prvfo de 2 cada guarni-
clo : na ru do Qaelmado n. J2, na loja da
boa f.
Vendem-se dous terrenos, sendo um em
esquina bm 200 palmos de frente e 150 de fua-
do, ne logar'do Campo-verde, fregoezia da Boa-
vista, a frcmte para a ra da Traico, e a outra
pera a Tira do Desengao, com a metade dos fun-
dos mandos, lera 4 quartd que rendem 24} por
mez, nao precisa de aterros, proprio tambera,
vendem-se os 50 palmos, e outro terreno na ra
Imperial eom 219 palmos de frente e fundo ao rio
Capibarlbe, nos fundos ae icham as paredes de
urna porta d'agua psra viviro, foreiro Omari-
Dha : quem o pretender dirija-se a ra do Sebo
numero 8.
Grosdenaple espe
cial,
de gosto ltimamente diitlncto, por ser guarne-
cido de palmas de Igual cor, aoltaa, muito miu-
dinhas, fazeoda de superior qualidade, pelo di-
minuto pfeco de 2} o covado, dito de largura
moostra, liso, de superior qualidade, a 25(500, di-
to dito com corpo de gorajurb mala estreito a
2}500, dito do, igual largura, tambem bastite
encorpado a 2}, dito dito, igual largura, mais
| baixo pouco a 15800, dito dito, mais a baizo, fa-
zenda inteirameote pechincha, sem defeito algum
a 15700. Presos estes que s com vista se ve-
r que sao mais comedidos que em outra qusl-
quer psrte, e portanto esperamos a attencao do
respeitavel publico para a loja da rna do Queima-
do b. 43, esquina que vota para a Congregarao.
Admiravel pecSbin-
cha!
Na ra do Queimado n. 43, esquina que volta
pora a Congregelo, Vendem-se mantas de blon-
da de sede muito grandes e largas, bordadas a
velludo, p*h> diminuto preco de 10J cada urna,
ditas de dito de seda com flores lecidas, qualida-
de bem coobeuia, cada urna 8}, indo por multo
menos preco qre m ontra qualquer parte para
chamar a attencao.
Ultima moda
de chapeos pretos finos, pello de seda, copa alta
regular, para horneas, chegados ltimamente na
loja da rna do Queimado o. 43, esquina que vol-
ta para a Congregarlo, mandados vir especisl-
I mente 1a Europa, pelo mdico preco de 9} cada
um, ditos de feltro finos a Garibatdi, superior
qualidade, eom vatiado sortimento, a 55000 ca-
da um.
Efccratos tVfiA.
, Veada-ae um pralo bom carreiro. proprie^i
Mgeobo, e nata escrav que-Usa asgauas b
lMfdOfs 9* Precoa baratiaaisaos: a tratar
a Sr. Josa Pedro do Bago, aa roa dss raaos
ua su do Graspo a. 17.
Novas fazendas pretas pa1
ra a quaresma na loja d
Arara oa ra da Itn|craipii
n 56 de Magalhes A Meo-
des.
Vedl'*Jr<>*d*D**,voioaoorpado a ISQOO.
1}800. 9}20O o covedo. alpaoaa pretaa 501)
OO e 2W ra. ovado, aarja preta da iaa par*
algas 0 paletots a 560 e 640 ra o orado, vel-
Ib projo a2jM0 o covado. enfeiles pretos o di
core*4 t}500, 3}, 5|500 a 6J.
Panno preto.
--S^J5n2-prti.(r P"ra "'S" PlotoU a 1}700,
19800, B e 2}o00 o covado, corlea de caaemira
preta eofes|ada a 3}, 3}500 e 4} para cicas, cor-
tes de cbitas Anas com 13 colados a SB500. ditos
de riscado chines a ^500, ditos de popelina a
2}600, cbitas 160 e 200 "rs. o covado, dita fran-
cezaa a 240 e 280 rs. o covado, cortea de fusto
para caljas a 18120. ditos de brim a 1JS80 e
1}800. cobertores de algodao a 1}.
Algodo e mada-
poio. i
S Magalhes & Mendei.
Veode-se pe^as de algodao trancado america-
no com pequeo toque de cupim eom 20 jardas a
peca a 3*500 e 4}, peca de madapolao eofeatado
sem defeito a 3}, urna duiia de meiaa cruaa pa-
ra bomem por Ij>200 um par 120 rs., ditas finas
2g4O0, urna dozta de lencos brancos cosa barra
por 1}200 um lenco 120 ra., parea de meias para
senhora a 240 e 320 rs. osito fioss, urna dozis
de aberturas ou peitos para camisas 28400 urna
abertura 200 rs., mantinhas de crox, para se-
ntaras andar por casa 2Q0Ts. cada urna, peca
de cbitas de corea escuras com peqaeno toque
de mofo porm loga que se lave fie perfeita com
38 corados por 6} covado 160 rs., laziobaa para
vestidas a 280 e 400 ra, o covado, sinlos doura-
dos a 2}.
Laziiihas suissas para ves-
tidos
Liaiiohaa auieais para vestidos de senhora e
roupa para menino muito fina fazenda que aa
pode lavar 560 ra. o corado, cassaa suiasas de
quadrinboe para veatidoa a 280 rs. o covado, fos-
tao de quadrinbos muito finos para vestidos de
seoboro a 880 e 320 ra. u covado, popelina de
cores a 240 rs. o covado para vestidos, gorguro
de linho para vestidos e roana psrs meninos a
280 ra. o eovado, chitas novas aquille propriaa
para roupas de senhoras com liatriohas multo fi-
nas a 280 ra. o covado tea 4 palmos de largura,
isto s ns arara na raa da Imperatriz loja e ar-
mazem n. 56.
Farinha de supe-
rior qualidn de,
Bengalas
Agultias imperiaes."
Tero o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em viatia aampre
vender o bom, mando* vir, e acabam de ebegar
qui pela primeira vez] aa superiores agulhas
imperiaes, com o fundo dourado e mi bem (si-
tas, sendo para alfaiatta e cosiureir.u, e coala
cada papel 140 ra. A egulba assim boa anima
o adanta a quem coae com ella, e em regra eio
maia baratea do que asoutras; quem as com-
prar os roa do Queimado, loja d'agaia branca n
16, dir sempse bem deltas.
Colleccoes de estampas.
Acaba de chegara loja da aguia branca urna
pequea quentidade de colleccoes de fioaa e
grandes estampes e fumo, representando elres os
martyrios do Senhor em 14 quadros, os qaaes
sao bem acertados para qualquer igreja ou mes-
mo oasa de quem teora gosto de aa possuir ;
ebegou igualmente outra pequea porcao das
procuradas eslampas a morte do justo e a morte
do peccador : acham-so a vende somente na ra
do Quetaaado loja da aguia branca n. 16.
Talhares para criancas.
A loja da agnia branca acaba de receber a sos
encommeods dos preciosos talhares para criancas
e oa est vendendo a 320, 400 e 500 rs. coofor
me o superioridsdedelles : aa ra do Queimado
loja da aguia branca n. 16.
Vende-se um balcao de volta de amarello,
por pouco dinheiro na padaria da ra dos Pes-
cadores n. 1 e 3.
No vos bouets de velludo, e
marroquim dourado.
Ma loja 4'asjoia branca vende-se mui bonitos
bonets de sellado, e marroqoim deurado, os
quaes ao agora mui necessarios par oa meni-
no que sao para a escola e quem oaquiser com-
prar mata baratos dirigir-se ra do Queimado
loja d'sguia branca o. 16.
As verdadeiras pennas ingle-
zas caligraphicas.
A loja d'aguia branca araba de receber sua
encommenda daa verdadeiras pennas de ac
inglezas caligraphicas, dos bem conbecidos e
acreditados fabricante Perry & C, e apesar da
falta que havia desiss boas peonas, com ludo
vendem-se pelo aotigo prego de2/000 a caixiuha
-> urna groza, quaotidade essa que aa falaifica-
daa neo trazem. Pora livrsr de engaos, as ca-
llonas vao marcadas com o rotulo que diz. Loja
d'aguia branca ra do Queimado n. 16.
Sal de Lisboa.
Vende se a bordo da barca poaiugueza Eiue-
tanga, sal de Liaboa limpo e redondo ; a tratar
aa cus do Trapico* a. 17,
Vende-pe oaa terreno eos Sacio Amare,
ueta ao hospital uglez. coca 700 palmos de rea-
e, em muito bom estado: a traa na toa do
Trapiche n. 44, armazem ue Braga Son & C.


r..

-
Vende-se feijo malalinbo em saccoa, muito
aovo, s por prego barato: na ra Direita a. 8.
Salitre refinado.
Vende-se ns ra do Queimado loja de ferra-
geos n. 13, a 8|500 a arroba e em porgso se
vender por muito meaos.
Escravo Venda.
Ha ra dss Cruzei n. 28, segundo andar, veor
de-se um preto proprio para todo o servico, por
preco com modo.
Genuino e verda-
deiro vinho da Madeira, ul-
timameote cjiegado.
Vende-se na roa do Vigario n. 9, primofro an-
dar, escripiorio de Carvalbo, Eoguelra 4 C.
a 240,.320 e 400 ra. cada urna: na ra do Crea-
po sobrado amarello n. 18.
Milho 1,000 rs.
Arroz 3$ a 3.500.
Vende-ae cada urna iacca,~.oa trsvessa do pa-
teo do Paraso o. 16, fre.te de amarello com oi-
lo para a ra da Floraotw.
Fazendas baratis-
' simas
Superior bramante de linho eom duas-varas de
largura a 29400 a vara, atoalhado da linho ada-
mascado com duas larguras a 2$500 a vara, brim
braoco de linho muito superior a 1J440 a aera,
dito de corea, fazenda multo superior a lj, dito
pardo de linho puro a 800, 19 e 19200 a vara, di-
to de quadrinhoa muito proprio para calcas, ja-
qaetas e paletota para meninos a 200 rs. e cova-
do. gangas francezsa muito superiores a 400 te. o
covado, cambraia Iraosezaa muito finas e de
muito bonitos padrees a 260 e 280 o covado,
cam*braia lisa muito fina a 4J 5 e 6f a pega com
8 1|2 varas, cambraia com sal picos tambem com
8 1|2 varas cada pecas a oJOO. dita muito supe-
rior o meibor que ha neste genero n 1 lg500 pe-
ga com 17 varas, ou a 800 rs. a vara,-chitas frao-
ceas de muito boas qualidade e de lindos pa-
droes a 240. 280, 300 e 320 o covado, fil de li-
nho liso muito fino a 720 a vara, tarlatana bran-
ca e de corea 760 a vara, loalhas de linho para
maos a 79 a dazia, ditas pelladas muito superio-
res a 149a duz:a, gollinhas da cambraia borda-
das a 800 rs., manguitos e aojlas 4e cambraia ri-
ca meo le bordadas a 29 o par de manguitos com
urna gol la, leocos areos muito linos com bico,
renda e labyriotho a 1(280 cada um, ditoa de
cambraia de linho para algibaira pelo baraiiaaimo
prego de 4, 5 e 69 a duzia, e asaiai um completo
sortimento de fazendas de todas t* qualidadee,
que aeodo a dinheiro jala ae venderao por pre-
cos mui baiio : na bem conhecida loja da boa
f, na ra do Queimado o. 22.
