Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09527


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Full Text

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AI10 nill. IQMERQ II.
ff Irw eics dianlades 5J00O
Ptr treg eres vencido* 6(000
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ODIlTi FBIBA 27 BE MARCO DE IS62.
Por asno adiantado 19$00O
Porte frajica pan t subscriptor
ENCARREGADOS DA SUBSGRIPgAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alaxandrlno de Li-
an ', Natal, o Sr. Antonio Marques da SUra
Aracaty, o Sr. A. de Leaos Braga; CearS o Sr.
. Jos* de Olireira; Maranhlo, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; Psri, Justino J. Rmos;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGAOS DA SOBSCRIPCAO DO SOL
Alsgas, o Sr. Ciaudino Fslcio Dias; Rahia.
o Sr. Jos irtin Airea; Rio de Janeiro, o Sr-
Joio Paralra Martina.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todos os dias aa 9,'j horas do dia.
Iguarass, Goianna, e Parahyba as segundas
e sextas-eira.
S. Aoto, Bexerros, Bonito, Caruar, Altioho
e Garanhuns as tercas-feiras.
Pao d'ALho, Nazarelb. Limoeiro, Brejo, Pes-
aueira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricery e Ex Das qua- us-feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, boa, Barreiros
Agua Preta, Pim.eateiras e Natal quintas feiras.
[Todos os correios partem as 10 horas da manhaa
EPHBMERIDES DO HEZ DE HARQO.
8 Quarto cresceote 2 hona e 40 niatos ds
manba.
15 La cheia aa 2 horas 85 minutos ds tarde.
22 Quarto mi ante as 7 horas 8 minuto da
manhaa.
29 La ora as5 horas e 4 niatos da manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro a 1 hora e 42 minutos da manhaa.
Segundo a 1 hora 18 minutos da Urde.
FAKTIDA DOS VAPORES COSTEIRO.
Paro o sal iUAIum 5 e JO; para o norte
at a Granja 14 e 29 de cada mu. f
PARTIDA DOS OHIIBOS. /
JJ *'J o Apxpucot s 6 li2, 7, 7 ti2, 8
e 8 1|2 da m.; de Olinda s 8 da m. e 0 da t.; de
Jatoatao s 6 l|fi da o.; do Catanga e Vanea
s 7 da as.: de Bem fica s 8 da m. 1
Dtf-aWifa : para o Apipucot a 8 f rl. 4. 4 1(4,
4 ll. 8. 5 1|4. 5 1|2 e 6 da t.: para Olinda is 7
da. 8 i[2 da t.; p,ra Jaboato s 4 da t.;para
o <****** e Fa t2 da I.; p ira Bemfiea
MRTE OFFICIU.
MVERff DA PROVINCIA.
Expediente do dia ZZ de mareo
de 186S.
Quicio ao Eim. praaideote da prorinsia do Ma -
ranbo.Recebi o offlcio de V. Exc. firmado am
6 Ao crrante, a em reiposta cabe-me dizer-lbe
que j farsea camettdos para etsa provincia no
vapor Oyapock7 caixdes viodos da corte para te-
rem asee destino; deixsndo de o aerem at o
presento oa cincoenta barris de polrora a que Bl-
inda o seu citado officio por falta de navios do
commercio destinados ao porto desli capital, ni-
cos que se propde a (azer cooduccdes de seme-
ihanie combusti*el.
Dito ao commandante das armas.Recebi o of-
ficio de V. Exc. de 15 do correte, a tenho a di-
zer-lhe em resposta que concordo nai providen-
cias dadas pelo cdmmaodaote do destacamento
do Boique, e que forsm approvados por V. Exc,
relativamente a demora das pregas que tem de
regressar para esta capital e a retirada do alteres
Joaquim Pedro do Reg Barros pars a villa de
Tatarata.
Dito ao mesmo.Teodo de seguir para o pre-
sidio de Fernando no dia 26 do corrente o hiate
nacional Santa 11 ta, assim o communico V.
Exc, aflm de qua possa mandar embarcar coa
tempo o que tiver de enviar para all.
Dito ao mesmo.Em resposta ao offcio que V.
Exc. me dirigi em 24 de fevereiro ultimo, aob
o. 893, tenho a declarar-lhe que, segundo infor-
mo o inspector da tbesouraria de (azenda em da-
ta de 21 do crrante, col lectora de rendas ge-
raes da villa do Ourieory, tem dioheiro suffi-
ciente para. occorrer at ao fim de jucho des-
te nno aos pagamentos do destacamento all exis-
tente.
Dito ao mesmo.Nao podeodo o commandan-
te superior da guarda nacional deste municipio
assumir o commando da panda no dia 25 do cor-
rente, como me declarou em offcio desta data as-
sim o communico V. Exc. em resposta ao seu
offcio de 21 deste oez, e afim de que se sirva de
designar o official que a deve commandar oa for-
ma da lei; providenciando ao mesmo tempo -
cerca do respectivo detalhe.
Dito ao presidente da relago. Cumprindo a
determinacio do aviso expedido pelo ministro da
Ju,tjC*. am 81 de Janeiro deate anuo, recommen-
do V. Exc, a fiel observancia do artigo 15 do
incluso decreto n. 2853 de 7 dedezembro ultimo,
que regula a concesso de condecorarlo de or-
dena honorofleas do Imperio.Igual ao Dr. che-
fe de policia e juizes de direilo.
Dito ao chefe de polica.Declaro V. S. em
reaposta so seu offcio o. 282 de 26 de fevereiro
ultimo, e para que o faga constar ao delegado do
termo de Barreiros, que todos os presos recolhi-
dos a respectiva cadeia que forem reconheci-
damente pobres devem ser alimentados, sendo
a coota apresenlada para ser opportuoamente
paga.
Dito ao inspector ds thesoursria de fazenda.
Commuptco V. S. para seu eonhecimento e di-
recQo, que em 17 do correle declarou-aa ao
brigadeiro commaodaate das armas, que aos ci-
Turgies do corpo de saude do eiercito emprega-
dos em differentes pontos da provincia no trata-
ment das pessoas indigentes, accommettidas da
epidemia reinante se deve abonar someote pela
respectiva folhs os seus vencimentos militares,
correndopor conts do ministerio do imperio a
gratificarlo que esta presidencia bouver de sr-
bitar-lhes pelos seus servaos, deste modo
que serio pagos opportuoamente os que aioda
se acham empregados em semelhaote commis-
so.
Dito ao mesmo.Tendo o coronel Joao Jos de
Gouveia entregado ao delegado do termo do Ex
como se r do incluso recio as 150 pegas de al -
godo-zinho, que de conformidade com o offcio
de mea antecessor dirigido a repartido da poli-
cia em 22 de maio do anno prximo passado e de
que se deuscieocia a essa tbesouraria no diasub-
sequente, foi o meamo coronel incumbido de for-
necer all mediante a paga de 8003000 rs., afim
de ser essa fazenda distribuida com as pessoas
indigentes, recommeodo V. S. que maode ef-
factuar esse pagamento ao pradilo coronel ou a
pessoa por elle autorisada, conforme solicitou o
chafe de policia em offcio dehontem sob o. 421.
Communicou-ae ao chefe de policia.
Dito ao meamo.Tranamitto por copia V. S.
para seu eonhecimento o offcio de 18 do corren-
te, em que o engenheiro W. Martineau partici-
pa-me haver fallecido 00 dia 17 deste mez Tho-
maz D. LowJen, agente doe empreiteiros da pon-
te de ferro entre o thealro de Saota Isabel e a
ra da Aurora nesta cidade, tendo antes de sua
morte constituido um procurador para continuar
com a obra da predila ponte.
Dito ao mesmo.Nos termos ds informaQo da
contadoria dessa tbesouraria, escripia no verso
do requerimento que devolvo, e a que se refere
de V. S. datada de hontem e sob o. 225, man-
de V. S. pagar a Francisco de Souza Guerra, a
quantia de 48J00 proreoienle do aluguel da casa
que servio de quartel ao destacamento da guarda
nacional de villa Bella, nos mezas de julho a se-
tembro do anno prximo passado.
Dito ao inspector da Ihesoararia provincial.
Mande V. S. pagar ao empreiteiro da estrada do
norte Jos Hamede Alves Ferreira, dous tercos
da importancia qua se Ihe eat a dever, visto ha-
ver dioheiro em caixa segundo a demoostracao
do saldo existente nesta data que veio aonexo ao
eeu offlcio de boje sob o. 179.
Dito ao mesmo.Em solucao aos seus offlcios
de 14 a 21 da fevereiro liado, expondo as duvi-
das e embarazos em que se sena o administra-
dor do consulado provincial para attender as re-
clamaces sobre o langamenlo dos impostos de-
cretados pelo 326 do artigo 40 da lei do orca-
mento vigente, cabe-me dizer V. S. para seu
eonhecimento a fim conveniente, que os preditos
impostos nao devem ser extensivos dos carros
que existem desmontados e recolhidos as cochei-
ras, mas sim e uniesmente aos que se prestara
ao transito e actum-se apparelhados para qeal-
quar servico.
Quaoto as reclamares por transferencia de
uos para outros dooos nao podem ser attaadidas
por effeito de serem relevados do imposto os pri-
mevos possuidores, o que saa perturbar o sys-
tema de laocameulos adoptado, devendo- obser-
var-aa como regra que aa transferencias de car-
ros effectuadas dentro do tempo, em que vigorar
o laocameolo j feilo sao isentaa de contribuido.
Nos casos nao previstos, porm a reparligo fis-
cal competente ae regular pelas diiposiQoe* dos
gos 24 26 do regulamsnto eral de 15 de
junho de 1844, citado no primeiro de saus ditos
offlcios.
I Dito so mesmo.-Respondendo ao offlcio de
hontem sob a. 173, tenho a dizer que pode V. S.
aceitar o oflereclmeoto que fes Joao Cirios Au-
gusto da Silva para continuar a fazer por mais
am trimestre oforaocimentodopastanto dos pre-
sos pobres da casa da detencao com o abata da 6
por canto nos procos do actual contrato, a dando
por fiador Jos Lopes Sosas.
Dito ao mesan. Autoriso 4 V. 8. nos termos
da sua informagio de bonlam, sob o. 175, a man-
dar pagar a D. alarla Candida de Albuquerque
Gadalha eu o aeu procurador, conforme roqviat-
tou o chafe de polica aa offcio ds 5 denovem-
bro ultimo, sob a. 1108, a quantia de 64(000, em
que segundo os documentos que devolvo en du -
plicsta importam os alugueis da casa que servio
de priso aa povoscao de.Tejucupapo, termo de
Goianna, a contir de novemuro de 1858 at ju-
nho do anao prximo passado.Commuoicou-se
ao chefe de policia.
Dito ao mesmo. Ficando ioleirado pelo seu
offcio dehontem,sob o. 171 de haver fallecido a
2 eacriplurario dessa tbesouraria Franciaco Joa-
quim de Oliveira Biduem, tenho a dizer-lne em
resposta, que mande V. S. abrir coocurso psra o
preeochimeoto dessa vaga, marcando para isso
um prazo razoavel.
Dito ao commaodaate superior interino da guar-
da nacional do Recfe.Dsclaraodo-me o brigi-
deiro commandaote das armas em offcio de 21
do correte, que por seuaiocommodos nao poda
commandar a parada do dia 25 deste mez, e para
aqual a 1* linhas poda concorrer com um bala-
lho e acompaohia de artfices gusrnecendoqua-
tro boceas de fogo, altala a deficiencia da forca
existente nesta capital ; assim o communico V.
S., para qued o detalbe da paradae acommao-
de, como solicitou o mesmo brigadeiro, coatando
V. S. coro,.aquelles curpos, que opportuoamente
sero postos sua disposigo.
Dito ao commandaote superior de Garanhuns.
Devolvo V. S. o pret do destacamento da
guarda.nacional da villa de Garanhuns, e poroa-
go de Correle, relativos ao mez de dezembro do
auno passado, atim de que mande reforma-lo, ti-
rando veocimentos pan todo o destacamento at
o dia 20, e de 21 a 31 para 15 pragas a que foi
reduzido como se Ihe commuoicouem offcio de
7 daquelle mez.
Dito ao commandaote superior de Goianna.
Expe;a V. S. as suasordeos para que o balalhio
o. 12 de infantaria da guarda nacional desse mu-
nicipio preste urna guarda de honra para acom-
panhar a procisso de Triumpho que tem de sa-
hir da Ordem Terceira do Carmo 00 dia 13 de
abril prximo viodouro.
Dito ao commandaote superior de Santo Aolo.
Eipeca V. S. as suas ordeos para que o bata-
Iho o. 23 de iofaotaria da guarda nacional do
municipio de Santo Anlo preste urna guarda de
honra para acompsnbar a iruagem de S. Bom Je-
ss dos Passos sm procisso 00 domingo de Ra-
mos deste anno.
Dito ao capilo do porto.Estando ji affectaao
eonhecimento do goveroo imperial a questo se
areias extrahidas do ancoradouro e lanzados ao
mar entre a fortaleza de Brum e forte do Buraco,
podem prejudicar o melboramento do porto, de
que tratou o inspector do arsenal de marinha em
seu relatorio dirigido ao respectivo ministro, nem
urna providencia ha por ora a lomar a semelhao-
te respeito, o que declaro V. S. em soluto ao
seu offcio o. 31, de 20 do correte. Officiou-se
00 mesmo sentido ao inspector do arsenal de ma-
rinha.
Dito ao juiz de direito de Santo Aotao. Re-
metto-lhe a copia da escriptura de transferencia
de propriedade entre parles Joaquim Salvador
Pessoa de Siqueira Cavalcante e Joo Theotooio
Cavalcanle de Albuquerque, a que ae refere o of-
fcio o. 227 de 21 do correte jupto por copia,
lavreda pelo tabeUio da villa da Escada Joao Da-
maceoo da Silva, sem previo pagamento da res-
pectiva cisa ; aiim de que Vmc. faga effecliva a
cespoosabilidade daquelle serveotoario.
Dito ao juiz de direito de Flores. Tendo con-
siderado ao que Vmc expe em seu offcio de
27 de fevereiro lindo, acabo de ordenar que Ihe
seja enviada urna ambulancia com medicamentos
oecessarios ao tratamento do cholera-morbus, e
que devem ser applicados em soccorro dos indi-
gentes dessa comarca caso o mal ah se deseo-
volva.
Se islo vier a realisar-se fica Vmc. autorisado
a fazer as despezas necessarias a evitar os peiores
efleitos do mal, tomando todas as medidas hi-
ginicas, e curativos que forem indispensaveis de
accordo com a cmara municipal e autoridades,
e apresentando depois a coota de ludo, para ser
atlendida.
Confio no zelo e intelligencia que em taes pro-
videncias ter muito em vista nao s minorar
quanto for possivel os soffrimeotos dos habitan-
tes dessa comarca cumo a maior economa nos
diobeiros pblicos. Communicou-se a cmara
municipal respectiva.
Dito ao juiz municipal de Iguarass. Atten-
dendo ao que ponderou Vmc. em offcio de 25 do
mez passado, que boje recebi. mandet preparar
para ihe ser remetlida com 40 exemplares im-
pressos das respectivas instrucQoes, urna ambu-
lancia de medicamentos apropriados para curar o
cholera morbus.se elle ahi se desenvolver.Deu-
se selencia ao delegado de policia do respectivo
termo.
Dito ao juiz raunicipil da 1.a vara desta cida-
de.Faca Vmc. apromptar os sentenciados que
tiver de enviar para o presidio de Fernando, afim
de seguirem no hiate nacional Santa Hita, que
deve largar do porto desta cidade no dia 26 do
correte, enviando-me as respectivas guias a
tempo de serem para all transmittidas.
Dito cmara municipal de Olinda. Declaro
a Vmcs. em resposta ao sen offcio de 20 do cor-
rete, que podem noramente por em pra;a com
o abate permitlido por lei, os impostos de que
trata o citado officio.
Dito ao presidente e venadores da cmara mu-
nipal de Olinda. Opportunamente aera atlendi-
da a requisico que Vmcs. flzeram em aeu officio
de 14 do correte, relativamente a um medico
para asss cidade, coovindo qua Vmcs. communi-
quem esta presidencia logo que o mal tomar
maior incremento.
Dito ao cirurgiio Francisco Mauricio de Arau-
jo Lima. Tenho nesta data nomeado Vmc.
para prestar seus servicos mdicos s pessoas in-
digentes do primeiro districto da freguezia de S.
Jos, que forem accommettidas da epidemia rei-
nante durante a ausencia do Dr. Pedro Antonio
Cesar, assim lh'o communico psra eu eonheci-
mento e direccio. Communicou-se ao chefe de
policia. *
Dito ao Dr. Arcebiades Jos de Azevedo Pe-
dra.Em vista do que solicitou o brigadeiro com-
mandante das armas em officio de 21 do correte,
resolv de conformidade com o parecer da com-
1 mssao central da soccorroa mdicos, dispensar
Vmc. de medicar as pessoas indigentes da fregue-
zia dos Aflogados, visto que, segundo a sua ulti-
ma participado, nao sao mais oecessarios all os
seus servidas.Communicou-se ao commaodante
das armas.
Dito ao delegado da TacaratOpportunamen-
te atteoderei a requisito feita por Vmc. em dita
de 15 do mez passado com referencia a epidemia
reinante.
Dito ao director do arsensl de guerra.Ap-
provo a deliberacao qua Vmc. tomou como me
participou em seu officio n. 80, de 21 do corren-
te, de incumbir o capitio do eaUdo-maior de 2*
classa Jos Igoscio de Medeiros Reg Hooleiro
da exercer as fuocc.des de ajudante desss direc-
tora cumaaiativaraente aom as de encarregado
do laboratorio pyrthenico durante a molestia
do roajor Jos Antonio Barbosa, sem que, porm,
pareaba rantagem como ajudante.
Dito ao meamo.Contrate Vmc. com o dono
ou consignatario do hiate nacional Santa Rita,
a conduccao dos offlcirffes, pravas, sentenciados e
objectos que esliverem destinados ao presidio da
Feroaodo.
Dito ao mesmo,D conformidade, com o ofi-
cio do brigadeiro commaodante das armas, data-
do de 21 do corrente. tenho a recommendar-lha
que ponba disposico ds commiss&o da exames
praticoa d'arma de artitharia, os armazena de ar-
tigos bellicos, afim de que a predila commisao
possa dar principio aos seas trabalhos em 24 des-
te mez.Communicou-ae ao commaodante das
armas.
Portaria.O presidente da provincia, atienden-
do ao que requereu Meooel Vicenta Comea, re-
solve cooceder-lhe lieen;a para ir ao presidio de
Fernando no hiate nacional Santa Rita, levando
em sus compaohia seu Ulho menor Florencio Go-
mes Vidal e os gneros constantes da relaco
junta, assignada pelo secretario do governo, nao
podeodo, porm, effeciuar o desembarque dos
ditos gneros, sem que por psrte do commaodan-
te do mesmo presidio se proceda a etame para
verificar se ha agurdente ou outra qualquer be-
bida espirituosa, e sendo alm disto obrigado a
apreseotsr all a factura de taaa gneros sttestado
quaoto aos procos pelo presidente ds junta dos
correctores geraes.
Dits ao Sr. gerente da companbia Pernambu-
cana.llanda dar urna passagem de estado no
vapor Persinunga at o porto de Camaragibe ao
bacbarel Balbino Cesar de Mello, juiz municipal
do Buique.
Dita.O rice-presidente da provincia, rsolve
designar o membro da respectiva commissao di-
rectora, Dr. Braz Florentino Henriques de Souzs,
pars substituir o director geral da ioatrucco pu-
blica, durante o seu impedimento nos termos do
art. 10 da lei provincial o. 369 de 14 de maio
de 1855.
Despachos do dia 5 de marco.
Rtqutrimmtot.
Alexandrino Marlins Correia Barros.Passe
portara concedendo o prazo de dous mezes im-
prorogaveis para toncluso da obra.
Abaixo assignados moradores 00 Uaoguinho.
Pela cmara municipal desta cidade foram expe-
didas as convenientes ordeos no sentido que re-
querem.
Jos Joaquim Pinto de Mello.Informe o Sr.
capilo do porto.
Haooel Salgado Accioli e outro. Nao foi re-
mellido secretaria do goveroo o requerimento a
que allude os supplicaotes.
Uanoel do Nascimento Ferreira.Dirija-se ao
commaodante superior da guarda nacional de
Santo Aotao.
Rila Mara de Oliveira Cruz.Prove a suppli-
cante o que allega, visto constar das informsc.des
recebidas que o terreno a que allude pertence ao
patrimonio de N. S. do Rosario.
EXTERIOR.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas a qnintsa.
Relaco: tarcas a aabbadoa s 10 horas.
Paseada : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundas ao meio dia.
Dito de orphos: tercas e sextas a 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas a aextas ao meio
dia.
Segunda vara do cival: qaartaa a aabbados 1
horada tarde.
I DIAS DA SEMANA.
li tTD1 IQti,,iS.o.do SS. Sacramento.
,25 Terca, egj Aonunciacao de Nossa Senhora.
126 Quarta-. S. Ludgero b. ; S. Braulio b ai
27 Quinta Ss. Flelo e Lyde sua mulher. *
28 Sexta. A aacratissima corda deesp. da J C
29 Sabbado. S. Bertboldoc ; 8. Pactar so. '
30 Domingo. 4. da quaresma. S. Jola Climaeo.
ASSIGNA-SE
no Recite, em a livraria da pra;a da Indepen-
dencia ns. 6 e 8, dos proprietarios ataed Fiauei-
Iroe deFaria & Filho.
os Frjacexes: a Lais XIII concedeu o eapirito de
V*^S* ut*Sa ; a Luiz XIV todo o genero
de glattas que se poda na trra invejar ; a Luiz
-uSil0"5*? do po?0 : LuiI xv, a bondade,
apttdao, ptedade, armadas gloriosas, e um eora-
cao o asis amoroso e paternal que se tem visto.
Uauiu" porein falt* noo paeso espi-
rito cathoheo : por isso todos os dqns por Deus
concedidos ao enligo rgimen de dada Ibe po-
dem aarvir, antea sao armas contra elle aga-
Cadss.
* Aejsalle que nio ajuota com o Christo dissi-
pa : aquella que nao com EHe A cbotra Elle, t
O enligo rgimen edificara sobre i areia o edi.
ocia da sua grandeza, e quando aoprou o vento
!I!2; pP"lares o edificio desabou. O ca-
aaMso 10 exilio foram o proco dos servicos da
casa de Bourbon. 1
Sera ama iojuatica degradante tornar os reis
o irania nicos respoossveis pelis faltas a er-
res que perderam o antigo rgimen. Como nos
os res possuem tambera urna dupla existencia, a
saber: particular e pessoal, social u* commum e
nacional. Quando essas duss existencias reagem
ms sobra a outra, o espirito commum prevale-
ce de ordinario sobre os sedimentos pessoaes
em ja tratando de interesses conmuns. At
certo ponto a opioio rainha.
Se a sociedade chrisla, o espirito de Christo
unpelle para o bem at mesmo os principes que
na sua conducta particular despiesam o mais
que podem ss santas inspirares. Se a socieds-
de arreda-se do chrlsllanismo, os principes, an-
da os mais piedosos, sao arrasladoi pelo espirito
anoiqtilados
de vids, ou ao
nio reina, o
mioio : ento
acillam.
de seculo ; e quando resistem sao1
eiemplos: Luiz XVI e Carlos X.
A sociedade obedece ao espirito
espirito de morte. Quando Christo
principe das trevas entra no aea d
os throoos se abstem, as nacoes 1
Eoto a revoloco a nioguem poupa ; nem aos
seus sectarios, nem aos seus ioimigos ; nem a
seas pas nem a seus filhos ; nem aos principios
que a servem nem aquellos que a combatem ;
porque aua divisa a oinguemlaervir, porque
ella diz : < Ea nao obedecerei a Deus, nem aos
seas enviados ; e a respeito dos meus mandata-
rios servi los-hei emqasnto ellesjme servirem
elevar a estatua daquelle re, que ainda hoje exis-'
te n'um dos vestbulos dessa igreja.
Luiz XIII saceede. Eotre Henrique IV e Luiz
XIII como homeoB particulares a differen;a
grande ; a neste ponto j ae altera o catholicismo
real. Ao plano de Henrique IV, que collocava o
papa testa da christaodade, succede a poltica
dos interesses, chamada poltica de equilibrio, e
a monarchia se inclina ao absolutismo.
O duplo priocipio, que Ricbelieu ioaugurou, se
desenvolve no tempo de Luiz XIV. as longas
guerras do seu reiosdo, o nico movel que o guia
a sua gloria, a gloria da sua casa e da Fran-
ca. A idea da repblica chrisla falha comple-
tamente as ultimas geracoes do seculo XVII.
No interior o grande rei s dominado por um
peosamento ceotralisar o poder. Sem duvida
um centro de oecessidade. mas no catholicismo
o centro o ser universal,Deus. Ora, estecen-
tro existe por toda a parte. Assim como a alma
ae acha ioteira em qualquer parte do corpo
humano, a por tolo o corpo, assim o espirito de
Deus se acha iotelro na igreja, e ioteiro em cada
membro da igreja : d'abi se segu que o mesmo
succede no estado christo. Eis d'onde provm o
accordo maravilhoso do todo e de suas partes : o
accordo da autoridade, da llberdade e da commu-
nidade.
Mas quando no seiodo cbrisanismo ao centro
uoiveraal substitue um centro particular, que-
ro dizer, a razio, a vontade e o interesse de um
hornero ou de urna maioria, a vida se extingue no
resto do corpo social, a as rodas da administra-
cao, o mechanismo goveroamental, substituem
unidade viva e fecunda, deque Deus o arche-
typo, a igreja o modelo neste mundo, e o corpo
humano a conGgurac,o.
A triste assembla de 1682 deu oms especie de
saocgao religiosa ao absolutismo, e o direito di-
vino da espada foi proclamado solemnemente
pelo episcopado. A complacencia dos prelados
nao era absolutamente desinteressida : pois que
elles hsviam estipulado tambem a sua indepen-
dencia, submettendo o vigario de Jess Christo
maioria dos bispos. Assim quando Luiz XIV es-
crevia ao papa Bossuet susteotava-lhe a penna.
Nada disso foi possivel em lempos de Henrique
IV, e mesmo de Luiz XIII. Os tempos nao ti-
nham ainda amadurecido. Nos estados de 1614
Ess causa de tantas ruinas contemporneas. 0 gaiiicsnlsmu aacendo do Terceiro Estadoabor-
Gloria aos principes que |soffr*ram pela justi- ; tou peranle a resistencia da nobreza e do clero.
ca 1 Compaixao para aquellas que cahiram ao pe- Eolre 1614 e 1682 ha a mesma differenca que en-
zo de seus erros involuntarios! tre a Defeza de Bossuet e a arenga de Du Perron.
Quanto s victimas da revolucao. a qual elles Lu1 XIV ass,3sia0u o ralbo direito christo :
O texto da lei slica ideotifica-ee perfsitamente
com o seu espirito. O admirarel prologo, que
precede aos arligos, tem muilo mais forca do que
o texto obscuro que regula a successso real, a que
deixa depender a sua interpretado da tradiccao 8
da historia. ^^
Mdtto Henrique III, as lela fundamentis da
monarchia fraoceza acham-se pela primeira rez
em opposicao. O herdeiro do ihrooo cade a
sedaeges do calvinismo : d'abi a guerra civil,
cujo fim devido firmen conciliadora dos so-
beranos pontfices, e i cea versa o
de Henrique
.sutyoaim *'
l *-j'I
Decadencia
DA.
Monarchia Cbristianisst
Calvino iotroduzio entre nossoa pas o espirito
de independencia e da revolta, caja influencia
pesou at mesmo sobre os christaos. A intelli-
gencia obscureceu-se ento, ainda que os cora-
coes se cooservassem fiis ; o inimigo penetrou
por toda a parte ; e a Fraoca vio-se retalhada
em aeu proprio seio.
A partir de Calvino nunca mais pode haver
nnidade nacional.
A familia, as corporales e dynastia come;am
s obedecer a duss tendencias contrarias: Essas
duss tendencias sao representadas : ns casa de
Bourbou pelos seus dous ramos ; na ordem reli-
giosa pelos jesutas e jansenistas, e at certo
ponto por Feoelon e Bossuet ; na ordem poltica
pelo clero e nobreza de um lado, e pelo poro de
oulro ; na nobreza pela corte e pelas provincias ;
no mioisteriojpublico pela toga e pela espada ; 00
povo pelos campos e pelas cidadea; ffoalmeute am
toda a Franca, com especialidade na casa real,
pelos dous sexo*.
Apezar da corrupto da corte, e dos excessos
da impiedade, as priocezas cooservsm-se heroi-
camente fiis igreja, e forca de virtudes e de-
dicacao aiimentam nos coracoes de seus filhos a
esposos, que as ultrajara, a f da Clovis e de Clo-
thilde. Eis a causa de to estraohos contrastes
entre os reis : todos guardam no imo d'alma a
f de S. Luiz, mas todos herdam prejuizos de sua
casa, e militas vezes costumes do seu chefe.
O antigo rgimen se personifica na casa de
Bourbon : os coracoes ficam fiis igreja, mas
os principios falsos desvairam os espiritos. Se
nao fosse a fidelidadedo episcopado, e da dynas-
tia, por certo qua a Franca ter-se-hia perdido
no chisma e na heresia como tantas outras
naejies.
Se anda aomos cstholicos a nosos paes o de-
vemos ; porem devemos-Ihes tsmbem a revolu-
cao. o antigo rgimen prepara os espiritos para
ella, por isso que oa poltica e na pbilosophia,
na lithurgia e na disciplina elle aa aparta da igre-
ja calholica romana ; por isso que oa construc-
tores arredam do edificio social a pedra aogular
da igreja e da christandade.
A casa real da Franga e o episcopado expio
nobramente suaa faltas derramando o seu saogue
pela f, e esse sangae rehabilita a Franca.
O cathoheo nao pode, nao deve esquecer taes
sacrificios; mas tambem nio pode, nao deve pac-
toar com oa erros das nobres riclimas ; porque
foram esses erros que perderam a Franca, e por
conseguate a Europa calholica.
O antigo rgimen porem coota a gloria de ter
aido comprehendido no odio rotado i Christo e
sua igreja ; e essa gloria aceita pelas riclimas,
expa bastantes faltas, aobre tudo quando sao el-
las urna heranca, e quando nio se tem reconhe-
cido o seu alcaoca e enormidada.
Nao ha durida da que os reis e aa oacpes, do
meamo modo que os individuos, podem em qual-
quer tempo rollar rerdade, a assim resistir ao
que ae chama forga das cousas: pois que na rea-
lidade s a experiencia abre-lhas os olhos. Mas
ae o psrtidodo antigo rgimen, apezar dos tara-
reis golpes que sobre elle cihem desde 1789, so-
sente nessa eelebre data cornaca a enaceitar a
eaasa dos seus infortunios, como poderia antes
delta conhece-la ?
Reis, sabios e pontfices eram a cortos respsi-
tos como que cegos de nascenes, a quem s um
milagre poderia curar. Ora, um milagro assim
nem elles pensaram em aapplicar, nem entrara
no plano da providencia. Era preciso demons-
trar ao mundo que c quando o Senhor nio edifi-
ca a casa os operarios trabalham debalde pois
quq edificando Elle smente sobra a Pedra da
qual fez o fundamento da sua igreja e da chris-
tandade, os constructores, que adespresam, oda
podem construir que'seja solido. Por bello que
se torne o edificio, por bem construido que pos-
sa estsr, de que servir se nio alo seguros os ali-
cer ees ?
O antigo rgimen urna prora disto: oada Ihe
tem faltado pelo lado da arte e da natareza.
Deus cooceden-lhe a gloria das armas o das lat-
irs, das setnelas a daa artes : os Turenne e
Conde, os Bossuet e Fenelon, os Rscioe e Cor-
neiUe, es Geibert e Dagaensau, em sarama um
poro ioteiro de borneas grandes. Goncedeu-lha
mais ama dynastia amada do poro, a qua desda
Henrique IV nunca ceason de engrandecer e glo-
rificar a Franca. Conceda* a* chefe da casa de
SeSUBSK&e" "'WrhM'
estimulara: voluntariamente, deixai passar a
JBitica de Deus I Quem poder lastimar a Felip-
peEgalil e sen filho ? Quem lastimar a Io-
gliterra o o Piemonte, se um dia forem victimas
ds sua cobig que nao respeita a Deus, nem aos
hemeos T !
As nsges e os reis sao solidarios como a ca-
bt;a e o corpo. Para que um poro exista pre-
ciso que o chele eos membros teoham urna mes-
ma alma, tenham um mesmo coracio; a nao ser
assim a morte, o anoiquillamento dissolvem os
lagos sociaes. Sem durida a gloria pelo bem, e
a vergoas pelo mal recibem especialmente nos
guias os poros : no sacerdocio em primeiro lu-
gar, na realeza em segando. Comtudo, a respon-
sabilidad pesa sobre todos, se bem que de um
molo desigual.
Os po'os, diz de Maistre, possuem sempre o
goveroo que merecem. E com effeito, delles
as digamo-lo para desencargo de sua cous-
cienciaa Frange ioteira com os bispos frente
era cumplice tambem. E entretanto Luiz XIV
rerogt o edito de Nantes, suspende o jansenismo,
o quietismo, e todas as heresias do seu tempo:
protege as misses estraogeiras, acolhe Jacques
II, emfim presta religio os serrigos parcises
que ella dere esperar de um principe carb-
lico.
Trabalho perdido I De que serve construir o
edificio segundo as regras da arte, quando nao
firme a sua base? O grande rei, e o proprio Bos-
suet riam o argueiro no olho de Fenelon, mas
nao eochergavam a trare nos proprios olhos.
Combatendo corajosamente o inimigo entrega-
ram-lhe a chave da poaico.
O papa com effeito a base risivel nao s da
egreja, como da christandade: Quem com elle
nio ajuntadissipa. O antigo rgimen passou
depende serem bem ou mal goreroados, nio pro- Pc' experiencia desta rerdade, como vamos ago-
curaodo dirigir os seas chefes, mas fazendo por ra mostrar.
Horre Lniz XIV. Deixemos o regente, que se-
gu o mesmo ominho tragado pelos seus ascen-
dentes ; cerca-se de pbilosophos, mgicos e cri-
minosos. O faofarrio de crimes, como o appelli-
dava Luiz XIV era o precursor da egoat-
dsde.
Mas Luiz XV, cuja f sincera est ao abrigo de
qualquer suspeita, apesar de suas vergoohcsas
fraquezas, Luiz XV, esposo de Hara Leczinska,
chefe de urna familia pa, cujaa virtudes chris-
tas elle admira e favorece, Luiz XV entrega a
Franga aquelles mesmos a quem aborrece: aos
merecer que Deus Ihcs envi principes dignos de
os representar.
Povos e reis se persuaden), da reforma para
c, de qe Deus deixa fluctuar as redeas dos im-
perios, ficando eatranho a tudo o que se passa
na trra : esquecem que pela vontade de Deus
que reinam os reis, e msndam os principes
verdade esta, diz de Haislre, qne se deve tomar
ao pl da lettra.
O que chamamos acaso a manifestago
da sea Providencia ; porque < por Elle que lu-
do se faz, e oada se faz sem Elle: porque Elle
qae amas vezes faz revivera raga abengoada pres- philosophos, aos parlamentarios, e aos angloma-
tes a extioguir-se, outrss rezes ceifa numerosas nlacos.
vergooteas em toda a sua torga : porque 4 Elle
que Dostra Franga o duque de Borgonba e o
Delphim, que a podiam salvar, mas que em seu
lugar deixam ficar reis fracos que sceleram a sua
queda.
Quando Deus quer conservar ora povo, e em-
prega-to 00 seu culto Ihe concede o Clovis,
Carlos Magno e S. Luis: quando o quer puoir
coocede-lhe principes na torga da juventude, sl-
Ainda neste ponto prima a revolucao. E' o ga-\
so, porm, que o gtllicanismo de Luiz XIV nuoca
tolerou as odiosaa usurpagoes dos parlamentos
sobre a egreja, nanea tolerou a partilhada Polo-
nia, nem banio os jesoitas, nem soffreu os eney-
clopedistas e espiritos fortes da corte. O seculo
delle progredio.
Succede Luiz XVI. Apesar das virtudes desse
principe, que cootrsstam com a viltesa de seu
gons hypocras, outros despotas c que Ihe arre- bv,o movlmeoto]de|decadencia se accelera: ape-
batam o aeu derradeiro escudo, o sea ultimo zar deesas virtudes elle o proprio que entrega
ulho. > a_Franca s ambigdes immoderadas da revolu-
B' Daas ainds quem regala a ordem das gera- Co ; porque a Franga tinha cangado a paciencia
ges, porque Elle Senhor da rida e da morte ; de Deus.
e possue em sua mi o coracio dos reis, que faz I E na verdadenessa decadencia qua marcha
inclinar-se para o lado que quer. | em augmento progressivo al ehegar poca do
Nao se pense que com isto soffre quebra a li- Terror, e ao culto ds densa Rasoha mais algu-
berdade do hornera, nao ; porque se Deus reina e ma cousa a notar-se, que nao aa faltas pessoaes
governa, nao centraltsa: nio absorve na sua von.. dos reis.se bem qua estas para isso contribuissem
lade a livre vontade dos horneas; mas, deixsndo- grandemente : ha para toda a Franga as faltas que
os governsr-se, os conduz para o fim que quer; ella commetteu ; ha o que se chamaforga das
attiugir, fazendo concorrer para esse fim as pro- j
prias paixoea humanas. Ora, o fim de que falla-
mos 4 a gloria de Deus ; a gloria de Christo e
da sua igrejs.
Porm, oceasies ha em que Deus os abandona
ao espirito das trevas, onde os seus proprios es-
colhidos custam a deparar com o rerdadeiro ca-
minho. Os tres ltimos seculos sao disto a pro-
ra. A' partir do Luthero quanto mais se cami-
nha, mais espeses se torna a noite; porque quem
nio camioha com o Christo caminha as tre-
vas e por conseguinte ha de perder-ae; e quem
nio aegae o vigario de Christo tbandona o mes-
mo Christo.
O scalo XVII estove mais longe do catholicis-
mo do que o seculo XVI, a mais longe estere
aioda o seculo XVIII, em fios do qual j nada
restara na Franga : o inferno era aeohor absoluto.
O antigo rgimen tinha trabalhado para Robis-
pierra a Harat: pois capa do absolutismo resl
marchara o principe das trevas, a quem o mes-
mo absolutismo animara aem o querer.
O eapirito de Christo o espirito de rida. As
oacoee dalle participara unindo-se igreja, que
s quem Ihes pode commaoicar a rida espiritual,
de qua tem neceasidada a propria natureza de-
pois da queda. Se esse espirito se affasta apro-
uma-se a morte. Eis-aqui a cansa da decaden-
cia do soligo rgimen. Depois do protestantis-
mo cada reino arancara am passo para o preci-
picio qae tudo devoro.
Heorique IV, apesar das tergirersaedes qae
pracederam a aua coarersio, apezar do edito de
Nantes arrancado por seus amigos i sus traqueza,
e da frouiidio doa seus costumes, como rei o
mais calholico da aaa raga ; porque a dsdicagio
Roma a medida do catholicismo doa res :
como particular foi bastante ourtr o sea cara.
Ora, Henrique IV ama Vez convertido aceitara
frencemeate e direito christo, e ss suas cartas
lestamanham a gratido e respeito, que tributara
10 rigario de Jasas Christo. Por occaslio de sus
morte eateadta-ee aioda com Paulo V para fir-
mar a repblica chrisla, to profundamente aba-
lada pala reforma. Com o seu genio preris os pe-
rigos da aabttjao moscovita; e pois, procurara
abata-la no aeu germen.
causas, isto poder da lgica ; ha igualmente o
deaenrolvimento do principio de independencia
semeado pela reforma, cultivado mesmo ntreos
Vlholicos pelos pontfices, sabios, e reis; prio-
cipio que acabou produzindo os tractos de morte
com que oossos paes se saciaram.
A base funiamenlal da ordem eatabelecida de
Deus, e pela Incarnago restabelecida a hie-
rarchia : a cadeia sem quebra que une Deus
todos os poderes, subordinando-oa entre si se-
gundo a ordem de perfeigao a geragioo corpo
alma ; o filho ao pai; o temporal ao espiritual;
e tudo a Deus, Pal Omnipotente, creador do co
e da trra.
Desprenda-ae um lo, a a cadeia quebra-se, e
se precipita al o individualismo: o meamo
que ae dssenfiaase *s contas de um rosario. O
espirito de Deus, da que canal a bierarchia,
deixa de circular na sociedade : a independencia
individual, a independqncia da ledos a con-
aequeocia da rebelliflo do chefe. Sem Deus nao
ba poder.
Tal foi o resultado do legltimismo, doutrlna
que colloca o direito humano cima do direito
christo, s heranca cima da salvagio temporal a
espiritual de um poro.
Urna causa, porm, desculpa a casa de Bour-
bon, e que durante dous,seculos a Franga io-
teira Ihe foi cumplice, e mala que cumplice; por
qae o clero, a nobreza, a burguesa, aobretudo os
legistas a claases instruidasa impelliram, qua-
ai a aeu pesar, para a vereda em que se per-
dea.
Segando a lei slicaescripia mais ano cora-
gao dos Francezesa do qua aobre o papalcum-
pria que o rei fosse catholico, e da caaa real o
mais crescido em annoa. Em todoa os casos du-
vidoSos Fraoca compela julgar eotre oa pre-
tndanles, e igreja confirmar o juizo da Fran-
ga, porque a dynaatia recebia a corda de Deus, da
Franga e tambem da igreja, pois o rei ebrialiania-
Porm, se os oraros se desarmara, nio assim
os espiritos : os realistas nao perdoam aos parti-
darios da liga a victoria moral que estes alcan-
cam at mesmo guardam rancor certoa bispoe
depreciados por Clemente VIII por causa das usur-
pagoes de S. Diniz.
Os partidarios de Henrique IV nunca confee-
saram que o calholicismo deve prevalecer aobre a
heranga monarchica, e em caso de confiieto a or-
dem temporal subordinar-se espiritual. O*
realistas triumpharam materialmente; como con*
fessar a sua derrota moral ? So Heorique IV o>
poda fazer.e fA-lo : obteve-io do aeu partido era
cousa tmpossivel.
Assim o antigo rgimen foi elevado aob o pre-
texto de que os partidarios da liga eram faccio-
sos, e o direito humano hereditario, falsamente
qualificado de direito divino, ultrspasaara o direi-
to de Christo, da igreja, e dos povos hristaos.
os quaes tambem tem direito ao catholicismo e &
ciyilisago chrisla, e por conseguate a reis que
sejam catholicos, especialmente quando nio se
contestam o uso e a lei.
O direito catholico, que triumphara politica-
mente pela cooversio de Heorique IV, euceum-
bio, pois, na ordem das idss. Quem ouaaria
ceaaurar a casa de Bourbon extranhando-lhe o
gallicanismo que a perdeu? Quemquando nie-
to ella nada mais fazia do que seguir os passos do
episcopado ?
Sejamos justos : o absolutismo, o legitiotsmo,
que reroltam os espiritoseocontrou-os a casa.
de Boarbon nos costumes do seu seculo ; e ao
contrario, looge de aggrarar, modificou com a
sua f e dogura o perigo das douteinas serris a
ante-christas que descobrio na opiniio daquelle
tempo.
O gallicaoismo foi urna fusio entre o catholicis-
mo e o protestantismo : a casa de Bourbon foi a
primeira rictima dessa fuso : as fuses sao fe-
laes ao ramo mats reino.
Nossos pais, nao querendo sepsrar-se da igrejs,
e tambem nio da dynastia, qualquer que fosse
o resultado, dividiram a ordem temporal e a or-
dem espiritual, a igreja e a Franga, tudo o que
Deus unirs.
Era ama loucura de qualquer modo que se en-
carasse ; pois a conrerso de Henrique IV havia
decidida a queslo por tal forma que ninguem jal-
gara possivel a sua reapparigao. Como quer que
seja, nossos paea a respeito de religio conserva-
ram-se catholicos ; mas a respeito de politice fo-
ram protestantes, por que oegaram a autoridade
espiritnal do soberano pontfice em tudo o que
respeita ordem da natareza.
Os catholicos foram ainda mais looge do que os
protestantes : porquanlo estes, desconbeceddo o
papa, recoobeciam pelo menos a autoridade de
Christo. Em oossos dias ainda a Inglaterra, a
Prussia, e a Russsia, ae reconhecem humildes
vsssalas; e Frederico Guilherme proclamou-se
ltimamente rei pela Graga de Deusimitan-
do nisto 3 seu predecessor.
Mas oa Franga nao foi assim. Nossos paes,
comprehendendo perfettamente que'o papa vi-
gario de Christo, e que seria contradicho mani-
fest acceitar um repelltndo o outro, chegaram a
negar a autoridade de Christo nos reinos da trra.
Procuraram justificar o novo direito da espada,
negando em aua propria origem o velho direito
christo da monarchia, direilo que merecen at
mesmo as homeoagens de Leibuilz e de Vol-
taire.
Eis de onde proveio a rerolugio fraoceza, ba-
scada ioteiramente nesta mxima do antigo rgi-
men : O reino de Christo nao deste mundo
verdadeira apostasia para aquelles que Ihe
comprehendem o alcance.
A partir d'ahio legltimismo, oa o direito de
ama raga, de um principe, sabslitaio legitimi-
dade chriatia, a qual reconbecendo o direilo hu-
mano das dyoostiaao subordina ao direilo de
Christo, e mesmo salragoda patria, como acoo-
teceu em tempos de Hugo Capelo.
O legltimismo, ou quasi legitimidade, perdeu o
antigo rgimen. Nem aa virtudes da casa rea!
nem os serrigos eminentes que ella presin a
igreja e Franga, nem a dedicagio da nobreza e
do clero, as aympsthtas dos papas, e oaquell
tempo o amor de iodo o poro poderam sal-
va-lo.
A razio muito simples.
Como iodiriduos todos os horneas sso iguaesi
Diz S. Thomaz : c Nada mais elevado do que a
alma humana senao Deus (1* qae XVI, 6,1.)
Logo Deus o nico qua pode mandar aobre a
alma humana de sorte que aem a missio divina
quer natural, quer sobrenatural, nio existe po-
der : Non tst potettat niti a Dto.
Tendo decahido da graga a naturezafoi pre-
ciso que s autoridade de Christo ae eatendess
por tudo para tudo regenerarna familia e nr>
estado como no individuo ; e pois os povos chris-
taos teem o direito de ser governados christia-
mente.
Nio ha duvida de que Deus conserva aos go-
vernos estabelecidoa o poder de que elles abu-
sara ; a nos paizes herticos, schismaticos e in-
flisos christaos dio provss de submisio.
exemplo : os martyres.
Has o direito dos soberanos inflis nao eati nel-
les proprios, est na vootade divina ; porque en-
tre os borneasse Deus repellidonao fica ou-
tra lei que nao aeja a lei da torca; porquaoto to-
dos ficam tendo o senlimento da aua gualdade na-
tural.
Assim chega o absolutista, que nao lera em
conta a lei chrisla, e dis: c A lei quer o qua>
quer o rei. *
O parlamentar diz tambem do sea lado : t A-
lei quer o que quer o parlamento.
E o revolucionario acode logo: c A lei quer o>
Sua quer o poroporque o reroluciooario, o
illa da autoridad que rea da Deus, bosca-a na.
maioria.
Affialai-roa da Deus, a a independencia indivi-
dual toma-se a base da pbilosophia, da poltica.,1
e at da religio : a fim de evitar a anarchia'aa
labelecs-se neste caso am poder baseedooa os
oiio da maioria, o que forma o direisa-aajre.
Para o revolucionario a Independesrtia r>
sammo bem, origem de todos os bes: dehi nas-
cem as suas biaephemias.
Se a independencia o aummo bem, Dea*-
obstculo eterno a essa independencia__torna-ae>
o mal; Gbnsto que morrea combatendo todas
aa liberdades modernas e concupiscencias do-
mando, r em a ser o falso e indigno; e a insurrei-
**
A f do pretndante pesara mais na belaaga 4o
julio do que o aea direilo hereditario; e a prora
eati em que, teodo a Franga mudado duaa reiea
oa dynaaiia, nunca principa hertico subte o
A^^P*" Mo wsiira qae Roma, que s*ue I tbrono de Glorie. Eolre os nossos anle&assadoa
.' 1^^MnW^^V% "*! ^mf o" era filho de S. Luiz-senio pwa praticax-
0. aatj^a. pUrae*, aisugos, permit ,0 cabalo lo L.t;.|a M os mesmo. acto, 4 S, Luiz
simo era hispo do exlatior, a como ul igreja su- fiao contra os seus ministros tora-se o mais san-
jeito e aeu ministro. *> *6 ,oao' drete*. Segue-se por teeio qua
Ptta praiicw
0 dere aniquilar o chrialiaaisao onde jaer qua
alia estoja, destruir a religio. a pbasopae, a
sociedade, a autoridade, a lbesela**, a caridad
e a propriedade chriaUas.
Alem disto *ptopUs*adsj sa4a ea direito
dirmo-a praprtaaeda aail oaTMe*. de mi mor-
ts, o vi masteo filliirH^ 10 roebo pan 9
*


