Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09525


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Full Text
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AI10 HIV1II. ID1EB0 M,
Pw tres ezesi Pr fre aeies veicidts 6$000



SEGUIDA FEIBA 24 DE MABCJ BE IS62.
Ptr at adUnUdo 19|O0O
Port* fruto para sabserfttor

DIARIO DE PEMAMDIICO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Li-
ma ; Naial, o Sr. Antonio Merques da Silva ;
Aracatr, o Sr A. de Lemos Braga; Cear o Sr.
. Jos de Oliveira; Marsnbio, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; Par, Justino J. R a moa ;
Amazooss, o Sr. Jerooymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SOL
Alagoas, o Sr. Ciaudino Falco Dias; Bahta>
o Sr. Joa Martina Aires; Rio de Janeiro, o Sr*
Joio Psreira Martina.
*
PARTIDAS DOS COR REOS.
Ollnda todos os dias as 9) horas do dit.
Iguarass, Goianna, a Parahyba as segundas
sextas-feiraa.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho
Garaobuns as tergas-feirai.
Pao d'Alho, Nszaretb. Limoeiro, Brejo, Pes
qurira, Iogazeira, Flores. Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricurye Ex as qua> tas-feiras.
Cabo, Serinhiem, Rio Forrooso, Uns.Bsrreiros
Agua Prela, Pimenteiras e Natal quintas eiras.
|(Todoi os correios psrtem ss 10 horas da msnhi
EPHEMERIDES DO HEZ DE MARCO.
8 Quarto creicenle as 2 horas e 40 niatos ds
machia.
15 La chela as SMoras o 95 minutos da tarde.
22 Quarto mi guante as 7 horas e 8 minutoa da
manhla.
89 Lqa noTS as5horss e 4 minutos da manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 10 horas e 54 minutos da manhis.
Segundo as 11 horas e 18 minutos ds tsrde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTKIUfis.
Para o sal ata Alago.s s 5 e 10; para o norte
at a Grsojs 14 e 29 de cada mez.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Par o Recite: do Apipucoi s 6 li9, 7, 7 1|2. 8
e 8 112 da m ; de Olinda a 8 da m. e 6 da t.; de
Jaboato s 6 112 ia m.; lo Caxang e Varxea
a 7 da m.: de Bemfica s 8 da m.
Do Recite : para o Apipucoi s 3 1|2. 4. 4 1i4,
4 1|2. 5. 5 1|4, 5 1|2 e 6 na t.; para Olinda a 7
da m. e 8 112 da t.; para Jaboato s 4 da t.; para
o Caxang e Varxea s 4 1.2 da t.; para Bemfica
aa 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Rea gao: tercas e sabbsdoss 10 horas.
Pazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundss so meio dia.
Dito de orphioa: terco e sextas s 10 horas.
Primeira vara do clvel: tercas sextss ao meio
dia.
Segunda Tara do civel: quartas e sabbados 1
borsda tarde.
! DIAS DA SEMANA.
24 Segunda. Instituido do SS. Sacramento.
25 Tercc tfp Annunciagao de Nossa Senhora
26 Quarta. S. Ludgoro b. ; S. Braulio b. m.
27 Quinta Ss Flelo e Lydia sua muiher.
28 Sexla. A sacralissims corda fe esp. de J. C.
29 Sabbado. S. Bertholdoc ; S. Pastor m.
30 Domingo. 4.a da quaresma. S. Joio Climaco.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livrsria da prega da Indepen-
dencia ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figuei-
roa de Faria & Filho.
PME OFFICWL
Ministerio do imperio.
3' seepo Rio de Janeiro. Ministerio dos ne-
ocios do irouerio, em 22 de fevereiro de 1862.
Ilm. e Exm. Senhor. Foram presentes a S.
M o Imperador os oflicios dessa preaideocia de
14 de Janeiro e 13 de julho do anno prximo paa-
sado, remetiendo por copia ama representado
da cmara municipal deasa capital contra a vali-
dado das eleices de vereadorea e juizes de paz
e vareadores a que ae proc-deu oaa parochias de
Bernardo e Santa Iphigeoia em aetembro de
j_e informando sobre este objecto.
Eii. gao, a respeito da eleigao da ffYguezia de S. Ber-
nardo, que fram recebidas 63,cedulas para ve-
readores, e 61 smente para j&lzcs de paz: e a
respeito da de Santa Iphigema, que a mesa pa-
rochial (oi preaidida incompetentemente pds\nm
juiz de paz supliente, achaodo-se presenta e fa*
zando parle della o primeiro juiz, coronel Joa-
quim Floriano de Toledo.
O antecessor de V. Exc. julgou valida a eleico
de S. Bernardo e irregular a de Santa Iphigenis
mandando eliminar da apuragio geni de verea-
dorea os votos dests parochia, e continuar o exer-
cicio de juizes de paz do quatrienoio lindo al
deliberadlo do governo imperial.
O mesmo augusto aenhor, conformaodo-se,
por aua immediata resolucio de 8 do correte,
com o parecer da seccio do* negocios do imperio
do conselho de estado, exarado em consulla de
16 de novembro ultimo, houve por bem approvar
ambas as eleices pelos seguiotes motivos :
Ou'tito a eleigao de S. Bernardo, porque a dif-
ieren^ que ae allega ter havido de duaa cdulas
?ue foram recebidas para vereadorea e aa que o
orarn para juizes de paz, oio pode influir no re-
sultado da eleigao
Quanto eleico da parochia de Santa Iphige-
nia, porque nao sao procedentes aa raides em
que a referida cmara funda a incompetencia de
juiz de paz que a preaidio.
Consta dos documentos, que acompanhsram os
oficios scima citados, que o coronel Joaquim Flo-
riano de Toledo, com quaolo prestasse juramen-
to de juiz de paz da dita parochia, nunca enlrou
no axercicio do cargo, porque eotendeu que o
cargo de juiz de paz era incompalivel com o aeu
emprego de thesoureiro de fazenda, e por este
motivo servio de 1 juiz de psz em todo esse
lempo o seu immediato em votos, sem que de
parle da cmara municipal, ou de qualquer ou-
tra tuloridsde foase o referido Toledo oorigado a
assumir a jurisdiegio, e aem que jimais houvesso
reclamac contra as qu.aliflcac.6es que deixaram
de aer preenchidas pot elle ; e que debaixo do
mesmo fundamento recusou o dito coronel pre-
sidir i mesa parochial na eleico de que se traa,
servindo de membro della como seu secretario, e
sendo s presidencia exercida pelo juiz de paz
m mediato.
R-flectiodo-se que o emprogo de thesoureiro
de fazenda exige diaria sssiisteocia na reparticio
e a horas certas, ,e atteodendo-se regra funda-
mental estabelecida no aviso de 4 dejunho de
1847 n 89, de que sao incompaliveis os empre-
gos que nio podem ser bem desempeohsdos si-
multneamente, nao ae p le duvidar da incom-
petencia do exercicio do dito emprego de u.e-
soureiro com o de juiz de paz ; a escusa, por-
tanto, que o coronel Toledo diz ter pedido esla-
va oo caso do art. 4* da lei de 15 de outubro de
1827, e deria ser scceila pela cmara municipal
o que V. Exc. lhe far sentir.
Seje, porm, qual fdr a solugo ds queslao da
incompstibilidade, nao procede a arguigo feita
pela cmara municipal par se aonullar a eleigao
sob fundamente de ter sido ella presidida por
juiz incompetente ; por quanto. todas as vezes
que falta o juiz de paz mais votado, por qual-
quer motivo que seja, como ae expresas o art. 4
das iustrueces aonexis ao a>iso o. 168 de 28 de
junho de 1849. a presidencia dos trabalbos elet-
loraes se devolve so seu immedialo em votos,
pois do contrario deixaria |de haver eleico todas
as vezes que o juiz de paz mais votado, recelando
a derrota da sus psrcialidade, ae n-gasse a pre-
sidir, eleico sob qualquer pretexto.
O que communico a V. Exc. para sua iolelli-
gencia, cumprindo que mande reunir aoa votoa
para vereadorea do municipio os ds parochis de
Santa Iphigenia.
Deus guaide a V. ExcJos Ildefonso de Sou-
xa Ramoe. Sr. presidente da provincia de S.
Paulo. r
cou-ae ao commandante auperior da guarda na-
cional de Olinda e Iguarass.
Dilo ao mesmo.Para cumprimento no dispos-
to no aviso de 6 do correle, sirva-se V. Exc. de
mandar inspeccionar por urna junts de saude aa
8 pracas de pret mencionadas ns relicto que
scompaohou o seu offkio n. 143 de 6 de everel-
ro ultimo, enviando -me o parecer da meama jun-
ta scompanbado das cerlides dos respectivos as-
seotamentos.
Dito ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de expedir
aa suas ordeos para que no dis 23 do correte,
snniversarlo do juramento da conalituicio do im-
perio se formem em grande parada oa corpos de
primeira liobs, incluaive a compaobia de artfi-
ces e marchem, reunidos aos da guarda oaciooal
deata cspitajai aob a direccio do oficial a quem
por lei competir o-commmdo para o Campo daa
Princezaa as4 1/2 horss da tarde, afim de assislir
so cortejo que se tem de fazer a efigie de S. M.
o Imperador. Nesse dia o servico ds gusroicao
desta cidade ser feilo pelas pracas ds gusrds na-
coniJ que nao marcharen), para o que fleam ex-
pedidas aa ordena oecessariai, enmprindo que V.
Exc. se eotends com o respectivo commsndsnte
superior ceres do detslhe ds perada.Offlciou-
se oeste sentido ao commandante auperior da
guarda naciunaldo Recife.
Dito ao chefe de polica. Scieote pelo oficio
de V. S. n. 410 de 19 do correle de que nio en-
contrando a commissio beneGcente do dialricio
doa Afogados urna casa para servir de enfermarla
aoa indigentes aneciados ds epidemis reinante,
acaba o respectivo subdelegado de polica de of-
ferecer urna tasa de aua propriedsde para esse
fim : cebe-me dizer-lhe em resposts, psrs queso
sirvs de fazer cooatar aquella autoridade, que o
goveruo muito louva e agradece ease seu acto de
geoeroaidade em favor dos desvalidos.
Dito so inspector da thesoursria de fazenda.
Transmiti a V. S. para os cuovenientes exames
a inclusa copia da acta do conselho administrati-
vo do sraeosl de guerra dslada de 10 do cor-
rente.
Dito ao mesmo. Communico a V. S. que em
aviso de 10 do crreme commuolcoe-me o Exm.
Sr. ministro da guerra haver sido approvsda a
deliberado que tomei de mandar fornecer a tropa
de primeira lioba a etape de primeira especie,
constsnte ds tabella porque regulada no pre-
sente semestre, emquanto durar a epidemia, fl-
cando para esse ilm elevado a 435 rs. o qaantt-
livo de 400 rs. j fixedo.
Dito ao ioapector da thesoursria provincial.
Em vists ds coots junts a que ae refere a sea in-
o Sr.
Joanna Maria lia Concedi.Informe
Dr. chefe de policia.
Padre Joio Joa de Araojo.Passe se porta-
rla na forma requerida.
COMBANDO DAS ARIAS.
Quar tel-generaI do cominando das
arinaai de Perunrabuco na cidade
do Recite SO em de mareo de
18GS.
ORDEH DO DIA N. 51.
O general commandsute das trsoss determine,
que ss commis6es de exames praticos das ar-
mas de srtiiharia, cavallaria, e iofantarta, deem
comeco aos seus trabtlhos no dia 24 do corrente
em hora que julgar em maia convenientes; e que
o Sr. commandante da compaohia de artfices
se preste a todas ss requisifes que lhe forem
eitaa pela commissao de exsme de arma de ar-
lilharia quanto ao numero de pracas que devem
guarnecer as boceas de fogo nss occasioes do
exame.
O mesmo general faz publico para o Qm con-
veniente, que a presidencia coocedeu por porta-
ra de SO do correte tres mezes de licenge na
forma da lei ao Sr. espitio do 4 baialhio de
artiiharia a p Basilio de Amorim Becerra para
tratar de aua saln fors da capital
Assigoado.Solidonio Jote. Antonio Periira do
Lago.
Conforme. Candi do Leal Ferreira, capillo
ajudaote de ordena encarregado do detalhe.
EXTEHIUR.
PORTUGAL.
Abolico dot dire\to$ do Stade.
Tratado celebrado entre SS. MM. o rei de Portu-
gal, o imperador da Austria, o rei dos Belgas,
o imperador do Brasil, o rei da Dinamarca, a
rainha de Hespanha, o imperador doa Fraoce-
zes, a rainha de Inglaterra, o rei doa Paizsa
Baixoa, o rei da Prussts, o imperador da Ra-
aia, o rei da Suecia e Noruega, S. A. R. o gria-
duqoe da Mecklemburgo-Schewerio, os sena-
dos daa cidades iivres e snsestlcas de Lubeck.
Bremen e Hamburgo, de urna parle, e S. M. o
rei do Raoover da outra, para a abolicio dos
direitos dos Slsde ou de Brenshsusen.
D. Pedro, por grasa de Deas, rei de Portsgsl e
dos .Igsrves, etc.
Art. 1. Sus Mageslsde
ormago de hontem, sob n. 169 mande V. S. trahe para com Suas Msgestsde o rei dos reinos
D'" "noe Figueirda de Faria & Filho a qaan- de Portugal e dos Algarves. Sua Msgestsde o im-
ta de 135J. provenieote de urna cullec^io deleis perador da Aualfia, rei de Hungra ede Bohemia
provipciaes de 1834 a 1861, de oilo assigosturas Sus Magestade o rei dos Belgas. Sua Mageatade
do Diario de Pernambuco no semestre de feve- o imperador do Brasil, Sua Magestade o rei de
reiro a julho deaie auno e da impresso de 200 Dinamarca, Sa Magestade a rainha de Hespa-
exemplares do decreto o. 2.8b5 e de 150 ditos do nbs, Sua Magestade o imperador dos Francezes.
i?". J-Soi' Sus Magestade a rainha do Reioo Unido da Gria
Uito ao mesmo. Aonnindo ao que solicitou o Bretaoha e Irlanda, Sua Alteza Real o gria-du-
director geral da instruccao publica em oficio de que de Mecblemburgo-Schwerin, Sua Magestade
17 do correle, sob o. 6'/, recommeodo a V. S. o re doa Paizea Baixos, Sua Magestade o rei da
que mande fornecer a superiora do cotlegio daa Prussia, Sus Magestade o imperador de todas as
orpnaas de Nossa Seohors ds Esperao;a urna me- Russiat, rei da Polonia, grao-duque de Finlandia,
sa nova para o servico ds cozoha daquelle esls- Sus Mageatade o rei de Suacia e de Npiwega, e
belecimenlo em aubstiluicao da que alti exisle, e os seoados dss C' dadas Livres Anisa ticas de Lu-
bem assim os bancos constantes da conta que berit, Bromeo e Hamburgo, a obrigaco que ac-
acnmpaohou o meu oficio de 19 de selembro do ceitam.
snno prximo passado. Communicou-se ao di- |. De abolir completameote, e para sempre,
rector geral da insirucgao publi o direilo at agora cobrado sobre a carga dos ns-
Dito ao mesmo.Transmuto V. S. s incluss vios que, subindo o Elbs, vioham psssar pels em-
conta das de.peas feitaa com o fornecimento de bocedurs jo rio chamado Schwmge, direito ge-
agua aos presos no quartel do corpo de policia no ramente conhectdo pela designado de porlagem
lers Jallemiea) ; em' Haoover ou Hamburgo,
escolna dos governos contribuimos, e no prazo
de tres mezes a cootar do 1* de julho de 1861.
Comtudo, poder haver qualquer accordo par-
ticular, com o ioluito de prorogar o prazo cima
iadicado, o de estipular o pagamento por annui-
daiei. r
0 pagamento do juro, a razio de 4 por cenlo
do capital, toroar-ae-ha obrigatario, desde o 1*
de outubro de 1861 psra os pagamentos iote-
graes.e desde o Ia de julho de 1861 psra os pa-
gnenlos de prazo.
Art. 6. A execucao das obrigacoes reciprocas
cotudas no presente tratado expressameote
aubordinada ao cumprimento das formalidades, o
regras eslabelecidss pelaaleis cooatitucionaes das
alus partea cootralanles, a quem incumbe pro-
mover a aua applicagao, o que ae compromeltem
a fazer no mais breve espseo de tempo possivel.
Ar. 7. O presente ser ratificado e as ratillca-
coes aerio trocadas em Hanover, antes do Ia da
julho de 1861, ou logo que seja possivel, depois
de expirado o prazo.
En f do que, oa plenipotenciarios respectivos
o sasiguaram e sellaram com o sello dss suss
arma
Feto em Hanover, aoe 22 do mez de junho do
anno de 1861.Come de LavradioPlateo Hal-
lermuudConde d'IngelheimNoiftcimbArau-
joJ. de Bil..w V. G. de Xren Malarel
Heniique F. HuwardOlton de Wik-ue Straie-
nusO principe Gustavo de YseohbourgPer-
eianyC. A. SterkyT. CurtusGildemeister
C. II. Merck.
E sendo-me presente o mesmo tratado, cojo
tfor Oca cima inserido, e bem visto, considera-
do e examinado por mim ludo oque nelle se con-
tera, e leodo sido approvado pelas rdries. gerses,
e ouvido o conselho de estsdo, o ratifico e confir-
mo, assim no todo como em cada urna daa auaa
clausulas a estipulacoes ; e pela preaente o dou
por firme e vlido, para haver de produzir o aeu
devido efleilo, prometiendo observa-lo e eumprt-
lo inviolavelmente, efat-lo cumprir o observar
por qualquer modo que poaaa ser.
Em tesiemunbo e firmeza do sobredito fiz pss-
sar a preaente carta, por mim assiguada, paasada
com o sello dss srmaa raaes, e referendada pelo
meu ministro e secretario de estsdo absixo assig-
nado.
Dada no palacio das Necessidades, sos 18 diss
do mez de julho do anno de Nosso Senhor Jess
Cbristo de 1861.[L. S.)REI [com gearda).
Antonio Jos d'Avs.
[Commercio do Porto.)
medico, mss o que deixamos dito i basta nsra se
prov.r.que as quareoiena. aso1 flih.a da pru- CUlp,d" U?e*se did--Com 9"'" as feotes, e
dencia, muilo dignas de louvor, porque o seu fim
sconselhsdo pela carldade, e pela bumsnidade,
qual o de salvar vida de nossos semelhantes, e
a nosss propris.
Pastemos s desinfecces, visto ser outro pon-
to, qoe desperlou o ridiculo do nosso collega.
A falla de conhecimentos especaos sobre ums
materia qualquer, e o desejo que temos de em
ludo emiltirmos a noasa opiniio, nos leva as ve-
zes a cahir em erros, dos quaeaquaai sempre nos
arrependemos, porm tarde.
No Diccionario de scienciat medical, redigido
porAdelon, Barbier, Chmisler, Dubois, Laeo-
nec, Virey, Cuvier, e ouiros ssiros briolhantesdo
mundo medico, no lomo 6 se l a psg. 79, que
depois ds velia descoberta de Goyton de Morve-
aux sobra a evaporado do acido murialco oxige-
nado, todas ss ideas forsm fixadas, e a experi-
encia de todos os diss justinesvs a confianza,
prelada a eaie meio, que a desinfecto.
Assim failam medico* nolaveis.
J v, pois, a redaccao do Jornal, que foi por
demais injusta em sua apreciado, e eaperaodo
que reforme as auas i leas novso respeito, aqui
Andamos estas reflexoes ao crrer da penna.
[Publicador Maranhenie.)
PERNIIWBUCO.
REVISTA DIARIA
INTERIOR.
semestre de junbo a dezembro do anno prximo
passado, afim de que mande pagar ao comman-
dante do meamo corpo, conforme aolicitou o che-
fe de policia em oficio de hontem, sob n. 411, a
quantia de 14&720, em que importa a predila
conta.Commumcou se ao chefe de polica.
Dito ao commandante da estadio naval. Par-
ticipando o brigadeiro commandante das armas
do Siade on Brunshausen
2 De nao substituir o direito cuja suppressio
fies estipulada no paragrspho antecedente, por
nenhum novo imposto, qualquer que aeja a aua
oatureza, nem aobre o casco, nem sobre a carga
dos navios que subirem ou descerem o Elbs.
3.a De nao sujeiiar, de ora em diante, aob pre-
texto algn, a oeohuma medida de fiscaiisac.au
em oficio de 19 do corrente baver sido dispen- relativa ao direito abolido.os navios que subirem
sado o capito Luiz Francisco Toixeira de servir ou descerem o Elba.
GOVERXO DA PROVINCIA.
Expediente do da SO de marco
de flHttS
Oficio sos Exms presidentes de proviocias.
Communico s V Exc. que oa quahdade de 2 vi-
ce-presidenle assumi nesla data a administragio
desta provincia, por a ter deixado hoJ6 o Exm. Sr.
Dr. Antonio Marcellioo Nuoes Gon;alves. Serei
solcito em cumprir as ordena ae V. Exc, quer
relativas so servico publico, quer so particular de
V. Exc. Igual rommunicarjao se fez a todas as
antoridadea e chefes das repartieres pablicas des
ta provincia.
Dito so visronde de Camaragbe. Sirva-se V.
Exc. de eovi*r-me urna nota demonstrativa das
despezaa que se tem feito com o producto dss
quantias aubscriptas psra o Imperial Instituto
Agrcola desta provincia, e bem assim do que exis-
te em caixa.
Dito ao commandante das srmss. De coofor-
midade eom o diaposto oo aviso da repartido di
guerra de 3 de corrente, ordene V. Exc aul'ci-
rurgiio do carpo de saude do exercilo Dr, Manoel
Adriano da Silva Puntes, que se recolhs a corle
afim de ser inspeccionado pela junta militar
de vogal no conselho para julgameolo do com-
missario d'armada Silvestre Ignacio do Bom Suc-
cesso, visto que o 1 lente da armada Ernealo
Ignacio C*rdim poda funeciooar no meamo con-
selho aem inconveniente do servico para que es-
lava Humeado pelo capiio do porto; aasim o
communico a V. S. para que haja de declarar ao
predito capitio que deve recolher-se ao seu ba-
talhio.
Dito ao inspector do arsenal de marinha. Ao
sub lelegado da freguezia do Recife mando V. S.
prestar sem demora os instrumentos proprios
para o exame a que ae tem de proceder no cada-
ver de urna mulber que foi encontrada morta
junto ao pharol da barra. Communicou-se ao
chefe de policia. |
Dito ao director do arsenal de guerra.Deven-
do a companhla de artfices marchar com oa cor-
pos de primeira lioha e da guarda nacional para
o Campo das Priocezas no dia 25 do corrente a
4 1|i horas da tsrde. afim de assislir ao cortejo
que ae tem de fazer efigie de S. M. o Imperador;
assim o declaro Vmc. para seu cunhecimenlo. I
Dilo so direcior das obras militares.A'vista
da sua inforraaco datada de 19 do correte, o i
auturlao a mandar fazer a caiacio de que neces-1
aitam a eapella e diversss casas da fortaleza do!
Brom, nin excedendo a respectiva despezada
quantia da 2392710 rs. em que foi por Vmc. or- garves,
ca la.Commuuicou ae ao brigadeiro comman-
dante daa armas, e ao inspector da iheaouraria
de fazeoda.
Portarla.O presidente da provincia, confor-
mamio-se com a proposta do chefe de policia
o. 390 de 15 do corrente, resolve exonerar o Dr.
Francisco Jos Martin Penna Jnior do cargo de
primeiro auplente do delegado de policia do pri-
meiro districto desle termo, e nomea para esse
cargo o Dr. Jos Antonio Crrela da Silva, e bem
como o Dr. Miguel Bernardo Vieira de Amorim,
de
saude.
Dito ao mesmoRemetto a V. Exc. para ter o far* de terceiro auppleote do mesmo delegsdo.
conveniente destino, s guia do soldsdo Jos Ry-
muodo da Costa Valerio, que aiseniou pra os
Jrovineis do Cesr, afim de servir no bstslbao n.
de infamara.
Dito ao mesmo. Psra terem o conveniente
destino, pssso s mios de V. Exc. ss ioclusss
tuias de assentsmentos do 2a esdete 2a ssrgenio
raoeisco Foligooio de Souza Magslhies, 2a es-
dete Terencio Jos Chavante e o do soldado Joio
Antonio dos Sanios, este do 10a tatalhio de io-
aolari e aquellos do 4* baialbio de artiiharia
ap.
Dito o mesmo.Remetto a V, Exc. para ter o
conveniente deatino, a certidiodeaisentamentoe
do alferea do 2* batalbio de infantera Joa Pedro
de Alcntara Jnior.
Dito ao mesmo.Passo s mios de V. Exc. co-
pie do aviao expedido pela reparti;io da guerra
em 3 do corrente em solo\lo ao oficio de 10 de
Janeiro ultimo, no qual V. Exc. solicitou autori-
sayio para enviar a corle o soldado da compaohia
de cavallaria Antonio Franciaco da Luz.
Dito ao mesmo.P.sso s mios de V. Exc. afim
de ter o conveliente deatino, a guia de aoccorri-
meotoder. cadete 9* sargento Francisco Foli-
gonio de lagalhles, que velo para esta pro-
vincis avfeoMr.ee ao 4" batalbio de artilsria a
p a qoe pertence.
Dito asrnvenaM. Dfrve-M V. Exc. de msndsr
por em Mfcerdade, dando-ilie faaixa se Jl estiver
com presa, o reeruta Maaoet Monleiro da Crur,
que teta em seuifavor iseoclo legal.Commuai-
Communicou-ae ao chefe de polica.
Dita.O presdeme da provincia, tendo em
vista os documentos spresentadoa pelo padre
Joio Jos de Araujo, professor jubilado na ca-
deira de instruccao elementar da villa de Santa
Maria da Boa-vista, e bem asiim ssioformscdes
mjoistradas pelo direcior geral ds instruccao pu-
blica e inspector ds thesoursria provincial em 21
de Janeiro e 6 de margo deate anno, resolve que em
postila lancada oa respectiva caria de jubilado
lhe sejam cornados 18 snoos, 1 mes e 19 dias de
stf ico,e niol5aoooscomocoosa da averna car-
ta, e ordena que na theaouraria provincial se lhe
pague o que se esliver a dever proveniente da
diflerensa que ae di nos seus veocimentos em
coosequencia dessa alteracio.Rematteu-ae co-
pla ao director da thesourarla provincial.
Dita.O preaidenle da provincia, altendendo
ao que requereu o capitio do quarto bslalhio de
artiiharia a p Brazilio de Amorim Becerra, e
tendo em vista o parecer da junta militar de
aiude, reaolveconceder-lhe tres meses delicen-
ga oa forma da lei, para tratar de aua aade fra
da capital. Cammiioicou-ie ao commandante
dss armas,
Pica todava e i tend lo que as dispoaigdes ci-
ma mencionadas nio serio obrlgaloiias senio a
respeito daa potencias que lomaram parte no pre-
aente tratado ou a elle adhenrem ; reservndo-
se expressameote Sus Mageslsde o rei do Haoo-
ver o direilo de regular por meio de accordoa
particulares que nao eovolvam nem visita nem
detengo, a aegio fiscal e das slfsndegas sobre
oa navios perteocentes s polenciss nio compre-
bendidss nesle tratado.
Art. 2. Sua Magestade o rei do Hanover obri-
ga-ae, alm diaso, para com os subditos das altas
partes cootralanles:
1.a A velar, como tt agora, e em desempe-
oro dss suaa actuaes obrigacoes, pels cooserrs-
Ciodas obrss necesssnss para a livre navegacao
do Elba.
2.a A nio iotroduzlr, a titulo de compensado
pelas despezss resultantes do cumprimento dests
ubriga-ao, encargo algum, em lugar e luustitui-
Cio do direito do Stade ou Bruoahauaeo.
Art. As obrigsces comidas nos dous srtgos
precedentes surtiro o seu efleilo, i contar do 1*
de julho de 1861.
Art. 4. Como indemnisacio e compenss;io dos
sacrificios, que as esupulacoea cima mencionadas
de*em impar a Sua Magestade o rei de Hanover,
Sua Magestade o rei dos reinos de Portugal e Al-
Magestade o imperador de Austria,
rei de Hungra e de Bohemia, Sea Mageatade o
rei doa Belgas, Sua Magestade o imperador do
Brasil, Sas Mageslsde o re de Dinamarca, 3ua
Mageslsde a rainha de H-spanhe, Sua Mageatade
o imperador dos Frsncezes, Sus Mageatade a rai-
nha do Remo Unido da Uria-Bretanha e Irlaoda,
Sua Alteza Real o grao-duque de Meklembergo-
Schw-rin, Sua Mageatade o rei dos Pases Bal-
sos, Sus Magestade o rei da Prussia, Sua Mages-
tade o imperador de todss ss Russiss, rei de Po-
looia. gro-duque de Finlaudia, Sua Magestade o
rei da Suecia e Noruega, e oa aunados daa ci u -
des livres e anseticas da Lubeck, Bremen e
Hamburgo, obrigam-ae, pela part que ihea toca
a pagar a Sea Magestade o rei de Han >r, que
scceila, a somms total de 2.857:338 2/3 talhere>
(allemies) a dividir da aeguinle maneira : com-
pelindo :
Talhertt
(allemies)
16.5J13
1.273
19,413
40,334
1,013
209,543
37,789
71,166
1.033.333 1/3
1,033.333 1/3
8.885
15.855
64 258
169.963
34.489
7.983
91.495
Despachos do di SO de marco,
Ai? u*riv*nu>.
Antonio Marltos.-aT^afciaUfle de f toe.
Joio Antonio UM o Sr. ioapec-
lor do arsenal de gaJBna.
A Portugal a quantia de
A Austria..............
A Blgica..............
A Braman..............
Ao Braail..............
A Dinamarca..........
A Hespanha............
A Frso$s.............
AGris-Brelsnhs.......
A Hamburgo...........
A Lubeck..............
A Mecklemburgo.......
A Noruega.............
Aos Paires Baixos......
A Prussia..............
A Russia...............
A Suecia................
Fica bem entendido que as altas partes contra-
anlas nio serio eventualmento reapoosaveis se-
nio pels quota parte que a cada urna deltas foi
carregada.
Art. 5. Pelo que reapeita ao modo, lugar o
poca da paga melo daa diferentes qaolss par-
les, fica sosenudo que este se eff actuar emtha-
M4Rl\HAO.
O Jornal do Recife n. 47 de 16 do paasido, dan-
do coma a seus leitores da quarentena, aqui es-
tablecida no lazareto da Poota (d'Areia para oa
navios viodos de Pernsmbuco, expressa-se de
um niodo, se nio offnslvo, pelo meos bastante
iojuiiei pars com o Exm. Sr. coaselheiro, pres-
deate ds provincia, psra com o corpo medico, e
mesmo para com toda a populago, a quem nega
foros de civlitada.
Sahimos ao encontr do Jornal referido, a qeem
vamos dizer algumas pslavras.
Mal havia acabado de emposssr-se oo supremo
governo ds provincia o Exm. Sr. cooselheiro Cam-
pos Mello, que havia a poucos diss passado por
Pernambuco,e sem duvida conversado com pes-
soaa mui competentes, foi aeu primeiro cuidado
convocar lodo o corpo medico, aqui exiateotee em
seu palacio eipor-lhe comfranioeza o queouvio
sobre a existencia do cholera oequells provincia.
Alheio profisaio medica, pedio discussio
franca, ouvio os diferentes atviires, os mdicos
entre ai nomearam urna commissio e S. Exc. da
hi em dame coosultou-a sempre, o que eiia, como
entendida, lembra, 4 o que manda pdr em prati-
ca com louvavel aoliciluae.
Elle primeiro passo de S. Exc. muito e mal-
lo digaj de louvor, e fez logo entrever, que na
gereocia do goveroo da provincia eslava um ao-
ciio activo e zeloso pelo bem publico. '
Oue culpa, pois, tem S. Exc. que a commissio
mlica lembraase quareotenas, lazaretos, corddes
sanitarios e desinfectes ?
Nio coosultou S. Exc. aos que esli legalmeo-
le habilitados para decidir estas quesides 1
Ora, se os mdicos errsm. ou eolregsm-se a
taes puerilidades ou aoachronismos, cono diz o
Jornal, pot curio que um individuo alheio pro
fissio cabiri em mullo maiores engaos,
Por maior que aeja a iliustraco do rector do
Jornal, por cerlo que em oilo ou dez linh s nio
poder solver esss questio, lio melindrosa, qual
a do contagio, que oio obstaote ter sido muilo
discutida e elucidada por variaa notabilidades
medicas, sinda jaz oa obscurilade, como diz Nie-
quarl, apesar de ser de grande importancia.
J aa v, pois, que os mdicos do Miran ha o
oio se alireveram a dar a queatio como aabida e
plenamente demonstrada, e com muila prudencia
aeguiram o meio, que a muilos mdicos do mun-
do e bem notaseis, parece mais proprio para evi-
tar a mvasio de til molestia e traoquiliser o ani-
mo do povo.
Sa quizessemos desenrolsr aos olhos de nossos
leilores um quslro bem triste, bastara lembrar
oa males, que o cholera tem falto por varios pai-
zes, por oode tea dirigido suas visitas tao funes-
tas como perniciosss.
Abstemo-nos disto, e apenas lambrsrmos al-
guna fados sobre a febre amarella muito menos
mortfera, proveniente de falta de quareotenas,
de lazaretos etc. etc.
O Dr. Baily na aua preciosa obrs sobr o typho
d'America diz, qee a epidemis, que devastou a
cidade Pbiladelpbia sppareceu depois ds chegada
all de um paihabole proeedeote de Cabo, embo
ra trouxesae loda a tnpulaco aia.
O Dr. Areiula na aua breve diicripcion de la
fiebre amarilla aasevere, que a corveta El Delfn,
transportando o intendente de Hsvana Cadix,
introduzio a febre amarella neaaa cidade, que as
pessoss que se communiesram com a equipagem,
ioteira ou appareotemente aia, foram aa primeiras
atacadas o um grande numero de habitantes, qoe
fugiram para o campo, e para as cidadea vizinhaa,
levaram com sigo o cootario, e que familias io-
teiraa ficando em Cdiz cooseguirem escapar evi-
tando todo o contacto com os sflectados do mal.
O sabio bibliothecario Tbibaut de Bernaud,
escravondo ao professor Desgeoetes sobre a fe-
bre amarella, que deaolou Liorne no anno ae
1804 coota, que um rico negociante dessa cidade
por nome Pachaud contprou ao aeu caballereiro
urna pens, levada da America oo navio heapa-
ohol Anna Maria, e que depois foi o comprsdor
siseado pela febre amarella, da que fallecen, bem
como aua consorte, urna criada, e o proprio ca-
beileireiro.
O parecer ds sociedade medica de Bareellona
sobre a febre amarella, all reinante em 1821, foi
de que o appareclmenlo de tai molestia coincidi
com a chegada all de navios viodos de Havaaa,
onde ella reioava despticamente
Nio ae julgue aer composts esss sociedade de
mdicos obscuros: pelo contrario os doutos Babi,
Uraasst, Salvador Mas, Raphael Nsdsl e oulros
perteociam a seu gremio, e emitirn a opiniio
cima exsrada. r
Loego por demais seriamos, se quizessemos
psra aqui transportar o que se l em tanto lino
O egosmo que tudo smesquinhs, hs extendido
suss szas cresladoras sobre nossas islences ; e,
da inslsncis que hsvemos feilo psra o restabele-
cimenio da aahida dos vapores do sul nos sntigos
dias 7 23, em lugar de 4 e 20, como ora d-se,
advogandu aasim a causa do commercio daa pro-
viocias do nnrte, tem deduzdo um interesse di-
recto e individual da nossa parte com relacio
eata provincia.
E', porm, isto urna expansio de mesqoinhez
de quem assim penss ; e se cerlo que a mim
me nio offende, quem por si me julga, segundo
o rifio, desojramos todava que foase desenvol-
vido esss idea de proprio interesse, psra que foa-
se aquilatada em ai e em suas relacoes.
No em tsoto, qnsndo s esls persiste, e s in-
triga latente nin pnupa trabalhn pra instillsr
nns nimos o seu veneno, sejs-nos permittido
esclarecer a materia com algumas palavras i res-
pello della.
A ninguem pode ser descoohecido. que nenhu-
ma difirenos faca a esta praca do Recife a che-
gada doa vapores do sul II ou 13. 29 ou
31, e mesmo no ls dos mezes. Para as opera-
coes de cambios o espaco de um dous dias
muito suficiente ; e recebendo esta primeiro qne
alguma outra proviocia as noticias da Europa,
gracaa aua posicio geographica ; e sendo alm
disto a ultima em que oo regresso tocam os a
pores transatlaoticos, obvio que o commercio
desta praca dispe assim de lempo bastaote para
dirigir aua correspondencia ; o por cooseguinte
em nada soiTre com o tau quo, e nem luers com
o restabelecimento do estado anterior.
Nenhum detrimento provm aemelhantemente
d'ahi para o nosso Diario; esss differeo;s nio o
prejudica individualmente; porquaoloantesdes-
ses vapores nenhum outro passa para o norte,
que o aupplante pela transmissio das noticias
esse Isdo do imperio. Alm de que, seja ds Eu-
ropa, aeja do sul, o vspor cnegsdo, achira -se os
nossos trabalhos lio bem regulados era sua des-
inbuicao, que dentro de duaa trea horas orga-
nsamos e damos estampa um supplemento
com o resumo das ooticias, de que elle porta-
dor, afim de por esta forma satistszer legitima
curiosidad* dos nossos assignante*.
Quando, por uro capricho aeraelhaule ao actual,
os vapores da corle sahiam no mesmo dia de sua
chegada nosso porto, enviramos por elle mes-
mo em um supplemento composto eimpresso em
nossa oficios, tudas aa ooticias de que havia sido
portador.
E, pois, s um egosmo sublimado, s urna m
vootade depronunciads, aesiguar motivos lio
frivolos como causa da iniciativa que lomamos
oesse oegocio de interesse publico, e da auaten
ingo com que o havemos escudado oa imprenaa.
Se temos advogado a transferencia de que trata-
mos, bavemo-lo feilo para e simplemente pels
razio do mal actual que snffrem as provincias do
norte, oomeadamente o Maraobio, Piauhy, Para
e Amazooas, com o receberem as noticias, que
Ihea intereasam sob o duplo aspecto da vida pu-
blica e commercial com 15 e 18 diaa maia larde
do que poderiam t las naturalmente, ao passo
que dessa procrastioa;io nenbuma uttlidade re-
sulta.
Do lugar da primeiro snppleole do delega-
do deste termo sendo exonerado o Sr. Dr. Fran-
cisco Joa Martina Peos Jnior, foi para elle
nomeado o Sr. Dr. Jos Amonio Corroa da Sil-
va, bem como o foi para o de terceiro o Sr. Dr.
Miguel Bernardo Vieira d'Amorim.
Aa oomeaedes recahiram ero mocos habis e
ligaos de escolh*, coro que foram honrados, e
que d-lbes occssiio de eer*irem ao paiz.
Noticiaa de Campia-Grande na provincia
da Parahyba, dio o fall*cim*nto do Dr. Joio de
Souza Res, juiz de direilo de Goianna, victima do
cbolera-morbus.
Na parada do dia 25 marcha a compaohia
de artfices.
Do Rio Grsnde do norte, comsrea da Maiori-
dade receoemoa o aeguinte; com dala de 23 de
fevereiro prximo passado.
Hontem, eram quairo horas da tsrde, quando
groasaa nueoa que ae levantarais ao norte, des-
pejaram pot aobre eata villa urna furiosa tempes-
ta ie que aaauatou a todas habitantes Os ele-
mentos se desfizeram com pavoroso aaaomo, e
nio houve urna casa que oio ficasse copiosamen-
te alagada pela intensa ebuva que acumpanbuu a
borrasca. As tenas ergueram -se psrs dar paa
aagem a rajadaa da tormenta, e aa aguas. Um
velhu entendido appellidou a ludo istoIrovoada
de arrepia cabello, o que oa verdade pareceu, a
vista de ser no sentido inverso daa cuatumadas.
Al boje aioda eali por appsrecer s decisio dos
embargos que oppuzersm a sentenca que julgou
livre Thereza, apezar da locanaavel dehgencia do
curador della. O Dr; Manoel Hemeterlo Raposo
de Mello, promotor publico dests comarca, es-
sou -se oo dia 6 desle mez, com nms fllha do co-
ronel Jos Fernandes, proprtetsrto em Pao dos
Ferros.
A copia da proouncia que ver abaixo, extrahi
eu meamo de una auloa crimes ns villa de......,
o note qee essessor do juiz municipsl foi o pro-
fessor publico daquella villa....
Comarca da Maioridade, o leu
Peticaba.
PRONUNCIA.
Vis'os exsmiosdos estes hautns crimes em que i
partea a juatija hautora, eF...... r de culpa ;
e tambem o depoiroeoto daa teslemuohasque) vi-
rsm o delicio, s orden do doulor promotor pu-
blico, inlorroqataria da r F...... e ludo mais
quaolo nellea ae ceolem he maia que cario que a
r4 F.... suitsidou aeu raariio: danio-ihe com
um machado de cortar leona na cabega em cima
do pescoco al oo cacuruto, palo o que a julgo
crimioosa nn art. 192 do coligo penal, com re-
ferencia ao art. 34 do mesmo oodigo, por nio ter
o acacinado morrido como hera de esperar se a
como sou juiz municipal, condemno a r F......
no grao mximo de gales perpetuas por ter con-
tra ella todas as circumsiaocias do art. 16 do
mesmo cdigo, e isto eu fago combinando com a
piomoloria que esl multo aborrecida com o dilo
crime, segundo me dizem que ella fallou muito
aa villa de.....u escrivio bote o nome daquella
no rol das culpadas, e pague as cusas assim a
municioalidade, e pa;e mandado para ter rapta-
da a delinquenta ae por al nio estiver presae
designo a cadea da cidade de.... para ella cum-
prir o resto da pena, villa de......
Extrahida pelo Peticaba.
No da 25 do correte haver cortejo, no
palacio da presidencia, por occaaiio do aoniver-
sano do juramento constitul;io do imperio, s
5 horas da tarde.
No dis 21 do correte fallecen a subdita
franceza viuva Francisca Felicidade Middendorp,
moradora ra do Crespo n. 15, segundo anlar.
Hoje solemoisa o Sr. Dr. Joaquim Barbosa
Lima, oirectnr do Imperial 1- ututo de Nossa
Senhora do Bom-Conselho, a concessio da mee
deste Ululo hoooritlco, conferido por S. M. o
Imperador ao aeu f-siabetecimento.
O acto inaugural ter lugar pelas 5 horss da
larde, no edificio do mesmo Instituto.
Fallec-u ante hontem na casa de detengio
de febre biliosa Joio da Costa Alencar Brasil,
preto. solleiro, natural de Gameleira, 25 annos
de idade, estatura 5 p e 2 pollegadss, cabellos
prelos e carspiohos, oihoa preto, rosto cumpri-
do, nariz chato, corpo, e bocea regulares, sem
barba; recolhido a aquelle eslabelecimeoto em
2 de julh do anno passado, por ordem do Dr.
ch-f- ae polica, por crime de furto de vellos
em Goianna.
Por vanas vezes foi Alencsr Braail reoolhido
enfermara daqueila casa para ser tratado do mes-
mo maj: de que finalmente foi victima.
PeRrj. delegado de Nazarelh Francisco
Antonio de S Bau:retto foi preso o criminoso de
morte Joaquim Jos de Santa Anna, que 16
deste mez havia aaaassnado oom duaa lacadas o
infeliz Manoel Requinto, oo 2 districto de Tra-
unhciem.
O aoldado da quarta compaohis d seceo
volante do corpo de policia, Francisco Jos 'de
Beata Anna, foi condemoado um snno de pri-
sio por crime de segunde deserci* sggrsvads,
havendo-se apresenlado voluntariamente em um
dos ltimos das para cootinuar no aervico militar.
O cooaelho do julgameolo foi composto dos
seguiotes Srs.:
Presidente.
Cipitio Jos Pereirs Teixeira.
Auditor.
O Sr. Dr. Francisco Leupoldino de Gusmio Lobo.
Vogaes.
Os Srs.
Cpitio Francisco Borges Leal.
Teoente Jos Conegua.ies da Silva.
Tenente Joao Pereirs Lagos.
Alteres Antonio Muniz Tavares.
Alteres Joaquim Herculano Pereira Caldas J-
nior.
Eis os octogsimo primeiro e segundo
Boletins officiaes.
Em um oficio ue 27 de fevereiro, dirigido
de VnlaBella presidencia da provincia, diese
o juu de direilo de Pajeo, de Flores, Dr. Joa-
quim Goncalves Lima, que lhe constava por car-
tas de pessoss fidedignas de Plane, provincia da
Parahiba, que u cholera-morbus havia penetrado
e eslava grassaodo naquelle termo, onde j tinha
feito varias victimas, e que, sendo de recetar sua
appari;ao e deaenvolvimenio em algum ponto da-
quella comarca, liraltrophe do dito termo, apres-
sava-se a communicar essa oecurreocia S. Exc.
am de quese digoasse de nviar com antece-
dencia os auccorroa que ju attendendo distancia, diffi. uldade do transpor-
te, e a tarda chegada, ae forem enviados depois
que o mal ss ti>er desenvolvido.
Em um oficio de 25 do mesmo mez, dirigi-
do da Villa de Ing.zeira a S* Exc. disse o juiz
municipal e de orphius, Dr. Joaquim Frreirs
Chaves que a popula^u desse municipio ach>-
va-ae bastantemente desanimada com o reappa-
reclmenlo do cholera-morbus em diversos luga-
res prximos villa, como foss*.m a povoac,io
de Garrotes da villa de Punco, distaocia de 18
leguas. Etpinharas, Catingueiras, Barra de Ig-
nacio Tavares e oulras, distancia de 14 a 30
leguas, e que, lhe pereceado justo indagar a ve-
racidade da Dolicia, Unha Sabido de pessoas fi-
dedignas ser exacta ; e acrescenla que, Coohe-
cendo a distaocia que ba entre esta capital e
aquella villa, o que nio permiti prompto soc-
corro, ae tornara preciso que fosse remetlida
uuxa ambulancia para o lugar indicado, sendo
acompanhada de ostrocQdes medicas.
Em um oficio de 14 do crreme, dirigido
de Olinda a S. Exc, peds s respectiva cmara
municipal que S. Exc se dignasse de enviar psra
a dita cidade o Dr. Francisco Goucalves de Mo-
raes, visto que havia fallecido all do chuleta-
morbus urna muiher de nome Bertholeza Maria
da Conceicio, daqual j filaa>oa em um dos
boleuns aoiariores, e ae achavam rauitos indi-
viduos accommellidos de diarrha.
Se maior numero de casos de cholera-mar-
bu ae tem dado cesta cidade oestes dous uni-
rnos dias, nem por isto a mortslidade esl toa
relami coro os accommeltidos.
c Por inforraajoes que nos tem sido ministra-
das e havemoa colni io em noasa clnica, o pe-
riodo lgido aempre tem aido presidido pela di-
arrha premonitoria, que por vezes data de
dias. Se os cooselhos lem conseguido que mui-
los oio desprezem a diarrha, e se os facultati-
vos encarregadoa doa di.tridos mdicos conti-
nuara em aeu zelo, aocenrrendo promptameaie
os sccommeltidos, alguna individuos teem pago
com a vida a imprudeocia da nio recrreteos a
esses facultativos logo que cometa a diarrha.
c A's 6 horas ds Urde de 22 de marco da
1862.
Dr. quino Fanesca.
Nada ba relativamente ao
que merega ser referido.
As 6 horas da tarde de 23 de margo ds 1862
< Dr. A quino Foneeca.
Ter hoje lugar peranie a aubdelegacia da
Santo Antonio a cooliouacio do procesaa em que
4 reo O psrdo Amonio Joa Alpleri, autor do as-
easstoaio perpetrado na pessoa do portugus Luis
de Souza e Silvs. O Dr. promotor publico fez
juntar aoa autos para oa fina dalnstruccio prepa-
ratoria o commuoicado ltimamente da 10 es-
tampa nesle jornal, em que o Rvd. vigaro setal
allude alguna factoa que lem evidente conntxio.
com a materia cholera-morbus,
Bepartiqo da roucu.(Extracta das par-
tea de21 e tA de margo.)
Foram recolhidoa caaade detenco no dia 20
do mesmo:
a ""- d o'.09- Sr* chf "oUeie.
Amonio Flix da Silva, seml brai.co, de 1 sa-
nos de idade, aelleiro; e Jos Joaquim Rodri-
gues, psrdo, de 23 annos, que vi?e de agricultu-
ra, para reorulas; Jos da Silva Ferreira Vmbe,
branca, de 20 annos, boleeiro, por causea ofteo-
aaa pbyricae a urna muiher, com as rodas do car-
ro que governavs ; Manoel da Coala e Silva, afri-
cano, de 85 aoooa, eativsdor. tara averiguacies;
Severino Francisco dos Aojos, psrdo, de 35 ao-
noa, canoeiro, por iosultos; e ocrloulo Flix, da


