Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09524


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Full Text
SABBADO
P#r trefMiesadiaiUdoflSfOOO
Vw tre mes venciiti 6$000
IM2.
PtruM idJanUdo !9|00O
Parte fraaeaaara siiserpttr
DIARIO DE PEMAMBIJCO.
NCARRE6AD0S DA SUBSCR1PCAO DO NORTE
Pirahyba, o Sr. Antonio Alexaodrlno de Ll-
mi; Natal, Sr. Antonio Marque da Silra ;
Aracaty, Sr. A. de Lemoa Braga; Gear o Sr.
. Jote" de Olireira ; Maraahio, o Sr. Joaquina
Marque Rodrigue; Para, Justino J. Ramos;
Amazonaa, o Sr. Jerooymo da Cosa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falcio Diaa; Bahiai
o Sr. Joa Martina Airea ; Rio de Janeiro, o Sr-
Joio Partir Martina.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todot ot diat ai 9}( horas do dia.
Iguarasa, Goianna, Parahyba as aegundaa
e lextai-feirai. .
S. Antio, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho
e Garanhons as tercn-feirii.
Pao d'Alho, Nacareth. Limoairo, Brejo, Pea-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex as quarUs-feirat.j
Cabo, Serinhiem, Rio Formoso, Una, Barreiros
Agua Preta, Pimenteiras t Natal quintal feiras.
(Todos os crrelos partem as 10 horas da manhia
BPHEMERIDES DO MEZ DE MARCO.
8 Quarto creseente as 2 horis e 40 minetos da
manhia.
15 La chela as S Moras o 35 ruin atoa da tarde.
[21 Quarto mi lante as 7 horas 8 mina toa da
manhia.
29 Las nova as 5 horas 4 minutos da manhia:
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 9 horas e 18 minutos da manhia.
Segundo as 9 horas e 42 mnalos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o tul ale Alagota 5 e 10; para o norte
al a Granja 14 e 29 de cada mez.
_ PARTIDA DOS MNIBUS.
f 5 Reclfe: do Apipucoi a 6 li2, 7, i li2, 8
e 81|2 da m.; de Olinda a 8 da m. e 6 da t.: de
Jaboatao s 6 1|2 da m.; do Caxang e Vanea
7 da >.: de Bmfic* is 8 da m.
Do Recite : para o Apipucos is 3 1|2. 4l 4 1[4,
4 1|2, 5 5 1|4, 5 112 e 6 da t.; para Olinda la 7
da ro. e 8 1,2 da t.; pira Jaboatao a 4 da.; para
o Caxang e Varzea s 4 Ii2 da t.: para Bemfica
as 4 da t.
PARTE 0FF1CIM.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 19 de marco
de 186*.
Offlcio ao Exm. visconde de Csmaragiba.Dig-
uaulo-se S. M. o Imperador coaceder-me por
decreto de 8 deste mez s demisiao que lolicitei
do cargo de presidente deita provincia, o que foi
me communicado por aviso do ministerio do im-
perio de 11 do correle, convido V. Exc. a aisu-
znir a adnijoislracio como primeiro vce-presi-
denle para o que digaar-se-ha de vir ao palacio
da presidencia amtohia ao raeio dia.
Dito ao Exm. Dr. Joaquim Pires Machado Por-
tella.Nao podeodo o primeiro vice-presidente
desta provincia, segundo me declarou- em offlcio
desta data, encarregir-se da administrado da
roesma de que digoou-ie S. M. o Imperador
dispensar-me por decreto de 8 deate mez como
havia eu solicitado, convido V. Eic. assumir ai
respectivas funccoes na qualidade de segundo
vico-presidente dignaodo-ae para isto de vir ao
palacio da presidencia a manhia ao meio dia.
Dito ao Ezm. bispo deocezano.Paaso as mios
de V. Eic. o offlcio que em 13 do corrente me
dirigi o director da colonia militar de Pimeolei-
ias afim de que se sirva de interpor o seu pare-
cer acerca do que elle propde. Renov V.
Ezc os meus protsatos de estima e conside-
racio.
Dito ao Ezm. presidente do Rio-Grande do
Norte.Solicito de V. Ezc. a exposicio das coo-
veoientea ordens para que aeja enviada para eata
provincia a guia do reo Maoool Lopea Cor.-Aa do
Niscimeato que foi condemuado pelo jury de
Porto-Alegre a 21 aonoa e 6 mezes de prisio,
como declara o juiz municipal da primeira vara
deata cidade em offlcio do 18 do correte.
Dito ao mesmo. Em additamento ao meu
ofticio de 13 do correte communico V. Exc.
que os objectos a que elle se refere deixaram de
seguir para esta provincia no vapor Jaguaribe,
por ioconrenientea que se deram, o quaes terio
esse dealino na primeira opportunidade.
Dito presidente do ParaSolicito de V. Exc.
a expedicio das convenientes ordens para que
sejsi enviado para esta provincia a guia do reo
Jos Marques da Silva que foi condemuado a 14
annos de priao pelo jury de urna das comarcas
dena provincia, como declara o juiz municipal
da primeira vara desta cidade em offlcio de 18
do corrente.
Dito ao commandante das armas.-Transmiti
a V. Exc. para tero conveniente destino as guias
de soccorrimento do desertor do 9o batalhao de
nfsntarii Luiz Jos Gomes e de dous soldadoa
da companbia de guarnirlo do Rio Grnde do
Norte, que vieram para esta provincia escoltando
o mesmo desertor.Raspondeu-se ao presidente
do Rio-Grande do Norte.
Dito ao meamo.Declaro V. Exc. para seu
eonhecimento que o Exm. presidente do Rio
Graude do Norte participoa-me em offlcio de 17
do correle haver expedido ordem para o alte-
res do 9a batalhao de iofantaria Thomaz Pompeo
Tbeoro de Souza vir para eata provincia.Res-
ponderse ao Exm. presidente do Rio-Grande do
Norte.
Dilo
ao mesmoQueira V. Exc. expedir as
suas ordens para que seja apresentado ao collec-
tor da villa do Bonito aQm de ser aatisfaito o
pret dos vencimentosdo soldado Joa Antonio da
Silva Vieira, djtae alli se acha preso para respon-
der ao jury, viatq que por falta desie documento
nao tem sido pago* os preditos vencimentoa como
declaroa o inspector da thesouraria de fazenda
em offlcio le 18 do corrente .
Dito ao memo.Declarando-me o Exm. Sr.
ministro da guerra em aviao de 5 do correte
que expedir ordem ao director do arsenal de
guerra da corle aflm de enviar para eila provin-
cia as 16 tapadas requesitadas para a companbia
de cavallaria ; assirn o communko V. Exc.
para seu conhecimeoto.
Dito ao chefe de polica.Pela leilura do offl-
cio n. 385 de 14 do corrente, fiquei inteirado de
3ue e aubdelegado supplente em exercicio do
istiicto de Santo Antooio desla cidade Maooel
Antonio de Jests Jnior, haveodo despendido a
quaotia de 789300 com o fornecimento de ca-
vailos a iodividuos e cargas destinada! aos luga-
res affectados da epidemia reinante declarou por
offlcio V. S. dirigido que cedia esse dinheiro
em beneficio doa cofres pblicos. Recommendo
a V. S. que transmita ao predito suDdelegado o
meu reconhecimenlo por ene aclo generoso e o
merecido louvor que Ihe iribato peloi aervicos
?|e tem prestado no exercicio daa respectivas
unccoet.
Dito ao mesmo.Informe V. S. acerca do que
expe o vigario da freguezia de Nossa Seohora
do O' de Goianna no trecho incluso por copia,
do offlcio que me dirigi em 10 do corrente.
Dito ao mesmo.Opportunamente atlenderei
aoque expOz o delegado de polica do termo de
Papacara em offlcio dt 28 de fevereiro por copia
junto ao de V. S. o. 394 de 17 do corrente.
Dito aa inspector da ihesouria de (azeoda.Ao
espita o Francisco Jos Damasceno Roaado, que
eati nameaoo para levar ao aeu dealino os......
13-4009000 rs. de que trata o meu offlcio de 17
de corrente, mande V. S. nio a adiantar o ven-
cimentoi a quetiver direito relativamente ao
presente mtz e o de abril vindouro, mas tambem
abonar-lhe a quaotia que julgar neceuaria para
occorrer as deipezaa da aeu transporte ; lendo
embarcado da cidade do Penedo al i villa de
Piraohaa e por trra deata al a de Ouricury. A
viita de pret especial faca V. S, adiantar tambem
o vencimentoa concernenies aos preditoi mezes
a 10 pracaa de prtt que vio aeompaohando o
meamo capitao.Eipedio-se ordem ao gerente
da companbia Pernambucana para dar transpor-
te aoa ditoa offlciaei e pracn e commuoicou-se ao
commandante daa armas.
Dito ao meamo. Declaro V. S. para aeu
conbtcimento que o capitao Francisco Jos Da-
masceno Rosado ae expedio ordem para ir assu-
mir O commaodo do destacamento da villa do
Ourycury logo que liver feto entrega do dinhei-
ro destinado para pagamento do corpo de guar-
nicao devendo recoiher-ae a eila capital onde
tem de ser respoosabilisado o capitao Jos Joa-
quim de Barros que vai ser exonerado do predito
commaodo.Comtnunicoa-sa ao juiz de direito
da comarca da Bda-viita.
Dito ao mesmo.Ao alferea Jos Ignacio Ri-
btiro Romt que vai reuoir-ie ao corpo de gur-
atelo de que ajdanle, mande V. S. nio i
', adiantar oa vencimentoa a que tiver direito rela-
\ tivamente ao correte mez e o de abril prximo
vindouro, mai tambem abonar-lhe a quanlia que
julgar neceasarla para occorrer aa despeas de
seu transporte, seodo por mar da cidade do Pe-
nado at a villa de Piranhas epor trra deata at
de Tacaral.
i Dito ao meimo.Declarando-ene o Exm.Sr.
/ niatro da guerra em aviao de 5 do corrente ter
a o approvada a despeza de 6001000 que man-
gei ezer com a obra do cano de esgoto do qoarlel
i icompaohia de cavallaria, anim o commuolco
< V. 8. para seu eonhecimento. .
Dita ao meamo.Recommendo i V. S aua em
vista da conta junta duplcala mande osear a
Maooel Luiz Colho de Almeida a quanlia de
89J100 ri. i que tea attreito por havtr aaphal-
taM o xadtez do hospital militar segundo decla-
rou o director daa obras militares em offlcio de
hontem aob n. 44.Communicou-ae ao director
dai obrai militares.
Dito ao inspecto'r ds thesoursria provincial.
Estando nos termos legaea oa inclusos documen-
tos, que me foram remettidoa pelo director geral
da iostruccio publica com offlcio de 17 do cor-
rele, sob n. 70, mande V. s. pagar ao pharma-
ceutico Josqaim Ignacio Ribeiro Jnior a quan-
lia de 1959960, proveniente de medicamentos por
elle fornecldoi so collegio dos orpbioi de Santa
Thereza em Olinda, no semestre de julho a de-
zembro do anno prximo panado.
Dito ao mesmo.Autoriso a V. S. nos termoa
de sua ioformagio de 21 de fevereiro ultimo, sob
o. 110, a mandar foroecer por arremilacSo as fa-
zendas pedidas pela superiora do collegio das or-
phass no offlcio que acompaohou o do director
geral da instruccao publica de 8 doj citado mez de
fevereiro n. 39 para vestidos das educandas da-
quelle collegio, Uto mil covadoi de cana toda
ella do mesmo padrlo, e outroa Untos de chita
toda igual, bem como duzentai varas de mada-
polao para torro.Commuoicou-se ao director ge-
ral da instruccao publica.
Dito ao meamo. Ao fornecedor Joao Carloi
Augusto da Silva mande V. S. pagar a quaotia de
1:6369480, dispendlda com o sustento e curativo
doa presos pobre da casa de deteucio n mez de
fevereiro ultimo, urna vez que eatejam nos termos
legaei os incluios documento! que para ene m
acompanharam o offlcio do chefe de polica data-
do de hontem, aob n. 400. Communicou-ie ao
chefe de polica.
Dito ao commandante do corpo de policia.
Pode V. S. mandar effectuar a passagem da aec-
Co urbana para a volante, ao soldado Joaquim
Ignacio da Silva, a que ae refere o aeu offlcio n.
82 de 21 de fevereiro prximo (lodo.
Dito ao capilio do porto. A V. S. ser apre-
sentado com eite offlcio o recrula de marinha
Maooel Jos Ploreolioo, para que Ihe d o con-
veniente destino depon de inspeccionado.Com-
muoicou-se ao chefe de polica.
Dito ao director geral da instruccao publica.
De conformidade com as suas informagas de 17
do correte, aob ni. 68 e 69, dadas com referen-
cia aa do director do collegio dos orphaos, mande
V. S. entregar a Maria Joaquina Pereira de Cas-
tro e Antonia de Deui Teixeira Ron, seui Qlhoi
de nomei Joio Polycarpo Soarea da Rosa e Abi-
lio Pereira doa Sanloi Castro, amboi educandos
daquelle collegio;
Dito ao meamo. Declaro a Vmc. em reipoita
ao seu offlcio de 17 do torrente, sob n. 65, que
pode a directora do collegio das orphiaa consen-
tir que aorphaa Aquilina Maria deHollanda paa-
se algum lempo no campo em compaohia de aua
ta para restabeleclmento de sua saude.
Dito ao eogenheiro fiscal da estrada de ferro
Reipoodo ao offlcio que Vmc. me dirigi neala
data, dizendo-lhfr que nao haveodo nenbum in-
conveniente em aer abena o trafego publico da
3a seccao da eitrada de ferro em viita do examt
e experiencias a que procedeu Vmc. oaa respec-
tivas obras, concedo a autorisagio necessaria para
aquelle fim, mas aob ai coodices declaradas no
aviao expedido pela reparticio da agricultura,
commercio e obraa publicas em 10 dtoulubro ul-
timo, tob n. 40, de que j Ihe dei sciencia, e fixo
o da 25 do correte para a abertura da referida
seccao. Tambem permiti que sejam postos em
execucio at ulterior deliberacio do governo im-
perial, a cujo eonhecimento vio ser submetlidos
o regulamenlo e tarifas que Vmc. ltimamente
orgaoisou por ordem do mesmo goveroo.
Dito ao juiz municipal de Tacaral.Declaro a
Vmc. para aeu governo e em resposta ao aeu of-
flcio de 26 de fevereiro prximo Codo, que a esse
juizo compele prover provisoriamente o officios
da partidores desse termo, como foi ultima mete
declarado por aviso do ministerio da Justina de
18 da Janeiro daste anno.
Dito ao vigario da freguezia de Nossa Senbora
do O' de Uoianna. Ioteirado de udo quaoto
Vmc. relata em seu offlcio de 10 do correte,
pssso a dar as provideocias necesaarias a sema-
Ihsnte respeito.
Dito ao commandante do preiidio de Feman-
do. Faga Vmc. regressara esta capital na pri-
meira opportunidade o preao Vicente Ferreira
Das dos Santos, qae tem de ser julgado na Para-
hiba como declarou o Exm. presidente daquella
proviocia em offlcio de 18 do correte.
Dito aoa ageolea da companbia brasileira.
Podem Vmcs. fazer seguir para os portos do sul
a hora indicada em seu offlcio deata data o vapor
Api, procedente dos portos do norte.
Portara.a Sra. agtntei da compaohia bra-
sileira maodem dar transporte para a Babia no
vapor Apa, em lugares destinados para panagei-
ros de estado, ao Dr. em medicina Prancisco Ig-
nacio Salvador Cardim, ex 1' cirurgiio do corpo
de saade da armada e a um filbo menor.
Dita.Os Srs. agentes da compaohia brasileira
do paquetes a vapor maodem dar transporte para
a corte no vapor Apa, em lugir de r deatinado
para passageiro de estado, a Joaquim Ignacio de
Carvalho Meodonga, 2 conferente da alfandega,
que vai propor-ae a exame para o lugar de aju-
daole de stereometra daquella reparticio..
Dita.O presidente da proviocia tomando em
considerado o que Ihe expOz o inspector da tht-
souraria provincial am offlcio de hoje, aob o. 168,
resolve abrir um crdito supplementar na impor-
tancia de 5009, para que pala verba eventnaes no
corrente exercicio posaam ser pagaa aa deapezaa
com a cobranza da divida activa. Communni-
cou-se thesoursria provincial.
Dita.O presidente da provincia resolve conce-
der oito das de liceoca com vaocimentoi ao juiz
municipal e de orphaos do termo do Rio Formo-
ao, e Interino de direito da comarca do meamo
nome, bacbarel Franciico Caldas Lina, para tratar
de sua laude.
da reapoata falla do throno, por ser occaslio
maia propria de conhecer aa verdadelraa idai doi
representantes do paiz.
No senado a rspoita nio paaaou de urna para-
phraae da falla do throno, ae bem que acommii-
sio procuraase em cortos tpicos dar ao seu pen-
lameolo urna expreisio um pouco raaa peaaoal
e iodependente do que no anno panado. Toda-
va em reaumo constitue ella um verdadeiro pa-
negyrico, onde se prodigalisa ao governo maia
elogioi do que conielboi.
Api dez annoa de um rgimen que, aegundo
afflrmam, tem anegurado ao governo o apoio de
urna maloria absolutaj era lempo de moitra-
rem o principies corpos do estado que entre opi-
nies extremas, enlre o partido que iocenaa e o
partido que ataca lyatematicamente, exiate um
meio termo que compre adoptar ; j era lempo
de mostrar que a cega obediencia deve ceder o
lugar ao exame coosciencioso.
O paragrapho relativo aos negocios da Italia
era esperado com anciedade : encerr urna dupla
censura pelo exaltameoto e preleoces immo-
deradas do goveroo e do povo italiano e pela
resistencia e immobilidade da corle de Roma
e maia adianto emitte esta opiniio : Aa gran-
des obrai nao podem conililuir-ie eern a calma e
moderacio precian ; mas tambem aa mas justas
causal te perdem por extremss recusas, incom-
pativeis com a boa direegio doa negocios hu-
manoa.
Estas palavras implicam um aviso ao governo
pontifical.
A diicussio sobre este annmplo tornou-se
muilo mais viva. Mr. Segur d'Agueneau ence-
tou o debate exigiodo que o governo explicaase a
contradicho que se dava enlre as duas phrases
relativamente Italia.
Depoii delle orou o cirdeal Malheua ; e em
seguida Mr. PietrieMr. de Larochejacquelio 1ra-
taram da aituacio interior, concluindo o primei-
ro pela oeceasidade que ha de liberdade as elei
coes e na imprensa, e o segundo sustentando que
o rgimen de livre arbitrio administrativo, a que
se acham aujeitoa os jo roa es, torna a administra-
Cao reaponeavel por tudo aquillo que elles pu-
blican, resaltando d'ahi qae te essa reaponsabi-
lidade pingosa para osjornaliitit, nio deixade
aer tambem abominavel para o poder.
Semelhaole linguagem cauou muita seosacao,
e foi verdaderamente applaudida no paiz. No
dia immediato ao desta tessio o principe apo-
leao pedio a palavra no meio de indiscriptivel
confuiio, e pedio tambem para o interior mais
liberdades : defendendo a poltica de Mr. de Per-
signy, fez todava algumas reservas formaos acer-
ca das reslriccoes que pesam sobre a liberdade da
imprens.
Mas todos enes oradores, que tomaram parte
na diicunio da resposta falla do throno, tem
de commum entre ai que lodoa elles hio indica-
do da maneira a oais simples e a mais til orna
iciio profunda entre os bomens que acclama-
ram o imperador como um instrumento de reac-
cio aquellos que peoaam que elle pode aem pe-
rigo tornar-se liberal.
No corpo legislativo foi escolhido Mr. Granier
de Caatagoac para redigir o projecto de reapoita,
e a 22 deste mez o conde de Moruy leu esse pro-
jecto n'uma reuniio secreta : elle igualmente
concebido loba mesma influencia que a do tei-
dor, e no mesmo systema de panegyrico tem re-
serva.
Um caso porm se deu quinto ao corpo legis-
lativo : o general Couain Moolaubao, chefe ds
eipodicao franceza qui ha um anoo eotrou vic-
toriosa em Pekn, foi agraciado pelo imperador
em recompanaa dos seus servicos com o titulo de
conde de Palikav : e ao meamo lempo foi apre-
sentado s cmaras um projecto de dolacao em
favor do dilo* general. Suscitando-ae, porm, al-
gumas protestares, o novo conde de Palikav pe-
dio ao imperador que Qzesse retirar o projecto
mencionado.
Napoleio III louvaodo a lusceptibilidade do
general, nio quiz porm adherir ao leu pedido ;
e eicreveu-lhe urna carta que termioava neslai
palavras : a Somente ai nac,des degeneradas mer-
cadejam o reconhecimenlo publico.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : aegundas e quintas.
Relacio: tercas aabbados s 10 horas.
Fazenda: quintaa a 10 horas.
Juizo do commercio : aegundaa ao meio dia.
Dito de orphlot: tercas e textil i 10 horat.
Primeira vara do civel: tercas textas ao mel
dia.
Segunda vara do civel: quarlas labbadoa i 1
horada tarde.
! DAS DA SEMANA.
17 Segunda. S.Patricio ap. da Irlanda.
,18 Terca. S^Gabriel archaojo : S. Narciso are.
19 Quarta. s. Joaeipoio de Nona Senhora.
20 Quinta. S. Martinho Dumieose are.
21 Sexta. O precioao sangue de Jeiui Cbriito.
22 Sibbido. S. Etnigidio b. m.; S. Beovenuto.
23 Domingo. S. Flix e teut compinheiros mm.
ASSIGNA-SE
no Recite, em a livraria da praca da Indepen-
dencia m. 6 e 8, dos proprielarioi Manoel Figue-
roa de Faria & Filho.
A* viala diito que
tadoi ?
partido tomario ot depu-
Despachos do dia 10 de marco.
Rcqutrimtntoi.
Antonio Rodrigues da Silva.Informe o Sr. Dr.
chefe de policia.
Alexandrino Martina Correa Barros.Informe o
Sr. director das obraa publicas.
Bernardo Francisco Vanervaet. Informe o
Sr. ioapector da thesouraria de Uzeada.
Clara Maria do Espirito Santo.Pode seguir.
Joaquim Igoicio Ribeiro Jnior. Dirija-te i
thesouraria provincial.
Maria Joaquina Pereira da Costa.Dirija-te ao
Sr. director geral da inslrucgio publica.
Rsymundo Joa Ferreira.Informe o Sr. com-
mandante do corpo de policia.
EXTERIOR.
>_
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PERNAM-
Pars 4 de fevereiro de 186*.
Naa cmaras francezas passou a le relativa i
conversio da renda a 4 }i % i renda 3 %.
A medida detpertou no corpo legislativo umt
diicunio bastante calorosa ; no senado pequea
oi a opposicic H
Sendo immediatamente promulgada essa lei
obteve diverso acolhimento : oa altoi Qoaoceiroa
iofluem-se palo seu succeno ; a populacio nio
se apoderou do tatbuiiaimo que aa anppunha.
Entretanto aquello primeiro trabalbo da tetaio
oio deixa de tir i m jajtortancia i mu a opi-
oiopublica aguardWnici-
riacioaa para a ditcssio
Italia.Em urna circular, dirigida aoa prefei-
tos pelo bario Ricasolieste mioistro expe os
mltiplos embarazos e as neceuidadei contradic-
torias, com que leve de lutar o seu gabinete. En-
tretanto, ao paaso que nio pode deixar de mos-
trar Italia que parilha de suas aapiraces, e a
acompanha no aeu enthusiasmo, vS-se toreado a
dar aos seas alliadoa a pro va e o exemplo de urna
prudencia infaligavel. de ama paciencia inaba-
lavel, e de um herosmo paasivo que nada oode
frustrar. r
Apparecem muitas mioifeiticdei; mas ellas
em vez de aer dirigidas contra o governonaan-
teem-se por urna eicepcao singular nos limites
IraQadoi pelo proprio governo 1 Ai pouulicet
nenei movimentoi pacicos acclamam o pro-
grmala ministerial ; maa teem o direito de ea-
perer do ministro a derida recompensao mi-
nistro nio o tem de elogiar a cilmi e boa ordem
que preaidem e dirigem o enthuaiasmo dos lia-
lianoi. Essa looga aboegacao Ur a aua recom-
pensa T Ser ella muita prudencia ou muita re-
signado?
Aquellaamanifeitacei, que tivenm lugar ul-
timamenlo em muitas cidadea italianas contra o
poder temporal, suscitaram-ae aoa gritoa deVi-
va o papa nao reil Viva Vctor Emmanuel II o
re da Italia I Viva a Franca protetlort das na-
cionalidades I
Em taea movimenloa pacficos existe alguma
couia maia do que puerilidades de um enthuaias-
mo que nada capas de arrafecer : exiate a io-
tuicao profunda daa difflculdadea que o governo
nao tem podido superar. Aa correspondencias
d ali aio unanimea em asaeverar que a obra da
unicacio administrativa ae ada aubordinada i
da unidade eftectiva. Oa polticos com toda a aua
sciencia nio conaeguem neatralisir esta ver
dade.
Na imprenta austraca e na heapaohola elevoa-
te um boato que vamos mencionar, tem com lu-
do exagerar a aua importancia. A Auatria con-
vidara ao papa retirar-ae para Veneza, e tro-
car o apoio das baionataa fancezas petadas bta-
oslas austracas : s monsenhor Merode, cojo ar-
dente herosmo baataota recoohecido, oppor-
se-hia a esse plano. Oadoua expedientes seriam
submetlidos i deliberaclo e escolha do concilio
que deve reunir-se pela primavera.
A' propoaito do concilio, o Monitor annunciou
que o goverao imperial, aocioao por aaber qual o
um deaai reuoiio de biepoi em Roma, pedir ex-
plicacoea a respeito do santo padre, a nio tendo
obtido resposta que o sitisflzeue, iotimou os bii-
pot friocezei pira nio aabirem de suas dioceses.
De que servir s?melhante medida ? De excitar
t imprenaa clerical, e occasionar urna serie nio
pequea de ordens e paetoraes.
Entretanto a poltica franceza quanlo quea-
lio romana te acha oteiramente revelada no des-
pacho de Mr. Thouveoel.
A iui recata enlransmittir i Roma aapropo-
licoet de Riciaoli deve ter conitderada urna
aimplea queatio de opportunidade. O goveroo
imperial se resigna a ver auceumbir o poder tem-
poral, verdade que com baataota Ultima e pe-
zsr de sui parte ; maa o certo que a iaio te re-
signa ; e vendo que nio p Je conaeguir urna con -
ciliacio entre ot Italianos e o tapado temporal
resolve conformar-se com a torca dat circums-
tanciaf, o que aflnal de cootas a verdadeira e
a nica aabedoria em poltica.
Allemanha. Nease paiz continua a dominar
urna grande upiracio para a unidade : eimani-
festasede urna maneira bem aantivel as dia-
seocei que vio tempre apparecendo entre a Au-
tria e a Prassia.
A dieta germnica teconsidera seriamente a mea-
cada i viata da atlitude que guarda Prutiii ns
questao da unidade. Sabo-se que o governo prua-
siano coocluio ha alguna mezes com o duque de
Saxe-Cobourg-Golha urna convenci militar em
virtude ds qaal o contingenta dos duesdos deve
ter pura e aimplesmeote incorporado ao exercilo
prussiaoo.
Depoia n'um despicho datado de 20 de tovem-
bro ultimo M. Bernslorff, ministro dos negocios
estraogeiros da Pruuia, reiovidica para seu sobe-
rano o direito geral de concluir taea coov}ncdea,
eoutrasmaisexteniai a inda com todoi os go ver-
nos que quizenem entrar em relacfoi mais ea-
treilas com a mesma Prussia, deixaodo ad Ubi-
tum aeu a representado diplomtica no estran-
geiro, e a iivre disposi;io daa torgas militares de
cada um.
Ora, os prncipe! que comentireni em tal sys-
tema de relacoea com a Prussia apenaa (icario
sendo arbitros da adminiatracio interior doa aeua
estados : e a organisac.io que do mesmo systema
resultasse parecera urna eepecia de reconsti-
tuido da aotlga feudalidade germnica em favor
delta Prussia : ao meimo lempo que seria um
gnnde passo daJo para a unidade, por Uso que
mais tarde talvez nio serla muito difflcil fazer
com que os principes aceitem em troca doi
seus tronos j diminuidas simples ssseotos here-
dilsrios na cmara doa aenhorea prustiana.
lato tem causido abalo na Austria, eoutroi ei-
tadoi da Allemaoha de aegunda ou terceira or-
den. O embaixador da Austria em Berln, e o
de todaa as potencias secundarias, i excepcao de
Bade, apresentaram a M. Bernslorff idinlicas pro-
testacSet.
Julgando-se de conformidade com os tratados
exislentai, qae invoca o governo austrisco, f-
cil da reconhecer que tem alie muita razio, e
que a -poltica pruasiana implica a negago da
coaftderacao germnica : maa esses tratado! con -
venboaaea perderam muito de tuttolidariedade
cornos novos principios iotroduzidos no direito
publco da Europa, os quaes fazem predominar a
vontide doa vivoa aobre os escriptos dot mortot.
O novo direito publico fuodi-seem que ot povos,
os estados, e os goveroot podem dispor de ti li-
vreaente, e em que torna-ie necenario o seu
consjoso para dar forja obrigalorla aoi coolractoi
celebrados pelos aotigos.
Cumpre notar que a Austria na aua protestacio
se moitra em beneficio da causa mais liberal do
que a mesma Prussia, e reconhece a necenidade
de un parlamento nacional: eia urna coocessao
importante, cuja aiooeridade quasl ioutil discu-
tir. ( Quinto mais calculada ae ella mostrar,maia
trauVparcer a forca do espirito publico oa Alie- .
nanita, e o poder adquirido pelas ideas li-'
beraes.
A Prussia, Grme naa suas preleoces, repellio
enrgicamente a proteilacio da Austria : 6 evi- '
dente que a sorprendenm a vlvacidade. e a fir-
meza doscolligados ; porque a resposta dada pelo
ministro^ prussiano em Vienna exprime grande
admiracao; e Mr. Bernstorff pretende que ha as
notas dos leus opposilores perigot muito maia se-
rios pan a Confedera^o, do que aquelle que se
quer eoxtrgar no systema da Prussia; accrelcen-
lando mais, que seria superflua qualquer iosis-
teocia em face de dissencoes que por emqusnto
tornara impossivel urna reforma oa coostituicao
federal.
Nadadisso se acha aio Ja bem esclarecido, mas
se ha de esclarecer com a respectiva atlitude das
duai principaes potencias alemies. As aspira-
res e o futuro da confederacio germnica nio dei-
xam de llgar-se por alguma forma ao problema
da poltica exterior : e o que maia caracterisa a
resposta prussiaoa 6 que ella loca de leve nal iu-
lirnacei da Austria relativas garanta das suas
possenei nio alemies.
|alvez que as diffleuldades concernenies i
Hesse Eleitoral estejam destinadas a servir de
apoio s ioteocoei da Prussia e di Austria. Em-
quanto o Eleitor de Hesse se extorca por ligsr-ae
Austria estreitameote, a Prussia impellida com
vivacidade pelas diversas fraccoee do partid pro-
gressista a eolremelter-se noa negocios daquelle
pequeo paiz, lio dlgoo das sympatbias liberaes.
A mocao apraaentada pela commissio tendente a
activar a interven;io prussiaoa foi aceita aps
urna looga discussio. Somante sessenta votoa
pertenceniea ao partido teudal se pronundaram
contra a proposta da commiasio.
O boato de recoohecimento do reino da Italia
pela Pruuia vai de dia em dia tomando maior
consistencia.
A Prussia e a Austria buteam cada urna de aeu
lado promover auxilios na questao da reforma fe-
deral : especialmente a aegunda denas potencias
as suai negociacoes tem mais qne lado em vista
garantir as iuaa possesses nio allemaes ; e mui-
lot at dizem que ella apreaenlou i Saina pro-
postas de reciproeldade naaie sentido ; no caso
de que esta ultima naci entraste na colligaco
contra a Prussia, obtera am troca a garanta do
aeu territorio actual.
Jnofatarra Oa debates ieerca da resposta i
falla do throno no parlamento ioglez tem sido
mais resumidas que de costme. Das quesldes
polticas apenas te oceuparam os oradores, qae
todot estenderam-se largamente aobre o pozar e
luto da raioha Victoria ; e maia urna vez teatemu-
nharam a mudanca que ha vinte annos sa tem
operado nai initituicdei do paiz.
O conde de Runell, atsociando-ae ao pezar da
uacao pela perda do principe Alberto, revelou
como um teatamenlo poltico aa idaa deaae prin-
cipe i reapeito doa devares dos soberanos iogle-
zea, ideas que tem inspirado a conducta e domi-
nado oa actas da rainha Victoria;
Segundo ellsa o soberano deve receber da
matara parlamentar o mioialerio aocarregado de
dirigir os deslios do paiz : deve abatrabir de todo
seotimeoto de aolipalbia peasoal, e favorecer
francamente a poltica dogabioete prestando as
iuii madida o apoio qae oa conaelbeiroa da co-
rda tem o direilo de esperar. Em ama palavra,
a realeza na Inglaterra nio deve animar abaolu-
tamente urna poltica que Ihe seja propria ; e aim,
aervir como de arbitrio entra as opioies que se
debatem no paiz.
Sio eaaes principios que ha vinte annoi con-
servara a raioha aobraoeeira aoa partidoa ; e a
corda tem ganho em aolidariedade o que tem per-
dido em intervencio directa. Simplee orgio di
matara nenbum obataculo apreaeota aoa exfor*
;oa e eiperincas doa partidoa : symbolo abstrac-
to da autoridad, arbitrio ioopassivel das lulas de
opiniio, nunca anaacoa porque nunca teve
medo.
Eii por qae te pode dizer que a Inglaterra 4
apenas de nome mooarchia, poit de fado ama
repblica aristocrtica, ou antea oligarchla, cajo
primeiro dever e inte reste fazer toda e qualquer
concesso necessaria ao espirito democrtico da
aociedade molerna.
Na discussio da resposta falla do throno,
quando tratou-ie da queatio relativi soi nego-
cio! da America, lordi Palmeritoo e Runell ma-
nifestaran! a iotencio de cooierrarem-ae at no-
va ordem do governo no meimo p de neutrali-,
dade.
O principe de Galles, que deve am da reinar
tob o nome de Alberto Eduardo, completa a toa
ducicio com urna ultima viagem que faz.
O conflicto anglo-americaoo foi terminado, gra-
?as i sabadorla do gabinete de Washington : io-
elizmente porm nao tem elle podido concluir a
grande questio que tem dividido em duas partea
a uniio americana.
Alm dos male loffridos pelos beligerantes
a lolidariedade doa povoa muilo affectiva pre-
sentemente para que nao padegam mingua desse
lado do Atlntico os nleresses europeos ; e por
isso todot os olhares volvem-se anciosos para o
boriioote csrregado.
Ha um anoo pouco mais oa menos que o rom-
pimeoto da Uniio foi declarado, ha nove mezet
qae retumbaram oa primeirot tiros do caohio.
Na Inglaterra, na Blgica e mais algures, v-se
com espilo qae ipproxima-se o momento em
que ser preciso sustentar multldoes de opera-
rios sem trabalho a cuata de sacrificios imposto!
a toda a uagao.
Na Franca as cidades para as quaes abriram-ae
aubscrlpcdes, nio sio infelizmente as unicaa em
que a miseria parece prxima a desenvolver-se
de um modo doloroso.
Attribue-se tudo ao algodio ; mas tem-se co-
ndecido qae a paralisacio das fabricas provm
nao s da escaisez do algodo, como tambem do
conflicto que auspendeu rpidamente as trani-
accoes.
Depois da polmica suscitada a reapeito do
Trent, os inglazes observam o fictos, estudam
as cifras e ebegam a eata conclasio: que a criae
industrial que ameaca a Europa, a miseria lio
dolorosa para os operarioa e lio aasustadora para
oa governoa, cootam por cauaaa principaes o rom-
pintelo dos lacos commerciaet, e a ceasa;ao das
comprai americaoas, tanta que, denpparecendo
a guerra, o algodio talvez reappareca suficiente-
mente I
Se aa encara para a Franca, v-se igualmente
qne soffrom tantas oficinas, nio por que Ihea fal-
te o algodio ; mas por que o principal mercado
te acha fechado i extraccio das tedas, fitas, mo-
vis, bronzei, join, etc.
Anim poii por intereue do commercio mui-
to para desojar que tenha um fim esta guerra, a
quil ameaca toroar-se um flagello para todo o
mundo. Se para ialo ha um meio entendemos
que nenhum mait limpies, e mais consiquenle
do qae deferir-se claramente estes principios de
neutralidade que o ministros britannicos propala-
ra m com bastante repugnancia.
Qualquer poltica de iogereocia nos negocioa
do mundo americano, ou em favor do norte, ou
em favor do aul, oio produziria outro reaultado a
nao ser prolongar os ioconveoientes com que lula
a industria europea, perpetuando a guerra : por-
quaato, aperar da differeo;a de rac,a enlre os Si-
xonios e os Latinos, apesar de urna especiado
aolepalhia inalinctiva, as duas Americaa sio for-
zosamente aolidarias urna da outra ; quer os teus
destinos se desenvolvam iaoladamenle, quer con-
juntamente, urna independancia absoluta da Eu-
ropa considerada alli como condicio de suas
existencias naciooaes.
Nene pooto de vina a lula flagrante enlre oa
federaea e oa rebelde! do sul deve ser considera-
da como o n da questio. Emquaolo eslet lti-
mos contervarem a esperanza de ser sustentados
sero firmes, e a guerra proloogar-se-ha : porm
julguem-se elles abandonadosfraquearao, e se-
guir-se-ha logo urna paclficacAo qualquer, que
restbale^ as relaces dos Estados-Unidos com
a Europa industrial.
Anda assim urna outra cousa realaria a deso-
jar em preienca desse ascendente que leva ac-
tualmente as oacoes europeas a pensar aobre oa
deslaos dos povos hispaoo-aatericanos : permit-
a Dos que dos negocioi do Mxico nio se ori-
ginen) collisoes e crises commerciset que o vo-
ltio mundo nao poderia supporiar por muilo
lempo 1
Essa qaeslio mexicana absorve hoje a atlencio
de toda a Europa. A imprensa austraca con-
corda em que o archiduque Maximiliano foi o
primeiro lembrado as conferencias das potencias
expedicionarias ; mas declara que nio existe li-
gaco alguma entre a questio mexicana e o aban-
dono pela Austria de auaa possesses terriloriaea
na Italia.
E' poia aceita pelo governo auatriaco a candi-
datura do archiduque: resta saber se em compon-
aacio verificar-ae-ha a ceisio amigavel da Vene-
cia. Devemos comludo observar que, atora esn
; combinacao, mui difflcil dar-se alguma outra
razio poltica a semelhaole candidatura aus-
' triaca. Que outro motivo haveri para agradar-
(se ao irmao do imperador Francisco Jos 1 O pri-
meiro pao a dar-se nao devtria aer antes con-
sultar-so o voto dos mexicanos ?
Tem-se muitaa vezes fallado de ama compen-
sacio territorial no Oriente para a Austria. Os
noticiadorea mais fanticos chegaram mesmo a
especificar o negocio, citando a Herzegovina.
Mas um throno erigido no Mxico seria equi-
valente i possesso honorfica da Venada.
A realiiagio desie plano pode entretanto cer-
car-ae de immemos obstculos.
Deve-se alm disto attender a que at poten-
cial europeas exigem somente do Mxico urna
satisfacao, devendo deixar ao arbitrio doa mexi-
cano! o decidir doa aeua destinos.
A' 15 do correte mez rebentoa em iples
(na Grecia) am movimento insurreccional, que
tai seguido de um bombardeamento : maa dizem
que o reato do reino fleava em paz. Attribue-se
o movimento a urna conjuracio preparada ha mui-
lo tempo : at agora porm nada de poaitiro se
sabe a esse respeito.
G.M.
PERNaMRUCO.
rogo, poli, a Vmc. que te digne de dir publid-
dade ao aeguiote :
O ncriitio da igrija de Nona Seohora do
Livrameoto, erecta na povoacio da Varztt, noa
das aabbadoi, depoia daa nove horaa da noite,
d com toda torca muscular de que diape, tres
repiques nimiamente extensos, dobra, e depoia
anda repica assaz, annuncando deat'arte aoa
sempre esqueddos e surdos mesarlos da irman-
dade desta igrej, que no dia seguate hi reu-
niio.
E como esta freguezia muoicipio do Recita
e consegointemente est sujeits aa posturas da
respectiva cmara, roga-se, portanto, a mesma
cmara, haja de chamar a atlencio do fiscal para
eata infraccao de postura, que tanto incommoda
os habitantes da dita povoaco.
_, Oincommodado.
c Varzei, 20 de mi reo de 1862.
Da comarca da Maioridade, no Rio Grande
do Norte, eicrevem-not o teguinte em dala de
25 de fevereiro prximo paaaado :
Datada de 21 do corrente, recebi urna carta
do Pombal, eacripti por penoa fidedigna, a uual
expnme-ae anim :
Estamos bracos com o cholen-morbui, a
alm dot mortal lamentarse, esta pequea
villa foi accommellida com assombrosa iotenai-
dade, de modo que at hoje o numero de penoaa
atacada! sube a maia de cem I I
i Com data de 24 do correte eicreveram-ma
da villa de Porlalegre annuncando a invasio da
varila, a qual, anda que benigna nos seus ef-
fetos, ioipirava receioa pela inlensidade com
que se propagara na populacio. Talvez a co-
piossima invernada tenha podido attenuar o teu
carcter maligno.
a Anecdotaa da comarca da Maioridade.
i
a Um padre que usa aonotar suis folhinbas,
na do aooo de 1861, oo fim de fevereiro, die :
neste mez o vero durou mais de cuarenta
dias !|I
li
Um rbula, procurador de am recrreme, ao
a]untar as razdes do recurso dos traaladot, vendo
que o advogado citara documento n. 1 e isnico,
ficoa tunantamente attonito, dizendo em tom alto
ao aeu cliente :aonde est o documento nico,
poxs s achei o n. 1 ?
ni
i Distante urna legua da villa de......ha urna
fazenda denominada Santa Cruz. Pregara all
um missionario, quando vio recostado a ama daa
columnas que sustenta o cor, um amarello ra-
pa zol a, que roa as un has.... Vem c, vem c I
gritava o reverendo ; e ao aproximar-se o papa
trra, mandou o frade qae se ajoelbsue e fizes-
ie o slgoal da Cruz.... Algum momentos depois
o rapizla disse chorando : o signal da Sania
Cruz orelha com massapor cima, e canzil por
baixo, e levada, pona troncha, e brincos I 1 Ai-
"m assignam os bezerros naquella fazenda.
IV
Instaurara o delegado da villa de.... um
proceiso por crime de furto, qaiodo o procura-
dor do queixoio, levantando-ae arrebatadamente
gritou :Dou o Sr. delegado de lutpeilo e espero
que se levante j I I.... V'enha com os teut ar-
tigo!, respoodeu o delegado, e Deua permuta que
" Sr. procurador oio te arrepeoda averbando-mt
e suspeito I Embora, conliouou o procarador,
embora eu encontr tm juiz mais venal do que
8..... paciencia, ha de ser o que Deus qui-
REVISTA DIARIA.
Hoje, no coniistorio da igreja de Nosss Se-
nhora do Rosario de Santo Antooio, se dever
exlrahir a primeira parte da primeira lotera a
beneficio da matriz de Taquaritinga.
Sendo o dia 25 do correte feriado, tari a
audiencia do julio de paz do primeiro dislricto
deita freguezia lugar no dia anterior (14). Eata
providencia aeri repetida sempre qae forera fe-
riados oa diaa ordinarioa daa audienclaa.
O Novo Banco de Pernanxbuco paga o aeu
oilavo dividendo na razio de 129000 por aejo.
O Sr. Joa Antooio Pinto, como prepoato
do corretor geni deitt praca Frederico Robiliard,
acha-ae funeciooando neste lagar, em cujo exer-
cicio continuar em quanlo aquelle tenhor estl-
ver auaente da proviocia.
Hoje i noite tem lugar a partida do CM
Commercial, deata mez.
Tendo de aer reapaosabilisado o capitio Jo-
a Joaqoim de Barros, commandante do desta-
camento do Ouricury, e para Uta devendo reco-
lher-se eata capital, substituido no commao-
do daquelle destacamento pelo Sr. capitio Fran-
cisco Jos Daraaicent) Rosado.
Remeltem-not o tegoiote :
Sr. redactor di Revista Diaria. Animado
pelo aeotimento de que Vmc. em aua apreciavel
Rtvitla, nio deixa de enaerir as publtcacoei, no
temido de chtmtrem a atlencio di auloridade
para o fados qae rereUm a postergado da iei,
si
V.
- j-------"""-i *" -w v twsv*e> yus-
zer..... Seohorescrivio, vivero seo dicciona-
rio.... quera sabe se eile patfe nao me est in-
sultando ? I
v
O subdelegado da villa de.... instaurava um
processo em preaeaca do aecuaado. Depoia do
juramento da primeira testemuaba, o juiz deu-
Ihe a palavra para contesta-la. O aecuaado le-
vanlou-ie e die :' verdade, Sr.juiz, tudo
quanto esta lestemunha disse merece um evan-
gelio, por ser um ardigo mentiroso, como dizem
muitas mulheres damas, como seja a Felicia, a
abados.e outras da ra de...... Depois do e>-
poimento da terceira lestemunha, seodo-lhe da-
da a palavra, o acensado ievaotou-se bruscamen-
te, e pegando no livro dot santos evangelaot,
disse : Jura aqui outra vez meu venta de no-
vilho..... jura I jura I Este malvado; Sr.juiz,
tem indimizade a mim, desde que eu Uve
copa com a irma delle......Requeiro a
Vmc. que penique o Sr. escrivo que elle
sabe da historia, e demais, Sr, juiz, eu vou para
minha casa para nao ouvir enredos, porque nao
quero perder o respeito a urna eoria de ho-
mens de bem.
Foi-se.
Peticoba.
Hontem teve lugar i procittBo' de Nena
Senhora da Soledade, cajo acto foi feito com dig-
nidade correipondente ao culto.
Depois de percorrer aa differentes roas do teu
itinerario, recolbeu-ie igreja do Livramento,
em que acba-ae erecta a imagam e funeciooa a
reapectiva irmandade.
Amanhia a Atiociscio Typograpblca Per-
oambacana procede a eleicio doa mambroi de
cooielbo, que deva funecionar no novo anno so-
cial.
O procedimento criminal de que tratamos
ante-hootem com relacio a empregado da capi-
tana do porto, refere-te a um remador que sub-
trihira ou apropriara-se da objecloa pertenceotet
ao Sr. ajudante da meima capitana oa a urna
ui ama.
Deata sorte flea talUfeitt a reclnatcio que te
noi fas, poia que verdaderamente a tem aquella
reparticio como empregtdot o chefe, o teu aju-
daote e o reapectivo aecretario.
Chamamos a atlencio doa leiloretpara aa
pegas que seguem, e daa quaes sobresahe um ac-
to meritorio do Sr. subdelegado desta freguezia,
cuja apreclacio e matar elogio est na propria
pratica delle. '
1* seccio. Secretaria da policia de Ptrnam-
buco, 14 de marco de 1862. N. 385.
Illm. o Exm. Sr. O cidadlo Manoel Antonio
de Jess, subdelegado aupplente, am exerdeie,
do dislricto de Santo Antooio do Recife, coa es
fornecmentot de cavalloa a individuoa o cargas
destinada! aot lugaret affectados da epidemia
reinante, despendeu, autoriaado por V. Exc-, a
quanlia de 78300, como prova com ea docu-
mentos que teoho a honia de faeer aubir a mies
de V. Bxc. a declara no offlcio, que acaba de di-
rlgir-me que cede ene dinheiro em beneficio dos
cofrea pblicos.
Semelbanle procedimento anido aot boas aei-
vicoi que, em seu dislricto tem prestado esse m-
loso uoccionario, maraco aer levado ao conaecV-
meoto de Y. Exc, o qae taco com prtzer.
Deut guarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. Dr.
Antonio Mircellioo Nuoet Goocalvet, presidiarte
desta provincia.- O chafa de policia, Joa Anto-
nio Vaz de^Carvalhaes.
* Mccao. Palacio do governo de Pernambwce>
em 18 de margo de 1862.
Illm. Sr. Pela leitora do offlcio n. 385 de 14
do corrente, flquei inteirado da que o aubdelega-
do aupplente em exercicio, do diatricto de Santo
Antouio deata cidade < Manoel Aotonio de Jasas
Jnior haveodo despendido a quantia de ....
78)300 com o fornecimento de cavalloa a indivi-
duoa e cargas destinadas aot lugares afectadas
[da epidenia reinante, declaroa, por oficio a V,
V
A
V


".U*I..""
juu ae aiteiio da Xa vari, M*noet Jote d
Nein, peraole oqual (oram interrogados
Manoel Joaquim de Paiva e Agoslioho Jo
Vieira, proooociados liframeoto como Ir
2
S. dirigido-, qao cedi mcMrt A bohenci'
do* cofres pblicos.
Racommendo V. S. que transmits ib pre-
dilo subdelegado o mea recoobecimento por tase
acto generoso, e o merecido louior que Ihe tri-
buto petos sericos, faje lem preciado no extrci-
io das reipectifss fuocgea.
Deus guarde a V. S. Aolonie MareeHino No-
nes Gong l vea.Sr. chafe de polica.
Anda voltarooi i carga r*m o tal bMleo
da ra Bella, onde se quebrln molll de carMtt
ferem animaea e Deoa sabe itl cittl desgracsl
nao acontecorio squem por sil se afiliar em eOi-
tes escuras. Agora que se leHi qatsl setca MH
lama, parece seria occasiao Islrji fifi si edil-
Ihar e assim evitar gratis mitas dille relultln-
tes A quem compete, pois, rambramdi lace
soas mies para ali e faga a caridade de remediar
os damno futuros.
Bis o octagatmo
Boletim oficial.
Em um offieio de hontm, dirigido & presi-
dencia da provincia, commudicon o Dr. Ignacio
Nery da Foncee que tmha sido chimado no dia
antecedente para tratar no oitavo dlatriclo me-
dico, a Francisco Joaquim de Oiiveira Biduem
que, havendo soltado de um stque de cholera
moro? a teodo-se rcstabelecido dous das aotes,
baTia auccumbido a novo ataque, nio obstante
os enrgicos meios empregados.
A's 6 horal da tarde de 21 de margo de
1861.
i Dr. A quino Fonceca.
, O conselho de Julgamento no corpo de poli-
ca condemnou o cabo Jos Elias de Souta i 3
atea e aseio da priiio. e oa soldados Joo Pe-
reira da Silva. Jos Beroardino de Sena e Joa-
qaim Apridio Roza da Costa 1 mea de priso,
tedos como incarsos no artigo 113 do regulamen-
lo de 2 de dezembro de 1853.
O conielho se competer dos seguales mem-
bros :
Presidente
O 8r. ospilo Jos Pereira Teixeirs.
Auditor
O Sr. Dr. Frsncisco Leopoldino de Gasmo Lobo,
promotor publico do termo da capital.
_ Yoga es
Capillo Francisco Borgea Leal.
Tentle Jos Cooegondes da Silva.
Manoel Fernandos de Al bu querque Mel-
lo.
Alfere Antonio Moniz Tavares.
Joaquim Hercolano Pereira Caldas J-
nior.
Teve ante-hontem lagar a audiencia do Dr.
juiz de direito da 2a vara, Manoel Jos da Silva
os reos
Jos Jorge
-jo Incutsos
no srtigo 116. 1 parte, do cdigo criminal.
Os reos tio sccusados pelo Sr. promotor pu-
blico de haverem resistido i ordem de prisio que
Ibes Iflr iotimeda por parte do subdelegado do
Pogo da Paoella no acto de maltrataren pro-
prietaria do hotel oe Apipucos.
A defeza fol desenvolvida pelo advogado dos
foa, Sr. Dr. Francisco Jos Martios Peana.
Matadouro publico.
Mataram-se para o cuosummo delta cidade no
dia 21 de margo. B4 retes.
- Lala dos baptisados e smenlos havidos
nafregaezia da Boa-Viala no metde fevereirodo
crreme anno.
aiarcolln, brsnca, com 9 metes de oascida fllhs,
natural de Francisco Jos Joaquim de Barros e
Maris Magdalena de Barros.
Guilhermina, branca, naacida em 18 de dezembro
do aono passado Blba legitima de Manoel Joa-
quim Silveira a Brmina Amalia Guimaries Sil-
veira.
Cndida, parda, com 4 metes de nascida, fllha le-
gitima de Glaadioo Francisco de Souza e Jo-
yina Mara de Souza.
Jlo, preto, com 3 metes de naicido, fllho natu-
ral de Maria, eacrava.
Nellda, branca, nascida em 11 de novembro do
anno passado, fliha legitima de Jos de Barros
Lima e I/nez Leopoldina de Barros Lima.
Hora, parda, com 1 anoo e meio de nascida, fl-
lha natural de Capitulina.
Sabina, parda, nascida em 29 de setembro do an-
no passado, tilba natural de Manoel Gomes da
Cunba e Bernarda Maria da Trindade,
Antonis, preta, com 1 aono de nascida, fllha na-
tural de Josefa escrava.
Helena, parda liberta, com 3 annos e meio de
naacida, Blba de Cyprianna escrava.
Vicente, preto, com 2 mezes de oascido, fllho na-
tural de Felicidade da Conceigio.
Luita, parda, com 4 mezes de nascida, fllha na-
tural de Maria, escra*a.
Thomat, pardo, com 1 mez e meio de nascido fl-
Iho natural de Malta escrava.
Manoel, branco, nascido em 3 de setemhro do
anno passado, fllho legitimo de Pirmioo de
Faria Barroso e Silva e Maria Francisca do
Remedio.
Lnlza, preta, com 1 anno de nascida, fllha nata-
ral de Mus escrava.
Mara, branca, naacida a 4 da novembro do anno
passado, fnha legitima do tensle Jos Joa-
quim Ferreira de Paiva e Mana Emilia de Paiva.
Thereta, brsnca, nascida em 16 de novembro do
anno paasado, fllha legitima do Dr. Antonio
Santos Siqueira Cavalcaoti a Paulina de Siquei-
ra Cavalcaoti.
Jos, branco. nascido em 15 de maio de 1859, fl-
lho legitimo de Affooao Alves Reg Vilella e
Josepha Claudica Soares Vilella.
Amalia, branca, com 1 met e meio de nasuda,
fllha legitima de Manoel da Silva Bastse Joa-
quina Correia da Silva Bastos.
Jos, pardo, com 4 metas de naiei lo, fllho legiti-
mo de Jos Joo Baptista e Joaquina Maria
Baptiata.
Gerlrudas, branca, com 3 ancos a 8 atetes de
nascida, fllha legitima de Hermea Caroeiro Ma-
chado Ros a Isabel Maria Sapuriiy Machado
Rios.
Thomat, branco, nascido em 2 da a argo de 1860.
ntho legitimo de Francisco da Paula Pereira e
Anglica da Fooaeca Pareira.
Anselmo, preto, com 2 mezes de naacido, Dlho
natural de Rufina, escrava.
Dionisio, preto, com 6 mezes de nascido. fllho
natural-de Felippa, escrava.
Senhorinha, parda, com 7 metes de naseida. fl-
lha natural de Maria Joaquina da Conceigio
Casa melos:
Goncalo Diaa Coelho, com Rosa Maria da Con-
eeicao, pardos.
Polycarpo Nuces da Costa Pacheco com Rita Ma-
ria Lucia dos Praaeres, pardos.
Jos Candido Yiegss com Msria Leopoldina dos
Saetas Viegas, braceos.
Jeo Francisco de Souta com Maria Josquioa da
Soledade, pardos.
Joaquim Jos Moreira com Issbel Maria de S.
branco. '
Joaquim Jos da Costa Pioheiro com Carlota Mar-
- eolio a Fonaeca Soares, bradeos.
Raymundo Gomas Barbota com Francisca Roma-
na de Paula Lima, pardos.
Bbfa*tic,ao oa roueA.[Exlraeto das par-
tes de ao a te marco.)
Foram recoihidus I casa de deteocao no dia 19
do mesmo:
charuieiro; Miguel Antonio da Costa eSUvs,
branco. de 20 annos caltelro ; os pardos Sebas-
tiao T-iteira Lima, de 36 aoaoa, pintor; Igoa-
annos, msico
DIARIO DE PERNAMBUCO. SABtUDO 22 DE MiRJo DE I86i,
los, tecrtvo de Cimillo Pires Falcio.
Victorioo, escravo de Francisco de Paula Buir-
que.
^ MORtALIOADB DO DIA 21 DB ARCO :
noel Joaquim de Atevedo, frico, 45 aonos,
eosteivo.S. Jos ; pbtisics.
Miguel Joaquim Machado Freir, Pernambuco,
46 annos, cassdo, Boa-Viala ; hydropesis.
Joaooa, Pernambuco, 3 metes, Santo Antonio ;
. codvalsoes.
Formulta. l%to.Bt*co, |? IcoeO, olteira; Boi-
Joanal PernahHbOcO, ll
beoclall Francisi Be _
bu, 22 IhHoi, eliadat
FlotTWno. PeTfttlftmtoft
. convulsoes. ___
Marcolino Jos de AniradS, PaTOfilbl, sollado
do 2a batalbio de infantina, Boa-Vista ; cho-
lera.
Msria, Pernambuco, 30 annos, parda, Boa-Vista)
cholera.
Joaona Evangelista da Mosquita, Portugal, 22 an-
nos, cassda, Boa-ViSta; tubrculos pulmo-
nares,
Joaona Baptista do Espirito Ssnto, Pernambuco;
25 annos, solteira, Becife ; intermitente.
teira, eatra-
rb.iica
ci Barbosa de
de
Freitas.
Sebasliio Ianacio de Ferias, de 39 adooa. Pe-
drelro. Joao Bapti.ia Pidheiro. de 19 Annos. olei-
0 ; Candido Joa de Santa Anna, de 20 annos
sern i.fBcio ; Aotonio Ferreira Duarte de 42 sa-
nos, pintor ; a o indio Gustavo Jos Carlos, de
20 annos, lodos para reerataa ; bem como o
crioulo Feliippe de 38 annos, eosinheiro a requi-
sicao do respectivo senbor, Antonio Jos Leal
Res.
A' ordem do subdelegsdo do Reclfe, 0 porlu-
Adriano Goncalve, de 19 annos, por ertme
de ferimento leve ; e o africano Jullao. de 40 ao-
as estuvo da Domiagos Jlo da Cdsta a requi-
tcaa acate.
. *,'wJe"d0 s" Ablonio, 0 africano An-
tonio ae 50 annos, dado a agricultura, escravo
n.?!:0 f* CuohSoafe*Guimarie, por ser
aaeonirado epat. *o teq.e d rColher.
Jos Rodrigues, de 29 .Bno#i Joli o,-0jm
do Espirito Smics de 85 anno'.. ambo" f e.cado-
J" t? ,M'B '" Themoteti^os San-
tos do 20 anooa por insultos. /
O chefe da Vseccld,
Movimento da enfermarte da casa de daten-
fio da dia 21 da marco de 1861. WD
. Tivarsm baixa para a enfermarla
Lesndra Jos da SUv.
ot Xavier da Un.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSAO EXTltAORDlNARlA AOS 24
DE FEVEREIRO DE 1862.
Presidencia do Sr. Barros Reg.
Presentes oa Srs. Cesario de Mello, Henriques
ds Silva, Seve, Barata, Reg e Mello, abre-se a
sessao, e lida e approvada a acta da antece-
dente.
Le-se o seguinto
EXPEDIENTE :
Um offieio do Eim. preaiJente da provincia,
remetiendo, para a cmara tomar na devlda coo-
sidencao, copia do offieio que o Dr. Manoel Adria-
no da Silva Pontea, eocarregado do lercelro dis-
Iricto da freguezia da Boa-Vista, dirigi so Dr.
chefe de polica reclamando providencias sanita-
rias, de que necessitsm algumas russ dessu dis-
tricto.
Posto em discusslo, o Sr. Mello pediodo a pa-
lavra, declarou o seguiote: que os mdicos ti-
nham assenlado, talvet para faterem aervicos, de
officiar, pediodo laea etaea providencias, quaodo
mullas j esli determinadas, algumaa cumpri-
daS, e oulraa nio poasivel que o sejam, como
aa lamas que existem naa ras; qus j sabido
quanto fet o Dr. Moscoso someote porque nio foi
vedado o despejo da protimidade de sua casa ;
que a ra do Deatioo ji de ha muito foi limpa
como publico ; e Qoalmeote, que se raspndesse
a S. Etc. satlsiaclorismeote qutnto a representa-
dlo que fat o Dr. Por.'.es
O Sr. Reg, pediodo tambem a palavra, disse,
que cootlrmava o que acabava de declarar o Sr.
Mello sobre a represeotaijio do Dr. Pontea, e as-
severa que foi pesaoalmente a muitos dos lugares
por elle indicados, 0 observara que ditos lugares
teem sido limpos, e que nao podia aitrlbuir se-
mejantes reelarnacoes da parle do Dr. Pontea,
senio ao telo charlatanico, quanto a limpeza dea-
ses lugares, e i ignorancia total da legislacBo da
provincia, quanto aa lamas das russ, pois sendo
estas provenientes da falta do calamento e nive-
lamento das ditas ras ao goveroo, e nio a c-
mara pertence a execugio nesta parle.
Resolvpu-se officiar a S. Etc., dizendo que a
cmara bem i seu pezsr contina a receber re-
commendagdes ds presidencia, baseadas em re-
cia mages dos mdicosencarregados dos diversos
districlos desta capital. Que nao pareja a S. Etc.
que a cmara indolente aa continuas reelarna-
coes, e se Ihe foise possivel providenciar de for-
ma que salvaste o municipio do flagello que o
ameaga, por certo que o teria feito, sem que fos-
sem precisas as reiteradas representages de al-
guns mdicos, a quem nio concede que leonaro,
neo possam ter mais interease na salubridade
desta provincia, do que a mesma cmara ; que
se fosse lio fcil salisfazer as oecessidsdes, Como
aponta-las, por certo que ludo se feria com
promptidio ; que a cmara tem empregado lodoa
os meios a seu alcance para poder da melhor for-
ma salisfazer as recomroendages de S. Exc, taea
como elevar o numero dos trabalhadores empre-
gados na limpeza das ras, leaibrar todos osdias
aossens flseaes a 6el observancia deste servico,
construir o cemiterio do Poco da Paoella, crear
guardas provisorios pars vigiarem as prsias, e
bem assim tomar outras medidas, etc.; que se
o servigo nio tem sido feito saliafacloriamente
como qnerem, e eoteodem os mdicos, nio por
negligeocia da cmara, e nem mesmo dos flseaes,
que nsda mais podem fazer pela defflciencia de
meios de que dispem.
Outro do mesmo, remetiendo por copia o acto,
pelo qual approvo.u provisoriamente os srtigos de
posturas a que se refere o offieio desla cmara de
17 do corrente sob n. 17.Que se publicasss, re-
mettendo-se copia da dita postura aos flseaes.
Outro do mesmo, declarando que ioleirado do
contelo de oulro da cmara, de 17 do correte,
sub n. 19, tem a dizer que, cumpre que active a
cmara ao seu procurador para tornar effeclivas
as multas pelas totrac;es das posturas, propon-
do em oizo as aeges competentes.Que se com-
municasse ao procurador, dizendo-se-lhe que no
caso de nao se acharem aioda pagas aa referidas
multas, trate quanto antes de cobra-las judicial-
mente.
Oulro do vigario da freguezia dos Afogados ao
Exm. preaideote da provincia, e desle a cmara
para informar, no qual represeota a S. Etc. aer
conveniente estabelecer-se um cemiterio no lu-
gar dos Remedios, onde ji houve ni epidemia
passada, afim de serem nelle feitos os enterra-
mentos das pessoss que falleccessem do cholera
na Estrada Nova, Passsgem, Torre, Luca e mes-
mo nos Remedios, evltando-se com esta provi-
dencia as difficuldsdes das condugoes psra o po-
voado da dita freguezia, que fica mais distante.
Pasto em discusslo, resolveu-se informar a S.
Exc. que a cmara-nao ae oppe a pretendi do
vigario, mas se psra a conalrucgao dessa obra for
uecessario que a mesms cmara faga despesaa,
declara que as nao pode fizer, porque os recur-
sos de que dispde sio iosufficisnies, o sa acham
j muit sobrecarregados de despezss.
Oulro do Dr. chele de polica, ceusando rece-
ido o da cmara, de 10 do correte, em que pede
providencias para que cesse u abuso de ae oppo-
rem algumas autoridades pohciaea, que baja con-
currencia de gneros nos mercados pblicos ; de-
clara que para tomar essas providencias neces-
aarlo que a mesma cmara designe quaes as au-
toridades que sssim procedem.
Posto em discusslo, deliberou-se responder so
Dr. chefe de polica que a cmara sem recorrer
ao passado, Salistaz-se em apreaentar a reclama-
glo feta ultimtmeote pelo fiscal da Boa-Vista.
Outro do advogado, respoodendo, que pode ter
lugar a venda, em hasta publica, das madeiras e
mais objectos tirados da casa perleocente aos her-
deiros de Joaquim Jos de Miran la, urna vez que
seja com autorisagio do juizo e audiencia dosin-
teressdo.Qu nesie sentido se-ofScissse ao
procurador.
Outro do eogenheiro cordiador, informando a
represenlacao. na qual algaos moradores da ra
Real di freguezia da Boa-Vista, pedem o aterra-
ment do alagada que Ittt ere frente dos sitios
do ctrurgies Teixeirs e Aotonio Ferreira da Coa-
la Braga, declara o engeobetro que com eiTeito
nesse lugar fleam estagnadas as aguas da ebuva,
que por flm all se corrompem.coovjndo que seja
removido este mal, mas que parte do terreno ala-
gado pertence ao referido Braga, que a deve at-
terrar I saa costa, e a outra parle pertence a en-
mara, por fler deotroda pequea praca all pro-
jectada.
Besolveu-s officiar so fiscal para intimar a
Braga para fazer o atierro da parte que Iba per-
tence, e ao engeoheiro para orgar i que pertence
a cmara. Neate sentido despachou-se a pe-
tigio.
Oulro do mesmo, informando o requerimeoto,
no qual D. Francisca Thomazia da Conoeigio Cu-
nta, pede para que lbe seja peraitlide substituir
as cercas que tem em seu sitio na frente das mas
ds Attracgio e do Destino na Boa-Vista, por mu-
ros provisorios, obrigando-se a demol-loa sus
Csta sem oenhums iodemnisagio, quaodo for
preciso abrir as ditas russ; deelsra o eogenheiro
que iendo-se concedido a mesma causa s ealras
pessoss, tambem Ihe pataco que se podia conce-
der a peticionaria.DeferU.ae.maadando-aedar
cordiagio.
Outro do fiscal do Recife, pediodo que a cina-
ra Ihe mandasse pagar a qusalia da 241000, que
dispendera com a compra de dous camones pata
a limpeza das ras.Msndou-se pagar.
Outro do fiscal da Boa-Vista, informando a pe-
ligio, da qual Lourenca Mara de Sanl'Aana aa
queixa da urna casa de pallia que exiate oe te-re-
D0 da "*n* Soares. os roa da sperenea, dit que
com efJoito existe dita casa, mas multo retirada
do alishameoto da rus, e oa altara do klotit
em que mora a queixoaa, e nio sabe ae sfrlol-
taarasoavel esta reclamacio: que parlcl-lni
urna violencia ao direito de propriedadlh tanto
mais quanto cesta e outras ras existem casas de
palha, e que nao competa a cmara deferir.
Msndou-se officiar ao juiz de paz do primeiro
anno do segundo diatricto da freguezia de Muri-
tTlLlll?0"!!** !P.,r-^ MU exererelo
de segando ando
teUi do Pdco.dl Panlllt orlada Ib\ 2:800#00fe
Presiou juramento o juiz de paz do segoodo
anno do terceiro districW da frmelU di B'd>=
Vista.
Concedeo- lieenga com ordenado ao fiscal de
Jsboatio Francisco das Chagas Bezerra, e ao
amanuense 6aetano Qulntlno GalhardO. eite por
dous mezes, e aquel le por seis, ambos psrs tra-
tarem de sua saude.
Despacharam-se as petigSes de Anlonio Ffin-
ciseo Googalves, Aodr da Abre! Porto, AntonirJ
AfTonso de Alboquerque e Mello, Aolonio Fran-
cisco da Silva. Amancio Godotredo Locas, Caeta-
no Qolotino Galhardo, Francisco das Chagas Be-
zerra, Francisco GoncMves da Silvelrl, Fraoclsc
Aotonio Pereira de Brlto, Ignacio Liz de Brito
Taborda, Luiz de Fraoga da Cruz Ferreira, Lou-
reoga Maria Joaquina, Mathias Gomes Fernan-
dez, Manoel Francisco Xavier, mbeoo Gadault,
e levantou-se a sessao.
Eo Francisco Canuto da Boa-Vigem, offlcial-
maior a eacrevi no impedimento do secretario.
Barros Reg, presidente.Cesario de Mello.
Heoriaues da Silva.Reg.Barati.Mello.
Leal Seve.
Correspondencias.
iii I* que s
prbttmo pas-
. i ment sa diz,
ira illlntsmen-
I P?Mesacordo
icon-
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 28 DE
FEVEREIRO DE 1862.
Presidencia do Sr. Barros Reg.
Presentes os Srs. Cesario de Mello, Seve. Hen-
riques da Silva, Barata, Reg e Mello, abrio-se
a sessao, e foi lida e spprovada a acta da ante-
cedente.
Foi lido o seguiote
EXPEDIENTE.
Um offieio do advogado, dando o seu parecer
sobre a pretengio de Fraocisco Aotonio de Brito,
tutor dos menores, Qlhosde Joio Athanszio Das,
que requereu a odemaisagio do oitio e de 11 e
meio palmos de terreno, que perderam os seus
tutelados la reedifleagio do predio elles per-
leocente, ns rus do Pilar.
Pesto em discusslo, resolveu-se que se orde-
nasse ao procurador para que entendendo-se com
Brito, tratasse da deaapropriagio, de cooformi-
dade com o parecer do advogado, e nos termos
da le u. 129 de 20 de mato de 1844, teodo em
vista a importancia que deviam valer oa mate-
nas tirados do oitio demolido, os quaea foram
aproveiladospor Brito.
O Sr. Mello, quaodo se tratou desta questio,
lendo pedido a palavra, declarou que votavacoo-
tra a pretengiu de Brito, porque elle Se havia
sujeitado a fazer a obra por onde marcava a plan-
ta, e so depois de ludo preparado que reclama
iodemnisagio.
Outro do eogenheiro cordeador, informaodo o
requerimeoto de Luiz de Franga da Cuz Ferreira,
no qual se qupixa de nio ter elle eogenheiro ido
I JaDoatio para cordear urna casa que o mesmo
Lrut pretende fazer na povoagio daquella fregue-
zia, e pede que a cmara conceda que a referida
casa posss ser levantada com assislencia do fis-
cal, a quem considera habilitado, declara s eo-
genheiro que de ba mullo lempo o queixaso o
insta para autorisar ao dito fiscal a dar-lhe a
cordeagio allegando serepre a mesma cousa. que
refere em sus peiiglo, mas como o eocsrngado
das cordeagu-s o cordoedor, e nio os flseaes,
seuipre Ihe lem dito nio ser tsto possivel, tanto
mais que a casa, que vot ser pelo queuoso cons-
truid*, rica em um lugar, em que a ra faz 'olta,
icompanhando a estrada, e smente i vista da
planta se pode delermiosr a cordeagio; concJuiu-
do, diz mais o eogenheiro, que varias vezei lem
declarado ao queixoso que lbe fornega coiduc-
gao, que ir dar a cordeagio, mas elle lh tem
respondido que nio tem conduegio para dar, pa-
recendo lbe que Cruz qoer que vfi a p Jiboa-
lio, ou que alugue um cavallo a sua casis.
Posto eoi discussie resolveu-se que o qunxoso
prestasse cooduegio so eogeoheiro, e nesl sen-
tido se Ihe deferio.
Oatro do fiscal da Boa-Vista, communicando
que exiaiem em seu poder seie animaes, remul-
lidos pelo Exm. visconde deSuaatuna que aaap-
preheodeu em seu sitio, e Ihe os manJou para
impor aos donos de taes animaes a mull eslabe-
lecdi no srt. 16 do tit. 9 das posturas de 30 de
juoho de 1848, mas que nao aabendo elle fiscal I
quem pertencem, peda a cmara lbe determinas-
se o destino que havia dar a diloa animaes.
Mandou-se responder que os remeltesse ao Dr.
juiz municipal da segunda vara como bens de
evento.
A' requerimenta do Sr. Seve, resolveu-se of-
ficiar ao Exm. presidente da provincia, pediodo
provjdenciasse psra que pela repartigio daa obras
publicas se fizeaae um caoo que da ra dos Gua-
rarapes em seguimeolo do Brum fosse ter ao
rio, am de dar esgoto as aguaa pluviaes estag-
nadas as mesmas ras.
A' requerimeoto do Sr. Barros Reg, resolveo*
se pedir so Exm. presidente da provincia autori-
sagao para crear maia um guarda municipal para
a freguezia da Boa-Vists, porquanlo sendo ella
de grande extensio, os tres que tem nio slosuf-
Ucientas para correrem os seus pontos, tsnto
mais quando tem de estar um ao aervigo da se-
c"Jre** c,mara na aemaoa que Ihe tota.
O Sr. Cesario de Mello, eocarregado da obra do
cemiierio Jo Poco, pedio a desoneracao desla
commissao, e foi em seu lugar nomeado o Sr.
ira*
Teodo Heorique Gibson requerido para murar
o son terreno na travessa da ra Bella, onde ou-
r ora eiiato um aobrado, sendo o dito muro em
toda a exteosio, inclusive parle do becco que Ihe
Uca ao lado, e hiveado o eogeoheiro aa cordea-
gao dada declarado que esse muro devjs recaar
ue modo a licor no aliohameolo do quarleirlo de
casas que Ihe ficam ao norte, isto recusado
H palmos das casas que lbe fleam vitiobaa, i
vista da msneira porque se acha dada a ebrdea-
*0flude,"uJ.rMoqae pode muito bem
servir de escondrijo mslfeitores, eotendeu s
fJh-" que de.la desaoropriar as daae essas vl-
zinhas. e determinou que se eotendesse a res-
peito com GiDson. "
d.?ir* 2!*' P?OBdo-e "a dessproprisgio
declarou que o fatia porque nio era ella de utili-
dade p.bhca.e aproveitava smente I um parti-
cular, pelo qne vota va contra.
O mesmo Sr. pediodo a palavr*, disss que ten-
do a cmara ero sessao de 10do correte mau-
dado que a coa minio eximiouse as obras, que
flteram Ramos & C, e nio haveado esla inda
do examioar. eoleodia que tal exame nio linha
lugar, porque as obraa fetas pelos proprietarioS
Sfan o contrario do que a eommiaaio exigir, e
foi approvado, o que se v do offieio que dirigi-
ram i cmara dando parle do que" flieram.
U Sr. Reg, eombeteado o que dase o Sr.
Mello, mostrou que nio s as obrss estsvsm fel-
las de conformidade um o parecer da commissao
como se prestavam ao 8m desejsdo
O Sr. Mello, continuando na questio, pedio que
se lesse os pareceres dedos pelo 8r. Reg, e pelo
e.rurgiao Silva e ac bou dizendo que ness.rla-
menta ae adoptarla a obra da vala orno medida
muito boa, embora a cmara se oppqzesSe que ss
aguas do laboratorio correnem para o ribeiro.
O Sr. Mello apreseotou o resollado da subs-
Cripcio. d que ae encarregou para o monumento
do fallecido coolelheiro Jui Bonifacio de An-
drada e Silva, a qual produtio 98, que se man-
dn sotregar ao procurador.
Presto juramento e fiscal soppleote da fregu-
tia de Jaboalao.
Esteve em prars a obra do muro do cemiterio
publico da rregaetia do Pogo, a qusl tehlo, I re-
querimeoto do 8r. Barata, flesdo adiada. reSol-
veu-se por flm mandar por em prac de novo
nos diasl e 3 de margo futuro.
Despacharam-se as peligdes de Augusto Fer-
reira Pinto, raonaenhor Francisco Munit Tavares
Francisco Pereira Lemas, Heorique Jos de Fa-
ria, Ignacio Luiz da Brito Taborda, Joio Rios,
Df. Joaquim de Aquioo Fooaeca, Joio Baptista
Boavaotera Rodrigues da Silva, Jos Crrela de
Brito, Josqtiim Jos de Souta, Joaquim Csrneiro
da Cunha, Jlo Mftlins de Barros e outros, Lelz
de Fringa de. cr Ferreifa,Mara Isabel Antones
de Ollvera, Saluatisno Ferreira Conlinho, e le-
vantou-se a aessie.
Eu Francisco Canato da Boaviagem, fflcial-
maior a escrevi, no Impedimento do secretsrlo.-^
Barre* Reg presIdaote.-Henriqaes da Silva.
Reg.Mello.-Reg.M lis.
Attengo. (')
Srs. rtiactoret da tortita.Com a sen tenga
do Sr. juiz de direito Dr. Joa Filipfte de Souza
Leio, condemnando em recurae o Sr. Fr. Hercu-
lano do Coragio de Jasas Brito, a am nez de pri-
aio, j terminantemeol rtip
lm sua Revista de 26 d fllerl
lado; porm como all libia
|ue o procono leve por H|e
tro de dioheiro do oejiosito,.p
ntre mim eo meu ex-cbUd(Ii 'ajtU'de
J$, aou obrigtdo A 'bisWflir I |ri|al e causa
dease proceaao, para que Vmca. e o publico aal-
m .quei o avju tnfoTmintf. tvrcujretooh os Mtude
alterando os fados e oceultando a verdade como
o provou a seotenca.
Resumirai essa historia sem muito offender ao
areceito de Horacioss brsois use laboro obicu-
rui fio.
Em fina de margo. do anno passado conlralei
aqu com o Sr. Fr. Hercuaoo a capellana deste
eogenho, exigindo elle a quanlia excessiva de 5508
'( anousea, por que precisara, para vir co-
pe/o de comprar e sustentar um cavallo na ci-
dade.
Em viata desta razio sugeitei-me s qusntia,
perguntaodo logocomo podia elle ser o meu c-
penlo sendo coadjutor t
Respondeo-me elle por estas formses patarras
pono, por que as minhas mistas sao "n-
dependentet, e como coadjutor tmente tou o-
brtgado ai eontlttet, e mais actot da minha s-
mana.
Ora bem se v, que eu me nio sugtitarl* a pa-
gir 5508000 por urna capellsnii sugetta s contin-
gencias do Sr. vigario.
Fuadas por tsoto as duss condiges, de ter ca-
vallo e nao faltar as mistas, fexamos o contrato
do qual nio exigi papel, porque a minha boa f
especialmente em um religioso, que eu devia
suppr coosciencioso, repellia esta necessidade.
Dasejti logo que a prlmeira missa fosia no se-
guiote domiogo de Pischos. Respondeu-me elle,
que nio podia promeiter, porque ainda eslava
tem cavallo; sendo tambem davidoso que a mi-
nha hceoga de missa ji tivene chegado do Re-
cife.
Quanto lieenga do Sr. bispo, Ihe tornei, irei
fallar ao Sr. vigario, e o cavallo por um ou dous
das nio faz difTereoga, lbe o maodarei.
Fui depois fallar ao Sr. vigario, que ji sibil do
oosso sjuste; e all esteve o Sr. Fre Herculano,
mas nao ae fallou do cootrato ji feito. O Sr. vi-
gario nio duvidou licenciar a primeira mus, e
eu Ihe agradecendo me retirei.
Previuo ao leilor, que se deseo a taes minucio-
sidades, porqae contra o exposto deu o Sr. vi-
gario ao seu cosdjutor um atlestado em que o ir.
juiz de direito fundou s sua attenuante ; atiesta-
do que, desde ji protesto nulltflcar com as pro-
prias palavras do aeu coadjutor!
Tomemos porm o Oo da historia. Mandei ca-
vallo ao capellio, nao someote duaa, como mul-
tas vezes, porque quando o nio mandara fleava
sem missa.
Por vetes perguntei so Sr. Frei Herculano,
quaodo comprav cavallo ? Ettou netta deligen-
cia, me responda ella continuamente. No flm
de alguna mezes estranhei-lhe este abuso de coo-
tianga fazendo-lhe sentir, que eu me nio sujeiii-
ra s eise onus.
Eoi seguids velo dous ou tres dias em cavallo
alugado na cidade i 40000, queixando-se sem-
pre de soffrer tal earistia, por Ihe nio chegar um
cavallo, que esperara do engeoho Ubeca, doa Fra-
des.
Inspirott-me compsixio o v-lo perder con
Unto petar aquellas patacas ; e acreditando an-
da na historia de Ubaca que em breve me livra-
ria d'aquelle onus, offereci-lhe aceilou e conii-
nuei a macdar-lhe o cavallo ainda.
Ji em flns de agosto pedio-me elle que o dis-
pensasse di missa do domingo seguiote somente
por ter de ir o Sr. vigario ao Recife.
Quit estranhar-lhe semelbante pedido contra o
nosso trato; mas por coodesceudencia, amissde
e poltica Ihe ced aquella nica missa ; mas elle
fallou, a Ires, alm de oulras, ora vollando-me o
cavallo, ora pedindo-me dispensa e gaohando
sempre os 99000 de ceda missa que nio diiia I
Do dioheiro nio pedia elle dispensa I Em flm na-
ja de cavallo de Ubaca:
Eo oulubro estranhei-lhe de novo aquella fal-
ta que ia degenerando em caoada econmica; e
al ihe propuz, i visia disto, o latermos um aba-
le oo ajuite.
Respondeu-me que nio precisara porque ia
comprar um cavallo ao meu lavrador, o Sr. Gon-
calo Gomes de Souza.
E, para iocurlu a historia, no cabo de um met
fallou a oulro, e depois a outro dos meus visi-
nhos em comprar-Ibes cavallo, pan me ir assim
embalando como o fez al dezembro I
Ora, devemos confessar, que esta fol de fride I
mas adiante se veri que Deus nem sempre os
perada.
Ser-lhe-hia licito e honroso abusar assim da
minha generosidade, boa f e contrato, e servir-
se por taes meios de um fsvor quasi extorquido,
e por espago de nove mezes? 1 Nioguem por cer-
to o affirmari. Cootinuemos pois. Se a minha
cooviegao eslava firmada sobre o aeu carcter, o
mesmo oio podia ainda dizer da consciencia de
um religioso. Poda lalvet oio acbar um caval-
lo que lbe agradaste, te nao ot meus; a por tanto
anda me deixava persuadir de que, ou ella nao
poria duvida em offerecer-me por flm um abate
coosciencioso no ajuste; ou pelo meos, que el-
le me seria muito grato e reconbecido por taotos
e lio forjados obsequios, antas esmofas efe 90000
e delicado trata ment. Eogaoei-me, porque o Sr.
Frei Herculano do Coracao de Jess grande em
lado como vou mostrar I '
Todos sabem que por um inveterado aso. a
equidade, lodos os Srs, capellaee diten sempre
a primeira mina do Natal en aua capaila, eode
mais povoo eapera e se incommoda ; mas para
mim que lbe pagara a capellana anoual, com
taes oous e privagdes eootra o tratado, o meu
capellio, apenca me deixou a ultima missa pela
forte razio de ter schado na cidade boas esmolat
pelas duas primeiras.
Vja-se porm o melhor I
Pedi-llie em nomeda minha mulher, que visto
nos ter deixado a terceira miasa, ao menos nos
viesse dize-la de dia ; porque a aeobora grvida e
incommodada como ae seotia, nao podia aem sof-
frer muito, esperar desagalhada at aa 4 horas
da manhia.
Pois bem, peraote a mesms seohora, que se
chegsra para retorcer o pedido, responden o nos-
so capellioque essat horas te levariam dan-
gando; e fue tambem elle se incommodava
muito em deitar- te tarde, e levantar ti cedo pa-
ra t>r (meia legua) aqui dixer a mista de da I
Era o escaroeo unido I ingralidao I Nolou-s
portento, que o Sr. frei Herculano, que dit acei-
tara por obsequio ludo quanto Ihe preste! e ser-
vi, por espago de nova metet, me aegava, em
nico e primeiro pequeo favor com lana groi-
seiria e ingralidao al para com ama senhora
sempre solicita om acata -lo I
E por cumulo de malicia anandoa-me diter na
caria injuriosaque me diste a missa de norepor
favor poit que atua obrigaemo era 4ixe-la de
ota 111 Nao obstante aquella reiposta petante s
senhora suOoquei-o asco a a indigoaeio, e com
paciencia queii evanglica, mecaiel, e contiouei
a irala-loem minha casa com a mesma so nio
uiaior aflabilidade. Era a vioganga do desprezio
uoiea, que me poda honrar.
Como v o leilor, neohaaaa conaideragao me
aeootelhava a aer mais eondeieendeote e generoso
com tal homem : provado-rae havia elle por de
mais a sua inqaalifieavel ingratidio ; reslsva-me
a cunoeidade de prescrutsr a eonseiencis do re-
ligioso; edetpeuindo-me delle, dar-lhe umaci-
ridoaa licgio.
Nio podando, mais sepporisr tal homem e sast
economas, (elle chamarla radicularias] ; suspen-
d a capellada per cirli do 1 de Janeiro prxi-
mo pinado, e Qz a minha experiencia, propoodo -
lbe nos termos mais polidoi e tmigareii om aba-
te coosciencioso en vista4o nosso sjuste a dea
faltas que commottara ; naa diendo-llie logo 18
aila o acham ptemrivel; pois que su nao faria
disto questao.
Respondeu-me. -que deixava akUc a meu
arbitrio, t que te algum dinheiro Ihe tobratte
fitetie-lhe o favor de mandar. Aceitando o ar-
bitrio cooduceote ao mau flm deacontei-lhe so-
mente lOOg e remetii-lhe o excedente (211*500)
moitraoM-lheaae ola abuiarl de arbitrio que
elle me dlrs. Blvpivei-rae o dinheiro diMfllo-
1"* H e--*e tofrontam lmenle 21 por
cada vbmi ( livslio) ou que me agradeca
todo o meir^t tabtnia-lha pr-aur (hypecrisii)
de ter celiraM no mt. rifefio m estipendi
algum. (Ji linha receuMo can mil res) 1
Ji au o coohecia muito para acreditar em suss
Pllivrs ; mt vilo ler-i dvolvidu dinheiro,
espere! que elle viesse ou mandasse saber de
minha resoluglo ; a qual era entregar-lhe lodo o
dinheiro e dizer-ihe qua ji fetta ealava a minha
experiencia, pota logo Ihe dissera que nao faria
auto questao.
Bra negocio de cooscieocia, e nem Ihe hsvia
alugado cavallo para lbe aceitar dous mil ris por
viagem, que mootariam 4 maia de cem mil ris,
dando o cavallo duas vlageoa cada dia.
Esperel-o em vio, mas ao cabo de tres disa o
nono homem sem mais razio alguma, etquecen-
do-se do praxer que Ihe ficava de celebrar no
meu oratorio tem estipendio algum premeditou,
e contra toda expectativa snrpreheodeu-me com
outra carta exigindo o dinheiro todo, calumnian-
do-me e injunando-me atroxmeote I
Mandei-the logo dizer pelo portador da dita
carta, e depois positivamente por um escravo,
que mandasse buscar o dioheiro lodo, com re-
cibo.
Iojuriou-me perante o meu ecravo, mandan-
do-me dizer que nao mandara buscar o dioheiro,
eque se eu Ih'o nio maodasse, esperaria o flm
das ferias para chamar-me ao juiz de paz ; e esta
mesma reaposta davs a lodos quantos officlosa-
mente Ihe pediam o recibo para levar-lhe o di-
nheiro todo I
Era a Providencia que o quera cssligsr, e eo
o seu instrumento. Compria obedecer.
Foi nesse estado de provocagio, que me cons-
tando,que elle me iojurliva pelas casas da cidade
e al naS reuoioes de missas.na matriz, ji leudo e
commentando.ji reproduzindo com ufana o aulo-
grapho da caris injuriosa,que para iato elle conser-
vara para salvar minha pequea repulagio.deposi-
tei judicialmente o dinheiro, e queixei-me contra
elle, sendo por flm condemnado em recurso i um
met tmenle de priso, vislo ter o Sr. Dr. jult de
direito reconbecido em favor do reo urna circums-
lancia atteouante, fundando-se oo aitestsdo gra-
cioso do Sr. vigario, a qual aendo-me offenaiva
se nio injuriosa, com o devido respeito refutarei
em outro artigo, pata o qual me emprazo e desde
Ji pego attengio especialmente dos seohures ju-
ristas.
to aono, asiassioaram no termo da villa da As-
ilmoiei, provincia de Macei, a seu nico irmio
o alferea Joio de Souza Castro Salgado ; qua a*
Ihe tem propOSto lodos oa meios de guarreiar-
Ihe, ji por areteocOee eootra aua existencia, j
com preleogdes de prejudicarem na heranca de
seus pata, e quem sejam oa pretendentes de taea
preteoges, conforme as oceurreociaa que serio
pt este pefiodico publicadas.
Aeha-sa mais le presente um tal Manoel An-
tonia que foi daquelle diatricto por desgraga do
mOao, e m til Sirues, catado com urna so-
brinas d me amigo Castro e Souza, este guer-
reii lo meu Insigo, por ter com elle se intriga-
da |k>r oentar que s elle devera aer o herdeiro
daquella aropriedade, nestas ambiciona valas
deram lugar a intrigar-se com o meu amigo Caa-
ire, e para isse o mesmo Maoeel Aotonio de
Vascoocellos, preitando-ie, com suai sabias in-
telligeocia a fomentar a intriga de Simei Fer-
reira Braga para com o amigo Castro, e hoja
presla-se a goerreia-lo, por ambicionar o em-
prego que occapa o meu amigo, de subdelegado
daquelle diatricto, e por coobecer que o meu
amigo ihe fat sombra oaquelle lugar, jl por ter
tido outro nascimento, oa.ra educagio acorjpa-
nhada de poaigio; e Analmente gosa o meu
amigo de oatra importancia, pois I por el ca-
racterisado, de suficiente capacidade, manso,
pacifico, de boa conduta, ete.
B quem Manoel Simoes Ferreira Brsga
vindo para aquelle|lugar da Villa do Norte, pro-
viocia de Macei; e quem Manoel Antooio de
Vascoocellos, lerei de ponderar melhor suss bosa
qualidadea por este peridico : se julgarem nao
bailar esss correspondencia, tornarei.
O matulo de Una.
( ) 0 Sr. Dr. Beltrio aappde qne s hs autori-
dades judiciarias em Sanio Ailo, per Uso emen-
de ji se ochar concluida a aau plano, lio bem
preparado por am a homem, aervioda da luda
oo mesmo procesio ; o superior Tribuoil da Re-
lagio, porm, prevar-lhe-hs, con aua recta de-
cilio, que ha justiga no pas, I cajo esealpelle
oio pode resistir a epiderme ptrida de ni aro-
re. Da vir en qua ae eomprebeedo quanto mal
vem i sociedada por abrigar am aaa seio vineras
semeihantes 4a taea preparaddru do presente
processo.
O Sr. Dr. Beltrio eali eaterisado a diter quan-
to 'he parecer,-corlo de que um dia aeri publi-
cada a verdade da tal urdida da proceuo por io*
furias, couheeej.se-ha quen ten razio,
[A Rtiaccao.)
Eogenho Bento-velho 18 de margo de 1862.
Pedro Btzerra Pereira de Araujo Beltro.
Srt. Redactores.Sahimos do nosso silencio
para communirar Ihes algaos tactos Importantes,
que em nossa comarca e centro deata provincia
teem occorrido, eolre os quaes lerl a primazia
a epidemia do cholera-morbus uue por este ser-
tio lem feito baslaatea victimas.
Longe estsvamos de pensar no terrivel viajan-
te oriuodo do Ganvea, confiados na pureza do
nosso ar, na salub quaodo descuidados speravamos gosar um bom
invern, como moitra aer o presente, eis que
ehega o flagello.
Nos primeiro! din de ferereiro prximo passs-
do chegoo-nos a assustadora noticia de que na
Alagoa-Tapsds, sitio distante desta cidade cinco
leguas ao aadoesle, tioham sido accommellidas
algumas pessoss, e duss destaa mortaa. B o sr
foi tornando-se tio Contaminado que no dia 16,
apeaar de dizer-ae que o cholera era benigno,
comtado vagavam noticias que causavam grande
emoco aa pessoas fracas.
Neste mesmo dia o nosso paroeho na missa
conventual fallou em termos tocantes na occasiao
do cathecismo da epidemia, que nos ameagava
com suss terriveis coniequeneits: e convidou
leus parochianoa a fazerem penitencia, e dirigi-
rem preces ao Altissimo psra affaslsr de as tal
easligo.
Logo depois psrtio psra Alsgda-Tapsda, prorap-
to a prestar soccorros a seus habitantes, que es-
tavam quasi em abandono, spesar dos cuidados
do Dr. Fooseca, que deligeotemente prestou-se
em soccorro de seus prenles e maia mora-
dores.
Admirsr-se-hao os leitores de nio se fallar que
algum medico, doa dous que aqui ha, nio fos-
sem ao lagar do perigo ; assim scooteceu por-
bue seodo convidados pelo vigario e juiz de di-
reito interino o Sr. Dr. Costa Ribeiro, que pre-
teodeu eootratir um medico om nomo do go-
veroo, oflerecendo orna paga razoavel, neohum
quiz prestar-ie, e smente o Dr. Luiz Jos li dau
um passelo.
Camiobaudo aisim ss cousas accommettido
o vinario, e seas compaoheiros beoigoamente
ameacadoi do mal, por cuja razio regreSsaram
no dia 21, deixando oaquelle lugar trila e dous
morios e muitos doenles.
A epidemia all fez na extensio de duss le-
guas tantas victimas, que no dis 25 do dito mez
hsviam morios triota e cineo, e doentes oilenta
e poueos, dimioulndo dahl por diaote saa in-
tentidade.
Quando no dia 17. depois de ter havido ama
reunllo exlraordioaria da cmara convocada pe-
lo preaideote o Dr. Jos Paulino, onde aa to-
maram algumas medidas hygienicaa a bam do
asseio dests cidsde, que em parte nio foram
executadas, porque nosso fiscal parece dormir,
e nao ver as aguaa eatagnadas no centro desta
cidade. chege-nos a noticia que em Pombal em
Irea diaa tioham sido accommsltidas setenta
petioas, e no dia 25 cento e quareota aoffriam do
mal, sendo preaentemente o numero dos morios
desenla.
Aqui, desde o dia 17, qae apparecem indicios
da epidemia, pelo qne no dia 18 do prximo
panado, fez-se urna reunilo na caaa da cmara,
onde o Dr. Costa e outros seus collegss, falla-
rara dis circunstancial actuaos, e tomaram-se
algumas medidas a bem da saivjcao publica.
Foram tomando incremento estes pequeos
svmptomas da epidemia, que boje ae acham
muitos doenles, e tres morios, entre estes o ne-
gociante Carlos Borges, deixando urna onmeruss
fimilis, que o tem extremamente chorado.
Ao passo que a epidemia progrlde, avaliem os
leitorea o oosso veixeme e recelo, vendo a hora
que vamos habitar um campo aberto, tuto que
oono cemiterio nio eil acabado; nio poma-
vamos em morrer tio depressa.
Soubemos ltimamente que na Hormiga, ter-
mo de Pombal, olio leguas distante desta cidade
por falla de experiencia ou iacuria do povo se-
paltaram o carpe de am cholerico com tres psl-
mos de profuodidade, o qual foi arraocado por
cies diaa depois, quaodo linha chegado ao miior
grao de pulrefacglo I
Nao obstante lodo o occorrido, alguna estu-
cantes detta facaldade teem deicido. e entre es-
tes o nosso smigo o acadmico do 4* anno o Sr.
Mileno de Torres Bandeira, deixando saa presada
familia entre nos.
Mas, leitures, til a perversidade do Corici
humano, tal a ndole do hornero, que apesar
deise grande terror, qae no dia 22 do prximo
pastado dos sssaltavs, um traficante oo passa-
dorde moedas falaaa ao meio-dla em ponto, per-
correu es lojas desla cidade trocaodo por moeds
papel urna porcia da ptlaees falsos oovsmente
fsbricados, e conseguio passar vlnte e dona sabi-
dos, ao mesme tempe procarando prata velha
para comprar.
Estai moeda se acham na poder lo promotor
publico o bicharel Feliciano, que tem procurado
cumprir aeu dever ; naa nossa polica tio boa,
qae s procurou prender este criminlo Manoel
Baptista, morador na Picada, depois que elle te-
ve lempo psra oceultar-se, eontentindo-se en
nio fuer mais iodsgagdea.
Aqui flndamoae acarnos ns expectativa.
Souza 2 de margo de 1861;
Um appello para o Exm. pre-
sidente.
O aviso que faz o Sr. superintendente da vis-
ferrea no Diario de boje de que do dia 31 em
diaote fecha-ae a estagio da Pontatinha, sem qne
all parasse mais o trem, sorpreheodeu a todos se-
melhante medida, nio s prejudicial eos proprios
ioteresies da compaohla e du governo, como em
grave prejuizo de muitos proprietarios morsdores
oaquelle lugar e outros, que por all traositavsm.
E' na verdade espantoso, que o goveroo coosinta
que se caasue atsim do povo. Aberts a vla-fer-
rea fra na Ponlezioha feta urna eitagio, propa-
gan lo-se que [Icaria permanente, dndose ios-
truegoes, etc. O povo corre todo espenocoso
para aquello lugar (como era de esperar) gastara
toda a aua pequeoa fortuna, fazem urna povoagio
de mais de 50 casas, outras pessoss tatem casis
em seus sitios, gastando oio pequeoa quaolia,
ludo pela influencia da estagio, e quando ludo se
echa neate p, dit comoaohia da via-ferrea, nio
ba mais estagio ? III Consentir o governo em
semelhante logro ou caasusda feila a aquellos,
que de boa f acredltavam, como deverio acredi-
tar, que eatavam garantidos em gastar suss for-
tunas, visto que o goveroo era quem os garan-
ta? III Qual a razio de se acabar hoje at com
os passageiros? Seri porque nio rende a estagio
da Pontezinha ? Se a reaposta for afirmativa di-
remos, que eolio deven acabar com as mais que
ae seguem at o Becife, porque ellas nao renden
miia do que a da Pootetioha ; nolaodo-ae, po-
rm, que na estagio da Ponlezioha nio rendia
mais do que as outras pela falla de commodida-
dea para embarque de cavalloi, leohas, e outros
objectos, etc., todava veja-se o rendimento de
quando ella eslava frequeotada dos passageiros e
genaros, e verio que as oulrss estaedes interme-
dias nio rendan) mais do que ello. Finalmente
paramos hoje aqui a espera de alguma providen-
cia que o Etm. presidente deve tomar a tal res-
peito. Pootetioha 21 de margo de 186S.
Um offendido.
Praca do Recife 21 de
marco de 1862.
\s quatro horas da tarde.
Coiaccs da junta de cor reto res.
Nao houveram coiages.
J. da Crut Maeedopresidente.
John Gatissecretario.
_
^L^^isissr-
Publicares a pedido.
Roga-se a atteiico do publi-
co, do Exm. Sr. presidente
e dolllm, Sr. Dr. chefe de
polica.
Nio podando ea jimait tolefsr o quaolo me
tem cuitado wflYer o men amigo Antonio Basilio
Castrp do Sonta, morador a proprietario em Bar-
ra la Jangada, subdOlegadrJ daquelle dlatriclo,
o qual desde 1835, qae a 12 de novembro do di-
NOVO BtNCO
DE
PER XA UBICO,
O novo banco paga o 8* dividendo de
12$ por aceao.
Al tendeara
Rendimento do dia 1 a 20. .
dem de dia 21. ,',
304:839*336
18:615#226
322:854*562
Movimento do altendesjrn*
Velamos entrados com tatendas..
t torn generoa.. 1S5
Volamos sabidos
c
con fatendat..
com gneros..
125
117
Descarragam boje 22 de margo.
Polaca hespanbolaMaria Lloberasecerne.
Brigue poriuguezRelmpago varios gneros.
Barca inglesaOlindafatendat.
Barca francetaAtuadem.
Barca ingletaHermiooedem.
Brigue ingletBosaliebacalhio.
Impnrtav&o.
Brigue portugus Relmpago, vindo de Litbos,
consignado i Thomat de Aquioo Ponseca, ma-
nifestou o seguiote :
25 barris vioho tinto, 25 dito! ateite doce ; a
Joio Antonio da Silva Jnior.
2 barricas moslarda, 2 fardoa flores medici-
oaes ; a Manoel Joi de Souta.
2 caitoiea mercurio ; a Vn & Leal.
6 caias cers em vela, 100 ssceot trelo ; a
CarvalboNogueira & C.
50 barris cal em pedra ; a Antonio Joao Fer-
iado.
100 aaccos farelo, 25 barris cal em pedra ; a An-
tonio Jos Arsntes.
100 saceos semeas, 1 caitotinho eert em ve-
las ; a Domingos Bodrigues de Aodrsde.
1 barrica campeche ; a B. Francisco de Sonta.
79 barricas sardinhas, 15 barris ateite doce. 15
ditos peite em muura, 4 caitas doce secco ; a
Luiz Joi da Costa Amorim.
60 caiiolinbos cera em velas; a Prente Vian-
na & C.
3 barricas cera em grnme, 21 caixotes dita em
velas, e 200 csixas figos ; a Manuel & Rodri-
gues.
3 caitas garrafas para purgante de La Roy, 1
barrica mottarda a Ciors & Barbosa.
10 barricas ar, 1 fardo peoeiras, 1 dito ditas
de rame e caitinbss, 2 caitotes brochas, 1 dito
drogas medicinaea e pi d'ouro : a Vicente Jos
de Brito.
1 caixote semeotei diversas, 1 dito brochas, 1
dito espirite de sal amoniaco, 1 dito mercurio, 1
dito esturaque, t ditos tharebenlina, 1 dito olee
de fgido de bacalhio, 2 ditos drogas medidme!,
o li*roa de pao d'ouro e de prata, 8 barricas II-
nhaga, 4 ditas noslarda, 3 ditas asi amargo, 1
caitots fetea de ouro, 1 dito agua ingleta ; a
Joao da Silva Faria.
1 eaixa aapatoa de orello ; a Joaqalm Pereira
Arantes.
5 pipas o 25 barris vinho, 150 saceos farelo ;
a Maneel Ignacio de Olivelra Filho.
50 barrio loucinho, 100 aaceos semeas, 50 mo-
lhos cebles ; a Tasso Irniet.
2 barris vlnha ; ao padre Joaquim Raphaet da
Silva.
20 ditoe dito de celares. 4 barriqoiohat rio de
bico, 5 coitta cebolaa, 1 dita caree ensacada, 4/
barra toucioho e 10 ditos vinho ; a Marquel Bar-
ros di C.
. 50 saceos fsrele ; a Manoel Goncilvet da!
Silva. v
1 caita ehiaelles da orello ; a Salyro Seraphim
da Silva.
50 barra cal an padra ; a L. A. Siqueira. '
2 ditos vioho lelo ; a Guilhtrne AugoilO K-
cardo. a
100 saceos farelo ; a Luir Jos Pinto da Costa.
1 barril viaho ; Manoel da Ira Raneta.
50 eaixas cebolaa; a Aagusio Antalo do
Couto.
20 barris asette doce ; 15 ditos e 7 pipa VI-
nagre, 50 teneos farelo. SO barril toaotaha, M
ditos chourijos; a Antonio Luit da OltveiBa Ate-
vedo,
/


T
f.
"SS
DIARIO DE^ERNAMBUCO^ SaBBADO 2t DE |URgO DE 1861.

.i '
_'. ...........t..'
.....* '
100 iiccoi farelo ; a Brito & Qairoz.
3 eaixaa oto medicinal, 16 ditaa 6 barra
droga, 1 ctixa polea de louca, 1 dita vidros, 1
dita li?roa, t paaote man, 1 fardo pao campe-
che ; orden.
2 eaixaa droga; a Joo da Conceicao Braro
" 7 >"rif tinUi, adiUapedra hume, I eatxa
or^ePr?r./^;,,oediciMM'*
..il"i,lt MU,tal Marcelino Jos oo-
calves da Ponte.
t eaixa gomma Ucea, 2 barra axarco, 1 dito
<* "Pato. 1 eaixa drogas aediciuaes, 1
JT.Pa?el de em,>riilho 1 caixote imagen : a
Jo Pioho Borge.
1 eaixa agua rax, 1 dita drogas, medicamento
e turo de pao d'ouro e de pr*t, 1 eaixa gom-
ma lacea, 10 barricar alvaiade ; a Joaquim Mar-
lioho da Cruz Correa.
4 eaixa plantas, floras medleinaese droga, 1
dita charape de marmello, 4 ditas capa roa ver-
de, 4 ditas oleo raedicioaes, e 1 iardo raizes me-
dicinaes ; a Denker & Barroao.
30 barra carne ensaocada ; a Jos Marcelino
da Ros.
1 eaixa campbora, 1 dita vidrot, 1 barriaa
moatarda, 1 dita llohaga, 2 icaixas drogas medi-
cinio; a Joaquim de Almeida Pinto.
4 eaixa 1 lata drogas medicinaos, 1 eaixa ma-
n, 1 barrica mostarda ; a Lima Jnior & C.
2 caixotes objectos de porco ; a Antonio de
Souza Reg.
1 dito Irvros ; a Joaquim Ferreira Ramo.
1 caixote queijos ; a Francisco Gome de Oli-
veira.
1 dito chapeo ; a Ixidoro Hilliday & C.
1 vacca o 3 gaiollaa com pauaro; ao capito.
50 eaixa passa, 128 barra toucioho, 40 barri-
ca sardioh, 30 barrisazeite doce, 40 ditos vi-
nagre, 1 barril vinho de cara vellos; a F. S. Ri-
bello & Filno.
50 eaixaa cera em vela,4 pipas e 25 barr t-
nho tinto, 20 ditos dito braceo, 3X pipa e 10
barra vinagre. 10 barrica grao de bico. 2 aaccoa
fUr de alfazema, 200 viras de lagido, 30 ancore-
tas semeas, e 20 arados ; a Thomaz de A iniuo
romee.
10 pipas vinagre, 20 ditas e 50 barr vinho ;
a Thomaz de Aquino Fooseea Jnior.
Hiato nacional Garibaldi, vindo de Aracaj,
consignado a Tasso Irmos, manifetlon o se-
guinle:
1:000 aaecos com aisucar; a ordem.
Bngue inglez floafie. viudo ir Terra Nota
cooiigoado a Saunders Brolher& C, manifestou
0 seguinte: *
2:862 barricas bacalho e 5:122 pi de taboas
de piaho ; ao mesmo.
Vapor nacional Apa, vindo dos porlos do Norte
manifestou o seguinte:
1 bahu de folha; a Antonio A de Lacerda C.
1 caixote; a Joo Yiaona de Mello.
1 eaixa ; Augotlo Bertaod.
3 ditaa; ao r. Joa Joaquim de Morae S-
menlo.
1 embrulho; a Clemente de Araujo Lemo
Jnior.
1 encapado; ao Dr. Ernesto F. de S. Tararea.
1 eaixa; a Joa Baptisia da Fonceca Jnior e
1 encapado.
3 dita de plantas; ao Dr. Triato de Alencar
Araripe.
15 saceos algodao, 1 eaixa ignora-ae ; a ordem.
Bngue nacional Imperial Pedro, vindo do Rio
Grande do Sal, consignado a Mata & Espirito
Santo manifestou seguiote:
l.tib'J arrobas de carne de charque, 152 ditas
de aebo em rama, 224 ditas de graxa em bexigas,
e <0 couros *accuns seceos espichado; a ordem.
Barca nacional Favorita, inda do Rio de Ja-
neiro, consignada, a Domingos Ferreira Man,
maoitestou o seguiote:
50 barra vinho, 222 ditos toucioho. 454 cal-
as massa, 1 dita agalhaa, 4 caixes chapos.
1 dito ti Iros com blsamos, 7 ditos diversos g-
neros, 300 garraes geoebra, 250 bricas 800
ineias ditas e 50 olumes cascos vazios o abati-
dos, 14 podras de marmore, 300 saceos e 4 bar-
rica faruha de mandioca, 10 dita e 251 saceos
cate, 898 ditos e 1 barrica milho, 200 rolo e 30
lata fumo, 2 encapado com urna cama fraoceza ;
a ordem de direraos.
Cter nacional Erna, rindo de Penedo, con-
signado ao capito Adelino Elpidio Pioho mani-
festou o aeguinte :
80 saceos farelo de arroz, 200 ditos arros pila-
do; a Jos Googalves Torres.
18 saceos milho ; a Pedro Jos Pinho.
200 pedras de amollar, 30 lataa oleo purifica-
do, 180 aaccos farinha de mandioca, 30 ditos mi-
lho ; a ordem de diversos.
=
carra*
dem do
feco .An
r ca,|.272tro*-Migados com
kolm,
Brigue
gara :
7.36'i 3Hr
Briga haanoveriano Joannt, para o Canal,
carregaram :
Kalkmaon Irmao, 1,000 aacco com 5,000 ar-
robas de asiucar.
Brigue nacional Eugenia, para Lisboa, carre-
garam :
Antonio Luiz de Aodrade, 28 aaccoa com 98
arrobas e 1S libra de gomma.
Pacheco & C, 50 saceos com 150 arrobas de
assucsr.
Uanoel Ignacio de Oliveira 4 Filho, 340 aac-
cos com 1,700 arrobas de aisucar.
Hiate nacional Artitta, para o Rio da Prata,
carregaram :
Amorim Irmioa, 30 pipas com 5,520 medida
de caxaca.
Hecefeedorta de rendas latera as
fferaes) de Pernambaeo.
R.odlmentododia 1 a 20. 35:3924470
dem da da 21.......1:429920
36:822390
Cousmlado provincial.
Rendimento do da 1 a 20. 53:8345670
(dem de da 21......: l:788|i79
55:6221849
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 20.
Rio de Joneiro pela Babia2 dia do ultimo
porto, cur?eta a vapor nacional Faratnte.com-
mandante o capito tenente Delphino Carlos
de Carvalho.
Bo'ton33 das, galera americana Btngal, de
980 tonelada, capito Tbomaz Melville, equi-
pagem 23, carga carvo de pedra ; ao capito.
Veio refrescar.
Navio entrado no dia 21.
Liverpool45 das, barca inileza linda, de 250
toneladas,'capito R. Ilarkoess, equipagem 13,
carga fazenda e ouiros genero ; a Saunders
Brothers & C.
Navio tahido no metmo dia.
ParahibaBarca iogleza lindoo, capito John
Woof, em lastro.
o
lloras.
c
3
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Almo'phera.
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Centgrado.
I uy^ometrT
I dilema hydro-
metrica.
o
ec
C/i
P3
J
> O.
A noite clara com alguns aguaceiros, veolo
ESE regular e assim amaohnceu.
OSClL*g0 DA HAR.
Preamar aa 8 h. 6' da manha, altura 6 6 p.
Bam-raar aa 2 h. 18" da tarde, altura 1,2 p.
Obaervatorio do araenal de marinha 21
margo de 1862.
de
osuno stbpplc,
1* lenle.
Editaes.
Exportafao
Do dia 18 de margo.
Patacho inglez Lavinia, para Greenock, car-
regaram :
Johosloo Pater & C, 1,200 saceos com 6,000
arrobas de assucar.
Brigue inglez Caroline, para Gibrallsr, carre-
garam :
Saunders Brothers &C, 1,300 saceos com 6,500
arrobas de assucar.
Barca iogleza Trinculo, pira Liverpool, carre-
garam :
Patn Nash Si C, 90 saceos com 458 arrobas
e 14 libras de algodao.
Brigue brasileiro Eugenia, para Lisboa, car*
regaram:
Joo Pereira Moutioho, 100 saceos com 500
arroba de asiucar.
Joaquim Vieira de Barros, 30 pedras de amol-
lar.
Brigue nacional Veloz, para o Rio da Prata,
carregaram :
Amorim Irmos, 400 barrica com 3,170 arro-
bas de aiaucar.
Vapor inglez Tyne, para Lisboa, carrega-
ram :
Hauoel Goocalves da Silva, 30 latas e 40 cai-
x48 com 8 arroba e 28 libras de doce de gu-
iaba.
dem do dia 19.
Barca iogleza Trinculo, para Liverpool, carre-
garam :
Kalkmaon Irmos, 178 saceos com 977 arro-
bas de algodao.
Paln Nask & C, ;119 saccas com 105 arro-
bas e 27 libra de algodao.
Patacho inglez Lavinia, para Greenock, carre-
garam :
Johoston Pater &C, 1,200 saceos com 6,000
arrobas de assucar.
Brigue sueco .Irma, para Slockholm, carre-
garam :
N. O. Bieber& C, 1,383 cuuros salgados com
37,002 libras.
Bngue nacional Eugenia, para Lisboa, carre-
garam ;
Feliciano Jos Gome, 400 saccoa com 2,000
arrobas de assucar.
Antonio Ferreira Monleiro, 50 saccas com 250
arrobas de assucar.
brigue nacional Veloz, para o* porto do Rio
da Prata, carregaram :
Amorim Irmos, 250 barricas com 1,787 arro-
bas e 12 libras de assucar.
Brigue portugus flor inda, para Lisboa, car-
regaram :
Amorim Irmos, 540 saceos com 2,700 arrobas
de assucar.
dem do dia 20.
Barca iogleza Flyng Fish, para Liverpool, car-
regaram :
Soutkall Mellors & C, 242 saceos com 1,229
arrobas e 12 libras d algodio.
Patacho inglez Undine, para Greenok, carre-
garam :
Krabb Thom & C, 1,000 saceos com 5,000 ar-
robas de assucar.
Barca iogleza Trinculo, para Liverpool, carre-
garam :
Kalkmaon Irmos, 110 saceos com 544 arro-
bas e 12 libraa da algodao.
Saunder* Brothers & C, 102 saccas com 544
arrobas e 12 liba de algodao.
Patacho inglez arriel, para Cdiz, carrega-
ram :
N. O. Bieber & C. 1,600 saceos com 8,000 ar-
roba de anacar.
Brigue aueco Anna, para. Slockholm, carre-
garam :
N. O. Bieber & C, 912 couro com 25,028
libras.
Patacho holltodez Joanna Luiza, para os por-
los do Rio da Prata, carregaram :
i Amorim Irmos, 300 barricas com 2,342 arro-
bas e 26 da asiucar.
Brigue nacional Veloz, para os portas do Rio
' da Prata, carregaram :
norim Irmos, 300 buricns-com 2,315 ar-
bas de asiucar.
t
O llim. Sr. inspector da thetouraria pro-
vincial, em cumprimeoto da ordem do Exm. i>r.
presidente da provincia de 14 do correte, man-
da fazer publico qae no dia 10 de abril prximo
futuro, peraote a junta da fazenda da mesma tbe-
souraria, se ha de arrematar a quem por menos
Uzer a obra do aterro a fazer-sn oas ras do Sebo
e Trompe, avahada em 5:972#000 ri.
A arrematarn ser fela oa forma da lei pto-
viucial n. 343 de 15 de maio de 1854, e aob as
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a essa arrema-
taco comparecam na sala das tesse da referida
junta, no dia cima mencionado, pelo meio dia e
competentemente habilitados.
C para constar se maDdou atinar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraih proviocial de Per-
nambaeo 18 de margo de 1862.
O secretario,
A. F. da Aoouociaco.
Clausulas especiaea, para a arremalagao.
IoO arremtale dar priocipio as obras
quioze das depois de lbe ser entregue o respec-
tivo termo do contracto, e cooclui las-he no
prazo de tres mezes; seguindo-se oa falla de
qualquer destas condicoes o que acerca dellas
dispoe o capitulo 3" da lei provincial o. 286.
2*O arrematante obrigado a seguir recia-
mente na execucao da obra a planta e orcameoto
apprevado, assim como a cumprir instriclamenle
as iusiruccoes do eogeoheiro incumbido da ius-
pecgo da obra.
3oO arrematante fica sugpilo a observar em
toda sua plenitude as obrigages que ihesao im-
postas no capitulo 3 da lei proviocial n. 286.
4O pagamento ser eito em tres preetages
iguaes correapondendo cada urna a terga parle da
obra total e qaando essa terga parte estiver aca-
bada.
5"O arrematante nao ter direito a reclama-
do alguma, tendente s iodemnisseo, .qualquer
que seja a natureza das allegages em que se
fundar para tal fim.
Conforme, o secretario,
A. F. da Aonuncisco.
O lllm. Sr. inspector da tbesourana pro-
vincial, em cumprimeoto da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 14 do correte, man-
da fizer publico que no dia 18 de juoho prximo
futuro, peranle a junta da fazenda da mesma the-
souraria, se ha de arrematar, a qaem por menos
fizer a obra do calgameoto a fazer-se as ras do
Sebo e Trempe, avallada a braca quadrada de
em pedra ment pelo ayalema Mac-Adato em 309
e de calgamenlo de pedra irregularea em ri
163000.
A arremalagao ser feita na forma da lei pro-
vincial o. 343 de 15 de maio de 1854, e as clau-
sulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a mesma arre-
malagao comparegam na ala das sesses da refe-
rida junta, no dia cima meociooado, pelo meio
dia, competentemente habilitadas.
E para constar ae mandou aixar o presente e
publicar pelo | Diario.
Secretaria da theaouraria proviocial de Per-
oambuco, 18 de margo de 1862.
O secretario,
A. F. da AoounciacSo.
Clausula eipeciaes para a arremalagao.
1.*O arrematante dar priocipio obra logo
que for para ete fim avisado pela directora da
obra publicas e a coocluir no praso de seis me-
zas contados da data do aviso.
2.aO arremalaote obrigado a seguir exata-
meate na execugo da obra, a planta e orgamenlo
approvados, assimeomo a cumprir resnelamun
le a inalrucgee do engenheiro iacumbido da
lospecgo da obra.
3.* arrematante fica tugello a obiervar em
toda tua plenitude aa obrigage que Ihe slo im-
postas no capitulo 3 da lei provincial n. 286.
. 4.aO pagamente era folio por preslacoes
meosaes conforme o numero de braga* prompla,
oo seodo, porm, um numero iuferior sxta'
parle da obra total.
5.*O arrematante oo ter direito a reclama-
gao alguma tendente a indemnisago, qualquer
que sejs a natureza das allegages em que se fun-
dar oara tal fim.
Conforme.
A. F. da AuQunciago.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
A amara municipal do Recita, teodo rece-
ido do Instituto Histrico Brasileiro o offieio
que abaixo vai transcripto, convida a todos os
mu manicipes, para que concorrim para araa-
lisaeio dasaa obra de tanta honra para o Brasil,
subscrevendo na secretaria da mesma cmara as
quaniias de que quizerem dispor, nao podando
ser menos de mil res, nem mais de dea mil res.
Certa do patriotismo que caracteriza lodos os
Pernabucanos, a cmara munipal do Recite es-
pera que se prestarao de boa vontade a realisa-
0o des te randiozo fim.
Psgodacamara municipal do Recife, em ses-
saodeSB de oulubrode 1861.Luiz Fran-
cisco de Barros Reg, presidente.Francisco
Canuto da Boaviagen, ofcial maior servindo
de secretario.
Illms. Srs.O Instituto Histrico brasilei-
ro, a que presta Sua Magastade o Imperador a
sua immidiau pioiecgo, resolveu que se levan-
asse nesta corte urna estatua a Jos Bonifacio de
Andrada e Silva e se erigisse um tmulo digno
de seus preciosos despojos ; sao paginas da his-
toria escripias em bronse marmore pela grali-
dio brasiletra, eque devem traosmiltir a posteri-
dade as tradiges gloriozas que se ligam a um
dos grandes >ulios naeionaes, e um dos primeiros
colaboradores da nossa independencia.
Os abaixo assignados, membros da corarais-
sao a que o Instituto Histrico incumbi lio
nobre tnisso, accordaram recorrer ao auxilio
de (odas as cmara municipaes do imperio, para
que pr orno vara subscri pees populares entre os
seus munieipes, visto como o monumento deva
ser feito a expensas de povo.
A commisso desejando que todos os Bra-
sileros poisam eoncorrer para to patritico
monumento, quies quer que sejamassuas for-
tunas fixou o mnimo e o mximo das quautias
entre mil e dez mil res.
Deven lo a estatua ser inaugurada no dia 13
de Junho de 1863, centesimo aniversario na-
talicio de Jos Bonifacio de Andrada e Silva; a
commisso espera que Vv. Ss. se dignem de
coadjnval-a em to louvaxel empenho, aelivando
e apressando a subscripejio, cujo resultado ser
publicado as folbas diarias d'esla capital.
Deus Guarde Vv. Sj. Rio de Janeiro
18 de agosto de 1861.Illms. Srs. presi lente
e Venadores da cmara municipal da cidade do
Recife da provine de Pernambuco. Enzebio
de Queiroz Counho Mal tozo CmaraJoaquim
Nerberio de Souza Silva,Joo Manoel Pereira
da Silva.Bario de Mau Jos Ribeiro de
Souza Fonle.Henrique de Beaurrepain Roban
Doutor Claudio Luiz da CosaThomaz Go-
mes dos SaniosF. S. Dias da Motla.
Pela thesouraria proviocial e fu pablico
qae no dia 87 do correte vai oovamenle a praga
para ser arrematado a quem mais der a renda das
casas abaixo mencionadas, pertencenles ao pa-
trimonio dosorphos.
Ra do Sebo n. 12, casa terrea 160&000 por anno
Kua do Rosario n. 14,-idem SOlgOOO por auno.
Ra da Lipa n. 4l,idem 18X8000 por anno.
Ra da Cacimba o. 65, idem 3008000 por anno.
Kua dos Burgo* n. 68 dem 2058000 por aono.
dem idem n. 69, 1258000 por snno.
Ra da Seozala Velha sobrado de dous andares n.
79, 6508000 por anno.
dem idem aobrado de dous andares n. 80,
6508000 por anno.
Ra da Uuia o. 83,1628000 casa terrea por aono
dem idem n. Si, 1688000 idem idem por aono.
Ra do Pilar n. 96,1578000 idem por anno.
Ra da Madre de Deus o. 35, 1:6218000 idem
por aono.
Estrada de Parnamerim sitio n. 1, 500J000 por
anno.
dem, idem n. 2,1208000 por anno.
Forno da Cal sitio o. 5, 3528000 por anno.
Secretaria da thesouraria proviocial de Per-
nambuco, 15 de margo de 1862. O secretario,
A. F. d'Aonanciagio.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. S .
presidente, manda fazer publico, que no 27 des-
te mez, parante a junta da fazenda.se ha arrema-
tar a guem mais der, o rendimento do imposto
de 10 0[0 sobre os terreno oceupados com o
planto do capim no municipio do Recita, ser-
vindo de base a esta arremalagao o offereciriienlo
feito por Ionocencio Monleiro de Paula Borges,
da quaolia de 2:1008 por anuo.
A arremalagao ser feita por lempo do 33 me-
tes a cootar do Ia de dezembro de 1861 a 30 de
junho de 1864.
As peisoas qoe quizerem arrematar o dito im-
posto, comparegam oa sala das sesses da refe-
rida junta no dia aupramenciooado, pelo meio
dia e competentemente habilitadas.
E para constar se mandou afxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
oambuco, 14 de margo de 1862.O secretario,
Aotooio Ferreira da Annunciaco.
encontrado depoia do toque de recolher. Recife,
20 da margo de 1862.
O aubdelegado
Manoel Antonio de Jess Jnior.
Pelo consalado de Portugal em Pernamba-
eo se faz publico, que tendo fallecido intestado o
subdito portuguez Jos Joaquim Bibeiro de Oli-
veira, em 13 do crranle, se procede a arreva-
dagao e liquidado de aeu espolio por este con-
sulado, deveodo por linio seus oradores habilita-
rem-se peraote o mesmo dentro do lempo que
lbe marca a le.
Pelo mesmo consulado se proceder no dia
quarta-leira 26 do crreme pelas 10 hora da
manhaa n ra Direita o. 55 a arremalagao da
loja e mal objeclo perteocentes ao espolio do
dtto Jos Joaquim Ribeirode Oliveira.
Igualmente se annuncia, que teodo fallecido
no da 18 do crreme Franciaco Alves Pinto, de-
vem seu credore habilitarem-se da meima
forma ; e ser arrematado seu eipolio contando
u .4 e l8oa trastes de pouco valor no
da 87 O crreme, ra do Encantamento n. 13,
pritneiro andar por cima da taberna pelas 11 ho-
ras da manhaa.
Consulado de Portugal em Pernambuco, 20 de
margo de 1862.
J. Henriqutt Ferreira.
THEATRO
Santa Isabel
Sabbado 22 de marco de 1862.
Penltima represeotago da companhia dram-
tica, e juotamente da companhia arerobau.
Grande e variado divertimento*
Logo que a orcheatra tiver executado urna de
uas ouverluras. dar priocipio ao espectculo
que ser dividido pela maneira seguinte :
Primeiro quadro.
Repre"ntar-s-ha a linda comedia em um acto-
A DAMA DOS CHAVOS BRAMOS.
Personagess. Actohes.
Aoastacio ._.....
Emilia sua nuilher. .
Balthazar aeu lio.....
Camilla mulher de Balthazar.
Domingos galego ....
Josepha. criada.....
A acgo passa-se em Lisboa na actualidade.
Segundo qiiadro j
OS DOUS TRAPEZIOS.
Executado pelo dous joven Albert ellyppo-
lito, onde 'era a grande agilidad e torga
que sao dolados dito joreos.
Meodes.
I). A. Chave.
Thomaz.
D. Jesuioa.
Lisboa.
D. Carmella.
muscular i*
Terceiro quadrri
AS TYRAM1DES DO EGYPTOl"
Pelo joeo Albeit. terminando pelo equilibrio
mais difficulloso que tem sido executado em to-
do mundo e nico por elle no Brasil.
Quarto e quinto qudros.
AFILIJAlulo BARIO.
Sexto quadro.
A POLKA IMPERIAL.
Dansado por mademoitelle Caroliot
Albert,
Stimo quadr
divertida |eom
Representaco
acto,
da
e o joven
lia em um
Minlia Sogra,
Pela companhia dramtica.
Oitavo e ultimo quadro.
OS JOCOS OLYMPICOS DOS ANTIGOS
* ROMANOS.
Executado por Honorio Freir, Fnrreira, An-
tonio, joven Albert, e raademoiselle Caroline.
J Principiar i horas.
Corridas
jogo dos anneis
$hiri para o ul tacando as escalas do dia'24
do correte aa 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 2 ao meio dia. Encom-
menda, paaaageiros e dioheiro a frele at o dia
da aabida aa 2 hora : aicriplono no Forte do
Mallos n. 1.
COIFAIWIA PERNAMBUUIU
M
iMavegaco costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, .Macau
do Assu', Aracaty,Gcar e Acaracu'
O vapor Iguarass, coramandante Vianaa,
sahir para oa>porto do norte de ua escala al
o Acaracu no dia 29 do corrale mez a 5 horas
da larde.
Recebe carga al o dia 28 ao meio dia. Encom-
mendas, passageiros diuheiro a frete at o dia
da aahida aa 2 horas: escriptorio no Forte do
Mallos o. 1.
Para Lisboa e Porto.
Preteode seguir para os dous porto cima
aom muita brevidade o veleiro e bem coohecido
brigue nacional Eugenia, capito Manoel Eze-
quiel Miguis, de primeira clasae e primeira mar-
cha, pregado forrado de cobre, tem parte de
seu carregamento promplo : para o resto que
lhe falta, trata-an com os seus consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Arcvedo & C, no sou
escriptorio, ra da Cruz o. 1.
Baha.
O htlte Santa Rita, sogue em poucos dias, re-
cebe alguma carga a frete : trata-se com os con-
signatarios Marques, Barros & C, largo do Cor-
po Santo n. 6.
Para a Baha
A veleira e bem conheida escuna nacional
Carlota o pretende aeguir com muita brevida-
de, tem parte de seu carregamento prompto : pa-
ra o resto que lbe falta, trata-se com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C no aeu escriptorio ra da Cruz o. 1.
'Avisos'diversos.
Ama de leite.
Precia-so de urna mulher em fllho para ana-
mentar urna crianca de dona mezes, paga-ae bem;
a tratar na praca do Cerpo Santo o. 19.
Joa Joaquim Texeira, Portugus, vai para
o Rio de Janeiro.
HaOTIRIA
Hoje 22 do corrente mez andarao im-
preterivelmente as rodas da primeira
parte da primeira lotera a beneficio da
matriz de Taquaritinga, no consistorio
da greja de N. S. do Rosario de Santo
Antonio. Os blhetes e meios bilhetes
acbam-se a venda na thesouraria das lo-
teras ra do Crespo n. 15 e as casas
commissionadas. Os premios serSo pa-
gos depois da distribuicao das listas.
0 lliesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Saques sobre Portugal.
O abaixo asaignado agente do Banco
Mercantil Portuenae oeita cidade, aaca
Rio de Janeiro
pretende aeguir com muita brevidade o brigue
escuna Joven Arlhur, lem parte de seu carre-
gamento promplo : para o resto que lbe falta,
trata-se com os seus coosigoalarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio ra
da Cruz n. 1,
Para Lisboa
Se aeha proaoato o bem conhecido brigue por-
tuguez Relmpago. Tem a maior parle da
carga eogajida e para o reatante e passageiros a
quem offerece boa accommodacoes e Irala-se
com o consignatario Thomaz de Aquino t'uuseca
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
8
effecli va mente por todo os paquetea so-
bre o mesmo Banco para o Porto e Lis-
H boa, por qualquer aomoaa avista e a pra-
S zo, podeudo logo os saques a prazo serem
descontados no mesmo Banco, na razio
de 4 por canto ao anoo aoa portadores
que assim lhe convier : na ruaa do Cres-
po u.8 ou do Imperador o. 51.
Joaquim di Silva Castro.
sobre
cavados de madeira.
Caes Viute e Dous de Soveui-
bro n. 12,
Domingos, tercas, quiuUs e sabbados,
das 4 s 9 horas da tarde.
Preeo da entrada 200 rs.
____Declarares.
Correio.
Pela administrado do correio desta cidade te
faz publico que no dia 24 do correle pelas 3 ho-
ras da larde em ponto, feebar-e-ho as malaa
que deve conduzir o vapor coateiro Peraiouoge
com destino a proviocia de Macei e porto in-
termedios.
Por esta subdelegada se faz publico que se
acha depositado um cavallo rugo grande, tomado
hoje no acto de ser preso Jos Joaquim Rodri-
gues por suspeita de que furtado, visto que dito
Rodrigues iodigitado como traficante neate ne-
gocio : pelo que quem se julgar com direito ao
dito cavallo compareja, que provando lbe ser
entregue.
Subdelegada dos Afogados SO de marco de
1862.Moraes.
Tendo esta subdelegada denuncia de Anto-
nio Flix da Silva dse acbar neste districto com
um cavallo pequeo e preto, o qual se fazia sus-
peito, o prendera e mandou depositar o dito
cavallo : quem se julgar com direito ao mesmo
animal, provando legalraeote lhe ser entregue
<0bd!legat.\<,8 Afoaao O do marco d
1862.O sublelegado, Moraes.
Consulado de Franca.
Em conformidade com o art. 7. da convenci
consular, conclaida em 10 de dezembro de 1860
entre o Brasil e a Frsoca, o cnsul da mesma'
faz publico que o subdito francez Louis Robert
Baudichou, falloceu hootem.
A thesouraria provincial em cumprimento
da ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
de 19 do correle, tem de foroecer para o colle-
gio daa orpbas desta cidade, as fazendas abaixo
declaradas :
1,000 corados de cassu, toda ella do mesmo
padrao.
1,000 ditos de chita idem idem.
200 varas de madapolo para forro.
As pessoas que quizerem vender laes fazendas
apreaentem suaa propostas na mesma thesoura-
ria, no dia 27 deste mez pelo meio dia.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 21 de marco de 1862.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Anouociaco.
De ordem do lllm. Sr. inspector da theaou-
raria de fazenda deata proviocia se faz publico
que no dia 26 do correte mez terode ser arre-
matados a quem mais dr o caico e mais per-
tenec da eacuoa de guerra Lyndoia, avallados
na quaotia de 12:736*100 (doze cont euceulos
triol e seit mil e cem ) : a pessoas a quem
convier a dila arremalagao hajam poia de com-
parecer na referida thesouraria pelas duas horas
da larde do dito dia.
Secretaria iln theaouraria de fazenda de Per-
nambuco em 21 de margo de 1862.Servindo de
official-maior, Manoel Jos Pinto.
Pela aubdelegacia da freguezia de Santo An-
tonio ae faz publico que se acba lecolbido cas
de deleoeo & ordem da mesma aubdelegacia o
preto Jos, que diz ser perteneente tripolacio
do palbabvie Etpadartt, e ser scravo, por ser
(O bilhete de eotrada d direito
reir.)
A's familias que desejam visitar
ment, previoe-se que devem roa idar procurar
oa bilbetes oa ra do Trapiche n 2. hotel de
Pierre Puech, eacolhendo a hora qi e lhe convier
oas segundas, queras e sextas feira, das 9 horas
da manha s 6 da tarde.
a urna car-
ale divert-
Rio de Janeiro
O bem coohecido e veleiro brigue nacional
Almirante pretende seguir com muita brevida-
de, tem a bordo parte de aeu carregamento ; para
o resto que lhe falta, trata-se com os seus con-
signadnos Antoolo Luiz de Oliveira Azevedo &
C, no sen eacriplorio ra da Cruz o. 1.
Para o Rio Grande
doSul
aegu* com toda a brevidade por ler quasi todo o
aeu carregamento promplo, a barca Uathilde,
aiada pode receber alguma barricas a frete : a
cratar no escriptorio de Manoel Alves Guerra, ou
m o capito Pinto.
Ldloes.
LEiLAO
DE
Avisos martimos.
LEIRA
JSJPdM.
COMPANHIA
G
raras
E' eaperado dos porlos do sul at o dia 28 do
correle um dos vapores da companhia, o qual
depois da demora do costume seguir para os
portos do norte.
Desde j recebem-ee aassageires e engaja-se
a carga que o vapor poder cooduir a qual devo-
ra ser embarcada no dia de aua
commendas e dioheiro a frete at
da as 2 horas : agencia ra da Ou/. o. 1. escrip-
orio de Aolonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
chegada, en-
o dia dasahi-
Para
Urna escrava,
Segnnda-feira 24 do corrente.
O agente Peataua veoder em leilo por couta
de qaem perteocer urna escrava parda com 23
annos de idade, bonita figura, aem defeitos nem
achaques e s se vende ior nao querer ir para
o mato e lem a seguinte habilidades : lav bem
tanto de brrela como de sabo, engomina algu-
ma cousa e cose costura cha, cosiuha tambero
comida usual: segunda-feira 2i do correle
pela 10 hora da maoha no armazam da ra
do Vigario n. 11.
Aluga-e o primeiro andar da roa larga do
Roiario n. 31, commodos para* pequea familia :
a tratar com o espilo Teixeira, no qnarlel de
polica.
Aluga-se a casa terrea
da ra da Uuio u. 41: a tra-
tar na ra da Cadeia do Reci-
fe n. 62, primeiro andar.
Stbbado 22 do corrente depoia da audien-
cia do joiz municipal da segunda vara cirel lem
de ir a praga oa terrenos foreiros em que asseo-
tam as casas ns. 2.6. 8.12, 16,20, 21. 24 e 26,
silos na ra das Cruzas da freguezia de Santo
Antonio, conforme o escripto e edital que se acha
na nao do porteiro do juizo, penborados ao co-
ronel Rento Jos Lemenha Lin, por ezecaco
d Manoel Ribeiro Rallos.
Rapbael Feroande brante vendo entre os
terrenos foreiros que esto aonunciados para se-
rem arrematados em praga do Sr. Dr. juiz muni-
cipal da 2.* vara, em o dia da maoha, 22 do cor-
rente, o terreno em que asaeola a aua casa de
sobrado de dous andares e solo n. 24 da ra daa
Cruzes, apressa-se em prevenir a quem inters-
sar possa, que o dito terreno proprio e nao fo -
reiro.
Precisa-se de urna pessoa forra ou captiva
para andar distribuindo pao das 6 horas da ma-
oha s 7 ; na ra do Rangel o. 75. Na mesma
caa precisa-se de am Portuguez para caizeiro.
Em consecuencia da recommendaco que
me fez o lllm. Sr. Dr. chefe de policia, de ter
aberta a mioba botica sita na ra Direita n. 88,
at meia noite, para o servigo da populago, de-
claro que nao s eitar aberta at essa hora co-
mo al o amanhecer, isto em qnanto houver ns-
ceasidade Joa da Rocha Paranhos.
Ausentou-se desde o dia aagunda-feir 17
do correte o prtlo de naco, Luiz, de idade 40
ancos, pouco mais, baixo.'um tanto descansado
uo andar, veio acerca de 10 annos do Maranbo
pare Pernambuco ; quem o pegar queira leva-lo
ero Santo Amaro (cidade Nova), ou oa praca do
Corpo Sanio a qualquer hora.
Na ra do Crespo, esquina o. 8, existem
cartas para os Srs. Joaquim Manoel Pereira, Ha-
noel Quinta de Azevedo e Manoel Goncalve dos
Santos Pereira.
Aluga-*e o terceiro andar do sobrado da
ra da Cadeia do Recife n. 51: a tratar na loja
do mesmo.
Precisa-se de urna ama que aaiba eozinhar
nem, forra ou captiva : na ra do Seve, sobrado
de esquina por delraz do novo Gymnasio.
0 abaixo assigoado faz sciente a seus deve-
dores que no dia 21 de margo entregou ao Sr.
Antonio Pedro Hsrlios s cobranga de seus dbi-
tos, do que lhe 5o devedores como consta da
relago que dito Marlins lem em seu poder para
cobrar amigavelmente ou judicialmente conforme
asordensque Desta dala lhe passo. Recife 21 de
margo de 1862. Andrs Ra neo.
Eslando-se em negocio com os terrenos fo-
reiros em que asseotam as casas terreas os. 7, 9
e 13. silos oa ra de S. Francisco desta cidade,
por isso se pede a qualquer pessoa que techa do-
minio sobre os mesmos, o ter a boodade de de-
clarar por este jornal, ou participar oa loja da ra
do Queimado de Coas bastos n. 46, isto por
estes sois das.
DE
Rio de Janeiro,
a barca nacional Amelia pretende seguir com
muita brevidade, lem parte de aeu carregamento
a bordo ; para o resto que lhe falta, trata-se
com os seus consignatarios Antonio Lsiz de Oli-
veira Azevedo & C, no seu escriptorio, ra da
Cruz n. 1.
Para o Porto.
A barca portugueza Silencio, capito Fran-
cisco Martin de Carvalho, pretende aahir com lo-
da a brevidade ; quera oa mesma quizar carregar
ou ir de paatagem, dirlja-se ao oonsigoatario Ma-
noel Ferreira da Silra Tarroso. na ra de Apollo
numero 28.
GOiriNBU PERNAMBUC4NA
M
Navegaco costeira a vapor.
0 vapor Petinuoga, commandante Moura,
Un solio.
SO manteletes
Segunda-eira 2i do corrente.
O agente Pestaa vender por conta de quem
perteocer em leilo 50 manteletes os mais mo-
dernos que ha neste mercado deembarcados l-
timamente, pois que lem tambero capaa e pro-
prias para o lempo de quaresma: seguoda-faira
2i do corrente pelas 11 horas da maobs na ra
do VigarW o. 11, primeiro andar, onde tambero
podem ser examinados.
LEILO
Hoje 22 do corrente.
E. A. Burle &C. contfooaro o seu leilo por
iolervenco do agente Oliveira, do mais comple-
to sortimento de fazendas, principalmente iogle-
zas e francezas a mais proprias do mercado e
da presente estacan, e as quaes muito espera
agradaro a seus freguezes a quem reiterara o
convite para o mesmo, que ter lugar;
Sabbado 22
do corrente, a 11 horas da manha, em sau ar-
mzem aito na ra da Cruz do Recife.
LEILAO
A 22 do corrente,
Malheu, Austin & C. faro leilo por inter-
veocao do agente Oliveira. de cerca 800 barrica
de jarraba de trigo, aob diflerentes marcas, ava-
" bordo da barca americana olmperador,
capito Pouwer, na sua recente viagem proce-
dente de Pbiladelphia para esle'porlo:
Sabbado 22
do crranle, s 10 boraa da manha em ponto
(visto que o agente tem de seguir para outro lei-
lo de Uzandaade Sr. E. A. Burle & C.) em seu
ormazem, rea da Sensata Yelba,
Aluga-se um soto por tic, na ra do Jardim :
Irala-s na ra da Cadeia n. 7._
Aluga-se a loja do sobrad o. 33, silo ua
ra da Praia de Santa Rila : a tratar oa ra da
Cadeia n. 62, segundo andar.
Um sacerdote que necessita retirar-se para
fura da cidade, oflerece-ae para alguma capella-
na em engeobo, epropoe-se a ensinar lingua na-
cional, latim e francez : poda sor procurado na
ra do Hospicio o. 26, das 8 al aa 11 horas da
maoha, e das 2 s 5 horas da larde.
Preeita-se de um negro captivo, na ra lar-
ga do Rosario o. 25, para conduceo de jamar ;
quem o tiver dirija-se a mesma casa para tratar.
Precisa-te de urna ama orra ou
captiva que cosinhe e engomme para
urna pequea familia : na ra da Cruz
n. 45, armazem.
Quem tiver para alugar urna es*
era va que seja iel que cosinhe e en-
gomme para urna pequea familia, di-
rija-se a ra da Cruz n. 45, armazem.
Ao S. B. A. B.
O formigo I. I. M. S. julga nao dever deacer
de sua digoidade para dar respoila as aioidades
do improviaado. paede familia morador na ra
da Madre de Do, e acha melhor que elle vi
vender suas ceblas e batatas, e varrer a poeira
do armazem de seu palro ae nao ? .. se nao.,.?
Attenco
Ra Nova numero 67.
J. Huoder alfaiate, avisa a seus collegas, que
precisara de ganbar a vida, qae se muoam de
urna machina de coser, pois da experiencia que
no espago de doua annos ha tirado della resulta
que a ha considerado um verdadeiro balsamo ;
pela promplido com que serve os freguezes um
prompto allivio : e os vestidos cosidos por ella
aoa de retrato. Assim pois deseia que o seu
cooselho nao seja despresado, poia deiejoao do
engrandeciroemo e progresio de ua classe qae
almeja facilitar os meios peloS quaes, tmente
poderemos attiogir ao fim.
ESTRADA DETERRO
Recife a Sao Francisco.
AVISO.
Oo dia 25 do crranle em dianle nao se rece-
bar mais carga no armazem da Atalaia.
AisignadoE. H. Bramah,
Superintendente.
Injecco Brow
Remedio infallivel contra as gnor-
rlieas antigs a recentes. nico depo-
rto na botica francesa ra da Cruz n.
122. Preco 3$\
\



|YSTE l MEDICO ODBLLOWAY
PILLAS HOLLWGYA.
steMmvdes^eifl(Mnposioiniein-| Anlon,0 Fetrelra de Al]eda (eixoudegef
menta de heros medicinaos, nae conten mercu- e caixeiro do abaixoassignado desde 15 do corn-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Bei
nigno maistenrt infancia, e a compleicao mu-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na compleicao mais robustas
entecamente innocente em suas operges e ef-
feitos; pois busca e remove as doengas de qual-
quer espacia e grao poi mais antigs e tenazas
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muilas que j eslavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do inuHimente todos os oulros remedios.
As mais afilictas nao devem entregar-se a des-
esperagao; fagaru um competente ensaio das
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, o
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades:
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de)
Asthma.
Clicas.
Convulsoas.
Debilidade ouexlenua-
go.
Debilidade ou falla de
torcas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ven ira.
Enfermidade no ventre
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Encaaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febrelo da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
InQammacSes.
Irregularidades de
menstruacjSo.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na culis,
Absirucgo do ventre.
Phlysica ou consurap-
go pulmonar.
Retengo de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Febre intermitente.
Yendem-se estas pilulas no eslabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, enaloja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Yendem-se as bocelinhas a 800 rs., cada
urna dellas contem urna instrucgo em portu-
guez para explicar o modo de se usar deslas pi-
lulas.
O deposito giaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Joo Ribeiro Lopes, sutdilo portuguez, re-
ira-at para Europa.
Flix Sauvage.'cidado francez, relira-so
para Europa.
ltenco.
te.Antonio da Silva Pontea Guimares.
Furlaram do lugar denominado Mara Sim-
plicia, no ais 6 do correle, dous cavados de um
comboy que vioha pata esta cidade, sendo um
caatanno, gordo, frente aberta, pea e mos calca-
dos, iguaes bebe em branco, urna cicatriz de den-
tada na mo direila cima do joelho, e outro
pedrez, castrado,: com mal da bastas na anca es-
querda, e mai abaixo um O e logo maia um ig-
ual aisim 3 a um signal branco na venta esquer-
da, ambos tem marca da ferro : quem dalles der
noticia, dinja-se a Olinda ao Rvm. Sr. Manoel
Jos da Trlndade, que sendo verificada ser re-
compensado com 20S porcada cavallo.
0
DIARIO DB KRMAMBIJCO.
StBBADG 22 DE kQO DE 1862.
Julio Augusto da Cunha Guimares pede
aos amigse collegas do fallecido Sr.Tho-
m Rodrigues Feixolo,. para assislirem
missa que em suffragio de sua alma ae ha
de celebrar no sabbado 22 do correte s 7
horas da manhaa na matriz da Boa-Vista.
\mmmmmmmm
Por delberago dolllm. Sr. Dr. juiz de dl-
reito especial do commercio, sao convocados to-
dos os credores dos fallidos Machado & Souza,
para no dia 22 do correte, s 12 horas da ma-
nha, compareceris na sala das audiencias, afim
de se tralarem das diligencias consignadas no ar-
tigo 842 do cdigo.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAY
Milhares de individuos de todas as nacoai
poden teslemunhar as virtudes desteremedio
incomparaveleprovaremcaso necessario,que,
pelo uso que delle fizeram tem seuccrpoi
membrosinteiramentesosdepoisde havar em-
pregado intilmente outrostratamentos. Cada
pesso poder-se-haconvencer dessascurasma-
ravHhosas pelaleilura dos peridicos, quelh'ai
relatam todos os dias ha muitos annos; a
maior parte dellas sao to sor prndenles qu
admiram os mdicos mais celebres. Quantai
pessoas recobraran com este soberano remedie
o uso da seus brajos e pernas, depois dedui
permanecido longo tempo nos hospitaes.o tai
deviam soffrer a amputado I Dellas ha imu-
casquehavendodcixadoesses, asylos depadt-
timentos, parase nao submeterem aessaope-
rago dolorosa f oran curadas completamente,
mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
gumas dastaespessoanaenfuso de seureco-
nhecimentodeclararam estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outro.s magis-
trados.afimde ais autenticarem sua afrmativ
Minguen desesperara do estado desaude si
tivesse bastante confianza para encinar este re-
ruedio constantementeseguindo algam tempo o
tratamento que necessiasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provarincontestavelmente.
Que tudo cura.
O ungento he til, mais par tica
ite nos seguintes casos.
inflammago dajbexigt
Alporcas
Caimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras
Dores de cabera.
das costas.
dos menbros.
Enfermidades da c
em geral.
Ditas de anua.
Erapces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras;
Gengivas escaldadas.
Incbaces.
nflammaejio do figado.
da matriz
Lepra.
Males das pernas,
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas,
Sarna.
Supures ptridas.
Tinha, an qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulos.
Veas torcidas ou no-
das as pamas.
Yende-sa] es|a ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, enaloja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas da sua venda em (oda i
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada boeetinha conten
urna instrucgo em portugus para explicar o
modo de fazer uso daste ungento.
O deposito geral 4 em casa do Sr. Soum,
pharmaoeutico, na ra de Cruz n. 32, a
Pernambuco.
*- Para casa de pouca familia precisa-ge alugar
nna preta que saiba engommar & cozinhar o dia-
rio, agradando paga-se bem : na ra da Cruz
numero 49.
Jos Joiquim Taixeira, portuguez, Tai par
oRlo de Janeiro.
PM.fl
Para as provincias de Pernambuco i?ranibk,
de correio, audiencias, e reaunab de chronologia, a res ,. .
Dita com altnanak, cerniendo o kalendano, pocas, noticias planetarias,
partidas dos correios, tabellas de imposto, etc. etc. e o almanak
cevil, judiciario, administrativo, agrcola, commercial, e indus-
trial, desta provipcia, a rei .... f^fOOO
:

3Ra estreita de Rosario3
Francisco Pinto Ozorio continua a col-
0 locar denles artificiaos tanto por meio de
* molas como pela presso do ar, nao re-
te cebe paga alguma sem que as obras nao aj
flquem a vontade de aeusdonos, tem pa f*
outras preparacea as mais acreditadas aj
9 para conservaco da bocea. ej)
*> mm #
Precisa-se de urna mulher de maior idade
que saiba cosinbar para ser ama e tomar conta
de casa de um homem solteiro e que d conhe-
cimento: na ra do Torres n. 12.
Na ra Nova n. 33 precisa-te de urna ama
que saiba cozinhar, preierindo-se escrava.
Na ra de S. Fraociaco n. 8, precisa-se de
urna ama que saiba bem engommar e cosinbar,
assim tambem precisa-se de um criado para com-
pras etc., casa de homem solteiro com pouca
familia.
De3encaminharam-se do poder do abaixo
assigoado as seguintes lettras : urna aacada po
Vaz & Leal em data da 13 de agosto de 1861,
aceita por Luiz Melaoeo Franca e endossada por
Joaquim Fraociaco Franca, a vencer-se em 13 de
abril prximo futuro, da quanlia de7009 ; e ou-
tra sacada por Prente Viaona A C. em 28 de fe-
vereiro de 1862, aceita por viuva Neves & Qar-
dozo a vencer-se em 28 de maio do crrante an-
uo da quanlia de 7111480 rs., pelo que se previ-
ne aos Srs. aceitantes e secadores que nao as
paguem se nao ao abaixo assignado que protesta
provar o seu direito. Recite 17 de margo de
1862.Por Joaquim Jos SilveiraAntonio Joa-
quim de Vasconcelos.
Contraria de Nossa Senhora
do Livramento.
De orden da mesa regadora convido a lodos os
irmos para no domingo 23 do correte, as 9 ho-
ras da manba, reunirem-se em mesa geral no
consistorio desta contraria, am de tratar de ne-
gocios tendentes mesma.
Consistorio da confraria do Nossa Senhora do
Livramento 17 de marco de 1862.
Bernardo l'aicao de Souza.
Aluga-se a luja do sobrado o. 1 da ra do
Arago : na ra Augusta n. 94.
Offerece-se.um carapina para trabalhar em
oogenbo, de que tem uso e d coohecimealo de
pessoas a quem tem trabalhado : a fallar na ra
da Cacimba, sobrado o. 3.
J Precisa-se de um caixeiro que tenha algu-
ma pratica de taberna, e qae seja de idade de 12
a 16 annos : na ra do Mondpgo n. 97.
Na roa do Hospicio n. 24, primeiro andar,
precisa-se de urna ama de leite ; quem liver e
quizer alugsr, dirija-se a dita casa que achara
com quem tratar.
John Ward, sua mulher e tres lhos, reli-
ram-se para Inglaterra.
ltenlo!!!
Na travessa da camboa do Carmo n. 4 eogom-
ma-se para as pessoas que quizerem, por prego
commodo : quem quizer dirija-se mesma casa,
que achara com quem tratar.
O abaixo assignado, arrematante das dividas
activas da massa fallida de Jos Ribeiro Pontea,
previne aoa seus devedores que nao paguem a
petsoa alguma se nao ao mesmo, ou a pessoa por
elle competentemente autorisada- Recife 19 de
margo de 1862.
Bernardo de Barros Brrelo.
Do primeiro andar da casa n. 44 da ra
Nova ful lancado a ra por urna crianza, ama pe-
quena torrente de prata com diversas chaves:
roga-se a quem astiver achado o favor de as res-
tituir ainda que se pague o valor da correte.
Precisa-se de um cosioheiro, para casa es-
traogeira : na ra do Trapiche n. 8,
i Consultas medicas,
Sero dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
|e me de S Pereira no seu escriptorio, ra
S*" da Cruz n. 53, desde s 6 al s 10 horas
da manhaa menos aos domingos sobre:
1.* Molestias de olhos.
2.* Molestias de coraco e de peito.
8 3.* Molestias dos orgaos da geracao e
do anus.
8 0 exame dos doeutes ser feito na or-
dena de suss entradas, comegando-se po-
rm por aquelles que soTrerem dos
olhos.
Instrumentos chimicos,acsticos e p-
ticos sero empregados em suas consul-
I tages e proceder com lodo rigor e pru-
S dencia para obter certeza, ou ao menos
Sprobabilidade sobre a sede, natureza e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
8 de tratamento que deve destru-la ou
curar.
Ib Varios medicamentos ser oambem
* empregados gratuitamente, pela cer-
| teza qne tem de sua verdadeiraqualidade,
8*" promptido em seus effeitos, e a necessi-
dade do seu emprego urgente que se usar
(w delles.
Praticar ahi mesmo, ou em casa dos
doeutes toda e qualquer operacao que
julgar conveniente para o restabeleci-
mento dos meamos, para cujo fim se acha
prvido de urna completa collecgo de
instrumentos indispensavel ao medico
n operador. -j
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arados som todas aa ca tela necessarias, in-
falhveisem seus effeitos, tanto em tintura, como
m glbulos, pelos presos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
ncamente vendidos em sua pharmacia ; todos
qaa o forem lora della sao falsas.
Todaaaaearteiraa 2o acompanhadas da um
Impresso com um emblema em relevo, tendo ao
reopr aa segaintes palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinno, medico brasileiro. Este emblema poeto
Realmente na lista dos medicamentos que aa pe-
da, As cartairas qae nio levaran essalmpraaao
usim marcado, eaearaSanham na tampa a Bo-
ma do Dr. Sabino alo falsos
AGITADOR DINAMO
DO DOUTOR
uwm i. i. iponii.
Para a preparace dos medica-
mentos homeopathicos.
_ Os medicamentos preparado! por esta machina
sao os nicos, com qne se podem contar no cu-
rativo das molestias perigosas. E como seja o
CHOLERA MORBUS urna d'aqoellas que nao
admittem deloogas e experiencias, cumpre pre-
ferir esses medicamentos a outros quaesquer, ae
quizerem tirar da homeopalhia os ventajosos re-
sultados que ella aasegura.
Acham-se a venda carteiras e meiss carteiras
especiaes contra o cholera, acompanhadas das
competentes inslruccoes, pelos precos conheci-
dos, na pharmacia especial homepathica, ra
de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.
N; B. Os homena de bom senso reconhecem
cortamente que sendo o Dr. Sabino a foole pura,
d'oodeemanou a homeopalhia em Pernambuco
e em todo o norte, elle o nico immediata-
mente intereisado no seu crdito e no seu pro -
gresso, e por conseguinte tao somonte nelle
que se pode encontrar garantas, quer em rela-
gao applicago da scieocia no curativo das mo-
lestias, quer em relaco preparacao dos me-
dicamentos.
Na pharmacia do Dr. Sabino trabalham cons-
tantemente debaixo de suas vistas immedistas,
nos lempos ordinarios, dous empregados (um
brasileiro e outro francez quem paga ordena-
dos ventajosos), os quaes sao ajudados por mais
tres ou cinco pessoas, quando o aervico o exige,
na destillaco do espirito de vinho e d agua, no
manejo das machinas, na desecago dos glbu-
los, na distribuigao_ das diluidas etc., etc.
' evidente que 'para o Dr. Sabino exercer a
homeopalhia, como geralmente a exercem, e
preparar medicamentos como por ahi preparare,
nem eram precisas tantas desposas com o pes-
oal, com machinas e com a obteasao das subs-
tancias as mais paras possiveis, e nem tanta vi-
gilancia o trabalho na. preparacao dos medica-
mentos ; ms elle nio se contenta com o bem,
que j tem feito, dando homeopalhia a popa-
laridade de que goza: elle quer eleva-la ao
maior grao de perfeico dando aoa seus remedios
a maior iofallibilidae possivel em seus effeitos.
0 Dr. Sabino nao aspira aomente os gozos ma-
teriaes da vida ; elle se desvanece em ler nos li-
vros estraogeiros que a sua propaganda em Per-
nambuco\foi to brilhante que nao tem na Eu-
ropa nenhuma analogia (JORNAL DE MEDICI-
NA HOMEPATHICA DE PARS, tomo 4., pa-
gina 691 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HOMEO-
PATHIa, por Granier, pagina 102); mas a sua
ambicio muito maia elevada ; ella aa dirige a
legar as geracoes futuraa um nome estimavel
pela gravidade e importancia dos seus servigos,
pela sinceridade de suas convicedes, e pela fir-
meza do seu carcter.E' por isso, e para iaso
que elle trabalha ; e trabalha muito...
Dizimo do capini de planta do
municipio do Recife.
O ex-arrematante Francisco Lina Caldas avisa
aos senhores plantadores, que podem dirigir-se
a paga o que devem dentro de 15 dias, na loja
dos Srs. Martina de Burle, ra do Cabug n. 16,
alias o arrematante usar do seu direito. Recife
14 de margo de 1862.
Furtaram um carneiro grande branco com
mallns pretas, da porta de Manoel Pereica Le-
aos, em Santo Amaro : quem delle der noticia,
ou do ladro, na mesma|casa, ser gratificado.
Precisa-se de um caixeiro para taberna que
tenha alguma pratica: na ra do Imperador, ta-
berna n. 83. ....
15#000,
Aluga-ae um sitio pequeo com casa de viven-
da e cacimba de agua de beber, tendo a casa 3
quarlos, 1 solio, 2 salas, coiinha fora e copiar
por 150 mensaes, em Santo Amaro, sitio em qae
mataram o frade.
6#000.
Aluga-se em Santo Amaro, ciminbo do Cam-
po Grande, urna casa conlendo 1 sala, 2 qaartos,
1 pequeo quintal, e com agua de beber, por 6#
Vendemse casaes de ro-
las de Hamburgo pardas e
brancas a 1$ 6 casal: no bec-
co do Pocinho n. 16.
Alaga-se um segundo andar do sobrado do
becco Largo o. 1, concertado e pintado de novo,
por prego commodo : a tratar ao p, onde est a
chave para se ver.
O Sr. Dr. Guilherme Cordeiro Coelbo Cin-
tra tenha a bondade de declarar sua residencia
para ser procurado a negocio de reu interesse.
APPBOVACAO E AITOWSACIO
Ama.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva,
quecozinhe e eogomme : na ra da Cruz n. 45.
Officiaes de alfaites.
Precisa-se de officiaes de
alfaites, para obras miudas
e graudas : na fabrica de rou-
J> feitas d Bastos & Reg
junto a Concei^o dos Milita-
res n. 47.
Aluga-se urna loja com armacao,
balanca, pesos etc., etc., propria para
taberna, em boa ra do bairn) do Re-
cife, assim como tambem um andar e
soto muito fresco e por preco commo-
do : a tratar na ra da Cadeia n. 33,
com Jos Ribeiro Lopes.
Aliento
Joo Antonio Coelho, sangrador a dentista, avi-
sa a todos os seus fraguezes o ao respeltavel pu-
blico, qae se mudou da ra estrella do Rosario
para a do Imperador n. 69, aooie podte ser pro-
curado para sangrar, tirar detes, ou limpar e
calgar os mesmos, para applicar ventosas e bi-
chas, tudo com perfeigio e delicadeza, e tambem
se alugam e vendem-se excellentes bichas do
Hamburgo, as melhores que ha no mercado.
Feitor para engenho.
Na ra da Guia n. 5, primeiro andar, precisa-
se de um homom que eniendv de agricultura, e
que seja de bom costumes para feitor, paga-se
bom ordenado.
As casas de familia.
Vendem-so superiores massas em caixas, sen-
do macarrio e talharim, pelo diminuto preco de
20 a caixa ; a ellas, que esto se acabando: no
armazem do Aones defronte da altaodega.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
ra da Lapa n. 13: a fallar na loja do meamo.
Precisa-se de urna ama paracosinhar e com-
prar: na ra do Imperador, n. 37, segundo an-
dar, entrada direita.
:- ###
Aluga-se um quartq, andar com excel-0
lentes commodos : na ra da Cruz n. 53. #
t
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso,Santos & C. acam e tomam
aques sobre a praga de Lisboa.
Atteuco
Os abaixo assignados credores do finado padre
Jos Leite Pilta Ortigueira previnem a quem
convier que os herdeiros do mesmo finado nio po-
dem vender os predios por elle deixados, urna
vez que ditos predios estao sugeitos ao pagamen-
to das dividas contrahidas pelo dilo finado, divi-
das estas a respeito das quaes j pende letigios.
Recife 20 de margo de 1862.
Campos & Pereira.
Domingos Joaquim Ferreira.
Joio dos Santos Coelho.
Antonio Jos Alves da Fonseca.
Manoel Jos Correia.
Jos Barbosa de Mello.
Fortunato Cardoso de Gouveia.
Guedes & Gongalves.
Antonio Barbosa de Barros.
Jos Mootelro de Siqueira.
DA
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
CNJIf AS SSCOieggASS
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
... S^m esUS Chapas-elbctro-magnkticas-epispasticas obtem-se urna cura radical a io-
falhvel em todos os casos de inflamraa$o ( cantado ou falta de respirarte ), sejam internas ou
exlernas,como do figado, bofes, estomago, bago, rins, tero, peito, palpitago de coragao, gar-
ganta, olhos, erysipela, rheumatismo, paralysia e todas as affecgoes nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as differentes especies de tumores, como lobinhos escrof ulas etc., seja qual fr o seu
tamanho e profundeza por meio da suppurago sero radicalmente extirpados.
O uso dellas aconselhado e receitadas por habis e distinclos facultativos, sna efficaia in-
contestavel, e as innmeras curas obtidas o fazem merecer e conservar a confiaoga do publico
que j tem a honra de merecer, depoisde 24 annos de existencia e de pratica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de fazer as necessarias explicagoes, se as chapas sao para homem, senhora ou crianga, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na cabega, pescogo, brago coxa, perna, p, ou tronco
do corpo, declarando a cicumferencia e sendo inchages, feridas ou ulceras, o molde do seu
[amando em um pedagode papel e a declarago onde exislem, afim de que as chapas sejo da
toamal da parteaffectada e para scrembem applicadas no seu lugar
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas sero acompanhadas das competentes explicagoes e tambem de todos os acces-
orios para a c ollocagao dellas.
Cnsa: seas pessoae que o dignarera honrar com a sua confianga, em seu esariptorio, que
lacharu abertoe todos os dias, sem excepgo, das 9 horas da manhaa s i da tarde.
||9 IUu do Parto ||)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
Gabinete medico cirurgico.j|
Ra das Flores n. 37. %
% Serio dadssconsaltas medlcas-cirurgi-V
cas pelo Dr. Estevio Cavalcanti de Alba-
a) querque da 6 aslO horas da manhia, ac- #
0 cudiodo aos chamados com a maior bre-
fj vidade p'ossivel.
1- Partos,
aj 2.* Molestias do pella.
8. dem do olhos.
sj 4.' dem dos orgaos enitaes.
0 Praticartoda equalquer operagao em
0 seu gabinete ou em casa dos doantes con-
forme Ibes fr maia conveniente.

Pedese ao Illm. Sr. G. G. A. M.
de mandar a ra fla Cadeia do Recite,
escriptorio d. 47.
Na travessa da ra das Cruzes n
2, paimeiro andar, tinge se para todas
as cores com presteza e commodo preco.
Urna casa estrangeira de pouca fanfllia pre-
cisa de um cosioheiro ou cosinheira forra ou es-
cravo, comanlo que aeja perito no seu ofcio; a
tratar na ra do Trapiche n. 36.
Lices de ingiez.
DBo-se de noite no hotel francs ; a tratar na
rea da Cruz n. 1.
Aluga-se os primeiro e segundo andares da
casa n. 27na ruado Amorim : a tratar na mes-
ma ra n. 46.
Aviso
Oageute Costa Carvalho, tendo bcc aobadom o
seu armazem silo aa ra do Imperador n. 33,
avisa a seus amigse fregueses, que se tem mu-
dado para a mesma ran, tf, junto ao Bazar Per-
nambucano, onde serapre o achario prompto
pare cumplir os ministerios de sua prosso,
assim como roga todas as pessoas que liverem
trastes em seu antigo armazem, de nestaa tres
dias virem buscar, do contrario serlo vendidos
pelo maior prego encontrado.
Aluga-se urna casa tarrea na travessa dos
Quarteis, outr'ora raa o Senhor Bom Jess das
Criollas ; trata-se na raa Direita o. 8.
Amia.
Urna pesioa habilitada offerece-se para ensinar
raceber alumnos, nio i de grammalica portu-
guesa prfneiras letras, como franca, ingiez,
arorayMa o historie t a tratar na ra o Crespo
n. 8, primeiro andar, m
Jos Xavier Coelho, teslameoteiro e in-
vantarianlo dos bens deixados pelo finado
Antonio Jos Pereira Ermids, convida os J
credores do mesmo finado a apresentt- S
rem no prazo de 8 dias suas contas afim tt
de seren descriptas no respectivo inven- ?
tario. tt
**mm mmm mmmhmb
Ama de leite.
Precisa-sa de urna de leite: ua ra larga do
Rosario n. 21 loja de calgado.
Precisa-se de um trabalhador de padaria
que seja perito em aeu oflkio : a tratar na pa-
daria do paleo da Santa Cruz n. 6.
A VIRGEN DA TAPERA
belissimo romance pelo Dr. g
J. C. Lobato. m
Chegaram alguns exemplares, #
e ostio venda por 29 na loja 9
da raa Nova n. 11.
_ Precisa-se alugar urna escrava para o ser-
vico de casa : na ra da Cadeia Velha n. 52, ter-
ceiro andar.
Offerece-se um homem sem familia para
fora desta praga para tratar de doentea por ter
tido pratica, ou mesmo psra ensinar primeiras
letras : quem de seu prestimo se quizer ulilisar,
dirija-se a ra das Cinco Ponas n. 93.
Nesta typographia precisa-se fal-
lar ao br. Felippe de Santiago.
Est para aiugar-se o segundo andar do
sobrado n. 193 e casa terrea n. 191 da ra Impe
rial: a tratar na ra da Aurora o. 36.
Aluga-se um armazem na ra da Cruz n.
29, com sabida para a ra dos Tanoeiros : a tra-
tar no pateo de S. Pedro o. 6.
O bacharel Witruvio po-
de ser procurado na ra
Nova n. 23,sobrado daes
quina que volta para a
camboa d Carmo.
I
a
!
Pedido.
Roga-ae aoSr. Carlos Juslioiaoo Rodrigues de
mandar desempenharseu documento no valor de
829 recebido em obras da alfaiale, em outubro
de 1859, na ra Nova n. 67.
Primeiro andar para alugar.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da pra-
ga da Boa-Vista : a tratar na ra da Imperatriz
D. 46.
Precisa-se fallar ao Sr. Ignacio
Ferreira Hiendes Guimares, que mo*
rou na ra da Conceicao da Boa-Vista :
nesta typographia.
Hadamolselle Cari de la Chae, discipula
premiada do conservatorio de msica de Paris,
cootiooa a ensinar piano e canto, conforme o ges-
to moderno : pode sar procurada em aa casa,
ra Nova n. 83, V andar, por cima da loja de
chapeos de sol.
R8
aiasio
Para as encommendas ou informagoes dirijam-se a pharmacia de JosAlexandre Ribeiro,
ra doQbeimadon. 15.
Especial liOnieoiiatliieo
Ra das Cruzes n. 30.
Neste consultorio pode ser procurado o respectivo proprietario qualquer hora, havendo
ahi sempre grande sorlimenio dos verdadeiros medica raen les homeopathicos, proparados em Pa-
rs (as tinturas) por Catellan e Weber, os mais acreditados pharmaceuticos do universo como
preparadores de remedios de homeopalhia.
O proprielario deste consultorio nio pretende, todava, que sejam os seus medicamentos
infalliveis, porque nada ha infallivel em actos humanos; nem to pouco superiores aos que por
ahi se preconisam, porque certo que o que nos fazemos, outro o pode egualmente fazer to bom
seno melhor. Mas afianga que nelle nao ha traficancia, e que o servico da preparago corre
pelo mesmo proprietario, que nao tendo grandes commercio de carteiras, acha-se suficiente para
salisfazer s necessidades daquella preparago.
Neste consultorio acham-se venda elementos da homeopalhia, acommodados intelligencia
de qualquer pessoa ; assim como presta-se gratuitamente o seu proprietario, com seus esforgos e
medicamentos, todas as pessoas necessitadas, sem distinego alguma, que o procurem, pois
que o seu maior prazer ser til humanidade soSredora.
Consultorio medico-eirurgico
3~M\1IA. GLOWxV CASA. DO Ft3ttttiO-3
Consulta por ambos os systemas,
Em consequencia da mudanga para a sua nova residencia, o proprietario deste estabeleci-
mento acaba de fazer urna reforma completa em lodosos seus medicamentos.
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nao se confundam com os de
nenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaran! e gozam ; o proprietario tem tomado
a precaugo de ioscrevero seu nome em todos os rtulos, deveodo ser considerados como falsifica-
dos todos aquelles que forem apreseotados sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhar urna conta assignada pelo Dr. Lobo Mosaozo e em pa-
pel marcado com o seu nome.
Outro sim : acaba de roceber de Franga grande porgo de lindura de acnito e belladona re-
medioa estes de summa importancia e cujas propriedades sao to conhecidas que os mesmos Srs.
medios allopathas empregam-as constanlemente.
Os medicamentos avulsosqur em tubos qur em linduras cuslarao a lj o vidro.
O proprietario deste estabelecimento annuncia a seus clientes e amigos que tem commodos
suficientes para receber alguns escravos de um e outro sexo doentes ou que precisem de alguma
operagao, affiangando que sero tratados com todo o disvelo e promptido, como sabem todos
aquelles que i tem tldo escravos na casa do anounciante.
A aituago magnificada casa, a commodidadedos banhos salgados sao outras (antas vanta-
gens para o prompto restabelecimento dos doentes.
As pessoas que quizerem fallar com o annunciante devem procura-lo de manba at 11 horaa
a de tarda das 5 em diante, e fora destas horas acharo em casa pessoa com quem se podero en-
nder na ra da Gloria n. 3 casa do Pundo. Dr. Lobo Moscoso.
J. FERREIRA ULULA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cabug n. 18, 1.' andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos porambrotypo, por melaiootypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaes para
pulceiras, alQneles ou cassoletas. Na mesma
casa existe um completo e abundante aortimento
de artefactos francezea e americanos para a col-
tocaco dos retratos. Ha tambem para este mes-
mo flm cassoletas e delicados alfinetes de ouro
de Iei; retratos em phorographia das principaea
personagens da Europa ; atereoacopos e vistas
stereoscopicas, assim como vidros para ambrolyp
e chimicas pholograpbicas.
KeMenaiefiteMMKaK aiHiHfeg
Dentista de Pars.
15Ra Nova15.
Frederico Gautier, cirurgio dentista
fax todas as operages desua arte a e co-
loca dentes artificiaos., tudo com -sdeln
rioridade perfeico que as pessoas-,en
teudidas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentificios, etc.
KISSEL FILHO, frelojoeiro, concerta
relogios inglezes, suissos e chronomelros
o qual tulanga por um anno, e por mais
barato do que em outra qualquer parle : na ra
Direila n. 19.
As pessoas que liverem contas com o finado
Thomaz Dixoo Lowdeo, ex-gereoie doa emprei-
leiroa da ponte de ferro queiram apresenlar ditas
contas no escriptorio dos Srs. lloraco Creen &
C, ra da Aurora n. 8.
O Dr. CaroliooFran-
% cisco de Lima Santos,
ej mudou-ae da ra das
Cruzes para a do Im-
perador, sobrado o.
17, em frente da igre-
% ja de S. Francisco, on- #
H de continua no exerci- #
% ci de sua prosso de
medico.
s


i
i
I

9 cas Z7tza**mm
O Sr. Jos Columbino de Araujo Lima
chamado i fandico da Aurora para negocio de
seu interese, por estes 8 diaa.
Joaquim da Costa Maia pede aos seus cre-
dores para saccar suas letras em cooformidade
de sua concordata de 12 de margo, para que de-
pois de aceitas e garantidas, serem entregues aos
mesmos credores com os dez por cento em di-
oheiro, a fim de receber seus titulo.
Preciaa-se de urna mulher capas que saiba
bem cozinhar para aer ama de urna casa da fami-
lia, nio para andar na rus, e que de conhed-
manto de sua eondacta : a tratar na ra do Ran-
go! n, 7, segundo andar.
.i-


.11."

*t-
pm-^.p"
DIARIO DI PEENAMBC. ~ SAMADO 22 DE MARCO DE 1861
=Si
Deapparcet da tus or, no di 21 do cor-
rete, um cavalto alasSo capado, com cangalha e
1 cmu, 1 pequeo bih com 1 vestido o varias
miade, tambem levava tUi alla com 1 ca-
nario do imperio i quero delle der noticia n ra
do Rangel n. 69, aera recompensado.
Fugio da Estrada Nova, onde perooitava,
iodo para o engenta. Trea Alagoas, no Crato do
Beta Jardn, o mulato escravo do signaos se-
galpte : cabello carapinho, altura regular, chelo
dotorpo, pernal ftrosss, cara larga, olhos papu-
do; dente limados, falla ronca groisa, pouca
barba, espinhai no rosto, cicatrizes as nadegas,
idade 20 para 22 nnos : quem o apprebender,
er generosamente recompensado, levando all
ao Sr. Joaquim Trarassos Sariobo, ou nesta pra-
ga a odrade & Reg, ra do Crespo n. 8.
Preclsa-se de urna ama para servir a me-
nino o lavar roupa dos meamos; na ra estrel-
la do Rosario n. 2 A.
Tem cbegado urna rica pega de msica pa-
ra piano,. muito sentimental, intitulada a dor
extrema da naci portagueza, orTerecida i su a
magestde fldelhsima D. Louiz 1." rei de Portu-
gal : vende-se na casa de A. Delouch, reloeiro,
ra Nova n. 22.
Precisa-e de 50O# a premio, dando-ae es-
crivo por seguranza ; quem quizer annuocie para
aer procurado.
Precisa-se de urna ama para o servico de
casa, contendo duas pessoas somente ; a tratar
detraz da matriz de Santo Antonio, sobrado n.
28, primeiro andar.
Desencamiohou-se urna letra n. 829 sacada
por Dammeyer Carneiro & C, e aceita por Er-
nesto Augusto Paulo em 6 de dezembro de 1861
10 meies, a qusl Oca sem valor algum, visto
que o mesmo aceitoo outra em lugar daquella.
John B. Pruesdell, Chrstopher lluesdell e
sua mulher, cidados americanos, retiram-se pa-
ra os Estados-Unidos.
Urna explicado.
A publicago feita neste Diario de hontem sob
o arrombimento dos muros das duss casas em
caiides da ra Augusta da freguezia de S. Jos,
so se antende com aquellos que teem arrombado
os muros o roubado materiaes. Tambero nao nos
queixamos da policia ; porque nao ha de ler all
urna guarda ? ***
Antonio Jos Loureiro relira-se para o Rio
de Janeiro.
O Sr. Antonio de Souza Almeida tem urna
carta vinda de Lisboa, no largo do Corpo Sanio
numero 6, armazem.
CO51PAMllA DA ESTRADA DE FERRO
DO
Recife ao Sao Francisco.
( LIMITADA)
Abertura da 3.a seccao at Gameleira.
Do dia25 do correte em diante ser fran-
queada ao publico a 3.a aeccao at Gameleira, e
nesse dia se emitlir bilhetes em todas as esla-
rdes para ir a Gameleira e voltar pelo prego de
urna viagem singela, para outra qualquer esta-
ca o os prego de bilhetes sero como ordinaria-
mente. -
O trem partir das Cinco Pontas s 7 horas e
um quarlo.
Subsequentamente ser annunciada a tabella
de pregos de bilhetes e todas as mais ioforma-
coes.
AssigoadoE. 11. Bramah,
Superintendente.
Companhia da estrada de ferro
DO
Recife a Sao Francisco
(LIMITADA.)
Do dia 31 do correte em Oante ser fechada
a estaco da Pontezinha, e a contar desse dia os
trena nao pararo mais n'aquelle ponto para to-
mar ou deixar passageiros.
AssignadoE. II. Bramah,
Superintendente.
Casa de saude
NA
Passagem da Magdalena pro
priedade do Dr. Ignacio
Firmo Xavier.
Neste estabelecimenlo recebe-se doentes de
ambos os sexos o de diversas cathegorias, em-
pregando-se tambem a homeopathia no trala-
mento.
PREGO DAS DIARIAS.
Escravo.....1$600
J.'ordem.....2&000
1.a ordem.....3*000
A tratar com o |Dr. Firmo na ra nova de
Santa Rita n.7, sobrado de um andar com fren
te para a ribeirado peixe ou no seu eslabeleci-
meoto.
CALCADO
Preservativo universal,
4$Ra Direit45
*01heml...
ma das iotelligencias melhcr esclarectdai na
ciencia de Hipcrates, depois de longos annos
de exercicio de curar e matar coovenceu-se au-
na!, que o anico preservativo infallivel de qual-
quer epidemia, por mais mortfera que foss, era
conservar a cabega fresca, ventre desembarazado,
e PS QUENTES. Ora, viajando por ahi urna
epidemia,que mata gente como qualquer outra,
occasio de pormos em pratica este principios,
usando pouco do chapeo e sempre som-
bra ; tomando de 15 em 15 dias um laxante de
aal de glaober, o mais acrrimo inimigo da epi-
demia, segundo a opiniao e a pratica de um dos
ornamentos da nossa magistratura ; e laucando
ao cisco todo o calcado velho, dirigiodo-se todo
ao armazem. da ra Direita o. 45, onde o respec-
tivo proprietario a todoa recebera com cortezia,
aturar as massadaa, aquecer os ps com ex-
celleole calcado, segundo o gosto, e estado fl-
nanceiro de cada um, e vejam :
Homens. .
BORZEGUINS dos melhores fabricantes,
francezes, ioglezea e brasileos a 135,
12f, 11, 10J. 9500, 8 e............... 5#500
SAPATOES a 75500, 6(500, 59500, 5,
49500 al................................ 200
Meninos.
SAPATOES a 5^500, 5, 4, 3*500 a......1*600
Senhoras
BOTINAS de fabricantes francezes, ingle-
zea, allemes e americanos federaes
6*. 5*500, 5*. 4S500, 35500 a........... 2*500
Meninas.
BOTINAS a 4*500 e...................... 4*000
Um completo sortimento de sapatos para se-
nhora de couro de lustre virado a 500 rs., de ta-
pete a 800 rs., de lastre (os. 32 e 33) a 800 rs.,
de tranca francezes a 1*300, portuguezes 2*, sapa-
tos de borraxa para homem senhora e meninos,
muito couro de lustre, de porco,cordavio,marro-
quim, bezerro francez, sola de lustre, coarinhos,
vaquetas, sola etc., que ludo vende-se como em
nenbuma parta.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova oficina.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Neate rico e bem montado estabelecimenlo en-
contrarlo os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no sea genero.
URNAS, de todas as qaalidades.
SANTUARIOS que rivaiisam com o Jacaranda.
BANHEIRuSde todos o lmannos.
SEMICUPAS tdem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixaa de todas as grossura.
PRATOS imitando em perfeigo a boa porcel-
lana.
CIIALE1RAS de todas as qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e flandre para qaal-
quer sorlimento.
VIDROS em caixas e a relalho de lodos os ta-
mandando-ae manho, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebom-se encommenda de qualquer nata-
reza, concert, que ludo ser desempenhado
contento.
Escravos a venda.
Vende-te un preto bom carrelre, profiri para
eogeoho, e nma escrava que tem algumaa hab-
lidade, per prego baralissimos : a tratar com
o Sr. Jos Pedro do Reg, na ra da Cruze ou
n ra do Crespo n. 17. .^
Bolacha do gaz.
Na ra da Senzala
arroba.
Veh
a n. 84 a 2*800 por
Pechiclia
Na loja de 4 portas n. 8, ra
do Crespo.
Madapolo com pequeo toque de
avaria a 5#500 e4|a peca.
Dito muito fino a 5$ a pec,a.
Algodaozinho liso encorpado a 2#80O
e 5,9 a peca.
Chitas largas com pequeo toque de
mofo a 220 rs, o covado, sendo de cores
fixas, dao-se amostras.
Pechincha
Agua ambreada
para banhos do rosto e do
Corpo.
A loja daguia branca acaba de recebar non
remeasa da proveitoa e mui procarada agua
ambreada, cujos bons eTeitos de refrescar B tu-
"' l"f a.rdorAu deixa a navalha quando se
fas a barba e acabar o mo hlito proveniente
do transpirar sao j bem coohecidos, asslm co-
mo na senhoras por neo andarem ao sol fax
conservar perfeltamenteo brilho do rosto. A to-
dos quantoa tem usado 4'agaa ambreada nao ao
eatranhoa esse effeito e ellas sero aioda mais
coohecidos por aqueUe que munido de 1| ae
dirigirem a loja d'aguia branca ra do Queima-
do n. lo, onde nicamente se rende.
Fazendas pretas
na loja do pavo, ra
dalmperatrizn.60,
de Gama Silva,
A1#280 o covado-
Grosdenaple muito preto, fazenda muiio boa
na ra do Queimado o. 47.
A 1{o par.
Meias pretas de seda para senhora; na ra do s"Ja Prela hespaubo'la, covado'a
Queimado n. 47.
Vende-se baratissimo por ser tempo de qua-
resma as fazendas seguintes :
Ricos manteletes de velludo prato rica-
mente enfeitados com franjas largas os
mais modernos que tero vido a
Modernissimos enfeites pretos a turca
Garibaldi
Ditos mais simples a
Ditos de vidrilbo muito modernos a
Chales pretos de merino bordados com
vidrilbo a
Ditos de fil prelo muito Uno a
Grosdenaples pratos fazenda maito en-
corpada a 1*500, 1*600,1*800, 2J e
30*000
6J0O0
2*000
800
12*000
3g00O
Sementes
de Hamburgo.
: Meias de seda pretas para senhora a
j Ditas de la e de laia para padres a
! Luvasdo retroz bordadas com vidrilho e
sem vidrilho a 500 rs. e
' Ditas pretas lisas de seda muito lina a
i Alpacas pretas muito finas a 560, 640,
800 e
De ludo do-se amostras com penhor :
da Imperatriz'n.eo, loja e armazem de Gama
Silva.
2S500
2*000
1*000
1*600
640
640
1*000
na ra
&
Compras.
Deseja-se comprar um par de venezianas :
qaem a tiver annuocie por este Diario para ser
procurado, ou dirija -se ao segundo andar da ra
largado Rosario n. 31.
Compram-se moedss de ouro de 16 e 20* :
na ra da Cadoia n. 33, loja. .
Compra-se urna esclava
de meia idade, que saiba cozi-
nhar o diario de urna casa:
Nova
Vende-se o .melhor salmn lProul) e junta-
mente o afamado peixe eoguia o melhor que
tem viodo a este mercado pelo fabricante Tho-
maz Koigbt em lataa de 1,2 e 3 libras : em casa
de James Crabtree & C, ra da Cruz n. 42.
Taberna.
' Vende-se urna taberna propria para um prin-
cipiante por ser bom lugar, na esquina do Forte
do Mallos, faz frente para a ra da Lapa e para
o largo em frente ao chafara, tica no correr do
desembarque n. 12.
35--I.ua Direita-35
Vende-se um rico aanctuario de Jacaranda
obra do Porto, por prego commodo.
Farinha de supe-
rior qualid*de,
a bordo do hiate Santo Amaro: a tratar com
Fraga & Cabral, ou a bordo.
Lagedo de Lisboa.
Vende-ae lagedo de Lisboa chegado no brigue
porluguez Relmpago: na ra do Yigario n.
19, primeiro andar.
De hortalica e flores.
Jt\A t:&&*Zrua da Ca" iPannosPaltos e oasemiras
llOVaS IBZCIluBS prCtUS pa~ Vende-se panno preto muito boa fazenda a
rq nUflrfimA nn lnin t\a 1JKW0,1*800 e2* o covado, e dito que val 8* a
ra a quaresma na lOja Oa 43500 o. covado, caaemiraa pretas enfealadaa a
Arara na rua da Im Deratriz ^3*20013^>Wi crlei ditas de uma s ar-
. ,. ,T V u 6ura de todos oa presos e qualidades, selim pre-
n. 56 de Magalhaes ft Men-
des.
Vende-se grosdenaple preto encorpado a 1$600,
1*800, 2*, 2*200 o covado, alpacas pretas a 500
600 e 720 rs. o covado, sarja preta de lia para
caigas e paletots a 560 e 640 ra o covado, vel-
ludo preto a 2J500 o covado, enfeiles pretos e de
cores a 2*500, 3*. 5{500 e 6.
Panno preto.
Panno preto pita caigas e paletots a 1*700,
1*800, 2* e 2*500 o covado, cortes de catemira
preta entestada a 3*, 3*500 e 4* para caigas, cor-
tes de chitas finas com 13 covados a 2g500, ditos
de riscado chinez a 2*500, ditos de popelina a
2*600, chitas a 160 e 200 rs. o covado, ditas fran-
cezaa a 240 e 280 rs. o covado, corles de fusto
para caigas a IgtJO, ditos de brim a 1^280 e
1*600, cobertores de algodo a 1*.
Algodo e mada-
polo.
S Magalhaes & Mendos.
Vende-se pegas de algodo trangado america-
no com pequeo toque de copim com 20 jardas a
pega a 3*500 e 4*, pega de madapolo entestado
sem defeilo a 3*, uma duzia de meias cruas pa-
ra homem por 1*200 um par 120 rs., ditas finas
23400. uma duzia de lengos brancos com barra
por 1*200 um lengo 120 rs., parea de meias para
senhora a 240 e 320 rs. mallo linas, uma duzia
de aberturas ou peitos para camisas 2J1O0 urna
abertura 200 rs., mautinhas de crox para se-
nhoras andar por casa 200 rs. cada uma, pegaa
de chitas de cores escuras com pequeo toque
de mofo porm logo que se lave fica perfeila com
38 covados por 6* covado 160 rs., laziobaa para
vestidos a 280 e 400 rs. o covado, siotos doura-
dos a 2*.
Lazinhas suissas para ves-
tidos
Lazinhas snissasjpara vestidos de senhora e
roupa para meninos muiio finas fazenda que se
pode lavar a 560 rs. o covado, cassas suissas de
quadrinhos para vestidos a 280 rs. o covado, fua-
lo de quadrinhos muito finos para vestidos de
senhora a 280 e 320 rs. o covado, popelina de
cores a 240 rs. o covado para vestidos, gorguro
de linho para vestidos e roupa pira meninos a
280 ra. o covado, chitas novas aquille propriaa
para roupas de senhoras com listriohas muito fi-
nas a 280 rs. o covado tem 4 palmos de largura,
isto s na arara na rua da lmperatriz loja e ar-
mazem n.56.
O que pe-
chmcha
a
na rua Nova n. 47, junto
Conceico dos Militares.
9 Compra-se em segunda mao a obra intitu-
lada O Conde de Monte Consto, Corina oa a Ita-
lia : na rua da Cadeia do Recite, loja n. 51.
Vendas.
Pechincha
na
to da China para calgaa paletots ecolletes com 6
palmos de largura a 3J o covado : na rua da lm-
peratriz n. 60, loja e armazem de Gama & Silva.
Sedas de quadrinhos a 720 rs.
Na loja do Pavao na rua da lm-
peratriz n. 60.
Vende-se muito delicadas sedas de quadrinhos
a 720 rs. o covado: na rua da lmperatriz loja e
armazem de Gima & Silva.
Chales.
Grande pechincha na loja do Pavao.
Vende-ae os mais ricos chales com ponta re-
donda e botlas, tendo aa barras de velludo ou as-
setinadas, imitando aa capinhas mais modernas,
polo baratissimo prego de 4*500 cada um e ditos
de quatro pontas a 4g500, ditoa a Garibaldina
sendo muito grandes a 5 : na rua da lmperatriz
n. 60, loja do Pavo de Gama & Silva.
Brilhantinas americanas.
Vende-se brilhantinas americana com lind-
simas cores sendo fazenda inleiramenle nova e
moderna de 4 1|2 palmos de largura a 400 rs. o
covado : na rua da lmperatriz n. 60, loja e ar-
mazem de Gama & Silva.
Espartilhos a 3,500.
Vende-se espartilhos inglezes que sao os me-
lhores pelo diminuto prego de 3*500 cada um :
na rua da lmperatriz n. 60, loja e armazem do
Pavo, de Gama & Silva.
Para meninos a 4#500?rs
Vende-so vestidinhos de seda para meninas e
ditos de fnsto qara menines muito bem enfei-
tados pelo baratissimo prego de 4*500 cada um :
na rua da lmperatriz n. 60, loja e armazem do
Pavo.
Madapolo a 3$.
Vende-se pega de madapolo eofestado com
14 jardas a 3* a pega: na rua da lmperatriz n.
60, loja o armazem do Pavo,
Gorguro de linho a 280 rs.
Vende-se gorguro de linho de quadrinhos e
mesclados proprios para senhoras e roupas de
meninos e meninas a 280 rs. o covado: na r,ua
da lmperatriz n. 60, loja do Pavo, de Gama &
Silva.
Bareges a 6$ o corle.
Vende-se corles de bareges com 22 covados
para vestidos, ditos com as saias ja feitaa a 6J o
corle; na rua da lmperatriz n. 60, loja do Pavo.
Grande pechincha em cortes
de vestidos na loja do Pavao.
Vende-se finissimos cortes de cambraia bran-
ca bordados com 2 babados grandes e de duas
saias pelo baratissimo prego de 4*. ditos de* cam-
braia de seda com babados bordados a 4*500, di-
tos de phantasia fazenda que sempre se venden
por 12* pelo baratissimo prego de 6* cada um :
na rua da lmperatriz n. 60 loja e armazem do
Pavo, de Gama & Silva.
Loja do beija-flor da rua do
Queimado n. 63
V^eodem-se noneca de chonro a 400, 500, 840,
800 rs., pulseiras pretas a 800 r., bandeja Haas
" 2* e 4*. tesouraa finas a 800 rs. a duzia, gua-
pos de segurar enfeites o par a 800 rs., calimba
de obreiaa de cola a 160 e 100 rs., pentes virados
Imitando tartaruga a 1* e 1H00, ditoa sea ar
nrados a 720, 800e 900 rs., botes de metal pa-
ra calca a 400 r.. dito de ago a 240 a grox, al-
Dnetes pretos a 640. '
Loja do be'ja-flor da rua do
Queimado n. 63.
Vendess-ae franja e trangas, fila de velludo
preto para a qnaretma, mais modernas qae ha no
mercado, e mal barato que em outra qaalquer
parte.
Loja do beija-flor da rua do
Queimado n. 63.
Vendem-se tiras bordadas de diversa largura
700, 800,15 e 1S200 a tira.
Loja do beija-flor da rua do
Queimado n. 63.
Vendem-se facas finas, cabo de balango de 2
botoes a 6*800. ditaa para doca a 58800. ditas de
um bolo a 6J200, ditaa para doce a 5*200, ditaa
pretas cravadaa a 3f600, ditaa brancas a 3*400,
ditas roligas a 3* a duzia.
Loja do beija-flor da rua do
Queimado n. 63.
Vendem-se fitas de seda propria para de-
bram de veslido preto, dita branca de linha, fila
de aeda de 5 dedos de largura com pinta de mo-
to a 320, ditaa limpaa a 640, 800 e 1.
Loja do beija-flor da rua do
Queimado n. 63.
Vendem-se grvalas pretas de setim a 1*, dita
estreitas a 1*, ditas a 800 rs., pennas de ac de
langa, 500, a 720, ditas de mozinha a 800 ra.
Loja do beija-ior da rua do
Queimado n. 63.
Vendo se papel em caizinhas de diversas cores
a 1* e 640, branco pautado a 800 rs., anvelopes
de cores a 800 rs brancos a 1*, reama de papel
de quadrinhos a 4*700, ainto encarnado a 440,
dita azul 320.
Ricos manteletes
de seda pretos en-
feitados.
Na rua do Queimado n. 18 A, esquina que vai
para a rua estreita do Rosario, tem para vender
ricos manteletes de grosdenaple preto enfeilado
de vidrilhos, pelo diminuto prego de 20*. ditos
muito bons a 25*. ditos superiores a 30*000: no
mesmo estabelecimenlo tem maitas oatras fa-
zendas proprias para a quaresma, bem como se-
jam enfeites pretos, grosdenaples de todas aa
qualidades, ludo o mais barato possivel.
Rap fresco.
Rap Paulo Cordeiro a lg600 a libra, dito mea-
ron a 1*010, dito Lisboa a 2*700, dito gasse groa-
so e meio gresso a 1*600, dito gasse fino a 1*280:
na loja do rival sem igual, rua larga do Rosario
numero 36.
Caixinhas e cabazes para
prsenles de meo i as.
Muito lindo sorlimento de caixinhas e cabazes
para as meninas trazerem no brago pelo dimi-
nuto prego de 320 a 2*500 cada uma : na loja
da victoria na rua do Queimado n. 75, junto a
loja de cera
Quadros de moldura dou-
radae preta.
Lindos quadros de moldura dourada e prela
com estampas a 4*500 cada um: na loja da vic-
toria na rua do Queimado n. 75, junto a loja de
cera.
Vende-se um bonito cavallo castaoho, pro-
prio para sella, sellado e enfreiado : a tratar na
cocheira de Thomaz Jos dos Reis, no Mundo
Novo.
Vende
A victoria
Na rua do Queimado n. 75 jun-
to a loja de cera.
VENDE MUITO BARATO.
em carlao a 40 rs.
cabega chata a ISO r.
com 1200 jardas
a 900 rs. a
core a
rs.
Vende-se una cama de armago, custou
35*ed-se pela metade: na rua do Pharol, praia
dos Pescadores n. 46.
mm& @*-*^*
@ Vendem se botinas de pellica $|
branca para senhora c ditas de $6
setim para dita proprias para f|
casamentes: na loja de Burle gfe
Jnior & Martins, rua do Gabu- ^
g n. 16. m
s
i
Vende-se a casa sita na rua Imperial n.
194 defronle da Cabanga.
Charutos da Havana.
Vendem-se charutos da Havana de
superior qualidade em casa de N. O.
Bieber & C. successores, rua da Cruz
n.4.
Obras de meta, prateado.
Em casa de N. O. Bieber & C. succes-
sores, vendem-se apparelhos completos
para almoco, porta licores, garios, a
cas, colheres para che opa, galhetei-
ros, copos e outros mui tos objectos des-
te bem conhecido metal, pela sua boa
qualida le e duracao : na rua da Cruz
n. 4.
O ether sulfrico
em garrafas: vende se na rua da Cruz
n. 4, casa de N. O. Bieber & C. succes-
sores.
* Vende-ie meia duzia de cadeira e um par
de coniolo: na ru Urge do Rosarlo n. 80.
Na rua do Queimado n. 39, loja de 4 portas,
vendem-se corles de vestidos de seda pretos e de
cores, pelo diminuto prego de 20* cada corte ; a
elles, antes que se acabero.
Vende-se um escravo, pardo, mogo e de
bonita figura, e hbil para lodo o servico : quem
o pretender dirija-ae a rua do Imperador, n. 48,
lerceiro andar.
Rua da lmperatriz n I.
| Hdame Buessard Hillocheau recebeu nova-
mente ricos chapeos de dia para senhora (gos-
to moderno), pelerinas e camisinhas coro man-
gas, golas de bico branco e preto, grosdenaple
oreto muito encorpado para vestido, bonitos en-
feites para ditos, luvss de pellica de 2 botes
branca ede cores, vestidos e eneites para casa-
mentos, tudo de gosto moderno e pregos muito
rezoave's.
Vende-se por prego commodo a proprieda-
de do aterro da Boa-vista, rua da lmperatriz n.
29, com grande sobrado no centro, de superior
edificago, e grande terreno para o caes de Capi-
baribe para edificar : a tratar no largo do Corpo
Santo n. 2, no Recife.
Para acabar.
Vende-se uma porga o de espiguilha branca e
amarella, faz-ae lodo negocio que para fechar
uma factura : na rua do Queimado n. 47. .
Farelo de Lisboa, saceos gran-
a3|a peca com 30 varas
i'ramoias para babados de diversas obras
rua do Queimado n. 47.
N. 4 IIIV DE HURTAS N. i
Joo Ferreira dos Santos,
avisa a lodoa os seus freguezes aue de outr'ora
negociaram com elle, que se acha estabelecido
na rua de Borlas o. 4, parede-meia da casa^aon- comCca7ocrnho7br7nco7e'de
de foi caixeiro, que est veudendo mais barato
se um carro de 4 rodas novo, rece-
bido ltimamente de Franca, todo forrado de se-
da, com os (competentes arreios pratiados, obra
de muito bom gosto, sendo este caleche o mais
bonito que/hoje existe nesta cidade ; a tratar na
rua do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Cambraias.
Vendem-se cambraias de cores de bonitos
elegantes desenhos a 280 e 320 rs. o covado : na
raa d lmperatriz, loja n. SO.
/ Oliados.
Vendem-se oliados pintados de lindas vistas e
paissgeas, largura de 6, 7, 8 e 9 palmo, pro-
prios para mesas de janlar a 2g o covado : na
ru da lmperatriz, loja n. 20.
lival sem igual.
Bom sortimento.
es de masa finos lisos s 500 rs ditos dou-
a 1*280, carreteis de retroz maito bom a
scovas para cabello muito boas a 800 e 1*,
de alfinetea de lato a 80,100, 120 e 140,
s para unhas a 320 o 500 rs., linha de car-
cor e branca a 30 rs., novellos do gaz a
30 rs fitas de velludo de cor e preta de 120 a
Clcheles francezes bons
b carto.
Alfinetes francezes
a carta.
Papis com cento e tantos alfinetea a 40 n.
o papel.
Linha victoria em carritel
a 60 rs.
Dita de 200 jarda de Aleander
duzia
Dita de 100 jardas brancas e de cores a 30
rs. o carritel.
Dita de Pedro V em carto branca e
40 r. o cordo.
Dita de miada de peso verdadeiras a 240
a miad.
Ditas de dita cabega branca e emearnada a
\0 ra.
Grampos maito boa a 40 e 50 rs. o maco.
Bufiadores brancos de algodo e linho a 60 e
80 rs.
Carteiriohas com sorlimento de agulhsa a
uu rs.
Phosphoros do gaz muito bons a 220 rs. a dnzia.
Ditos em caixa de folha a 100 rs. que s a
caixa val o dinheiro.
Ditoa de aeguranga porque evita incendio a
loU rs. a caixa.
Ditos de cera caixas grandes a 400 r. a caixa.
Franjea de borlla para cortinado a 4*200 a
pega.
Dita sem ser de borlla a 2*800 a pega.
Ditas estreila brancas e de corea a 120 rs. a
vara.
,nenl" de balei 400 rs.
Camisas de meia finas a 700 rs.
Capella e ramos para noivas a 4*500.
Enfeites de flores muito lindos a 4/.
Caivetes finos de duas folhas para pena a
200 rs.
Ditos de uma folha a 120 rs.
Agulhas francezas o melhor possivel a 240 rs.
a caixa.
Eofeites modernos para senhora a 5* e 6J.
Meiaa para homem a 140, 160, 200, 240 e 280
rs. o par.
Ditas para senhora a 240,280,320 e 400 r. o
par.
Ditas para menina e menino a 160, 200 e 240
rs. o par.
Fitas de linho a 40, 50 e 60 rs. a peca.
Linhaa croxel nvelos grandes a 320 rs. o no-
velo.
E outra muilaa miudeza que se vende muito
barato.
Escencia de ail.
Para engommado.
Vendem-se frasquinhos com eacencia de ail
cousa excellente para engommado porque uma
gota della bastante para dar cor em uma bacia
da gomma tendo de mais a maiaa prciosidade de
nao manchar a roupa como muitaa vezee acon-
tece com o p de ail. Casta cada frasquinho
500 rs. : na rua do Queimado loja da agaia bran-
ca n. 16.
para a quaresma.
Ricos cortes de vestidos pretos bordados a vel-
ludo, prego 80* para acabar: na rua do Queima-
do n. 11.
GR4HDE LUBRICA
DE
TAMANGOS
DA
Rua Direita esquina da tra-
vessa de S. Pedro n. 16.
Convida o proprietario deste estabelecimenlo a
concurrencia do publico em geral, poia eata pr-
vido de um rico sorlimento de tamancos feilos a
moda do Porto, assim como de todas as qualida-
des dos outros que se vende tanto a relalho co-
mo em pequeas e grandes porgos muito bara-
lissimos, o estabelecimenlo tem sempre um ef-
teclivo de 1,000 a 2,000 pares promptos para
qualquer encommenda por grande que seja, nao
ha demora, a emcaixotar, a humidade no
ps concorre muito para ingresso de qualquer
molestia principalmente a que infelizmente est
reinando.
Nao ha quem venda pelos
do que em outra qualquer parte, como aeja :
maoleiga inRleza lina a 800 e Ig a libra, dita
fraoceza a 680, lata s com 4 libras de manteiga
proprias para mimo ou condugo para fora por
2*880, toacinho de Lisboa a 300 rs. a libra, e
8*500 a arroba, presunto para panella a 400 rs.
a libra, banha de porco a 440 a libra, macar rao
lalharim e aletria a 280 a libra, sag a 320, ce-
vadinha a 240, toucinho do Maranho a 160, al-
pista a 160, farinha do reino a 100 e 120 a libra,
gomma a 100 rs. a libra, e 2*560 a arroba, vi-
nhos engarrafados superiores a 1*200 a a 1* a
garrafa, vinho de Lisboa e Figueira em pipa a
400, 480, 560 e 600 n. a garrafa, caada a 3*200,
3g500. 4* e 48500, superior vinho verde a 480 a
garrafa, vinho bordeaux a 800 rs. a garrafa, licor
fino a 1* a garrata, velas de espermacete a 700
ra. a libra, ditas te carnauba decompostglo a 360
e 440 a libra, masaos de palitos pira denles en-
feitados a 240 o masso de 20 masainhos, assim
como tem muitos gneros que se torna massante
menciona-los, vista dos compradores se ven-
dern pelo menos que poder.
des, a 5$. de milho a A$.
No armazem da estrella, largo do Rosario nu-
mero 14.
Farel.
Vendem-se saceos grandes com farelo de Lis-
boa a 5*500, assim como se aluga uma eacrava
que cozinhe e lave: na taberna grande da Sole-
dade.
Ricos trastes.
Um pesoa que se retira para a Europa vende I
alguns movis com pouco uso, de mogoo de pri-1
meira qualidade e gosto moderno, os quaes sao : i
1 guarda roupa com espelho, 1 dito sem aipelho, i
uma commodi, uma secretarla e um apparador,
ludo com lampo de pedramarmore, duas mesas Vende-se "palitos lixado e foliado fino para
elsticas pata cala, de jaotar, uma secreta, camas Qenle, 2 ,;, cora 40 massinhos por 400 rs. na
141 varo & Magalhaes.
Estabelecido com loja de fazenda na
rua da Cadeia n. 53, e achando-se de i
k posse de um novo estabelecimenlo na
[ roa do Crespo n. 20 B, participam a lo-
* dos os seus amigos e ao publico em go-
I ral que dispoe de um grande e variado
l.sorlimento de fazenda que tem resolvi-
I do vender dinheiro por pregos bara-
f Ussimos. Roga-se aquellea que tive-
| rem de comprar qualquer artigo de fa-
f tend de se dngirem as nossas tojas
r cima indicada que sero ptimamente
I servidas.
Oh! que pechincha
Cambraias de carocinhos
S no Pavao.
Vende-so finissimos cortes de cambraia branca
cores tendo cada
pega 8 1|2 varas a 4* a pega : na rua di lmpe-
ratriz n. 60, loja e armazem do Pavo, de Gama
& Silva.
Cambraias adamascadas.
Vende-se cambraias adamascadas fazenda mo-
dernsimas para vestidos a i* a pega: na loja
do Pavo rua da lmperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Vestidos a 3#000 e 2#500
Vende-se cortes de vestidos brancos com bar-
ras o babados a 3* e 2*500: na rua da lmperatriz
o. 60, loja e armazem do Pavo, de Gama &
Silva.
Saias bordadas a 2#500.
Vender ssias bordadas muito bonitas a2$500
cada uma : na rua da lmperatriz n. 60, loja do
Pavo, de Gama & Silva.
Bales do Pavo.
Vende-se bales de bramante francez com ar-
cos sendo os que tem melhor armago pelo di-
minuto prego de 3* e 3*500 : na rua da lmpera-
triz n. 60, loja e armazem do Pavao, de Gama
& Silva.
Saias com arcos de linho.
Vende-se as acreditadas saias com arcos de li-
nho que fazem as vezes de balo a 3*200 e a 4*
cada uma, esta fazenda s ha na loja do Pavo :
rua da lmperatriz o. 60, loja e armazem de Ga-
ma & Silva.
Indianas a 240 rs.
A. ultima hora acaba de chegar a loja
do Pavao.
Esta fazenda inleiramenle nova de qaadrinho
imitando as sodas, fazenda muito encorpada e
de corea delicada propria para vestidos de se-
nhora e roupa* para menino o meninas pelo di-
minuto prego de 240 rs. o covado : na loja do
Pavo raa da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
18
oco
na rua larga do Rosario,
n. 36.
loja de Pedro Ti*
640.
presos,
Viado,
n 8.
s na loja do
na rua Nova,
Chapeos de tol de panno a 640 : na rua do
Queimado n. 4f.
Relogios
Vende-se em casa de Johnston Pater & C,
rua do Vigario n. 3, um bello sortimento de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
urna variolado de bonitos trencelln para os
mesmos.
Vende-se uma muala escrava de 20 annos,
boa cozinheira, engommadeira e perfeila costu-
com um filho de 6 annos : na rua do Quei-
n.44.
reir
mado
CO
Ricos
tes de seda pretos com
babados.
Na rua do Queimado n. 18 A, esquina que vai
para a rua eslreita do Hosario, tem para vender
ricos cortes de seda prela lavrada com babados,
e se vendem por baratiszimo prego.

# Vende-se Olas para cavalheiro da Kosa, 0
0 dita para commendador da Rosa, ditaa #
tj verde a amarella para independencia, lu- 4
^ vas de camurga branca e amarella, ditas 0
0 de algodo branca para guarda nacional f
j 200 rs. o par: na loja de Nabuco & C. na
Nova n. 2. m
de ferro com colxo elstico e sem elle, tres ri-
co relogio para cima de mesa, algumaa machi-
nas moderna para lavar roupa de diversos lma-
nnos, etc.; utim como um excellente. piano de
Jacaranda Inteirameote novo : pira vet e ejalr
na raa do Imperador n, 55, fabrica de piano*.
roa da lmperatriz loja da Arara n. 56.
para anjos.
Vendem-se oa rua da Senzal Nova o. 30, cai-
xinhas com doce por prego commodo, recommen-
davei para o aojo de prociulo.
loja do sertanejo,
rua do Queimado n. 45
h para vender o aeguint, por metade do cusi :
rico cortea de vestido preto bordado a vellu-
do, palo bsraUilmo prego de 85, 70, 60|000 e
409000.
rua
AtteiNjo.
Est vendendo luvas de lorgal com vidrilho
o melhor que se pode encontrar em bordados
d.............|:* ov
Luvas tambem de retroz sem serem bor-
dadas a.......... 640
Ditas ditas de dito para meninas a 500
luas ditas de seda para ditas a .* 500
Ditas ditas de dita para senhora a 1*000
Ditas ditas de dita bordadas para senho-
ra a............ 1*600
Ditas ditas de seda de todas as cores a 1*600
Trancas e franja* pretas.
Mui delicadas trangas de seda preta com vidri-
lho sendo de todas aa larguras, de 320 a 500 a
vara ; franjas de seda com vidrilbo e sem elle
de 320 a 500 ; bicos pretos de todas as larguras,
tanto com vidrilho como sem elle, por baratis-
simo prego, e oulros muitos objectos para qua-
resma, que a vista dos compradores nao se en-
gaita dinheiro.
Facam fogo no viado.
Seda lavrada a melhor que se pode ooconlrar
de bom e delicados gostos, que a vista do prego
nao ha quem deixe de fazer um rico vestido pre-
to para quaresma, pois, aproveitera a occasio,
poia quem nao fizer agora, oo faz lo cedo ;
esta loja fica bem conhecida, por ficar bem con-
jronte a cambes do Garmo, e ler o viado pin-
lado.
Para a quaresma.
A 15#000
Paletots de panno fino forrado de seda: na rua
do Queimado n. 47.
A 1J500 o covado
Grosdonaple prelo bom : na rua do Queimado
a i4#ooo
Visita de seda prela : na rua do Queimado
Pechincha
Vende-se um excellente piano de Jacaranda,
comj muito boas vozes, e uma cama franceza tam-
bem de Jacaranda, ambos com muito pouco uso :
a tratar na- rua da Matriz da Boa-vista n. 33, se-
gundo andar.
Milhe novo.
O sacco 4^000.
Tem Fernande lrmloa, ltimamente chegado
do Rio de Janeiro pelo brigue Veloz, em en
armazem na travs* da Madre de Deo n. 13,
no trapiche Bario do Livrimeato.
Pechincha admiravol na
loja do Pavo a 10$
Vende-se pee,* de bramante de linlio
turo bastante encorpado proprio para
encoet, toalhas, seroulas, camiw, p
1 rtotsetc etc., tendo cada pec 7 ?>-
rspelo baratissimo preco de 18$ a pe-
ca, e tambem se Teode meia peca po-
bff ou se retalha a *00 ri. a vara: na
rua da lmperatriz n. 60, loja e arma*
zem do P*i> de Gama & Silva..


3**
DIARIO DE PERNAMBCO SAMADO 22 DE MABQO DE 1862
NO
ARM4ZEM PROGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
Largo ila Penlia
de auparior qualidade a 480 ra. a libra o iuleiro, a 440 ra.
hora a If a libra, e
7|000.
libra, em porra o se faz abali-
Vende-se neste armazem de molhados os melhores g-
neros que veru a este mercado e por meos 5 a 10 por cenlo do que em nutra qualquer parle,
Karautiado-se a boa qualidade, por isso rogi-se a todos osSrs. dapraca, de engenho e labradores o
favor de mandsrem suas encommeudas ao armazem Progresso, aflm de vorem a difirenos de
prego e qualidade que faz, ae ossem comprados em outra qualquer parte.
HaMMaY\ttlg& lgVea de primeira qualidade a 800 e 1*000 a libra, e em barril se far
abatimento.
NtAntoiga vmiittia a mais noya, 640 ri 8 libr- e 600 _
* 11 y8801l 0 mais auperor que ha do mercado a SJ80O 2J500. a libra.
i i Ul\ VlUXim imitanao a perola, pela sua superioridsde a 3*000, e 2*600 a libra.
V> 11*1 pCvlv nico para os doeoles que se tralam com a homeopatbia a 8)500 a libra.
V****os aO reao navio a 29500
^|Utl^OS lOnariaOS 0 quo ha dflbom nes(.e genero a 19000, a libra e em porcao ae
faz abatimento.
" -CIJO yraiiO 0 maif SUpetjor qUe lem iQdo a este mercado a 1)200 a libra.
Vrexuuio inglez. para ambre muit0 n0T0, 5oo.. m.. e em por-
cao ae far abatimento.
ijOHieielaS lIlglQZaS ptoptias partt fiambre a 800 rs. a libra e em porgo a 700 rs.
VrexuMo lo reino
aaiailie 0 meihor oeliaco que pode haver por estar prompto a toda a
em porjo a 900 rs.
m oaemao do remo muUo novo a^ rf a llbMt e em barrilde 3 arrobas a
C\ioim ment.
\Ua\aS eO&l en.OUri(aS ja promptas para se comer viudas a primeira vez.a este
mercado a 2)000 cada urna.
Banua de poreo retinada em uu com 10 UbrM por ^ cada Um.
nanaa de porco mul na alva a 480 M a libra e em barril a 400 rs
MarUielada imperial d0 afamado Abre deoutros maitoa fabricantes de Lisboa
a 800 rs. a libra, e em porcao se faz abatimento.
lalas com frutas de doce em calda
ceg, alpexe, e gioga, a 800 rs. cada lata.
Marmelada de alperxe em ,at de 2 hbra por 1|W0 cada uma.
Latas com amendoas confeitadas C0Dlend0 m.u coneLlO assucar
candi, muito proprio para mimo, a 2)000 cada uma.
MOCe da C*8C& da gOiaba muit0 flD0 a 800 rs. a em porcao sefazabalimenlo.
IJOCe StCCO e em Calda d0 dfferentei qualidades, em latas de 4@ e 5<8 por
2jj500 cada uma.
Cartoet com bollo frailera propri08 pat. mimo a560r..
Paasas em caxin^ de S libras muil D0VJS por 2g50O e relaIb0.
480 rs. a libra.
K lg08 a C^mm^dPe milo no?oii era C1ixas de 8 libras por 2)500. ditas com 4
por 1(500, ditas com 2 muito bein entalladas por 000 rs. cada urna e a relalho a 320 rs.
libra.
>r viu* francezas e portuguwas em uu, de r libr8| por 64o .
ditas om meias latas a 500 rs.
H(la$aa kmeudo&s de casca mole muiio novas a 320 rs.iibr.
XoZ.es 120 rs. a libra, e 3)000 a arroba.
Amebixas iraac as e m lalai com 3 libra3 por 2J>800i dla8 com x ll2 por
\mXaS portUgUtZaS 320 a libra em caiia 8e ra .batimento.
UnOCO ate nesp0.nOla 1j500> dl0 francez ijaoo dito poruea a 800 rs. a libra,
aaor.i-se a boa qualidade.
OiaXlUua d6 80da em ialag com dijreroQtes quUdades, a 1$440 rs.
SHa^. a p&ra Spa ielria> macarrao c lalharim. a 400 rs. a libra e em caixa por 8(000 rs
i alllOS de demeS ijxad08, molhos com 20 macinhos por 200 e 280 rs. muito finos.
OOlQil em fraSC03 com i e 1(2 libra por 800 rs.
* *4"*" francezpara li rapar facaa a 200 rs. cada um,
ttotaxiftu* ingleza
Ckomma
Veixe
como sejio pera, damascos pe-
1)500.
em porcao se faz abatimento
a mais nova do mercado a 320 rs. a libra em barrica a 4)500
pora engommar, muito alva 100 rs. a libra e em sacca se faz abatimento.
de posta em latas das molhores qnalidndes de peixe que hi em Portugal a 1)600 rs.
l4Sperm<&Seie 8Bperior de cinco e seis volas por libra a 760 rs. e em caixa, a 740 rs.
^""*""*"*** de Nanles em latas muito novas a 400 rj.
iVipiSia raul0 no?0 a jgQ rJ a ijbra e em arroba a 4j5oo rs.
* AvViC refinado de differenles marcas e o maissaperior que ha a 800 rs. garrafa
e em caixa a 9s
Vinnos engarrafados
neste mercado a 1)200
Vinnoem pipa Porto.Figueirae Lisboa a 560 agarrafa eem caada 3)500, 4) e 4)500.
^*V*J* das mais acreditadas marcas a 5) rs. a duzia, e em garrafa a 500 rs.
'"uaBStpagi&e dflS marcas mais superiores que ha no mercado a 15) e 22J00O rs. o
CiOgnaC lttgleZ. a lOfOOO rs. a caixa e U200 rs. a gairafa.
(xenebva de lVollanda
Ginebra de ltanla
Gencbra ingleza.
Valitos do g*z.
^ai rofiuado em potes grandes a 500 rs. cada um, om porcao se far abatimento.
Vaie lavado o que se pode dosf-jar neste genero, a 320 rs. a libra e em arroba a 9J500, dito mais
baixo a 280 rs. a libra e 8S000 arroba.
Sevamnna de i?raDCa a mais nova do meicado280 rs. libra, em porQo se faz abati-
mento.
SRgli mat0 n0TO e iT0 s 320 rs. a libra.
Variaba
*** do Maranliio alva o heiroza a ICO rs. a libra c em arroba a 4)800.
tiervnuas 8ecai muil0 U0as a lti0 r## a, lbra#
W Cas de CatnaUb. tefinada8 a 400 rs. a br e em arroba a 12)000.
VZeiie doce de Luboa a 720 tg> t garrafa> agjJ nga8e a boa quad.Ue.
w inagre d, Liiboi, ^Q a garrail( e em canada a 1#800>
w m no cherel a 19600 a gatrafa e em caixj g) t [n abalimel0>
Hito
do duque do Porto e de oulrx muilas marcas acreditadas
rs. a garrafa o em caixa a 12(000 rs.
g'go
verdadeiH coi frasqueira a 6)000 rs. e o frasco a 560 rs.
a 7)000 rs. a duzia a am frascos a 640 rs.
10S00O rs. a duzia e a relalho a 1)U00 a garrafa.
a 2)500 rs. a groza.
do reino das marcas SSS e galega a: 140 rs. a libra.
Ra da Senzalla Nova n. 42
Venda-ge em casa de S. P. Jonhston & C
sellios fl silhoes inglezos, caodieiros e casticaes
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vela, chicotes
para carros e montara, arreioi para carros de
um a dos cavallos, e relogios de onro patente
inglei. .
Libras sterliuas.
Vandem-se no aacriptorio da Manoel Ignacio
de Ohveira & Filho, praca do Corpo Santo n. 19.
Gollinhas
detraspasso bordadas em
cambraia fina.
Vendem.se a 2) cada uma : na ra do Quai-
mado, toja d'aguia branca n. 16 A obra boa e
o lempo proprio ; a ellas, reguezas, antes que
se acabem.
Aloja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras tinas.
Esta Toja por estar constantemeate a receber
perfumaras finas de suas proprias encommendas,
bem se pode dizer que est constituida um depo-
sito de ditas, tendo-as sempre dos melbores e
mais acreditados fabricantes, como Lubio, Piver,
Goudray e Sociel Hygianique, etc., etc. ; por
isso, quera quizer prover-se do bom, dirigir-se
a raa do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que
achara sempre um lindo e completo sortimento,
teudo de mais a mais a elegancia dos frascos, e a
baraleza por que se vendem convida e anima ao
oomprador.
Capachos.
Veodem-se capachos redondos ejeompridos e
de diversos 'tamanhos, e os melhores que tem
viudo a este mercado, palo baralissimo preco de
600, 700 e 800 rs. cada um, e tambem ha capa-
chos muito grandes e proprios para sof e mar
quezas para 1)400 cada um : na rui do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 35.
Potassa da Russia.
Vende-se emeasa deN. O Bieber
C, successores, ra da Cruz n. 4-
Taixas
MoireantiqueTde co-J
res bonitas a 2 0005
e 2500 o covado.
Crespo n. 17, Guimaraes 4
Ra do
Villar.
para engenho.
Graude reduc^o uos i)reos
para acabar.
Braga, Son & C. tem para vender na ra da
Moeda taixas ae ferro cuado do mu acreditado
fabricante Edwin Maw, a 100 rs. por libra, as
mesmas que se vendiam a 120 rs. : quem preci-
sar dirija-se a ra do Trapiche n. 44, armazem
de fazendas.
Souhall Mellrs & C-i tando recebido or-
dem para vender o seu crescido deposito derslo-
gio8 visto o fabricante tet-se retirado do nego-
cio ; convida, porlaoto, s pessoas que quizersm
possuir um bom ralogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portunidade sem perda de lempo, para vir com-
pra-Ios por commodo preso no seu escriptorio
ra do Trapiche o. 28.
Veadem-se caixes va-
zios a 1$; nesta typographia.
N. O.Bieber & C.successores,rna daCraz
n. 4, tem paravanderrelogiosparaalgibeira do
ouro a prata.
Gneros baratos.
Vende-se msnleiga franceza a 640 rs. a libra,
cha a 254OO, loucioho a 320 rs., arroz a 100 e
120 rs,, linguiQa a 560 rs., passas a 500 rs., ba-
nhade porco a 440 rs., velas de spermacete a
760 rs., de carnauba a 400 rs., batatas a 60 e
120 rs., painco a 160 rs emitas a ItO r.gar-
rafes com 5 garrafas de vinagre a 1)200 ada
um, agurdente de canna j engarrafada a 200
rs. a garrafa, esprilo de vinho a 1)400 a canada
e 240 rs. a garrafa, azeite de carrapato a 400 rs.
a garrafa, dito de coco a 480 rs., milbo a 320 rs.
a cuia, arroz de casca a 200 rs. em saceos mais
barato : na travessa do pateo do Paraizo n. 16,
frente pintada de amarella com oito para a ra
da Florentina.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-se em porcao e a retalho de uma sacca
para cima, e por commodo preco : na ra da Ma-
dre dt Dos confronte abotica n. 30.
LiquidacaO |
A loja de mannore. |
Boarnus decisemira para senhora a 10) 2
Manteletes de grosdenaplo a lOg 1
Leques de sndalo a 5) 9
Bournusde caiemira para meninos
de todas as idades a 5)
Grande sortimento de cascmilhas,
trancas e litas de todas as cores para en-
gg faites de vestidos por precos mais bara-
m tos do quo em outra qualquer parte
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55 loja de miudezai
de Jos de Azevodo Maia e Silva, est vendendo
n0he8cid*oSsIUtleZaS PF pte?8 i "bdo8 e c0"
Grdad* depennas de "S de todas quall-
Nvelos de linha que pelo tamanho a todos
admirara a
Caixas de agulhas francezas a
Caixas com alfinetes muito finos a
Laixaa com apparelho para entreler me-
ninos a
Ditas ditos grandes a
Baralhos porluguezes a 120 e
Groza de boles poquenos para calca a
lesouraa para unhas maito unas a
itas para costura maito superiores a
nos nceze* parft '"te muito -
Agulheiros com agulhas francezas a
Caivetes de aparar pennas de 1 folha a
Pecas de tranca de la com 10 varas a
Uitas de tranca de la de todas as cores a
Kares de sapatos de tranca de la a
Cartas de aliieles francezes a
Pares de luvss o da Escocia muito finas a
unas ditas brancas grossas a
Escovas para limpar denles muito unas a
Massoscom superiores grampos a
Cartes cora colxetes dealgum defeito a
Ditos de ditos superiores a 40 e
Dedaes de fundo de ac muito superiores a
bufiadores para vestidos de senhora com 4
varas a
Caixas com colxetes francezes a
Carlas de alfinetes de ferro a
Charuteiras muito finas a
Tinteira8de vidro com tinta a
Ditos de barro com tinta superior a
Areia prela e azul muito fina a libra a
Tenho nova remesas de labyrintho para ven-
der por lodo prego, assim como tenho iraocas de
seda differenles cores para vender por todo di-
nheiro que oferecerem.
Caivetes finos pa-
ra pennas.
{aniveles finos para aparar peona, de dusafo-
Ibas, a 200 ris cada um : na loja da Victoria na
ra do Queimado u. 75, junto a loja de cesa.
Gaixinhas para confeilos e
presentes.
Muito ljndo sortimento de caixiohas muito Un-
idas para se botar confeitos ou mesmo com ellas
i vazias se mimosear uma menina, peloa barats-
imos oreos de 320 at 2)500 cada uma : na lo-
,iada^Vicloritt na ru' d0 Queimado n. 75, junto a
loja de cera.
Ouadros de moldura dou-
rada e prela.
Lindos quadroa de moldura dourada e prela,
com estampas, pelo barato prego de 5) que s a
moldura val o dinhelro: oa loja da Victoria n
ra do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Panno de algodao da
Baha.
Vende-se no escriptorio de Antonio Luiz
Oliveirs Azevedo & C, ra da Gru n. 1.
No vos e lindos
Batatas a 1000 rs. ca
da arroba: no armazem da
ra do morim, n. 47.
%
dt
500
120
120
60
240
500
200
120
400
400
320
80
so eiifeites para vestidos pretos
800
ifseo
100
320
100
200
20
60
100
80
40
80
1)000
160
120
120
e de cores, e roupinhas de
criaDcas.
Em apropriado lempo recebeu a loja d'aguia
branca um bello e completo sortimento de enfei-
tes de seda para vestidos pretos e de cors, e rou-
40 pinnas de crianzas, sendo trancas e bordados de
novos e lindos desenhos, e diCficeis tecidos. com
os quaes pode-se om gosto e moderniasimo en-
feitar qualquer vestido ou roupinho de criaoca.
Ao passo que ditos enfeiles a todos geralmente
agradam, a commodidade dos precos anima ao
comprador, e eata verdadeser verificada por to-
dos que se dirigirem dita loja d'aguia branca,
ra do Queimado o. 16, cujos precos estao mar-
cados oas amostras, as quaes se daro com pe-
nbores.
Luvas de pellica
Brancas e de cores para homem e senbora, che-
gadas ltimamente por 2J50O rs. o par : na loja
do viado na ra Nova n. 8.
Roupa feita muito
barata. 3
9 Sobrecasacos de panno preto moito fl. att
dft no, paletoU de dito, paletou de easemi- 5
^ de cor, ditos pretos. ditos de fustao W
W ditos de ganga de cores, ditos de brim O
0 de cores e braocos, calcas de caaemira am
jBk, preta e de cores, ditas de brim brinco e 2
* de cores, ditas de gangas, colletea de V
*JP vellido preto e de cores, ditos da gor- A
A gurio, ditos de fustao,ditos de brim brao- m
co, camisas de linho, ditas de algodo ?
brancas e de cores, saroulas de linbo,
^ ditas de algodao, chapeos de sol de seda A
ioglezes os melhores em tamanho e qua- S
k lidade, lado se vende por barato preco a V
9 dinbeiro avista, na loja das 6 portas raa 9
9 do Queimado emfrenle do Livrimanlo, gk
Z est aborta at as 9 horas da noite.
9 #*#
Na loja de ferrageus n. 44, na
ra da Cadeia,
vende-se uma balanza com poaco uso, contando
brago do muito antigo, e acreditado autor Ro-
mao. correles de ferro e conchas de madeira
chapiadas, muito propria para armazem ou enge-
nho para peso de assucar. colla da Babia da pri-
meira qualidade, graia iogleza do verdadeiro au-
tor Day & Martin, e uma travo de macaranduba
de 75 palmos de comprido e 10 pollegadaa em
quadro, e canoas de amarello de diversos com-
primentos, a vontade doa pretendentes.
Oh que Dechincha.
Na ra do Queimado o. 39 loja de 4 portas,
vende-se cortes da vestidos de seda pretos e de
cores pelo diminuto preco de 20| cada corle, a
elles antes que se acabem.
Muita attenco.
Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
perador n. 40, vndese roupas feitas
de todas as qualidades pelos prcros
mais baratos possiveis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os fregueses com-
prar porque pechincha.
Algodao da Baha.
Proprio para ronpa de eacravos e saceos de as-
sucar : vende-se na ra da Crux n. 1, escriptorio
de Antonio Laiz de Oliveira Azevedo & C.
%
NOS ARMAZENS
PROGRESSISTA E PROGRESSIVO
Na ra das Cruzes de Santo Antonio, 36
Mallteiga igleza o que se poje chamar flor de 800 a 900 rs. a libra.
dem franceza a primeira da safra nova 700 rs. e em barril a 600 n.
UueiJOS lamegOS chegados no iiltimo vapor a 2|800,
Queijos lundrinos a soo rs. a iuL,
Cha yssO muito superior a 2#800 e 35000 a libra.
Cha pretO o que ha de melhor neste genero vindo a, primeira vez ao nosso mercado a 2&200 a libra, e tambem temos para 15800.
ti-rao e DICO o maisnovo do mercado a 200 rs. a libra.
Atoa fama
vende G velas para cintos o mais bem dourado que
possivel e dos mais lindos gostos que tem vindo
este mercado, pelo baratissimo preco de 295(10
cada uma, carleiras com agulhas as mais bem
sortidas que se pode desejar, e em quanto a qua-
lidade nao pode baver nada melhor, palo barato
pre(0 de 500 ra. cada carteira, pennas de sgo ca-
ligrapbia verdadeiras a 2$ cada caiiinha com 12
duzias, ditas de lauca verdadeiras n. 134 a 1(200
cada groza, ditas muilo boas anda nao conbeci-
das a 500 rs. a groza : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fama nu-
mero 35.
imamggm*am** Mam auiMIJI
WlBffPWW BfaeFlaT wmw *n*m mmwWlLM **
1 loteresse publico.
[Offerecido pela loja* dea
marinore.
A loja de mannore leudo de apresen-
tar concurrencia publica o que ha de B
mais novo em fazendas, tanto para se- J?
choras como para homeos e meninos, a
sendo que para este fim espera de seus
correspondentes de Inglaterra, Franca e 1
Allemanha as remessas de seus pedidos, -
lem resolvido, antes de a presentar o no- jj|
vo sortimento, liquidar as fazendas exis- <
lentes, o que eflectnar por precos mo- X
dicos e para cujo tim convida o respeila- i
vel publico a aproveitar-se desta emer- I
gencia.
Novo sorlimeuto de cascarri-
lltas de seda.
A loja d'aguia branca acaba de receber um novo
e bello sortimento de cascarrilhas de seds de
multas e differenles corea, e vende-se 1#500
e t&500 ris a pega, na ra do Queimado loja
d'aguia branca n. 10.
Meias pretas de seda a 1:000
o par.
Vende-se meias preta de seda, e de mui boa
can
brauco mais superior que h no mercad o propio para missa 640 rs. a garrafa e em ca- qualidade, para senhoras, e padrea 1000 o G_ i
nada 4|S00. j par, por eatarem principiando a mofar, e estando I devacia chegada ltimamente
Por hojedei flm ao meu setrelorio at a c hegada do primeiro vapor vin
qual espero novo sortimento e nao serei preguicosc. em o publicar au ccsneilevel
Por hojedeiflm aomeu aeprelorio at a c hegada do primeiro vapor vindo da Europa, pelo'.ellas calcadas nada e cnbeep, na ra do Quei-j p-,.-- "i *,",","
publico. I mado loja d'aguia branca n, 16. JfruiaS em laiilS da todas as qualidades que ha
PreSUntOS portUgUezeS iadflido| Porto dees, particular. 500 rs.a libra, inteiro a 460 r..
raiOS e ChOUngaS ttu,0 novas a 6b0 rs. a libra eem barris de arroba a 15.
lni39000gUa000aDdS'adO Prl' \ aecl"'Garcav,l,os' V9lho' S9CC0 F'<>r' chamisso de l200e 1300 a garrafa,
VlD.no BordeauX de superior qualidade diversas marcas de 800 e 19 a garrafa e de 8#500 a 10*000 a duzia,
Vinho BQUSCatel 1000 a garrafa e 10#000 a duzia.
Vmho para p abtO do Porto, Figueiri, e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa de 4*000 a 480O a canada.
Marmelada a 750 rs. a libra.
Latas COm peixe savcl, pescada, guraz, pargo c oulros de 1*300 a 2*000.
Latas COm erVllhaS portuguezas e fraOcezas a 600 rs. e 720 a libra.
Latas COm bolachinhas de soja de [odas as qualidades a 1*440 rs.
TlgOS de COmOadre em caixinhas de I libras a 2*200 a caixinha e 320 rs. a libra.
Peras seeeaa a 250OO a caixinha e500 rs, a libra.
AmeixaS francezas em latas de 5 iiblM por 49000 e 1*000, a libra.
PaSSaS a 29200 a caixinha, e 440 rs. a br i
LOrinthiaS para pudim em frascos de 1 \\'.l a 2 libras a 1*500 e 19800 o frasco, e a 800 rs. a libra.
LaiXinhas Prpras para mimos, com passas, figos, ameixas, peras, amendoas, e nozes, da 29000 a 59000 rs. acaxinha.
Conservas inglezas portnguezis a 600 e 800 ris o frascoa 9* a caixa.
Macarrao e talharim, muito novo, para sopa a 320 a libra e 6*000 a "caixa.
Omma a 100 rs. a libran a 29560 a arroba e sendo em sacca a 29400,
Amendoas de casca molle a 400 ris a libra e nozes a 200 rs..eem porreo ter abatimento.
Champauhe das melhores marcas, de 15 a 20*000 res o gigo.
Lmocolate portuguez. francez, eioglez, a 900 rg. alibra e hespanhol rauitosuper'or a 1920O.
Cervejas das melhores marcas >560 rs. a garrafa, 5soo,. duzi..
uOgnac muito superior a 19000 a garrafa i a 109000 a duzia.
Genebra de Hollanda a 600 rs. o fiasco* 69500 a frasqueira.
Vinagre de Lisboa puro a 240 rs. a garrafa, a 19800 a canada,
Dito em garrafeS de 5 garrafas, por 19200.
Espermacete superior 7*ots- 1 br 72rs m caix*
ArrOZ da India a 100 rs. e do Maranho, a 120 rs. a libra e da 3*000 a 3200 a arroba.
LentiibdS francezas o melhor de todos os legumes a 400 rs. a libra,em porteo lera abatimento.
Cafe do RO de superior qualidade a 8950D a arroba e a 280 rs. a libra.
Latas com sardinha de Nantes J 400 e 600 rs. a lata.
Massa de tomate em latas de urna libra ja 900 rs.
Alpista a 160 rs. a Hbra e painco a 240, e 5> arroba do alpiste e a 6(400 a do pain$o.
Potes grandes COm pal refinado a 640 tambem tamos em pacotas, muito proprios'para meza a 240 e200rs. a libra:
Lna Iiysson o melhor que vem do Rio em latas de 1 libra a 1*800, e em porjo lera grande abatimentoc
Doce da casca da goiaba de 15000 a 1200.
AZtite doce purificado, a 800, a garraf e 9*000, a duzia.
FaLltOS 11 vados para dentus. os mais bem failos que~lem vindo ao mercajo, a 200 rs. o majo com 20 massiuhot.
Bolachillha Ugleza muito nova a 400, rs. alibra e 59000 a barrica.
ToUClho de Lisboa a 320 reis a libra e 109000 a arroba e o da safra velha a 240 rs. a libra e a OSaOO a airob.
\elaS de Carnauba ecomposi^ao a 400 rs. alibra e a 12*500 a arroba.
ArarUta mtlhor que se pode desejar a 320 rs. a libra.
a 160 a libra e a 4* a arroba.
em Portugal, cono peras, pecegos, damasco, ginga e oulras a J'oO rs, a Uta,
{


I
*
l
=


~
=
-
=

?

Attencfto
Guiuaries & Loa, donos da lJa da riudezas
da roe do Queimado d. 85, boa fama, parttciptm
ao publico que o M estabelecimento ae aeha
coeepletamenie prvido da melhores mercadoriaa
leodeotea ao Dumo eslbeleclmento, e muitoa
ouiroe objectoa de goato, sendo quiil todos rece-
bdoedeauaepropriaaeoeommatidae; e estando
b T ,0*?,ran>et resolvidos a Dio venderem
naao, anaocam Tender mais barato do qoe outro
qualquer ; e jantameote pedan aoa seus devedo-
resi que lbea mandem ou veoham pagar 01 leus
uebHos, son pena de serem justicadoi.
j* Chegsram de Lisboa oo brigue tEugenii,
nona bonitos burros e ama borra, oa quaes ae
vendem por barato prego : para v6r. Ha cocheira
00 largo da Assembla o. *, e para tralar, noes-
criplono de Antonio Luiz de Ol?eir Azevedo.
MEN CA
DA
Fundifo Low-Moor,
Ba el* Senzalla flhnrm n. 4*.
Neste estabelesimento continua a haver uro
completo sortimento de moeodas a meias moen-
das paca engenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batida e coado de todos os taraanhos
para dito,
Vende-se uta terreno oa ra do Hospicio
quasi defronte do quartel praprio para edifiear-
se urna casa, lendo 40 palmos de frente a 140 de
fundo, com alicoree : a tratar oa ra do Trapi-
che o. 14, primeiro andar.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120rs.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de receber por
amostra orna pequea qoandade de fivellas
douradaa a esmaltadla para cintoa, todas de ho-
tos e bonitos moldes, e lambem dooradsa que
parecem de ouro de lei, o que s com experien-
cia ae coobeceri nao o serem, estando oo meamo
caso as esmaltadas, e assiro mesmo vendem-se
pelo barato prego de 2g5O0 rs. cada orna, na roa
do Qaeimado loja d'aguia branca o. 16.
Cestinhas ou cabases para as
meninas de escola.
O lempo proprlo das meninas irem para a
escola, e por isso bom que to compostas com
ama das novas e bonitas cestiohas qoe se Ten-
dera ca raa do Qaeimado loja d'aguia bran
d. 16,
Fariuha de
mandioca.
A bordo do hiate Santo Amato, fondeado
confronte so trapiche do algodao, vende-se ta-
rioha de superior qualidad a prego commodo : a
tratar com Feroandesdi Irmo, era sen armazem
traTessa da Madre de Dos o. 13 ou a bordo com
Jos Feliciaoo Machado.
Vendem-se burros gordos e mansos : no
engenho Jurissacs, do Cabo : a tratar alli com o
Sr. Domiogos Francisco de Soaza Leo.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P.
Jonhston di G ra da Senzalla Nova
n. 42.
mmmmmmimmmmmm
Palmatorias de vidro e de la-
to para veflas.
Vendem-se bu-rlaa palmatorias de vidro lapi-
dado para Tellaa a 1*200, e ditas de lati mui
novas e limpaa a 400 rs. : na ra do Queimado,
loja da Aguia branca n. 18.
Peitos de fusto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-se bonitos peitoa de fusto lavrado e
trancado para camisas a 500 rs. eada m.azeo-
da mui boa e eocorpada : na ra do Queimado,
loja d'aguia-branda n. 16.
Novo sortimento de tiras b&
dadas em ambos os lados.
A loja d'aguia-braoca recebeu na novo e fio-
do sortimento de tiras bordadas em ambo* os la-
dos, e contina a vender baratamente a 19200
cada tira, o outraa de bordados muito largos a
2*000, o melbor que possivel em tal genero,
e todas ellas, pela largara que teem, podem aar
divididas ao meio, pelo que se tornara baratiast-
roaV Da fU| do Queimado, loja d'aguia branca
e. 16.
Gollinhas e manguitos de fu-
nhos bordados.
Na loja da aguia-branca vendem-se gollianbas
e manguitos de puabos bordadoa em flna cim-
bris transparente por 29500 todo, o que na ver-
dade baratissimo : na ra do Queimado, loja
d'aguia-braoca o. 16.
predio venda
Vende-se a casa de doas andares e sollo, mei-
agea, no becco das tfiudinhas o. 8, avallada em
2.000, a qual rende 1 1|2 por cento ao mez; na
ra do Trapiche d. 14, primeiro andar, ba pesaos
aulorisads pelo propietario para effectuar a ven-
da da mesma casa.
Entremetas
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca se acha um bello sorti-
mento de ntremelos bordados em fina cambraia
transparente, e como de seu costume est ven-
dendo baratamente a 19200 a pega da 3 varas,
tendo quanlidade bsatante de cada psdro, para
vestidos ; e quem tiver dtnheiro approveitar a
occasiio, e manda-Ios comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Agulfaas imperiaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em vistis sempre
vender o bom, mandos vir, o acabam de chegar
aqui (pela primeira re) as superiores agulhas
Imperiaes, com o fundo dourado e mui bem hi-
tas, sendo para alaiates e coslureiras, e cusa
cada papel 160 rs A agnlba assim boa anima
e adiaota a quem cose com ella, e em regra sao
mais baratas do que asoutras; quem as com*
prar ni ra do Qaeimado, loja d'aguia branca n
16, dir sempre bem deltas.
K.KA DO QUEIMADO N?46
P/lt7hlGRANDEOTTIMEre
^DftSEROUPKSf
Sortimento completo de sobrecasacos de pinoo a 259, 289, 30Je 359, taracos multo bem
taitas a 258, 28f, 30$ e 35J, paletots scasacados de panno pretode 16 at 159, ditos de cssemira
'de cor a 139,181 e 201. patelofs saceos de panno e case mira de 89 at 14jj ditos saceos do alpaea
m erio6 o la de 49 St 69, sobre de alpaca e merino da 79 at 109, calcas pretaa de caaemira da
89 at 145, ditos de cor as 79 al lOf, roupas psra menino de todos oa tamanhoa. grande aorli-
ment de roupa s de brins como sejam caigas, paletots e colletes, sortimento de collefes pretos da
setim, casemira e velludo de 49 a 9J, ditos para casamento a 59 o 69, paletota brancos de bra-
mante a 49 a 5/, caigas brancas mullo finas a 6f, e um grande sortimento de tazendaa Un s e mo-
dernas, completo Sortimento de easemiras iogleas para homem, menino a aenhora, aeroulas de
linho ealgodo, chapeoa de sol de seda, luvas de aeda de Jouvio para homem e aenhora. Te-
mos urna grande faortca de alfaiate onde recebemos oncommeodss de grandes obras, que par*
isso est sendo sdminlstrada por am hbil meslre de samelhsnte arte e um pesaos! de mais da
etncoenta obrairos eseolbidos, portanto eiecutamosquslquer obra com promplido e mais barato
do qoeem outra qualquer casa.
3
i
8
Acaba de
chegar
novo armazem
DI
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sortimento do
roupas (ellas, calcados o faieodaa e tedoa
estea st vender por procos muito modi-
ficados como de seu eoitume,assim como
sejam sobraoasacoa de superiores pannoa
a eaaacoa feilos peloa ltimos figurinos a
169, S89, 309 a a 359, paletota doa meamos
pannos preto a 16J, 18f, 209 e a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de
novos padres a 149.169, 189,209 o 249,
ditos saceos das mesmaa caaemiras da co-
rea a 99. 109,129 o a 149, ditos pretos pe-
lo diminuto prego de 89,109, e 11$, ditos
de sarja de seda a sobrecasacadoa a 129,
ditos de merin de cordo a 129, ditos
de merino ehiaez de apurado goslo a 159,
ditoa de alpaca preta a 79. 89, 99 a 10,
dltoa saceos pretos a 49, ditoa de palba da
aeda fazenda muilo auperior a 49500, dl-
toa da brim pardo a de fusto a 89500, 49
a a 49500, ditos de fusto braneo a 49,
grande quantidade de calcas do caaemira
preta o de corea a 79, 89, 99 o a 10, ditas
Sardaa a 39 a a 49, ditas do brlm de cores
as a 11500, 39, 38500 a 4$, ditas da
brim brancos Anas a 49500,5f, 59500 o a
69, dilaa da brim lona a 59 a a 6, colletes
de gorguro preto ede aoroa a 5| a a 6f,
ditos de casemira da cor o pretoa a 41500
o a 59, ditos de fusto braneo e da brim
a 39 e a 39500, ditoa de brim lona a 41.
ditos da merino para luto a 49 o a 49500,
ealcas de merino para luto a 4J500 eaSf,
capaa de borracha a 99. Para meninos
de todos os tamaohos: calcas de casemira
reta oda cor a5g, 69 o a 79, ditas ditas
brim a 21, 39 e a 39500, paletota sac-
eos ao casemira preta a 6g o a 7, ditoa
deaor a 69 a a 7|, ditoa de alpaca a|3,
aobrecasasoa da panno preto a 129 o >
14, ditoada alpaca preta a 59. bonets
para menino de tedaa aaqualidadea, ca-
misas para meninos da todoa oa taman boa,
meios ritos vestidos de cambraia feitoa
para meninas de 5 a 8 *nnos cora cinco
babados liaoa a 89 e a 12 j, ditos da gorgu-
ro da cor a de lia a 5 e a 69, ditoa da
brim a 39, ditos da cambraia ricamente
bordados para baptiaados.e multaa outraa
fazeadaa a roupas taitas que deiiam de
aer mencionadas pela aua grandequantl-
dade ; assim eomoreeebe-se toda eqial-
qaer encommenda do roupas para so
mandar manufacturar o que para oato
tomos m computo sortimento defazea-
daa de gosto o ama granda offleina da al
ltate dirigida por um hbil mostr que
pela auapromptid o porfeicenad adel-
fa a deeejar.
tfM&fMSnsW-t^-SMfttarlISMtfitQH
Liquidaco.
Braga, Silva & C, em liquidado, convidara
aos SCus devedorea a Tirara saldar seus dbitos
dentro de 30 diaa, e participara qoe medidas ter*
minantes Serio empregadas contra OS que nao
comparecerem.
Urna bar caga.
Vende-se ama bsreaca. do porto da 39 taitas,
aocalhada no eelslelro lo meslre esrpinteiro Ja-
ciotho Elesbo, so p da fortaleza das Cinco Pon-
tas, aoado podo Ser vista 0 examinada peloa pra-
teudentea ; vende-se a prazo ou a dinheiro ; a
tratar com atanoel Aires Guerrs, os raa do Trs-
plshetr, 14.
Para a quaresma i
Na ra do Queimado!
1 n. 10.
m LOJA DE 4 PORTAS
Ferro <& Maia.
? Vendem-se as segointes fazendas : 2
W Manteletes pretos bordados muito ricos. *9
a Cassas pretas bordadas idem. &
a Ditas ditas lisas.
W Sedas [.retas tarradas a 19. 19880, 29 V
A e 21500. a
Grosdenaple preto corado 19, 19800, 29 2
e 29500. &
Sarja preta lavrada covado IfOOO e 29* 38
Dita dita lisa covado a 19500 e 19800.
Casemira preta muito flna corte 59, 69, w
7, s y. ^' ^' m
Panno preto a 39, 49, 59, 69, 79, 89, 99 5
e OSOOO.
Biquissimos cortes de seda preta borda- $p
dos a velludo a 609, 709, 809 e 909. O
Riquissimos cortes de grosdenaple preto
para vestido com babadinhos e duas w
satas a 45$, 509, 609 o 70J. B
Novo paquete das novidades
23-Rua Direita-23
Nesle novo estabelecimento achara o publico um randa sorlimeolo tendente a molhados
tudo por preco mais barato do que em oulra qualquer parte :
Manteigs iogleza especialmente escolhida a 800 e 960 rs. a libra.
Dita francea a melbor do mercado a 720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados no ultimo vapor a 29800 e 3jg.
Cha byaon e pre'.o a 29 e 29880 a libra.
Vinho engarrafado dos melhores sutores a 19 a 19200 a garrafa.
Vioho de pipa proprioa para pisto a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial dos melhores autores a 900 ra. a libra.
Ameixas portuguesas a 480 rs. a libra.
Passas muito noas a 500 ra. a libra.
Latas com bolachinbssde differenles qualidades a 1(400.
1 Conservas inglezas ss melhores do mercado a 800 rs. o frasco.
I Massas, talbarim, macarro o aletria a 440 rs. a libra.
Cerveja das melhores marcas a 560 agarrafa.
Geoebra de hollanda superior a 500 rs. a botija.
Velas de carnauba a 440 rs. a libra.
Ditas de es per mcele a 760 rs. e libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320rs. a garrafs.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
Alpisla a 160rs. a libra.
Touciobo de Lisboa a 360 rs. a libra.
Alm dos gneros annunciadosschar o publico um grande sortimento de um lado tenden-
te a molhados mais barato do que em outra qualquer parta.
ARMAZEM
Collecces de estampas.
Acaba de chegar a loja da aguia branca urna
pequea quanlidade de collecces de unas e
grandes estampas a fumo, representando ellea os
martyiios do Senhor em 14 quadros, os quaes
sao bem acertados para qualquer igreja ou mes-
mo casa de quem lenha goslo de aa possuir;
chegou igualmente outra pequea porco daa
procuradas estampas a morte do justo e a morlo
do peccador : acham-se a venda somente na ra
do Queimado loja da aguia branca n. 16.
Talhares para criamjas.
A loja da aguia branca acaba de receber a sua
encommends dos preciosos talhares para enancas
e os est vendendo a 320, 400 e 500 rs. confor-
me a superioridadedelles : na ra do Queimado
loja da aguia branca n. 16.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na roa do Qaeimado n. 22,
aa encontrar um complete sortimento de grava-
tas de aeda pretaa e de corea, que ae vendom por
preeos Inratissimos, como sejam : estreitinhas
Tetase de lindas corea a 19, ditas com pontaa
argaa a 19500, ditas pretss bordadas a I96OO. di-
tas pretas para duas voltea a 22 ; na mencionada
loja da boa f, na ra do Queimado n. 22.
Vende-se um escravo, pardo, moco e do
bonita figura, o hbil para lodo o aervlco : quem
o pretender dirija-se a ra do Imperador n. 48,
terceiro andar.
Novos bonets de velludo, e
marroquim dourado.
Na loja d'agaia branca vende-se mui bonitos
bonete de velludo, e marroquim dourado, os
quaes alo agora mui oeeesssrios psra oa meni-
nos que vo para a escola e quem oa quiaer com-
prar mais baratos 4 dirir-se i roa do Queimado
leja d'aguia branca n. 16.
As verdadeifas pennas ingle-
zas caligraphicas.
A loja d'aguia branca acaba de receber sus
encommenda daa verdadeiras pennas de ac
ioglezaa caligraphicas, doa bem conhecidos o
acreditados facricasrtes Perry & C, e apeaar da
falta qae haia deseas boas peonas, com ludo
vendem-se pelo antigo preco de-2/000 a caixiuha
de urna groza, quantidade eesa que aa (alaifica-
daa oo Irazem. Para livrar de eoganos, as ca-
linitas vo marcadas com o rotulo que diz. Loja
d'aguia branes ra do Queimado n. 16.
Sal de Lisboa.
Vende-se S bordo da bsrea portuguesa Eipe-
tanea, sal de Lisboa limpo e redondo ; a
oa rus do Traplcne n. 17.
Vende-se am terreno em Santo Amaro,
anto So hospital iagtes, com 700 palmos de fren-
e, em muito bom estado: a tratar aa Na do
Trapiche o. 44, armazem do Braga Son & C
Vende-se macarro, aletria e talbarim S
240 rs., Arroz a 100 e 120 rs., caf muido pura
a 360 ra., erva mate a 249 rs., sabaa braneo a 200
ra., alpiste a 160 rs., assdear braneo a 100 o 120
rs. proprio para doce, gomosa a 100 rs. a libra e
29560 a arroba : est torrando, Ssntoe 4 C. roa
do Cordonit n. 1.
ROUPA FUTA
Joaquim F. dos Santos.
40Ra do Queimado40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo do roupa falta de
todas as qualidades o lambem se manda eiecular por medida vontade dos fregue-
ses para o que tem um doa malhorea profassorss.
Caiacas ue panno preto a 401,
351 o 309000
Soorecaeecosde dito dito a 359 a S09000
Paletota de panno preto e de co-
rea a 359, 309, 259,109,189 a 209000
Ditoa de casemira de corea a 229,
151,129.79 o 99000
Ditos de alpaca preta golls de
velludo fraacezaa a 109000
Ditos de merino setim pretos o
de cores a 9| o 8J000
Ditos de alpaca de cores a 59 o 39500
Ditoa de alpaca preta a99,79.59 0 Sf500
Ditos de brim do corea a 5j,
49500.49 e r 39500
Ditos de bramante de linho b an-
co a 69. 55 e 4*000
Ditos de merino de cordo preto
a 159 o 89000
Calcas de casemira preta ede co-
res a 129. 109, 95, 79 o 69000
Ditss da princesa e merino da
cordo prato a 59, 69500 e 49500
Ditss de brim braneo ede coros s
59. 495OO e 2f 500
Caleta de ganga da cores a StOOO
Cllete de velludo preto e de co-
res Usse bordsdos a 129,99 o 89000
Ditos de cssemira preta o da co-
rea lisos o bordados a 69,
59500,59 3J500
Ditos de setim preto 59000
Ditos de seda e setim braneo a 6 e 59000
Ditoa de gorguro de ssdt pretos
* e de cores s 79, 69, 49 o
Ditos de brim o fusto braneo s
31500, 29500 o
Saroulaa de brim de linho a 29 e
Ditas de algodo a I96OO o
Camisas de peito defusto braneo
ede coree a 22400 o
Ditas de paito de linho a 59, 49 a
Ditas de madapolu brancas o do
cores a 89. 29500, 29 o
Chapaos pretos de maaaa francesa
forma da ultima moda a 10J,
8S500e
Ditos de feltro a 69. 5}, 49 e
Ditos de sol de seda inglezas o
franceses a 14J, 1*9. ltf o
Colarinhoa de linho mullo finaa
novos feitlos da ultima moda a
Divos da algodao
Relogioa de onro patente 0 hori-
zontal a 1008, 909. 80| o 70J000
Ditos de prata galvanizados pa-
tente e horizontaes a 409 o SOfOOO
Obraa de otro, aderecoa e meios
adereces, pulcelras, rosetas o
sneis a 9
Toalhas de linho duzia 10f, 69 o 92000
Ditas grandes para meaa urna 39 e 4800,)?
58000
39000
292OO
19280
29200
39000
15600
79OOO
29OOO
79OOO
9800
9500
CARTOES
DE
VISITA
M
!(DTO Dll
Cartes de visita de novo gosto
Carios de visita de novo goslo
Carlota de visita de aovo gosto.
Urna duzia por 161000.
Urna duzia por 16J000
Urna duzia por 16|000
Urna duzia por 165000.
Retratista americano.
Ratralista americaoo
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Roa do Imperador
Ra do Imperador
Raa do Imperador,
Vende-so um mulato moco de boa Ogura o
muito habilidoso '. na Boaviata, ra da Santa
Cruz n. 28, daa 4 boras em diante.
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Noa armazeos do caes do Rsmos ns. 18 o 36 e
na ra do Trapiche Noto (00 Reeife) n. 8, se
vende gaz liquido americano primeira qualida-
de o recenlemeote ebegado a 149 'lla de cinco
gslldes, assim como se vendem latas de claco
garrafaa o em garrafas.
Superior cal de Lisboa.
Tem para vender em porco e a retalho Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C no seu es-
criptorio ra da Cruz n. 1.
Rival
sem segundo.
Na ros do Queimsdo n. 55, defronte do sobrado
novo, est disposto a veoder tudo por prego que
admira, assim como saja :
Frascos de agua de lavanda muilo gran-
des a
sbonetes o melhorque pode baver a
Ditos grsndes multo finos a
Frascos com rheiros muilo finos 1
Ditos ditos muito booilos a
Garrafas de agua celeste o melhor a
Fraacos com banha muito superior a
Ditos dita de urco floiasima a
Frascos de oleo babosa com cheiro a
Ditos dito dito a
Ditos dito nilo a
Ditos para limpar a cabeca e tirar caspas a
Ditos oito philocome do verdadeito a
Ditos com banha transparente a
Ditos com superior agua de colonia a
Dita, fraseos grandes a
Frascos de maca- oleo a
Ditos de opiata pequeooa a 320 e
Ditoa de dila grandes a
Tem um resto de lavande embreada a
Linba branca do gas a 10 rs., e tres por
dous, e fina a
Dila de carleo Pedro V, com 200 jardaa a
Dita dito dito com 50 jardas a
Carreteis de linha com 100 jardas a
Duzia de metas cruas muito encorpadas a
Dita de oitaa muito superiores a
Dita de ditas brancas para aenhora, mui-
to finas a
Vara da bien da largura de 3 dedos a
Dila da franja para toalbas a
Groza de botos de louca brancos a
Duzia de phosphoros do gaz a
una de ditos de vela muilo anteriores a
Pegas de fita para coa de todas as lar-
guras a
Carteiras com agulhas.
A loja d'aguia branca acaba da despachar car-
teiras com agulbaa de mu bOa qualidsde, e ei-
ceiiouio vitmenlo, a otS vendendo a 500 ra.
eada urna ; assim como recebeu igualmente no-
vo sortimento das agulhas Imperiaes, fundo dou-
rado, que cooliouam a aer vendidas a 160 ris o
papel, isso na rea do Queimado loja d'aguia
branca n. 16.
Argolas de ac para chaves
vendem-se 200, 240, 320. 400 e 500 ris, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Froco fino, e seda frouxa para
bordar
uvas pretas de tonjal
para meninas a 500
rs. o
par.
800
320
160
500
19000
19000
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
100
500
800
500
20
60
20
30
29400
4S5U0
31000
190
80
120
240
240
320.
vende-se na ra do Queimado loja d'agaia branca
n. 16, onde ae achara completo aorlimento.
NA NOVA CALIFORNIA
DE
Feijo.
Vende-se feljo aulatlnho en saceos, mullo
novo, o por preco bsreto: as ras DireHa n. 8.
* Voade-se a ease sita aa ras Imperial i.
194, flbronte da Cabanga.
Na rlia da Imperatriz numero 48, junto a padaria tranceza.
Vende-se sedas escocezas de bonitos nonios a 109. cambraia liaa a poca a 11800, 215O0,
39500 o 49. cortea de cambraia brancaa com barra de cor a 29800 e 3f, ditoa brancos bordados s
39500 e 41500, dosis de oaaiae pare aenhora a 29600, ditas fldaa a 89500 o 49, ditas croas para
hornea a 99, finas a 2*500' chales de tarlaUna a 640 rs., ditos do algodo alcoioadoa a 1$. golli-
nkaa muito Coas bordadas 610 e 800 ra., maoguitoe moderaoa manga balo a 800 e 19. mangui-
tos, gollinhas e camisa da crep preto bordado a croch a 2|, ditoa de vldrilhes a 29500, ricoa an-
feitea para aenhora a 5J 59500, cilos douradoa de bonitos gostos a 2$, 2*500 e 39, chapeos eo-
feitadas pata eaptisado a 39 49. ditoa da Sol para aenhora a 49 o 59, ditos do aol para homom a
69, lencos de aasa grandea duela a 29400, diUado cambraia bordadoa a 200, 240 a 300 rs., ros-
denaples preto fino a 18800 el} o eevado, ricoa manteletes pretoa da grosdenaple a209, 229 o 259,
panno preto 8o a 3g e 896OO o covado, fil liso braneo multo Ino a 640 a vara, dito bordado
a 19200 o outraa multas tascadas por preeos commodos, salas como um grande aorlimento de
napes feltas por preeos que admira : as loja do Patedes Porte.
Rival
sem igual.
Com bom sortimento.
Enfeilea pretos com franja a 59500, fivelss de
a;o muito bonitas a 19500, agulhas fraocezas cur-
tas o comprtdss a 60 rs., carreteis de linha de
200 jardas a 60 rs., ditas de Alezanders a 80 rs.,
ditas de 100 jardas de cores e branca a 30 rs.,
cart5es de clcheles com duas carreiras a 60 rs.,
ditos de urna a. 40 e 60 rs. : oa ra larga do Ro-
sario n. 36, loja do Pedro Tioo 3.
Vacca leiteira.
Vende-se urna excedente vacca
com cria que d diariamente de 16 a 20
garrafas de lcite chegada hontem de
Lisboa no brigue portuguez Relmpa-
go a qual devera desembarcar hoje: a
tratar com F. S. Rabello & Fillio: lar-
go da Assembla n. 12, escriptorio.
Vendem-se luvas pretas de torcaf am bom es.-
tsdo pera meuiaa da diveauoo tamaobea a 500
rs. o par: na raa do Queimado loja da aguia
branca n. 16.
Agua de lavander e pomada.
Vende se superior agua da lavander iogleza
pelo baraliaaimo preco de 500 e 640 ra. cade fras-
ee, pom.da maiiiasimo fina em paos grandes a
500o a 19, vende-se por Uo barato preco pela
grande quantidade que ha: na rus do Queimado
na loja de miudesaa da boa fama o. 55.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonitos bicos de linho de doua a
qualro dedos de largura fazeoia muito superior
pelo baratissimo preco de 240, 320, 400 e 480 ra.
a vara, vende-se por tal prego pela razio de es-
larem muito pouca cousa eocaldidos, lambem so
vendem pecas de rendaa lisas perfectamente boas
com 10 varas cada pega a 720, 800 e 19, anas
com salpico* muito booilas e diversas larguras a
I92OO, I96OO e 29 a pega, ditss de seda a 29 ca-
da urna pe;a : oa rna do Queimado na bem co -
onecida loja de miudezaa da boa tama o. 35.
LinhdS de cores em nvelos.
Vende-se linhas de cores em nvelos fazenda
em perfeitissimo estado pelo baratissimo prego
de 19 a libra : na ra do Queimado loja de mlu-
dezas da boa fama n. 35.
Papel de peso a 1$ a resma.
Vende-se oa ra do Queimado loja de miude-
zas da boa fama n. 35.
Meias pretas de seda:
Vende-se meias de seda pretas para aenhora
fazenda muito superior pelo baratissimo preco
do I90 psr: ns ra do Queimado na bem co-
nhecidalojada boa fama o. 85.
Aos fabricantes de velas.
O antigo deposito de cera de carnauba o sebo
em pao e em velaa, estabelecido no largo da As-
sembla n.9, mudou-ae para a ra da aladre de
Dos n. 28, qeasi defroote da igreja, onde conti-
na a haver um complato sortimento daqueUe
gneros, que se vendempor preeos razoavels.
Barato assim barato de mais
Sabonete finos.
A loja d'aguia branca recebeu urna crescida
quanlidade de sbooeles finos para barbas, os
quaes coovm a todoa compra-los mesmo psra
maos, avista do diminuto preco de 39 porquanto
se est vendendo a duzia. Para satisfazer-se aoa
bonsfreguezes se vender lambem em menores
porces, porm quem maia comprar maia lucrar,
porque assim barato nao ser fcil tornar a ha-
ver, e mesmo agota s ha na ra do Queimado
loja d'aguia branca n. 16.
Coraes.
Em massinhos a 500 ri. cada um.
Em flus a 640 rs. cada um.
Em voltas de 3 fios a 29500 cada urna.
Vendem-sa muito bous coraes, em massinhos,
Dos e voltas de 3 fios, pelos baraliaaimos preeos
cima : na ra do Queiaado loja d'aguia branca
d. 16.
Objectos de phantasias
pulseiras de missangas.
A loja d'aguia branca acaba de receber um
bello e escolhiJo aorlimento de pulseiras de mis-
sangas com borlas pendentes, obra de muito gos-
to, e o que de mais perfeito se pode dar em taes
objectos, e as est vendendo a 19500 cada urna,
lano para senhoras como para meoinaa e pela
novidade do gosto e spuro da moda 0S0 tardaro
em se acabaras que ha ns loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16. ____ ____
^zrijaa^Tira orara 3^33 3TJ V 'JCaPJJmg
Loja das 6 por-|
tas .em frente do
Livramento.
Cassas fraocezaa de bonitos gostos s
320 rs. o covado, luvas de lroral pretas
e d seda a 500 rs. o par, chitas france-
sas largas escuras a 240 rs. o covado,
ditas Bn.s a 260 e 880 rs., fil de linho
liso a 640 rs. a vara, larlatana flna de
todas aa cores a 800 rs. a vara, lencoa
brancos com barra de cor a 19100 a du-
zia e 120 rs. cada um, meias para ho-
mem a 1J100 a duzia e 120 rs. o par,
chitas para coberta de bonitos dese-
nbos a 220 rs. o covado, pecas de bre-
tanha de rolo a 29. ditas de cambraia lisa
com 6 1)1 varas a 39, musselina encar-
nada a 240 rs. o covado, calcinhas psra
meninas de escola a 19 o par, peitos
para camisa brancos o de cores a 200
rs., pecas de cambraia branca de salpi-
co a 395OO, algodao entestado o melhor
a 700 rs. a vara, dito braneo para toa-
lhas a 1J a vara, eofeitos dos mais mo-
dernos a garibaldi a 69,' loja est aber-
ta al as 9 horas da noite.
^arui.aueuB-m.gg,'t
Gaiolas.
armazem de fazendas
DE
Santos Coelho
Ra do Quei\mad m. 19?
Leocoea de bramante d linho a 3}.
Cobertaa de chile finas a 39.
Ditas a preco do 19800.
Cambraias pretas muito finas.
Colchas de fusilo muito lindas a 69.
Esleirs da India da 4, 5 o 6 palmos de largo
proprlaa para forro de cama e salas.
Lencoes de panno de linho fino a 29.
Algodao mooslro a preco de 600 rs. a vara.
Toalhaa de linho para mesa a 49.
Sitas de fusilo para maos, cada ama 500 ri.
aloes para meninas.
Mobilia.
n.
Na ra da Gamboa do Carme loja
12, vende se.toda a qualidad de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti -
ga, phantbaaia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, fat-se toda a qualidad de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
Lindas gaiolas de rame, proprlas para pssss-
rinhos de astima;io ; vende-se na ra do Quei-
mado n. 53.
Vende-se por qualquer negocio urna quarla
parte do sitio e casa de viveoda no lugar do Pe-
res, freguezia dos Alegados, sendo a casa edifica-
da a 4 para 5 aooos, de padre e esl, multas ar-
vores fructferas novas, cscimba principiada do
agua doce, estribara, etc., teodo a casa 4 quar-
tos, 2 salas, cozioba fora, porlao : a tratar na
ra do Queimado o. 47.
Escrayos fugiaos.
Fugio de bordo do patacho nacional Espa-
darle o escravo de nome Francisco, alricaoo, de
46 annoa de idade, eatatura regular, cor preta o
nariz chato. Como deaconbece a trra, ere-se
nSo lera sahido da cidade ou seus arrabsldea :
roga-se. pois, s quem delle souber, queira apre-
aenla-lo ou dar noticias : na ra da Crus n. 3,
escriptorio'de Amorim Irmos, que ser recom-
pensado. ... ,
Auseotou-se da casa do abaixo asslgnado
no sabbado 8 do correte, o aeu escravo de nome
Fernando, cor cabra lula, altura regular e corpo
reforgado, sendo o dito escravo canoeiro da fa-
brica do Monteiro. consta que as vezea anda no
Campo Verde onde tem cooheclmentos, leudo
por cotturae tocar rabeca e viola : roga-se por-
taoto as autoridades policiaes e ca pitaes de cam-
po a aua apreheoco.levaodo-o a ra do Apollo
n. 6, deposito da fabrica do Mooteiro.
Jos Gutlherme Guimariea.
Fugio no dia 20 do correte de bordo do
patacho Capuama, o escravo crioolo marinhei-
ro de come Aolooio, idade 19 annos pouco mais
ou menos, altura regular, rosto comprido e eom
alguos sigoses de bexigas, levou cal;a e camisa
azul : quem o pegar leve-o ao escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo er C. raa da
Cruz n. 1, ou a bordo do dito patacho que eer
generosamente recompensado.
Fogie no dia 16 do correle, da casS de seu
senhor, o eacravo de nome Laurentino, crioulo,
de idade de 24 annos, pouco mais ou menos, com
os sigoses segutntes: sito, cheio do corpo, pica-
do de bexigas, sem bsrba, rosto redondo, tem
falta de denles aa trente, falla gago, lem no lu-
gar das canellas das pernaa um pouco grojas
levou camisa de riscado de algodao amasia00.
calca do mesmo algodo azul, j foi vJaV com
roupa branca nasta idade, procurantesCem 'ho
deesa urna caria em nome do senh P*r' poder
sabir para fora da praca a tiluloa**" procurar se-
nhor, filho de Nazsrelh, ams^Tclo P '
a looV* autondadea poli-
rmandem levar i pada-
rux n. 0, ou capllea do
roga-se, portelo,
ciaes qoe o prendara es
ria de pateo da Sar>'
;
fcj[i i-riili a rva/Nl



=
DUfelO DE f BfcNAMBUCO. .^ SAiftO 4 DE )URCa;l Uto.

Litteratura.
Esboco biograpbict de Joo Bapsla
Mreiri, baro de Moreira,-cnsul
' geni de Portugal, no Rio de Janeiro.
(Continuago do n. 62.)
Desejando dar a eita explendida demonslrago
proporcional solemnidade, ditigiu a commiiio
directora urna honrosa carta ao enviado extraor-
dioario de Portugal, aolicitando de S. Exc. que
Uzease depositar aquella mensagem aos pea do
tbrooo fldelissirao (33).
Foi eata caria aeolbida palo sabio ministro, que
se apressou em aalisfszer os desejos dos seus com-
patriotas, enviando a mensagem ao seu alto des-
tino (34). *
Tendo por ease lempo, naufragado a barca por-
tugueza Nova Amazona, o governo Ioutou o com-
mandador Uoreira pelo modo como em tal clr-
cumstancia ae bouve (35).
Ao Ilustre funccionario diplomtico, com quem
Joo B. Morelra servir, prestou elle a mala ac-
tiva o efficaz coadjuvago. como lb'o proporcto-
navam as largas relacoes estabelecidas durante
tantos annos, e em to delicadas crises, com es-
trangeiros e nacionaes. Dobraram ates servicos
de importancia, quando o digno conselheiro
Francisco de Paula Helio, que servia de secre-
tario de legago, leve de regressar Lisboa, le-
vando o importante tratado de commercio, ento
entabolado com o governo imperial do Braail.
Loogo seria desenvolver aqui eases servicos, que
bem constsm das participares da legarlo, exis-
tentes na secretaria de estado dos negocios es-
traogeiros em Lisboa.
Seguiram-se as occurrencias polticas do aono
de 1836, as quaes determinaran! a retirada es-
pontanea do conselheiro enviado eitraordinario
Joaquim Antonio de Magalhaes, a lempo em que
se cruzavam ordens viadas para o mesmo fim.
Ordenou o nobre ministro, conde de Villa-Real,
que o cnsul geral (osse tambem acreditado co-
mo encarregado de negocios, recomegaudo eu-
to, e pela terceira poca, os seus servicos di-
plomticos.
A elle coube ento o trabalho insano e penoso
de pdr em execugo, na parte qae Ibe tocava, o
decreto de 10 de dezembro de 1836, que exlin-
guiu o commercio da escravatura e que to vastos
e profundos interesies feria, brasileiros e portu-
guezes.
Sabido como, a pretexto dessa abolico do
trauco, a Inglaterra asou, para com os navios
portuguezes e brasileiros, de meios excesiva-
mente rigorosos e desconformes com o espirito do
direitodas gantes. Foram, pois, ageotea da Gra-
Bretanha que eolraram a propalar boatos desai-
rosoa contra o encarregado de negocios de Por-
tugal, induzindo o proprio governo britannico a
tratar ease assumpto com o governo de Lisboa :
mas resultando s de taes discusses a detuons-
trago de que o illustre funccionario zelosamente
cumpriu o seu dever, sem que os excessos, pra-
ticados por urna aago poderosa, o demovesem
de obrar e fallar como compela ao agente de urna
naco tambem soberana e pundonorosa.
Pretenda o governo britannico explicar as leis
de Portugal a seu talento,dobrando-as a cerebri-
ms inlerpretages. Delermioava o decreto de
16 de Janeiro de 1837 que s seriara considera-
dos navios portuguezes, os que com bsndeira
portugueta tivessern navegido al a publicarlo
do decreto, ou os que para o futuro fossem cons-
truidos nos portos de Portugal e seus domioios.
Lord Palmerston, porm, maodou considerar como
so portuguezes, os navios construidos em porlos
portuguezes ou que nenhuma ouira bandeira, ti-
veesom trazido, antes da data do referido decreto.
Desta inexacta indicarlo resultou encarar-se a
queslao por um prlama falso. At foi qualicado
pelo governo britannico, como proteccao ou con-
nivencia com o trafico, o embandeiramento de
navios as circumslancias, legaes, acto de que,
alias, tioham resultado de direitos 40:0008, qne
loram remetlidos para o thesoaro portuguez. Es-
sas acres queixas, foram victoriosamente repelli-
das pelos ministros viscondes de S da Bsodeirs
e Darlo da Ribeira de Sabroza, como consta de
muitos documentos officiaes de ambos os gover-
nos, que loogo seria reproduzir.
Tendo aempre recebdo, no exercicio de seu
cargo, a spprovago do governo delissmo, e
havendo anda esperanza de que se tornasse effec-
uro o tratado de commercio celebrado como
enviado Sexlraordinario Magalhaes, recebeu do
seu governo urna lionrosissim credencial (36), e
(33) Es a carta dirigida ao enviado extraordi-
nario de Portugal:
lllm. e Exm. Sr.Os subditos portuguezes
abano assignados, reaideoies uestaciuaae, chelos'
de jubilo e reconbecimento pela merc que S M
Fidelissima a Sr" D. alaria II bouve por bem con-
coder ao Sr. Joo Bapliata Moreira ua reintegra-
gao do seu lugar de cnsul geral oeata corte, re-
solversm entre si, em urna reuoio patritica,
dirigir um voto de agradecimeuto mesma ex-
celsa aeohora, em seu oome e no dos differeotes
outros portuguezes que expontaoeameole solicitas
sem subscrevelo; e bem|assim de o enviar respei-
tosamente a V. Exc. rogando-lbe a honra de o fa-
zer subir oftlcialmenle presenta da rainha Qde-
lisaima, que tanto os penhoroucom aquella gra-
ca. Tendo pois os abaixos assignados cumprdo
ja em parte a sua deliberago, fazendo escrever e
aasignando o referido voto de agradecimento,
cumpra-lhe, em complemento da sua delibera-
cao, envia-lo a V. Exc, aQm de que se digne de
o fazer chegar ao seu alio deatino.acompanbando
esta remeasa dos sentimentos da mais distincta
coosiderago e estima que todos os portuguezes
tributam a pessoa de V. Exc.
Deus guarde a V. Exc. muitos annos.Rio de
Janeiro, 88 de novembro de 1835.
/Ilm. e Exm. Sr. Joaquim Antonio de Maga-
Joao Ventura Rodrigues, commendador.
Dr. Antonio Jos CoelhoLouzada, commen-
dador.
Joo Bonifacio Altes da Silva, comineo-
oador*
Antonio Jos Pedrosa, commendador.
Antonio Ferreira de Norooha Feital.
Joo Joa da Rocha.
(34) Eis a resposta dirigida pelo enviado ex-
traordinario aos subditos portuguezes signatarios
da referida mensagem:
lllms. Srs Deceb a carta que Vv. Ss.mees-
creveram em dala de 30 do paseado mez, acom-
panbando o voto de agradecimento, que Vv. Ss.
e outros mais subditos portuguezes julgaram de-
yer dirigir a S. II. Fidelissima pela reintegraco
de Joao Baptisla Moreira, no cooaulado desta ca-
pital, que a mesma angosta aenhora se digoou
"r,u" a1,se.7erando Vv. S. que j enviei ao
seu alto destino aquello documento, aproveito a
opporiuoidade de teslemunhar-lhes a minha es-
pecial gratidao pelo modo obsequioso, elison-
gelro com que se dlgoaram tralar-me, e de Ibes
assegurar, para que o facam constar sos mais
subditos de S. M. Fidelissima, em cujo nome Vv.
Ss. fallaro, que nenhum sentimento predomina
asta, seno o de corresponder honrosa es-
colba que S. M. Fidelissima houve por bem fa-
zer, nomeaodo-me seu enviado extraordinario
aubd'it *' Tl08 de todo, 0I seBS fle"
aig ?*0 i?01 "S0-6" D0 Rio de Janeiro, 5 de
lhaes? 1835-Joaqim Antonio M.ga-
Illm. Sr. Joao Venlura Rodrigues, e mais ae-
nhores signatarios do voto de agradecimento a S.
M. Fideliaaima pela reiotegrago do cnsul geral
Joao Baptista Moreira.
(35) LS-se entre outrai cousas do despacho do
Sr marquez de Loul, do Io de marco de 1836
esle trecho: '
........ em resposta s me compre louvar a
Vmc. pelo zelo com que promoveu urna subscrip-
cao em favor dos nufragos.
(36) D. Mara, por grasa de Deas, rainha de
Portugal, etc.
Fago saber aos qoo esta caria de poder geral e
especial virem, que tendo encarregado Joo Bap-
tista Moreira. cooaul geral da oago portugueza
na corte do Rio de Janeiro, e men encarregado
de negocios junto ao governo de S. H. Imperial,
mau augusto irmo, de solicitar que o governo,
.!nlDOme de ,ua dit mageatade, o Sr. D. Pedro
HJ^iaja de apreaeotar e aubmetter de novo a ap-
E2,3|a0,d8mar" ,8'''i" do imperio, o
.tNL6 comn""io ocluido entre oa doua
SJJESSsi19 de a>a,de m> CUJ "1,erior
da camar.^emon';",de d|l,io" commercio
Si ioiecto ?eP?eio" -qUe Proounn eana
estipular que oa annos ,uf au?^ eo.
somente depois de trocada, -oWSwti r.T
flcacoee; bel por bem autorjeer J^Cjo^
ordem para transmiltir as necesssrias communi-
cagoes ao governo imperial acerca da .sua au-
toiisicio, sendo certo que, se o resultado dei-
xou de conseguir-ge, proveio isso de motivos di-
versos, mas todos alheios ao seu zelo e i sua von-
tade.
Cumpretambemremamoraraquiaue na mesma
occaaio recebeu o commendador Moreira outro
pleno poder para aerem os ordenados dos mem-
bros da commisso mixta laso-brasileira substi-
tuidos por urna porcentagem, pag sobre aa re-
clamarles qne se liquidassem (37).
Demonstragdea sao estas de iolima conflanga
que os governos nao sem conferir seno aos
agentes que teem dado reiteradas provaa de pro-
bi lade e indiligencia no aervi;o do estado.
Em 31 de julho de 1838 teve na qualidade de
representante de Portugal, de fazer prestar ju-
ramento constiluifo politcs. Toda eata corta
ae recorda anda da inexcedivel pompa da festa
com que o commendador Moreira solemnisou es-
te juramento.
Era ento aua residencia na casa hoje do Sr.
baro de Mau, a qual bem como toda a chcara,
se achava brilhaotemente Iluminada, com ins-
cripcdea t transparentes apropriados, havendo
baile a que concorreu a flor das sociedades bra-
silera e portugueza. Assim commemorava um
acontecimento qae elle julgava pr termo is pe-
nosas diasldenciaa que desde tantos annos ator-
mentaran) Portugal.
Movido por caridoso impulso aproveitou este
ensejo psra obler dos bons e leaea portuguezes
ama avultsdaaubscripco, que destinou aos ser-
los da infancia desvalida, protegidos por SS. MM.
em Lisboa e no Porto, aendo esses os primeiros
donativos que do Brasil foram remetlidoa com to
nobre intuito (38).
Tendo de empregar-ae egualmeote no aervico
de aua magestade excelsa imperatriz vuva, du-
qaeza de Braganca, leve a fortuna de proceder a
contento de S. M. I., (39) bem como do governo
porluguez, que o maodou por este motivo lou-
var, como consta dos offlcios existentes na lega-
co portugueza.
Cabe aqui recordar tambem o grave aconteci-
mento em que o referido encarregado de nego-
cios represeotou um to conspicuo papel, o da
escuna Flor de Loanda, caso que anda se dis-
tinguiu entre os numerosos e graves, inslita-
mente praticado pelaa forcaa brilaonicas.
Foi esse navio illegalmente apresado pela cor-
veta Rover. Soffreram o aeu commaodante e
toda a sua tripolaco e passageiros o maia ini-
quo tratamento, no proprio porto do Rio de Ja-
neiro, para onde violeolentamente foi transpor-
tada a dita escuna, sendo dentro desla poatoa to-
dos esses homens a ferros, privados de toda a
communicacao e al do sustento necessario,
sendo tamaoba a crueldade contra easas pobres
victimas, qae o commodoro Salivan, em conse-
quencia de estarem j affectados de escorbutos e
outras eofermidades, resultantes daquelle mo
tritamento, teve de os msndsr psra o hospital,
altela a informadlo do cirurglo ioglez de qae
j bavia grande perigo de communicar-se a
molestia tripolaco do navio do commodoro I
Deseemos a estea pormeoorea para que se com-
prehenda, e antes se louve, a digna redac;o da
nota que o commendador Moreira eacreveu oea-
ta occasio, movido pela iodignago que lbe
caussvam procedimeotos taes para com seus
compatriotas. (40)
lista Moreira para fazer e assigaar um artigo ad-
dicional em que se declare a mencionada altera-
Sao, para o que lhe dou toda a faculdade e poder
necessario.
Em l do qae lhe maadei passsr a preaenle car-
ta, por mim aasigoada e sellada com o sello gran-
de das minhas armas, e referendada pelo mea
secretario de estado dos negocios estraogeiros,
abaixo asaigoado.
Dada em Lisboa, no palacio de Nossa Senhora
das Necessidades, aoa 22 de dezembro de 1837.
A Rainha, com guarda.Visconde de S da
Bandeira.
(37) D. Mara, por gra$a de Deus, rainha de
Portugal e dos Algarves. d'aqaem e d'alm-mar
em frica, aenhora de Gui e da Conquista, na-
vegiQo e commercio da Etiopia, Arabia, Persia e
da India, etc.
Fago saber aos que esta caria de poder geral e
especial virem, que leodo encarregado a Joo
Baplista Moreira, cnsul geral da naco portu-
gueza na corte do Rio de Janeiro, e meu encar-
regado de negocioa junto a S. M. o Imperador do
Brasil, meuauguato irmo, de solicitar que o go-
verno desse imperio, em nome de sua dita ma-
gestade imperial o Sr. D. Pedro II, convenha em
substituir os ordenados que ora percebem oa
membroa da commisso mixta estabelecida no
Rio de Janeiro em virlude do arl. 8 do tratado
de par oalliaaga cuucluido entre Portugal eo
Brasil aos 29 de agosto de 1825, por urna com-
misso laxada e paga nos termos declarados as
iostruccoes que fui servida mandar expedir ao
mesmo Joo Baptiala Moreira, e sendo preciso
para esle fim ajustar e coocluir algans artigos ou
artigos addicionaes convenci de 20 de outubro
do aun3 prximo passado, pe!a qual foram de-
nilivamente reguladas aa duvidaaque obatavam
concluso doa negocios dependentes da commis-
so mixta : hei por bem autorisar o referido Joo
Baplista Moreira para fazer e asslgoar o sobredi-
to artigo, ou arligos addicionaea mencionada
coovenco, para o que lhe dou toda a faculdade
e poder necessario.
Em f do que, lhe mande! passar a prsenle
carta por mim assiguada, e sellada com o sello
grande das minbas armaa, e referendada pelo
meu mioiatro e secretario de estado, abaixo as-
signado.
Dada em Lian no palacio de Noasa Senhora
das Necessidades, sos 14 de dezembro de 1837.
A Rainha, com guarda.Visconde de S da Ban-
deira.
(38) Assim se exprima o Sr. Visconde de S
em despacho de 3 de dezembro de 1838, depois
de recebidos os respectivos fundos:
Vmc. soube dar ao acto do dito juramento,
realce tanto maia louvavel, qae depondo a prol
da humanidade carateristica dos liis subditos de
Sua Mageatade, benefecia urna dssse de innocen-
tes, que viro um dia a concorrer para a prospe-
ridad de Portugal. S. Magestade quer que Vmc.
faca coostar a aquellos dos seus subditos que
aubscreveram para aa casas de aaylo da infancia
deavalida desta capital o particular apreco que a
mesma augusta senhora d a* to plausivel ac-
co.
(39) O Sr. marquez de Rezende, camarista de
sua mageatade a imperatriz, lheescrevis.de Mu-
nich, a 14 desetembro de 1838, um honroso of-
ucio, de ordem de sua mageatade imperial, no
qual ae Id, entre oulros trechos, o segainte :
...Por todos os obsequios, que acabo de re-
memorar, ordeoa-me S. M. I. a Sra. duqueza de
Br,8nca, que, no seu augusto nome, signifique
a V. S. os seus to bem merecidos agradeclmeo-
tos, havendo ella, ha mais lempo, confessado
quaoto eslava obrigada a V. S. pelo zelo e boa
vontade com que cumpriu as instrucedes, etc.
(40) Eis o theor ds nota qae oritiaou tamanhaa
iraa e exigenciaa da Inglaterra :
de WdePl8388UeZ' D R, d J'neir' eB 7
O abaixo assigoado, encarregado de negocios
de sua magestade fideliaaima junto ao governo
de S. M. o Imperador do Brasil, tem a honra de
se dirigir ao Sr. W. G. Owseley. encarregado de
negocios de sua magestade brilannica oesta corte
levando aoaeu conhecimento a inclusa represen-
ta;o que lhe eoviaram os subditos portuguezes
Manoal Antonio Teixeira Barbosa, mestre e pro-
pietario da escuna portugueza Flor de Loanda,
deuda pela crrela de de aua magestade brilan-
nica Rover, o passageiro Maia, o piloto e maia 4
marioheirosda referida escuna; reclamando a in-
tervenco do abaixo assigoado e a proteccao que
lhe compre deslribuir aoaaubdilos da naco que
tem a honra de representar neala cort, aQm de
cessarem os escndalos, os barbaros e illegses pro-
cedimeotos havidos com os representantes, por
determnages de officiaes da mariohs brilanni-
ca, encarregados da guarda daquella embarcarlo,
e ltimamente pela ordem do commaodante das
forcis de sua mageatade brilannica neate porto.
O abaixo assigoado, leodo altentamente obser-
vado a redaeco da queixa dos reclamantes, e
coohecido, polo axame a que maodou proceder,
a verdade dos tactos allegados, pede a S. S. que
prestando egaal atiendo aoa excessos que esse
documento aecusa terem sidotpostos em pratica
pelos sobrdaos officiaes da marioha brilannica,
com aubdilos portugueses indefesos, e sem ri-
me jolgado, haja de proceder como convem
digoidade da naci que representa.
O abaixo aaalgnado recasa-se, por isso que a
represeiilaco de sobejo prolixa, a descer
narraco minuciosa dos lacios illegaea, despoli-
coa e deahumaooa, que tem aorido oa referidos
subditoa portuguezes, factos to escandaloaos e
inauditos, que nao s offeodem o direito dai gen-
Foi eata nota origem de crea recrimlnaoes,1
nao s dos officiaes de marlnha Ingieres, mas do
proprio visconde de Palmerston e do do aeu mi-
nistro em Liaboa Lord Howard de Walden. (41)
E porquanto este e idnticos negocio* servirio
de pretexto para imputarles deaairosaa ao com-
mendador Moreira, importa aqu esclarecer que o
governo porluguez, com posto sempre de cava-
Iheiros, contra os quaes o3o poderla mala ferox
calumnia elevar suapeitaa deimprobidade, tomou
a defeza do sen agente reapeitavel, cujo nnico
delicio consista no zeloso cumprimento de seus
deveres (41). Da correspondencia ento trocada,
reaulta, que o governo britannico nao poupou ea-
forros para apresentar sob mu aspecto os bous
servicos do commendador Moreira; que 0 go-
verno porluguez, por insuspeitissimo orgo, de-
clarou que, contra elle procedera se apparecesse
urna sombra de prova de actos irregularea; e
porquanto, aps to decidida attitude e to acti-
vos eaforeoa de inimigoa poderosos, nao s tal
demisso se nao deu, maa antease seguirn)dis-
tinctos elogios ao inculpado agente, obvio Dea
que elle bem merecen do pais, e que aquellas
que islo conteslaram fizeram coro com apatxooa-
das e infundadas accusae.5es do estrangeiro. em
assamptos obnoxios aos interessis e dlgnldade
nacionaes.
De que modo, porm, tomaram nasse lempo os
Portuguezes nesla corte o digno proceder do aeu
encarregado de negocios, se psteoteia de outra
Por esse mesmo tempo |^B|BIhanTe ma-
aifeatacao, certamenle nio nos hoorosa, pois
que al provioha da flor do corpo do commercio
brasilea, com o qual ka fnneeftea do agente
portuguez intimamente o o ligavam, velo pa-
lenlear quo uniforme era no paiz o cooceilo de
que elle gozava. Cem negociaoles brasileiios da
pra;a do Rio de Jsneiro, cujoa nomea bastariam
psra pedestal da mais elevada replselo, ae
apressaram a declarar o'um Nos a&airo ama-
nadas ser honrado e distlncto o comportamento
de Joo Baplista Moreira, funccionario digqo de
toda a coosiderago por aua actlvidade, deaio-
tereise e zelo, qualidades por ellas pessoalmeo*
te coohecidas, tanto como aa de urbanidade,
lolelligencia e espirito conciliador, ptimas ma-
neirae e prdbidade peasoal, que lhe haviam lei-
to graogear a estima e benevolencia das pri-
meiras autoridades e das pessoas mais gradas
do paiz. Nao ha maia lisoogeira demonstrarlo
da excellente harmona que o nobre encarregado
de negocios deseiavs conservar entra as duas
naces e bem assim do elevadissimo apreco
em que era tido no paiz onde funecionava (44).
ciosos, seriam desleaes sua rainha, apretsam-ae
em vir reiterar, e confirmar por esta forma to
explcita, como publica, tudo quanto ento dis-
seram, acrescentaodo, que o commendador Joo
Baplista Moreira, cnsul geral de V. M. F., e ao
presente, aeu encarregado de negocios, contina
t as funecoes dos seus cargos, com a
brilhanta representarlo, entao dirigida ao gover- ""' <* mutuas aoa seus cargos, com a
no de S. M. pelos principase aubdltos seus, resi- constante assiduidade que nelle notoria, oom o
denles no Rio de Janeiro, aos 22 de marco de desioteresse e firmeza de carcter, que se fazem
1839, iato no proprio periodo em que aoa boa- indispensaveis, e com toda hMHu* -
toa britanniooa ae procurara dar corpo nesta ci-
dade, fazendo-oa servir de base a eoredos, sem
cessar renascentes. Era essa a occasio em que se
affirmava nao haver no conaulado a minina vigi-
lancia para com aa peaaoaa que ae empregavam
no commercio de frica. Porluguezea Ilustres,
insuspeitos. fidedignos, renovando os agradec-
melos ao throoo, pela reiotegraco do cnsul
geral, a quem reconheciam a inlelligencis, pro-
bidade, zelo e consciencia da digndade do sea
cargo, se apressaram a desmentir os calum-
niosos boatos, declsrando como testemuohas
oculares que o commendador Moreira, encarre-
gado de negocios e consol geral, continua va sem-
pre a exercer suas funecoes com sssiduidade,
desioteresse e firmeza de carcter, sendo ao con-
trario digno dos galardoea que competem aoa em-
pregadoa honradoa, dlsttnctos e benemritos (43).
tes, mas ainda lodos os principios de huma-
dade.
O abaixo assigoado quer persuadir-ae de que
laes procedimeotos, hostia a todos oa vioculoa da
a
misade e concordia entre naedee to estreila-
meote alliadas, como a iogleza eportugueza, se-
jam maia o resultado da m iotelligencia dos
executore, do que da vontade deliberada de f*"1 >~eun> ae Aieaotara ferreira e Coala.Jos
mandatarios, que, ainda quando olvidados des- Antonio de Souza Basto. Fortunato Alexandre
les deveres recprocos, nao podem, com razo, Generoso. Manoel do Nascimento da Malta.
Joo Jos da Cunta Bastos Estrella. Aoastscio
Jos Ribeiro. Maoool Jos Peixoto Merelim.
Antonio Jos da Cuoha Magalhaes. Franciaco
. Joo Antonio Barroso.Manoel
Pedro Forreira.Joaquim Jos Correa.Matbias
collocou, devia detengo da dita escuna, es
pecialmente depois que perdeu todas as espe-
rance de que fossem condemnada pela com-
misso mixta iogleza e braaileira no Rio de Ja-
neiro, ou peloa outros tribunaes daquella cor-
te, o que elle to forte como illegalmente tra-
ton de alcaocar.
Neceasario tambem dzer, por amor da ver*
dade, que o goveroo de S. M. tendo vigiado o
maia activa e escrupulosamente, naos a con-
< docta do dito encarregado de negocios, mss
t tambem a doa cnsules de Portugal na Ame-
rica, sobre a execuco que do s repelidas
ordena, que lhea teem aido dadaa, para preve-
nir o prohibido trafico de escravos, jmsis re-
c cebeu queixa alguma contra o dito eocarrega-
c do de negocioa, o qne o governo do Brasil,
a longe de estar descontente com a aua cooduc-
c te, o lem aempre recebido bem, do que o go-
veroo de S. M. tem muitaaprovss.
(43) Eis aqui rapreaeotago a qae ae allude:
Senhora. Os negociantes portuguezes desta
praca, e maia subditos fiis da V. M. F., abaixo
assignados, leodo j levado, muitos dalles, au-
gusta preseoca de V. 14., em occasio opportu-
na, os votos de sous sioceros agradecimentos pela
a justa e acertada medida que ae dignou de to-
mar, reintegrando no emprego de cnsul geral de
Portugal ao commendador Joo Baplista Moreira,
por isso que oeste funccionario ae acham reuni-
dos os conheetmeotos precisos em materiaa com-
merciaes, i probidade e o zelo indispensaveis a
prol doa iotereases dos subditos porluguezea re-
aideoies oeste paiz, e a dignidade oeceaaaria pa-
ra bem cumprir oa deverea do aeu cargo; aeotem
agora, de nova mente, a nacesaidade de repetiram
aquella sua nanea desmentida eoaflsslo por urna
to grande merc recebida, par isso que lhes
acabs de chegar a noticia, de que-ae pretende de-
primi-lo na honradez com que lem sabido desem-
penhar aqeelle emprego de cnsul geral nests
praga, procurando, para alcaocar certoa fias, man-
char a conducta lrrepreheaai>el daquelle bene-
mrito funccionario. Os abaixo aasigoados, po-
rm, que se na preseote occasio ficessem sllen-
- a habilidade necesia-
na para cultivar a boa harmona com o governo
imperial, sem comprometter a dignidade do go-
veroo do V. M. F. E que por ludo iato merecen-
do elle a nossa coollancs, considerarlo e reco-
nhecimeolo, esperamos que elle continuar a me-
recer, como al aqui, aa boae gracaa de V. M.,
sempre justa, e magnnima em premiar a galar-
doar os servicos de empregados honrados, dis-
tlnctos e beoemeritos, como aquello de quem ae
trata. Deus guarde a precioss vida de V. M., co-
mo todos havemos mister. Rio do Janeiro, em 22
de margo de 1839. Joo Veotura Rodrigues.
Dr. Antonio Jos Coalho Louzada.Antooio Fer-
reira de Noronha Feital. O constlheiro Joe
Fernandos Tararea.Joo Joaquim Pealaos, ba-
cbarel em leis.Francisco Aolono Barroso, ba-
charel em caones. Joo Marcelliao da Rocha
Labral, bacharei em leis. Luiz Vicente d'Affon-
seca, medico.Joo Bonifacio Alves da Silva.
Antonio Jos de Mosquita.O commendador An-
tonio Jos de Mosquita.O commendador Anto-
nio Jos Pedrosa.Joaquim Pereira de Fsria.
Henrique Duarte Rodrigues. Luiz Antonio da
Silva Guimares.Joaquim Antonio da Fonseca.
Jos Vieira Pimenta Juoior.Aolono Jos Con-
nives Crespo.Maooel dos Saolos Rocha.Ma-
noel Pedro de Aieaotara Ferreira e Costa.Jos
tes deveres recprocos, nao podem, com razo,
ser desculpadoa dedescoohecerem o nao lhes ser
licito infligir castigos a subditos de urna naco
amiga, dentro desle porlo, fado que por si s Antooio Jos da l
tere tambem gravemente a dignidade da naco Gomes da Silva.
brasileira. Pedro Forreira__i
O abaixo assigoado julga ter dito quaoto baate
para que S. s., conhecendo a neceasidade de ces-
sar por urna vez a pratica de procedimentoa to
escandalosos e arbitrarios contra os subditos de
urna naci amiga, iotervenha, com a urgencia
que o caao reclama, com o commandanto das
torgas navaes brilannica. nesle porto, para que
eate mande relaxar as ordens dadas sobre o 1ra-
tameoio dos reclamantea, facultando-ae-lhes os
aumentos necessarioa para a aua aualentago,
plena liberdade para fallarem com os seus ami-
gos que osbuscam, e permittiodo especialmente
0 desembarque do paasageiro Maia, como se
praticou com os demais passageiros vindoa na
mesma embarcago.
O abaixo aasigoado lem em malta valia o a-
proveilar eata oportunidade para assegurar ao
Sr._W. G. Owseley do muito|reapeto e eonside
ragao, etc.Joao Baptitta Moreira.
(41) Nos repositorios jornalisticos desiesaonoa
aa eocontra toda essa correspondencia, e espe-
cialmente no volume qae o goveroo maodou pu-
blicar era Lisboa, .em 1840, sob o tituloDocu-
mentos acerca do trafico da eteravatura, extra-
hidoi dos papis relativos a Portugal, aprsenla
doiao parlamento britannico. Egualmeote se
trata este assumpto na secgo 6* da memoria por
ease tempo publicada pelo .Sr. visconde de S da
Bandeira O Tra/ico da Escravatura e o Bill de
Lord Palmerston. )
(42) Narrando lord Howard a 30 de novembro
de 1838 ao aeu governo urna conferencia que ti
vera com o viscoode de S Bandeira. tu
olio o aegulnte: c guanto ao Sr. Moreira, S: Exc.
disse que as aecusages costra elle eram me-
ras assergdes ; que elle nao duvidava que o
governo de S. M., ao apreaenta-lss, acredita-
va a exactido de suas ioformagoes ; porm
concluio asseveraodo que, se o governo de
S. M. podesse apresentar alguma prova real
em apoio das allegagdaa coolidas no officio de
V. Exc. de 3 do correte, immediatameote se-
ria demittido do aeu lugar.
O visconde de S da Bandeira, em sua nota de
1 de dezembro de 1838 a lord Howard de Wal-
den, escreveu o seguate : a Por mais forles que
se possam julgar ss expresses de que se ser
< vio o encarregado de negoeios de S. M. oa
execugo dos deveres da aua aitusgo, na re
ci presentago a favor dos seus compatriotas, lo
da a auppoata torga de laes expreases cabe por
trra, seodo comparada com os fados que por
si meamos fallara mais alto, tanto acerca da
megalidade da deteogo da dita eseuoa e da
deshamaoidade com que, quaai vista do dito
eocarregado de negocios, aquelles ditos sub-
ditos portuguezes foram tratados, os quaes da.-L. Fredefico Whilney. Franciaco dalSilva
sendo tao excessivos, nao podiam ser expressos Santo.Aotonio Jos Azevedo Maia. Fran-
em termos mais braodos. cisco Jos Vsz Vieira. Gaspar Jos Vanos__
As outras subraditas aecusages proferidas Francisco Jos Rocha. Luiz C. da Silva.] A
a coolra o dito eocarregado de negocios seodo do Ferreira Coito.Antonio Augusto Vieira dabral.
malor peso, exigem por isso mesmo o mais F. J. da Silva.Henrique do Carmo Edolo j'
c miudo exama, e aobretudo proras positivas P- da Coala.A. J. Frailas Guimares.M.
a rrofragaveia para que o castigo merecido pos-
sa ser fundado sobre ellas, pois nunca pJe ser
< spplicado oor urna simples aecusaco, que oo
t por ellaa acompaohada, seja a aua origem a
c mais segura possivel.
t Deve-se comtudo observar, que se tal aecu-
aagao chegou, como de crer, ao cooheci-
< melo do goveroo britannico, por ioterveogo
Eie comocahiran por Ierra aa imputagea diri-
gid ss centra Joo Baplista Moreira, aecusado por
ealrsogeiros pouco escrupulosos de protector do
trafico de escravos. E, para nao voltarmoa a es-
le aasnmpto, diremos que o governo portuguez
que, mais de urna vez, teve de examinar rigoro-
aameote oa fuodamentoa de semelhsnte aecusa-
gao, nao s illibou o seu honrado agente, aeoo
que lbe dirigi altos encomioa pelo desvelo com
1ue cosdjuvsva, na repreaso do prohibido
trafico. Por amor da brevidade, supprimiremos
numerosos extractos idnticos, eacolhendo ape-
nas alguo despachos do periodo em que verda-
deramente findou a importago de escravos afri-
canos no Brasil, islo a proxmidsde do anoo
de 1850. Veremos, por exemplo, em tal mate-
ria, escrever, o governo, pelo orgo do Sr. vis-
conde de Castro, em 1849, que approva seus
procedimeotos, muilo confiando no seu zelo ;__
0 sf-<00de de Thomar, em 1850, que auaa d'ia-
f < M er,ni "'d". Uoha oeutralissdo ss
mS0?* u.nUl'T" doa oegreiros, seodo o eom-
r^m",0"1!* "en,Pl0 P" cole :-0
Sr. eooaelheiro Jerrts de Athousuia em 1851
que seu, actos eram digno, de louvor (45 '
Era o commendador Moreira eocarregado de
negocios qusodo, em 15 de setembro de 1837
moa dis de ioeffaveis esperaogaa para a patria
que jai hoje coberta de ludo pela irreparave
perda do principe ento nascido. Foi elle o in-
cumbido de entregar a carta de gabinete em
que regencia de S. M. o Imperador do Braail
em miooridade era noticiado o naecimento de S.
A. R., o qae em verdes aaaos iioha de ser sobe-
rano de Portugal, aob o oome da Pedro V, e
quasi em seguida arrebatado ao estremecido amor
dol aeus povos.
Egual honra lhe coube por occasio do nasci-
mento, em 31 de outubro de 1838, de aua alteza
aereoisaima, o Sr. infante D. Luiz, actual rai de
Fortugal, que Deus guarde por dilatados aonos.
Consta va ao goveroo de S. M. F. que as cida-
des do Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco exis-
ta grao numero de subditos portuguezes, des-
contentes por nao terem achado aervigo ou em-
prego aufficieote para sua manutengo, ou mes-
mo por se nao terem realisado as exageradas es-
perangas com que tioham aportado ao imperio.
Era ento ministro dos negocios estraogeiros o
Sr. visconde de S ds Bandeira, cujas largas vis-
las polticas sempre lhe fizeram coosistir, como
em todos oa portuguezes de vastas aspiragoes os-
ciooaea, o eograndecimentodo paiz no desenvol-
vimeoto das suas dilatadas possenes ultramari-
oas. Ordeoou, pois, S. Exc. por despacho de 6
de novembro de 1838 que para Aogola se fliea-
sem traosporlar todos quaotoa mi livre e espoo-
laneamente o desejassem. Tomou sem detenca o
cnsul geral as mais acertadas providencias para
o bom xito desta expedigo. Trsnsmittiu aa no
cessanas participages anlecipadaa ao vice-almi-
raoie governador geral Aotooio Manoel de Noro-
ha, e oo se demorou a plena execugo da r-
um d, learemos qae, em todos os
12?..'? COB"ndado/Moreira multo em
ih.I,?,Wm nossss possesses da
daei. EfWw,,I Polerlam oferir da soperabuo-
d"p.id0Pd.PUU?a0 p,?.r,ue" o Brasil, e da
aueole^La.n1"" '" w "Portaren,. fre-
n Ri rtV.T'11" V D,,la ^perio nio acham
l eado por suas imagin.ges. Em
4 de oovembro de 1840foi louv.doTpeii BovaruT
e por bocea do grande Rodrigo da K5ST?:
ticas (47.) Em 27 de outubro de 1848 fot. op
tL?,'hrqr d8 LU',' por "o ? v?Rfi
Semelhaotes provee de alta approv.go is^tonm
confendaa, que loogo fra reproduzir.
A succeaso chrooologica doa aconteclmeotos
B.n.,r,.Z SC2 aB periodo da Tid "o Sr. Joo*
Bsptiata Moreira qua. por j separado da aciualU
dado por parto de um quarlo de aeculo. se tea
prestado a adulterages e apreciages ioexadas
e que por isso importa rectificar docomeotada-
menle, hoje que a perfeita faarmooia eotre os
doua paizea habilita oa cidadoa de ambos a en-
ea rarem aa couaaa framente e pelo aeu verda-
daro prisma; queremos fallar da cassago do
exequtur do dito cavalhelro. Ver-ae-ha que a
tal successo, embora lameotarel, oo deu erigen
f.?ni.g.'? P'^aricaco; ver-ae-ha que oa
cao d?!>-' f?!,s'lram n'um Implo, imputa-
ie?o nVhi^uUr,d.e' ******* deexcesio de
auP. l.Ct0; e Qn,lmele que o goveroo portu-
guez se esforcoi sempre unto do brasileiro para
que suapendeaae os effeilos daquella provideocia
nunca donando dn considerar o seu gente, em-*
bora temporanalhente sem exercicio. na VL-
dade que aua patete lbe oulhorgara.
Eis nuameote o caso tal qual ae passou :
As violencias pra(cadas pelos officiaes brilan-
oicos cootra ofellzes subditos portuguezes U-
nham produzido entre os compatriotas destes "urna
ra !5'i? q?8 w de8m"lo em manifesta-
goes irritaol.s, as quaes oo devem ser elogiadas
mas que mu naturalmente se explicara. Ess
disposigao de nimos tinha. porm. chegado a
muilo mor gru anda entre os subditos brasilei-
ros, que se odigoavam dos excessos praticado
pela marioha brilannica, nao meos contra a
bandeira auri-verde, que contra a azul e branca.
Nao ae passaya dia em que novo successo, o*
boato, nao vust envenenar semelhante eatado
t ?^" Jl i,t0 crecend0 M qe. em abril
ae iKtt>, se deram nesta corte reuoies popula-
res, em varios sitios, com demonstrages hostia
contra os officiaes e marinheiros da armada bri-
lannica.
A laes excessos accrescea um, que foi a ver-
dadera causa prxima dos disturbios populares
S D:il-morle d0 ciddao brasileiro Jo
aoarea Bulhoes, occasionada por tiros diaparados
de bordo do brigue inglez Gano, occorreocia
que o nobre ministro dos negocios estraogeiroa
_..-, uDu4uiu- a yiem eiecugao da r- h- "i iniuwiro uos negocios estraneeiroa
gia ordem, aendo Iraoaportados psra frica lo- qualificou, em aua nota de 23 de abril, de atien-
dos quanlos a isso volunlarUmania n,.i..__(aao horrorosa a dn netn a<, hn.h~.j.j. ,.i ___
Jos Pimenta.Manoel Pinto Torres Neves.Ma-
noel Joaquim da Rocha.Joaquim Eleuterio Moo-
teiro. Joaquim Franciaco da Silva. Manoel
Joaquim de Azevedo Castro.Jos da Costa Gui-
mares.Joaquim Aolio de Carvalho. Domin-
gos Jos da Costa Guimarea. Fraooisco Jos
oogalves Vianns. Antonio de Oliveira Souza
Velloso.Manoel lrola.-Antooio Jos Laite La-
ge. -Paclaleo Carvalho de Miraoda.Beolo Jo-
s de Souza Machado. Joo Corre Moreira.
Fraocisco Borges Xavier de Lima. Aotonio Ma-
noel Alves do Reg.Maooel Jos Velloso.Joa-
quim Perelra de Souza Araujo.Antonio Ferrei-
ra da Silva Porto.Joo Joaquim de Oliveira.
Jacintho Joaquim Meodes.Gongalo Carlos Ven-
cido. Jos Marcellino da Coat e S.Francisco
Jos Alves Barbosa.Maooel Joaquim da Costa e
S.Manoel Leite Vieira Gome Joa Mara de
Souca Magalhaes. Fraocisco Joi da Fonseca
Braga.Jos Mara Reg.Joaquim Leile de Pa-
ria Pinto.Joaquim Caroeiro de Vasconcellos.
Jos Aotonio da Costa Jess. Pedro Mara do
Couto. Aotonio Jos Googalves Guimares.
Joao Cardozo Alves. Aotonio Maooel da Fon-
seca.Jos Joaquim Marlins.Jos Joaquim Cor-
rea Jnior.Aotonio Serafim Leile Basto.Jos
Joaquim Ferreira Beato.Joaquim da Silva Ca-
oedo.Antonio Jos de Mallos. Joo Cardis da
Fonseca. Jos Maria de Serpa. Gaspar Joa-
quim da Molla. Joaquim Heoriquea de Carva-
lho.Maooel Rodrigues Csroeiro.Ignacio Ao-(
tooio Pereira. Joaquim Igoacio da Costa Ore
li.V.'iT: n ^*oh2c<> Pereira de Meoeze. JnS
Baptiala Pereira Bastos.joao Uarloa Teixeira.
Ouilherme Caetano da Silva. Joaquim Jos
Souza.Fraocisco dos Saotos Tavares__Augusto
Peixoto do Amaral.Antooio Alvea Pereira Me
lo.Franciaco Maooel Ribeiro. Jos Joaqui
Correa de Lacerda. Antooio Joaquim de So
Reg.Joaquim Jos Das Leite.Joo Aoto
Pinto de Miranda Bernardo Jos Feroandes
nheiro.Fraocisco Ferreira Guimares. J
Pedro Marques. Joo Gaspar Lobo. Aot
Manoel Ferreira de Carvalho.Jos Antooio
reir de Mallos* Joo Francisco de Oliveir
Joo de Oliveira Lima. Antonio Pinto da Costa
Saraiva.Francisco Guilherme ds Cuoha PinTen-
tel Joaquim Vasques.Joaquim Ramos.Mar-
cellino Jos Coelho.Francisco Joaquim Correa
de Brilo.J. A. Castro.Matheus Ramos.Joa-
quim de Faria.-Eduairdo de Fsria. ManoelJo-
s da Costa Alvim.Vicente da Coata Diaa.4-Ba
ailio M. de Lima Patricio Adriaoo Teixeira
Mendea.M. J. Valle.Jos d Costa Rodrigues
GuimaresJ. J. Alves Mallos.M. J. Gqocal
veaV. J. Googalves.M. A. Ferreira deAJImei-
fJ,,qo,l08 U, 'Olaotariamente so preataram
[4b). Sabe o goveroo de S. M. qual foi a promp-
tido com que saas ordeos forsm executadas
bem como a ecooomia resultante nos gaatos des-
la expedigo, como sconteceu sempre em todos
os casos em que qualquer encargo foi ao seu zelo
commettido.
Moa
teiro Alvsreoga.Joio Corres Meirelle.
Recoohecimeoto. Bernardo Ribeiro d
valho, chanceller do consulado geral de Pd
no Rio de Janeiro. Certifico que as cento i, H
reola assignaturas retro, sao proprias dosntgo-
ciantes, o mais subditos portuguezes residentes
nests corte. Dado sob o sello consular oolRio de
Janeiro, em 6 de abril de 1839. Bernardo Ri
i Car-
rtagal
qua-
beiro de Carvalho, chancellen
(44) Alttttafao dos negociantes brasileiros do Rio
de Janeiro, abonando a conducta de Jo o Bao
tista Moreira.
Nos abaixoa assignados, negociantes da
do Rio de Janeiro, subditos de sua mage
Imperador do Brasil, tendo desde muito
de Mr. Owseley, maior cautela ae carece na
aua recepgo, pois que elle nunca perdoarao
c dito encarregado de S. M. pela firmeza com
que, depois de consultar a opioio doa maia
habis jurisconsultos do Rio de Janeiro, nao
c quiz encarregar-ae da aobredita eacuna Flor de
Loanda, como bem o deaejsva Mr. Owseley
c K?fe fcJ*?-'.?"IB** ! 3K=yg-yWAJffr !* em 1ue se Baplista Moreira. eocarregado de negociosle con-
c couocou, aevia a aetencao da dita escuna, ni- tul cnrui h .... -.-_...... nj.,:..i____I. *vu
a


<
<

praga
lade o
tempo
aul geral de sua mageslado fidelissima nesta cor-
te, julgamoa do oosso dever, como retrbuigo
que merece a sua honrada e distincta conducta
declarar que o Sr. Joo Baptiala Moreira um
fuoccionario portuguez, digno de toda al coosi-
derago, pela actividade, desioteresse, e zlo que
sempre tem emprsgsdo no desempeoho de seus
cargos, tendo os pessoalmeote conhecidb todas
eataa diatinctaa qualidades, quando noa lem sido
oecessario busca-lo no exercicio das suas] tune-
ces ; ajuotando elle a ludo o mais urna urbani-
dade, inlelligencia, e espirito conciliador, que
muilo noa ha penborado ; o que, junio s suas
ptimas maneiras e probidade pesaoal, lhe lem
felo graogear a estima e benevolencia das prl-
meiraa autoridades, e das pessoaa maia grada
deite paiz, bem como a nossa; aeodo-noa por
uso muito satiif actor i a esta occasio, pa a dar-
Ihe por eate meio um publico testemunbo do
aprego e coosiderago, em que temos a sua pes-
soa, e a aua conducta xemplar como l unecio-
oano pablico.
Rio de Jaoeiro, ft de margo de 1839.
Jos Frsocisco de Mesquila, commeoc ador__
Joaquim Antooio Ferreira, commeodador Frao-
ci ac Jos da Rocha, commendador.Henrique
Joa de Araujo, commendador.Igoacio Ralloo,
commeodador.Jos Antonio Alves de C irvalho.
Manoel Guedes PioloMaooel Lopes Peraira
Bahia.-Joaquim Joa Pereira de FarcJoio
Pereira Darrigue Faro, commendador.Joo Tei-
xeira Guimares.Luiz de Menezea Vaacoocelloa
de Drommood.Joaquim Jos da Rocha. Do-
mi ogos Carvalho de S.Maooel Machado Coelh o
Joa Ferreira dos Saoios.Liiz Antonio Alves
de Carvalho.Joa Joaquim de Almeida Roga-
das. Jo Antonio Marques Braga.Tbo m Ri-
beiro de Paria.-Joo Alvaa de Souza Guii osres.
Estavo Fraocisco de Carvalho.Felipi a Nery
de Carvalho.Balthazar Jacome de A brea e
Souza.Miguel Googalves da Cuoha.Joi Gue-
dea Piolo.Aotooio Luiz Faroaodea Pinto
Franciaco Joa Guimarea SalteaJoo Googal-
ves Pereira Joa Justino Pereira de f aria.=
Maooel Jos da Silva.=ioo Pedro da Veiga.
WSBl Fe"ande AUes e 4 CAntooio Xa-
vier Pires.-Viura Pareira Piolo e & C.-Luiz
Pereira de Campoa Vergueiro.-Aotooio Joa-
quim Googalves.Gelulio o Bonifacio.Joo
Baplista Lopes GoogalvesRocha Pacheco"
4 UManoel Gomes Ferreira.Jaronymo Fran-
cisco de Frenas GaldasManoel Piolo da Foo-
ceca.-Maooel Alvarea de AzeveioFeroando
Jos de Souza.Joaquim Valerio Tavarea.-Ber-
oardo Franciaco Lessa.Jos Bernardino de S.
Jorge Jos de Souza.Antonio Alvea da Silva
Pioto.Joo Pinto doa Raia.Maooel Jos de
Araujo Costa.Fraocisco de Paula Rodrigues Fi-
. ?Anlon'o Jos do Amaral.-Gommeodador
Joao Pereira de Andrade.-Franciaco Jo. Ber-
rder~f"oe TeiIeir" Pios.-Aotonio Mo-
reir Coelbo.-Vicente Jos de Oliveira.-Luiz
Joaquim Moreira.-Joo Domingos de Arauio
Vianna.-Bernardino Brando e Castro.Jos
Antooio ds Costa.-Mello a Mirands.-Joo Go-
mes Netto.Jos Das Cupertino.=Luizde Quei-
roz Monleiro RegadasJos da Rosa Salgado.-
i0*l!.lorfe?d" Si* p'oo Juoior.-Aotoio
Jos de Oliveira CamposAntonio Jos de Bri-
toAotooio Jos PioloMoreira Pinto e Maia.
Jos Pereira da Rocha ParaohoaDomingo
Jos de Moura Filho a & CCamona JeaeMa e
icoao luix aa CunhaLuiz Tavares Guer-
i7aV.A*?,linno Barboe JuoiorTheophilo
Maooel da Costa F.risVenssimo Meodes Vi.n-
naAntonio Clemente PioloJoaquim de Ma-
tas Costa-M.noei Mari. Bergaro.-Joo M.lito
HenriquesHyg.no Jos dos SantoP.nto a
fom 7TMaooel Mar"u VieiraJos Aotooio
Gomes GuimareaFranciaco Machado Coelho
Joao Jos BirbosaJoa Aotooio de Sampaio
Guimarea.-.Joaquim da Silva MoreiraHer-
mano Jos Cardoso.
Recoohego verdadeiros oa cem sigoaes sonora
e retro serem dos oegociantea desta praga.
i R.l0.<1e Joeiro, 6 de abril de 1839Joaqoim
Jos de Castro, tabellio. *"~
Reconheclmeoto.Bernardo Ribeiro de Carva-
lho, chanceller do consulado geral de sua ma-
gestade fidelissima no Rio de Janeiro. Certifico
que a assigoatura retro a propria e verdadeira
dejaaquim Jos de Csstro. tabellio publico
oesta cidade. Dado sob o sello consular, no Rio
de Janeiro, em 6 de abril de 1839Bernardo Ri-
beiro de Carvalho, chanceller.
(45) Em despacho de 31 de marjo de 1840
a Approvo aa medidas que Vmc. tem adoptado
para impedir que as embarcages portuguezasse
empreguem no trafico da escravatura, e muito
confio no seu zelo sobre este objecto.
r. C .. Veonde de Catiro.
Em 15 de juoho de 1850 :
V
Dei logo conhecimento so ministerio do rei-
oo do primeiro daquellaa offlcios e dos documen-
tos que o acompanharam, pedindo a ioserco de
ludo oo Diario do Governo, seodo por essa oc-
casio respondido pelo memo ministerio o-que
Vmc. ver do officio que ioclo por copla, oara
sus completa satisfago...
..Deu-se o competente destino aos 3 pasa-
portes regios que acompanharam o aeu officio o.
13; a me apraz ver que. pelaa acertadaa diapo-
sigoes desse consulado geral, se tenha consegu-
dei neutralisar asiusidiosas tentalivas doa especu-
ladores no trafito de escravos debaixo da bandei-
ra portugueza.
Eis o officio de qae treta no 1" :
lllm. e Exm. Sr.Reatituo V. Exc. o officio
n. 7 do eonaul geral portuguez no Rio de Jaoeiro
com oa reapectvos documentos que todos se
acham publicados oo Diario do Governo de hoje
o. 129, na cooformidade do deaejoa que V. Eic.
mamfeslou no seu officio de 29 de maio passado ;
cabeodo-me a satisfago de declarar V. Exc!
que mui digno de elogio o aobredito cooaul ge-
ral pela deligeocia com que se bouve em minis-
trar ao goveroo aa circomstaoeiadaa ioformagoes
cooslantes dos sobredilos documentos, sendo
multo para lameotar que oa outros cooaules nao
procedara como lhes compre em assamptos que
tanto iotereasam a aaude poblica e o commercio
Deua guarde, etc.Conde de Thomar.
Em 12 de agosto de 1851 :
O goveroo de sus magestade manda louvar a
V. S. pela maoeira satisfactoria por que deaem-
penhou o cumprimento da circular de 9 de abril
do aooo dudo, que vae aer publicada no Diario
do Governo.
E' egualmeote digoo de loavor o aeu proce-
dimento a reapeito daa providenciaa qae tem to-
mado para reprimir o commercio de scravos,
sendo de esperar que Mr. Hudson faga por lato
V. S. a justiga devida, junto do aeu goveroo.
c A. A, J. d'Athouguia.
(46) Foram 305 oa individuos que aproveitaram
eata cooceaao, aeodo transportados dos seguln-
tes navios:
Brigue Valoroso 165
Corveta Isabel Maria 20
Brigue Diteit da Victoria 120
Velou o commeodador Moreira pelas vantageos
e commodidadeadeatea reemigrado, at no mais
losigalficsoiea pontos. Por exemplo : em des-
pacho de 25 de juoho de 1839, lhe officiava as-
sim o baro da Ribeira de Sabrosa :
Vmc. obrou mailo bem em atteoder prova-
velmeote 4 representas o qae lhe fizeram aquel-
la infelke, j* aae fe embarcar, abonando-
lhea a despata iodispeosavel dos competentes
paasaportes. a
.. v-----'---------- """ "" o un, ua aiien-
tado horroroso e de acto de barbaridade tal, que
nao linAa /armo suficientemente fortes para
exprimir a sua indignando 1
Epalbando-se, porm, que taes demonstra-
ges eram priocipalmente capitaneadas por por-
tuguezes, dirigiu-se o nobre ministro de nego-
cios estraogeiros brasileiro legaco portuguesa
onde, expondo os factoa como lhe haviam aido
oarradoa, recommendou ao encarregado de ne-
gocios que langasie mo daa providencias con-
veniontes para evitar que oa aubditos portugue-
zes se envolvessem nestss questoes.
O mais qua se paaaou oesta conferencia e o
que a legago em seguida apurou, consta da no-
ta que no dia segainte o encarregado de nego-
cios dirigi ao mesmo Exm. ministro. (49)
Depois de ter mandado entregar na secretara
a referida nota, julgou o encarregado de negocios
que, Dao existindo nella urna s palavra desres-
peitosa ou oconvenienle, melhor meio nao tinha
de prevenir os seus coocidados acerca da cir-
cumspecgo com que em to melindrosas cir-
cumslancias lhes cumpria haverem-ae, do que
dando publicidade mencionada nota, na qual,
tanto menos suppuoha haver phrase alguma de-
vendo ficar.reservada, quanto mais legtimos eram
os desejos do governo imperial de manler a boa
ordem e traoquilidade, fim para o qual julgava a
legago contribuir com aquella publicago. Nao
obstante, foi castado o exequtur do cnsul geral
dando-se como motivo a redaeco da nota de 24
de abril ; a com tal rapidez foi fulmioada esta
ordem que ae nao obserrou que a auspeoso do
exequtur consular nascia de um aclo prslicado,
oo no carcter de coosul geral, maa de encarre-
gado de negocios (50).
[Continuar-se-ha.)
(47) E muito louvavel o proposito que Vmc.
tem concebido de procurar obter pela Sociedad
Portugueza de Beoeficenda, e sem despeza do
governo, a traoafereocia para frica dos iodivi-
duos mais aptos para colonisar aquello territorio,
oo que Vmc. far um servigo digoo de toda a
considerago.
(48) O empeoho com que Vmc. procurou es-
tabelecer urna carreira regular entre esse porto
e o de Loanda para transporte de passageiros e
mercaduras, com o fim de promover commer-
cio licito com aquella parte dos domioios portu-
guezes na frica occidental, por certo mui digno
de louvor.
(49) Nota que Joo Baptista Moreira dirigiu ao
governo imperial, e cuja publicago no Jor-
nal do Commercio deu causa a que se lhe fi-
zeeie cassar oExequturde sua patente de
cnsul geral de Portugal.
" Legago portugueza no Rio de Janeiro, em 24
de abril de 1839.
a = /'o .aMiB" de S. M. F. junto ao goveroo de S. M. o Impera-
dor do Brasil, tem a hoora de se dirigir a S. Exc
o Sr. conselheiro Candido Baplista de Oliveira
mioiatro e secretario de estado doa negocioa es-
trangeiro, para cabal aolugo do objecto porque
s. Exc. bouve a bem honrar o abaixo assigoado,
procuraodo-o nontem na aua reaideocia. O
abano assigoado, assegorando ento a S. Exc.
que de certo era exagerada a aopposigo de que
algn subditos porluguezea avultavam oas reu-
nios populares que appareciam em varios sitios
desta corte, com demonstrages hostia coolra os
subditos britsooicos da classe ds marioha, qual
todava dava o devido aprego, para providenciar
convenientemente, nao fez mais do que maoisfes-
tar a aua conviego, pelo espirito de ordem que
caracterisa os subditos de S. M. F. residentes
nesta corte ; e ae bem qoo o abaixo asaigoado
predapoz oa meioa do evitar o compromelllmen-
lo do nome portuguez em ama to melindrosa
oceurrencia, forgoeo lhe declarar qae foi desoe-
cessaria eata precaugio, por isso que os subditos
portuguezes teem continusdo, como desde o
principio, a cooduzir-ae nesta questo de oacio-
nalidade braaileira offendida, com a mais com-
pleta neutralldade, sentindo profundamente o in-
cidente que causou ama tal deiintelligencia entro
oa aubditoa de duas nages amigas, calando com-
tudo, como devem, qualquer expresso que des-
trua a lodifiereoga poltica qae a tal respeito lhea
compre observar. r
O abaixo aaaigoado, transmillindo osla com-
munlcsgo a S. Exc, o da qual o goveroo impe-
rial j deve estar eerlo pelo aeguimento dos fac-
toa, continuar a assegurar a S. Exc. que a con-
ducta dos subditos portuguezes residamos no Rio
de Jaoeiro aera, como aempre, obediente s leis
o paiz, e selosa observadora da neutralidad
oaa questoes a que devem ser alheios. O abaixo
assigoado reitera por eata occasio a S. Exe. o Sr.
eooaelheiro Baptista da Oliveira a certeza do aeu
particular reapeito e eatimaAS. Exc.o Sr. con-
aelheiro Candido Baplista do Oliveira, miniatro a
aecretario de eatado doa negocioa estraogeiros.
JoXo Baptista Moreira,
(50) Eis aqui a nota da referida parlicipagio :
O abaixo assignado, do consoiho do S. M. o
Imperador, miolstro e secretario de estsdo dos
oegocios estrsogeiros, parUcsjra so Sr. Joo Bip-
tiata Moreira, consol geral o oooarregado da ne-
gocio de S. M. F., qoo o regente, a nomo do
Imperador, vista da sua ola do 24 de abril do
correte aooo, e publicada em um jornal desta
capital, jalgaodo iacompaUval con a digoidade
do governo imperial a cootiauagao daa auaa re-
legos diplomticas com o Sr. Joio BapUala Mo-
reira, a ordenas) que Amss sesear a Uegitatur
dasA pateis da cnsul geral uto epTrio.
O abaixo assigoado recova ao Sr. Jaso Baptia-
la Moreira aa expresada do sao obaaauio. Pa-
lacio do Ero de Janeiro, em 27 de abril de 1839-
Candido BaplitU, da Oliveira.
PIRN.TTP. DB M P. DE FARIA di FILHO. 1689.


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