Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09511


This item is only available as the following downloads:


Full Text
1
' .111,.
* ni in
1110 miIlL IDIjEEO lu.
J a*i
*tr t*es evetaiaitndos 5$00e
Ptr tres ces vencidos ($000
SOTA FURA 7 DE MARCO SE 1*62.
Per Hit adiaitadt ItfOOO
Perte fraict para esebserieter
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTA DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrioo de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Araeaty, o Sr. A. de Lemos Braga; Cearl o Sr.
. Jos de Oliveira; Haranhlo, o Sr. Joaquina
Marques Rodrigues; Para, Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCR1PCO DO SDL
Alagflas, o Sr. Claudio o Falca o Dias; Bahia.
o Sr. Jos Martina Aires; Rio de Janeiro, o Sr-
joao Pereira Martina.
PARTIDAS DOS COBREIOS.
Ol oda todos os dias as 9)4 horas do dia.
Iguarass, Goianna, e Parabyba as segundas
e aeitaa-feiraa.
S. Anto, Becerros, Bonito, Garuar, Altinho
e Garanhuns oaa tercaa-feirai.
Pi d'Aiho, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pei-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricurye Ex nasquartaa-feirae.
Cabe, Serinhaem, Rio Forrooso. Una,Barreiroa,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.Pri"t',o as 9 horas e 18 minutos da manht.
(Todoa oa correioi partem ai 10 horas da manha Segundo aa 9 horas e 42 minutos da tarde..
EPHEMRIDES DO MEZ DE MARCO.
8 Quarto crescente ss 2 horis e 40 mnelos da
machia.
15 La cheia as 2 horas e 35 mina toa da tarde.
II Quarto mingeante as 7 horas e 8 minutoa da
manha.
29 La ora aa5 horas e 4 minutos da manha.
PREAMAR DE HOJE.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para sal at Alagoas i 5 e 20; para o norte
at a Granja 14 e 29 de cada mez.
>ahtia dos omiiBus.
Par o Reeife: do Apipueot s 6 Ii2, 7, 7 lr, 8
e81|2da m ; de Olinda s 8 da m. e 6 da t.; de
Jboatio a 6 1|2 da m.; do Caxang e Farrea
s 7 da va.', de Bemfiea sS da m.
Do Recite : para o Apipueot s 8 1|2. 4, 4 t|4,
4 1|2, 5. 5 1|4, 5 1|2 e 6 da t.; para Olinda Is 7
da ro. e 8lt.2 da I.; pira Jaboato s 4 da I.; par*
o Caxangi e Farseo a 4 1(2 da t.; para Bemfiea
t 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAP1TA
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relami: tercas aabbadosslO horas.
Fazenda: quintas s 10 horaa. '
Juizo do commercio : segundas ao meio dia.
Dito de orphioa: tercas e sexUs s 10 horas.
Primeira varado civel: toreas sextas ao meio
dia.
Segunda Tara do civel: quartaa e eabbados 1
hora da tarde.
PARTE 0FFICIAL.
DIAS DA SEMANA.
Jegunda. S. Hemelerio m.; S. Curjegundes.
4 Te*fa_. S. Caaimiro rei ; 8. Lucio p. m.
5 QuartavdeCinza. S. Theophilo b.; S. Pecas.
6 Quinta. ^Olegario b. ; S. Collecta v. ss.
7 Sexta. A ora^ipde Jeaua Chriato no horto.
8 Sabbado. s JVd Deua inat. dos r. da eritf
9 Domingo. S. EraneisCavRomaaa tuts.
ASSIGNA-S)
no Reeife, em a lirraria da prase^jlndepen-
dencia ds. 6 e 8, dos proprietarioa ManefcLFiguei-
roa deFaria & Filho.
eOVERNO DA PR0YINCIA.
Expediente do da 3 de mareo
de 186*
Officio ae Ezm. bispo diocesano. Sirra-ae V.
Exc. de informar acerea do que pede no incluso
requerimento o padre Joao Sera pilo da Cruz.
Oito ao cnsul de Inglaterra.Acenso o rece-
biment do officio que nesta data dirigi-me o
Sr. George Samuel Linnent Hernt, traosmitlin-
do-mep titulo de aua no.meago de cnsul da In-
glaterra nesta provincia e o competente exequ-
tur, para poder entrar no exercicio de taea func-
toes, solicitando-me ao mesmo tempo a designa-
gao do dia e hora, em que deseja fazer sua viaita
oficial a esta presidencia.
Devohendo ao Sr. consol de Inglaterra nlo s
o seu titulo denomesgao, maslambem o exe-
qutur, depois de preenchidas as formalidades
exigidas, cabe-me significar ao mesmo Sr. cnsul
4a Inglaterra, que terei muilo prazer em o rece-
bar no dia 4 do correte s 12 horas d ma-
nha.
Aprsenlo ao Sr. George Samuel Lenoent Hernt
a aeguranca de minha estima e considerado.
Dito so commandante das armas. Passo s
maos de V. Exc, para terem o conveniente des-
tino, as guias de assentameotos e soccorrimento
do 2a cadete 2o sargento Joao Quinlioo de Mana-
zos Galhardo e 2o ssrgento Victorino dos Saotos
Silva, que vieram para esta provincia, Gm de
reunir-se aquello ao 9* batalhio de iofantaria, e
este ao 2o da mesma arma a que pertencem.
Dito ao mesmo. Transmiti V. Exc, aflm
de terem o conveniente destino, as guias de soc-
eorrimento do 1* cadete Marcellino Jorge de
Campos e soldados Joao Antonio dos Saotos e Ma-
noel Joaquim Barboza, o 1 do 9" batalho de in-
fartara, o 2'do 10 e o 3a desertor do 2S bata-
lhio da mesma arma.Remello tambem as guias
de asssentamelos e soccorrimento do soldado do
10. batalho de infamara Joao Ignacio de Olivei-
ra e Silva, que veio tom aqualles para esta pro-
vincia a reunir-se ao reapectlvo corpo.
Dito ao mesmo. Para cumprimeoto do dispos-
to no aviso da repartigio da guerra datado de 21
de fevereiro ultimo, eirva-ss V. Eic. de manjar
inspeccionar pela junta de saude, o cabo de es-
quadra do 10. bftalhode iofantaria Antonio Joa-
quim da Penba, eoviando-me V. Exc. o termo de
inspeceo.
Dito ao Dr. chefe de polica.Estando contem-
plado na relagio anoexa ao aeu officio n. 304 do
1* do correte, dous sentenciados com o nomede
Francisco Gomes da Silva, e eom a mesma pena
12 annos com trabalho, convm que V. S. expli-
que se nao ha equivoco acerca dalles.
Dito ao mesmo. Em resposta ao aeu offi-
cio n. 297 de 28 do mez passado, tenho a di-
zer-lhe que j em 26 dsquelle mez expedi ordem
ao joiz muoictpal da primeira vara para fazer re-
gresaar ao presidio de Fernando o sentenciado
Francisco Affonso do Reg Mello.
Dito so mesmo.Por deficiencia de torga dei-
xa de ser attendida a reqoisigo do delegado do
termo do Bonito, constante do officio por copia
junto ao de V. S. n. 305 do do correte.
Dito ao mesmo.Devolvendo i V. S. os officios
dos subdelegadoa doa diatrictos da Magdalena e
Poco da Panella, que vleram juntos ao de V. S.
n. 307 do 1 do correte tenho a dizer-lhe que ti-
co ioleirado do que communicaram aquellas au-
toridades com referencia epidemia reinante.
Dito ao inspector ds thesouraria de fazenda.
Restituo V. S., coberto com officio do comman-
dante do presidio de Fernando, datado de 3 de
fevereiro ultimo e sob o. 22, o pedido ns impor-
tancia de ris -21:0009 para as despezas daquelle
presidio no trimestre de Janeiro a margo deste
anno, afim de que, de cootormidade com a aua
informagio n. 161 do 1 do correle, remeita
easa quantia ao commandante do meamo presi-
dio. Communicou-se ao commandante do pre-
idio de Fernando.
Dito ao mesmo.Altondendo ao que me eipoz
o gerente da companhia Peroambucana em officio
da boje, recommeodo V. S. que maode pagar
ao mesmo gerente a quaotia de 7:000$ prove-
niente da subvengo correspondente ao mez de
fevereiro ultimo, com que o goveroo imperial au-
xilia a meama companhia, visto haver ella cum-
prido as condignas do seu contrato durante aquel-
lo mes.Commuoicou -se ao gerente da compa-
nhia Pernambucana.
Dito ao meamo. De conformidade com o que
ma requisilou o administrador do cemiterio pu-
blico desta cid a le, em officio do 1* do corrents,
recommeodo V. S., que em siete da folha jun-
te, maode entregar-lhe a quantia de 768320, pro-
Teniente dos vencimenlos que competem ao por-
teiro e a dous coveiros dsquelle cemiterio que se
empregaram durante as noites do mez de feve-
reiro ultimo no' enlerramento das pesadas falle-
cidas do cholera-morbus e maia despezss cons-
tantes da meama folha.Communicou-se ao ad-
ministrador do cemiterio publico.
Dito ao mesmo. A' Quinteiro & Agr mande
V. S. pagar, em vista dos inclusos documentos
que me foram remetlidos pelo adminiatrador do
cemiterio publico com officio do 1* do correte a
quintia de 1709, por haver feito conduzir para o
mesmo cemiterio dezesete cadveres de pessoaa
fallecidas do cholera-morbus, segundo o seu con-
trato.Communicou-se ao administrador do ce-
miterio publico.
Dito ao meamo. Recommendo V. S. que
mande pagar a Jos Piolo Magalhesa quantia de
60f, por haver feito conduzir para o cemiterio pu-
blico desta capital razio de 109 por cada um,
seis cadveres das pessoas que auceumbiram do
cholera-morbus, como se v das seis guisa inclu-
sas que me foram remettidaa peto administrador
do meamo cemiterio, com officio do 1 do cor re o-
te.Commuoicou-se ao adminiatrador do cemi-
terio.
Dito ao mesmo. Haja V. S. de remetter-me
com urgencia, um relalorio do estado dessa the-
souraria e daa repartieres, que lhe ao subordi-
nadas.
Dito so mesmo.Em vista da inclusa folha em
duplcala, que me fol remettida pelo inspector do
arsenal de marinas com officio do Ia do correte
gob n. 121, mande V. S. pagar a quantia de idia
399200, em que importa o veocimento no mez de
fevereiro ultimo, de Jos Alves da Silva, encer-
regado das enfermaras eatabelecidaa naquelie ar-
senal para tratamento das pessoas indigentes ac-
commettidaa do cholera-morbus na freguezia de
8. Pedro Gongalves do Reeife. Communicou-se
o inspector do arsenal de marioha.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Certo do conledo de sua iaformsgo do 1 do
orrente, aob o. 126, dada acerea do pagamento
reclamado palo inspector da thesouraria de fa-
zenda em officio o. 134 de 21 de fevereiro ulti-
mo, oa importancia de 698*500, proveniente de
diversos objectoa fornecidos pelo araenal de guer-
ra o corpo de polica desta provincia, tenho a
dixer que mande eftectaar-eue pagamento, visto
orno por officio de 14 de Janeiro deste anao, jaV
delibere que aquella thesouraria aeredilaaae es-
ta na importancia de 515|280, correspondente
indemuisacao que maadou fazer a thesouraria pro-
vincial da Parabiba, e ao valor daa espadaa do
predito corpo que foram recolhidas ao referido
srsensl de guerra. Communicou-se ao iospec-
tor da tnotouraria de'fazenda.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional do municipio do Limoeiro. Devolvo V.
S. a propoata do batalhio o. 21 de iofantaria da
guarda nacional desse municipio, a que alludeo
seu officio de 31 de outubro ultimo, para que
mande organisa-la novamente, leodo em vista os
esclarecimentos ministrados pels secretaria do
goveroo em a nota junta, que me ser devol-
vida.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional do Po d'Alho.Informe V. S se esti ag-
gregado algum dos cornos da guarda nacional,
sob seu commando superior, o alteres do batalhio
n. 23 de infantaria do municipio de S. Aotao Jo-
ai Correa de Queiroz Barros, que transferio a aua
residencia para a freguezia da Luz.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional do municipio do Cabo. loforme V. S. se
est aggregado a alguna dos corpoa da guarda
naciooal, sob aeu commando superior, o alfares
Gongalo Gomes de Souza, que transferio a sua
residencia para esse municipio.
Dito ao provedor da Santa Casa de Misericor-
dia.Sirva-ae V. S. de fazer com que os faculta-
tivos da Ssota Casa de Misericordia preatem os
seus servicos 00 hospital cholenco emquanto a
epiieujii reinante nio loma maiores proporcOes
que exijam mdicos especialmente encarregados
disso, convindo que V. S. indique qoal o que de-
ve essumir a direegio do hospital e dislribua oa
aervigos alternadamente com os outros.
Dito aoioapector do arsenal de marioha.Man-
de V. s. admittir i companhia de aprendizea
artfices desse srsensl, no caso de ser julgsdo ap-
to paraisso, o menor Joao Ignacio, que lhe ser
a presen lado com eale officio.
Dito ao capitio do corpo. Fago apresentar
V. S. o recruta de marioha Raymundo Antonio
de Muraea, para que lhe d deatioo depois de ins-
peccionado. Commuoicou-ae ao chefe de po-
lica.
Dito cmara municipal do Buique.Inteira-
(jo do que me commuoica a cmara municipal do
Buique em seu officio de 4 de fevereiro ultimo,
icrea das providencias que esti tomando, aflm
le obstar a iovaaio do cholera-morbus no seu
municipio, tenho a dizer-lhe queopportunamen-
ie ser attendida a exigencia que faz no final do
seu citado officio, convindo que participe a esta
presHeocia logo que o mal se deseuvolvs.
Dito ornara municipal da villa do Bom-Con-
selho.Informe a cmara municipal da villa do
Bom-Conselho acerea do que solicita o commis-
sario geral dos missiooarios capuchinhos frei Cae-
tao de Missios no officio que aqu janlo por co-
pia, acompanhado de outro do aviso do minis-
terio do imperio expedido em 13 de fevereiro ul-
timo.
Dito ao juiz municipal de Olinda. Constando
de participado da secretaria de estado dos nego-
cios ds jusliga de 18 do mez passado, que S. M.
o Imperador por decreto de 7 do meamo mez,
bouve por bem fazer mefe a Manoel Nuoes de
Mello da serventa vitalicia doa officios de parti-
dor e contador, e a Antonio Joaquim de Almei-
da Guedes Alcoforado da dos officios de partidor
e distribuidor desse termo; assim o commuoico
Vmc., sfim de que faca constar aos agraciados,
para que em tempo solicitem seus ttulos.Res-
pondeu-se ao dir ecior da secretaria de catado dos
negocios da jusliga, e commuoicou-se aos no-
meados.
Dito ao inspector de saude publica.Pelo seu
officio de boje, tico ioleirado de ter sido reco-
lhido ao hospital cholenco dos Coelhos por echar-
se affectado do cholera-morbus o Belga Luiz
Craem, e acabo de expedir aa necessariaa ordena
para ser feito pelos mdicos da Santa Casa da Mi-
sericordia o respectivo servigo daquelle hospital
com a precisa regularidade.
Dito ao ioapeclor da sale publica.Mande
Vmc. preparar com urgencia, afim de ser remet-
tida para a comarca do Po d'Aiho urna ambu-
lancia de medicamentos necessarioa i epidemia
reinante, tendo em vala a relagio inclusa por co-
pia que me fui remettida pelo juiz de direito da-
quella comarca com officio do 1 do correte.^
Commuoicou-se ao juiz de direito daquelle co-
marca.
Dito ao Dr. Manoel Thomaz de Bittencourt
Corle-Real.Pico ioleirado nao s do que Ymc.
expoz em seu officio de 28 de fevereiro ultimo,mas
tambem do estado sanitario deasa comarca.
Dito ao conaelho administrativo.Autoriso ao
cooselho administrativo a comprar para forneci-
meolo do araenal de guerra'os objectos mencio-
nados 00 pedido que aqui junto.Commuoicou-
se a thesouraria de tszeoda.
Dito ao mesmo.Recommendo ao conselho
administrativo, que alm doscimeolos de qne tra-
ta o meu officio do 1* deste mez, compre mais
qualro barricas para serem enviadas ao Exm. Sr.
preaideote do Rio Grande do Norte, na occasiio
em que for o de que ecima fallo.
Dito ao mesmo.Recommendo ao conselho ad-
ministrativo que compre para fornecimento da
offiicioa de sspsteiros do presidio de Fernando,
os objectos mencionsdos na inclusa relacio.
Relagio dos objectos que por officio desta data se
manda comprar para a offleina de sapatetro do
presidio de Fernando:
4 caixas com sedas.
250 meios de sola.
Cem mil laxas para saltos o gaspiar.
5 torquezas.
100 vaquetas.
20 psres de formas forradas de ago.
1 arroba de fio de aapaleiro.
500 couros de cabra.
10 mil brochas.
Communicou-se ao inspector ds thesouraria de
fazeoda e ao commandante do presidio de Fer-
nando.
Dito ao director do arsenal de guerra.Faga
Vmc. recolber aos armazena desse sssenal, os ob-
jectos que se fornecersm s guarda estabelecida na
casa de sale do Dr. Joo da Silva Ramos, visto
que ji foi retirada d'allia mesma guarda.Com-
municou-se so commandante daa armas.
Dito so director das obras militares.A vista
do officio do brtgadeiro commandante daa armas
do 1* do corrente, e por copia incluso, recom-
meodo Vmc. que orce as desposes a fazer-se
com os concertos de que neesssita o quartel da
companhia de artfices.
Dito ao mesmo.Convm que Vmc: orce a
despezs a fazer-ae com a acquisicio dos mate-
riaea mencionados no ornamento annexo aos in-
clusos papis que me serio devolvidos.
Dito ao sgente do Rio Grande do Norte.Ajus-
te Vmc. a compra de 30 carteirae bomeopathieaa
para serem enviadas ao Exm. presidente do Rio
Grande do Norte, que aa requisilou em officio de
25 de fevereiro ultimo, devendo Vmc. ter em vis-
ta a maior economa submeliendo ao meu conhe-
clmento a respectiva conla antea de realisar a
compra.
Dito ao conselho de compras navaes.Appro-
vo os contratos que em 18 de ferereiro ultimo,
celebrou o conselho de compres navaes, nio s
para acquisicio dos objectos mencionados em seu
officio de 19, mas tambem para o fornecimento
daa algas e camisas necessariaa aos africanos li-
vres empregados no trrico do arsenal de mari-
oha.Commuoicou-se ao inspector da thesoura-
ria de fazenda.
Portara.O presidente da provincia reolve
privar do posto, por estsr compreheudtdo no art.
65 da le n. 60i de 19 de setembro de 1850, o si-
tares da 4* catBpatjhia do corno de cmllarla p.
3 da guarda nacional do municipio*do Brejo, An-
tonio Marinho de Salles Tenorio, que nio solici-
tou psteale no prazo da lei.Communicou-se ao
respectivo commandante superior.
Dita.O presidente da provincia conformndo-
se com a proposta apresentada pelo tenante-co-
ronel commandante do corpo de eavallaria n. 2
da guarda nacional do municipio ,do Brejo, eobre
que informou o respectivo commandante superior
em 14 de fevereiro ultimo, resolve, na conformi-
dade do art. 48 da lei o. 602 de 19 de setembro
de 1850, promover a alteres da 4* companhia do
mesmo corpo. o sargento Antooio de Araujo Al-
buquerque Jnior.Communicou-se ao predito
commandante superior.
Dita.Os Sra. agentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor maodem dar transporte para
a corte, por conta do ministerio da guerra, a sete
recrutas e um sentenciado militar.Communi-
cou-se ao commandante daa armas.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetea a vapor mandem dar tranaporte para
a Bahia a doua aoldados de policia, que vieram
daquella provincia escoltando dous criminosos.
Communicou-se so Dr. chefe dOpolicis. *
Dita.Oj Srs. agenteada companhia brasileira
de paquetea a vapor mandem dar transporte para
a crte, no vapor que se eapera do norte, e em
um dos lagarea destioados para passsgeiros de es-
tado, ao teoente reformado da ara a Ja Manoel
Antonio Viegaa Jnior.
Dita,O presidente da provincia, attendendo
ao que requereu D. Mara Franciaca de Souza Ra-
mos, resolve conceder-lhe licenga para remoller
para o preaidio de Fernando no hiate nacional
Sergipano, os gneros coostantea da relagio jun-
ta, assignada palo secretario do goveroo, nio po-
dando, porm, effectuar o desembarque dos ditos
gneros, sem que por parte do commandante do
mesmo presidio, se proceda a exame pera verifi-
car se ha agurdente ou outra qualquer bebida
eapirituoss, e sendo alm disto obrigado a apre-
sentar all a factura de taes gneros, attestada
quaoto aos pregos, pelo presidente da junta doa
correctores geraes.
Expediente do secretario do go-
veroo.
Officio so Exm. director da secretsrii de estado
dos negocios do imperio.Quaodo o Exm. Sr.
presidente ds provincia receben o officio de V.
Exc. datado de 13 de fevereiro ultimo, communi-
cando ter sido nomeado por decreto de 29 de Ja-
neiro fiodo, o Dr. Manoel Moreira Guerra lente
aubatituto da faculdade de direito desta proviocia,
j havia elle fallecido, e por isso deixou de ter
execugio o citado officio.
Dito eo juiz municipal do termo de Caraar.
Declarando JuveDcio Taclano Marios, em reque-
rimento apresentado a S. Exc, o Sr. presidente
da provincia, que desistia da nomeagio interina
que obtivera para os officios de partidor o conta-
dor desse termo, teve por despacho em 25 do mez
passado o seguate: como requer; o que com-
muoico i V. S. para seu conhecicenlo, de ordem
do mesmo Exm. Sr.
Bsrio do Livrameoto para fornecimento do ci-
mento preciso em dous annos as obras do arse-
nal de marioha e melhoramento do porto.Com-
municou-se ao inspector do arsenal de msrinha.
Dito no inspector da thesonraris provincial.
Reverto V. S. a conta da despeza feita com o
enlerramento da exposla Goostanga de Oliveira ;
educanda do collegio das orpblas de Nossa Se-
nhora da Esperaog*, afim de que nio obstante o
que expoz em sua informagio de 19 de dezembro
do anno prximo passado mande pagar a Quin-
teiro & Agr a quaotia de 569560 res, em que
importa a mencionada conta, Ucando na intelli-
gencia de que nesta data recommendo ao direc-
tor geral daiostrucglo publica, que quando fal-
lecer alguma exposta, e recolhida aqoeHe colle-
gio por qualquer motivo esclare$a-se esta cir-
cunstancia ao propretario dos carros fnebres
para evitar-se repeligiode taes despezss. Offi-
ciou-se ao director geral da iostrucg&o publica.
Dito ao mesmo.Mande V. S. entregsr a pes-
aoa que se spreseotar competentemente autori-
sado os dous cootos da res, que aioda resta da
consignado votada para o collegio de Papacaga.
Dito ao director geral dos indios.Para cum-
primento do disposto no aviso repartigio da
agricultura, commercio e abras publicas, datado
de 19 de fevereiro ultimo informe V. S. acerca do
iocluso requerimento dos indios da aldela da Es-
cada.
Dito ao commandante superior do Reeife.-
Sirva-se V. S. de expedir as convenientes or-
deos para que oa corpos da guarda nacional
desta cidade prestem a forga que for necessaria
para fazer a guarnigio da praga nos domingos e
dias aaotificados a contar do domingo prximo
viodouro em diante, visto ser defficiente a tropa
de primeira linha para occorrer a esse servigo
como ponderen o brigadetro commandante das
armas em officio de 25 de fevereiro ultimo.
Communicou-se ao commandante das armas.
Dito a cmara municipal do Reeife.Ioleirado
das consideragea que faz a cmara municipal do
Reeife em seu officio de 24 de fevereiro ultimo,
sob n. 42 acerca do ioteresseque lem activado o
servigo da limpeza desta cidade, e dos embsra-
cos que encontra em execular com promptidlo e
regularidade eaae servigo, cabe-me dizer-lhe
que considereL sempre dsvilamente a actividade
e zelo, com que a mesma cmara cumpre os
seus deveres e eiforgos que ha feito para mino-
rar nesta qoadra oisolfrlmantos dos seus muni-
cipes, tomando as providencias a seu alcance
para eale flm, o que certa mente nio de ve altes-
tir que o presidente chama a sua allengio para
alguns fsetos indicados pelos mdicos e que te-
nhsm escapado a vigilaociade seus agentes.
Dito a mesma.Tendo reolvido que fique sem
effeito a ordem pela qual mandei estabelecer um
cemiterio provisorio no lugir dos Remedios re-
commendo a cmara municipal do Kecife em ad-
dimento ao meu officio do 1 do corrente que
expega auss ordeos para que no cemiterio publi-
Dito ao commandante do corpo de policia.
S. Exc o Sr. presidente da provincia manda
remetter V. S. o conselho de julgsmento do
soldado Raymundo Jos Ferreira, afim de aer
cumprida a seoteoga nello proferida pela junta
de ultima instancia.
Dito ao commsndante de estagio naval.O
Ezm. Sr. presidente da provincia manda decla-
rar i V. S. que pela leitura de seo officio de
hontem, sob d. 22, ficou ioteirado de haver
chegado ao porto desta ci Jad o brigue de guer-
ra Maranho, o qual segu viagem para o pre-
sidio de Fernando.
Despachos do dia 4 de marco.
Requerimentot.
Teoente-coronel Antonio Carneiro Machado
Ros.Informe o Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial.
Francisco de Paula Tburcio Ferreira.Informe
o Sr. Dr. chefe de policia.
Francisco Pedro Advincula.Passe portara
concedendo dous mezes de prorogagao.
Francisco Antonio Correia Cardoso.O sup-
plicante j foi pago da Importancia da conta a
que alinde, segundo consta da informagio.
Francisco Pereira de Souza.Informe o Sr.
Dr. chafe de policia.
Francisca Francetina de Mallo.Informe o Sr.
Dr. chefe de policia.
Jos Ramos da Silva.Como requer, pagos os
direitos devidos.
Joaona Francisca da Cruz.Pode seguir.
Jos Alves dos Santos.Pode levar sua mulher
e fiihos.
Joio Bernardo Teixeira.Pode levar sua mu-
lher.
Jos Joaquim de Sanl'Anos.Pode levar sua
mulher e filhas.
Joio Hyppolito de Maira Lima.Prore o sup-
plicanle o que allega.
COMANDO DAS ARMAS.
Quartel-greneral do commando das
armas de Pernarabnco na cidade
do Reeife em 6 de marco de
1862.
ORDEM DO DIA N. 44.
O general commandante das armas determina,
que aejam desligados do 2* batalhio de iofantaria
em o qu-.l ae acham addidos os Srs. tenente do
12 batalhio da mesma arma Manoel Viriaaimo da
Silva, e capellio alteres da repartigio ecclesiasii-
cs do exercito padre Joio Cyrillo de Lima, visto
terem de seguir amaohia no vapor Princexa de
Joinville, o 1 com destino a corte, o o 2* com
destino a proviocia da Bahia aonde foi mandado
servir pela ordem do dia do exercito sob n. 305.
1
I co desta cidade sejam receidos e enterrados, os
' cadveres dss pessoas que fallecerem do chole-
Despachos do dia 3 de marco.
fequerimentoi.
Antonio Ramos.Informa o Sr. inspector da
thesouraria provincial. I
Antooio Ramiro Bezerra de Goveia.Informe o
Sr. Dr. chefe de policia. I
Candida Mara da Conceigio.Informe o Sr.
Dr. chefe de policia.
Francisco Affonso do Reg Mello.loforme o
ra morbus naquelie lugar e dos da Passagem,
Estrada Nova, e Torre.Commuoicou-se ao vi-
gario da freguezia dos Afogados, e director das
obras publicss.
Dito ao juiz de direito do Cabo.Remella-me
Vmc. urna relagan dos cidadios que na ultima
rema o que se procede u nessa comarca foram
qualicados jurados. Indicando aeparadamente
os que pertencem aonovo termo delpojuca.
Dito ao juiz muoieidal da primeira vara.Re-
mello a Vmc. a guia com que veio do presidio de
O mesmo general declara para o flm conve-
do corrente que niente, que neata data ae apresentou vindo da Ido a casa da residencia encontrou
proviocia do Par o Sr. alteres Sebaslio Pereira
Porto, que ficou recolhido ao seu batalhio 10 de
iofantaria. -
Asgoado. Solidonio Jos Antonio Pereira
do Lago.
Conforme.Candido Leal Ferreira, capitio
ajudante de ordeos encarregado do detalhe.
Sr. Dr. chefe de policia. Fernando o sentenciada Francisca Mara de Jeaus,
Francisco de Salles da Costa Monteiro.Inor- (Iuem S. M. o Imperador por decreto de 2 de
me o Sr. Dr. juiz municipal da segunda vara. i outubro ultimo, como fu coostsr s esse juizo em
Henrique Augusto Mtlet.Tendo sido paga data de 15do mesmo mez, houve por bem per-
dentro do anno da respoosabilidade a 3* presta- doar reato do tiempo que lhe faltara para cum-
gao da obra, a qual alinde o supplicaote,- a quem
nada se deve pelos cofres provinciaes, nio lem
lugar o que requer.
Joio Chrysostomo de Oliveira Pelagio.Iofor-
INTERIOR.
DE
me o Sr. Dr. ehefe de policia.
Teneote Joaquim Cardozo dos Santos.Nio tem
logar.
Jeronymo Ferreira da Silva.loforme o Sr.
Dr. chefe de policia, fleando marcado ao suppli-,
cante o prazo de rite dias para prorar o que
allega. i
Luiz Leopoldo dos Guimsries Peixoto.Junte
o supplicaote coala em duplcala autenticada pelo
conselho administrativo.
Manoel Antonio de Jess.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Patn Nash & CComo requer, sendo este
despsebo spresentado so Sr. capitio do porto.
Officio ao Exm. presidente da provincia do
Gear.Representando-me o juiz muoicipal da
primeira rara desta cidade em officio da 1* do
corrente, que por se nao ter transcripto na guia
do sentenciado desta provincia Manoel Ferreira
do Nascimento a sen tenga do tribunal que o jul-
gou no anno de 1817, nao pode ser liquidada a
respectiva pena ; rogo i V. Exc. que se digne de
mandar ministrar os esclarecimentos necessarioa
para semelhante flm.
Idntico ao Exm. presidente da Parabiba,
quanto ao sentenciado Joio Baplista de Vascon-
celos.
Dito ao mesmo.Entrego nss mos de V. Exc.
psra os fins convenientes copis do termo de en-
ciixotamento dos differentes artigos que segui-
rsm no vspor Apa com destino a essa provincia.
Igual ao Exm. presidente da provincia da Pa-
rahiba.
Dito ao commandante das armas.Pode V.
Exc. remetter para bordo do brigue de guerra
Maranho no dia que estirar prestes a largar
para o presidio de Fernando os 34 aentenciados
militsres meocionados na relagio a que allude o
aeu officio de 3 do correte.Commuoicou-se ao
commandante do presidio de Fernando e offi-
ciou-se ao da ealsgio naval para ordenar o trans-
porte doa meamoa sentenciados.
Dito ao chete de polica.Em vista do que se
recommendo ao aviso da repartigio |da agricul-
tura, commercio e obras poblicss em 10 de fe-
vereiro ultimo constante da inclusa copis, es-
pero que V. S. se encarregue de promover pelos
meios convenientes ums subscripto no sentido
de animar os srtistaa Fleuss Irmios & Linde, a
publicar, como pretendem, urna obra sob o titulo
de RecorJsgio daExposicio Nacional.
Dito ao mesmo.Solicitando o commandante
da estsgio naval : a nomeagio de um juiz leltra-
do que sirva de auditor 00 conselho de guerra a
que tem de respooder o commissario da primeira
classe Silvestre Ignacio do Bom Successo, con-
vm que V. S. a issso se preste aos termos do
art. 15 do decreto numero 708 de 14 de outubro
de 1850, aviso do ministerio ds msrinha, do 29
de qovembro de 1858, entendendo-se para esse
Gm com o sobredito commandante da estagio.
Communicou-se ao commandante da estagio
naval.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Mande V. S. pagar os sidos vencidos pelo com-
mandante offlciaes e msis prscas da guarnigio
do brigue Maranho, conforme solicitou o com-
mandante da estagio naval em officio de hontem
sob numero 23.Coramuoieeu-se ao comman-
dante da estagio naval,
Ditoao mesmo.Transmiti por eopia A. V, S.
parasen conhecimento o aviso da repartigio da
marioha de 12 de fevereiro ultimo, do. qual consta
prira pena de 20 annos de prisio simples, a que
havia sido coodemnado aflm de ser o perdi jut-
gado, contormo a culpa, nos termos do art. 5.
do decreto n. 2,566 de 28 de margo de 1860,
combinado com o 1 2. do art. 7. do decreto o.
1458 de 14 de outubro de 1854.
Dito ao director daa obras militares.Mande
Vmc, com a brevidade possivel concertsr a co-
bsrts do edificio do hospital militar conforme
solicita o brigadeiro commandante das armas em
officio de hontem sob n. 440.Communicou-se
ao commandante das armas.
Dito so eogeoheiro fiscal da estrada de ferro.
Haja Vmc de habilitar-me com a sua informa-
gio de modo a poder satisfazer o que exige o
Exm. Sr. ministro da agricultura, commercio e
eobraa publicas 00 aviso por copia incluso data-
do de 19 de fevereiro ultimo.
Dilo ao conselho administrativo.Promova o
conaelho administrativo com urgencia a compra
das pegas de roupa constantes do pedido iocluso,
aa cuas sao precisas para aso do hospitsl militsr.
Commuoicou-se a thesouraria de fazedda eao
commandante das armas.
Dito ao commandante do presidio de Fernan-
do.Transmiti i Vmc. por copia o requerimen-
to em que Joaquim Rodrigues Maia de Oliveira
offerece a venda de 200 alqueires de farjoha de
mandioca para o coosumo desse presidio, aflm
de que proceda a respeito de conformidade com
a ioformagio do inspector da thesouraria de fa-
zenda tambem por copia inclusa.
Dito ao director do arsenal de guerra.Iolei-
rado pelo seu officio de 3 do corrente, de ji te-
rem sido recolhidos a esse arsenal os objectos
vindos da corte do brigue Almirante com desti-
no a differentes provincias, tenho a recommeo-
dar-lhe a remessa dos que pertencem a Parahi-
ba eCear no vapor Jaguaribe, que deve largar
deste porto no dia 14 do correte, e a dos que
esto destinados ao Par, no prmeiro vapor da
companhia de paquetes que passar do sul, para
o que icam ji expedidas as convenientes ordens
fleando ao sea cuidado contratar com o consigna-
tario ou capitio de algum navio mercante a con-
duccio dos 50 barrs de plvora que pertencem
a provincia do Maranho.Expediram-se as or-
dens a que ae allude.
Dito ao gerente da. Companhia Pernambucana.
Pode Vmc. fazer sahir para os portos a que ae
deatinam os vapores Periinunga e Jaguaribe nos
diss e horss indicados em seu officio de boje.
Portera.O presidente ds provincia sobre
proposts do Dr. chefe de policia n. 272 de 25 de
fevereiro prximo fiodo, resolve demittir a Jos
Mara Brayoer do eargo de 4* supplente do sub-
delegado de policia de districto da liba de Flo-
res, terceiro da fregueiia do Bonito.Commu-
nicou-se ao chefe de polida.
Dita.O presidente da provincia, conforman-
do-se com a proposta do Dr. chefe de policia a.
257 de 90 do mes prximo fiodo, resolve consi-
derar sem effeito a portara de 23 de dezembro
ultimo, pelo qual foi Jos Cavalcanli de Albu-
Jaerqne Uahoa nomeado prmeiro sapplente do
eiegado de policia do termo de Seriohiem e no-
meado para este cargo o bachero! Manoel Nieo-
lo Pinto Riguaira de Sonsa, para o de quarto
suppleate do mesmo delegado o hachare! Jos
Eugenio da Silva Ramos.CommmuDlcou-ss ao
chefe de policia.
Expediente do secretario do
ter sido a perorado otrutrato erebradQ oum. o i sob 0. 2,
trveme.
Officio ao inspector da thesouraria de fazenda.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda,
transmittir V. 3, a ioclusa ordem do thesoaro
uaeional datada, de T do Janeiro dHe nno
CORRESPONDENCIA DO DIARIO
PERNAMBUCO.
Parabiba.
Cidade de Mamanguape, 24 de fevereiro de 1862.
Parece-me que conclu a minha corresponden-
cia do mez prximo passado do Janeiro bem re-
ceioso da apparigo da Srs. anananeata ci-
dade, e o receio nio era aem fundamento, havia
morrido urna eacrava, e o medico assisteote disse
ra que havia morrido da angina, depois morieu
mats urna mulher doente das guellas, algumaa
iofiamages reats appareceram nos lugares onde
a "angina coaluma fazer seu pouso, immensas in-
flsmagoes ficticias, s criadas pelo medo tambem
appareceram, a vista d'isto ficou este sea criado
com receio de tambem soffrer algum aporto no
real camioho do pao nosso de cada dia.
Felizmente todos estes recelos se evsporarsm,
as ifiamagdss que appareciam, eram logo com-
batida com o acnito, e baliam a sua pluinagem.
Anda nao lomamos respiragao ji andamos com-
prando ludano, camphora macella etc., para hos-
pedar ao Sr. cholera que nos bate a porta, j es-
ti elle eocommodsndo a os nossos visinhos da
Villa-Guarabira ; alguns rebatea tem apparecido
de ter havido victimas muito perto desta cidade,
estou porm convencido que ainda nio temos
cholera, salvo se o tal seohor tomou ooyos carac-
tersticos. Creio que a cmara municipal, e o
subdelegado j efficiaram ao Sr. presidente ; cons-
ta-me que aqu esti a das um pharmaceutico
mandado pela presidencia, aioda nio o t. Di-
zem-me que o tal homem dissera que aquelles
a quem sobre elles laogar os seus luzlos nao mor-
reriam, por esta certeza mathematica, coofesso,
fiquei com medo de tal homem, se for assim bem
se pode chama-lo salva vida Confiamos oa
presidencia, caso nos vejamos em apertos. Foi
cerneada urna commissao pela presidencia para
soccorros pblicos, confiamos que seus membroi
humanitarios como sio, empreguem todos os es-
forgos a flm de bem desempeohar a alta com-
missao de que esto encarregados, posso ssseve-
rsr que encontrarlo oos habitantes desta cidade
o maior apoio. E qualquer que for o resultado
doa aeua trabalhos eu lhe commuoicarei, despen-
ssvamos bem tal vlsits, mas como vem por de-
terminadlo da Providencia devemos recebe-la
com toda aresignagio, ecoragem para nio aban-
donar uns aos outros.
Nos principios deste mez, comegamoss ter chu-
ras, causou ella grande alegra, estavamos a bo-
tar a alma pela boeca, qulsi a morrer asphixia-
dos pelo calor, e poeira, e sem espersngas da co-
lheita futura. Os senbores de eogenhos da assu-
car Tiam o producto de aeus trabalhos reduzindo-
se a nada, aodavam a fazer levadas por montes
e vales a flm de levar alguma gota d'agua as ca-
nas que se achavam quasl a reduxlr-ao ap. Ago-
ra acha-ee ludo verde, os rogados plantados, e
ludo maia animado, reata agora que a esperan-
za de melhor prego de assucar se resltse para a
safra futura, do contrario a maior parte dos se-
nhores de engenho abandonar&o tal cultura e os
pertinsses depola de mais una dous annos entre-
gario os eogenhos aos seas credores que irio
plantar oelles mangabas; na verdade bem tris-
te, e doloroso rer-se ss difflculdades com que
luta a nossa agricultura pelo abandono dos
nossos homens de estado. Em todos'oa paizes as
industriaa encontram animagio concedendo lhea
prerilegios, premios, garaoliodo-aa, e livrando-
as de pozados impostos, entre nos ludo o con-
trario. S ae cuida de industria barriga!, os fi-
ihos da fortuna a tralam de arraojar-ae, e seus
fiihos, genros etc., e as suas sobras reparten) com
os seus agentes encarregados dos arranjos. pti-
mo modo de vida, e rae todo em momo silencio
s apparecem jornaes advogando a causa pessoal,
e logo que esto servidos os seus redactores, ou
redactor comega ora rida, bellos artigos appa-
recem enllocando nss nuvens seus patronos, exl-
gtndo at de S. Pedro entrada franca no con
anda quando leve na testa a legenda de contra-
bandista, faqaiits, e prevaricador. A ana poa-
culas, oa phraae destes barrigadinhoa um ver-
dadeiro cordelro do Senbor.
Foi removido para Cabaceiraao Dr^lvsro Ns-
tor juu municipal da capital desta proviocia, e
tal remogao um vardadeiro enigma. O Sr.
r. Alvaro estando affectado do peit convindo- .
lhe para a aua cura habitar o centro por algum
tempo procurou permutar o sea. lugar com o ioix
municipal de Pombal, aste sentido M o aeu re-
quenmeulo etc., quando eaperava deterimeo-lo
eis-que lhe spparece destinado outro lugar, e
com maia o adendo a pedido A lei que ga-
rante ao magistrado a eslabilidade j comega 9
cahir em desuso, brevese lhe caolar o memen-
to ns cabeceira. Na verdade para q.ue le ? as
vezes s serrem de embaragos a qualqaer arran-
jo, vamos bem. A lei s deve ser respeilada pe-
los pegenos, executadaa para com estes, e lude
uto porque a policia barrigal assim o exige.
Foi nomeado e entreu. em exercicio do lugar de
subdelegado desta cidade o teoente de policia
Fortunato Ferreira da Silva Campos,conheco este
ouicial, e espero que preeocha bem o lugar que
oceupa, confio em aeu criterio, para bom desem-
penho dos seus deveres pode contar com o apoio
tranco dos homens honestos do lugar aem dia-
lincgao de partidos.
Trata-se nesta cidade de ama fallencia de Jos
Garca Alyea da Silva, este homem no dia 20 e
tantos de Janeiro abandonou o aeu esttbelecimen-
to, tendo despedido todoa os seus caxeiros, e em
sea lugar deixou um homem inleir&mente ebrio,
trancando todos os livros, e mais papis em urna
burra, oio deixando nem ao meaos as facturas
para por ellas serem vendidos os gneros. O juiz
do commercio sabeodo deste abandono, sabendo
por ioquiricio de leatemunhas, e por coofissao do
ex-guarda livros da casa que tres letras exiatiam
vencidas, e nio pagas ; para garanta o capital dos
credores, e psra saber qual a causa do- nao pa-
gamento das letras abri-lhe a fallencia, alguns
livros prima facie estio escrpturados dolosa-
mente, dousou tres existem maa regulares, aio-
da nao sa procedeu exame sobre elles o tal Sr.
Garca Qogindo-se de maluco risesndo as portas
do sogro com carvo e fazendo outraa couzaa
iguaes, ao mesmo tempo moslra-se perfeitamente
bom, parece-me haver per ah muito calculo.
O seu guarda-livros disse-me perante algumas
pessoas que s< havia despedido da casa por ver
o modo por que ltimamente ia procedeodo o tal
Garca, e que oio quera ae responsabillsar pelo
que appareceesse para o futuro. Muitas cousas
deootam que o Sr. Gascia nio lem procedido de
boa f, confiamos que o juiz do commercio nada
despresar.
O tal homem que o Sr. Garca deiiou encarre-
gado dos seus armszens ers tao ebrio que indo
urna vez no armazem o negociante Jos de
Castro Pinto l nao encontrou urna s pessoa,
estara o armazem entregue aos ausentes; lu-
na encontrou o tal encarre-
gado proslrado pela embriaguez em urna rede, e
perguntando o que linha respondeu que nao li-
nha louca para vender que s linha pratoa razo.
Occupei-me tanto deste homem por haver alguem.
que eoteoda que o juiz commercial deste termo
oio poJia techar-lhe a porta.
Se for preciso as seguales tratarei desta ma-
teria com o cdigo do commercio aberto.
Foi para a capital por notQcages do Dr: jola
de direito da comarca o eacrivio do geral Vicente
Ferreira Serrano, consta que fot- responder por
urna falta por tt BussnaBJda. -qual fot nio re-
metter em tempo amas appeUacdes p"ara o supe-
rior tribunal da relagio.
Depois de quasi 20 annos de servigo foi a pri-
meira vez que foi o Sr. Serrano a presenga da
seus juizes responder por falta, o seu earscler
honrado, o seu proceder como escriro sempre
lhe graogearam a estima de muitos juizes com
quem tem servido.
Ha algam lempo para ci tem soffrido graves
encommodos em sua saude, baldadoa lem sido os
seus esforgos em achar um eacrevente que o aju-
dasse, parece-me ter felizmente encontrado um
ha poaco tempo.
Se a jusliga rigorosa manda punir a falta em
que cabio, a benevolencia nio deve no todo de-
aapparecer em vala de aeua honrados preceden-
tes, eem sttengao a urna numeroaa familia de fi-
ihos, sobriohos que tem, s pena a elle imposta
veri recahir sobre urna familia que precisa de tra-
balho quolidiano de seu chefe psra subsistir. As
fallas as mais graves sio susceptiveis de emenda,
as leves conseguntemeote deven estar em me-
Ihores condicoes, devemos espersr que nio haja
reincidencia.
Adeua.
* *
P. S.Depois de ter concluido esta, chegnu-
me as mos alguna nmeros de um aovo peri-
dico que se publica na capital dests provincia,
deoocoinagio o de Giromacia, parece-me filho
legitimo de tal pai, na aegointe direi alguma cou-
sa a respeito do novo campeio.
Novo adeus.
DIARIO DE PERNAMBUCO-
Recebemos, pel Princexa de Joinville, entra-
do hontem dos portos do norte do imperio, car-
tas e jornaea com aa aeguintes dataa : Amazonas
8, Par 22, Maranho 25, Piauhy 18. Cearl 28
do passado. Rio Grande do Norte, e Parabiba 5
do corrente.
Amazonas.L se na Estrella :
c A cmara municipal da cidade de Teff no-
meou urna commissao para felicitar ao Exm. Sr.
presidente, composta dos Srs. Drs. Bstellila, Cou-
lnho e commandante Nuno.
e No dia 21 ao meio dia a commissao dirigi-
se a palacio, e sendo admlttida em presenga do
Sr. presidente, o relator, o Sr. Dr. Coutinho, re-
citou o seguiote discurso:
c Illm. e Exm. Sr. presidente.A cmara mu-
oicipal da cidade de Teff, acompanbando os
funcionarios pblicos e maia pessoas gradas
desta capital nos sentimentos que manifestaran) a
V. Ezc. as suas coogratulages, pela maneira
econmica, imparcial e Ilustrada porque tem V.
Exc. administrado a provincia.
c A digna corporaco que agora representa-
mos, Exm. Sr., nao podia ser indiferente a po-
sigio elevada que toma V. Esc. diaole dos nego-
cios pblicos.
Conhecer do estado das diversas localidades,
e dos melhoramentoa que lhe aio indiapensaveis ;
estudsr os recursos do paiz psrs d'ahi deduzir os
meios mais proreitosos ao seu desenvolvimento,
ao bem-eslar da populadlo, o caminho poc
onde rai o administrador que comprehende a aua
posigo, e sssim que lem feito V. Exc, tanto,
quanto permitiera ss circunstancias acluaet.
c A vasta e a rica provincia do Amazonas qe,
para o faturo, ha de collocar-se 4 par da suas
rmias, e talvez tomar-Ibes i trente, como exige
a poaigio que oceupa e oa grandes recurso* que
contera, precisa de aer encarada da multo alto
para avaliar-se devidarnente.
c As necessidades desta provincia, nlo. sao
questoes de boje: cumprjF preparar o terreno,
mas sempre olhando para diaole, como o nauta
que manobra o navio nlo arredando os olnos da
bussola.
A, cmara.' auoirWda cidade de T*bM. com-
ehetrada Cestas Terda.de, rendo fue V. Exc.