'/
*t"*S."Jfc PNHt tMNN *UT
de Jos Claudino Leile, i requisigio deata.
A* ordem do Dr. delegado da capitel Joio Bsap-
Usta Mpoteiro, crioulo, de 84 aonoa de idade,
sem oficio, por embriaguez e sispelta de aer la-
drSo de carelios.
A' ordem do aubdalegado de Santo Antonio,
Luiz Feroandei Chafe, pardo, da 44 aonoa de
idade, marcioairo, por briga; Manoel, tambem
pardo, de 30 aonoa, gaohador.fesorivo de Nasa
Pompilio, por aer encontrado depoif do toque de
recolher, e ioaultar ao inspector do quartairao.
A' ordem do de S. Jos, oa eriouloi Joe
Fraociico de Lima, de 35 ineoede idade elote
Tidal do Sacramoato, ambos martimos, para cor-
recelo. r
. Klorm d0 ? Afloi, Oertfidea, criol-
la, de 25 aonoa de idade, coziohera, escrava de
aDXrqfueida0rSanl0* A"fe4' P<* suepeita de
21
A ordem do Ilim. 8r. Dr. chee de polica, Eo-
flno Pereira da Silva, de 30 aoooa de idade, a-
pateiro; Bataoislio Nuoea da Silva, de 22 aonoi;
Manoel Biptiala de Souza, de 18 aonoa, todoa
francos, vivendo de agricultura; o Lino Jos de
Moura, pardo, de 47 aonoa, o qaal r|*e igual-
mente de agrcultora, aendo os doua primeiroj e
o ultimo senlaociadoa, e o terceiro como reo pro-
nunciado, viodos do termo de Florea.
A'ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Antonio Pedroso dos Santos, branco, de 38 an-
nos, alfaiate, como auapeito ; Ze ferino Hartiosde
Carvalho, pardo, de 94 annoa, cigarreiro, por em-
briaguez ; e o africano li?re Joio da Coala, de 60
alos, gaobador, por deiordem; o africano Ma-
tbias, de 66 aonos, cozioheiro, escravo de Jos
Martina de Oilveira ; e crioulo Harcellioo, de 14
annoa, aem offieio, escravo de Jos Xavier Aoiu-
nes Correa, por andares fgidos; e bem assim o
africano Feroando, de 40 annoa, ganhador. escra-
to de Joao Manoel de Siquelra, por aer encon-
trado depois do toque de recolher.
O chefe da 4" seegio,
J. G de Mesquita.
j-T Pif"elr<> dobrigoe brasileiro Joven Can-
auto, sabido para o Rio de Janeiro : Emilia de
Jess e Antonio liarla da Silva Guedcs.
Movimeoto da enfermarla da casa de deten-
(ao do dia 22 de marco de 1868.
Tireram baiza para a enfermarla:
Lourenco deOlveira Jardim ; Intermitentes.
Estanislao Gomes da Silra ; erysipela.
Espehdio (escravo aentenclado ; luzaclo.
Ti?eram alta da eofermaria :
Benio Joa da Coala.
Joa Francisco Caipira.
Saturnino Joa de Lima.
Florencio de Barroa Hooteiro.
Miguel (eacraro de Dutra.J
Falleceu na enfermara : .
Joao da Coala Alencar Braeil; ebre beliosa.
* MATADOL'RO publico.
. Mi,-?f-,-"M para conaummo deata cidade no
dia 22 de margo, 96 rezes.
MORTALIDADE DO DIA 82 DI MARQO :
Um Belga (cujo nome igoora-ae); Santo An-
tonio.
Mara Simfaoa dos Res, Peroaobuco, 80 an-

Appelhtfttciveit.
-i7Plel'"*.,'> Veira de Sampaio ; ap-
pellado, Joa Luiz da silva Pesaoa.
.'irtf'1 ? D; c,elana Nogueira de Souza }
appeilido, Antonio Nunea Peretra e Azarado.
DIeTRIBUIC.018.
Recunot crimes.
Ao Sr. desembargador Caetano Santiago :
de AHMidte' l**' r?orrid Ao 9r. deMabargador gilaeira :
p2"f"",?1 j",5; reeortdo, fcaeharel Anto-
nio Firaioo Fgeeira de Salle.
Ao Sr. deaeubargador Gilirana :
Recorreou, e julzo ; recorrido, Manoel efe-
rino Garca do Amara!.
Ao 8r. desembargador Lourengo Santiago :
Recrreme, o joizo; recorrido, Antonio Viao-
aa Coelho e Araujo.
A' urna e meia horaa da tarde encerrou-se a
sesaio.
PUMO DE PBBNAtoBUCO. SEGURA IBA 24 DE MARCO D 186.
taommunicados.
no, viuva, Boa Vista ; erysipela.
Emereneiaoo, Pernambuco, 3 mezes, Boa-Vis-
ta ; demuelo.
Franco! Felicit Middendorp, Franca, 76
annos, viuva, Santo Antonio ; ebre amarella.
Lat harina, frica, 80 annos, solteira, Bjs-Vis-
ta, escrava; elhlce.
Manoel, Pernambuco, 4 mazes, S.Jos; io-
Oammagio de intestino.
Vasco de Albuquerque Gama, Pernambuco, 19
annos. Boi-Viate. ; tubrculos pulmonares.
e.iei ?**! A,c, M nno. oWelM, eaerava,
S Antonio; frialdade.
_yjE*UMa, Pernambico, 7 mezea, Boa-Vista :
convulsdes.
Francisca Brgida de Sobral, Sobral, 36 annos,
aolteira, Boa-Vista ; colyte ebrooica.
Francisca, Pernambuco, 22 annos, aolteira, ea-
erava, Boa-Vista; cholera.
Ubaldo, Pernambuco, 36 annos, catado, escra-
vo, Boi-Visia ; cholera.
Marcolian Jas de Aodrade, Parahiba, solteiro,
soldado do 2" de infamara, Boa-Viata : cholera.
Jos de Sani'Aona Gama, Pernambuco, 46 an-
nos. psrdo.aapateiro, Boa-Vista ; cholera.
Al andrina Mara do Sacramento, Pernambu-
co, 33 aonos, viuva, preta, Boa-Viata ; cholera.
Joo da Costa Alencar Brasil. Pernambaco, 25
annos, solteiro, Santo Antonio ; febre intermi-
tente.
Candidatura.
A falta de precedencia em certoa negocios p6-
de Irszer a aua parda ; assim releve-se a minha
soiirpguidio.
Apresento-me candidato oadeira que deiza
raga na aasembla provincial o fallecimeolo de
um de seua membroa eleito pelo A* diatricto elei-
torai de.ta provincia.
Dirijo-rne, portento, aoa eleitorea daquelle dia-
l \f lnes pa? 1ue Pr ">ura aa mi-
nhas Ideas, que ho de ler chegado i aua noticia
ou conhecimeoto, se minhas ideas ou meus sen-
t memos polticos Ibes merecem sympathia on
adneao, recebam a minba candidatura de bom
grado, e pelo que fkerem a bem della, lhes
agradecerei com os meus esforgos em bem da
causa publica e do modo por que j della tratei,
quaodo, como aupplente, occupel na mesma as-
aembla um lugar por alguns dias.
Dirijo-me mais a todos oa meus amigos, e a
estranhoa e descoohecidos que tanto ae eaforca-
ram pelo triumpho de minha candidatura pelo
Recite, a aual por pouco nanfragou, e Ihea pego
que, se os meus seotimentoa e idss nao des-
mercenos no aeu cooceito, empreguem oa
metf eesforgos que ae digoarem. e de que po-
aeretn dispor para o bom ezito neste meu inten-
to, de ludo o que apeoaa saberei aer grato com
os meus desejos e boa vontade.
Cabo, 21 de marco de 1862.
Affonto d'Albuquerque Mello.
'/ '" fle,menl copiada, conferida e
concertada, subscripta e aaaigoa la em publico e
raao aeguinte de que jiao naata cidade de Recite
de Pernambuco, aoa 17 diaa do mez de mareo do
? h.MaT-?*J"0 deNooSenbor Jesuadhria-
to de 1868.Snbscrevo e asaigoo. Em teatemu-
S..uurH?;?e-T? Ub6lUao PUDli". FrancUco
Baptiata de Almoida.
N. 2.
^. Certldao de bapllsme.
hooorarm da imperial eipet, e vlgario
o na maWi do Santiuiqo Sacramento dar
rro de Santa Anilo do Reciie.
4.S? r q.ue w,1e.n<1 0I Uroa de bapliasdot
desta freguezis, no llvro dcimo qufttto a folbaa
vinte e sale vareo, achei o aasenlo da forma e
theor aegulnte:
Aos 3 de julho de 1842, neata matriz do Sacra-
crameoto de Santo Antonio do Recife, da minha
acensa, o reverendo Antonio Alvares de Souza
baptuou e pdz os santos oleoa em Mauricio, par-
do, acido 10 de junho deate aono : lho na-
tural de Clara, escrava de JoJo,Feroando da Cruz,
branco casado, morador oesta freguetia ; foi pa-
dr oho Joao Fraociaco Tarares da Silva, pardo,
solteiro, morador neata freguezia ; do qne man-
elr"**J es,e Ment e por verdade assignei.
Lertinco mais que se chava no meamo assenlo
i aeguinte nota:
Declarago.
Declaro que por despacho de aua ezcelleocia
reverendissima de 13 de margo de 1862 se decla-
ra que o bsptissdo se chama'Maurino e nio Mau-
ricio.
O cooego vigario Venancio
zende.
Correspondencias.
lu r$^actortl' pessoaa que houverem
lido aa publiocoes feitaa neate jornal por um se-
nhor que e intitula teatamenteiro de meu finado
irmo Jos Fernando da Cruz, devem ter notado
a pertinacia com que ease senhor, ou quera qer
que lbe eacreve aa correspondencia-, tVm procu-
rado trazar n -. --- **c------ _
Henriquea de Re-
E nada mais se cootinha no referido assenlo.
por ser verdade mandei pasear a presente
que assignei.
Ffeguezia de Sanio Antonio, 14
i8o2.
O conego vigario Venancio Heoriquea
zende.
CHRONICAJUDICIARIA.
Tribunal da Relaco.
SESSAO EM 22 DE MARgDE1862.
PRBSIDBHCU DO EXM. SR. DESEMBARGADOR BRMELINO
DE LEO.
A a 10 horas da manhaa, presentes os senhores
deaembargadoresCaptaoo Santiago, Silveira, Gili-
rans, Lourengo Santiago, Molla, Peretti e Guerra,
procurador da coros, abrise a aeaao.
Passados oa feitos, e entregues os dislribnidos
ueram-se os aeguintes
JULGAIENT03.
Recursos crimes.
Recrrante, o julzo; recorrido, Manoel Ferreira
das Dores.
Relator o Sr. desembargador Peretti.
Sorteados os Srs. desembargadores Gilirana,
Silveira e Motta.
Improcedente.
Recorreote, o juizo; recorrido, Justino Perelra
e Araujo.
Relator o Sr. desembargador Peretti.
Sorteadoa oa Srs. desembargadores Caetano
Santiago, Silveira e Gilirana.
Improcedente.
Aggravo depetico.
Aggravante, Malhias Lopes da Costa Maia ; ag-
gravado, o julzo. e
Relator o Sr. desembargador Peretti.
Sorteadoa oa Srs. desembargadores Lourenfio
Santiago, e Motta.
Den-ae provimeoto ao aggravo.
Aggravo dt instrumento.
Aggravante, Joao Cleofaa de Lemos e Vascon-
valc. Relator o Sr. desembargador Motta.
san?!.. '??" den>l'argador8i Lourengo
Santiago e Silveira.
Deu-ae provimenlo.
4o Aggravo depetico.
rfv.rti'*-0-'' AlTaro Auguato de Almeida ; ag-
b i ,ouo-
llago. f Sr" d9Wlnor8d ^Sorteado os Srs. deiembargadorea Silveira,
Nagou-ie provimenlo.
. Appellacouciveit.
laff^Tf1*! "I?" "'IcanU da Coala; ap-
pellado, Joaquim Marques da Coala Soares. 9
Confirmada a sen tenca.
Appellante, Antonio Jos Gomal do Crralo
ppe lado, 9 aolicitador de residuo!. '
Reformada a aeoteoca.
Appellante, Antonio Alvea da Cofia ; appalla-
-up?!II,D,e Benl iot Lamenba Lina; so-
Deapreaaram-ae oa embargos.
Appallaote, Manoel Paulino da Cunba Gou-
Confirmada a eenlenca.
Appellanle. Luiz Correia de Mello ; appellado
Luiz Crrela de Mello e Araujo. *">.
Nao se tomou conhecimeoto.
4 ii Appellacoet crimes.
i*!" SU,0, Utait0 CaTi,c,nU: 'pel-
Improcedente.
DILIGENCIAS CRIMES.
j..% SAuS <""*>"'" P">or d.
Appellacoet crimet.
utSSSS Ul 8PPella,1<>. *>o Pedro de
Appellanle, o juizo
nardo doa Sanios.
appellado, Maooel Ber-
C.dPoP.S G.mVUI0 >mm> Aolooio Pi'<>
reir.PPcK: JU; '""'i Manoel Fer-
DESlONACiODI DIA.
lunuf00""" m p,M a,8Bn'0 ee-
Appellaco crime.
drnP.PSl.rtVd;LP?"0l0r : tmil%"' Almi*
o meu nome para a,4hscusso, aggre-
dindo-me de um modo fotfilo I
Nao offendi jamis esse senhor, oem seua dig-
nos socios, saim tenho auxiliado mioba maia
defender o-polio do finado contra preteoces
que ella reputa leairaa de aeu direilo.
Eolretaoto nao descerei a responder esses se-
nhores em outras correspoodenciaa como essa de
seis columnas, ltimamente publicada om um doa
nmeros deste jornal, e oa qual cada palavra
um insulto dirigido a mim, ou minba mal ; po-
dem elles continuar a atirar-noa aa injurias que
parecem constituir a nica linguagem por elles
coohecida, e s propria de pessoaa que ae oao
preaam.
Met um pedir-Ihee, Sr. redactores, a Irans-
cnpgo doa documentos, que acompaoham estas
linbas.
Fui erguido de baver veodido eacravoa de meu
irmao aem que Ihe desse conta do prego, e de
ter concorndo para que meu irmio psgaaae le-
tras por mim.
E para ae dar calumnia as apparencias de
verdade, chegou-sea indicaros nomes desses es-
cravo ; a aaber: Clara, um seu filho de nome
Maurino, Antooio e Isidoro.
Urna aolemoe arguigo feila oeatea termos po-
dara ao menos deixar duvida oo espirito da-
qaellea que me nao conhecem. Mas nao, a for-
ma da aecusago devida nlo a cooacieocia de
aua verdade e justga, mas ousadia de quem a
fez. '
Veoho hoje com documento oa mao confundir
esses senhores to facis em atacara honra alheia
esquecidoa de que semelhsnte procedimento n
assenta ae nao naquellea que tambem nao pre-
aam a propria honra.
A eacrav* Clara eu a comprei em 29 de abril
de 1812 ao Sr. Joio Frederico de Abreu Reg
como consta do documento n. 1.
Maurino, era lho deata, nascdo depois que a
comprei, e portaoto mioha legitima propriedade
como mostrs o documento n. 2.
Antonio, eu o houve por troca com o escravo
Benedicto, segundo prova o documento n. 3
Isidoro foi doado em idade de quatro aonos
por meu doado irmo meu filho Olymplo, e o
mesmo chegando a idade adulta toroou-seiodig-
oo por sua m conducta a ponto de aer procesa-
docriminalmente, oque me motivara bastantes
incommodos; 6 por isso me vi ns obrigagio de
desfazer-me delle, vendendo-o, o que fiz avista
e face e por coosenlimento do msamo meu irmao
de quem tenbo em meu poder urna carta alica-
tando o tacto da doagao e recoohecendo o direi-
lo com que proced. F." o documento o. 4.
Quaoto s letras que se diz que meu irmo pa-
gara por mim, esse acto nao me podeia nunca
deaairar, e seria menos eztraordioario do que
certas declararles que se leem no testamento
que Ihe attribuem, segundo as quaes devem ser
consideradas como verdadeiraa letras assignadas
pelo intitulado aerante de seua negocio.
Mas para defeoder-me de semelhante falsidade
nao tenbo outro recurso se nao provocar directa-
mente o signatario deisi correspondencis, que
apresentem easas letras, ou prove quaes foram
easas pessoas a quem eu bouvease lomado di-
nheiro por meio do letraa garantidas por meu fi-
nado irmo, ou por outra qualquer maoeira, e
que este viesse a paga-la.
Fia abi a resposta oa explicagio, que s por
amor do publico julgo-me no dever de dar.
Basts que o meamo publico aprecie avala desta
minha reapoata da moralldade daquelle corres-
pondente e dos seus auxiliares, com os quaee in-
felizmente me tenho encontrado levado s pelo
dever de defender os direilos que a mioba mai
aeslstem.
Recife, 22 de margo de 1862.
Joao Fernando da Crux.
DOCUMENTO N. 1.
Digo eu abaizo assigoado que entre os maia
beos que posauo de manaa e pacifica posse,
bem assim urna escrava parda, de nome Clara, a
3nal vendo, como de fado vendida tenbo, ao Sr.
oao Feroando da Cruz, pelo prego e quantia de
600$, que ao fazer deata recebi em moeda corren-
te, caja escrava vendo do meamo modo que e
posauia, com todoa oa aeua achaquea cobertoa e
descobertos. por isao que Ihe cedo e treapaaso
toda a posse e domioio que *m dita tioha, obri-
gaodo-ma a fazer firme e valioaa eata venda,
obrigando-ae o dito senhor a pagara ciza.
Pernambuco. 29 de abril de 1842.
Joio Frederico de Abreu Reg.
Joio Fernando da Crui.
R\ 600*000.
Como testemonbas:
Msoricio Jos de Torrea Temporal.
Firmioo Joa de Mallos.
Beroardino Aotonio da Coala.
Laogado a folhaa 120 do lirro competente. 1*
aecgio da mesa do coosulado, 8 de margo de 1868.
O laogador, Demetrio Coiho.
Sello,
mn ," 'Koe'e das armas oacionaes, n. 317,
2 ,e" aolio)- Recife, 3 de margo de
1862Caelro Silva.Gama.
Coohecimento.
Imposto de meia ciza doa escravo.Queiroz.
Lineado. Baduem. Consulado provincial, n.
1146. R' 30J000.
Fica carregado ao thesoureiro Joio de Si Lei
lio, em o respectivo vro da recaila a folhaa, a
quantia de 30*, que pagou Joo Fernando da
Cruz de meia cizs correspondente a de 600* por
que coqiproo a Joio Frederico de Abreu Reg,
de Pernambuco, 28 de fevereiro de
Sello.
Estava o aigoete daa arma oacionaes.Nume-
ro duzentus e setenta e cinco.Duzenlos ris.
Pagou 200 ria.
Recife, 17 de margo de 1862.
. Franga.Gama.
b mata se nio cootinha em dita certido que
me foi apreaentada para reduzir a publica forma,
que e a preaente, a qual vai bem e fielmente co-
piado, conferida e concertada, subscripta e assig-
MM en publico e raso seguinle de que uso ose-
ta cidade do Recife de Peroambuco. aos 17 dias
do mez de margo de 1862.
Subscrevo e aaaigno.Em leatemunho de ver-
dade.O tabelliao publico,
Fraociaco Baptiata d'Almeida.
N. 3.
. Abaizo assigoado.
oigo eu abaixo^asigoado que entre os maia
Moa que possuo de mansa e pacifica poase, e bem
assim um escravo de nome Aotonio, nagio Ben-
guella. idade pouco mais ou menos quatorze an-
nos, o qual no valor de trezeotoa mil ris per-
muto, como de tacto permutado o teoho de hoje
para sempre e da mesma forma que possuo com
todos os achaques coberlos e descobertos com o
Sr. Joap Fernando da Cruz pelo aeu escravo, de
nagao Cassaoge, de nome Benedicto e cedendo e
traspasando na pessoa do mesmo Sr. Joo Fer-
nando da Cruz, toda s posse e domioio que no di-
to escravo Antonio tinha, me obngo a fazer firme
e valiosa em lodo o lempo esta peimuta que por
garanta a passei o preseote em que me assig-
001.
Recife
1840.
Joo Canelo Pereira Freire.-Como teatimu-
nha, Peregrino & Figueiredo.Antonio Arelino
rerreira Lopes.
Sello,
hstava o aigoete daa armaanaciooaea.Nume-
Pe,2?V 'inte "-Oitocentos ris
Pagou 800 ris da taza aotlga
Recife 17 de margo de 1862.
Ribeiro.Gama.Cavalcanti.
Conhecimeoto.
Mesa de diversas rendas internas provinciaes
ae i-ernambuco.Anno financeiro de 1839 1810
-Numero mil e viole e tres.Ris qumze mil
Fica carregado ao ihesoureiro Bernardo Perei-
ra de Bnto em o reapectivo livro de receita a fa-
inas cento e viote e orna, a quantia dequioze mil
res, que pagou Joio Feroando da Cruz, maia ci-
za correspondente a trezenloa mil ris, preejo por
que estimou um escravo de nome Antonio por
oulro escravo por nome Beoedicto que permutou
com Joio Caocio l'ereira Freir, em 28 de fe-
vereiro de 1810.
Oprimeiro escripturario Salgueiro.O Ihesou-
reiro Brito.
E maia ae nao cootoha em dito abaixo aaaigna
ao que me foi spreseotado para reduzir a puotica
forma, que a preaente, a qual vai bem e fiel-
mente copiada, conferida e concertada subscripta
e assigoada em publico e raso aeguinte de que uso
oesta cidade do Recife de Pernambuco, aoa 17
das do mez de margo de 1862.
Subacrevo e aasigoo.Em testemuoho de ver-
dadeO tabelliao publico,
Francisco Baptisla d'Almeida.
N. 4.
i o. me imPr,a com o producto do moleaue
isidorio, o dei a seu filho, logo visto o ter vendi-
o produelo me nio perieoce, a negra Luiza me
nao pertence visto t-la dado a sua filha. Seu
mano Jos.Pintos, 20 de outubro de 1859.
Keconhego verdadera a lettra e assignalura da
rubrica aupra, doo f.
Recife, 18 de margo de 1862.
Em lestemunho de verdade.-Estava o original
publico.
ITl.!Sfu """ me am ootria nio,
quando j por flm ougo o aeguinte :
.?,*-"? ,0 noMO J",z d" dite,, Prohibir os
TTn*dVdeVtaUm e,C 6tC- ami"
eoncedido que o Sr. Dr. juiz de direito prohibie-
se oa enterroa de cbolencoa no cemiterio, nlo
aquella data nada absolaiameite na cidade de
tero Meo. cholera nem de diabeavi aatad"ji 2 meU
zelro, co. Jago, onde fszi. e.lr.M il, ^/AontoS
I.u h ,sem corp08 Pl"f5*o em redea pelo
TilJ" '& WJ* ,e Mpultadoa
SE." 0 Mu"'f CMltiil em manos dis-
S5 j. q,oe "V-poqsi quaodo veu praga
rlmJSE*0' qge Dr" Symphronio em
nuhl?A nnl0,.80!."00' .bBBJ da lubrldade
iwi" eoD,ul,1BBo o delegado do tarmo en-
tenderam que ae deviam enterrar onde prioci-
piaram.
Maus senhores, nesta mioha trra, o que nel-
i 'f? eSD1Dhog- n" ouls sao rosas; porexem-
pio li para Goiaooa nio aei em que parte poze-
ram-se cordoessaoitarioa. o que deu que fallar
muito por nio ae poder ver maotimentos, e al
ouvdizer malulos, nio basta morrer do cholera,
tambem de fome, emfim suspeoderam tal medi-
da ; ougo tambem dizer que no mar ae faz
urna cousa chamada quarentena, ote.
A vala das razdes j veem Vmcs. que nao foi
muiio humano o tal amigo para com o nosso
digno juiz de direito, que s bom (termo que
usamos por c), e mesmo asta acabado ialo, por-
?" d'"e-me o IB'8o Pantaeio sscrialio, que
Ja babilavam no cemiterio uoa cem.
Emfim dei meia volta as direitaa e fui disca-
ninrjo. e duendo comlgo o Sr. amigo da huma-
nxaaae tem medode communhio, fallou boni-
to doa padres, na verdade oa padres dessa co-
marca sao dignos de louvores, sao melhores as
epidemias do que nos lempos de bonaoga, nio
sel ae me eotende, lempo de saude; principal-
mente o no88o reverendo vigario que quaodo
nos por c faziamos tergos para o cholera-mor-
MM nao chegar onde nos estavamoa, elle foi-ae
atirar em corpo e alma no meio delle.
Eu que bem vontade tinba de dizer mais al-
go ma cousa, calo-me, porque falta-me o Joo
aa Lruz para recompensar a Ezma. Sra. Doua
lypographia, pedindo ao amigo da humanidade
que quando quizer fallar do Sr. Dr. Abilio Jos
lavares da Silva digno juiz de direito de Naza-
relh, consulte ao
caada


t

arroba
>
a
passar
de margo de
de Re-
Camponcx.
Publicares a pedido.
SOliT
lo
Offerecido ao formigo I. I. H. S.,
ra da Madre de Dos.
0 lu que tens belleza imaginaria,
Que formas ci do muodo o paraizo,
A quem dstes I Quem roubou o leu juizo I
essa cachola immeosa nao ordioaria 1
Tua intengo foi um pouco temeraria ;
1 orm, como crianga que s, causaes riso,
A quem te v ua jaoella a jogarsizo,
Penitencia que lena lomado por diaria.
Se julgaea cora a tua eloquencia
Tomares u'um aonuucioo leu deapique
Nemquesejaa um tonel d'intelligencia
Nada dizes que ao publico justifique.
Te darla ae nao fosse a clemencia,
Pateada aolemoe, e com repique.
COMHkRCIO.
da
Agurdente de cana. .
dem resillada ou do reino. .
Idemcaxaca......
dem genebra......
dem alcool ou espirito de
agurdente ......
Algodio em carogo ....
dem em rama ou em li. .
Arroz com casca ... .
dem descascado ou pilado. .
Assucar masca vado ....
dem brioeo......
dem refinado......
Azeite de imensloim oa mon-
lobim........
dem de ceo ......
dem de mamona.....
Batatis alimenticias ....
Bolacha ordioaria propria para
embarque.......
dom Boa........
Cai om...... ;
dem escolha ou restolho .
dem terrado .
Caibros .....
cai. ....'i;;; .*
dem braoca .
Carne secca charque.'
Carvao vegetal. ...".' .'
Cera de carnauba em bruto. .
dem idem em velas. ; .
Charutos. ......
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados .
dem seceos espichados .
dem verdes......
dem de cabra, cortidos .
dem de onga......
Doces seceos......
dem em geleia ou mass'e .". ".
dem em calda. .....
Espanadores grandes. ". ". *.
dem pequeos .....
Esteiras para forro ou estiva d
navio......j
Estoupa nacional ." )
Farinha de mandioca. .
dem de araruta ....
Feijo de qualquer quaida'de'.
rrechaes.....
Fumo em folha bom.' ." .' '.'
dem ordinario ou restolho.
dem em rolo bom ....
dem ordioaro restolho... >
G'nma ........arroba
X
320
3320
9300
|400
5O0
2J870
112500
caada
s>
I
arroba
>
>

libra
um
arroba


libra

cento
libra
>
>
um
>
libra
>
>
um
>
cento
arroba
alqueire
arroba

um
>
>
de vaccas e

amarello de
NOVO BiNCO
DE
niiwuiuco
O novo banco paga o 8- dividendo de
12$ por acc3o.
Pracado ttecfe21 de
martjo de 1862.
Vs cuatro horas da tarde.
r.otaces da junta de crrelo res.
Cambios.
Sobre Londres-90 djv. 25 5i8 d. por 1.
Sobre Pars90 d(v. 367 is. por franco.
Dia 22.
Nao houveram cotagdes.
J. da Cruz Uacedopresidente.
John Gatissecretario.
O tabelliao publico, Francisco Baptisla de Al-
meida.
Eslava o sgnete desarmas oacionaes.Nume-
los^is" Cent0S ti,--pa8" quatro cen-
Recife, 18 de margo de 1862.
;__, Frange.Carvalho.
k mais se nio contiuha em dito trecho de urna
\ e*c"U em >! le 20 de outubro de 1859
por Jos Fernando da Cruz, a seu irmio Joo
Feroando da Cruz, da qual flz extrahir atrecho
della que cima fica copiado, a qual me reporto,
val conferida e coocertada na forma do estylo.
subscripta e assigoada nesta cidade do Recife de
Pernambuco, 18 do margo de 1862
d.rtb8ne,TKe..ai,ig00w',-Eai ''emonho de ver-
dade.O tabelliao publico.
Francisco Baptisla d'Almeida.
Srt redactor i -Acaba de dmittir em sua
casa de saude o Sr. Dr. Joio da Silva Ramos.
estimulado antes do espirito caridoao de aoe
sufflcieotemeote ornado seu eorsgio bamfazeio,
do que pelo pequeo ioteresse que Ihe oftarecl.
a mioha preta de nome Felicidade, a qual aoflrla
no peito um tumor scirrhoso. j um pouco vetus
to ; coja operagio lbe foi feila no dia 15 do cor-
rente pelo Sr. Dr. Estevio Cavalcanti, a quem nio
tenho a honra de coohacer; mas que lem direito
a mioba gratidio, pela humanidade, delicadeza e
agihdade com que eztirpou aquelle mal. Tenho
f ntido todoa estes diss aquella casa, onde de
certo nada ha qe de.ejar quaoto ao zelo, aceio
*--?2*i doeDle9 eo,,,Ke8 is diligencias
de uta bom enfermeiro, e aos cjidados de seu
digno loalitoidor.
A operada acba-ae all aatlsfeita, coovalesceo-
te, e aem cousa que Ihe affecle ruina a seu esla-
com aquella beoigoidade que atienden as miobas
circunstancias, aceitar os votos de meu siocero
agradeermento, por om beneficio que se digoou
auxihar-me, e pelo que Dos jimsia se eiquceri
de remunera-lo, e a mim de lembrar-me. Coo-
sintam. Srs. redactores, inserir oo seu conceitua-
do jornal estas linbas, as quses me sssigoo ser
de V. He, mullo venerador e criado
Cimillo Lina Chave.
Srt. Rtdactoret.Como Vmc. bem sabem. o
maleto quaodo vai i praga torga de negocio.
aUfandesjss,
lendlmentodo da 1 a 21. ,
dem do da 22 .