Barato assim jarato de mais
S) bonete faos;.
A loja d'agaia branca receben urna crescida
quentidade de sabonetes finos psra barbas, os
quae conm a todo compra-Ios mesmo para
maos. visla do diminuto .reg da 39 porquanto
se est veodendo a duzis. Para satitfazer-ae aos
bono freguazos se vender tambem m menore
porcoee, poro quem maia comprar mais lucrar
porque assim barato nao ser fcil tornar a ha-
ver, e mesmo .cota se baa raa de Qeimadr
loja o'aguia branca n. 141.
Pao .-
a bordo do brate Santo Amaro
Praga & Cabral, o. a bordo,
a tratar coi
Vendem-se os quadros de mausleo das
exequias Teitas a D. Pedro V, na igreja do
Espirito Santo, ricamente lithograpbadoa
S- t SAO rs. cada um ; na ra estreila do Ro-
sario o. 12, na. livraria dos Srs. Nogueira
m & C. roa do Crespo, ra do Queimado n,
16, na roa da Imperatriz ioja do Pavoe
na lithographia ra da Gadeia o. 52, pri-
meiro andar.
oraes.
Em massinbos a 900 r. cada um.
Em fios a 640 rs. cada um.
Em vottas de 9 flos a 2*500 cada i
Vender-Se multo bobs corees, '
fios e vottas de 3 fos, pelo* bsra
cima: na rna do Queirrado loja
b.18. '- v J
Objftos de phai*
pulseiras de missangas.
A loja d'aguja: branca acaba de recabar um
bello e escolalo sortimento de pnlaeiras de mia-
sangascom borlas pendentes, obra de muito gos-
lo, e o que de mais perfeito se pode dar em Uea
objectoj, as esi vendendo a 19500 cada urna,
tanto para senhoras como para meoioaa. e pela
novidade do guato e apuro da moda vio tardarlo
em se acabaras que ba na loja d'aguia branca,
ra do Queimado a. 16.
Manleleles de superior
grosdenaple.
Na raa do Queimado d. 18 A, esqaioa qae val
para a ra estreits do Rosario, loja t Carvalho
& Boaloa, lem pare vender tieoa naanteletea de
grosdeo.ple pelos, sendo pelo diminuto prego
de 209, ditos melborea a 239, ditoa superiores
80f. No mesmo estab.leeimento tem grosdena-
ple preto de vsrisdss qlidades. seodo s 19900,
dito a 1g700, dito a 29*00, olio superior a 29800,
enfeites pretea de reros, lavas de torga!, chales
pretea avilo finos bordadoa a vidrilho, e o a tros
mallos objeetos proprios para quaresms, tude
por ptecof muito commodot.
!
os senfeores gocheiros e
raais senhores que pos^
spem cnt vallos.
PaVello em saceos grandes a 59, e de milho a
38800 e 39500, em caia a 240: no armazem da
estrella largo do Paralzo n. 14.
Ac de Milo.
Vende-se ac a 239 quintal: na raa do Quei-
mado loja deferragens n. 13 ; tem como ae leo-
de neata mesma loja um completo sortimento de'
ferragens emiudetas de todas aa qualldsdes, to-
do por diminuto prego, visto o proprietario que-
rer entrar em liqufdagao.
Camisas ceroulas
Vendem-se superiores ceroulss de linho muito
finas pelo barato preoo de269 a duzia, ditas traay
cedas de algodao, mas de maito boa qualidade, a'
179 duzia, camisss brancas IVancezas a 239. 24H,
26 e 309 a duzia. ditos para meninos a 225 a du"
zis, ditas pata bom*m com aberturas de cores a
2f duzia : oa bem conhecida loja da boa f
oa ros do Queimado a. 22.
Lencos brancos para algibeira-
Aioda se veodem leogos brancos finos psra al-
gibeira pelo baratissimo prego de zjMOO.a duzia:
na loja d boa f, na ra do Queimado n. 2.
Meis para senhora.
Vendem-se meias Boas psrs senhora pelo*- ba-
rstismao preco de 396OO a duzia: oa ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da
boa f-

de Hamburgo.
DehortaKs e flore.
Viodaa pelo ultimo vapor Inglez: na roa da Ca-
deia do Reclfe loja de Vidal & Bastos.
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Nos srmazens do caes do Ramos ns. 18 e 36 e
ba roa do Trapiche Novo (00 Recife) n. 8. ae
vende gaz liquido americano primeira qualida-
de e recentemente chegado a 149 lata de cinco
galles, assim como se veodam lataa de cinco
garrafas e em garrafas. ,
Pechincha
Pechincha admiravel na
Ir ja do Pavao a 10$
Vende-*e peqas de bramante de inho
{taro bastante encorpado proprio Ipara
encoes, toalhai, seroulai, camisas paa
I rtotsetc etc tendo cada peca 2, va-
raspelo baratissimo preco de i 0' 7 pe-
ca, e tambem se vende meia peca po-
5$ ou se retalha a 400 rs. a vara : na
ra da Imperatriz n. 60, loja e arma
zem do Pavao, de (jama & Silva.
Rival
sem segundo.
Na rna do Queimsdo n. 55, defronte do sobrado
novo, est dlsposto a vender tudo por prego que
admira, assim como aeja :
Frascos de agua de lavanda muito gran-
ice a 800
Sabonelea o raelhor que pode haver a 320
Ditos grsndea mullo finos a 160
Prseos com rheiros muito finos a 500
Ditos ditos muito bonitos a 1J0OO
Garrafaa de agua celeste o meibor a l;000
Prascos com baoha muito superior a 240
Ditoa dita de urco floissima a 600
Prascos de oleo babosa com ebeiro a 210
Ditos dito dito a 330
Ditoa dito nito a 300
Ditoa para llmpar a cabeca e tirar caspas a 720
Ditos dito philocome do verdadairo a 900
Ditos com baoha transpsrente a 900
Ditoa com superior agua de colonia a 400
Bita, fraseos grandes a 500
Prascos de macag oleo a 100
Ditos de opiata peqnenoa a 320 e 500
Ditos de dita grandea a 800
T.m um resto de lavande embreada a 500
Liona branca do gaz a 10 ra., e tres por
dous, e fios a 20
Dita de catlo Pedro V, com 200 jardas a 60
Dita dito dito com 50 jardas a 20
Carretel de linhs com 100 jardas a 30
Duzia de metas cruas muito encorpadas a 29400
Dita de ditas muito superiores a 4J500
Dita dtditas brancas para senbora, mui-
to flnaa a 3g000
Vara da bien da largura de 3 dedos a 120
Dita de franja para toalhas a 80
Groza de boles de louga brancos a 120
Duzia de phosphoros do gz a 240
uita de ditoa de vela muito superiores a 240
Pecas de fita para cs de todas ts lar-
guras a 320
Garteiras com agulhas.
A loja d'agaia branca acaba de despachar car-
terrss eom agulhas de mu bOs qualidade, e ei-
celleote sortimento, e aeest vendendo a 500 rs.
esda urna ; assim como receben igualmente no-
vo sortimento das agulhaaImperiaes, fondo dou-
rado, qae continuare s ser vendidas a 160 ris o
papel, rsso na raa do Queimado loja d'aguia
branca a. 16.
Argolas de ac para chaves
vandm-se 200, 240, 320. 400 e 500 ris, na ra
do Queimado loja d'aguia branca a. 16.
Froco fino, e peda frouxa para
bordar
uvas pretas de tor -para meninas a 500 rs. o
par.
rt'l<
Vendem-se luraa pretaada totgal em bom es-
lado para meninas de diversos tamanhoa a 508
?i*p',:.-* ra-do Queimado leja da aaui
branca a. 10.
Agua de lavauder e pomada.
Vende se superior aga de lavaoder inglesa
pelo baratissimo prego de 500 e 640 rs. cada fras-
eo, pomada muitissimo fioa em paos grandes a
500 e a 19, vende se por lio bsrato preco neis
grande quintidide que ha : na ra do Queimad
oa leja de miadezaa da boa fama n. 55.
Bicos de linho barato.
Vende-ae bonito bicoa de linho de dous a
quatro dedos de largura fazenda muito auperior
pelo baratissime prego d. 240, 320, 400 e 480 rs.
a vara, vende-ae por tal preco pela razio de ca-
larem muito pouca cousa eocaididos, tambem ie
veodem p.caa de rendas lisaa perfeitameuie boas
coa 10 vara cada peca a 720, 800 e 19. ditas
com salpiros muito bonitas e diversas larguras a
19200, 19600 e 29 a pega, dita* de seda a 29 ca-
da urna peca : na roa do Queimado oa bem co-
nhecida loja de miudesea da boa fama o. 35.
Linhds de cores em novelog.
Vende-se linhas de cores em nvelos fazenda
em perfeitiasimo estado pelo baratissimo prega
de 19 a libra : na ra do Queimado loja de mia-
dezaa da boa fama n. 35.
Papel de peso a 2$ a resma.
Vende-se na ra do Queimado toja de miud-
zas da boa fama n. 35.
Meias pretas de seda.
Vende-ae meiaa de seda pretas para ae^aj (
fazenda muito superior pelo baratiasiico titila
de 19 o par : na ra do Queimado na bem co-
nhecida loja da boa fama n. 35.
Fazendas pretas
superiores.
Grosdenaple preto muito superior pelo dimi-
nuto preco de 29 o covado, panno prelo muilo fl.
no a 3, 4, 5, 6. 7 e 9$ o covado, casemira > reU
muito fina a 28, 2J500, 3, 39500 e 4 o covado,
mantas pretas de blonde muilo superiores a 129#
manteletes de superiores grosdenaple pretos 11-
camente bordados a 359, sobrecasacas de pauoo
preto muito fino a 309, casaess tambem dp panno
preto muito fino a 309, paletots de panno pret
fino a 18 e 209. ditos de caaemira de cor uies-
clada a 189, superiores gravaliohas estrene a
19. ditas de setim maco ede gorguro muilo su-
periores para duas volta a 29, ditas eaireitinhaa
com liodos alfloetes a 29, superior gorguro pre-
to para colleles a 49 o corle, ricos enfeites pretos
a 69, e assim outras auitas fazendas que seodo t
dinheiro vista, vendem-se por pregas muito ba-
ratos : na ra do Queimado n. 23, na bem conha-
cnla loja da boa f.