penetrada fiestas Teredo..----------
19,q, sabe Deus como adquirida, laTS.lodas.aimt-lA**Mi daMeron WUotur "5- v0 wo
IvllTiLJDOl
#








w
s^uaaujaepura----

^s
-,
.I
aesigoilidos servicos
t lempo
gtaasuid*.
llanius. SI de Janeiro 4e 186*.
-

~
duas mil pessoas.
Qaem estere no Per* reeoohecer, nurop-
lueetdaee dea exequias pela grandeza da calhe-
dral, cojo tamapho inferior da groja de Sio
j"'B8 primanto e cinco de largura !
adiare! Mata noumjubi eaujocurreoeii de
, teslemuohaado ao
a trotanda gralidao de Tjfe
--------- --------j**o llar
lia* da Silva Coutiahe.~Na* Alea* Patena
6* Mello Cardozo.Caetmo Eilellita Cavilcaali
Peteoi. >
S. Etc. reipoodeu :
* Merece-oie toda consiawagao a tatUUece
que acabo de ouvir. Agradaaacde a cantara -
nieipal de T.ff eate leiieraeirtio de apreso, aero
declarar que, na cumprireeeso a dererea o
cargo, que ora exer50, nadeeaaia eoh* ferie lo
o penaamento do governo iaaawriat. torjarHBte-
feei pira proseguir no mesmo proposite, cor-
reapooder aaaim aa vistas do governo Imperial e
a capectatU* publica.
Manoel Claaaeotioo Caroeiro da Cuaba.
Pmr.Nada temos a accreaceraftar carta, di
aseo correspondente. ,^^
A quizena decorrida depoia da sahida do ra-
po* Oyapotk foi noiarel pelos atoatecimentos
M aqui tireram lugar ; delta fez en relacio ao
rara oa seas leHores nao QcarSo baldos de oori-
Jaes, bastarla para os satisfazer o pomposo fuX
neral que os port'jguezes literara pela morjflilo
tea monarch. y^
* ^r*n,c-i'>tarei por esta solemnidad* e para
preoofcner a ssisso, basta referir o que publca-
os joraaes desta capital, Gro-Par e Jor-
..jldo Amazonas-; entretanto alguma cousa direi
de casi, pois que, por mais que se descreva este
acto, nao se compreheoderi que no Para, ae p-
deos* (azer tanto, e com tanta riqueza e sump-
taoeidade 1...
Os joraaes tres dias antes do marcado, pu-
bliciram o programma dts exequias; deixo de
mencionar porque a discripco dispensa seme-
Ibaate trabalho,
O primeiro acto solemne foi urna miisa qae
* aaciedade Seeeficente, mandou dizer no hospi-
tal dos internes lazaros de Tucuodnba.
c Aoamaahecer do dia 9 grande numero de
(OMoai do todas aa posiges, oacionaea e eslrae-
sjeras. e de ambos os texos, achara-se reunido
aa prtga de Pedro II e pelas 6 1/z horas part-
ram todos, nos a carro e ontros a cavado, diri-
giado-seao hospital do Tacunduba.
Era a cornmissao da sociedade Beneficente
nearregada de promover a subscrico pelos
snembros dessa bella floresceole associago, para
a exequias do Sr. D. Pedro V, que, acompaoha-
tia por muitos ooiros coragoes beoeflceotere ca-
ridosos, ia praticar ao mesmo tempo urna obra
le misericordia, fazendo celebrar urna missa
celo eterno descanso daquelle sabio e virtuoso
mooarcha, e de caridade, distribuindo esmolis
pelos infelizes enfermos daquelle hospital.
Logo que alti chegaram, o capello do eats-
lielecimenlo subi ao altar e 00 raeio de sentidos
e barmooiosos canucos dos infelizes doeotes, ce-
lebrou o santo sacrinciofda miisa com a intuco
qae cima Oca declarada ; fiada a qual, fez um
tocante discurso aos raesmos enfermos, recor-
dando as virtudes do excelso mooarcha, por cuja
lata acabava de sufragar, louvaudo o acto da
eociedade Beneflceote, e terminando por conri-
da-los e de joelhos resarem um Padre Nosso e
urna Ave Hara pelo eterno descanso daquelle,
caja seotide e prematura morte era a causa de
all se acharem oaqoella occasio reunidas tantit
pesa oas.
Nao s os enfermas, como todos os que all
Htavam, prostreram-se accedendo ao convite do
padre capello.
Em seguida, o Sr. Dr. Josquim Biptista Mo-
leire, digno cnsul da nago portugueza, recilou
tim bem elaborado e importante discurso a res-
peito ao qual deixamos de" fazer coosiJeraco
alguma, por isso que ser deeidamente aprecia-
4o por todos logo que seje publicado.
Eoto o Sr. Dr. Caolo, director do eitabe-
lecimento, em poucas, porem tocantes patarras,
gradeceu, em rime da humaoidade em geral, e
dos doentes do hospital do Tucnuduba em par-
ticular, o louvavel procedimento da sociedade
beneficente terminando por mostrar que de todas
as solemnes e justas demonstrarles de sentimen-
toi que se teto manifestado pelo passameolo do
Sr. D. Pedro V, nenhuma ser mais grata ao
creador do que aquella que ali ia praticar a
sesma sociedade bi-nifcenle.
O Sr. Vicente Tedeschi em nome da socie-
dade retrlbuio esse agradecimento.
Seguio-se eoto a distribuido das esmolas,
m quaes consistiram em urna caiga e urna csna
a cada enfermo do aexo masculino, e urna saia
e urna camisa a cada doeole do sexo feminino ;
e alem disso um prato, urna ligella, urna colher,
dona meios molbos do tabaco, urna libra de-sa-
*ao, duaa libras de carne verde, pao ebolscha e
treaou quatro mil feis, a cada um dos enfermos
do quslquer sexo ou idade que fosse.
Ao mesmo lempo a mesa administrativa da
Santa Ca, enio representad pelos Srs. Joio
Augusto Corre D. Msooel Ooety. tara a lem-
branca de abrir urna subscripto para a compra
le camas e lences para os enfermos, subscre-
Tendo o primeiro 100J000 e o segundo 503000, a
jnai lodos espontneamente e com prazer ccn-
correram, produziodo 5108000.
Tudo isto se paasou no mel de sentlmentos
nixtos, de pezar e de satisfaco : de lagrimas e
de prazer intimo. s
Depezsreda lagrimas, pela lembranca da
cansa que quelle acto dars lugar.
De satisfago e prazer intimo pelo bem que
ae fazia a urna parte da familia parsense votada
miseria e a sepsraco da sociedade.
Justo que aqui mencionemos os nomesde
algumas pessoas que concorreram com as suas
smols que foram distribuidas para que recebare
o agradecimentos que lhes sio devidos, deixan-
do de o fazer o mesmo a respeito de ostras, por
asiim o haverem reeommendado.
A Bxa. gr.* D. Victoria Harta de Paiva
Aotuoes Tedeschi. deu toda a roupa, o por suas
propras mos a distribuio pelos enfermos.
A Exm. Sr.* D. Anna Pulcheria Clara Mo-
reira de Castro Barros, tambera por suas mos
dava 1JW00 a cada enfermo.
*t A sociedade beneficente distribua 1^000 a
cada enfermo, e ali rneimo denlre os seus socios
tirn a quaotia de 70000 com que contribuio
para a subscripto aberta pela mesa da santa
asa que foi pedida pelo Dr. Moreira.
,. *. _?r- Antonio Joaquim Pereira deu um ml-
laeiro de telhas, e 15 alquetres de cal; esmola esta
de que multo preeisavam os enfermos, por isso
naor estado da roina, sera que sej possivel se-
r atteodidas as reclamacoes do director, para
ao menos ser retelhada.
a Os Srs. Antonio Joaquim Rodrigues, e Ua-
noet Pereira de Mondonga, 70 meios molbos de
tabaco, cada um.
O Sr. Thomaz Xavier de Barros, 1S dudas
de ligeliis e pralos liaos.
a O Sr. Antonio Rodrigues Quelhas, 6 duziaa
de comeres.
a O Sr. Joaquim de Souza Mosquil, 70 libras
de sabao amarello.
O Sr. Amaro Viegas, i quartos de caroo
freses, e 70 pes de 80 reis.
O Sr. Jos Joaquim Saraiva de Miranda, 11
a cada enfermo, pao e bolaxa.
c O Sr. Joaquim Pereira da Silva tambem dava
a cada enfermo ama quanlia que aqui nao men-
cionamos por nao sabermos ao cerio quanto era.
Alguns senhores negociantes do Porto do
Sal tambem deram esmolas de pi e bolaxa ; sao
atoa os que desejam occultar seus nomes. assim
amo outros| que concorreram com mais um nai-
lheiro de telhas. 3 barritase 14 alqueiresde cal
4 camas de ferro, na subscripto ali promo-
Na despedida um dos enfermos agradeceo
por ai, o por aeus companheiros, em linguasem
xade, mas nascida do coragio, os beneficios que
aesbarsm de receber.
Eram 9 horas o meia qnaodo acaboa este
acto, regressaodo mais de qaatrocentas pessoas
capital.
Pela rolla do meio d'este dia, oa navios por-
tnguezei, ao sigoal de urna salva de vinte o nm
tiroi dada no mar, cruzaram aa vergas, assim
soaso das duaa horas da tarde em diante todas
aa lgrejas dobraram i finados.
Poi um momento solemne, pois que, para
todoa chegaram a hora do recolhimenlo e da sau-
dade por iquelles qae do fastigio da gloria, da
?., .' hOTfru elnnut este mundo le
xaidaoea o engaos.
^JT'r'.r.^** e,lm Pot a ontiada do
coovida-
aclo o ba-
D1A110 DB PERNAMBUCO. ,
j'-. ______?*
SE1TA FfULa\ 7 DB MABJO DE 1884.
*L'?i!Sl....!..!-du.?? >cl'T* "* "''^ orde" P">. combinada com o valuJo o Oflmwm
1 **4W Kuirt,m lug,rM d1"<<> P" ata de por ledo o templo, e ae tari umaldea ~ --w-^ "*MB UUIBBBJBf BJU1 ^Bj JBjBBB U blll I OBBBBH* D
asas, eje eaxajaj vaaa-aa toaa, ai capalas la-
va) Maanae, cilpoaaad para taaM da
I; m nova bacaa 1nnafa ais cantados a rel-
ien
leraa Wtswnaa.
mil; as nova bacaa depata ata contados m rei-
pooaarios, fai qae ere anal aa caperas.
*> dia 4*, aac cinco awraa da macea- at
is 9, caletaamrJMa miaaaaporaliaa dea aagus-
w*alaado^b duraa^o asa iaaapa -c Jaalsdada
Beneflceote distribuio para cima de qustrocenlas
fjBigafil La *fc** ^ ^*>U*J-1 fiati nai .CkakJtUatl
^"^acpaBaj otts l*ac araj Uan*jajictt a p.IVsl p>IVI*aa*.
A capital eslava nesle dia mergulbada no
mais profaodo aileacio ; sigoificava dfir, qae re-
pugna sempre com o menor ruido.
Este silencio era de quarte em quarto de
hora iolorrompide pela salva de artilbaHe.
c No mar 0 em larra, por toda a parto en-
cootraram-se aa mesmas pravas de saudade por
Pedro V, cujas exequias eram celebradas na ma-
geiloia catbedral parense,
a Eotrando-se ao templo, ca.va-se sorprendi-
do pela magclflceocia, e consolado pelos soos re-
ligiosos, que doi lembravam, que tudo passa-
geiro menos a divindae.
c Abi eslavam reunidas todas as autoridades
ecclesieaUce, ciris, militares o judiciarias, o o
corpo consular.
Ah eslava a cmara municipal, todos os
funecionsrios pblicos, o tanta gente quinta po-
dio comportar o externo edificio da nossa bella
calhedral.
c Nanea a S se vira tio bnlhaote; nunca a
ostentara tanto a ana magoiaceocia.
Nanea a religiao ae nos mostrara tio rica de
conselaedes, tao frtil em conselbos harmoniosos
que partiam 'alma, e encentra vara certeiroa o
camioho do coraQo.
S. Exc o Sr. bispo diocesano celebrou a
mina tn pontificalibu, acompanhado de todo o
cabido.
O rerereodo Sr. padra Dr. Pedro Honorato
Corroa de Miranda subi cadeira ssgrada.
i Da orago que poderemos nos dizer, que
bem traduza i aensac,des da alma que no audi-
torio produzio a roz sympathica e eloquenle des-
te talentoso e esperanzoso sacerdote? de que
phrases nos poderemos servirpira acompaohar
semelbante aguia nos dos arrojados que des
prenden? quando que aquella tribuua, em
iguaes casos, se vio lamben e tao originalmente
oceupada ? Nunca, absolutamente nanea ; ao Sr.
padre Honorato nao escapou nenhum dos fados
principaes da vida do roi mancebo, cuja morte
todos nos lamentamos, na sua expsito foi pa-
Ihelico e sublime, sem esforco, arrebatando com-
sigo o auditorio tao numeroso que o templo ar-
fava com elle;quem conbeceu o Sr. D. Pedro
V pessoalmente, quem ouvio pregar os Malbes,
os Carvalhos e outros, devia implantar aqui
aquella estylo de* oratoria que lo grande no-
meada lhes deu ; o modelo ahi est vivo o per-
feito, imita-loa em poucos annos tiremos bons
pregadores.
Por fim oavio-se o Ctutrum dolorit pelas
dignidades, recitando S. Exc. Rrm. a ultima
orajo.
Tres coros ac tupan Imam a celebra cao f-
nebre.
O primeiro era compoeto das 15 virgens se-
guimos:
D. Guilhermina da Conceicao Viaona e D.
Mara Eugenia Vieuoa, filha do Sr. Bento Jos
Rodrigues Vianaa.
< D. Josephioa Semu da Silva o D. Maria
Isabel da Silva, filnas do Sr. Jos Joaquim da
Silva.
a D. Jara Jos da Gama Malcriar, D. Mauri-
cia da Gama Malcher, D. Aona Candida da Ga-
ma Malcher e D. Josephioa Clara da Gama Mal-
cher. filbas do Sr. Dr. Jos da Gama Malcher.
t D. Felicissirea Julia Pinheiro, D. Maria de
Be:m Bemvinda Pinheiro, D. ldalioa Amalia
Pinheiro, filhas do Sr. Antonio Pinheiro de La-
cerda.
D. Domingas da Silva Pinheiro, filha do Sr.
Manoel Pinheiro.
D. Josephioa Maria de Freitas, filha do Sr.
Manoel Joaquim de Freitas.
D. Maria Custodia Pereira Garneiro, D An-
tonia Augusta Pereira Carneiro, filbas do Sr.
Antonio Jos Pereira Caroeiro,
< Toda a msica foi expresamente composta
para as exequias pelo talentos* paraenae o Sr.
Henrique Eulallo Gurjo.
E' urna producQo mimosa no estylo Ver-
diaoo, hbilmente combinada, e toda cheia de
doces e sentidas melodas.
Compdem-se de 9 respoo^orios e da missa.
Os responsorios mais notareis foram o 5*.
o" e 9*. contendo : um do cantado pela Srs. D.
Guilhermina Vianna o pelo joven seminarista
Cabral; um tolo executado anda pela mesma
senhora; e outro tolo pelo hbil pianista o Sr.
Joaquim Piolo de Fringa.
Os coros do 6o e 8* responsorios sobressbi-
ram aos outros.
a A missa principia por urna marcha fnebre,
eomo introdaccio, e alm dos| coros, todos ma-
riosos, notou-se : o- do i memoria alema,
cantado pelo Rvm. Sr. cura d 1 S, Sererino Eu-
zebio de Mallos Cardoso, e peio Sr. Antonio Ma-
ximiano da Costa ; o solo la rimosa dits illa
cantado pelo mesmo Sr. Costa ; o dohostias
.------..,, >HI 4.D um,, tl^| jasji^gjiuHu- iu EommaDaaQle ?'* "?' fl-ftmj. bispo trrocooaiio-) -macesdo uttunido.
ao Krd_ ratudn uluaiJu^..______.-------. f._____,_
e o noTo esaalbaaaa
tuosidada das exequias celebradas.
J IV> fim, urna immensidade de pora,
tres Notas da tarde, sahia da calbedrat,____
thando-se pelas ifferentes russ da cidade, c a
tropa qua formara a guarda de hoota dar as
salras a descargas do^ealjrlo.
"c a*rodo odia asila so curia a troar ao ca-
abi^csaa.goaide aaaiakneato. e aseis aarai da
tarda enea saiaa dertl Uro, tDWMU o saaerat.
A igreja coscerrea-se per atis do eioee
*aaaaberta oaaeuraaaeia do poa, que no caa-
Mvpara rer o odnaicar o mageataso o gnnc
wtapbio e a aaainia do Um uto 1
c No dia tS lloara arada a eattradrel umeft
co fnebre, em que servio m.u gima, pflereci-
** aaaMo os tuxaaas Lttstosa o Saracary (ia-
rat), maia outros indios, poucos
aaaat 1
conflicto liraram conbecimento os in-
**, o a autoridado enriou ama escolta com-
aaaedada por ofRcial, afim de talvex syndlcar do
aecarrido e prereoir ouirai desordenan
ialli08 Aolooio Lopes, Joaquim da Maga-
laios a Aaloai#Macuxi. que deram esta noticia
ao commaodo do (arta daft Joaquira la rio Brau-
co, acreaceotaram que a larca ifrleu ae estabele-
oara no Portal* oa BoitaU.qaaftca aatfe 01 men-
cionados ros Repuraary a Tacata.
< A rista deata circuansaocU, msaoii o com-
maodante de S. Joa.uias am asara com 11 pracas
para reconhecer a reracMcde da natacia, e. no
aso de encontrar osinfletes. entregar um officio
ao commaodaQte da escolla pedindo-lha lnfnr-
... -------------_r. uuiia; o ouwno
an.r'?'"H-0cpe,!.Sr.'- "' Gul,lherk,ni0. Y*" 11? aa teru feito o 'melhurado ; o que "permet-
anna, e pelo dito Sr. Costa; o soJo-t-enedicut todo as torcas da provincia mais anda ae conse-
gu venitcantado pela Sra. ). Guilhermina Vi- ..r m provincia mais amua se conse-
anna a> m t- -> ~ a_. A___a .. _>._______*_____
ao Rvd. cabido pelos au8rai'os do aanirersario
do UUecimeato do bispo desta diocosa. D. Ro-
mualdo de SeixasCoelno.
a Foi urna bella accao das parluguezes o do
armador, porque o cabido aempro ao preala gra-
tuitamente taea aolemnidades. < '
c Honra porem am (acto trale a lamentar no
funeral; am des marinbeiros porluguezes <|Ue
ascorrara a artilharia para aa salvas, ioi erido
graromacta n'ms mi. qua foi cortada no hos-
pital para aalrar a rida 4 ease iofeli.
c Jaa, apezar do aemeHiaate acootocimento,
o mariaheiro lem aido tratado com toda o es-
mero, e o cnsul portuguez tem promorilo um
aobscripcao. a qual j mouta um cont de ris
pira garantir o futuro desse aeu compatriota, as-
sim nomo o dono do nario Ligtxro II eaearre-
gou-se de tomar aob a seu auxilio a orle da
respectira familia.
Nunca ae rio Unta dedicacio a 'tio sincera
una o entre oa por tugete, todos em geral aa-
criflcaram cesta occaaio quaesqaer resseati-
nentos e interesseo, para levar ao cabo as so-
lemnidades o os actos patriticos o religiosos em
homenagem e suffragio lamentavel perda de
D. Pedro V. e de seas augustos ir mos.
c Em seguida i esta acto tiremos a abertura do
Cansino Paraense, daodo o seu baile ao dia 15
do correte, qua estere muito concorrido.
< No outro dia boare ama aolemnidade, tam-
bem digna do especial mencao, e foi abertura e
inauguracao do noro Colltqio Paraense, que
subsuiuiu o enligo Lyco.
Houreram convites espociaea para o acto,
que assistiram o Esa. presidente da provincia, e
oulras militas autoridades civia o militares.
c O edificio eslava decentemente preparado, e
urna banda de rauica tocara nos iutervallos.
< Depoia da missa, sabio cadeira o Sr. Tito
Frauco u'Almeida, proessor de pbilosopbia, e
orador da cougregacio.
Eis o resumo do seu discurso :
Agradeeendo a honrosa oomeacio de orador
da reapeitarel coogregago dos keotea do Colle-
gio Paraense, coosidera a instruccao superior na
proviocia deade a creecSo do lyceo [Ui n. 97 de
3 de julho de 1841) at oa oossoa dias.
No primeiro periodo (1841-51) encontr um
curso de humanidades em 5 annos ; e oatro do
commercio em 2 annos ; porm o lyco qaasi
loleirameole independenie de forca externa, e
portanlo regelalivo.
: No segundo periodo (1851-61) nao eocontra
mais o cu,so de commercio, e em substituicio
independencia, a mais completa sujeicio do ly-
co merc, at em materia d'ioslrucco, dos
ra-reos de opinies de momento. A continuar
assim suuocada a instruccao mal do seu futuro na
proviocia.
< A este periodo de sodado pertence a decre-
lacao das incompatibilidades quer de exercicio
qur de lugares geraes, prorinciaes ou munici-
paes.
Felizmente em 1861 executa-se a lei n. 78
de 3 de dezembro de 1855, transformando o ly-
ceo em collegio com ioternato ; acabam-se as
incompatibilidades, e barmooisa-se a indepen
dencia inslructira com a dependencia adminis^
trativa.
Aprecia aa vantagens das novas cadeiras de
R m m atina nknU..^L:.. l->t.-a _-______
r~" "* "" u uuvag caueiraa ue narannao. No Ola 12 do passado tere lugar o
grammatica pbylosophic, lalinidade, e trgono- funeral do Sr. Dr. Pedro V, como se v do seguio-
metna ; compara a instruccao incompleta do te trecho do Publicador :
?orn ? **. ^m a d0 colle10. <>ue com ia" Honlem celebraram-se na cathedral as exe-
teroalo polo Sallsfazer dous vrindmi desrini nn iiuia< nna na nri,.-,,,,,.. .*..; ..;j....- _____
lernaio poleaatisfazer dous grandes desejos no
eosino : a solidez dos estudos, e o seu aprovei-
tamento pelo maior numero.
Lamenta que, como oa Prussia, onde ha um
curso constante de rehgio, como o de latim,
grego e malhematicas, nao baja tambem no col-
legio, oe lempo d'iodeferentismo religioso, e de
egoisuju, em que vivemos, afim de que a mocida-
de ae forlalecesse as crengas paternas, epo-
dease repudiar o veneno dos innovadores.
Lameata quu nao baja um curso u'ecooomia
poltica, para animar o bom emprego dos cauitaes
materiaes e immateriaes. afugeuiando o luxo e
lodos os meio* de gastar improductivamente a ri-
queza, substituiudo-os pelo trabalho (Ilustrado e
productiva.
Lamenta o atrazo da mocidade femenina,
que depoia se toraam mes, irmass, consortes,
ou filhas, dominan lo sempre no hornera em
qualquer dessas poncoes.
a Lamenta que todos os paes anda se mos
trem remissos em mandar aeua filhos escola e
ao collegio, sem se lembrarem que o melhor
presente que lhes pJem legar a instruccao,
urna bos oducaco.
Lamenta flmflm,que nao leohamos urna
escola normal, em que se formem mestresde es-
colase professores.
Apezar disto apraz-lhereconhecer, que mni-
auttKidsdes o mais de tres mil ptAoaVlavan"
cUam o orpo da graja, Comdoi^T'SSu^
latera es, sacristas, tribunas, coros etc. ipr
aona ; e o grande eoro finallux alema lueeal
executado por todas as virgens, terminando
por um dueto cantado pela Si a. D. Guilhermina
Vianna e o Sr. Cosa.
O segundo coro, composio de sacerdotes e
seculares, auxiliava o primeiio, sobresahindo a
voz do Sr. padre Severioo, qi e pouco j Bo-
tamos.
O terceiro que s tocara ios ioterrallos era
composto dos curiosos da soc edade Phil-Euter-
pe, notan Jo-se o do executai lo pelo seu perito
director na rabeca, o Sr. Thecdoro Orales, e o
Sr. Amaro Viegas, no pistn, acompanhados por
todo o instrumental.
Os coros foram acompanhadaa sempre pelo
bello orgio da calhedral, tocado pelos Srs. Fran-
ge e padre Eutichio Pereira da; Rocha.
Paisemos ao magnifico cenotaphio.
Parte externa. A base, que|formva o primei-
ro soco, tinha 160 palmos duadradoa com ba-
laustrada em roda, com quatro degros. Nos
cantos 4 pilastras com Iropheos porluguezes, e
emblemas representando Portugal, a arvore ge-
nealgica da casa de Bragan;al Lisboa e Porto.
a Nos pilares baviam 8 pyrajs.
O segando soco, para o qual se sabia por
tres degros, tinha 88 palmos quadrados e ba-
laustrada| roda.
Neste soco ievanlaram-se as columnas da or-
dem corinthia, sustentando o 0ntabolamenlo oc-
tognado da mesma ordem ; e sobre eale, quatro
consolos em formato corro, (o mando o lypano,
coroado com enttbolamento corynihio, onde
pousara a copula, dominada pelo emblema da
l, aos ladosEsperance e Carilade.
< Nos cantos octognados quatro rasos, fume-
gaodo incens.
No primeiro eotabolamento elerara-se am
froato em cada ama das qusjro faces, com ar-
mas portuguezss, e aos lados oito earpideiraV
< No segundo am aojo, com o pavilbio real
portugus am funeral.
Parte interna. No segundo soco, elerara-se
o ceootapbio em quadriloogo, traoapondo o pri-
meiro eotabolamento pela abobada da cpula,
d'oode deacia um parilhlo, que se enrolara naa
quatro columnas.
Na parle fronteira entrada estar o emble-
ma do lempo, mostrando am relogio, que mar-
cava 7 boras e um quarto, leodo por cima urna
corda e um sceptro de ouro, e a earta constitu-
cional.
* Nos quatro lados do primeiro corpo do ceno-
taphio quatro aojoacom oa seguintes dislicos em
letras siveia :
16 de Selembre de 1837.
H de Novembro de 1861.
*Ot Porluguezes no Paralo seu monarcha
D. Pedro V.
1 Sociedade Btneficenle, ao hu Protector
O. Pedro 7.
Sobre o ceootapbio ria-se am aojo asseata-
do, com o manto real e ama corfia de louro.
c A altura do ceootapbio, era de 74 palmos.
c O risco o armacio foram do Sr. Manoel Vic-
torino Cardoso. e a pintara do Sr. Veneri.
a A igreja em geral coberta da prelo, confiaba
oas columoaa que dividem oa aliares, as armas,
coberta 1 de fumo, dos principies conaelhos de
Portugal.
t Reuna-se i ette qaadro centenas de luzes,
guir.
Coocluindo felicita o alumno premiado, que,
sobresahindo a todos os seus companheiros, coa-
trahio a divida de sustentar o crdito que adqui-
ri, trabalhando aempre, sem descenco, porque
para descaocar cumpre acabar a larefa, e esta s
por Deua foi concluida.
Depois do Sr. Fraoco de Almeids. os Srs.
Drs. Joaquim Pedro Correia de Freitas, e Ame-
rico Marques de Santa Rosa leem discursos.
Segae-se a distribuido do premio ao alum-
no, cujo nome sentimos ignorsr para deixar de
citar, a deslribuicio de livros ioglezes pelos
alomos de ioglez, lirros o [feriados palo aeu dig-
no lale o Sr. Carlos Kelzinger ; e por fim um
mimoso copo d'agua, propoodo o Sr. Dr. Assis,
director da instruccao publica, um brinde S.
Exc. o Sr. Dr. Brusque, como o creador do colle-
gio paraense.
a Estas festas Iliterarias sio sempre da maior
rantagem ; anlmam mestres e discpulos ; des-
pertara ospais omissos na eiucago de seus fi-
lhos, lsmbraode-lhes eati rigorosa obrigacio ; e
concorrera para o ioleresse crescente, que ttato
merece a mocidade.
A questio dos leales, que Uobam de ser
nomeados pelo Exm. presidente, apz os concur-
sos, j est acabada.
S. Exc. nomeou para a aula de grammati-
ca Dhilosopbica, o Dr. Amerioo Marques Saota
Rosa.
Para a de latim o cooego Manoel Jos de
Siqueira Meados.
a Para lalinidade, o padre Eutichio Pereira
da Rocha.
c Para a de malhematicas o engenheiro civil
Dr. Jos Flix Soares.
c Tambem foi nomeado visitador das aulas pu-
blicas da provincia o Dr. Mtrceklo Lobato de
Castro.
a No dia 14 cabio umrrbo'um dos dormito-
rio* do collegio Paraense ; entrn por urna janalla
que fax em pedaces, ishio por outra que dam-
oiMcoo, deuando pelo chao ealissa e pedras.
O edificio do Careao est muilo sujeito aos
rsios. consta-no* que. boca pouco lempo all
cabiram dous.
j com oulras providencias cacraaiaates.
a O Rrd. coaego rigario geral, Raimuado Se
renoo de Maltas, j arencado em idade, iodo v
----- -- -t-i i--'"mibihm, muu i mis iajo ao c
urnas obras, cabio sobre uas paos, quebrando um nbia brasileira.
hrarn ia mo lam aadcrln or- ..... \ .ti. a
------ -----,--------.--------_ _,w pa*liiacajB'iaiiti
braco, de que tem estado em risco de rida.
a S. Exc. o biipo desla diocese, depois da vi
stliQSO que fez s freguezias da capital,, da chris
ana ai aaiiA arlraibialiAu *_.. ____ .... a lia.
de Maraj ante ae sena desde 16 to correte
Uas lacle extraeriinerio tea chamado a at-
----------------------------- ^ '- uieiuo lempo, ou a aum ata aeoois. e deat
-^f?.^Si:'"q"T' r^ I-Jo-ir UnbMprovl.ct.s .0 norte' de P
do
1-
* ^.-~ '-- i-" '^ *
Amazonas ano Brauco, quo nada menos i .
que urna desordem entre algumas tribus, resu.
tando a morte de dous befes, a tambem a entra-
da de m. ofea iogUza^ no ia##Uofoqua*egun-
do oa tratados, comldarado neutro.
a A noticia tem-sa modncado a acreareatade,
conforme a imaginario de cada naj.
Bis, ao eolaoto, o facto, como se deu.
< Eotre os ros Ripumury e Tacata bri^aram
O negocio portento nio passou de urna briga
entre inoHos. >
De ama carta, porm. de pessos, que muilo no*
merece, extractemos o seguate :
A nossa fronteira do rio Brauco rae produ-
duzindo factos, que lalrez 00 futuro origioem gra-
ves complicaceiinternacionaes.
O ultimo correio dslli chsgado refere, que em
Porlat, o'am terreno considerado neutro, entre
a nossa fronieira e da Goisaaa Ingleza, desarie-
ram-se Indios brasileiros e ioglexes, de que re-
sultou ficarem sgaos morios.
. O commaodante da tanos Ingleza mandou
Uegalmenle um destacamento para ease lugar, o
o tenente Bitteocourt de seo lado mandou tam-
bem poetar ama forja no mesmo terreno, com-
mandsda por um soldado !.... ficaudo sem se
mover nem procurar averiguar da ocurrencia.
Dizem-mequeo mesmo lenle formulou
24 rtigos de instrucgoei, com ordena at para
fazer logo, a dea ao soldado que oio aabe 1er 11! 11
* Lis como se curara dos grandes interessea do
paz I Por um lado abi jaiem aem aolucao impor-
tantes dundas sobra Umitas, por outre entregam-
se aa fronleirai offieiaes ignorantes, e de pe-
quea patente I I.. A continuar semelbante sys-
tema mal agoaro de futuro, em que nos reremos
enrolrido*, em questoes intetminrea, como a de
limites desia provincia com a Goiaona Franceza,
em que o goveroo brasileiro vai conslantemsnte
perdmdo terreno 1
A tio indiciosas pooderacoes nada temos a
acrescentar.
* A islubridade publica deata proviocia lem,
felizmente, melhorado. com eipeciilidide i res-
peto da febre amarilla.
O commercio tem-ae tambem animado com
as noticias qae ulteriormente chegaram da Euro-
pa ; os gneros quo se chavara no aertao acon-
tonads tem dtjscido, ha procura e esto alguns
por bom precu.
< Nio obsiaole, ha dona dias fechou-se a loja
de ourires de Felisberto Monleiro da Cunha, que
viera de*** provincia.
Este moco seguio para o Amazonas e nio re-
gressou mais, e descontta-se que dalli partase
para o Per ; portanlo os credores lancaram mi
dos meios judiases para se pagarem.
No dia 19 enirou oeste porto a eaahooeira
Btlmonte, que rai levar os guardas-mannhs pa-
ra a explorarlo do rio Amazonas.
Aiodi nio chegou o ooro rapor Belim, da
comuanbia de naregacio e commercio da-
quelle rio.
As alteraces martimas sio-as seguintes .
< A' descarga :
a Fisker, pelecho americano ;
< Til Bit, escuna ingleza ;
a Linda, barca portugueza ;
a Ligeiro 11, brigue dito ;
Paulino, patacho portuguez.
A' carga :
Calharina, escuna dioamarqueza ;
tabella Scott, brigue ioglez.
Para Lisboa aabio a 15 o brigue Feliz Ventu-
ra, e para o porto a barca Unido a 20 do correte.
a O vapor oaciooal Princesa de JoinvilU larga
hoja para o sul s 8 horas da manhi*.
Maranho. No dia 12 do paasado leve lugar o
europeos, nao podiam Incorrer
juizjbs.
i A mudenca, porm, operada na sahida des
Pauoetes brasileiros do porto do lio de Janeiro de
7 33 para 4 e 90 de cada mes, reie perturbar,
de/uma maneira doloroaa para os inlerosses desta
prica a regularidade da recepelo daquella "w-
reapondencta porque teodo de passar no porto de
Proambcco antes a* ebegada alas malas da
Europa, tcasa astas Ui demoradas pelo senos
quinze deas, caca materia ce coaanaercio qoioze
diea acarre tam moita* vezaaa ruaca de mu tas
cusas.
J a Nessas ciseaiiissaaii, ca o c*merek) dests
praja, per faka da aeticiaCeao ae posea buscar
os seus catelos, se rert inhibieo de faaer suas
yajaiccoga cam MjMMfiij ou h* de reaJisa-laa
m maaeira a comprometter rlgumas rezes moi-
quias que os porluguezes aqui resideutes, como
leslemubo da sua grande megoa mandaram (a-
zer por alma do seu rai, o Sr. D. Pedro V.
* \e f?ra previamente decorada pelo Sr. Vi-
cente Martim Atis com gosto e com todo o ex-
plendor possivel nesia cidade.
No meio do templo erguie-ee a mageelosa
eca, que, tocando no teclo, rematava com urna
corda real. Duas tribunas lateraes eram oceupa-
daa pela llusirissima cmara municipal, pela ma-
gistratura, corpo consular etc. Offlciou o Illm. e
Rvm. Sr. cooego e governador do bispado Costa
Lelie, aaisiido do Illm. e Rvm. cabido e de mais
cleresia da mesma catbedral.
Honraran] este acto fnebre os Exms. Srs.
conseiheiro Campos Mello, presidente da provin-
cia, chefe de polica e commandanles, quer da
guarda nacional, quer da estago naval, bem como
a llustrisslraa cmara municipal, varios magis-
trados, numerosa ofScialidade de trra e mar, os
agentes consulares de diversas naces, cheles e
rarios empregedoe das diversas reparticoes publi-
cas, multas seohoras e um respeitavel e luzido
concurso de muitos outros cidados.
O templo achava-se compleamente cheio.
O Rrm. Sr. beneficiado Manoel da Costa Delgado
em urna bnlhaote oraco, pintou as raras quali-
dade3 do mioceno rei, tio esperanzoso, tao popu-
lar e tao amado, cuja perda se deplorara. O ora-
dor sagrado abundou em bellfesimos peasamea-
tos, e as suas vehementes expresses, pelo senti-
mento e verdade de que eram repassedas, profun-
damente impressioniram o auditorio,conseguiodo
arrancer lagrimas a muitos dos que to alienta-
mente oeaculavam.
Sim, lagrimas deslisaram por bastantes fa-
ces, e lagrimas nao de etiqueta, mas daquellas
que oem sempre honrara os regios fuoeraes I...
E que D. Pedro V, orei pbiloaopbo, oio era se-
oao o primeiro cidadio, o primeiro magistrado do
seu paiz e o melhor amigo do seu povo.
O seu sceptro a oinguem jamis pesou, e a
sua urbandade era igual para grandes e peque-
nos ; para naturaes e eslranbos ; por isso os por-
luguezes o idolalravam e todas as nacoes o ad-
miraram. A sua morte, talvez ditosa para elle,
coja rida era toda de marlyrio, foi pois para os
porluguezes urna tremenda calamidade, e eis aqui
porque, anda poslos de pule o amor e o reco-
nliectmento, a sua perda cauaou a todos a mais
dolorosa impressao.
t A* solemnidade religiosa seguiram-se urna
linda poesa do bem coohecido rate maranbense
o Sr. Jos de Carralho Estrella, e dous ptimos
discursos, am do Sr. Polycarpo Jos Pinheiro,
pessoa de recoohecido talento, e outro da bene-
mrita e patritica sociedade luterana Alheoeu
Maranhense, que na exequtaa se fez representar
por urna commisso, procedeodo de igual manei-
ra as sociedades Typographica, Beoeticente dos
Ourires e a Sania Cruz. Em cada um daquelles
tres mimosos discursos se pagou um tributo da
homenagem ao virtuoso mooarcha dos portugue-
ses, que aqui se confessam extremamente penbo-
radospor lio subido faror.
a Ao acto religioso tambem concorreram urna
das senhoras directora* do collegio de Nossa Se-
obora da Soledade, e oa Srs. directores dos col-
legios denominadosInstituto de Humanidades e
Nossa Seohora dos Remedios, com os seus res-
pectivos collegiaes.
A praca do commercio dirige S. M. impe-
rial a seguinte supplica, que transcrevemos com
bastante prazer, porque rem corroborar quanto
tamos dito sobro o aaaumplo de que trata :
a Seohor. A commissio da praca do Mra-
nbio, como legitimo orgio do respeitarel corpo
cemmercial, rem respeitosameote expdr alia
om grares_w:i^lj?B#.^Uao, rwiM0, lkme- #
aquello como um dlstiocto agente da aaloridade.
A snertaMsda esa toaVa provincia sobe i a
mil e dazenlo* e Untos I I
< Em 1858 o cholera respeitou o certio e deita
vez nada a f recaer nio eneontrou barreiras
eltou sorras, percorreu valles a sapponho qu
it* Ur a priacia do Cear, segundo a marcha
"ajjsaew 10*4a.
* ,*S?,e*t- *,la C,P>W i><, *** '""
' u ,og* a4odi ,nta com Piaemia,
ojsm US feito ast nio poueaa victimas; entretanto
I* aeeba da lar lugar as circuovisinheocas da
sseema esn baasacidio 1 v
c Aote-hoctam tere lagar a fuga de dous cal-
cetas, empregados no servico da limpza ds ca-
pital, oca do* quaea foi capturado, conseguiodo
o outro evadir-se.
As chuva* tem comineado e com maiie terca e
frequencia.
O carnaval passou-se sem novldade, endo-
no ultimo dia apparecido alguma enimecio.
< Houve o anecuronico brinqudo dos mouros
e ehristaos, que estere insipido, segundo s mi-
nha opiniio 11
PERNuMBUGO.
as fortuoas.
Se os habitantes desta parte do imperio esta-
m j habituados a todae aa rantagens que re-
ultam para a civilisaco de ooticita ecommuni-
c6es rpidas e regulares de todas as naedes, be-
leficio que boje para elle* urna neeeeaidade;
uaoto maii vantajoias e atis nio sio ellas ao
ommercio que, leodo em comraum com as ou-
as claise da aociedade aa mesmas neceisidades,
m alm dase, a de regulsr as suss traesseces
s cooformIdade com aarariatoeaaueceairasdos
oreados de outraa nacoes ? E' a frequencia de
muoieaedea entre todaa as nacoes do globo,
c. ue os poros molernos devem lodos os melbora-
rlentos, de qae testeraunha o nosso seculo, oa
agricultura, no commercio, as sries e sciencias,
e ease prodigio de civilisaco, que por reotura
0 maior triumpfao que tem aleaecado sobre si
Tesmo a humaoidade I
< A provincia do Maranhio e ha de ser sem-
P|re essencialmenle agrcola ; nos.seus produc-
tos agricolas que lem de buscar a sua prosperi-
6de para que a deatioou a Providencia dolan-
do-a de tantos rios oaregarei, que facilitam as
suas communicac&es internas. E' necessarie que
1 produeco animada e susleoUda por urna ex-
lortacio progreaaira, e que o commercio qae a uuu
-'" m,nleDh cooauotes e frequentes relaces que lem all de proceder-se para o preeacbio^
com todoa oe mercados consumidores desees pro- to das vagas de pralicaole.
t Por falta de noticias tem esta praca estado j
for rezes em profuoda apalhia ; as transaedes
nao se fazem, a productos ds agricultura nio se
reodem, e tudo se resaente deste eatado de cou-
c esees da sociedade, e-sobre ludo a renda pu-
ca. Tem chegado a eale porto narios com car
REVISTA DIARIA-
Do Apody temos noticias at 14 do passado.
nAc?,tv.V,e ein rePfosde partir a'alli para
Po-d Albo o Sr. Dr. Delphino Augusto Caral-
canu de Albuquerque, jais de diiee desee c4ti-
ma comarca, dereodo-se fiudar o prese marcado
para a sua posse no dia 8 deste.
O invern corra ptimamente, ackaodo-se o
rio quasi sempre cheio, e os pastos com bstan-
le sufflciencia para engordar os animaos.
As chuvas lem sido geraes.
Tudo o maia ia aem alteracio.
Pela thesourari* de fezeod* acba-ae marca-
do o die 21 do mez qae entra
1i. : > Biirciii, vem reapenoiameoie expor a alta
* fortaato boje que l eal a collegio. cumpre considerasio de V. M. Imperial a necessidade de
temar tedas as medidas oceesserias para evitar alguma providencia, que atenu, ou remora es
futuros aocceeses lamentar*,*, j com para-raios grares inconrenientes e prejuizos que dalles se
l com oulraa nrovidenr.ua ru.....i.< <><,.... ... .... ..... a\. _____Vi_____1__._
eguem para esta praca da demora das malas da
- Europa, que sio conduzidss de Pernambuco para
' eate lado do imperio palos paquetes da compa-
ni a i 1 ata na
Os vapores da linha da Europa chegam regu-
- larmeale ao porto de Pernambuco de 18 a 14, e
> 30 de cada mez, e oa vapores da comnanhta
egamentos, cujos coahecimeotos, e facturas ex-
edidas pelos paquetea ficam demorados em Per-
nambuco coa grave inconveniente para o impor-
tador, em presenca da aereridade dos regula-
mentos scaes, e para a renda publica qjie deixa
de ser cobrada com maior promplidio.
I A commissio da praca do Maraohio, conven-
cida da sollicitude e empenho do goveroo impe-
Hal em promover a prosperidade do paiz para
que elle possa alliagiro poder, e a graodeza que
a Providencia Ihe destinou, tem robusta f de
que o mesmo goveroo restabelecer a tio til e
desejada regularidade na conducho damelas da
Europa para este lado do imperio, fazendo pa/a
ease fim, partir os rapores da companhia bra
ieira do Rio de Janeiro nos dias 7 e 23 de o
mez como daotee era, porque ao passar em P
oambuco j ali encontrario aquellas malas,
cooduzirio sem demora para eile lado do i
rio.
Se esta medida acarretar alguns inconrenien-
tes para a prace do Rio de Janeiro por se encon-
trar com a sahida des paquetee da Europa, nesse
caso espera a commissio, que tem em muta
considerado as conveniencias das oulras pregas,
que o governo imperial se dignar ordeoer a par-
tida pera o norte doa vapores da companhia bra-
sileira dos dias 6 e 22 de cada mez. Evitndo-
se assim as sabidas daquelles diversos paquetes
quasi ao mesmo lempo do Rio de Janeiro chegar-
nos-ho aqui as malas da Europa sem demora,
porque os paquetes braaileiros, com a differeoQa
somente de dous dias depois daquelles em que se
elTectuam as sabidas actuaes, virio eocootra-las
j em Pernambuco para as cooduzir para o Norte.
Qualquer outra combinacio oio satisfar as
necessidades deste lado do imperio para as suas
relaedea com a Europa. Urna das combioaedes
de que se tem fallado a de se fazer argir as
malas da Europa pelos vapore* da companhia
Pernambucana at ao Cear, e d'ali para esta pe-
los vapores da companhia do Maranhio Esta
medida seria de todaa a mais inconveniente para
esta praca, porque os rapores deslas companbias
fazem as escallas dos porto* intermedios, e as
malas virUm chegsr ao Maranhio com muilo
maior demora do que se tivessem de esperar pe-
los paqueteada companhia brasileira continuan-
do elles a sahir do Hio de Janeiro a 4 e O de ca-
da moz.
A asaca do Maranbio tem relac/iescom todas
as do sul; Irocam-se entre urnas e outrss mui-
tos productos, que sao, e devea aer expedidos
directamente, e sem interrup(io nos portos. Es-
te seryijo, que al agora tem sido desempeohs-
do pelos vapores da companhia brasileira, nio
pode sofTrer mudanc* sem um profundo abalo
em oossaa relaces com essas pravas.
c A commissio da praca do Maranhio ousa
vir ante o throno augusto de V. M. Imperial sup
plicr, como meio de remover inleirameote os
incouvenientes dss interrupcoes que ltimamen-
te se tem dado oa remeasa das mslas da Europa,
de Pernambuco para o aorte, que V. M. Impe-
rial haja por bem ordeoar, que a sahida dos pa-
quetes brasileiros do Rio de Jsoeiro se effectuem
nos dias 7 e 23 a nao haver inconveniente para a
preca do Rio de Janeiro, e havendo ae effectuem
ellas a 6 e 22 de cada mez.
Eala medida, ao passo que produzir a rapi-
dez 00 recebimento dss noticias da Europa lio
oeceiser** para o commercio desta praca satis-
far completamente os habitantes das provincias
do imperio ao norte de Peroanbuco, que as lem
j, pelo habito, como urna necessidade e sio dig-
nos da alta proleccio de V. M. Imperial como
membros da grande familia qae a Providencia
coofiou aea cuidados de V. M. Imperial.
< Assim, a commissio da praca do Maraobo.
'., a *" a** Imperial se digne attender a eua hu-
milde supplicaE. R. M .-Manoel Gong,lves
r. Nina, presidenteManoel Antonio dos Santos,
vice-presideoteJoo Ferreira Balthar, Io se-
,.,,': r ~ i j 7 .T------:,,. V. '< wiiuo uu duuud etieciueu-ie 1 pnn
cretano-Lauriodo J. Alvea d'Oliveira, 2 dito criminoso Jeronymo Vieira de Albuquerque
AOloniO LODOS Perreim. IhnunuroirnW P.iin. nhim.iA nSU .....i^.a. ... /i:w __- < r,
,. ,- .,. .. ..cg.!., aa capital,* aa can- ai a 30 de cada mez, e oa vapores ds comoanhla
Ri de Janeiro a 7 e 23 vioham all passar qaaa
ao mesmo tempo, ou algum da depois, e desla
oambuco, que oio gozara da rantagem da nave-
gacio directa a vapor com a Europa, a certeza de
resaber com proasptidio e regularidade ai corres-
pondencias daquella parle do mundo, que tio ae-
oeaseries sao para ests e outras pracas poderem
regular aasuas transieras segundo as oscilacdes
daquelles mercados,
a Bata regularidadee preatesa eram utilieeimai
7."c7iT"' t?'9, """ fo* intercales nio s do exportador, mis Urn-
as tribus Jsrleaoas, Satneuna e Macuxi, as duas b*m do productor, os quaes. regalando as suas
alti-us ligadas contra a primeira ; ficaram mor- iransaccoss segunda>n nolcU dos mercado!
Antonio Lopes Ferreira, thesoureiroW. Grao
gerCandido C. da Silva RosaJos A. da Mat
los FreitisFraocisco Antonio de Lima. >
Piauhy. Nida de importante occorreu, apa
O ultimo vapor.
CearNenhjtn jornal recebemos dests pro-
rincia, por haver sabido o vapor Iguarass, ao
da antecedente so do da aabida do presente;
entretanto cartea particulares no* dizem que nada
occorreu de especial mencao.
Rio Grande do Norte.Limos ao Correio Na-
tlente:
< No dia 21 do correte pelas 6 e 1/2 horas da
manbia, foi o estrela Joaquim Caroeiro da Sil-
va, que aeguia vlagem par* Pernambuco, reuba-
do 00 camioho da S. Jos psra Goianninha. Sen-
tindo-se embriagado deitou-se a dormir mar-
geos do camioho, e s acordoa alta noite por
causa da eopioea chura que caba ; liraram-lhe
nio i a mala com toda a correspondencia que
conduzis, como a rede, dioheiro. etc. O subde-
legado de S. Jos, a quem o agente lerou logo o
cooheciment do acontecido, procede s averi-
gaaedes convenientes, porm nio descobrio an-
da oem oa crimioosos, oem es objeclos subir-
hido*.
Parahyba.Nosso correspondente narrs quin-
to ha de importante:
a Nio sei como espalhoa-se qae o goveroo Im-
perial aso liaba approvade as desperas extrsor-
diosrias ordenada pelos presidentes dests pro-
vincia ; a opiniio publica manifestou seu desa-
grado a eaaa noticia que se appresentava com vi-
sos de verdadeira ; entretanto que nio encontra-
mos rizio para tal.
Nio acredilei e nio acredito que o governo
imperial lio lolicito em attender is necessidades
de seus governados, em todss ss pocas, oa ac-
tual se esquecene de am de seos primeiros cuida-
dos, para declarar sua repulsa i despease feitaa
em occasio lio urgente e para acudir aos soffri-
mentos da pepolacio, que gemia sob os azulee
de ama to terrivel epidemia.
Pens que aegat o melhor ramo.
< A epidemia cootiota pelo cerlo, onde vai
fazendo '.algumss victimas; sendo que me coneta
a mortalidad em Campia Grande, sareuperier
talvez a mais de desalas pesadas at 26 de fe-
vereiro, iito em 17 diis.
c Iofotmsram-ma que ali flera bastante doeo-
le o Dr, Joie de Souza Rei*. jais de direi to de
Goiaona, a tambem que o Dr. Joi Tarar** da
Cunda e Mallo e padre Caliato. coadjutor pro-
parocho lem procedida cerno rasdaderos ealbo-
licos; este se ba distinguido como pastor na dls-
Os pretendentes iostruirio os seos rer|uerimen-
tos com folha corrida, documento* de bom com-
portamento e certido de idade que os mostr
maior de 18 annos.
As materias do exame sio leitura, anslyse,
. grammatica, orthographia e sriihmelica al a
renda pu- ineoria das proporgoes inclusramente.
Acha-e no exercicio do cooaulado britan-
nico nesla provincia o Sr. George Samuel Leuon
Hunt, cuja nomeasio j recebeu o eauatar im-
perial. *
Foi prirado do posto de altere* da 4' tom-
paobia do corpo de cavallana a. 2 da guarda na-
cional do commaado superior do Brejo o Sr. An-
tonio Mariano de Sales Tenorio, visto que no
praso legal nao solcitou a respectiva^ patente ; e
pira o mesmo posto foi promovido o sargeato
Antonio Araujo Albuquerque Jnior.
~0Sr- Jureocio Taciano Marios fez desisten-
cia da nomeacio .interina dos oflcios de partidor
e contador do termo de Caruar ; a qual lhe foi
aceita pela presidencia da provincia.
~" A procissio de cozs, que leve quarla-feira
lugar, foi feila pela irmaodade doa lerceiroa
fr-aciscaoos com a coslumada pompa, qaer quan-
to a magnificencia do* arreojo* d* luoccio reli-
giosa, quer qua o lo ao '"ira-taaiimrnln
Leudo no Jornal do Amea*onu o artigo edi-
torial, que aqui inserimos, nao no* podemos lor-
iar ao dever de dar-lhe publicidade oesU pro-
vincia, associeodo-nos ao peasamanlo do culle-
ga, que por os j lem aido em circumaUncia*
iguaes sustentado; o que dispensa-nos de mais
palavras por agora a respeito do faci.
No enUnto para ooUr, que se teaba posto o
Princesa dt Joinville de quarentena no Mara-
ohao, quaodo ia limpa a aua caria de 'cauda; e
este acto arbitrario tanto mata censura rei quan-
to parte de urna auloridade publica, que lera o
seu excesso ao pooto de affcontar a urna outra,
que tem direito de ser acatada em aeus actos of-
fieiaes.
A medida de obrigaro Princesa de Joinville
a fazer quarentena em Maranhio caueou estra-
nheza nesla praca, porque soube-se com certeza,
e al algumas pesio** a viram, que o vapor trou-
xera carta limpa da capital de Pernambuco, ni-
ca provincia na qual pelo interior larra o cbole-
ra-morbus, porm baoigno.
Semelhiole procedimento nem tem descul-
pa, nem anda a menor circumitancia alteauaate,.
por que certo que o cholera anda nio atacou
aquella capital, e nio ha autoridad* alguma, que
n urna proviocia leona o direito de assim daridar
dos attestados offieiaes dos eocirregados da aau-
de de outra, doa boletiaa offieiaes e de oulraa
multas ioformecoes fidedignas.
a Medidas, como a de quarenlenis, alias j re-
latadas inuleis pelas mais abaliaadas autoridades
do mundo scieniifico, s podem ser desculpadas
quando exigidas pela pressio do receio publico,
que muitas vezes se contenta com laes actos in-
directos. Lembra-las, perm, eexecuta-laa com
precipitaco e sem factos que pare^am justifica-
la*, prejudicar sem desculpa os grandes inte-
resses commerciaes.
Se assim coalinuarem as autoridades brasi-
leirai a peiorar a sorle do nosso commercio, que
j lula com urna crise medooba. de todas as pro-
vincias a do Para ser a que mais soilrer sem
que para isso haja direito.
Esperamos que S. Exc. o Sr. Campos Mello,
digno presidente do Maranhio, fai Justina a tao
justa reclamaco, e evitarV que se reproduzam
embaragos semelhanles pera o nosso commercio.
-- Amaohia se davar exlrahir a 5* parle da
1 lotera do Gymaaaio Peroembucano, 00 can-
sistorio da igreja de Nossa Senbora do Rosario de
Sanio Antonio. S al hoje se deverio vender
os respectivos bilhetes.
Acaba de ser preso noCrato, provincia do
Ceer, Jos Lourenco de Araujo. criminoso de
morte no termo de Ouricuiy desla provincia.
Pelo Sr. Joio Fraocisao Cavalcanti, subde-
legado do disiriclo de Bezerros, foi preso o fratri- *
cida Antonio Thomaz d'Aquioo Lima.
Foi preso hootem na cidade de Olioda pelo
respectiro delegado, o ssrgento de primeira linha
Casiano Christiaoo Wilk, que all estar deser-
tado.
No termo do Bonito effectuou-se a prisio do
---- ^ eejiaaei ^*- ^ u^t CO
obecido pelo appellide de Gil. A prisio foi feila
pelo aundelegado de Bezerros, contra quem o cri-
minoso disparou a arma que trazia, errando fe-
lizmente, mas fleando ferido de um tiro que
recebeu da escolta que acempaobara o subdele-
gado.
-r Em Santo Aolio entre os enoeehos Amparo
e Ronda, sofireu um tiro de emboscada, fleando
batante ferido, Leandro Jos de Otireir*, por
ciumes de quem matou aua propria mureer em
selembre do aono paaaade, Maooal Antonio do
Naicimeoto, prora relajele autor deste seguodo
crime. A polica local fas toda a diligencia para
ceptura-lo.
Eia o lexageiimo-quinto
a Boletim oficial.
c Em um officio de hootem, dirigido ao Exm.
presidente da proviocia, communieoa o Dr. F-
lix Moreoo Brandio qua estar* extincto cbole-
ra-morbus que reioou epidmicamente eos Goian-
na, onde elle estirera em commisso, e 'ende
rollara chegsndo a esta cidade 00 dia antece-
dente pelas 5 boras da mantaia, e dase que nio
enriara a estatistica, porque outro della tinha si-
do encarregado ; accrescenlando que a mortali-
dad em toda s comarca se tioba elevada e 1,160
pessoas al s 3 horas da larde do dia 4 ee cor-
rente, sendo de li4 naquella cidade, de 130 em
Goianninha, de 181 em Nossa Senbora do O. s
Lapa, de 267 em Crueogy, de 411 em Timnaoba.
de38em.Pedra d Pogo e Serriaha, e de no 1
e 2 distrtcto de Tejucupapo.
Diaae maia qae nio Iba era nessirel respon-
der immadiatameote ae officio em que S. Exc.
lhe baria determinado que desse sua opioio
acerca daa cautas que fizaram appare*r e desen-
volver o cbolera-morbus em Croangy; seas que
o axia com mais descaoco, e coocluio dizeodo
que o numero de aceosametiido* nesse lugar foi
de 1,485 penosa pouco maiaou menos, de* quaes
morreram oa 267 cima mencionado*.
< Em um officio da mesme data, dirigido a S.
Exc,, aommaofeaa Dr. Joio Maria Sera que
no dia antee*denle ocla maabia oe tiaba d*4o o
primeiro caso de cbolera-morbus ae aeu diahric-
t* medico em Pedro Ba pileta Moreira, branco,
de idade de 30 aoaoa, solleiro, bra*U**re, raii-
deote am Santo Amaro, aehando-ae quando foi
rite, no psriodo lgido a com cyanoaa bate pro-
nunciada, o accreacentou qae linha eido informa-
do pela familia do doante que elle sofra diar-
rba dapoia de cinco diaa, e baria coassaallido
imprudencias, alo quenado medicar-**, o que
era talvez devido a seu estado de laucar*.
a Em um officio da mesma data, dirigido S,
TILADO