cento

um
caada
arroba,
quintal
urna
>
>
molhos
cenlo
urna

libra
arroba
>
urna
duzias

arroba
urna
9000
19600
i 5 280
9500
48000
81000
88000
59000
300
360
160
320
'.$000
15600
260
400
29500
4S000
200
230
120
300
isooo
19200
600
600
4*000
28000
209000
18600
28500
4S0O0
28500
5*000
21 $000
7$500
13SO00
58000
19800
268000
28000
U90C 3
580C0
200
1S6O0
59OOO
800
48000
18200
120
Movimento do porto.
Ipecacjianha (.rali)
Lenha em achas .
Toros.....
Lennas e esteios.
Mel ou melaco.
Milho .
Pao brasil
Pedras de amolar
dem de filtrar .
dem rebolo .
Piassava. .
Pontas ou chifrea"
novilhos .
Pranchdes de
dous custados. .
dem lo uro.
Sabo. .
Salsa parrilha !
Sebo em rama.
Sola ou vaqueta ,
Taboas de amarelloi
dem diversas .
Tapioca .
Trives. "
Vy --'.'.... caada
Alfandegade Pernambuco 22 de margo de 1862.
Appr0vo.-{Assignado.)-Barros.
h" P"neiro conferente, Anlonio Carlos de Pi-
ano Borgas.
O seguodo confarente, Jos Thomaz de Campos
Cuaresma.
Conforme. o 3.
Carneiro Monteiro.
39OOO
169OOO
88000
ICO
258000
58C0O
28600
105900
709O00
39200
89000
9280
1 i 1 Navtot entrados no dia ti.
aSI?. "T43 4U, Mcooa ioilexa Florence, de
120 toneladas, capillo E. N. Parlridge. oquipa-
asasif uom cob b,Miho:
de 15f tonaladas, capltio George Pepperell!
equipagem 8. em lastro : Krabbe Thon
rfaviot tahidot no memo dia.
Rio de Janeiro Brigue braaileiro Joven Candi-
do, eapitio Pedro Henrique Cardoso, carga as-
sucar. "
GrenockPatacho inglez Levinia, eapitio James
Mercey, carga assucar.
S. ThomazHiate americano Julia Anna, eapi-
tio Joseph Hardiog, em lastro.
Naviot entrados no dia 23.
Rio graode do sul23 da, brigue brasileiro
Prazeret de 302 tooelsdss, capltio Jernimo
Jos Telles, equipsgem 13, corga 12,000 arro-
bas de carne secca ; Amorim Irmio.
Bordeaux29 dias, galera fraoceza Grand Conde,
de 524 toneladas, capilio Calenge, eqoipagem
20. carga diferentea mercadorias ; i Tisset
Freres & C. v
Mocei2 dias. barca ingleza ATorcaJ, de 245 to-
neladaa, capilio David Coraier, equipagem 12,
carga assucar ; Johosloa Paler & C. Veio
receber ordena.
Liverpool35 diss, barca ingleza Floaleng Cloxod,
de d94 toneladas, eapitio S, Duder, equtpa-
gm 13, carga carvo de pedra i Johnston
Pater & C.
Sahidos no mesmo dia.
Liverpoolbarca ingleza Trenculo, capilo Di-
mond, carga assucar e algodo.
Gibraltarbrigue luglez Carolina, capilio EJu-
ard Hoblyo, carga assucar.
Obeservacoes.
Suspenderam nolamaro, para Baha a barca iu-
gleza Celia, capilo H. Dolbro, com a mesma
carga que irouxe de Haliax.
Para Hon Konggalera. t, lo Thomaz Heurille, cora a mesma carga que
irouxe do Bosipo.
te
a
Horas.
o
e
B
a
Almotphera.
I
en
Direccao;
I
o
m
en
Inltnsidade.
00 3 80 8 ^3 I Farhenheit.
I
escriplurario, Joo Duarle
PRAiJA DO RECIFE
DE 1I\U< (K f8*.
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios -
Algodao
322:8541562
15.8209059
338 674*621
Movimento da alfandeira.
relames entrados com fasendas.. 429
> aora gneros..
Velamea sabidos com fazendaa..
com gneros..
91
163
359
520
Vamos ao caso.
Em urna bella tarde de margo (anda que de
invern), indo eu a cidade, fui, romo de coatu-
me, por o burro oa estalagem, e anciossmeoie
vou aliraodo minhas gsmbias pelas ruaa da cida-
. de para saber de algumas novas, isla phnisrt
em 29 de abril de II 42. os atetaros no verso de- cas; eis que atr.hido por mais 'de um*. p.mo.
fago alio em frente de urna caaa, e fui colleaindo
2ue um que me pareceu ser o dono da caaa nio
dos sete posturas, poim de quatro e de todas
digno.
Como ia dizendo. lia elle com todo eolhusss
mo orna correspondencia, eu c me fui chegan-
do sos poucos, e lsngaodo a vista na folha a li
_=r- 522
Descarregam hoje 24 de margo.
Brigue portuguezRelmpago varios gneros.
Barca loglezaHermooefazeodas.
Barca francezaAzudem.
Brigue inglez-Rosaliebacalho.
Folaca hespanholaHara Lloberascarne.
Importa pao.
Barca ioglaza Oltnda, viada de Liverpool, coo-
sigoada a Sauoders Broters 4 C, manifeatou o
seguiote :
15 calas tecido de algodio ; a Rostron Roo-
18 dilas e 13 fardos tecido de dito: a E. A.
Burle ci C.
6 fardos dito dito; a J. Crabtree & C.
8 ditos e 63 calas dito dito. 29 volomes ferra-
gens e diversos arligos ; a Patn Nasb & C.
89 Jardos e 24 caixaa tecidos de algodio, 50 di-
tas cha, 100 gigoa louga, 40 toneladas csrvo de
pedra ; a Saunders Brothers & C.
30 volumes drogas, garrafas vasias e objeclos de
botica ; a Caora & Barbosa.
150 barricas cerveja ; a Milla Lathao de C.
220 ditas dita, So fardos e 4 calzas tecidos de
algodio; a ordem.
50 caixaa cerveja, 6 fardos tecidos de algodo ;
a II a be Scbemetiau 4 C.
5 caixaa palles envernizadaa: a Kalkmann
Irmaos.
1 dita chapeos de sol; a Joio Keller 4 C.
60 dllaa objeclos de metal; a I,idoro Halli-
day v C.
1 caixa dedaea; a Mello Lobo & C.
1 barril oleo, 1 dita presuntos, 1 dita cutilaria,
A dita ferrasen ; a Henrique 4 Azevedo.
1 aacco amoatne ; a diverso.
Exportarlo
1 u ,Do u M de m"5-
Patacho inglez florriet, para Cdiz, earrega-
ram:
N. O. Bieber & C, 1,300 saceos com 6.500 ar-
robas de assucar.
Barca portuguesa Silencio, para o Porto, carre-
garam :
Manoel Ferreira da Silva Terroso, 24 pranchdes
de amarello com 48 custados.
Barca naclooal Carioca, para o Rio da PraU.
carregaram : '
rnMSl" P'lKr \C" m b"rlC" m me"
cora 2.840 arrobas de assucar.
Becebedoria de readasj Internas
sferaesj de Pernambuco
. 36:8299390
. 2:56780I
Agurdente -
Couros- -
Arroz
Bstatas---------
Rendimento do dia 1 1 21.
dem do da 22
39 3978191
do consulado provincial de
margo de 1862.O eicriptu-
clarados.
Tereeira secgao
Peroambuco, 3 de
rario, Coiho.O ibeaoreiro, Si Leitio.Ciara,
parda.
E mais se oao cootinha em dito abaizo aasig-
nado o coohecimento que me foram apreaeotados
psra reduzir a publica forma, que a prstate,
petrelliaitnle-Llberal de 7 de merco de 1862;
Coninlado provnola!.
Kendiment do dial a 21. 55 6234949
dem de dia 22. ..... vWp
56I59OOO
ALPANDEGA DE PERAMBUCO.
Paula dos preco dos gneros sujeitos a direito
Mercadorias. nidadea. Valore*.
Abano.....la- cenlo JfOOO
- Saccou-se sobre Londres a 25
1)2 e 25 5i8 por 18000 a 90 d.
v., sobre Paria a 367 rs. por f
sobre Hamburgo a 695 rs. por
M. B., e sobre Lisboa a 108
por cento de premio, regulan-
do por S 40.000 os saques da
semana.
- O deata provincia vendeu-se de
11$000 a lljtfOO rs. por arro-
ba do escolhido, e de IO98OO a
119*200 rs. o regular. O de Ma-
celo posto a bordo a 119200 e
o da Parahiba a 12$900 rs.
Assucar----------o branco veedeu-se de 39000 a
398C3 rs. por arroba, o sme-
nos a 29700 rs., mascavado
purgado de 2J300 a 29400 rs ,
e o bruto de 19980 a 2&000 rs.
por arroba.
Vendeu-se de 529 55800 rs.
a pipa.
Os seceos salgados venderam-
e de 195 a 205 rs. a libra.
O pilado da India vendeu-se a
29809 rs. por arroba, e o do
Maranhio a 39600 rs. a ultima
venda.
Azeite doce------Vendeu-ae o de Lisboa a 38303
rs. por galio, e nio ba do
Estrello.
Bacalho--------Em atacado vendeu-se a 149200
rs., e a retalbo de 148500 a
159000 rs. por barrica, licando
em aer cerca de dez mil bar-
ricas.
Venderam-se a 38000 rs. por
arroba.
Caf---------,- Vendeu-se de 7J500 a 89500 rs.
por arroba, e ha falta do su-
... Perior.
cna----------------Vendei-ae de 29450 a 21500 rs.
a libra.
Carvio de pedra Vendeu-se a I49OOO r. a to-
nelada.
Cerveja---------Vendeu-se de 4920O a 68000 rs.
a duzia de garrafas.
Carne secca- A do Rio Grande reudeu-se de
3J700 a 49200 rs. por arroba,
e a do Rio da Prata de 394C0 s
396OO rs. ficendo em ser :
1,600 arrobas ds primeira e
3.000 da segunda.
Farinha detrigo-ElTecluaram dous leudes com
toque de avaria; um de 800
barricas d'amerlcaoa de 149000
a 168500 rs.; e outro da frao-
ceza a ir.OOOrs. Retalhou-se
de I89OOO a 211000 rs. por bar-
rica de Philadelphia. de I790CD
SKOOO rs. de New-York, de
I79OOO a 1800O rs. hespaoho-
la, 208000 rl. a franceza, e
289OOO r. a de Trieste, fleando
em ser : 9.500 da primeira,
7.800 da segunda, 600 da ter-
eeira, 8,400 da quaria, e 500
da quinta, ao todo 24 800 bar-
ricas.
- A ingleza vendeu-se com 290
u.m.ini. f,r ceDl ,obre hetura.
Maoteiga A franceza vendeu-se a 600 rs.
a libra, o a ingleza a 800 rs.,
I ncando em depoiito cerca de
, J ., 2,50 brl.
Oleo d linhaga- Vendeu-se a tSOOO rs. por ga-
ISO.
- Os flameogos veoderam-se de
25400 a 29500 rs.
- O da Lisboa regulou por 7*500
rs. por arroba.
- ?J!2'orlMl eodeu-se de
120*000 a 130 rs. a pipa.
- 0dil a 2809 rs. a pp. e de oulr ,
pases a 230& rs.
------------As de compoiicio reoderam-se
por 700 rs. a fibra.
O rebate de lettra regulou de
10 a 18 por cento ao anao, des-
contando a caiza filial cerca de
donatos oiteota conloa de
ri.
> Para o Canal inglez a 40e
para o Mediterrneo a 80; da
Parahiba para Liverpool a 30, e
5|8 por libra de algodio.



Centgrado.
al
3
3

iygrometro.
2 "8
ce
o .
3
I Cisterna hydro-
melrica.
I
Francez.
"8
O)
inglez
o
es
oa
m
sa
<
> o.
=> 3
I i
9 o

veolo
BU i5A11" C0ID 8|UDS "eiros,
KbE regular e aasim amaoheceu.
OSCILAClO DA SIARf.
Preamar as 11 h. 6' da manhia. altura 6 ; n
Baizs-mar as 4 b. 30' da tarde, altura 1 St *'
' eraen.l de m.rinn. P U
ROIANO STBPPLS,
1* teoente.
Observatorio do
margo de 1862.
im-
Louga-
Queijos
Touclhho- -
Vinagre -------
Vlnhn
Vela
tato -
Fre es -
Editaes.
O Dr. Trsto de Aleacar Araripe, offlciil da u
S?nLrde" da "ir-lo especial
do commercio desta cidade do Recife cani al
s'mTS ,de Prero.mbuco e seu termo'po
L; iPSnil e Const"cional o Senhor D.
Pedro II quem Deus guarde etc
,rpa0,abnr "0 ,'ue a Presenta carta de edito
cS?n.ufIla Dn0lIC" li'erem 1 Por parte da
hfifi JaU"? Bri8il n" cidde me
oeirse'guiule'5*0 d0 ,her> 6fms' mo(l0 e ~
Illro. Sr. Dr. juiz do commercio Dizam n
rSKSK edlrectore' caix. flS.1 do Baoco
mov, m i T D0S'ulos le aegao de dez dias que
5 da Sil, q.0."1 Bap,'S,a A'VeS' Jo"lui'n ME
"ontradn. nr. e oulr.. nio leodo sido en-
sVuSSTLlf". V"** d-w os ros Mooel
toa n Mlt? 6 Jaqolm Pereir d Silva San-
d n!.I"1"6"1 e.m lu8" ocerto e nio sabi-
do, querem os supplicantes justificar a ausenc 8
2o ISSS.T 1ue i"'-- ej.mc!f.dCo
Ss termo.^H. COm Pr" d* le P tO^OS
Sn .<, v cd*. cau"' e emexecugo, dignan-
fu erV" ?-.des' dia e hora, pVena deleve-
lia.-Escrivao Maooel Mara. Esperara recabar
a,FCPr0CU-rad0r R-J- Bl,a oelSedi!
ir.ni? '. 8 Da COD'ioh em dita petigo aqu
seSt-S^n^1 ,^6 deSpach0 d0 'h"r
.nr.. a. d,a ,2 correle mez s 11
f ^ manha'. Recife, 10 de margo de
1862.Alencar Araripe. v
iro^"i,,e Di. "nlinba 6* dito despacho aqoi
u.V5?i; e lKeDd0 os "PP'icaotea produzlo
12 ,1 "l,8"1U0h4a1'''ejustificar.m a auzencia dos
aln Skf ,U,gar- Dao 8bid0 ubi" ZL*,^* coaclVao e nellea de eotenga
, .6'?'' modo e raea aeguiole.-Uei
A^B.U,.Cad0- aauSeacia de ""oel Baptisla
nr Jo,qu,m Pereira d,Sil,a Santos, visto
a. u'l iejComu depoimento das lestemuohaa
aim m.lH ach,,eB,-e 8m lug" incerto; e
praao de 30 das para o flm requerido, e pague
1862 Trf..ea "V"!1,"- ReCf8 13 de 60 8
186J.Trlatio de Alencar Araripe.
*_! se Dao cootinha em dita aentenga aqu
transcripta, em cumprimento da qual o escrivio
2?.e,ne?B^HSCreTeu,fez D8S"r Presente cm o
Pi,.*indl30daVel0 I"'chamo, cito, e hei por
liados os referidos suppllcadoa para que compa-
K a"16 JU1Z \&m de "' defezas
acerca do expeodido, pena de revelia.
Portaoto toda e
Vl^i ou coohecldo dos referidos sapplicados'
poderi fai-los scieotes acerca do expendido.
.m..Ali?A ,er PubI'cdo pela impreosa e
afiliado oa forma do estylo.
Recife, 18 de margo de 1862. Eu Manoel Mara
Kodr.gues do Nascimento, escrivio o subscre-
vi.Tristio de Alencar Araripe.
O Dr. Tristio de Aleocar Araripe. offlcial da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito especial
do commercio deata cidade do Beclfe, e capital
da provlocla de Peroambuco e aeu termo, por
n P^'r's6 ia>perral e conaUtuieionalo Sr.
it'.Fnadr? "'" quem Deo* 8urde etc.
vlrem8!l5f,.anl..qUe.' preaeDl* carta tf <>oa
"* e dalla ooticia tiverem que por parte do
presidente e directores da caix. filial do banco do
form i'l2 C'dade m' o1 feUa a P?" *i"M
forma, modo e maoeira aeguinte : '
dintl"1 ,lPJ;UZ do Commercio.-Dizemo preai-
naJ1'6,"?' da cai" fllla> do bsoco doBri-
W v tend0 ,,d0 encontrado para ser citado
iar7lA0T0 dM Neves. ^ de respooder aos
termos de urna aegio de letra que os supplican-
tes ine propozeram e a outro, requerem rossa
aeonorla que ae digne, admitlir que oa auppli-
cantea jusliflquem a ausencia do supplicado afiro
de que julgada por aeoteoga seja citado por carta
de editoi com o prazo da lei, e na forma do es-
lyllo, visto achar-se o supplicado em lugar la-
certo e nio sabido : licando logo citadofpara to-
dos os termos da causa e sua execugio al final
arrematagiopeoa de revelia.Escrivio Maooel
Bl rlala
Pedia vossa seohoria deferimanU>w-E rece-
ber merc.-Procurador Rodolpho Joio Barata
de Almeida.
Emaisseoio conUnha em dita Delicio aqu
"inte' qU dCl dM0,6no d0 -
^f^u-*' ,,U,, n0^a, d" Urde d0 <" l2 d<>
correte mez,
Recife 10 de margo de 1862.-Alencar Araiipi.
e mais se nio cootinha em dito despacho.
?R,,B1ao 2? PPl'caotea prodoaido mas teste-
qualquer pessoa, perante,
munhas ubir.ra a mioha cooclusio
a seoleoga do theor seguinle
e nellea del




MARIO DEPERNAMBCO *- SEGUNDA fhlBA 24 DE MAR0 DB 1868.
i~>*
i
Hri por jusliOeada ausencia de Jote Victorioo
dae Nares, risto estar provado pelo depoimenio
das testemunbaa folhaill e 12, achr-se o sup-
plicado em lagar iocerlo ; por Unto mando que
se faca a cilacao de edital com prazo de 30 oas
para o fim requerido ; e publiqee-se as casetas
maislidas e lugares do coslunoe, pagas pelo ius-
tiflcaote as cuatas. *
caffiarije.-' mUV> d6 186aTrl,lio "le Aleo-
. en'0. conlinn em dita statenea, e em
lS4do.0.r,,ferido upphcado pan que
S! "te miso afim de allegar sua defeza
pena de rereha.
do ,BL peMOa Pde"l dentlflcar cerca
tmP du,0~ Pre""l8 'a publicado pela
tmprensa e affixado dos lugares do coslume.
Recife 18 de margo de 1862.
Ka Manoel Mara Rodrigues do Nascimento.
escritao o subscreti. '
fi n .- Tri8la0 Alencartlraripe.
' ur. xnslao de Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito especial
do commercio desta cidade do .Recife, capital
da provincia de Pernambuco e sea termo por
*ua oiageslade imperial e constitucional o Sr.
J>. Pedro II, quem Dos guarde etc.
Paco saber aos que a prosete carta de ditos
virem e dalla noticia tirerem, que por parte do
presidente e directores da caixa filial do banco do
Brasil nesta cidade, me oi dirigida a pelico do
tbeor segaiate:
Illm. Sr. Dr. juiz do commercio.Dizem o
presidente e directoras da csixa filial do banco do
Brasil que nos autos de accao de.10 dias, que
mojem Luiz Joaquim da Silva Ramos, Joo
Rodrigues Bapiista, Joaquim Peraira di Silva
santos e Justino Antonio Pinto, acham-se au-
sentes em lugar iucerlo e nao sabido os rsa
Silva Ramos e Silva Santo*, querem por iaso os
supplicantes que Tossa senboria admilta-os a jus-
tificar a ausencia para que julgado sejam ossup-
plicados citados por caria edital com o prazo le-
gal para todos os termos da causa e aua execuco
peoa de revelia.Eicrivo JUanoel Hara.
Pedem vossa senboria deferimeulo.Procu-
rador, Rodolpho Joo Barata de Almeida.
E mais se nao continha em dita pelico aqui
Iraoscripta, ns qual dei o despacho o theor,
forma, modo e roaneira seguiote :
Sim nodia l2ilo corrale mez pelas 11 horas
da manha.
Recife 10 de marco de 1868Alencar Araripe.
E maisse nao couilnha em uiio despacho aqui
transcripto.
E teodo os supplicantes produzido suss teste-
muohas que justificara aa a ausencia dos suppli-
cados em lugar nao sabido, sellados e preparados
os autos, sabiram a miaa concluso e nelles dei
a sentenca do theor, forma, modo e msneira se-
guate :
Hei por justificada a ausencia de Laiz Joaquim
da Silva Ramos, e Joaquim Pereira da Silva
Santos, visio ter-se provado com o depoi-
mento das testemuobas de folhss 11 e 12
acharem-se em lugar incerto, e aasim mando, que
se faca citaco por edilos de 30 das, para o lim
requerido publicando-se nasgazetas e lugares do
coslume, pagas as castas pelo justidcanle.
Recife 15 de marco de 1862.Tristo de Alen-
car Araripe.
E mais se nao continba a nem alguma outra
cousa se declarara em dita sentenca aqui trans-
cripta, e em seu cumprimento, o escrivo que
estasubrereveu fez passa-la com o referido prato
pelo qual, chamo, cito e hei por citados os refe-
ridos supplicados, para que comparecam neste
juizo, afim de allegarem a defeza que Ihes for de
direito. sob pena d revelia.
Por tanto toda e qualquer pessoa, narente
amigo, ou coahecido dos referidos supplicados
poder fsze-los scieote a cerca do expeudido.
O prosete ser afiliado nos lugares do cos-
tume e publicado pela imprensa.
Recife 18 de margo de 1862.
Eu Man sel Mara Rodrigues do Nascimento, es-
crivo, o aubscrevi.
Tristo de Alencar Araripe.
Por ordem do Illm. Sr. inspector se faz pu-
blico que no da 26 do correle ser levada
porta desta reparticao em hasta publica depois
do meio da, 400 caixinhas de papelo com bis-
couto, pesando 144 libras, no valor de 23$, 10
duzias de pares de luvas de pellica curtas a 8*.
valor 80$, qua em virtude do art. 536 da regn-
lamenlo vigente, foram apprehendidas na confe-
rencia de sabida, pelo f* couferente Barros Ca-
valcanti, cujos gneros sao arrematados de coo-
formidade com o nico da art. 756 do dito re-
gulamenlo.
Alfandega de Pemambuco 22 de marco de 1862
O 1." esciiplurario,
Firmioo Josa da Oliveira.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 14 do correle, man-
da fazer publico qae no dia 10 de abril prximo
futuro,, perante a junta da fazenda da mesma the-
souraria, se ha de arrematar a quem por menos
Dzer a obra do aterro a fazer-se as ras do Sebo
e 'rempe, avahada em 5:9723000 ris.
A arrematado ser feita oa forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio do 1854, e sob as
clausulas especiaos absixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a essa arrema-
tado comparecam na sala das aesses da referida
junta, no dia cima mencionado, pelo meio da e
competentemente habilitados.
E para constar se mandou afiliar o presente e
publicar peto Otario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 18 de marco de 1862.
O secretario,
A. F. da AoDuociaco.
Clausulas especiaes, para a arremaUcao.
IoO arremtame dar priocipio as obrai
quioze dias depois de lhe ser entregue o respec-
tivo termo do contracto, e conclu las-ha no
prazo de tres mezes ; seguindo-se aa falla se
qualquer deslas coudices o que acerca deltas
dispe o capitulo 3" da lei proviocial n. 286.
2*O arrematante obrigado a seguir recta-
mente na execuco da obra a planta e orQameulo
approvado, assim como a cumprir insliiciameuie
as instrucedes do eogeuheiro iucumbido da ius-
peceo da obra.
:1o (J arrematante tica sugeito a observar em
toda aua plenilude as obrigaces que lhe sao im-
postas no capitulo 3" da lei provincial n. 286.
4o__o pagamento ser felo em uvs preslaces
iguaes correspondiendo cada urna a terca parle da
obra total e quando essa terca parle esiirer aca-
bada.
5*O arrematante nao ter direito a redama-
gao alguma, tendele a iode nnisaco, qaalqiMr
que seja a nalureza das sllegaces em qut se
fundar para tal lim.
Conforme, o secretado,
A. P. da Aonuoc*co.
O Illm. Sr. inspector da ihesou*na pro-
vincial, em cumprimento ds ordeoj dcExm. Sr.
presidente da proviocia de 14 do corrole, mao-
da fazer publico que no'dia 18 de jup'j prximo
futuro, perante a junta da fazenda damrsma the-
souraria, se hade arrematar, a qae por meos
tizer a obra do calcameolo a fazerje os ras do
bebo e Trempe, avaliada a bra* qnadrada de
empedrameolo pelo systema H-Adara em 309
e de catcamento de pedras ir-"guifea em ris
16*000. -,.,,.
A arrematarlo ser feita '0'" aa le pro-
vincial n. 343 de 15 de mr> de 1854, e as clau-
sulas especiaes abaixo co'-,aM-
As pessoas que se proJzerera a mesma arre-
mstago comparecam-* ,fl,a das sesses da refe-
rida junta, no dia e'ma meociooaiiaj> pelo meio
dia, competentemer'' habilitadas.
E para constar t meodou afiliar o presente e
publicar pelo | Di*0- "
Secretaria d 'besourariii provincial de Per-
nambuco, 18 """ oe ?.
0 secretario,
A. F. da Aoounciacao.
(lau,.as etpscises pira a arremalsco.
m _Q.rrmataote dar principio obra logo
' j ara esse flm avisado pela direciurla das
obras 'Dl'c,s e a concluir no praso de seis me-
zei c,lados da dala do viso.
o -O arrematsote ebrigado a seguir exata-
m,ie na execuco da obra, a planta e orgamentu
^rotados, assim coaj a cumprir restrictameu-
> as instruccoes do eugeuheiro incumbido da
lospecco da obra.
3.mO Irremaiaote Oca sugeito a observar em
toda sua pleoitude as obrigaces que lhe sao im-
poslas no capitulo 3 da li provincial n. 286.
4.a0 pagamento ser feito for preslaces
mensaes conforme o numero de bracas prompias,
nao sendo,, porra. um numero iuferior a sexta
parte da obra total.
5/O arrematante nao ter direito a reclama-
cio alguma tendele indemnlsa^io, qualquer
que seja a natarexa daa allegacea am qae aa fun-
dar para tal flm.
Conforma.
A. F. da Annuociaco.
Pelo juizo dos feitoa da fazeoda se ho da
arrematar em praca publica, a quem mais der, os
beoa seguintea :
A olaria na ras da S. Miguel n. 6, bem cons-
truida, com todos os seua preparos, tudo em bom
estado, e com o competente fnrno, em trras fo-
rairas, avaliada em 2:5009000.
A qual foi penhorada por execuco da fazenda
provincial contra Jos Bnarqae de Macado por
Maooel de Souza Jardim.
Um sobrado de em andar e sotio na ra das
Larsogeiras n. 21, com 2 salas, 3 quartos peque-
nos, cozinha no sotao, tendo 85 palmos de fren-
te a 60 1 (2 ditos de fundo, teodo no pavimento
terreo 2 aalss, 2 qoartos, e quintal que serve de
cozioha por 3.000*000.
O qual loi adjudicado a fazenda provincial por
execuco qae moveu contra Claudio Dubenx, co-
mo fiador de Francisco Csvalcanti da Albuqaer-
que.
OescravoJos, Coni.0, de 58 aonos de idade,
sadio, do servico de campo, avallado em 300.
O eacravo Marcelino, Angola, com 38 aonos da
idade, do servico de campo, sadio, avahado em
600*000.
O escravo Francisco, Mocambiqae, com 39 an-
cos de idade, do servico de campo, tendo as per-
as arquiadas, avahado em 500.
Pemambuco p faz publico que nesta data flea
registrado o contrato de sociedade em continua
g'o, que em 25 da fevereiro ultimo fizeram Joo
srtins da Barrosa Antonio Jos Silva do Brasil,
domiciliados a estabelecidos nesta cidade sob a
firma de Silva & Brasil; devendo a mesma socie-
dade continuar a durar por tempo Ilimitado, a
datar do 1.* de Janeiro deste anuo, com o ca-
PtUl de 150:744552, fornecendo o socio Silva
77:318*122, e o socio Bsrros 73:426*426.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
oambuco, 18, de marco de 1862.
Julio Guimares.
Offlcial-maior.
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz constar que na dala infra flcou
registrado o contrato social da Arma de Vicente
Jos de Brito & Filbo, psssaodo a pertencer ao
ex-socio Vieente Jos de Brito o estabelecimen-
to e todo o activo e passivo, fleando desonerado
de toda e qualquer respoosabilidade Marcolino
Jos da Brito.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 22 de marco de 1862.
Julio Guimares,
Offlcial-maior*
Consulado de Franca.
Mm Puecb, escolindola hora qae lhe ceetier
as aegnadar guaras e sextas feiras, das 0 hoir
da manha 6 da tarde. <
w
a*ios inarititao.
Para o Porto.
.! ? a? ,! ; quem "me,n" ",Mr "kr
iJt wfJ2M,5eB- a'riJa-e ao consigoaUrio fa-
IZSZZ*da S,r'Tarro0'" ru' de APUo
Para o Rio Grande
doSul
aegna com toda a brevidede por ter qaasi todo o
sea carrega monto prompto, a barca cMathilde,
aiada poda recebar algueses barriese a frete : a
Hsnoel Alves Guerra, ou
crstar no escriptorio de
m o capito Pinto.
Para

