Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09514


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Full Text


I
A1I0 XXXVUI. ROMERO U.
Pr (res mezesadianlados 5J00O
Por (res eres vencidos 6$000
TERCA FE1BA II DE lARG DE 1162.
Por ib do adan tado i|00O
Porte franco para o snbseriitor
DIARIO DE
E.NCARRBGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Aracaty, o Sr. A. de Lemoi Braga; Ceari o Sr.
. Jos de Oliveira; Maraohio, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; Para, Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SDL
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Bahli,
o Sr. Jos Martina Aires; Rio de Janeiro, o Sr-
joo Partir Hartins.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todoa os dias as # horas do dia.
Iguarass, Goianna, e Parahyba as segundas
e sextas-feiras.
S. Antio, Bezerros, Bonito, Caruar, Altioho
e Garanhuns as lerras-feiras.
Pao d'Alho, Nszsrelb. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
uricory e Ex. nasquailas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Forrooao, Una,Barreiros
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintaa (eiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manha
EPHEMERIDES DO MEZ DE MARgo.
8 Quarlo cresceote ss 2 horas e 40 minutos ds
manha.
15 La cheia aa 2 horas e 35 minaios ds tarde.
It Qoarto minguante as 7 horss 8 minutos da
manhaa.
29 La ora is 5 horas e 4 minutos da manhaa.
PREAMAR DE UOJE.
Primeiro sos 5i minutos da manha.
Segundo aos 30 minutos da tarde.
PARTIDA D03 VAPORES COS
Para o sul at Alagoas 5 e Sfc,
at a Granja 14 e 29 de cada mez.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Par o Recite: do Apipucos s 6'li2, 7. 7 1|2, 8
e 8 1|2 da m.; de O/indo s 8 da m. eti da t.J de
Jaboato s 6 1|2 da m.; do CaXfingi e Forreo
s 7 da m.: de Bem/ica s 8 da m.
Do Recite : para o Apipueot s 3 1|2. 4, 4 1|4,
4 1|2, 5. 5 1|4, 5 1|2 e 6 ds t.; para Olinda is 7
da m. e 8 1)2 da t.; pra Jaboato s 4 da I.; para
lo Caxang e Varzea s 4 Ii2 da t.t para Bem/ica
las 4dat. \ '
AUDIENCIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados slO horas.
Fazenda : quintas s 10 horss.
Juizo do commercio : segundaa ao meio dia.
Dito de orphoa: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados 1
hora da tarde.
DIAS DA SEMANA.
10 Segunda. S. Mililo e 39 companheirosmm.
11 Ter;s. Ss. Candido e Heraclio mm.
12 Quarta. S.Gregorio p.doutor da egreja.
13 Quinta. S. Eufrazia v. m. ; S. Rodrigo m.
14 Sexta. O mysterio ds paixio de Jess Christo.
15 Sabbado. S. Heorique rei; S. Longuiobo.
16 Domingo. S. Cyrlaco m.; S. Abraho eremita.
A8SIGNA-SE
no Recite, em a livraria da praca da Indepen-
dencia ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figuei-
roa de Faria & Filho.
PARTE OFFICIftL
GOVERNO DA PROVINCIA.
marco
Expediente do dia 7 de
de 1868
Offlcio ao Exm. presidente do Rio Grande do
Norle.Pelo offlcio de V. Etc. so servio dirigir-
me em data do primeiro do correte, fiqueiioiei-
rado de que o prizo de qualro meses marcado ao
juiz de direito Delfino Augusto Cavalcaoti d'Al-
buquerque para entrar em exercicio na comarca
do Pao d'Alho desta provincia, comecou a contar-
se do dia 6 de dezembro ultimo e oo de 2 de
nnvembro, como V. Exc. havia communicado em
oQlcio deasa data.Communicou-se ao inspector
ds thesouraria de (azenda.
Dito ao commandanle das armas. Queira V.
Exc. informar acerca do que requisita o Dr. che-
fe de polica no offlcio que aqui ajuoto.
Dito ao mesmo.Na leitura do aviso do minis-
terio da guerra de 21 de favereiro ultimo, junio
por copia, encontrar V. Exc. os esclarecimeotos
solicitados em seu offlcio o. 2048 e dala de 10 de
dezembro ultimo, relativamente ao particular,
forriel Joaquim Manoel Bellota.
Dito ao mesmo.Na leitura do meu offlcio do
primeiro do correte, encontrar V. Exc. satis-
feita a sua requisito comida em offlcio de 19 de
fevereiro ultimo, sob n. 357, coro referencia ao
segundo cadete do nono balalho de infamara
Miguel Joaquim Machado, que se achava com li-
cencia na provincia do Rio Grande do Norte.
Dilo ao chote de polica.Respondendo ao offl-
cio de V. S. n. 312 de 3 do correte, dizendo
que passo a providenciar sobre o que expdz o
subdelegado de polica da freguezia da Varzea
com referencia a epidemia reinante.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Iateirado do tonlelo do seu offlcio de 5 do cor-
rente sob n. 172, lenho a dizer em resposta que
approvo a delibsraco que V. S. tomou em sec-
co da junta desia thesouraria, de dar preferen-
cia as propostas aprsenla Jas pelo bsro do Li-
vramento para fazer o calamento do paleo exter-
no da alfandega desta capital, pelo aystema pa-
rallelipipedos, e mediante o pagamento de 550000
or braca quadrada e pelos negociantes Samuel
ower Johnston & C para mandar vr da Euro-
pa somonte trilhos de ferro sufflcientes para a li-
nha principal, desde o trapiche at a porta da sa-
hida da mesma alfandega, tres mesas rodisios pa-
ra a preita lioha e seis carros para o trafego del-
la, podendo V. S. mandar realisar os respectivos
contratos.
Dito ao mesmo.Devolvo V. S. os papis
que acompanharam a sua ioformacao de 13 de
fevereiro ultimo sob o. 108 relativamente aos
medicamentos fornecidos pelo pharmaceulico
Brar Marcelino do Sacramento, para o Iratameo-
to das pessoas pobres accommettidas do cholera-
morbus na comarca de Goianna, aOm de que to-
me em considerado o que diz o inipeclor da sau-
de publica no offlcio que vai cobriodo os referi-
dos papis com referencia a oulro do mesmo
pharmaceulico.
Dito ao mesmo.Commuoico V. S. que em
offlcio de 5 do correte participo-tae o inspector
do arsenal de marinha haver nomeado no dia 4
deste mez a Joaquim Xavier Cavalcanli para ser-
vir de enfermeiro as enfermaras eatabelecidas
nsquella repartirlo para trataraentq das pes-
soas indigentes accommettidas da epidemia rei-
nante.
Dito ao mesmo.Reverlo V. S. cobertos com
a ioformacao ministrada pelo inspector do arse-
nal de Marinha em 25 do fevereiro ultimo sob o.
114, ss cootas a que se refere a de V. S. o. 177,
datada de hornero, aura de que mande eolregar
ao agente comprador daquelle arsenal, conforme
indica a cooladoria dessa thesouraria, a quaotia
de 3:2978270 rs. para pagamento dos objectoa
que, segundo aa mesmas cuntas, foram por elle
comprados para a euferraaria de cholencos all
esiabelecida. Communicou-se ao inspector do
arsenal de marinha.
.Dito ao mesmo. Avista do que V. S. expt
em sua ioformacao de o do correle, o autoriso a
mandar adianlar ao commissario do brigue bar-
ca tamarac, mediante as formalidades do eaiy-
lo, a quaolia de 3009000 rs. de que trata o pedi-
do incluso por duplicis. Communicou-se so
commandanle da ettaco naval.
Dito ao mesmo.Estando nos termos legaes as
inclusas contas coberlas com a copia da ioforma-
cao ministrada booiem pelo inspector da saude
publica, mande V. S. pagar ao pharmaceulico
Joaquim de Almeida Pialo, s quaolia del:210*97t)
rs. em que, segundo as predilas cootas importaos
seis ambulancias por elle foroecidas ao mesmo
inspector da saude publica com destioo a diver-
sos lugares fora da cidade, ires ao cirurg ao Fran-
cisco Jos da Silva, encarregado do Iralamtuto
das pessoas desvalidas na freguezia do Poco da
Panolis, e urna para o hospital dos cholericos no
lugar dos Coelbos, bera como o fornecimenlo de
substancias para urna desinfecto na importancia
de t320.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Aonuindo ao que solicilou o director da reparti-
rlo das obras publicas em offlcio de honiem sob
. 42, recommendo V. S, que mande adiaotar
ao thesoureiro pegador d'aquella reparticao por
conla de pedido deste mez, a quaotia de 1:0009
rs. para pagamento dos operarios empregados uas
obras por administraro a cargo da mesma repar-
tido. Communicou-se ao director da repartirlo
das obras publicas.
Dito ao mesmo.A Florismuodo Marques Lins,
mande V. S. pagar, conforme requisitou o chefe
de polica em offlcio de honiem sob n. 329, a
qusnlia de 420200 rs., despendida nos mezes de
dezembro Janeiro ltimos, com o sustento dos
presos pobres da cadeia da villa da Escada, como
ge v das duas cootas juntas que acompanharam
o citado offlcio.Communicou-se ao chefe de po-
lica.
Dito ao commandanle superior do Recite.Re-
mello V. S. para sua intelligencia copia do avi-
so expedido pelo ministerio da Justina em 5 de
fevereiro ultimo, declarando nao ler lugar o for-
necimenlo de terrados, solicitado em offlcio de
V. S. n. 38 de 12 de abril do uno passado para
O l-batalho de arlilharia da guarda nacional
deste municipio, pela rzo coosiaote do mesmo
aviso, sendo que opporluoamenle ihe communi
carei oque pelo governo imperial f6r resolvido
acerca da troca do armamento do mesmo ba-
lalho.
Dito ao commandanle superior de Garanhuns.
Acensando a recepcio do mapps geral da torga
da guarda nacional sob seu commando superior,
que scompsohou o offlcio de V. S. o. 7 de 14 de
fevereiro prximo lindo, lenho a dlzer-lhe em
resposts, que pode fazer restabelecer os respeti-
vos exercicios e revistas, logo que se lenham
desvanecido os receioa causa Jos pela epidemia
reinaote em alguna pootos da provincia.
Dilo ao commandanle do corpo de polica
pode V. S. fazer substituir pelo paisano Manoel
Sebastiio Alves Marinho, o toldado do corpo sob
aeu commando Raymundo Jote Ferreira, a qua
se refere o aeu offlcio o. 100 de 6 do correte.
Dilo ao mesmo.Em viats do attestsdo junio
ao requerimento do 1 sargento da scelo urbana
do corpo sob seu commando Vicente Ferreira de
Franja de Csrvalho, que scompsohou a sus io-
formacao n. 98 de 6 do correle, pode V, 8.
mandar dar bana ao refundo aargento.
Dito ao mesmo.A' vista do que informou V.
S. offlcio n. 99 de 6 do correle com referencia
ao soldado sob seu commando Clemente Rodrigues
Sobral, pode V. s. mandar dar baixa a este subs-
tiiuindo-o pelo paisano o de Csrvalho, que foi inspeccionado e julgado apto
para o servido.
Dito aojuiz de direilo do Limoeiro.Inleirado
pelo seu offlcio o. 24 de 28 do mez passado, de
que a epidemia shise acha quasi extiocla, tenho
a dizer-lhe que muito applaudo esaa noticia, e
que neita dala offlcio ao Exm. bispo diocesano
para que oso sejam mais permittidos os enter-
ra melos na igreja desst villa se j esliver promp-
i o cemiterio.
Dito ao director geral da inslrucco publica.
Respondendo ao offlcio que Vmc. me dirigi em
21 de agosto prximo passado sob n. 255 acom-
panhado de relaco dos objectos precisos para a
aula de iostrueco elementar da povoacio de
Gravat, lenho a dizer que por se achar esgolado
a respectiva verba no correte exercicio, segn Jo
declarou o ioapector da thesouraria provincial em
sua informac.o n. 45 de 28 de Janeiro ultimo,
nao pode ler lugar o fornecimenlo de taes objec-
tos, como Vmc. pede no citado offlcio.
Dito ao inspector da saude do porto.O Exm.
Sr. ministro dos negocios estrangeiros acaba de
communicar-me que, segundo parlicipou-lhe o
cnsul geral do Brasil em Montevideo em offlcio
de 8 de fevereiro ultimo, tora all esiabelecida a
qutreolena rigorosa para os navios procedentes
do porto desta cidade, em consequencia da exis-
tencia do cholera-morbus nesta provincia, o que
commuoico Vmc. para seu conh6cimenlo.
Dito ao Dr. Prxedes Gomes de Souza Piotan-
ga.Pelo seu officio de hoje datado fleo inleira-
do de lodo qoanto nelle se expde relativamente
a epidemia reinante.
Dilo ao commandanle do presidio de Fernando.
Kemetta-me Vmc.com a maior urgencia urna
segunda ra do relatorio que me transmillio com
data de 2 de Janeiro ultimo, e bem assim de to-
dos os relatnos parciaes e mappas que o acom-
panharam.
Dito ao agente do Rio Grande do Norte.Effec-
tue Vmc. a compra dos objectos a que alludem
os meus offlcios de 1 e 3 do correte, aflm de
serem eoviados provincia do Rio Grande do
Norte na primeira opporluoidade : deseado os
lences serem todos de slgodozioho e nao db
brim ; eoviando-me Vmc. as respectivas coolas
em duplcala para ser o pagamento realisado pela
thesouraria provincial.
Dilo ao conseiho.lleco rom en do ao conselho
administrativo que compre para foroecimeolo do
arsenal de guerra os obejeelos mencionados no
pedido que aqu junto.Commuoicou-se ao ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Portara.O presidente da provincia atienden-
do ao que expoz o inspector da thesouraria pro -
viocial em sua ioformacao de 5 do crranla aob
n. 139, resolve abrir uro crdito supplementsr oa
importancia de 529950, aflm de quo pela verba
eventuaes, no crrente exercicio se poaaa effec-
tuar o pagamento de igual quanlia em que im-
portara os vencimenlos de urna escolta ue guar-
das nacionaes que conduzio presos de Justina da
cidade de Caruar para esta capital.
Despachos do dia 6 de marco.
Requerimentos.
Antonio do Reg Pacheco Jnior. Informe
o Sr. Dr. director geral da instrueco publica.
Delfino dos Anjos Teixeira. Informe o Sr.
inspector da thesouraria da fazeoda.
Fraocisca Mara dos Prazeres.Nao tem lugar
a vista da informaco do brigadeiro commandan-
le das armas.
Bachsrel Jos Mamede Alves Ferreira.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria, provincial
declarando se ha dioheiro dapooival.
Jos Paulo do Reg Brrelo.Sellado volte.
Jerooymo Jos Teixeira. Ioforme o Sr. Dr.
chefe de polica.
Dr. Joo Pedro Maturo da Fooseca.Como
requer, pagos os direilos deudos.
Rita Mara de Oliveira Cruz. Ioforme o Sr.
Dr. chefe de polica, ouvindo o subdelegado do
lunar.
*.
Requerimentos.
Fielden Brothers. Dirija-ae thesouraria de
fazeoda.
Ignacio Francisco Cabrsl Canlanil. Informe
o Sr. director das obras publica.
pelo motivo'plausivel e conveniente de querer dei-
xar aos Estados- Unidos o meio de os lazer valer
da maoeira mais salistatoria para o oosso go-
verno. '
a Estes fados sao os seguintes : na poca em
que este negocio leve lugar, existia nos Estados-
oidos urna insurreicao que o oosso governo se
oceupava dereprimir por meio de torcas navaes e
e terrestes; e no que diz respeito a esta lucia in-
testina, ao Eslados-Uuidoscoosiderariam a Graa-
Brelanha como orna potencia amiga, em quanlo
que havia tomado a atlitude de um potencia neu-
tral ; emlm que a Hespanha era considerada
por nos da mesms maneira e linha tomado a
mesma atlitude que a a Gra-Bretanha.
c Tioha regulado por mel de correspondencia,
que os Estajes-UutJos e a Gra-Bretanha consi-
deraran! reciprocamente como applicaveis a esaa
lucia local os dous seguiutes arligos da declara-
gao feita pelo coogresso de Paria em 1856 :
c 1. Que a baudeira neutra ou amiga cobre a
mercadoria ioimiga, que nao fdr coutrabando de
guerra ;
2 Que a mercadoria neutra, que nao tur
contrabando de guerra, nao pode ser aprehendi-
da sob a baodeira inimiga.
c A excepeo feita para o contrabando de guer-
ra, urna aceitaco implcita da regra at agora
conhecida em toda a parte como direilo das gen-
tes, e segundo a qual o que fr contrabando de
guerra pode ser aprehendido e confiscado.
a James M. Masn e Mac-Farland, sao cida-
daos dos Estados-Unidos, residentes na Virginia,
Jobo Slidell e George Euslis, sao cidados dos
Estados-Uuidos, residentes na Luiziaria. Saba-
se muito bem na Havana, quando aquelles Srs.
embarcaran) a bjrdo do Trent, quo James M.
Masn se diriga a Inglaterra, e que affectava to-
mar o titulo de ministro plenipotencario juoto da
corle de S. James; ten Jo para esse lira receido
urna pretendida commisso de Jaflerson Davis, I
que lomou o Ululo de partido insurreccional nos
Estados Unidos.
Mac-Farland acompanhava-o, lomando o ti-
tulo de secretario de legago da pretendida mis-
sao. John Slidell dirigio-se com o mesmo carc-
ter para Pars, como pretendido mioiatro junto do
imperador dos franceses, a John Eustl era o se-
cretario da legaco designado para aquella mis-
sao.
c O fado de que essas pessas se liobsm attri-
bruido estes cargos foi depois confessado pelo
proprio Ja (faran Davis n'uraa. pretendida mensa-
gem dirigida a um coogresso i llega l a insurreccio-
nal. Presumla-se com razio, no oosso entender,
que aquelles ministros eram portadores de sup-
postas cartas credeociaes, inslruccoes e de outros
papis que, em termos geraes, sao considerados
como despachos.
Somos informados pelo oossn cnsul em Pa-
rs, que esses despachos, havendo escapado vi-
sita do Trent, foram dirigidos aos seu destino e
entregues a emissarios da insurreicao em Ingla-
terra Comquanto isto oo seja um ponto essen-
cial, conludo convm dizer, que o proprietario,
o agente e lodos os offlciaes do Irent, compre-
heodeudo o capillo Wiiiams, conheciam os pre-
tendidos ttulos e o objeclo da viagem d'essas
pessoas antes d'ellas terera embarcado.
a V. S. apreciar agora que o negocio de que
se trata, looge de aer um puro acto de violencia
da parle do capilo Wilkes, como se poderia
suppr, segundo as osrracoes incompletas trsns-
nilidas so governo ioglez, nao eram mais do que
urna medida simples, legal, habitual, um acto
belligeraole, destinado a suspender e a capturar
um navio neutro que transporta arligos de con-
trabando para uso dos insurgentes.
a A queslao que te aprsenla peranle nos e
esta :
Era esta medida conforme ao direilo das
gentes ? Contera em si as seguiutes pergunlss :
c Ia As pessoas cima mencionadas e os pre-
tendidos despachos aero contrabando de guerra?
2a Poda o capiso Wuk.es legatmoole fazer
parar e visitar o Trent com o lira de descubrir
essa pessoas e esses despachos 1
Mss o segundo molido indicado, pelo espitao pensando que, pela maoeira por que o negocio
Wilkes como causa da liberdade dada ao Trent foi regulado seguodo os principios profeaaados
difiere do primeiro. E' necessario, pnis, admit- pela America, maneira satisfactoria para ambas
lir, como elle mesmo explica, qae o capilo Wil- as cnces, a queslao foi resolida com equidade
kes, procedeodo como procedeu, foi ao mesmo e de m modo definitivo, queslao que, tendo at I racio que~o"*go"verno"d'a
lempo guiado pela prudencia e pela generosida- agora seguido as formulas de urna discusso pa-'
de, e que a liberdade ao Trent, nao foi oem es- cifica, tem ha mais de meio secuto, dividido os
tridamente necessatia nem involuntaria. dous paizes, causando receios e apprehenses s
Em segundo lugar como podem estas explica- oulras naQoes.
Coes do capilo Wilkes a respeito dos motivos Os qualro prisiooeiros de que trata esto ac-
que o fizeram deixar incompleta a capturado tualmeole delidos ooforle Wavreo, no estado de
Trent alTaclar a aeco do goveroo inglez? A pri- Massa-Chussds, seriara voluntariamente postos
meira observado que se aprsenla i Mea, que em liberdade.
as explicaedes do capito Wilkes nao foram dadas j V. S. se dignsr indicar o lugar e o dia em que
ao commandanle nem aos offlciaes do navio cap-
gem legal e iooffensiva, acto de violencia, que
constitua asiim um insulto a baodeira ingleza,
como urna violaco do direito internacional. Ter-
minava ordenando-vos, no caso em que a repa-
lurado.
Se tivessem sido dirigidas a estes ltimos te-
riam elles podido approvar ou aceitar a liberdade
com a condico do que mais larde om tribunal a
examinasseJegalmenteou mesmo recusado acei-
tar a liberdade com esta condico.
Mas nao com elles que tem lugar a discusso,
e sim com o governo inglez. Se pretendemos.
que a Gra-Bretanha nao deve sustentar que nao
houve exame judicial, porque temos voluntaria-
mente daJo liberdade ao navio delnqueme por
considerado para com os passsgeiros innocentes,
nao vejo como ella possa ser toreada a acquiescer
os querer receber.
Aproveilo esta occasio para renovar a V. S. a
seguraos, etc.
William Seward.
O cande Russell a lord Lyoos.
a Ministerio dos negocios estrangeiros em 30
de novembro de 1861.
c Mylord.O govoroo acaba de terconheci-
menlo de ama noticia grave.
raioha conlava receber
nao fosse offerecida por Mr. Seward, que pedis-
seis quelle ministerio que desse a nica aatisfa-
Co que poderia salisfazer a nago ingleza a saber:
1." a liberdade dos quatros cavalleiros levados
de bordo do Trent, e a sua entrega a V. S. para
que de novo podessem ser collocados sob a pro-
teegao ingleza ;2 urna satisfaco conveniente
pela aggresso commeltida.
Recebi hontem o vosso despacho de 27 do mez
passado, contando urna nota que vos foi dirigida
por Mr. Seward, a que em substancia a res-
peito ao meu despacho de 30 da novembro.
No que diz respeito aos principses pontos em
litigio entre nos, o governo da rainha examinou
cuidadosamente al que ponto a nota de Mr.
Sawaod e a conducta que ella aonuncia combi-
nar essencialmente com as duas propostas men-
cionadas.
essidade, j
conheci-
deciso lomada assim por nos sem ne
allendendo-se a que nao tioha havido
ment das coodiges.
A queslao assim apresentada entre a JGra-Bre-
tanha e nos seria urna queslao nao de direilo e i
le, mas de favor concedida por ella a psem re-1
a Da caria do commandanle Williams, escrip-
ia no mar a bordo do paquete Trent, a 9 de no-
vembro, resulta que o Trent sahio da Havana no
dia 7, com as malas de S. H., irazendo a bordo
numerosos passsgeiros.
O commandanle Williams declara que pouco
tributedes dos favores que loe houvesscmos feito, I *S?" do mei-dia. do *> 8. observou um
, .#. 1'SnnP t*f\wn n n > r.. n -i a ila r a u i n itn > i n r r mita
favores, de que, de ambos os lados nos seriamos
os nicos junes. Os Estados Uoidosno podem
naturalmente ler pensado em suscitar, em ne-
nbum caso, urna semelhante queslao.
Tenho a conanca de haver demonstrado sa-
satisfaco do governo ingles, por meio de urna
exposicao simples e natural dos fado?, e pela
aoalysa da lei que lhes applicavelj que o go-
verno americano nunca meditou, nem praticou,
nem approvou jusilla slgumae todo este negocio,
para a qual o governo ioglez altrahio a aiteoc,o,
Quaolo a primeira, a sabor a liberdade dos
Ests noticia foi oficialmente commuoicads I Presos porque tossem de novo collocados sob a
pelo commandanle Williams, agente a bordo do ; P'olecco iogleza, vejo que a nota cooclue com
paquete Trent.
. a declararlo de que os presos serem postos em
liberdade voluntariamente, e com o convite feito
* a V. S. para indicar o lempo e o lugar em que
devem ser receido por V. S. Nao lega condi-
co alguraa a liberdade dada aos presos.
I No que toca satisfaco conveniente que o
governo ioglez est no direito de esperar, vejo
i que o governo dos Estados-Unidos declara posi-
vapor com apparen'cia "de^ navio de guerra, mas i ""mente e sem equivoco que nenhuma ordena
sem baodeira. Quando se approximaram d'esse e_der1a ao caPllao Wilkes, nem a nenhum outro
navin urna hora e um quarto. fez um tiro de i Plcl*1 "* marinha para prender as qualro men-
balla, levantando a baodeira americaoa. Quaodo alonadas pessoas, ou alguma dellas, quer fosse a
0 Trent se aproximou lentamente o oavio ameri- i 0ordo d? Trent, quer a bordo de qualquer ou-
cano isparou era freote do Trant um obuz que lr0 navio inglez, ou de algum outro navio neu-
rebentou prximo do navio. O Trent parou, e um lr. n" direccao em que isto aconleceu ou em
official eotrou a bordo com urna guarda de sol- 11u1(luer ",f0-
dados de marinha. O official pedio urna lista dos VeJ lmbem que o secretario de estado evita
pssssgeiros, e como se lhe recusasse conhecer o i escrupulosamente justificar o acto particular de
direito que linha para fazer esse pedido, o offi- 1u!? ,e Que> o governo de sua mageslade.
- o governo dos Estados-Unidos tivesse al-
Xt*!Z*Z$I*52KS-L-S! S mm'!Jg?US?SgeV.
EXTERIOR.
fcSTADOS-UNIDOS.
Correipondencia sobre ot negocios do Trent.
Mr. Seward a Lord Lyons.
Repartigo de estado.Washington, 20 de de-
zembro de 1861.
(Mr. Seward cometa a sua nota reproduziodo
quasi textualmente o despacho de lord John Rus
sel, e coolioua nos seguintes termos :)
< Esle despacho foi aubmetlido ao presidente.
< E' de meu dever dizer que o governo brilan-
oico taz urna aupposicoexacta,peosando que o ca-
pito Wilkes oa coocepcoe axecuco'esle acto
obrou segundo ajsua consciencia, sem ordena,sem
iostrucces.e mesmo a insciencis do governo. Ne-
nhumas instruidas se tioham dado, nem a quai-
quer outro official de marinha, para prenler os
qualro individos indicados, nem nenhum d'ellts,
quer seja a bordo do Trent, ou a bordo de qual-
quer outro navio britannico, assim uo ponto em
que teve lugar a spprehenso ou em qualquer
outro.
) governo britannico coocluir com exacli-
do d'este fictos, que o governo dos Estados-
Uoidos nao lioha o desigoio e meamo o pen-
samenlo de suscitar a discusso sobre esta
queslao, nem, mesmo sobre qualquer oulra que
podesse affectar os seolimentos ds naco brtao-
nics.
E'vordade que o S. Jacintho disparou um
liro ds baila quaodo o Trent so aproximava, mas
segundo a verso que foi referids ao meu gover-
no. o liro foi dirigido em sentido evidentemente)
ditferenle d'aquelle em que navegava o Trent, o
que o mesmo que se toase um tiro de plvora,
e que poda servir para sigoal. Dizem-nos tam-
bera que o Trent se nio aproximava lentamente
do S. Jacintho. quando o obuz foi disparado,
mas ao contrario, que avancava lodo o vapor
como se quizesse escapar ao S. Jacintho.
c Sabemos igualmente que o teneote Tairfax
oo abordou o Trent com tropa armada, mas ao
contrario, que deixou essa gente em urna canoa
quaodo subi ao Trenf. Pe conhecer ss iostrac-
Coes que tinha do capilo Wilkes em termos cor-
tezes, mas com deciso, e pedio so capito do
Trent que mostrssse a sus lista de passageiros, o
que lhe foi recusado.
< O lenle, segundo nosdizem, ooempregou
resolutamente a torca para examinar os passagei-
ros ; oo foi fez uso seno de urna medida ne-
cessaria para convencer os ioteressados de que
a resistencia seria intil. Emfim assegara-se-nos,
que o capito do Trent nao foi convidado a vir
a bordo do S. Jaci'lho, Estas modlflcacea dos
fados, taes como os aprsenla o capilo Williams,
sao baseados sobre as oossas iotormaces offl-
ciaes.
< Devo agora referir s V. S. alguos fsetos,
que sea duvids foram omitlidos por lord Russell
3a Exerceu elle esse direilo de urna maneira
legal e conveniente ?
4a Tendo encontrado a bordo esaaa pesaoas,
que sao contrabaddode guerra e possuidorea pre-
sumidos de conirabaodo debaixo da forma de des-
pachos, poderia elle sprebender essas pessoas?
5a Exerceu elle esse direito de captura ds
maoeira permillida o reconhecida pela lei das na-
Coes?
a Se todas estas pergantas forem resolvidas
afflrmativamente, o governo inglez nio lera direi-
lo a urna reparaco, Trato em em primeiro lu-
gar d'estas perguntas : As pessoas cima men-
cionadas e os seus suppostos despachos sero
contrabando ? A lei martima o mais geral-
mente tn rem,como dizem aquelles que u'ella sao
versados, isto : que trata da propriedade e lo
raras vezes das pessoas, que parece torear a sua
inlerprelaco e applica-la s pessoas. Mastauo
as pessoas como ss cousas podem ser considera-
das como contrabando, por isso que esta expres-
so significa em geral ludo quanlo contrario
a urna proclamac&o, prohibido, illegal.Todos
os outores e os juizes teem declarado que os agen-
tes martimos ou militares ao servic,o do ioimigo
ram contrabando de guerra. Valel diz : A
guerra permitte-nos tirar a um ioimigo lodos os
recursos e impedir que eoviem os seus mioislros
aflm de reclamar aoxilio. E sir William Scolt
diz : aPode preoder-se o erobaixsdor do ioimigo
oa sua pasaagem. Oa despachos nao sao meaos
evidentemente contrabando, e os portadores ou
correios que 'elles se eucarregam esto sugei-
los conJemnaQao.
Mas nao se trata saber se o capito Wilkes li-
oha direito para proceder com procedeu ; mas
quaeaso as acluaes ideas do governo relativa-
mente a este aclo. Admiltiremos agora, semen-
t por frmula da argmeolaco, que a liberdade
do Trent, se fosse involuntaria, implicara a regei-
co do direito que o governo tinha de deter os
individuos capturados, n'este caso os Estados-
Unidos nao poda hesitar em declarar que este
aclo, assim approvado pelo governo, devia terlo-
dao as cousequencias legaes.
O verdadeiro carcter d'um offerecimento gra-
tuito ou de um acto de caridade, que aquelle
que o praticou nao pode, depois de lerexercido a
sua benevolencia, modifica-la mais.
Somos tambem directamente guiados questo
de saber se temos o direito de considerara liber-
dade de Trent como involuntario, ou se somos
obrigados o coosiders-lo como voluntario. Teria
do que urna simples inadvertencia commettida
por um official de mariohs, que, seca motivo cul-
pado, se adoptou de urna regra i o certa e que
muito provaveV seja imperteilamegle descoohe-
cido de muitas partes ioteressadas,
Por este erro Um o governo ioglez o direito
de esperar a mesma reparaco que nos como es-
tado iodepeodenteaxigiriamos em circumsiaocias
iguaes da Gra-Bretinha oa de qualquer outr na-
C3D amiga.
Ignora que, examinando eit questo, au me
teoho servido de om aagmento que paraca ser a
favor ds Inglaterra contra o meu paiz, mas nao
sinlo o menor embiraco a este respeito.
Quando apenas tioha entrado nesle campo de
argumeolacao, descobri que na realidade
dia, e quamistentava, nao um inleresae e
vaiuenie Alez, mea urna cauaa a que America
de ha mufl tem prestado homeoagem, nao se-
guodo asTutoriJades iuglezas, mss seguodo os
principios que coosti'uem urna graode parte da
poltica distinda, em que os Estados-Unidos tem
desenvolvido os reesrsos de um cootinente, e
tornando urna potencia martima consideravel,
conquisto o respailo < a confianc.a de muitas
naedes.
Estes principios foiam apresenlados em nosso
fa ror em 1801 por Janes Madisoo, quando era se-
cretario de estado oa admioislraco de Thomaz
Jefferseo, as suas inslruccoes dadas a James
Monroe, nosso mioislro em Inglaterra.
Anda que o caso que lhe estar sujeilo se ap-
pliessac a pessoas di fie re mes daquellaa quefazem
incidentemente assurspto desta discusso, apr-
senla-se no mesmo cirapo em que eu o Gz hoje,
e foram oa argumentos desenvolvidos por elle
oessa occasio que me inspiraran) a minha res-
posta.
< Todas as vezes, diz elle, que os objectos en-
contrados a bordo de um navio neutro se suppde
que, por qualquer motivo, devem ir alera do con-
fisco e coodemuaco, a regra, em lodos os casos,
senipre que a questo nao seja decidida pelo
autor da presa, mas devem ser apresenlados pe-
ranle um tribunal que julgue legalmente e em
que o autor da presa possa ser condemnado nos
pTejuizos, se liver abusado da sua torca.
Seria, pois, rasoavel e justo que um official bel-
ligeraole, cuja accio assim restringida, e que
respoosavel quando ae trata de simples proprie-
dade, leoba o direito, sem recorrer a nenhum
tribunal, de examinar a equipagem de um navio
oeulro, decidir a questo importante de saber a
quera que os horaeos dessa equipagem devem
obediencia, e dar a esta deciso urna execugao,
e que eslava certo de que esses passageiros se
achavam.a borlo. Havendo sido trocadas algu-
mas expresses a este respeito, Mr. Slidell adian-
tou-se e disse ao official americano que as qua-
lro pessoss mencionadas estavam diante de si.
c O commandaote do Trent e o commandan-
le Williams proteslaram contra a appreheoso, a
bordo do Trent, dos qualro passageiros, quena-
vegavam sob a pruteceo da baodeira ingleza.
Mas o S. Jacintho eslava s a 200 jardas do
Trent
Se
legado, que, com quacto o capito Wilkes nao
tivesse inslruccoes continuas para esta eventua-
lidaJe, eslava no direilo de capturar os quatro
prisiooeiros e de os transportar do TYeul para
bordo do seu proprio navio, aflm de os conduzir
depois para um porto dos Estados-Unidos, essa-
governo, aaoccionando o acto do capito Wiiks,
se tornara respnusavel da vjolaco e do insulto-
comraeltn na origem.
Mas Mr. Sewsr4 conlenta-se em dizer que o
qne aconleceu nao foi mais do que urna inadver-
, a gente eslava debaixo d'armas e de sa- *fncl" de U(n oficial de marinha, que, se nen-
bres esembainhados. Qualquer resistencia era numa 'D,encao de prejudicar, se affastou Je urna
intil, e os qualro cavalheiros foram levadoa f,e8ra lao .P"Co *. nal compreheodida ou
, forca. Pedio-ae tambem para que o comman- desconhecida das proprias parles ioteressadas. O"
rtVf dsnle do Trent ge dirigisse a bordo do S. Jacin- \ "alario de estado affirma que por este erro o
.M,?.i' tho, mas elle respoodeu que s se dirigira ce- 8ve"o. inglez temo direilo de esperar a mesma
ni> deodo fof? i depois nao se insisti n'este pe- I rePar8Sa<). W a Ealados-Uotdos, como estados
dido.
a Parece pois que certos individuos foram ap-
prebendidos torca a bordo de um navio in-
glez, de um navio neutro, quaodo esse navio fa-
zia urna viagem legitima e innoceole ; um acto
de violencia que coostitue urna aftroota ban-
deira britannica, e urna violago da lei interna-
cional.
O governo de S. M., nao esquecendo as re-
tacees amigaveis que por tanto lempo teem sub-
sistido entre a Gr-Brelanba e os Estados-Uni-
dos, esli disposlo a acere litar que o official de
marioha que commetteu esta aggresso nao obrou
em virtude da autorisaco do seu governo, ou
que julgou estar autoriaado, por compreheuder
mal as suas inslruccoes.
O governo dos Estados-Uoidos deve saber
inJependentes poleriam esperar em caso seme-
Ihaule, da Gr-Bretanha ou de qualquer oulra
nago amiga.
Tendo o governo de sua mageslade lomado em
seria consideraco a liberdade dada aos presos,
e a sua entrena a nos, cheguu a concluso de que
coasliluem a reparaco que sua mageslade e a
naco iogleza tem direito de esperar.
O governo de sua mageslade sent urna grande
satisfaco em ler chegado a urna coocluao favo-
ravel a manutenco das mais amigaveis relaces
entre as duas naces. Nao careco discutir as
differencas que me separou de Mr. Seward oa
exposicao de tactos segundo os relatnos dos of-
flciaes do governo.
Nao concluirei porera sem fallar ligeiramente
da discusso que Mr. Seward fez ir al aos pon-
efTectivameole que o governo inglez nao pode os Ia8 Da0 eslao presentados em verdadeira
permittir que urna similhante alTronta feita a;lui D0, meu despacho de 30de novembro. No
honra nacional fique sem reparaco, e o gover-I meu despacho, clamava, em nome do governo
no de S. M. nao pode acreditar que o goveroo de 8u.a mageslade contra o que lioha praticado o
dos Estados-Unidos tenha tenco de lhe impor P?lao Wilkes. Mr. Seward, na sua resposta.
sem necessidsde urna discusso to grave.e a res- 'ni11" oque concede sobre o que o capilo Wii-
peito de que nao pode deixar de ser unnime "a tena podido fazer violar o direito das nar;5e.
toda a naco iogleza. Nao necessario discutir aqui em detalhe as
O governo de S. M. espera pois que logo ; cln.c0 quesloes hbilmente discutidas pelo secre-
que este negocio lenha sido submettido con-! l"'o ?e estado ; mas devo dizer que o goveroc
sideraco do goferno dos Estados-Unidos, esse! df raioha ditere da opioiao de Mr. Seward em
goveroo, por sua livre vontade, ha de offerecer' '"mas das suas conclusoes. Portera ser ulrl
ao governo ioglez a nica reparaco que pode ao m.e'n*>r accordo enlre as duas nacoes, sobre
satafazer a oaco ingleza, a saber : os diversos pouloa de direito iolernaciona) que
A liberdade doa qualro priaiooeiros e a sua possam ser apresenlados durante a cootestaco.
entrega a V. S., lira de quo possam aer resti- I lual, ou posteriormente quo eu vos expresse,
luidos protecc. britannica, e urna satufaco Para aer ommunicado ao secretario de estado.
conveniente pela ;resso commettida.
a Se eatas cooc es nao forem offerecidas por
Mr. Seward, vos i .'as proporeis.
Tende a bondade de lr este despacho ao
toreando qualquer individuo que lhe cooveoha a secretarlo d'estado, e sa elle desejar, lhe deixa-
entrar em um servigo contra sua vontade, arran- res uma copia.
certamenle sido involuntario se nio houvease si-
do feito, seoo em consequencia do primeiro mo-
tivo indicado pele capilo Wilkes ; a falta de
torca sufficiente para mandar o navio capturado
para um outro peranle um tribunal de presos.
O dever d'aquelle que fez uma presa oso ar-
riscar a exiatencia do seu proprio oavio para dar
jolzos psrte capturada. Comtudo no neces-
ssrio uma equipagem numerosa para fazer uma
presa, porque o dever da presa acquiescer. e
apreseotar-se voluntariamente peranle o tribunal
a que foi chamada.
Se a equipagem do oavio capturado maoifeatas-
se intencoes de eropregar meios de resistencia,
que fez a press, esle lem direito de deixar pro-
seguir o oavio, n oem esle ultimo nem o Estado
que elle represeola, podem depois pretender
com razioIquetorsm privados do remedio judi-
cili a que tem direito.
cando-o aos seus amigos mais caros, e expondo
o seu (.espirito e a sua pessoa disciplina mais
humilhaote e a aua vida aos maiores perigos? A
razo, a juatiga e a humaoidade ligam-se para
protestar contra ura procadimenlo 13o extrava-
gante.
Se neste caso eu me pronuncissse a favor do
meu goveroo. seria obrigado estes principios mais
caros, e a abandonar para sempre a sus poltica
esseneial. E' esle um sacrificio que o paiz nao
pode fazer. Se sustento estes principios e4dhiro
a esta poltica, sou obrigado a ceder.
Ver-se-ha, pois, que o goveroo nao poda ne-
gar a justifa das reclamacoesque nos foram apre-
aentadaa. Pedio-se-nos que desseraos i oaco
iogleza o que sempre temos pedido com instancia
s outras naces. As reclamaces ds Gra-Bre-
lanha nc sao aprsenla Jas de uma maneira des-
cortez. O nosso goveroo, depois da sua organi-
sacao, nuoca usou de uma lioguagem mais con-
veniente em circumslancia semelhante.
Concluindo, nao esqueci que sa a seguranga da
Unio exiga a doiengo das pessoss capturadas,
o direito e o dever desle goveroo seria rete-los.
Mas a resistencia feliz que eocontra a actual
insurreicao. e as suas proporgea descrescenles,
assim como a pouca importaocia das pessoss cap-
turadas, tazem coro quo eu felizmente nio recorra
a eale meio de defeza.
Tambem nao igooro que os cidados ameri-
canos nao devem em nenhum caso ser, sem ne-
cessiJade, entregues 4 guarda de um estado es-
Irangeiro. Maa os prisiooeiros ou outras pessoas
que por elles se ioteressem podero levar esta
questo para eale campo.
< Igualmente nao Uve ioleoco de fazer sobre-
salir que poderia bem encontrar na historia dos
(Assignado) Rassell.
casos em que a Gra-Bretanha recusou ceder a
oulras nacoes e mesmo s todas, em circumsiao-
cias semelhantas aquellas de que agora nos oceu-
pamos. lato succedeu quando a Gra-Bretanha
assim como os Eatados-Unidos estavam habitados
por geracoes que j nio existem, e que tinhsm
os seusinieresses eas suas psixdes. A Inglaterra
nao podia desapprovar mais formalmente qual-
quer pretenco de outra naci, do que hoje se
faz adoptando os nossos proprioa principios.
lato oo seris fsvoravel pretengao que lemos
de ter um povo justo e magnnimo, se nos dei-
xarmos guiar pela lei daTalio ao ponto de exhu-
mamos da sua camps injurias e otfensas ha tanto
lempo dealembradas, oppondo-as ao que a cons-
ciencia nacional nos obriga a olhareomo uma re-
climncio justa em si I
c Regeilaodo, pois, qualquer saggeslio desle
genero, preflro manifestar ssliafafo que sinlo,
Nota de Mr. Seward ao cavalheiro HulsemaDo.
Washington, em 9 de Janeiro de 1862.
Senhor. Submelti ao presidente a nota que
me haveis entregado, e que vos tioha sido diri-
gida em 18 do mez ultimo pelo conde de Rech-
bug, relativamente ao negocio da captura e de-
tenco do vapor da malla ioglez Trent, pelo ca-
pito Wilkes, do S. Jacintho.
Remelto-vos copia da correspondencia que foi
trocada sobre este grave assumpto entre o go-
veroo dos Estados Uoidos eos goveroos ds Gr-
Bretanha e da Franca, e peco-vos para transmit-
lir estos documentos ao conde de Rechbug. O
governo imperial ha de por elles conhecer dous
tactos importantes.
1.*Que os Estados-Uoidos sao, nao s inca-
pazes de procurar um s instante alterar a paz do
mundo, mas que sao deliberadamente justos e
amigareis nss suas relaces com tolas as naces
estraogeiras;
t.Que nao sao infles a suas tradieces e i
sua poltica como advogados da mais ampia li-
berdade, oa applicaco dos principios da lei in-
ternacional na guerra martima.
Oa Eatados-Uoidos, fiis aos seus sentimeolos
e ao mesmo lempo cuidadosos da sua constilui-
co poltica, regosijam-se sinceramente se a oc-
casio que deu lugar a esta correspondencia se
aprovettar para obler uma revisio da lei das oa-
ges, que torna mais de fundos e mais certos os
direitose as obrigaces doa Eatados em lempo de
guerra.
Considerare! como um favor, senhor, se qui-
zerdes eocsrregar-vos do cuidado de expressar
estes senlimentos ao vosso goveroo, e de asse-
gurar ao mesmo lempo ao conde de Rechbug
que o presidente aprecia a franqueza e a cor-
deslidade que o governo d'Austria moatrou n'uma
occasiio de tanto inleresse para o bem dos Es-
tados-Unidos.
Aproveilo, etc.
(Assigoado) W. B. Seward.
em que coosistem essas divergencias. Espero fa-
ze-lo em poucos dias.
No entretanto, ser para desejar que oa com-
mandantes dos cruzeiros dos Estados Unidos, re-
cebara ordens para nao repetir actos de que o'go-
verno ioglez teria a pedir reparaco, e que o go-
verno dos Estadoa-Uoidos nio pode emprehen-
der justificar. Lerios est despachado secretario
de estsdo, deixando-lbe uma copia d'elle.
Sou etc.
Assignado Russell.
Nota do conde de Russell a lord Lyons.
Ministerio dos negocios estrangeiros, U de Ja-
neiro de 1862. '
Milord.A vosss conducta no importante ne-
gocio do Trent mereceu a complata approvaco
da rainha. A prudencia ea moderagio de qua
haveis dado prova, contribuiram poderosamente
para o xito daa vossas operagea. Para dar a
V. S. poa um documento publico o tealemunho
de que haveis obrado eatrictamente de accordo
com as inslruccoes que baveis recebido, remello
o extracto anoexo ao meu despacho de uma carta
confidencial que vos dirijo com data do 1" da
dezembro ultimo.
Sou etc.
Ruuell.
Extracto de nma caris particular de lord Russeff
a lord Lyons.
1 de dezembro de 1861.
Os despachos que forem adoptados peto gabi-
nete e que esta manha assignei, impuoham-vos
uma tarefa desagradavel. Desejo que, quando
liverdes a vossa primeira entre-vista com Mr.
Seward, nio levis com vosco os despachos, mas-
que os preparis, e que |lhe peds que decida
com o presidente e com o gabinete, a linha de
codduela que se prope seguir.
A segunda entre-vista, iris munido dos rneuss
despachos, que lereis na sua integra. Se elle
perguotar qual sera a consequencia da sua re-
cusa em scceltsr o nosso pedido, julgo que de-
veis dizer, que desejaes deixa-los, a elle e ao
presidente, inteiramente tivres para lomar uma
resoluto e deveis absler-vos de ludo quanto
possa ter uma ameaca.
[Jornal do Commercio de Lisbos.)
Nota do coode de Russell a lord Lyons.'
Ministerio dos negocios estrangeiros, 11 de Ja-
neiro de 1862.
Milord.No despscho que roa dirig a 30 de
novembro, depois de vos haver informado do que
se passou relativamente i capturado qualro pes-
soas que vinharo a bordo do Trent, dizia-voa eu
que certos individuos ttaham sido lirados & forca
de bordo de um navio ioglez, navio de uma po
INTERIOR.
lencis neulra, quando tu navio faiia uma Ta-
RIO DE lANEIBO
t6 de fevereiro ato 186*.
Por decretos de 18 do correte foras no-
meados lerceiros escriplurarios do thesoaro na-
.ciooal os quarios esc*iptwloa Joao Xavier Pr-
xedes Medella e Jea Antonio doa Passos.