mm
*&m
rMprBm
*eolucioosrio
porque elle
nao tdmitte rjutra
5C
S^
DUUO Dfc ^EftMiMBtJOD.
propiiedide que oio o eiudo, outre aevtUliar naga all sido tem maior nos lugares que
,ue oio o producto de dossqi proprios Vrabathot -
a dos doos do estado.
8a semelhante systemaS quelle que oao leem ouiro chete, a* anta viclims
sosongonho., B' igualmente Dotare! que
o es-
fleam
a ais prximas ao rio Araripe.
< O Dr. Pedro Cesar contina iocsnsivel no
cumprimeot de seus deveres. Sabendo elle que
uta a de sois fllhinbas se achira multo dtale,
calumoia la, a quem cumpra querer e rehabilita*, tea transportar a familia para esta poroacarx *-
Eis-aqui o qae setem dito, o que setem impri- dse acha
nido textualmente em nossos da; e o logiuo prora
revoluto oao nos concede consequeoci algfmal fc
oaer pralica quer theonca, extrahtda dos dlroi
*oe do horneraA revolucio, dizera elle,
faatjea.
Os sacerdotes, es reis, os nobre., e i bafcaug" Al* dos-cuidalocomf
oes, emfim todos acuelles que negtm a lobefini' Tiolericoe,rtem-se BtsUdi
to povo. sao reos de lesa-magestade, crime/esta muita.f&.oas Wdietifcs
qae s a morte pode puuir.
E(s porque para elles os sssassloatos de Late
XVI, de Uaria Aotomea, e de madama Elisabeth,
forsm actos de Justina; e tambem o (oram o mor-
ticinio dos carmelita, e os de Lyoo e da Vendes:
s membros da convenci joizes iecorrupllveis,
e os saptembruisiis exacutores de altos planos.
Para a reTolocionarios, firmes em suas opi-
ioea, lobispierre e Daotoo, Fouquier-Tinville e
Collot-d'tterbois, Foucb e Cirrter, foram iusti-
ceirot^ e Mrat mereceu as honra do Pautheoo.
Estes horrores, que dirnanam lgicamente do
principio revolucionario, meos nos sorprendem
do que a parva admlrac&o dos moderados pa-
ra os priocipios que sao a sua ruioa : se bem que
iof aita a dilTereoga que existe entre os illudi-
to oa acelerados.
Cmo a vantagem pertenco aquello que de
um principio recebido tira resultados mais nu-
merososo absolutista cathoiico, que oega os di*
reo humanos do Homem-Dos, balido pelo
literal. O liberalismo, que quer a liberdade na
dependencia individual, batido peta revoluto
democrtica e social, que quer a mesma liberda-
de na soberana do poto.
Caqui prOTm a louca pretencao do legitimista,
ce jolga evitar a revoluto ou remontando is
dputrioas do sotigo rgimen que proclamaram
declarado dos direitos do homem, oa descendo
ae liberalismo quapordua vezes acabou na re-
publica democrtica e social.
qui provm igualmente a loucura do liberal
sreeolucao sem oa seus excelsos.
Nao ba mel termo eotre o catholicismo e o
individualismo, entre o direito divino, que nos
condui fehcidaae eteros e temporal, e o direi-
lo exclusivamente humano, que tudo nos rouba
a auturidade, a liberdade, o espirito publico, a f,
a razio, a rida nacional, a religiao, a familia, e a
propriedade.
Despresando a pedra angular, que nnica poe a
igreja e a chnstsndsde ao abrigo das portas do
infernoa Franca precipilou-se de queda em
queda at esse ioferoo que se chama 93.
Depois dessa poca funesta a Franca supplicou
a Deus, eDeus, eslendendo-ihe a mi, f-la su-
bir a eminencia, de que havla descido^**'
No dia em que ella esclarecida pelffexperien-
cia e pela roz encarregada de instruir todas as
coes, renunciar sem segunda iotencao rero-
lucao.ao absolutismo tanto qusnto ao liberalismo
e democratismo ; no dia em que ligar-se a igreja
catholica romana de toda a sua alma e cora todas
as suas furcaeo esse dia a Franja nada mala
er que receiar da revoluco.
Ora, para o catholicismo que nos, bora ou
mo grado, tendemos desde o cometo do presen-
te seceulo : ludo a elle nos impelle.
O homem poeDeus dispoe. d
II. DE MAUMIUNY.
[Monde. Silvtim)
REVISTA DIARIA.
Temos reclamajoes mu instantes acerca de urna
mulner de mi vida, que mora na ra Augusta,
ode por sen procedimenlo constitue-se um cons-
ne Dcommodo para a viziphanca.
A hooeslidade das familias credora de algama
providencia, que a faca respeitar ; e isto espe-
rara os incommodados da parte da autoridade
joeal, a quem recorrem por nosso iotermedio.
fim de oblerem a cessagao dos escndalos, qu
aao forjados a presenciar.
Est marcado o dia 28 do futuro mez para o
concurso do lugar de 2" escripturario da Ihesou-
rana provincial.
A arguijao deve aer feita em grammallca na-
cional, escr.oturscio mercantil por partidas do-
mad", anlhmetica e suas applkacoes ao calculo
de descontos e juros simples e compostos, inclu-
aive reduegao de rooedas pesos e medidas.
.~ De cruar informam-oos que tem alli ca-
Jiido grande copia do chava ; e que em om dos
iiliimos das della cahira urna prodigiosa abun-
dancia de graoizo do tamaoho de feiao, com o-
commoJo da populacao, que nao achava abrigo
Bem_na propria morada, por onde so iosiouava o
fraoize.
Tioham apparecido una casos de molestia, a
quejcapitularam de cholera ; mas dizera dalli
que pouco se parecem com o que conhecido sob
este oome.
Se nao nos ioflel a lembranca, parece-nos
que alguma disposico de lei ha, queobrigue aos
avos sjhidos dos nossos portos a serea porta-
oorea de malas do eorreitf para aquello do seu
destino. Ora. acontecendo que isto teoba como
que cshido em desuso, ettaodo tolos os dias a
sairem os navios sem conduzir essas malas,
jBconvenieociaquesejs restabeleeida esta- pra-
Neste sentido pedimos ao Sr. administrador do
(Maso correio a effeclividade della, se porventura
algama cousa se nao oppe a sua effeeluacao.
Falleceu aote-hontem a ooite o Sr. briga-
/deiro Aleixo Jos de Oliveira, um dos veteranos
da nossa independera.
Depositado na igreja da Cooceico dos Milita-
res dab foi conduzdo para o cemiterio hontem
^ela tarde, tendo-se-lhe feito as honras milita-
ares da sua graduajo.
Do Bom-Jsrdimescreve-nos em data de 23
do correte, o aeguiote :
A epidemia de doze dias para c, e quando
j se achava quasi extiocta, recrudeaceu aqui e
m alguns lugares da freguezia fortemeote, de
znaoeira que desse tempo t o presente tem nao
menos de 50 victimas feito suecumbir, alm da
um numero crescido, dos que se aiham em con-
-valescencia. a
Havendo o aoldado da 7* compaohia do 4"
oatalhao de artilharia do exercito, Candido Cer-
doso, desvirgioado i Francisca Mara Jos, me-
nor de 1T anoos, e fllha de Jesuina B.ndeira de
Mallo, moradora em Fra de Portas, foi este fac-
xo denunciado ao subdelegado da fregaezia res-
pectiva pelo promotor publico do termo, em ra-
zao de ser a offendida pesaos reconhecidameote
aniseravel que nao poderla perseguir udicial-
anenleo aggressor.
..Porania o Dr. juiz de direito da 2 Tara
criminal, interpde o Dr. promotor publico urna
deauncia contra o teneote Jos Buarque Lisboa,
swopleote de subdelegado na freguezia dos Ao-
ajaBos, pelo facto de haver guardado om procea-
o desde aovembro do aono pastado at fevereiro
do correle anno, sem que bouvesse iaocado um
a despacho, embora o reo soffresse prisio du-
rante este periodo.
-- Perante o Dr. juiz municipal da 1 rara, fei
produxida urna justlcaco sobre factoa teodvnles
ao presidio da Fernando de Norouba. O Justifi-
cante o Sr. Manoel Thomaz dos Santos. Jul-
gadii juatificacao por seotenga, ordeoou o Sr
Or. Hermogenea qae o escrivao exirahiodo copia
oa altos, a remeltesie ao Dr. promotor publico
afim de denunciar perante a autoridade compe-
tente contra o actual commaodante do presidio
coronelTrajano Ceaar fiurlamaque. '
Em consequeoci do offerecimeolo feito
pela ordena tereeira de S. Francisco, de que de-
a>o noticia, foi hootem remettida para e respec-
tive hespital, pelo t. sudelegado de Santo Aa-
aarJe, Viceneia Mara Gama, moradora do largo
wMatria n. 13, atacada de cholera-morbas, por
- aciur-ie balda de meios de aer curada em sua
iJZlV*0** 2?,ic" deS Loareaeo da Malta,
.. i U4*correB,e 1,e offerete-
aioa ao. leaorea em auaa expreasdea:
^.*i7 reaacio*o flatn'sta Diaria. Doois das
JUeram a bondade de publicar em ai tvista de
30. recrudeaceu um pouco eptd.mi.. JSio!
-alo accommeitidaa diariamente 6, 8 e mais naa-
aoaa, algumaa das quaes tem parecido. Nota-ae
^e o mal rai-aa eatendendo em eesjetmepto da
atrads, e mala pare a margen do rio Gepiba-
a Ne aguado detricte
asaaa intensa, e iruaja pi ,
-nortea, sendo doirWeee
186SA'" h0tO d" tt,rt demar5o de
v v^.. ,* Dr' 1*** Foneeea. >
-.L***-Wencia da provincia oio cheaaram
njautcasee offlciaes relaUvamante ao c!T
morous que merecam ser tranacriplaa.
A a horas da tarde de 26 de marco de 1862.
la M"ria
~3*
molestias, o tem procurado, sendo que am. des-
es das salru urna pirturiente que se achava em
immioente perigo ; e isto o fez elle com grande
sacriBcio de sua parte, pela loogitude e pela ho-
ra em que foi chamado.
< As autoridades continuara a cumprir os seus
devores, mostrando o maior interesas pela sorle
da populacao. O neaso reverendo rlgario Detra
tem sido solicito em prestar os soccorros eupiri-
tuaea aos cbolericos, accodiado promplamente a
todos os chamados.
O a I fe res Joo Ribeiro distingue- cada vez
mais. Elle psssa noitesfora desja caaa, velan-
do ebeceira daqaeea doeutes qae precHajay rAmalla,-u)raoca, hlhe legitima do Dr LuizUps
deseas cuidados ,, Castello Branco. e l7a.cia Thereza de Soizs
O lente Joao_Lins tem sido tambem ina^psa- Castello Branco. _.
Luisa, crioula, escraTa, fllha-aatuTaldeJustina,
escrava de Joo Alves Quintal.
sel; e
Can
Jnior
, D o capito Thomaz Alves Maciel
cooatinua a prestar os servidos que tstao ao seu I
alcance. ,
t Escapou-me dizer que os estrados -eitos no
segundo districto forsm os segunda invasao' de
moostro gaogetico, que da primeira vea mostrou-
se benigos, nao fazeodo victima alguma.
Temos Gnalmente a attisfacao de noticiar-
I he que o oosao preslimoso amigo, o respeitavel
anciiocoronel Joaquim Mauricio Vanderiey, sa-
ohor do eogeobo Tiuma, ae acha completameote
restabelecido, gragaa aos cuidados de seu fllho,
acbsndo-ae tambem j livre de mal a fabrica do
mesmo eogeobo.
G.
7- A exaclidao dessaa noticias resulta do ae-
guiote trecho de urna carta, eecripla da mesma
localidade, e oa mesma data ; pols que, com
omissao de pequeos fados, a narrativa desta
coioci lente com a exposicao daquellaa, dando-sa
apenas a discordancia na mortalidade diaria ; o
que sem dunda provir da falta de ioformaede
exacta e completa da carta :
A epidamia que aqui reina ba um mez,pou-
co mais ou menos, e que pareca ir declinando,
lem-se ltimamente exarcebado alguma cousa,
azendo diariamente 3 e 4 viclireaa ; nao obstan-
te isto, porm, est toda a populacao bastante
aoimada por achar-se confiada aos grandes es-
forcos e desvellos do medico, que aqui est, o
Dr. Pedro Cesar, e dae autoridadea da freguezia
e mais algumas pessoas gradas, que tem sido
iocaosaveis em soccorer promplamente aos que
sao atacados. .
< Fizemos squi ama prociso de penitencia,
dirigida pelo Rtm. vigario desta freguezia, o
qual tem sido sempre prompto em ministrar os
soccorros espiritases.
Eotre as pessoas que se apreseolsram em
soccorro da humanidade, deve ser com especia-
lidade menciooado o Sr. lenente-corooel Luis
Francisco de Barros Bego, que, oa verdade
digno de todos os elogios, pelaa providencia,
que lem tomado, aSm de melborar o eatado sa-
nitario deita freguezia, a bem da qual a nenhum
sacrilicio se tem poupado.
sida
t-
.1 anuncia rao de Maa Santissima.
Soleando os mares de luz
Celeste archanjo toou,
Ei a virgem da Iduma
Reverente assim aaudou :
Salve I Maris bemdita I
Do Seohor cheia de graca :
Um Ulho concebers,
Salvador da humana raga.
E cujo dars a lux
O Messias desojado,
E por todo universo
Ser mui grande chamado.
Jess filho do Altiisimo,
Que o Seobor Deus Ihe dar
O throoo do seu pti David
Seu poder se Armar.
Sobre a casa de Jacob
Com lodo o vigor assim
Reinar eternamente,
Seu reino nao ter fim.
E disse Maris ao anjo
Com toda veoeraco :
a Como issose far
Se eu nao conheco vario ?
Com a luz do Santo Espirito
Teu ventre ser purissimo,
As sombras queja te cobrea
Sao virtudes do Allissimo.
No esplendor da magestsde
Brilharao os olhos teus;
De ti oascer o santo
Que o filho de Deas.
E's de Deus asombro e grags.
Dos horneas conforto exemplo ;
Em ti, virgem, se encerr,
Seu ibrono sacrario e templo.
Isabel, la prenla,
E' um exemplo visivel,
Seodo estril concebeu
Nada a Deus impossivel.
Maria toda humilhade,
Cheia de f e de amor,
Ao paraninfo responde
Eis a escrava do Senhor I
Apenas dita a palavra
Que a redempeo sanecionou,
Abrem se os cos, desee o Verbo
E no seu ventre eocaroou.
E dos cos a luz fulgura
Estrella que allumiaes,
Nao pode o sol competir
s Com a luz com que raiaes.
\Sobe Maria as montanbss,
Entra em casa de Isabel :
Do ventre adora o Baptista 1
Ao justo Deus d'Israel.
Cheia Isabel deprazer
Diz um sublime louvor:
Esla que vem visitar-me
< E' a mi de meu Senbor.
Abracando a virgem pura,
Saoda assim reverente,
< E's bemdita entre as mulherea
Benio i o fructo do teu reir.
Da omnipotencia divina
Eapelho da natureza,
E' Maria em tudo pura,
Em sanlidade, em belleza.
Eis o octagesimo quarto e quinto
Boletint ofjiciaes.
_ Em nm oflicio de 2i do correte, dirigido de
Ifazarelh presideocia da provincia, disse o de-
legado de polici'desse lermo. capito Francisco
Antonio de SsVBarreto, que, desejando examinar
por si-mesmd o nico ponto do referido termo
em que a epideaia reioavacom mais inlensidade.
Daba deix'ndo de offieiar a S. Exc. na ultima se-
mana, guardando-se para faze-lo depois de sua
excurso, e que, parlindo, no dia 18 em que per-
mitnram as chura, com o Dr. Sympbrooio Coa-
unho, haria percorrido a comarca nene ponto na
emteoglo de nove legue, e Terificsdo que nos l-
timos tempes o mal abi tioha feito 64 victimas
nos eogoohris Limeirinha, Junco, Felicidade,
i **!? Mtnimb. fu, Caiarma, Chao do Fogo
redra Furada, j iodo felizmento em grande
aeclraaeio Disse mais que na ddade e seos sr-
redorea, a colar do dia 10 do corrate at 'A
baviam sido atacadas nove pessoas, das quaes
Tinham fallecido quatro ; mas que nos cinco l-
timos dia* ninguera havia sido sfTectado, e que
dos ootros pontt dessa' comarca, j percorridos
palo cbolera-morbu, conlinuava a ler boas noti-
lifcie. Diz mais qae, i rista de ti do isto, de
comblntcio eom tr juiz de direito. Dr AtriHo Jos
Tarares da Silva; e o medico em commitao Dr
Sywphrenio Cootnho, tinha resolvido eooUd'erar
extiecia a epidemia im toda a comarca, apaasr
!i#a-.,v 'n<, vm riZ*foo csio, iem cifactar
pidamico.
Inca, fi||
b5Io.
t>rano,
joceice
pardo, eewavo,'
eicrara da Jos de Paira
xia Ma-
Joanna,
Per reir Ju-
-=Tld
Saotp
del
ErniA
I
Man
niea.
Adelaide, branca, fllha legitima de Antooio Jos
dos Rea, e Eleodors Jscintha Pereira de
Canto. ... u, .
niuminala, crioula. escrav, Qiha natural de Ri-
ta, errme, escrava de Luia Francisca de
Soase,
Alfredo, branca, fllho legitima d Luiz Ciernen
tino Carneiro de Lyra, e Guilhermina da Coo-
qei^ao Barres Carneiro.
*. .-f*"ca. filha legiUma de Jean Pierra
Blaochio, a Zlie Boalegue.
a que de desembarque e embar-
em lio pouco tflt uem conduz
leoha, no entretanto que os do-
jtabelecimentos vem-se obriga-
s cargaa em costas de aoimaes.
Macedo devia lembrar-se que na
lana tambem ha habitantes que devem ter
as commodidadaajtne. tem os babjtaote
tros lugares e jajanu^Pia cease
oda PonteziohajtiveasamPflaJu
o, pelo contrario' devMba|"l*d
era sea alcance aumme que ella ''
orm, j que o Sr. B#.*Hs%Mo fc'
para com os h-bitantae da 'rSotetoaa, ap-
mos para o ExmmSr.HiidWIe oVlrovin.
'm de que sua^tenrerhol qdf*!!. Dr.
JUcedo aaiba .conhacer a necesidade que tem
os-ftabiiautw-ria-ontexttrtrs-de torem- tambem
urna estacio : esperamos em sus Exc. que jamis
consentir em emelrnofte cousa.
.De um habitante.

ue a
des-
esti-
bara
0 in-
Leopoldioa, parda.-.lha legitimada JoaoFilippe
Nepomoceno,j fallecido, Joaquina Maris do
Espirito Santo.
Augusto, branco, Gibo legitimo de Jos Joa-
quim dos Santos, e Guilhermina Reoorata Te-
xeira de Mendonca.
Joao, pardo, Olho legitimo de Marlioho Fran-
ciaco da Silra.e Anos Rita da Costa.
Amelia, parda, lha natural de Joaquina Maria
da Cooceico.
Benedicto, pardo, filho legitimo de Francisco
Roberto de' Mondonga, e Delfina Maria Xa-
vier. ,
m filho de Francisca Ferreir* da Silva, branco.
Urna filha de Francisca Maria de Souza.
Lydio. filho ligitimo de Lydio Aberan Baodeia
de Mello.
Salusliaoa, filha de Maria Gertrudoa da Con-
ceicao.
Maria, filha de Igoez, crioula, escrava de Joa-
quim Bernardo de Miranda.
Alfredo, filho legitimo de Julio da Costa Ri-
beiro.
Jos, fllho legitimo de Jos de Axeredo Maia e
Silra.
Amelia, filha natural de Maria da Iocarnaco.
Firmina, filha de Maria da Conceicao,
Benedicto, filho legitimo de Jos Querino de
Goes.
Eugenio, filho do Dr. Joio Baptista Cassnora.
Josefina, ulna do Dr. Joo Baptista Casanova.
Cazamentoa :
Jo de Castro Redondo com Elizieria Maris da
da Cooceico Pedroso. branca.
Math-'us Lopes da Silra com Uobelioa Fortuna
ta Alves Lima, branca.
Luiz Coocalrea Agr Jnior com Luizt Fraociscs
da Costa.
Paasageiros dobrigua ncional Encantador,
sabidos para o Rio de Janeiro : a senhora do
capito e urna fllha menor.Belarmioa Bezrra Ca-
valcante, Leopoldioa Maria Sosres, Belarmini
Maria Caralcante de Atbuquerque, e tres escra-
vo a entregar.
Movimento da enfermara da casa de deten-
cao do dia 25 de marco de 1862.
Tiveram baixa para enfermarla :
Jos Barbera do Naacimentcbolerin.
Jacintho Manoel da O* M-ndedeuxo.
Manoel Antooio Sobral -dem.
Da 26
Tireram alta da enfermarla:
Manoel Antonio Pereira da Silva.
Joio, escraro de D. Peliciana.
Tiveram baixa para o hospital dos Sri: Drs. Ra-
mos, e Ser, o prelo Esperidiio, eicravo senten-
ciadocom bexigs
Matadocro [publico.
Mairam-ae para o consummo desta cidade no
da 25 de marco. 74 rezes.
No dia 26. 89 ditas.
MOBTAUOADB DO DIA 25 DE UAR-C :
oenio Gon,e8 B*P'lsta Jnior, Minas, solteiro,
26 anoo, Santo Aolonio ; tebre amarella.
Miguel, Pernambuco, 50 aonos, solteiro, Santo
Aolonio: eoterile. j
Alexandre, Pernambuco, 90 aonos, olleiro, Boa-
ritta ; diarrha.
Francisco, Pernambuco, 4 mezes, Boa-rists : he-
patite.
Jos Cabral Pacheco. Portugal, 40 annos, Boa-
vista ; febre amarella:
Maooel Gomes da Silra, Portugal, 61 anoos,
riuro, Boa-rista ; peritooite.
Francisco Jos Teixeira, Portugal, 46 anoos, riu-
ro. Boa-vista : peritooite.
Olbanoa Pereira d.s Cbagaa, Allemaoha, 20 ao-
nos, solteira, Santo Antonio ; febre amarell.
Jos, frica, 68 annos, aoiteiro, escraro, S. Jos;
diarrha.
Felismioa, frica, 38 annos, preta, escrava, Re-
cite ; cbolera-morbus.
Da 26
Prima Maria de Jesu, Pernambuco, 30 anoos.
solteifa, S. Jos; phthisica
Joio Pereira de Oliveira, Portugal, 50 annos
casado, Boa-rista ; tubrculos pulmonares.
Maooel Joaf uim, Pernambuco, Boa-riita: gan-
grena. e
Henrese Eduard Ecbert, Allemanha, 18 annos,
solteiro. Recite ; febre amarella.
Mana, Pernambuco, 3 mezea, Boa-rists ; con-
rulsoes. *
Manoel de Souza da Paixao, Pernambuco, 31 an-
nos, casado, S. Jos ; tubrculos pulmonare.
Aoiooio, Pernambuco, 5 annos, Baa-visla ; coo-
vulsoes. '
Joaquim Coelho Jnior, Portugal, 18 annos sol-
teiro. Boa-vista ; febre amarilla.
Alfredo, Pernambuco, 8 mezes, Recife : conrul-
oes.
Seraphim Soarea da Silra, Portugal, 48 aonos,
cacado, Recife : hemophytiae.
Fraocico do Amparo Pinio Lopes, 45 annos, sol
teiro, S. Jos; inflaaimaco de intestino.
Miquelina, Pernambuco, 13 annos, solteira Boa-
rista ; typho. '
Thereza, Pernambuco, 2 aooo, escrara, S. Jos;
tossa convulsa.
Jos, Peroambuto, 16 mezes, S. Jos ; hepatite.
Jo.noa Belchior, Africana, 60 annos, casada,
Recife ; cholera.
|Brigadeiro Aleixo Jos de Oliveira, Portugal 82
aonos, casado, Boa-rista ; cerebiite-chron'ica.
Srt. redactoresPermittam-me um pequeo
espago em seu eooceiluado Diario, para nelle
enserir duas toscas linbaa com relaeao o presi-
dio de Fernando ; e ae bem que .alguna eacripios
prximamente estampados em seu mesmo Diario
emoostrem evideula as nobres qualidadea do
um. 8r. coronel Trajano Cesar Burlamsque,
com tudo eu, testsmunha oceular das virtudes
d aquella benemrito cidadio, venho render ho-
metragem ao nragtsrraao recto, probo, e deiin-
teresssdo.
Sim, kaenhores redactores, em um presidio
onde tantos se tem locupUiadcda desgrana de
muitos iofelizes, a admira rer abnegago do
actual commandanle, porque boje alinio como
outrora ; o pingue sold que a bono ma do go-
reroo detriboe aos seoteociados, pago restric-
tamente, nio se subirse um real I
Os castigos corporaes. quando ha forca de mau-
a disciplina e ordem, sao ordenados, v-se
_Sr$. Redactores.Cauaou-me bastante admira-
Cao quando vi no seu bem eooceiluado jornal a
noticia de que so teria existencia a estacio 'da
Pontezinh. at o di. 31 do correte mez Por
curto Sra. redactores, foi esta ma daa medidas
tomadas pela aupenntendeacia da estrada de fer-
ro que vem de eocootro aos intere.sea de todos
os moradores deste desditoso lugar a quem a com
panhia d.e.tr.d. de ferro uolai tente?'SS
olios razaonao sel, poia aendoesl. uma daaea-
tacoes que nao ba prejuizo. pelo conir.rio deixa
a compaohia hvre de desposea todo, os mezeade
cem a duzeotos mil ri, o p.8,u que ,1^",,
ouir.s nao dio nem par. p.g.r um e/pregado
como aeja a da Boa Vi.gam, que s kWti
mexe. de..lgum. influeucie o'r?.?. coosm. se
sempre fechads no entretanto que a compaobie
cuida sempre de... limpexa e melhor.menio .
passo que sendo a Pontezinha uma de auaa fllha
m.isrerh. a tr.t.m com deapr.so e 5'i ||
d.o a morte 1 1 Ser porqu. e.t. hTartuS'
padrinho que por este motiro mer.ca a marte 1!U
oao na duvida que esta foium. da.'Vedwls to-
mada pela va frrea multo cruel, poia usada
ou vamos dizer que ella tinha de acabar duridT
s??a?,:"i^f0Me' uo* "">fl'umoa oo dig-
no Sr. Dr. Macedo que sendo Bacal da estrada de
ferro jamis deria conaeatir que a auDerintan-
deocia^lomaase semelbsata medida *isio que es-
familias estao arranchadas e tem empfeusdej'al-
gum capital em IUaaJ1-m predae. efludo
que ej. o embarque e 4wmlSS!!Z-
mente terao grande, prejuiroa, ae pause sme-uom
a c.n.ervacao da eatacao aera Uaqui alejas um.
pe um dos grandes poro.do* ta*islHhi tur
j)ufcerto grandes lucros eisif.it Km eatea
que nelles translux a humanidade pela modera-
cao maotids. o hospital tem om rgimen diffe-
rente ; as forlsleas, as ras vjviam ebrias de
matos, os quintaos cobertos de immundicias,
boje esta ludo acceiado ; o referido Sr. comman-
danle asiste a todos os actos que reclamara sua
presnca ; emfim est ludo progredindo debaixo
da ospeccio do Sr. coronel Burlamsque.
Nao quem, senboras redactorea, com esla ml-
nha Iraca e breve, mas verdadeira aoalyse, de-
preciar asqualidades de outros empregados que
aM ha, o8o, pelo contrario soa o primeiros reco-
nhecer, e louvar igualmente o Ihano comporta-
ment dos Illms. Srs. medico, capellio, e aju-
dante, pois que todos concorrem para a prospe-
ndade do lugar e seus habitantes.
Sou com respeito muito silencioso.
Flix de Araujo Lint.
Deteocio de Pernambuco, 24 de marco de 1862.
5r. Reiactorti. A auppresso da estacio
da Pootezinha, anouociada pelo seu jornal de 21
do correte, causou-me tanta sorpresa e admi-
raclo-que, Dio podeodo cooter-me, e abafar em
meu corago o desejo, que tenho de levar ao
coohecimento do publico a mjusiiga de semelhan-
te meqida, tomada pela supenntendeucia da ria
terrea, silo do meu silencio habitual, e recorto
ao prlo. Todos sabem que o lugar da Pootezi-
nha, antes da onstrucco da estrada de ferro,
nenhuma importancia tinha, e era apenas co-
nhecido pelo oome, que Ihe empresiava ou-
tr ora ama pequea ponte, que depois foi substi-
tuida por um aterro : todos saben que nesse
lugsr apenas haviam alguns moesmbos, habita-
dos por gaote nimiamente pobre, e que, nio of-
ferecendo entio futuro algum, ninguem para elle
anula ; mas, feita a estrada de ferro, e estabele-
cida ali uma estacio, mudou-se completameote
a coodicao desse lugar, e comecou elle a tomar
um iocremeolo espantoso, edidesndo-se casa de
teiha em sysiema de povoagao, de modo que
hoje om poroado, que coolm mais de um
canto de casas de telha pela maior parte caiadas
e pintadas, sem duvida alguma peloa oovos e di-
versos meios de vida, que a estrada de ferro of-
ferecia, e a rantagera de um ponto de embarque
coovidava. Muitas rendas de molbados se esta-
beleceram, e pessoas de diversas industrias, ar-
tes e offlcios, como pedretros, carpioas, roarci-
neiros, sapateiros, alfaiates, ourives, ferreiros,
tanoeiros, etc., eoxergaram no lugar da Pontezi-
nha um ponto de moradia rantajoso, tanto que
edificarara suas casas em terrenos aforados ou
arrendados, e at eu que vivo da proflsso de ad-
vogido, e que gusto da rubitagao do campo,
achei que a Pootezinha era uma solideo agrada -
vel, d'oode pela va frrea podia todos os dias ir
para o meu escriptorio na villa do Cabo. J se
ve que nao foi, absolutamente fallando, a estra-
da da ferro, que deu animo e rida a esse lugar ;
mas sim o ponto de embarque e desembarque.
Sapprimido, pois, este, fra de duvida qae a
Fontezioha, perdendo toda tu importaocia, tor-
nar ao seu primiti estado. Nao ser, pois, a
companhia da estrada de ferro, ou a superinten-
dencia summameole injusta, causaodo males e
preiuizoB iocalculaveis aos qae se estabeleceram
e babitam boje este lugar, por coolarem com a
facilidade da coaunuoicacio d'ali para o Recife,
e para os lugares que Ucam oa direccio ds lioha
frrea ? Nioguem o cootestsr. Nao nma espe-
cie de logro, para assim dizer, que a companhia,
00 quem a reprsenla, prega aoa habitaoles da
Pootezinha ? O estabelecimento da estacio, dan-
do aos hsbitantes da Pootezinha uma idea de es-
tabindade. e anda m*is por ter sido approvada
pelogoverno, oa deaafiou a se estabelecerem, e
quaodo viram realiaados as suas previsdes e cal-
culos, quando se consideraran! bem arranxados,
teodo convertido seus espitaos, j em edifleaces,
j em estabeiecimentos commeiciaes, proporcio-
nados s auaa fortunas ; quando o lagar asta
prosperando, e por conaeguiote prometiendo
vantageos mesmo aos ioteresses da companhia,
nosie poolo que se lavra a senteuca de sus an-
niquilaco, que ae fas a ruina, e quic a desgra-
Ca de muitas familias, que eom tai medida vem
desapreciadas completamente as propriedades,
que fundaran), e o negocio que estabeleceram,
em que consista toda a aua fortuna III Oh I Isto
cruel, ioexplicarel e anii-bumaoo mesmo.
Nao podeodo descubrir a razio de tio injusta
resoluto, quiz acha-la na exiguidade do rendi-
mento ds estacio para fazer face ao menos s
despezas do seu costeio ; mas os fados por mim
presenciados atteslam o contrario, e me respon-
den! que nio ; porque a estaro da Ponlezinba
tem someote um empregado que encarregado
do registro, o qual percebe diariamente 1$280 rs.
e nenhuma outra despezs ha mais, senio de cin-
co garrafas de azeite ou oleo para luz. nio che-
gando por cooseguinte toda a despeza a 505000
meosaes ; entretanto que a estacio rende, se-
gundo me tm informado todos os empregados
que sil tm estado, de 2008*00 para cima s de
bilhelea de paasageiros, alm oo frete das leonas
que d'ali constantemente msoda-ae para o Reci-
fe, pagsodo-se por esda a-agn 10JOOO de frete
Ora, sendo certo, como son testemuotia ocular
da que todos os mezes rio de 20 a 30 wagons
com lenha, evidente que s6 nos frotes da feuha
tem a companhia um rendimento meoaal de 200
a 3009000, alm dos que rende a renda dos bi-
1 be tes dos psssageiros.
E, se nio gozando ella do faror e importan-
ele, que ae tem dado a todas as outras estaces
intermedias, negsndo-se-lhe uma plata-forma
commoda e cooenieote para o embarque e des-
embarque de carados e outros snimses, ella d
este resultado, iocontesurel que, sendo olhada
com Igual conslderacio, teria um rendimonio
Igual oa maior ao aaquella intermedia, que
mala rende actualmente ; o que aem duvida
contra os ioteresses da companhia, nio se po-
deodo explicar mesmo a razio da antipathia, que
Ibe rots a companhia da estrada de ferro, que
acaba de laucar tio injusta maUkio a uma de
suss filhas.
B por qae este facto inteode com o interease
publico, de esperar que S. Exc, o Sr. presi-
dente ds provincia, o tome ba devida conside-
rscio, pira nio consentir que por este modo al
offenda rio de perto, seaggrida mesmo o direito
dos que, me parece, que o tem cooaervacao a
permanencia di estacio da Pootezinha, uma
rez que ella nao foi ali creada e estabelecida
prorisoristoente ; mas sim com o carcter de
wf!aV?,/,e' 8*r*n"aa Pela companhia, quando.
estabeleceu, Wdo-lheVegrilaaento. e pele o*
rernoqOando approvou -
rique no desempenho d. difllcil e eepioboss mis-
sao de que se acha encarregado, distinguem-o de
muitoa de aeus predecessores, e toruam-o digno
da e*tima e cooaideracio de sea. patricios.
S. S. bem compreheode, que a polica a1
chave da abobada admioistratirs, e que della
dependem a tranquilizada, a liberdade 6 Or-
dem, e por isso nio mando dessas artimanbaa e
manejos de que aa serreta outroe, empeoha-se,
ernpregaodo meios brandes e persuasivos, em
prermir o erime, fezeodo que a lei seja observa-
da, e garaolidos oa direitos dos dadlos.
E como cauheee quio rsntaieso pera a so-
ciedade o segregar della aqueRea de sees mem-
bros, que desrairsdos abusando da forca e de
seus mos insrtoclos percorrem a carreirr,'do
crime, lem aido incanaavel em procurar esaes
-fscciooTBs afamados, qoe tantos mates tem feito,
e seus esforcos rio seodo cordados de feliz suc-
cesso, sendo espturados muito. desse. infeliies,
que at ha pouco riam-se da lei, mofaram da
autoridade.
Affaral e polido, agrada lodos o Sr. Dr.
frenas eom aua. bellas maneiras, e lustrado
como sabendo que a imprensa livre falla sem-
pre a verdade, tem aiiendido seu reclamo, ou-
rido seus arisos, e dado aa providencia pedid.
acabando com muitoa abusos, qae por abi quo-
lidiaosmenle se praticaram.
Contine S. S. nesse proceder, envide suaa for-
Cas para acabar com essas espeluncas ds prosti-
tuido, com esses antros em que nio se joga,
rasase rouba.'e em que se perdem tantos fllhos
familias; procure a pista dos incendiarios, dos
moedeiros falsos, e perseguiodo-os todo o
transe fci ao paix o servieo, de lirra-lo deesas
harpas, que bem merecer delle.
Nao a adulaco, que nos fax dizer isso, nio;
oao adulamos, oio bejulames o poder. Dize-
mos a verdade, que todoa coobecem, e que al-
guem pode negar, e nada dependendo'da poli-
ca, o que escre?eraos, em sea louvor, nio leva
o lito d merecermos e angariarmos ss boas gra-
Caa della.
Assim pode S. S certiflear-se de qae sempre
Ihe fallaremos a verdade franca e pura, e Ihe
taremos as obserraces que iulgarmos conveni-
ente.
E' esse um de ver do j o rn alista, que nos esfor-
Caremos de cumprir, oio obelante se adulterar,
como de custume, nossas inlencoea.
(Do Cosmopolita.)