Em conformidsde com o art. 7.* da convenci
A eacrava Hara, Angico, com 38 annos de ida- consular, concluida em 10 de dezembro de 1860,
de, sidia, do servico de campo, avaliada por 600 entre o Brasil e a Franca, o cnsul da mesma
Os quaes foram peohorados por exacuQio da
fazeoda proviocial contra Francisco Lins Caldas.
os preiendenXes podero comparecer na sala
das audiencias pelas 10 horas dn dia 27 do cor-
rete. Recife 22 de margo de 1862.O solicita-
dor da fazenda proviocial,
Joo Firmino Correia de Aranjo.
Pela thesouraria pro vi ncul se faz pablico
que no dia 27 do correte vai novameole a praca
para ser arrematado a quem mais der a renda das
casas abaixo mencionadas, pertencentes ao pa-
trimonio dosorpboa.
Ra do Sebo o. 12, casa terrea 160*000 por aono
Ra do Rosario o. 14, dem 2018000 por anuo.
Ra da Lapa o. 41, dem 18tft000 por aono.
Ra da Cscimba n. 65, dem 300UuO por aono.
Kua dos Burgos n. 68 dem 2059000 por anno.
dem idem n. 69,125*300 por anno.
Ra da Seozala Velha sobrado de dous sndsres n.
79, 6503000 por anno.
dem idem sobrado de dous andarees o. 80.
6509000 por anno.
Ra da Uuia n. 83,1620000 casa terrea por aono
dem idem n.84,1689000 idem idem por aono.
Ra do Pilar n. 96,157*000 idem por anno.
Ra da Msdre de Deus o. 35, 1:621 $000 idem
por aono.
Estrada de Parnamerim sitio n. 1, 500J000 por
anno.
dem, iJem n. 2, 1209000 por anno,
Forno da Cal sitio n. 5, 352000 por anno.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 15 de margo de 1862. O secretario,
A. F. d'Annenciaco.
L^oiarivoa.
Por esta subdelegacia se faz publico que se
acha depositado um cavallo rugo grande, tomado
boje no acto de ser preso Jos Joaquim Rodri-
gues por suspeita de que furtado, visto que dilo
Rodrigues indignado como traficante oeste ne-
gocio : pelo que quem se julgar com direito ao
dito cavallo comparega, que provaado lhe ser
entregue.
Subdelegada dos Afogados 20 de margo de
1862.Moraes.
Teodo esla subdelegacia denuncia de Anto-
nio Flix da Silva dse achar nesle districto com
um cavallo pequeoo e preto. o qual se fazia sus-
peilo, o preodera e mandou depositar o dilo
cavallo: quem se julgar com direilo ao mesmo
animal, provando legalmeole lhe ser entregue.
Subdelegada dos Afogados -20 de margo de
1862.O subdelegado, Moraes.
A thesouraria provincial em cumprimento
da ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
de 19 do corrate, tera de fornecer para o colle-
gio das orphas desta cidade, as fazendas abaixo
declaradas :
1,000 covados de cassa, toda ella do mesmo
padro.
1,000 ditos de chita idem idem.
200 varas de maapolo para forro.
As pessoas que quizerem vender taes fazendas,
spresentem suaa propostas na mesma thesoura-
ria, no dia 27 deste mez pelo meio dia.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernsm-
buco 21 de margo de 1862.
O secretario,
Antonio Fereira d'Annunciago.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fzenda desla provincia se faz publico
que no dia 26 do correte mez lerode ser arre-
matados a quem mais dr o casco e mais per-
leoces da escuna de guerra Lvndoia, avahados
ns quanlia de 12 7369100 (doze conlos seteceolos
trinta e seis mil e cem ) : as p.-ssoas a quem
convier a dita arremalago hajam pois de com-
parecer na referida thesouraria pelas duss horas
da tarde do dilo dia.
Secretaria da thesouraria de fazeoda de Per-
nambuco em 21 de maigo de 1862.Servindo de
offlcial-maior, Manoellos Pinto.
Pela subdelegacia da fregueza de Santo An-
tonio se faz publico que se acha recolhido casa
de delengo ordem da mesma subdelegacia o
preto Jos, que diz ser pertenceote tripolago
do palhabote Espadarte, e ser escravo, por ser
encontrado depois no toque de recolher. Recife
20 de margo de 1862.
O subdelegado
Manoel Antonio de Jess Jnior.
Pelo consulado de Portugal em Pernambu-
co se faz publico, que tendo fallecido intestado o
subdito poriuguez Jos Joaqoim Ribeiro de Ol-
veira, em 13 do correte, se procede a arr?cs-
dago e liquidago de seu espolio por ene con-
sulado, devendu por tanto seus credores habilita-
rem-se peraole o mesmo dentro do lempo que
lhe marca a lei.
Pelo mesmo consulado se proceder no dia
quarta-feira 26 do correle pelas 10 horas da
manha ni ra Direila n. 55 a arremalago da
loja e mais objecios perleacentes ao espolio do
dilo Jos Joaquim Ribeirode Oliveira.
Igualmente se aoouocia, que tendo fsllecido
no dia 16 do corrente Francisco Alves Pinlo, de-
vera seus credores habilitaren!-se da mesma
forma ; e ser arrematado seu espolio.contaodo
de uns ba, e alguna trastes de pouco valor no
dia 27 do corrente, ra do Encantamento n. 13,
primeiro andar por cima da taberna pelas 11 ho-
ras ds manha.
Consulado de Portugal em Pernambuco. 20 de
margo de 1862.
J. Henriquei Ferreiro.
Por esta subdelegaba 'ol pre>o o crioulo
Lucas Amonio, com um cavallo caslanho, por *er
suspeito em conivencias do furtos dos mesmos
aniraaes, assim como lera achaoo um outro ca-
vallo tambero castanho que se suppoe ia furtado
mas o coaductor receiava de seguir com elle
deixra sobre a estrada do Alerriuho do Giqui
acham-se legalmeole depositados ; quem se jal'
garcom direilo aos mesmos, provando, serao en-
tregues.
Subdelegscia dos Afogados 22 de marco de
1862.O subdelegado. Moraes.
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz publico que nesta data flea
registrado o contrato de sociedade falto em 12 de
fevereiro ultimo por Jos Gomes Albergara e D
Umbelina Mara dos Prazeres de Figueiredo Cas-
tro, estabelecidos nesta cidide sob a firma de Jo-
s Gomes Albergara & C da qual so usar D
Umbelina ; davaodo a mesma sociedade durar por
tempo de tres annos, com o capital de 9:3539864
foroaceodo o socio Albergara ;353J864. e a so-
da Umbelina 3:0009.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambufs, 14 de margo de 1862.
Julio tiaimares.
OfDcial-msior..
Pela mesma secretaria se faz publico que nesta
data Jos Fortuuato dos Sanios Porto e Augusto
Frederico dos Siotos Purto fizeram registrar a de-
clarago de terse ttouado em 31 de dezembro do
aono prximo lindo o seu contrato social, e que
Oca a cargo do ex socio Jos Fortunato a liquida-
ci do activo e passivo. M
Secretaria do tribunal do tommercio de Per-
nambuco, 18 da margo de 1862.
Julio Guimares.
Official-maior.
Tribunal do commercio.
nago faz publico que a 'subdita francesa viuva
Frncisca Felicidade Middendorp fallecen hon-
tem 21 do correte.
Cooselho de compras navaes.
Promove-se em sesso de 26 do correnta mez,
sob as condiges do estylo, a compra dos seguin-
tea objectos do material da armada.
Para os navios e arsenal.
20 feixes de arcos de ferro, 4 compagos, 400
colhtres de ferro, 10 arrobas de estopa de algo-
do. 6 encbes de carapina, 4 esguadros de ferro,
10 tonelladas de ferro bralo, 6 ferros de plaina,
20 arrobas de fellro, 40 pes de gomma elstica,
60 paos de lacre eocsroado, 20 martellos de ore-
Iha, 20 grozas de peona d'ago, 30 resmas de pa-
pel almngo, 20 arrobas de pregos de 4 pollega-
das, 2 arrobas de pregos reparos de Cobre, 100
Pes de ferro, 10 serrotes, 2 serrotes de fixas, 40
libras de taixas de cobre, e 16 varramas finas
sorlidas.
E coovida o cooselho aos pretendentes a apre-
sentarem suas proposlas nsquelle da at as 11
horas da manha.
Sala do conselho de compras navaes em 19 de
marco de 1862.O secretario,
Alexaodre Rodrigues dos Aojos.
. O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
viocial manda fazer publico para coohecimenlo
dos iotdressados o art. 48 da lei proviocial n.
510 de 18 de junho do correte anno.
Art. 48. E' permiltido pagar-se a meia siza
dos escravos comprados em qualquer tempo an-
terior a dala da presente lei independente de re-
validago e multa, urna voz que os devedores
actuaes deste imposto, o fagam dentro do exerci-
cio de 1861 a 1862, os que oo o zerem ficaro
sujeitos a revalidago e multa em dobro. sendo
um tergo para o denunciante. A thesouraria fa-
r anounciar por edital nos primeiros 10 dias da
cada mez a presente disposigo.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diarto.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 8 dejulho de 1861.
O secretario,
A. F. da Assumpgc.
iheatro.
Corridas
e jogo dos aoneis sobre
cavallos de madeira.
Caes Vin te e Dous de Nove .li-
bro u. 12,
Domingos, tetas, quintas e sabliados,
das 4|is 9 horas da tarde.
Pre<;6 da entrada OO rs.
(Obilbele de entrada d direito a urna car-
rirjj.) /
i -.A.* fami,i8. 4ae desejam visitar este divert-
Pe. jetara tribunal COiriNHIA PIRNAIBDGAIU
Navegaco costeira a vapor
O vapor tPersinungsa, commsndsnte Moar
2 JJEE, 0,t01 l0">1 "" calaa no dia 'M
do crranla as 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 22 ao meio dia. Encon-
m wft pt,"8iros e dioheiro a frete at o d a
da sabida aa 2 horas : escriptorio no Forte ( o
Mstios n. 1.
COIPANHU PERKANBUGAIU
DB
Navegaco costeira a vapo
Paralaba. Rio Grande do Norte, Macau
do Assu', Aracaty.Cear e A carac'
O vapor /jtiorasii. commaodsnte Vianna,
sahir para os portos do oorte de aua escala tt
o Acaracu no da 29 do corrente mez ia 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o dia 28 ao meio dia. Eneom-
mendas, passageirose diuheiro a frete at o dia
Rio de Janeiro,
a bares nacional Amelia pretende segair com
muita brevidade, tem parle de seu carregameoto
a bordo ; para o resto que lhe falta, trata-ae
com os aus consignatarios Antonio Laiz de Oli-
veira Azevedo & C, oo seu escriptorio, roa da
COMPHHIeBRSILEIR
E' esperado dos portos do sul at o dia 28 do
correte um dos vapores da companhia, o qual
depois da-demora do costme seguir para os
portos do norte.
Desde j recebem-se pssssgeiros e engsjs-se
a carga que o vapor poder conduzir a qual deve-
r ser embarcada no dia de sua chegada, en-
commendss e dinheiro a frete at o dia da aahi-
ds as 2 horas : ageocia ra da Croz n. 1. escrip-
ono de Antonio Laiz de Oliveira Azevedo & C.
Leudes.
da sabida as 2
Mallos n. I.
hqras: escriptorio no Forte
do
Para Lisboa e Porto.
Pretende seguir para os dous portos cima
com muita brevidade o veleiro e bem coohecido
bngue nacional Eugenia, capito Manoel Eze-
quiel Miguis, de primetra classe e primeira ronr-
chs, pregado a forrado de cobre, tem parte de
seu carragamenlo prompto : para o reato que
lhe falta, trata-se com os seus consignatarios
Antonio Laiz de Oliveira Azevedo & C, do seu
escriptorio, ra da Craz n. 1.
Bahia.
re-
THEATRO
DE
Santa Isabel
Amanhaa
Tcrca-feira 2o de marco de 1862.
GRANDE GALA.
Anniversario do juramento
Constiluicao do Imuerio.
ULTIMA REPRESENTACAO'
las corapanhias dramtica e
acrbatas.
Logo quo S. Exc. o Sr. presideote da provin
ca comparega na tribuna, dar principio ao es-
pectacolo o
HymQo nacional,
chitado pela companhia dramtica, perante a
elfiaie de Sua Magestade Imperial.
Seguir-se-ha a oavertura
BEBTO CONDE DE S.B0SIF.\ri0-
Seguir se-ha a representago do bello drama
emires actos, composgao do illiistre escriptor
poriuguez o Sr. Camillo Castello Branco,
ESPINHOS E FLORES.
No Gm do primeiro acto a orchesta execular
a nova schotisch, compotigo do profssor F. L.
Colas. <
Fiadsndo o segando acto ser executada as
qusdnlhas compostas pelo mesmo Sr. Golas, que
se in 11 iu I a '
4s margens do Gapbaribe.
Dar Gm ao espectculo os trabalbos da fami-
pubhcTo'est?cid7dle0.!,aPP,aU80S ^ ^^
Primeiro quadro.
A luta acadmica.
pelos jovens Alberto e msdemoiselle Carolina
irabalno inteiramenle novo nesta cidade.
Segundo quadro.
A traiica hespaohola,
pelo Sr. Freir.
Terceiro quadro.
O passo suriano,
perfeitaraeote ensaiadn e daosado carcter ne-
los jovens Alberto e Carolioa.
A sociedade dramtica incumbi exnressamen-
te os seus collegas Santa Rosa e Jorge deste es
peelaeulo, em festejo nacional, e desde j Ihes
agradoce-o mteresse que por elle toraarem
Os bilbetes podem ser procarsdos na mo dos
encarregado, e no dia marcado no escriptorio do
O hiato Santa Rila, segae em poucos dias,
cebe alguma carga a frete : trata-se com oscOn-
signstsrios Marques, Baa*os*& C, largo do Oor-
po Santo n. 6.
Para a Babia
A veleira e bem conhecida escuna nacional
c Carlota pretende seguir com muita brevida-
de, tem parle de seu carregamento prompto pa-
ra o resto que-lhe ralla, trata-se com os sus
consignstarios Amonio Luiz de Oliveira Azevedo
&C oo seu escriptorio ra da Cruz o. 1,
Rio de Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o brigue
escuna Joven Arlhur, tem parte de seu carre-
gamento prompto : para o resto que lhe falla,
trata-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo Si C, no seu escriptorio ra
da Cruz n. 1.
Para Lisboa
acha proposto o bem conhecido brigue por-
a Relmpago. Tem a maior parte da
carga eogajada e para o restante e passagsjiros a
LE1XO
A 21 do corrente.
Saonders Brothers & C. faro leilo por inter-
vengo do agente Oliveira, do 185 barricas de
fsrinhs de trigo e de 251 resmas de papel que
foram ayariadas a bordo da escuna americana
J. Darling, capito Penny, na sua recente via-
gem procedente do New York para este porto,
onde aportou em 23 do mez prximo Ando ; e
assim mais de 81 barricas de farinha de trigo e
de 239 resmas de papel, igualmente avariadasa
bordo do navio Margarate da referid* proce-
dencia e chegado a este porto em 24 do mesmo
mef:
Quinta-feira 27
do eorrente, s 10 horas da manha invspleri-
velmente (risto tero agente de seguir para oulro
leilo) em seu armazem de deposito n. 49. do
caes d'Apollo.
LEILO
fr* DE
Farinha de trigo.
(AVARIPA.)
QUINTA-FEIRA 27 DO CORRENTE.
Henry Foster & C. farto leilo por iotervenco
do agente Pinto, em preaenca do cnsul america-
no e por coota e risco de quem pertencer de car-
"kj' barricM de farinha de trigo a variada
a bordo do biate americano Julla-Anna, capi-
to Harding, na aua recente viagem de New-
YorK, as ll horas em ponto do dia cima men-
cionado em sea armazem, caes do Ramos.
LEILO
DE
m rico carro.
Quarta-feira 26 do corrente.
O agente Euzebio far leilo de am excellente
calecne envldragado, obra de aparado gosto e o
mais bonito que existe nesta cidade por ter rin-
do de eocommeoda de Frange, as pessoas que
se quizerem muir de um bom carro aproveitem
a opportunidade, porque raras vezea apparece a
venda um objecto de to particular gosto, que s
com a vista satisfar a superioridade da obra pri-
morosa : ser elTectuado na cocheira do Sr. Tho-
maz Jos dos Res ra de Santo Amaro n. 4 jun-
io ao sobrado do Sr. Dr. Sabino, na quarta-feira
2b do corrente, as 10 horas em ponto.
LEILO
SE
Um terreno.
Quinta-feira 27 do corrente.
O agente Euzebio offerece era leilo] um terre-
oo de marloba na ra do Hospicio quas em frente
JJ"'el. J "errado e com alicerce conleodo
40 palmos de frente e 146 de fundo, que ser en-
regue pelo maior prego que se achar : na quin-
irme.1/DamHn0cCOr,reD.le,n?,largodo CorP Santo
armazem do Sr. Jos Velloso Soares. as 11 ho-
ras em ponto.
DE
quem offerece boas accomroodagoes e tratase
com o consignatario Thoraaz de Aquino Fonseca
na ra do Vigario n; 19, primeiro andar.
50 manteletes
Segunda-fera 24 do corrente.
O agente Pestaa vender por conta de quem
pertencer em leilo 50 manteletes os mais mo-
dernos que ha neste mercado desembarcados l-
timamente, pois que tem lambem capas e pro-
prias para o tempo de quaresma: segunda-feira
24 do corrente pelas 11 horas da maobs na ra
do Vigario n. 11, primeiro andar, oode tambem
podem ser examinados
LEILO
DE
Rio de Janeiro
Urna escrava,
LEILO
A 22 do corrente,
**TuXtt.^,^ .ruaras
ment de fazendas as mais proprias do mercado,
taolo deiseds. la, llnho como de algodo, e bem
couiecidas de seus freguezes cuj concurrencia
apreciarao, e na mesma occasio offerecero a
venda porgoes de fitas, franjas de seda e de ben-
galas da moda, para fechar contas :
Quarta-feira 26
do corrente, s 10 horas da manha, em sea ar-
mazem, na ra da Cruz do Kecife.
LEILO
DE
Sebolas. lingui e toucinho.
Quarta-feira 26 do corrente.
O agente Pestaa vender por conta e risco de
quem pertencer 50 caixas com sebolas, 40 barra
comliDguigas e 24 barriscom toucioho, tudo pa-
ra fechar cootas e por isso pelo maior prego of-
ferecido: quarta-feira 26 do corrente palas 10
horas da manha no armazem do Annes defron-
te da alfandega.
visos uwerso*.
Segnnda feira 24 do corrente.
O agente Peslsna vender em leilo por conta
de quem pertencer urna escrava parda com 23
annos de idade, bonita figura, sem defeitos nem
achaques e s se vende por nao querer ir psra
A?mfr.i..?nda JSP hnW ?,C10Dal D",, e lera *' habilidades : lava bem
211" i rele?e eu,r Cm m' brevida- tanto de b.rrelacomo de sabo. eogomma .lgu-
ontow\h?Mui\a??eg'mm ? P"r'1 ma 2?" e Te C08lura chi, cosihs >m
o resio que lhe taita, trata-se com os seus con- comida usual : segunda-feira 24
ignaunos Antonio Laiz de Oliveira Azevedo & pelas 10 horas da maoha
.. nosaa escriptorio rus da Cruzn. 1. i do Vigario n 11
no
do correte
armazem da ra
A 25
I Sllttltt IH FERRO DO RECIFE A S.IKA\ClSCO
Abertura da 3\ seci^o.
de marco de 1862 ale oulro aviso a partida dos trensc os preros das passageas scro regalados pela
tabella seguinte. v
I.STAC OES
Cinco Puulas............
Afogadus................
Boa-Viagem......t......
Prazeres ................
Ilha....................."
Villa do Cabo............
Ipojaca..................
Olinda...................
Timb Assi.............
liscada...................
Frexeiras...............
Aripib..................
Kibeiro.................
G ESTAOES
na roa do Trapiche
n. 2, hotel de
Gamellrira............
Ribeiro.................
Aripib..................
Frexeiras......,.........
Escada ..................
Timb Ass..............
Olinda ..................
lpojuca..................
Villa do Csoo............
Ilha......................
Prazeres.................
Boa-Viagem............',
Afogados...............
Cinco Ponas...........
TKE\S PAHA O INTERIOR
Dias de trnballio
NAMIAA
Horas
8
8
8
8
9
9
9
9
9
10
10
11
II
11
Mo.
15"
22
33
40
1
15
30
44
57
10
40
20
45
TU Di;
Horas
4
4
4
4
5
5
5
5
6
6
Mo.
30
37
18
55
16
30
45
59
12
25
Duuiiugros e dia.s
sanios
Horas
7
7
'7
7
8
8
8
8
8
9
9
9
10
10
Mo.
rvuuE
15
22
33
40
1
15
30
4
57
10
35
55
15
35
lloras
6
6
6
6
7
7
Mm.
30
37
48
55
16
30
PRESOS DE III III i | s
Viagem de ida
1
400 rs.
18200
IgluO
29700
3100
3:wo
19>U0
5SI0J
5JHU0 o
arno
63500
"3000
70
TtEAS DO INTERIOR
CLASSES
"5?
300 rs.
90D
19100 .
2J20U
2J70I
33000
3S200
3*400
39800 b
43000
43200
4j800
53OOO
3.a
200 rs.
500
600
191(10
I5O1)
13600 >
13!>00
23200
2*500
2J8O0 1
33000
3320O
35|M)

Grande laboratorio de la-
vagem.
Os dorios dos nmeros abaixo mencionados
podem mandar buscar as roupas que esto prom-
,.s : 87 158. 271. 228. 210, 265. 274, 157 218
2*o. 137. 298.176. 285. 195. 305, 171,166. W,'
10TERIA
Acham-se a venda os btlhe'tes e meios
bilhetesda sexta parfe da primeira lo-
tera a beneficio do Gymoasio Pernam-
bucano (31 concesso.)
O thesoureiro,
_____Antonio Jos Rodrigues de Souza
Viagem de Ida e volta
1
600 rs.
I981O
2;000
48<>O0
53000
53800
7S000
7*700
99000
93500 >
109500
II9OOO o
IIS5(M>
Dias de trabalho
MANHA
Hor.
0
6
6
6
6
7
7
7
7
7
Mm.
12
25
40
55
8
29
36
47
55
TAHDE
Hora
12
1
1
1
2
2
2
2
3
3
3
3
4
4
Mm.
40
25
45
15
27
40
55
10
23
44
51
2
10
Domiiigus c dias
santos
.MANHA
Huras
6
6
(
(
U
7
Mm.
13
31
41
52
TAHDE
Huras
2
3
3
3

4
4
4
5
9
5
S
6
<;
As
Mm.
50
10
30
50
15
27
40
55
10
23
44
51
2
10
CLASSES
500 rs.
18400
I96OO
33200
49000.
49500,,
380O
5*100
B70O
63000
8930W
78200
7*500
JL
r i
300 r
800
900
1*700
29100
29400
25900 i>
39300
39800 o
4-JZ00
49500
49800
532OO
-r
PRECOS III i:il III ll S
Viagem de ida
CLASSES
1." 2.
700 rs 500 rs.
I970 18200
29400 1*800
38300 29200
39900 29600 u
4|50O 33000
592OO 3*600
69OOO 43000
63300 43200
6S800 43500
73UOO 4J700
7*500 0 i800 b
79500 > 53000
300 rs.
700
19000
1*400
I8600
I3000
29100
23200
2*600
3*000
39OOO
33200
38500 b
Viagem de ida e volta
I9OOO rs.
235OO
3S6O0
59000 a
5*800
68700
7*8'K)
9*000
93500
108200
10*500
11*500
119500
700 rs
1*800
29700 B
38300
3*900
1*500
5*400
60(J0
6200
6800 o
7*000
7*200 b
7*500
500 rs.
horas marcadas sao aquellas em que derem partir
Os bilhelea de ida e yolla servem para 24 horas, ou quando fo
1*000
1*500
2*100
2*400
2*800
3*100
3*300
33900
4*500
4*500
4*800
5*100
trens, mas a companhia nao garante que em todos os caaos nossa tS
alace antes do tempo esoeciflciA v
ipo especicsdo.
cepto o. de Kd. V. G^Bra'^^rVi TeZ^r^VoZ^ "' "' ^ bd U Ve8Pe" de da "0l. P horas;
ex-
seus bilheles justo, do que as estaces terem indeQnidamento
BaGaGBM E PASSAGEIROS.Ser
assento:
segulrem, sendo como
o troco psra dar a todos.
certo que mais fcil Ihes o trazerem
para
o dioheiro de
AssignsdoE. H. BRAMAR '",
Superintendente,
V


in
DE PERKAMBGO
SYSTE MA BEDICe HODELLOWAY
^MftS HOLLWOTA.
Este i vl especifico, cora posto intei ra-
mete de bertas raedieinaes, nao contm mercu-
rio era alguma ootra substancia delecteria. Bel
signo i maii tenra infancia, e a compleigao mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desarieigar o mal na compleigao mais robusta
Antonio Ferreira de Almeida deixou de ser
cixeirodo abaix assignado desde 15 do correu-
te.Aotooio da Sil?"Pontea Guimaraes.
Pnrtaram do luglvdenominado Miria Sim-
plicia, no da 6 do correte, doui carallos de doi
comboy que vioha para esta cidade, aendo nm
castanho, gordo, frente aberta, pea e maoa calca-
80A FURA 24 DB UkWqO DB i^i.
uooanoigai v iubi ua tuiupioi^au mais roDUSias """is"", iicuie oeria, pea e maoa caiga-
enteiramedte innocente em suas operacoese ef- do.^ 'Bises bebe > branco, urna cicatriz de den-
feitosjpoisbusceremoveasdoencasde^ual. -*M-maodlreiu *eim do joelho. e ootro
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, mullas que j estavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a saude ib lorias, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afllictas nao devem entregar-te a des-
esperago; fajara um competente ensaio das
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, o
prestes recuperarlo o beneficio da sande.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
Aara qualquer das seguintes enfermidades:
ceidentes epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de).
Asthma.
Clicas.
Gonvulsoes.
Debilidade ou extanua-
go.
Debilidade ou falta de
forjas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta,
de barriga.*
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
Febreto da especie.
Gofa.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammacoes.
Irregularidades de
menstruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Abstrucgo do'ventre.
Phtysica ou consump-
go pulmonar,
Retenco de ourina.
Rbeumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
pedrez, castrado, com mal de beatas na anca es-
querda, e mais abaizo um O e logo maia um sig-
nal atsim 3 e um aignal branco na venta esquer-
da, ambos tem marca de (erro : quem dalles der
noticia, dinja-se a Olinda ao Rvm. Sr. Nanoel
Jos da Triodide, que aendo verificada ser re-
compensado com 20J porcada cavallo.
um m
160
9
Vendera-se estas pilulas no eslabelaciment
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanba.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna deltas contem urna instrucgo em porlu-
guez para explicar o modo de se usar destas pi-
lulas.
O deposito giaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Ama de leite.
Preciaa-so de urna mulber sem Albo para ama-
mentar ama crianca de dous mezes, paga-ae bem;
a tratar na praga do Cerpo Santo n. 19.
No dia 24 do correte pelas 9 horas da
manhaa na casa da residencia do juiz de paz do
2 dialricto da freguezia do Santo Antonio tem
de aerem arrematadas 50 garrafas de vinbo do
Torio, e 20 de serveja, peuhoradas por xecucao
de Antonio da Silva Pontea Guimaraes, contra
Jos Affonco de Azevedo Campos, por ser ultima
prega.
Aluga-se o primeiro aodarda ra larga do
Itosario n.31, commodos para pequea familia :
a tratar com o capilao Teixeira, no qaartel de
policia.
Precisa-se de urna ama forra ou
captiva que cosinhe e engomme para
urna pequea familia : na ra da Cruz
n. 45, armazem.
Quem tiver para alugar urna es*
crava que seja fiel que cosinhe e en-
gomme para urna pequea familia, di-
rija-se a ra da Cruz n. 45, armazem.
Jos Joaquim Texeira, Portuguez, vai para
o Rio de Janeiro.
REMEDIO INCOMPmVEL
UNGENTO HOLLOWAY
Milhares de individuos de todas as nagei
poden testemunhar as virtudes desteremedio
incomparaveleprovaremcaso necessario.que,
pelo uso que. delle fizeram tem seu corno i
membrosi nteira mente saos depois de ha ver era-
pregado intilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-haconvencer dessascurasma-
ravilhosas pelaleitura dos peridicos, quelh'ai
relatam todos os dias ha muitos annos ; a
maior parte del las sao to sor prndenles qu
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraran com este soberano remedie
o uso de seus bracos e pernas, depois dedui
permanecido longo terapo nos hospitaes,o tai
deviam soffrer a amputado 1 Dallas ha imu-
cnsqueliavendodcixadoesses, asylos depade-
tiraentos, parase nao submeterem aessaope-
rago dolorosa foramcuradas completamente,
mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
.gumas das taes pessoa na enfuso de seureco-
nhecimentodeclararam estesresultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados.afimde mais autenticaren* sua a firmativ
Ninguem desesperada do estado de saude si
livosse bastante confianza para encinar este re-
medio constantementeseguindo algum tempo o
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provarincontestavelmente.
Que tudo cura.
O un k ue ni o he til, mais par lic-
ite nos sesuintes easos.
Inflammagao da|bexiga
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pnlmes.
Queimadelas,
Sarna.
SupuragSes ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocel.
do figado.
das articulaces.
Veias torcidas ou no-
das as pernas
ama
--Ra estreita do Rosario-3
Francisco Pinto Ozorio contima a col- #
locar dentes artificiaos tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
ceba paga alguma sem que as obras nao #
fiquem a vontade de seusdonos, tem pos a)
outras preparacoes as mais acreditadas aj)
w para couservacao da bocea; m

Na ra Nova n. 33 precisa-se de ama
que saiba cozinhar, preferindo-se eacrava.
Na ra de S. Francisco n. 8, precisa-se de
urna ama que aaiba bem engommar e cosiahar,
assim tambem preeisa-se de um criado para com-
pras etc., casa de hornera solteiro com pouca
familia.
Aluga-se a loja do sobrado o. 1 da ra do
Aragao ; naraa Augusta n. 94.
Offerece-se um carapina para trabalhar em
eogenho, de que tem uso e d conhecimeoto de
pessoas a quem (em trabalbado : a fallar na ra
da Cacimba, sobr-do.n. 3.
Na roa do Hospicio n. 24, primeiro andar,
precisa-se de urna ama de leite ; quem tiver e
quizer alugsr, dirija-se a dita casa que achara
com quem tratar.
John Ward, sua mulber e (res fllhos, ret-
ram-se para Inglaterra.
Do primeiro andar da casa n. 44 da ra
Nova fot laucado a roa por urna crianca, urna pe-
quena correte de praia com diversas chaves :
roga-se a quem aa tiver achado o favor de as res-
tituir ainda que se pague o valor da correte.
rrFcisa-ae de um cosinheiro, para casa es-
trangeira : na ra do Trapiche n. 8,
Ama.
45.
(e
Precisa-se de urna ama forra ou capti
que cozinhe e engomme : na raa da Cruz n.
Officiaes de alfaiates.
Precis-se de officiaes
alfaiates, para obras miudas
e graudas : na fabrica de rou-
pa feitas de Bastos <& Redo
junto a Concei^o dos Milita-
res n. 47.
Aluga-se urna loja com armacab,
balancu, pesos etc., etc., propria para
taberna, em boa ra do bair-o do Ra-
erte, assim como tambem um andar e
sotao muito fresco e por preco com mo-
do : a tratar na ra da Cadeia n. 35,
com Jos Ribeiro Lopes.
Altenc&o
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras
Dores decabega."
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas de anua.
Erupces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gangivas escaldadas.
Inchaces.
do figado.
COMPANHIADA ESTRADA DE FERRO
DO
Recife ao Sao Francisco.
(LIMITADA)
Abertura da 3.a seceo at ^ameleira.
Do dia25 do correnteem diante ser fran-
queada ao publico a 3.a aecgao at Gameleire, e
nesse dia se emittir bilhetes em todas as esta-
ques para ir a Gameleira e voltar pelo prego de
urna viagem aingela, para ouira qualquer esta-
cao os pregos de bilhetes serao como ordinaria-
mente.
O trem partir das Cinco Ponas s 7 horas e
um quarto.
Subseqaentemente ser annunciada a tabella
de pregos de bilhetes e todas as mais informa-
ces.
AssignadoE. H. Braman,
Superintendente.
Compaiiliia (la estrada de ferro
DO
Recife a Sao Francisco
(LIMITADA.)
Do dia 31 do correte em diante ser fechada
a estagao da Pontezinhs, e a contar desse dia os
trens nao pararo mais n'aquelle ponto para lo-
mar ou deixar passageiros.
AsiignadoE. H. Bramah,
Superintendente.
Attenco
Ra Nova
67.
Vende-sa este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, c Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em (oda a
America do sul, Havana Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinha conten
urna insirae$ao em portugus para explicar o
modo de fazer uso desta ungento.
O deposito geral i em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 32, en
Pernambuco.
Para casa de pouca familia precisa-se alugar
urna preta que aaiba engommar e cozinhar o dia-
rio, agradando paga-ae bem : na ra da Cruz
uumero 49.
Jos Joaquim Teixeira. portuguez, Tai par
oRio de Janeiro.
numero
J. Hunder alfaiate, avisa a seus collegas, que
precisam de ganhar a vida, qae se munam de
urna machina de coser, pois da experiencia qne
no espago de dous annos ha tirado delta resulta
que a ha considerado um verdadeiro balsamo ;
pela- promplidao com que serve os freguezes um
prompto ailvio : e os vestidos cosidos por ella
aos de retrato. Assim pois deseja que o seu
conselho nao seja despresado, pois desejoso do
engrandecimente e progresso de aua classe que
almeja facilitar os meios pelos quaes, someote
poderemos attingir ao fim.
ESTRADA DE FERRO
Recife a Sao
AVISO.
Do dia 25 do correte em diante nao se rece-
bera mais carga no armazem da Alalaia. .
AssignadoE. H. Bramah,
Superintendente.
Aluga-se a casa terrea
da ra da Unio n 41 : a tra-
tar na ra da Cadeia do Reci-
fe n. 62, primeiro andar.
Precisa-se de orna pessoa forra ou captiva
para andar distribuindo pao das 6 horas da ma-
nhaa s 7 ; na ra do Rangel n. 75. Na mesma
casa precisa-se de um Portuguez para caixeiro.
Em consequencia da recommendago que
me fez olllm. Sr. Dr. chefe de polica, de ter
aberta a minha botica sita na ra Direita o. 88,
at meia noite, para o aervigo da populago, de-
claro que nao s estar aberta at ess* hora co-
mo al o amanhecer, isto em qnanto houver ne-
cessidade.Jos da Rocha Paranbos.
CONSULTORIO ESPECIAL HOHEIPATBIGO
DO DOUTOK
D SABINO 0. L. P1NH0.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias atis desde aa 10 horas
at meio dia, acerca daa seguintes molestias :
noistias da mulhtru, moltttiat dai crian-
fas, molutias da ptllt, moltttiat do olhoitmo-
tastias typhilitica$, todas a ttptcitt dt ftirtt,
ItorsstnttrmitUnttstsuas eonstqusneims,
'UlJUeU ESPECIAL HOHKOHT11CA.
Verdadeiros medicamentos homeopathicoa pre-
rarados som todas aa cetela necessarias. in-
alliveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
m glbulos, pelos pregos mais commodos pot-
slvais. v
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
rucamente vendidos em sua pharmacia; todos
qae o forem fra della aaofalsaa.
Todas as carteiras o acompaohadas de um
Impresso com um emblema em relevo, tendo ao
reopr as seguintes palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Bate emblema* posto
igualmente na lista dos medicamentos que ae pe-
!mA* "rt5ir" qe nf ? "impreaeo v or. u.uu,o oe aouza Ata
SI?2L^R2^s?42 m0,?t,**"* **""P <>- carta viuda de Lisboa, no largo do Corpo Santo
me do Dr. Sabino alo falsos Damero 6, armazem. P
s provincias de Pernambuco, Paraib, Rio
... brande do Norte, Cear e Alagoas, a saber:
Folhtnha de porta, contundo O kalendario, pocas geraes, nacionaes, das
de galla, tabella de salvas, noticiis planetaria, eclipses, partidas
de correos, audiencias, e resumo de cbronologia, a re'is .
Dita com almanak, Contndo o kalendario, pocas, noticias planetarias,*
partidas dos correios, tabellas de imposto, etC; etc. O O almanak
cevil, judictario, administrativo, agricola, commercial, e indus-
tnal, desta provincia, a ris 1000
AGITADOR DTNlKO
DO D0UT0R
SJBSHdD L IPIHI.
Para a preparaco dos medica-
mentos homeopathicos.
Os medicamentos preparaaos por esta machina
sao os uoicos, con que se poden contar do cu-
rativo das molestias perigosas. E como seja o
CHOLERA MORBUS ama d'aquellas que nao
sdmittem deloogas e experiencias, cumpre pre-
ferir esses medicamentos a outros quaesquer, se
quizerem tirar da homeopathia os ventajosos re-
sultados que ella assegura.
Acham-se a venda carteiras e meias carteiras
especiaes cootra o cholera, acompanhadas das
competentes instruegoes, pelos pregos conheci-
dos, na pharmacia especial homeopathica, ra
de Santo Amaro (Hundo Novo) n. 6.
N; B. Os homens de bom senso reconhecem
cortamente que sendo o Dr. Sabino a fonte pura,
d'onde emanou a homeopathia em Pernambuco
e em todo o norte, elle o nico immediata-
mente intereisado no seu crdito e no seu pro-
gresso, e por conseguinte tao somente nelle
que se pode encontrar garantas, quer em rela-
co applicago da aclencia no curativo das mo-
lestias, quer em relagao preparaco dos me-
dicamentos.
Na pharmacia do Dr. Sabino trabalham cons-
tantemente debaixo de suas vistas immediatas,
nos lempos ordinarios, dous empregados [um
brasileiro e outro francez quem paga ordena-
dos vantajosos), os quaes sao ajudidos por mais
tres ou cinco pessoas, quando o aervigo o exige,
na destillagao do espirito de vioho e d'sgua, no
manejo das machinas, na desecagao dos globa-
los, na distribuigap das dilulges etc., etc. *
E' evidente que para o Dr. Sabino exercer a
homeopathia, como geralmente a exercem, e
preparar medicamentos como por ahi preparara,
nem eram precisas tantas despezas com o pes-
soa), com machinas e com a obleosio das subs-
tancias as mais puras possiveis, e nem tanta vi-
gilancia e trabalho na preparaco dos medica-
mentos ; mis elle nao se contenta com o bem,
queja tem feilo,dando homeopathia s popa-
landade de que goza: elle quer eleva-la ao
maior grao de perfeigao dando aos seus remedios
a maior inrallibilidade possivel em seus effeitos.
0 Dr. Sabino nao aspira somente os gozos ma-
teriaes da vida ; elle s* desvanece em ler nos li-
vros estraogeiros que a sua propaganda em Per-
nambucoWoi to brilhante que nao tem na Eu-
ropa nenauma analoga (JORNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA DE PARS, tomo 4.\ pa-
gina 691 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HOMEO-
PATHIA, por GroBier, pagina 102); mas a sua
ambigao muito mais elevada; ella ao dirige a
legar as geragdes futuras um oome estimavel
pela gravidade e importancia dos seus servigos,
pela sinceridade de suas conviegoes, e pela fir-
meza do seo carcter.E' por isso, e para isso
que elle trabalha ; e trabalha muito...
Furtaram um carneiro grande branco com
malhas pretas, da porta de Hanoel Pereira Le-
mos, em Santo Amaro: quem delle der noticia,
ou do ladro, na mesma'.casa, ser gratificado.
15#000.
Aluga-se um sitio pequeo com casa de viven-
da e cacimba de agua de beber, tendo a casa 3
qusrlos, 1 soto, 2 salas, cozioha fora e copiar
por 159 mensaes, em Santo Amaro, sitio em qae
mataram o frade.
6#000.
Aluga-se em Santo Amaro, caminho do Cam-
po Grande, urna casa contndo 1 sala, 2 qaartos,
1 pequeo quintal, e com agua de beber, por 6*J
Vendem-se casaes de ro-
las de Hamburgo pardas e
brancas a 1$ o casal: no bec-
co do Pocinho n. 16.
Joao Antonio Coelho, sangrador e dentista, a i-
sa a todos os seus fraguezes o ao respettavel pb-
bheo, que se mudou da ra estreita do Rosario
para a do Imperador o. 69, aonde pode ser pro-
curado para sangrar, tirar dentes, ou limpai e
calgar os mesmos, para applicar ventosas eli-
das, tudo com perfeigao e delicadeza, e tambem
se alugam e vendem-se excedentes bichas de
Hamburgo, as melhores que ha no mercado.
s casas de familia.
Vendem-se superiores raassaa em caixas, sen-
do mscarrao e talbarim, pelo disoiouto prego de
2j> a caixa ; a ellas, que esto se acabando : do
armazem do Annes defronte da alfandega.
AUenrjo!!!
Gabinete medico cirurgico.^
Ra das Flores n. 37. a)
9 Serodadascons<as medicas-cirargi-#
cas pelo Dr. Estevo Cavalcanti de Alba-
querque da 6 ss 10 horas da manhia, ac- 9
aj cudindo aos chamados com a maior bre- 9)
m vidade possivel. m
% 1 Partos. fj
9 2.'Molestias de pella. f)
3.* dem do olhos. aja;
j 4.* Idemdosorgaos genitaes. oj
ij Praticartoda equalquer operago em a)
a) seu gabiajele ou em casa dos doontes con-
S forme lhes fr mais coaveniente. 9
99999999 999999
Pedese ao Illm. Sr. G. G. A. M.
de mandar a ra da Cadeia do Recite,
escriptorio d. 47.
Na travessa da ra das Cruzes n
2, paimeiro andar, tinge-sc para todas
as cores com presteza e commodo preco.
Urna casa estrangeira de pouca familia pre-
cisa de um cosinheiro ou cosinheira forra ou es-
cravo, comtanto que seja perito no seu offlcio : a
tratar na ra do Trapiche n. 36.
Lices de inglez.
DSo-se de noite no hotei francez ; a tratar na
raa da Cruz o. 1.
Aluga-se os primeiro e segundo andares da
casa n. 27 na ra do Amorim : a tratar na mes-
ma ra n. 46.
Vendem-se botinas de pellica ,
branca para senhura e ditas de 9
setim para dita proprias para $J
casamentes : na foja de Burle 9)
Q Jnior & Martins, ra do Cabu- %
"Jlt 16. S
Fugio da Estrada Nova, onde perooitava,
indo para o 6ngenho Tres Alagoas, no Cesto do
Bom Jardim, o muate escravo dos signses se-
gaintes : cabello caraplnho, altura regular, cheio
do corpo, pernas grossas, cara larga, olhos papu-
dos, dentes limados, falla ronca e grotsa, pouca
barba, espinhas no rosto, cicatrizas oas nadegas,
idade 20 para 22 annos : quem o apprehender.
ser generosamente recompensado, levando all
ao Sr. Joaquim Travassos Sarinho, ou nesta pra-
c,a a Andrade & Reg, ra do Crespo o. 8.
Precisa-se de urna ama para servir a me-
ninos e lavar ronpa dos mesmos; na ra estrei-
ta do Rosario n. 2 A.
Tem ebegdo urna rica pega de msica pa-
ra piano, muito sentimental, intitulada a dor
extrema da neeo pottagueza, offerecida sua
msgestade fideliisima D. Louiz 1. rei de Portu-
gal : vende-se na casa de A. Delooch. reloeiro,
ra Nova n. 22.
Precisa-se de 500 a premio, dsndo-se es-
cravo por seguranga ; quem quizer annuncie para
ser procurado.
Precisa-se de urna ama para o servigo da
casa, contndo duas pessoas somente ; a tratar
detraz da matriz de Santo Antonio, sobrado n.
28, primeiro andar.
Jobo B. Pruesdell, Christopher Haesdell e
sua mulher, cidados americanos, retiram-se pa-
ra os Estadas-Unidos.
Aotoauo Jos Loureiro relira-ae para o Rio
de Janeiro.
O Sr. Antonio de Souza Almeida tem ama
Na travessa da camboa do Carmo n. 4 engoro-
ma-se para as pessoas que quizerem, por prego
commodo : quem quizer dirija-se mesma casa,
que achara com quem tratar.
Precisa-se de urna ama para cosinhar e com-
prar: na ra do Imperador, n. 37, segundo su-
dar, entrada direita.
9999999-9999 999999999
9 Aluga-se um quarto andar com excel-
9 lentes commodos : na ra da Cruz n. 53.
999f 9999999-999 999999
fcociedade bancaria.
Amorim, Fragoso,Santos & C. acam e loma
aques aobre a praga de Lisboa.
Attenco
o
Os abaixo assigoados credores do finado padre
Jos Leite Pitia Orligueira previnem a quem
convier que os herdeiros do mesmo finado nao po-
dem venJer os predios por elle deixados, urna
vez que ditos predios esto sugeitos ao pagamen-
to das dividas contrahtdas pelo dito finado, divi-
das estas a respelto das quaes j pende lellglo?.
Recife 20 de margo de 1862.
Campos & Pereira.
Domingos Joaquim Ferreira.
Joo dos Santos Coelho.
Antonio Jos Alves da Fonseca.
Manoel Jos Correia.
Jos Barbosa de Mello.
Fortunato Cardoso de Gouveia.
Guedea & Gongalves.
Antonio Barbosa de Barros.
Jos Montelro de Siqoeirs.
Josa Xavier Coelho, lestamenleiro e in-
vsntarianto dosbens deixados pelo finado jj
Antonio Jos Pereira Ermida, convida os U
credores do mesmo finado a aprsenla- B
rem no prazo de 8 dias suas cootss afim U
de serem descriplas no respectivo inven-
tao. tt
ta^wiaw^Bw OTmHi SI3M39KM8Q
Ama de leite.
Precisa-sa de urna de leite: na raa larga do
Rosario n. 21 loja de calcado.
Precisa-se de um trabalhador de padaria
que seja perito em aeu officio : a tratar na.pa-
daria do pateo da Santa Cruz n. 6.
999999 99999999 9999999
s :
A yiRGEMDATAPER
g belissimo romance pelo Dr. S
9 J. C. Lobato.
9 Chegaram alguns exemplares, 9
9 e esto venda por 20 na loja 9
9 da raa Nova n. 11. Q
9
9999999 999^999 9^9999
rrecisa-se alugar urna escrava para o ser-
vigo de casa : na ra da Cadeia Velha n. 52, ter-
ceiro andar.
Oflerece-se um homem sem familia para
fora desta praga para tratar de doentes por ler
tido pratica, ou mesmo psra ensioar primeiras
letras : quem de seu prestimo se qutzer utilisar,
dirija-se a ra das Cinco Ponas n. 93.
Nesta typographia precisa-se fal-
lar ao hr. Felippe de Santiago.
Est para aiagar-se o aegundo andar do
sobrado n. 193 e casa terrea n. 191 da ra Impe
rial : a tratar na ra da Aurora n. 36.
Aluga-se um armazem na ra da Cruz n.
29, com aahlda para a ra dos Tanoeiros: a tra-
tar no pateo de S. Pedro n. 6.
9999a99999999999999999t
O bacharel Witruvio po-
de aer procurado na ra
Nova d.23,sobrado daea
quina que volta para a
camboad Carmo.
I
I
S
:
i
999999999999999999999999S
Pedido.
Boga-se ao Sr. Carips Justiniano Bodrigues de
mandar desempenhar seu documento no valor de
82$ recebido em obras ite alfaiate, em outubro
de 1859, na ra Nova n. 67,.
Primeiro andar para alugar.
Aluga-se o primeiro andar da sobrado da pra-
ga da Boa-Vista : a tratar na ra da Imperatriz
n. 46.
Precisa-se fallar a Sr. Ignacio
Ferreira Mendes GuimarSes, que mo
rou na ra da Gonceicao da Boa-Vista :
nesta typographia. I
Madamolselle Cari de la Gharie, discipula
premiada do conservatorio de ausica de Piris,
continua aeosinar piaoo e canto', conforme ogos-
to moderno: pode ser procurada em sea casa,
ra Nova o. 33, t* andar, por cima da loja de
chap oa deaol. *

APPROVACiO E AllTORISACiO

DA
AGABEIOA fllff ROM M OBOSOIA
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
CNrAS S9EdCS8AS8
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
Oe Ricardo Jrk
Para serem applicadas s partes affeciadas
sem resguardo nem incommodo
... .C0"1 f148 CHAPAS-ELKCTRo-MAGirETiCAS-EPisPASTtcAS obtem-se urna cura radical in-
fallivelem todos os casos e inamma5ao ( cansaco (m/a/to de respiraco ), sejam internas ou
externas.corao do figado, bofes, estomago, bago, rins, ulero, pello, pa'lpitagio de coracao, gar-
gmta, olhos, erysipela, rbeumatismo, paralysia e todas as affecces nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as differentes especies de tumores, como lobinhos escrof ulas etc., seja qual fr o seu
tamanho e profundeza por meio. da suppuragao sero radicalmente extirpados.
O uso deltas aconselhado e receitadas por habis e distinctos facultativos, sna efficaia in-
contestavel, e as innmeras curas obtidas o fazem merecer e conservar a confianga do publico
que ja tem a honra de merecer, depois de 24 annos de existencia e de pratica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escriplo, tendo todo o cuidado
de fazer as necessarias expheagoes, se as chapas sao para homem, senhora ou crianca, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na cabega, pescogo, braco eoxa, perna, p, ou tronco
do corpo, declarando a cicumferencia e sendo inchagoes, feridas ou ulceras, o molde do seu
tamanho em um pedago de papel e a declaragao onde exislem, afim de que as chapas seiao da
tojmal da parteaneciada e para scrembem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar \ir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas serao acompanhadas das competentes explicacoes e tambem de todos os acces-
orios para a c ollocagio dallas.
Cnsa: seas pessoae que o dignarem honrar cora a sua confianga, em seu esariplorio, que
tacharau aberloe todos os dias, sem excepgao, das 9 horas da manhaa is da tarde.
119 Rija do Parto || PERTO DO LARGO DA CARIOCA
E f ?aKi;uS0
Para as encommendas ou informagoes dirijam-se a pharmacia de JosAlexandre Ribeiro.
ra doQbeimadon. 15.
Especial hOnieo]iatliico
Ra das Cruzes n. 30.
Neste consultorio pode ser procurado o respectivo propietario qualquer hora, havendo
ah sempre grande sortnnento dos verdaderos medicamentos homeopathicos, preparados em Pa-
rs (as unturas) por Catellan e Weber, os mais acreditados pharmaceuticos do universo como
preparadores de remedios de homeopathia.
O proprietario deste consultorio nio pretende, todava, que sejam os seus medicamentos
infalliveis, porque nada ha infalhvel em fados humanos; nem to pouco superiores aos que por
ah se preconiaam. porque ceno que o que nos fazemos, outro o pode egualmente fazer to bom
senao raelhor. Mas afianga que nelle nao ha traficancia, e que o servico da preparaco corre
pe o mesmo proprietario. que nao tendo grandes commercio de carteiras, acha-se suficiente para
saltsfazer as necesidades daquella preparagao. e
Reste consultorio acham-se venda elementos da homeopathia, acommodados intelligencia
de qualquer pessoa ; assim como presta-se gratuitamente o seu proprietario, cora seus esfogos e
medicamentos, a todas as pessoas necessitadas, sem distinego alguma, que o procurem, pois
que o seu maior prazer e ser til humanidade soffredora. ^
Consultorio medicocirurgico
3--l\lJA BA GLORIA CASA DO FVNDAO-3
Gousulla por ambos os systemas,
na. des,eJ 9ue.tem de 5e os remedios do seu estabelecimento nao se confundan* com o* rf
nenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozara o proorietarin ST-.J!
dos todos aquellea que forem apresentados sem esta rcarca, e aaando a oessoa aUf o m.nH..". "
mdicos allopathas empregam-as constantemente. que os nesmoa Srs.
Os medicamentos avulsos qur em tusos qur em linduras custarSo a la o vidro
O proprietario deste estabelecimento aunancia a ssus clientes e smitrn* n. fcS ~
sufflcientes parareceber alguns escravos de u* TSSXmSZiSKSSJS de att.'
operacao, amaneando que serao tratados com tdo o duvelo e promptido. como aaSm, EE!
aquellea que i tem Udo escravos na casa do antunciante. aaoem todoa
A aituagio magnifica da casa, a commodidadedos banhos saliradn* ;n nn... .._.
geos para o prompto restabelecimento dos doentes. salgados sao outras tantas vanla-
As pessoas que quizerem fallar com o annunclixite devem nrnrnr- i hq i.-. ,,.. .
a de tarde das 5 em diante, e fora destas horas aeharao el a m e0m Sn- --112 horM
nder na ra da Gloria n. 3 casa do Fundo. Dr. z2boMo!cl
J.TERREIRA VILLELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cabug n. 18, 1.* andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por ambrotypo, por melaiffotvpo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaes para
polcelras, slQoeles ou cassoletas. Na mesma
casa existe um completo e abundante sortimento
de artefactos francezes e americanos para a col-
locacio dos retratos. Ha tambem para este mes-
mo nm cassoletas e delicados alfioetes de ouro
de lei; retratos em photographia das principaes
persooagens da Europa ; stereoscopos e vistas
stereoscopicas, assim como vidros para antvrolyp
e crmicas photographicas.
avB( vaaiv ipiarv i^vrw vssisb sss^ir^ w^ pi* Varf ^
Dentista deParis.
15-Rua Nbva-15.
Frederico Gautier, cirurgio dentista
fas todas as oparagoes desua arle a e co-
loca denlas artificiaos, tudo com -sdeln
riordade e perfeigao que as pessoas-,en
tendidaslhe reconhecem.
Tem agua e pos dentificios, etc.
k O Dr. CarotinoFran-
A (seo de Lima Santos.
n(joa-ae da ra das
W 5 'es Dara a do Im-
m \tT "or, sobrado n.
Ia de ^Francisco, on-
| S ra,dico>'ofl"ao d8 '
V
s
I
O Sr. Jos Colimbino de\rau0 \mt.
chamado fandicao di Aurora pV. nesocio de
sea interesse, por estes 8 diaa. \ ^
Joaquim da Costa Maia pede eo^g, cro_
dores para aacear auai letras em Srmid de aua concordata de 12 de margo, parvlu d
pois de aceitas e garantidas, aerean entre\
meamos credores com o dei por tente
oheiro, a fim de recebar seus ttulos.
Precisa-se de urna ranlher capas que
bem cosinhar para ser ama de urna casa de f
lia, nio para andar oa ra, e qae de coobi
manto de aua condacta : a tratar na roa do Rao
gol o. 7, ssgundo andar.
Cavallo fugid
Desappareceu da roa Nova, no dia 31 da cor-
rente, nm cavallo alasao capada, coas eMfalfca e
1 esasoi, 1 pequeo bah cosa 1 veatido varias
miadeits, tambem levava urna galota eom t ca-
nario do imperio : quem delle der noticia na ra
do Rangel n. 69, sari recompensado.


DIARIO DB PEBAMBUCO.
U BE MARgO DE 1861.

1/
1PM&
Escriptorio.
Aluga-se o primeiro andar la casi da raa da
Cadaia do Recit h. 60, com urna grande sala e
duaa aleoTaa, mtW proaria oir qualquer escrip-
torio ou morad* de pequen* familia ; tambem
aluga-ae o armiiem e o primeiro jqdir tam
grsndee commodos Da casa da ra Da Crdz oo Re-
cite n. 14: a tratar com Thomaz Teixeira Beatos.
Para casa de pouca familia precisa-se alugar
urna preta que aaiba engommar e cozinhar o dia-
rio, gradando paga-ae bem : n roa da Cruz nu-
mero 49.
Precisa-se de ama ama para casa de no-
mem solteiro. forra ou captiva, a qual dee co-
zinhar ; na Ribeira, casa o. 17, a fallar com An-
tonio Bernardino de Amorim.
Ha 3 dias que um preto gabador deixoa
na taberna da ruadas Cid co Pootaa p. 66, y roa
barrica de bacalho dizendo haver sido compra-
da por um freguez do absixo asaigoado e como
at eata data niuguem a tenha procurado, Ivi-
sa-se pelo presente anouacio a quem for dono
do referido bacalho a fazer sua reclamaco.
Joao Jos de Carvalho Jnior.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama qaa tenha bom leite :
a tratar na ra da Guia n. 88 segundo andar.
Aviso.
Faraproclssoes'
No f andar por cima do eatabelecimento dos
Srs. E. A. Burle & p,, na ra da Cruz do Recite
i. 48, veatenl-S por mdicos pregos figuras psra
prociailo : tndo-se rcebldo para tal m, pelo
ultimo piquete trances, ricos nietas de setim
bordados a oqro.
Na rta das Croie a. 86 precisa-se fallar,
ra negoci 86 aeu inleresse, com o Sr. I. P< ".
k S. S.
Alugs-se urna caaa terrea na travesea dos
8arlis, outr'ora ra de Sao Boca Jess das
rioulss: trata-se na ra Dlreita o. 8.

Compras.
Os administradores da massa fallida
deSiqueira & Pereira, pagam o i* di-
videndo narazao de 14 por cento na ra
do Crespo lojan, 13.
Gasa para alugar em
Olinda.
Traspassa-se o arrendamento da casa de um
andar no principio da ra de S. Beoto em Olin-
da, com bons commodoa paaa urna familia, e por
prego muito commodo : a tratar com Uanoel Al-
Tea Guerra, na roa do Trapiche n. 14.
O Sr. Uanoel Lopes Rodrigues Guimares
queira procurar urna carta que lne veio dirigida
d j Rio de Janeiro, no eserip:orio de Manoel Al-
ves Guerra, ra do Trapiche n. 14.
|Para Europa
Offerece-se uma francesa para acompanhar al-
guma familia Europa, mediante razoaveis con-
dicoes : para informagoes, podemdirigir-se ra
de Santo Amaro n. 6, casa do Sr. Dr. Sabino.
Fugio do eogeoho Cordeiro um escravo de
nome Luiz, crioulo, idade 36 aonos, pouco mais
ou menos, altura regular, rosto comprido, beicos
grossos, espadado, e com um sigoal de corte no
pescogo, anda da roupa branca, foi fisto no Re-
cite, traz uma bicuda, e consta que passa a noite
pela estrada nova, dorme no partido do ouro :
qaem o apprehender e levar ao dito engenho,
ser generosamente recompensado.
Pedro Antonio Roberto, subdito francez, re-
tira-se para Europa a tratar de suasaude.
No dia 26 do correte, depoit de Anda a au-
diencia do juizde paz do 1. districto da fregue-
zia da Boa-vista tem de ir praga por venda por
execirgo de Miguel Teixeira da Costa contra
Francisco Luiz da Silva os beoa seguintes : 1
sof de amarello com assento de palhinha, 2 con-
solos da mesma madeira, e6 cadeiras dem, prin-
cipiando a audiencia as 9 horas da marinan.
Alaga-se o sitio da cap ella dos Afflictos
com duaa casa de vivenda, e grande quantidade
de ervoredos .* na botica do Brtholomeu, ra
larga do Rosario o. 34.
Offerece-se para caixeiro de taberna um ra-
paz que tem pratica, e da coohecimeoto de sua
conducta : na ra Direita n. 84.
Aluga-se uma sala com alcova em um pri-
meiro andar na ra da Cadeia do Recite n. 13,
proprio para escriptorio : a tratar na mesma casa
Preciaa-sede um caixeiro para taberna que
tenha pralica da mesma e que de. coohecimeoto
do sua conducta: a tratar na ra do Agas-ver-
des n. 48, taberna.
Deseja-le comprar um par de yeoezianas :
quem a tlver aunando por este Diario para aer
procurado, ou dirija-ae ao segundo andar da ra
larga do Roaario n. 31.
Comprm-se moedsa de ouro de 16 e 209
na ra da Cadeia n. 83, loja.
Compra-se uma escrava
de meia idade, que saiba (fozi-
nhar o diario de urna casa;
na ra Nova n. 47, junto a
Conceico dos Militares.
Compra-se em aegunda mao a obra intitu-
lada o Conde de Monte Cbristo, Corioa ou a Ita-
lia : na ra da Cadeia do Recife, loja n. 91.
Compra-se uma eacrava de 25 anaos de ida-
de, que saiba coziobar engommar na raa do
Apollo n. 39,1 andar.
Yendas.
Escravos venda.
Vende-se um preto bom carreiro, proprio pira
engenho, e tima escrava que tem algumai habi-
lidades, por pregos baratiaaimoa : a tratar com
o Sr. Jos Pedro do Reg, na ra das Cruzes ou
na ra do Crespo n. 17. ^m
Bolacha do gaz.
Ns ra da Sensata Velba n. 84 a 21800 por
arroba.
Aviso.
Pede-se a todos os caixeiros desarrumados que
tenham a bondade de reuoirem-se oo largo da
Assembla terca-feira 25 do correle, as 10 ho-
ras da maohas, para se organisar.um batalho
para aasistir a abertura da 3.a secgo da estrada
de ferro.
TOBO.
Ums pesaos habilitada offerece-se para ensioar
e receber alumnos, nao s de grammatica portu-
gueza e primeiras letras, como francez, ioglez,
geographia e historia :
n. 23, primeiro andar.
a tratar na ra do Crespo
Ama
Precisa-se de uma ama, preferiodo-se escrava,
que saiba cozinhar e engommar com perfeicao,
aaoga-se o bom tratamento : quem pretender,
dirija-se a segunda casa pintada de novo, con-
fronte capclia de S. Jos do Manguioho.
IOOOOO
D-se a gratificado de 100} a quem pegar o
eacravo Manoel condecido por Manoel Francisco
cujo escravo do abaixo assigoado, tem os sig-
naos aeguintea: cor mulato, estatura regular, ca-
bellos carapiohos, os dous dentes de cima da
frente grandes, rosto comprido, quando anda
muito espigado, multo desembarazado no fallar,
bam feito de pes e mos, diz que cose soffrivel
de alfaiaia, este escrsvo foi do finado teneote-
coronel Bernardo Antonio de Miranda senbor do
cngenbo do Brum, no Caxaog aonde foi nasci-
do e criado e muito conhecido naquelle lugar,
lendo sido vendido pelo Sr. Dr, Graciano de Pau-
la Baptiata no dia 22 de fevereirO prximo pas-
sado e fugio no dia 26 do mesmo mez, este es-
cravo j esleve fgido quando era do Sr. Baplis-
ta, para as bandas da cidade de Olindi ou Beheo
ribo e vinha vender carvao nesta cidsde tsat
que foi pegado na ra da Guia com uma car.o
docarvo, muito de suppor que tenha mur&d-
o nome e que se intitule de forro : roga- as
autoridades policiaca ecapitaea de campo a ap-
prehenso do dito escravo, assim como sr grati-
fica com a qnantia cima a quem o irofrer ou
der noticia certa aonde est assim comoiesde ja
se protesta contra quem quor que o tenia acou-
tado.
Albino da Silva-eal.
Precisa-sede um pequeo enejado ha pou-
co do Porto: na ra da Lingoetay. 5.
Precisa-se de uma mulher e meia idade
que airva para tomar contae c/er a roupa la-
vada de casa de pouca familia.' na ra da Im-
peralriz n. 47, primeiro anda'.
Precisa-se de uma am'para casa de pouca
familia, a qualcosiohe e ccupre : na travessa do
Carmo d. 1, aameiro and.
Aluga-sea loja do obrado n. 33, silo} na
roa da Praia de Santa uta : a tratar na ra da
Cadeia n. 62, segundrandar.
Um sacerdote me oecessita retirar-so, para
fora da cidade, offe*ce-ae para alguma capella-
na em eogeoho,/propde-se a eoainar lingua na-
cional, latim e fneez: pode ser procurado na
ra do Hospicj/n. 26, daa 8 at as 11 horas da
manhia, e da-2 s 5 horas da tarde.
__Preciarte de um negro captivo, na ra lar-
ga do Rosaio n. 25, para conducao de jantar;
quem o tier dirija-ae a mesma casa para tratar;
Esndo-se em negocio com os terrenos f o-
reiros att que assentam as casas terreas os. 7, 9
e 13, stos na ra de S. Franciaco desta cidade,
por, uto se pede a qualquer pessoa que tenha do-
mio sobre os meamos, ter a bondade de de-
elrfar por este jornal, ou participar na loja da ra
ib Queimado de Goas & Bastos n. 46, isto por
estes seis das.
Na ra do Crespo, esquina n. 8,$existem
cartas para os Srs. Joaquim Manoel Pereira, Ma-
noel Quintas de Azevedo e Manoel Googalves dos
Santos Pereirs. ^
Aluga-se o letanro andar do sobrado ds
ra da Cadeia do Recife n. 51: a tratar na loja
do mesmo.
Precisa-se de umi ama que aaiba cozinhar
. bem.-forra ou captiva : na ra do Seve, sobrado
de esquina por detrs do doto Gymnasio.
CALCADO
Preservativo universal.
45Ra Direita45
Olhem l...
Urna das intelligencias melhor esclarecidas na
tciencia de Hipcrates, depois de longos annos
de exercicio de curar e matar conventeu-se afi-
na!, que o aolco preservativo infallivel de qual-
quer epidemia, por mais mortfera que foss, era
conservar a cabe? fresca, veotredesembarazado,
e PS QUENTES. Ora, viajando por ahi urna
epidemia,que mata gente como qualquer outra, 4
occaaio de pormoa em pratica estes principios,
osando pouco do chapeo sempre som-
bra ; tomando de 15 em 15 dias um laxante de
sal de glinber, o mais acrrimo inimigo da epi-
demia, segundo a opiniao e a pratica de um dos
ornamentos da nossa magistratura ; e laucando
ao cisco todo o esledo velho, dirigiodo-se todos
ao armazem.da ra Direita n.45, onde o respec-
tivo proprietario a todos recebera com cortezia,
aturar as massadas, a aqecer os ps com ex-
celente calcado, segundo o gosto, e estado fi-
nanceiro de cada um, e vejara :
Homeus.
BORZEGUINS dos melhores fabricantes,
franceses, inglez.es e brasileos a 13$,
12, ll, 10J, 9*500, 8 e............... 3&500
SAPATOES a 7&500, 68500, 5&500, 5|,
4*500 at................................ 2*000
Meninos.
SAPATOES a 58500, 5*. 4, 3*530 a......1*600
Sennoras
BOTINAS de fabricantes francezes, ingle-
zes, allemaes e americanos federaos
6*. 5*500, 5*. 4S500, 3S500 a........... 2*500
Meninas.
BOTINAS a 4*500 e...................... 4*000
Um completo sormento de sapatos para se-
ohora de couro de lustre virado a 500 rs., de ta-
pete a 800 rs., de lustre (os. 32 e 33) a 800 rs.,
do ir.nijt francezes a 1*300, portuguezes 2*, sapa-
tos de borraxa para hnm.m i^ o uvuiuus,
muito couro oe lustre, de porco,cordavao,marro-
quim, bezerro francez, sola de lustre, coarnbos,
vaquetas, sola etc., que tudo vonde-se como em
nenhuma parta.
luDileiro e vidraceiro.
Grande e nova oilicina.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Neate rico e bem montado eatabelecimento en-
contrarlo os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas asqualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIROSde todos os tamanhos.
SEMICUP1AS dem dem.
BALDES idem idem.
BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixas de todas as grossuras. >
PRATOS imitando em perfeicao a boa porcel-
lana.
CHALE1RAS de todas as qualidades.
PANBLLAS idem idem.
COCOS, CANDIBIROS e (landres para qal-
quer sorlimento.
VIDROS em calas e a retalho de todos os ta-
mandando-ae maobos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se emammendas de qualquer nata-
rea, coocertos, que tudo aer desempenhado a
contento.
Pechincha
Na loja de 4 portas n, 8, ra
do Crespo.
Madapolo com pequeo toque d
avaria a 3$500 e 4$ a peca.
Dito muito finos a5j|a pera.
Algodaozlnho liso encorpado a 2#800
e os a peqa.
Chitas largas com pequeo toque de
mofo a 220 rs, o covado, sendo de cores
ixas, dao-se amostras.
Sementes
de Hamburgo.
De hortaltca e flores.
Viodas pelo ultimo vapor ingles : na ra da Ca-
deia do Recife loja de Vidal & Bastos.
Novas fazendaspretas pa-
ra a quaresma na loja da
Arara na ra da IifcperatrfelS^
Agua ambrewia
parbannos do resta e do
corpo.
A loja d'aguia branca cb de receber nova
remesss da proveitosa o mui procurada agua
embreada, cajos bons effeitos da refrescar a eu-
\> '" ,rdQr que deixa a navalha quando se
faz barba e acabar o mo hlito proveniente
dotranepirarsaojbm cobhedo, assim co-
mo as sennoras por nio aodarem ao sol fax
conservar perfeltimente o brilho do rosto. A lo-
dos quantos tem usado d'agua ambreada nao sao
estrinos om$ effeitos e ellas serlo anda mais
coi Hecidoa por aquelles que munidos de 1* ae
du,irem a loja d'agia branca roa do Queima-
do o. lo, onde nicamente se vende.
Fazeds pretas
l na loja do pavao, roa
daliperatrizii.60,
de Gama Silva,
Vende-se barttistimo por ser tempo de qua-
resma as fazendas seguintes :
Ricos manteletes de reliado preto rica-
mente enfeitados com franjas largas os
mais modernoa que tem viudo a
Modernissimos enfeites pretos a turca e
Garibaldi
Ditos mais simples a
Ditos de vidnlbo mnito modernos a
Chales pretos de merino bordados com
vidrilho a
Ditos de fil preto muito fino a
Grosdenaples pretos fazendi maito en-
corpada a 1*500, 1*600,1*800, 2* e
Sarja preta heepanhola, covado
Meias de seda pretas para senhora a
Ditas de la e de laia para padres a
Lavas de retroz bordadas com vidrilho e
sem vidrilho a 500 rs. a
30*000
63000
2|000
800
12*000
3S0O0
28500
2*000
1*000
1*600
n. 56 de Magalhes & Men-
des.
Vende-se grosdenaple preto encorpado a 1 600,
1*800, 2*, 2*200 o covado, alpacas pretas a 500
600 e 720 rs. o covado, sarja preta de la para
caigas e paletots a 560 e 640 rs o covado, vel-
ludo preto a 2J500 o covado, enfeites pretos e de
cores a 2*500, 3*. 5|500 e 6f.
800 a' 56' 64'
De tudo dao-se amostras com peohor : _
da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Gama
Silva.
640
640
1*000
na ra
&
Pannos pretos e casemiras
Na loja do Pavao.
Vende-se panno preto muito boa fazenda a
18600,1*800 e2* o covado, e dito que val 8* a
4*500 o covado, casemiras pretaa enfestadas a
3*, 3*200 e 3*500 o corte, ditas de uma s lar-
gura de todos os precos e qualidades, setim pre-
.om(r il0 da Cnina para calcas paletots e colletes com 6
palmos de largura a 3$ o covado : na ra da Im-
peratriz n. 60, loja e armazem de Gama & Silva.
Sedas de quadrinhos a 720 rs.
Na loja do Pavao na ra da Im-
peratriz n. 60.
Vonde-se muito delicadas sedas de quadrinhos
a 720 rs. o covado: na raa da Imperatriz loja e
I armazem de Gima & Silva.
Chales.
Grande pechincha na loja do Pavao.
Vende-ae os mais ricos chales com ponta re-
S Magalhes & Mendos. donda e bojotes, teodo as barras de velludo ou as-
Vende-se pegas de algodo trancado america- setinadas, imitando as capiohas mais modernas,
Panno preto.
Panno preto para caigas e paletots a
1*800, 2* e 2*500 o covado, cortas de casemlra
preta entestada a 3*. 3*500 e 4* para caigas, cor-
tes de chitas finas com 13 covados a 28500, ditos
de riscado chinez a 2*500, ditos de popelina a
2*600, chitas a 160 e 200 rs. o covado, ditas fran-
cesas a 240 a 280 rs. o covado, cortes de fastao
para calcas a 1(120, ditos do brim a 1*280 e
1*600, cobertores de algodaoT 1*.
Algodo e mada-
polo.
Taberna,
no com pequeo toque de cupim com 20 jardas a
pega a 3*500 e 4*, pega de madapolo enfaatado
aem defeito a 3*. uma duzia de meias cruaa pa-
ra hornera por 1*200 om par 120 rs., ditas Boas
28400, uma duzia de lencos brancos com barra
por 1*200 um lengo 120 rs., pares de meias para
senhora a 240 e 320 rs. maito finas, uma duzia
de aberturas ou peitos para camisas 2$400 uma
abertura 200 rs., maotinhas de crox para se-
nnoras andar por caaa 200 rs. cada urna, pegas
de chitas de cores oscuras com peqneno toque
de mofo porm logo que ae lave fica perfeita com
38 covados por 6* eovado 160 rs., laziobas para
vestidos a 280 e 400 rs. o covado, siotos doura-
dos a 2*.
Lazinhas snU* para ves-
tidos
Laziobas suissasjpsra vestidos de senhora e
roupa para meninos muito finas fazenda que se
pode lavar a 560 ra. o covado. caasaa suissas de
quadrinhos para vestidos a 280 rs. o covado, fus-
lio de quadrinhos muito finos para vestidos de
senhora a 280 e 320 rs. o covado, popelina de
cores a 240 rs. aacovado para vestidos, gorgurio*
de linho para vestidos e roupa psra meninos a
280 ra. o covado, chitas novas aquille proprias
para roupas de senhoras com listriohas muito fi-
nas a 280 rs. o covado tem 4 palmos de largura,
lato s na arara na ra da Imperatriz loja e ar-
mazem n. 56.
Farelo.
Vendem-se saceos grandes com farelo de Lis-
boa a 5*500, aasim como se aluga urna escrava
que cozinbe e lave : na taberna grande da Sole-
dade.
35-Rua Direita--oo
Vende-se um rico sanctuario de Jacaranda
bora do Porto, por prego commodo.
Farinha de supe-
rior qualidade,
a bordo do hiato Santo Amaro : a tratar com
Fraga & Cabral, ou a bordo.
N. 4 Rli DE HORTAS S. 4
Joo Ferreira dos Santos,
Vende-se uma taberna propria para nm prio-
cipianw por ser bom lugar, na esquina do Forte
do tfa/tos, faz frente para a ra da Lapa e para
o larfoem frente ao chafariz, fica no correr do
desembarque n. 12.
Vende-se por prego commodo a proprieda-
i% do aterro da Boa-vista, ra da Imperatriz n
29, com grande sobrado no centro, de superior
edicago, e grande terreno para o caes de Capi-
baribe para edificar : a tratar no largo do Corpo
Santo n. 2, no Recife.
Vende-se na ra da Imperatriz
n. 63 o verdadeiro gaz kerosine para
candieiros a 600 rs. cada garrafa.
Cheguem a pechincha, que se
esto acabando
A 1#280 ocovado.
multo bom, na roa do Quei-
Grosdeoaple preto
mado n. 47.
A 15^000 rs.
Palitots de panno fioo forrado de s6da, na ra
do Queimado n. 47.
A 12#000 rs.
Manteletes de seda preta ; j esto acabando na
ra do Queimado n.47.
S na taberna do Pimenta.
Genio de ceblas a 800 rs.
Sag a 200 rs.
Queijos novos do vapor a 2*800.
Vioho de Lisboa a garrafa 500 rs.
Dito Figueira a 600 rs., e tudo mais em pro-
poigao.
Malas para viagem
Vendem-se malas para viagem, de qualidade
mediana, e tambem da melhor qualidade qae se
fazem na Europa : na ra da Cadeia n. 86, arma-
zem de Augusto C. de Abreu.
Escravo venda.
Na ra das Cruzes n. 28, segundo sndar, ven-
de-ae um preto proprio para todo o servigo, por
prego commodo.
Vende-se uma escrava crioulacom umfilho
malatioho de 2 mezes, a qual tem mullo bom
leite e abundante: na ra Bella n. 38
Vende-se urna escrava de bonita figura e
moga, qu engomar e cose perfectamente : a
qaem quizer comprar se dir o motivo da venda:
na ras da Cadeia Velba n. 35.
avisa a lodos os seus freguezes que de outr'ora
negociaram com elle, que ee acha eslabelecido
na ra de Borlas o. 4, parede-meia da casa aon-
de foi caixeiro, que est vendeodo mais barato
do que em outra qualquer parte, como seja:
manleiga ingleza lina a 800 e 18 a libra, dita
fraocea a 680, lata s com 4 libras de manteiga
proprias para mimo ou condugao para fora por
2)880, toacinho de Lisboa a 300 rs. a libra, e
8*500 a arroba, presunto para panella a 400 rs.
libra, banha de porco a 440 a libra, macarrao
talharim e aletria a 280 a libra, aag a 320, ce-
vadinha a 240, toucinho do Maraobo a 160, al-
piste a 160, farinba do reino a 100 e 120 a libra,
gomma a 100 ra. a libra, e 2*560 a arroba, V-
anos engarrafados superiores a 1*200 a a 1* a
garrafa, vinho de Lisboa e Figueira em pipa a
400, 480, 560 e 600 rs. a garrafa, caada a 3*200,
38500. 40 e 48500, superior vinho verde a 480 a
garrafa, vinho bordeauz a 800 rs. a garrafa, licor
fino a 1* a garrala, velas de eipermacete a 700
rs. a libra, ditas 1e carnauba de composicSo a 360
e 440 a libra, massos de palitos pira denlas en-
feitados a 240 o masso de 20 massiohos, assim
como tem mullos gneros que se torna massante
meociona-los, vista dos compradores se ven-
dero pelo menos que poder.
pelo baratissimo prego de 4*500 cada um e ditos
de quatro ponas a 48500, ditos a Garlbaldina
sendo muito grandes a 5 : na roa da Imperatriz
n. 60, loja do PavSo de Gama & Silva.
Brilhantiuas americanas.
Vende-se brilhantinas americana com lind-
simas cores sendo fazenda inteiramente nova e
moderna de 4 1|* palmos de largura a 400 ra. o
covado : na ra da Imperatriz n. 60, loja e ar-
mazem de Gama & Silva.
Espartilhos a 3,500.
Vende-se espartilhos ioglezes que sao os me-
lhores pelo diminuto prego de 3(500 cada um :
na rna da Imperatriz n. 60, loja e armazem do
i'avao, d o.... s, c;i.
Para meninos a 4j500ts
Vende-se vestidinhos de seda para meninas e
ditos de fuslao qara meninos maito bem enfei-
tados pelo baratissimo prego de 4*500 cada um
na ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem' do
Pavao.
Madapolo a 3$.
Vende-se pega de madapolo entestado com
14 jardas a 39 a pega: na ra da Imperatriz n.
60, loja e armazem do Pavo,
Gorguro de linho a 280 rs.
Vende-se gorguro de linho de quadrinhos e
mesclados proprios para senhoras e roupas de
meninos e meninas a 280 rs. o covado: na ra
da Imperatriz n. 60, loja do Pavo, de Gama &
Silva.
Bareges a 6$ o corte.
Vende-se cortes de bareges com 22 covados
para vestidos, ditos com as salas ja feitis a 6f o
corte: na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo.
Grande pechincha em cortes
de vestidos na loja do Pavao.
Vende-se finiasimos cortes de cambraia bran-
ca bordados com 2 babados grandes e de duas
saias pao baratissimo prego de 4*. ditos de cam-
braia de seda com babados bordados a 4*500, di-
'toa de phantasia fazenda que sempre se vendeu
i por 12* pelo baratissimo prego de 6* cada um :
na ra da Imperatriz n. 60 loja e armazem do
' Pavo, de Gama & Silva.
Cambraias de carocinhos
S no Pavo.
Vende-se Qnissimos cortes de cambra a branca
com carocinhos brancos e de cores tejado cada
paga 8 1{2 varas a 4* a pega : na ra da Impe-
ratriz n. 60, loja e armazem do Pavo, de Gama
& Silva.
| Loja do beija-flor da ra tid
Queimado n. 63
Vendem-ae bonecas de ehouro a 400, 500,
800 rs., pulseiras pretas a WQ ra., bandeja'
a 2* e 4*. tesoarae finas a lito rs. a dazia,
pos de segarar enfeites o para 800 rs., cai:
de obroias de cola a 160 e 180 rs., pentes vr
imitando tartaruga a 1* e 1*200. ditos sem ser
virados a 720, 800 e 900 rs., boies de metal pa-
ra caiga s 400 rs.. ditos de ago a 240 a groza, al-
finetes pretos a 640.
Loja do be'ja-flor da ra do
Queimado n. 63,
Vendem-se franjas e trancas, fitas da velludo
preto para a quaresma, mili modernas qae ha no
mercado, e mais barato que em outra qualquer
parte.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendetn-se tiraa bordadas de diversas larguras
a 700, 800, lf e 1$200 a tira. *
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se facas finas, cabo de balango de 2
botoea a 6*800. ditas para doce a 5S800. dilaa de
um bota o a 6|2O0, ditas para doce a5*aO0, ditas
pretas cravadaa a 3|600, ditas brancas a 3*400,
ditas roligas a 3* a duzia.
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se fitas de seda propria para de
bram de vestido preto, dita branca de lioha, fitas
de seda de 5 dedos de largura com pinta de mo-
to a 320, ditaa limpas a 640, 800 e 15-
Loja do beija-flor da ra do
Queimado n. 63.
Vendem-se grvalas pretas de setim a 1*, ditas
estreitas a 1*, ditas a 800 rs., pennas de ago de
langa, 500, a 720, ditas de mozlnha a 800 rs.
Loja do beija-fior da ra do
Queimado n. 63.
Vende-se papel em caixlnhas de diversas cores
a 1* e 640, branco pautado 800 rs., anvelopes
de corea a 800 rs brancos a 1*. reama de papel
de quadrinhos a 4*700, ainto encarnado a 440,
dita azul a 320.
Rap fresco.
Rap Paulo Cordeiro a 11600 a libra, dito mea-
ron a 1*040, dito Lisboa a 2*700, dito gasse gros-
so e meio gresso a 1*600, dito gasse fino a 1*280:
na loja do rival sem igual, raa larga do Rosario
numero 36.
Gaixinhas e cabazes para
presentes de meuinas.
Muito lindo sortimeoto de caixinbas e cabazes
para as meninas trazerem no brego pelos dimi-
nutos pregos de 320 a 2*500 cada uma : na loja
da victoria na ra do Queimado o. 75, junto a
loja de cera.
Quadros de moldura dou-
radae preta.
Lindos quadros de moldura dourada o prela
com estampas a 4*500 cada um: na loja da vic-
toria na ra do Queimado n. 75, junto a loja de
cera.
Vende-se um carro de 4 rodas novo, rece-
bido ltimamente de Franga, todo forrado de se-
da, com os competentes arrelos pratiades, obra
de maito bom gosto, sendo este calecbe o mais
bonito que boje existe nesta cidade ; a tratar n
ra do Trapiche n. 14, primeiro andar.
A victoria
Nrua do Queimado H.5 jun
to a loja de cera.
VENDE MUITO BARATO.
Clcheles francezes bons em carleo a 40
o cartao.
Alfinetes francezes cabeca chata a 120
a caria.
Papis com cento e tantos alfinetes a 40
* papel.
victoria m eaRtttt cota ibo jardea
rs.
rs.
ra.
Linhas victoria
60 rs.
Ditas de 200 jardas da Alexander
duzia
a 900 ra. a
jardas brancas e de cores a 30
cores a
Cambraias.
Vendem-se cambraias de cores de bonitos
elegantes desenhos a 280 e 320 rs. o covado : ns
raa da Imperatriz, loja n. 20.
Oliados.
Vendem-se oliados pintadoa de lindas vistas e
paiasgens, larguras de 6, 7, 8 e 9 palmos, pro-
prios para mesas de jantar a 2g o covado: na
ra da Imperatriz, loja n. 20.
lival sem igual.
Bom sorti ment.
Pentes de massa finos lisos a 500 rs, ditos dou-
rados a 1*280, carreteis de retroz muito bom a
320, escovas para cabello muito boas a 800 e 1*,
cartas de alfinetes de lato a 80,100, 120 e 140,
escovas para unhas a 320 e 500 rs., linha de car-
tao de cor e branca a 30 rs., novellos do gaz a
30 rs., fitas de velludo de cor e preta de 120 a
1J : na ra larga do Rosario, loja de Pedro Ti-
noco n. 36.
640.
Chapeos de sol de panno a 640 : na ra do
Queimado n. 41.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnstoa Pater d- C,
rus do Vigario n. 3, um bello sorlimento de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
uma variedada de bonitos trancellins para es
mesmos.
Ditaa de 100
rs. o carritel.
Dita* de Pedro V em carto brancas
40 rs. o cordo.
Ditas de miada de peso verdadeiras a 240 rs.
a miada.
Ditas de dita cabega branca e emearnada a
120 rs.
Grampos maito boas a 40 e 50 rs. o mago.
Folladores brancos de algodo e linho a 60 a
80 rs.
Carteirlnhas com sortimento de agulhia a
tt/U rs.
Phoaphoros do gaz muito bons a 220 rs. duzia.
pitos em calza de folha a 100 rs. que s
eaixa val o dinhelro.
10rsO8adaixegUt,n5* PrqUe e"1* incendio
Ditos de cera caixas grandea a 400 rs.a caixa.
franjas de borlote para cortinado a 4*200 a
Ditas sem ser de borlla a 2*800 a pega.
Ditas estrena brancas e de cores a 120 rs. a
vara.
,n?eDlM de bs,eia Pa alisar a 240, 280, 3S0 e
4uu n.
Camisas de meia finas a 700 rs.
Gapellas e ramos para noivas a 4*500.
Enfeites de flores muito lindos s 4/.
Caivetes finos de duas folhas para pena a
^vv rs#
Ditoa de orna folha a 120 rs.
Agulhaa francezas o melhor possivel a 240 rs.
a caixa.
Enfeites modernos para aenhora a 5* a 61.
Meias para homem a 140,160,200, 240 e 280
rs. o par.
Ditas para senhora a 240,280,320 e 400 rs. o
par.
Ditas para menina e menino a 160, 200 e 240
rs. o par.
Fitas de linho a 40. 50 e 60 rs. a pega.
Linhas croxel nvelos grandes a 820 rs. o no-
velo.
E outras muilas miudezs que se vende muito
barato.
Escencia de ail.
Para engommado.
Vendem-se frasquinbos com escencia de ail
cousa excellente para engommado porque uma
gota delta bastante para dar cor em uma bacia
da gomma tendodemaisa maia a praciosidade da
nao manchar a roupa como maitas vezes acon-
tece com o p de ail. Casta cada frasqainbo
500 rs. : na ra do Queimado loja da agaia bran-
ca n. 16.
para a quaresma.
Ricos corles de vestidos pretos bordados a vel-
ludo, prego 80* para acabar: na ra do Queima-
do n. 11.
Nao ha quem venda pelos
presos, s na loja do
Viado, na ra Nova,
n. 8.
E*ta venoenao luvas ae torgal
o melhor que se pode encoutrar
. ..........
Luvas tambem de retroz sem aerem hor-
adadas a...........
Ditas ditas de dito para meninas a .
Ditas ditas de seda para ditas a .
Ditas ditas de dita para aenhora a .
Ditas ditas de dita bordadas para senho-
ra a .....:......
Ditaa ditas de seda de todas as cores a .
COm ridiiltlU
em bordados
800
640
500
500
1*000
1*600
1*600
Trancas e franjas pretas.
Mui delicadas trangas de seda prela com vidri-
lho sendo de todas aa larguras, de 310 a 500 a
vara ; franjas de seda com vidrilho e sem elle
de 320 a 500 ; bicos pretos de todas as larguras,
tanto com vidrilho como sem elle, por baratis-
simo prego, e outros muitos objectos para qua-
resma, que a vista d
geita dinheiro.
dos compradores nao se en-
Alvaro & Magalhes.*
Estabelecidos com loja de fazendas na
ra da Cadeia.o. 53, e acbando-se de
posse de um Vovo estabelecimento na
ra do Crespo n. 20 B, participam a to-
dos os seus amigos e ao publico em ge-
ral qae dispe de um grande e variado
Sortimento de fazenda que tem resolvi-
do veoder dinheiro por pregos bara-
tsimos. Roga-se aquelles que tlve-
rem de comprar qualquer artigo de fa-
zenda de ae dirigirem as nossas lojaa
cima indicadas qae serlo ptimamente
servidas.
s
s
s
Oh! que pechincha
Vende-se palitos lixados e foliados finos para
dentea 2 masaos cora 40 massiohos por 400 rs. na
rna da Imperatriz loja da Arara n. 56.
para anjos.
Vendem-se na ra da Senzala Nova n. 30, ci-
xinhas com doce por prego commodo, recommen-
daveis para os aojos de procisslo.
Cambraias adamascadas.
Vende-se cambraias adamascadas fazenda mo-
dernissimas para vestidos a 4* a pega : na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Vestidos a 3#000' e 2500
Vende-se cortes de vestidos brancos com bar-
ras e babados a 3* e 2*500: na roa da jlmoeratriz
n. 60, loja e armazem do Pavo, do Gama &
Silva. I
Saias bordadas a 2$500.
Vende-se saias bordadas muito bonitas a 21500
cada uma : na ra da Imperatriz n. 6D, loja do
Pavo, de Gama i Silva.
Bales do Pavo
Vende-se baldes de bramante francez com ar-
cos sendo os qae tem melhor armagp pelo di-
minuto prego de 3* e 3*500: na ra da Impera-
triz n. 60, loja e armazem do Pavo, de Gama
& Silva.
Saias com arcos de linho.
Vende-se as acreditadas saias com arcos de li-
nho que fazem as vezes de balo a 30200 e a 4*
cada uma, esta fazenda s ha na loja do Pavo
ra da Imperatriz o. 60, loja e arma em de Ga-
ma & Silva.
Indianas a 240 r
A ultima hora acaba de chegar a
do PavSo.
Esta fazenda inteiramente nova de quadrinhos
imitando as sedas, fazenda muito eocorpada e
de cores delicadas propria para vestidos de se-
nhora e roupas para meninos e meninas pelo di-
minuto prego de 240 rs. o covado : na loja do
Pavo raa da Imperatriz n. 60, ds Gama & Silva.
loj
Vende-sc o melhor salmn lProut) e junta-
mente o afamado peixe enguia o melhor que
tem viodo a este mercado pelo fabricante Tho-
maz Koight em latas de 1,2 e 3 libras : em casa
de James Grabtree & C, ra da Cruz n. 42.
Charutos da Havana.
Vendem-se charutos da Havana de
superior qualidade em casa de N. O.
Bieber & C. successores, ra da. Cruz
n. 4.
Obras de metal prateado.
Em casa de N. 0. Bieber & C. succes-
sores, vendem-se apparelbos completos
para almoco, porta licores, garios, fa-
cas, colheres para clie sopa, galhetei*
ros, copos e outros muitos objectos des-
te bem conhecido metal, pela sua boa
qualidaie eduracao : na ra da Cruz
n. 4.
O ether sulfrico
em garrafas : vende-se na ra da Cruz
n. 4, casa de N. O. Bieber & C. succes-
sores.
O' que pe-
chincha.
Facam fogo no viado.
Seda lavrada a melhor que se pode encontrar
de bom e delicados goslos, que a vista do prego
nao ha quem deixe de fazer um rico vestido pre-
to para quaresma, pois, aproveitem a occasio,
pois quem nao tizer agora, nao faz to cedo ;
esta loja fica bem condecida, por ficar bem con-
jronte a eamboa do Carmo, e ter o viado pin-
tado.
Ba da Imperatriz n. 1.
Madame Buessard Hillocheau recebeu nova-
mente ricoa chapeos de dina para senhora (gos-
to moderno), pelerinas e csmlsinhas com man-
gas, golas de bico branco e preto, grosdeoaple
oreto muito encorpado para vestido, bonitos en-
feites para ditoa, Invas de pellica de 2 botes
branca ede corea, vestidos e enfeites para casa-
mento, tudo de gosto moderno e pregos muito
razoaveis.
Para acabar.
Vende-se uma porgo de espigoilha branca e
amarella, faz-se todo negocio que para fechar
uma factura : na rna do Queimado n. 47.
Farelo de Lisboa, saceos gran-
des, a h$. de milho a A$.
No armazem da estrella, largo do Paraizo nu-
mero 14.
Ricos trastes.
Urna pessoa que se retira para a Europa vende
alguna movis com pouco uso, de mogno de uri-
meira qualidade e gosto moderno, os quaes sao:
1 guarda roupa com espelbo, 1 dito sem espelho,
orna commoda, uma secretaria e um apparador,
ludo com lampo de pedra marmore, duas mesas
elstica* para sala de jantar, uma secrets, camas
de ferro com colxo elstica e sem elles, tres ri-
cos relogios psra cima de mesa, algumas machi-
nas modernaa para lavar roupa de diversos tama-
nhos, etc.; assim como um excellente piano de
Jacaranda inteiramente novo : para ver e ajustar
na ra do Imperador n. 55, fabrica de pisaos.
Pechincha
loja do sertanejo,
ra do Queimado n. 45
ha para vender o aeguinte, por mellad* do costo :
ricos cortes de vestidos pretos bordados vellu-
do, pelo baratissimo prego de 859,170, 601000
[40|000.
BNa ra do Queimado n. 39, loja de 4 portas,
vendem-se cortes de vestidos de seda pretos e de
cores, pelo diminuto prego de 20| cada corte ; a
elles, antes quer,se acabem.
Milho novo.
O sacco
Tem Fernandos Irmaoe, ltimamente ebegado
do Rio de Janeiro pelo brigae cVeloz, em seu
armazem na travessa da Madre de Dos n. 13, e
no trapiche Bario do Llvramento.
Pechincha adrniravel na
loja do Pavo a 10$
' Vende-se pecas de bramante de linho
tturo bastante encorpado proprio para
encoes, toalhas, seroulas, camisas, pafc
l rtotsetc., etc tendo cada peca), Vt v-
raspelo baratissimo preep de iOjf a pe-
ca, e tambem se vende meia peca po-
5f ou se retalha a 400 r<. vara: na
ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zvem do PavSo, de Gama & Silva.

