Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09509


This item is only available as the following downloads:


Full Text


AIIO mVIII. HOMERO 53.
Nr tres aezestdiantadoso'$000
fw tres aezes veicidos 6J0OO
i

ODARTA FEIRA 5 DE MARCO DE 1162,
Poranae idiantado i9$00O
Porto fraico para subscriptor
DIARIO DE PEMAMDUCO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrloo de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Aracaty, o Sr. A. de Lemoi Braga; Cear o Sr.
. Jos de Olireira ; Maraoho, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; Para, Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SOL
Alarias, o Sr. Claudino Faleo Das; Babia,
o Sr. Jos Martina Aires; Rio de Janeiro, o Sr-
Jlo Pereira Martina.
PARTIDAS DOS COR REOS.
Olinda todoa oa dias as 9j horas do dia.
Iguarasa, Goianna, a Parahyba as segundas
e aextas-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caiuar, Altinho
e Garanhuns as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth. Limoeiro,- Brejo, Pea-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouncurye Ex naaquarfis-eirae.
Cabo, Serinhem, Rio Forraoso. Una, Barreiros
i*81? 8> Plmenle>" Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem aS 10 horas da manha
EPUEMERIDES DO MEZ DE MARQO.
8 Quarto crescente as 2 horas e 40 minutos da
manha.
15 La chela aa 2horas e 35 mitoa da tarde.
SI Quarto mingaante as 7 horaa a 8 minutos da
manhia.
29 La hora as 5 horas e 4 minutos da manhia.
PREAMAR DE UOJE.
Primeiro as 7 horas e 42 minutos da manha.
Segundo as 8 horaa e 6 minutos da tarde.
FARTIDA DOS VAPORES COSTE!ROS.
Para o sul at Alagoas 5 e 20; para o norte
al a Granja 14 e 29 de cada mez.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife: do Apipucoi a 6 r2, 7, 7 l|t, 8
e 81|2 da m ; de Olinda a 8 da ni. e 6 da t.; de
Jaboato a 6 1|2 da m.; do Caxang e Vanea
is 7 da m.; de Bemfica s 8 da m.
Do Recite : para o Dipneo s 3 1|2. 4. 4 Ii4.
4 1|2, 5, 5 1|4, 5 1|2 e 6 da t.; para Olinda fs 7
da m. e 8 1|2 da t.; pra Jaboato a 4 da t.; para
o Caxang e Vanea s 4 1|2 da t.; para Bemfica
aa 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e qnintat.
Relago: tercas e sabbadoa s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horaa.
Juizo do commercio : segundas ao meio dia.
Dito de orphlos: tercas e seitaa a 10 horas.
Primeira vara do civel: terca a sexta ao meio
da.
Segunda vara do civel
hora da tarde.
queras a sabbados 1
PIRTE OFFICIrL
DAS DA SEMANA.
3 Segunda. S. Hemeterio m.; S. Cunegunde
4 Terca. S. Casimiro rei ; S. Lucio *dM*
5 Quarta de Cinza. S. Theophilo b S. Foca
6 Quinta. S. Olegario b. ; S. Collecta r ".
I ffiXi".ViA r'?* Ci Jl,us Chrit0 no ho'.
8 Sabbado. S. Joo de Deua inat. doa r. da carid
J Domingo. S. Francisca Romana Tiara.
A 331GN A-SE
no Recife, em a livraria da praca da Indepen-
dencia ns.6 e 8, dos proprielarios Manoel Fignei-
roa de Earia 4 Filho. *
GOVERNO DA PROVINCIA.
Secretaria do governo de Pernambnco em 4 de
marco de 1862.
O Exm. Sr. presidente da provincia, de confor-
mldade coa o disposto no amo da repartigo da
agricultura, commercio e obras publicas, datado
de 21 de fevereiro ultimo, manda publicar, para
contiecimento da peisoas, quem possa ioteres-
aar, odacreto expedido pelo prndente da rep-
blica de Veneauela, abaixo tranacripto.
Jos Antonio Paos, cbefe supremo da repblica,
etc. etc.
Considerando :
1.Que, haveodo alcaogado o assucar em Ve-
nesuela um alto prego em coosequencia do des-
equilibrio entre a prolucgo e o consumo, tara
Lcado tora do alcance da parte da populago em
alguos lugares, no entanto que seu uso de pri-
meira necessidade.
2."Que a provincia de Guayanna nao proiuz
asucar, e difflcil pelo estado das nossas com-
municagoes levar-lhe o que produzem asoutras,
tendo-se dadojo caso de se carecer ahi deste ar-
tigo.
8.*Que semelhante facto occasiona a iolro-
ducco do assucar estrangeiro por meio do con-
trabando, de que reaulta prejuizo para o fisco,
sem vanlagera para os consumidores que conti-
nuara a pagar por este artigo am prego excts-
S1V0.
Decreto.
Art. 1. Fica permillida temporariamente a in-
troducto do assucar estrangeiro pela alfandeg da
cidida de Bolvar, mediante os direitos seguintes :
Pelo assucar branco ou rendado em pes, oito
cem aros a libra ;
Pelo assucar branco quebrado ou em p. seis
eem aros a libra ;
Pelo assucar preto, maacarado ou de qualquer
outra maueir*, quatro cem aros a Hbra.
Art. 2.Este direito especial se cobrar vista
no acto da Introducto e de seus productos se fa-
r um ramo especial com a denomioago de di-
reito sobre o assucar.
. Arl* 3-~0 assucar estrangeiio que for iotrodu-
zido em virtuda deste decreto, nao poder ser
exportido para qualquer outro ponto do litoral da
repblica, sob a peoa de confisco, que ser im-
posta precisamente pelo tribunal a quem for de-
nunciado o crime de ter sido levida qualquer
quantidade deste artigo para algum dossobreditos
portos.
O secretario de estado dos negocios da fazenda
flca encarregado da execugo deste decreto.
Dado em Caracas ao 4 de novembro de 1861.
Jos A. Paes.
Por S. Exc. o secretario de estado dos negocios
do interior e da justiga, encarregado dos da fa-
zenda.Pedro Jos Rojas.O director, J. A. Mo-
reira Guimares.
Joo Rodrigues Chaves.
vuta da medida prompta e radical que foi pro-1 curupre decidir se conveniente prolongar-sa
?.??e?*?***** f 8UPPreodoacredilos.sup- |indefinidamente o statu quo. E' este o ponto em
que o senado e o corpo legislativo devem Oxar a
sua altencao na discussio da resposta falla do
tbrooo.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
PARS
9 de fevereiro de 18GS.
A sesso legislativa deste anno foi aberta no
Louvre por Napoleo III a 27 do mez passado. O
discurso de abertura tocou em mai poucas ques-
tes, eporisso nao d lugar a largos commenta-
rios.
Um dos tpicos que mais satisfago caasoa foi
aquello, em que se consigna que a Frange conti-
nuar a absler-se de qualquer intervengao oa
guerra civil dos Estados-Unidos. Nao ha davida
de que a rainbi Victoria proounciou-se pouco
mais o menos de accordo sobre esse assumpto
na abertura do parlamento inglez quando disse :
O sol nao aera reconhecido em quanto forem
respeitados os direitos dos naulros.
Ora os direitos das naces neutras nao correm
o pengo de ser deirespeitados, o que se acha ma-
mfestamente provado nao s pela solugo, que
qoslao do Trent acaba de dar o governo ameri-
cano com toda a lealdadee prudencia, como tam-
bera pela reviso a que se procede de certos di-
reitos consignados as leis internacionaes, afim de
que raelbor se defioam os direitos e obrigages
dos estados em lempo de guerra. Os direitos dos
neutro devem gaohar muito com urna reviso
qualquer dos usos sctuaes, e o governo america-
no se tem mostrado sempre lo dedicado a esses
direitos, que nao para admirar que sacrifique
hoje a eisa grande causa at mesmo aquillo que
pode servir a seus intereases de momento.
Como o dizia ha pouco tempo o Nacional In-
Mhgeneer de Washington, a guerra civil de um
da, e o direito das gentes permanente.
De tudo podemos com certera concluirque o
sul est aioda muito loDge de aer reconhecido
como estado indepaodente. Neste ponto o discur-
so do imperador dissipar muitas illusdes que se
alimentam em Richemond, e contribuir talvez
para apressar o restabelecimento da paz a da
Uniao. '
Quanto i queslo Napoleo III nao tivesse mencionado os projectos
de dyoastia que se ligam intervengao das tres
potencias europeas. Todava nao parecer desti-
tuidos de fundamento os boatos que correm a esse
respeito. As ultimas noticias recebidas de Vienna
dizem qeeo imperador d'Austria teve de prooun-
ciar-se acerca das propoaiges feitas ao archidu-
que Maximiliano, e que essas proposiges seriam
regeitadas, ou acceitas mediante algumas coudi-
gOes. Fallou-se depois disto no nome de outro
principe pertencenle a um dos reinos secundarios
da Europa.
O tpico do discurso imperial relativo Italia,
anda que pouco explcito, foi gralmente tido
como favoravel uoidade italiana nao s pelos
amigos, mas tambem pelos adversarios dessa cau-
sa. Multa importancia se tem ligado notiflcaco
cathegonca do recoobecimento do reino da Ita-
lia, notificago que nao acompaohada de algu-
ma reserva. E' a primeira vez alm disso que o
imperador saaerve daa palavrasrecoobecimea-
to do reino da Italia. Esta pbrasej: A Franga ae
guia a respeito da Italia por cooselhos sympa-
thicos e desinteressadoi... nada confirma ex-
plcitamente, nem desmente o que dizem as cor-
respondencias italianas a respeito de novas nego-
ciarles enceladas para o effsito de approximar a
questo romana sua solugo natural.
No comego do seu discurso Napoleo III diese
que o ano o de 1861 vio a paz consolidar se < ape-
z*r sertas inquietagdes, e que lodos os boato'
espalbados de proposito sobre pretenges imagi
n" u*i "nirani por *l meamos peranle a simples
realidade dos (actos.
E a menco. que seguio-se logo, da viagem do
el da Pruasia a Compiegne autoria-nos a collo-
ear entre t esses boato espalhado de proposito
J?n?^?S? ""'"riaa as elucubragoes
i iKffru d Rnr.nCoh.UrM ***" '""
A maior parle do discurso consagrada ques-
to flnanceira. O chefe do estado confirma que o
publico secommoreu com o algarismo de 963
milhdes a que foi elevada a divida fluctuante
maa diz elle que essa divida nada tem de assus-
Udor, por isio que espeta. o.ue nao angoeatari
plementares e extraordinarios urna reforma
importante e serla que nos deve forjar econo-
ma. >
Napoleo III, declarando a intengo de manler
intactas as bases fandamentaes da cooatituigo,
disse que quandb se aprsenla urna reforma til
e va.naJosa, elle se acha sempre prompto a tomar
a iniciativa resolutamente. A concluso evidente
deata passagem que a era daa reformas nao es-
t anda coockiida.
Urna cousa deve notar-se, vem a aer que
alm do orgamenlo e do projecto de le relativo
a cooverso da rends 4 1/2 por cento. o discurso
imperial nenhuma outra proposta menciona, e
aubmette ao corpo legislativo : se a aeato nao ti-
vesse j muito de que occupar-ae poderia iato in-
terpretar-se n'um sentido favorarel aos boatos de
dissolugo.
O relatorio sobre a situago do imperio duran-
te o aono de 1861 foi j distribuido em ambas as
cmaras: elle concebido nos termos de um
optimismo o mais completo. Ser, pois, realisado
tudo quanto so poda esperar ?
A Franga esperava, quanto ao seu interior, a
applicago e desenvolvimeoto da poltica de 24
de novembro : quanto ao exterior, esperava a so-
lugo da queato romana.
J leva lugar a reoovago triennal dos conse-
lhos geraes, e o governo se nao aproveitou deata
occasio paca por em pratlca a neutralidade elei-
toral. Foi publicado um decreto de decentralisa-
go, bem verdsde ; e todos suppozeram que a
communa ia voltar a aua antiga independencia,
e os funccionarios municipaes ficariam afinal de-
pendentes da escolba da mesma communa: a
deceotralisago, porm nao se eflectuou, foi so-
mente deslocada.
O rgimen da impreosa nao soffreu melhora-
mento : pensou-se q*ue nao aioda tempo de col-
locar a imprensa sob o direito commum, e con-
tentaran)-se apeaas em manter o decreto org-
nico de 1858 promettendo-se urna applicago
delle mais moderada e mais ampia.
E' o que justamente se pode cbamar-regimeD
do arbitrario modificado pela benevolencia. Li-
berdade para os jomaes que se restriogisiem aos
limites de urna discuaso constitucional; repres-
so e severidade para aquellos que dirigissem
ataques temerarios contra a constituigo ou con-
tra o principio de governo: tal era o program-
la. O ministerio nunca usou com tanta discri-
go do direito de aatoriaar novos jomaes : o nu-
mero das advertencia, comquanlo nao tenha sido
considerare!, todava respeilavel.
Assim, pois, no interior o anno de 1861 pode
ter ai Jo fecundo em medidas secundarias : porm
deixou ficar sem solugo os problemas priocipaes
que tndem ao estabelecimanto do direito de
censura. No exterior o recoohecimento do reino
da Italia servio causaba independencia nacio-
nal ; mas o statu quo da questao romana minio
de um modo desagradare! sobre a obra da aua
uoificago.
O anno de 1861 foi portadto um anno do tran-
aicgo. Reata esperar-ae que aps a experiencia
de um aystema mixto, que raconheceo de livre
vontade o direito de cenaura, mas que o nao coa -
firmou com a liberdade, se recoohega a influen-
cia desse aystema, chegando-se assim por (orea
ao rgimen da liberdade legal, no caao de quo a
imprenaa, a tribuna, e o suttragio universal se
unam e se deem as mos para o reclamar.
A poltica, que consiste em preparar os poros
psra a liberdade por meio do arbitrario de en-
rolla com a benevolencia, nao pode sabir do cir-
culo vicioso em que se acha encerrada : pois que
o nico meio de proparar os povos para a liber-
dade conceder-lhes a mesma riberdade.
Os trabalhos da sesso foram inaugurados palo
elo conde de Morny, presidente do corpo legis-
itivo, desde o dia 28 de Janeiro prximo passa-
do. A ioaugu.-sgo tevo lugar mediante um dis-
curso, em que o conde declaroque a consti-
tuigo permita actualmente aos corpos politicos
um direito de censura, e urna parte de influen-
cia, que os associam sinceramente direcgo dos
negocios pblicos. Isto pouto mais ou meaos
contestavel ; nao pode, porm, do sorte alguma
deixar de aer contestada esta outra assergoque
os goreroos precedentes deveram a sua decaden-
cia ao direito de iniciativa, de que gozaram as
assemblas.
O conde de Morny pedio cmara permisso
afim de inscrever para ordem do dia a cooverso
daa rendas antes que eotrasse a discasso da res-
posta falla do throno. Esta marcha irregular
nao despertou objecgo alguma seria. No ponto
de vista da etiqueta a cmara devia responder
immediatamenleao discurso da corda : mas para a
Franga nao istb objecto de etiqueta : ao contra-
rio a cmara comidera como a uoica oecaaio que
Ihe fornecida para passar em revista as priocipaes
questoes da poltica interior e exterior. Seme-
lhante reviata reclama necesiariamente um certo
lempo; a nao importa que tenha lugar mais cedo
ou mais tarde. Ao menos acommisso respectiva
melhor poder elaborar o seu projecto de res-
posta emquaoto a cmara diseutir a cooverso.
Ora, nao exislindo o direito de interpellago, a
diacusso da resposta deve esgotar toda a materia,
e ordem do dia aobre poltica bastante impor-
tante para dar lugar a longos e interessantes de-
bates.
Quando vier a diacusso do orgamenlo, o cor-
po legislativo a encelar com vadUgens muito
mais expressas do que a doa anuos anteriores.|
Nao sd se obteve a diviso do mesmo orcameot-
por captulos, como tambem, segundo j obser-
ve! em outra occasio, a disliacgo entre o orgao
ment ordinario e o extraordinario apresentt
consecuencias polticas bem importantes, e ter1
por etTeito infallivel dar mullo mais peso ao exa-
me e censura do corpo legiatalivo.
As despezas extraordiaariaa sao despezas de
utilidade publica como as oulras,' mas nao tm
um carcter obligatorio. Unto que podem aer
adiadas ou abandonadas, se o corpo legislativo
julga com conbecimeoto de causa que excedem
s possibilidades do paiz.
A queslo italiana ae tem tornado mais clara
com os documentos diplomticos communicados
s cmaras francesas.
Os cooselhos enviados serle de Roma nao
obtiveram feliz xito. Ultimamente*a 11 de Ja-
neiro M. Tbouvenel, n'um despacho dirigido
corle pontifical, aem propor-lhe alguma soluco,
deix&va lhe inteira liberdade da juizo e de accio
obrigandose a em pregar de sua parle os esfor-
gos mu sinceros e enrgicos no intuito de ser
acceito emTurio o plano de conciliario em que
houvesse coacordado com o santo padre. Estas
DOl'$ "e8">ciates acharam Pi IX inabalavel.
Em Roma tmposaivel qualquer transaego :
ait eoona-se na marcha dos acontecimentos. O
papa est obligado por um juramento a oo ce-
der um palmo de territorio da igreja : elle nao
pode, pois, fazer cotceaso alguma desta oatu-
reza ; nem mesmo um conclave tem o direito de
laza-las ; e de um novo pontfice nada ae obte-
ria, porque os seus succeteores neste ponto nao
seriam mais livres. .__
Eis todo qaaoto o marquez de la Valetta pode
conseguir do cardeal Aotooelli como resposta
sendo alm disso que essas declarages foram'
confirmadas por urna carta autographa de Po IX.
O governo francs nao pede ter mais dundas
pois que agora conhece a rosposla definitiva,
ultima palavra da nata a. Assim, pois, a elle l
Existe entre os documentos diplomticos leva-
dos ao conhecimento das cmaras urna serie de
despachos concernentes situago do reino de
aples nos ltimos metes. Todos alies reduzem
a nada as exageragdea dos jornaes legilimiatas.
Ha quinzo dias Ibe disse eu que, se da criae
ministerial de Turn resultasse mudanga de ga-
binete, poderia eoto baver dissolugo do parla-
mento. Hoje eat exuberantemente provado qae
a maioria auataota o miniaterio somente porque
se julga iocapaz para tirar do aau proprlo seio
um outro ministerio, que possa conciliar suas
tendencias e exigencias diversas. Ningaem est
contente ; mas todos guardam em si os seus re-
seotimentos. E assim se ha de ir at o fim da
sesso I
Para ganhar-se o maior espago de tempo pos-
sivel coovancionou-se que a lei aobre a admioia-
trago commuoal e provincial ser a ultima a
discutir-se. Desta maneira os nimos se choca-
ro j muito tarda. E depois quem sabe ? Podem
aioda scontecsr tantas cousas I
Cada dia se terna mais manlesla a altitude
ameagadora da Austria a respeito da Italia. M.
deRecbberg (oi osrigado a dar no seio de um
comicio explicagoes relativamente s relages ex-
teriores do imperio, explicagoes que tm a im-
portancia e o carcter de um programma ; do
qual rejulla que a Austria nao abandonou anda
nenhuma de auas pretenges na Italia. A rein-
tegrago dos archiduques austracos nos estados
de Modena, Parma e Florenga, a reintegrago do
papa em todos os seus dominios, e a de Fran-
cisco 11 oo throno de aples taes foram sem-
pre, taes ao anda hoje, como o declarou o mi-
nistro dos negocios estrangeiros, as modeataa
proposigdes que a Austria pretende fazer com que
prevalegam c da ama maneiri razoavel e pra-
lica.
O comicio de Reischrath entendea que devra
osistir com o ministerio para obter a retirada do
embaixador acreditado junto da pessoa de Fran-
cisco II de Bourbon : porm M. de Rechberg
nao tem qaerido ceder.
Quanto cesso da Venecia, ama voz mais po-
derosa ainda que a de ministro se explicou mui
positivamente. O imperador disse : < Antes mor-
rer do que passar pela vergonha de ceder a Ve-
necia. E' preciso notar tambem que o conde de
Rechberg digoou-se prestar urna especie de ho-
menagem altitude moderada do governo ita-
liano, accrescentando logo que oo era ease go-
verno senhor dos seotimentos que impelliam o
paiz. Em consecuencia de tudo isto o exercito
nao ser diminuido.
A attituJe calma do governo italiano contrasta
de urna maneir maoifeata com a agitago mar-
cial do governo de Vienna. As recentes manifes-
tagoes de' Verona nao lhe causaram abalo como
se havia dito ; e nenhum deapachofoi dirigido a
este respeito por M. Ricasoli s potencia estran-
geiras.
Na Prussia o partido federal vai provavelmente
ter occasio de tentar urna companha contra o
ministerio. Cerlos privilegios feudaes se tinbam
perpetuado at oa nossos dias naa seis provincias
orientaes, que escaparam no comego desta s-
culo oceupago tranceza. A le sobre a admi-
nistrago da polica rural nessas seis provincias
acaba de serapresentada pelo governo cmara
dossenbores, no seio'da qual encontrar sam du-
vida viva opposlgo. O fim nico da lei em ques-
lo composta de 26 artigos a aboligo da auto- sejos e votos,
ndade de polica ligada poaaesso de am bem
nobre.
Deixando] de parte certas circunstancia, cuja
tendencia pode ser discutida, a lei de quo ae tra-
ta um golpe deciaivo contra os ltimos vesti-
gios da feudalidade prussiana. M. de Schwerio,
a quem compete o encargo de sustentar o pro-
jecto de lei, j deu urna prova brilhante do que
em assumpto da mesma ordem quando depu-
tado da opposigo. E' pois de esperar que Mr.
de Schwerio ministro deaenvolva' o mesmo en-
tusiasmo e vivaeldade que Mr. de Schwarin
depulado.
A sesso do eonselho supremo de Copenhague
foi aberta a 25 de Janeiro ultimo pelo presidente
do eonselho de ministros, que leu a mensagem
do rei, a qual dizia : aAs esperangaa de se re-
oovarem os lagos rompidoa entre o Holstein e
outras partes da monarchia nao se acham ainda
confirmadas.
As medidas proprias para regular a situago
constitucional do Holstein fazem o objecto do
oegociagdes da nossa parte; e o interesse que
mostram as potencias amigas relativamente a
consagrago da urna monarchia dinamarquesa
independente fortifica a esperance, que temos,
de que poder obter-se urna solacio aitisfac-
toria.
A mensagem promette um desenvolvimeoto
mais franco ao-Schleswig, no caao de que alguma
combinarlo rom a confedaragSo germnica garan-
ta o mesmo Schlesvig contra qualquer interven-
gao estrangeira. Promette mais diversos melhora-
mentos na constituigo de toda a monarchia,assim
como um projecto de lei eatabelacendo urna nova
tarifa para aa alfandega.
O presidente apresentou tambem ao eonselho
um outro provecto de lei modificando a coosti-
tuigaro geral da monarchia. O eenso elailoral
redusido metade, e semelhante medida de mui-
la importancia nao ser a nica n'um paiz em
que o regime constitucional se firma e desenvol-
ve de tempos psrs c.
A Dinamarca nao ter tambem duvida em
seguir a evolugo democrtica que tem aido o
movimento lgico de todas as nagoaa euro-
peas.
Quanto ao parlamento britnico, cuja sesso
foi aberta hontem, a questo americaoa foroecera
am campo lato para urna lotadecieiva.
E' possivel qae lord Palmerston ah Tenha a
auceumbir como ministro. Correu o boato da
morte do nobre visconde; o esse boato causou
profunda sensago, o que explica superabundan-
eonsideravel importancia na sesso do parlamento
de 6 de fevereiro, ser-lhe-hei bastante agradecido
ae tiver a bondade de comparecer nesse dia na
cmara dos communs.
O discurso de 6 de fevereiro lido pela com-
misso representante da rainha na abertura do
parlamento exprime o recoobecimento de S. M.
B. pelas sympathias, de que foi ella objecto por
oecaaio da morte do principe Alberto.
A respeito da questao do Frent j resolvida a
rainha aprecia cordealmente a lealdade e espiri-
to patritico manifestados pelos seus subditos da
America do norte.
Fallou, tambem da expedigo do Mxico como
de urna empresa, cujo fim principal o de
obter-se urna reparago al aqu recusa Ja.
Fioalmemte exprimi o pesar, que sent, por
ver que causas temporarias produsiram em cer-
tos ramos de industria um atraso e peouria con-
sideraveis, e accrescontou, que espera ver muito
breve melhorada de urna saliafaloria a condigio
do paiz.
Na Hespanha aps a diacusso do orgamenlo a
cmara dos deputsdos oceupar-ae-ha de novo do
projecto de lei sobre a imprensij, apreseotado na
sesso passada pelo ministro do interior Mr. Po-
sada Herrera, que se acha forte com a adbeso
da maioria, da qual a mor paite
empregados do governo.
Esse projecto ameaga impor
dos membros sao
taes limites a
liberdade da imprensa que os jornaes apenas po-
actos secundarios dos
oraes absorve a
deram occupar-ae de
conselheiros da coro.
A ractifleago daa listas elei ..
atlengo de quaai todos es membros da esquer-
da parlamentar, os quaes esperara que dease
modo a prxima assembla contar menor nume-
ro de empregados do governo do que as pasta-
das. Do seu lado os da maioria nao desprezam
meio algum de se fazerem reeleitos, allegando
que 6 elle sao os aptos para apastar os perigos
que araeagam, a seu ver, o throio, a dymnaslia,
e a ordem publica.
A sitaago no ponto de vista politico e social
nada tem de lisongeira ; cumpre que isto se re-
eonhega. Nao obstaole cremoa que os verdadei-
ros intereases da Hespanha nao :orrem serios pe-
rigos. Cromos tambem que o depulados mi-
nisteriaes, em grande parte empregados do go-
verno, exageram muito o eatado dos negocios em
geral, aem duvida por acharem-i e offuscados com
oa perigos da propria situago. Em pouco tem-
po porem ter o paiz occaai< de apreciar em
seu justo valor o zelo parlamen rea dedicago
de um numere creacido de seus representantes.
E' para l que se inclina actu lmente a propa-
ganda dos circuios liberaos.
A queslo do Mxico deu lugar interpellagdes
na cmara doa deputadoa. O riioiiterio decla-
rou que a Hespanha noae linha compromettldo
quanto ao futuro politico dos Mexicanos, a quem
deixava a liberdade de escolher o aeu governo : e
que as tropas bespanholas entrariam no Mxico
com as daa potencias alliadas.
Essa questao vae cada dia tomando valto,
e o ilouueur Univenel de Paris explicase a
respeito do seguinte modo :
c As potencias alliadas teem l imperiosa neces-
sidade de computar a aua obra, aasegurando o
futuro desse paiz, e abi conslituindo de accordo
com o voto dos Mexicanos um poder forte e per-
durare!, com o qual a Europa possa manter
d'ora avaute pacificas e solidas relegos.
E' prever muito de longe, e com urna certeza
pouco ordinaria, os votos de urna nago inteira,
de quem, segundo o fim primitivo da expedigo,
se deveria. exigir salisfages. e nao consultar de-
G. U.
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO."
Baha 94 de fevereiro de 1867.
Posso afflangar-lhe, sem exagerago, que hoje
esperam-ae com mais interesse as noticias dessa
provincia, do que as da corte. Nao que a popu-
lago esteja dominada pelo terror; mas porque
muite seole os malea que affiigem actualmente a
sociedade pernambucana, e desoja que ellea te-
nham um termo.
O que ra de toda a duvida que o monstro
de Cruangy nao pode ser e mesmo do Ganges, e
quando mullo ser um aborto delle.
Nesta capital o estado sanitario excellente ;
algumas coogesles cerebraes, apenas, devidas ao
calor intenso proprio deste tempo, teem augmen-
tado o obituario que nao pode ser maia favoravel.
Em toda as povoages do littoral, porm, a
bexiga tem feilo graodes estragos, principalmente
em Ilhos, Camam e Rio de Cootas.
Ante hontem appareceu a noticia de que, na
povoago de Jequi, no termo de Taperoa, que
fica iriota milhas ao sul, se manifestara a febre
amarella com alguma intenaidade, havendo feito
em poucos diaa 16 victimas, alm de muitos in-
dividuos atacados na classe pobre. Como esta
commuoicago foi feita olficialmeote pelo Dr. de-
legado do termo, e portaoto autbentica, S. Exc.
oSr. presidente, com asolicitude que o distingue,
depois de ouvir o Dr. inspector de saude publica,
resolveu que este, munido de urna ambulancia
apropriada se dirigiese ao lugar, afim de eatudar o
carcter e natureza da enfermidade, preatar os
necessarios soccorros, e propon aa providenciaa
que achar mais convenientes ao bem estar da-
qaella populago. [
Hoje tarde segu este funcionario para all
na canhoneira Ignatemy, que iajaahir cruzar.
No intento de destruir todos os focos de infec-
Co que dos possam sar prejudiciaes, mandou S.
Exc. orear pelo engenheiro da cmara a despsza
provavel eom o dessecameoto de dous psntanos
existentes na froguezia da Penha, um na roga de-
nominada de Jos Venancio, e outro no quintal
da casa de Manoel Jos Fres Vianna, e consta
que est disposto emprehender logo esta obra.
Mandou tambem S. Exc. caiar algumas casas
de pessoas pobrea que o oo
que oo podiam fa-
temente a gravidade das questoes actaaes e a er' e recomm8nduu a o digno chefe de polica que
importancia e o preeligi de que ae acha'elle "p.ediM!.!S"Jrle.n*LP,ra 1aa nSo continu a
rodeado no sea paiz o parante o mundo. Logo
porem se aoobe que tal boato era destituido de
fundamento: entretanto inegavel que a Saude
do primeiro ministro, at eoto vigorosa, vae
aoffreodo urna sepsivel alterago. A energa
moral e actividade de espirito nao se alterara
mas o corpo acba-se alquebrado; ouve com mais
dtrflculdade, e os ataque de gota aa multi-
phcm. )
Ainda que nao haja motivo para reoeiar-se
algum pengo immioente, todava os amigos do
lord oo diatimulam a sua afliccao, porque sa-
bem que, se a gota invadir infelizmente a slgum
doa orgos priocipaes, a marcha da molestia ser
rpida,
Receia-se igualmente qae lord Palmeraton ae
veja na necessidade de renunciar sua posico
de leader na cmara dos communs.
A importancia qae tara a sesso deste anno no
parlamento britnico aonunciou-ae logo antea da
aua abertura. Os membros da cmara dos com-
muns, que de ordinario apolam o governo, rece-
beram do primeiro ministro o aviso que na forma
do costume annuncia as lulas parlamentares
concabido nestea termos ;
a Senhor,Tendo de diacutir-se negocios (de
agglomerigao de moradoreaem maior numero do
que certas casas daquella frejgeesia comportam.
Confiada a populago na autoridades pelo zelo
que oellaa observa, contina a divertir-se: a de-
pois de ter o pittoresco BomBm attrahido'-a em
todo o mez de Janeiro, agora por sua vez a Barra
(az o mesmo, tendo havido ali no domiogo passa-
do o hontem, bellas festa, quo foram mui con-
corridas.
Na de domiogo bouve grande barulho, que
o enrgico Sr. Dr. chefe de polica pode dominar
com sua presenca entre oa perturbadores da or-
dem publica. A causa foi oegar-se a msica da
polica acompaohar as densas de um aerdtata
das ruaa e pracaa, que por aqu ha, a tem appa-
recido ltimamente em todas aa fealangas dos ar-
ra baldea.
Essa localidade encerra o grande tom da Ba-
bia, o causa prszer ver pela madrugada o avalla-
do namero de jovens a bellaa Bahianaa que vo
tomar oa banbos do mar, em quanto espera pelos
maia agradaveia da igreja ; que aquellas per
mais de urna vez tem aervido de iuiciago.
Espalhoa-se aqui o boato, que tomou algum
susto, de que a ooasa crvela Imperial Marinhei-
I ro, que priocipiou a viagem de inslrucgo este
1 anno, havia encalhadoma costa, da Sergipe. Des-
bragadamente os ltimos sioistros que bao enla-
lado a nossa marinba, cauaaodo-lhe notare! o
pengo em seu material, autorisam todas a eren-
gas e mnita gente se conaternava j com esta no-
va desgraga ; quando o vapor francez, que desse
porto ebegou 14, noa trouxe a agradavel no-
ticia de que ella ahi ae achava.
Esta trra frtil am invenges e balelas :
cre o que ha quem ae devirta em aiiligir as-fami-
lias cora este sobresaltos : aioda bem aquetle nao
estiva desvanecido completamente, e j- se espa-
lbava, e sem fundamento algum que se havs ti-
rado do deposito do Queimado. do encaoamento
d agua para aschafarises que abasteceos a cidade
urna ossada de um preto.
Faga idea da repugoancia que nao ae manifesta-
ra logo entre o poro I Nao faltou quem nao ti-
vesse achado mo gosto na agua, nestes ltimos
das, e at quem encootrasse cabellos e uohss I'
Note-se que este facto coincidi com a appari-
gao de carrogaa veudeodo agua daa fonles de cer-
tas rogas; pelo que se presume qae foi urna es-
peculagao, em todo o caso digna de reparago.
A companhia formalisou-ae com a historia, e
exigi uma veatoria, que foi feita na presenga do
Sr. chefe da polica e de varios cidados reconhe-
cendo-se a falsidade de tuda quanto se havia
propalado respeito.
No da 21 do correte teve lugar a primeira
aeso preparatoria da assembla provincial, que
deve abrir-se no dia Io de margo prximo. A
mesa provisoria ficou composta do seeuinte
modo:
PresidenteSepulveda.
I* aecretarioRomualdo.
2a ditoCastro Rabello.
Muilo ae espera da nova assembla, composta
dos melbores caracteres.
A mesa administrativa da santa casa de Mise-
ricordia digna dos maiorea elogios pelo zelo e
caridade que manifesta em todos os ramos do ser-
vido humanitario que della depende : nao satis-
ta de baver comprado uma excellente proprieda-
de por 66.0009000, para caaa doa expostos, com o
intento de poupar alguos destes infelizes ; pois
que a mortalidade actual excede 80%, algarismo
mu elevado, e que enternece por aua lgica
ioexoravel o mais endurecido coraco ; mandou
por uma cozinha na casa de correcgo, para pre-
parar as comidas dos presos pobres, qaenles. O
distincto Sr. provedor, morigerado negociante
desta praga, Figueiredo Leite, aobretudo credor
de louvores ; por que lhe compele a honra da
iniciativa desias importantes reformas.
Nestes ltimos dias tem tambem oceupado a
atlengo publica a appreheoso de um contraban-
do naa coatas de Itaparica, oa noite de 14 para 15
do correte. Consta esta contrabando de 25 cai-
xes com mercadorlas francezas e porluguezas,
avahadas exageradamente em vinte cootos de
res ; porque des caixes dizem que sao de relias
de cera, e oa outrosde calgado, camiaas etc.
Suspeita-se ter sido desembarcado da barca na-
cional Caledonia, de propriedade dos Srs. Jos
Joaquim Machado & Filhoa ; mas todos julgam oa
proprielarios Innocentes nasta reprovavel espe-
culaco, que foi abortad, gragas a energa do Sr.
Ur. Pedro Antonio de Oliveira Botelho, dono da
fazenda Caatello, em que ella ra tentada, que
nao hesitou em aprehender ludo, e participar
logo alfandega.
O Sr. Dr. Botelho innegavelmente prestou um
relevante servigo, que deveria ser imitado por
todos os cidados ; ms grangeou muitas anti-
patas daquelles que julgam nao ser ronbo de-
fraudar os direitos do estado que, infelizmente sao
numerosos.
Consta que o digoo Dr. teociona ceder o bene-
ficio que lhe possa caber favor doa nossos es-
tabelacimenlos" de caridade, no que obra perfel-
tamente.
A barca Caledonia havia chegado de Lisboa no
dia 15, e fica impedida em quanto se procede s
areriguages convenientes.
Muitos eatudantes tem-se matriculado este anno
no lycu, que por sem duvida possue o melhor
pessoal de professores desta capital. O facto de
tero Sr. presidente matriculado neste estabeleci-
mento publico dous Qlhos, mais animago deu
concurrencia, qae fra nulla o anno passado, em
conieqaencia do tal regulamenlo orgnico.
Foi exonerado do commando da canhonheira
lguatemy, desta eatago, o Sr. Io tenente Fran-
cisco Jos Coelho Netto, e nomeado para subs-
tituido o Sr. Ia teoeote Galdino Cicero de Mi-
randa, que nao assumio o commaodo ; por que
padece de molestias chroolcaa eiacuraveis, a
pretende reformar-se. Alguos officiae de mari-
oha que aqui residem muitos annos, em com-
misses |alheias sua proflsso, Qcaram com a
pulga na orelha, e esto con recalo de que a
lguatemy nao seja um outro Gfuiltnfconfca,
(vapor bem entendido) que deu origem tantss
reformas.
Aquella offlcial foi servir na companhia de a-
prendlze marinheiros, para ajudante da capi-
tana do porto foi designsdo o Sr. 1* tenente Ig-
nacio Joaquim da Fooceca.
Na semsna passada tlvemos aqui dous rsptos,
effecluados com todo o desembarago e cyoiimo.
O primeiro j teve solugo ; por que elle se-
gaio-se o casamento dos passsros, que queriam
fazer um ninho fra da igreja ; o segundo est
sob a protecgo da policis.
Alguos gatunos tem tambem cabido em flagrante
as mos das patranhas, cuja indolencia habitual
vai sendo despertada pelo digoo chefe, que hoje
fossuimos, o qual nao descaoca am persegui-
os, medida que elles desenvolvem mais auda-
cia e destacamento.
No dia 16 do correte, chegaram eata cidade,
remettidos presos de Alagoinhaa, Emigdio Martina
Borges e seu escravo Guido, e Manoel Gomes,
appellidado Mauoel Toco, como conulventea na
tentativa de roubo da estrada de ferro no dia 3
de Janeiro ultimo, a qual lhe refer.
Tem tambem apparecido alguns attentados con-
tra a aegaraoga individual, em variaa localida-
des : nos jornaes os encontrar narradoa minu-
ciosamente.
O que d'entre elles mais indigoago causou foi
de que escapou de ser victima com sua familia,
na madrugada de 6 deate mez, o juiz municipal
o delegado do termo de Cannavieira, Dr. Candi-
do Augusto Pereira Franco, disparando-se-lhe
um tiro em direcgo ao seu quarto de dormir,
que tem jaoellas para o lado da ra, de onde
o asssssioo, que se suspeila quem seja, pretendeu
consummar aeu nefando crime. A cama ficou
crivada de chambo, e uma bala empregou-se na
parada fronteira ; mas, gragas a irioa Provi-
dencia, nem o referido Dr., oem aa esposa e
filhiubos, que tranquilloa repouaavam, aoffreram
o (Teosa alguma.
Era coosequencia deste facto, talvez pars tran-
quilsar sua familia, elle pedio doua mezes de li-
cenga para vir esta capital, os quaes ihe foram
concedidos, porm sem ordenado.
O noaao virtuoao e hourado arcebiapo eal
sotlreodo ama oppoaigoda parte de certa gente,
que muito lem consternado os verdadeiroa fiis
principalmente por verem frente deata guerra,
lo prejudicial religio, um sacerdote, que
pouco exerceu o alto cargo de vlgario geral. J
sabe que me retiro ao Sr. conego Rodrigo.
Isto prova o estado de diviso em que se acha,
desgragadamente o clero bahianno, como lhe da-
se em uma de minhaa mata recentea correspoo.-
dencias.