--------------------:
x:
._- MasaOsmeaio atas mlfmaaalmsjrm.
Relamas entrados eom faxendaa.. 326
ora ganare... 136
Veluma sabido.
____ t
m tazando...
eom genero...
464
162
897
^s- 579
J
Barco lng eeu-fetiD,.ciond-carrao.
Barca ioglwOIedafaxenda..
alera nateeta-Grend-Cond-rario. geoeroa.
Brigue porauguexRelmpago vario, eneros.
Barca logteaaaurmioneazeoda.. *vu**'
Barca franeezaAxui dem.
Polaca bespeuhota-iMaria Lloberascarne.
Brlgoe suecoTritnaz^nda.
ta medida lm grandes o numrese, arsiui* ta"10 lWo approvoii a iba creafio.
i os moradora* da Pobteaioha ; paUValVm Am,*peoss e espera o sr-u constante feitor.
pdroado um pouco. importante a oeaa uauitae ir0 Gaudian? ^'" Silva.
Lall??l.%""Dchf.?".? Pregedu al- tt ,J I l i.........
Pubiic*t;es a peuwo.
.,ei.i. ..x...".,. f r^ *^V-
isri
t' *!
O Mr, Mr
iaAHIA.
lucro, pSr.. .e ieg. a e. eVt \ I moil l^Zoml^J^nX
SOBRE O TMULO
DO TYPOGIUPHO
Adolpho Kodolplio Gonealves Gamboa.
Dos amigo fiis ji tio chorado,''
A Iousa do scpulchro no-lo encobre.
Silta Lins.
Mais um slhleta do progresso e rida
Da nobre arte que professa exaogue ;
Mais um aitista denodado envolto
No negro manto mortuario langue I
Ei-lo proslrado j sem forca inerte,
Sem voz, sem saogun, sem amor, sem vida !
Ei-lo no tmulo, desligado d'atle,
Ei-lo j livre dessa immensa lila.
Perdestes amigos, um amigo nobre,
Collega dio da phalange d'arte ;
A morte em marcha separou-lhe o fio
Da rida arlislica que fazia parte !
Eis, pois, amigos, o que resta agora
Do nosso amigo que aqut rfides quedo 1....
Regai Ihe a campa de pungidas gotas,
Pois que da vidaf apartou-se cedo I
Marco 26, de 1862.
D. Cmara.
SONETO
OtTerecido ao i ni pro visado pai de fa-
milia da ra da Madre de Oeos.
Oh I lu, poeta sublime, genio ardeote
Se negrociume le mo.rde as entranhas
Encobre as tuas proprias maohas
Se nio queres ser laxado de imprudente.
Se o publico por demais condescendeole
Supportando tuas baldas e pstranhas ;
Reflete, e cohibe o~s?dil de taes faganhas
Se no todo Dio s um insolente
E se queres ser sioeiro repicando
Garotos leras p'ra le applaudir.
Sobre a torre j, rei badalando
Tremenda pateada leras de retiir
Em quanto na jaaella o sizo rai jogaodo
Aquelle que de ti se oio quer rir.
A formiga grande.
Mea passado, presente e futuro.
Meu passado uma peala perdida
Da flor que hoje respiro emurebecida
E qae, sol de smsoha far em p;
Meu pastado perfumada alvorads,
Alva estrella gentil da madrugada,
Soohos mil de mioha alma, illusio s.
Meu presente | rererso do passado,
E susoiro pungente de exilado,
Vaga lume da noite, ermo sem fim
Meu presente a saudade da rentura,
Completo disaabor, sempre amargura,
Sina triste que o co fez para mim.
Meu futuro a cryse da agonia.
t' a lousa fatal; glida e fra
Encerrando-me s n'uos mausoleo
Mee futuro a cruz, do cemiterio,
Ouiro mundo da alm, noro hemispherio,
Ouiro solo habitar rer noro co.
Meu passado 4- amor, creoca primeira,
Meu presente a dor, discrenga ioteira,
Meu futuro horrer, mundo olvidar
Meu paseado l prazrr, doce esperance,
Meu presente soffrer. triste lembranca
Mea futuro morrer, lado deixar.
Miguel Doria
Brigue ioglez FlecUng Cloua, riodo de Liver-
pool consignado a Johoeston Pete k C, mani-
testou o seguate :
894 tonelada de earrio de pedra ; sos mea-
mos.
Patacho italianoo Marcelino, riodo de Mar-
seille. coosignado a Tiaset frereu, maoifestou o
segninte :
165 barris e 60 caixas rinbo, 150,56* hilos de
asi, 25 canas sabio, 400 barrio cernalo ron too,
100 saceos semeaa, 25 caixaa cognac, 100 dita,
oteo, 60 fardo, papel de embrulbo; a P. Dra-
gn.
4 caixaa chapeos|; a F. Souvage &C
Galera logteza Hermione, rindo de Liver-
pool.
30 caixas cha," 10 ditaa e 27 fardos teeidoa du
algodao, 2 cascos fechaduras e dobraOicae de
ferro ; a Patn Nash 4C.
52 gigos e 1 canastra lenca, 18 caKaa e 13
fardos lecidos de algodio ; a Saundere Bre-
tbera & C.
2 caixaa chapeos de aol ; a4D. P. Wild & C
184 caixas e 39 fardos tecidoe du algodio :
J. Ryder 4 C.
30 caixaa e 90 fardos cambraias, tecidoe, de li-
nho e dito de algodao ; a James GrsMree 4 C.
25 caixas o 4 fardos lecidos de algodio e de
las ; a Arkwrtgbt ft C.
2 caixas e 2 cascos candeeiros e lampees, glo-
bos e ndros, parios e olees para dita, bande-
jas de ferro, escoras, bicos e outros artigo. ; a
llanque & Azeredo.
6 caixas mussullnas brancaa. leocpo du algo-
dao. e do de dito ; a A. C. de, Abreu.
10 lardos saceos rasios, 23 dito lecidos du al-
godao ; Gebs aUlkmaon & C
19 caixas e 9 fardos tecido de algodio r a C. J.
Aslley.
6 fsrdo. tecido de algodao ; a Geo C. Seott.
1 caita dito de dito ; a Linden Wild A C.
35 ditaa e 16 fardoa lecidos de algodio, 22 fei-
xes de tobos para gaz, 1 caixa appsrelhos, 9 di-
las pratos de ridro cortadoa para candieiros, 3.
ditas braco, o pilastras para ditos, 1 dita pin-
eentes e canos galraniaados ; a Ronlron Rooker
ai C.
65 caixas e 31 fardos lecidos de algodio ;
Adamaon iiorrie z G.
2 caixaa biacoutos ; a F. J. Leite.
18 fardoa e 68 caixaa tecidos de algodio, 2
fardos dito de linho, 100 barris msoteiga, 15 gi-
gos e 1 canastra louca, 1 barril lioguas, 32 to-
neladas de barras de ferro, 150 dios de carvio
de pedra, 9 ditas e 8 quintaea de dito de Cuk ;
a Johostoo Pater & C.
40 cascos therebeotina, 30 barris nitro, t cai-
xesoleo de amendoas, 4 ditas e 1 sacco droga
medicioaes, etc., 1 fardo papel; a J. da C:
Bravo.
60 fardos e 133 csixas tecido. de algodio, SO
ditas cha ; a Mills Latham & C.
20 laxas de ferro, 1 casco ferrsgens, 198 fo-
ges holianiezes, 1 casco cabos, 20 caixas fio de
algodio, 3 feixes, 4 cascos e 1 caixa moinboa para
cafe, rodas e objectos para os dito., candieiros
de lalao, ridros parioa, ele. ; a S. P. Jonston
ot G.
3 laceo amostras ; a diversos.
Beeetoedoria de rendas Internas
eje raes de Pernambaeo
Rendimento do dia 1 a 2*. 42:133>232
dem do dia 26.......1:4361282
43:569f54

Consulado provincial
Rendimento do da 1
dem du dia 26.
a 2*.
63.320*008
2:143*158
65:463*266
Movimento do porio
Navio eahido no dia 26.
Rio de JaneiroBngue nacional Encantador,
espitio Aolonio Pedro dos Santos, carga assu-
car e outros geoeros.
Nio houveram entradas.
Observacio.
Appsrece leste uma embarcarlo.
c
09
35
Horat.
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! Atmo'phera.
S J_________.
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Direccao.
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| Inlensidade.
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Centgrado. I 3
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Hygrometro.
| Cisterna hydro-
metrica.
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O; en c>.
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Francex.
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Ingles
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> o.
5 D8--
5 2
2 8
I
tn
Pracado Recife 26 de
nJargo de 1862.
\s quatro horas da tarde.
Colace da junta de corretores.
Cambio
Sobre Londres90 di. 25 8(4 d. por lj.
i J. da Cruz Macelopresidente.
Jobo Gatissecretario.
Caixa Filial do Banco.
EM 26 DE MABgO DE 1862.
A caixa descoma as letras al 4 mezes a 10 /
recebe diuneiro ao premio de 8 /
novoIanco
DK
Pernambuco.
k 26 DE MARCO, DE 1862.
0 banco descont na presente semana a 10'/
so anno al o prazo de 4 mezea, e a 12 /t
de 6 mezea, e toma dinheiro em cootas Correte*
simples oa com jaros pelo premio e prazo que se
conrencionar. M
MWMMt
1WI1 IVA MDITaflA
O no?o banco paga o 8- dividendo de
42# por acc5o.
.irandeara,
luajlmentododllaai. .370:374*089
dem do dia 26. ..... 16.271*727

386:645*816
v ?'le,cl,ra com l*una "eiros, vento
ESE regular e assim amanhecen.
OSClLAgiO DA AR.
Preamar aa 41 h. 6' da machia, altura 6 6 n
Baixs-mar aa 4 b. 30' da tarda, altura 1 2 d
m.0rbceaVi0862. ""^ '* a*S *
rosuno srirn,
I* lente.
diiar.
'
?
i
4

1
0 Dr. Triatio de Aleac.r Araripe, officiat da im-
penal ordem da Roaa, e juiz de dimto especial
do commercio dests cidade do Recife e seu ter-
mo capital da provincia da Perosmbuco, por
S. M. I. e C. o Sr. D. Pedro II, qae Dea. guar-
de, ele. "
Faco saber pelo presente, qae nio oodendo tet
lugar a prsca anaunciade para o dia 24 deste
m*, e novamente marcado u dia 31 do meamo
aflu de serem arremaUdos os escraro, se-
Maria, mulata, de 32 annos de idade. pouco
maisou menos, avahad, m 1:0001008; Nicolao,
mulato, de 8 anno. de idede, aado um 50M
rv L^?-? "!Uut l w'. The
da aobredita mulata Maria. ar..da em 150fui
quaes sao perleocentea a M e rao prac por eiecucio que comra elle eoca-
rainh.m A-kwight 4 C ; e na falta de licii.nteu
serao arrematados pelo preco da adjudicacio com
o abatimeote da lei.
E para que chegue a noticia a quos coarier,
raaodei paasar ediiae, que serio affliado e pu-
blicado, r
Dado e passado Desta cidade do Recife. eos 26
de marco du 1862.
Eu Maooel de Carralho Pae. de Andrade es-
crivio o eubscrevi.
Tnstie de Aleouar Araripe.
., -7 O Illm. Sr. iaapector da tbesoareria proriB-
cial em eomprimeato da ordem do Eim. Sr pre-
sidente da proviocia de 22 do orreute, ajeada
ssar publico qae o concurso para o lagar de se-
nndo eKripturario da mesma ibesoar.ri., ter
lug.r no di 28 de abril proxtoao rinuoure, le-
rendo oa preteuDeotea aer exmisados ds gram-
marlcade llague oaeioaal, eatrietetaclo per par-
tidaa dobrada. arnbmalina e ana. .pplieeees.
com aapecuhd.de a redoceie de meeea, peuo. a
medidas, ao cenle de deaeoeie e jrea rtmptea
e comoslo., seodo preferidos oa que Uverer
bou lettra a uoubureni Uogass MUasgairaa.
i'
i



tf
dSko t'ftsksascf^ fitxtx nvu 27 m vittqo de ggf.
Os preteeOeaiei eeeero ifmulit mu re-
querimeotos sveata tbeaouraria, coa cerlldo em
que protem que eiomaioree de 20anodl.
E para constar se maodou afiliar o presenta e
publicar pelo Diario.
Secretaria da (besooraria proviocial de Per-
nambuop H de marco de 1862.
, O aectatarto,
Antonio Ferreire d'Auuunciaco.
O lllm. Sr< itapector da Itieseursria pro-
Tincial, em cumprlmeuto da ordem do Bim. br.
Sresidente 4a protineia de 14 do correte, aaao-
i laxar publico qee no dia 10 de abril prximo
iutoee, pranle a junta da (senda da mesma the-
eooretia, ee ha de arrematar a queaa por menos
flier e obra do aterro a fazer-se naa ras do Sebo
e Trompe, avahada en 5:9729000 ria.
A arrematarlo aera eita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de malo de 1854, e aob aa
clausulas especUee abano copia Jas.
Aa peaaoaa que ae propoxerem a eua arrema-
jaco eomparecan na aala das aeaaea da referida
tunta, no dia cima mencionado, pelo meio dia e
competealemecte -habilitado*.
E para cooatar ae mandou afiliar o preaente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da theaouraria proviocial de Per-
nambeco 18 de marco de 1862.
O secretario,
A. F. da Aonunciaco.
Clausulas eapeciaes, para a arrematado.
1* O arrematante darl principio aa obras
quiote das depois de lhe ser entregue o respec-
tivo termo de contracto, e conclu las-ha no
prayo de tres meaos; segurado-se na falta de
qualquer destas condices o que acerca dallas
dispde o espitlo 3" da lei provincial n. 286.
2*O arrematante obrlgado a seguir recia-
mente na execuco da obra a plantas orcameoto
approrado, assim como a cumprir instrictameote
as instrucQes do eogeoheiro incumbido da ios-
peceo da obra.
3*O arremtente fies sugeito a observar em
teda sea pleoitude aa obrigacoes que lhe sao im-
postas no capitulo 3* da lei proriocial o. 286.
4*O pagamento ser feito em tres prestacoes
iguses correspoodendo cada ama a terca parte da
obra total e qaando esas terca parte estiver aca-
bada.
5*O arrematante nlo ter direito a reclama-
dlo alguna, tendente a iodemnisseo, qualquer
?;ue aeja a oalureza das allegacoes em que se
andar pera tal fim.
Conforme, o secretario,
A. F. da Aonuocuco.
O lllm. Sr. inspector da tbesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 14 do correte, mao-
daJaaer publico que no dia 18 de juoho proitmo
futuro, perantea juntada fatendada meama tbe-
souraria, ae hade arrematar, a quem por meos
fizer a obra do calamento a faser-se as rusa do
Sebo e Trempe, avahada a braga qoadrada de
empedrameolo pelo aystems Mac-Adam em 309
e de calamento de pedrs irregulares em cis
I69OOO.
A airemataco ser eita na forma da lei pro-
vincia! n. 343 de 15 de maio de 1854, e as qau-
sulasespeciaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a meama erre-
matacio comparecam na aala das sessoes da refe-
rida junta, 00 dia cima meociooado, pelo meio
dia, competentemente habilitadas.
E para conatar ae mandou afiliar o presente e
publicar pe lo | Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de Per-
nambuco, 18 de margo de 1862.
O aecretario,
A. F. da Aonunciaco.
Clausulas especises para a arremataco.
1.aO arrematante dar priocipio obra logo
-que for para eaae fim avisado pela directora daa
obraa publicas e a coocluir no praso de aeis me-
zes cornados da data do aviso.
2.aO arrematante obrigado a seguir exata-
mente na eiecuc.au di obra, a planta e ornamento
approvados, aasimcomo a cumprir restriclamen
te as nstrucQes do eogeoheiro incumbido da
lospeccao da obra.
3.*O arrematante fice sugeito a observar em
toda sua pleoitude as obrigacoes que Ibe alo im-
postas 00 capitulo 3 da lei provincial n. 286.
4.aO pagamento ser feito por prestarles
mensaes cooforme o numero de bracas promptas,
nao sendo, porm, um numero inferior a sella
parte da obra total.
5.aO arrematante nao ter direito a reclama -
C>o alguma tendente a iodemniseco, qualquer
que seja a natureza das allegacoes em que se fun-
dar para tal fim.
Conforme.
A. F. da Aonunciarjo.
Pelo ]uizo dos feitos da fazenda ae nao de
arrematar em praca publica, a quem mais der, oa
beos seguintes :
A olana na ra de S. Miguel o. 6, bem cons-
truida, com todos os seus preparos. tudo em bom
estado, e com o competente forno, em trras fo-
reiraa. avahada em 2:5009000.
A qual foi penhorads por execuco da fazeoda
roviocial ceotra Jos Buarque de Macedo por
lanoel de Souza Jardim.
Um aobrado de um aodar e soto na ra das
Larangeiras n. 21, com 2 salas, 3 quarlos peque-
nos, cozoha no soto, teodo 85 palmos de fren-
te 60 1(2 ditos de fundo, teodo no pavimeuto
torreo 2 alas, 2 qoertos, e quintal que serve de
cozlnha por 3.00OO00.
O qul 101 aujuu-ado a fazenda proviocial por
execuco que moveu contra Claudio Dubeux, co-
mo aaor de Francisco Cavalcanli de Albuquer-
que.
OescravoJos, ConiO, de 58 aonos de idade,
aadio, do servico de campo, avahado em 3009.
O eacravo Marcelino, Angola, com 38 aooos de
idade. do servico de campo, aadio, avahado em
6OO90OO.
O eacravo Francisco, Mozambique, com 39 ao-
oos de idade, do servico de campo, tendo as per-
sas arquiadas, avallado em 5009.
A estrave alaria. Angico, com 38 snoos de ida-
de, sadia, do servirlo de campo, avallada por 6OO9
Ua quaea foram peohorados por exacuco da
xazeooa provincial contra Fraociaco Lina Caldaa.
O* pretendentes podero comparecer oa sala
das audiencias pelas 10 horas do dia 27 do cor-
rente. Recife 22 de margo de 1862.O solicita-
dor da lazeoda proviocial,
Joo Firmino Corris de Araojo.
fleande a carea do socio Jos Josquim Lopes de
Almetda todo o activo, e desooerado delle Frao-
ciseo Botelho de Andrade.
Secretaria do tribuoal do ommercio de Per-
oambuco, 22 de margo de 1862.
Julio Guimares.
Offieia I- malor.
Tribunal do coramercio.
Pala secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz publico que a firma adoptada
por Joo Martina de Barros e Antonio Joa da
Silva do Brasil de Silva & Barros e nao Silva
& Brasil, como per engao se diste os publicado
de 18 do correte.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nsmbuco 26 de margo de 1862.
4 Julio Guimares,
Offlcialmaior.
Teodo a directora das obrss militares de
msodsr fszer algunaconcertos no quartel da com-
panbia da artificea e ums casa para banhos dss
prsgas do meamo quartel; assim como de man-
dar ladrilhar alguna compartimentos de quartel
do 9.* halalho, convida as pessoas que deates
servicos se qoeiram incumbir, a apresentarem
auaa propoataa nos diss 27, 28 e 29 do correte,
dss 9 horas do dia a 1 da tarde na dita direc-
tora.
Directora daa obras militares de Pernambuco
26 de margo de 1862. O eacripturario,
Joo Monleiro de Andrade Malvinas
Conselho de compras navaes.
Promove-se em sesao de 26 do correte mez,
sob ss condiges do estylo, a compra dos segua-
les objectos do material da armada.
Para os navios e arsenal.
20 feixea de srcos de ferro, 4 corapacos, 400
colheres de ferro, 10 arrobas de estops de algo
do. 6 cachos de carapios, 4 esguadros de ferro,
10 tonelladas de ferro brelo, 6 ferros de plaioa,
20 arrobas de feltro, 40 pies de gomms elstica,
60 paos de lacre encarnado, 20 martellos de ore-
Iha, 20 grozaa de peona d'ago, 80 resmas de pa-
pel almago, 20 arrobas de pregos de 4 pollega-
dss, 2 arrobas de pregos repi ros de cobre, 100
pies de ferro, 10 serrotes, 2 serrotes de fizas, 40
libras de taias de cobre, e 16 varrumas finas
sortidas.
E convida o conselho aos pretendentes a apre-
sentarem suas propostas naquelle da at as 11
horas ds manha.
Sala do conselho de compras navaes em 19 de
margo de 1862.O secretario,
Alexaodre Rodrigues dos Aojos.
Pela subdelegacia da fregnezia de Santo An-
tonio se faz publico que se acha recolhido casa
de detenco ordem da mesma aubdelegacia o
preto Jos, que diz ser pertencente i tripolago
do palbabole Espadarte, e ser escravo, por ser
encontrado depois 00 toque de recolber. Recife,
20 de margo de 1862.
O subdelegado
Manoel Antonio de Jess Jnior.
Por esta subdelegacia se faz publico que se
acha depositado um cavado rugo grande, tomado
hoje no acto de ser preso Jos Joaquim Rodri-
gues por suspeita deque furtado, visto que dito
Rodrigues iodigitadu como traficante neate ne-
gocio : pelo que quem' se julgar com direito ao
dito cavallo comparega, que provaodo Ibe ser
entregue.
* Subdelegacia dos Afogsdos 20 de margo de
1862 Uoraes.
Teodo esta subdelegacia denuncia de Anto-
nio Flix da Silva de se achar neste districto com
um cavallo pequeo e preto, o quel.se fazia sus-
peito, o preodera e maodou depositar o dito
cavallo : quem ae julgar com direito ao mesmo
aoimal, provando legalmeote lhe ser entregue.
Subdelegacia dos Afogados 20 de margo de
1862.O subdelegado, Moraes.
A tbesouraria proviocial em cumprimento
da ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
de 19 do correte, tem de fornecer para o colle-
gio das orphas desla cidade, as fazendas abaixo
declaradas :
1.000 corados de cassa, toda ella do mesmo
padro.
1,000 ditos de chita idem idem.
200 varas de madapolo para forro.
As pessoas que quizerecu vender taes fazendas,
aprsenteos suas propostas na mesma thesoura-
ria, no dia 27 deste mez pelo meio dia.
Secretaria da theaouraria provincial de Pernam-
buco 21 de margo de 1862.
O secretario,
Antooio Fereira d'Aoounciagio.
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desla provmcia se faz publico
que no dia 26 do correte mez terode ser arre-
matados a quem mais dr o casco e mais per-
lences da escuna de guerra Lyndoia, avallados
na quanlia de 12 7369100 (doze cootos seteceutos
trila e seis mil e cem ) : as p-ssoas a quem
coovier a dita arrematarlo hajam pois de com-
parecer na referida iht-sourana pelas duss horas
da larde do dito dia.
Secretaria la tbesouraria de fazeoda de Per-
nambuco em 21 de margo de 1862.Serviodo de
official-maioc, Manoel Jos Piolo.
Por esta subdelegacia fot preso o crioulo
Lucas Antonio, com um cavallo csslanho, por aer
suspeito em coDivencias d<; furtos dos mesmos
animaes, assim como f>a echado um ouiro ca-
vallo lambem castanho que se suppe ia furtado,
mas o conductor receiava de seguir com elle, e
deiira sobre a estrada do Aterrioho do Giqui,
acham-se legalmeote depositados ; quem se jul
gar com direito aos mesmos, provando, serSo en-
tregues.
Subdelegacia dos Afogados 22 de margo de
1862.O S'jbdelpn-di), Moraes.
cemmendaae dloheiro a ffttL
ds as 2 horas .eocia fue el
Orlo de Antonio luiz de 011
Para Lis
l o diaMaaahl-
rafift
At o dia 2 de abril pretende aeguir para Lis-
boa o veleiro a bem coohecido brigue nacional
Eugenia, de primeira marcha e primeira olea-
se, su recebe alguma carga miuda e passageiros
paca oa quaea tem eicelleniea commodoa : Ira-
ta-ae com oa seaa consigoatarioa Antonio Luiz
de Oliveira Ateredo & C, ne eeu eteriptorio ra
da Cre n. 1.
Para o Porto.
A barca portugueza Silencios, capito Fran-
cisco Martina de Carvalho, pretende sabir eom to
da abrevidade ; quem na mesms quizar csrregar
ou ir de paaeegem, dinja-se ao consignatario Ma-
noel Ferreira da Silva Terroso, oa ra de Apollo
numero 28.
Sabbado 29
Bate, s 10 horas da manilla em ponto
tkMd-a-egoale seguir lof o epos a outr lei-
Fno eaatem alfaodegado da bario do Livra-
mento, no caes d'Apollo.
COMPAMBIA rilKAIB41tt
- DE
Navegado costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Macau
do Assu', Aracaty.Cear e Acaracu'
O vapor lguarass. commandanle Vianna,
sshir psra oa portos do norte de u esesle ate
o Acarac no dia 29 do correte mez a 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o dia 28 ao meio dia. Eneom-
mendaa, passageiros e diuheiro a (rete at o dia
da aahida aa 2 horas : escriptorio no Forte do
Mattos n. 1.
Para Lisboa e Porto.
Pretende aegair psra os doas portos cima
com muita brevidade o veleiro e bem conbecido
brigue nacional Eugenia, capito Manoel Eze-
quiel Miguis, de primeira classe e primeira mar-
cha, pregado e forrado de cobre, tem parle de
seu carregsmento prompto : para o resto que
lhe falta, trata-ae com ss seua consignatarios
Antonio Loiz de OHveira Aievedo c\ C., oo seu
escriptorio, ra da Croa o. 1.
Miudezas
Quinta-feira 27 do corrente.
v" & *-! faro ieilao por intervengio do
agente Fealaua, de um variado e completo aorti-
menio de miudezas e perfumarlas propriss do
mercado, palo qUe convida todoa oa aeua
fregeezea e amigos, a compareceris ne aeu ar-
mazero, da roa da Cdela do Recifa o. 19, quin-
ta-letra 27 do correte, s 10 horas da manbaa
Rio de Janeiro
Pretende seguir com multa brevidade o velei-
ro brigoo nacional Veloz, tem parto de sei
carregamento prompto para o resto que lhe falla
trata ae com oa aeus consignatarios Antonio Lut
de Oliveira Azevedodt C no sen escriptorio ru
da Cruz n. 1.
Baha,
O hiate Santo Rila, segu em poucosdias, re
cebe alguma carga a frote '. trata se com oScon-
sigoatarioa Marques, Rarros & C, largo do Cor
po Santo o. 6.
Hoje 27 do corrale.
F. Sourage & c. continuarlo por intervengan
do agente Oliveira, o seo leilao de graode e
vardo aortimento de fazendas as mais propriss
fl0 merc"d. taoto de aeda, l. Itabo como de al-
godo, e bem coohecidas de seus freguezes cuja
concurrencia apreciario, a na mesma occasio
onerecero ven-la porgos de fitas, frsojas de
seaa e ae bengalas da moda, para fechar cootas:
Quinta-feira 27
doeorrento, |s 10 horas da manha, em aeu ar-
oazem, na rea da Cras do Recite.
LEILAO
DE
Farinha dft trigo.
,., (AVARIADA.)
QUINTA-FEIRA 27 DO CORRENTE.
Banry Foster 4 C. faro leilao por ioterveogo
to agente Pinto, em preaeoga do cnsul america-
00 e pJ5ooU e ,,K0 de I"** Pertencer de cer-
ca de 1.000 barricas de fartnba de trigo averiada
a bordo do hiate americano Julia-Anea, capi-
to H^rdiog, na sua recenta viagem de New-
York, aa 11 hVaa em ponto do dia cima men-
cionado em seu armazem, caes do Ramos.
LEILAO
DE
Um terreno.
Quinta.feira 27 do corrente.
O agenle Euzebio ofTarece em leilao um terre-
no de marlnha na ra do Hoapitlo quaat em frente
ao quartel. ja atterrado e com alicoree contendd
40 palmoade Trente el46 de fundo, que ser en-
trege pelo maior prego que se achar : na quin-
ta -feira 27 do corrente no largo do Corpo Santo
armazem do Sr. Jos Velloso Sosres. as 11 ho-
ras em poni.
AMARELLA
Cadeia-"
nss principaes
20 e 23,
VESTIDOS PRETOS.
Superiores vestidos pretos de moreanlique de aoda per 72 o corte e a 41 o ca-
vado, eata fazeoda a mais apreciada para vestaos e muito em moda
pracaa da Europa e do Rio de Jaoeiro.
GROSDENAPLES.
Pretos de diferentes preeos e qoalldades para 2, 2400 e 260O.
MANTELETES DE FILO'.
1 ... mai* odernos manteletes de fil preto, lisos e com bsbsdot a
ditos muito ricos do feitio de- capa a 50.
MANTELETES DE SEDA.
Compridos ao rigor da moda, abanhados de superiores franjas de seds a 25a e 30*:
CAPAS A PROPHETA. ^
___JS? 1ue '" N vendem presentemente por estar muito em uso e que temoa I
Lm i KlnViSTf- eDCom,De?1 P dtvereo. sao da feilios elegantes e conm 1
em si os preparos para urna aenhora, prego (50 e 60. .hhi .^
VEOS E MANTAS.
Pretts de fll de lioho muito boas a 10. que sempre se veoderam por 16 e 18. S
WUVIaLIAUK. e[
Chapeos s Garibaldi, ditos s hespanhola, chapelinas, todos enfeilados com a 1
mesma pslbs e pluma ; vestidos de Moa le com manta, capella etc., ditoa de cmbraia
bordados, espartilhos, lequea. lavas, manguitos, cintos, eofeites para cabega raasas fi-
nas de cores, lanzinhaa, sedinhas liaas e de quadros, ssias a balo, perfumaras ves-
tusrlos para baptiasr ciisogas a muitas outras fazendas que seria enfadooho mencto-
''; de todas dam-se e mandam-se amostras.
Secretaria da polica de Pernambuco, 26 de
margo de 1862.
Acha-se recolhido casa de deleogo, preso
pela subdelegacia da ffeguetia da Boa-Vista, o
preto Mathiss, que diz ser escravo do finado Joo
Martina de Oliveira, e achar-ae fagido ha mus
de triots aonos ; sendo a familia do finado mo-
fadora oa fazeoda do Sap, em'Gariris oovos :
quem for seu dono apreseme-se nesla repartigo
com documentos legaes psra lhe ser entregue.
O secretario,
Dr. Josquim Jos de Campos.
Pela aubdelegacia dos Afogados foi aprehen-
dido um preto por nome Amaro, qne diz ser es-
cravo do negociante Joo Francisco de Barros,
quera ae julgar com direito apresente-se legaL-
mente que ser entregue.
Subdegacia doa Afogados 26 de margo de 1862.
O subdelegado. Moraes.
Faculdade de Direito.
De ordem do Exm. Sr. director se fsz publico
que oo dia 28 do correte, aa 11 horas da ma-
ob5a, devari ter lugar o concurso deioglez.
-Secretaria da Faculdade 26 de marco de 1862.
Joa Honorio Becerra de Meoezes,
Saeratarto.
Tribuoal do commercio.
Pela seoretaria do tribuoal do commercio de
Pernambuco se fax publico que nesla data se ios-
creveu no reeoectiv livro o tbeor do contracto
aocial que em 26 de jaoeiro panado para durar
seis aonos, contados do dia em que tlver lugar
a abertura do esiaDelecimeoto commercial neata
Cidade, fizeram Antonio Joa ds Silva Maia e Joa-
quim Francisco do Espirito Saolo, Brsileiros,t
reaidaotea na provincia do lio Graode do Sul,
oeodo o Bm social o commercio de commissfs,
ee* a firma de Maia & Espirito Santo, da qual
Merae amboe, a com o capital de 40:000 por el-
los (ornecidos.
Secretaria do tribuoal do commercio de Per-
oambuco 12 do margo da 186.
Julio Guimares.
OBcial-maior.
COMPINHIA BRASILEIRA
DE
rMpifis & mm.
At o dia 28 do corrente, esperado doa
portos do norte o vapor Oyapock, comioandan-
te o primeiro teneote Antonio Marcelino Pontes
Bibeiro, o qual depois da demora do cosime
seguir para os portoa do sul.
Desde j recebem-se passageiros, e eogaja-se
a carga que o vapor poder cooduzir, a qual de-
ver ser embrcala no dia de sua chegada.dinhei-
ro a frete e eocommendas al o dia da sabida s
2 horas da tarde agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Antooio Luiz de Oliveira Azevedo
& C.
Para o Pi Grande
do Sul
segu com toda a brevidade por ter quasi todo o
aeu carregamento prompto, a barca Mathildes,
aiada pode recebar algurnas barricas a frete : a
cratar no eacriptorio de Manoel Alvea Guerra, oa
m o capito Pioto.
Rio de Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o brigu
escuna Joven Arlhur, tem parte de seu csrre
amento prompto : para o resto que lhe fslta
(rata-se com os seus consignatarios Antooio Lui
de Oliveira Azevedo & C., no aeu eacriptorio ru
da Cruz o. 1.
Para Lisboa
Se acha propoat ti bem conhecido brigue pir-
tuguez cRelampago. Tem a maior parte ia
carga engajada e para o reatante e psssagriroia
quem offerece boas accommodages e tratase
com o consignatario Thoraaz do A quino Fonsca
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
avisos diversos.
LOTERA
Acham-se a venda os bilhetes e me ios
bilhetesda sexta parte da primeira lot
teria a beneficio do Gymnasio Pernam-
bucano (3* concesso.)
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza
O Dr. Joaquim de Aqutno
Fomeca esta' residindo por al-
gn* das na ra da Aurora n.
.74, e pode set ah consultado
das 6 as 9 horas da manliaa, e,
em casos urgentes, das 3 as 5 da
tarde.
NOVA LOJA
DE
DE
Jos Bento Gil Carmines.
Ra do Rangel numero 1, funda ra do Queimado.
Fabricam-aee concertam-se banheiros, bahs, bacas, canecos, lanteroas de carro, cande-
labros, candieiros de azeito ou gaz, porcelana, crystal e outras obras conceroentes a dita arte.
Abrem-se lettras para marcar. Tendo-se tola attenjao com oscuncertos, pois se faroo eom poa-
lualidade e seguranja e por barato prego. K
Escravo fgido.
50#000. ^
Est fgido desde 16 de (evereiro prozimo pas-
eado o preto Joo que trabalhou com Joaquim
Luiz dos Santos Villaverde, na padaria da ra
Imperial n.199, e ltimamente estava na padaria
junto a caita d'agua com o Sr. Miguel JosTei-
xaira d'ooie ae ausentou, tem oa aeguintea sig-
nses : corpo e altura regulares, rooi e pea grao-
Gabinete portugoez de
Leilara.
Por ordem do lllm. Sr. presidente do cooselb
deliberativo sao convidados os seahores socios-
accionistas a reuoirem-ae em sesso extraordina-
ria da assembla geril para os Bos designados oo>
des, co.tum. andar de barba grande inclusive bi- Luios "ominoTi^'rn,,'.0'? "W^'T
gode. tem andar ging.dor. e as vezes anda deB.nhi; .V^S i .?A "T*' Mt'hursd*
psletot ordioario e f.l-do ; recommenda-,e aos "s^^S'g.-^:^^^^^
senhores da polica e aos cspes de campo que
o pegar, levem-0 so largo do Carmo ao abaixo
aasignado, ou a fabrica do sabo, que ser grati-
ficado com 50.
ela meama secretaria ae faz publico que nesta
date foi ioserioto no compeleote registro o papel
ale entrado social da flrma de Almetda A Audra-
a. ae eommereiava neata cidade es m.deiraa
aos armazem sitos oo caes de M de novembro,
Fara
RiodeJaoeiro,
a barca nacional f Amelia pretende seguir com
muita brevidade, tem parte de seu earregameolo
a bordo ; para o resto que lhe falta, trata-ae
com os aeus consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, no seu escriptorio, ana da
Cruz n. 1.
Rio de Janein
O bem conhecido e veleiro brigue nacioml
cAlmirante pretenda seguir com muita brevi-
de, tem a bordo parle de seu carregamento ; pa-a
o resto que lhe falla, trata-se com os seus coi-
igoatariua Antonio Luiz de Oliveira Azevedo k
C, oo seo escriptorio ra da Cruzo. 1.
Para a Baha
A veleira e bem conhecida escuna
c Carlota a pretende aeguir com muita
de, tem paxie de seu carregameoto prompto
ra o resto que lhe falta, trata-se com os seis1
consignatarios Antooio Luiz de Oliveira Azevedo
i C no seu escriotorio rus da Cruz o. 1.
Para o Porto.
A barca portugueza Silencio, capito Francis-
co Mrtins de Carvalho, pretende sabir com te-
da a brevidade, quem oa mesma quizer carregjr
ou ir de passsgem dtrijs-se ao consignatario Mi-
noel Ferreira da Silva Tarroso, na ra de Apollo
n. 28.
Park em direitura,
S*he brevemente o bem coohecido e veleiro
brigue escuna Graciosa, capito Joo Jos de
Souza, por ter parte do aeu carregamento contra-1
lado : para o resto tratase com os consignata-
rios Almeida Gomes. Al ves & C, rus da Cruz nu-
mero 27. _____^___^__^____^
LEILAO
DE
Qui'iti feira 27 do correte.
Vaz & Leal faro leilao por interreoco do
agente Pealaoa.de um variado e completo sorli-
meoto de miudeae e perfumarlas proprias da
mercado, pelo que convidara s todos os seus fre-
guezes e amigos a compsrecerem oo sen arma-
zem da ra da Cadeia do Recife n. 1: quinta-
feira 27 do corrente s 10 horas da manha.
Sexta-feira 28 do correte, linda a audien-
cia do Sr. Dr. juiz dos orphos, ser arremata lo
em oraca publica um sitio de trras foreiras, cem
casa em mo estado, bastantes arvoredos de trac-
to, cacimba e trra para plantelo, na Piran) a,
fregoezia dos Afogsdos, avalisdo por 1:600-5000, e
vai praca com o a'batimento da quinta parle, jil-
eando assim por 1:280$, a ultima praca, por lo-
terlecutorio do juiz para pagameoto do creqor
hypolhecario o commeodador Joo Pioto de te-
mos.
Estrada de ferro do Recife ao
S Fraacisco.
A abertura ds 3.a scelo sonunciada para oidia
25 do corrente, fica transferida at entro avisa. A
nacioml! part'di do trens na 1.* e 2.a aeceo continuaro
breviii-1 as horas P'-r
Pernambuco 21 de margo de 1862.
M. Soares Pinhairo.
1 secretario,
Furtaram do sitio Arabo a, propnedade dos
Os abaixo assignados fazem sciente ao pu-S 5er?.eiro" do fallpcido Jos Liburio na freguezia
blicoecom eapecialidade ao corpo de commer-
cio deata praga, que amigavelmeote e de com
mum accordo dissolveram em data do 1. de fe-
rereiro prximo passado a sociedade que entre
os meamos abaixo assignados exista m luja de
faseodaa sita na ra do Queimado o. 48 debaixu
da firma aocial de Julio & Coarado, lican lo da
data da dissoluco cima referida o activo e pas-
aivo da sobredita aociedade a carao de Antooio
Jos Conrado. Recife 21 de marco ae \m-.
Julio da Cosa Ribeiro.
Antooio Jos Coorado.
Aluga-se ums casa na Passsgem da Magda-
leua junio a ponte grande, com 2 salaa, 6 quar-
tos, soto e cozinha fra, quintal todo mundo,
e ptimo banho oo fundo : as pessoas que pre-
tenderen] dirijam-se a ra Direita u. 3.
Estando veocidos os foros das casas ns. 22
e 24 ds ra dos Possos, e bem assim do terreno
da rus Imperial entre as casaa ns. 259 e 261 da
mesma ra, e ignorando-se a respectiva morada
doadooos, roga-se aos mesmos de irem receber
oo sobrado da ra do Caes o. 1, que segu da
casa de deteoQo ra Imperial.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : na travessa do Livramento n. 18, se-
gundo andar.
. J. D. de Souza Mello tolla Parahiba.
Precisa-se alugar um moleque que sirva pa-
ra recados, compras, e nutros servidos de urna
casa de familia, paga-se bem agradando : a tra-
tar na ra da Aurora n. 80, segundo andar.
Precisa-se de urna ama para o servido in
terno de urna casa de pouca familia: a tratar oa
1 ra da Praia, taberna n. 43.
da Varzea um poltro rodado sem muda, teodo
no lado direito um ferro, e oo esqoerdo doue,
manso, anda nao tem andares, apenas passo, a
galopa bem, tem sigoal encoberto ; fui furtado a
amanhecer do dia 24 de mi reo torrente. : quena
0 pegar, leve-o ao indicado sitio que aera recum-
oensado, ou ao reverendo Damaao- d'Anumpcf.
Pires, na mesma Varzea, a quem perlence dito
poltro.
DS-ao o ^uiii!. J OOOlg) o juiua sobra by_
potheca em casas : quera quuer, pode vir rus
do Alecrim n. 4. que ae dir quem d.
Aluga-se urna eacrava para todo o servido
ioteroo ae urna casa, menos coziohar : a tratar
na ra do Hosoicin n. 64.
Torna-ee 250J a juros sobre penhore* de-
ouro : quem precisar dar annuocie por este jor-
nal para aer procurado.
Na taberna do becco do aoligo pollo das
canoas no Recife, precisa-se fallar a negocio- da
aeus interesses, ao* Srs. Leonel de Souza Macha-
do, Manoel de Curvalbo Paea da Aadrade, da
lguarass, Joaquim Jos de Carvalho Cabrei/a, a
Bazilio Luiz Cuelho.
Injeccao Brow
Remedio infallivel contra as gnor-
1 rheas antigs e recentes. nico depc
ito na botica franceza ra da
22 Preco o|
Cruz
n.
li*BHAI>% .DE JFEMHO DO MECIFE A S. lliWCISHO
Abertura da 3a. seceo.
Com a partida dos trens e os preeos das passagens sero regolados pela tabella seguate.
%2M^k
COMPAMHA 8RASILEIRA
DE
jumunras & iMtm.
E' esperado dos portos do sul at o dia 28 do
correte um dos vapores da companhia, o qual
depaia da demora do costme seguir para os
portos do norte
Desde j recebem-se passageiros e eogaja-se
a carga que o vapor poder cooduzir a qual neve-
ra ser embarcada oo dia de sua chegade, oa-
LEILO
(\VaRIaO)
A 59 do corrente.
P. N. C. Schmeiit, capito do brigue hambur-
gus Georg Heinricb (eooaignatarioa N O.
Bieber C- suceessores), tara leilo precedida
a competente autorisago do lllm Sr. inspector
da tifaodega, em preeenca da um empragado
desla reparUco para o effeito nomeado a do Sr.
vice-coosul de Haeaburgo, por coota e risco de
quem pertencer e por intervenga o Oo agente Oli-
veira, ee ceros 850 soceos eom arroz avariado,
sendo psrte do carregamento de dito brigue, des-
carregado neate porto, onde arribou com agua
berta na actaSaVirigem que fazia proeeatente da
CalcuU om ejptaao Hsmborgo :
ESTAES
Cuco Poolaa............
Afogados................
Boa-Viagem.............
Frmeres.................
liha......................
tilla do Cabo............
Itojoca..................
Otada...................
Titub As.............
Ecad a...................
Fnxeiras...............
Atuibii..................
Riteiro. ......*........
G*nell-ira...............
'i i
TUK\S HABA O INTERIOR
l)imiiiiKs e dias
sanios
TAIIDE
H-TBS
b
G
6
6
7
7
M -.
30
37
48
55
16
30
ESTAQUES
Gameleira...............
Rib6ir .................
Aripio.................
Frexeira;................
Escada..................
Timb Ase'i..............
Onds ....v.............
Ipojucs.................
Villa do Csbt.............
i'hs......................
Prazerea.............,...
Boa Viagem.............
Afogados............. .
Cinco Pnntas............
TRENS DO INTERIOR
Olas de ira bailan
MANHA
Hor-
6
6
6
6
6
7
7
7
7
7
Mm.
12
25
40
55
8
29
36
47
55
TARDE
H..T"-
1?
1
1
la
2
2
2
3
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3
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4
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40
25
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15
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10
23
44
51
2
10
Iluminaos c
santos
das
MANHA
Ilutes
6
6
6
6
6
7
M.i..
13
3
41
52
TARDE
H..re
2
3
3
3
4
4
4
4
5
5
5
5
6
6
Mu..
50
10
30
50
15
27
40
55
10
23
44
51
2
10
I*HECOS DE HII.IIETKS
\'iarem de Ida
CLASSBS
1.'
400 ra.
18200
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39100
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65OOO
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3c2()0 *
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Viagem de Ida e vulta.
CtASSES
1 2
600 rt. 500 rs.
198"0 18400 >
23O0O I961MI >
4*000 3g200
sOOO 4i>000
5s80O laoi'O
7J00H d 08OO
79700 591OO >
99000 53710
9*500 > 63OOO
09500. 6d30>
II9O1HI 0 7S200
i|j-5ii0 ,. 7SO0
3.a
300 re.
80
900
19700
29100
29400
28900 *
33100
3980(>
49<00 &
43500
49000
52n0 a
PHECOS DE KII.IIi-TES
Viagem de ida
CLAS3ES
1.a 2.a
700 rs 500 rs.
197t)0 1 g-200
29400 b l98')0
3|300 292(H) a
399OO 29600 a
4|500 3S<00
59200 39600 B
69OOO 48"00
6a3(i0 > 4200 a
6g800 48500
7O0 a 487O
79300 a 4*800 a
7900O a 5801)0 o
300 rs.
700
19000
19400 a
18600
18900
29IOO
28*00
236OO
330"0 i)
33100
85*10
33500
Viagem de ida e volti
CLASSES
1."
I9OOO ra.
23500
33*00
59O0 B
agtlOa
6J700
798"0
9aOOO
93500 b
I0S2O0 a
IU35O0 a
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M9FOO
*
700 rs
19800
29700 B
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39900
49500
594tW
090 0
6>200
69000 B
73000 t>
7JO0
7950O a
500 r.
19000
1500
2aioO
29400
29000
39100
39800
33900
49300 a>
49K
4980W
59*H>
e chegar ot trens, mas a companhia nao garanto que em todos os casos posea ter
comtudo, os trens nao partiro das estacos antes do lempo especi&cado.
Aa horas marcadas ao aquellas em que devem partir
lugar essa pontuadade, e neos ser reaponaavel pelaa demoras
Os meninos de seis annna pagaro metido.
Os bilhetes de ida a volta srveos para 24 horas, ou 48 quando nellas se comprebendem domiogos ou dias santificados. Os 0
classe oesee ultimo caso eervem para trea dias.
Roga-se encarecidamente aos S's. uassageiros que tragara sempre o dioheiro correaponderte ao prego da viagem que tiverem de faier,
se nao vorem por (alta de troco as esuges na comiogencia de nao seguirera, aendo como certo que mais fcil Ibes o trazertea o dioheiro
seus bi'.hetes justo, do que as est'coes terem oneOnidamento o troco para dar a lodos.
BaGaGBM E PASSAGEIROS.Os. paasageiroa podero transportar gratuitamente e sb sua responssbilldade, a bagagem de aes pea ii
rior a uca arroaa, que posas ser cellocauo por baiio do seu assento, a seas incommodar os demas viajantes. Esta concesso nao se estando
objectos preciosos.
As bsgageos e cavallea que titerera de seguir nos trens, deberlo schar-se as eslaces ao menos 10 soaSM astea da har marcado.
As portas das sslacftes sero fechadas 5 mnalos antes da hora marcada na tabella, depois do que no.ai hatea.
Asaifasaij ; BWII4M
denle.
^ .