I

DI AMO de rBBI*lMMKK>i
ha mil rRHM0fin^

lie., dise o Dr. America Gsimariaj que di tar-
de do diaameceooataidUigiado-aeanavoslugarea
da freguezia da VarzM afim de convenientemente
espin-toe era aaa estado sanitario, Maha ea-
ceataedo ai nata choepaa, aituada entra a Ee-
om aeu filhioho atacados fortemente da diarrhia
premoaitoria aa chalara-marbua, a bem aasim
uro tenesmo reaieat que coexista coa reiterados
berbeaygmee e grande meteorismo pela entre,
e aa arista dalo Ihaa hara prestado oa eoccor-
roa da aeiencia, esperando ero cootequencia des-
asa soecorras aacoalrar na dia seguate asees
doenies seno escapoa, ao menos muito naelho-
rados.
.'*'' horas da larde de 6 da marco de
ioo.
Dr. quino Fonctca.
T "M**"^0 roucu.(Extracto da. pac-
te do da 6 da marco.)
Faram recolbidoi 4 casa de deteucao no dia 5
de margo.
A" ordena do subdelegado do Recite, Joao Jo-
alno de Alboquerque Ramos, pardo, da 18 anuos
e tdade, boleeiro ; por embriagues.
A ordem do de Santo Antonio, Luix, pardo, de
i ranos daidade, marojo, escravo dos orphaos
do finado Muniz e Domingos, crioulo de 25 an-
t0idada, tsmbem manijo, escraro de Bailar
Ol reir ; ambos por briga.
A ordena do do S. Jos. Joi Jaques Barbosa,
crioulo de 19 annos, gauhador, por corcecgao; e
Joao, africano, de 40 annos, lambem ganhador,
escravo de Joaqun Bernardo de Figueirado, por
infraccao de postura.
. A' ordem do da Boa-Vista, Thomax, crioulo,
*QD0S de 'ai"lt. carptoa, eacravo de Anto-
nio da Bocha, por auapeiu da andar (ugido.
A ordem do de Marinees, Elesbao, crioulo, de
42 annos de ida Je. dado a agricultura, escraro de
Luiz Sererioo Cavalcanti, sem declaracao do mo-
tn.
O ebefe da segunda secgio.
J. G. de Mesquita.
~ Passageiros do vapor braaileirocPrnceza de
Joinrlle, entrado do Para e porlos intermedios,
Jos Francisco de Viveiros a una criado, Eduardo
Leger Lobao, Segismundo Antonio Congalves,
Antonio Raymunao lavares Bellort e um escra-
?o, Jos Marianno Ribeiro, Antonio Lourengo de
Carvalho Serra e am escraro, Joio Pereira da S.
Leiteeum criado, Jesuino Jos Gmese um cria-
do, Jos Candido da Silva Franca e um escraro,
Antonio de Sonxa Bayma e um escraro, Lzaro
Pires da Fonceca e um criado, Antonio Martioia-
no Lapemberge e um escraro, Francisco Noguei-
ca e um escraro, Jos Augusto Gongalres Pires e
um escravo, Pedro Jansem Ferreira e um escra-
vo, Melcades Pereira da Silra e um escraro, An-
tonio Jaasem de Mallos Pereira a um criado, Bru-
no Jansem Pereira o urna escrara, Jos Antonio
unes a um escravo, Firmino Licenio da Silra
Soares e um escravo, ui.herme Amazonas de S,
Joio Xavier do Reg Barcos, alteres Sebastio
Pereira Porto, Sererioo Guedea Aleoferado, An-
tonio Salles de Azevedo, Justino de Jess Casias,
Liberal Moreira Vidal, Joaquim da Cunta Freir,
Jos Cyriaco Soares, D. Maria Una be Una de Al-
buquerque Martios, Domingos Francisco Ramalbo,
r. Francia:o de Assis Corroa Luna, Aotonio
t-raoclsco da Silva Ferreira, Alexandre Jos da
Silva, Joaquim Jes* de Medeiros Joaquim Fran-
cisco de A!em e aas criado. Maooel de Almetda
Bustos, Joaquim Germano Ramos, Maooel Anto-
nio Prea, Joao do Amaral Henriques, Joaquim
da Cuoha Freir, Jos da Molla Marques, Manoel
de Faca, Thadeo ZaDgsci, Carloa J. Wempery,
Julios Scboiy, Roberto e Speriaiio, cos preso
e duas pealas que o escoltam. Benedicto esccavo
a entregar a Joaquim Jos Rodrigues da Cuobs.
Seguena o sul.Gapito teneale Francisco
de Miranda Ribeiro, 1 teoente Manoel Lopes da
Cruz, alteres Silvano Antonio de Jess, Dr. Joa-
quim do Nagcimento Costa Cuoha Lima, Metoo
Frailea Aleocac, Antouio Carlos da Silva, Janua-
ro Jansem Serra Lias, capito Feruandes Ra-
mos, Huberto Joaquim Alvea, Dr. Tristao Arthur
de Campos Po e sua senbora, Dr. Rsymundo
Mendes Vianna, Antonio Maidona, Alexandre Jo-
s dos Santos, Fred Welh Wum, vigacio Jos Joa-
quim de Campos, Euzebio Sy malicio de C'mpos,
Dr. Torquato Augusto Pereira Reg, Dr. Hugo-
lino Ayrts de Frenas Aibuquerque, Jos Bonifa-
cio de Oliveira Pontoura, capitio Antero JosCa-
riato a trea escravo, Elias Frederico de Atmeida
a Alboquerque, 5 pravas da armada, 6 ditas do
erercito, um preso e duas praras que o escoltam,
10 escravos a entregar.
ORTALIOADB 00 DU 6 DE HARgO :
Bento Fernandos Pinheiro, Pernawbuco, 25 an-
nos, aolteiro, Boa-Vista, tabre lypuoide.
Luir, Pernambuco, 6 mezes, escravo S Jos con-
vulses,
Ludgero, Pernambuco, 25 annos, casado, e'"-ryi,
Santo Antonio, ioflamagao.
Pedro Baptista M-reir, Pernambuco, 30 a.. ..*',
aolteiro, Boa-Vista, cholera.
Maria da Pedade Torres Gallmdo, Pernambuco,
96 annos, riuva, Santo Antonio, cancro.
Anna, Pernambuco, 4 mezes, Santo Antonio, be-
xigas.
Antonio Francisco Xavier da Costa, Pernambu-
co, 41 annos, casado, Santo Antonio, inflama-
gao de ioteslinos.
Jos Faustino da Costa Porto, Pernambuco, 63
annos, casado. Recite, congealao cerebral.
Maooel Emidio Borgea, Pernambuco, 38 annos,
casado, Sauto Antonio, tubrculo pulmonar.
CHRONICA JUDICIARIA.
:=
Appellaote, Maaaef Josqaim Das ta Castro ; Alcovia am magistrado probo e Intelltgeote, e como inda eatou aa ao paaaar Ao corresponden-
com sufBciente forja de vonlade, o poodo-ee
dia com a qnealao, esperara au que aa fizesse
ioteira juatga ; por que a razio a o bom direilo
eslavam do- meu lado, e assim de certa succedeu;
aaeotenga ma loi favorarel e o Dr. Alcovia, que
at eolio era para elles um modalko de justiga e
de virtudes, (oi para logo duramente invectivado
e dado de aaapeito por motivos aoteriores porm
enlao sabidos I....
Estar a expirar o preso da suspeic&o a ainda
nem eu e nem o meu advogado e Bel amigo o Sr.
Dr. Luis Rodrigues de Albuquerque haviamoa
requerido couaa algama aS. Exc. oSr. presiden-
te da provincia ; aisim como al o presente nada
lhe temna requerido com referencia a quesito de
michas trras.
A aquelle lempo o Dr. Octaviano Cabral Rapo-
so da Cmara, que um dos adrogados dos meus
competidores, tioha amisade com o Exm. Sr. Dr.
Pedro Leio Velloso, perante quena procurara des-
conceituar mioha cauaa e animar a solida repu-
tadlo do juiz que proferio a aeolenea ; e por que
auaa informagoee alm de inexactaa foasem con-
tradictorias a mesmo por mim slidamente refu-
tadas anouio S. Exc. ao convite que lhea fes o Dr.
Ociaviano eacrevendo-lhe duas cartaa para ver aa
terrenos am quealao, a que demorara perto da
capital, aproxima-ae o dia aprazado, o eu de lu-
do Ignorara, a a tira conbecimenlo, quando pa-
lo meu advogado fui avisado.
Nesse interina o Dr. Octaviano rompe auaa re-
legos com o Exm. Sr. Leao Velloso, que fiel ao
que lhe promeiteu avisou-o do da, afina da que
se achasse no terreno por si ou por pesioa de sua
inteira coofianca, oque tez mandando aeu irmao
o Dr. Jernimo Cabral Rapoao da Cmara, que
I com S. Exc. ao reuoio na povoagio da Macabiba,
......... i o seguio para aa Cajazeiras. E quando oa fados
Illm. Sr. Dr. Americo Alvares Gumaraes.Se "''" passsram, com a maior eitraoheia
V. S. ao tivesse dirigido a mim particularmente, I"9 le> urna correspondencia inserta no Jornal
e me houvesse dito que corrigisae oa numernsos do Commercio do Rio de Janeiro de 8 do correte
erroa typographicos que encontrou na publicagao dirigida d'aqui em data de 21 de dezembro proxi-
de aeu oflcio ao Exm. presidente da provincia, mo Undo, na qual, alm de oulroa pontos de ceu-
transcriptn no Diario de Pernambuco, em aagui- <" hita a S. Exc. em relagio a geatao admiois-
meoto ao bolttim oficial ie 4 do correte, eu me ira ti va, deparo com os doua seguinlea Irecbos :
daria presea em aatisfazer a V. S, ; mas, tendo Vm bello dia lembrou-se de fazee urna visita ao
V. S. preferido dirigir-ae a mim por intermedio major Fabricio, pessoa alias digna, qua orecebeu
do mesmo jornal, para cooseguir o que era mais caralleiroaamenle. S. Exc, poim, qua nao ce-
facil a prompto por oulro modo, me torga a ser- de a ninguem a primazia em materias da earal-
vir-me do prlo para dar resposta a V. S. lerismo, pcojectou desde logo confundir o seu
Nao corrijo, nem teoho lempo para corregir aa obsequiador,
provea lypogrephicas do boletim oficial. Daae- Achou o felizmente a bragos com umaquesto
cretaria da presidencia recebo aa copias quo pego, de posse de Ierras com uns pobres visiobos, e
porque oa me parecem dignas de aer publicadas, ar>i tamos S. Ex. mettido dous dias pela mata a
ou pretendo guarda-las como documentos que dentro, seguido do juiz municipA do termo, a
poderlo aecvir-ma. A' lypographia do Otario d$ hzer visturas o exames, ao mesmo tempo que
Pernamiuco remelti a copia do officio de V. S. accessoriara o referido juiz para quo dsse ganho
com o aulographo So boletim oficial de 4 deste de causa ao cavalleirosoSr. Fabricio, acooselban-
mez : se V. S. verificou que esse officio nao foi do at a pratica de meios violentos, como o de
publicado fielmente, pode dirigir-se a mesma ty- reerntameoto dos letigantes que esliressem em
pographia e corrigir oa erros notados. S V. S. ti- coudigoes de serem recruiados, a a priso dos
zer o que digo, all encontrar a copia de seu offl- que gozassem de iseogo I Isto foi dito a feito I
ci, que anda me nao foi devolvida, e, se a pu -1 E ahi andana os pobres bomeos Icesmalbados uns
blicagio eativer fiel a eaaa copia, enlo s restar | o qutros j presos.
appellado, Antonio Joa Mas.
Sorteados os Srs. dtputados Silveicaj a Baatoa.
lalator o Sr. eaembargador Silva Guiraaraes
Foi eoafirmaaw a aeotenga appellad
Appallaatea, Diogo. Filrfor Cooapaolbia ; ap-
pellado, Joaquim Salvador Pessoa de Siquelra
CaralcanU.
Sorteados oa 3ra. deputados Lemos e Sitvelrs.
Relator c^Sr. desembsrgador Silva Guimaries.
Fot confirmada a aeotenga appellada.
r*sa*GEKS.
Appellanle, Vicente Ferreira Guedea Gondim ;
appellado, Aotonio Rufloo Monteiro.
Do Sr. daaembargador Viilaree ae Sr. dasem-
bargador Silva Gumaraes. .
Appellantes, os curadores Oacaea da fallencia
de Joaquim Luis doa Sanios Villaverde appel-
lado, Narciso Jos da Coala Pereira.
De mesmo ae mesmo.
DISTRIBLigES.
Appellanle, Jos Pereira de Lyra ; appellado,
Antonio Franciaco Martina de Miranda.
Ao Sr. desembargador Villares.
DILlflENCUS.
Appellantes, appelladoa, Flix Souvage & Com-
pinhia ; appellantes, appelladoa, Seve, Filbos
& Compnhia.
Vista a partea.
Appellaate, Maoeal Rodriguea Coala Maga-
lhea ; appliados, Caries Jos Aslley & Com-
panbia. >
Vala s parles.
Nada maia harendo a tratar, o Sr. preiideote
enceirou a seasio.
Communicados.
Tribaaal do commercio.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 6 DE MARCO
DE 1862.
PRESIDENCIA DO BU. SR. DESEMBARCADOR
Y. A. DE SOL'ZA.
A'a 10 horas da manha. reuoidua os Srs. de-
putados Rfcgo, Lemos, Bastos e Silveira, o Sr.
presidente declarou aberta a sesio, sendo lida
e approrada a acta da ultima.
EXPEDIENTE.
Foram presentes as coiacoes officiaes doa pre-
cios correles da praga, da" ultima semana.Ar-
cbire-se.
DESPACHOS.
Um requerimento de Joaquim Francisco dos
Santos Maia, pedlndo o registro do seu contra-
to de sociedade com Francisco Lsndelino da Sil-
va, visto pelo Sr. desembargador fiscal.Deter-
minen! o uso ds Qrma aocial por um ou ambos
os socios aem reatriges.
Outro de Sebastio Jos da Silva e Antonio Le-
te de Magalbes Bastos, pedindo tambem o re-
gistro de seu contrato aocial.Registre-se.
Outro de Antonio Jos Silva do Brasil e Joo
Martina de Barroa, pediodo o registro da novagao
do seu contrato de sociedade.V isla ao Sr. des-
embargador fiscal.
Outro de Antonio Pereira de Miranda e Eraamo
Jos da Mello, pedindo o registro do contrato de
dissolucao de sua aociedsde, aob a razio de Mi-
randa & Mello.Como requeren.
Outro de Joaquim Francisco da Silva Jnior e
Joaquim Jos da Silva Santos, pedindo o regis-
tro do distrato de aua sociedade, aob a firma de
Silva & Santos.Como requerem.
Outro de Maaoel Joaquim Ramos o Silra &
Genros, pedindo o registro do contrato de aaa
sociedade.Vala ao Sr. desembargador fiscal.
Outro de Gregorio Aotunea de Oliveira, ajua-
rando o termo de fianga que preatou para poder
eiercer o lugar de agente de leilea deata preca.
Pratado o juramento, pasae-ae airar de agen-
te da leilea.
Sendo conclusos os autos da moratoria de Jos
Airea Ferreira, O tribaaal revegeu-e.
Outro de Daniel Gumaraes & Compnhia, pe-
dindo o registro do sea contrato aocial. =a Vala
ao Sr. desembargador fiscal.
Outro de Jos Gomes de Albergara & Com-
pnhia, pediado a registra 4o aaa contrato social.
O meaeao deapacho.
Nada maia taouve.
_.. *
SESSAO JUDICIARIA EM 6 DE MARCO
DE 1862.
P*EKHCiA DO MU. SJU DESEMARCADOP.
SOBZA.
Ste retar io. Julio Gmmewm.
A maia har, o Exm. Sr. presidente abri a
aajao, eaUsdp ereeentes os sanhores deseaaaar-
adecea VilUrea aStlva Guiaaaras, e dapuUdoa
Bastos, Lasaos, Reg e ftIreira.
Lid, foi approvada acta da aessio ate-
rios,
JUMAMBTOa. -1
Appellaote, Franciaco Jos Germano ; appel-
lado, Benjamn Franklip da Cuoha Torreao.
Sorteado oa Srs. epatados Lemos a Bastos
Retataa *Sr. atambargader tira Guimaries.
Foi caaitraaa a NRUee* Mi parta % em par-
ta reformada.
a V. S. dirigir-ae secretaria da preaideocia para
que me remella outea copia exacta, visto que nao
permtido emendar s que existe na typograpbia
do Diario de Pernambuco, por aer ofilcial.
Sou com a mats dtstiocta consideragio collega
obrigadissimo e criado
/. d'Aquino Foneeta.
6 margo 1862.
Sendo o meu norae invocado em abono do
prompldallivio pelo Sr. teoente Joaquim Rodri-
gues de Souxe, como se depreheode de sua carta
ao Sr. Rsymuodo Carlos Leite, impresas em o
Diario de Pernambuco de hoje, por ter esse re-
medio restabelecido a um seu filbo do cholera-
morbas, que, diz elle, foro visto por mim soffron-
do desso enfermidade, cabe-me declarar: primo,
que o fllho do Sr. lente Souza nao soffreu de
cholera-morbas, mas aim de dyarcha muito be-
nigua, tanto queasupportava de p e cestabele-
ceu-se no segundo ou terceiro dia ; secundo, que
o i rata ment por mim indicado nao foi o prompto
allivio, como se pode saber de rainha preicrip-
gao que deve existir na pharmacia militar, e nem
ou conscienciosamente poda indicar um remedio,
cuja composigio ignoro, a menos que nao quizea-
se entregar-me a um empirismo, que o medico
escrupuloso deve evitar por trazer quaai sempre
reaultados funestos.
Recite, 6 de margo de 1862.
D:. Joo Honorio Bexerra de Menetee.
Correspondencias.
Resposta necessaria.
Retirado do bulicio da poltica, applicado ao
commercio, de que lenho feito prollssio desde a
infancia, prestando-me a emprezas utets a pro-
vincia, em que reaido ha perto de vinte annos,
concorrendo por todos os meios ao meu alcance
para o aeu raelhorameuto material, industrial e
commercial, chamando capitaes, melborando as
condigOes da mercado, para o que teoho feito at-
trahir producios de nutras provincias, promovendo
o trabalbo, e com elle os meios de aabsistaocia
para todas as classes da aociedade, oa acreditava
que oestas condigoea tioha algum direilo a estima
e consideragao de torios es homeos que sao tes-
temunhas do oaeiHaseiduo labor e de seus ben-
ficos resultados ; eu acreditara que, neila coo-
digoes seria poderosamente auxiliado por todos
os homeos, o que em todoa eu eocontraria urna
garanta sufficienie, um reconhecimento aincero,
que natural a um. espirito, que nao de todo
entorpecido pelo influxo de paixes ruina e cri-
minosas.
Chegou finalmente a hora do desengao O
meu carcter austero, meus principios rijos, meus
seotimentos de justiga provocsram-me alguna
desafectos, que conacins do seu poderlo rompe-
ram em hostilidades; miohs ndole pacifica e o
conceito de que goso, pondo-ose aeoberto de em-
bustes em que sao elles useirot e eiseiros, des-
concerlou seus planos infernaes; mas feriis em
recursos elles nao esmorecera e conliouam em
seus artificios com o flm de saciar sua vingsoga ;
que auppozeram completa conjuraodo-se para me
darem prejuizos em minha fortuna, e obrigaodo-
me a quesloes que sempre tenho procurado evi-
tar, nao s pelos meus bsbitos como tambem para
nao me distrahir do commercio, que absorto to-
do o lempo e toda mioha actividade
E assim, pois, procuraram, e de feito consegui-
rn!, in Jispor contra mim dous dos meus vzt'nhos
Manoel Patricio doa Santos, e Joio Pedro dos
Santos ji finado, os quaes tioham ierras conti-
guas aa que possuo na data daa Cajazeiras ou Ali-
g a Nova, fazeodo-lhes crr que ma acbe apassa-
do de mais do qua legtimamente me compele, e
prometlendo-lhea aeu auxilio e boos officies na
quealao que reputavam infallivel, desde que loase
eu perturbado em minbaa posse, e desde que
fossem minhas matas derribadas, ehouvernm-se
com tanta habilidade que dito meus vikiohos
nio trepidaram um a momento em me accom-
metter, derrubando-me mato para mais decin-
coents rogados nio obstante os eaiorgo que em-
pregaei para os esbarrar e conter; todos os meios
conciliatorios sao impotente quando predomina
a ambigio I
Vendo, porm, que continuara a aer eabulhado
de minha propriedade ; que nainhaa antigs pos-
ses, que pelos meus contendores foram respeta-
das por cerca de dezoito annoa, eram perturbadas,
iratei de manutenir-me, e como meua contendo-
res nio obedecestem ao mandado do manuteogao,
apreaentei, como era natural, artigas de alteota-
do, que foram afloal julgadoa provados e condena-
nados muitos dos meas eoolendores, qu naquel-
le lempo raoolavam a vinte e dous, na panas do
desobediencia, devendo notar-se que aia obstan-
te a aeateoga da qua oppozaraaa embargos ae nul-
lidade.coutinuaram camoaioda continuam, a des-
truir mioha malas sambando assim da le e da
autoridade, que seguramente acataras* ae seus
patroons os nio desvairaaaam II
Leodo a sccio aumnaria convenceu-ie o juis
que os embargos daveriam ser tratados em auto
apartada, a que a seateog condemnatoria devia
lar aua execagSo ; e conitando-lhe que continua-
vara a tambar, ji nio do seu mandada, costo at
da aantaaga, arnou ama torca a cora a qual ae
dirigi aoa poatoa tagarea da quetla e pieadeu
a Salvador da Ara.jo e Seaza e Joe Maod, que
mandou-os raeolher a cada daata cidada com a
respectiva guia ; e auppuaio eattveaseaa am cam-
prunaoto da saatenc* intentaTam a recurso de
habeai borput que foi aitendido a prvido pela
iz de direito As comarca Joaquim Pedro da Coa-
Loio, acerca da quem, assim coma do AaaaM
oarput lalru me oere|a una oocMiio asada
para tratar.... Durante o curan di questio, que
raevi perante o juiz mvoicipai rtppiente do ter-
mo de S. Guacal, v pratr otaras doa mana com-
patidores sempre ma ameagaram com o Si.
Dr. Antonio Jos de Alcovia, juiz municipal Cq
larmo, com cuja amisade fl boa diposigoee ae
ufanarim, mais otioca me iotlmidei porq,qe o Dr,
Li com toda extranheza, repilo ; por que S.
Exc. nao veio tazer-me uma visita, como asseve-
ra o commuoicaote, S. Exc. aim, ia de viagem pa
ra os terrenos da queatio, e eu o segu com al-
guna amigos meus que desejava cochecessem da
mi f com que S. Exc era Hludido por aquelle
que lhe dizia e affirmava que Dio co-ntiouava a
destruigao de minhas matas, a perlurbigo de
minhas posses, que at se negavam ao attentado
commettido ; e se eu paz a disposigio de S. Exc.
a cooduegio foi por que o Dr. Octaviano, que o
navia convidado, e no intuito, aeguodo disse, de
me confundir, naousou dessedever, logo nao li-
aba S. Exc. divida alguma para comigo, e pela
qual projectasse coofundir-mel
Li com eatranheza, por que nio exacto que
S. Exc. querendo dar-me ganho de causa acoo-
elhasse ao juiz para prender a uns e recrutar
outros I Se o juiz, depoisdisso requititoo uma
forga e capturou a Manuel Patricio dos SaOtos e
a mais dous individuos, porque estavam elles
condemoados civilmente a 2 mezes de priso, e o
embargo orTerecido corra, como aioda corre em
auto apartado ; quando S. Exc. o Sr. Lelo Vello-
so foi as malas a convite do advogado dos meua
contendores j o juiz baria a muito prendido a
Joao Mand e a Salvador de Araujo Souza con-
pemnados pela mesma sentenga ; de sorte que a
prisio de Manoel Patricio posterior a ida de S
Exc. a Cajazeiras nio outras cousa seno orna
coherencia do peoiamento eprocedimeotodo juiz
que julgsr a causa. O contrario seria uma iu-
consequencia inexplicavel.
Se tres individuos foram recrutados, nao vejo
que nisso haja motivo para uma secusacao ao
Exm. Sr. Leio Velloso, uma vez que sao elles
solteiros sem nenhuma iseogo legal, salvo se
como tal se querem considerar a de deairuir mi-
nhas malas, invadir minhas trras, perturbar
minhas antigs poses. Damaia nao me consta
queS. Exc. desse ao juiz um aemelhante padecer:
todas as pessos, que acompaoharam S. Exc,
observaram que S. Exc nio deu uma palavra,
quanto ao direilo dos litigantes, que sendo algu-
mas rozes interrogado respondeu de prompto
que, nao tinha que emittir sua opinio, que a
quetlo era judicial, e que no foro dtveria ser
ventilada, que te limitava a observar simples-
mente para formar o seu juito particular; ora
sendo assim como aventurar o commuoicaote
semelhanle falsidade ?
Devo declarar que Manoel Patricio dos Santos
a Salvador de Araujo Souza e mais pareles tem
reunido no Capim Ass, Jardim do Centro, Malta
Verde etc., cerca de 50 pessoas a mr.parle das
quaes solteiras e turbulentas rindas dos brejos
da Parahiaa, e que de todo o ialeresse publico
que esse rancho de vadlos fosse desterrado; alias
teremoa em pouco de lamentar desgragas, porque
entre elles se encontram genios para toda a es-
pecie de malversacao.
No periodo seguinle depois de algumas bana-
lidades como a aegaintes que descera S. Exc. de
sua dignidade intromettendo-se em quesloes ex-
clusivamente judiciaes, que mandara ferir a lei
nos direitot dos cidados sacrificando alguma
cousa de tua dignidade, accresceotou o seguin-
le ; pois S. Exc. achou que navia feito muito
pouco ao Sr. Fabricio e apenas de volta a capital
mandou-lbe entregar a proposito, nao sei de que
ou de um contracto com a tazeoda provincial
para a cooatruegio do ligeico aterro no Guarapos
a quantia de 2:000$ ra. por conta doa 15:0009 ra-
que o Sr. ministro das obras publicas destinara
para as obra3 desla provincia, e Isto sem prece-
der formalidade alguma aem ser ouvida a the-
sburaria geral, sem preceder contracto ou obri-
gagio por parte do Sr. Fabricio, que nicamen-
te contratante com a fazenda provincial, e com a
qual nio est ainda desobrigado, segundo pen-
s la E oo seguinte periodo continua o corres-
pondente cque cavalbeiro nao S. Exc. 1 Fez
mais esse preseote de mo beijada ao Sr. Fabri-
cio, iodemnisou-o de aubeijo das despezas, que
fuera para hospeda-lo, maa ninguem dir que esse
acto fora ditido pela moralidade adminialrativa
pela boa e econmica gerencia dos negocios pu-
blico.
te obrifado com a thetouraria f
S. Ese. o Sr. Dr. Leio Velloso mandando con-
cluir esta obra poder! ser acensado de negligente
em referencia a formalidades para o bom reaul
lado do servigo e garantiaa com a fazenda*
Uma obra que teode a facilitar a eommuoicagao
do Cear-mirea com S. Jos os deus emporios
da agricultura da provincia ser de atilidada
secundaria oa da mero ioteresia swrticular
oeu ? Cerlo que nao. E eomo dizer o corres-
pondente qua esse presente (o 2:0005 .} dado
de fdo beijada indemniaoum de subeijo das
detpttas q* f\x com a hospedagem de S.
Exc?
Pois consignando S. Esc. uma certa quenlia
para ama obra remuoera-ma cosa Um algum
obsequio, que com S. Exc. eu tivesaa despen-
dido?
S o correspondente sisira pansa !
Eu lenhe estado maaou menoa em relago com
algumas admioislragoea e posso asegurar que o
Exm. Sr. Leio Velloso o presidente que menos
vezas tem ido a Uaarapea e receeido a hospi-
talidade, que sei dtapender com todos qua vaco
a minha eaaa ; afora a doaa veze (de qua j
cima faltei) S. Exc velo a Guarapea outras
duaa vexea pernoitando em uma de lias e descan-
sando n'oulra em aua ida para a cidade de S.
Jos, o valla para esta capital, onde actualmente
ae acha; a taalo gaalai eu com essa hospedagem
lie rpida ; lio peohorado me ficou S. Exc que
concebesse o projecte de me gratificar ou in-
demuisar com 2:000ff, rs. dettioado para obraa
publicaa ?
Tenho o habito de hospedar, a do melhor modo
que me possivel, a todos quintos ma procurara,
nunca julguai a ninguem em divida pelo trata-
meolo que lhe dou, a logo foi o Exm. Sr. Leio
a exeepgio, o nico qua ma devia indun-
nisar ?
Vejo poia em semelhaote aasergio uma iojuria
quo eu repillo com todas as torgas, e uma falsi-
dade, que por si mesmo se manifest.
Boxergo o acopo, a que ae alira o correspon-
dente ; conhego perfeilamenle
serva ao Exm. sr. Leio Velloso
em que esi de descooceituar a admioislragio
de S. Exc. de quem eu formo o mais vaotajoao
conceito e cuja administrado lodos epplaudena,
porm se o correspondente quer chegar ao re-
sultado que almeja, deve eaperar pelo fictos, a
nunca ioventa-los, ou inverte-los.
Cumpre que o correspondente seja sincero e
leal em suas asseverages para que obtenhi p-
ranla a opiniio publica aquelle grao de conceito,
que lhe myater em uma lula semelhanle a que
para a arena jornalislica nio traga homeos, que,
como eu, nenhuma duvida tem em voar aos
prelos e destruir as calumnias, que a mim e ao
digno Sr. Leio Velloso assacou to impruden-
temente.
Deixe-me o correspondente entregue aoa meus
trabalhos habituaes, conceda-me o tempe, de
que preciso, para aturar os mangues, quebrar
podras, abrir estradaa.de que tanto carecemos, e
o correspondente faria melhor servigo a provin-
cia, e eu o esqueeeria no silencio a que me
impuz.
Cidade do Natal, 3 de feveroiro de 1862.
Fabricio Gomes Ptdrota.
Stnhores redactores.Tendo sido acommetlllq,
de uma violenta febre thiphoyde o Sr. Elesbio
Manoel dos Santos, e chegando a molestia a um
estado graviasimo, por ser elle extremamente
pobre e falto de todos os recursos para podar tra-
tar-se convenientemente oa casa de sua residen
cia ; promov a aua remogo para a casa de
saude do Dr Joo da Silva Ramos, a cojos cui-
dados o cooflai; cerlo de que, pelos deveres sa-
grados que sua proflssio lbe impe pelas consi-
derages de amisade com que se digna honrar-
me, elle lhe prestarla o mata aerio cuidado ; em
resultad do qual (atienta gravidade do caso)
ou nio esperara um xito muito feliz.
Snccedeu, porm, o contrario, e succedeu por
que a solicitude que em geral o Dr. Ramos tem
para com seoa enfermos ; as condiges bygieoieas
daquella casa e a precisan sceio e ordem que nel-
a se observara, para isso coutribuiram.
E' a primelra vez que venho a imprensa, e se
o motivo nio me houvesse impressioosdo lio for-
temente de certo o nio faria.
Cuaapro, porm, um deverque me grato, re-
conheceodo publicamente que a casa de saude do
Dr. Ramos he de extrema utilidade para esta pro-
vincia.
Recite 6 de margo de 1862.
\ Joo Ribeiro Lopes.
Se o correspondente escrevesse (rnente para
esta provincia, onde eu sou bstanle coobecido ;
ae com meu nome nio involvesse o do Exm. Sr.
Dr. Leio Velloso que com tanto afn procura fe-
rir, eu lhe daria com o meu formal deaprezo
uma reaposta conveniente ; maa tendo procurado
o Jornal do Commercio folha muito lida no im-
perio (ou devo confundi-lo, e o fago pelo modo
aeguiute:
Nao exacto que S. Exc. de volta de sua via-
gem daa Cajazeiras, ndo a eonvite meu, e sim do
Dr. Octaviano, como j declarei, para esta capi-
tal mandasee eotregar-me a quantia de 2:0009 rs.
para a eendusio do aterro de Guarapea; S.
Exc. me encarregou desse trabalho, alias muito
penoso a difiUil como publico sela cidade, e
nao, ligeiro, como de proposito qualiBca o com-
municanie, quando velo a bordo do Jagaaribe
pela segunda ve a Guarapos, tendo deccorrldo
de uma a outra estada da S. Exc, bastantes lem-
po 1 S. Ixc, raaeWeu dtla obra dtpois da
bem examinar e conheaer a utilidad* de sua
conclusao, utilidade que foi recooecida por to-
das aa peaioaa grada desea eapttatv que ae acha-
vam em Guarapea a entre ellas o Dr, enge-
nheiro Eroeato Amorun do Valle, a o inspec-
tora daa theaeorarias provincial e geral, que
ralis raaoluoio de S. Bxo. e sendo
appUudiram si
asaim como dizer-se que bao foi ourid a the-
aouraria ?
, O aterre de Guararapes nio i me obra da
Slilidade problemtica ; o Exm. Sx.. Dr. Aotonio
arcelliao Nuaes Goocalves que admioislrou asta
provincia com toda vaotageea a COA repetidos
aplausos de todos raconheceu sua oecassidade a
Importancia, e a aua insiaocjaa aonlratou meu
lbo^rtocUeo Gomes da Araujo Pedresa parle
de 100 bracaa de aterro sendo au o fiador; esta
ubre foi concluid* oa admioislragio do Exm. 8r.
Dr. Jds Bento ds Caoba Flgueredo Jnior, *
entregue, ae Dr, engenheiro Anjrjtim. do Valle,
Iffaarass, 4 de marco de 1863
Srs. redactores.Teodo o meu constituidle o
Sr. Jos Duarte Rangel, em resposta a um com-
muoicado do Sr. Amaral e Mello sobre negocios
doeogenho Ioohama feito publicar no Dia-
rio de hontem a petigao de aggraro que por
elle e outros ioterpuz para o diatinclo tribunal
da relagao, e aendo essa publcagio feita sem oc-
culioco do meu nome e nio oom pequeas in-
correegoes, sou forgado a apparecer nio s para
dar algumas explicagoes, que supponho necessa-
rias, como para fazer emendar oa priocipaes er-
ros com qua sabio a dita pelieao, erroa talvez
devidos em grande parte a pessoa que exlrahio
a copia, de que se servio o Sr. Duarte Raogel.
Eelendo que a misso do advogado defender
em juizo os legtimos ioleresses dos seus clien-
tes, narrando o tacto com a conveniente exacli-
dao, que est subordina Ja a prova dos autos e
ioformages da parle, e citando aa lea que faro-
recern a ioteogio desta ; anteado que o advoga-
do nao deve recorrer tricas e invectivas impro-
prias de seu carcter, e oem apreaentar-ae por
modo tal identificado com o seu cliente, que pa-
rega ser mais interessado na causa do que a pro-
pria parle ; e poia, entendo tambem que o no-
me do advogado nao deve apparecer fra dos
autos, visto que a diseuisae extrajudicial, alera
de ioconreniente, nao perlence aos advogadoa.
Ma, como o meu consumite Jos Duarte