4* a -L -.


2Z
DIARIO DE PERNAMBCO SEGUNDA FEBU 24 DE M ABIJO DE 1862,

NO
l PROGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
-
ftario da Penlia
Vende-se neste armazem de molhados os melhores ge-
nuroi que vern a este mercado e por meos 5 a 10 por cento do qua em nutra qaalquer parte,
garanlindo-se a boa qaalidade, por isso rogi-se a todos os Srs. da praca, de engenho e labradores o
favor de mandaren) suas encommenda ao armazem Progresso, aflm de verem a differenca de
prego e qualidade que faz, se fossem comprados em outra qaalquer parle.
Wlateiga mgiea de primeira qualidade a 800 e 1000 a libra, e em barril se ar
abatimento.
9folltog& 1? *HCeZa a ma, n07a a 640 ri., a libra e em barril, 00 ri.
*^ UySSOH 0 maig uperior que ha no mercado a 2J80O e 2J500, a libra.
Cilla IIUXIIII imitando a perola, pela sua superioridsde a 8JK>00, e 2J600 abra."
%J1\IV pTQ\0 unco para os doentes que se tratara com a homeopalhia a 2)500 a libra.
*UeijOSI QO TeillO chegedot neste al timo vapor a 2J800, ditos chegados no ultimo
navio a 29500 ,
"H JGS l^SKiriWOI 0 que na de bom neste genero a 1JO00, a libra e em porra o se
faz abatimento:
^fUeiJ pTalO 0 mag 8Qperjor que tem ,jado a este mercado a 18200 a libra.
Vtezunto ing\ei. para liamtor muit0 noyo a 500 rs. a libra, o em por-
rao se far abatimento.
COBteletaS VagVezaS pr0pras para flambre a 800 rs. a libra e em porcao a 700 rs.
"TQXHIltO TeiHO da iapar0r qualidade a 480 rs. a libra einteiro, a 440 rs.
^***ame 0 melhor pellico qua pode haver por estar prorapto a toda a hora a 19 a libra, e
em porco a 900 rs.
T encinta divo aricas e paios de iombos
ment.
Latas com cnonricas
mercado a 2&000 cada urna.
Banna de potco retinada em 1.1. com 10 ubm Por 4*500 cad. uma.
uanna ne porco mait0 fina alva 480 rs a llbra e em bariil iX 400 .
fllarmeiadU imperial d0 afaraad0 Aoraa e de outros muitos fabricantes de Lisboa
a 800 rs. a libra, e em porcao se faz abatimento.
Latas eom frutas de doce em calda
ceg, alpexe, e ginga, a 800 rs. cada lata.
Marmelada de alperxe em M de 2 Ubra por im cada uma.
Latas com amendoas conteitadas conlendo msi, confeil03 a8!ucar
candi, muito proprio para mimo, a 2&000 cada urna.
llOCe da C%SCa Aa gOiaba mut0 Ono a 800 rs. I era porcio se.faz abatimento.
Hoce scco e em calda
2500 cada uma.
a libra', o em barril de 3 arrobas a 7&000.
a 640 rs. a libra, em porcao se faz abati-
'j promptas para se comer vindas a primeira vez a este
como sejao pera, damascos pe-
do difiranles qualidades, om latas da 4(9 e 5% por
mimo a 560 rs.
muito novas por 2J500 e a retalho a
Cart&es com bollo franeez proPriosV
Paisa* bm caxliiUwi \e H libras
480 rs. a* libra.
r igos a cun madre muil0 noTOIi em csixa!1 de 8 ,ibra9 por tl6d0 [[ta com a
por 1J500, ditas cora 2 muito bem enfeitadas por 900 r*. cada una e a rotalho a 320 rs.
libra.
V>villia rancezas e portuguesas em lalai de t libra, pot 6o r..
ditas om meias latas a 500 rs.
alaca*** lmate em lata9 de \ ibra porsoo rs.
mendoas de csea mole mu-Uo noyas a 320 ri., Hbra
nOZeS a 120 rs. a iibrat e ajooo a arroba.
i\meixas trncelas e m iata8 com 3 llbras por 4M0| dilag com 1|2 por 19500.
A.Wa\*VX.%8 pOrtngntZaS 32o ri. a [jDra e em caixa se fsr abatimento.
VjllOCOiate UeSpUnOl, 1 j500t dUo {rtQtez a t j^qo dito porUguez a 800 rs. a libra,
aflanca-se a boa qualidade.
UOlaXlnna de 90da em latas com differentes qulidades, a 1$440 rs.
Wia VSlltOS de nentCS ixad03, molhos cora 20roacmhoi por 200 e280 rs. muito Onos.
^CrejaS em fra8cos com l e 1|2 libra por 800 rs.
* M""" franeez para lirnparfaeasa 200 rs. cada um, em porgo se faz abatimento
Bolaxlnn* ingleza a majs no dom'ercaao a 320 rs. a libra em barrica 4J5O0
WQullIa para engommar, muito alva a 100 rs. a libra e em sacca se faz abatimento.
~ 3^" de posta em latas das melhores qualidades de peixe que hs em Portugal a 1I&600 rs.
EiSpeTmat*eie atperior de cinco e seis velas por libra a 760 rs. eem caixa, a 740 rs.
NarninnaS de Nantes em latas muito novas a 400 rs.
IVlplSia muit0 novo a 160 rs. a libra e em arroba a 4*500
imXeiie nOl>e roQnado de diHerenlea marcas e o mais saperior que ha a 800 rs. a garrafa
e em caixa a 9.
W lllllOS engarralSnOS d0 duqe d0 porlo e de outr, muUas marcas acreditadas
neste mercado a 10200 Ts. a garrafa e em caixa a 12JO00 rs.
\ innO em pipa Porl0i pigaeira e Lisboa a 560 garrafa e em canada 3500, 4 e 4500.
SCrVejja das majs acreditadas marcas a 5 rs. a duzia, a em garrafa a 500 rs.
**""V"S*C oas marcas mais superiores qae ha no mercado a 15j> e 220000 rs. o gigo
Cognac nglCZ a 10ooo rs. a caixa e 1200 rs. a gairafs.
Genelira de Hollanda
Ginebra delarnnja
Genebra ingleza.
Valitss do gaz
Sal
rs.
verdadeira em frasqueira a 60000 rs. e o frasco a 560 rs.
a 79OOO rs. a duzia am frascos a 640 rs.
lOgOOO rs. a dazia e a retalho a 1:0000 a garrafs.
a 2JJ500 rs. a groza.
refinado em potes grandes a 500 rs. cada un, em porco se far abatimento.
ViaiC iavado o que se pode desejar neslo genero a 320 rs. a libra e em arroba a 9jj500, dito mais
baixo a 280 rs. a libra e BgOOO arreba.
nCVamnna d0 Franca a mais nova do mercado a 280 rs. a libra, em porcao se faz abati-
mento.
^^S1*! muito novo e alvo s 320 rs. a libra.
r arinUa d0 rei0o das marcas SSS e galega a 140 rs. a libra.
Mlin do Maranbao alva e cheiroza a 160 rs. a libra eem arroba a 4*800.
lVer\linaS gecas muito novas a 160 rs. a libra.
V Pifia
%*9mm de carnauba refinadas a 400 rs. a libra eem arroba a 12*000.
AaTO&tiV docde Lisboa a 720 rs. s garrafa, aflsnca-se a boa qualidade.
w magre d0 ,,ilb0l 240rs ,girrafa e enj Ci0tfia a i^^oo."'
Vinbo
Hito
Cherez a 1*600 a garrafa e em caixs se faz abatimento.
Ra da Seozalla Nova 42.
Venda-se em casa deS-P. Jonhston & C,
sellios e silhoes inglezos, candieiros e caslicaes
bronzeados, lonas itglezas, fio de vela, chicotes
para carros e rnomaria, arreios para carros de
um a dous cavallus, e relogtos de onro patenta
ingles.
Libras sterlinas.
Vandem-se no eacriptorio da Hanoel Ignacio
de Oliveira & Filho, praca do Corpo Santo n. 1.
Gollinhas
detraspasso bordadas em
cambraia fina.
Vendem-se a 2* cada ama : na ra do Quei-
mado, loja d'agaia branca n. 16 A obra boa e
o lempo proprio ; a ellaa, freguezas, antes qua
ae acabem.
Alojad'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta Toja por eatar constantemente a reeeber
perfumaras linas de suis proprias eocommendas,
bem ae pode dizer que est constituida um depo-
sito de ditas, tendo-aa sempre dos melbores e
maia acreditados fabricantes, como Lubio, Piver,
Goudray e Sociel Hygieniqae, etc., etc.; por
isso, quera quizer prover-se do bom, dirigir-se
a ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que
achara aempre um lindo e completo aortimento,
teudo de mais a mais a elegaocia dos frascos, .e a
barateza por que se vendem convida a anima ao
oomprador.
Capachos.
Vendem-se capachos redondos ejeompridos e
de diversos tamaohos, e os melhores que tem
vindo a este mercado, palo baratissimo preco de
600, 700 e 800 rs. cada um, e tambera ha capa-
chos muito grandes e proprios para sof e mar
quezaa para 1*400 cada um : na rui do Queima-
do, na bera contienda loja de raludezas da boa
fama n. 35.
&
Pota da Russia.
Vende-se emcasS deN. O. Biebgr &
C, successores, ra da Cruz n. 4-
JMoireantiques de co-2
res bonitas a 2 (
f e 26500 o covadb.
S Viar* d Cre,P 17, Guimfrae8
sem segundo
Na ra do Queimado n. 55 loja de miadezas
de Jos de Azevodo Maia e Silva, est vendando
todaa es raiudezas por precoa i salidos e co-
nhecidos :
Crozas depennas de acode todas as quali-
dades a
Nvelos de lioha que pelo tamanho i todos
admirara a
Caixas de agulhas francezas a
Caixas com alflnetes muito finos a
Caixaa com apparelho para ntrele
nios a
Ditas ditos grandes a
Baralhos portuguezes a 120 e
Groza de botes pequeoos para calca a
Tesouras para unhas muito finas a
Ditas para costura muito superiores a
Baralhoa francezes para voltarete muito fi-
nos a
Agulheiros com agulhas francezas a
Caivetes de aparar peonas de 1 folhi a
Pecas de tranca de la com 10 varia a
Ditas de tranca de la de todas as cor a
Pares de sapatos de tranca de la a
MENOS DEZ POR CENTO
NOS ARMAZENS
PROGRESSISTA
DdRI
me-
Taixas
para engenho.
Grande redueco nos precos
para acabar.
Fraga, Son & C. tem para vender na ra da
Moeda taixas ue ferro cuado do mui acreditado
fabricante Edwio Maw, a 100 rs. por libra, as
raesmas que se vendiam a 120 rs. : quem preci-
sar dirija-se a ra do Trapiche n. 44, armazem
de fazendas.
Soahall Mellors & C, Aando recebido or-
dem para vender o seu creacido deposito derslo-
gios vjsto o fabricante ter-ae retirado do nego-
cio ; convida, portanto, s pessoas que quizeram
possuir um bora relogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, i aproveitar-se da op-
portunidade sem perda de lempo, para vir com-
pra-Ios por commodo preco no seu escriplorio
ra do Trapiche n.28.
Veudem-se caixes va-
zios a 1$: nesta typographia.
N. O.Biebar & C.sHccessores.rna da Craz
n. 4, tem paravenderrelogios paraalgibeira da
ouro o prata.
Gneros baratos.
Vende-se rasnleisa franceza a 610 rs. a libra,
cha a 28400, loucioho a 320 rs., arroz a 100 e
120 rs,, linguica a 560 rs., passas a 500 rs., ba-
nha de porco a 440 rs., velas de sperraacete a
760 rs., de car na una a 400 rs., batatas a 60 e
ion .. p.ncn a 180 rs ervilhas a IzUrs..
rafoes com o garrafas de vinagre a 19200 cada
um, agurdente de canna j eogarrafada a 200
rs. a garrafa, esprito de vinho a 1 JjiOO a caada
e 240 rs. a garrafa, azeite de carrapato a 400 rs.
a garrafa, dito de coco a 480 rs., milbo a 320lrs.
a cuia, arroz de casca a 2UO rs. em saceos mais
barato : na travessa do pateo do l'iraizo n. 16,
frente pintada de amarella com oito para a ra
da Florentina.
Cera de carnauba de pr-
meira qualidade.
Vende-se era porco e a retalho de uma sacca
psra cima, e por commodo preco : na ra da Ma-
dre d D'eos confronte aliotica n. 30.
| LiquidacaO
| A loja de m^rmor^. |
Bournus de cisemira para senhora a 108 S
Manteletes de rosdenaple a 10$ 9
l.equesde sndalo a 5J> J
Bournus de csiemira para meninos
de todas as idades a 5o
Grande sortimento de cascirrilhas,
IB traugas e filas de todas as cores para en-
feites de vestidos por presos ruis bofl-
tos do quo em outra qualqaer parte
Aboafama
vende fivelas para cintos o mai9 bem dourado que
possive e dos mais lindos goslos que tem vindo
a este mercado, pelo baratissimo prego de 20500
cada uma, carteiras com agulhas as mais bem
aorlidas que se pode desejar, e em quanto a qua-
lidade nao pode haver nada melhor, pelo barato
prego de 500 rs. cada rarleira, peunasde ac ca-
iigraphia verdadeira a 28 cada caixinha com 12
duzias, ditas de Linca verdadeiras n. 134 a 18200
cada groza, ditas muito boas ainda nao conheci-
das a 500 rs. a groza : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja.de miudezssda boa fama nu-
mero 35.
SC MDM88M 316018 fifSfilfi mmmmmam
{ loteresse publico.
SOTerecido pela loja dea
marinore.
-j A loja de marmore tendo de apresen-
X tar concurrencia publica o que ha de S
5 mais novo era fazendas, tanto para se- V
m nhoras como para homens e meninos, *
- sendo que para este (ira espera de seus
M correspondentes de Inglaterra, Franca e |
efe Allemsbha as retuestas de seus pedidos, A
J tem resolvido, sotes de apresentar o no- jf
vo sortimento, liquidar as fazeudas exis- O
lentes, o que effectuar por precos.rao- J%
)Jt dicos e para cojo lira convida o reapeita- |
S vel publico a aproveitar-se desta emer- 8
fi gencia.
xmmmmmmmmmm
Noy sortimento de cascarri
lhas de seda
A loja d'aguia branca acaba de reeeber um novo
e bello sortimento de cascamlhss de seda de
muuns e difTerentes core, e veude-se i 19500
e ttfOO ris a pega, na ra do Queimado loja
d'aguia branca n. 16.
Meias pretas de seda a 1:000
o par.
Cartas de afineles francezes a
Pares de luvs8 fio da Escocia muito finas a
Ditas ditas brancas gruesas a
Escovas para liaipar denles muito lints a
Masaos com superiores grampos a
Carios com colxetes de algum deleito a
Ditos de ditos superiores a 40 e
U)edaes de fundo de ac muito superiores a
cofiadores para vestidos de senhora com
varas a
Caixas com colxetes francezes a
Cartas de alfioetes de ferro a
Cjiaruleiras muito finas a
Tioteirasde vidro com tinta a
Ditos de barro com tinta superior a
Area prela e azul muito fina a libra a
500
120
120
60
240
500
200
120
400
400
320
80
80
200
800
1|280
DE
,-
100
320
100
200
40
20
60
100
80
40
80
13000
160
120
120
lenno nova remessa de labyrintho para ven-
der por todo preco, assim como tenbo trancas de
seda differentes cores para vender por todo di-
nheiro que offerecerem.
Muita attenco.
Na loja de Silva Cardozo, ru i do Im-
perador n. 40, vende se roupas eitas
de todas s qualidades pelos precos
mais baratos possiveis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os fregueses com-
prar porque pechincha .
Algodo da Bahia.
Proprio para roupa de escravos e saceos de as-
sucar : vende-se na ra da Cruz n. 1, escriplorio
de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo i C.
Batatas a 1#000 rs ca
da arroba: no armazem da
ra do Amorim, n. 47.
m
m
loupa feita
barata.
3 Sobrecasacos rie panno preln m ilo fi-
'A n"i pd'elots de dilo, pdlrtois de c
L ra de cor, ditos prelos, ditos de
9 dilos de ganga de coros, ditos dri
^ decrese brancos, calcas de ca
a prela e de cores, ditas de brim bnnto e
de cores, ditas de gangas, colle es de
velluito preto e de cores, ditos Cegor-
Ruro, dilos de fusto,ditos de*rin bron-
co, camisas de' liuho, ditas de a
brancas e de cores, serouUs da
godo
linho,
ditas de algodo, chapeos de sol de seda
qua-
rec.0 a
&i
ioglezes os melhores era tamanho
lidade, ludo se-vende por b-ralo
dinheiro avista, na loja ds 6 ports r
do Queimado emfrente do f.ivramento
esl aborta at as 9 horas da noite.
mmmm
m
Caivetes finos pa-
ra pennas.
Caivetes finos para aparar penna, (o duas fo-
m
semi-
usio,
brim
semira

^
%
lhas, a 200 ris cada um : na loja da
ra do Queimado D. 75, junto a loja de
Victoria
cera.
presentes.
Muito lindo sortimento de caixinhas
das para se bolar confeilos ou niesmo
vazias se mimosear urna menina, pe
siruosurecos de 320 at22)500 cata una : na lo-
ja da Victoria
loja de cera.
ua rus do Queimado n.
muito lin-
eo m ellas
o barata-
Quadros de moldur
rada e prela.
Lidos quadros de moldura dourada
cora estampas, pelo barato prego de
moldura val o dinheiro: na loja da ''ictoria
ra do Queimado n. 75, jnnto a loja d s cera.
e preta.
$8 que s a
n
Panno de goda*
Bahia.
Vende-so no escriplorio de Anloni > Luix da
Oliveira Azevedo & C, ra da Cruz n .1.
Novos e lindos
75, junto a
doli-
da
enfeites para vestidos
pretos
Vende-se meias pretas de seda, e de mui boa
braoro e maia superior que hi no mercado propio para misia a 640 rs. a garrafa e em ca-*1 qualidade, para senhoraa, e padrea 15)000 o
Canad 4f8O0. | par, por estarera principiando a mofar, e estando
Por hojedei fim ao mea repretorio at a chegada do primeiro vapor vindo da Europa, pelo ellas calcadas nada ae conhece, na ra do Quei-
quil eaparo novo sortimento e nao aerei preguicoao em o publicar ao reapeitavel publico. [ mado loja d'aguia braaca n. 16.
e de cores, e roupinnas de
enancas.
Em apropriado lempo reeebeu a l ija d'aguia
branca um bello e completo sortimenlii de enfei-
tes de seda para vestidos pretos #de coras, e rou-
pinhas de enancas, sendo trancas e bordados de
novos e lindos desenhoa, e difficeis lecidos, com
os quaes pode-te cora gusto e modero ssimo en-
feitar qualquer vestido ou roupinho de criaoca.
Ao passo que dilos enfeites a todos geralmeute
agradam, a commodidade dos precos anima ao
comprador, e esta verdadeaerft verificada por to-
dos que aa dirigirem dita loja d'aguia branca,
ra do Queimado u. 16, cujos precos ettao mar-
cados oas amostras, as quaes saJarao com pe-
nhorea.
Luvas de pellica
Brancas e de cores para hornera e senhora, che-
gadas ltimamente por 28500 rs. o par : na loja
do viado na ra Nova o. 8.
Lagedo de Lisboa.
Vende-se lagedo de Lisboa chegado no brigue
portugiiez Relmpago: na ra do Vigario n.
19, primeiro andar.
DUARTE 4$ C.
9 Largo do (armo 9
36 ra das Cruzes de Santo Antonio 36.
sos freKueze8Sau?nndoS,deS,eS acrwliu,dos "*" molhados Prlcpam aos seus turne-
para os ecolheVem. Z Jamir Zosl SZ"ST**" "" d,fi,10f Pn,S d> Eur0P*'
roga-se a todo, os Srs. da PZZ engenho e RnJK f,- T Z2T+" *"*' *" ^
.osnossosarmazens.afimje^r^o^1^^
Manteig-a .FU llCeZa mas nova a 700 rs. a libra barril a 600 rs.
C\ t V^SS.n m*'8 suPf''or que ha no mercado a 2400 2&800 a libra.
rh qua hada melhor neste genero a 2500 e 3JW00 a libra. *
l {^ret mUl SUperior vind0 a Primeira vez ao so mercado a 21200 a libra.
JSZt*que vem doRio'em ,ai?s de uma pr ** I"*
QUe,J navio \1?*4,OoL,dla0uro:hegadOS ** ** ""3 2*6 C dS ***
Queijus londriuo que ht de melhor nesle mercado a 800 ^ a ^
V JOS pratO como nunca veio ao nosso mercado a 1100 a libra e inteiro a 19000.
Liaras com lino'iiir.as-
vez ao nosso Sh'ESt"*" *"* Cm8r "* ^ '"" V'
daffiSL ai:'lSdedivJersos|amanhos,savel, sardo, pargo. pescada, malla, Hngui-
dos fritos, atum marenado, robllos e lulas de ligelada, de 1300 a 25POOO a lata.
OUC1^l?o'61'!? muit nova 82 "a ,ibra e 9500 a "* -
lemos para 240 rs. a libra e 6500 a arroba.
Bft Hila (Je pOlCO era latas com 10 libras por m00 e 0 a libra.
'^iae^hr^Rn1,1"11 de ^ 0S iros de Lsb6a,era latas de libra .
meia e 2 libras a 750 rs.
Latas coid frutas em caldo
xe, ameixas e ginja, a 700 a h. Cm ^ ^ *"** da,DaSC* ",pW"
Warmelada c Alperce em latas de 2 libras por 1*000 cada uma.
Hoce da casca da roaha .Tnn .
1^ ^ ^wmiirt a 700 rs. e em pocrao se far abatimento.
CeS SeCCO-S de difTerentes qualidades em bcetas muito bem arraniadas a 3>00O.
Cartees com uohu frnce pro[jrospara mimo 500r3.
1 astas1 em caxinhas de 8 libra ,2J>200.mr, libra
igosdi* comadre muit0 novos em Clxnha de 8 librls amuil0 bemenfaiudas t
a vn v e o*t rs. a libra.
rirvilhas francezhse portuguesas. eoo rS uta.
MaSS de tOin.te em laiasde 1 hbrn aSOOrs.
AmeildoaS dt CaSea mole n>uto novas a 400 rs. a libra.
i> OZes muio novas a 200 rs. a libra.
Ameixas tr.-,nceZoSera ial3e oom s ,ljr,c ror4onofla iooo ithn.
l\ l l"C T lltJfci',l,0,ol a 1*'200' francez a lOOOepo.tugueza 800 rs. a libra.
X1111 i U (le SOda 6m Utas com differentes qualidades a 1M00 a lata.
JlaSSas pa ra SOpa raacarrao e talharim a 240 rs, a libra e a caixa por 5$000.
Lieiria muio nova a 320 a libra eG000 a caixa.
itos lixados para dtntes em mo]hos com 20 aacinhos a 200 rs
-_erej'ri S em frascos de libra e meia a 700 rs.
J T ra IICCZ para limpar facas a 180 rs. e am porcio se far abatimento.
JMsspermacete superior sem avaria a 740 eem^a 720 m a 1bra>
>arduiliasde Nantes muil0 novas a400 e 600 .
AlpiNta muito nova a 160 rs. a libra e 4500 arroba.
A eitt doce refinado de divercas marcas a 800 rs. a garrafa e 90OOO a duzia.
'i CU lo lia ingleza a mais nova do mercado a 300 rs. alibra o 4&200 a barrica.
VxOllia muito alva a 100 rs. a libra e 200 arroba.
V 1 n 11 OS engarrafados duque do Porto, g enuino. Porto fino, madeira secea, Carcavellos, nec-
ter.feitona, velho secco, Mueatel a 1 200 a garrafa e 129000 a duzia.
Di t 8 em pipa Porto, figueira e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa ede 4*)00 a 500 a ca-
nau&*
SeTVt jaS das mala acreditadas marcas a 500 rs. a garraf.'e 5&000 a duzia.
Ul&mpaillie das marcas mais acreditadas que l, no mercado a 15*400 e 200(rogi-
UOgoaC inglez a 109000 a caixi e 19000 a garrafa.
Ginebra de Hollmida ^.w. psoo .!, .. o feo.
ita de larany-i a 09500. L, e eoo rs. 0 frasco.
Oita ingleza 99, duzia e soo r^ a garrafa.
Pa I it S d O g-a Z a 29500 a groz, e *0 rs. duza de ^m,
Sal retinado em pacotesdemaisdeumaNbraa 240 rs. eem porcao tora abatimento.
. ate llO 1% 10 o melhor que ha no mercado 280 rs. a libra e 8|500 a arroba.
SeVa infla de Franca am.isnovaVmerc.doa240rs..libr..
"^a^U muito novo a 320 a libra. \
Farinha do lUaraiihao ranio am n\a 160 m. ,ibra wsoo. ar- '
roba. V
Velas de carnauba e de composi^Vo a400rs alibra e a m
a arroba. \
ViliagTe puro de LSboa a240 rs. a garrafa exi800 acanada.
Gl'O de bicO muito novo a 200 rsl a libra. \
Peras seecrsem ca\xihhasdeoi.oiibrasa2kaa64rJa}s#aIibra
iTarraS|UlllO verdadeiro de zara, de limone, caf, menta, gemy0 mandol'amara
curacu, rosa sublime e outras qualidades de 19500 a 29 a garrafa. ^ '
ISrit l-.tflS em gigos de uma arroba por 29500 e 80 rs. a llbra.
v>Ominll(>S os mais novos do mercado a 800 rs. a libra
Erva dOee muito nova a 400 rs. a libra.
Calle 11 i superior a 19 a libra.
'ila mtOS verdadeiros superiores a 2* a caixinha de 50.
cHUmOn em lataS oom duas libras o mais bem arranjado que tem vindo ao^
cado a 19400.
.Tlanteig'a eill lataS Com4 libras a melhor do mercado lacrado ermeticamente
39200 cada urna. r
V lliag're em garrfoes com 5 garrafas de superior qualidade a 19200.
/\ rajU a verdadeira muito nova a 320 a 1 bra. 0
Alera desles gneros encontrar o respeitavel publico em nossos armazens um cooiplelo
sorUrberito de ludo tendele a molhados.
-

i
'