aa
U0 DE PERJSAMBUCQ. QUISTA FllEA 27 DI UAJ^O Dfc isa.
SYSTEIA MEDICO HODELLOWAY
PILLAS HOLLWOYA.
Esu iaestimavel especifico, compoet i o lei r-
mente de hervas medicinaos, nao contera mercu-
rio nem algumi outra gubstancia delecten. Bei
Digno i mais tenra infancia, e a compltelo mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desarieigar o mal Da complei$o mais robusta
entecamente innocente em suas operacoes e ef-
fiitoaj pois busca e remove as doeneas de quat-
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
que sejaiD.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j eslavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguirn)
recobrar a saude e torgas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mus aflictas nao devem entregar-te a des-
esperado, facam um competente ensato das
effeazes effeitos desla assombrosa medicina, o
prestes recuperarlo o beneficio da sande.
Nao se perca lempo em tomar esta remedia
Aara qualquer.djuyaaj iaiesenfermidades:
" Febreto da especie.
Gotta.
Casa para aligar d
Olioda.
Traspassa-se o arreadamente da asa de um
andar m priocipio i raa de S. ente m Olin-
4a, coa boo coaiaaodo pin ana* familia, e por
{rreco malta commodo,': a tratar com Manoel Al-
rea Guerra, oa ra do Trapiche o. 14.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia. .
Indigestos.
Inflamraacdes.
Irregularidades de
menslruagao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abstrucc,ao do ventre.
Phtysca ou .consump-
co pulmonar.
Retencao de ourina.
Rheumalismo.
Symptbmas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Yenereo' (mal)
cadentes epilpticos*.'
Alporcas..
Ampolas.
Areias ( mal de).
Asthma.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidade ou exlenua-
cio.
Debilidade ou falta de
forjas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
nfermidade no ventre.
Ditas no ligado.
Dius venreas.
Encbaqueca.
HerysipeU.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no eslabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, enaloja
de todos os boticarios droguista e o u tras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendera-se as boeetinhas a 800 rs., cada
urna dellas contem urna instruceao em portu-
gus para explicar o modo de se usar destas pi-
lulas.
O deposito gtaal em casa do Sr. Soura
pharmaeeutico, na na da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Ama deleite.
Preciaa-so de urna mulher sem Qlho para ama-
mentar ama crianza de dous mezes, pana-se bem;
a trattr na praca do Cerpo Santo n. 19.
Precisa-se de urna ama forra ou
captiva que cosinhe e engomme para
urna pequea familia : na ra da Cruz
n. 45, armazem.
Quera tiver para alugar urna es-
era va que seja fiel que cosinhe e en-
gomme para urna pequea familia, di-
rija-se a ra da Cruz n. 45, armazem.
REMEDIO INCOMPmVEL
UNGENTO HOLLOWAY
Uilhares de individuos de todas as naces
poden testemunharas virtudes desteremedio
incomparavaleprov a ramease necessario, qua,
pelo usn iinn dalle fizeram tnm seucorpo
membrosinteiramen tesaos depois de haver em-
pregado intilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-baconvencr dessascurasma-
ravilhosas pelaleitura dos peridicos, quelh'ai
relatara todos os das ha muitos annos; e i
maior parte dellas sao to sor prndenles qui
admirara os mdicos mais celebres. Quanu
pessoas recobraram com este soberano remedie
o uso de seus bracos pernas, depois dedur
permanecido longo lempo nos hospitaes, o tai
deviam soffrer a amputa^ao 1 Dallas ha imu-
cas que a vendo deixado esses, asylos depade-
timentos, parase nao submeterea aessaopa-
ra$o dolorosa foraa curadas completamente,
mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
gumas das ta'es pessoa na enfusao de seu reco-
ohecimento declara raa estes resultados benefi-
cosdianta do lord corregedor e outros magis-
irados.afim la aais auto n tica rem sua a firma ti v
Ninguea desesperan do estado desaude si
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantementeseguindo algum lempo o
tratamento que necesstass a natureza do mal,
cujo resultado seria provarincontestavelment.
Que ludo cura.
3-Roa estrella do Rosari~3
Francisco Tinto Ozorio contina* a col-
locar denles artificiaos tanto por meio de
molas como pela presso do ar; sao re-
cebe paga alguma sem que aa obras nao
fiquem a vontade de aeus dono, tem pos
outras preparacoe a as mais acreditada
para conservado da bocea;
i
O ungento be til, mais imrfieu
nos seguintes casos.
Inilamaacao da|beziga
Alporcas
Caimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras
Dores de c abeja.
das costas.
dos maabros.
Enfermidades da culis
em geral.
-Ditas de anus.
firupcoes escorbticas.
fstulas no abdomen.
Frialdad ou falta de
calor as extremida-
des.
frieiras.
Gingivas escaldadas.
nchacoes.
oiLammacao do figado.
Vende-se este u
geral de
da matriz
Lepra.
Males das pernas,
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulrades.
Queimadelas,
Sarna.
Supuracoes ptridas.
Tinha, ea qualquei
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das artculaces.
Veas torcidas ou no-
das as pernas.
Companhia da estrada de ferro
DO
Recife a Sao Francisco
(LIMITADA.)
Do da 31 do correte em diaote ser {echada
a estaco da Pontozinb, e a cootar desee dia os
tren nao parario mais o'aquelle ponto par to-
mar ou deixar passageiros.
AsaignadoE. H. Bramab,
Superintendente.
Para Europa
OiTerece-ae uma francesa para acompaubar* al-
guma familia Europa, mediante rszoaveis con-
dicea : para informscoes, podero dirigir-se ra
de Santo Amaro a. 6, casa do Sr. Dr. Sabino.
Pedro Antonio Roberto, subdito francs, re-
tira-se para Europa a tratar de sea saude.
Aluga-se o sitio da capella dos AflJictos
com duas casas de vivenda, e grande quantidade
de ervoredoa ; na botica do Barlholomeu, ra
larga do Rosario n. 34.
Ha 3 dia que um preto ga bador deixou
oataberoa da ra da Cinco Ponte d. 66, ama
barrica de bacalho dizendo haver sido compra-
da por um freguez do abaixo aasigoado e como
at esta data ninguem a tenha procurado, avi-
sa-se pelo presente annuncio a quem for dono
do referido bacalho a fazer sua reclamacio.
Joo Jos de Carvalho Jnior.
Ama de leite.
Precisa-se de uma ama qae tenha bom leite :
a tratar na roa da Guia n. 38 gando andar.
Escriptorio.
Aluga-se o primeiro andar da casa da ra da
Cadeia do Recife n. 60, com uma grande sala e
duas alcovas, muito propria para qualquer escrip-
orio ou morada de pequea familia ; e tambem
aluga-se o armazem e o primeiro andar com
grandes commodosda casa da ra da Cruz no Re-
cife n. 14: a tratar com Thomaz Teixeira Bastos.
Precisa-se de uma ama para casa de ho-
mem solteiro. forra ou captiva, a q'aal deve co-
sinhar ; na Ribeira, casa n. 17, a fallar com An-
tonio Beroardino de Amorim.
CONSULTORIO ESPECIAL HOHEOPATHICO
DO DOUTOR
n SABINO O.L.PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Conaullas todos o dia atis deadt aa 10 norata
at meio dia, acerca da seguate* molestia :
moltstias da mulheres, molestias das crian-
tai, molatiat da ptllt, molestias doiolhot, mo-
lestias syphiliticas,todas as especies d fsbrss,
febres inttrmitttntts t tuas consequtnciat,
PUARMACU ESPECIAL HOKKOFATHICA.
Verdadeiro medicamentoa homeopathico pre-
farados som todas as cautela necossariaa, in-
alliveis em seus effeitos,tanto em tintura,como
m glbulos, pelos presos maia commodos noa-
eYis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
rucamente rendidos em aua pharmaeia ; todoa
qae o foremfradellaaofalsa.
Todaaascarteira ao acompanhadas de am
impressocom um emblema em relevo, tendo ao
reopr as seguintes palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista doamedicamento que ae pe-
de, As carteiras qae nao levaremesseimpresso
assim marcado, emboratenham natampa o no-
me do Dr. Sabino aio falsos
Norat Irniaos, pe-
60
Para as provincias de Pernambuco, Barahiba, Rio
,,_.. Grand6k Norte, Cear e Alagoas, a saber:
Follunhade porta, conlendo o kalendario, poca* geraet, nadonaes, de galla, tabeHa de salvas, noticus planetaria, eclipses, partidas
de correio, audiencias, e resumo de chronologia, a res 1
Dita com almanak, cwrtendo o kalendario, pocas, noticias planetarias, *
partidas dos correios, tabellas de imposto, etc. etc. e o almanak
cetil, j|dietario, administrativo, agrcola, commercial, e indus-
tnal, desta provincia, a ris ...... IfiOOO
AGITADOil DYNAniCO
00 DOTJTOR
MMW) i. l fwm.
Para a f reparar dos medica-
meitashwa>e#fathics.
Os medicamentos preparado por eta machina
APPROVACIO E AITORISACAO
DA
dem aos seus devedores que se no prazo d oito
dias nlo tiverem saldado suas contas, serlo
perseguidos por meios jadiciaes.
No dia 29 do corrente, depois da audiencia
do Dr. jaiz municipal da segunda vara, que ter
lugar i uma hora da tarde, tem de ir em praci a
escrava crioula de nome Isabel, de idade de 33
aonos, avallada por 900J, por execuco de Ig-
nacio Barroso de Mello, contra D. Vicencia For-
reara d'Albuquerque Nascimento.
No eia 29 do correte, depois da audiencia
do Dr. juiz municipal da segupde vare, que ter
lugar uma hora da larde, tem de ir praca a
escrava Vieencia, crioula, com 40 annos de ida-
de, de sorvico domestico, avahada por 600aOC3,
por execuco do Dr, Augusto Carnelro Monteiro
da Silva Santo, contra D. Brites Maria da Con-
cei(o Lobo e outros.
O abaixo aasignado faltaria ao dever da gra-
tido, se nao agridecesse publicamente aos Sre.
oiciaes dos corpoe desta guarnigao que a seo
convite acompanharam a procisso da Senhora
da Soledade que no dia 21 do correte sabio da
igreja da Senhora do Livrameolo; e esleagrade-
cimento sobe de prego para com to dignos cava-
Iheiros.por se ter dado a circunstancia de serem
avisados as 12 horas daquelle dia para a 1 hora
da tarde irem cumprimeoUr o Exo. Sr. vice-pre-
depie da provincia por ter essumido a adminis-
traao da meama eem cujo palacio se demorarais
ate depois das 2 horas em que devendo recolher-
se s soas casas para janlar.assim nao o fizeram
e pare satisfazer o.pedido que haviam dado sua
sio os nicos, com que'ae podem conlar no cu-
rativo das molestias perigosai. E como seja o
CHOLERA MOBBUS ama d'aquellas qae nao
admittem delongaa e experiencia, cumpre pre-
ferir eses medicamento outros quaesquer, se
quizerem tirar da homeopathia o ventajosos re-
saltados que ella aeeegure.
Acham-se a venda carteiras meias urteira
especiaes contra o cholera, acompanhadas das
competente ioirucgoe, pelo precoa conheci-
dos, na pharmaeia especial homeopathica, raa
de Santo Amaro (Hundo Novo) n. 6.
N; B. Oa horneo de bom aeneo recoobecem
cortamente que sendo o Dr. Sabino a fonie para,
d'onde emanou a homeopathia em Perr.ambuco
e em todo o norte, elle o nico immedata-
menle intereesado no eu crdito e no sea pro-
gresso, e por conseguiste to somecte selle
que se pode encontrar garantas, quer em rela-
co applicaco da ciencia no curativo daa mo-
lestias, quar em relacao preparajo dos me-
dicamento.
Na pharmaeia do Dr. Sabino trabalham eona-
tantemente debaixo de anas vista immediitas,
nos tempoa ordinarios, ron empregedo (am
brasileiro e outro francos quem paga ordena-
dos vsntajosos), os quaes sio ajadado por sais
trea ou cinco pessoas, quando Oj|rvi;r o exi|e,
oa destillsclo do espirito de vfiffio e d'egaa, 10
manejo das machina, na desecacSo dos globt-
lo", na diatribuicSo daa dilul^ea etc., etc.
E' evidente que par o Dr. Sabino exercera
humeopatbia, como geralmente a exercem, e
preparar medicamentoa como por ah preparan;
nem eram precisa tantas deipeas com o pes
soel, com machinas e com a obteueso das subs
tancies as mais paras possivsia, e nem tanta vi-
gilancia e trabalho na preparado do medica
mentos ; mas elle nio se contenta com o bem
que j tem feilo, dando homeopathia a pop
laridade de que goza: elle quer eleva-la a>
maior grao de perfeicao dando aos seus remedia
a maior iofallibilidade poasivel em seus effeitoi
0 Dr. Sabino nio espira ornete os gozos me-
teriaes da vida ; elle se desvanece em 1er noa I-
vros estraogeiros qae a sua propaganda em Pe-
nambuco\foi too brilhante que nao tem na Eu-
ropa ntnhuma analogia (JORNAL DE MDIG-
NA HOMEOPATHICA DE PARS, tomo 4.*, pi-
gina 691 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HOME(-
PATHIA, por Granier, pagina 102); mee a s
ambicio muito mais elevada ; olla ae dirigea
legar aa geracoes futura um nome eatimavl
pela grevldade e importancia do sen ervico,
pela sinceridade de suea conviccoe, e pela ft-
meza do tea carcter.E' por isso, para iao
qae elle trabalha ; e trabalha muito.,.
15000.
Aluga-se um sitio peqaeno com casa de viva-
da e cacimba de egua de beber, tendo a cesaS
qusrloa, 1 soto, 2 salas, eozlnha lora e copir
por 15 mensses, em Ssnto Amaro, sitio em qe
mataram o frade.
6000.
Aluga-se em Santo Amaro, caminbo do Can-
po Grande, ama caaa contendo 1 sala, 2 qaartoa
1 pequeo quintal, e com agua de beber, por 6J
Officiaes de alfaiates.
Precisa-se de officiaes de
alfaiates, para obras miudas
e graudas: na fabrica de rou-
pa feitas de Bastos Reg
junto a Conceico dos Milita-
res n: 47.
4ttencao
'"Antonio Coelho, sangrador e dentista, vi-
sa a todoa o seas fraguezes e so respeitavei pu-
blico, qae se madoa da ra estreiU do Rosario
para a do Imperador n. 69, aoode pode ser pro-
carado para aangrar, tirar dente, oo limpar e
calcar os mesmos, para applicar ventosa e bi-
cha, tudo com perfeicao edelicadeza, e tambam
je alugam e vendem-se excellentes bichas de
Hamburgo, as melhore qae ha no mercado.
Precisa-se de uma ama paracosinhar e com-
prar: na ra dolmp dar, entrada direlte.
A)gfi)iiAi iliPIltM HE HEQlClfA
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
#
Aluga-se um quarto andar com excel-
ente commodo : na ra da Cruz o. 53.
Sociedade bancaria.
acam tomam
Amorim, Fragoso,Santos & c.
aquea aobre a praca de Lisboa.
:
:
ELEOCRO-MAGNETICAS EPISPASTICAS
Oe Ricardo Kirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
fallivi^m,ftT^APAl"E^?TEO"BUG"E1ia8-EPISpASTiCA8 obiem-se uma cara radieaUia.
Smi fig'd0'5es' .ston,8' baco, rins, tero, peit, pa^ao d coraco, r-
gata, olho,erys.pe]a, rheumatismo, paralysia e todas as affec^es nervoSs, etc., ele al-
SSSff" 8S fr """"? *i,Umores' r- ,obinhos rof ul etc. seia iS 6r o^ea
umanhoe profundeza por meto da snppnracao sero radicalmente extirpados!
U uso dellas aconselhado e receitadas por habis e disnctos faculutivos, sna efficaia in.
contestavel, e as innmeras curas oblidas o fazem merecer e conservar a confianca do publico"
que ja tem a honra de merecer, depois de 24 annos de existencia e de pratica.
Aa r..AS encomme?das das provincias devem ser dirigidas por escriplo, tendo todo o cuidado
IJ "S neceBMr,af expheatoes, se as chapas sao para hornera, senhora ou anca, decla-
do corr6"1 SitCSlf0 "2! ?Ste'- Uh*' P"60*0' ht C0M P P* ">
?JSP* deo,,randoa cumferenciae sendo nenaedes, eridasou ulceras, o molde do seu
2S..I I 6m. um(rpedaJ d6 ^P61 a declaracao onde exislem, afim de que as chapas sejo da
tojmaj da parteaffectada e para scrembem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
or* cMP"Mr0MmpanbadasdM competentes explicares e tambera de todos os acces-
orios para a c olloca$ao dellas.
rhfl,?T/e?rSOa9^Ue0dgn'remhonr,rcoma sua confianza, em seu esariptorio, qu.
tacharan abertoe todos os das, sem excepeo, das 9 horas da manha '
s i da tarde.
A VIRGE1 DA TAPERA
beissimo romance pelo Dr.
J. G. Lobato.
Chegaram algans exempleres,
e estao i venda por 2 na loia
da raa Nova n. 11.