Raogel eotendesso que, para refutar o commuoi-
cado do Sr. Amaral e Mello, coovinha-lbe a pu-
blicagao dessa petigao de aggrevo, o ahi figure o
meu nome como aeu advogado ; por iaso, aem
querer tomar parte na polmica jornalislica que
encetou o patrono da parlo adversa, farai algu-
mas considerages, que, como ji dissa, suppo-
nho necessariaa.
E' notoria a desiolelligeucia que infelizmente
existe entra mim e o actual Dr. juiz municipal
deste termo desde que para aqu veio elle como
juiz, desintelligencia porm, que nio sendo por
mim provocada, jamis concorrea para que eu,
na qualidade de advogado, lhe faltasse com o
respeito devido ao aeu cargo. Se algumas ve-
res tenho combatido, com a energa propria do
meu carcter, despachos mais ou meos injustos,
que esse magistrado ha proferido contra partes
de que sou advogado, o hei sempre feito por mo-
do r6Speitose e congruente.
Acalumnia, o inaulto eoa improperios sao ar-
mas de que nunca me aervi publica ou particu-
larmente nem mesmo coolra o meu mais abjec-
to ioiaaigo. A mioha educago e a minha ndo-
le sio avessss a manejos e intrigas taes, eomo
por mais de ama vez deve ter reooohecdo o
proprio Dr. juiz municipal, que aem duvida nio
tem sido to generoso para comigo.
Aasim, pois, sena minuta do aggrevo, de que se
trata, eu deixei entrever a pareialidade com que
tem procedido o Sr. Dr. juiz municipal nesse ne-
gocio, porque na verdade elle ae tem apartado
da senda da Justiga, desvio que elle proprio ae
encarregou de mostrar por modo bem viairel em
aua resposla, que abaixo traoscrevo.
O Dr. juiz municipal para sustentar o aeu acto,
lato a nomeagao de Jeronymo para inventa-
rame dos bens de D. Brites, aaseverou antecipa-
da manta que o teitamanto deata. aacesaetade por
meu coostituinte Jos Duarte Raogel, era falso,
visto que aeaim o dizia Raposo. Bindeira a Pedro
Alexaodrino. a asaim ae colligia do rame a qne
elle procederaaaa firmas da testadora ; mus na-
da dUtoprovou.
IThcto que nio foi nem pode ser contestado,
que al boje nem umj acgo civil ou criminal ae
acba intentada em cooaequeacia dassa falsa falsi-
aat ;e por tanto os actos judiciaeaquapara pro-
va delta se team pratcado sao nulloa, a nia po-
dem como laea produzr eueito algum.
A precetoa que fl expedida para ioquiricao
de lestemunhe uaaaa cidade, foiillegalmanU re-
querida a ulegalmente concedida, valo cerno an-
tes da intentad*a tiuea tosa pode iaquenr tea-
tamuehaa ed petwetMei ra mamona aa
esas lMVnriWinilaai|M8eaeou euermaa.ou
propieeuae a
peritos, aparar daa insiouagde qUe lhe eram fel-
fas, declarou, a tem aempre declarado, qnreo ca-
rcter da letra daa firmas dos testamento' era o
mesmo daa outrae firmas, que lhe apreaentaram,
em tudoaemelhante a aquellas. O oulro, porm,
que um hornera de lio pouea f, que j detco-
nheceu a aoa propria firma, depois de ler dito que
nao navia faiaificagio, advertido publicamente
pelo advogado de Jernimo, atresceotou que pre-
suma baver, e, para mais aatisfazer o advogado,
conclaio dizende que tinh coueeiencta da
falsidade I E-te perito um solicitador intimo
amigo de Sr. Dr. juiz municipal e maia ou me-
noa interessado em laes negocio, como ji tire-
mos occaaio de moatrar.
Aa contradiges, doa peritos e a (rragutaridade
com.que ae praticou esse exame, fizaran com que
o auto respectivo nao leoha podido apparecer em
apoio da asaergio de Jerosy mo ou do jvit que
lbe aerve de porta voz.
O subdelegado Raposo, que ha tomado grande
e nio louvavel parte neate negocio, depois de
contar em juizo uma historia, que foi cabalmente
refutada por Manoel Remeiro da Gouveia, admi-
nistrador do engonho Iohamau, concluio dizendo,
que aealgumaa pessoas diziam que o testsmento
era falso, oulraa aaaeveravam que era verda-
deiro.
A ioformagO do escrtv&o Baodeira, que afiec-
tqu em juizo intimidado, que nunca tere oem po-
da ter tido com D. Driles, era tadu que referio-se
a do subdelegado Rapoao, parecendo at que en-
tra elles houve combioagio para isto.
A historia do tabelllio Pedro Alexandrino, que
ora contada por um modo, ora por outro, e sem-
pre inverosmil, nio paass aioda de uma historia,
que nao foi confirmada por Pedro Alexandrino ;
um manejo miaeravel de quem quer que aeja em
pruveito do interessado?.
E em virtude de laea ditos e boatos taea que
o Dr. juiz muuicipal de Iguaraasu' ousa asss-
verar ao superior tribunal da relagio que o testa-
mento de D. Britea falso? 1... Nada era contra-
rio influo na cooacieocia do Sr. juiz municipal a
f publica que merece o labelliio, que approvou
o odio que con-1 esse testamento, tsbellio que por aua inlelligen-
, e o proposito, cia e moralidade est cima de toda a sus-
peila ?
Nao sabe por ventura esse magistrado que nio
havendo acgo alguma intentada centra o testa-
mento, maa podando aer intentada, nio pode ou
nao deve ella previamente amittir o seu juizo, e
que faiaodo-o toroa-se legalmente auspeito ?
Crelo qua deve saber.
A contra minuta do Sr. juiz municipal, o
traniumpto fiel das razoes do advogado de Jero-
nymo ; apenas doixou ds consignar celia a amea-
ga de priaao Jos Duarle Raogel antes de cul-
pa formada, e isto talvez porque o Sr. uizsabe
que o crime de falsidade especificado no art. 167
do cod. peoal, aOaogavel em face do disposto
no art. 101 do cod. do proc, e que em virtude do
art. 1075 do mesmo cod., a 'prisio antes da cul-
pa forra ida s perroittida nos crimes ioattanga-
veis, uma vez jue nao tenha ella lugar em flagran-
te detilo.
Teoho onviegio de que na minuta do aggravo
historiei o fado com toda a exactidio, e que
oella guarde! o respeito devido ao juiz e ao egre-
gio tribunal, a quem roe diriga ; e somante em
coosequencla desse respeito, qu_> nunca violei
nem quero violar, foi que nao desci e nem mes-
mo agora desgo narrago e prova de certas cir-
cumstancia, que sobremodo revelaran) a injustiga
deque se queixam os aggrevantes Jos Duarle
Rangel eaaus sobriohos, aos ques protesto s
defender em juizo.
J disse, Srs. rededores, que nio acho conve-
niente a discussio das causas na imprema, prin-
cipalmente antes de decididas pelos trbuoae, isto
importa falta de confianza oestes ; e eu que nio
sou daquelles, que creem na corrupgio da nossa
magistratura, a qual pelo contrario, eom bem ri-
raa excepgee, eupponho assaz naoralisada, nao
desejo ter occasiao de voltar ao prelo para me oc-
cupar deste ou de qialquer outro negocio idnti-
co, a menos que nao seja isto obrigado por al-
guma circumstancia imprevista, que, como agora,
reclame o meu apparecimenlo.
Os erros mais notaveis com qnesahio publica-
da a minuta do aggravo, sao as seguala* :
O stimo paragrapho, que principia Deferido
o requerimento no original est dividido em
dous.
No oitavo, linha 5*, em lugar de ler-se pro-
curagoes illegaea e muito onde leia-se pro-
curarles legaes e muito antigs de....'
No nono, linha 10a, em vez de com o intui-
to de promover um aggravo leia-se com o
intuito de provocar um aggravo.
No deeimo-quarlo, ultima linha, era vez de
ler-se Pereira de Carvalho proc. orph. nota 8fc
e Correia Telles dig. port. liv. 2 num. 101 v.
O decimo-oitavo paragrapho oo original eat
dividido em doos.
No decimonono, 11 linha, em vez de in-
conveniencia da naaoter ae leia-se conve-
niencia.
O jiros pequeos erros exstem que derxo de
notar porque podem ser suppridos com facilidade
pelo leiior intelligente.
Com a publicagao da presente e da contra-mi-
nuta do Dr. juiz municipal que abaixo se segu,
muito agradecido Ibes Ucar, Sr*. redactores, o
seu constante leitor e assigoanle.
Joo Francisco do Amaral,
(Estava reconhecido.]
Moraes Rangel, do Rvd. Jetonyrao Barreiros Rae
gel e de Francuco Barreiros' Rangel, o priaein
sobrinho legitimo de D. Brites, e os dous seus r-
meos germanos j foi requerida e expedida uma
carta precatoria para as justiga desta* cidade, aBas
de ser citado o gravante Duarte para asaislir o>
interrogatorio do labelliio Pedro Alexndrioo Ro-
drigues Lina, que publicamente diz haver sido.
convidado depois da morte de Dr Britea para
approvar o testamento da que se falta mediante o
gralilrcaglo de um cooto de res a uma escrara.
Outros muitos fictos tana concorrido para ae*
duvidar da realidade desse testamento, eomo sa-
jara o exame que se procedeu na letra, firma e
signa! da D. Britea, que em resultado declararas
os peritos baver alguma aemelhanga na latir,
maa que seu carcter era difireme, os intarro-
gatorios feitos so ctdsdao Joio de Carralho Ra-
pozo, subdelegado desla villa, e muito eitiraado
de D. Britea, e o do tabelliao Luiz Ferreira Bvb-
deira de Mello, que declararan) ter a mesma
D. Britea dias antes de sua morte lhea ter dito>
que pretenda fazer aetr testamento ao paaao que
o de que ae trata est' firmado oo mez de juah
tendo ella fallecido em dezembro.
Finalmente, outros muitos interrogatorios ser
tem procedido, eujoe resultados nio tem sido
por aem duvida favoraveis ao aggravante Duar-
te, a aeu suppleute Maooel Jeronymo, segundo*
testamenteiro e segundo aggravante.
A phantasisda incompetencia do juizo da or-
phos de que (allana os agravantes para o pro-
seguimento do inventario nada miis do que un
indecoroso meio empregado por ellas com o fia
de protellarem o inventario at veram ae qual-
quer consegue a invenlariancia doa bens, para
dalles tomar posse, o que fcilmente ae connece>
por nio apresentarem documentes com que pro-
vena a maioridada daquellas, que o ioventarianter
nomeado declarou deban de javanaenlo aerea
menores, obrigan lo-se apraaentar as competen-
tes cerlides da suas idades.
Entendo seria um contrasanso deaprezar d que
declara uaa inventarame debaixo de juramenta
prestado para observar o que aimpleamente dis
um ioteressado sobre quam pesara gravea sos-
pesas.
Quando por ventura os aggravaotes prvar
podessem a inculca Ja incompetencia do juizo de>
orphioa para a fadura do inventario, creio qua
nenbum prejuizolheraobreviria diaso.
Comquauto eoteodesse nao dever mandar es-
crever o presente aggravo'.por naoaer covaa dell.
todava o consent peto escrnpulo que tenho era
negar s partes qualquar recurso que lhes pareo
competir por V. H. imperial, que aapienliasimo
como o apreciar devidamente.
O crescio e mesmo desnecessario numero da
jurisconsultos que os aggravanles chamam em
seu soccorro nao lhes pode aproveitar por ao>
ealarem elles oas condignas exigidas por to il-
luslres praxistas.
Foi pois em faca de ts justas considerages aa>
quaea presumo serio acolhidas por V. M. impe-
rial, que deixei de nomear os aggravanles para o>
cargo de inventarame e sim a Jronymo Barrer-
ros de Moraes Raogel por se achar us caaos das
condiges exigidas por Pereira de Cacvalho proc.
orph. nota 59 e outros prosistas.
S*odo como Jeronymo legitimo sobrinho da
D. Brites a al legatario, e estando par de seua
negocios pela aociedade que tiveram no seu en-
genholohami o que tudo atiesta o documento de
11 20 e concorrendo era sua pessoa outra* viali-
dades que o recommendara na opiniao publica,
aecrescendo possuir consideravel fortuna, creio*
que i elle deveria nomear inventarame da taes
bens, o que liz.
Entretanto, V. M. imperial decidir como en-
tender em sua alta sabedoria para aer fielments
campridn pelo juiz municipal Joo Cirios Augus-
to Cavalcanti Vellez.
Jos Duarte Rangel.
Iguaraasu 22 de favereiro de 186.
Estava reconhecido.
Seohor. Ncnhum aggravo julgo tor feito aos
aggravanles pelas razos que *nui respetosamen-
te passo a expender V. M. I.
Tendo fallecido nasle termo, no dia 4 de dezem-
bro do anoo prximo passado D. Brites Sebas-
tiana de Moraes, e tendo sido os seus beosse-
questrados e depositados em poder de pessoa
idnea, requerimento de Mauoel Gongalves Pe-
reira de Moraes o Jeronymo Barreiros de Moraes
Rangel, por ser de noloriedade publica ler ella
fallecido abstestada, o que parece real, por aer
hoje de todos sabido que a mesma D. Brites, mo-
mentos antes de seu paaaamento mandara cha-
mar nesta villa o labelliio Baodeira para fazer
aeu testamento, o qual nio obstante partir imme-
diatamente, ji a encootrra cadver, auccedeu,
porm, que o primeiro aggravante Jos Duarte
Rangel me apreaentaase, quatro dias depois de
sua morte, um testamento, dizeodo ser o que Q-
zera aua irnaia D. Brites, no qsal representa de
primeiro tealamenteiro e berdeiro da metade de
sua fazenda ; a cerno quer que esse testamento
nio encerraase faltas taea que o tornasse eviden-
temente nullo, mandei-o cumprir, e havendo or-
denado por despacho nos autos do referido se-
queslro ae passasse o competente mandado de
levaotamemto e emlasaode posse na posse do ag-
gravante Duarte, que e requer&ra, pedio vista
desae deapacho o meamo Jerooymo Barreiros de
Moraes Raogel, proteslandojprovar exuberante-
mente que um tal testamento era apocripho e ur-
dido pelo aggravaute Duarte, que alm dialocoa-
servava os aeus bens hypothecidos, pelo que
nenhums garanta ofiorecia para tomar posse dos
beos da finada aua lia D. Britea, e teodo eu con-
cedido-a am auto apartado, com o fin de nao
demorar a execugio do mesmo testamento, ag-
gravou ella deate deapacho para V. M. I., que em
aua aabedoria deu provlmanto a sea recurso,
mandando subsistir o sequeelro para garanta da
haraoca e aegiranga de juizo, o quo incontinente
mande! cumprir.
Ueyeodo-ae, porm, proceder a inventare no-
espolio de 1>. Britea, como me requeren o men-
cionado Jeronymo em sua petigao de A. 3, as-
sim o determine! oomemde-o inventarente, e
mandando correase o respectivo inventario pelo
juizo de orphiea, por haver elle declarado debai-
xo de juramento, que preatou, haverem orphioa
instituidos berdairoa em dito teetamesio.
Dessa nomeagao de ioventariant pedio viata o
aggravante Duarte, que coaeedendo-a iodetlri
auaa allegacoes de fi. 11, como veri V. M. I. fl
si V.
Eotretaoto appareceu o advogado de aagravaa-
te Du.rle, que ta rabera o do segundo eggrivan-
te-Manoel Jeronymo da Moraes Rangel, pedindo
em norae daata viata coas suspensio de despa-
chos, pelo qual hara sido Jeronymo nomeado pe-
ra demonstrar que a invaetariaocia doa bees quan-
do nia lase eoacelido ao aggravante Duarte, de-
vana ser a elle aemo seu suputante, e que o in-
vanlario jmaia daveria correr pele juiao de or-
pbios por serem maioras todos os herdetros ios-
lital-*J..8* *"Ua,w"t0 D Brites, e leado-lh'a
coMedido ana auto apartado, como se ve do des-
pacho 11. 27, per ceoheeer que aa afgraveeUs
empregavam todos esses meios com o flm smen-
te de demorar a marcha do inventaro: ainda
V* orto de petigao pata V.. I.
I- abe qee e fatta per ai s* de ser-se
teatasMetetro, messao do tostiaseuto vIlWo, nao
Ao Sr. LaurenliBO Goutes- "Ja Cuuka
Pereira Bellra.
Ha em um annuncio do Sr. Laurenlino Comes
da Cuoha Pereira Bellrio, publicado oeste Diaria*
em data de 13 de fevereiro, a respeito de um sea
escravo fgido, expreasoes qua bem poJem ser
consideradas como alluiea iTaosivas langadas
sobre algum doa seahores de engenho, seus ni-
nhos, e particularmente ssbre mim,.qua com ella
trago demanda em juizo a respeito dos limites do>
meu engenho Aldeia que confina com o de-
Santos Mendes parlenceute S ; e porque s*
agora que live occasiao de ver aquelle annun-
cio, e me nao cenvm que ella fique sem expli-
caoao, pego ao dito senhor, que declare por esta
folha, se se enlendem comigo as seguidles exprea-
soes do mesmo seu annuncio....... por isso
de presumir que, ou esteja acoilado por algum
senhor de engenho vizrnho, cujo carcter coda tala-
se coaduna, e com algusa penaamento reservado-
a melhor satisfazer os seus intentos, e consegnir
certoa tins por elle muito desejado, ou par al-
gum dos seus moradorea___>
Se oSr. Laurenlino estava em seu perfeilo jui-
zo, quando cedigio, ou mandou redigir esse so-
nuncio, e se leve inlengio de ferir-me, deve ter
a coregem de declarar que aquelle trecho ae re-
fere a mim, porque entoo hai-defaze-lo compra-
hender que oeste pa,u ha lei, a existem tribuuaes
que castigam os insolentes, es atrevidos, os beba-
dos a os calumniadores.
Engenho Aldeia, 2 da margo de 1862.
Luiz de Albuquerque Maranhao.
_ para tocares reaaeioe.
como sabe qualaoM- soiteiudor da eaesas, aaa
ios allegou oem se poda allegar coi* asee- conatitue a niugu'iallnVaUriaiJw'" qatoVl
ttdao. > { if da>i O exame que se proeedea na-firma de D. Bri- Qee o lasusrrerto d oU ae tit -rii *-
tHitAebrroreee paeauazpcAo de almdada.. Sd,^STSkTxS SrtdT iatS\a*l l\i
Srs. redactores.lia certos homeos que forana
predestinados para ftagellos de seus aemelhante-
Viclima de flagellos laes, tem sido o hooradisai-
mo commendador Antonio de Siqueira, cuja mo-
ralidade se tem sobejameote authenticado nessa
resignagao evanglica, com que tem aoffrido, ca-
lado, calomoias e balddes de toda a casia, vomi-
tadas por um espirito a tribuario, cujo nome nar>
vale a pena declarar, pois que, mais que conhe-
cido nesta trra I
Entretanto, Qque certo esse hornero, que o pu-
blico, e os tribuBas superiores do paiz, ho da
fazer justiga ao commendador Siqueira, o qual
ri-se dessa miseranda ameaga "de publicagao do
folheto, que alias nao aera maia do que um novo>
parto das loucuras de um tonto, cujas labias ser-
pentinas s podem illudir a inexpertos. Pode
pois, ladrar la.
O ?itomba.
Srs. redactores.Como o desespero do homeos
oio deve aer o seu ultimo termo, por isao qua
venho to someota dirigir-me ao aeu mu apre-
cia vel jornal, e por elle recorrer para o meu va
limeoto, a prolecgo do ckdado benemrito, o>
mais importante da comarca de Santo Anto,
dos seus suburbios, o Illm. Sr. capiao Antonio
Marques de Hollaeda Cavalcanti, o muito digno
proprielario de seis ongenhos nesta fregueza
da Escada, e residente era um dellea mencionad
Taquara.
' Recorrendo tambem.para o mesmo flm ao seuv
llusire cunhado o cidadio presiavel, o Illm. Sr.
capitio Hearique Merque da Silveira Los, o di-
gao proprielario do engenho Lianeira.
A razio de procurar para mioha aalvagio &
proteegio deaaae iiluatres senboree,porque de-
corre dea annos que mora nesta vitla de Nossa Sa-
nhora da Apreeeotagao da tacada, ende vivia ds
meu eommereto, e j ia gozando ds geral estiras
de todos ; e de trea anuos para ci peaco maia es
menoa que sfortuna me tem sido adverga tuda
se tem acabado. Hoje me vejo em uma oaaape
rada stluagao e st sem meios de poder procurar
algara recurso para mioha subsistencia. a como
seja essa. familia do Exm. Sr. bario de Uiing A
mais importante deste termo, nio a por seas
mereeimentos, como pelo bem coa-parlamento
para eom o res paita val publico, e mesmo porque
teoso observada que astes senhor es, aauito sea
tem prestado em remediar aa neeesitdadaa da-
quellea que proesram a refrigerio para aua
sistencia, no aairatsnto aenbores redactoree
perro oa boadade desses doos apreciareis cida-
dos que com urgencia te prestarla ao aaa -re-
curso.
{avisara senhores redactoree dar publicideds
a eetea diminatas linha que muito Iba agradece-
r e eee eoeataete Vvitor.
Villa da Bseads, 6 de margo de 19*9.
Manoel Rolemberges de Maaalhiet Bastos.
"HUaVaT
Ni eorreseoedenci puWioeds bou tem firmada
por B. P. L. de ir Hh W*H %aoejo-
tifiaetivo, dve-se ler-^agaoo-jastioVeav*.
Pubticagocs a peaiao^
f dprs as {reanle de Noua Seohoc da ConceU
*ereit nrW M** o Baetto. posasiaos
raasesto ? pbediemcis pata coras

IvBTlLDO.
Bl




--
**lIUUllBUUO. ~ Stift MftA 9- DB IMJrQO 4>fc lftS9.
principe o ooceae Persambacana. vem represen-
Ur contra o actual parodio enoemmendade deata
freguezia Joaquim da Cunua it*IciqI. f ae dee-
conbece e mesmo nega-se ees aicroi deveree de
seu mioisloriofc
s abati assigoadosaie sao dirigidoa por dio
que prodigalisem o reversado parocho mais aim
pelo amor doi ioteresses religiosos que muito a-
prcstm.
ttxm. Sr. Seguintes io os factoa que servem de,
objecto a representacin havendo do da 11 do
patudo fallecido urna lina menor de Maooel A-
leixo Uariiof, cate maadou ariaar pelo sacristio
as reverendo parocho para que fosae encornasen-
der aa 5 faoraa da (arde do aia seguate na igreja
matriz, e dar-se a sepultura a cadver com aa
costuradas ceremonias, porm o reverendo pa-
rocho bem longe de prestar-se aoa deveres de
suas fjnccoes para vingar-se de Aleixo por mi-'
serareia iodisposijfiee, como foaae ter o referido'
Aleixe levado ao conhecimento de V. Exc o ex-
ceeso ejue o dito parocho recebera de emolumen-
to* per occasiao do enterro deseo primeiro filho.
Bao a negasse como erdeooa ao sachristo que
feitasie o cemilerie eoo consentlsse o iogreaso
do cadver aa matriz como auccedeu, facto estu-
pendo.
Aleixo que igoorava semelbante proceder do
reverendo parocho; a hora apraaada fez condu-
zrr psra a matriz o cadver de sua cara iilhiuha,
chegaado, lbe declaroa o sachristo que tinha or-
dem expreasa do parocho p*ra nio abrir o cemi-
lerio matriz, ficaado assim Aleixo com o cada-
ver da parte de fora, mais o sachristo que me-
Ibor peoaa do que o reverendo parocho, a rogos
de Aleixo abri a igreja e deposilou-se o cadver,
mais nada da sepultura por prohibigo do reve-
rendo parocho, Ucou assiin o cadver expoito na
matriz desde s 5 horas da tarde do dia 12 al aa
2 horas da tarde do dia segualo, decorrendo 48
horas depeis da motle, qaaodo apparece o Illm.
Sr. presidente da cmara municipal, que a bem
da salubridade publica mandou dar sepultura no
eemilerlo.
Semelhaote proceder de reverendo parocho tem
irritado profundamente a lodos, aervindo-ae da
occasiao os abaixo asignados revelam V. Exc.
outros tactos do reverendo, someole emquanto o
nao comprimento de aeus deveres, nega-se con-
tinuadamente com lisoaatisfactorio, e coofisses
in periculo de vita, ae oa abaixo assignadoa qui-
zessem abusar da bondade de V. Exc. cantaran)
a palidonia do reverendo parocho em som alto e
retumbante.
__ Exm. Sr. os abaixo assigaados confiam que se-
o atteodidos nao obstante o reverendo parocho
alardear da omnipotente protecceo de V. Exc. o
que du vidamos por estarmos convencidos das pas
inteoces de V. Exc. de quem esperamos provi-
dencia.
Deus guarde a V: Exc. de quem So obedientes
Clhos.em Christo.
Os abaixo assignadoa :
Antonio Jos Pereirs, capillo da guarda nacio-
nal.
Jos Joaqun] Bezerra de Helio Jnior, alfares da
guarda aacoal.
Abiooo da Cosa Mello Luna, capillo da guarda
nacional.
TbeotooioJoa de Freitaa, joix de paz.
Aveliao Rodrigues da Silva.
'Francisco Leio da Silveira, negociante.
Jos Cyptiaono Bezerra de Mello, negociante.
Jos Luiz de Mallos, negociante.
Antonio Jos Bertoldo.
Eugenio Rodrigues Campos.
Joao Jos Pereira.
Maooel Pereira da Silva,
Alejandre Ribeiro da AanuQCilCo.
Joo Goncslves Nunes.
Joi Avelinio Csrapeba.
Romualdo Jos Firmo.
Jos Gomes da Silva.
Thomaz Jos de Aquino Pereira.
Manoel Venceslao de Souza.
Antonio Cordeiro Merelis.
Pernio do Illm. Sr. Jardn* Gomes de Car-
Reeie 17 de desasto de 1861.
Joti Antonio* Cerwtio,
Provedor.
Joaquim Ferreira Mendtt Guimares,
\* secretario.
Praca do Recife ^ de
margo de 1862.
\s t\uatro horas da tarde.
Coiaces da Jauta de carretores.
Fretes.
Assucar para Liverpool 80| por tonallada e 5
por cento.
Algodo para Liverpool3| por libra e 5 0|0.
Descont de letras.
HOiO ao anno.
Cambio.
Sobre Londres-90 d[v. 25 3(4 d. por 1JL
J. da Cruz Macedopresidente.
John Gatissecretario.
AUandega.
Hendlmentodo diada 5 .
Idean do di 6.....
63.4004053
34:103|559
97.5035612
Movlmenlo da alfandeira.
vetamos entrados co fazendas.. 488
ora gneros.. 373
Velnmes sahidoa com (azendas.. 70
cod gneros.. 271
561
241
Descarregam hoje 7 de marco.
Brigue fioilandezJoanna Lulzacharque.
Bares americanaMargareihmercadoriaa.
Barca americanaImperadormercadoriaa.
Barca americanaAmazonasidem.
Hiate americanoJuliodem.
Barca inglezaTrineulofszendas.
Hiate americanoDarling{arinha e papel.
Hecebedoria de rendas luteruak
geraes de Pernambuco.
Rendimen todo dia 1 a 5 6:504784
dem do dia 6......< 2:310|556
8:8155340
Consolado provincial.
Rendimento do dia 1 a 5
dem do dia 6
18.8241801
1:1669648
O r- rtela* de Alancar Areriae, offlcial daiea
periel erdem da Rosa o juU de direito-especial
.de oommeroo deca cidade do Reoife. fila!
Jeeta arovieci. de Pernambuco e seu -termo.
^L^, n'W'18 T"P conetitoctoaal
ofcnhorO, -Pedro II. quem Deusg-uarde.
Faeo saber pelo a preaente, BUe oor u, i.Uo
Sr : D?' eD,r* *"**
soquete Antonio Altes de Miranda Sulma-
fciw penhora em dinheiro na ouanU. d seta-
cento. cincoeo.a e sete mt. seisS'eZ'Z.
unliu' Ve acha rech'da no depoailo pu-
e ro' S,flieDC" d" i,'i'"q.lf de feve-
tt^, P I p*Ile 0 wilaaor Frederico
mSJIZ0"*^ e"1u'e me frs feito o
fevereiro de mil oitocenfoa e sessenta e dous
Bit a'.diail*0 ReCf6 ^ Per'"buC0 "
daJ^fe<1ire't0 M'a,,i d0 commercio Tristo
frcorh^.nranpeVneli' pel "icitador Frede-
?. !It" Profc?.rador do exequente flra accusa-
praud^" e -m di0heir0 Dertenceote ao
ri. .6 C,l8V<, n* et. pela aeguinte
ia.-freC'l0ri8requerendo 1" ao mesmo exe-
IriA, JV Bc!,s"" "signados debaico de
le, como dezdiaa aos credores incertos. p.ssan-
2h.. Ir"*?'* d0 e,,yl0 I 'o como dita
penhora effectura em dinheiro. O queouvido
cos^sSa, Veer' Pr6Cedd0 preaS d
daau'V -J"?-.-"
sahe o hiate Jaguadb, de. primeira marcha, o
q*al tem excellentes conunedos para carga e paa-
sageiros, e pretende sabir em poucos dias, visto
j ter parte do carregameoto : a tratar na ra do
Lreapo n. 14, ou com o maestre a bordo, defroote
do caes do Ramoe.
Para
Rio de Janeiro,
o o escrevi.Eu
de Andrade escriro o
14:941499
Movimento do porto.
No correr do anno prximo paseado em com-
raunicou por vezas o digno provedor do Hospital
Portuguez de Beneficencia, os embaracos pecu-
niarios com que lutava, para satisazer o paga-
mento de urna divida, com que nao contava no
seu anno administrativo, e desejando eu coadju-
va-lo na remocao desse obsUculo, em que elle
dizia achar-se collocado, e que pamente acredi-
tei, orTereci-me para adiantar aquella pa insii-
tuisao, aquantia de 3:759*198. que foi aceila
pela junta administrativa de ento, sb as con-
diroes que abaixo vo exaradas, as quaes gusto-
samente me prestei, porque o meu fim era e i
promover quanto poder, por mim) e meus ami-
gos a prosperidade do eslabelecimento.
Quando realisei este etnprestimo, e mesmo ji
depois, manifestou-me o referido Illm. Sr. prove-
dor, o desejo que tinha de que o meu embolco
fosse antes por meto de quoias promovidas pelos
associados, que voluntariamente quizessem con-
correr para isso, do que pela acquisijao de socios,
e mereeendo-me toda a consideracao e peso a
sua opiniao, prometli-lhe recorrer primeiro a es-
te expediente, por isso que venho hoje scienli-
csr aos Srs. associados que quereodo dar urna
prova de seu amor e deaicacao ao Hospital Porta-
guez de Benecencia, podem dirigir as quantias
com que cada um se digoar concorrer para o re-
ferido fim, aos abaixo nomeados, cerlos de que
seus nomes e quantias, sero levados opportuna-
mente ao conhecimento da actual junta adminis-
trativa, que eatou persuadido nao deixara no ol-
vido o apreciar como merecerem as ofierlas de
cada um. NSo vou pessoalmente a casa de todoa
os Srs. associados por falta de lempo, pelo que
espero merecer desculpa.
Recife 18 de fevereiro de 1862.
Bernardino Gomet de Carvalho.
Nomes dos Srt. a quem se podem dirigir
as offerias:
Recife.
Joaqnim Honteiro Cruz.
Jos Joaquim de Castro Moura.
Joaquim Luiz Vieira.
Jos da Silva Loyo.
Joaquim Correa Resende >ego.
Francisco Moreira Pinto Barbosa.
Santo Antonio.
Joao de Siqueira FerrSo.
Domingos Jos Ferreira Guimaries.
Antonio Gon?alves d'Azevedo.
Jos Joaquim da Silva.
Jos Joaquim Lima Bairlo.
Jos Jerooymo da Silva.
Jos Alves da Silva Guimares.
Boa-Vista.
Maooel Jos Guedes Magalhes.
Joao Luiz Ferreira Ribeiro.
Documento nico pelo qual se dignoa a junta
administrativa acientificar-me que aceita va o meu
olferecimento e saas respectivas condices.
Illm. Sr.
Tendo a junta administrativa do Hospital Por-
tuguez de Beneficencia nasta cidade, em sus ses-
ao de 23 de outobro ultimo, aceitado o offereci-
meoto que da parte de V. S. e oalros lhe fora
feito de adiantar a quantia de rs. 3:759#198, para
pagar a Mathiis Lopes da Costa Maia a importan-
cia da execucao que encaminha contra D. Maris
de Jess Cordeiro, riuva de Joao Rsphael Cor-
deiro. em virtude da qusl flzera penhora na parte
do smo Cajueiro, que tocara dita D. Haria por
neraaca materna e por esta vendida o hospital,
cuja peahora, aeodo desprezados os embargos de
lerceuo a ella oppoatos pelo referido hospital,
lora jutgada bem feiti pelo tribunal da relicao :
easuB o coaamnico a V. S. para ajue se digae de
resinar aua promeaaa, mediante a eoadicao pro-
poeu por V. S. de aer o aeu embolso feito por
aeio das joias das eotradas dos bebemeritos, bem-
ii?.r? 80cio* ,ffec,i. segando disposra os
alar.du^^f-,8- 'ros adquirirem para.
i7o.^ 'P"U *ittm ,'ua leDD dieto a exi-
fa diiV -KmI,uw lndemn'co do nwocjonacio
aio *MmEiM ""i iUd0 foi PP'"* -
Slf ^rrel/a.*' ^ MC' *> b'*tl
^MJHrdV/S' ^ iK>nos. Prove-
dona do Hospu.1 Peitogoez.de Beueflceneia esa
Pernambuco t de uovembro de 1861.-iUin r
Bernardioo Gomas de Carvalho. D. socio b-
nerifeafemauM hospital.
Jt Antonio
Pi
Joaquim
Navios entrados no dia 6.
Para e portos intermedios11 dias e 20 horas, e
do ultimo porto 11 horas, vapor brasilero Prin
ceta de Joinville, de 917 toneladas, comman-
dante Jos Mara Sslazar, equipagem 50.
Navios sahidos no mesmo dia.
Maeeilugre inglez Lile, capitao J. Cooper, em
lastro.
Maeeibrigue americano flrondiwyne, capilo
Lowis C. Ilarmino, em lastro.
Parahybabarca iogleza Iionald, capitao John
B. Babot, em lastro.
Liverpoolbarca iogleza J/ryoie, capitao Bow-
mann, carga assucar.
Observacao.
Suspendeu do lamarao para S- Thomaz o pa-
tacho americano Lantarols, capitao B. Horman,
em lastro.
. w
I lloras.
I
e
B
B
Z
i'
cr
Atmosphera.
I
n
Cf
.P5
Direceo:
a
o
w
S
I
| Inlensidade.
I
lygrometro.
3
O
g s5
S "8
s
8
%
8
I,
8
(Cisterna hydro-
metrica.
\
Franeex.
Inglez
o
co
en
P5
so
<
>
> P3
. O
s
M
o
SO
o
f
o
s