nao
Permita Deus que haja am termo tantos er-
ros pernicioso.
JS* cmBS encarnigamenlo aecommelteu a-
\\l ,.n. Coneg0 D0M0 i"!* depois que
oan.d.T0"-!,ad,racc*0 < emoarios
!?h?'' U,,nt". "orneado pete preclaro Sr.
arcebispo, marquez de Sant, Cruz. e aaurJosa
memoria, e demettidos pelo vigario geral.
Este procedimento do Sr. arcebispo foi basea-
00 no anso do ministerio dos negocios da iualica
de 6 de dezembro do anno lindo.
Commercialmente fallando vamos muflo bem -
as rendas geraes e provinciaes continuaos a auiz-1
mentar; e nota-se animago oas traosascea. E'
SITuS0!" alfaDdo reodeu al o da 22,
82-5753332 m6Sa de tW" f)ro*inciae.
O cambio sobre Londres fica a 26 1/4 e 28 3/8-
Jno" 4i4,375 "' por ranc0 <>Dre Lisboa d
I8a 112 % de premio.
Est anouoclado para sabir para asta-porto
brevemente o palhabote nacional Sanio Amaro
com carga de farinba, e honlem seguio com o
BOMBO deatino a canhonheira de guerra fraoceza.
a Entreeaeteaux, cuja viagem deve aer demorada;
por que vai fazendo recoohecimento pela costal
No da 22 sahio tambem o brigue Trovador:
Parahlba.
O secretario do governo desta provincia
e o missivista do Jornal do Commer-
cio do Rio de Janeiro, as paginas da
Regeneracin. 71.
Sn. redactoeet.Devia julgar-me desobrigado
>rnar imprensa, psra offerecer cootestago,
factos novoa referidos, palo honrado mis-
smsta do Jornal do Commercio e atlribuidoa ao
secretario do governo ; mas a resposta com que
ee enhor enteodeu, por conveniente, honrar-
no, em o n. 71 do peridico Regeneraco- obri-
ga-nos solicitar espaco as paginas do Diario da
Parahiba, no que esperamos ser attendidos por
V. o.
Serviodo-nos das proprias palavras do honrado
missivista, protestamos que nao nos aremos
cargo de acompaoha-loem ludo quanto appruove
a S. S. dizer contra o secretario do governo deata
provincia, quer como funecionario publico e quer
como particular; pois nosso fim ,em quanto
o logo nao ebega a folhadareatabeleser-a ver-
dade dos factos, fazendo reparo a algumas daa
proposigts dsquelle honrado cavalleiro.
De novo declaro que falta, a noticia dada
pelo misiiviita ao Jornal do Commerci*, da exis-
tencia de recommendagea offieiaes, dirigidas por
mim, em pro deate ou daquelle candidato as ul-
timas eleices provinciaes ; ainda quando noa
toase preciso mais uma outra vez devolvemoa in-
tacta a maneira eavalleirosa a por dentis civil,
porque entendeu S. S. devia tratar-nos, como so-
mos torga do faze-lo neata carta.
O hoorado miaaiviata esquecau-se da posigo
que tomou, mostrando o rancor que vota ao se-
cretario Martina Pereira, depreclando-se assim
aos olhos do publico alustrado e iotelligente que
disliogae o aecuaador do calumniador.
O honrado missivista deve, para que a sua hon-
rada palavra nao seja posta em duvida, publicar
textualmente as cartas que o secretario Martina
Pereira dirigi aa influencias eleiloraes, as quaes
solicita va elle votos a favor de candidatoa a-ulti-
ma eleigo; pois s assim saber o publico o-como
isio e paasou.
Declaramos para que se saiba que falsa a no-
ticia qae o hoorado missivista do Jornal do Com-
mercio se digoou transmittir aos leitores do pe-
ridico Regeneraco explicando o modo como fo-
ram, pelo secretario Martins Pereira, enviadas aa
cartas em que aolicitava elle votos em favor da
candidatos a ultima eleigo; pois quando voltei
a esta provincia da de Pernambuco, bem poucoi
enveloppes com inderesso impresso [e nao enve-
loppes impressos) exiitiam para o expediente do
aecretario do governo, e esses poneos que exis-
tlam, acabaram-se em fins de julho ou priocipioa
de egosto ; sendo que de ento psra c deixou a
correspondencia do secretario de ser enviada
como anteriormente passando a s-lo, em meiaa
foihas de papel com inderesso escripto pelos em-
pregados da secretaria.
O informante do hoorado missivista enganou-o
nesta parte, assim como S. S. enganou aos lei-
tores do Jornal do Commercio e aos da Regene-
raco e por demais sensivel esss falla quando
diz S. S. que essas cartas seguiram pelo cor-
re io.
V o honrado correspondente que nao muito
fcil cooseguir-se seja accelta proposigo seme-
lhante s porque S. S. a enuncia cobrindo-se com
a autoridade e immunidade que se suppe por
ser missivista de:/ornaf do Commercio. Se S. S.
quer convencer-se de que est em erro recorra a
pessoa que lhe nao deve ser suspeita o desta sa-
ber quem que se servia de enveloppes com
inderesso Impresso, para remetter cartas a jornaes
aoa parentaa e amigos.
Isto pouco importa, e o meu fim rollando as
columnas do Diarioda Parahiba declarar que
falaa a noticia da existencia de reeommendages
officiaea dirigidas pelo secretario do govarno em
favor de candidatoa a ultima eleigo,e fazer reparo.
a algumas proposigas do honrado miaaiviata.
A vista do que acabo de escrever s a pablica-
go das cartaa trar luz a queato, para a aolu-
go da qual o publico, a quem noa temoa dirigi-
do, nlo est habilitado ; da parle do missivista.
ha a afQrmago de que o aecretario Martina Pe-
reira rscommendou oficialmente a candidatos a
ultima eleigoe da parte deate a negago formal
e poaitiva a essa noticia. *"
Tivemoa sempre negago para meatre escola,
por cujo motivo oo acompanharemos ao honra-
do e illuslrado miasivista na queatose o ad-
jectivocolligadoa se refere to somente aoa can-
didatos de que trata S. S. ou se alm desles ia
a referencia affectar ao aecretario Martina Pereira
pois, para mim, esta separaco ser um peccado
de menos, o que aliviar um pouco a carga quo
cuidadosa e calculadamente me praparou o hon-
rado e Ilustrado missivistaque, dialrabindo-s
com questoes sem importancia e eatranhas ao-
objecto que deu origem a diacuaso existente o do
que nos oceupamos procura a todo transe depre-
ciarnos.
Tenha paciencia o hoorado e Illuslrado missi-
vista em ouvir-nos fallar de nossa individualida-
de ; pois corre-nos o dever imperioso de consr-
vennos intacta a reputago qae, merca de Dos,
bavemos sabido grangear-nos, ainda quando imi-
tando a belleza de aeu eatylo guiando, noa fosso
preciso, nao trepar am um punhado de palhat,
maa nivelar-nos com o calumniador que, a toda.
torga procura marcar a reputago de um funecio-
nario seu deaafleclo.
A' miona chegada a eata provincia, (quo o mis-
sinsta em sua benegnidade diz importagao] eau
teve lugar a 16 do julho de 1860 havia precedido
a noticia de que S. M. o imperador tinha por bem.
o por carta imperial de 11 de juoho de dito anao
me honrado com a sua alta conflanga, Bornendo-
me secretario do governo desta provincia.
Deaambarquei, portaoto, neata provincia, cora
carcter ofncial, tendo vindo exercer o honroso
cargo para o qual S. M. o imperador me julgoo
digno e am cujo exercotto hei procurado correspon-
de*, a to significativa prova da bondado do
augusto soberano,
!#-


ftedicu^irsi-STTi
=
=
DU1I0 DE mNlMBUCO. I (WAKT* FA 5 I MARCO DE 1862.
hanraUo
apenase
Sotio ueredicuVrrs
tntetlvistt, oo obstante illuttraaa.a .
jjM oo poda (crir, com o aeu redicnlo esluda-
do, a um cidadio que ka atjeJUO'cana airdeea-
bega erguida ao estadio deauk vla publica, cbeia
da peripecias honrosa*, eee ejrtS lee 'restan
ufanas. ____
Nao podit ferir a esse cTdadlo, fflxfflbi, lem
grave sacrificio do justo do honesto e tem_es-
quecimento do dever que lhe Orre e resjpeii
probidade eactividade do fnKcieeeuio pa
aras de animagio no seu osajchav espinnas* e
eggrejaV
i..... )'. ;i
Info^mtm-not^que pSra lados do Rottri-
**, Aflictos e outros arrabatdcs desset, ha o
probas de apreco e consideran! q
lo e calumniado.
Que importa ao missiafcta ene ea me tMfee
deste modo sntes do que d'aquefte ouifo f Se
uada ralho, como pude entorpecer a germi-
maodo viveiro,-* se eu yudo entorpecer a
germinando da viviro, coas diz o missivista,
noorado e illustrado, que o eumartina pereira
e O eusecretarionada rale e Bada podem ?
Se o honrado miesivieta se dignaste apreaeutar
bitola do valitnento e poderio. muito lucraran
todos quantos se eovoUera oes negocios pbli-
cos : mas neste mundo lude contingente, prin-
cipalmente quando de viseira erguida ae lutecom
adrerutios que, embora conhecidos, procurara
tomar formas divarea* caca flm de ao occulta-
xeaa as viatas do publico sensato e lustrada que,
sem peixo e com muito criterio avalla t juaga
os homens e as cousos
Sou chegado a um dos tpicos o mais impor-
tante talrez da raaposta coas que me aenreu o
illustrado missivista, no em que S S. me con-
testa a honra que tenho de eonhece-lo e cons-
cieocia de coohecer-me. Mas.au paiso queisso
screvia, o honrado missivista se confetsava sa-
bedor do tacto passado entre tres pesioas, urna
ttaa quaes era o secretario do go'oroe que, sem
estar tenhor da situando, foi quem lembrou a
inconveniencia da adopgo de certa medida,
como capaz de_ crear embaragos, e nessa occa-
sio aos dous csralleiros preseates disse o se-
cretario, a um fallando a linguagem franca do
collega e a outro a linguagem sincera e respei-
tosa das deffereociaa e atlengdes, que nao eslava
resolvdo a acempanha-loa em o terreno, para
que o chima um, ja porque o secretario quera
aer tmenle secretario, viato nao ter ioterestes
pessoaes polticos nesta provincia, e ja por ou-
tras considerares que foram benigna e blandi-
ciosamente ouvidas. embora nao aceitas.
O honrado e illustrado missivista oucio mal a
historia da proposta da adherencia, a que me re-
fer em a minha primeira carta, o que o obrigou
considerar como insinuares o trecho de um
documento que ja mostramos a alguem, a quem
nao i estranho o motivo porque nos ufanamos
m possui-lo.
No periodo das mapsinhas (deixe passar) ha
tanta cousa que preciso calma bastante para
nos Conservamos firmes no terreno em que nos
collocamos ; pois o que procura o missivista
ferir-oos de todo nodo para que percamoa a
calma que, felizmente, preside constantemente as
soasas acces.
O que oesse periodo refere o honrado missi-
vista tnostra que S. S. estranho ao regulamen-
to numero 1 do 1 de agosto da 1860 ; pota, seria
entao suppor muita malignidade de sua parte,
ae, S. S sabeododas dtsposicdes do mesmo se
squecesse quaes as obrigages do secretario, e
as dos respectivos empregados da secretaria do
governo.
Consiota o honrado e illustrado missivista que
eu declioe da sua apreciacao, injusta e apaixooa-
da, em referencia ao modo como cumpro os de-
veres do meu cargo ; pois tenho juiz competente
e nao estou disposto sujeitar-me a seu juizo que
se manlfesta de um modo suficientemente pre-
venido.
A verba para as despezas de expedienle lo
diminua que nao permute enchanchas para,
comprados os objeclos precisos ao expediente da
secretaria, nermiltir auxilio pecuniario a algum
jornalsinho; sendo que preciso notar toda a
despeza feila pelo respectivo porteiro, que me
merece ioteira confianza e pelo thetouro pro-
vincial.
Se o missivista honrado e illustrado tivesse
lido o regulameoto citado, viria o como se
fazem as despezas, viria que o secretario em sua
ala reservada pode fumar, pode e deve receber
a quem o procurar.
Fazemoa urna declaraco clara e precisa, para
o honrado missivista flcar entendido e avisado, a
qual que zemoa proposito de guindar lbe res-
peito, embora diga que o oo coohecemos, se nao
por sua pessoa erelacdes anteriores, se nao por
ama pessoa que muito nos merece e a quem
muito respeitamus, ao menos para com o publicu
illustrado, que oos deve julgar, e anda por at-
tender ao cargo que me foi confiado, o qual me
mpoe devereaque devo cumprir.
Nao pense o honrado missivista que eu teceio
sja a minha vida privada trazida a imprensa,
nao creia o missivista que eu me eovergonho da
minha ascendencia, para dirigir-me insinuares e
ver se o deixo, a sos, a joguetear com a minha
repulago, para mais fcilmente conseguir seu
fim ; despersuada-se o honrado missivista de que
poder encontrar, em o meu passado, tactos que
me facam vergar a cabera e enrubecer aa facas ;
mas tenha como cetto que, embora nao seja eu
fllho o'esta provincia, tenho tanto direilo a ser
respeitado, assim como lhe corre a obrigag3o
rigorosa de tractar-me do modo cavalleiroso como
o bei feito embora provocado e calumniado.
Lembre-se o honrarlo missivista que nao pode
ter satisfaca o de consciencia e menos gozar de
considerado, que sao os bensque mais devemos
estimar na vida, como disse Deujols, aquelle que
maligna gratuita e calculadamente, no proposito
de desconceituar a um adversario procura mo-
lesta-lo com insinuares de carcter insidioso.
E, demais, sabe o missivista que toda a medalha
tem seu reverto alm de que a moeda de fcil
troca, embora tenha de asinbavrar as mos d'a-
quelles que a usarem.
Sequtzessemos tornar to illustrado missivista
a moeda que elle passou aos Ieitores da llegene-
raao diriamos que sacrificar, nao os precei-
toa de lgica, mas os saos principios do direito
poltico constitucional, o paralelTo que S. S.
creou para o Monarcha irrespooatvel e o presi-
dente responsavel, para o ministro fuoccionario
poltico e de alta categora e o secretario do go-
bern funccionario de hyerarchia diversa.
Mas nao vimos a imprenaa no proposito de
abrirmos discnsso acerca do direito de censura
e sim mostrar a injuslica das aggresses e o
despeito do aggressor que poder continuar a
envolver o nosso nomeem suas misiivas ; sendo
que, quando entendermos que o mesmo Tora
mal acompanhado, usaremos do direilo que te-
mos de deffendermo-nos, cumprindo o dever
que nos corre de conservara os intacta a nossa
reputacao que, sendo a joia mais preciosa do
omen de bem, alero, disto a heraoca que,
temos fe em Dos, poderemos legar a nussos B-
Ihos, para o que nao precisamos de padrt'nnos.
Desculpe-me o publicse me narci$ei e V.
S., senhores redactores, queira aceitar o reco-
nhecimento.
Luiz d'Albuquerque Martins Pertira.
( Diario da Par ahila. )
PERNAMBUCOT
u REVISTA DIARIA.
Hoje pela manhaa celebra a nossa Jgreja a so-
lemnidade das cinzas, urna rememoracao do p
de que aahimot, e para que havemos de voltar
Con a ptrte material do nosso ser, quando a im-
aterial ascender 4 divina essencia, de que pro-
cede pelo sopro de vida, que lhe foi insuflada.
A tarde ha ver procitsio, que percorrer as
ras, de que ja demos noticia.
Acba-se o Sr. capito do corpo de enga-
nheiros Domingos Jos Rodrigues incumbido de
coadjurtr ao Sr. director ds repartirlo das obraa
militares d'esta proTincia.
Uavendo sido bontem submeltido jolga-
tBnlo perante o jury o reo Fraucisco Bezerra,
processado pelo subdelegado dos Affogados por
teede offeMl rutica he, o advogado Dr.
cisco Jos* arntis Peona oppoz excepclo
materia depon de formado o conselho, pon-
.lue em face do decreto numero 1,090
embro de 1809 nao poda caber o pro-
'ment -offlelo, visto que dos autos nao se
govirahater sido o reo preso em flagran* de-
imS22l7a9 Dr* ^omot poblico. e snt-
"' eo" a promo54o caber o pro-
cedioeoto, resolvea o presidenta do Jory iulgar
purempta a accosacio distolvendo o eonsefho de
auotenca, embora o reo houvesse sido Dnan-
dado como prwo en flagrante pelo sabdelegado
wneahdt a prontmdt peto r. jiz jnwlci-
ptl da segondt Tan.
cosiume imprelerlvel de tiros I qutesquer horas
da miH com iocommodo e suilos dos morado-
res pacifieoa daquelles pontos.
E' preciso que a autoridade dalli cure de por
termo este costume, que pode dar resultados
poocot convenientes seguranca individual.
aT. ^Te4^^V^ea,veV2
exitteJMla aurisalt> de pmao* sane. Esseno
cheirt-iprensada p^ qn *W tlli pana ; e
por iawodnwt> n<-ooeanat<* lugar ten axi-
tr. ianaaac^. ioanwta ana sa# Merina*
oausa,fae nan an> fetinu atln de ser inntvi-
de, CMawccnnimeiuaudiinibhni.
Terminara-m^t ^otitm eu Tbiguedet de
mscaras; e ae na||c nin hf # notar urna lda
propriamente nova, se reproduziram-se as mes-
mas aceas ou os mesmot caracteres dos annos
anteriores, em eompeesacie houve orden e re-
gularidade, tempre desejaveis en brioquedet
em que entrara eoadiges to differentes.
Na ra da Praia e na do Imperador honre ca-
valhadaa com duas msicas mareiaee.
. No domingo paaaado suicidou-se um preso
escravo da Sr. Jos Moreira da Silva, depoia de
haver deitado fogo cita de campo dette, situads
ao Pombal, e onde Qcra elle em guarda.
O incendio foi presentido lempo de ser apa-
gado ten maior prejuizo pela vizinhanga e auto-
ridade local.
Por nosso intermedio pedem ao Sr. fiscal,
que faca remover mas qurtanderras, que no ra
da Gamboa eutendem dever lomar a calcada com
iocommodo doa traoaeuntee.
Eia o sexagsimoterceiro
Boletim oficial.
< Em um officio do 1.* do corrate, dirigido ao
Exm. presidente da provincia, disse o cirurgiao
Joaquim Jote Alves d'Albuquerque que, sendo
informado, 1 hora da tarde, que no corredor da
cata da ra da Crut o. 21 exista urna pessoa ac-
commetlida pelo cholera-moros, e dirigindo-se
so lugar indicado, ah encoolrra o ingles George
Lomerville que, tendo-eutrado muito por bebidas
alcoolicaa no dia antecedente, e baveodo passado
aooile a beber agua do chafara que fies pr-
ximo, acbava-se no periodo lgido, pelo que e
flzera conduzir para a enfermara de Marioha,
onde lhe fora applicadu e tratamento neeesaario ;
e accreaceatava que is 5 horas da tarde detse dia
O doeote esteva maisoiando.
Ea em officio de 3 do correte, dirigido da
Pattagem da Magdalena a 5. Exc. disse o Dr.
Bellarmino Curr* d'Uliveira Andrade que du-
rante a noite do 1 dette mes tinao, fallecido *
epidemia reinaute, no districto medico de que
elle ae acha eocarregado, Ricardo, prelo, livrt,
de 2 aonet de idade, lilho de paea residentes nos
Remedios, e Jeao Damasceno, preto, v.iuvo de 60
annos de idade, residente na Torre, e que na
noite do dia seguiote tinha fallecido da raesma
epidemia, Hatbilde paro, do 9 mezea de i<*ade,
que, perteooendo casa doa Expostos, eslava
aendo criada por urna oaulher residente nos Re-
medios ; e terminou dizendo que lhe conttava
que no dia 28 do saez liado havia aucuumbido do
meamo mal no Urub', ipropriedade de Jos Do-
mioguet Pimenla urna escrara dette.
Em um offlcio da mesrai data, dirigido da
enfermara de cholericos, situada nos Goelhos, a
S. Exc. disse o Dr. Ignacio Firmo Xavier, se-
gundo medico do hospital Pedro II, que o belga
Luiz Craem, reoolbido aquella enfermara em
conaaqueocia de acbar-se accommettido pelocho-
Ura-morbus, linha fallecido s 2 horas e meia da
tarde.
Em officio de hoje, dirigido a S. Exc. disse o
Dr. Alcibiadea Pedra que ante-hootem, em sua
visita aos Afogados, linha encontrado a preta de
Angola Mara da Cooceicao, de 60 aonos de ida -
de, residente na ra Direita n. 77, com diarrha
que oedeuao tratamento, e na de bontem Del-
pbina Luiza dos Santos, parda, aolleira, de 11
annos de idade, residente na ra da Paz, com o
cholera bem caraclerisado, a qual, sendo medica-
da convenientemente, apresentra reaccao lar-
de ; e concluio dizendo que os doentet, de que
havia tratado em seu offlcio do Io do correte,
achavam-se restabelecidos.
Ea aro officio da mesma data, dirigido a S.
Exc. disse o Dr. Americo Guimaraes que os
doentes mencionados em seus officios de 1 e 2 do
correle, eslavam inteiramente livre de perigo,
e que bontem, percorreodo diversas partes de al-
guna eogenhos da freguezia da Varzet, encoo-
lrra em ierras do Bruro, prximo ao lugar em
que te acba a ponte pemil do Csxaog, um preto
africano que se estoma com intensa caimbras que
lbe linha apparecido pela grande imprudencia,
que commetleo, comendo abundantemente ei-
jdes, j estando a soffrer de diarrha, pelo que
lhe foram prestados promptoasoccorros.
c Vai abaixo transcripto um officio que a S.
Exc. dirigi o Dr. Americo Guimaraes, com dala
de 2 do correle, e o julgamos digno de ser lido
com atteocao.
As 6 horas da tarde de 4 de margo de 1862.
a Dr. A quino Fonceca.
Illm. e Exm. Sr.Em fiel observancia ao que
me ordena V. Exc. pelo seu officio de 22 de fe-
vereiro ultimo, tenho dizer V. Exc. que pelo
que pude dursnte os poucos das em que estive
em Cruangy colher daa pessoas as mais serias e
fidedignas desse povoado acerca dos boatos dif-
fundidosqe a epidemia, que grassa alli appa-
recera ( segunda vez j spoz a eihumagso dos res-
tos^ do cadver de um cholenco, sepultado em
1856 ou ( conforme outros ] pelo consummo, que
algumas pessoas d'alli fteram da carne alterada
e ia putrifeia de urna rez morta naturalmente,
ful levado pamente a crir, que elles nao diziam
ter o cuoho da veracidade, com que em gersl se
propagavam por quanto niDguem houve, que de-
finitivamente e de um modo indnbio sfnrmsste-
m'os.
A topographia da zona de terreno em que es-
tilo assentes as babila^des de Cruangy velbo,
Cruangy novo, Aoinga, e Palos parece nimia-
mente idnea fiel prompta eogendrscao dese-
volvimento de elementos pestferos : esta minha
assergo fcilmente demonstrada, vondo-se, que
cordas ou serras de montanhasque correm em
direegoes mui variadas, coberlas em os seus cu-
mes fragosos de carnadas de miudos seixos e la-
petadas em as suas bases argillosas de urna ex-
tensa e vicesa vegetago de arbustos d'alli se
elevam deixando haver entre as suat estreitts e
namerosas gargantas flexonosas, onde quasi cons-
tantemente reina elevada temperatura e difficil
venttlaco ncleos de miasmas os pequeos pss
que pelo seu serpeoleiamento forma em suas
tortuosas margeos o ribeiro Cruangy.
Ora Exm. Sr. a vista'de nao serem verosi-
meis semelhantes boatos, e da idoneidade que
observo em Cruangy ha nelle fcilmente qualquer
epidemia desenvolver-se, e de mais lendo dis-
tinctamenle em mente o que a cada passo refe-
ren os melhores tratados de. hygiene publica
que para desenvolver-se qualquer epidemia de
urna molestia que nao seja virulenta, basta que
apresenlem-se condigoes geolgicas e meteoro-
lgica proprlas fazer germinar em um foco in-
fecciona ote conveniente o seu miasma productor
ou a sua causa determinante, e bem assim que
promiscuamente reine urna constituigo medica
idnea, isto um concurso de circumstaocias at-
mospheriets especiaes, que imprimam no orga-
nismo daj pessoas a aplido de n'ellas se mos-
trar s molestia a que o miasma soe dar lugar ; e
teodo, alera disso em mira, que as epidemias de
cholera, havidas em Bresse.Tiflis, Moscowetc.
desenvolveram-se alli espontneamente bem at-
sim a que devastou este nosso imperio em 1855,
1856 ;que muitas sepulturas de cadveres de
cholericos ja ter-se-ha sberto antes do correte
anno e em occaaio diversas sem que tenbam
dado lugar menor deseorolvimento epidmico ;
e que finalmente estamos viveodo seb um clima
queote e hmido, eonde abundara por toda ptrte
suostaocia vegeUes ; puso por isso assegurar a
V. Exc. qufe a epidemia reinante foi em Cruangy
originada de miasmas, germinados em algum ou
slguos focos de infeccio alli existentes onde
actuavam circumstaocias geolgicas e metro-
rologlcas convenientes, e que o aeu desenvolvi-
mento leve como causa fortuita a existencia si-
multanea de urna constituido medica adequada e
que se ha genorsliaado ja por quasi toda etta
provincia.

1859, por ordem do aubdelegado do Poco da Pa-
oella, por criroe de ferimeoloa graves.
Procedes-se a exime de verificaco e ideoll-
dade de pettoa pelo juiz municipal da primeira
i "7 ^?PAi*Til0 DA POUCi*(Extracto dtf
te do dia 4 de marco.)
Foram recolhidos casa de detencio oo d
ia 3
Revistas erimu.
fteuerrente, Hanoel Generoso da Silra : recor-
li. juatiee.
Ao Sr. deeembargador Lourengo Santiago :
Recrvenles, Juliao Jote Luiz e outrot : re-
errttk, o juati^O.
A ana hora e meia da Urde encerrou-is a
sessao.
sap.ieia, por estnN.ann. ^^
A Ufiera, do
iutnn> Anttoio ^_
dH*?,eAc,ix,'1"\ PnilsrinuotoitIsnoel LoJ
pe#t Samo*, cuto ule deSaoSL pescador,
purTiga ; e Reglno Ribeiro de FJgeiredo, pat-
o^d*40auo#,^*4-; ee eaabrieiaea.
ordem do de Sanio Aolooio. Jos Janutrio
do do taatute, o
Brega*, V 22 ao
da Silva, ofioeaU, de 30 aaaoe tdedu, agricul-
tor, por detordem j e Doumo Joiquim fwgueira,
pardo, de 28 toeua o idade, eapatesro ; per en-
bnaguez. '
A-orden de da Bua-Vista, Fraoeiece, pardo,
de 30 aoooa de idade, gaahedor, escravo de He-
liodoro Franciteo da Cruz, a requisicau deste.
O chee da segunda teccio.
M...l.' O. de Mesquitm.
.^Ma"eoiodaeneTnariadasa de deten-
cio do da 2 de maree,
Tiverara baixa para erafemarta :
Joio Pedro de Magalhet, febre.
Agottinho- Lo ur e o cu a Silva, febre.
Movimento da enfermarla da casa de deten-
go do dia 4 de narco.
Tiveren baixa para eofermaria :
Joaqun Ferreiro, ferimento na cebeca.
Christiano Francisco Pereira, cholerina,
Manoel Riachao Moror, idero.
leve alta da eofermaria :
Joaqun, africano livre.
O biate brasileire Dos Luizas, entrado de
Asa, trouxe a aeu bordo os seguales paua-
gtiros *
Manoel Ignacio de Oliveira, Luiz Antonio Pe-
reira, Antonio Ferreira Guedes, Jos Fraoeisco
Fernandet, Olivia Femandes Gamt, Manoel Fran-
cisco Fernaades e Mara Fernandos Gama.
O brigue brasileiro Trovador, entrado da
Baha, trouxe a seu bordo os teguiotes passs-
geiros :
Domingos Ferreira Grilo e Livino da Cunta
Mello.
A barca portuguesa Flor da Maia, sahida
para e Porto, conduzio a seo bordo o seguiote
psssageiro:
Luiz Valen te.
Matadouro publico.
Malaram-se para o consummo desta cidade no
dia 4 de margo, 42 rezea.
MOHTALIOAOB DO DIA 4 DB XAS.g0 :
Maooel Goncalves do Rozario, Pernambnco, 50
annos, viuvo, Santo Antonio; anemia.
Domingos, Peroambuco, 20 annos, solteiro, es-
cravo, Santo Aolooio ; lurbeculoa pulmonares.
Luiz Francisco Moreira de Meodooca, Pernam-
bnco, 16 annos, solteiro, S. Jos : febre cere-
bral.
Aotonia Maria do Espirito-Santo, Pernambnco,
28 anno*, sulteira, hospital de marinhs ; cholera.
Angosto Serapio Paes Brrelo, Peroambuco,
22 annos, solteiro, S. Jos; phtytico.
Manoel, Pernambnco, 8 diat, S. Joi : es-
pasmo.
CHRONICAJUDICIARIA.
Tribunal da Relaeo.
SESSAO EM 4 DE MARCO* DE 1862.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DBSEXBARGADOR ERMKL1NO
DE LBO.
A's 10 horas da msnhia, presentes os senhores
desembargadoresdetaoo Sanlisgo, Silveirs, Gilt-
rana. Molla e Peretli, fallando os Srs. desembar-
gadores Lourengo Santiago, e Guerra, procurador
da corda, abrio-se a sessao.
Pastados os feitos, e entregues os distribuidos
derem-8e os teguintes
JDLOAIBNTOS.
Carta tettemunhavel.
Aggravante, Ricardo Romualdo da Silva ; ag-
gravado, Joaquim Jote de Suda Aona.
Relator o Sr. deeembargador Motta.
Sorteadoa os Srs. desembargadores Peretli e
Giursna.
Negou-se provimento.
Apptllaeoet civeis.
Appellaale, o cnsul poctuguez; appellada, a
parda Pulcherla.
Confirmada a sentenga.
Appellanle, D. Aona Francisca da Conceicao ;
appellados, os herdeiros de Arcelino Francisco
Nobre.
Confirmada a sentenga.
Appellanle, Antonio de Sfqueira Cavalcanli ;
appellado, Antonio Carlos Pereira de Burgos.
Desprezaraes-se os embargos.
Appellaote, Venancio Jos da Guerra ; appel-
lado, Antonio Filippe Raulioo Uchda.
Desprezaram-se os embargos.
DILIGENCIAS CRIMES.
Com vista ao Sr. detembtrgedor promotor do
justiga ai seguintes
Appellacdes crimet.
Appellanle, o juio ; appellado, Filippe Nery
de Vaaconcelloe.
Appellaite, o juizo ; appellado, Francitco de
Arrudo Cordeiro.
Appellanle, Paulo Joaquim telina; appellado,
Dr. Tbomaz do Bomm Espinla.
Appellanle, o juizo; appellada, Mara Balbioa
da Cooceicao.
Appellaote, o juizo; appellado, Filippe Joa-
quim de Sarta Aona.
DlSTUIBUir.ES.
Ao Sr. desembargador Caetane Santiago :
agravo de petifo.
Aggravante, Jos Duarte Raogel e'oulroa ; ag-
gravado, o juio.
ApptUafo civel.
Appellanle, a fazenda ; appellados, os admi-
nistradores dos conventos da Gloria e de Igua-
rats.
appellado, Amaro Jos
Dos guardo a V. Exe.. Recite 2 de marco de
1802.--Illm.eEXm. Si. Dr. commendador An-
tonio Marcellioo Nuces Gongalve, mui digno
presidente da protincia.Dr. Americo Alvares
GuinarSes.
Falleceu anU-hootem na cita de detencio
duma absorpcio purulenta o preto sentenciado
Procopio, de oagao Angola, de 28 anuos de fdade.
eacravo de Antooio Luiz Gongalies Ferreira, ea-
tatura 4 pos e 11 polegadas, cabelles pretoa e ca-
ra piohoa, olhoa pretot, rosto comprido, corpo.
nariz e bocea regulares, poeca barba, recolbido
aquello eitabelecimenio m SB do dezsmbro do
Appellacts crimet.
Appellanle, o juizo ; appellado, Maooel Ber-
nardo dos Santos.
Appellanle, o juizo ; appellado, Joo Pedro de
Magalhaea.
Ao Sr. desembargador Silreira :
ggravo dtpetico.
Aggravante. a Saota Cata da Mitericerdia ; ag-
gravado, o juizo.
Appellayuo crine.
Appellanle, o jaizo; appellado, Francitco Al-
ves de Souza.
Appellaote, o juizo
de Mello e outrot.
Ao Sr. desembargador Giliraua :
Aggravo dtpetico.
Aggravante, Therezt Adelaide de Siqueira Ca-
valcanli ; aggravado, ojuizo.
Appellacao crime.
Appellanle, ojuizo; appellado, LoureocoJos
da Paixo e outros.
Appellaote, o juizo ; appellado, Joio Chrysos-
tomo Pacheco Soares e outros.
Ao Sr. desembargador Lourengo Sanlisgo :
Aggravo de pelicao.
Aggravante, Alvaro Augusto de Alnieida ; ag-
gravado, o juizo.
ppellaeio crine.
Appellanle, ojuizo ; appellado. Joo Fagundes
de Arauo.
Appellanle, o juizo ; appellado, Agottinho de
Souza Pereira. "
Ao Sr. desembargador Molla :
Appellacao crina.
Appellanle, o promotor ; appellado, Jos Nu-
ces da Silva.
Appellanle, opronotor
Mello Correia.
Ao Sr. desembargador Peretli:
Aggravo de pUico.
Aggravaotes, Jos Duarte Raogel e outro*;
aggravado, o juizo.
'Appellacao civel.
Appellanle, ojuizo ; appellados, oa herdeiros
de Manoel Caetane Soarea Carneiro Monteiro.
Apptllafo crina.
Appellaote, ojuizo; appellado,
da Silveira.
Appellanle, o jaizo
guea de Souza.
Ao Sr. desembargador Gitiraaa
Recurso connerciai.
Recrranle, ojuizo; recorrido, Manoel de Aso*
vado Puntos. .
Ao Sr. desembargador Le a rengo Sealoage :
Recursos crimet.
Rocartente, Joaquim Alves Kobos ; recorrido,
0 JUlZOi ,
U Sr. deoeoibarguder Gitirana :
appellado, Manoel de
ur. Francisco Leopol-
Franctsco
Rl-
appellado,
Braz Genus
Joio Rodri-
Jl'R D
1* $E
Dia 3
f RESIDENCIA DO 80.
COSTA DORIA, JUIZ DB
_ vabmv c
Promotor publico, o Sr.
fficrfoo prtoarpo, o &. Joaquim
de Paula Bstevet Clemente.
Advogado, o Sr. Dr. Antooio Jos da Costs
beiro.
As 10 horas da manhaa, depois do toque de
campainha e vericecao das cdulas, foi feita
a chamada dos jurados, e acharam-ae presen-
tes 46 senhores:
Foram multados em 2OJ000 cada um dos Srs.
multados nos das antecedentes e que nao com-
parecern! hoje.
Havendo numero legal o Sr. Dr. juiz de direito
dectaroa aborta a sekslo.
Eotr* en julgemenlo o reo Vicente Mellock,
sccasade per erieae de efleesee physices foitoe
oa pessoa de Alexandrina Maria Francisca. O
reo foi pronunciado peto subdelegado do Recite
como ocurso no art. 201 do eodigo criminal,
sendo a proooocia sustentada pelo jaix munici-
pal da primeira vara, o Sr. Dr. llermogenes S-
crates Tararea de Vasconcellos.
O jory de sentenga foi composto dos Srs. se-
gal oles :
Joio Jos de Carvalho Jnior.
Dr- Virgilio de Gutmo Coeihe.
Jerouymo Jos Ferreira.
Ctettno Pereira de Brito.
Herminio Egidio de Pigueredo.
Manuel Ephigeoio da Silva.
Dr. Joe Pehx de Brito Macedo.
Francisco Antooio Pereira de Brito.
Jos Antonio Pereira da Silva.
Joaquim AI vea Moreira.
Maooel Antooio de Silva Moreira.
Joao de Siqueira Campello.
E prestaram juramento dos Santos Evan-
gelios.
Foi o reo interrogado e fez-te a leitura do pro-
eesso.
O Sr. promotor pedio a condemnagao do
reo oo grio meximo do art. 193 do cdigo cri-
minal, combinado com o artigo 34 do mesmo
cdigo.
O Sr. advogado deduzindo a defeza pedio a
absolvigao de reo.
Fiodoa os debates e preeochidas todas as so-
lemnidades da iei, o Sr. juiz de direito propoz
ao jury de sentenga os quesitos seguintes:
fO reo Vicente Melloch no da 28 de agosto
de 1861, na ra do Encantamento da freguezia
de S. Frei Pedro Gongalves, fet na pessoa de
Alexandrina Maria Francisca os ferlmentos cons-
tantes do corpo de delicio?
2*0 reo tentou matar a Alexandrina, lendo
msoifestado a sua iatengSo por actos exteriores
e principios de execugio ?
8*-*O jury reconhece que o reo commetleo o
delicio em defeza de sua pessoa T
4oO reo para assim defender-se teve certeza
do mal que se propoz evitar?
5*O reo teve falta absoluta de outro meto
menos prejudicial ?
'Houve da parte do reo, ou de sua familia
provocsgao ou delicio que occasionesse o con-
flicto ?
7O rocommelleu o delicio com a circums-
tsncia eggravante de ser superior em sexo, tor-
gas e armas, de modo que a offendida nao podia
defender-se com probabildade de repelhr a
ofensa ?
8*O reo entrn na casa da offendida com in-
tento de commelter o delicio ?
9* Existem circumstaocias atteouantes favor
do reo ?
Recolhido o jury de tentenga com os quesitos
e processo i tala secreta das conferencias s
2 horas, dalli voliou as 3 horas e um quarto,
retpondeodo aos queaitos pela maneira se-
guinte:
Ao i*Sim, por unanimidade*
Ao 2oNao, por unanimidade.
Ao 8*Sin, por unanimidade.
Deixou de responder aos outros quesitos por
Qcarem prejudcados.
Sendo lidas as respostas pelo presidente do
jury de sentenga, o Sr.iuiz de direito mandn
que o jury voltasse sala secreta para reaponder
sobre os quesitos 4, 5 e 6, visto ter o mesmo
jury recoobecido que o reo coametteu o crime
em defeza de sua pessoa, e ser iodispensavel a
resposla dos ditos quesitos.
Recolhido de novo o jury i sala secreta, vol-
tou depois de um quarto de hora pouco mais ou
menee, respondendo pela maneira seguinte :
Ao f* e 5* qaesilosSim, por unanimidade.
Ao 6oNao, por unanimidade.
Deixou de responder sos outros por ficarem
prejudcados.
Lidas as respostas pelo presidente do jury de
senteoga, o Sr. juiz de direito publicou sua sen-
tenga abtolvendo o reo e condemnando a muni-
cipahdade nat cuslat.
Levantou a aesso, adiaodo-t pira o dia 4,
do correute pelas 10 horas da manhaa.
~r- _
"
DEMOKSTRAgO DO SA1DO EXISTENTE NA CAIXA DO PA
, JJUUONIO DOS 0RPH08 NO EXERCIC10 DE 1801 A'-
1862, EM 28 DE FEVBRBIRO DB 1862.
Saldo em 31 de jaoeiro
prximo passado. 17:761*171
Receita de 1 a 28 de
fevoreiro...... 2:2981844
---------------20:0601315
Despezaiden -**-. r_r--n--3:547196