Honorio Rodrigue Freir segu para o Rio
de Janeiro.
Offerece-ae am homem em familia para
fura desta prega para tratar de doentes por ter
tido pratica, ou mesmo para enainar primeiras
letraa : qaem de seu prestimo se quizer atiliiar,
dirlja-se a ra da Cinco Ponta n. 93.
Nesta typographia precisa-se fal-
lar ao Sr. Felippe de Santiago.
Eat para aiogar-ae o aegundo andar do
sobrado n. 193 e casa terrea n. 191 da ra Impe
tratar na ra da Aarora n. 36.
O bacharel WitRtvio po-
de er procurado na ra
Nova n. 23, sobrado da es
quina qae rolla para a
camboad Carmo.

i
Primeiro andar para alugar.
Aluga-ee o primeiro andar do sobrado da pra-
Sa de Boa-Vista : a tratar na ra da Imperatriz
o. 46.
Consultas medias.
Gabinete medico cirurgico.;
I Ra das Flores n. 37. aj>
I Serao dadesconultas medlca-cirargi-Sj) HfiKSiefiie ftiSflWS'Mifla^*iW5MM
I ca pelo Dr. Eetevao Cavalcanti de Alba- S
i querque da 0 s 10 hora da manbia, ac- m
i cudiodo aos chamado com a maior bre- 9 M
i vidade possivel. ej) o
i 1" Par toan
2.* Molestias de pelle.
3.* dem do olhos.
A.' dem dos orgaos enitaes.
Praticartoda eqaalqaer opera^o em
aeu gabinete oa em casa do doente con-
forme Ibes fr mais conveniente.
Ama.
Precisa-se de uma ama de meia idade para co-
zinbar : na ra Imperial n. 215 taberna.
Jos Joao Goncelves, subdito portugaez,
reltra-se para fora da provincia.
Ama.
Na travessa da ra? das Cruzes n
2, paimeiro andar, tingese para todas!
as cores com presteza e commodo preco.1
Uma casa estrangeira de pouca familia pre-
cisa de um eosinheiro ou coainheira forra ou es-
cravo, eomtanto que seje perito no eu officio :
tratar na ra do Trapiche n. 36.
Licoes de inglez.
Dao-ae de noite no hotel francs ; a tratar nal
raa da Cruz n. 1.
AJoga-se os primeiro e segando andares di
casa n. 27 na ra do Amorim : a tratar na mea-
ma ra n. 46.
Vendem-se botinas de pellica ^
branca para senhora e ditas de #
^ setim para dita proprias para $
% casamentos : na loja de Burle 0
g| Jnior & Martins, ra do Caba- $
g_n._16. ^
M
Serao dadas todoa os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu 6Scriptorio, ra
da Cruz n. 53, desde s 6 at is 10 horas
da manha menos aos domingos aobre:
1.* Moleatias de olhos.
2.* Molestia de coracao e de peito.
3.* Molestias dos orgios da geracao e
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
dem de sus entradas, comec.ando-se po-
rm por aquellos que aoffrerem do
olhos.
Instrumentos chimicos, ac Alcoa e p-
ticos serao empregados em suas cnsul-
tardes e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, oa ao meno
probabilidade sobre a sede, natureza e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratamento que deve deatrui-la ou
curar.
Varios medicamentos ser aoambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de aua verdadeiraqualidade,
promptido em seus effeitos, e a necessi-
dade do aeu emprego urgente que ae usar
delles.
Pralicar ahi mesmo, ou em casa dos
doente toda e qualquer operacao que
julgar conveniente para o restabeleci-
mento dos mesmos, para cujo fim se echa
prvido de uma completa colleccao de
instrumentos indispensavel ao medico i
operador.
119 Rija do Parto ||!)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
RS % JiSSgK
KI9S PgftR&60
Para as encommendas ou informacoes dirijam-se a
ra do Qbeimado n. 15.
pharmaeia de JosAlexandre Ribeiro
Ispecial hOineopatliieo
Rua das Cruzes n. 30.
Neste consultorio pode ser procurado o respectivo propretario qualquer hora, navendo
ah sempre grande sortmento dos verdaderos medicamentos homoopathicos, preparados em Pa-
rs (as tinturas) por Gatellan e Weber, os mais acreditados pharmaceutcos do universo como
preparadores de remedios de homeopathia.
O propretario desta consultorio nio pretende, todava, que sejatn os seus medicamentos
tnfalhveis, porque nada ha infallivel em fados humanos; nem to pouco superiores aos que por
ah se preconsam, porque certo que o que nos fazemos, outro o pode egualmente fazer to bom
seno melhor. Mas afianca qu nelle nao ha traficancia, e que o servico da preparacio corra
pelo mesmo propnelaro, que nao tendo grandes commerek de carteiras, acha-se suBciente para
satisfazer s necessidades daquella preparajo.
Neste consultorio acham-se venda elementos da homeopalhia, acommodados intalligencia
de qualquer pessoa ; assim como presta-se gratuitamente o seu propretario, com seus esioreos e
medicamentos, todas as pessoas necessitadas, sem distinejo alguma, qu o proeurem, pois
que o seu maior prazer ser til humanidade soffredora.
nguento no estabelecimerrto tiSRif"m.com lod Mo acompanhar
n. 244, Strand.rrrioj. -~U- mC*' b,equiOS des,a or(em di-
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas acarregadas de sua venda em (oda s
Amanea do sul, Havana Hespanha.
?enaV a O rs cada bocetinha contera
uma instraecao am portuguez para explicar o
modo da (asar uso desta ungento.
O deposito geral 4 en omu do Sr. Soum,
pharmaeeutico, na rea da Cruz n. 22, a
fernambaeo.
Precisa-se
i* am eosinheiro a uma cocinheira livre ou
escraros, u n precisa-se alugar um escravo
eos de casa e ra : no deposito
irlo de lavsgem no pateo do Carmo
junto sesma de banhos.
-- Aindl ae' precisa de um criado de 12 a 14
anno, qao eje fiel, para compre, etc., de cata
Je pouca aaiilia : quem assim eativer habilita-
4o, dmja-aa a rna de S. Francisco, sobrado n. 8.
O abaixo assignado declare que Joo Ramos
Ja Cruz deixou de ser seu ceixeiro desde o dia
25 d margo de 1662.Gastav Bousaet.
-trepsa-se da am caixeiro de 16 a20 annos:
sio armazem da raa da Cruz o. 5.
ifecia-se lugar uma ama par uma caaa
oe poace familia : a tratar na ra da Cruz o. 21,
^tTri0 n<,,r ""brido jmarellq a!efpnte do
desta .
zem muito em abono de quem os pratica, e pois
os memos enhores fiquem certos que nunca
os olvidar o seu antigo carnerada e companhei-
rod'armss e servidos
O alferea Jorge Rodrigues Sidreira.
Offerece-se um Fortugaez para ser feitor de
qualquer um sitio, e d Dador a sua boa condue-
le : a procurar oa raa do Arsgo n. 36.
Aluga-se um sitio na Ponte de Icaa de-
fronte do Ceg : a tratar na raa larga do a\patio
numero 10.
Precisa-e de um criado para o arrvico bai-
xo ; na roa da Aurora n. 50.
w.~ S'ca-ae aobre Lisboa o Porto, na ra do
fi? n*9' Primeiro ndr, escriptorio de Car-
valho, Nogueira & C.
A padaria do leo do norte da ra do Coto-
vello precia de am bom trabalhedor de mas-
seira.
Aluga-se um sobrado com
muitos boos
commoao, iresco, a pnr prego razoavel ; a tra-
tar com Hialno Jos de Miranda na ra da Praia.
Bernardo de Cerqoeira Castro Monteiro vai
ao Rio de Janeiro a deixa por sen procuradores
em 1.a logar sua mujber Rosa Antena ala Oli-
O Sr. Jos Goncalre Villaverde ni peala
'rl" d nds dj Joja sim eptnder-sp po IVisjr
SO TtUd 4 C,
Precisa-se de uma ama que aaiba cainhar
bem : na ra Nora n. 47.
Tem chegado uma rica pega da muaca pa-
ra piano, muito entimental, intitalada a dor
extrema da aaeao portagueza, offerecida sua
magestade fldelissima D. Louix 1.a rei de Portu-
gal : vende-se na casa de A. Delonch, roeiro,
ra Nova n. 22.
Precisa-aede am peqaeno chegado aa pou-
co do Porto: na ra da Liogoeta n. 5.
Precisa-ae de uma mulher de mea idade
que sirva para tomar conta e coaer a :oupa la-
vada de casa o"e pouca familia: na rui da Im-
peratriz n. 47, primeiro andar.
Precisa-ae de uma ama para can de pouca
familia, a quel cosinhe e compre : nr travessa do
Carmo o. 1, primeiro andar.
Aluga-se a loja do aobrado a 33, sito na
ra da Praia de Santa Rita : a Iraar na ra da
Cadeia n. 62, aegando andar.
Um sacerdote que neeessiti retirar-se para
fora da cidade, offerece-se para alguma capella-
na em engenbo, e propde-se aanslnarlingaa na-
cional, latim e francez : pode ser procurado na
raa do Hospicio n. 26, daa 8 at aa 11 horas da
maohae, a das 2 s 5 horas da tarde.
- Precisa-se fallar ao Sr. Ignacio
Ferreira Mendes Guimaraes, que mo>
rou na ra da Conceico da Boa-Vista:
nesta typographia.
Offerece-se par caixeiro de taberna um re
paz que tem pratica, a d conhecimento de aua
conducta : na rna Direita o. 84.
Alaga- orna sala coi? alcova em nm pri-
meiro andar na raa da Cadeia do Recife n. 18,
veira Monteiro, em 2.aSeu socio Custodio Apta- proprio para escriptorio : a tratarla meimecasa
nio Soares, em 3.a Jos Joequim Teiieira. -^ Precisa-se de um es
Precisa-se de um caixeiro par berna que
tenha pratica da meama a que da conhecimento
ala sua conducta: t tratar na ra de Agaai-7*r-
pj n, 48, taberna.
. Precisa-se de uma preta que seiba vendTr
Dolinos, e servir em casa o trafico domestico
qeem quizer alugar, dirija-se a roa daa Cruzes
sobrado n. 2, primeiro andar, que achara com
quem tratar.
, Pela ultima vez roga-se ao Sr. ca-
pitulo Manoel de Souza Leao Jnior se-
nhor do engenbo Gurjau', de vir a ra
da Aurora n. 86, primeiro andar, tra-
tar de negocio de seu interesse, isto no
prazo de 3 dias a contar desta data.
Recife 26 de marco de 1862.
Saques sobre Portugal.
O abaixo assigosdo agente do Banco
Mercantil Portoense nesta cidade, saca
effeclivameole por todos os paquetes so
bre o mesmo Banco para o Porto e Lis-
boa, por qualquer somma avista e a pra-
zo, podeodo logo os saques a prazo serem
descontados no mesmo Banco, na razo
de 4 por canto eo anno ao portadores
qae assim lhe convier : naa ras do Cres-
po n. 8 oa do Imperador o. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Consultorio medico cirurgico
&Mj\D\ GLOKl V C\SA DO VXNTO&0-3
Consulta por ambos os systemas.
Em consequencia da mudanca para a sua nova residencia, o propretario deste esUbeleci-
mento acaba de fazer ama reforma completa em todos os seus medicamento.
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimeoto nao se con/undam com o da
nenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozam ; o propretario tem tomado
a precauco de inscrevero seu nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aquellea que forem apresentados sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar quera ter maior certeza acompanhar uma conta assignada pelo Dr. Lobo Mosaozo em ca-
pel marcado com o seu nome. F
Outro sim : acaba de receber de Franga grande porgo de tinc'.ar de acnito e belladona, re-
medloa estes de summa imponencia e cujas propriedades sao to conhecidas que os meamo Srs
medicoa allopalhas empregam-aa constantemente.
Os medicamentos svulsos qur em tubos qur em tincturas custario a 1$ o vidro.
O propretario deste estabelecimento annuncia a seus clientes e amigos qae tem commodo
ufflcieptes para receber alguna escravos de um e outro sexo doentes ou que precisem de alguma
operado, affiancando que sero tratados com todo o duvelo e promptido, como sabem todos
equelle que j tem ttdo escravos oa casa do anounciante.
A aituaco magnificada casa, a commodidadedoa banhos salgados sao outras tantas vanta-
gens para o prompto restabelecimento dos doentes.
As pessoas que quizerem fallar com o annunciante devem procura-lo de manha at 11 hora
e de tarde das 5 em diante, e fora destas horas acharo em casa pessoa com quem se podero n-
nder na ra da Gloria o. 3 casa do Fundo.
Dr. Lobo Moscoio.
________ _______ __(
Furtaram amcivallo ruco, carnudo, capa-
do, com pintas amarellas, cabano, cascos pretos,
com uma baixa na coetelle, ripado, com a cau-
da corta, mancha vermelba no queixo, com uma
pisadora na coetelle mindlnba qae nanea nasceu
cabello, cujo cavallo ferrado nos qaertos e no
qaeixo : quem o aohsr entregue na prensa de
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo, que ser grati-
ficado, ou em Pedra Tapada, no lugar Capella de
S. Vicente a Jos Belarmloo de Aasampcio, seu
legitimo dono.
Papagaio.
Da roa larga do Rosario n. 14, fuglo um pi-
tiagaio hontem pela manbia ; o signel mal as-
iente que elle Um, uma inchacao na perna,
proveniente da corrente : a pessoa que o apa-
nhou, qaerendo retitui-lo 4 lea dono, poder
leva-lo referida casa, ou praca da Indepen-
da n, 34, loja de chapeos de Manoel Ferreira
Pialo.
Precisa-se ue uma ama Ipre para sesionar
e engommif; ga praca 4* MNII n. tf.
J. FERREIRA VILLELA 1
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do SDabus n. IS, 1.' andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retrato por ambrotypo, por melainotypo, ao-
bre panno encerado, sobre talco, especiaes para
palcelras, alfinetea ou cassoletas. Na mesma
caaa exiate um completo e abundante sortmento
da artefactos francezes e americanos para a col-
locaco dos retratos. Ha tambera para ate mea-
mo nm cassoletaa e delicados alfinetes de ouro
de lei; retratos em photographia das principaes
peajpnagens da Europa ; stereoscopos e vistas
tereoscopicas, assim como vidros para ambrotyp
e chimicas photograpbicaa.
( Dentista de Pars. *
| 15Kua No^a15.
Frederico Gaular, cirurgio dentista
fax todas as oparaces desua arte a a co-
loca denws artificiaos, tudo com -sdeln
rioridade a prfeicao qua as pessoas-,en
tendidas lhe reconheeem.
Tam agua a pos dentificios, ate,
i O Dr. Carolino Fran-
cisco de Lima Santos,
i madou-ee da ra daa
Cruzes para a do Im-
perador, sobrado d.
17, em frente da igre-
ja de S. Francisco, on-
de continua no exerci-
co de sus proflssao de
medico.
O Sr. Jos Columbino de Araujo Lima
chamado fundi;o da Aurora para negocio do
sea interesse, por estes 8 dia.
-i- Na raa dis Cruze o. 36 precisa-se fallar,
para negocio de aea interesse, com o Sr. I. P. V.
da S. S.
Aluga-se ama casa terrea na travesa dos
guartei, outr'ora raa de Sao Bom Jess daa
rioules : trats-se na ra Direita n. 8.
Precisa-sede um mulher capas que seiba
bem cozinhar para ser ama de uma casa de fami-
lia, nao para andar aa rus, e qae de conheci-
mento de sua condeca: a tratar na raa do Rn-
gel n. 7, stgundo andar.
Para procissdes-
No 2 andar por C, na estabelecimento doa
Srs. E. A. Burle & ra da Cruz do Recita
n. 48, vestem-se por mdicos precos figuras para
procisiao; tepdo-se recebldo para tal fim, pelo
ultimo pequel francs, ricos salte ds setim
bordados ouro,
rrr~z~


DIARIO Dfl PRUUMBUCO. QUINTA FEUU 27 DE MAB^O DE 186,
Attencao.
Urna pessoa de can das antigs pinhoias di
im Nova, ae propdem a veelir anjoa para aa pro-
cisaoes coa toda a perfaigao e aueio possivsl pa-
tk. que ji ten vestuarios novoa promptos a von-
uio do pretender tea oa quaei a* pdem dirigir
o paleo do Catato o. 22 que achario com quem
traUr.
Precisa-se de um caixeiro para taberna de
idade de 15 a 16 ancos a fallaa o* ra da San-
zalla Velha B. 48.
,T ^-"O aegundo andar na ra da San-
zalla Velha a tratar na loja do meamo n. 48.
Para casa estrangeira.
Precisa-se de urna ama forra ou eserava que
aatoja prompta a fazer qualqaer eervico, e aeja
nal de bom comportamento paga-ae bem na
ra do Cretpo n. 26 primeiro andar ou ra do
Creepo n. 2 eacriptorio.
Predia-ie de um carroeeiro na ra dos
Pescadores padaria n. 1 e 3.
Louite Cecile, iua Laio, retira-se para
a Franca com trea filho menores.
Auzeotou-se no da 23 do correte urna ei-
crava de nome Joaepba, levou vaatido de chita
encarnado panno da costa, representa ter 40 sn-
nos bem preta nariz fino e qutlxo, s tem um
dente na frente e tem o rejeito cima dos calca-
uharea, foveiro, desconfla-se ter fgido para a
banda de Panella por ter Tindo deste legar para
ser Tendida nesta cidade, pede-se aa autoridades
ou a quem a pegar leva-la a seu senhor na ra
do Imperador n. 69 ou no pateo do Carmo n. 22.
Fugio a 12 do mez passado urna eserava
do poder de sua aenhora Ansa Joaquioa'de Fi-
gueiredo, por nome Antonia crioula idade 20
annos, de boa altura seca do corpo tem marcas
de bexiga no rosto e o braco direito mais fino
do que o eaquerdo, sahio com chales azul escuro
de mirin e cottama tragar o chalea a direita
por causa do braco, tem sido encontrads algumas
vezes na ra quem a pegar leve-a na ra da Glo-
ria n. 50 que ser recompensado.
ESTRADA DE FERRO
DO
lecife a Sao Francisco.
Aviso.
A abertura da 3* seceso annunciada par o dia
25 do corrente ficou Iraoaferida at outro aviao.
A partida doa trena na Ia seccao e preco das
paasagena continuarlo como antes da publicado
da nova tabellaa qual s ter vigor depois
de aberta a 3* seceso.
. AasignadoE. H. Bramab,
Saperintendente.
Sitio para alugar.
Alaga-se um aitio com grande caaa, cocheira,
estribaria, etc.: no lugir dos Remedios defron-
te da igreja ; tambem se aluga o terceiro andar
da caaa da ra da Gadeia do Recife n. 4: a tra-
tar no armazem do mesmo.
Casa desande
- snsji NA
Passagem da Magdalena pro
priedade do Dr. Ignacio
Firmo Xavier.
Neate eslabelecimento recebe-se doentea de
ambos os sexos e de diversaa catbegrias, em-
pregando-se tamben a homeopathia no tuta-
niento.
PRECOS DAS DIARIAS.
Eacravos 1g600
2* ordem 29000
1* ordem 3JO0O
A tratar com o Dr. Firmo ua ra nova de San-
ta Rita n. 7 sobrado de um andar confronte pa-
ra a ribeira do peixe ou no seu estabelecimento.
. No roa de 8. Francisco sobrado n. 8, pre-
cisa-se de urna ama que aaiba bem eogommar e
cosinhar; assim Umbem precisa-sede um cria-
do para compras etc., casa de hornera solteiro
com pouca familia.
Precisa-se de um caixeiro que techa algu-
ma pcatica de taberna, que teoha idade de 12 a
16 annos : na ra do Monde go n. 97.
Precisa-se arrendar um sitio que tenba
proporgoes paca plantar-se captm e ter-se algu-
mas vaccas, preferindo-ie para ai bandas dos
Alegados ou outro lagar que nao diste amito
desta cidade : na ra da Cadeia do Recife n. 50,
loja.
A abaixo assigoada moradora na ra da
Santa Cruz n. 4, vinva de Joao Sergio Cesar de
Andrade Mello, declara ao respeitavel publico
que, alm da anouociante, ninguem mais da fa-
milia de seu finado marido aabe o remedio con-
tra a hydropbobia empragado pelo dito seu fal-
lecido marido sempre com feliz resultado. As-
sim, poia, quem precisar curar-se deste terrivel
mal e quizer aproveitar-se desse remedio, que
sempre estove em segredo. durante a vida de seu
marido, e s foi revelado a annunciaDte, pode
procura-la em caaa de sua reaidencia onde con-
seguir salvar-so desta horrivel molestia. Re-
cife 22 de 'marco de 1862.
Maria Juliana Lopes de Miranda.
Compras.
Compra-se urna eserava
de meia idade, que saiba cozi-
nhar o diario de urna casa:
na ra Nova d. 47, junto a
Conceico dos Militares.
Compra-se urna eserava de 25 annos de ida-
de, que saiba coziohar eogommar na ra do
Apollo n. 39,1 andar.
Compram-se moedas de ouro : na botica
da rea do Cabug n. 11.
Compra-se
em segunda mo a obra intituladaA Coafede-
racao dos Tamoyose quatro differenles obras
contando multas estampas a que seus assumptos
versera sobre diversas materias, em portuguez,
francez ou mesmo em inglez; na ra do Rangel
n. 46.
Yendas.
Vende-se urna bonits mulsta muito moga,
sabe coohar, eogommar e coser : a tratar oa
ra larga do Rosario n. 18, no terceiro andar.
Vende-se um balcao de volta de amarello,
por pouco dioheiro na padaria da rus dos Pes-
cadores n. 1 e 3.
Vende-se dous bois gordos mansos proprio
para carro oa earroca quem os pertender dirja-
te a Santo Amaro junto ao hospital inglez que
achara com quem tratar.

Srs, acadmicos
Nao acrediten!, vao'ver. #
Vendem-se factoa completoa de supe- 9
% rior cssemira de cores escarsa vindos de #
Inglaterra em direilara para a bem co- A
nbecida.loja de Guimares & Villar: na #
T" do Crespo n. 17. tj
v#****#
. venae-ie por preco commodo 100 pares de
pedras de moinho: no trapiche do Caes do
Ramos,
77 ~e?de"se "Ba b,lS romana quasi nova
com grade para pesar couroa etc. : tratar na
roa da Cadeia do Recife n. 4.
Tamancos baratos.
Vendem-se tamancos muito bem feitoa e ba-
ratoa para homom, senboraa e meninos tsnio a
retalho como em porCio ; na ra do Uvrsmen-
10 o. 36, loja de cera.
Miiho 4,000 rs:
Arroz 3$ a 3.500.
Vende-se cada urna sacca,rna travesa do pa-
leo do Paraizo o. 16, frente de amarello com oi-
lao para a za da Florentina.
8Ra do Cabug8
Deposito de cha-
peos de sol de seda das
fabricas francezas e in-
glezas.
Vendem-se em porcao ea retalho.
O dono deate novo estabelecimento, na sua re-
cente viagem Europa, honrado com a confian-
za dos prlmeiros fabricantes destes gneros, vem
offerecer ao publico os productos daquellss fa-
bricas, e por procos nunca vistos nesta prega,
como consta na tabella abaizo :
Chapeos de sol de seda francezes de SO e 25 po-
legadas por 4800.
dem idem idem da 26 ditas, 5|000.
dem idem idem de 28 ditaa, 6*000.
dem idem idem inglezes de 26 ditas, 89000.
dem idem idem de 28 ditas, 90000.
dem idem idem de 30 ditaa, 109000.
Preco fixo
e em porejo de 1
duzi para cima,
15 por cento de
descont,
CALCADO
Preservativo universal,
45Ra Direita45
Oihem 1...
Urna das intelllgencias melhor esclarecidas na
scieneia de Hipcrates, depois de longos annos
de ezarcicio de cursr e matar coovenceu-se afl-
nal, que o nico preservativo infallivel de qual-
quer epidemia, por mais mortifera que fosse, era
conservar a cabpca fresca, veotre desembarazado,
e PS OUENTES. Ora, viajando por ahi urna
epidemia,que mata gente como qualquer outra,
occasio de pormos em pratica eales principios,
usando pouco do chapeo e sempre som-
bra ; tomando de 15 em 15 das um, laxante de
ssl de glsnber, o mais acrrimo ioimigo da epi-
demia, segundo a opinio e a pratica de um dos
ornamentos da nossa magistratura; e lascando
ao cisco todo o calcado velho, dirigiodo-se todos
ao armazem da ra Direita n. 45, onde o reapec-
Uvo proprietario a todoa receber com cortezia,
aturar as massadas, a aquecer oa ps com ei-
celleote calcado, aegundo o gosto, e estado fl-
nanceiro de cada um, e vejam :
Homens.
BORZEGUINS dos meihores fabricantes,
francezes. inglezes e brasileiros a 138.
12. 11, IOS, 9*500, 8 e............... 5500
SAPATOES a 7$500. 6J500, 5*500, 5#,
4*500 at..............7..............7. 2000
Meninos.
SAPATOES a 5J500, 5, 4, 39500 a...... 1|600
Senn oras
BOTINAS de fabricantes francezes, ingle-
zes, slUmes e americanos federaes
6*, 5*500, 5, 4g500. 3S500 a........... 2*500
Meninas.
BOTINAS a 4*500 e...................... 4*000
Um completo sortimeolo de sap&tos para ae-
nhora de couro de lustre virado a 500 rs., de ta-
pete a 800 rs., de lastre (os. 32 e 33) a 800 rs.,
de trenca francezes a 1*300, portugaezes 2, sapa-
tos de borraxa para hornero senbora e meninos,
muito couro de lustre, de porco.cordavao.marro-
quim, bezerro francez, sola de lustre, courinhoa,
vaquetas, sola etc., que todo vende-se como em
nenhuma parte.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova oficina.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Neste rico e bem montado estabelecimento en-
contrarlo os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIROSde todos os tamanhoi.
SEMICUP1AS dem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem Idem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixsa de todas aa groasuras.
PRATOS imitando em pereico a boa porcel-
lana.
CHALE1RAS de todas as qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e flandres psra qaal-
quer sortimento.
VIDROS em caixas e retalho de todos os ta-
mandaudo-se manhos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendas de qualqaer natu-
rezs, coocertoa, que tudo ser desempeohado a
contento.
Cheguem a pechiocha, que se
esto acabando
A lp80 ocovado.
Grosdenaple prelo muito bom, na ra do Qirei-
mado n. 47.
A 15#000 rs.
Palitots de panno Uno forrado de sla, na ra
do Queimado n. 47.
A 12#000 rs.
Manteletes de seda preta ; j esto acabando na
ra do Queimado n. 47.
S na taberna do Pimenta.
Cento de ceblas a 800 rs.
Ssg a 200 rs.
Queijos novos do vapor a 2*800.
Vinhode Lisboa a garrafa 500 rs.
Dito Figueira a 600 rs., e tudo mais em pro-
porgao.
Barato assim barato de mais
Saboneta finos.
A loja d'aguia branca recebeu urna crescida
quantidade de soboneles finos para barbas, os
quaes convm a lodos compra-Ios mesmo para
raaos, avista do diminuto preco de 3 porqaanto
se est vendendo a duiis. Para saliafezer-ae aos
ooosfreguezes se vender tambem em menores
porcoes, porm quem mais comprar mais lucrar
porque assim tralo nao ser fcil tornar a ha-
ver, e mesmo agora s ha na ra do Queimadc
loja d'aguia branca n. 16.
Coraes.
Genuino e vtda-
deiro vinho da Madeira, l-
timamente chegado.
Vende-ae na raa do Vigario o. 9, primeiro an-
dar, eacriptorio de Carvalho, Eoguelra & C.
Vende-se

a taberna da travessa do Queimado n. 3 : a tratar
Com Gabriel Antonio de Castro Quiniaes. ,.
Manteletes de superior
grosdenaple.
Na rea do Queimado n. 18 A, esquina que vsi
para a ra estreita do Rosario, loja de Carvalho
& Bastos, tem para vender rice* manteletes de
grosdenaple pretos, sendo pelo diminuto preco
de t0|, ditos meihores a 25f, ditos superiores
309. No mesmo estabelecimento tem grosdena-
ple preto de variadas qnalidao.es, sendo a 19500,
dito a 1|700, dito a 29400, dito superior a 29800,
enfeitea pretoa de reros, lavas de torgal, chales
pretos muito finos bordados a vidrilbo, e outros
muiloa objectos propiioa psra a quaresms, tudo
por precoa muito commodos.
Superiores cortes
de seda pretos pa-
ra vestido com babados
Na roa do Queimado n. 18 A, esquioa que vai
para s ra estreita do Rosario, loja de Carvalho
Si Bastos, tem para vender cortea de seda pretoa
para vestido, com bsbados, notando-so que lem
26 1|2 covados de seda, parte lisa muito lustrora
e encorpada, e parle lavrada que para os ba-
bados.
Panno de algodo daBahia.
Vndese no eacriptorio de Antonio Lata de
Oliveira Azevedo, rea da Cruz n. 1.
Escravosvenda.
Vende-se um preto bom carreiro. proprio para
engeqho, e urna eserava que tem algumas habi-
lidades, por procos bsratissimos : a tratar com
o Sr. Jos Pedro do Reg, na ra das Cruzes ou
na ra do Crespo n. 17.
Bolacha do gaz.
Na ra da Senzala Velha n. 84 a 29800 por
arroba.
Agua ambreada
para nhos do rosto e do
recebar nova
3O9OOO
corpo.
A loja d'aguia branca acaba de
"T'Ti P.r0Trttoaa e mui procurada agua
ambreada, cajos bons effeltoa de refrescar a su-
a k k ,rdor dalia a navalha quando ae
fas a barba e acabar o mo balito proveniente
otranepirareiojbem conhecidos, sssim co-
mo as aenhorae por nao andarem ao sol fsz
conservar perfeiumente o brilho do rosto. A to-
d0,8 qk^. a..U" "-0 d^atua ambreada nao sao
eatranhoa easea effaitos e ellta sero ainda mais
conhecidos por aquella* que munidos de 19 se
dirigtrem a loja d'aguia branca ra do Queima-
do n. v, onde nicamente ae vende.
Fazendas pretas
na loja do pavo, roa
dalmperatrizn.60,
de Gama Silva,
Vende-te barttisaimo por ser tempo de qua-
rearaa aa fasendaa seguintes :
Ricos mantelete de vellido preto rica-
mente eneiUdoi com franjaa largas os
mais modernos que lem viudo a
Moderniesimoa enfeitea pretoa a turca e
Gsribaldi
Ditos mais simples a
Ditos de vidrilbo muito modernos a
Chales pretos de merino bordados com
vidrilbo a
Ditoa de fil preto muito fino a
Grosdensples pratos fazends muito en-
corpada a 18500, I96OO, 19800, 2$ e
Sarja preta beapanhola, corado a
Metas de seda pretas psra senbora a
Ditaa de la e de lsia para padres s
Luvaa de retroz bordadas com vldrilho e
sem vidrilbo a 500 rs. s
Ditas pretos lisss de seda muito Boa a
Alpacas pretas muito finas a 560, 640,
800 e
Da ludo do-se amostras com penher : na raa
da Imperatrz n. M, loja e armazem de Gama &
Silva.
Pannos ^tosecasemiras
Na loja do Pavao.
Vende-se psnno prelo muito boa fazenda a
lgCOO, 19800 e 29 o covado, e dito que val 89 a
49500 o covado, caaemiraa pretas eofeatadas a
39, 39200 e 39500 o corte, ditaa de urna s lar-
gura de todos os pregos e qualidades, setim pre-
to da China para calcas paletols e colleles com 6
palmos de largura a 3| o covado: na ra da Im-
pere triz n. 60, loja e armazem de Gama & Silva.
Sedas de quadrinhos a 720 rs.
Na loja do Pavao na ra da Im-
pera triz n. 60.
Vende-ae muito delicadas aedas de quadrinhos
a 720 rs. o covado: na raa da Imperatris loja e
armazem de Gama & Silva.
Chales.
Grande pechincha na loja do Pavao.
Vende-ae oa maia ricos chalea com ponta re-
_ donda e bolotas, tendo aa barras de velludo ou as-
aeteadas, imitando as capiohaa maia modernas,
800
129000
3S000
2S500
29000
19000
19600
640
640
19000
Pechincha
Na loja de 4 portas n. 8, ra
do Crespo.
Madapolao com pequeo toque de'
a varia a 3#500 e 4$ a peca.
Dito muito finos a 5s a peca.
Algodaozinho liso encornado a 2S800 ?el b"lMi Preco de'49500 cada um'a ditos
e Z a ru./v. de (lu,tro Pnt" a 4500 M0 Garibaldina
^y** eodo maitograndea a 5 : na ra da Imperatris
L'utas largas com pequeo toque de D- ^0, loja do Pavao de Gama & Silva.
mofo a220n,o covado, sendo decores' Brilhaiitiiias americanas.
Vende-ae brilhanlinas americana com liodis-
simss cores sendo fazenda inteiramente nova e
moderna de 4 1)2 palmos de largura a 400 rs. o
covado : na ra da Imperatriz n. 60, loja e ar-
mazem de Gama di Silva.
fixas, do-se arrostras.
Novas fazendas pretas pa-
quaresma na loja da
Loja do beija- flor da ra do
Queimado n. 63
Vendem-se noneca d*honro a 40O, 500, 640,
800 rs.. pulseiras prsW 800 rs., bandejas finas
a 29 e 49, teaoaras OoasaJOO t*. a mia, gr&rc-
poa de aegurar eafeitaj r a 800 rs., caixiohas
de obreias de cola a 119 e 190 rs., pentea virados
imitando tartaruga a 19 19200. diloa aem ser
viradoa a 720, 800 e 900 rs., botes de meta) pa-
ra calca s 400 rs.. ditos de ac a 240 a groza, al-
unles pretos a 640.
Loja do be*ja-flor da ra do
Queimado n. 63.
Veadem-ae franjea e trancas, fitas de velludo
preto para a quareama, mais modernas qae ha no
mercado, e maia barato que em outra qualquer
paite.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Jndem-se tires bordadas de diversas larguras
a 700, 800,15 e IjaoO a tira.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se facas finas, cabo de bataneo de 2
botoes a 6J800, ditas para doce a 5800. ditas de
um botio a 6|200, ditaa para doce a 59200, ditaa
pretas cravadesa 3,600, ditaa brancas a 39400,
ditas roheas a 39 a duzia.
Loja do beija- flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se fitas de seda propria para de-
brm de vestido preto, dita branca de linha, fitas
de seda de 5 dedos de largura com pinta de mo-
to a 320, ditaa limpaa a 640, 800 e ig.
Loja do beija -flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-ae grvalas pretaa de setim a 19, ditas
estrellas a 19, ditas a 800 rs., peonas de ac de
langa, 500, a 720, ditas de maozinha a 800 ra.
Loja do beija-fior da ra do
Queimado n. 63.
Vende se papel em caizinhas de diversas cores
a 19 e 640, braaco pautado a 800 rs., anvelopes
de cores a 800 rs brancos a 19, reama de papel
de quadrinhoa a 49700, sinto encarnado a 440,
dita azul a 320.
Rap fresco.
Rap Paulo Cordeiro a 1600 a libra, dito mea-
ron a 19040, dito Liaboa a 29700, dito gasse groa-
so e mcio gresso a 19600, dito gasse fino a 19280:
na loja do rival sem igual, rus larga do Rosario
numero 36.
Cai\inhas e cabazes para
presentes de meninas.
Muito lindo sortimento de caixinhas e cabazes
psra as meninas trazerem nd**brQo pelos dimi-
nutos precos de 320 a 19500 cada unir, na loja
da victoria na rea do Queimado n. 75, junto a
loja de cera.
Quadros de moldura dou-
rada e preta.
Lindos quadros de moldura dourada e preta
com estampas a 49500 cada um: na loja da vic-
toria na raa do Queimado n. 75, junto a leja de
cera.
Vende-se um carro de 4 rodas novo, rece-
ido ltimamente de Franca, todo forrado de se-
da, com os competentes arreios praliades, obra
de muito bom gosto, sendo este caleche o mais
bonito que hoje existe nesta cidade ; a tratar na
ra do Trapichen-14, primeiro andar.
ranceze3 cabea chala
rs.
a 120 rs.
A victoria
Na ra do Queimado n. 75 jun-
to a loja de cera.
VENDE MUITO BARATO.
Clcheles francezes bons em cartao a 40
o cariao.
All rieles
a carta.
Papis com cento e tantos
o papel.
Liohssvictoria em carritel com 200 jardas
Ditas de 200 jardas de Alezsnler a 900
duzia
Ditas de 100 jarJad brancas e de
rs. o carritel.
Ditas de Pedro V em cartao brancas e
40 rs. o cordo.
Ditas de miada de peso verdadeiras a 240
a miada.
Ditas de dita cabec branca
120 rs.
alflnaies a 40 rs.
rs. a
cores a 30
cores a
rs.
e emearoada
Gnmpos muito boas a M't 50rs. o meco.
EnQadores brancos de algodo e lioho a 60 e
com sortimento de agulhsa a
alisar a 240, 280, 320 e
ra a uuaicama ua. uja ua ?^. a aa
Arara na ra da Im pera triz \ ^P8.^8.31. 8>300.
n. 56 de Magalhes
des.
Vende-ae eepartilbos ingleses que sao os me-
d Aieil- inores pelo diminuto preco de 39500 cada am :
Em massinhos a 500 rs. cada um.
Em os a 640 rs. esda um.
Em voltas de 3 flos a 29500 cada urna.
Vendem-se muito bons corss, em massinhos,
flos e voltas de 3 flos, pelos bsfatissimos precos
cima: na ra do Queimado loja d'aguia branca
o. lo.
Objectos de phantasias
pulseiras de missangas.
A loja d'agoia branca acaba de receber um
bello e escolhido sortimento de pulseiras de mis-
sangas com borlas pendentes, obra de muito gos-
to, e o que de mais perfeito se pode dar em taea
objeetos, e aa est vendendo a 19500 cada urna
tanto para senboraa como para mnfnaa, e pela
novidade do gosto e spuro da moda nao tardaro
em ae acabaras que ha os loja d'sguja branca,
ra do OoermjrJo d. 16. B
Vende-se groadenaple preto encorpado a IA600,
19800, 29, 29200 o covado, alpacas pretas a 500
600 e 720 rs. o sovado, sarja preta de la para
calcas e paletols a 560 e 640 rs o covado, vel-
ludo preto a -2J500 o covado, enfeitea pretos e de
cores a 29500, 39, 58500 e 63.
Panno preto.
Panno preto para calcas e paletote a
l$80O, 29 e 29500 o covado, cortes de cssemira
preta entestada a 39, 39500 e 49 para calcas, cor-
tes de chitas finas com 13 covados a 2f,500, ditos
de risesdo chioez a 29500, ditos de popelina a
29600, chitas a 160 e 200 ra. o covado, ditaa fran-
cezas a 240 e 280 rs. o covado, corles de fuslo
para calcaa a 1J120, ditos de brirn a I928O e
19600, cobertores de algodio a 19.
na ra da Imperatriz o. 60, loja e armazem do
Pavo, de Gama & Silva.
Paf-a meninos a 4$500 rs.
Vende-se vestidinbos de seda para meoioaa
ditos de foslao qara meninos muito bem entes-
tados pelo baratsimo preco de 49500 cada um :
na ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem do
Pavao.
Madapolao a 3$.
Vende-ae peca de madapolao entestado com
JJlrl 1* Jf "> a 39 a peca: na ra da Imperatriz n.
60, loja e armazem do Pavo,
Gorguro de linho a 280 rs.
Vende-ie gorguro de linho de quadrinhos e
mesclados proprios para senhoras e roupas de
meninos e meninas a 280 rs. ocovado: na rna
da Imperatris n. 60, loja do Pavo, de Gams &
Sllfi,
Bareges a 6$ o corte.
Vende-se corles de bareges com 22 covados
para vestidos, ditos com aa aaias ja feitas a 6| o
corte: na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Grande pechincha em cortes
de vestidos na loja do Ikvao.
Vende-se finissimos corles de canniraia bran-
ca bordados com S babados grandes e de duas
saias pelo baratissimo proco de 49. ditos de cam-
Algodo e mada-
polao.
S Magalhes & Mendes.
Vende-se pecas de algodo trancado america-!
no com pequeo toque de cupim com 20 jardas a
peca a 395QO e 49, peca de madapolao entestado
sem defeilo a 39, urna duzia de meias cruas pa- !
ra homem por 12200 um par 120 rs., ditas finas
2gi00, urna duzia de lengos brancos com barra .
por 19200 um lenco 120 rs., psres de meias para! "ata de seda com babados bordados a49500, di-
senhora a 240 e 320 rs. muito finas, urna duzia Xo' de phantssia fazenda que sempre se vende
de aberturas ou peitos para camisas 2S4O0 uma Por 12* D,' Dalissimo preco de 69 cada um :
abertura 200 rs., mantinhas de crox para se-'S"."''1i'ie"lm11,611 loJa armazem do
nhoraa andar por caaa 200 rs. cada urna, pecas, p"So> de Gan" Sil'
de chitas de cores escuras com pequeo toque f.K..:.... .a v_
de mofo porm logo que se lave ca perfeita com L-ctmUraiaS (le CarOClllI10S
38 covados por 69 covado 160 rs., laziobas para S nn Pavn
vestidos a 280 e 400 rs. o covado, sintos doura- vnHA .a rim.S,. Jjt a *. v
dos a 29 Vende-se untssimos cortes de cambraia branca
( com carocinhos brancos e de cores tendo cada
peca 8 1)2 varas a 49 a peca : na ra da Impe-
ratriz n. 60, loja e armazem do Pavo, de Gama
& Silva.
Cambraias adamascadas.
Vende-se cambralas adamascadas fazenda mo-
dernsimas para vestidos a 49 a peca : na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Vestidos a 3#000 e 2^500
Vende-se cortea de vestidos brancos com bar-
rae e babadoa a 39 e 29500: na ra da Imperatriz
o. 60, loja e armazem do Pavo, de Gama &
Silva.
Laazinhas
para ves-
suissas
tidos
Laazinhas suissisjpara vestidos de senhors e
roupa para meninos muito finas fazenda que se
pode lavar a 560 rs. ocovaio, cassas suissas de
quadrinhos psra vestidos a 280 rs. ocovado, fus-
lo de quadrinhoa muito finos para vestidos de
senhors a 280 e 320 rs. o covado, popelina de
cores a 240 rs. o covado para vestidos, gorguro
de linho para vestidos e roupa para meninos a
280 rs. o covado, chitas novas aquille proprias
para roupas de senhoras com lislriohas muito fi-
nas a 280 rs. o covado tem 4 palmos de largura,
isto s na arara ni ra da Imperatriz loja e ar-
mazem n. 56.
Farinha de supe-
rior qualidtde,
a bordo do biate Santo Amaro: a tratar com
Fraga Cabra!, oa a bordo.
Alvaro & Magalhes.!
Estabelecidos com loja de fszendas na 9
$P ra da Cadeia n. 53, e achando-se de tt
A posse de um novo estabelecimento na >
: ra do Crespo n. 20 B, participan) a to-
W dos os seus amigos e so publico em ge- 9
|$ ral que dispe de um grande e variado em
g. sortimento de fazenda que tem resolv- !
w do vender dinbeiro por precos bsra- O
9 t>s8mos. Rogs-se squelles que tire- O
sft rem de comprar qualquer artigo de fa- Z
gk zends de se dirigirem as nossaa lojaa J
"g> cima indicadas qae sero ptimamente
A servidas. m
Oh! que pechincha
Vende-se palitos tizados e foliados finos para
denlea 2 masaos com 40 massinhos por 400 rs. na
rna da Imperatris loja da Arara n. 56.
para a njos.
Vendem-se na raa da Senzala Nova n. 30, cai-
xiohas com doce peraereco eoenin&do, recomaen-
daveis para* aojos la> projaiefo.
Saias bordadas a SJ500'.
Vende-se saias bordadas muito bonitas a 2S500
cada uma : na ra da Imperatriz n. 60, loja do
Pavo, de Gama & Silva.
Bales do Pavo.
Vende-se bales de bramante francez com ar-
cos sendo os que tem melhor armaco peto di-
minuto preco de 39 o 39500: na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem do Pavao, de Gama
& Silva.
Saias com arcos de linho.
Vende-se aa acreditadas saias com arcos de li-
nho qae fazem as vezes de balo a 39200 e a 49
cada uma, esta fazenda s hs na loja do Paro :
ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Ga-
ma & Silva.
Indianas a 240 rs.
A ultima hora acaba de chegar a loja
do Pavao.
Esta fazenda inteiramente nova de quadrinhoa
imitando as sedas, fazenda muito encorpada e
de cores delicadas propria para vestidos de se-
nbora e roupaa para meninos e meninas pelo di-
minuto preco de 240 ra.. o.covado : na loja do
Pavo raa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Vende-se na ra da Imperatriz
n. 63 o rerdadeiro gaz kerotine para
candieiros a 600 rs. cada garrafa.
Batatas.
As mais novas do mercado a 2J o gigo coa
uma arroba e 8 libras : no largo do Carmo n. 9
e ra das Cruzes o. 36.
Carlciriohas
300 rs.
Phosphoros do gaz multo boos a 220 rs. a duzia.
Ditos em caiza de folha a 100 rs. que s a
ceixa val o dioheiro.
Ditos de seguransa porque evita incendio a
loU rs. a cana.
Ditos de cera cains grandes a 400 rs. a cafa.
franjas de borlota para cortinado a 492OO a
Ditas sem ser de borlota a 2}800 a peca.
Dilas estreita brancas e de cores a 120 rs. a
Pedes de baleia para
400 rs.
Camisas de meia finas a 700 rs.
Capellas e rams psra noivas a 49500.
Enfeites db flores muito lindos s I/,
Caivetes finos de duas folhas para' pena a
200 rs.
Ditos de uma folha a 120 rs.
Agulbss francezas o melhor possivel a S40 rs
a caixa.
EofeiUs modernos para senbora a 59 61.
Meias para homem a 140, 160, 200, 240 e 280
rs. o par.
Ditas para senhora a 240,280.320 e 400 rs. o
par.
Ditas para menina e menino a 160. 200 e 240
rs. o par.-*
Fitas de linho a 40, 50 e 60 rs. a peca.
Linhas crexel nvelos grandes a 320 rs. o no-
velo.
Eoutras muitas miudezas que se vende muito
barato.
Esciicia de atril.
Para engommado.
Vendem-se frasquinhos com escencia de ail
cousa excellente para engommado porque uma
gota delta bastante para dar cor em urna bacia
da gomma tendo de mais a maia a praciosidade da
nao manchar a roupa como muitas vezes acon-
tece com o. p de ail. Casta cada frasquinho
500 rs. : na ra do Queimado loja da aguia bran-
ca n. 16.
Cambraias.
Vendem-se cambralas de cores de bonitos
elegantes desenbos a 280 e 320 rs. o covsdo : na
raa da Imperatriz, loja o. 20.
Oliados.
Vendem-se oliados pintados de lindas vistas e
paisagens, larguras de 6, 7, 8 e 9 palmos, pro-
prios para mesas de jantar a 2$ o covado : na
ra da Imperatriz, loja o. 20.
lival sem igual.
Bom sortimento.
Pentes de masaa finos lisos a 500 rs ditos dou-
rados a 19280, carrsteis de retroz maito bom a
320, escovaa para cabello muito boas a 800 e 19,
cartas de alfioetes de Iato a 80,100, 120 e 140,
escovas para unhas s 320 e 500 rs., linha de car-
tao de cor e branca a 30 rs., novellos do gaz a
30 rs., fitas de velludo de cor e preta de 120 a
i$ : na ra larga do Rosario, loja de Pedro Ti-
noco n. 36.
610.
Chapeos de sol de panno a 640 : na ra do
Queimado n. 44.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Paler & C,
rus do Vigario n. 3, um bailo sortimento de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
uma varieJade de bonitos trancellios para es
mesmos.
Malas para viagem
Vendem-se malas para viagem, de qualidade
mediana, e tambem da melhor qualidade que se
fazem na Europa : na ra da Cadete n.36, arma-
zem de Augusto C de Abreu.
Papel de peso a 2$ a resma.
Vende-se na ra do Queimado toja de miude-
zas da boa fama n. 35.
Charutos da Ha vana.
Vendem-se charutos da Havana de
superior qualidade em casa de N. O.
Bieber & C. successores, ra da Cruz
n. 4.
Obras de meta, prateado.
Em casa de N. O. Bieber & C. succes-
sores, vendem-se apparelhos completos
para almoco, porta licores, garios, fa-
cas, colheres para chae sopa, galhetei-
ros, copos e outros muitos objectos des-
te bem conhecido metal, pela sua boa
qualida je e dura cao : na ra da Cruz
n. 4.
O ether sulfrico
em garrafas : vende se na ra da Cruz
n. 4, casa de N. O. Bieber & C. succes-
sores.
O' que pe-
chincha.
Na ra do Queimado n. 39, loja de 4 portas,
vendem-se cortes de vestidos de seda pretos e de
corea, pelo diminuto prego de 209 cada corte ; a
elle, antes que se acabem.
Milhe novo.
O sacco 4#000. .,
Tem Fernandea Irmos, ltimamente ebegado
e JUo de Janeiro pelo brigue Veloz, em seu
armazem na travesea da Medro de Dos n. 13, e
no trapicha Bario do Ltrsmento.
Cd
quaresma
para
Ricos corles de vestidos pretos bordados a vel-
ludo, prego 80} para acabar: na ra do Queima-
do n. 11.
Nao ha quem venda pelos
presos,
Viado,
n 8.
s na loja do
na rna Nova,
Eit vendendo luvas
melhor que se pode
de torgal
encontrar
com vidrilho
em bordados
800
640
500
500
11000
12600
1J600
o
.....
Luvas tambem de retroz sem serem bor-
dadas a..........
Ditas ditas de dito para meninas a .
Ditas ditas de seda para ditas a '.
Ditas dilas de dita para senbora a .
Dilas ditas de dita bordadas para senbo-
ra a............
Ditas dilas de seda de todas as cores a '.
Trancas e franja pretas.
Mui delicadas trancas de seda preta com vidri-
lbo sendo de iuJas as larguras, de 30 a 500 a
vara ; franjas de seda com vidrilbo e sem elle
de 320 a 500 ; bicos pretos de lodss as larguras,
tanta com vidrilho como sem elle, por baratis-
simo prtco, e outros muitos objettos para qua-
reama, que a vista dos compradores no so en-
geita dinheiro.
Facam fogo no viado.
Seda lavrada a melhor que se pode encontrar
de bom e delicados gostos, que a vista do prego
nao ha quem deixe de fazer um rico vestido pre-
to para quaresma, pois, aproveitem a occasio,
pois quem oo flzer agora, no faz to cedo ;
esla loja ca bem conhecida, por Ocar bem con-
jroote a eamboa do Carmo, e ter o viado pin-
tado.
Escravo venda.
Na ra das Cruzes n. 28, segundo andar, ven-
de-se um prelo proprio para todo o servido, por
prego commodo.
Vende-se umi eterava crioul com um filho
mulatinhu de 2 mezes, a qual tem muito bom
leite e abundante: na ra Bella q. 32.
Vende-se uma eserava de omita figura e
moga, que enpomma e cose perleramente : a
quem quizer comprar se dir o motivo da.venda:
na ra da Cadeia Velha n 35.
Para acabar.
Vende-se uma porgao de espiguilha branca e
amarella, faz-se todo negocio que para fechar
uma factura : na roa do Queimado n. 47.
Farelo de Lisboa, saceos gran-
des, a 5$. de milho a A$.
No armazem da estrella, largo do Paraizo nu-
mero 14.
Ricos trastes.
Uma ppssoa qae se relira para a Europa vende
alguna movis com pouco uso, de mogno de pri-
meira qualidade e gosto moderno, os quaes sao :
1 guarda roupa com espelho, 1 dito sem spelho,
uma commoda, uma secretaria e um apparador,
ludo com lampo de pedra marmore, duai meaas
elsticas para sal de jantar, uma secreta, camas
de ferro com colxao clstico e sena alies, trea ri-
cos relogios para cima de mesa ijgumas machi-
nas modernas para lavar roupa de diversos tama-
nbos, etc. ; assim como um excelleote piano de
Jacaranda mliiramente nozo : para ver e ajustar
na ra do Imperador n. 55, fabrica de pisaos.
Pechincha
Pechincha admiravel
loja do Pavo a OJ
Vende-se pecas de bramante de inho
mro bastante encorpado proprio Ipara
encoes, toalhas, seroulas, camisas paa
1 rtotsetc etc., tendo cada peca 9, ra-
raspelo baratissimo preco de 10$ 7p^
ca, e tambem se vende meia peca po-
5# ou se retama a 400 rs. a vara : Im
ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zem do Pavao, de Gama & Silva.
alm ^W ^"^^