arifcairo tenentt
gues de Souza oi, por decreto da 18 do eorrente,
reformado no mesmo posto, eonfl diF, ven-
ceodo quinze vigesraas-partes do respectivo
odo, visto cootar mais-efe 15 tnndt de iervico
e achar-te impossibiliiade e oelle ooniiautr por
motivo de molestia.
Por decreto de 17 do corrate fei coneedida
ao prtraeiro pharmaceutlco do corpo de ssde
da armada guarda-martaha Joi* Domisgees Ti
mo do servico. coas pedio.
eir demiui
"28 -
-- Por decreto de 26 do cerrante foi concedida
ao Dr. Amaneo Marques de Snia-Rota, secun-
do cirurgiio do corpo de sautfe 0 eiettite, a de-
roissao que pedio do servico iflitah
2 de 8rerco.
Por decreto de 1 do correte foi reformado
o eapltao do terceiro regiment de cavallara 1-
geira Camillo de liveira e Mello, visto soffrer
oe molestia mcuravel que o tornava incapaz do
servido.
rea Ab v
ieWBed
O&tXREOTO
AMBUCO TEfigA fMBA n DE MARQO DE 1862
-? Teve hontem lagar a abertura das aula da
escola de marinha, conforme determina o res-
pectivo regulamenlo.
O acto foi honrado con a angosta pres^nca de
S. N. o Imperador, que chegou ao estabeleci-
menlo s 10 horas da inanbia, e foi recebido pe-
los Srs. ministro da marinha, chefes I quartel-
general e da estacio, mnitos oOSciaea superiores
miada e pela corporacio da escola.
Tendo S. M. o Imperador turnado assenlo no
docel recitou o Sr. r. Saturnino Sres de
Meirelles, lente da cadeira de physica, o discur-
ro do estylo.
Fiodo o discurso relirou-ae Sua Magestade
coro as mesmas formalidades com que lora rece-
3
Comecaram hontem com algum fervor os
estejos carnavalescos. Era algunas ras avul-
tavam os arcos triumphaes, as bandeiras, os fes-
toes de flores e as caricaturas mais ou menos in-
nocentes.
A' tarde percorrersm as rnss mareadas nos
respectivos programmas as sociedades Congresso
das Summjdades Carnavalescas, Zuavos e Con-
gresso das Damas, alm de muitos mascarados
em cujo numero aobresahia urna gigantesca saia
balao, cuja proprietaria, cercada de vermelhos
demonios, ievava a cabeca ao nivel dos primei-
ros andares.
Urna onda volnmosa de povo agiloo-se cons-
tantemente as ras percorridas pelos presiitos
carnavalescos.
A' noite abriram-se o theatros. e os folios
aa quadra, encheramse ao som das ruidosas
quadnlnas edas walsas excitantes.
Justificando anda urna vez a boa ndole" do
nosso povo, nao nos consta que por entre os
prazeres do da houvesse urna desorJem a la-
mentar.
Foram removidos:
O juiz de direito Pirao Jos de Mallos, da co-
marca de Cuyab, de primeira eolrancia, para a
do Allo-Meariro. de segunda, ficaodo sem elTeito
a ua remocao para a de Ara, na provincia da
Parahiba do Norte;
O juiz de direito Joao Caetano l.iaboa, da co-
marca do Alto-Hearim para a de Afea, ambas de
segunda entrela, depois de ouvido o cooselho
de estado.
Foiam concedidas as deroissoes que pediram :
O bacharel Izidoro Borges Mouleiro. do lugar
de juiz de direito da comarca do Bananal;
O bachare.1 Joo Maicellino de Souza Goozaes.
dem deTaubat ;
O bacharel J,o Antonio da Ceuta Bueno, do
de juiz municipal e de orphos dos termos de
Macah e Barr de S. Joao ;
i?bichrei, Francio iot de Souza Gomes,
dem do deTaubat;
O bacharel Lnii Antonio da Silva Nunes, do de
primeiro ofllcial di secretiria de estado dos ne-
gocios da justica.
r^ Foi nomeado o bacharel Antonio Fernsndes
i figo de Loureiro juiz municipal e de orpho
dos (erraos reunidos de Mossor. Campo Grande
e Apody, no Rio-rande do Norte.
Foram promovidos :
O raajor ajudaole d'ordens do commando su-
perior da guarda nacional di Estrella Joaquim
Alves Macnado, ao posto de leoeote-coronel
chefe do estado-matar do mesmo commando ;
O capilao secretario gerjl do mesmo comman-
do Antonio Henrique de Araujo. ao posto vago
de major ajudante de ordene.
Foi reformado no mesmo posto o major da
guarda nacional da corte Antonio Eulalio de Oli-
veira Pinto, a seu pedido.
Foi commulada em gales perpetuas a pena de
morte imposta ao reo escravo Joo, pelo jury do
Grao-Mogol. *
Foi reduzida oilo annos a pena de dezolo
anuos eoilo mezes de gales e mulla, imposta
pelo jury do Recite a Joao Ignacio Coelho.
O folguedo do carnaval continuara a entreler
a nossa popularlo, que os applaude aatisfeita,
"n i*' COa>0 ,','e, mi0Ba de distraccoes.
Desde o baile com que o Coogresso das Sum-
midades Carnavalescas insugurou no Club os
prazere da quadra, e que foi multo concorndo.
al a abertura dos theatros Lyrico e de S. Pedro,
ante hontem, pode-se diier que a cidade central
se transformou era um ampio theatro, cedido ao
dominio da mscara e dos lypos caricatos.
Nola-secom efleito em nosso bom povo, toda
vez que se Ihe proporcioos meio de divertir-se,
um sfao, urna anciedade lio natural que bem
revela a escassez desses eosejos de que elle se
aproveita anhelante.
Hontem noiteachuva ioteirompeu inoppor-
lunameotea divagacao dos grupos mascarados.
Para bote sabemos que esto preparadas as
seguales demonstracoes de affeclo ao patusco
inspirador da folia, o mystico Momo.
O Congresso das Summidades Carnavalescas
aahir do Cub Fluminense s 4 horas da tarde.
Compr-se-ha de tres daos dos Spa>is, urna
banda de msica marcial de chevalier de moyen
age, o capitao Mala-Mouros conduzindo o es-
tandarte social; seguir-se-ho os membros do
congresso, p, acompanhando em triumpho o
box gordo, representante natural das comes ver-
des, rodeado de magaretes, que fecharo o pres
tito. Seguir o segninte ilenerario : praca da
Lonstiluicao. lado da Petalogica. ra do Theatro
largo de S. Francisco de Paula, ras do Ouvidor'
Ourives, Assembla, Quitanda, Ouvidor e Direi-
ta. onde descansar em casa do socio o Sr. Joo
Oongalves Guimares, que graciosamente ofler-
iou sua casa em obsequio s Summidades ; vol-
teando depois pelas ras Direita, Violas, Ourives,
S. Pedro, Direita, Hospicio, Ouiives, Rosario.
Direila, Ouvidor at ao largo de S. Francisco de
Paula, ra t* Theatro. praca da Constituico.
DE PERNAM-
Boftia, 8 d margo de 186.
Abrfo-se no da Io do correle, com efTeito,
com a solemnidade do cosiume. a sesso actual
da astmbta kfiiMativa previoeiti, Tendo testa
oecasii. o Et. Sr. ptestdeale um iengo realo-
rio, que conlttt preeioso* decumolos estMsti-
c*s sobr as reda* despeits da provincia tm
diversos anao. esobre os triase* commatlUos
nlla. Rostnmbra desta eibsialo que o ftMIsa-
meotdwedoMnaaietfe S. lie. A libertar -#ro- ,,
vincia de divW qaa t ooaM, reUsando ptrt isso m,T)U-n
lado da roa do Conde e Club Flumineuae, onde
sociedade descansar, tomando parle na partida
familiar, para a qual o empresario e socio' hono-
rario o Sr. Joo Berilo Goucalvea coovidou o
Congresso; parlindo depois para o theatro Ly-
rico, pela ra dos Cigauos.
A sociedade particular de msica Eaterpe
Commercial Zuavos reunir e-ha s 4 horas da
tarde no aalao da Phl'Euterpe, indo depoi* or-
mar-se militarmente no largo de S.ola Rita para
receber a bandeira, e dallisahir em passeio pelas
seguales ras : Pescadores. Direita. Violas. Ou-
rives S. Pedro, pireite. Hospicio, Ourives, Rosa-
rio Direita. Ouv.dor. Ourives, S. Jos, Quitanda,
S.Pedro, largo de S. Domlogos, Sabo, Fugo
Alfandega, Ourives. Ouvidor. do Theatro. uraca'
da Coustttuico 6 rus dos iganos, reeoihendo-sa
ao thealro Lyrico.
A socieJade Bohemia, composta de viole
socios, far o seu passeio, sahiudo s 4 horas da
tsrdedo Iheitro Lyrico, e segualo pela ra dos
Cigaoos, praga da Cooslituicao, ra do Theatro
largo de S. Francisco, ras do Ouvidor, Direita)
Violas, Qaitsuda, Hospicio, Ourives, Rosario]
Quitanda, S.Jos, Ourives, a. Pedro, largo de 8.
Domingo., roas do Sabo, Fugo, largo de S
Francisco, ra do Tbeairo, praca da Coustituicao
do lado da roa da Carioca, ra'do Conde e fu
sua entrada irinrouhal no ibeatro Lyrico.
A orden do prestito a-seguiute : urna banda
de msica catado (Beduinos), seis clarius (trom-
pel es chicard). po,t. eslaudarle, com o estan-
nm!.?a 80.c1,edsde' ^us,ro guardas-eslaodartes.
?..!. g0,le.f C0f "cud0 ociedade,
pirra. X.ribiribi. BuheTo PJo e Coco Gre
nouillet, Rose u'Amosr | c.rw, dou, chteards
Castor e Pollu ; 2 dito, dou. '. P mpiQ.'
Papilloa e AfeMof Astrnomo > ixl0 tres di
tos, Siog-Pin-Tea, Fontim Jardiaeiroe raraphri
Quatorze-varetas ; 4" dito, doua ditos, Felippe-
Neiy La Mor en Chemiso ; 5 dito, dos ditos
Bimbou-Capim-Mellado, Pichslim Hemeado;
" dito, (res iiion, Q.lqoi-fufeHi-rt-bobo Rarre-
lodas aa economas possiveis, e lulando com a .
teolaco de emprehender obras uovas, ou prose-
guir as que ji foram enceladas.
Veremos ae os dgaos deputados o auxiliara
oeste empeoho.
A caohonelr* guatemy, que fdra Jequi, '
como lhedisse em miaba ultima, com o iospec-
tor da saude publica, incumbido de verificar a !
nalureza e carcter de urna eofermidade que all
ae raaoifestava. fizendo logo deseseis viclimas, e
que bastante sobresaltou aquella povoac5o, vol-
tou no da 5 do torrete, tendo aquella funecio-
nano recoahecido que nao era a febre amarells
como se suspeilava, mas aim as febres intermi-
tentes simples e perniciosas, vsrdadeiraa ende-
mias que peridicamente, quer oaquella locali-
dade, quer em utras do nosso litoral e centro
desenvolvem-se com alguma intensidade, e cei-
fam um crescido numero de vidas.
Exlstiam 42doeotes, que foram logo visitados
e medicados pelo Sr. inspector, o qual deu todas
as providencias necessarias, e deixou a ambulan-
cia que lovoo ao Dr. Jos Alves da Silva.
De 2 de fevereiro at 27 tinbam fallecido 10
pessoas, ootaodo-ae eotre os aneciados maior
nume.ro de crisngas.
Cayr, Taperoa e Valenca tambem foram visi-
tadas, e s na primeira villa haviam doentea do
mesmo mal
Entretanto que nesta capital o estado sanitario
6 bom, tendo apenas apparecido na Victoria al-
guna casos de diarrha, que j se quer dizer-que
sao de cholenna, todo o litoral tem sido mais ou
menos atacado de bexigas, que grassam consi-
deravelmente no Rio de Contas, Camamil e Ilheos.
O digno Sr. Dr. chefe de polica com as ade-
cuadas providencias que tomou cooseguio aca-
bar de urna vez o fatal brioquedo de eotrudo, que
ero um habito profundamenle enraizado na po-
pulacho bthiaoa.
Passaram-se os tres das do carnaval sem que
nada denuncias3e esta poca.
Mui poucos mascaras appareceram as ras
mas nos theatros de S. Joio e S. Pedro de Al-
cntara aflluiram ellos em crescido numero aos
bailes que all se deram, que estiversm excelleo
les pela ordem e boa direceo que o mesmo Sr.
Dr. chefe de polica pJe aar-lhes.
Foi agarrado, nao obstante oppr formal resis-
tencia o criminoso de morte Silvestre Preire de
unto, assim como o famoso Joaquim da Silva,
condemnado gales por crime de morte e Fran-
cisco Corroa do Lago, a quem os que o conhe-
cem aitrlbuem apenas deseseis mortes I Qae oas-
sarosl
Nao suceedeu o mesmo ao faccinora Luiz de
l'ranga Vieira, alcunhado Come gente, que roor-
reu, por que aiirou sobre a escolta que o foi pren-
der, e esla pagou-lhe na mesma moeda.
No douiingo de eotrudo manifealou-se incen-
dio em urna casa da ra da Saude, mas foi promp-
lamente exlnclo.
O Sr. Sr. chefe de polica mandou demittir Si-
guas inspectores, que nao cumpriram suas or-
dens prohibitivas do entrudo, e fez processar aos
de nomea Herculano Aotooio Pereira da Cuoha,
da freguezia da Peoha, Lioo Mooleiro di Rocha,
de Santo Antonio, e Antonio Bernardo da Costa,
a todos os quaes mandou fazer eflectiva as mullas.
Na quarta-feira de cinza sahio da ordem tercei-
ra de S. Francisco a respectiva procisso que te-
ve um brilbaote acompaohamenlo.
,e u,m" Carla de Sergipe publicada no nteres-
te Publico e que nao sei que credilo raerecs,
consta que na villa de Nossa Seebora das Dores,
outr'ora povoaco dos Enforcados, apparecera
cholera-moibus, de que foram affectdas grave-
mente quarenla e tantas pessoas, das quaes mor-
rerara logo seis, pelo que pariio para all o Dr.
Sabino por ordem ds presidencia.
Dizem que a molestia se tem apreseotsdo com
carcter novo, vmitos biliosos, diarrha e caim-
bras, e que os primeirossymptomas assemelhara-
se aos da febre amarella, pelo que se presume
que seja urna eombioaco das duas epidemias,
que, pelas modiucaQes e condi(es oaturaes do
paiz, ellas so estejam accommodando e forman-
do urna molestia de carcter especial, quod Deus
avenal.
A alfandega reodeu o mez passado 497:977j559
e a mesa de rendas proviuciaes 110:5593416.
No correle mez al hontem tem aquella arre-
cadado 132176J230.
" ,'-^
-jose fez espsrar : hora designa-
^Besentou-se porta do hospital, acompa-
ohaTTo de sua oobre consorte, e de um grande
concurso de senhoras dislioclss. de todos os che-
les de repartl56ee e seus empregados. e de tods
"pl CTU" eccle>i. "*. da
rf.2' !ff'0i rec?b,d0 C0I> devidaa formali-
dades pe, comaaesM rtmtoistrattva dobos
pJWSIdenl olustedo teao tpri
IVf'aS- t''t?'ncl*'*0,endadr lTGohpval
r\2?t, ca?f L,,,."incl4ti*io paThts,
raB f'i'M''1! f* 4" Tlelapresonlai
am-leda tielhf loa *>t.l. e btetoptido ao
c religiosos qae rfetiam preMr ioau-
i^L lodo o edincio, e quero, depois de recitar urna
breve e edificante oracao anloga ao grande as-
sumpio, de que se Iratava, celebrou o venerando
isriflcto da mtssa, a quem S. Etc. e todo aa-
dtono assistlram com profunda reverencia e de-
vocao.
Fiodo o aclo da oilsta proferio S. Exc. um.
resumido e elequeote discurto em que teve por
Um 1 ,fazer lembrro louvavel empenhoezelo
eseusaotecessoret em dar impulso aoeslabele-
ciaento, de cuja inslallago se felicilave ;2"
agradecer ao illustrado corpo legislativo da pro-
vincia o ioteresse e valiosa coadjuvaco que cons-
tantemente tem liberalisado a admnistracd pu-
blica para a consecujo de to grandioso fim ;
t", faier patente seu agradecimeolo ao zeloso vi-
gario geral pelo coocursoque Ihe prestos em prol
da elfeeiiva realisago do acto solemne que se
celebrsva ;-4\ nalmenle, fazer desafiar nos
membros da cornmissoadmioistrativa do hospi-
tal, em quem reeonbecia pronunciado xelo, e es-
pirito caridoso, a maior dedicaco e ioteresse pelo
deseovolvimento e prosperidaoe do humanitario
estabelecimenlo, caja admioitlraco Ihes havia
confiado.
'< Assim se cooeluio oacto solemne da inau-
gurado do Hospital de Caridade da Senhora da
Lonceigo do Aracaj.
No da 23 s 4 horas ds tarde verifleos-se
bencao solemne do cemiterio da Senhora da Coo-
ceicao desta capital pelo Rvm. Sr. conego viga-
no geral commendador Jos Goocales Barroso,
que, ao concluir essa ceremonia religiosi, reci-
tou urna breve orago anloga ao acto que se aca-
bar* de celebrar.
Os Rvms. Srs. conego vigario Klizario, co-
nego Saut Anna, ecoadjuctor Joio Ponciano pres-
laram-se ao mesmo acto com todo o zelo e fervor
religioso.
*a^" ^IC' ^r" Pre'dente da proviocis. deso-
jando tornar a referida cerimooia mais publica e
solemne, convidou a lodos os chefes de reparll-
coes, e-respectivos empregados. bem orno todas
ss autoridadea civis, eclesisticas e militares, pa-
ra assistirem a mesma cerimooia.
lagoas.Foi addiada para 9 de junho futuro a
abertura da assembla provincial.
Le-se oo Diario do Commercio :
Eicrevem-nos do Peoedo : No da 21 do
mez passado, no lugar Papagaio deste termo,
aiem da Serra da Maraba, um genro matou a so-
gra com um fico IChama-se esle criminoso Ma-
nuel Leao, e dizem que tambem indicado em
crime de morte e tonuda de presos oo termo de
Anadia.
Acha-se recolhldo cadeia desta cldade, e o
pnmeiro >nppleote do dnlegado j tioha expedi-
do mandado de uolificaco s tesiemunhas.
O intelligenle Sr. major Bastos nao detcan-
ca oa perseguirlo dos Crimioosos.
NOriClAS COMMERCIAES E MARTIMAS.
Rio de Janeiro 3 de marco de 186g.
^aDDbio iobre Andrs regulou 25 3|8d por
1|000, saccaodo-se oo dia Io 10,000 2 i este
prego.
As apolices de 6 0|0 (oram rendidas 95
U|0. e as do baoco do Brasil 70jfde premio.
Chegou, procedente de Pernambuco, 2, o
patacho Arapehy, com lidias se viagem.
Sahiram, para Pernambuco : 26 do pas-
sado, o brigueinglezAlma, e2do eorrente, o
brigue haooveriano Johanna.
" Achavam-se carga, ara Pernambuco : a
barca Favorita, o brigue Marialsabel e o pata-
cho S. Joaneiro.
Bahia, 5 de marco de 1862.
Cambios.-Sobre Londres 26 1|2, e 26 5i8 d.
poriKOOO. '
Sobre Prais 365 ri. o Ir. s
Hamburgo 685 m. b. *
Lisboa 108 a 110 0|0 e premio
Hoedas.Doblos hespanh de sea dloese o Exm. e Rvm. Sr. bispo do Ma-
ranhio.
AssUtimos, sabbado ultimo, segunda re-
preaentacSo das compsnhias acrobtica e dram-
tica, que trabalham actualmente no Santa Isabel
e nionas podemos furtar a dizer alguma cousa*
em favor dsquella que se torna digna de toda
altencao pelos delicados trabalhos que executa.
Na verdade, dispontrj ds Bm
alm disso ludo forma*
Como que
?ra-a fun
sorprende enaj j
ccooar. Clne fce
^nze annos, seu pae. mi e
o elenco dess emaahi
eis
pessoal,
as, ella
Is os que
le quatro
J artistas,
a latos lou-
em due exe-
eeiilldade na
DIARIO Qfc PERNAMBUCO.
Temos vista jornaes e cartas do Ro, Bahia,
Sergipe e AlsgfJas. dos quaes foi portador o va-
por Oyapock. adiantando : do primeiro at 4, da
seguooa al 6 e do ultimo at 9 do correte, e do
terceiro at 27 do passado.
Sob a rubrica -Interior encontrarao os lei-
lores o que ha da corte :
Bahia No dia Io do correnle teve lugsra
abertura da assembla provincial, fleando a meta
assim composta
Presidente, Gatparioo.
Vice-presidente, Japi-Ass.
2. dito, F. Doria.
3. dito, P. Brandao.
1 secretario, Sodr.
2. dito, Silva Reis.
Nesse mesmo dia comegaram a funeconsras
aulas da Faculdade de Medicina, aps a previa
designagao dos respectivos oppositores que de-
vem reger as cadeiras vagas, que da forma se-
grate :
nygiepe, Dr. Antonio Alvares da Silva :
Patholosta interoa.'Dr. Demetrio Cypriano Tou-
rinno ;
Medicina legal, Dr. Rosendo Aprigio Pereira
uuimaraes.
rn7nall2cera Rtid- T'gio da freguezia de S.
Gomes Campos, conego Vicente Ferrera
Em outra parte vai transcripta a carta do
nosso correspondente.
L-se oo Diario da Bahia :
Hontem (4 de margo) regressou de sua cora-
missao Jequi o Dr. inspector da saude publica
p. segundo o que obsorvou, consta nos que nao
e a rebre amarella, mas sim as febres intermilen-
es smpese perniciosas, verdadeiras endemias,
que peridicamente, quer naquella locahdade
quer em outras do nosso hiloral e centro, desen-
Iro!-m"'e com ,*araa niensdade, e ceifam um
crescido numero de vidas.
a Eistiam oo lugar mencionado 42 doenlot.
que foram logo visitado e medicados pelo ius-
pector, o qual, alm de tomar todas as providen-
cias tendentes ao bem-estar dos mesmos, deixou
a ambulancia, que levou. ao Dr. Jos Alvares da
Silva, aura de que cootiouasse a prestar-lhes os
necessarios toccorros.
Da 2 de feveroiro 27 linham fallecido de fe-
bres perniciosas 10 pessoas. Eotre os afleclados
a"r\iS cresciuo numero de crlangas.
< O Sr. Inspector nao limitou Jequi sua com-
raissao, pois, constando-lhe que em Cyru a po-
pulagao moslrava-ie aterrada por suppor-se ac-
com-peltida da febre amarella, para all tambem
dirraio-se, e do exame que fez veriticou que o
mal desenvolvido era seraelhanle ao de Jequi.
nesse lugar tinham-se dado cinco casos de febres
perniciosa, dos quaes ura havia sido fatal.
O estado sanitario de Tapero e Valenca
nsoDgeiro. *
Kr\,Laraai01 90,icitu'le que desenvolveu o
..' P,e,dente, mandando io continenll que
pessoa competente loise a tica locslidadea exa-
,"!ub";.e;:.r,enci"'que se aera,D em reia?iu
O Sr. iospector em sua visita, foi lempre
Pr.X'o d4i* --"i60 da artt,ada' Dr &<>
Francisco de Alrheida Fernandes.
SeroVe.-L-se oo Crrelo Sergipente :
No da 16 do correnle leve laxar a ioabKU-
racao do hospital de caridade da Senhora da Coo-
ceigo desta capital, creado peta resolecio pro-
vincial n. 498 de 24 de maio de 1858.
c Foi ura acto digno de se ver, iodo edicaole.
lodo aparatoso. '
a S. Exc. o Sr. presidente da proviocia quizem
SVA?i,?,tiSao,reeLllll0> e 8er
cimeoto 8 bro?eUo!<> eslabelt
por
tcb.
da patria, 319000 a 3|>500.
Pegas de 6#400 ve'has
a de 49000
Patacoes brasileiros, 28100.
c hespaDhies, -23100.
mexicanes, 15900 a 2*000.
Fretes.Para Bremen e Himburgo 60 sch
tonelada.
Gotlemburgo 60 sch. por ton.
Canal e porto inglez 50 a 52 li2
por ton.
Continente 55 sch. por ton.
Liverpool 40 sch. por ton.
Londres 50 tcb. oor ton.
Chegou. procedente dt Pernambuco. 3 do
correte, a barca ingiera Spirit oflhe Times, com
4 das de viagem.
Sahio para Peroambueo, 11, a palhabote
Sanio Amaro.
PERNAMBUCO.