Vende-se urna balanca romana quasi nove
com grade para pesar couros etc. : a tratar t,
ra da Gadeia do Recife n. 4.
Na loja de 4 portas da ra do
Crespo d. 8.
Madapolao com" pequeo toque de
aval iaa 4#-
Dito largo fino a63 a peca.
Algodaozinho lito encorpado a 2$80O
e 3$ a peeja.
Chita* largas de core fixen a 220 r,
n '
roxas -tas com.pequeo tr>
38 cojas a 5#500 a
~ em covuuos a t60 rs.
vende-se na ra do Queimado loja d'agaia branca
n. 16, onde ae achara completo sortimento.
Rival
sem igual.
Com bom sortimento.
Eufeites pretos com franja a 59500, fivelaa de
ac muilo bonitas a 19500, agulhas francezas cur-
tas e compridas a 60 ra., carretela de liaba de
200 jardas a 60 rs., ditas de Alezaoders s 80 rs.,
dita de 100 jardas de cores e branca a 30 rs.,
carices de eolebetes com dnas carreiras a 60 rs.,
ditos de urna a 40 e 60 ra. : os roa larga do Ro-
sario o. 36, loja do Pedro Tino g.
Taraancosbaralos.
.
'0-:*o
Vendam-aa Uaeeaeos maito bem feitos e ba-l
ratos para boeaeca, sepherae a mecios tanio a
retalho como ea porgas : na ra 4o Ltvramen-^
to a. 86, loja ale con.
I Vendeai-se
tres esees pequeas de pouco dinheiro,
em cbaoa proprios, de pedra e cal, no-
vas, acabadas o anno passado, para pe-
quea familia, que rende um por cento ao
mea, na Torre : a tratar no mesmo lugar
oa taberea de Caneca.
Mmmmmmmmmmml
itacia de ail.
Para eugommado.
Vendem-se frasqniobos com escencia de ail
coass excorente psaa> engomando porque toa
gota delta baalanta para dar rAr em oma'bexia
de lomma tendo de maia a malas prvdosidaaH^.
nio manchar a roupa cono maitaj vezes scon-
tece com o pode ail. Cesta cada fraaquinbo
500 rs : na ra do Queimado loja da agaia bran-
1 a o. 16.
armazem de fazendas
DE
Santos Coelho
Rna do Queimado a. 19.
Lencoea de bramante de linho a 39.
Cobertaa de chita finas a 29.
Oitaa a preco de labOO.
Cambraiae pretaa muito fina.
Colcha da fusto muilo liadas a 69.
Esteitoe da India de 4, 5 e 6 palmo de largo
proprias para forro de cama e salas.
Lencoea de peono de linho fino a 29.
Algodo monstro a preco de 600 ra. a rara.
Toalhas de linho para meas a 49.
Ditas de fustio para maos, cada ama 600 rs.
Bales para menina.
.rm-xn 1 aaYfigagg
Loja das 6 por-
tas em frente do
LivraiiienU.
Cassaa (tancezaa de bonitos goatoa s.
320 rs. a covado, luvaa de troca! pretas
e de seda a 500 rs o par, chitas france-
sas largas escuras a 240 rs. o covado,
ditas finas a 260 e 280 rs., fil de linho
liso a 640 rs. a vara, tarlatana fina de
todas aa corea a 800 rs. a vara, lencos
braacoa com barra de cor a 19100 a so-
sia e 120 rs. cada um, rreias para ho-
rnera lftOO a duzia e 120 ra. o par,
cbitaa para coberta de bonitos dese-
nos s 290 ra. o covado, pegas de re-
ta nha de rolo a 29. ditaade cambraia lisa
com 6 lj2 varas s 39, musselios encar-
nada 240 rs. o covado, calcinbas para
meninas de escole i 1} o par, peitoa
para ctmiaa brancos e de corea a 200
rs., pecs de csmbraii branca de lpi-
co a 39500, algaoao entestado o meibor
a 700 rs. a vara, dito bronco para loa-
, lhaa a 1 a vara, eofeitea dos mais mo-
deros a garibaldi a 69. loja estS aber-
ta al as 9 horaa da noite.
Superior cal de Lisboa.
Tem para vender em porgso e a retalho Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C no sea es-
cripiorio ra da Cruz n. 1,
Superiores cortes
de seda pretos pa-
ra vestido com babados
Ns ra do Queimado n. 18 A, esquina u* ra
para s ra estreits do Reseo, loja de Camino
& Bastos, tem para vender cortes de seda pretos
para veatido, com babados, noUndo-se que iera
26 l|2 corados de seda, parte lisa muito lustrosa
e encorpada, e parte lavrada que pea oa ba-
bados.
Bolacha do gaz
Velha n. 84 a 29800 por
- Na ra da Senzala
arroba.
Escravos fug
(l
Escrayo fgido.
50#000.
Est fgido desde 16 de fevereiro prciimo paa-
sado o preto Joao que trabalbou com Joaqun*
Luiz dos Santos Villaverde, na padar-ia rta ra
Imperial n.199, e ltimamente eslava na pad*ria
junto a caiza d'agua com o Sr. Miguel J<> Tei-
istra o'oooe se auseotoo, lem os segomiea sig.
naes : corpo e altura regulares, maos e pes gran-
des, coslums andar de barba grande inclusive bi-
godo, tem andar gingador, e as vezes anda S
paletot ordinario e calgado ; recommen4a-iiH sos
senhores da polica e aos capi&es de campo que
o pegar, levem-o ao largo do Carmo ao abaizc
assigoado, ou a fabrica do sabio, qae Si r graii-.
icado com 509.
Narciso Jos da Costa Pereira.
Pugio na noite de 27 do correte mez o es-
cravo pornome Joaquim, do idade 30 anno. al-
to, secco, rosto descarnado e marcas de bezigss
Cabeca rapada coro navalha, peroas Boas, ero uej
dos ps lem um Ulho de pouco lempo em uro fa-
do da barriga, tem urna costura de pouco leirpc
na barba debaizo do queizo, um dedo da mo di-,
reita sem unha e meio grosao, cor fula, crioulo,
tem costume de onde quer que chage .de duer
que forro : recommenda-se a quem o pegar que
o leve a seu senhor na ra do Sol, taberna n 22,
quesera bem recompensado.
Fscravo fugitlo.
No di 21 do correle fugio a preto de non
Jos, do sitio Cajueiro, hoje Hospital Ponuguet,
levou veatido raiga escura e camisa branca, esta-
tura regular, desdentado oa frente, e cor preta;
quem o pegar leve-o ao mesmo sitio, casa 0,$
que ser recompensado. v
Pugio de bordo do patacho nacional Espa-
darle o escravo de nome Francisco, africano, de
46 anoos de idade, eiatura regular, cor preta ai
nariz chato. Como deaconbece a terr, ere se
nao lera eahido da cidade oa eus errabildes:
roga-se. pois, a quem delle souber, queir aire-
senla-lo ou dar noticias na rna da Cruz n, $,
escripiorio de Amoriui Irmaos, que aera recuas-
pensado.
Pugio no da 20 > cotrevo^io b*rtn do
patacho tCapuam. o pscrtvo crioulo nm-iiihei-
ro de i.om Aulouio, idade 19 anno pouco maia
ou menos, altura regular, roato comprido e ron
alguna signsea de bexigas, levou cal^a e rami*a
azul : quem o pegar leve-o ac escripttirio d*
Antonio Luiz de O iveira Azevedo 4 C. roa da
Cruz n. 1, ou a bordo do dito patacho qu> mi
generosamente recompensado.
00S000
Di-se a grali&cagao de 1009 a qeam i>aar
escravo Mano) conbecido por atanoel Franctace
cujo escravo do aballe afsignado, leo us Ma-
naes seguiote: cor avlate, eslatafa regular, a*
los cacapinboa, oa dous denles, de ia. da
frente grandes, roslQ comprido, qaaodo n u 4
muito -pigado, muilo deaeseUaracede ba fallar.
h*m feito de pea e atoa, diz que cose uff'ie|
de alfaiai, asU eacrav (oi do fioado un-i.ta-
cerooel Bernardo Antonio de Miranda .ni.ur le
engenho do Brum.uo Cnaogi aenda fui n<4-
do criado e 4 muito caehecide naque .le \un*r
teodo sido vendide pela Sr. Dr, Gracia* le Pan.
U BapUata no dia 22 de feveieire prozi" ,.-s-
aado e fugio 00 dia 26 de mesmo mes. e-t- fs*
cravo j estere fgido quaodo era do Sr. B^i.ii.
ta, para aa boodaa da cidade deOlioda un be
rabo e ainha veader corvio neata idade imi*
que foi pegado na rna da Guia estsa u"-a *'<
de carvao. muito de suppor que lena mu id-
e notee e que se intitule de fiero ; raga ** *
autoridadee policiaes ecapitiea de eami'" ai
preheoto do dita escravo, ni>afaTT~ *" "t-
fica coas a qsusrtia cima a quem e irouuv ou
der noticia eeta aonde eati assim eme. fl-* 'e jft
se prtesis oentra quera quer que o teoha e
lado.
Albino da Silva Leal..
^"Ml ITII AlSKl-
II EfMCi .
-
-_


DtiftlOiftB tllHUIBIK*^>SM0M*lIiU 31 M MARCO DB H61
A^riealtaqi^ft^nA
------- .--------------------,---------------r-
Etludoe agricolae.
.inq

H tresa imm que comecou propaganda da
revolugio agrcola nesla proviocia. Franco de
S, homem iocangavele que- via lonaeho [uiuro,
comprelieu leu que s podaramos sahtr do atrs i
e da roliaa, que empobreetam a oojlsff'tovoura,
fuendo urna mudanza no genero; .{MncIpM de
cultura, e inlciou a da canoa do'alsooa-r, que,
ao pasto quo requ.-r dos cultivadores at&T perma-
nencia de domicilio em seus estBlucrrneotos,
fa-loa abandonar a ida nmada do levrador d'al-
godio, a afaslar-se do irilho da eolasala rotina e
adoptar Irabalhos regulares, e os raefos de erdli-
sar o alo 'oode se nao podem arredar, quando
lulgam-no caogado e safaro, a menos que nao
queiram arruioar-se totalmente com a perda dos
grandes capitaes empregados em estabetecimen-
tos e machinas de elevadissimo preco.