B
-
\fsV-WKAboizarem e ridicularissrem aos seos
anelos; nao com este orincipio que eu ho-
.!*?-** Pfnj^raanaJ ao aea acreditado
Salan
prximo passado
fevereiro : .
16:5131419
DEMOS.
AMOR
FBCT1V
Saldo e
i O B* SALBU EXlSJBpTB HA CAJBA D
o m Afua-tCEs t0uAnnaTO nt> act- ,
,0nTj.>n.",P,R "^ "^^5-
. 4:769{694
do
Despeza dem.
4:7699694
I
Saldo.
4:7690694
BE^1STRAg0 D0 AU>0 EXISTENTE NA CAIXA
1862 D*S AP0LICBS B" DB FBVBRE1RO DE
Saldo em 31 de Janeiro
prximo passado 18.600000
ReceiU de 1 a 28 de """*"""
fevereiro..... g
n.. 14 ? "----------------18:600000
uespeza dem r .. ._ a
Saldo
18:6008000
DEMOHSTRACO DO 8ALDO EX1STEHTE NA CAIXA DE
AMORTIZACAO DAS APOLICES DA DIVIDA PUBLICA
B PAGAMENTO DO RESPECTIVO JUROS EM 28 DE PE-
VBREIRO DE 1862. *
Saldo em 31 de Janeiro
prximo passado 1:6059549
Receita de 1 a 28 de
fevereiro..... f
---------------- 1:605*549
Despeza dem........ y
Saldo.
1:605549
DBMONSTRACAO 00 SALDO EXISTENTE NA CAIXA ESPE-
CIAL DO CALgAMENTO DAS RAS DESTA CIDADE EM 28
DE FEVEREIRO DE 1862.
Saldo em 31 de janelro
prximo passado 6549270
Receita de 1 a 28 de
fevereiro.....48$500
No dia 26 de fevereiro prximo patstdo fui
. uvnedo que mea pat o tenente-corooel Fran-
ctsco Xavier Soares de Albuquerqoe, morador no
^204 *"? e,lava alaodo do cholera,
h "*^ im ?if *** corri 1ue m cinco quertos de
- IT22S*!!?*! remed'08. doa polo digno
ar.l*HNwl Cavalcanli de Albuquerqne,
seanaW duquelae aogenho o a nenhum dos reme-
Maa a aJnrrha; podemos, emlim, de-
heeae atelhar com 16 gollas de elixir r
inerivel que um bornem com.olannos podesse
resistir um lee forte ataque, que en seis horas
encheu oilo vano* de serventa, fleande nica-
mente com a pelle sobre os ossos, e lendo per-
dido naquella mesma noite um onico escravo
que posante, resto do cholera de 1856, que im-
bot foram atacados no dia antes.
Hil louvores sejam dadoa aos proprietarios,
qua, como o Sr. Maooel Cavarcsntf, se prestam
as crises actuase, e que maanado vir amo bo-
tica i saa cuita, e a minha vala meodou cha-
mar todos os seas moradores e Ihes offereceu
remedios, pediodo que qualquer delles ea pet-
soa de suas familiaa teotindo qualquer couta,
corrftsem sem demora a dar-lne parte, porque
quena er ae, ajudadecon o-ouxiliode Divi-
na Providencia, o cholera nao Tazia grandes es-
tragos na aua propriedade.
Zeloao e cuidadoso como se tem mostrado com
sua aonce, all ae acha heseHel. qnartos bem
preparados can toda o neeesaario, o apenas
qualquer dos escravos seole urna pequea cousa
e para alli cooduiido e tratado com todo zelo e
cuidado.
Receba, pois, o Sr. capito Manoel Cavalcanli
de Albuquerque o meu agradecimento peloa in-
numeraveis favores que lem prestado a me
charo e velho pai, antes e agora oa occasiao do
sua molestia, pelos bons officios de amizade com
que ae digoou obtequia-lo ; e o publico entrar
no devido aprego do mea recoohecimenlo, e fa-
go yetot para que o Co lhe conceda os beos
mais desejados*
Sirvam-se, Srs. redactores, de imprimir es-
taa mal tragadas liobaa, que muito obrigado
lhe ser o seu venerador, assignsnle o cons-
ulte leitorFrancisco Xavier Soares de Albu-
querque Jnior.
Eogenbo Agular 3 de margo de 1862.
Despeza idem.
1:1419770
1:0009000
Saldo.
1419770
DEMONSTRAgAO DO SALDO EXISTENTE NA CAIXA DE
DEPSITOS EM 28 DE FEVEREIRO DB 1862.
Saldo em 31 de jaoeiro
prximo passado 250:7859866
Receita de 1 a 28 de
. 1:3429500
-------------------252:1289366
..... 3:5329647
fevereiro.
Despeza idem.
Saldo.
248:5959719
O thesoureiro,
Thomaz Josi da Silva Gusmo.
O escrivo,
Antonio Harta de Paria Neves.
1* SESSAO.
Da 4 ele raarcO.
PRESIDENCIA DO SR. DR. BERNARDO MACHADO DA
C08TA DORIA, JUIZ DB DIREITO DA PRIMEIRA
VARA CRIMINAL.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leopol-
dina de Gusmo Lobo.
Escrivo privativo, o Sr. Joaquim Francisco
de Paula Esleves Clemente.
Advogado, o Sr. Dr. Francisco Jos Martina
Peona.
A'a 10 horas da manhaa, depois do toque de
campainha e verificago das cdalas, foi -feita a
ohamada dos jurados e acharam-te presentes
38 senhores:
Foram multaoos em 209000 cada um doa Srs.
multadoa noa diaa anteriores e que nao compa-
recer m hoje.
Eatra em julgamenlo o reo Francisco Jos de
Paula Beserra, excusado por crime de offenaas
pbyeicas feitas na pessoa de Antonia Maria da
Motta. O reo foi pronunciada pele aubdelegado
do ditiriclo dot Affogados, no dia 10 de outubro
de 1861, aendo a pronuncia sustentada pelo juis
municipal da primeira vara, em 14 de novem-
bro do meamo anno..
. O jury da seuleaga foi composto dos aoguinlai
senhores:
Jeronymo Jos Ferreira-
De Jos dos Aojos Vieira de
Francisco Simos do Silva.
Jos Jeronymo BuatorL
Aotonio Jote Pettana.
Agottinho Eduardo Pioa.
Dr. Virgilio de Guarni Goelho.
Dr. Bernardo Pereifa do Carao.
Joo Jos de Carvalho Jnior.
Maooel Antonio da Silva Moreira.
Gtetano Pereira de Brito.
Fraociaco Antonio CavalcanliCousseito.
Deferido o juranelo ao jury de aWeoca, o
Sr. Dr. Peona, advegado do leo requaruu que
fosee julgada perempta a accuaacau intentada
contra o neano reo. vitto nao constar do pro-
cesan ter aa verificado a ptiaao en flagrante de-
licio, ou de ser a offendida pessoa miseravel.
O Sr. juiz de direilo depois do ouvir o Sr. pro-
motor publico, jutgou perempta a accwtagao in-
tentada contra o reo, condeeanou a municipali-
dtde as castas, ficando i ofleadida o direito
salvo de intentar a acgo emquanto nao
crever o delicio'
Levantou a sessao adiando-a para o dia
guile pelas 10 bons da manhaa.
Lmorim.
pres-
Thesourarla provincial.
DBMONSIRAgio DO SALDO EXISTESTB NA CAHA DO
XBRCICIO DE 1861 A 1862, EM 28 DS FEV1TRO
M1802.
Saldo em 31 de Janei-
ro prximo passado. 22:2411078
Receita de
fevereiro.
1 a 28 de
120 2759720
Despeza idem .
142:4617
114:
Saldo.
28:20flM

d^=- _
Reiidiweiito da alfandega dePernam-
bueo noniez de fevereiro do correte
anuo fioanceiro.
Importacio.
Direltos de importago para con-
sumo ...........................
Ditos addicionaes de 5#/8.........
Ditos addiciouaesde 2/..........
Ditos de baldeago e reexportago
Expediente dos gneros estrangei-
ros navegados por cabotagem..
Ditos dos gneros do ptiz........
Ditos dos gneros livres...........
Armazenagem....................
Premio dos assigaados............
Despacho martimo
Ancoragem........................
Direitos de 5"/ oa compra e ven-
da das embarcagdes............
Exportaco.
Direitos de 5 */0 dwexportagao..
Dito (lo 9 *l ililirinn.o.
472.397S170
55:86 i U5
1589099
149420
1:0599908
1:357o175
5925956
1:0319035
8199198
2:489$850
75JJ000
Ditos de2 7o aodicionaes...*...Y..
Expediente da capstaiia..........
Jntertor.
Mnl'>............................
Sello do papel fixo................
Dito do papel proporcional.......
Emolumentoi....................
Imposto dos despachantes........
Extraordinaria.
Receita eventual..................
Dizimos da provinia d'Alagoas...
Ditos da provincia da Parahiba....
Ditos da provincia do Rio Grande
do Norte........................
Contribuigo de caridade..........
Rendimento do mez de fevereiro
de 1860al861..................
Rendimento do mez de fevereiro
de 1859 a 1860..................
87:4059929
34.96466
1:3279860
7789590
752S860
4439144
389200
759000
9O9733
661:7335180
49689450
1:5629763
1929423
9589128
669:4149944
424:0729916
452:1608063
Alfandega de Peroambuco 28 de fevereiro de
O 4,escripturario,
/o8o Bernardo Dinix Pessoa.
Communicados.
Casa de saude.
De 38 doentes de bexigas que neste anno tem
sido recolhidos nossa casa da ssude, nao tive-
mos o desgosto de perder um, apezar de mui tos
se lerem acbado em perigo de vida : em quanto
que se; de nao poucas victimas causadaa por esta
molestia as casas particulares.
Mencionamos este facto como prova de que oa
doentes recolhidos a eate meu estabelecimento
sao convenientemente tratados, o qua nao acon-
tece as casss de familias sem commodos, e sem
pessoas habilitadas para cuidar dos doentes, e
ver se deste modo von combatendo a repugnan-
cia que tem algumas pessoas de mandarem tratar
seus negros em um estabelecimento montado
apropriadimentepara este flm:
Devemos fazor Igualmente nottr que as bexi-
gas nao accommetteram doente algum que alli
se achara tratando de outra molestia, isto devido
sem dunda completa separaglo em que esto
os doentes de molestias contagiosas.
Recife Io de margo do 1862.
Joio da Silva Ramos.
Un escmpnlo de consciencia.
O imperador chefe supremo do poder judi-
ciario, oa o poder judiciario goaa dos foros de
magealade ? Perguoto, Sr. edictor. por ver do
seu Diario n. 61. de segunda-feira 3 de margo
crrante, pagina segunda, columna sexta, o se-
guinte :
Senhorf Para V. M. Imperial se sggravam de
petigo Jos Duarte Raogel, etc.* etc.
Sendo pela constituigao o imperador o pri-
meiro representante da nago, a elle s compele
o ltalo de imperador constitucional.
Em qae direito, pois. se fuods o tribeoal da
relago para assumir o titulo de Magostado Im-
perial, Seooor, etc.
No tempo do poder absoluto, em qae o mo-
narcha rennia em al todos os poderes, compre-
hende-se que os tribunaes que ludo fazian, en
Dome d'el-rei toroassem esse litlo, porao hoje
que os poderes etlo divididos, o qae o tribunal
obra en virtude de um poder pro-rio a poder
aoictmente jutticeiro, nao te comprehende co-
mo aceita, sent i que exige esse predicamento.
Me parece isto muita raridado do Umoo de rei
velho.
__________________O timaiorto.________-
Correspondeacias.
"-
Srs. ividocore*.Neo 4 sen proveito que al-
gamae pessoas se dirigem aae jornaes; una para
eloftareai 0 eialla-ew oeui apartoaidoe, oo-
Senhoret redactores. Deparando no seu con-
ceituado jornal o. 49 de sexta feira 28 de feverei-
ro ultimo, com um |commuoicado aasiguado
O imparcial,apontando urna familia que se
retirou da Vanea por um conflicto animado com o
Sr. Antonio Nunes de Oliveira no mez de Ja-
neiro.
Eu como chefe de minha familia, e que tam-
be m nos retiramos da Varzea em Janeiro, e que
tiremos o prazer de, o Sr. Nunes, e o seu mano
comigo e minha familia, passassem em nossa ca-
sa o lempo de testa ; vou logo me adiaotaodo em
protestar contraO imparcial, se bem que nao
persooalisa qual a familia.
Declaro ante o respeitavel publico que, duran-
te o tempo que ea e minha familia temoa amiaa-
de com o mesmo Sr. Nunes, nuucs houve desa-
venga alguma entre nos. e sempre frequenlando
nossa casa e frequentar todo aquelle que como
o Sr. Nunes tenha com porta meoto igual entre fa-
milias.
Peioraodo de meus soTrimentos em noverabro
foi acooselhado pelo meu assisteote a procurar o
campo, lembrei-me que o Sr. Nunes, na Varzea,
poderia encontrar urna casa por vinle a- triota
das, em um dos domiogos que com o mesmo
passra uaquelle lugar, communiquei-lhe os meus
intentos, e elle posto que tarde, fallou a um seu
visinho o qual arraojou urna casa, e preparada
a dita casa transporlei-me com minha familia da
cidade para aquelle lugar. Attendendo, poia, a
familiaridade que existe entre o mesmo Sr. Nunes
e a oossa familia, exig que elle passaria aqnel-
Ies lempos comigo, ao que. elle nao trepidou, e
entao eram duas cisas a nossa disposicao, e urna
s mesa, e livemos aielicidade de ver a nossa
casa sempre frequentada por todas ai familias do
logar, com a excepgo de urna ou duas e al mes
mo do Recife ; assevero portanto que algumeO
visitas eram do mesmo Sr. Nunes, e nunca me
constou que houvesse familia que tivesse desa-
venga com o mesmo, j a feata de 1860 a casa do
mesmo senhor sempre foi frequentada por mul-
tas familiaa eu tambem fazia parte com a minha.
Voltaodo ao caso que aecusa o commnnicant, no
dia 4 de Janeiro tie oecessidade de com mioha
familia passar a tarde nicamente o Recife, e
esperar em nossa casa por alguem, porm i noite
regressamos para o campo, e aproveitamos o do-
mingo e dia de reis, e loado expirado o lempo
marcado para a entrega da oaaa, o meamo j con-
tando muitas melhoraa na minha entermidade
nao era possivel que deixasse continuar por mais
lempo a ser encomuaodada a familia de nosso
amigo Simes e para e Recife nos recolhemos na
maior harmona at hoje.
Francisco Rodrigue* Pinheiro.
Sn. redactores.Reconhecendo ser t gratido
propria daa almas bem formadas, faltara a um
dever sagrado se por acaso deixatse de agradecer
por meio desta aua tiocooceituada folha lolilm.
Sr. Dr. Maooel Cardozo da Costa Lobo obom Ira-
lamento, affabilidade e pericia com que te houve
na lerrivel e asss melindrosa molttis que me
prostrou sobre o leito de dores por muilos diat,
em conseque ca de um entras que me appare-
ceu sobre t espioha dorsal, Sim, a este digno
medico, sbaixo da Divioa Procidencia devo a mi-
nha existencia ; pots em ao lugar como este, aon-
de fsltam todos os recursos, a oo slr o desvelo
com que fui tratado pelo mesmo senhor estara
hoje sepultado I
As excedentes qualidades do distioclo Sr. Dr.
Costa Lobo se tornam tanto mais salientes, quan-
to sao muito pouco vulgares neste lugar, aoode o
egosmo, a inveja, e Analmente a malvadeza sao
ot dittincrivos da mor parte daquelles que para
aqui vem.
Assim pois receba o Illm. Sr. Dr. Costa Lobo
OS meuscordeaesagradecimentos.
Josi Cdetano Texeira da Silva.
Fernando de Noronha, 12 de fevereiro de 1862.
Srs. redactores.Rogamos-lhe o favor quei-
ram levar s columnas do seu conceitnado jornal
as quatro cartas inclusas, no qae muito nos obse-
quiarlo:
Raymundo Carlos Leite & Irmo.
Illm. Sr. Dr. Francisco Domiogues da Silva.
Temos o maior pesar de ter de encommodar & V.
S. com o pedido seguiote :
Se j usou ou teve noticia qae alguem tivesse
atado dos remedios de Radvray, prompto allivio,
etc. e se tiroa ou lbe consta que alguem tivesse
lirado algum resultado, ou se lhe consta que al-
gaem tivesse tido ou ficado com irritago de in-
testinos.
Pedaos V. S. nos queira desculpar e con-
sentir que fagamos da sua resposla o uso qae nos
convier.
Somos com a maior coosideragao. De V. S. at-
iento veneradores e criados.
Recife, 28 de fevereiro de 1862.
Ray mundo Carlos Leite & Irmo.
Resposta.
Illm. Sr. Raymando Carlos Leite 4 Irmo.__
Respondendo a presada carta de V. S., tenho
dizer-lbe que nanea uzei desse remedio em mi-
nha casa, e por itso oo pono affirmar quaes os
seas effeitos: entretanto sou informado qae na
comarca de Vigosa na provincia do Cear se- '
tem feito uso delle com vantsgem e approveita-
aiento.
Pode fazer o uso que lhe convier desta miaba,
resposta.
Seu atiento venerador e criado.
Francisco Domiogues da Silva.
Illas. Sr. Dr. Fernando Miraobense da Cunta.
Estimadissimo eenbor. Abem da verdade pedi-
mos V. S. nos queira fazer o ftvor de dizer se
em vie Vigosa onde V. S. estere os remedios de
Radvray flzeram alguma cura, e se verdade le-
rem curado a fllha doSr. Pacheco que I mais de
doaa aneos viria com a doeoga pelor que ama
senhora pode ter, ataques todos os dits, uns so-
bre outros, o que ia arruinando o Sr. Pacheco na
a" fci5l''B, meiloa menina nesta praga e en
Sonre.
,A,e T5rd8de 1ue 5r. Soarea dono do en-
grano Borlly, curou um escrav* qae flan* na>
mais de um aneo, e talvez mais de tres no peior
e" o duraen, completamente iouliiiaado.
Pedimos i V. S. nos queira descnlpar en im-
portunar-nos e igualmente qae noa deixo lazar,
wwd tpteciave resposta que nos convier,


---------_

jdiamq m mmmwocor~ quit* au i ds maaqo fi* tm.
ii-a-BUft
v*-
r

8offlM eos a aaior cooiidere$io. D V. S.
amiga obrigidMimos veneradores e criados.
Raymuodo Cirios Leile & Irmo.
Recite, 98 da fevereiro de 1803.
Raapoali.,
Goaita-me que m pejiois de que tretam V. S.
en ai* carta eepra flcaram reslabelecidas doa io-
commodos que soffriam com o empreo do reme-
dio Prompto allivio.
E' o que sei a semelhinte reapaito, podendo
Vv. Si. fazerem desta resposta uao que Mes
convier.
Soa de Tt. Sf. alenlo venerador e criado.
tl Fernando Marmheose da Cuoha.
Illm. Sr. Cirios Leile.Aioda ata vez Ibe es-
crevo, c nao 6 aaaia do que para acieDtitlcar-lbe
a. gratido de qoe na acho pouuido por haver
deparado con o* remedios de Ridway, poia que,
tendo eu aido, como j Iba declarai em oulra oc-
caiio atacado de urna dor asitica em urna per-
sa, da qual flquei entrevado, e aeodo tratado por
trea%nedicoi nao adquiriodo melbora alguma as-
seotei de recorrer reaiedioaxaseiros o que me
foi anda peior, e qumdo eu em un dia que mul-
to aoffcia e queixava-me de minha sorte, eia que
me apparecea un amigo a visltar-md? e me vendo
emaemelhaote eitado, meaconselbou que recor-
resse aos remedios de Radway, eu que pelo mea
Hado tangava mo de ludo quaato me ensioa-
Tam, manoei im mediata mente a sua casa com-
prar um frasca de prompto allivio, outro de re-
solutivo, e una caixa de pilulas e dicciooei i
peisoa com prompto allivio, e no dia seguiole me
chindo melhor continu! a dar fricces e a to-
mar de urna a tres colheres de resolutivo por dia,
e assim continuando por espaco da um mez pou-
co maiaou menos, fiquei rettebelecido.
Declaro Sr. Carlos, que com o curativo
que fia. em mjm, o que leona feito erslpet-
soos de miaba caaa e a outraa do mea couhe-
clmeote, com os remedios do Radway me lem Cai-
to ser um apologista externo aes taea remedios, e
p senhor ajuisar pelas continuadas veses que te-
pho ido a sua casa me foroer.tr de taes reme-
dios.
Agora estou applicando o resolutivo e as pilu-
laa minha seohora qoa soffre ataques estericos
doze aoqos, aem que tenha eocootrado reme-
dio, e pelas melhoras qae ella oom esie agora rai
tendo, parece-me que muito breve Ihe parteci-
parei o seu reilabelecimento.
fde fazer o uso que qaizer desta, poia o que
digo urna pura verdade, e assim provara a eEfi-
cacia dos remedios de Radway a quem vascile em
os experimentar.
Deste seu venerador e criado.
Joo P. de Miranda Jnior.
Recite, 18 de fevereiro de 1862.
Senhor Raymuodo Carlos Leile & Irmaos.A-
mig'os e seohores.E' com o maior prazer que
lhe cmmunico os maravithosos resultados por
mim oblidos com os medicamentos dos Drs. Rad-
way & C. que por Vmc. me (orem vendidos.
Soffreodo eu a perto de cinco aonos de falta de
respirarlo, dores de cabega e diarrha com o uso
do alhno prompto, em poucos minutos meachs-
va|melhor, e cootinuaudo com o aeu uso e com o
das pilulas reguladoras,] em dous dias flquei
bom.
Softna minha mulherha qualro aonos derheu-
malismo que atormentara horrivelmenle com o
uso de tres fricces de alhno prompto sobre o
lugar da dr e duas pilulas roguladoras que tomou
est curada de urna molestia que a tanto lempo
a flagellava.
Hoolem tarde urna minha escrava queixou-
se de vertigem, dores de cabega e estomago ;
lmmediatameole fiz-lh'a tomar urna colhersinba
de allivio prompto misturado com urna ponca d'a-
gua e ao Um de alguns instantes eslava a preta
curada, e conlinuando a fazer o er,vic.o que liona
em mo.
A vista da felicidade que tenho tido sinto grao-
de satisfago em poder aasegurar a Vmca. que os
seus me Jcaro cotos sao os melhores que teoho
encontrado e que dou parabens a minha fortuna
por delles ler ieilo uso.
Autorisaodo-os a fazerem desta minha carta o
uso que quizerem ou julgarem conveniente a bem
da humaoidade.
Sou com estima e considerado de Vmcs. ami-
go criado e obrigado.
Francisco Manoel Vieira.
Sua casa, 27 de fevereiro de 1862.
Eslavam sellados e reconhecidos.
Publicares a pedido.
Leopoldo Fetteira. Martina llbeiio, rua da Iu)pe-
atriz o. 4*}. ]
Josa Pefaira Bastos, ra Queimadj) n. Mi
Thqmj DiaaJ ru* do Pis o. <*a.
Antonio da Cruz Ribeiro, rua dos Quarleis n.J 19.
Manoel Osarte Vieira, roa larga do Rosarle n.
31 2* andar.
Jusliaiano de Albuquerque Mello, Afogadoi.
Franoiaso Pereira da Cos, rua do Queimado
n. 85-
Thiago Jos> dos Santos, rua larga do Ros irlo
. 21.
Ignacio Piolo dos Santos Sizes, rua da Cadeia
o. IV.
Manoel Rodrigues Costa Magalh&es, rua do Quei-
mado n. 4.
Joo de Siqueira Ferro. rua doQueimado o. 10.
Luiz Antonio doa Santo, rua da Madre de Daos
n. 34.
Francisco de Freitas Moreno, alfares -do 9 ba-
talho.
Manoel Carlos Martioa.
Felippe Santiago de Seas, rua da ImperaHriz
n. 42.
Antonio Avelino Leile Braga, rua da Ssnta Cjiuz
O lente do 9' batalho Jos Francisco de Mo-
rses e Vaaconcelloa.
O lente do 9" batalho, Joo Piulo de Miranda.
Alferes do 9* batalho, secundino Ayrea Velloso
do Mello.
Simplicio Jos de Mello, Boa-Vista ruado Coto-
vello n. 5.
Joo Pereira do Lago Braga, rua do Mondego.
Demetrio Hermillo da Costa, rua do Destino n. 28
Leandro Lopaa Dias, praca da Boa-Vista.
Firmino doa Santos Vieira.
Joaquim Flix Machado, Estancia.
Joo Cowie, eatrada de (erro.
Jos Cieilio Caroeiro Monteiro Jnior, rua do
Marques n. 8.
Fililo Elisio de Carralho, rua da Cooceico
a. 46.
Bernardo de Cerqueira Castro Monteiro, rua do
Rosario Larga d. 46.
Joaquim Goncalves Vieira Guimares, roa dos
Pires o. 11.
Manoel do Souza Pereira, morador na rua das
Crazas o. 33.
Alexandre Vieira da Araujo Cavalcante, rus de
Santa Rita n. 49.
O capillo do 9 batalho de infanta ria do exercilo,
Firmino da Cunha Reg.
Procopio de Sena Santiago, rua 4a Inperatriz
n.4-2.
los Gomes Leal, ruado Save.
Francisco Fanlon, morador am Macelo.
Jos Porlella, Alagoas.
Victoriano Mamaus Ferreira, rua daCadeis. I
Manoel Alves Goncalves Forreira, rua da Cadeia
n. 83.
Jos Matheus Ferreira, morador no Mingeioh >.
Alfredo Jos Antunes Guimares, rua da Cadeia
0.85.
Manoel Joaquim Pereirs, rua larga do Ro ario
n. 6.
Joaquim da Costa Dourado, rua do Arago i. 9.
Manoel Augusto de Menezes Costa, rua da Con-
ceico o, 42.
Felippe Antonio Teixeira de AlbuquerqueJ ra
do Campo Verde.
Hypolito Cassiauo de Vasconcellos Albuque que
Maranbo.
Candido de Souza Miranda Couto, rua de S. Gon-
galo.
Maaoel Francisco de J. Vieira, morador na Una
do Reliro.
Manoel Antonio Monteiro dos Santos, rua da Ca-
deia n. 30.
Manoel Pereira da Cunha, rus da Cadeia n. 85.
Viriato de Natos, rua da Aurora n. 28.
Antonio Fereira da Cunha, Corredor do'.bispo n. 5.
[Continuar-st-ha.
Medicamento Radway.
Nos abaixo aisignados declaramos que temos
asado, uo s pessoalmentt, como tambem com
alguna individuos das nossas fimilias, do promp-
to allivio mait medicamentos d* Dr. Radway,
sempre com boro exilo e mullo feliz resultado,
sera que dahi resullisse nunca ioflamma^es de
intestinos ou outras molestiissemelhaotes. Tam-
bero temos visto seren empregados os mesmos
medicamentos, por outras muitss pessoas nossaa
couhecidas, com applauso geral, am vista dos
effeitos raais que satisfaclorios, que delles teem
obtido.
Declaramos igualmente que, em nossa humilde
opioio, seria um verdadeiro beneficio feito k po-
breza e as pesjoss que morara em lugares distan-
tes e remotos de qualquer povoado, o propagar-
se e favorecer o emprego desies medicamentos
em urna qoadra lao afflictiva como esta pela
qual vamos passaado ; tanto mais quanlo dilos
medicamentos j lem aqui mais de dous annoi
de experiencias feitaa por muitas Dessoas, que
delles Se lem servido.
Recife, 26 de fevereiro de 1862.
Joo Luiz Vianna, morador na rua da Impera-
triz o. 46.
Bernardo da Silva Cardoso.
Antonio Jos Vieira de Souza, rua do Imperador.
Trajaoo Alipio de -Carralho Mendona, rua da
Glora.
Jos Pedro da Silva.
Servulo Pereira da Silva, rua estrella do Rosario.
Sebastio Jos de Oliveira.
Manoel Actonio Viegas Jnior..
T. A. Ramos Zaoy, Santo Amaro.
Duarle Borgea da Silva, rua da Imperatriz n. 18.
O lente Jeo Marioho Paes Barrete, rua da
Imperatriz.
Manoel Antonio de Azevedo, rua da Imperatriz.
Antonio Goncalvea Coala.
Len Chapelio, rua da Imperatriz d. 14.
Sebistio Mirques do Nascimenlo, rua da Impe-
ra iriz o. 6.
Por ter usado para o rheumatismo, Joo Pinto
de Lemos, Passagem da Magdalena.
Joaquim de Albuquerque Mello, Capuoga.
J. Barroso F.
Pedro Barbosa Cordeiro, morador na rua do Co-
- tovelio n. 39.
JoSo Caetsno de Magalhes, praja da Boa-Vista
n. 15.
Francisco Antonio Vieira da Silva, Boa-ViaU
n. 54.
Joi Domiogues da Cuoha, praga da Boa-Vista
n. 17.
Jos de Biancaurt Amarante, morador na rua da
Imperatriz n. 84.
Joaquim Paulioo Barbosa, rua da Imperatriz
d. 82.
Luiz de Franja e Mello, rua Imperial o. 200.
Manoel Jos Soares de Avellar, rua do Corredor
do Bispo o. 2.
Jos Ciciiio Carnoiro Monteiro, Campo Verde
d. 50.
Antonio Jos do Azevedo, morador na rua Nova
n. 11.
Miguel Gomes da Silva, morador em Santo Amaro.
Antonio Joaquim da Silva Brito, Santo Amaro
iiiio.)
Joao Rodrigues Machado, na rua
n. 18 A.
Francisco Jos de Azevedo, rua
.3. "
O. Antonio de Locio e Silby, rua
. 3.
Manoel Jos Soares de Avallar Jnior.
Manoel Ribeiro de Carvalho, rua da Queimado
o. 18.
Ilaaoet Antonio da Cirvarho, rua do Queimado
**
Freaenco Chaves, eu da Imperatriz a. 19.
Canillo >nU Ferreira da Silva, rua da Pal-
ma m.
Luiz Joae a Silvaira, ilhade Rotiro.
Jote Nepomeaao VeU... de Azevedo, roa V-
Ihan. 3.
jMd Vicente Gando. ru. 4* Livra*te n. 23.
C. Dmwttinx, m da Imowatm 6i
JeMiuim Joad Abrea Jaaior, na do Impara-
oro. 42. ^^
Joo Bsptlata Fernandea, roa doQaatoMdo a. 25.
Antonio Fcauciace Arelas, rea do Queimadon.il.
Joaquim Aires Barbosa, Santo Amaro,
Um moco do Ico, tratando nesta capital de cer-
tos nagocios de seu patro Manoel Jos de Jou-
ra, tero soffrido (segundo.me ioformam) a guns
incommodos por cauta de taes negocios, pirque
tendo o Sr, Moura constituido nesta capita aeu
primeiro procarador a um tal Manoel Lu z de
Mello Jnior, a quem por ieformaceadiri;io o
seu caixeiro o Sr. Frederico Gomes de Lav ir, (o
mogo de quem cima fallei) enganou-se com a
tal escolha ; pois o Sr, Mello Jnior, abusando
de toda conanca nelle posta, collocou os nego-
cios de seu coostituinte ero um deploravel estado
de desmoralisaco ,Por#i jo Sr. Lsvor. sahindo
de encontr ao proeedimedlo do Sr. Mello J-
nior conseguio o fim desejado.
O Sr. Mello Jnior denols de bem esfregado
custa-lhe bem caro a graga, e supponao que
nao sejnetle n'outra mais, e o Sr. Lavor tez re-
almente o que devia.
Se offerecer-se occasto contaret por extenso
todo o procedim.ento do tal Mello Jnior
te, offerac-mo para) adan Mr queJla na inali-
luicao, aquaniia da 3:7591193, qua tai aceita
pela junta djpinsirsiiTa da eolio, sdb as con-
digies que abaixo vio exaradas, as quaes gosio-
samente me prestei, porque o raeu fim era e
promover quemo poder, [por mkiij e meus ami-
gos a prosperidade do eslabelecimento.
QuaBdo realiaei osle emprestimo, e mesmo j
depois, raanifaalou-me o referido Illm. Sr. prove-
dor, o desojo que tinha de que o raeu embolso
fosse antes por meio de quoias promovidas pelos
associados, que volantariamenta quizessem eon-
eorrer para aso, do que pela scquisigao de socios,
e raereaendo-rae toda a considerago e peso a
sua opinio, prometli-lhe recorrer primeiro a es-
te expediente, por isso que venhe boje scientiO-
car aos Srs. associados que quereodo dar uva
prova de seu amor e dedicaco ao Hospital Porta-
guez de BeneScencia, podis dirigir as quaotias
com que cada um se digoar concorrer para o re-
ferido flm, os abaixo nomaados, tartos de que
seos nomea e quantiaa, aero levados opportuna-
mente ao conhecimento da actual junta adminis-
trativa, que estou persuadido nao deixir no ol-
vido o apreciar como marecerem as offertas de
cada um. Nao vou pessoalmenle a caaa de todoa
os Srs. aasociadoa por filia de tempo, pelo que
eapero merecer desculpa. '
Recite 18 de fevereiro de 1862.
Bernardina Gomet d Carvalho.
/VemM do Sr$. a quem se podem dirigir
as offertat:
Recife.
Joaquim Monteiro Cruz.
Jos Joaquim de Castro Moura.
Joaquim Luix Vieira.
Jos ata Silva Loyo.
Joaquim Correa Resende Mego.
Francisco Moreira Pinto Barbosa.
Santo Antonio.
Joo de Siqueira FerrBo.
Domingos Jos Ferreira Guimares.
Antonio Gon^alves d'Azevedo.
Joa Joaquim da Silva.
Joa Joaquim Lima Bairo.
Jos Jerooymo da Silva.
Jos Aires da Silva Guimares
Boa-Vista.
Manoel Jos Guedes Magalhes.
Joao Luiz Ferreira Ribeiro.
Documento nico pelo qual ae digpou a junta
adroinlatrativa acieolicar-me que aceilava o meu
offerecimento e suas respectivas condicoes.
< lllm. Sr.
Tendo a junta administrativa do Hospital Por
tuguez de Beneficencia nesta ciJade. em sus ses-
s de 23 de outubro ultimo, aceitado o offereci-
mento que da parte de V. S. e oulros lhe fdra
feito de adiantar a quantia de rs. 3:759*198, para
pagar a Mathias Lopes da Coala Maia a importan-
cia da execuco que'encamioha contri D. Maris
de Jess Cordeiro, Tiuva de Joo Rsphael Cor-
deiro, em virtude da qual flzera penhora na parte
do sitio Cajoeiro, que tocara dita O. Mara por
heraoga materna e por esta vendida ao hospital,
cuja penhora, sendo deaprezados oa embargos de
lerceiro a ella oppostos pelo referido hospital,
fra jalgada bem feita pelo tribunal da relaQo :
assim o com ni nico a V. S. para que se digoe de
realisar a sua promessa, mediante a condico pro-
posta por V. S. de ser o seu embolso feito por
meio da* jeias das entradas doa benemritos, bem-
feitores e socios affectivos, seguudo dispoem os
estatutos, que V. S. e outros adquirirem para o
sobredito hospital e sem que tenha direilo a exi-
gir outra qualquer IndeaiaJssQo da menciooacao
da dita quantia, como tudofoi approvadoem ses-
so d'assembla geral dos Srs. socios do hospital
de 10 do correte mes.
Deus guarde a V. S. por muitos anoos. Prove-
doria do Hospital Porluguez de Beneficencia em
Pernambuco 16 de novembro de 1861.Illm. Sr.
Beroardino Gomes de Cirvetae, D. socio bene-
mrito do mesmo hospital.
Jo$i Antonio ie Carvalho,
Provedor.
Joaquim Ferreira Menees Guimares,
l' secretario.
Recebi a importancia constante neste offlcio
por mo do Illm. Sr. Beroardino Gomes de Car-
valho.
Recife 17 de dezembro de 1861.
Jos Antonio de Carvalho,
Provedor.
Joaquim Ferreira Menes Guimares,
1* secretario.
X
De dia 4 de mirce.
Barca porlugueza Corsa, para Liverpool, ar-
regar* m 1 r
Patn Nash 4 C, 1,400 saceos eom 7,000 arro-
bas de assucar.
Barca mglexa Trun,
ram :
Ssunders Brothers & C 136
srrobas e meia de algodo.
Becehedorla de rendas Internas
raes de Peraambueo
Rendimentododial3 4:146*7*3
dem do da 4.......1:395|4
para Liverpool, carrega-
saccos com 575
5:
Consulado provincial
Randimento do da 1 a 3 7.007*148
dem do dia 4......; 2:7351497
9^743}045
Movimeqto da porto.
jVaoioi entrados no dia 4.
Rio Grande do Sul3t dias, bjigue braailairo Ca-
talina, da 239 toneladas, capilo Jos Marques
de Mello, equipagein 15, carga 9002 arrobaa de
carne secca e outros gneros; a Daniel Ferrei-
ra Bailar.
Ass31 dias, aiate braaileiro Duas Luisas, de
137 toneladas, capito Jos Francisco de Oli-
veira, equipagem 7, carga sal e outros gneros;
a Andr de A. Porto.
Bahia9 dias. briguepjrasileiro Trovador, de 210
toneladas, capuo Manoel Correa doa Santos,
equipagem 11, carga fumo, farinha de mandio-
ca e oulros gneros; ajMatneus & Rodrigues.
Rio de Janeiro26 dias, patacho smericano Lan-
zante, de 207 toneladas, capilo B. Herimao,
equipagem 8, em lastro; a Henry Foater
& C.
Plimowth50 dias, escuna ingleza Meschief, de
169 toneladas, capilo Clemente Baker, equi-
pagem 9, em lastro; Krebb Tnom & C.
Rio de Janeiro25 dias, patacho ioglez Quien
ofthtVik, de 145 toneladas, capilo A. Gid-
dle, equipagem 5, em lastro ; a Bastos & Le-
mos.
Rio Grande do Sul35 dias, palhabole brasileo
Viamo, de 241 tonelada*, capito Culos Edu-
ardo Merry, equipagem 12, carga 11400 arro-
ba* de carne secca ; i Manoel Ignacio de Oli-
veira.
tfavios sahidos no mesmo dia.
LisboaBrigue portuguez Constante,capilo Au-
guito Carlos dos Reii, carga assucsr e outros
gneros.
PortoBarca porlugueza Flor da Maia, capito
Antonio Lopea Ribeiro, carga assucar e outroa
gneros.
GreoockBarca ingleza ione, capilo Slephens
carga assucar.
Observsjo.
Suspeadeu do lamsro o patacho americano
Brreeze, capito Outrbridge, em lastro e appa-
r*ce ao norte urna galera.
3. auno.
I.4 dadeirs da* 10 s 11 ni 3/ sala.
2.a das 9 s 10 idem.
4.a anno.
1.a ladeira dai 11 a 12 na 1.* sala.
2.- a das 10 s 11 idem.
5." anno.
1.a cadeira das 9 s 10 na 2.a sala.
2.a das 10 s 11 idem.
3.a das 8 s 9 na 3.a sala.
Fol marcado o dia Odo correnta para tirareis?
ponto os estudaoles que para isso requereram.
Secretaria da faculdade, 1.* de marco de
1862. O secretario, Jos Honorio tierra de
Manan*.
O Illm. Sr. inspector da tbesouraria de f-
zenda desta provincia manda fazer publico que
lem mareado o dis 21 de abril prximo futuro
para o concurso qoo vista da ordem do tribu-
nal do Iheaouro n. 29 de 5 de fevererro ultimo,
ae lem de abrir neata mesraa tbesouraria para
preenchimenlo das vagas de pralicantes nella
existentes.
As pessoas, poia, que ao dito ceucurso quize-
rem ser admettidas devero provar: f terem
18 anoos completos de idade ; 2. que esto li-
vres de culpa e pena, e 3.a que teem bom com-
portamento.
Os exames versarlo sobre leitura, analye
grimmatical, orthogriphia, e arithmetlca at a
theorla daa proporcoea inclusivamente.
Secretaria da theiouraria da fazenda de Per-
nambuco 3 de mirco de 1862.Manoel Jos Pin-
to, servindo de official-maior.
Declarado**.
zes arliQce*.
Bonet* de uniforme, buaeta para o ervico blu-
sas de algodo azul americano, blusas de' brisa
branco, calcas O panno aaei, cal5as de brim
branco, calcas de algodo azul americano, cami-
* de algodoztoho branco, cobertores de lis
colchoea de liohocheio* de palba, colcha* de 1*
Kodo, frdelas de panno azul, fronbas de algo-
daozinho, grvala* ou lenco* pretos, lencoes d
algodozinho, aapalo, saceos de guardar roup
e travaaaeiroa. de tiohu chelo de palba.
Fardamento para o* imperiaes maroheiros e
^^ aprendizes dito.
Monees de panno azul, camisas de brim branco.
caigas de algodo azul americano, eareas de krim
brancorcamiaaa de algodo azul amerretfoo, len-
gua prelosr. polaina* ae panno preto, s-apalos.
fardamento para os fuzileiros navaea.j
BooeU de chapa de palha, calcas d* "brisa
branco, calcas de panno azul, camisas de brim,
branco frdela de panno azul, polainas de pan-
no preto, espalos. *^
Para os africanos lirres no servico do arae
noi de ominha.
Calcas e camisa de algodo azul americano.
rara as africana tivre* no servico do
dilo arsenal.
Limisas de algodozinho branco e saias de al-
godo azul mericano-.
Para a* obra* eargo do referido araenal
de marinha.
lijlo de alvenana grosaa. pedrasde acenaria
bruta, pedra de cantaria tambem bruta, cal bien-
es e cal pret*. '
As amostras dos
propostas ;
por medilaa dadas
rOMttKKfflO.
do Queimado
do Qoelmtdo
da Imperatriz
Um tributo de respeito ao Illm. Sr. co-
ronel Trajano Cezar Burlamaque,
meu digno commandante do presidio
de Fernando.
aCaniando espalharei por toda parte
Se a tanto me ajudar engento e arte.
N'uroa poca em que o ioleresse individual
predomioa quasi todos os espiritos da nossa so-
ciedade, ver-se erguer um vulto respeitavel, or-
nada a sua fronte com vrenles loums ganhos em
algumas batalhas; vr-se, dizemos nos, se erguer,
como para protestar contra o cancro do ioleresse
proprio, qoe vai roeodo as raize* da sociedad* : e
ease hornera que tero sempre por divisa O bem
publico; esse hornero, repetimos nos, digno
porcerlo de grandes encomios.
Queremos fallar do respeilsbilissimo Sr. coro-
nel Burlamaque, j como commandante do presi-
dio de Fernando, j em outras commissoes onde
deixou um encadeamento de factos que esto ci-
ma de lodo elogio.
Nem se diga que foi s lisonja que nos inspirou
essas mal aliohavadas phrates : por queahi est
os festejo* do memoravel dia 2 de dezembro fei-
to* do presidio de Fernando : ahi v-se aquelle*
iofelize* darem expanaoas suas almas e levarem
aos ares vivas unsonos ao justlceiro roonarcha :
foi, talvez, porque, ha muitos aanos, ellea nao
preseneiam o despontar do dia memoravel to
risooho ; porque eonlemplavam a juslica do mo-
nircha symbelisada no dignissime coronel Bur-
la marque. LS ludo alegra e conheeem o bem
que se Iba faz. Ao passo que aqui, alguns mi-
aeraveis que devem nao pequeos beneficios ao
virtuoso e iategerrimo coronel Burlamaque, trai-
coeiramenle diziam Ihes seria mui fcil abrir al-
gumi brecha na reputado do veterano da inde-
pendencia.
Oh insensatos 111
Ogoverno flcou um pouco vacillante : eram
pequeos nevoeiros que loldaram o horisonte
porm, apenas o sel vivificador ds verdade ae
apreaeotou :ei-los que.des'appareoem.
O digoissimo Sr. coronel Burlamaque pretenda
levar essas muera veis abarra do tribunal com-
petente, porm, refleciindo maduramente, que
seria descer de seu pedestal de honra, para ira
medir as suas armas da justicia e da verdade com
algum miaeravel, comprado com o ouro de outroa
miseraveis, que por mais que facaos oo podem
aair da esphera abjecta em que esto abysmados,
qoe toda tociedade laoca as anas frontes um es-
tigma de escarneo.
Muitos amlgoado digoissimo corpoel Burlama-
que ssbem o que aquella commisso para aquel-
las que nao fazem causa commum com o espirite
da poca, e sabiam a reforma agigantada que o
mesmo coronel ia fazendo:augurara de infruc-
tfera. Porm o digoissimo coronel Burlamaque
qual piloto, que v| g gaar assaz eocapellada per
tremenda borrasca, e que a cada passo o batel
arremessado em profundo abysmo com risco da
er tragado : porm que salvo quasi como par
encinto, pela aaa pericia e pela na Providees*
de.
Quizersmos possuir a lyra sonora de um Ca-
saes, par* erguer um padro de gloria mais du-
ro que o daro marmore ao veterano da Indepen-
dencia, o mal digno Sr. eorooel Trajino Cazar
Bariamaque, onde viesse ss garandes presentes e*
'*?'*Lstem r4HoM ai ente **** frente*.
Recife 3 da mjBjBcp de 1862,
Praca do Recife 4 de
marcx) de 1862.
\s \uatro horas da tarde.
Colacoes da junta de corretores.
Nao
houveram coia^ei.
J. da Cruz Maeedopresidente.
John Gatissecretario.
te
I Horas.
I
s
c