6
DI AMO DE PE WUMiUCO
A lf NO
ARMAZEM PROGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
largo da Penha
de
como sejo pera, damascos pe-
assucar
uito fino a 800 rs. e em porgio se faz abatimento.
differentes qualidades, em latas de 4 (8 e 5*8 por
muito novas por 2$500 e a retalho a
Vende-se ueste armazem de molhados os melhores ge-
neros que em a este mercado e por meaos 5 a 10 por cento do que em nutra qaalquar parte,
garantindo-se a boa qualidade, por isso rogi-se a todos osSrs. dapraca, de eogeoho e lavradoreso
favor de mandarem suas encommendas ao armazem Progresso, aflm de verem a difirenos de
prego e qualidade que faz, ae fossem comprados em outra qaalquer parte.
Mamteiga lUglea de primeira qualidade a 800 e 1*000 a libra, e am barril ae far
abatimento.
M.a\i\tt5\ga iravueexa a maii n0Ta, 640 mi, libril e #m Dirtil> g^,
** nySSOll 0 mais iuperor que na no mercado a 2*800 e 2*500, a libra.
i^lia VlUXVm imitand0 a perola, pela sua superioridsde a 3*000, e 2*600 a libra.
v> lid preiO onco para og oentes qUe 8e tratam com a homeopathia a 8*500 a libra.
yUClJOS dO ^^1*0 ehegedos oeste ultimo vapor a 2*800, ditos chegados no ultimo
navio a 2*500
AfUtljaS lOnTiBOS 0 que ha de bom oeste genero a 1*000, a libra e am porcio ae
faz abatimento:
V^^iJO pTalO 0 maif gaperior que lem vind0 a este metCado a 1*200 a libra.
Presunto ing\ei pata fiambre mBit0 n0T0, m Ilbra, e em por.
ci ae far batimento.
AjOSteletaS inglCZaS propri para fiambre a 800 rs. a libra e em porcao a 700 rs.
VrftXaUtO a TeinO de ap,ri0r qualidade a 480 rs. a libra einteiro, a 440 ra.
^aiaHl o methor oetisco -ue pode haver por estar prompto a toda a hora a 1| a libra, e
em porgio a 900 rs.
Toueinno do reino mail0 D0F0 a^g ri a Ilbra) e em barrilde 3 arr0bas a 7*000.
Cnouricas e paios de lombos a M0 a ^ em porcao se ( abali.
ment.
Isaas Com CUOUTUjaS J proojpta3 para se comer viadas a primeira ver a este
mercado a 2*000 cada urna.
Baima de poreo refinada em lala com 10 libt pot 4*500 cad. um..
Bamia de poreo mail0 flna aUa a 480 rs a libra # em btrtil a 400 rs
nHarn\elana imperial d0 afamado Abreu e de oulros mullos fabricantes da Lisboa
a 800 ra. a libra, e em porgo se faz abatimento.
Latas com rutas de doce em calda
ceg, alpexe, e gioga, a 800 rs. cada lata.
Marmelada de alperxe eni lalag de 2 ,bta pot 1#200 cada m..
Latas com amendoas conteitadas conlendo mji ^
candi, multo proprio para mimo, a 2*000 cada urna.
Doce da cisca da goiana m
Hoce scco e em calda
2*500 cada urna.
Cariota com bollo f rancez propriO para mimo a 560 r,
Paisas em caxinna de & libras
480 rs. a libra.
r igofc* 4a cainmadre muit0 no0li em caiias de 8 ljbras por lJ500i dil com 4
por 15500, ditas com 2 muito bem enfeitadas por 900 rs. cada urna e a retalho a 320 rs.
libra.
ErvlUias traneezas e portngnvzas
ditas em meias latas a 500 rs.
n&aeade tomate em iaias de \ ubra porsoo rs.
iamendoas de casca mole muit0 noT, m r9 Ubra
MOZeS a 120 rs. a libra, e 3*000 a arroba.
iV.meixas Irancezas e m lala8 com 3 iibras por 298oo, ditas com 1112 por 1*500.
AMeiXa pOrtngUtZaS a 3.20 rJ. a nbra e em calza se far abatimento.
Cnocolate nespnnola l300i dit0 francei a ,5200 dit0 pori,guez, 800 rs. a 11W;
aaoci-se a boa qualidade.
BOlaXinna d6 S0da em i8ias com differentes qulidades, a 1$440 rs.
Ma$ S para Svpa lelriai macarr0 e tslh'arim. a 400 rs. a libra e em caixa por 8S000 rs.
l"*lltOS Oe ttenteS ixado3, molhos com 20 macinhos por 200 e 280 rs. muito Gaos.
SeTejnS em frascos com 1 e 1 [2 libra por 800 rs.
*. ljvlO (rancezpara limparfaeasa 200 rs. cada um, em porcao se faz abatimento
ISOlaXinna ingleZa a majs n0Ta d0 mercado a 320 rs. a libra a em barriaa a 4*500
* para engommar, muito alva a 100 rs. a libra e em sacca se faz abatimento.
r Cl aC de post8 em iata9 das meibores qualidades de peixe que ha em Portugal a 1*600 rs.
EiSpermaseie aperor de cioco e seis velas por libra a 760 rs. a em caira, a 740 ra.
S**dinnnS de antes em latas, multo novas a 400 rs.
A-ipiSia mnio DOvo a 160 rs. a libra e em arroba a 4*500 rs.
WWatlaB a*a*l/C reQoado de differentes marcas e o mais superior que ha a 800 rs. a garrafa
e em caixa a 9ft
w innos engarrafados d0 duque d0 Porlo e de outr.s mailaiinarMs acreditadas
neste mercado a 1*200 rs. a garrafa e em caixa al2$000 rs.
* "**" m Ppa Porto, Figueira e Lisboa a 560 agarrafa eem caada3*500, 4* e 4*500.
^CrVCjl das njjjg acrediladas marcas a 5* rs. a duzia, a em garrafa a 500 ra.
nOmpagne das marcas mais superiores qae ha no mercado a 15* e 22*000 rs. o glgo
'Cognac lOgleZ a i()tm ri> a caixa e 12oo ra. a gaarafa.
Genebra de Ilollanda verdadeiraem frasqueira a 6*000 ra. e o fraaco a 560 ra.
Ginebra de latan Ja a 7^000 rs. a duzia am irascos a 640 rs.
Genebta IngleZa a t0j0OO rs. a dalia e a KUlbo a 1*000 a garrafa.
P litas do g%z 2,300 rg>, gr0M
* refinado em potes grandes a 500 rs. cada um, em porgio se far abatimento.
^-*i"^ lavado o que ae pode despjar ueste genero a 320 rs. a libra e em arroba a 9J500, dito mais
baixo a 280 rs. a libra e 88000 arroba.
em latas de 1 libra, por 640 rs.
Ra da Seozalia PJava n. 42/
YendVse am casi de S. P. Jonhsion & C,
Mllns e MlfadM ingiera, eartelatoK ecaaiajaa
bronieadoa, lonas ingleas, fio de ?el, chiwlM
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous eavatlos, e relogtos de onro Mtwrte
inglet.
Libras sterlinas.
Vandem-aa ne aactipUrlo ala lianoel Igwaio
de Oliveira & Filho, prac do Corpa Saoto a. 1.
Gollinhas
detraspasso bordadas em
cambraia fina.
.dndi!""ie a 7* ad" : Qu,i"
rilV^ *"a *'. A obra boa e
o tempo proprio ; a ellas, fres
*e acabem.
freguezas, antes qae
)ja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta loj por eaiar consta o te tata te a recebe r
perfumaras floas de iuii proprias Mcomoaendas,
Dnm ae pode dizer que est constituida asa deoo-
aito de ditas, tendo-as aempre doa melhores e
mais acreditados fabricantes, tomo Labio, Pivar,
Coudray e Societ Hygitnique, etc., ota.; por
aao, quflm quuer provar-eedo bom, dirigle-ee
a ra do Queimado, leja d'aguia branca o. 1i, qee
har aempre am lindo a completo sortieaento,
eudo de mate a oais a elegaocia doa frascos, e a
barateza por que ae vendem convida e anima ao
oamprador.
Capachos.
Veodem-ae capachos redondos elcompridos e
de diversos tamanhos, e os melhores que tem
vtndo a este mercado, palo baralissimo preco da
600, 700 e 800 rs. cada um, e tambam ha capa-
chos muito grandes e proprios para aof o mar
qaezaa para 1*400 cada am : na ras do Queima-
do, na bem conhecida loja de miadezsa da boa
fama n. 35.
Nissa da Russia.
1 Waek^cemcasadeN.O Bieber &
C, tucccssore, rna da Crnx n. 4-
JMuireantiques de co-g
res bonitas a 2.000$
e 2.500 o covad f
.Rm do Crespo n. 17, Guimares & J

M9M*
som segundo.
para entreter me-
Taixtts
para engenho.
Grande reducgo nos precos
para acabar.
Braga, Son & C. tem para vender na rna da
Hoeda taixas ae ferro tuado do mui acreditado
fabricante Edwin Maw, a 100 rs. por libra, aa
mesmaa que se vendiam a 120 rs. : quem preci-
sar dirija-te a ra do Trapiche a. 44, armazem
de fazendat.
Souhall Mellors & C, taodo recebido or-
dem para vender o aeu creacido deposito de ralo-
giua visto o fabricante ter-ae retirado do nego-
cio ; convida, portanto, s pestoae que quizertm
pottuir um bom relogio da ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-ae da op-
portunidade aem perda da tempo, para vir com-
pra-loa por commodo prejo no aeu escriptorio
roa do Trapiche o. 18.
Vendem-se caixes va-
ziosal$: nesta typographia.
N. O.Biebtr & G.aucceaaorea.raa da Cre
u. 4, tem paravenderrelogioaparaalgiboira da
ouro o prata.
Gneros baratos.
Vende-se manteiga franeeza a 640 rs. a libra,
cha a 25400. tuucinho a 320 rs., arroz a 100 e
120 rs., linguica a 560 ra., passas a 500 rs., ba-
nha de pnrco a 440 rs., velas de spermaceta a
760 rs., de carnauba a 400 rs., batatas a 60 e
120 rs., patuco a 160 ra ervilhaa a 110 ra., gar-
rafies com 5 garrafaa de vinagre a t*200 cada
um, agurdente de canoa j engarrafada a 500
rs. a garrafa, esprito da vioho a 1*400 a caada
e S40 rs. agarrafa, azeitedecarrtpato a 400 rs.
a garrafa, dito de coco a 480 ra., milho a 330 ra.
a cuia, arroz de casca a 200 rt. em saceos mais
barato : na travessa do pateo do Paraizo n. 16,
frente pintada de amarella com oiiSo para ra
da Florentina.
Cera de carnauba de pri-
111 eir qualidade.
Vende-ae em porcio e a retalho de ama aacca
para cima, e por commodo preco: na ra da Ma-
dre dt Dos confronte abotica n. 80.
* *^sifj w^k asBv wa*arwsjar^^a** vwvaeswinPivavwcSi
I Liquidado
A lojademarmore.
f| Boarous de cieemira para senhora a
Manteletes de grosdenaple a
Lequaaade sndalo a
Bournasde caiemira para meninos
de todas aa idades a
Graode sortimento de esscirrilbaa,
trancas e fitas de todaa as corea para eo-
fcites de vestidos por precos mais bara-
tos do que em outra qualqaer parte
Na ra do Queimado n. 55 loja de miadezas
de Joa de Azevodo Maia e Silv., asta vendando
^mm mludezas por precos j sabidos e co-
Crdad4l"P*nn" d" ***** t0d" qo'U'
Nvelos de linha qae pelo Umanho a todos
admirara a
Ctixaa de agulhas francezas a
Caixaa com alneles maito fios a
Canas com apparelho
nlnoa a
Ditas ditoa graodea a
BaralTios portuguezes a 120 e
Groza de botoes pequeos para calca a
Teaonraa para unhas maito finas a
Ditas para costura muito superiores a
uaralboa fraocezes para voltarete muito fi-
nos a
Agulbeiroa com agulhas francezas a
^nivetes de sparar peonas de 1 folha a
Pecas de tranca de lia com 10 varaa a
Ditae de tranca de lia de todaa as cores a
rares de sapaloa de tranca de lia a
Cartaa de alfinetea francezea a
J.rM d.! ,U.T" flo Escocia multo finas a
uitas ditas brancas grosses a
Escovas para limpar deotea muito floas a
Masaos com superiores grampoa a
Lartoea com colxetea de algum defeilo a
Ditos de ditos superiores a 40 e
Dedaes de fondo de ac muito auperiores a
corladores para vestidos de senhora com 4
araa a
Caixaa com colxetea fraocezes a
Cartas de alfloetes de ferro a
Charuteiraa muito finaa a
Tinteirasde vidro com tinta a
500
120
1*0
60
240
500
200
ISO
400
400
320
80
80
200
800
11280
100
320
100
200
40
20
60
100
MENOS DEZPORGEMTO
NOS ARMAZENS
PROGRESSISTA
STOM
DE
36
DUARTE ra das Cruzas de Santo Antonio 36.
9
80
40
80
1*000
160
Ditoa de barro com tinta auperior a
Areia preta e azul muito fina a libra a 120
Tenbo nova remesaa de labyrintbo para ven-
der por todo preco. aaaim como tenbo trancas da
aeda differentes corea para vender por todo di-
nheiro que offerecerem.
Itfbita attenco.
Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
perador n. 40, vndese roupas feitas
de todas s qualidades pelos preqos
mais baratos possiveis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os reguezes com-
prar porque pechincha.
Algodo da Baha.
Proprio para roupa de cacrecos e saceos de as-
aucar : vende-se na rus da Cruz n. t, escriptorio
de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
libra, em porcio se faz abati-
luteresse publico. ]
Offerecido' pela loja dej
marmore.
A loja de marmore teado de apresen- j
lar concurrencia publica o que ha de j
maia novo em fazeodaa, tanto para ae-
nhoraa como para hoaaena e meninos,
sendo qae para eate flm espera de aeus
correspondentes de Inglaterra, Franca e
Allemaoha as remesaaa de aeus pedidos,
tem resolvilo, antes de apreseotar o no-
vo sortimento. liquidar as fazendas exia-
tentes, o que effeclaari por precos m-
dicos e para cujo fim convida o respeila-
vel publico a aproveitar-ae desta emer-
gencia.
wmmtmmmmmmmm
Novo sortimento de cascarri
lhas de seda
A loja d'aeoia branca acaba derecebertm nove
e bello aortimente de cascarnlhaa de aeda de
multas e differentes Ores, e vende-se 1*500
6 2*600 ris a pecar, aa ra do Queimado loja
d'axuia arenca n. 16.
Meias pretas de seda 1:000
o par.
Vende-ae meias pretas de sed, e de mal boa
branco e maia superior que h no mercado propio para missa a 640 rs. a garrafa a em ca-lqotlidade, para seohoraa, padroa i 1*000 o
caada 4^800. l par, por eatarem principiando a mofar, e calando
. Por boje dei fim ao meo repretorio at a chegada do primeiro vapor viudo da Europa, pelo!ellas calcadas nada ae conhece, na roa do Quei-
.ju-il espero noro sortimento e nao serei preguicoso em o publicar ao respeilaval publico. (mado loja d'aguia branca n. 16.
SeVftQl&uA de Franca a mais nova do mercado a 280 rs. a
ment.
^** t5^ maito novo e alvo s 320 rs. a Hbra.
K TIHUE Ao rein0 d,s marees SSS e galega a 140 rs. a libra.
*& a0 Maranho alva e ebeiroza a 160 rs. alibra e em arroba a 4*800,
HenriAYiaS cas muito novas a 160 rs. a libra.
W cl im.liarHi'c doce ,je Ltaboa a 720 rs. a garrafa, afiance-se a boa qualidade.
w magre dg Lilb01, a40 rg a garrafa> e em canSda a i*soo.
l lli llO rjberez a 1*600 i garrafa e em caixs se faz abatimento.
Dito
A boa fama
vende flvelas para cintos o mais bem dourado qae
possivel e dos maia lindos gostos que tem viodo
a este mercado, pelo baratistimo preco de 3*500
cada urna, carteiras com agulbaa aa maia bem
aortidaa qaeae pode deaejar, e em quaoto a qua-
lidade oio pode haver nada melhor, pelo barato
preco de 500 rs. cada carteirt, pennaade ac ca-
ligraphia verdadeiras a 2* cada caixinha com 12
duzias, ditas de tanca verdadeiras n. 134 a 1*200
cada groza, ditas muito boaa anda nio cooheci-
das a 500 ra. a groza : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezaada boa fama nu-
mero 35.
g Roupa feita muito g
barata. &
Sobrecasacoa de panno prolo muito fi- ^
no, paletotade dito, paletota de casemi-
ra de cor, ditoa pretos, ditoa de fustio, 3
ditos de ganga de cores, ditos de brm *
decrese braocos, calcas de casemira i
preta e de cores, ditas de brim braoto e *
de corea, ditaa de gangaa, colletea de "
velludo preto e de cores, ditoa de gor- f
gurao, ditos de fustn,ditos de brim bran- *
co, camisas de lioho, ditas de algodao !
brancas e de cores, seroulas de linho, I
ditas de algodao, chapeos de sol de seda
ioglezea os melhores em tamaoho e qua-
lidade, ludo ae vende por barato preco a 1
dioneiro'iata, na loja daa 6 portas ra d
do Queimado emfreote do Livrsmento,
est aberta at as 9 horas da noite.
a 800 rs. a libra;
a 1*100 a libra e inteiro a 1W>00.
Caivetes finos pa-
ra pennas.
Caivetes finos para aparar penna, de duasfo-
Ihaa, a 200 ria cada um : na loja da Victoria na
ra do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Caixinhas para confeitos e
presentes.
Muito lindo sortimento de caixinhas muito lioj-
das para se botar confeitos ou mes ti o com ellas
valias se mimosear urna menina, pelos barat-
simos precos de 320 at 2*500 cala urna : na lo-
ja da Victoria na ra do Queimado n. 75, juntla
loja de cera.
Ooadros de moldura doi
rada e preta.
Lidos quadroa de moldura dourada e prejta,
com eatampaa, pelo barato preco de 5* que s
moldura val o diohetro : na loja da Victoria
ra do Queimado n. 75, junto a loja do cera.
Panno de algodao d
Baha.
Vende-se no escriptorio de Antonio Lu da
Oliveira Azevedo & C, rea da Cruz n. 1.
No vos e lindos
enfeitespara vestidos pretos
e de cores, e roupinhaa de
criancas.
Em apropriado tempo receben a loja d'aguia
branca um bello e completo sortimento de eofei-
tea de aeda para vestidos pretos e de corta, e roa-
pinhas de crianzas, sendo trancas e bordad >s de
oovoa e lindos desenhos, e difflceis tecidos. com
os qaaes pode-ae com gosto e moderoissime en-
feitar qaalquer vestido ou roapinho de criunca.
Ao passo que ditos enfeites a todos feralmente
agradara, a commodidade dos precos anima ao
comprador, e esta verdadeaer verificada per to-
dos que aa dirigirem i dita loja d'aguia brinca,
roa do Queimado o. 16, cujo precos estio mar-
eados naa amostras, aa qaaes se darlo coni pe-
nhores.
Luvas de pellica
Brancas e de cores para hornero, e senhora, che-
gtdaa ltimamente per 24500 rs. o par : na loja
do fiado na roa Nova o. 8.
Taberna.
Vende-se ama taberna propria para am prin-
cipiante por aer bon lugar, na esquina do Forte
do atattos, faz frente para a ra da Lapa e para
o largo em trente ao chafada tica do correr da
desembarque n. 12.
n -', aLargo do Carino
Ch" hC ^ rft nCeZa a mais nova a 70 rs- a nbr en bffil 600 rs.
PhA ^SSPn mais suPerior W* n "o mercado a 2*400 a 29800 a libra.
p. 1U9 h,d9 melhor neste genero a 2*500 e 35000 a libra.
rul Sret0 muit0superior vind0'primeira vez aonom mercadot 2200 a,bra
/ffr.Slble:te,.h0r qU ^ d R' 6m ,aS d* m' "b" O em porcao
*" i
^"^So SMOO lcIdaura!heg,d0S neSt U,lm0 Vapr' m e dM**** *
Queijos londrinos que h, de fflelho; nesle^^
V^Oijos prato como nunca ve0 ao mm mercad0
r! Lc?ri5 Srau,, -'" 86 "ib"" "*-h--
Latas.c ZXSSStitF"* s *-*-
Jc!!. f.t,S(, ^'versos tamanhos, savel, sardo, pargo. pescada^cavalla, lingui-
dos frito., atm mareoado, robllos e lulas de tigelsda, de 1*300 a 23000 a laU.
OUCTmoslJ2040r! "'tf "^T 8 32 a Hbra e 9500 a a"oba a *
temos para 240 rs. a libra e 6*500 a arroba.
Baiina (Je pOi CO em latas cora 10 libras por 49400 e 480 a libra.
mi. a Hk. r de ,odos os conserveiros d Lisboa, era latas de libra e
meta e a libras a 750 rs.
Latas coio frutas em oalHn
. .. *" ^mn como sejam pera, pecego, damasco, alper-
xe, ameixas e gmja, a 700 rs. a lata. *~m-* tf
viarmelatla u, Alperce em latas de 2 libras por 1*000 coda u..
UOCe da CaSCa da Olab. a700rs.e er pocrloaef.r.batimento.
o CCS seCCOS de differentes qualidades em beetas muito bera arranjadas a 3*000
Cartees com bollo frttncepWpr0,P.i.a,B.-.5oon.
I inii em cuxinhns de 8 Hbr-,s ..hoo.uo. a libra.
IgOS ^Jp0ma(ire muito novos era cixinha de 8 libras e muito bera enfeitadas e
a 2*200 e 320 rs. a libra.
Krvilhas francesas e portuguesas a64o 720 a lata.
MaSS i de tOUlrte em latas de i l.brra a800 rs.
Araeudoae dti casca mole Buil0 novas, 40o rs. a libra.
i.^f OZ(3S muito novas a 200 rs. a libra.
AlIieiXaS Irtn(fcZ S era latas com S libras por 4*000 e a 1*000 a Kbra.
vil 'COl^te IleSpdllllol a 1*200, francez a l000eporlogueza 800 rs. alibra.
oOl XI lili n U SOda em laias com differentes qualidades a 19400 a lata..
JlaSS'lS para SOpa maio e talharima 240rs, a libra e a caixa por 59000.
l^etria muito nova a 320 a libra e 6*000 a caixa.
t^ailtOS ilXadOS para deiUes era molhos com 20 macinhos a 200 rs.
JerejaS frascos de libra e meia a 700 rs.
JfUlO r Td liCCZ para limpar facas a 180 rs. e em porcio S8 far abatimento.
Esperma Cete SUperur sem avara a 740 e em caixa a 720 rs. a libra.
Sardnhasde Nantes
AipiStH muito nova
imZLlie doce refinado de diverjas marcas a 80U rs. a garrafa e 99000 a duzia.
Bolacliinha
Goiua
milito novas a 400 e 600 rs.
a 160 rs. a libra e 4*500 arroba.
ioglezaa mais nova do mercado a 300 rs. alibra o 49200 a barrica.
muito alva a 80 rs. a libra e 2*400 arroba.
HUIOS engarrafados duque do Porto,g enuino. Porto fino, madeira secca, Carcavellos, nc-
tar, feitoria, velho secco, Mu^catel a 1*200 a garrafa e 129000 a duzia.
IJItCS em pipa Porto, figueira e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa ede 4*000 a 4*500 a ca-
ada.
3erwt ja das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia.
vjI1: 111 pl IIII jas marcas mais acreditadas que h no mercado a 149 e 209 o gigo.
UOgtl&C nglez a 109000 a caixa e 19000 a garrafa.
(xltleOra d* Holl llda verdadeira a 69500 a frasqueira e 600rs. o frasco.
Dita de aranj a 6500 a duzia e 600 rs. o frasco.
lita lllgleZa a 99 a duzia e 800 rs..a.garrafa.
Pi llt S do gaZ a 29500 a groza e 240 rs. a duzia de caixas.
^.-> 1 retinado em pacotes de mais de urna libra a 2^0 rs. a era poreio lera abatimento.
Late dO til O o melhor que ha no mercado a 280 rs. a libra e 8*500 a arroba.
SeVatnha de Frailea amis nova do mercado a 340 a libra.
^agU muito novo a 320 a libra.
Farflha do YlarailllO mnito alva nova a 160 rs. a libra e 49800 a ar-
roba.
Veli8 de carnauba e de coraposico a 400 rs. a libra e% 129
a arroba.
Vinagre piirO de Lisboa 240 rs. agarrafa e a 1800 a caada.
Gl'O de blCO muito novo a 200 rs. a libra.
4 'eras SecC^S em aXllll'Sdeoitolibrasa29500a640rs. alibra.
i.vlarraS^|UinO ver euracu, rosa sublime e otaras qualidades de 19500 a 29 a garrafa.
15at *:tiM em gigos de urna arroba por 29000 e 80 rs. a ilbra.
i>OniinllOS os mais novos do mercado a 800 rs. a libra
Er Va doce muito nova a 400 rs. a libra.
Caiiell- superior a 19 a libra.
t-zUarUtOS verdadeiras superiores a 29 a caixinha de 50.
Salmn em lataS com duas libras o mais bem arranjado que tem viudo ao mer
cado a 19400.
Vlantega eiir lataS com 4 libras a melhordo mercado lacrado ermeticameme a
39200 cada urna.
Vinagre 6m garridas com 5 garrafas de superior qualidade a 19200.
Ararut'rl verdadeira muito nova a 320 a 1 bra.
Alm destes gneros encontrar o respeitavel publico era nosMS armaiens um completo
sortimento de tudo tendente a molhados.