>
. \2{{* nub,4(1 e de aguaceiros, vento regular
de BES e assim amanheceu.
OSCILA5IO DA MARB.
Preamar as8h. 6' da maohaa, altura 6
Baixi-mar as Ib. 18' da tarde, altura l'
Observatorio do arsenal de
marco de 1862.
P*
o p.
msrinha 6
de
prega.
o presente do protocolo das au-
a fallada precatoria e a apu-
do exequeote. Eu Joao Vicente de Torres
Handeira escreveote jaramenlad
Maooel de Csrvalho Paes
sabscrevi.
Por forca do deferimento dado a eale requeri-
kft|t o esenvao respectivo fez passsr o presente
eanal com o praso de dez dias. pelo qual chamo
cito e hei por cados os credores incertos por
m a '40 n0 "uerimeolo cima ins-
cripto, afim de que naquelle praso comparecam
neste juizo para allegar o que lhes fr a bem de
seudreito ejusttca.eobpena derevelis.
B para que a noticia chegue a quem ioteressar
possa mandei passar editses, que serio sffixados
^mpreefa"6" d cotiam% e PPdos pela
Dado e passido nesta cidade do Racife, de
rernambuco aosquatro diaa do mezde maiode
mil oilocentos sessenta a dous, quadragessimo
primeiro da independencia e do Imperio do Bra-
zil.Eu, Manoel de Carvalho Paes de Andrade,
esenvao o subscrevi.
rrislio de A mear Araripe.
lela thesouraria provincial se faz puDlico,
que a arremataco da renda das casas do palri-
meoio dosorphaos, fpi trsnsferida para o dia 13
do correle.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 6 de marco de 1862.
O aeeretario
A. F. d'Annunciaco.
Declarares.
ROMANO STEPrLB,
1* tenente.
Editaes.
O Dr. Francisco de Araujo Barros, cavalleiro das
ordeos de Christo e Roas, uiz municipal da
2. vara e provedor de capellas e residuos nes-
ta cidade do Recife de Pernambuco a seu termo
por 5. M. I. e C. a quem Dos guarde etc.
Face saber aos que o presente edita! virem
que sendo encontrado vagando no pateo do hos-
pital Pedro II, um cavallo castanho bastante ve-
lbo, castrado, com sama estrella na testa, com o
ferro V na perna direi.a, em dias do mez de no-
vembro do anno paesado; sao chamados palo
presente edital para que juslifiquem dentro de 3
das a posse e dominio que tioham ao dito ani-
mal, visto que estando Ando aquello prazo se
proceder a arremataco delle ; e para que che-
gue ao conhecimento de todos maodei passar o
presente, que ser affixado e publicado na forma
da lei.
Dado e passado nesta cidade do Recife aob meu
signal e sello que ante mim serve aos 3 de mar-
co de 1862.Eu Galdioo Temistocles Cabral de
Vasconcelos o subscrevi.
Francisco de Araujo Barros.
Acamara municipal da villa do Cabo, faz pu-
blico para conhecimento de seus muoicipes. o re-
Correo.
As malas que tem de coodaxir o vapor Prin-
ceza de Joinville para os portos do sul, fecham-
e hoje (7) as 3 horas da tarde, os segaros at i
QOrA8
THEATRO
DE
Santa Isabel,
Sabbado 8 de marco de 1862..
Segunda representarlo da compsnhia dramtica,
e juntamente da eompanhia arcrobata.
Logo que a orcheatra tiver executado urna de
suaa ouvertnras. dar principio ao espectculo
que ser dividido pela maneira seguate :
Primeiro quadr. .
CORDA FORTE HORISONTA'.
Na qusl mademoiselle Caroline execular diffi-
cilimos equilibrios e evolucoes.
Em seguida o joven Albert sobre a mesma
corda dar difcels e perigosos saltos mortaes,
os quaes foram admirados pelas illustraces eu-
ropeas.
Segundo quadro.
A eompanhia dramtica repreaentar pela pri-
meira vez neste Iheatro, a inleressante comedia
que se denomina,
OS DOUS MARIDOS.
_ Personagbns. Actores.
Rodrigo Pinto...... Leite.
D. Elisa, sua mulher. D.Anna Chaves
Sebasliao Faneca ..... Santa Rosa.
Luiza da Fooseca, sua mulher. Jesuina.
Gertrudes, criada D. Carmela.
Gabriel, criado ...;.. Costa.
Terceiro quadro
OS MENINOS ELSTICOS.
Desempenhado por mademoiselle Caroline, jo-
ven Hyppolito, e o aympathico joven de 4 annos
de idade Lindo-Amor.
Quarto quadro.
A eompanhia dramtica representar a sempre
applaudida comedia em um acto, ornada de mu-
sica,
e carga para
onsignalarios
o Santo nu-
a barca nacional Amelia pretende seguir com
muila brevdade. tem parta de seu carregameoto
a bordo ; para o resto que lhe falta, trata-se
com os seus consignatarios Antonio Luiz de 011-
veira Azevedo & C., no seu escriptorio, ra da
Cruz n. 1.
Para o Porto.
Segu em poucos dias a barca portugueza
Flor da Maia, por ter parte do seu carregamen-
o prompto ; quem quizer carregar ou ir de pas-
tagem, dirija-ae ao consignatario do mesmo em
seu escriptorio da ra do Apollo n. 43, segundo
andar.
Rio Grande do Sul pelo
Rio de Janeiro.
A barca nacional Carioca rece
ambos os portos: trata-se com os
Marques, Barros & C, largo do Co
mero 6.
UDS)
Janeir
O brigue a Jo ven Candido segu. c( m brevida-
de por ter meio carregameoto trat do : para o
resto trata-se com os consignatarics Marques
Barros & C, lar|p do Corpo Saoto n. 6.
Rio de Janeiro
O hiate Novaes, segu no dia 5 de marco, re-
cebe carga miuda e escravos a free: trata-se
com os consignatarios Marques, Barros & C. lar-
go do Corpo Santo n. 6.
fc
COMPANI BIC !U
LEIUO
i
01
DB
Navegado costeira
vapor
Ma-
te,
jara
Parahiba, Rio Grande do Ni
cau do A$su', Aracaty,
Acaracu' e Granja.
O vapor Jaguaribe, commandaate Lobato,
sahir para os portos do norte de sua escala at
a Granja no dia 14 de marco as 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 13 ao meiddia. Eocom-
mendas, passageirose dinheiro a frele at o dia
da sahida as 2 horas: escriptorio no Forte do
Mattos n. I.
Baha,
ToucinhodeLfcboa.
SEXTA-FEIRA 7* DO CORRENTE.
O agente Pinto far leilo por conta e ris-co de
quem pertencer de SO harria com toncinho de
Lisboa, prximamente chegado, s 10 horas do
da cima mencionado no armazem do Sr. Anaes
defronte da alfaodega.
w h ,LEILjto
Segunda-letra 10 do corrente.'
O agente Pinto far-Ieilo por conta e risco de
3uem pertepcer de urna caixa com 50 manteletes
a goda bordados e com bico de blondo, chega-
dos ltimamente pelo vapor inglez, as 11 horas
do da cima mencionado, no armazem da ra
da Cadea n. 14.
LILAO
Um sobrado.
Segnda-feira 10 docorrente.
O agente Pestaa legalmente autorisado far
leilao por conta e risco de quem pertencer, de
om sobrado de 2 andares e soto com excellen-
tes commodos, cacimba no quintal a meio, sito
' di* lol0' 31: 8fl8unda-feira 10 do cor-
rru.tedoPV?gVr?o n?rilS.d' m"h"' D "m"em d
Os prelendeates poderlo examina-lo com ante-
cedencia e quaesqnerinformaces ou documen-
Ic^^rVuso^oido. ref6,d0 ageDle qUe Se
Continuaco do leilo
POR TODO PREC0.
DAS
Fazendas em retalho da
ra do Cabug n. 8.
as 10 horas em ponto.
O agente Costa Carvalho far leilo ao correr
do martello de todaa as fazendas, indusiveis ca-
semiras, pannos Doos, paletots e casacas, como
fazendas de sola etc.. etc., que cortamente mai-
to devem cooviraos Srs. arrematantes.
LEILO
A 7 do corrente.
Soulhall, Mellors & C. conlinuaro por inter-
vancao do agenta Oliveira.o aeu leilo do- mais
completo sortimento de fazendas inglezaa cha-
madas de lei, e as mais apropriadas do merca-
do ; e assim mais de cerca 40 pecas de brins de
nono em estado imperfeito, e que por isso serio
vendidas por conta e risco de quem pertencer
Sexta-feira 7
do correte, s 10 horas da manhaa, em seu ar-
mazem, ra do Trapiche.
O hiate Santa Rila, segu em poucos dias, re-
cebe alguma carga a frele trata-se) com os con-
signatarios Marques, Barros & C, largo do Cor-
po Santn. 6.
primeira mar-
tem parte de
o resto que
consignatarios
& C, *no seu
POR CAUSA
DE
iMMIISIflL
Recebi
importancia.
ta/uy
Guimaries,
gulamento abaixo transcripto.
A cmara municipal do Cabo, atteodendo ao
que lhe repreaenlou o Dr. cheede policia firma-
do na faculdade que lhe coofere o art 58 9 do
Reg. n. 120 de 31 de Janeiro de 18flL b usando
da permissao que lhe d o art. 299,' do cdigo
criminal, declara nos artigoa absixo transcriptos
quaes as armas prohibidas e quaes aquellas, ca-
jo uso podem as autoridades policaca permittir ;
bem como as que se pode trazer aern liceoca.
Art. 1. E prohibido o uso de armas de fogo
conlondentes, cortantes e perfurantes, e s se~
permute beagallas.
Art. 2. S se poder trazer com licenca das
autoridades policiaes, pistolas, espadas, espin-
gardas de cacar e floretes.
Art. 3. O uso de outras quaesqoer armas of-
fensivas, ser punido com as penas estabelecidss
na legialacSo em vigor.
Art..4. Aelicencas para oao de espingardas de
cacar e floretes s serio concedidas a pesseas re-
sidentes oa comara, da boa conducta a da maior
idade, podeado os propietarios cacarero Das
suas propriedadas iodepeodenle de licenca.
Ari. 5. O oso de pialla e espada, s aar con-
cedido aos viajaotes, sendo declarado as liceo- >
Cas o destino da viagem e os signaes das pessoas I
qae ooverem.
Art. 6. Para andar armado dentro daa cidades
ou villas s se dar licenca u pessoas de rece-
nbactda capacidade quaado saaa vidas correr
perigo.
Art. 7. Os officiaes mecnicos e os agriculto-
res podero conduzir para suas ofcioaa ou loga-
rea da auaa oceupsces a farramenu indispensa-
vel para o sea uso; mais nunca a Irarlo depeis
de 6 horas da tarde.
Cmara municipal do Cabo em sesrto de 1 da
fevereiro de 182>-PreaidenteJos da Morsas
&m Imn.~t*te!*Q Jos Eloy i p4W| \4om
Quinto quadro.
O FIO ARCHAL.
Em que o joven Albert desempenhar difflceis
volacoes, trabalho at aqui desconhecido sobre
o rame.
Sexto quadro.
A eompanhia dramtica representar a nova
comedia em um seto, que muiloa applausostem
tido sempre que vai sceoa nos principies thea-
tros da capital do imperio, intitulada
Para Lisboa
Pretende seguir para os dous .portos
com mails brevidade o veleiro e 'dem conhecido
brigue nacional aEugenia, capillo Manoel Eze-
quiel Miguis, de primeira classe e
cha, pregado e forrado de cobre,
seu carregameoto prompto : para
lhe falta, trata-se com os seus
Antonio Laiz de Oliveira Azevedo
escriptorio, ra da Cruz n. 1.
Para a Baha
A veleira e bem coohecida ai cuna nacional
c Carlota pretende seguir com inuita brevida-
de, tem parte de seu carregameoto prompto : pa-
ra o reato que lhe falta, trata-sel com os seua
consignatarios Antonio Luiz de OHvelra Azevedo
& C, no seu escriptorio ra da CrUz o. 1.
Rio de Janeiro
O bem conhecido e veleiro brigue nacional
Almirante pretende aeguir com muita brevida-
de, tem a bordo parte de aeu carregament ; para
o resto que lhe falte, trata-se com os seus con-
signatarios Antonio Laiz de Oliveira Azevedo &
C, no aeu escriptorio ra da Cruz ni 1.
A 8 do corrente.
Henry Forster & C. fario leilo por interven-
Cao do agente Oliveira, de ceres 700 barricas de
farinba de trigo da mais superior qualidade, re-
ceniemenle importada:
Sabbado 8
do correte, ao meio dia em ponto, em seu ar-
mazem de deposito de farinhs, no caes do Ramos.
Attenco
Ums pesaos qe se retira dest* idade venda
urna mobilia de amacollo em bom estado:- a ira-
and" ru "'"it* o B-aaaria n. 18* primeiro
de~c.?.TfreCea h.0Blem <4> d r" d SBdr-
ae. casa n. 21, um cao galgo com os sisnaes se-
*.. :n.t0dt8.c.dt de Mfl WtoTJKSS.
Draaca na testa, e a pauta da cauda tambara
branca : quem o tiver acb.do, querendo reatita^
lo^dirija-se a mesma casa, q^ser recomPe
Ama de leite.
Na roa do Hospicio n. 15, precisa sa de ama
ama de leite que seja sadia e nio teoha lho
Na ra das Larangeiraa n. 26 precisa-ae da
urna ama para todo o servico ou s para cozinhar
e comprar para casa de ama pesaos.
Precisa-se alugar urna preta escrava para
todo servio de urna casa de familia : na ra do
Arsgao n. 23. w
Precisase alagar um preto para o servko
de fabrica de velas : no pateo do Terco n. 29
Jos Portella retira-se para Maeei.
Nesta typographia precisa- se tal-
lar ao &r. Felippe de Santiago.
Aluga-se ums casa nova de mei-agoa de
pedra e cal, composta de 4 quartoa, a qual ai-
tuada na Capuoga dentro de um pequeo altio
bem plantado e com cacimba oagu de beber -
trata-se na ra dos Quarteis n. 20.
Aluga-sa urna escrava para o servico de
casa: quem a quizer dirija-ae a ra da Cadeia
do Recife n. 6*. segundo aodar, do meio dia aa 4
horas da tarde. .
i
O Dr. Carolino Fran-
cisco de Lima Santos,
mudou-se ds ra das
Cruzes para a do Im-
perador, sobrado n.
17, em frente da igre-
ja de S. Francisco, on-
de continua no exerci-
cio de sua proQsslo de
medico.
1
s
Avisos diversos.
Minha Sogra,
Pehsonaokns:
Maooel Bobo. ; .
Pacifica, velha endiabrada .
Prudencia, filha dos meamos
Leio........
Pedro, aniado de Pacifica .
Severino......
Actos es.
Thomaz.
D. iesuins.
D. Carmela.
Leite.
O. A. Chaves.
Dormeville.
Stimo e ultimo quadro.
A COLUMNA.
Na qual Mr. Freir, os qualro jovens, e as
Sras. Ferreira e Antooia executario dificultosos
equilibrios, destrezs e forca muscular.
_________________Principiar a 8'feores.
Avisos martimos.
Gompanhia Pernambucana
Para satisazer os fnteresses commerciaesentre
esta e a provincia de Alagoaa tem-se resolvido
dar tres, em lugar de deas viagens mensaes, na
linha do aol pelo que de ora em diante, ssbirlo
os vapores deata eompanhia a 5,15 e 25 de cada
mes tocando as viagens de 5 e 25 as diversas
escalas, e na ie 15 seguindo em direitura;
Macei em direitura.
Sahir no dia 15 do crranla o vapor tPersi-
nunga, eommandaoto Moura. Recebe carga at
a veapsra da aahida, encomsaendas, dinheiro e
passagans at 15 ao meio dia : Margo da Asoem-
bls n. 1.
Rio de Janeiro
ESSJWT iS^T 55?*j 5SS
gameoto prompto : para o resto que lhe falta,
iraia-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
da Cruz*'" Z"6d0 & C" n 8e" escr,'Ptotio rn

COMPANHAEBRASILEIRA
..e,Puado,do Portos do sul at o dia 12 do
SSn 2 U? dos T8Pre d eompanhia, o qual
pKddoandoerTe0"d0 C0S,Ume 8egUr '
acSrVr!Cebem",eJpaMa8eiro. engaia-se
Vt?iqul Tapor Pder eonduzir, a qual de-
vora se embarcar no dia de sua chegada, diohei-
9 hn a eet>con>nendas at o dia da sahida s
crtntSl a ".de.: "*eQCa ru t Cruz n. 1. es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
Leiloes.
Pat o A.s*tt'
10 carros eicarrocas.
AO CORRER DO MARTELLO.
Sexta-feira 7 do corrente.
O agente Pestaa por conta e risco da quem
""^""PoremleiliopuMieo no largo da
alfandega, sexta-feira T do corrente, pelas II hr>
rss da manbia, 10 carros psra boi de muito boa
coostruccio a pouco aso por terem dado noaco
servico,14 carrocos 00 mesmo catado, aeodo to-
do vendido calotes a roni.de c aern reserva de
IOTIRI4
Amanha 8 do corrente mez
andarao impreterivelmente as rodas da
quinta parte da primeira lotera do
Gymnasio Pe nambucano, no consisto-
rio da igreja de Nossa Senhora do Ro-
sario de Santo Antonio. Os bilhetes
meios bilhetes acham-sea venda na the-
souraria das loteras n. 15 ra do Cres-
po, e as casas commissionadas. As
sortes serao pagas depois da distribuicSo
das listas.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Resumo
de geographia do commercio,
pelo Dr. Manoel de Figuei-
ra Faria.
dA^mli Pr6l e**a bra' de compendio para o presente anno lectivo do
Curso Commercisl Pernambucano, na primeira
cadeira ; oa senhores estadantea deste curso sr>
convidados a inscreverem-se na praca da Inde-
pendencia, livraria ns. 6 e 8, onde recebero por
lOrmas, sendo pago o importe da aaaignatura no
acto do recebimeoto da primeira forma.
Muila allenca.
O abaixo auigoado faz publico, que aeodo mo -
rador na ra de Santa Thereza da frsgaezia de
aanto Antonio do Recife ha 43 annos, julga nada
dever a pesaos alguma ; assim pede aos senho-
res logistas, veodelhes, ou oulra qaalquer pes-
soa que tenha conlas de livros, letras, ou algum
documento, que juslifiquem ser o annunciante
davedor, que Ibes apreseotem paraserem imme-
diatamente pagos. O abaixo assigoado faz esta
declaracao porque lhe sendo devedor Jos Anto-
nio da Silva e Araujo, que ha pouco lempo esteve
na cadeia por quebra, este hoje lhe apresentoa
urna conta dolosa de viote e tantos mil ris. Re-
cife 5 de marco de 1862.
Caetano Jos Meo des.
Irmandade do Divino Espirito
Santo.
De ordem da mesa regadora desta irmandade
faco publico que oa presente quaresms, haver
em nossa igreja sermes nos domingos s 5 ho-
ras da tarde, sendo orador o Rvrnd.0 padre mes-
ira pregador da capaila imperial Frei Joaquim do
Espirito Santo, para o que-alo convidados a as-
aialir todos os nossos irmos.
O escriro, ,
A. A. dos Santoa Porto.
Luiz de Oliveira Lima vae a Europa lavan-
do em aua eompanhia aaa filha de nome Maris,
de menor idade. O anounciante nada deve c
oem tea compromiesos por sssignaturaa de lat-
irs oa qualquer titulo que o possam tornar res-
ponsavel por qualquer pagamento, o que declara
em lampa para ciencia do respeitavcl publico.
Recife 5 da narco da 1862.
A gerencia* da casa de Antunes
Guimares & C. desde o 1* do corrente
ficou a cargo de Jos Rodrigues Pinto
Coimbra, para todas as transaCcfles da
mesma data em date, a inesmn firma
Os officiaes de alfaiate.
Precisa-se de officiaes de obra miuda
e grauda : na ra Nova loja de Rastos
6 Reg.
Bois fgidos
No da 4 do corrente do sitio do bri-
gadero Joaquim Bernardo de Figuei-
redo na estrada de Jo3o de Barros, fu
giram dous bois mansos de carro, sendo-
um rapozo com algumas pintas pela ca-
bera e outro castanho bargado com
urna estrella na testa, ambos castrados
e novos e sao de cambao : quem os pe-
gar podera' leva-Ios ao mesmo sitio ou
a ra do.Apollo n. 30, primeiro andar,
quesera' muito bem recompensado.
i Precisa-se de um moleque de 12.
14 annos para urna casa estrangeira:
na ra da Cruz n. 5.
Nao tendo sido effeclusda a arremataco no
da 4 do corrente, da parte da casa terrea sita na
ra da Alegra n. 42, pertencente a orpha Ma-
na, herdeira de Haria Jos Hermelioda de Fi-
.ueiredo, flca transferida para a audiencia do dia
7 do corrente.
Hoje na audiencia do Dr. juiz de orphaos
vai a praca por venda o escravo Sabino, canoeiro
com abalimento da quiota parte de seu valor,
visto nao haver quem nelle laocasse na audien-
cia passada.
Precisa-se de urna ama para comprar e
cozinbar : na ra do Nogueira n. 25.
Jerooymo R. Hartins declara que de boje
em vante assignar-se-ha Jerooymo Rock Wal-
dencock, e faz publico que se retire para o Rio
de Janeiro.
.-
O bacharel Alvaro Uchoa Cavalcantl #
tem o seu escriptorio de advecacia na vil- m
la do Cabo, onde pode ser procurado pa- CJ)
ra todos os negocios tendentes a sna pro- aja
fissSo todos os dias uteis das 9 a meia #
horas da tnaoha s 3 da tarde. al

Sermes quaresmaes.
A mesa da irmandade do Saotissimo Sacra-
mento da freguezia de S. frei Pedro Connives,
aviss aos fiis que os sermestda presente qua-
resma terio lugar oa igreja do Corpo Santo, em
todas as sexlas-feiras pelas 7 horas da noite, sen-
do orsdor sagrado o Hvmd. Sr. padre Antonio
Hanoel d'Asaumpcio. A mesa espera que a con-
currencia dos fiis bem como dos irmos das di-
versas irmandades que contribuem para este acto
seja tal como o exige a sua religiosidade.
Miguel Joaquim da Costa,
Escrivo.
Guarda livros..
Urna pessoa sufflcientemente habilitada para
tratar de escripturaco mercantil por qualquer
systema offerece seu prestimo psrs tal mister,
nesta praca ou fora della : quem delle se quizer
utilisar annuncie.
S
louk
entra desde aquelle din em liquidacao
o para benefici dos credores.
ipeUP ahiba. r-c. d, K^uIJS,' '"^ ^utrot. do. 9tm^\^^fij^^timm^
:.n
1 palceira de ouro, 1 trancelim de dito, 1 cor-
dio de dito, 1 dito de prata com urna rodoma, 3
colheres de dita lavradas, 2 pares de bolees de
puohosum liso e outro lavrado, 3 medalhas la-
vradas, 1 roseta lavrada, 1 roseta de orelha com
urna pedra vermelhs, 1 roseta de 14 quilates, 1
alfioete de peito de senhora de 14 quilates com
5 pedras brancas cravads, 1 annelo lavrado, 1
carteira de tartaruga com um meio bilhete n.
3694, 1 cornalina encastoada em ouro azul, 10
varas de renda, 1 escova de roapa, 1 anelzinho
toroeado de ouro baixo com ama folha, 1 reciba
de 3-2f de (langa de casa, 1 brinco desmontado
de 14 quilates, em dinheiro que tinha 35J800, ia-
to todo foi roubado no dia 2 para amanhecer no
da 3 do correte em um bab de felha de Plan-
dres, dentro do qual havia um outro de papelo
em que eslava os objectos de ouro e dinheiro :
na ribelra do peixe casa de Antonio Gomes da
Silva.
Ordem terceira do Carmo.
A adminiatraco interina da veneravel ordem
terceira do Carmo, faz ver ao reapeitarel publico
e a lodos os seus irmoa em-geral, que naa sex-
las-feiras da presente quaresms havero os ser-
mes do costume e que deixam de fazer as ests-
Ces da vis-sacra por ter o provincial do Carmo
retirado o Rvmd. coramissario e o Exm. diocesa-
no nio ter ainda ae dignado conceder-nos como
se lhe tem pedido.
Consistorio da veneravel ordem terceira do
Carmo do Recite 6 de marco de 1*62.
O secretario,
Francisco Jos dos Santos Jnior.
Alugam-se as lojas do sobrade da roa doc
Hartyrios n. 2, com boos commodos a em bom
estado : a tratar com seo proprietario Antonio
Jos Rodrigues de Souza aa na do Crespo rr.
15, prirneiro andar.
Findaodo-se em abril do correte anno o
arrendameoto do eogenho Boa Sorte ao sul da
cidade da Victoria (Santo Antao), taz-se desde j
novo arrendamento a quem coovier, cate eoge-
nho moe com agua, tem muito boa predaeco
suffimeocia para safrejar doas mil pie* : a' rallar
do eogenho Goiabeira junio a Santa Amero de
Jaboatio.
Aluga-se um sitio na Ponte de Uchoa det*
ante do cea: a tratar aa ron larga do Rosario
Feitor.
NaruadaGuian.5,aacica^e de am bomcm *
que eoUnda de agriouUura o asja-dc sean cos-
tamos pa fitor( prefere-ac porlagtci


fl
I
DU^O DE PBUUMMItt. 5|XTA OIBA 7 DE AlA^Q BE 1*|
Mudanza.
Izidoro SJIvi pirtieipam ~io publico em ge-
* e Ma eipecladide ao corpo de commercio,
qua mudaram sea asmbelecimerrto de (azandaa da
tu DirtiU n. 68 pizt a meama ra n. 57.
ata noel Antonio da Cuaba,, subdito nortu-
gutz, va a Portugal tratar de sua Mude, e du-
rante aua ausencia deixa por aeui procuradores,
em primeiro lugar o Sr. Domingos Jos da Cuaba
Laffft* em segundo o Sr. Ilanoel Fernandea da
Cosa, em terceiro o Sr. Luii Antonio da Caoba
Lage.
Roga-se ao Sr. Manoel Aotonio de Macedo
Cabral ou d Oliveira Cabral, de apparecer na
na largado Rosario n. 44, terceiro andar, para
negocio de impoctancia e ulilidade, poia Ignra-
te sua residencia.
Quera precisar de u\m feitor que sabe tralsr
de jardim e de hortatice, dirija-se a ra do Sol,
taberna 6. 89.
Arrenda-se o sitio do fallecido Manoel Fran-
cisco Lias da Silra, em Santo Amaro, muito per-
to do Recife, tem soffrivel casa a margem do rio
para os baohos salgados, ptimo viveiro, e mul-
to* ps de coqueiroa : quem pretender dirija-se
o meamo sitio, ou ao largo do Carmo.
Aliaga seo primeiro andar do so
brado da ra do Queimado n. 41, lu-
gar muito proprio para os Srs- adyo-
gados e tem sala para o largo do Colle-
gio e trente.para referida ra : quemo
pretender dirija se a mesma casa.
Aluga-ae ao quarto andar cora excel-
leotea commodos : na ra da Crux n. 53.
Precisa-se de urna ama para cosinhar e com-
Srar: na ra do Imperador, n. 37, segundo an-
ar, entrada direila.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso,Santos 4 C. acam e tomam
afaet sobre a praca de Liaboa.
Aluga-se o terceiro andar do so-
brado do largo do Corpo Santo esquina"
da ra do Trapiche n. 48.
Eat para alagar-se o segando andar do
obrado n. 193 e casa terrea n. 191 da ra Impe
rial : a tratar na ra da Aurora o. 36.
Precisarse de urna ama para com-
prar e cozinhar para urna pessoa: na
ra estreita do Rosario n. 21, primeiro
andar.
SOEMDE
nio Beaeficeiite
Martima.
Be ordem do Sr. presteente scientiflco aot se-
ntares socios em dia, que tendo sido anonadado
duai Tetea para e dia 81 e 28 de fevereiro pro-
Zimo patudo hsver sessao da atsembla geral a
ntgocio de grande monta, e ajeo sendo ponivel
haverpor falta de socios, pela latcaira ves sci-
entiflco que naveri sesteo da assembla geni ao
dia 7 do correte, pelas 6 1(1 horas da larde.
Secretaria da sociedade Uniao Beneflcente Ma-
rtima 1. de marco de 1868.
Balthasar Jos dos Reit.
1. secretario
Na travessa da ra das Cruzes n.
2, pjimeiro andar, tingese para todas
as cores com presteza e commodo preco.
Saques sobre Portugal.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho taccam so-
bre Lisbos e Porto : no largo do Corpo Santo,
escriptorio n. 19.
D-se 700*000 a premio sobre bypolheca ;
na loja de cera di praca da Boa-vista se dir
quem di.
Alvaro & Magalhes.
Ealabelecidoi com loja de fazendaa na J
ra da Cadeia n. 53, e achando-se de *&
poase de um novo estabelecimento na sft
fu do Crespo n. 20 B, participam a to- ^
dos os seua amigoa e ao publico em ge- 9
ral que dispe de um grande e Taado
torlimeoto de faxeoda que lem resolvi- g&
do vender i dinbeiro por presos bsra- j
tissimos. Roga-ae aquellea que Uve- fp
rem de comprar qualquer artigo de fa- atb
zeodi do se dirfgirem aa notsaa lojaa 2
cima indicadaa que serio ptimamente W
servidas. aJ
Attenco.
Precisa-se de urna ama que coxinhe per-
feitamente para casa de homem solteiro : na ra
de S. Francisco n. 15.
Precita-ae de um feitor para um aitio per-
o da praca : na roa da Crux n. 4.
8
Na estrada de Joao de Barros litio das
rozeiras existem para venderem-se 4
bois mansos de carro, sendo estes fillios
do pasto (o que garante-se), e urna car-
roca propria para o servico da alfande-
ga: quem pretender dirija-se ao sitio
cima que achara' com quem tratar.
Aluga-se um armazem na ra da Crux n.
29, com aahtda para a ra dos Tanoeiros : a tra-
tar no pateo de S. Pedro o. 6.
Os senhores abaixo declarados queisam ter
a boodade de vir a ra da Cadeia do Recife n. 25,
tegundo andar, que ae lhes precisa fallar, e igno-
ra-se suas moradas, de manhia das 6 s 9 horas,
e de tarde das 2 is 4 : os Srs. Joaquim Jos Bo-
telho, Francisco ios Galvo, Joo Pacheco Al-
Tea, Jos Florencio de Oliveira e Silva, Franciaco
Feleabioo de Carvalho Raposo, Victorino Joa
Marinho Talhares, Jos Lopes Machado, Jos Lu-
ciano Cabra!, Joao Baplista Ferreira Cabral, Fran-
colino Augusto, Conrado Jos Sabino, Pedro
Mendea de Adeviacula, Pedro Jos Pereira, Joa
Antonio Cesar Lima, Antonio Profiro da Cunba,
Joa Joaquim de Oliveira, Antonio Fernandea da
Cunha Avelar, Agapito Latino do Sacramento,
Augusto PaterCessr, Joaquim da Fouseca e Sil-
ra, Joaquim da Silva Alves Ferreira, Joa da
Costa Carvalho Guiroaraes, Aotonio Igoacio Bran-
dio, Fraociaco de Oliveira Coeiho, Joao Joa da
Coate Santos, Jos Rodrigaes da-Silva Roeha,
Antonio Alvaro Ferreira da Silva, Jos Aotonio
da Silva Araujo.
O bilhete n. 1431 da 5.a parte da 1.a lotera
concedida caaa do Gymnaaio Peroambucaoo,
pertence a Eima. Sra. D. Mara Adelina Gomes
Correia de Miranda, residente na provincia do
Amazooea.
Atten Ne eabbado 22 do correte, pelas 7 e meia ho-
ras de ooite, perdeu-se do Recife para S. Jos do
languioho, urna carta fechada i lacre, dirigida
a Bastos & Lemos, cootendo a mesma documen-
tos que so aoa meamos podem ioieressar : roga-
se, poja, a quem quer que por acaso a teoha
achao'de fazer eotrega aos annunoiantes, na ra
do Trapiche o. 15, que gratificarao generosamen-
te, teja qual for o estado em que a recebam.
S *
# Len ChapeliD, artista recentemente 49
# begado-a esta capital, leodo viodo subs- 49
# tituir em seu estabelecimento o Sr. Stall, #
Soffereoe seus prestimos ao ejercicio de sua 9
prefisseo ao respeilavel publico dests pro- SB
9 viocia, trababando em todos os syatemaa %
4a* al boje conhecidoa, mxime pele ayate- Q
Sma ceoolypo coohecido boje como o mais i
brlHiaote em resultados e rivalisandocom t)
# a maie perfeita pintura e bem aaaim em s
# carloea de visitas.
O Est em seu estabelecimento durante #
# todo o dia, e oa ees trabalfaos serie por a)
S preco razoavel. @
Reside na ra da Imperatriz n. 14. m
\ Attenco.
Roga-se aos devedo-
res do fallido Jos Anto-
' nio da Silva Araujo que
venham pagar seus de-
j bitos no prazo de 30
dias amigavelmerite fiu-
dos os quaes o arrema-
! tante ser obrigado a
! entregar ao seu procu-
rador para cobrar judi-
cialmente o que pode-
ro fazer dirigindo-se a
loja que foi do dito Arau-
jo na ra do Queimado
Sn.27.
Primeiro andar para alugar.
Alaga-te o primeiro andar do sobrado da pra-
?a da Boa-Vista : a tratar na ra da Imperatriz
O abaixo assigaado memoro da firma Ro-
drigues A Ribeiro, fax publico pata conhecimento
de todot ot Srt. devedores a mesma firma que o
aocio Luiz Antonio-de Soaza Ribeiro, por tenten-
ea proferida sobre accio arbitral perante o juizo
do commercio desta cidade foi destituido da fa-
cilidade de receber ai dividas e dar quitarlo,
pelo que desde ji o abaixo atsignado protesta
contra qualquer que indevidamtnte flxer algum
pagamento ao mesmo socio. Recife Io de mar-
(o de 1S62.
Manoel Joaquim Rodrigaes de Souza.
Aluga-se o terceiro andar da casa da ra do
Pilar n. 43, o qual tem vista para o mar e muito
fresco : a tratar na taberna por baixo.
Na congregado da Faculdade de direito
deata cidade, celebrada no 1.* do correle mez
de marco, foi approvada, na forma dos actuaea
estalutoa, a lerceira edicto da instuiges de
Direito Civil Braaileiro, maia correcta a mala aug-
mentada qua aa precedentes; a acha-te i venda,
por maior commodidade para com os alumnos da
mesma Faculdade, na aaa da residancia do aeu
autor, na roa da Saudade n. 9, desde o meio.dia
at aa 3 horas da larde.
Precisa-te fallar ao Sr. Manoel Igoacio de
Albuquerque MaranbSo, ou a pettoa que anas
vexes Gzerneata praca, a negocio de seu ioterea-
te, na roa Nova n. 20, loja de Cirneiro Vianna.
t Manoel Joaquim Moreira retira-ae para Por-
tugal, deixando por admioiatradoret de teu esla-
belecimento da ra da Imperatriz n. 42, Antonio
de Azevedo Ramos e Joa Lopes Alheiro, e por
teut baatantet procuradores, em 1. lugar Ma-
noel Jos Guedes Magalhes, em 2. Antonio de
Azevedo Ramos, e em 3. Joa Lopes Alheiro.
No dia 2 do correle desencaminhou-se do
poder do abaixo aasigoado urna letra da quantia
de 2209, sacada pelos Srs. Mooteiro, Lopes Si C,
e aceita pelo Sr. Diogo Joa da Costa, cuja letra
foi sacada em 30 de margo do aono prximo pai-
tado, e vencida hoolem 28 de fevereiro : quem
achou e a queira restituir, a poderi entregar ao
abaixo assigoado na ra do Queimado n. 9, visto
que nenhum valor flca tendo por j se ter arran-
jadocom o aceitante.
Recife 1. de margo de 1862.
Franciaco Pereira Silva.
Aviss-se em lempo que os objectos aonun-
ciados no Diario de hoje 6 de marco para venda
oa casa da ra Nova n. 18, tatao bypolhecados e
nao podem ser vendidos tem coosentimento do
hypothecaote.
I. G. Knane, tuisso, relira-se para o Rio de Ja-
neiro.
Inglz e friticez.
Um mestre que (em conseguido a ensinar a
muitos jovens d'um o outro aexo a traduzir, fal-
lar e escrever grammaticalmente francez e ioglez
dispe-se a continuar a dar licoes deates idiomas
a quem quizer ae aproveitar de aeu presumo :
para informa;oea, falla-te na botica do Sr. Luiz
Pedro daa Nevet, ou na ra do Vigario n.|25, 2o
andar, onde mora o mesmo.
Nova loja
de funileiro e lampista.
Ra do Rangel n. i, im da ra do
Queimado.
Grande laboratorio de la-
vagem.
Os donos dos nmeros abaixo mencionados
podem mandar batear aa roupaa que eslao prom-
i : ,; 187 290, 42, 293. 304,129, 279, 335,
125, 3*7 326, 340, 302, 341. 220. 219,156,
Sabbado 8 do corrente, pelas 10 horas da
maohaa, na porta do juii de paz do 1.a dialricto
da Boa-vista, val pra$a por venda um cavallo
cistsnho, bom de carro, penhorado a Antonio Ig=
naci Brandao.
Preciaa-se de um prelo para o tervico ex-
terno: na ra da Roda n. 6.
Urna caaa estrangeira de pouca familia pre-
cisa de um cosinheiro ou cosiohelra forra ou ea-
cravo, comtanto que aeja perita no teu officio : a
tratar na ra do Trapiche n. 36.
Milho
americano a 4$500 a sacca.
O lenhoret proprietarioa de cochelras que
quizerem approveitar a commodidade de prego,
venbam quaoto antei comprar nt ra da Madre
de Dos n. 12, armazem de Arsenio Augusto
Ferreira.
Compras.
Gompra-se urna escrava moga que cosinbe,
engorme-, e urna negriuha : na ra dat Cruzes
n. 22.
Compra-se
um tobrado de um andar nos Afogados : na ra
doa Pires n. 58.
Vendas.
Inleresse publico.
Offerecido pela loja
R<
n.46.
;/vV*..
O director, o vice-director e os alumnos
internos do collegio de Nosss Senhora do
Bom Conselho, profundmoste sentidos pela
prematura morle, na provincia da Babia, do
seu professor, amigo e meatre, o acadmi-
co do 3a anno Salustiano da Silva Cajueiro
de Campos ; convidam aos seos amigoa e
aos do fallecido a ouvirem algumaa missaa
do 7a dia que por alma do mesmo mandam
celebrar no dia 7 do corrente, na matriz da
Boa-Vista, s 7 horaa da manhaa.
Aviso.
do Brasil e Portugal
20 Ra Montholon Paris.
A proprietaria deete estabelecimento decora-
da encarecidamente aos Illmt. Sn. viajaotaa
portuguezea e braaiieiros, que tenham de vir no
corrente anno a eata grande e bella cidade de
Pesia, de hoorarem teu bello estabelecimento pa-
ra o que nao te tem poupado em aformozea-lo
com ricos movis em todaa ai salas e quartos,
como lambem toda a casa ae acba forrada de ta-
pete, cortinados novos em todas aa jaoellaa e ca-
mal; finalmente em lado foi obrigada a fazer
urna reforma geral, aflm doa Srs. hospedes terem
todaa aa eommodidades como se faz preciso, e
nao como te achavam mal aervidoa ao lempo de
ana aoleceasora rndame Schorou.
O estabelecimento lem o numero do criados
e criadas aecesaarios para de prompto oa hospe-
des serem servidos no que poaaam precisar ;
igualmente tem boos cosioheiros aeodo a comida
a portugueza etranceza a vontade dos mesmos
aenhores; havendo tambem no meamo estabele-
cimento quem falle o portaguez, como tambem
interpretes para mostrar os monumentos desta
eapital e fora della aoa Srs. viajantes. O esla-
beieeimeoto tem para mais de cincoenta quartos
como tambem differeotes salas pira familias es-
tarem vontade e com independencia ; sendo
tadopor precot razoaveia como observaro oa
mesmos Srs. viajantes.
A proprietaria,
Madame Julia.
Luiz da Silva Ferreira morador na ra do Im-
perador n. 28, (azscienle a urna pessoa que lbe
devedor de urna lettra j vencida proveniente
de um relogio que lhe comprou que tenha a
boodade de vir ou mandar pagar no es paco de 3
dias e o nao fazendo sugeitar-se-ba a execu;o
da lei.
Precisa-ie fallar ao Sr. Ignacio
Ferreira alendes Gumaraes, que mo-
rou na ra da Conceicao da Boa-Vista :
nesta typograpbia.
gM6K^^MMMeeeewM3 mm
JO dentista NumaPompilio.i
Una estreita do Rosario n. 22
primeiro andar.
Bola denlea articiaes por molas e lif-
gaduraa e pela preaao do ar. Systema
americano sem arrancar as raizea, e n \
todas at operc5ea da sua arte, com j
promptido e limpeza.
tpjf^BwSJtswiaff^aaaj ^bjbj ^aa?eauf ^j^jeuKitjPBJ'iQB
Precisa-se fallar ao Sr. Joa de Souza
a negocio que nao ignora, na la Nora n.
ja de Caroeiro Vianna.
Gabinete medico cirurgfco.
Ra das Flores n. Zl.
Serio dadtaconstltas medlcsa-cirargi-
eaa peloDr. Eetevao Cavaleanti de Alba-
qaerqueda 6 salO horas da maohia, ac-
| cudindo aos chamados com a maior bre-
% vidade possivel.
Z l'a Ptrtot.
5-*M>ltiaa de pella.
8.a dem do olhoa.
i'*ldM!*0,orMotniUM.
PrsUcartoda oqaalqoer operacio em
f*u g*tbuneM0a em C,M0 doanteaeon-
A forma Ibea for maia conveniente.
*
Licoea de inglez.
Wo-se danoiU o boltl fraocez ; a tratar
M di Crux n. 1.
i
na
Ama
Frecisa-te de urna ama para o servigo interno
e externo de urna casa : na roa da Guia o. 7,
primeiro andar.
Preciss-te de atrn menino para eaixeiro de-I
taberna, anda que alo tenha pratica : em Fora
de Porua, ra po Pilar n. 92.
Precisa-ae de urna ama para caaa de tres
pessoas ; na ra do Hospicio n. 62.
Fabricam-te, concertam-se banbeiros, babus,
bacias, canecas, linternas de carros, candelabros,
candieiros de azeite ou gaz, porcellana, crystal e
outras obrat coocernentes a dita arte : abrem-se
lettraa para marcar, tendo se toda allenQao com
os concertos, pois se faro com ponlualidade e
seguranza, e por barato preco.
Conaidero fgidos um casal de escravoj,
sendo o negro por nome Joaquim Canario e a ne-
gra Mara da Penha, o negro multo regrisla,
tem baatantesxabellos brincos na barba, e tem
um caroca na face procedido de urna dorde den-
tea, e a negra tambem falla bem, j lem cabellos
' brancos e lem urna coatura fiogindo caroso em
ambas aa ps, sendo isto feilo em Loanda. Ao-
1 dam com um bilhete aasignado por mim com po-
I derea de procurarem aeohor, e como j faga mais
< de um mez, pois que o dito bilhete datado do
1 de fevereiro, e nao aaiba noticias dos ditos es-
cravos, por isso pego aa autoridades e mais pes-
soaa que os prendam, e remettam para o engeoho
Conceicao, comarca do Recife ao seu seohor Jos
do Reg Dantaa Coulioho, que pagar bem.
SOCIEDADE
UNliO ie\efice\te
DOS
IRT^ttEkkELos
Por ordem do Sr. presidente convido a todoa
os socios e(lectivos para domiogo 9 do corrente
ae reunirem na sala daa sesaoea em assembla
geral, aflm de se proceder a eleigo para o novo
conselho.
Secretaria da sociedade Unio Beneflcente dos
Artistas Selleiros em Pernambuco 6 demarco
de 1862. v
Joio Jos LeHe Guima raes.
1." secretario.
Prestem attenco
Jayme, cabelleireiro, roga s pessoat que lhe
alugaram cabelleiras e bubas, e que aioda nao
aa eutregaram, de o fazer quaoto antes.
Ama de leite.
Precisa-se de ama ama para criar urna meni-
na : quem estiver nesta circumalancia, dirija-ae
a ra de Apollo n. 31, armazem defronte do
theatro.
Est para alugar-ae a loja do tobrado da ra
daa Aguas-verdes: quem pretender falle na ra
daa Crazes, sobrado n. 9, lado direito quem vai
da ra do Queimado para S. Franciaco, penlti-
mo sobrado.
Precisase alugar urna escrava pa-
ra engommar, cosinhar e ensaboar pa-
ra casa de pouca familia : na ra' dos
Guararapes n. 30.
O cirurgiao encarragado [da enfermara de
marinba nos pede para que declaremos que na
referida enfermara se nao tem dado at o pre-
sente caso algum de colera, mas sim no hospital
provisorio alli eatabelecido para esae im.
No dia 7, as 11 horas, na sala das audien-
cias, flndd a do Sr. Dr. juiz de ausentes, se ha de
arrematar a eacrava Sebastiana, pertencente
heranga de Mooica Calharina de SiqOeira.
Quem precisar de urna ama excedente para
todo o servigo interior de urna casa de familia por
ser escrava, dirija-se a ra da Imperatriz n. 86
primeiro andar.
Francisco Footan retira-ae para Macei.
Na grande cocheira na entrada da ra da
Roda, propriedade do Sr. Bartholomeo Francisco
de Souza n. 58 60, trata-se de cavados com es-
mero e cuidado por meos 59 em cada mez do
que outra qualquer cocheira: a tratar com teu
proprietario Cyrilo Aotonio da Coala, na meama.
No segundo andar da casa n. a% da ra
do Crespo, por cima do escriptorio
da thetouraria das loteras.
Madame Middendorp encarrega-ae da coofec-
cao de venidos para bailet e calamentos, visitas
Leab oa ou,ro mlstere, manteletes, zuavos, sabidas
10, lo- de b,il<'' Dotiss, eofeitet de caneca, em&m de
ludo o que comprebeode o vestuario das tenhoraa
e meninas. As petsoj que te digoarem dirigir-
se a ella, acharao figuciooi das ultimas modal
de Paris, precot rizoaveia das obras, e prompti-
do oa entrega da encommendas.
Aluga-se a cata terrea com tolao da ra da
Manguelra n. 5, com commodos para grande fa-
milia : oa ra do Livramento o. 13, lpjs.
Gneros baratos para a
quaresma.
Feijo muito bom a 640 rt. a cuia, azeite doce
a 760re., vinagrado Lisboa a240 rs., batatas no-
vas a 100 ra., bacalho a 120 rt. a libra, arroz a
a 100 e ISO ra, cebolai ais o cento. Tambem
ae vende manteig iogleza flor a 800 ra.,franceza
a 640 rs., cha perola a 39800 a libra, caf a 280
rs., doce de goiaba loo a 640 rs, o calxo, vinbo
a 500 e 400 rs. a garrafa, milho a 320 n. a cuia,
arroz de caaca a 200 rs. : no armazem da estrella
largo do Paraizo n. 14.
Vende-te um piano orisontal em bom es-
tado, para qualquer principiante, por dimiouto
prego, visto aeu dono querer retirar-se : na tra-
vessa doa Quarteisn. 30.
Liquidado
A loja de marmope.
Bournus de cssemira para tenhora a 10$
Manteletes de grosdenaple a 10$
Leques de sndalo a 59
Bournnsde caiemira para meninos
de todat aa idadea a 59
Grande sortimento de cascarrilbaa,
trancas e fitas de todat ai core pira en-
feitei de veaUdot por precot miii bara-
tos do que em outra qualquer parte.
9Kuaa$-M6MftMBIHI9il
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Jonhston Si G ra da Senzalla Nova
n. 42.
marmore.
A loja de marmore leudo de apresen-
lar coocurrencia publica o que ha de
mais novo em fazendas, tanto para se-
nhora como para bomens e meninos,
sendo que para eate flm espera de aeas
correspondentes de Inglaterra, Franca e
Allemanha as remessas de seus pedidos,
tem resolvido, anteado apresentar o no-
vo aortimenlo, liquidar as fazeodatexit-
lentes, o que effectuar por precoi m-
dicos e para cujo Um convida o reapeita-
vel publico a aproveitar-se desta emer-
gencia.
Vende-te ama escrava de meia idade, ro-
busta, ta'mbem vendem-se duaa follus de ama-
relio com 55 palmos de comprimento, dous pian-
choeida meama madeira com 60 palmoa que
pertence a duas folhas propria para fabricar urna
grande canoa.
Vendem-te 4,600 varis de orello de panno
fino e casemira propria para manufacturar aa-
patot de tranca oa para Angola : na ra Nova
n. 18.
Vende-se o engeoho de Palmeirinha, aito
na comarca de Pao d'Alho. com 500 a 600 bracas
de frente e meia legoa de fundo, trras cobertas
de boaa matas, e boa produegao para canna e ou-
troi legumes, abrejado. de boas aguas correntes,
perlo da cidade da Victoria, com distancia de le-
goa e meia : a peasoa que pretender, dirija-se ao
mesmo eogenho> tratar.
Vende-se um terreno com urna casa de tai-
pa em bom estado, que rende 16a por mez, chaas
proprios, e alguot arvoredos de tracto, tendo o
terreno 200 palmos de freote, que serve para edi-
ficar mais casaa por ser na beira da estrada que
vai para o Poco da Panella, e o fundo encontra
no aitio do Sr. Monteiro ; a pessoa que quizer
comprar, pode dirigir-se a ra Direila n.95, que
se lhe dir sea preco ; assim como tambem ae
transfere urna escriptura de bypotheca no valor
de 1:0009000 feita em urna caaa na povoa^o de
Santo Amaro de Jaboato, cuja vale maii de
3:000)000, e o rendimento da mesma para o
premio da hvpolheca, a casa tem 2 sals, 4 qusr-
tos, cocheira muito grande, e estribara ; faz-ae
etle traspasso por precisao ; a pessoa que lhe
convier, pode dirigir-se a ra Direila n. 95, que
melhor se lhe informar.
Novo paquete das novidades
23-Rua Direita-23
Neste novo estabelecimento achara o publico um grande sortimento (endent a molhadot
tudo por preco maia barato do que em outra qualquer parte :
Manteig iogleza especialmente eacolhida a 800 e 960 rt. a libra.
Dita franceza a melhor do mercado a 720 ra. a libra.
Queijos fiamengos chegadoa no ultimo vapor a 25800 e 3$.
Cha byaon e preto a 2j} e 25880 a libra.
Vinbo engarrafado doa melhores autores alie 1)200 a garrafa.
Vioho de pipa propriot para paito a 500e 560 a garrafa.
Marmelada imperial doa melborea autorea a S00 ra. a libra;
Ameixai portuguezat a 480 rt. a libra.
Paisas muito novas a 500 rs. a libra.
Lataa com bolachiohatde differentea qualidades a 1$400.
Conservas ingieras aa melhores do mercado a 800 rs. o frasco.
Masas, talharim, macarro e aletria a 440 rs. a libra.
Cerveja daa melhnro a.>uaa a 560 agarrafa.
Geoebra de hollanda superior a 500 ra. a botija.
Velas de carnauba a 440 rs. a libra.
Ditas de espermacetea 760 rt. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320. i garrafa.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
AI pista a 160 rs. a libra.
Toucioho de Lisboa a 360 rt. a libra.
Alm dos generoa annunciados achara o publico um grande aortimenlo de um Indo tenden-
te a molhadoi maia barato do que em outra qualquer parte.
Magalhes des.
Na ra da Imrerilriz o. 56, loja e armazem da ,
arara, recebeu-ee uBt novo, e completo sortimen-
to de fazeodas novas, a ser: popelina da quadri-
nhos para vestidos de aenhoras e roupa de mf-oi-
nos a 240 o corado, cassas.suisaat de qua-driohos
a imilaco de aedinbas de quadrpt para vestidos
de senhoras e roupa de meninos'a 280 o covado,
gorgurao de linho para vestidos de aenhoras e
roupa de meninos a 280 o covado, fusilo para o
mesmo flm a 3t0 o covado, barege d cores a
360 o covado para vealidoa, lazinhas pasa vesti-
do! a 280 e 400 rs. o covado, chitas a 160 e 200
rs. o covado.ditaa francezaa a 240 e 280 o covado.
Panno preto.
Paono preto para calcas e paletoli a 1&80O e
39 o covado, cortea de calcas de caaemira preta a
39, ditas enfestadas a 33500 e 49, aaias balao sem
arcos a 29500, ditas de madan>lo a 39: s na
rara, ra da Imperatriz n. 56.
Na loja e armazem da
arara .
vendem-se pecas de madspolo entestado a 3J'
cortes de chitas finas com 13 covados a 29500, di-
tos de riscados chinezes a 29500, cortea de pope-
Una de cores para vestidos a 29600, cortes de gor-
gurao para vestidos com 18 covados a 69500, di-
toa de laa de 22 covados a 109, pecas de cam-
braia braoca a 1J60O e 2J, ditas finas com 5 pal-
mos de largo a 2$500, 39-e 39500, ditas para cor-
tinado a 33, gollinhas com botiozioho a 640 rs.,
ditas de traspasso a 19, manguitos e gollinhas a
2J500, grosdenaple preto a I96OO, I98OO, 29 e
2g200 o covado, enfeites pretoa de cores para
cabeca a 29500, 35 e 49 ; isto s na arara, que
vende barato, oa ra da Imperatriz, loja e arma-
zem da arara o, 56, de Magalhes & Mendes.
Ra Nova n, 18
Fazendas para a quaresma.
Para acabar.
Ricos cortes de vestidos bordados a velludo,
pretos, que foram vendidos a 1509, e que se ven-
der por 1009.
Ricos maoteletes prelos os maia bem acabadot
que tem viodo ao mercado, para senhora de qual-
quer corpo ou altura a 20, 30, 35 e 409.
Mantas de fild de linho finas a 159.
Vot ou los pretos a 109.
Luvas enfeitadas finas a 29.
Ditas com vidrilhos e com palmas a l#e 19280.
Um aortimeoto de franjas pretas com vidrilhos
e sem vidrilhos a 400 e 500 rs.
Um grande sortimento de chapeos para senho-
ra, de dlfferentes qualidades, pelo mais baixo
preco qne se pode encontrar.
Attenco.
Na ra de Santa Rila n. 55 vende-se tijolo
de alvenaria grossa, dos Apipucos a 219 do me-
lhor ojie h, e dos Remedios a 19$ ; prometie-
se servir muito bem a qualquer pessoa que pre-
cisar.
tsr Vende-se o armazem de louca da trra,
aito na ra do Rangel d. 6, o qual pode servir
para qualquer outro estabelecimento por echar-
se em boalocalidade : quem pretender dirija-so
ao mesmo armazem.
Alugam-ae o primeiro e aegundo
JET
metma ra o. 46.
-ndarai
da caaa n. 27 da ra do Amorim: a tra ar na
Jur tira-te pira o axil.
Precisa-sede ama ama para todo
interno de ama caaa de pouca familia :
do Colovello o. 18.
Na roa Nova n. 55 deaeja-ae-ail* aaSr.
alferea Joio BaptUU 4$ Meneaes do 9.a batalhaol
da Jo&Dtarii.
peruano ra-
servico
na ra
Prseia-se de 8:0009 a jaros aobre bypoth-
ca em um predio de duplicado valor : quem os
quizer dar, dirija urna carta a eata typographia,
aendo o enderego ao Sr. F. P. da S., declarando
sua morada pan ser procurado.
Um excellente en-
genho.
Vende-se a posse e as bemfeitorias do enge-
oho Tiriri, lito na freguezia do Cabo, distante da
via frrea duaa leguas, com porto de embarque
prximo casa, bom cercado, excedentes mal-
las, abundante em peixe de cotteo o mais
maneiro possivel, e qae pode safrejar de 1,500
a 2,000 pies. O eogenbo novo, e est promp-
to de uienaii e obras, constante de urna grande e
linda casa de vivenda, senzalla, czsa de purgar,
encaixamento, tanque, estribara, casa de fami-
lia e todas ai obras necessariaa a um bom eoge-
nbo, feitaa com aceio a seguraba, o que ae d
tudo por preco muito mdico, o por ajustes mui-
to rasoaveis. Os pretendentes podem dirigir-se
ra estrella do Razano n. 34, primeiro andar,
qae [achaiao pessoa antoriaada para efiectuar a
venda.
Aliento
36Ra Nova36
Acaba de chegar um completo surtimonto de
oceulot e lonetas de aro de Ico, tartaruga, bfa-
lo, e burracha, para todat aa vistas; assim como
um completo turtimento de oceulos proprios para
molealia de olbos, aflanca-se vender mais em
coola do que em outra qualquer parte ; assim
como grando aurtimento de vidros para oceulos.
exposi-jo de can-
dieiros de gaz.
Na ra Nova ns. 20 e 24.
O proprietario deste novo estabelecimento to-
ma a honra de participar ao publico que tem de
novameote ebegado a este estabelecimento um
riquissimo sortimento de candieiros de todas as
qualidades que se podem desojar, assim como
grande deposito de gaz hidrogenio de 1.a, 2.
3.a qualidade, pelos pregos mais razoaveia que
se podem encontrar neste-mercado, assim como
tambem ae veodem meias latas e lataa de um ga-
lo, e em garrafas a retalbo, assim como tam-
bem variavel aortimeoto de canquilharia de bom
gosto, que muito agradar ao publico que visitar
eale estabelecimento.
exposi^o de cuti-
laria.
Na ra Nova n. 20, loja de Caroeiro
Vianna.
O proprietario deste estabelecimento avisa ao
publico em geral, que tem recebido um_riqultii-
mo aortimeoto de ferragens e cutilaria, das le-
guintes qualidades : facas de marfim da 1.a qua-
lidade para meaa e sobremesa, ditas de todas aa
maia qualidades, ps de ferro patente calcadas
de ac, enxadas de ac, camas de ferro, bombas
de japy, metaea finissimos para aervico de meia,
e outras muitas cuidaras que por goslo te po-
dem comprar : na ra Nova n. 20.
_ Vende se um carro de 4 rodat novo, rece-
bido ltimamente de Franca, todo forrado de se-
da, com ot tompetentei arreioi praliades, obra
de muito bom goslo, sendo este calecbe o mais
bonito que hoje existe nesta cidade ; a tratar na
ra do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Na ra Nova o. 19, vende-se relbalina de
corea a 500 ra. o covado.
Bombas de Japy.
Vendem-se as bem acreditrai bombas de Japy
de todos os lamaohos e por barato preco: na ra
da Cadeia do Recife, loja de ferragena n. 56 A, de
Vidal & Bastos.
-Talhares para criancas.
A loja da aguia branca acaba da receber a aua
Precisa-ae de urna ama qua praata-ae com-
prar e coslobr para can de familia : a tratar no
primeiro andar do sobrado n. I da raa do Araglo.
n,68
Precita-se de ama ; di roa Dirsita
I Ia dar.