:




DIARIO DE PERNAMBCO SEGUNDA FURA 94 DE UkRQO DE 1861
1

Attencao
Guimarlea 4 Luev donos da loja de miudezas
di rae do QoeimM. 85, boi fama, participim
ao pablieo qae oT eatabelecimento ae echa
completamente prvido daa melhorea marcadoriaa
tendentea ao msamo estabelecimeoto, e muitos
oulros objectos de goato, sendo quaal todoa rece-
idos desuas proprlss encommendae ; e catando
Va lnm**to resolTidoa a nio Tanderem
nado, anancam tender mais barato do qno ootro
qaalquer ; e juntamente pedem aoi aeua devedo-
resi que lhes mandem ou renbam pagar o seus
dbitos, too pena de aerem jueticado*.
~Cbegaram de Lisboa no btigue cEugenia,
dous bonitos borros e ama barra, oa qoaes ae
vendem por barato prego : para ver, na cocheira
do largo da Aasembla n. 4, e para tratar, noea-
cnplono de Antonio Luiz de Ollveira Azevedo.
DA
Fundido Low-Moor,
a da Senzalla Nova n. 4*.
Neste eslibelesimento continua a haver ura
completo sortitnento de moendas a metas moen-
das pata engenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado de todos os tamanhos
para dito,
Vende-se um terreno na ra do Hospicio
quasi defronte do quartel, prtprio para ediflcsr-
ae urna casa, tendo 40 palmoa de frente e 146 de
fundo, com alicerce : a tratar na ra do Trapi-
che n. 14, primeiro andar.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-te: ta-
chas de ferro coado libra i 10 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de receber por
amostra urna pequea quanlidade de fivellas
douradaa e esmaltadaa para cintos, todas de no-
vos e bonitos moldes, tambera douradas que
parecern de ouro de lei, oque s com esperien-
cia se coohecer nao o serem, estando no meamo
caao as eamaltadts, e aasim mesmo vendem-se
pelo barato preco de 22500 rs. cada orna, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Ces lionas ou cabases para as
meninas de escola.
O tempo proprio das meninas lrem para a
escola, e por isso bom que vo compostas com
ama daa novas e bonitas cestinbss qae se Ten-
dem ca raa do Queimado loja d'aguia branca
n. 16. .
Fariha de
mandioca.
A bordo do hiato aSanto Amaro, tundeado
confronte ao trapiche do algodio, vende-se fa-
rinha de superior qualidade a prego commodo : a
tratar com Fernaodesdt Irmo, emsea armazem
travessa da Msdrede Dos o. 13 ou a bordo com
Jos Feliciano Machado.
Veodem-se burros gordos e mansos : no
engenho Jurisssca, do Cabo: a tratar all com o
Sr; Domiogoa Pranciaco de Soaza Leio.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P.
Johnston & C ra da Senzalla Nova
n. 42.
Palmatorias de vidro e de la-
to para vellas.
Vendem-se bonitas palmatorias da vidro lapi-
dado para vallas a 1)200, e ditu da lati mui
tovas e limpas a 400 rs. : na raa do Queimado,
loja da Aguia branca n. 16.
Peilos de fustao lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-se bonitoa peilos de uetlo lavrado e
trancado para camisas a 500 rs. cada um, fazen-
da mu boa e encorpada : na ra do Queimado,
loja d'aguia-branca n. t6.
Novo sortimento de tiras bG
dadas em ambos os lados.
A loja d'aguia-braoca recebeu um noto e-lin-
do aortimenlo de tiras bordadas em ambos os la-
doa, e contina a tender baratamente a 1)900
cada lira, e outraa de bordadoa multo largos a
91000, o melbor que possivel em tal genero,
2ii0lf2 Deli lar6u i oem, podem ser
dmdidae ao meio, pelo que se tornara baratlssi-
7fl tU' d Qaeim,do ,0 d'aguia branca
Golliohas e manguitos de pu-
nhos bordados.
Na loja da aguia-braoca vendem-ae gollinnhaa
e manguitos de puchos bordadoa em fina cam-
braia transparente por 2)500 todo, o que na Tar-
dado baralissimo : na raa do Queimado, loja
d'aguia-braoca o. 16.
predio venda
Vende-se a caaa de doua andsres e aollo, mei-
agua, no becco das Hiudiohas n. 8, avallada em
2.-000), a qual rende 1 1|2 por cento ao mez ; oa
ra do Trapiche o. 14, primeiro andar, ha peaaoa
aatoriaadr pelo propietario para effectuar a ven-
da da mesma casa.
Entre meios
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca ae acha um bello sorti-
mento de ntremelos bordados em fina cambraia
tranaparente, e como de aeu coatume eat ven-
dendo baratamente a 1)200 a pega da 3 varaa,
tendo quanlidade baatante de cada padrio, para
vestidos ; e quem tiver dtnheiro approveitar a
ocaiiao, e manda-loa comprar na ra do Quei-
mado, loja d'agala branca n. 16.
s
Para a quaresma S
Na ra do Queimado!
n. 10.
LOJA DE 4 PORTAS
DE
iFerro ( Maia.I
Vendem-se as segointes fazendas :
Manteletes pretoa bordados multo ricos.
Casias pretas bordadas idem.
Dilaa ditaa llaas.
Seda pretas lavradas a 1), 1)280, 2)
e 25500. ..-
Grosdenaple preto covado 1), 1)800, 2)
Sarja preta lavrada covado 1$600 e 2).
Dita dita lisa covado a 1)500 e 1)800.
Caaemira preta mailo fina corte 5), 6),
7), 8) e 9).
Panno preto a 3), 4), 5), 6), 7), 8), 9)
e 10)000.
Biquiasimoa cortea de seda preta borda-
dos a velludo a 60). 70), 80) e 90).
Riquiaaimoa cortea de grosdenaile preto
para vestido com babadinhos e duas
saias a 45$, 50), 60) e 70f.
z
CARTOES
DE
K, RA DO QUEIMADO N!46
P/H>hlpKANDE20RTIMERTo
^DASEROUPKSf
Sortimento completo de sobrecaaacoa de panno a 25), 28), 30) e 35), caaacoa multo bem
taitas a 25|, 88f, 30| e 35J, paletols acasacados de panno preto de 16 at 15$, ditos de casemira
dt cor a 15), 181 e 20f, palatots saceos de panno e casemira de 8) at 14). ditos saceos de alnaca
m erin e l da 4) at 6), aobre de alpaca e merino de 7) at 10), caigas pretaa de casemira de
8) al 141, ditoa de cor de 7) at 10|, roepaa para menino de todoa oa tamanhoa, grande aorti-
menlo de roupas de brins como sejam caigas, paletots e colletas, sortimento de colletas pretoa da
setim, casemira e velludo de 4) a 9f, ditos para casamento a 5) o 6), paletots brancoa de bra-
mante a 4)e 5/, calcaa braocaa mailo finas a 5j, e um grande aortimenlo de fazendaaflnaa e mo-
dernas, completo sortimento de caaemiraa ioglezaa para bomem, menino e aenhora, aeroalas da
linho e algodao, chapeos de sol de seda, luvaa de aeda de Jonvin para homem e seohora. Te-
mos urna grande fabrica de alfaiale oode recebemos encommendas de grandes obraa, que para
isso eat sendo administrada por um hbil meatre de semelhante arte e um pessoal de maia da
cincoenta obrairos escolnidos, portento emolamos qualquer obra com promptido e mais barato
do que em outra qualquer casa.
Papel de peso a 2| a resma.
' Vende-se na raa do Queimado toja de miude-
zaada boa fama b.j
Novo paquete das novidades
23-Rua Direita-23
Neste novo %stabelecimenlo achara o publico um grande sortimento tendente a molbadoa
tudo por preco maia barato do que em outra qualquer parte :
Uanteigt iogleza especialmente eacolhida a 800 e 960 ra. a libra.
Dita francea a melbor do mercado a 720 ra. a libra.
Queijos flamengos ebegadoa no ultimo vapor a 2)800 e S.
Cha byaoo e preto a 2) e 2)880 a libra.
Vinho engarrafado dos melhorea autorea a 1) a 1)200 a garrafa.
Vinho de pipa proprios para paalo a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial doa melhorea autores a 900 rs. a libra.
Ameixaa portuguezaa a 480 ra. a libra.
Paaaas muito novas a 500 ra. a libra.
Latas com bolachinhsa de differentes qualidades a 1|400.
Conaervaa ioglezaa as melhores do mercado a 800 ra. o (rasco.
Maesas, talbarim, macarrao a aletria a 440 rs. e libra.
Cerveja daa melhorea marcas a 560 a garrafa.
Genebra de hollanda superior a 500 rs. a botija.
Velas de carnauba a 440 rs. a libra.
Di las de esper mcete a 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320 ra. a garrafa.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra.
Touciobo de Lisboa a 360 rs. a libra.
Alm dos gneros annunciados achar o publico umgraode sortimento de um tudo tenden-
te a molbadoa mais barato do que em outra qualquer parto.
VISITA
Car toes de visita de novo goato
Carios de risita de novo goato
Cartdee de visita de novo gosto.
Umaduzia por 16#000.
Urna duzia por 16g000
Urna duzia por 161000
Urna duzia por 16(000.
Retratista americano.
Retratista americano
Retratlata americano
Retratiala americano.
Ra do Imperador.
Raa do Imperador
Raa do Imperador
Raa do Imperador
Vende-se meia duzia de cadeiree e um par
de consolos : na ra larga do Rosario n. SO. **
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Nos armazena do caes do Ramos ns. 18 e 36 e
na ra do Trapiche Novo (no Recite) n. 8, ae
vende gaz liquido americano primeira qualida-
de e recentemente ebegado a 14) a lata de cinco
galloes, aasim como se vendem latas de cinco
garrafas e em garrafas.
Superior cal de Lisboa.
Tem para vender em porcao e e retalho Anto-
nio Luis de Oliveira Azevedo & C., no seu es-
eriptorio ra da Cruz n. 1.
Rival
sem segando.
Na ra do Queimado o. 55, defronte do sobrado
novo, eat dispoato a vender tudo por preco que
edmira, aaaim como aeja:
Fraacos de agua de lavando muito gran-
des s
Saboneles o melhorque pode haver a
Ditoa grandea muito finos a
Fraacos com rheiros muito finos a
Ditos ditos muito bonitos a
Garrafas de agua celeste o melbor a
Fraacoa com banba muito superior e
Ditos dita de urco fioiaaima a
Fraacos de oleo babosa com cheiro a
Ditos dito dito a
Ditos dito nito a
Ditos para limpar a cabera e tirar caapas a
Ditoa dito pbilocome do verdadeiro a
Ditos com baoha transparente a
Ditoa com superior agua de colonia a
Dita, fraseos grandes a
Fraacos de macar oleo a
Ditos de opiata pequeos a 320 e
Ditoa de dila grandes a
Tm um reato de lavando ambreada a
Linba branca do gaz a 10 ra., e tres por
dous, e fioa a
Dita de cartio Pedro V, com 200 jardas a
Dita dito dito com 50 jardas a
Carreteia de linba com 100 jardas a
Duzia de metas cruaa maito encorpadaa a
Dita de ditas muito superiores a
Dita de ditas brancas para aenhora, mui-
to finas a
Vara de hienda largura de 3 dedoa a
Dita de franja para loalbis a
Croza de botos de louca braocca a
Duzia de phosphoros do gaz a
Dila de ditos de vela muito superiores a
Pegas do fita para cus de todas as lar-
guras a 320
|Loja dastf por-j
tas em frente do
Livramento.
o""* r"M de bonitos gostos e
890 rs. o covado, luvas de trocal pretaa
e da sede e 500 rs. o par, chitas trance-
zas largas escuras a 240 rs. o covado,
dilas fioae a 260 e 280 rs., fil de tlohjo
liso a 640 rs. a vara, prstina fina de
lodaa aa corea a 800 ra. a vara, lencos
brancoa com barra de cor a 1*100 a au-
lla e 120 ra. cada um, meias para ho-
mem a IglOO a dasia e 120 ra. o par,
cbitaa para coberta de bonitos deae-
nhos a 220 ra. o covado, pegas de bre-
tanba de rolo a 2), ditas de cambraia Usa
com 6 1|2 varas a 3), muaselioa encar-
nada a 240 rs. o covado, calcinbaa para
meninas de escola a 1) o par, peitos
para camisa braocos e de cores e 200
rs., pecas de cambraia branca de salpi-
co a 3)500, algodo entestado o melhor
a 7Q0 rs. a vara, dito branco para toa-
lhaa a If a vara, enfeitea dos mais mo-
dernos a garibaldi i6},i loja est aber-
ta al is 9 horaa da noite.
Escravos fgidos.
800
320
160
500
1)000
1)000
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
100
500
800
500
20
60
20
30
2)400
4|500
SfOOO
120
80
120
240
240
Ausentou-se desde o dia seguoda-felra 17
do correte o preto de naci, Luiz, de idade 40
annos, pouco maia, baixo, um tanto deacancado
no andar, veio icerca de 10 annoa do Maranbao
para Pernambuco ; quem o pegar queira leva-lo
em Santo Amaro (cidade Nova), oa na praca do
Corpo Santo a qualquer bora.
Manoel Custodio Peixolo Soarea.
Fugio de bordo do patacho nacional cEapa-
darle o escravo de nome Franclaco, africano, de
46 annoa de idade, eatatura regular, cor preta e
naris chato. Como deacoobece a trra, cre-se
nao lera aahido da cidade ou aeus arrabaldea :
roga-ae, pois, a quem delle souber, queira apre-
seota-lo ou dar noticias: na ra da Cruz n. 3,
eacriptotio de Amorlm Irmaos, que ser recom-
pensado.
Auaentou-se da caaa do abaizo assignado
no ssbbado 8 do correte, o aeu escravo de nome
Fernando, cor cabra fula, altara regalar e corpo
reforcado, seodo o dito escravo canoeiro da fa-
brica do Monleiro, consta qee as vezes anda no
Campo Verde onde tem coobecimentoa, tendo
por coatume tocar rabeca e viole : roga-se por-
telo as autoridadea policiaes e capitaea de cam-
po a sua apreheocio, levaodo-o a ra do Apollo
n. 6, deposito da fabrica do Monleiro.
Joa Guilherme Guimaraes.
Fugio no dia 20 do correte de bordo do
patacho Capuam, o escravo ciioulo marinhei-
ro de nome Antonio, idade 19 annos pouco mais
ou menos, altura regular, rosto comprido e com
alguos signses de bexigas, levou caiga e camisa
azul : quem o pegar leie-o ac eseriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A C. raa da
Cruz n. 1, ou a bordo do dito pataeho que ser
generosamente recompensado.
Fugio no dia 16 do correte, da casa de seu
senhor, o escravo de nome Laureotino, crioulo,
de idade de 24 annoa, pouco maia ou menos, com
os sigoaea seguinlea : alto, cheio do corpo, pica-
do de bexigas, sem barba, rosto redondo, tem
falta de denles na frente, falla gago, tem no la-
gar daa canellas das pernas um pouco groaaas,
levou camiaa de riecado de algodao americano,
calca do meamo algodao azal, jl foi visto com
roupa branca nesta cidade, procurando quem iha
dase urna carta em nome do senhor para poder
aahir para fora da pra;e a titulo de procurar se-
nhor, filho de Nazsreth, seu offlcio padeiro :
roga-se, portaoto, a todea aa autoridadea poli-
ciaes que o prendam e o mandem levar i pada-
ria do pateo da Santa Cruz n. 6, ou capilaes de
campo, ou qualquer peisoa que o levando ao dito
seu senhor ser bem recompensado.
Dos premios da i." parte dad.' lotera concedida por lei provincial a beneficio da matriz de Taquarytinra
_________________extrahida em 22 de marco de 1862. '

9
)
'
NS. PREHS. NS. PREMS. NS. 1
7 4) 196 4) 386
8 98 90
9 204 91
13 6 94
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MIMO DE PBBNAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 94 DE MARGO DE 116a.
LiUeraiura.
UllfiUO.
OAKTO I.
4*P^-
lelleci-
euaaan-
o iicro
BM eomprehender. UranWee ; u tai remao-
ala em m wuu de delicias, e de een etbereo
eorne ae hUmm raioa que deelumbram. O cu me
dos montes sclnlllla, e a trra perece disolver-
se sob influesMe deasa axataff celeste. Jess
compreheo4e-o, enlta-se pan o aeraphim
c Oeculla leu tiplead**. I** 4iz. Eiqeecei que
nu serves em urna tara *e exilio ? Parle, rae
TOelir miaba humilde erecto aoa cua reun Jos ;
ornela 14 la permittido brilhar con leu ex-
plendor de aojo.
Gabriel obedece em silencio. O lleseiaa o
compaoha eom oa olhos, a j aau paosameoto o
t6 ao p do throoo do Eterno, onde se prepara
especia humana o mala bello porvir, que a es
pera oca pode aoohar.
Rpido dtaphano como susen msnha de pri-
mavera, o aeraphim ae eleva is apberas celes-
tas, onde a-ts sem Damero ench-m o espaco, e
cajo reflexo se calende ao infinito, seminante i
ru purpureado, teeido por mi dirina com raios
da primitiva lu. Atrases deasa albmosphera
aciotiiaute em que nao ousa locar oenbum globo
tenebroso, a natureza nebutoea pasea fugiudo, e
oa montea e aae habitant-a apparecem, e dea-
apparecem como ondas de poeira, coa auas po
pulacdee da insectos imperceplireia, que se er-
guera, e se abalea aob as planices do viajante.
Mil aveoiaa, em todos os saudos, partem
dease foco de lux. Palo meio do mals bello des-
asa aamiobos, que deecem para a trra, aerpeja-
va outr'ora urna torrente de oodas d'ouro. Sea
nasceule derivava do tbrooo do Eteroo. Os an-
joa, a por ventura o proprio Deua, aeguiam seo
curso, para irem eolreter-se com os Qihos da
trra sobre auss ribas, em que os raios do ar-
co irla, a aanovena maiinaea formam regides
encaotadoraf. Has, perdida que foaae a inno-
cencia 4o hornero, a torren te-zeverteu aua ori-
em, a permao*ceram deaertoa os mootes cojas
ormas ethereas conaervam aioda oa vestigios da
preaeoca do Eterna ; e permanecem desertos os
bosques, cuja (olhagem ombalsimada iremeli'a
ao Moro 4 D*us : o silencio e a eoli lio eateo-
deram aeos veas de lado sobre os vales, que os
habitantes do cu folgavam de visitar, e sobre
os bercoi, onde os Albos da Ierra haviam labo-
reado delicias ioeffaveis, que te traduziam em
lagrimea de alegra.
Quando, apeojuiso universal, aa estrellas ae
aaapenderem naa orbilaa infinitas; qusndo o olho
de Deas, abrangendo a un lampo, todos os
mundos, os flzer eulrar oa harmooia celeate,
eolio a torrente de ondaa d'ouro reaaaumirl aeu
carao, e, sobre os prados refluidos, os Blhos
/ mala velhos da immonatidade accolherao com
aorriao fraterno os recem-oaacilos da mi com-
mura
E' por essa via santa e solemne que o aera-
phim caminba para o aanctuario dos cus. ar
cheiypo do universo, fonte ds belleza universal.
" i
obo terrestre a 4a sena
satos porifoaas a
boa bracas na 4o
E' aaala sao
, e-ue, nt4
pala patria, auootrs
olsaa 4a ae sobre pae.
Denaabeosa) o. anjol
os por ai t a banfi o a pe
Uamtaade marcha mjooi
monta, que saatm o santuario daa glorias ce-
lestes. Em teroo do aonta a obscureci divina
estenae sea imperio : calma e poderosa como
lodo oque emana de Daos, ella aavolve a sciu-
lillante claridala que vela ao redor do mysterio
dos cui. Oatraa vezea ena claridada sulca as
trevss, fera oa olhos dos aojos, e Ibes descobre
urna rocha diiphana que acinlilla ao entrar do
santuario.
Gabriel reconhece o aliar que os cui levanta-
ran] i redempgao ; delle approxima-se com a
respeitoss grandade de ura sobersno pontifica ;
shi depoe dous vaaos d'ouro chelos de celeste in-
cemo, flca engolfado em sublimes medl-
tscdes.
Em p junto delle, Itoha deixa vaguear os
dedos sobra as cordaa de aua harpa : oa solem-
nes concerlos que d'ahi aaccs sustentaos a vos
do Seraphim aacrificador. Essa voz repele eos
ceas a orago do ftlessias, e aeu canto reada a tra-
vs do iofloito como oa gem Joa do ocano, quan-
do a tempestado, meoasgeira da vontade supre-
ma, sablera as vagas espumantes.
Deas fu cshir nms faitea sobre o incens, ar-
de, e ums exhaiaco embalaamada ae eleve, e
aobe al a Diriodade ; aasim que as monta-
ohaa da Ierra se levaotsm,se estendem, e sobem
al is nuvena.
O olhsr do Eterno permsoecia iacliosdo sobre
a montanha, oode o mediador cootioa a Ihe
mauifeatar os soffrimentos e as alegriaa de aua
dupla naluieza. De repente levanta oa olboa ;
domina o iodaito. Os cus aguardara solemne-
mente sileociosos as ordeos da aeu seohor, e,
sobre a trrs, o cedro suspende o seu elcisr, o
ocano emudeca ; naa bordaa ericaoas doa ro -
chedoa, aa tempeatadea, medaa e immoveia, des-
pregara suas largas azaa preatea a' diffaodirem
por toda a pirte e palavra de Daue. a voz do
trovio agita eaaas azaa poderoaas ; e com todo
permanecen! immoveia ainda ; porque easa voz
nao do Eteroo ; nio seoio do precursor.
O ssotuario esesoesra seos restibalos, e os
immorlaea ae preparara a eacutar i Jehovi. Urim.
o aaior doa cberubios, o confidente do Espirito
creador, volve-so para Eloha. seu gealo respei-
tavel e grave ; aua voz ebeia de um encanto ce-
laste.
Que queres l, Eloha ?Ihe pergunta elle.
E Eloha caminhando, diz :
Klopotock.
(Trad.P. de C.
[Continuarse -ha.)
SCENAS DE PROVINCIA.