C


(I

s ha colhido em lodas'ilpa.-
iMtaram seus exericio, 6om
corte e em S. Paulo.
Nao 6 a p-rtmeiri vez qaa o ootso Sanirisibol
e em seu palco esses artistas, pois que ha seis
annos qut a Sra. Freir fez eotre nos, sob um
oome inglez. ama asceoco sobre a corda lesa
ao scenano s torrlobas, escolheodo, por sua
pericia, milhares de louros, que Ihe ornam a
corda de artista. Nessa mesma poca um de seui
Ulhos tfo Sr. Freir deram provasi de aeu taleo-
10 em exercicios gymnaslicos, que tambem agra-
daram.
Levados corte ah e oas proiriocias do sul
permanaceram todo este tempo decorrido eotre
aquellas e os presentes trsbalhos |; que, apezar
ae se abrirem sdb mos auspicios, bevido acert
receio dp nosso publico por diversos fiascos que
tem soffrido, prometiera ser risoohqs e cheios de
vanlagens.
08 i>ven8 Carolina e Alberto briluaram sobre a
corda lesa, especialmente este nos saltos mor-
taes, que por mais d'uma vez arrauiaram fervo-
rosos applausos, e recordaram as bellas noites da
companhia do velho Roberto, e dostnbalhoa do
joven Dutocq.
Aps a comedia Dous Maridos, que foi des-
empernada da melhor forma possivef, vierara os
jovens Hyppolito, Carolina e Lindo-Amor, de
quatro annos, fazerem exercicios gyninasticos, e
de deslocagoes, parecendo cada ura delles querer
sobresahir aos outros pela flexibilidad^ e agilida-
de com queexecutavam os trabalbos[primando
porm, o joven Ltno-Aroor, que t ejom sos II-
gurazinhacaptivou o publico, qua o estima como
seu enfant gall. Na verdade, prete ncrivel
que uma tal crianga possa por era praica quao-
to elle faz, especialmente as deslocagoes, que
executa com graga e todas as regras dalgymnas-
Ainda de novo velo acea o joveo\Alberto,
para, sobo fio d'Archal (rame), executaV diver-
sos jogos icarios.com bolas, argolas,\ arcos e
punhaes, terminando com as bandeiras impe-
rues, no que igualou, se que nio excedeu
pelo goslo da execugo, ao joven Dutocq.)
Termiooa o espectculo pela columna, oa
qual o Sr. Freir se avaotajou com os exercicios
de forga, principalmente quaodo sustenlou nos
denles e oa peroa esquerda dous homena e dous
meniaos, conservando o corpo oa posigao hori-
soolal. I
Qusndo artistas da ordem dos Srs. Freir se
apresenlam ante um publico illustrado como o
oosso, devem cessar as duvidas, e o acolhimen-
to o mais lisongeiro posslvel deve acompanba-
los era seus trabalhos, aflm deque ocorago do
artista se expanda, e o corpo ganhe vigor para
a lula que vai emprehender.
Consta-oos que o Sr. Freir vaiorganisar o cir-
co equestre na ra da Florentina, para o que j
se acha adestrando os cavallos, que tomofi entre
os, como que para mostrar a habiiidade dos
notaos cavallos para semelhaotes trabalhos.
Nao podemos concluir sem dizermos duae pa-
vras de animagio aos artistas dramticos, que,
apezar delutarem cora milhares dedifllculdades,
sao dignos de attengSo, porque nao Ihes oros a
fronle o orgulho pedantesco 'alguos, ao passo
que apreseotam-8e como mediocridades, a rece-
berem um boio, com que paasem a vida. E'
verdade que nlo sio artistas meslres, mas no
mlimo da scena procuram agradar ao publico,
que em pocas mais felizes sempre os acolheo
beoigoameole, e que nao deve depreciar o artis-
ta, porque se nio cerca de aurola briihaote,
qua orfusca os olhos, occullando a verdade dos
tactos.
REVISTA DIARIA-
Obtequiou-nos o Sr. Dr. J.ao Climaco Loba'o
com a Vtrtfent da Tapera, un aeu novo romn-
ce publicado na proviocia do Maranho.
tsla nova produego nao desmerece as que
sahidas de sua peona, tem viido luz da publi-
cidade, e Ihe hao conquistado um oome oa re-
publicadas lettras, qur coma dramaturgo, qur
como romaocisla. H
iS!1" ii?^a8 de Dolicia bibl>08fpbica. nao
..?..,m v,sl" a.m" Pv*o ; mas podemos
m."r fa.r a pubIC0 ,",e yf da Tapera
narragao, que bem ae combioa com o bello do
pensameu o e com o brilhmte dos caracteres
desenvolvaosinaa dilerentes person.gens raax -
me as duas heronas do romance.
hA Yxr'*m. da, T?Pa, como disseroo-lo, nao
S^n.^? 6 Ci'ana Brasileir'a, .0
Dxabo e ao Dxabxnho no quarto de dormir aue
ti P!' D.r- L0bal0 8id0 Pblic.do^, 'pota
fechando esta noticia. fe!icitamo-lo por ra
est XZ\ 2" r" Sd. ,8U ,,,eD,. e "
esle stJrvigo que faz s letlras do noaso palz.
nu7iiSarSa" P0br?? da 'egwlado Recfe.
que rem accommeltidas do cholera, pdem
do bairro os remedios prescrptos ; visto que
tem as mesraaa autorisago para islo da parle do
l?r.nCH;T Gimes de
nr!i., ^.- qu" ea,.-,ua e"osldade quer
prestar este servigo valioso aos seas dstricta-
cess.rios M" p',Dd-ihe "medios ne-
io d Sita, n' *?uabu" o 3r. Antonio Ce-
sano da btlva Brasileiro.
Por portara de 6 do correte e sobre lo-
SSSS*a!>; Dvr chefade poli "'-
P.uio v.,-H VCT? Ferrei" d ".
San o, V f M. .dS- SrUa' Mat,0el Co8 d
J,. 6 a Correia d8ntea Rocha,
para suppleoles do sapramencioosdo subdele-
MTi-'fe dir"l0,i* d0 inlernato S. Ber-
Sl L. "nceMao de'." "*" no proprio edi-
Bcio aos domingos e das sauticados: e no dia
culdade officiaado o respectivo capellio o 8r.
padre Dr. Joaquim Graciano d'Araujo, que ae
taJu.*-6 f" exP,ic,* d Evngelho .os
ass.sieoles. que se conpuobam de coltegiaes e de
pessoas da viimhanca. ce.c.
aJF'J11**^ qn8f Sr- Dr Bernardo Pereira
do Carmo acaba de fazer aoseu estabelecimenlo.
raautesl. que Ihe nao indiuVente edacagio
religiosa dos seas pensionistas ; e todos sab'em
que as boas ou mis mprcsses se burilara n'al-
ma mais mlensameote na verdura da idade de
maneira que quando nao esta bem aproveitadt
'Sa>nV1\a,fl0, V l"' MPr Psiffl sao oa (rucios porundouros.
Sei este mais um elemento de boa educacao.
ouerecido pelo referido estabelecimenlo.
"" a *r&J!i,erro '*ait. durante o mez
paseado 25338|760, a saber : de eastaaeiros
ffiS!^-d* b,'p, &** d"fm"
393|750, e de mercadorias 13Q03|v)10.
No taper Oyapock, tegue lomar poite
Quarla-leira e a lerceira represeotagio dessas
duascompanbias, que de novo, como sempre, s
pedem prolecgo e acolhiroeolo.
Ha muito que ouvimos o estrepido de lima
grande lula, travada nos jornaes da corte, re-
percutida ooade Portugal, entre alguna subditos
portuguezes e o respectivo coosul, o Sr. baranda
Moreira.
Entretanto corriara os lempos, sem que a lula
decahisse de recrudescencia. ltimamente vie-
ram ter s nossas raaos dous opsculos. Um
tendo por lulo Esbogo biographico do bar
de Moreira, pelo conselheiro Jos Feliciano de
-.asiilho. O oulrosob a denominago de Apo-
loga do bario de Moreirs, peraote o goveroo de
Sua Magestade Fidelissima que damos hoje
na nossa oitava pagioa,
Aote-bontem noticiamos a nomeaco para
delegado do termo de Buiquo do Sr. major Joio
francisco do Livramenlo, hoje porm diremos
alguma cousa acerca dessa nomeagao e do no-
meado. ]
O Sr. major Livramenlo um daquelles bra-
vos de nosso exercito, que levaram sob noso
aun-verde estandarte, a paz e a prosperidade s
repblicas do Prata, e que ah 3 de feverelrb
de 18j2, aa chcara de Casero, consolidaram es!-
ss paz, e erraram uma ordem permanente, que
garantirao essas repblicas da ararchia e do desV
poiiamo de Rosas.
Esse valente e honrado ofllcial, tendo por es-
cola militar os campos do Sul, onde por diversas!
vezea provou que elle nio honrado pela espa-
da que cinge, mas que a honra, tem sempre sa-
bido merecer a cooanga do seus superiores e
grangeado a amizade de seus subordinados ; de
modo que ainda receolemeote fallando a respeito
delle, o Exm. ministro da guerra assim se ex-
primi : Coohego bem de perto esse ditlfnco
ofllcial.
O Sr. major Livrameoto estamos convencidos
de que, seguudo os seus mu hoorosos preceden-
tes, desempeohar cabalmente a missao de que
est encarregado : a nomeajio, pois, de que fal-
lamos digna de encomios.
Felicitando aos habitantes do termo de Buque
asseguramos-lhes que no Sr. major Livramenlo
encontrarao o militar que sempre tem desem-
bainhado a espada para manler a ordem e paz
publica ; o delegado de polica, que far desap-
parecer os abusos e reinar to tmenle a le ;
emdm o cldedio amigo de sua patria.
Completando a revista judicisria publicada
em nosso jornal de hontem, sobre o julgaraento
do hespaohol Joao Gomes, aecusado peraote q
Jury por crime de morte commeltida oa pessoa
de Livoay Aup, cumpre noticiar que a sessac
Jora presidida pelo juiz municipal do termo dt
Ulmda e primeiro substituio da primeira vara di
direito, Dr. Ermelndo Agostoho de Leo, poi
na ver sido elTectado de passageiro encommodo c
Dr B M da Costa Doria.
E' fgualmeote digno de ser relatado que, sen-
do lidos ao tiibuoal os quesilos da le sobre o
fado principal e suas circarostaocias, pedio a
pslavra o patrono do reo. e ponderando ao juiz
de direito a inconveniencia de propor-seso jury
o seguinte quesito : O rio commetteu o crime
denoile ? requeren que fosse reconsiderado e
rcdigido pelo seguinte modo :0 reo commelteu
o crxme tom a circumstancia aggravanle da
noxte 1
Dads a palavra ao Dr. promotor publico, ob-
servo este que. embora nio Qzesse resoluta op-
posigao nova formula propoita, tioha entretan-
to fazer teotir que neohuma inconveniencia re-
sultava do modo porque fdra propoito o quesilo
) por ser redigido segundo as expressdes consa-
gradas no artigo 16 numero 1 do cdigo criminal,
j porque o formulario mandado observar pel
goveroo imperial consagrara a primeira formula,
que destalle nao poda ser considerada vi-
cios*.
O juiz de direito. indeferindo a petlco do Sr.
advogtdo, enlregou ao eontelho os referidos qul-
sitos, em vista de cujas respostas foi o reo coo-
demoado 14 annos de plalo e s cusas ex-
Responden ao jury no dia 10 o reo Miguel
Lopes de Moraes Passo, tendo por dvogado to1
Sr. Dr. Joio PrancIscoTetxelra. Moteu-se a te
cusagao por crim de offeosa physlea que, te-i
guado o julzo dos peritos, dvta ter curada em 12
das, havendo sido feita por instrumenis conten-
."- i*r a1ui e ler devtnhadoqual a deci-
sao final do jury,
Eis osexagstrno-oono.
rotalim oficial.
Em umofflclode 3 do correhte e dirigido da
"illa de Liraoeiro ao Eim. presiJenle da provin
ele. diz ojota de direito. Dr. Catiro telo, que
nessa dala havia dispensado 01 $erricos do clru-
giio Araujo Lima, e communica que a epidemia
eslava exliocta oaquella freguezia e em grande
declinagaoem BomJardim, reloaodo porm m
Verleules da freguezia de Taquaritlng, onde. gundo coromunigesofficiaes, s mortaldade jase
elevava a 44 pessoas at o dia 28 do mez Ondo. pe-
lo que uoha de azer seguir para esse ponto Ame*'
rio Fabio de Freita Barreta Nobre com quem
nesse diaJlaM. cRrtifh de om Jardim.tom
uma amWrUncla. ura pea de baeta e alfins
maotimesMos. Diz mtit-jue Ihcontlava por lo-
formageMue ee> GaWjaba lnlladj orridO ae-
te pessots, o que elevavl a mrtalle nqilla
freguezia ao numero de 65, teolo de 130 d dat
pessoas HJcoaltecUdsi, e ecresetuta que m
tempo oppfihuio renliUer* ia elitistiCa coo-
lendo os nomes, ida Jes, estados e sexos.
Em um odicio de 6 do correnle, dirigido da
villa de Pao d'Alho a S. Exc, diz o juiz de direito
interino, Dr. Teixeira deS.qee nosullimos das
a epidemia tinha declioado oaquella freguezia
pareceudo-lhe que ia a extinguir -se, e que si-
guas casos, que ainda se haviam dado as imrae-
discoes da villa, eram de carcter benigno e iam
cedendo s applicages do medico que ali se acha
va commlasiooado; de surte que. se nio houves-
se recrudescencia ; tea de desapparecer.
Em u motlelo de 7 do correnle, dirigido da
me,ffl ''"a a S. Exc, diz o Dr. Eroeato Felicia-
no da Silva Tavaaes que a epidemia tinha ali de-
clinado nos ltimos das, e que os accommellidos
de que havia fallado em seu offleto anterior, ca-
vam em convalescenga ; accreacentaodo que pou-
cos casos linham apparecido as immediagdeada
filia, cadendo estes aos agentes therapeulicos
empregados, sendo rsros os de lermioagao fatal,
devidos s mais das vezes incuria dos aflecla-
dos.
Em um ofllcio da meama data, dirigido da
mesma vil a a S. Exc. diz o delegado de polica,
Joao An.stacio Camello Pessoa Jnior, que o
cnoiera-morbu, que havia iovadido aquella vil-
la, pareca ter desappareeido, i vala do estado
era que se achavam seus habitantes, em socego e
sem caso algum dessa aiTecgflo desdealguos das,
a excepgio de um ou oolro msis forte que tem
sido combatido com feliz oxilo, gragas aclivida-
de e zelo do r. Silva Tavsre.
"tDlxn?ai*Jloe Q* freguezia da Luz, e do en-
geoho Bella Rosa para S. Bento, aa ribeira do
Taplcur, contiouava o mal a fazer algumas vc-
imas, para onde seguira o Dr. Silva lavares lo-
go que chegasse a ambulancia pedida a S. Exc.
pelo respectivo juiz de direito, visto terse aca-
bado a que linba sido remedida anteriormente e
cooclue duendo que, nao obstante o carcter a's-
suslador cora que maoifestou-se all a epidemia,
aquella villa nao era o legar que mais tioha sof-
frido. e que lodos os seus habitantes reconheciam
a grande parte que S. Exc. havia tomado pelo
seu bem estar, o agradeciam tantos beuelicios.
Em um ofllcio de hontem, dirigido a S. Exc,
diz o Dr. Americo Guimares que nos das 7 e 8
do correte nenhum caso de cholera se tinha da-
do na freguezia da Varzea, e que os quatro doen-
les. de que havia tratado em seu ultimo oflicio
a b. bxc, j estavam em completo restabeleci-
meolo.
Em um ofllcio de hoje, dirigido de Olinda a
S Exc. diz o delegado de polica, Jos Antunio
da tiocha, que oa noite do dia antecedente havia
tallecido da epidemia reioanle BerloUxa Manada
Cooceigao, preta liare, solteira, de idade de 38
annos, que, tendo ido do Recife. oflm de lavar
roupa no sitio dos Frades Benedictinos, ahi havia
succumbidosem que se Ihe podesse prestar soc-
corro algum por nao lerem as pessoas que s
acompanharam participado aquella delegada o
pecorndo seoao depois da morie ; e pede por es-
la razao que S. Exc. se digne de enviarVr.
aquella cidade um medico, aflm de promptameo-
ta ir soccorrendo as pessoas pobres que por ven-
tura tenham de ser accommeltidas pela epidemia
evilaodo-se por esle modo que esla tome matares
lP-^P.0i^.Q0!,, *lZ\ 1".n las pessoas que
tem tido diarrha e hao aido soccordas por di-
versos individuos, cujos nomes apreseotari a S
^a8C.rC8enLaDd0 que a PPulCo daquella
cidade se acha baitanteraenle animada e disposta
para combater tio terrivel inimigo
As 6 horas da larde de 10 de marco do 1862.
. Dr. Aquxno Fonieca.
iflnTi S,lAa,eai^. da eDfermar' dacatadede-
lengao do dia 7 de margo de 1862.
Tiveram baixa para a enfermara
Joao Marlins Ferreira da Costa, intermitente.
Francisco Jos da Costa, cbolerioa
Jos Gongalves da Silva, idero,
Rozendo Francisco da Silva, idem
lzidoro, escravo sentenciado, febre.
Tiveram alta da enfermara :
Alexandre Pereira de Brito.
Honorio Nunes Pinheiro da Gama.
Ignacio Jos de Guimares.
Polycarpo Pereira da Luz Siiveirs.
Joaquim Ferreira.
Moyimenlo da enfermara da casa de delon-
cao do da 8 de margo.
liveram baixa para a enfermara :
Jos Alves dos Santos, gastrile.
Joao de Andrade e Silva, sarampos.
Hanoel Gomes da Silva Jnior, cbolerioa.
Ignacio Jos de Guimstis, idem.
Tiveramalta :
Antonio Jos Ignacio.
Mauoel Joaquim de Paiva.
Movimenlo da enfermara da casa de de-
lengao do da 9 do correte.
Teve baixa para a casa de saude dos Drs. Ra-
mos & C. :
0 preso Joo de Andrade e Silva, sarampos.
neram baixa para a enfermara :
Jos Antonio Viegss, sarnas.
Luiz Ignacio Alves, diarrha.
Libono Jos Tavares de Meodooga, bronchile.
Joaquim Luiz dos Santos, parotide.
Victorino Gomes de Olivera, iotermitente.
Maooel Floreotino doa Santoa, febre.
Jos Aotonio da Slv, saroas.
Malheus, escravo senleociado. cholera.
Tiveram alta :
Jos Gongalves da Sla.
Chrialiaoo Francisco Pereirs.
Antonio, escravo de Antonio Carlos Francisco da
Silva.
. Movimenlo da eofermaria da casa de deten-
gao do dia 10.
Tiveram baixa para a eofermaria :
Antonio Jos Ferreira, febre.
Aotonio Pereira do Lima, cephalgia.
Manoel Aotonio Espludola, bronchile.
Tiveram alta:
Francisco Alves Teixeira.
Agostoho Loureogo da Silva.
Joaquim Rodrigues dos Passos.
Joao Hartios Ferreira da Costa.
Hanoel Aotooio Pereira da Silva.
REPAnnrlo da polica.(Extracto da par-
le do dia 8 de margo.)
Poram recolhidot casa de deleogao no dia 7
de margo.
1 A' Jde<5 do Sr- Dr> chefe d6 Polica, Joo
Jos, de 20 anuos de idade; Laureotino Alves da
silva de 21 aaoos, ambos brancos, e agriculto-
res, Jos Antonio da Silva, de 30 annos ; Frao
cisco Aotooio de Andrade. de 18 annos : Justioo
Alves de Souza de 19 aooos ; e Anacletotlar-
ooza do Silva. |de 31 aooos, todos pardos, os 3
primeiros agiicultores, e o ultimo pedreiro ; as-
sim como Cosme Joa Damiio, crioulo, de 42
anoos, sem ofllcio, viodos do termo de Goiaooa
para recrutas.
A' ordem do subdelegado do Recife, Jos,
arrlcaoo, de 50 aanos de idade, gaohador, escra-
vo de Rozeodo de tal; e Cecilia, crioula. de 25
anoos, cozioheira, o primeiro por aodar fgido
ea segunda a requizigo de seu aeohor Jos No-
nes de Olivera.
A' ordem do de Saoto Antonio, QuiotiHaoo Ha-
noel de Frange, pardo, 23 annos de idade, ser-
vente, por insultas dirigidos um inspector de
quarteiro; e Jos Francisco des Aojos, tambera
pardo, de 25 annot, pedreiro, por disturbios.
A' ordem do de S. Jos. Sovehoo, erioulo de
20 aonos de idade, gtnhador, escravo de lzidoro
Ciroeiro Leo, para averiguagoes; e Fraocisco
Alves Ferreira, braoco. de 37 aooos, sem ofll-
cio; Joao Jos Damaaceoo, de 38 aonos, pesca-
dor, Maooel Euzeblo da Boa-Morle, de 39 annos-
Sebasliio Fraocisco de Paula, de 25 aonos Ma-
noel lzidoro, de 40 aonos; Luis Caetano de Mel-
0, do 22 annos todos pardos e pomteiros F-
lix Joad da Trindade, tambera pardo, de 21 an-
oos, sapaleiro ; Maooel Flix Damaaceoo. criou-
e 4a anona nnmh.i. Therexa Calbarioa
- tiii Hivfjtn' .:?;^
Boavonlura Jote de Castro Azevedo, Maooel
Feraaodes de Araujo Jorge, Pedro Barbosa de
Araejo, Joio Alvea Mar^a, Aotonio de Araujo
Medeiros. Anlonio Lete da gilva Pinto, Virgilio
Feixolo de Araojo, Joaqutt Pedro da Costa Mo-
reira, Ernealo Bandeira de Mello, Jos Pedro
carteiro di ftlbaquerque e um criado, Jos Ro-
fsVar' JlL?i> i?adre Jo8 Porflrio Gome*, Au-
reii WenitfiaBb Pontet da Sllveirs.
.I7?^!8a!hP d0 "Pr nacional Oyapock,
viad dos portes do sul :
Bernarda} Dlss de Castro e um escravo, Ludo-
vico Fraocisco Ci.valcanti e um escravo, Felicia-
a lx\hT?f ,al PeJro de Alcntara. Bento Jos
aa silva Llbs Jnior, Francisco F. de Souza Ma-
gaiMes, Crta* Ablooio Wanderlinder, Chrysto-
laoo Prato, Ignacio Jos de Olivera Arreda, Mi-
guel Archaojo da Cuoha, Maooel Gordiano e sua
irroaa, joio Baptista da Costa Cerdoso, Vicente
aa silva Portella e doot eteravos, Jacome Ulys-
tet e tua Irmia, Aoizlo Jos de Catataos e um
escravo, Afrenta de Catataos. Jos Sosres da Coi-
la, Jote Fernandes Chaves. Manoel Jos de Me-
oezes e um escravo, Felisberto Aotooio Ferreira
Piolo e um criado, Joaqoim Duarle de Araujo e
Silva, Jos Dusrte de Magalhies, Hanoel Jos de
Abreu Faria, Cesar Augusta Smilb, Goocallo de
A. Talles de Menezes, Carlos Rodlpho Teok,
loao de Azevedo Villarouce, Jos Antonio Tei-
xeira Pinto, Chrislian Haas. Calbariot Bregascar,
u. Ruckelsbanseo, Luiz Barreta Crrela de Me-
nezes.
Segoem para o norte :
Francisca Mara de Menezes Henrique, 4 filhos
e 5 escravos, Augusto Rodrigues Cbeves, Joa-
quim Manoel de Medeuos, Jos Rodrigues da
Cosa, Jos Francisco dos Santos, Jeremas de
Urna e Almeida, Jos Anastacio de Carvalbo
Jos Joaquim Pereira Valle, David Sairaf, Jos
"". de Azevedo Villa Nova, Amonio Joaquim
da Si va Braga, Exm. Sr. bispo do Maraobio, seu
secretario, dous padres de sua comitiva, um so-
orinho e dous criados, Alberto Walder, coronel
Innocencio E. Ferrera de Araujo e seu cmara-
da, Manoel Pereira dos Santos Silva Jnior, seis
pregas de prel, e dous eteravos a entregar.
Passageiro do palhabote nacional A'ovoe,
sahido para o Rio de Janeiro :
Miguel Alves Guimares.
Matadouro publico.
Mataram-ae para 0 coosummo desta cidade 00
da 9 de margo. 85 rezes.
No dia 10 do mesmo 86*
7- ortalidade do oa 9 de MARgo :
Delphioi Benedita Gomes, Porto de Pedras, 18
anuos, Recife,-febre amarells.
Rosa Mara de Jess, Peroambueo, 29 aooos.
sotteirs, Pogo da Paoella, phlysica.
Mari* Magdalena da Cooceigo, Peroambueo, 25
aooos, cssada, Boa-Vista, abeesso na face.
Luiz, Peroambueo, 3 mezes, Saoto Aotonio. es-
cravo, gaalro ioterile.
Um prvulo ocoolrado oa porta da matriz de
Santo Antonio do Recife.
Apolonio, Pernambuco, 1 mez, Boa-Vista, diar-
rha.
Auoe, Pernambuco, 9 mazes, S. Jos, convul-
soes.
Domingos II, africano livre-, 26 annos, solteiro.
Recife, cholera. .
Luiz Carlos do Costa Campello, braoco, casado,
52 aonos, Afugados, cholera.
Luiza Ferreira Pontes. 90 aooos, crioula, Sauto
Antonio, cholera.
10
Isabel, frica, Oannos, solteira, Boa-Vista, ane-
mia.
Carlos, Peroambueo, 20 mezes, Santa Antonio.
Rastro nlerite.
Jos. frica, 80 aonos, solteiro, Boa-Vista, es-
cravo, ioterile.
Manoel, frica, 34 aonos. solteiro, escravo, Re-
cita, phlysica pulmooar.
Ignez do Monte Poociana, Peroambueo, 32 annos
solteira. Boa-Vista, gastro Ioterile.
Paulino, 2 mezes, Recife, convulses.
Mana, Pernambuco, 2i horas, S. Jos, aspbyxia.
Mana, frica, 60 aonos, solteira, Santo Aotooio,
diarrha chronica.
Joio Victorino, soldado do quarto batalhao de
artilharia, Boa-vista ; cholera.
Jos Thomaz Aoacleto. soldado do quarto bata-
lhao de artilharia. Boa-vista ; cholera.
Joaquim Jos dos Saolos. soldado do quarto
batalhao de artilharia, Boa-vista ; cholera.
Antonio Jorge da Silva, Alagis, pardo, solteiro,
soldado do quarto batalhao de artilharia, Reci-
fe ; cholera.
Antonia, Pernambuco, 54 annos, solteira, Reci-
te ; cholera.
Antonio Nicacio Alves da Silvs, soldado do
quarto batalhao do artilharia, Boa-vista :
cholera. '
Maooel, 70 aooos, escravo, Saoto Anlooio ; cho-
lera.
Oliodioa Mara da Costa, Peroambueo, 21 annos
santo Aotonio ; aoizarca.
CHRONICAJUDICIARIA.
. Tribonal do commercio.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 10 DE MARCO
DE 1862.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEIBARGADOR
" F. A. DE SOUZA.
A a 10 horas ds maahaa, reunidos os Srs. de-
pilados Lemos e Silveira, o Sr. presidente de-
clarou aberta a sesso para mero expedieote.
DESPACHOS.
Um requerimento de Jos Muoiz de Almeids,
pedindo o registro do contrata de dissologo da
tociedade de viuva Diss Pereira & Companhia,
da qual esl desligado.Como requer.
Outro de Luiz Aotooio de Azevedo Rilns. pe-
diodo por ceriidio o contrato da Arma de Muniz
& Irmo.Passe.
Nada mais houve.
SESSAO JUDICIARlA~EM 10 DE MARCO
DE 1862.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
SOUZA.
Secretario, Julio Guimares.
A[ meia hora, o Exm. Sr. presidente abri a
sesso, estando presentes os seohores desembar-
gador Silva Guimares, e deputados Lemos. e
Silveira.
Lid*, tai approvada a acta da sesso ante-
rior.
Tendo faltado o Sr. desembargador Villares
nao pode haver julgameolo.
Poi assigoado o accordio proferido oa sesso
antecedente, entre partes :
Appellaote, Fraocisco Jos Germano ; appel-
lado, Beojamin Fraoklin da Caoba Torreo.
DES1GNAQ0 DE DIA.
Appellaoles, o Dr. Juveocio Alves Ribeiro e
outro ; appellado, Antonio Gomes da Cunha e
Silva.
Designado o primeiro dia til.
O Exm. Sr. presidente orSciou ao Exm. Sr.
conselheiro presidente da retagio pedindo juiz
para uma revista.
AOGRAVOS.
Aggravante, Diodoro Ulpiano Coelho Catanho ;
aggravado. Jos Paulo do Reg Barreta.
O Sr. presidente deoegou provimenlo.
Aggravanle, Elias Leio Ploeg; aggravado, No-
rat & Irmios. '
dem.
Aggravanle, Ivo Marlins de Almeida : aggra-
vado, Urbaoo Mamede de Almeila.
dem.
AM,"J,0'e,1 Presidente e directores da cal-
xa filial do baoco do Brasil ; aggravados, N. O.
Bieber 4 Compaohia, successores, e Joio Keller
(S Companhia.
dem.
Nada mais havendo s tratar, o Sr. presiileole
enceirou a sesso.
S?...daConce,5a. fncana. de 60 aonos. qui- campanha e veriflcag.o da. dulas. I
tandeira ; bem como Goujalo, tambera africano-! rh.m.a* ..... i-ZTET ..."
de 40 anoos, coziohelro, escravo de Thom de
Castro M.adeira, todos por infraegao de posturas,
leudo sido 01 ltimos igualmente por insultes.
O chefe da segn la secgio.
/, G. dt Mesquit*.
Passageiros do vapor Pertintmoa, rindo
de Mcelo' e dorios intermedios;
JURY DO RECIFE.
1* SBSSO.
Dia IO de marf o.
PRESIDENCIA DO SR. DR BERNARDO MACHADO DA
COSTA DORIA,. JUIZ DE DIREITO DA PRIMEIRA
VARA CRUINAL.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco leopol-
dina dt Gusmao Lobo.
Bscrivao privativo, a Sr. Joaquim Francisco
de Paula Esteves Clemente.
Advogado, o Sr. Dr. Joio Franciieo Teheirt.
la maoha, depeis do taque de
...leacao das cdulas, tal i
a chimada dos jurados, e acharara se presen-
tes 42 seohores.
Foram multados em 20J000 cada um dos Srs.
maltados pos das antecedentes e que nao com-
parecer m hoje.
Havendo numero legal o Sr. Dr. juis de direito
declarou aberta a sessio.
Entra em julgameolo o reo Miguel Lopes da
i


2

__.
DIARIO DE PEBNAMBCOi *- TM.C4 FEIRA 11 D MAR^O DE 1861.
Moraea Pasaos, accusado por erime de Sansas
pbysicaa taita* na paseo* do Jos Joaqalar.
0 jary do eenleeca (oi coopoito do* Sra. se-
gviatas:
Antonio Jote Peslao*.
Antonio Carnoiroda Canoa.
Joo de Siqueira Campello.
Antonio daCenha Soares Guimarae*.
Joaquina Airea Moreira.
Aatooio Martina Seabca Lemo*.
Antonio Pirea Perreira.
Jos Jerooymo Burtorf.
Jos Baptiata da Fonaeca Jnior.
Dr. Antonio Jos Airea Perreira.
Francisco Antonio Pereira de Brito.
Joa Antonio Pereira da Silra.
E prestaram juramento doa Santo Evan-
gelios.
>Foi o reo interrogado e fez-se a leitura do pro
cesso.
O Sr. promotor pedio a condemnago do
reo no grao mximo do arl. 20t do cdigo cri-
minal.
O Sr; advogado deduzindo a defexa pedio a
abiolvicao do reo.
Fiodoa oa debata* e preeochidas todas aa so-
lemnidades da lei, o Sr. julz de direito propoz
o jury de seoleoca os quesitos seguinlea:
1O reo Miguel Lopea de Moraes Paasoa, no
dia 24 de dezembro do aono prximo paisado
no largo das Cioco-Ponta* fez na pessoa de Leo-
nardo Joa Joaquim o (erimento descnpto no
carpo de delicto ?
2oO reo commelteu o delicto com a circu ins-
tancia aggravaole da noile ?
3*O jury recoobece que o reo commetteu o
delicto casualmente no exercicio de um acto li-
cito (eito com a attengo ordinaria ?
4.* Exialem circumstancia* allenuantea favor
do reo?
Recolhido o jary de aenlenca com os queaitos
e processo sala secreta das conferencias
1 hora e meia da tarde, d'alli roltou as 2 boras
reapondendo aos queiiloa pela maneira si-
guite:
Ao lqueaitoNao, por unanimidad?.
Deixou de responder aos oulros quesitos por
flcarem prejudicado*.
Lidas as respoalas pelo presidente do jury de
seulenga, o Sr. juiz de direilo publicou sua sen-
tenca absolreodo o reo, e conde ojo ando a mu-
nicipalidade as cutas.
Leranlou sesso adiando-a para o dia se-
guate pelss 10|horas da manhaa.
Publicares a pedido.
No tmulo de Elvira Mena II *rreto
de Barros, fllha do major Joo do
Be^o Barros Falcao.
No grande lirro da humaoidade a mo da Om-
nipotencia escrere os mysterios da existencia do
que nasce; e quando um da os anjos esquecendo
os caticos do co melodiosos, murmurar entre
lagrimas um threoo, que ali aoletra um d'eotai
ellos; mgica harmona desse coro luctisooo,
aquello, cujo oome o threoo eovolve, comeca a
adormecer, e o seu lorpor ae remouta a elerni-
dade.
Tal foi. O psalterio dos anjos resoou trmulo
e amortecido o nonie de Elvira, e ao estremecer
saudoso das sagradas harmonas, o aojo da inno-
cencia beijara-lbc nalroole, ella doce e indolen-
temente cerrn as palpebras n'um aorriso, e a
neroa do pallor, cahida (ra, embaciou-lhe a
frascura do seu rosto.
Crianza, no verdor e innocencia do seu ar, pa-
reca anda palpitante, adormecida a soohar com
os irmosiohos, quando aos ps do Seobor por
entre as grasas, ella bricaodo a revolver-Ibe as
flores.
Quiseram disperla-la, eslremecendo-a, era
tarde.
Que importa o sorrisode seus labios diafarcaSM
a gelidez do coraco, quando a alma do aojiobo
a dormecia aos olbares do Infinito '!....
Obi urna lagrima materna, deamaisndo-lbe no
marmor de seus labios; coonrmou desta vez
seu passsmento, e logo suss palpebras se foram
roxeaodo e a fronte cootrahindo pouco e pou-
co. E' que a meiga criaocioha seolio no ar-
dente gollajar dsquella lagrima a dor do coracao
de sua mi, e essa dr ioda Ibe poude coofran-
ger os seios d'alma, eoibora de aojo.
A Ierra, o sanctuario das ultimas reliquias do
aoflrer, que importa occulte-lhe o cadver? A
alma da filha respira o incens da pureza do Se-
nbor, o curasao materno nao pode maltti-
zer-ae.
Margo62.
Cuuha Salles.
Rendtmento do da 1 a 8
dem do dia 10.
pro vi acial.
17:383*333
8:950#439
26.333J772
Movimento do porto.
Nano$ entrados no dia 10.
Macei e porloa inlermedioa40 hora*, vapor
braaileiro Ptrtinunga, de 423 tonaladaa, com-
mandante Maooel Rodrigues doa Santo* Moura,
equipagem 23.
Rio de Janeiro -5 diaa e SI boras. e do ultimo
porto 11 horaa, vapor braaileiro Oyapock, com-
aaandante primeiro tenante Antonio Marcelino
de Ponles Ribeiro.
Boston33 das, barca americana Bay StaU, de
199 toneladas, capitao Tboaax C. S'parron, e-
quipagem 8, carga 1,100 barrica* com fsrioha
de trigo, o outro* gneros ; a Johnston Paler
A C.
Att17 das, hiale braaileiro Sonta Luzia, de
24 toneladas, capitao Joaquim Francisco de
Souza, equipagem 4, carga al; a Maooel Lo-
pea Machado.
Savia sahido no mesmo dia.
Rio de Janeirooalhabots brastleiro Novaes, ca-
pitao Joaquim Jos Mendes, carga aaaucar e ou-
lros genero*.
cu o r~ te O sr o Horas.
c -i 5. e Oi e T O O p 58 B cr 8 Atmoiphera. O 00
v <* Z o Dirtcco. to 9 H O * en m so
Fresco a c o a c a pe f I 1 Inlensidade. 1 -I
3 S 00 00 00 -i I | t arhenhtil. 1 H m s o M -1 3 * 9
8 *3 eo -* -i o -i w* -4 j Centgrado. 2 Ti -SO o
*3 5 O e Y s "o Si 5 1 Iiygrotnelro. C5 ^
o o _5 Cisterna hydr mtrica. 0- a 00
757,2 7 6.8 Franeex. m > s o n
s Inglcz
A noite clara e com alguna neroeiro*. reoto NE
j fresco ateas II b. que rondou para o terral
OSClLACtO DA HAR.
Preamar aa II h. 54' da manhaa, altura 5, p.
Baixs-mar as 6 b. 6' da tarda, altura 2, p.
Observatorio do arsenal de marinba 10 do
marro de 1862.
rorno stbpplb,
1* lente.
Srs. Rostron Rooker & C.
Recite, 8 de marco de 1862.
Havendo eu em um momelo de paixao dito
na prara do Comtuemo desla cidade palavras
inconsideradas com relaco a fabrica de sabo dos
Srs. Rostron Rooker & G, sita na ro Imperial
com intento de prejudicar asna replanlo como
fabricaola d'esse ganero, o coohecendo hoje o
mal que fez, veobo ao publico fazer urna reir-
lano solemne, asseverando ser pura iuoenco
mtn/ia o que dise relativamente aquella fabri-
ca, e do genero o'ella fabricado, sendo o pri-
meiro asteverar que o genero ali fabricado,
nao i<> o perfectamente, como que as materias
primas n'ellesempreadas sao da primeira qua-
lidade, aem mistura de outro qualquer iogre-
.dienteque tenha acca< destructiva sobre a ron-
pa, ou inconveniente a outro qualquer mistera
que seja destinada.
l'o leo Vmct. fazerem desla o uso qe julgar-
rem conveniente.
l)-< Vmr. atiento venerador e criado
Uanoel Ftrnandts da Cosa & C.
COMMBRCIO.
Pracado RecifelO de
martjode 1862.
\s (\uatro horas da larde.
Colarocs da Junta de corretores.
Cambio
Sobre Londres-90 d[v. 25 1|2 d. e5 5|8d.
por 10.
J. da Cruz Macelopresidente.
John Galissecretario.
alfandeaja,
endimentododla I a 8 1lt'J8oj28l
ldam do dia 10 ...... 200I3078
Kdilacs.
131.998*339
Movlmeulo da alfaudeya.
Volameaeolradoacomtaxendas.. 151
cora genero*.. 101
Veame* ahido* com lateada*..
c > com eneros.
= 252
79
658
737
Descarregam hoje 11 demarro.
Barca americanaImperador(arinlia de trigo.
Barca inglezaTriuculomercadoriss.
lliate americanoDarliogdem.
Hiale americanoJulio Aunadem.
mportaffto
Vapor nacional Persinunga, procedente dos
porloa do sul manifestou o seguiote :
i barris sebo ; Mauoel lavares Cordeiro.
200 couros salgados ; ordem.
Vapor nacional Oyapock, procedente dos portos
do sul, manifestou oeguiie :
41 caixas medieameuloa; R. C. Leite &
Irmo*.
1 dita dito*; J. Bernardo do* Re*.
1 rolume mercadorias; Caora& Barbosa.
5 caixas rap ; Piolo de Souza & Bairo.
1 caixao livros ; a Ignacio Francisco dos Santos.
1 caixa eharutoa; J. L. Bourgard.
1 caixa eharutoa; Malbeus & Kodrguos.
1 pacot* ; a Jame* Oiiveira.
1 volume ; Antonio Muniz Machado.
1 dito ; ioo Barbosa de Mello.
1 dito ; Felit Paea da Silva Pereira.
1 dito ; Guilherme de Carvalho 4 C.
1 dito ; Francisco L. de Castro.
1 encapado ; laaao & lrmaos.
3 caixoe* mercurio, 1 aacco caf. 1 canudo
qaeijoa; a ordem.
Heeeaedorla de reodaa Internas
mvrmmm de Peroambaeo.
Rendinoarto do dia 1 a 8
dem do dia 10 .. ~ .
13:179|88i
4:3X7|2I1
17:5O7#09
III II
De ordem do Exm.Sr.director se faz'publico
que tica marcado o praso de seis mezes, coota-
do da dala deste para a inscripcao dos que pre-
tenderen! concorrer ao lugar de lente substituto
desla faculdade, vago pelo fallecimento do Dr.
Mmoet Moreira Guerra, que para elle fora no-
meado por decreto de 29 de Janeiro do correte
anno ; pelo que todos os pretendentes ao dito
lugar e podero apreseotar desde ji nesta se-
cretaria, para inscrever seus nomes no livro com-
petente, o que Ibes permittido f.zer por procu-
rador, se estiverem mais de 20 legoaa desta
cidade, ou liverem justo impedimento. Sao po-
rm obrigados a apresentir documentos que inos-
trem sua quihdade de cidado braaileiro, e de
que eslao no goso de seus direitos civi* e polti-
cos, certidao de baptismo, folia corrida do lugar
de seus domicilios, e diploma de doutor, por urna
das faculdades de direilo do imperio, ou publi-
ca forma, justificando a impossibilidade da apre-
sentaco do origioal, o na mesma occaaio pode-
ro entregar quaesquer documentos que julgarem
con venia ules, ou como titulo de habililacao, ou
como provaa de servicos prestados ao estado, a
humanidade, ou a scieocia, dos quaes te lhes
passar recibo, ludo de conforroidade com os *r-
ligos 36 e 37 do decreto n. 1386 de 28 de abril
de 1854, e 111 e aeguioles, de n. 1568 de 24 de
fevereiro de 1855.
I- para que ebegue ao coohecimento de todos
maudou o mesmo Exm. Sr. director aOixaro pre-
sente que ser publicado pelas folhas desla cida-
de e da corte.
Secretaria da faculdado de direito do Hecife, 7
de marco de 1862. O secretario, Jos Honorio
Bezerra de Menezer.
Por ordem do Ulm. Sr. inspector se faz pu-
blico que no praso de ties dias contados da dala
deste. sei levado a basta publica a porta desta
altaodega, depois de meio dia, urna barrica com
1180 libras de missaogaa, valor da libra 500 rs.,
total 1:0909, a qual fui abandonada aos diraitos
pelos negociantes Isidoro llalliday & C.
Alfaodega dePernambuco.7 de marco de 1862,
O 3o escripturario, Joo Duart* Monteiro.
.. O Hlm. Sr. inapoctor da thesouraria pro-
vincial, em cumpriroenio da resoluco da junta
da duenda, manda fazer publico, que se contrata
por lempo de tres mezes, a contar do Io de abril
prximo viodouro, o foroecimento de alimeota-
co e dietas dos presos pobres da casa de deten
cao, a saber :
aiAlWMTAgiO.
Domingo.
Almoco.
1 pao de tres oois. *
1 onga de caf.
2 ditas de assacar.
Janlar.
1 libra de carne verde.
t onca de loucinho.
1 dcimo de farioha.
Leoha e sal.
Segunda-feir,
Almoco.
O mesmo que no domingo.
Janlar.
O mesmo que no domingo.
Terca- feira.
Almoco.
O mesmo que no domingo.
Janlar.
O mesmo que no domingo.
Quarla-feira.
Aimoco.
O mesmo que oodomibgo.
Jaotar.
Meia libra de carne secca.
Urna ooga de loucioho.
Meio dcimo de feijo.
Um dcimo de farinha.
L'nha e sal.
(?i*into-/eiro.
Almoco.
O mesmo que no domingo.
Jaotar.
0 mesmo que no domingo.
Sexta-feira.
Almo;.
O mesmo que no domingo.
Jaotar.
Meia lib/a de bacalho.
Meio dcimo de feijo.
Un dcimo de farioha.
Duas oilaras de azeile.
Urna oo;a de vinagre.
Lenba e sal.
Sabbado.
Almoco.
O mesmo que no domiogo.
Jantar.
O mesmo qne na sexta-feirav
DIETAS FAHA DOKNTES.
N. 1.
Almoco.
Um caldo de galioha para 3 caldos no dia.
Lenba e sal.
N. .
Almoco.
Um pao de 3 oncas oa topa de callo de ga-
lioha.
Leoha e sal.
Jaotar.
Um quarto de galioha cosida.
Duaa 009a* de arroz pira caoja.
Lenba, aal e f inagre.
N.*8.
0 mesmo que oa dieta 0. i.
--------------------
antar.
O mesmo da dieta n. i.
E mais :
Um quarto de galioha ataada.
Um po de trea onca*.
Leoha e sal.
N.*4.
_ Almoco.
Doa* oittva* do cha da india.
Um pi de trea oncaa.
Duas oncas de aaaicar.
Lenha.
Jaotar.
Um* libra de carne verde.
Ua dcimo de farioha,
Leoha e aal.
N. 5.
Almoco.
mesmo da dieta d. 4.
Jaotar.
Urna libra de carne aaaada.
Qaatro oncaa de arroz.
Um po de Iraa ooca*.
Leoha esal,
As peaaoaa que qaixerem contratar dito for-
oecimento, apreaeotem a* auas proposlaa em
cartas fachadaa|oo dia 20 do crrante, na mes-
ma theaouraria, polo meio dia, onde eucontra-
ro aa coodiede* com que dere aer enecloada a
arrematarn,
E para constar se maodou afflxar o presente
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco,7 de marco de 1862.
O secretario
Antonio Ferreira d'nnunciacoo.
De ordem do Etm.Sr. director, eem cum-
primento do arl. 123 do regulameoto complemen-
tar, se repele o edilal que em 7 de dezembro foi
publicado, e que 6 do theor aeguiote :
EDITAL.
|De ordem do Exm. Sr. director, viacoode de
smaragibe, se faz publico que Qca marcado o
prazo de seis mezes, contado da data deste, para
a ioscripeo dos que preteoderem concorrer
ao lugar de leote subatiluto deata faculdade. vago
pelo accesso do substituto Dr. Manoel do Nasci-
menlo Machado Porlella segunda cadeira do
quarto anno, deque era proprietario o conse-
Iheiro Dr. Joo Capistraoo Bandeira de Mello,
que por decreto de 5 de outubro do correte ao-
no foi jubilado ; pelo que todos os preteodeotes
ao dito jugar se podero apresenlar desde j nesla
secretaria para inscrever aeos nomea no livro
competente, o que lhe* permittido fazer por
procurador, se estiverem i mais de viole leguas
desta cidade, ou tiverem justo impedimento. Sao
porm obrigados a apresenlar documentos que
moslrem sus qualidade de cidado braaileiro, e
de que ealo 00 goso de seua direilo* civi* e po-
lticos, eertido de baptismo, folba corrida do
lugar de seus domicilios, e diploma de doutor
por urna das (acuidades de direito do imperio,
ou publica forma justificando a impossibilidade
da apreseotico do original, e na mesma occaaio
podero entregar quaesquer documentos qee jul-
garem convenientes, ou como titulo de habilita-
cao, ou como prova de serviros prestados o es-
tado, i humaoidade ou ciencia, dos quaes se
Ibes passar recibo, todo de cooforroidade com
os artigos 36 e 37 do decreto o. 1386 de 28 de
abril de 1854, e 111 eieguintes de o. 1568 de 24
de fevereir de 1855.
E para que ebegue ao coohecimento de lodos
maodou o meamo Exm. Sr. director affixar o
presente, que ser publicado pela* folba* desta
Cidade e da corte.
Secretaria da faculdade de direito do Recife 7
de dezembro de 1861.P ofRcial no impedimen
to do secretario, Maooel \otonio dos Pastos e
Silva Jnior.
Secretaria da faculdade 7 de marro de 1862.
O aecretario, Jos Honorio Bezerra de Meoezes.
Pela thesouraria provincial se faz publico,
que a arremataco da renda das casas do palri-
menio dosorpbo*. foi transferida para o dia 13
do correle.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 6 de marco de 1862.
O secretario
A. F. d'Annunciaro.
Em praca publica do juizo dos feitos da fa-
zenda deata provincia se ha de arrematar a quem
mais der os bena aeguintes :
12 cadeiras de Jacaranda com assenlo de palhi-
nba avalladas por 96g.
1 sof de Jacaranda avaliado por 259.
2 cadeiras de Dalanco de Jacaranda avahadas
por 30*.
12 cadeiras americanas avahadas por 002.
Urna commoda de amarello por 20*.
Urna oieaa redonda de amarello por 158.
2 espelhos com molduras douradas por 20*.
2 bancas de amarello por 20*.
5 lanternas por 25*.
1 candelabro para 3 luzes com o p de bronze
por 30*
1 piano de Jacaranda por 200$.
4 soleiras de pedra para portas por 20*.
4 pedras para viveiro por 20*.
20 alqueires de cal por 8*
2 canoas grandes de conduzir lijlos em bom
estado por 200$.
Urna caooa pequea de carreira em mo estado
por 30.
Urna caooa para condueco de familias em bom
estado por 120*.
Ums canoa de um a pao por 80*.
Um sitio na travessa doa Remedios n. 15 com
urna pequea casa de pedra e cal, dua* em cai-
xao, quartos fora, quintal murado, cacimba, tent
e tanto* ps de coqueiros, diversos arvoredos de
(rucias; leodo 1,500 palmos de Trente e 300 de
fundo, com mais dua* olaria* de pedra ecsl com
2 fornos, 3 quait<8, urna cozinha fora com duas
salas, 2 quartos e'outro fora, estribarla e viveiro
principiado, por 10:000.
Um terreno no largo dos Remedios com 85 pal-
mos de frente, e fundo al a camboa avaliado por
'200*.
Outro Urreoo na Torre, tendo 100 palmos de
frente e 800 de fundos por 600*.
Cujos nena foram peohorados por exteucio da
fazenda provincial cootra Jos Marcelino Alves
da Fonseca.
U eogenho denomioado Peres, com casa da vi-
venda, caldeiras de purgar, senzals, duas peque-
as casa* de guardar bagaco com 3 casas para la-
vradores por 16:000*.
Cujo eogenho foi penhorado por execuco da
mesma fazeoda cootra Manoel Joaquim do Reg
e Albuquerque, como fiador do referido Jos Mar-
celino Alves da Fooaeca.
O escravo Joa, Congo, com 58 aonos de idade,
sadio, do servico do campo por 300*.
O Maro Marcelino, Angola, com 38 anuos de
idade, sadio, do servico do campo por 600.
O escravo Francisco, Mozambique, com 39 an-
ooi, tendo a* peroa* ardnada*, do servico do
campo por 500*.
A eaxrava Maria, Aogico, com 38 anuos de ida-
de, sadia, do aervico do campo por 600*.
Cujos escravo* foram peohorados por execa-
gao da fazeoda provincial contra Francisco Lio*
Caldas.
Os pretendentes podero comparecer na sala
da* audiencias 00 dia 13 do correte a* 10 hora*
do di*.
O Ulm. Sr. inspector da theaouraria pro-
vincial manda fazer publico para coohecimento
dos iotdressados o art. 48 da lei proviocial n.
510 de 18 de junho do correle anno.
Art. 48. E' permittido pagar-ie a meia siza
dos escravoa comprados em qualquer lempo an-
terior a dala da presente lei independente de re-
validaco e mulla, urna voz que os devedore*
actuaes deste imposto, o facam dentro do exerci-
cio de 1861 a 1862, os que oo o uzerem ficaro
sujeilos a revalidacao e mulla em dobro. aeodo
um terco para o denunciante. A thesouraria ta-
ra annunciar por edital oos primeiroa 10 dia* do
cada mez a presente dispnsico.
E para cooalar se maoiou afflxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria proviocial de Per-
namboco, 8 de julho de 1861.
O aecretario,
A. F. da Atiumpco.
_ O Ulm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 15 do correte, man-
da fazer publico, que 00 dia 13 de marco prxi-
mo viodouro, parete a junta da faxeoda da mes-
ma lliesoararie, se ba de arrematar a qaem mais
der, o imposto de 10 porceoto,sobre a reala dos
terrenos oceupadoa pelo planto do capia no mu-
nicipio do Recife, avallado em 3:000*000 por
aono.
A arrematarlo ser feita por lempo de 33 me-
zes, roolar do 1 de outubro de 1801 a 30 de
junho de 1864
Aa peaaoaa que ae prepozerem a asi arrama-
tao, wmparecam n* tala das seatoea da men-
cionada junta. 00 aapradito dia, palo meio dia, o
competentemente habilitadas.
E para cooalar ae maodou affixar o preaeote o
ubiiear pelo Otario.
Secretaria da theaouraria provincial de Per-
namboco, 28 de fevereiro de 1862.O ecretario,
A. F.d'Annuocuc&o.
..T.Pe,\CODl?dorU cmara mooicipaldo
Recite ae t*x publico que a praxo marcado para o
pagamento do imposto de estabelecimentos do
1 do correte ao ultimo do marro viodoaro, o
aquellos que nao pagarem dentro do prazo mar-
cado, ficam ljenos a respectiva mulla.
Coot*dona municipal do Recife, 19 de feverei-
ro de 1862. O contador, Joaquim Tararea Ro-
do va lho.
da
Declaracoes.
A thesouraria provincial lem de comprar
os objeclos seguintes, para a enfermara da caaa
de deteoco:
80 camiaaa de linho, para os doeolea do com-
primeoto de 6 1/2 palmos.
40 ieoces de linho de 6 palmos de ltrgura e
10 de comprimeoto.
40 ditos de algodo, dem idem.
10 eacarradeiras de cobre com aa pollegadas em
quadro.
50 talberea.
Quem quixer vender laes objecto* aprsente a*
seas propostas em cartas fechadas, oa mesma
thesouraria, no dia 13 do crrante, pelo meio dia.
Secretaria da theaouraria provincial de Per-
nambuco, 10 de marco de 1862.O secretario,
A. F. da Annuociaco.
Conselho de compras navaes.
Nio teodo-se effectuado boje o contrato de
foroecimento de carne de vacca salgada, no tri-
mestre prximo de abril a juoho, doa navio* da
armada e estabelecimentos de marinha, maoda o
conselho aos que quizerem faze-lo sob as condi-
coes do estillo, a apresentarem suis propostat
em cartas fechada* no dia 15 do correla mez at
aa 11 boras da manhaa.
Sala do conaelbo de compras navaes em 5 de
marco de 1862.O aecretario.
Alexaodre Rodriguesd os Aojo*.
Cotreto.
Pela admioistracao do correio se faz publico,
que hoje (11) pelas 3 boras da tarde em pooto
fecbar-se-ho as malas que deve conduzir o va-
por braaileiro cOyapock chegado hootem dos
portos do sul, e com destioo aos do norte.
Conselho administrativo.
0 cooselho administrativo para foroecimeolo
do arsenal de guerra lem de comprar os objeclos
seguiotea :
Para o hospital militar.
50 barretea de la.
50 pares de meias de la grossas.
2 jarraa grandes de barro.
6 panellas de ferro com lampa, sendo 2 de 10
gales, 3 de 8 e urna de 6, forradas de porcellana.
2 cassarolas, aeodo urna meoor de 8 gales e
outra de 6. forradas de porcellaoa.
400 leores de brim de 2 palmos e 10 palmos
de comprimento.
20 camisolas de brim com 6 palmos de com-
primeoto e 8 ditos de largura.
200 froahas de brim com 4 palmos de compri-
meoto.
100 gaardaoapos de brim com meia rara de
comprimeoto.
Para o presidio de Fernando de Noropha.
4 caixas com sedas.
250 meios de sola.
100,000 tachas para saltos de gaspisr.
5 torquezes.
100 vaquetas.
20 pares de formas forradas de oro.
1 arroba de fio de sapaleiro.
500 couroa de cabra.
10,000 brochas.
Para provimeoto doarmazem deste almoxarifado.
20 duziaa da taboaa de louro de assoalho de 12
a 16 pollegadas de largura e 26 a 27 palmos de
comprimeoto.
10 duzias de lapis.
10 grosas de penoa de ac.
5 lences de chapas de ferro (bom) e que leoha
de 21 a 30 libras cada um.
Quem quizer vender taes objeclos aprsenle as
uaa pronjpalas em carta fechada na secretan do
conselhnWs 10 horas da manhaa do dia 19 do
correnleHez.
Sala das sesses do cooselho administrativo
para foroecimento do arsenal de guerra, 7 de
marco de 1862.
Bento Jos Lamenha Lins,
Corooel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
GOLVAIUIIA PERNAHBUCilU
DI
Navegado costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
ca u do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor cJagaaribea, commaodaote Lobato,
sahir para oa portoa do oorte de aua eacala at
a Granja no dia 14 de marco aa 5 horaa da tarda.
Recebe carga at o dia 13 ao meio dia. Eocom-
mendas, passageirose diubeiro a frele at odia
da aahida aa 2 hora*: escriptorio no Forte do
Mattoa o. 1.
Rio de Janeiro
O bem coohecido e veleiro brigue nacional
Almiraote preteode aeguir com maita brevida-
de, tem a bordo parte de aeu carregamenlo ; para
o reato que lhe falta, trata-se com os seus con-
signatarios Antooio Lniz de Oiiveira Azevedo &
C, no aaa escriptorio ra da Cruz n. 1.
Rio Grande do Sul pelo
Rio de Janeiro.
A barca oadonal Carioca recebe carga para
ambos os portos: trala-se com os consignatarios
Marques, Barros & C, largo do Corpo Santo nu-
mero 6.
Janeiro.
O brigue aJoven Candido segu com brevida-
de por ter meio carregamenlo tratado : para o
resto trata-se com os consignatarios Marques,
Barro* & C, largo do Corpo Saolo n. 6.
CompanhiaPernambucana
Para satisfacer os interesses commerciaesentre
esta e a provincia de Alagoas lem-se resolvido
dar tres, em lugar de duas viagena mensaes, na
linha do su! pelo que de ora em diante, sahiro
os vapores desla companhia a 5,15 e 25 de cada
mez tocando as viagens de 5 e 25 as diversas
escalas, e na do 15 seguindo emdireilura.
Macei em direitura.
Sahir no dia 15 do crranle o vapor oPersi-
nunga, commandenle Moura. Recebe carga ata
a vespera da sabida, encommeoda*, dinheiro e
passagens at 15 ao meio dia : largo da Assem-
bla o. 1.
Par* o Ys&u'
com escala pela Parahiba e Rio Grande do Norte
aabe o hiale Jaguaribe, de primeira marcha, o
qual tem excelleotes commodos para carga e pas-
sageiro*. e preteode sahir em poucos dias, visto
j ter parte do carregameoto: a tratar ua ra do
Crespo n. 14, ou com o meslre a bordo, defroote
do caes do Ramos.
Co do genio Evaristo Mendes da Cuoha Azeve-
do, do dia quarta- feira s 11 horaa do dia. Es-
pera a concurrencia doa pretndanles.
LEILO
Quarta-feira 12 do corrente.
O agente Costa Carvalho fara' leilao
uo dia cima de todos os moris que ie
acharem presente em seu armazem co-
mo tejam : cadeiras, ^sofi, marquesas,
guarda roupas, carteiras e urna burra
e oulros muitosobjectos que estar o p-
sente* no acto do leilao sem reserva de
preop algum para liquidacfto, pois pre-
tende acabar com o armazem e- os se-
nbores que tiverem objectos no mesmo
teDha a bondade de os vir retirar nes-
tes dias do contrario serao vendidos ao
correr do mar tollo, as 10 horas em pon-
to do dia cima designado.
LEILAO
DE
Farinha de mandioca.
HOJE
O agente Pinto far leilao por conta e risco de
quem pertencer e sem reserva de prego de oros
grande porejio de saceos com farinha de mandio-
ca, a qual ser vendida em lotea de 5 e 10 sac-
eos, vontade doa compradores, is 11 horss de
boje bo trapiche do Cuaba.
LEILAO'
THEATRO
DE
Santa Isabel
Quarla-feira 12 de marco de ISO2.
Terceira representado da companhia dramtica,
e juntamente da companhia arcrobata.
Grande e variado di ver timen
Logo que a orchestra tiver execulado urna de
suas ouverturas, dar priucipio ao espectculo
que ser dividido pela maneira aeguiote :
LUVtIV
lt.
Primeiro quadro.
A representarlo do primeiro acto da sem
applaudida comedia em dous actos, intitulada
[>re
4FLH4D4 DO BAllO.
rara
Rio de Janeiro,
a barca nacional Amelia preteode seguir com
muila brevidade, tem parte de seu carregameoto
a bordo ; para o resto que Ibe falta, trata-ae
com os aeus consignatarios Antonio Luiz de Oii-
veira Azevedo & C, no seu escriptorio, ra da
Cruz n. 1.
fara Lisboa e Porto.
Pretende seguir para os dous portos cima
com muila brevidade o veleiro e bem coohecido
brigue nacional Eugeoia, capitao Manoel Y.te-
quiel Miguis, de primeira classe e primeira mar-
cha, pregado e forrado de cobre, lem parle de
seu carregamenlo promplo : para o resto que
lhe falta, irata-se com os seua consignatarios
Antonio Loiz de Oiiveira Aievedo & C, oo seo
escriptorio, ra da Cruz n. 1.
Para a Baha
A veleira e bem coohecida escuna nacional
c Carlota pretende aeguir com muita brevida-
de, lem parte de seu carregameoto prompto : pa-
ra o resto que lhe falta, trala-se coro oa aeus
consignatarios Aotonio Luiz de Oiiveira Azevedo
C, no seu escriptorio ra da Cruz o. 1.
Pehsonaoess: Actos es.
Baro....... . -. Thomaz.
Joa Maria..... . Leite.
Joo Antonio .... . '. Lisboa.
Domingos, criado . . Santa Rosa.
i). Maria...... . L>. A. Chave
Joanna, criada .... . D. Jesuina.
Segundo quadro.
0 segundo actodasomedis.
Terceiro quadro.
OS DOUS TRAPEZIOS.
Executadoa pelos dous jovens Albert e Hyppo-
lito, onde se ver a grande agilidade e forra
muscular de que sao dolados ditos joveos
Quarto quadro.
AS PYRAM1DES DO EGYPTO.
Pelo joven Albert, lermioaodo pelo equil bro
mais difficulloso que lem sido execulado em to-
do mundo e nico por elle oo Brasil.
Quinto quadro.
Represenlaco da divertida comedia em
acto,
um
oven
Minha Sogra,
Tela compaohia dramtica.
Sexto quadro.
A POLKA IMPERIAL.
Daosado por mademoiselle Carolioe o o
Albert.
Stimo e ultimo
OS JOGOS OLMPICOS DOS
ROMANOS.
Execulado* por Honorio Freir, Ferreira, An-
tonio, joven Albert, o mademoiselle Carolina.
^^^^^^^^^ Principiar a 8 horaa.
Atsos martimos.
quadro.
S AMIGOS
Rio de Janeiro
preteode seguir com muila brevidade o brigue
escuna aJoven Arlhur*. lem parle de seu carre-
gamenlo promplo : para o resio que lhe falla,
trata-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oiiveira Azevedo & C, no sea escriptorio ra
da Cruz o. 1.
OUINTA-FEIRA 15 DO CORRENTE.
O ageote Pinto far leilao por conta de um es-
trangeiro que retira-se para a Europa, de um
piano novo do melhor fabricante, urna mobilia
de faia, urna rica secretaria, mesas, marquezas,
cadeiras e oulros objeclos existentes no armazem
da ra da Cadeia n. 14, onde se eflecluar o
leilao.
Principiar s 10 boras.
LEILO
A 12 do corrente.
N. O. Bieber &C. successores, faro leilao por
ioiervencao do agenle Oiiveira, de um variado
e explendido sortimenlo de ferragens grossas e
tinas, principalmente, e de restantes de miade-
zas, que serio vendidas por todo prego para con-
cluir conlas:
Quarta-feira 12
do corrente, s 10 horas da manhaa, em seu ar-
mazem ra da Cruz.
LEILAO
DE
libo e massa.
Quar la-foira 12 do correute.
O agenle Pestaa veuder por conta e risco de
quem pertencer de 100 saceos com milho da 2i
cuias, desembarcado a semana passada e 291 cai-
xaa com rnassas, sendo vendido ludo em lotes a
vontade : quarta-fnira 12 do correle, pelas 10
horas da maoha noarmazom do Sr. Avilla do
Forte do Mallos defroote do trapiche da altan-
dega.
LEILAO
(CillPMII
DAS
Messagenes imperiales.
Al o dia 16 do corrente espera-se da Europa
o vapor francez Navarre, eommandanie Vedel,
o qual depois da demora do costume seguir pa-
ra o Rio de Jaoeiro tocando na Baha; para pas-
sagens etc. trata-se na agencia ra do Trapiche
n. 9.______^^^^^mmmmmmmm
ivfiies.
LEILAO
DE
Baha.
O hiale Santa Rita, segu em poucos dias, re-
ceba alguna carga a frete trata-ae coa o* con-
signatario* Marques, Barro* & C, largo do Cor-
po Santo o. 6.
Quarta-feira 12 do corrente.
O agente Pestaa vender por conta e risco de
quem pertencer 50 barris com toucinho desem-
barcado ltimamente: quarta-feira 12 do cor-
rente pelas 12 horas da maoha no armazem do
Aotunes Guimares & C. n. 15.
Aviso* diversos.
Precisa-ae de uro menino para caixeiro de
taberna, que lenha alguma pratica ou sem ella :
oa travessa da Madre de Dos, armazem do Sr.
Jos Vicente de Lima, se dir.
Linguicas e tou-
cinho.
Terca-feira 11 do corrente.
O agente Pestaa por conta de qaem perten-
cer far leilao de 43 barris com lioguicaa nova-
mente chegadas a este mercado, e 20 barra com
toucinho, ludo em lotes a vontade : terca-feira
11 do correle pelas 10 boras da manhaa oa por-
ta do armazem do Sr. Anoes, defroote da al-
faodega.
LEILO
Quarta-feira. 12 do corrente,
O proprieUrio da taberna da praca do Boa-
Vala o. 14, far leilao da mema por iotetren-
Saques sobre Portugal.
O abaixo assigoado ageote do banco
Mercantil l'orluense oesla cidade, saca
efectivamente por todos os paqaeles so-
bre o mesmo banco para o Porto e Lis-
boa, por qualquer somma avista e a pra-
xo, podendo logo os saques a prazo se-
ren descontados uo mesmo banco, oa ra-
to de 4 por cenlo ao anno eos portado-
rea que assim lhe coovier : as ruaa do
Crespo n. 8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Caalro.
Ensino de partidas
dobradas.
E ARITHMETICA
DIRIGIDO POR
Manoel Fonseca de Medeiros
Duas vexes por semana tercaa taitas
Das 7 as 9 horas da noite


PUBJO DE P*R4JIBDCO, S-
Ama.
=
Precisa-se de ama ama para o serrino interno
e externo de urna casa de horneo loltero, que
aaiba desempenhar com pesfeico o sei lugar : a
tratar na ra do Rangel n. 48, taberna.
D. Pulcheria Hara do Carmo Ferreira Jor-
ge, Luiz Beltrao Jorge, Hanoel Antonio Jorge,
Casemiro Lucio Jorge, D. Hiria Roa Ferreira
Jorge e D. Franciica de Asaia Jorge, mai, ir-
xnoi e irmaaa do finado Jos Joaquim Jorge,
vem por meio desle annuncio testemunhar seu
eterno reconhecimenlo a todos os amigos do di-
to finado que Ihe fizeram o caridoro obsequio de
assiilir as exequias celebradas na igreja do Espi-
rito Santo no dia 7 do correte e acompanharam
ao cemiterio publico seus restos moraos, e
novamenle lhes rogam o obsequio de assislirem
mise do stimo dia que se tm de celebrar pe-
lo seu eterno repouao, no dia 13 do correte e-
las 61[2 horas da manha na igreja do Espirito
Santo.
FB1BA V P| MABW D* 1962.
"A- Tsi .. -.
falg.
a p
da
Jos Goncalves Ferreira Costa ainda tem
algumas casas feitas de novo para alagar
a prego de 10?, com flanea, junto a ponte ffc
da fuodico.

Na ra de Aguas Verdes o. 4, precisa-se de
urna ama forra ou captiva para o servico de urna
s pessoa.
&000C t&C 0 tfg|J0 Q K Ap lea
ycvnainUucAua.
No dia 23 do crrante, a 10 horas da manha,
dever ter lugar a eleicao do novo conselho que
tem de servir no correte anno, sob aa dispoti-
goeidos estatutos approvados pelo govemo da
provincia:
Convido, portanto, aos Srs. socios effeclivos,
de ordem do conseibo director, a entrarem no
gozo de saus direitos sociaes, afim de tomarem
parle neala eleigao. *
Assim como convido aquellos qae ainda nao
tiverem recebido o exemplar dos dovos estatutos
a solicitaren) desta secretaria que lhes serio en-
tregues.
Secretaria da Associacjo Typographica l'er-
nambucana 10 de margo de 1862.
Juvencio Cesar,
1* secretario.
P. Adour Jnior subdito francez vae a
Granja.
Fugio do poder do abaixo assignado no dia
9 do correte, o preto crioulo de nome Antonio,
escravo do Sr: Anastacio Alexandrino de Sales
Dulra, que me havia entregue para procurar
quem o comprasse : cujo escravo tem os signaos
seguales : bastante velho, de edr fula, alto, gros-
80 com falta de denles, beicos foveiros, ambas as
pernas cicatrizadas de sarnas e bastante ladino:
roga-se as autoridades policiaes desta provincia
que o fac.am capturar e o remelter para essa ci-
dade a disposigo do Illm. Sr. Dr. chefe de poli-
ca de quem ser solicitada a su a entrega.
Claudino do Reg Lima.
No dia 12 do corrente porta do Sr. juiz
de paz do prmeiro diatricto da Boa-Vista ir a
praga por venda depois da audiencia um caval-
locastanho bom de carro, por execugo de Ma-
noel de llego" Pimeolel contra Antonio Ignacio
firando.
Jos Gongalves Villaverde venden o aeues-
tabelecimento de fazendas sito na ra do Quei-
mado n. 7, ao Sr. Augusto Frederico dos Santos
Porto.
No dia 12 as 11 horas se ha de arrematar a
Joja de miudezas da ra Direita o. 13.
Por ordem do Dr. juiz de orpbos vai hoje
ser arrematado por venda .em sua audiencia as
horas do costume, o escravo Sabino, com o aba-
timento da quinta parte do valor qte lbe loi da-
do no inventario dos bens do fallecido Joo Ma-
noelde Siqueira, visto nao ter.bavido quem nel-
le langasse na audiencia prxima passajla.
Precisa-se de 150j para serem pagos no
prazo de 6 mezes, sobre hypolheca em um escra-
vo de 18 annos, sendo o juro desta quanlia oaer-
vigo do mesmo escravo durante este tempo, oa
ento a razo de dotis por ceolo ao mez sobre es-
ta quanlia segundos vootade de quem os tiver e
quizer fazer dito negocio, para informages pde-
la procurar-se na ra Direita padaria n. 26, que
ahi as lera.
Hademoiselie Cari de la Chae, discipula
premiada do conservatorio de msica de Paris,
continua a ensinar piano e canto conforme o
gosto moderno : pode ser procurada em sua casa
ra Novan. 23, segundo andar, por cima da loja
de chapeos de sol.
Quem precisar de um moleque para o ser-
vico de casa e de ra : queira procurar na ra
da Soledade casa terrea n. 46, que saber o seu
pre$o, podendo affiangar a sua conducta.
Auseotou-se da casa do abaixo assigaado
no sjbbado 8 do corrente, o seu escravo de nome
Fernando, edr cabra fula, altura regular e corpo
ieforgado, sendo o dito escravo caaoeiro da fa-
brica do Monteiro, consta que as vezes anda no
Campo Verde onde tem conhecimentos, teodo
por costume tocar rebeca e viola : roga-se por-
tanto as autoridades policiaes e capites de cam-
po a sua aprehengo, levando-o a ra do Apollo
d. 6, deposito da fabrica do Monleiro.
Jos Guilherme Guimares.
Resumo
de geographia do commercio,
pelo Dr. Manoel de Figuei-
ra Faria.
Acabara icsahir impressas as duas
primeiras formas deste compendio, que
serao entregues aos Srs. assignantes, na
l i vi aria ns. 6 e 8 da praqa da Indepen-
dencia. Os saibores que ainda nao as-
signaram queiram ala dirigir-se para
usse lira.
Aluga-se o terceiro an-
dar do spbrado do largo do
Corpo Saiito esquina da ra
do Trapiche n. 8.
Precisa-se a lugar urna canoa que
possa conduzir 500 eixcs" de capim e
lambem se troca por urna mais peque-
a : para informaces no porto do ca-
pim com o canoeiro Joao Francisco
Barbosa.
Preci$a-$e no Caxang de urna
ama de idade, que d garanta a sua
conducta, para casa de homem solteiro :
a tratar no aterro da Boa-Vista n. 55,
primeiro andar, das 9 as 11 horas da
manha.
ASABEIDA fliMBflM M IIMIA
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
CHAPAS MMICMAE8
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo ttirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas Chapas-electro-magneticas-epispasticas obteDVse urna cura radical e in-
fallivel em todos os caaos de inflamraacao ( cansado ou falla de respirafao ), sejam internas ou
extemas.como do Ogado, bofes, estomago, bago, rins, tero, peito, palpitado de coracao, gar-
gaita, olhoi, erysipela, rheumatismo, paralysia e todas as anecies nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as diferentes especies de tumores, como lobinhos escro ulas etc., seja qual fr o seu
tamanho e profundeza por meio da suppuracao serio radicalmente extirpados.
O uso deltas aconselhado e receitadas por habis e diitiuctos facultativos, sna efficaia in-
contestavel, e as innmeras curas obtidas o fazem merecer e conservar a confianza do publico
que j tem a honra de merecer, depois de 24 annos de existencia e de pralica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por scripto, tendo todo o cuidado
de !faier as necessarias explicaces, se as chapas sao para homem, senhora ou crianoa, decla-
rando a em qae parte do rorpo existe, se na cabeca, pescoco, braca coxa, perua, p, ou tronco
do corpo, deolarando a cicumferencia e sendo inchagSes, feridas ou ulceras, o molde do seo
famanho em um pedacp'de papel e a declararlo onde existem, afim de que as chapas sejao da
toima] da partelafectada e para scremhem applicadas no seu lugar,
Pode-se mandar \ir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas sero acompanhadas das competentes explicaces e lambem de lodos os acces-
orios para a c ollocaco dallas.
Cosa: seas pessoae que o dignarem honrar com a sua confianza, em seu esariptorio, que
tacharu abertoe todos os dias, sem excepto, das 9 horas da manha s 2 da tarde.
Folhinha de
Para as provincias de Pernambuco, Parahiba, Rio
Grande do Norte, Cear e Alagoas, a saber:
i porta, contendo o kalendario, pocas geraes, nacionaes, dias
de galla, tabella de salva, noticias planetarias, eclipses, partidas
de correios, audiencias, e resumo de chronologia, a res 1
Dita com almanak, contendo o kalendario, pocas, noticias planetarias,
partidas dos correios, tabellas de imposto, etc. etc. e o almanak
. cevil, judiciario, administrativo, agrcola, commercial, e indus-
trial, desta provincia, a res......... 1#000
60
falliris em sena effeitos, tanto em tiatura nao
;5 *''pel91 pr,co' uU EKS
N. B. O a medicamento do Dr. Sablee ,t0
nieamente rendidos en ana pharmaca-, tedoe
qae o forem tora delta e o fala. J
Todas as carteiraa io acompanhadas da am
impreaao com am emblema em releve, teado ao
reopr aa segaintea palavras : Dr. Sabio* O. L.
Pinho, medico braaileiro. Bato emblema aosto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de, As carteiraa qae nao levarem esa* iaDraiio
assim marcado, emborateobam natamoa om-
me do Dr. Sabino sio talaos
Consultorio medicocirurgico
Consulta por ambos os systemas,
Em consequeocia da mudanca para a aua nova residencia, o propietario desle eslabeleci-
mento acaba de fazer ama reforma completa em lodosos seus medicamentos.
O desejo que tem de qae os remedios do sea estabelecimento nao se confundan) com os de
nenhum outro, visto o grande crdito de que semnre gozaram e gozam ; o proprietario tem tomado
a precaugao de inscrerer o sea nome em todos os roalos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aquellea que forem apresentados sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhar urna conta assignada pelo Dr. Lobo Hosaozo e em pa-
pel marcado com o seo nome.
Outro sim : acaba de receber de Frange grande porclo de lindura de acnito e belladona, re-
medios estes de summa importancia e cujas propriedadea sao tao conhecidas que os meamos Srs.
mdicos allopathas empregam-as constantemente.
Os medicamentos avulsos qur em tubos qur em tincturas cuslarao a 19 o vidro.
O proprietario desle estabelecimento annuncia a seus clientes e amigos que tem commodos
sumcieptes para receber alguna escravos de um e outro sexo doentes ou qae precisem de alguma
operacao, affiangaudo que serao tratados com todo o disvelo e promplido, como sabem todos
aqaelles que i tem tido escravos na casa do aoounciante.
A aituaco magnificada casa, a commodidadedos banhos salgados sao outras tantas vanta-
gens para o prompto restabelecimento dos doentes.
Aspessoas que quizerem fallar com o annunciante devem procura-lode manha at 11 horas
e de tarde das 5 em diante, e fora destas horas acharao em casa pessoa com quem ae podero en-
endar na ra da Gloria n. 3 casa do Pundo. Dr. Lobo Motcozo.
)
O bacharel Witruvio p- I
de aer procurado
na ra
Nova o. 23, sobrado da es
quina que volta para a
camboad Carmo.
Escrava.
Urna pessoa de fora da cidade, querendo reti-
r-re, tem retolvido a vender muito m tonta
render
na ra
muito em conta
larga do Rosario
||9 Rua do Parto ||!)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
Para as encommendas ou informajes dirijam-se a pharrnacia de JosAlexandre Ribeiroi
ra do Qbeimado n. 15.
INTERNATO
DE

^Estabelecido no lugar da Capunga, um dos arrabaldesg|
p| mais prximos da cidade do Recife.
W DIRECTORO BACHAREL EM MATHEMAtCAS
IISSIRQ PEftElftA 6) CARMO
dia
Este estabelecimento de educacao e instrueco principiou a funecionar
10 de Janeiro, e continua a receber alumnos.
Os commodos, o asseio. as boas condig5es hygienicas dos edificios destinados
s funecoes do estabelecimento, a ordem e regularidade do aervico no internato, a
' jb9\ ment e progresso dos alumnos, sao circumstancias que devem animar e garantir aoi
- paes de familias que desejam dar a seus fllhos urna edueaejio regular.
Cadeiras de ensino.
Primeiras letlrasdividida em duas classes.ltendo cada urna o seu profossor
portuguez, latim, francez, inglez, arilhmetica, gebra e geometra, geographia e
, historia, philosophia, rhetorica, deseuho, msica, dansa e gymnaslica,
'-?', ~~~~~
'/70 Nos estautos do intrnalo que esto a disposiQo de quem os.quizer 1er, ae
Kjfg aacham consignadas aa condicQes de entrada.
Ispecial
hOiucoiathieo
Ra das Cruzes n. 30.
Neste consultorio pode ser procurado o respectivo proprietario qualquer hora, liavendo
ahi sempre grande sortimento dos verdadeiros medicamentos homeopathicos, preparados em Pa-
ris (as tinturas) por Catellan e Weber, os mais acreditados pharmaceulicos do universo como
preparadores de remedios de homeopathia.
O proprietario deste consultorio nao pretende, todava, que sejam os seus medicamentos
infalliveis, porque nada ha infallivel em factos humanos; nem tao pouco superiores aos que por
ahi se preconisam, porque ceno que o que nos facemos, outro o pode egualmente fazer tao bom
seno melhor. Mas afianca que nelle nao ha trafcancia, e que o servico da preparaco corra
pelo mesmo proprietario, que nao tendo grandes commercio de carteiras, acha-se suficiente para
satisfazer s necesidades daquella preparaco.
INeste consultorio icham-se venda elementos da homeopathia, acommodados intelligencia
de qualquer pessoa ; assim como presta-se gratuitamente o seu proprietario, com seus esforcos e
medicamentos, todas as pessoas necessitadas, sem distinc^o alguma, que o procurem, poii
que o seu maior prazer ser til hnmanidade soffredora.
Lisboa e Porto.
Carvalho, Nogueira A C. sa-
cam sobre Lisboa e Porto : na
ra do Vigario n. 9, primeiro
andar.
Os socios da firma so-
cial de Antunes Guimares fe
C, participam ao corpo com-
mercial que sua casa conti-
nua sob a gerencia immedia
ta do socio Manoel Jos Antu-
nes Guimares, fietndo sem
effeito o annuncio publicado
no Diario de Pernambuco
de 6,7 e 8 do corrente. Recife
10 de marco de 1862. Ma-
noel Jos Antunes Guimares.
Jos Rodrigues Pinto Coim-
era.
S0G1EDADE
Unio Beneficente
Martima.
Por ordem do Sr. presidente scientifico aos se-
nhores socios que no dia 16 do corrente, polas 10
horas da manha, haver eleijao para novo con-
selho, do que para esse im pede-se aos socios
que hajim de se por quilea, conforme manda o
artigo 9 2 dos novos estatutos.
Secretaria da sociodade Unio Beneccnte Ma-
rtima 8 de marco de 1862.
Ballhaaar Jos dos Res.
1." secretario
Hoje linda a audiencia do Sr. Dr. juiz dos
orphos, ser arrematado por venda um sitio com
casa de pedra e cal em mo estado, com cacim-
ba, bastantes arvoredoa de fructo, baiza para ca-
pim e trra para plantacao, na Piranga, freguezia
dos Afogados, em chao foreiro, avaliado por
1:6009, por despacho do mesmo jniz,perlencente
aos herdeiros de Joo Baptista de Souza Lemos,
para pagamento do credor bypothecarlo o com-
mandador Joao Finio de Lemos : a ultima
praca.
Achs-se asta e contratada a casa sita na
Pogoda Panella, pertencente ao Sr. Jos Ricardo
Goelho ; qiem se julgar com direito a ella, ao-
nuncie dentro do prazo de 3 dias, ou dirija-se a
loja da ra Nova n. 47.
O annuncio porque foi chamado o Sr. Jos
Mara Nunes praga da Independencia, casa n.
22, foi tio somonte para dar alguna esclareci-
meatotem ama escriptura$ao qae esteva a seu
ptoapunenu nmn como saine
Ama
&r
Precisa-se de urna ama que tenha leite e sem
lilho : a tratar nesta typogriphis, oa na ra do
Galdeireiro n. 48.
Attenco.
O abaixo assignado faz ver ao respeitavel pu-
biieo que nao passou procurado alguma ao Sr.
Manoel Duarte Vieira em que lhe desse poderes
para o mesmo Sr. Vieira aasignar qualquer re-
querimento ou outros papis em meu nome co-
mo meu procurador : portanto ealo de nenhnm
effeito qualquer requerimenlo oa outros papis
que 6m meu nome o Sr. Vieira tenha assignado:
e declara que seus verdadeiros procuradores sao:
1. Carlos Frederico da Silva Pinto, 2." Joaquim
Filippe da Veiga;
Tbom Joaquim da Veiga.
-. Aluga-se um sobrado na ra dos Martyrioa
com ezcelleotes commodos para pequea familia,
concertado e pintado de novo, muito fresco, eom
quintal e cacimba ; os pretndanles dirijam-se
ao Sr. Leopoldo Ferreira Martina Ribeiro, ra da
Iaaperalriz n. 40.
Deaeja-se fallar a Sr. Joaqtfim Cavalcanti
de Albuquerque Mello, afim de se lhe entregar
urna ecommenda vinda do Cearl, na ilha dos
Ratos n. 1:
O abaixo assignado declara qae, havando
outra pessoa de igual nome ae seu, e tambem
Portugiez, de hora am diente seasiigna por An-
tonia Jos* da Costa Birreiros.
Aitonio 9i da CoiUt
NA NOVA CALIFORNIA
DE
Na ra da Imperatriz numero 48, junto a padaria tranceza.
Vende-se sedas escocezas de bonitos gostos a 10j>, cambraia lisa a peca a 1S800, 2J5O0,
395OO e 49. cortes de cambraia brancas com barra de cor a 2^800 e.1|, ditos braocos bordados a
395OO e 4J5O0, duzia de meias pare senhora a 29500, ditas Udas a 39500 e 49, ditas cruas para
homem a 29. finas a 200' chales de tarlatana a 640 re., ditos de algodo alcoxoados a 1$, golli-
nhas muito finas bordadas a 640 e 800 rs., manguitos modernos manga balo a 800 e 19, mangui-
tos, gollinhas e camis de crep preto bordado a croch a 2$, ditos de vidrilhos a 29500, ricos en-
feiles para senhora a 55 e 59500, cintos dourados de bonitos gosto a 2g, 29500 e 39, chapeos en-
feitados para baptisado a 39 e 4J, ditos de sol para senhora a 49 e 59! ditos de sol para homem a
69, lencos de cassa grandes duzia a 29400, ditos de cambraia bordados a 200, 240 e 300 rs., gros-
denaples preto fino a 1J800 e2J o covado, ricos manteletes pretos de grosdeoaple a 20$, 229 e 259,
panno preto fino a 3g e 39500 o covado, fil liso branco muito fino a 640 a vara, dito bordado
a I92OO e outras muitas fazendas por presos commodos, assim como um grando sortimento de
roupas feitas por precos que admira : na loja de Paredes Porto.
AGITADOR IIYUMIC
JTOF
L
DO DOUTOR
Para a preparaco dos medica-
mentos homeopalliicos.
Os medicamentos preparados por esta machina
sao os nicos, com que se podem contar do cu-
rativo das molestias perigosas. E como seja o
CHOLERA MORBUS urna d'aqaellas que nao
admittem delongas e experiencias, cumpre pre-
ferir esses medicamentos a outros quaesquer, se
quizerem tirar da homeopathia os ventajosos re-
sultados que ella assegura.
Acham-se a venda carteiras e meias carteiras
especiaes contra o cholera, acompanhadas das
competentes instrurroes, pelos presos conheci-
dos, na pharrnacia especial homeopalhica, ra
do Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Ni B. Os homens de bom senso reconhecem
cortamente que sendo o Dr. Sabino a fonlo pura,
d'onde eraanou a homeopathia em Pernambuco
e em todo o norte, elle o nico immediata-
mente iotereisado no seu crdito e no seu pro-
gresso, e por conseguirte lio somonte nelle
que se pode encontrar garantas, quer em rela-
co applicaco da scieocia no curativo das mo-
lestias, quer em relaco preparaco dos me-
dicamentos. 1
Na pharrnacia do Dr. Sabino trabalhaoi cons-
tantemente debaixo de suas vistas immediatas,
nos tempos ordinarios, dous empregados (um
brasileiro e outro francez quem paga ordena-
dos ventajosos), os quaes sao ajudados por mais
(res ou cinco pessoas, quando o servigo o exige,
oa destillaclio do espirito de vioho e d'agua, no
manejo das machinas, na desecacao dos glbu-
los, na distribuic3o das dilulcoes etc., eje.
E' evidente que para o Dr. Sabino exercer a
homeopathia, como geralmenle a exercem, e
preparar medicamentos como por ahi preparan),
nem eram precisas tantas despezas com o pes-
soal.com machinas e com a eJ>tcnso das subs-
tancias as mais puras possiveis, e nem tanta vi-
gilancia e trabalho na preparaco dos medica-
mentos ; mas elle nao se contenta com o bem,
que j tem feilo, dando homeopathia a popu-
laridade de que goza: elle quer eleva-la ao
maior grao de perfeico dando aos seus remedios
a maior iofallibilidade possivel em seus effeitos.
O Dr. Sabino nao aspira somonte os gozos ma-
leriaes da vida ; elle se desvanece em ler nos li-
vros estrangeiros que a sua propaganda em Per -
nambuco\foi ido brilhanle que nao tem na Eu~
ropa nenhuma analogia (JORNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA DE PARS, tomo 4., pa-
gina 691 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HUMEO-.
PATHIA, por Granier, pagina 102); mas a sua
ambiQao muito mais elevada : ella se dirige a
legar as geraces futuras um nome estimavel
Dla gravidade e importancia dos seus servidos,
pela sinceridade de suas convieces, e pela fir-
meza do seu carcter.E' por isso, e para isso
que elle trabalba ; e trabalha muito...
rnvnv Bwmggsf nvimvav snawiitin
(Trata ment homeopathico|
preservativo e curativo
do cholera-morbus.
PELO DOUTOR
SABINO 0. L PINHO.
Vende-se cada exemplar a 500 rs.
Distribuido gratuita aos assignantes
das obras homeopathicas do Dr. Sabino,
e aos freguezes da pharrnacia especial
homeopalhica. Ra de Santo Amaro
(Mundo Novo) n. 6.
!W flaUkAalaUiAflBttAJsttAMIM JfcUkA4aks&is^BA0e*lMLllktfA
O Sr. Hermogenes Nor-
berto de Gusmo, queira ap-
parecer ra das Cruzes n.
44, segundo andar.
CALCADO
Preservativo universal,
45Ra Direita45
Olhem!...
Urna das iotelligencias melhor esclarecidas na
sciencia de Hipcrates, depois de longos annos
de exercicio de curar e matar coovenceu-se afi-
na!, que o nico preservativo infallivel de qual-
quer epidemia, por mais mortfera que fosse, era
conservar a cabeca fresca, venlre desembaracado,
e PES 9UENTES. Ora, viajando por abi urna
epidemia,que mita gente como qualquer outra,
occasiao de pormos em pratica estes principios,
usando pouco do chapeo e sempre som-
bra ; tomando de 15 em 15 dias um laxante de
sal de gliuber, o mais acrrimo ioimigo da epi-
demia, segundo a opinio e a pralica de um dos
ornamentos da nossa magistratura ; e laucando
ao cisco todo o calcado velho, dirigindo-se todos
ao armazem,da ra Direita n.45, onde o respec-
tivo proprietario a todos receber com cortezia,
aturar as massadas, aquecer os ps com ex-
cellente calcado, segundo o gosto, e estado fi-
nanceiro de cada am, e vejam :
Homens.
BORZEGUINS dos melhores fabricantes,
francezes, inglezes e brasileiros a 13S,
129, 119, 10f, 99500, 89 e............... 5S500
SAPATOES a 79500, 6J500, 59500, 59,
4J50O al.....,.......................... 29OO
Meninos.
SAPATOES a 5S500, 59, 49, 39500a...... 19600
Senhoras
BOTINAS de fabricantes francezes, ingle-
zes, alternaos e americanos federaos
69,59500, 59, 4J500, 3.500 a........... 29500
Meninas.
BOTINAS a 49500 e...................... 49OOO
Um completo sortimento de sapatos para se-
nhora de couro de lustre virado a 500 rs., de ta-
pete a 800 rs., de lustre (os. 32 e 33) a 800 rs.,
de tranca francezes a 19300, portuguezes 29, sapa-
tos de borraxa para homem senhora e meninos,
muito couro de lustre, de porco.cordavao.marro-
quim, bezerro francez, sola de lustre, courinha.s,
vaquetas, sola etc., que ludo vende-so como em
uenhuma parta.
KMKIKIS KMetHaKHOK SM
i Consultas medicas. I
:
O Dr. Carollno Fran-
cisco de Lima Santoa,
madou-se da ra dea
Cruzes para a do Im-
perador, sobrado a.
17, em frente da igre-
ja de S. Francisco, on-
de continua no exerci-
cio de aua profissBo de
medico.
S
S

>
s
Serao dadas lodos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, ra
da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
da manliaa menos aos domingos sobre:
1.* Molestias de olhos.
2.* Molestias de coracao e de peito.
3.* Molestias dos orgos da geraco e
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
dem de suas entradas,' comegando-se po-
rm por aquellos que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chimicos,acsticos e p-
ticos sero empregados em suas cnsul-
laques e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, oa ao menos
probabilidade sobre a sede, nalureza e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano}
de tratamento que deve deslrui-la ouj
curar.
Varios medicamentos ser aoambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeiraqualidade,
promplido em seus effeitos, e a necessi-
dade do seu emprego urgente que se usar
delles.
Pralicar ahi mesmo, ou em casa doa
docnlcs toda e qualquer operacao que
julgar conveniente para o restabeleci-
mento dos mesmos, para cujo fim se acha
prvido de urna completa collecrao de
instrumentos indispensavel ao medico
r operador. a
jff aiasi&ais aisaw-siesiSstMMiell
H Vtuw wnim espiuw viw ow v*nv raiaj vm v w VH% tffk
CONSULTORIO ESPECIAL HOIEOPATHICO
DO DOUTOR
, SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas lodoa oa dias tela desde as 10 horas
t meio dia, acerca das seguales molestias :
molutias da mulheret, molestias da crian-
Si, molulia da pelle, molestias doiolhos.mO'
tias syphiliticas,todas at especies d$ febret,
ftlrtf intermitientes c suas consequencias,
phamucu isriaut KoauotAniCA.
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pra-
pirados aom toda ai mtel antHOiu, ii-
ra-,,,, iOU1 resotviao
urna escrava ; a tratar
n. 24, loja de joias.
No armazem da porta larga na ra da Flo-
rentina n. 14, existem alguns quartiobos para se
aingar: quem quizer pode dirigir-se ao mesmo
armazem na ra de Apollo n. 9.
Precisa-se de um bom cosinheiro forro ou
captivo : a tratar na ra da Guia botequim n. 36.
As 6 horas da tarde do dia 3 do corrente
mez perdeu-se um alfinete de ouro com armaco
da ra do Tambi, Rosario, Caixa d'Agoa, Cam-
k o : 3uem acn" diriJa-e a ra do Tam-
Dia n. 33, afim de entregar o mesmo que aera
recompensado.
Precisa-se de urna ama que saiba coslohar
e fazer todo o servico de casa : na ra do Caldei-
reiro taberna n. 60.
Anjos e flores para a qua-
resma.
As antigs e bem conhecidas pioncas que mo-
raram na ra Nova, achim-se completameote
prvidas de novos e bonitos vestuarios para ao-
jos, assim como eslo inteiramente sortidas de
papel de todas as cores e qualidades para flores,
por isso pedem a todos os senhores cncarregados
de procissocs e semana sania, que se diguem de
lhes darem a preferencia deises arranjos, pois
que promettem bem servir a todos, e mesmo os
seus precos sero os mais commodos possiveis,
para isso dirijam-3e a ra da Praia, segundo an-
dar do sobrado o. 31.
Aluga-so urna casa na Passagem da Magda-
ona junto a ponte grande, com 3 salas, 6 quar-
tos, sotao, cozinha fora, um ptimo copiar, quin-
tal murado, e bsnho no fundo : as pessoas que
protenderem dirijam-se ra Direita n.3.
Attenco.
Preciss-se alugar urna escrava que entenda
com perfeico de fazer po-de-ls, boliohos, bo-
los e massas de diversas quslidades : quem a ti-
ver c quizer alugar, anouncie por esla folha para
se procurar, que agradando nao se olbar a preco
Alaga-se urna casa terrea no pateo do Ter-
co : a tratar em Santo Amaro, na segunda casa
do Sr. Gomes do Correio.
Ao commercio do
Para.
Sendo apresentada ao abaixo assig-
nado urna le tira ja vencida de 5:044^600
rs, aceita por Goncalves & Cunta, do
Para, a ordem do Sr. Jacques Gansily
da mesma praca, em consequencia de
terse evadido, segundo consta, Felisfocr-
to Monteiro da Cunta, declara que
nunca teve sociedade com dito Cunha
nem lhe dera, em tempo algum auto-
risaeao para usar do seu nome, como
prova com a correspondencia que teve
com o mesmo Cunha.
O abaixo assignado enviou aquella
provincia em setembro de 1860, a Fe-
lisberto Monteiro da Cunha, em com-
panlua de seu lilho Antonio Jos Gon-
c,alves, o qual falleceu pouco depois de
alli chegar, com obras de ouro, no va-
lor de trinta e tantos contos de reis,
afim de vender ditas obras pelo melhor
preco que podesse obter, e apurar dU
nheiro de que tanto precisava o abaixo
assignado, nos apuros em que se tem
achado, sem lhe dar autorisacao para
mais nada, nem mesmo procura cao bas-
tante.
Demorando-se Fclisberto demaziado
na liquida rio deste negocio, e sendo
instado para que o concluisse c rc-
gressasse a esta praca, ella propoz (vis-
to, ao que parece, querer ficar ou de-
morarle muitDem Belem) comprr ao
ab ,i\o assignado as obras que ainda
existiam em seu poder, ao que annuin-
do o abaixo assignado, enviou alli o seu
caixeiro, o qual realisou a venda dellas
com grande abatimento, assignando-lhe
Felisberto lettras a prazos diversos, das
quaes ja se venceram 4 que nao oram
pagas. Pernambuco 8 de marco de
862.Manoel Antonio Goncalves.
Aluga-se o segundo e terceiro an-
dar da casa n. .18 da ra da Cruz do
Recife : a tratar no escriptorio do pri-
meiro andar na mesma casa.
Senhor Bom Jess dos
Pasaos.
A mesa regedora da irmandade do Senhor Bom
Jesas dos Passos, convida aos senhores irmaos
para reunio de mesa geral ao dia terca-feira 11
do corrente, as 4 horas da tarde, afim de ae tra-
ar do compromisio da mesma.
O escrivo,
Octaviano de Souza Franca.
Precisa-so arrendar um sitio que tenha pro-
porqes para plantar se capim e ter-se algumas
vaccas, preferndo-se pira as bandas dos Afoga-
dos ou outro lugar que nao diste muito desta ci-
dade : na ra da Cadeia do Recife loja n. SO.
Sitio na 1 burai
A. P. de Azevedo vende ou hypolheca o seu
sitio da Ibura para pagar aos saus credores:
quem quizer fazer este negocio dirija-se a roa
da Praia n. 45.
No dia 11 ao meio dia, na ra de Hortasna
porta da casa n. 23, se ha de arrematar os mo-
vis perleocentea a heraoga de Cbrislioa Mara
do Espirito.Saoto.
Terca-feira, depois da audiencia do jala mu-
nicipal da 1.a vara, ser arrematado pelo preco
da adjudico o eogenho Aguaa-Bellaa, por exa-
cucao de Jos Faustino de Lemos contra Jos Ro-
drigues de Oliveira Lima.
O administrador da maisa fallida do falle-
sido Francisco Antonio Mallo Raga convida aoa
senhores credores da lhe apreaentar tana ttulos
afim de aa cumprir o dispoata aa rtica 859 do
cdigo commercial, lato no preso da 8 dia*, em
cau da Al ves 4 C, rna da Croa n. 54.
Preelsa-se da nm pequtno pan taberna t na



n

3lv

1
DIARIO M PHSHAapUC; ~ TWigA flUA |i D&
Pode-se ao Illm. Sr. G. G. A. M.
de "HW"* rWd* Cd
escriptoro d. VI.
Na traretta da ra das Cruzes n.
2, paimeiro andar, tinge-te para todas
as cgre com presteza, q commodo prego.
SiJvtio Bozas o PelU Bosta subditos fr#n-
cezei rellrtn-se pan o Rio de Janeiro.
Offerece-te un mulher para aer ama de
uta de caaa ge hornern tolteiro oo estrangeira ;
qaem precisar procare na ra doi Palos n. 3,
A Tiara Roa Jaae, denliila, cantinas s pdr
dentes artificia*! em sus residencia na ras de
Santa Rita n. 61, e tora della om casa de familias
dando-se-lhe condcelo. A aonanciante asse-
gura a seas fregueses qae nao receba pega algu-
ma de qoalqaer trabilho tendente a sus arte, sem
que flquem a contento. E' com espccialidade as
senhoras a qaem a annuncinte mais se recora-
menda affiangando-lrus qae serio servidas com
aquella paciencia, trato nao e delicado a que
teem jas as pessoas do sexo bello; por isso, e
porque urna senbora experimenta serapre menos
acanhamento, Como muito natura!, com o tra-
tamento e contato de pesaos de igual sexo, es-
pera a annuncinte que te uiilisaro dos eeus
aerricos.
Frederico Robilliard, brasileiro, retira-se
para Europa.
) O bacbarel Alvaro choa Cavalcanli
8tem o seu eacriptorio de advocada na Til- dj
la do Cabo, onde pode aer procurado pa-
# ra lodos os negocios tendentes a sua pro- tj
# fissao todos os dias uteia dts 9 e meia #
ijr) boras da roa o ha a i 3 da Urde. A
Aluga-se o segando andar do sobrado o. 34
da ra estreita do Rosario : os pretenderles di-
rijam-se ao irmao ministro da venerarel ordem
terceira de S, Francisco o Sr. Antonio Pereira de
Parias, noica pessoa habilitada para semelbante
tico. Secretaria da -vcneravel ordem terceira de
S. Francisco do Recife 7 de marco de 1862.No
impedimento do secretario, o archivista,
Thomaz Jos da Costa e S.
A casa estrangeira que precisar de urna ama
para coser e eogommar com perfeicao, dirija-se
a ra da Maogueira n. 38 ou 18.
Precisa-se de un pequeo forro de 11 a 13
anoos de idade, e qae aeja de bons costumes,
para criado de um eatudante : a tratar na ra da
Penha, casa n. 6, primeiro andar.
Gabinete medico cirurgico.*
: Ra das Flores n. 37.
Serio dadascons&Uaa medicas-cirorgi- i
9 cas peloDr. Eslevo Cavalcanti de Alba- i
A querque da 6 as 10 horas da manhia, ac- i
cudindo aos chamados com a maior bre- i
) Tidade possivel. i
S)> 1 Partos. |
0 2. Molestias de pello.
3.* dem do olhos.
S4.# dem dos orgosgenitaes. ,
Praticartoda qaalquer operadlo en ,
oj seu gabinete ou em casa dos doentes con- ,
oa forme Ihes fr mais conveniente.
na
Attenco.
No tabbado 22 do torrente, pelas 7 e neis ho-
ras da noite, perdeu-se do Recife para S. Jos do
Mangulnho, aa carta techada I lacre, dirigida
a Bulos & Lemos, contendo a mesma documen-
tos qde so Sot meamos podem ioleressar: roga-
se, poit, a quen quer que por acaso a techa
achado da fase? entrega aos aaounciantes, na ra
do Trapiche d. 15, que graliflcarao generosamen-
te, seje qual fer o estado en ue a receben.
Roga-se ao Sr. Manoel Antonio d Macedo
Cabral ou de Oliveira Cabral, de apparecer na
roa larga do Rosario n. 44, terceiro andar, para
negocio de importancia e ulilidade, poia Ignora-
se sua residencia.
Arrenda-a o sitio do fallecido MaBoel Fran-
cisco Llns da Silva, em Santo Amaro, muito per-
to do Recife, tem aoffrivel casa a margen do rio
para os banhos salgados, ptimo viveiro, e uai-
tos ps de coqueiros : quem pretender dirija-se
ao meamo aillo, ou ao largo do Carno

# Aluga-ae un quarlo andar con excel- #
SJ lentea commodos : na ra da Cruz o. 58.
*
Precisa-se de urna ama para coiinhar e com-
prar: na ra do Imperador, n. 37, segando an-
dar, entrada direita.
Sociedade bancada.
Amoriro, Fragoso,Santos & C. acam e toman
aqaes sobre a praga de Lisboa.
Est para alogar-ae o segundo andar do
obrado n. 193 e casa terrea n. 191 da ra Impe
rial : a, tratar na ra da Aurora o. 36.
Alaga-se um armazem na ra da Cruz o.
29, com aabtda para a ra dos Tanoeiros : a tra-
tar no pateo de S. Pedro n. 6.
Compras.
MSUL
Precisa-se de ama ama : oa ra Direita n. 68
1 andar.
No segundo andar da casa n. 15 da ra
do Crespo, por cima do escriptorio
da thetouraria das loteras.
Madame Middendorp encarrega-ae da confec-
visitaa
:Fy.'
Compris* una notada "de casa terrea tsn-
do no bairro de Santo Antonio oa Boa-Vista oa
S. Jos qae seu preeo nao exceda a dous cootos
de reit: a tratar na roa Nova n. 51.
Compra-se
un aobrado de um andar noa Afogadot: na na
dos Piros n. 56.
Vendas. """
Vende-se ljS psrte da casa de tres andares
da ra do Vigario n. 19, avahada en 5:000 :
a tratar com os administradores da maesa fallida
de Jos Lais Pereira Jnior, na ra da Cadeia do
Recife n. 4.
Loja de miudezas do beija flor da ra
do Quelmado n. 63
Vendem-se colheres de m tal do principe para
sopa a 58. e para chi a 11500, e concha para as-
tacar a 640 ra.
Loja de miudezas do beija flor da ra
do Queimado n. 63.
Vende-te trtnea branca de linho a 80,120, 240
e 800 rs. a pega, galio branco a 14800 pecas de
10 yarat. taMaoB
Loja de miudezas do beija flor da ra
do Queimado n. 63.
Venden-te caicas de agulhis frincesat a 120
rs., em carteiriohas a 320,
Loja de miudezas do beija flor da ra
do Queimado n. 63.
Vendem-se tesouras finas) para||costareiras a
1$ e 19500, ditas para unhas a 640, 800 e lj>.
Loja de miudezas do beija flor da ra
do Queimado n. 63.
Vendem-se toucadorea de Jacaranda a 29000,
tfi500, 8 e 49, ditos brancos a 21, cailinhas de
espelbos para navalha a 29 e 29500.
Loja de miudezas do beija flor da ra
do Queimado n, 63.
Venden-ae ricos sintos de sen hora douradoa a
29, 29500 o 39, enfeiles a 51500 e 61, dilos de vi-
drilbo a 19800.
0o de vestido! para ballet ecasamenlos, vi8uatjj_:a jj d i- a .
ou outros misteres, manteletes, zuavos, sahidas pJa ae iuaezas ao Deija flor da ra
de baile, burnutt, enfeites de cabera.
emHm de
ludo o que comprehende o vestuario das senhoras
e meninas. As pessoas que se dignarem dirigir-
se a ella, acharo flgurinos das ultimas modas
do Pars, precos razoaveis das obras, e prompti-
do na entrega daa encommendas.
Permuta-se
urna cxcellente casa terrea na ra Augusta, por
om pequeo sobrado em qualquer bairro dosla
cidade: oa ruados Pireso. 58.
Alvaro & MagaluesJ
Estabelecidos com loja de fazendas ns
j ra da Cadeia n. 53, e acbando-se de l
i poste de um novo estabelecimento na
. rualdo Crespo n. 20 B, participan a lo-
> doslos aeus amigos e ao publico em go-
ra/que dispoe de um grande e variado 1
sqftimento de fazenda que tem resolvi-
Tender dinheiro por precos bara-
fssimos. Roga-se aquelles que tive-
Bm de comprar qualquer artigo de fa-
'zenda de se dirgirem as nossas lojas
cima indicadas qae serlo ptimamente
servidas.
do Queimado n. 63.
Vendem-se liras bordadas para vealido, e saias
brancas a 800.19, 19200 e 1JI00 a tira.
Loja de miudezas do beija flor da ra
do.Queimado n. 63.
Vendem-se esoovas para dentes de diversas
qualidades a 160, 240, 320, 400 e 500 rs., pentes
de alisar de bfalo branco a 400, 500, 640, 800 e
19, ditos de hurracba a 610 e 800 rs., ditos para
bicho de bfalo brsnco s 200 e 320, ditos de bur-
racha a 500 rs., ditos de marm a 320, 400 e 500
rs., ditos de baleia a 200, 240 e 280, dilos de tar-
taruga virados a 89 e 9J.
Vendem-se 415 meios de sola : na ra da
Conceic.ao do bairro da Boa-vista, casa o. 12.
Vende-se um cavallo rujo novo de 5 a 6
annos, com andares, baixo, bonito e manso : a
tratar na ra da Imperatriz n.12.
Vende-se ama mobilia de Jacaranda, com-
posta de sof, 4 cadeiras de braco, 12 cideiras,
2 consolos com tampo de marmore, 1 mesa de
meio de aala com tampo igual, 1 tapete, etc. : a
tratar na roa da Imperatriz n. 12.
Rap
r
Licoes de mglez.
Dao-se de noite no hotel francs ; a tratar
ruada Cruz n. 1. .
xmmnimimmmummmn
i
s
i
Attenco.
uuiupoi
J. Hunder, alfeisle, ra Nova n. 67, 9
avisa ao publico em geral que qnizer ser S
amia assignante deste verdadeiro pro- a*
grasiivo tenda dos artistas alfaiates per-
nambucanot, acompanhado pela machina 9
de costura invencao norte americana,
sendo para servir a urna numerosa fre- i
guezia com maior brevidade do que em a
qualquer outra parte.
mmmm mmm mmxtmm
Previne-se ao Sr. Beroardino Jos Duarte
quehontem appareceu em nossa casa no Barro,
um mulatinho que diz ser teu, por isso pede-se
ao mesmosenhor que alli compareca em casa
de Alexandrino Martina Crrela de Barros em
poder de quem est o mulato para o levar, pois
que-o mesmo nao se responsabilisa pelo dito es-
cravo do qualo seu legitimo dono lera de pagar
as despezas.
Nesta typographia precisa se fal-
lar ao >r. Felippe de Santiago.
Os officiaes de alfaiate.
Precisa-se de oliciaes de obra miuda
e grauda : na ra Nova loja de Bastos
& Reg.
. Joseph Paquot, Belge de naiasaost, et parte
a lord de l'Aagusle pour Marseille.
Attenco.
Cf
D-se dinheiro a juros sobre penhores ; ns
ra do Queimado n. 45 se dir quem d.
Perdeu-se na estrada da ferro, eotre Embe-
ribeira e Boa-viagem, um livrinho escriplo em
mglez, e com atacador de metal : qaem o liver
achado, querendo eotrega-lo a seu dono, pode
dingir-se a estarlo das Cinco Ponas, ou a dos
Afogados, onde receber razoavel gratificarlo.
Um mo?o Portoguez deieja ser empregado
no commercio, e com bastantes habilitac,6es para
o mesmo, e boa letra, dando para informscoes os
primeiros commerciantes desta praga : quem de
seu presumo precisar, dirija-se a ra dos Qualro
Cantos, em Olinda, em casa de Jos Jacintho
Pavo.
Precisa-se de um rapaz Porluguez, de ida-
de de 10 a 12 annos para caixeiro de om deposi-
to: a tratar na roa Imperial, padaria n. 179.
Aluga-se o segundo aodar do sobrado da
ra da Lapa n. 13: a fallar na loja do mesmo.
Irmandade da ordem terceira
de S. Francisco
A mesa regedora da mesma manda scienliQcar
que durante a presente quaresma, as quartas-
feiras haver sermo em nossa igreja, que serio
precedidos das estasos da via-sacra, e que prin-
cipiaro as 7 horas da noite : sendo pregador o
reverendo Sr. Antonio Manoel de Assumpgo.
Secretaria da veneravel ordem terceira de S,
Francisco aos 5 de margo de 1862.O secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valeoga.
Na ra da Hoeda, sobrado n. 5, segundo
andar, precisa-se de urna ama forra ou captiva,
para cozinhar lavar e engommar, nSo sendo ne-
cessario ocenpar-se no servido da ra.
Ligesdearithmctica, algebra
e geometra.
Oprolessorde matbematics, 00 Gymnasio Pro-
vincial, ensina particularmente aos estudantesdo
curso commercial arilhmetica e algebra at aa
equacoes do l.gro, as quintas-feiras de ma-
nhaa, e geometra para os exames em oovembro,
em todos os dias a tarde : os aeohores que qui-
zerem aprender qualquer destas (acuidades diri-
jam-se a casa de sua reaideacia, na ra Direila
n'r < ?aria 80 ""tficalarem : as liges tero
principio logo qae houver numero sufficiente de
alumnos.
O De. Vicente Ferreira Lima nao
Eodendo despedir-te de seus amigos pela
revidade desuaviagemo faz pelo pre
lente.
PrKiu-se de ama ana; ns tus Non nu-
tflSIO 5.
Na loja de violas da pra;a da Independencia
n.5, venle-se rap muito fresco das seguinles
Miguel Antonio Roberto fica sncarregado da qualidades : Lisboa, Paulo Cordeiro, Prioceza de
limpeza de Sanio Antonio e Boa-vista, morador Rio, (Rocha) gasse fino, meio grosso, grosso e
na ra Nova, casa o. 15, escravo do Sr. Aotoolo meuroo, garante se ao comprador a boa quali-
Roberto Francez desta cidade: j dado.
Francisco Rosa de Jess, subdito portoguez, Vende-se urna mulata escrava de 20 aonos,
retira-se para Europa. | boa cozinheira, engoaimadeira e perfeila coslu-
reir, com uro filho de 6 annos : na ra do Quei-
I mado n. 44.
Vende-se muito boa pedra de cantara por
Precisa-se de urna ama de meia idade para Pre commodo : a tratar na ra da Roda n. 1.
cozinhar o diario de urna casa : na ra Imperial
n.215. O
Primeiro andar para alugar. t v-*vr.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da pra- L ^'De.os de 'ol de Paono a 6* : na rua do
ca da Boa-Visla : a tratar na rua da Imperatriz "" D- ; .
o.46. j A 4#800 rs. a duza.
c !:' Meias cruaa ioglezas muilo boas para menino:
ao Sr. Ignacio na rua do Queimado n. 47.
A 640 rs.
Fil de linho liso
Precisa-se fallar ao Sr.
Ferreira Mendes Guimaraes, que too-
rou na rua da Conceicao da Boa-Vista :
nesta typographia.

mero 47,
na
a vara.
rua do Queimado nu-
#** nnnw VUJV aFint WmiWmalW WIMIW TU*-------... ^
SO dentista NunmPompiio.S
Vende-se urna canoa muito bem construi-
da, carrega um milheiro de lijlo, e navega com
um palmo de agua: a tratar na rua nova de San-
ta Rila n. 65.
Vende-se urna casa nova na rua do Pro-
gresso (camioho novo da Soledade) n. 15, com
commodos para urna familia.
Cama
Roa eslreita do Rosario n. 22
primeiro andar.
Bota denles artificiaos por molas e li- 1|
gaduraa e pela pressao do ar. Systema
americano sem arrancar as raizea, e faz 1
todas as operares de sua arte, com S
promptido e limpeza.
mmmmm m mmmmm%
Ka congregarlo da Faculdide de direito
desla cidade, celebrada no 1.* do correte mez
de margo, foi approvada, na forma dos actaaes
estatutos, a terceira edico das instituices de
Direito Civil Brasileiro, mais correcta e mais aug-
mentada que as precedentes; e acha-se venda,
por maior commodidade para com os alumnos da
mesma Faculdade, na casa da residancia do seu
autor, na rua da Saudade n. 9, desde o meio dia
al aa 3 horas da larde.
Urna casa estrangeira de pouca familia pre-
cisa de um cosinheiro oa cosioheira forra ou es-
cravo, comanlo que seja perilo uo seu officio : a
tratar na rua do Trapiche n. 36.
-LO, alosas, suisso, retira-se para o Rio de
Janeiro.
Inglez e francez.
Um meslre que tem conseguido a ensinar a
muitos jovens d'um e outro sexo a traduzir, fal-
lar e escrever grammaticalmeole francez e ioglez
dispoe-se a continuar a dar lines desles idiomas
a quem quizer se aproveilar de seu presumo :
para informaedes, falla-so na botica do Sr. Luiz
Pedro das Neves, ou na rua do Vigario o. 25, 2o
andar, onde mora o mesmo.
-Alugam-se o primeiro e segundo andares
da casa o. 27 da rua do Amorim: a tratar na
mesma rua n. 46.
Precisa-se alugar urna escrava pa.
ra engommar, cosinhar c ensaboar pa-
ra casa de pouca familia : na rua dos
Guara rapes n. 30.
Jos Rodrigues da Gunha Pontea, Brasilei-
ro adoptivo, vai a Europa.
Cuthberl Hall, John Ingleloo e James Bum-
by, subditos ioglezas, reliram-se para Europa.
O Sr. irmo terceiro Franciscano, qae na
occasio de acompanbar a procisso de cinza,
guardou o chapeo de sol na casa do irmo sa-
chriito, e que de volta procurou e nao o acboa
por tsrem levado, pode vir procura-lo, pagando
a despeza do annupcio, pois este inda tere cons-
ciencia; ainda falta o do Sr. reverendo pregador
qae tiraran de dentro de un dos gavetoos da aa-
ebriati*.
O Sr. Jote Candido da Silva Franca ten
Vende-se urna cama de Jacaranda, a qual de
armacao e sem ter uso : a tratar na rua do Cal-
deireiro o. 90.
T. Vende se a taberna da rua de Hortas n. 18
afreguezada e tem bons commodos para familia :
a tratar na mesma.
Vende-se um palanqun) da Babia, chama-
do de rebugo, em bom estado : oa rua do Impe-
rador n. 15, das 9 horas do dia as 3 da tarde.
Vende-se urna taberna em Olinda bem afre-
guezada na rua do Matbias Ferreira n. 1 : quem
a pretender dirija-se a mesma.
SHKIjM
Vende-se farinha do reioo a 100 rs. a libra e
sendo de urna arroba para cima ae far abalimen-
to, macarrao, aletria e lalharim a 320 rs. a li-
bra, asslm como mais gneros ludo em conta : na
rua da Imperatriz n. 88 defroole da matriz.
Vende-se
no primeiro armazem n.63 confronte para o arco
da Conceicao, milho, farelo e cebla e mais g-
neros por proco commodo ltimamente chegado.
Vende-te um terreno na estrada do Mon-
teiro denominado Lameiro, tendo 50 palmos de
frente e 600 de fundo : quem pretender dirija-se
ao beccodo Rosario n. 3.
de boa farinba e preco commodo, s na rua Di-
reita n. 17.
Saceos grandes
rinba e preco commodo, s ni
CARTOES
DB
VISITA
DE
Sin (DITO
Cartees de visita de novo gosto
Carldes de visita de novo gosto
Cari?e de visita de novo gosto.
Umaduzia porl6J000.
Urna duzia por 16(000
Urna duzia por 161000
Urna duxia por 16(000.
Retratista americauo.
Retratista americano
Retratista americano
Retratista americano.
Rua do Imperador.
Rua do Imperador
Rua do Imperador
Roa do Imperador,
S
Relogios
Vtnde-se em casa de Jehnsion Paier & G ,
rua ido Vigario n. 8, um bailo sortimenio de
I.
Na rua do Vigario n. 8.
Vende-se urna boa escrava muito mocaras bons
cottames qae se pode ter entre ramillas, faz to-
do torneo de na caaa manos carrsgar agua a
comprar oa-raa por ter recolhida, multe prepria
para urna respeitavel familia posiai-la quer bra-
silelra ou estrangeira.
Loja de miudezas
do beija flor da rua do
Queimado n. 63
Vendem-se goliinhas de vidrilho prelo a 800 a
1. ncas franjas e trancas, fita de reliado preto
propria para a quaresma, mais bsrala que em
outra qualquer parle.
Piano.
Vende-se por preco commodo um excedente
piano horiiontal, muilo proprio para qaem quer
apprebtnder: na rua da Cadeia n. 45.
Novos e lindos
enfeites para vestidos pretos
e de cores, e roupinhas de
crian cas.
En apropriado tenpo receben a loja d'aguia
branca um bello e completo sortimenio da enfei-
les de seda para vestidos pretos e de coras, e rou-
pinhas de enancas, sendo trancas e bordados de
novos e lindos desenhos, e difficeis lecidos, com
os qaaes pode-se com gosto e naoderolssimo en-
feitar qualquer vestido ou ronpinho de crianca.
Ao passo que ditos enfeiles a todos geralmeote
agradara, a commodidade dos precos anima ao
comprador, e eata verdade aera verificada por to-
dos qae se dirgirem dita loja d'aguia branca,
rua do Queimado n. 16, cojos precos esto mar-
cados as amostras, as quaes se darlo com pe-
nhores.
Gaiolas.
Lindas gaiolaa de rame, proprlas psra passs-
rinhos de aalimacao ; vende-so na rua do Quei-
mado o. 53.
Attenco.
Vendem-se alguns casares de pombos de raga
muito bons; na Capunga, na taberna do hespa-
nhol, se dir quem tem.
Para a quaresma.
A 15^000.
Palelols de paono fino forrado de sada : oa rua
do Queimado n. 47.
A 1^500 ocovado.
Grosdenaple preto bom ; na rua do Queimado
numero 47.
A14$000.
Vesitas de seda da moda : oa rua do Quei-
mado n. 47.
T3K
Wfco
americano a 4^500 a sacca.
Os senhores proprietaroa de cochelras que
quizerem spproveilar a commodidade de preco,
veoham qaanto antes comprar na rua da Madre
de Dos n. 12, armazem de Arsenio Augusto
Perraira.
\mmm mtm Meen mmmi
Interesse publico.
[Offerecido pela loja dej
marmore.
A loja de marmore tendo de apresen-
lar concurrencia publica o qae ha de
mais novo em fasendas, tanto para se-
nhoras como para homens e meninos,
sendo que psra este fim etpert de teas
correspondentes de Inglaterra, Franca e
Allemanha as remessas de teas pedidos,
tem resolvido, antes de apreaentar o no-
vo aortimenlo, liquidar aa fazendaa eiis-
tentet, o que effeciaari por precot m-
dicos e para cujo fim convida o reapeila-
vel publico a aproveitar-ae desla emer-
gencia.
Caixinhaspara conleilos e
presentes.
Muito lindo sorlimento de caixinhas muito lin-
das para se botar coofeitas ou mesmo com ellas
vaxias se mimosear urna menina, peloa baraiia-
simos precos de 320 al 20500 cada um. : na lo-
ja da Victoria oa rua do Queimado o. 75, junio a
loja de cera.
Quadros de moldura don-
rada e preta.
Lidos quadros de moldura dourada e preta,
com eatampas, pelo barato preco de 5ft que s a
moldura val o dinheiro: na loja da Vicluiia u
rua do Queimado o. 75, junto a loja do cera.
Caivetes finos pa-
ra pennas.
Caivetes finos para aparar peona, de duasfo-
Ihas, a 200 ris cada um : na loja da Victoria na
rua do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Vendem-se tres vaccas para acougae : no
sitio da Capunga Velha, no porlo do Lasserre, si-
lio do Sr. Wanderley.
Novo paquete das novidades
23-Rua Direita-23
Nesle novo estabelecimento achara o publico um grande sorlimento tendente a molhadoa
ludo por prego mais barato do que em outra qualquer parle :
Manleiga ingleza especialmente escolhida a 800 e 960 rs. a libra.
Dita francea a melbor do mercado a 720 rs. a libra.
Queijos flamengos ebegadoa no ultimo vapor a 29800 e 3|. /
Cha byson e prelo a 2 e 3#880 a libra. /
Vinho engarrafado dos melhores autorea a 10 e 1$200 a garrafa.
Vioho de pipa proprios para pasto a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial dos melhores autores a 800 rs. a libra.
Acochas portuguezas a 480'rs. a libra.
Passas nuiito novas a 500 rs. a libra. *
Latas co bolachiohjs de differentes qualidades a 1S400.
Conserva Knglezaa as melhores do mercado a 800 rs. o (rasco.
Mass's, Qhartm, macarrao e aletria a 440 rs. a libra.
Cervejadas melhores marcas a 560 a garrafa.
Geoebra dehollanda superior a 500 rs. a botija.
Velas de carnauba a 440 rs. a libra.
Ditas de esper mcete a 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320 rs. a garrafa.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
Alpisla a 160 rs. a libra.
Toucioho de Liaboa a 360 rs. a libra.
Alera dos gneros annunciadosachara o publico um grande sorlimeuto de um ludo tenden-
te a molhados mais barato do que em oulra qualquer parle.
Altencao
36Rua Nova36
Acaba de chegar um completo turtimoolo de
oceulos e lonetas de aro de ac, tartaruga, bfa-
lo, e burracha, para todas as vistas ; assim como
um completo surtimenlo de oceulos proprios para
molealia de olhos, aBanga-so vender mais ero
conta do que em outra qualquer parte ; assim
como grando surtimenlo de vidros para oceulos.
Venden-te dous terrenos sendo um em es-
quina com duzeotos palmos de frente e cento e
cincoeola de fundo, no lugar do Campo Verde,
freguezia di Boa-Visla, i frente para a rua da
Alrngao e a outra para a rua do DesengarA, com
a melade doa fundos murado, tem 4 quarlos
que rendem 249 por mez, nao precisa de aterro,
proprio, tambem veode-ae os cincoeola pal-
mos e o outro terreno na rua Imperial com do-
zenlos e desenove palmos de frente e fundos ao
rio Gapibaribe, nos fundos se acha as peredes de
urna porta 'agua para viveTYo, foreiro a mari-
nha : quem o pretender dirija-se a rua do Sebo
n.8.
Attenco
o
Na estrada de Joaode Barros sitio das
rozeiras existem para vendercm-sc 4
bois mansos de carro, sendo estes Cilios
do pasto (o que garante-se), e una car-
roca propria para o servico da aiiande
ga : quem pretender dirija-se ao sitio
cima que achara' com quem tratar.
Na oova loja de taooeiro, na rua do Amo-
rim n. 11, vendem-se pelos precos seguinles, pi-
pas rebatidas a 800 rs., bsrris a 320, par de an-
coras a 69, e outrna objectos mais barato do que
em oulra qualquer parle.
Vende-se macarrao, aletria e talharim a
240 rs., arroz a 100 e 120 rs., caf muido puro
a 360 rs., erva mate a 240 rs., sabao branco a
ra., alpisla a 160 rs.. assocsr branco a 100 e 1
rs. proprio para doce, gomrna a 100 rs. a libra
29560 arroba : est torrando, Santos h C. ru
do Cordoniz o. 1.
exposi^o de ean-
dieirosdegaz.
ama carta no eacriptorio de Taato Irmaos, ros do relogios de Jiro, patente ingle, de um ios man
10rp?eelsa-ie de nm co.inheiro que teja perito *?*1", W**?*!.:d.? L?"t,1 Umbwn
para o hotel em Apipados; qaem quizar dirija- UIP* 'rielada de benitos irsacsllini pars m
mo simo.
m
'umt urieisds u bom
1---1 lil I
Attenco
*
Vende-se feijao prelo, saccas grandes, a
dito mulatinho, saccas com 24 cuiaa a 129
armazem de Luiz Antonio Aones Jacome n, 7
confronte a aliaodega. /
- Vendem-se dous bois com carrosa : quem
pretender dirija-se ao logar do Lucas que acita-
ra com quem tralar ou a rua Imperial o. ^62,
que se informar o silio.
# veoe
Moiranliques de co-g
res bonitas a 2.000*
e 2,500 o covado /
Rua do Crespo n. 17, Guimaraes
Villar.

ende-te asa bonito cavallo caataat*. pro-
prio para talla, telltdo e enfreitde : a 'ttelat aa
eoelMsta de Thoaaa Jote do* fteis, ao Meado
If otef

Na rua Nova ns. 20 e 24.
O proprielario deste novo estabelecimento lo-
ma a honra de participar ao publico que tem de
novamente chegado a este estabelecimento um
riquissimo aortimenlo de candieiros de todas as
qualidades que se podem desejar, assim coreo
grande deposito de gaz hidrogenio de 1.a, 2.a e
3." qualidade, pelos pregos mais razoaveis que
se podem encontrar neste mercado, assim como
tambem se vendem meias latas e latas de um ga-
lo, e era garrafas a relalbo, aasim como tam-
ben variavel sorlimento de canquiltmia de bom
goslo, que muito agradar ao publico que visitar
este estabelecimento.
exposico de cuti-
laria.
rua Nova n. 20, loja de Carneiro
Vianna.
' O proprielario desle estabelecimento avisa ao
publico em goral, que lem recebido um riquissi-
90 sorlimento de ferragens e cutilaria, daa se-
uintes qualidades : facas de marm da 1.a qua-
idade para mesa e sobremesa, ditas de todas as
mais qualidades, ps de ferro palele calcadas
de ac, eqxadas de ac, csmis de ferro, bombas
de japy, metaes finissjmos para servico de meia,
e oulras muilas culilarias que por goslo se po-
dem comprar : na rua Nova n. 20.
Vende se um carro de 4 rodas novo, rece-
bido ultimameole de l'raoga, todo forrado de se-
da, com os toa patentes arreioa pratiades, obra
de muito bom gosto, sendo este caleche o mata
bonito que boje existe nesta cidade ; a tratar na
rua do Trapiche n. 14, primeiro aodar.
Bombas de Japy.
Vendem-se as bem acredilr-las bombas de Japy
de todos os tamanhos e por barato preco : as rua
da Ctdeia do Recife, loja de ferrageos n. 56 A, de
Vidal & Bastos.
Taberna.
Vende-se ums laDerna propria para um prin-
cipiante por ser bom lugar, na esquina do Forte
do Mallos, faz frente para a rua da Lapa a para
o largo em frente ao chafariz, fica no correr do
desembarque, n. 12.
Oh quepechincha!
Vendem-se palitos lindos e foliados finos pa-
ra denles, 2 masaos eon 40 matalobos por 400
rs. : na rua da Imperatriz, loja da arara n. 59.
Vende-se o aobrado ao lado do
Corpo Santo n. 25 : a tratar na rua do
Rosario da Boa-Vista n. li, das 4 as 6
bor da tarde.
- Vea*4 a MpUatiU calrioltl: t lis-
iar MUe AUggt, 97.
Magalhes < Men-
des.
Na ras di Imperatriz n. 56, loja e armazem da
arara, receben-se um novo e completo soriiien
lo de fazendas novas, a ser: popelina de uuadrl
gnjjs para veatidos de senboraa e roupa de nani-
BOf a 240 o covado, cassas suissaa de quadriuhoa
a nitagao lie aedinhas de quadros para veatidos
deteohoras e roupa de meninos a 980 o corado,
Iffrfurao de linho para veatidoa de senhoras e
roupa de meninos a 280 o covado, fusto para o
meano fin a 310 o covado, brege de corea a
360 o covado para veatidot, lazinhas para vtsU-
dSl a 280 e 400 ra. o covado, chitas a 160 e 200
re. o covado,ditas francezas a 240 e 280 o covado.
Panno preto.
Panno prets para caleta e paletott a 19800 e
39 o corado, corles de calcas de catemlra preta a
39. ditas enfealadas a 3J5O0e 49, saias balo sem
treos t 29500, ditat de madapolo a 39: na
rara, raa da Imperatriz o. 56.
Ni loja e annazeiD da
arara
vandem-te ne$as de madspolo entestado a 39'
cortes de chitas Unas com 13covdoa a 29j00, di-
oa de nscados chinezes a 29500, corles de pope-
lina de corea para vestidos a 29600, corlea de gor-
gurao para veatidos cora 18 covadoa a 6*500 di-
tos deilaa de U covadqs a 109. pecasTdebam -
bra.a branca a 1|600 e 2f, dil.s Qn.a com 5S-
noa de largo a 2*500. 39 e 39300, diaa para cor-
tinado a 3|. goliinhas con boiaozinho a 640 rs.
SoraSSn e lr"DaM0 1. magitos e gollinhaaa'
2|500. grosdenaple preto a U600, I98OO, 29 e
ai200 o covado, enfeites pretos o de cores oara
cabeca a 2*500. 35 e 49 : isto s na arara, que
vende baraio. na rua da Imperatriz, loja e arma-
zem da arara n, 56, de Magalhes & Mendes.
Rua Nova n, 18
Fazendas para a quaresma.
Para acabar.
Ricos corles de vestidos bordadoa a velludo,
prelos, que foram veodidos a 1509, e qae se ven-
dem por 1009. *
Ricos manteletes prelos os mais bem acabados
que tem vindo ao mercado, para senhora de qual-
quer corpo ou altura a 20, 30, 35 e 409.
Mantas de illo de linho Unas a 15.
Veos ou los pretos a 109.
I-uvas enfeiladas linas a 29.
pilas com vidrlhos e com palmas a 19 e 19280.
Um sorlimento de franjas prelas com vidrilhut
e sem vidrlhos a 400 e 500 rs.
Uuj grande tortimenlo de chapeos para senho-
ra, de dirTerenics qualidades, pelo mais baixo
prego que se pode encontrar
Fazendas pretas
l na loja do pao, rua
da Imperatriz n. 60,
de Gama Silva,
Vende-se baratissimo por ser lempo de qua-
resma as fazendas seguinles .
li icos man (.'leles de velludo pretos rica-
meple enfeitadoscom franjas largas os
msis modernos possiveit.
Modernisimos enfeites pretos a turca e
Garibaldi a
Ditos mais simples a
Dilos de vidrilbos muilo modernos a
Chales pretos de merino bordados com vi-
drilho a
Ditos de fil preto muilo Goos a
Mantas e veos pretos muilo linos a
Grotdenaples pretos, fazenda muilo en-
corpada, covado, a 13500, 19600, 1J800
Sarja preta hespauhola, covado, a
Meias de seda pretas para senhora a
Ditas de la e de laia para padres a
Luvas de retros bordadas com vidrilho e
sem vidrilho a 540 e
Ditas pretas de seda lisa a
Alpacas prelas muito finas a 560, 640 e
De ludo dao-se amostras com penhor, na rua
da Imperatriz n. 60 loja do Pavo.
Pannos pretos e casemiras na
loja do Pavo.
Vende-se panno prelo muilo boa fazenda a
19600,19800 e 29OOO o covado e dito que val 89
a 4b500 o rovado, casemiras pretas enfealadas a
39000. 39200 e 39M)0 o corle, ditas de urna s lar-
gura de lodos os precos o qualidades, selim pre-
lo da China, para calcas, palelols e coleles, com
6 palmos de largura a 39 o covado: oa rua da
Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silva.
Chales.
Grande pecliincha na loja do Pavo.
Vende-se os mais ricos chales com pona re-
donda e bolotas, leodo aa barras de velludo ou aa-
setinadas. imitando aa espichas mais modernas,
pelo baratissimo prego de 49500 cada um e dilos
da mesma qualidade com qualro ponas a 4(500,
diloa a Garibaldina, sendo muilo grandes, a 51 :
na rua da Imperatriz n. 60, loja do Pari de Ga-
ma Silva.
309000
69OOO
29OOO
800
129000
49000
49000
23500
2*000
SOOO
1J600
640
640
800
Sedas de quadriuhos a 720 rs.
na loja do Pavo.
Vende-se muilo delicadas sedaa de quadrinhoa
a 720 ris o covado : na rua da Imperaliiz n. 60,
loja do Pavo de Gama & Silva.
sem
Rival
igual
36 Larga to Rosario 36
Pedro Tinoco, conserva sompre neste estabeleci-
mento bom sorlimento de miudezaa e rap e est
disposto a vender barato, como seja :
Rap Paulo Cordeiro, libra a 19680
Gasse grosao, libra a JCOO
Dito meio grosso, libra a 1$600
Dito lino, libra a I928O
Rap de Lisboa, libra a 29700
Dito Meuroo, libra a 19040
Franjas pretas com vidrilho a 400, 500,
600 e 700
Tranca prelas com dito a 400
Bicos pretos a 210. 320, 400 e 500
Galo prelo com vidrilho a 360
Enfeites prelos modernos a 69OOO
Saboneles de bolla a 640
Bscovss para unhas a 320 e 500
Meias cruas para homem a 29400 e 39000
Appareinos para bonecas de 240 a J0O0
E outros mais objectos como sejam : boles,
luvas, pentes, toucas de la, fitas de seda e de
velludo e sarja, aloetes prelos para pello, Iran-
ias de caracol e oulras mais miudezaa que nao
possivel mencionar a miado.
Grvalas damoda.
Na loja da boa f, aa roa do Queimado o. 22,
se encontrar um completo aortimenlo de grava-
tas de seda pretas e de cores, que te venden por
precot baralissimot, como tejan: etiroitiahas
prelas e de lindas corea s 19, ditas con ponas
largaa a I96OO, dilaa pretas bordadas a I96OO. di-
tas prelas para duaa voltea a 2|; aa mencionad*
loja da boa f, oa rua do Quelmado n. 22.
Meias prelas de seda.
Vende-se meias de seda pretaa oara eeahtva
fazeoda muito superior pelo baratisaimo preco
de 19 o par : na rua do Qaairaado na bem eo-


6
DIARIO DE PEftNAMBUCO TKfiCA FI1B4 11 DE MABQO DE 18i
mi


ARMAZEIff
ROUP A FSITA
Joaquim F. dos Santos.
SO-lta k (Deiaalo-40
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sorlimento completo de ronpa (tita de
todas as qualidades e tambem se manda exeeutar por medida yootade dos trege-
les para o que tem um dos melhores profassoras.
Froco fino, e seda frouxa para
bordar
vende-se na ra do Queimado toja d'aguia branca
n. 16, onde se achara completo aorlimento.
Casacas ue panno preto a 40J,
Ufa
Sobrecasacosde dito dito a 35|e
Palelots de panno preto e de co-
res a 35, 80y, 25, 10, 18 e
Ditoa de casemira de corea a 22,
15|,12.7e
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo francezas a
Ditoa de merino setim pretos e.
de corss a 9| a
Ditos de alpaca de cores a 5 e
Ditoa de alpaca preta a 9, 7, 5 a
Ditos de brim de corea a 5|,
4500,4 e r
Ditoa de bramante delinbo b an-
co a 6, 5 J e
Ditos de merino de cordo preto
al5e
Caigas de casemira preta a de co-
rea a lt, 10, 95, 7 e
Ditas de princeza e merino de
cordo preto a 5, 6500 e
Ditaa de brim branco ede coras a
5. 4500 e
Caleta de ganga de cores a
Colfete de velludo preio e de co-
res lisose bordados a 12,9e
Ditoa de casemira preta e da co-
res lisos e bordado a 6,
5500,5
Ditos de setim preto
30000 Ditos de seda e setim branco a 6 a
309000 Ditos de gorguro de seda pratos
a da cores a 7, 6, 4 a
20000 Ditoa de brim e fualo branco a
3|500,25O0e
9000 Saroulas de brim de linho a 2 a
Ditas de algodao a 1600 e
10000 Camilas de peito defustao branco
ede cores a 2400 a
8J000 Ditas de peito delinbo a 5, 4 a 3*000
8500 Ditaa de madapolo brancas e da
3|500 cores a 3. 2*500, 2 e
Chapeos pretos de maaaa francesa
3500 forma da ultima moda a 10a,
8J500e
4000 Ditos de feltro a 6, 5, 4 e
Ditos de sol de seda ioglezaa e
8>000 francezes a 14J, 12, llg a
Golarinhoa de linho muito finos
6000 novosfeitios da ultima moda a
Diios de algodao
4500 Relogioa de ouro patente e hori-
zontal a 1003, 90- 80g e 70|000
2J500 Ditos do prata galvanitados pa-
31000 tente e horizontaes a 40 e 30|OOo
Obras de ouro, aderero* e meioa
8000 aderecos, pulceiras, rzalas e
ansia a 9
Toalhas de linho duzia 10$, 6 a 9g000
3g500 Ditas grandes para mesa urna 3 e 4900o!
59000
50C>
59000
3000
29200
19280
2200
1JW0
79000
2000
79000
9800
9500
Polassa da Russia.
Vende-se em casa de N. O Bieber S
C, succetsores, ra da Cruz n. 4*
Sal de Lisboa.
Vende se a bordo da barca portugueza Espe-
tarjr.a, sal de Lisboa limpo e redondo ; a tratar
na ra do Trapiche n. 17.
arniazem de lazendas
DE
Santos Coelho
Una do Queimado n. \$.
Lencoes de bramante de linho a 3.
Cobertas de chita finas a 29.
Ditas a preco de 19800.
Cambraias prelas muito finas.
Colchas de fusto muito lindas a 6.
Esleirs da India de 4, 5 e 6 palmos de largo
proprias para forro de cama e salas.
Lencoes de panno do linho Uno a 29
Algodao moustro a prego do 600 ra. a vara.
Toalbaa de linho para mesa a 4.
Ditas de fusto para mos, cada ama 500 rs.
Baldes para meninas.
INovos bonets de velludo, e
inarroquim dourado.
Na luja d'aguia branca vende-se mui booiloa
bonets de velludo, e marroquim dourado, os
'juaus ao agora mui necesianos para os meni-
nos que vo para a escola e quem os quizer com-
prar maia baratos diriRir-se ruado Queimado
loja d'aguia branca n. 16.
Mantas de retroz.
Vendem-se mantas de relroz pira grvalas a
500 ris na ra do Queimado n. 22 na loja da
Boa F.
Liquidadlo.
Braga, Silva <& C, em liquidado, convidara
nos seus devedores a virem saldar seus debito*
dentro de 30 das, e parlicipam que medidas ter-
minantes sero empregadss contra os que nao
comparecerem.
Urna barcaca.
Vende-se ma barcaca do porte de 33 caixaa,
encalhada no eslaleiro do meslre carpinteiro Ja-
cinlho Eleabo, ao p da fortaleza das Cinco Pun-
tas, aonde pode ser vista e examinada pelos pre-
teudenles ; vende-se s prazo oa a dioheiro ;
tratar com Manoel Alvea Guerra, ns ra do Tra-
piche o. 14.
PEIXE
Duarte Gompanhia
receberam pelo ultimo vapor as aeguintes quali-
dades de peixe o mais bem arranjsdo que se po-
de desejar em lataa lacradas hermticamente pe-
los pregos de 19200 a 3$ a lata :
Chourigas linas promplai.
Pescada assada e cozida.
Pargo assado.
Roblos dil.
Cavada em azeite.
Guras assado.
Nulas de tigelada.
Savel assado.
Sarda ern azeite.
Congro.
Mnguados fritos.
Ostros.
Aftim marinado.
Tambem receberam paroles di- sil refinado a
240 rs. cada um e lats com feijo verde a 800
rs.: nos rmazeos Progresivo e Progresista 00
largo do Carmo n. 9 e ra das Cruzes o. 36
MOTA
Pe chine ha
Capachos.
Vendem-se capachos redondo* e compridoa e
de diversos tamaohos, e os melhores que tem
vindo a este mercado, palo baralissimo preco de
600, 700 e 800 rs. cada um, e tambem ha capa-
chos muito grandes e proprios para sof o mar
quezaa para 1400 cada um : na ra do Queima-
do, na bem conhecida loja de mludezas da boa
fama n. 35.
Chapeos de castor.
Vendem-se chapeos de castor de primeira qua-
hdade a 89, que j se venderam a 16, para
acabar: na ra da Imperalriz, loja n. 20, do
Duarle.
LuvasdeJouvin.
Na loja da Boa F na ra do Queimado n. 22
sempre se encontrarlo as verdadeiras luvas de
Jouvin tanto para homem como para senhora,
adverlindo-se que para aquellea ha de muito
lindas cores, na mencionada loja da Boa F na
ra do Queimado n. 22.
Agua de lavander e pomada.
Vende-se superior agua de lavander ogleza
pelo baralissirao prego de 500 e 640 rs. cada fras-
co, potmda maitissimo ioa em paos grandes a
500e a 1, vende se por lo barato preco pela
grande quanlidide que ha : na ra do Queimado
na loja de miudezaa da boa fama o. 55.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonitos bicos de linho de dous a
qualro dedos de largura fazenda muito superior
pelo baralissimo prego da 240, 320, 400 e 480 rs
a vara, vende-se por tal prego pela razao de es-
tarem muito pouca cousa encaldidos, tambem se
vendem pegas de reodas lisaaperfeitamente boaa
com 10 varas cada pega a 720, 800 e 19. ditas
com salpico* muito bonitas e diversas larguras a
I920O, l600e 29 a pega, ditas de seda a 29 ca-
da urna pega : na ra do Queimado na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 35.
Liuhds de cores em nvelos.
Vende-se linhas de cores em nvelos fazenda
em perfeitissimo estado pelo baralissimo prego
de 19 a libra : na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
Papel de peso a 2f a resma.
Vende-se na ra do Queimado toja de miude-
zas da boa fama n. 35.
Aos fabricantes de velas,
0 amigo deposito de cera de carnauba e sebo
em pao e em velaa, eatabelecido 00 largo da As-
sembla n.9, mudou-ae para a ra da Madre de
Dos n. 28, quasi defronte da igreja, onde conti-
na a haver um completo soriimenlo daquelle
gneros, que se vendem por pregos razoaveis.
Barato assim barato de mais
SaLorete finos.
A loja d'aguia branca recebeu urna crescida
quantidade de saboneles finos para barbaa, os
quaes convm a lodos compra-Ios mesmo para
mo, avista do diminuto prego de 39 porquanto
se esl vendtndo a duzia. Para satisfazer-se aos
bons freguezes se vender tambem em menores
porges, porm quera mais comprar maia lucrar
porque assim barato nao ser fcil tornar a ha-
ver, e mesmo agora s ha oa ra do Queimadr
loja a'aguia branca n. 16.
Coraes.
Em massiuhos a 500 n. cada um.
Em fios a 640 rs. cada um.
Em vollas de 3 fios a 2500 cada urna.
Vendem-aa muito booa coraes, em masainhos,
Dos e vollas de 3 fio, pelos baratissimos pregos
cima: na ra do QueirxaJo loja d'aguia branca
o. 16.
Objectos de phantasias
pulseiras de missangas.
A loja d'aguia branca acaba de receber uro
bello e escolalo soriimenlo de pulseiras de mis-'
singas com borlas pendentes, obra de muito gos-
to, e o que de maia perf-il se pode dar em laea
objectos, e aa est vendendo a 19500 cada urna,
tanto para senhoras como para meninas e pela
novidade do gosto e apuro da moda nao lardaro
em se acabaras que ha oa loja 'sguia branca,
ra do Queimado n. 16.
As verdadeiras pennas ingle-
zas caligraphicas.
Pechiiuha admiravel na
l ja do Pavo a 10$
Vende se peqas de bramante de linho
puro bastante encorpado proprio para
lencoes, toalhas, seroulat, camisas, pa-
letots etc ete tendo cada peca 27 va-
ras pelo baratissimo preco de lO# a pe-
ca, e tambem se vede meia peca por
5# ou se retalha a 400 rs. a vara : na
A loja d'aguia branca araba de receber sua
encommenda das verdadeiras pennas de ago
ioglezas caligrsphicas, dos bem conhecidos e
acreditados fabricantes Perry & C., e apesar da
falla que havia densas boas pennas, cora ludo
vendem-*e pelo antigo prego de2/000 a caixiuba
-3 urna groza, quanlidade essa que as falsifica-
das nao trazeos. Para torrar de engaos, as ca-
xinhas vao marcadas com o rotulo que diz. Loja
d'aguia braoca ra do Queimado o. 16.
Veode-sa um lerreoo em Santo Amaro,
nato ao hospital ioglez, com 700 palmos de fren-
e, em muito bom estado a tratar na ra do

Vende-se fazenda denominada liodeza, ptima
para vestidos a 160 ra. o covado : na loja do Du-
arte, roa da Imperalriz n. 20.
Semen tes de hor tal ices.
Vende-se na ra da Cruz do KeVife, deposito
de pao e bolacha n. 32, semeotes de hortalices de
toda* aa qualidade, chegadaa no ultimo paquete
da Europa. r
Ricas
molduras para quadro
Vendem-se ricas moldaras para quadro, tanto
douradas como prelasflngindo Jacaranda: na ra
da Gadeia do Recite o. 7, loja de miudezas de
Guedes A Gongalves.
Superiores meias de Ida.
Vendem-se superiores meiaa de la, taoto cur-
tas como compridas r na ra da Cadeia do Re-
cile, loja n. 7, de Guedes & GongaWe*.
Ricos eneiles.
Vendem-se ricos a superiores enfailes os mais
modernos que ha, pretos e de cores, pelo bara-
lissimo prego de 6 e 69500 : na loja da boa (,
na ra do Queimado n. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias francezas da lindaaco-
res, pelo baralissimo prego de 280 o covado ; na
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
Cambraia Visa.
Vende-se cambraia liaa transparente muilo fi-
na, pelo barato prego de 4 e 58 a pega com 8 1|2
varas, dita lapada muito superior, pega da 10
varas a 6f : na ra do Queimado n. 22, na loja
da boa f.
Bramante e aloaUvada de
Vende-ae superior bramante deparo linbo com
duas vara* de largura a 29400 a vara, aasim como
atoalhado adamascado tambem de puro liobo,
com 8 palmos de largura a 29500 a vara : na bem
conhecida loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortes de ea\a.
Vendem-aa cortes de caiga de meia casemira
de cores escuras a 2$ cada corle ; na loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Ra da Senzalla Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhaon & C,
sellins e silhoes inglezos, candieiros e casiijaes
bromeados, lonas ioglezas, fio de vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous cavalLs, e relogios de onro palete
ingles.
Libras sterlinas.
Vendem-se no escriptorio da Manoel Ignacio
de Oliveira 4 Filho, praga do Corpo Sanio o. 19.
Lencos bvaneos muito
unos.
Vendem-se langos braocos muilo finos, pelo
diminuto prego de 29400 a duzia, graude pe-
chincha : na loja da boa f, na raa do Queimado
numero 22.
? Gollinhas
de traspasso bordadas em
cambraia fina
Vendem-se a 2 cada urna : na ra Yo Quei-
sem segundo
Na ra do Queimado o. 55 loja de miudezas
de Jos deAzevodo Maia a Silva, est vendando
todas as miudezas por pregos j sabidos eo-
onecidos :
Grotas de pennas de acode todas as q uni-
dades a
Nvelos de linha que pelo lamanho a toldos
admiram a
Caixas de agulhas francezas a
Caixas com alneles muilo finos a
Laixascom apparelho para enlreler ne-
ninos a
Ditas ditos grandea a
Baralhos portugueses a 120 a
Croza de botes pequeos para caiga a
I esouras para unhas muilo finas a
Ditas para costura muito superiores a
uarajnos francezes para voltarete muilo -
Agolheiros com agulhas francezas a
Caivetes de aparar pennas de 1 folha a
regas de traoga de lia com 10 varas a
Ditaa de traoga de la de todas as cores a
rares do sapatos de tranga de la a
Cartaa de alQoetea francezes a
Pares de luvS8 Uo da Escocia muito finas a
ilas ditas brancas grossas a
Escovaa para limpar denles muito finas a
Massos com superiores grampos a
Cartoes com cohetes de algum defeito a
Ditos de ditos superiores a 40 e
Dedaes de fundo de ago muito superiores a
talladores para vestidos de senhora com *
?aras a
Caiya com cohetes francezes a
500
120
120
60
240
500
200
180
400
400
320
80
80
200
800
1|280
100
320
100
200
40
20
60
100
na ra
roado, loja d'aguia branca o. 16 A ob
o lempo proprio ; a ellas, freguezas,
se acabem.
boa e
o' j que
Loja das 6 por-J
1 tas em frente do Li- l
vramento.
Roupa feita minio barata.
Palelots de panno fino sobrecasacoi, '
ditos da casemira de cor de fusto, ditos (
de brim de cores e braocos, ditos de !
ganga, caigas de casemira prelas e de
cores, de brim branco e decores, de gao- i
ga, camisas com peito de liobo muilo t
finas, ditas de algodao, chapeos de sol "
de alpaca a 4 cada um. i
80
40
80
19000
160
120
120
iza
iris de alunles de ferro a
Charuteiraa muito linas a
Tinleirasde vidro com tinta a
Ditos da barro com tinta superior a
Ama preta e azul muito fina a libra n
Tenio nova remesia de labyrintho para ven-
a P2rTlodo pre5' "sim como ,enh0 trangas de
Beca dierentes cores para vender por lodo di-
nneiro que oilerecerem.
Attencao.
para a quaresma.
Na praga da Independencia ns. 14el6 tem
para vender-se, muito baratas, golias de bloode
preto, enfeitadas de Uta de veludo e bico a 4
ra., camisioha* e maoguilos a 3J0OO rs., mante-
letes pretos de bloode a 12000 rs., chapos de
palba para senhora a 35000 rs.
Vendem-se caixes va-
nesta typographia
zios a
Galanteras de gosto
E' o que pode haver de mais gosto em galan-
tera da vidro e porcelana como sejam jarros,
frasqainhos e garrafloha, manteigueras a assa-
careiros, jarrinhos para boqueta de cravo a oa-
l'M /">: aloja da victoria na ra
do Qaaimado n. 75, junto a loja da cera.
Miudezas baratas
Na loja da victoria na ra do
Queimado juuto a loja de
cera.
Clcheles francezes em carlao a 40 ra.
Alfineles francezes cabeca chata a 120 rs. a carta.
Papel com canlo a tantos alfloetes a 40 rs. o
papel.
Linhas victoria em carritel com 200 jardas a 60
rs. o carritel.
Ditas de 200 jardas de Alexander a 900 rs. a du-
Dilaa de 100 jardas brancas e de cores a 30 rs. o
carritel.
Ditas da Pedro V brancas a de cores a 40 rs. o
carlao.
Grampos a 40 rs. o mago.
Eofiadores brancos a 60 e 80 rs.
Carteiriohas com agulhas francezaa a 320 rs.
Trangas brancas de linho a 100 rs. a pega.
Agulhas de enfiar vestido a 40 rs. cada uma.
Eoutras muitas miu-ezas que se affianga ven-
der barato psra quem comprar victoria sempre
contar: oa loja da victoria na ra do Queimado
o. 75, junto a loja de cara.
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta loja por estar constan temante a receber
perfumaras finas de suas proprias eocommendas,
bem ae pode dizer que est cooalituida um depo-
sito de ditas, lendo-as sempre dos melhores e
mais acreditados fabricantes, como Lubio, Piver,
Coudray e Societ Uygienique, ele, etc. ; por
sso, quem quizer prover-se do boro, dirigir-se
a ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que
achara sempre um lindo e completo sortimeolo,
leudo de mais a mais a elegancia dos frascos, e a
barateza por que se vendem convida e anima ao
oomprador.
N. O.Biebar & C.saccessores.rna da (Iras
n. 4, tem paravanderrelogiosparaalgibeira da
ouro a prata.
Vende-se o engenho de Palmeirinha. sito
na comarca de Pao d'Alho. coro 500 a 600 bragas
de frente e meia legua de fundo, trras cobertas
(le boas malas, e boa produego para canna e ou-
iros legumes abrejado, de boaa aguas correles,
perlo da cidade da Victoria, com distancia de 1*-
goa e meia : a pessoa qe preteoder,diriia-*e ao
mesmo eogenho tratar.
Esceocia de ail.
Para engommado.
Vendem-se frasquinbos com escancia de ail
sonsa excelleote para engommado porque aaaa
Sota dalla bstanla para dar cor aa ama bada
a gomma tendo da mais a maia a precioaidada 4a
nio manchar a roapa como maitaa vezes acon-
tece com o p de ail. Casta cada fraaquinho
500 rs.: na ra do Qaaimado loja da agaia bran-
ca o. 16.
Riscado monstro.
Vende-se riicado moustro, fazenda muilo eco-
nmica para o aao domestico por ter grande,lar-
gura e o san prego aer da 200 ra. o aovado!: na
ra da Imperalriz. loja n. 20, alo Duarte.
Panno de algodao da
Babia.
Vende-se no escriptorio de Antonio Luis da
Oliveira Azavado & C, raa da Cruz n. 1.
iVGENCIrV
j
DA
Fundido Low-Noor,
Boa da Senzalla Nova n. 4*.
Neste esubelesimeoio continua a haver um
completo sortimeolo de moendas a meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e laixas
de farro batida e coado de todos os umanhos
para dito,
Soahall Hellors & C, tendo recebido or-
dena para vender o sea crescido deposito da rslo-
gios visto o fabricaole ter-aa retirado do nego-
cio ; convida, portento, s pessoas que qaixeram
possuir um bom rologio da oaro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-ae da op-
portunidade sem perda da tampo, para vir com-
pra-Ios por commodo prego no sea escriptorio
ra do Trapicha n.28.
Taixas
para engenho.
Grande reducc.o nos precos
para acabar.
Braga, Son & C. tem para vender na ruada
Hoeda taixas de ferro cuado do mui acreditado
fabricante Edwin llaw, a 100.rs. por libra, as
mesmas que se vendiera a 120 ra. : quem preci-
sar dirija-se a ra do Trapiche n. 44, armazem
da fazeodas.
ARMAZEM PROGRESSIVO
36^ra das Cruzes de Santo Antonio, 36
ra da Imperatriz n. 60. loja do Pavo, Tr,fche o. 44, armazem de Brega Son C s, das a 600 rs. a groza : na
de Gama & Silva r.T Ven??."85 um .noT'l luno dJ P" bem conhecida loja de mi
ae uama tt sur. raga: do sitio fronteiro a igteja doi AJHietoi. (mero 35.
oflereSma todo^T, lr, T da E1urpa,d8 Sua ProPr,a *n">"* < "ores gneros, de ludo tendente a moldados, e por sta
gaTn-^ P q qUerW,ateleCime,'l' '"ndendo sempre as boas qualidades de noms gneros, que para isso nos obrigamos o
Mailteiga Ugleza especialmenteescolldida a 850 e l00O, a libra eem barril a 800.
Idein fraDCeza a primeira da safra nova 700 rs. e em barril a 600 ra.
QueiJOS flameugOS rindes no ullimo vapor a 31000. eem por5o ter adaiimenlo.
^UeJ0S lundrinOS osmeldores do mercado a UP00O a libra, e sendj inteiro a 950 rs. a libra.
Cha nySSOU muilo superior a 2#800 e 3&000 a libra. ?
Cha pretO O que da de melhor neste genero vindo a primeira vez ao nosso mercado a 29100 a libra, e tambera temo* nata 19800.
PreSUUto IDglez para fiambre 700 rs. a libra.
PresuntosI portugueses vindos do Poriode cas. parlicular a 500 rs. a libra ..nle.ro 460 rs.
PaiOS e CilOUriCHS muilo novas a 600 rs. a libra eam darris de arroba a 15.
| ml390oT49000Oa^duzi^dt'POr,0' Por, fio* n8CUr'C,rc*,,l,0S- ve,ho' eco Feitoria aedamissode 19200 a 1300 a garrafa, a
VlUhO BordeaUX de superior qualidade diversas marcas de 800 a 19 a garrafa a de 8*500 a 10000 a duna,
VinhO DQUSCatel >9000 a garrafa e 10*000 a duzia.
VinilO para p a^tO do Pono, Figueira, a Lisdoa da 500 a 600 rs. a garrafa a de 49000 a 4800 a caada.
Jlarmelada deudos os concerveiros de Lisdo a 900 rs. a lat de 1 libre, e 19700 as daduaslidrss, e em porreo lera adatim.nto.
Latas COm pdXe savel, pscala, pargo. roballo, cavalla, guraz, sarda, congro, l.nguado, ostra, lula de fjelada, ebouncas
finas o mais dempreparado que lem vindo ao nosso morcado, de 1300 a 39 a lata.
LataS COin erVllhaS porluguezas e francezas a 600 rs. e 720 a libra.
Latas COm bolachillhaS desoja de todas as qualidades a 1440 rs.
rIgOS de COmmad re em caixinhas de 8 libras as mais bim enfeiladas que lem vindo ao mercado a 2800 a caixind e 400 rs. a lidr.
Peras muilo novas a boas em caixinha de 4 libras a 3000 a caixinda e 19000 a lidra.
AmeixaS francezas em latas de 5 libras por 49000 e 1000, a libra.
PaSSaS em caixindas da 8 libras, a 29500 a caixinda, e 500 rs, a lidra e a 90 a caixa de arroda.
tiOrinthiaS para pulim em frascos de 1 112 a 2 lidras a 1500 a 19800 o fraseo, e a 800 rs. a lidra
LaiXinhas proprias para miraos, cora passas, figos, araeixas, peras, amendoas, e nozes, da 29000 a 59000 is. a caxmda.
Conservas ioglezas porwguezas a 600 e 800 ris o frascoa 9* a caixa.
Macarro e lalbarim, muito novo, para sopa a 320 a lidra e 69000 a 'caixa.
CiOmma muito alva coraosa pdedes-jar a 10O rs. a lidra,
AmendoaS de casca molla a 400 ris a lidra e nozes a 200 rs. eera porjao ter abalimanto.
Champanhe das meldores marca, de 157a 20000 reis o gigo.
(nOCOlate portuguez, francez, e ioglez, a 900 rj. a libra'
Cervejas das melhores marcas a560 rs. a garrafa, a 59500, a duzia.
COgnac muilo superior a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia.
Genebra de Hollanda 600 rs. o frasco a 69500 a frasqueira. v
Vinagre de Lisboa puro a 240 rs. a garrafa, e 19800 a caada.
DO em garrafeS d 5 garrafas, por 19200.
Espermacete Superior a ?60 rs. a libra a 740 rs. em caixa.
Arroz d India a 100 rs. e do Maranbao, a 120 rs a lidra e da 39000 a 3200 a arroda.
Lenlllbas francezas o melhor de lodosos legumes a 500 rs. a libra,em porjo lera abalimanto.
Latas COm feijo Verde muito bem preparado a 80 rs.
Latas com sardinha de Nant*s a 44o e 600 rs. a lata.
Massa de tomate am latas de nma libra a 900 rs.
AlpiSta a 160 rs. a libra e pain$o a 240, e 59 a arroba do al(isla ea 6|400 a do paingo.
"otes grandes COm Sal refinado a 640 lambam lemos em pacotas, auilo proprios^para meza a 240 e200 rs. a libra.
BatatiS em gigosde uma arroba a 19500, e 80 rs. a libra.
Doce da casca da goiabaxde 19000 a 1200.
AZelte doce purificado, a 800, a garrtafa e 99000, a duzia.
possivel e dos mais lindo*gostos que lem vindo PaIIdq livailnc A. r n<*
a este mercado, pelo btraiissimo prego de 29500 1,xa"os Para denles, os rilis bem feios que tom vmdo ao mercajo, a 200 rs. o Majo com 20 massindos.
cada uma, carleiras com agulbas as mais bem | Bolachnha iflffleza muito nov^i a 400 rs. a lidra e 59000 aldarrica.
ortidas que se pode despiar, o em quanlo a qaa-! t. *. \
lOUCinho de Lisboa a 320 reis a libra e 109000 a arroba.
Velas de Carnauba ecomposicao^ 400 rs. a libra e a 129500 a arroda.
Ara ruta a maldor que se pode desejar a; 320 rs. a lidra.
oevada edegada ltimamente a IbO a vbraea 49 a arroda.
LeDOlaS muilo nota i 600 rs, o canto V 400 rs, as pequeas para conserrs, N
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-*e em porco e a retalho de uma acca
psra cima, e por commodo prego : oa ra da Ma -
dre de Dos confronte abolir n. 30.
Canos de chumbo. *
Vendem-se esnos de chumbo de todas asgros
suras; na loja de ferraRcns, ra da Cadeia do Re-
cite n. 56 A, de Vidal & Baatos.
Milho e arroz de
casca.
Vendem-se sacess coai milho e arroz muito ba-
rato, em porco e a retalho : na Iravessa do pa-
leo do Paraito o. 16, com oilo para a ra da
Florentina.
Cera de carnauba e farelo de
Lisboa,
por muito menos que ero qualquer parto, e cal de
Lisboa em pedra por 5:000,"
bar : vende-se na ra da
a barrica para aca-
dre de Dos o. 10.
Vendem-se hostias a Irea por dous vintn*,
na ra larga do Rosario, loja da miudezas o. 38;
na ra de Santa Rila, easa n. y ; e na Boa vis.
l, defronte da igreja da SanuJLruz, cssa da es-
quina para a caixa d'agua n. I07- e por um ceolo
19280.
mcnm atscx mmimmtmmn
Lii|ida$aO
A loja de marmoro.
I liourmu de cisemira para senhora a 109 St
Manteletes de grosdenaple a loj
I Lequesde sndalo a 5^
9 liuurnusde caicmi'ra para menino*
32 de ludas a* idades a 5])
Gfande soriimenlo de rascarrilhas,
trangas e lilas de todas as cores para en-
9 feites de vealidoa por precos maia bara-
m tos do qno em outra qualquer parte
mmmm-mm mmmmvKiM
Aboatama
vende Ti velas para cintos o mais bem dourado que
lem vindo
1 de 295001D --------r..-. -.
mai* bem IJOlacninha lflffleza muilo novi
iLiaqua- rr..:!_. i.x", _. .
Iidaue nao pode haver nada melhor, palo barato
preco de 500 rs. cada carleira, pennaade ago ca-
ligrapbia verdadeiras a 29 cada caixinha com 12
duzias, ditas de langa verdadeiras n. 134 a 19200
cada roza, ditaa muilo boas aioda nao conheci-
1 ra do Queimado, na
iudezasda boa amanm-
t ~ n
^


)

DIARIO DB FRNABCO
Guirosries & Lu, donoi da lojada miudeas
da raado Queimado n. 86, boa fama, participial
10 publico que o sea estabelecimento se acha
com;letamente prvido das melhorea mercadoriaa
tenientes ao mesmo estabelecimento, e muilos
ouiroi objecloi de gosio, sendo quati todos rece-
bUoa de suas proptlaa encommendas ; e estando
lea inteirameote resolvios a nao Tenderen)
dado, afiangam,veader mais barato do qoe oulro
qualquer ; e juntamente pedem aoi aeua devedo-
res que lhea mandem o* venham pagar os seus
debito*, son pena de aerem justigadot.
Meias de la
para meninos ; na ra da Cadeia do Recife no-
mero 15.
Chegaram de Lisboa no brigua cEagenU,
dous bonitos burros e urna burra, os quaes se
renden por barato prego : para ver, na cocheira
do largo da Assembla o. 4, e para tratar, noes-
criptorio de Antonio Luis de Olivcira Azevedo.
A 320 rs. o covado, grande
pechineha.
Vendem-se superiores cambraias francezas de
muito bonitos padrees a 320 rs o covado, 6 fa-
zenda muito fina que sempre veudeu-se por 800
e IB a vara, venham por ellas, antes que se ca-
bera ; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida toja da boa f.
Aos senhores sacerdotes.
Acabam de chegar 6 loj da boa f, na ra do
Queimado n. 22, meias pretas de seda muito su-
periores, propriis para oa aenhores sacerdotes
porserem bem compridaae muilo elsticas ; ven-
dem-se pelo barato prego de 69 o par, na men-
cionada loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
para a ajos*
Vendem-se na roa da Senzala Nova n. 30, cai-
xinhascom doce por prego commodo, recommen-
daveis para os aojos de procisslo.
Grande sorlimento de fazen-
das pretas.
Grosdensple preto bom a lg600 o covado, di-
to superior a I98OO, dito a 29. dito largo a 29200,
dito niuito superior a66O0. 25800 e 39, chama-
lote preto de superior qoalidade a 39, sarja preta
lares a 29, dila hespanhola muito superior a
22800. dila lavrsda superior a 29200, selim pre-
to a 2$" e 39, dito maco superior a 49, velludo
preto Dom, pannos pretos de I96OO, 29, 39, 4$,
55, 69, 89 e 109 o covado, casemiraa pretas s
15600, 29, 2950 ee muito Qna a 49 o cova-
vado, los prelos de 6$, 7$ e 89 ca la um, mantas
pretas de fil de lindo a 79, 89. 99, 109 i S;
cada urna, lindos manteletes de seda prelos bor-
dados con muito goslo e differenles lmannos a
ultima'moda, zuavos prelos bordados, capas pre-
tas enfeitadaa com muilo gosto e outras muilag
fizents pretas proprias para a quatesma que
daixam de mencionar-se ludo mais barato do que
em outra qualquer parte : na loja do sobrado de
4 andares na ra do Creapo n. 13, de Jos Mo-
reira Lopea.
Vendem-se burros gordos' e mansos : no
eogenbo Jurissaca, do Cabo : a tratar alli com o
Sr. Domiogos Francisco de Souza Leo.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P.
Jonhston & C ra da Senzalla Nova
42.
Palmatorias de vidro e de a-
tao para vellas.
Vendem-se bonitas palmatorias de vidro lapi-
dado para valla 19800, e ditas de lati mui
nov.s e limpaa T400 rs. : na ra do Queimado,
loja da Aguia branca n. 16.
Peitos de fusto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-se bonitos peitos de fuslSo lavrado e
traogado para camisas a 500 rs. cada um, faien-
da mui boa e eocorpada : na ra do Queimado,
loja d'aguia-branca n. 16.
Novo sorlimento de tiras b&
dadas em ambos os lados,
A loja d'aguia-branca recebeu um novo e lin-
do sorlimento de tiras bordadas em ambos os la-
dos, e contina a vender baratamente a.19300
cada tira, e outras de bordados muito largos a
29OOO, o melbor que possivel em tal genero,
a todas ellas, pela largura que leero, podem ser
divididas ao meio, pelo que se tornam baratlsst-
ra": n> ra do Queimado, loja d'aguia branca
0.I6.
Gollinhas e manguitos de pu-
nhos bordados.
Na loja da aguia-branca vendem-se gollinnhas
e manguitos de punhos bordados em lina cam-
braia transparente por 29500 tudo, o que na ver-
dade baratissimo : na rna do Queimado, loja
d'aguia-branca n. 16.
DE M*RCO DE 1851
GELO
n.
Aviso.
Vende se um ptimo savallo psra cabriolet,
por ser muilo manso e bom trotador, bem como
tambem serve para sella: a tratar na Tna da Cruz
do Recife c. .6
X
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 31, vende-se gelo de boje em diante
arroba a 5/f500, e meia arroba 2#000,
e a libra a 160 ris : tambem recebe-se
assignaturas das pessoas particulares lo*
go que seja diariamente, at que e
acabe o gelo.
predio venda
Vende-se a casa de dous andares e sotSo. mei-
>gua, no becco das Miudinhas o. 8, avaliada em
2.0009, a qual rende 1 1|2 por cenlo ao mez ; na
ra do Trapiche o. 14. primeiro andar, ba pesaos
aatorisada pelo propietario para effectuar a ven-
da da mesma casa.
Meias para sssnlisra.
Vendem-se superiores meias para ser,hora pe-
lo bfratissimo prego de 39840 a duzia; na loja
da e f, na ruado Queimadon. 22.
V Entremeios
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca se acha um bello orli-
ment de entremeios bordadoa em fina cambraia
transparente, e corrro de seu costume est veo-
dendo baratamente a I92OO a pega de 3 varas,
tendo quantidade bastante de cada padro, para
veatidos ; e quem tiver dtnheiro approveitar a
occaslo, e manda-Ios comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Agnlhas imperiaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em vistis sempre
vender o bom, mandou vir, e acabam de cbegar;
aqui (pela primeira vez) as superiores agulhas
imperiaes, com o fondo dourado e mui bem fel-
fas, sendo para alfaiales e costureir.it, e# cusa i
cada papel 160 rs A agulha assim boa anima
oriionlo juco. ., evill ello, c I-Ul ri'Kra 880 1
mais baratas do que as outras; quem ss com-:
prar ni ra do Queimado, Joja d'aguia branca n
16, dir sempre bem deltas.
RA M QUEIMADO M'W
GE AND10fil!'TTW1!N',
^ASEROUPKSF
Sorlimento completo de sobrecssacos de pinno a 2F-J, 289, 309e 359, caaacos muito bem
faitss a 258, 28g, 30) e 35|, paletots acasscados de panno preto de 16 at 359, ditos de easemira
de cor a 159,18$ e 20f, palalots saceos de panno e caaemira de 89 at 149, ditos saceos de alpaca
merino la de 49 at 69, aobre de alpaca e merino de 79 al lu, caigas pretas de easemira de
89 al 14J, ditos de cor de 79 at 10$, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sorli-
mento de ronpas de brins como sejam caigas, palelota e colletes, sortimenlo de colletas pretos da
setim, easemira e velludo de 49 a 9f, ditos para cassmento a 59 69, paletots braocos de bra-
mante a 49 o 5f, caigas brancaa muito Boas a 58, e um grande sortimenlo de (azendaa fin s e mo-
dernas, completo sorlimento de casemiraa inglezas para hornero, menino e aenhora, seroulas de
linho ealgodao, chapeos de sol de seda, luvas de seda de Jouvio para homem e aenhora. Te-
mos urna grande fabrica de alfaiale onde recebemos encommendas de grandes obras, que para
leso est sendo sdminlstrada por um hbil mestre de semelhante srte e um pessoal de mais dt
ctncoeoia obreiros escolbidos, porlaofoexecotamos qualquer obra com promplidao e mais barato
d o qoeem outra qualquer casa._______
Ra da Senzalla Nova n. 42
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de receber por
amostra una pequea quantidade de fivellss
douradas e esmaltadas para cintos, todas de nu-
vos e bonitos moldes, e tambem douradas que
parecem de ouro de lei, o que s com experien-
cia se conbecer nao o serem, estando no mesmo
caso as esmaltadas, e assim mesmo vendem-se
pelo barato prego de 28500 rs. cada urna, na ra
do QueimaJo loja d'aguia branca n. 16.
Cestiiihas ou cabases para as
meninas de escola.
O lempo proprio daa meninas irem para a
escola, e por isso bom que vo compostas com
urna das novas e bonitas cestinhas que se ven-
dem ca ra do Queimado loja d'aguia branca
n. 16.
Grande pechineha
Superiores paletos de pao preto muito fino,
obra muito bem (ella pelo baralissimo prego de
SOgOOO ris na ra do Queimado o. 22 na bem
conhecida loja da Boa F.
Caivetesfixos paraabrir
latas.
Chegou nova remesas desses preciosos cai-
vetes flxos para abrir latas de satdinha, doce,
bo\achinhas etc., etc. Agora pela feste comose
muito desssscousas e por isso necessario ter
um desses caivetes cujo importe 19, compran-
do-sena ra do Queimado loja da aguia branca
n. 16, nica parte onde os ha.
Venle-se um terreno na ra do Hospicio,
quati defroote do quartel, preprio para edificar-
se urna casa, tendo 40 palmos de frente e 146 de
fundo, com alicerce : a tratar oa ra do Trapi-
che n. 14, primeiro andar.
Novo sortimeuto de cascarri -
lhas de seda.
A loja d'aguia branca acaba de receber um novo
e bello sortimenlo de cascarrilhas de seda de
multas e differenles cores, e vende-so 19500
e 29500 ris a pega, na ra do Queimado loja
d'aguia branca n. 16.
Meias pretas de seda 1.000
o par.
i.i'*'Je se meias Pfetas de seda, e de mui toa
^usnuaoc senhor. p.rtrn. < '"n -
par, por eslarem pritfcipisfiuo mor.r, e estando
ellas calgadas osda se conhece, na ra do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Neste tico e bem montado eatabelecimento en-
contrarlo os treguezes o maia perfeito, bemaca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas asquslidades.
SANTUARIOS que rivatisam com o Jacaranda.
BANHEIRUSde todo os tamauhos.
SEMICUPIAS dem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em calzas de todas as groasuras.
PRATOS imitando em pereigao a boa portel-
lana.
CHALEIRAS de todas as qualidades.
PANELLAS dem idem.
COCOS, CANDIF.1ROS e flandrea para qual-
quer sortimenlo.
VIDROS em calas e a retalho de lodos os ta-
mandando-se manhos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendas de qualquer natu-
reza, concertos, que tudo ser desempenhado a
contento.
Superior cal de Lisboa.
Tem para vender em porgo e a retalho Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C., do sen es-
Criptorio rus da Cruz n. 1.
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Noa armazens do caes do Ramos na. 18 e 36 e
na ra do Trapiche Novo (no Recife) n. 8, se
vende gaz liquido americano primeira qualida-
de e recentemente chegado a 149 lata de cinco
galldes, assim como se vendem latas de cinco
garrafas e em garrafas. v
Nao esquefa arara,
que hoje s loja dos barateiros para ver, ven-
dem-se pecas de cambraia lisa branca a 196OO e
23, dila muito Qna com 5 palmos de largara a
3 e 3J500, pegas de madapoln enfestado a 39,
novos corles de chiles Ooas com 13 covados a
29500, ditos He riscado, padroes novos a 29500 e
19500, brilhantina branca com 4 1(2 palmos de
largo a 280 o covado, dita de cores a 360 o co-
It" ?.,r!"! ES ?e9lid09(a imi'84l0 de9ed,i* abMtnVfrrerB'mod'de p'a'felot, cu"jo"foi7m:
Sr. n. .?? n0" e n0IH m* C0^0' Prad0 no dia 22d0 memo 10 Dr- GraclaD0
barege para vestidos com flor de seda a 360 o
covado, pompadour de seda de quadrose matiza
Colleccoes de estampas.
Acaba de chegar a loja da aguia branca urna
pequea quantidade de colleccoes le ms e
grandes estampas afumo, representando eUes or
marlyries o> Senhor em 14 quairos, os quaes
sao basa acertados para qualquer igreja ou mes-
mo casa de quem terina gesto "d as possuir ;
chegou igualmente outra pequea porgao das
procuradas estampas s morte do justo e a moda
do peccador : acbam-se a venda somente na ra
do Queimado loja da aguia branca n. 10.
Garteiras com agulhas.
A ioja d'aguia branca acaba de despachar car-
teiraa com agulhas de mui bda qualidade, e ex-
cellenle aortimento, e as est vendendo a 500 rs.
cada ama ; assim como receben igualmente no-
vo sorlimento dss agulhas imperiaes, fondo dou-
rado, que continuara a ser vendidas a 160 ris o
papel, isso na ra do Queimado loja d'aguia
branca n. 16.
Talhares para criancas.
A loj da aguia branca acaba de receber a sua
encommends dos preciosos talhares para criancas
e os est vendendo a 320, 400 e 500 rs. confor-
me a superioriJade delles : Ba ra do Queimado
loja da aguia branca n. 16.
uvas pretas de torzal
para meninas a 500 rs. o
par.
Vendem-se luvas pretas de torgal em bom es-
tado para meninas de diversos tamanhos a 500
rs. o par: na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 16.
Vende-se o sobrado da ra do Hospicio n.
81 ou faz-se qualquer negocio com ama maior
parte do mesmo : a tratar na ra Nova n. 36.
Escravos fgidos.
Fugio no dia 20 do correte de bordo do
patacho Capuam, o escravo crioulo mariohei-
ro de noma Antonio, idade 19 anooa pouco maia
ou menos, altura regular, rosto comprido e com
alguossignaes de bexigas, levou caiga e camisa
azul : quem o pegar lee-o ac escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo i C. ra da
Cruz n. 1, ou a bordo do dito patacho que ser
generosamente recompensado.
Fugio no dia 26 de tevereiro o escravo Ma-
noel, conhecido vulgarmente por Manoel Fran-
cisco, cor fula, cabellos carapioboa, alto, aecco
do corpo, quando anda muito espigado, falla
bem desembarazado, lera os dous denles de cima
um pouco largos, gusta muito de andar limpo,
traja quasi sempre camisa branca ou de chita,
do para vestidos a 640 o covado, fil de linho
branco e de cores a 200 rs. o covado, lazinhas
para vestidos a 280 e 400 rs. o covado, ricos cor-
tes de gorgurao para vestido com 18 covados por
695OO, corles de laa de duas saias com 22 cova-
dos por 10$, ricos cortes de organdys com 15 va
ras a 99 e 7fl para acabar, cassas de cores para
vestidos a 280 e 320 o covado, chitas s 160. 180
e 200 rs. o covado, ditis francezas a 240 e 280 o
covado.
Pannos pretos.
Panno ptelo para caigas e paletots a 19600,
19800, 29 e 29500 o covado, cortes de easemira
preta psra caiga a 39, dila entestada a 39500 e
4j|, velludo preto a 25500 o covado, aaia de cor-
do que faz vez de balo a #500. balOes de ma-
dapolio a 39 e 3)600, ditos de 30 arcos e de ren-
da a 49 : na ra da Imperatriz, loja e armazem
da arara n. 56, de Magalhaes & alendes.
Chapeos enfeitados.
Vendem-se chapeos enfeitados multo recom-
mendaveis para as meuinas que eslo passando a
festa nos amenos arrabaldes desta heroica cidade,
a prego de 29 cada am : na rui da Imperatriz,
o. aanhL*,10^ eim acharo
COUllU
luaa.mooto
grande e variado sorlimento
baralissimo.
d"Pzemia(ires-
iuao
de Paula Baptista ; rogase ss autoridades poli-
ciaes e capitaes de campo a sua apprehenso, e
leva-lo ao sen senhor Albino da Silva Leal, na
ra do Queimado o. 52, que gratificar.
Desappareceu no dia 4 do correle mez,
urna escrava, prele, crioula de nome F.duvirge,
com os seguintes signaos: altura regular, corpo
secco, cor fulla, denles limados, cabellos apara-
dos, levando vestido do chita usado, e panno
prelo com orcllo: roga-se quem a preoder
queira levara praga da Bua-Visia, botica de Na-
ves & Cru*. que ser recompensado.
Escravo fgido.
Hontem fugio de um sitio de Paroameirim, do
absiio assiguado, um escrivo de nome Louren-
go, que reprsenla ter 35 annos, prelo, crioulo,
do serio, alio, com pouca barba debaixo do
queixo, andar ligeiro, muito regrisla e velha-
co, e as vezes tem a mania de se inculcar por
forro, levou vestido camisa de chita, caiga e ca-
saco de forro de fardo, com chapo de couro re-
ino oa cabega, levou outro do fellro pardo tam-
bora velho, tambem levou um gigo quefoide
champagne oom um garrafao de 5 garrafas sem
palha, um travesseiro de marroquim, e mais di-
versas pe<,as de roupa, alguma lavada ; quem o
prendere lovar ao dito sillo, ou ao armazem da
ra do Amorim n, 41 ser bem gratificado; igual-
i &<> .c,.i.i.io pnlipipq a ma can-
Fraocisco Guedes de Araujo.
lura.
Dos premios da 3," parte da 1.a lotera concedida por lei provincial para a edificaco da casa do Gymnasio
Pernambucano, (3a concesso) extrahida em 8 de marco de 1862.
NS. PHEMS. N8. PRBMS.INS. PRBMS. NS. PKEMS. NS. PREMS. NS. PREMS.INS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS-
1 49 188 49
2 90
5 _ 94
10 96 _
21 97 _
24 202
27 i 4
28 8
30 . 9
31 13
32 14
34 17
35 - 19
38 20
39 aw 23 _
44 _ 25
46 -_ 27 _
50 __ 28
52 32
57 __ 33
58 ^ 35
60 _ 36
63 209 39
64 49 42
65 44
66 _ 45
69 _ 46
72 mmm 48
76 56
80 57
82 40$ 65
83 4$ 77
86 79
90 i 80
91 _^ 81
95 _ 86
97 _ 87
100 ^^ 89
1 ^rm 91
7 _ 95
9 _ 97
10 _ 302
12 _ 4 409
14 5 49
22 ... 6
27 _ 10
29 __ 11
30 , 20
36 ... 27
46 aasH 28
48 33
51 _ 31 __
55 --- 40 __
56 41 __
57 - 42 ^_
59 --- 45 __
62 --- 49 _
68 55 _
70 62 _
72 71
75 73
79 sa 75
83 41 77
86 78
379
81
83
85
88
89
92
94
98
99
410
16
20
22
23
25
26
27
30
31
35
40
42
43
47
53
61
62
64
65
68
70
76
77
79
84
94
95
509
13
16
17
20
23
25
26
28
29
32
35
41
43
44
49
52
53
54
56
58
71
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76 81 66 27 92
79 45 i 68 30 . $5 1
80 - 9 32 97
81 - 70 - 41 4000
-
fV..iyp deU.F.de Frna A Mo.1862.
1-7
-
.I,
^T^to


bURIO DE f ERNA
O
BigA IRA 11 DE MARCO DE 186
Litteratura.
Espoco biographict de Joo Baptista
Nreir, bario de Moreira, consol
geral de Portugal, no Ro de Janeiro.
Naueu Joio Baptista Moreira db cidade do Por-
to,- em 6 -e Janeiro de 1798. Era fllho de um
negociante daquella praga ( oa claaie dos merca -
doret e cotnmercio para o Brasil ) que tinha o
eu meamo nome, e de D. Maria Thercza de Souza
Moreira. Contara apeoas aete anoos de idade
quando flcou orpho de pae ; porm su mae^
ajudada doaseua meioi e da influencia de aeu
lio, Bernardo Joaquim da Costa, dea a necesaa-
ria educagao elementar ao (Uno, fazendo-o cursar
as aulas do collegio da Graga onde comecou a
aprenderos idiomas fraocez e inglez, poia o des-
tinavam ao commereio.
Julgaodo conveniente faze-lo educar na Io-
glaterra, embarcou, a 20 de oorembro de 1810.
na cidsde do Porto, a bordo do brigue ioglez Fre-
derick of Hull, capilio Simpaoo, com destino a
Londres.
Nao quiz a aorte que ali chegasse, porque aps
urna riagem eofadonba, estando dias arribado em
Vigo, e em Torbay, quando paasava por Ports-
mouth, off the Isle Wight, (oi na noile de 23 de
dezembro (eito priaioneiro por dous corsarios
francezes L'Espoir e Grand-Due de Btrg. No
da seguinte estar na costa de Fraoga ; e desem
barcou em St Valery en Caux na fespera de na-
tal. Era tempo de guerra, e achava-se a costa
de Franca ourigada de artilbaria.
Levados todos presenta do governador Mr.
Canonier, este o maodou ticar em sua casa, dan-
do a cidade por bomenagem ao capito, e reco-
Iheodo os mais prisio. Ioformando-se de que
aquelle adolescente era estrangeiro, portuguez e
catholico. e-lo acompanhar no tfia aeguinte a
missa com seus dousOlhos da mesma edade.com
os quaes desde logo o egoalou, e vendo que ral-
la va (rancez o maodou para a escola com os seus.
Como tora aprisionado a bordo de navio inglez
foi considerado subdito da Gria-Brelaoha, para
receber o subsidio que este governo dar em
Franca aos prisioneiros da sua nago. Na qua-
lidade de pasiageiro, era nivelado com capito
de navio ou do exercilo. Depois de estar qua-
renta e dous dias em Si. Valery, foi-lhe desti-
nado o doposito de Cimbrai, e sendo recommen-
dsdo por Mr. Canoonier ao governador Mr. de
Passy, (oi por elle bem acolbido e obsequiado,
concedeodo-se-lhe Ucela para sabir da cida-
della, sempre que quizesse,
Os Inglezes, providentes em toda a parte, ti-
nbam eslnbelecido escolas em todos os depsitos
dos seus prisioneiros, e Joio Baptista Moreira a
frequentou destinguindo-se abi por notareis tra-
balhos calligraphicos; aprendeu o commereio, e
cursou pilotagem, familiarisando-se a fundo com
o idioma inglez.
Sobreviodo a guerra da FraoQa.com a Russia,
e sendo conveniente fortificar a cidadeils, foram
lodos os prisioneiros mudados para Besangoo,
em departamento frooteiro Suissa. verificando
Moreira (oda essa longa jornada a p, embora ti-
vesse meios para a fazer de oatro modo, porque
os dous subsidios que recebia mensamente dos
governos inglez e (rancez(dando este alm disso
urna boa etapa para sustento, e vestuario aos ne-
cessilados ) os nao despenda.
As primeirss recommendages do Sr. Caoo-
nier, deveu ser trocado antes da paz geral, e re-
troceder com alguns compaoheiros para Reones,
embarcando em Morlaix n'om brigue de guerra
ioglez Sptei, que transportou setenta e dous
francezes, levando em troca outros tantos In-
glezes, em cujo numero foi o nosso joven prisio-
neiro considerado.
Chegsdo a Plimouth, perguntaram-lhe, n'uma
repartido onde foi levado, o seu nome, numero
e para onde pretendia ir.
Respondeu ser numero, 1013, e que ia para
Loodres ; o chefe da reparlicao metleu urna p
ii'um sseco de guineos, dauao-lhe urna porcao
dellea e indicon-lhe com um aceoo de cabera que
se podia ir embora, sero lhe dizer mais palavra.
Acompanhado de outros camaradas seguiu
para a metropole inglesa, e logo procurou o es-
criplorio dos Srs. Barroso & C.' com quera se
iB"a?QSofou"m"Lon9rs, completando a sua edu-
cagao al que desejando torear para a companhia
de sua mae, roitou era 1814 para o Porto, aps
mais de tres annos e meio de ausencia da pa-
Iria.
Regressaodo, pois, ao Porto, e sob a poderosa
protecgo de pareles mu coosiderados oaquella
ierra, encetou Joo Baptista Moreira a sua vida
comeejodo logo por onde muilos outros oem aca-
bara. Seu lio, por affiodade, o commeodador
Tbomaz da Rocha Piolo, chefe da primeira casa
commercial do Porto, em riqueza, vulto e ree-
dito, quiz que o sobrioho de sua mulher D. Ma-
ria Tiiomszia de Figueiredo Rocha Pinto Qzesse
o tirocinio pralico mercanlil sob os seua olbos, e
o tratou com o desvelo de um pae.
J no aooo de 1818 se eslabelecia Joo Btp
lista Moreira, com a continuado de negocios
para o Brasil, tomando logo ioleresse nos navios
Estrella do Norte, Ermelinda e Vera-Cruz Tri-
umpho, e fazendo depois construir nos estlenos
de Villa-Nova com seus socios ( Joo Baptista
Machado, Francisco Machado Peixoto, e Joo Fer-
reir dos Sanios Silva) a galera Dorgti Carneiro.
Naqueile anao deu a mo de esposo i Exm.*
Sr.1 D. Msria Margarida Moreira, Baroneza de Mo-
reira, senhora cujas admiraveis qualidades sao
objecto de venerado de quanlos a conhecem e
apreciam.
Em maio de 1818 era elle nomeado capillo de
Malla pela comarca de Trancse
Por patente de 14 do mesmo mez, nomeavam-
no vice-cooruldo reioo das Duas Sicilias,
Em 20 de jaoeiro de 1820, e por patente em
nome de sua ma era o capito de Malta elevado a sargeoio-mr da
comarca de Seroaocelhe
J desde o auno de 1818 formava parte das as-
aociacoes que promovern) a famosa revolugo
poltica ; e mais tarde seu bom amigo o coose-
Iheiro de estado Jos Ferreira Borgea o fez en-
trar no quadro da sociedade denominada Amor
da Razo, lendo-ae depois ioslallado outra, com
os priocipaes regeneradores da patria, que se de-
nomioou Eremia, de que foi no ptimeiro anno se-
cretario adjunto, e nos seguioles etfecliro.
Depois do dia 24 de agosto seguiodo o governo
provisorio para Lisboa por ierra, adiantou-se elle
por mar para assistiu, como assislio, entrada
das tropas em 30 de selembro, quando foi visto
ntreos regeneradores da patria, presenciando as
solemoidadea publicas, do palacio da ioquisicn,
onde eslreitou, com caracteres dos maia impor-
tantes de Portugal, relegues que nunca depois se
quebraram.
Voltando logo a cidade Eterna, abi foi um dos
membros instaladores da famosa Sociedade Pa-
tritica do Porto, (1) a quera lmannos servicos e
toaudazes iniciativas deveu a causa da liberda-
de. Um fscio revelar qual o conceilo em que
era tido entre eala flor dos liberaos portuguezes :
Em todas as eleiedes a que esta sociedade proce-
deu, desde o segundo mez da sus iusUllago foi
Moreira nomeado seu secretario, como ae acha
exarado na Borboleta Constitucional numero 230
268, 293 eu. Fui sobre proposta sua, que o Por-
to resolveu a ereceo de um monumento Cons-
tituido, cujos alicrces chegaram a ser langa Jo.
Tambem na qualidade de secrelario da sociedade
Ibe coube a honra ( Borboleta Constitucional nu-
mero 873) de dirigir, em nome da benemrita
corparago, os cooviles para as pomposas e nun-
ca egualadas esequias, feiUa no Porto por morte
do palriarcha da liberdade Manoel Fernandes Tho-
maz ; aeodo eolio presidenta ocooselheiro Agos-
tinho Albaoo da Silveira Pinto, e segundo secro-
tario Jos Joaquim de Oliveira.
Quando o corpo do commereio porluense mao-
dou um proprio a Lisboa, em abril de 1821, dar
ao augusto congresso a grande noticia da acquies-
cenca daa cidadeada Bahiae Pernambuco i oova
ordem de cousas, (oi J. B. Moreira um dos dez
signatarios. J d'eutre os seus compsoheiros nao
sobreviven! seno os Srs. (hoje) viscoode de Cas-
tro e baro de S. Louienco (i).
No anno de 1821 recebeu este mancebo outras
solemnes proras da considerago que j aos po-
ros mereca, sendo escolhido para.compromissa-
rio de paroebia e eleitor de provincia is cortes
constituintes, e sendo depois, as segundas elei-
edes directas, designado como um dos dous por-
tadores das aclaa da-freguezia de S. Nicolao ; era
o outro o Sr. Jos Coelho Msseder, como se rft
oa Borboleta Constitucional, o. 213, de 13 de se-
lembro de 1822.
Tambem como secretario da sociedade Patrio-
tica, (ez parta da grande commiaso comeada
para dirigir os festejos da Pracs Nova, por occa-
sio do juramento constituido poltica da rao-
narchia, decretada pelas cortes constituales, (es-
lejos de que ouoca se perdeu a recordaco, e en-
tre cujas especialidades houre a de vestir a so-
ciedade sua cuss duzentos e quareota pobres
(que tantos eram os srligos da constituidlo.)
E' que effeclirameote nao impedia o verdor dos
anooi que reconhecessem sua elevada capacidade
lodaa as corporales a que se uns. Desde o tono
de 1821 era eleilo definidor da ordem (erceira de
S. Francisco. No anno de 1819, mordomo da ir-
mandade do SS. Sacramento, da freguezia de S.
Nicolao, sendo entre todos o escolhido para mor-
domo caita, a quem por isso incumba a direc-
eo de todas as festividades do anno. Cuidou
elle, com a miior devogao, da (esta de Nossa Se-
nhora da Boa-Nora (que aioda se celebra ali, oa
segunda oitara de pasen oa), fazendo -a com pom-
pa at 1823, em continuadlo do que, durante maia
de trinta annos, praticra o commendador Thomsz
da Rocha Piolo. No aooo de 1822 a 1843, se-
cretario da ordem terceira do Carmo. Exmelas
as milicias e procedendo-se eleicio popular em
1823, aahio nomeado ajudaote e secretario do ba-
talhio de guardas pacionaes do Porto, de que era
commandante Joo Ferreira Vianna, um dos re-
generadores da patria.
Com esse periodo acaba esta parte da vida do
iltustre cidadio. A jornada de Villa-Franca inu-
tilisra lamanhos servicos e dedicacea quses fo-
ram os dos audaciosos liberaes dessa poca, e
urna reaccao tenebrosa puohs em risco aa pro-
prtedadea, liberdades e vidas de todos os patrio-
tas. Certificando -se Moreira de que o seu nome,
como de razo, se achara na lisia das proscrip-
ces, juntamente com os dos recoohecidsmente
liberaes, que estavam sendo deportados, interna-
dos para diversas provincias, processados, ou por
mil formas ameagados, eapalhou immediatameote
que vinha para o Brasil, ajim de que este volun-
tario exilio cohibisse os seus perseguidores. J
desde o mez de selembro tirava passaporle. Der-
ramou logo profusamente circulares, e com effeito
aos 2 de novembro de 1823 deu i vela para o Rio,
onde chegou a 24 do seguinte Janeiro.
O que em tal anno ae passou, consta do offlcio
segundo da sua Apologa, e por isso a ease escripto
nos reportamos, evitando duplicaedes.
Foram esses dous annos, pois, consagrados s
suas operaces mercantil, as quaes se boure
sempre com decoro e probidade. Cumpre pon-
derar que nesse coracao eminentemente patriti-
co nenhum ioleresse nem senlimeoto ae disper-
lava que nao reflectissa amor da patria. Apezar
de nao exercer eoto cargo algum publico, nao
perda o joven expalriado ensejo de promover os
ioteresses da sua patria que, por vergar ento ao
peso de detestado absolutismo, nao desmereca
sdni duvida, antes por isso mesmo ,deia acriso-
larle aioda, o amor de seus cidadaos. Padeca
Portugal gravemente oseffeilos da transilo po-
ltica originados pela independencia do Brasil; e
convencendo-se Moreira de que podiam melho-
rar-se as relacoes mercanlis com grande vantagem
de ambos os paizes, sera prejuizo de suas outraa
mais altas dissideocias, euderessoo ao governo de
eolio no Brasil urna extensa memoria, que sen-
timos nao poder reproduzlr aqui, alientas suas
dimenses, mas de que depois tere coohecimento
o duque de Lafdes, quando veio com o arcebispo
de Lacedemonia comprimeolar o Sr. D. Pedro
IV, memoria que (oi em Lisboa acolbida com
muita sympatbia e considerarlo (3). Era o lira
desta memoria aquilatar as raotagons que para o
Brasil resullariam em seu commereio com ss na-
ges estraogeiras, proraodo que a Inglaterra,
Frang, Italia, Hamburgo, Suecia e Russia nao
eram realmente ento lo raotajosos amigos com-
merciaes como o reioo de Portugal. Nao ha du-
vida O" quo as circum'""":"l '""" 'EtBMIT*"
.-_...<-2. .----- uinu, 3 lnuuiueiaveis (fados
dessa memoria, j hoje sao puramente historeos;
mas sobre o que chamamos particularmente a
attenco o impulso desinteresadamente oobre
e patiiolico, que tal memoria dielou.
Por esses lempos maodou do Brasil cooatruir
oo estaleiro de Vills-Nova, em Portugal, a galera
Aritlides, a qual, elegantemente concluida, che-
gou ao Rio de Janeiro em 29 de agosto de 1827,
quando a guerra com o Rio da Prata estara em
seu maior auge. Cedeu-a logo (sendo ministro o
Sr. marquez de Macei), ao arsenal imperial da
marioha, que a armou em guerra, e cooQou ao
commaodo do general Broom, sendo um dos ra-
sos que mais serricos prestaran), e que mais
lempo duraram ao servico da armada imperial.
Foi egualmente socio-caixa do navio D. Pe-
dro I, que em 1826 navegou para Maco, e leve
ioleresse na gslera Sociedade Flix, e nos bri-
gues Especulador e Mrquez de Nazareth.
Craaudo-se a companhia de seguros, o bom
couceito de que gozara o fez cscolher para caita
della (-listn Jo aioda um dos seus directores, Sr.
F- A. fientzeoauer). Aioda ulteriormente (em
1840) foi director de outra companhia [Regenera
ao), mas encargo foi esse que, como o da com-
missSo mista, deixou por incompalivel com i
numerosas oceupaces do consulado.
Seguia-o no Brasil o coodo das sympathias,
que tanto era Portugal o hara] favorecido. Na
edade de rite e tantos annos, era acolhido cora
affeigo por relhos como por mocos, girando sem-
pre na mais respeitavel rbita. Em pouco lempo
se relaciooou pois com as priocipaes persooagens
desta corle: marquezes de Palma, S. Amaro,
Nazareth, Queluz, Juodiahy, lnhampube, Lages,
Canlagallo; conde de S. Jos; riscondes de Cam-
pos eMacah; conselhviro Francisco Gomes da
Silra, e iooumeros outros vares, que gosavam
da mais elevada considerado. Desde logo o Sr.
D. Pedro, de aaudosissima memoria, lhe come-
cou a dar proras de cooGanca e apree.0, fazeo-
do-lhe incumbeoclas para o serrico da imperial
casa.
Grandes foram os lestemuohos da salisfaco,
dados pela cidade do Rio de Janeiro, quando em
abril de 1826 o Sr. D. Pedro a ella regressou, de
rolla de sua excursio Bahia. Eotre essas ma-
nilestagsa arultaram as com que o negociante
Moreira se araotajou, como sempre que se tratou
de dar provas de sua reneraco pesaos do Sr. D.
Pedro.
Eotre ellas Ogurou a dispendiosa e elegante I-
lumioacao, ante a qual SS. MM. e AA. duas rezes
pararam, e de que a imprenaa desse tempo falou
com grande louror. (4)
Tambem nagio hespauholsglbe coube, nesse
anno, prestar um bom servico. Retiraram-ae os
officiaea do exercilo hespanhol, rindos do Peta e
Valparaso, aps o triumpho alcanzado pelos in-
dgenas, e apresentando-se neste porto, total-
mente desproridos de meios. Moreira fes logo
preparar, para transporta-los a patria os seos na-
vios Vera Crux, Triumpho e Danubio. Coocor-
dara com o Sr. D. Jos Delaral y Rincn, cnsul
geral de S. M. catholica, effectuar-se o pagamen-
to das passageos pela revi fazeoda hespanhola,
derendo os offlciaea desembarcar em Viga. Em
taes lempos e circunstancias, e sob taes coodi-
Ces, obvio nio ser esta urna operaco com-
mercial, mas sim urna accio que ums naco ami-
ga, e irmia da sua, nio podia deixar de lomar
na derida considerscio.
Trocou Joio Baptista Moreira a aua brilhanle
e acreditada posico commercial, pela lo incer-
ta, precaria e inrejada carreira conaular e diplo-
mtica, a qual se lhe comecou com a indepen-
dencia do imperio do Brasil. Aps o tratado de
paz do anno de 1825, a oulhorga da carta cons-
titucional em.l9de;abril, eabdicacio do immortal
Sr. D. Pedro era 2 de maio de 1826, logo no mez
immediato, foi elle nomeado rice-cnsul de Por-
tugal, pelo primeiro agente diplomtico daquelle
reino oo Brasil, Carlos M. Pereira. E desde j
Oque reconhecido que durante o longo lapso de
35 annos este (unecionario se tem quasi sempre
cooserrado oa gestio do consulado geral, que na-
queile anno instaurou, teodo serrido constante-
mente a cooleoto e com louror de todoa os mi-
nistros de estado que em Portugal se tem succe-
dido oa repartic.au dos negocios estrangairos, e
teodo apeoas estado auseole do Rio de Jaoeiro
durante 25 mezes, quando (oi a Portugal ooa an-
nos de 1834 e 1839.
Parliu para a Europa em 6 de julbo de 1827 o
referido agente diplomtico em urna honrosa com-
missio.
Por esta occasiiofei elle elevado a encarregado
dos negocios interino, sendo-lhe feita essa com-
municaco ofBcialmeote pelo referido diploma-
la. (4)
Taes eram o zelo e actiridade desenvolvidos
pelo actiro funcionario, era tudo quaotose refe-
ra ao ser vigo publico, que S. M. em lestemuoho
de sua alta sslisfaglo, o distioguiu com a cornea-
dlo de cavalleiro da ordem de Nossa Senhora da
Conceicio de villa Vigosa, sobre douraodo este
teslemuobo de sua munificencia com a escolija
do dia de semelhante graga, 15 de agosto, o do
oome de S. M. a Sra. D. Maiia II, de sempre sau-
dosa memoria.
Por urna aiogular coincidencia era Moreira
nesse mesmo dia confirmado como cnsul e en-
carregado de negocios, cargoa que, eolio con-
juoctos, deseropeohou durante dous annos.
No de 1828 principiaran) os lamentaveis acn-
teeimenlos, precursores da guerra civil que en -
sangueolou o reino. Poz se desde logo o encar-
regado de negocios de atalaia, al que os actos
praticados pelo Sr. D. Miguel nao deixaram mais
possibilidade de duvida sobre os seus projectos.
Apeoas se adqueriu essa lameotavel certeza, bem
como a da triste divizo dos subditos portugue-
zes, o leal fuocionario cumpriu oobre e ousada-
mente o seu dever, cessaodo espontneamente
de representar Portugal, oa pessoa do imperador.
A exposicao dos seus motivos e da sua gloriosa
resolugo um dos mais briosos documentos que
essa calamitosa poca nos leeou. ()
Aasim feita a declaracio, de que nio serriris
seno ao legitimo governo de aua augusta sobe-
rana, preslou sera detenga obediencia s ordena
do marquez de Palmella, embsixador da raioha
em Londres, que entao centralison a direceo
dos altos negocios do estado. (6) Deatsa foram
as prlmeiraa aollicitar do governo do Brasil que
o reconhecesae na qualidade de agente diplom-
tico e consular de Portugal o que immedala-
mente effectou (7) comodesejado xito. Nume-
rosas e importantes continuaran) a aer essas or-
dena do nobre marquez de Palmella, e sempre
execuladaa com a maior lealdade e grande ap-
proveilameolo da causa nacional e liberal.
1
:.'! -i....-;. .
(1) Esses respeitaveis nomessoleem oo o. 216
da forboleta Constitucional, de 26 de selembro
ae VS. Ah est o oome de J. B Moreira, com
OS de Agostioho Albaoo. Brito e Cuoha. Costa
Carvalho, Teixeira Gtrio, Pinto de Magalhes
Pinto Bastos. Duarle Lesas, Florido Perra Chi-
chorro Bacellar, Joio Alien, Sanios Silva Gan-
drs, O'Netll." Casado Geraldes, Moura Cotioho
Gomes de Castro, Oliveira Liras. Lopes Carneiro'
Fooceca Rangel, Pasaos Jos, Passos Manuel,
outroa que lio distioctas paginas enchem oa his-
toria dos ltimos lempos.
Conservar, e.f Esboco algn, documento, j ^"'m ,mo7
curiosos para a hialoria. Tal a seguinte mtn-
sagem dos commerciantes do Porto em 1821:
_ Senhor.Chelos do maior prazer e satisfa-
Qao. os commerciantes portuguezes da cidade do
Porto, se apresaam a levar ao coohecimeoto do
augusto coogresso a ioleressaote oolicia que hoje
se recebeu de Peroambuco pelo navio Flix Ven-
tura, aahido daquelle porto no dia 7 de marco
passado.
a Jurou-se na cidade da Bahia a conatiiuiglo,
que se (nesse neste reino de Portugal, e oomaou-
ae um governo provisorio, demitiindo-se o actual
governador coode de Palma, pelo ter pedido. O
governo provisorio tinha expedido um brigue de
guerra para Peroambuco a participar este aconte-
cimento ; e, ebegada ali, j os Peroambucaooa,
que tinhsm por Ierra coohecimeoto do aconteci-
do, se lioham deliberado algumas horas soles a
adoptar o syatema constitucional que ae proeli-
mou, remetteodo-8e para a Bahia termo de tudo,
bem como para o Rio de Jaoeiro. Constara em
Peroambuco que da Bahia j tinha sahido urna
fragata com a deputaco para Lisboa. Nao refe-
rimos sa particularidades destes gloriosos succes-
sos por oo querermos retardar o propiio-
Parlo. 14 de abril de 1821.-Jos Mendes
Braga loo Antonio Comea de Castro & t'illio.
Francisco Ignscio Wanzeller.Jos Antonio
de Bacellar Silva.Gabriel da Costa Carvalho &
Filho.Joo Ferreira dos Santoa Silra & Filho.
Antonio e Ricardo Pereira de Faria.JosBor-
ge Pereira da Silva.-Joao B.ptista Moreira.
Francisco Joaquim Maia. >
(3) Eis-aqui o aeu titulo Memoria que ao
Illm. e Eiro. Sr. viscoode de Inbambupe de Cima,
conselheiro, mioistro e secretario de estado dos
negocios eslraogeiros, offerece Joio Baptista Mo-
reira, commerciaole da praca do Rio de Jaoeiro.
(4) L se oo Diario Fluminense de 7 de abril
de 1826:
c llluminaco da casa do negociante Joio
Baptista Moreira', na ra ireita. Elle egu-
ere dar as mais de-
e joheio nonos
adorados soDeraous. (ez aprompiar na tierno ua
sua casa urna mui elegante illumioaco, em cujo
ceolro se ra o retrato de Sua Magestadu o Im-
perador, e por baixo delle o seguinte quar-
telo:
< Eis de Pedro immortal a efilgie augusta,
No brilbante cruzeiro o aem segundo,
< Nos campos do Ypiraoga a voz aleando,
Noro imperio creou, .o novo mando.
Pela parle superior do retrato se acbavam
col lo cadas .8 arma, do imperio. Ao lado direilo
do retrato eslava o emblema do imperio do Bra-
sil, representado por urna nympha ricamente ade-
rezada, eom as 19 estrellas espalhadas pela orla
do vestido; a seus ps se chava um cao, syto-
blo da Qdelidade, e ao lado o cocar, aliava e
carcaz. Por baixo desle painel eslava o "6uln,
Dextra sublime, cradora dextra,
Creou, fez grande o brasileiro imperio ;
c A_' gloria do aeu nome e dos seua fetos,
E' j pequeo espago esse hemispherio.
Ao lado esquerdojdo retrato ae a avaosym-
bolo do amor da patria, calcando aos ps o moos-
tro da discordia, e por baixo delle o seguinte :
Assim calcado aos ps, moostro do crime,
t Revolve o patrio amor de um povo honrado
Alcides immorlal dos noisos lempos,
Assim bulla o Brasil, do trono ao lado.
Por cima desle qusdro se achavam, e ao la-
do dos do mpeiio, aa armas iroperiaes da Aus-
tria, e junto, cima do edificio, se divisavam as
armas portuguezas.
Suaa Magestadea e Allezas Imperiaes, como
querendo dar ao Sr. Joo Baptista Moreira urna
demooslraso de quanlo os seosibilisava esta pu-
blica demonstrado de seu affecto, se digoaram
p/.r" "uas vezM diaole det illumioaco.
(4) Oflicw do agente diplomtico de Portugal, in-
cumbtndo Joo Baptista Moreira da legacao no
Bra t. *
Teodo Sua Magestade el-ei oosso seohor sido
serudo ordenar que eu parla desta corte a urna
commissao espacial, tenbo de commuoicar a V.
s. que durante a minha ausencia que nao de-
ver ser longa, V. S. lomar a aeu cargo a gea-
tao dos negocios desta legago de Sua Ma-
gestade, interinamente, como encarregado doa
oegocios ; conciuindo os negocios j comecados.
como dos despachos de Portugal e do regislo dos
meus ofcios, que com todo o resto do archivo
juuto com este meu ofcio eotregue a V. S., e
comegaodo quaesquer que se hajam de apreseo-
terem cooormidada das ordeos que de Portugal
receber, as quaea todas far subir, antes de aa
executar, augusta preseoga de el-rei oosso se-
ohor, ou seja directamente ou sejs por iotermedio
do seu secretario do gabinete o cooselheiro Frao-
cisco Gomes da Silva, em quem Sua Magestade
poe a majs alta cootlaoga, e com quem V. S. ae
aconselhar emqualquer assumptoque o haja mis-
ter. Tem V. S. pelo theor da minha correspon-
dencia o modelo por onde se guiar nO seguimeo-
to della. V. S. derer receber de Freir Silra &
L. lodosos trimestres o importe de S 81.7.6, va-
lor orgado para despezas da secretaria, as quaes
far com a possirel ecooomla.
Deus guarde a V. S.Rio d Jaoeiro, 5 de ju
Iho de 1827.Illm. Sr. JoSo Biptisla Moreira.
Carlos Malhias Pereira.
(5) Traoscreremos esse nobre documento :
Legago porlugueza ao Rio de Janeiro, 19 de
selembro de 1828.O abaixo assigmdo cnsul
de Portugal, e encarregado doa aegocios interino
de S. M. F. oesta corte, nao podeodo mais dur-
dar da autheoticidade doa decreloa de 30 de ju-
cho e 3 de julho do correle aooo, os quaes re-
melle oo impresso junto, como emanados do go-
reroo que actualmente rege Portugal julga do aeu
derer oo demorar a S. Ese. o Sr. marquezde Ara-
caty, do cooselho;de S. M. o Imperador, mioistro
e secretario de estado dos oegocios eslraogeiros,
a commuoicacio ofUcial dos sentimentosque a
falsa posicao daquelle gorerno tem inspirado ao
abaixo assigoado, lameotando os effeilos polti-
cos que semelhaotes actos hio de produiir oas
relacoea existeotes eotre os dous paizes. Bem
que a regencia de sua alteza o sereoissimo Sr.
inf me 0. Miguel, (osse marcada desde o seu co-
raego por algunas disposlcdes inesperadas que
precisam ameacar as iostiluicoes lirremente ou-
torgadas nagio porlugueza, pelo seu legitimo
rei o Sr. D. Pedro IV, as quaes sua alteza solera-
oemeniejurou.como primeiro subdito de S. M. F.
e como regeote do reioo. no seu real nome ; o
abaixo assigoado ae coosiderou ha rigorosa obri-
gago de as reapeilar, confiando, que um melhor
accordo, naturalmente excitido pela evidencia
dos principios de legitimidade, e de lealdade re-
conbeciia do carcter portuguez, oo lardara
em reprimir auspeilaa progressivas, (osse empre-
gando explicacdss satisfacloriaa, fosse removendo
quaes)uer ausgesioe. demoeonselho: porm os
decretos referidos nio daodo lugar a ioterprela-
co alguma aobre as verdadeiras iotences do ac-
tual goveroo de Portugal, tambem nao cooseo-
tem ao abaixo assigoado um s momelo de he-
sitagao oa liaba de conducta que lhe proscrip-
ta por seu dacoro pessoal, e pelo Juramento de
Udelidade que preslou S. M. o imperador D. Pe-
dro IV, e seus legtimos successores, conformes
caria cooslituciooal de maoarchla porlugueza.
As mesraas supraciladss pegas, que comprovara
claramente a sacrilega usurpacio da corda porlu-
Ci, pars serem commuoicadas, em forma, ao
goveroo de sua magestade imperial, pelo que o
abaixo abaixo assigoado ae coosidera outrosim
oas circunstancias extraordinarias de reclamara
sua mdubitavel notoriedade, ea conrieco parti-
cular de cada um doa membros do goveroo de sua
magestade imperial, como (andamentos sufficleo-
tes daresolugao.que firmemente adoplou, deces-
sar deser representante de um governo,o qual vio-
lou maoifeatamenle os sagrados direitos da oago
porlugueza, e os do seu legitimo rei : sendo es-
ta declaragao official, que o abaixo assigoado
tem a hoora de lerar ao coohecimento de S. Exc.
o Sr. marquez de Aracaly, para subir a augusta
presenga de sua magestade imperial. 4s consi-
derages polticas que o abaixo asslgnsdo acaba
de expor a S. Exc, quando prerioem outras, que
o mesmo se abstem de expender ao esclarecido
gorerno de sua magestade imperial, alo bastan-
tes, em rista da recoobecida equidade S. Exc,
para mostraren c a necessidade de separar os io-
teresses commerciaea da aua oago opprimida,
da causa de um gorerno usurpador, e nesle
ponto seja permitido ao abaixo assigoado lem-
brar a S. Exc como de mutua conveniencia
oo aggravar a aituaco riolenta do poro por-
tuguez, com a auspeso dss relacoes commer-
ciaes, as quaes o abaixo assigoado, contiouando a
residir na corte,desle imperio deseja manler.como
cnsul geral de sua magestade fldelissims (le-
galmeme nomeado peloSr. D. PedroIV), econ-
formeosusos estabelecidoa por direilo das gen-
tes, tanto quaoto o permillirem as relagoes exierio
res com a a naco porlugueza, actualmente nao
identificada com os aotos reprorados do seu go-
verno. a O abaixo assigoado, quaodo julga do seu
derer cessar oo exercicio da. funecea de encare-
gado doa negocios, pelo mesmo faci se consiJera
oa rigoroaa obrigago de observar a S. Exc o Sr.
marquez de Aracaly. c que oa direitos da Sra. D.
Maria II i corda de Portugal, ao os mais incon-
lesiaveis, em rirtude do acto solemne de abdica-
co do Sr. D. Pedro IV; que recebeu o aeu real
complemento pelo decreto de 3 de margo do cor-
rete anno, visto que eslo formadoa as leis un -
dameotaes que regulara a legitima successo da
mooarchia porlugueza,e de mais recoohecidos por
todas as poteocias da Europa. E porlaoto, oem
aa eapeciosss formulaa que parecem sancionar a
usurpago de sua alteza o aereoissimo senhor in-
fante D. Miguel, nem o alado passiro da oago
porlugueza, podero era lempo algum cooatituir
ooro direilo. S. Exc. o Sr. marquez de Ara-
caly, saber apreciar a penosa siluago do abaiio
assignsdo oeste acto de lhe dirigir a preseote no-
ta ; pelo queso tem a rogar a S. Etc. que haja
de expressar isto mesmo na augusta presenes de
sua magestade imperial, cora a plena seguraoga
de que a jusliga, feita pelo mesmo augusto se-
ohor aos seolimenlos e proceder do abaixo as-
signado, ser o seu nico leoiliro na profunda
magua que o domioa, por nao lhe ser possirel
contiouar legalmenle no exercicio das fuocgoes
do seu cargo, peraole o goreroo de sua mages-
tade imperial. O abaixo assigoado aproreita
mais esta ocessio de renovar a S. Exc. o Sr.
marquezde Aracaly, os protestos de sua alta es-
tima e considerago.Joo Baptista Moreira.
(6) a Extracto de um ofcio do marquez de
Palmella ao encarregado dos oegocios Joo Bap-
tista Moreira, datado em Londrea aos 15 de abril
de 1829.
Illm. Sr.Accuso a recepeo dos seus ofcios
de 11 de ferereiro prximo passado, em um dos
quaes se conten a copia da carta aotographs,
que o Sr. infante D. Miguel, como regeoie de
lO.iuga., ...tu luftu o^u u- ;:,.ii.sj
a S. M.o Sr. D. Pedro IV. Eie importante do.
comento, e ofcio, que acompanhava, mais urna
prora authenlicadeque poder fazer-se uso para
convencer o mundo lodo da aleirosia com que
foraoi violados os juramentos, promessas. e ae-
clarages (ellas por esle priocipe, quando em
nome de seu augusto irmo assumiu o governo
do reioo da Portugal.
Teoho a satisfagan de informar a V. S. que
araiubs minha aeohora lhe maoda abooar o or-
denado de encarregado de negocios desde o mo-
mento em que, pela partida de Carlos Malhias
Pereira, V. S. Qcou de fado exerceodo o dito
cargo oeasa corle al o dia da chegada a ella do
coode de Sabugsl. E' muilo natural que esse
mesmo ordeoado lhe si-ja ao depois continuado,
se oo tirer lugar a iuaialUco do referido mi-
nistro no posto que lhe foi desliusdo, ou, em to-
do o caso, o secretario da legago, visto que V.
S. derer exercer as funeges desse encargo.
Quando porm acontega ou que o conde de Sa-
bugal se retir* do Brasil, ou que por motivos
polticos nao possa ser recouhecido anda como
mioistro de aua magestade Qdelissima, digna-se
a mesma augusta senhora permiltir que V. S.
continu a conserrar o carcter de encarregado
dos negocios ; e confia da hoora e Udelidade, de
que V. S. tem dado rauiss proras no seu real
serrico, que em tudo proceder de accordo, e
com pleno coohecimento do conde de Sabugal,
que V. S. dever considerar como chefe desigua-
do dessa misso, commuuicaodo-lhe os ofcios
que escrerer, e que receber ; e enteodendo-se
com elle sobre os negocios que occorrerem.
N. B.Seguem-se numerosasoulrasiostrucges
sobre varalos objectos, que todas foram cum-
pridas.
(7) Segu -se a nota, destinada a reinstaurar as
relacoes diplomticas, dirigida ao goreroo brasi-
leiro por Joo Baptists Moreira, e ordem do mar-
quez de Palmella;
Coosulado de Portugal no Rio de Janeiro, em
10 da juoho de 1829.O abaixo assignado, coo-
aul de Portugal, por S. M. Fidelissima oesla cor-
le, lem a hoora de levar ao coohecimeoto de S.
Exc. o Sr. marquez de Aracaly, do cooselho de
S. M. o Imperador, ministro e secretario de esta-
do dos oegocios eslraogeiros, a commuoicago
que acaba de receber, de ordem immediata de
sua augusta soberana, para cootiouar oo exerci-
cio das (uneges de encarregado de oegocios in-
terino de S. M. Fidelissima juoto ao governo de
S. M. imperial, oo mesmo modo, e com a mis-
ma categora, em que servir duraote o glorioso
reioado do Sr. D. Pedro IV, e depois de completo
o acto de abdicago do mesmo augusto seohor
oo honroso servico da aeohora D. Maria II, legi-
tima raloba de Portugal e dos Algarres. abai
xo astigoado julga nao exorbilar do aeu dever
declarando a S. Exc. que a nota de 19 de selem-
bro de 1828, a qual o abaixo asaignado tere a
hoora de dirigir a S. Exc era preaente a S. M.
Fidelissima, quando a mesma augusta soberana
oa aua alta ssbedoria, ordeoou ao abaixo assig-
oado, que coolinuasse a exercer o cargo de seu
eocarregado de oegocios interino os corte do Rio
de Jaoeiro, nao obstante aquella nota, em con-
sequencis da qual cessra ameoiedeser maoda
tario do goreroo usurpador, estabelecido em Por-
tugal com maoifeata opposigo s leis fundameo-
taes da mooarchia, e aos sagrados priocipioa de
legitimidade, uoireraalmeote admittidoa por to-
das as cortes da Europa.
Reconhecida a evidencia dos direitos iodispu-
taris da senhora D. Maria II corda do Portu-
gal, transferidos pelo solemne acto de abdicago
do Sr. D. Pedro IV, e outrosim seodo bem co-
nhecida a historia da peilida usurpago da mes-
ma coida, o abaixo assigoado se coosidera dis-
pensado de expender ao esclarecido goreroo de
S. M. Imperial as boaa razes, as quaes S. M.
Fidelissima fuodou esta aua real determiuago.
mandando ao abaixo assigoado cootiouar as rela-
goes diplomticas, como encarregado de oegocios
laterioo da mesma aoberaoa peraate o goreroo
imperial de aeu augusto pae, e tutor, corno iule-
ressado maia particularmente na independencia
poltica da oago porlugueza, o no triumpho nao
duridoso da justa causa, em que S. M. Fidelissi-
ma ae acha empeobada.
O abaixo assignado, commnoicando a S. Exc,
o Sr. marques de Aracaly, lodo o referido, lem
razes para esperar que a aoberaoa resolugo de
S. M. imperial ser conforme s magnnimas in-
longes de S. M. Fidelissima, quaodo fez expe-
dir a mencionada ordem, acompaohada de ios-
irucges anlogas a oegocios do serrico de S. M.
Fidelissima, acerca dos quaes o abaixo assigoado
precisa tratar com S. Exc o Sr. marquez de Ara-
caly, para dar execugao as ordeos de sua augusta
riberana, como do seu derer; esperan lo por
J o correr dos lempos lera langa do um ru
sobre oa excessos desses (uneilos dias, e nao se
avivarlo hoje cjhagas.que o balsamo do tempo
dera ter cicairisado. Forga porm, confessar
que em tal peifiodo a dedicaeio era compromet-
tedora ; a causa mal aegura : oa servicos que se
lhe prestaran) podiam bem serrir de titulo para
aa perieguigs e o cadafalso. Desde esse tempo
comegram j re(ugiar-se naa plagas do Rio de
Janeiro numerosas victimas do eotio gorerno
portuguez. Foi logo Moreirs quem, desde o an-
no de 1829, como encarregado de negocios, como
cnsul, oooio cidado, recebeu com os bracos
abertos esses seus honrados e foragidos compa-
triotas. Assim acolheu oa que chegaram nos
nanos Cecrjnps e Filinto Elysio, proporcionando-
lhea os primeiros aoccorros, emquaolo outraa
providencias se oo tomavam. Os pormenores
destes pbilaotropicos trricos coossrram-se em
gratas recfrdagoes.
Quasi ttjdos esses csralheiros pagaram j o sea
tributar tierra, mas anda rirem, at se seotam
pos conseihos da corda e no corpo legislativo lio
s nomes dessea emigrados, como sao os
iscoode de S da Bsndeira, conselheiro
Moraes Carralho, Dr. Francisco Antonio
8 te.
fui essa poca tormentosa em que Mo-
Era 30 de junho de 1830 foi o no>ro cond# de
Sabugal receido o. edrte do Bra.il .. Xlidadl
de eorlado extraordinario e mioistro ^oiooUn
ciarlo de S. M. F.. sendo eolio oomeaio More?r
para sernr de secretario da fea,eClo. e ,*,Si Um.
bem elevado da categora decoosul d. comuI
i pela regencia da llha Teieeiri,
dos Srs.
A. A de
Barroso,
Critica
reir dessmpenhou as suas (uncedes diplomticas
e consulares com urna eoergia temperada de
prudeoci um patriotismo realgado de lealdade,
que para logo aaseotou aa firmes baaes que o de-
riam hab litar a prestar aua patria os mais rel-
ranles s irricos.
Fitos ettsram oo Braail os olhos, os coragoes,
a sacrilega usurpago da _
gueza i sua legitima soberana .Sra. D. Jarla II. ......
nao foram rea.titilas uluci.lmrole e.la lega- isso de S. Ec. baja de lhe declarar poiilirameo.
as espar ngas de quanlos aioda oo desesperaran)
da paititi e da liberdade. A raioha querida,
aquella pujo oome aodou sempre ligado ao da
carta no lbaro daa batalbas, resida oo Rio de
Janeiro;! Seu pae, aeu mestre. seu tutor, sea
amigo era o dador daquella carta, era o amigo da
oagao porlugueza. oode rita a luz do dia, era um
rulto heroico, capaz de empreheoder e cordar a
obra dalregeoerago, uoico ceotro oatural de aa-
piragoes, de esforgot ; esse capillo, uolco possi-
rel. da jaudacioaa cruzada, tambera oo Rio de Ja-
oeiro resida, pois ahi empunhava sceptro. Tudo
quaolo se refera, pois, a esses augustos peobores
dofuluode Portugal, fazia estremecer al a
ultimas fibras o coracao de nossos correligiona-
rios.
Ness< sano de 1829, um grande successo pare-
ca con uotameote felicitar o immorlal priocipe,
e arraigar cada rez mais a excelsa familia na af-
feico doa poros. En oorembro de 1829 chega-
ra a estas regies a tilha de Eugenio Beaubar-
oais, a imperalriz Amelia, a boa, a oobre, a san-
ta. Entre os espontneos e geraes lestemuohos
de prazer da populago, ae destinguiram anda
urna rez aa testas e illuminagoes do cnsul eo-
carregado de oegocios de Portugal, o qual oo qui-
nhao esplendido que assim lomara oaa fortunaa
do Sr. D, Pedro, ae toroara ioterprele da paite
mais tii da oagio que represeotara. A'im-
prensa do tempo egualmeote cooserrou a es-
cripgso de alguma parle deases festejos, e d a-
tisfaco com que foram ristos pela augusta f aiil-
lia (8). w
te, se o gorerno de S. M. imperial toroa a ad-
millir o abaixo assignado como eocarregado de
negocios interino, allra de continuar oa gereucia
dos oegocios polticos que tem a tratar juoto do
gorerno imperial. Por esta occasio o abaixo
assigoado renora a S. Exc. o Sr. marquez de Ara-
caly, os protestos de sua maior eslima e consi-
derago.Joo Baptista Moreira.
(8) L-se no Diario Fluminense de 4 de no-
vembro de 1829:
Um frontispicio Iluminado em transparencia
adornara loda a freoleda casa do consulado por-
tugus, desde as sacadas at cornija, oa exteo-
sode28 palmos, teodo 36 oa sua maior eleva-
gao.
O prospecto ere bem concebido, regular, e
elegante, para atlrahir a corioaidade publica,
crear illuso, e aatisfazer o goato dos espectado-
res.
< Nao ser difcil quelles de nossos leitore.
que o nao riro, gozar em sua imsgioa;o a mes
ma perspectiva admiravel, qual a ramos descre-
cer, d os que oa realidade gotaro nos faro
A pega principal era urna fachada transparen-
te, formada de trea parallelogrammos salientes
que tomaram toda a extenso do edificio. A mo
do hbil artista Joaquim Cardoso Villaoora, ti-
nha gravado no centro com letras d'ouro, o glo-
rioso motivo destejegozijo oscionsl. Acitrs das
niciaes dos augustos nomes de SS. MM. II. bri-
Ihara no meio de urna grioalda de rosas com
seua fesles oos la-I os, preodendo o (acho do Hy-
meneo, e a lyra da Apollo. Cada um dos ridros
que allumlaram este magestoso emblema, dar
na sua (aego. urna letra Iluminada, e unidos a
seguinte legenda :
Vira o imperador.
Vira a imperalriz.
a Por baixo da imperial cifra se lia :
< Aos rolos do Brasil os cus prumeltem
Uuio conjugal, prole ditosa,
< De um principe aem par, de Amelia digoo,
Da Ulna de um hroe, de Pedro esposa.
a Ao lado direilo se mostrara um geoio, recli-
oado aobre flores, e fruclas da Europa, e da
America, teodo oa mo direita a peona, e n i es-
querda o lirro da immortaiidade, na qual tinha
escripto o dia e aooo, ao mesmo lempo que aa
esphera, para oode rollara a aua face, passara u
zodiaco, indicando o mez, em que o augustissi-
mo cousorcio foi celebrado na corle de Munich,
aos 2 de agosto de 1829. No lado esquerdo um
segundo geoio aa mesma attitude que o primeiro
e debaixo das mesmaa formas gerogiiphicas, mos-
trara o dia 16 de oulubro de 1829. em que a au -
gusta ooira abordou s praias do Brasil.
Estes dous genios enfeixaram junto de ai os
symbolos do canto, do baile, e da msica, sigu
licando a publica e geral alegra, por occasio da
feliz ebegada da ora imperalriz corte do Rio
de Janeiro.
Detraz desta fachada, serrindo lhe de realce
e ornameoto, elera-se urna balaustrada magnifi-
ca, composta de tres pegas semelhaotes no ta-
raauho, e figura, separadas por floros, e outros
oroatos de perspectiva, que remataram em for-
ma pyramidal, com rasos de flores oo vrtice
ludo de illuraioago transparente.
O retrato de S. M. o imperador oceupara o
painel do ceotro, teodo ao lado um pedestal de
marmore, que sustentara sobre almofada. de re-
ludo carmezim duaa cartas coositluciooaes, as-
sentando nellas ss coras independeoles de Por-
tugal, e do Brasil.
Na face anterior deste pedestal estaram gra-
F!*** Pcas raemoraveis de 25 de margo de
1824, e de 29 de abril de 1829, em que o mesmo
augusto enhor ae dignou outorgar as coostitui-
goes. a seus subditos de ambos os hemispherios.
O brazo daa armas imperiaea do Braail coroava
eale magestoso quadro, por baixo do qual ae lia
o seguate:
Ei-lo, immortaiidade I E' teu I E's delle I
t Ouiro igual oo leos tu, que os evos mande !
O re legislador, aabio, imperante,
Pa dedoua poros, em dous mundos graode.
* No egundo painel ae ria a real efgie de S.
M. Fidelissima a joreo raioha de Portugal, mos-
trando a aeu lado o aceptro e corda porlugueza.
As armas reaea de Portugal guarnecais a parte
superior do quadro, circulado por ridroa Ilumi-
nados com a legeo la de :
a Vira a raioha reinante de Portugal I
E oa inferior ae lia o seguinte :
Regresas, aojo de paz, da Lysia esp'raoca I
No solio paternal teas alto abrigo I
Voliars a ciogir de Affuoso a tfrda.
< A gloria e a liberdade iriocomtigo.
No terceiro painel o joreo priocipe imperial,
eslava retratado peifeitsmeote. em seu Umaobo
natural, tendo ao lado os emblemas daeducago,
e do esludo O quadro rematara com o augusto
timbre da serenissima casa de Bragaoca, o dra-
gao coroido, circumdado por ridros egualmeote
Iluminados eom a leg-nda :
c Vira o priocipe imperial do Brasil.
a E por baixo do retrato ae lia o aeguinte:
O' filho do Brasil, herdeiro augusto
De Bragaoca immorlal I...A liberdade,
A patria, o ihrono, as leis, a independencia
c Comifgo crescem...sio da la edade.
Todo esle ronlispicio era allumiado exlraor-
dioariameole por perto de 800 copos de diversas
cores, e ricos globos de ridro, tanto em baixo
como em cima do edificio, (azendo urna perspec-
tiva maravilbosa.
Na uoite de 27, SS. MM. II. e Fidelissimss
eS. a. o priocipe augusto de L-uchteoberg, se
dignaram parar em freole desta illumioaco, pa-
ra a gozarem completamente, o que deu occaaio
so ira menso coocurso de pessuaa que ae apioha-
ram naquella ra a elerar os maia etvargico. al-
ras, repetidos rauitas vezas : e tanto oeala noile,
como oaa seguales, alo ceasou a frequeocia de
poro, que dar. comisles prora, do tea coolen-
composta do marqoez de Palmella. coode de Vil-
la-FIOr e Jos Antonio Guerreiro.
Ateira-se a guerra clril sera durida. maso
oobres defensoras da causa da raioba agxlomert.-
ram-se solados o'um rochedo em meio do oeea-
oo. aem armas, som maritimeotos, sem auxilios
quasi at sem etperaucas. Redobrram eotio os'
esorgos de Moreira. afirn de contribuir quaoto
em suas torgas coubesse para soccrro de seua
coreligiooarios polticos. Sollicilou opporluoa e
importuoameote a cooperacao de seus compatrio-
tas. Eotre elles se destiguiram desde logo dous
benemritos Portuguezes, A. J. Padrosa e J. B.
Aire, da Silra.Aonuindo supplics. de Morei-
ra, fez o primeiro donativo do lugre Boa Esp*.
ranga (10), e o segundo do completo carrega-
mento deste navio, carregameolo composto d
aguardeote, assucsr, arroz e outros maotimeotos,
applicados so sustento dos raleles defensores
da causa da liberdade (11), e declarando ambo
os doadores fszerem suaa dadivas por iotermedio
de Moreira, em quem recooheciam o zelo e leal-
dade com que aempre protegra aa pessoss e for-
tuoas dos Portaguezes.
PrecipiUram-se os successos egualmente oe>
Brasil, e reriicaodo-se em 7 de abril de 1834 a
abdicagio do Sr. D. Pedro I, retirou-sa com S.
M.J. e R., o enriado portuguez, Exm. D. Maooel
de Assis Mascareohas. coode de Sabugal, Palma
e Obidos. Este rerdadelro fidalgo portuguez de-
clarou maia Urde, por forma aulhentics, os gran-
des serrigos prestados por Moreira causa da pa-
tria e da legitimidad, e o quaoto a seu contento
o coadjurou na misso que pelo goreroo lhe fr
commtttida (12)
Foi eoto designado para dirigir a legado o
Sr. cooselheiro Ildefonso Leopoldo Bayard ; po-
rm teodo S. Exc allegado motivos hoorosos o
aiteodiveia que o obrigaram a retirar-ae egual-
meote, foi neste periodo de tristes receiose gra-
vea difficuldades que Moreira toroou ainda urna
ret a ser incumbido da legago de Portugal.
Logo em aegulda a regeocia da llha Tereeira
renorou a remessa de credenciaea, confirmando
J. B. Moreira como eocarregado de oegocios de
Portugal oo Brasil, seodo estas apreseotadas ao
respectivo mioistro Exm. Francisco Carneiro de
Campos. E para nao roltarmoa ao meamo ss-
sumpto, diremos que aioda depois o Sr. D. Pedro,
duque de Braganga, lhe repeliu a remessa de no-
ras credeacises, quando assumiu a regeocia era
nome de sua augusta filha.
(Coninuor-se-/ia.)
- r
V
lamento, e enthusiasmo, rista dos fausiissimoe
emblemas do regozijo oaciooal, e dos augustos
objectos de sua adorago.
(10) Illm. Sr. Joo Baptista Moreira.-Tomo a
liberdade de escrerer a V.S., psrtecipaodo-lheo
graode cootentameoto com que recebl a noticia
-la ioslallago da regencia porlugueza na llha
Terceira, em nome da nossa adorada raioha a
seohors D. Maria II; a desejando, como bom
Portuguez, que aempre fui. reoder ao legitimo
goreroo um tributo publico da mioha alegra
ealou deliberado a oferecer gratuitamente re-
gencia, por intermedio de V. S., o meu lugre
denommado Santo Antonio, afirn de ser empre-
ado no real serrigo, para o que farei doago
delle apparelhado e armado. Queira V. S. desig-
oar o dia e hora, em. que poderemos concorrtr
para se ferrar a escriptara de doagao, sendo V.
S.. como cnsul geral, o acceilanle por parle da
regeocia.
Quaodo manifest desle modo o meu sincero
patrintiamu, graode prazer me resulta de o fazer
por ioterreogo de V. s., Uendeodo ao zelo e
lealdade cota que sempre tem protegido as pes-
aos, e fortunas dos honrados Portuguezes.
Deus guarde V. S. muitos annos. Soa com
toda a considerago, de V., muilo atiento rene-
rador e criado.Anonio Jos Pedrosa.S. C.
23 de juoho de 1830.
(11) Illm. Sr. Joo Baptista Moreira. Cons-
tando-nos que o nosso amigo Antonio Jos Pe-
drosa izera doago do aeu lugre Santo Antonio
(actualmente surto oeste porto) regeocia da Sr.
D. Maria II, instaurada oa llha Terceira ; dos,
possudos de eguaes seotimeotos de patriotismo e
lealdade, tambero offerecemos toda a carga, que
pudercooduzro dito lugre, constando de arroz,
aguardeote, estucar e tabaco, para ser distribui-
do, conforme melhor parecer aquella regencia,
pelos bravos e leaes defensores da mesma sobe-
raoa.
Temos nos de iotelligeociar i V. S., de que pa-
ra o fim cima cootribuiremos, Joio Binifecio
Airea da Silva com dous tercos da importancia a
que subir aquelle carregamento, e Joo Maooel da
Silra Campeo, com o oatro lergo. igoe-se,
pois, V. S. iosiouar-oos quaodo se achara promp-
to a receber carga o referido lugre, para o azer
embarcar. No eotaoto. astt coorencldos do
quaoto tem zelado os ioteresses da raioha fldelis-
sima, nossa legitima soberana, esperamos que i
regeocia da mesma far constar desta dadiva, que
por sua iuterrengo lhe fazemos.
Deas guarde V. S. multo, anoos. De V. S.,
mallo alientos veneradores e criados. Joo Bo-
nifacio Aloes da Silva. Joo Manoel da Silva
CampeoRio de Jaoeiro. 28 de juoho de 1830.
ff. B.Este offerecimeoto foi realisado .rnen-
te pelo coronel Joao Bonifacio Aires da Silra. em
coosequeocia do prematuro (allecimeoto de Joo
Manoel da Silra Campeo.
(12) D. Maooel de Assis Matcarenhn, conde de
Sabugal, Palma e Obidos, par do Reino, do con-
seibo de S. M. F., gro-eraz da ordem de Chris-
to, cavalleiro da Legio de Hoora, ele.
Atiesto que, leudo sido nomeado enviado ex-
traordinario e ministro plenipotenciario de S. M.
F. na corte do Rio de Jaoeiro, aoode cheguei no"
flm do aooo de 1828, oa meama corle ae achara
o Sr. commeodador Joao Baptista Moreira, acre-
ditado na qualidade de encarregado de negocios
o qual se tioha declarado fiel cauaa de S. M*
" preataodo-me logo todo o auxilio, e licando'
debaixo da minha direceo como chefe deaigaado
daqaella miisao, correapoodendo-se aessa quali-
dade com a embaixad. porlugueza em Loudres.
de que recebia e execulara todas as ordeos do
real terrigo, ss quaea lhe eram trao.aittid.a
daqaella legitima auloridade, o que praticou por
todo o lempo em que ea nio fui formalmente
recebido oaquella edrte como mioistro de S. M.
F. a Sr.* D. Maria II, o que smente tere lugar
em 24 de juobo de 1830, quaodo eolio flcou exer-
ceudo o lugar de cnsul geral, de que tioha legi-
tima patele da regencia em oome da raioha.
E outro sim atiesto, que nio s servia a meu
conleoto, maa tambem ao de lodoso. Portugue-
zes ali residentes, prestando, oulroim. relerao-
tea aervico. cansa da patria, e da legilimidod*.
pelo que (dra muita. veze. louv.do e elogiado pe-
lo legitimo goveroo da raioha. E por aer rerda-
de loda o referido, pastel o presente, para cons-
tar aonde coorfer. Li.bo.,30 de maio de 1835.
Conde de Sabugal.
Recooheco o .goal relro do Exm. coode de Sa-
bugal. Lisboa. 4 de juoho da 1835. Em leste-
muoho de rerd.de.-O Ubelliio, Joo Baptista
Rodrigues da Silveira Mello.
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