A iotroducgio, pois, da canna e do fabrico do
assucar que trouxe immedtotaraente comsigo a
ueceastdade do emprego do arado, e aguarda pa-
ra mala tarde a do amanbo e da estrumagio do
slo, da irrigago, do afolhameoto e da drene-
gem, do estabulo e melhoramento das raras dos
animses de trabalho.
Maa para se poder colher tolas as vanlageoe
da cultura regular, para se poder asar com pro-
veito dos meios que aconselham os agrnomos,
falta-nos o esludo proflssional, que a a scieocia
d o a experieucia esclarecida por ella pode com-
pletar.
Temos j ama eschola pratica mais decretada
que creada ; porem essa al boje e talvez aioda
por muitos anod*s nao sirva mais do que para o
ecsioo pralico do uso do arado, e nada mais. Ali,
por filia de accordo de peosameoto entre os que
a dirigem ou de meios pecuniarios, era ao me-
os um agrnomo existe, que pticamente de-
inoostre as nocoes mais simples da agricultura
rudimeota ; os diversos osos dos aradosquan-
do rejuer a trra este ou aquclle, a razio por-
que ao passo que era um slo se aprofunda mais
o reg, j em outro menos ; o variado e dilllcil
emprego dos temperos e estrumagio do slo, con-
forme sua icgao chimica e mechanica j sobre a
psala, j us molifieacao do ruesmo slo, segun-
do suas cualidades e propriedalns. S a'est'arte
que os jovens, que se applicam ao cultivo da
erra, poder-se-hao habilitar para vir a ser baos
feitore, capazes de auxiliar o pensamento de re-
forma dos tajadores progressistas.
Em qusnto, porem, este desejo de todos aquel-
tes que se interessam pelo desenvolvimento e
prosperidsde da nossa lavoura se nao reansa,
oos agricultores abastados que corre por assim
dizer o derer de vir por diante dessa falta, que
soffremos, e prehenche-la em beneficio de seus
Cilios, e em parte da provincia, para cujo en-
grandeelmento e prosperidade como cldados to-
dos nos temos a obrigacao restrfcta de concorrer
uos com o saogue, outros com a ponna, estes
com seus capitaes, aquellos com o trabalho, tu-
no! com algum contingente de sacrificio pes-
soal.
O meio simples psra ellas, e todo em propris
antagera o de aplicarem seus lhos ao esta-
do da agricultura em quaesquer das boas esco-
tas da Europa, em verde manda-ios para as nos-
sas acidemias, principalmente para as de direi-
15.
Essa mana de deslocar seus (linos da carreira,
que deviam seguir, urna das causis do enipo-
hrecioaenlo e atraso da lavoura. Por morte dos
paes veem-se elles possuid jres de grandes esta-
*>elecimentos. Os seus interesses os chimara pa-
ra collocarem-se frente de suas fa/.endas e di-
r:girem-n'as; seus estudos, seus hbitos de con-
nivencia e sociabilidade os arrastam, porem, pa-
ra os grandes centros de populagio, para a capi-
tal. Se as ambiges politicas, que Ibes traz a
carreira, se os cargos que exercem, se anda esse
ruedo de era bren harem-se pelo nosso iuterior
tcnge da cooversagao amena e variada das cida-
des, fazem-nos fugir de suas fazendas, por au-
sencia dos dooos, os legados que lhea deixaram,
entregues aos feilores, vio de da para dia co-
rnudo em completa ruina, ao mesmo lempo que
os ahitos da riqueza forgam-n'os a despender
aommas superiores aos rendimentos de sua casa
arruinada e portanto a cootrahir dividas at que
por ultimo desaparece esta : se, porem, o tole-
teis pode maisnelles, mudsm-se para a lavou-
ra, como para um desterro, onde se nao vive
cem gosa, mas vegeta-se e embrutece-se. Para
alies essa moradia reduz-se a simples queslio de
economa. Teodo empregado o tempo em estu-
dos e meditaces diversas das que Ihes offerece o
grande livro da natureza, esses phenomenos lio
cellos da germioagao, da florescencia, da fecun-
dago e fruclicago passam desapercebidos para
elles, que cegos, oio os veem. Os doces e pla-
cidos gozos da vida siogela.e frugal da lavoura,
onde um prazer o planto e a colheita, onde a
vista se demora e arrebata ao espectculo de um
campo vicoso, de um animal bem talludo e ne-
dio, de um rebanho immenso, tornam-se-lhes
em tedio e enfado.
Consideran Jo-se em um mundo para o qual
Qo o affeigoaram, vivera em um claustro. Nao
curam de melhorar, nem de reformarseguem a
rotina no ponto que lhet legaram, ou nem disso
se occupam, encarregando um feitor bruto do tra-
balho de pencar e dirigir por elles as operaces
grosseiras de urna cultura devastadora e muitas
vezes improductiva.
E', por tanto, em proveito de seus Qlbos, que
aconselhamos aos lavradores abastados para que
Ihes deem urna instruccao agrcola mais apropria-
da sua vida futura, que os .gam cursar as es-
colas de nomeada da culta Europa.
Quando entre nos se trata de estudos agrco-
las, accode logo ao espirito da maioria os Esta-
dos-Uuiios ds Ametica e a Allemanha, e em ul-
timo lugar a Franca. E' isso urna repetigao cons-
tante de urna admirado sem exame, e que val
ee tornando como que um axioma para os que
cao querem examinar por si a queslao.
Os Estados-Unidos progridem rpidamente em
tudo quanto industria, e reclama o trabalho e a
paciencia do homem: poro de outro dia, compe-
lOLIILl l?l
ORIGINAL 00 DIARIO DE PE RNIJBUCO.
>
mtmmmmnm
CIV
Sumario.L'm drama do mar.
Epilogo.
Slo decorridos quatro annos depois da triste
historia que rica narrada, e toda a populagio do
Rio de Janeiro, movida por um pensamento com-
caum, t dominada por um desejo, se dirige ale-
gre, ruidosa, contente de si misma, para a Praia
Vermelba, onde avalla um grandioso e monu-
mental edificio, elevado pela mais sublime das
virtudes chriataas ; por este preceito fecundo
do amor do prximo, primeiro proclamado palo
Regenerador do genero humano, para aaylo dos
flesgrsgados que perderam a razio, e por isso fo-
ram segregados da sociedad*, e do lar, a assim
sequestrados aos innefaveis ciriohos da familia.
E' o dia 5 de dezembro de 1852, destinado pa-
ra a inauguraclo do magnifico hospicio Pedro II,
colossal palaeio da caridade, onde nao sei se mais
admire a grandeza do pensamento que Ihe den o
er, do que a grandeza de sua edificarlo que hon-
ra os artistas que a executaram.
Os monumentos sao o verdadeiro thermometro
do carcter de cada poca, de cada poro, de ca-
da reinado.
E* assim que aioda boje as famosas pyramides
do Egypto. depois de quarenta seculos, nos fal-
lam mais eloquentemente do qae foi o povo que
as levantou, do qae o tarta o melhor livro que ti-
?esse podido attravessar esta longa serie de
annos.
Ds mesma serte os monumentos gregos, ro-
manos e rabes nos pinlam melhor a ctvilis'sgio
e o carcter Testes povos na: diversas Apocas
que perlencem, do que es seus oais aflamados
historiadores e cbrooistas. Nestai obras gigan-
te coa a sua amiga metropole, e 00 e*e de
enviaremos os nosses jovens estudiosos para on-
de, se ha progresso na agricultura todo devido
ao estofes parllcetor, a sotodaaeoia em cada
tazerraa, e nao existe urna s escola ou fazenda-
molelo eatibelectd, onde se pasas aprender re-
gularmente a scieocia quer theorica, qisaur^pralL^
camente. Serva para o observador qua lpisue
conhecimenlos sobre a' materiasomente esse
aproreilara van,taJosmente, WVe> VI|Vf do1
principios scieniiftcos, applta4os-ha a sos sysleraas postos em acgSo pelos nott'-ameri
canos. Mas ir cegoe ignorante, e na idade das
paixoes para um paiz onde nao achara freio qu
o retenha, nem um corpo de doutrinas completo,
de que possa tirar immediatamente ensino o aj-
querir gosto pela scieocia, aates ajxtinhara s
apalpadelas e sem guia, tendo por uuico estimu-
lo a su rasao, ser desbarato d* lempo com an-
dar de um para outro lado a colher msterlaes,
JHnuitas vezes pernicioso, que o possam esclare-
cer. Se for datado de grande torga de vontade,
poder obter algum resultad de seas estorcos,
mas este sempre raaco e iecesnpleto, nascido,
como ser, de urna meia salencia fatal para quem
tem de se empregar em prtic-la.
A Allemanha, principalmente o Wurtemkerg,
aponala como o principal foco de luz da scieo
cia agrcola. Ali a instruccao derramada com
profusa o por todas as classes da socidade a
agricultura, honrada pelos mais altos funciona-
rios, peta aristocracia, e pelos ssbios cultivada
com esmero e como scieocia das mais transce-
denles taeoria, e da pralics mais proveitosa,
ella esludada com aquella cousciencia e pertina-
cia, que sao o dislioctivo dos flthos do norte.
Os institutos, as escolas pralicas. as fateodas
modelos abuodam na confederado germnica,
gosando entre todos de urna grande reputacio o
Instituto real agrcola de Hoheneim, que se
compoe de tres dirersss escolas1* a de estados
de matas; 2 a de agricultura theorica para os
individuos abastados ; 3 a de agricultura prati-
ca para a gente do campo.
Apezar disto e do, muito qae ae tem dito acer-
ca dos estudos na Allemaolia, oeste ponto acon-
selhamos aos pis que mandara aeus lhos antes
para Grignon, ja por prudencia como por eco-
noma.
As nossas relajee msis intimas com a Frange,
o manejo mais fcil da liugua, o contacto mais
frequente com patricios, que possam bem anca-
minhar e occorrer as suas necesaidades seriara
razoes sufDcieotes para encamiuharmos para all
os oossos mancebos, que pretendem applicar-ae
ao esludo da agricultura, se nao tivessemos mais,
o ealudo simultaneo, e em tres annos. da theoria
e da pratica, e os rigores disciplinares, comasu-
geicao ao ponto, ligan, e aos exames no fim de
cada semeslre.com exclusflo da escola no caso de1
reprovago. e com o estimulo do certificado para
os estudiosos, e a moralidado com o intrnalo, e
a extrema barateza do ensino, moradia ealmen-
lago que o todo 270 francos, ou 108# da nossa
moeda por anoo.
Em Hoheneim, pelo contraro, oio ha matri-
cula, nao ha exames, e o alumno nao tem ouira
ourigagio mais do que pagar a annuidsde de 45
francos, ou 2595000, alm da aliraeotagSo que
far as hospedaras, tendo alberdafl. de seguir
os cursos que Ihe aprouver, levantaodo-se e dei-
tando-se s horas que fhe parecer, sem estimulo
algum, antes com o incentivo da devassidio que
Ihe fagueiraraente apreicntada pelos mance-
bos ricos, que acodem em todo o anoo pare essas
escola como mero passalempo da vida campesi-
na. O instituto, alm disso, dividido em tres
ramos separados a escola ou instituto agrcola
s forma agrnomos theoricos, qne pelos costu-
mes aristocrticos da Allemanha nao aei mlsturam
com os da escola pratica^ que s frecuentada
poder do homem corados de victoria contra a n-
tarexa rebelde de um solo lagrato e escabroso
ST-ilf.1"* P^oso e miseravel como
* da Irlanda ; esaaslrsnsforrasges das racas ni-
raaas, qne deraa am resultado M tgtatMA a
Diahley. os bots de Durba, a tsccss IMMrlri
aAyr. ..w>|/......
Towntoumi assim dos arcanos da sclen-
i^lSJ^S**^^ 0 Eatadet-Uni-
dos, onde os gneros similares aos nossoa estio
en alto Btimor de caltura 4t.|hes-hla aeguros
conhecimantos pasa poderam applica-los com
proTtto entra nos e destrair oe abusos e erros
ds ignorancia, que pretende por em pratica o que
vio em paiz o clima estranho, sem poder discer-
nir o que deve ser abandonado por conta do cli-
ma, da natureza peculiar de cada localidade, da
composigo da cada terreno, e anda dos princi-
pios errneos proprios de cada cultivador me-
nos instruido dessas regioes alias lio ada-
tadas. s_
Os esiados dojul-di \\ Americana, ji'por
serem, explorados para a cuitara da canoa ainda
ha poucos annos, j pelo trabalho euravo, olo
competem com os do noria, e menos com os da
Inglaterra e Franga no aperfaigoamento da cul-
tura. Ainda all b erros devidos a menos des-
envolrlmento scitftiaco, e a essa pressa e atan
de gapbar diaheiro qae dominam tanto ao norte-
americano, a que s am homem guiado pelas lu-
zes da scieocia pode coohecer e coodemosr.
Combater aquellos erros qae por ventura ve-
nham a aer introdazidos entre nos, pela maior
facilidade que offetecem na sua adopcao, eu lin-
da por julgarem-Dos ateta e boos aquelles que
nao estao em estado de apreciar por falta de ba-
ses o que ha da melhor e mais productivo, s o
podem fazer os agrnomos, e a provincia nao os
vira a obter seoao quando o lavradores ricos
posMiirem-se da verdade da qu6 -lhee de summa
ulilidada dolar seus lhos com estudos agrcolas,
qae Ibas tornera agradavel a vi 1. rural, que um
da terao de seguir por sen proprio ioteresse.
PROGRAMMA
Das oondicu para a admisso as escolas impt-
rxaes de agricultura de Franca,
(Do Jfonifeur.J
-l/t^noir-." **** -dearltuUu"
Saulsaie.
'" w Ofl,cifuiiura
a. de Grand-Juhan, 3.* de
pelos pobres e lhos
com justa razao de
de rsticos; mas que goza
melhores crditos de qua
aquella ; o curso de rnattas especialmente des-
tinado para futuros guardas campestres.
E de muita monta pafa os pas esses rigores
disciplinaras, o intrnalo severamente observado,
os exorcicios continuos j no campo, j as
aulas ; porque oioguem tanlo precisa de frugali-
dade na vida, de pureza de costuraos, e pontuali-
dade em cumprir suas obrigagoes como o lavra-
dor; ora. sabando elles que seus lhos nao vio
enlregar-se aos prazeres fascinantes de urna ca-
pital ruidosa, mas viver reclusos no estabeleci-
meuto, ponaalo diapendendo pouco, e mpregaa-
do obrigatonameole o seu lempo no estudo, logo
ecouomisaodo tempo e cabedal, mais de boa men-
te abragaram a idea de manda-Ios seguir es es-
tudos da agricultura longe das vistas paternas.
Demais, Grigoon tica ao p de Pars, e t j te-
mos dous comprovincianos, o Olho do 8r. Joo
Rodrigues Bayma e o Sr. Ricardo Ernesto de Car-
valho, mogos de ura comportamento illibadp e
estudiosos, que servirn paca ancaminhar aquel-
es que por seu acanhamenlo ou pouco uso da
liogua arreceiem dirigir-se para um lugar es-
tranho.
A Franca lem prodnzido os M>theus de Dom-
basle, os Raspail, os Boussingiull, osGaspario. e
outros aabios que tem enriquecido a agricultura
com grandiosas descoberlas,- e nessa escpla exis-
tem como lentes superiores capacidades agron-
micas, escriptoves de nomeada, e os mancebos, 1
qje souberem aproveitar en sinos tao completos/
podem sahir perfeitos e em estado de por em pra-
tica e encaminhar as vas do progresso e dodes-
envolvimento da prodaeco lavoura d provin-
cia, quande os bouverem todaa as neastj con ar-
cas o que facilimo, porque nio ha urna s que
nao contenha alguna lavradores, que por sua for-
tuna podem manter seus' lhos tora da pro-
vincia.
Para tornar mais simples os conhecimenlos dos
que se propozessem a estudar a agricultura, ha
muitos pas que estao em circumst>ncias de fazer,
depois desses tres annos, seus lhos cursar en-
taoura auno as aulas de agricultura pratica de
Hoheneim dirigidas oelps sabios Hio* e Schlipf,
ou oas de Ellwangn ou Ochsenliausen.
Esclarecidos pela aciencia, familiarisados com
todos os problemas da agricultura, esse anoo pas-
sado em ama escola diversa servir-1hes-hia como
de recordaco das materias j sabidas. Viajar em
seguida pela Inglaterra,'o paiz que mais excede
aos outros na pratica, far-thea-bia armazenar
mais conhecimenlos. AUt estudariam of myste-
tm iwii m m
a idea que
nem trans-
attestado de elvilisacao adiantada, sente-sa como
enlbusiasmado, quando Ihe dizem que,ve apenas
um asyto de loucos, que habilam um pago mais
importante do que o proprio pago imperial.
Entretanto, bem poicos sabm, mui rsros cal-
culara, quanta energa, quintos estorbos, quaota
dedicagio foram mistar ao eminente estadista
e philosopho, em cujo cerebro brotou essa idea
generosa e sublime, para podar erguer este, tem-
plo de caridade, depois de ha ver .excutdo 00-
traa obras nao menos philaotroptoas, tpdas em
beneficio dos miseravais, dos doentes, dos men-
digos, dos engeitados, e dos orphios, dos quaes
lermoa sua familia predilecta, a quem cOnsagrou
sua iacangaval actividade e intelligencia, depois
da hiver sido um obreiro nao menos infatigavel
da independencia do paiz ; anx dos seus es-
tadistas mais habis, qu mais se occapou em
enraizar nata as doutrinas do cdigo eminente-
mente liberal, com que um principe magnnimo
nos constituiu em naci.
Fallo do cooselhelro Jos Clemente Parera.
qae morreo como um Justo, tranquillo e calmo ;
porque liaba semaado multo bem na trra em ana
peregrinagao por ella, e con flava na colheita que
Londigoes para a admisso.
As escolas imperiaes de agricultura nio rece-
ben seoao discpulos internos. E os pretenden-
las devem ter pelo menos 17 annoa feitos e ser
Franceses ou nateraliaadcisFranceses. Comtudo
o ministro, quando julgue conveniente e por ex-
2*22! m8ndx" admhUr rangeiros, da-
aquella em que se devaa matricular
Antea da 25 de aetembro dea* ser aorefientarfa
M mioistro da agricultura 33mSS%
nado pelo proprio pretenderte, ou por seas pais
tato 1 protector ; e instado con? as aegafntes
V.
certidio de idade;
m51*i,6,Ud-2 de-TWl e d costumes dado pelo
niaire da residencia do peticionario
iU /lfll 1 ti A A ~ J_ _----*(
certifleado de medico provaodo que o pe-
Uconano ou toi vaccio.do, ou p.deceu de be-
gas ,
.tVUma.!,rig,5S'ein PaPe aliado pela qual
os pas, tetares, ou protectores do peticionario se
MmP.nE?Wem P8f" 6m MBS?.cUamadoa
as respectivas mesadas em quanto o alumno con-
.servar-ae ao estabelecimento. ,,un,D> <=<"
Era vuta de taes documentos, raau/armee e-
!.- ,0,,,x*niePreparalotos de que sao
dispensados os hachareis em sciencias.
Exames de adniisso.
fcsles exames sio faitosoas escolas de agricul-
tura por um jury de oomeagio do ministril.
^f?1*J? apaajo e a direaco dea ferramaotas,
dos instrans^tps. dos vehculos a das machinas
M.Sar!. *.." *"&> 0" Principaea
operagoaai agriealtura taes como lavras e ama-
nos, a sementtira, a colheits dos graos, das rsi-
flJSi"!0 t*,,,m oaa dea animaos ;-
ekMdda de daeeoho linear ; agrmenaara ;
i*'.rnt0 ,taDlM : ** >'lUoto.V-
cubagem de solidos ; avaliagio de volumes de
aguas, e as manipalagea de laboratorip chimico
mais.essenciaes, como ajalos de margas, ana-
lyses de trras, e daaagens de estrumesT
Os alamoos sio successivamsnte e por ordem
emprstalos na vigjlaocia de todos es servigos do
estabelecimento ;*e os cursos, cooferaocia, aer-
vigos irabalhos pralicos, exames etc., sao obri-
gaterios para todos os alumnos.
Sala iustraceio pratica completada com ex-
cursoes agrcolas, botnicas e geologisas ; com a
observagao dos astabulos e estribaras ; e com o
exemplo e a demonstragao nos campos.
Em cada especialidide do ansioo quer tbeorico
quer pralico o profeasor sempre ajudado de um
repetidor.
Extractos.
Do trabalho : = ensinopro/itiional de agricul-
tura em Grignonpor Joo ae Andradt Corto
lente da poytechinica de Lisboa.
O eoe*v> tbeorico constatara Grigoon, como
nos outri institutos, do seis cursos : depbysica
colmica,; mineraloga e geologia, applicadas a
agrteullau ; curao de eogenbaria rural, curso de
agricultura curso de zootechoica, economa do
gado a zoologa, curso de agricultura e botnica,
fifi8.?.. efO0OO> e legialagao ruraes. A con-
tabiltdade faz Umbem objecto do ensino em Grig-
oon : este curso dura um anno.
Oi_ Irabalhos pralicos am Grignon occupam
grarrae parte do tempo doa alumnos; segundo o
programma geral das escolas imperiaes, devem
esses irabalhos coosistir no uso de todos os ins-
trumentos, ferramenlas e machinas ; as opera-
coee principaea da agricultura, taea como semen-
tar, a, coiheitas e pens dos gados ; em exercicos
de deseono linear, levantaesento de plantas, me-
digao de terrenos, cobagem de solidos, avaliagio
de volme de aguas,, manipulares chimicas.
anaiyse de trras e estrumes etc.
Levantam-se os alumnoa 4 1,2 e vao immedia-
tameate aasistir e apreoder a timpar o appare-
Inar oa animaos de trabalho. As 5 1|2 os alum-
nos tomara urna collagao e aa 6 eotram na sala
do estado. Das 6 Ifi aa 7 li* leem lagar as re-
pelieres na sala de ealudo, feitas pelos repetido-
res especia es de cada curso ; e das 9 1i2 as 11
horas lem lugar o curso.
Depois do almoco, que tem lugar as 11 horas,
os alumnos vao para as officioas ou Irabalhos do
campo de que ealio incumbidos, ou assistem
visita do veterinario. A' 1 hora os alumnos sol-
lamas salas de estado, onde estio osub-dlreetor
os professores e repetidores dos cursos que na-
qaelle diaUveram lugar, e abi ae determina qae
trabamos de applicagao dos ditos corsos devem
ter lugar.
Nos Cas en que o carao nao exige applcagdes
especiaos, os alumnos consagrara o tempo aos
servigos e observarles dos Irabalhos das quiatas,
a apreoderema usar dos instrumentes agr..os a
guiar os cavallos e os bois da trabalho, etc. A'a
5 e meia horas em diaa de sema aa, e as oos diss
santos, tem lugar o jantar. A'a 7 horas da tar-
dB coojfC o ealado e aa repetlces, que duram
at as 9 horaa : estas repetigdes fazem-se por in-
terrogares dirigidas pelos repetidores aos alum-
nos.
Tresdiaa na semsna faxem oa alamoos ao di-
rector am relatorio dos irabalhos agrcolas a que
assistiram ; por esta occasiao o director dirige-
Ihes perguntas aobre objectoa pralicoe, dando os
alumnos s sos opinio sobre esse objecto e pro-
pondo experiencias ou Irabalhos, qae sao aceitos
ourejeilados depois de discussao. A's 9 horas
recolbem-se os alumnos aoa dormitorios.
No principio de cada curao toms-se ponto e
fl0hdiai l"aeo"*" da'um des petcio"arios "- a falla a~lods~os7sn7es : o%r7fesaVr
tirectorda escola um numero de ordem
E as materias que
psra se apresentar exames.
ae exigeia sio :
rf.V E.m arUhn,el,c asquatro operagdes fuo-
r?-?.V1,0,eiro!. e fr8C5e. etracgSode
raues qoadradas e eabiess, proporcoes, progres-
soes, e a exposigao do systema mtrico.
faz antes da ligio a iaterrogagio a um ou dous
alumoos. Os estudantea tem um caderno em que
tomara apootamentoa das lices, e estes cadarnos
aao mioueiosamente revistados pelos repetidores
dando-se a este objecto a maior importancia na"
escola de Grigoon.
Depoi de *da repetfgao ou exercicio, os re-
as r._ "_U -----* """ ~~*------w iivoinou wu ciorticiu, o re-
z tm geometru as propagigoes relativas a petWorea assentam n'uai Hvro as notes que indi-
Iinha recta, aos aogulos. ao circulo, proporco-
naiidade e medida daa liabas e das Superficies.
(O equivalente dos quadro primeiros livros de
Legendre j.
3o Em physica proptiedades geraesNAoa cor-
pose o uso do thermometro e do barmetro.
4 Um thema de redoecea francs.s que prove
a mstruegao do mancebo na orthographia a n
grammatica. *
f iodoses exames somente recebido um nu-
mero limitado ge alamoos e isto por ordem de
erecimento, eeguudo a claasificaoBo das appro-
Duragao dos estudos.
Duram os estudos tres annos, no fia dos quses
o alumno julgado capas e merecedor recebe um
certificado.
O anoo escolar comega no primeiro de outu-
bro, e snbdivde-se em dous semestres. No Qm
de cada semestre procede-a* a um exame geral
dos alomos.
O primeiro semestre compde-se dos mazas de
oatubro, novembro, dezembro, Janeiro e everei-
ro os exames geraes deste semestre fazem-se
de 1 a 15 de margo.
, O segundo semestre comprahende desde a se-
gunda quinzena de margo at agosto : e de-
pois dos exames gara es deste semestre seguem-
se as tenas at 30 de setembro.
Nao se pode paasar de um para outro anoo,
nem dar-se o certificado final se nao em vittude e
depois dos exames geraes 00 fim de cada anno
escolar, a o alumno reprovado naa materias de
qualquer anno escolar es, ipso faeto, exclui-
do da escola, enem pode aeradmittido em qual
qoer das outras escolas de agricultura.
Materias do ensino
A instruccao theorica e pratica.
Aquella comprebeodo:
Io um curao de physica, chimica, mineraloga
e geologia com applcagdes i agricultura.
2a coostrucgdes ruraes.
3o um curso de caltura.
4 um cara de zooteahnia a zoologa agrcola.
5 um curso de sylvicultura e botnica.
S ir" ""0 de conomia e legialagao ruraes.
1 '0""" P"UcM d coibifidade applicada
agricultura.
A iostruegao pratica toda manual, mas acora-
panhada logo da razio a da explicago : compre-
cara a aptidio e saber de cada estudante ; estas
notas sio numricas, seodo 20 o numero mxi-
mo ; meosalmente toma se a medida destes n-
meros, e o estudante cuja medida mensal infe-
rior a 10 perda um mes o direito de aabir da es-
cola, para o que todoa es outros alumnos po-
den obter permissao da direegio.
No fin da cada semestre ha um exame oral e
pratico sobre as materias aprendidas durante o
dito semestre ; sobre cada materia o exame dura
um quartode bora. As notas destes exames e
as dos professores e repetidores strvem para a
classificaglo dos alumoos. o fim do terceiro
anoo do corso, os alumnos que tirerem seguido
com aproveitamento todas as aulas devem fazer
na trabalho escripto, contendo am projecto de
exploragio agrcola completo, applicavel a ama
quinta cujas condiegea agronmicas Ihes sio
apresentadas pelo cooselho escolar como pro-
blema a que elles devem dar completa solugio ;
sobre este trabalho escripto faz-se um exame oral
e do bom desempenho desta tarefa que depen-
de a concento do diploma que coofere o titulo de
discpulo da escola.
ceei am- ralacio aos alumaos do segenOo anno
as funeges do chotos de eervfco.
Dous estuantes da sogaado aaao eio cada se-
mana nomeadoa fiscaes geraes. O director do
instituto convoca todaa aa mina.*, i* 5 hatee
meaos um quarlo, todos os ebefas doa trabalhos
da quinta para lhea dar as ordans do dia, a oa
dous alumoos sio obrigados a assistlr a este acta,
a Urarean eopia daa ordaos para os trabalhos da
quinta nos registros dos ildanles e a mandarem
estes para as salas de estado. Estes fisoes as-
sistem naa horas dispooiveis a todos oa trabalhos
importantes, e> ooite, quando o director recebe I
dos chafes de trabalhos os relatnos do qae du-
rante o dia se executou em Grigoon, esto alies
tambera presentes. A cada um dos servigos da
quinta estio sddidos doas alumnos do segundo
anoe, encarregados de tomar nota de todaa as
cousss dignaa de alteogao, de executar as pesa-
gens e mediges oecessarias eas experiencias agr-
colas, e de dar de tudo noticias i direegio s
horas qua forera para isto designada.
Os estudantea recebam estes encargoado sub-
director da escola, o executam esses TTabalhos
debaixo da immediata iospeegao dos estudanies
do terceiro anoo. Os servigos prlnclpaes pelos
quaes os alumoos se distribuem sao os seguiotes
o das offleinas e de conslrucgao. o das maltas
e plsntages, o dos jardins, o dos cavallos edos
bois, o das vaccas e das ovelhas, o dos porcos,
o da pharmaela veteriaaria, e finalmente o de
acompanhar os visitaoles do instituto. Na visila
do veterinario os alamoos eocsrregadoa do ser-
vigo de gado eaiao presentes, tomam nota daa
receitas e prescripgoes, e executam tudo por sua
mi.
Cada semana cinco alumnos do.primeiro anno,
escoltados segundo urna tabella de classificagio,
sio encarregados de pensar, dar a ragio s horaa
proprias e cuidar dos aaimaea de trabalho da es-
cola ; eates alumnos nos das e horas indicadas
pelo repetidor da agricultura Irabalham com bois
ou cavallos no campo de exercicio, e apreodem
ah a usar dos instrumentos agrcolas. Para ter
direito a trsbalhar com a charra e os outros ins-
trumento preciso que os alumnos mostrem sa-
ber pensar e aparelhar perfeitamente o gado de
trabalho. Urna licenca especial do lente de agri
caltura, visada pelo director, pode autorissr os
alumnoa a tomarem parte nos irabalhos da quin-
ta e exercitarem-se em lavrar a arado, sachar
com o sacho de cavallo, gradar, etc.: oeste caso,
porm, devem os alumnos sujeitar-se s adver-
tencias dos trabtlhadores com quem vio exerci-
tsr-se.
Ha, como se v pelo que flea exposto, ama
gradagio conveniente oa natureza dos servigos de
que os estudaotes sio encarregados para sua ios-
traegio pratica ; as fuocgea que cada um tem
que emreer eslo em relagao com o estado dos
seus coohacimentos, e a reapoosabilidade dessas
funeges tambem vai crescendo com a idade e
com o deseovolvimeuto das faculdades iutellec-
tuaes e moraes. No primeiro anno os alumoos
aprenden) todos os trabalhos normaos da agri-
cultura : 00 segundo os alumnos teem a aeu car-
go diversos servigos da quinta, cootribuem com
as suss observagoes para as experiencias que all
se emprehendem, e adquirem a aptidio neces-
sana para cuidar racionalmente Uos gados; 00
terceiro os alumoos exercem a inspeegio dos dife-
rentes ramos do servigo agrcola, sio moralmen-
le responsaveie pelo que se pasas oas officioas a
sea cargo e dirigem os alumnos do segando anno.
Encarregados de to importantes fuocgos, os
alumoos de Grigoon ha j de necessa:i.^..te es-
tar em immediato contacto com os empregados
da quinta, e por isso o reglamento, para evitar
deaordens e perturbages na admioistragio, es-
tabelece deam modo positivo que os alumoos nio
pdem dar ordens em casa, mas s inspeccionar
e transmitlir as ordens do director.
A disciplina muito rigorosa dentro do insti-
tuto de Grignon. A'a 6 horas da manbaa, logo
que os alumnos teem ido para os seus irabalhos
e se tem feito a limpeza, os guardas fecham os
dormitorios, oode ninguem mais entra seoao e
caso de argente necessidade, excepto das 11 1/2
1/2 hora depois do meio da.
A eotrada doa eatadaniea as aulas tem lugar
antes da hora de entrada do professor: oas aulas,
assim como as salas de estudo, guarda-se o mais
absoluto silencio. As injurias entre condiscpulos,
os jogos, os tumultos ou reclamages dos alum-
nos em masaa, o (amar dentro das casas ou pa -
teos, ou mesmo as proximidades di escola,
sio cosas expressamente prohibidas e severa-
mente castigad aa.
S urna vez por mez permittido a sahida para
ra de Grignon aos alumnos, com eonsentimerj-
to dos seus pareles e correspondentes; para isto
e destinado o primeiro sabbado de cada mez, po-
dendo os alumaos que teem licenga sahir neaU
dia ao meio dia e devendo entrar na eschola na
segunda feira immediata, tambem ao meio dia.
Ha na escola um livro de registro, onde os
alumnos que sabem com autorisagio do subdi-
rector ioscrevem a data e motivo por que se au-
sentaran}, devendo i volta tozar nesse livro de-
claraga'da eotrada oa escola e a presentar-se
logo ao sub-director. Estando eocarregado de
qualquer aervigo, nio pode o estudante sahir em
caso algum aem deixar outro estudante em seu
lugar, com autorisagio do sub-director. Todos
os estragos de qualquer natureza feitos pelos
alumnos no estabelecimento sio por elles pagos.
Todo o acto que se possa coosiderar como ata-
que propriedade rural castigado segundo as
leis contra os deudos ruraes.
Littera
1 tki
A TB-'ASJltltlSACAO.
k MULBEss?
/portones., tmiUnimde em tf VsnuAcr
noaaioaV.-oalAo/to,,,,..^ Taxaaaalaaan-
Jo6.iu.c4a da ^ia.^Tr^SSS^
doulnuas prolesUntu.^-A. tScaodeeorv
rendo da Cnu~Conclnso. nm'mo a*cor*
Com o chrisliaoismo poras asada ram ..
sas ; a familia conservo!, ea, aaaaaa^t^ta
temor comoVoulVa. mas Hkl^'fAfffc
acabou com o reinado da oba^Uoria atrVu!
lo substitmr pelo da obedienmm activa *laaad
em conta a l.berd.de humana. EUa&oori!
senliuque o podar connuaase /ffa^WrfVrla
carreira de seus desmando, e cae a ebadiaLu
marchasse caga e sem masecimaolo, porqoeho
sabia mesmo o qua fazia. existaeem eonefcoda
de si e de seus actos, e aomeate irnpellida palo
(error do castigo que a esperara. O ehrstisn-
mo trouxe a verdadeira negio 4o podar domes-
tico : amaoisou-ihe os rigores e deo-lhe a sita-
lidade asseguraudo-lhe a darac&o. Grande e
romorve0f!'U qB6 r,,iil0 *"' Podi
E toi s d'ahi em diant que'o poder da fami-
lia conservando-se em seus legittmos limites,
maniere a importancia congeniU sua natureza
M-J*a ,e ba,,a dMPid0 P bar-
ur .-n- "0cf.da,,M civis eomearam exls-
ae viam-se msl protegidas, comorohende-M
qae o poder domestico se uodtm 2EK.
tor?. ; mas boje que. na phr.se de pad J.net
civilisidaa as sociedades, a familia corre lio ooa-
cos pangos materiaes, a torga pardea aoa razio
de ser o fund.ment do poder domestico e ce-
deu seu lugar razio, toroendo-se apenas urna
condigao para a aua cooeeasio.
Nos nos explicamos.
Seguodo o ensino christio, o poder domestico
continaou a existir oas mos do homam-Chefe
aa familia.oao mais em razio de sua torca
physica porqus estonio creando o direito nao
poaia da-lo ao hornero com preferencia mu-
iber ; mas sim.em virtude da torga mais rigorosa
da sua otelligeocia e daa combioagesmaU ma-
""' .' "? d razio, de aorta qae,
como ae -exprima o precitado eacriptor, a torca
3?-* VrnC,ipi ? ".oridade, mas a aua co-
digao. E esta a salvacio da familia
E este o ponto primoral da d'ifferenga en-
tre a autaridade na familia enliga, e o poder do-
mestico na ebristandade. ^uer^ao
O catbolicismo recoohsceu que convinha para
a lamilla ama autordade torta pela raciooalida-
de de suas torgas, e que fosse capaz da manter
ideaos os seus direitos 00 exterior; mas elle nio
aeixou tambem de reconhecer que era preciso
urna oetra autordade que, pela torga dos btao-
dos atlractivos da.suavidade, se eocarregasse do
goveroo interior, por isso que a familia urna
sociedada composta de pessoas desaguaos.de
paos e tilhos.-e estes s se pdem sffazer aos
tratos da dogura tomiuil. Eolio ella cedeu esta
ram0 i danDislraSao domestica mulher. por-
que s ella, atientas as condigoes especises de
sua natureza, poderla caber esta gloriosa misaao
de ser o mediador entre o pae e os lhos, de aer
aquella que coosoiidasse a familia pelas retacos
o alpor. habla repartigao, cujo alcance e pro-
1 undena o paganismo nao poda coohecer.
toscas ainda vive com todo o vigor
as concebeu, que nsda pode apagar,
figurar.
Quando o reinado actual mais nenhum outro
titulo podesse apresentar aos vinlnuros para ca-
racterisar o espirito de piedade, e de amor aoa
povos que sempre o ha distioguld, bastava s
esta pagina immortal, escripia 00 livro do espago,
com a alveoaria, a marmreo o bronze, para
graogear dalles o respeito a admiragio.
E nio s o monarch. que antmoo com o seu
exemplo ; como o povo que aoxitiou com o seu
concurso a execugio desta idea. Bcam bem e fiel-
mente steriotypado ; sao dignos de gual e bem
merecida honra.
O eatrangeiro qae pela vez primeira penetra- a
vasta e formosa baha do Rio de Janeiro, porten-
tosa obra de urna natureza gigante, a nota esto
eonstrucg, quo immeOial.meole Ihe desafia a
altengao, desde logo propenso i aaravilhar-ae, lhea a educouaa dores qae conjlou^e mio-
porque no paiz novo que visita nio eaperava achar "
esles esforgos sobren.turaes da arle, que sio am
brotara 00 cu, oode urna corda de gloria o es-
perara ; fallo deste homem a quem o amor da
humanidade sobrepujava i todas s afhigde ;
que era como aquella philosopho que amara mais
sus familia do que si, mais sua patria do
que 9 sua familia, mais i humanidade do que
sua patria ; e que dos miogaados recursos fez
poderosos capitaes para astiaazar aa despeas
dessas coostrocgdes ; desprezando a cr* '< -
os embaragos com que adva/sarios pol
co generoso procuravam ''biar-lh
inspeccionandosam cesasr
tos obras, que hoje sio un _lo r.
tal do imperio. >'
Seguodo um escriptor consciencioso que ..,-
um esbgo biographico deat cidadao relevante
As lagrimas qua elle aochagaii,*-a'0*phandade
que acaleotou e aceitn com mi paternalos
gemidos das criaoeinbas abandonadas que rsco-
..J 1
rou eem affactuosiestma sulicitude, eio talos
que nem o lempo, nem a iagialsdao podero ja-
* 17* ola u_^_ _____a a *.____A___
mais apagar. E' esta urna verdade ineontes-
ael.
E o monarcha que a distingu, sempre ; qu
mandou collocar o busto deste bemfeitor de lab-
ios intolizes no meio delles, em frente ao seu ;
que no mesmo dia em que a mora o arrebatou
con feria virtuosa eaposa o lila lo decondesas
da Piedade,como prova de sua homenagem
um mrito tio particular, a elevando o subdito,
elevou-ss tambem ; moatrou egual grandeza d'al-
ma, e virtudes lio solidas xomo aa que ennobre-
ceram este philantropico vario.
Has, como ia diztoJo, no dia notada .0 bom
povo fluminense coocorria 4 pf,ia Vermelha com
afn ; porque a inaugurarlo do hospicio era um
aconlecimento feliz, urna testo patritica e huma-
nitaria, em qua ella tomava grande ioteresse.
Nesse dia me achara no porto do Rio da Ja-
neiro, e Qz como quasl todos; fui tambem assis-
tir i este acto solemne. *
JUkn eaaaarei am repetir squi a descripgao
dasQTratmdade ; nem a amogea que ella sus-
cltou nos assislentas
ca se oecuparam mal
Eu estiva encanto
imogoes que ella sus-
[ue os Jomaos da po-
isso.
o pelo aceio e ordem que
O ensino pratico em Grigoou muito completo,
como se pode ver pela deatribuigio do tempo de
trabalho des alumoos, de qae 00 artigo anterior
se dea noticia : este eosiuo comprehende o uso
das machinas e instrumentos sgrsrios, os metho-
dos de lavoura mais perfeitos, segundo a natu-
reza e aitaagio do olo, os esgotameotos e irri-
gages, as artes agrcolas da distillago, extragio
de leos e fculas, criagio da seda e outras, etc.,
o pens dos animaes e applicages zootechnicas
ao sperfeigosmeoto das ragas, a organisagao ad-
ministrativa, a contabilidade etc.
Os alumoos echam-se incumbidos de fuoccoe
mais ou menos complexas, de maior ou menor
respoosabilidade, segundo o seu grao de adian-
taaaenlo selentifleo, procurando o estabelecimento
tirar delles o maior partido, facilitando-lhas ao
mesmo lempo os meios de se instruirem. Os
alumnos do terceiro anno, os mais sdiantados
da escola, acham-se empregados como subins-
pectores nos difterentes servigos da quinta e sao
moralmente responsaveie pelo que succede as
ofiicinaa ou trabalhos que estio a aeu cargo. O
director quem distribue pelos-alumnos do ter-
ceiro anno estes servigos. Estes alomaos exer-

notara em todas aa partes deste vasto edificio :
pala docilidade com que os doudos se deixavam
dirigir pelas innocentes e fracas Albas de S. Vi-
cente de Peala que nio duvidavam correr o ris-
co de viver no meio delles, quando minha alien-
gao foi vivamente attrahida para um grupo mais
apartado onde ae Via urna joveo irraaa de cari-
V* doudo. o doua aa tres visitante que
m i esta.
odia duvidar de meas olbos, que me
aquella doudo, era Eduardo, o prati-
a Berenice, de quem nunca maia ae
aquella irmia ara Elvira Alvares,
imandante do Fandour ; mas, era
litlir a realidade desta viio ; por-
'_ nao voltam i eale mundo.
' "T extrema semelhanga, e aquella reu-
niao singular, profundamente egucou minha eu-
nostdade. Amigo particular de de Morvan, e
depois apreciador das bellas qualidadea de Elvi-
ra, em cuja intimidada tambero rivi, a morte
desastrosa que tiveram multo e muito affligiu-
ma ; delteu em meu coragio* urna aensagao do-
lorosa ; qae aquella tacto agora exacerbava.
Apprexlmei-me delles, oovl parte da histo-
ria do lonco, que sua graeiosa eofermeira conta-
ra aos doua rimantes. Oh I esla vos doce e sua-
ve, iinha o mesmo timbre, a mesma aecentuagio
que a voz de Elvira ; era para desesperar I
Ella dizia qae aquella homem*fora achado dou-
do no meto do Ocano, s em urna jangada, ro-
deado de cadveres, i perto de quatro anoos ;
que tendo sido salvo por um brigue ingtez, que
o coaduzu ao Rio de Janeiro, foi admiltido no
hospital da misericordia, oode se tornara o ter-
ror de todo ; porque era um dos maia furiosos
doudos qae existia na cas.
Masque, gragas ao cu, i sua vista produzira
sobre elle urna tal impressio, que depois disso
quasi se p te dizer que elle se acha bom;
Sua influencia aobre ata infeliz, i quem se tea
affeicoado por aua brandura, extraordinaria : a
o illuatre medico qua havia plantado oeste esta-
belecimento philantropico o systema de curativo
da loucura por meio do amor o da brandura,
proscrevendn todos as elementos de crueldade
coa qua se ileaorisaraa estes <,vsgnc,a.d.O, ra-ltecaV
Exames preparatorios, em que os candidatos
aos lugares de alumoos mostrara estar habilitados
cora os conhecimenlos da lingua fraoceza, de
arithmetcff, de geometra e de physica indis-
pensaveis para entender os curaca da escola:
cursos de sciencias applicadas agricultura mui-
to completos, sem serem transcendente, bem
combinados em todas as suas partes e dirigidos
por habsis professores; exercicos pralicos cons-
tantes, abrangendo todos os variados ramos da
industria agrcola e da sua admiolstraco; o ios-
truciivo espectculo de urna quinta ptimamente
cultivada de que urna contabilidade rigorosa
aprsenla todos os actos industriaos traduzidos
em nmeros: um intrnalo severo, coa regular
disciplina; a morslidade e o respeito pelo dever
roantidos em todas as relagdss dos alumaos eotre
si, e destes com a direegio, com os professores
e com os empregados do estabelecimenio, eis os
meios empregados em Grigoon para formar agri-
cultores capazes da ir depois derramar pela Fran-
ge os bons principios da aciencia o as praticas
mais uleis a mais lucrativas da industria agrcola
moderna.
conheceodo esta influencia, o desejando tirar del-
ta todo o proveito, para taires restituir-lhe a ra-
zio, tinha a feito enfarmeiro eipecial desse ho-
mem.
Entretanto, ella nio sabia explicar a cauaa
deste singular phenomeno.
S eu posauia agora a chave do enigma, e im-
mediatamenle conceb um projecto, qae julguei
convenientemente communicar ao Dr....
A' extrema semelhanga da irmia M... com El-
vira, que tambem me commoveu, naturalmente
se deveria allrieUir este effeito.
O Dr.... resolveu lego faser ama experiencia;
mandoa chamar a irmia.... e Ihe previniu que
trouxesse o doado para seu gabinete.
Tiuhamoe combinado que ella o chamara de-
centemente por seu nomo, que toaos ali ignora-
vam ; e que procurara evocar aa. razio cem a
recordsglo de algumas circuinstancias que o po-
deriam abalar.
Com effeito assim executou-se ; e com graode
pasmo nosso e alegra, Mogo qae a irmia M.....
proferto eatas pa|a>rsa'_ ii*ar4o, man 6em orno-
do com um certo toa qua a solemnidada do
acto, e aeu pudor alarmado Ihe davam vos, ama
revolugao completa se operou em todo o ser do
desgragado, que eahiu de joelhos aos ps dalla,
tendo os olho obscurecidos por urea nuvem de
lagrima, e fallando expressoes entrecortadas e
enternecedoras, qae nos abalaram complata-
mente.
Elle recooheeeu-me logo ; porque embarcra-
mos juntos ; e mis ha. vista suaa ideas selars-
ram-se. .. v \_
Eolio cabio am um abalmento profundo; e
r urna not.vel cootradiegio, a vista da irmia
.... que at ali tanto Ihe agrada va, pareca ago-
ra incommoda-lo
la-me retirar; porque o Dr... declarou-me que
o repauso Ihe era conveniente denoto daquellas
emocaas; quando ella pediu-me para nio o toser
declarando-me que. precisara revelar-nos algu-
ma cousa qae Ihe epprimiao corao&o. Beta que
tornesemos por elle o raaultado desta conssao ;
nio tiremos remedio senao acceder a o seu dese-
jo; poique taltal (osse peior irrito-lo com ama
Os servigoit.prestodos pela mnlher christia no
seio da familia sio de urna tal transcendencia
que toroam-se necessarios ; a natureza varonil
do homem nio os pode comportar ; a mulher
foi talhada para elles. E delles que decorre a
autordade que ella exerce na familia. Esta auto-
rdade i urna autordade toda particular, porque
s seus servigos sao tambem especises ; cede-la
o homem lirar-lhe toda a primazia, todo va-
lor. O aeu fundamento tambem todo racional e
philosophico. O dever da criagio, como qualquer
outro dever, d nascimento i um direito. e este
direito, 00 caso presente, o de exigir obedien-
cia a respeito da parte daquelles que dapeodem
da criagio : se que se oio quer ver a mulher
mi vilipendiada e reduzida ao ultimo rastejo da
abjeegao; se que se n9o quer que o paganis-
mo iov.da de novo a familia. Para que a mu-
lher nio se descaree um pice do p de impor-
tancia de que digna, deve exercer com inteira
liberdade o poder para qae foi destinada pela pro-
videncia, e que a familia tanto deve.
O dever da educagio imposto mulber-ma
crea para ella o mesmo direito ; por isso que a
priocipal condigio da edocago a obedieocl.
A mulbar com effeito o ente mais adsptado
para promover a educagio dos lhos ; ella mato
que ninguem pode sondar-Ibes ocorsgioe prepa-
ra-tos para trilhar a estrada do honesto e do ver-
dadeiro; entretanto nio somos totalmente do pa-
recer de Lemoine quando diz que mi compe-
te formar o coragio dos lhos e ao pae prepra-
los para os exercicos do corpo ; nio, nio r.om-
prehendemos que sejam tao materiaes as fune-
ges do poder paterno ; preciso sermos jaatos :
cootossemos que mulher cabe a maior parte na
educagio da prole; mas nio neguemos em tado
a misso do homem.
Foi principalmente pela restituigio do poder
domestico-interno mulher que a familia foi re-
generada pelo christianismo.
Nao presuma ninguem que, porque o poder
domestico exercido conjuntamente pelo esposo
e peto esposa, a familia christia perca a anidado
coojuncta a sua natureza, nio : ella urna como
um o amor qae a origina. E' o myatero dea
unldade producir a plaralidade sea ser por ella
absorvida.El erurU do tn carne una.-r-Uys-
terio grande e elevado, que a razio aceito pela
f, presencia, mas nio explica.
J. GUBNNES DA SlLVA ELLO.
{Conlinuar-te-ha.
Qcal nio foi a minha admiragio quando ouvi
nest^ occasiao a oarragio qae fielmente refer aoa
toitores ? A catastrophe do Pandour fra um acto
de perversidade inaudita, quando todoa a suppu-
nham nma desgraga do mar I A' que exiremos
aos pode levar urna pauso oio correspondida I
O espanto e o terror que se apoderaran) de mina
e do Dr... nio escaparan) aos olhos de Eduardo,
que chorara amargamente, e mostrava um pro-
fuodo arrependimenio desea nefando crime.
O qae, sobretudo, mato o affligia er* a lem-
branga do perdi qae Ihe fra concedido em hora
tio aalemoe por aua desgragada victima, perdi
que for aceite por Daos, como nflo podamos du-
vidar, vista da providencial coincidencia da ap-
parigio desta joveo irmia de caridade, que ara o
fiel retrato dalla, a em quem pareca ter rindo
novamente.residir o seu espirito na trra.
Depois de muito tempo que podemos re ad-
quirir nossa presenga de espirito, e aebar pala-
vras de cooaotogio para eate infeliz, que, por so-
breviver sos sea crime. a recordar-as com re-
moraos deltea, era oais digno de lastima do que
as suas proprias victimas.
D'ahi em diaote Eduardo passou asis tran-
quillo ; entregou-so inteiramenle is praticas re-
ligiosas, em qae achara uta .nonio qua aunca
outr'ora poder compreheoder.
Quando pode sabir do hospicio Pedro II em-
barcou para a Hespanha, e T cumpriu a voto qua
lioha feito de protosser, esa ama das mais auna-
ras ordens monsticas, onde preleulia acabar
seus das na maceragio e no jejum.
Com effeito realisou suas piedosss altengoes, o
Deas.paraca ter-se commiserado delle ; porque
coosta-me qua aua morte, occorri la i pouco (sa-
po, se asaemelhou i nm doce e tranquillo som-
no ; o que justifica o preceito do Evangalho de
que ha mais alegra no cea pito, coavarroo de
um J>cf,4or, do que pela morle de ctm justos.
JJ.4.



IIM.
PRN.TTP, DE M F. DE FA1UA k FILHO. 18\
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