-
I
i
DIOM)
91
A".
Palmatorias de vidro e de la-
to para vellas.
Vendem-se bonita* palmatoria* de vidro lapi-
dado para vallas a 19200, e ditaa da lati mui
DOTaa e limpaa a 400 rs- : na ni* do Qoeimado,
loj da Aguia branea n. 16.
ea auTaTadB!tfl"l''Tch^ I Pellos de fustao lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Guimaraea & Lux, donos da loja da mluda*
da ra do Qaeimado iu.no, bv fama, participial
o patuco qn o m
comptetameuie prdVl
tendente ao ocMMaMfttao>Mto, e muitoi
outro* objectoa ata oslo, asado quaai todos rece-
oidoa da auaa propriaa eooommendas ; e estando
ellea ioteiramente raawWUaa a nao venderem
nado, ifliojim vender mais barato do que outro
qaalqner ; e juntamente peaem ao aoua devedo-
rea que ibas maodem ou venham pagar os aeua
dbitos, aoD pena de aeren) juatigado*.
Cbegaram de Liaboa so btigue Eugenia,
dona bonito* borro* e ama barra, o* quaea ae
vendem por barato prego : para ver, na cocheira
do'largo da Aasembla o. 4. a para tratar, noe-
cripiono de Antonio Luu de Oliveira Azevedo.
AGENCIA
DA
Fundid Low-Moor,
ate Senzalls Nova n. 4.
Neste estabelesimento continua a haver um
completo sortimento de moendas e metas moen-
das para engenho, machinas de vapor e Uias
de farro batido e eoado de todos os lmannos
para dito,
Vende-se am terreno Da ra do Hospicio
qsasl defronte do quartel, priprio para edificar-
ae urna casa, tendo 40 palmos de frente e 146 de
fundo, cono alicerce : a tratar na rus do Trapi-
che n. 14, primelro andar.
Ra da Seuzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120 rs.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'agaia branca acaba de receber por
amoatra urna pequea qaantidade de fivellas
doaradaa e esmaltadla para cintos, todos de no-
vos e bonitos moldea, e tambera dooradis que
parecem de ouro de lei, o qua s com experien-
cia ae coohecer nao o seren, estando no moimo
caso as esmaltadas, e aaeina mesmo vendem-ie
pelo barato prego de 2J500 rs. cada urna, na rea
do Qoeimado loja d'aguia branca n. 16.
Gestiuhas ou cabases para as
meninas de escola.
O tempo proprio daa meninas irem para a
escola, e por iaao bom que vio compostas com
ama daa novas e bonitas cestinbaa que se ven-
dem ca rea do Queimado loja d'aguia branca
n. 16.
Vendem-se barros gordos e mansos : no
engenho Jurissaca, do Cabo: a tratar alli com o
Sr. Domiogoa Praociaco de Soaza Leo.
Arados americanos e machinas
T>ar lavar roapa: em casa de S. P.
Johnston & G ra da Senzalla Nova
u. 42.
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DI
B4ST0S & IEG0
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande o variado sortimento de
roupas feitas, calcsdos e fazendas e todoa
ettea as vendem por prego* milito modi-
Ocadoa como 4 de seu costume,aaaim como
aejam aobracaaacoa da auperiorea pannoa
s capeo feitoa peloa ultimo* figurioo a
69.18, 30 a35, paletota doa meamo*
pandos preto a 16g, 18f, t09 e a 249,
ditos de casemira de cor mesclad o a de
no vos padroe a 149.169. 189.209 e 249,
dito* aaccos das meamas caaemiras de co-
res a 99. 109,129 e a 149, dito*pretoa pe-
lo diminuto prego de89, 109, e IIJ, dito
de aarja de aeda a aobracaaacadoa a 129,
ditoa de merino de eordio a 129, ditos
de merino chines de apurado goato a 158,
ditoa de alpaca preta a 79, 89, 99 o a 10,
ditos uceo* pretoa a 49, diloa de palna de
seda fazeoda muito auperior a 49500, di-
tos de brim pardo o de fuatao a 35500, 49
e a 495OO, ditoa de fustao branco a 49,
grande quantidade de calca a de casemira
preta e de corea a 79, 89, 99 e a O, ditaa
pardas a 39 a a 49, ditas de brVtn de cores
finas a 21500, 39. 89500 o 41, ditaa de
brim braocos Ana a 49500,5$, 59500 o a
69, ditaa de brim Ion* a 5 o a 61, colletea
de gorgurao preto ede eora a 5f e a 6
ditoa de casemira da *or e pretoa a 4150
a a 59, ditoa dluto branco e de brim
s39 eaSOSOO, ditos d brim lona a 41,
ditos de merino para luto a 49 o a 49500,
caiga de merino para luto a 4f 500 e a 51,
capa de borracha a 99. Para meninos
de todos os tamandoa: caigas decaemira
prefa eds cor a 5f, 69 e a 79, ditas ditaa I
da brim a 2|, 39 e a 39500, paletota aac-
cos ae easemira preta a 6f e a 7, ditoa
deaor a 69 a a 7J, ditos de alpaca al39,
aobreeasacoe do panno preto a 129 e a
14, dito da alpaca preta a 59, bonets
para menino de todaa as qualidades, ca-
misas para meninoa do todoa oa laman no,
meios ricos vestidos de cambraiafeitos
para meninas de s a 8 annos eomeineo
babados liaos a 89 e a 2f, ditos de gorgu-
rao de cor e de la a 59 e a 69, ditos de
brim a 39, ditos de cambraiaricamente
bordadoa para baptiaadoa,e muitaa-outrae
fazendaa e roupas (eitas qae deizam de
aer mencionadas pela sus grande qaanti-
dade; ssira comoreeebe-aetoda eqaal-
quer encommenda de roupas para ae
mandar manufactura r e que para eate flm
temoa em completo sortimento defazen- \
das de goato o ame grande officine da ai-
raate dirigida porem hbil meatre qae
pela sua pro.mptid e parfeigao nadadei-
xa a desojar.
Liquidaco.
Braga, Silva & C, em liquidaeo, convidara
aos seus devedores a virea saldar seas debito
deotro de 30 das, e participara qae medidas ter-
minante aero empregadas contra os que ao
comparecerem.
Urna barcada.
Vende-se ema barcaga do porte de 35 caizaa,
encalbada no estaleiro do mestre carpioteiro Ja-
cintho Eleabo, ao p da fortaleza da* Cinco Poo-
tss, aoode pode ser vista examinada pelos pre-
teudtes ; vende-* a preso ee a dioheiro ; a
tratar com Manoel Alvea Guerra, na ra do Tra-
piche n.14. .
H? Mobilia.
Na ra da Camboa do Carmo loja n.
12, vende se toda a qua! i da de de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phantbasia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
pa+ie; "tfFf'i&& a quifraiflcf HeroUM
de encommenda eom a snajor brevida-
de e o maior apuro da arte.
Veadem-e bonitos peilos de fuatao lavrado e
(rangado para camiaas a 500 ra. cada um, fasen-
da mui boa e eocorpada : na ra do Queimado,
loja d'agaia-branca n. 16.
Novo sortimento de tiras bo
dadas em ambos os lados,
loja d'aguia-branca reeebeo um novo e lin-
de sortimento de tiras bordadas em ambos os la-
des, e coDlioa a vender baratamente e 19200
cada tira, e oulras de bordadoa muitolargos a
29000, o melhor que posslvel em tal genero,
a todat ellas, pela largura que teem, podem ser
divididas ao meio, pelo que se toraam baratas!
W*!J '" d0 Queimado, loja d'aguia branca
a. lo.
Gollinhas e manguitos de pu-
nhos bordados.
Na loja da egoia-braoca vendem-se gollinnhae
e maaaeitoe de puohos bordados em fina cam-
braia transparente por 28500 tudo, o qae na ver-
dad e baratiaaimo : na ra do Queimado, loja
d'aguia-branca n. 16.
predio venda
Vende-se a cass de doos andares e sollo, raei-
gua, no neceo das Miudinhas o. 8, avahada em
2.000, a qual rende 1 1|2 por cent o ao mes; na
ra do Trapiche o. 14, primeiro andar, ba pessoa
aalorisada pelo proprictario para effeetaar a ven-
da da mesma cata.
Entremetas
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'ageia branca ae acha um bello sorti-
mento de ntremelos bordadoa em fina cambraia
transparente, e como de seu costume est ven-
dendo baratamente a 18200 a pega de 3 varaa,
tendo quantidade baatanle de cada padrao, para
veatidoa ; e quem tiver dtnheiro approveitar a
occasiao, e manda-loa comprar na roa do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
t
Para a quaresma S
Na ra do Queimado!
10. f
n.
LOJA DE 4 PORTAS
DI
>Ferro < MaiaJ
' Vendem-se as seguales fazendas :
9 Manteletes pretos bordados muito ricos.
1 Csaiaa prens bordadas idem.
U Ditaa ditas lisas.
9 Seda* pretaa lavradas a 19. 19280, 29
k e 21500.
: Grosdenaple preto corado 19, 1?800, 29
9 e29500.
b Sarja preta lavrada covado Ig&OO e 29.
I Dita dita lisa covado a 19500 e 1 $800.
f Casemira preta muito fina corte 59, 69,
I 79, 89 e 99.
(Panno preto a 39, 49, 59, 69, 79, 89. 99
e 109000.
9 Biquissimos cortes de seda preta borda-
b, dos a velludo a 609. 709, 8O9 e 909.
? Riquiaaimoa cortea de grosdeoaple preto
para vestido com bsbadinhos e duas
sai a s a 45$. 50, 6O9 e*705.
s
Mi
VISITA
aat i ob
M
lavas pretas de torcal
para meinas a 500
rs. o
par.
RA DO QUEIMADO M!A6
jSRANDEOlTIMEBTo
3Q
Sortimento completo de sobrecasacos de pai
feitas a 25J, 28f. 30f e 85f, paletota acasacadoade panno preto de 16 ato 259, flitoa de casemira
de cor a 159.18f 20J. patetots saceos de panno e easemirs de 89 at 14, ditoa aatwos de alpaca
Ser!?6.?A-M^t6,,,^br^d^,JpMa,merin6d*7,l.l0'M,5M P"" de casemira de
89 at 14g. ditos de cor de 79 at lOg, roepas para menino de todoa os tamanhoa, grande sorti-
mento de roupas de brins como seiam caiga, paletota e eoireUe, aorttment de ottetes pretoa da
setim, easemira o velludo de 49 a 9|, ditoa para calamento a 59 o 69, paletota brancoa de bra-
mante a 49e 5f, calcas brancas mailo finas a 5|,e am grande aortimento de fazendaa flni e mo-
dernas, completo sortimento do caaemiras iogletas para homem, menino e aenhora, aeralas de
lioho e algodao, chapeoa de sol de seda, lavas de seda d Joavin para homem e senhora. Te-
mos urna grande fabrica de alfaiale onde recebemos encommendaa de grandes obraa, qae para
isso eit sendo administrada por am hbil mestre de semelhante arte e um pessoal de mais d*
ncoenta obreiroa eacolhdos, portento executamos qualquer obra com promptidio e mais barato
do que em ostra aualquer caa.
Cartees de visita de novo gosto
Srtoes de visita de novo gosto
rtdesde visita de novo gosto.
Urna duzia por 16#000.
Urna duiia por 161000
Urna duiia por 161000
Urna duzia por 165000.
Retratista americano.
Retratista a marica do
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Roa le Imperador
Boa do Imperador
Raa do Imperador,
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Noe armizen* do caes do Ramo na. 18 e 86 e
na raa de Trapicbe Novo (00 Recite) n. 8, ae
vende gaz liquido americano primeira qualide-
de e_ recente meo te ebegado a 149 a Uta de cinco
galloea, assim como se vendem lataa de cinco
garrafaa e em garrafas.
Superior cal de Lisboa.
Tem para vender em porgao e a retalho Anto-
nio Leiz de Oliveira Azevedo & C., no sea es-
bsm eriptorio ra da Cruz n. 1.
Rival
sem segando.
i
s
i
i
Agulhas imperiaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em vistis sempre
vender o bom, mandos vir, e acabara de chegar
aqui (pela primeira vez) as superiores agulhas
imperiaes, com o fando dourado e mai bem fal-
ta, sendo para alfaidas e costureiras, e cusa
cada papel 160 rs. A agolba assim boa anima
e adlanta a quem cose com ella, e em regra ao
mais baratas do qee as oatraa; quem as com-
prar na ra do Queimado, loja d'agaia branca n
16, dir sempre bem deltas.
Colleceoes de estampas.
Acaba de chegar a loja da aguia branca urna
pequea quantidade de collecgoes de finas e
grandes estampaa a fumo, representando ellea os
martyrio* do Senhor em 14 quadroe, oa quaea
ao bem acerladoa para qualquer igreja oa mes-
mo casa de quem leoha gosto de as possuir;
chegou igualmente outra pequea porgao das
procuradas estampas morle do justo e a morta
do peccador : acbam-se a venda somente ns ra
do Queimado loja da aguia branca n. 16.
Talhares para crancas
A loja da sgnia branca acata de receber a sos
encommenda dos preciosos talhares para criangaa
e os est vendendo a 320, 400 e 500 ra. confor
me a superioridsde delles: na ra do Queimado
loja da aguia branca n. 16.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na raa do Qoelmsdo n. 22,
se encontrar um completo aortimento de grva-
la de seda pretas e de cores, que ae vendem por
prego baratisstmos, como sejam : eaireitinhas
pretas e de lindas cores a 19, ditas com pontaa
largas a 19500, ditaa pretaa bordadas a I96OO. di-
taa pretaa para duas voltaa a lf ; na mencionada
loja da boa f, na ra do Queimado n. 22.
Vende-se ums mulata escrava de 20 annos,
boa cozioheira, eogommadeira e perfeita costu-
reira, com um filho de 6*nnos : na raa do Qoei-
mado o. 44.
Novos bonets de velludo, e
marroquim dourado.
Na loja d'agaia branca vende-se mai bonito
bonets de velludo, e marroquim dourado. os
quaes ao agora mui nacestanoa para oa meni-
noa que vo para a escola e qaem os quizar com-
prar mata baratoa dirisir-se raa do Qoeimado
loja d'aguia branca n. 16.
As verdadeiras pennas ingle-
zas caligraphicas.
A loja d'aguia branca acaba de receber aua
encommenda das verdadeiraa pennas de ago
roglezaa caligraphicas, doa bem conhecidos e
acreditados fabricantes Perry & C., e apesar da
falta que havia deseas boas peonas, com lodo
vendem-se pelo anltgo prego de2/000 a eaiiiuha
deuma groza, quantidade ets que ae falaifica-
das nao trazara. Para livrsr de engaos, as ca-
linitas vo marcadas com o rotulo qae diz. Loja
d'agaia branca ra do Queimado n. 16.
Sal de Lisboa.
Vende-se a bordo da barca portugueza Eipe-
tanca, sal de Liaboa limpo e redondo ; a tratar
aa ra do Trapicbe a. 17.
Veode-ae am terreno em Santo Amaro,
noto ao boapital ingles, com 700 palmos de fren-
e, em muito eom estado. a tratar na ra do
Trapiche o. 44, armazem da Braga Son V C
Vende-ae macarro. aletria e talbarim a
240 re., arroz a 100 e 190 rs., caf sanado puro
a 360 rs., erva mate a 240 ra., aha branco a 200
ra., alpista a 160 rs-, aaaacar branco a 100 e 120
rs. proprio para doce, gomma a 100 rs. a libra e
29560 arroba : eat torrando, Seales & C. raa
do Cordonis n. 1.
Novo paquete das novidades
23-Rua Direita-23
Neste novo estabelecimento achar o publico am grande sortimento tendente a molhados
I tudo por preco mais barato do que em outra qualquer parte :
Kaoteigt ingfeza especialmente escolhida a 800 e 960 rs. a libra.
Dita francesa a melhor do mercado a 720 rs. a libra.
Queijos flamengos ebegado* no ultimo vapor a tSSOOe 31.
Cha byion e preto a 29 e 29680 a libra.
Vioho engarrafado doa melhorea autorea a 19 o 19200 s garrafa.
Vioho de pipa proprio para pialo a 500 e 560 s garrafa.
Marmelada imperial doa melbores autores a 900 rs. a libra;
Ameixaa porta gera a 480 rs. a libra.
Psssas muito novas a 500 ra. a libra.
Latas com bolacbiohsa de difireme qualidades a lf400.
Conservas ingleses as melbores do mercado a 800 ra. o (rasco.
Massas, talbarim, macarro o aletria a 440 ra. a libra.
Cerveja daa melbores msreas a 560 a garrafa.
Genebra de hollaoda aeperior e 500 rs. a botija.
Velas de carnauba a 440 ra. a libra.
Ditasde eapermacete e 760 rs. a libra.
Vinagre paro de Lisboa a 320rs. s garrafa.
Arroz a 100 e ISO rs. a libra.
Alpiste a 160 rs. a libra.
Toaciobo de Lisboe a 860 ra. a libra.
Alm dos geoeroa annunciados achara o publico am grande sortimento de am todo tenden-
te a molhadoa mais barato do que em outra qualquer parte.
ARMAZEM
ROUFAPBPPA'
Joaquim F. dos Santos.
40Ra do Queimio-40 %
Defronte do becco da Congrega gao letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre am sortimento completo de roapa faite de
todas as qualidades e tambem ae manda executar por medida i vontade dos fregue-
ses para o qae tem am doe melhorea prefseaorss.
Na roa do Queimado n. i5, defronle do sobrado
novo, eat dispoalo a vender tudo por prego que
admira, aaslm como aaja :
Fraacos de agua de lavando muito gran-
des a 800
Sabonetes o melbor que pode haver a 320
Ditos grandes multo finos a 160
Frascos com rheiros muito finos a 500
Ditos ditos muito bonitos a I9OOO
Garrafaa de agua celeste o melhor a 19000
Frascos com baoha muito superior a 240
Ditos dita de urco fioissima a 600
Fraacos de oleo babosa com cheiro a 240
Ditos dito dito a 320
Ditos dito nito a 500
Ditos para limpar a cabeca e tirar caspas a
Ditos dito philocome do verdadeiro a
Ditos com baoha tranaparentea
Ditoa com superior agua de colonia a
Dita, fraseos grandes a .
Fraacos de maca; oleo a
Ditos de opiata pequeos a 320 e
Ditoa da dita grandes a
Tara um resto de lavande ambreada a
Linha branca do gaz a 10 rs., a tres por
doos, e fina a
Dita de carto Pedro V, com 200 jardas a
Dita dito dito com 50 jardas a
Carretei de linha Com lOOjardss a
Duzia de metas croas muito encorpsdasa
Dita de ditas muilo superiores a
Dita de ditas brancaa para aenhora, mui-
to finas a
Vara da bico da largara de 3 dedos a
Dita de franja para toalhaa a
Groza de botos de lonca braocos a
Duzia de phospboros do gaz a
Dita de ditoa de vela muilo superiores a
Pegas de fita para coa de todaa as lar-
I garas a
Carteiras com agulhas.
A loja d'agaia branca acaba da despachar car-
teiraa com agulhaa de mui boa qualidade, e ez-
cellenle aortimento, e aa eat vendendo a 500 rs.
cada ama ; asaim como recebeu igualmente no-
vo aortimento das agulhaaImperiaea, fundo dou-
rado, que continuam s ser vendidas a 160 ria o
papel, isso na raa do Queimado loja d'aguia
branca n. 16.
Argolas de ac para chaves
vendem-se 200, 240, 320. 400 e 500 ris, na raa
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Vendem-se luva pretas de torgal em bom es-
tado para meninas de diversos tamaoho a 500
ra. o par: oa raa do Queimado loja da agata
branca a. 16.
Agua de lavander e pomada.
Vende-ae auperior agaa de lavander ingleza
pelo baratissimo prego de 500 e 640 ra. cada fras-
ee, pomada maitissimo fina em poa grandes a
500 e a 19, vende se por lio barato preco pela
grande quantidade que ha : na ra do Queimado
na loja de miadezaa da boa fama n. 55.
Bicos de Hnho barato.
Vende-se bonitos bicos de lioho de doos a
quatro dedos de largura fattenda multo auperior
pelo baratiaaimo prego d* 240. 320, 400 e 480 ra.
a vara, vende-se por tal prego pela razo de ea-
tarem muito pouca coasa encaldidos, tambem se
veodem pagas de reodas lisas perfeitsmeme boas
com 10 varaa cada pega a 720, 800 e 19. ditaa
com salpito muito bonitas e diversas larguras a
I92OO, 19600 e 29 a pega, ditaa de seda a 2 ca-
da ama pega : na roa do Qoeimado na bem co-
ohecida loja de miudezas da boa fama n. 35.
Linhets de. cores em nvelos.
Vende-se linhaa de coree em nvelos fazeoda
em perfeitissimo estado pelo aratisaimo prego
de 19 a libra : na raa do Qaeimado loja de miu-
dexaa da boa fama n. 35.
Meias pretas de seda.
Vende-se meiaa de seda pretas para aenhora
fazeoda muilo aaperior pelo baratissimo prego
de I90 psr : na raa do Queimado na bem co-
nhecida loja da boa fama n.35.
Aos fabricantes de velas.
O migo deposito de cera de carneaba o sebo
em pao e em velas, eatabelecido no largo da As-
sembla n.9, mudoo-ae para a roa da Madre de
Deoa o. 28, qeasi defroote da igreja, onde conti-
na a haver om complato sortimento daquelle
gneros, que se veadempor pregos razoaveis.
Veode-sa por qualquer negocio ama quarta
parte do sitio e casa de viveoda no logar do Pe-
res, fr'gnezia dos Afogados, sendo a caaa edifica-
da a 4 para 5 aonoa, de padra e cal, muitas ar-
vorea fructfera novas, cacimba principiada de
agua doce, eatribaria, etc., tendo a casa 4 quar-
toa, 2 salas, cozinbs fora, porto : a tratar na
ra do Queimado n. 47.
Sementes
deHaaiburgo.
De hortaliza e flores.
Vindaa pelo ultimo vapor Inglez: na raa da Ca-
720 dla do Recife loja de Vid*l & Basto*.
900
900
400
500
100
500
800
500
Escravosfugioo!-..
20
60
20
30
29400
4$500
31000
1211
-80
120
240
240
Froco fino e seda frouxa para
bordar
vende-se ns roa do Qaeimado loja d'ageia branca
n. 16, onde se achara completo aortimento.
Rival
Caiaca* ae panno preto a 401,
&|e 309000
Sobrecasscoa de dito dito e 359 e 309000
Paletota de panno preto e de co-
rea a 359. 309. 259.109,189 209000
Ditoa de casemira de cores a 229,
lSf.129.79e 99000
Ditos de alpaca preta golls de
velludo fraacesaa a 109000
Ditoa de merino setim pretoa a
de corsa il|t 89OOO
Ditoa de alpaca de corea a 59 e 89500
Di toa-de al paca preta a 93,79. 59 a SfSOU
Ditoa de brim de coree e 5f,
49500.49 e r 39500
Ditos de bramante delinho b an-
co a 69. 5f a 49OOO
Ditos de merino de cordo preto
altfe 89000
Calesa de cssemira prets a de co-
res a 129. 109, 9|, 7f e 69OOO
Ditas de prlnceza e merino de
cordo preto a 59. 69500 e 49500
Ditas de brim brsaco sde cores a
59. 49500 O lg500
Cale de ganga de corea a 3|000
Gollete de velludo preto e de co-
rea Heoee bordadoa a 129,99 o 89OOO
Ditoa do caaemira preta e d co-
res lisos a bordadoa a 69,
59500,59 31500
Ditos de setim preto
Ditoa de seda e setim branco a 6 e
Ditoa de gorgurao de seda pretos
a da cores a 7, 69, 49 e
Ditos de brim e fustao branco a
3|500. 29500e
Seroulas de brim de Hnho a 29 a
Ditaa de algodao a I96OO e
Camieaa de peito de fuatao branco
ede corea a 29*00 e
Ditaa de peito delinho e 59, 49 e SOOO
Dita de madapoln brancaa e de
corea a 89. 29500, 29 a
Chapeoa pretoa de maaaa francaza
forma da ultima moda a 101.
81500 a
Ditos de feltro a 69. 59, 49 e
Ditos de aol de seda ingleses a
francesea a 14|, 129. llf e
Colarinboa de linbo muito Anea
novo* feitioa da ultima moda a
Ditoa do algooo
Relogios de oaro patente e hori-
zontal a lOOf, 909 80J e 70|000
Ditos de prsta galvaniaados pa-
tente e horiioniae a 409 e SOfOOO
Obrss de ouro, aderegos e meios
aderegoa. pulcelraa, roala a
aneia a f
Toalbas de linbo duzia lOf, 69 o 9f 000 f
Ditas grande para mees as 39 e 490Qo
59OOO
59OOO
59OOO
39OOO
29200
19280
29200
1J600
79OOO
29OOO
79OOO
9800
9500
sem igual.
Com bom sortimento.
Enfeites preto* com franja a 59500, fivelas de
ago muito bonitas a 19500, agulhas francezss cur-
tas e compridas a 60 rs., carreteia de lioha de
200 jardas a 60 rs., ditas de Alezanders a 80 ra.,
ditaa de 100 jardaa de cores e branca a 30 rs.,
certoes de clcheles com aua carreiras a 60 rs.,
ditos de urna a 40 e 60 rs. : oa raa larga do Ro-
ndo d. 36, loja do Pedro Tino g.
armazem de fazendas
DE
Santos Coelho
Rua do Queimado n. 19.
Leogoes de bramante de linho a 39*
Cobertaa de chita finas a 29.
Ditas a prego da I98OO.
Cambraias pretaa muito finas.
Colcha de fuatao muilo lindas a 69.
Esleirs da India da 4, 5 e 6 palmos de largo
propriaa para forro de cama e aalaa.
Lencoee de panoo de lioho fino a 29-
Aigodo moostro a prego de 600 ra. a vara.
Toalhas de linho para meaa a 49-
Ditas de fustao para mos, cada ama 500 rs.
Baldes para meoinaa.
Feyao.
Vende-se faijao malatioho ea saceos, muito
novo, o por prego barato: na ra Dirata a: 8.
Vande-s aa casa sita na ra Imperial n.
194, defronte da Cabanga.
Na rna da Imperatriz numero 48, junto a pudaria tranceza:
Vende ** seda* eiceeeias de bonitos gostos a 109, cambraia liaa a peca 11800, 2|5W,
39500 e 49. cortea de cambraia brancaa cao barra de cor 29800 eSt, dito* branco* bordados a
3*500 e 41500, duzia de meiaa pare aeohora a 29500. djiae fl-iaa a 39500 a 49, ditas croa para
hornera a 9. flnaa a 29500* chales de tarUtana a 649 re., ditoa de algoHo alcozoado a 1$. aulli
nfaaa muito fioaa bordada* a 640 e 800 ra., manguitos modernos manga btrto 800 fj. maagoi
toa, gollrobaa eeemten feites pra aeobo a 6| 89590, cintos curados d bonitos gosto a 2|, 39500 89. cbapeoa so
Miados para bal ..jo a 39 9. ditos a homem a
6, lengos de casta grande duzia a 28400, ditos do caoTbraia bordados a 200.240
donaples preto fia > 18800 "B o vado, ricos mantelete* pretoa de fNaMMaMtre 80, 28* el
panno arelo Boo a 82 e 89600 o covado, fil lisa arenco multe are a 649 a vara, dilo twrd
1*990 e outtae maMee (aseadas por preces commodo. a*lm como aa grande aorlimeate
roupas faitea por procos qne admira: na foja de farades Porto.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Cassas fraoeezas de bonitos gostos a
320 rs. o condo, luvaa O trocal pretaa
e da sads a 500 ra o oar, chita france-
las largas escuras s 240 rs. 0 covado,
ditas finas a 260 e 580 rs., fil de ttoho
liso a 640 r*. a vara, tarlataoa fina do
todaa aa cores a 800 rs. a vara, leogoa
brancoa com barra de cor a 19400 a du-
zia e 126 rs.cads um, meiaa para ho-
mem a IftOO a duzia e 120 rs. o par,
chitaa para cobrta de bonitos Seae-
nhos a 220 rs. o covado, pecas de bre-
Unaa 4* rolo a 2*. titeado cambraia liaa
om 6 1|2 varas a39. muselina encar-
nada a 240 rs. o casado, calcinhaa para
meoinaa d escola a 1* O par, pellos
par esmisa trances e de coree a. 200
rs., pee*s do cambraia branca de salpi-
co a 39500, algodao entestado o melhor
a 700 ra. a vara, dito branco paro toa-
lhas alfa vara, eeteites dos asase mo-
deroo* a garibaldi a 6. loja est abar-
la ata as tJcsjaVdj poiie.
ffugio da Estrada Nova, onde pernoitava,
indo para o engenho Tres Alagoas, no Cralo do
Bom Jardim, o mulato eacravo dos signaos se-
guales : cabello carapiobo, altura regular, cheio
do corpo, peroas grossas, cara larga, olhos papa-
dos, denles limados, falla ronca e groisa, ponas
barba, espionas no rosto, cicetrlzea as nadegas,
idadb 20 para 22 annos : quem o apprehender,
ser generosamente recompensado, levando all
ao Sr. Joaquim Travassos Sarinho, oa neela pra-
ea a Andrade & Reg, ra do Creapo n. 8.
Fugio do abaizo asaigoedo dona eacravoa.
um no di 10 de fevereiro prozimo paseado, e ou-
tro no dis 17 de fevereiro prximo psssado de
62, ambos Irmos : o 1.* Loiz, cabra, de idade 27
aonos, boa aliara, sem bsraa, olhos abotoadoa e
grandes, um pouco amarello, que eslava em re-
medio, e tem o dedo da mo direita junto ao po-
legal aleijado por ter mettido em ama roda de
mandioca ; o 2. chama le Jos, crioulo, ida-
320 de 22 sonos, sem barba, testa grande, boa altura,
I um pouco secco, muito prosista, e quando est
em p diretto moalra ter aa barrigas daa pernea
cabidas para iraz, tem marcea de relho eaa r>a-
degaa de urna fgida que fez para Cruangt, e des-
coofia-ae que elle fosse para Goianna om des-
tino de assentar praga, e por isso pego a qual-
quer capilo de campo que o prender, de o coa-
duzir a seu senbor no engenho Serra Grande, da*
tricto de Alagda Grande, termo da cidade de A-
reia, que pag-se1009 por cada um.
Antonio Galdioo Alvares Nabaco.
Fugio de bordo do patacho nacional Espa-
darte o eacravo de nome Francisco, africano, de
46 annos de idade, catalura regular, cor preta e
nariz chato. Como descoohece e trra, cre-se
nao ter sabido da cidade ou seus srrabsldes:
roga-se. pois, a quem delle souber, queira apre-
seola-lo ou dar noticias: na roa da Cruz n. 3,
eacriptorio de Amorlm Irmos, qae ser recom-
pensado.
Ausentoo-se da cass do abaizo aasignado
no asbbado 8 do correte, o seu escravo de nome
FernaDdo, cor cabra fula, altura regular e corpo
reforgado, sendo o dito escravo canoeiro da fa-
brica do Monteiro, consta qua as vezea anda no
Campo Verde onde tem coohecimentos, tendo
por costume tocar rebeca e viola : roga-se por-
tento aa autoridades policiaes e capites de cam-
po a sua aprehengo.levando-o a ra do Apollo
n. 6, deposito da fabrica do Monteiro.
Jos Guilfaerme Guimares.
Fugio no dia 20 do correte de bordo do
patacho tCapuam, o escravo crioulo marinhei-
ro de oom* Aotonio, idade 19 aoBoa pouco mala
ou menos, altura regular, rosto comprido e com
alguoa aignaes de bexigas, levou caiga e camisa
azul : quem o pegar leve-o ao escriptorio de
Antonio Luiz de Oiveira Azevedo 4 C. roa da
Cruz o. 1, ou s bordo do dito patacho que ser
generosamente recompensado.
Fugio no dia 16 do correte, da casa re seu
senbor, o escravo de nome Laurenlino, crioulo
de idade de 24 annos, pouco mala ou menos, com
os aigoaes segutntes: alto, cheio do corpo, pica-
do de bexigaa, aem barba, rosto redondo, tem
falta de dente na frente, falla gago, tem no lo-
f;ar daa canellaa das pernas um poseo grossas,
svou camisa de riacado de algodao americano,,
caiga do meamo algodao azul, j foi visto com
roupa branca nests cidade, procurando qaem lhe
desee ama caria em nome do senhor para poder
sabir para fora da praga a titulo de procurar se-
nhor, filho de Nazsrelh, seo officio 6 pedeiro :
roga-se, porlanio, a todis as autoridadea poli-
ciaes que o prendsm e o mandem levar pada-
rta do pateo da Sanls Cruz n. 6, ou capites de
campo, ou qualquer pessoa qae o levando ao dito
sea enhor aera bem recompensado.
Fugio do engenho Cordeiro um escravo de
nome Luiz, crioulo, idade 36 annoa, pouco mais
ou menos, altura regular, rosto comprido, betgos
grossos, espalando, e com um sigoal de corte no
peteogo, anda da roupa branca, foi visto no Re-
cite, Iraz urna bicuda, e consta que pasSa a noite
pela estrada nova, dorme no partido do ouro :
quem o apprehender e levar ao dito engenho,
ser generosamente recosa pensado.
100.000
D-ae a gratiOcagio de 1009 a quem pegar o
eacravo Manual conhecido por Manoel Francisco
cujo escravo do abaizo aisignado, tem os sig-
naos aeguinte : cor mualo, catatara regular, ca-
bellos catapinho, os dous denle* de .cima da
frente grandes, rosto comprido, quando anda
muilo nspigado, msito deaembarsesdo no fallar,
bm feilo de pete ruaos, diz que cose aoffrive
de alfaiaia, ate eacravo foi do flaado tenenta-
corooel Bernardo Antonio de Mimada eeobor do
eogeoho do Brua, no Casanga aonde foi na aci-
do e criado e muito conhecido naquelle legar,
tendo ido vendido pelo Sr. Dr, Graciano de Pau-
la Baptita no dia 22 da fevereiro prximo pas-
eado rugi no dis 86 dd meamo otos, este ea-
cravo j eateve fgido quando ra do S,r. Baptu-
ta, para aa baodaa da el iade de Olinds ou Beheo
ribe e vtnha vender carvo nesta cidade tasto
que fot pgalo na ra da Gala eom aona carga
de earvao, muito de sopear qae tensa mee>d-
o nome e que ae mnale de forro : roga ae as
autoridades policiaes e capites de campo a ep-
preheoto do dilo eacravo, assim como ae grati-
fica com a qnaotia cima a quem o tMaaeer oe <
derootleia certa aoado este assim como dea de JA
ae protesta contra qaem qoec que o tenha aeoo-
*-s Albieo ds SUta Leal.
*#*
JaT
M anta/ V