Vende-se o sobrado ao lado do
Corpo Santo n. 25 : a tratar na ra do
Rosario da Boa-Vista n. 12, das 4 as 6
boras da tarde.
Aviso.
Vende-se um ptimo cavallo para cabriole!,
por aer muito mango e bom trotador, bem como
tambem serve pira sella: a tratar na ra da Cruz
do Recife n. 63.
Mais barato do que
em outra qual-
quer parte.
Venderse sebo do Porto, velas de compotico,
cari de carnauba boa qualidade : no armazem
da ra da Crux do Recife n. 33.
Vende-te um carillo de estribara cor ru
fa, gordo e tem andado em cabriole!, tem carro- 1
go baixo, por preco commodo por nio se poder i
ter : oo lugar da Torre aonde dar ser procura-
do, junto i taberna do Canee.
Aos Srs. acadmicos do ter-
ceiro anno.
Na roa da Guia u. O, primeiro andar, vende-
te ot teguiotei livroi de direito criminal civil :
Ghauvaav el Helee, Silva Ferrio, Rosci, Trebu-
tien, Lobo, notat a Millo. Lis Teixeiri, Borget
Caroeiro e Ord. do Reina} todos estes lirroa ea-
io novoa vende-ae por muito meuoa do teu
ilor.
Vendem-ie 18 cideirat'de amarello muito
bem iiUe e novai. contlos, 1 misa redonda,
1 marqueea de palhinha, 1 cama franceza de Ja-
caranda e 2 metu de jauUr; pa ra dos Gira- ra dentea, 2 mataos com 40 musinos por 400
rtaeiQ. $4, xi,: na ra da Impsratriz, lojsd arara n. 5rJ.
encommeoda dos preciosos talhares para criancas
e ot est vendendo a 320, 400 e 500 rt. confor-
me a auperioridade delles: aa ra do Queimado
loja da aguia braoca n. 16.
Taberna.
Fazendas pretas
S oa loja do pavao, na
da Imperatriz n.60,
de Gama Silva,
Vende-se baratissimo por ser lempo de qua-
resma as fazeodas seguales:
Ricos maoteletes de velludo pretos rica-
mente enfeitados com franjaa largas oa
reiie modernos possiveis. 9
Modernsimos enfeites pretoi a (urca e
Garibaldi a j
Ditos mais simples a 2^000
Ditos de vidrilbos muito modernos a 800
Chales pretos de merino bordados e*om vi-
drilbo a 128000
Ditot de fil preto muito unos a 4s000
Mantas e veos pretoi moito faos a 49OUO
Groadenaples pretos, fazenda muito en-
corpada, covado, alg500, 1S600,1*800
Sarja preta hespaiihola, covado, a 2o000
Meias de seda pretas para senhora a lgOOO
Ditas de lia e de laia para padrea a 1J6U0
Luvas de retros bordadas com vidrilho e
sem vidrilho a 540 e 640
Ditas pretas* de seda lisa a 640
Alpacas pretas muito finas a 560, 640 e 800
De tudo dao-se amostras com penhor, na ra
da Imperatriz n. 60 loja do Pavo.
Pannos pretos e casemiras na
loja do Pavo.
Vende-se paono preto muito boa fazenda a
I56OO, 1$800 e 2#0OQ o covado e dito que val 8$
a 4&I0O o covado, casemiras pretas eofeaUdas a
39OOO, 3#200 e 3^500 o corte, ditas de urna s lar-
gura de todos os precos e -qualidade!, aelim pre-
to da China, para caigas, paletols e coletos, com
6 palmos de largura a 3) o covado: na ra da
Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silva.
Chales.
Grande pechincha na loja do Pavao.
Vende-ae os mais ricos chales com poma re-
donda e boletas, tendo as barras de velludo ou as-
setinadas, imitando as espionas mais modernas,
pelo baratissimo preco de 49500 cada um e ditos
da mesma qualidade com quatro pontat a 4S5UO-,
ditos a Ganbaldina, sendo muito grandes, a 5) :
na ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavao de Ga-
ma i Silva.
.Sedas de quadrinhos a 720 rs.
na loja do Pavo.
Vende-ae muito delicadas sedal de quadrinhos
a 720 rii o corado : na ra da Ioperairit n. 60,
loja do Pavio de Gama & Silva-
Rival
sem igual.
36 Larga do Rosario 36
Pedro Tinoco, conserva sempre neste eatabeleci-
mento bom aortimenlo de miudezas o rap e esta
diaposto a vender barato, como teja :
Rap Paulo Cordeiro, libra a 1*680
Gaaae grotto, libra a ljCuo
Dito mel grotso, libn a mi ;, lfiXl
Dito lino, libra a 1280
Rap de Lisboa, libra a 2)700
Dito Meuroo, Ubra a 1*040
Franjas pretas com vidrilho a 400, 500,
600 e
Trancaa pretaa com dito a
Bicoa pretos a 240. 320, 400 o
Galo preto com vidrilho a
Enfeitea pretot modernos a
Sibonetei de bolla
Escoras para unba a 320
Meias cruaa para homem a 2*400
Veode-sa urna taberna propria para um ario- .
cipiaa* por aer bom lugar, oa eaquiaa do Forte ApBp",,Zs "'. b!2!L?" ^ "
do Mallos, faz freote para a ra da Lapa para
o largo em frente ao cbafariz, fea no correr do
desembarques o. 12. '
6h que pechincha!!!
Vendem-se palitos Usados e foliados fiaos pa-
100
400
500
360
6*000
640
5"0
atooo
aMD
E outroa maia objeelo como sajam : baldea,
luvas, pealas, touca de lia, fitas de seda a de
vallado e ssrjs, ilfinetei pretot pin pello, traa-
Caa da caracol e outras mais miudezaa que nio *
potiival mencionar a miada. .
Veada-aeXaM 0,'21 da ra da Bsperanca
do Ciminho Nva-S"6oledide para o Mangui-
nha, no ateu'D.tfBpMM***: (nUr Ba rut
do Rosario da al________atM. oa os (raressa das
Grises d. 4.
MUTILADO



DlAPg IllUlltO Sfifrl FItU 7 Di MAICO DE 1811
ROUPA FSITA
|
dos Santos.
40Ra do Queimado40
Defronte do becco da Gongregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa fiti de
todsi as qualidades tambem ae manda ejecutar por medida yootada dos fregue-
xea para o que tem am doa m albores profaaaoraa.
Catacaa ae panno preto a 40J,
35 Jo 30*000
Sobrecaaacos da dito dito a 35 e 30)000
Paletota de panno preto e do co-
rea a 35|, le, 25, 10|, 18 e 10J000
Ditos de caseanira de cora* a 2-2#,
151,125,7 a -. 9#0O0
Ditos de alpaca preta golla de
Talludo fraacezas a 10*000
Ditos de merino aelim pratos e
de corsa a 9J 8*000
Ditos de alpaca do corea a 5* a 8*500
Ditos de alpaca preta a 9, 7, S* o 8g500
Ditos de brim de corea a 51,
4*500,4 e r 3*500
Ditos da bramante delinho b an-
co a 6*. 5g e 4*000
Ditos de merino da cordao preto
15 e 85000
Calcas de casemira preta ede co-
rea a 12*. 10, 9J, 7 o 6*000
Dilaa da princeza e merino de
cordio prato a 5, 6*500 e 4*500
Ditas de brim branco ede coras a
5*. 4*500 e 5J500
Calcas da ganga da coras a 3*000
Collete de reliado preto e de co-
res lisose bordados a 12*,9* e 8*000
Ditos da casemira preta e d co-
rea lisos o bordados a 6*.
5*500,5 8J500
5*000
5*000
Ditos de setim preto
Ditos de seda a setim branco a C
Ditos de gorguro de seda pratos
da cores a 7*. 8, 4 a 5*000
Ditos de brim'e fusto branco a
3SS00.S500e 3*000
Saroulas d brim delinho a 2* a 2*400
Ditas de algodo a 1*600 e 1*280
Camisas de peito deustio brano
ede cores a 5*400 e 2*500
Ditas de peito delinho a 5, 4 a 89000
Ditas da madapoln brancas e da
cores a 8*. 5*500, 5 a 156OO
Chapaos pretos de masa (ranceza
forma da ultima moda a 108,
8J500 e 7000
Ditos de feltro a 6, 5, 4 e 5*000
Ditos de aol de seda inglesas a
francezes a 14J, 15, ltj a 7*000
Colannhos de linho muito finas
novosfeitios da ultima moda a. *800
DiCos da algodo *5oo
Relogios de onro patente e hori-
fontal a 100$, 90. 80J o 70|000
Ditos da prata galvaniados pa-
tente e horizontaes a 40 a SOfOOo
Obras de oaro, aderecos e meios
aderemos, polceiraa, rozotas a
anaia a *
Toalhas de linho dazfs 10$, 6 a 92000
Ditas grandes para mesa urna 3 e 4900q{
ARMAZEMJROGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
largo da Penliit
800 rsa libra, em barril ae far
os melhores que ha no mercado 3*000, 2*600,
Afianca-se a boa qualidade de todo qualquer enero
qnljuepa"!!!8 arm,iem' "Sm COmo Tend *Iamteiga iugUxa. Bita Mp.rior d0 Bere;d0,
abatimento.
MaiiUiga femwa. mta noTa. 600 ., IB bar;>, 640 ., libri>
* Qu^iios ion talaos ,..
a 1*000. superior quahdad. e mlo frescaes a 800 inleiro, em libra
&\k prola, uyason t pelo
2*000 n a libra. >
S*re2,uu.to para fiambre
r uMauwkv maito aovot 5o0 rs a |Dra>
Preztiiito do Teiao de ,ap,ror quaUdade, H0 n la e i
Vola ffiPi
ti! m9lbor Peli,co U P6d0 "' por estar prompto a toda a hora a 1 a libra
Touctato do reino ,3l0 ri .Ubr, e arroba a9#000
Cuonricas e palos chegtdos n9lle ultiiao na7i0t a m tt a ^
oanna de orco retinada. n
se for"m barril a 440 ra. aYbr..* "" Wt Cm 10 ** P0r ** "'
Marmolada imperial a ...
. onn p. 1TV** do afamado Abreu e de outros muitos fabricantes de Lisboa
a 900 rs. a libra, em Iitaa de z libras por 1*600 afianca-se a boa qualidade.
snaea ae tomate em laUi de ama libra por 900 r$ .
\a\endoas e conCeitos am ,, *..,-.
muito proprio para mimo. A*" d9 f Cnlend W *Ud".
a 500 rs. TOZ** e Porlugaezas em latas de 1 libra, por 640 rs. ditas em meias
Aletria, maearrao*taUurim;inn
^ '' a 400 rs. a libra a em caira a 8*.
11 i"'10 0T" 10"-a Iibca' e l**9' I".
~ em r'oes muito enteilados proprios para mimo a 600 rs.
atenebra mglexa. ,
aballmento. '* IUp,r,or qUe h' 1S00 8""fs en> "'" *
Gcenebia de lloUanda RMnn
ViAos engajados, ^^ "T2' "' *"
Vi uo Br d ^ d P0rt''aB1 MSrS W-fiff"if,, For' fla'Fe"
eaux da, maU acredilada8 mtrcM a j 11 g4rrafa e em MlM 19 t dBzU
.ampagae deffjranlei marcas a 16* a duia e a 500 g garrafa, affl.nea-se .boa
Verdadeira srvela c nbnaba
a 500 rs. a g.rV.fa. de "lr" mMU m"C" do".
1 p^pa Port0f Litboa e Figueira 13500> 9 e 4;&500 a canada
Eapermaset, ..p.rlor. m rl ci m n a ^
Batatas novas m ,lg0, d, u, ,, -
320 r7 af0'' ^ C'X" de 8 Ubt" por ". >'
minia de engororiiarj mai(0 aIfa a 100 M a UbM<
A.meiidoas de caca moIe a m n t Hbra
JUeite deee reB d0 a 800 n a garrafa # am ^^ a
Patitos de dentes
i*" .7 l,"d" PerUisao a 840 rs. o m.?o.
Costeleta. mglexas propriaiparaflambrea^rs a
nolaxiulia lagieza. ^ MTa t% mercado a a barrica 6ffl
\meixas franeeias
Froeo luto; < teda frowxa para
bordar
Lindeza.
Vende-se faz anda deoominads lindaaa ontima
para eat,do. 1*0 rs. cafado : naioS Ss>
srte, ra 4a Imperatriz a. j. '" ""
Sementes de hortalices
Vende-ae na ra da Crnz da Recife deaoalto
Ricas
molduras para quadro
Vendem-ae ricaa moldaras para quadro. Unto
d;u;Ld^c?m^Pf5t'flS8<^'c.randi:0-naru.
Guadea A GoncsUes.
Superiores meias de Ida.
Vendem-ae superiores meiaade lia, tanto eur
tas como compridas : na ra da Cadeia do Ra-
cie, loja n. 7, da Guedes& Goncalta,.
Ricot eaeites.
Vendam-ae rtcoa a superiores aofaitea os m.
moderaos qua ha, pretea a da cores, palo bara-
tsimo prego da 6 a 6*500 : na lofa da boa U.
na raa do Queimado n. 22. '
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias francezas da lindas co-
SM!Bl? barali"no P"5 de 280 o corado ; n
Sa boa fB*BWd0 n-M' n' bem "nhecida loja
CambraVa Usa.
Vende-se cambraia lisa transparente muito -
!!,I*MV0 P!e d. 5I PSom 8 1)2
Tarat, dita tapada maito superior, peca da 10
raras a 6|: na ra do Qaeimado n. 24, na loja
da boa fe. '
Bramaate e atoalbado de
Unlio.
Vende-ae auperior bramante de paro linho com
dais raras da largura a 2*400 a tara, aaaim como
atoalhado adamascado tambem de paro liobo,
con18 palmos de largura a 2*500 a Tara: na bem
coohecida loja da boa na ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortes de ea\?a.
Teodem-sa cortes de caiga de meia casemira
do corea escarna a 2J cada corte ; na loja da boa
fe, na roa do Queimado o. 22.
Ra da Senzalla Nova n. 42
Vende-se em easa do S. P. Jonhston & C,
seilins e silhes inglezos, candieiros e casticaes
bronreados, lonas ioglezas, fio de vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous cavallos, e relogios de onro patente
ingles.
sem segundo
fecid" T Pr Pre5' i Mbld0i eo-
^'d'd*depenn d *5dfl toiu qH-
NoTelos de linha que pelo tamsnho a todos
admirara a
Caitaa de agulhas francezas a
Gaixas com alflnetea muito finos a
Lairascom apparelbo para entreter me-
nlnoa a
Ditas ditos grandes a
Baralhoj portugnezes a 120 a
Groza de botoes peqnenos para calca a
Tesouras para unhaa mnito finas a
Mas para costura mnito superiores a
Barelhoa francezes para voltarete muito fi-
nos a
Agarheiros com sgulhss francezas a
CaniTetes de aparar pennaa de 1 folha a
Pecas de tranca de laa com 1 raras a
Ditas de tranca de 15a de todaa as cores a
Fares de sapatoa de tranca de lia a
Cartas de alfinetes francezes a
Pares de iurss fio da Escocia muito finas a
antas ditas brancas grossas a
Efcofaa ptra inpar dentes mnito finas a
8"0com superiores grampos a
Cartoes com colzetes de algum defeito a
Ditos de ditoa au perfores a 40 e
Dedaes de fundo de 850 muito auperiores a
Konadores para restidos de senhora com 4
Taras a'
Caifas com colzetes francezes a
Cartas de alfinetes de ferro a
Charuteiras muito fioas a
Tioteirasde ridro com tinta a
Ditos de barro com tinta auperior a
Area preta e azul muito fina a libra a
500
120
120
60
240
500
200
120
400
400
320
80
80
200
800
11280
100
320
100
200
40
20
60
100
80
40
80
1*000
160
120
120
Tenho ora remesas de labyrintho para ren-
.fl pJf.todo pre?- assim como ,enh trancas de
sena dirlerentes corea para render por todo di-
nneiro que offerecerem.
AUenc&o.
para a quaresma.
Na pra^a da Independencia ns. 14 e 16, tem
para render-se, multo baratas, gollas de blonde
prato, eofeitadas da fita de eludo e bico a 4
rs., camisiohaa e manguitos a 3J0OO rs., mante-
letes pretos de blonde a 12*000 rs., chapeos de
palha para senhora a 35*000 rs.
Vendem-se caixes va-
nesta typographia.
tarias
Galantera de gosto
ys&rsftB es.
jarroa,
zios a
frasquinhos e garrafinhas, manteioaasraa a assu-
aa^ros,jarrinhosnas*oqnaUd#aTo a ou-
traamoiUe cousas : na loja da ictoria na ra
do Qusimado n. 75^ junto a loja da cara.
Miudezas baratas
Na loja da victoria na na do
Queimado juoto a loja do
cero.
Clcheles francezes em artio a 40 ra.
AlQoetea francezes cabera chata a 120 rs. a carta
Papel cew cento a tantos alflaetes a 40 rs. o
papal.
Linhaa rictoria em carritel com 200 jardas a 60
rs. o carritel.
D'SiS.(,e ** J*rt" d9 AleMB 900 rs. s du-
U!*i,rd" br"c" de ntw r.
Ditaa de Pedro V brancas a de cores a 40 rs. o
carlao. .
Grampos a 40 rs. o maco.
Bufiadores braneos a 60 e 80 rs.
Carteirinhaa com agulhas francezas a 320 rs
Transas brancas de linho a 100 rs. a peca
Agulhas de eofiar resudo a 40 rs. esda orna.
Eoutras multas miu-ezaa que se afflanca ren-
der barato para quem comprar rictoria sempre
contar : na loja da rictoria na na do Queimado
n. 75, junto a loja de cera.
Alojad'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Eata loja por eatar eonatantemeate a reeobor
perfumariaa finas de aaaa proprias encommendss.
2??* J. dlMr que e,, conatitaida am depo-
sito de ditas, lendo-as sempre doa melhores e
maia acreditados fabricantes: orno Lubin, P.rer
,.n a"/.!80*'61' Hy8ini,''8. **; K 5 por
sso, quenvquizer prorer-ae do bom. diriir-se
a rus do Queimado. loja d'agui. branca n.lf ,iJ
f- Vempre um ^nd0 9 "Pelo sortimento,
taudo de mais a mais a elegancia dos fraseos, e
m?!iPor que '* Tendeni eowida a anima ao
oampraaor.
Objectos de pbantasias
pulseiras de missangas.
bollo e escolhido sortimento de pnlseiras de mis-
sangas com borlas pendentes, obra de muito cos-
to a o que de msis perfeito aa pode dar em taea
objectos, e as est reodendo a 1*500 cada urna
tanto para senhoras como para meninas, e pela
noridade do gosto e spuro ds mods 080 tardarlo
em se acabar as que ba ns loja d'sguia branca
ra do Queimado o. 16. ",
Esceacia de sutil.
Para engommado.
Vendem-se frssquinbos com escanda d ail
soasa excelUoU pasa eogommaflo mmh m.
nota dalla bastante paradaiTflr af]
3. gomma tendo de mais a mais a praaaftla~
pao manchar a roop. cetm m.Kaa Vezarenon-
Uca com o p de an. Casta cada fraaquinho
500 rs. : na ra do Queimado toja da agaia bran-
ca n. 16.
Riscado monstro.
Veode-ae riscado monstro, Casanda muito neo-
nomica para o aso domestico por ter grande lar-
gura a o aeu preco aer da 200 rs. o corado'!: na
ra da Imperatriz. loja n. 10, do Dnarta.
Panno de algodo da
Babia.
Vende-se no escrlptorio de Antonio Luiz
Olireirs Azerado 4 C, ra da Cmt n. 1.
DA
Fundido Low-Hoor,
da
ala Senzalla \ova n. 425.
Neste estabelesimento continua n baaer um
completo sortimento de moendaa o mofas moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batid) e coado de todos os tamanhos
para dito,
Soaball Mellora & C, lando recebido or-
dem para render o sea crescido deposito da rslo-
gioa vjsto o fabricante ter-sa retirado do nego-
cio ; convida, portento, s peasoss que quizaram
possuir um bom ralogio da oaro ou prata da c-
lebre fabricante Kornby, a aproreitar-aa da op-
portunidade sem perda da tempo, para rir com-
pra-Ios por commodo preto na sea escrlptorio
ra do Trapicha n.28.
Taixas
para engenho.
Grande redueco nos precos
para acabar.
Braga, Son & C. tem para render na ra da
Moeda tanas de ferro cuado do mui acreditado
fabricante Edwin Maw. a 100 rs. por libra, aa
mesmaa que se rendiam a 120 ra. : quem preci-
aar dirija-ee a ra do Trapiche o. 44. armazem
da fazendas.
Navalhas d'aco
com cabo de marfim.

Vende-se na loja d'sguia branca mui finas na-
ralhas d'ac.0 refinado com cabos de marfim, a
para assegurar-se a bondade dellaa baata dizer-
ae qae sao dos afamados e acreditados fabrican-
tea Rodgers & C, custa cada estojo do doas na-
valhas 89OOO: na ra do QueimaJo, loja d'aguia
branes, n. 16.
Libras sterlinas.
Vendem-se no eseriptorio da Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho, praca do Corpo Santo n. 19.
luengos brameos multo
unos.
ARMAZEM PROGRESSVO
Vendem-se lencos braneos muito finos, pelo
rfiminnin prnen dA SOuo *>. A erude pe-
chincha : na loja da boa f, na raa do Queimado
numero 22.
Gollinhas
detraspasso bordadas em
cambraia fina.
Vendem-se a 9 cada urna : na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branes n. 16 A obra boa e
o tempo proprio ; a ellas, freguezas, antea qua
se acabem.
Bolcinhas de borracha
para fumo.
Mnito lindas bolcinhas de borracha para guar-
dar fumo pelo baratissimo prego de lgiOO, ljj,
800 rs. cada orna : na loja da rictoria na ra do!
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
* *
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36
Dnniiiiaiii mi iPiKgti*"
kn^1^m^!S^!^^i.^\d*t^***** MMMsWi ooftoi gneros, de ludo tendente a molhados, e por iui
posssm comprar em oulro^ffi'ersS k^TS """ T ** T" gMW0 de 5 a 10 por cento de mano, dos prec/s, que
garanti-Ios. q"iqer esUbeleciment, attendendo sempre as boas qualidades de nossos gneros, que para isso nos obrigamos o
K*an."ghEa "P8C,'""e escollhidj 850 e 13000. libra n barril a 800.
iueiu iranceza a primeirs da safra nova 700 rs. e em barril a n
Ulieijo flamcixgu vtnaos no ultimo 4por a 3000. am perco ter abatimento.
UU61JOS Inndrinos os melhores do mercldo a 1000 a libra. sendo inteiro a 950 rs. a libra.
Lna nySSOn mnito superior a 2|800 e 3M00 a libra.
preto o que ha de melhor neste enart tindo a prttneira ve, ,o nosso mercado a WiOO a libra, e tambem
libra.
que ha de melhor neste genero;
PreSUntO inglez para fiambre 700
------O^p, para aaraore a 7U0 rs, a 1
Presuntos portuguezes viudos do Po.to de c. particular a 500 rs. a libra .inteiro
rs. a libra eem barris de arroba a 15.
temos para 19800.
a 460 rs.
Gascarrilha.
Cbegou para a loja da rictoria grande sorti-
mento de caacarriina de todas as cores e largu-
ras e se renda mais barato do que em parte al-
guma, por isso Teoham a loja da rictoria na ra
do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Enfeites para senhora.
Lindos enfeites para cabega de gosto o mais
moderno que tem apparecido a 51, 5j)500 e 69 :
na loja da rictoria na ra do Queimado u. 75,
unto a loja de cera.
Phosphoros de seguranca.
Caizinhas com mil e tantos phosphoros de se-
guranza a 160 ra. a caizinha que s6 pela seg-
ranos delles por livrar de incendio sao de gra;a:
na loja da rictoria na rna do Queimado n. 75,
juoto a loja de cara. *
Meias baratas.
Meias pintadas para hornera a 120 e 160 rs. o
par, ditas brancas para menina a 180 rs. o par,
ditas de 15a para o fro a 500 rs. o par: na loja
da rictoria na raa do Queimado n. 75 junto a
loja de cera.
Fivelas para cinto.
cintos pelo
victoria ns
da cera.
o. nctar, Carcavellos, velho, seeeo Fettoria a ehamisso de 1*200 e 1*300 a garrafa, a
a 19 a garrafa a de 8500 a 10*000 a duzia,
Lisboa do 500 a 600 rs. a garrafa a de 000 a 4*800 a canada ;
a a 000 rs. a lata de 1 libra, e 1700 as de dnas libras, e sm porcao tara abatimento.
elula de tijelada, chouricas
Paios e chourigas nut novas. eoo
13000 H&000 a duzia.
Vnho BordeauX de superior qualidade dversai
Vinno muSCatel > IWOO a garrafa e 10*0G0 a duzia.
VinhO para p a^tO do Porto, Figueira,
Marmelada de todos os concerniros de Lis
Latas COm peixe Wd, pescada, pargo. Iroballo, cavalla, guraz, sirds, eongro, ; aado, ostra,
fioas o mais bempreparado que tem vindo ao nosso mercado, de 1*300 a 3* a lata.
Latas COm emitas portuguesas e franeeias a 600 rs. e 720 a libra.
Latas COm bolachinhas de soda de todas as qualidades a 1*440 rs.
Figos de COmmadre em caixiohas de 8 libras as mais b)m enfeitadas que tem vindo ao mercado a 2*800 a eaixinhi *400 rs. a libra
reras muito novas a boas em caixlnha de 4 libras a 3*000 a caixinba e 1000 a libra.
AmeixaS francezas em latas de 5 libras por 49000 e 1*000, a libra.
Passas em eaixinhas da 8 libras, a 29500 a caixinha, e 500 rs, a libra e a 99 a eaixa de arroba.
ConnthiaS para pudim em fraseos de 1 lr2 a a libras a 1*500 a 19800 o frasco, e a 800 rs. a libra v
Caixihas propriai para mimos, com passas, figU, ameixas, peras, amendoas, a nozes, ds 29000 a 59000 ra. a catiuha.
Conservas inglezas portngaezas a 600 e 800 ris o frascos 9* a caixa.
Macarro talharlm, muito novo, para sopa a 320 a libra e 6*000 a 'caixa.
trOmma muito alva como se pode desajsr a 100 rsj a libra,
Amendoas de casca molla a 400 ris a libra e {nozes a 200rs. eem porgao tei% abatimento.
Champanhe daa melhores marcas, de 15Ja 20*000 reis o gigo.
Ricas fivelas de madreperola para
barato preco de 1JJ600: na loja da
rna do Queimado n. 75, junto a loja
oraes.
Polassa
Vende-se emcaj*
C, sucoettores, ra
O Bieber &
oz n. 4;
Sal de Li
Vende ae bardo a bsra Matame
tanca, sai de Lisboa liapo erados
na ra do Trapicha n. 17.
Em massiohos a 500 rs. cada um.
Em fos a 640 rs. cada um.
Em voltas da 8 fies a 8*600 cada urna.
Vendem-ae maito bons corss, em massiohos,
Qos e toIIss de 3 nos, pelos baratsimos oreos
suma: na rna do Queimado loja d'aguia bfloca
o. 16.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
j Venda-se em porco e a retalho da urna eacca
para cima, a por commodo prego: na raa da Ma-
dre a Deoa confronto a botica o. 30.
N. O.Biabar & C.aacaaaserea.rna' da Crai
o. 4, tem paravenderrelogioa paraalgibaira da
oaro o prata.
Canos de chumbo.
Vendem-se canoa a chambo a todaa as gros
sursa; na loja de (erraaens, ra da Cadeia do Re-
cife n. 5 A, da Vidal 4 Bastos.
Aos senhores estudaDtes da Faculdade
deDireito.
Veniem-se Ilvros IndlspanesTeis para os di-
versos aonoa : na raa do Cabogi n. IX.
Vone-se um terreno ns roa do Hospicio,
quasi defronte do qvartel, prsprio para odftear-
tratar .^. IM C,M- twrt6 Po n roto a 146 da
, % ^T.72?d?:,!.an,*e,lent9 wWtel: a tratar {fundo, com aHeereo : a tratar na rea o- Trepi-
|che n, 14, primeiro andar.
tugue... a 480 rs. L" m"U e09 COm f* br" >< 3. ?<>r-
%10 ptt, UBp IiiM, ano It Cid HB|( tm por5i)> m {H ikitlen|()
** em {rcof a, ii,a ij,rt mai0 t gQQ r|j
o da J&^t.l^uSSE^ """** "P^^P^. gr4. .estimen-
Capachos.
Vaoem -se ca pacho, redoaos r com pridoe o
de diversos lamaohaa, a os malhatea ana Um
Tfndo aate mercada, palo btratiaaisae proco da
606. 700 a 800 rs. cada um, a ta-
ches milite grande, a proprio. para eofi a saar-
qezaa pan 1*410 aa) em : na rnadeQoeima-
do, na bem coobacida lo}, de mloocaa da boa
fama n. 33.
s. 'euai-ii um excen
toa ra do Aragto n. 3T.
rs. a libra* fl
rs. a garrafa, a 5*500, a duziaJ
COCOlate portugus, francez, e inglez, a 900
Cervejas das melhores marcas a seo
LOgnac muito superior a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia
Genebra de Hollanda a 600 rs. o fraseo a 69609 a frasqueira.
Vinagre de Lisboa paro a S-iO rs. a garrafa, a 19800 acanaa,
Dito em garrafeS 5 garrafas, por 19200.
Espermacete superior *76 Nbra
Arroz da India a 100 rs. do Maranhao, a 120 rs
LOntiibaS francesas o melhor de todos os legumes
Latas COm feijo Verde muito bem preparado a 860 rs
Latas com sardinha de Nantes a 440
Massa de tomate am Uus de ama libra a 000
Alpista a 160 rs. a libra e painco a 240, e 6>
Potes grandes com sal refinado a 64o
Batatas m gigosdo ama arroba a 1*500, 8C
Doce da casca da goiaba d iooo a aco.
Zeite doce purificado, a 800, a garrafa e 99000,
740 rs. am caixa.
a libra e de 3*000 a 3200 a arroba.
a 500 rs. a libra,em porcae teri abatimenia.
a 600 rs. a lau.-
rs.
arroba do alpista e a 6.400 a do painco.
tambem tamos em pacotas, muito propriosjpsra man a 240 e 200 rs. a libra:
rs. a libra.
ar-
duzia.
Palitos lixadS para danto., os mais bem faltos qae tem rindo ao mercado, a 200 rs. o maco com 20 massinhos.
Bolachinha ingleza maito nova a 400 n. si libra e 59000 ajbarrica.
Toucnho de Lisboa a 320 reis a libra e 109009 a arroba
Yolas do Carnauba ooomposi^o a 400 rs. a libra o a 119500 a arroba;
Araruta a melhor qua as poda desej ar a 320 rs. a libra.
Sevada ehegada utusalmante a 160 a libra a a 4 a arroba:
Ceblas maito aova a 600 rs. o cania a a 400 rs. as pequeas piraconserrs,


