Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09513


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Full Text
XXXml. ROMERO 67.
?


i
I
tttajdiantades 58000
Cencidos 6$000

DIARIO DE
%"
SEGUIDA FE1RA 10 DE MARCO DE 1162,
Ptr iuo dilatad* !9$00O
Porte fratca para t subscriptor
Idos da subscripcao do norte
_ ba, o Sr. Antonio Alexandrino de Li-.
lalal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Iracaty, o Sr. A. de Lemos Braga; Cear o Sr.
. Jos da Oliveira ; Maraoho, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigue; Para, Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SL
Alagas, o Sr. Caudino Falco Dias; Baha,
o Sr. Jos Martins Aires ; Rio de Janeiro, o Sr-
joio Partir Martins.
PARTIDAS DOS COBREIOS.
Olinda todos os dias as 9> horas do dia.
Iguarass, Goianoa, a Parahyba as segundas
e sextss-feiras.
S. Anio, Bezerros, Bonito, Garuar, Altinho
e Garanhuns as tergas-feirat.
Pao d'Alho, Nazarelb. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, ViUa-BeJla, Boa-Viste,
Ouncury*e Ex nasqua^ tas-feras".
Cabo, Serinhem, Rio Forraoso, na.Barreiroa
Agua Preta, Pimentelras e Natal quinlas feiras.
(Todos os correios pariem as 10 horas da manha
EPHBMER1DES DO MEZ DE MARQO.
8 Quarto crescente as 2 horas e 40 minutos da
manha.
15 La cheia aa 2 horas e 35 minatos da tarde.
22 Quarto minguante as 7 horas a 8 minutos da
manha.
29 La nova as 5 horas e 4 minatos da manha.
PREAUAR DE UOJE.
Primeiro as 11 horas e 42 minutos da maohis.
Segundo as 12 horas e 6 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul al Alagoas 5 e 20; para o norte
al a Granja 14 e 29 de cada mez.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Par o Reclfe: do Apipucos s 61[2, 7, 7 1|2, 8
e 8 1|2 da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da t.; da
Jaboatao s 6 1|2 da m.; do Caxang e Varzea
s 7 da m.; de Bemfica s'8 da m.
Do Recite : para o Apipucos s 3 1|2, 4, 4 1|4,
4 1|2. 5, 5 1|4, 5 1|2 e 6 da t.; para Olinda s 7
da dj. e 8 1(2 da t.; pira Jaboatao s 4 da t.; para
o Caxang e Parzea s 4 li2 da t.; para Bemfica
as 4 da t. v '
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quinlas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do cqmmercio : segundas ao meio dia.
Dito de orphios: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira Tara do cirel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda rara do civel: quarlai e sabbados 1
hora da tarde.
*0Mm(MIbT
mm.
DIAS DA SEMANA.
10 Segunda. S. Milito e
11 Terca. Ss. Candido a
12 Quarla. S. Gregorio
13 Quinta. S. Eufrazia
14 Sexta. O roysterio i r
15 Sabba-lo. S. Henrique rei; 8. Leaguioir ^L
16 Domingo. S. Cyriaco m.; & Abraho eremita.
ASSIGNA-SE '
no Recife, em a livraria da praga da Indepen-
dencia ns. 6 e 8, do* propietarios Manuel Figuei-
roa de Faria & Filho.
UsasteH mm.
p. miot da egda)***
v- ; S. 1 isjitt
paixio iii riiiiiraij.
PMTE OFFICIAL
teiras.Iuteirado de quanto Vrac. me commu-
o, mandar
a quaolia
seus venci-
ibro, Janeiro
filo removi-
proviacia do
provincial.-
GOVMNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 6 de marco
de 286.
Offlcio ao Exm. bispo diocesano. Rogo V.
Exc. a expedigo de suas ordeos para que, ape-
nas estiver concluido e devidamente preparado o
cemiterio, que se est fszendo na villa do Li-
moeiro, nao lejam maij permitlidos os enterr-
ndolos na igreja, como at aqu se tem pratica-
do em prejuizoda salubridade publica.
Dito ao Ixm. presidente das Alagas. Levo
ao coohecimeolo de V. Eic. com informagao do
chele de polica o incluso requerimeuto do sen-
tenciado de jusliga Francisco Affooso do Reg
Mello, atirn de que se digne declarar-me, se ha
inconveniente era ser elle enviado, como pede,
para essa provincia, a que pertence.
Dito ao brigadeiro commandante das armss.
Respondo ao oflkio de V. Exc. sob n. 373 e da-
ta de 21 de fevereiro ultimo, remetleodo-lhe por
COPJ informaco do director das obras militares
de 28 daquelle mez, da qual consta ja terem sido
executados os concertos de qua necessitavam as
casas de guardas d'esta cidade.
Dito ao mesmo. Remello Vi Exc. para ler
o conveniente deslino, a.guia de soccorrimeoto
do anspegada SabiDO da Costa e soldado Bernar-
do Ferreira, ambos do quinto batalho de inan-
tana, que vieram para esta provincia escoltando
dous criminosos.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. mandar pos-
tar era frente da igreja doCorpo Smto s 3 horas
il ai uma 8uarda commaodada por offlcisl,
aumi de fazer as honras fnebres do estylo ao se-
gundo teuente hooorario Jos Faustino Porto,
queoccupava o lugar de pratico mor.Commu-
nicou-se ao capito do pono.
Dito ao Dr. chefe de polica.Faca V. S. de-
sembarcar do vapor Princeza de Jo'inville, aum
de serem postos a disposigo do juiz municipal
da primeira vara, os sentenciados a gales perpe-
tuas Roberto e Spiridio, vindos da provincia do
Maranho com destino ao presidio de Fernando,
para onde devem ser enviados na primeira op-
portuoidade.Communicou-se aoiaiz municipal
da primeira vara.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Constando de offlcio do brigadeiro commandante
das armas, datado de 5 do correle sob n. 449,
que eslo por ser pagos de seus venciraentos as
pracas do destacamento do termo de Buique des-
de 16 de dezembro do anno prximo passado,
por nao dispor a collectoris de Garanhuns de
meios necessarios para esse pagamento, naja V.
S. de expedir as suas ordens, atlra de ser a dita
collectoris habilitada com o quantitalivo preciso
para pagamento, nao so do que se estiver a dever
aquellas pracas, como dos vencimentos subse-
queotes. Communicou-se ao brigadeiro com-
mandante das armas.
Dilo ao mesmo.Pode V. S. conforme indica
em sua informaco de hootemy-1- -\ 176""(Uda
com referencia a da coaiAdv- thesouraria
acerca do requericneoto. <.
pagar ao bacharel Luiz Dua
de 400*000 r em que impt
mentos relativos aos niezes d
e fevereiroullimo3, como juiz
do para a comarca de Macap
Para. ~ v
__Dfo 'ao inspector da thesouran
Tnteirado do contando de sua iuiorjago u6 hon-
tem sob n, 138, recommendo \, s.que, em
vista do recibo, que devolvo, eme foi remedido
pelo Dr. chefe de polica com olTicJ0 de 12 de fe-
vereiro ultimo sob n. 222, mande Pagnr a pessoa
que para esse fin se mostrar autorizada a quan-
tia de 73#000 rs., despendida eom o concertos da
cadeia da cidade da Victoria. Communicou-se
ao Dr. chefe de polica. /
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar a Luiz
Borgea de Cerqueira, conforme se ordenou em
offlcio de 11 de dezembro do aon0 prximo pas-
sado, a quantia de 702400 res, proveniente de
objectos que vendeu para a provincia do Cear,
visto nao haver inconveniente nejSe pagimento
segundo consta da sua informaco de honlem
sob o. 137. *
Ditoao mesmo.Ao negociante Joaquim An-
tunes da Silva mande V. S. pagar, couforme re-
quisitou o Dr. chefe de polica em offlcio de hon-
lem sob. n. 322, a quantia de 3181800 ris, des-
pendida com o sustento dos presos pobres da ca-
deia de Garauhus aja meies de dezembro e Ja-
neiro ltimos; uma'tez que esie.,m nos termos
legaes as duas inclusas coolas, qut, vieram anne-
xas ao citado offlcio.Communlcou-se ao Dr.
chafe de polica.
Dito ao inspector do arsenal de marioha.
Mando V. S. fazer os concertos de que oecessila
a canoa de transporte da fortaleza de Ilamarac,
a qual Ihe aera apreseotida por *rte o briga-
deiro commandante das armas, envisndo-roo*v.
S. a conta da despeza que se fUer com ella.
offlciou-se ao commandante oas armas para man-
dar conduzir quelle arsenal a referida canda.
Dilo ao Dr. Alcibiades Jos de Azevedo Pedra.
Remelta-me Vmc. al amanhj a3 \q horas do
dia uma nota das pessoas qu falleceram da epi-
demia reinante no dislricto conado aos seus
cuidados mdicos, entendedrjo-se para isto com
a autoridade policial respetiva.Igual ao Dr
Amenco Alvares Guiroaraes.
Dilo ao Dr. Jos Joaquim de Souza.Ficando
inteirado do conteudo do ofMo de 4 do corrente,
em que Vmc. communicano Uaver-se recolhid
da commisso medica de que. f0i incumbido na
comarca de Goianoa, onde reino i a epidemia do
cholera-morbus, declara que rehuocia qualquer
estipendio, que lhe possa csber pelos servidos
prestados nessa commisso e apen&j pede uma
quantia qualquer para pagamento das despezas
leitas com o seu transporte durante 0 lempo em
que estove all empregado, teuho\ dizer-Ihe em
resposta, que oesta dala recommejo ao inspec-
tor da thesouraria de fazenda quaJhe mande en-
tregar a quantia de2OO0r. comd iademnisacjao
de taea despezas. T
Ao concluir cabe-me o'prazer de tributaria
Vmc. os devidos agradecimentos por uuis esta
prova que acaba de dar, de desioleresse^ philag-
iropia e amor a humaoidade.Officiou-se a the-
souraria para entregar ao predito Dr. a quarjlia
de 20O# para o m cima indicado.
SSr. JosMaria Freir Gameiro.lojeira-
do pelo seu offlcio de 4 do corrente de haver Vc.
offlciado no Io deste mez aos Drs. Candido Jo\
o Lima, Prxedes Gomes de Squza Pilangi
edro de Alhayde Lobo Moacoso, offereceodo^
lia fornecer gratuitamente do seu estabe-
ento todo e qualquer medicamento que os
mesmos Drs. tiverem de receitar aosdoentes po-
s dos districtos de.que esto eocarregados,
tenho ajiizer-lhe, qu* agradego cordialmeote
nica em seu offlcio de 2" do correte, tenbo a di-1
zer-lhe que, de accordo com o facultativo dessa
colonia e com as autoridades pnliciaes dt)s dis-
tritos, a que allude o citado offlcio, com
quera Vmc. se entender trata de tomar as me-
didas preventivas, que julgar convenientes para
evitar os effeitos da epidemia reinante, aoccor-
reado pronpamente as pessoas desvalidas, que
forem accommettidas do mal, promoveodo por
isso subscripces e propoodo esta presidencia
pessoas habilitadas daquelles lugares que possam
ser nomeadas para comporem uma commisso de
benellcencia em cada um dos referidos dis-
trictos.
Dito ao administrador do cemiterio.Eavie-me
Vmc. at amanha s 10 horas do dia uma not
indicativa das pessoas que falleceram do cholera,
e forim sepultadas nesse cemiterio desde o dia
27 at hoje inclusive ; ficando a seu cuidado en-
viar-me (odas as segundas feiras de cada semana
notas semelhaotes.
Dilo ao agente da compaohis brasileira de pa-
quetes a vapor.Podem Vmcs. fazer seguir para
o sul o vapor Princeza de Joinville, hora in-
dicada em seu offlcio de hoje.
Portaria.O presidente da provincia confor-
mando-se'com a proposla do Dr. chefe de polica
n. 306 do 1 do corrente, resolve nao s nomear
a Antonio Cosario da Silva Brasileiro para o car-
go de subdelegado de polica do Io districto da
fceguezia de Garanhuns e a Vicente Ferreira dos
Sanies para o de 2 suppleute do mesmo subde-
legado ; mas tambem considerar vagos os de 3,
4o e 5o para os quaes oomea os cidadaos Paulo
Virgolino da Silva, Manuel Correia dos Santos
Vilella e Jo3o Correia dos Santos Rocha.Com-
municou-se ao Dr. chefe de polica.
Dita Os Srs. agentes da companhia brasileira
do paquetes a vapor mandem dar transporte para
a Baha por conta do ministerio da guerra no va-
por Princeza de Joinville ao capello da reparli-
?o ecclesiastica padre Joo Cyrillo de Lima.
Communicou-se ao commaodaute djs armas.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor mandem dar passagem de
proa destinada passageiros de estado para a
rArte no vapor Princeza de Joinville ao Io cade-
te 1" sargento do 2 batalho de infantaria Fran-
cisco de Paula Ferro Trante.
INTERIOR.
VARA
(Do nosso correspondente.)
O seguinte artigo da redacco do Jornal do
Amazonos, de 11 do pausado, escripto pelo Dr.
Tilo Franco de Alraeida':
D. Pelro V.
Os dotes da intelligeuifcia e do coracao merece-
ram huntcm a mais sincora e unnime homena-
gem, symbalisados em urrt dos nrais bellos typos
da casa reinante no Brasi e Portugal, a casa de
Bragan;a. A humanldadel guiada pela religio,
ideposera aos ps dos altareis, levantados a adora-
Exm.3r. Dr, Lea> Velloso abri a sessio da re-
prese/itaco provincial : dizem-mo, porm, al-
guna entendidos, que assistiram leitura dalle,
que uma peca digna da iilustraco de S. Exc,
de seusconhaymentos pratico-administraiivos, e
de seus estudos corographicos pelo territorio da
provincia.
a Promotlo-lhe, logo que possa instruir-me"
na leitura deste importante documento, dar-ihe
alguns extractos delle, e mesmo fazer alguns
commentarios sobre suas proposicoes maiscapi-
taes, e palpitantes ; bem entendido :
Se a lauto rae ajudar o oogenho e arte.
Estamos 6 de marco, e no entantodizem-
me, que por ora nada lera feilo a assembla,
nem mesmo pelo que diz respailo ao ponto car-
dea], de arrancar a provincia do estado floaocei-
ro tniseravel, em que se ve. Consta-nie que por
falta de uuraerosolflciente constmtemenle deixa
de haver cas. Se assim dou-lhe toda razo,
porque eotendo, que nenhuma situacao mais
afflictiva e dulorosa, do que a de ter-se deveres
rigorosos e sagra los cumprir, como bem os de
prover a subsistencia, para se nao morrer min-
gos e fome, e nao dispor-se entretanto de
meios para os dcsempenhar. Nao concorda Vmc.
comigo, que tem justo motivo de ter mulo de
entrar em casa, e al razo de fugir della o pai
de familia, que nao leudo um s vintem na algi-
beira, era sabendo, onde o ha de adquirir, ou
pAdir emprestado, sabe no entanto, que l est
a sua cara amelada rdanlo em furia e bradan-
do contra elle, e os smsdos lhinhos gritando
com as lagrimas nos olbos :eu quero comer 1
Oh diabo I s de o dizer temo e tremo :
antes morrer logo, e acabar com to penosa
existencia. Pois saiba Vmc, que esta a posi-
gio de nossa assembla ; careada de uma rnul-
lido de empregado9, que lhe pedem pao para
nao morrerem fome, ou nao andarera n-, ella
nao tem real para acudir laota necessidad* ; e
por isso que muitos de seus mamaros fogem
de l ir, porque em sua sensibilidade nao pdem
ver lagrimas, que as nao derramem igualmente,
uma vez que as nao podem eoxugar.
_N3o nevemos, porm, anda duvidar da pro-
Qcuidade de seas trabalhos, porque islo anda
principio, e os philosophos dizem, queomnia
principia ardua: do meio para o iim que
encarreia a assiduidade, e ento nao s nao fal-
lara medidas, proposicoes e projectos, como at
amootoam-se esmo uos por sobre outras ; s
no artigoemendas, um nunca acabar.
a E' muito natural, que Vmc. por ah soubesse
da desiotelligencia que reinava entre o chefe de
polica Dr. Joo Francisco da Silva Braga e o'
Exm. presidente o Sr. Dr. Leo Velloso. Pois '
muito bem ; o governo imperial decidi, emmi-|
nbs opinio, o negocio da maoeira .a mais pru-
dente, e honesta, que era possivel, sustentando
o prestigio da autoridade de um, sera prejudiear
o coaceito que lhe merece o ouiro : o Sr. Ur.
(Itb do supremo_Crea3*f-tj universo. pToVSTEe- ~%'I*~ fjt 4fansferido do mesmo lugar no Piaihy
que nao estamos desapercebidos. como nessa
occaslo, e temos a vaotagera de conhecer nosso
oimigo. O Sr. Dr. Leao Velloso tem dado todas',
e as mais minuciosas providencias para se pre-
venir o mal, ou pelo menos attenua-lo, quaolo
fr possivel ; nssiji mesmo Vmc. ver, que sa
ha de attribuir culpa delle todos os casos
ruin., quo por inTelicidade se derem : a mana
de criminaren] o governo por tudo o quo de mo
succede em um paiz, to antiga, como o mes-
rao goverdo, pois que aasceu com elle, e por is-
so s com elle morfer.
Estamos com um invern excedente ; nao
podem ser mais risoahas, do que sao, as espe-
rances, que temos de gozar dos seus beneficios.
A lavoura esi no melhor p possivel, seje
quanto sua quaotidade, seja quanto ao seu es-
lulo, e promelte ao Rio Grande do Norte resta-
belecer para o anno prximo as suas arruinadas
Qnancas. Assim mesmo os gneros alimenticios
nao esto baratos. A caresta invadi o Brasil,
uma tinha, que nao se cura mais.
Se Vmc. me perguntar como vamos de
tranqulllidade publica, eu lhe direi, quenemi-
me discrepante: e como de seguranza Individual,
cesponder-lhe-hei, quetres bien. J l se foi
o lempo, em que os habitantes de nossss pro-
vincias do sul bradavam contra os moradores das
do norte pelo uso frequente, que estes faziamdo
bicamarte o da facca de pona; hoje as cousas
mudaram ; s pagina mais horrorosa de nossa
estatistica criminal aquella que consigas os
fados, que se do no sul do imperio.
a Nao sao elles agora que lem com as mos
trmulas as noticias que levam os nossos jor-
naes; somos nos pelo contrario, que com o co-
racao aperlado vamos saber, o que por l se deu
respeito de seguranza do pessoa e proprie-
dade. Se nao for alalhado o progresso desle
syslema, se elle continuar, est 'islo que, lem-
pos ha de vir, em que as provincias do sul do
imperio apreodam das do norte respeitar a vi-
da do cidado. Maa, se a civilisac.o tem por flm,
como eu disso eslou convencido, ameuiiaodo os
costuiues, moralisar os horneas, como se explica
O fado de que estando a civilisago muito mais
adiantada ao sul do imperio, do que nao ao nor-
te, a estatistica criminal all apreseota-se hoje
debaixo de um aspecto muito mais destavoravel,
do que a deste lado ? E' esta uma queslo cu-
riosa, que merece ser tratada e explicada pelos
estudantos de philosophia do Gymnasio Pernam-
bucaoo.
O Iguarass, que chegou hontem s 10 ho-
tas da manha, j deu signal, que quer ir-se
embora; fecho, portanlo, esta j, para que nao
perca a mala, como ain la nte-hontem rae acoo-
leceu cora a correspondencia palo Princeza de
Joinville que sabio daqui s 8 horas da manha
contra o uso estabelecido o debaixo de uma for-
midavel trovoada.
a Pobres proviacias de ter:eira ordem, queso
quivocas do mais elevado sealimeoto*
Nunca vimos um qusdro mais triurcphante da
fraternidade dos dois povos governados pela he-
roica dymnaslia, que lhes dera s sua emancipa-
cao e liberdade.
Nunca nos sentimos mais elevados na contem-
placo das grandes virtudes de u.n principe, que
passara por este valle de pezares to ligeramen-
te.
Filho da virtuosa princeza do Gram-Par, depois
rainha de Portugal; neto do primeiro imperador
do Brasil, o grande Pedro I, depois Pedro IV de
Portugal; herdeiro das virtudes dos duques de
Braganci. seus anlepassados, Pedro V rfareceu
predestinado para soffrer era todas as cordas do
seu coracao.
Filho, perdeu aquella que alera da existencia
lhe inoculara n'alma todos os principios de bon-
dade, juslica, e sabedoria.
Esposo, vio a fatalidade arrebatar-lhe a pura e
doce companheira, que regava de perfumes a
afadigosa vida da governago.
Paedeum povo, que o idolatrava, sentio-se
dejle para sempre separado quando planejava
gnia-lo pelo caminho seguro da verdadeira civi-
lisago, joeirada de quanto lhe offusca as con-
quistas.
Flor delicada, combatida pelos tufes da sscie-
dade envennala, nao pode resistir, e vou para
o mundo da perfeico.
Parti, e parti para sempre porque nao mais
ri cora as alegras, nem chora com os pezares do
seu povo. Mas nao parti, nem partir jamis
da lembranga do tolos os corages, que apreciam
as virtudes cvicas.
Parti, e parti para sempre, porque nao mais
o vemos, nem o ouvirnos. Mas nao parlio, nem
partir jamis da memoria dos povos, alimentada
pela historia, que o deseohar em grande relevo.
E a historia contempornea j principiou a es-
crever-se, e anda hontem concluio lalvez o seu
mais bello capitulo.
Nos tambera, obscuro escriptor aqui deposita-
mos o signal de verdadeira magos pela separa-
co do primeiro patriota portuguez.
Nos tambem lhe imploramos, que, aos ps do
Supremo Arbitro da humanidade, interceda por
um povo, que lo vivamente soube apreciar as
virtudes, que o ornavam.
!!
Braga foi removido para o mesmo cargo ot ex- do dous deputados, a precisara de serem sppri-
cellente provincia do Piuhy. Nesta coaformi- das pelo cofre g'er'aM 1
dade fot chara ido'o juiz de direito desta capital Parahiba O pouco occorrido, aps a sahida
Dr. Costa Lobo, para servir nteriaaraente at do Prinafza de Joinville, acha-se na prestante
2U_! ^eg."5- -^^v^riBo--ATfg-^S-&fvalho, .raissiva \\o aosso correspoadeote :
As'3TrtrcfK-.iefer'''-lhe sao as do progresso
do cholera-morbus.~~~~
Acaba, ha poucas horas, "de ~sCC!,mu.'r
epidemia um.preto escravo ; era morador
capital. Por agora o que sei.
N cidade da Areia j havia penetrado a
epidemia, toado succumbidoalll duas pessoas, a
ultima data, eo mesmo succedera em Bmanei-
ras e na cidade de Mamaaguape.
De uma carta que nos dirigiram da cidade
da Ar), o seguinte trecho :
En vio u-.se pela quinta vez medicamenltos e
dieUs para Aljga-Grande e anda assim suppo-
nho que seus habitantes nao estaro stlisfeilos.
Nao obsUute laes remessis continuara as exi-
gencias; pois aquella goote entende qne o go-
verno otinguo j dar sustento, nao s aos do-
entes, como aos demais perleila saude, a que
tanto deve ser soccorrido o indigente, como o
uiais abastado do lugar.
< hlo lo verdede que nao existe um s ho-
mem daquella povoaco (fallo dos mais abasta-
dos) que se lenha prvido da menor quaotidade
de medicamentos proprios combater a epi-
demia.
V, pois, que oo possivel seja assim en-
tendida a obrigaro quo corre ao governo de
prestar soccorros.
De ouira carta que vimos, soube que em
Alados-Grande ha morrido nao pe juaoo numero
para este ; e entrou em exercicio 3 do corren-
rente;
< Nao actuando sem duvida no espirito do Dr.
Lobo os mesmos motivos, qu* preponderara)
no r. Braga, muito de esperar-se, que a mais
inleira harmona exista entre o Exm. Sr. Dr.
Leo Velloso.
a Mesmo o Dr. Lobo, velho como e doente,
como quasi sempre aoda, na mais o hornera
que se deixe arder phosphoricameote, ese era-
penhe coro facilidade nessas lutss incompaiivois
com a dobilidade ds velhice, e sraeote proprias
do vQo,do calor, das torgas, eda energa da aio-
cldade. Para o Dr. Lodo, lodo o muudo sabe,
que a -paz e a ordem foram sempre o dolo de
sua predileccao ; da mesma (rraa que o socego,
e o descanco, sao hdje em dia a sua mais impe
riosi, e indecliuavel necesdade. Alera disso,
disse-me elle, que urna nomeago espontanea, e
de Jivre asco.ha, da chefe interino de polica
ura acto da parte da presidencia de completa
coafiauga uo carcter do magistrado nomeado, e
que seria a mais negra ingratido, a mais ha-
dionda picarda rolribuir com uma opposigo,
em todo caso desnecescaria, lo assigaalada
prova de cooceilo, de justiga e de generosidade,
Porquanto, adiuiitiodo mesmo o caso, que se
oega, de que houvesse ura presidente, que, con-
fiado uesse favor, exigisse do seu escolhido cou-
Q1IRI0 DE PERNAMBUC-
O' vapor Iguarass', que fundeou no sab-
bodo em nosso porto, viudo dos de sua escala
oo aorta, nada adianta do Cear, por haver sa-
hido antes do Apa, comtudo foi elle portador
dos jornses que nao vieram por aquello, com
dalas atol.0, do Rio Grande do Norte at 6 e da
Parahiba at 7 do corregi.
Cear. Foi fioalraeole encontrado, na noite
de 21 do passado. o cadver do marujo naufra-
gado no bote do patacho M jIus, de que tratou
uosso correspondente, no lugar dos Arpoadores.
Durante os.domingos ltimos do mez pas-
sado, S. Eic. Rvma. fez praticas na calhedral,
que foram bastantemente coocorridas ; deveodo
continuar em todos os segniotes da presente
qusresma.
No dia 25 do passado, por occasio da re-
vista da cada s 6 horas da larde, um preso de
oorne Jos da Cunha arrebaiou a bayoneta de
um dos soldados, dando lbe ama puohalada no
peito, que o tena esleodido exange, se nao
(ora a promptldo com que este desviouo corpo.
\ Rio Grande do Norte. O nosso corresponden-
t diz-noso seguinte :
\< Emtim, depois de dous meies de ausencia,
acbo-me restituido ao meu tugurio nesta capi-
l.\ o
de
por
capital tem subido a vinte e lanos
qu6 estimaremos nao seja assim.
Nada mais ha que merega noticiar-se.
nessa
dia, o
tal,\ onde.
sicttt et semper, eslou s suas ordens,
seu honroso serrigo, ao qual sin-
encommeodo ; e promplo para
ha penosa larefa, que agora des-
m mais rgulandade.
ia 16 do passado est reunida a
ialativa desta provincia, tendo
> Or. Amaro, corno leu presidente ;
i >{je a maioria est do lado deste
sempre se esperou, e eu lhe man-
me acharaqui, nao ouvi ler, nem
para ler, o relstotio, com que o
sas, que nao eeiivessem nascoodigoes da jusliga, do pessoas sem receber os soccorros espiritases,
neai oas psescripcoes da razao. nesta delicada porque um frade carmelita que l exisle e que
contingencia, as leis do paiz tem proporcionado pretende a vigararia, ha cedido ao medo e ao ter-
odos os meras decorosos, para que os subalter- ror, conservando-ie era casa, osquecendo assim
lernos se tirem dessa posigo falsa, sera cora- os seus deveres.
promeller a sua honra, nem rebaixar a sua dig- a Alm disto a mirara daquella gente enlen-
oiade : a exoneragao pedida por qualquer rao- de, que quem tem de morrer sempre morro 1
ivo plausivel urna salvaguarda corapativel com Felizmente s daquelle ponto que vieram
todas as hypotheses. noticias desta ordem.
Descouhecendo estas regras, ignorar a na- A prudencia do actual presidente na distri-
lureza, e os deveres do mandato, que se recebe ; buigo dos soccorros e cautelas guardadas em se-
mesmo nao saber apreciar tudo quanto exige a malhante e penoso lrab.lho.se deve a peiuena
ordem publica para sua (Irme e laalteravel aus- despeza que ha pesado sobre os cofres pblicos ;
leot.gao, e qanto requer o principio da autorl- sendo que o digno inspector da thesouraria de
dade, para que ella nao perca aquella grande fazenda se ha esforcAJo em ajudar a administra-
torga, e de respeito, de que absolutamente care- gao em semelhaate e louv.vel erapenho.
Z' r'rT- 2reftP..'!i?,e,,,S'r? T' P""- ^ H" I* mcai0 1 mortalidad,
lol creada, e constituida no acto da associago
poltica de cada ama nsgao.
Emlim, disso-me mais o Dr. Lobo, que exer-
cer fuocgoes interinas, viajar com machias
meia forga, quiodo oo seja com menos ; e
quem navega de panno caado, nao pode pegar
parelha com o barco, que sola cutellas e varro-
douras:e eu lhe achei razo ; nao assim ?
Vamos porm adiaote.
< Sahimos outra vez das trevas para a luz.
Ressussitou o Dous de Dezembro, e antea
d'elle em principio do mez passado nasceu o
Correio Natalense, que asiegura vir militar de-
baixo das bandeiras da ordem, e da poltica con-
servadora.
Bemdiloseja elle]em nome do Senhor, e em
proveito da causa, que promelte advogar.
c Os tres primeiros nmeros, que j li, em-
prestados por um amigo, sao eacnptos em lio-
guagem pura, e esmeradamente castigada. Em
seu prograaima, que um chefe de obra de es-
tylo, e de pensamenlos sublimes, a redaego,
que ainds ignoro quem pertence, parece incli-
nada a crer, que o principio da autoridade vem
l do co, e suppooho, que promelte sustentar os
direitos leraporaes do papa ; e quanto sos ma-
les da provincia aiira-os conta das assemblas
provinciaes. Estas tres proposig&es Qzeram arre-
piar os cabellos ao Dous de Dezembro ; ao Dous
de Dezembro, que tendo aodado ha pouco l pelo
outro mundo, e mostrando, que nogoitou dessa
lena, pois que em menos de quatro mezes re-
gressou della, parece que nao gosta que se oiga,
que de l vieram aa cousas que por c temos.
< Nao insisiindo, porm, sobre as doas pri-
meiras proposiges, o Dous de Dezembro fez An-
ca-pena lerceira,.e respeito della offereceu a
luva ao Correio Natalense. Aguardo, pois, esta
ioieresiante polmica, para no seu Qm Qcar sa-
bendo, quem tem sido, que ha atrasado as pro-
vincias ; se asadmioisirages, se as assemblas
proviociaes. Posso ihe affirmar, que as langas
sao iguaes, e que por uso a luta dave ser ins-
tructiva, eu Ih'a hei de ioferir.
c Estamos aspara da visir do cholera, e ago-
ra malta mais animados do que em 1856, visto
populsgo, somonte viera a ser processado por,
flns do anno prximo passado, ao tempo em que
o proprio corpo de delicio houvera sido daseocs-
rainhado. E' uma gloria para o Sr. Dr. Alencar
Araripe, que ento eiercia o cargo de chefe de
polica, e que hoje serve com zelo o lugar de juiz
especial do commercio.
Ioformam-nos o seguinte:
a Na rus Direita dos Afogados ha um charco
d'agoa, que a bem da humanidade, seria neces-
saria, que se mandasse aterrar, tanto mais quan-
to o gasto nao ser grande. Aquelle charco muilo
concorrer para o deseovolvimento all da actual
epidemia.
Com o praso de seis mezes, cootados de 7
do correle mez, acha-se aberta a inscripgo para
os que pretenderem concorrer aos lugares de
lentes substitutos da faculdade de direito desta
cidade, que esto vagos pelo fallecimento do Dr.
Manoel Moreira Guerra e accesso do Dr. Manuel i
do Nascimento Machado Portella:
Coolinuam as queixas contra esss casa do Pas-
seio Publico, d'oode de continuo se langa aguas
immandas e ptridas sobre quem transita pela
ra, e que assim se v de momento no estado
mais repugnante possivel ; pois, alera de molha-
do, exhala de si o ftido das materias, que vo
misturadas com a agoa, se agua o liquido.
Este abuso sem nome, e a competente auto-
ridade sabe que islo uma infraego das postu-
ras manicipaes, tanto mais intoleravel quanto a
continuidade dessa pralica repelle o suppor-se
insciencia da parte dos donos da casa ; que alm
disto por muilas vezes h'o sido advertidos para
cohibirem-na. Ora, se isto nao tem feito ; se
as queixas proseguem pela reprodueco do abuso,
o que faz o Sr. fiscal, s quem incumbe a vigilan-
cia sobre o cumpriraeoto das posturas ?
Quem abusa ou iofring a lei, deve soffrer a
comminago.
Da comarca da Maioridade do-nos as se-
grales noticias; sssim corto recebemos a caria
do furriel Palcaba, que em seguida damos :
Foi embargada a sentenca que julgou livres
Thereza e cinco fllhos^aj pretexto de ser ella pre-
cipitada, por ter sido dada no curto espaco de
tete dias II'
Islo aos reos o fizeram porque sendo Vi-
go o juiz julgador, facillimo era (no entender
delles) a reforma da dita sentenca Bem poda
acontecer por que aqui no serlo nao ha impos-
siveis que a justica oosupphrute e fulmine, po-
rm, gragas a Dos, o curad"r dellai tem conse-
guido uma t0ufar excepeo, que multo tem
dado que fallar ao vulto dominador I
E' impos'ivel descrever-se a cilorosa luta dos
reos com o advogado daquellas infelizes, lula
que cada dia loras mais gloriosa a pericia ein-
telligencia de quem no gremio de tantas feras,
arrssta tudo para arrancar uma familia dos ferros
da mais revoltante e escandalosa escravido !
a Consta-nos que o juiz mandara os autos a
um advogado de ola para julgar os embargos.
IMos o inipiro'u 1.. O que porm despedaga o co-
racao dos homens sensatos a lembranga de ha-
ver Anoa, mado Thereza, suecumbido detiaiio
do peso da ignominia.... do mais brbaro capti-
viro, a despeito de publicamente aecusar as au-
toridades, mordenifo. os ferros que apagavsm as
bellastradicoes deuvida gritando incessan-
lemeoie eu sou livre I minha mi era uma preta
li'oefl', EQ,retanio o que lhe 8uccedia? era ser
atrozmente surrada, de rrtuu? Que anda no Apo-
dy ha avultado Dumero de pessoas, qUe virara
aquella infeliz-----a desgragsda Auna, coberta
de cootuadas, em face das primeiras autoridades
estorcendo-se pelo chao, pedir soccorro.... soc-
corro, e cshir desfallecida I Vergonha eterna I
A morle mais compadecida do que os ho-
rneas, arrancn aquella desditosa dos umbraea
do seu brbaro senhor, s-m que aquella* autori-
dades, iovestigassem nada I Morreu Anna legan-
do a sua til ha Thereza a racstua convieco. Esta
porm pode interessar a um coracao compadeci-
do e generoso, o quil, pisando por cima dos
mais ridiculos preconceitos, cooseguio Iriumphar
e oblando seuleoga a favor della I
Nunca a provincia do Rio Grande do Norte
vio um feilo lo immorlal e glorioso 1
J tiohamos dito pela imprensa que Louren-
ga, mi de Anna e av de Thereza, tinha ebtide
a sua alforria na provincia da Baha, antes de ler
fllhos, pois bem. agora levamos o ireprensa a
realidade para ser apreciada em todo o imperio.
Ao Exm. presidente da provincia do Rio Gran-
de do Norte foram remetlidos da Baha nove do-
cumentos, entre os quaes achava-se a certido
de baptismo de Anna, mae de Thereza, a qaal
dizia : Aos tres dias do mez de junho de mil e
oitocentos e quatro anuos, nesta matriz da In-
venido da Santa Cruz da villa de S. Jorge dos
llhos, baptizei solemnemente, e puz ot Santos
leos innocente Anno, filha natural de Lou-
renca Pereira, preta forra, foram padrinhot,
etc. etc.
PEBMMBUCO.___
REVISTA DIARIA.
Na sexta-feira ultima o Sr. Dr. subdelegado da
freguezia de S. Jos, com o m de coarelar abu-
sos que se dao oa veoda de varios gneros na ri-
beira, e eTectivarnente reconhecendo all a exis-
tencia delles, sem as necessarias providencias,
fazendo alm disto recolher a cadeia varios indi-
viduos atravessadores dajarinha, peixe.elc, etc.
Com laes medidas, qwPae reproduzarn ao pas-
so que os abusos se forem dando, estamos que
estes a lina 1 ho de deaipparecer, ficando a po-
pulsgo lire da presso que sobre ella exercem
os taes atravessadores, v&rdadeiroa zangos que
se uuireui folgadameote do trabalho do produc-
tor e da substancia do consumidor.
Nao arrefega neise em'penho o Sr. Dr. subde-
legado, que bem merecer dos seus concidados.
Respoodeu aote-honlem ao jury o reo Joa-
quim Jos de Santa Anua, aecusado por crime de
raorte que commetlera em Barbalho, termo da
cidade, no dia l de jsneiro de 1856, oa pessoa
ds parda Joaona Martinha. Sitisfeilas aa forma-
lidades da lei, foi o reo condemnado pena de
naos de priso, como ocurso no grao medio
do art. 193 do cdigo criminal.
A.pplaudndo esta enrgica deciso do tribunal
de jurados, oio podemos deixar de render aqui
um tributo de horaenagem ao Exm. Sr. Dr. Alen-
car Araripe, cujo exercicio no cargo de chefe
de polica se deve a.punicso de crimes que at
ento haviam passado das'appercebidamente, lo
graodo os seus autores escaparem
gao legal a dando aaaim a socieda
exemplo de immoralidade.
iipai
eomaxajtido em distancia da eapfl th a
epWlflU do chole'ra dizimaiiu^Mfl tUe a
Ai d'aquelle que tem contra si uma potencia
eleitoral, uma enlidade da aldeia. Espera-se a
decizo dos decantados embargos, depois da qual,
e somente em gru de sppellago o incansavel
curador poder empregar a forga da laes docu-
mentos.
< Tem chovido quo aborrece, porem apezar
da fartura que o invern promelte, o povo est
morreodo de fome. A tfiustrtsftma cmara do
Apody parece que anda nao se compenetrou do
importante papel que lhe cumpre representar.
A noticia de haver o cholera acommetlido
essa provincia tem creado serios receios oesta
comarca (Mossor), e nao menos na da Maiori-
dade. O governo cootentou-se em annuociar is-
so a cmara, lembrando-se que no Apody, como
em lodosos terrenos de ambas as comarcas, fal-
lece m medicamentos, tanto assim que, a excep-
eo de sal amargo, e sangras, ninguem coohece
aqu outro remedio I A desynteria tem se desen-
volvido, tanto no Apody, como em oulros pon-
tos, porem benignamente. O Dr. Delno esl
arrumando-so para sabir, a
Carta do furriel Peticaba ao sargento
Catinga*.
Boas felas, mea sargento.
Desejei-te ardenlemenfe,
Pois por c a noiaa gente
Nesse tempo d'alegria,
Fica molle, triste e fra I
Fallara muilo em paluscids,
Era festejo e devocio,
Mas s consiste a funecao,
N'um tambor desatinado
Rufando sempre irritado.
Deixemos isso p'ra logo,
Sobrarnos tempo de mais,
Recebl os seus jornaes,
Um pouco tarde, verdade.
* Eis vi da curiosidade I
Catinga, muita tristeza.
Cortamente exp'rimeotei,
Quandoanellea deparei
Com o desgosto fatal
Que Qagella Portugal.
Eotretanto, os lusitanos
Que por aqui se fuaram
*^*HBP Beio* iameotsram
EsMjosto sedimento
Palo rtfio paasameoto
M
Pela festa esta cidade.
Menos choca se tornou
O povioho recobrou
Aquella antiga alegra
Qu' a tristeza consuma.
Em Portalegre a pofteta,
Quando vai cacar recrula
Trava com elle uma lutau
Que fica o pobre coiado
Preso, roto e maltratado.
Hoja vista uma cacad*.
Qu' a poucos das se fez,
Na qual dous sucios oa trez,
Espancaram mortalmeote,
A um malut* innocente.
O cujo subdelegado.
Por uma desaffeigo,
Ueterminou a priso, ''
Agulou um genroznho
Contra o pobre coitadinho.
Com a cabega rachada
O mandou p'ra o delegado,
O qual com todo-o cuidado,
Por uma accommodacao
O relaxou da priso I
Quasi morre ;da sotiaha
Ou' oficialmenle levaa.
Mas a'a vida conservtu.
Guarda o pobre oa lembranga
O furor da cootradanga. I
As festas no Apody
Sobresahiram, sargento,
Houve ah recrutamento,
Corridas dos cavalheir*$,
E vertigem dos sineiros.
Novenas raoi coocorridas,
lloa orc/ifiUVa, fogo e danga,
Alfiniti..,. dJ trorifa,
Arroz de Ieite\ueimado
Muito povo embiiagado.
Muita seda, mnita tStnci*.
Muita testinha lutlrtsa,
Muita gente cariosa,
Muilo barulho, sargento
Pela falla d'aposento.
Muita casaca forrada
De vermelho sargelim, -'
Muita galla de seliin,
Muito matulo janola
-Na ortlhxnha da sota i
Desafos dos poetas.
Balan e fogos do vjrg(a
Bulinhos de milho a>p'isla
Procissao. 6otiecaDtaUs'
t lundu dos can..siBS
Jogo muito nao f,uou
Marimba, ftisco, psc&
Houve tambem 'n, Mro
Emflm, excepte a cachaca,
Teve um cheirnho Qe fa,
O sr.no oovy proraeU
Muilo boayriieil.a
Apezar qi-a iaaroejra
Vo u ^o'eraoe e dura
ombar &a mesma farturs.
Tudo aqui Ilusorio,
Nao ha r itienco,
Roubr t
Filar m<
Sisudez,
Nao s'espante I .. quando ha muitos
Que s vivera de pedir.
Caramba I Yo puede dicir,
Que nao ha um serianejo
Que nao seja percevejo I
- Ha tambem excepges,
Poucas sim, porm reaes,
Caluda, oo fallo mais....
Pois aqui ha muita gente
Que nao d caldo a doente.
E' bello ver no Apody,
O creseimento do rio.
De pescadores um Ho,
Pela iinrgem do despejo
Aclivam mais o faatejo.
< Os peixinhos d'alaga v
Era fabulosa porgo,
A caudal ionundago,
Rompem com tal ousadia,
Que morrem d'asphyxia.
Cansa ra va, meu sargento,
Ver-te tanlo peixe morio,
Mootet, e montoet no porto,
At casas, bancos, panellat,
Guardara aa suat parcellaa.
a Tudo aqui se peixifica,
Nos dias de taes festangu.
Nao fallo agora das pangas,
Onde te faz por deleite
Bellas carnadas de azeile.
c Alm do concurto interno,
Vem de toda parte gente,
O mefalztnAo luiente
Gyra ento mala deicuidado,
Neste famoso mercado.
A permuta favorece
Do pobre povo o sustento,
Apparece, meu sargento,
Milho, feijo, rapadura.
Elementos da factura.
< A fama attravka alera disto,
Presepes. aamfeas, funccei,
Charlatet.aHahes,
Ainda mais, meaeollega,
O famoso Tbeoregt.
< Este senhor, cortamente,
Veio o povo em6as6uear.
Toca bem, tabe cantar,
E' grande pelotigueiro.
Fallando em verbo dnheiro.
< Pomposo cartaz pregoa,
as esquinal, pelos beccot,
Enche o riot, quando seceos,
Mostra o tol a madrugada.
Manducando arne astada.
Magnetita as nottnhaa
De mil ris, et plus encor,
E p'ra que o povo adora
As astucias que propala
Agallegado lhei falU
PodosFerroaewsper*]
Contra a fraude eleitoral,
torga immorjr*^
Sal
O
V


anle.
I I
ueijot brevemente
arao muic
gcsl-J
9 Bt
^ reina o cholera-
morbus do districtos me em quoie achs
ida esta cidade, da | ^Kiediacoes e au-
irbios nao cbegatwB & presidencia da provincia
unicacoes i Kaes relativamente epi-
Dr. Americo Goimaraes pede que seja 011-
publicadoo oficio qne elle dirigi S.
% do correte, e para isto re-
fc-ooa taaaapia que diz estar conforme com
horas da tarde de 8 de marco do
'62.
a Dr. Aquino Fonceca.
t Illm. e Exro. Sr. Lm fiel observancia ao
Swe ordena V. Exc. pelo seu officio de 22 de
ultimo, teoho a dizer V. Exc, que,
que pud*, durante os poucos dias, em que
em Cruangy, collicr das pessois mais s-
ledignaa d'esae povoado, acerca dos boa-
landidos, que a epidemia, que grassa,
pparecera (segundo un) aps a exhumacio
i restos do cadver de um cholerico, sepulto em
m, on (conforme outros) pelo consumo, que al-
Btfmas pessoas d'alli flzeram da carne alterada e
j putrefeita de urna rez morta naturalmente, fui
levado pamente crer, que ellea nao deviam ter
Dh da veracidade, com que em geral se pro-
rm, porquanto ninguem hoave, que defini-
tivamente e de um modo iodubio afflrmasse-
m os.
lopographia da zona de terreno, em que
o asseotes as habitares de Cruangy Velh_o,
ngy Novo, Anmnga e Patos, parece nimia-
I idnea fcil e prompta oogendraco e
ii d uto de elementos pestferos :' esta
a asserco fcilmente demonstrada, vend-
se, que cordas ou series de montanhas, quecor-
rem em direccoes mui variadas, coberlai em os
seus cu mes fragosos de carnadas do miudossei-
xos a tapetadas em as suas bases argilosas de
urna extensa e Ticosa vegetaco de arbustos, d'alli
se elevam, deixando entre as suas estrellas e nu-
merosas gargantas flexuosas, onJe quasi cons-
tantemente reina elevada temperatura e difficil
ventillaco, ncleos de miasmas os pequeos
paus, que pel seo serpenieiamento forma em
suas tortuosas margena o nbeiro Cruangy.
Ora, Exm. Sr., vista da nao serem veros-
meis semelbaotes boatos, e da idoneidade, que
observo em Cruaogy nelle fcilmente qualquer
epidemia daseovolver-se ; e demais, leudo dis-
tinctamenle em mente o que cada passo referem
os melhores tratados de hygieue publica, que
para desenvolver-se qualquer epidemia do urna
molestia, que nflo seja virulenta, basta queapro-
sentem-se condices geolgicas e meteorolgicas,
proprias fazer germinar em um foco infeccio-
nante, conveniente o seu miasma productor ou a
.sua causa determinante, e bem assim, que pro-
miscuamente reine urna constlluii;ao memci id-
nea, ita, um coacursode circumstaucios elinos-
phericas especiaes, que mprimam no organismo
das peisoas a aptido de pellas se mostrar a mo-
lestia, que o miasma e dar lugar- ; e ten-
do, alm rfisso, emlmira, que as epidemiasdo cho-
lera bavidas ero Bresee, Fiflia, Moscuw, etc., des-
envolvern) se all espontneamente, e bem as-
n a que devasten esta nusso imperio em 1855
ique multas sepulturas de cadveres de
(teQ ja ter-se-ha aberto antes do corrente
anno, Wem occasioes diversas, sem que tenham
dado lugler menor desenvolvimento epidmico
e que tlaairneote estamos viveodo sob um clima
quente e hunsjdo, e onde abundam por toda a
parte substancian vegetaes ; passo, por isso, as-
segurar V. Exc;, que a epidemia reioante foi
em (.rangy originada de miasmas, geruiiuados
em algum ou alguna focos de ineccio all exis-
tentes, onde actusvam circumstancias geolgicas
convenientes, e qu* o seu desenvoliraento leve
como causa fortuitt a existencia simltanea de
urna cooslituicao meajea adequada. e que se ha
generahsado j por qtfasi toda esta provincia.
Becife 2 de marc* de 1862. Deus guarde
V. Exc. Illm. e E*m. Sr. Dr. commendador
Antonio MarceliuoNunves Goncalves, muito digno
presidente da provincia.',- Dr. Americo Alvares
Guimsraes (
Nada ,ha relativamente aocholera-morbus,
que merega ser referido. -
As 6 horas da tarde de > de marco do 1862.
Dr. Aquino Fonseca.
~ "S9ageiros do vapor ljtwrass, vindos do
Cear e portos intermedios : Domingos Carlos
debaboia e um criado, Paulino Nogueir fr-,nr
Fonseca, Augusto Coln d,i SUra''ios Joan I'eite
$#&'*-" jfSfe
o de Alencar Li-
sto de' Paria e um
:. /C...ouauu3ia l.000, Raymundo Men-
udea de Carvalho e qualro criados, Mara Clara de
i Jess. Dr. Augusto Carlos de Amorim Garcia, Dr.
Horacio Candido de Mello e Silva e um criado,
Manoel Alexandre da Cruz e um criado, Bonifacio
Rodrigues da Silva, Francisco Jos Soares, Cn-
dido Marcolioo Mouteiro, Manoel Soares da C-
mara, Ladislao Horlencio de Albuquerque J-
nior, Manoel Gomes Carneiro, Rosa Francisca,
Manoel Jos da Costa Monteiro, Candido Fernic-
des da Silveira, Dr. Jos Antonio SeraQco de As-
sis Carvalho, sua senhpra e orna criada, Dr. Jos
Francisco da Silva Braga, um fiiho menor, urna
criada e tres escravor, Lulz Pereira da Costa, An-
tonio Marques da Silva, Joaquim Ignacio Perei-
ra, Joao Pereira da Malta Oliveira. Joao Antonio
Porto, Antonio Jos dos Santos, B. da Silva Cal-
das, ldalino Fernandes de Souza, Domingos Go-
mes da Silv, Amaro Theotouio Castor Brasil, Jos
Ferreira Nobre, Antonio Muir de Barros
Francisco Ferreira Novaes Jnior, Miguel Pciioto
de Vasconcelos, Jos da Silva Leal, Marcolioo
Gomes de Leiras, Frederico R. Cuneiro Montei-
ro. Manoel de Medeiros Carvalho, Manoel Alexan-
dre barcia e Jos Baymundo de Vasconcellos
Passsgeiros sabidos no hiate brasileiro Ni-
colo I, para o Aracaly : Manoel Joaquim Ba-
nicio Pinheiro, Manoel Lemoa Ferreira, Auasta-
cio Pires de Almeida e Venceslao Jos Forreira.
Matadouro publico.
Mataram-se para o consummo desta cidado no
da 8 de margo, 88 rezes.
MORTAL1DADR DO DA 8 DE MARCO :
Jos, frica, 50 anuos, solteiro, eacravo, Boa-

Recorreote, o julio; recorrd6,Manoel de Aie-J
veda Pontos.
Relator o Sr. desembjrgador
Sorteados os Srs. ftai ^L
Santiago, Silveira eMotta.
Negou-se provimento.
Appellaco crime.
Appellanie, o julio ; appellado, elementa Jos
Marcalioo Gomes.
A' doto jury.
Baitat-corpus.
Coooedeu-aa ordem pedida em habeas-corpus
a Caelano Mendes Delgado, para a aesslo de 11
do correte, s 11 horas do dia, ouvido o chele
de-polica.
designaqIo de da.
Aaaigoou-se da para julgameoto das se-
guintes
Appellacoei civeii.
Appellanie, Manoel Cavalcanlida Costa ; ap-
pellado. Joaquim Marques da Costa Soares.
Appellanie, Manoel Paulino da Cunha Gou-
vela ; appellado, Dr. Joaquim Jos Nunes da
Cunha Machado.
DILIGENCIAS CHIMES.
Com vista so 8r. desembargador promotor da
justi;a as seguales
Appellaccs crimei.
Appellaote. o juizo ; appellado, Amaro Jos
de Mello e oulros.
Appellanie, o fuizo; appellado, Antonio Ana-
cleto dos Santos.
Appellanie, o juizo ; appellado, Francisco Al-
ves dos Santos e oulro.
Appellaote, o juizo ; appellado, Domingos Es-
coci Drummond.
Appellanie, o juizo ; appellado, Joao Chrysos-
lomo Pacheco Soares.
i um
que he

Srs
pe-
dos nos das anteriores e H -----
*' "hnJne- ueohum delles um. suspensao. nanP o a
a. .hL.?ero l8g,al0 Sr- Dr' iz dedfreito menor reprehensao, gozando sempreTESe e
i %X!. ."; f. "eM,fi0- de seuB Periores, consideragao a estima ; s.be-
rl. t%, Ju'8mento o reo Hespauhol Joao ria mais que tem elle por vezes servido ioterioa-
n?t?.d f n!?. P2r ?'me. de komicidi #'- i*016 por nomeacio de seus chafrftugares su
P n?. ;.peSS?' d<> fmertno Liveay lep, periores ; e finalmente sabaria que eaie empre-
nh2. e ?* wicompdfito dosiegulotei gado tem tido no cumprimento deseas deveres
nmcflimonlflt oni miiitn n hnn*m
appellado, I.ourengo Jos
appellado, Joo Rodri-
appellado, Braz Gomes
appellado, Jos Fran-
; appellado, Manoel de
; appellado, Jos Nu-
appellado, Joaquim Be-
Antonio
lS
AppellaDle, o juizo ;
da Paixao.
Appellanie, o juizo ;
gues de Souza.
Appellanie, o juizo ;
da Silveira.
Aptiellanle, o juizo
cisco Alves Pequeo.
Appellanie, o juizo
Mello Correia.
Appellaote, o juizo
oes da Silva.
Appellanie, o juizo ;
zerra de Lima.
DITAS CIVEIS.
Com vista ao Sr. desembargador procurador
da cora
Appellagao civel.
Appellanie, a fazenaa ; appellado,
Ferreira Braga.
O conflicto da jurisdiccao entre o provincial do
convento do Carmo e o juizo municipal da pri
meira vara desta cidade.
DISTRIBUICBS.
Ao Sr. desembargador Caeiajio Santiago :
Appellagao civel.
Appellanie, Manoel Joaquim da Silva Leao ;
appellado, Manoel Fmloura Companhia.
Appellacao crime.
Appellanie, o juizo; appellado, Antonio Pinto
Cardoso Gama.
Ao Sr. desembargador Silveira :
Appellacao crime.
Appellanie, Manoel Praciauo deSampaio; ap.
pellado, Jos Alves da Silva.
Ao Sr. desembargador Gilirana :
Appellac.*crime.
Appellaote, o juizo Wos Moreira da Silva ;
appellados, Francisco Esleves Paes Barretlo.
Ao Sr. desembargador Lourengo Santiago :
Recurso commercial.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Antonio Fran-
cisco de Souza Magalbaes Junror.
Appellacao civel.
Appellanie, Joo Amonio Belleza ; appellado,
Luiz Cordeiro de Castro.
Ao Sr. desembargador Molla :
Recursos crimes. .
Recorreole, bacharel Joaquim Ayres de Almei-
da Freitas ; recorrido, o juizo.
Appellagao civel.
Appellaote, Aleixo Jos da Luz ; appellado,
Joaquim Antonio de Andrade Lima.
Revistas crimes.
Recorrenle, Jos Alves Poro
da, a justiga.
Ao Sr. desembargador Peretli
Appellacao crime.
Appellanie, o promotor; appellada, Alexan-
drina Mara da Luz.
Encerrou-se a sesso a urna hora da tarde.
nes.
cira Maia Wcorri-
etti : \
seohoraje:
Joao Jos de Carvalho Jnior.
Francisco Antonio Pereira de Brito.
Joio de Siqueira Cimpello.
Frederjco Augusto de Lemos.
Dr. Virgilio de Gusmo Coelho.
Francisco Rodrigues da Cruz.
Manoel Antonio da Silva Moreira.
Jos Gongalves Torree.
Jos Bapusta da Fooseca Janior.
Francisco Antonio CavalcantiCousseiro.
Dr. Miguel Bernardo Vieira de Amorim.
E prestaram o juramento dos Santos Evan-
gelios.
Foi o rio interrogado e fez-se a leilura do pro-
cesso.
O Sr. promotor pedio a condemnaco do reo
no grao mximo do artigo 193 do cdigo cri-
minal.
O Sr. advogado deduziodo a defeza pedio a ab- amigo
solvigaodo reo.
Findos os debates e preenchidas todas as so-
lemnidades da lei, o Sr. juiz de direito propoz ao
jury os quesitos seguiotes:
1*O reo Joo Gomes no dia 19 de outubro
do aono pioximo passado, no lugar ra da Lla-
gela da freguezia de S. Fre Pedro Gongalves
desta cidade matou a Liveay Aup?
Srs. redactores.Loado o vosso conceituado
Diario de Pernambuco de 7 do correte, deparei
20-o7"o"commet"teu'o"'deirc"oKcma crcums-Ji0 um 8Daix. asignado de alguns dos habilan-
ncia aggravante da noite? es da freguezia do Bonito, dirigido a S. Exc.
(ancia aggravante da noite?
8oO reo commetteu o delicto estando supe-
rior em armas, de modo que o paciente nao po-
dera defeoder-se com probalidade de- repeltir a
olTensa ?
4oExistem circumstancias attenuanles a fa-
vor do reo?
Recolhido o jury de sentenca com os quesitos
e proeesso sala secreta das conferencias, s 2
horas e 1/4 da tarde, dalli voltou i 3 respon-
dendo aoi quesitos pela manelra seguate :
Ao lquesiloSim, por unanimidade.
Ao 2oSim, por unanimidade.
Ao 3oSim, por 6 votos.
Ao 4*Sim, por unanimidade.
Lidas as respostas pelo presidente do jury de
sentenga, o Sr. juiz de direito publicou sua aeo-
tenga condemnando o reo a pena de quatorze
aonos de priso e as cusas do proeesso.
Levantou a sessao, adiando-a psra o dia se-
guinle, pelas 10 horas da manha.
NOVO BANCO DE PERNAMBUCO.
Balando do Novo Banco de Per-
nambuco
em 98 de fevereiro de 18GS.
ACTIVO-
Apolices da divida publica ......
Estrada de ferro do Pedro II......
Estrada de ierro da Baha........
Depsitos. ........
Joins depositadas. '. ,
Lettas caucionadas......
Lettas descontadas......
Letras protestadas .....
Remessas....... ,
Jos Antonio de Figueiredo J-
nior (Itio de Janeiro) ,
Banco da Bahia S/C .
Aluguei de casa...... 87jj500
Fornecimenlo....... 7:766*485
Premios de ttulos de garanta. 8-839*526
Juros.......... 1:1019750
Caixa.......................... 465:9078405
573:8003000
104:000*000
99:176*796
80:000*000
5:7353280
4:530*000
2.913:3703776
107:751*520
3:490*909
5:779*284
Ris. 4.386:115*064

ria da "
in-
vista ; intente
Epifaoio dos Reis, Pernambuco, 14 annos, S Jo-
s ; cholera.
AntonioMarcellino Jos dos Santos, Pernambu-
co, 25*inos, solteiro, Boa-Vista ; phlysica.
Antonia, Pernambuco, 6 annos, S. Jos; cho-
lera.
Joo Francisco Regis, crioulo, 31 annos, soltei-
ro, S. Jos; cholera.
Jos. Pernambuco, 4 annos, Recife ; febrel
Fr. l'homaz de Santa Marianoa de Jess Maga-
lbaes, Pernambuco, 76 annos, Boa-Tlsla ; gas-
tro- iotente-ehronca.
_ ^a
GHRONICA JUDICIARIA.
v Tribunal da ilelaco.
SESSAO EM 8 DE MARCO" DE 1862.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR ERMELINO
DE LEAO.
A's 10 horas da manhaa, presentes os senhores
deaembaigadores Cactaoo Santiago, Silveira, Gili-
rana, Lourenco Santiago, Molla. Peretli e Guer-
ra, procurador da corda, abrio-ie a sessao.
ssados os fetos, e entregues os distribuidos
deram-se os seguintes
JutOAMKirros.
. Aggravo de pelico.
gravante, a Sania Caa da Misericordia ; ag-
gravado. o juizo.
Relator o 8r. desembargador Silveira.
S.Xgte G,ti?.iCe"*b"a^" *"
s^K pr.OTl?jBao ""Bravo.
" jravaate, Therezi Adel.ide de Siqueira Ca-
L______ V
trgadorjayju,,,,
--------q
e
JURY DO RECIFE.
Ia SESS4&---------- --"
^.Oia-y ie marco.
. PRESWfCIA DO SR. DR. BERNARDO MACHADO DA
COSTA DORIA, JUIZ DE DIREITO DA PR1HEIRA
VARA CRIMINAL.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leopol-
dino de Gusmao Lobo.
Escrivo privativo, o Sr. Joaquim Francisco
de Paula Esleves Clemente.
Advogado, o Sr. Dr. Manoel Galdino da Cruz.
A 10 horas da manhaa, depois do toque de
campainha e verificago das cdulas, foi feta
a chamada dos jurados, e axharem-sa presen-
tes 42 senhores:
Foram multados em 20J00O cada um dos Srs
multados nos dias antecedentes e que nao com-
pareceram hoje.
Entra emjulgamento o reo Joaquim Jos de
Sanl'Anna, accuiado por crime de homicidio per-
petrado na pessoa de Joanna M)rtinha.
O jury de sentenja foi composto dos Srs. se-
guintes :
Frederico Simdes da Silva.
Florencio Domiogues da Silva.
Dr. Luiz de Cuvalho Paes de Andrade.
Jeronymo Jos Ferrei.
Antonio Jos Pestaa.
Herminio Egidio de Figueiredo.
Manoel Luiz GooqiIvp?.
Dr. Miguel Bernardo Vieira de Amorim.
Joo Athanazio B'Uelho.
Jos Baptista da Fonseca Jnior.
Dr. Jos Flix de Brito Macedo.
Francisco Antonio Pereira de Brito.
E prestaram juramento dos Santos Evan-
gelboa.
Foi o reo Interrogado e fez-se a leitura do pro-
eesso.
O Sr. promotor pedio a condemnaco do
reo no grao medio do art. 192 do cdigo cri-
minal.
O Sr. advogado deduzindo a defeza pedio a
bsolvjgo do reo.
Fiados os debates e preenchidas todas as so-
lemnidades da lei, o Sr. juiz de direito propoz
ao jury da seuleuca os quesitos seguintes :
1." O reo Joaquim Jos de Santa Auna no dia
primeiro de Janeiro de 1856 em casa de Manoel
da Paixao, no Barbalho, termo desla cidade, ma-
tou a Joanna Martinha?-
2. O reo commetteu o delicto com circums-
tancia aggravante de abuso de conQanca nelle
posta ? *
3. O reo commetteu o delicto com circuns-
tancia aggravante de eslar superior em sexo, taf-
ea e armas de modo que a olfondi Ja nao poda de-
fender-so com probabilidade de repellir a of-
fensa ?
4. Existem circumstancias allenuantes favor
do reo ?
Recolhido o jury de seuteuja com os quesitos
e proeesso sala secreta das conferencias s
2 horas e meia da tarde, d'alli voltou as 3 horas
respondendo aos quesitos pela maneira se-
guinte:
Ao 1* Sim, por unanimidade de votos.
Ao 2oNao, por unanimidade de votos.
Ao %*Sim, por 11 votos.
Ao 4oSim, por 7 votos. '
Lidas as respostas pelo presidente do jury de
sentenca, o Sr. juiz de direito publicou sua sen-
tenca condemnando o reo pena de quatorze
annos de priso, e as custas.
Levantou a sessao adiando a para o dia se-
llas 10 horas da manha.
PASSIVO.
Capital.........
Emisso. .' .' .
Depsitos da direccao .'
Letras por dinheifo recebido
juros .........
Contas correntes com juros '.
Fundo de reserva......
Ttulos em caucao ....'.
Knowles & Fos'ter (de Londres) .
Banco da Bahia N/C .
Letras a pagar.......
Saques ........ _
Dividendos ^ ... .
ComjDl^a>dffftjD. .'...'...*...'.. ."
-Suissodo presidente geren-
tes .......... 8.808*323
Descontos......................... 108 878*346
2,000:0003000
1,470:3008000
80:0003000
56:1898238
445:211*674
57:8if*652
5:735g280
3:225*731
^016*617 .
1463*200 nha, e
- v^oOOSOOO
dega desde 14 de Janeiro d
tirocinio oo qual aquella
chefes os Srs. Haooel Zeferino,
tetro. Sampaio Vianoa e Barros,
oenhum delles urna suspensao.
procedimeotos que multo o hooram.
Finalmente o nossoamigo bem conhecido na
repartico onde serve, e o sen proceder como
empregado acha-se registrado as relaces se-
mestraes dadas pelos seus cefes, e archivadas
no thesouro, e cooseguintemente nao conseguir
Smc, escudado apenas com algum dito ou infor-
macoaleivosa, dsmoralisar a repulaco daquelle
empregado, reputaco que elle tem gaoho a torca
de bem cumprir os seus deveres no periodo de
viole e seto sanos de servigo.
Qusnto a ter sido elle substituido por um ou-
lro empregado que dizem ser sizndo e fiel cum-
pridorde devers, nao conhecemos a esse em-
pregado, e nao querendo seguir a li;o do Sr.
correspondente, molestando a quem nao nos of-
fendeu, contentar-nos-hemos em dizer que nao
duvidamos da sizudez e capacidade desse empre-
gado,, mas que as nao iovejamos para o nosso
Recife 7 de margo de 1862.
M. S.
Correspondencias.
Rvma., contra o raen;digno amigo Joaquim da
Cunba Cavalcanti, parocho da mesma freguezia ;
e sendo de grande monta dita aecusaco, rogo
porlanjo ao respeitavel publico a suspensao de
seu juizo a tal respeilo, at que meu amigo venha
dar um desmentido solemne aos signatarios da
represenlaco.
Recife, 8 de marco de 1862.
M. T. V. N.
antes de
Jevar o Viatico para nao acontecer aenar o enfer-
: mo em vomito ou em delirio, como lem aconte-
cido, e as cerlidoes nunca declaram estas circums-
tancias.
Quiz ir ver a enferma e aehou-a em estado de
poder esperar para a maohia seguate, e a fami-
lia conveio nisso. Porm chegaodo casa, ouvio
tocar s Viatico, e correndo a matriz achou um
tal senhor de toalha tiraColo e campa na mo.
! O que isto? Respondeu-sa-lha 4 Viatico pa-
j ra a senhora tal; essa aenhora nao toma Sacra-
mento boje, porque pode esperar para amaoha,
assim concordei com a familia.
Ora com que se havia de sahir o senhor da
toalha e campa ? Isto insulto i irmandale !!
O que tem a irmanJade que ver com isao f
Eslava prompta para sahir ? E' o que lhe cum-
pria; se o Viatico devia sair era a mim ou a quem
fazia as miobas vezes que tocava decidir. Disto
insisto, e nao consinto que se proceda de outra
mineira.
Eis os fsetos que em sr de triumpho aprsenla
oparocbianoem resposta ao loimigo das
ntriguiohas.Onde esto asfaltas da administra-
cao gual o enfermo que morreu sem Sacra-
mento ?
O fel e vioagre que ns Judeos apresentram a
Jess Ghristo o mesmo que oparochiano
emprega na sua correspondencia : am homem
que sentir.urna obrigaco forcosa, toma o traba-
lho voluntario de ir ver o enfermo meamo depon
da cerlii'So do medico ou do confesaor, poderia
ser argido de excesso de zelo, mas nunca de
omisso no cumplimento de seus deveres. E' de
mo gosto querer face desta freguezia, e mesmo
de toda esta cidade negaros relevanlissimos ser-
vicos do Rvd. Sr. Igoacio Aatonio do Reg ; elle
j nao coadjutor, receba as minhas saudades co-
mo sgradecimeoto pela amisade e dedicado com
que me ajudou a carregar a cruz, e de sua falta
s me consola a coovicgo de que aquellos que
se prestaram a ajadar-me preencheado o offlcio
que elle deixou, o bao de tozer satisfactoriamen-
te nem eu desejo mais.
O vigarlo Venancio Uenriquede Resende.
Srs. Redactores.Hoje deparei com urna de-
elaracio que fez em seu jornal o Sr. Dr. Joo
Honorio segundo cirurgio do corpo de saude
do exercjto, na qual patenteou so respeitavel pu-
blico str menos verdica urna carta que dirigi
ao Sr. Raymundo Carlos Leite. com respeito ao
curativo de dous filhos meus, que foram accam-
raettidns do cholera e curados com o remedio
dooominadoPromplo allivio, o que se acha
publicado no Diario de hoje.
Cabe-me, por semelhante motivo, o dever de
responder sobre um assumpto.cujo theor de al-
gara modo pesou sobre miaa reputaco.
E' certo que o Sr. D-. Joo Honorio receitou
para o primeiro de meus filhos que adoeceu, um
remedio que nao eraPromplo allivio, po-
rm o mal em vez de diminuir "com o curativo
por elle mandado applicar, augmentou-se em
maior escala ; e como fos filho meu no dia segniote, recorr ao Sr. Dr.
Mascareohas, que nao s reconheceu ser o cho-
lera cooforme classificou em sua receita,- como
tambem mandou applicar oPromplo allivio: e
como seja este Dr. de oais importancia e arei
lacio emsua dioica do que o Sr. Dr. Joo Ho-
norio, sem duvida posso dizer que meus dous fi-
lhos soffreram do cholera.
O Sr. Dr. Joio Honorio se costuma dizer ven-
4:777$833 dade por ser doulor, eu tambem preso dizer ver-
I7>00 dade, como sempre foi de meu costume.
Recife de Pernambuco 7 de marco de 1862.
Joaquim Rodrigues de Souza.
Srs. redactores.Nio sou homem de andar 6a-
tendo bocea como se diz : goslo mais de obrar do
que de palavras, e quando nio posso, ou nio me
coovem obrar, calo-me : o que teuho feito por
occasiao da sahida do Rvd. Sr. Ignacio do Reg,
da coadjutora dests freguezia, sobre a qual s
live de tratar com S. Exc. llro.
Mas urna correspondencia que apparece impres-
sa nesta cidade no dia 8 do crrente, forc.a-me a
recticar pelo seu Diario o engao da proposi;io,
que assevera que eu reprovei ao Rvd. cnadjuctor
Ignacio Antonio do Reg, o ter posto l nao sei
onde, visto que nao declara, os ornamentos para
a missa da madrugada. Nao s nio reprovei es-
se facto, mas, at foi elle filho de deliberacjio mi
Jumo o caso foi
122:138*000
O Sr. padre Ignacio sendo capellio oW'uiissas
- da madrugada, soube que se procurava oulro sa-
1:500*000 cerdote para easas missas, e entao despedio-se
Como lhe cumpria dessa capellana ; mas como
elle era tambem sachristao, cabia-lhe o dever de
ir abrir a sachrislia para esse servido, e em attea-
Ris. 4,386:115*064
Demonslracao do estado da caixa
Em ouro amoedado..... 5:150*000
Era notas do thesouro menores
de 10*000 .......
Em ditas de oulros valores .. .
Em notas da caixa filial do Ban-
co do Brasil......
Era notas do No-
vo Banco, de
Pernambuco :
sendo do va-
lor de 200*000 30:800*000'
dem do valor de
1008000....... 19:600*000
dem do de 508 15:250*000
Prala e cobre ... ....
5:333*000
364:580*000
24:420*000
65:650*000
774*405
Ris, 465:907*405
Demonslracao da emissao.
4267 notas do valor de 200$000 853400*000
4639 100*000 463:900;000
3060 50g000 153:000*000
Bis 1,470:3003000
O guarda livros,
Francisco JoAquw Pereira Pinto.
Communicados.

2* SESSAO.
Da 8 de marco.
PRESIDENCIA DO SR. DR. BEaNARDO MACEADO DA
COSTA DORIA, U1I DE DIREITO DA FRJMEIRA
VARA CRIMINAL.
Promotor publico, o 8r. Dr Francisco Leopol-
dina de Gusmo Lobo.
.Bicrivao privativo, o Sr. Joaquim Francisco
de Paula Esleves Clemente.
Advogado, o Sr. Dr. Francisco Aijtetas de Cir-
valfao Moura.
A's 10 horas da maohia, depois o toque da
Chegando as nossas mos o Otario do Rio de
Janeiro o. 55, de 24 de fevereird ultimo, nelle
lemos a carta do correspondente desta cidade da-
tada de 16 daquelle raer; E com quanto nunca
nos passasse pela idea o escrevermos psra um
jornal, somos forjados a isso para lizermos al-
guma cousa cora referencia aquella correspon-
dencia, em consequencia de ser nella tratado de
urna maneira pouco digna, urna pessoa que nos
diz respeito, um nosso arrugo.
Diz o correspondente : a ooisa alfiodega se
aeha muito activa, milagro devido ao Sr. Ra-
phsel. Que no dia 6 de fevereiro foi apprehon-
dida pelo coofereute da porta uma cixa de bis-
coitos cujo centro era oceupado por chales de
louquim e fazenlas preciosas, porm ocooferen
te que fez o despacho bastante miope, por isso
s confeno biscoulos. Que estes milagres vio a'p-
parecendo porque me dizem j nao existe confe-
nndo o carregamento dos navio, o official de
descarga mgico mor e homem necessario, isto
. para os arraojos das patotas, ou passagem de
p esquerda como all f|amara, e em seu lugar
acha-se oulro empregado que dizem ser sizudo e
riel compridor de seus deveres.
Seo Sr. correspondente nao conhece os em-
pregados de nossa alfandega a quem se refere
em sua correspoudeocia, o que coofessa quando
se serve das ftalavrasque me dizem-refeijodo-
se ao primeiro, eque dizemreferindo-se ao
segundo, como nio trepidou, como nao teve o
menor eicrupulo de atirar um insulto sobre o pri-
meiro, e mais anda juntar ao insulto o sscarueo
as palavrasmgico mor, patoteiro, passagem
do p esquerdo, etc. ?
Nio lemos a honra de conhecer o Sr. correspon-
dente ; mas seguindo o adagio que diz pelo dedo
se conhece o gigante, podemos formar com se-
guranza o nosso juizo acerca de seu carcter e
circumpecQo.
O Sr. correspondenle-nio lem a menor noticia
de nossa alfandega, e por isio diz com a mor
sem ceremonia que o contrabando aprehendido
no dia 6 de fevereiro pelo feitor da porta ol de-
vido aja nio existir conferioalo o carregamento
dos navios o official de descargamgico maior,
e ea # f^higar achar-re outro empregado que
dcn ai ^^Hp e Del cumpridor de aeus deve
re' ^^KSr. correspondente quizesie ser
so -hia acerca desse oficial de des-
carga, a quem Smc. chama de*mgico-uJi ,e
cao ao pesjdissino ouu9, quodahi lhe resultava,
visto como o deverda adruinisiraco dos sacra-
mentos o forjava muitas vezes a perder noites de
somno, deliberei que de vespera pozesse elle na
sachrislia da irmandade os ornamentos para a
missa da madrugada.
Ninguem que tenha a cabeca no seu lugar, e o
espirito despreviaido, poder fazer a mais leve
censura deste aclo que irmo daquelle pelo qual
hoje tenho determinado, que de veapera se dei-
xe no consistorio os ornamentos para a missa da
madrugada, o que ninguem censura, porque por
ora nao ha coaira o novo padre administrador do
sacrameotoe sachristao a raesma ogerisa que ha-
vis contra o Sf. padre Ignacio."
Porem, o padre Azevedo, que era ento o ca-
pellao assentou que era isso muito ollensivo
sua digoidade, e taes cousas fez, que uma com-
misso da mesa julgou dever lomar o trabalho
de honrar-me com a sua preseoca indo reclamar
contra um facto, que suppnnha esponlaceo do
Sr. padre Ignacio, e que julgava indecoroso : ex-
pliquei-lhe ludo, e disse al por escripto que eu
suppunha a sachrislia da irmandade muito de-
cente, mas qae agora ficava certo, visto semelhan-
te reclamaco, que era ella iodecorosa, e qne nao
prestava : .todava, como insistiam nisso, eu con-
ceda que ficisse na vespera, a chave na mo do
guarda, mas sera que o Sr. padre Ignacio ficasse
responsavel por Taita alguroa, que por ventura
aessa occasiao houvesse, e assim se fez.
E ja que lomei a peana para rectificar este en-
gao, creio dever justificar outros com que joga
essa correspondencia, e com ares de indispulavel
triumpho.
Diz que em certo dia do anno (Indo faltando o
vinho ao Sr. padre Arruda, que se achava no altar
celebrando a missa das onze, correram para o Sr.
padre Ignacio reclamando o vinho, e que o Sr.
padre Ignacio responder quese;nao havia vinho
dsse por acabada a missa. Oh I blaspheraia hor-
rivel I Oh I crime irremissivel do pobre padre
Igoacio 1 Darse por acabada a missa por nao ha-,
ver vinho I E o que quera o parochiaoo que
ae flzesse, uo haveodo vinho ? Mis ah I que
necessario que o Sr. padre Ignacio seja o bode
eraissano, que carregue com os peccados dos
oulros. Toda a falta era do guarda, que tioha a
obrigaco de deitar. vioho as galhetss ; mas, nao
se falla nisso.
A' respeito dos otoj preciso suppor que
nem esse Sr. Teixeira, nem o Sr. Piano Borges
foram tambem muito ardenles em suas requiai-
coes, e que o Sr. padre Igoacio foi o nico gri-
tador.
Na matriz de Santo Antonio o ex-coadjuc(or
havia estabelecido a pralica abusiva de s fazer o
sigoal da sahida do S. Viatico, depois que, embo-
ra com muito custo, fosse elle encontrado etc.
ele, diz a tl correspondencia, e cila o. Tacto d
haver sido procurado o Viatico para a irma do
Sr. Francisco Xavier Pereira de Brito, e que se
tocara o Viatico, sem conhecmento do parocho,
ou de quem fizessesoas vezes.
Oque vai nisto de abusivo que alguem se
arroga o direito que lhe nao compete de locar o
Viatico sem determinado do parocho, que o
encarregado da cura de almas em sua freguezia ;
elle que deve examinar so o enfermo-est no ca-
so de tomar o Sacramento, nao estaodo em jejum:
nem a irmandade, nem seus agentes tem es-
se direito, nem eu lh'o confer. Neste caso a ir-
mand.ade s lem deveres, que consisten) em to-
mar suas capas e apromptar-se com suas tochai e
alfaias para a decencia do Sacramento, para isso
foi ella instituida pela bulla de Paulo III, essa
a sua misso; se o Viatico tora de sahir, o
psrocho quem deve determinar, por que muitas
cousas ha a exsminar antes disso.
O Sr. padre Ignacio Antonio do Reg, chegan-
do de um casamento no palacio episcopal, achon
que se peda Sacramento na essa senhora, e
a certidio do coofessor sliziacqnfessei a.....
e pode tomar o Sacramento, n que ae certo nao
exprime o que qAr a constituicao do Rispado,
e luis cannicas pala que possa receber o Sacra-
mento, nio estando em jpjum.
3 r >'fcn.*r^
Publicares a pedido.
Nos abeixo assignados, passsgeiros do vapor
Iguarass, summamente penhorados do modo
to disuado, porque fomos tratados pelo seu
digno commandanie, faltaramos ao cumprimen-
to de um dever, se no fim de nossa vlagem, nao
pagassemos esse distincta cavalheiro o tributo
devido ao seu mrito e philantropia :
Acceite por lauto o Illm. Sr. commaodaote
Vianna os siaceros e cordioes protestos de nossa
gratido, e acolha as nossas expressoes. como fiel
manifestsco de nossos seotimentos.
Bordo do vapor Iguarass, 7 de margo de
1862.
Joo Francisco da Silva Braga.
Joao Thom da Silva Jnior.
Joio Frankin d'Aleacar Lima.
Augusto C. da Silva Ros.
Paulino Nogueira Borges da Fonseca.
Raymundo Mendes de Carvalho.
Augusto d'Amorim Oarcia.
Horacio Caudillo de Salles e Silva.
Bartholomeu Leopoldino Dantas.
Jos Thom da Silva.
Frederico Peregriuo Caroeiro Mouteiro.
Manoel Rufino Jorge de Souza.
Miguel l'eixoto da Assumpcao.
Padre AmarsaTheotonio Castor de Brasil.
C. da Costa Lobo.
Antonio Marques da Silva.
Jos A. Serfico A. C. \
Henrick Brumm. A-
Conrado Augusto de Farias.
Joaquim Ignacio Pereira.
Manuel de Medeiros Carvalho. /
Joio Leite d'Oliveira.
Manoel Alexandre d'Amorim,Garcia.
Manoel Gomes Carneiro. i
Joio Gomes Carneiro. J
Francisco Ferreira de Nojvaes Jnior.-
Luiz Pereira da Costa. .
Manoel Jos da Costa Monteiro.
Caodido Marcolioo Monteiro.
Antonio Moreira de Barroa.
Joao Pereira da Malta Oiliveira.
Joao Antonio Porto.
Manoel Soares Raposo ida Cmara.
Ladislao Horlencio Soares de Vasconcellos.
DomiDgos Gomes da SMva.
Padre Jos Ferreira Nobre.
.Do_mingos Carjos de Saboia..* .
Idalino Feruandes de 8o*za.
Becebedo
Verses de
Rendimento do
dem do da 8 .
rnas
OM$fEHIO.
'raca do Recife 8 de
margo de 1862.
\s qualro horas da tarde.
Cotacoes da junta de corretores.
Cambio.
Sobre Londres90 d[v. 25 3(4 d. por 1&.
i. daCruzMacedopresidente.
John Calissecretario.
ti tandeara,
endimentodo dia 1 a 7 .
Idan do dia 8.....,
103:202j86i
8.7825417
111:965*281
Hovlitionlo da alfandesfa,
Volamestntradoscomrazendas.. 167
> > ora gneros.. 3
Volimes sahidos com fazendai..
com gneros..
50
106
170
156
a Sebastio Jos
Descarrtgam hoje 10 de marco.
Barca americanaImperadormercadorias.
Hiate americanoDarliogidem.
Hiate a'rnerinanoJulio Annaidem.
Bares inglezaTrioculofszendas.
Importa vito
Brigue nacional Leao, vlndo do Rio Grande do
Sal, consignado a Baltar & Oliveira, manifeitou
o seguinte :
8,100 arrobas de carne de charque, 20 couros
seceos; ans mesmos.
Brigue hamburguez George Heinrique, vindo
de Cslcut, consignado a N. O. Bteber & C, ma-
nifestou o seguinte .'
2.669 saceos arroz, 49 saceos ditos de dito que-
brado, 59 fardos, couros seceos, 10 ditos algoJao,
331 caixas oleo de ricino, 138 ditas de gomma la-
ca,4 ditas borracha em obra, 6 saceos caf e as-
sucar ; a ordem.
Vapor nacional Iguarass, procedente dos por-
tos do norte, consignado a agencia, msnifestou o
seguinte :
50 meins de sola ; a Manoel Goocalves da Silva.
260 meios de dita ; a Gonzalo Jos AIToso.
261 ditos de dita; a Joao Jos de Carvalho Mo-
raes.
20 barricas cera de carnauba
da Silva.
5 saceos dito de dita ; -a Cunha Irmio & C.
314 raolhos de palha de carnauba, 1,000 canu-
dos para cachimbo, i pacota pennas de emma
a Manuel do Souza Carneiro Pimpo.
14 saceos algodio ; a Seve Filhos & C.
64 ditos dito ; a Candido Marcolioo Monteiro.
Exportacao
Do dia 7 de margo.
Barca ingleza Stella, para Queenstowo, carre-
garsm :
Saunderi Brothera & C, 100 saceos com 500
arrobas de assucar.
Brigue portuguez Esperanca, para Gibraltar,
carregaram:
Johnslon Pater 4C, 200 siccos com 1,000
arrobas de assucar.
B-igue sueco Anna, para Stockholm, carre
garam :
N.O. Bieber&C, 600 couros verdes com 27
libras.
8 -
Barca franceza Manoel, para Marseille, c*rre-
garam :
Tisset frerfis, 300 saceos com 1,500 frobas de
assucar,
Brigue francez Autust, para Mari/dille,
garam :
F. Drsgou, 445 saceos com 2,225 arrobj
sucar.
Brigue sueco Anna, pira Sbcklr jlm,
ganm :
N. O. Bieber & C, 500 couror com
libra*. UM
9f291
13:1795881
Consulado provlnelai.
Rendimento do da 1 a 7 16 0789540
dem do dia 8......; 1:304*793
17:383J333
Algodo
Assucar
Agurdente
Couros-
PRCA DO RECIFE
o DE MARCO DE 186*.
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios- Sobre Londres saccou-se a 25
1|2, 25 5,8, e25 3(4d. porl*.
sobre Paris a 365 rs. por f., so
bre Hambargo a 695 rs. por
M. B., sobre Lisboa de 106 a
108 por cento de premio, re-
gulando por & 70,000 os sa-
ques da semana. Sobre o Rio
de Janeiro saccou-se de 1 a 2
por cento de descooto.
- O de Pernambuco escolhido ven-
de u-se a 10*200 rs. o escolta-
do, e a 108000 rs. o regular ; o
de Macelo posto a bordo a
11*700 rs., e o da Parahiba a
12*300 rs.
----------O braoco veedeu-se de 3*000 a
3*800 rs. por arroba, o somenos
a 2ft700 ra., nascavado par-
gado de 2*300 a 2*400, rs., e
bruto de 1*900 a 210O rs. por
arroba.
Vendeu-se a 55$00 rs. a pipa.
Os seceos salgados venderam-
se de 190 a 200 rs. a libra.
Arroz- O pilado da Indis vendeu-se a
2*600 ss., e o do Maranhio de
2*800 a 3*000 rs. por arroba.
Azeite doce------O de Lisboa vendeu-se a 3glOO
rs. por galio.
Bacalho--------Km atacado obteve 13*500 rs.,
earetalhe do 13*500 a 15*000
rs. o quintal, fleando em sor
5,500 quinlaes.
Balatas---------' Venderam-se de lj|200 a lg600
rs. por arroba.
Bolaxinha-------Vendea-se a 4*000 a barriqui-
nha.
Caf---------e- Vendeu-se de 7*000 8*000 rs.
por arroba.
Carne secca- A do Kio Grande veudeu-se de
S a 4*200 rs. por arroba, fl-
eando em ser 36,000 arrobas.
Nio ha do Rio da Prata.
Cha----------------Vendeu-se de 2g400 a 2*500
por libra.
Caivo de pedra Veudeu-se a 14*000 rs. a to-
lada.
Cerveja--------- Vendeu-se de 4*500 a 6S0OOrs.
a duzide garrafas.
Familia de trigo-Nosso mercado foi suprido com
dous. csrregamentos, 1 de Tri-
este que seguio para o sul, e
oulro de Xew-Yoik, que ficou.
Retalhou-se de 17* a 21*000 rs.
por barrica de i'hadelpbia,
17J a 20* a de New-York, 17*
a 18* rs. a hespauhola, 20* ra.
a franceza, e 28* rs. a de Tri-
este, icando em ser 11,200
barricas da primeira, 8,100 da
segunda, 800 da tercira, 3,000
da quarta, e 4,800 da quinta.
Venderam-se boje em lellao
cerca de 500 barricas, alguma
cousa velha, de 11* a 12$ rs. a
barrica, e uma partida de 30
barricas arariadaa a pouco de-
sembarcada a 17* rs.
Louga------------A iogleza ordinaria vendeu-se
cora 285 por cento de premio
sobre a factura.
Manteiga-------A franceza vendeu-se a 570 rs.
a libra, o a ingleza a 780 rs.,
fleando em ser 1,600 barris,
Maesas- Venderam-se a 6*500 rs. a
caixa.
Oleo de linhaja- Veudeu-se a 2*000 rs. por ga-
lio.
nderam-se a 7g rs a caixa.
.ame'ifips venderam-se de
JO a 3*20 rs.
Itima de pJio. (egalou por
"*'sas- -
Queijos
Taboado
Toucioho
Vinagre
Vinhojr -
Velas---------:
Descont -
Fretes
* rs. a duzia.
i de Lisboa vendeu-se de 7*
a 7*500 rs. por arroba
O de Portugal veodel-se de
110O00al25*rs. a pif-_
- O de Lisboa regulou de 24fJjtro
a 280* rs. a pipa, e de outros
paizesde225* a 236* rs.
- As do compnsicio venderam-se
de 680 a 720 rs. a libra.
O rebate de lettras regulou de
10 a 18 por cento ao anno, des-
contando a caixa cerca de du-
sentos e ciocoeota coutos de
ris a 10 por ceoto ao anno;
Para o Canal 45 pedido, e 40
offerecido, para Liverpool 30
eileciuado e carregando em
Macei a 45 pelo assucar, e 3|4
por libra de algodio, e para o
Mediterrneo a 50.
Mov ment do porto.
JV avio entrado no dia 7.
Rio Grande do Sul38 diw, brigue brasileiro
Ledo, de 170 toneladas, cpito Joaquim Feli-
ciano da Silvia, equipagem 10, carga 8,000 ar-
robas de carpe secca ; a Baltar & Oliveira.
.Vulfto entrado no dia 8.
Cear e portos otermedios9 dias, vapor brasi-
leiro lauoraw, commandanie M. de M.
fVsn,
Navios sahidos no mesmo dia.
Ma.veillebarca franceza Ftrgtiio, capitao Joseph
Montn, carga assucar.
Liverpdti'-^arca iogleza 5//a, capilao James
Andrews, e*rjr,a assucar.
Aracstyhiale b'rLieiro Nicolao I, capito Pe-
dro Jos Francisco, carga diUerenles gneros.
Iiha de Fernando-Abrigue de guerra naciooal
Maraado, compiandantn o capito-teneote
Silvioo Jos de Carvalho Rocha. Cooduz va-
rios presos seoten ciados.
Dia 9.
Nao hoaveram emlr;das nem sahidas.


I substituto
pelo falicclmcnto do Dr.
M, que para elle (ora no-
t de 5 de Janeiro ib correte
lodoa oa pretendentea ao dito
lo apreaeotar deade ja neata ce-
. para inscrever seas no mes no Urro com-
qae lbei permiliido (ater por proeu-
Iverem 4 mais de 30 legoaa deata
Bm jaato impedimento. Sao po-
Jos i apreseotir documentos que mos-
laltdade de cidado braaileiro, e de
toso de seas direitoa ctvic e polili-
I de baplismo, folha corrida do lagar
licilio, e diploma do doutor, por ama
de direilo do imperio, ou publi-
joatiflcando a impoasibilidade da apre-
cio do original, e na muma occasio pode-
sntregar quaeiquer documento que julgarem
ooveoientes, ou como Ululo de habiliitco, ou
como provea de articos prestados ao estado, a
hamaoidade, ou a ciencia, dos quaes le Ihea
pasear recibo, tudo de cootormidade com os ar-
tigos 36 e 37 do decreto n. 1386 de 28 de abril
de 1854, e 111 e aeguintes, de o. 1568 de 24 de
fevereiro de 1855.
E para que cbegue ao conhecimento de todos
mandou o mesmo Exm. Sr. director aQixar o pre-
seole que ser publicado pelas folhas desta cida-
de e da corle.
Secretaria da faculdade de direito do Recite, 7
de marco de 1864. O aecretario, Jos Honorio
Bezerra de Meneaos.
Por ordem do lllm. Sr. inspector se faz pa-
olico que no praso de trea dias contados da data
deste, ser lavado a hasta publica a porta deata
Uandega, depois de meio dia, urna barrica com
1180 libras de missaogas, valor da libra 500 rs.,
total 1:0909, a qual foi abandonada aos direilos
polos negociantes Isidoro Ilallidev & C.
Alfaudega dePeroambuco.7 de margo de 1862,
O 3 escripturario, Joao Duarla Monteiro.
O Illtn. Sr. ioapector da theaourana pro-
vincial, em cumprimenio da resolugo da junta
da fazenda, manda fazer publico, que ae contrata
por lempo de tres mezas, a contar do 1* de abril
prximo viodouro, o (oroecimeoto de allmeota-
co e dietas dos presos pobres da casa de deten-
cao, a saber :
ALLIBENTAO.
Domingo.
Almoco.
1 pao de tres oocas.
1 oogade cal.
2 ditas de assacar.
Jantar.
1 libra de carne verde.
1 ooga de loucioho.
1 dcimo de farinha.
Leona e sal.
Segunda-feira.
Almoco.
O mesmo que no domingo.
Jantar.
O mesmo que no domiogo.
Tersa-feira.
Almogo.
O mesmo que no domiogo.
' Jantar.
O mesmo que no domingo.
Quarta-feira.
Ai acoco.
O mesmo que no domiogo.
Jantar.
Meta libra de carne aecca.
Urna onca de toucinho.
Meio dcimo de (eijo. >
Um dcimo de farinha.
Leona e sal.
Quinta-feira.
Almoco.
O mesmo que no domingo.
Jantar.
O mesmo que no domingo.
Sexta-feira.
Almoco.
O mesmo que no domingo.
Jantar.
Meia libra de bacalho.
Meio dcimo de (eijo.
Um dcimo de (ariohi.
Deas oitavas de azeite.
Urna onca de vinagre.
Lenba e sal.
Sabbadu.
Almoco.
O mesmo que no domingo.
Jantar.
O mesmo que na aexta-feira.
DIETAS PARA DOEMES.
N." 1.
Almoco.
Um caldo de galinha para 3 caldos no dia.
Lenba e ssl.
N. 2. -
- Amoco.
Um pao de 3 oncas oa (Opa de caldo de ga-
linha.
Lenha e sal.
Jantar.
Um quarto de galinha cosida.
Duas oncas de arroz pira caoja.
Lenha, sal e vinagre.
N. 3.
O mesmo qae oa dieta n. 2.
Jantar.
O mesmo da dieta n. 2.
E mais :
Um quarto de galinha assada.
Um pao de tres oncas.
Lenha e sal.
N.*4.
Almoco.
Duas oilavas de cha da india.
Um pao de tres oncas.
Duas oncaa de assacar.
Lenba. >
to do secretario, Manoel Antonio dos
Silva Jnior.
Secretaria da (acaldado 7 do marco do 1862
O aecretario, Jos* Honorio Bezerra de Monesca.
Pela thesoarari provincial ce at%abliao,
qae a arremalacio da renda daa cacas do patrt-
menio des orphaoc, (oi transferida para o dia 13
do correte.
Secretaria da thesoarari provincial de Per*
nambuco, 6 de mareo de 1862.
O aecretario
i. F. d'Annunciao.
Em praca publica do juizO doa (eilos da fa-
zenda deata provincia se ha de arrematar a qaem
mais der os beoa aeguintes:
12 cadeiraa de Jacaranda com aaaento depalhi-
oha avaliadaa por 96$.
1 sof de jacaraod avaliado por 259.
2 cadeiraa de bataneo de Jacaranda avahadas
por 30.
12 cadeiras americanas avalladas por 60ft.
Urna commoda de amarello por 20.
Urna mesa redonda de ambrollo por 158.
2 espelhos com molduras douradas por 20.
2 bancas de amarello por 20.
5 laolernaa por 25.
1 candelabro para 3 luzea com o p de bronze
por 30
1 plano de jacaraod por 2O0g.
4 soleirae de pedra para portas por 20.
4 pedras para viveiro por 20.
20 alqueires de cal por 8
2 canoaa grande de conduzir lijlo em bom
eatado por 200$.
Urna canoa pequea de carreira em mo estado
por 30.
Urna canoa para condueco de familias em bom
estado por 120.
Urna canoa de um s pao por 80.
Um sitio na travessa doa Remedios n. 15 com
urna pequea casa de pedra e cal, duas em cai-
xo, qaartos (ora, quintal murado, cacimba, cento
e lantos pea de coqueiros, diversos arvoredo* de
fructaa ; lendo 1,500 palmo de (reote e 300 de
4
i
Jantar.
Urna libra de carne verde.
Um dcimo de farinha,
Lenha e sal.
N." 5.
Almoco.
O mesmo da dieta n. 4.
Jantar.
Urna libra de carne assada.
(jualro oncaa de arroz.
Um pao de iraa oocas.
Lenba e sal,
As pessoas que quizerem contratar dito (or-1
necimento, apreaeoiem a suas propostas em
cartas (cha1as|oo dia 20 do crreme, na mea-
ra thesouraria, pelo meio dia, onde eucoolra-
ro as coodigues com que deve ser efTectuada a
arrematado,
E para cooslar se mandou affixar o presente
e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco,7 de marco de 1862.
O secretario
intento Ferreir d'Annuntiafio.
De ordem do Etm.Sr. director, eem cum-
primento do art. 123 do regulamento complemen-
tar, se repete o edital que em 7 de dezembro foi
publicado, e que do iheor aeguiote :
EDITAL.
De ordem do Exm. Sr. director, viscoode de
Camaragibe, ce faz publico que lica marcado o
prazo de aeis mezes, contado da data deste, para
a inscripcao dos que pretenderen! concorrer
ao lugar de lente substituto desla faculdade, vago
pelo accesso do substituto Dr. Manoel do asci-
mento Machado Portella segunda cadeira do
quarto ahoo, deque era proprielario o coose-
fundo, com mais duas otarias de pedra e cal com
2(oros, 3 quarto, urna cozinba (ora com duas
salas, 2 quartos e oulro (ora, estribarla e viveiro
priocipiado, por 10:000.
Um terreno no largo dos Remedios com 85 pal-
mos de (renta, e fundo al a camboa avaliado por
200.
Oulro larreoo na Torre, tendo 100 palmos de
Trente e 800 de (undos por 600.
Cujos bens (oram peohorados por execugao da
fazenda provincial contra Jos Marcelino Alves
da Fooseca.
U engenho denominado Peres, com casa de vi-
venda, caldeirac de purgar, aeozala, duas peque-
as casas de guardar bagado com 3 caaas para la-
vadores por 16:000.
Cujo engenho foi penhorado por execugao da
mesma (azenda contra Manoel Josquim do Reg
e Albuquerque, como fiador do referido Jos Mar-
celino Alves da Fooseca.
O escravo Jos, Congo, com 58 annos de idade,
sadio, do servico do campo por 300.
O eacravo Marcelioo, Angola, com 38 annos de
idade, sadio, do servico do campo por 600.
O escravo Francisco, Mocambique, com 39 an-
nos, lendo as pernas archtadas, do servico do
campo por 500.
A escrava Mara, Aogico, com 38 annos de ida-
de, sadis, do servico do campo por 600.
Cujo* escravoa (oram penhorado por eiecu-
cio da (azenda provincial contra Francisco Los
Caldas.
Os preleodentes poderlo comparecer na sala
das audiencias no dia 13 do correte as 10 horas
do dia.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda (azer publico para coohecimento
dos ioldressados o art. 48 da lei provincial n.
510 de 18 de junho do correte anno.
Art. 48. E' permiliido pagar-se a meia siza
dos escravos comprados em qualquer lempo an-
terior a data da presente lei independonte de re-
validado e multa, urna voz que os devedores
actuaea deste imposto, o fagam dentro do exerci-
cio de 1861 a 1862, os que nao o fizerem (icario
aujeitos a revalidado e malla em dobro. sendo
um tergo para o denunciante. A thesouraria (-
r anouociai por edital nos primeiros 10 diaa de
cada mez a presente disposico.
E para constar se man Jou affixar o presente e
publicar pelo Diarto.
Secretaria da thesouraria provincial de Fer-
nambuco, 8dejulho de 1861. *
O aecretario, /
A. F. da Assumpcr&
Faculdade de Direito. 1
De orpem do Exm. Sr. director se (ae publico.
que de cooformidade com o artigo 114 do regu-
lamento complementar, conaervar-ae-ba aberta
a inscripcao para p concurso cadeira de nglez
do curso prepsratorio desla l^acu^jade a'
8 do corrente, as 2 horas da larde, V
Secretaria da Faculdade 1.* de marco
Jos Honorio Bezetra de Mece..
O lllm. Sr. inspector da thesouraria \
cial, em cumprimento da ordem do Ex
presidente da provincia de 15 do correle, man-
da fazer publico, que no dia 1 .reo prxi-
mo viodouro, peranta a junta d ida da mes-
ma thesouraria, se ha de arren a qaem mais
der, o imposto de 10 por cento, o a renda dos
terrenos oceupados pelo planto capim no mu-
nicipio do Recife, avaliado em 3:000000 por
anno.
A arrematacao ser feila por lempo de 33 me-
zes, contar do 1 de outubro de 1861 a 30 de
junho de 1864 '
As pessoas que se propozerem a eala arrema-
tacao, comparegam na sata das sessdes da men-
cionada junta, no aapradito dia, pelo meio dia, e
competentemente habilitadas.
E para constar ae maodou affixir o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
oambuco,28 de fevereiro de 1862.O secretario,
A. 1". d'Annunciago.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda desta provincia manda (azer publico que
lem marcado o di 21 de abril prximo futuro
para o concurso que vista da ordem do tribu-
nal do thesouro n. 29 de 5 de fevereiro ultimo,
'se lem de abrir nesla mesma thesoursria para'
preenchimento das vagas de pralicaotes nella
existen tes-
As pessoas, pois, que ao dilo concurso quize-
rem ser admellidas deverio provar: 1.* lerem
118 aonos completos de idade ; 2. que estao li-
vres de culpa e pena, e 3." que leem bom com-
porlameoto. /
Os exames versarlo sobre leilura arrelyse
grsmmatical, orlhographia, e arithmetica al a
Iheoria das proporge inclusivamente.
Secretaria da thesouraria de fazenda deVTer-
nambuco 3 de marco de 1862.Manoel Jos/Pio-
lo, servindo de ofticial-maior. I
Pela cootadoria da cmara municipal do
Recife se faz publico que a prazo marcado para o
pagamento do impoalo de estabelecimeolos a do
1" do correte ao ultimo do marco viodouro, e
aquellos que nao pagarem dentro do prazo mar-
cado, fleam aujeitos a respectiva multa.
Contadoria municipal do Recife, 19 de feverei-
ro de 1862. O contador, Joaquim Tavares Ro-
dovalho.
de GUuber.
champhora.
de mostarda cm grlo.
8 libras do ungento vesicatorio.
16 Ubre* de macolla.
16 librea de florea da sabugueiro.
8 libras de flores de tilia.
8 tibraa de entrecacco de semaraba.
4 libraa de alomen.
12 oncas de ludano liqaido da Svdenhan.
4 oncaa de otber sulpburico.
4 garrafa de vinbo calybiado.
4 garrafa de vioagre aromtico:
10 libras de sulphato de magnesia.
2 libras d'agua de canalla.
2 libraa d'agua demilida.
2 garafaa d'agua de florea de laraojaa.
12 garrafaa de oleo d ricino.
4 garrafaslde alcoole de 60 caotharidado.
rere a mesma proviocia.
1 cerroca americana com sena pertenece para
um ou dona aaimaea.
8 barricaa de cimento romano.
Para o hospital militar.
50 parea de cbinellas.
48 faca de meca.
48 garfea de meaa.
Quem qaizer vender taes objectoa aprsenle
ac aaas propostas em carta (echada na secretaria
do conaelho, s 10 horaa da manhaa do dia 10 do
correte mez.
Sala daa sessdes do conaelho administrativo
para (ornecimenlo do arsenal de guerra, 3 de
marco de 1862.
Btnto Jote Lamenta Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal aecretario interino.
Conselho administrativo.
O cooaelho administrativo para (ornecimenlo
do arsenal de guerra lem de comprar oa objectos
seguintes :
Para o hospital militar.
50 brreles de la.
50 pares de meias de lia grossas.
2 jarrea grandea de barro.
6 panellas de (erro com lampo, sendo 2 de 10
galea, 3 de 8 e urna de 6, ferradas de porcellana
2 cassarolas, sendo urna menor de 8 gales e
outra de 6, ferradas de porcellana
400 leoces de brim de 2 palmos e 10 palmos
de comprimento.
20 camisolas de brim com 6 palmos de com-
primento e 8 ditos de largura.
200 (roohas de brim com 4 palmos de compri-
mento.
100 gaardaoapoc de brim com meia vara de
comprimento.
Para o presidio de Fernando de Noronba.
4 caixas com sedas.
250 meios de sola.
100,000 tachas para saltos de gaspisr.
5 lorquezes.
100 vaquetas.
20 pares de formas ferradas de ac.
1 arroba de Oo de sapateiro.
500 coaros de cabra.
10,000 brochas.
Para provimeoto do armazem deste almoxarifedo.
20 duzias da taboas de louro de assoalho de 12
a 16 pollegadas de largura e 26 a 27 palmos de
comprimento.
10 duzias de lapis.
10 grosas de peona de ac.
5 leoces de chapas de (erro (bom) e que tenba
de 24 a 30 libras cada um.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
suaa propostas em carta (echada na secretaria do
conselho, s 10 horas da manhaa do dia 19 do
corrente mez.
Sala daa sessdes do conselho administrativo
para (ornecimenlo do arsenal de guerra, 7 de
marco de 1862.
Sent Jos Lamtnha Lins,
Coronel presidente.
Franeiteo Joaquim fer eir Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
I cc2
1.1.
(rete at odia
oras: cscriptorio no Forte do
DE
Rio de Janeiro
O bom conhecido e veleiro brigue nacional
Almirante pretende seguir com maita brevida-
de, tem a bordo parte de seu carregamenlo ; paira
o resto que lhe (alta, trata-se com os seus con-
signatarios Antonio Lniz de Oliveira Azevedd &
C, no cea escriptorio rae da Craz n. 1.
Rio Grande do Sul pel<
lio de Janeiro.
A barca nacional Carioca recebe carga para
ambos os portos: trata-se com os consignatarios
Marques, Barros & C, largo do Corpo Santo nu-
mero 6.
Mili
Janeiro.
O brigue Joven Candido segu com btevida-
de por ter meio carregamenlo tratado 1 para o
resto trata-e coto os consignatario Marques,
Barros & C, largo do Corpo Saoto d. 6.1
Gompanhia Pernambupna
Para satisfazer os ioteresses commerclaeseotre
esta e a provincia de Alagoaa lem-ae jresolvido
dar tres, em lagar de duas viagens mensaes, na
linha do aul pelo que de ora em dianle. sahiro
os vaporea desta co.mpanhia a 5,15 e 25 de cada
mez tocando as viagens de 5 e 25 as diversas
esclaseos de 15 seguindo em direiuira:
lacej em direitura.
Sahir no dia 15 do corrente o vapor aPersi-
nuuga, commandtnte Moura. Recebe carga al
a vespera da sahida, encommendasj dinheiro e
oasssgeos at 15 ao meio dia : largo ida Assem-
bla n. 1. J
Pav* o jVssh]
com escala pela Parahiba e Rio Grande do Norte
sahe o hiato Jaguaribe, de primeira marcha, o
qual lem excelleotes commodos para carga e pas-
sageiros, e pretende sabir em poacos dias, visto
j ter parte do carregamenlo : a tratar na ra do
Crespo o. 14. ou com o mestre a bordo, defronte
do caes do Ramos.
LinguiQas e tou-
cinho;
Terca-feira 11 do corrente.
O agente Pestaa por conta de qaem perten-
cer (ara leilio de 43 barra com liogaiccc nova-
mente ebegadac a este mercado, e 20 barra com
toucinho, tudo em lotes a vontado: terca-feiro
11 do corrente pelaa 10 horas da manhaa na por-
ta do armazam do Sr. Annes, defronte da al-
(andega.
LEILO
Quarta-feira 12 do corrente.
O proprietario da taberna da praca da Boa-
Vista n. 14, (ara leilo da mesma por ioterven-
c4 do agente Evaristo Mendea da Cunha Azeve-
do, no dia quarta-feira 11 horas do dia. Es-
pera a concurrencia dos pretendenles.
LEILO
A 10 do corrente.
N. O. Bieber &C. successores, (aro leilio por
iotervenco do agente Oliveira, de um variado
sortiment do ferrsgens grossas e finas, princi-
pslmenle, o do alguns redantes de miadezas,
que sero vendidas por todo preco para concluir
contec:
Seguada-feira 10
do corrente, s 10 horas da manhaa, em sea ar-
mazem ra da Cruz.
^^^tJbbbbbbI
rar-re, tem
urna osera
n. 24, loja
Prccisa-se do tana asa .
moro 5.
Ao Sr. Jos lisrioTlonoi se 4oo_
praca da Independencia n. 22.
Por ignorar-ae a morada dos S
Pereira de Siqueira & C, pede-se que
poia oo IbeojH^^Ksr, oo dirija-se a roa da
Imperatrix^^H
Es<3Wo fgido.
Hontem fugio do um sitio de Parnameinn
abaixo assignado, um aseria do nomo Loa
co, que representar ter 35 saneo, preto. <
do serto, alto, com pouca barba deb;
queiso, andar ligeiro, msjito regosto o
co, e aa vezes tem a mania de se ir
qoo Wi de
5 garrafaa era.
forro, levon vestido camisa de
saco de ferro de (ardo, com
Ibo na caneca, lovou ontro do
hem vclho, tmbeos levon
champagne som om garra
.LEILAO
Para
Rio de Janeiro,
a barca nacional Amelia pretende seguir com
carregsmeoto
(alta, trata-ae
muita brevidade, tem parte de aeu
a bordo ; para o resto que lhe
com os ssus consignatarios Antonio Laiz de Oli-
veira Azevedo&C., no seu escriptorio, ruada
Cruz n. 1.
THEATRO
DE
o dis
862.
vin-
Sr.
Bahia.
O biate Santa Rila, segae em poucos dias, re-
cebe alguma carga a (rete '. trata
signatarios Marques, Barros SlC.,
po Saoto n "
6.
ue com oscon-
largo do Cor-
Santa Isabel.
Quarla-feira 12 de marco de 1862.
Terceira represeotaco da companhia dramtica,
e juntamente da compaohiaarcrobata.
Grande e variado divertimento.
Logo qae a orchestra liver executado urna de
suas ouverluras, dar principio ao espectculo
que ser dividido pela maoeira seguiote :
Primeiro quadro.
OS DOUS TRAPEZIOS.
Execulados pelos dous joveos Albert e llyopo-
lito, onde se ver a grande agilidade e (orea
muscular de que sao dotados ditos joveos.
Segundo quadro.
A represeotaco do primeiro acto da aempre
applaudida comedia em dous actos, intitulada
AFILH4A DO B4R\0.
Persokagbss:
Baro ....
Jos Mara .
Joo Antonio .
Domingos, criado
D. Mara
ACTOBES.
Thomaz.
Leite.
Lisboa.
Santa Roas.
D. A. Chaves.
a Lisboa e Porto.
e seguir para os dous portos cima
a brevidade o veleiro e bem conhecido
brigue nacional Eugenia, capujo Manoel Eze
quiel Miguis, de primeira clssse el primeira mar-
cha, pregado a forrado de cobre, tem parte de
seu caricgamento prompto : para o reato que
lhe (alta, trata-se com os seus consignatarios
Antonio Laiz de Oliveira Azevedo & C, no seu
escriptorio, ra da Cruz n. 1.
Para a Bahia
A veleira e bem coohecida escuna nacional
< Carlota pretende seguir com muita brevida-
de, lem parle de seu carregamenlo prompto : pa-
ra o resto que lhe (alta, trata-se com os seus
consigoatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C-, oo seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Rio de Janeiro
pretende seguir com muita brevdade o brigue
escuna Joven Arlhur, lem parte de sea carre-
gamenlo prompto : para o resto que lhe falta,
trata-se com os seus cooiigoatarios Aotonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C, no sea escriptorio rus
da Craz n. 1.
Jheiro^Dr
qae "por di
no (o jubilad
ao dito lugar
aecretaria para
competente, o
procarador, se o
desta cidade, ou
poreas abrigados
trem sus qaslidade
^^Hse oslo ao goso
Declarares.
os,
lar de
nata
certido
us domicilio
s faculd
(orma
Capiatranb Bandeira de Mello,
de 5 de outubro do correte a-
pelo qae todos os preleodentes
poderao apreaeotar desde j nesla
iscrever seas nonres no livro
lhes permiliido (azer por
verem mais de viole leguas
erem justo impedimento. Sao
a'apresenlar documento que
de cidado brasileiro, e
seas diraitos civia e po-
imo, folha corrida do
e diploma de doutor
direito do imperio
Conselho de compras iiavaes.
Nao teodo-se eftecluade boje o contrato de
fornecimento de carne de vacca salgada, no tri-
mestre prximo de abril a junho, dos navios da
armada e estabelecimeolos de marinha, manda o
conselho aos que quizerem faze-lo sob as condi-
Ces do estillo, a apreaentarem suis proposta
em cartas fechadas no dia 15 do corrente mez at
as 11 horas da manhaa.
Sala do cooaelho de compras nsvses em 5 de
marco de 1862.O secretario.
Alexaodre Rodrigues dos Aojos
Conselho adraioislralivo.
O conselho administrativo, para fornecimento
Joanoa, criada......D-. Jesuina.
Terceiro quadro.
O segando acto da comedia.
Quarto quadro.
AS PYRAM1DES DO EGYPTO.
Pelo joven Albert, terminando pelo equilibrio
mais difRcaltoso que lem sido executado em lo-
do mundo e nico por elle no Brasil.
Quinto quadro.
A POLKA IMPERIAL.
Dansado por mademoiaelle Caroline e o joven
Albert.
Sexto quadro.
Reprasentacao da divertida comedia em um
acto,
Minha Sogra,
Pela companbia dramtica.
Stimo e ultimo quadro.
OS JOGOS OLYMPICOS DOS ANTIGOS
ROMANOS.
Execulados por Ilonorio Freir, Ferreirs, An-
tonio, joven Albert, e mademoiaelle Caroline.
Principiar s 8 horas.
a da sabida s
Cruz n. 1, es-
de Oliveira Azevedo
Leudes.
Bk do <
justifle
pdo a impossibilidade do arsenal de guerra, tem de comprar oc objectos
pa mesma occasio segointes :
s qae jal- Para a enfermara militar do Rio Grande do
i de habilita- Norte.
4o es- S libras de tintara de ipecacaanba.
se 20 libras de dita de gengibe.
8 libras dita de belladona.
4 libras de dits de valleriana.
6 libras de dita de Strognoff.
16 libras do diU de canthiridas,
Atsqs martimo.
J
COIPjLJ BUCARA
LEILIO
Terca-feira 110 do corrente.
O agente Pinto far leilo por conta e risco de
quem perteocer de ama caixa com 50 manteletes^
de cedo bordador e com bico de
dos ltimamente pelo vapor ingle
do dia cima mencionado,
da Cadeia o. 14.
COIYIPANHIA BRASILEIRA
ir
t' esperado dos portos do sul al i o dia 12 do
correte um dos vapores da companbia, o qual
depois da demora do costume seguir para os
portos do norte.
Desde j recebem-se passageiroi, e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver se embarcar no dia desua. ciegada, dinhei-
ro a (rete e encommendaa at o di
2 horas da tarde : agencia ra da
criptorio de Antooio Luiz
&C.
aloode, chega-
as 11 horas
no ar|mazem da ra
LEILAO
DE
DE
Navegacao costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, M*
cau do Au', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
0 TSpff ^lefaarlbe, commaodaote Lobato,
Um sobrado.
Segunda-feira 10 do corrente.
O agente Pestaa legslmente autorisado (ara
leilo por conta e risco de qaem perteocer, de
am sobrado de 2 andares e sotio com excelleo-
tes commodos, cacimba no quintal a meio, sito
aa rae da Praia d 31: aegunda-feira 10 do cor-
rele pelac 12 horas da manhaa, oo armazem da
roa do Viga rio a. 11.
Oe pretendeolec podero examina-lo coas ante-
cedencia o quaeaqaer ioorssecoes oa dota men-
t, podarlo exigir do referido afate, qae se
teba para Uto munido.
Quarta-feira 12 do corrente.
O agente Costa CarvalFio tara' leilo
uo dia cima de todos os movis que te
acharem presente em seu armazem co-
mo scjarji : cadeiras, sof, marquezas,
guarda roupas, carteiras e urna burra
e outros muitos objectos queestaro pa-
tentes no acto do leilo sem reserva de
preco algara para liquidarlo, pois pre-
tende acabar com o armazem e os se-
nhores que tiverem objectos no mesmo
tenba a bondade de os vir retirar nes-
tes dias do contrario serao vendidos ao
correr do martello, as lOhorat em pon-
to do dia cima designado.
Avisos diversos.
Desappsreceu no dia 4 do correte mez,
umaeacrava, prela, crioula de nome Edavirge,
com os seguiotes sigoaes: altura regular, corpo
secco, cor fulla, denles limados, cabellos apara-
dos, levando vestido de chite usado, e panno
preto com orello: roga-se quem a prender
queira'levara praca da Boa-Viste, bolica de Ne-
ves & Craz, que ser recompensado.
O Sr. Hermogenes Nor-
berto de Gusmao, queira ap-
parecera ra das Cruzes n.
44, segundo andar.
O Dr. Vicente Ferreira Lima o
podendo despedir-se de seus amigos pela
brevidade de sua viagem o faz pelo |pre- j
sent.
Ao commercio do
Para.
Sendo apresentada ao abaixo assig-
nado urna letlra ja vencida de 5:044#600
rs, aceita por Goncalves & Cunha," do
Par, a ordem do Sr. Jacques Gansily
da mesma praca, em consequencia de
terse evadido segundo consta Felisber*
to Monteiro da Cunha, nem lhe dera,
em tempo algum autorisacao para usar
do seu nome, como prova com a cor-
respondencia que teve com o mesmo
Cunha.
O abaixo assignado enviou aquella
irovincia em setembro de 1860, a Fe-
isberto Monteiro da Cunha, em com-
pan!na de seu lilho Antonio Jos Gon-
calves, o qual falleceu pouco depois de
all chegar, com obras de ouro, no va-
lor de trinta e tantos contos de reis,
alim de vender ditas obras pelo melhor
preco que podesse obter, e apurar di-
nheiro de que tanto precisa va o abaixo
assignado, nos apuros em que se tem
achado, sem lhe dar autorisacao para
mais nada, nem mesmo procuracao bas-
tante.
Demorando-se Felisberto demaziado
na liquidadlo deste negocio, e sendo
instaurado para que o concluisse e re-
gressasse a esta praca, elle propoz (vis-
to ao que parece, querer licar ou de-
morarle muita em Belem) comprar ao
abaixo assignado as obras que ainda
existiam em seu poder, ao que annuin-
do o abaixo assignado, enviou all o seu
caixeiro, o qual realisou a venda dellas
com grande abatimento, assignando-lhe
Felisberto lettras a prazos diversos,'das
quaes ja se venceram 4 que nSo oram
pagas. Pernambuco 8 de marco de
1862.Manoel Antonio Goncalves.
Aluga se o segundo e terceiro an-
dar da casa n. 58 da ra da Cruz do
Recie : a tratar no escriptorio do pri-
meiro andar na mesma casa.
Senhor Bom Jess dos
Pasaos.
A mesa regadora da irmandade do Senhor Bom
Jesas dos Passos, convida sos seohores -irmo
para reanio de mesa geral oo dia lercc-foira 11
do corrente, as 4 horas da tarde, afim de ae tra-
tar do compromisso da mesma.
O escrivio,
Oclavicno de Sooza Franca.
Preciss-se arrendar um sitio qae lenha pro-
porces para plantar-se capim e ter-se alguma
vacecs, preferinde-se pra as bandas dos Afoga-
doa ou oatro lagar que nao diste muilo deata ci-
dade : na ra da Cadeia do Recife toja n. 50.
Sitio na Ibura:
A. P. de Azevedo vende ou bypolheca a sea
sitio da Ibura para pagar aoa cana eredoros:
3uem quizer (azor este negocio dirija-se a roa
a Praia o. 45.
No dia 11 ao meio dia, oa roa de Uortasna
porta da coca n. 21, ae ha da arrematar oe no-
vele perteooentec a heran$a do ChrisUoo Itrio
do EsoirH Santo.
palha, um traveaseiro de marroquim, e i
versas peas de roupa, alguma lavada ; qaet
preoder e lovar ao dito sitio, eu co armazem da
raa do Amorim o, 41 ser bem gratificado; igual-
mente se roga s autoridades policiaas a sua i
tara.
No armazem da porta larga na ra da Flo-
rentina n. 14, existem algans quartiohos p
alngar: quem qaizer pode dirigir-se ao mes mi
armazem oa ra de Apollo n. 9.
Precisa-se de um bom cosioheiro foro oa
captivo : a tratar na raa da Gaia botequim n. 36.
As 6 horaa da tarde do dia 3 do correte)
mez perdeu-se um alflnete da ouro com armac
da ra do Tambl, Rosario, Caixa d'Agaa, Cam-
po Verde : quem o achar dirija-se a raa do Tam-
bl n. 33, afim de entregar o mesmo qae ser,
recompensado.
Precisa-se de urna ama que saiba cosiohar
e (azer todo o servido de casa : na ra do Caldei-
reiro taberna n. 60.
4njes e flores para a qua-
resma.
As antigs e bem conhecidas piohas que mo-
raram na raa Nova, achm-se completamente
providas de oovos e bonitos vestuarios para an-
jos, aasim como eslo inteiramente sortidas de
papal de todas as cores e qualidades para flores.
por isso pedem a todos os senhores enesrregado*
de procisses e semana aanta, que so diguem de
Ibes darem a preferencia deises arranjo, pois
que promettem bem servir a todos, e mesmo os
seos precos sero os mais commodos possivei.
psra isso dirijam-sc a roa da Praia, segando an-
dar do sobrado o. 31.
Quinta-teira (13) pelas 10 horas da manhaa
na sala daa audiencias, em Olinda, vai em pra^a
a escrava Cosma, com o abatimento da qainla
parte do 3eu valor de 1:2009, pecbincha : quem
quizer appareca.
Aloga-se urna casa na Pascagem da Magda-
lena junto a ponte grande, com 2 salas, 6 quar-
to, ooto, coziDha (ora, um ptimo copiar, quin-
tal murado, e banho no tundo : as pessoas que
pretendsrem dirijam-ae roa Direita n.3.
Atteico.
*
Precisa-se alugar urna escrava que. entanda
com pereico de fazer po-de-l, bolinho, bo-
los e massas de diversas quilidades : quem a ti-
ver c quizer alugar, annuncie por esto folha para
e procurar, que agradando nao ce olhar a prego
Alaga-se orna casa terrea no pateo do Ter-
go : a tratar em Santo Amaro, na segunde casa
do Sr. Gomes do Crrelo.
Precisa-se de um cozioheiro qae seja perito
para o hotel em Apipucos r qaem quizer dirija-
se ao mesmo.
O Sr. irmo terceiro Franciscano, .qae na
occasio de acompanhar a procirso de cinza.
guardn o chapeo de sol na casa do irmo sa-
chrialao, e qae de volts procurou e nao o achon
por lerem levado, pode vir procura-lo, pagaodo
a despeza do anouncio, pois este inda teve cons-
ciencia ; ainda (alta o do Sr. reverendo pregador
que tiraram de dentro de um dos gaveloes da sa-
chrislia.
O Sr. Jos Candido da Silva Franca tem
urna carta no escriptorio de Tassolrmos, ra do
Amorim n. 25. _"
Irmandade da ordem terceira
de S. Francisco
A mesa regedora da mesma manda scienliflear
que durante a presento quaresma, as quartss-
feiras haver sermo em oossa igreje, qae sorgo
precedidos dss eslages da via-sacra,.e que prin-
cipiarlo as 7 horas da noile : sendo pregador o
reverendo Sr. Antonio Manoel de Assnmpco.
Secretaria da veneravel ordem terceira de S.
Francisco aos 5 de margo de 1862.O secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenca.
Na roa da Moeda, sobrado o. 5, segundo,
andar, precisa-se de urna sma forra ou captiva,
para coziohar lavar a engommar, nao sendo ne-
cessario occapar-se no servico da rus.
Licesde arithmetica, algebra
e geometra.
O professorde malbemalica, no Gymuasio Pro-
vincial, eosina particularmente sos estudantesdo
curto commercial arithmetica e algebra at as
equagoe do l.gro, nao quiotas-feiras de ma-
nha, e geometria para os exames em novembro.
em todos os dias a tarde : os senhores que qui-
zerem aprender qualquer destaa (acuidades dir-
jam-se casa de sua residencia, na roa Direita
n. 74, psra se matricularem : as licoes tero
principio logo qae houver numero suQiciente do
alumnos.
Atteico.
D-se dinheiro a juros sobre penhores
ra do Queimado n. 45 se dir qaem d.
na
3Roa estreita de.Rosari-3
: Francisco Pinto Ozorio continua a col- i
locar dentes artificioes tanto por meio de
as molas como pola pressao do ar, nao ro-
% cebe paga algumf sem que aa obraa nao
SJ> fiquem a vontade de aeua donos, tosa pos
Soutras preparaede s as mais acreditadas
para conservacao da bocea.
*ml
Machinas americanas.
Em casa de N. O. Bieber & C., successores,
raa da Crus n. 4, vendem-se :
Machinaa para regar borlas e capim.
Ditas nafa descarogar milhe.
Ditas/para cortar capim.
Seus com pertences a 1
Obras do metal principa j
Aleatrio da Snecla.
Veris de aleatrio
Salsa parrilha do
Vinho r
COSJCjCO
Arad
Carroeao


MBIftA C1PI8CM M ICICIA
UNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
chams MEfttciiAcs
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
PajBtem applicadas s partes affectadas
^m resguardo nem incomtnodo
Com estas CHAPl-ELBCTRO-MAGifETiCAS-EPlSPAgTiCAS obtem-se urna cura radial e in-
alhvel em todos os casos de inflammacio ( can$a externas.como do figado, bofes, estomago, ba5o, rins, ulero, peito, palpitado de coracao, r-
guta, olhos, erys.pela, rhenmatismo, paralysia e todas as anecies nervosas, etc., etc kual-
mente para as differentes espec.es de tumores, como lobinhos escrof ulas etc., seia qual fr o seo
lmanlo e profundeza por meio da suppuracao sero radicalmente extirpados.
O uso dellas aconselhado e receitadas por habis e distinctos facultativos, sna efficaia in-
contestavel, e as innmeras curas obtidas o fazem merecer e conservar a confianca do publico
que j tem a honra de merecer, depois de 24 annos de existencia e de pratica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de [fuer as necessar.as explicares, se as chapas sao para hornera, senhora oa crianca, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na caneca, pescoco, braco coxa, pama, p, ou tronco
docorpo, declarando a cicumfereneia e sendo inchaS5es, feridasou ulceras, o molde do sen
famanho em um pedaco de papel e a declaracao onde existem, afim de que as chapas seio da
toimaj da partel aflectada e para scrembem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas serao acompanhadas das competentes explicacoes e lambem de todos os acces-
orios para a c olloca;ao dellas.
Cnsa: eas pessoae que o dignarem honrar com a sua confiaaca, em seu esariptorio, que
lacharau abertoe todos os das, sem excepco, das 9 horas da manhaa s i da tarde.
119 Ra do Parto f|9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
|lLljjlliI81SlS mM
rara as provincias de Pernambuco, PaWba,
folhinha de ^Sa0 d NOrte' -C^ G XU80&S> a ab^
Dita
kafendario, pocas, noticias planetarias,
partidas do* correios, tabellas de imposto, etc. etc. e o almanak
cevii, judiciano, administrativo, agrcola, commercial, e indus-
provipcia, a res. ......j
trial, desta
0
i m nmmmm
Para as encommendas ou formajes dirijam-se a pharraacia de JosAlexandre Bibeiro,
ra do Qbeimado n. 15. .
Consultorio medicocirurgico
Consulta por arabos os systemas,
^S^*w-^i^de,te ****
uenhum ou^vi.1^ com o, de
a precauQio de' inscreve! m S i ffi Br?nf "?m *fnnm -' PrP""o tem tomado
dos, todos* aquelle. que forem apuntadossem esta Sl*Vl,LCOMUmio' como fal9iaca"
prar queira ter maior cerlea KwS 'S!X,T!3'J3"?$l l?6?80." "I0.! ""dar com-
^^FA?*?^??!^* -: Propietario tem tomad6
pe marcado -uTo'^ZSt**^1*****^* pel D'' L"Mo.aozo e em Pa~-
medio.eU,es dsummim'po^ {"SUS "COnito *"*. ^
medico, allopathas empregEasconslan^^^^ conhecda. que os me.mo. Srs.
,ntSnP.r. ^]e.8t-e, 3l>Iecimonlo annuncia seus clientes e amigos aua tem
gen, P-1RS ^salgado, .lo outr.s tanta, v.nta-
^eSi^^"^^-^--- procura-lode maob*. hora,
andar na nra da Clona n. 3 usa do Fundo. V
Dr.
e pod.ro
Lobo Moscoso.
en-
u^mmbioi. pelo, preso, maii eomaodoepoa-
N. B.
JJ" "r';ir" n l^ar.mesMimpreLo
unm marcado emboratenham nasamp" on
me do Dr. Sabino aso falto.
Ensino de partidas
dobradas.
E ARITHMETICA
DIRIGIDO POR
Manoel Fonseca de Medeiros
Duaa vezes por semana teras e sextas
Das 7 as 9 horas da noite
Ra Nova n. 15, segundo andar.
Precisa-sede offid^^Hbra e
e grauda : na ra Nova I le Bastos
ARego.
SYSTEIAIEDICO HODlLLO WA T
'ILDLASHOLLWOTA.
=*w nestimaTol especifico, composto mi
mente de hervas medjcinaes, nao eontem i
rio nem alguma outra substancia daleeieri. -
nigno a maistenr. infancia, e a compteieio mas-
delicada, igualmente prompto e seguVo i
desar.eigar o mal na compleieio maU robJS',
enteiramente innocente em sua. operacove
fetos; pois busca e remove as doenjas de qual
quer especie e grao por mais antigs totM
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas eom este
r.medio, muitas que j estavam s porus da
morte, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a saude e forcas, depois de baver tenta-
do inultiraente todos os outros remedios.
As mis afflictas nao devem entregar-se a des-
esperado; fa^am um competente ensaio das
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, o
prestes recuperarao o beneficio da sande.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades:
NA NOVA CALIFORNIA
Na ra da Imperatriz numero 48, junto a pad
Vende-se sedas escocezas de bonitos gostos
INTERNATO
aria tranceza.
braia lisa a peca a 1J800, 25500,
dito, brancos bordados a
e 40, ditas crua. para
alcoxoados a i$, golli-
_ balo a 800 e 1, mancui-
preto bordado a croch a 2, ditos de vidrilhos a 2*500 ricos en-
a 5J e S95O0, cintos doorados da boo tos gostos a 2 2Jt500 e S rh/non. !n
mmmmmmm
O bacharel Alvaro choa GaveeatT
}en? e. e.criptorio de advocacia na vil-
la do Cabo, onde pode ser procurado pa-
ra todos os negocios tendentes a suapro-
nssSo todos os dias uteis das 9
horas da manhaa s 3 da tarde.
e meia
feites para senhora
..__._., --------- > h,cOS commoaos, asslm
roapa. eitas por precos que admira : na oja de Paredes Porto.
m
|Estabelecido no lugar da Capunga, um dos arrabaldesj
mais prximos da cidade do Recife.
directoro
bebais pffirM es)
BACHAREL EM MATHEMATICAS
ngin.
1U de Janeiro, e continua a receber alumnos.
s. fnnr a mncgoos do eslabelecimento. a ordem e regularidade do servico no internato, a
aeoicasao e zelo que empregarao o director e os professores a bem do aproveita-
menio o progresso dos alumnos, sao circumsUncias qua devem animar e garantir ao*
paes de ramillas que desejam dar a seus filhos urna educacao regular.
Cadeiras de ensino.
Primeiras lettrasdividida em duas classes.lteodo cada urna o seu professor
guez,.lalim, francez, ioglez, arithmetica, gebra e geometria, geographia e
,PWnll0S0Pni rhelca, desenho, msica, dansa e gymnastica,
TrToseslautos do internato que esto a dispoaico de quem os quizer 1er. se
aacliam consignadas as condicces de entrada.
AGITADOft DYmcO
DO DOUTOR
CALCADO
Preservativo universal
45Ra Direita451
Oihem!...
Urna das intelligencias melhcr esclarecidas na
sciencia de Hipcrates, depois do longos anooS
ae exsrcicio de curar e matar conveneeu-se aflt
quizerem tirar da homeopathia os vantaosos re- qu^ u?lco Pres"a'io infallivel de qual-
sultados que ella asaegura. I nuer epidemia, por mais mortfera que foss, era.
mam t. l.
Para a prepafaco dos medica-
mentos h o m copa tli icos.
Os medicamentos preparados por esta machina
sao os nicos, com que M'podem contar no cu-
rnmn! m.0itM PeriK088. E como seia o
CHOLERA MORBUS ma d'aquellas que nao
aamittem deloogas e experiencias, compre pre-
ferir esses medicamentos a outros quaesquer. se
H.7.^Uf'.f 8eund0 andflr 0 sob"lo rT34
riu .Mlrel-,a -d0 RoMrio : os Pr"endentes di-
lereeira de S. Francisco o Sr. Antonio Pereira de
firY^ P6SSr h8bUlada P"a JSSSS
fim. Secretaria da veneravel ordem terceira de
S. Francisco do Recife 7 de marco de 1862No
impedimento do secretario, o archivista,
Thomaz Jos da Coala e's.
A casa estrangeira qua precisar de urna ama
para coser e engommar com perfeicio, diriia-se
ra da Maogueira n. 38 ou 18.
Pr_fciss-se de um pequeo forro de 11 a 13
nr.oH.L1Ha<,e* e q"! "J" de D0D8 "stumes,
para criado de um estudante : a tratar na ra da
renna, casa n. 6, primeiro andar.
Guarda livros.
Urna pessoa
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A iplas.
Areias ( mal de).
Asihma.
Clicas.
Convulsdes.
Debilidade ou extena-
Cao.
Debilidade ou falta dejLombng
forjas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ven tre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infla mmaedes.
Irregularidades de
menslruagao.
de toda
pece.
es-
Mal de podra.
Manchas na culis,
Abstrucgo do ventre.
Phtysica ou consump-
go pulmonar.
Retengo de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
sufflcienlemente habilitada para
tratar de escripturagao mercantil por qualquer
syatema offerece seu prestimo pari tal mter
e. a prag. o for. della : quemdelle se
ulilisar annuncie.
quizer
GRANDE DEPOSITO
DE
DO
Barbalho (Cabo.)
41BUA DO IMPERADOR 41.
Neste deposito existe grande quantidade de louca e de toda. a. qaalidades. o que se ooda
desojar de bem fabricado e de boa qualidada de barro, coma propriedade da conservar a aeua
empre fra, como sejam jarras, resfriadores, muringues, quartinhas, garrafas, copos para agua etc
De obras vidradas.
Tem ricos vasos para flores, talhas, alguidares de todos os lmannos, a.sadeiras. boioes
com lampos e sem elles panella. para bater-sebolos, cacerolas, enfuias, frlgideira. e muitas ou-
tras pega, que seria enfadonho mencionar.
O proprietario desta fabrica a primeira deste genero entre nos espera obter
publico animacao e concurrencia e para conseguir esse m vende a sua louca mais
renda nesta cidade.
do respeitavel
barata do que
inim
al aqai *ei
.. APrJn,P'a11ual1er factura para exportar, alm dos precos commodos porque vende d 10
por cento P"a qU6m Cmpr" P"a >cima e dem qaanlia para meD0S terao 5
Qtalquer oncommenda pode ser entregue no deposito da fabrica ra do Imperador n. 41.
Especial hOmeopattaico
Ra das Cruzes n. 30.
Ueste consultorio pode ser procurado o respectivo proprietario qualquer hora, havendo
ah sempre grande sortimento dos verdadeiros medicamentos homeopathicos, prepirados em Pa-
rs (as tinturas) por Catellan e Weber, os mais acreditados pharmaceuticos do universo como
prepaioores de remedios de homeopathia.
propietario deste consultorio naXpretende, todava, que sejam os seus medicamentos
anfalUteis^orque nada ha infallivel em factes. humanos; nem to pouco superiores aos que por
ah o prelonisam, pomw certo que o que nos faremos, outro o pode egualmenta fazer tao bom
Has afaoca que nelle nao ha traficancia, e que o servicu da preparaco corre
Acham-se a venda carteiras e meias carteira.
especiae. contra o cholera, eomparfidas das
compeleres in.trucge., pelos pros*"onheci-
dos, na pharmacia especial homeopa ..ja, ra
de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Ni R. Os horneo, de bom senso reconhecem
certamente que sendo o Dr. Sabino a foole pura,
d onde emanou a homeopathia em Pernambuco
e em todo o norte, elle o nico immediata-
menle interesado no seu crdito e no seu pro-
gresso, e por conseguinte tao somonte nelle
que se pode encontrar garantas, quer em rela-
cao a applicago da .ciencia no curativo da. mo-
leitias, quer em relagio preparaco dos me-
dicamentos.
Na pharmacia do r. Sabino Irabalham cons-
tantemente debaixo de anas vista, immediatas,
nos tempos ordinarios, dous empregados furo
brasileiro e outro francez quem paga ordena-
dos vantajosos), os quae. sao ajudado. por mais
tres ou cinco pessoas, quando o servico o exige,
na destillagao do espirito de vioho e d'agua no
manejo das machinas, na desecago do. glbu-
lo, na distribuigao da. dilulge. etc., etc.
E evidente que para o Dr. Sabino exercer a
nomeopathia, como geralmente a exercem, e
preparar medicamento, como por ahi preparara,
nem eram precisas tantas desperas com o pes-
oal, com machina, e com a obtensio das subs-
tancia, as mais pura, posiivei, e nem tanta vi-
gilancia o trabalho na preparaco do. medica-
mentos ; mas elle nao se contenta com o bem
?** fsilo, dando homeopathia a popu-
landade de que goza: elle quer eleva-la ao
maiorgrao de perfeico dando aos seus remedios
a maior infallibilidade possivel em seus effeitos.
u i>r. Sabino nao aspira rnente os gozos ma-
lenaes da vida ; elle se desvanece em ler no. II-
"08,estra.D6e'r08 quf a opropaganda em Per-
nambucoWoi tao brtlhante que nao tem no Eu-
N? u^Mr?f!5tfffB (J0RNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA DE PARS, tomo 4. pa-
gina 691 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HOMEO-
l A,,por Granier, pagina 102); mas a sua
ambicao muito mai. elevada ; ella se dirig. a
legar a. geracoes futura, um come eslimavel
pela gravid.de e importancia dos seu. servicos,
pela sinceridade de sua. convieces, e pela flr-
qTezx%rb.^T;Ttra?;,p1YZo.e.para iM0
J .ralamento homeopathicof
preservativo e curativoS
do cholera-morbus.
PELO DOUTOR
SAMO 0. 1. PINHO.
t vende-se cada exemplar a 500 r.
Distribuigao gratuita ao. assignante.
da. obras homeopalhicas do Dr. Sabino,
e aos regueze. da pharmacia eapecial
homeopalica. Raa de Sanio Amaro
(Mundo Novo) n. 6.
Attencfto.
e rt,b guENTES. Ora, viajando por ahi urna
epidemia que mita gente como qualquer outra.
occasiao de pormos em pratica estes principios,
usando pouco do chapeo e sempre som-
sal doTh0 d6 15 em ,5 dia8 um 'nto de
salde glauber, o mai. acrrimo immigo da eoi-
2S,.2S2d0 a opiniao e a p",ic do.
Dodl nossa magi.tratura; e langando
.o h0 Cal?,? telh. 1irigiodo-se todos
ao armazem.da ra Direita n.45. ondeore.pec-
tnr.?rT'elari0/ t0d" reC6ber Om C0rl"i8.
aturar as massadas, aquecer os ps com ex-
nanwr.ft' SegUDd ? g08t0' e eslfldo ""
nanceiro de cada um, e vejam :
Homens.
BORZEGUINS dos melhores fabricantes.
11, 10|, 98500, 8)} e.............*' 5*500
- 7500, '6J500, 5*500, 5, ^
;;".................**m
Meninos.
SAPATOES a 5^500, 5, 4#, 3500a......1|0OO
Senhoras
BOzesINA,Su"-abrCanlM ff8n", ingle-
fl%*"JemS? /lcSmenricaoos federaes
b, 5J500, 5, 4J500, 3J500 a........... 25500
Meninas.
BOTINAS. 4500 e............
J" completo sorlimenlo de sapa"t'o"."par. se-
Sff a 800rod9i l0,,lre, Trad0 8 500 de!a-
peie a WD rs., de lastre (ns. 32 e 33) a 800 rs.
los de bor STn?. V*300' ^^' SaaSt
"" aenhora e meninos,
12,
SAPATOES
49500 at.
Ordem terceira do Carmo.
teeir.ZDrlrrlllern"da reDer8I<'1 "dem
terceira do Larmo, faz ver ao respeitavel publico
e a todos os seus irmaos em geral, que as sex-
tas-reirs da presente quaresma haverao o. ser-
moes do costume e que deixam de fazer as esta-
coes da vis-aacra por ter o provincial do Carmo
retirado o Rvmd. commissario e o Exm. diocesa-
no nao ler anda se dignado conceder-nos como
se Ihe tem pedido.
Consistorio da veneravel ordem terceira do
Carmo do Recife 6 de margo de 1862.
O secretario,
Francisco Jos dos Santos Jnior.
Aluga-se um sitio na Ponte de Uchoa de-
fronte do caes : a tratar na ra larga do Rosario
^Dentista de Pars. *
; 15Ra No\a15.
( Frederico Gautier, cirurgio dentista
,ifaa todas as operages desua arte a e co-
Qcca denles arlificiaes, tudo com -sdeln
*'9ridale e perfeio que as pessoas-,en
dida^ Ife reconhecem.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimeoto
geral de Londres n. 224, Strand, e na hoja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
a dellas conlem urna instrucejio em porlu-
gAez para explicar o modo de se usar destas pi-
'Mas. r
O deposito g.aal em casa do Sr. Soum
rmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em Per-
ibuco.
S
8
S
) FERREIRA MUELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cabug n, 18, i. maular,
entrada pelo pateo da. matriz.
Retratos por arobroiypo, por melainotypo, so-
pre panno encerado, sobre talco, e.peciae. para
pulcctras, alQneles ou cassoletas. Na mesma
casa existe um completo e abundante sortimento
ae artefactos franceze. e americano, para a col-
locaao dos retratos. Ha tambem para este mea-
mo flm cassoleta e delicados alfloete. de ouro
de le; retratos em photographia das princioaea
persooagens da Europa ; stereoscopo. e vistas
stereoscopicas, ftsiaicomo vidro. para ambrotvo
e chimcas photographic>. H
Tem agua e pj dentificios, etc.
Bois fgidos
No dic
gadeiro J.
redo na es\
salisfazer s necesidades fuella preparaco.
peje mesmo proprietario, que n5o tendo grandes coramercio de carteiras, acha-se sfficiente para
les Huella preparajo.
i consultorio scham-se venda elementos da homeopathia, acommodados i inteligencia
ir peuoa ; asiim como presume gratuitamente o seu proprietario, eom sena aforeos e
oh i todas u peatn neceanudu, sem iatiuecSo alguma. qa 0 procurnn, poii !m r*?te "iiQ-se-ha Jerooyao Rock Wal-
Custodio Jos Alvos Guimarie. avisa ao res-
peitavel publico, principalmente o eorpo de com-
mercio, que tem justo e contralado a compra de
urna loja de miudexas do Sr. Jos Eleuterio de
Azevedo, na ra do Crespo n. 7, e tendo este ob-
tido asignaturas dos seu. credore. par. o cou-
sentimento da dita venda, e aquellas pastosa que
nao as.igoaram ese julgir com diceilo a dito es-
tabelecimeoto, queiram apre.entar sua. contas
al o di. 10 do correte na dita loja, .flm de se-
ren verificados seus crditos, na certeza de que
passando este prazo o comprador ficar .em res-
ponsabilidade alguma.
Alaga-se o primeiro andar do sobrado n.
53 da ra de Apollo : a tratar na raa do amo-
rim n. 46.
Precisa-se de urna ama para comprar e
coznhar : na ru. do Nogueir. n. 25.
Jeronymo R. Martin, declara que de koie
em v.pte .ssigoar-se-ha Jerooyao Reck W.l-
m.ito couro de^lustrT.dep,^., o da^m-n
vqswtseToi0.?a,nCenZl ?1'de |U91". coirinh.,
"enhuma parf! C" qU8 ,nd Vende-se como
Quem precisar de um Portruran? *.,. -.
Prar, cozinhar e fazer o mala servico ?5?r.
ra larga do Rosario n. 48, taberna! d,n,,"M
mmmm mmmmmm mu
I Consultas medicas.
g rdno sLdaeSscPrfpS *S
X da mraUnZhD-- 53> deSde s 6 ^ s lO^'oras 5
* da manhaa menos ao. domingos sobre:
I." Molestias de olhos.
* a ?0!es!la8 ^e oraco e de peito.
do anu rgaS da gera5a0 e
,0.eiaiIie dos doenlesser feito na or-
Oem de suss entradas, comecando-se po-
olhOB?" "qU qe 80ffrerem So.
fI.n.8ir-UI,ie,,,0i chiIniC08.acsticos e p-
ticos serao empregados em suas consul-
la.oes e proceder com todo rigor e pru-
S?w?'/aM-ble Cerleza' oa o.
probabihdade sobre a sede, naturesa e
causada molestia, e dahi deduzir oplanpi;
de tratamento que deve deatrui-U oufj
curflr. *'
Varios medicamento aer Soambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeiraqualidade.
prompdao em seus effeito., ea necessi-
delies.0SeUenipreg0UrS!ent,que 8e usar
Hn?falicfr! ai memo. ou em casa dos
doentea toda e qualquer operacio que
julgar conveniente para o reatabelnri
ment dos me.mos,pP.ra cujo'fim e icha
prvido de urna completa collecco de
operaTor?108 ndisPeo,"el o medico
) correte do sitio do bri-
iim Bernardo de Figuei
Ja de Joao de Barros, fu-
giram dous bois mansos de carro, sendo
um rapozo com algumas pintas pela ca-
neca e outro castanho bargado com
urna estrella na testa, ambos castrados
e novos e sao de carabao : quem os pe-
gar podera' levados ao mesmo sitio ou
a ra do Apollo n. 50, primeiro andar,
quesera' muitobem recompensado.
Precisa-se de um moleque de 12
a 14 annos para urna casa estrangeira:
na ra da Cruz n. 5.
S
Saques sobre Portugal.
O abaixo a.tignado agente do banco
Mercantil Portuense nesta cidade, saca
electivamente por todos o. paq.etes so-
bre o mesmo banco para o Porto e Lis-
boa, por qualquer somma avista e a pra-
zo, podendo logo o. saque, a prazo se-
rem descontados no mesmo banco, na ra-
zao de 4 por cento ao anno aos portado-
res que assim lhe convier : na. ra. do
Crespo n. 8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Ga.lro.
O Dr. Carolioo Fran-
9 cisco de Lima Santos,
mudou-.e da ra da. #
O Cruzes para a do Im- S
9 per.dor, sobrado n. ej
9 17, em frente da igre- fll ja deS. Francisco, on- 0
de continua no exerci- H
ci de sua prollssao de
ej medico.
s
*s*ww MNK-fiMeneieMeeNl
CONSULTORIO ESPBCULHOMEOPATHICO
DO DOUTOR
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Coniulta. todo. o. dia. .1
it4 meio dia, acarea da.
tftta, > mUhtrt,
m, mok$H* 4 ptH$,mm
10 hora.
lUaa:
Nesta typographia precisa-se fal-
lar.ao &r. Felippe de Santiago.
noTT. 8ja"8e un" ca,a n0Ta de mei-agu., de
ffi n'r* C0B,PU de I""'". qual si-
hlm i .CJpui,ga deDlro de um P^ueno sillo
bem plantado e com cacimba d'agua de beber-
trata-se na ra dos Quarlei. n. SO.
.rr.Aluga"sa uma "cra" P o servico de
dnR;r?flenma*qU1ZerdJri,-!e a rua da Cadeia
horasdtard6e*' SegUDd "d" d m*> dia a8 *
Publicagoes do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
THESOURO HOMEOPATHICO
O
VADE-HECUi DO IIOMPOPATHA.
(Segunda edicto consi-
deravelmente augmen-
tada.)
Diccionario popular de medicina ho-
meopalhico
_ PKtO DR.
SABINO 0. L. PINHO.
*u da Santo Amaro (Mudo Royo} a, 9.
Prestem attenco
Jayme, cabelleireiro, roga
as pessoas que lhe alugaram
cabelleiras e barbas, e que
anda nao as entregaran), de
o fazer quanto antes.
gewmMmew som-mum]
I Attenco.
8 J. HoDdar.alfaiate, raa Nova n. 67
U avisa ao publico em geral que quizer ser
m nla assignante deste verdadeiro pro-
Sgrtssivo tenda dos artista, alfaiale. per-
nambucano., acompanhado pala machina
de costura ioven{o norte-americana
sendo para servir a uma numerosa fre-
guezia com maior brevidade do que en
qualquer outra parte.
mmmm mmm mmmmm
- Trevioe-se ao Sr. BeraardinoJosDoirte
quehoniemappareeeuemnossa casa no Barro
um mulatinho que diz.er eu. por isso pede-Ve
ao mesmo senhor que all compare*, m casa
de Alejandrino Martin. Correi. de Barros en
poder de quem est o mulato para o levar oota
que o meamo nao .e reponabilia pelo ditOM-
a"d?eOspde0..s.Ual ^^ dD0 Ur d P'"
T ^'"-e de un caixeiro que tenha pra-
ca de taberna e d fiador a ua conducta
da. Cruzes n. 1.
na raa
O abaixo assigoado agente do" I
mercantil Portuense ne.t. ddad. ?.aca
effectivamente por todo. osTa^ete. w-
bre o mesmo banco por qm$mmii mm-
m. 4 vina oa a pr.zo para, o Porto
MUT
Lisboa : dinjam-se .. rua. do Crespo n.
8 ou do Imperador n. 51. f ^ 2
p Jo.quim da Sijva Caalro.
.k" Perdeu-se. Da ""d" d Trro, entre B>
nbeua e Boa-viagem, um/livrnhi oscrlp
inglez, e com atacador de,metal : q.ea
aehado, querendo entregn-lo a seu flono nod
seu presumo jpreciSaJ, 4it,U- I
Cantos, em &^rtf^ J/f-

to: tratar ni rua |
o u
m
ni Oiutrc
I
-fisa


DE 18
I
I
T


do
te,
!oRecjte para S. Josdo
Jada 8 lacre, dirigida
meara a documen-
to tetessar: tol-
"Mr Wtrhe a os enunciantes, en rl
* fi 4W ^UBcirio generosameu-
qeal for o estado em que a recebara.
_fl Sr". Maooel Antonio de Macedo
M*QHelia Cabral, de eppareeer na
Rtsarfo d. 44, trceiro andar, para
He da importancia e utldade, pois ignora-
se na residencia.
a.rrenda-seo sitio do fallecido Manoel Fran-
i 8a Silva, em Santo Amaro, muito por-
fe, tem aoffrivel casa a margem do rio
salgados, optims viveito, e mi-
cdqueiros: quem pretender dirija-se
esmo sitio, ou ao largo do Garmo.
Aluga seo primeiro andar do so-
brado da ra do Queimado n. 41, lu-
gar muito proprio para os Srs- advo-
gados e tem sala para o largo do Colle-
gio e frente para referida ra : quem o
pretender dirija-se a mesma casa.
2, paimeiro andar, tingese para todas
as cores com presteza e commodo preco.
Saquea sobe Portugal.
Manoel Ignacio de OUveira & Filho aaecam so-
bre Lisboa e Porto : no larg do Corpo Sato,
escriptorio A. II-
D-se 70(4000 a premio sobre njpoflesea ;
na loja de tere ia trena da Boa-vista se dir
quem d.
.Tga-sa u
Aluga-se um quarto andar com encl-
lenles commodoa : na ra da Cruz n. 53.
8 loles commodoa
lAlvaro & Nagalhe&S
. Precias- e de urna -amC que preste-se com-
prar e coalohar para cas* de familia : a tratar no
prl melro andar dio sobrado o. i da raa do Aragio.
Frederico Robilliard, braailairo, retira-se
para Europa.