----------
---i*-____ -^-r --: .- .
48
DIARIO DE PE1NAMBDCO. *-. OOMIi OttA _7 DB M4tC0 D MI
Liiteratura.
Estados crticos pop Leonel de Sampaio.
i
-4nionio Augusto Soares de Pauot.
Penetrado desUs cooviccoes, o poeta anda
Mgico, anda mutila o hornera na ana razio,
mas ja camioha com pasaos seguro?, j tem una
luz clarissirua que o alluraia, concebo-a.- muito
. bem, que possa viver, oio alegre e feliz, mas
resigaado e melaocolico, nBo jubiloso e festivo,
mas no seio de urna serenidade maviosi. A ele-
gi espontanea.
Naturalmente se langa nos bragos da religiSo,
e as anas meditaces nao sao desvaradas, as suas
eatrophesnio sao continuadamente interrompida
por ajuelie descabellado Away 1 atoay de lord
Byron, mas elle conserva-se grave e magestoso
no meto dos vdos do mais elevadolyrismo, efr-
na escola.
Noto estas diftorengas entre Byron e Lamartine.
Um, por urna deploravel confuso, proscreve si-
multanesmente o bem moral, ideal, que existe
dentro do espirito, idea innata, elemento cooati-
tutivo do homem, com o bem real, realisado,
volvido, social.-
O outro, pora, curvando o cabega dianle das
nogdesmoraes,. do bom. do bello e do ideal, as-
sume ama altlludeseverissima neranle a sua ma-
niHlnit progressiva e nao qur crer nella. By-
ron nao se limita a protestar cor/Ira as injusticas
ociaos, vae procurar o bem na sua origem e
mata-o nascengs.
Lamartiae, reservado egravisaimo, se deixa por
um momento as profundas niedilagoes, em que
concentrara a sua ellecgo, se se digna sahir al-
guna instaates, do campo sagrado do seu interior
P"J a rea circumscripta das exterioridades im-
perfeilas, 4 para lamentar que a obra de Deut
esteja por concluir, para prantear a anomala
terrivel e incomprehensivel do espirito em busca
da verdade e da creago ioaensirel, dos desejos e
de uqs contentamentos, das aspiracdes tamaobas
e da realidade tao pequea!
Parece-nos, que pelas recordages de leitura
rfjne tenho elaborado ao lempo que vou pensando
este artigo, fcil ver, que, fora do lynamo de
Lamartine e de Byron, nao possivel na actuali-
dad^ engenhar nenhuma mais escola, cenhum
mais genero lyrico, com pretengoes de alguma
originalidade, que noseja deduasuma :
Ou urna nova combinado amalgamada das duas
escolas europeas, queja sao um progresso mui-
to palpavel das ideas modernas ; ou a inspirago
franca e pura do porvir, a inspirago do pro-
gresso, a inspirarlo da democracia, como j te
vislumbra em grandes e vivos claroes nos versos
de Vctor Hugo, e de que descubro paludos ves-
tigios no nosso Soares de Passos, como para
dianle direi, v
Eu nao entro aqui na melindrosa questo de
investigar se o acaso da arte se aproxima, se a
philosophia e a scieocia-leuden) a obsorver a
poesa e as bellas-letras. Passo por cima d'essas
quesles transcendentes, que.nao devem ser agi-
tadas seno em artigo especial, e como crelo que
] expend certas ideas, que julgava indispensa-
veispara me fazer entender, passo a fallar direc-
tamente de Soares de Pasaos.
A poesa desle grande talento a meu ver,
urna mistura de byrooianismo o de lamartinismo,
mas parece-me que o primeiro entra como ele-
mento mais importante na combinago das duas
ndoles. Nao serei en quem me illuda com os
correctivos, que Soares de Passos cura de appli-
car com alinelo demasiado visivel aos gritos de
entranhado scepticismo, quelhe escapam a cada
passo. Aquello Goal da poesia A vida para
mim urna cousa postiga e sem sigoicagao ; a
poesa Consolago lambem me nao falla
alma ; o mesmo me acootece com certos artificios
delinguagem, a meu ver. inuteis nocivos, que
sao como um vu, debaiio do qual o poeta pro-
cura esconder o seu pensamento.
Nao 1 para mim Soares de Passos nao appa-
rece n'esss poesas. Descubro-o na poesia En-
fado, b na poesa Tristeza, na poesa tDeseu-
gano > e na poesia c A vida, que um resumo
de todas as suas ideas exageradas e melanclicas
e um fiel espelho da sua pbysionomia taciturna.
Ahi que eu descubro o poeta sem creogas, sem
aleatos, sem esperangas, sem f, ralado de sau-
dades, atormentado por dolorosisimas reminis-
cencias, gotejando sangue do coragao, chorando
o choro amargurado e queimador da decepcio I
Ah que eu reconhego o poeta verdadeiro "ins-
pirado do deslenlo, que, sem ousar erguer os
olhos para o cu, aperta o seio anciado com me-
do de que o corarlo lhe estile dentro de dr e
de paixo I
Supponde um homem, como Byron, desenga-
do da existencia, e, como Lamartine, concentra-
do em si meamo, e tendes o autor d'esse immor-
tal lvro de poesas. Se quem salvou o primeiro
foi a irritabilidade de sua natureza e quem res-
gatou o segando foi a sua predisposigo religiosa,
esse homem, que a natureza opprimiu com a fa-
talidsde do genfe, sooegondo-lhe o desifogo que
considera a oulros mais felizes, vae pregar a mais
perigosa dasdoatrinas, e, se elle proprio chegar
persuadir-se d'ellas, ser a primeira victima da
sua fatalidade!
Soares de Passos cahiu na imprudencia de to-
mar a serio as theorias irracionaes d'essa escola,
que vinda de longe, se filia a lord Byron, o qual
como um apostlo que nao er na celigtao que
prega, dava as minudencias de sua vida conti-
nuados desmentidos as suas exageradas imagi-
nages. Lord Byron declamava contra a mulher
e murmurava-lhe aos ps diarias confidencias de
amor ; declamava contra a amisade, e viva ro-
deado de amigos -, mettia a ridiculo os santos
sentimentos do coragao humano e obedecia-lhes
s inspiragoes ; inveclivava contra a inanidade
da existencia, e viva no seio dos prazeres, das
commodidades e da opulencia.
Mas Soares de Passos, cujos instinclos eram
menos impetuosos, foi mais lgico e mais des-
gragado, que elle. Os ltimos das de sua vida
passou-oselle em tao rigoroso recolhimento, que
ae admirava a gente de como pudessem inspira-
POLHETIJI
ORIGINAL 00 DIARIO DE PERNARBUCO.
A CARAPcTdE MEU TO
RECORDARES DE UM HOME V VELHO.
POR
YOMALE.
(Continuaro do Diario a. 67.)
XX
Jlavia j alguns segundos que eu ouvira por
duas vezes o apito do contra-mestre, chamando a
equipagem manobra, e a voz do nosso velho
commandante, dando algumas ordeos para segu-
rar a artilharia de bordo.
Parece que tinhamos a lutar com alguma tem-
pestado, pois o mar aquielra-se um poueo, as
velas pendism indecisas ao longo das vergas, e o
ar se tornara tpido e rarefaito, como acontece
quaai aempre antea das grandes conrulses da na-
tureza.
Todos eonierraram-ae immoveis e atteotot: a
equipagem em seas postos, os paisageiros reco-
lhidos na cmara. Smente eu permaneca dis-
trahido junto A luz da lanteroa, lendo esas* car-
tas de amores.
Sr. Julio, disse-me o commandante do bri-
gue, approximando-se mim e interrompendo a
minha leitura; o senhor faria bem em descer
quanto antes para o seu alojamento.
Por que, commandante ? acaso embarazo eu
aqui a exeengo de alguma manobra1
Ni embanca, nao ; Tamos, porm', ter urna
boa e bella tempeatade, e eu nao o aconselharia
qua flcissedqul no co'nvez.
Usa tempeatade 1 Ah I commandante, se o
permitte.... ficol Ha muito que desojo presen -
cearnm espectculo detsa natureza.
Veja lil Olhe, que se cahir ao mar, nin-
guem o ir IA procurar; redarga o commandan-
te, que, desde que eu me embarcara, mostrara
alguna predilecco pela minha pessoa.
Nao tenha recaio ; son lebrinlio de um re-
gos to grandiosas, como as suas, bebar-s eo-
!_?._* _t*i,ro W**f turta, longe do ar
puro, do sol e da osterou 1 Dizem que alie era
estremecido de sua familia que nenhuma vida
toe era toleravel, que nio (osee a domestica ; as-
ira mtsmo, besa amargas, besa tralos, bem do-
i0us Iba detUm ser as horas den solitaria
vida, que votaste A medltsgio do paasado, A
evocacao dos sombras adoradas dos que elle bm
sabia que nunca sala tornara ver Bailante
vexeo a cabega fatigada Ibe cahiria sobre o paito.
e sentina na testa urna febre mortal, um suor
de agona, comparando o passado con o presen-
te, o alvor de seus annos e os tao prematuros dias
de sua velhica.
E nao sao iapressdes, como estas, que Moti-
vos meimos ao 1er easas paginas barmooiosas 4
Nao tos pesa ama nuvem no coragao, do princi-
pio aofim, meamo quando o poeta lenta sacudir
o predominio importuno da sua ioamensa melan-
colia f NAo ha n'eases meamos sorrisos, que ap-
parecem furtivamente por entre a beata mulls
dao de lagrimas, um ar de tristeza, una sombra
de amargura, como a que passa pelos labios de
urna mulher ao fallar do homem, que ella adorou
e que arraatou deshonra f
E' escusado diasimula-lo. Por esto lado, o l-
vro de Soares da Passos, apezar dos correctivos
que lhe tentn dar seu autor, profundamente
mmoral. Eu nio quero insistir mais lempo nes-
la observago, porque comideragoes peculiares
me estorvam de urna explicado completa. Dei-
xo slsudez do leitor o cuidado de seguir as re-
flexoes a que dA margem esta minha nota.
31" lenho di(0> PreB> al este Pnl creio
que bastante para denotar qee, por todos, os
lados, tanto pelo lado aproveitavel como pelo la-
do repugnante, a poesia da Soares de Passos, so
mesmo tempo que partilha das daas escolas ly-
ncas, destaca-se deltas e mostra um cuoho da
origioalidade.
Dai combinacio dos elementos diversos dess
poesa resalta um perfume, que nao se eooontra
naa obras mediocres que, ou desmentem grossei-
ramente os originaes da sua inspirago ou os apre-
sen tara com servil fidelidade. Aqui qee ae re-
conhecem as grandes vocages. Por esta quall-
dade ou por sua alta que se aralia ou a incapa-
cidade do artista ou a sua aptido e genio.
Mas agora contemplo eu o antor da Viso do
Resgate e do cAojo da hamanidade debaixo de
urna nova luz. Raia urna aurora Miz, em que
o oevoento sceptismo que habitualmente lhe pesa
no coracio, ae desvanece e o deita em socego.
Novas idaa o preoecupsm. Ergoe os olhos pa-
ra o cu esorri-se de esperangt ede prazer.
Nao sei se oo Aojo da humanidades, essa obra
prima do poeta, v alguem um grito de amargu-
rado descooforto. exhalado entre lagrimas, em
momento de triste coutemplago. Eu nao posso
ouvir, ao meio de tanta msica, de tanta melo-
da, de tao fluecle lyrismo. esse grito pavoroso.
Aquello mysterioso avante, com que o poeta re-
mata o seu canto, nio me pode recordar a ira-
perturbabilidade severa di natureza perante a fe-
bre do homem ; falla-me das promessas da nzAo
e das probalidades consoladoras da historia ; fal-
la-me de em Deus immutavet e de aeus iosonda-
veis designios ; falla-me do mesmo dedo, que
conserva as lels e a harmona do Cosmos, o que
conduza humanidade para altos destinos. Nio
prescindo de associar esta poesa Visio do Res-
gate. A rederapgio, que n'uma dellas se pro-
phetisa explicitamente, propbetisa-ie aqai ao
modo das sybullas, em ama palavra, fugitiva, mis
tremenda, cora urna s expressao, mas essa ful-
minante I
gloriosamentelrevestidost; o Olvido
saavissima toada ; folgas
espiritos e corifies.
jT
perseguem
excessivamente eata
E forca, wm.iuT Isjdo,
penna para eacrever de fajares
poisdo sjuite-qiiotchssaooqut.,
fAriiif*ta Pw. a liparetalidade da critica
nao n deve desmentir oo resiste.
a.h ?-0B m um ,eD]f P0Mia Je Passos.
?e ttl,PfH stindo lio arU-
dsmente aa suas ideas, ereio que elle se torne
i. .i a.C0IP",d' aa suas inaplragbes do
umaalocusaoUo digna o lio benita, porquo no,
-i!? qttV* mn curaos de llogaagem sao li-
iudos. O sen vocabulario nio copioso
U>rneio da pbrase revela-me o calor do santo ver-
k-P^**"t,"*" ni0 me l8tnnha a ligao doa
archivos da liugua. ^
Nao ser, porm, a leitura e o taludo doa lirios
fhi!,ei..qll" 0.-tt,ent0 M*b4 recorrer aos
theaouros da Unma porluguexa, a porque o man
gosto da sopsrficiiltdade os nio aprecia ? Como
queiram ; mas o certo que Soeces de Passo sa-
nta a llngua de sua trra com menoa perfeicio do
que se fazia preciso para a expansio e dasabro-
efeamento da aua imaginativa prodigiosa I A ca-
da passo encontr es mesmas phrasas e repeti-
das ; presialo muitss vezes o genio embancado
com aa paa da exprsalo e nio sei se i digno
de um artista de tal quilate o pouco pittoresco e
pouco vanado desta porte superficial de sua poe-
Nio tenho, porm, oulra arguigo, que fazer
ao mavioio poeta, o eolio, reagatado cono lhe
vejo este defeito por tao grandes bellezas e lio
estranhos merecimentoa, oio hesito em o cha-
mar o nosao primeiro lyrico d'aquella osela mix-
ta, que cima apootei. A poiteridade o deci-
dir.
[Diario Mercantil do Porto).
pi do outubro deve estar queimada
" at otado deste mez dove estar
e limpa. como para plantar feijlo'
.iJ? *-f-*In"o ttiogulr oo
M*. oo cabocudu. como dea kenkeos, ou for-
mgas de cara.
J.6'!0.!.".0 Pr,BdBlf'* Plan.taglo do algodao
fiL?,Jil,rL"6/atoto! Egcoln". entre oa mais
5!5r!,aD,lh.ad0rM' 5a- Ju,8" uncientes
paraeovar As coras sarao feitas em lio has rec-
i""'D,,,t,!eU"C0B dncia de seis palmos
!,!. 2. 00lra' ,res Psimos de ova
??*i la /?.?: E,tM C0T" deTetn tr meio
rol .^.P.r0"i!ldl4-' ,A' "' Ve ae flze-
IT,. J.V .' ,r5 P''dore8 deitaodo nel-
im as somantes de quatro a cinco, o as cobrirlo
om mui pouca trra solta; quanto tape
mente.
a ae-
?.. eJ (or nuiu ou em 'orroea neutraliza
a sabida da planto, o asatm falhs. Ns primeira
EBa,..a *.!* 0i "doeiros tirerem um
nmH a allura' ,e "rao os mais rseos,
nn ., 8?,a em "da C0Ta trea P*' D u-
vs^&wr* uMti" "p,aot"
u0'i^LDJ?as._c,P,08s Ao iodispeosaveis para
,.ii.:. ~ r luuia^rusaveu para
S..mh" Don,al?odao' a Pri,Hei d i rf?.? a mela',0 d* d<8nbro, conforme
exigir o creecimeoto do mato
ou capim
Agricultura.
Com eetas revelagoes de um talento novo o
poeta iuscreve-ae entre os sdeptos das grandes
ideas modernas, os creles, os chriilaos de hoje,
oa redemptores da intelligencia humana. Urna
vereda nova se abre diante de aeus passos ; ho-
ruontes Ilimitados ae lhe estendem dianle doa
olhos ; o poeta, mediado o novo estadio, sent em
sua intimidado estr-anha robustez. O estro lbe
afllue e a inspirago que lhe vem da banda do fu-
turo, d-lhe altos brios.
Teodo fallado do poeta, do genio, do espirito
superior, quero agora fallar do artista propia-
mente dito, e parece-me que oeste particular te-
nho, mais do que nunca, a lamentar que a expo-
sigio de ideas por mim julgadaa exactiisimas
nao possa ser feila convenientemente pela minha
penna.
A forma com que se manifesla o penaamento
potico, a versilicaco, teu primor e propriedade,
a linguagem. oveelido daa ideas meoospresado
por gravea autoridades do nosso mundo artstico
e ha quem diga que indiffereole pira o eTeito
das grandea poesas o vernii artificial que lan-
cam os processos da experiencia aobre aa inspi-
rages e intuiges grandiosas do genio. Querem
roubsr ao artista oa aeus thesouros, querem des-
pojar a poesia dos seus trajos purpurados e di-
zem que mais bolla e seductora, quando amos-
tra, oua, todos os seus encantos.
Eu nao aceito estas convieges at nova de-
monstragao, e coofesso que me desagrada urna
poesia, em que as uraudes idaa, os grandea peo-
samentosaedescobrem atrivez da nevoa de urna
metrificagio descurada, do rythmo improprio e
semsymetria. Nao sei se por isto que eu me
enfado com rnuita cousa do Ilustre autor da
Dona Branca e de outros affamados contempo-
rneos, maa o que afilango que a presenga dea-
sa poesia, toda exterior, toda superficial, ae qui-
zerem, nio dos pequeos motivos que me fa-
zem enlevar nos versos dos poetss, que achei
spregoados pela fama no primeiro da doa meus
esludos, desde Virgilio a Ovidio al lord Byron,
al ao nosso grande, bem que deslocado Bocage.
Soares de Passos protestou com os aeua versos,
como grande artista que era, contra esta ruim
preoccapagao, que faz desarmar a forma da poe-
sia e concentra todas as attengdea na substancia.
De todoa os poetas do meu tempo, A excepgio de
Castilho, que sobranga a ludo, e de A. de Serpa,
naquelle rico voluminho que deu luz em me-
lhorea annos, nao vejo eu quem escolha para
comparar com Soares de Passos na harmona, sy-
metria. propriedade, fluencia, msica da versifica-
gao. O coragao regosija-se com aquillo ; o espiri-
to se rogala de pensameotos grandes lio grande e
lho marinheiro, e parece-meque tinto correr-me
o seu sangue as veias.
Est bom eolio v ali para as trincheiras,
defronte de mim.... ahi.Depressa.... agrrese
bem aos cabos.... coragem e silencio.
Metli as cartas no bolso, abotoei o meu paletot
e dirig-me logo para o lugar indicado; aeguran
do-me aos cabos.
E era tempo I.... De repente ama lufada ter-
rivel fez encrespar desmedidamente as ondas do
mar, e, apanhando o navio de travz, f-lo tum-
bar bruscamente, como querendo mergutha-lo nis
profundezas do abyamo: eu senli-mo borrifar in-
teiramente por urna densa nuvem de espuma sal-
gada.
Maso Relmpago endireitou-seimmediitamen-
te orgulhoso e altivo ; sem el han te a um dessee
nobres cavalheiros dos tempos paseados, quando
quasi desmontado na liga, ae ergue soberbo para
um novo combate.
Ouviu-se, logo em seguida, um surdo e medo-
nho ruido passir rpidamente par cima de oossas
esbecas e as reas e caboa Ozaram estremecer to-
da a maslreacio; porm sbitamente, o porta-
voz do commaodaote, mui parecido A roz de al-
gara pavoroso moostro marioho, surgiodo das
profundezas do mar, dominou por um momento
toda essa confuso infernal, qua ae chama tem-
pestado.... a lata dos elementos desenoadea-
dos.... a guerra da natureza !'..?.
Larga as escotas o adricaa I carrega I___car-
rega a giba e a bujarronal contro 1 con tro to-
do 1.. ouves limoneiro?!....
I os marinheiros com essa obediencia passiva,
que o aeu mais bello apaoagio, porque fllha
da diaciplioa, apressavam-ae em cumprir aa or-
dena do chele. A tempestado rag medonha o
agoilava violentamente as ragas, que, encapella-
daa o furiosas, erguiam-se prodigiosamente aobre,
esse leito de espuma que o Senhor Ihea dra po-
ra sua perpetua morada 1 E o frgil brigue, se-
melhante urna casca de noz, ora elevara-so at
As alturas do cu, ora pereca sepultarle as en-'
traohai oeaswL...
Da sbito, jukuai ver que un negro e grao-
Memoria sobre a cultura do algodao
herbceo.
Coaecernedo poli continuscio da praga do ca-
f, que parece querer acabar com esto importan-
te ramo da nosss cultura de exportado, resolvi,
a bem de man patricios, redigir eata pequeoa
memoria sobre a eultura do algodao herbceo,
mico genero de exportago mais vaotajoio que
temos, para substituir com promptidao a falta do
caf. Tenho eonseiencia de que nao fago urna
obra completa em aeu genero :' mas sendo o ffleo
principal intento dispr o animo de meua patri-
cios para, oeste meamo auno aprenderem a cul-
tura deste precioso vegetal, escrevi A presea este
opsculo, afirn de ser vulgarisado quanto antes.
Nelle procurei aer claro e conciso, deixaodo de
parte tudo quanto me parecen auperOuo. Fique
certo o leitor que o algodao herbceo o genero
de exportago de maia abreviada cultura que te-
nos ; pois que, no prazo de seis mezes, conta-
dos da aua plaotacio, pode o fazeodeiro exprta-
lo ; sendo ao meamo tempo muito maia lucrativo
do que o caf, canoa e fumo. Espero, por taoto,
que os meus patricios aceitera o meu conselhe,
emprenendondo, em ponto grande a cultura des-
te precioso arbusto, cuja deacripcao rou succin-
amente fazer.
Sem entrar am ciaaaificagea botanicaa acerca
do algodao herbceo, direi que conhego trea qua-
lidades deste algodio. A primeira cultivada ha
mais de vinte annoa em Minas, o ahi denomina-
da algodao riqueza, em alluso a abundancia das
suaa magaas em um mesmo individuo. Eita ea-
pecie d era seis mezes grande produelo; mas
tendo as sementes cobertas de urna lia eaverdea-
k! a(,nerente A mesma sement, torna-se
trabalhoso o aeu descarogameoto: por isso os mi-
neiros actualmente pouco cultivam esta especie
A segunda especie semelbante esta em tudo,
com a differenga nicamente de ter as folhas
maiores. assim como aa magaas e aa smenles ;
mas mais fcil o seu descarogamento do que o
riqueza. Esttespecie anda pouco conhecida
em atinas ; deve ser cultivada, nio a por serem
grandes ss suas magaas. como por ter mais la
emi proporgao das aemeotes. A terceira denomi-
nada pelos mioeiros algodao do governo, mais
parecida com a primeira, e a delta se differenga
em ter as sementes descobertas. Esta especie a
que miis convm cultirar-ae, por aor mais fcil
o seu descarogamento. E' desla especie que plan-
tel este aono, e que aconselho aoa meus-patri-
cios para cultivarem. Eatas tres especies perten-
cem ao generoalgodio herbceo. A sua altu-
ra nao excede a cinco palmos; as suas folhas sio
parecidas com as da videira ; as suas flores sao
de cor amareilo-rubra : sio muito parecida en-
tre ai, excepgio das differengas cima notadas.
Creio ter dito quanto basta para o leitor distin-
guir o algodao herbceo do outra qualquer espe-
cie de algodio ; e assim passarei agora a tratar
da sua plantagio, capina colheita e ensaccamen-
to.
Plantado: Primeiro que tudo deve munir-se
o agricultor das sementes do algodio herbceo de
aemeotes descobertas; e naquellas fazaoda em
que o cultivarem com esmero, isto nos mezes de
julno a setembro, tempo em que j deve estar
descarogado o algodao de quem tiver de expor-
ta-Io. Estas encommendaa devem ser feitas na
cOrte e nascidades martimas a pessoss que te-
nnam relafrJes commerciaea com os plantadores
de algodao do interior.
No mez de agosto dere rogar a capoeira, em
que tiver de plantar o algodio. Eicolher trra
cangada, mas de boa qualidade, o que seja soa-
Iheira: se for algum tanto areenta, melhor. De-
re evitar o terreno que tiver formigueiros, pois
o
11 o a se-
55. .1 k!i?Miro' para w olheita, que prio-
i*SL"-?a*r,\ eiUr ,erreno ,,mP- ^0 to
S!?? denlro e? tre* '*. Ptiocipiam a
Estando o terreno limpo oa occasijro da colhei-
lJ.lS-CIPnr M,' qUe M aZ Ctm moita fa-
?. ik- e cme5ar-e a colheita s 7 horas
2! la?*1' 1"and0 8 "rar evaporado parte
S..E1.- Cada tr,,baIoador. nond. de um
cesto de taquara. ou um embornal coto om arco
rma que fiqee pendente defronte do-ventre
h.mVa a.lUa Carra,ira> aeuir Pr at ac'
bar de colher o algodio, que nalla houver. A'
proporcio que o cesto ou embornal estiver chelo,
deitar-ae ha em orna vaailha propria, que dev
seguir com o trab.lhador para na hora compe-
tente regular a tarefa. Esta se dividir em duas
ao da, e deve ser regulada por tempo deiigual
aura de privar-sa o algodao da humidade que
contiver. o que lhe muito nocivo E assim s
1 horas se tomar a primeira, que deve ser logo
conduzda ao terreiro, aonde dere ser exposta ao
ioi, fleando bem raro o algodao. A segooda se
ornar ao entrar do sol, e ae guardar com a ou
ira. No da aeguinie todo o algodao colindo oa
veapera ae deitar no-terreiro ao sol, e depois
de bem secco. se guardar em um qua rio assoa-
inado e forrado para preserva-lo nio soda humi-
dade como doa ratos. Para a desseccagio do al-
godao, o fazeodeiro dere ter um terreiro feito de
podra e cal ou lijlos o cal; qe me parece mala
econmico ; este terreiro-deve estar o maia pr-
ximo possivel do paiol de guarda-lo. Quem nio
ttver meiosde fazer o terreiro cima dito, desse-
que o aeu algodio em esleirs de taquera, ou ta-
boleiros grandes de madeira, e nunca sobre a
trra nua para nio sujar a aua 13a.
Cada trabalhador pode colher vontade duss
arrobas; mas um trabalhador diligente pode co-
her tres arrobas por dia. Para aoimar o traba-
iho da colheita, o meu parecer que se d por
tarea diaria duas arrobas, e pelo excedente se
gratifique ao trabalhador com 120 reis por ar-
roba.
eafadonho o trabalho de pesar-ae o
ni roga, far-ae-ha um balaio ou outra
da proa. O commandante debragou-se quasi todo
sobre as trincheiras.
Orga 1 orcal.... exclamou elle com urna
energa terrivel.Casia o rea A rl....
Mas, era jA lardo para a pobre embarcigio, que
a torga do rento nos trazia ao encontr, e nio ae
pdeoritsr que o brigue lho pessssse por cima.
Seatiu-se no Relmpago um choque violento e
terrivel, e um grito de suprema afflicgao surgiu
d'eotro as ragas do mar.
Cabos I cabos ao mar! gritn o commao-
daote com a aua roz de troro.
Hoore um instante de muda agoaia. Depois
troou de ooro a bozioa.
Senhor immediato; ha avariaa oa pros ?
Poucu, commaodaote.O pica-peite par-
tido o alguma cousa do beque.
Bem 1 que embarcagao ora ?
Uma barcaga.
Ea genti?
Tres: sslvaram-se dous.
EstA bom 1 cuidemos agora doa oossos. Eis,
rspazos; coragem I disie elle dirigindo-ie aos
eus marinheiros. E tontn a levar o porta ro A
bocc...............
^...............
Cinco ou seis dias depois, bordejar'amos a todo
o panno em (rento da barra da cidade do Re-
cite.
'____ XXI
Apenas desembarque!, dirigi-me logo A casa de
mea to; mas depois de ter preeochido os meus
deveres para com ella o havir-lbe dado contados
encargos que me commettora, tratei immediala-
mente de facer orna risita so Se. d. Luz do Mm-
donxa : o au pensimsnto, o meu uniso den jo
ora rer Laura, Uto o maia breva poiiirel.
Qua se torio passado durante esiei cloc me-
ato de ausencia ? oocontra-la-hla tu aempre a
ame, serapre amando-ma com o mesmo srdor,
com a nansa sinceridadet.... Ignorars-o; o no
entretanto foi eom o mais vivo prazer, com a
mais insxplicavel alegra que lernti a ancon-
tra-la. Parecia-me cera rtzes mais bolla.... mil
rsjses mais pun; e eu retonheei que a mira
Como
algodio
qualquer vazilba que cootenha nieiarroba,e as-
sim mede-se com presteza a tarefa sem ser pre-
ciso pesa-lo. Tambem os meninos podem co-
lher algodio, maa a tarefa destes- deve ser pro-
porcionada sua edade e torgas-; e aendo de
doze annos para baixo, devo-se-lbes dar alguma
folga para brincarem e refazerem as torgas. Na
colheita do algodao est todo o seu merecimento,
e assim se deve apanha-lo com os tres dedos'
polUgar, indico o medio, afirn desahir limpo das
capsulas e folhe seccas ; pois oa aua limpeza es-
t lodo o aeu valor.
O algodio herbceo desenvolve-se cora muita
presteza.e por isso deve ser colhldo de oito em oi-
to dias se o agricultor o nio quizer perder.Por todo
mez de maio o algodio deve estar colhido. Este
algodio anona!, e deve ser plantado todoa os
annos. Nao usam poda-lo, porque, viodo muito
cedo as suas brotas, coocorrem as magaas das so-
cas no lempo das aguas, e assim perdem-se Niu
obstante este inconveniente, eu aventuro este
trabalho ; porque, seodo pequeo, pouco se per-
de, e pode se lucrar muito, se as seccas se pro-
longaren! al norembro, como algumas vezes
acootece.
UescaroametUo, etc.Concluida a eolheita do
algodao, trata-ae de deacaroga-lo. Para este flm
fazem-se deacarogadores, cujos cyliadros ou mo-
endas devem ser de torro com a grossura de meia
pollegada, e com seis pollegadas de coaprimeo-
to dentro das columnas do descarogamento (isto
, a parte em que passa o algodao), ficaodo ires
pollegadas par* cada lado, para sua seguranga
as columnas e as rodelas que as devem mover.
Estes descarogadores sao movidos por um elxo
de pao preso em uma roda de cubos ou espalha-
deiras e esta movida por agua ou outro qualquer
motor. Neste eixo se podem adaptar tantos des-
carogadores auantos forem necesiarios para dar
vasio ao descarogameoto do algodao, e assim po-
dem trabalhar ao mesmo tempo quatro, seis ou
oito descarogadores.
Ensaccamento : Ao ponto que se fr desca-
rogando o algodio, deve-se ensacca-lo ao mei-
mos lampo. Para liso faz-ie um caixio interine,
quero dtzer, sem priio permameote, seguro por
quatro estacas situadas de maoeira que so pesta
finca-las e tira-las com facilidade quando con-
rier, pela maneira aeguinte :
Deila-se ao nivel am cepo, apparslhsdo na
face euperior, que tenha seis palmoa de comprl-
mento.palmo e meio de altura e dous e meio de
largura. Este cepo deve ser spoiado aobre po-
dras ou terreno firme, de forma que nio so mo-
ra, e sobre elle fazem-se quatro furos ns parla
superior, que leoham um palmo de profundidade
e meio palmo quadrado de largura, distando es-
tes furos entre si tres pemos de extenslo, e pal-
no e quatro dedos de largura.
.i '-
i i ,
?q2a "Vlt0 ,acr"*. cn Uto rrultofbtUife-
to ficar seu antor.
O fAnis; AOToMojOurraNOBaFoNSECA.'
Villa de S. Paulo do Murah, 22 da Janeiro
do 1862.
[Comi Mercantil.)
"w ewqoe para os seas ditos agudos a
Feito isto.se apparelham as quatro estacas.que enosos; porm quem tem coracio, que se rtte-
ivem ter meio palmo qusdrado de grossura e oeceH*.*.^/,.8. Tjda d.a ,nfaDc1*' Quece-ae des
airo palmos de eorlmi,nin. 1*1.. ..i.,.. S.e.Ci^--I2?",-d? ""'.!. rW os corno,-.
devem
quatro palmos de comprimeoto. Estaa estacas
devem ser collocadas no cepo de tal maneira que
se possam por e tirar lateralmente com facilida-
de Em seguimeoto se poem as estacas nos fu-
ros, e naste quadrilongo se poem internamente
tiboas spparelhadas, serradaa em meia madeira,
de forma quesobresaiam s estaces meio palmo
en todos os sentidos ; e se crusario assim tantas
taboas quantas forem precisas para completar a
altura de tres palmos.
Finalmente, prndese este caixo em cima
e por tora dai estacas cora ama grade forte
quadriloogada, de maoeira que ae possa fazer e
desmanchar com facilidade o caixio, porque, es-
tando o sacco cheio de algodao comprimido pela
prenss, nao pode sahir mais do caixio sem des-
manchar-se este.
Preparado assim este caixo provisorio, se io-
troduz dentro um sacco feito de rara o meia de
psnno de lalgodo grosso, cosido eom lioha forte,
o qual deve Gcar bem unido s paredes do cai-
xo ; e se pregarlo as suas extremidades na bei-
ra exterior do caiao.
Eolio se deita dentro meia arroba de*algodio
descaroca lo e sobre este um taboio qua tenha a
grossura le tres dedos, com dous furos no cen-
tro, para nelles ae prender uma alga forte.- Este
taboio deve ajuatar-se por tal maneira ao iate-
rior do sacco e caixo, que desga suavemente ao
fundo do mesmo sem romper o sacco e sem dei-
xa r sobresahir o algodio que elle comprime,
fveslo estado torce-se a prensa sobre o taboio at
reduzir o algodio oitsva parte do caixio.
mais mena arroba- de- algodio sobre o algodio
comprimido, e repele-se a mesma operagio at
ensaccart-se nos caixo quatro arrobas de a,_
godao.
Neate ponto demora-ae por algum tempo a
cmpreselo da prensa sobre o taboio afirn de
Cooter-se o algodao comprimido para se pode*
coser o jacco. Eotretsnto tira-se o taboio, co-
se-se com lioha forte as bordas do sacco e reco-
Ihe-se o fardo a um quarlo eoxuto e bem agasa-
jado para seguir seu destino,
Obieriacots finaes. Oalgodio herbceo nio
seda bem era derribadas de matos virgeos, nem
em capeiras novas, pois o demasiado vigo fa*
apodrecor e cahir as suas maclas
Nao quer tambem terrenos hmidos e bar-
reotos.
Variedades.
Carta folletn.
(Concwoo. J
t Estas piegbicei de meoioo oio errm a.
Sm^-Si-E*?! .,*a dil>^8udos t son-
bheiro, d. -,,.-;a^'ffays r.zt
ta. As oragoos contra a trovoada e ao b.rco do
fetos. Ha mullos, o Ulvos tejara felizes, aue
qeando entrara oa velhice dos vme a.oos,'t0Ve'.
tgf*"?* ,eMB "d<> npr, o dei ai m.
breo pasudo o etqaeciotalo, pedrt tumolar
pDu^e1oooeV.d,C'hr ^SS
ura ssw^ss swTsa*
gove,nar-me i com a c.bega, otUratnSL!
mente que nio queria. Deds me 1i"l de ESE
estas remimeencias, que alo com o que Va?
tu.no para onde rae refugio, quando o boSo
e os seus apostlos querem empalmar-me o m-i
lo pouco. que atoda eonheco em mim, l?m^ea"
sa carepa, que rae tinhanio cabec.'qae rariSnl
razonis, ae se tonos ama ve? por oufte^i.
lembrassem com saudsdedo lempo em qw ottf!
nb.varm na egua e sarspateavara na lama. H"
Sioto oao ter A rato as Historias do faoBfk
*! fSSj a cicuta. Sou informodo dtSS-
essas produegoes ralem mais do que ai DetewS-
horas em terrs e rite dous dias no m,tVS&
rt,!'n;i.E "'>.."Fernando *&
dasse nellas os defeitos do primeiro eniaio.
Adeus. meu caro JuHov Ponhe aqai ponto fln.il
Desculpe a incorreico edenlioho deiteYaoonta
raemos, que escrev sobre o roelho. oado til
ver oecaeao-, aproveite-es para dar aos leitor
da Revoluta* noticia do Hrro de Fernando Cut!
CO n.quelle estylo lio gentil e feiticeiro de S
usa para namorar o pnUieo, que o adora q
Torre de Aruafs.
Mu. BIOT.
mL **& SS* J n>cianor acaba de
T"e\ f01 no,Bado e> 1803 memore-da aca-
demia dasscienrias -de Franca,, na edade de 29
aouos era 1804 foi nomoado prfesuf fcobur-
Feito iito, tira-u o taboo pela alca, deita.jy Fa.\?X}ttSZ I??.* Heapanha P*" cooti-
si. meia arroba- ^godio sobra o' ^Z^^^^ffg^^^^
depowa cadeiri deastronomia pbyslca ao-facal-
IILde sc-,eDf?M i prevea uma memoria-sobre
aiotegragao das equagoea as difTerenea par-
ciees ; oceupou-se muito com a-lweiicode Da-
yT*VJ,1rm* Pa,e di teaC& do Journal
dtSatants; o preitou grandes servigos-ao ios-
A sombra de qualquer eutra planta, que o ex-
ceda Bal altura, lhe muito nociva ; mas entre
as suas tsrreiras se pode plantar milho com
distancia de doze palmos de uma a outra carrei-
ra e do tras palmas de cora cova.
i*
O M1LAGRE DO WSPO DE FAjKBSSv
A pastoral do bispo de Tarbea, da que!' deu
cooia o telegrapho, termina com-estes resoiu-
Attigo. 1. Julgamorque a Immaeoiaia Mara,
Mae de Dos, appareceu realmente-a Bernarda
SoubiroBS. no da II de fevereiro de 185 se-
guales at oBumero de-dezoito vezes.-ns gruta
de lassavielle, prxima i cidade do Lourdes-; e
que mostrando ests apparigae todo oe carcter ss
de rerdadeira, os fiis tem fundamento para to-
ma-la como certa.
Este nosso juizo submeHemo-lo humildemente
tojutzo- do soberaoo pontfice, que temo creo
e geveroar a egreja. *
Antea!
mentes
para ev
de plaotar-se o algodao herbceo de se-
descobertas, devem estas ser escolbidaa
tar-se a sua mixtie com algumas semen-
tes cobertas que entre ellas apparece, plantndo-
se pa te. em terreno distante as sementes es-
Etta regra deve extensiva lodo o gene-
de
VI. 2. Autonsamos na aossa diozese o culto
noeaa .Seabora de Lourdm ; mas-prohibimos
ye se publique qualquer tormula especial do
iagaot aem cntico ou livr e devoo, relat-
vo* a esle ouiitopto, um qe prewamenie te-
OQam recebjdo approvec. aossa. ada por es-
Arh Cooformando-ooo com ventado da
irgem Sentiuima, expresudiffereoiesrezesdu-
into, as suas apparige, propomo-DoaediScac
^ZCTl\abce a n,e91M ""^ qw pro-
riedaide dos bispos de Tartos.
Em Virtud de ser mui escabroso aquelle sitio,
a de eipigii uu constrocea graudu-trabalboa
re de milho (como costumsm marcir os rocei- Jfpre** nmas-feUrameo*ceosidara-
_.1 l.J. *____ m. .- vl9 (
puriss.
ro de sement.
ha
Final nenie, o terreno de plaota de um alquei-
_j de milho (como costumsm marcir os rocei-
ros), isjo cem bragas em quadro, ou dez mil
bragas quadradas, plantado de algodio herbceo
e bem tratado, d quatroeeotas arrobas de algo- m.M necessdade de pedir auxilio ao-cleroe eii
dao em carogo ou cem descarogadas, que vendi- naas ,da Dvssa diocesu como de toda a Franca!
s. dioum ntoderiListo ^o^Tg^eVo^
nSTc.^^aS^ de'
das a dez mil ris, dio um cont de rii, isto
dentro de seis mezes contados da sua plaotago.
Qual outro genero dar em tio pouco tempo es-
te dioheiro ?
Espero agora merecer do.benevel leitor a in-
dulgencia de qualqter falta que ueste escripto
achar, ficando na certeza de que (oio Uve em
vista fazer ura romance, mas sira uma exposicio
clara o tntelligivel das vaotagens e cultura do al-,
godio herbceo, com o desejo de excitar os meus
patricios para a cultura de to til arbusto, com
EMPRESTiHO LITTEIUBIO.
Mr. Lamartine est negociando um erapruti-
rao luterano de quarenu francos por accao, re-
orabolsaveia por elle no termo, de do* annos
au em obrr.s litteiarias designadas- com enteco J^
[Commenia do Porto.)
com mais togo, com maia psixie anda do que
quando della me apartara temporariamente.
Viole rezu estive para laogar-me loucamente
A aeus ps; rite rezes quu levanlar-me e ei-
treita-la amorosameote em msutbragos; tire,
porm, de conter esses transportes de amor; de
aofrear o abafar os suspiros, que involuntaria-
mente ae me escapavam do peite ;. ella nao estsrW
a: D. Luiz, D. Joaephioa e algumas pessoasex-
traohas a acompaoharam.
Ah I oio se! que haja posigio maia dolorosa e
cruel, do que a de um pobre namorado, que se
r obrigado a fallar de cousas iodiftoreutes, tra-
tar de banalidades diaote d'aquella que ama;
quando sent a alma transbordar-lhe de gozo,
quando tanta neceasidado tem de expandir o seu
coragao em ioeffareis cantos de amor e saciar as
saudades da auiencia nos labios deliciosos e ru-
bros da mais travessa eeogragada morena t.... E'
om lmplacavel tormento.... m verdadeiro
marlyrio I
- E eolio, se isto se lhe juata o ctume......o
ciume de alguma aorta provavel....... oh! esse
marlyrio torna-se n'uma tortura real......ama
cama de rosas egual A de Gualimosim ; o deso-
jramos aolu soffrar todoa os supplicios de in-
ferno, do que sentirmo-nos ateoasar auim A
togo lento; sem podrteos tallar, aem termos a
faculdade de soltar usa queiiume e...... o que
mais, obrigados o ruponder lempre o com o
sorriso nos libios A essu iosulus trivialidades.
A que, em boa sociedade, se chama conreru
apurada. ^ -m ***** umm -*-,__
E' asiim, por meio dessas tyrinnieu imposi-
goes de ama fria poltica, que o espirito o mais
franco, o eajadero maii expansivo e leal, apren-
de, pouco A pouco, o ur refalsado o hypocrita,
e estada a mentira, procurando a melhor forma
de engaar aos seas semelhaates.
XXII
Fuie um luar magnifico o eu caminhava pen-
sativo e ailencioao pela eatrad qte do Reeife
conduz Aplnucos.
Laura pareca terMe cooiervado nos mesmos
untimentoi pon comigo; mas nio ui que rsgo
presetrttmet>to, ew eoexplloaTeii reesios agiu-

vam-me entio o espirito. A duvida, essa minha
implacavel inimiga, iosiouava-sa A meu pesar,
eotre s recentes emnges do mais loebrianM-j
prazer.
Adianto, poucos passos distaste de mim, uma
rz clara e dUlincta, uma voz masculina, gar-
ganteara as seguintes coplas com um moda
faceto :
Que olhos, meu Deus! que olhos
Tio tormosos ella tem !
Olhos au poderosos,
Nio os vi ea em ninguem.
Qao olhos, mea Deus I que olbot.
Que olhos tio toiticeiroa !
i Sio como negros brilhantes,
Esses olbos tio fagueiros.
Sio estrellas fulgurantes
I Em noute escura e sombra ;,
Sao olbos de morenioha,
Olboa todos de magia.
SAo olhos lindos, traveseo,
E por demais perigossos :
Sao olhos que veocem, matam,
Essu olbos langoruos.
Que olbos, meu Deus 1 que olhos I
Que olhos tormosos tem 1
Olhos assi poderosos.
Nao os ri eu om ninguem.
Quando o amor o embebe
Em mus fogos e meiguice,
A otioh'alma s'enebria,
Como ae Deua me aorrisu.
Sou mais feliz do que um rei,
So que os reis sio feltzes ;
Creio ettar junto A naia linda
Du naU formlas Periies. (*)
Julgo ute mundo pequeo
Para ur delle o unhor ;
Desejra antea morrer
Eotre mil trovas ds amor.
(*) Perizea, divindadea iodiaa; fidis bss,
genios bemfazejos ; verdsdeiros typos. de beiloil
de boQdade.
ra
Assim. p>ie. para roaur o noas producle te-
Que olhos, meu Deut I quo oihoa
To forautos qa'ella tem I
Olhos assi langorosos,
Nio os ri eu em nioguom.
Quando se mostra arrufada
Meu coracio estremece ;
Seu olhos expedem reios
O furor os embellece.
Faz om boicinho agatlada,
Franze as lindas sobrancelet*;
Seas olhos faiscam lame,
Langam de togo ceotelhu.
Como alo lindos, entio,
Esus olhos tio fagueiros ;
Esus olhos melgos, puros.
Da mioh'alma oa luzekos.
Que olhu, mea Deus I que olhos !
Que olhos tormosos tem I
Olhos assi poderoMs
Neo os vi ea em ninguem.
Sio olhos negros o bellos.
Kepasudos de'doowt ;
Sao olboa castos o puroi,
Oa qu'eu amo coa ternera.
Sao olhos etut da virgem
Meu lindo anjo 4a guarda .
Sao olhos qao lesspre lembro
Em minha poltra mansarda.
Sio olhos que me dio rids.
Os o'ihu que ella teto ;
SAo oaos que de amores
Me fizem morrer tamben:.
Quo olhu, meu Deu 1 qutj olhos !
Que olhos que ella tem t
Olhos ssti liogoroios
Jamis os tere alguem.
(Contt'niMr-se-Af.)
PlN.m. PE M r, DE FARIA de nWO. \W2,



^^t
_____


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