Almo'phera.
CA L . !
pi Cl
ua z rfl t?s D. O Direocao. -1
9* sa n CD 1
s c o D I Inlensidade. O
D o 1
oo
M
00
00
g
I Farhenheit.
I
n
tu
Vi
%


Centgrado..
^ 8
lygrometro.
1
co
o
o
8
8 i
I Cisterna hydro-
metrica.
Francex,
56 I
Ingles
o
ce
5
w
so
<
>
2 o
> M
5 o
2 S
?r2
o

ce
A noite clara com alguns nevoeiros, vento E bo-
nanca que rondou para o terral ao amanhecer.
OSClLAQlO OA AR.
Preamar as 6h. 6' da tarda, altura 7, p*
Bam-mar as 11 b. 54' da manha, altura 1, p.
Observatorio do arsenil de marina 4 de
mar$o de 1862.
R0HAN0 STEPpLk,
Ia tenent.
Gorreo.
Pela adminitraco do correio desta cidade se
faz publico, que boje (5) pelas 3 horas da tarde
em ponto fechar-se-hao ss malas que devecoo-
duzir o vapor costeiro cPersiounga com deslino
Macei e portos iolermedios.
Pela cooladona da cmara municipal do
Recife se faz publico que a prazo marcado para o
pagamento do imposto de eslabelecimeolos do
Ia do corrente ao ultimo da marco viodouro, e
aquellos que nao pagarem dentro do prazo mar-
cado, Qcam sujeitos a respectiva multa.
ConUdoria municipal do Recife, 19 de feverei-
ro de 1S62. O contador, Joaquim lavares Ro-
dovalho.
Pela thesouraria provincial se faz publico
que, no dia 6 de marco prximo viodouro, vo
novameote pra;a. para ser arrematada a quem
mais dr, a renda das casas abaixo mencionadas,
pertencentes ao patrimonio dosorphos.
Baa do Sebo.
Cita terrea n. 1-2, por 160$000 por anno.
Rua do Vigario.
Casa terrea n. 14, por 2018000, idem.
Rua da Lapa.
Casa terrea n. 41, por 1820000, idem.
Rua da Cacimba.
Casa terrea o. 65, por 300*000. idem.
I Rua doa Burgos.
Casi terrea n. 68, por 200)1000, idem.
Casa terrea n 69, por 125&O00, idem.
Rua da Seozala velha.
Sobrado n.*79, por 6508000, idem.
Sobrado n. 8, por 6508000, idem.
Rua da Guia.
Casa-terrea o. 83, por 1610000, idem.
Casa lerrea n. 84. por 168O00, idem.
Rua do Pilar.
Casa terrea a. 96, por 1570000, idem.
Casa terrea o. 98, por 224(000, idem.
Rua da Madre de Deus.
Casa terrea o. 35, por 1:6210000, idem.
lirada do Parnameirim.
Silo o. t,.por 5000000 por anno.
Sitio o. 2, por 1200000, idem.
Estrada da Mirueira.
Sitio n.4, por 212JJ00O por anno.
Estrada do Foroo da Cal.
Sitio o. 5, por 8520000 por anno.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 23 de fevereiro de 1862.
O secretario
A. F. d'Aonunciaco.
i Os Srs. accionistas da companhia
pernambucana sao convidados a reun
rem-se em assemblea geral na sala da
associacao commercial, no dia 5 de
marco ao meio dia para ouvir ler o pa-
recer da commissao de exame de con-
tas. Pernambuco 85 de ievereiro de
1862.O gerente F. F. BorgeaV^
pinnoa para os fardamento
deverao acompaohar as respectiva*
bem como serem elle* feitos
ao* contratantes.
Secretaria do conselho de compras aavaes em.
Pernambuco 21 de fevereiro de 1S62.
O secretsrio.
Alexandre Rodrigue*
Al f andes.
.endisenlo do da 1 a 3 .
dem do dia 4.....i
36598*595
8.104952
44.7030547
Muvlineuto da alfandefca.
Veame* entradoa eom tazeodaa.. 123
> core generes.. 194
Veame*
c
lahidoa
>
om fazenda*..
com gneros..
317
79
147
jar- 226
il.i
Daatarragam hoje 5 de marco.
Barca americanaImperadoreaercadoriaa.
Barca brasileiraReeifeciscos vasios.
Brigue brasileiroTrovadordiveraos gneros.
Hiate americanoDarliogfarinha e papel.
lia re > americanaMarga re ihmercaduras.
Barca americanaAmazoniaidem.
Barca inglezaTrinclofizendas.
Brigue bollaudezJoanna Luizacharque.
Importacito.
Barca nacional Recife, viada do Rio de Jioei-
neiro, consignada a Manoel Coocalves da Silva
maoifestou o eeguinle:
10 pipas e 20 meias vinagre, 4 volum'S cabos
de maoilha, 450 meiaa barricas vazias e 50 volu-
ntes ditas abatidaa, 2 caixaa rap, 1,110 saceos
milho, 575 ditos caf, 120 ditos feijo; a ordem de
diversos.
Brigue nscional Carolina, vindo do Rio Grande
do Sul, consignado a Bailar & Oliveira, mani-
fesiou o seguioje :
9.000 arroba* de carne de charque, 100 ditas de
sebo em rama, 6 birns taiokas aalgadase 50 cou-
ros vaccuos seceos ; a ordem.
Hiate oicional Dua Luiaas, vindo de Maco,
consignado a Andr de Almeida Perto, maoif**-
tou o seguiole:
753 alqweirea de sal, 20 birricas e 1 caixa cera
de carnauba, 250 couriohos curtidos, 8 meios d*
sola, 29 eouros salgados, 55 esleirs de palha ds
carnauba, 100 ditis de palha de dita ; a ordem.
Barca nacional Trovador, vioda da Baha, coa-
sigpsda a Matheus & Rodrigues, mauifeatou o se-
guinte:
140 saceos (arelo, a Antonio Luiz do Oliveira
Azevedo.
6 volamos azette de palma ; a Manoel F. da
Costa & C.
* caiaa fizeoda, S ditas chitas presea ; a T.
Monhard.
25 barricas genebra; a Maodes rCeefh*.
2 pipaa tirio floreuttao, 5 dita* fumo moido ; a
Meurorr dt C.
9 caixa* eipiagard** de caca; a Parearte Van-
me & C
-10 caixas panno de algodo ; a J. KelUr 4 C.
1 ciixa cbalea de marin ; a F. Stuvage & C.
2 cmi charotoi; a Palmtin & Beltro.
91 caixas ehtiai; a Johaitoo Paier dt C
i fardo* tabico em folha; a Manoel Tavare
Edita3.
40 tardo* paeao de algedio, B eaixoaa charu-
to correr da enno prexkno pateada ai com- te*M MaMteaa & Ro trigas*.
QUOiCOU por vmm o digno provedor da Hoipiai terdj i caixa* paoaw de algodo, 9 oa-
Portuguez de BeoeficeDcia, os eunbaracoa peco- *? *?***?"*?? 8 S* 'laT-.* ""
n.,;n. nm .^ t.u... 3F7 V *aJOfacosWtottCtobe, 387 eaelhoi de piasat,
manos com-quluaa, para aatisszerjaj^,. T., Reunir, de milhe eoaaccade. 7 barrioaa
meato de oma divida, oom fus neo wfttl e eravo da lala, 40*aeeaa ftone algodo, tO (ar-
seu anno administrativo, a deseiando u CMadju- "oafume aw folha, 84 cattea e l,8i catainhea
va-lo na remacZo dassa ohatacula em ana Ma en8rlo, 19 duzU* 8 tnro da Jacaranda, 750
azi.ach.^l.oer SS5 d.
O Illm. Sr inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico para conhecimenlo
dos intdressadgs e art. 48 da le provincial o.
510 de 18 de Juaho do correte aono.
Art. 48. E' permiitido psgar-se a meia aiza
dos escravos comprados em qualquer lempo an-
terior adata da presente let indepeodei te de re-
validago e mulla, urna voz que os evedorej
actuaes deste imposto, o fagam dentro do exerci-
cio de 1861 a 1862, os que nao o Bzeren ficaro
ujeilos a revalidaco e multa em dotro. sendo
um ter^o para o denunciante. Aibesojraria fa-
r annunciar por edital nos priaaeiros 0 dia* de
eada mes a presente disposico.
E para constar se maodou afflxar o \ resente e
publicar pelo Diarto.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 8 dejulho de 1861.
O secretario,
A. F. da Asiumpc.c.
Faculdade de Direito.
Be orpem do Ixas. Sr. director se faz publico,
que de coeferapidade com o artigo 114 do regu-
lrnoslo complementar, coniervar-se-ha aberta
a inscripeo para o concurso 4 cadeira de ioglez
do curso preparatorio deela Faculdade at o dia
8 do correte, as 2 horaa da tarde.
Secretaria da Faculdade 1.a de margo de 1862
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do i Bxm. Sr.
presdanle da provincia de 15 do corrente, man-
da fazer publico, que no dia lftde margo prxi-
mo viodouro, porania a junta da fazenda da mas-
ma thssouraria, se ha de arrematara quem mais
der, o imposto de 10 porcento,sobre arenla dos
terreos oocupados pelo plsniio do capijm oo mu-
nicipio do Recife, avallado em 3:0000000 per
aono.
A arreanuee ser falta por tempo de 33 me-
zes, contar do Ia de outubro de 1861 a 30 de
junho de 1864
As pessoss que ae propozerem a esta arrema-
taco, compareca) na sala das sesioes da men-
cionada junta, no supradilodia, pelo meio dia, e
competeolemeute habilitadas.
E pira constar se mandn afflxar e presante e
publicar pelo Diario.
Secretaria ds thesouraria provincial de Per-
Dambuco, 28 de fevereiro de 1862 O ecretati,
A. F. d'Aneuoeiacae.
Por ordem do Illm. Sr. inspector se fz pu-
blico que no prazo de 5 das, coatidos desta dla,
aera levada hasta publioi, oa perla desta al -
fandega, depois de meio dia, urna barrica con-
tando o seguiole : 15 arrobas e 20 libras de mus:
tarda avaliada eada afrebn.em 2f866, AtaBifi, 1
libra de acido bennreo por 6a,i 4 \\% librn d
Coaselho aduiiiiislralivo.
0 conselho administrativo,* para fornecimento
do arsenal de guerra, lem de comprares objectos
seguiotes :
Para a enfermara militar do Rio Grande do
Norte.
2 libras de tintura deipecaoaanha.
20 libras de dita de gengibe.
8 libras dita de belladona.
4 libras de dita de valieriana.
6 libras de dita de Strogooff.
16 libras de dita de cantharidas.
4 oness de extracto de alcoolico de acnito.
2 ticas de dito gommoso de opio.
4 ongas de valerionatode quinino.
3 oncas de pos de Dover.
7 libras de bicarbonato de soda.
8 libras de sal de Glauber.
12 libras de ehamphora.
16 libras de mostsrda em grao.
8 libras de uogueuto vesicatorio.
16 libras de macella.
16 libras de flores de sabugueiro.
8 libras de flores de tilia.
8 libras'de entrecascemla semaruba.
4 libras de nlurneu.
12 ongas de ludano liquido da Sjdenhan.
4 om;as de elher sulphurico.
4 garrafas de vinho calybiado.
4 garrafas de vioagre aromtico;
10 libras de sulphaio de magnesia.
2 libras d'agua de canella.
2 libras d'agua dercilicia.
2 garatas d'agua de flores de laranjas.
12 garrafas de oleod ricino.
4 garraas'de alcoole de 00 canlhariJado.
Para a mesma provincia.
1 carrosa americana eom seas pertenece para
am ou dous aoimaes.
8 barricas de cimento romano.
Para o hospital militar.
50 psres de cbinellas.
48 facas de meta.
48 gastos de mesa.
Quem quizer vender taes objectos apreaente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conaelho, s 10 hora* da mnha da dia 10 do
correte mez.
Sal* da* sesses do conselho admioi*trativo
para fornecimento do- araenal de guerra, 3 de
marco de 1862.
Btnto Jos Lamet\ha Lint,'
Coronel presidente.
Francisoo Joaquim Pertira Lobo,
Coronel vosal secretario interino.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda faser publico, que do dia 3 do cor-
rate por diaole pagam-aa os ordenados dos aro-
pregados proviaiaes, vencido* no mez de feve-
reiro prximo Bode.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nembuce 1 d marco de 1862.O secretario,
Antonio Ferreira d'Aonuociac
dos Anjot.
Conselho admiDistativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, lem de comprar os objectoe
seguiotes :
Para o almoxarifado do arsenal de guerra.
4 livros em branco de 100 folha* de papel meia
hollanda.
4 ditos dilo de 150 dilas do mesmo papel.
4 ditos dito de 200 ditas do mesmo papel.
Para provimento dos armazens do arsenal
de guerra.
30 meios de sola de lustre.
Para o completo do fardamento dos corpoi da
guarnido das provincias do Cear, Pernambu-
co, Parahiba e Rio Grande do Norte.
322 botous grandes de metal amarello com a
letra C.
184 ditos pequeos de dilo dito com a letra C
400 grosas de ditos grandes brancos de osso.
Para a enfermada do presidio de Fernando.
16 libras de ararula.
2 barrica* de assucar de Ia qualidade.
5 arrobas de arroz de Ia qualidade.
1 molho de alhos.
3 arrobas de caf de Ia qualidade.
2 molhos de ceblas.
10 paos de chocolate.*
20 libras de doce de guiaba de Ia qualiiade.
6 latas de mermelada de Ia qualidade.
2 barricas de farinha de trigo da marca SSS.
1|2 barril de manleiga ingleza.
16 libras de sag.
16 garrafas de vinho do Porto.
25 libras de velas de espermacete.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
suas proposlas era carta fechada na secretaria do
conselho, s 10 horas da manha do dia 8 do
correle mez.
Sala das sesses do conselho adminialrativo.
pira fornecimento do arsenal de guerra, Io de
marco de 1862. \
Benlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Arsenal de guerr^
Por ordem do Illm. Sr. coronel, director do
arsanal de guerra, se faz publico que nos termos
do aviso do ministerio da guerra de 7 de marca
de 1860, se tem de mandar manufacturar o se-
guiole :
180 sobrecaiacas de panno azul.
180 caigas de dito panno.
355 frdelas de brim.
485 cales* de dilo.
485 camisas de algo aoziaho.
485 pares de polainas.
Quem quizer errematar o fabrico de dte artigo,
no prazo de 20 dias, comparece na salada direc-
tora do mesmo arsenal, pelas II horas da ma-
nha do dia 5 do crreme mez, com sua proposta
1 Jem que declare o menor preco, e qual seu fiador.
Arsenal de guerra de Pernambuco 1." de mar-
go de 1862.O amanuense.
Joo Ricardo da Silva.
em virlada do art, 556 do reguUmeuio fot da-
prehendida pelo 1.a eoofereote Pedro Alexaodri-
mde Birroi Cavaleaoti, na enafeaencia 4a tbi-
da do despacho n. 523 de 14 do corrente..
AiUa.rtaj|* 17 de fevereiro u isfia.
O 3.a eacripiurario.
Joto Ornarte Monteiro.
... P*xjw,b*dr de, wMivtir-iDa .ordem do Eran,
tenhor disector *e faz publico que em coogregaco
de hoje foram distribuidos os-trsbtlhos das aula*,
durante o aono lectivo, pela forma seguiole:
L*ae*.
1.a cadeira daa Sis 9 na 1. jala.
IaspecQo do arsenal de ma-
rinha
Faz-se publico que a commissao de peritos
deste arsenal, examinando na forma determinada
noregulameoto acompanhaodo o decreto n. 1324
de 5 da fevereiro de 1854. o vapor iraguaribe
da Companhia Pernambucana de navegogo eos
teira, achno-o em estado de poder navegar.
lnspecco do arienal de marinba de Pernam-
buco em) dj marco de 1862.O inspector,
H. A. Barbosa de Almeida.
THETRO
DE
Antonio Ferreira d'Annuociagao.
Conselho de cootoras navaes.
Contratase no dia 5 de margo prxima, sob
as coedigesdo estylo, e por Ve* mezas lindos
em junho do corrente anno, o fornecimento de
vveres, dietas, e de oulros objectos de consumo,
para oa qavioa da armada e estabelecimentoa de
marinha ; composto foreeeimeoto de arroz do
ajairjo de Bespanne a 8 SbY total 83A&5B aui Miranho, agurdente de 20 graos, assucar bran-
. .' ll ..TT... > -.-*. ~ an ornaar. ...a.. kllU l.flmlln IImId acra
1." cadeir-
B." l
das 9 Ss 10 idem:
2* snno.
das 12 1 hora na 3.a sala.
das lie* 12 dem.
co grosto, assacar branco retinad, azeite doce
de Lisboa, ateila iatetior araruta, alelrii, boja-
caa, bacalhdo, bolacbinba, carn tecci do Rio
Grande,caf Q> g'o, carne salgada, carnauba
em velas, carne verde, ciogica, en mitbo pilado,
cevadinha, cb, farinha 4* anaudMca, feijo, ga-
tln+vat, anaaAeiaja Iraaeeaa. manteig* tegista,
asaUe, pao, aabo, Uuciabo de Lisboa, lapioc*,
vinagre da LiiDos, velas sUarinas e vinho de Lis-
boa ; pelo que eouvtda o conselho eos preten-
deatea a apretentarem enia tiiaK>t*aaa*a*aa)
techad** asna* ia at aa 11 beraa da *"
Be iguet forma caoUtaU mais o consejbo ao
dia 15 daquell* mez de margo, pelo dito tempo, a
lavagem de mapa da* er/reraarfa* de tartab* _e
dea afrieenea, maraj* .do matan aantar
bem como a ara*it*ii|p^* ^X*^*:!___j,,
Fardamento para a eomptnhia da aprent-
Santa Isabel.
Por cauta da cootinuagao do incommodo da
actriz Jetuini, fiea de novo transferid o espect-
culo para aabbado 8 do corrente.
iTissos Lantimos.
Para *

Riode Janeiro,
a barca nacional Amelia pretende aeguir com
muita brevidade, lem parle de eeucarreg*meato
a bordo ; para o reato que lhe (alta, trat*-*e
com os leus consigoatatios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & ., no seu escriptorio, rua da
Cruz n. 1. .
Para o Porto.
Segu em poucos dias barca porlugueza.
Flor da AfAin, por ter parte do aeu eaeregamen-
o prompto ; quem quizer earregar oa ir de pee-
tagem. dirlj%-*e ao coalgeitari* do m*tmo era
en eteriptetie d* ra* do Apolle a. 43, seguode.
andar.
Para o Araeaty
O hiate Nicolao I tem a aeu bordo mais de
melado de sua carga, e recebe um resto que Iba-
falte com reduego de frete : trata-te com Paren-
te Vi>pn 4 C.
ln de Janeiro
O tUte Nqv$% segu ao dl t ffj!*^
Cabe carga miuda a eacrevos ^^'VTT
cm oa consignataHoa Marque,.xTarroe 4 fj. ttr;-
go do Corpo Santo n. 0.
III
***! #11
V


OIAIIO DE KRNAMBCO. a QUARTA f URA DI MMQO Dfc 1S62
COMPAK BUCaNA
DI
4PPR0 WO E AIT0RISAC10
DA
Navegado costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, M- |
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor Jagnaribe, commandante Lobato,
sahir para o portos do oorto de ua eicala at
a ranja no dia 14 de marco as 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 13 ao meiodia. Encom-
mendas, passageirose diuheiro a (rete at o dia
da sabida aa 2 horas: escriptorio no Forte do
Mallos d. 1.
Baha.
O hiate Santa Rita, segu em poucos das, re-
cebe alguma carga a (rel : trata-ae com os con-
signatarios Marques, Barros & C, largo do Cor-
po Samo n. 6.
Para Lisboa e Porto.
Pretende seguir para os dous portos cima
com muita brevidade o veleiro e bem conhecido
brigue nacional aEugenia, capito Manoel Eze-
quiel Miguis, de primeira citase e primeira mar-
cha, pregado e (orrado de cobre, tem parte de
seu carregamento prompto : para o resto que
lhe (alta, trata-ae com os aeua consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no sen
escriptorio, ra da Cruz n. 1.
frea-se a barca br asile ira Malhilde, de
lote de 233 tonelladas, navio de primeira mar-
cha : a tratar na ra do Trapiche n. 14, escrip-
torio de Manoel Alvea Guerra.
Para o Vssul'
com escala pela Parahiba e Rio Grande do Norte
sahe o hiate Jaguaribe>, de primeira marcha, o
qual tem excellentes commodos para carga e pas-
sageiro, e pretende sabir em poucos diaa, visto
j ter parte do carregamento : a tratar na ra do
Crespo n. 14, ou com o mestte a bordo, de(ronte
do caes do Ramos.
5"
Leiloes.
LEILAO
A 6 do corrente.
Southill, Mellors & C. (ario leilao por ioter-
venco do, agente Oliveira, do completo aorti-
mento de (azendis ioglezas, e todas proprias
deste mercado:
Quiata-feira 6
do corrente, as 10 horas da manhaa, em seu
mazem, ra do Trapiche
ar-
LEILAO
DE
AS.
Quinta-feira 6 do corrente,
O agente Pestaa vender por coota e risco de
qaem pertencer, 70 caixas com passas em 1 2 e
1 [4 muito novas, desembarcadas ltimamente :
quieta- feira 6 do corrente pelas 10 horas da ma-
nho no rmazem do Sr. Aones defronte da al-
andega.
LEILAO
Quinta-feira 6 do correte.
O agente Pestaa vender por conta e risco d
quem pertencer 100 caixas com massas de Newi,
chegadas ltimamente, as quaes serio vendidas
ero lotes a vootade dos compradores, quiott-Ieira
6 do corrente pelas 10 horas da manhaa no r-
mazem do Sr. Annes, de(ronte da aKandega.
Avisos diTersos.
LOTIIM4
SABBADO 8 do corrente mez an-
darao impreterivelmente as rodas da
quinta parte da primeira lotera do
Gvmnasio Pernambucano, no consisto-
rio da igreja de Nossa Senhora do Ro-
sario de Santo Antonio. Os bilhetes
meios bilhetes acham-sea venda na the-
souraria das loteras n. 15 ra do Cres-
po, e as casas commissionadas. As
sortes sero pagas depois da distribuirlo
das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Aluga-se a casa terrea com soto da ra da
Maogueira n. 5, com commodos para grande fa-
milia : aa ra do I.ivrimento n. 13, loja.
Pede-ie ao Themistocles Soares de Albu-
querque Leo, morador na provincia das Alagoaa
enesia pra^a hospedado em casa do Dr. Godoy,
aonde lem sido procurado sem anda se haver
podido encontrar, que tenha a bondade des-
parecer na travesea da ra das Cruzes o. 2, pri-
meiro andar, para negocio de seu interesse.
No segundo andar da casa n. 15 da ra
do Crespo, por cima do escriptorio
da thesouraria das loteras.
Madame Middendorp encarrega-se da eonfec-
cao de vestidoa para bailea e casamentas, visitas
u oulros misteres, manteletes, zuavos, sahidas
de baile, burnuas, enfeitea de cabega, emlm de
tudo o que comprehende o vestuario das senhoras
e meninas. Aa pessojs que se digoarem dirigir-
se a ella, acharo figurines das ultimas modas
de Pars, prego razoaveia daa obras, e prompti-
do oa entrega daa encommendas.
Attencao.
Custodio Jos Alves Guimaraes avisa ao ras-
peitavel publico, principalmente o corpo de com-
merclo, que tem justo e contratado a compra de
urna loja de miudezas do Sr. Jos Eleuterio de
Azevedo, na roa do Crespo o. 7, e tendo este ob-
tido aisigoaturas dos seus credores para o con-
senlimento da dita venda, e aquellas paasoas que
nao aaaigoaram e ae julgir com direito a dito es-
tabelecimento, queiram presentar suas contas
at o dia 10 do corrente na dita loja, afim de ae-
reen verificados seas crditos, na certeza de que
pateando eale prazo o comprador ficar sem rea-
nonsabilidade alguma.
_ ~ Alega-ae o primeiro andar do sobrado n.
53 da ra de Apollo : a tratar na ra do Amo-
nio o. 46.
Alugam-se o primeiro e segundo andares
da caaa n. 27 da roa do Amorim: a tratar na
meima raa o. 46
Do sitio dobrigadeiro Joaquina Bernardo de
FjgueireJo na estrada de Joao de Barros, fugiram
deus bois mansos de carro, sendo am raposo e
outrocaatanbo bargado, ambos castrados: quem
os pegar, pois, poder lera-loa o meamo sitio,
ou a rea de Apollo p, 30, primejrp andar, ai
I rHompeosade.. .
mmm tmmmt m mmwm
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
CHAPAS MEMCtlAES
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas Chapas-electro-magneticas-epispasticas obtem-se urna cura radical e iu-
fallivel em todos os casos de inflammacao ( cansado ou falta de respiraco ), sejam internas ou
externas,corno do figado, bofes, estomago, baco, rins, ulero, pello, palpitado de corado, gar-
ganta, olhos, erysipela, rheumalismo, paralysia e todas as affecQoes nervosas, etc., etc. Igual-
menta para as differentes especies de tumores, como lobinhos eserof ulas etc., seja qual fr o seu
tamanlio e profundeza por meio da suppuragao serio radicalmente extirpados.
O uso deltas aconselhado receitadas por habis e distinctos facultativos, sna efficaia in-
contestavel, e as innmeras curas obtidas o fazem merecer e conservar a confianza do publico
que j tem a honra de merecer, depois de 24 annos de existencia e de pralica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de [fazer as necessarias explicares, se as chapas sao para homem, senhora ou crianca, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na cabeca, pescoco, braco coxa, perna, p,.ou tronco
do corpo, deolarando a cicumferencia, e sendo inchaedes, feridas ou ulceras, o molde do seu
famanho em um pedaco'de papel e a declaracao onde existem, afim de que as chapas sejo da
tojmal da partejaffectada e para scrembem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas sero acompanhadas das competentes explicaces e tambem de lodos os acces-
orios, para a c ollocac,ao dallas.
Cnsa: seas pessoae que o digoarem honrar com a sua confiases, em seu esariptorio, que
tacharu aberloe todos os das, sem excepto, das 9 horas da manhaa s i da tarde.
||9 Ra o Parto ||!l
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
EEttP!
Para as encommendas ou in.formaces dirijam-se a pharmacia de JosAlexandre Ribeiro,
ra do Qbeimado n. 15.
Mhwmm
ITERNATO
Estabelecido no lugar da Capunga, um dos arrabaldes|p
mais prximos da cidade do Recife.
8S DIRECTOR0 BACHAREL EM MATHEMATICAS
iiftfffifio piiiiftA iG) um.
Eite estabelecimeuto de educac.30 e instrueco principiou a (unecionar no dia
10 de Janeiro, e continua a rceber alumnos.
Os commodos, o asseio. as boas coodicoes hygienicas dos edificios i destinados
s funecoes do estabelecimeoto, a ordem e tegularidade do servido no intrnalo, a
dedicado e zelo que empregaro o director e os protessores a bem do aproyeila-
mento e progresso dos alumnos, sao circumstanciaa que devem animar e garantir aos
paes de (amiliasque desejam dar a seus filhos urna educajo regular.
Cadeiras de ensino.
Frimeiras lettrasdividida em duas classes.ltendo cada urna o seu professor
portuguez, latim, francez, inglez, arithmetica, gebra e geometra, geographia e
historia, philosophia, rhetorica, desenlio, msica, dansa e gymnaslica,
Nos estautos do internato que esto a dispoiico de quem os quizer 1er, se
aacbam consignadas as condiegoes de entrada.
GR4NDE DEPOSITO
DE
loo$a m fummh
DO
Barbaliio (Cabo.)
41-RU4 DO IMPERADOR 41.
Neste deposito existe grande quantidade de louca e de todas aa qaalidades, o que se pode
deaejarde bem (abricado e de boa qaalidada de barro, coma propriedade de conservar a agua
semprefria, como sejam jarras, resfriadorea, muringues, quartinbaa, garrafas, copos para agua ele
De obras vidradas.
Tem ricos vasos para florea, talhas, alguidares de todos os tamanhos, assadeiras, boides
comtampos esem elles, panellas para baler-sebolos, ca^arolas, en(uzas, frigideiras e muilas ou-
tras pecas que seria enfadonho mencionar. ,
O proprietario desta fabrica a primeira deste genero entre nos espera obter do respeitavel
publico animado a concurrencia e para conseguir esse um vende a sua louja mais barata do que
at aqui ae venda nesta cidade.
Aprompta qualquer factura para exportar, alm dos precos commodos porque vende d 10
por cento de abale para quem comprar de 1005 para cima e deaaa quaftffa para menoa 'ero 5
por cento:
Qualquer encommenda pode aer entregue no deposito da fabrica ra do Imperaster n. 41.
Especial hOiiieoitatliico
Ra das Cruzes n. 30.
Neste consultorio pode Mr procurado o respectivo proprietario i qualquer hora, hsvendo
ah sempre grande sortimento dos verdaderos medicamentos homeopathicos, preparados em Pa-
rs (as tinturas) por Catellan e Weber, os mais acreditados pharmaceuticos do universo como
preparadores de remedios de homeopathia.
O proprietario deste consultorio nio pretende, todava, que sejam os seus medicamentos
io fall veis, porque nada ha infaliivel em fados humanos; nem tao pouco superiores aos que por
ah se preconisam, porque ceno que o que nos fazemos, outro o pode egualmente fazer tao bom
se nao melhor. Mas afianja que nelle nao ha traficancia, e que o servico da preparaeio corre
pelo mesmo proprietario, que nio tendo grandes commercio de carteiras, acha-se sufficiente para
satisfazer s neesssidades daquella preparado.
Baste consultorio schara-se i Tenida elementos da homeopathia, aeommodados intalligentia
de qualquer pessoa ; assim como presu-se gratuitamente o seu proprietario, com seus esforcos e
aaeditamentos, 2 todas as pessoas nacessiudas, sem distinc^ao alguma que o procuren, pois
,u o seu maior prazer sor ul humanidade soflredora.
Para as provincias de Pernambuco, Parahiba, Rio
Grande do Norte, Cear e Alagoas, a saber:
Folhinha de porta, oontendo okalendario, pocas gerae, nacionaes, dias
de galla, tabella de saltas, notiem planetorias, eclipses, partidas
de correio, audiencias, e resumo de chronologia, a ris .
Dita com almanak, conteudo o kalendario, pocas, noticias planetarias,
partidas dos correios, Jlabellas de imposto, etc. etc. e o almanak
cevil, judiciano, administrativo, agrcola, commercial, e indus-
tnal, desta provincia J a ris......... 1^000
160
Consultorio medicocirurgico
3--1VUABA GLORIA CASA DO V\3NDAO-3
Consulta por ambos os systemas,
nenhum S .ui^ 5"6 "B,!dios <*o seu estabelecinienlo nao se confundam com os de
lSfLgfir.l!!J**JJ"P credlt(' *? D ozaram e goz.m ;o proprietario tem tomado
do^in5. .uoi. 7 "* noma em todos os rotulo, deveodo ser considerados como falsiflca-
tSiSSUXffSlfflSSS TeSeDtld! 8em esla m,rca' e 1"nd0 PeS80a lue mandar com-
I7SIffKSSstr^^um"C0DtI 8Migaada pe,Dr-Lobo Mo,aozo em s
medioa^aleade^umm'imnnw65"*6 F"n5a gra-nd *OTSio de tinctu" de conil<> belladona, re-
n'n^n^rt^0" .a'Ulf 1"*.' em tnb081ur em "ctarae cuatarSo a 1 o vidro.
Mn. n.,,iUa?Z^a8D,a.c!dia ""." ""nodidadedos banhos salgadoa sao outraa tanUs vanta-
gens para o prompto restabelecimento dos doentes.
o de UrdVdasTeaiUdilnerTnaJl?-r.f0mK0 "''' procura-lode manhaa al 11 horas
NA NOA CALIFORNIA
|. DE
Na ra da Imperatriz numero 48, junto a padaria rauceza.
q*wyejde,e.Se,!.a,e,cSce"9ue bon'"> Kosto 10, cambraia lisa a peca a 1J800, M500,
SiSS 'JS1 8 de .can,1u ^ocas com barra de cor a 28800 e 3J, ditos brancos bordados
hr^m t$2h du"aerJ2ifx"i ?re enh," *5O0. dit" flds a 3500 e 4*. ditas cruas para
homam a S unas a 2*500' chlela de tarlataoa a640 rs.,ditoa de algodo alcoxoados a 18. olll-
nhaa muito finas bordadas a 640 e 800 rs.. manguitos moderaos manga bailo a 800 e 1, mangui-
tos gollinhaa ecamisu da crep preto bordado a croch a 29, ditos de vidrilhos a 24500, ricos en-
te es para senhora a 5J e^SSOO,, cintos dourados de bonitos gostos a 2$, 2S500 e 3, chapeos en-
eitados para baptisado a 3 e 4,lditos de sol para senhora a 4 e 5, titoTdVsol para homem a
e, lencos de casaa graodei dual* a 2*400, ditos de cambraia bordados a 200, 240 e 300 ra., gros-
denaples preto fino a 1*800 e 2* oj covado. ricos manteletes pretos de groadenaple a 20j, 22 e 25,
raSm'I610 .flD S e,38502 0Yad0' fll6 ,i8 braoco mult0 flno a 640 a dito bordado
a iJMOOe. outraa muitaa (azendaa bor precos commodos, assim como um grande aortimento de
rOupas (eitas por precos^oe admira : na loja de Paredes Porto.
AGITADOR DYUHICO
DO DOUTOR
uwm i. l tfm^.
Para a preparaco dos medica-
. mentos homeopathico
Os medicamentos preparados por edta machina
sao os nicos, com que se podem Cb itar no cu-
rativo daa molestias perigosar. E c >mo seja o
CHOLERA MORBL'S urna d'aqaellis que nao
admiltem deloogas e experiencias, sumpre pre-
ferir cases medicamentos a outros qnaesquer, se
qnizerem tirar da homeopathia os vantajosos re-
sultados que ella asaegura.
Acham-ae a venda carteiras e metas carteiras
especiaea contra o cholera, acompachadat das
competentes ituiruccoei, pelos predos conheci-
dos, na pharmacia especial homeopathica, rea
de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.
N; B. Os homeos de bom sensol reconhecem
cerlamente que aendo o Dr. Sabiao a (onte pura,
d'ondeemanou a homeopathia em| Pernambuco
e em todo o norte, elle o nico immediata-
mente intereisado no seu crdito e no seu pro-
gresso, e por conseguinte tao aomente nelle
que se pode encontrar garantas, qjuer em reta-
ceo i applicacao da aciencia no curativo daa mo-
leatias, quer em relaQo preparaco dos me-
dicamentos.
Na pharmacia do Ur. Sabino Irapalham cons-
tantemente debaixo de suas vista immediatas,
nos lempos ordinarios, dous empregadoa [um
brasileiro e outro francez quem paga ordena-
dos vantajosos), os quaes sao ajudadoa por mais
tres ou cinco pessoas, qaando o sarvico o exige,
na deslillaco do eapirito de vioho e d agua, no
manejo das machinas, na desecsco dos glbu-
los, na distribuido das dilufeoea etc., etc.
E* evidente que para oT)r. Sabino exercer a
homeopathia, como geralmente a exercem, e
preparar medicamentos como por abi preparan),
nem eram precisas tantas despetas com o pes-
soal, com machinas e com a obtensio das subs-
tancias as mais puras posaiveis, e nem tanta vi-
gilancia e trabalho na preparaeio dos medica-
mentoa ; mis elle nao se contenta com o bem,
queja tem (eilo, dffndo homeopathia a popu-
laridade de que goza: elle quer eleva-la a
maior grao de perfeicao dando ao seus remedios
a maior io(allibilidade possivel em seus effeitos.
O Dr. Sabino nio aspira somonte os gozos ma-
teriaes da vida ; elle se desvanece em ler nos li-
vros estrangeiros que a sua propaganda em Per-
nambuco\foi tao brilhante fue nao tem na Eu-
ropa ntnhuma analoga (JORNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA DE PARS, tomo 4., pa-
gina 691 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HOMEO-
PATHIA, por Granier, pagina 102); mas a sua
ambicio muito mais elevada: ella se dirige a
legar as geracoes (uturaa um nome estimavel
pela gravidade e importancia dos seus servidos,
pela sinceridade de suas conviertes, e pela fir-
meza do sen carcter.E' por isso, e para isso
que elle trabelha ; e trabalha muito...
m^mmmm
Tratament homeopathico j
preservativo e leurativoj
do cholera-morpus.
PELO DOUTOR\
SABINO 0. L. PIMO.
Vende-se cada exemplar a 500 rs.
Diatribuicio gratuita aos assignaotes
das obras homeopathicas do Dr. Sabino, ff
e aos (reguezes da pharmacia especial
homeopsthica. Raa de Santo Amaro
(Mando Novo) n. 6.
*". wW^gajc^ajc^aj^^pf.
Attencao
O abaixo aasignado antigo profegtor particular
da lingaa ingleza julga conveniente (azer-se
lembrar "aos sena numerosos amigo e conbaci-
dos, e para que em consequencia de terem por
aqui apparecido alguna novoa coocurrantea nesse
ensino, nojulguem que elle deixa decootinaar
a exercer a saa profissao. Elle anda continua
a leccionar particularmente dita liogua pelo ya-
tema de Oleudorff, o qual iocontestavelmeote
o melhor que tem al hoja eahido do prlo; tan-
to assim, que o nico actualmente adoptado
dos principie collegios da Europa para o entino
de diversas lingaaa estrangeiras, pois est Mohe-
cido que os quatro differentea exarcicioa que o
discipalo obrigado a fazer ao mesmo tempo,
isto ler, tradaxir, ascrever e (aliar, concorrlm
muito sem duvida, para (acuitar o sea apere-
coamento; O meamo proessor tema a liberdade
de (azer tambem lembrar, que fox elle o primei-
ro que leccionou neata provincia pelo referido
mathodo a liogua ingleza, assim orno aluda mo-
ra na mesara ra da Gloria n. 83
Geo Q. Maiiher,
CALCADO
Preservativo universal.
43Ra 'Direita45
Oihem!...
Urna das inlelligenciaa melhor esclarecidas ni
sciencia de Hipcrates, depois de longos annos
de exercicio de curar e matar coovenceu-se au-
ca], que o nico preservativo infaliivel de qual-
quer epidemia, por maia mortfera que (osst, era
conservar a cabera fresca, ventredesembaracado.
e PS QUENTES. Ora, viajando por ahi urna
epidemia,que mata gente como qualquer outra,
occaaio de portos em pratica estes principios,
usando pouco do chapeo e aempre som-
bra ; tomando de 15 em 15 dias um laxante de
sal de gUnber, o mais acrrimo inimigo'da epi-
demia, segundo a opiniio e a pratica de um dos
ornamentos da nossa magistratura ; e lanzando
ao ciaco todo o calcido velho, dirigrndo-se todos
ao armazem da ra Direita o. 45, onde o respec-
tivo proprietario a todos receber eom cortezia,
aturar as massadaa, e aquecer os ps com ex-
cellente calcado, segundo o gosto, e estado 11-
nanceiro de cada um, e vejam :
Homens.
BORZEGUINS dos melhores (abricantes,
(rancezes, inglezes e brasileiros a 133.
12, 11, 10f, 9500, 8 e.............". 5s500
SA.PF0ES a 7>500' 65500- W*. 5,
4#500at................................ 2J000
Meninos.
SAPATES a 5S500, 5, 4, 3500a......1S600
Senhoras
BOTINAS de (abricantes (rancezes, ingle-
zes, allemies e americanos (ederaes
6#,5500, 5, 4S500, 3S500 a........... 2500
Meninas.
BOTINAS a 4500 e...................... 40OO
Um completo soitimeoto de sapatos para se-
nhora de couro de lustre virado a 500 rs., de ta-
pete a 800 rs., de lastre (na. 32 e 33) a 800 rs.,
de tranca (rancezes a 1300, portuguezea 2, sapa-
tos de borraxa para homem senhora e meninos,
multo couro de lustre, de porco.cordavio.marro-
quim, bezerro francez, sola de lustre, coariohos,
vaquetas, sola etc., que tudo vende-ae como em
oenhuma parte.
Roga-se ao Sr. Elias Pereira Goncalves da
Lunba, viato nio saber-se onde mora, o obsequio
de apparecer no convento do Carmo, primeiro an-
dar, quarto n. 1, para tratar de um negocio de
aeu particular ioterease.
mm9H6m mvBwammm m*
I Consultas medicas.
Serio dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, ra
da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
da manhia menoa aos domingos sobre:
1.* Molestias de olhos.
2.* Molestias de coracio e de peito.
, 3.' Molestias dos orgaos da geracio e
II do anus.
O exare dos doentes ser feito na or-
dem de suas entradas, comec.ando-se po-
rm por aquellea que soffrerem do
olhos.
Instrumentos chimicos,acsticos e p-
ticos serio empregadoa em suas consul-
ta joes e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao menos
probabilidade sobre a sede, atureza e a
1 causa da molestia, e dahi deduzir o plano|j
de tratamento que deve destrui-la ouj]
curar.
Varios medicamentos aer ioambem
empregadoa gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeiraqualidade,
Sromptidio em seus effeitos, e a necessi-
ade do seu emprego urgente que se usar
Selles.
Praticar ahi mesmo, ou em casa dos
doentes toda e qualquer operacao que
julgar conveniente para o reatabeleci-
mento doa mesmos, para cujo fim se acha
firovido de urna completa collecQo de
ostrumentos indispeosarel ao medico
operador.
*f*f** *yphiHlietu,teda$ at uptciti dt Mrtt,
Jtbru intermitientes a $%* eonstqutncias
UC-U K8HCUL HOMOFATH1CA .'
Verdadeiroa medicamento homeopatfcieoa ora-
parados som todas as cautela a necessarias Pln-
faUvei. em seus effeitos,tanto em tintura,orno
am giobalos. pelos precos maia commodoa pos-
N. B. Os medicamentoa do Dr. Sabino sao
anicaman te vendido ero sua pharmacia; todoa
que o orem tradellasioalsaa. '
Todasascarteiras io acompanhadas de um
Impresso com um emblema em relevo, tendo ao
reopr as seguintea palavraa : Dr. Sabino O L.
Pinito, medico brasileiro. Este emblema* pat
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de, As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, emboratenham na lampa o no-
me do Dr. Sabino aio (alsoa
Ensino de partidas
dobradas.
E ARITflMETICA
DIRIGIDO POR
Manoel Fonseca de Medeiros
Duaa vezes por semana tercas e sextas
Das 7 as 9 horas da no i te
iua Vova n. 15, eoiindo andar. ______
:
O bacharel Witruvio po-
de ser procurado na ra
Nova n. 23,sobrado da ea
quina que volta para a
camboad Carmo.
Confraria de San-
ta Rita de Cassi
A mesa regedora desta confraria convida a to-
dos o seus irmios, para que no dia 5 de marco
comparegam na igreja paramentados de seus h-
bitos, pelas 2 horas da larde, afim de encoco-
rados acompaoharmos a procisso de cioza, para
a qual houve convite, assim como do dia aur-
la-(eira 6 do mesmo mez tem principio p*er-
moes quareamaes, sendo prpgador o Rvnf padre
meslre Fr. Joaquim do Espirito Santo. ?
Lourenca Maria Joaquina de Santa Anna,
propnetana da caaa n.9 da ra da Esperase* da
regnezia da Boa-Vista, pelo presente fazpubl'co,
afim de que chegue ao conhecimento das autori-
dades, que ella reapoaabilisa ao Sr. fiscal da
erara freguezia por qualquer acorjtecimento
aioiitro em sua propriedade, no caso que seja
verdade o que dizem Manoel e Maris de tal, que
aquelleSr. fiscal conceder licenga para que elles
cobrissem da telha e cercassem de palha um mu-
cambo que os mesmos levantaran) bontem 2 do
correnle marco junto cerca da casa da annun-
ciante, a despeito de ter eita reqaerido em tem-
po illustriasima cmara municipal contra tal
acto, sendo que tjito requerimenlo oi mandado
informar ao predito Sr. fiscal desde Janeiro, at
o presente nao cumprio elle o despacho que ob-
tive, ora dizeodo que j remetteu, e ora com ou-
traa disculpas frivolas, illudindo assim tanto o
direito da annunciante, como as providenciaa que
devia, e deve dar a illustriasima cmara, o que
tem de provar competentemente, caso neguem o
que se ha dado a respeilo.
Aluga-se urna escrava que sabe aoffrivel-
mente cosinhar, lavar, engommar e (azer todo-
mais aervico de urna casa : ni ra da Senzala
Nova n. 37.
Juan Anevalo Vellacis subdito peruano re-
tira-separa o la).
Precisa-sede urna ama para todo servico
interno de urna casa de pouca (amilia : na ra
do Cotovello n. 18.
Aviso.
Luiz da Silva Ferreira morador na ra do Im-
perador o. 28, lazsciente a urna peasoa que lhe
devedor de urna lettra j vencida proveniente
do um relogio que lhe comprou que tenha a
bondade de vir ou mandar pagar no espaco de 3
das e o nio (azendo augeitar-se-ha a execucio
da le.
Precisa-se fallar ao Sr. Joaquim
Ferreira Mendes Guimaraes, que mo-
rou na ra da Conceicao da Boa-Vista :
nesta tjpographia.
Aluga seo primeiro andar do so-
brado da ra do Queimado D. 41, lu-
gar muito propio para os Srs advo-
gados e tem sala para o largo do Colle-
gio e frente para referida ra : quem o
pretender dirija se a mesma casa.
CONSULTORIO ESPECIAL HWEOPATHIC0
no nniiTna
DO DOUTOK
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
V Nvo) n. 6.
Consultas todos os dias atis deada aa
ate nt"*~ "*- -------
10 hora
molestias:
""""h aa mM*r, nouiiiai alas erian-
(, molttK** 4a ftJk, mck$tiat dos olhos, mo-
. meio dia, acerca das seguintas
moltitii 4a m*lktrt$, moUstias da
'f\?z.
O director, o vice-director e os alumnos
internos do collegio de Noaaa Seohora do
Bom Conselho, profundamente sentidos pela
prematura morte, oa provincia da Bahia, do
seu professor, amigo e mestre, o acadmi-
co do 3o aono Salustiano da Silva Cajueiro
de Campos ; convidara aos seus amigo e
aos 'do fallecido a ouvirem algumaa miaaas
do 7o dia que por alma do meamo mandam
celebrar no dia 7 do corrente, na matriz da
Boa-Vista, s 7 horas da manhaa.
Precia-se de urna ama que cozinhe per-
(eitamente para casa de homem solteiro : na ra
de S. Francisco n. 15.
Precisa-ae de um feitor para um sitio per-
to da praca: na ra da Cruz n. 4.
Mx,
Precisa se de urna ima que saiba cuzinbar e
engommar com perfeicao : na ra da Gadeia do
Recife n. 40.
Unio Beneficente
Martima.
De ordem do Sr. presieente cientfico aoa se-
nhores socios em dia, que tendo sido annunciado
duaa vezes para o dia 81 e 28 de evereiro pr-
ximo piasado haver sessio da assembla geral a
ntgocio de grande monta, e nio aendo poaaivel
haver por (alta de socios, pala lerceira vez sci-
eotifico que naver seisao da assembla geral no
dia 7 do corrente, pelas 6 l\ horas da tarde. ,
Secretaria da sociedade Unio Beneficente Ma-
rtima 1.* de marco de 1862.
Ballhasar Jos dos Reis.
1. secretario
7* Jos Flix da Cmara Pimentel Janior traos-
eno a sua residencia para a_rua do Alecrim, Bo-
beado n. 9.
Manoel Joaquim Moreira retira-ae para Por-
tugal, deixando por adminlstradorea de seu esta-
beleeimento da ra da Imperatrz o. 42, Antonio
de Azevedo Ramos e Jos Lopes Alheiro, e por
aeua baatantea procuradores, em 1.a lugar lia-
noel Joa Guedes Magalhies, em i.' Antonia de
Azevedo Ramos, e em 3. Jos Lopes Alheiro.
No dia 2 do corrente deeencaminhou-se do-
poder do abaixo aasignado urna letra da quanlia
de 220, sacada pelos Sr. Monteara, Lopes & C ,
e aceita pelo Sr. Diogo Joa da Costa, coja letra
oi sacada em 30 de marco do anno prximo pas-
ssdo, e veacida hootem 38 de evereiro: quem
achou e a queira reatiluir, a poder entregar ao
abaixo aasignado na ra do Queimado n. 9, viste
que nenhum valor Dea tendo por j se ter afran-
jado com o aceitante.
Francisco Pereira Silva,


s
DIARIO 01 t>E*UMJCJ. QUAtTA HnA 5 DE MARCO DE 1861

\
Cobranza.
O solicitador Luiz Francisco Brrelo de Almei-
da encarrega-se de toda e qualquer cauta, e bem
auim cobraocas, tanto nesta provincia, como em
ostra qualquer, aQtocando todo cuidado e acti-
Tidade em qualqaer negocio de qae ae encirre-
|ue, podeado ler procurado no cartorio de leu
pai o tabellio Almeida, na ra do Imperador n.
75, das 9 s 4 horas da tarde, e em outra qaal-
qaer hora em caa de aua residencia, na mesma
na n. 46, segando andar.
- ________________
W Aluga-se um quarto andar com excel-
: lentes commodos : na ra da Cruz o. 53.
rrecisa-se de urna ama para cotmhar e com-
Srar: na ra do Imperador, n. 37, segundo an-
ar, entrada i direita.
Sociedade bancaria.
Amoriro, Fragoso,Santos 4 G. acam e tomam
laques sobre a praca de Lisboa.
Ligues de inglez.
DSo-se de noite no hotel francs ; a tratar na
ra da Croa n. 1.
Para urna casa de pouca familia precisa-ge
de urna ama que seja fiel e que aaiba lavar, en-
gonmar e coser, d-se preferencia a urna es-
crava : a tratar na ra da Crui n. 22.
A luga-se o terceiro andar do so-
brado do largo do Corpo Santo esquina
da ra do Trapicho n. 48.
Est para alagtr-ae o segundo andar do
obrado n. 193 e casa terrea n. 191 da ra Impe
nal: a tratar na ra da Aurora n. 36.
Nesta typog rapia precisa-se fal-
lar ao Sr. Felippe de Santiago.
Precisa-se de urna ama para com
prar e cocinhar para urna pessoa: na
ra estreita do Rosario n. 21, primetro
andar.
Saques pelo vapor francez.
Carv-alho, Nogueira 4 C, sacam sobre
Lisboa, Porto, e Ilha de S. Miguel: na
ra do Vigario n. 9, primeiro andar,
ar*- Ka ra do Livramento n. 13 loia, se dir
quera d 1:0009000 a juros sobre hypotheca em
una casa terrea:
up Len Chapelin, artista recentemente #
chegado a esta capital, ten do viudo su os- #
<& titutr em seu estabelecimento o Sr. Stall,
W offerece seus prestimos no exercicio de sua
prolsso ae respeftavel publico desta pro-
vincia, trabelhsnde em todoi os systemss #
al hoje cnhecidos. mxime pero sysle- %
ma cenotyao conbecido boje como o mais
brilhaote m resultados e rvalisando com %
Sa mais porfetta pintura e bem assim em n
cartes <-e vialln. j
Est -em seu estabelecimerfto durante
todo edia, e oa-seas trabathos
prego Tazoavel.
Reside narua da Impertirte n. 14.
serao por
Atten^ao.
No sitbado 32 do correte, pelas 7 e meia ho-
ras de-noite, perdeu-ie do Recit para S.Jos do
Haogutnho, urna carta fechada lacre, dirigida
a Batios & Lernos, contendo a mesma documeo-
tos que so aei mesmos podem ioteressar : roga-
se, pois, a quem quer que por acaso a tenha
echado de fazer entrega aos annunciantes, na ra
do rrapicfeeo.15, que gratificaro generosamen-
te, ja qual for o estado em que a recebam.
Attenco
Constando a abaixo assigoada que alguem fora
oasa de detengo entender-se com seu marido
Caetano-Meodei Delgado, que all se acha deten-
to, para effaito deite aceitar-lhe urna letra de
certa quaatia, com o Qm de apoderar-se de duas
casas de taipa que possue o seu casal na ra im-
perial destaoidade, e isto-sem que elle deva cou-
sa alguma, pelo presente faz publico essa perfi-
dia, am de que esse alguem, on outro qualquer
se cohiba de um tal prooedimeoto, porque alem
de criminoso 4 offensivo dos direitoa da mesma
abaixo assigoada, que em lempo proteata contra
essa immoralidade. A meo da Sr. Joaquina
Meria do Espirito Santo,
Francisco de Assis Cruz.
Carrooeiro.
Preeiss-se de um carroceiro que d garantia a
sua conducta; para tratar na casi de banhos oe
pateo do Careno.
Arrenda-se o engenho Trombeta, alto no
termo d*gua -Preta desta provincia, o qual Oca
prximo a urna das eatac,oei da estrada de ferro,
cuio arrendsmento faz-se comprehendendo 20
snimaes da fsbrica do meamo engenho : quem o
pretender, dirija-se ao respectivo propietario no
isa referido engenho.
Os abaixo assignadog declarara ao corpo do
commercio e a quem maia interessar, que a so-
ciedade que tinham nesta cidade sob a razo de
Silva & Santos, diasolveu-se boje 1.* do corrente,
ficaodo em liquidaco para os negocios activse
passivos pedentes da referida firma, sendo o ni-
co liquidante o ex-socio Joaquim Francisco da
Silva Janior, para o que tem os poderes necei-
ssrioi. Recite 1. de margo de 1862.
Joaqalm Francisco da Silva Jnior.
Joaquim Jos da Silva Santos.
Antonio Joaquim Seve, socio e gerente da
casa commercial de Seve, Filhos & C, retira-ie
para a Europa, e durante aua ausencia deixa a
gerencia da mesma so Sr. Jos Joaquim Seve.
O abaixo aaaignado declara ao respeitavel
publico e com aspecialidade ao corpo do commer-
cio, que Manoel Martina das Neves Jnior dei-
xou de ser seu caixeiro desde o dia 1. do cor-
rete, e nada paga por elle, visto que elle nao
tinha ordem de comprar nsda fiado, e nlo ma
consta que deve ; para prevenir o mal, assim
como a elle mesmo pertence as dividas constan-
tes de urna relelo e conta corrente que lbe
apreseotei com os poderes para elle cobrar, mas
nao lbe pertence as dividas que nao consta da
relaco, cujas flearam para eu recebar por me
perteocer, e ficou pago de todos os seas orde-
nados, e me devedor de duai letrai que acei-
tou. Recite 1.'de marco de 1962.
Joo Baptiats da Rocha-
Na travessa da ra das Cruzes n.
2, paimeiro andar, tinge-se para todas
as cores com presteza e commodo preco.
Saques sobre Portugal.
Uanoel Ignacio de Oliveira & Filho saccam so-
bre Lisboa e Porto : no largo do Corpo Santo,
escriptorio n. 19.
O Sr. Julio que teve botequim,
queira vir a esta typographia, a nego-
cio.
rrecisa-se de am feitor que entenda de jar-
dim : na ra do Hospicio n. 6.
D-se 7005000 a premio sobre hypotheca ;
na loja de cera da praca da Boa-vista se dir
quem d.
141 varo & Magalhes.S
Estabelecidoi com loja de fazendas na '
qp ra da Cadeia n. 53, e achaodo-se de Q
*gk posse de um novo estabelecimento na A
? ma do Crespo n. 20 B, participara a to- "5
fr? dos os seus amigos e ao publico em ge- 9
| ral que dispde de um grande e variado
sortimento defazeoda que tem resolv'- *& i
do vender dinheiro por precos bara- Jj
9 Ussimos. Roga-se aquelles que tive- 9
4 tem de comprar qualquer artigo de fa- Mt 1
r zendi de se digirem as nossas lejas 1
cima indicadas qae serao ptimamente 9
9 surtidas.
iiiiiimii
Aluga-se
o segundo andar e sotao do sobrado n.
61 da ra Nova, o qual tem ptimos
commodos: quem o pretender dirija-se
ao primeiro andar do mesmo obrado
que achara' pessoa autorisada para
aluga-Jo.
do Brasil e Portugal,
30 Ra Montholon Paris.
A prcprielaria deste estabelecimento recom-
da encarecidamente aos Illms. Srs. viajantas
porluguezes e braaileiros, que tenhara de vir no
corrente Paria, dehooraremseu bello estabelecimento pa-
ra o que nao se tem poupado em atormozea-lo
com ricos movis em todaa as salas e quartos,
como tamben: toda a casa se acha forrada de ta-
pete, cortinados noves em todas as janellas e ca-
mas ; finalmente em tudo foi obrigada a fazer
urna reforma geral, afim dos Srs. hospedes ierem
todas ai commodidadea como se faz preciso, e
nio coaio ae achavam mal servidos 00 lempo de
sua antecessora madame Schorou.
O estabelecimento tem o numero de criados
e criadas aeceasariospara de prompto os hospe-
des sereru servidos no que possam precisar;
igualmente tam bons CQsraheiros sendos comida
a portugueza efranceza a vonlade dos meamos
senhores ; haveado tambera no mesmo estabele-
cimento quem falle o portuguez, como tambem
interpretes para mostrar os monumentos desta
espitare fora della aos Srs. visjaotes. O esta-
belecimento tem para mais de cincuenta quartos
como tambem differeotes salas para familias ea-
tarem voolada e com independencia ; sendo
tadopor precos razoaveis como observarlo os
xnesmoi Srs. viajantes.
A proprietaria,
Madame Julia.
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 16 an-
uos que tenha alguma pratica de taberna: ca
ra das Cruzes n. 41 A, porta larga.
Urna casa estrangeira de pouca familia pre-
cisa de um eosioheiro ou coainhelra forra ou es-
cravo, comanlo que seja perito no seu officio: a
tratar ni ra do Trapiche n. 36.
Roquet e Fouseca.
Vende-se um jogo de diccionarios francez e
portuguez, portuguez e francez, em dous grossos
Tolumes sem o menor uso : a tratar na ra do
Cabug n. 2.
SOCIEDADE
Pelo prsenle sao convidados todos os irroos
para a reunio geral que ter lugar no dia 9 do
corrente as 11 horas em ponto, am de tratarse
de negocio urgente, certos de que todos aquelles
que se acharem comprehendidos no 5. do ar-
tigo 19, serao eliminad01.
Secretaria da sociedade. Amor ao Prximo em
3 dt marco de 1S62.
Theodoro Orestes do Patrocinio.
Primeiro secretario.
Mobilias dealuguel.
Alugm-ie mobilias completas, ou qualquer
traste separado, a vontade, e por preco muito
commodo : na roa Non, armazem de mobilias
do Pinto.
Precisa-so fallar ao Sr. Jos de Souza Leo
a negocio que nao ignora, na ra Nora n, SO, lo-
ja de Carneiro Vianna.
Ha para alugar um armazem com armacao
prompta para taberna, sito em urna das melbores
localidades jlo bairro do Recite, aasim como um
andar e solio muito freaco e barato 00 mesmo
bairro : a tratar na ra da Cadeia n. 33 com Joo
Ribeiro Lopes.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama que tenha muito bom
e abundante leite para criar ama menina que
tem um mez do nascida : na ra larga do Rosa-
rio o. 38, loja de miudezas, que se dir quem
precisa.
O solicitador Joaquim Pinto de Barros mu-
dou sua residencia da ra da Concordia para a
da Palma, casa terrea n. 59.
*- Na ra Nova n. 55 deaeja-se fallar ao Sr.
alferes Joo Baplista de Menezes do 9.* batalho
de iofantaria.
Na padaria da ra do Colovello n. 31 se di-
r quem precisa de um forneiro, sendo bom.
Quem pretender alugar urna escrava para
o servigo dentro de essa, pode-ae dirigir a casa
do sobrado n. 2 na ra dos Martyrioi qae achara
com quem tratar.
O abaixe assignado membro da firma Ro-
drigues & Ribeiro, faz publico para conhecimento
de todos os Srs. devedores a mesma firma qae o
ocio Luiz Antonio de Souza Ribeiro, por senten-
(a proferida sobre aeco arbitral perante o juizo
do commercio desta cidade foi destituido da fa-
ctlidade de recebor ai dividas e dar quitacao,
pelo que desde j o abaixo assignado protesta
contra qualquer que indevidamenle fizer algum
pagamento ao mesmo socio. Recite Io de mar-
co de 1862.
Hanoel Joaquim Rodrigues de Souza.
No dia 6 as 10 horas se ha de arrematar a
loja de miudezas da ra Direita n. 13.
Aluga-se o terceiro andar da casa da ra do
Pilar n. 43, o qual tem vista para o mar e muito
fresco : a tratar na taberna por baixo.
Na congregaco da Faculdade de direito
desta cidade, celebrada no 1.* do corrente mez
de mar^o, foi approvada, na forma dos actuaes
estatutos, a terceira edicao das instituicoes de
Direito Civil Brasileiro, mais correcta e mais aug-
mentada que as precedentes; e acha-se a venda,
por maior commodidade para com os alumnos da
mesma Faculdade, na casa da residencia do seu
autor, na ra da Saudade n. 9, desde o meio dia
at as 3 horas da larde.
Ra do Imperador n. 53.
Aluga-se o terceiro andar da casa n. 55 da ra
do Imperador : a tratar no escriptorio n. 75, na
mesma ra.
Visto nao ter-se effectuado o leilao da ta-
berna da praca da Boa-Viste n. 14 por impedi-
mento do agente, podem os pretendentesdirigir-
se mesma para tratar, pois a.ue, alem das van-
tageni que offerece por sua localidade e bona
commodos, scha-seao alcance de qualquer prin-
cipiante por ter poucos fundos.
Aluga-se urna casa na ra das Flores :
quem a quizer falle com Joo Duarte Carneiro
Honteire na alfandega desta cidade.
Resumo
de geographia lo commercio,
pelo Dr. Manoel de Figuei-
ra Faria. \
Acba-se no prelo esta obra, que isver servir
de compendio para o presente anno lectivo do
Curso Commercial Pernambucano, na primeira
nff 0I 8nnore eitudantei deste corso sao
convidado! a ioscreverem-se na praca da Inde-
pendencia, livraria ns. 6e 8, onde recabero por
frmis, sendo psgo o importe da assigostura do
acto do receb.mento da primeira forma. O preco
da obra ser 5f.
Arreodi-se o sitio do fallecido Manoel Fran-
cisco Lins daSilw, em Santo Amaro, muito per-
to do Recite, tem soffrivel casa a margem do rio
para os banhos salgados, ptimo viveiro, e ami-
tos ps de ceqoeiros : quem pretender dirija-se
ao mesmo alio, ou ao largo do Carmo.
Mudanca.
Izidoro & Silva participara ao publico em ge-
ral e com especialidade ao corpo de commercio,
que mudar aeu eatabelecimento de fazenda da
raa Direita 3. 68 paza a mesma. ra n. 57.
Maoocl Antonio da Cunhs, subdito portu-
guez, vai a Portugal tratar de alia aaude, e du-
rante aua aiiencia deixa por auui procuradores,
em primein lugar o Sr. Domingos Jos da Cuoha
Lage, em legundo o Sr. Mandil Fernandea da
Costa, em terceiro o Sr. Luiz Aotouio da Cunha
Lago. j
Roga-se ao Sr. Hanoel Antonio de Macedo
Cabral ou da Oliveira Csbral,] de apparecer na
ra larga do Rosario n. 44, terceiro andar, para
negocio di importancia e ulilidade, pois ignora-
se sua residencia.
ADda fgida a escrava Mlaria, de na?ao Ba-
ca, representa ter 36 annos, cor fula, rosto re-
dondo, altura regular, em um doa bracos, perto
a am dos pulsos, tem a marca de queimadura fei-
ta pelo furo de angommar, lavando comsigo um
taboleiro, o qual tem 4 qs curtinos, consta an-
dar na eidade de Olinda venendo frucias, e ou-
tras veiee nos lugares de lavagem de roupa :
quem a pegar leve-a raa dio Peixoto, defroote
doquartel das Cinco Ponas, casa n. 128.
Ne Diario de 25 do passado, am aonuncio
chamou a Jos de Mendoqca Tlyalla Brrelo :
quem cem ella tiver negocio, pode procura-lo na
estrada los Afilictos, direita, segunda casa ter-
rea depvis do primeiro porto de ferro.
MMk
1
s
i
s
i
i
I
I
Attenco.
Roga-se aos devedo-
res do fallido Jos Anto-
nio da Silva Araujo que
venham pagar seus d-
bitos no prazo de 30
das amigavelmente fin-
dos os quaes o arrema-
tante ser obrigado a
entregar ao seu procu-
rador para cobrar judi-
cialmente o que pode-
cao fazer dirigindo-se a
loja que foi do dito Arau-
jo na ra do Queimado
n.27.
!
Primeiro andar para alugar.
Aluga-ae o primeiro andar do sobrado da pra-
ca da Boa-Vista : a tratar na rui da Imperatriz
n. 46.
Conscando-me haver uma'penhora no sitio,
casas e olarias de Francisco Jos de Saol'Anna,
e sendo este sitio foteiro ao engenho Giqui, e
devendo o mesmo Sanl'Auoa 4 annos de foros,
e achsndo-ie por eaie facto em comisso, faco
acieole que nao desistirei deste direito que me
d lei e teja ou nao chimado a comisso tem
sido por coosiderac.des a sua familia.
Afogados 1 de mateo de 1862.
Hanoel Joaquim do Reg Albuquerque.
=s Jos Martins da Silva subdito portugoez
rao.a Europa, levando em sua companhia urna
filha de menor idade.
Feitor
Na estrada de Joo Fernandes Vieira, caa n.
1, precisa-se de um feitor de idade.
km mammmm mmmmm
JO dentista NumaPompilio.B
Precisa-so de urna ama para caa de oemem
solteiro, que se julgue habilitada para tratar com
esmero e cuidsdo de um doente : a tratar na raa
Direita o. 55, loja de fazendas.
Raphael Pallares, subdito francez, segu
paro Inglaterra.
Ordem terceira de
S. Francisco.
De novo rogamos a nossos charos ir
maos em geral, de compenetrados da
grande necessidade de suas concurren-
cias, avista da quasi certeza que temos
da falta de cotnparecimento dos nossoc
haos terceiros do Ca mu, a compare-
cerem em nossa ordem como j se Ihes
rogou, porque a nio concorrerem co-
mo devem e lhes rogou o abaixo assig-
nado.,-em nome-da mesa regedora, nao
poderemos efectuar a sahida da mes-
ma procissao com aquellebrilhantismo,
com que desejra o abaixo assignado,
fosse acora panliatlo um acto de tanta
magnitude. Assim pois, espera o abai-
xo assignado" de nossos charos ir maos o
favor de suas assistencias e o santo e
glorioso patriarcba nosso protector lhes
levara' em conta sua devocao e concur-
so. Consistorio da veneravel -ordem
terceira de S. Francisco 5 de marco de
1862.O secretario, Luiz Manoel Ro-
drigues Valenca.
Aluga-se urna ama para criar um
menino que ja tenha um a dous meses
pouco mais ou menos, prefere.se preta :
na ra da Cadeia do Ilecife n. 37.
JGabinete medico cirurgico. J
SRua das Flores n. 37.
Serio dadisconicltaa medicas-cirurgi- 0
ca pelo Dr. Esterio Cavalcanti de Alba- 9
quirque da 6 as 10 horas da manhla, ac- #
cudindo aoi chamados com a maior bre- %
m vidade possivel.
A Ira Partos. Z
Z 5.* Molestias de pella. #
8.* dem do olhoa. S
:4.# dem dos orgaos genitaas. m
Frailear toda a qualquer opera gao em- m
9 mu gabinete oa em caa doa doantei con- Z
a forme lhes for mais conveniente.
Raa estreita do Rosario n. 22
primeiro andar.
{Bota dentei irtificiaea por molai e li-
gadura! e pela preiso do sr. Systema
americano sem arranear aa raizea, e faz
todas as operaces de sua arte, com
promptidao e limpeza.
mmmmm m mmmmm%
Precusa-se de um ofbcial de bar-
beiro: na ra das Cruzes n. 35.
Aluga-se o primeiro andar da ca*
la n. 40 na ra da Cruz do Recife.
Dentista de Paris.
15Ra Nova15.
Frederico Giuiier, cirurgio dentista
fas todas u ope/agoes desua arte a e co-
loca denus artificiaos, tudo com -sdelu
rioridade e perfeicao que as pssoas-.ec
tendidas lhe reconhecem.
Tira agua e pos dentifieios, ele,
1
1
J< FERREIRA VILLELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cabug n. 18, .* andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por ambrotypo, por melainotypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaos para
palcelras, alfinetes ou caasoletas. Na mesma
caa eziite um completo e abundante lortimento
do artetactoa frsncezes e americanos para a col-
locaco dos retratos. Ha tambem para iste mes-
mo am cassoletai e delicados alinetea de ouro
de lei; retratos em photograpbia das principaea
persoaagens da Europa ; stereoscopos e viataa
stereoscopicas, assim como vidros para ambrolyp
o ch i micas pnotographicas.
Publicacdes do Instituto Ho*
meopathico do Brasil.
THESOIRO HONEOPATHICO
OU
YADE-MEGTM DO HOMFOPATIIA.
(Segunda edictjo consi-
deravelmente augmen-
tada.)
Diecioiario popular de medicina ho-
meopathico
PELO ER.
SABINO 0- L. PINHO.
Continuam as auignaturas para eslaa obras
25|000 em brochura at fevereiro.
Ra de Santo Amaro (Hundo Novo) o. 6.
Precisa-se fallar ao Sr. Hanoel Ignacio de
Albuquerque MaranbaO, ou a pessoa qae suaa
vezea fizer nesta praca, a negocio de aeu inters-
eo, na ra Nova n. 30, loja de Cirneiro Vianna.
' Precisa-ae de um menino da 12 a 14 annoi,
o.ue ja tenha alguma pratica do taberna : na raa
Direita n. 93.
Precisa-se de urna ama que sirva para en-
ommar e cozinbir ; diriii-se a, ru da Concor-
Compras.
Ompra-se urna escrava moja que cosinhe,
engorme, e urna negrioha i na radas Cruzes
n. 22.
Carrosa.
Compra-s urna carroca para um cavallo : na
ra dt Cadeia n. 57.
Vendas.
Vende-so um cavallo novo, proprlo para
sella, de qae tea uto: no largo da Paz dos Afo
gados d. 19.
Para a quaresma.
Na loja do pa^o.
Vendem-ie riquiasimos manteletes de velludo
preto ricsmenle enfeitados com franjas bastantes
largas, assim como os modernsimos enfeites
pretos chegados pelo ultimo vapor francs, na
ra da Imperitric n. 60, loja de Gama & Silva.
Rap priaceza Rocha.
Vende-ae rap princeza Rocha muito fresco,
chegado do Rio de Janeiro, rap de Joo Paulo
Cordeiro : na ra larga do Rosario n. 38, loja de
miudezas.
Attenco.
Yende-se urna escrava parda, boa quitandeira
e lavadeira ; na ra Imperial n. 3, das 10 horas
at a 1 bora da tarde.
Venda de estabeleci-
mento .
M. A. Caj vende teu eitabeledimento da ra
Nova n. 18, a prazoi favoravsii, para pagamento
de seus credores, sendo dita venda de accordo
com os mesmos : a tratar na mesma loja n. 18.
Aos senhores estudantes da Faculdade
de Direito.
Vendem-se livros iodispensaveis para os di-
versos annos!: na raa do Cabug n. 12.
Liquidaco.
Braga, Silva C, em liquidaco, convidam
aos seus devedores a virem saldar seus dbitos
dentro de 30 dias, e participara que medidas ter-
minantes serao empregada contra os que nao
compa/ecerem.
Urna barcaca.

Yende-se ame barcaca do porte de 35 caixai,
sncalhada no eataleiro do meslre carpinteiro Ja-
cintho Eleibao, ao p da fortaleza dai Cinco Pon-
taa, aonde pode ser vista e ezsminada pelos pre-
tendentes ; vende-se a prazo oa a dinheiro ; a
tratar com Hanoel Alves Guerra, na ra do Tra-
piche n. 14.
Carteiras com agulhas.
A loja d'aguia branca acaba de despachar car-
teiras com agulhas de mu "boa qualidade, e ex-
cellente sortimento, e si est vendendo a 500 rs.
cada urna ; assim como receben igualmente no-
vo sortimento das agulhailmperiaea, fundo dou-
rado, que continuam a ser vendidas a 160 ris o
pafet, isso na ra do Queimado loja d'aguis
bfanca n. 16.
Relogios
Yende-se em casa de Johnston Pater & C.,
rus do Yigsrio n. 3, um bello sortimento de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afmalos fabricantes de Liverpool; tambem
urna va'rielade de bonitos trancellins para os
I mesmos.
Novo paquete das novidades
lS-Raa Direita-23
Nest-e novo estabelecimento achara o publico um grande sortimento tendente a molhados
tudo por proco mais barato do que em outra qualquer parte :
Hanteiga iogieza especialmente escolhids a 800 e 960 rs. a libra.
Dita franceza a melhor do mercado a 720 rs. a libra.
Queiios flameogos chegados no ultimo vapor a 2$800e 3$.
Cha byson jt preto a 2$ e 2J880 a libra.
Vinbo engarrafado dos melhore autore a 10 e 15200 a garrafa.
Vinho de pipa proprios para paito a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial doa melbores autores a 900 rs. a libra.
Ameizai poraguezai a 480 rs. a libra.
Passas muito novas a 500 rs. a libra.
Latas com bolachiohssd differentes qualidades a 1J400.
Conaervas inglesas ss melbores do mercado a 800 ra. o frasco.
Mass.., t.ihrim, macarrao e aletria a 440 rs. a libra.
terveja das melbores maro a 560 agarrafa.
Genebra de hollanda superior a 500 n. a botija.
Velas de carnauba a 440 rs\ a libra.
Ditas de espermacete a 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 820rs. s garrafa.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra!
Alpista a 160 rs. a libra. \
Toucioho de Liaboa a 360 rs. a libra.
Alm dos geoeros annlinciados achara o publico um grande sortimento de um tudo tenden-
te a moibados mais barato do que em outra qualquer parte.
&SYSTE MA MEDICO IIODELLO VV A Y
PILULAS HOLLWOTA.
Este inesiimavel especifico, composto integra-
mente de hervas medicinaos, nao contm mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Bei
nigno maislenra infancia, e i compleigao mas-
delicada, igualmente promp o e seguro par;
desanejgar o mal na compleic, io mais robustae
enteiramenle innocente em suas operac/ese ef-
feitos; pois busca e reraove as doencos de qual-
quer especie e grao por majs intigas e leazos
qus sejara.
Entre milbares de pessoas" curadas com este
remedio, awiitas que j estavam s portas da
rnorte, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a saude e forcas, depi is de haver tenta-
do inultimente todos os outros remedios.
As mais affliotas nao devem entregsr-sea des-
efipera;o; fardara um competente ensaio das
efficazes effeitos desta assom irosa medicina, o
prestes recuperaras o benefici da saude.
Nao se perca tempo em ti mar este remedio
para qualquer das seguintes enormidades :
Febreto da especie.
GottaL
Hembrrhoidas.
Hydropesia. .
Ictericia.
Indigestos.
Infla m rnacSes.
Irregularidades de
menstrua(8o.
Lombrigas de toda es-
peci6
Mal de ped/a.
Manchas na culis,
Abstruc^ao do venlre.
Phlysica ou consump-
9o pulmonar.
Retengo de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secundarios.
Tu inores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de).
Asthma.
Clicas.
Gonvulsos.
Debidade ouextenua-
eo.
Debidade ou falta de
foreas para qualquer
cousa.
Desinieria.
Dor de garganta,
de barriga;
nos rins.
Dureza no venlre.
Enfermidade no venlre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Encfaaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
Vendem-se estas pilulasj no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista o outras pessoas
enearregadas do sua venda em toda a America
do Snl, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas \ 800 rs., cada
urna deltas contera urna instrWo ejn portu-
guez para explicar o modo da se usar desias pi-
lula. \
O deposito gtaal em cesa do Sr. Soum
pharrasceuiico, na ma da Cruz n. 22 em Per-
nambuco. 1
Veadem-ie 18 cadeiraa de amarello muito
bem faitai e novas. S consolos, 1 mesa redonda,
1 marquesa de palhlnba, 1 cama francesa de Ja-
caranda e 9 mesas de jantar: na rula doa Goara-
rapes n. 54.
Para masqu.
Vendem-ae riquiasimos enfeites de fitas e flo-
res para eofeitar as cabegas das madamas que se
qulzerem divertir nos bailes ou pasaeios pelo
carnaval a 1(280 e 1$600 : na ra da lmperatriz,
loja do pavo n. 60, de Gama & Silva.
Carnauba.
Vende-se cera de canauba de superior quali-
dade, em saceos : na ra da Imperatriz n. 60,
loja do pava o, de Gama A Silva.
Gorgaro a 280 rsf
Vende-se gorguro de lioho, fazenda inicua-
mente nova para veatidos de ssnhoras e roupas
para meninos a 280 rs. o covado, e do-se as
amostras : na ra da Imperatriz n. 60, loja do
pavo, de Gama dt Silva.
Bareges a 6#.
Vendem-ae cortes de bareges com 22 covados
a 6#, ditos com salas j feitss a 6*. la e seda
para vestidos, fazenda de muito bom gosto a 560
o covado ; na ra da Imperatriz n. 60, loja do
pavo, de Gama & Silva.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
Mantas de retroz.
Vendem-ie mantas de retroz para gravatis a
500 rii na ra do Queimado n. M na loia da
Boa F.
Palmatorias de vidro e de la-
to para vellas.
Vendem-se bonitas palmatorias de vidro lapi-
dado para vellas a 19200, e ditaa de lalo mui
novu e limpai a 400 rs- : ni ra do Queimado
loja da Aguia branca n. 16.
Peitos de fusto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-se bonitos peitos de fusto lavrado e
trancado para camisss a 500 rs. cada um, fazen-
da mui boa e encorpada : oa ra do Queimado,
loja d'aguia-branca n. 16.
Novo sortimento de tiras dg
dadas em ambos os lados.
A loja d'aguia-branca receben um novo e Hb-
do sortimento de tiras bordadas em ambos os la-
dos, e contina a vender baratamente a l&aOO
cada tira, e outraa de bordados muito largos a
29000, o melhor que possivel em tal genero,
e todas ellas, pela largura que teem, podem ser
divididas ao meio, pelo que se tornam baratissi-
maV oa rua do Queimado, loja d'aguia branca
o. 16.
Gollinhas e manguitos de pu-
nhos bordados.
Na loja da aguia-branca vendem-ae gollionhas
e manguitos de punhos bordados em una cam-
braia transparente por 29500 tudo, o que na ver-
dade baralissimo : na roa do Queimado, loja
d aguia-branca n. 16.
exposi dieiros de gaz.
Na rua Nova ns. 20 e 24.
O proprietario deste novo estabelecimento to-
ma a honra de participar ao publico que tem de
novamente chegado a este fstabelecimenlo um
riquissimo sortimento de candieiros de (odas as
qualidades que se podem desejar, assim como
grande deposito de gaz hidrogenio de 1.a, 2.* e
3.a qualidade, pelos precos mais razoaveis que
se podem encontrar oeste mercado, assim come
tambem se vendem meias latas e latas de um ga-
lo, e em garrafas a retalho, assim como tam-
bem variavel sortimento de canquilharia de bom
gosto, que muito agradar ao publico que visitar
este estabelecimento.
exposico de cuti-
laria.
Na rua Nova n. 20, loja de Carneiro
Vianna.
O proprietario desle estabelecimento avisa ao
publico em geral, que tem recebido um riquissi-
mo sortimento de ferragens e cutilaria, das se-
guintes qualidades : facas de marGm da 1.a qua-
lidade para mesa e aobremesa, ditas de todas as
maii qualidadei, ps de ferro patente calcadas
de ago, enxadas de ajo, camas de ferr, bombas
de japy, metaea finiasimoi para servido de mes.
e outras muitas cutilarias que por goito se po-
dem comprar : na rua Nova n. 20.
Vende-se um carro de 4 rodas novo, rece-
bido ltimamente de Franca, todo forrado de se-
da, com os competentes arreios pratiados, obra
de muito bom gosto, sendo este caleche o mats
bonito que hoje existe nesta cidade ; a tratar na
rua do Trapiche n. 14, primeiro andar.
REMEDIO INGOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWT
Milhares de individuos de todas as nacs
podem testemunhar as virtudes deste remedio
incomparaveleprovaremeaso necessario, qne,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo*
merabrosi uteiramentesaos depoisde haver em-
pregadointilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-baconvencer desiascuras ma-
ravilhosas pelaleitura dos peridicos, quelh'as
rolatam todos os dias ha muitos annos; e a
maior parte dellas sao to sor prndenles qus
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraram com este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depos dedur
permanecido longo tempo nos hospities.o le
deviam soffrer a ampulaso 1 Dellas ha au-
cas quehavendod eixado esses, asylos depadi
tmenlos, parase nao submeterem aessaope-
rajao diolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusao de seu reco-
nhecimento declamara estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afimde mais autenticaren! sua afirma-
tiva.
Ninguem desespersria do estado de saude se
tivessebastante confianza para encinar este re-
medio constantemenleseguindo algum tempo o
tralamento que necessiissa a natureza do mal,
cujo resultado seria provarincontestavelmente,
Que tudo cura.
O ungento he til, mais par tica
rmente nos seguintes casos.
Inflammacao dajbexig
|Lja das 6 por-
tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata.
s
Alporcas
Caimbras
Callos.
Anceres.
Cortaduras
Dores de eabe;a.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cul
em geral.
Ditas de anus.
Erupges escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
- des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
In chaces.
nflammaco do figado
Vende-se| este ungento n
geral de Londres n. 244, tS
da matriz
Lepra.
Males das pernas,
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulares.
Veias torcidas ou no-
das as pernas.
tabelecimento
d, e na loja
Paletota de panno fino sobrecasacoi,
di tos da caiemira de cor de t<>*to, ditos
de brim de cores e branco ditos de
ganga,caigas do caseraira preta e da w
cores, de brim branco e de corea, de gao- A
ga, camisas com peito de linbo muito g
finas, ditas de algodo, chpeos de sol
de alpaca a 4f cada am. A
s
Taixas
para engenho.
Grande redueco nos precos
para acabar.
Braga, Son & C tem pira vender na rua da
Moeda taixas de ferro coado do mui acreditado
fabricante Edwin Maw, a 100 rs. por libra, aa
meamas que se rendam a 120 rs. : quem preci-
sar dlrija-se a rua do Trapiche o, 44, armasem
de fazerjdss.
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas enearregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinha contera
urna instrucc,ao em portuguez para explicar o
modo de fazer uso deste ungento. .
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmeceuiico, na rua de Cruz n. 32, tra
rernambuco.
Bombas de Japy.
Vendem-se ai bem acreditra'ai bombas de Japy
de todos os timaohoa e por barato preco: na rua
da Cadeia do Recife, loja de ferragena n. 56 A, de
Vidal & Baatos.
Talhares para enancas.
A loja da aguia branca acaba de receber a sua
encommenda dos preciosos talhares para enancas
e os eit vendendo a 320, 400 e 500 rs. confor-
me leperioridade dalles : aa rua do Queimado
loja da aguia brinca n. 16.
uvas pretas de torcal
para meninas a 500 rs. o
par.
Vendem-leluva pretas de torgal am bom es-
tado para meninas da diversos laooaobos a 500
rs. o par: na rus do Queimado loja da agaia
branca o. II.

II
T-#%f% #r-i 1-


w
DIARIO M MBWAM16C0 QUAITA IR M M Aft$0 MI IH
wmm&gm-
ARMAZENI
ROUPA FSITA
Joaqnim F. dos Santos.
40Ra do Qoeimado40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neite estabelecimento ha aempre um aortlmento completo da roupa fita de
todas as qualidades e tambem se manda eicuUr por medida vontade dos freaue
es para o que tem um dos malborea profaasoras.
Catacaa ue panno preto a 40S.
K|6
0
30*000
Sobrecasacosde dito dito a S5| e 305000
Paletots de panno preto e de co-
res a 35. 30, 25. 10, 18 e 20*000
Ditoa de casemira de coras a 22.
15,12.7a 9000
Ditos de alpaca preta golla de
velludo francezas a 10000
Ditoa de merino setim pratos a
de cores a 9f a 8}0O0
Ditos de alpaca de cores a 5 a 8*500
Ditoa de alpaca preta a 9, 7. 5 a 85500
Ditos da brim de corea a 51,
4500,4e r 3#50O
Ditoa de bramante delinho b an-
co a 69, 55 e 4*000
Ditos de merino de cordao prato
a 15 e 85OOO
Calcas de casemira preta a de co-
res a IX. 10, 95, 7 a 6*000
Ditas de princeza e merino da
cordo preto a 5, 6500 e 48500
Ditas de brim branco ede coras a
5. 4500 e 25500
Calcis de ganga da cores a 3*000
Collete de reliado pieto e de co-
res liaose bordados a 12,9 e 85OOO
Ditos da caaemira preta a da co-
res lisos e bordados a 6.
5*500,5
35500
'Ditos da setim preto 5000
Ditos de seda a setim branco a 6 a 5000
Ditos da gorguro de aedt pratos
a da coreas 7, 6, 4 a 5*000
Ditoa de brim e fualao branco a
3f500.2500e 3*000
Saroulaa da brim de lioho a 2 a 2200
Ditas da algodao a 1*600 a 1*280
Camisas da peito dafuat&o branca
ede corea a 2400 a 2*50!
Ditas de peito delinho a 5, 4 a 8*000
Ditas da madapolo braocaa a da
corea a 3. 2500, 2 a 15000
Chapeos pretos de maaaa francesa
forma da ultima moda a 10,
85500 a 7*000
Ditos da feltro a 6. 5, 4 e 2*000
Ditos de sol de seda inglesa* *
francezeaa 145, 11J a 7000
Colariohos de linho amito fines
hotos feilios da ultima moda a 800
Ditoa da algodo 9500
Relogios de onro patente a hori-
zontal a 1005, 90. 80J o 70|600
Ditos da prata galTaniaados p-
tente e horizontaes a 40 a 801000
Obraa de oaro, aderecoa a meioa
adereces, pulceiras, rosataa a
anais a 9
Toalhas de linho duzis 105, 6 a 95000
Ditas grandes para mesa urna 3 e 400q?
ARMAZEM PROGRESSO
3CJB3
Francisco Fernandes Duarte
a Mrgo da Penlia 8
Aanca-se a boa qualidade de todo qualquer genero
comprado oeste armazem, assim como vende-se por menos 5 a 10 por cento do quelem outra
lam\eig\ lllgleza a m?1j supetior d0 mercad0 800 rsa libra, em barril se far
flD&lluiODlO*
^l aMelga franela, mais nova, 600 rs> tm bmilt e 640 ra (1Ibra
^^Uaa do ?eUo enegados nMle .llfJM Tapor por 3000> m I
4*/wT de saPerior quaHdade e muito fcescaes a 800 inlero, em libra
^ ^^ h?h4S ^ftiuuio pa*a tUmbie muit0 n0V0l, 500 a ]ibra
VaV-tt.Il.iUO & WinO de ,ap,ror quaidade 4l0 rl. lateiro, e 480 rs. a libra.
'nelhor petiaco qua podo haver por estar promplo a toda a hora a 1 a libra.
t oaeinho do reino 13t0 r> llbr, e arroba t9000
Choaricas e palos ch d0i B6tU uUimo navi0f a 720 rs a libra
^ *aVia afor^m IC? ^}}%^ "' <"' \
se for em barril a 440 rs.*}libra.
*l io afamado Abren e da outros muitos fabricantes de Liaboa
a 9O0 rs. a libra, em litas de 2 libras por 1600 afianca-se a boa qualidade.
?*t*c\ d* *9atem ut da nma libra por 900 r9
\meadoas e eonCeUos em Ial di 2
muito proprio para mimo, a 2000. *
ErvlYYias f rai&eezaa
libras contendo diferentes qaalidades,
a 500 rs.
e portuguezas em latas de 1 libra, por 640 rs. ditas em meias
a 400 rs. a libra e em caixa a 8.
libra.
marcas a o a duzia, a
Metria, maearrao etaiUtr*
\HOT,2*l muito Q0Taj a loora. a libra, e4*000rs. a
em cartdes muito enfeitados proprios para mimo a 600 rs.
* ttoebra iigVea a moi9 8upetor qM ha a lsooo rs a garrafs em cajta m fw
Geiiebia de HoUanda. 6#000 r, fralqueira e 560 rg t frMco
Viiuios engatratados 1-(ttimM d0 Douro a 1>M0 rs a garrafa Porlo fin
tuna. Duque do Porto, a 1200 em caita se far abatimento.
lfeMIX. da, maij a(reJUadaj marcM a lj a garrafa fl em wUa ( ^ i d>ia
jHlipagfte de differenie, marcas a 16 a duzia e a 15500 g garrafa, affianca-so a boa
(juallaSuf.
Verdadera swveja ctbTiiiVia. de 0-tras mail
a 500 rs. a garrafa.
w uUo em pipa Port0i Lisboa e Figliera a 3i500i 4J e 4S500 a canada
.Hpermaset Mpeti0f, uo ri em caila> e lm n a Iibra>
Beatas novas emgigosdeumaarriba a ^
C I*** os mais superiores, hespanhol a 15200, francez a 15. portsguez a 800 rs. a libra
*igoaitemniiNmuLl0..f0i. ,.de8 tnmPor2,500....m*.
iuiiia^|eng0mmarr maito ,ifa, jQ0 ri> a libra>
A. rneudow* d cagca mole a 400 rg a 1bra_
\'#,eit doce re0oado a 800,.., garrara, em ealxa a Hm
Palitos de dentes liHdM com p.rfaisao a M0 rj o ma<^
Costeletas ingleua propriM para flainbte tmtat 1bra>
Bolaxinlia ingleza, ,,, 00Ta d0
A.aaevxas francezas
tuguezas a 480 rs. a libra.
I.IJOIO part limpar facas i 200 rs. cada um. em porgo se far abatimento.
^**J*S em frascos da 1 e 1|2 libra muito navas a 800 ra.
Indeaendeote dos gneros anounciados encontrara o respaltarel publico grande sormen-
o de gaaeros, tuda da superior qnahdade.
mercado a 4 a barrica a em libra a 320 rs.
em frascos muito rieos com 41[2 libras por 8,500, ditas por-
Potassa da Russia.
Vende-ie emcata deN. O Beber
C, succeworef, ra da Cruin. 4-
t I
' Sal de Lisboa.
Vende se a bardo da barca portuguesa ttsse-
taoca, sal de Lisboa limeo e redando ; a tratar
na ra do Trapichen. 17.
Capachos.
Veodem-se capachos redondos a comprides a
it direraos Utuaoho, e as melbarea fue lea
in1o a este mercado, pala baratiuimo preco de
00. 700 a 800 ra. cada em, a taavem ha capa-
chos muito grandea e proprios para sof e mar-
qaezaa para f40O c*da am : na rsta iaQaeima-
do, oa bem coohecida loja da mlodataa da boa
lama n. 85.
Vemle-fe um eiceHeote eabrtol! ; a tralar
na ra do Ara gao o. 37,
Froco fino, e sodaCrouxa para
bordar
tende-ae na rae do Quelmado lejao'agaia braooa
n. 16, onde sa achara complexa sotlimento.
Lindeza.
Vende-ae fazenda denominada Ihdtaa, ptima
para vestidos a 160 ra. o ovado : na loja de Du-
arte, roa da Imperatris a. 20.
Sementes de hortalices,
Vende-ae na na da Cruz do Reif, deposito
da pao a bolacha n. 32, aementea de hortalices de
todas as qualidades, chegadaa no ultimo paquete
da luropa.
Ricas
molduras para quadro
Vendem-se ricas moldaras para qudro. tapto
douradas como prelaa fioglddo jacaraid: oa ra
da Cadeia do Recite o. 7, loja de niudezas da
Guedea 4 Goncalres.
Superiores meias de la.
Vendem-ae superiores meiaa de lia, tanto cur-
taa como compridas : sa ra da Cacis do Re-
cite, loja n. 7, de Guedes & Goncalrei.
Ricos enfettes.
Yendam-ae ricos a aaperiorea enuiUa os mais
modarool que ha, pretos e de cores, (alo bara-
tissimo prego de 6 e 6&500 : na loja da boa f,
aa raa do Quelmado a. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-ae cambraias francezaa da Uodaa ce-
rea, pelo baraliasimo prego de 280 o corado ; ni
ra do Quaimado a. 22, na bem cocheada loja
da boa .
Cambra!* Usa.
Veode-sa cambraia lisa transparente muito (L-
na, pelo barato preco do 4 e 55 a peca com 8 1|2
veraa, dita tapada muito auperioc, peta do 10
raras a 6f : na ra do Qaeiaaado o. 22, na loja
da boa f.
Brama*te e atoaluada de
VmYo.
Vende-se superior bramante de paro Ihho com
daas varaa da largura a 2400a vara, assim como
atoalhado adamascado tambem de par linho,
com 8 palmos de largura a 23500 a vara: na bem
coohecida loja da boa f, na ra do Queimtdo nu-
mero 22.
Cartea de calca.
Vendem-se cortes de caiga de meta casemira
da corea sacaras a 2f aada corte ; na loja da boa
f, na ra do Quelmado n. 22.
Ra da Seozalla Nova n. 42.
Vends-se em casa de S. P. Jonhston & C.,
selns e silhoes inglezos, eandieiros e casticaes
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vela, chicles
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous cavallos, e relogios de onro palete
ingles.
Navalhas (Taco
com cabo de marfim.
Vende-se na loja d'aguia branca mui finas na-
ralhas d'ago refinado com cabos de marfim, e
para aasegurar-ae a bondade deltas basta dizer-
se que sao dos afamados e acreditados fabrican-
tes Rodgers & C., custa cada estojo de daas na-
ralhas 8O00: na ra do Queimaio, loja d'aguia
branca, a. 16.
Libras sterlinas-.
Vendem-se no escriptorio de Haooel Ignacio
de Olireira & Filho, praga do Gorpo Santo n. 19.
llneos liratteos muito
ftiios.
Vendem-se lengos brancos maito flnna. tn
diminuto prego de 2*4oo a auza, graude pe-
chincha : na loja da boa f, fia raa do Quaimado
numero 22.
Gollinhas
detraspasso bordadas em
cambraia fina.
Vendem-se a 2 cada urna : na ra do Quai-
mado, loja d'aguia branca n. 16 A obra boa e
o tempo proprio ; a ellas, freguezas, antes que
se acabem.
Bolcinhas de borracha
para fumo.
Milito lindas bolcinhas de borracha para guar-
dar tumo pelo baratlssimo prego de 1500, lg,
800 rs. cada urna : na loja de victoria na rus do
Quejmado a. 75, jante a loja de cera.
sem segundo
Na ra do Qoeimado n. 9 loja de mladezas
inVLLAT60 Maia e Sil"' el 'ada
heddoa? Pr Pre?" j* '*<"> -
Oroias depennas de ago de todas as quali-
dades a T*
Norelosde linha que pelo tamanho a todos
admirara a
Caitas de agulhai francezas a
Canas com alflqale rcuito finos a
Laixas com apparelho para eotreler me-
ninos a
Ditas ditos graDdes a
Baralhos portugueses a 120 e
Groza de boles pequenoa para calca a
Tesouraa para unbaa muito Anas a
Ditas para costura muito superiores a
Baralhos franceses para voltarete muito fi-
nos a
Agulheiros com agulhas francesas a i
Caivetes de aparar peonas de 1 folha a
Pegas de tranga de lia com 10 Taras a
Ditas de tranga de las de todas as coras a
Pares de sapatos de tranca de lia a
Cartas de alfinetes francezes a 1
Pares de lusa fio da Escocia ulto finas a
Ditas ditas brancas grossas a
Escotas para limpar dentes muito finan a
Massoscom superiores grampos a
Cartes com colxetes de algum defeito a
Ditos de ditos superiores a 40 e
Dedaes de fundo de ago muito superiores 1
Bufiadores para vestidos de senhora cor
?aras a
Caixas com colxetes fraotezes a
Cartas de alfioetes de ferro a
Charuteiras muito finas a
Tinteiras de vidro com tinta a
Ditos de barro com tinta superior a
Area preta e azul muito fina a libra a
Tenho nova remeesa de labyrintho K,
p?Lodo pre5' ** como tenho trkngas de
seda difiranles cores para Tender por todo di-
nneiro que oiferecerem.
Attenco.
para aquaresnla.
Na praga da Independencia ns. Uelii, tem
paraTender-se, muito baratas, gollas de blonda
preto, eofeitada de fita de eludo e bico a 4
rs., camisinhaa e manguitos a 3J0O0 rs., mante-
letes pretos de blonda a 12000 rs., chapeos de
palha para senhora a 35-5000 rs.
Vendem-se caixesj va-
zios a 1$: nesta typograhia.
500
120
120
60
140
500
200
190
400
400
320
80
80
200
800
1|280
100
320
100
200
40
20
60
100
80
40
80
1&000
160
120
120
ra Ten-
alan-
arras,
Galanteras de gosto
E' o que pode harer de osis gosto em g
tenas da idro e porcelana como aejam Ti
frssoarnhos e garrafinhas, manteigueiras e assu-
careiros, jarnohoa para boqueta de craro a ou-
trssmuitaa cousas : na loja da fictoria na roa
do Qimado n. 75, junto a loia de cera.
Mwdezas baratas
Na loja da victoria na ra da
Queimado juuto a loja de
cera.
Clcheles francezes em cartao a 40 ra.
Alfinetes francezes cabega chata a 120 rs. a carta.
Papel com cento a Untes al fio a tea a 40 rs. o
papel.
Linhaa victoria emcarritel com 200 jardas a 60
rs. o carritel.
Hatea de 200 jardas de Alexander a 900 rs. a da-
Dcme|10,fd" b"nc" e i9 core, a W
DicVrUo.6dr0 V b"nC, de C0r6' 40 M"
Gmpoa a 40 ra. o mago.
Enfladorea brancos a 60 e 80 ra.
Cartelrinhaa com agulhae francezaa a 320 ra.
Traogaa brancaa de linho a 100 rs. a pega.
Agulhas de enfiar Testldo a 40 rs. cada urna.
Eoutras muitas miu-ezaa que ae affianga Ten-
der barato para quem comprar victoria sempra
contar: na loja da victoria na raa do Queimado
a. 75, junto a loja de cera.
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta loja por estar constantemente a receber
perfumaras Boas desusa propriaa encommendas,
bem ae pode dizer que eati cooatiluida um depo-
sito de ditas, tendo-as sempre dos melhores e
mais acreditados fabricantes, como Lubio, Piver,
Coudray e Societ Hygieniqae, etc., etc. ; por
sso, quem quizer proTer-se do bom, dirigir-ee
a ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16. que
achara aempre um lindo e completo sortimento,
teudo de mais a mais a elegancia dos frascos, e a
barateza por que se vendem convida a anima ao
oomprador.
Carros e carrosas.
Em casa do N. O. Bieber
4 C. successores ra da Cruz
numero 4.
Vendem-ae carros americanos mu elegantes
leves para daas e 4 pessoase recebem-se en-
commendas para cujo fim ellos possuem map-
pas com varios desenhoa, tambem vendem car-
rogaanara conduccao daaaaacaretc.
Escencin de ail.
Para engommado.
Vendem-se frasquinho com escancia daaatt
ou *d.aiSBl? P?r* "WmmaSoT i
d} gommii leadode mais a maiaa preeloAlaa>e da
pao manchar a roupa como maitaa TasaiT"aooa
tece com o p de antl. Caata cada irasqulooo
500 rs. : na ra do Queimado loja da agua breo-
Vende-se
na roa do Nondego casa a. 2, aa segeintes ae-
mentea de hortajice muito aovas : couve flor, di-
ta trunxuds, repolho, nsbo de cabega grande
nabigas, mostards, chicoria, aselcas, seooulas'
brancas a amarellas, sarga, cuentro, aebolinho
roxo e branco, tomates grandes, feijao, carrapato.
erTilhas tortss e alface arrendada.
Riscado monstro.
Vende-se riscado monstro, fazenda muito eco-
nomica para o uso domestico por ter grande lar-
gara e o seu prego ser de 200 rs. o covado': na
ra da Imperalriz, loja n. 20, do Duarte.
Panno de algodo da
Baha.
Vende-se no escriptorio de Antonio tula de
Oliveira Azevedo & C, raa da Crus a. 1.
\GENCI\
DA
Funilico Low-Moor,
Ba da So riza lia Nova n. 4.
Nesta esiibelesimento continua a harer um
completo soilimenlo de moendas a meias moea-
das para engenho, machinas de vapor e Uizas
de ferro balido e coado de todos os lmannos
para dito,
Soahall Mellors & C, tando recebido or-
dem para Tender o seu crescido deposito de relo-
gios Tisto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portento, spessoas que quizeram
possuir um bom relogio de oaro oa prata do ce-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-ae da op-
portunldade sem perda de tempo, para vir eom-
pra-loa por commodo preso no seu escriptorio
roa do Trapiche a. 28.
Vende-se um terreno na ra do Hospicio,
quasi defronte do quartel, praprio para edificar-
se urna casa, tendo 40 palmos de frente e 146 de
fundo, com alicerce : a tralar oa ra do Trapi-
che n. 14, primelro andar.
ARMAZENI PROGRESSIVO
E
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36.
offerPMma nHncnc s 6nte T^m da Jaropa de sua propria encommenda os melhores gneros, de ludo tendente a molhados, e por issa
nn-Jm imnr-- .' prf58' '* en9nhn 'dores, urna vantagem em seus gneros, de 5 a 10 por cento de menos dos procos, que
"ran-lw q qU8reS'alwl8Cmenl0' altndeud<> ca,Br as boa* qu.lidades de uoscoa gneros, que para isso nos obrigamos
Manteiga Ingleza especialmente escollhida a 850 e liWOO, a libra e em barril a 800.
dem franceza primeira da safra nova 700 rs. e em barril a 600 rs.
UueiJOS flamengOS vindos no ultimo vapor a 3000, e em porgo ter abatimento.
rfc08 lundrQ0S ""* o mercado a 19000 a libra, e sendo inteiro a 950 rs. a libra.
L na hySSOn muito superior a 2f 800 e 39000
Cha preto o que ha de melhor
Cascarrilha.
Chegou para a lojaT da victoria grande sorti-
mento de casearrilrla de todas as cores e largu-
ras e se venda mais barato do que em parte al-
guraa, por isso Tenham a loja da victoria ns ra
do Queimado n. 73, junto a loja de cera.
Enfeites para senhora.
Linios eofeites para cabeca de gosto o mais
moderno que tem apparecido a 5g, 58500 e 69 :
oa loja da victoria na ra do Queimado u. 75,
unto a loja de cera.
Phosphoros de seguranca.
Caixinhas com mil e tantos phosphoros de se-
guranza a 160 rs. a caixioha que so pela segu-
ranza delles por livrar de incendio sao de graca:
na loja da victoria aa raa do Queimado n. 75,
junto a loja de cera.
Meias baratas.
Meias pintadas para homem a 120 e 160 rs. e
par, ditas brancas para menina a 180 rs. o par,
ditas de la para o (rio a 500 rs. o par: na Toja
da victoria na ra do Queimado n. 75, junto a
loja de cera.
Fivelas para cinto.
Ricas fivelas de madreperola para cintoa pelo
barato preco de 11600: na loja da victoria na
ra do Queimado a. 75, junto a loja da ceta.
Par a o carnaval.
Vendem-se fazendaa propriss pan vestuarios,
a ser :|esconrrlha da cor de rosa, amsrelta, azui
e branca a 200 ra. o eovsdo, Telbutinaa de cores
e ramageos a 640 o covado, velludo encarnado a
800 rs. o covado, tafel de todas as cores s 640 o
covado. grosdenaples de cores a I98OO o covado,
e mais fazendas propriaa para esta fia : na raa
da imperalriz, loja e armazem da arara a. 56, de
Hagal lies & alendes.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vooke-se em porfi e a retalho de urna sacca
para cima, e por commodo preco: na raa da Ma-
dre da Dos confronte abotica o. 80.
M. O.Biebar 4 C.secaeseoree.ria 4aCrea
a. 4, tem paravaoderrelogioa paraalgibelra da
euro e prata.
Injecqio de Brow.
Na pharaaacia de Bergea &, Soerea, pnea da
Boa-Viata, Vende-ae a incomparavel iojecco a
3 o frasco, assim como essencia de zimbro a 49
a libra.
Vende-se o sobrada aa lado o Cora* San-
toa. 25, as fue so acia a leja de cabos dos Srs.
Caetano Cyriaco da Costa Moreira $ Irmlo: a
tratar oa ra do Rosario da Boa-Viata n. 12, das
4 a 6 horis da tarde.
Canos de chumbo. '
Veadem-se canos de abombe de todas aa groa
auras; as loja de ferrageoi. raa a Cadeis do Re.
cife n, 56 A, de Vidal 4 Baalos,
Presunto inglez
a libra,
neste genero vindo & primeira vez ao nosso mercado a 2900 a libra, e tambem temos para 19800.
para fiambre a 700 rs. a libra.
Presuntos portuguezes Ldos do Porto de casa particular a 500 rs. a libra e inteiro a 460 rs.
FaiOS 6 CnouriCIS muio L,u 600 rs. a libra pembarris de arroba a 15.
"SoySa&fK***T' Pdr,0fin0? nec,".ctcv"03, velho, seeco Peitoria o cbamisso de 19200e 1#300 a garrafa, e
VinhO Bordeaux de superiorIqualidade diversas marcas de 800 e 19 a garrafa de 8500 a 109000 a duzia,
vinho muscatel a 9000 a &mt e 100C0 a duia.
Villho para p astO do Porto, Figueira, e Lisbea de 500 a 600 rs. a garrafa e de 49000 a 4f 800 a caada.
Manuelada de todos os concervelros de Lisboa a 900 rs. aleta de 1 libra, e 19700 as deduaslibras, e em por$o lera abatimento.
Latas COm peixe savel, pescada, pargo. roballo, cavalla, guraz, sirda," congro, linguado, ostra, e lula de tijelada, choun'^as
finas o mais berapreparado que tem vindo ao nosso mercado, de 1300 a 39 a lata.
Latas COm emlhas portuguesas e francezas a 600 rs. e 720 a libra. /
Latas COm bolachinhas de loda de todas as qualidades a 1440 rs.
rlgOS d6 COmmadre etn caixinhas de 8 libras ai mais bm enfeitadas que tem vindo ao mercado a 2)800 a caixinhi e400 rs. a libra.
Peras muito novas a boas em caixioha de 4 libras a 3*000 a caixinha e 19000 a libra.
Ameixas francezas em latas de 5 libras por 49000 e 19000, a libra.
PaSSaS am caixinhas de 8 libras, a 20500 a caixinha, e 500 rs, a libra e a 99 a caixa de arroba.
CorinthiaS para pudim em frascos de 1 1|2 a 2 libras a 1*500 e 19800 o frasco, e a 800 rs. a libra
Caixinhas proprias para mimos, con passas, figos, ameixas, peras, amendoas, e nozes, de 29000 a 59000 rs. a eaxinha.
Conservas DglezaS epormguezis a 600 e 800 ris o fraseos 9 a caixa.
Macarro e ulharim, maito novo, pa a sopa a 320 a libra e 6*000 a 'caixa.
Gomma muito alva como se pode destjltr a 100 rs. a libra,
Amendoas de casca molle a 400 ris a libra e nozes a 200 rs. e am porcao tari abatimento.
Champanhe das melhores marcas, ce 15*7,8 20*000 res o gigo.
Chocolate portugus, francez, eiglez, a 900 rs. a libra*
Cervejas das melhores marcas a860 rs. a garrafa, 5#500, a duzia.
Cognac muito superior a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia.
Genebra de Hoanda a 600 s. o frasco a 69&00 a frasqueira.
Vinagre de Lisboa puro a 240 rs. a garrafa, a 19800 a canada,
Dito em garrafdes s garrafal, por 19200.
Espermacete superior *76
ArrOZ da India a 100 rs. e do Maranhio, a 120 rs
Lentiibas franoms o melhor de todos os legumes a 500
Latas COm feijo yerdo maito bem preparado a 800 ra.
Latas com sardinha de Nantes a 44 e 6oo rs. a lata.
Massa de tomate em latas de urna libra a 900 n.
Alpsta a 160 rs. a libra e paineo a 240, a 5Va arroba do alpiste aa 6*400 a do paineo.
Potes grandes COm Sal refinado a 640 tambem temes em pacotas, maito propriosjpara meza a 240 o 200 rs. a libra.-
Batatas em gigos de urna arroba a 19500, s 80 r. libra.
Doce da casca da goiaba i> i #000 a 1209.
Azeite doce purificado, a 800, a garrafa e 99900, a duia.
Palitos lixados para dentes. os mais bem faltos que tem vindo ao mareada, a 200 rs. o mato com 20 maseirwos.
Bolachinha ingleza muito aova a 40O n. a libra a 59900 ^barrica.
ToUCoho de Lisboa a S20 reis a libra* 199909 a airaba.
Velas de Carnauba acomposi?ao a 40f ts. a libra e a 119500 9 arroba
Araruta a melhor que se pode desojar a 320 rs. a libra.
SeVftda bagada ltimamente 269 braaa 4 a arroba.
Ceblas muito nov a t)00 r. o oslo e a 400 w. u pequaius pata conserve,
k libra e 740 rs. em eat*a*
a libra e de 3*000 a 3200 a arroba.
a 500 rs. a libra,er* porche ter abatiraonta.

"9
r
i
<

III W~ ^.Tm. ananas a ^k


OF
Hpfc*
DUfilO nafi J.*aUAaPUCO ^4>&|a\TA M1B1 DI MMO MM
.

l na loja i& Imperatriz n. 60,
de Gama Silva,
rendom-se fazendas pelos pregos seguintes: mus-
salinse brancas com 4 li2 palmos da largura, co-
lado HOOts., chitas escuras com pequeo toque
de mofo, serado 140 ra., dltaa matizadas a 160,
corto de cbitaa escuras e alegres, lerenda fina a
2*600, chitas francerts lints, o corado a 140
260, 80, 300 e S20 rs., laazinha de quadros para
vestidos, a'280 e 400 ris o corado, casas in-
Jfotnhas fie^eeedros para vestidos, corado a
168. Wt 800 rs.. ditas garibaldinas, fazenda
amito fina a "330 o corado, saiss bordadas, fazen-
da moho -fioa a 3J e 4J, ditas com arcos da cor-
tlo de ritrna que fazem as rezas de balao a 3J20O
t 45, ditas de madapolio francez, toldes o* mau
tem feHos que tem rindo, pelo diminuto prego
de 88. 8H500, 4 e 59, pegas de cambraia liaa mul-
to fina a 2$ 28300. ditas com fg jardas, fazenda
finissima, a 32. 35500, 4 e 59, meiaa pretas de
teda para teohora a 19 o par, ditas brancas de
ulgodo para andar em casa a 200 e 240 rs., e
otftras muitss (aseadas que se rendem por pregos
baratiasimos, de todas se dio as moatras dei-
1-sndo peobor, ou asandam-ae levar em casa dos
freguesas que quizerem comprar : na loja da ra
da Imperatriz n. 80, de'Gama & Silra.
Brilhantioas americanas.
Ven4e-se brilbaotins americana com lindrssi-
mas cores, sendo fazenda inteirameole uotb e
moderna do 41|2 palmos de largura a 400 rs. o
orado : na na da Imperatriz n. 0, loja do
parao.
Moirautique,
Acaba de chegar pelo ultimo vapor francos es-
ta fasenda de seda com o nomo 4% moirentique,
sendo de varias cores e brenca, proprfa para ree-
tidos do noiro, e rende-se por preco baratissimo
sna |oja do pari, ra da Imperatriz o. 0.
Pannos a l$mO.
Vsnde-se panno prelo e dito cor do cat, fa-
zenda muito encorpada a I96OO o corado para
acabar: na roa da Impera triz n. 80, loja de parao
Chales pretos a 3$.
Vendem-se chales de fil pretos muilo grandes
e finos, fazenda que aeuprese rendeu afttte 108,
e a 38 ; na ra da Imperatriz n. 60, loja do parao
* Sedas.
Vendem-se grosdenaples pretos muito encor-
padoealgSOO, 18600 e 1(800, dito cor de rosa,
cor de can na e azul, sedes larradaa de cores, cha-
malote proto e aarja preta hespaohola a 18800 :
na ra da Imperitriz n. 60, loja do parlo;
Fancy a 1600.
Vexde-ae fancy, fazenda de la lisaa e meada-
da, propria para calcas, paletola, colletes e ca-
pas para snhoras, e roupas de meninos, tendo
esta fazenda 6 palmos de largura a 18600 : na
ra da Imperatriz n. 80, loja do parao.
fispsrtilhos
Vendem-se espartilhos ingieres qua seo oa me-
lbores : na ra da Imperatriz n. 60., loja do
parao.
Para raen i uos.
Vendem-se vestuarios para meninos e meni-
nas muito bem enfoitados : na ra da.Imperatriz
o. 0, toja do pavao.
Madapolo a 3$.
Madapolo enfeatado com 14 jardas a 38 a pe-
a; ni rus da Imperatriz n. 60, loja do-pavo.
jmmmmmmmmmmn
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS & REG}
Na ra Nova junto a Cea-
ceico (log Milita-
res n. 47.
Cm grande e variado aortimento de
roupas eitas, calgadca e fazendes e todos
estes -se rendem por pregos multo modi-
ficados como i de seu coslume.assim como
sejam sebrecasacos de superiores panosa
e casacoa feitos pelos ltimos figurioos a
26,288, 308 a 358, paletots dos mesmas
pannos preto a 16J, lgf, 209 e a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de
oovos padres a 149.169, 189,209 e 249,
ditoe sacos das mesmas caaemiras de co-
ree a 99. *9,129 a 149, ditoa pretos pe-
lo diminuto preco de 89, M>9, e 125, dito
de sarja de seda a sobrecaoacadoa a 129,
dita* de merino de cordo a 12|, ditos
de saerin obinez de apurado gosto a 159,
ditoe de alpaca preta a 79. 4, 99 e a 108,
dilee aacco* pretoa a 49, ditos de palba de
seda fazenda muito auperior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fustao a 88500, 48
e a 49890, ditoa de fustao branco a 48,
grande quantidade de calcas d e casemira
preta e de coree a 79, 88, 9 e a 10, ditas
Bou a2|500, 39, 39500 o a 4J. ditas de
bnm brancos finas a 49500, 5J, 59500 e a
69, ditas de brim lona a 59 e a 6J, colletea
de gorguro preto e de coras a 5f e a 6f,
ditos de casemira de ce r pretos a 42500
a 59, ditos de fustao branco e de brim
a 39 e a 88500, ditoa de brim lona a 41
ditos de merino para luto a 48 o a 49500*
calgae de merino para luto a 42500 ea5f'
capas de borracha a 98- Para meninos
de todos oa tamaohos: calcas de caaemka
arela e de cor a 5f, 69 e a 79, ditas ditas
de brim a 2J, 39 e a 38500, pal tota sac-
eos de casemira preta a 6f e a 7, ditoa
de cor a 69 ea7|, ditoa de alpaca aJBL
sobrecasacos de panno preto a 129Va
14, ditos de alpaca preta a 59, bonete
para menino de todaa as qualidades, ca-
misas para memnoa de todoa oa taman hos,
meios ricos rostidos de cambraia feitos
Krameoinae de 5 a 8 annoa com cinco
Jdoalaosa89eal2J,ditosde gorgu-
ea? de eor e de lia a 5* e a 69, ditos de
bnm a39, ditos de cambraiarieament*
bordados para baptisados.e muitas outraa
fazendae e roupaa feitas que deixam de
ser mencionadas pela aua grande quanti-
dade; assimcomo recebo-se toda eaual-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar e que para este Ara
temos um completo sortimanto defazen- !
faKi. /"fV "mt grande fflci W. tgl pela aua promptida
sem
36 Urs^dg Rosario 36
Carretela de Hnha muito boas a 80, 60 e
Canoea de colchetes a 40 e
Papis de sgalhaa brancas curtas ecom-
prdas a 40 e
Fitas de velludo de cores a 200, 800 e
Trancas de sede, a rara a 190 a
Apparerhoa de pao, loaca, e folha de
240 a
Linhas do gsi de todas as cores a
Dezia de meiaa pera senhora a
Ditas crees pera hemem a 2f400
Caixinhaa de alfioetesa
Fitas de sarja largas e boaa a 600 e
Otares para relogio a
Peces de tranca com 12 e 13 raras a
Canas de pos para dental
Par de botosa encarnados pera punho a
Lamparines de porcelana para conserrar
quenle chi ou remedio a
Lavas de seda com toque e
Bicos pretos a 180, 240, 400 e
Toucas pera senbora a
Baralhoa de certas francezas a
Sintos de seda para'aenhora a
Enfeites muito modernos a
Sabonetea de bola a *
Escovaa para unhas a 320 e
E outraa muitas miudezee
maia barato do que em entra
80
0
60
400
180
19600
80
9|500
89OOO
60
19000
80
180
100
180
39000
100
500
600
140
19200
59500
640
500
se rendero
qualquer parte,
que
porque ae precisa muito de dinheiro.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Jonhston & C ra da Senzalla Nova
42.
n.
GELO
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 51, vende-e gelo de boje em diante
arroba a 3#506, e meia arroba 20000,
e sfltbra a 160 ris : tambem recebe-se
assigna turas das pessoas particulares lo-
go que seja diariamente; at que se
acabe o gelo.
predio venda
Veode-se a casa dedous andares e sollo,-mei-
gua, no becco dae tfiudiohes n. 8, araliade em
2:0809, a qual rende 1 1|2 por cento ao mez ; na
ra do Trapiche a. 14, primeiro andar, ha pessoa
autortsada pelo proprietario para efiectuar a ren-
da de meama cese.
Metas para sent ara.
Veedem-sesuperiores meios para senhora pe-
lo baratissimo preco de 38840 a duzis; oa loja
da boa f, na ra do Queimado n. 28.
ntremelos
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca se acfaa um bello -sorti-
mento de ntremelos bordadoa em fioa cambraia
transparente, e como.de seu cestume est ren-
dendo baratamente a 19200 a peca de 3 raras,
tendo quanlidade bastante de cada padrao, para
vestidos ; e quem tirer dtnheiro approreiisr a
occasia, e manda-Ios comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Agulhas imperiaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em vistas sempre
vender o 4>om, mandn vir, e acabam de chegar
aqui (pela primeira vez) aa superiores agulhas
imperiaes, com o fundo dourado e mu bem fsi-
tas, sendo para alfaiataa e costureiraa, e cusa
cada papel 100 ra. A agu ha assim boa anima
e adianta a quem cose com ella, e em regra sao
mais baratas do que as outras; quem as com-
prar na ra do Queimado, loja d'aguia branca o
16, dir aemore bem dolas.
Opiata ingleza
para dentes.
Est finalmente remediada a falta que ae sen-
lia dessa apredarel opiata ingleza to proreito-
ea e neceasaria para oa denlee, isso porque a lo-
ja d'aguia branca aesba de recebe-la de aua en-
commenda, e continua a rende-la a I95OO rs. a
casia; quem quizer conserrar seus dentea per-
fectos prerenir-ae mandando-a comprar em
dita loja d'aguia branca,ra do Queimado n. 16
Na ra Nova o. 19, vende-se velbulina de
cores a 500 rs. o corado.
A 320 rs. ocovado, grande
pechincha.
xas desojar.
e perfeiso nadadei-i
*mmmm m mmmmmm
Attenca
o
Goimsraes & Luz, donos da loja de miudezaa
da rae do Queimado n. 35, boa fama, participara
ao publico que o seo eatsbelecimento se echa
completamente proridodas melhor.es msreadorias
tendentes ao meamo estabelecimento, e muitos
outrpa objectos de gosto, sendo quaai todos rece-
ntos de auaaproprias encommendas ; e estando
ellos nteiramenfe resolridos a nio renderem
nano, anancam render mais barato do que outro
raa h' iuotameot0 pedem aos seus deredo-
Meias de la ,
mSTSr^'" a c,d,la *Iw,te **'
Sr; Domiaip|_FIWCUco de SoVta l0 Cm
- Veade-se ama mobilia de moano a ,
? : P. r,. da. bates o. 11. prtKfro aadar.
Venden-se superiores cambraiss francezas de
muito (bonitos padres a 320 ra. o corado, fa-
zenda muito fioa qee sempre reudea-se por 800
e 19 a rara, renbam por ellas, antea que se ac-
bete ; na raa do Queimado n. 22, na bem conde-
cida loja da boa f.
Aos senhores sacerdotes.
Acabam de chegar loja da boa f, na ra do
Queimado a. 22, msias pretaa de seda mallo su-
periores, propriss para oa aenhores sacerdotes
porserem bem eompridaae muito elsticas ; ven-
dem-se pelo bsrato pretjo de 69 o par, na men-
cionada loja da boa f, na ra do Qualmado nu-
mero 22.
para a dj os.
Vendem-se na ra da Senzala Nora n. 30, cai-
nohas com doce porpre$o commodo, recommen-
dareis para oa anjea de procissao.
Grande sortimento de fazen-
das pretas.
Grosdenaple preto bom a lg600 o corado, di-
to superior a 19800, dito a 29. dito largo a 29200,
dito muito superior a 28600. 28800 e 39, chama-
ote preto de superior qualidade a 38, aarja preta
25X/J,*,,dil" hespaohola muito superior a
8800. dita lavrsda superior a 29800, setim pre-
to a 2$ e 39, dito maco superior a 49, velludo
preto Dom, pannos pretos de I96OO, 29,
k RA DO QUEIMADO M.eA6
P/|r;hlGRllNDE20IlTIMEliTi
Sortimetrto completo de soirrecacacos de panno a 289, 289, 309 e 359, caaaces
farrtea a 251, 28*-. 30g e 351, paletote acasaeado* de panno preto de 16 atTSn. ditos dW asi
de cor a 138,182 e 20f. paletots saceos de panno e easeatire de 89 at tt. ditos aatuxirfa i
."in* ?Xd# ** al6i',obre 'P"8 n*00 **eWW 109, calen pretas dTc'semi
uito bem
casemira
de alpaca
89 at 14|, drtoe de eerae? a 40f | rotspaapara nienie 'V^oToTumlhnTm^mS!'
ment de roupas de brins como sejam calcas, paletots e oolletes. sortrmento de clktas Dietas da
aetim, casemira e relludo de 49 e Og, ditos pera casamenle a 59 e 69, paletota brancos da bra
mante a 49e 5f, calcas brancas muito finas a BJ, e um grande sortimento de fazendasfinas emo-
dernas, completo sortimento de caaemiras ingieras para'homem, menino e senhora a*roiila7fki
Hnho e algedeo, chapeos de sol de seda, laves de seda de Jouvin para hornera senhora Te
mos urna grande faOrtca de alfeiate onde recebemos eecommendas de grandes obras, ou era
isso est sendo adminlatrade per um habil meatre de eemelhante orle e um peaaoal I e mais de
cincoeota obreiros eicoltridos, portanto executamos qualquer obra eota promptide e maia barato
do que em outra qualquer case._____________
Caivetes fixos paraabrir
latas.
Chegou ora remeaea dessee preciosos esni-
retei flxoa para abrir latas de sardinha, doce,
bolechinhas etc., etc. Agora pela esta cmese
muito desasa cousas e por Uso necessario ter
um desees caivetes cujo importe 19, compran-
do-se na ra doHJueimado loia da agaia branca
n. 16, nica parte onde oa ha.
4s amadores Jo diverti-
metit carnavalesco.
Riquissinios dminos de
velludo fino preto e de cor de
diversos feitios a chineza no-
vos e presentemente acaba-
dos de fazer por urna modista
franceza: na ra do Crespo
n. 10, primeiro andar. 1
Novo sortimento decasiarri-
lhas de seda. \
A loja d'aguia branca acaba derecebertam novo
e bello sortimento de cascarrinas de leda de
muitas e difieren tes
e 58500 ris
Rival
sem segando.
Na ra do Queimado o. 55, defronte doeobrado
novo, est disposto a vender tudo por preco que
admira., assim como sc-ja:
Frascos de agua de lavandemuito gran-
des a
Sabooeles o melhor que pode harer a
Ditos grandes muito finos a
Frascos com rheiros muito finos a
Ditos ditos muito bonitos a
Garrafaa de agua celeste o melhor a
Frascos com banha muito superior a
Ditoa dita de urco finissima a
Frascos de oleo babosa com cheiro a
Ditos dito dito a
Ditos dito nito a
Ditos para limpar a cabeca e tirar caspas a
Ditoa dito pfailocome do rerdadeiro a
Ditos com banha transparente a
Ditos com superior agua de colonia a
Dita, frascos grandes a
Frascos de maca- oleo a
Ditos de opiata pequeos a 320 e
Ditos de dita grandes a
Tem um resto de lavande embreada a
Linha branca do gaz a 10 ra., e tres por
dous, e fioa a
Dita de carteo Pedro V, com 200 jardas a
Dita dito dito com 50 jardas a
(Jarretis de linha com 100 jardas a
Duzia de meias cruaa muito encorpadasa
Dita de ditaa muilo superiores a
Dita de ditaa brancas para senhora, mui-
to finas a
Vara da bico da largura de 3 dedos a
Dita da franja para toalbas a
Croza de botoes de louca brancos a
Duzia de phospboroa do gaz a
Dita de ditos de vela muito superiores a
Pecas de fita para coa de todas as lar-
guras a 320.
800
320
160
500
19000
19000
240
600
240
320
500
720
900
000
400
500
100
500
800
5C0
20
60
20
30
29400
4$500
3S000
120
80
120
240
240
Funlleiro e vidraceiro.
Grande e nova oficina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Nesle rico e bem montado estabelecimento en-
contraren os freguezeeo maia perfeito, bem aca-
bado e barato 00 seu genero.
URNAS de todas aa qualidades.
SANTUARIOS que riralisam como Jacaranda.
BANHBIRtrSde todoa os tamaohos.
SEMICUP1AS dem dem.
BALDES dem dem.
BACAS idem dem.
BAHUS dem idem.
FOLHA em caixas de todas aa grossuras.
PBATOS imitando em perfeicao a boa porcel-
lana.
CHALEIBAS de todas as qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS, CANDIE1ROS e (landres para (fial-
quer aortimento.
V1DROS em caitas e a retslho de todos os ta-
mandando-se manhos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendas de qualquer nata-
reta, concertos, que tudo ser desempenhado a
contento.
Vende-se um carallo de estribara de cor
ruca, gordo, e tem andado em cabriolet, tea
carrege taixo, por preco commodo por nao ae
poder ter no legar da Torre, aonde deve ser pro-
curado Junto a taberna do Caneca.
Superior cal de Lisboa.
Tem para render em porcio e a relalbo Anto-
n+e'Lotz deOliveira Azevedo & C-. no seu es-
criptottolraa da Cruz n. 1.
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Noa armazena do caes do Ramos ns. 18 e 36 e
na ma do Trapiche Nove (00 Recife) n. 8, se
rende gaz liqaido americano primeira qualida-
de e recentemente ebegade a 149 a lt de cinco
galieea, asaimeomo ae rendem lataa de cinco
garrafas e em garrafaa.
Nao esquec-a arara,
que hoje a loja dos baraleiros para rer, ren-
dem-ae pecas de cambraia liaa branca a I96OO e
?' -bJ?"'10 an* com 5 Plmos de largura a
3 e 58500, pe$as de madapolo enfestsdo a 39
POJ0 cortea de chitas finas com 13 corados a
29500, ditos de rucado, padroea oovos a 29500 e
19500, brilhantina branca com 4 1|2 palmos de
largo a 280 o corado, dita de cores a 360 o co-
rado, gorguro para vestidos a imitacao de sedi-
nhas, fszenda muito nova e fina a 320 o covado,
barege para vestidos com flor de seda a 360 o
covado, pompadonrde seda de quadros e matiza-
do para vestidos a 640 o covado, fil de linho
branco e de cores a 200 rs. o covado, lazinhas
para vestidoa a 280 e 400 rs. .0 covado, ricos cor-
mJLnlt 80f8urio P restido com 18 covadoa por
oaaOO, cortes de la de duas saiaa com 22 cova-
dos por IOS, lieos cortes de organdys coro 15 va-
r,,.f^ e i!LDar8 acabi cassaa de corea para
vestidos a 280 e 310 o covado, cbitaa a 160. 180
e 200 rs. o corado, ditis francezas a 240 e 280 o
covado.
Pannos pretos.
Panno prelo para calcas e paletots
19800, 29. e 29500 o covado, cortes de
preta para caiga a 39. dita entestada

CARTOES
* DE
VISITA
DE
OT !
Cartoes de risita de novo gosto
Carloea de visita de novo gosto
Cartoes de risita de novo gosto.
Urna duzia por 16J000.
Urna duzia por 16J0O0
Urna duzia por 16|000
Urna duzia por 165000.
Retratista americano,
Retratista americano
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador,
Ra do Imperador
1 Ra do Imperador
Ra do Imperador-
Barato assim barato de mais
Sabonete fiaos.
A loja d'aguia branca receben urna crescida
quanlidade de sabooeles finos para barbas, os
quaea convm a todos compra-Ios mesmo para
ruaos, svista do diminuto preco de 39 porquajito
se est vendendo a duzia. Para satisfazer-se aos
booa freguezes se vender tambem em menores
porgoes, porm quem maia comprar maia lucrar,
porque assim barato nao s.eri fcil tornar a ba-
rer, e mesmo agora so ha na ra do Queimads
loja d'aguia branca n, 16.
Coraes.
um.
Para o carnaval.
4 bella rapaziada que
com pouco dinheiro quizer fazer e enfdtar seus
vestuarios, dirljam-se a lojs franceza da ra
Nova n. 11, que foi do Gadault, que senario se-
das, fitas, fivelas douradas, barretinas, veo, e
finalmente urna grande eiposico de alcaides,
pelos quaes se nao engeita quantis algnma : na
mesma loja recebeu-se um completo sortimento
de mscaras para homens e mulberes todas as
qualidades.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A 1oJb* d'aRl trafica' acata de rceter1 por
amostra urna pequea quanlidade de fivellss
douradaa e esmaltadas para cintoa, todas de no-
ros e bonitos moldes, e tambem douradas que
parecem de ouro de lei, o que s com azperien-
cia se conhecer nao o serem, estando no mesmo
caso as esmaltadle, e assim mesmo vendem-se
pelo barato preco de 25500 rs. cada urna, na ra
do Qoeimado loja d'aguia branca n. 16.
Cestinhas ou cabases para as
meninas de escola.
O lempo proprio daa meninas irem para a
escola, e por issO bom que vio com postas com
urna das novas e bonitas cestinhas que se ren-
dem ca ra do Queimado loja d'aguia branca
o. lo.
No vos bonets de velludo, e
marroquim dourado.
Na loja d'agnia branca rende-se mu bonitos
Donets de relludo, e marroquim dourado, os
quaes ao agora mui nacessarios para os meni-
nos que rao para a escola e quem os quizer com-
prar mata baratos diriir-ae ra do Queimado
loja d'aguia branca n. 16. v
As verdadeiras pennas iuge-
zas caligraphicas.
A loja d'aguia branca acaba de receber sua
encommenda daa verdadeiras pennas de ac
oglezaa caligraphicas. dos bem conhecldos e
cores, e vende-se fc 19500
a peca, na ra do Queimado loja
d'aguia branca n. 16; T
Meias pretas de seda 1.000
o par. \
Vende-ae meias pretaa de seda, e de mui boa
.ualidade, para aenhoras, e psdres 19O0D o
par, por estarem principiando a mofar, e estando
eiiaa calcadas nada ae conhece, na ra do Oaei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
Chapeos de castor.
r/SSr86 ch,?8M de "lr de primeira qna-
lidadaBv89, que j se renderam a 169, para
acabar: na ma da Imperatriz, loja n. 20, do
Luvas de Jouvin
Na loja da Boa F na raa do Qoeimado n
sempre se enconlrario aa rerdadeiras loras
Jouvin tacto para homm como para aeoh
adrertindo-se que para aquellea ha de m
lindas cOres, na mencionada loja da Boa F
ra do Queimado n. 22.
Agua de lavander e pomacj
Vende-se superior agua de lavander insflezi
pelo baratissimo preco de 500 e 640 rs. cada fras-
co^pomada miitissimo fina em paos grandes a
500a a 19, vende-se por tio bsrato preco (pela
grande quanlidade que ha : na ra do Queimado
na loja de mindezas da boa fama n. 55.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonitos bicos de linho de d
quatro dedos de largura fazenda muito auperior
pelo baratissimo prejo da 240, 320, 400 e 480 rs
a rars, rende-se por tal pre$o pela r/zio de es-
tarem muito pouca cousa encaldidoa, tambem se
rendem pe;ss de rendas lisas perfeitamente boas
com 10 raras cada peca a 720, 800 e 19. ditas
C0^a,PJ mil bonitas e diversas larguras a
19ZW, loOOe 29 a peca, ditas de seda a 2-ca-
da urna peca : na ra do Queimado na bem co-
nhecida loja de miudezaa da boa fama n. 35.
Linhas de cores em nvelos.
Vnde-se linhas de corea em norelos fazenda
en>erfelMsimo estado pelo baratissimo prego
2S
de
,
fto
ni
a.
a 1*600,
casemira
- a 39500 e
4, velludo preto a 20,500 o covado, aaia de cor-
do que faz vez de balo a 29500. balCea de ma-
dapolo a 39 e 39600. ditoa de 30 arcos e de ren-
da a 49 : na ra da Imperatriz, loja e armazem
da arara n. 56, de Hagalhaes & Mendos.
Pechincha para todos.
Vendem-se msssos com 20 msssinhos de pili-
los finos e bulisdos para denles a 200 rs. o mas-
so de 20, porm paseando a 15 massos se faz dif-J
erenca em preco : na raa da Imperatriz, loja e
armazem da arara n. 56.
Chega rapa-
zeada.
Para comprar boas mascaras para o carnaval
a Mia. e muitos objectos para eofeitar vestua-
rios, boasluras de todas as qualidades, pandei-
ros e oatros muitos objectos proprlos para o car-
naral e para consumo das coitureiras, que tudo
se vender sem reserva de prego por ser liqu-
dacao : na loja de mindezas na ra do Queima-
do n. 27, que pertenceu a Jos Antonio da Silva
Araujo.
Em massiohos a 500 rs. cada
Em fios a 640 rs. cada um.
Em rollas de 3 fios a 29500 cada urna.
fl0?.".'2 "o00 b0D', corM' em massinhos,
.M "" de ? flJ?' .pel0* "Mimos precos
cima, na ra do Quemado loja d'aguia branca
Objectos de phantasas
pulseiras de missangas.
h.nJ?!. fifi!? b"Dca ac,ba de receber um
bello e eaeolhido sortimento de pulseiras de mis-
sangas com borlas pendentes, obra de muito sol-
urK.V* t TeDden<, 19500 cada urna!
2u"Venh0.ra8 omo para meninas, e peU
1""f 0 g08l e ,Buro oa od 3o tardaro
ernae acabar as que ha na loja d'aguia branca
ra do Qoeimado n. 16. ",
JjLoja das 6 poF
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a Afl.
."> de meiaseruas para homem a
19200 e o par a 110 ra., ditas brancas
muito finas a 25500 a duzia, lencos de
cassa com barra de corea a 120 ra. cada
um, ditos brancosa 160 ta., baldes da
JOe 30 arcos a 35, laazinha para res-
inosa 240o corado, chalea de merino
estampados finoa a 59 e 69, tarlatana
branca e de corea muito fina com vara
I,?5iadei"?ura a 48 covado.
fil de hnho lisos 640 ra. arara, pe-
Caa de cambraia lias fina a 39, caasas
de corea para vestidos a 200 ra. o co-
rado, muaaulina encarnada a 320 ra o
covado, calcinhas para menina de escola
a 15 o par, gravalinbaa de tranca a 160
ra., petos para camisa a 200 ra. cada
um duzia 29, pegas decambraia desal-
pico muito fina a 39500, pegas de bre-
S2?" d.eol hit" francezas a
l ,e V cr!' C0Vad. oja eat
abertadas6 horas da manha as 9 da
noite. *
na
de
dez
a,1bia ; na raa "o Qaeimado loja de "mi-
i boa fama n. 35.
1960O, 29, 29509 e 3* e muito fina a 49 o cova-
rado, los pretos de 6$, 7g e 8# cada um, mantas
pretaa de fil de linho a 79, 89. 99, 109 e 129
cada urna, lindoa manteletes de seda pretos bor-
dadoa com muito goato e di Arenles tamaohos a
ultima moda, zuavos pretoa bordadoa, capaa pre-
tas eofeiladas com muito gosto e outraa muitas
fazendas pt^u propriss psra a quaresma qne
deixam de menciooar-se tudo maia barato do que
em outra qualquer parte : oa loja do sobrado de
4 andares na ra do Crespo n. 13, de Jos Ho-
reira Lopes.
Chegaram de Lisboa no brigue cEugenia,
dona bonitoa burros e ama burra, os quaes se
rendem por barato preco : para rr, na cocheira
do largo da Asaembla o. 4, e psra tratar, no es-
critorio de Antonio Luis de Olireira Aseredo.
Arroz com casca.
HTennde-"'e m<* '" ** pequeas e gren-
rJLP. S" ^Vf D,,eHa n- 69 D0 m^
..! H"nfd" **!"* DoM d '> ne-
gada do Peaedo prximamente.
Attenijo
Veoda-se oa permuu-se por escraros de aer-
i;o a casa tarrea sita aa ra de Santa Hita n
57 i s Itatir ns raa da Aurora o. 70, segundo
andar.
que baria dessas boas peonas, com udo
vendem-ae pelo antigo prego de^OOO caiiinha
de urna groza, quanlidade essa que aa fajsiflca-
dss nao irazem. Par. livrar desganos, ica-
x nhas rao marcadas com o rotulo que diz. Loia
d aguia branca ra do Queimado n. 16.
nZ Ve.Qde-.,81am terreno em Santo Amaro,
unto ao hospital ingles, com 700 palmos de fren-
e. em muito bom estado. a tratar na ra
fraplcbe n. 44, armazem de Braga Son &C
Papel de peso a 2# a resma.
Vende-se na ra do Queimado toja de miude-
zaa da boa fama n. 35.
Mantas pretas.
Vend-se mantea de fil fazenda muito fina a
4$ rs. cada urna na ra da Imperatriz n. 60. loja
doPavao deGama &Sila.
do
Grvalas da moda.
Ifa loja da boa f, na raa do Queimado n. 22
ae encontrar um completo aortimento de ararai
tas de seda pretaa e de cores, que se rendem por
? -^-ri!l!5,m0'' *? ,eJ8m : esireitinbas
retas e de lindas cores a 19, ditas com nontas
largas a I96OO, ditaa pretas bordadas Tl9600 di-
W9 p;i" du" J0Jl" a n" mencionada
loja da boa f, na ra do Queimado a. 22.
Meias pretas de seda.
Vende-ae meiaa de seda pretas para senbors
Aseada moitosuperieV pelo baratissimo preco
de 190 par : oa ra do Queimado na bem co-
nhecida loja da boa fama n. 35.
Argolas de ac para chaTes
rendam-M 200, 240, 320. 400 e 500 ris, ns ras |
fl> Qqajmf d9 loja d'aguia brinca p. 16.
armazem de fazendas
DE
Santos Coelho
KufA do Queimado n. 19.
Lencoes de bramante de linho a 3.
Cobertas de chita finas a 89.
Ditas a prego de I98OO.
Cambraias pretaa muito finas.
Colchaa de fustao muito lindas a 69.
Esleirs da India de 4, 5 e 6 palmos de largo
propnas para forro de cama e salas.
Lencoes de panno de linho fino a 29.
Algodao mooslro a prego de 600 ra. a rara.
Toalhas de linho para mesa a 49. {
Ditas de fustao para mioe, cada ama 500 rs.
Baloes para meninas.
Aos fabricantes de velas.
O antigo deposito de eera da carnauba e sebe
em pao e em relae, eslabelecido no largo da As-
sesable o. 9, mudou-se para a raa da Madre de
Dos n. 28, qaasi defronte da igreja, onde conti-
na a harer um complato sortimento daqualles
igtRsros, qae se regatan por prejos r.isavei*.
Duarte Companhla
receberam pelo ultimo vapor as aeguintes quali-
dades de peixe o msis bem arranjado que se po-
de desejar em latas lacradaa hermticamente pe-
los precos de 19200 a 3J a lata :
Chourigaa finas promplas.
Pescada aasada e cozida.
Parg astado.
Roblos dito?
Cavada em azeite.
Guras assado.
Nulas de tigelada.
Savel asiado.
Sarda em azeite. *
Congro.
Lioguados fritos.
Ostros.
Atum marinado.
Tambem receberam pacotes de sal refinado a
240 rs. cada um e lataa com feijo verde a 800
rs.: 00a armazens Progressivo e Progressisla no
largo do Carm ni 9 e roa das Cruzes n. 36.
Chapeos enfitados.
Vendem-se chapeos enfitados muito recom-
mendaveia para aa meninas que eslao pasaando a
festa nos amenos arrabaldes desta heroica cidade,
a prego de 2g cada nm : na ra da Imperatriz,
loja n. 20, do Duarte. Na dita loja cima acbarao
conlinnadamente os senhores consumidores um
Srande e -variado sortimento de fazendaa, tudo
aratisaimo.
Grande pechincha
Superiores paletoa de pao preto muito fino,
obra muito bem feita pelo baratissimo prego de
50$000 ris na raa do Queimado n. 22 na bem
conhecida loja da Boa F.
Aboafama
rende Arelas para cintos o mais bem dourado que
posairl e dos maia lindos gostos que tem vindo
a este mercado, pelo baratissimo prego de 29500
cada urna, carteiras com agulhas as maia bem
aortidaa que se pode desejar, e em quanto a qua-
lidade nio pode haver nada melhor, palo barate
prego de 500 rs. cada carteira, penoaade ago ca-
ligraphia verdadeiras a 29 cada caiiinha com 12
duzias, ditaa de laoga verdadeiras n. 184 a 1*200
cada groza, ditaa muilo boaa ainda nao eoobeci-
das a 500 rs. a groza : na roa do Queimado, na
bom conhecida loja de miudezaa da boa fama nu-
mero 35.
0 modernismo do PavaO
320Aris.
Acaba de chegar a este estabelecimento as mo-
demisiimas tarlatshaa com palminbas solas de
de cores molto delicadas proprlas para restldos,
rende-se s 320 ft.o covado na ra da Imperatriz
n. 60, loja do Pavao de Gama & Silra.
As romeiras do Pavao
Vende-ae lindiaaimas romeiras de froco mati-
aadoe a 19 cede ama na ras da Impera tris a. 60
loja do Parao4e Gama* Silra.
1 ""JVt,nlem"s.e mei" de ,aia P" Padres
loja de Nabuco 4 C. na ra Nova n. 2.
Collec$es de estampas.
Acaba de chegar a loja da aguia branca urna
pequea quanlidade de collecges de finas c
grandes estampas a fumo, representando elles os
martynoa do Senhor em 14 quadros, os quaes
sao bem acertados para qualquer igreja ou mes-
mo casada quem lenha goslo de as possuir :
chegou Igualmente outra pequea porco das
procuradas estampas a morte do justo e a morle
do peccador : acham-se a venda someote na ra
do Queidiado loja da aguia branca n. 16.
Vendem-so 300 caiides de doce da casca
da goiaba muito superior, rende-se onalauer
porgao e muito em coota : na ra Imperial n. 33
psuaria, '
Escravos fugioob.
- No dia 25 de fevereiro prximo passado fu-
gio oescraro do abano assignado de nome Vi-
cente, cabra, idade 15 anuos, natural de Joazei-
ra, comarca do Brejo fla Madre de Deus, deata
provincia, cujo escravo, o abaixo assignado com-
prara em 31 de Janeiro prximo passado, a Fran-
cisco de Paula dos Saotes Mooleiro, por seu bas-
tante procurador n'esla cidade, o Sr. JoaoJJen-
riquesda Silva, tendo aquello Monteiro, compra-
do em Santo Antio, ao aeu antigo suohor, Jos
da Rocha Albuquerquee Helio; recorameoda-se
as autoridades policiaes e capites de campo, a
captura, e gralica-se generosamente a quem c
troucer na ra de Apollo n. 2. ou na ra do Vi-
gario i). 23.
Jote Baplista da Fnceca Jnior.
Fuglo de bordo do patacho brasileiro Es-
padarte, fundiado ao p da ponte velha o es-
cravo Antonio, marinneiro, de idade de 40 tu-
nos, de aagao, rosto comprldo, estatura alta, e
sigoaes no rosto, pouca barba, e bom pollador :
. pede-se aa autoridades ou pessoas que o acha-
rem, de o levarem a bordo do dito patacho, oa
oa ra da Cruz n. 3, em caaa dos Srs. Amorim
Irmaos.
Fugio no dia 20 do correte de bordo de
patacho Capuam. o escravo crioulo marinnei-
ro de nome Antonio, idade 19 annoa pouco mais
ou menos, altura regalar, rosto comprido e com
alguos sigoaes de aexigas, levou alga e camisa
azul : quem o pegar leve-o ao eacriploriu de
Antonio Luiz de Oiiveira AievedakA C. ra da
Cruz n. 1, ou a bordo do dito patacho que ser
generosamente recompensado.
Fugio no dia 26 de fevereiro o escravo Mj-
noel, conhecido vulgarmente por Maooel Fran-
cisco, cor fula, cabelioi carapiobos, alto, secco
do corpo, quando anda muito espigado, falla
bem desembarazado, tem os doosdenles oecime
um pouco largos, gosta multo de andar limpo,
traja quasi sempre camisa branca ou de rbita,
aberta na frente, a moda de paletot, cujo foi com-
prado no dia 22 do mesmo mes ao Dr. Graciano
de Paula Baplista ; roga-ie as aateridaiea poli-
ciaes e capitles de campo a sua apprebenilo, e
lera-lo ao sen senhor Albino da Silra Leal, na
ra do Queimado n. 52, que gratificar.
Attencao
Desappareceu da caaa de aeae aenbores no dia
25 ao meio da, o preto por nome Jos, casado
com urna cabocla forra por nome Gordolina, ella
de negio Bragoella, j velho, com oa aignaes
aeguintes : altura regular, barba pintada, olhos
vermalhoa, roste curto, cabellos carapinhoa, pea
chatos, dedo grande srquiado para dentro, as
pernas tem marcea de feridas, rosario de coolaa
pretaa a tiracol com um breve, a mi direita
com defeito, roana camisa de aigodlo com lia-
tras azues, paletot cor de caf j ralbo, caiga de
casemira eor de rap, chapeo de pello baixo pre-
to eoutro de couro, muito prosista : roga-se
as autoridades ou ca pillea de eeaspo q o pe-
gar o conduzam a ra da Imperatriz aw 78, qua
wrao bem recompensados.


Litieratora.
DIARIO DE FilNAMBDCO *. QUMaV UBI S M MARCO D 6,
QUARTA FE IR Aj>E CINZA.
Memento, Homo, quia pul'
vises, et in pulverem re-
verteris.
soneto.
Lembra te, hornern, que s de p formado,
Frgil malaria, a quem dealre o vento,
E's homem, por effeito de portelo,
Sendo borneo), aeras em p tornado :
Seria experiencia j te te di mostrado
Que deixas de ser homem n'um momento
Ou j soffrendo loogo mal fiolento '
Ou j de um leve sdpro dissipado ;
Que resta, homem, pois ? flUr a vista
No quadro que le off'rece a eterntdade,
K o cu a deve ser la conquista.
Ama a virtude, odia a injpiedade,
Ulna que a morte muilo pouco dista,
E leos na cima as proTas da verdade.
OITAVAS.
l.
Creado e cu por Deus, creada a Ierra,
' separada a luz da sombra escara.
Creado ludo quinto o globo encerra,
Em obra roais perfeita Deas se apura :
Nao substancia de elevada aerra,
De que Deus organisa a creatura,
De humilde barro foi Adao gerado :
Lembra-te, 6 homem, que t de p formado.
2."
No sopro que Ihe d o Omnipotente,
Os esp'ritos rilaea logo Ihe inspira :
O que ha pouco era barro agora gente.
E salutfero hlito respira :
Desgranado se torna de repente.
Porque da innocencia se despira :
Terdida a alma, tica n'um momento
Frgil materia, a quem deslre o vento.
Esquecido de Deus e do que era
Desobedece o homem desgrasado.
O bem entao conhece que perder,
E fica prisioneiro do peccado :
A' graca quer tornar, que recebara,
Mas j difT'rente o seu estado.
Lamenta, Adao, o teu esquecimento :
E's homem, por effeito de portento.
V, homem. o pae, de quera descondes,
Por cansa de seu crime suspirando ;
V que a materia que a la alma prendes
Pouco a pouco se vae anniquillando :
Olha os vicios crueis com que contendes
Vue a victoria iofeliz vio acclamaodo,
Allende a ten destino desgranado :
Gento homem, sers em p tornado.
5.a
Da desabrida morte a mao mirrada,
Movendo a iocurvada fouce dura,
Ou de sangae real a lem mesclada,
Ou do pastor a vida desfigura :
A edade juvenil se v cortada,
Dissipa-ae a velhice que j dura ;
Que a morte nao atiende sexo, e estado
sena experiencia j te tem mostrado.
6.
O sabio, o rico, o igooraote, o pobre',
Sugeitos sao s leis da natnreza,
Tanto vale o humilde, como o oobre,
Sio ipdos concebidos na raqueza :
A massa que os gerou, essa que os cobre.
E muito dbil, falta de firmeza;
Nao le fies na gloria, era no augmento,
Uue derlas de ser homem n'um momento.
7.a
De urna pobre membrana produzido,
K a do universo o ente mais perfetto,
Uue sendo no peccado concebido,
Aos males do peccsdo ests sageito :
Em pesados cuidados envolvido
Gombalendo perigos peilo peito.
Acaba de repente entre o tormento,
Ou j soffrendo loogo mal violento.
o a
Infeliz condigao, infeliz sorte
A culpa origioou especie humana,
aeja dbil vergontea ou tronco forte,
Seja planta rasteira, arvore ufana :
Tudo o lempo consume : assim a morte
Ao homem tira a vida, deshumana :
Ou de antiga molestia allenuada,
v J lee sOpro dissipada.
9,*
MU imegens se ofi'recem cada dia,
Que do caduco ser te desengaan),
Em ti s ser louca mana,
Se os dolos adoras, que te enganam :
Piza aos ps com valor, com energa,
Es9es objectos vis que s profanan),
Aira os olhoa ao cu, pede te assisla ;
Que resta, homem, pois? filar a Tista.
10
Desorden, confusao, horror, inferno,
Prazer, delicias, bemaventuranca,
Ali duro tormento, fogo eterno,
Aqui a gloria como o justo alcanza :
Um pae amante, nm Deus benigno e eterno
Um demonio, que inspira s vingenga
Vers, homem, quanta variedade
No quadro que te ol'rece a eternidade.
Os prazes mundanos renuncia,
Seus bens caducos, sua pompa e gloria :
Os beos que sao duraveis, aprecia,
E risca o que periga da memoria ;
Cresca a virtude em ti de dia em dia.
Contra o inferno alcanzars victoria :
Trazo os santos precetlos sempre em villa,
E o cu s deve ser tua conquista.
lOl.llL I Ivl
ORIGINAL DO DIARIO DE PERMHBUCO.
k CARAPICA DE MEU TO
ou
RECORDARES DE l HOMEM YELIIO.
POR
YOUMALE.
''
Ostenta nos perigos paciencia.
No trabalhos constancia e fortole,
E observa com cega obediencia
Oa bens, que te inspira a natnreza :
Nao te enastes jamis da continencia.
*e que o ser peccador vil baixesa,
Com ardor exercita a caridade.
Ama a virtud, odia a tmpiedade.
13
Vigor, saude, robustez, edade,
llludem multas vezes o vrente,
E a lembranga que tem da eternidade,
E lembranga que pasaa de repente :
Nao ta engolphes, homem, na maldade,
Con trelo te arrepende, e penitente
Entra contente na celestial conquista,
Olha que a morte multo pouco diata.
14
O marcial guerreiro. que assolra
A ferro e fogo, os campos inimigos,
O astuto navegante que buscara
Diversas regies por mil perigos :
O philosopho sabio, que ostentara
Em systema dictar seus voa artigos,
Acabaran), mortal ; curta a idade,
E teoa na cinza as provas da verdad.
Dados luz por
P. C.
Variedades.
vilisagio a nao desamparen) as occasioes de ma-
gna e de provagio.
Perdoem-ne tambera a mim ousadia de o-
ereeer conaelho a quem m'o ni peda, e conhe-
ce malbor do que os estrangeiros a natureza
desies negocio, porm era dever meu apontar a
moda flurnntta am < rt i....
Cirtaacercade modas.
Isabel de Grosbois ao corretponiente poltico do
Commercio do Porto.
Pars, 15 de Janeiro de 1862.
"i0 mi aecuse, estimadissimo collega. Quei-
xe-se da Providencia, que nos seus decretos de-
terminou cobrir de luto Portugal ioleiro, real
familia de Braganca e quasi todas as cortes da
Europa. Que Ihe poderia dizer em occatiio tao
trate e historiadora das modas parisienses Eu
anda esiremego quaodo me record da rapidez
com que passaram melhor vida tres dos mais
esperangosos principes da dyoaslia portugueza.
ao meadmirei de que o povo no paroxismo
ae tao juata dr procuraase cansas extraordina-
rias onde tudo se explicava pela sorte commum
a lodosos nortee. Sempre assim acootaceu.
No m do reinado de Luiz XlV a familia real de
r ranga perdeu em poucos das os herdeiros im-
pedalos da cora, eso Ihe restou um principe,
anda no bergo, para succeder ao decrepito espo-
so da Maintanon.
Tambera se fallou eoto em veneoo : era ex-
cesso de amor era uns excesso de maldade em
out.ro. Nao foi o duque de Orlean, foi a Pro-
videncw que dos degrus do throno do grande
re laogou no turnlo o Delphim, o duque e a
auqueza de Borgonha e o duque de Bretanha,
Era el-rei D. Pedro exemplo dos soberanos da
Europa, tanto as virtudes particulares, como oa
lealdade poltica. Conquistara o infante D.Joo
em Compigoe a affaigo da edite imperial pela
sua hondada e gentileza. Do Sr. D. Fernando
e do Sr. D. Augusto esperavam lodos que vies-
sem a ser malos de seus augustos irmios. Quan-
do se espalhou que Ires desses principes haviam
fallecido dentro de poucos da, e fue o ullimo
eslava com os effeilos da eofermidade, em labo-
riosa convalesceng, foi geral o sentimeate, e
nao^menos nnanime o espanto.
E' a realeza a mais eminente representado da
aulondade. Anda boje anda cercada de urna
aureola quasi divina, e tal reapeito infunde co-
nrea ierra que nS-o1 parecem naluraes as cataa-
jropuesque Ihe perturba m a soccesso regular.
Dah nescemosboaloteassuspeitas de crime.
Pessimos (boatos f |Malfadadas suspeitaa I
sem duvida, mas no dia em que iseu calamida-
i ?So ProduzireQJ "*" tristes- resultados,
estaraabatido e sem torga- o principio- monarchi-
co. E ease um mal que- traz em ai proprio o
remedio com que se curs. O excesso de amor
ao re que morre corrige-seeom o affecto ao su-
oeraooque Ihe succede. O sentimenio bom.
incumbe aos que acooselbam os-reis eot poros
lazer com que a direcgo seje- tao boa como
A popalagio de Lisboa excedeu-se-noa mani-
lestagoes do sea zelo. Commelteu- em nomo de
um principio justo aeges dignas de censura
Aquijnioguem aa approvou, mas omguem eealre-
veu ajeoodemnar desapiedadamente, estes tristes
desvos. Quem havia de aecusar o amor do po-
vo familia dos seus soberanos, ncesaoo quando
desvaironem excessos criminosos? At a re-
pressao justa, o.castigo nao.
Ougo dizer que est gente presa, oque escri-
vaes, juizee e mais pessoas da just5*jscreve-
ram muitis folhas de papel sellado aerea dessas
desordens. Nao me pertence tratar de tal as-
sumplo, sendo, eomo sou, mulher estrasgeira, e
devendo nicamente escrever acerca de-modas;
comludo talrez que por easas tres aireumstan-
cias nao seja mal cabida aqui a minha- opioio.
Pois diga-me, excelleole collega neu, nao
acha que as mulheres sao de ptimo cooselho
as occasioes graves ? Toda a gente o- diz. Nao
ihe parece que urna pessa estrangeira-ut mais
no caso da apreciar com imparcialidad-e o- que s
Iheioieressa as relages geraea da auimanlda-
de ? Creio que sim. Ora eu, mulher eatiangei-
ra, nao sou pe'.a cadeia, nem pelos- eacrives,
oem pelos ju es. Sou pela clemencia. A re-
volugao de amor, remedio de amor.. E'curar
com o pello do mesmo cao, cono seokoras dizem
l em Portugal.
E como os negocios da moda me pertencem de
direito, devo dizer que a moda perdoar, e nao
comecar um reinado com autos de corpo de de-
moda europea em caco de tanta imporlaocia.e
eomo.nem todas as modassSo adoptadasuonaime-
raent, podem os escrivies continuar a encher
papel seissso parecer mais conveniente cosque
governam. *
Elle recolverao eese ponto como entenderem,
e recolherao fructos anlogos sement que
langarem na Ierra. Quem semeia rigor, colhe
rancor. E um proverbio provencal. Os fructos
aependem sempre da qualidade da sement al
as modas. Ora imaginem urna aenhorc que se
veste mal a que depeis de aemeiar sem gosto o
seudinheiro apparece em um baile ou no thaa-
i a conl,r com ,,r" colheita de risinhos
mofadores a de escarnao encoberto em louvore
exagerado cerca da aua toilette.
Para que nio acontece outro tanto s elegantes
portuenses, agora que a resfgoacao vontade di-
ma Ibes permita apparecer no lugares de re-
creio ede reunio, vou-lhe dizer como se tras o
luto em Franca. Tambera nos tocou a nossa par-
19 nao 6 no luto portuguez, mas no do principe
Alberto da Inglaterra, que nao tardouam reunir-
se na eternidade com os seus reaes parentes de
lisboa.
J se sabe que o luto pesado de lia, e o al-
unado admitie a seda. Parece nma pobreza fran-
ciscana o tal luto de 13a, a alguma senhora inex-
penente cnida que os mezes em qne o irouxerlhe
produziro grandes economas. Triste engao !
A elegancia inimiga irrecoociliavel da econo-
ma. O luto da la to caro como quMquer ou-
tra maneira de ae restir.
Comecemos pelo chapu,' visto qne a cabera
anda goza das honras de parte principal do cor-
po humano, com quanto seja-em algumas pes-
soas que eu conhego a que menor valor tem. O
chapu de lnto pesado pode ser de cachemira
bordada, guarnecido da renda que chamam gui-
puree com plumas pretas. Pode ser da fazenda
conhecida pelo nome de crep inglez cpm rufos e
lagos da mesma fazends, e coberto com o grande
e eapesso vu que em Franga e em Inglaterra
trazem as senhoras viuvas.
Nos lutos pelas pessoas reses admittem-se lo-
go desde o principio rosas de seda preta o inte-
rior do chapu, e ornatos de azeviche e de vidri-
lbos, qne nos lutos rigorosos de familia s6 mais
tarde se usam. Tambera ha quem traga chapu
com fundo de velludo, e o resto de tafet barda-
do a velludo ou com folha de velludo ds edr
mais escura do amor perfeito, orladas de um bar-
dado feito ao crochet. E' chapu de luto, mas
de luto que se pode alcuohar de phantaaia.
A forma cada vez mais alevanlada na parte
superior testa. Dos lados ectreita e ajusta
eara at acabar no lago. Visto de perfil, a cha-
pu de urna senhora apresenta a forma da lu
em quarto cresceote ou minguaot, avanzando
mais a pona superior do que a que- ae termina
por* bsixo da barba. A's senhoras angras e de
rosto comprido awgmenta-lhes mais o effeito
bom ou mu, segundo o gostodestes dotes. A's
gordas1 corrige-Ibes a monotona circular da phi-
lionomic, obrigando-a a transtormar-ae na for-
ma oval, que a mais belfa e a mais arlisflca.
Nao se tfeaconsolem eetn isto as magras, nem
as gordas; Ha adoradores dos rostoa talh-rdos
em gume ds faca e outro qme morrem por oh
cara de lu ebeia, revelando mais sade do que
a ponte Novo- (1). Quiz Deus- que para todas e
para todos hovvease consolado oeste mundo. E
anda bem, porque, se a formosura nao fosse
convencional e dependente do gosto de qutm a
procura, mal iria neate mundo todas aa que nao
receberam da natureza em dote as furnias da Ve-
nus da Milo ou de Ojualquer doa tjpo qne oien-
tendedores da arte tatharam a seu bel prazer.
Sao mui simples oa vestidos ordinarios de lato
pesado. Afogados, sem ornato algum e a saia
i o le rara en tb lisa. Um chaile preto egualmeoia
simples completa ste caetbodo de se vestir, io
qual corresponden) nos- Dragos- mangas-da mesma
fazenda, formando caoho estrello, e na maos
luvaa de dous botes. teta o modesto a eco-
nmico vestido das viuvas.
Infelizmente para quem nao gosta de gastar, e
felizmente para os- que podem o querea-divei-
tir-se, nao oorigam os lutos reaes a concentra-
Qo domestica, que de rigor nos outros. Vte-
ae a toda a parte e o em peono conaiste em- ele-
var ao mximo gru de riqueza a simplicidad o
lulo de la. Nao couss mso- difficil. Non is
cousa difficil para urna senhora de Pars que-ten
a boba bent recheada, quaado te traa de ao
presentar com elegancia e satQi aliengn a con-
3derai,oes econmicas.
Tambera era o que faltara, ao para imitar o
ministro Fould, e Mr.de Plecer, e o conde B>-
boggl e qoantoa financairos ka por essa Europa
oa-maridos acebavam com os crditos supp'.a--
menlarea e extraordinarios e aseoiaiam para aa-
roducQoes do orgamento domestico a guarda-row-
pa da esposa ou- a deapeza coca oourive. Ha-
viam de ser bonitos os bailes f E o industria fa-

seus productos ? Economisen> as rendas publ
caoquanlo quiterem, mas |se inteocam fazer oo>-
tao tanto pelaa sasas. particulares, adaua elegan-
cia feminina I
Voltaremoa -sin>plicidade doa-bons tempos an-
ligos. O caso anta em que oa reformadores so
b,o.bituem & triste apparencia da reforma, que de-
cretaren). O proprio Fould, se visse a mulher
iJiili0 / ehlt, e co,n e,Del, odetar
?m iL! ,", Pf" t,K dM ". blia logo
S5210'"''?>w"u extraordinario par
reaaDMacer a antiga ailuago. Sio cousaa mui-
lo differaotes as floancas do Estado a o orcameo-
to doa partitalares. Nio poda baver a mesma
regra para ambos. Qualqier individuo aa arrui
nana com a operagio que restaura a fazenda p
blica e vice-verca H
Uto de testas, bailes e theatros nao negocio
ff?brW; p,or |M0 ,enno P" mim que a
gente de jaizo nio rae l, ou rae como deve ir
anda que o marido teoha de ceder para o vesti-
do da esposa as libras que deslioava para o whis-
ib da assambla ou para...Dens sabe para que el-
lea, destinara I Vamo ao vestido, visto quede-
creamos que o pague o marido, como dever
Vestido de cachemira de parametta, ou de oa-
. da*lu". Warnecido de verdadeiro aatrakao,
que eat sendo moda geral para quem o pode pa-
gar. Nao se asaustem que nio muilo caro. Um
regalo de aatrakao custa de duas a trea libras e a
guarnigao de um vestido pode nao custar mais
cara. No lira de tudo oio precito ir Russia
para ler astrakao de primera qualidade. O meio
de o obter brbaro, mas simples.
Busca-se umaovelba, cuja laa seja superior, e
esperase que eateja oa aitaagio que os inglezes
denominaran) ioteressaote. No ultimo periodo
ames do parlo mata-se a ovelha, extrahem-se
os uios, e as pelles bem preparadas sio o que
se chama aatrakao, mais ou menos bello, se-
gundo a qualidade das victimas. Vejam quantas
viaas custa o regalo ou a capotaira de urna ele-
gante l Que interrupcio oa ordem da natureza !
yue crueldade inaudita I Bem se ve que syste-
Rii!****** I P o mar Caspio, na trra do
Mis nao chorem as minaos amaveis leitoras
sobre as cinzas de tantos carneirlnhos e orelhas
morto antes de nasceren). Se ehegam a t eixar
se dominar pela melancola humanitaria dessas
consideragoes e se elevam raz quadrada o apho-
nsmo do c Thesouro de Meninos -Fazeir mal
aos animaes indicio de mu carcterprivar-
?k n d01 n,elnore, afeites e nao sei mesroo se
ines Dcar de que almocera e jantem sem cortar
em flor algum dos seres que a oalurezl creou pa-
ra vida e que nos supprimos para uso das nossas
mezas. Adoptemos, pois, o astrakan com o o-
cego de conscienca com que masligamos a giaili-
ona que se nos creou em casa.
O feitio doa vestidos nao lem soffrdo aMfera-
gao. Os de luto pesado supporlam toda aquerida-
do de oroato, com tanto que aejvm ou de aatra-
kao, ou de azeviche e vidrilhos, qme se prestara
a liados desenos de barras, as guaroiges delica-
das do decote e das mangas, a cintos e a tudc-
quaoto dellesse exija.
No azeviche mister escolba cuidadosa, por-
que o ha que para logo se embacia e parda o br-
lho, o que e nutio deaagradavel.
E sempre de graode simplicidade o restido de
luto pesado para passeio. Se ha luxo, nene ciso
no chaile de cachemira preta bordada fioamoo-
te com as laa raait prettosas, guarnecido de
guipune forrado tfe setim r&xo ou de tafet da
mesma cor. Pelo contrario, o vestido de theatro
ou de batle d grande riqueza para vencer rao-
ootooia da toilette oegra.
O peote-, os briocos das orelhas, a pulseiror,
a cadeia do relogio, o broche e aa flores pana
Niega sao de azeviche, A'a sennorss muito ri<-
cas permittido usar diamantes pretos e perolas-
da mesma cdr. Enlretaoro poncar se aproveitam-
esse privilegio, porque as-perolar pretas de pri-
maira sorte sao carissimaseiliamaotes pretos nem
?empre se encentrara, por mairdlobeiro que por
ells se offeregs.
As mangas de granadina e de crpeaio as mais
aauaes. Taoho-aa visto com mtrt-deux de aze-
viche e de guipure cortando pelo meio oa rufos
em que formada a manga oa dispoatos longitu|-
dioalmente para subsliluif os rufos. Tombem j
vi maDgas cujo ornato erara tres bandas em pre-
gas collocadas distancia egdal desde o pulso al
ao sitio oode vao eoeonlrar-se com o vestido.
Depois vem o luto aliiviado. Ahi oque a pha -
tasia se exerce com plena liberdad. Pnr qe
aa miobas queridas leitoras fagam idea do qnief
o luto aliiviado em Paria vou servir-me de urna
comparagao fcil de enteader, e que cada nma
podo observar todas as maohaas, principalmente
nos paizej quentes onde ao casas nao sao herm-
ticamente- fechadas como asnossa boceta de
Pars.
Imaginem que acordara a* '5 horas da maohoa
oque as recordagdes do baile ou do theatrom
oao deixaor dormir at ao romper do dia. Ten-
se visto, earada bem I Ora,.apenas a tu? comeba
a espalhar-svdentro do dos* horisool, peoetfa
logo no quarto onde dormimos. Ahi a verlo aa
leitoras astral pelas fendaa de janella, aproveiur
o eotreaberto das cortinas, pasear por baixo d
aorta, refleeth-se oo espelbo o desenliar na esen-
ndo mil frrans caprichosas -como caudas-e o-
mua, ou juaesquer outros oeleros.
Assim fa&o luto aliiviado. Em cada costura
eomega a surgir urna orla branca, quasi intporcep-
tivel no principio, e cada vea mais salieate.se-
(I) Os franceie dizem : Je- me port comme
com autos ae eorpo ae ae- ?onl Nev,f, Xanbo sade como a Ponte Nova, a
Paria moda, e se o nao qual, com effeito, sustenta briosamente o seu
hapI t.n'n rva\* .*. .Un. t DTnnrin nPQO o da oatalna da Uan.iniia
lCtO. ISlO al em rana o UJVUB, O tu O liau e I '4uuli vutu vuot.w, oaggui
em alguna reinos do norte, tanto peior para elles. [proprio peso, o da estatua d
Tomem o meu conselho. Perdoem a essa, gente ue quaotos por ali transitara.
e iotruam-a melhor para qa os sen timen tos de ci- "*"'
47.)
lar junto ao meu peito; aquelle ser delicado e
inexprimivel, que se apoiava fracamente sobre o
meu braco e cujo hlito quente e perfumado fa-
za-me enlouquecec. e estremecer at as ultimas
fibras d'alma ; causava-me ao mesmo lempo o.
maior prszer e o maior tormento possivel.
Eu amava-a cima de tudo o que se pode ex-
preasar por esta traca palavra humana ; amava-a
como o primeiro hornera, amou & primera mu-
lher... como a se ama urna s vez na vida ; que-
na-a perdidamente a por um s olhat de seas
da estatua da Henriqae IV,
(Nota-do traductor.
.-y------.- ---- ,-------------- .-.--------- "-o uu unuciuio, e caaa ves mais sanes'.e, se-
bcM. que vive do luxo, a quera un vender oa- gundo ,e TM. ^uiaao o- termo legal do 1-
seua oroductost Economisem as rendas ouhw i v. i____i___________7r "... ___r
to. E*'i las que rompe no meio daquall-esca-
ridio..
Ah. cooto.ji se admilte o-Ufeli, o veHudoja
a seda, .e que as cortes rxa>. alraceota, e toda
as combinarpes d'ellas com o -branco e com o.pre-
to sio de ligar, a imaginacao- da costuieira, oa
da senhora qne se incumbe do delienar o seua
vestidos, tea diante de ai campo vaatissimo para
dar largas i elegancia e riqueza.
E' tio bonito o lulo alliviadOy e d tasto realce
i formosura femenina, que no principio deato in-
vern o branco e preto era .moda- geral-sem que
anda houvesae luto por- peasoa alguma. E
muita gente lucrou cora essa teodeacia capri-
A noite contionava escura e sombra, o as
aguas, encrespadaa pelo vento, que de espaoo i
espago soprava com forga-, embatiam furiosa meo-
te a nossa canoa, fazeodo-a vacillar e incliaar-ae
i cada momento.
As senhoras davara grito de susto, e os-ho-
ment procuravam. mosirar-se animosos ; daafar-
gando com gracejos e estridentes risadas oraceio
que nham, de irem de mergulho no rio.
Laura chegra-sa o. mais possivel para junto
, Ida mim; encoslira a sua lioda cabeca sobra meu
liodos e feticeiros olbos, por um s<5 saxriso de hombro, seguraodo-me com forga em urna das
seus vermelhos e hmidos labios, eu senta pul-1 maoa mquaoto.eu com a outra a amparava
I chosa das elegantes parirfenae, porque aprovei-
lou os paletota de tafet preto orlados da branco
oaa costurase o chapeos do mesmo gosto para o
luto aliiviado doa principes ltimamente falleci-
dos.
Um vestido de crep alracento com duas alas,
sendo a mais curta satpendidade espago a aspago
com cordss de rosa pretas e branca, cojas pon-
tas vae reuoir-aa oa cintura, e com ramos da
meslas rosas no pello e nos hombros, 6 de mag-
nifico effeito.
A saia apanhada pode] ser orlada de guipure e
guarnigio do corpo de renda preta formando pon-
a oa cinta e estreitando d'ahi al aos hombro.
A msoga curta de crep alvaceoto aahiodo de
entre ai rendas que goaroecem o corpo do ves-
tido.
Um bracelete no meio do brago da prata oxida-
da ou de azeviche. Luva cobrindo boa porgao do
brago sem chogar curra, isto com tres botes
em lugar de dous e bastete espagados.
Na cabega rosas eguaes s do vestido e oo alto
da testa urna graode amethista segura por um fio
de perolaa ou por um tracelim de prata e de seda
pros.
^.mA coro" de flot" ou m circulo de prata
oxidada cercando aa trangaa na parte posterior da
cabega. O cabello voltado para traz com o detali-
nbo artstico que s aa mulheres sabem entender
e executar, e as pontas escondidas por baixo das
trsgas.
E' fcil descrever um vestido. Nao difficil
imagioa-lo. '
Nestai quidra em se dizendo que os vestidos
sao mais afogadoa do que no invern passado,
que sao corlados como entao o eram, quer dizer,
eoviasados, que formam cauda como d'aote, vol-
teado outra vez a ter roda adianto, et dito o
principal.
Depeode da pessoa e do exame sisado acerca
do que melhor ihe vae, a eacolha da fazenda, o
a qualidade e quaotidade dos eofeite. De modo
que ama elegante leodo o que eu eterevo aqui
pode eocommeodar o sen vestido de luto aliiviado
e at um de gala mudadaa aa cores.
Porm. acerca doa ornatos da cabega j nao
a mesma cooss. S rindo Pars e obser-
vando.
Fazem l idea da variedade de coras, grioal-
dat, eufeites de renda e de mil e um objectos
destinados a realgar a belleza desta parte fraea da
humaoidade, aue, todava, a goveroa e dirige I
E irapossivel fazer deacripgo completa. Em ge-
ral a moda ordena que o penlaado aeja alto oa
frente, comprido at cobrir o peseogo, e estreitis-
simo dos lados. E' a forma doa chapu, efest
drto tudo.
Para baile o no das traogas ou o atado deaca-
bello deve ser quaai oa parte onde comega o
peseogo, de maneira que se pode vr a cabega
oleira, o qne o verdade muito elegante, se-
gundo dizem os honraos, nicos jvizes compe-
tentes acerca do modo peloquat nseooieguimos
agradar-lhea-.
Mas no flm de tudo as elegaofe do Porto nio
preeitam do meas cooselhos pera se louca-
re. O melhor cooselheiro cbom gosto e o
espetbo. Urna eeubora aeota-ae ao espelbo e
msoda a criada que Ibe dlsponha o cabello; que
o ata, que faga a trangaa, que as enrole e que
Ibes ponha o pente, deiaando sollos os cabellos
com que se fazem os- bandos. Se criada n3o
aprendeoa Vacarica oa na Barca de-Troja, ji
sabe que para baile aa fazem poucas trongas ou
oeobuma e que se formo am grande lago atado
oo centro e com umr dat pontea pousando no
peseogo e que se pode guarnecer dos ladea cora
dous rolos de cabello proprio ou alheio cabrado
oos hombo em saca rol ha. e que se a arca tem
urna cabega bem orgaoisada. arada que oao aeja
aeoio por tora-,, de bom gosto deixa-la vff o
mais que fr possivel.
Assim a parto posterior da cabega pertaoce de
direito i criada^ salvas ta correteos da anva
veodo-se em dous eapelho. Depois segue-se o
penterad pela frente. Este a pode aer feito peta
proprta pessoa. Nio ha modelo para seguir. 7
misTer' inventar.
Tudo 'bom com tanto que se deixe livre o
roato, qaaodo elle bem feito, ou- que- se Ihe en-
cbraos as imperfeicoes, quando- as ten.
O lomeado illumioa ou sombreia-a pnysionomia,
anima oo amortece ee olhos, aperfego ou dete-
riora o oval do rosto, iuflue no effeito acenico da
bocea, e esconde as orelhas desoaeaaradas ou
deixa ver na perfeigao destas duas- pequeas
partes da cabega mais um attraotivo pote-
roso.
O toueade 4 tudo. Mandem a um baile urna
linda menina primoroja-meote vetJido e rl peo-
teada. Ntoguem d peto formosura dalla, e todos
reparara no fea e desaceitada que fez da cabega
um monacaeoto de arte. Em um grande baile
quasi se sao avittam seoao as caber.. No
theatro nao se v outra- cousa. Os-homens que
aioda se oecupam de olhar para as seohoras exa-
mioam-lhea a -pbyaioocmra antes de Ihe contem-
pla rem o garbo e a boa -disposViao do tragos. E'
oecessario-obriga-los a neo verem maioada. A
mulher qaeeearores triuphos akaa^a^noa bailes
a que cortejada de todos eolra e sane sem que
oioguem se tambre de que faxenda ou-da-que cdr
era o vestido.
E nao cuiden as belloa que esa viatoria ae
alcaoga nicamente con bous olhos> linda taz e
feigdes foraeaas. Tadoisso brilha eudeemerece
seguudo a iBflencia do penteado.
A este reapeito podia-eu ootar-lho- mil histo-
rias de caaasantoa e da-amores sem casamento
ou apeaar-detle, que dopenderam 4c- realce que
o penteado deu pbjCsiOBomia. E al eoohego
uns casada que vleram- a aaparar-sporque a
esposa nuaea mais soubo achar osogrado do
toucado coa que agradara ae maride. Elle dizia
que Ih'a tisham trocado, e taea desiotelligencias
nasceraci d'ahi quo elle osla na America e ella
sem
era Pari a morrer de amores per elle
deKobrir o tal penteado felii.
Se nao fotsem horas do correto, quantas outra
ancdota Ihe havi. decentar aTe.sa respel-
to I Por boje contente-se cora o que Ihe tenho
eicnpto, e receba ^or deuui le march a teRa-
guranga da mloha estima a do detejo que conti-
nto a ter de que oa meua conaalhoa agradem s
sus patricias e que ellas se penteara e ae vit-
tam como as primeiras elegantes da fashion
parisiooie. At outro dia.
IZABEL.
TODOS SOMOS IRMAOS.
(Do Jornal do Commercio : ) Os israelita
resideotes em Poala Delgada reuoiram-se oo seu
templo, para ahi orarem pelo eteroo descanso
da alma d'el-rei o senhor D. Pedro V. Por essa
occasiio, o ministro da religio judaiea recitou
urna oragio fnebre mui cooceituosa, a que nos
vamos traoscrever, como em testemunho de to-
lerancia, como urna homenagean singular me-
moria do rei popular.
Comprazemo-noa vendo temelhante procedi-
raeoto da parle dos sectarios de urna religio
que tio perseguida tem sido palos calholicos. A
virtude de todas as religioes, eo homem ren-
te respeita-a, aeja qual fOr o culto que ella siga.
Os israelitas de Pona Delgada teem-se siogu-
larisado por mais de urna vez n'estas provas da
tua tolerancia. Agora, na recitago da oracio
fuoebre, o mloistro do culto judaico elevoa-se
altura do orador christo, oos cooceito, oa elo-
queocia religiosa, e oo eotraobado amor do pr-
ximo. M
kAEidigoa de ser Hda ora?o israelita, urna
boa ligao aos fanticos intolerantes de qualquar
culto. %
Eis a oragio do miolstro israelita da ayoagoga
de PoDta Delgada :
o Charos irmioa: Triste o objecto que
boje aqui vos tris : triste raissao a qua neste
templo veoho desempeohar i mas o mesmo sen-
timeoto que a todos vos enluta, vem apertar-me
o coragio e faze-lo trasbordar amarguras que 6
oa oragao se desfazem 1
E' geral e profaoda a mgoa ; nao vedes? To-
das as classes, todas as fortunas todo os caitos
parara oo borboriobo da vida, o vio dar a um
cadver um peoaamenlo e urna agriar I
E porque Deus chamou da trra nm hornee
po e juato, um espirito Dobre e brilhante, um
re earidoso e sabio, S. M. o aeobor D. Pe*-
droV f
' porque sua curta vida foi urna serio-de In-
fortunios, aem que no seu coragio jamis* eal-
tarassem as virtudes que lheincutia sua lio-cho-
rada mae : aem que nuoca voltease seus labios a
Deus seao para orar pelo povo que elle Ma
confiara 1
Soberano, rodeado de gallas e de orgulhos foi
sempre a sua bolsa dos necessitados, seus cuida-'
dos de quem padecia, e sen corado de quem
era infeliz 1
Vda-o entrar n febres eo contagio vir pen-
car e animar os padecenfe eom a jaboegaco
e coragem da mais sublime do todas as virtodes,
da virtude sobre que asaeota a nossa e todos as
religioes, filha do principio focando, que Moy-
ss estabeleceu, e de qwe leem surgido as mais
santas coosequenciaa : Amar m teu prxi-
mo como a ti metmo \ (Levitie, cap. 1
v. 18.J
Vde-o a oceultas e igaerado de todo. lazan-
do chegar a consolagao ao triste, e o sustento o
agasalho a o pobre : virtude recommendada tam-
bera por nos jos maiores : a Quantfs vires al-
gtm desagasalhaio cobri-h'-he. (Isaas, eap:
58'v. 79.)
Mas oem assim o respeito a le da morte l
Debalde procura boje o poro portuguez-o sea
joven e dedicado chele I Debatde procura- o in-
feliz o seu generoso consolador I' Debarde proca-
ra o orphiaioho o sea bemfeitor constaste, o sea
sffectuoso pae t B j nao- existe, mmrBtm
tomou-ol (Geoels-,.cep. 2, v. 21.)
O aojo da morte o arrebatou do tbrono I de
degru mais elevado da-torra '
Queris urna prova mais frisante da nossa fra-
Siiidide e do oosso-oada ? Honlem poderoso o
cercado de honras : boje inerte e perlnca do tu-
rnio I' Hootera rei, boj p! E de todo o sen
poder, brilho e virtodes, s resta-a memoria II
Mas, memoria aboogoada e duradoura, porque
foi bom ; porque foi earidoso ;. porque em sea
breve reioado seg-riu a prescripeao da ooasa e sua
religio : segu-.ri' os cfrstwmes- de teu Deus;
(Deutrooomio, cap. 13.v. 4 ); e porque com-
prehendeu que a os reinos da Ierra sao um rc-
flesa do reino do-ciu (Benchot 58) ; e que o E-
teroo c nao affasta o seu olhar do justo edosreis
que^Ho no throito.- (Job, cap. 37v. 7.) E
com Deus visito a Abrabam em Mamr (Ge-
oecia, eap. 18v. i) como Doas abeogoau e con-
solou -Isaac oa parda de seu pae (Geoasit, cap.
*5v. it) imitaado-o D: ledro V, visito na
peste os enfermo, e foi sempre o lenitivo do
desgragados.
Sea alma era das almas grandes quo Deus man-
da- ao mundo para aua gloria e nosso-exemplo-l
Suaa virtudes eram aaqu puramente dimanara
da-pargao de Deua que noaacompanhada nossa
alma I
Mas no geral. dos horneas, charos-irmio, des-
gr5admente muitissimas- vezes a alma anecum-
b pressio de corpo;. muitas veaes os ooasos
sontidos podara mais do que a raao, a pai-
aao maia do que a inteligencia, raaitas vezea-ea-
auecemoa o cu pela barra, a eternidade palo
lempo, a alma pelo corpo, Deus pelos horneo..
(Conttauar-se-no.),
(Gontiousco do Diario n
" XVI
Soavam oove horas da ooite em quasf todss as
torres da cidade; o cu, escuro e sombro, apre-
seotava urna a cor uniforme e eooegrecida ; oem
urna s nnvem se va, nem urna nica estrella
ersparzia os seas paludos e azulados rtflexos na
iomensidio dos ares.
Somente, e de vez em quando, na trevas, qne
se esteodisffl de todos os lados, e que ao espirito
humano parecem as vezes infinitas e sem termo
algum possivel, brilhava um ou oulro pyrilampo e
ouvia-se o triste coaxar das riaa, que pareaiam
protestar de sene paludosos charcos contra essa
falta absoluta de luz, contra esse mulismo obriga-
do em que, por assim dizer, se mergulbra a na-
meza.
Um vento fresco e impregnado dease exquisito
perfume do mar, tao aaudavel e tao grato ao -
irar, corria velozmeole por cima da superficie
as agua, fazia-a entonar... espumar, e, de-
pois, espreguigando-ae por entre os ramos das
arvores, que se debrugavam das ribaoceiras do
rio, eacapava-se em sentidos e barmonlosos
suspiros, que pareciam elevar-se al o throno do
Eterno.
L ao loDge.... muito ao longe.... no horison-
te, enchergavam-se apenas os raros e pequeos
fogos das povoacoea, esparaas margem do Ca-
pibaribe; cuja luz, locera e vacillante, confun-
dia-se com o rpido brilho do metoro... com a
passageira phosphoresceocia dos pyrilampos, que
esvoagavam ci e li, levados pela brisa nocturna.
Meu Deus ; quio suave e quio amargss sio,
ao mesmo lempo, as recordares do passado 1
Que de triste e doce melancholia nao exiale em
ae fallar da mulher, que amamos e por quem to-
mos amado 1.. .
Ella vinha encostada ao meu brago, eolre o
tumultuoso rancho dos passeiadores: eu triste e
anuiado ; ella alegra e espirituosa, metteodo-me
constantemente bulha e pairando estouvada-
mente com todos.
Tratavamos de nos recolher para casa, e diri-
giamo-nos margem do rio para embarcronos,
ailumiados palo froaxo e avermethado clarao dos
archotes, qoe cbnduziam dout eacravos.
Taciturno e silencioso,' eu camiohava bastante
pensativo, sem quasi dar fdo qne so paasavaem
roda de mim.
Aquella menina, cujo coragao a aentia palpi-
ar o meu coragio pelos mais nobres e bellos peo
smenlos, palpitar pelas mais santas e sublimes
iospiragoes.
Ella deixava-se acariciar e retribuia-me candi-
damente esse amor; e apezar disto eu duvi-
dava.
Duvidava, sim ; por que ha momentos, ha ins-
tantes taes de felicidade na vida do hornera, em
que elle julga soohar ; duvida e pergunta i ai
proprio o que fez para merecer tamaoha ventu-
ra I... se seri ella de looga duragio I ..
Que queris? I vida humana oio pasca de
urna perpetua duvida, que somente a morte pode
eaclarecer.
Aspiraodo por todos os poros a felicidade, que
se me apreseotava lio alegre e risonha ; eu sen-
tia-me as vezes estremecer sem motivo, agasta-
vi-me e toroava-me cioao.
O ciume, digam o que quixarem, o compa-
nbeiro forgado de todo o amor, de toda a ami-
zade possivel eotre dous seres humano: o egos-
mo a base em que assealam todas a nossas
paixes.
O amor, por mais nobre, por mais puro que se-
ja ; a amizade, a maia aaota e desiolerestada,
oao pode preaciodir de semelhante paixao: o
desinteresse oasc6 mesmo do interesse, que te-
mos, em parecer deaioteressdos e nobres.
Os que affirmam que o verdadeiro amor nao_
ciumento, ou oio dizem o que seotem ou oao
seotem jamis o que dizem.
Que de tormeotos, que de torturas immansas
oo aoffre aquelle que v fulgurar um olhar, des-
prender-so um sorriso, d'squella que ama, em
proveito de outro ; seja' embora esse oetro urna
mulher como ella.
Ah I eu soffrt-aa... essas torturas. N'um mo-
mento, n'um instante sequer, eu paaaava da mais
suprema e inebriante alegra para o mais profun-
do e desesperado pezar.
E comtudo... hoja, depois de pssssdos tantos
codos ; nessa poca em que o invern da vida
parece devar eoregelar o coragio d'aquelle que
peosa, eu tenho saudades desse tempo de viva-
cea loucuras, e lastimo nio soffrer os mesmos
tormeutos, os mesmos transporto de outr'ors;
tendo-a sempre A meu lado.
Eslava amuado. Por que? Nio n'o sei; ji nio
me record... soccedia-me isso tanta e lio re-
pelidas vezes I...
Embarcamos e seotamo-oos juntos, am i pr
do_ outro, na mesma canea-
passando-lhe a brago em torno da relia cin-
tura.
Qne noite,. meu Deus) que venturosa e.felii
que foi essa noite para mim 1... Eu.sentia-me agi-
tar. estremecer pelas maia extranhas seosagei,
pelo mais inebriante prazer.
Desojara que essa viegem assim s escaras,
n'um rio que pareca zombar de nos e amea-
gar-nos de um banho tiro pouco confortavel,, & ho-
ras quasi mortas da ooite, d ciaste constan loasen-
te, se proloogasse o maia infinitamente pos-
sivel....
Ouve-me, Laura; nao teobas susto, dis-
se-lhe eu ao onvido; eu eetou sempre junto ti.
O mais que poderemos soffrer, tomar um banho
salgado.
Ah l o senhor i recobrou a falla? I e de-
maia i mais csssuador, quando me v tio assus-
tadat
E' porque isto me causa prazer.
Prazer I gabo-lhe o gosto.
E por qua nao?! ter-te assim i meu lado,
apertaodo-t a lioda cintura, confundidas as nos-
sas respirares e sentindo-te arfar o seio, de sus-
to e...
Ede que?
E de amor, ia eu dizer; nao}
Pode aer.
Olha, Laura; nio falles assim, nio sabes
quaoto me faxes soffrer.
Entao, quer que Ihe diga que nio ?
Nao ; quero que me digaa aira, sempre sim.
Escuta-me: estamos quasi a chegar; lembra-te
do que me prometleste i tarde.
O qne foi ?
Que me esperaras hoje i janella da sala.
E voc lem ora -se disso ?
Lembro-me, sim. Ah I pelo amor de Deus,
oio brioques comigo I Ta m'o prometleste ; de-
ves cumpri-lo. Tu o tiras; nao verdade?
Nio sei.
Mas, nio ves que me matas i fogo lento'.' 1
que me lavas ao coragio todos os tormentos, to-
das as torturas do inferno? I... nio me amas,
pois?!... Laura I Laura 1 .. urna palma... urna
s, en te pego... diz : sim I
Pd ser.
Mas, isso nao responder 1 Dize-me: sim
ou nio ; por DeusI
Quaodo?
A's ooze horas. I(a te pego, eu to lupplico
de joerhos, responde-ne; dize-me somente:
sim.
Um fraeo murmurio, que inmediatamente se
confundi com o da brisa.nocturna, saascapou de
seus labios;: esse mursoario era urna pjlavra, os-
ea palavra erasim.
CaUamo-noa e ficaaaoe mudos o pensativos no
meio dos gritos daa senhoras e do vozear. doa ho-
rneas, que, gracejaodo.e dando ordena cnatradi-
(oriasaoa eanoeiros, onversavaa de urna para
outra eana.
Chegamoa emfim.Amargem oaposls, onde li-
bamos de desembarcar. O primeara que sallou,
cahiu n'agua e molhou-scompletamente, feste-
jado pelas gargallwdas. de quaai todos oa que ae
acharam presentes. Era pseciso dar um bom
pulo, para vioaar a praia, na- qual a eanoa nio
podra encostar.
Saltei tambem, molhiodoi-me al os Joelhos, a
suspendendo Laura pela cintura, ajudei-a a sal-
tar leve e vaporosa come urna aylpbide.
Os outros preferirn) ser carrejados pelo ea-
noeiros, ajudados pelos escravos que levavaas oa
archotes.
OTeraci logo o me brago A Laura.
Nao ; disse-ma ella. Vi mudar de roupa
voc esi. todo moltudo.
Vou ; mas Isas da dar o brago & au lio.
Porque?
Porque nio quera que dsss o braco i
oulro.
Mas, eu vou com papae.
Sim ; porm elle gosta de camiohar s.
E vocft do tem ciumes de sen tio?
Tenho ciumes de tudo ; delle tambem ae te
pozeres a rir e conversar muito com elle. Toda-
va como meu tio e o amo, de veras, menor aer
o tormento.
Que hei de fazer, pois ? perguntou-me ella
com um modo faceiro.
Pergunta-lhe noticias da auacarapuga, que
elle te ha de cootar una historia muito bonita.
Ah urna historia do carapugaal.... disse-
me.rindo-se bracamente. Pois bem ; farei o que
vocS me pede,
Agora, at breva ; lembra-te do que me
promettesle.
E, beijando-lbe a mi s escondidas, safei-me
assim que vi meu tio approximar-se ao meu re-
damo.
X?.
Priocipiava apeoas a vestir-me, quando entrou
no meu quarto Jorge, o meu amigo do collegio,
que ae achava passando alguna das comigo.
Elle tambem fizra paite do raocho de passeia-
dores da tarde e aervira da cavalleiro 6 urna lin-
da e interesaaote lourita, i quem diriga os seus
cumprimentos.
Sabes ta, disse-ma elle ao entrar; que me
divert mullo hoje ?
Porque ?
Ora 1 primeiro no passeio, que demos, e de-
pois oa nossa viagem nocturna. Visita)* ca-.a que
fazia o commendador Felinsimo? Qu-/iiherias I
qne gragas 1.... e como aj majam'js e agarra-
vam aos eaus cavaHeiio, com rado de ummer-
gulbo no rio.
Visto isso, tu- tate um doa feliiea do dia ?.
L Eu ? 1 tinha que ver, se nio- aoubesae det-
empeobar aa miabas.funegoea da cavalleiro sor-
vente-;-amparando a miaba damaomais gawar-
damente possivel-1
-Sim, eu bem te vi rompendo sedaa can D.
Leopoldina.
E tu taraba, meu aonsozinho ; c. reparei
nes.teus desvelo para com corta dama do meu
eonbeci nento.
Meu amigo ; falla de ti, se queres^e deixa-
me socegar. Nao sei, nem.quero saber i quem
a Iludes.
Est boa I ji nio sei nada ; poie-que tio
reservado. Quaoto mim, nao o occullo: gosto
de D Leopoldina e digo-o i quem me quer
ouvir.
- E eUa gosta tambem de ti ?
-a- E. muilo ; est perdidioha da amores, por
mim. imagina quo levamos toda a tarde a coo-
versar em cousas as.mais ratonas possiveie. Se
tu visees a graca eom que ella me dizia,, que em
Santo Amaro todas aa mujbores se caamavam
Mara ; por abreviatura: aa velhas, Uarcas; as
mogas, Maroguinhas.
Qual Santo Amaro?- o do Jaboatao?
Nio, homem I Santo Amaro das Salina.
Ah
E depois, que ella tinha um pirente, qneae
metteu a namorar quatro primas ao meaao
tempo...
Diacho I era um maganio de truz; un na-
morador de patente I,... logo quatro primas 11..
- E* como te digo. Todas elft se chamavam
Mara ; da mtdo que ello para a oitTerengar, cha-
mara una, Maroquinhas 1.; i outra. Maro-
quinhas 2.a; Maroquinhas 3.a, etc.
Era bem commodo; mas ta s um grande
tallador.
Qual I E demaia tu nio sabes o manejo do
rapaz, para dar trilla todas quatro ; talrez saja
bom aprende-lo.
Para qua?
Eu aei ? I mas, oave sempre. Elle falla va
com a primeira na cerca do quintal; I segunda
lia a historia de Bertholdo, Bertholdinbo e Ca-
casseoo....
Ah I ah 1 ah I e para a terceira ?
Para a terceira, paaseisva por baixo doa pea
de coqueiroa, is seis horas da manhia em ponto,
cora am grande oculo de alcaoce ao hombro.
Bravo 1 o rapaz ia i caga.
S ae fosse cagar carra patos:
E quarta?.... e a quarta ?....
Oh 1 para a quarta era outro cantar. Fri-
sava-se, deava cheiro oo leogo e trepava n'um
p de gblabeira, para se corresponder tolegraphi-
caF.eote.
Ora 1 essa do mais I
. Qual 1___ede luva e sobrecaaaca. de pan-
no fioo, eom o colarinhoa muito engommados.
Est bom I ji vejo que a tua lourita i urna
grande eiesroicadein.
A'quem o dizes?! le eu fosse outro>eetava
aviado. Mas, dize-me urna cousa : porque nao
foi D. Josephina ao passeio, como so tinha.coa-
veociooado ?
Deu-lhe um faniquilo.
-Ura faniquitol por essa- j esparava, eu;
mas como coatwneira vela*, isso nao a-doria
impedir.
- Nao ; asaeguro-te queflcoa bastante iosem-
modada.
E tu eslavas l ?
De tarde ? sim.
Provavelmente a recebaste nsa bcacat-l
Qual I cabio como, ama bomba sobre o ve-
iho commendador Felieitsimo, 0,110 se viu bastan-
te atrapalhado ; pareck-me que- o honem tam-
bem ia ter um deamaio.
Ah 1 ah 1 ah 1 e nio Ihe acudiste ?
Ora 1 era o que me falUva Demaia, se tu,
O vlssestodo atarantado, coa a velaa nos bracos.
leudo o rosto de urna pallad* esverdeada e urna
capella de papoulas encarnada, que se escapara
da caDiga de D. Josephina, enterrada at oa
olhos; escangalhavas->te do riso.
E tinha deque. Mas, diz-mec: poique
diabo, tanto espalhafator Talvex alguma disputa
com o marido; heiaaf !....
Nao; o marido, pelo contrario, maatrou-se
muito desvelsdo para com ella ; o que nio esti
oos seus hbitos. Supponho que foi pac causa de
urna historia quo alie nos conlou.
Peste I se estamos em mar de historias ;
conla-me essa.
V primeiro. que horas sao l respond; aca-
bando de por a grvala.
Nave e Ir quarto.
Bom I temo tempo ; dlsse eu, acendendo
um charulo o seotando-ma na borda da cama.
Porque? vis sabir? inqueria Jorge, imi-
taode-me.
Vou.
Tao tarda ? I
Teas medo que me perca?
Nio; porque teu lio espera-nos para
ceiar.
Dize-Ihe. que me vieram chamar para tomac
chi fra.
Da parle de quem ? perguntou-me.
De quem tu quixeres.
Ah I ah I ah I exelamou, soltando ama gar-
galhada.
Que teas?
Nada; reapoodou-me, aproximando a sua
cadeira. Conta-me a tua historia,
a Pois bem, ouve-me.
E contei-lhe rpidamente tudo o qua se tinha
passado nessa tarde em casa do Meodonza.
(Conlinaor-aa-na-)
PIRN.TYP. DE M. F, DE FABiA t FILHO 1862,
v
_a_


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E10M7LHRJ_65NMEP INGEST_TIME 2013-05-01T00:47:10Z PACKAGE AA00011611_09509
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES