Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09512


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Full Text
Iv4i

I
I
DE
CAO d
lio
Marques a a ->ilva;
Cear o Sr.
lio, o Sr. Joaquim
j i. Rimo;
.a.
&PBS4 RIPCAO DO SL
13 -icao Diai; Bahia,
java; Rio de Janeiro, o Sr-
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todoa oa diaa as 9)4 horas do dia.
Iguaraas, Goianna, e Parabyba as segundas
e seitas-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Garuar, Altinho
e Garantaos as tercas-feirai. *
Pi d'Alho, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Viata,
uricury e Ex asquai tas-feiras.
Cabo, Serinhem, Bio Formoso. Una,Barreiros
Agua Preta, Pimenlelras e Natal quintas feiras.
(Todos os crrelos partem as 10 horas da manha
EPHEMERIDES DO HEZ DE MARCO..
8 Quarto crescente as 2 hons e 40 minetos da
manha. '
15 La cheia as 2 horas e 35 mina tos da tarde.
J Qoarto mingaante as 7 horas 8 mi natal da
manha.
89 La nova as5 horas e 4 minutos da manha;
PREAMAR DE UOJE.
Primeiro as 10 horas e 6 minutos da manha.
Segando as 10 horas e 30 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES CO3TEIR08.
Para o eul at Alagcas i 5 e SO; para o or e
at a Granja A14 e 29 de cada mez.
Wrtida dos mnibus.
Para o Recite: do Apipucos s 6 li2. 7. 7 li2.
e 8 112 da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da t.; e
Jaboato s 6 li2 da m.; do Caxang e Farrea
s 7 da m.: de emfica s 8 da m.
Do Recite;: para o Apipuoot s 3 1|2. 4, 4 14,
4 li2, 5, 5 1*4, 5 12 e 6 da t.; para Olinda a$ 7
da m. e 8 lp dat.; para Jaboato'&n 4 da t.;pira
o Casanga o Vanea s 4 1[2 da t.; paraflem3
as 4tdat,
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e aabbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundas ao meio dia.
Dito de orphoa: tercas e sextas a 10 horas.
PrdTaelr SeSo?.d"daT"urdde! ***' **"1"* "bb*dM 41
OFFICIAL.
iB 1
ft> DA PROVINCIA.
[t. do dia 5 de marco
a 186*.
if da faculdade de direlto.
attender como fr de justica
fBs da Foncaca no incluso r-
tb II. Praeger.Inteirado de
H. Praeger comul da Prus-
rtfesta provincia, encarregido
*i respectivas funcges con-
- inraunicou em data de 4 do
'-. P. Rock, durante a va-
Europa, cabe-me dizer-lhe
: 6 approvei proviioriamen-
bsrsgo, ficando o predito Sr.
-do a apreseotar o imperial
tfs-ide tres mezes contados des-
mande pastar a portara que
Sr. Gustavo H. Praeger para
'?ii cidada com a sua familia.
i occasio para renovar ao mesmo
Vos meus protestos de estima e con-
Commuuicou-se ao chefe de polica
pde fazenda e ao capito do porto.
Mpector da thesourara de fazenda.
ido ao seu officio n. 170 de 4 do cor-
rando-lhe que o diaheiro destinado
zas do presidio de Fernando deve
r ao commandante do brigue Mara-
r1a em que este ver da seguir para o
esmo presidio.
Di o inspector da thesonraria provincial.
9 ao que solicitou o director geral da
TO publica em officio de 3 do correte,
iob\n. 62, recommendo V. S. que mande a-
diariUr ao director do collegio dos orphaos de
bereza em Oliada, a quantia de 1038332
pagamento de varios empregados intr-
nele collegio, como se ve da folba junta,
n asrfm a de lOflOOO rs. para as despezas
do mesmo collegio no presente mez.
Commnnicon-se ao director geral da initrucco
pubUca.
>to mesmoEstando nos termos legses as
inclusas contas, mande V. S. pagar ao negocian-
te Luiz Antonio de Siqueira, conforme requlsitou
chefe de polica em officio de hontem sob n.
367, a quantia de 636g800 rs., despendida com o
sustento dos presos pobres da cadeia do termo de
Ouilcurjr too mezes de julho dezembro do anno
prximo passado.Gommuncou-se ao chefe de
polica.
Dito ao commandante da estagao naval.Ex-
P.eS* V. S. as suas ordens para que o commissa-
rO dwbrlgnrea. guerra Uaranhao. vi rer.nber
opportunamente na thesoararia de fazenda a
quantia de vinte e um cootos de ris, que o res-
pectivo inspector tem de remetter para o presi-
dio de Fernando a serem entregues ao comman-
dante.
Dito cmara monicipal do Recife.Remetto
por copia cmara municipal do Recife, atim de
que tome na devida considerago o trecho de um
officio que dirigi o subdelegado da freguezia da
Boa-Vista ao Dr. chefe de polica, relatando o
queoccorreo no dia.4 do corrate acerca da ap-
prehengo de urna porgo de carne verde em es-
tado de putrefacgo.que eslava exposta a venda no
acougue d'aquella freguezia.Commuoicou-seao
chafe de polica.
)ito- mesma*Ouvido o administrador do ce-
miUrio publico, informe a cmara municipal do
Recito sobre o que expz o subdelegado supplen-
i dos districto da Magdalena no incluso officio
dirigido ao Dr. chefe de polica, e que me ser
devolvido.
Dita masma.Concedo a autorisago que pe-
de a cmara municipal do Recife em seu officio
da28 de evereiro sob n. 25, para criar mais um
guarda municipal, eim de coadjuvar aos tres
istentes que se acharo ao servico da rreguezia
da Boa-Viata.
o ao juiz de direlto da segunda vara.Para
cumprimento do aviso do ministerio da justica
de 23 de dezembro oltimo. o por ser Mara das
Dores pobre como allega nos inclusos requeri-
meotos, informe Vfflc. o em que ella pede per-
di para seu sobrinbo Pedro Celestino Magno da
va, mandando juntar-lho ex-offlcio os docu-
menloa exigidos pelo decreto n. 2566 de 28 de
mar?o de 1860.
Dito ao juiz de direlto de Nazareth.-Pelo seu
omelo de 2 do correte, fiquei inteirado do que
Vme. communica com referencia a epidemia rei-
nante nessa comarca.
reito de Flores. Declaro-
Mu officio de 10 do mez pas-
eado, aob namero 6, qae approvo a solugao dada
l consulta feita pelo delegado de po-
lagazeira, por ser conforme
airo recebidos : o que levo
onhecimento do governo impe
riel*
Daclaro-lhe em resposta a
de 15 do mez passado, que
engo qae Vmc. tomou do de
collectoria dessa comarca da
existia desde 1856 para ser
ae desenvolver a epidemia
reinante.
lito] de Pao d'Alho.Envo
u cbnbecimento, a relago dos
le que consta a ambulancia que
netto para tratamento dos des-
ib epidemia reinante nessa co-
mer I
Mani Cesar Coutlnho.Pe-
Bb corrate, fleo sciente do
ajfesa comarca relativamente
* epidemia reinante.
eeuhore agentes da companhia
! paquetes vapor maodem dar urna
) estado at a Bahia, no vapor que
le, ao Dr. Carlos de Siqueira Pinto,
''da comarca do Rio Pardo, na pro-
Tineia de Mina* Geraes.
a agentes da companhia bra-
silera de paquetes vapor mandem dar tr.ns-
, por eonta do ministerio
iue ae espera do norte, ao
faafiuilberme dos Res
Mandante da estacao
naval.
Despachos
Clara Mar
Dr. ^^K^
_;
attender
lo dia
B de marco.
Balo*.
||0.Informe o Sr.
[uerque Mello.
do Recife, para
o aegiiote relatorio
biiea, dirigido S.
irramento da uni-
Ide pelo bem da
is nossaa univer-
lliis n meioa dt
dar urna edacaQio mais solida aos seas fllhos,
digoou-se V. M. I. ordenar que fossem chamados
a S. Petersburgo, para se consullarem, os cura-
dores dos districtos de iustruegao publica ou os
seus adjuntos, assim como um certo numero de
professores, de cada urna das universidades, que
eslivessem ao facto da situado actual dessas es-
colas superiores, aQm de se reverem os estatutos
universitarios confeccionados ha vinte e cinco
annos, e que por conseqaencia exigem agora
modicages. Urna commissao composta dos
funecionarios cima indicados ja comegou a
funecionar, e ha de proseguir sem interrapgo
nos seus trabalhos, sGm de que se nao perca
lempo no cumprimenlo da niissao que lhe foi
confiada:
No entretanto, anda que em consequencia
das desordena que rebentaram na universidade
de S. Petersburgo, o governo trata asiduamente
prevenindo os meios de orgaoisar, como con-
ven), e que, com esse Qm, naja recorrido a todas
as medidas possiveis para prevenir o encerra-
mento definitivo daquella universidade, comelo
a manifestsr-se recenlemenle urna disposigao
que se afasia da observancia dos regulamentos
estabelecidos. Nao obstante a sua pouca gravi-
dade, esta disposicao nao deixa de demonstrar
que impossivel pretender que seja til mo-
cidade que segu oa cursos universitarios, con-
servar por mais lempo a universidade de S. Pe-
tersburgo com 38 bases actuaes.
c Em consequencia disto, o ministro da ios-
trueco pablica julga do seu,|dever sollicitar de
V. M. I. a ordem.
1* Para fechar a [universidade de S. Peters-
burgo, at que os seas estatutos tenham sido re-
vistos, e que V. M. I. hajasanecionado as modi-
ucaces que tenha julgado til iotroduzir nelles ;
u ., i reaDrir uuiversidade de S. Peters-
burgo debaixo de novas condises reguladas pe-
los novos estatuios revistos ;
3o Para considerar como definitivamente
despedidos todos oa actuaes esludantes da uni-
versidade, deixando-lhea a faculdade de sollici-
tar dos caradores dos distristos de instrueco pu-
blica a sua demssfo as escolas de reserva, com
os mesmos direitos e.privilegios que haviam ad-
quirido concorrendo aos cursos, at ao dia do en-
cerramento da universidade ;
4o Para considerar em disponibilidode, por
suppressao de emprego, todos os professores e
lentes da universidade, at que esta se abra de-
baixo de novas bases.
% ?"*. cocea*er. depoia da aberta a uni-
versidade de S; Petersburgo, aos professores e
outras pessoas que lhes estao actualmente ag-
gregadas, assim como aos esludantes daquella
universidade, a faculdade de ali poderem entrar
oe novo com o aisentimealo da aatoridade, de-
pos dos novos regulamentos que ho de ser es-
tabelecidos. A commissao ao presente encena-
gada de rever os estatutos da universidade de
s>. felersburgo, ter brdem para aeiermluar as
condigoes da entrada na universidade de todas
as pessoas cima indicadas, tendo em vista a
conservado dos direitos e privilegios que os
professores e funecionarioa do estabelecimenlo
bajam adquirido pelos seus servicos, e que a
frequencia dos cursos lenha assegurado aos es-
tudantes.
6o Para coafiar ao ministro daiustruegao pu-
blica as medinas execulivas para a applicacao
destas dispostces.
A 29 de dezembro correnle dignou-se S. M. o
imperador sanecionar pelo seu proprio punho o
prsenle e mui respeitoso relatorio :
a Ao mesmo lempo, tomando em considera-
gao que alguns esludantes da universidade de S.
Petersburgo esto em necessidade, e se acha-
riam em grande embirago, se quizessem transfe-
rir a sua residencia para outras cidades univer-
sitarias, dignou-se S. M. I. ordenar que se po-
zesse disposigao do governador geral militar
de S. Petersburgo urna somma marcada por elle
mesmo, e da qual o ajudanle de campo general
o principe Souvorow. distribuir, como julgar
conveniente, os soccorros necessarios aos estu-
daotes.
Assignado O ministro da instrnecao publi-
ca, ajudanle de campo general
Conde Pontialine.
ISTADOS-LAIDOS.
Correipondencia sobre os negocios do Trent.
Nota do conde de Russell a lord Lyons.
Ministerio dos negocios estrangeiros,19 de de-
zembro de 1861.
Mylord.Mr. Adams veio tercomigo ao minis-
terio dos negocios estrangeiros, hoje s tres horas
da tarde. Disse-me que vioha para me fazer duas
perguntas que lbeinieressavam pessoalmente. In-
terrump-* para lhe perguntar se vinha por ordem
do seu governo, ou apenas por seu arbitrio par-
ticular.
Mr. Adams respoodeu-me que o seu procedi-
mento era inteirameote espontaneo, mas que tra-
zia comsigo um despacho de Mr. Seward, que es-
lava autorisado a lr-me se o iulgasse conve-
niente.
Parece-me, me disse elle, segundo esse despa-
cho, que o governo de Washington nao autorisou
a captura dos dous insurgentes, Mrs. Slidell e
Masn, e qae o governo dos Eslados-Uoidos es-
lava livre de qaalquer compromisso no momento
em que expeda aquellee despicho.
Respond-lhe que se o despacho nao enlrava
em urna controversia a respeilo de Mrs. Masn e
blidell, tena muita satisfago em ouvir a sua lei-
lura. Mr. Adama leu-m'o o enlao. Comegou
recordando, com approvagao, o discurso proferido
em Mansion-house por Mr. Adams, e Mr. Seward
mostrava-se alisatisfeito pelos sentimentos ma-
nifestados por lord Palmerston em urna conversa
que tinha tido com Mr. Adams a respeito do Ja-
mes Adger.
Mr. Seward declarava depois que o governo
americano aprecia altamente a amisade da Gr-
Bretanhs, e lamenta as causas de dissidencia que
se teem suscitado, em consequencia, segundo a
sus opinio, da (alta de attengo da parte do go-
veroo ingles quanto aos deveres que incumben) a
urna potencia amiga durante a lucta em que es-
to envolvidos os Estados-Unidos.
Mr. Seward cita como exemplo a communica-
co feila aos estados confederados por Mr. Buncb,
a .autorisaco dada ,'J corsario Sumpter para
comprar carvo e mantimeuloa na ilha da
Trindade, em contrario conducta dos oatros es-
tados da Europa, e a chegada aos estados do Sul
de navios earregadoa de armas e municoes vindss
de Inglaterra.
Mr. Seward trata depois do negocio do Trent,
no qual dons insurgentes foram presos. Affirma-
va que o capito WUk.es nao reecbeu initruceoes
que o autorisassem para obrar como obrou.
O governo dos Estados-Unidos nao tomou par-
te alguma a este respeito. Quera esperar as re-
presentagoes qae a Inglaterra podesse faxer an-
tes de toaav una declso positiva. Accrescen-
tava que se Mr. Adams o julgasie conveniente,
podia aquello despacho ser-me communicado, e
a lord Palmerston igualmente.
Na minha resposta a Mr. Adams, toquei em
mullos pontos de que trata o despacho. Nao jal-
guei, porm, necejsario oceupar-me do negocio
de Mr. Bur
No qae diz respeito ao corsario dos confedejf-
dos, respond fia em qae a nossa m
ductaTesM Ma Franca, da Hspa-
DUS DA SEMANA.
a l^.ndc l' Hemelario m.; S.Cunegundea.
i lmV f a,1Dro i ; S. Lacio p? m.
R nf l >" ThePWIo b.; S. Focal.
6 Quinta. S. Olegario b. ; S. Collecta v. m.
I f6^8^ A i"?0 de Je,us Christo no boato.
8 Sabbado. 5. Joao de Deua inst. dos r. dacarid
uomingo. S. Francisca Romana tuts.
ASSIGNA-SE
no Recife em a livraria da pra5a da Indepen-
dencia na. 6 e 8, doa prprietarloa Maaoel Figuei-
roa de Faria & Filhol

nha ou da Hollando. Na ilha da Trindade recu-
saram ao Sumpter carvo dos depsitos do gover-
no ; mas foi-lhe permittido comprar carvo e ou-
tras provisdes a particulares. O mesmo leve lu-
gar na Martinica e em Coragda. A regra das vio-
te e quatro horas, accrescenlei eu, nao foi obser-
vada ; mas dte haver pouca difficuldade em
compreheoder islo.
Quanto exportago de armas e municoes para
os estados confederados, respond Jue acabava de
lr recentemente o parecer do procurador geral
da corda, e que o julgava completamente confor-
me s disposlgoes da lei de aliatamento, que pro-
hibe equipar um navio de guerra, mas que nao
prohibe carregar navios de armas e municoes ;
que de facto haviam sido mandadas multas armas
e munigoes para os estados confederado.!, onde
nao existe obstculo algum na importago e na
exportago, seno nos portos dos estados confe-
derados que esto bloqueados.
Mr. Adams admittioo fado, e disseque accei-
tava esta raz3o que exiga urna applicago mais
rigorosa do acto do listamente' Communiquei
ento a Mr. Adams a substancia dos dous despa-
chos, escriptos por mira a lord Lyons, a respeito
do negocio do Trent. Dfsse-lhe que n'uma carta
particular, tinha dado a lord Lyons instrueges
para tratar do negocio com Mr. Seward, dous das
antes de lhe communicar o meu despacho. Mr.
Adams perguotou-me seo meu despachodava a
jord Lyons ordem para abandonar Washington,
isto depois de se fszer a leitura. Respondi-lhe
que nao, e que no caso de Mr. Seward perguntar
quaes seriara as consequencias de urna recusa da
sua parte em satisfazer as nossas condicoes, lord
Lyons devia declinar responder a esta pergunla,
atim de qae o meu despacho nao tivesse a appa-
rencia de urna ameaca. Disse-lhe tambera que
eu considerava a affirraaliva de Mr. Seward, de
qae o governo nao tinha autorisado a captura,
como o equivalente a desculpas.
Mas a coodigSo essencial era que Mrs. Masn e
Slidell fossem entregues a lord Lyons. Mr. Adams
disse que se o negocio fosse exposto a Mr. Seward
da maneira porque eu o explicava, esperava urna
conclusao amigavel ; pensava que se o governo
dos Estados-Unidos abaodonariam a sua doutrina
para adoptar a nossa.
Mr. Adama apresentou-me outra queslao, a
qual declarou que eu podia dispensar-me de res-
ponder.
A questao era a seguinte no caso de lord Lyons
se retirar, seria urna declarago de guerra a con-
sequencia immediata ? Disse que nada havia de-
cidido a este respeito, que esperavamos a resposta
da America, e enlo decidiriimos'o que havia a
fazer.
Fiz conhecer a Mr. Adams a sabstancia do des-1
pacho de Mr. Thouvenel a Mr. Mercier, tal como!
o havia* recebido de Mr. da Flahault. Mr. Adams
Alisae qUe 0 governo francaz tinha sempre sido i
multo cooiequente na sua susteptosu o direlto
dos neutros; accrescentou nao peder fazer o mes-
mo cumprimento ao noaso governo. Disse-lhe
que eu me satisfara muito se esta questo se po-
desse regular amigavelmente. Separamo-nos na
melhor intelligencia.
Sou etc.
Russell.
! secretario da marinha, que me foi communi
i hoje por Mr. Seward. Refere o facto de que
navio brilaOnico, o James Camptbll, captu
por violceo de bloqueio, fdra cooduzido a
va-York, com a bandeira britannica fluctu
pela parte debaixo da dos Estados-Unidos
Seward desapprova este acto noa termos
enrgicos. O acto foi desapprovado com igual
promptidfto pelas autoridades martimas dosEs-
tados-Uotea a cujo conhecimento fra levado.
------------------
Annexo ao despacho de lord Lyons.
Repartgo d estado, Washington, 31 d< de-
zembro.
Psra MwGideond Welles, secretario da
rioha.
Senhor.Esta repartgo foi informada
ida | minhas ; agora que se passaram os das terriveis,'
- e que com mais verdade, e seguranga posao re-
ma-
xlra-
Nota de lord Lyons a Mr. Seward.
Washington, 21 de dezembro de 1861.
Senhor.Recebi esta manha a nota que me
Qzeste a honra de me dirigir hontem em respos-
ta ao despacho do coode Rapill datado de 30 do
novembro, e relativo priso de Mrs. Masn,
slidell, Mac Farland e Euatis, a bordo do navio
ioglez Trent. Vou, sem perda de tempo, man-
dar ao governo de S. M. urna copla da importan- i
te communicacao que me flzeste.
Tive tambera a honra de conferenciar pessoal-
mente e sem demora, comvosco acerca dos ajus- '
tes que se devem fazer para que aquellas quatro
pessoas me sejam entregues, atim de serem de
novo conocidas sob a proteceo do galerno
inglez. j
Tenho a honra etc.- Lyons.
Nota de Mr. Seward a Mr. Mercier.
Repartgo de estado.Washington, 27 de de-
zembro de 1861.
Senhor.Submeltl ao presidente a copia que
me havieis deixado de um despacho que vos foi
dirigido em 3 de dezembro, a respeito dos actos
recentes praticados pelo capito Wilkes, que
prendeu certas pessoas a bardo do vapor inglez
Trent. r j
Antes de receber aquella Ota, j o presidente
tinha tomado urna decalo* sobre a maneira de
regular este negocio qae tanta inquietago causou
na Europa. Esta conclusao do negocio que me i
dispensa, de o discutir em resposta s oeserra-
goes de Mr. Thouvenel. |
Julgo comtudo poder dizer que Mr. Thouve-
nel nao estava em errvquando suppoz qae o go
verno dos Estados-Unidos nao tinhi obrado com
espirito de esquecer os direitos ou susceptibili-
dades da nago ingleza, e qae tem igualmente
razao em suppor que os Estados-Unidos bao a*
sustentar efficazmente pela sua maneira de pro-
ceder nesta occasio, a sua reputago de advo-
gados dos principios liberaes dos estados neu-
tros em poca de guerra martima.
Qoando o governo francez conhecer as ideas
expressadas pelo goveroo americano e pelo go-
verno da Graa-Bretanha, e comparar com as ideas
expressadas por Mr. Thouveuel em nome da
Franga, ha de ver qae estas tres potencias estao
igualmente animadas do deaejo de eslabelecer
principios favoraveis aos direitos dos neutros :
nao ha comtudo entre ellas um^ecordo lio com-
pjetowquaotoseria para dssejarsobre aapplica-
gao desses principios.
O governo dos Estados-Uoidos considera-se
leliz se ai circumstanciasqee deram lugar a esta
correspondencia poderes assgarar um accordo
definitivo a respeito desta questao.
Daris a Mr. Thouvenel a certeza de que o nos-
so governo aprecia a franqueza das suas xpli-
cagoes e os termos amigaveis| e benvolos com
que se expressou para com os Estados-Unidos
K um prazer sincero para os Estados-Unidos es-
ta troca de seguraogas amigavea que tem a sua
origen as recordagoes mais sagradas da historia
dos dona paizes.
Approveito esta occasio para vos renovar a
seguranga da minha alta coosideracio. -
William B. Seward.
Nota de lord Lyona ao conde Russell.
Washington, 31 de dezembro.
Mylord.O secretario de estado doa Estados-
Unidos informou-me deque, tendo sabido a ae
MM.J. W. Pacherie e T, i. Boiert.aii.Jio.
americanos, linham sido presos bordo de
officialmeotevde que a escuna James Campbell,
capturada pela esquadra do bloqueio, fora con-
duzldaj Nova-York com bandeira britaq nica,
fluctuando sob a dos Estados-Unidos.
Este acto inconveniente o resultado di fal-
sa idea de que cumprio os seus deveres ( ofi-
cial que ordenou ou o autorisou. Ficar-vos-hia
por consequencia agradecido se desseis ordens
para qae se- possa prevenir a repelico do mesmo
faelo.
Sou, etc.
William H. Seward.
Extracto de um despacho de lord Lyons ao conde
Russell. I
Washington, 31 de dezembro.
Tenha a honra de ajuntar a este despacho a
copia de urna noli de Mr. Seward pera of secre-
tario da marinha que me foi communicana hoje
por Mr. Seward. Refere-se ao facto de ufe jura-
mento que foi exigido, pelo capito do vapor dos
Estados-Unidos, como condigo da liberdane dada
a tres marinheiros ioglezes, capturados por cau-
sa da violago do bloqueio, para que] se nao
obnguem a ter de futuro urna conduela si mi-
mante.
V. Exc. ver que Mr. Seward desapprt va enr-
gicamente o facto e que liberta os ma inhairos
do coatpromisso que contrahiram.
Extracto que serve de annexo ao des tacho de
lord Lyons de 31 de dezembro de 1361.
Repartgo de estado, Washington, 21 de de-
zembro de 1861.
Para Mr. Gideon Welles.
Senhor.Esta repartigo foi officiosanente in-
formada de quo o commandante Wot dhal do
vapor Conneclicut, dos Estado*-Unido exigi
recentemente como condigo da libe dada da
equipagem do vapor britannico A define, captara-
do por infraegio das leis do bloqueio, qu > se com-
prcjpeitessem a nao tomar de futuro si silbante
CkJpromiaso.
Eaa repartlqio e ae parecer que, con o a obri-
gago nao imposte por lei, os coma andantes
dos navios do bloqueio devem ser informados de
que nao pojem exigir similhanle condpgo para
dar a libardade a pessoas que se achern a bordo
de navios aecuaados de haver infrlngidoTas leis do
bloqueio.
Por sr legal dotar essas pessoas co no tesle-
munhas quando o sen testemuho indispensa-
velpara a adminislrago da jusliga ; di
do sao capturadas em um navio neutre
as quan
..., nao p-
dem ser consideradas e uo devem ser tratadas
como prisioneiros de guerra.
Mr. Aogus Smith. John Moonez i John H.
Mac Hurry, subditos britannicos cima odicados,
devem pois ser considerados como livr do com-
promisso que delles exigi o commandtnte Woo-
dhall.
TfiC 6t(
William H. Svvard.
[Jornal do Commercio de Li boa.)
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA.
alar o qae vai por esta provincia, sem que tema
que um Regulo me imponha silencio no mutismo
de algum carcere, ou no fundo de algum pu-
ro. lato dito, em guiza de introito, posso sem
medo de faltar s regra. estabelecidas a entrar
no aisumpto.
Esta capital est em perfeito estado sanitario,
anda que seus habitantes muitos receioso. se
mostrem pela visita desse incommodo hospede,
que infelizmente entendeu dever fazer urna pa-
rada nessa provincia, por tantos respeitos digna
de toda a attengo ; o que c do fundo d'alma
muito sinto, por quanto tenho particular dedica-
go a ella.
O Sr. Primo de Aguiar (o peor mal que nos
podia accommetter) deixou esta bella provincia
retalhada e dilacerada ; na sua administrogo s
fez daflp*8to a vingangas particulares, e mes-
quinhaa ; a fomentar odiosidades pessoaes ; a
lancar emfim contra os infelizes, que nao adop-
tavam, e nem seguiam seas treslocados pensa-
mentos, toda a oppresso, o governo, de que
quando quer, sabe lancar mo.
A nossa capital nao se records do mais in-
significante beneficio material feite durante a
adminislrago desse administrador; eso S. M. I.
nao tornease a medida que tomou de tirar esse
homem da cadeira de presidente, julgo, que como
Qm oatro ero, mandara incendiar esta capital;
porque a tal ponto exacerbou elle aqu os nimos,
que inevitaveliulvez fosse urna conflagrago.....
mas sus.... nao pretendemos oceuparmoa desse
homem, e de sua treslocada adminislrago
nhnn.....
do Brejo..
_, de Flore...
da Santa Ca. de Mi.e-
Como diziamoa, esta provincia estava Tela- ??. 2! H?-!nsa0........'l.........
da, dilacerada, quando o Exm. Sr. Camnos nn?i".de dlver!as Pea offl<*e.......
A companhia Pernambucana assebtou, em
satisfago aos interesses recipocros d tsta e da
provincia de AlagOas, em elevar tres is viagens
mensaes dos seus vapores di linha do sul.
Sero pois assahidas delles nos das 5,15 e 25
de cada mez. sendo que s nos de 5 e 25 tocarao I do!Me7ho.'aen"d^
nhore. acbando-ae actualmente presos no forte
Lafayette, se ordenar a sua libaad.de,
autorisago necessaria par. que volt
Norfolk, na Virginia, por va do forte
Extracto de um
W..h
Tenho
gido a V,
MUTILADO!
as suas differentas escalas, porque lias de 15
iro em direitura sem escala alguma.
Foi demillido de 4. supplente d i subdele-
gada da Ilha das Plores, terceiro di trido do
Bonito, o Sr. Jos Mara Brsyner, sobie proposta
do Sr. Dr. chefe de polica.
O Sr. Dr. Augusto Carneiro Monteiro da
Silva Santos acaba le dar publicida le um tra-
balho seu a proposito da resposta do Sr. conse-
lheiro Bonifacio d'Abreu, relativa a ccnaulta do
Sr. Dr. Pedro Cesar com referencia a lecem-nas-
cida, que no anno prximo passado foi encontra-
da aorta na caes do Ramos.
A leitura delle interessa aob todas is conside-
rares; o pois recommendamo-la i o publico,
a qaem nao tem sido indifferente questo. A
apreedago desse trabalho porm dexamos aos
profeisionaes, como competentes pir ella, aba-
leado-nos de quaesquer palavras nclisas nesse
sentido.
Havendo sido considerada sem effeito a
nomeago do Sr. Jos Cavalcaoti do Albuquer-
que Jcha para 1 supplente da delegada de Se-
rinhem, foi para o mesmo cargo nooieado o Sr.
Dr. Manoel Nicolao Pinto Regoelra de Souza.
O Sr. Dr. Jos Eugenio da Silva [Ramos, foi
nomiado 4 supplente do delegado de Seri-
nhem.
Na deficiencia de tropa de 1* ljnha para a
gaaroico desta praea, por acto da presidencia
tem i guirda nacional de prestar nos domingos
e das santificados a torga necessaria para o
servigo delta.
Foi nomeado o Sr. mejor Joo Francisco
do Livrameoto delegado do Buique, siendo nulli-
flcidi a nomeago do Sr. major Mauricio de
Souzi Tavora.
Tendo anle-hontem fallecido o iratiee-mr
deste porto, o Sr. Jos Faustino Pe rto, remet-
tem-nos o seguinte a respeito do provimento
desse lugar: A
a Sr. redactor da Revista Diaria. -Acabando
de fallecer o pralico-mr, e deven lo ser esse
lagar preenchido por promogo na dase, vimos
lemsr.r qaem quer que sej o lireito que
issiite so praticinle Adolpho Fernn le. da Silva
Manta, apezar de lhe faltarem tre. mezes e tanto
para o completo de 81 annos, viiti como esse
mesmo tempo lbe falta para concluir trea annos
de pralicagem, sempre assidea e regt lar.
< Parece rasoevel que se nao posti rgue a jus-
liga, olvidindo ainda seus ImportanU a servigo :
tea .mor profisso, para promove -se aa|an)
outro que apenas cont pouca templo de ex
Icio.
e O Sr. capito do porto, equitativo couic
nao deixir de parle, eitamos convencido,
direilo que aisiite ao Sr. Manta, procor
ixer-lhe jaatiga, tlendendo aeaa aervigoi.
amigo_ da equidade.
mol a correipondeocii
noticilo o
adminii rativ
io que eu qu
pus pan
lhada, dilacerada, qoando o Exm. Sr. Cimpos
Mello tomou conla da admioistrago. Foi urna
tarefa espinhosa que o governo imperial impoz
ao Exm. Sr. Campos Mello, porque, a nao ser um
habilfsilmo piloto, iofallivelmente levaria a nao
do governo de encontr aos escolhos politicos de
que estava, e talvez anda est, cheio o mar tem-
pestuoso de nossa poltica. Ambas as parciali-
dades entre receiosas e esperanzadas, viram a
chegada do Exm. Campos Mello, entre si iuqui-
riodo a que lado se encostara elle......maso
Exm. presidente (que felizmente nos geverna)
barlou a espectativa das parcialidades, e adop-
tando urna poltica conciliadora, vai escolher en-
tre as diferentes faeges homeos probos, hones-
tos e virtuosos para lhes entregar os cargos, sem
Ibes inquirir de suas convicgdes polticas. Obran-
do assim tem S. Exc. acalmado a exaltago dos
nimos; tem satisfeito a ambas as parcialidades,
sem com ludo dobrar-se a exigencias de qaalquer
dellas ; e faz justiga sem indagar a quem.
a Um administrador inlelligente, > moderado,
honesto, affavel, como o Exm. Sr. Campos
Mello.ora o nico capaz de salvar do cataclysma,
qae ameagva a esta nossa provincia.
S. Exe. tem de forma tal sabido aog.riar as
sympathias, que ningnem vat a palacio que nao
volle contente e satisfeito pelas maneiras com
que foi tratado, muito embora nao lenha sido
feliz em suas preteoges.
S. Exc. sabe a tempo applicar um balsamo
refrigerante na chaga, que elle, como imparcial
e justo administrador, se v as vezes constrangido
a abrir.
a Era um administrador assim, dotado de taes
predicados que oecessitava esta provincia, em
cujo nome agradego ao nosso augusto monarcha,
beijando-lhe as maos pela feliz escolha de seu
delegado que imploramos nos conserve por muito
tempo.
$o mais tica esta provincia em socego e sem
maidr novidade. b
Havendo respondido ao jury, no dia 6 do
correte o reo Manoel dos Aojos Porciuncula, ac-
cusado pelos crimes connexos aos ferimentos e
tentativa de morte, foi absolvldo pelo segundo
crime, afirmando o conselho a autora do pri-
meiro.
Nao obstante esta deciso, que deveria levar o
presidente do jury a condemnar o reo como in-
curso no art. 201 do cdigo criminal, entendeu-
se dever absolve-lo visto nao caber o procedi-
mento official respeito do crime de ferimentos
leves salvo se o offeosor preso em flagrante.
No entinto, nossa opinio que, urna vez pro-
postos os quesilos respeito, de qualquer crime
cumpre lavrar a seotenga conforme s respostas
bem o juiz deixar de eslabelecer as questoes di
lei sobre o crime particular, se em seu juizo nao
podia a respeito delle officiar o ministerio pu-
blico.
Acba-se inslallado na esquina, que da ra
da Santa Cruz vai para a dos Pires, um preto
mendigo que tem urna chaga to ftida, que im-
posta a visinhaoca.
E' preciso pois, que seja elle d'jlli removido,
afim de evitar .o incommodo dos moradores da-
quelle ponto;
Repartigo da polica:
Resumo do expediente feito pela secretaria da
polica durante o mes de fevereiro prximo
Ando.
Oficios dirigidos. N." de officio..
A. presidencia ..
Ao commandante das armas....;......
Ao presidente da relago...............
Ao Dr. chefe de polica da Parahiba...
Ao a do Rio Grande do
Norte...........
do Cear.........
a a do Maranho....
do Para..........
a a do Amazonas....
d do Piauby.......
das Alagse......
deSergipe.......
a da Bahia.........
do Espirito Santo
> da Corte.........
as do Rio de Janeiro
as deMinasGnr.es..
de S. Pacs ...
a do Para;......
a de Goya ,,. .
a do Mal' n .
a a > de;Sa.
ria. .. .......
o a do r!oOrrsdedo
Su. .........
Ao jaiz de direito da comarca do B<
140
33
Ao
Ao
Ao
Ao
Ao
Ao
Ao
Ao
Ao
Ao
Ao
Ao
Ao
Ao
Ao
Ao
Ao
10
Ao
Ao
do i ii
dor r' or-
eaos ....
1 i .i"...
oa iioa-
^isU.....
mo do Recife
'...........
de Cimbree
de Gara-
nhana.-.
Jo EU
*t,rmoao
ue Seri-
nhem ..
I.za-
Ao B
Ao
Ao provedor
ricordia
Ao commandante do corpo de prtela'.'.
a cmara municipal do Recife.'-...
Ao cnsul de Portugal..............
Ao cnsul dos Estados-Unidos.......'.'!.'
Ao juiz de direito especial do commer-
cio...........................
Ao secretario do governo...."'.X!
Ao commandante superior da guarda
nacional do municipio do Recife....
Ao iaspeclor da saude publica.........
Ao da thesoararia de fazenda
Ao provincial
A0 do arsenal de marinha...
Ao secretario do
Ao commandante da eslaga Aos mdicos de districtos...'.'........
Ao administrador do correio.!.
Ao commandante do hiat Ser$ipano.\
Ao do vapor Jaguaribe.
Ao agento da companhia de paquetes a
'Por..................jL;,.......
A commissao de soccorros do'Poco.
Ao tenente-coronel Manoel Joaquim do
Reg e Albuquerque.....'............
Ao major Loureiro ...'......";..........
Ao official encarregado de* visita" d'
porto............................
Aos delegados de polica..'.'.'.*,&".".*.''
Aos subdelegados de policia...........
casa de deleogo....
Officios. reservados.......
Registro de titulo de delegado....!!!!"*
Registro de titulo de subdelegado'..!!!!
termo de juramento'........
Termo de fl.nS.!T.....................
Passaporte......................*!!!.'!.""
Visto, nos mesmos............'.".'.'.*.*.
Legitimages .................".*""......
Portaras a favor de partes. !'".'".""
Registro de estatutos.....
Matricula de boleeiro ; ... .
Partes do registro do porto .
Despachos .\ ....
1
2
2
3
t
1
t
t
1
1
1
2
i
1
2
1
1
3
1
i
1
1
1
1
1
1
600
114
95
275~
11
1
1
1
3
18
84
14
8
2
10
86
rt
Somma. : 1,741
polica de Pernambuco, 1 da
Secretara de
margo de 1862.
Oaecretario,
Dr. Joaquim Jotide Campos.
Pela subdelegada de Santa Antonio, come-
gou-se hontem o respectivo processo contra An-
tonio Jos Alpieri, em virtude da morte feita na
pessoa do portugus Luiz de Souza e Silva, fado
este que teve lugar, em alarde do do corren-
te mez, em a ra estrena de Bozario, e que Un-
to tem oceupado a attengo pebliea.
O reo, acompanhado de seu advocado o Dr.
Joao Francisco Teixeira, assUtio e inqnirico
das testemunhas : padre Francisco Joaquim Pe-
reira, Casemiro Lucio Tavarea, Manoel Duarte
Vieira Jnior, as qu.s apen.areferirn facto
de haver Alpieri assassinado a Souza e Silva .eu
quemencionassem qaalquer outra circamstanc
de interesse.
Deduz-so todava de seus depoimentet aun
Alpieri, commettido o delicio, nao procuran va-
dir-se como noticiamos h. das, sendo que neto
couTano recebendo a voz de priso que lhe dera
o padre.Pereira, conservara-se quieto at que o>
inspector de quartero Maaoel Duarte Vieira
que inmediatamente acudir ao legar do conflic-
to, viesse tornar effectiva a priso.
Na inquirigo das tertemunhas o juia procet-
santo, o Sr. subdelegado Manoel Anloio-ae Je-
ss Jnior tudo evidou a flm de que nao esea-
passe a menor das circumstancUs de que lei a
crime revestido.
Procuraremos continuar a informar o publico-
do que for occorrendo no carao do processo ins-
taurado contra Alpieri.
Hoje sobe sema no Santa Isabel o segui-
do espectculo pelas companhiaacrobtica edra-
mtica, com o programma que vai tranecriptem
outra parte deste Diario. O bom daaen>Mnhc
do primeiro sao garantes do preaente,
mais tem sido bem preparado. E'-desperar
que o publico procure ajudar oe eiorcos deeses
artistas, que imploramsua proteceo.
Em data de 28 de Janeiro prximo Distado ea.
crevem-nos do Ouricury :
o Falleceu no dia 22 do corrente no lugar de-
nominadoPogo-Seccopertenceote a comarca
do Saboeiro, na provincia do Cear o Dr. Jos
Francisco de Arruda Cmara, de um ataque apo-
pltico. Foi ali enterrado com decencia pelo Sr
Raimundo Teixeira e Silva, e no aetimo da d
seu fallectmentq. aeu collegas aqoi residentes
mandaram retar duas missas com libera *m pelo
repouso eterno da aaa alma.
a O Dr. Arruda, antigojuix de direito desta co-
marca, aqu se achava arquaii u tono a colu-
do I bem lastimavel eraJHB Tendo ido
para a festa naquelle lugai U.deuVlma
deis diea antes urna forteena-
aaku
u meto
dor, tendo soffrido
xaqaeca. Entend coeventote dar esta
a V. S. para publica-la eea eeu Diaria
morrendo longe de sua familia ser oa$m'
mais fcil de scientifica-1:.* J
a Festejou-se no da 2S#pedroeiro de*U fre-
guezia, S. Sebastio, cagt-m pacta*
pelos recurso do lujarte tarde n*
foi grande a otteurwnciatti
Eis
Em um officio.
sidente da provin
dr. que no
cuidados tinJK fut,_
ni. Mari, do rte.cimnto^ cr
idade, aolteira e residente 1
Mara do Sacramento, parda
idade, viova e residente na 1 lak
cisca da Conceigo, branca, de 1
de, solteira e residente no paS
nqora di Paz : e Rita Joa
parda, de 30 annos de idad.
no Giqul, dos quaes havia
porque, estando com diirrh.
das, s lhe tinha dado paila
quando lhe haviam appa:
caimbraa etc.
Em outro officio da-jpMtjaj
S. Exc. disse o mesmo Dr.
tricto medico, de que se acU_
nha suecumbido ai data su
Antonia Mara dHN
aeu officio anteriora
e Em um oficta\pl ma
Exc, diiieaa ^H
freguezia^o8. Jos" se ti
de cholera-morbaa : om no
que havia sido encamcado
quim Faneira, portagaei.' o q
di.rrheaUepoisdeoito ""
tido i notte. tinha sid
elle pelas 2 horas da
cer s 9 hons da
do Poeinho, de nome
do livre, o qual, nao
a*
A W"* Dr. Firi
^H
2
1
1
4
i
2
1
2
4
3
.1
.3
a*
I

ILEGIVEL


l-SV,
contra quotidianamenle no i
co, so deduz que nesta cidade
^Bh suburbios pouco pro*
luento mui limitado ha lid
ernamlu-
isuaa imme-
o tem (eito,
o numero do
sempre para Uto at imprn-
frtos, co acorren do
ia*.
Vs provideociis, os contelhos mdicos, e
^telo qua rio mostrando oa facultatiroa encarre
gadoa dos districtos mdicos tea coocorrido,
m noisa oainio, para qae rio fija numerosa o
qoadro mortnario. Siga a populadlo os conso-
los que lhe haremos dado, e o resultado vira
provar-lhe que as imprudencias mullo concur-
ran! para a linlensidade das epidemias.
A' 6 horas ds tarde de 7 de marco de
186X.
t Dr. Aquino Fonceca. >
to Hootem fizeram acto na Faculdade de Di-
lo, os seguintes estudaoles, qua haviam deixa-
d de faze-lo o anao passado, por se acharem
sanies, toado o resaltado margem :
1." anno.
Joo Gavalcanli Lame-
nha Los.......
Joaquim Ignacio de Mi-
randa ;......
3."
Jeronymo Cabra! Ro-
drigues Chafes. .
Joaquim Moreira Li>
ma
4.
Aureliano de Azeredo
Vooteiro.
Movimeoto da enfermara da casa
(lo do da 7 de marco.
Tiveram baixa para enfermara :
Joaquim Rodrigues dos Passos ; intermitente.
Maooel Francisco de ilollanda Garateante ; as-
thma.
Lourenga, escravade Francisco Ferreir de Mel-
reprorado.
idem.
ano.
approvado simplesmente.
approrado plenamente,
anno.
approrado simplesmente.
de dten-
lo ; febre.
par-
a deduzindo
ndos os debates praeochidas todas
lemnidades da re, o Sr. jot de direito propoz
ao jurjr i sehleocA es qultlos fteguintei:
IoOreo Elias Joaquim dOS Sanios, era no-
rembrodo mno prximo passado, fez na pttaoa
d MiDbel Rodrigues do Nasimeato o f enmanto
consunta deaorpo de delicio, jando que Me
faci Ufa lattr n ra de Apollo *
*Use feHmento prodotio grave incommodo
desaude?
3* Existem circumstancias sltenuanles & favor
do reo ?
Recolhido o jary de sentenca com os quesilos
e processo sala secreta das conferencias 4
meia hora, dalli voltou a hora e des minutos,
respondendo aos quesilos pela maneira se-
guinte:
Ao IoSm, por 7 rotos.
Ao 2oNao, por 11 roto.
Ao 3*Nao, por 7 rotos.
Lidas as repotas polo presidente do jury de
sentenca, o Sr. Juiz de direito publicou sua sen-
tenga condemnando o reo a pena de 6 mezes e
meio de' priso, e na multa correspondente 4
metade do lempo e as cusas.
Lerantou a sesso adiando-a para O dia se-
guate pelas 10 horas da manha.
Emiu&i
Valor em circu-
lagio. :
,. Letras a pagar.
Por dinheiro to-
mado i
mo. ...
Por saques.
167:8381074
CoHk correntn.
Saldo deata con- w^^
f Arenos. 4jt53:940S3a
Saldo de rias
contss .... 8,440:793#5U
Ganhos e ptrdas.
Lacro sujeito a m't
liquidaco. . f 76:617*800
14.229:4485614
* 0 guarda lirros.
Ignacio Nunes Correa.
* Rbpartico da polica.[Extracto da
te ao dia 7 de margo.)
Foram recolhidos casa de detengo no dia 6
de margo.
A' ordena do Sr. Dr. chefe de polica, Roberto
Antonio, crioulo, de 48 a irnos de idade, raqueiro;
i Esperidiio, tambem crioulo, de 35 sodos, fer-
rairo, escraro do cao reato do Carino, ambos sen-
tenciadas galea perpetuas, vi ndos da provincia
lo Maraabio ; Mathiis, pardo, de 30 annos, dado
4 agricultura, eicravp de Petronila Uonteiro, por
andar fgido; Manoel Henrique e Amaro da Silra,
ambo pardo, eate de 14 anoos, aquello de 16
annos ; e o crioulo Aotooio Francisco da Silva,
de 18 annds, todos agricultores, rindos do termo
de Santo AotSo para recrutas.
A' ordem do Dr. delegado da capital, Joaquim
Domiogues Soare, pardo, de 42 annos de idade ;
a a crioula Thereza Mara de Jess, de 94 annos,
ambos pombeiros, o primeiro por infraeco de
posturas, e a segunda para correego.
A' ordem do subdelegado do Recite, o indio
Jos Mariano Izidro, de 31 annos, de idade, ma-
rtimo por insultos.
'. A' ordem do de Santo Antonia, Leocadio, criou-
lo, de 28 annos de idade, cafioeiro, escravo de
Jos Joaquim Miranda, por embriaguez; e a afri-
aana Mana, de 60 annos, ganhadeira, escrava de
m tal Chaves, por desordem.
A' ordem do de S. Jos, Paulina Maria da Con-
ceicao, parda, de 31 annos de idade, eogomma-
deira, por desobediencia ; Francisco Antonio de
Souza Corra, braoco, de 23 annos, caixeiro ; e
Catharina, africana, de 60 annos, quitandeira, es-
arara de um tal Novaos, ambopor briga ; a Jos
Joaquim Francisco, brinco, de 30 annos, car-
pina, para correego.
A' ordem do da Boa-Vista, Victor, crioulo,
de 35 annos de idade, ganhador, escravo de Fran-
cisco Quiotino Rodrigues Esteres, por briga ; e
Joaquim, tambem crioalo, de 30 annos, canoeiro,
escravo de Maooel Rlbeiro de Almeida, sera de-
clarado do motivo.
O chefe da segunda aeccio.
J. G. d Mesquita,
MaTADOLR 0 PUBLICO.
Mataram-se para o consummo desta cidade no
dia 5 de marco, 73 resesr.
No dia 6 do meimo 28.
No dia 7 do raesmo 58.
Pssageiros do rapor brasileiro Princeza de
Joinville, sahido para os portos do sul:Fr. Jlo
d'Assumpgo Moura e 1 escravo, Domingos Flix
de Carvalho, teoente Maooel Verlssimo da Silva,
sua seohora t> 4 fllhos, Francisco Duarte de Oli-
reira, JoSo Jos Ferrein de Brito, Jaques Bon-
dusseor; teneote Maooel Antonio Viegas Jnior,
Dr. Carlos S. Pinto e 1 escravo, coronel J. Anto-
nio de Azeredo Carvalho, Dr. Figueiredo de Mou-
ra, sua sonhora, 1 sobrinho e 8 escravos, Fran-
cisco Jorge Ribeiroe 1 escravo. Joo Francisco
Belem. Francisco de Salles Pereira Pacheco, pa-
dre Jlo Cyrilto de Lima, Jos Joaquim da Silva,
Vicente Ferreira de Paula, Silvino Guilherme de
Barros, S. C. Arthur, J. Ricardo da Silva Guims-
res, Tris ti o Soares de Albuquerque Leao e 1
escraro, Antonio Mosquita Falco, sua seohora,
1 fllha e 1 fllho menores, Francisco Footon, Jos
Portel!, Luiz Francisco Brrelo de Almeida, 7
recrotas, Jos Lucio Soares, D. Joo Azeredo
Bellaen, Jola Jos de Medeiros e 20 escraros a
entregar.
HORTALIDADB T>0 DIA 7 DE HARQO :
Benedicto, Pernambnco, 2 mezes. S. Jos: diar-
rha.
Jos Joaquim Jorge, Pernambuco, 48 annos, sol-
teiro, P050 da Panella ; febre typhoide.
Antonio Ferreira de Brillo, Maranho, 41 annos,
solteiro, Boa-Vista ; hypetrophia do corago.
Francisco da Silva Gutmares, Portugal, 33 an-
nos, solteiro, Boa-Vista; tubrculos pulmo-
nares.
Manoel Joaquim Ferreira, Portugal, 58 annos,
viuvo, S.Jos; cholera.
Jo, Pernambuco, 4 mezes, Santo Antonio ; con-
valides,
Maria Thereza, Pernambuco, 70 annos, selteira,
Recife $ esphixia.
Anna, Pernambuco, 6 annos, Boa-Vista; va-
rilas.
Joaquim, Pernambuco,*6 anno, Boa-Vista ; con-
gestao cerebral.
Jos Domiogues Pimenla. Portogal, 55 annos,
casado, Santo Antonio ; congesto-cerebral.
Anasticio, Pernambuco, 16 mezes, Santo Anto-
nio; deoticao.
Jato de Deus, 50 annos, citado. S. Jos ; cho-
lera. '
Leopoldino da Paz, 5 anos, Magdalena ; cholera
morbos;
1 SESSAO.
Da 6 de mar$o.
PRESIDENCIA DO SR. DR. BERNARDO HACHADO DA
COSTA DORIA, IUIZ DE DIREITO DA BRIHEIRA
VARA CRIMINAL.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leopol-
dino de Gusmao Lobo.
Eicrivo privativo, o Sr. Joaquim Francisco
de Paula Esteves Clemente.
Advagado, o Sr. Dr. Franciaco A. de Carralho
Moura.
A's 10 horas da manha, depois do 1 toque ds
campainha e verificagao das cdulas, foi feita a
chamada dos jurados e acbaram-ae presentes
48 senhores:
Foram multados em 209000.cada um (dos Srs.
multados nos das anteriores e que nideompa-
receram hoje.
Entra em julgamento o reo Manoel dos Anjos
Porciuncula, aecusado pelos crimes de tentativa
de mntte perpetrado na pessoa de Luiz Ferro, e
de offeosas physicas feitas na pessoa do Fran-
cez Luiz Antonio Durant.
O jury de sentenca foi composto dos seguintes
senhores:
Dr. Miguel Bernardo Vieira de Amorim:
Capito de fragata Hermenegildo Antonio Bar-
bosa de Almeida.
Herminio Egidio de Figueiredo.
Jos Antonio Vieira de Souza.
Antonio Pires Ferreira.
Jerooymo Jos Ferreira.
Manoel Mariano de Souza Pimentel.
Maooel Ephigenio da Silva.
Antonio daCunha Soares Guimaries.
Agoslioho Eduardo Pina.
Antonio Jos Pestaa.
Francisco da Costa Rlbeiro.
E prestaram o juramento dos Santos 1
galbos.
Foi o reo interrogado e fez-se a leiluradd pro-
cesso.
O Sr. promotor pedio a coodemnagio da reo
no grao mximo do artigo 193, combinado com o
art. 34 e 201 do cdigo criminal.
O Sr. advogado dedazindo a defeza pedio 1 ab-
solvilo do reo.
Fiodos os debates e preenchidas todas as so-
lemnidades da lei, o Sr. juiz de direito propoz ao
jary os quesilos seguintes:
Io reo Manoel dos Anjos Poreiuocoli no
dia 2 de setembro do anno prximo passidoj, no
becco das Boias freguezia do Recife, tentn isa-
lar a Luiz Ferro, accommetteodo-o com ima
Cmara municipal de Recife.
Matadouro publico da cidade do Recife.
Mataram-se para consumo desta cidade nos
mezes de Janeiro e ferereiro do correte anno
4,548 rezes, constantes da relagaoinfra.
JoSo Jos de Medeiros.............. 941
Virginio Horacio de Freitss ........ 355
Jos Francisco de Souza Lima...... 302
J080 Chrisoitomo" de Albuquerque. 298
Manoel de Souza Tavares............. 286
Manoel Paula de Albuquerque....;. 274
Francisco Gandido da Paz............ 274
Luiz Antonio de Barros.............. 274
Bellarmino Alvos de Arocha...... 255
Venceslao Machado Freir Pereira da
.Suva .............................. 232
Maximiano & Lucas de Meti...... 222
Joaquim Jacintuo.................... % 183
Urna sociedade.............,..*,... 129
Feliciano Joaquim da Costa ........ 129
Pedro de Athayde................... 121
Miguel Alvos Lima.................. 117
Jos Joaquim Ferreira.,.............. 94
Ernesto Celestino de Mondonga...... 46
Joo Carlos Augusto de Araujo .... 5
Luiz de Franga Soares................ 5
Cmara
1862.
4^548
municipal do Recife, 7 de margo de
O procurador,
Jorge Victor Ferreira Lopes.
bayoneta, sendo obstado por Antooio Durant de
realisar o seu intento?
2O reo commeiteu o delicto com a circuirs-
tancia aggravante da nolte?
3'O reo commetteu o delicto com a circums-
tancia aggravante de eatar oaperiot em or oa,
de modo que o o (Tendido nao poda defender-se
com probabiiidade de repeltir a offenaa ?
4oExistem circumstancias atteouantes a fa-
vor do reo?
Segundo ponto da aecusacio :
IoO reo ja dito no dia 2 de setembro prxi-
mo passado fez na pessoa de Antonio Dura il o
ferimento constante do corpo de delicto?
2oO reo commetteu o delicio com a circuns-
tancia aggravante da ouite?
3'O roo commetteu o delicto estando sulpe-
rior em armas, de modo que o offendido nao po-
da defender-se com probalidade de repeltir a
offensa?
4*Existem circumstancias altenuantes fa-
vor do reo?
Recolhido o jury de sentenga com os quesilos
e processo sala secreta das conferencias, 4s 2
horas da tarde, dalli voltou s 3 respondendo
ao quesilos pela maneira seguinte :
Primeiro ponto da aecusacao:
Ao Io queaitoN80, por 11 votos.
Deixou de responder aos outros quesltos p
Qcarem prejudicados.
Segundo pooto da aecnsago:
Ao Io quesitoSim, por 7 rotos.
Ao 2oNao, por unaoimidade.
Ao 3oNao, por 9 votos.
Ao 4*Sm, por 11 rotos.
Lidas as respostas pelo presidente do jury de
sentenga, o Sr. juiz de direito publicon sua aen-
lenga abiolvendo o reo do crime de tentativa de
morie, e condemnando a muoicipalidade naa
cusas.
O mesmo Sr. juiz de direito julgou sem vigor
e effeito o processo em relago ao crime de offen-
sas physicas, por ser este particular, e nao caber
a aecusacao por parte da jusiiga, visto nSo ler
se verificado a prisio do reo em flagrante delic-
to, ou de ser o offendido pessoa miseravel, 11-
cando salvo ao mesmo offendido o direito de in-
tentar a acgo emquanto nao prescrever o de-
licto.
Levantou a sesso, adiando-a para o dia se-
guinte, pelas 10 horas da manha.
Correspondencias.
Srs. redactores. Chegando a nosso cooheci-
menlo nm pasquim, que corre por ahi impresso
com a sssigoatura de Um Peroambucano no
qual se busca accintosamente detractar da honra
e digoidade de um probo fuoccionaro publico
o inspector da thesoararia de fazenda da Parahiba
Andr Curcino Beojamtm, nao podemos furtar-
oos ao dever, que nos corre, de dizer algunas pa-
lavras em defeza dessefuneciooario, cajas quali-
dades to de perto tiremos occasiao de apre-
ciar.
O Sr. Benjamim est por si mesmo defendido
peraote seus amigos, e parante aquelles que o co-
nhecem : porm, os que delle nao teem o meoor
conhecimento saibam que o inspector de fazen-
da da Parahiba incapaz de commetter os actos
de vilaoia, que lhe attribue o autor do pasquim,
a que nos referimos; que nunca os commetteu,
e que nem mesmo talvez lhe passou pela mente
que podessa haver quem lh'os imputasse.
A sua longa carreira de empregado publico,
assigoalada por duaa importantes commissdes
a de que se acha actualmente incumbido, e a de
iospector da Ihesouraria de Sergipe, que j exer-
ceu, o doenmento mais irrecusavel de sua pro-
bidade, a prova mais evidente do conceito em
que o tem o governo imperial.
Servimos com o Sr. Benjamim ; nunca vimos,
e nunca nos constou que elle desacatasse so em-
pregado seu subordinado : antes tinha sempre
bons cooselhos para aqueilng que reeonhecia earar
em erro, chamando-os por modos affaveis e deli-
cados ao cumprimeoto dos seus deveres.
Coohecemos o Sr. Benjamim condaido sempre
das vicissiiudes por que va os outroa pasjar, le-
vando palavras de contolag&o onde desCdbria um
aoffrimento, aoccorrendo os pobres e desvalidos
que a elle se chegavam.
E este o homem, a quem aecusam de haver
arrancado o pao a urna familia inteira, promo-
vendo a demisso de um empregado seu subor-
dinado I
Iojostiga I O Sr. Benjamim era incapaz disto :
ante, se faltas houveram desse empregado que
elle soubesse, mais depressa procurara atteoua-
las por cociserago dos seus fllho. Estamos
bem convencidos de que nao suggerio ao governo
imperial essa demisso ; e o governo imperial
nao se guia por suggestoes de quem quer que seja
indaga a cansa, basca coohece-la, julga, e de-
pois decide por si.
Porm qual o homem de senso que lendo o
pasquim, de que nos oceupamos, e que nao nos
damos ao trabalhode refutar ponto por ponto por
nao querermos deseer ao campo odioso em que
se co llocou o sen autor; qual a homem de senso,
repetimos, que lendo-o nao Arme logo o seu jai-
ta, nao descubra all a aanha de um detractor,
que nem ao meos guardn a conveniencia de
occultar o furor que lhe ia dentro do peito?
A qualiQcago affrontoaa ae prcedimenlo infa-
me, vil e negro, com que comega a arenga do
mencionado patquim, um iosulto que o Sr. Ben-
jamim cavalleiro como langa ao desprezo;
porque nao quer descer pooto de apachar a
luva, que lhe arremessa um contendor, cuja eda-
cago e senlimenlos se revelam por esie e ou-
tros epilhetos, de que est ebeio quasi todo o
pasquim.
Continu o Sr. Benjamim a proceder como tem
procedido : os seus amigos far-lhe-ho juttiga :
o publico julga-lo-ha pelo bem que delle sabe.
Recife margo de 186.
C.
CHBONICAJDICIARIA.
JURY DO JtClFE.
_JVJ* SESStJ.
Da 8 de marco.
U B*. BkHJUanOJIACBADO DA
Z DE D1RS1TO DA PR1MEIRA
, VAR* CRIMINAL.
i^0^.^ ^^o Leopol-
&0cu^noaquim Franci"
la, O Sr. Dr. Miguel Bernardo Vieira de
Amorim.
loras da taanba, depois do toque de
iba a rerifleago das cdula, foi feita
a dos jurados, o acharam-se presen-
tes 46 senhores:
Ido em 20S000 cada um doa Srs.
dias antecedentes e que nao com-
aarecaram hoje.
ero legal o Sr. Dr. juiz de direito
declarou aberta a aeisio.
1 julgamento o reo Elias Joaquim dos
sado por crime de ferlmentos gra-
i(na pasaos de Manoel Rodrigues do
'aMnl^faUemposto doa Srs. se_
ralbo Paes de Andr.de.
Antonio fitas Ferreira.
Jola Albaoazio Botelho.
a Rodrigues da Cruz.
de Soasa Pimentel.
jira.
ci Pereira dos Sillos.
Lemas.
J ment dos Santo Era-
SB
Caixa Filial de Banco do Brasil.
BALANCETE EM 28 DE FEVEREIRO DE 1862.
Actiro.
Accionistas do Banco do Brasil.
Eotradas nlo
realisadas de
10,000 acgOes
lecalisadasna
prorincia. 440:000|O0
Letras descontadas.
Com doas assig-
naluraa resi-
dentes no lu-
gar do des-
cont.....
Com umas di-
ta dito .... 53:887#58l 2,699:931*981
2,646;044|400
53:8879581
I
B, ama
-SBBBBBBbH^
asaea lempos rao bem
distantes.
WBoiobre o Go goth, o in-
Ga mais infamante upp icio paasou a
r o objecto da malor renerago, depois que a
frolugo de 1789 deu e.m ultimo resultado as
instituiges rmad 1 do principio, e bate que ella
isentou, a lei igual para todo, depois que no
rirgem solo d'America se firmn a Uberdade, o
a nossa por essa casta outorgids pelo fundador
do imperio, e da qaal copiamos 01 preceitos
3ne no principio desta paginas tanserevemos,
epois desses fados estrondoios que flrmaram
para sempre os direitos do homem, e entre nos
principalmente, guardados, defendidos, por urna
conatitoigao to livre e garantiddra, enes tac-
tos desoladures nao passam de lentas quasi in-
veroiimeis, e cuja serventa de soja narrago s
da a utilidade de entretor aa creanejas, para fje-
las lamentar essas tristes eras to remotas.
Mas nao historia nem lend, nem cont de
P*# sem lei; um tacto que se deu hontem,
entra o nosso pove nossa vista; na trra da
liberdade, onde impera esaa conitiluico, cojos
principios cilados transcriptos se traduiiram em
o nosso cdigo criminal, o mait sabio, no dizer
dos sabios, o mais abio dos cdigos e entre ou-
tros nos seguintes artigos :
266. Destruir ou damnificar urna cousa
alheia de qualquer valor. Penas....
o 09.-Entrar na casa alheia denoite....
210.Entrar oa casa de dia fra dos casos
c permillidos, e sem as formalidades legaes.
< Penas....
180.Impedir que alguem faga o que a lei
permute, ou obrigar a fazer o que ella nlo
manda, Pena......d
_ E por ventura ser cousa fra de toda a concep-
to que n'uma trra com tal lei, oestes lempos
da christandade e moderna civilisaglo to bar-
barro 8ucceIK bem se narre ?
Cusa muito a conceber, por queja se nao oa-
ve fallar as quadrilhas de salteadores qae sahiam
a devastar e a roubar em alguma trra da chria-
landade actualmente; mas nasoccaiides de guer-
ras civis algumas cousas dessas ainda se v em
algum raro paiz to anarenico e desgo ver nado
como o Mxico.
E qaando se disser que esse fados nao foram
praticados para roubar, nem se deu entre povo
assim aoarebico o desgovernado 1
Cosia-se muito a conceber; pode nao obstante
dar-so que em um povo assim mesmo com taea
leis como essas nossa, alguns homens sober-
bos, insolentes, immoraes, malvados, perverso,
crueis, un reprobos de toda a sociedade, asiim
procedam, mas ainda Incrivel que taes homens
eocontrem um cont de homens que os acorn-
panhem em lempo de pleoa paz, e em trra re-
gida por taes leis, para commetter taes nefandos
actos.
B quando se disser que esses homens que as-
sim te acompaoharam de um cont, nao sao taes
immoraes e soberbos, e malvados, antes, pelo
contrario, sao homens moralisados, probos, hon-
rados, amantes da liberdade e do partido de tal
nome, estimado de seus comarcos e conside-
rados ?
Ah 1 ento nao, nlo se er I. nlo possivel,
nao coocebivel borneas assim desenliados e em
urna torra com taes leis, pralicarem to daino-
sas, to ruinosos, to malvados, to crueis....Mas
ab 1 sm....
Ha urna Ierra que est .fra de todas as Ierras,
ha um povo que eat fra de todos os povos, que
tem leis feitas pela sabedoria inspirada do cu,
e costumes, e praticas to criminosos, to bar-
baros, to infame, tolerados, permitlidos, galar-
doados pelos governos que de ha muito anno
se tem tido a miasao de corromper esse povo in-
fantil, ainda ha pouco e apenas constituido em
na;ao, e de costumes ento e to doces e poros 1
' a trra em que a lei so conheeida nos li-
vro, em que o crime s conbecdo nos peque-
nos, nos pobres, em aue o forte, o rico, o pode-
roso rara vez processado e nunca condemnado,
a trra em que aos fortes e rico tudo permlt-
lido, e o* acto da maior aelvageria e barbarida*
de tem-se tornado em costumes pela toa reitera-
da pratica e despreso das leis.
Dessa trra alo carece que se diga a nome,
esses actos assim eom tanto despreso de leis to
sabias, eom tanto escndalo, se se dio aqoi, e
como se tem dado tantas vezes e sem numero
nem coala ; e lela-se este processo e se ver
mais urna vez repetidos desses actos selvagens e
do modo que em principio narramos como leoda
doa lempos remotos, que como lenda se contar
ainda, te este Brasil nao der um arranco a sal-
var-so do precipicio a que impellido pela tor-
ga de urna torrate iocomprehensivel, que de
outro modo o afogara at em auas ruinas.
E' aqui, e s aqu, trra de constituigo,
paiz civilisado e do progresso, s aqui que a
pratica de crimes e crimes nefandos se ba torni-
llo um eostume para os ricos e poderosos, que
fazem, ordeoam, ou ommaodam. Matar, rou-
bar, ferlr, espancar, nao cousa que traga mal
a tae senhores; botar a baixo a casa do pobre,
expelli-lo deila a torga, iavadi-la, cousa to
comesioha que nao causa a meoor estraaheza.
Maa a letra da coostituigo o cidado tem oa
sua casa um asylo inviolavel? o direito de pro-
priedade garantido ?ll
Que propriedade I a casa em que mora o po-
bre nlo Sua, do seohor de engeabo ; s
cousa de alguem, na phrase do cdigo, aquella
em que se tem o dominio pleoo ; a posse, o
usufructo, alo cousa de alguem quando nao se
tem o dominio pleno, nem a habitago usu-
fructo ; meatem o direito os jurisconsultos
quando o contrario affirmam. Qaualquer por-
tanto pode destruir a casa de morada de um po-
bre, qae se lhe nlo quebrar algum banco, e o pa-
ciente nlo provar ser cousa sua tal banco, nlo
lhe faz damoo algum, por que o pobre nao tem
o dominio pleoo em til casa.
Sao estes os fundamentos da despronuncia
constante destes autos de recurso.
E por que sao assim reconhecidos o direito e
a lei, por um juiz integro e esclarecido?
Porque o eostume faz lei, e nlo d mais lu-
gar a reflexao e estudo donde resulte contraria
jurisprudencia ; habituados como estamos a ver
dessea fados todos os dias
Publica^oes a pedido.
CONT CELEBRE.
VEDE E ADMIRAS.
O direito de propriedade con-
c tm, por assim dizer, umeom-
c plexo de direitos parciaes,
c usar, de alienar, de a desfru c
c tar, de a ponuir e outros,
c osquaea se podem anda de-
c comper......(Coelho da Ro-
^assolro.
Letras caucionadas.
Por ouro, prata
e ttulos com-
merciaes. .
Por outros t-
tulos. .
. .,
Letras a recebar.
Saldo deila con-
V:......
Diversos.
Saldo de varias
coota ....
Caixa. ,_
Pelos seguintes
valores:
Em moeda de
ouro de 2S
quilates .
Em notas do the-
sooro dos va-
lorea de 10 e
superiores .
Em moeda da
troco.....
Em notas da pro-
pria caixa .

50:9871644
G:500#000
57:4870644
43:804|146
3.691:691576
1,888:1S||M0 "1
481.980|fJ0O
2:9304267
/4JM7I
----do i
a cha, tomo 2", seceo 1", no
401.)
Constituiglo do imperio, art. 179:
22.E' garantido o direito de propriedade
em toda a sua plenitude.
c 7.*Todo o cidadio tem em sua csss um
aaylo inviolavel : de dia a ser franqueada a
c sua entrada nos casos e pela maneira que a lei
c determinar.
I 1.Nenhum cidado pode fater oa dtiiar
c de fazer alguma cousa senlo em virtude da
lei
E era um dia doas homens pacficos, dous ho-
mens pobres, que viviam do labor de seas bra-
cos, moravam cada um em sua caaiaha, eoram
estas visiohas: ambos haviam sabido para o seu
trabalho. Um dalles, que nlo tinha familia, dei-
xn a sua porta trancada, o ootro daixra em
casa sua mulhere seus fllhiohos. Tranquillos rol-
taram no m do trabalho, esperando achar o lar
domestico, no regaco da paz, 00 agaaalbo da fa-
milia o descanso da fadiga do dia, como de eos-
tume se dava. Mas ot dias nao alo iguaei, a
aquelle dia Ibes mudara a aorta e a fortuna, a
fortuna do pobre a paz em guerra, o lar em
ruioas, o asylo em campo, o riso e a alegra da
familia em pranto e coosternago com que ento
oa devia receber, os heos em despojos, o gota
em dr,
Eo que acontecera?
'*'v1 Urna horda de vndalos em numero de cenlo,
Lcommaodados por seohorer ricos e poderosos, na
' aaseacia dos dous visiahoa, te eocamiaharam
para aa taes casas, e caasaram toda etia deeo-
aclo.
Haviam elles chegado as lltiBct estrada
e voaerias, lascara m a
consternada jB|
esta Ibes nlo f1
tiraran todoa os
pobree bosatn.
>. parece que alo ha lei
que os puna, ou que a leis se lhe nlo podem ap-
plicar, oa que cahiram em desuso. Assim nem o
juiz a quo reparn que alemda destruigio das ca-
sas dos recorrentes, na qual destruigio acha que
elles nao tiahamsoffridodamno algum nao repa-
ro u qaa alem disto se dea'a entrada na casa
alheia, quando tiraram os trastes e os dispersa-
rain 00 campo, se deu mais o obrigarem a fami-
lia de um dos recorrentes a aahir da casa,
isto a fazer o que a lei nlo manda, a mal ain-
da o damno de espalharem na campia os mo-
vis dos recorrentes.
Mas, bem discorren o juiz a quo despresando
estas oinharias; porque se as casa podiam ser
destruidas contra a vontade dos recorrentes, por
que as easas eram do senhor do eogeoho. se as
casas podiam ser destruidas porque nlo eram
dos recorrentes.como se nlo poderiam entrar
nellasr-como sa nao poderia mandar sahir a fa-
milia de cass que nlo era delles ? Se nlo hove
damno, maa porque nao se provou que um tal
banco fosse dos recorrentes, nem que estivesse
quebrado, como damno se dara em se ter tira-
do os trastes das casas e de os atirar ao abando-
no, e quando nlo ae prova que os trastes men-
cionados pelas testemuuhas e que foram assim
tirados das casas e atirados ao campo, nlo se
prova que taes movis fossem delles recor-
rentes ?
Mas essas leis nlo sao absolutss, bem novas
qae sao ellas, e seu constante abaso nlo tem si-
do tolerado pelos pacientes diversos qae os tem
soffrido, mas somente|elles os tem soffrldo com pa-
ciencia, porque nlo podem lutar contra os pode-
rosos que os opprimem, e assim temos conGanga
qne este recurso chegue ao illustrado e justicel-
ro magistrado para quem o encaminhamos, o
maito digno juiz de direito da comarca, antes
disto temos conflanca, que o muito digno e intol-
ligente o imparcial juiz municipal deste termo,
attendendo as refletes expostsa, a que deseo-
volveremos mais um pouco, reformar o seu dea-
pacho, pronunciando oa recorridos.
B tanto mais Arme 4 essa nossa confianga,
quanto vimos que o digoo juiz deu o seu desp-
jales levado palo erro segundo o nosso pen-
enteoder to positivo quanto ferido direi-
pessoss doa recorrentes, prejudicsto pelo
barbara e tio altamente criminoso eostume de
daitsram caas a baixo, langou o seu despacho,
moa, antes levado pelo erro de entender o
Maagio a essa dia-
am a seu inlerro-
la qual 16 Uvera m
a qne dttam ser vi r-
aatM instrumentos,
ltfcio dot auloret, tem ha-
reres neo
truiram e
tra-fortes
tivossem a
B easa dlatrilsSBjsjets) dofjga sVa^P
ss zombaria, essstlojuriaf, snHPsTrVce des
es homens, assim como i fata dos recrranles I
Depois do crime o escarneo, o despreso dina of-
fendido, ai injurias contra es quo os proteAm,
os defendem I.... E at o honorario do advoga-
do, como se alguem que o podesse lhe o diste -
se qual fosse cono st esse que menciona seja al-.
guma cousa alta, e que pagae o trabalho de um.
advogado aa limitar-te adereza da causado
que se encarrega, o desconhece as convenien-
cias e os improperios contri pesioas que nlo of-
fenderam a seus clientes contra aquellos; ainda
mais, que j soffreram o mal do crime, para tan-
to menos se faierem digaos de pelo orgio dos
criminosos, receber sobre o mal do crime, o mal
do escarneo.
E* urna diatriba que alem de taes improperios,
s contera argumento da contradicho allegada da
primeira teslemnoha, por qaa disse que os re-
correntes o pegaram, e depois foram para o lu-
gar da casa com a gente que os acompanhoa e
botaram a casa a baixo, e perguntada se foram
mesmo os recorrentes quem destruiram as casas,
respondeu qae botaram os taes homens por or-
dem delles ; mais a cootradiegio de dizer que
aa casss se botaram a baixo ha 15 dias quando se
hara dado a queixa ha 15 dias, no entanto que
a testemunha diz15 dias pouco mais ou menos.
No entanto os recorridot discorrem largamente
repisndoosles dous pootos, essas echadas con-
tradieges ; e assim a teatemuoha nlo se funda
no testemunho geral, porque vio quem destruase
as casas, e a outras tres testemunha nao viram
quem fosse : inexacta, porque contradictoria
neisas contradieges, na uniforme, porque ae
precipita as taes contradieges I E se esquece-
ram os reos da ultima testemunha que ludo
narra substancial e aufficieotemente, e de vista,
que vio os autores commaodarem o mandarem a
gente que fez todas as taes destruige. E para os
reos slo verdadeiras as testemunhas que nlo vi-
ram nem souberam quem destruisse as casas ; e
mais as casas nlo foram destruidas, nem, por-
tarlo, alguns daquelles fados se deram ; mas, se
elles ae deram, foram os protectores dos autorea
recorrentes quem oa praticaram, e fizeram dessea
taes autores seus instrumentos para a sna vin-
ganga, porque esses autores slo seus morado-
res ; maa esses autores moram as casas que os
recorrentes destruiram, e essas casas allegam oa
recorrentes slo feitas por elles. Como, portanto,
slo moradores dos seus protectores? Se o sao,
como slo as casas destruida dos recorrentes ?
E mais, na contestado da ultima testemunha,
ainda allegam os recorrentes que seu depoimen-
to nlo merece f, porque essa testemunha ( de
vitta ) moradora dds protectores dos autores;
00 entanto, no mesmo depoimento se l que a
testemunha e do eogeoho Ajudante, dos reos, a
qual nao se deixou subornar, como as outras tres,
seus moradores, que esto convencidas de perju-
rio, pois deram jurado que nlo sabiam quem fos-
sem os autores da destruigio, como prova o do-
cumento junto, certidlo do depoimento de sete
testemunha, que depnzeram em processo contra
as tres primeiras testemunhas do presente pro-
cesso, e dessas sete testemnnhas, a mais forte de
vista, porque viram as primeiras testemunhas
presenciaren! o facto da destruigio, e viram que
ellas, as testemuahas perjuras, liaham visto os
recorrentes commandarem aquelles actos.
Deixemos, porm, esse tal arrazoado, esse te-
cido de convicios, que melhor delle usou o juiz
1 quo detprezaodo-o, embora errasse ( a nosso
ver) do eotendimento lio claro e positivo do di-
reito, melhor usou delle o jaiz assim, do qae nos
0 apreciando, e vamos ao despacho de despro-
nuncia, e a examinar rpidamente os seus fun-
damentos.
Nlo pronuncia o juiz I quo 01 recorrentes, por-
que as casas destruidas nlo eram de autores,
maa sim de Jlo Manoel Pootual Jnior, qne as
mandou fazer com madeiras que dea, como est
provado, diz o despacho. 1
Primeiramente ha um engao na spreciago,
por quanto, o que depem as testemunhas que o
despacho cita, nao quo Pontual mandasse fazer
taes essas, mas sim que dera madeira para isto,
como jara o proprio Chinchorro, que a primei-
ra testemunha, e repela o seu juramento no pro-
cesso do perjurio, como coaita da certidlo cita-
da, onde figura ainda como primeira testemunha,
e oode se pode ver a coherencia de seu depoi-
mento naquelle processo, com o depoimento
neste. E dando as madeirat Pootual, Chinchorro
fez ss casas para ai, e, por tanto, com as saas te-
nas e porta, que sao propriedades saas, aa quaes
os moradores tm o direito, e costumam tirar
quando se retirara, ou cedt-las por qualquer ti-
tulo ao novo morador.
Mas os autores nlo provam ter alguma parte
nessa propriedade ; bem. Se taes portas e telhas
nlo podiam ser do senhor do engenho, se elles
autores estavam morando nesias casas, eram
possuidores dessas telbas e portas.
Mas islo nao todo, porque, pelo menos, os
autores habitaram em taes casas, e a habitago
urna servido, e a servido um dos direitos
parciaes da propriedade ; a servido urna cou-
sa de alguem, porque um direito de alguem.
Vamos aos mestres, visto que a simples razSo
do direito, urna vez adquirida, nao sufflcieote.
c Propriedade, no sentido lato, diz-se tudo o
c que faz parte da nossa fortuna ou patrimonio ;
tudo o que nos perteoce, seja corpreo ou in-
c dade (dominio) o direito de usar e dispor de
a urna cousa libremente, com excluslo de outros.
O direito de propriedade contm, por assim di-
zer, um complexo de direitos parciae, como o
a de dispor da cousa, de usar, de alienar, de a
desfructar, de a possuir e outros, os quaes se
podem ainda decompor (Coelho da Rocha,
a lugar citado).
a Outra limitaglo da propriedade contm-se
a no usufructo, uso e habitago ; usufructo o
1 direito de usar e gosar de urna cousa alheia,
< salva a sua substancia ( L. 1, D. de usufr.).
a Por usar e gosar, entende-se a faculdade nlo
< s de perceber todos os frudos, mas tambem
de tirar todas as vaotagens, assim de utilidade,
como de recreio (Mello, liv. 3, tit. 13,3 4 '
chama-se usufructuario ; o dono da casa a
quem contina a pertencer chama-se senhor
c da propriedade, ou simplesmente proprie-

c O usofrudo, da mesma forma que aa servi-
a por disposigloda ultima vontade, S* por con-
vengio gratuita, ou ooeroaa.
Os direitos do usufructuario e do proprieta-
rio, aioda qae conexos e exercidos sobre o mes-
c mo objecto, tem limites separados. O usufruc-
tuario pode gozar, mas nlo abusar; lato nlo
pode dispor nem deteriorar o objecto......O
a proprietario nao deve embaraga-to no seo goso
< e apenas pode precaver-se cootra os prejuizs
qaa influam na substancia. (Coelbo da Rocha
vol. 2o 607, 609 610).
Ora aqoi v-se como o que tem na casa telbas
e portas, ou sejam suas proprias, ou estoja de
posse dellas, que assim fuas slo em quanto lhos
nlo provarem o contrario, um perfeito usufruc-
tuario, senhor da coosa, dono da cousa, iato
e, do direito de usufructo, por qae o das telhas
e portas postasnas essas.
Vamos, porm, adiante, vamos ver a habitago,
se ser tambem urna das serviddes, um direito,
urna cousa de alguem.
Do uto e habitago.
c O direito do oso difiere do usufructo em qoe
c o usufructuario pode servir-se da cousa eon-
a cedida nlo s para as snaa necessidades, mas
< tambem para o seu reartio e caprichos : e o
a usuario nicamente para as saas necessidades
quotidianas. Qaando este direito de uto con-
< cedido sobre casat para viver, chama-se habi-
taglo. Constitue-se e acaba-se pelos mesmos
modos que o usufructo ; e exige as mesmas for-
< malidsdes e garantas I (Coelho da Rocha cit.
sa hsbilaglo, e qne se
o modo qae o usufructo. Ap-
quanio
cha and
?ae
11 Anni
iim temos rtsto que a propriedade ae toma
no sentido restricto oa lato : naquelle ella quer
dizer o dominio pleoo, nesta qnalquer cousa ou
ludo que possa razer parte de nossa fortuna. Te-
moa visto como o direito de propriedade no sen-
tioo reitricto contm um complexo de direitos
parciaes, os quaes slo, e cada nm delles por tan-
to ainda propriedade no sentido lato, por que
cada direito fas parte de ootsa tartana. Temos
valo como uos dos direitos parciae que se con-
tara 00 de propriedade to o atufructo, o aso e a
btbitaglo. Temos rtsto comaaa pade constituir
o usnfructn por titulo gratuito ou oneroso, como
o gao s difiere do usufructo aa qae aquella s
Mi para as necessidades quotidianas, e nlo pa-
ra aa recreios a capricho, aame fe, a Analmen-
te que o ato, o direito de aso coacedido sobre
-- poden eorrnates-----------
ser cootidarados coma senhores daa telhaa a pa*.
i "?"*" *or I" aat de senhar do
engenho, e foram acbada na pono delles, alm
disto, e suppotio ou mesmo no cata do alies ae-
rea simplesmente moradores esa dita caaes e
por titulo oneroso ou gratuito, da-ae nelles o
direito de habitsgo por que ette consiste ao aso
qaa a concedido toar cotas paro et't>r. Ora nlo
ai como a vista do exposto ae poasa detconhecer
se<, estavam no gozo do aso das essas em que
mo'ravam, pars aellas riverem.
Se a .habitado 4 um direito, aa couaa que ce
possa dar ou tirar,adquirir ou perder, nlo 4 cou-
sa que se possa destruir ou damnificar ? Se a pro-
priedade das casas fde um e a habitacio dellas
de outro, destruiudo-sv, a, casaa nlo aa tem
tambem destruido a habiltelo ? Na slo ellas
cousas distioctas? nao pertenciam a dou indi-
viduos differentes ? E pode-sv aluda deseenhe-
cer a verdade destes principios ffl concluido 1, em
vista do nosso cdigo criminal, V.dts trtnscrip-
gdes que j ficam feitas, que seriara j absurdas se
essas doutrinas nao fossem verdades jurdicasin-
contestaveis, assim como dos principios > nossa
constituigo, que tambem ficam trinicrtiptoi a
em que ellas se fuodam ?
Se nlo se pode entrar em casa do cidado lem_
o seu consentimento, como se pode destruir m
casa, sem se lhe fazer offensa, damno? Pode,,
se-bia por tanto desmanchar a casa eom geito,
tirar todos oa materiaet, e depois entrar-te no1
campo onde foi casa; crime nlo haveria em entrar .
nesso lugar, por que nlo havendo mala casa, nlo
dava-se a entrada nella.
Asiim nos esperamos qua os recorridos sejam
pronunciados nlo s pelo crime de damno, como'
pelo de entrada na casa dos recorrentes, e mait
pelo crime de obrigarem a familia de um dos re-,
corridos a fazer o que a lei nlo manda, lata tu
sahirem de sua casa ; por que para a pronuncia >
nao preciso que na queixa se tenba pedido taaaj
ou quaes penas, nem a exadido na clatilQcagio?
do crime, qaando facultado a todo o tempo at*
ao jury, alterar o libelto ; da expoaiglo do facto/
e das provas collige e conclue o juiz o crime emjj
que incorreu o delnqueme, applica o direito ao'
facto.
Poderiamos dos traoscrever a respeita ds dou-.
trina do direito que expendemoa com Coelho da
Rocha, transcrever ainda de Pascoal e Luiz Te-<
xeira o que confirma ou antes o que expres4
sivo eil sobre tal materia ; mas basta qnaj
apontemos, e se ainda Coelho da Rocha nlo
sufllciente autoridade, remellemos nos a Pascoal
I. 3. art. 13 4., Luiz Teixeira 1. 3. art. 13<
4.* ; onde se v lo claramente que a habitago
um direito, deque nioguem pode ser expo-
liado, e smente privado pelos meios qaa ah
permute, como todo o direito, e como garanti-
do pela constituigo do imperio, j quando gaJ
rante o direito de propriedade em toda a toa piel
nitude, e por tanto em todas aa suas partes, jl
quando diz que o cidado tem na sua casa nt
asylo inviolavel, em que se nlo pode entrar :
ae nem se pode entrar no asylo do cidadio, com
se pode destruir este asylo ? E por ventura
irritlo chegar ao. ponto de se querer qae 1
quem habita em casa propria que tem asmo
inviolavel ? Raros por tanto seriam neste v/ftto
imperio ot que tem aaylo inviolavel, por qu(
muitos dos mait ricos, nao moram em casas
tua propriedade...:... Basta ; mais seria abi
da paciencia do juiz, e mal auppor de ana io
ligencia e illuslraglo.
O adrogado Affonso de Albuquerq\ie\
DEC1SAO. 1
Os recorrentes Jlo Manoel Moreno e Jos
Francisco Barboza, pedem a reforma do deapacho
a fl 35, que julgra improcedente a queixa in-
tentada contra os recorridoa Jos Pereira da
Araujo, Emilio Pereira de Araujo, um tal Kloy,
Manoel Laraogeira, e outros, pela destruigio daa
casasem que moravam no engenho Mariquita,
de Jlo Maooel Pontual, e de una bancos, facto
este acontecido no dia 5 de novembro do anno
prximo passado. O art. 72 do cdigo do pro-
cesto criminal d ao offendido o direito de quei-
xar-se de seu offensor. A do*trui?So do umai
couaa alheia Ue qualquer valor, reputado crime
a vista do art. 266 do cdigo criminal. As casaa
que foram destruidas, segundo coosla dos depoi-
mentos 4a primeira testemunha, e testemunhas
referidas, pertenciam a Joo Manoel Pontual por
que a elles pertence o sollo, e por sea consenti-
mento e ordem foram ella levantadas. E" claro
que a destruigio das casas, offeodendo a Joo
Manoel Pootual por ser o senhor dellas a elle
competa usar da acgo criminal contra oa recor-
ridos para haver a repararo do damno causado.
E demais, os recorridos quando destruiram as
casas, tiveram em vitta firmar a sua posse no
sollo em que estavam levantada as casas em
queslo, e isto prova que quizeram damnificar
ao dono do sollo, isto a Joao Maooel Pontual,
nao dot recorrentes, que eram moradores de Joo
Manoel. Os recorrentes como moradores de Joo
Manoel Pootual, e usufructuarios dts casas des-
truidas, nao podem usar da queixa contra os re-
corridos, porque o cdigo criminal falla em des-
truigo_ de urna cousa albeia, e os recorrentes
JCT nao perderam cousa alguma com a destru-
gao das casas (*) CO porque aa casas nlo ibes
pertenciam, e sim a Joo Manoel. Os bancos
nao foram destruidos pelos recorridos, porque o
recorrido Jos Pereira Araujo, antea de deitruir
urna das caas, mandou tirar para fra os mo-
vis, que nella existiam, como sa r.S do depoi-
mento da primeira testemunha.' As telhaa a
portas das casas destruidas, pertenciam a Joo
Manoel Pontual, como partea integrantes daa
mesmas casas, como se va do depoimento da
primeira testemunha. Nem te diga qoe as te-
lhas e portas pertenciam aos recorrentes, pelo
que disse a testemunha referida, porque a pri-
meira testemunha que tai quem fea as casas,
disse qae eram de Joo Manoel a alem disto na
petigo de queixa os recorrentt* nao allegaram
cousa alguma nesse sentido. Os recorrentes pe-
dem tambem a pronocia dos recorridos pela
entrada as casas e despejo violento da familia
que em urna dellas morava. A queixa tratada
destruigo das casas, sobre este facto foram in-
quiridaa aa testemuohai com citeges dos recor-
ridos, o nesse sentido fizeram oa recorridos a tua
defeza, e por islo nlo podem os recorridos res-
ponder neste processo pelos factoa que lhe alo
imputados as razoes de recurso, isto pelo
despejo violento e entrada asa casas dos recor-
rentes, porque deve passar sobre estos fados dis-
cusso regular. Pelo que tica dito e o mais que
dos autoa coosla neg provimento ao recurso, a
condemno os recorreotes na* castas.
Cidade da Victoria 13 de jaoeiro de 1862.
[ Asiigoado ) Jos Filippe de Souza Leao,
Veja-se agora a petigo 4a queixa, a como
nella ndose falla, segundo diz o Sr. Dr. juit da
direito Jos Pilippe de Souia Lelo, nem na en-
trada na casa, nem no despejo violento { e quem
bota a cata a baixo nao despeja riolentamenie o
morador ? )
e Peraote V. S. quelxam-se Jlo Mtnoe Mo-
reno e Jote Francisco Barbosa, moradore > en-
genho Mariquita deste termo da Nos* era
da Escada, de Jos Pereira de Araojo, 1
Pereira de Araujo, um tal Eloy, e Ou
cido por Manoel Larangeira, e mala individuos
moradores nos ensenbos Violas, Visgueiro, Ma-
ravlha, e Pedra Fina, pelo facto saguiate :
t No dia terga-feira, 5 do crtente miz de no-
vembro, oito horas da manota, oa ditas Jos
Pereira de Araujo, Emilio Pereira de Araojo, F-
lix Pereira de Araujo, um tal Eloy, e M
raogeira, e os mait individuos desconhecidos dot
queixosos, dirigiram-se aa lagar so*
dos e deitaram abaixo u cs
cas escalando a machado aa portas que se a
vam trancadas, GC7 arratfawdo o
suas familias de casa para fra, JTOqn
lhes os seui traite*, cosa
queixosos, o prejuzo de S.3J
que lemelhaote facto soja criminse
lei, vom 01 luppilcantes dar saa qaa
que aos querellada* aejsm impostas ai anas de-
cretada no art. t66, a cdigo
criminal, para o quo oft
abaixo desloadas, ele. etc. a
Agora note-seo cdigo d
nao exige que se aponte a 1<
amenle a nirragio dos fa
suas circumstancias, porqui
plicar a lei ao facto.
Agora j maiaoada
aeaim derrotado taoo
breoeeta noaaa boa
resta, mais do que
de Migtnaoa. doa
maa
a de
Ivogado
la tam-
Ijlsae
danos
/
H Nia perdern
seus trastes e tan filhinhot na ca
ilaeat lio coma ?
FCV/ITI f


DIARIO DE PEJ^H
,
i

ldad
desti
habitffto Dio of-
ob damno algum que le faga ao habitante.
Recebe! pote as miabas felicitagoei, porque de
Yante para despejareis os tossos mora-
i nao carecis mais da ju silga ; com um mi-
> ou 110 tiqo de fogo (como j foi bom
llame antigo } vi fareis jistica por vossaa
ios.
Recife de fevereiro de 1861.
Affonso de Albuquerque Mello.
No correr do snno prximo passado ena eom-
tunicou por vezes o digno provedor do Hospital
a de Beneficencia, os embaracos pecu-
eom que lutava, para satisfazer o paga-
mento do ama divida, com que nao conlava no
BinUlrativo, e desejando eu coadju-
ogfo desse obstculo, em que elle
achar-se collocado, e que pamente acredi-
offereei-rae para adiantar aquella pia insli-
tuigio, a quanlia de 3:759i98. que foi aceita
mu administrativa de enlo, sb as con-
que abaixo vao exaradas, as quaes gusto-
samente me prestei, porque o meu tira era e
sr quanto poder, por mim e meus ami-
prosperidade do eslabelecimento.
Quando realisei este emprestimo, e mesmo j
depois, manifestou-me o referido Illm. Sr. prove-
dor, o desejo que tinha de que o meu cmbolgo
osse antes por meio de quotas promovidas pelos
associados, que voluntariamente quizessem con-
correr para isso, do que pola acquisigo de socios,
9 meretendo-me toda a consideracao e peso a
sua opinio, prometti-lhe recorrer primeiro a es-
te expediente, por isso que venho hoje scienlifi-
car aot Srs. associados que quereodo dar ama
prora de seu amor e dedicado ao Uospital Porla-
guez de Beneficencia, podem dirigir as quantias
com que cada um sedigoar coocorrer para o re-
ferido fin, aos abaixo nomeados, certos de que
seos nomes e quantias, sero levados opportuna-
meote ao coohecimento da actual junta adminis-
trativa, que estou persuadido nao deixsr ao ol-
vido o apreciar como merecerem as orTerlaa de
:ada um. Nao vou pessoalmente a casa de todos
Srs. associados por falla de tempo, pelo que
espere merecer desculpa.
Recife 18 de fevereiro de 1862.
Bernardina Gomet de Carvalho.
Ntmes dos Srs. a quem se podem dirigir
as offertas:
Recife.
Josquim Honleiro Cruz.
Jos Joaquim de Castro Moura.
Joaquim Luis Vieira.
Jos da Silva Loyo.
Joaquim Correa ftesende Bego.
Francisco Moreira Pinto Bamosa.
Santo Antonio.
Joo de Siqueira Ferrao.
Domingos Jos Ferreira uimarei.
Antonio Gon^alves d'Azevedo.
Jos Joaquim da Silva.
Jos Joaquim Lima Bairo.
Jos JeroDvmo da Silva.
Jos Alves da Silva Guimaraes.
Boa-Vista.
Mauoel Jos Guedes Magalhes.
Joo Luiz Ferreira Ribeiro.
tecido
de Abre*.
vidros, 1
tecido* de al-
godlo JJBBH^aler & c7
~ barris mantaiga ; a Ferreira & Lourauo.
" rris pos prelos, 1 caixa drogas ; a B, F.
de Souza.
19 caixaa oIeo,6 3 barrica* ferragens,l dita er-
raduraa, 90 feixes pis de ferro, 10 caixas lioha
de algodo ; a S. P. Joboston & C.
6 barris tinta, 1 caixa esporas,! dita e!5 bar-
ris ferros de engommar, ferragent etc., 1 barrfca
casticaes,4 caixss phosphoros ; a Parete Viaona
& C.
2 babas pannos, 9 fardos tecidos de algodo ;
5 barris presuntos, 4 ditos jarros com sal, 10
csixas conserva, 9 ditas queijo; a Gustar Bousset
&C.
25 fardos tecido de algodo, 4 barris ferragens ;
a Rabe Schmeltaa & C.
1 caixa objectos particulares ; a Jhs Dockerey.
36 fardos tecido de algodo; a N. O. Bieber
& C. .
2 caixas biscoitos; a F. J. Leite.
2 ditas ditos ; a M. J. Googalves da Foote.
2 ditas ditos ; a J, F. Lima.
2 saceos amostras; dirersos.
Vapor brasileiro Princeza de Joinville, rindo
dos portos do norte, manifeatou o segaiote :
1 barrica ; a Francisco Ferreira Borges.
1 sacco; ao Dr. Francisco Domiogues da Silva.
1 rolume
nior.
1 capoeira;,
de iofaotaria.
2 gaioUs; a riuva Amorim & Filbos.
1 encapado ; a Jos II. de Castro Jnior.
MARCO DE 1861.
a Clemente de Araujo Lima Ju-
ao commandante do 10 batalbio
Documento nico pelo qual se digoou a junta
administrativa acientiOcar-me que aceitavao meu
offerecimento e suas respectivas condices.
lllm. Sr.
c Tendo a junta sdmioistratlra do Hospital Por-
tugus de Beneficencia nesta cidade, em sus sas-
o de 23 de oulubro ultimo, aceitado o offereci-
mento que da parte de V. S. e oalros lhe lora
feilo de adiantar a quantia de rs. 3:7590198, para
pagar a Mathias Lopes da Costa. Maia a importan-
cia da exeeuco que encaminha contri D. Maris
de Jess Cordeiro, Tiuva de Joo Riphael Cor-
deiro, em rirtude da qual fizera penhora na parte
do sitio Cajaeiro, que tocara dita D. Maria por
heranga materna e por esta vendida ao hospital,
cuja penhora, sendo desprezados os embargos de
tereciro a ella opposios pelo referido hospital,
fra julgada bem feita pelo tribunal da relaco :
assim o communieo a V. S. para que se digne de
realisar a sua promessa, mediante a condigo pro-
posta por V. S. de ser o seu embolso feito por
meio das joias das entradas dos benemritos, bem-
feitores e socios *ffectivos, segundo dispoem os
estatutos, que V. S. e outros adquirirem para o
aobredilo hospital e sem que tenha direito a exi-
gir outra qualquer indemnisago da mencionarlo
da dita quantia, como tudofoiapprovadoem ss-
so d'assembla geral dos Srs. socios do hospital
de 10 do correte mez.
Deas guarde a V. S. por muitos tinos. Prove-
doria do Hospital Portuguez de Beneficencia em
Pernambuco 16 de novembro de 1861.Illm. Sr.
Sernardioo Gomes de Carvalho, D. socio bene-
mrito do mesmo hospital.
Jos Antonio de Carvalho,
Provedor.
Joaquim Ferreira Vendes Guimaraes,
1 secretario.
Recebi a importancia constante neste ofBcio
por mo do Illm. Sr. Bernardino Gomes de Car-
valho.
Recife 17 de dezembro de 1861.
Jos Antonio dt Carvalho,
Provedor.
Joaquim Ferreira Mendos Guimaraes,
1* secretario.
1 caixote ; a Antonio Jos Leal Res.
1 dito ; a Manoei J. (."Alcoforado.
1 frasqueira ; a Manoei Jos Bricio.
1 caixote ; a Jos da Rocha Pranhos.
1 dito ; a Antonio Jos de Maltos.
2 voluntes ; a Almeida Gomes Alves & C.
1 embrulho; ao Dr. E. F. da Silva Tarares.
1 caixote ; a H. A. de Farias.
1 encapado ; a E. F. da Silva.
7 saceos alfazema, lOsarroes e 1 encapado cha-
peos do Chile, 8 rolos de salsa ; a ordem.
Barca americana Juliana, vinda deNevr-York,
consignada a II. Forster & C, manifeatou o se-
guinle : ;
3 caixas tabaco, 1 dita cachimbos*. 1 caixa re-
logios e objectos para daguerreotypo ; a Estevo
da Cuoha Madeiros.
2 ditas vidros; a D. P. Wild & C
3 barricas colitaria, 200 barris resina, 50 ciixis
cha, 20 barris presunto*. 500 resmas papel, 1485
barricas farioha jde trigo, 203 caixas oleo, 1,000
taboasiiejjibe; aos consignatarios.
^-*~^ Exportaf&o
Do dia 5 de marco.
Barca inglezs Seffa, para Queenstowo, carre-
garam :
Saunders Brothers & C. 600 saceos com 3,000
arrobas de assucar.
Brigue francez Augusto, para Marieille, carre-
garam :
F. Dragn, 600 saceos com 3,000 srroba* de
assucar.
Barca franceza Virgile, para Marseille, carre-
garam:
F. Dragn 10 rceos e 6 barricas com 86 arro-
bas e 10 libras de assacar.
E. A. Burle & C. 800 saceos com. 4,000 arrobas
de assucar.
Barca franceza Manoil, para Marseille, carre-
garam :
. Tisset freres, 1,800 saceos com 9,000 arrobas
de assacar.
Barca portugueza Corsa, para Liverpool, car-
regaram :
Patn Nash & C. 1,100 saceos com 5,500 ar-
robas do assucar.
QBrigue portuguez Esperanza, para Gibraltar,
carregaram:
Johnston Pater & C, 700 saceos 'com 3,500
arrobas de assucar.
Brigue hespanbol Ardilla, para Barcelona, car-
regaram :
Aranaga Hijo & C, 1,500 couros seceos com
30.053 libras.
Brigue brasileiro Datnao, para o Rio da Prata,
carregaram :
Bastos & Lemos, 300 barricas com 1,805 ar-
robas de assucar.
6
Brigue hespanhol Ardilla, para Barcelona ,
carregaram :
Aranaga Hijo & C. 115 saceos com 582 arro-
bas de assucar.
Becebedoria de rendas internas
geraes de Peruana/meo.
Reodimentododia 1 a 6 -. 8:8l5g340
dem do dia 7.......I:93j250
10:750*590
Consalado provincial.
Rendimenlo do dia 1 a 6 14:9919449
dem do dia 7......: 1:080582
"16.072J031
Movimcnto do porto.
Savias sahidos no dia 7.
Rio de Janeiro e por intermedios Vapor brasi-
leiro Princeza de Joinville, commaodaole Jos
Maria Salazar.
Rio da TrntaBrigue brasileiro Damo, capttao
Jos Manoei Das, carga assacar e agurdente.
Nao houveraru entradas.
*9
O.
o >
Horas.
I
COMMMICIO.
Praca do Recife 7 de
'marco de 1862.
\s quatro horas da tarde.
Colacdes da jimia de corretores.
Nao houreram colares.
J. da Cruz Macedopresidente.
Jobn Gatissecretario.
Alfandeara*
Rendimentododlala 6 97:5039612
dem do dia 7...... 5.699*252
m
B
O
B
Atmotphera.
en
pi en
ri
Direccao:
o___.
I
Inlensidade.
GD CO OO
-a
| Farhenheit.
s
h9
-a
103.202*864
MoTlraenlo da alfandefga,
Volamestnlradoscomazenda*.. 232
ora gneros.. 211.
Volamos cabidos
t
com fazendas..
com gneros..
173
305
OO
00

oo
OJ

-4

Centgrado.
Iiygrometro.
| Cisterna hydro-
tnetrica.
I
Descarragam hoje 8 de marco,
larca americanaImperadormercador i as.
ate americanoDarlingidem.
ate americanoJulio Anoaidem.
rea oglezaInoculofazendas.
Importac&o.
Barca ingleza Trineulo, vinda de Liverpool,
nignada a James Ryder & C, manifeatou o se-
guinte :
\ caixas e 121 fardos tecidos do algodo, 76
carvo de pedra ; a James Ryder & C.
1 caixas tecido de algodo, 1 laido
; a Jlenry Gibson.
tapete*, 2 caixas tecidoa de la : a J.
Keiler 4 C. WL ,*-.
(xas tecidos de algodo, 2 far-
0 caixas phosphoros ; a Mills
Latham & C.
srdos e^3 caixas
to*itt
tecidos de algodo,
Uowie % C
s de algoda
a Arkwright 5 C.
o; a L. A. Siqueira.
A noite nublada e de aguaceiros, vento regular
de SES e assim amanbeceu.
OSCILACXO DA IAR.
Preamar as8h. 54' da manha, altara 5,6 p.
Baixs-mar as 2 b. 6' da tarda, altura 1,8 p.
Observatorio do arsenal de marinba 7
margo de 1862.
KOIIAHO STKFPLK,
1* lente.
Editaes.
o, 225 desle ai
Loo regu
i 4 di- de feve
Da ordem do Exl
}ue fica marcado o
o da data deste .
tendere** cootorrer
dasta faeuldade, vago
Msnoet Moreira Guerra, qoo
meado por decreto de 429 de j
aono ; pelo que todo* os pret*nd*ate ao
lagar ao poderlo apresentar desde j nesta se-
cretaria, para inscrcrer seus nomes no livro com-
petente, o que Ibes permittido facer por procu-
rador, ae esliverem mal* de 20 legoas desta
cidade, ou tiverem jasto impedimento. Sio po-
rm obrigadoa a apreaenlir doeimeqtos que mos-
trem sua qualidade de cldsdao brasilairo, a de
que esli do goso de seas direito* civi* e polti-
co*, cerlidao de baplismo, folha corrida do lagar
da asus domicilios, e diploma do doutor, por orna
das faculdades de direito do imperio, ou publi-
ca forma, justificando a impossibilidad* da apre-
senta;o do original, o na mesma occasiio poda-
ro entregar quaesquer documentos que julgarem
conveniente*, ou cono titulo de habilitaco, ou
como proras de servicos prestados ao estado, a
humanidade, ou a sciencia, dos quaes se Mies
pascara recibo, todo de conformidade com o* r-
tigos 36 e 37 do decreto n. 1386 de 28 de abril
de 1854, e 111 e seguintes, de n. 1568 de 24 de
fevereiro de 185S.
E para que ebegue ao conhecimento de todos
mandou o mesmo Exm. Sr. director sfiixar o pro-'
sent qae ser publicado pelas folhas desta cida-
de e da corte.
Secretarla da faeuldade de direito do Recife, 7
de marco de 1862. O secretario, Jos Honorio
Becerra de Menezei.
Por ordem do lllm. Sr. inspector se fsz pa-
blico que no praso de tres dias contados da data
deste, ser levado a hasta publica a porta desta
alfandega, depois de meio dia, ama barrica com
2180 libras de missangas, valor da libra 500 rs.,
total 1:090*. a qual foi abandonada aos direitos
pelos negociantes Isidoro Halliday & C.
Alfandega de Pernambuco, 7 de margo de 1862,
O 3 escripturario, Joo Duart* Mooteiro.
O Illm. Sr. inspector da tbeaouraria pro-
rincial, em cumprimento da resolucio da junta
da fazeoda, manda fazer publico, que ae contrata
por tempo de tres mezes, a contar do Ia de abril
prximo viodouro, o foroecimeoto de alimeots-
co e dietas dos presos pobres da casa de deten-
o, a aaber :
ALLiatNTAC.O.
Domingo.
Almoco.
pao de tres on;as.
once de caf,
ditas de assacar.
Jantar.
libra de carne verde,
oea de toucinho.
dcimo de Ja rio ha.
Lenha e sal.
Segunda-feira.
Almoco.
O mesmo que no domingo.
Jantar.
O mesmo que no domingo.
Terco-/et'ra.
Almogo.
O mesmo que no domingo.
Jantar.
O mesmo que no domingo.
Quarta-feira.
Ai mogo.
O mesmo que no domiogo.
Jantar.
Meia libra de carne seces.
Urna ooca de toucinho.
Meio dcimo de feijo.
Um dcimo de farioba.
Lenha e sal.
Quinta-feira.
Almoco.
O mesmo que oo domiogo.
Jantar.
O mesmo que do domiogo.
Sexta-feir.
Almoco.
O mesmo qae no domingo.
Jantar.
Mela libra de bacalho.
Meio dcimo de (eijo.
Um dcimo de (arinha.
Dnas oitavaste azeite.
Urna ooca de vinagre.
Lenha e sal.
Sabbado.
Almoco.
O mesmo que no.domingo.
Jaotar.
O mesmo que oa sexta-feira.
Dil.l V PARA UGMTES.
N." 1.
Almoco.
Hm caldo de galinha para 3 caldos no dia.
Lenha e sal.
N.2.
Almoco.
Um pao de 3 ongas oa topa de caldo de ga-
linha.
Lenha e sal.
Jantar.
Um quarto de galinha cosida.
Duas oogas de arroz pira caoja.
Lenha, sal e vinagre.
N. 3.
O mesmo que na dieta n. 2.
, Jantar.
O mesmo da dieta a. 2.
E mais :
Um quarto de galinha assads.
Um pao de tres oogas.
Lenha e sal.
N. 4.
Almgo.
Duas oilavas de cha da india.
Um pao de tres oogas.
Duas ongas de assacar.
Lenha.
Jantar.
Urna libra de carne verde.
Um dcimo de farinha,
Lenha e asi.
N. 5.
Almogo.
O mesmo da dieta o. 4.
Jantar.
Urna libra de carne assada.
Quatro ongas de arroz.
Um pao de tres oogas.
Lenha e sal.
As pessoas que quizerem contratar dito for-
oecimeoto, apreseotem as suas propostas em
cartas f*chadas|oo dia 20 do crrante, na mes-
ma tbeaouraria, pelo meio dia, onde euconlra-
ro as condigoes com que deve ser effectaada a
arremalsgo,
E para constar se mandou affixar o presente
e publicar pelo Diario. -
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 7 de margo de 1862.
O secretario
Antonio Ferreira d'nnunciafo.
De ordem do Exm.Sr. director, e era cum-
primento do art. 123 do regutamento complemen-
tar, se repate o edital qae em 7 do dezembro foi
publicado, a que do theor seguinte :
EDITAL.
De ordem do Exm. Sr. director, visconde de
Camaragibe, se faz publico que fica marcado o
prazo de seis mezes, contado da data deste, para
a inscripeo dos que pretenderem concorrer
ao lugar de lente substituto desta faeuldade, vago
pelo accesso do substituto Dr. Manoei do asci-
mento Machado Portella segunda cadeira do
quarto anno, deque era propietario o conse-
iheiro Dr. Joo Capislraoo Bandeira de Mello,
que por decreto de 5 de outubro do correte ao-
no foi jubilado ; pelo que todos os preleodeotes
ao dito lugar se podero apreaeotar desde j necia
secretaria para inscrever seus nomes no livro
competente, o que Ibes permittido (azer por
procurador, se esliverem mais de vinte leguas
desta cidade, ou tiverem justo impedimento. Sio
porem obrigados a apresentar documentos que
mostrem sus qualidade de cidado brasileiro, e
de direito do Recife 7
(Acial oo iapodimen-
lonio dos Pastos e
de marco'da 1862.
Borlo Bezerra de Menezet.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
Sabbado 8 de marco de 1862..
Segunda rapreseotago da cmpaobia dramtica,
o juntamente da cmpaobia arcrobata.
Logo que a orcheatra tiver executado urna de
soaa ouverturas, dar principio ao espectculo
que ser dividido pela maoeira seguinte :
Primeiro quadro.
CORDA FORTE HORISONTAL.
Na qual mademoiselle Caroline executar difii-
cilimos equilibrios o evolugoes.
Em seguida o joven Albert sobre a mesma
corda dar difflceis e perigosos asilos mortact,
os quaes forara admirados pelas illustragoea eu-
ropeas.
Segundo quadro.
A companhia dramtica representar pela pri-
meira vez oeste theatro, a interessante comedia
qae se denomina,
os dous murios.
Persoragens.
Rodrigo Pinto......
D. Elisa, sua mnlher. .
Sebastlo Faneca.....
Laiza da Fooseca, sua mnlher.
Gerlrodes, criada ....
Gabriel, criado ......
Terceiro quadro.
OS MENINOS ELSTICOS.
Desempenhado por mademoiselle Caroline, jo-
ven Hyppolito, e o sympathico joven de 4 anoos
da ldade indo-i mor.
Quarto quadro.
A companhia dramtica representar a sempre
spplaadida comedia em um acto, ornada de m-
sica,
POR CAUSA
Rio de JaneP
O bem conhecido o veleiro brigue nacional
Almirante preteode seguir com maita brevida--
de, tem a bordo parte de aeu carregamento ; para
o reato que lhe falta, trata-ae com oa seus con-
signatarios Antonio Lniz de Oliveira Azevedo &
C, no ssu eteriptorio ra da Cruzo. 1.
Rio Grande do Sol pelo
Rio de Janeiro.
A barca nacional Carioca recebe carga para
ambos os portot: trata-se com os consignatarios
Marques, Barros & C, largo do Corpo Ssoto nu-
mero 6.
Janeiro.
Actores.
Leite.
D. Aona Chaves
Santa Rosa.
Jesuioa.
D. Carmela.
Costa.
DK
Quinto quadro.
O FIO ARCUAL.
Em que o joven Albert desempeDhar difficeis
erolages, trabalho at aqui deacoohecido sobre
o rame.
Sexto quadro.
A companhia dramtica representar a nova
comedia em um acto, que muitos applausos tem
lido sempre quevsi sceoa nos principaes thea-
tros da capital do imperio, intitulada
Minha Sogra,
Pbrsokagems: Actores.
Manoei Bobo. ...... Thomaz.
Pacifica, velha endiabrada D. Jesuina.
Prudencia, filha dos mesmos D. Carmela.
Leo......... Leite.
Pedro, ajhado de Pacifica A. Chaves.
Severino....... Dormeville.
Stimo e ultimo quadro.
A COLUMNA.
mi Mr. Freir, os quatro joveos, e as
erreia e Aatooia execularo difiieultosos
rios, destreza e forga muscular.
Principiar s 8 horas.
O brigue Joven Candido segu com brevida-
de por ter meio carregamento tratado : para o
resto trata-se com os consignatarios Marques.
Barros & C, largo do Corpo Santo n. 6.
Companhia Pernambucana
Para satisfazer os interesses commerciaeseolre
esta e a provincia de Alagoas tem-se resol vid o
dar tres, em lugar do duas viageos mensaes, na
linha do sul pelo que de ora em disote, sahiro
oa vapores desta companhia 5,15 e 25 de cada
mez tocando as viagens de 5 e 25 as diversas
escalas, ena do 15 seguindo emdireitura.
Macei em direitura.
* Sabir no dia 15 do correle .o vapor Persi-
nunga, commandante Moura. Recebe carga at
a vespera da sabida, encommendat, dinheiro e
oassagens at 15 ao meio dia : largo da Astem-
blan. 1.
Pava o sau'
com escala pela Parahiba e Rio Grande do Norte
sahe o hiate Jaguaribe, de primeira marcha, o
qual tem excelleotes commodospara carga e pas-
sageiros, e pretende sahir em poucos dias, visto
j ter parte do carregamento : a tratar na ra do
Crespo d. 14. ou com o mostr a bordo, defroote
do caea do Ramos.
^Hente mez,
JHfcnte as rodas da
rpD^PaWnrpuiera lotera do
Gymnasio Pernambucarjo, no consisto-
rio da igrejt de Nossa Senhora do Kp-
sario de Santo Antonio. Os bilhet
meios bilhetes acham-sea venda na th<
souraria das loteras n. 15 ruado Cr
po, e as casas commiuionadas. As
sortes seraopagas*depois da distribuido
das listas.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Illiiila attencaO.
O abaixo assigoado faz publico, que sendo B
rador na roa de Santa Thereza da fragaezia i
Santo Antonio do Recife ha 43 anoos, julga nada
dever a pessoa alguma ; assim pede aos sacho-
res logistas, venelhdes, ou oatra qaalquer pes-
soa que lenha contas de livros, letras, oa algum
documento, que justifiqaem ser o annaoeianta
davedor, que Ibes apreaentem para seren {inme-
diatamente pagos. O abaixo assignado faz esta
declarago porque lhe sendo davedor Jos Anto-
nio da Silva e Araujo, que ha pouco tempo esteva
na cadeia por quebra, este hoje lbe apreaentoa
urna coota dolosa de vinte e tanto* mil ris. Re-
cife 5 de margo de 1862.
Caetano Josa Mondes.
Aviso.
Para
Rio de Janeiro,
a barca nacional Amelia pretende seguir com
muits brevidade, tem parte de seu carregamento
a bordo ; para o resto que lhe falta, trata-se
com os seus consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, no seu escriplorio, ra da
Cruz n. 1.
Leiles.
LEILftO
Atsos martimos.
Segunda-eira 10 do corren te.
O agente Pinto far leilo por conta e risco de
quem pertencer do urna caixa com 50 manteletes
da seda bordados e com bico d Monde, chega-
dos ltimamente pelo vapor inglez, as 11 horas
do dia cima mencionado, no armazem da ra
da Cadeia n. 14.
LEILO
O juiz da irmandade de Nossa Senho- .
ra da Boa-Viagem, roga a seus' charos
irmaos membros da actual meza ifge-
dor^, e os novamentc elcitos da meta
futura, para que se dignen compare*
cer no respectivo consistorio, amanbaa
domingo 9 do corrente pelas 9 horas da
manliaa, alim de se proceder a posse em
.conformidade com os artigo* 17 e 18 do
compromisso. c tratar-se de objectos de
grande transcedencia, que se forem
mais demorados, muito prejuizo trarao
a irmandade, pelo que nao ser respon-
savel o mesmo juiz.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 34
da ra ettreita do Rosario : os pretendentes di-
rijsm-se ao irmao ministro da veneravel ordem
terceira de S. Francisco o Sr. Antonio Pereira de
Farias, nica pessoa habilitada para semelhanle
tim. Secretaria da veneravel ordem terceira de
S. francisco do Recife 7 de margo de 1862.No
impedimento do secretarios o archivista,
Thomaz Jos da Costa e S.
A casa eslraogeira que precisar de urna ama
para coser e engommar com perfeico, dirija-se
a rus da Mangueira n. 38 ou 18.
Precisa-se de um pequeo forro de 11 a 13
anoos de idadp, e que seja de bons coatumes,
para criado de um estudaote : a tratar na ra da
Penha, casa n. 6, primeiro andar.
Ouem precisar de um Portuguez para com-
prar, cozinhar e fazer o mais servigo ; dirija-se
a ra larga do Rosario n. 48,'taberna.
Perdeu-se oa estrada da ferro, entre Embe-
ribeira e Boa-viagem, um livrioho escripto em
ioglez, e com atacador de metal : quem o tiver
achado, querendo entrega-Io a seu dono, podo
dlrigir-se a estago das Cinco Ponas, ou a dos
Afogadot, onde receber razoavel gratificago.
DB
GOMPAMU PERNAMBUCANA
DK
Navegaoo costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ccara',
Acaracu' e Granja.
O vapor Jagusribe, commandante Lobato,
sahir para os portos do norte de sua escala at
a Sraoja no dia 14 de margo as 5 horas da tirde.
Recebe carga at o da 13 ao meio dia. Eocom-
mendas, passageiros e diubeiro a frele at o dia
da sahida aa 2 horas: escriplorio no Forte do
lialtos n. 1.
Um sobrado.
Segunda-feira 10 do correle.
O agente Pestaa legalme*nte autorisado far
leilo por conta e risco de quem pertencer, de
um sobrado de 2 andares e soto com excelleo-
tes commodos, cacimba oo quiotal a meio, sito
na ra da Praia n. 31 : segunda-feira 10 do cor-
rente pelas 12 horas da maoha, no armazem da
ra do Vigarion. 11.
Os pretendentes podero examina-lo com ante-
cedencia e quaesqner informaces ou documen-
tos, podero exigir do referido agente, que se
acha para isso munido.
Continuacao do leilo
o
09
ps
<
>
2 o
P3
s K
18
?
o
>
o
Baha.
POR TODO PREGO.
DAS
da
O hiate Santa Rila, sogue em poucos dias, re-
cebe alguma carga a frele : trata-se com os con-
signatarios Marques, Barros & C, largo do Cor-
po Santo o. 6.
Para Lisboa e Porto.
Preteode seguir para os dous portos cima
com maita brevidade o veleiro e bem conhecido
brigue nacional Eugenia, capilo Manoei Eza-
quiel Miguis, de primeira classa e primeira mar-
cha, pregado e forrado de cobre, tem parte de
seu carregamento prompto : para o resto que
lhe falta, trata-se com os seus consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no aeu
escriplorio, ra da Craz o. 1.
Para a Babia
A veleira e bem conhecida osc'una nacional
c Carlota pretende seguir com muila brevida
de, tem parle de seu carregamento prompto : pa
ra o resto que lhe falta, trata-te com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C, no seu escriplorio ra da Cruz n. 1.
Fazendas em retalho da
ra do Cabug n. 8.
as 10 horas em ponto.
O agente Costa Carvalho far leMo ao correr
do martellode tedas as fazendas, inclusiveis ca-
simiras, pannos linos, paletots e casacas, como
fazendas de se la etc., etc., que cortamente mal-
lo devem convir aos Srs. arrematantes.
Aviso.
O abaixo assignado roga as autoridades poli-
ches e mais pessoas, de pegare os seus escra-
vos com os signaes abaixo declarados, que uzea-
do umerime, fugiram de seu sitio oa estrada
do Arraial, no dia 7 de margo de 1862 ; sao os
seguintos : Adolpho, preto, crioulo, 24 aaoos de
idade, secco no corpo, altura regular, amarello,
beigoa grossoa, vestido de calca de azule, cami-
sa de meia tecida de la parda com encarnado,
chapeo novo de teltro branco, deve talves ter
mudado de roupa?, tem principio de marcineiro
e pintor, inlitula-sc de forro, tem pai forro do
nome Francisco, morador na estrada do Cachan-
g, tem urna irma e am irmo meus escravos;
este negro foi escravo do fallecido mea sogro Jo-
s Antonio Alves da Silva. Leobioo, moleque
preto, crioulo, secco do corpo, 16 anoos de idade,
canallas Dnas, feigoes bonitas muito sizudo,
quaodo falla gagueja alguma coma, vestido de
caiga de riscado com listras encarnadas, camisa
tecida de la parda com encarnado, e outra ca-
misa de riscado azul, chapeo vrlho decaroauba ;
este moleque foi escravo do engeoho d'agua do
termo de Iguarass, que pertenceu ao tio de mi-
nha mulher Uenrique Poppe Giro, e hoje 6 do
Sr. Dr. Francisco Joo Carneiro da Cuoha-. Pro-
testo proceder contra quem os tiver azilado e
seduzido : quem os pegar podar leva-losa mi-
nha otaria o. 13 da ra do Moodego da reguezia
da Boa-vista da cidade do Recife, que pagarei
todas as despezas e trabalho.
Marcelino Jos Lopes.
Um mogo Portuguez deseja *er empregado
no commercio, e com bastantes habililages para
o mesmo, e boa letra, dando.para ioformacoe*os
primeros commerciante* desta prsca : quem de
seu preslimo precisar, dirija-se a rae dos Quatro
Cantos, em Olinda, em casa de Jos Jaciotho
Pavo.
Precisa-se de um rapaz Portuguez, de ida-
de do 10 a 12 anoos para caixeiro de am deposi-
to : a tratar oa ra Imperial, padaria n. 179.
Miguel Antonio Hooerto fica ancarregado da
limppzn de Saolo Antonio o Boa-vista, morador
na ra Nova, casa n. 15, escravo do Sr. Antonio
Roberto Francez desta cidade:
Francisco llosa de Jess, subdito portuguez,
relira-se para Europa.
$
i
netos, 67 ditos tecidos de al-
iceos, 5 caixas phosphoros,
oja, 10 ditas, 10 glgos e 1 cexto
rothers C.
**, 1 roame merlin, 34 feixes
otas, 15 ditas oleo do lioha-
Lporco, 3 caixas tecido de
dito d algodo ; Pa-
decido de algodac ; a E.
dao a B,**tsjtt Rooker

Iuspeccuo do arsenal dema-
rinha
Faz-se publico que a commisso de peritos
deste arsenal examinando, oa forma determinada de que eslo no goso de seus dfrsitoa civis o po-
lticos, certido de baplismo, folha corrida do
lugar de seus domicilios, e diploma do doutor
por urna das (aculdadea de direito do imperio,
ou publica forma justificando impossibilidade
da apresentsgo do original, e na mesma occasio
padero entregar quaesquer documentos qae jul-
garem convenientes, ou comd titulo de^|M|ila-
go, ou como prora de servicos presUtfaflto es-
tado, 4 humanidade ou sciencia, dos qeaes se
lhes passar recibo, tudo de conformidade com
os artigos 36 e 37 do decreto o. 1386 de 28 de
abril de 1854, e 111 e seguintes de o. 1568 de 24
de fevereiro do 185f
E para qae chegul
mando* o mesmo 1
presente, que ser
ciddj e di corle,
amento annexo ao decreto n. 13,24 de 5
ereiro de 1854, o vapor Camaragibe da
Companhia Vigilante, achou-o em estado d* con-
tinuar a servir ateo fim do corrente mez rnen-
te, se aotes desse tempo nao fuer os reparos de
qae precisa.
lospecco do arsenal de marinha de Pernam-
buco em 7 de margo de 1862.O inspector,
H. A. Barbosa de Almeida.
Pela Ihesouraris provincial ae fas publico,
que a arrematago da renda das casas do patri-
menio des orphoi, foi transferida para o dia 13*
do corrente.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 6 da ureo de 1863.
O secretario
i. F. (fAnnunctoco,
iMtiTii a or
Rio de Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o brigue
escuna Joven Arlhur, tem parle de sea carre-
gamento prompto : para o resto que lbe falta,
trata-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C, no sea escriplorio roa
da Cruz n. 1.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
MiTOaias TUNKsU
E' esperado do* portos do sul at o dia fz do
correte um dos vapores da companhia, o qual
depois da demora do costme seguir para os
portos do norte.
Desde j rocebem-se passageiros, e engsja-se
a carga qu j&jjgar poder cooduzir, a q
" i de sua chegada,
las at o dia *
tardo": agencia ra da
Antonio Lata de 0"'
A 8 do corrente.
Henry Forster & C. faro leilo por interven-
gan do agente Oliveira, de cerca 700 barricas de
farioba de trigo da mais superior qualidade, re-
ceniemente importada:
Sabbado 8
do correle, ao meio dia em ponto, am seu ar-
mazem de deposito de fariohe, no caes do Ramos.
LEILO
A 10 do corrente.
N. O. Bieber & C. successores, faro leilo por
iotervengo do agente Oliveira, de um variado
sortimento da ferragens grossas e Moas, princi-
palmente, e de alguns restantes de miudezas,
que sero vendidas por todo prego para coocluir
contas:
Segunda-eira 10
do correte, s 10 horas da manha, em aeu ar-
mazem ra da Cruz.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
ra da Lapa o. 13: a Miar na loja do mesmo.
Pela vlocidade do raio.
Joaquim Bonifacio Moreira de Parla participa
ao respeitavel publico que tira denle* o raizes
pela vlocidade do raio, e cao pelo syslema- La-
caiosendo gratuitamente para as pessoas que
nao tiverem posses para pagar, por isso faz o pre-
sente para scientiGcar as |ssoas que de sea
preslimo se queira ulilisar, de procura-lo na ra
da Cruz n. 58.
&M&
meia idade para
na raa Imperial
Avisos diversos.
rrciv/cri
Grande laboratorio de la-
vagem
|os nmeros abaixo mencionados
W buacar asJobpas qae eslo prom-
3 l7r?V767#. 3. 304,129, 279.
323,274, 24^342.
Precisa-se de urna ama do
cozinhar o diario de urna casa
d. 215.
Irmandade do Divino I
Santo.
De ordem da mesa regedora dest
fago publico que oa presente <
em oossa igreja sermes nos *
ras da tarde, sendo orador o P
tre pregador da capella impeii
Espirito Santo, pira o que sao
siitir todos os nosios irmaos.
^"*" O escri
A. A. dos Santos
Luiz da.Oliveira Lima vae a irn-
do em sua compajjitjaa filha da nomo ria.
de menor idaf arawsjiante nadi
oem tem coas
tras oa qual
poDsavel por qiiaJiiBj
em tempo para sciencia
Recife 5 de margo de 1862.
A gerencia daj
Guimaraes &C"
ficou


Di l80ft
AJ
kuwnmk wfmKm pima
E JUNTA CEITMLDE HYGIEE PUBLICA
MAPAS MCBICWAE8
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Paraserem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
to^ f1*8 Chapas-elbctro-iiagieticas-epispasticas obtem-se urna cura radical e in-
I em todos os casos da inflammacao ( cansado ou faifa de respirafao ), sejam internas ou
[lemas.como do figado, bofes, estomago, baco, rins, tero, peito, palpilaco de coracao, gar-
.giata, olhos, erysipela, rheumatismo, paralysia e todas as affecces nervosas, etc., ele Igual-
mente para as differentes especies de tumores, como lobinhos escrof ulas ele., seje quef fr o seu
tamannoe profundeza por meio da snppura^o serio radicalmente extirpados.
O uso dellas aconselhado e receitadas por habis e dislinclos facultativos, sna efficaia in-
mtesajrel, e as onumeras caras oblidas o fazem merecer e conservar a confianza do publico
que ja tem a honra de merecer, depois de 24 annos de existencia e de pratica.
j As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
foier as necessarias explicaces, se as chapas sao para homem, senhora ou enanca, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na cabeca, pescoco, braco coxa, perna, p, ou tronco
corpo, deolarando a cicumferencia e sendo inchacoes, feridas ou ulceras, o molde do seo
famanho em ura pedago de papel ea declaracao onde existem, afim de que as chapas sejao da
tojmaj da parte) afectada e para scrembem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas sero acompanhadas das competentes explicaces e tambem de todos os acces-
orios para a c ollocacao dellas.
Csa: eas pessoaa que o dignarem honrar com a sua confianca, em seu esariptorio, que
jacharau abertoo todos os das, sem excepto, das 9 horas da manha s i da tarde.
119 Ruado Parto ||<)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
c m fimmmm
Para as encommendas ou inforrasces dirijam-se a
ra doQbeimadon. 15.
pharmacia de JosAlexandre Ribeiro,
Para a* piro gWfle PernmBHffarahiba, Rio
* i!,- u 4 Gpftodeaborte, Cear e Algoas, a saber:
Folhmha de porta contando o kalendario, pocas gerae, nacionaes, dia.
de galla, tabella de salva, noticin planetarias, eclipse, partidas
de corraos, audiencia, e reumo de cbrouoloeia, a ri .
Dita com almanak contando o kalendario, poca, noticia planetaria,'
partid do crrelos, tabella de irnposto, etc. etc. e o almanak
cevil, judiciano, administrativo, agrcola, commercial, e indus-
tria!, deta provincia, a ri
ICO
10000
Consultorio medcociruraco
3-nVJA.DA. GLORIA. CASA O F\3TNB\-3
Consulta por ambos os systemas,
non,., S qe, de *ue os """dio do seu estabelecimeolo nao ae cnfundam com os de
? a?' "8l gMnde eredit0 de 1"e "mre R"m go"m o proprietrio tem tomadn
LP/fnCrS0 de1DKre",ro 8e" non" e "os s "''os. devendo ser considerados ornofalsK
dos todos aquelle. que forem aposentados sem esta marca, e qu.ndo a JSSTaTJaSSSfS
rermrc.rdo%ro0areueLmae:COniPanh" UmaCnla .",bA "* Dr ^VSffOt
mrtin.aU.liro.Am '' acaba.de ceberde Franca grande porco de tineturs de acnito e belladona ra-
oan?ri-ai?J? h08 .aVUl? clur em ,abos qur em ncturas custarao a 1 o yidro.
r-f*rV.?"C que precisen de alguma
*MUta-VtiWo".^ B Po. como .abem odo,
gen. P^KS^ *" "'--o oulr.a tanta, v.nta-
e de tatd^daaTemdiaX?!,11,," fV nnudntedeTem procura-lode manbaa at 11 horai
Vnlm,' ,' ^T,!"111!' ora eataejioraa acharao em casa pessoa com quem ae podero en-
Dr. Lobo Moscozo.
NA NOVA CALIFORNIA
INTERNATO
DE
jEstabelecido no lugar da Capunga, um dos arrabaldesj
mais prximos da cidade do Recife.
DIRECTORO BACHAREL EM MATHEMATICAS
IIKBAR&O PSIMA fi)fi) fJASf G).
... Este estabelecimeulo de educacSo e instruccao principiou a funecionar no dia
10 de Janeiro, e continua a receber alumnos.
Os commodos, o asieio. as boas coodicoes hygieoicas dos edificios destinados
a tunegoes do eslabelecimeoto. a ordem e regularidade do servico no intrnalo, a
fledicacao e zelo que empregarao o director e os professores a bem do aproveiU-
meoio o progresso dos alumnos, sao cirenmstancias que devem animar e garantir aoi
paes de familias que desejam dar a seus filhos urna educajo regular.
Cadeira de ensino.
Primeiras lettrasdividida em duas classes.ltendo cada urna o seu profeasor
h?/iru"Va BI,i"nCuI,.,"g,OTi arilbmelica. Kebra e geometra, geographia e
historia, philosophia, rhetonca, desenlio, msica, dansa e gymnaslica,
Nosestautosdoinlernatoque esto a dispoaicio de quem os quizer 1er, se
aacbam consignadas as condiccoes ae entrada.
Na ra da Imperatriz numero 48, junto a padaria
MM IaI ^ri!e" e8C1.cei" de bonitos Rsls 10. cambraia 1^
*9500 e 4. cortea de cambraia brancas com barra de cor a 2800 e 3J
- pare senhora a 29500, ditas fidas a 3500 e -i, ditas
JesdeiirlalanuJOci.,dloiile algodao alcoxoados a
- o40 e 800 rs., manguitos moderaos mansa balo a 800 a i%
M?isit;T*i\v&9,ft boHrdadoH?c?ch. a **diios A- S:
i-es para senhora a 5J e5a00, cintos dourados de bonitos r
lisa a peca a 18800, 2J500,
"..uv,,wui uaii. o t0r a zjpouu e jj, ditos brancos bordados a
owu e *>uu, duzta de meias pare senhora a t9500, ditas fidas a 3500 e A* ditss rmim n.r
. ricos en-
feitados para baptiado- 5Tr; dT^TeVol^VinToir. S'^ d2Sos^00So^3pSarahnomemen;
din n?L ndLCr'a "7^5? *S a ^OQ, ditos de cambraia bordados 20"
n!nnPJ P 6 0ofiD "oi*80??2 COTado.ricos "teleles pretos de groad
panno preto fino a 3g e 3500 o covado, '
ftbrt$ xnttrmuttjftti i tun
lospr*
m^lc-beloa. pelos pre5oa mala ommodoi pos-
N. 6. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
lS^2TfeAn,di0f.eiB- 8?a Pharni 5 '"Jos
que o forem tora della sao falsas.
Todasiacarteiras ao acompanhadas de m
SM2,Cm ?m en,bl?ma em relevo, tendo ao
KSt LS-giKt,*MPaIaTrM : Dr- Sabin<> L-
S^ii'iSr1C0 ,l!rf1ieiro Este emblema posto
qpalmenle na lista dos medicamentos que se pe-
.m j" elra< qne nao le^aremesseimpreaso
wsirn macado, emboratenham natampa o no-
mdo Or. Sabino aio falsos
ue
p bacharelWiTRuviop-
ue ser procurado na ra
ovan. 23, sobrado da es
quina que volta para a
camboad Carmo.
reso
toda
do o
s 1200 e outras- muitas fazendas por precos commodos, assim
roupas feitas por pregos que admira : na loja de Paredes Porto.
a 200, 240 e 300 rs., gros-
Orosdenaple a20J, SBf e 25,
fil liso branco muito fino a 640 a vara, dito bordado
como um grando sortimenlo de
AGITADOR DYNAMCO
DO
CALCADO
DOUTOR
p :- 1.
rara a preparaco dos medica-
mentos homeopatbicos.
Os medicamentos preparados por esta machina
sao os nicos, com que se podem contar no cu-
??.?,! m.j.eilias Perioa- E como seia o
CHOLERA MORBUS urna d'aquellas que nao
admittem delongaa e experiencias, cumpre pre-
ferir esses medicamentos a outros quaesquer se ..0"'""0 ao curar e ma,ar co*yencea-se afl-
qaizerem tirar da horaeopathia os vantaiosos re- q"eH ?ico Pferalio infflliel de qul-
sultados que ella asaegura. "'Jsos quer epidemia, por mms morlirer que foss, era
Acham-se a venda carleiras e-mefe 4arteiras """nraiTM5" r"M' venlre d^embaracado,
Preservativo universal.
45Ra Direita45
Ofhem !...
Urna das intelligeocias melhcr esclarecidas ni
sciencia de Hipcrates, depois do longos annos
de exercicio de curar e matar
GRANDE DEPOSITO
DE
Barbalho (Cabo.)
4HJJADO IPERAD0R-4I.
Neste deposito
desojar de bem fabricadVe" deVo. V.M.SrdVb.'rw."^^ Ztf,V.'al"!; ? H
aempre Ira, como sem jarras, resfriadorea, muringues. qaartinhas, garrafa!, copo. par. .guete
De obras vidradas.
lem ricos vasos para Qpro, lalhas.alguidare.de todos os lmannos
com lampos escm elles panellas par. b.ter-se bolo., ca5arolas, du/S frltdeira. a
tras peca, quesera enfadonho mencionar. eu' UJ>JE2S2Sl^l^^ entre nos .era obler do
aasadeiras, boies
muitas o
- ---- r---- --" ww-w ^vuviv culi O u
pebllco animacao e concurrencia e para conseguir esse firn vende su
at aqui se venda ncsla cidade.
do respeitavel
ja lou;a mata barata do que
nMAPr2mp!.a.qual'iaeracluraparaexporlar'aln,dosPre09 commodos porque vende di m
P"ot0o. Qaalquer encommenda pode ser entregue no deposito da fabrica ra do Imperador a: 41.
Ispecial hOiiieoiiaiUieo
Ra das Cruzes n. 30.
afai eT.n1rLP,-de *r Procurado o respectivo proprietario qualquer hora, havendo
A (ZEdS or Si"1-0 $sKIerdade,r08 ^; homeopathieos, preparados em Pa-
anga
malino pr
tsfazer s
".^!>".0 D, Pretnde' lodaTa qua aeja seus medical
i rarallivel em factos humanos; nem to pouco superiores aos que por
ue e ceno que o que n3 f.iamog, outro o pode egualmente fazer lao bom
nao ha traficancia, e que o servico da preparaco corra
randes coramercio de carteiras, acha-se suficiente para
amentos da homeopathia, a com modado, inteligencia
k Mutuamente o seu proprietario, com seus afore
* *"f especiaes contra o cholera, acompanhadas das
competentes in.truccoe, pelos pregos conheci-
dos. na pharmacia especial homeopathica, ra
de Santo Amaro (Hundo Novo) n. 6.
Ni B. Os homen. de bom senso reconhecem
cortamente que sendo o Dr. Sabino a fonte pura
d onde eraanou a homeopathia em Pemambuco
e em todo o norte, elle o nico inmediata-
mente intereisado no seu crdito e no seu pro-
gresso, e por conseguinte to somenle nelle
que se pode encontrar garantas, quer em rela-
cao applicago da sciencia no curativo das mo-
lestias, quer em relago i preparaco dos me-
dicamentos.
Na pharmacia do Ur. Sabino trabalham cons-
tantemente debaixo de suas vistas immediatas,
nos lempos ordinarios, dous empregados fum
brasileiro e outro francez quem paga ordena-
dos vantajosos), os quaes sao ajudidos por mais
tres ou cinco pessoas, quando o servico o exige
na destillacao do espirito de vioho e d'agua, no
manejo das machinas, na desecaco dos globu-
losas distribuigao das dilulsoe. etc., etc.
E' evidente que para o Dr. Sabino exercer a
homeopathia, como geralmente a exercem, e
preparar medicamentos como por ahi preparam,
nem eram precisas tantas despezas com o pes-
soal, com machinas e com a obtensSo das subs-
tancias as mais puras possivei, e nem tanta vi-
gilancia e (rabalho na preparaco dos medica-
mentos ; mas elle nao se contenta com o bem,
que j tem feilo, dando homeopathia popu-
laridad^ de que goza: elle quer eleva-la ao
maior gro de perfeicao dando aos seus remedios
a maior iofallibilidafle possivei em seus effeitos.
O Dr. Sabino nao aspira somenle os gosos ma-
tenaes da vida ; elle se de.vanece em ler nos li-
vros estraogeiros que a sua propaganda em Per-
nambnco\fox tao brilhante qw nao tem na Eu-
?pa.!.ma onai<* (JORNAL BE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA DE PAWS, tomo 4.*, pa-
i.?? '' e C0NFERENCUS SOBRE A HOMEO-
PAIHIA, por Granier, pagina 102); mas a sua
ambigao muito mai. elevada : ella se dirige a
legar as geragoes futuras um nome estimavel
pe a gravidade e importancia dos seus servicos,
pela sincendade de suas convienes, e pela fir-
meza do seu caracter.-E' por isso, e para isso
que elle trabalha ; e trabalha muito..
Trata ment homeopathico
preservativo e curativo
do. cholera-morbus.
PELO DOUTOR
SABINO'0. L. PINH0. ;
yende-secada exemplar a 500 rs
.uX' L5"0 graluJ-,a ,os a"Rnaotes '
das obras homeopalhicas do Dr. Sabino,
Lrnoi'T6"8 nda Ph"cia especial
f*Kw"CV RM d8 SaDl Anaro
(Mundo Novo) n. 6.
Attenco.
Ctiatodo Jos Alves Guimares avisa ao r.s-
peitavel publico, principalmente o corpo de com-
merc o, que tem justo e contralado a compra de
urna loja de mwdezaa do Sr. Jos EleuterVde
Azevedo, na ra do Crespo n. 7, e tendo este ob-
Itdo a.signalur.s dos seus credores para o con-
aentimento da dita venda, e aquellas pessoas que
nao asaigoaram e se julgar com direito a dito es-
tsbelecimento, queiram apreseotar suas cont.s
al o dia 10 do correte na dita loja, afJm de se-
rem venDcados seus crditos, na certeza de que
passando ste prazo o comprador ficar sem res-
ponsabiltdade alguma.
Aluga-se o primelro andar do aobrado n.
53 da rea de Apollo : a tratar na ra do A.mo-
rlm n. 40.
Ensino de partidas
dbradas.
E ARITHMETICA.
DIRIGIDO POR
Mj noel Fonseca de Medeiros
Duas vezes por semana tercas e sextas
Dss 7 as 9 horas da noile
Ra Nova n. 15, sajando andar.'
O bacharel Alvaro Lichoa Cavalabli S
i] "u11 elcriPlorio d<> advecacia na vil- S
la do Cabo, onde pode ser procurado pa- m
a todos os negocios tendeles a sua pro- m
issao todos os dias uteis das 9 e meia tt
.ora. da mnoliaa s 3 da larde. S
bermoes quaresmaes.
melada irmandade do Sanlissimo Sacra-
.o da freguezia de S. frei Pedro Connives
avis i aos neis que os sermes da presente* qua-
"a lerao lugar na igreja do Corpo Sanio, em
i as sextas-feiras pelas 7 horas da noile, sen-
ador sagrado o Kvmd. Sr. padre Antonio
Manoel d Aisumpco. A mesa espera que a con-
curroncia dos leis bem cmodos irmos das di-
reraia irmandades que conlribuem para este acto
I como o exige a sua religiosidsde.
Miguel Joaquim da Costa,
Escrivao.
Guarda livros.
Utha pessoa sullicienlemente Ijabilitada par
trata- de escripturagao mercantil por qualquer
syatqma orterece seu preslimo para tal raister
est? praga ou Jora della : quem dello se quizer
utili.ar annuncie. H
Ordem terceira do Carmo.
Aladmioistraco interina da veneravel ordem
terceira do Carao, faz ver ao respeitavel publico
e a todos os seus irmos em geral, que as sex-
tas-feras da presente quaresma havero os ser-
moes do costume e que deixam de fazer as esta-
cos da vis-sacra por ter o provincial do Carmo
reinado o Ilvmd. commissario e o Exm. diocesa-
no nao ter anda se dignado conceder-nos como
se Ihe tem pedido.
Consistorio da veneravel ordem terceira do
Carmo do Recife 6 de marc,o de 1862.
O secretario,
Francisco Jos dos Santos Jnior.
Aluga-se um sitio na Ponto de Uchoa dc-
fronte do caes : a tratar na ra larga do Kusa.rio
o
Precia-aede officiaes'____
e graada : na ra Nova loja
Reg.
de~ca?.e,n,PP,reCea hon,em I*)'** 'H-i
KnFn^"*^^
&^e^ii-aPSSSo.^=
iMlilja-Mameamacai, qkl ari f^
K1 1uem l^er achado, quereod restfta
MMja-se a mesma asi, qhe ser c i
Ama de lete.
nflVaUfad,oHo8pic^n-45 P"c-a (
ama de leile que aeja sadia e nao tenhalho.
J~ rua daa Larangeir.. n. i6 preclsa-ie da .
urna ama para todo o servico ou s pera wrinha? *
e comprar para casa de "- n0..P mab"
ama
---------uma pesaos.
7" "ecua-se alug.r uma pr'eta i
.d.0-a,!,*,%.de uma "* lo familiaV n,
Aragao u. 23.
escrava para
rua do
8YSTE BA MEDICO HODELLOWAi7
PILLASHOLLWOYA.
Este ineslimavel especifico, composlo integra-
mente de hervas medreinaes, nao conlm mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Bei
ntgno a maislenra infancia, e a compleicao mas-
delicada, igualmente promplo e seguro par
desar.eigar o mal na comptetco mais robuare
e enleiramente innocente em suas operacese ef-
fetios; pois busca e reraove as doencjts de qual-
quer pacie e grao por mais antigs e tenazes
qua sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam s portas da
morle, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a saude e forcas, depois de haver tenia-
do inultimente todos os oulros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-aea des-
esperado; facam um competente ensaio das
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, o
prestes fecuperaro o benecio da saude.
Nao se perca lempo em lomar este remedio
para qualquer das seguinles enfermedades :
Febrelo da especie.
Gotta.
Uemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestoes.
In fia m macSes.
Irregularidades da
menstruagao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abstruccao do venlre.
Phlysica ou consump-
5o pulmonar.
Relen^o de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A iplas.
Areias ( mal de) .
Asthraa.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou extenua-
do.
Debilidade ou falla de
forjas para flualijuer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no venlre.
Knfermidade no venlre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
e PES QUENTES. Ora, viajando por ahi'uma
epidemia.que mata gente como qualquer outra
occasiao de pormos em pratioa eales principios
usando pouco do chapeo e sempre som-
bra; tomando de 15 em 15 dias um laxante de
sai de glanber, o mais acrrimo inimigo da epi-
demia, segundo a opinio e a pratica de um dos
ornamentos da nossa magistratura ; e Janeando
ao cisco lodo o calgado velho, dirigiodo-se lodos
ao rmazem da rua Direita n. 45. onde o respec-
tivo proprietario a todos receber com corlezia
aturar as massadas, aquecer os ps com ex-
ceitenle calgado, segundo o goslo, y estado i-
oanceiro de cada um. e vejam :
Homens.
BORZEGUINS dos melhores fabricantes
2fe5?,f2?lf*, b"slleiros a i$,
a 12, 11, 105, 9500, 8e......... *' 5*500
490Uat................................ 200
Meninos.
SAPATOES a 5S500, 5, 4, 3500a...... 1600
Senhoras
BOTINAS de fabricantes francezes, ingle-
H\J^mta nericnoa federaes
6,5500, 5, 4S500, 3S500a........... S^rjO
Meninas.
BOTINAS a 450O e...................... 43000
Um completo sorlimeoto de sapatos para ae-
oete\mn r0Hde, lu.s,re,irad0 a d i-
10rs., de lustre (os. 32 e 331 a ROO r.,l
I Dentista de Pars.

i
In.rf A5* ra"cezes IIMO. porluguezes 2, sapa-
^s de borr.xa para hornera senhora e mininos
ZiL h.Ur0M,e1U8lre* de PO'Co.cordavao.marro:
Si .i aDCeZ' SOla d6 luslre- ^"Ahos,
oenhuma' S! ,M lUd VeDde">e Cm em
CurhR0^aarftSea Sk Elias Pereira Goncalves da
de annJf0,na 8"ber-Se on,,e mora. o obsequio
dr nu7,in" ? COnVCUl d0 Garmo- Primeiro an-
&SI& 1SS:!'1" de -ociod.
wieKi9 mmiwimmm m*
I loDsultas medicas. |
mOSHercddas,l0d0s os dias Pe' Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriplorio, rua
da Cruz n 53, desde s 6 at s 10 horas
m aa manhaa menos aos domingos sobre-
X 1. Molestias de olhos.
15Rua Nova15.
Frederico Gautier, cirurgiao dentista
faz todas as operacoas desua arle a e ce
lcci denles artifiiaes, ludo com -sdeln
rioridale e perfeicao que as pessoas-,er.
. tenditasl'e reconhecem.^
ftf Tm 'agua pos dentificios, etc.
m*KXiiK se! mmmm 1
Bos fgidos
No dia i do corrente do sitio do bii-
gadetro Joaquim Bernardo de Figuei-
redo na estrada de Joao de Barros, fu-
girara dous bois mansos de carro, sendo
um rapozo com algumas pintas pela ca-
beca e outro castanho bargado cora
uma estrella na testa, ambos castrados
e novos e sao de cambo : quem os pe-
gar podera' lvalos ao mesmo sitio ou
a rua do Apollo n. 50, primeiro andar,
quesera' muito bem recompensado.
Precisa-se de um moleque de 12
14 aunos para uma casa estrangeira :
na rua da Cruz n. 5.
Enchaqueca.
Hcrysipela.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no eslabelaciment
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja
de lodos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendera-se as bocelinbas a 800 rs., cada
uma dellas contem urna insiruccao em portu-
guez para explicar o modo da se usar deslas pi-
lulas. r
0 deposito giaal em casa do Sr. Soura
pharmaceuiico, na rua da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
J< FERBEIRA YILLELA

2.
8.
Molestias de coracao e^lo peilo.
Molestias dos orgaos da geraco e
do anus.
O exame dos doentes ser feilo na or-
dem de sum entradas, comec.audo-se po-
rem por aquello, que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chimicos, acsticos e p-
ticos serao empregados em suas consul-
tares e proceder com todo rigor e oru-
?n'tP-"/"iobte; cerleza- oa ao "Boa m
probabihdade sobre a sede, natureza e ff
causa da molestia, e dahi deduzir o plano!-
de Iratamento que deve dcstrui-la ou"
corar. *
Varios medicamentos ser oaabenl
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeiraqualidade.
promptidao em seus effeitos, e a nocessi-
aadedoseuempregourgenteque se usar
delles.
Frailear ahi mesmo, ou em casa dos
doentea toda e qualquer operacao que
julgar conveniente para o restabeleci-
mento dos meamos, para cujo fim se icha
prvido de uma completa colleccao de
instrumentos indispensavel ao medico
( operador.
Mxmv* MMn-eteaneMeMeiel

9 O Dr. Carolino Fran- 9
% cisco de Lima Santos, <&
9 mudou-o da rua das %
f) Cruzes para a do Im- %
perador, sobrado o.
17, em frente da igre- (9
ja de S.Francisco, oa- 9
de continua no exerci- %
ci de sua prosio de O
medico.

M7.pr,clM-,e de. uma ama para comprar e
cozinbar: na rua do Nogueira n. 2s
r- Jeronymo R. Martina daclart' que 4 hojel
am v.Dt. .aeign.r-e-faa Jfrooyoa lV W.l-
faa publico qu. aa retn
CONSULTORIO ESPECI4L HOMEOPATHICO
DO D0UT0
Q SABINO O.L.PINHO.
Rude Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Con.ulta. todo. o. dias tei. desda a. 10 hora.
SiSSL]L *f*Jt* *" PiM aoleatiaa :
Precisa-se alugar um prelo para o servico
de fabrica de velas : no paleo do Tergo n. 29.
Jos Portella retira-se para Macelo.
Nesta typographia precisa-se fal-
lar ao ir. Felippe de Santiago.
Aluga-se umi casa nova de mei-agua, de
pedra o caU compo.ta de 4 quartos, a qual si-
tuada na Capunga dentro de um pequeo sitio
bem plantado e com cacimba d'agua de beber:
trata-se na rua dos Quarleia n. 20.
Aluga-sa uma escrava para o servido de
casa : quem a quizer dirija-se a rua da Cadeia
do Recife n. 64, segundo andar, do meio dia as 4
horas da tarde.
Publicaces do Instituto lo-
meopathico do Brasil.-
TIIESOURO HOMEOPATHlfO
ou
VADE-MECIH DO HOMFOPATHA.
(Segunda edic deravelmente augmen-
tada.)
Diccionario popular de medicina ho-
meopalhico
PELO DR.
SABINO 0- L. PINHO.
*5|0 eai brochar, at faveralro.
Rua da Santo Antro (Mundo Noto) o. 6.
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cabug n. 18, t.* andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos porambrotypo, por melainotypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaes para
polceiras, alGnetes ou cassoletas. Na mesma
casa existe um completo e abundante sortimento
de artefactos francezes e americanos par. col-
locaco dos retratos. Ha tambem para ste mes-
mo lim cassoletas e delicados alCnetea de ouro
de lei; retratos em photographia da. principae.
persooagens da Europa ; stereoscopos e vista,
atereoscopicas, assim como vidros para ambrotyp
e chimicas pbotographicas.
*mmmm-**mm ******
H baques sobre Portugal
g O abaiso assignado agente do banco S
K Mercantil L'ortueose nesia cidade, saca 1
pffectivameote por todos os paqaetes so-
bre o mesmo banco para o Porto e Lis-
boa, por qualquer somma avista e a pra-
zo, podendo logo os saques a prazo se-
ren descontados no mesmo banco, na ra-
Xzo de 4 por cento ao anoo aos portado-
res que assim lhe convier : oa. rua. do
Crespo n. 8 ou do Imperador n. 51.
H Joaquim da Silva Ca.lro.
m**mmm mmmmtmmx
Prestem attenco
Jayme, cabelleireiro, roga
as pessoas que lhe alugaram
cabelleiras e barbas, e que
aiuda nao as entregaram, de
o fazer quanto antes.
xmmmmm ^mmmmm
| Attenco.
J. llunder, alfaiale, rua Nova n, __
U avisa ao publico em geral que quizer ae'r I
anda assigoaote de.te verdadeiro pro- I
1
gr.snvo leuda dos artista, alfaiale. p.
| nambucaoo, acompanh.do pela machina 1
- de costura iovenqo norte-americana, *
sendo para servir a urna numerosa fre-
guezia com maior brevidade do que ea
qualquer outra parte.
!
Previne-se ao Sr. Berardino Jos !
qucboutem appareceu aa noaaa ca no Barro
um mulatioho que diz er seu, por isso pede-so
ao mesmo senhor que all cosapareca em i
de Alexandrino Martin. Crrela de Barro, a
poder de quem est o mulato para o 1
que o me.mo nao ae re.ponaabilisa pelo
cravo dd qual o .eu legitimo dono t.r
atdaypetas.
Jos Rodrigues Paz, morador aa Pia.
dtetnelo de UMbtn, tendo perdido no d
correte una papau que eatavam dentro de n
bolsa, consgante, em canas de Laix Antonia i.
Barro, dirigida. .o asesmo Jo.ModrtaaeaJ
pede a pessoa que o _ttffi --------
qae o. entregue
oa na roa do Ranga.
So.res da Carvalbo s
razoavel a cenform
peia.
a uruiai n< L
achado oa
achai




DE 1861
"'
i
J
I
Preclsa-se de urna ama para coil
pela 7 e meia ho-
cift pare 6. Jos do
ta fechada lacre, dirigida
Leaos, contendo i mesa dottomen-
oi mesmos podem inleressar : roga-
a quero quer que por acato a teora
I fazer entrega abs anhunciantea, d fue
e o. 15, que gratificarlo generdsameii-
"I for o estado em que a recebam.
be ao Sr. Manoel Antonio de Macedo
Cabral ou de Oliveira Cabral, de apparecer ni
raa largada Rosario o. 44, terceiro andar, para
negocio d importancia e ulilidade, pois ignora-
se aoa residencia.
Qaem precisar de um feilor que sabe tratir
de jardlm e de hortatice, dirija-se a ra do Sol,
taberna n. 29.
Arreoda-se o sitio do fallecido Manoel Fran-
cisco Lfns da Silva, era Santo Amaro, muito por-
to do Recife, tem soffiirel casa a margem do rio
para os banbos salgados, ptimo viveiro, e mai-
toa pos de coqueiros : quem pretender dirija-se
ao mesmo sitio, ou ao largo do Garmo
Aluga seo primeiro andar do so-
brado da ra do Qucimado n. 41, lu-
gar muito proprio para os Sa advo-
gados e tem sala para o largo do Colle-
gio e frente para referida ra : quem o
pretender dirija se a mesma casa.
9 Alaga-sa um quarto andar com excel- f
lentes commodoi; na ra da Cruz n. 53.
o.53.
para cosinnar e com-
prar: na ra do Imperador, o. 37, segundo an-
dar, entrada direita.
Sociedade bancaria.
Amoriro, Fragoso, Si o tos & C. acam e tomam
aques sobre a praca da Lisboa.
Aluga-se o terceiro andar do so-
brado do largo do Corpo Santo esquina
da ra do Trapiche n. -18.
Est para alagar-se o segundo andar do
sobrado n. 193 e casa terrea n. 191 da ra Impe
rial : a tratar na ra da Aurora o. 36.
Sabbado 8 do correle, pelas 10 horas da
manha, na porta do juiz de paz dol. districto
da Boa-vista, val praca por venda ni cavallo
cistinho, bom de carro, peohorado a Antonio Ig
naci Brandan. '
H Alogam-se as lujas do sobrado da ra dos
Martyrios n.2, com bous commodos e eru bom
estado : a tratar com seu proprietarib Antonio
Jos Rodrigues de Souza na ra do Crespo n.
15, primeiro andar.
D Findando-se em abril do correte anno o
arrendameoto do eogeolio Boa Sorle ao sul da
cidadada Victoria (Santo Anto), faz-se desde j
novo arrendamento a quem coovier, este enge-
nho moe com agua, tem muito boa prodcelo e
sufficiencia para sa frea r dous mil paos : a fallar
do engenho Goiabeira junio a Santo Amaro de
Jaboato.
Feitor.
Na ra da Guia n. 5, precisase de um homo m
que eotenda de agricultura e saja de bons eos-
tunes para feitor, prefere-se portiguez.
Aluga-se um armazem Da ra da Cruz d.
29, com aahlda para a ra dos Tanoeiros : a tra-
tar no pateo de S. Pedro n. 6.
Os seohores abaixo declarados queiram ter
a bondade de vir a ra da Gadeia do Recife n. 25,
segundo andar, que se lhes precisa fallar, e igno-
ra-se suas moradas, do manha das 6 s9 oras,
o de tarde das 2 s 4 : os Srs. Joaquim Jos Bo-
telho, Francisco Jos Galvo, Joo Pacheco Al-
ves, Jos Florencio de Oliveira e Silva, Francisco
Felesbioo de Carvalho Raposo, Victorino Jos
Marinho Palhsres, Jos Lopes Machado, Jos Lu-
ciano Cabra), Joo Baptisla Ferreira Cabral, Fran-
colino Augusto, Coarado Jos Sabino, Pedro
Mendos de Adeviocula, Pedro Jos Pereira, Jos
Antonio Cesar Lima, Antonio Proliro da Cunha,
Jos Joaquim de Oliveira, Antonio Fernandes da
Cunha Avelar, Agapito Latino do Sacramento,
Augusto Pater Cesar, Joaquim da Fonseca e Sil-
va, Joaquim da Silva Alves Ferreira, Jos da
Costa Carvalho Guimaraes, Aolonio Ignacio Bran-
dio, Francisco de Oliveira Coeiho, Joo Jos da
Costa Santos, Jos Rodrigues da Silva Rocha,
Antonio Alvaro Ferreira da Silva, Jos Antonio
da Silva Araujo.
ascorts
todas
o precb.
Saque brePortugal
de
Oliveira & Flbo salean so-
no largo do Corpo Santo,
' Manoel Ignacio
bre Lisboa e Porto
escriptorio n, 19.
D-se 7009OOO a premio sobre njpotheca ;
na loja de cera da praca da Boa-vista se dir
quem d.
4lvaro & NagalhesJ
Eltabelecidos com loja de fazendas na |
P ra da Cadeia o. 53, e achaodo-se de jp
I posse de um novo estabelecimenlo na tfk
? ra do Crespo n. 20 B, participara a lo- :
f dos os seus amigos e ao publico em go- 9
I ral que dispe de um grande e variado ffe
jp,- sortimeoto de faseoda que tem rsolvi- m*
9 do vender dinbeiro por pregos Tiara- <
I lissimos. Roga-se aquellos que tive- 9
a. rem de comprar qualquer artigo de a-
? zendi de se dirigirem as nossas lojas
P cima indicadas qae sero ptimamente
b servidas.
O abaixo assignado membr da Arma Ro-
drigues 4 Ribeiro, fas pnblico para coohecimento
de lodosos Srs. devedores a mesma Arma que o
socio Luiz Antonio de Souza Ribeiro, por senten-
ca proferida sobre acgo arbitral perante o juizo
do commercio desta cidade foi destituido da fa-
cilidade de receber as dividas e dar quitacao,
pelo que desde ja o abaiio assignado protesta
contra qualquer que indevidameole fizer algam
pagamento ao mesmo socio. Recife 1 de mar-1
50 de 1862.
Manoel Joaquim Rodrigues de Souza.
mmmmm ** mmmn
4ttenc>o.
Roga-se aos devedo-
res do fallido Jos Anto-
nio da Silva Araujo que
venhampagar seus de-
I bitos no prazo de 30
Sdias amigavelincnte fin-
dos os quaes o arrema-
tante ser obrigado a
J entregar ao seu procu-
| rador para cobrar judi-
cialmente o que pode- j
8 rao fazer dirigindo-se a
1 loja que foi do dito Ar.au- S
$ jo na ra do Queitnado 8
I n. 27. 8
jKflweM mmmn mmmmmx
Primeiro andar para alugar.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da pra-
ca da Boa-Vista : a tratar na ra da Imperalriz
n. 46.
Precisare fallar ao Sr. Ignacioj
Ferreira Mendes Guimaraes, que mo-
rou na ra da Conceicao da Boa-Vista :
nesta typograpbia.
i
O dentista Numa Pompilio.
Pracisa-M Varna ama : na ra Direita n. 68
1'andar.
Quii precisar do urna ama etcslientepara
todo o servlco interior da orna casa de familia por
per escravs, dirija-se a raa da Imperatriz n. 86,
primeiro andar.
Francisco Ponan relira-se para Macei.
Na grande coebeira na entrada da ra da
Roda, propriedade do Sr. Barlholomeo Francisco
de Soaza n. 58 60, trata-se de cavallos com es-
mero e cuidado por menos 58 em cada mez do
que outra qaalquer cocheira : a tratar com seu
proprietario Cyrilo Antonio da Costa, na mesma.
No segundo andar da caa n. 15 da ra
do Crespo, por cima do escriptorio
da thesouraria das loteras.
Madame Middendorp encarrega-se da tonfec-
eao de vestidos para bailes e casamentas, visitas
ou oulros mistares, manteletes, zuavos, sabidas
de baile, bornuss, enfeites de cabeca, emSm de
tudo o qua compreheode o vestuario das lenhorss
e meninas. As pessojs que se dignarem dirigir-
se a ella, acharo figurinos das ultimas modas
de Pars, precos razoaveis das obras, e prompti-
do na entrega daa eocommendts. '
Precisa-se de um preto para o servigo ex
temo : na ra da Roda n. 6. "
Ama,
Precisa-se de urna ama que presta-se com-
prar e cosiohar para casa de familia : a tratar no
primeiro aodjr do sobrado o. 1 da roa do AragSo.
HKaHaasVMMaMeaMHaWaVsaM
Alguus esiudomes o (aculdade de di-
reito, amigos do fallecido acadmico Sa-
lusliaoo da Silva Cajueiro de Campos, pe-
jiem aos seus amigos e ans do fallecido
que facim o ruidoso obsequio de onvir
urna missa que por sua alma se ha de ce-
lebrar na matriz da Boa-Vista, Ss 9 horas
da mantisa.
smmmanm
rreoricu
para Europa.
RUUiior, Draaileiro, teura-se
Jos Correa de Carvalho pretende no dia
II pelas 6 horas da menha na matriz de
S. Fre Pedro Concalvesdo Recife, mandar
dizer urna missa por alma de sua sempre
chorada esposa Mara Jos Correa de Car-
valho, por cuja razo roga encarecidamen-
te aos seus amigos o abrilhaotarero ette
acto com suas prosearas pelo que desde
j se confessa agradecido.
to um poore que anda por esta cidade li-
| rando da caridade publica meios para se alimeu-
lar fugioum carneiriobo que puchara a carreta
queocoodu : portento roga-se a pessoa que o
; techa em seu poder Iha b realitua no becco lapa-
do da ra da Assumpco passando a raa do No-
gueira na freguezia de S. Jos : tem os sigoaes
seguiotes : bastante magro, branco, focinho pe-
'drez, a laa da cauda aparada fazendo massaroca
j na pona.
Compras.
*
Cohipra*-se
e um andar nos fogados : na rai
dos Pires ir. 58.
PcndT
Milho e arroz de
casca.
gVendem-se saceis com milho e arroz moilo ba-
rato, em porcio e a retalho : na travesa do pa-
teo do Paraizo n. 16, com oitao para a ra da
Florentina.
_ Vendem-se tres vaccs para acougoe : no
sillo da Capunga Velha, no porto do Lasserre, s-
lio do Sr. V/anderley.
Cera de carnauba e farelo de
Lisboa,
por muilo menos que em qualquer parle, e cal de
Lisboa em pedra por :00O$ a barrica para aca-
bar : vende-se na roa da Madre de Dos n. 10.
Vendem-se hostias a trea por dous vintens,
na ra larga do Rosario, loja do miudnzas n. 38;
na ra de Santa Rita, casa a. 82 ; e na Boa ts-
ta. defronte da igreja da Santa Crui, cssa da es-
quina para a caixi d'agaa n. 10, e por um ceoto
18280.
Milho
o i'- 111 m
americano a 4J500 a sacca.
Os seohores proprietarios de cocbairas quLT dTfaes"n"os"
qolzerem approveitar a commodidade de preco, onos para TMijn0S ,
Attenco
Veode-se feijo preto, sacca grandes, a
dito mulatinho, saccas com 24 cuias a 123
armazem de Luiz Antonio Aones Jacome
confronte a alfandega.
a

10,
: no
n. 7
Permula-se
ama excedente casa terrea na ra Augusta, por
um pequeo sobrado em qualquer bairro dusla
cidade : na ra dos Pires n. 5b.
ara confcilos e
presentes.
Muito lindosortimento de caixinhas muilo lin-
das para se botar confeitos ou mesmo com ellas
varias se mimosear ums menina, pelos baratis-
simos precos de 320 ale 29500 cada urna : na lo-
ja da Victoria na ra do Queimado n. 75, junto a
loja de cera.
Quadros de moldura don-
rada e prela.
Lidos quadros de moldura dourada e preta,
rom estampas, pelo barato prego de 50 que s a
moldura val o dinheiro : na loja da Victoria n
ra do Queimado n. 75, junto a loja do cera.
Caivetes finos pa-
ra peonas
Caivetes finos para aparar peona, de duasfo-
Ihas, a 'MM ris esda um : na loja da Victoria na
ra do Queimado u. 75, juolo a loja de cera.
venham qaanlo antes comprar na-'rua da Madre
de Dos n. 12, armazem de Araenio Augusto
Ferreira.
> ^sW*W ^^fw a^a**VWI P^BrW l^aWaT a^^1* aatijnf a^as^aY ^^
Interesse publico.
[Ofterecido pela loja de
marmore.
A loja de marmore teado de apresen-
tar concurrencia publica o qae ha de
mais novo em fazendas, tanto para se-
nhoraa como para homeos e meninos,
sendo que para eale flm capera de iem
correspondentes de Inglaterra, Franca e
Allemanha A remessas de seos pedidos,
tem resolvido, antes de apreaentar o no-
vo sortimenlo, liqaidar as fazeedas exis-
tentes, o que elTectuar por precos m-
dicos e pira cujo um convida o reipeita-
vel publico a aproveitar-se desta emer-
gencia.
lhes & Me
Uca-
^a raa da Imperalriz n. 50, loja e armai
tus, receBe-se um novo e completo aorli
X(M3M6fitf NCMQ fiM SMd^SMNOl
- Yende-se urna escrava de meia idade, ro-
busta, tambero vendem-se duaa folhas de ama-
relio com 55 palmos de comprimento, dous piso-
ches da mesma madeira com 60 palmos que
pcrlence a duas folhas propria para fabricar urna
grande canoa.
Vendem-se 4,600 varis de orello de pa o
fino e casemira propria para manufaclarar i .-
patos de tranca ou para Angola : na ra Nova
L*. 18.
Vende-se o engenho de Palmeirinha,, sito
na comarca de Pao d'Alho. com 500 a 600 bragas
de frente e meia legoa de fundo, ierras roberas
de boas matas, e boa produego para canna e ou-
tros legumes, abrejado, de boas aguas crranles,
perlo da cidade da Victoria, com distancia de le-
goa o meia : a pessoa qae pretender, dirija-se ao
mesmo engenho tratar.
Vende-se um terreno com urna casa de-tai-
pa em bom estado, que rende 169 por mez, cha as
proprios, e lguns arvoredos de fructo, tendo o
terreno 200 palmos de frente, que serve para edi-
ficar mais casas por ser na ira da estrada que
vai para o Poco da Panella, e o fundo encontra
no sitio do Sr. Monteiro ; a pessoa que quizer
comprar, pode dirigir-se a ra Direita d.95, qne
se Ihe dir seu preco ; assim como tambem se
transiere urna escripturade hypolheca no valor
de 1:0009000 feita em urna casa na povoacio de
Santo Amaro de Jaboato, coja vale mais de
3:0000000, e o rendimento da mesma para o
premio da hypothera, a osa tem 2 salas, 4 quar-
tos, cocheira muito grande, e estribara ; faz-se
esto traspasso por precisao; a pessoa qua Ihe
convier, pode dirigir-se a ra Direita n. 95, que
melhor se Ihe informar.
do Brasil e Portugal.
30 Ra Montholon Paris.
A proprielaria deste estabelecimenlo recorri-
da encarecidamente aos Illms. Srs. viajaotes
portaguezes e brasileos, que tenham de vir no
correle anno a esta grande e bella cidade de
Paris, de hoorarem seu bello estabelccimento pa-
ra o que nao se tem poupado em aformozea-lo
com ricos movis em todas as salas e quartos,
como tambem toda a casa se acha forrada de ta-
pete, cortinados novos em todas as jaoellas e ca-
mas ; finalmente era tudo foi obrigada a fazer
urna reforma geral, alim dos Srs. hospedes lerem
todas as commodidades como se faz preciso, e
nao como se achavam mal servidos no lempo de
sua antecessora madame Schorou.
O estabelecimento tem o numero do .criados
e criadas neeessarios para de prompto os hospe-
des serena servidos no que possam precisar;'
igualmente tem boos cosiuheiros sendo a comida
a portugueza e franceza a vontade dos mesmos
senhorea; hiveudo tambem no mesmo estabele-
cimenlo quem falle o portuguez, como tambem
interpretes para mostrar os monumentos desta
capital e fora della aos Srs. viajantes. O esta-
belccimento tem para mais de cincoeota quarlos
como tambem dilTereotes salas pira familias es-
tarem vontade e com independencia ; sendo
lado por precos razoaveis como observaro os
mesmos Srs. viajantes.
A proprielaria,
Madame Julia.
Gabinete medico cirurgico.J
Ra das Flores n. 37. .5
9 Sero dadssconsKltas rnedicas-cirargi-0
cas peloDr. Estevao Cavalcaoli de Albu- %
# querque da 6 as 10 horas da manhia, ac- 9
Q cudindo aos chamados cera a maior bre- 0
m vidade possivcl. d)
8 1-o Partos. ^
i,' Molestias do pello. 0
8.* dem do olhoa. 0
0 4.* Idemdosorgaos geoitaes. aj
0 Praticartoda eqaalquer operac em q
0 aeu gabinete oo em casa dos doantescon- q
0 forme lhes for mais conveniente. ai
*
Lices de inglcz.
Dao-se de noite no hotel fraocez ; a tratar na
a da Cruz n. 1. .
SOCIEDADE ,
UN1A0 FCENTE
fDOS
kS SELLEMOS
Em Pernambuco.
Por ordem do Sr." presidente convido a todos
os socios efleevoi para domingo 9 do correlo
ao reunirem na sala das sesses em aasembla
geral, afim de se proceder a eleico para o novo
conselho.
retara da sociedade Unio Beneftcenle dos
Artistas Selleiros era Pernambuco 6 de margo
de 1862.
Joao Jos Leite Guimaraes. _
1." secretario.
Ama de leite.
'u una meni-
Uncia, dirija-se
^efrante do
U
Ra eslreila do Rosario
primeiro andar.
Bola denles artificiaos por molas e It-
3 gaduras e pela presso do ar. Systema
8 americano sem arrancar as raizes, e fax
todas as opersces de sua arle, com
tt promptidao e limpeza.
Na coogregaco da Faculdade de direito
desta cidade, celebrada no 1." do correnle mez
de margo, foi approvada, na forma dos actuaes
estatutos, a lerceira edigao das iostituigoes de
Direito Civil Brasileiro, mais correcta e mais aug-
mentada qua as precedentes; e acha-se venda,
por maior commodidade para cora os alumnos da
mesma Faculdade. na casa da residencia do seu
autor, na ra da Saudade n. 9, desde p meio dia
at as 3 horas da tarde.
Urna casa estrangeira depouca familia pre- '
A vluvaTlosa Jane, dentista, continua s ror
dentes artificiaos em sua residencia na ra de
Sania Rita n. 61, e fora della cm casa d familias
dando-so-lhe condurco. A annancianla asse-
gura a seus freguezes que nao recebo paga algu-
ma de qualquer (rsbalho londente a ua arle, sem
que Gquem a contento. E' cora especislidade as
senhoras a quem a annunciante mais se recom-
menda affianQsndo-lhss que sero servidas rom
aquella paciencia, trato tino e delicado a que
teem jus as pessoas do sexo bello; por isso, e
porque urna senhora|experimenta sempre menos
acanhamento, como muito natural, com o tra-
tamento e contato de pessoa de igual sexo, es-
pera a annunciante que se utilisaro dos seus
servicos.
Novo paquete das novidades
23-Ra Direita-23
Neble novo eslabelecimeulo achara o publico um grande sortimenlo ledente a molhados
ludo por preco mais barato do que cm outra rfualquer parle :
Manleigt ingleza especialmente escolliuia a 800 c 960 rs. a libra.
Dita franceza a melbor do mercado a 7-20 rs. a libra.
(Jueijos flamengos chegados no ultimo vapor a 2$800e 3$.
Cha h) son e preto a -Jj> e 23880 a libra.
Vinho engarrafado dos melhores autores a 10 e 1$200 a garrafa.
Vioho de pipa proprioa para pasto a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial dos melhores autores a 900 rs. a libra.
Atncixas porlugucsaa a 460 le. a libia.
l'assas muito novas a 500 rs. a libra.
Latas cqmAplachiohasde difTerenles qualidados a lgiix.
Conservas mglezas ss melhores do mercados 800 rs. o frasco.
Massasj talhorirp, macarro e aletria a 440 u. a libra.
Gerveja das melhores marcas a 560 a garrafa.
Geoebra de hollando superior a 500 rs. a botija.
Velas de carnauba a 440 rs. a libra.
Dilasde espermacetea 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320 rs. a garrala.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
AI pista a 160 rs. a libra.
Toucinho de L'sboa a 360 rs. a libra.
Alm dos gneros annunciados achara o pnblico um graude sotliuienlo de un lujo leden-
le a molhados mais barato do que era uulra qualquer parle.
A mesa rege-lora da irmaodade de N.
S. da Conceicao dos Militares, manda
convidar a todos os seus irmiios e ao
resreitavel publico para assistirem os
sermes de qusrcsma que tero princi-
pio de hoje as 6 1(2 horas da tarde, pe-
rante as musculosas imagen: do Senhor
Bom Jess e Noisa Senhora expostos a
veoeracao dos fiis por causa do chole-
ra. Consistorio da rmandade 7 de mar-
co de 1862 O secretario, Francelino
Bernardo Quinteiro.
Pedese ao Illm. Sr. G. G. A. M.
ra da Gadeia do Recite,
cisa de um cosinneiro ou cosmhelra forra ou es- j escriptorio D. 47.
VA:.0.'^.^0. i'l^TA8"^ no seu offlci : a O annuncio ern o qual e chamado
tratar na ra do Trapiche n. 36.
Precisa-se de 8:0008 a juros sobre hypothe-
ca em um'predio de duplicado valor : quem os
quizer dar, dirija urna carta a esta lypographia,
sendo o endereco ao Sr. F. P. da S., declarando
sua morada para ser procurado.
I. G. Rosas, suisso, relira-se para o Rio de
Janeiro.
Inglez e francez.
lira mestre que tem conseguido a eosinar a
muitos jovens d'um e outro sexo a traduzir, tal-
lar e escrever grammalicalmenle fraocez e inglez
dispe-se a continuar a dar lindes desles idiomas
a quem quizer se aproveilar de aeu presumo :
para inforroac,es, falla-se na botica do Sr. Luiz
Pedro das Noves, ou na ra do Vigario o. 25, 2
andar, onde mora o mesmo.
Nova loja
de funileiro e lampista.
Ra do Rangel n. 1, m da ra do
Queimado.
Fabricam-se, coocertam-se baoheiros, bahus,
baciaS, canecas, lanternas de carros, candelabros,
candieiros de azeite ou gaz, porcellaoa, crystal e
ontras obras concernentes a dita arte : sbrem-se
letlras para marcar, tendo se loda attenco com
os concertus, pois se farao com ponlualidade e
seguraoQa, e por barato prego.
Ama
Frecisa-sede urna ama para o ser vico interno
e externo de urna osa : na ra da Guia o. 7,
primeiro andar.
Precisa-so de ora menino para calxeiro de
taberna, ainda que nao leoha pratica : em Fora
de Portas, ra po Pilar n. 92.
Precisa-se de ama ama para casa de tres
pessoas ; na ra do Hospicio n. 62.
Alugam-se o primeiro e segundo andares
.da casa n. 87 da raa do Amorim: a tralar na
mesma roa o. 46.
Precisa-se alugar urna escrava pa-
ra engommar, cosinhar e ensaboar pa-
ra casa de pouca familia: na rtia dos
Guararapes n. 30.
I O cirurgiao encarragado da enfermiria de
_______ marinha nos pede para que declaremos que na
i direito quem vai 1 referida enfermara se nao tem dado al o pre-
atgum de colera, mu sim no hospital
^^B MtajiHMo tm mm la.
a pretender falle na roa
a ra da Gadeia Joaquim da Fonceca e
Silva, nao se entende com o senhor, que
tem igual nome e que e caixeiro dos
Srs. Fragozo & Valle.
Attenco
O abaixo assignado, respoodendo o annuncio
3ue o seu ex-socio Manoel Joaquim Rodrigues
e Souza fez publicar no Diario de Pernambuco
de 3, 4, 5, 6 o 7 do correte, declara a esse se-
nhor e aos devedores da ex-tirma Rodrigues &
Ribeiro, que a senlenca referida pende de deci-
s.io do tribunal superior, e tendo sido appellada
naoproduz por hora effeito algum. Isto nao obs-
tante, o respondenle nao receber doa devedores
da ex-flrma referida quantia alguma por parte da
mesma firma em liquidacao, e antes acooselha
aos seohores devedores que recolham deposito
as impor.ancias de seus dbitos vencidos por
conta da mencionada firma em liquidacao, e com
intiroaco a ambos os ex-socins e liquidantes, fa-
zendo o- abaixo assignado igual protesto contra
aquellas quantias que forem pagas ao ex-socio
Manoel Joaquim Rodrigues de Souza, e com re-
cibo deste nicamente; visto como um tal pa-
gamento nao desooera ao devedor, caso em que
considera aquellos que j tem feilo alguus paga-
mentos, e sirva isto de sobrepr aviso aos ere-
dores da ex-firma, rarregando o ex-socio Rodri-
gues com as consequencias que dahi resultaren).
Recife7 de marco de 1862.
Luiz Aotooio do Souza Riheiro.
Jos Rodrigues da Cunha Footes, Brasilei-
ro adoptivo, val a Europa.
C'ilhbert Hall, John Ingletoo e James Bum-
by, subditos ioglezas, retiram-se para Europa.
O abaixo assignado retirando-Be para a pro-
vincia da Baha, deixa por seu procarador nesta
cidade ao Sr. Joo Jos Rodrigues LceSolier, mo-
rador na raa da Guia n. 9, nica pessoa autorl-
sada para receber os alugueis de sua proprieda-
de sita na ruada Alegra o. 46.
Padre Joo Cyrlllo de Lima.
0 deserabirgador Jernimo Martiniano Fi-
gueira de Mello, tendo de seguir para o Rio de
Janeiro com sua familia a bordo do vapor nacio-
nal cJoioville, o nio podeodo dapedir-se direc-
tamente de todos os seus amigos desta cidade e
provincia, em consaqoencia dos seus mullos afi-
zares, e do precario estado de sua aatide, la-lo
pelo presente meio com a expresas siucera de
seu recoobecimento pelos obsequios e alteocdes
recebidas desta proviacla, dorante o longo eapa-
Kde tempo em qae nella residi, ao paaso que
nbem lhes offerece com inceridede e (ra
U seas fra eos ser Tic
Um excellente en-
genho.
Vende-se a posse e as bemfeilorias do enge-
nho Tiriri, silo na freguezia do Cabo, distante da
va frrea duas leguas, com porto de embarque
prximo casa, bom cereado, excellentes mal-
tas, abundante em peixe de costeo o mais
maneiro possivel, e que pode safrejar de 1,500
a 2,000 pSes. O engenho novo, e est promp-
to de utensis e obras, constante de urna grande e
linda casa de vivenda, senzalla, czss de purgar,
encaixamenlo, tanque, estribara, casa de fami-
lia e todas as obras necossarias aurn bom enge-
nho, feitas com aceio e seguranga, o que se d
tudo por prego muito mdico, o por ajustes mui-
lo rasoaveis. Os pretendentes podem dirigir-se
ra estreita do Razario n. 34, primeiro andar,
qae achaio pessoa aulorisada para effectuar a
venda.
Attenco
36Ra Nova36
Acaba de chegar um completo surtimoolo de
oceulos e lonetas de aro de ago, tartaruga, bfa-
lo, e burracha, para todas ss vistas ; assim como
um completo surtimoolo de oceulos proprios para
molestia de olhos, atianra-se vender mais em
conta do que em outra qualquer parte ; assim
como graodo surlimento de vidros para oceulos.
Vende-se um cavallo de estribara cor tu-
ga, gordo o tem andado em cabriole!, tem carre-
go baixo, por prego commodo por nao se poder
ter : no lugar da Torre aoode deve ser procura-
do, junto a taberna do Caneca.
Aos Srs. acadmicos do ter-
ceiro anno.
Na ra da Guia n. 5, primeiro andar, vende-
seos seguiotes livros de direito criminal e civil :
Chsuvauv el Helee, Silva Ferro, Rosci, Trebu-
tien, Lobo, notss a Mello, Lis Teixeira, Borges
Carneiro o Ord. do Reino ; todos estes livros es-
to.novos e vende-so por mallo menos do seu
vslor.
Vendem-se dous terrenos sendo am em es-
quina com duzeotos palmos de frente o ceoto e
cincoeota de fundo, no lugar do Campo Verde,
freguezia ds Boa-Vista, cenle para a ra da
Alrago e a outra para a ra do Desengao, com I
a melado dos fuodos murado, tem 4 quarlos)
que reodera 249 por mez, nao precisa de aterro,.
c proprio, tambem veode-se o cincoeota pal-1
mos e o ootro terreno na raa Imperial com do- |
zenlos e desenove palmos de freota e fundos ao .
rio Gapibsribv, nos fundos se acba as peredes de j
urna porta d'agaa para viveiro, e foreiro a mari-
nha : quem o pretender dirija-se a ra do Sebo
0.8.
Veode-se um excellente cabriolel : a Ir-a-
lar na ra do Aragiio n. 37.
Vende-se ou|aluga-se urna negrioha de 13
a 14 anoos que cose soffrivelmente e cosinba
pouco : na raa do Sol o. 21.
j Na nova loja de tanoeiro, os raa do Amo-
rim b. 11, vendem-se pelos prego? segulntes, pi-
pas rebatidas a 800 rs., barris a 320, par de an-
coras a 69, e o u tros o ojelos mais barato do que
em outra aualquexnatte.
Vende-se Imparta da casa de tres andares
da ra do Vigej^^^R avallad 0009 :
JfritfV com gl^H^Kadores da massa fallida
^H Luiz Pereira Jnior, na ra di Cadeia do
exposico de can-
dieiros de gaz.
Na ra Noca ns 20 e 24.
O proprietario deste novo estabelecimenlo to-
ma a hoora de participar ao publico que tem de
novamenle chegado a este estabelecimento um
riquissimo sortimenlo de candieiros de todas as
qualidados que se podem desejar, as.im como
grande deposito de gaz hidrogenio de 1.a, 2.a e
3.a qualidade, pelos precos mais razoaveis que
se podem encontrar nesle mercado, assim como
tambera se vendera meias latas e Utas de uoi IJHf JJJ \"
lao, e era garrafas a retalbo, assim como tara- i~n...lri, < ,,
bem variavel sortimenlo de canquilhtria de bom
goslo, que muito agradar so publico que visitar
esle estabelecimenlo.
exposico de cuti-
laria.
Na ra Nova n. 20, loja de Carneiro
Vianna.
O proprietario deste estabelecimenlo avisa ao
publico em geral, que tem recebido um riqulssi-
mo sortimenlo de ferragens e culilaria, das se-
guales qualidades i facas de marfim da 1.a qua-
lidade para mesa e sobremesa, ditas de todas as
mais qualidades, ps de ferro patente calgadas
de ago, euxadas de ago, camas de ferro, bombas
de japy, metaes finissimos para servigo de mera,
eoulras muilas culilarias que por gosto se po-
dem comprar : na ra Nova n. 20.
Vende-se um carro de 4 rodas novo, rece-
bido ltimamente de Frange, ledo forrado de se-
da, com os compeleotes srreios praliados, obra
de muito bom gosto, sendo este calecbe o mats
bonito que hoje existe nesta cidade ; a tratar na
ra do Trapiche n 14, primeiro andar.
Na ra Nova n. 19, vende-so velbulina de
corea a 500 rs. o covado.
Bombas de Japy.
Vendem-se as bem acredilr Jas bombas de Japy
de todos os lamaohos e por barato prego : na ra
da Cadeia do Recife, loja de ferragens 56 A, da
Vidal & Bastos.
Taberna.
Vende-se. urna laDerna propria para um prin-
cipiante por ser bom lugar, na esquina do Forte
do Mallos, faz freole para a ra da Lapa e para
o largo era frente; ao chafariz, tica no oorrer do
desembarque, n. 13.
Oh que pediinclia!
Vendem-se palitos lixadoi e foliados fiaos pa-
ra dente*, 2 masaos com 40 masstohos por 400
rs. : na raa da Imperalriz, loja da arara n. 56.
Vende-se o sobrado ao lado do
Corpo Santo n. 9S : a tratar na ra-do
Rosario da Boa-Vista n. 12, das 4 a| 6
horas da tarde.
para vestidos de senboraa e roup de meni-
nos a 240 o covado, cseas soissas da quadrinhos
a imitagao de sedinbas de quadros para vei
de senhoras e roupa de meninos i 290 o
foriarao de Hnho pera vestidos de senhon
rou la de meoinos a 200 o covado, fustio plr
mesmo um a 310 o covado, fcarege de corea a
360 o covado para vestidos, Bazinhas para veet-
os a 280 e 400 rs. o covado, chitas a 160 a 200
rs. o covado.ditas fraeezas a 240 e 280 o covadl
Panno preto.
Panno preto para calcas e paletots ljfSOO e
W o covado, corles de caiga de casemira prela a
da, ditas entestadas a 3J5O0e 4JL saias balo sem
arcos a 2500, ditas de madapolo a 39: s na
arara, raa da Imperalriz n. 56. t/
Na loja e armazen d
arara
vendem-se pegas de madspolo enfeatado a 39'
cortes de chitas finas com 13 covadoi a 29500, di-
tos de nscados chinezes a 29500. corlea de pope-
lina de cores para vestidos a 296OO. coriesde or-
gurao para vestidos com 18 coados a 69500, di-
tos de laa de 22 covados IOS, pegas de cam-
braia branca a 1|600 e 2J, oitas finas com 5 pal-
mos de largo a 2,500, 3 e 39300. ditas paracot-
tinado a 3|, gollinbss com botozinho 640 rs.,
ditas de traspasso a 19, manguitos e gollinhar'a
WSZ' 8rosden8P|e Pto a 19600, I98OO, 29 e
2f200 o covado, enfeites pretos o de cores para
cabega a 25500, 3$ e 49 : isto s na arara, que
vende barato, na ra da Imperalriz, loja e arma-
zem da arara n, 56, de Magalhaes 4 Mendes.
Ra Nova n, 18
Fazendas para a quaresma.
Para acabar.
Ricos cortes de vestidos bordados a velludo,
pretos, que forarn vendidos a 1509, e que se ven-
dem por 1009.
Ricos manteletes prelos os mais bem acabados
que tem viodo ao mercado, para senhora de qual-
quer corpo ou altura a 20, 30, 35 e 409,
Maulas de fil de linho Unas a I59.
Veos uu los prelos a 109.
Luvas enfeitadas tinas a 29.
Ditas com vidrilhos e com palmas a lj>e 19280.
Um sortimento de franjas preljs com vidrilhos
e sem vidrilhos a 400 e 500 rs.
Uui grande sortimento de chapeos para senho-
ra, de difTerenles qualidades, pelo mais baixo
prego que se pode encontrar.
Attenco.
Na ra de Santa Rita n. 55 veade-sc lijlo
de alvcnana grossa, dos Apipucos a 219 do me-
lhor que ha, e dos Remedios a i9$ ; prometie-
se servir muilo bem a qualqaer pessoa qae pre-
t^* Vende-se o armazem de louga da Ierra,
sito na ra do Rangel n. 6, o qul pode servir
para qualquer outro cstabelecimeuto per adiar-
se em boa localidade : quem pretender dirija-se
ao mosmo armazem.
Fazendas prelas
i na loja do pavo, ra
da Imperalriz n.60,
de Gama Silva,
Vendo-se baratissirao por ser lempo de qua-
resma as fazendas seguiotes:
Ricos manteletes de velludo pretos rica-
roento enfeitadojeora franjas largas os
mais modernos possiveis. %
Modernissimds enfeites pretos a lurca e
Garibaldi a
Ditos mais simples a
Ditos de vidrilhos muito modernos a
Chales pretos de merino bordados com vi-
drilho a
Ditos de fil preto muito finos a
Mantas c veos pretos muilo liaos a
Grosdenaples pretos, fazeuda muilo en-
corpsda, covado, a1S500, iifiOO, 1J80
Sarja preta fiespanhola, covado, a
Meias de seda pretas para senhora a
Ditas de laa e de laia para padres a
Luvas de retros bordadas com vidrilbo e
sem vidrilho a 510 e
Ditas pretas de seda lisa a
Alpacas prelas muilo finas a 560, 640 e
De ludo do-se a-rostras com penhor, na ra
da Imperalriz n. 60 loja do Pavo.
Pannos pretos e casemiras na
loja do Pavo.
Vende-se panno preto muilo boa fazenda a
19600.1J800 e 29OOO o covado e dito que al 89
a 45500 o covado, casemiras pretas enfesledas a
39000, 392OO e 39O0 o corte, ditas de ama so lar-
gura de lodos os pregos e qualidades, selini pre-
to da China, para caigas, paletots e coletos, com
a a 39 o covado: na ra da
oja de Gama & Silva.
Chales.
Grande pechincha na loja do Pavao.
Vende-se os mais ricos chales com poota re-
donda e bolotas, teodo as barras de velludo ou as-
setinadas, imitando as espiohas niais modernas,
pelo baratissimo prego de 49500 rada um e ditos
da mesma qualidade com qualro pootas a 4$500,
ditos a Garibaldina, sendo muito grandes, a 59 :
oa ra da Imperatriz o. 60, loja do Pavao de Ga-
ma l Silva.
9
2*000
800
128000
4J000
-I9OO
29500
21000
lfOOO
19600
640
640
800

Sedas de quadriuhos a 720 rs.
na loja do Pavo.
Veode-se muilo delicadas sedas de quadrinhos
a 720 ris o covado : na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavo de Gama & Silva.
Rival
sem igual.
36 Larga do Rosario 36
Pedro Tinoco, cooserva sempre neste estabeleci-
mento bom sortimento de miudezas e rap e est
disposlo a vender barato, romo seja :
Rap Paulo Cordeiro, libra a
Gasse grosso, libra a
Dito meio grosso, libra a
Dito fino, libra a
Rap de Lisboa, libra a
Dito Meuron, libra a 1|040
Franjas pretas com vidrilho a 400, 500,
600 e
Tranca pretas com dito a
Bicos pretos a 240. 320, 400 e
Galo preto com vidrilho a
Enfeites prelos modernos a
Sabonelea de bolla a r
Escovss psra u o basa 320 e
Meias cruas para hornera a 294*
Apparelhos para bofecas de
E oulros mais objecto
luvas, pentes, toncas d '
velludo a sarja, alnati
gas da gajacol e ostras m
posaiv
v
MTILADl


N1AZEM
bordar
de-se na roa do Qnetmado loi
"l onde se achara completo i
frouxa
Lindeza.
ca
RflPPA FBFPA
Joaquim F. dos Santos.
40Ra do Queimado40
Defronte do beoco da Congregado letreiro verde.
Nene estabeleciraeDto ha sempre om aortimento completo do toupa (lita do
toda) aa ooalidadea o lamber, ae manda ejecutar por medida Tontada doa freaue-
aoapata o que lera am doa mathotea protaaaoraa.
scm segundo
Casacas aa paoDO preto a 40$,
15$
Snbrecasacosde dito dito a 35 e
Paletots de panno prelo e de co-
res a 359. 80, 25, 10, 189 e 209000
lutos de casemira de coras a 229,
151,129,79 e
Ditoa de alpaca preta golls de
Telludo fraacezas a
Ditos de merino seiim pretos e
de cores a 9f a
Ditos de alpaca do cores a 59 o
Ditos de alpaca preta a 99,79,59 a
Ditos de brim de cores a 51,
49500,49 e r
Ditos de bramante delinho b an-
- co a 69. 5$ e
Dilos de merio de cor dio preto
15 e
Calcas de casemira preta de co-
res a 119. 109, 95, 79 e
Ditas de prieeza e merino de
cordo preto a 59, 69500 e
Ditas de brim branco ede cores a
59. 49500 e
Calcas de ganga de cores a
Collete de Telludo prelo e de co-
res Usse bordados a 129,99 e
Ditos ds casemira preta e d co-
res Utos e bordados a 69,
595, 59
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco a 6 e
Ditos de gorguro de seda pretos
de cores a 79, 69, 49
Ditos de brim e fusta o branco a
8J500, 29500 e
Siroulas de brim de lioho a 29 e
Ditas de algodao a 18600 e
Camisas de peito detuatio branco
ede cores a 29400 e
Ditas de peito delinho a 59, 49 e 39000
Ditaa dt madapoln braocaa e de
cores a 39, 29500, 29
Chapeos pretos de massa [ranceza
forma da ultima moda a 109,
8(500 e
Ditos de feltro a 69, 59, 49 e
Ditos de sol de seda inglesas
francezes a 14J, 129, US
Colariohos de linho milito finos
novosfeitios ds ultima moda a
Ditos de algodao
Relogios de onro patente e hori-
zontal a 1008, 909. 808 e 70J000
Ditos de prata galvanisados pa-
tente e horizontaes a 409 e 30(000
Obras de onro, aderecos e meios
aderemos, pulceiras, rozlas e
sneis a 9
Toalhas de linho duzia 10$, 69 9J00O
38500 Ditas grandes para mesa urna 39 e 4900q{
309000
3O9O00
99OOO
109000
8J00O
89500
3(500
395OO
49000
89000
69000
49500
2'8500
33000
89000
59OOO
59000
59000
39OOO
292OO
19280
29200
i8oo
79000
29000
9800
9500
JIBMAZEN PROGRESSO
Francisco Fernandes Dnarte
Largo da Pnlta
Afianca-se a boa qualidade de todo qualquer genero
comprado nesle armazem, assim como vende-se por menos 5 a 10 por cento do que em outra
qualquer parle.
i&aa Slg& lllglexa a maU superi0r do mercado a 800 rss libra, em barril le far
abatimenlo.
tantoiga ir aneeza a maia n0Ta, 600 rt>, m barTlf 0 640 rg< B IIbra>
Queijos doteimoehegad0,nMte ,llimo Tapor por 39000.
^lUtllOS ll-ariatOS de 8Upertor qualidade e muilo frescaes a 800 inleiro, em libra
8 19OUO.
GM ^^2Sf ^S!*11 ptet0 os me,hores q,,e ha no merc8do ** **>
Pfemulo pm tambte mait0 novos a 500 libra.
r r U aO TeiUO d, iap.rior qUalidade a 40 rs. Inleiro, e 480 rs. a libra,
o melhor pelisco que pode haver por estar promplo a toda a hora a f) a libra.
*cljita 4o reiuo 3M,... br.. e rob. .99000
Cfeoiuitas e palos chegados neil9 nllimo navi0> a 720 r8> a 1bra#
iSXr*!?^-189- 1-1 comlO libras, por 49500 rs. e
se for em barril a 440.ra. a libra.
. 0An r*** do afamado Abreu e de oulros muilos fabricantes de Lisboa
a 900 rs. a libra, em litas de libraa por 19600 aflaoca-se a boa qualidade.
Mac* de tomate om Ulil de uma iibra por 900 rM
Amendoase c.rfeUs^ta,dfa libr conlendo dil7ereole, Bdld
muito propno para mimo, a 29OOO.
"* a 500 *11**1** e Portugiezas em latas de 1 libra, por 640 rs. ditas em meias
Aietria, maearrao e talutrim
jXOZearauilo n0Ta| a iflOrs.a libra, o 49000rs. a librs.
em cartoes muilo enfeitsdos proprios para mimo a 600 rs.
uenebra insleza
abalimento S 8upenor 1ae ha a i^ Genebra de HoWanda
Vinhos engarra ados,
.,.r. n a r 1.aRr"nM,, Douro a *600 rafa, Porto fino, Fei-
V li II quedoPorlo.al)0em.caixa se far abalimento.
<18 mais acreditadas marcas a 19 .garrafa e em caixa a 99 a duna.
fampagae
Vends-se fazenda denominada lindeza, ptima
para vestidos a 160 rs. o corado : na loia do Du-
arte, ra da Imperatriz o. 20.
Sementes de hortalices.
Vende-s na ra da Cruz do Recife, deposito
de pao e bolacha n. 32, aementes de hortalices de
todas as qualidades, ebegadaa no ultimo paqaete
da Europa.
Ricas
molduras para quadro
Vendem-se ricas moldaras para quadro, tanto
douradas como pretas finglndo Jacaranda: na ra
da Cadeia do Recife n. 7, loja de miudezas de
Guedes A Googalves.
Superiores meias de laa.
Vendem-se superiores meias de lia, tanto cur-
tas como compridas ; na ra da Cadeia do Re-
cife, loja n. 7, de Guedes & Goncalve?.
Ricos enfeites.
Vendem-se ricos e superiores eofeites os mais
modernos que ha, pretos e de cores, pelo bara-
tissimo prego de 6 e 69500 : na loja da boa f,
na ra do Queimado n. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias francezas de lindas co-
res, pelo baratissimo proco de 280 o covado ; na
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
Cambala lisa.
Vende-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego de 4 e 58 a pega com 8 1|2
raras, dita tapada muilo superior, pega de 10
varas a 68 : na ra do Queimado n. 22, na loja
da boa f.
Bramante e atoatbadode
Itabo.
Vende-se superior bramante de pero linho com
duas varas de largura a 29400 a vara, assim como
atoalhado adamascado tan-:bem de puro linho,
com 8 palmos de largura a 29500 a vara : na bem
conhecida loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortes de ea\e,
Vendem-se cortes de caiga de meia casemira
de cores escuras a 28 cada corle ; na loja da boa
f, na ra do Queimado o. 22.
Ra da Senzalla Nova n. 42
Vende-se era casa de S. P. Jonhston & C,
sel!.os e silhes inglezos, candieiros c castigaos
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vola, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous cavallos, e relogios de onro patente
inglez.
Navalhas d'aeo
*
com cabo de marfim.
Vende-se na toja d'aguia branca mui finas na-
valhas d'aco refinado com cabos de marfim,
para assegurar-se a boodade dellas basta dizer-
se que sao dos afamados e acreditados fabrican-
tes Rodgers & C, cusa cada estojo de duas na-
valhas 89000: na ra do Queimado, loja d'aguia
branca, n. 16.
Libras steiiiuas.
Vendem-se no escriptorio de Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho, prags do Corpo Santo n. 19.
Lieneos braaeos muito
unos.
Vendem-se lencos brancos muito fin, pelo
diminuto prego de 29400 a duzia, grande pe-
chincha : na loja da boa f, na ra do Queimado
numero 22.
Gollinhas
detraspasso bordadas em
cambraia fina.
Vendem-se a 29 cada uma : na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16 A obra boa e
o tempo proprio ; a ellas, freguezas, antes que
se acabem.
Bolcinhas de borracha
para fumo.
Muito lindas bolcinhas de borracha para guar-
dar fumo pelo baratissimo prego de 18200, 18,
800 rs. cada urna : na loja da victoria na ra do
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
a 400 rs. a libra e em caixa a 89.
a 69000 rs. a frasqueira, e 560 rs. o frasco.
Na ra do Queimado n. 55 loia
de Jos deAzevodo Haia e Silva,
todas as miudezas por precos j sabidos
onecidos :
Grotaa de peonas de acode todas as quali-
dades a
Nvelos de linha que pelo tamanho a todos
admiram a
Caixas de agulhas francezas a
Canas com aifinetes muito finos a
Laixas com spparelho para entreter me-
ntos a
Ditas ditos grandes a
Baralhoi portuguezes a 120 e
Groza de botoes pequeos para calca a
Tesouras para unhas muito finas a
Ditas para costura muito superiores a
Baralhos frsncezes para voltarete muito fi-
nos a
Agulheiros com agulhas francezas a
Caivetes de aparar pennas de 1 folha a
iv?"a6 lr,D?ade lacom 10 varaa a
nilas de tranga de lia de todas as cores a
rares de sapatos de tranga de laa a
tartas de aifinetes francezes a
Pares de luvss fio da Escocia muito finas a
Uitas ditas brancas grossss a
t-scovas para limpar denles muito finas a
Massoscom superiores grampos a
Lartoes cora colxetes de algum defeito a
Ditos de dos superiores a 40 e
Dedaes de fundo de ago muito superiores a
EQadores para vestidos de senhora com 4
yaras a
Caixas com colxetes francezes a '
Cartas de aifinetes de ferro a
Charuteiras muito finas a
Tinteirasde vidro com tinta a
Ditos de barro com tinta superior a
Ama preta e azul muito fina a libra a
Tenho nova remessa de labyrinlho
A ?S Qa,i?:d. n-.75' iro, oj. decera;
e co-
Gijltnterias de gosto
V o que pode haver de mais gosto em galan-
teras de vidro e poresjita como sejam jarros,
rasquinhos e garraflnhas, manteigueiras e assu-
careiros, jarrinhos para boqueta de eravo os-
tras multas cousas : na loja da victoria Da rus
500
120
120
60
240
500
200
120
400
400
320
80
80
200
800
18^80
100
320
100
200
40
20
60
100
Miudezas baratas
Na loja da victoria na ra do
Queimado juuto a loja de
cera.
Colchetea francezes em carto a 40 rs.
Aifinetes francezes cabega chata a 120 rs. a carta
Papel com cento e tantos aifinetes a 40 rs. o
papel.
Ur.ao ctri? 1 6m ,a"Uel COm m j"d" M
Ditas de 200 jardas de Alexander a 900 rs. a da-
Dc.'rrUe.P0 '""S" br"" e do core w
Ditas de Pedro V brancas e de cores a 40 rs. o
cartao.
Grampos a 40 rs. o mago.
EoQadores brancos a 60 e 80 rs.
Carteirinhas com agulhas francezas a 320 rs.
Trangas brancas de linho a 100 rs. a peca.
Agulhas de enfiar vestido a 40 rs. cada uma.
E outras multas miu-ezaa que se affianga ven-
der barato pira quem comprar victoria sempre
contar: na loja da victoria na ra do Queimado
n. 75, junto a loja de cera.
80
40
80
19000
160
120
120
para veo-
----------------- -.-i uc inujiiimiu para veo-
I P2-r d0 PW50, assim como ,enh0 bancas de
seda dlfTerentes cores para vender por todo di-
nneiro que offerecerem.
Atteneao,
para a quaresma.
Na praga da Independencia ns.i 14el6, tem
para vender-se, muito baratas, goilas de blonde
preto, eofeiladas de fita de velujlo e bico a 49
rs., camisinhas e manguitos a :,g(KK) rs., mante-
letes pretos de blonde a 129000 r+., chapeos de
palha para senhora a 359000 rs.
Vendem-se caixes va-
ziosal#: nesta typographia.
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Eata loja por estar constantemente a receber
perfumaras finas de suas proprias encommendas,
bem se pode dizer que est cooslituida um depo-
sito de ditas, tendo-as sempre dos melhores e
mais acreditados fabricantes, como Lubin, Piver
Coudray e Societ Hygienique, etc., etc. ; por
sso, quem quizer prover-se do bom, dirigir-se
rua ^ Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que
achara sempre um lindo e completo sortimento,
leudo de maia a mais a elegancia dos frascos, e a
baraleza por que se vondem convida anima ao
oomprador.
Maisbaratodoque
em outra qual-
quer parte.
Vende-se sebo do Porto, velas de compoiicao
cera de carnauba boa qualidade : no armazem
da rua da Cruz do Recife n. 33.

Para engMHbo.
Vendem-se frasquinhos com estancia
conaa axcellente para engommado por-
ota delta baatante pan dar cor em l
gomma tendode mais a mais a precie
nao manchar a roupa como millas v
toce com o p de ail. Casta cada -------------
500 rs. : na rua do Queimado loja da agaia bri
ca n. 16.
Riscado monstro
Vende-se riscado monatro, fazenda
nomica para o ao domestico por ter f
gnra e o seu progo ser de 200 rs. o 1___
rua da Imaeralriz, loja o. 20, do Duarle.
Panno de algodao da
Baha.
Vende-se no escriptorio de Antonio Luis ds
Oliveira Azevedo & C, rua da Cruz n. 1.
MH&NCIrl
DA
Fundido Low-Moor,
Ba da Senzalla NoTa n. 4*.
Nesto estibelesimeito continua a haver um
completo sortimento de mosndas a meias moca-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado de todos os tamanhos
para dito,
Souhall Mellors & C, leodo recebido or-
den, para vender o seu crescido deposito da rslo-
gios v[sto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portento, ispessoas que quixeroni
possuir um bom ralogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portunidade sem perda da tempo, para vir com-
pra-Ios por commodo prego no seu escriptorio
rua do Trapiche n.28.
Taixas
para engenho.
Grande redueco nos precos
para acabar.
Braga, Son & C. tem para vender na rua da
Moeda taixas de ferro cuado do mui acreditado
fabricante Edwin Maw, a 100 rs: por libra, as
1 mesmas que se vendiam a 120 rs. : quem preci-
sar dirija-se a rua do Trapiche o. 44, armaxem
de fazendas.
ARMAZEM PROGRESSIVO
E
laaoST
36, ru
Duarte V C. constantemente r,
derecera a todos os Srs. da praca,
possam comprar em outro qualquer
garanti-los-
Msnteiga iugleza mPM,
das Cruzes de Santo Antonio, 36.
bem da Europa de sua propria encommenda os melhores gneros, de tudo tendente a raolhados, e por issa
rs. e engenhn e lavradores, uma vanUgera em seus gneros, de 5 a 10 por cento de menos dos pregos, que
sstabelecimento, attendendo sempre as boas qualidades de nossos gneros, que para isso nos obrigamos o
genero a indo a primeira vez ao nosso mercado a 29100 libra, e tamben temos para 19800.
Gascarrilha.
deudaUdadaleS m"C" a ,6* a duiia e a 1S50O g garrafa, affiaoga-so a boa
Verdexfoira serveia cl>ri\va
. ev "w"**^m^ e de outras multas marcas a 09 a duzia, e
a 500 rs. a garrafa.
Viuiio em pina P, T ^ ^
r r l orto, Lisboa e Figu.ra a 3,500, 49 e 49500 a caada.
Espemascte PMlot, 740 tm % m m a
0 os mais superiores, bespanhol o 1S200, francez a lS.porlaguez a 800 rs. a libra
* \%%n a c%mmadre m
320 rs.
mito novo, em caixas de 8 libras por 29500, e em libra a
* de engommar, mullo alva a 100 rs. a libra.
*?*** de calmle a 400 r.. a libra.
% !* a nn*" a 80 Bf e em caixa a 9ft.
Palitos de denles -,
^ "I!,,,0 om perfangao a 240 rs. o mago. I
CosteleUs inglezas nrnnri :
- ^ Proprias paca fiambre a 800 rs. a libra.
Bolaxiniia asleza m.
- a mais no d mercado a 49 a barrica e em libra a 320 rs.
****** tug^m raSa libra?''0' ^^ ric09 com 4 ll2 ,ibr" por 3500' dltai DOr"
* para limparfaeas > 200 rs. cria, m, em porgao se fsrS abalimento.
em frascos de 1 e 1[2 libra* tnafclo novas a 800 rs.
o de gneros,0td0de su* gene^0, !""*** encontrara o respeitavel publico grande sortimen-
da Rassia.
N-0. BiesW d
tan.
na 1
a bares poi
e redrvado
Capachos
Vendem-se capachos redondos e compridos e
de diversos tamaohos, e os melhores que tem
vindo a este mercado, palo baratissimo prego de
600, 700 e 800 rs. cada um, e tambem ha capa-
chos muito grandes e proprios para sof e mar-
quesas para 19400 cada um : na rua doQueima- arroz de casca 200 rs. : no armazem da estrella
Chegou para a loja da victoria grande sorti-
mento de cascarrilha de todas as cores e largu-
ras e se vende mais barato do que em parte al-
guroa, por isso venham a loja da victoria na rua
do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Enfeifes para senhora.
Lindos enfeites para cabega de gosto o mais
moderno que tem apparecido a 5$, 59500 e 69 :
na loja da victoria na rua do Queimado u. 75,
unto a loja de cera.
Phosphoros de seguraoca.
Caixinhas com mil e tantos phosphoros de se-
guranga a 160 rs. a caixinha que s pela segu-
ranga delles por livrar de incendio sao de graga:
na loja da victoria na roa do Queimado n. 75,
junto a loja de cera.
Meias baratas.
Meias pintadas para homem a 120 e 160 rs. o
par, ditas brancas para menina a 180 rs. o par,
ditas de la para o fro a 500 rs. o par : na loja
ds victoria na rua do Queimado n. 75, junto a
loja de cera.
Fivelas para cinto.
Ricas fivelas de madreperola para cintos pelo
barato prego de 1J600: na loja da victoria na
rua do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-se em porgio e a retalho de urna sacca
psra cima, e por commodo prego: na rua da Ma-
dre da Dos confronte abo'tica n. 30.
Canos de chumbo.
Vendem-se canos de chumbo de todas asgros-
suras ; na loja de ferragens, rua da Cadeia do Re-
cife o. 56 A, de Vidal & Bastos.
Vende-se um terreno na rua do Hospicio,
quasi defronte do quartel, prspro para edificar-
se uma casa, tendo 40 palmos de frente e 146 de
fundo, com alicerce : a tratar na rua do Trapi-
che n. 14, primeiro andar.
Gneros baratos para a
quaresma.
Feljao muito bom a 640 rs. a cuia, azeile doce
a 760 rs., vinagre de Lisboa a 2.40 rs., batatas no-
vas a 100 rs., bacalbo a 120 rs. a libra, arroz a
a 100 e 120 rs., ceblas a 19 o cento. Tambem
se vende manteig ingleza flor a 800 rs.,franceza
a 640 rs., cha perola a 29800 a libra, caf a 280
rs., doce de goiaba fino a 640 rs, o calxo, vinho
a 500 e 400 rs. a garrafa, milho a 320 rs. a cuia,
do, na bem conhecida loja de miudezas da boa. largoAaJ'c ,14.
i'ema n. 35. Vende-se um piano ersootal em bom es-
' N. O.Bieber & C.saceessores.rna da Crax tado, pera qnalquer principiante, por dimjamta
!. 4,tem paravenderreloglosparaalgibeira deJprego, viste ^^000 querer reiirar-se : c<-
oart,1 prata.
1
i
mente escollhida a 850 e 19000, a libra e em barril a 800.
dem franceza a primeira da sifra nova 700 rs. e em barril a 600rs.
UueiJOS flamengOS vin.los no ultimo vapor a 3f000, eem porgao lera abalimento.
rSw *UI1(*rQ0S osmeIhores d mercado 19000 a libra, e sendo inteiro a 950 rs. a libra.
Cha hySSOn muito superior a 2800 e 39000 a libra. -
Cha preto o que ha de melhor neste ge_
Presunto inglez para fiambre a 700 rs.\ libra.'
Presuntos portljgueze 3 ,0dos do Porto de casa particular a 500 rs. a libra inteiro 460 rs.
raiOS e CnouriCSS nuil) novas a 600 rs. a libra eem barris de arroba a 15.
13900Tn9000a)duzi9d?IOrl0' Porto Bn0* nec,ar'Garcavallos vela0 sacco Feitoria chara isso de 19200 e 1300 a garrafa, t
VinhO BordeaUX de superior qualidade diversas marcas de 800 e 19 a gart ifa ede 8500 a 101000 a duzia,
VinnO mUSCatel a 1900( a garrafa e 1090C0 a duzia. \
VinhO para p astO do Porto, Figueira, e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa e de 49000 a 4800 a caada;
Jlarmelada de todos os corUveiros de Lisboa a 900 rs. a lata de 1 librs, e 19700 as de duas libras, e m porco lera abatimsDlo. ,
Latas COm peixe savel, pescada, pargo. roballo, cavalla, guraz, sirda, congro, linguado, ostra, 8 lula do tijelada, chouricM
finas o mais bempreparado qi e tem vindo ao nosso mercado, de 19300 a 39 a lata.
Latas COm ervilhas poijtuguezas e francezas a 600 rs. e 720 a libra.
Latas COm bolachinhas de soda de todas as qualidades a 1440 rs.
IgOS de COmmadre em caixinhas de 8 libras as mais b.ra enfeitadas que lom vindo ao mercado a 2*800 a caixinha e400 rs. a libra.
Peras muito novas ebas emcsixloha de 4 libras a 39000 a caixinha e 19000 a libra.
Ameixas francezas em atas de 5 libras por 49000 e 19000, a libra.
PassaS em caixinhas de 8 librajs, a 29500 a caixinha, e 500 rs, a libra e a 99 a caixa de arroba.
LorinthiaS para pudim em (rseos de 1 Ij2 a 2 libras a 19500 19800 o frasco, e a 800 rs. a libra.
LaiXinhas proprias para mimos, com passas, figos, ameixas, peras, amendoas, e nozes, de 29000 a 59000 rs. acaxinha,
Conservas inglezaS portnguezas a 600 e 800 ris o frascoa 9# a caixa.
Macarro e talharim, mito novo, para sopa a 320 a libra e 69000 a "caixa.
Omma muito alva como se pdedestjar a 100 rs. a libra,
Amendoas de casca molle a. 400 ris a libra e nozes a 200 rs. eem porgao ter abalimanlo.
Champanhe das melhores marcas, de 159^a 209000 res o gigo.
LUOCOlate portuguez, francez, e inglez, a 900 rs. a libra*
Cervejas das melhores marcas a 560 rs. a garrafa, 59500, a duzia.
LOgnac muito superior a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia.
Genebra de Hollanda 600 rs. o frasco 69500 a frasqueira.
Vinagre de Lisboa puro a 240 n. a garrafa, e 19800 a caada.
Dito em garrafes de ^ g"afas, por 19200.
Espermacete Superior 4 7fi0 -bra a 740 rs. em caixa. 1
ArrOZ da India a 100 rs. e do Maranhao, a 120 rs a libra e da 39000 a 3200 a arroba.
L'8ll libas francezas o melhor de todos os legumes a 500 rs. a libra,em porgao lera abalimanlo.
Latas COm fei-jO Verde rnuito bem preparado a 800 rs.
Latas com sardinha de Nantes a 44o e 600 rs. a lata.
Massa de tomate em latas de uma libra a 900 rs.
Alpista a 160 rs. a libra e paingo a 240, e 5f"a arroba do alpisla ea 6|400 a do paingo.
"otes grandes COm Sal refinado a 640 tambem tamos em pacotas, muito proprios'para meza a 240 e 200 rs. a libra.1
BatatlS em gigosde uma arroba a 19500, 80 r. a libra.
Doce da casca da goiaba de 19000 a 1200.
Azeite doce purificado; a 800, a gurrafa e 99000, a duzia.
r ailtOS ilXadOS para denles, es mais bem faites que tem vindo ao mercado,
Bolachinha Ugleza muito nova a 400 rs.alibrae 59000 a {barrica.
Toiiciuho de Lisboa a 320 reis a libra e 109000 a arroba.
Velas de Carnauba ecomposicao a 400 rs. a libra e a 129500 a arroba*
Araruta a melhor que se pode desojar a 320 rs. a libra.
oevaaa chegada ltimamente a 160 a libra e a 4 a arroba:
Ceblas muito nova a 600 rs, o cento e a 400 rs. as pequeas para conserva,
:, o'mago com 20
MI I
An^s-^


-.
PERNAMBCC I DO 8 DE MARGOfDB lf Ai,
nf .

f
uaaaflt
ivarameaso n actuarlo, qae,
i fxeram tem sen car no o
r Daen
te outrosiratamentos. Cada
iconvencer dessascurasma-
eitura dos peridico, qualh'ai
os diai ha mnitoi anuos; a
lilas sio tao sor prndenlas que
lieos maia celebres. Quantai
tiraran com este soberano remedio
e seos bracos e perrias, depoisdeda
permanecido longo tempo noi hospities.o tei
detiam soSrer a ampnta$ao 1 Dallas ha imu-
euqueha vendo deixad*ess*s, asylos depade-
timenios, parase nao iubmeterem aessaope-
raco dolorosa foram caradas completamente,
mediante o uso desseprecise remedio. Al-
gunas dastaespessoana enfusao de seureco-
nhecimento declararan estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afim de atis autenticaren) sua a firma-
tiYa. J
Ninguem desespfHria do estado desaude si
tivessebastante confian? para encinar este re-
medio eonstantementeseguindo algum tempo o
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
eujo resultado seria provarineonteetavelmonte.
-Que tudo cura.
O ungento he util, mala particu
aesnte nos scarnlntes casos.
Inflammajao dajbexig
aellas.
Alporeaa
Cumbres
Callos.
Aneares.
Cortaduras
Dores de cabera7
-das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas de anua.
Erupcoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inehaces.
nflammacao do ligado.
Vende-seJ este ungento no estabelacimento
geral de Londres n. 344, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista o outras pes-
soas enearregadas de sua venda em toda a
Amanea do sul, Ha vana e Hespanha.
Yende-se a 800 rs cada boeetinha contera
urna instruocao em ponuguez para explicar o
modo de laxar uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 32, en
Pernambuco.
da matriz
Lepra.
Males das pernal.
dospeitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas,
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na boeca.
do ligado.
das articulac5es;
Veias torcidas ou
das as pernas
no-
ato
w
|> Tandem-ae bonlU palmatoriaa de vidre lapi-
dado para vellaa tfSOO, e ditaa de lati mu
novas e limpaa a 400 ra. : na ra de Queimado,
loja da gata branca a. 16.
Peilos de fusto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Ven de m-i e bonitos peites de fusto lavrado e
trancado para camiaaa a 500 rs. cada um, fazen-
da mui boa e encornada : na roa do Queimado,
loja d'ageia-branca a. 16.
Novo sortimento de tiras bo
dadas em ambos os lados,
A. loja d*aguia-braoca recebeu um novo e lin-
do tortimento de tiras bordada em ambos os la-
dos, e contina a vender baratamente a 19200
cada tira, e outraa de bordadoa multo largoa a
29000, o melbor que possrtl em tal genero,
e todas ella, pela largura quawMP, podem ser
divldidaa ao meio, pelo que se ornam baratas!-
mas : na ra do Queimado, loja d'aguia branca
n.16.
Gollinhas e manguitos de pu-
nhos bordados^
. Na loja da aguia-branca vendem-ae gollienhaa
e manguitos de punhos bordadoa em fina cam-
braia transparente por 29500 todo, o que na ver-
dade baratiisimo : na rna do Queimado, loja
d'agaia-branca n. 16.
vidraceiro.
GELO
K*A DO QUEIMADO N?46
pAhp^QRANDEMTIMEllT0
Sortimento completo de lobrecasacoa de psnno a 859, 289. 30}e 35|, caaacoa multo bem
fatlaa a 258, 28J, 302 e 85f, paletots acasacadoa de panno preto de 16 at 159, ditos de caaemira
de cor a 159, I8j e 30$, paletots saccoa de panno e casemlra de 89 at 149, ditos aaccoa do alpaca
m erin e la da 49 at 69, aobre de alpaca e merino de 79 at 109, calcaa pretaa de casemlra da
89 at 145, ditoa de cor da 75 at 10J, roapaa para menino da todos as tamaDboa, grande sorti-
mento de roupas de brlns como sejatn talcas, paletots e colletes, sortimento de colletas preto da
aetim, casemlra velludo de 49 a 9|, ditoa paracaaamento a 59 e6f, paletota brancoa de bra-
mante a 49 e 5f, caigas branca multo finas a 51, e um grande aortinento de fazendaa fina a e mo-
dernas, completo sortimento de caaemiraa ingleaa para hornero, menino o aenhora, aeroilas da
s Miudinhas n. 8, avallada em. linho ealgodao, chapeo de aol de aeda, luva de eda de Joavin para homem e aenhora. Te-
le 1 1[2 por cento ao mea; na moa urna grande fabrica de alfaiate onde recebemos ncommenda de grande obras, que para
. 14, primetro andar, ha peeaoa sao eat aendo administrada por um hbil meatre de aemelhante arte e um peasoal do maia da
cincoenla obrairo escoltados, porlantoexecutamoaqualquer obra com promptdo e maia barato
do queem outra qualquer casa.________________
T^tw^aWmbwwPaTl
Acaba delfc j
chegar Jj
novo armazem
DI
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 31, vende-se gelo de hoje em diante
arroba a o#500, e meia arroba 2#000,
e a libra a 160 ris: tambera recebe-se
auignaturas das pessoas particulares lo.
go que teja diariamente, at que te
acabe o gelo.
predio venda
Vende-se a casa de dous andares e sot3o. mei-
agua, no becco das
20009, a qual rende
ra do Trapiche n.
autoriaada pelo proprietario para effeetuar ven-
da da aaeama caaa.
Meias pava sentara.
Vendem-sa superiores meias para aenhora pe-
lo baratleaimo preco de 89840 a daxla ; na loja
da boa (, na ra do Queimado n. 21.
ntremelos
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca ae acha um bello sorti-
mento de entrameios bordadoa em tina esmbraia
tranaparente, e como de aeu coatume est ven-
dendo baratamente a 19200 a peca de 3 varaa,
tendo quantidade baatante de cada padrao, para
veatidoa ; e quem tiver dtnbeiro approveltar a
occasiao, e manda-loa comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Agulhas imperiaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em viataa aempre
vender o bom, mando vir, e acabara, de chegar
aqu (pela primeira vez] as superiores agulbas
imperiae, cm o fondo dourado e mal bem fal-
tas, aendo para alfaiate e costuretraa, e custa
cada papel 160 ra. A agulha aasim boa anima
adlsnta a quem coae com ella, e em regra sao
maia barataa do qua aa outras; quem as com-
prar na ra do Queimado, loja d'aguia branca n
16, dir aempre bem deltas.
CAUTO]
BUSTOS MEGO i o^ta ingleza
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande variado sortimento de
roupas feita, calcadoa o faxendaa e todoa
este ae vendem por prados multo modi-
fleadoa como de aeu coatume,aasim como
eajam eobrecasacos de auperiorea pannos
e caaacoa feitoa peloa ultimoa figuriooa a
269,289,809 e a 359, paletota doa meamoa
pannoa preto a 16f,18f, 209 e a 24,
ditoa de caaemira de cor naeaclado e de
novo pidroea a 149.169. 189,209 e 249,
ditoa aacco* daa mesmaa caaemiras de co-
re a 99,109,129 e a 149, ditoa pretoa pe-
lo diminuto prego de 89,109, e 125, dltoe
de sarja de aeda a aobrecaaacadoa a 129,
ditoa de merino de cordo a 129, ditoa
de merino chinea de apurado gosto a 159,
dito de alpaca preta a 79, 89, 99 a a 109,
ditoa aacco pratos a 4>, ditoa de palha de
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brlm pardo e de fusto a 3$500, 49
e a 49500, ditoa de fusto branco a 49,
grande quantidade de calcaa de caaemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditaa
Sardas a 39 o a 49, ditaa debrtm de corea
naa a l$500, 39, 39500 e a 4|, ditaa de
'brlm brancoa finas a 49500, 5$, 59500 e a
69,ditaa de brim lona a59ea6f, colletea
de gorgurio preto e de corea a 5 j e a 61,
ditos de caaemira da cor e pretoa a 41500
o a 59, ditoa de fusto branco e de brlm
a 8| e a 39500, ditoa de brim lona a 41,
ditos de merino para luto a 49 e a 49500,
ealcu de merino para luto a4|500 ea5f,
eapae de borracha a 99. Para meninoa
de todoa oa tamaohoa: caigas de caaemira
I rea ede eor a 51, 69 o a 79, ditaa ditaa
a brlm a 22, 39 a a 39500, paletots sac-
eos de casemlra preta a 6f e a 7, ditos
de eor a 69 e a 7f, ditos de alpaca a|3,
sobrecaaaco de panno preto a 129 a a
14, ditoa de alpaca preta a 59, boneta
para menino de todas aa qaalidades, ca-
misas para meninos de todos ostamanhos,
meioa ricos veatidoa de cambraia feitoa
para meninaa de 5 a 8 annoa com cinco
babadoaliaoaa89ea i 2$, ditos de gorgo-
ree de cor e de lia a 59 e a 69, ditoa do
brlm a 39, ditoa de cambraia ricamente
bordados para baptiaadoa.e muitas outraa
fazendas a roupa feita qae deixam de
aer mencionadas pela sua grandeqanu-
dada ; assimcomoreebe-setoda eqaal-
quer ancommenda de roup.ia para ae
mandar manufacturar e que para eate flm
temos m completo sortimento de fazen-
das de gosto e urna grande oficina de al-
faiate dirigida poram hbil mestre que
pela sua prompttda e perfeicio nad adei-
xa a deaaiar. -
t
para dentes.
Eati finalmente remediada a falta que se sen-
ta deaaa apreciavel opiata iogleza tao provetto-
sa e neceaaaria para oa dentes, laao porque a lo-
ja d'aguia branca acaba de recebe-la de ana en-
commenda, e continua a vende-la a 19500 ra. a
eaiza; quem qaizer conservar aeua dentes per-
feitoa prevenir-Be mandando-a comprar em
dita loja d'aguia branca, ra do Queimado n. 16.
A 320 rs. o covado, grande
pechinoha.
Vendem-ae auperior cambraia franceza de
muito bonitos padrdes a 820 ra. o covado, fa-
zenda muito fina que aempre vendeu-se por 800
e 19 a vara, veoham por ellas, antea qua se aca-
bem; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
clda loja da boa f.
Aos senhores sacerdotes.
Acabam de chegar i loja da boa f, na roa do
Queimado n. 22, maiaa pretaa de aeda muito au-
periorea, propriaa para oa senhores sacerdotes
porserem bem compridaae muito elsticas ; ven-
dem-ae pelo barato prego de 69 o par, na men-
cionada loja da boa f, na ra do Qaelmado nu-
mero 22.
para aojos.
Vendem-se na rea da Senzala Nova n. 30, cal-
xiobascom doce por prego commodo, recommen-
daveia para os anjoa de prociaelo.
Grande sortimento de fazen-
das pretas.
Groadensple preto bom e 1(600 o cejado, di-
to superior a I98OO, dito a 29. dito largo a 29200,
dito muito auperior a29600. 2*800 e 39, chama-
lote preto de auperior qualidade a 39, sarja preta
larga a 29, dita heapanhola muito superior a
29800, dita lavrida auperior a 29200, aellm pre-
to a 2j e 39, dito maco superior a 49, velludo
preto bom, pannos pretos de 1*600, 29, 39, 4J,
5|. 69, 89 e 109 o covado, casemiras pretas s
1*600, 29, 29500 e 3 e multo fina a 49 o cova-
vado, 16a pretoa de 6g, 72 e 89 cada um, mantaa
pretaa de fil de linho a 79, 89. 99, 109 e 119
cada urna, lindoa manteletes de seda pretoa bor-
dadoa com muito gosto e differentes tamanhos a
ultima moda, zuavos pretos bordadoa, capas pre-
taa eofeitadas com muito gosto e ouUaa muitaa
fazendas pretas propriaa para a qoaresma que
deixam de meacionar-se tudo msis barato do que
em outra qualquer parte : na loja do sobrado de
4 andarea na ra do Creapo n. 13, de Jos Ho-
reira Loses.
Vendem-ae barros gordos1 e mansos : ne
eogenbo Jurissacs, do Cabo : a tratar all com o
Sr; Domingos Francisco de Souza Lelo.
Rival
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, defronte do aobrado
novo, eat disposto a vender tado por prego que
admira, asitm como saja :
Frascos de agua de lavando muito gran-
des a
Sbemeles o melbor que pode haver a
Dites grandes muito finos a
Frascos com rheiros muito fios a
Ditoa ditos muito bonitos a -
Garrafaa de agua celeste o melbor a
Frascos com baoha muito superior a
Ditoa dita de urco finisslma a
Frascos de oleo babosa com cheiro a
Ditos dito dito a
Ditoa dito nito a
Ditoa para limpar a cabega e tirar caspas a
Ditos dito philocome do verdadairo a
Ditos com baoha tranaparente a
Ditoa com superior agua de colonia a
Dita, frascos grandes a
Frascos de macag oleo a
Ditos de opiata pequeos a 320 e
Ditoa de dita grandea a
Tem um resto de lavando ambreada a
Liaba braat do gaz a 10 ra., e tres por
dous, e flna a
Dita de car tao Pedro V, com 200 jardas a
Dita dito dito com 50 jardas a
Carretela de liona com 100 jardas a
Duzla de. meias*rusa muito encorpadaa a
Dita de ditas'multo auperiorea a
Dita de ditas brancas para aenhora, mui-
to finas a
Tara da btco da largara de 3 dedos a
Dita de franja para toalhaa a
Groza de botos delouga brancoa a
Diuia de phospboros do gaz a
uita de ditos de vela muito superiores a
Pecas de fita para coa de todaa as lar-
guras a
800
320
160
500
19000
19000
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
100
500
800
500
20
60
20
30
29400
4J500
35OOO
120
80
120
240
240
Caivetes fixos paraabrir
latas.
Chegoa nova reaeasa desses preciosos cai-
vetes fixos para abrir lataa de aardinha, doce,
bolacbiohaa etc., etc. Agora pela feata come se
muito deasas cousa e por isso neceaaario ter
m desses caniveUs cojo Importe 19, compran-
do-ae na ra do Qielmado loja da agaia branca
n. 16, nica parte onde oa ha.
Rap, princeza Rocha.
Yende-se rap princeza Rocha muito fresco
chegado do Rio de Jtneiro, rap de Joo Paulo
Cordeiro : na ra larga do Rosario n. 38, loja de
mladezas.
Yende-se um. (avallo novo, proprio para
sella, de que tem aso: no largo da Paz dos Afo-
gados d. 19.
320.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-te: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
AtteiNjo
Attencao
Gnimsriea & Luz, dono da loja de mlodezaa
da iaado Queimado n. 35, boa fama,, partlcipim
ao publico qae o aeu eatabeleciogento se acha
completamente prvido da melhorea marcadoriaa
antee ao meamo estabelecimento, e moitos
roe objectoa de goato, aendo quasi todoa rece-
* de suaa pToprtas encommendaa ; e estando
sent resolvidos a nao venderem
m vender maUJfaaJBB^o que outro
ana devedo-
us seus
Yende-se ou permuta-se por escravos de ser-
rico a casa terrea sita na ra da Santa Rita n.
57 : a tratar na ra da Aurora n. 70, aegundo
andar.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de receber por
amostra urna pequea quantidade de fivellaa
douradas e esmaltadas para cintos, todas de no-
vos e bonitos moldes, e tambero douradaa que
parecem de ouro de le, o que s com experien-
cia ae conheceri nao oserem, estando no meamo
caao as esmaltad js, e assira mesmo vendem-se
pelo barato pre?o de 2J5O0 rs. cada orna, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Cestinhas ou cabases
Liquidaca
A loja de marmore.
lournus de caaemira para aenhora a 109
Manteletes de grosdenaple a 101
Leques de sndalo a 59
Bournusde casemlra para meninoa
de todaa aa Idades a 59
Grande aortimento de casearrilbaa,
trancas e Otas de todaa aa corea para en-
itea de vestidos por precoa maia bara-
> que em outra qualquer parte.
Arados americanos e machinas
layar roupa : em casa de S. P.
& G ra da Senzalla Nova
Aviso.
um ptimo savailo para eebrielet,
asura e boa trotador, bem como
isara sella: a tratar aa ra da Cruz
para as
meninas de escola.
O tempo proprio daa meninaa irem para a
eacola, e por iaao bom que vao compostaa com
ama daa novaa e bonitas cestinhas qae ae ven-
dem na ra do Queimado loja d'aguia branca
a. 16.
Novos bonets de velludo, e
marroquim dourado.
Na loja d'aguia branca vende-se mui bonitos
bonets de velludo, e marroquim dourado, os
quaes sao agora mut oacessarios para oa meni-
noa que vfio para a escola e quem oa quizer com-
prar mata bajitos diriair-se ra do Queimado
loja d'aguia tranca n. 16.
As verdadeiras peanas ingle-
zas caligraphicas.
A loja d'aguia branca acaba de reeeber i aua
encommenda daa verdadeiraa peonas de o;o
ioglazaa caligraphicas, doa bem conhecidoa e
acreditadoa fabricantes Perry & C, e pesar da
(alta qae havla desaaa bdaa pannaa, com tudo
vendem-ae pelo antigo preco de2/000 a caixteha
ds urna groza, quantidade essa que aa (alaiflca-
daa nao trazem. Para livrsr de engaos, as ca-
siuhaa vio marcadas con o rotulo qae diz. Loja
d'aguia tranca ra o Qaelmado n. 16.
Vende-ae um terreno em Santo Amaro,
unto ao hoapltal ioglez, com 700 pahnos de fren-
e, em muito bom estado: a tratar na ra do
Trapiche o. 44, armazem de Braga Son & C.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, ne rea do Qaeimado a. 22,
ee encontrar um completo aortimento de grava-
tae de aeda pretaa o de cores, que ae venden por
presos baratisslmos, como sejam : eairaitinhas
pretas e de lindas cores s 19, ditas com ponte,
largaa a 19500, ditaa pretaa bordadaa a 19600. di-
taa pretaa para daaa voltaa a 22 ; na mencionada
loja da boa f.na rea do Queimado n. 22.
Meias pretas de seda.
Vende-ae melaa de aeda pretaa para aenhora
(aseada muito aeperior pelo baratiaaimo proco
de 19 o par: aa raa do Queimado na bem co-
aheslda loja da boa fama a. 85.
Argolas de a$o para chaves
ToaMlem-ee 1909, 49,820. 400 e 500 rile, ua ra
do Qaeimado loja d'egaia masa a. 1*.
Novo sortimento de cascarri-
lhas de seda.
A loja d'aguia brarca acaba de receber um novo
e bello aortimento de casearrilbaa da aeda de
muitas e differentea cores, e vende-ae 4 19500
e 29500 ris a pega, aa rna do Queimado loja
d'aguia branca n. li:
Meias pretas de seda 1:000
o par.
Yende-ae meiai pretaa de aeda, e de mol boa
qualidade, para aenhoras, e padrea i I9OOO o
par, por eate/eo principiando a mofar, e eatando
ellas calcadas rada se conheee, na raa do Quei-
mado Ion refuta branca n. 16.
Chapeos de castor.
Yendem-ie chapeos de caator de primeira qua-
lidade a 88 que j se venderam a 169, para
acabar: m ra da Impertirla, loja n. 20, do
Duarte.
Luvas de Jouvin.
Na l>ja da Boa F na raa do Queimado n. 22
semprs se encontrarlo aa verdadeiras luvas de
Jouvq tanto para homem como para aenhora,
adve'tindo-se que para aquelles ha de multo
lindrs cores, na mencionada loja da Boa F na
ra do Queimado n. 22.
Agua de lavander e pomada.
Vende-ae auperior agaa de lavander iogleza
pelo baratiatimo preco de 500 e 640 ra. cada fras-
co, pomada mailissimo flna em pioa grandea a
500e a 19, vende-ae por to barato preco pela
grande quantidade que ha: na ra do Queimado
na loja de raiudexaa da boa fama n. 55.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonilla bicos de linho de dous a
qutro dtdoa de largura fazenda muito auperior
pelo baratiaaimo preco da 240, 320, 400 o 480 ra.
a vara, vende-ae portal preco pela razio de ea-
tarem amito pouca cooaa encaldidos, tambem se
venden pegas de rendas liaaa perfeitamente boas
com 10 varaa cada pega a 720, 800 e 19, ditas
com lpicos muito bonitas e diversas larguras a
19200,19600 e 29 a peca, ditas de seda a 29 ca-
da urna pega : oa ra do Queimado na bem co-
Dhecida loja de miudezas da boa fama o. 35.
Linhas de cores em nvelos.
Yende-se linhas de cores em nvelos fazeoda
em perfeitissimo estado pelo baratiasimo prego
de 19 a libra : oa ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
cia.
reita31.
montado estabelecimento en-
ooafreguezeso maia perfeito, bemasa-
0 e barato no aeu genero.
URNAS de todaa aa qualidade.
SANTUARIOS qae rivaliaim com o jacarand.
BANHBIBOS de todoa oa tamanhos.
SEUICUPIAS dem idem.
BALDBS idem idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
folha em caitas de lodss aa grossuras.
PRATOS imitando em pereigao a boa portel,
laoa.
CHALEIRAS de todaa aa qualldadea.
PANELLAS idem dem.
COCOS. CANDIBIROS o flandres para qual-
quer aortimento.
YIDROS em calzas e a retalho de todoa oa ta-
mandando-ae maohoa, botar dentro da cidada,
em toda a parte.
Recebem-se encommendaa de qaalqaer natu-
reza, coocertos, que tudo sera desempenhado a
contento.
' Superior cal de Lisboa.
Tem para vendar em porco e a retalho Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C-, no aeu ea-
criptorio;rua da Cruz n. 1.
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Noa rmateos docies do Rsmos ns. 18 e 38 e
na raa do Trapiche Novo (no Recite) n. 8, se
vende gaz liqaido americano primeira qualida-
de e recentemente chegado a 149 a lata de tinco
galles, aaaim como ae vendem lataa de cinco
garrafaa e em garrafaa.
Nao esqueca arara,
qae hoje 4 aloja doa baratelros para ver, ven-
dem-se pega 1 de cambraia liaa branca a 19600 o
2|, dita muito fina com 5 palmos de largara a
3 e 3J50O, pe^as de madapolao enfestado a 39.
novoa cortea de chitaa finas com 13 covadoa a
29500, ditos de rlscado, padrdes novos a 29500 e
19500, brilhantlna branca com 4 1|2 palmos de
largo a 280 o covado, dita de cores a 860 o co-
vado, gorgnro para vestidos a imitacao de aedi-
nhaa, fazenda muito nova e fina a 320 o covado,
barege para vestidos com flor de seda a 360 o
covado, pompadoarde aeda de quadrose matiza-
do para veatidoa a 640 o covado, fil de linho
branco e de corea a 200 rs. o covado, laazlnhaa
para vestidos a 280 e 400 ra. o covado, ricos cor-
tea do gorgurio para veatido com 18 covadoa por
695OO, cortes de la de duas aalaa com 22 cova-
doa por IOS, ricos cortea de organdys com 15 va-
ras a 99 e 71 para acabar, cassae ae corea para
vestidos a 280 e 320 o covado, chitas a 160. 180
e 200 rs. o covado, ditaa francezas a 240 e 280 o
covado.
Pannos pretos.
Panno preto para calcas e paletots a 19600,
19800, 29 e 2J>500 o covado, cortea de caaemira
preta para calca a 39. dita entestada a 39500 a
42, velludo preto a 2(500 o covado, aaia de cor-
do que faz vez de balao a 29500, baldea de ma-
dapolao a 39 e 39600, ditoa de 30 arcoa e de ren-
da a 4} : na rna da Imperatriz, loja e armazem
da arara n. 56, de Msgalbies & Meadas.
DB
VISITA
11
Csrtoes de visita j
Cartdee de viall
Carlota de vislt
Urna
Orna duzia por 16101
Urna dnzia por 114000
Urna duzia por 16J00O.
Retratista americano..
Retraliata americano
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Raa do Imperador.
SS:
a*
I
Loja das 6 por-]
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4f.
Duzia de meiascraaa para homem a
19200 e o par a 120 rs., ditas branc
muito finas a 2J500 a duzia, lene;
cassa com barra de corea a lfO'ii
am, ditoa brancoa a 160 ra., bal
20 e 80 arcoa a 8f, laazinha pal
tidoaa 240 o covado, chalea de i
estampados finos a 59 e 69, tari
branca e de corea muito flna con
e maia de largara a 480 r. o eovad<
fil de linho liso a 640 rs. a vara,
Cas de cambraia lisa fina a 39, eassas 1
de corea para vestidos a 200 I '
vado, musaulina encarnada a 320 rs. O
eovado, calcinhas para menina de escola
a lf o par, gravatinhas de tranca a 160
ra., petos para camisa a 200 ra. cada
um dusia 29, pegas deCambraia da sal-
pico mallo flna a 39500, peca de bre-
tanha de rolo a 29, chttaa franeezaa a
220 e 240 r. o eovado, a loja eati
abertadas6 horas da manhia aa 9 da
noite.
Papel de peso a^a resma.
Yende-se na raa do Queimado toja de miude-
zas da boa (ama n. 35.
Aos fabricantes de velas.
O antigo deposito de cera de carneaba e aebo
em pi e em velas, eatabelecido lio largo da As-
sembles n.9, mudou-se para a ra da Madre de
Dos n 28, quasi defronte da igreja, onde conti-
na a haver um complato aortimento daquelle
generoa, qae ae vendempor precoa razoaveis,
Barato assim barato de mais
Sbemete finos.
A loja d'aguia branca recebau urna erescid
quantidade de aabonele fino para barbea, o
qua"es convm a todo compra-los mesmo par
mos, avista do diminuto preco de 39 porqaaoto
ae eat veodendo a duzla. Para aaliafazer-ae ao
bona fregueies se veQdM tambem am menorea
porcoea, porm quera Dais comprar mais lucrar,
porque aasim barato nao ser fcil torear a ha-
ver, e meamo agora s ha na ra do Quelmadc
loja d'aguia branca n. 16.
oraes.
Em massiohosaa 500 r. cada um.
Em floa a 640 ra. cada am.
Em voltas de 3 floa a 29500 cada urna.
Vendem-ae muito bons-corses, em maasinbo,
fls e voltas de 3 floa, paloa baratteaimos preco
cima: na ra do Queimado loja d'aguia branca
o. 16.
Objectos de phantasias
pulseiras de missangas.
A loja d'aguia branca acaba de recebar am
bello e escollado aortimento da pulaeiraa do taia-
aaagascom aorlaa pendentaa, obra de multo gos-
to, e o que de mais perfeite te pede dar em laee
objectos, e aa eat veodendo a 19600 caja urna,
tanto para seaaeraa como para me
novidade de geelo e apuro da
em ae acabar as que ba ae leja
roa do Queimado a. 16.
3andem-ae doua moloques
Mantas de retroz.
Yendem-se mantas de retroz para gravatas a
500 ria na raa do Qaeimado n. 22 na loja da
Boa F.
Liquidaco.
Brasa. Silva & C. em Hauidaco. r.nnvidam
aos seus devedores a virem saldar seua dbitos
dentro de 30 das, e partielpam que medidas ter-
minantes serio empregadas contra oa qae nao
comparecerem.
Urna bar caca.
Yende-ae urna bsreacs do porte de 35 csizss,
encalbada no eataleiro do mestre carpinteiro Ja-
clntho Eleabio, ao p da fortaleza daa Cinco Pon-
tas, aonde pode aer vlata e examinada peloa pro-
tendentea ; vende-se a prazo o a diobeiro ; a
tratar com Hanoel Alvea Guerra, na roa do Tra-
piche n. 14.
PEIXE
Duarte & Companhla
recebersm pelo ultimo vapor as seguintes quall-
dadea ote peixe o mais bem arraojado que ae po-
de desojar em lataa lacradas hermticamente pe-
los precos de 19200 a 3J a lata :
Cbouricaa finas promptas.
Pescada asaada e cozida.
Pargoaasado.
Roblos dito.
Gavalla em azeite.
Guras assado.
Nulas de tigelada. ,
Savel assado.
Sarda em azeite.
Congro.
Llnguados fritos.
Ostros.
Atum marinado.
Tambem receberam pacoles de sal refinado a
240 ra. cada um e lataa com feijo verde a 800
ra.: noa armazens Progreaaivo e Progressista no
largo do Carmo n. 9 e roa das Cruzes n. 36.
Chapeos enfeitados. *
Vendem-se chapeos enfeltadoa multo recom-
mendaveis para aa meninaa que esto paasando a
feata nos smenos arrabaldea desta heroica cidade,
a preco de 29 cada um : na raa da Imperatriz,
loja n. 20, do Duarte. Na dita loja ecima acharo
continuadamente oa aeohorea conaumidorea am
grande e variado sortimento de fazendaa, tude
baratissimo.
CollecQoes de estampas.
Acaba de ebegar a loja da aguia Manca urna
pequea quantidade de callee*. flna e
grandes estampas a fumo, rapta Pfiejle* oa
martytios do Senhor em 11-, i quaea
sao bem acertados para qualquer igre Pou aus-
mo casa de quem lenha goato de i | possuir ;
ehegou igualmente outra pequea forceo das
procuradas estampas a morte di lea marte
do peccador : acbam-ae a venda Bornate ne ra
do Queimado loja da aguia branea n. 16.
Garteiras com agulhas.
Aloja d'aguia branca acaba da despathar car-
telas com agulhas de mal Ma qualidade, a ex-
cellenle aortimento, e aa eati vendando a 509 rs.
cada urna ; assim como recebeu igualmente no-
vo sortimento das agulhas imperiaes, rondo dou-
rado, que continuam a aer vendida a 160 ria o
papel, isso na raa do Queimado loja d'aguia
branca n. 16.
Talhares para crianzas.
A tuja aa aguia branca acaba da receber saa
encommends dos preciosos talhares para crianzas
e oa eat veodendo a 320, 400 e 500 ra. confor-
me a sepertoridade delles: na ra do Qaeimado
loja da aguia branca n. 16.
uvas pretas de torcal
para meninas a 500 rs. o
par.
Vendem-ae luvas pretaa de torcal am bom es-
tado para meninaa de diversos tamanhos a 500
ra. o par: na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 16.
SLoja das 6 por-g
tas em frente do Li-
5 vramento.
S
a
s
aa, Roupa feita muito barata.
Paletota de panno fino aobrecasaco,
ditos de casemira de cor de fusto, ditoa
de brim de corea e brancoa, ditos de
ganga, calcaa de'casennra pretaa e de
9 corea, de brlm branco ede corea, degan-
Mk ga, camiaaa com peito de linbo mallo
P finas, ditas da algodo, chapeos de aol *
f? de alpaca a | cada am.
Relogios.
Vende-ee em casa de Jnnsion Pater 4 C ,
ra do Vigario n. 3, um bello sortimento da
relogios de ouro, patente inglez, de nm doa mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
ama variedad de bonitos trancellins para os
raesmos.
Grande pechincha
Superiores paleto de pao preto mnito fino,
obra muito bem feita pelo baratissimo preco de
5OS000 ri na roa do Queimado n. 22 na bem
conhecida loja da Boa F.
1 \ boa fama
vende fivelae para cintos o mais bem dourado que
possivel e doa mala lindoa goatoa que tem vindo
a este mercado, pelo baratiaaimo preco de 29500
cada, ama, carteiraa com sgnlbaa aa maia bem
aortidaa que se pode desejar, e em qnanto a qua-
lidade oio pode baver nada melhor, palo barate
preco de 500 ra. cada carteira, pennaade a$o ca-
ligraphia verdadeiraa a 29 cada caixinha eom 12
duzias, ditas de lauca verdadeiraa n. 134 a 19200
cada groza, ditaa muito boas sinda nao conheci-
da a 500 r. a groza : na raa do Qaeimado, ne
bem conhecida loja de miadezaa da boa fama Ha-
rnero 35.
Escravos fgidos.
Considero fgidos am casal de escravos,
aendo o negro por nome Joaquim Canario e a ne-
gra Mara da Penha, o negro multo regrista,
tem bastantes cabellos brincos na barba, e tem
um taroco na face procedido de urna d6r de den-
tea, e a negra tambem (alia bem, j tem cabelloa
brancoa e tem urna coatnra finglndo caroca em
ambaa aa pa, aendo lata faito em Loando. An-
dam com um bilhete assignado por mim com po-
deres de procurarem senhor, e como j faca maia
de um mez, poie que o dito bilhete 6 datado do
1 de fevereiro, e nao eaiba aoticiaa dos ditos es-
cravos, por isso pe;o aa autoridades e mais pes-
soas que os prendam, e remettam para o angeamo
CQoeeicto, comarca do Recife ao aan senhor los
do Reg Dantas Coutinbo, que psgar bem.
Moleqpfugid!
iaappareceU lo da saganda
0. S
armazem de fazendas
DE
eacra va 4e
oula, cozloha, cose e eogomma.:
amere n33.
Delte
Santos Coelhfer
Una do Quelmad* m. W. ge-
Leocoea de bramante de linho a 39.
Cobertaa de chita finas a 89.
Ditas a preco de I96OO.
Cambraiaa pretaa muito fioae.
Colcha de fuitio muito lindaa a 69.
latairaa de Iedla de 4, 6 e palmea de largo
propriaa para (erro de um e aalaa.
Leneoce de panno de linho Sao a 2f.
Alejada* aneaatre a preco de 690 ra. a vara,
ha para mea* a 4.
glai de fusto para mlea, cada ama 600 r.
lides para menina.
Deaappareceu no da aageada-faira 3
S do correte o moleque de nome Flrmi-
dk no, de idade de 12 annoa, cojo aignal
2 maia vitivel ter marcaa muito aalieo-
V tea de bextgas no rosto, bastante la-
A dio e levou calca e camisa de aiulao :
quem o pegar e qaizer levar a raa do
Hospicio n. 22, junto ao quartel do 10*,
O aera reeompenaado. ,~.~j
e oosoo -<
Fligio no dia SO do correle de borda do
palaeho cCapuam, o eecravo crioulo marinhei-
ro de nome Amonio, idade 19 annoa pouco mala
ou menos, altara regalar, roato comprado a eom
alguna aignaea de bexigas, levou calca e camiaa
azul : quem o pegar leve-o ao eacriptorlo fo
Antonio Laiz de Oliveira Aievado 4 C. raa Ja
*
noel,
claco,
do carpo, qu
bem deeem
um pon
traja f
iMHiTiii Annr


DI
8 DE Mi
*

a afflaencia doi fl
a palavra el
de magair
dizir-ae l
lica l-Otit di!
(dea, re Meca
de Terdadea t!
obre as al
oha em
Satatuz se
fezm
da no
menda,*rie3
a qusreama.
* eri
ti
ue
opro-
evauge-
utrir oa cora-
rsga I Qoe
lines de luz,
a-las daa lou-
mo a f Tae aer vivi-
oa, que de ligde I Que po-
vwncivel, vae amagar a in-
ai-la, dearairada, at as
E que de labioa, balbu-
candara, vo render home-
SenhorI
neaaa raultido qoe ae api-
adeira agrada, ahi to i pa-
gua, o encanto de urna brilhaote e
e com o proposito j feito de se re-
o Moa, fio deadenhosos daa cousas sao-
platica i piedosas, como d'aotes ae
,ates taes se dirigem precipuamen-
aellas palabras de Joel: Dilacera vosio co-
rno voseos vestidos; a aaber, nao roa
arrependaee someute Daapparencia; seja a Tossa
cco mais real e profunda, do que ostenlo-
ta e simulada.
Sim : esses taes sao d'aquelles de quem se es-
creveu: Tem ouvidos, e nio ouvem. Auret
habtit etnon audient.
lio difirante que o quadro que oestes sao-
I offerecem as egrejasdo campo IApenas
afajjaoas regides do occaso, os rudea
a, qae fecundam a trra, roltam de
amo : os dobres do pequeo sino da
w annunciam, que antes de irem se-
ar, para ahi tomarem a refeigao da
lados a ouvir a palabra de Deui
preceder a alimentagio d'alma 4 do
g~de devogo e piedade, se encami-
Itthados de suaa familias, ao peque-
que recendede flores campsinasque
exalan t nseoso da natursza e da innocencia :
as matronas, raitoras dessai especies de abbadias
domesticas, deixam rocas e tusos; os meninos
suspendem seos brinquedos, para seguirem suas
docea mies ; e todos, reunidos naquella recinto
de frsternidade, cantam em coro os caticos, que
do alto do pulpltozinho enta o bom cura! Ali
todos oa coragoes, todas as vozes se confaadem
no mais harmonioso concert : urna s (ami-
lla, cojo cbefe pastor, e, como filhos muito
amados, trata elle esses bomeos simples, pre-
para e dispe, MBo acto santo e aolemoe, que,
dentro em brete vo pratcar.
Aps os tatitos e as resas, vem o sermao : flo-
tas de rhetaeka seriam ahi superfinas, o pastor
effeclivamente dellaa se abstem : sua etoquencia
aiogela e simples, como o auditorio que o cer-
ca. A' easas creaturas, que de continao contem-
plis e festejam as maravilhas da natureza, fa-
eilimo lhe faze-hs compreheoder as grandezas
de Deua :oteatra-lhes o paraizo sempre promp-
o justo e o arrependido; e
r por livigar, aplaioar, cada
do inferno, suscitando cada
' Ibes aconselha e recom-
._ aob o estandarte da f, aQm
deinulill [oa os artificios, e tentamos do
espirito da (i as. Eiemplos nao faltam ao bom
pastor: oai copinaos na vida dos palriar-
, de am lado, sofTreodo, aem quei-
xar-se, todos os'nales que a Deus aprouve en-
Tisr-lhe:Booi,Ordenando seus segadores, que
bom numero de espigas deizem no campo, aflm
de qoe pobre Ruth faga colbeita mais abun-
dante :Jos, por sea turno, resistiodo s seduc-
goea e irdiduras da mulher de Patiphar:David,
finalmente, schsndo graga diante do Senhor, por
causa de sen arrependimento.
Oitras Tesos, o zeloso pastor substitue o sermao
pela leitura de algnmas paginas do Antigo Testa-
mento, devidamente commentadas. Depois, passa
do palpito ao altar :abre o tabernculo; tira o
aacrario, e enta Tanlum trgo; aa frontes h-
mildes ae prosiram, para receberem as Pngaos
do ministro do Senhor:e todos esses fiis, que
parecem urna s familia, retiram-se com o espi-
rito aatisfeito, a coosciencia tranquilla e o cora-
gio cheio da maia doce quielacao.
Todos nao praticaram o jejum darante esses
quarenta dias de penitencia; mas, d'entre alies,
mui poucos, se dispensaram do jejum, sem al-
cangarem primeiro permisso do santo bomem,
que todos os dias chama sobre ellos as bencaos
do cu.
Assim, por desgraca, nao snecede as cidades.
Ah I e por que? E' porque nos achamos mui loo-
ge desses tempos da primitiva egreja, onde as
tradicas apostlicas eram consideradas leis san-
tas, que nenhum fiel ouiava tatriogir ; por quan-
to, digam o que quizerem oa impos, a quareama
nao de instituido moderna. O autor da Aisla-
ra das futa mudaveis, eterevia ba cento e cin-
coenta annos:
A patarra Cuaresma Tem de quadrsgesims.
Era este o nomo que se dar aos quarenta dias
de jejum, que a egreja nos prescreveu, antes
das testas da Pascbos. O aso de, para essas
grandes festas, se prepararen) os fiis pelo je-
jum o pela penitencia, to antigo, que ae
acha estabelecido por toda a parte, desde os
primeiros seculosj,christoi; o que parece pro-
var que essa instituido vinha dos apostlos. >
Outro escriptordo mesmo lempo, e cojas la-
boriosas inrestigacoes muito derem os catholi-
cos, assim se exprime sobre este importante ob-
jeclo:
Os mais celebres pedrea da egreja ensinam
que a obserrancla desse jejum de quarenta dias
de tradicgo apostlica, ou que, pelo menos, nao
muito posterior ao scalo dos apostlos. Muitos
attribuiram sua natltuigo ao papa S. Theleapho-
ro, que Tivia no reinado de Adriano, no seculo
do homens apostlicos; lempo em que Tiam-se
anda sobre a trra muitos discpulos dos apost-
los, entretanto, o que parece corto que ainda
no tempo daquelle papa, nenhum estatuto bavia
na groja, que ordenasse esse jejum, e lhe regu-
Jasse a obserrancia. Foi somonte pelos fina do
terceiro seculo, qoe se comecoi a olhar a obser-
vagao do jejim, como urna lei que, estebelecen-
do-se pouco ponco, communicou-se toda a
egreja, a qial tratou deade ento de fixar-lbe o
tempo proprio, o decidiu collocar a quaresma im-
mediatamente antes da Pascboa, para servir de
preparacao essa grsnde festa. De feito, nao po-
da a egreja, no decurso do anno, designsr tem-
So mais conveniente para o jejum da quaresma.
oqueaqielle que acaba pela paixo de Jesus-
o;. pola que olla nos urna n
da vida laborloaa, qu leTamoa
ere sr acompanbada de ma
noa prive das falsas
isa o mundo orlar
Geralmente se
toda a especia de a!
ra motada do dia; mas
pode comer a regalar; o que
doutrina de S. Agoatiobo, que e
nencia A ludo, que nao fosse o absolutamente ne-
cessario, para o que ae cbama consoado, da qual
exclua os guisadoa o manjares exquisitos, bem
como o uso do vinho generoso.
A abstinencia da carno foi sempre inslteravel-
mente austenlada pelos concilios o pelos bispos,
que-nao cessaram nunca de combater o pendor
que manifestaran! oa fiaia para a infraccio deste
preceito. A abstinencia do vioho nao ae mantave
com o meamo rigor, e, peloa meiados do quinto
sculo, tinha quasi que geralmente cessado. To-
dava esse afrouxamento nao foi sutorisado por
diapoiices da egreja. Assim, ao dixer de um his-
toriador, Theodulpho, bispo de Orleana, exhor-
tara ainda, palos fias do seculo dezoito, todos os
fiis de sua diocese a absterem-se, durante a
quaresma, d'oros, queijo, Iscticinios, peixe, oleo
o vinho | mss permittia o uso de tees alimentos
aos enfermos, s que oitra alimentado nao ti-
nham, para manter aeu Irabalho, com tanto que,
em todos esses casos, se bouressem com toda a
sobriedade, e que no correr do dia comeasem
mas rez, pela tarde.
Esta regra, de se nao comer, seno urna s rez
no dis, no tempo da quaresma, e de nao ter lu-
gar a refeicao, seno tardo, eatara ainda em
todo o seu rigor no novo seculo, como se colli-
ge do aegniote facto, consignado na historia de
Cario Magno. Este principe, durante a quaros-
ma, fazia celebrar a missa, em aeu palacio, a 2
horas depois de meio dia : inmediatamente, de-
pois da missa, fazis resar aa resperas, depois do
que sentara-ae i mesa.
Cerlo bispo, que pela prmeira rez, passara o
tempo quaresmal na crte, flcou to sorpresocom
esse costume, que nio pode deixar de ceosura-lo.
O imperador ouru-o com toda a deferencia, di-
zeado-lhe que lomara boa parte o aeu reparo ;
mas que todava o cooridara a nao comer, d'ali
em diante, se nao ao mesmo tempo que comea-
se m oaofficiaes de sua corte.
acul-
ee-i
ItoFf
l-las
<



a

FOLHETIM
O PAIZ DO MEDO O
POR
A. DE GMttRBCOURT.
(Costumea/j t*i>ornad*s.)
SEGUNDA PARTE.
( ContinuacSo.)
A'a duss horas da tarda daquelle meamo dia
todss as tondas do acampamento acharam-aedo-
bradas, os camelos carregados o postos aob a guar-
da doa escraros o escudeiros n'uma pequea ele-
?Sao,- que dominara toda a planicie, onde po-
dan estar & disposic&o dos cacadorea e promptos
a partir ao menor aignal.
a aralletros, que tinham permisslo de ae-
JL- 5*1'' eilaTn> formadoa em linba, im-
"* Pr entr am accio. Esss linba apro-
^.~M.o." ^4^"h"
aralleiroa notivrfsHaSjMuia-ie
-.}' tm^al miados em
f condoMa no
-----------* do Nna
da-
ox-
do
i no
assssssssa^K/_ **
------------------ Bfld
iQtendidoa tirfta trea I
Ora, Carlos Uagoo era servido, mesa, pelos
res e duques quem linba vencido, o destro-
cado.Esses reis e esses duques eram, por seu
turno, aerridos peloa condesestes ltimos pelos
genlis-homens ; o assim por diante, de aorte que,
s por rolla de meia noite, os simples officises se
sentaram mesa. O bispo, por tanto, nio pode
comer seno essa hora ; pelo que nao se quei-
xou; mss comprebendeu que Carlos Magno nao
fazia adiantar a hora daa resperas, por conse-
quencia a da refeicao, senao, para qus se nao
proloogasse almda medida o jejum de seus offi-
ciaes ; de modo que o mesmo bispo, para, expiar
chrislamenle a censura que fizera, d'aquelledia
por diante nao comeu mais, emquaoto durou a
quaresma, seno & meia noite.
No seculo dezoito, introduziu-se na Italia o uso
de, nos dias de jejum, comer-se hora de oda ;
mas a Pran;a nao compartiu essa relaxado, no
que respeitara ao jejum quaresmal; sendo que a
regra primitiva rigorou ioalterarel nesle ultimo
paiz at urna poca bem prxima, como o demons-
tra o passo do terceiro sermao de S. Bernardo pa-
ra a quaresma, pelos miados do seculo doze :
a Al o presente, so^tis jejuamos, e nao e-
juamos at hora de na; mas agora ramos je-
jusr at noite, e todos os fiis jejoaro com-
nosco: os reis, os principes, o clero, o poro, os
nobres, os plebeus, os ricos e os pobres; lodos se
uniro a nos, para jejuarmos at i noite.
Cem annoa mais tarde, o uso de nio comer-se
se nao ama res, nos diss de jejum publico, exis-
ta anda,segundo o teatemunbo aS.Thomaz, que
viva nesse lempo.Foi o bispo de Paria Mr. de
Poncher, o primeiro que, aob o reinado de Luiz
XII (1514 ) permiltiu fazer ama a refeicao, por
rolla de meio dia.Mas essa to grave relaxaco
nao reii de repente ; principio, em rez de se
jejuar at na, julgou-se que era licito comer-se
depois do offlcio das resperas, esuccessiramenla
n ariiantnn hnra Hnun* nfflcn.
Esta alteraco de hora da comida prodazia urna
segunda, no tocante unidade da refticio do dia.
Comecoa-se, entre os latinos, a dispensar-se isto
pela permisso que se deu de beber por rolla da
noite, por causa da altera gao que motiva o je-
jum.Esse costume de beber, a aoute, quando se
jantava ao meio dia, ou a hora de na, introdu-
ziu-se no oitaro scalo, na ordem de S. Bento.
Pelos Dos do dito seclo, recelando os religiosos
que damnasse a saude o beber, sem comer, live-
ram por conreniente juntar am pedaco de pao
ao que elles tinham de beber a noite. Mas nao
querendo que isto Ibes fizesse perder tempo, fa-
ziam, nesses dias, sua leitura da noite no refei-
torlo, em rez de faze-Ia em capitulo.Chamaram
a isto ir a collacodo nomo latino das confe-
rencias dos santos padres, qoe eram lidas as as-
semblas ; mas pooquissima era a alimentaco
que ah tomaran). Assim, o nome collacao se
communicou iosensirelmenle da leitura dessas
conferecciaa i tenie refeicao da noite : e, deotro
em pouco, ae lhe deu o mesmo sentido fra dos
claustros, logo que os seculares, echando com-
moda essa refei;o, para adosar os ngorea do je-
jum, jalgaram i proposito imitar, nesle ponto,
aos religiososmas isto se nao tornou commum,
se nao no seculo XIII. A egrejs.outr'ors, se mos-
trara mui severa respeito da observao dos
jejuns e das abstinencias, das quaes mui pouca
genle, nesses tempos de sabedoria e de f, cuida-
va em dispensar-se.Nesses dias felizes, nem a
edade, nem a condico pareciam motivos su lu-
cientes de iaencio; nio havian escusas, se nao
para as informidades, infancia e velhice. -
Uoje em dia essas dispensas,por pouco que sa-
jara molirados, sao concedidas quem as pede
com submisso. E" que com effeito, a submiiso
a cansa priocipal que a egreja exige de seus fi-
lhos : sollicitar junto ella a permisso de
derrogar em suas prescripges, reconbecer que
ellaa sao justaa e santas. Ora, a egreja ama
doce me, sempre prompta a sustentar os passos
vascillaotes do fraco, e a mante-lo e conserra-lo
nos caminhos do bem.
E', pois, estas dispensas, lamentareis talrez no
ponto de vista d'austeridade religiosa, foram sem-
pre acompanhadas de urna certa compeosaco !
aos ricos nio eram concedidas se nao sob a con-
dljio de destribuirem esmolas maia abundantes,
queem outro qualquer tempo:sos pobres altra-
biam a misericordia de Deus, inspirando-lhes o
desejo de se toroaram dignos dellaa : impondo
finalmente todos a moderacao, a orago frequen-
te e terrorosa, e a miltiplicidade daa boas obras
punho, outro no hombro e o terceiro na cabe-
ca. Os escudeiros-apreodizes Mohammed e Had-
door, formados na rectaguarda de Sidi-Ghrellab
conduziam egualmente trea daqaellea passaros
promptoa para erguer o roo.
Todoa oa falcee, exeepcio doa de Ghrellab e
Mansoar, eslaram caparoados : porque aquelles
dos dous chefes bariam j dado proras mui bri-
Ihsntes de aua aubmisso, a poia permittiam-lhes
cacar Urremente como seos senhores.
Era porem de notar que, contra o uso estabe-
lecido, os ca;adores acharam-se todos srmados.
A cacada nio pede acabar bem, disse um
dos carallelroa : porque esta amanha vi um cor-
ro voando 4 minha esqaerda.
Olha, respondeu-lhe Si-Mimour; nao
aquillo um feliz presagio ?
E ao mesmo tempo mostrara o que os rabes
chsmam ama hiouma, isto am bando de abu-
trea descrereodo no ar, muito ao longe, circuios
concntricos. (11
Pela permisso de Deas 1 exclamaram rum-
ias roses ao mesmo tempo. O dia ha de ser fe-
liz : e os nosaos carallos, o oa noisos passaros
noa sjodarlo.
Talrez, meas filhos, replicoa Mansoar com
o tom de am orculo, que antes do fim do dia
mes sejamoa os alcdes do Todo-Podero-
isados contra os rebeldea I
I Haou I exclamaram alegremente oa
Si-Mansour, cbefe da cagada, pronuneiou a
formula sacramental : Em nome de Deas a
qaal precede aos actos da vida entre os rabes ;
e logo depois dea o sigaal para o comeco da ca-
cada.
(1) Os Arabas conservam tradiccoes pagaa oh
idolatras, crengaa que o islamismo alo tem po-
dido destruir completamente : sifMSor xamplo
mui crentea noa presagios, o admMUm ama iofl-
t
remos oceaaiio do ir rquntemeat citando al-
gia deesas preaagios.
las paternaas na razio o medida
I de Ida um.
al a bella moral da egreja I
loVora, aa dispansu eram fa
' de imposto progreasiro : cw
a aoa pobrea, deriam oa ricos -------
ato urna carta juaotia pecuniaria que,
Jndando-08 de oatraa obrigages de que ta-
_loa Tallado, poda concorrer para diminuir o
numero dos que ae atlerram com o jejum.O di-
nheiro assim percebido, era sempre empregado
na satisfago de obras piedosas : foi, segulndo
sabido pela historia, com productos desta ordem,
que foi levantada a famosa torre da catbedral de
Roueo, que, por causa da sua origem, ainda
hoje coohecida por Tour de Bettrre.
Seria aam durida, para desejarque o jejum e a
abstinencia, durante a quaresma, fossem mais
geralmente observado: por quanto, asslm-como
o silencio e a aolidio retemperam as torgas d'al-
ma, purificando-a do amor das cousas terreoas,
e fazem-o aspirar com mais ardor I vida eterna ;
assim o jejum desenrolre, esleode e corrobora
aa faculdadea do espirito ; parece iocrirel; mss
phenomeoo physiologico altamente demonstra-
do e provado. Dahi rem o adagio vulgar: a noite
tras o conielho ; porque de manha, em jejum,
as ideas se acham mais puras, e o espirito msis
disposto rectidao.
O jejum, na antiguidade, nao] ae praticara so-
mante em signal de luto e d pezar; usara-ae
tambem delle as occasies, em que se prepara-
ran) os nimos para grandes coasas e actos, que
reqaeriam particular lucidez de espirito.
Que de razse poderosas para saotificar-se a
quaresma, observando-se todas ss prescripcesda
egreja I Qoe acgo maia magnifica o mais santa,
do que a communhlo, pode ter o chrislo qoe
exercitar, e que mais escrupulosa preparago po-
de outra qualquer exigir? E depois, que doce
tranquilizada d'alma, que sstisfacio intima tra-
zem essas tenuissimas e momentneas privaces,
quando se ellas conformam com o desejo de tor-
nar-se o peccador menos indigno de participar
deste grande* rayaterio, pelo qual o Creador, co-
mo que sa identifica com a creatura I
Jejaemoa portaoto.renos e busquemos a so-
lido durante esta quarentena, que devemost-li
como de instituido divina: purifiquemos nos-
sos corages: delle arranquemos todas as pai-
xdes mundanas: elevemos nossas almas embe-
vecidas s cousas santas. Ma aolidio, tudo noa
falla de Deus, tudo nos approxima de sua gran-
deza :jejuemos, pois, e oremos oa solidio, co-
mo Jess Christo jejuou e orou no deserto nio
para alcaocar o perdi de suas faltaa, que as nao
tere, porque nunca peccou ; mas para nos mos-
trar o caminho, para nos fazer enlrar nessa santa
vis da redempcio, que alie riera abrir. Feliz
aquello que, depois de por o p nessa estrella
vereda, nao pira aeno na hibitacio celeste i que
ellaconduzl
P. de C.
Das pacas que poYoaram a Italia.
(Concluso.)
Assim muito tempo antes da poca da grande
invaso, os barbaros haviam lomado possedaso-
ciedade romana : e talrez nofosse temerario ex-
plicar em parte por esta razie o successo rpido
e admiravel dos primeiro bandos armados, que
se laocaram na Italia. Todaa as tribus germni-
cas ahi se apreseotaram succesiiramente : algn-
mas apenas passaram ; ou.ras ahi habitaram por
muito tempo, e fundaram tm dominio dnrarel;
todas deixaram o cunho pro'undo de seu genio e
iostituicoes. Apoderaran) -e da trra, e uniram-
ae frequentemenle por meb de casamantos com
os habitsntes do pait.
A politice de certoa principes barbaros favore-
cen estas alliaosas ; elles rxoprioa deram-lhes o
exemplo disto esposando mulheres romanas. As
mais passageiras e rpidas invssoes tiveram ef-
feitos anlogos. Apparece-am logo os Visigodos
e durante dez annoa passaam e repassaram co-
mo ioimigos e rencedoresd> norte no sul da Ita-
lia ; porm logo seu segudo cbefe Atalfo fez
aiaaca com o imperador Honorio, cuja irma
esposou, e aeu poro, de repente tornado pacifico,
tratou de preservar da ruinaos altimos destrocos
do Imperio.
uepois ao remo ephemen de Odoacro o dos
Herulos, os Oatrogadoa apodenram-sa da Italia,
e a dominaram quasi darante um seclo ; quando
eate povo auccimbia sob os es'orcor de Justi-
oiaoo, succederam-lhe os Lombardos. Era urna
raca enrgica que talrez conseguniem fundar na
Italia um grande imperio, se os Frtacos, ji pode-
rosos e temireis nao detiveseem seis progressos.
Deremos acressentar a todos os poros da fami-
lia teutnica os conquistadores Arabia, Norman-
dos ou Angerinos, que figraram sucassivamen-
te nesti trra fecunda, objecto de todas aa ambi-
cies? Em vez de referir eslaa numensas inra-
soes, limitar-nos-hemos em precisar is prioci-
paes caracteres.
E' objecto bem digno de obserrscio que os po-
ros que do 7 seculo da ere|christa rieramapode-
rar-se da Italia, lembrassem por seu carcter ge-
ral as opinies primitivas que precederam a fao-
dago de Roma, ou que a seguiram muto de
perto.
Assim, na poca dos primeiros eslabelecinen-
tos na Italia, vimos o centro da pennsula, habi-
tado por popilaces que se podem dizer indge-
nas, pouco penetrado pelas invasoes estrangeiraa,
e como immovel no meio dos morimentos que
agitavam as partes extremas.
O sol foi aborto colonos vindos do Oriente,
como os Gregos, oa mesmo do Meio dis, como os
Phenicios e os Csrthagineses, que si estabelece-
ram na Sicilia, e quo a frica lancou na Italia.
O norle recebeu as iaviasrcclticas e germni-
cas. Os mesmos movimeotos se reproduziram
exactamente do V -io X sculo da era chrisla.
Assim, no vale do P se estabelecu a nico ger-
mnica dos Lombardos, que deve exercer urna
influencia tio decisiva sobre os destinos da
Italia.
Estaparte da peoinsnls, primitivsmenle, clti-
ca, vas esespar d'ora am diante influencia giu-
leza para aujeitar-ae 4 da Gemiana.
Pepino e Caries-Magno, bnquistadores da
Lombardia, sio principes germanos, quo effec-
tuam auas conquistss frente de] tropas ger-
manas.
A coroa de ferro que Carlos-Magno vae cingir
ser por elle legada com oa direitos da conquist
a principea germanos como elle.
Finalmente, quando depois de urna intorrupgio
de 38 annos (964 a 952J, a cora imperial le-
vantada por Otho o grande, ha j doas scalos
que a Lombardia obedece principes carlorin-
gianos ou germanos, e ha quatro que tornou-se
a sde_ de am poro germsnico.
Otbio I, creando o sanio Imperio romano da
dos:
los
snt
Immediatamenle nns vlnte monteiros precipi-
ta ram-se por diante da linba ; e ainda que os
cacadores dirigissem os seas cavsllos passo
houve por alguna momentos grsnde tumulto di
vozerias, e singulares interpellacdes.
As esporas tiniam noa largos eatribos, os ca-
valleiros armadoa de forcados batiam as moitas,
e seus cava los exeitsdos por esse alarido empi-
navam, espumavam e saltavam em todos os sen-
tidos com o risco de pisar e esmagar as pobres
lebres a^iedrootadas, que mal oussvsm sshir dos
seus covis.
Darante o espago da mais de am quarto de
bora a cacada foi ioNWfera. Julgne-se, pois,
do descootentamento dos eagadores por esas de-
cepgo : e fsga-se urna idea da excitago que de-
reria passar da alma dos cavalbtiros para o cora-
gio dos cavallos o dos passaros.
O' l,, Mohsmmed, esquadrinha esta mila.
Conlm o impeto do teu csvsllo, Ksddour.
Nao te assusles: aqui nsa> ha lebrea.
Por Sidi-Aisaa, o santo de Deas 1 nunca vi
paiz to falto de ac 1
Haou I Haou f
Oode estaro elias occilias ?
Ah I filho do peccado, levanta-te : chega-
da a tua hora I
Sbito no meio destas exclamaces o falcao
que Si-Mansour eondizia no punho, e que de ca-
bega descoberta segua os movimentos da cagsds
com olhar penetrante e animado, indireitou-se
lodo : sntr abri sa aiss que acuda e estendei
o pescogo. Maniour advertido pelo sea passsro
olhou na direegao qie elle pareca indicar, e des-
cobriu ama bonita labre que sabia de ama cla-
reira rodeada de alfa.
! Arneb I Hahi I Haou (9) > excla-
ibraoai spressando-se em Urar o
repetiram oa csgsdores
X
(S) Arnai lebra:
as

da
qui
ta
Atiamanha, p em movimento
por eapaco d quasi daz eculi
sao poltica cavou na reg ma.
Daremos presentemente adm!
ter germnico se assignalaasa ioi
parta da lulia, aempre franca pela abertura do
Adige i mullidlo das invasoes llaati.,, e anida
pelos estreitos (lagos da vaisallsgem ao impera-
dor, que muitas vezes deixsva esquecer sua au-
toridade, mas nunca qoe seus direitos caducas-
? quanto quizessemos admirar que oito cen-
annos de cruzada contri, os Mooroa imprimis-
lem na Hespaoha os tragos da raga afrieana.
Os proprios Italianos se deixaram arrestar por
este movimento violento de conquista, e o maior
'-- seus poetas, deseocsminhsdo tem davida pe-
soberaoos classicos e engaado pelo reflexoda
tiguidade, pode aonhar, como VirRio, sea
mestre, para a corle de Augusto, ama Italia po-
derosa sobre o sceptro dos Cezares.
Mas, infelizmente, o eyelo fstsl terminoa-se, e
Paraieo de Dante tornou-se o Inferno dos Pel-
licos e Leopardi.
Emqaanto o norte da Italia soffria em lagar da
antiga inraslo dos Celtas, a conquista dos Ger-
snos e a escravidio imperial, a grande Grecia,
a Sicilia sabstituiam'seus antigos colonos da
Grecia, Phenicia e Carthagopor tribus que, como
"i precedentes, apresentam caracteres communs
todas as ragas do Oriente e Meio-dia.
Foram logo os Bizantinos que, depois ds que-
da monarebia doa Ostrogodos, dominaram
asi sem psrtilha at a chegada doa conquista-
ores normandos. *
Os differentes senhores, que recebeu depois es-
parte da Italia que soffreu Untas vicissitudes,
nada mudaram a esse carcter hfllenico tio nota-
vel ainda hoje na antigo Parthinope.
Appareceram no mesmo tempo que os tiregos
de Bizancio os Sarracenos, enes Phenicios ds
edade media, to terrireis na guerra quanto o
primeiros foram poderosos pelo commercio.
Elles deixaram Da agricultura e nos monu-
mentos da Sicilia tragos indeleveis de sua civili-
sago.
Durante mais de um seculo, os emires de Kai-
roan reinaram na enliga Sicilia cartbagineza. Em
86, suas frotas iam insultar Roma, que os maros
leoninos protegern) logo contra seus ullrages.
Foram necessarios os mais perseverantea esfor-
coj para expelli-los de Bari e da embocadura do
Garigliano.
No XIII seculo elles fizeram guarnigio durante
quasi trala annos em Lucrecia, seguindo por
toda a parle seus suhes Manfredo e Frederl-
co II.
E' necesssrio lembrar agora as colonias alba-
nezas da grande Grecia, para fazer aobresahir o
carcter da Italia meridional, to claramente dis-
tincto da Italia do norte ?
No centro da longa pennsula sobre os dous
declives do Apenlno interior, Roma e a Toscana
de um lado, os Abruzos, os Marchios e a Roma-
na do outro, nao soffreram msis a invaso na
edade media que nos tempos primitivos.
Anda que hajam differencas bem aotaveis en-
tre Roms, Floreoga e Bolooha, essas partes cen-
traes, tomadas juntamente, se separam com faci-
lidade nao s da Lombardia celto-germanica,
como da Italia grega. .
A Italia moderna aprsenla por tanto as mes-
mas opposiges que a Italia antiga, fortificadas
tal vez por u o longo uso de independencia pro-
vincial e liberdades municipses.
Assim, de todo* os paizes do mando antigo
nenhum ha que teoha recebido maior numero de
colonos estrangeiros que a Italia, e que tenha reu-
nido maior variedade de ragas. Esta circumstan-
cia se explica at pela posigo do paiz e por sua
configurado geograpbica.
A pennsula, se prolonga do norte ao sul at o
encontr dos mais adiaotados promontorioa do
litoral africano, est aberta por |aeiscentaa leguas
de costa a todas aa invasoes martimas.
O Apeninos divide em duss regides de um ca-
rcter difieren te ; urna, qoe ost inclinada para o
mar Adritico, um paiz plano e fri, como o li-
toral da Illyria que lhe faz face.
Sao dous paizes do mesmo aspecto; e o peque-
o espago do mar que os aspara explica a facill-
dade com q, om todas aa pocas da historia, as
populages da baca do mar Adritico se mistu-
raran) e confundirn):
A raga illyria enviou outr'ora para a llalla os
Liburnios e talvez os Ombrios. Do mesmo modo
se formaram na edade media os colonos albanezes
da grande Grecia.
Os alpes julianos, que offerecem numerosss e
facis passagens, serviram de caminho aos colo-
nos vindos do Oriente ; os alpes centraos abriram
a Italia aos Celtas, cuja invaso e morada deixa-
ram tragos lio duraveis.
A Hespanha enviou tambem seas Iberio* ao
longo das costas do golpho de Liguria. Do IV
ao VI seculo da era christia invasoes semelhantes
tiveram lugar.
Todos os barbaros desejando a tomada de Ro-
ma, escolheram a Italia para fim de seus esfor-
gos e prego de sua coragem. Esta pequea pe-
nnsula oi submettida a numerosas mudencas
que exerceram necessariamente urna grande in-
fluencia em sua populago primitiva j lio diver-
sa e aflastada da unidade.
Dahi resultou que ella ainda hoje apreseota
urna variedade incootestavel de habitantes se-
parados uns dos outros pela natureza do dialecto
osos e at costumes. '
Reunir lodoa esses povos oppostos ou ioimigos
em um s estado regido pelas mesmasleis e obe-
decendo a mesma vootade, foi o que Roma pode
tazer por um prodigio de genio poltico ; mas fa-
zer della urna grande nagao animada do meamo
espirito, urna tarefa tanto mais difflcil e nobre
quanto a unio das intelligencias mais preciosa
e rara. r
Todava a geragio presente emprehendeu ests
tarefa, a qual deve realisar.
A Italia cltica e germnica ao norte, grega ao
meio-dia, anda offerece no centro a oppoaico
dos Toscanos e Romanos o dos habitantes dos
Abruzzos com o da Romana.'
Com tudo do estrello de Messioa dos limites
do Tyrol ba unidade dellngua e detradigoes his-
tricas sob a adversidade apparente de tribus e
ragas; ha um nome que deve juntir todas as
psrles e recompor o seu complexos
Acabando este movimento, a Italia obedece a
seu desejo de independencia assim como a esta
le que j observamos, e que rene os differentes
estados da Europa em am certo numero de gru-
poa compactos e naturaes, mais favoraveis so no-
vo systema do equilibrio que deve substituir a
antiga ordem dos estados europeus.
A Frange, que tanto tem soflrido e sacrificado
para formar aua unidade nacional, que o princi-
f
for
pi da asrl torga, dio poderla dispensar-se de
pprorar e animar em am paiz rizinho e amigo aa
mesmas esperanzas o tentativas.
IlNlST UOTTAIN.
lRevue\Contemporai*.*-Andrade Luna.)
I mu sen
i gozos,e
oa que sea
foi contra a vontsde,
As tres irmas..
vi
E Jos da Fonsecs, na, visita semanal que fa-
zia, converaava com o negociante acerca de ne-
gocios, expunha a jnstiga das causas que pstro-
cinava, contenda em poltica aprovando algu-
mas doulrinas de liberdade aventadas pela revo-
lago de Frange, reprovava a m direcgodos
negocios pblicos, censurava os conselheiros que
levaram o tmido rei a desamparar Portugal, pro-
phetisava a independencia do Brasil, e as vin-
douris revoluges do psiz filiadas grsnde cons-
piragao dos rseos contra os fortes.
E, n'am intervallo de tudo isto, que sdormen-
tava as meninas, excepto Jeronyma, nem urna
flor, esfolhada nos cabellos, nem a plrraga de es-
conder o dedaLjjm umapalavra furtiva de mei-
giice pobsoata, que mal rebugava o seu des-
peito 1
Nao importa, Jos da Fonceca amava de-
veras Hara, e linba ji dito a seu futuro sogro :
Mioha me e minhas duas irmas, desejam
desde muita entrar n'um convento. Nio lhes Qz
a vontade por nao ter ainda podido segurar-lhes
a existencia, sem fallar decencia de minha po-
sigo. Nesle ultimo snno, rendeu-me pouco o
trabalho; mas comego agora, a tirar bastantes re-
cursos para ellas e para mim. Em tempo de al-
gumas semanas, recolhe a mioha familia ao con-
vento de Santa Clara. Conseguido isto, se for sua
vontade, casarei com Maris.
Esta era a conjunego favoravel de Joaquim
Luiz fallar ao preleodente de sua fllha em as-
lumpto de dote. Comegoi dizendo-lhe que re-
comegava a tarefa de ganbar o pi de cada dia, e
terminou obrigando-se a, medante os crditos
quo tinha, levantar de empreslimo alguns ce-
ios de mil res para occorrer s primeiras neces-
sidades dos casados. O advoga'do respoodeu que
fiava de si a satisfago dessas neceisidades, e
nunes firmara o futuro no dote de Mara, nem o
acceitaria sem a certeza de superabundarem os
meios em casa dos paesde sua mulher.
Realisado oiogresso das senhoras no convento,
Jos da Fonceca pedu licenga ao commerciante
para urna breve conversago em particular com
Mara.
Concedida com aprazimento do pae e sasto da
noiva, assim fallaran), pela prmeira vez, ssi-
nbos :
Maris, disse elle, com voz trmula do res-
peito que o honesto amor incute, sua irma ca-
sou ha quinze dias com um cavalheiro muito ri-
co. Hontem a vimos aqui, cheia de alegra, co-
berta de sedas e plumas, contando-nos a opulen-
cia da sua casa, a extenso das suas Ierras, os
planos das suas novas grandezas. Sua irma
pareceu-me feliz, e a riqueza de sua irma pare-
ce u-me a base da sua muita felicidade. as vir-
tudes de seu marido nao lbe ouvi eu fallar ; creio
porm, que elias existem para ser perfeita a ven-
tura de Eulalia. Quando ella expunha expansi-
vamente as causas do seu cootentamento, relan-
ceei os olhos para Mara, e cuidei que a via tris-
te. Diz-me a causa da sua tristeza?
E' modo meu ; bem sabe que eu tenho am
genio triste, balbuciou Mara.
Fiz-lfce injustiga. Pensei que que lhe era
doloroso lembrar-se que nao podia esperar os
mesmos contenlamentos do marido, que seu pae
lhe destina.
Fez-me injosliga de cerlo. Eu eslava gus-
tando de ouvir mioba irma, eao .mesmo tempo
senlia que ella se mostrssse to contente, loDge
da sua verdadeira familia.
Nio devia sentir tal,minha amiga. A prmeira
familia de sua irma aeu marido hoje. Quer
Deus que no espirito da esposa se desvanegam as
saudades dos paes, so mesmo tempo que os vn-
culos, que prendem a esposa 6 sia fulura fami-
lia, se vo aportando. Torno ao comego da nossa
pratica. Mara sabe que eu aoa pobre ?
Nao perguolei nada a tal respeito, disse ella
purpureando-ae, o talvez magoando-se da appa-
rente offensa ao aeu coragio.
Assim o suppunha : dobrada obrigago ti-
nha de lh'o dizer. Sou pobre, e trabalho. Paa-
so muitas horas do dia no meu escrptorio e nos
tribuoaea- Velo algumas boras da noite sobre os
papis e sobre os livros. E i cusa de tanto Ira-
balho, nao posso ainda prometter a minha esposa
as pompas mais secundarias de sua irma, nem
as creadas, que lhe permitlem a ella um viver
olgado sem oceupago nem cuidados. Compre-
hende bem o que a pobreza ? Responda,
Mara.
Afllige-me.... murmuroa ella.
Cr que poasa existir a felicidade com esta
mediana? Acha que o corago de urna boa
esposa pode ser muilo extremoso debaixo de um
simples vestido de chita? Acredita que o amor
do homem laborioso de todo o maia duravel e
folgado as horas dodescango?
Fonseca tinha tomado a mo de Mara, e le-
vou-a aos labios, quando ella com um gesto afir-
mativo respoodeu a aquellas perguntas.
Sahiram ambos da sala. O advogado desceu
toja, e disse ao negociante :
Aqui esto as minhas cerlides: e entre-
gando-lh'as, proseguiu, pode, quando queira,
mandar 1er os proclame*. A minha pobre casa
est prompta do aparato que lbe empresta o cora-
gao, para recebersuafilhs.
Decorrido tres dias santificados, estavam cinco
talheres na mesa de Jos da Fonseca. Sentaram-
so em redor daquelle banquete nupcial os paes de
Maria, Jeronyma e os ooivos.
Faltn Eulalia, porque seu marido, oa ante-
vespera, erguera-se, pensando n'um longo pas-
seio at Coimbra, onde o chamavam saudades de
trea annos ali passados. Eulalia lembrou-lbe o
casamento de sua irma. Duarte moslrou-se des-
gosloso da contrariedade. A esposa lembrou-se
logo dos conselhos do pae, e emeodon o erro,
animando-o ao desojado passeio. Ordenou Duarte
no mesmo ponto, o apparelharem-se cavallos, e
vestir o creado a farda que vestir no dia do ca-
samento. E parliram, deixando Eulalia para sua
irma um lacnico bilhete em que se mostrava
coostrangida naquella jornada, e lhe pedia des-
culpa da involuntaria falta.
Esse successo magorao pae; a irma porm,
de alegre que eslava, nao tioha espago no cora-
gio onde coubesse leve magua.
A boa me, menos meditada em suas palmas
disse, ao jantar:
-Faz-nos aqui falta a nossa Eulalia....
Permita Deus, atalhou o marido, que ella
nao sinta a nossa.
Cpitadinba I tornou a me, que prazer ella
tena em estar comnosco I
ope, e uns doze falcos ergoeram o vo em bus-
ca da lobre que deaemboscada n'um terreno fa-
voravel i aua fuga metteu-se em urna moit, on-
de agachoa-se. *
Viu-se ento os falcos, que se faavltm elevado
nos ares, voltearen) no espsgo, descer e de novo
erguer o vo, adejando por sobre as moitas d'sl-
fa, ao passo que os ootros que rastejaodo tinham
segudo a caga erravam ao acaso como caes que
tivessem perdido a pists.
Desta vez foi Ghreflab quem desemboscoa no-
vamente a labre, penetrando oa moita.
Os gritos redobraram, oa cavalloa altaram ao
Unir das esporas (3;, os falcdea excitados pelos
ignaea da chamada, cahiram em chusma sobre a
lebre, que offuscada por essa nuvem de peonas,
fez um rodeio e abrigoa-se debaixo da barriga do
cavallo de Mansoar; ali o infelix animalzinho pa-
roa quasi morlo de terror.
Os falces indifferentes aos gritos e gestos,
atravesando por entre os cavalleiros foram de um
s vo dar de encootro as pernss do cavallo :
mas do momento em que estavam quasi a tocar
na lebre, esta metteu-ae n'outra moita, que flea-
va visinhs, onde os seus ioimigos nio lhe deram
lampo de descangsr. Outra vex desalojada, deci-
diu-se resolutamente a salvar-se n'uma carreira
precipitada, ganbou a planicie, e arremessou-se,
occullando-se aqii e acol por detraz dos montl-
culos de ra, para am pequeo bosque de lere-
binthos.
Foi ento aua a cagada tornou-se verdadera-
mente magnifica. Todos os cavalleiros psrtiram
comoflechaa; aera um espectculo singular o
qoe apreseotaram os biazes, nobre* eicudeiros e
lalcoeiro*. galopando toda a brida, transpondo
os obstculos, cruzando-ae em diversos sentidos
com os outros cegadores, chamando, gritando,'
gesticulando, sem abandonar es sais fslees, qae
caparoadoae sobre ospunhos, cabecea e hombros
(3 sata dos estriDoiaaToTarTo
para oellee bailr com aa esporas massica*. quando
I querem excitar oa cavallos sem flarroa-lo.
a r*/N
procuraran) descobrir a caga com o olha. sangui-
nolento, as azas enlr'abertas, as garras errigadas,
acompanhando o balango dos cavalleiros confor-
me asjoscillages que lhes imprimia essa carreirs
ao acaso n'uma planicie sem limites.
Tres falcdea nio tardarsm muilo em exceder
i seus rivaea, mostrando o primor da sua rsgs.
Precipitaram-se ao mesmo tempo sobre a presa ;
depois como que obedacendo a unia manobra exe-
cutarjam um volteio gracioso, tornaram com furia
ao encontr daquella, baixaodo de urna altura de
sesaenta & oitenta pea, e cobrindo-a com aa suas
as.
lebre dea nm palo prodigioso, cshia na ara;
loia tornou a partir sem deatino correodo
e acoli : era evidente que ji havia perdido
io. Dos tres faicqes um jazia de costas 4 al-
passos do lugar Tiara onde tinha baixado o
outro vacillava com hesitaglo alguns ps
-jntes do chio, e pareca lutar contra am sof-
frimentQ ; porm o terceiro sabis sempre aos ares
com infaligsvel vigor. Aos applausos entbasiss-
tas dos cavalleiros comegou elle s a audaciosa e
sabii manobra, que consiste em ir adianto da
eaga, depois rollar sobre ella, o feri-la bem no
centro da cabega.
Como se pode fazer urna idea, vivaa conteata-
goea precederam, acompanharam e seguiram o
Krimeiro ataque dos tres falces. MinansVciiiiil
ib, o velho Sahraoui, Kaddour, I atad e
outros cegadores reciamavsm, cadH ka seu
paisaro, gloria da aegio em geral a i honra da
victoria.
Bem I muito bem I meu paesaro aiul;
meu filho, reconhego a la valenta
Foi o mea o primeiro a ferir.
Nio ha tal; foi O meo. Ni
Foi Ghrellab.
FoiMaosour.
Foi Debbab, o vermelho.
Foi Bea-Naceir. o indmito.
Foi o Cherif.
Vede como elle una sobre m presa.
mar
a boa...
marido lbe
ra. |
mais lonvavel por iis maamo. tal
pae, comprou com um diisabot orna l_
gao de seu marido. Fez bom gaaho. <
que ouviu os meu conselhos, e que. ma
do que eu esperava, achou naejo de a applicar
A rosa da profunda amisade nao se |
rir as mios em maitos espinos d
No abnegar que est o vencer _
ciss invenciveis ao imperio da vol
Terminado o breve jantar, foi Foi
a sua mulher e sua familia as miuez
Era tudo simples, modesto, decente. av*
cioso.
O recinto em que elle parecen ceder 4 vanglo-
na, quaodo abra as portas, era a ana livreria.
Fez sentar sea sogro na cadeira de espaldar, e
accommodou as senhortf em volts da mesa. Sen-
tou-se elle n'uma das cadeiras destinadas aos cli-
entes, e fallou deste tbeor:
Nesta cadeira tem-se sentado muitosinfeli-
zes. Aqu tenho eu visto correr lagrimas, qua
envergonbam a humanidade, e que a justica dos
homens muitas vezes despreza. Porque na la-
grimas espremidas pela mo da prepotencia, e a
le acovarda-se de levar aos olhos do fraco o len-
go que vela os olhos daMustiga. Jess disse s
mulhere ide Jerusalem.-ffjmintas e sedentes de
justiga: nao choris. Oaaacerdotes da lei mui-
tas vezes dizem com o despreso do seu silencio.
Chorae e morrei.
Susteve-se curto espago o jurisconsulto, e con-
(inuou, soffreads a respiragio de todos:
Nesta cadeira vi eu chorar a esposa de un
homem da plebe, assassinado 4 expensas de uro,
poderoso. Foi a minha'estreia nos tribunaes.
Levantoo-me o corsgo a voz; eslava ali urna
viuva e quatro filhos chorando. Ioqufri as tes-
temunhas qae na derassa condemnaram o assas-
sioo, e no julgameoto abafaram o grito do assas-
sinado. O ru ergueu-se obsolvido, o a viuva
bypothecou os filhos servido para pagar aa
cusas do processo. Voltei a essa cadeira onda
mea pae se seota. Ioclinei a cabega sobre essa
mesa, e ergui-me louco. Kaiguei a toga, a
quiz incendiar oa livros. Tres mezes nao traba-
lliei; e, ao cabo de tres mezes, minha me a
minhas irmas tinham fome, ellas que se haviam
dasfeito do aeu ultimo ceitil do escasso patrimo-
nio para me formarem I
O marido de Maria commovera-se e, ao tremor
da sua voz, choravam todos.
E continuou:
Nesta cadeira correram as lagrimas de ama
menina de quinze annos, que seu pae sacrificara
aos odios de urna madrasta, e espoliara dos bens
de sua me, em proveito dos filhos de segundo
matrimonio. Era to justa a causa da mioba
cliente, que eu, pobre de mais para lhe valer,
fui abona-la a um usurario para lhe adiantar
as despezas da demanda. O pae era rico do pa-
trimonio della. A madrasta estava aparentada
com valiosas pessoas. A minha cliente perdeu a
causa.... e perdeu o juizo. Levaram-a do tri-
bunal a urna enfermara da Misericordia, onde,
poucos dias depois, expirou de coogesto cere-
bral. E a madrasta passou ha dias n'um esquifa
mnba porta, o trezentas tochas acompanhavam
o seu cadver, porque esta mulher deixava na tr-
ra am marido rico.
Ergueu-se de golpe l,o adrogado, contrafez o
aspecto e exclamou:
Que memorias tao improprias de am dia da
noiva do I Minha mulher principia a formsr do
mim am conceito fnebre, e acredita que o met
escriplorio om tablado de tragedias. Ha mal-
tas compensages a esles dissabores, minha que-
rida Maria. Eu j4 teoho conseguido eoxagaraa
lagrimas, restituir ocontenlamento a muitas
daa desoladas personagens que figurara as ce-
nas das dores na comedia humana. Ali, d'onde
teu bom pae me est olhando com a vista hmi-
da, e o compuogimento de homem de bem, te-
nho gosado horas de alegre socego depois que Te-
nho da lula do tribunal, onde consegu salvar
um innocente condemnado pelas spparencias, ou
levei a expiacio um criminoao protegido pelos
grandes. J vs, Maria. que a minha vida tem
as alternativas de todas as condigea deste man-
do. T me vers alegre oa abatido nessas horaa ; e
eolio tomars quinhio da minha gloria, a aeras
oa desanimarlo, o aojo do maa amparo.
Fonseca be'ijou sua mnlber na fronte, e tomoa-
lhe da mo o lengo para lhe enxagar as ligri-
mas.
Conlinuar-se-ha.)
Variedades.
TODOS SOMOS IRMOS.
(Concluso).
O homem, composto, como de duas subs-
tancias heterogneas e discordantesa materia e
o espiritoest continuamente a luctar com aa
pasmosas contrariedades que sent em si mesmo;
com a continua desharmooia entre oa sentidos o
a razio ; com a agitagio incessante da forga que
o eleva e o transporta para o cu, e do peso que
o attrahe e o arrasta para a trra : e a determi-
oago da sua vontade que decide da aua grande-
za ou da sua abjeego. O homem eleva-se oa
degrada-se seguodo obedece s inspiragea do
espirito, ou aos impulsos da metera ; segando
seaubjela ao ascendente da alma, oa attrac-
go do corpo ; segundo se aproxima da ana ori-
gem celeste, ou se affasta d'ella ; em ama pa-
la vrasegn Jo domina suas paixes osedeixa
dominar por ellas.
Mas no senhor D. Podro V foi sempre unifor-
me a resolugao : a sua escolha era sempre para
o lado da virlude, ainda que imperiosas circums-
tancias devessem alTasta-ta 'ella. Levado pela
sua posicao a ter de sanecionar um dia a sen-
tenga de morle de am condemnado, nio quix
por forma alguma assigna-la ; porqie para elle
antes de lodos os devores estar a humanidade.
Antes da cora dra-lbe Deus o coragio I
Mas nem assim, repito, o respeitou o anjo da
morte I
Carvemo-nos diante da vontade aanla do Al-
tsimo, que a ainguem permitlido penetrar 1
O Senhor chamou-o tio cedo para lhe dar, tal-
vez, larga recompensa de suas obras. Masdeu-
lae tempo de ser homem, de sentir como bomem,
e de estampar indelevelmente na hiatoria doa
reis a mais ssudosa e querida pagina !
Oremos, irmos; e como David noa ros de
Babel (Psalmo;137; saatemo-nos a chorar sobre a
sua memoria 1
Seja abeogoada a memoria do justo I
{Commercio, do Porto).
O' l, Mohammed I chama os tena cies qae
se deseocamioham.
Toma tu sentido nos teusm#Raddour, olha
que elles nao enebergsm a preia.
Ouih l'Ouihl
Haou I Haou I... Aqai, mea fllha,
Mostrem-ae os oraros: ate o dia da Tr-
dade I
Todos esses gritos aguJos e exclamages de
urna multidao em phreneai, Ungidos no meio da
maior confusao, davam lugar 4 urna cena digan
de um hbil pincel.
Silencio exclamou o reino biaz Sahraoui:
respeitie o vicenos, o pasaaro de Si-Maaioar,
o nobre. Chamae e reuni oa rencido*.
Era com erTeito o falcao de Sabraoui qae aca-
bava de enterrar as suas nnhas ierrvei noa mi-
los da lebre, e inclinava-se para a presa afim de
arrancar lhe os olhos.
Esta cagada durou quasi qoinze mina'os. Sah-
reoui apoderou-se do sea falcio, abragou-o com
urna ternura paternal, deu-lhe a beber O sangue
da lebre aioda quente. e a comer algans pe
da carne palpitantes alada, os quaes forai tra-
gados, com uAa voracidade de bom agourt
Hbbaramed foi apanbar osen falcio que eatara
estendido oa ara e desfallecido pela violencia do
golpe que dra ; aquecea-o chorando porque o
julgava morlo; mas quando o via abrir oa olhos
e tornar 4 t^Mjfm gritos de verdadi Iam ale-
gra, -.i
K.darafJfl-------------------------------la,...
i
i
s
<
I
t
i
\
i'-*


Full Text
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