que, aemelhante eos mil
bracos de um rpido
reflectara ludo o que
rio, sulsam o iofloito, e
existe.
O aussorro dss azas do anjo, levado por um
aopro embaleamado, ebega al ss( plagai doa
aes. A' este doce murmurio, ss cordaa daa ce-
ieslea harpaa vibran ao impulao de dedos im-
mortaes, e cnticos hirmoniosos resdam atravs
do espago.
Compsoheirs dos snjos, 6 t que podes con-
templar a Divindade, t que podes eacular vozes
immorlaea, muss de Siio, euetenta-me I Vou en-
toar o bymoo enviado pelos babitaotes doa cua
Ss regio-s santas, que o meisageiro do Messiaa
vae trauspor :
c Salve, esphera ssgrsda das appariedes divi-
nas I L, aa sombro que projeclam oa mundos,
debis mulos dos cua, corvam seus veas som-
bros ; porque li tu te moslraa quai s, qual ios-
te, qusl saris ; tu', a quem chamamoa Jebov,
bem que sejas ioexplicavel. Nossos cnticos, em
seus arroubos primitivos, buscavam em vio toa
iaiagaw : tu peiWigSO O mu vana, mesmo poi
a inlaicao das immorlaea. S tu' te podes pene-
trar de tu pensamenio incommensuravel : para
obrar sobre ss cousas cresdas, Ihe forcoeo dea-
cer i ellas ; e portaoto quizeate que exiatiaaem
eolea fra de ti. Teu aopro paseou por sobre o
nada, o o cea sargiu brilhaole e bello t Tua
roz credora impoz atlencio ao primeiro mugido
dos mares, que scabavam de nascer ; ss plagas,
ondeos mundos se amootoavam em massss ro-
tundas, e fugiam rolando atravs do espado, oa-
viram essa voz ; a alma universal respandeu so
cbo: maa as scentelhas escapadas i esse gran-
de todo nio existia m amia. Tu' le comemplae
sobre o novo throno ; permaneces oran-, solita-
rio e peoaativo. Gloria a Divio dade pensativa,
porque foi entio que nos ella creou, a nos, se-
raphins, filhos elhereos ao peosaraento mruu-
lavul, oascidos psra adorar esse peosameoto I O
Eterno diz 4 solideo I Nio exiataa man I e aoa
outros seres : Exist ; a aolidao ae povoou, e
os aerea sshiram do cahoa l>
O edro aoa aojos emudece, e Gabriei contina a
marchar em o occeano de luz que o cerca : ap-
prxima-ae do i* ornar 10, e se proitra ; Deus o
v, a os rus aps elie. O divino Eloha sabe ao
aeu encontr; Eloha, o maior doa aerea creados,
o maia prximo do lacreado. Seu pensamento
bello como a alma bumaoa, quando, por aubli-
mea mediiacdes.se lorua oigoo da imraurlali la-
de. Sea olbar maia doce que o arrenol matuti-
no, mais brilhaote que os asiros, quaodo, ao aa-
hir do oada, dea<-reveram pela primeira vez suas
ciolillantes parabolaa. Fot do fuodo de una oca-
no de nuveaa, que Deua o charaou i existencia:
Para formar aeu corpo escoih-u o maia doce doa
luzeiroi, que precedem o oaacerdoaol; depois,
Ib* eateoden 10 os bracos ao atravs do empyreo.
Iba diz : Primeiri de miohas creaturas, olha,
eis-ma aqu 1 Eloha o veo ae perde oa contera-
plagio ; maa bem depressa pdle ao seu Creador
exprimir seus peosameotos e aeosaces. Os mun-
dos se deaabsrio, e de novo sahulo de suss
ruioas ; mil a mil seculos se abyamarao oa
eternidade, antes que sejs dado ao mais sublima
dos mortaes ennhecer >eraelhaotes peosameutos,
seosar;oes aemelhaotea t
Ao aspecto d'EIoha, Gabriel seole-se ionuoda-
do d'uma alegria loeffsvel 1 Estes dous aerea
immortaas, que,longo lempo anteado nascimeu-
9
FOLHETIII
ORIGINAL DO DIARIO DE PRHiBUCO.
RE:$EHHs MAftlTIHt
C1II
Suataumo.Um drama do mar.
A' ssmelhsnle vista eatea cadavarea aa reani-
maran] com um vigor ficticio, a ae cooaideraram
salvos. De Horvso, principalmente, exulta va com
a eeperaoca de slese sua Elvira, cuja seosibili-
dade estsvs embolada pelaa ultimas sceoas i que
assislirs. Elle elevava aa mioa ao cu, e Ihe
agradeca lio aaaigoalada protsccio.
Neste momelo decisivo e solemne, ama outrs
afilelo adormecida deapertou vivas em aeu cora -
$ao, oode se aoiobavs aaotameote: o retrato de
sua veneravel mae ae ihe deaeobon na mete, o a
poeaibilidade de e rever Ihe fex derramar copio-
saa e docea lagrimas.
Porm neaaa mesma alegria ha via um nio aei
qae de doloroso, que compunga, que pruduzia
afiliecio.
Eduardo, ao contrario, catara borrivelmeole
encolerizado com esta apparicio, que Ihe viohs
roubar auas victimaa, oo mesmo inmole em que
sua vingaoca se la completar. Interiormente ju-
rara que, embora o navio chegasse i falla, e po-
deasa man lar aoccorroa jaogada, qae nio eal-
?neoeonoa doa dous ii.feliz-s.
Al is onza horaa do dia alimentaran}-se lodos
nadoce e susre perspectiva de salvamento ; maa
bem oepressa cahiraa aoi ho'roraade maia deaa-
plodado deaeogano; porque o navio virou de bor-
do, e se sffaslou da direccio que o aaproslaava
da jaogada.
Nio encontr expressio para deacrever este
momento de sublime desespero; sao dores que
se aentera, que ae polem comprebeoder; maa
qae nio poesivel i liogaa humana piolar.
Lutar por lauto tempeom aoj mora i resistir
t
Urna tragedia dticonhtcida.
I
as visinhangaa ds paqueos cidade de Peoaflel
ha a aldeola a a fregaezia de Gallegos, oode,
pelo cootaclo com aquella povoacio a pela pro
ximidade da eatrada, que vae do Porto para l,
cooseguirsm paoetrar sgaos sssomos de civiliss-
;io e ds cultura das cidades. A par do colmo
das cabanas apparece o lecto bem coberlo de re-
sidencial manos humildes ; o joroaleiro estam-
pado nio precisa de ir a Pensel para tomar co-
nbecimeolo do que aio as moradss daa grandes
povoatoea e no aapecto material da trra, como
nos costumes, bs ums miscellaoea de rustico e
de pulido, que em ludo ae reflecte.
Ahi teoho ea amas velbas relscss de fami-
lia, com que me honra aummamente o Sr. Eleu-
terio Lopes, hoorsdo sexagenario, seu irmo o
Sr. padra Joio, aotigo frade de Buatllo, que
hoje coala oa seas setents, e a aenhora D. Ao-
tooinha Lopaa, irmia dos dous sociaos, que, in-
ferior a elies em aooos, os excede anda em
bundade e cortesa.
Corriam fins de julho de 185... e eu passava
urna vida ocioaa e feliz oa companhia dos meus
amigos. Nio era das mais notaren da aldeia a
mioba pooaada ; tloha apenaa tres janellasde
peiioril; era baixa e afumada, e, da mais, si-
tuada oo corarlo do valle, perdia-se n'uma basta
fluiwata 4. v.al.l,airA, ,,rv.IRt**, ,4b...
urna outra iofiaidade de arvoredo, que circuma-
crevia demaaiadameole os horisooles da casa.
alas que importara tsso ? Nao se completa-
mente feliz, lio feliz quaolo se pode ser neste
munio, logo que a saiisfacio ioterior oio cuati
alheios sacrificios ? Nio conhecia eu a ventura
palriarchal ? A cada paaao ooa reunamos todoi
os quairo oa saliaha mais decente do predio.
Tem a palavra o Sr. Eleuterio.
Aniooiuha, preciao ir tratando de lmpar
os baclloa da ribeira ; tambem preciso olbar
pela borla, que j lempo. E oio esquejas que
a la eati oo mioguaole ; ji ae podern recolher
aa ervtibas e o feijiu ds vsrzes de baixo.
A sanbora Anlouioha eaculava alleociosamen-
te aa prescrip;6es de seu irmio e achava-as ju
diciosas. Contiouava o dialogo oo meamo seo-
tido, e de repente ioterrompia-se para correr i
Coeuiha a vigiar as clsticas psoellas de barro
negro, que assobiavam ao lume.
Acuda entio o reverendo egreaao, palindo-
me com paleroal carioho a mi pela face.
Antonia, oio te descuides, que s bsrrigs
do menino ji ha de dar horas; quasi meio da;
ollta que elle oio comeu nada ao almoQO ; oio
acabou o segundo pi ; i lomou una caneca de
caf ; deve ter tome de rabo.
E ao cabo desta expon j ion a o egreaio acom -
paohava-secoa urna franca risada, que, confor-
me o sea I ou va vel coala me, o remate de quasi
todaa aa suss liradas jovialiasimaa.
Agradecido i recommeodagio do frade bustel-
lense, tentava eu metler a minha colherada oo
dialogo, advertindo o auditorio de que a recio do
almoco oio fra tio pequea, como dava a en-
tender Fr. Joio.
Inmediatamente elle me atalhava.
Assira sois voces lodos os da cidadegrita
com ca moroso eipalhaiato Delicadinhce. Chu-
padiohos, como o peccado. Por iaao vos admi-
raea do -iue nos comemos. Que faris se visseis
comer na ooasoa fradea de Buatllo nos boos lem-
pos que li vio. Aposto que s o meu abbade e o
meilre de oovicos, sem os outros o ssberem,
melleriam oo bandulho de ama aaaaltada ludo
quaolo a Antonia lem li dentro oaa paoellasl
Estes dircursos, que eu tradozo do aeu verda-
deiro dialecto para phrase mais accessivel so
leitor, eram competentemente scompaohados e
reaaUdos por sitridulai o sonoraa]gargalhsdu de
BlaV
os aeaentadoa i porta da casa eu e o
ir. Joio. Eram Uro horaa da ter-
aol, decltnioda paita d oecideote, atada
(aria ajatar oa campos Man calor ardentiiiimo
dnaeatraios. Pala avenida sombra e romao-
lica, aberta entre doaa renquea de creapo arvo-
redo, que ae eitende deade o centro da aldeia
al i eatrada do Porte, vinha caminhando um
bomem, vestido ao aodo da cidade, com seu
varapiu oio mi, mostrando pela decencia do
trajo, qae, se nio. ers aa proprietario sbsstsdo,
ers pelo menoa um cidadio, elevado na jerar-
cbia aocial.
A avaolda passs pela ports, junio ds qosl es-
ta va moa sentados. O bomem aproximou-se a
dea-oos aa boas tardea com a acceoluacio e a
maoeira de um individuo, em quera predomi-
nan! simultneamente as idss do que bsbita a
cidade, e os hbitos do sldeio : pareca ter trio-
la annos. O sea reato era melanclico. O re-
verendo Fr. Joio, acompanhanoo urna cortesa,
que eu fu com o meu chapen, correspoodeu em
alia roz i saudago do esmioheiro.
Huiio boas tardes lbe d Deus, Sr. Agos-
linho.
Fiquei ssbendo, que o viandante era irmio em
nome do illustre pharol do catholicismo, terror
doa Incrdulos e bereges: mas como oio havia
no seu exterior cousa algumar que me chamasse
oa.olbos, esqueci-me n'um credo do individuo e
de seo oome, e puz-me i disposicio do meu
galhardo iolerlocutor.
Fallou pelos colovalos e, qusndo acabou de
parolar, arrastoome comaigo al a adega, onde
coatuma mioorar com repelidas libacoes de
ssboroso rioho verde a calma, que vae ci por
fra aemalbanca daquelle imperador romano,
de quem refere nio aei bem ae Suetonio ou Ta
cito, que, quaodo troroava, fugia para o fundo
de aaloes subterraoeos.
Era quinto o pulre eochia o fabuloso copo,
deitei eu a cabera por urna fresla, que dava para
o atalho lateral. Eia de novo o Sr. Agoalioho,
que vem pisando com paaao apreaaado oa aeixos
da calcada.E* o Sr. Agoaliohodisse eu comi-
go mesmo.E' elle, oio hs duvida. Has quam
muaiui ab tilo I Agora, peloa modoa, oio iraz
um vestuario siraplesmenie decente, nao parece
meos que um proprietario abastado, psrece
mais do qae um proprietsrio. Que do vara-
pu ? Que do chapu desabado ? Oode ealio
aa aapatolaa de ha pouco ? Completa transfor-
mado. Traja urna machucha aobrecaaaca, cha-
pu Uno. calca de boa casemirs, sapstos de ver-
oiz I O bomem por ahi algum dalgo da Ier-
ra. E a transformado repentina 1 Explica-se.
Tem a fazer alguma visita de ceremooia. Lem-
brou-lbe no campo, rscolhea a casa a ves-
lir-se....
Eieuierio Ibrada Fr. Joio com roz do en-
tender.Aoda ao rorde I Antonia, elle fume-
ga I Arraaem-ae hoje 01 copos, em atlengo ao
oiso hospede!
Este grito, ao mesmo lempo que a figura ioa-
narravelmeole cmica do egreaso, empuobaodo
oas duas mios dous copos enormes cheio de vi-
nbo odorfero e sallitante, a iovaaio sbita do
Sr. Eleuterio, que entra estrepitosamente oa ade-
ga, abrigando um formidavel molho de ps de
couve, com que aoohou durante a aeaia, e que vae
plautar; o acompaohamenlo coodigno da voz rou-
fenha da senhora Antonia, que coocorre oa com-
panhia de seu irmio, ludo isto me preoecupou
tio fortemente, que esqueci de todo Sr. Agosii-
oho e a sua metbamorphose de reslusrio.
III
Tiohsm sobre este dls pisssdo nos poucos e
noseu, Fr. Joio e Eleuteriohaviamoa pleoi-
sado dar urna rolla pela cidade de Peoaflel, oo-
de todos tiohsmos sfszeres. Csbis a larde, iam
bater as quatro, Fr. Joio e seu digno msoo esla-
va m noa respectivos quartos fazaodo preparati-
vos para a excursio, e ea, debru;ado na janelle,
paacia os olhos vidos de prespetivas buclicas,
pelo arvoredo fronleiro, quando na quina do a-
lalho apparece a figura melanclica do Sr. Agoa-
lioho.
Esle apparecimaoto aaacitou-me urna idea,
que me fez paleros laata, e dar um pulo para o
quarto do ex-frade.
Padre Joio, ha dous diss qae Isoho para
Ihe fazer urna pergunta, que sempre me esque-
ce, maa agora oio me ha de eaqaecer...
Homem, aejam elle ooze perguotas : di-
Quem eate Sr. Agoslinbo, qae pssss pela
pane oesta caaa duaa vezea regularmente; loda
ai tardea, a primeira vez vestido, como os ou-
tros e a seguoda fidalga ? i
Fr. Joio oio me deixou cootinuar.
Este o Agostiobo de Beca, empregado no
cooaelho de Paredea. Vae e vea todoa os das,
ped calcante, quasi sempre sosiobo. porque ra-
pas mais surumbatico oio o ha ahi em toda a
fregueiia, e oioguem quer acompaohar com msus
agouros. Elle nao mu rapaz, mas meio to-
lo, cuido eu com boas llancas...
E maisscudiu com vivesa a Sra. Aoloola.
Parece que a cabega Ihe regula melhor, depoia
que eoirou a andar de amores com a Iphigeni-
nba do Calvario...
I planto, cojas arvores se dispanha a obser-
r minuciosamente, subimos nos por ums eses-
4inhs de podra e entramos na saleta principal do
raatteo aposento.
Recebeu-oos Agoalioho de Beca, so frade com
familiar cordialidade.** mim com delicada cor-
lezis. Pude observa-lo mtudamente. Verifi-
qeei que era um mancebo de i volta de trila
aonos, cabello e barba oegros. olbosoegrose
tristes, fsce paluda e cavada, physioaomla me-
lanclica. Nada bavis de singular nos seus ada-
manes. O seu fallar era lento e vulgar, como as
auas gesticulacoes.
Lancei depoia os olhos par o quarto. Tudo
era modestia e aimplicidade, maa aqu descobri
alguma cousa que medeu oos olhos. Dss alvas
paredes peoliam muilos quid ros e todos elle
representaran) imagens de santos : ers ama ga-
lena myatlca : em cima da aeaa uoica da saleta
havia tambem doaa bustos de beroee canooiaa-
dos, alguoa volumes de folhas douradas ea ima-
gera do Corscto de Mana, cuidadosamente abri-
gada dentro de urna redoma.
Vem aqu eate oosso amigodisse s Agoali-
oho o mea epreaeotadorpara irmos todos de
companhia cidade com voct....
Agoalioho eatraohoa, meaos do que eu, a for-
mula da apreaeota;ao e is congratulares, que eu
Ihe dngi, responden com um gesto trivislmeote
delicado:
Iremos, poia, todos e ficarsmos coohecHos
eu e este senhor.Aperlou-me a mi.Faja fa-
vor de se asaeotsr; nao faga ceremonia. Se quer
lomar alguma cousa, queira dizer. Aqu nao "ha
seoao pobreza.
Neste pomo o fuocclonario publico ioterrom-
peu-ee e, puchando do relogio, notou as horss,
que eram acrecentando :
Sio quasi quatro horas. Nao podemos de-
morar-nos multo lempo, porque d'aqui i cidade
um pedacao, eeu oio me poaso recolher muito
tarde......
Diga voc antesialhou Fr. Joioque tem
pressa de ver o namorico, e por isso oio se quer
demorar.
Agostioho Qcou desconcertado, mas poucos os-
lan es.
Como qne departir aoles das quairo horaa. Se o Sr. Fr
Joio nio pode vir comigo, muito o aeolirei, mas
l8/ ,08'nr"*t porque me forgoso ealar em Pena-
fiel a horaa determinadas.
Ha de vir comigo, porque para Isso ci o
vim desenfocar. Vi se vestir e visla-ae depreasa,
que Seamos aqu a espera.
Agoalioho fot a veitir-ae, e quando vollou es-
lava cu para pergunlar ao frade a explica;io doa
adornos sagrados, que alulhavsm as paredes e a
meaa do quarto.
A' aua vala mudei de idea.
Elle eutrou oa sala com ar melanclico, maa
resoluto, como que preparado para afTrootar com
quaeaquer gracolaa, que o seu porte aliambrado
deaafiasseao ratao do egresso, portuguez velho
e de le, que oio tolerara outro luxo, que oio
foaae o da culinaria.
Eflecliramenle, Fr. Joio alirou alguna remo-
ques ao garrido e ceremonioso do trajo de Agos-
tiobo, mas este, mostrando imperlubavel cordu-
ra e sangue-frio, com o qual e alguma voolade
nio ha neate mundo couaa que se nio consiga,
cooseguiu frustar-Ihe as intenedes e oos couvi-
dou a eguir-mos para o quioteiro, oode j oos
aguardava Eleuterio Lopes, cogitando nio sel que
labutago agrcola.
V
Eu eslava resolvido a atacar de frente Agoali-
oho de Beca. Parecia-me elle um lypo exage-
rado de coocentracio e de myslicidade ; contara
com orna resistencia pertioaz em obler delle a
expoaicio daa suas ideas, a razio da sua cooduc-
la, a expliceco da sua ida anterior: mas eu
seotia graode curioaidade: estar resolrido a lu-
tar com todos oaobstaculoa.
Duraote a camiobada, fallei muito, eaforgando-
me por parecer eos olhos de Agostioho nm ho-
mem de lino, cheio de moderscio e de prudencia
cheio de religiio e de temor de Daus. Presumlo-
ooo que era verdade, taotei, apeaar daa chotos
de Fr. Joio, dar i conversa urna direccio grave,
prediapoodo o aoimo de Agoalioho psra me fa-
zer cooscieocioaas revelages.
Cedo me atrev a dizer:
Parece-me qae urna eoergica proteslagio
contra ealaa levianascabecas, deque fallo, aqui
o Sr. Beca, queja consiiero como um iodividuo
do maior bom-aeoao....
O cnncetitrado fuuuinnario rosUlin ninrla ao
ataque, e nio aei que palavra sollou, que oaaa
me eaclareciam.
Fr. Joto, porm, exclamou rudemeote:
E' devoto, oevoto o Agostioho. L isso
nao se pode negar. Tempo bouve, em que o nio
maa depois que oa missionarioa vieram a Pe-
por nata-
para corapratwr com
patrocinavam o namoro psra lbe
aos tormentos da fome e da sede, inopinadamen-
te rr bruxulear naa treras da morte, que j oos
cercara, a taz da vida tio perlo, tio riaooha, tio
altractiva ; ter a aalvacio sssim prxima, aps
urna agooia prolongada ; peoaar de novo na pos
slbilidade de gozar estes supremos bens que
spreciamos; de que ooa iamos desptdiodo com
amargurs; e no mesmo tostante, por um jogo
desspisdado da aorle, acharmo-oos mergulhsdos
outra ves na vo-agem qae oos deveus tragar I
Nio sel como o homem nio auecumbe im-
medialameote i eetaa doraa moraea, e lem aioda
eoergia para resialr i ellas.
E' um segredo do cn, que oio nos dado de
faenar.
El'ira, esss nio se abalan com ama ria es-
peranza : cootinnara resignada i aeu dealino;
depoia da ter recommeodado sus alma i Deus,
depois de ter orado pela salrsfio oteros de sea
marido, separara com calma a ana ultima hora.
A vida para ella oio linha maia attractivos; aua
felicidade eslava quebrada totalmente; porque,
aa aioda rireaae, lodos os seos gozos seriam per-
turbados com a Interposicio dos espectros dos
pobres marioheiros, que foram deeorados.
Aioda aasim ella achoa algumas patarras de
consolacio psra dirigir i seu marido, sem peo-
sar que por ora oio tiaham tragsdo o ultimo es-
lix de amaraura, a perauadida de qae o lacriQcio
estar preates i eoosummar-se
Ao par e passo que o abalimeoto e a ddr pros-
trsvam completamente aquellas creaturas, um
prazer feroz, que diva i sus physiooomis um sr
selrsgem, se apoderara de Eduardo, que eoteo-
deu ser ebegada a hora de tirar a mascara com
que ae havia occultado, o de vibrar o ultimo
golpe.
Dirigi-se, pola, eom um olhar iosallsote pira
Elvira, e diese-lhe estas palavras crueis:
Ainda oio ae recooheceatea, unoritat
Fots sssim es jueceates de tal aorta o vosso dedi-
cado primo Eduardo, que tanto ros amara, e qae,
nio heeiton nm aeeapaobar-ros al aqui, paro
laborear a) rese felicidad f
fli, ki, M, quem tal dira ? Entreunto nio me
i
Tolo foi elle sempreatalhou Fr. Joioe
nao digas que o nfeoos, depois que a Iphigeoi-
nha Ihe deu no goto. Nao vs a vida que leva o
desalmado ? Aoda com aquella cabeca n'araa
dobadoura. Chega de Paredes, escova-se loto,
veste-se tafula, como os pimpes de Penafiel
em oia de partida ou de theatro, e fugo viste lin-
uici. L se vae levado a ver a sua Dulcinea.
Acho que nio comate.
O egresso e aua raaos tinba-se comaioado para
me dar melado doa eaclarecimeutoi sobre a per-
sonagem, para mim misteriosa, do Sr. Agoati-
nho. Eleuterio proporciooou-me os meios de os
completar.
At-pareceu meio vestido ports ds alcora, e,
atiraodo com urna alga para cima do hombro,
disse :
Se o meoioo quer, podemos ir com o Agos-
tioho cidade. Sio ss horas. O homem nao
li dos maia divertidos, mais nio ha peasoa de
melhores figados. E rae comnosco o Fr. Joio,
que oio de melaocolicas...
Disso teoho a alma lavadagritou o egrea-
*o. tf ra urna rula alroadora 1
Prjr mioha parte, eu disse a Eleuterio que ap-
provava a sua idea.
IV
Abrir-se a porta da decente cass do Sr. A-
gostinho, voz sssustadora do egresso, que me
acompaohava e a aeu mino. Em quanto Eieu-
ierio enlrava sem ceremonia pelo qumteiro e,
abrindo o caocello, se embreohava oo meio de
olvide! eu de vos, Elvira, era de vosso msrido,
e aqui leodes i vosea vala o autor de todas as
vossas desgragai; o autor da perda de voaso bri-
guo de Hurvao ; um hespaohol que se viogs, que
vos odis, e que tem ssboreado um prazer iofiuiio
em voass lente sgonia I
A' esta violenta aposlrophe, esta tremenda
reveUcio, cahie a veoda doa olboa i pobre se-
nhora, que, espavorida, sorpreza, fra de ai, pro-
curou um refugio oos brscos de sea-marido, que
ae ergueu, como ae tivoae sido mordido por urna
vibura, e alirou-se por aobre o atrevido hespa-
ohol, para caaligar a sua audacia 4 o seu crime.
Seguiu-ee urna lula aem par, a que oaderoaia
nufragos asalaliram impaasiveis; De Horvao es-
queeeu-se de ludo; s liaba urna Idea fiza ; ma-
lar o aeu rival, ou aer por elle raorism
Esle dous horneas exoaustos de torgas acha -
vam am aeu odio urna energa terrlvel que os
slentavs.
De Horvan ealava possuido de urna raiva indo-
mavel. que, longo tempo comprimida, romper
lodos os diques, e levava lado adiaote de ai. Elle
que nuoca Hiera mal a oinguem ; cuja bondade
d'alma era proverbial, n'aquella coojanciurade-
sejava ter mil vidas para paraeguir o aeu impla-
cavel ioimlgo, que, preparado para a lula, res-
ponda com o sarcasmo e a irona ao furor de seu
ad versarlo; o que mals o exarnerbava.
O resultado deate combate desigusl oio se dei-
xou esperar.
O heapanhol vibrou um profundo golpe ao co-
racio de aua victima, que, tm proferir um ai ca-
bla redondamente por aobre a borda ds jaogada,
e d'ahi res va I lo u no oceaoo.
Elvira sollou um grito que choon por todo o
espago, e se perdeu oo iofioito. Aquella pavorosa
sceos abslou lbe lodo o systema nervoso, e a
pos quasi louca.
Como ama leda a quera acabam da roubar os
filhos queridos; verdadeirameole como urna ei-
oaa ebrialia i quem assaaaioaram o marido, el-
i por aua vez arencando para Eduardo, echa-
raindo-o de aaiaaaioo, pediu-lhe pelo cu que
acabasen tambem por mala-la.
foi
nafielaquellea santos misaionarios, que tantas
aimas salvaramo nosso Agostioho d o exem-
plo da mais acriaolada religiao aoa Qeia deua
(reguezia (Fr. Joio escrevia is vezes s sua ho-
mila aos parochosdas aldein visiohas) e merece
qup Deus lenha os olhos nelle
Tocado no vivo, Agostioho desta vez nio re-
sist u.
Fr. Joio, eu sempre tire amor i religiio de
mioha mi.
E' verdade qae leve, mas foram aquellea
sanios missionarios, que Ihe vieram avivar a de-
vogo.
Eu nunca dei um escndalo a eata fregue-
zla, cuido eu. Desde o bergo que gustara de brin-
car com oa rosarios de minha mae ; nunca me
asaociei a certos bandos de rapazes, que aio mal
vistos pela gente de bem, por causs ds libarii-
oagem
Irso aei eu, Agostioho; mas olhe que vocO
mudou muito desde que os missionarios ci vie-
ram. Voc antes tamem folgava e ria em certa
rods de rapaziada ; ia locar o sea violio a porta
das mocas, pelo loar; depois que os missiooarioi
c vieram, que voc se entregou a essa pertei-
gao monstica, pobreza, humildade e caatidade ;
vive sam compaohiaa era boas, rrem mis. Se
nao foise o namorico, poda traj-.r a miaba ea-
lameoha, que l teoho em casa....
E Fr. Joao deu urna risada.
O remale cmico da converssgao fez emmude-
decer Agostioho de Bees e frusiou-me ss esperao-
gs concebidas.
VI
Enlrsrsmos em Penafiel. A egreja do Calva-
rio estar diante de nos com a sua torre quadran-
gular e asna cpula geomtricamente despropor-
cionada. A direila ficavamnos pobres caaebres;
esquerds o mangnifleo largo, que se estende
dianie da casa do meu amigo o Sr. Dr. Accacio a
quem em parenlhesis recommendo que se ero-
penhe com s cmara para embellezar, ou meihor,
A nalureza, como que horrorissda por aquelle
espectculo ae hara nublado completamente. A
tormenta rugia ao looge, e no lurbilhio do rento
se spproximara rpidamente. O sol de eorargo-
nhado se havia occultado, nio o quereodo allu-
miar com seus ralos.
Matar-voal.... nio mioha bella.... oio va-
lia a pena tomar tanto trabalho, sacrificar minha
vida para chegar a esle Qm 1 Agora sois mioha I
Hei de gozar-vos' por forga; nenhum poder hu-
mano vos pode arrancar de meus bracos. O pro
prio cu impotente para ousa-lo.
Vdel... tudo esti em harmooia aqui... o nos-
so thalamo nupcial ser eata angada; o concer-
t do baile serio ss rajadas do lufio, que se avi-
zinha. Que prazer; que ventura I
Era o que eu propriameote aoohava. Depoia
que me liverdes perteoeido puderels morrer;
quero separar-vos de voaso esposo oessa vida
etrea em que taolo acredltaes, e de que zombo,
como vos acabo de aeparar oa trra, e pelo in-
ferno, hei de consegai-lo. Vamos; nio ros tor-
oeis esquirs.
Os geatoa insultantes e cyoicoi seguiram-se
estss pslarraa, e s por um esforco iocrirel pode
a miaera Elvira fugir dos odiosos bracos deste ho-
mem diablico.
A idea do auicidlo perpassoo-lhe rapidameote
s mente ; ella heaitou um ioataole ; escrpulos
religiosos s cootiohsm, e receiara coademnar a
aua alma aos tormeoios eternos. Mas oio havia
lempo s perder, O slgoz exiga aua victima, e era
mialarpr de permeio eate oceaoo, a que at ago-
ra disputirs a exiateocia. Deate aodo o meamo
tmulo qae acabara da abrlr-se nelle para sen
querido esposo, s recebara tambem pura, e con-
tinuaran) oa seus deslios s ser commuos.
Foi, pois, com orna oobre allirez que ella res-
ponden ao iofame, i quem aua accio completa-
mente sorprendeu :
*m Nio, rnonjtro do inferno; alla nio roa
peneugo Deus, protege minha -innocencia, me
obaerra e me inspira, e eu ven scolber-me i seu
selo. Jare! que quando a deiboora me allingis-
se, oio encontrara mals que um cadver Viudo
i _
para deabravar um local lio formoao
reza e tio desfavorecido pela arte.
Para alm da egreja do Calvsrio al aa Chaos
esteode-se urna Qleira de caaas, aem aliohameo-
lo, umaa pobres, outrsa expleodidas, outras
sumptaossmente apalacadas. N'uma testas ca-
sss, entre fidalga e burgueza, morava ha aooos
ama familia, da qual hoje apenas resta am mem-
bro.
Era a familia de Joio Peres, familia pouco nu-
merosa, que conatava da Sra. An*ba Peres e da
menina Iphigeoia, urna esposa, outra Giba uoi-
ca do proprietario Peres,
Iphigeoia, que como ji ssbem. ers o namoro
de Agostioho de Beca teria dezeaete annos. Ty-
po da leviaodade e da inconstancia, fracto de
ama educacio mimoaa, e afeita a s correr de-
pz o espleodor e s fascinscio das bellaa appa-
renciss. nio sei eu como Iphigeoia corresponde-
r paixio siocera de Agostiobo, esse moco me-
lanclico, ease devoto taciturno, que para tudo
parecera proprio meos para esplivsr o coragSo
volayel d'uma galhofeira menina.
Joao Perea e Aona Perea, entea nullos, que ti-
nnsm mandado minar i menina francez para
comprazer com ella, qae lioham comprado um
plano para comprazer coa ella, que recebiam is
ooites risitas em sus essa
ella, tambem
comprazer.
Oa paes de Iphigeoia nao a recuaariam a Agos-
tiobo, porgue diziam arabos em coro a quem oa
quera ouvir ella tem o eeu dote, elle'tem o
seu 100*0 de vida ; podem ajudar-te um ao
outro.
L esl a Iphigeniohs jsnella e mals al-
euem, que nio diatiogo disae Fr. Joio, fixaodo
os bogalhudos oibos os varaoda de Joao Peres.
. E' o primo, se me oio eogsnodisse Agos-
linbo imoerturbavelroente.
Qual primo ? perguotou Eleuterio a par
de Fr. Joio.
O primo Fernando.
Ah I o primo Feroando, o primo Fernan-
do repeta o egresso certo, isso, oio
distingua. E' o primo Feroando; bsm rejo ;
tu nio vs, Eleuterio ?
Vejo, rejo ; o primo Fernando.
Usa que mofa eati a Sra. D. Iphigeoia I
nio fanchonaga, nem nenhum caalelloem alta-
ra ; maa graciosa e moreuinha ; lem belloa e
rasgados olhos ; cabellos superfino.... Agusti-
oho, roce tem geito psra arraojar boas mogas..
Todos nos rimos ao mesmo tempo ouviodo a
voz profana do antigo religioso, que pelos modos
nao pareca um fervoroao proselyto das doulrioas
do ascetismo.
Pouco depois estsvam chegados debaixo da ve-
randa, oode D. Iphigenia cooversava familiar-
mele com sea primo. Coavidaram-nos para su-
b>rmos todos. Subimos lodos i excepcio de
Eleuterio, que linha urgente precisio de ir pedir
preciosas sementes a um seu compadre ds ra Di-
reila.
VII
Vista de perto, D. Iphigenia justifiesva plens-
menle os encomios de Fr. Joao. Era o typo
conhecido. Era o'eslas mulheres moreoas, que
seduzem os coracoes, nio pela formosura, como
ella enteodida vulgar mente, mas pela sym-
palhia. Rtflecti-se lhe nos olhos a iocooataucia ;
a mobilidade ejviveza o'ellea corresponda vi-
veza das impresses e mobilidade, que lhea
aodava aonexa.
Acudiu a mi e o pae, formou-se um grupo,
que pouco depoia foi mutilado pela ausencia de
Fernando, e logo pela de D. Iphigenia e de Agoa-
lioho, que medeixaram a vollaacom am inters-
sanlissimo dialogo alternado por Fr. Joio, D. Ao-
na Peres e seu fleugmalico marido.
Em quanto os meus interlocutores fallavam to-
doa a um tempo, liona eu um ouvido deolro, ou-
tro fra oa janella, e adevinhando o que me ea-
capava, percebia o dialogo doa oamorados.
Elle : Iphigeoia cootioa a malar-me com
desconngas e com |ciumes ; tenbo ciumes de
Femando ; Dio posso cooversir com elle a sao-
gue-fno. Iphigeoia quer malar-me. Sorprehen-
do-a com (elle lodos os das.
Ella : Se me vem importunar com as suaa
queixas, melhor que se calle. Eu nao amo Fer-
nando. Renunciar connveccn dos homens
por sua causa, nuoca o farei.
Elle : E' porque nao me quer a mim.
Ella : Quero-lhe. mas oio sympalhiso com as
suaa imporluoacoes.
Elle : Pois eu, embora a importuoe, hei-de
repetir-lbe lodos os dias, que lenho ciumss de
toao. oihoonDi, que a cercam ; nio a poaso ver
fallando com outro. qua oio aeia comiso.
Ella :-E'um tolo.
Elle : Sou um tolo,que a adora....
Ella : Maa se eu me aborrecer das auss lo-
tices ?
Elle :| Se se aborrecer das miohas tolices e
ie mosirar indigna do meu amor.
c bugia, com aoa permissio corra ea o ferrla
&orU. "' ar*" f0 de casa.
Combiora da tarde com Agoaiinho ir procra-
lo neaaa ooute. O mancebo sahira impresiona-
do e apaixoosdo da casa do Cairario. O asda-
me, que lhe fervla n'alma, fizera-o soltar pbra-
ms significativas, que ea mostrara comprehen-
nm. .V/.l g0,ra '" "elle proori
ama confidencia plana.
Agostioho nio era expanairo, mas
proprh
paixio
. "Y----. D*" yusivo, mu naixaa
tr.n.formr.-o. Achei-o oo socgo da noui l-
sinho deotro do seu qu.rto. com janeU .berta
A tranquitlidade era completa completas lerui
aa sombras, se a la nio iotioduzisse a Joa d"
seus pallidoa raios alravez da folhagem baeta do
arroredo. Era a hora myatica das coofidencia. I
dos amorosos segredos.
Eu socisra esta hora a sos com o Sr. Arob-
lioho, porque as seas emoedes deixaram de me
ser iodifferentes desde o initaote, em que o co-
nheci bem...
Eu nio teoho segredos osra quem mostri
tsnla sympalhia e taota caridade para commieo
Caridade?)
Sim :
tem aido
caridade para um desgracio, que o
desde o berco : caridade para quem
reio a eate mondo sem a beacio de Deas, sugei-
to a um destino tio cruel; caridade para quem...
Aa paixoes lngara um ru negro aobre a
; nao pode o eacraro deltas sralia-la impar-
paixio. Acredite-me. Eu sou
cialmeote.
Isto nio
um infeliz.
Affisuce-o quem conhecer s sos rida.
A minha rida reaume ae em poaco. aaci
oesta casa, najuella mesma alcrs, onde eat
pendurado um retrato, que o de mioha mae
Aosquinze anoos ealava orphio della e de meu'
pae. Desde eolio pare c nio cont seoio tres
das assignalsdos na minha v|n. o dia em que
vi a primeira mulher que amei. O da, em que
oa ltimos missionarios fizeram a aua primeira
predica, em Peoaflel. B o dia, em que ri Iphl-
gema. r
Eu j suspeitara eisis mesmas datas...
A primeira mulher. que amei, eat boje
cauda. Nao me perguote quem nem onde
reside, porque ha mmto determine! nio pronun-
ciar o oome o urna mulher, que jura amar since-
ramente, e pouco depoia ae casa com outrem
K dlzeodo iato, Agoaiinho aolacara.
O segundo diaeontinunu elle sssisna-
lado na minha rida. porque foi nelle que me re-
genera, que me salvei, talvez, de urna prema-
tura, morte. A minha alma estava.mergu|hada
na maia profunda melancola : o meu coracio
vario e ulcerado, precieava de conforto e deu-
m o a religiso...
O mancebo recolheu-se em si durante miou-
a
nunca me
quera qae
lago fatidi-
Ipb
Ella
lidade
metro
filie
morrerei.
jena deu urna risada.
i Agostioho oie aorre com tanta faci-
por urna mulner. Acaso este o aeu pri-
mor?
' Percebo, quer zombsr de mim. Te-
nho-IUe dito (quaotaa vezes !) com a sincerida-
de e a'lisura d'amante verdaoeiro, que ji quiz a
urna mulher, que nio me eolendeu. Nao mor-
ri del paizio por essa mulher verdade. Mu
tambdm j lhe jurei que o meamo nao acontece-
r, s Iphigeoia me trahir.
ElUa : Poia mudou porventura de coracio ?
Elle : Nao mudei de coragao. Has os lem-
pos mudaram. Eu linha entio vinte annos Hai-j
je tenbo perto de trite. Vejo tudo com outros"
olhos. Esta paixio lem raizes, que s podero
deaipegar se com a vida....
Ella : Quando o coragao .est virgem, que
nascem as grandes affeiges.
Elle : Iphigenia nio me ama..,.
O dialogo deua de continuar n'este goato, mas
nao pude eacutar nem mais urna palavra, por-
a Fr. Joao, enihusiaamado pela conversa que
odeupava o meu grupo, sollou urna risada, que
se prolongou como o ruido d'ura fardel de bala-
laja, que ae precipitasse peloa degriua o'uma es-
cala abaixo. Scguiu-ae urna serie de novas ri-
sadas e levaotou-se tal celeuma, que ioteiramen-
lej perdi as esperances de ouvir mais cousa al-
gbma.
Mas D. Iphigeoia, depoia de converaar algum
tirapo com Agoalioho, eutrou na sala, e, aen-
I mdo-se s par do mim, reatou o fio d'uma insig-
nificante cooveriacio, qus cedo foi terminada
pela apparicio do Sr. Eleuterio.
VIII
A's nove horas e meis ds ooute, depois que
ei Joio e seus irmios, bem ceados. me deram
i boas noutes, empuohsndo na dexlra a clasai-
O terceiro dia assigoalado de mioha vida
screscentou logo repentinamentemarca a minha
primeira cootemplaco diante de Iphigenia I
Iphigenis 1conlinuou o maocebo como que em
monologo comsigo meamoeu bem percebi, co-
mo inda hoje percebo, que Iphigeoia nio mu-
lher para me comprebender; Iphigeoia oio
mulberde que eu careca; Iphigema
amou nem me poda amar, como eu
ella mnsa*. Masque farei eu? ha
co, a eslreitar-me com eata mulher. Dtatiogo-a
perfeitamente da mulher, que tenbo pedido a
Deus, e todava quero-lhe muito, morro por ella.
Suspello que seu primo s ama e correspondido
tenbo quaai provas de que o ecomtudo o mea
amor cada oia maia ceg e mais louco. Se ti-
vesse aa provas, morria de dr. Nao ss teobo
vivo d ums esperaocaesperance, que quasi ol
cnega a ser esperancemas que eu affsgo e peco
a Nosso Seohor que me conserve...
Como pode ser isso assim ? Nio ri eu esta
tarde o muito que lite quer D. Iphigeoia ?
O meu coracio oio ae satisfaz com reque-
bros e momices. Iphigenia nio me ama de cer-
to.. .arcor fatal, amor de perdicao este, que me
cegs os olhos ds alma, a ponto de sacrificar a
mioha vida por urna paixao, cajo obieelo sei qua
indigno dille.
Agostioho de Baca era eloqueote de piixio,
maa nio de enthusiasmo, porque oo meio de es-
tes vilenlos desabafos a ana roz era melancli-
ca, soturoa e pausada, como se todo squllo fos-
as um monologo de intimo pensamento. Nao li-
nha lagrimas nos olhos e oio solugava, como
quando fallara do aeu primeiro amor. O seu
temblante estavs pallido. mas sereno, e suas
raaos, cruzadas sobre o ventre. a de looge em
tonge faziam um gealo de concentrado e amargo
resentimento. 6
Eu eitavs enternecido e retioha as lagrimas,
ouvindo-o sellar queixas lio maguadas, com os
olhos filos no disco suarssmo e tristisstmo da
la.
IX
Esta noule nunca me esquecer. Lembrarme-
hei de||, em quanto conservar na alma um doa
seus bellos e generosos nsuncios. Porque tu. 6
meu caro Agostioho, eras urna graode alma. II-
veras s infe.icidade de nascer oa aldeia de Galle-
gos e de ouvir a voz dos missionarios o'um dis,
ero que o teu espirito, destituido de tlluslragao,
linha s Je das aguaa aaudaveia da doutrina. Ti-
veraa a infelicidade de amar a Qlha do Sr. Joio
Peres o de viver rodeado pelos Eleuterios e pelos
fre Joes. Has verdadeirameole o teu espirito
abafara clrcumacriptoa lio limitada eapnera ; li-
nhaa a vocagio dos grandes artistas ; foate vic-
tima d'uma imagiaago riquissims, urna aeoaibi-
lidade exagerada, o'um coragao opulento e tras-
bordante de seiva I
Quatro diaa se psssaram sobre aquelle, em ca-
ja tarde foramos de romera a Penafiel, aem quo
me fosse poasivel fallar eom Agoaiinho de Beca,
porque os meus hoapedes traziam me era conti-
nuadas excursdes no sentido da todos os quatro
ventos, e aempre demoravamoa por fra deade o
primeiro alvorecer da arraiada al alia noute.
Ao fim do quarto dia dei-me ea por fatigado,
com graode paamo de fre Joio, e pedi-lhe para
psssarmos em caa o dia iotelro. Accedeu o fra-
de, reoiocaodo-me com gragolas sempre allusi-
vaa progreaaiva debilidade daa geracoea mo-
dernas e fabulosa robustez das autigaa, nr-
menle das personagens enclaustradas.
Coniou-me s hialoria de am frade deBustello,
que oreando por ceolo e des anoos, riaodara
quotidianamenle por pedregosos atalhoa al Pe-
nafiel e voltava, pede calcante. Appleudiodo a
historls e achando-a galante, reitatei a fre Joio
o pedido de ficar em casa.
(Otntinuar-ee-ha],
disputa-lo ao mar, que meos cruel do que
vos. Eu, entretanto, oesta hora atribulada vo
perdflo todos os malea que me tendea causado
Sois o mais Infeliz de todos os; Deus se compa-
dece de voaaa alma.
A joven senhora, com um aoimo varonil, snfes
que Eduardo a podesse cooter, alirou-se ao selo
dai aguas, e rapidameote deaappareceu.
J neata occaaiio a tempestado ealava no zeoith,
a desabou com um furor exlraordioario.
Eduardo vendo-ae a naqualla aituacSo: porque
Ca ltimos companheiros da jangada acabavam
de aaecumbir, chegou i ultima exaltacio. Jurn,
plaapbemou contra o cea e trra, desafiou Deus
que o aoniquiiasse, loroou-se em fim doudo
furioso.
i Mas Deus proloogsra sua existencia; porque
file deua pagar todos os seus crimes.
, A jangada balougada hornvelraeote pelo tem-
Sorel duraote tres diss e tres noutes, fot impelli-
a msis para Oeste; porm conserrou-se se-
gn.
Entretanto a tormenta que agitara a alma
daquelle homem, que lhe traoatoroara a razio,
era ainda mala deseofreada do qpe a dos proprios
elementos. S por urna predeslioscio da Pro-
videncia elle poderla reaialir aoa aoffrimenlns
physicos e moraea que de toda a parte o ac-
commelliam.
Nu fim de trea dias araslnou o temporal, e o
brigue Ingles Globe. que naregara de Liverpool
para o Rio de Janeiro, arlalou a japgada, e logo
fez rumo para ella, A curiqaidade 0e aua gunr-
nigao ealava vivamente deapertada ; porque nio
ae diitirguia seoio um homem em p por sobre
eata jangada, Demais perlo ae recooheceu que
ella a percorria em todos os seotidos como allu-
cinado, e logo que ae esleve em distancia coo-
veoleole o capillo mandn arriar am escsller,
em que embarco o piloto, que fez remar para a
jangada.
Eduardo cora muita difflculdado pode aer
agarrado ; e eolio eooheceram que o infeliz nau-
frago, eslava doudo. *
Era um aovo drama do mar, om mysterio in-
compreheosivel, que nada podls explicar; porque
a uolea teatemuaha ocular ae achava oaquella
situacio.
Coodusido psra bordo foi este desgracado tra-
tado com toda a humaoidade e commiseragio ;
porque os homeos do msr se pr-stam sempre
un aos outros com toda a philaolropis. A es-
peranza que o capitio oatria de v-lo recuperar
a razio a.s eite benvolo tralameqto foi pouco
pouco se esraeceodo, e aasim chegou o brigue
ao Rio de Janeiro, aem ae ter podido devaaaar o
segredo que estaa envollo naadeoaas trevas que
obscureciam o espirito daquelle homem.
Por urna siogulsr coincidencia, oa ocessiio em
que este triste drama chegava ao deafecho com a
morte lio lameolavel dos seus dous maia impor-
taote protogonistas ; em ambas as margena do
Allaotico, duaa miea oravam ao cu fervoross-
meute, urna por aeu amado filho, que esperara
cada instante abracar, e a outra pela idolatrada
filba, cuja separacio cada rez lhe era mala aeo-
aivel. O preseoiimeoto de urna desgreca flzera
ambas estremecer pela aorle da mais csraa de
auaa affeiges, e reccorrer oragao como p su-
premo bem. o conforto infallirel das almas
chriailai.
Bem depressa ellas eooheceram a axteosio de
aoa infelicidade ; porque nunca maia boore no-
ticia do brigue Pandour, e doua aoooa depoia, o
govoroo francs, convencido da sus perda pela
logics ioexorsvel do tempo passado, o
riscava da Hala do aeu material naval, e maodava
eliminar do qaadro da aarinba oa nomes dos
iofelizes que o tripulavam.
Elle acontecimeoto faz em Franca profunda
impresaio, que pouco i pouco se foi desrane-
cendo, como auccede aempre,
S ka duaa mies eonservsvam, entretanto, urna
dr immeosa e profunda que ae extingui quaodo
a rida aa abandooeu tambem.
B. A.
FIN.
PiRN.TYP. DE N F. DE FARIA FILHO. 1889,


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