?
mil i di My^opwoMi.
"
Mitrar de iflPPUiN d. 194, p^
snoomporavereprovaromcoso necesario, cae,
l* ^ ^ ** *o aenssrpo,
anmmbrost ntetr*meotestosdepois de batar om-
?iy^*>i>UiMiU ooirost"urflnTfm (^
posto* o*d*r-*-h*eoBv*Beer dsosaseoras me>
mOhoauptUleiturt doo peridicos, qoolh'as
itlaua todos os di ha muitos annos; a o
motor paite dallas sao lio sor prndenles qu*
ssnsMsm o anodinos meia calibras. Qsantas
psmoas reeooraram eom ata soberano remadio
o uso da seus bracos a pamas, depois dadm
psrma nocido longo tempo aos hospiuae,a tea
fcwata tirar a ampntagao I Dalias ha imu
squehaTeadodeixadoasses, asylos depade-
tiraentos, parase nao submeterem aassaope-
racio dolorosa forant curadas completamente,
anadiante aso desee precioso remedio. Al-
gomas das taas pessoa na eofnso de seo reoe-
nbocimsnto declararan estes resultados beaeft
sos diente 4o lord eerrag*dor e ostros aagii-
amdos, afiade ajis autenticaren) sus a firma-
tiw.
Ninguem dasaspararia do estado denude u
tivesse bastante confianes para encinar osla re-
medio OMstantementeseguindo algam tempo c
tratiBMnto que necesstass* a natnreza do mal,
cujo resultado seria provar i acantelavolmente.
Oso todo enr.
to me all, mala partfen
mas sega lates cacos.
Inflammajo da| bexigj
BBBBBBB Dl'fl
foja 0(1
4a matrir
Lepra.
Malas das pernaa.
dos paitos.
da olbos.
Mordeduras da reptil.
Picadura de mosquitos.
Polmoes.
Queimadelas,
Sarna.
SupuracSe ptridas.
Tinos, em quslquei
parta que seja.
Tremor de nanos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulaces.
Veias torcidas oo no-
das as pernas.
Alporeas
Caimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras
Dores de eabeoa'.
os costas.
dos msmbroi.
Enermidades da cutii
em garal.
Ditas do a us.
Ernpces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Trialdada ou falla de
calor aas extremda-
dos.
Friairas.
GangiTas escaldadas.
Inebegoes.
nflammaco do figado.
Vende-se] este ungento no estabelecimento
gerai de Londres n. 244, Strand, e na loja
4a todos os boticarios droguista e outras pes-
soas oDcarregadss da sus venda em toda a
America do sol. Ha vana a Hespanba.
Vende-se a 800 rs cada ^jocetba conten
urna inatraaeao em portuupez para explicar o
modo da faser uso deste nigento.
O deposito geral esn casa do Sr. Sonm,
pharmaceutico, na ru da Cruz n. 32, en
Fernambuco. /
[Acaba de
chegar
ao novo armazem
r)B
BASTOS k REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
~i*S n. 47.
Dm grande e variado eortimemo *
roupaa fei tas, cateados e I azoadas e todos
astea se vendem por pr*gos mnito modi-
ficados como de sen costume,assim como
aejam aobreeaaacoa de superiores panno*
e casacos feitos pelos ltimos figuriaoa a
Sfi,18, 309 a 35, paletots dos mesmoa
pannoa preto a 16f, 18f. SO e a 24,
ditos da case mira de er msela do a de
noros padroea a 14. 16, 18. 20 e 24,
dito* mocos das me*mas casimiras 4a co-
res a 9, 10, 12 e a 14, dltoa pretos pe-'
lo diminuto prego de 8, 10, e 12f, ditos
de sarja da seda a sobrecasacadoa a ti,
dito* do merino de cordato a IX, ditos
de merino cbioez de aparado gosto a 15,
dito* de alpaca preta a 7, 8, 9 o a 10,
dito* tecos preto* a 4, dito* de palha do
seda fazenda auito superior a 4500, di-
toa de brtm pardo e de (uetio a 3 &500, 4
a a 4500, ditos de fusto branco a 4,
grande quantidade de calesa de casentira
preta o decore* a 7, 8, 9e a 100, dita*
Sarda* a 3 a 4, dita* de tortea d* eeree
naa a 2J500, 3, 3500 a a 4|. dita* de
brim brancos finas a 4500, 51, 5500 a a
6, ditas de brim lons a 5 a a 6|, colletes
de gorgurao preto ede core* a 5|a a 6f,
ditos de casemira de cor e pretoa a 4f500
e a 5, ditos de (asteo branco e de brim
a 8 a aS500,aitoa de brim lona a 41,
dito* de merino para luto a 4 e a 45O0,
calca*de aerin para luto a4|50O ea5f,
capas O* borracha a 9. Para meninos
de toda* os taeaanhoB: calcas de casemira
reta decora!, <* a 7, ditaaditas
da brim a 2, 3 e a 3500, paletots sac-
eos do aeemira orate a 6f o a 7s>, Oitoa
de cor as a a 7#, ditee de alpaca a|8,
eobrecasacoc de panno preto a 12 a a
14, ditos de alpaca preta a 5, bonets
para menino de todaa aaqaalidadea, ca-
misas para menino* de todo* o a t aman h oa,
saetea riese vestido* de ambraiafeitoa
para meninas de 5 a 8 annos com cinco
bab*doshso*a8eal2f,ditosde gorgu-
rao de cor a de lia a 5 e a 6, ditoa de
tortea a3, ditos de carabraiaricamente
bordado* para baptiaados.e militas outras
fazendas roupaa feitae que deizam de
eer mencionada* pela sua grandeqaanti-
dade; assim como receb*-** toda equal-
qaer encommenda de roupa* para ae
mandar manufacturar a que para eate fim
temos m completo sortimento de f aren-i
** I tlate dirigida por nm hbil meatre qu*
pela ni promptida eperalgio nadadel-
zaadeaeiar.
Palmatorias de vidro e dela-
ta* para yellas.
^prias de Tldro lapi-
' i a tfSOO, a ditas de lati mu
|0D ra.': na ra do Qoeimsdo,
Bes n. lo.
PeiLos de fustao lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Ysadeea se bonitos peas fastto levraso *
iraewaaWpera camisas a 600 rs. eada ua, ftsen-
da aaui boa asorpa* : as ra do Qnsaajado,
loja d'sgais-branca n. 16.
Noto sortimento de tiras b&
dadas em ambos os lados,
A loja d'sgoia-briDta recebeu nm novo e lio-
do sortimento de tiras bordadas em ambos oa la
dos, e contina vender baratamente a 1
cada tira, e outras de bordados moito largos a
2000, o melbor qn 6 possivel em tsl genero,
e todas ellas, pela largura que team, podem ser
divididas ae meio, pelo qu se tornam barattssi-
mas : na rae do Queimado, loja d'aguia branca
0.16.
Golliahas e manguitos de pu-
naos bordados.
Na leja da agaia-braoca vendem-** gollioahas
e aenssttos d* puabo* bordado* ea fina cam-
braia tranaparente por 2J600 todo, o qoe ae ver-
dad* baratissimo : na na* de Queimado, loja
'*gaia-braiiea d. 16.
Zuxas prctas 4e tartal
para meninas ai 500 rs. o
par.
Vendem-ie luvas pretssde tofeal em bom es-
snbos a 500
tado para meninas de diversos
rs. o par: na ra do Queimadolloja da [ aguia
branca o. 16.
Vendem-ae dous moleque
a 16 annos, e urna esersva de
oul, cozioha, cose e engomma :
numero 3.
de idade de 14
ita figura, cri-
na ra Direlt*
hRA DO QUEIMADO M!A6
PAypjgMNDEOSTIMEre
Sortimento completo de aobreeaaacoa da panno a 25, 28, 30 e 35, casacos muito toen
faitea a 25|, 98f, 30f e 5|, paletots acasacados da panno preto de 16 at Xa, ditoa de casemira
da cor a 15, 18f a 20f, paleieta saceos de panno e casemira de 8 al 14, ditoa saceos do alpaca
ni eiin e li de 4 at 6, sobre de alpaca merino de 7 at 10, caigas pretaa de caaemira de
8 at 141, ditoa de cor de 7 at ftOf, roapaa para menino de todoe oa lmannos, grande sorti-
mento de roupaa de brins cerno aejam calcas, pal tola e colletas, sortimento de colletas pretos de
s*tim, aaemir a velludo de 4 a 9f, ditos para casamento a 5 e 6, paletots brancos de bra-
maste a4eS#, calcas branoaamaito finia *5f,e um grande sortimento de fazenda*fina e mo-
dernas, completo sortimento de caaeoairaa inglexaa para bomem, menino e aenhora, roela* de
----- linho e atgodao, chapeoe de sol de seds, luvas de seda da Joavio para bomem e aenhora. Te-
No deposito do gelo rus dij Apollo moa urna grande fabrica de alfaide onde recebemos encommenda* da grandes obra*, qae para
31, Tende-oe RO de hoto eril diante i!M e,t ,end<>. dminll"d' P *> hbil meatre de-semelhante arte e um peaaoal de maia d*
,' iru-nn* J i aM cincoeula obrsiros eseolb'.dos, porlanto ezeculamos qualquer obra com pi
9Cri.
arroba a 3#500, e meia arroba 2^000,
e a libra s 160 ris : tambera recebe-se
astignaturas das pessoas particulares lo
go que seja diariamente, ate' que se
acabe o glo.
predio venda
. Tende-se a casa de dous sndsres e souo, mei-
gua, no becco das Hiudinhas n. 8, svaliada em
2.000}, a qual rende 1 1|3 por centb ao mez; na
ra do Trapiche n. 14. primeiro aodar, na pessoa
aatorisada pelo proprietario psraetfectuar a ven-
da da meama usa. ,'
Meias para seah*
Vasdem-aa'auperiorea meiasjpara se
lo baratiuimo preco de 31840 a d*zia
da boa na ra do Queimado n. 21.
Entremetes
bordados em camb
transparente.
Na loja d'aguia branca se scha nm bello sorti-
mento de ntremelos bordados em fina esmbraia
transparente, e como de seu costme est ven-
dendo gratamente a 1|200 a peca d i 3 varas,
tendo qusii>tidade baatante de cada p* Irlo, para
vestidos ; e quvem tiver dtoheiro ao[ roveitar a
occdiao, e mand>-los eomprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia "Jh'^nca n. 16.
Agulbas isjieriaes.
Tem o fundo d^
A loja d'aguia branca tende
vender o bom, mando* vir,
qui (pela primeira vez)
imperiaes, com o fundo i
rado.
em vist s seropre
acabara- de chegar
uperiores agulbas
e mi bem f*i-
costarein
do que em outra qualquer caaa.
Atteoco
Guimaries A la*. Conos da loja de mindezas
da roa do Qaeimade a. 85, boa (ama, participara
ao pabco qae o sea estabelecimento se echa
compUtaaneote prvido das aelnor** mercedorss
tendente* ao mssmo oatebeleeimeoto, e muitos
oetroe objectoe do goelo, sendo -eaast todoe rece-
toldo* de anas proprlaa ancommendas ; e celando
elle* inteiramanle raaolvidea e nio venderea
fiad, afiancaa vender mais barato do qse outro
qaalquer; a jautamente podem aso seu* devedo-
res que Ib** mandem ou vossam pagar os saos
debiios, soto pasoso aerem juaticedo*.
Meias de la
para menino*; na rna da Cadela do Recife na-
mero 15.
Vendem-aa burro* gordos"1 e mansos : n*
eogenho Juriaaac*. do Cabo: tratar all com nJ
Br. Pomiogos Fraocisco de Soasa Leio.
Vsnde-se ama aobilia de mogno a Luiz
XV : se roo dos Crose* n. 11, primaiio andar.
tas", sendo p*ra alfaiat** costareirais, e custa
to0-'-p"' ,m' /itha, assim boa anima
a adianta a quem cose enm ella, e era regeo sao
mais baratas do qae ayoatrae; quem ee com-
prar na ra do Queimadfo, loja d'aguia branca n
16, dir sempre bem pellas.
Opiata inglez
para den tes.
Est finalmente emediada falta < ae se sen-
lia dessa a precia vl opiata ioglezs Ua proveito-
sa e necessaria pa/ra oa denles, isso porque a lo-
ja d'aguia branca-.acaba de recebe-la de sos en-
commenda, e continua a vende-la a 19500 rs. a
coixa; quem qoi&er conservar seus lentes per-
fectos prevenjff-se mandando-s comprar em
dita loja d'aguia branca,ra do Queimado n. 16.
A 320 rs/ocovado, grande
pechineha.
Vendam,-e superieree cambraias Irancezas de
muito bronitos padres a 320 rs. o coi ado, fa-
zendarimuito fina que aempre venden se por 800
e 1 a vara, venbam por ellas, ante* qu* se aca-
bem; na roa do Queimado n. 32, na bem conhe-
clda loja da boa f. !
Aos senhores sacerdotes.
Acabatn de chegar loja da boa f, na roa do
Qaeimado n. 22, meias preta* de seda mnito aa-
periores, propriaa para o* aenhorea sacerdotes
por serem bem compridase muito elasticaa ; ven-
da m-se pelo barato preco de 6 o par. na men-
cionada loja da boa t, na ra do Qaeimado nu-
mero 2t.
para anjos.
Vendem-ae na ra da Sensata Nova. n. 30, cai-
xinhas com doce por preco com modo, recommen-
daveis para oa anjos de procissio.
Grande sortimento de fazen-
das pretas.
Grosdensple preto bom* a 1J600 o covado, di-
to superior a 1&800, dito a S, dito largo a 18200,
dito rpuio superior a5600. 2J800 e 3, chama-
lote preto de superior qualidade a 3, sarja preta
larga a 2, dita bespanhols muito superior e
21800. dita lavrsds superior a 2100, selim pre-
to a 2$ e 3, dito maco saperior a 4, velludo
preto com, pannos pretos de 1S600, 2, 3, f,
51, 8, 8 e 10 o covado, casemirss pretaa a
1600, 2, 1500 e 3 e muito fina a 4 o cova-
vado, los pretos de 61, 7| e 8 ceda um, mantas
pretas de fil de linho a 7, 8. 9, 10 e 11
cada urna, lindos manteletas de seda pretos bor-
dados com mallo gesto e differeotes tsmaohos a
ultima moda, zaavoa pretoa bordados, capas pre-
tas enfeitadss com muito goato e outras muitaa
fazenda* pretaa propriaa para a quaresms que
deixam de mencionar-se tudo mais barato do qae
em outra qualquer porte : na loja do sobrsdo de
4 andares na ra do Crespo n. 13, de Jos Mo-
reira Lopea.
Chegaram de Lisboa oo brigue Eugenias,
doua bonitoa burros e ama burra, oa qaaee se
vendem por barato preco : par* ver, na cocheira
do largo da Assembla a. 4-, e psra tratar, noes-
criptono do Astelo Lata da Oliveira Azevedo.
Rival
sem segundo.
Ns rus do Queimado n. 55, defronte do sobrado
novo, est disposto a vender tudo por preco que
admira, assim como seja:
Frascos de agua de lavanda muito gran-
des a 800
Sabonetea o melbor que pode haver a 320
Ditos grandea muito finos a 160
Frascos com rheiros multo fios a 500
Ditos ditos mnito bonitos a 1000
Garrafas de agua celeste o melhor a JJOOO
Frascos com banha muito superior a 240
Ditos dita de urco finissima a 600
Fraseos de oleo babosa com eheiro a 240
Ditoa dito dito a 310
Ditos dito nito a 500
Ditos psra limpar a cabeea e tirar caspss a 720
Ditos dito philocome do verdadeiro a 900
Ditos com banha transparente a 900
Ditos com superior agua de colonia a 400
Dita, fraseos grandes a 500
Frascos de maca- oleo a 100
Ditos de opiata pequeos a 320 e 500
Ditos de dita grandes a 800
Tem um resto de lavande embreada a 500
Lioha branca do gaz a 10 rs., a tres por
dous, e fina a 20
Dita de caito Fedro Y, com 200 jardas a 60
Dita dito dito com 50 jardaa a 20
Carreteia de linha com 100 jardas a SO
Duzia de meisscroas muito encorpadasa 15400
Dita de ditas muito superiores a 4J500
Dita de ditas brancas para aenhora, mui-
to finas a
Vara da bien da largara de 3 dedo* a
Dita de franja para toalha* a
Groza da botos do luu^a brancas a
-U..rU-.-. A~ ------
Dita de ditos de veis mnito superiores a
Peca* do fita para cs de todaa as lar-
guras a
3J000
110
ftl
120
QIA
240
320.
Para o carnaval.
4 bella rapaziada que
com pouco dioheiro quizer faser o eofeiUr seos
vestuarios, dirljam-se a loja franceza da rna
Nova n. 11, que foi do Gadault, que aebaro se-
das. Otas, fiveias doaradas, barretinas, veos,
filialmente urna grande esposicio de alcaides,
pelo* quaee ae nao engeila quantia alguma : na
mesma loja recebeu-se ua completo sortimento
de mscaras para bomens e aulheres toda* as
qualidade*.
Fivellas douradas e esmalta-
Arroz com casca.
Tende-se arroz com caaca em pequeas e gran-
des poredes : na ra Dtteita n. 69 oo no eses do
Ha moa a bordo da barcaea Dona de Jalho che-
gada do Fenedo prximamente.
Atten^o
Vende-ie op permuta-se por eacravos de ser-
vico a caaa terrea sita na. ra de Santa Bita
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acabe de receber por
amostra urna pequea quantidade de fivellas
douradas e esmaltadas psra cintos, todas de no-
voa e bonitos moldes, e tambem douradas que
parecem de onro de lei, o que s6 com experien-
cia ae conbecer nio o serem, estando no mesmo
caso as esmaltadas, e assim mesmo vendem-se
pelo bsrsto preco de 20500 rs. cads urna, na rna
do Qoeimsdo loja d'aguia branca n. 16.
Gestiiihas ou cabases para as
meninas de escola.
O lempo proprio da* meninas irem para a
escola, e por isso bom que vao compostas com
ma daa novas e bonitas ceetinhaa qae se ven-
dem ca rea do Qaeimado loja d'aguia branca
n. 16.
No vos bonets de velludo, e
marroquim dourado.
Na loja d'aguia branca vende-se mol bonitos
bonets de velludo, e marroquim doorado, os
qaaes sao agora mui n*ce*s*rlos par* oa meni-
no* que vio psra a escola e quem o* quizer com-
prar mais baratos dirigir-se i roa do Queimado
loja d'aguia branca n. 16.
As verdadeiras pennas ingle-
zas caligraphicas.
A loja d'aguia branca acabe de receber ana
encommenda da* verdadeiras pennaa de ac
ingieras caligraphicas, dos bem conbecidoa e
acredladoa fatricanlea Perry A C, e apesar da
falta qae havia dessss boas pennas, coa todo
vendem-se pelo enligo preco de2/000 s csixinb*
do ama groza, quantidade eeaa que aa falsifica-
das nio trazem. Fara livrer de engaes, ** ca-
xinhss vio marcadas com o rotulo qaedir. Loja
d'aguia branca rna do Qaeimado n-. 16.
Vende-aa nm terreno em Santo Amaro,
noto ao hospital iogles, com 700 palmos de fren-
e, em muito bom estado: a tratar na ra do
Trapiche n. 44, armaxem.de Braga Son &Q.
' Gravitas da moda.
promptidio e maia barato
Caivetes fixos para abrir
latas.
Gbegoa nova remessa desses precioses cai-
vetes fiaos para abrir latas de aardiaba, doce,
bolachinbaa etc., ate. Agora pela feata cmese
asilo desea* eousa* e por i aso neeeessrio (er
sa desses caivetes cajoiaporte 1, compran-
do-se na rna do Queimado loja da agaia branca
n. 16, nica parte onde oe be.
Para a quaresma.
Na loja do pavo.
Vendem-ae riquisaimos manteletes de velludo
ireto ricamente enfeitados com franjas bastantes
arcas, assim como os snodenataairaoa enfeit**
pretos chegados pelo ultimo vapor rancez, na
raa da Imperatrix n. 60. loja de Gama & Silva.
Rap princeza Rocha.
Vende-se rap princeza Rocha muito freaco
ebegado do Rio de Janeiro, rap de Joio Paulo
Cordeiro : na ra larga do Rosario n. 38, loja de
miudezaa.
Vende-aa um cavallo novo, proprio para
sella, de qae tem aso : do largo da Paz dos Afo
gados d. 19.
Novo sortimento de cascarri-
lhas de seda.
A loja d'aguia branca acaba de receber nm novo
e bello sortimento de caac*rrilba* de *eda de
muflas e differeotes corea, e vende-se i 10500
e lto00 ris a peca, sa rna do Queimado loja
d aguia branca n. 16.
Meias pretas de seda a 1.000
4> por.
Vende-se meias pretaa de seda, e de mui boa
nniiiift par, por estarem pnnviri.n<]0 !. o atando
ella* calcadas nada ae coohece, na rna do Quei-
mado loja d'aguia branca n. .16.
Chapeos de castor.
Vendem-se chapeos de castor de primeira qua-
lidade a 8, que ji se venderam s 16, para
acabar: na ra da Imperatriz, loja n. 20, do
Duarte.
Luvas de Jouvin.
Na loja da Boa F na rna do Queimado n. 22
sempre se encontrarlo aa verdadeiraa luvaa de
Jouvin tanto pars bomem como para aenhora,
advertindo-ae que para aquelles ha de muito
lindas corea, na mencionada loja da Boa F na
rna do Queimado n. 22.
Agua de lavander e pomada.
Vende-se superior agua de lavander ingleza
pelo baratissimo preco de 500 e 640 rs. cada fras-
eo, pomada maitissimo fina em poa grandes a
500e a 1, vende-se por to barato prejo pela
grande quantidade que ba: na ra do Queimado
na leja de miudezaa daboa fama n. 55.
Bicos de linho barato.
Vesde-se bonitoa bicos de linho de dous a
qoatro dedos de largura fazenda muito superior
pelo baratissimo preco da 240, 320, 400 e 480 rs
a vare, vende-se por tal prego pela razio de es-
tarem muito pouca cousa encaldidos, tambem se
venoem pegas de rendas lisas perfeitamente boas
com 10 varss cada pega e 72, 800 e 1, ditas
eom salpieos muito bonitas e diversas largnrss a
1200, I600 e 2 a pega, ditas de seda a 2 ca-
da ama peca: as rs* do Queimado na bem co-
nbecida loja de miudezaa da boa fama n. 85.
Linhas de cores em nvelos.
Vende-se linhaa de cores em novelo* fazenda
em perfeitisaimo estado pelo baratissimo prego
de 1 a libra : na ra do Qaeimado leja de miu-
dezaa da boa faaa n. 35.
Grande e nOTCasaV9ns.
Tres porta.
31Ra Direita31.
Neate rios sea montado eornaamslsoesso an-
eonirario o* freguesas o mais perfoito, boa aca-
bado e rato no aeu genere.
URNAS de todaa aa quatidades.
8ANTARI0S que nvaiiaaa esa o jacarasdi.
BANHEIRUS de todos os lmannos.
68MICUPUS dem dem.
BALDES idea idem.
BACAS idea dem.
SAIsslS idem idem.
FOLHA em caixaa de lodaa aa osearas.
PRATOS imitando em ptrfeigae a osa porcel-
laasa
CHALE1RAS de todaa aa qaalldades.
PAMELLAS idem idea.
COCOS, CANDIEIROS e Isndraa para qaal-
quer eorliassto.
VIDROS em caixas s retalho de todoe oa ta-
maodando-M manhoa, botar dentro da cidada,
em toda a parte.
aecaoast-se eneommeadae de qoalaser sata-
reza, coocertoa^que tad* eeri desempenbado a
coatento.
Atten$o.
Veoda-s* orna escrava parda, boa" quitandeira
O lavadeira ; na ra Imperial n. 3, da* 10 horas
at a 1 hora da tarde.
Superior cal de Lisboa.
Tem para vender em porgio e a retalho Anto-
nio Luis da Oaveira Azevedo & C-, no aen ea-
criptorio.rna da Cruz n. 1.
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Noa armazena dociea do Ramoa ns. 18 a 36 e
na ra do Trapiche Novo (oo Recife) n. 8, ae
vende gaz liquido americano primeira qualida-
de e recentemeole ebegado a 14 a lata de cinco
galles, assim como se vendam lataa da cinco
garrafa* e em garrafas.
Nio esqueca arara,
qse hoje s loja dos baratetros para ver, ven-
dem-se pegas de esmbraia lisa branca a 1600 e
2f, dita muito fina com 5 palmos de largurs a
3 e 355OO, pegas de madapolio entestado a 3,
novoa cortes de chita* finas com 13 covados a
2500, ditos de riscado, padrea notos a 2500 e
1500, brilhsntina branca com 4 lr2 palmos de
largo a 280 o covado, dita de cores a 360 o co-
vado, gorgnro pars vestidos a imitagio de sedi-
nhaa, fazenda muito nova e fina a 320 o covado,
barege par* vestidos com flor de seda a 360 o
covado, pompadourde seds de quadrose matiza-
do para vestidos a 640 o covado, fil de linho
branco e de cores a 200 rs. o covado, l&azinbaa
para vestidos s 280 e 400 rs. o covado, ricos cor-
tes de gorgurio para vestido com 18 covados por
6500, cortes de lia de duas saias com 22 cova-
dos por 1M, ricos eortes de organdya com 15 va-
rss s 9 e 7g para acatar, cassss de cores psrs
vestidos a 280 e 320 o covado, chitaa a 160. 180
e 200 rs. o eovado, ditia francesas a 240 e 280 o
covado.
Pannos pretos.
Panno preto para caigas e paletots a 1600,
19800, 2 e 2500 o covado, cortea da casemira
preta para caiga a 3, dita enfestada a 3500 e
4$, velludo preto a 2J500 o covado, aaia de cor-
dao que faz vez de balao a #500, baldea de ma-
dapolao a 3 e 35600. ditos de 30 arcos e de ren-
da a 4 : na ra da Imperatriz, loja e armazem
da arara n. 56, de Hagalhes & Alendas.
Mantas de retroz.
Vendem-ae mantas de reros para grvalas a
500 ris na ra do Queimado n. 22 na loja da
Roa F.
Liquidacao.
Braga, Silva & C, em liquidago, convidam
aos seus devedores a virem saldar sena dbitos
dentro de 30 das, e participam que medidas ter-
minantes serio empregadas contra os que nao
GARTOES
VISITA
Carioca de visita ds nevo goato
Carios de visita de novo goato
Canoas de visita de novo goato.
Urna duzia porl6OOO.
Urna duzla por 161000
Urna duzia por 16J000
Urna duzia por 16J000.
Retratista americano.
Retratista ameriesno
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Ra do Imperador
Raa do Imperador
Raa do Imperador,
Barato assim barato de mais
Sabonete finos.
A loja d'aguia branca receban urna crescida
quantidade de sabonetas finos para barbas, os '
quaes contm a todos compra-Ios mesmo para
mios, avista do diminuto prego de 3 porquanto
se est veodendo dazia. Par* aatiafazer-se aos
bona freguezes se vender tambem em menores
porgoes, porm quem aais comprar mais lucrar,
porque assim barato nio ser fcil tornar a ha-
ver, e mesmo agora s ha na rna do Queimado
loja d'aguia branca n. 16.
Ra da Seozalla Nova n. 42.
Nerte estabelecimento Tende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rt. idem
de Low Moor libra a 120 rt.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4|.
Duzis de meiaseraaa para bomem a
1200 e o par a 120 rs., ditss brsncss
muito finas a 2J500 a duzia, lencos de
csssa com barra de cores a 120 ra. cada
um, ditos brsncosa 160 rs., baldea da
20 a 30 arcos a 35, liazinha para vaa-
tidos a 240 o covado, chalea da merino
estampados finos a 5 e 6, tarlalana
branca e de cores muito fina com vara
a maia de largura s 480 rs. o covado,
fil de linho liso a 640 rs. a vara, pe-
gaa de eambraia lisa fina a 3, caasaa
de cores para vestidos a 200 ra. o co-
vado, mussulina encarnada a 320 ra. o
covado,calcinhaapar*menina deeacola
a lf o par, gravatinhaa de tranga a 160
ra., peto* para camisa a 200 ra. eada
nm duxia 2, pegas de eambraia de sal-
pico mallo fina a 33500, peca de bre-
tanha de rolo a 2, chitas francezas a
220 e 240 rs. o corado, a loja est
abortadas6 horas da manhaaa 9 da
noite.
CollecQoes de estampas.
Acaba de chegar a loja da aguia branca urna
pequea quantidade de eollecgbea de finas e
grandes estampa* a fumo, representando elles os
martyrios do Senhor em 14 qaadros, os quaes
aio bem acertados para qualquer igreja ou mes-
mo casa de quem ten ha gosto de as possuir ;
chegou igualmente outra pequea porgio das
procuradas estampa* morte do jnsto e a mono
do peccador : achaa-se a venda eomente na ra
do Queimado loja da aguia branca a. 16.
Carteiras
A
AAmnsfOfloaam
Papel de peso a 2# a resma.
Vende-se na ra do Queimado toja de miude-
zaa da boa fama n. 35.
Mantas pretas.
Vendo-so mentae de fil fssenda mnito fina a
41 rs. eada urna na raa da Imperatrix n. 60, loja
doPavio de Gama & Silva.
rico a
if: a
andar.
tratar na roa da Aurora n. 70,
Na loja da boa f, na raa da Qaeimado n. 22,
a* encentrar um completo sortimento ds grava-
taa de aede pretaa a de corea, que ae vendem por
pregea baratisaimas, como aejam: eatreitiohas
tretas a da lindas coies s 1, ditas com pools*
irgas a 1500, ditas pretaa bardadas a 1600. di-
taa pretaa para duas voltas a li ; oa mencionada
loja da boa f, sa ra do Queimado a. 22.
Meias pretas de seda.
Vende-se meia* de aeda orlas para aeabora
fazenda muite superior pelo baratissimo prego
da 1 o par: aa ra de Queimado na bom os
nhecida loja da boa lama n.36.
. Argoas de ac para chaves peo*
segundo I rendam-se 200, 240, 320, 400 e 500 ris, na rna
1 do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
armazem de fazendas
DE
Santos Coelho
Una doQuima4 m. 19.
Leogoea de bramante de lf'bo a 3.
Cobertas de chita fin** a 2.
Ditaa a prego do 1800.
Cambraias pretaa mnito finas.
Colchas de fuatio mullo lindas a 6.
sleiraa da India da 4, 5 e 6 palmos de largo
propriaa para forro de cama e salas.
Lengoes de panno de linho fino a 2.
Algodio moostro a prego de 600 rs. a vara.
toalbas de linho pars mesa a 4.
Ditas de fusilo psrs mos, cada ama 500 rt.
Balos para meninas.
ios fabricantes de velas.
i D aetifo deposito de era de carnauba e sebo
un pi *a vU*. a*ab*t*cido no largo da As-
sembla n. 9, mudou-ae para a ra da Madre de
Dos n. 28, qaasi defront* de igr*j. ende conti-
na a haver am coaplalo aortimanto daquaUe
genero*, qae ao vendmaot pregea razoavais.
Urna barcaea*
Vende-se nm* bsresga do porte de 35 caixas,
ancalhada no estaleiro do mestre carpinteiro Ja-
cintho Elesbio, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
tsa, onda pode ser viata o examinada pelos pre-
tenden tes ; vende-se a prazo oa a dinheiro ; a
tratar com Uanoel Airea Guerra, na rna do Tra-
piche n. 14.
PEIXE
Duarte & Gompanhia
receberam pelo ultimo vapor as seguintes quali-
dade de peixe o mais bem arranjado que se po-
de desejar em latas lacradas hermticamente pe-
los pregos de 1J200 s 3$ a lata :
Cbourigss finas promptas.
Pescada aasada e cozida.
Pargo asaado.
Roblos dito.
Cavada em azeite.
Guras assado.
Nulas de tigelada.
Savel assado.
Sarda em azeile.
Coogro. '
Ltoguados fritos.
Ostros.
Atum marinado.
Tambem receberam pacotes de sal refinado a
240 rs. cada um o latas com feijio verde a 800
rs.: dos srmszeos Progressivo e Progressista no
largo do Carmo n. 9 e rna das Cruzes n. 86.
Chapeos enfeitados.
Vendem-se chapeos enfeitados maito recom-
meodaveis para as meninas qne esli pssaando a
festa nos amenos arrabaldes desta berotca cidade,
a prego de 2 cada nm : na ra da Imperatriz,
loja n. 20, do Duarte. Na dita loja cima achario
continuadamente os senhores consumidores um
grande e variado sortimento de fazendas, todo
baratissimo.
Grande pechineha
Superiores psletos de pao preto moito fino,
obra multo bem feits pelo baratissimo prego de
20f000 ris na raa do Queimado n. 22 na bem
conhecida loja da Boa F.
A boa fama
vende fiveias para cintos o mais bem doorado que
poasivel e dos mais lindos gostos que tem viudo
a este mercado, pelo baratissimo prego de 2J500
cada urna, carteiras com sgulhas ss mais bem
aortidas que se pode desejar, e em quaoto a qua-
lidade Bao pode haver nada melhor, palo barato
reg de 500 ra. cada carteira, pennaa de ac ca-
igr.phia verdadeiras a 2 cada caixinha com 12
duxias, ditss de langa verdadeiras n. 134 s 1200
cada groza, ditas moito boas sioda nio conheci-
da* a 900 ra. a groxa : na rna do Qaeimado, na
bem eonhedda loja de mindezas da boa fama nu-
mero 35.
0 mwJeraismo do FavaO
320Ari.
Acaba de chegar a eate estabelecimento aa m*-
dernissimas tarlatanas com palminbas solas de
com agulhas.
loja d'aguia branca acaba da despachar car-
teiras com agulbas de mal boa qualidade, e ei-
cellente sorlimenio, o -* ~-
cada urna : asairn p"\r ---. iBuiuimiio u-
. .viMoiriinrtfas agulhas imperiaes, fundo dou-
rado, que cootinusm s ser vendidas s 160 ris o
papel, isso na raa do Queimado loja d'aguia
branca n. 16.
Loja das 6 por-|
tas em frente do Li- g
vramento.
Roupa feita muito barata. -
Paletots da panno fino sobrecasseos, 7
A ditoa da caaemira de cor de fuatio, ditos s
aa- de brim de cores e braocoa, ditos de 2
f ganga, caigas de casemira pretaa e de 9
9 cores, de brim branco ede corsa, dagan- A
0l ga, camisaa com peito de linbo muito ja
U finas, ditas da algodao, chapeos do aol *
V de alpacs a 4 cada am. jP
#*-* -$
Relogios.
Van de-se em casa de Johnslon Palor A C ,
ra do Vigario n. 3, um bello sortimento de
relogios de onro, patente ingles, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
orna variolada da bonitos trancellins para os
mesmos.
Escrayos fgidos.
- No dia 25 de fevereiro prximo paassdo fu-
gio o esersvo do abaixo assignado de nome Vi-
cente, cabra, idada 15 annos, natural de Joazei-
ra, comarca do Brejo da Madre de Deus, deila
provincia, cujo eacravo, o abaixo assignado com-
prara em 31 de Janeiro prximo paseado, a Fran-
cisco de Paula dos Santos Moateiro, por seu bas-
tante procarador n'eata cidade, o Sr. Joio Hen-
riques da Silva, tendo aquello Monteiro, compra-
do em Santo Anto, ao aeu antigo aonbor, Jos
da Rocha Albuqaeroue e Mello; recommenda-se
as autoridades policiaca e capitiea de campo, a
captura, e gratifiea-se geoeroaamente a quem o
troucer na ra de Apollo n. 2, oo na rna do Vi-
gario n. 23.
Jo* Baptitto da Fonetca Jnior.
oeaoe
S Moleque fgido. S
Desapparecen no dia segnnda-feira 3 '
*9 do crrante o moleque de nomo Pirmi- *9
am no, de idade de II annos, e cujo signal m
: mais visivel i ter mercas mnito sallen- 1
W tea de bexigas no rosto, bastante la- V
A dio e levou caiga e camisa de zslio ;
quem o pegar e quizer levsr a rna do
fc Hospicio n. 22, junto ao quartel do 10,
ser recompensado.
s
I
de corea mnito delicadas proprias para vestidos,
vede-se a 320 rs.o covsdo na ra da Imperatriz
n. 60, loja de Pavo fie Gama & Silva.
As romeiras do Pftao
Vesde-se liadiaimas ismeiraa ds froco mati-
zados s 1 eada urna na ra da Imperatriz a. 60 lvelo aa
soja do Pavo ds Gamo Silva
Fugio no dia 20 do correte do bordo do
patacho Gapuems, o escravo crioulo mariahei-
ro" ds noa* Anisis, idade 1 nns* pouco maia
on menos, sitara regalar, rosto eoaprido s com
algnoa sigoaes d* bsxisws, levos osles e camisa
azul : quem o pegar lev-o ao eacriptorio de
Antonio Luis da Otiveir* Azevao A- C. rna da
Cruz n. 1, ou a bordo So Sito potasas que sera
gesersaaaaste reooapsnsaso. /
_ Fasto o dia 26 de fevereiro O eacravo Ma-
no*!, conbecido vulgrmU por Msnoel Fran-
cisco, cor (ota, saoaltao OararisAaOf oMo, neceo
do corpo. qaando eso/ / lb\o0l falla
bem deaembaracado cima
am pasco largo ,j*t* asalto do andar lampo,
lea)* qaasi se- castas* bresca oa ds >ita,
ebsrta nafrei. a ande ds paleto!, ufe alsoa-
n*/dia 22 do msams asa as Dr. Graciano
sasolas : rsga-e* *a **na*t>ss*.poU:
----^&rstti o-
roa do Quoimdo a. JXnmvaa*w
I MOTILD