Precisa-se de urna ama para coiinhar e com-
prar: na ra ao Imperador, n. 37, segando an-
dar, entrada direita.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso,Santoa A G. acam a tomam
aquea aobre a praga de Lisboa.
Aluga-se o trceiro andar do so-
brado do largo do Corpo Santo esquina
da ra do Trapiche n. 48.
Eati para alogar-se o segundo andar do
obrado n. 193 e casa terrea n. 191 da roa Impe
rial: a tratar na ra da Aurora o. 36.
Sabbado 8 do corrente, pelas 10 horaa da
manhaa, na porta do juiz de ptt do 1. districto
da Boa-vista, val praea por venda um carado
ctstsnho, bom de carro, penhorado a Antonio Ig
naci Brando.
Feitor.
Na ra da Guia n. 5, precisa-se de um hornera
que entenda de agricultura e seja de boas cos-
tume para feitor, prefere-se portaguez.
Alaga-se um armazem na ra da Cruz n.
29, com sahida para a ra dos Tanoeiros: a tra-
tar oo pateo de S. Pedro n. 6.
Eitabelecidos com loja de fazendaa na
ra da Cadeia n. 53, e achaodo-se de
poase de um doto estabelecimenlo na
ra do etaapo n. 30 B, participara a to-
dos os seus amigos e ao publico em ge- w
ral qae dispe de um grande e variado Wk
sortimento de fazeoda que tem resolv- grv
do vender dinbeiro por precos bara- J
tissimos. Roga-se aquellos que Uve- 9
rem de comprar qualquer artigo de fa- Ok
T zendi de ae dirigirem aa noasas lojas j
V cima indicadas qae aero ptimamente w
servidas. fj
* ** OOff
Miguel Antonio Roberto fiea ancarregado da
limpeza de Santo Antonio e Boa-vista, morador
na ra Nova, casa n. 15, eacravo do Sr. Antonio
Roberto Francez deata cidade:
Franciico Roaa da Jess, subdito portuguez,
retira-se para Europa
MM
Preciaa-ae de urna ama de
coziuhar o diario de urna casa
n. 215.
soeia idade para
: na ra Imperial
imiLa
Precisa-se de urna ama : na ra Direita n. 68
1 andar.
No segundo andar da casa n. 15 da ra
do Crespo, por cima do escriptorio
da thesouraria das loteras.
M a dame Hiddendorp encarrega-ae da confec
Cao de vestidos para bailes e casamentos, visita
ou outroa misteres, manteletes, zuavos, sahidas!
de baile, burnuss, eofeites de cabega, emfim de
tudo o que comprebende o vestuario das senhorasi
e meninas. Aa pessoas que se dignarem dirigir-
se a ella, acharo gurinos das ultimas modaa
de Paria, precos razoaveia dos obras, e prompti-,
dao na entrega daa encommendas.
Precisa-se de um prelo para o servico e
terno : na ra da Roda n. 6
Joio Corra'de Carvalho pretende no dia
11 pelas 6 horas da manha ni matriz de
S. Fre Pedro Googalvea do Recite, mandar
dizer urna missa por alma de sua sempre
chorada esposa Mara Jos Correa de Car-
valho, por cuja razo roga eocarecidamen-
te aos seus amigos o abrilhantarem este
acto com auas presencia pelo que deade
j se confessa agradecido.
Permuta-se
urna excellente caaa terrea na ra Augusta, por
um pequeo sobrado em qualquer bairro dcsta
cidade: na ra doa Pires n. 58.
m
do Brasil e Portugal.
Ra Montholon Pars.
30
A visiva Roaa Jane, dentista, continua a pOr
dentus artificiase em sua residencia na ra da
Santa Rita n. 61, e (ora della em casa da familias
dando-se-lhe conduccao. A anoancianle aaae-
gara a seus freguezes que nao recebo paga algu-
ma de qualquer trabalbo tendente a aua arte, sem
que Qquem a contento. B' com especialidado aa
senboraa a quem a aonunciante mais so recom-
menda affiancando-lhes que serio servidas com
aquella paciencia, trato fino e delicado a que
teem jus as pesaoaa do seio bello ; por Uso, a
porque urna senhora experimenta sempre menos
acanhamento, como 6 muito natural, com o tra-
tamenlo e contato de pessoa de igusl sexo, es-
pera a annunciante que se utilizarlo doa seus
servicos.
Pede se ao Illm. Sr. G. G. A. M.
i de mandar a ra da Cadeia do Recite,
| escriptorio d. 47.
g J O annuncio em o qual chamado
11 a ra da .Cadeia Joaquim d Fonceca e
(Silva, nao se entende com o senhor, que
' tem igual nome e que e caixeiro dos
Srs. Fragozo & Valle.
O Banco do Brasil esnas caixas filiaos em vir-
t'ude dos seus estatutos, sao obrigadoa a publicar
no principio de cada aemaoa a taxa de seus des-
coutos. Nao quero entrar nos fundamentos dests
disposigao, nem preciso demonstra-loa, baata-me
saber que ella existe e deve ser religiosamente
camprida.
Existiodo, pois, esta disposigao nos estatutos,
poderSo os directores ou gerentes da Caixa filial
ido mesmo banco neata provincia altera-la, e par-
j ticularmente, e sem previo aviso, augmentar a
i seu bel-prazer a taxa dos descootos, como est
praticando, levando a una 10 e a outros 12 por
cento por letras de prazo de quatro mezes, e es-
colhendo entre os portadores das letras, os que
devem sotTrer este augmento, ou ser delle dispen-
sado ? I Psrece-me que ninguem poder sustentar
com boas razdes semelhante procedimento. Di-
zem que este augmento tmente para os por-
tadores de letras que tizerem desconlos para pa-
gamento de oatras que devem mesma caixa, e
que este o unicc meio de lhea por embaracoa,
ou difficultar o descont ; donde se aegue que
quem dever o importe de qualquer letra caixs,
nao pode descontar outrasseoo a maior premio,
. embora o seu crdito nao ae ache esgotado, e possa
i anda gozar delle por sommas muito superiores.
Primoirn nnrlnr nnra fllllffar 1E n4 Poder com isto commelter abusos gra-
rrimeiro anaar para aiugdt. vel por psrle da direccao, competido vontade
Aluga-ae o primeiro andar do aobrado da pra- ou arbitrio desta.conhecer os portadores que des-
ea da Boa-Vista : a tratar na ra da Impealtiz ; contam letras para transsccOes commerciaes, ou
n. 46. (para pagamentos da outraa que devatn caixs,
_ quando mesmo o descont se faga das antes do
Precia-se fallar ao Sr. Ignacio vencimento detas? I
Ferreira Mendes Guimaraes, que mo-1 E> que nao admitte duvida
. j. t v:.* I Nao digo que os acluaes directores sao capazes
rou na ra da Conceicao da Boa-Vista de comB,etter gemelhantes abusos, porque julgo
nesta typographia. a lodos de boa f, e sempre os tive na maior coo
[ sideraro, o que nicamente sustento, que a
______________________________________ le' 80 distingue pessoas, e que esta, deve ser ob-
959iWlWiC915if?5iCOBiBWWM servada, e que por conseguinlo mandtndo uses-
Oloiitialn Niim Pnmnilin 8 'tutos que a taxa dos descootos seja previamente
" publicada, nao cabe a directora da caixa publi-
', car urna cousa e pralicar outra ; o que simples-
mente pode fazer, negar-se ao descont te o
julgar prejudicial a mesma caixa.
Teuho assim expendido os meus senlimentos a
este respeito.
I Antonio Luiz dos Santos.
Recite 8 de margo 1862.
Silvain Rozes e Flix Rozos subditos fran-
cezes retiram-ae para o Ro de Janeiro.
KOfferece-seuma mulher para ser ama de
urna de casado homem solteiro ou estrangeiro ;
jqaem precisar procreos ra dos Patos n. 3.
Atteocao.
Roga-se aos devedo-
res do fallido Jos Anto-
nio da Silva Araujo que
venham pagar seus d-
bitos no prazo de 30
dias amigavelmente fin-
dos os quaes o arrema-
tante ser obrigado a
entregar ao seu procu-
rador para cobrar judi-
cialmente o que pode-
ro fazer dirigindo-se a
loja que foi do dito Arau-
jo na ra do Queimado
n.27.
Na ra do Vigario n. 8.
Vende-se urna boa eterava emito moca de boas
coate** e.ee se pode ler entra faaillaa, fas la-
do servido de ama easa manoe csrregar agua e
comprar na raa por ser recolhida, mallo propria
para orna raspeitavel familia pissui-la quer bra-
aiieira ou estrangelta.
Loia de miudezas
do beija flor da tm do
Queimado n. 63
Vendem-se gollinhas de vldrlho prelo a 800 a
la, ricaa franjaa e trancas, fita de velludo preto
propria para a quaresma, mais barata que em
outra qualquer parte.
Piano.
Vende-se por preco commodo um excellente
piano horisontal, muito proprio para quem quer
apprebeoder : na ra da Cadeia n. 45.
Novos e lindos
enfeites para vestidos pretos
e de cores, e roupinhas de
crian cas.
Em apropriado lempo receben a loja d'aguia
branca um bello e completo aorlimento de enfei-
tes de seda para vestidos pretos e de coras, a rou-
pinhas de crianzas, sendo trancas o bordados de
novos e liados desechos, o difflceis tecidos, com
os quaes pode-se aom gosto e moderoissimo en-
tallar qualquer vestido ou rouplnho de crianza.
Ao pssso que dito enfeites a lodoa geralmente
agradam, a commodidade dos presos anima ao
comprador, e esta verdade ser verificada por to-
dos que aa dirigirem dita loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16, cujos precoa esto mar-
cados as amostras, as quaes se rJarao com pe-
nhores.
10
Gfalas.
americano a 4J50O aacca.
Os senbores propietarios de cocheiras qae
Juizerem approveitar a commodidade de precv,
enbam qaanto antea comprar na ra da Hadre
de Beos n. 12, armazem de Arsenio Augasto
Parretra.
Interesse publico.
Ofl'erecido pela loja de
marmore.
A loja de marmore tendo de apresen-
lar concurrencia publica o qae ha de
mais novo em azendas, tanto para se-
nboraa como para bomens e meninos,
Sendo que para eate flm espera da seas
correspondentes de Inglaterra, Frange e
Allemanha aa remessas de aeus pedidos,
tem resolvido, antea de apresentar o no-
vo aorlimento, liqaidar as fazendaa exis-
tentes, o que erTectnar por precos m-
dicos e para eujo flm convida o respeila-
vel publico a aproveitar-ae deata emer-
gencia.
Jam
des.
**' iflv^H
Ni ral di Ifrpertrii 5, loja e armazem da
arara, recebeu-se um novo e completo aartimen-
lo de fazendas novas, a ser: popelina da quidri-
nhos para vestidos de senhoru e roups de meni-
nos a 240 o eovado, eassaa suissas de quadriolius
Lindas gaiolaa de rame, proprias para passa-
rinhos da eslimacao ; vende-sa na ra do Quei-
mado n. 53.
AttencOo.
Vendem-se alsuna casares de pombos de raga
muito bons; na Capunga, na taberna do bespa-
nhol, se dir quem tem.
Para a quaresma.
A 15^000.
Paletota de panno fino forrado de sada : na ra
do Qaeimado n. 47.
A'laj500 o eovado.
Groadenape prelo bom ; na ra do Qaeimado
numera 47.
A14#Q00.
Vestidos de seda da muda
mado n. 47.
Cahinhas para confeitos
presentes.
Muito lindosortiment de eaixinhas muito lin-
das para se botar confeitos ou mesmo com ellas
vaziaa se mimosear urna menina, pelos bsratia-
simos precus de 320 at29500 cada urna : na lo-
ja da Victoria na ra do Queimado o. 75, junto a
loja de cera..
Quadros de moldura don-
rada e preta.
Lidos quadros de moldura dourada e preta,
com eatampas, pelo barato prego de 55 que so a
moldura val o dinhiro: na loja da Victoria n
ra do Queimado o. 75, junto a loja do cera.
Caivetes finos pa-
ra pennas.
Caivetes finos para aparar peona, de duas fo-
Ihas, a 200 ris cada um : na loja da Victoria na
ra do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Veodem-se tres vaccas para aQougue : no
na ra do Quei-1 sitio da Capunga Velha, no porto do Lasserre, si-
tio do Sr. Waoderley.
a imila;ao de aadihaa de qnadros para vestidos
da enteras e roupa de meoisos a 280 o eovado,
gorgerio da hubo pat veeUdoa
roup de memoeaaaSO o eovado,
mesmo flm a 310 o ovado, barege de cores a
860 o eovado para vestidos, laazinbas para vesti-
dos a 280 e 400 rs. o eovado, chitas a 110
rs. o cevado.ditas francesas a 240 e 280 o como.
Panno preto.
Panno prelo para calcas e palet
30 o eovado, cortea de caifas da
39, ditas entestadas a 3|500e
arcos a 29500, ditas de mad,
arara, raa da Imparalriz n. 56,
Na loja e armazem da
arara
vendem-se pegas de madspolao entestado a 3f*
cortes de chitaa finas com 13 covados t500, di-
tos de riscados chioezes a 29500, cortes de pope-
lina de cores para vestidos a 29600. corles de gor-
guro para vestidoa com 18 covados 69500, di-
toa de la de 22 covados a 10J, pecas de cam-
braia branca a 11600 e 2f, ditas finas com 5 pal-
mos de largo a 2J50U, 39 e 39500, ditas para cor-
tinado a 3|, gollinhas com botiozinho a 640 rs.,
ditas de traspasso a 19, mangaitoa e gollinhas a
SJSOO, grosdeoaple preto a 19600, I98OO, 29 e
SJ200 o eovado, enfeites pretos e de cores para
cabega a 29500, 3| e 49 ; isto s na arara, que
vende barato, na ra da Imperatriz, loja a arma-
zem da arara n, 56, de Magalbaes & Mendes.
Ra Nova n, 48
Fazendas para a quaresma.
Para acabar.
Ricos corles de vestidos bordados a velludo,
pretos, que foram vendidos a 1509, e que se ven-
dera por 1009.
Ricos manteletes prelos os mais bem acabados
que tem viodoao mercado, para senhora de qual-
quer corpo ou altura a 20, 30, 35 e 409.
Maulas de fil de linbo tinas a 159.
Veos ou los pretos a 10$.
I.u vas enfeiladas tinas a 29.
Ditas com vidrilbos e com palmas a lj>e 19280.
Um sortimento de franjas pretas com vidrlhos
e sem vidrilhos a 400 e 500 rs.
lia grande aorlimento de chapeos para senho-
ra, de dierentus qualidades, pelo mais uaixo
prego que se pode encontrar
Injecco Brow
Novo paquete das novidades
23-Rua Direita-23
A proprielaria deste estabelecimenlo recom-
da encarecidamente aos Illms. Srs. viajantes
portaguezes e brasileiros, que tenham de vir no
corrente anno a eata grande e bella cidade de
Pars, de hoorarem aeu bello estabelecimento pa- j
ra o que nao ae tem poupado em aformozea-lo
com ricos movis em todas as salas e qaarlos,
como tsmbem toda a casa se acha forrada de ta-
pete, cortinados novos em lodas as jaoellaa e ca-
mas ; finalmente em tudo foi obrigada a fazer
22
31 Ra estrella do Rosario u.
primeiro andar.
SBota dentes artificiaes por molas e li-
gaduras e pela presso do ar. Syslema
americano sem arrancar as raizes, e fas
todas as operaces de sua arte,
promptidao e limpeza.
i3M99MMMR SR QMM8SMM99lta
Ns congregaco ds Faculdade de direilo
Compras.
com'
urna reforma geral, alien doa Srs. hospedes torero [ dcsta cidade, celebrada no 1.a do corrente mez
todas as commodidades como se faz preciso, e 1 de marco, foi approvada, na forma dos setuaes
nao como se achavam mal servidos no lempo de
'sua antecessora madame Schorou.
0 estabelecimeoto tem o numero de criados
e criadas necessarios para de prompto os hospe-
des serem servidos no que possa m precisar ;
igualmente tem boos cosinheiros sendo a comida
a portugueza e franceza a vontade dos meemos
senbores; baveudo lambem 00 mesmo estabele-
cimenlo quem falle o portuguez, como tambem
interpretes para moslrar os monumentoa tiesta
capital e fora della aos Srs. viajamos. O esta-
belecimenlo tem para mais de ciocoeola quartos
como tambem diQereotes salas pira familias es-
tarem vontade e com independencia ; sendo
tudo por presos razoaveis como observarlo oa
meamos Srs. viajantes.
A proprielaria,
Madame Julia.
Compra-seuma morada de caza terrea seo-
do no bairro do Santo Antonio ou Bda-Visla ou
S. Jos e que seu preco cao exceda a dous cootos
.eis : a tratar na ra Nova n. 51.
Compra-se
um sobrado de um andar nos Afogados : na rus
dos Pires rt. 58.
Vendas.
?Gabinete medico cirurgcoT
: Ra das Flores n. 57.
Serio dad a ac oscila a medlcas-cirnrgi-
# cas pelo Dr. Eslevao Gavalcanti de Alba-
# qaarque da 6 as 10 horas da manhia, ac- #
9 cudindo aos chamados com a maior bre- 9
m vidade poasivel.
0 I* Partos. #
m 2.* Molestias de pelle. %
3.* dem do olhos. 9
9 4." dem dos orgos genilaes. aj>
a Praticartoda eqaalquer operar o em (p
ay seu gabinete oa em casa dos doentes con- 0
{forme lhes fr mais conveniente. 9

na
Lices de inglez.
Dao-ae de noite no hotel francez ; a tratar
aa da Cruz n. 1.
SOCIEDADE
uno FCENTE
DOS
ARTISTAS SELLEIROS
Em Pe mam buco.
Por ordem do Sr. presidente convido a lodos
os socios effectivos para domingo 9 do correte
se reunirem na sala das aesses em assembla
gera!, afim de se proceder a eleiQo para o novo
conselho.
Secretaria da sociedade Unio Bencficenle dos
Artistas Selleiros om Pernambuco 6 de margo
de 1862.
Joo Jos Leite Guimaraes.
1. secretario.
x Ama de leite.
rreeisa-se de urna ama pira criar urna meni-
uem estiver nesta circumatancia, dirija-se
l Apello o. 31, armaeem defronle do
tbeatr
para alugar-ae a loja do sobrado da raa
quem pretender falla na raa
>n. 9, lado direita quem vai
S. Franetscej, penaltl-
estatutos, a terceira edico da inslituigoes de
Direilo Civil Brasileo, mais correcta e mais aug-
mentada que as precedentes; a acha-se venda,
por maior commodidade para com os alumnos da
mesma Paculdade, na casa da residencia do seu
autor, na ra da Saudade n. 9, desde o meio dia
al as 3 horas da larde.
Urna casa eslrangeira de pouca familia pre-
cisa de um cosinheiro ou costnhelra forra ou es-
cravo, comtanlo que seja perito no seu ofRcio : a
tratar na ra do Trapiche n. 36.
Frecisa-se de 8:0009 a juros sobre hypolhe-
ca em um predio de duplicado valor : quem os l
quizar dar, dirija urna cuta a esta typographia,'
sendo o enderezo ao Sr. F. P. da S., declarando
aua morada para ser procurado.
I. G. Kosns.suisso, retira-se para o Rio de
Janeiro.
Inglez e francez.
Um meslre que tem conseguido a ensinar a
muiios jovens d'um e outro sexo a traduzir, fal-
lar e eterever grammalicalmente francez e inglez
dispe-se a continuar a dar lices destes idiomas
a quem quizer se aproveitar de seu presumo :
para informac.oe, falla-so na botica do Sr. Luiz
Pedro das Neves, ou na raa do Vigario n. 25, 2o
andar, onde mora o mesmo.
Nova loja
de funileiro e lampista.
Ba do Rangel n. 1, im da ra do
Queimado.
Fabricam-se, concerlam-se banheiros, bahus,
bacias, canecas, lanternas de carros, candelabros,
candieiros de azeite ou gaz, porcellaoa, crystal e
outraa obras conceroenles a dita arte: abrem-se
lettras para marcar, leudo se toda atlencao com
oa concertos, pois se faro com ponlualidade e
seguranza, e por barato preco.
- Veodora-se dous bois com carroca : quem
pretender dirija-se ao lugar do Lucas qae acha-
r com quem tratar ou a ra Imperial n. 162,
que ae ioformar o sitio.
Moiranliques de co-|
res bonitas a 2 000*
i e 2.500 o eovado
Crespo n. 17, Guimaraes 4 J
Neste novo estabelecimento achara o publico um grande sortimento tendeule s molbados
tudo por preco mais barato do que em oulra qualquer parte :
Maoleigt iogleza especialmente escolhida a 800 e 960 rs. a libra.
Dita franceza a melbordo mercado a 720 rs. a libra.
Queijos flamengos ebegados no ultimo vapor a 29800 e 3$.
Cha byson e preto a 29 e 29880 a libra.
Vioho engarrafado dos melhores autores a 19 e 19200 a garrafa.
Vinho de pipa proprios para pialo a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial doa melbore* autorea a 900 ra. a libra.
Ameixas portuguesas a 480 rs. a libra.
Psssas muito novas a 500 rs. a libra.
Latas com bolachinhis de diferentes qualidades a IgiOO.
Conservas Sglezas s melhores do mercado a 800 rs. o frasco.
Massas, ttrim, macarrao e aletria a 440 rt. a libo.
Cerveja daMnelhores marcas a 560 agarrafa.
Genebra dnollanda superior a 500 rs. a botija.
Velas de carnauba a 440 ra. a libra.
Ditas de espramete a 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320 rs. a garrafa.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra.
Toucioho de Lisboa a 360 rs. a libra.
Alm dos geoeros annunciados achar o publico um grande sortimento de um tudo tende-
te a molhados mais barato do que em outra quMquer parle.
Um excellente en-! !^
genho. exposico de can-
dieiros de gaz.
e
Ba do
Villar.
Vende-se o sobrado da ra do Hospicio n.
84 oa faz-se quatquer negocio com urna maior
parte do mesmo : a tratar na ra Nova o. 36.
Vende-se um novilho lurino da mais pura
raja : no sitio fronteiro a igreja dos Afilelos.
Vende-se a posse e as bemfeilorias do enge
nho Tiriri, sito na fregaezia do Cabo, distante da
va frrea duas leguas, com porto de embarque
prjimo casa, bom cercado, eicellenles mal-
las, abundante em peixe de costeo o mais
maneiro possivel, e qae pode safrejar de 1,500
a 2,000 p3es. O engenbo novo, e est promp-
to de utensis e obras, constante de urna grande e
linda casa de vivenda, senzalla, czss de purgar,
encaizameolo, tanque, estribara, casa de fami-
lia e todas as obras necessarias aum bom enge-
nbo, feitas com accio e seguranza, o que se d
ludo por preco muito mdico, o por ajustes mui-
to rasoaveis. Os pretendenles podem dirigir-se
ra estreila do Razano n.34, primeiro andar,
que acharo pessoa sntorisad para efTecluar a
venda.
ltenlo
30Ra Nova3C
Acaba de chegar um completo surtimooto de
oceulos e lonetas de aro de sen, tartaruga, bufa-
Ama
Frecisa-se de urna ama para o servido interno
e externo de urna casa : na ra da Guia n. 7,
primeiro andar.
Precisa-se de am menino para caixeiro de
taberna, anda que nao tenha pralica : em Fora
de Portas, ra po Pilar n. 92.
x- l'recisa-se de urna ama para casa de tres
pessoaa ; na roa do Hospicio n. 62.
Alugam-se o primeiro e segundo aodares
da casa n. 27 da ra do Amorim: a tratar ns
mesma raa u. 46.
Precisa-se alugar urna escrava pa
ra engommar, coiiohar e ensaboar pa-
ra casa de pouca familia: na ra dos
Guararape n. 30.
Jos Rodrigues da Cunha Fon tes, Breeilel-
re adoptivo, va a Europa.
Cathbert Hall, Joba Ingleton e James Barn-
by, .bultos logleui, retiria-M pite Europa.
prio para sella, sellado e enfreiado : a tratar na
cocheira de Thomaz Jos dos Reis, no Mundo
Novo;
Vende-se maearrio, aletria e talharim a'
210 rs., arroz a 100 e 120 rs., caf muido puro
a 360 rs., erva mate a 240 rs., sabflo branco a 200
rs., alpisla a 160 rs., assucar branco a 100 e 120
rs. proprio para doce, gomma a 100 rs. a libra e
2#i60 a arroba : est torrando, Santos & C. ra
do Cordooiz n. 1.
Attenco
o
Na estrada de Joo de Barros litio das
rozeiras existem para venderem-se 4
bois mansos de carro, sendo estes illios
do pasto (o que garante-se), c urna car-
roca propria para o servico da alfande-
ga: quem pretender dirija-se ao sitio
cima que achara' com quem tratar.
Pechacha
Pechincha adiniravel na
loja do Pavo a 10$.
Vende-se peras de bramante de hnho
fiuro bastante encorpado proprio para
encoes, toalhas, seroulas, camisas, pa'
letots etc., ete., tendo cada peca 27 va-
ras pelo baratissimo preco de i0# a pe-
ca, e tambem se vende meia peca por
5| ou se retama a 400 rs. a vara: na
ra da Impwitriz n. 60, loja do Pav&o,
de Gan iflva.
Vende-se um bonito cavallo castanho, pro- lo, e burrarha, para lodas as vistas ; assim como
ura completo surtimonto de oceulos proprios para
molestia de olhos, aflanca-so vender mais em
conta do que em outra qualquer parte ; assim
como grando sortimento de vidroa para oceulos.
Aos Srs. acadmicos do tr-
ceiro ano.
Na ra da Guia n. 5, primeiro andar, vnde-
se os seguiates Irnos de aireito criminal e civil :
Chauvauv et Helee, Silva Feno, Rosci, Trebu-
tien, Lobo, notas a Mello. Lis Teixeirs, Borges
Carneiro e Ord. do Reino ; todos estes livros es-
lo novos e vende-se por muilo menos do seu
valor.
Vendem-se dous terrenos sendo um em es-
quina com duzeotos palmos de frente e cento e
ciocoeola de fundo, no lugar do Campo Verde,
freguezia ds Boa-Viata, a Trente para a ra da
Atrac-o e a oulra para a ra do Desengao, com
a melada dos fundos murado, tem 4 quartos
?ue rendem 249 por mez, nao precisa de aterro,
proprio, tambem vende-se os ciocoeola pal-
mos e o outro terreno oa raa Imperial com du-
zeotos e desenove palmos de freole e fundos ao
rio Gapibaribe, nos fundos se acha as peredea de
urna porta d'agua para viveiro, foreiro a mari-
nha : quem o pretender dirija-se a ra do Sebo
n. 8.
_ Vende-se ou aluga-se urna negrioha de 13
a 14 annos que cose softri vel mente e cosinba
pouco : na ra do Sol o. 21.
Na nova loja de tanoeiro, na ra do Amo-
rim n. lli venera-se pelos precos seguimos, pi-
nas rebatidas a 800 rs., barra, a 320, par de an-
coras a 69, e outros objeclos mais barato do que
em outra qualquer parle.
Vende-se 1|3 parte da casa de tres aodares
da rea do Vigario n 19, avallada em 5:0009 :
tratar com os administradores da massa fallida
de Jos Lais Pereira Jnior, na ra da Cadeia do
Recite o. 4.
Na ra Nova ns. 20 e 24.
O proprietario deste novo estabelecimento lo-
ma s honrs de participar ao publico que lem de
novameote chegado a este estabelecimenlo um
riquissimo aorlimento de candieiros de lodas as
qualidados que se podem desojar, assim como
grande deposito de gaz hidrogenio de 1.a, 2."
3.a quslidade, pelos precos mais razoaveis que
se podem encontrar nesle mercado, assim como
tambem se vendem meiss latas e latas de um ga-
lao, e em garrafas a retalho, assim como tam-
bem variavel sortimento de canquilharia de bom
goslo, que muito agradar ao publico que visitar
crie estabelecimento.
HUTA
exposico de cuti-
laria.
3O9O0O
-."TuflOO
800
:*
1-.29000
49000
41000
Na ra Nova n. 20, loja de Carneiro
Vianna.
O proprietario deste estabelecimenlo avisa ao
publico em geral, que tem recebido um riquissi-
mo sortimento de ferragens e cutilaria, daa se-
guintes qualidades facaa de marGm da 1.a qua-
lidade para mesa e sobremesa, dilaa de todas as
mais qualidades, ps de ferro patente calcadas
de ac, enxadas de ac, carnes de ferro, bombas
de japy, metaes finissimos para servico de mesa,
e oulrss muilas cutilarias que por gosto se po-
dem comprar : na ra Nova n. 20.
Vende-se um carro de 4 rodas novo, rece-
bid ullimameote de Franca, todo forrado de se-
da/com os com peleles arreios pra ti ad es, obra
dexnuito bom gosto, sendo este caleobe o mais
bonito que boje existe nesta cidade ; a tratar na
ra do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Bombas de Japy.
Veodem-se aa bem acredilras bombas de Japy
de todos os tamaohoa e por barato preco : na ra
da Cideia do Recite, loja de ferragens n. 56 A, de
Vidal & Bastos.
Taberna.
Vende-se urna taoerna propria para um prin-
cipiante por ser bom lugar, na esquina do Porte
do Mallos, tas frente para a ra da Lapa e para
o largo em frente ao chafariz, Oca no correr do
ue, n. 12.
Remedio nfallivel contra as gnor-
rheas antigs e recentes. nico depo-
ito na botica franceza ra da Cruz n. .
g2. Preco 30-
s^y Vende-se o armazem de louga da trra,
silo na ra do Rangel n. 6, o qual pode st-rvir
para qualquer outro cstabelecimeulo por adiar-
se em boa localidade : quem pretender dirija-se
ao mesmo armazem.
Fazendas pretas
l na loja do pao, ra
da Imperatriz n.60,
de Gama Silva,
Vende-se baratissimo por ser lempo de qua-
resma as fazendas seguintes;
Ricos manteletes de velludo pretos rica-
mente enfeitados com franjas largas os
mais modernos possiveis.
Modernsimos eofeites pretos a turca e
Gaiibaldi a
Ditos mais simples a
Ditos de vidrilbos muilo modernos a
Cbales pretos de merino bordados com vi-
drilho a
Ditos de fil preto muito Gnos a
Manas e veos prelos muito oos a
Grosdenaples prelos, fazenda muilfl
corpada, eovado, a 11500,13600,
29000 e
Sarja preta hespaohola, eovado, a
Meias de seda pretas para senhora a
Ditas de la e de laia para padres a
Luvas de retros bordadas com vidrilho e
sem vidrilho a 540 e
Ditas pretaa de seda lisa a
Alpacas pretas muito fioas a 560, 640 e
De tudo do-se amostras com penhor, na ra
da Imperatriz n. 60 loja do Pavo.
Pannos pretos e casera iras na
loja do Pavo.
Vende-se panno prelo muito boa fazenda a
19600,15800 e 2&000 o corado e dito que val &a
a 4&50O o eovado, casemiraa arelas entestadas a
39000, 39200 a 33500 o corte, dilaa de una s lar-
gura de todos os precos e qualidades, setiaa pre-
to da China, para calcas, paletota e coletea, com
6 palmos de largura a 3f o eovado: na ra da
Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silva.
Chales.
Grande pecbincha na loja do l'avao.
Vende-te os mais ricos chales com ponta re-
donda e bolotas, tendo as barras de velluda ou aa-
setinadas, imitando aa capiohas mais modernas,
pelo baratissimo preco de 49500 cada um ditos
da mesma qualidade com quatro ponas a 48500,
ditos a Garibaldina, sendo muito grandes, a 5| :
oa ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavo de Ga-
ma & Silva.
Sedas de quadriuhos a 720 rs.
na loja do Pavaft^
Vende-se muito delicadas sedas de quadiiohos
a 720 ris o eovado : na ra da Imperatriz o. 60,
loja do Pavo de Gama 2500
23000
1(000
1|600
640
640
800
m
Rival
Attenco
Vende-se feijio preto, secas grandes, a lOf,
dile mulatinho, saetas com 24 cuias a 12 : no
armazem de Luis Antonio Acms Jaceme o. 7
confronte a ilfsndegi.
Oh que pechiocha!!!
Vendem-se palitos lixsdos e foliarlos fios pa-
ra dentes, 2 masaos com 40 massiohos por 400
rs. : na tua da Imperatriz, loja da arara n. 56.
Vende-se o sobrado ao lado do
Corpo, Santo n. 25 : a tratar na ru do
Rosario da Boa-Vista n. 12, das 4 as 6
horasjdA tarde.
Vende-se um escolente cabriole!; a tra-
tar na raa do Arigioo. 37.
sem igual.
36 Larga do Rosario 36
Pelro Tinoco, conserva sompre ueste ealabeleci-
ment bom aorlimento de miudezas e rap e est
disposloa vender barato, tomo seja :
Rap Paulo Cordeiro, libra a
Gasse grosso, libra a
ito meio grosso, libra a 1|600
Dito Gno. libra a 1*280
Rap de Lisboa, libra a
Ditu lleuron, libra a 1f040
Franjas pretas com vidrilho a 400, 500,
600 e
Trancas pretas com dito a
Bicos pretos a 240, 320. 400 e
Galo prelo com vidrilho a
Eofeites pretos modernos a
Sabonetea de bolla a
Escovas para unhas a 320 e
Meias cruas para homem a 2*400 e
Apparelhos para boaecas de 240 a
E outros mais objeclos cerno sejam
luvas, peales, toacas de Ua fitas de
velludo e sarja, alflnetes prelos
Cas da caracol e outras
possivel mencionar/a n
Vende-se a casal
do Gaminho Novo da
abo, o eatado em qu
do Rosario da Boa-vista ti
Cresas a, 4.
700
400
500
360
6*000
640
500
3*000
20O0
botoea.
HHB
I


iA.a
ROUP A FSITA
Jpaquim F. dos Santos.
40Ra do Queimado-40
Defronte* do becco da Congregado letreiro verde.
I
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo da roapa (aila de
todas as qualidades e tambem aa manda executai por medida vootade doa fteaue-
xes para o que tem m doa malhores protessorn.
Caiacaa aa panno preto a 40J,
35| e
Sobrecasacos da dito dito a 35 e
30|000
. 309000
Paletots de panno preto e de co-
rea a 35, 30, 25, 10, 18 e 20*000
Ditoa de casemira de corea a 22.
151,12. 7 e ^"
Diloa de alpaca preta golla de
Telludo fraocezas a
Ditos de marin seiim pretos e
de coras a 95 a
Ditos de alpaca de cores a 5 e
Ditoa de alpaca preta a 9, 7, 59 e
Ditos de bnm de corea a 51,
4500,4e r
Ditoa da bramante delinho b an-
co a 0, 5$ e
Ditos de merino de cordao preto
a 15e
Calcas de casemira preta ede co-
res a 11, 10, 95, 7 e
Ditas de princeza e merino de
cordao preto a 5, 6500 e
Ditas de brim branco ede corea a
5. 4500 e
Galcaa de ganga de cores a
Gollete de vellido preto e de co-
rea liaose bordados a 12,9 e
Ditos de casemira preta e d co-
res lisos e bordados a 6.
5500,5
5000
59000
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco a 6 e
Ditoa de gorgoreo de seda pretoa
de cores a 7, 6, 4 e 5000
Ditos de brim e fustao branco a
31500, 2*500 a 3000
Saroulaa de brim de linho a 2 e 2*200
Ditas de algodao a l6O0 e 1280
Camisas de peito defustao branco
ede corea a 2400 e 2200
Ditas de paito delinho a 5, 4 e 3000
Dltaa de madapoln brancas e de
corea a 3, 2500, 2 a lfGOO
Chapeoa pretos de maaaa francesa
forma da ultima moda a 10,
88500 e 7000
Ditos de fellro a 6, 5, 4 e 2000
Ditos de sol de seda inglezes e
francezea a 14f, 12, 11 g e 7000
Colarinhoa de linbo maito fines
novofoitios da ultima moda a 800
Ditos de algodao 500
Relogios de onro patente e hori-
zontal a lOOg, 90, 80g a 70|000
Ditos de prata galraniaados p-
tente e horizontaea a 40 e 30$OOo
Obraa de oero, aderecos e meioa
aderecos, pulceiras, roalas e
aneis a g
Toalhas de linho duzia tOJ, 6 e 9J000
3S500 Ditas grandes para mesa urna 3 e 400q?
90O0
10000.
8J000
39500
85500
3500
49000
8000
6000
495OO
2S500
3)000
8000
ARMAZEM.PROGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
liarlo da Penha
Aanca-se a boa qualidade de todo qualquer genero
comprado neste armazem, assim como vende-se por menos 5 a 10 por cento do que em oulra
qaalquer parte. H
Itamieiga ngieza a mall supenor d0 merCado a 800 rsa libra, em barril se far
abatimento.
MUntolga terneza, mais no, 600 r8i| ,m barril| e 640 r< a ,lbri-
Queiio 4oTeUoehegado,n#fle ,iU.Ofipoiporf000.
^ JS lOnariBOS de 8Upetior qualidade e muilo frescaea a 800 inlelro, em libra
GM ^^ M^on c fereto os melhore8 que ha no mercad0 9fM
^>uuu rs. 8 libra.
Prauto paTa amlm muil0 n0O. 500 Iibra.
C< a 19 TQ1H.0 de ,optrior quaidade a 4W rs. loleiro, e 480 rs. a libra.
ame o meihor pelilco qu6 p6,j0 naver por es,ar pronipto a toda, hori a 1JS liDra>
Ttoucinha do peino 3t0 r. llbra, e arroba i9|000
C noy icas e paios chegtdos D9lte nlUmo naTi0> a 720 r> a libra
1*a.^mry^nllaidKa'480"- eml.l.coml01ibr..,por4*5O0rs. e
se for em barril a 440 rs. a libra.
MaTme\ada imoQrVa\ h ( ., ...
. oftn !" do afamado Abren e deoutros muitos fabricaotes de Lisboa
a awo rs. a libra, em litas de 2 libraa por 1600 aQaoca-ae a boa qualidade.
Blata do tomate ,, UUt de nma libra por 900 rt
,., OmettOS em latas de 2 libras contendo differentes qualidades,
muito proprto para mimo, a 2000.
. wwi e Prlu8"e"s em latas de 1 libra, por 640 rs. ditas em meias
iVUtria, macar rao e taUarim a
^*wmuitoooTasalOOrs. a libra, e 4*000rs. a libra.
Bollo franeez
1 400 rs. a libra e em caixa a 8.
em cartoes muilo enteitadoa proprios para mimo a 600 rs.
.k.. S*"1"* a mois superior que ha a 15000 rs. a garrsfs e em caixa se far
anaiimento.
Geuebta de KoUauda a ^ r,. fraiqaeira e 560 r, 0 fralco
\ naos ensanafados.
i-,.n a n 'K" do Douro a 1600 rs. a garrafa. Porto fino, Fet-
ir i 1 i%" a em cai"S9 far abalimenl0-
das maia acreditadas marcas a 1 1 garrafa e em cala a 9 a duzia.
ampagae de gerentes marcas a 16 a duzia e a 15500 g garrafa, afflsngase a boa
Verdadera srvela ctbrimha. d6 oaUas muUas marcai. 0 a-daziaf,
a 500 rs. a garrafa.
pipa porlo> Lisboa e Figueira a 3500i 4 e ligio a canada-
l ele IBperior a 740 ra em caixa> o 760 tt a 1bra>
* em gigoa de urna arroba a 1.
osjna^superiores, hespanhol a 15200, franeez a 15. portagaez a 800 rs. a libra
lo uorot, em caixas de 8 libras por 2500, e em libra a
yM |as<
Batim
Guocoiate
~" uo maia aupuriures, nei
igoi da cmmadre ^
320 rs.
^
UfOmma de engommar, muilo alva a 100 rs. a libra.
Jameudoas de casca mole a 400 r> a Hbra
Aze'iie doce reflnad0 a m rs# a garrafa e em eaiia a n
Palitos de demes lilados om perfaiclo a 240 ra o m^
Costeletas inglexas proprM par. fiambre amiat ^
iiaxi na g eza a mais nora d0 mercad0 a 4i> a barriea n em libra a 320 tg-\
Alft*lX*8 5*aS e fr"oa muilo ricos com 4 1(2 libras por 35O0, ditas por-
tuguezas a 480 rs. 1 libra. r
LljOlO para Umpariacasa 200 rs. cada um, emporijo se far abatimento.
^eTejaa em frascos da 1 e 1|2 libra muito oras a 800 rs.
Inlependenle dos gneros anounciados encootrar o respeitarel publico grande sorlimen-
o de gneros, ludo de superior qualidade.
onde se achara completo sortimento
Lindeza.
Vende-se lazenda denominada lindeza. optim
para resdos a 160 re. o corado : na loia do Du-
arte, ra da Imperatriz a. 20.
Sementes de hortaMces.
Vende-se na ra da Cruz do Recife, deposito
de pao e bolacha n. 32, aementes da hortalicea de
todaa aa qualidadea, ebegadaa no ultimo paquete
da Europa. r
Ricas
molduras para quadro
Vendem-se ricas moldaras para quadro, tanto
douradascomo pretaaflngindo Jacaranda: na ra
da Cadeia do Reelfe n. 7, loja de miudezaa de
Guedes & Gongalves.
Superiores meias de laa.
Vendem-se superiores meias de laa, tanto cur-
tas como corapridas : na ra da Cadeia do Re-
cife, loja n. 7, de Guedes & GoncaUei.
Ricos en le tes.
Vendem-se ricos e superiores eofeites os mala
moderooa que ha, pretos e de cores, pelo bara-
tissimo prego de 6 e 6500 : na loja da boa fi,
na raa do Queimado n. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-ae cambraiaa fraocezas de lindas co-
res, pelo baratissimo prego de 280 o corado ; n
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
Cambala Usa.
Vende-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego de 4 e 55 a pega com 8 1|2
raraa, dita lapada muito superior, pega de 10
varas a 65 : na ra do Queimado n. 22, na loja
da boa f.
Bramante e atoalliado de
UdAio.
Vende-se superior bramante deparo linho com
duas raras de largura a 24O0 a rara, assim como
atoalhado adamaacado tambem de puro lioho,
com 8 palmos de largura a 2500 a rara : na bem
conhecida loja da boa t, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortes de calca.
Vendem-se cortes de caiga de meia casemira
de cores escaras a 25 cada corte ; na loja da boa
fe, na ra do Queimado n. 22.
Ra da Seozalla Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C,
sellins e silhes inglezos, caodieiros e casiigaes
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous cavallos, e relogios de onro patente
ingles.
Navalhas d'aco
comcabodemarfim.
Vende-se na loja d'aguia branca mui finas na-
ralbas d'ago refinado com cabos de marfim, e
para assegurar-se a bondade dellas baala dizer-
ae que sao dos afamadoa e acreditadoa fabrican-
tea Rodgera & C, cusa cada eatojo de duas na-
valhas 89000: na ra do Queimalo, loja d'aguia
branca, n. 16.
Libras sterliaas.
Vendem-se no escriptorio de Manoel Ignacio
de Olireira & Filbo, praga do Corpo Saoto n. 19.
lien$of braacos multo
\\uos.
Veodem-se langos brancos muitoWlnos, pelo
diminuto prego de 2400 a duzia, / ,raude pe-
chincha : na loja da boa f, na rua< Queimado
numero 22.
Gollinhas
de traspasso bordadas em
cambraia fina
Vendem-se a 2 cada urna : na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16 A obra boa e
o lempo proprio ; a ellas, freguezaa, antes qua
se acabis.
500
120
120
60
240
500
200
120
400
400
320
80
80
200
800
um
100
320
100
200
40
20
60
100
80
40
80
15000
160
120
120
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55 loja de miudezaa
de Jos de Azerodo Maia e Silra, esti rendendo
todaa as miudezas por pregos ji sabidos e co-
nhecidos :
Grotaa de peonas de agode todas as quali-
dadea a
Norelosde linha que pelo tamanbo a todos
admirara a
Caixas de agulhaa francezas a
Caixaa com alfinetes maito finos a
Caixaa com apparelho para eotreler nie-
ninoa a
Ditas ditos grandes a
Baralhos portuguezes a 120 e
Groza de botes pequeos para caiga a
Tesouras para unhas maito finas a
Ditas para costura muito superiores a
Baralhoa francezea para roltarete muito fi-
nos a
Agulheiros com agulbas francezas a
Caivetes de aparar peonas de 1 folha a
Pegas de tranga de laa com 10 raraa a
Ditaa de tranga de laa de todas as cores a
Pares de sapatos de tranga de lia a
Cartas de alfinetes francezea a
Pares de lurs8 fio da Escocia muito finas a
Ditas ditaa brancas grossaa a
Escoras para limpar deotes muito finas a
Massoscom superiores grampos a
Cartoes com colxetes de alguna defeilo a
Ditos de ditos superiores a 40 e
Dedaes de fundo de ago muito superiores a
Bufiadores para restidos de senhora com 4
raras a
Caixaa com colxetes francezea a
Cartas de alfinetea de ferro a
Charulairas muito finaa a
Tinteiras de ridro com tinta a
Ditos de barro com tinta superior a
Areia preta e azul muito fina a libra a
Tenho nora remessa de labyrintho para ren-
I P?-r seda differentes cores para render por todo di-
nheno que offerecerem.
Attencao.
para a quaresma.
Na praga da Independencia ns. 14el6, tem
para render-se, muito baratas, gollas de bloode
prelo, eofeitadas de fita de reludo e bico a 4
rs., camisinhaa e manguitos a 35000 rs.. mante-
letes pretos de blonde a 12000 rs., chapeos de
palha para senhora a 35#00O rs.
Vendem-se caixes va-
zios a 1$: nesta typographia.
E' o que pode harer de ais gotto em galan-
teriaade ridro e porcelana como sejam jarros,
frasqaiohos e garraflohas, manteigueraa aaaa-
careiroa, jarriohos para boqaaU de eraro os-
tras Mitas couaaa : na loja da rictoria na ra
do Quaimado n. 75, junto a loja da cera.
Miudezas baratas
Na foja da victoria na ra do
Queimado juuto a loja de
cera.
Clcheles francezes em eartao a 40 rs.
Alf netes francezea cabega chata a 120 rs. a carta.
Pa| el com cento e tantos alfinetea a 40 ra. o
papel.
Liohas rictoria em carritel com 200 jardas a 60
ri. o carritel.
Dit ta de 200 jardas de Alexander a 900 rs. a di-
na.
Diilaa de 100 jardaa brancas e de cores a 30 rs. o
carmel.
Ditaa de Pedro V brancas a de cores a 40 rs. o
Cartao.
Grampoi a 40 ra. o mago.
Bufiadores brancos a 60 e 80 rs.
Carleirinhaa com agulhas francezas a 320 rs
Trancas brancas do linho a 100 ra. a pega.
Agulhaa de enfiar resudo a 40 ra. cada ama.
Eoulras muitas miu-ezas que ae afflanga ven-
der barato para quem comprar rictoria sempre
cootar: na loja da rictoria na ra do Qaeimado
n. 75, junto a loja de cera.
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta loja por estar constantemente a receber
perfumaras finas de suas propriaa encommendas,
bem se pode dizer que est constituida um depo-
sito de ditas, tendo-as sempre doa melhores e
maia acreditados fabricantes, como Lubin, Pirer,
Coudray e Societ Hygianique, etc., etc. ; por
laso, quem quizer prorer-se do bom, dirigir-se
a ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16. que
achara sempre um lindo e completo aortimenlo,
leudo de maia a mais a elegancia dos frascos, e a
barateza por que ae vendem coorida e anima ao
oomprador.
Maisbaratodoque
em outra qual-
Escw
a ara engommado.
Vendem-ae frasquinhos com escancia ,_____
couaa excellenta para ogommado porque un
gota dalla ba atante para dar cor em aa*a ba<
da gomma tandodemaiaa mais a pradoeie
nio manchar a roapa como saaitaa ratea
tece com o p da ail. Casta cada fraequnbo
500 rs. : na roa do Qaeimado loja da agaia bran-
ca n. 16.
Riscado monstro.
Vende-se riscado monstro, faxanda maito eco-
nmica para o aso domeatico por ter grandelar-
gara e o aeu prego ser da 160 ra. o oradoj: oa
ra da Imperatriz, loja n. SO, do Duarte.
Panno de algodao da
Babia.
Vende-sa no escriptorio de Antonio Lulz do
Olireira Axeredo & C, raa da Cruz n. 1.
AGENCIA
DA
Fundido Low-Moor,
Boa da Senzalla Nova a. 48.
Neste estabelesimeato continua a harer um
! completo sortimento de mocadas a meias moeo-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado de todos os lmannos
para dito,
Soahall Hellors & C, tando recebido er-
dem para render o sea crescido deposito da relo-
gios visto o fabricante ter-ae retirado do nego-
cio ; coorida, portento, aspessoas que qaizerem
possuir um bom relogio de oaro oa prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproreitar-se da op-
portunidade sem perda de lempo, para rir com-
pra-loa por commodo prego no aea escriptorio
raa do Trapiche o. 28.
quer parte.
Vende-se sebo do Porto, velas de composicao
cera de carnauba boa qualidade : no
da ra da Cruz do Recife n. 33.
Taixas
para engenho.
Grande redueco nos precos
para acabar.
Braga, Son & C. tem para vender na ra da
Moeda taixas de ferro cuado do mui acreditado
fabricante Edwin Marr, a 100 rs. por libra, as
mesmas que se rendiam a 120 ra. : quem preci-
armazem a djrja.,e a r do Trapiche o. 44, armazem
da fazendas.
ARMAZEM PROGRESSIVO
E
JBsSST
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36
HMiiiiiii(gii) bm ipanc
Loja das 6 por-
tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata.
Paletots de panno fino sobrecasacos,
| ditos da casemira de cor de fustao, ditos
de brim de cores e brancos, ditos de
ganga, calcas de casemira pretas e de
I cores, de brim branco e de coras, degan-
I ga, camiaaa com peilo de linbo muito
finas, ditas de algodao, chapeos, de sol
de alpaca a 49 cada am.
Pota da Russia.
Vende-*e en casa ,deN. O Bieber 4
C, successbres, ra da Cruz n. 4-
Sal de Lisboa.
se a bordo da barca portuguesa Eape-
al de Lisboa limpo e redondo -, a. tratar
olche a. 17. .
Capachos.
Vendem-se capachos redondoa e compridos e
de diversos lmannos, e os melbores que tem
rindo s este mercado, palo baratissimo pre^o de
600, 700 e 800 rs. cada um, e tambera ha capa-
chos muilo grandes e proprios para sof e mar-
quezaa para llfllOO cada um : na rui do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezaa da boa
fama n. 35.
Cera de carnauba de pri
meira qualidade.
Vende-se em porc^o e a retatho de urna sacca
psra cima, e por commodo prego : na ra da Ma-
dre da Dos confronte abotica n. 30.
Canos de chumbo.
Vendem-se canos de chumbo de todas asgros-
suras; na loja de ferragens, ra da Cadeia do Re-
cife o. 56 A, de Vidal & Bastos.
Milho e arroz de
casca.
Vendem-se saccas com milho e arroz muito ba-
rato, em porgo e a retalho : na traressa do pa-
teo do Paraiio o. 16, com oilao para a ra da
Florentina.
Cera de carnauba e farelo de
Lisboa,
por muito menos que em qualquer parte, e cal de
Lisboa em pedra por 5:0008 barrica para aca-
bar : vende-se na ra da Madre de Dos n. 10.
Vendem-se hostias a tres por dous vintn,
na ra larga-do Rosario, loja dn miudezas o. 38;
na ra de Santa Rita, casa a. 82 ; e na Boa-va-
la, defronle da igreja da Santa Cruz, cssa da es-
quina para a caixa d'agua o. 10, e por um cento
1>280. v
Vende-se o engenho de Palmeirinrfa, sito
na comarca de Pao d'Alho, com 500 a 600 bragas
de frente e meia legoa de fundo. Ierras cobertas
de boas matas, e boa prodcelo para canna e ou-
(ros legumes, abroado, de boas aguas correles,
perto da cidade da Victoria, com distancia'de le-
goa e mei : a pessoa que pretender, dirija-se ao
mesmo engenho tratar.
Gneros baratos para a
quaresma.
Fefjo muilo bom a 6i0 rs. a cuia, azeite doce
a 760 ra., rioagre de Lisboa a 240 rs., batatas no-
vas a 100 es., bacalbo a 120 rs. a libra, arroz a
a 100 e 120 rs., ceblas a 1 0 cento. Tambem
ae rende monieig iogleza flor a 800 rs., franceza
a 640 rs., cha perola a 2(800 a libra, caf a ~
280
.. doce de goiaba ioo a 640 rs, o calzo, rinho
N. O.Bieber & C.successores.rna da Craz\ 500 e 400 rs. a garrafa, milho a 320 rs. a cuia,
IfS.,
arr>
larga
- N. O.Bieber & u.successores.rna daCrazl" auu e n. 4, tem pararenderrelogiosparaalgibera delarroz da casca a 200 rs. : no srasazem da estrella
oaro a prata. {larga do Paraizo o. 14.
offerecema toi, Sr, 2 T*6" da E"pa de sua propria encommenda os melhores leros. de tudo tendente a molhados, e por issa
mm^mSl L^HS S"- en89nhn e '"redores, urna vantagem em seus genero .le 5 a 10 por cento de menos do prec que
gaTn bs P q q 8 eS,abel0C,men,' "dendo sempre as boas qualidades dejnossos gneros, que para isso nos obligamos o
Mailteiga ingleza especialmente escollhida a 850 e 19000, a libra e em barril a 80(}
dem Iranceza a primeira da safra nova 700 rs. e em barril a 600 rs.
JJUeiJOS flamengOS vindos no ullimo yapor a ,3000. eem por5o lera abatimento.
rf^08 lundrQ0S os melhores d0 merendo a ,;W<>0 a libra, e sendo inteiro a 950 rs. a libra.
Ln hySSOn muito superior a 2#800 e 3&000 a librv
Cha preto o que ha de melhor neste genero vindo a eira m ao nosso mercado a 29100 a bra, e tambem tenaos para 19800.
presunto lOgleZ para fiambre a 700 rs. a. libra.
Presuntos portuguezes vindos do Porto de casa particular a 500 rs. a libra a inteiro a 460 rs.
raiOS e COUricaS muito novas a 600y.s. a libra eem barris de arroba a 15.
'^SOoTSooofZi'a'10^"0' Pt" a0' ne-c,w*G8rcav,llos' ve,ho' S9CC<) ''Oria a chamisso de 19200e 1300 a garrafa,.
Vinho Bordeaux de superior qualidade diversas .marcas de 800 a 19 a garrafa a de 8|500 a 109000 a duria,
VinnO mUSCatel a 1000 a garrafa e 100C0 a duzia.
Vinho para p a&tO do Porto, Figueira, e Lisboa da 500 a 600 rs. a garrafa a de 49000 a 49800 a caada;
Jlarmelada doto** os concebiros de Lisboa a 900 rs. a lata de 1 libre, e 19700 as de duas libras, e era porcao lera abatimento.
Latas COm peixe savel, pescada, pargo. roballo, cavalla, guraz, sarda, congro, Imguado, ostra, e lula de tiielada, chouricas
fanas o mais berapreparado que tem vindo ao nosso mercado, de 1300 a 3 a lata.
Latas COm emlhas portuguezas e francezas a 600 rs. e 720 a libra.
Latas COm bolachinhas de soda de todas as qualidades a 1*440 rs.
PlgOS de COmmadre em caixinhas de 8 libras as mais bjraenfeiladas que lem vindo ao mercado a 2#800 a caixinha e 400 rs. a libra.
reraS muilo novas i boas em caixinha de 4 libras a 3000 a caixinha e 19000 a libra.
AmeixaS francezas em latas de 6 libras por 49000 e 1000, a libra.
Passas em caixinhas da 8 libras, a 29500 a caixinha, e 500 rs, a libra e a 99 a caixa de arroba.
LOrinthiaS para pudim em frascos de 1 l|2 a 2 libras a 1*500 a 19800 o frasco, e a 800 rs. a libra.
LaiXinhas propias para mimos, com passas, figos, ameixas, peras, amendoas, e nozes, da 29000 a 59000 rs. a caxinha.
Conservas iDglezaS porwgoezis a 600 e 800 ris o frascoa 9# a caixa.
Macarro e talharim, muilo novo, para sopa a 320 a libra e 6*000 a 'caixa.
IjOmma muito alva como se pode desjar a 100 rs. a libra,
Amendoas de casca molle a 400 ris a libra e nozes a 200 rs. eem porjo lera abatimento.
Champanhe das melhores marcas, de 155a 20*000 res o gigo.
knocolate ponuguez. franeez, einglez, a 900 rs. a libra*
Cervejas das melhores marcas a B60 rs. a garrafa, a 5S00, a duzia.
L.Ognac muito superior a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia.
Genebra de Hollanda a 600 rs. o frascos 69500 a frasqueira.
Vinagre de Lisboa puro a 240 rs. a garrafa, e 19800 a caada.
DitO em garrafes d 5 garrafas, por 19200.
Espermacete Superior 76<> Hbra 740 rs. am caixa.
ArrOZ da India a 100 rs. e do Maranho, a 120 rs a libra e de 3*000 a 3200 a arroba.
LOO tubas francesas o melbor de todos os legumes a 500 rs. a bra.em porcao lera abatiman'o.
Latas COm feijaO Verde muito bem preparado a 800 rs.
Latas com sardinha de Narites a 44o e 600 rs. a uta.
Massa de tomate em latas de ama libra a 900 rs.
Alpista a 160 rs. a libra e painco a 240, e 5"a arroba do alpista e a 6f400 a do paingo.
"Otes grandes COm sal refinado a 640 tambem tamos em pacotas, muito propriosjpara mua a 240 e 200 rs. a libra.'
BatatlS em gigosda urna arroba a 1*500, s 80 rs. a libra.
Doce da casca da goiaba de iooo a 1200.
Azeite doce purificado, a 800, a garrafa e 9*000, a duzia.
r ajllOS IlXauOS para dentes. os mais bem fsitos que tem vindo ao mercado, a 200 rs. o majo com 20 missinhos.
Bolachinha illgleza muito nova a 400 rs.alibra e 59000 ajbarrica.
ToUCnho de Lisboa a 320 res a bra e 109000 a arroba.
Velas de Carnauba acomposijao a 400 rs. a libra e a 12*500 a arroba;
Araruta a melhor queso pode desojar a 320 rs. a Hbra.
Sevada chegada ltimamente a 160 a libra e a 4* a arroba.
Ceblas muito nova 600 rs. o cento e a 400 rs. as pequeas para.eoosenra,

MUT ILADiQl

RVBaWanll


1862|
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r*
*
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id es des te remedie
jTiremcMo nacessaro,que,
ella fizeram tem seucorpo
rameotesaosdepoisdehater em-
ilmente outroairatamentos. Cadi
jr-se-haconvencer dessascuraama-
ravilhoaas pelaleilura dos peridicos, que b/ai
relatam todoa os das ha muitos annos; a i
parte dellas sao ta sor prendantes qm
rm os mdicos mais celebres. Quantai
pej* isrecohrarajn com este -soberano remedio
o oso de aeus bracos a pernas, depoia dedui
perm|oecido longo tempo nos hospiues.o te
a aoffrer a amputado 1 Dellas ha mu
cae quehavendo dentado esses, asylos dep'ade-
timenlos, parase nao submeterem a essaope-
rario dolorosa forana curadas completamente,
mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
guias das taes pessoa na enfusao de seu reco-
nhecimento declararan) estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
Irados,^ afinada ais autenticaren) aua a firma-
tiya.
Ninguem desesperara do estado desande si
tivessebastante confianca para encinar este re-
medio constantementeseguindo algum tempo o
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
eujo resultado seria provarinconteatavelmente.
-Que tudo cura.
O ungento lie til, mala particu-
larmente nog sepuintes casos
Fal-ivatoj
tSo para "vella
Vendem-se bonitas palmatorias de vidro lapi-
dado para relias a 1*200, a ditas de lati mu
novas e liropas a 400 ra. : na ra do Qaeimado,
toja da Aguia branca n. 16.
Peitos de fusto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-se bonitos peitos de fusilo lavrado e
trangado para camisas a 500 rs. cada um, (alen-
da mui boa e encorpada : na ra do Queimado,
loja d'aguia-branca n. 16.
Novo sortimento de tiras bo
dadas em ambos os lados.
A loja d'aguia-branca recebeu um novo e lin-
do sortimento de tiras bordadas em ambos oa la-
dos, e" contina a vender baratamente a 19200
cada tira, e outraa de bordados muito largos a
29000, o melbor e todas ellas, pela largura que teem, podem ser
divididas ao meio, pelo que se tornam baralissi-
mas : na ra do Queimado, loja 'aguia branca
0.I6.
Gollinhas e mauguitos de pu-
nhos bordados.
Na loja da aguia-braoca vendem-se gollinnhas
e manguitos de puohos bordados em tina cam-
braia transparente por 2*500 ludo, o que na ver-
dade baratissimo : na ra do Queimado, loja
d'aguia-branca d. 16.
V
oa.
no-
Alporeas
Gaimbras
Callos.
Ancerea.
Cortaduras
Dores de cabega.
das costas.
dos menabros.
Enfermidades da culis
em geral.
Ditas de anus.
Erupc/es escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inehacoes.
nflammagao do figado.
Vende-se] este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em loda i
America do sul, Havana e Hespanha.
Yende-se a 800 rs., cada bocetinba cont
urna instrucejio em portuguez para explicar c
modo de fazar uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Cruz n.' 32, era
Pernambuco. I
^ i Acaba del
chegar
ao novo armazem
DE
Inflainm.ac.ao da|bexigi
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pnlmoes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinba, era qualquei
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulacoes.
Veias torcidas ou
das as pernas
GELO
KA
N-ftUiL -

VM
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 31, vende-se gelo de hoje em (liante
arroba a 5#500, e meia arroba 2#000,
e a libra a 160 ris : tambem recebe-se
assignaturas das pessoas particulares lo*
go que seja diariamente, at que se
acabe o gelo.
predio yenda
PAt7hlGBMPI20ITM|(f^
Vende-se a casa de dous andares e sotSo, mei-
agua, no becco das Miudinhas n. 8, avallada em
2.000^, a quakrende 1 li2 por cento ao mez; n
BASTOS A REG n
ra do Trapiche n. 14, primeiro andar, ha peaaoa
auiorissda pelo proprietario para effectuar a ven-
da damesma casa.
Meias para senYiora.
Vendem-se superiores meiaspara senhora pa-
lo baratissimo prego de 39840 a duzia ; na loja
da bou f, na ra do Queimado n. 2!.
Entremeios
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca Se acha um bello torli-
mento de entremeios bordados em Ona cambraia
transparente, e como de seu costume est ven-
dendo baratamente a 19200 a pega de 3 varas,
tendo quantidade bsitanie de cada padro, para
vestidos ; e quem tiver dtnheiro approveitar a
occasio, e manda-loi comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Aguihas imperaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em vistis sempre
vender o bom, mandn vir, e acabam de chegar
aqui (pela primeira vez], as superiores aguihas
imperiaes, com o fundo dourado e mui bem fai-
taa, sendo para alfaiates e costureir;u, e custa
cada papel 160 rs A agulha assim boa anima
e adianta a .quem cose com ella, e em regra ao
mais baratas do que as outras ; quem as com-
prar na ra do Queimado, loja d'aguia branca n
lf, dir sempre bem dellas.
Sortimonto completo de aobrecasacos de pinno a 259, 28$, 309 e 35J, caaacos muito bem
(tilas a 25f, 28g, 30$ e 35$. paletola acasacados de panno preto de 16 al 259, ditos de casemira
de cor a 159,18$ e 20$, palelols saceos da panno e casemira de 89 al 149, ditos saceos de alpaca
merino a la da 49 al69, sobre de alpaca e merino da 79 at 109, calcas pretaa de caaemira de
89 at 14$, diloa ae cor de 79 al 10$, roupas para menino de todoa os tamanhos, grande sorti-
mento de roupaa de brins como seiam calcas, paletots e colletes, sortimento de colletes pretos d
setim, casemira e velludo de 4f a 9$, ditos para casamento a 59 e 69, paletola brincos de bra-
mante a 49e 5/, caigas brancas muito finas a 6$, e um grande sortimento de fazendaa finas e mo-
dernas, completo sortimento de easemiraa ioglezaa para horneo), menino a senhora, aerovas de
d. linho ealgodao, chapeos de sol de seda, luvas da seda de Jouvio para homem e senhora. Te-
a moa urna grande fabrica de alfaiate onde recebemos encommendaa de grandes obras, que para
Tres portas.
31RuaDireita31.
Neale rico e bem montado estabelecimento en-
contraro oa freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas aaqualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIRuSde todoa oa tamanhos.
SEMCUP1AS dem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem.
BAHL'S idem idem.
FOLHA em caixas de todas as grossuras.
PRATOS imitando em perfeicio a boa porcel-
lana.
CHALEIRAS de todas as qualidadea.
PANELLASidem idem.
COCOS, CANDIEIROS e (landres para qeal-
quer sortimento.
VIDROS em caitas a a retalho de todos os ta-
mandando-se manhos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendas de qualquer nata-
reza, coo'certos, que tudo ser desempenbado a
contento.
Superior cal de Lisboa.
Tem para vender em porco e a retalho Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & Q., no seu es-
critorio, rus da Cruz n. 1.
Aos Srs* consumi-
dores de gaz.
Nos armazens do caes do Ramos ns. 18 e 36 e
na ra do Trapiche Novo (00 Recife) n. 8, se
vende gaz liquido americano primeira quslida-
de e recentemente chegado a 149 a lata de cinco
gallees, assim como se veodem latas de cinco
garrafas e em garrafas.
VISITA
DE '-^
Cartdea de visita de novo gosto
Carios de viaita de novo gosto
Cartdesde visita de novogoato.
Urna duzia por 16l00.
Urna duzia por 16$000
Urna duzia por 168000
Urna duzia por 16$000.
Retratista americano.
Retratista americano
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Ra do Imperador
Ra do Imperador
- Ra do Imperador:
__grane
sso est sendo adminiatrada por um hbil mestre de aamelhante arle e um pessoal da mais da
clncoenta obrairos escolhdos, portanlo executamos qualquer obra com pTomptido e mais barato
do que ero outra qualquer caa.
Nao esquec-a arara,
Na ra Nova junto a Con-
ceicao dos Milita-
res n. 47.
Opiata iogleza
para dentes.
Dm grande e variado sortimento de <
roupas eitas, calcados a fazendaa e todos
estes aa vendem por pregos muito raodi-
tlcados como de seu costume.assira como
aejam aobrecasacos de superiores pannos
a casacos (iras pelos ltimos" Qgurinos a
26$, 289, 309 e a 359, paletots dos meamos
pannos preto a 16$, 18$. 209 e a 249,
ditos de casemira de edr mesclado e de
novoa padroes al49.169, 189,209 e 249,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 99, 109,129 a a 149. ditos pretos pe-
lo diminuto prego de 89, 109, 12$, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 129,
ditos de merino de cordo a 129, ditos
de merino cbinez de apurado gosto a 159,
g ditos de alpaca preta a 79. 89, 99 e a 109,
i ditos saceos pratos a 49, ditos de palha da
I seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 39500, 49
e a 4950O, ditos de fusto branco a 49.
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 a a 4>, ditas de brim decores
finas i2j500, 39, 39500 e a 4$, ditas de
Sbrim braucos finas a 49500, 5$, 59500 a a
69, ditas de brim lona a 59 e a 6$, colletes
Sde gorguro preto e de cores a 5$ e a 6$,
ditos de casemira de cor a pretos a 4$500
I a a 5|, ditos Je fusto branco e da brim
B a 39 o 39500, ditos de brim lona a 4$.
8 ditos de merino para luto a 49 a 45500,
calcas do merino para luto a 4 $500 e a 5$,
capas de borracha a 99. Para meninos Q
de todos os tamanhos : calcha de casemira i
E preta e da cor a 5$, 69 e a 79, ditas ditas
de brim a 2$, 39 e a 39500, paletots sac-
I eos de casemira preta a 6$ e a 7, ditos
de cor a 69 e a 7$, ditos de alpaca a|39,
aobrecasacos da panno preto a 129 a a
149, ditos de alpaca preta a 59, boneta
para menino da todas as qualidadea, ca-
misas para meninos da todos os tamanhos;
meios ricos vestidos de aambraia (ellos
para meninas de 5 a 8 annos com cinco
batalos lisos a 89 e a 12$, ditos de gorgu-
ro de cor e de la a 5$ e a 69, ditos de |
brim a ;t9, ditos da cambraiaricamenta f
bordados para baptisadoa,e muitas outraa
fazendaa a roupas taitas qae deixam de
ser mencionada* pela sua grandequanti-
dado; assim como receba-e toda eqaal-
quer encommenda de roupaa para se
mandar manufacturar a que para este fim
temos ura completo sortimento de fazen-
daa de gosto e urna grande offleina de al-
faiate dirigida por um hbil mestre que
pela eua proraplid e perfeicio nadadel- S,
xa a desajar.
fnwWwi.wwarJvm\ vww ewvapviSapv^a*^".*'*
Attencao
Guimwtf* & Luz, donos da loja de miudezas
da ras do Queimado o. 35, boa fama, parlielpsm
ao publico que "o estabelecimento se acha
completamente pro>14adas melhorn umeadonss
tendentes ao mesmo ejXbelecimento' e muUo'
oulro objectos 4e gosto, ndo quasl iodos reci-
bidos >l(i anas proprlas encon\mendas ; e estando
etles inleirameole resoWidosV" Dao enderem
fiado, afiaocam vender mais baVo do que oulro
qaalquer ; e juntamente padm aV eu davedo-
res que lhes mandem ou vonham |>agar os aeua
dbitos, sod pena deaerem juiticd<>*-
Est finalmente remediada a falta que se sen-
ta dessa apreciavel opiata inglea to proveo-
aa e necessaria para os dentes, isso porque a lo-
ja d'aguia branca acaba de recebe-la de aua en-
commenda, e continua a vende-la a 19500 rs\ a
caixa: quem qnizer conservar aeua dentes pdr-
feitos prevenir-se mandando-a comprar fem
dita loja d'aguia branca,r,ua do Quaimado n.flo.
A 320 rs. o ovado, graiVde
pechiaoha.
Vendem-se superiores cambraias francezaslde
muito bonitos padres a 320 ra o covado, fa-
zenda muito fina que sempre vendeu-se por 800
e 19 a ara, venharo por ellas, antes que se aca-
bem; na ra do Queimado n. 22, na bem contie-
nda loja da boa (.
Aos senhores sacerdotes.
Acabam de chegar loja da boa f, na ra do
Queimadon. 22, meias pulas de seda muito su-
periores, proprias para oa senhores sacerdotes
porserem bem compridaae muito elsticas ; ven-
dm-se pelo barato preco de 69 o par, na men-
cionada loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
paraanjos.
Vendem-se os ra da Senzala Nova n. 30, cai-
xinhas com doce por preco commodo, recommen-
daveis para os aojos de procissao.
Rival
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, detronle do sobrado
novo, est disposto a vender tudo por preco que
admira, assim como seja :
Frascos de agua de lavande muilo gran-
dea a
Sabooetes o melhor que pode haver a
Ditos grandes mullo tinos a
Frascos com cheiros muilo finos a
Ditos ditos muito bonitos a
Garrafas de agua celeste o melhor a
Frascos com banha muito superior a
Ditos dita de urco finissima a
Frascos de oleo babosa com cheiro a
Ditos dilo dito a
Ditos dilo nito a
Ditosnara limpar a cabega e tirar caspas a
Diloa,'dito philocome do verdadeiro a .
Ditos com banha transparente a
Ditos com superior agua de colonia a
Dita, fraseos grandes a
Frascos de macaca oleo a
Ditos de opiata pequeos a 320 e
Unos de dita grandes a
Tem um resto de lavande ambreada a
Lioha branca do gaz a 10 rs., e tres por
dous, e fina a
Dita de cat to Pedro V, com 200 jardas a
Dita dito dito com 50 jardas a
Carreteis de linha com 100 jardas a
Duzia de meras croas muito encorpadas a
ita de ditas muilo superiores a
Dita de dilas brancas para senhora, mui-
to finas a
Vara de bicoda largura de 3 dedos a
Dita de franja para toalhaa a
Groza de botes de louca braoces a
Duzia de phosphoros do giz a
ita de diloa de vela muilo suferiorea a
Pegas de fita para cs de todas as lar-
guras a
800
320
160
500
19000
I9OOO
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
100
500
800
5C0
20
60
20
30
2#4O0
4J500
Caivetes fixos paraabrir
latas.
Ghegou nova remessa desses preciosos cai-
vetes fixos para abrir latas de sardinha, doce,
bolachinbaa etc., etc. Agora pela (esta cmese
muito dessas cousas e por isso necessario ter*
um desses caivetes cujoimporle 19, compran-
do-sena ra do Queimado loja da aguia branca
n. 16, nica parle onde os ha.
Vende-se um terreno na ra do Hospicio,
quasi defroote do quarlel, prsprio para edificar-
se urna casa, teodo 40 palmos de frente e 146 de
(uodo, com alicerce : a tratar na ra do Trapi-
che n. 14, primeiro andar.
Vende-se um cavallo oovo, proprio para
sella, de que tem uso : no largo da Paz dos Afo -
gadoa o. 19.
Novo sortimento de cascarri-
lhas de seda.
A loja d'aguia branca acaba de receber um novo
e bello sortimento de caccarrilbas de seda de
muitas e differentes cores,, e veude-se 19500
e 29500 ris a pe(a, na ra do Queimado loja
d'aguia branca n. 16.
Meias pretas de seda 1 000
o par.
Vende-se meias pretas de seda, a de mui boa
quilidade, para aeohoras, e padres ljOO o
par, por eatarem principiando a mofar, e estando
ellas calcadas nada se cunliec, di ra. do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
que hoje s loja dos barateiros para ver, veo-
dem-ae pegas de cambraia lisa branca a IjjGOO e
2$, dita muito fina com 5 palmos de largura a
3 e 3$500, pegas de madapolo entestado a 39,
novoa cortes de chitas finas com 13 covados a
29500, dilus de riscado, padres novos a 29500 e
19500, brilhantina branca com 4 1|2 palmos de
largo a 280 o covado, dita de cores a 360 o co-
vado, gorguro para vestidos a imilago de sedi-
nhas, fazenda muito nova e fina a 320 o covado,
barege para vestidos com flor de seda a 360 o
covado, pompadour de seda de quadrose matiza-
do para vestidos a 640 o covado, fil de linho
branco e de cores a 200 rs. o covado, laziohaa
para vestidos a 280 e 400 rs. o covado, ricos cor-
tes da gorguro para vestido com 18 covados por
69500, corles de la de duas saias com 22 cova-
dos por 10$, ricos cortes de organdys com 15 va
ras a 99 e 7$ para acabar, cassas ae cores para
vestidos a 280 e 320 o covado, chitas a 160. 180
e 200 rs. o covado, ditss francezas a 240 e 280 o
covado.
Pannos pretos.
Panno preto para caigas e paletots a 19600,
13800, 29 e 29500 o covado, cortes de casemira
preta para caiga a 39. dita entestada a 39500 e
48, velludo preto a 2$500 o covado, saia de cor-
dao que faz vez de balo a 9500. bales de ma-
dapolo a 39 e 39600. ditos de 30 arcos e de ren-
da a 49 : na ra da Imperatriz, loja e armazem
da arara n. 56, de Hagalhes & Mendes.
I Loja das 6 por-]
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4#.
Duzia de meiascruss para homem a
19200 e o par a 120 rs., ditas brancas
muito finas a2$500 a duzia, lengoa de
cassa com barra de cores a 120 rs. caifa
um, ditos brancosa 160 rs., bales da
20 e 30 arcos a 3$, lazioha para ves-
tidos a 240 o covado, chales de merino
estampados finoa a 59 e 69, tarlatana
branca e de cores muito fina com vara
a meia de largura a 480 rs. o covado,
fildjB linho liso a 640 rs. avara, pe-
cas de eambraia lisa fina a 39, caasas
decores para vestidos a 200 ra. o co-
vado, mussulioa encarnada a 320 rs. o
covado, calcinhas paca menina de escola
a 1$ o par, gravalinhaa de tranga a 160
rs., petos para camisa a 200 ra. cada
um duzia 29, pegas de cambraia de sal-
pico muito fina a 39500, pegas de bre-
tanha de rolo a 29, chitas (rancezaa a
220 e 240 rs. o corado, a loja est
aborta das 6 horas da manhaas 9 da
noile.
eEEQSEEHEBCESBE*
3S000
120
80
120
240
240
320.
Ra da Seozalla Nova n. A%
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
Attencao
&OTtl(5M)
i
fazen-
Meias de 1
i fe n,u-
meninos ; oa ra da Cadeia do
ram de Lisboa 00 brigue Eugenia,
;rros e ama burra, ios qusea se
reg : para ves, na cocheira
lea o. 4, e parar tratar, noes-
^^aonio Lua de Oliveira Azevedo.
Grande sortimento de
das pretas.
Grosdeaple preto bom a 1$600 o covado, di-
to superior a I98OO, dilo a 29. dito largo a 29200,
dito muilo superior a2600, 29800 e 39, chama-
lote prelo de superior qualidade a 39, sarja preta
larca a 29, dita hespanbola muito superior a
22800. dita lavrsda superior a 29200, selim pre-
to a 2$ e 39, dito maco superior a 49, velludo
preto nom, panoos pretos de I96OO, 29, 39. 4$,
5$, 69, 89 e 109 o covado, casemiras pretas a
18600, 29, 295OO e 3j e muito fina a 49 o covt-
vado, los pretos de 6$, 7$ e 89 cada um, mantas
pelas de fil de linho a 79. 89. 99, 109 e 129
cada urna, lindo manteletes de seda pretos bor-
dados com muito gosto e differentes tamanhos a
ultima moda, zuavos pretos bordados, capas pre-
tas eofeitadaa com muilo. gosto e outras muitas
fazendaa prelas proprias para a quareama que
daixam de mencionar-se tudo mais barato do que
em outra qualquer parte : oa loja do sobrado de
i andares ns ra do Crespo n. 13, de Jos Mo-
reira Lopes.
Vedm-se burros gordos e mansos: no
engenho Jurissaca, do Cabo : a trataralli com o
Sr. Domingos Francisco de Souza Leo.
mmm mwmmmmmmm
LiquidacaO
A loja de marmore.
Bou mus de casemira para senhora a 109
_ Mantelelea de grosdeaple a 10$
f.sques de sndalo a 59
Bournusde caiemira para meninos
de todas as idades a 5|
Graode sortimento de caacarrilhas,
I iraugas e fitas de (odas as cores para en-
S feites de vestidos por pregos mais bara-
16 los do que em outra qualquer parte
aewsieew-sMmeieaKeKNediS
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P.
Jonhston & C ra da Senzalla Nova
n. 42. ,
Avio.
Vende-se um ptimo cavallo para cabriolet,
por ser muilo manso e bom trotador, bem como
tambem aerve para sella: a tratar na ruada Cruz
do Recife n.' .6
Vende-se ou permutase por escravos de ser-
vico a casa terrea sita oa ra de Santa Rita n.
57": a tratar na ra da Aurora o. 70, spgundo
andar.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de receber por
amostra urna pequea quantidade de fivellas
douradas e esmaltadas para cintos, todas de no-
vos e bonitos moldes, e tambem douradas que
parecem de ouro de lei, o qlie s com experien-
cia se coohecer nao o serem, estando 00. mesmo
caso as esmaltad is, e assim mesmo vendem-se
pelo bsrato prego de 2$500 rs. cada urna, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Cestiuhas ou cabases para as
meninas de escola.
O tempo proprio das meninas irem para a
escola, e por iaso bom que vo composlaa com
ama das novas e bonitas cestinhas que se ven-
dem ra ra do Queimado loja d'aguia branca
n. 16.
Novos bonets de velludo, e
marroquim dourado.
Na loja d'aguia branca vende-se mui bonitos
bonets de velludo, e marroqurm dourado, os
quaes sao agora mui necesiarios para os meni-
nos que vo para a escola e quem os quizer com-
prar mais baratos 6 dirigir-se & ra do Queimado
loja d'aguia branca o. 16.
Chapeos de castor.
Vendera-se chapeoa de castor de primeira qua-
lidade a jr9, que j se venderam a 169, para
acabar r na ra da Imperatriz, loja n. 20, do
Duarte.
Luvi s de Jouvin
Na loja da B6a F oa ra do Queimado o. 22
sempre ae encontrarlo as verdadeiras.luvas de
Jouvio tanto para homem como para senhora,
adveriindo-se que para aquelles ha de muito
lindas cores, na mencionada loja da Boa F na
ra do Queimado n. 22.
Agua de lavander e pomada.
Vndese superior agua de lavander iogleza
pela baratissimo prego de 500 e 640 rs. cada fras-
co, pomada muilissimo fina em paos grandes a
500 e a 19, vende se por to barato prego pela
grande quantidade que ha : na ra do Queimado
na loja de miudezas da boa fama n. 55.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonitos bicos de linho de dous a
quatro dedos de largura fazenla.muito superior
pelo baratissimo prego da 240, 320, 400 e 480 rs
a vara, vende-se por tal prego pela razio de es-
tarem muito pouca cousa enca-ldidos, tambem se
vendem pegas de rendas lisas perfeitamente boas
com 10 varas cada pega a 720, 800 e 19. ditas
com salpicos muito bonitas e diversas larguras a
19200, I9600e 29 a pega, ditas de seda a 29 ca-
da urna pega: oa ra do Queimado na bem co
onecida loja de miudezas da boa (ama n. 35.
Linhas de cores em nvelos.
Vende-se linhas de cores em nvelos fazenda
em perfeitissimo estado pelo baratissimo prego
de 19 a libra : na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
Papel de peso a^a resma..
Vende-se na ra do Queimado toja de minde-
s da boa fama n. 35. .
4os fabricantes de velas.
za
Mantas de retroz.
Vendem-se mantas de relroz para grvalas a
500 ris na ra do Queimado n. 22 na loja da
Boa F.
Liquidadlo.
Braga, Silva & C, em liquidago, convidam
aos seus devedores a virem saldar seus dbitos
dentro de 30 dias, e participam que medidas ter-
minantes serao empregadas contra os que nao
comparece rem.
lima bar caca.
Vende-se ama bsreaga do porte de 35 caixas,
encalhada no estaleiro do mestre carpinteiro Ja-
cinlho Elesbo, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
as, aonde pode ser vista e examinada peloa pre-
tenderes ; vende-se a prazo oa a dioheiro ; a
tratar com Hanoel Alvea Guerra, na ra do Tra-
piche n. 14.
PEIXE
Duarte Companhia
receberam pelo ultimo vapor as aeguintes quali-
dadea de peixe o mais bem arranjado que se po-
de desejar em latas lacradas hermticamente pe-
los pregos de 19200 a 3$ a lata :
Chourigas finas promptas.
Pescada assada e cozida.
Pargo assado.
Bobolos dito.
Cavalla em azeite.
Guras assado.
Nulas de tigelada.
Savel assado.
Sarda em azeite.
Congro.
Linguados fritos.
Ostros.
Atum marinado.
Tatobem receberam pacotes de sal refinado a
240 rs. cada um e latas com feijo verde a 800
rs.: nos armazens Progressivo e Progressista no
largo do Cirmo n. 9 e ra das Cruzes n. 36.
Chapeos enfeitados.
Vendem-se chapeos enfeitsdos muito recom-
mendaveis para as meninas aue eslo paasando a
(eata nos amenos arrabaldes desta heroica cidade,
a prego de 29 cada um : na ra da Imperatriz,
loja 0.20, do Duarte. Na dita loja cima acharSo
continuadamente os senhores consumidores um
grande e variado sortimento de fazendaa, tudo
baratissimo.
Colleccoes d estampas.
Acabado chegar a loja da aguia branca urna
pequea quantidade de collecges de finas e
grandes estampas a fumo, representando elles oa
marlyrios do Senhor em 14 quadros, os quaes
sao bem acertados para qualquer igreja ou mes-
mo casa de quem tenha gosto de as possuir ;
chegou igualmente outra pequea porco das
procuradas estampas a morte do justo e a mora
do peccador : acham-se a venda somente na ra
do Queimado loja da aguia branca n. 16.
Carteiras com aguihas.
A loja d'aguia branca acaba de despachar car-
teiras com aguihas de mui bOa qualidade, e ex-,
cellente sortimento, e asesta veodendo a 500 rs.
cada urna ; assim como recebeu igualmente no-
vo sortimento das aguihas imperiaes, fundo dou-
rado, que cootinuam a ser vendidas a 160 ris.o
papel, isso na ra do Queimado loja d'aguia
branca n. 16.
Talhares para enancas:
A loja da aguia branca acaba de receber a sua
encommenda dos preciosos talhares para criangaa
e os est veodendo a 320, 400 e 500 rs. confor-
me a superioridade delles : aa ruado Queimado
loja da aguia branca, n. 16.
uvas pretas de torcal
para meninas a 5D0 rs. o
par.
Vendem-se luvas pretas de torgal em bom es-
tado para meninas de diversos tamanhos a 500
rs. o par: "na ra do Queimado loja da aguia
branca o. 16.
Relogios.
Vande-se em casa de Jehnston Pater d- C ,
ra do Vigsrio n. 3, um bello sortimento ir
relogios de ouro, patente inglez, (fe taft dos mais
afamados fabricantes de Liverpool tambem
urna varielade de bonitos trancelllns para os
meemos.

Escravos fgidos
O anligo deposito de cera de carnauba e sebo
em pao e em velas, estabelecido no largo da/As-
sembla n.9, mudou-se para a ra da Madra de
Dos n. 28, quasi defronte da igreja, onde conti-
na a haver um completo sorlimento daqu/elle
gneros, que se vendempor pregos razoavei
As verdadeiras |>ennas ingle-. Barato assim barato de mais
Z8S cajigraphicas.
A loja d'aguia branca acaba de receber sua
encommenda daa verdadeiras pennai de ac
inglezas caligraphicas, dos bem conbecidos e
acreditados fabricantes Perry & C, e apasar da
falta que havia deseas boas peonas, com ludo
vendem-se pelo anligo prego de2/000 a caixiuha
dj urna groza, quantidade essa que aa falsifica-
das nao trazem. Para livrar de engaos, as ca-
lichas vao msreadas com o rotulo que diz. Loja
d'aguia branca ra do Queimado o. 16.
Vende-se um terreno em Santo Amaro,
nntoao hospital iglez, com 700 palmos de fren-
e, em muito bom astado: a tratar na ra do
Trapiche n. 44, armazem de Braga Son & C-
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na ra do Queimado n. 22,
se encontrar um completo sortimento de grava-
tas de seda pretaa a de cores, que se vendem por
pregos baratisslmos, como sejara : esireilinhaj
pretaa e de lindas cores a 19, ditas com pootn
largas a 19500, ditas pretas borladas a 19600. di-
tas pretas para duas vollas a 2$ ; oa mencionada
loja da boa f, na ra do Queimado n. 22.
Meias pretas de seda
Vende-se meia de seda pretas para senhora
fazenda muito superior pelo baratissimo prego
de I90 par : na ra da Queimada na beta, co-
ohecida loja da boa (ama n. 85.
Argolas de ac para chaves
vendem-ae i 200, 240, 320. 400 e 500 ria, ua ra
do Queimatf'loja d'aguia branca n. 16.
Sabonete finos.
A loja d'aguia branca recebeu urna crescida
quantidade de sabooetes finos para barbas, os
qu^es convm a todos compra-Ios mesmo para
moi, arista do diminuto prego de 39 porquanto
se esl veodendo a duzia. Para aalisfszer-se aos
boos freguezes se vender tambem em menores
porges, porm quem mais comprar mais| lucrar,
porque assim borato nao aer fcil tornar a ha-
ver, e mesmo agora s ha na ra do Queimadr
loja a'aguia branca n. 16.
Coraes.
En> massiuhos a 500 ri. cada um.
Em fios a 640 rs. cada um.
Era vollas de 3 fios a 29500 cada unta.
Vendem-se muito boos corees, em massinhoa,
(ios o vollas de 3 fios, pelos baraliaaimos pregos
cima: na ra do Queirr a lo loja d'aguia branca
0.I6.
Objectos de phantsias
pulseiras de missangas.
Aloja d'aguia branca acaba de receber um
bello e escolhido sortimento de pulseiras de mis-
nga* com borlas pendentes, obra de muito gos-
to, e o qae de mais perfeito se pode dar em taes
objectos, a as est veodendo a 19500 cada urna,
tauto para senboras como para meninas, e pela
po'idade do gosto e apuro da moda nao lardaro
em se acibaras que ha oa loja d'aguia branca,
ra do Queimado a. 16.
Vndemete dous raoleques de idade de 14
* lt anooi, Afr-a escrava de bonita figura, cri-
ouli, coiiahifxose e eogomma : na ra ireila
umeroo33.
Grande pechincha
Superiores paletos de pao preto muito fino,
obra muito bem (eita pelo baratissimo prego de
20$000 ris na ra do Queimado n. 22 na bem
coohecida loja da Boa F.
Aboafama
vende fivelas para cintos o mais bem dourado que
possivel e dos mais lindos gostos que tem vindo
a este mercado, pelo baratissimo prego de 29500
Ada urna, carteiras com agulbaa aa mais bem
sortidaa que se. pode desejar, e em quanto a qua-
lidade nao pode haver nada melhor, palo barato
prego de 500 ra. cada carteira, peonas de ago ca-
ligraphia verdadeiras a 29 cada caixinha com 12
duzias, ditas de langa verdadeiras n. 134 a 19200
cada groza, ditas muito boas ainda nao conheci-
das a 500 rs. a groza : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezaa d boa fama nu-
mero 35.
Coosidero fgidos um caaal de escravos,
sendo o negro por nome Joaquim Canario e a ne-
gra Maris da Penha, o negro muito regrista,
tem bastantes cabellos brincos oa barba, e tem
um carogo na face procedido de urna dOrde den-
tes, e a negra tambem (alia bem, j tem cabellos
brancos e tem urna costura fingilo carogo em
ambas as ps, sendo islo (uito em Loanda. An-
dam com um bilhete assignado pormim com po-
deres de procurarem senhor, e como j faga mais
de um mez, pois que o dilo bilhete datado do
1 de fevereiro, e nao saiba aoticias dos ditos es-
cravos", por isso pego as autoridades e mais pes-
soas que os prendara, e remellara para o engooho
Conceigao, comarca do Recife ao seu senhor Jos
do Reg Dantas Coutiobo, que pegar bem.
Aviso.
O abaixo assignado roga aa autoridades poli-
ches e mais pessoas, de pegaren os seus escra-
vos com os signaes abaixo declarados, que fazen-
do umerime, fogiram de seu sitio da estrada
do Arraial.no dia 7 de margo de 1862 ; sao os
seguiotes : Adolpho, preto, crioulo, 24 annos de
idade, secco no corno, altura regular, amarello,
beigoa grossos, vestido de caiga de azulo, canii-
armazem de fazendas
DE
Santos Coelho
Ra ao Queimado n. 19.
l.eogoes de bramante de linho a 39.
Cobertas de chita finas a 29.
Ditas a preco de 19800. .
Cambraias pretaa muito finas.
Colchas de fusto muito lindas a 69-
Esteiraa da India da 4, 5 e 6 palmos de largo
proprias para forro de cama e salas.
Lencoes de panno deliohe fino a 29
Algodo monstro a prego de 600 rs. a vara.
Toalhaa de linho .para meaa a 49.
Ditas de fusto para maos, cada ama 500 ra.
Baldes para meninas.
ncarnado,
vez fax
cineiro
reo de
o Cach-
ete vos ;
sogro Jo-
ileqae
sa de meia tecida de la parda c
chapeo novo de fellro braoco,
mudado de roupas, tem princif
e pintor, intitula-se de (taro,
nome Francisco, morador ni
g, tem urna irma e am irmo meua
este negro foi escravo do fallecido
se Antojo Alvea da Silva. Leobln
preto.-wlaulo, secco do corpo, 16 snoos ala idade,
caoellss Qnas, feicoes bonitas muilo afeado,
quaodo talla gagueja alguma coaaa, vestido de
caiga de riscado com listras encarnadas, camisa
tecida de la parda com encarnado, e outra ca-
misa de riscado azul, chapeo velho de carnauba ;
estemoleque foi escravo do engenho d'agua do
termo de Iguarass, que pertenceu ao lio de mi-
nha mulher Uenrique Poppe Giro, e boje do
Sr. Dr. Francisco Joo Carnelro da Cunha. Pro-
testo proceder contra quem.os tiver azilado e
seduzido : quem os pegar poder leva-Ios a mi-
nha otaria n. 13 da ra do Moodego da freguezia
da Boa-vista da cidade do Recife, que pagarei
todas aa despezas a trabalho.
Marcelino Jos Lopes.
Fugio no dia 20 do correle de bordo do
patacho Capuam, o escravo crioulo marinhei-
ro de nome Antonio, idade 19 annos pouco mais
ou menos, altura regular, rosto comprldo e com
alguns signaes de bexigas, levou caiga e camisa
azul : quem o pegar leve-o ac escriptorio de
Antonio Luiz de O iveira Azevedo 4 C. ra da
Cruz o. 1, ou a bordo do dito patacho que er
generosamente recompensado.
Fugio 00 dia 26 de fevereiro o escravo Ma-
noel, conhecido vulgarmente por Uanoel Fran-
cisco, cor fula, cabellos carapiobos, alto, aecco
do corpo, qoando anda muilo espigado,
bem deaembaragado, tem os douades^^T
um pouco largos, gosta multo de andel
traja quasi sempre camisa branca oaj
aberta na frente^ me
prado no dia 22 o
de Paula Bapsu ;
ciaea e espilles de caj
lav.lo ao seu ser/
ra do Queimado


nada.
[le na esposa pira lh'a langar
ir algumas hotai da ooite con
________ai Maria. Nao tejamos egostas da
dade.
E sshiram lodoi. *
V
Jeronyma.
J eiante, cada tu que asteo tara me-
i horas da reaigio, encarara dos lugares
auas duas Albas, idas para sempre, e o mes-
mo era pastar da tristeza s lagrimas. Mais for-
te, ou manos proferida en suaa saudades, a es-
cuidava em diitrahi-lo com ruteares con-
solares.
Jrooyma rguia-aeda sua cadeira, ia sentar-
se beira de aeu pee, e com raides, mais con-
vincentes que os carinbos, conteguia miligar-lhe
a aaudade. i
Blandicias e ternuras filiaes seriam cohtrafei-
tas no geoio de Jeronyma. Nem ai dava, nem as
acceitava. J de muito menina, mostrara-se
pouco agradecida 4 caricias e inTencionisses das
que andam de uso em todas as mies. Ra dos
mimos que as irmas andsvam como a pedi-los
ao pae ; e, ae este os quera repartir por as tres,
coatuniara ella diier A Eulalia e a Maria
que estao a morrer por fesiinhas ; a mim d-me
antes um caderno de papel para eu fazer contaa
fl traslados.
Os bflnquedos de Jeronyma eram de todo o
ponto avSsios aos ordinarios na infancia femenil.
O que ella quera era um chapeo armado com
plumas de papel, urna espada de cana, e, mais
que ludo, um bote de cortica com ela de chita,
o qual ia marear no rio, quando vollava da mes-
tra, mediante o consenso do rapax da toja, que
lhe era o portador da suspirada barquinhi.
Dos doze aooos em diaote, Jeronyma, hbil em
escripia e contabilidade, ajudava o pae na escrip-
turagio, e lngara os borret (*) ao livro-mestre,
para sen pae, detajudado de guarda-llvros por
economa, nao perder horas da noile em vigilias,
nocirs i sua dbil saude.
Dos 14 aos 15 annos solicitaram-na em casa-
mento, como se disse, ventajosos partidos....
Occorre-me agora, que n'um dos priaeiros cap-
tulos, quando loquel de relance os retratos das
trea meninas, deixei entrerer que Jeronyma do-
ria menos i natureza dadivosa do acaso da for-
motura. O que eu djf/e foi era a menos bella
mas a menos bella, em comparscao de Hara e
Eulalia, podia ser anda formosa.
E era.
Alta e conformada a primor de formas; expres-
sao e geitos de Torca, e torga timbem d'alma ma-
nifestada pelo olhar firme ; nao alva nem more-
na ; cdr de aaude, igual, mui levemente purpu-
rina ; labio superior escassameote insembrado de
lanugem lustrosa ; esmalte puritsimo de denles,
raro fistos no abrir do sorriso, que poucas vezes
Ibe veio da rootade, e menos anda da condes-
cendencia ; na loogura e pretidio dos cabellos
primara ella entre as irmas ; nao assim no mi-
moto e pequenez de mo e p, que raait peque-
nos, deadiriam da sua elevada estatura. Basta
o bosquejo.
Tenbo observado que, em romances, a parci-
monia dos tragos nos retratos ajuda mais a ima-
ginado do leitor. D-se commigo isso, e cuido
que toda a gente que l farto aranzel de paginas
a descrever urna phisionomia, nao forma do todo
' mais aproximada tmagem do que o proprio au-
thor, que nos d tratos ao pensamento, nao tendo
elle algum.
Ha aht escriplores, que nos pintam homens e
seoborss, como os naturalistas descrevem aoi-
maes anti-diluvianos, aem os terem nunca visto.
Eu tambem nao vi Jeronyma ; ouvi fallar del-
ta um dos muitos, que a tinham pedido a seu
pae, ha cincoenla annos.
E todos ella regeitra tem soberna, sem os ter
visto, nem comparado com outros. Coasullava-
se em relagio vida e nao ao homem. Faltava-
lhe o coDselheiro do coraciio Sentia-o, sobrava-
lhe seosibilidade para dedicacao e excedencias de
fllha ; mas o iosliocto do amor, aioclioagio li-
berdad. aymbolisada pnlo jugo mairimonui. rase
natural que a sciencia phisiologica vos afirma
que existe inseparavel do coragao da mulher, nao
o tinha Jeronyma.
Chegou ella a conhecer, antes de suas irmas
catarem, nm dos seus propostos maridos. Era o
cavilleiro qu eu eocontrei no cemiterio, e a quem
careco dar um nome. Seja Pedro.
A jalgar do que foi pelo que em corpo e es-
pinto. Pedro devia ter urna gentil e graciosa
adolescencia. Veem-se flores do passado na-
quellas ruinas de setenta annos.
Viu-o ella em casa de seus paes, conversou-o,
ooviu delle os sentlmentos, e dos ettraohoa i ri-
queza. 5
Dezoilo annos tinha Pedro. Promeltia attingir
a extrema das almas honradas e cubicosas da-
me sem desdoaro. Tudo venceu, salvo o coragao
de Jeronyma. Sahia-lhe a boa fortuna ao en-
contr em todas as paragens difficeis ; mas oan-
jo do amor nunca foi por elle, nunca a empobre-
cida ou abastada filha do commerciaote lbe quiz
innaslrar na sua corda de ventaras a mais anhe-
lada, a melhor flor.
Joaquim Luis, como ji viram, era estraoho s
oclinacoes de suas iilhas. Urnas ha a que pae
nenhum deve sereslranho ; essai porem, nao as
tema elle. A base de sua seguranza e confiaoca
dera-lha a educagio. Via as iilhas no coragao
at esposa. J crescidas, ja mulheres, a alhmos-
phara da innocencia era a rxesma em casa.
Ouviu Jeronyma, e nao lhe dea conselhos.
Fallou-Ihe as virtudes de Pedro, ella respondeu
com a negativa das suas propenset, humilde na
resposta, e submissio ao sacrificio.
Sacrificio, nunca 1 dizia o pae.
Casaram Maria e Eulalia. Voltou Pedro a fal-
lar da sua paixo, decorridos dous annos de des-
peilo e de esperance. O negociante, inclinado a
crer oas mudancaa do genio, fallou novameute a
Jeronyma, e levara o animo confrangido e te-
meroso de a perder.
(*) Para illucidar a phrase ambigua, noten) os
desentendidos que borrei, neste caso, sao os
cedernos ordinarios em que o commerciante faz
os sena aesentos e apootamentos, que depois
traslada para livro especial, e principal em seus
batneos. '
cansa a
aam
9 serbeeessario a nota a poucos, nao
rirem della os mullos que a dispen-
IOII11 IIM
ORIGINAL DO DIARIO DE PERMIBUCO.
cu
Sunsunio.Um drama do mar.
XVI
Nao ha no mundo siiuagio mais cruel do que
aquella em que se achavam os nossos infelizet
nufragos, no meio de um mar sem fim, distantes
seiscenlas leguas da ierra mais prxima, teodo
em perspectiva urna morte atormentadora de-
poia dos horrores da fome e da sede I
O viajor perdido nos abrasados desertos da Ara-
bia, exposto it medonhas tempestades de areia
que apsgam o brilho do sol, e todo suftocam, tem
ao menos a certefa de encontrar um oasis, col-
locado pela bom Deas nessas regides inhspitas,
onde se refrigere e restaure as torcas esgoladas
palas prvaces, e.reconforte a alma com a vista
?grada v el de um verdejante prado. Has o pobre
sufrago alirado na immensidade do ocano, tem
a e nove probabilidades contra, e urna s a
gltiva com a luz do dia, de deparar a|-
navio que o recolba I Seus dias pas-
ma Mciedade indizivel. que o su-
.aV-W*'0' eomo nao Pd w outro
sentivel, porque de todo. o. inst.ntes e
o homem do mar nao te assemelha
utro mortal. #asemeina a
paga caroo arrojo e aiaor-u ama lu-
an*onando para .*.
6e*> ..;r.Mll;rn
josries do templo Vqae'
------------------i
biptliMo;
Ir'
_ sangue g
-----------a abragava.
Depois da perda occaeionada pela invatao, J-
rooyma redobrou de fadlgas. Joaquim Luix era
sesiono na loja, e ella, para poupar j mi e o es-
tipendio d'uma craada, era aosinba no morejar
da casa. A riqueza de Eulalia nio melhorou a
temprenla a mesmo a escassez da casa paterna.
Duarle podia ignorar os recorsos de seu sogro,
Eulalia Uvera orden de os nio dizer a aeu mari-
do. Jos da Fonseca tinha bastante penetrarlo
para avajia-los, mas acbva-os eguaes aos seus,
e por ti estimara a superior ralla da indepen-
dencia.
O trabalho e a economa frnclearam muito ;
porm, as dividas contrabides para restabelecer
o cemmercio, absorvism o mximo; e asfallen-
Cias, motivadas pelosique, e paralisacao do tra-
fico, damnificaram em mullo o negociante, mal
restaurado da grande perda.
Jeronyma scismava em descubrir alguma outra
tentativa mercantil. Joaquim Luiz restriogira a
cereaes arroz e caf o seu negocio. Jeronyma
animou-o a armazenar azeite, obrigando-ie ella
a lomar a si o encargo de dirigir a labutacao.
Kiu muito o pae, e andou contando aos seus ami-
gos a especulaco em que eslava afreimado o
espirito da sua Jeronyma. A Sra. Hariaona ca-
da vez descobria mais qualidades de homem na
menina.
7" minha filha a gorernararmazensde azei-
te Iexclamara ella.Hivia detergraga, quan-
do la irmaa descesse por Villa,Nova com o aeu
vestido de veludo escarate sobre um cavallo,
sahires-lbe tu porta do armazem a perguotar-
lhe se quena comprar-lhe um Odre de azeite I
Nao pode Jeronyma levar seriedade a galho-
fa de seu pae. Desistiu, e voltou o pensamento
para outro lavor mais caseiro e adequado. Lem-
bron-se de fazer doce, mediante o entino de urna
creada de freirs claras, que tinha sido de sua
casa. Coosentiram na empreza os paes, e Jerony-
ma deu se toda quelle pesado trabalbo.nas poucas
horas quedantes reservava ao repouso. Ointe-
resse nio correspondeu isfadigas. Joaquim Luiz
prohibiu o fabrico do doce, rendo que a robusta
compleicio de saa filha se ia quebrantando.
Nio tena tu o pi de cada dia certo, Jero-
nyma ?ldizia-lhe o pae.Quem te assim rir
abarbada de projectos de ganhar dinheiro, ha de
cuidar que ests derorada de ambicio.
E esloa, meu pae.
Ests? Nao te louro porissol Quem te
deu o exemplo da ambicio filba ? Em tua mi
tens visto o christio desprezo das riquezas. Em
mim tu sabes, Jeronyma. que os desastres me
levaram ludo, menos a paciencia, para soffrer
os que vierem. Como pois, que tu sahiale
ambiciosa ?
Ambiciosa da sua vida, meu pae ; ambicio-
sa do seu descanco, e da sua saude. Cuidei que
podia com mais algum trabalho poupar meu pae
a cuidados e affliccdes. Nesla esperanza que
me pareceu preciso e estimavel o dioheiro. Era
feliz eu, se conseguitse realisar o meu desejo
maa vejo que urna mulher sempre mulher Pa-
ciencia. Meu pae continuar a fatigar-se. e eu
a ajuda-lu como at agora.
--Poissim, fllha, e Deusnosajudar a ambos,
e dar alent com o exemplo de muitospaes,
que nio tem urna fllha como a minha Jeronyma,
e de multas filhas, que nao sio lio queridas
como tn.
Pedro conhecia a grvida Je e juizo do advoca-
do Fonceca. Sollicitou-o em advogado do seu
coracdo, fortalecendo o pedido com as conve-
niencias resultantes do casamento para o com-
mercio de Joaquim Luiz.
O eoracio, disse o marido de ariaH mo-
tivo para que eu tome grande parte no bom xito
dos seus honestos desejos ; mas a conveniencia
nao arma azada par vencer a resistencia de mi-
diJuc Dem iDduzr meu S08ro a Persua-
Reviveu aja repelida idea do casamento de
Jeronyma. Fallou-Ihe directamente o cunhado
tenTuV."6 ?U8 SOgr0 8e e1i"' 'erceira'
f'"'"- Jeronyma respondeu que seria espo-
sa de Pedro, se com o sacriflear-se dsse a seus
ve^iu paes um fesiu do ,d dracau^aa. "
O negociante, stbedor da resposta, pediu i
naUmgrte-Dr qge Dnao fa,la88e raa,s em casamenio,
nem ditsesse a Pedro as condiges com que tu
fllha acceitava a violencia. H
Pedro_ nao desistiu aioda : esperou, ceg da
sua paixao, esperando a luz do lempo, cerno To-
bas a espera va do eu. */* n
. Singular creatura !dir a leilora, sem toda-
va lhe repugnar a ndole de Jeronyma.Singu-
lar creatura, que nao ama I Ser, pois, certo o
que se l em Balz.c : a natureza. que faz c.goa
de nascenca, pode tambem crear mulheres sur-
das, mudas ecegas em amor 1 j>
Se certo o que Balzac diz, nio sei: Balzac
.?" meD08 "acl" ('ue bem di,. Por
exemplo, que o amor a melhor nvencao da hu-
manidade. O amor emquanto a mim, na esphe-
ra da sua pureza, invento divino, promana-
Cao directa de Deus, foco irradiante de todas as
paixoes abengoadas, que atara o esposo esposa,
o Ulho aos paes, o amigo ao amigo, o homem ao
homem, e a humanidade ao ao seu creador.
Jeronyma nao era surda, muda e cega, em
amor, como o philosopfto-romancista a qualfl-
caria. Muito; e muito do coraco amava ella
seus paes, e suas irmiat. Amava muito, porque
ae nao reparta aos poucot. Arda em ternura
ae lilha porque nio respirava seoio o ar tepido
dosanctuano da familia, e nio refrigera va as
calmas do coragao aos quatro ventos do mundo
como usam fazer creaturas. que se temem de'
abafar ao ardor de um t affecto.
Nao era singular, nio : era apenas natural ;
linha de mais que o vulgar a virlude da tprca
e a concentragaoinexpugnavel da vontade e tl-
ez o precoce pensamento da independencia do
mundo, sem coohece-lo, nem menospresa-lo.
nmS1 fra'.h"e?0 . guma estremada heroicidade, das que patsam
obscuras, como o perfume da violeta humilde
L que dire eu da sua alegria no trabalho ? Ja-
ma. urna nuvem de enfado, um tregeito de
aborrecimento, um visivel desejo de repouto I
cr r?,"a 8eu rv0ae leil POf usa de leves
enfermid.des. Desci. ella a armazenar os ce-
[\uXa.X"glC c"re55es. e a reclamar na
alfandega os gneros de sua casa. Os nego-
ciantes daram-lhe o passo respeitosos, e os W
ciunarios aduaneiros pospunham lodosos servi-
gos para atteode-la. Ante alia o reepeito do eu
nome a pedir a consideragio para ella. Em auas
. ira
Quantts fortunas ~
"Sre nh^riaipiedaroma
m, e todos nos qaererlamos i restltairia mais brando o.ra
ioaquim'Luiz. .or,indo raapondia- "^-" '-"-^J^-'-S-'W?.^ -
"~ M,i. 1"e 88 ha de fazer A raoatga nio
2rieerm!e^mUm P.,e Diiei 'os..fiZ 5ue
hum^iS? '-f60-' no "ot le Deus. 'na
Recama ma<,,,?M' e honra do trabalho.
neu. C?Z ?!;laM,,n TOSSOS Dlb0. a ,ereU i00' Como "cademico, a pena* perdis
... iw- ------------ M""''". que o
t>.*.~\7.ZIl'-----T"i">'"i'<'riaaue. pae.lhe enviavapara pagar a raedicos a bolirrin
g5 d. ,a"u S M" tia-'- d0S ,eU* "i/"'1" -e ;eceil d ^rthUd,VoanS?
J'6U, e ae seu mesmo nae. Srtffn n asoe- nhor de ninhaim n....i i. ... v
pae. SoTria, e espe-
amigos, e de
rara.
' VI
' flitare.
A grandes espagos, visita va Eulalia seus paes,
nio coota de viver indolentemente nos suaves
gosotda casa e da familia ; mas por causa das
ongascaminbadas, que seu marido fzia a visi-
tar prenles"os de sua me, claro vergonleas
do preclaro tronco dos Porjazes.
Estas visitas eram demoradas, como de uso
as Ierras sorttnejas. Hospedagem menor de oi-
to das era um desgosto para a familia hospedei-
ra, a um direito perdido a reterem os hospeda-
dos em sua casa tres semanas os visitantes em
divida, chegada a sua vez.
Raros inlervallos tinha de socgo Eulalia. Ora
ia visitar os primos, ora os recebia no seu pala-
cete. Tempo de descango, meditagio, e melan-
cola s lh'o davam as idat de Duarte it reiras
com os seus cavallos. De melancola, dissemos,
e de veras viva triste a noiva de sois mezas.
Acostnmada quietagio e recolhimento da ca-
sa paterna, pensara ella, em solleirs, qae o ri-
rer do campo lhe seria grato, nio fallando ji
nos dulcissimot beos da soledade na aldeia,
quando duas almas seotem n'uma. Fiava Eula-
lia oa rida a sos com Duarte a sua felicidade ;
contara em continuar a obscuridade da sua edu-
cagao ; pensara em cultivar flores; e, sem ser
romanesca, antdgostava as delicias das noites es-
tivas, com o ambiente perfumado de laranjeira,
e aoseu lado, o esposo, nio* amando-a mats em
noutes linda, mas amando-a por egual em to-
das asestagdes, como a innocencia cuida que o
amor, e como em rerdade elle deria ser, se o
destino da creatura nio fosse mais alto amar.
Quando solleira, dizia Eulalia, muitas rezes, a
suas irmiasque iriam a miudo estar com ella s
temporadas, principalmente quando o seu Duarte
estivessa as reiras. E-la mesma perspectiva lhe
mentiu, por que Hara cjsou logo depois, e Je-
ronyma era necessaria casa dos paes, e de si
mesma insepararel de auas obrigagdes.
Ao separarem-ae, pela primeira rez, disse Eu-
lalia a Duarte, que, durante a sua ausencia, po-
da, sendo goslo seu, ir ella passar algons dias
com os paes. Mansamente lbe disse o marido que
a sua casa era aquella.
rfQToMias C0J" quem hel-de distrabir as saudadet
de li?l-rederguiu Eulalia.
Com ninguem, meu amor.-disse elleEu
lerla ciumes de quem distrahisse de mim o leu
coragao.
Entio para que raes, Duarte? Deixa-te es-
tar commigo. Sio lio poucos es dias que passa-
mos sosinhos!...
Um homem nio pode, nem dere entregar-
se ao bera-estar de urna vina inactivaretorquiu
o marido com aspecto de circumapeegio A mu-
lher para a vidf domestica ; o homem para a ac-
tividade. O espirito tem urnas precisos, e o co-
ragao outras. A razio manda salitfazo-las todas.
Bem sabes que eu teoho este goslo de feirar ca-
vallos, e sem sacrificio nio podara abster-me
disto.
Nem eu quera, Duarte. Eu disse-te brin-
car que nao fosses. Vse, e tem cuidado, que
nao dls alguma queda; Demora-te o que quiza-
res ; mas nio me es juegas.
Eulalia, fallando assim, dizia ella depois que
eslava vendo e ouvindo a imagem de seu pae.
Mas os conselhos nio lhe eram remedio Iria-
n"' ,J'Dna en,re qoinze e dezeseis annos.
uoiam-lhe s vezes no coragao uos taes rebates
Mfj fA*
cujos arredores fbram teslemunbas dos brincos de
Esta vida arenlurosa enthusiasma certas natu-
Ho! pnvile8,ad". ue amam a gloria e os pa-
ngos, e preeisam de ar e de espago ; porque em
ui,0?Ie.Qem"Se,em-Iberda<,e: mas oiecaoto.
que ella em nao eao os
tyrios que sio sua partilha exclusiva.
Entretanto, cada vez o homem se mostra mala
afouto ; por um navio que se perde -deb.ixo das
mais cunsteroadoras circumstanclas, espalhand>> o
uto e d por immensidade de familias, dez ou-
tros sulcam os mares; por cem marinhelros que
suecumbem, mil surgem logo para tubslitui-los
tem se importar com a sorte d'aquelles, embria-
gados da mesma forma pelo deejo de percorrer o
mundo.
E estes hroes do mar coolinuam sua missao
sublime de ligar os hemispherio, de fazer desap-
parecer as distancias que separam os continentes
e com ellas o antagonismo que dividen os povot
desappercebidos, desdenhados, encontrando a in-
gratidao da sociedade, que nio sabe o que lhes
deve, quando aeabam de vencer a dos elemen-
tos I
Quando a historia nio encerraste milhsres da
ejemplos que coofirmam esta triste verdade bas-
taba o facto do mmorlalColombo coberto d'e fer-
ros depois de patentear ao veiho mundo um novo
muodo, a que nem sequer ligou aeu nome. para
em voz alta proclama-la I
Na dolorosa prova imposta aos notaos amigos
Elvira manifetta toda a grandeza de sua alma, e
maitaffeclos captiva. A frgil senhora trantfor-
ma-se em urna herBina admirarel, que todos
fortifica com seu precioso exemplo. Ella o con-
sol de seu marido, que, taciturno, e quisi suc-
cumbido, depois doesforgo enrgico que fez so-
bre ti para salvar tua guaroigio, peoaa. com pro-
fundo desanimo, no tritte futuro qua te Cateaba
chegava a crr-ae infeliz. Conatrangiara-na
passaiosaparatosos, ou o bulicio das visitas. Ti-
oha horas de lembrar-se da saleta do trabalho em
que ella com suas irmas cosluravam silenciosas.
"" r**; d" n "*<>. qo c pasmava s vezes a
olha-las por cima dos seus grandes ocios de co-
bre. Recordava a entrada do pae, ao intarde-
er, e as conversages que os dous velhos troct-
vam sobre interessautes futilidades dogoverooda
casa. "
E, ao mesmo tempo, o eoracio amWe, cha-
mando tudo ao seu egosmo, dava de mi aquel-
las saudosaalembrancas, e Eulalia ji julgava-se
feliz, e aecusava-se de injusta com o aeu des-
tlBO. .
Duarte era do barro commum. Posto ist'o, o
leitor negara as maravilbas do homem. se lh'as
eu confiase. E' j vulgar o proverbio de ser o
casamento a sepultura do amor. As vulgarida-
des nao meseduzem, e aquella menos que todas.
O casamento pode ser a sepultura das chimeraa ;
maa do amor nio. A meu ver, o amor o su-
perior quilate da amisade ; a amisade o mais
levantado dos humanos sentimeutos, e o casa-
mento a uoiio. entre creatora e creatura, que
mais se ajusta e mais retulla em dons e excelen-
cias de amisade. At almas nimiamente ambicio-
'"* ou inexpertas hio de imbicar nestas deQni-
goes. Dir a mulher cubigosa de sensages ar-
dentes que a amisade um sentimenlo fri. Di-
r o mancebo, que fez de sua phaotasia urna fa-
brica de mus romancea, que a amisade nio d
de s as tragedias amorosas, celebradas pela his-
toria Digam, embora. A mulher. te, a meio-
camiono da vida, tiver consummido ocoragioem
violencias e ardores de sentimenlo, a ponto de o
Ji ter inerte para a amizade, ter qae passar s
e atormentado outra metade do camioho. O ho-
mem, que esperdigou os annos di forga e da f,
em anhelar os impostiveis do amor, que redun-
dan! em desgragas para aquellos que os tentara,
ao fraquear-lhe a phantasia, sentir tedio da vi-
da, e tedio da esperanga em melhor mundo. As-
sim que a cadeia, que prende o homem di-
vindade cadeia quebrada, se o lo da amisa-
de lbe falta.
A phantaaia de Duarte, ao sexto mez de casa-
do, ostava desinfeilada de chimeras f-a.n o
amor, como eu o comprehendo, podia, sem
adornos, fazer anda a beraaveoturaoga de am-
bos, como ella pode ser na trra, nio tomando a
seno os melhoramentos que muitos poetas e ro-
mancistas lhe requerem.
O marido estimara grandemente sua esposa,
porque era bella e por que realgara na rirtude
da docilidade e da paciencia. O rerelar-se ella,
nos fazem, quando o genio jeit^qebradYde
torcas para resistir rasio. "
Tara islo. porm. fra miler que outras pai-
xes nio avassallatssm o espirlto.de Duarte
As idw s feiras espertarara nele o praier do
----------- .-.... ..niKniililll UUBOCU. S-
nhor de dinheiro. Duarte prkKipjou joganJo por
comprazer aos fialgosseus companheiroa de fei-
ras, e acabou por obeecer ao jugo do vicio e
oecesaidade da desforra. #
Como o azar rra temporario na feiras, o ma-
pnrnii aa ri. a" ""o mu cruzados lexclamou Antonio
f PoMn, ?T*"'.* ei5M,as Pere'r cruzando os bragos e bamboando a cabe-
3 roilo, era frecuente: Par i r* ...ii.,,.. n__ JT.____.... ___.T
de saudade da sua laitlia oe a nobre menina 7 ? C0Qler> {">t^e Denf de le ogro
rido de Eulalia
onde o jugo, no Poilo, era frequente: Por va
de regra, estas casas eram a guarida e muilas
vezes o manancial de muitos filos segundos,
que arriacaram os diminutos alimentos; mu, no
maior numero de casos, os triplicavam. A ban-
ca era regularmente propriedade d'um senhor de
casa, associado na empreza com um hespanhol.
Os hespanhes gosam, desde remotos lempos,
crditos de espertos e ambidextros no maoutear
de cartas, e em todos os ardia da tabolagem.
bragas ao seu professorado em Portugal, hoje
nao havemos medo que nos levem as lampas em
manhase cavillage, que em boa rasiodeviam
nlamaf, e d-se o caso de nem se querdesdou-
rarem. Desdourado s o inexperto que joga oa
seus hayores, e confia do capricho da aorte o
derradeiro pao da tua familia. O homem que
pflde ganhar esse pao, denominase singelamen-
te...urn homem feliz no jogo.
Foram conslJeraveis as primeiras-perdas de
Ouarte. Erara j assumpto de conversages; nio
poda ignora-las Joaquim Luiz. Disse elle a sua
mulher:
O jogo foi a nica paixio, que me nio oc-
correu, quando disse a Eulalia as traosformagoes
que seu marido podia experimentar l
Foi o negociante visitar sua fllha. e de propo-
sito a fallar com o genro. Eocontroua quebra-
aa de cores e chorosa.
Conlou-lhe Eulalia que Duarte eslava no Por-
to, havia dous dias, sem ir a casa, e que Anto-
nio Pereira, fflicto pela demora, o aodava pro-
curando.
0B10 e traa Duarte Iperguntou o pae.
"~ Bem...Cooheco que se esmera para me tra-
tar bem; mas ha urna ideia que o tem aempre
looge de mim.
A's vezes, fica meditando com ar lio Iriste,
que me faz immensa pena, e nada lhe digo, te-
merosa de o afigir.
Que recejas tu, fllha ? Psrece-te que Duar-
te andar preoecupado n'outra sffeigio?
N outra afleigao I exclamuu ella, impalllde-
ceodo.Isso pode ser, meu pae?
Nao te assustes, Eulalia, que nao Teu
marido tem urna paixo teirivel, mas o teu co-
ragao pode estar tranquillo
Que meu pae?
Teu marido joga...
Eulalia tirou do fundo d seio um grande sus-
piro de desafogo, e disse :
Que tem isto ? Aioda- bem que essa a
paixao...Deixa-lojogar; euj sabia que elle gos-
tava de jogar. Nao se me importa que elle se
entretenha, meu pae. O que me costa passar
lautas horat aqu aosinha sem o ver, desde que
elle rae para a cidade todos os dias. Foi hontem
de manhaa, e por l est aidda.
A. jogar, e a perder, lhaatalhou Joa-
quim LuizE olha que por mjiorque seja a casa
de teu marido, poucos annos baslam para a des-
baratar no jogo. \
Paciencia.:.murmuron EulaliaQua hei-
de eu fazer ? \
."~f ede-lhe com braadura qde oiojogue, mi-
nha lilha. Lombra-lhe que as desgragas prore-
nienles do jogo nio iospiram compaixio a nin-
guem, e ajuotam pobreza a destoora. E' aioda
lempo de o cooter, porque os ben de leu aogro
----------- ^M
rebeldes ao impe- enstam smeole quatro mil cruzados. De
ir-va mocidade do nosso Duarte precisara da re-
matar-se com o desacert do jogo. Duarte oio
ga *: Oco por elle, e Eulalia, pede por seu
marido, qua digno do flador e da iolercetsora.
Aceraou-se Eulalia do marido, que estara de-
sadvelaodo neumticamente a esporas, e disse-
Ihe maviosamente, affagando-lhe o rosto :
Promettesde nao jogar mais, Duarte?
Promello, meu amordisse elle cora affa-
vel rosto,e accresceolou ao ouvido de Eulalia,
toda caricias : Mas faz lu com que meu pae sus-
penda osermao que est por um trli a rebentsr
em formal descompostura.
Correu a esposa a acarinhar tambem o sogro, e
a dizer-lhe em tom rogativo :
Nio ralbe mais, nio ? Elle prometteu, e nio
fallar.
Quatro mil cruzados I exclamou- Antonio
a *e
' t os tophoa de felicidade com que se ha-
Todoi
imbot
illidba
embalado tinham aido
(iftr arruolli
fatalmente
(alidada, e
agora cada um cogitava comsigo na rerdade dot
preseutimentos deque haviam zorabadol
Comefteito; amarem-se. como se amarara;
vencer as difflculdadesque venceram para unirse,
gozar de 18o curto instantes do urna existencia
dourada.que pretendiam fazer terminar com a
propria vida ; ^repentinamente rr surgir dian-
te dos olhos o espectro de urna morte prxima e
medonha; quando.apenas tinham comegado a
apreciar o valor dessa existeaeia... era para en-
louquecer; para fazer blatphemar contra o cu.
se nelle mesmo nio depositatsem toda a sua con-
naoga ; se nio tossem destes chrisUos verdtdei-
ros de inabalavel constancia e f.
Passaram-se oito dias, que pareceram oito me-
zes aos pobres infelizes, sem nenhum incidente
notavel, a nao ser a dirainuicio da aguada e dos
minliraentos de que ae proveram, o que impor-
lava na diminuigio dos dias de vida, que tam-
oem lhes ettavam contados;
O horisonle toterrogado em todos os sentidos
pelos olbarea vidos e desvairados dos detgraga-
dos, era de urna mudez aterradora nem urna
vela, ao menos, apparecia, que lhes trouxesse urna
esperanga, que os poderia confortar.
Namanhiado nono dia a jangada eslava s ;
os escaleres haviam desapparecido i noite
Ette successo inesperado, que osdeixav'a ainda
em maior olidao, foi um tormento mais accres-
cantado s torturas que sotTriam : nada melboro
pode pintar do qu estas patarras de Buftou que
parecera escripias para ette caso.
a Solidio absoluta, mil rezes mais horrireldo
que a das florestas ; porque ah as arrojes sio
anda teres para o homem que se r t.
Mais apartado, mait despido, mais perdido ues-
tes lagares raztos, e sem limites, ella encara por
ene so nao emenda, por morte de teu aogro, virio
os usurarios tomar cota das suaslhypothecas. e
acaris pobres. \
Eulalia nioouvira as ultimas pbrltseadaquellas
explicagoes pouco ajustadas aos seus quinze ju-
dos, mal sabia ella ai vanlagos delser rica nem
as desvantagens de ser pobre. O que ella eslava
eseulando era o tropel de cavallos, em que j se
nao fiara, por se ter engaado rauitaa vezes du-
rante a noite paseada e a manhaa daduelle dia.
_ Elles ahi vem I exclamou ella, quando os
ca" ""eram, a latir de alegres, ao conio.
E Eulalia, deixando o pae, correu ambem em
direegao ao portio ao palim das esiadarias. j
com as cores no rosto, e a saltar de ubilo como
cnanga ou como aquelleamor-creaog'i dos quio-
ze annos. H
Joaquim Luiz flcou-se a olhar pan a cadeira
d onde ella fugira impetuosamente, c disse en-
tre si :
Palavraado Evaogelho : dexari s teu pae
e tua mi... Que bem conhecia Jess a.nalure-
za humana I
E."iel^', deDlr0 Pae> meU DuSTl8 llisse
Estimo bem, respondeu Anto lio Pereira
com gesto carregado.
Que lera ? disse Eulalia ao logro Eit
zaugado com Duarte ? B
Podera nio 1 Se assim vamos, d'aqui a pou-
co havemos de querer um bocado de pao, e Cao
EuUlur8nlS0hha deer -8sim> meu e-toroon
tulalia-m bocado de pao toda a gente tem.
ualla-te l, que nao sabes o qudizesre-
darg o l.vr.dor. Cuidei um. couja, e sahu-
noZi"' .ue, mulher 1e naVtens mo
no genio perdulario de leu homem ? |
T..,5.Uli.Lu,!.cheg0U a terop0 ^ue ?ulalia ba-
UI pergenia0.9 PU" eSlrabeza 8 f-1 de
.JLSnW pfreira.d'se a nejgociante, o
genio da perdigao oio obedece a mujeres, que
ga meditaiifaQuatro mil cruzado 1 O rend
meuto de um anno da minha casa 1 O resto, Sr.
ih-i"'? H!* reat0 daquellas pegas em que eu
me tinha fallado. que o outro foi-se lodo, levou-o
a breca na compostura da casa I
DnT.ni0*lnpa rlq-Mia,o. Tereira-disse o ne-
fhJ S2 !' ^ VSC: deC0Dta ,'ue os ^acezes
lhe deram no mealheiro. e o deixaram aioda as-
sim duzentas vezes mais rico do quo a mira. Nio
justo que soffra duas expiragoea seu ulho : bas-
ta-lhe a elle o que ha de soffrer, quando se lem-
brardo queperdeutio mal, ecom tanto risco de
perder tambem a hoort.
Proteguiu neste sentido o discurso do com-
merciaote, e a egual passo a dr do velho se foi
acalmando.
N'uma entre-aberla, chsraou Joaquim Luiz de
parte o genro, b disse-lhe:
Seu pae tmente sabe que o Sr. perdeu qua-
tro mil cruzados. Se lhe presa a viJa, laga mui-
to porque elle ignore que a sua casa, ou a pala-
vra deseu filho eti hypoiheeada em doze mil
cruzados.
Quem lhe disse tal ?atalhou Duarte com
vehemencia.
%" O Sr. Duarle Pereirarespondeu serena-
mente o negociantedeve doze mil cruzados a
Pedro da Cuoba de Prevezende. doze mil cruza-
dos perdidos em quatro raezes em casa dos Mel-
los, em casa dos Alcoforados, em casa de outros
udalgo que jogam e briocam borda de um abys-
mo.em quaolo outros, que nao sao fidalgos, eape-
nas sao portuguezes, se andam l por fra a ba-
talhar e a morrer em defeza da patria. Bonita
aegao I Os autores dos folhelos parilas que por
ah se escrevem, quando fallam de Portugal di-
zem semprea patria dos Albuquerques, dos
(astros a dos Pachecos; preciso honra-la com
os appellidos historeos, como se a patria se ti-
vesse por deshonrada de'ser a patria do povo I
Muiio bem I Oa fidalgos, os descendentes dos ap-
pellidos que joguem ; o povo, que uio sabe o uo-
me de seu av, que morra na defeza do territo-
rio e das regalas dos fidalgos I
De carregado aspecto eslava j Duarte ouvindo
a sensata parlenda de Joaquim Luiz. Urga ao
ridosera sua pessoa, como neto que era ou podia
ser dos condes da Feira. D'oode procedeu que
Duarte, alevsotaodo o rosto altivo, respondeu :
Nio folgo de ouvi-lo, Sr. Joaquim Luiz. Po-
de ser que a sua censura a fidalguia seja maisou
menos acertada ; maa o que ella de ceno .afou-
tamenle lh'o digo, iconveuienliasima. porque
bem sabe que me preso de descender de urna fa-
milia, qoe tem o seu patrimonio vivo e immortal
aa historia.
Perde 1atalhou o negociaoleLoDge de
mira querer ferir os seus aotepassados, Sr. Duar-
te. Nao ceosurei os mortos por se Ocarem oa
sepultura, quando a defeza da patria requer bra-
o. Reprovo que os seus descendentes se re-
ndotem sua pessoa, como noto que era ou podia rm. era a volu rtucr,,,,". if n.""." ^
___________________________________nmnri
-Jw -----
sem desfalque da mo!
que sata^^^^^^^^HH
ooze mil cruzados paga-los-nei, subtrabindo dos
meus rendlmeotos de tres annos pequen
nomlas. Nio te abala com lio pouc asa
como a minha, repeliu Duarle, batend^-forta!-
mente com as mot not hombros do a^H
E nao joga mais, Sr. Duarte ? diste 0 ve-
lho.
Seria menlir oulilmente diier-lhe que airo,
meu amigo. Se eu- hoje dmasse de jogar, em
pnmeiro lugar renuuciav. s muit.s probabilida-
des da detforra ; em tegundo lugar, dara a suo-
por que se me acabou o dinheiro e o crdito em
terceiro lugar, oio saberla qual oceupagioesco-
Iher, porque bem sabe que sou leigo em laroura
e pouco amigo da.aldeia.
Decide, pois, conliouar, nio aaim?re-
darguin o negociante com entranhada amargura.
Continuar d vez em quando e expondo
pouco diohelo. Nio se afflija, Sr. Joaquim
Luiz I a sua filha hade ser tempre rica.
Ouga isto, Sr. Duarle, disso o velho com so-
lemne aceotuagio. Eu linha dezesete annos quando
conheci Pedro Pedrtsem de Villar, oa Pdro-
cem, como rvulgarmeote ae diz, rico e opulento
senhor de incalculaveis thesouros, caixa geraldo
contrato do tabaco, possuidor de formosaa quin-
tas, e alterosos navios, que lhe traziam as rique-
zas do nuvo mundo. Tiaha eu vinle annos, Sr.-
Duarle, quando meu pae me envrou com algumaa
moedaa de prata de esmola Pedro Pedrssem.
que eslava acabando Da indigencia em nm dos
quartos era que seus criados dormiam, e um teu
credor lhe deixou por caridade. Isto nio sio
historias de velho, Sr. Duarle. O ficto aconteceu
honlem ; ssbem-n'o os homens mais oovos vio-
le annos que eu. E veja, meu amigo, que oa seus
haveres nao valem todos urna s das tres quintas
de Pedrssem que se esteudiam desde a Torre da
Marca at Nabogilde e Paslelleiro. Agora des-
culpe-me a impertinencia, que eu rou tambem
pedir desculpa a minha lilha do lempo que roa-
bel a seu marido, lio avaro de lempo para ella.
Joaquim Luiz dissera sorrindo as ultimas pa-
lavras, e fra sentar-ae mesa de jantar para on-
de Eulalja o encaminhou como & torga.
VII
Antonio Pereira.
Eram mais de looge longe as visitas de Duar-
te escasas dos cavalleiros, que o denominavam
primo. O primo Forjaz cootinuava a ser o suspi-
rado e o bem-viodo. Erara o primor especial-
mente agasalhados os seus cavallos na ettribaria
eat elle concedida a cadeira no melhor local d
banca verde. .
. Durante a ausenci* delle, sentiram-se os pre-
juizos na contraria ; e alguos dos socios prejudi-
cauosj comegavam a duvidar da legitimidadedo
"n p"en,08co com o.parceiro arredio.
De das a dias reapparecia Duarle, e algumas
vezes om hora 13o fortunosa para si, que os con-
creiem em dissipagoes, quando os mchameos, os
trabalhadores, os plebeus, depois de grandes per-
das e desastres, por l andam a defender a patria,'
patria que nio para elles senio os palmos de
trra da egreja onde os interram.
Mas atalhou Duarteo Sr. que quera de
mim ? Que eu fosse unir-me ao exercito?
Eu nao quera do Sr. Duarte se nio que se
uoisse aos preceitos que seus a vos Ilustres por
as-cimento, ou illusirea por virtudes, lbe acon-
selhanam, e talvez eatejam aconselhando da e-
pullura com o exemplo de suas vidas.
Quera que o Sr. Duarte uio jogasse, por je
o Jogo a mais cega e desptica das paixoesSe
tanto deshonra quem perde dezeseis mil cruzados
como quem os ganha. 1
O jogador, Sr. Duarte, ha de ser oecessarial
mente um mu espose e um mu pae. quando a
sua liberdade vacillar eotre mantee a estabilida-
de de sua familia e avcntura-la ao jogo, em ulti-
mo recurso. Nao ha ligages de familia que pre-
valegara perda dos nicos recurso aue ella li-
ona.
rm, era a volta e desforuna de Duarte no d
mmediato, que a desforra chegara a todos e com
O marido de Eulalia chegou a sentir a necessi-
dade de dinheiro nao s para aa grandes paradas,
0 ^msale para sustentar moderadamente o rcio.
. lOs prenles nao fiavam delle. Os usurarios du-
vidaram da seguranca das auas oozenas. O sea
principal credor, Pedro da Cunha. amiserara-se-
Ihe de grandes perdas, que soffrra na fera de
feira de Santo Antonio d Villa Real. O pae es-
fassamente lhe dar em cada mez ama quanlia
>ue Duarte n'outro tempo se enrergoohana de
postar n'uma carta.
A minha
do amor de
mesmo ignoram o ralor do dinheiro]
filha. por ora, s sabe sentir a-perda
seu marid.
O amor borr retorquiu o larnador: mas
odinhe.ro grande caso, Sr. JoaLra LuTz"
l. qU,8 Vmc- nao "iba 1"e eu Qlho ha me-
nos de oitp mezes me tem gasto pfra cima de
quatro mil cruzadot ? T
O negociante vollou o rosto, sorrindo com
uaT"' /^ e"e Cerl Duarte quadruplicavam a supposigodo pae
m.TI r quatr2 mi1 cru"dos perdidos, disse Joa-
quim Luiz, podem produzir muitos mil cruzados
mensidade que elle em rio teolarja percorrer;
L^1!6/ oine-' a sde' e >orauu*o;cante apres-
sam todos os instantes que lhes restara entre o
desespero e a morte. 7
Nesse mesmo dia leve a desventurada Elvira
um novo golpe, que a sensibilisou profundamen-
te. Ella devia.eoffrer as mafs rudes provas; para
salisfazer ao seu implacavel desuno na ierra.
Seu estmalo caozinho atirou-se ao mar em
urna occasiaoemque eslava ioquietb. e em pou-
cot minutos om sulco de saogae ndjcou que suc-
cumbira ao desapiedado bote de dous tubares
.que acompaohavam a jangada com o iostioctod
preza valiosa que ella cootiuha, a que final lhes
tocara em partilha.
Sem preceder accrdo, com esse mesmo im-
pulso espontaneo qua j aisigoalei, a qae muito
os Bnnobrece, alguna marioheiroa se atiraram ra-
pidaraeote ao mar, nio tendo de Morvao tempo
de reprimi-los; e depois de urna lita porfite
mataram os dous monstros, que foraii igadospa-
ra a jangada, e aberlos, extrahiodo-sde suasen-
tranhas as patas do desgragado bichiabo, que fo-
rera apresenladas i Etfira, como urna prova de
dedicagio a de vioganga ; e ella r compensou
aquellas leaes amigos apertaodo-lhes aflectuosa-
te as maos callosas, com os olhos tanfaadoa de
preciosa lagrimas de emocao. (1J
l Nestes" eotremenles o que fazia Eduardo, causa
de todas aquellas desgragas? Esperara i sangue
trio que o desespero se apoderasse de todos aquel-
lea homens, a desataste os lagos de respeilo que
anda os ligaram de Morreo. E esta hora oio
lardara achegar; porque, como j B Dotar, os
rireres e aguada dimiouiam seosiveimeole, nao
obsiaolea parcimonit com quo eram distribuidos.
dto%\^r^Vd,^aeC.Tora"rVd?nte .1.,tt U^T^ ""T T ^
n.scetenio para tllomln.r suajud ,!aVa- \f^tmm^A%tWrt,tbAa^imroe'wti-
queza, e par. lhe represeoUr*M"^^ "VL- r' *LaV*3,i* a*h8* ,,85f- **
luagio, recutndo i seus olhoi aaWriras dora- Laverr.!.^V<,b'a de ,*^,de m,tmt da
ffLrA" ?diaa,e yn."!^-"^ oLs"xeei:on.bs.i ss^K^s!:
la que o i trra habitada ; im-U baviam derorado.
O jogador perdido_oliou a mulher e os (litios,
cujas lagrimjw n pedem contts do-seu pao. O
jogdsr,-^Tnda mesmo abastado como o seohor, a
caja golpe que soffre nos seus hareres. sent que
unta a uros se vo parlindo as cadeias, as obri-
gagoes que o preodem ao presente e futuro de
seus descendentes.
A esposa um tropego desde que ella se torna
urna censura, embora silenciosa. Os Olhos vol-
vem-se,era creaturas orptessoras, desde que uro
pae se aecusa de lhe ir devastando o patrimonio
Com o derradeiro sacco de ouro que um joga-
dor aura voragem. l vse o coragao, l vae
amor de marido e de pae, ludo, nem se quer fi-
ca a saudavel rehabilitagio, que o remorso pode
A sociedade nao eslende o brago valedor ao ho-
mem, que se despenhou no jogo. A caridade pu-
blica peja-se de raler ao indigeoie, que lhe es-
leode a nao por onde se escoaram os recursos de
seus fllhos.
Njohuma traosfoamagao recoBquistou a coo-
Uanga para o homem que a nao respeitou, quan-
do a sociedade lh'a conferiu, faz?ndo-o esposo, e
respeilaodo o pae.
Sr. Duarle. eo tei que fallo um homem, que
pode anda cootar de seu algumas dezenas de mil
cruzados. Nao seja isso razio para que eu me
calle. Decomdos seis anoos, senhor, se as suas
perdas cenlinuarem na proporgio dat que sof-
aiw D0S "'Umos seis mezet, o marido de minha
lilha ser bem acolhido mesa do pobre logista
mas o meu pao, por mais de coragao que lhe se-
ja dado, ha deser-lhe agro de eogolir, Sr. Duar-
te ; porque o pi da;dependencia, no homem
que foi rico um suppllcio egual ao da fome, se
a sua fome urna deshonra.
Niochegarei ahi.Sr. Joaquim Luiz, atalhou
sorrindo o marido de Eulalia. Nao se dissipa as-
sim urna casa, como o senhor cuida. O jogo lera
aliernatiras ; as perdas andam pelos ganhos ; e
dias de muila affJicgio para Eu-
Comegaram
lalia.
Duarte passra da tristeza impaciencia, e da
impaciencia ao phreneti. Irritaram-no as cari-
cias, eperguntas da esposa. Fugiascontolacoes.
como fugiria os despeilos e arremegos. Dizia-lhe
que jogasse, qae fosse ao Porto, que se oio etti-
resse matando por desobedecer sua paixio. Res-
ponda Duarte com desesperada sioceiidade que
nao tinha dinheiro ; que vender os cavalloa :
que vender objectos de seu adorno como relo-
gios annets, e miudezas. cujo desapparecimeoto
ulalia vira, em ousar interroga-lo.
Que poda fazer a consternada senhora ? Dea-
he pouco a pouco todas as joias. que teu sogro
lhe dera em solleira, a no dia do teu ooivado.
Prendas de seus paes, apenas tioba um cordio
de ouro com urna cruz, que sua mae tirara do
pescogo para lhe dar, dizendo-lhe :
c Ah tena tudo que os Francezes nos deixa-
ram, fllha 1
Tambem tiuha o nico annel de diamantes da
casa paterna : dera-lh'o sua irmaa Jeronyma.
t,tsas mesmas joias do coragio e da saudade con-
fio de setraaaxido, lije Joram *s vor.gens com
as putras, e, dopoz, todas as lagrimas oceultas de
ulalia.
Tarde se exhaure a veia productora de um jo-
gador I Lembrou-sa Duarte de que seu pae ti-
nha gado raecum crear de meias por casas de
lavradores e cazeiros, a longa distancia de sua
casa.
Nova tonte de recolta I dira elle hoje.Jneste
lempo de toles de receitas milagrosas como as
oe Moysea. Andou por casa dos credore fazendo
transaegoes em nome de seu pae, e apurou grosso
cabedal, com que alimentou o vicio i tarta alguos
(JI AS*
Em subconsciencia, esperava elle remir-se de
algumas dividas sagradas, e reembolgar os lavra-
dores pedindo-lhes aegredos. Saa conscieocia
era a delle ; mas conscientia em cata de tabola-
gem tem impossivel accesao como a esperance no
inferno do poeta italiano. O que l eotrava e nio
sabia era o dinheiro dos bois.
A coosciencia Acara de fra esperando oras
mordeduras de remorso, oa as da rergonha, que
nao sao menos pungentes, quando o homem se
delronta com a sua propria dignidade.
Entretanto, que dores surdas as daquella pobre
enina, com quaoto ella ignorasse os ltimos ex-
.dientes de seu marido I Estar alia ouvindo
cada hora os ra vosos soliloquios de Duarte, ou os
queixumes do sogro, que pareca enlouquecer de
atuicgao. ,
Por vezes, era ella a victima do ralbo, qoe lhe
atirava cara a sua nenhuma inflaencia no ca-
rcter do marido ; e dizia qoe, a nio ser o des-
bagado casamento de seo filho, nunca se elle te-
na engaado com o dissipador genio do libertino.
A pobre menina mpatara elle indirectamente a
suas desgragas, chegando dfzer que em m ho-
ra tinha Eulalia entrado em saa casa.
[Continuar-se-ha.]
MUT
Eoiao procurara domioa-los, faze-los compar-
tilhar seu odio ; e cevar no com mandante urna
viaganca execravel. obrigaodo-o assislir a pro-
fanagao da oooceoie aenhora que era seu dolo
a fibra mais seosivel de sua alma. Elle calcular
com atroz alegra a dr ioiima desta ultima tor-
tura, que se prepa rava para afligir a de Morvan :
regosijava-se era destruir a pureza da esposa,
depois de lhe ter destruido a felicidade ; j%u
nao pode dominar o coragio della.
Pode um homem cooceber eexecular um pro-
jecto tao nefando contra creaturas virtuosas, sera
que o.cu o fulmine logo com seu ratos? Onie
est a juanea de Deus? 4ssim fallamos impos
que de proposito se esquecem de que ella nuoc
falha, embora seja as vezes tarda. A providencia
se revella quando menos se espera ; e se per-
mute semelhaotes crimes. porque assim se tor-
na necessario aos oeu designios imprescrusta-
veis. sempre admirareis, sempre ligados as leis
geraes qae regem o uoiaerso.
Elles sio indiapeDsaveis para noasa puoicSo
aesla vida de soiTrimeotos e de provas, a ais
tarde ae Morvan e Elvira recolheriam com a pal-
ma, do marlyrio, ama recompensa mui invejavel
nesta maosio celestial, onde a religiao nos ga-
rante urna existencia infinita, ateroa, feliz, aobe-
ranamente perfeila, como o Supremo Creador do
mundo.
No om de quioze dias de navegagio, em que
pouco tinham andado para oetl, oW a Ierra
demorava maispertu; os vveres e agua aca-
J^f'Jl coaiP|elmente. e nada annunciava
anda o termo de tantos soiTrimeotos.
Alguos infelices mais traeos, nao podendo re-
sistir por mais lempo aos rigores violeolos do
soi, e a alimeotagao nefBcaz .que recebiam. ti-
nham suecumbido, depois de perder a razio
commettendo os maiors detteimos posiivei*.
O doutor offerecia por um pedago de bolacha
am pouco d'agua des mil francos de suas eco-
nomas, qae comsigo conduzit, e ninguem fazta-
Caso desta propoata. ----------------
Os
mais um instante os desgragados, qoe cambalea'-
vam, como se estiressem embriagados oom aa
reigoes desrairadas, e medonhas de ver-se
Quem conheceria agora nestes borneas a bri-
hante guaroigio do brigue Pandour, lo obdiaa-
te e subordinada?
O desespero os transformara completamente em
lobos carnvoros, e nem mais alieno.am aos con-
selhos patern.esi da seu comm.ndanta. que par-
lhava a sorie deiles, sem querer a menor rega-
la, nem concessao. r,?,
Lutaram Anda por espago de cinco dias com
atrozes ; depuis disto nao poderam mait resistir"
Itr^Z" re'u8QDCa A" a continha.epr,,:
SueTm iniS,C?a8 T"*onbaa de eaonibaliamo.
celebre". Ulr8 n,ufraio tristemente
Os cadveres dos companheiros mortos de ina-
nigao erara corlados aos pedagos, e estes ditputa;-
doscomo o melhor manjar. j~~~*" '
Por fim nio se contentaram s^com isao : para
applacar a sede que os d&rfrave, era preciso
sangue, e elles nio heaUi^oi em prover-se del-
le, concordando em qjii sorte indifatia a ricti-
ma que decena ser Ircriflcada para a salracio do
maior Damero. -^
o doloroso nio seria la eapec-
o coragao sensivel da joven El-
Clcute-se
(aculo duro p
viral
-iDie,,i? lod|redoiia-aeem pouco ten
oigao da j.rZ,a, meU Quu, ^ *.
totos hu'rrd5*1"",1' "? def e,U deoeatoi
^nos galranisados, inc El
Eduardo.
hecer do rigetimo primeiro
ma
i jangada, e dalla a
Morreo,
Ao
pareceu
ao rumo



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