DIaRIO WJUWAMBUCO U UXTA nikU 7 M MitgO DE 1161.
4


>
Litteratura. ^
Das racas que pomran a
(Cooting
Certam'eme, na imposeibllj
acharaos de distin'""*
ctrusea e de legar-lne a
ella presenta, seria lemerari
etrusca se prende por una filiafio estrella da
Grecia, como umi colonia sua ototropole, ou se
esi^s oias turmas variadas da arte amiga e deri-
vadas de uuia frrua commum, de que ellas se-
rian) una dupla expressao. separaram-se desde
sua origen), e desenTolferatn-se parallelamenie
sob a uflueocla de causas diversas.
Se o parentesco manifest, que importa urna
ligeira incerteza sobre a (HiacaeT geralmen-
a, tao profundamente pelgico,
lugar na retigiio truca; 6
as dirlndades domesticas
% Penales pblicos ob pri-
d
litlr sobre s particalarida- h
oso poder encoolrir oas
O no me de Prisci-LatM ainda {al
mente. Talrtt mostrarse
me de La
bresshir a amloiia dos B
Pfeieftos. Irosa chega t a den-
tilcar** dous idiomas e os dous peros] Do-
se a arte maldito faz da lingua etrusca um dialecto pel-
gico, corrompido e alterado peta seu contrato
com o Ombrio.
De tudo que Oca dito, parece-nos resultar com
alguma rerosimilhaoca que os Elruscos perten-
cem a grande familia dos povos, que se digna-
ram sob o nome rago de Pelsgios, maoque, che-
gados ns ItaMa era orna poca relativamente re-
cento, XIII culo antes da ra chriitaa, no mais
florescente tempo do poder doa O morios, trouxe-
Obserremos
te reconhecido que a arte grega procede da egy p- ram para a Italia urna cirilisacao mais fortemen-
cia. Has esta ultima aprsenla com maisas mais
magestosas ama apparencia de grandeza mais
admiravel caracteres conformes ao clima do paiz
e do genio dos seus habitantes e de suas institu-
gees.
as esculpturas ou baixos relevos aattitode
imjpovel, a empreza das formas e a falta de ex-
pressao sao outros tantos signaes da infancia de
urna arte destinada, sob o cea da Grecia e pelo
genio do seu poro, a lio bellos desenrolrimentos.
Has a arte grega em sua perfeigo inimitavel nao
cooiruiu aeus monumentos e nem esculpiu suas
figuras seoio conforme os principios, que presi-
diram architectura e eaculptura egypcia.
Ora, esta meama analoga, e se assim nos po-
demos exprimir, este mesmo ar de familia,
acha m -se ni arts etrusca, comparada cornada
Grecia ou do Egypto.
A nalureza do desenho e a direcco das linhas,
a d3w>osiQo dos prticos, a forma das columnas,
estylo dos fastigios e baixo relevos, tudo reve-
,a ura carcter helleoico ou egvpcio.
Mas este pareotesto em nada exclue a origina -
lldade da arte etrusca, altestada pelo tmulo de
Porsenna e por muitos monumentos de Coere.
E' que Da realidade a arte egypcia da bella -
poca, de Pharaes, modificou-se, trsnsportsn-
do-se para a Grecia e Italia, e tomou suas pro-
porces definitivas e seu estylo proprio, segundo
o carcter dos dous paizes e dos dous povos, on-
de se implantoo e desenvolveu.
Alas delicada, esbelta e ornada oa mofle Jo-
na, attiogiu na Grecia urna pureza e elegancia
esquisita ; e, o que faz o cumulo da perfeigo, a
medida e obriedade.
Na Italia mais sombra e mais spera ; dir-
-ae-hia que de alguma forma participa da maior
aspereza do clima, para onde foi transportada e
do genio serio e triste, que nos reveis a myto-
logia etrusca.
Fra desta explicago s se admittem as Iheo-
rias mais eogenhosas que solidas.
Pde-se muito bem reconhecer sobre os monu-
mentos da Eiruria assumplos anlogos aos da
Persia e da Assyrie, eal caracteres pbenieios ;
ha nellesTactos puramente accidentaes, que ex-
plicara superabundaolemente as relacoes de com-
mercio, que os Elruscos entretiobam com todos
os paizes, e o extremo deseovolvimento, a que
as arles foram levadas por este povo indus-
trioso.
Este carcter meimo do povo commerciaote e
e martimo nao os aproxima do tronco helleoico
ou pelgico, e nao oulro trago de sem'elhaoca
com a Grecia ? A facilidade com que os Etrus-
. eos soffreram a influencia grega nao recorda a
fcil transformarlo, que fez com que os Pelagios
passassem ao estado d'Hellenos 1
Naoesqupgjmps finalmente o queja referimos
dos nomes de muitas cidades da Etruria. Tar-
quinia acha-se no grego Tracbioioo, Faleria, e
Falisci na Aleris, Alos, com a addigio do de-
gamma clico, nos dialectos da Grecia, que Lan-
zi acha o mais approximado da liogua Etrusca ;
Volcium recorda Jolcos ou Olyc ; Veii reprodu-
ziuTEioo. Na ordem poltica descobrem-se al-
gumas particularidades ioleressanles.
O numero doze apparece entre os Elruscos
com a mesma persistencia que entre os Pelagios:
de um lado sio as doze cidades da Achaia, os
doze povos do conselno smphictyonico, as doze
cidades inicas e as doze povoacoes da Attica;
do oulro lado, as doze lucumooias etruscas, as
Ooze colonias sobre as duas margens do l' e as
doze colonias da Campada.
Se da lingua e artes dos Elruscos passarmos
sua cosmogona,*nelU encontraremos os mesmos
caracteres : urna nythotogia e ritos anlogos aos
dos Pelagios. Assim, elles tinham divindades
geraes e outras particulares. As primeiras do
peUg.co-srJu-pterT KS,.^"^ii"
elles chamaiam Tina oa Dini, Menerfa ou Mner-
fa, Kupra e Turms.
te imbuida do genio do Oriente, onde elles si
demora,ram por misa tempo.
Assim como os Kyrayrs a respeito dos Celtas,
appareceram elles no meio dos aboriginese Pe-
lagios primitivos, como um povo quasi ealran-
geiro, anda que sahissem do mesmo berco;
pas a pouco e pouco esses elementos obedeceram
sua affinidade natural.
O Elrusco a'proximou-se do Ombrio, e ambos
reuniram-se com os seos, isto com o elemen-
to verdaderamente indgena da Italia, para pro-
duzir a lingua latina ou romana, que foi a forma
mais recente e complexa sob a qnal se presenta
nos lempos histricos o idioma nacional e persis-
tente da Italia.
Examinemos pois essa raga aotiga e celebre
dos seos e Sabeilios, cujo dominio substituiu o
dos Pelsgios, Ombrios e Elruscos, para por sua
vez desapparecer ante o dos otomanos, a quem
elles tragaram o caroinho, e cojos meios pre-
pararais para o imperio da Italia.
VI
seos, Sabeilios e Romanas.
A origem dos seos apreaenla difficuldades an-
da maiores que a dos Elruscos. Seguramente a
raga osea ou opica urna das mais antigs que
tem povoado a Italia ; e ella tem isto de commum
com a raga sabellia.
Ambas tem entre si um intimo parentesco, e
ao as nicas, que podera reviodicaro nome de
verdeiros indgenas da Italia, porque tradiejio al-
guma, por mais obscura que seja, nio permitte
achar os traaos de suas antigs emigracoes e do seu
primeiro eslabelecimento.
Gom effeito nao nos poderamos decidir pela
opiniao 'solada de Halte-Brua que distingue
os Ospici ou Opsci aborgenes dos Osci, que elle
considera como urna colonia dos Euskes, Ausci ou
Vascos da Vescitaaia. Estes viriam estabelecer-se
na Vescitania italiana (campus Veseilaous.)
Mr.de Vaudoncourt nos parece mais prximo
verdade verdade quando colloca o oseo entre
os ediomas clticos, indicando certas razes de
etymologia. Limitar-nos-hemos exporo que ha
de mais plausivel e geralmeote aceito sobre esta
parte inleressante das populiges italianas.
Os seos oceuparam amigamente as planicies
do Lalium e da Campania. Elles comprehendiam
os Auruncios ou Aoses, que habitaran: ao meio
dia do Latium,e que tinham por cidades principaes
Cals e Suessa ; os Volscos do norte dos Aurun-
cios, os Kululos ao norte dos Volscos.
Os Sidicenos de Teanum, a quem Strabon d o
nome de seos, eram usiuhos dos Auruncios de
Cals, e tinham a mesma origem. O mesmo se
dava com os Saticuli que habilivam as bordas do
Vulturno.
Os Ecos, tribu muito antig, foram sempre as-
sociados aos Volscos na historia romana, e com
elles tem um parentesco incooteslavel. No tempo
do seu maior poder seu territorio se estendia al
o Algidus, entre Tosculum e o paiz dos Heroicos
e at o lago Tucioo, junto ao qual tinham um
forte, que os Romanos tomaram em 347, antes de
Jess Cbristo.
Deve-se tambem cootar entre os Ecos, os Fa-
leicos de Soracto, cujo nome encerra evidente-
mente o dos Volscos. Urna tradir.ao perfeitaroen-
le estabelecida nos mostra que em urna remota
anliguidade o povo- que habitan as rlrcumvisi-
nhancas do.Moote-Vellno e do lago chamado de-
pois Celaoo al a Carseoli e Reate, foi d'ahl ex-
pedido pelos Sabinos vindosd'Aquilla.
Este povo vencido relirou-se para o Aoio, no
territorio de Iibur, Antemnes e Ficulea, onde en-
controu os Siculos, depois inda os Crustumorios
e os Aricios. Elle submetteu-os ou expellia-os.
Quasi por toda a parte dao-lhe o nome de Casci
ou Prisce.
A legenda dominante, segando a qual os Troya-
nos d neos, vuufunrtirl oa CATO US. _Lrl'I?&T'.q et,h_
tiiip. rin l.atino. aop(afam o Home commum de
Latinos, mostra os tragos da tradigio, que quer
que os Lsliooa sejam formados de dous povos.
[eO. Hatlar, 4
os a Siculos.
_ua latina as palavras que designan os
instrumentos, os objectos e usos da vida agrcola
tem todas um earaeter grego, emquanto as que
exprimem a idea das cousas da guej-ra nao Uem
a mesma origem.
E' impossivel, diz Niebuhr, atlribuir ao acaso
smente a'.coeiisteneia destas duas lingoas. Afried
Muller chega ao mesmo resultado seguindo um
caminho ioteiramente diverso ; comprebende a
lingua dos Siculos na dos Gregos ; na primeira
encontra palavras latinas, do que conclue que es-
tas patarras foram deixadas no Latium pelos Si-
culos.
Fauriel ao e de opiniSo que os Siculos habi-
tassem no Latium, e explica a relac,ao das duas
linguas, dirivando-as de ama fonte commum.
Dionisio d'flalicarnaee pretende que os Siculos
foram completamente xpellidos do Latium.
Estes diversos testemuohos permittiriam esta-
beteeer que os Latinosprovinbam principalmen-
te dos seos.
O sabio Arnold se inclina para esta opiniao,
recouhecendo que ha na raga latina um oulro ele-
mento, que approxima esses aborignes italianos
de um tronco helleoico, oa.pelo menos pelgico.
Elle, revocando a| observarlo eogenhosa do
Niebukr, assim concule :
Parece nao smente que os Latinos eram um
povo misturado, mas ainda que se formaram de
urna conquista dos Pelagios pelos seos, de tal
sorte que estes ltimos eram a elasse dominante
da na cao assim unida ; os primeiro eram osaus
subditos
A oulra graode fraccao dos poros indgenas da I
llalla, os Sabeilios, eslava espalbada as monta-
nbas dos Apeninos. A patria primitiva do antigo
povo dos Sabinos, era, segundo Cato, o terrtto-
rio.de Amiterne. Foi d'ahi que elles sahiram nos
mais antigos lempos, muito antes da guerra de
Troya, repellindo os Casci de urna parte e os Om-
brios da outra ; elles oceuparam o paiz que se
estende ao sul da Ombra actual.
Do seio desse paiz ama populacSo superabun-
dante enviava cada anno tribus de migrantes
para os paizes circamviiinbos.
Na Italia baria um oso religioso de consagrar
ama mocidade (ver sacrum) as guerras difDceis
ou dss molestias contagilas. Algamas vezes
tambem foi este o meio de desembarazar a nsgao
de urna mocidade que ella nio poda sustentar.
Quando ama mocidade tinha sido cousa grada
sorte, todos os productos tornavam-se sagrados,
e, no vigsimo anno os animaes eram immolados
ou resgstados, e a mocidade enviada para fra.
E' assim que a tradiclo nos mostra os deuses
favorecendo as diversas emigracoes, e fazendo
com que joven colonia fosse guiada por animaes
sagrados.
Um picanc.0, passaro sagrado de Marte, guiou
oa colono* do Picenum, que era enlao oceupado
pelos Pelagios a Liburnios ; um louro conduziu
urna colonia ao paiz dos Ospici; ella tornou-se o
grande povo dos Samoitas (bovianum); um lobo
(herpus, oa lingua osea) guiou os Herpioos.
O Samnium por sua vez forneceu colonias, de
que principal foi a dos Prentaoos as costas do
Adritico.
Os Saranitas conquistaran! a Campania e os
paizes que se estendem at Silarus ; finalmente,
um outro bando sob o nome de Lucaneos se es-
tabeleceu entre o Brutium e a Campania. Entre
os Sabinos e Samnitas se eollocaram os arsas
Marrucinos, Peligninos e Vestaos, que perten-
ciam todos 4 raga Sabellia.
A Italia em urna poca relatirameote recente
recebeu ao norte esul duas colonias importantes,
as dos Gaulezes e Gregos.
Em 587 as numerosas tribus dos Celtas, parti-
dos do centro da Galia sob a direcco Biturigio
Bellorise, atraressaram os Alpes occidentaes, e
lombardo, sua liogua a pro-
luodamente do rosto da
mente s explica
ueneia foi antea for-
dvsso germani-
a en christaa.
tireram no meio dia
decisiva. Segundo aa tra-
. tribus de Pelagios a Helleoo*
rieram esUnelecer-se na costs da Italia merodio-
nal, antes mesmos do tempo da guerra de Troya.
E' quasi impossivel fizar o numero e a data dea-
tas emfgragdes. A visinhanga da Hellade e Italia
do sul, a rpida passagem do mar ionio, a exis-
tencia dos Pelsgios em duas pennsulas desde a
mais remola anliguidade, tudo se rene para nos
levar a crer que deve haver abi um movlmeoto
quasi continuo de populecoes d'um a outro paiz
e talvez de differenles trocas de colonias.
Nao pensamos que se devam rejeitar tradi-
ces que trazem para o fim da guerra de Troya o
eslabelecimento de um certo numero de colonias
gregas na Italia.
As mais conhecidas sao as de Diomades em Ve-
oouss, Beoaveoto e Argos; de Idomeneo em Sa-
lento, de Pheioctetes em Petilia, d'Ulysses em
Seyllacium.
Tibur deveu o sea nascimeoto a um filbo de
Amphiarau ; os companbeiros de Nstor funda-
ram Pisa a Metapoolo. E' verdade que para es-
sas colonias tudo se limita oa mensao de seu es-
labelecimento.
Sua historia deseonhecida, e podemos sup-
por que ae com effeito ellas foram fundadas como
os Gregos o referiram, nio tardaram em suecum-
bir oa confuadir-se com os habitaotes primitivos
da Italia. O mesmo nao suecede com as que fo-
ram formadas pelo VIH secuto, e sobre os quaes
ha authenticos testemuuhos.
gas tradigdaa
da cidada de
Os Gn
vos do
diziam
A tra
eom clareza no
Depois da
Gragos se rol
Pausanias emprestaste 4
Hironymo ou 4 Timo .
Pyrrho fra chamado 4 combater em seas des-
cendentes es Troyanos que Achules, i das seus
antepaasados, outr'ora combalra as margeos
do Xantne e Simois.
Timo refere que em Lavioium conservaram
nos templos as imagens dos deuses de Troya.
Elle considers, pois, a origem troyana dos Ro-
manos como incontestavel, e sappuoha al que
o sacrificio do cavado de Outubro tinha lagar em
memoria do cavallo de Troya
Ivel
um cafilMipoTaneo, 4
o pensamento de que
'wi'kA&U* ob a atdriern-
:o-se com ua obedi-
> sHtbia.
ommom ai nagoes do-
ds ntiguidade Bjfeocu,arm-s mais
ididae Iveroo que com a niio
ral e aproximacio das MiriUs. Dividit prt
Roma estaberece graos ro dtrK da rtdsdV, e
que reparta desigualmente o a favor entre as
differenles nage italianas.
Esta poltica hbil e generosa, qu consiste m
unir e conciliar ragas muitas vezes inimigas,
um fado da civilisaglo moderna, mss- instruida
que a antiga nos direitose deveres dokremm.
Roma por tanta nao uoiu iotimameote a dif-
fereotes tribus italiaoai, como nossos reis uni-
ram nosias provincias, e foi por systema de go-
verno que ella maniere a dlvislo, como ereamoa
entre ns, tambem por systema. O espirito pro-
A' partir dessa poca, isto da oxpedico de vincial nao foi suffocado nos qaadcaa da admwii-
ffOIiHETIM
O PAIZ DO HIEDO (*)
POR
A. DE GONDRECOURT.
(Costumes dos nmades.)
SEGUNDA PARTE.
apoderaram-se das duas margens P, d'oode ex
pelliram de cada lado dos Apeninos os Ombrios
e Elruscos.
Foi entao que se formou a Galia cisalpina, di-
vidida em Tranapadana eCispadana.
Ao norte P se eollocaram oslnsubros e Ceno-
manas, que se estenderam entre o Tesioo e o la-
go de Gardo ; ao sul deste rio collocaram-se as
tribus dos Boleaos, Anamanos, Singos e Se-
DOOSi
Foi este ltimos povo que, ebegado 4 Italia em
520, deveiia um dia invadir a Etruria, e apode-*
rar-se de Roma (590).
A cidade de StDa-Gallica (Sioigaelia)recorda
Presentemente fcil recoobecerem-se os tra-
gos numerosos do carcter cltico nesta naru h.
Italia de que os Cau!*"* apoderaram.
Depois do eslabelecimento dos colonos de Chal-
is e Naxos na Sicilia (736) at a fundagao da co-
lonia de Thurios (444), quasi durante tres secu-
los, a Sicilia, e todas as costas da Italia meridio-
nal cobriram-se de cidades gregas, que foram dar
a esta parte da pennsula o nome de Grande-
Grecia.
Depois de ter percorrido todss as nagdes e pai-
zes da Italia, devemos laogar as vistas [e fixar o
pensamento sobre a cidade que destinada rei-
nar um dia em toda a Italia. .Roma aprsenla
eata parlcularidade digna de observarlo, que ella
nao pode exclusivamente ser ligada 4 raga algu-
mas das que examinamos. Ella nio pelgica,
nem etrusca, nem sabellia, nem gregas.
A traduegao que della faz urna colonia estran-
geira bastante obacura para que nio possamos
como certeza determinar a que povo se deva at-
tribui-la. A opiniao vulgar d-lhe por metropo-
le Alba a Longa, colonia Troyana.
Convem apreciar esta tradig&o, e proeurar o
que se pode estabelecer de certo sobre as origens
da cidade, que deve dar 4 Italia sua unidade po-
ltica. Se consultarmos os mais amigos historia-
dores gregos, ou mesmo os poetas, cojos escrip-
tos se referem guerra de Troya, nao encontra-
mos ahi nogio alguma precisa a tal respeito, e
nao vemos mesmo allusio alguma 4 megragio de
Eneas- Verdade que urna passagem d'Homero
faz presentir a contiouagira do povo troyano sob
o goveroo d'Eoeas (2 canto, v. 387). Mas nos
autores que seguirsm Homero, Eneas nao figura
ainda como o chefe de urna colonia estabelecida
no Latium.
Um contemporneo da faodagio ds Roma, Ar-
tinos de Milote, se a chrslomathia de Proclus
nos uio engaa, limitava-se a contar que Eneas
e seas companbeiros, amedrootados pelo prodi-
gio de Laocooote, deixaram a cidade, e se refu-
giaram no monte Ida.
Um secuto depois Stesicoro cantava a partida
de Eneas, como mais tarde Virgilo devia faze-lo ;
mas elle conientou-se em dizer vagamente que
este hroe dirigiu-se para a Hesperia. D'ahi
muito longo para a colonia do Latium ; nada nes-
se lugar designa a Italia, a nao ser o oome do
cabo Mesene. S foi depois do. sexto seculo que
as tradiges relativas a Eneas tomaram um carc-
ter mais positivo. Cphaloa de Gerglthe, cidade
troyana sobre o monte Ida. e a nica conservada
depois da chegada dos Eolios, escrerera a histo-
ria de sua patria. Em sua opiniao Eneas s con-
duziu os Troyanos at Palloe, soore a costa da
Thracia ; elle fandou a cidade d'Eoea onde mor-
reu. Romus, um dos seus filhos, estivera na Ita-
lia, com oscompanheiros de seu pae, para nella
fundar Roma, duas gerages depois da guerra de
Troya.
Apollodoro de Cela, contemporneo de M-
nandro, chama Romulua filho de Eneas e de La-
vi nia. Depois do meiado do scalo V via-se Cat-
eas adoptar o eslabelecimento dos Troyanos do
Latium e sua aniao com os Aborgenes. Elle fi-
guia ocio uhimo rnnip.-inipntn pelo casamento
Pyrrho, a crenca' em ums colonia troyana tor-
na-se geral entre os Gregos ; e o sabio Eralos-
tbenes conveio oslo. Por outro lado, Hsiodo
oomeia Latinus e Agrius, filhos de Ulysses e Cir-
ce, como reinando sobre os celebres Tyrrhenios,
e Niebuhr observou que esta tradigo, dando o
Latium 4 raga de Wyises, parece excluir della os
Troyanos. Podemos observar tambem que, entre
as (estas romanas ou latinas, nao hara urna que
trouxesse a lembranga de Enaa ou Troya.
E' portento, pormiltido crer que esta tradigio
nasceu oa Italia e oa grande Grecia, quando eala
parte da pennsula foi submetlida pelos Roma-
nos ; estes de mais tomaram ao serio sua ori-
gem troyaoa. No tratado que coocluiram com os
Elolios proclamaran) qae Roma ae al liara com
elles, porque do tomaram parle na guerra de
Troya. A Eneida de Virgilio gravou profunda-
mente dos espiritoi a creoga da origem troyana
dos Romanos.
O aprofandsdo estado das instituirles romanas
demonstra que Roma formou-se progresiva-
mente pela combinagio e uniio de muitos ele-
mentos.
Nao improvavel que a cidade aotiga fundada
ou oceupada pelo Arcadio Evandro, isto por
urna tribu pelgica, fosse conquistada do VIII
seculo por algum desses bandos armados, que
repetidas vezes se arremegavam das altas regioes
dos Apeninos para as fecundas planicies do La-
tium da Campania. Mas os fundadores ou con-
quistadores de Boma persistirn) logo em a dimi-
tir oa pirtilha da cidade urna parte do povo sa-
bino ; talvez at o Elruscos formassem cedo um
tereeiro elemento da populagao romana.
( Continuscao. )
II
No dia aeguinte ao oascer do sol alguos fmu-
los vestidos com ceio nunca usado do Sahara,
nem mesmo entre os fmulos das principaes fami-
lias, correrm os reposteiros de duas tendas, as
quaes remataram cm pequeas flammulas ver-
des, signal de commaodo.
Essis tendas differiam tanto Da forma como oa
especie. Urna era construida de um panno gros-
so, fingindo tres empeas da parte superior, bor-
dada por dentro 4 laae seda, elegante e rica com
suas esteirinhas, tspetes, coxns, e bonitas ar-
mas suspensas aos lados : a oulra de pelles cur-
tidas, era baixs, largamente abobadada, 4 manei-
ra de um chapeo de sol, e tao severa oa sua mo-
bilia, como do seu aspecto exterior.
Para aquella que fosse habituado aos osos do
paiz era evidente que dous homens oppostos em
gostos, ragas, a at mesmo costumes, descanga-
varo por casualidade tao perto um do oulro oa-
queliis duas tendas, dss quaes ama devia per-
lencer 4 algum ricosenhor dos arredores do Tell,
11 entra 4 um chele dos nmades Chambas ou
Touareghs.
E entretanto, o mesmo estandarte fluctuara de
parte a parte.
No centro de cada urna das duas baodeiri-
nhaa via-se bordada 4 lia branca ama peque-
a mi aberls, o que iodicava que cada um dos
chefes exercia em nome do propheta urna auto-
ridaoe pouco mais oa menos semelbanie, e os
fmulos de ambas as tendas empregavam no seu
ervlgo matinal egual cuidado a diligencia.
Anenaa os reposteiros foram corridos, um ne-
gro vestido de um kaban de diversas cores, co-
no vestimenta -ila arlequim, eotrou na teoda das
tres empeas levando comsigo urna pequea ban-
deja.
Quero quese faga aaber 4 Sidi-Maniour que
eaf com elle, dase um bomem pre-
Si recostado em ricos tapetes, e ro-
a nuralha de coxios de seda de di-
versas core*.
O oegro inclinou-se profundamente, e recuan-
do at a perla retirou-se com a bandeja e o caf
que levara 4 seu amo e senhor.
Aps elle baviam entrado mais dous fmulos.
Como vio aa cavallos ? pergunlou o tal se-
nhor epoiaodo-se n'um dos colrelos.
Coas a permisso de Deus, descangarm per-
feinruente da adigas, e boje esto promp-
tos para tetara tua elicidade,como fazem couti-
nuamasU-tuaglaria.
Peja b*m, vest-me.
anagtm que assim fallara, e exiga dos
n os caudados proprios de um ebefe
tregau-secomplaceotemente 4s maos
ravos transformados em camaristas,
rabea. Era alie um homem de
ASktmto muito, de semblante oo-
oaV&brilharam dous grandes
deV- *loade. A barba mu
bem penteuda, e mal c*V - ervia de moldura ajduaaSKja que terminavam
n'ero quexo do mais perfemTdesenbo. Aa maos,
aioda que sarfosaa a bromeadas, ram da urna
finam femiDina, a a voz modulara com um acen-
o agradavel 4 todos os ouvidos, ss sylla bas mais
gutturaes da potica lioguagem de Mahomet.
Esse homem, desdenhoso nos gestos um per-
feito sybarita at nos menores passatempos, aos
olhos de seus crdulos supersticiosos admiradores
passava por ter duas almas e -duas oaturezas 4
sua disposicao.
Quando repousava, era indolente e voluptuo-
so : mas chegada a occasiao, em que lhe era pre-
ciso desenvolver as torgas e vigor, espaotava os
seus fmulos, subordinados e amigos com o seu
ardor impetuoso, coragem iodomavel a temeri-
dade quasi sempre coroada de successo. Pessuia
aquella graca, generosidade e vicios, que os pa-
tricios dos mos e derradeiros das de Roma de-
cadente revestiram de purpura e de ouro.
O seu luxo era como que um reflexo da opu-
lencia asitica, e gragas 4 seus brilbantes defei-
tos, e algumas qualidades reaes, gosava pe um
ascendente ootavel por toda a parte 4 que che-
gava a autoridade de sua patarra ou de suas ac-
goes.
Cbamavam-o Sidi-Ghrellab, e nunca eite Do-
me era pronunciado sem que lhe juotassem al-
gum dos epithetos de grande, forte, generoso e
(1n Hnm< rnm
nn Knm* rnm n rni I linin ,nm ha nUlo um
lestemuobo muito obscuro. Assim as mais anu
Explicar-se-hia assim, como muitas vezes tap.-
lou-se fazer, e existencia e o oome das tres tri-
bus dos Kamntnses, Iitieases e Lucres ; mas de-
ve-se evitar que se pooham suas proprias com-
bioagoes em lugar dos tactos atteslados pela his-
toria, e sacrifiquem mui fcilmente o espirito
de ordera, clareza e symetria.
Seria com effeito urna idea muito engeonosa
apreseolar Roma como um composto de Latinos
ou seos, de Sabinos e Elruscos, e reunir em
urna harmona maravilbosa as diversas popula-
ces com suas iustituiges, linguas e costumes,
para formar desta mistura o povo rei, destinado
a submetter todos os povos da Italia, porque com-
prebende todos em si mesmo. Fazer de Roma
um resumo da Italia, e explicar por. esta razio a
missio do povo romano um systema que pode
tentar acuriosidade do espirito,'mas i"qoe' im-
possivel dar um fundamento solido.
Segundo a no,. opiniao, meaos as combi-
nagoes materiaes e mechaoicas que oo espirito
de sua politica que se dTe procurar o segredo da
grandeza de Roma ; e hao acreditamos que esta
politica fosse o resultado fatal d'um a certa mis-
tura de ragas, idiomaa ecbstumes.
Somos, pois, levados i crer que, se todas as
oaedes que contribuirn) para povoar a Italia
fundaram, depois de muios sculos deisola-l
meato e lula, para pasear sb o- mesmo nivel, l
que do mondo ha alguma cousa de mala forte,
enrgico e activo que as qualidades oaluraes de
um solo, clima, raga ou individuo, F=r exemplo,
o genio poltico de que Roma foi dotada no su-
premo gru, e que nao falta aos ItaliaVois de dos-
eos dias.
Nio foi oa Italia, e por utxva experiencia e ap-
plicagio muito hbil do a^eoio italiano q<* for-
mou-ae um dos gove/rnos os mais furteuente
concebidos em vista d*> unidade e universalidide
d'accao, a monarcbia da igrej catbolica e ro-
mana ? Ha, por i tanto, certas torgas polticas e
moraes que triuflnpham da opposieao ou diversi-
dade das racasJt Roma deu outr'ora o exemplo
disto ; .mas devvmos bem compreheoder a oatu-
reza da unidade que ella impoz outr'ora 4 pe-
nnsula. A Italia* antiga recebra em seu seio um
grande numero de .ragas, diversas que conserva-
ram cada urna seu\caracter original. cn
nobre, conforme o uso emphatico e poe ico ao
mesmo tempo dos Nmadestestemunhas (as suas
liberalidades e proezas.
Sidi-Ghrellab desprezava-se de seguir em tudo
os costumes do povo, 4 quem deslurabriva com
rio ti. 48.
o seu prestigio. Em suas phaotasias nac obser=
vava urna regra certa : na guerra e na ciga, ou
mesmo em viagem 4 oioguem procurara imitar,
e todos os seus actos eram revestidos de um ca-
oho especial de origioalidade, que em qualquer
parte applaudiam voluntariamente.
Quem o visse na sua tenda rodeado de objectos
mui preciosos para o paiz, em que vivia, toma-
lo-hia por um strapa. Suas armas, que con-
sistan) em espingardas de Tuois de umjtrabalho
esquisito, escudos de Soudan de pelles de gamo,
sabres de Marrocos, langas touareghs, chucos e
puohaes de graode prego, formaram ricas pa-
noplia grupadas com urna arte deseonhecida dos
rabes.
A' urna patarra, 4 um gesto seu en obedecido
logo com tal pressa e aubmissao, que d r-se-bia
existir da parte daquelles que o serriam urna es-
pecie de culto por sua pessoa, como por um des-
ses semi-deuses creados pelo fanatismo! goorante
das tribua africanas.
Sidi-Ghrellab passava por um dos -melhores
caralleiroB do Sanar, onde bem difcil gran-
gear-se urna reputagao maia que commum, en-
tre pessoss habituadas a andar 4 cav lio desde
teora edade.
Digamos mais como um indicio necussario ao
esbogo moral que tasemos daquelle eslranho ca-
rcter, que fingindo-ae elle muito religioso, em
publico praticara o islamismo, como a [mor par-
te dos chefes rabes, com o fim nicamente de
estnder e firmar a sua influencia, mas sem fe, a
sem piedade real.
Accreacentemos, outro sim, que sob a placidez
da sua physiooomia, elegancia de suas formas, e
meloda da sua voz, occoltava com rara habili-
dade a colera surda de urna alma feroz, que re-
gosijava-se, e zombava amargameotede todoa os
desastres, catastropbes e infortunios, que em
tomo delle podiam affligir a humandade.
Sidi-Ghrellab fez-se vestir dos pea 4 cabega,
oio cm os trajos proprios de cagar, mas como
para um passeio matinal. Dous jalecos verdes
de botoes de prata, urna vesta turca de mangas
largas forradas da setim carmesim, um haih trans-
parente de deslumbrante alrura, a chechia ( bar-
rete vermelho com borlas, d seda verde ) da-
vam-lhe urna apparencia galante, qae Dio era
desmentida nem pela delicadeza do seu talh,
nem pelos msculos de suas pernss.
Tendo recebido da mi de um dos seos escra-
voanm riquiasimo cachimba, ehtio do eicellente
fumo de Oued-Soof, dignou-seinterromper o si-
lencio qae baria obaHiadu daaja a comego da
eu vsturio anajMntJa> :
- Recet*rfSet Mutt otielu d
Nao, meu seohor; Debbah rae sempre na
vanguarda ; por Uso a cagada ser lirre.
Taires I mormuroa Ghrellab. Debbad
um excellente explorador, quando nio se diverte
em saquear e degolar os que eocontra em seu
caminho. Deus o queira guiar 1
Dizendo isto o chela affastou-se com um passo
magestoso, lancou um ethar de esguelba sobre
as tendas dos seus cavalleiros, e entrou na teoda
de Sidi-Msniour, seu visinho e rival no poder,
mas seu amigo seguramente, a crer-se nos teste-
muohos apparentes de reciproca affeigao.
Sidl-Maosour (nio citaremos aqu por mais
rapidez os nomes que ibe atlribaimos para ex-
plicar a sua mysteriosa origem) tioha pouco mais
ou meos a mesma edade que Ghrellab, mases-
tara looge da parecer mogo como elle. Ao con-
trario, quando nio lhe era preciso desenvolver a
sua forga athlelica em algum exercicio violento,
davam-lhe viole annos mais do que seu amigo.
As espadoas largas e arqueadas, a fronte sulcada
de profundas rugas ; a barba branca, e aa faces
salpicadas de pequeas manchas esbranquigadas,
davam-lhe a apparencia, as occasies de repou-
so, de um velho abatido ao peso da costosos an-
nos. O olhar reculante nio ae fixava n'uma di-
reegio certa ; a voz era alquebrada as snas con-
versarles familiares : porm do campo da bata-
lha, na occasiao do commando, vibrara com
energa ; e era enlo que esse persooagem des-
envolva um carcter firme a urna voutade de
ferro, ante a qaal e anniquilava toda e qual-
quer eiisteocia que lhe apparecesse instantnea-
mente.
Sidi-Mansoar, phanalico partidario do cherif
Abd-AUah, paasava por ser um santo, a ainda
que Dio fosse msrabuto mas sim guerreiro,
todava exercia considerare! influencia sobre to-
das as tribus do pequeo e grande deserto. Dei-
xaremos aos accootecimenios que vamos narrar
o cuidado de completar o retrato do chefe que
acabamos de trater para cana.
Bravo como Ghrellab, acorn elle tambem
infaligavel e iotelligente, humilde na apparencia,
franco no eu trato habitual, evero, mas em
crueza, sobrio como um servo da Deus, terrirel
oa guerra nao s por suas iospiragdes e pruden-
cia, como tambem pela sua furia, reservado em
suas coarersages, amigo de soecorrer os pobres
sem ostentarlo, Sidi-Mansooi representara ain-
da mais do qae o seu amigo Ghrellab um typo
diverso do da nacionalidade rabe.
Ghrellab aproximoa-ae de Mansoor pondo em
pratlca essa aerte de ceremonias, que" entre nos
despertara o riso. Mas qnaodo ae retiraram os
escrivos, que se chavam presentas, o elegante
cavalleiro exclamou langando para todos os can-
tos um olbsr assustado :
Mea charo bario, maito dlflicil encontrar-
te em tua caaa um asiento commodo. For Pluto,
deus das riquezas, que fazea tu daa toas econo-
mas?
J te tenho pedido muitss vetes, Francisco,
que s me falles em rabe quando nio esiver-
mos bem certos de qu ninguem nos ouve. O
meu crdito pode soQrer com ss tus impruden-
cias e leviaodades, e bem sabes qae nio convm
obstar o desenvolvimento desse crdito, especial-
mente por teu proprio interesse. Estamos com-
promettldos n'um jogo perigosissimo; ounca es-
quegaa isto, Ghrellab.
Falta por ti smente; porque quanto 4
mim os meus intereises estio de ha muito segu-
ros. Nio sou eu por ventura o brago direito do
cherif?
Concedo; mas eu son a cabega; e aem a
cabega o que seri do brago ? Senta-te neste po-
bre ooxim, cuja slmplicidada que desdenhss
4 mim serva de muito. Santa-te a conversemos
seriamente.
Meu charo amigo, a sriedade foi sempre
ioimiga da alegra, nio me obligues a osar da
modos da iluminado para eomtigo, quindo me
vejo j4 bhorrecido de ostentar tanta gravidade
por toda a parte: perqu eu liillmitii de certo
se tal me sutetfaas*.
s\rS
u\ci
trsgio romana ; lia persisti por toda a parle
com grande torga, tanto no interior, come oo ex-
terior da Italia.
Em urna poca, em que a conformidade da to-
das as ravos e linguas deveria ter sida completa
a ser possirel, ou se Roma tenlassa semelhante
empreza, nem assim a lingua latina seria lingua
official, e osjurscoosultos serism abrigados a re-
conhecer por valiosas todaa aa obrigaedea redi-
gidas em outra qualquer lingoa.
Assim o que a nalureza dividir, a poltica
romana cooserrou tambem divido. Ostras causas
accidentes se ajantiram a asta.
As cidades se aeharam cedo isoladas amas daa
outras pelo favor que se conceda ao trabalhodos
escravos, a quem os campos eram entregues.
Em virtude do empobrecimento da Italia e daa
provincias, cada cidade achou em torno de ai ama
especie de deserto. Nao baria por tanto uoi&o
no momento, em que os barbares invasores vie-
ram renovar a .populaco da pennsula, e t
destruir a unidade material e mecnica, qae Ro-
ma der as provincias.
VII
Invaso dos barbaros.
Sabemos que s invasio dos barbaros na impe-
rio romano oio comegou do quarto* nem mesmo
do quinto sculo.
Desde o dia em que os Cimbros e Tautooioe
passaram-se para a Galia e Italia a moltide des-
sa popolages germnicas sob a quai Roma ea-
teve a ponto de ser destruida, um lago estreira a
fatal uoiu os romanos e os barbaros. Sobra as
frootreiras do Danubio e dos Alpes ama guana
incesssnte misturou as populagsa limitrophos.
Acrescentamos a isto que depois d'Aogoeto, que
sabmetleu a Pannonia a Noreca- a a- Rhecia ( isto
a Bsviera, o Tyrol e o archiducado d'Austria >,
a fronteira da Italia estendeu-se alm dos Alpes.
Todos esses paizes formnvam provincias roma-
nas, comprehendidas depois na diecese da Italia.
Eram habitados, por colono* romanos, quo SO
aeharam disseminados, e como que perdidos- no
meio dos amigos habitantes da raiga germnica.
Pode-se crer que dous povos aasim aproxima-
dos nio se leuham unido e confundido ? Sem
duvida, a le romana eslobeleceu celtas ineapici-
dades sobre as alliangas de ctdadot tmanos com
mulheresd'uma outra origem, e o perer/rino ( o
estrangeiro ) nao era o egual do cidadao romano.
Mas quando o edito provincial, attribaido a C-
raealla, conferiu o direilo de cidade a-todoa os
habitadlas do imperio, estas differeogas deeappa-
receram. E' fcil prever as consequencias dalo;
o lado- dess inv atoes sub las e passageWas-da
Marcomanos, Godo e outras tribus germnicas
que, em muitas reprozas e desde o tereeiro s-
calo, penetraram al Psvia, Plessnga a Ravenna,
e at ao proprio coragao da Ombra, houye no
commercio e alliangas de familia ama mistura
continuo de popolages italianas a da raga ger-
mnica.
O costume de encorporar os barbaros oas le-
gioes oio um acontecimenlo, que possamo
I omiltir ou despresar para o fim que intentamos.
Ora, a Italia recebia essast populages aos mi-
lhares.
Quanto 4s uoides, eram ellas frtqaeote* ; *
maiores familias misturavam a nome barbero com
o romano i um Vndalo, Stilicon, oblinha a mi
da sobrio ha de Theodosi o Grande ; os barbaros
alcancavam as honras auir'ora reservadas ao maia
illuslres cidadao3 romanos ; vestiam a parpara
consular, e penetraram no conselho dos impera-
dores; commadavaai os exercitos, coja maior
parte se compunha de Germanos, sob o nomo do
auxilares ou federados.
Durante mais de um seculo antea da queda do
imperio a Italia, centro da defeza do mundo ro-
mano nutria mais de cem mil barbaros na au^a^.
dade de soldado ou colou<^miTlar&e'abetci-
do na frooteirn da Rhccvso doFrioul, no cami-
auu de Verona ao p dos Alpes Gadoricos.
(Continuor-se-fco)^
Ha cinco annos que mui raras vezes nos
lemas reunido. Os teus prazeres, correrias e
combates te hao faito absolutamente independen-
te, looge dos meus conselhos, e talvez das mi-
nhas censuras. Hoje, porm, que nos ajuma-
mos para urna vasta empreza, misterquete
sabmettas s minhas exigencias.
Falta, Sidi-Mansour, o insto, Ilumina-
do, misericordioso e santo, exclamou Ghrellab
praaenteiramente. Juro pelo sol e pela la, pelo
dia e pela noite, pelocu e pela trra, pelo crea-
dor do homem e da mulher (1), que escotar-te-
bel com toda a paciencii, urna vez que o teu ca-
f desta manha seja to bom como o que me of-
ferecoste hontem 4 noute.
Debbah do voltou aioda da commiasio, de
que foi encarregado, disse Maosour sorrindo 4
seu pezar do tom mofador do seu amigo. Receio
que (raga noticias desagradareis. Os Franceses
talvez nio estejam tao looge como suppomos.
E o que tem isto ? Os Fraocezes sao tio mo-
rosos, ainda com as suas columnas as msis iigei-
ras, que fcilmente Ibes podemos fazer face.
Deus queira que as caigas vermelbss nio
desenvolvam tal preateza e agilidade, que inulili-
sem todos os nossos projectos I
Meu charo amigo, eu pens qae Deus nada
tem a fazer em nosso favor; por isso le aconae-
Iho que Contemos com os nossos proprios recur-
sos, ou tenhamos de ir avante, oa de retroceder.
Continta.
Sabes para que estamos aqui ?
_ Ora essa 1 para fazer voar os nossos fal-
cos ; a assegoro-te que isso me divertir mui-
to. O teu escudeiro Ssbraout elogiou-me dous
aprendizes meas Kaddour e Mohammed___
Assim interrompeu Mansour: porm nio
te disse eu que depois de dar caga s lebres na
direegao de Zenina, mudaremos sbitamente de
itinerario, afim de cagar abetardos para o lado
de Sidi-Boazid ?
E eotio I....
Os valles de Sidi-Bouzjd confinam com o
territorio dos filhos de Mimouo....
^- Ah I vou comprehendendo : os filhos de
Mimoan sao um pouco hostil ao cherif.
E' isto mesmo.
De mais 4 mais sao ricos.
Pelo menos o que asseguram por ahi.
Nos Ibes arrebataremos por conseguinte
algumas cabegaa de gado, e saquearemos seus
campos, como outro dia fizemos com os Adja-
leles.
E' este o plano das operages.
Agrada-me sammameote. Has porque m'o
tinha oceultado ?
Porque nao eslava certo de que partilharas
a minha opiniao, quanto ao destino dos espo-
los.
Ponco me importa o destino, urna vez que
me toque como sempre a minha parte do leio....
Tenbo algumas dividas de jogo a pagar.
Els-nos chegados 4 queslao. Por maior que
seja a presa, nio haremos de utiliiar-nos de um
boudjou, nem eu nem tu ; eos teus eredores
que esperem dias melhores. *
Nio me fagas langar fogo ao paiz. A' quem
aproveitari eotio o nosso trabalho ?
Aos habitantes de Laghoaat, 4 quem de-
vemos mostrar a oosaa valeotia e generosidade.
As manobras dos Fraocezes me loquetam. Se
os caigas vermelhas nos atacarem, preciso que
o oasis de Laghoaat lhes feche resolutamente as
suas portas. Quanto 4 nos, ioexpugnaveis
como verdadeiros fUho$ do ar que somos, al-
cangaremos com o cherif o caminho das nosias
areiis, onde ninguem ousari seguir-oos, o ca-
minho do oasis em qae me espera a minha mui-
to amada Slamia....
Que ha cinco annos nao vejo, interrompeu
Ghcallab. Entio tornou-se quilla que romet-
Ifcsjisto urna bonita moga?
odasessasinTocJcoes recita daa com tom
por Sidi-Ghrellab pertencem ao texto
Bonita I exclame\u Mansour. Pede 4 flor
do deserto que abra aa s|ai ptalas aos raioa do
sol de ferereiro, depoislde urna benfica tor-
menta, aem assim .lera a frescura a a belleza
vaporosa, o brilho e a delicada ftexibilidade de
Slamia. Bonita 1 Ah I q pe a meu filbo Inra-
him te ouvisse fallar com tanta frieza do aojo da
luz, seria teu immigo, apetsar de leas bellos ca-
vallos, las vestes sumptuosas, esplendidas ar-
mas, em summa, apesar da fama do teu nome.
- Oh I Teremos j alguma promessa de ca-
samento entre madamoisello Magdalena de See-
lorf d'Amstadt, musulmana \por um acaso, a o
seohor tea filho, tambem por acaso msul
mano ? v
Francisco, nao este um assumpto proprio
para zombarias, responden Sidi-Mansour caja
fronte annuriou-ae de tristeza. Desde que mi-
nha Qlha adoptiva se vae todoa oa diaa revestio-
do dos encantos de sua mi, eocantoa que o cli-
ma destes lugares faz realgar superabundante-
mente como que para perpetuar e agugar aa mi-
nhas torturas,o que em mim se passa nio pode
ser confiado 4 ninguem, por que ninguem me
comprehenderia, nem mesmo tu, caja imagina-
gao me tem tantas vezes assustado.
Diavolol replicou Francisco,saboriandoo per-
fume de urna qaarta cha vena de caf : tenbo ama
Imagioagio cuja perversidade vae looge. Entre-
tanto, accrescentou rindo-se e sem observar o
fulgor sinistro que langavam os olhos de Man-
sour, desejo mais que conversemos em outras
cousas. Os poetas cantaram os prodigios do sol
africano na perfeigio daa mulheres do Sabara
eu neg este milagro. Os poetaa equivalen 4
Gasces da repblica das letras. A la em qual-
quer nutro paiz faz tanto em favor'do sexo arre-
batador como Pheabo, filho oe Jpiter.
Foragido da Europa pela perfidia das malbe-
res, que 14 ae vingam da autoridade que lhes re-
cusara com o despotismo queexercem, coofesso
que muito estimei de s ter encontrado na fri-
ca typoa feios ou hediondos. A' priocinio quiz
ver se deparava com essas formoauraa tempera-
das pelo sol, expressao familiar doa traflcintes de
coloridos, a por Mercario nada encoatrei a nio
ser macacas torradas, para nao dizer calcina-
das......
Entretanto ha cinco annos parecas exta-
siarle em presenco da belleza de Slamia I in-
terrompeu Maoaour irritado por ver que seu a-
migo fallara assim sem excepgo das mulheres
do Satura.
Ha cinco aonos a menina promettia muito,
j4 te disie : porm raras vezes a mulher vem
a aer aquillo que na infancia prometi. Deixe-
mos este assumpto que le desagrada, e voltemos
s toas conclusoes polticas. Executaremos urna
bella razzia sobre os Mimnos, e obsequiaremos
com os despojos os habitantes de Laghouat, que
cedo ou larde me hlo de pagar muito charo a
minha generosidade da agora. Depois, mea ve-
lho amigo, me condotiris As palmeiras do teu
oasis, afim de que' eu alijare o mea erro, e com-
pare n'um soneto, que ser cantado por todoa os
gouali [2) do paiz, a toa querida Slamia 4a Ve-
nus de Arles e de Mediis, maravilhas nesse ge-
nero, se bem me record Entretanto, bario, o
cu est aoberbo, a am quanto nio chega a ho-
ra da cagada, vou |divertir-m vendo os.|meus
Slouguis (3) correrem um pouco por atre ai'
gargaa e eapinhoa. Convido -te para eeiar hoje
commigo. O mea coiinheiro asa deinvengoes,
que bem pareceos mostrar ter-se elle aperfel-
coado em casa do mestreBiUirolff em Franc-
fort.
Adeus, respondeu Mamour sem levantar-
se, a olhar para o amigo, 0 qual dirigiu-se ao
rallos modelos, vencedores em todaa as eacadas-
e correrias pela sua agilidade. O olho ejercita-
do do coohecedor descobrria nellaa o angue,
a raga e a qualidades preciosas tio exaltadas
aos vinte e dous cavallos do propheta Mahomet
pelas tradieges, ebrooicas e noticias doa sabio*
commentadores da vida daquelle propheta (4).
, Sidi Ghrellab mandn aellar um de cavallos
em que coslumava montar para aeua curtos
passeos ; depois lersram-lhe dous magnficos
galgos, de pello mesclada de amarello a preto ;
e partiu acompanbado de doua negro armados,
escravos ferozes dos seus menores caprichos, que
o leguiam por toda a parta, quer no aeus pra-
zeres quer as suas expediges uarreiras.
IContinuw-se-ha.)
lugar em que aa achavam os seus cavallos.
Ghrellab poiauirlor de um bom numero delles,
levara ornete alguns que eslava aja preferencia
e qae nio venda por nenbum prego. Eram ca-
(I) O propheta Mahomet poasuia vinte a doa
cavallos, dos quaes aete figura varo, na lst de
tomn, e quinze sio mencionados por divecsas
chronicas apoiadas oa tradiegio. DaremosQ,ui
pela ordem de possessio alguns aigoaes daaes
eavallos. segundo urna Interessante noticia tra-
dnzidado rabe de Abeu-Bekr, no Naeari:
\.aSakb ( o olbo da fonte;, avalaboio com-
prado em Medina, com ama eatselh aa Usa,
tras malhas brancas nos pea a mi, s tendo a
ao direxta livre, isto aem mata. { O Ara-
bei chamara maos aos memoro anterioras,
psaos posteriores. Esta expressao simples e
commoda abrevia murta o discurso). Sakb, o
menos bello de todos os oitros cavallo do pro-
pheta, sabio vencedor n'uma cortara ; foi tam-
bem o cavallo m que o meeeao. piopiata fez a
sua primeira expedig&o.
i.uSabhah (oadadoura), aaaim chamado por
que pareca nadar quinao eorsia, ti* alloagado
era o seu passo : tiah o pella aarallao. O
propheta o houve em tros 4a afra amalea, me-
hara.
3. Mourtedjez (versificador). Esse nome
veiu-lhe da sonoridade do seo lincho.
4.El-Lizar (o alado), por caplificao* ; to
rpido que apenas arremaaaaoo ao seu d tioo,
altiogia-o logo, e se mostrara eom o ob jfaao.
5.0-El-Zarib (o robusto).
S-El-Lahf (o dliaoor), qaaaxto oaje,
pareca que deslisava sobra o chao.
7. El-Ward (o roseo, 00 cor aaodia entre o,
amarello esbranquigado e laza.)
&SEl-Ablak [branco e preto, oa malhado.V
9.'-Zol-Okkal (o peio].
10.Zoullmmeh (o cabelludo).
11.El-Mourtedjel [o peseoco. trmulo), mo-
vimeolo do pescogo que fu o cavallo eu anda
paaso furtado.
12.Cl-Sirpan (o livr no pasto.)
13.El-Yacoub (o rei daa abela}, danomina-
cao qualificaliva do cavallo de taiha aevelto,
alto a ligeiro na carrein.
H.El-Bahr (o mir),Est avalla baio,
vencedor em trea grandes corrsrias, foi assim
chamado pelo proprio Mahomet, eerqoe o mar
quando se precipita darril IK
ib.EIRhem (o aaajra).
16.El-Moulawih (aa giagas).
17.El-Kirf (a perfefea),
18.El-Sahha (o bocea iberia].
19.El-MouraiotS (o VWDto impetuoaol.
SO El Moukdam ( a nuvom).
ai.-<-*faiwlo ( lastimoso).
82 El-uarima (o saltador atrevido).
For estes xemolos se ai rabes oio
dio aos aeua caveto? snato ; ao con-
trario app'ncam-os da i que poMsmdasigoar
ou aa qualidades, oui mim al, e muitas
vetes tambem com o fim 1! Wfir unj con-
tecimepAo que lhei projcM
\%) Os go*al$ sio narradores,
trovadores dos Nmades.
(3) S{og%it, isto galgos,
-,
-



Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EYSNDCO19_JRZC4W INGEST_TIME 2013-04-30T20:36:16Z PACKAGE AA00011611_09511
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES