Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09507


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Full Text
i......
*li

V
I
AIIO III1/HI. iOHEBO 61.
Pw trw aezes adiaitados 5JO0O
Ptr tres aeies veicidos 6$000

\

SEGUIDA FEIHAJM MARCO DE IS62.
Por anuo adiutadf 19$00O
Porte fraiee para e atbseriitor
m
DIARIO DE PEMAMDICO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexaodrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marquea da Silva
Aracaty o Sr A. de Lemos Braga; Cear o Sr.
. Jos de Oliveira ; Mafanho, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; Para, Justino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARRKGADOS DA SDBSCRIPCAO DO SL
Alagos, o Sr. Claodino Falcio Das; Baha,
o Sr. Jos Martina Aires; Rio de Janeiro, o Sr*
Jlo Pereira Martina.
JPARTEOFFICIftL.
60VERN0 DA PROYINCI.
Expediente do dia de fevereiro
de 186C
Offlcio ao brigadelro commandante das armas
De conformidade com o qae informa o inspec-
tor da thesoararia de fazenda es offlcio n. 150 e
dala de 2 docorrente, sirva-se V. Exc. de expe-
dir as suas ordens para que sejam fornecidos pela
pbarmacia do hospital militar os medicamentos
Decenarios a enfermara do presidio de Fernan-
do, constantes do pedido annexo ao offlcio de V.
Exc. n. 379 de 28 deste mez, convindo porra que
seja o mesmo pedido presamente reduzido pelo
delegado do cirurgio-mr do exercito como lbe
parecer mais cooveniente e econmico.
Dito ao mesmo.Qoelra"V. Exc. ordensr ao 2
rurgio Dr. Americo Alvares Gaimares que v
com toda urgencia a freguezia da Varzea observar
aa pessoas indigentes que, segundo o offlcio do
respectivo subdelegado, constante da copia innts,
acham-se accommettidas do cholera, tomando elle
a sen caidado o tratamento nio s desses como
dos de mais que forem sendo atacados da epide-
mia para o que far urna visita diariamente a
aquella freguezia. -Commuoicou-ae ao Dr. chefe
oo polica e a commisso central de soccorros m-
dicos.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de ordenar
ao cirurgio Dr. Alcibiades Jos de Azevedo
redra, que quaoto antea examinar as pessoas
inatgeniM atacadas do cholera na freguezia dos
Atogados, Meando a sen cuidado o tratamento nao
so dessas pessoas como das que forem sendo ac-
commettidas de semelhante epidemia.Commu-
T."iSLa0 Dr* chefe d* poUcia e 8 commisso
central de soccorros mdicos.
Dito ao chefe de polica.Declaro a V. S. para
que o faca constar ao delegado de polica do ter-
mo de B.rreiros, que opportuoamente ser atten-
oida a sus requislo constante do offlcio que por
copia acompaohoo o de V. S. n. 285 de hontem
datado.
Dito a* mesmo.Devolvendo o offlcio do dele-
gado de polica do termo de Nazareth, que veio
junto ao de V. S. n. 271 de 25 do corrente, tenho
a oizer-lbe que fleo inteirado do que ha all oc-
corrido relativamente a epidemia reinante.
Dito ao mesmo.Ao offleio de V. S. n. 28i de
hontem datado, respondo dizeodo-lhe que em
data de 18 de selembro ultimo, ordenei que per-
manecesse no termo de Flores uro destacamento
00 corpo fixo, cando assim attendida a requi-
sigao do respectivo delegado contida no offlcio
que por copla |acompaohou o de V. S. cima ci-
tado.
Dito thesouraria de fazenda.Restiluo a V. S.
os documentos que acompanhiram a sus iofor-
mecio de 21 do corrente, sob n. 132, a fim de que,
em vista do que remetto por copia, ministrada
hootem e sob n. 16 pelo presidente do conselho
administrativo do arsenal de guerra, mande pa-
Tnjt? I"0,ci0. Ribe"r Roma a quantia de rs.
uzimuoo, proveniente de medicamentos por elle
vendidos para a botica do hospital militar, como
se va dos mesmos documentos.Commuoicou-se
ao presidente do conselho administrativo.
Dito ao mesmo. Recommeodo a V. S. que
?>"!.(le<&I" Jo' ,os"luim de Azevedo a quan-
tia de dsaj, em que importsm cem colxes e ou-
tros tantos trsvesseiros que vendeu para o hospi-
tal militar, como se v da conti junta em dupl-
cala, que me foi remettida pelo presidente do
conselho administrativo do arsenal de guarra com
offlcio da hoDtem, sob n. 18.Commuoico-se ao
presidente do conselho administrativo.
Dito ao mesmo.De conformidade com o offl-
cio do inspector dacaixa deonorlisago de 18
do corrente, transmiti a V. S. os sete inclusos
exemplares impressos das contaa do actual padro
oo governo dos valor* de 1$, 2j e 5, assignadag
na corte desde marco de 1860. at 31 de dezem-
oro do aono prximo lindo, e bem assim as for-
mas originaos dos dous assigoatarios nomeados
por aviso do ministerio da fazenda de 25 de no-
vembro do mesmo aono.Deu-se scieocia ao ins-
pector geral da caixa d'anortissgo.
Dito ao mesmo. Traosmitto a V. S. para os
convenientes exames, copias dos actos do conse-
lho administrativo do arsenal de guerra datados
de 17 e 19 do corrente.
Dito ao inspector da thesouraria provincial. A
Simplicio Jos de Mello mande V. S. pagar, con-
forme requisitou o chefe de polica em offlcio de
hontem, sob n. 279, a quantia de 36S480 dispen-
sa com o sustento dos presos pobres da cadea
S? 7T D0,metde aneo Itimo, como se v
Hela ,un,,-Com,nunicou-se ao chefe de po-
Ditoao mesmo. Mande V. S. pagar ao arre-
matante dos reparoa da casa n. 17 da ra das
Larangetraa pertencenles ao patrimooio dos or-
phaos. Francisco Ferreira dos Santos, a quantia
a que alio tiver direito por haver concluido os
mesmos reparos, de conformidade com o respec-
tivo orcameolo, segundo consta deioforroaco do
director da reparlico das obras publicas datada
de hontem, sob n. 38. *
Dito ao commandante superior do Recife.
J'l'V de expedir suaa ordena para que um
dos batalnoes da guarda nacional deste munici-
pio acompanhe a procisso de cioza no dia 5 de
marco viodouro, devendo para isao estar pos-
tado em frente da igreja Ordem Terceira de S.
Francisco desta cidade as 2 horas da tarde da-
quelle dis.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional da comarca da Bo.-Vista%_A' vista do que
V. S. ioormou em data de 18 do mez passado,
com referencia ao alferes da 4a companhia do ba-
taibao o. 47 de iofantarfa do municipio da Boa-
Vista Jos Ignacio da Silva Jnior, mande V. S.
pasear a este a guia de que trata o art. 45 do de-
creto n. 1,130 de 12de margo de 1853. visto ter
guarais? *"* re8IdeDcia Psra municipio de
Dito ao commandante do corpo de policis.
uJLi*rJn?ent0/Me reqoereu o negociante
Manoel de Azevedo Pontes, haja V. S. de expe-
dir suas oreos para que seja elle recolhido em
pnsao no quertel do corpo sob seu commando e
a disposicao do Dr. juiz de direito especial do
commercio.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Para
que eu possa resolver acerca da licenca que pede
para ir a corte o 2o lente reformado da arma-
da Manoel Antonio Viegas Jnior, professor de
primeiras lettras desse arsenal, e sobre que versa
o seu oficio de 25 do correte, sob o. 113, faz-
te necessario que V. S. declare como dever ser
substituido o supplicante sem prejuizo dos traba-
lbos da escola.
P'.,0 i"'1 Kreilo interino de Po-d'Alho.
-^olelrado de quaoto me communicou Vmc. em
offlcio de 22 do corrente com referencia a epide-
"',!"'9 Mssa comarca, tenho a dizer-iha
2 ri. .?! m-"2tpr0Tlllenci" DOr vc- ''""das
e de que me d conta naquelle offlcio, ficaado
orto de que neat. *. remelto-lhe 80 exempla-
rea dos fo helos que pede contendo iaslruccoc
para o tratamento do cholera-morbus, "m d"
offlcio. lD q"8 ndC' M M0 c"*d*
Dito ao preaideote da cmara municioal d.
gu o. Po-d'Aiho.-R..poodo !; beid:
d corrente dizendo-lhe que J i seguir Bat
TiUa um medico commissitnado para curar
PARTIDAS DOS COR REOS.
Olinda todos os diaa as 9yi horas do dia.
Iguarass, Goianna, Parahyba naa segundas
e sextas-feiras.
S. Antio, Bezerros, Bonito, Caroar, Altinho
e Garanhuna as tergas-feiras.
Pod'Aiho, Nazareth. Umooiro, Breio, Pea-
queira. Iogazeira, Florea, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouncurye Ex nasqua.tas-eiras.
Cabo, Serlohaem, Rio Formoao, Uoa.Barreiros
Agua Preta, Pimentelraa Natal quintas feiras.
(lodos os correios partem as 10 horas da maaha
EPHKMERIDES DO MEZ DB MARgo.
8 Quarto creaceote aa 2 horaa e 40 minutoa da
manhaa.
15 La cheia aa 2 horaa a 35 mina tos da tarde.
Quarto miogaaote aa 7 hoxaa 8 minutos da
manhaa.
29 Laa nova aa5horas e 4 minutos da manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 6 horaa e 6 minutos da manhas.
Segundo as 6 horaa e 30 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES C0STEIR0S.
Para o sol t Alagoaa 5 e 20; para o norte
at a Granja 14 e 29 de cada mez.
m n 'AKT,A DOS 0MH1BDS.
Ya 2 J d0 Wp 6 IlS. 7. 7 1|2, 8
ei 811|9 da m ; de Olinda s 8 da m. e 6 da t.; de
Jaboato s 6 1|2 da m.; do Caxang e Varita.
s 7 ds m.: de Btmfit s 8 da m.
i o k 5 V prr ^Pipwco 3 li. 4. 4 1(4,
4 1(2, 5. 5 1|4, 5 1,2 e 6 da t.; para Olinda a 7
da m. errada ; para Jaboato s 4 da t.; para
aa 4*17 e ta ^ AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segunda* e qnintaa.
Relago: tercu a aabbadoss 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juixo do commercio : aegundas ao meio dia.
Dito de orphios: jergas e sextas s 10 hora.
Primeira vara do cirel: tercaa a aextas ao meio
da.
Segunda vara do eival: quartase sabbadoa 4 1
horada tarde.
os indigentes que forem accommettidos do mal
reinante, aoqaalVmc. auxiliar com aa provi-
dencias que esliverem ao asa alcance para o bom
deaempenho da sua commisso.
Dito ao Dr. Manoel Adriaooda Silva Pontea.
Em vista do que pondera o Dr. chefe de polica
no seu offlcio incluso por copia, airva-se Vmc.
de encarregar-se do tratamento dos moradores
pobres das ras denominadas do socego, Attrac-
cao. Principe, Destino e do Hoapital, ludo no
lugar chamado Campo Verde, coosiderando-oa
assim com parte do seu districto medico.
Dito ao Dr. Silvio Tarquinio Villas-Boas.In-
teirado como Vmc. me participa ib sea offlcio
de 26 do corrente de haver o pharqaaeeutico Jos
Mara Freir Gameiro offertado i Vmc. urna am-
bulancia para o tratameoto dos doentes pobres
doaaaj districto, bem como offereceodo-se para
aviar todo o receiluario que Vmc. tiver de recei-
|" ao indigentes dessa freguezia, tenho a dizer-
Ihe, aun de que o faga constar ao referido phar-
maceutico que o governo agradece cordtalmenle
a prova que di de recoohecida philaotropia a
humanidade.
Ditoao director das obrss publicas.Respon-
deodo o offlcio qae Vmc. me dirigi em 15 da
Janeiro ultimo sob o. 10, tenho a dizer, que pude
mandar p*gar a importancia dos pequeos repa-
ros feilos por orden da presidencis na ponte de
Mamucabinha, e bem assim autorlaar oeogenhei-
ro encarregado das obraa do sul da proviocla nao
s a contratar por 208000 mensaes, como propoe
a conservago daquella ponte, obrigaudo-se o
contratante a substituir sem iourrupgo do tran-
sito as estivas a proporgo qae ae forem que-
brando como tambem a mandar fazeroa reparos
de que precisan os aterros da estrada nos luga-
res denominados Bebado, Sapucaia e Preguica,
com os quaes se poder gastar a quantia de ria
400#, aegundo declara o mesmo engenheiro.
Communicou-se ao inspector da thesouraria pro-
viocial.
Dito ao mesmo.Concedo a autorissclo que
Vmc. pedio em seu ofllcio de 13 do correte sob
n. 29 para continuar a fazer por admioislracao
ate a sua concluso a obra da ponte da ra da
Aurora, sob as condices. constantes do citado of-
flcio, e nao podendo jamis exceder a quantia
volada para aquello pona na lei do orcamenio
vigente.Communicou-se ao inspector da the-
souraria provincial.
Dito ao administrador do correio Remetto
por copia Vmc. o aviso circular do mioisterio
do imperio datado de 28 de Janeiro ultimo, para
que Iba d xecusao,da parte qae lhe toca, fszen-
do publicar por edilaea para conhecimento das
autoridades e repartirles publicas as exigeocias
anta i08lrucCoes de 16 de Janeiro de
"l'?59 8"m ae seren recebidos no correio os
0 lucios que a elle seremetterem para serem se-
guros.
Dito ao conselho alminiatrativo.Promova o
conaelho administrativo a compra dos gneros
constantes da relago junta, os quaes sao preci-
sos para as dietas di enfermara do presidio de
Fernando.
Relscio dos gneros qae sao precisos enferma-
ra de Fernando, e da que trata o oficio do
Exm. Sr. presidente da provincia.
16 arrobas de ararula.
2 barricas de assucar branco de primeira aua-
hdade. '
5 arrobas de arroz de primeira quilidade.
1 molho de albos.
3 arrobas de caf de primeira qualldade.
3 arrobas de ceblas.
10 paos de chocolate.
20 libras de doce de goiaba de primeira quali-
dede.
6 Islas de marmellada de primeira qaalidade.
4 nal"" de f"iuh da trigo da marca SSS.
i| barril d maoteiga ingleza.
16 libras de sag.
16 garrafas de vioho do Porto bom.
25 libraa de velas de espermacete.
Communicou-se ao inspector da thesouraria
de fazenda.
PortarlaOs Sra. ageotes da companbla bra-
sileira de paquetea o vapor facam transportar no
vapor Api por conta do mioisterio da guerra 6
caixoes que tem de remelter o director do arse-
nal de guerra, sendo 3 com destino provincia
da Parahiba a 3 do Cear.Commuoicou-se
aos respectivos presideotes, expedio-se ordem ao
inspector do arsenal de marinha para mandar
prestar urna lancha equipada, aflm de conduzir
os referidos caixea para bordo, e deu-se sciencis
ao director do arsenal de guerra.
Dita.O Sr. gerenta dacompanhia Parnambu-
cana mande dar um psssagem de estado al o
Acaracu no vapor /ajuari&e ao 3* escripturario
da thesouraria de fazenda Manoel da Cosa Ri-
DQro.
DAS DA SEMANA.
3 Seganda. S. Hemeteriom.; S. Cuneaande.
4 Terca. S. Casimiro rei ; S. Lucio ?".'
5 Qusrta de Cinzs. S. Theopbilo b.; S. Focas
6 Quinta. S. Olegsrio b. ; S. Collecta v. .
a iSEa* ora.* *' ChTo no horto.
8 Sabbado. S. Joao da Daus inst. dos r. da carid?
9 Domingo. S. Francisca Bomana riuvs.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da prae da Indepen-
dencia ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Fiauei-
roa de Fana & Filho. ^
do go-
Expediente do secretario
versao.
Offlcio ao inapeclor da thesouraria de fazenda.
De ordem de S. Exc. Sr. o preaideote da pro-
vincia traosmitto V. S. a inclusa ordem do the-
aouro nacional n. 33
Dito ao Sr". Manoel Domingaea de Aodrade.
pe ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provio-
ecuso recebido o offlcio de 3 do corrente em
que V. S. parliclpou lar entrado neisa data no
exerctcio do cargo de promotor interino da co-
marca de Florea para o qual foi nomeado pelo
respectivo juiz de direito por lar o effectivo. ba-
charel Joaquim do Reg Barros, sido removido
para a comarca do Bonito.Communicou-se ao
inspector da thesouraria de fazenda.
Despachos do dia de fevereiro.
flaurmnlos.
JSiSfSJSSi G-in.rie..-Dh.j.-se 4
Bento Flix Tararea Oaodaa.Junte-se docu-
mentos provaodo o que allega.
Franciaco Ferreira dos Sanlos.-Dirija-se the-
souraria provincial quem se expede ordem para
o pagamento da quantia a que tiver direito o
supplicante.
seFu?rUC8ea d8 P*Ul* d" ReMU"*5"'P6de
Francisco de Amorim Lima.Concedo a per-
missao pedida.
Jannario Joa da Bocha.-Pde seguir.
Alferes Jos Ignacio da Silva JniorExpe-
dio-se ordem oo sentido querequer ao comman-
dante superior da guarda nacional da Boa-Visla
quem o supplicante ae deve dirigir.
Joaquim Pereira Bastos.Ioforme o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Manoel ds Costa Ribeiro.De-se-lhe.
Mana Dalinda.Ioforme o Sr. director geral
da nstruccao publica.
Martios & Irmao.Sellado rolla.
thereza Joaquina de Jess.Prove a suppli-
cante que pode dar um dsstioo conveniente ao
orpho, cuja eotrega requar, noa termos da pri-
"eiroPdreeil6l'rl- W "**- *
COMMANDO DAS~ ARMAS.
Quartel-general do commando das
armas de Pernambuco na eldade
do Recife em 1 de mareo de
' ORDEM DO DIA N. 42.
O general commandante atoa amas fai corto
para conhecimento da guaroico e flos convenien-
tes, que hontem se apreasntaram no quartel ge-
neral, viodos da corte, o Sr. capito do corpo de
epgenheiros Domingos Jos Rodrigues, disposi-
cao da presidencia, e o Sr. 2* cirurgio do corpo
de aaude do exercito Dr. Gustavo Balduino de
Moura e Cmara, designado para fazer o aervico
nesta guarnigo e vindos da Bahia os Srs. 2*
cirurgio do dito corpo Dr. Cicero Alvares dos San-
tos com o mesmo destino e alferes Sabino Jos
Ferreira da Silva, que foi transferido do batalho
de cegadores da referida provincia para o 10* de
infantaria.
O mesmo general determina que os Srs. com-
mandantes de corpos e companhias soladas remet-
an) hoje at as 2 horss da tarde ao quartel general
urna relago das prngas sentencalas por tempo
excedente a seis mezes de prisao, existentes nos
quarteis ou na fortaleza do Brum, comdeclaragSo
das datas das sentencas, e a natoreza dos crimes.
Assigosdo. Solidonio Jos Antonio Pereira
do Lago.
Cooforme.Candido Leal Ferreira, capito
ajudante de ordens encarregado do detalhe.
EXTERIOR
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Londres 8 de fevereiro de 186C.
No dia 3 do correte recebemos aqu pela ma-
nhaa a mala do Brasil, trazida pelo Tyoe chega-
do Southampton na madrugada do dia 2. Sen-
do porem esse dia da chegada domingo nao hou-
ve destribuigo da correspondencia, e por esse
motivo foram as cartas entregues vinte e quatro
horas mais tarde.
Os joroses desta capital publicaran) alguns ex-
tractos de cartas do Rio de Janeiro diodo noti-
cia de flear no mercado do Rio de Janeiro o caf
com pregos altos e Armes, em consequeocia da
toa colheita deste anno; aqui oo causou, porem,
grande differenca essa communicago, conservan-
do-se aquello nosso artigo de exportaco pela
cotagao queabaixo mencionarel e que e quasi a
mesma annanciada as minhas ultimas cartas.
Entretsnto, se as importagoes que d'aqueile ge-
nero faz tambem a Ioglalerra.procedente de anas
colonias e d'oiftros pontos, escassearem prova-
vel que a nosss m ou antes diminuta colheiti
de caf veoha a influir nos pregos daqaelle artigo
no mercado ioglez. Aquelles mesmos extractos
anounciaram as extraordinarias chavas havidas
na capital do imperio nos principios de Janeiro
ultimo.
Nada por emquanto publica ram is rol has io-
glezaa a reapeito da noticia dada pelos nossos
jornaea de haver appirecido na provincia de Per-
nambuco urna epidemia que aa acha caracterisa-
da como cholera, e que havia j feito grandes es-
tragos em Goianna. Deas qoeira que pela prxi-
ma mala de Brdeos apparecs desvanecido o re-
ceioda que aquella molestia seja o cholera, e que
quaiquer que ella seja teoha cessado, gracas aos
esorgos j empregados pela primeira autordade
dessa provincia.
A dlvulgaco de semelhante noticia neate paiz
causara aqui grande terror entre aquelles que
arnuem s nossas praias, donde fugiriam por mo-
tivo semelhante com detrimento do nosso desen-
volvimento material. *
Esperamos receber aqui pelo prximo paqaete
de Soethamptoa os nossos productos destinados
a serem expostos na Grande Exposigo Uoiversal
de Londres.
O nosso ministro nests espita!, na sua quali-
dade de presidente da commisso brasileira que
ha de representar o Brasil perante a commisso
real inglsza, tem j dado todas as providencias
para que sejam recebidos e armazenados em Sou-
thampton aquelles artigos, atqueaejam trans-
portados para Londres onda depois de clasifica-
dos caifa) levados no dia designado pe i commis-
so real ingleza para o palacio da exposico in-
ternacional em Kensington Gore.
J nos foi concedido naquelle palacio um es-
pago de 1,250 ps qusdrados psra a exposico dos
noisos productos, e segundo son informado
quaoto nos bastar para tudo que teremos de
apresentar. Cada governo lera de fazer por sua
conta na repartirlo que na grande exposico lhe
for destioada ,oa arranjoa e adornos necessarios
para serem os seos respectivos objectos expostos
com ordem e brilhaotismo : consta-meque o go-
verno francez encarregoa o emprezario daquelles
trabalhos, Mr. Morgan, de levar a eeito por aaa
conta aquelles arranjoa pela somma de 12,000li-
bras esterlina?. .
Nada sei a este raspeito quanto ao Brasil, mas
oeuhumaduvda me reata de qae o nosso repre-
sentante deixe de bem representar o imperio at
naquelle particular.
As obras do palacio da exposico continua m a
progredir, aendo certo que eslaro concluidas
tempo de modo que a abertura dessa grande fes-
ta lera lugar no dia 1 de maio, como j tem
sido aonunciado. Nao ainda sabido se ratona
sssiatir aquella grande aolemnidade, maa pelo
menoa ser a abertura inaugurada cor um dn<
principes ds familia real.
Esto marcados os pregos de entrada naquelle
eetabelecimento, sendo diflerentes nos primeiros
das dos que sero cobrados mais tarde at Anal
Nos primeiros tres das os pregos sero de urna
x por cada pessoa; depois sero de cinco shil.
Iings, ate que dous mezes antes de lindar a exoo -
sigao passarao a aer de dous shilliag e meio oor
cada individuo. v
Almdisso haver assignaturas de cinco'e tres
guineos, que podero aproveitar s ao assigoan-
te, a quem aaba o diroito de visitar a esposicao
diana mente, mesmo nos diaa de festejos extraor-
diDanos. As assignaturas de cinco guineos do
mais o direito da visitar o jardim do Horticultu-
ra annexo ao palacio da exposico.
Varios jornaea de hontem, dando conta da ul-
tima reuoiao da assembla geral dos accionistas
da estrada de ferro do S. Paulo, annunciaram
que a directora apresentrs um relatorio favo-
rave acerca do estado o progreaso daa obras da
quella empreza, eeclaraodo ao mesmo tempo que
em abril prximo far urna chamada de a? 2 por
cada aegao e urna outra por igual quantia em
selembro prximo futuro.
Segando a directora as difficaldadea ano
apresentavam as obras na aerra do Cubato es-
to vencidas a ponto de sor isso hoje um pro-
blema deflmttvamente reaolvido o com sraade
economa para i companhia. Assim, pois, nada
pode ser mais lisongeuo do qae o prospecto dessa
empreza ; e debaixo deesa impresso os seus
fundos tem melhorado slgum tanto, achando-ae
ao par o s vezeii com 1/8 de descont. As
jo* de Pernambuco fleam descont de 3
a X 2 1/2 ; as da B.hia porem se acharo com n
premio de 5* 1/2 s 3/8. sendo hoje abldo n?st.
pnu que a directora espera levar aa obras a ef-
felto, economisaodo a somma de sessenta mil li-
bras do total que lhe foi arbitrado.
Os nossos fundos de 5 0/0 fleam a 102 1/1 a
08 d*,A,/ta).0 9I Xlt: 0s olW-doa ngl.!
zes 3 0/0 a 91; a randa franceza a 71 fr. e 50 c
os 30/0 portuguezas a 46 1/1 o 47 ; os 3 0/0 h!
tfSm w/l; *5 /0 r"M0'"": e os 5
O governo francei acaba de entender-ce com a
casa bancaria de Coutta e Hambro desta praca
pon negociar aqu um emprestimo de qualr
2^ralSrl^l^LM,l'2Jl',|,* COcm- 12*52: Lord Derby. "" aspare, e
gunTnuncou CZ"9 "" """u" S8_ Mf* D.,,-,,e1]' c"a dos c>>. oraran peU
Market da hon J" 9?a "Ug0 .MoM/ 0PP". f"odo mbos graodes elogios aos ts-
"ssnado e K?\'i^Jm9tttXXY% M,.S c0d0 leD0S rirtudes d0 fal,ecid0 DrinciP censor ..
CwS Hombro SS ?!?* pe,M S"' S l"blbo ** cmara, esto, pota
Sstaa g' 6 rWt0 por dlTerso ""I-dos ; e provavel que dentro de pouco
O banco da Pr.n. k i }enPo lonham nellaa lugar importantes inleroel-
co?,obd0ee4 1%F;0D.%b0/0:nVx;eUcattiV.ddV.Sf: Sft "^ '"* ** 'te-
iTJ'.J'i d!Dhe.iro 1ue he' para all em A iolervenco da Ioglaterra da Fraoca e da
ensequen*, desl. recente oper^o do governo He.panha no Mxico. TSTtm segundle lhe,
Parare auto.,, t .. .. !Vlbue do "' onthrooisar um principe da casa
Foud nsra1 dmV ron? SPPi,e? Vl nf' d ^U,ri8' ba d> e"U" curiocidade dos homens
aue elle val onr?, h? ""? de V? 8 30/0, polticos que no descobrimento da verdade insta-
odo do M.r.nh- P.U0 ?ance,r- "mento.do que se p.ssa sem.lhante ras paito :
LleroSof.10 7,?d "nh"m s,doco,do em 2f Prov.velmente um dos pontos de que
b i!"/'!; Pr libra ;e o de. Parean- brevemente se oceuparo as caaras inglesas
wSSmSimSL nV,e0D""andoKambos > PO'n sem resultado, porque presumo q?.
fi.rf!? i .? Procura firme e boa. A o governo suardar **<,rAn ?.i.F.___^_H.:!
importsgao deste artigo continua a aer diminuta,
em consequencia da prolongago do bloqueio dos
portos do sul da Uniao Americana pela eaquadra
federal; nem por emquanto promette aor maior,
visto como o governo britannico receia entrar em
governo guardar segredo durante a pendencia
de quaesquer negociages.
Ha porm indicios que denotam a intenco des-
ses goverooa adiados de lrem alm da reparacao
que dizem ir somante buscar. Assim o Mornxng
rosl publicou ha das um artigo, em que susten-
Z3ri^Vl da Washington por tou SjSOSXX^SSSK
danua 1 l d ^T? d 8ul-."P?"r| bron "" exico. dando a entender qaTelagla-
.i^rlaZ't i?,2 P 8 .da ia,Pren,a I0?le" Iter" a aP<>i"i : e o Monitor Francex decl.rou
SfJt5?!liSJ'Stt para I" reclame ambem .ha dia" 1u* o a'-dos caraciam de con.-
contra um semelhante estado de cousss.
O cacao do Rrasll tem sido colado pelo segua-
te prego 55 s. 66 s. per cwt. Pao Brasil 80 s. per
ton. C.f4 1* qualidade 65 s. 76 s. par cwt ; 2a di-
ta 5* s. 64 s. per cwt. e ordinario 48 s. 53 s. 6 d.
Assucar branco de Pernambuco e da Parahiba 25
a. 6 d., 30 s. 6 d. per cwt ; mascsvsdo 171. 6
d., 24 s. 6 d. per cwt. t Couros salgados do Rio
Grande 5 1,2 d. a 7 d. ; seceos 8 d. a 8 Ii2 d. ; e
seceos salgados 5 d. a 7 d. por libra.
Na ultima quiozeoa entraram em diversos por-
tos da Inglaterra, procedentesdo Brasil os segua-
les navios :
truir no Mxico um governo solido e regular com
quem no futuro podessem. seriamente tratar. Es-
tas indicacoes, quando a impreosa europea tem
espalhado que a Franga offerecera ao imperador f
0 Austria a coroa do Mxico para seu irtrao oar-
: chiduque Maximiliano, tem seu peso, e a opinio
geral se ioclina a dar-lhes grande valor. Nao se
| trata da enthronisagio all de um principe hes-
panhol, francez ou ioglez, porque isso seria contra
a convengo de Londres, maa contra a lettra des-
ta nao aera, se all fdr imposto um principe'aus-
traco I .
No dia 7 de Janeiro tioha chegado a Vera-Cruz
o general Prim para tomar o commando em che-
hespanhol. Dous mil e seiscentos
De Pernambuco cCatharioa V (27) a Bristol;
de Pernambuco Iris |27) a Briatot ; da Bahia I fe do exercito
\Um\ V piiamGr8.?0C!f; "? peIQambuco Ade- [ Francezes tiuham j desembarcado noqaolTe mes"
M\., .i/.,! a* d0uSear. 9""benb, Ponto, e em S. Joo d'lla se acha va m tre-
n a Famoulh ; da Parabiba Aome Scott {30 zentos soldados da marioha iogleza. Os Mexica-
a Queeostowo ; da Parahiba Falcoo (30) a Que-' nos cercav.m Vera-Cruz pelo lado de le?, h!-
Sp0Jnn.n,h R,BGraDd8 ;Ide,('o (28) > a Hu" : TeDd0 lid0 Pe1ue esesramugas com algus
Je PoreamSn ^Z^T*' (30) aHLiTD"Poal * tmSTSSSS h* R,u*A?orn; ,de Pernam-, rar.os a'dos em Tampico fente do exercito
u a il Ffederic (30) a Falmouth ; de mexicano.
Macelo .Miranda (31) a Liverpool : de Pernam-1 Este presidente daquella repablica proclamara
ubio tBnai'll ? T"**,' W d "a!?" 8S P0T0, de "' J-sdic?a>. convid.nSoos s
i! m (A Ll7erp0l; de De/nambuo feunirem em defeza da patria hoje ameagada pe-
Berne (6) a Queeostowo ; e do Para Florist lo iuimigo estrangeiro que all a no intuito de
wa ZSSTt i sobretodo aoniquillar a repblica. Niogaem,
No mesmo periodo partiram para diversos por- porm, confia no convite daquelle patrite, tanto
sil, sabidos da Gra-Bretanha os se- mais que no Mxico existe hoje um grande par-
tido pelas iostituigoes mooarchicas, visto terem
guiles navios .
De Shields tCrowof (24) para a Bahia ; de provado nao mal as democrticas.
Grave.end Entorprioo (30) para o Para ; de Li- O general Almoot, que aqui j estove ministro
verppot oBelemt (Io do corrente) para o Para ; de do Mxico, acha-se em Londres, onde veio se-
uverpool Bernione (6) para Pernambueo ; e gundo se affirma para pedir a lord Palmerton aue
do Jersey OUver Btaochard 1,3) para a Ba- *--------: '
hu.
Na noite de hontem parti de Londres para
Dowers, o do l para o continente europeo, S. A.
K. o principe de Galles, em visgem para a Ale-
xandris, por via de Trieste.
O principe herdeiro ir primeiramente a Berlin
visitar sua augusta ir rola a princeza real da Prua-
poie a candidatura do principe Maximiliano ao
throno do Mxico.
Os commissarlos confederados, Mra. Masn a
Slidell, chegaram finalmente Southampton no
fim do mez prximo passado, e Mr. Slldell se
scha j esta hora em Pars, para onde veio com
misso do^presidente Davis. Em Inglaterra nao
houre raanifestagao alguma em favor daquell.s
sia, e dalii seguir para Trieste, onde j est an- individuos, querendo assim o publico ioglez mos-
corado o yapor Oeborne, da marioha real gle- trar que na questo do Trent s pugara pelo
za, o qual dever tonar a seu bordo sus alteza triunpho dos principios.
real, conduzindo-o para Alexandria.onde detem- O vapor iYair.monia com data de Nova-York
barcar o augusto viajante. O principe de Galles al 21 de Janeiro ultimo, e chegado Soutbamp-
e aconpanhado nesta viagen que vai fazer ao ton no dia 3 do correte, trouxe noticias de urna
oriente pelo general Bruce, pelo major Teeadale, grande batalha que teve lugar no Kenlucky junto
a por outros ds sua comitiva ordinaria, durante de Somerset no dia 18 de Janeiro entre os con-
a residencia de S. alteza em Inglaterra. O her- federados sob o commando do general lollicoffer
deiro da coroa bntaunica despedio-se na dia 6 do e os federses connaodados pelo general Schoaof.
correle en Osborne de S. M. a rainha, que sin- Esss grande acgo darou desde as6 horas da
o esta permanecendo naquelle retiro, desde o manhaa at ao anoitecer, lindando pela comple-
fal ecineuto do principe consorte. O priocipo de a derrota dos confederados qae fugiram, deixan-
uaites dever provavelmente regressar aqui para do artilbaria, munigdes e tondas, depois de ha-
a abertura da exposico. vsrem perdido entre os morios o seu general. A
i a AV. correDte Jo'e' regressar a Bru- parda do exercito federal calculada em mais de
le Osborne, o rei Leopoldo que aqui tem 300 homens morios ; a dos confederados repu-


cas do Rio de Janeiro- teriam prodnzido um favo--
-aver effeito, ae nao aonuociassem nm deposito
tao accumulado. A posigao do caf depender do
7,^sschHfin;e.gu,,rdoRio *-***5
(laV*nde.ram.T8" emJ>neir> cerca 82 mil ooccoo
de cat brasileiro. -*v
Importaco at Qosde Janeiro.
J862 1,500,000 libras
1860 7.750 000
1859 6.250,000
Em ser em flos de jsneiro.
J862 20.000.COO libras
1861 1.000.000
1860 8,000.000
1859 13.500.000
U assuear tem catado mais procurado, o o mer-
cado mostrou mais animagao. Veoderam-se l-
timamente 3.500 saceos de assucar de Peroam-
baco maaca.o. o 3,300 saceos de dito de Macei
a n> ljalal|2 marcos branco as cem libras
Importaco de assucar al flos da Janeiro
1860 500.000 libras
1861 500,000
1860 2,500,000
_ 1859 4,000,000
t-m ser em fins de Janeiro.
1862 9.500,000 libras- .
1861 6.500.000
1860 9,250,000
1859 6.000.000
Tabaco Durante Janeiro entraram cerca 1 000
volum.s de tabaco da nova colheita do Brasil, qoo
foram de boa qualidade, e deixaram conceber
oeiias asperaogas jara o negocio deste i anno.
Venderam-se essas 1,000 balas a 77 3|4 schil-
hogs a libra, e outras 1,000 balas a entregar a 9
lj2 schillings, primeira qualidade. Ficam em ser
oOO rolos.
A'KodaoSem mudaoca. Muilo se faz sentir a
falta de algodao do Brasil.
Couros.Muilo tranquillo. Venderam-se cerca
1.500 couros da Bahia.
Jacaranda.Sem novidade. S a qualidade Boa
sustenta os pregos. Bm ser: 2,000.000 do libras.
Cacao.Nao houve entradas. S exiate um pe-
queo deposito em segunda nao de cico brasi-
leo.
continuado a permanecer em companhia de S.
M. a rainha. O rei doa Belgas far a viagem de
Osborne para Antuerpia bordo do hiate Victo-
ria Sl Mbert, e este navio dever esperar na-
quelle porto a chegada de S. alteza real a prin-
ceza da Prussia, que ae destina a Inglaterra psra
visitar sus suguata mi. Sua alteza nao viera
aqui por occaaio do fallecimento do princepe
Alberto, sea augusto pai, por se achar proxima
da um parto.
A rainha parece haver fixado indefinidamente
a aaa residencia aa ilha de Wigh ; e apezar de
haver Sido aberto no dia 6 do crrente o parla-
mento ioglez, a familia real nao mostra indicio
de regressar ao palacio do Buckiogham em Lon-
dres, como costumava fazer em semelhante oc-
casio. A obertura do parlamento, porm, nao
Uve lugar em pessoa pela rainha, mas sim pelos
commissarios regios em oome deSl M.
Nessa soUmoe festividade nacional, pronuo-
ciou o lord chanceller da Inglaterra o discurso
da corda, que versou principalmente sobre a
tade ser muito superior.
De Washington annunciam que o general Ca-
meroo dera a sua demieso de mioislro da guer-
ra, sendo nomeado para substitui-lo o general
Stonton.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Pelo vapor ioglez Tyne, entrado hontem Ur-
de dos portos da Europa, recebemos cartas e jor-
nsea: de*Hamburgo at 5, de Bruxellas o Paris
at 7, de Londres at 8 e do Porto al 11 do pas-
sado.
A boro sdiantada e> falta de compositoreso bri-
ga-nos a limitarmo-noa carta do ooaso corres-
pondente de Londres, que vae sob a rubricaEx-
terior e mais ao seguiote:
Acha-se de todo resolvida a questo do
Trent, e assim adisdo o rompimsnto entre a In-
. glaterra e os Estados-Unidos.
morte de sus alteza real o principeleonsorte, so-' ~ Sob preteito do procurar a devida satisfago
bro a questo do Trnt com o govbrno de Was- offenooB o violac/ies, a Franga, a Meapaoha e
o monsrchs.
por occaaio
bem como o
augusta se-
hingtoo, aobre a toterveoco no Mxico, e floal-
meote sobre o auxilio prestado ao imperador de
Marrocos pelo governo ioglez, mediante a garan-
ta da Ura-Bretanha para um emprestimo con-
tratado en Londres osa favor daquell
A grande dor sentida por S. M.
dofallecinento do principe Alberto,
profundo recoohecimeoto daquella
obora pelas syrapathicas demoostragoes'de peza-
mes dos saos subditos por to irreparavel perda.
est vivamente significado naquelle discurso,
alm da ioteressante alluso que alii az a mesma
augasts senhora s altas virtudes dofto ehorado
esposo e principe. I
Fallando dos ltimos successo relativos
questo do Trenl. Sua Magestado declarou com
sstisfsgo que essa difflculdadeforafresolvida, fl-
candosslva a dignidade nacional e que feliz-
mente o relagoea com o presidente dos Estados-
Unidos cootinaaram como outr'ors,
No seguinle tpico fallou Sua Magostado a rai-
nha do tratado de alliang otlensira e defensiva
que flzera em outubn ultimo com a Hospanha e
a Franga paraintervir no Mxico era favor dos di-
reitos da seus subditos, taolaa vezei violados, ar-
lodindo oecessidade de por aquello modo obtel
a reparagao do mal que aquella repblica tem at
agora feito impunemente a Inglaterra na peasoa
de oiuitos subditos britsnnlcos. E oalmente, re-
feriodo-se ao tratado celebrado pelo aeu gover-
no com o sultao de Marrocos, paral o menciooado
flm, deu a rainha como motivo diquella medida
a oecessidade de evitar urna nova/ guerra entre a
Hespanha e Marrocos, cono succederla se o im-
perador nao podesse pagar Hespaoha aquilto a
que se obrigra. Alm deates tpicos, tratou a
falla do throoo de varios assumpitos de adninis-
traco interna.
O discurso da corOa foi no mmso da votado
uoaoime e favoravelmente em ambas as cmaras
declarando a oppoalcao que coBJsiderava aquello
documento como pricipalmeote c satinado a com-
muDicarao parlamento a trista nova do falleci-
mento de Sua Altec*. Real o prim ipe Alberto, com
o que quiz todava oigniflear que salvara os seus
direitos par. em ccasi&o oppor una responsabi-
Uat o ministerio, por aquilo q le possa merecer
a Inglaterra se uniram para urna ioterveeo no
Mxico, havendo j chegado Vera Cruz tropas
da seganda das nacoes.
A opinio geral, porm, da Europa, que o
fim de urna tal expedigo a iolervenco oos ne-
gocios interiores.
A Europa de dia em dia v crescerem aa
probabilidades d'uma paz duradoora, pelo qae
collige dos discursos das coreas franceza o ingle-
za ; havendo quasi que desapparecido as suspei-
fas de guerra na Venecia, no mez corrente.
Causou profuoda e importante impresso o
recoohecimento do reino da Italia, pelo Brasil.
No dia 25 de Janeiro teve lugar, em Reicha-
ratb, a abertura da dieta da Dinamarca, peto Sr.
Hall, presidente do gabinete, que lea o rescripto
real, prometiendo que so reataro os lagos rom-
pido entro o Holstein e os domis estados da
Allemanha ; sendo j objecto de negociages a
organisaco constitucional desse estado,
Don-so na cidade do Porto, 5 do passado,
um grande incendio na fabrica de flago de algo-
dao, do Sr. Antonio Joaquim Pereira de Maga-
lhea, ignorando-so qual a coa origen.
Toda a fabrica, propriamente dita, ficou redu-
aida 4 um monto de ruinao, avallando-so em 40
contos de ris fortes os prejui.os cucados,
Tiohom cpparecido grandes cheias nos ros
Douro, Vougs e Marmel, causando maiorea oo
menores prejuisos, conforme a pouCa ou muita
distancia dessas margena.
De Lisboa nada ha de importante a relatar.
NOTICIAS COMMERCIAES.
Hamburgo 6 de fevereiro de 1862.
O mercado de Hamburgo nao mostrou anima-
gao durante aa ultimas sananas, nem em um,
nem em outro artigo principal; as transaeces se
desenvolveram tranquilamente, sustentando-se
plenamente os pregos.
Caf.O priocipio do anno se mostrou mais fa-
voravol do que se tinha aupposto, em consequen-
cia das noticias de se schar .asegurada a paz en-
tro a Inglaterra eos Estados-Unidos. A excitago
momentnea porm foi seguida por urna arando
frouxidlo, de manelra que ltimamente nio oc-
carreu nada digno d meogio. As ultimas poli- poupa4os pelo pidoirtc.
Temos vista joroaes o cortas do norte do im-
perio at a Granja, dos quaes foi portador o vapor
Persinunoo, entrado sabbado, com datas do Cea-
r at 23. do Rio Grande al 26 e da Parahiba at
28 do passado.
Cear. Nosso correspondente diz-nos o se-
guinto:
Pouto ha que noUciar-lhe depois da rainha
ultima correspondencia, de qae foi portador o
Oyapoek. r
i O Exm. Sr. commendador Machado, entrado
na adatnistragao da provincia por achar-ae do-
onte o Sr. vico-presidente conego Antonio Pinto
de Mondonga, tem-ie limitado ao expeliente, oo
que a meu ver tem obrado com multa pruden-
cia. Os vice-presidentes maneira das madras-
irassao sempre censurados ainda pelos actos mais
conformes com a justig., ao passo que muitos
presidentes passam desapercibidos outros muito
mais dignos de censura ; de alguns sei eu, mes-
mo ns parte dispendio pecuniario, em que so
tem guardado completo sileocio, que se -hou-
vessem partido de alguma vice-preaidencU, j o
que tiresse lido a infelicidade de pratica-los an-
dara ahi pela ra d'amargura, o quem sabe ss
denunciado como prevaricador perante o supremo
tribunal de justiga.
Segu neste vapor para a provincia do Rio
Grande do Norte, oope vai tomar conta de sua
comarca o Dr. Viceote Alves de Paula Pessoa,
que aqu exerceu por multo Umpo o lugar de juiz
municipal: um digno magestrado: oa morado-
res da comarca do S. Jos de Mopibu, para qus
elle est nomeado, devem congratolar-se por tal
nomeaco, quo em nada desmerece a do seu
antecessor.
Nosso invern vai moderado, e temos espe-
rangas de um anno abundante.
< Ainda vem caf das sorras, e teodo-se ji
feito em nosso porto alguna carreg.mentos deste
artigo creio que ootros mala se fario: oa agri-
cultores esto animados, a renda publica flore-
ce; esperamos pelas noticias quo ha de fre, quo
a colheita futura nao ser menor do que a
passsda.
< O nosso muito digno prolado, diferio por
causa da estacao invernosa, a visita que pertendia
faxer a eaU freguezia, ao longo do littoral, por
onde se estende at a distancio de trinta leguas
muitos beos trar essa visita : a freguezia pela
sua grande exteoso, nao pede deixar de aer
mal curada, S. Exc pretende pedir assembla
provincial sua divisio, eatabeleceodo-ao en Sou-
re, povoago d'aqui distante duaa leguas, a sedo
de una nova parochia, o um canto no Grairi ;
respeitanos muito a opinio do virtuoso prelado,
mas cromos, que depois de inspecgo oceular,
elle a modificar : aendo em Soure o sede da
nova freguezia entendemos que pouco melhoram
os respectivos parochianos, e nao julgamos muito
conveniente o idea do estabelecimento de um
curato oo Grairi.
Ha na povoago do Prasiaho, 4 bera mar,
com ptimo porto, urna capaila, quasi concluida.
que a quatorze legos de distancia de Souro e
qaatorze do Mondah limito do antiga fregaezia.
pode con grande vaatagom doa povoa ser a sede
da nova: alm da que .o passo que o Parasinho
vsi em progresso, Soure declina o olhoc vistos.
Os parocboa gosUm poaco dostao divisos,
mas devem cooformar-so com ella, de bon gra-
do, lenbr.ndo-ae da que em orna provincia to
exteoaa como o Ce.r, oo poasivel que hajam.
somonte trinta e qaatro freguezias.
c Vai se desvsoecendo o susto quo se apode- .
rara de nos com o reapparecimooto do cholera
morbua as visinhangas dessa capital: com
quanto ostejamos convencidos de quo oa roali-
dade existe por ohi o terrivel flagollo, todovia
tio vagorosa sua marcha, o perece ser tao pouce
mortfera, qae temos de presente esperance, do
que ainda desia vez noo oo visite o tal Aba-
vero.
c Concluo por hoje pedindo-lhe desculpa da
brevidade, e despedindo-mo de seus loilores
at passagem do Prinsezo de Joiovillo pora o.
suli r
Rio G*ani* do Norte. No dia 16 do passado
tovo ali lagar a abertura da assembla provincial
teodo o Exn. Sr. Dr. Leo Vellozo o relatorio
do costme ; que foi, segando nos dizem um bel-
lo trab.lho quaoto noticia loeses e suas oe-
ce.sdsdes.
r 7 Tran'""-e.no dia 12, porao antig edi-
ficio, reedificado oliimomente, a theaourSrio de.
fazenla, a.tiafazendo o actual presidente esta ur-
gente oxignete beootcio do cervino publico.
ParahybaA. ultime hora dU-noa a aosao,
correspondente.
Esta capital ooti einde livre de epidemia
reinante, gracu Wvibj Provideoci..
< Da neta inclusa cav*, obeequiofid.de da
um amigo, ver que e aortatfc.de arte provin-
cia tobe j i bom cifre istpostoBlo) ontroUoto
que oo povoadoa acia imprtenlos teem sido


---------

JM 86 13MH al! t ti
A provincia uta invadida e para lodos 01
todoi 01
pontos pattetn soccorros. sn a
As ultitMs noticias dio. villa de Campia
melhorsda pouco Iivre den acautea do pautan
que 111 tea estragos (*, lasia rq ie,
(foram pouco) viole e tantas victimas, O que
muio para so lugar sai prsitfln saW1fltL -...
Charas abundantes e al torrencial tem ca-
bido os capital e circumristBhajswr% o qne
descer o Parahiba coro grande Jtaia
A fregueia de Santa Rita na sjesarendo a
"i
O

=
DUMO DE PEWAMMJCO. 8*HIIA FURA DS UABtfl DE 1842.
lualraenle; mas ha all toda* *s
r-*vm
lelegado cha-se era commisso no Bam-
O Dr% Vicente Wanderley tem-se prestado
laura ve tenate.
Nae npossivel calcular a cifra exacta da mor-
tslraarfe desta comarca pela exageragio dos no-
tjfciaderes; purera digo-lhe que se exceder de
900, sarmui pouco.
(a *- "ni ----lias mu iniisifjii
tidoa danaoluaaerna*>-d
lo Fehsaaao sha sgha T
commissao de beneficencia ama oasnaosia d
rros, jartio
Srs. bario d Moran, padre aMcinCnlvao, DeV demos
Antonio Garios, vigario anadia Pinln,-se |tl- os Pao
toreado deum modo diga* de tao o elogie, a "' ijaanTi i
Da ria do Apody escrevem-nos o seguinte
Con!
iutuito de soccorrer aos desvalidos, quer com
aturaos nroprioa e quer com et offictact.
Admira que ainda estejam.o.s livres da epi-
demia, e entretanto que h tesefcem quem ae
admire da demora da measaa no termo do
Pilar.
A tilla do loga asta Iivre.
4s domos sertes stao soff/eade ; felix-
.tnetfte, perm, o deseovolvtmeoto e progreseo da
pideaaia ae ha faite aHidat amoiedo muito ani-
mador.
Os gneros alimenticios estio un pouco
caros; sendo qae a carne e a 'arinha que sao
a-posto i venda sao pesslmos.
Nondades de entro carcter cao as ha.
Pode ser que h*ja alguna inexactideo ae
tatil da calacao qae ate (Are- cima o ae ae
gue; mas nao ser pot certe muilo seosivel.
V-se damesma que a snorUtidade sobe i
urna cifra importante; isto a snaia de 1,M0
victimas 1
A* 34 tomou posse do cargo da hele de
polica o Sr. lir-. Jos Nicolao Regueira Coste.
O Dr. Regueira iC >9ta tem reputacio Arma-
dla e um nome conhacido, pelo que m limito a
declarar que S. S. tere de prestar ptimos ser-
icoa esta provincia.
Todos isjoroaee comprimealaram-no de um
modo muio honroso.
a O Or. Corr^M Lima a o Dr. Peiaoto voliaram
a exerceresle o cargo de julz municipal e aquel-
le o de direito.; ambos ara as interinidades que
deixaram pactusram aeus actos pelas rogras im-
apreacripliveia do justo a do honesto.
Sao elles magistrados iotelligeaiee e hon-
rados, alm de activos.
Espera-ae que o (oro marchar iivre de tor-
tuosidades que o acabruohavara.
a JVote das tejimos da epidemia ate) provnote da
Parahiba.
Capital...,................................
J5ar reiras, do municipio da capital........
Dietricte dnSanta Rita, idem dem........
Dislricle da Cruz do Espirito Santo, idem
idem....................................
Lucen*, idem idem.......................
Taquara, do municipio de Alhandra......
Pmdubal, do municipio da Mamanguape..
Villa do Pilar e sent suburbios...........
limcharia.do municipio do Pilar..........
Vjfitihaocas do engenho Prazeres, idem
idem....................................
Itabaiaona, idem idem....................
Hareeahype, idem idem..................
tuarita, idem idem.......................
Podra Branca, idem idem.................
Curtmalatioho, idem idem..v...........*.
Hacia de Mello, idem idem......,........
Pirana, idem idem, pouco maiaou menos
Pitombeira. idem idem...................
Serrtnha, idem idem......................
Jacar, idem idem.:......................
Rodeador, idem idem.....................
Camipistola e Riachao .do Calda, idem
idem...................................
Villa de Pedraa de Fogo...................
Do engenho Tai|> para a matriz, do mu-
nicipio de Podras de Fago..............
Villa do Ing.............................
Serra do Pontos, do municipio do Inga..
Cachneira de Ceblas, idem idem........
Mogeiro, idem idem.....................".
Povoaco de Natuba, idem idem..........
Suburbios da povoagio do Nataba, idem
m ioem....................................
Serra do Uruc, idem dem...............
Viraco, idem idem...........'...........
Jatub e Fervedor do municipio do loga
Boa-Vista, .idem idem....................
Juc, idem idem..........................
Parahibinha, idem idem..................
u!co'j0,'n i.d,em.......................
redro velho, demilem..................
Una Grande, idem idem..................
Villa de Campia eseua suburbios, per-
odo....................................
Faguodes, do municipio de Campia......
Villa de Alsgoa Nova.....................
S. SebastiSo do municipio de Alsgoa Nova
Subdelegada da Ara...................
Alagoi Grande do municipio de Ara,
pouco mais ou menos..................
Rapador, idem idem, mala de.............
Po-Ferro e Macacos, idem idem.........
Cruz, idem idem....,....................
Caianns, dem dem......................
Villa da Independencia..................
Suburbios da villa da Independencia..ce
Mulung do municipio de Independencia
Barra, Cuit. Malhada e Cachoeir, idom
idem, mais de.....................
Olho d'agua secco, prximo i" Villa d
Baoanelras.............................. 1
Flores e Caicarioba, do municipio "d
Pomb.il................................. g
Paseasen), do municipio de Paltos.....:..
Alegoa Tapada, do municipio de Souzs... 7
IBjMt.
':%
|uoa*am-oo baw equiorastaatoa
es sw prowafk) f/ae a Prc-asAan-
I^.VV:Sil f!f-HlL"*W*^,M "l,*iSw^0C?rreir, Bernsrdo Lihdolpho de Men-
pe?as de baeta e autortsou a organiMCio da um doea, Victorino Candido Pereira Magalhae pa-
hospil.l que havia sido-pedida pelo rea juiz ded.reito interino Dr.Teixeira de Si ; a ,' Paoaageiros do patacho brasileiro Caimn
acaba de dirigir a atiende daquelle iculuvo sabido par.To Rio de Janeiro :
1 Lu*- 4 A tesahera do capitia e 2 ei
para a froguaiia da
doutos^jsm-
3
3
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25
25
80
Tll........... 1.110
rtHNftffiBUCO.
REVISTA DIARIA.
Apperecem noticias, por intermedio do Ouri-
ZZMM ,a',ecerVa do Saboeiro, pro-
yocia do Cear em viagem para esta, o Sr. Dr.
5Z2SS2,de Arruda Ciw- de "f
O fallecimenta leve lugar no dia 22 de Janeiro
prximo passado, em consequencia de urna con-
gestao cerebral ou apoplexia fulminante.
Nao hs aiada multo que nos oceupamos do
estado do collegto do Bom Conselho era Papaca-
ra, esobre elle nao podemos deixar de solicitar
dei novoalgumas procidencias dos poderes do es-
laio.para prevenir o desmoronamento moral e
pnysico de um estabeleeimento que est cima de
toso o elogio pelos serview reaee, que tem pres-
t.?. 1TI.,,.MS* 6 mor'idade dquelle ponto.
Taes nstiluicoes. por seus fias de piedade re-
conbecida, encontrara aempre concursos na nossa
poputaQio: maa de ordinario nao sio estes l-
mannos que possam prescindir do auxilio do no-
der^paDlico, auxilio que nao tambera em pura
nerda, porque delta resulta elTeitos, que compn-
salo completamente quaesquer sacrificios pela
dueacao do povo.
r, ae o collegio do Bcm Conselho da Papa-
~?- ,B"5J*T6Me oni clrcumscripcao de
coliegiaes, talsearra o seu fio, porm tea recur-
21^f?,W- E Wia- de 1ue uM'Mrte seria
^ 2 1856- W elle tiveram abrigo.
tlSZ22?l *MV r,n,la P honra
atianoje parte desaas desgracadas que mercara
o carpo, alimentara os vicios e dio Itfgsr gran-
des enmes pela corrupcSo dos coslumes
Sabemos qneoacrise flnanceira da rorlncia
do poesivel s dlstribuico de soccorroi avulU-
doo: maa sabemos lambem que estes podem ser
outorgadoe aem aggravo do cofre publico bas-
tando qae se adopte a medida de urna aobacrip-
gio, visto ser iropostivel correr urna lotera a
vastada disposicao da le provincial n. 991, do an-
uo paaaado.
Foi eflecliramente alterada a sabida dos va-
porea da companhia pernambucana.
Aliaba doaul foi modificada para os das 5 e
V ** ru P" dcada mez.
iu!ii .. *iro <,fa-"os o aefuista em dats
ce J do paseado:
tem^8^.tt.r +*?*.
SE? ""*"" ^^TSWSTi
.? Df- J'" f rurguo Araajo Lime, euros stJtvicas tea sMo fm*
mensos, osudo olio tecatet oVpVeau'!S,aK
para dasejat qoe o mal decline, per e a
aAoatM.saiito, asesinas da lit-uoJbsm eom o
daVMsa. Jasaba**paseada a osrne frene, fe.
vendida a 18 patacas, e o roaii a praporglo.
; eoidatsi *de 17 dayassadO"?
Negra nuvem que aoa ares oscurece
Sabr oesaae caberas apparece.
c Repito-Ihe boje aquelledous versinhos, cem
que oatt'ora Ine auounciou a aeu antigo corres-
pondente do Bonito a chegada do cholera no Al-
ttnho, 10 leguas daquella villa.
Felizmente anda nao est lio perto daqui o
terrivel Hlho do Gangea, por que o Pomeat da Pa-
rahyba, ende elle 4 faz victiman, ni* nos ea
tao perto{ mas V'mc. sabe que eaaa molestia, em
quem muito bem aaseotou o nome de judeu er-
rante, com que o chamaran), nao aaaa, vOa^ e
aasim o espaco de SO legoas, em que nos fica,
(tanto dista o Pombsl do Apody) sari por lie
ireaapoete em minutos, e em segundos tatvee.
entretanto at hoje muitoa porcos pelas mas,
e em qaintses, muitas salgaderas de coure, mul-
tas casas immundas, etc., etc., etc., nada se faz
para prevenir ou que o mal nio noa etiegee, ou
qae quando toaramos tal infortunio, nio aoffra-
mos os estragos que costnma deixar em sua pas-
sagem.
A cmara municipal e delegado tiveram ordem
da presidencia para tomar as medidas que o lem-
po requer, porom oem a polica e nem a muni-
cipalidade acordaram do aomno da indiflerenc.a
em que jaxem. R* que ninguem sabe aqui o que
o chotera morbus I
Confio muito e muito em que apenas o Sr.
Leao Velloso souber que o cholera nio est lon-
go de nos, tomar aa providencias que depeodem
do goveruo ; pois infelizmente por estas alturas,
tudo s se espera do governo. Ouco dizer que
por Pernambuco e outras provincias sempre que
apparecem cerlaa crises, se abrem subscripgoes o
fcilmente se realisam quanlias para obras de
caridade. Mas por c cada um trata de si, se
que isto msmo fasem, e mal daquelle que nio
tiver, pois custa muito a arrancar um vintem para
certas ceusas. Ouve-se muita misss, resa-se
muito; por que essa devocao barata, porm
quando o oaristio tem de mostrar que ama ao
prximo como a si mesmo diversut esc modut
agenii, o caso 4 oulro quem quizer que trsbalbe
ou o governo que d.
Nao temos por c tanta riqueza como talvez
se pense, e nem tanta pobreza como se inculca,
o que ha pobreta de animo.
Em tudo ha excepto, e eu nio posso deixar
tambem de fazer oeste caso, pois existem uestes
aeries algumas pessois caritativas no rigor do
termo, e que enlendem as cousas muito difi-
reme.
O invern vai ptimo ea muitoa diaa estio
os ros Chetos. Adeus.
O nosso correspondente, que se ha oceupa-
do a respeito do estado dos belgaa vagabundos
existentes nesla cidade, de novo enva nos este
artigo:
Sr. redactor.Lamentamos que o Sr. cnsul
da Blgica prometa recolher-se ao silencio acer-
ca da questio que ventilamos, mxime sendo ella
tio importante, visto como de sua aolugio aurge
a melhora de urna cohorte de infelizea, que ae o
sio por si (como diz o Sr. cnsul) nem por isso
devem'merecer o abandono, por quequaudo ra-
zoea enrgicas 6 imperiosas nio militassem em
seu favor, urna s bastara, e seriaa philantro-
pls, a caridade.
A questio que apresentamos acerca da emi-
gracio aiuda prevalece, por que a simples e in-
nocente proposipio do Sr. cnsul, isto de des-
presar a questio por ser de direito, causa-noa na
verdade grande admirago, visto como sendo
urna questio principal, dee ser resolvida com
lucidez, e com toda attenco, para se tomar en-
lio aa providencias necessarias.
Quantoani, prevalece aiuda a opiniao que
emittimos, isto de nio serem taes lofelizes
emigrados, e parece-nos que o Sr. cnsul con-
corda nisao, visto como em sua resposta assere-
ra-nos que elles vieram engajados para esta pro-
vincia, o que prova exhuberaotemente que nao
abandonaram sua patria, e vieram somente exer-
cer urna industria: ora se assim tollitur quoes-
tia, visto como provado que nao ha emgragio,
provado est que merece a proteccao de sua
patria.
a Que importa que achando-se elles engajados
delxessem de trsbalbar, fizessem reclamares in-
fundadas acerca da companhia, e vivam hoje na
miseria pr um facto proprio e somente filhu de
sua rebelda ? I Acaso este facto dar motivo para
e despreso? Certameote que nio, e quando mui-
to dara somante por serem considerados vadios:
mas isto nio autoriss o despreso, ao contrario
vigilancia, por que se o Sr. cnsul recorrer a le-
gislarlo dos paizes civilisados, se de perto quizej
recorrer mesmo a nossa legislarlo, ver que ha
providencias a tal respeito, qual nao despre-
so; ver no cdigo do proceaso, o julz de paze
ouiras autoridades com altribuigao de Ihes assig-
nar termo de bem viver, vef o aviso de 10 de
margo de 1837, obrigando-os a applicarem-ae a
trabeibos tela, ver finalmente no art. 295 do
Cdigo Criminal, ums pena bem grave para os
que se acham em tal estado.
Assim por tanto, j v* o Sr. cnsul, que o ser
vadio nio facto que autorise o desprezo, por-
que se o fosse, a legislagao nio tratara de esta-
belecer madidaa tao providentes, tao enrgicas,
tio sabias e tao saluleres.
O Sr. cnsul em sua resposta faz urna pergon-
(a a qne de modo afgum podemos ser tndiffereo-
te, e, tem o governo dopaizalgomdever de sus-
tentar aquelles que nio se applcam ao trabalbo,
pdenlo? Como que nos parece que o Sr cnsul
julg com essa pergauta em abstracto qne o go-
verno nio tem esse dever: se assim dei-lhe-
hemns que nao esse o nosso pensar, eeia a ra-
zio :desde que o individuo rebelde ao traba-
lbo, desde que sua occiosidade pode dar lugar a
graves e lamentaveis delictos, desde que final-
mente o individuo sem trabalhar, torna-se intil
a si e ao paiz, o governo pode obriga-lo a traba-
lhar, e assim implcitamente est o daver de sus-
tentar, porque sendo o resultado do trabalbo o lu*
ero, esse sempre destinado a salialagao das ne-
cesidades, em cuja classe se acha o alimento.
< Deixemoa porm isto de parle que nada im-
porta, por que se o Sr. cnsul com essa perguola
quer chamar a atteogio do governo desle paiz
(Brasil) para dimlirde si a respoosabilidade, em
nome do governo diremos que anda nao lempo,
porquaolo achando-se esses iolizes acobertos
com o patilhao de sua najio, a Y. S. como
seu delegado, sobre quem corre esse dever.
Estamos de algum modo firmes na enea de
que o Sr. cnsul tem feito alguna, causa para o-
desempenho de seus deveres, mas nem por isso
asseveramos .que tem feito tudo que est ao seu
alcance (como nos disse) e bem prova o dizer que
seniJo a questio da eraigraco, questao de direi-
to, com ella se nio envolva, deixando para os
entendidos. Oh I Sr. coosul, por urna questio
deisa natureza, questio da qual depende tudo,
poder por ventura ficar de parte, e por omissio
soffrerem victimas, que anda podem ser tio uteis
ao aeu paiz? I Com efleilo entendemos que a e-
raisso de semeihanle propoaigo, foi somente fi-
lho da urna abstregio, e entendemos que agora
reconsiderando melbor, o Sr. coosul recorrer
aos entendidos, e viste da resposta delles, to-
mar 03 providenciaa, porque tanto temos clama-
do, e note bem que ae assim nio o Uer, leremos
de ver a contiuuacio da expeclaculoa horrorosos
e lamentaveis, teremos em urna palavra de ver.
eaaea iolizes entregues so relento.os iotempeiel
do ar, e finalmente morrerem na mais hedionda
'miseria, como ha pouco acontecen com um, que
nlregou a alma ao Creador, na porta do tribunal
da relagio, causando urna acea tio pavorosa,
que nao nos animamos a narrar, porque na yer-
idade, memrofsse horret 111...
cFioaliaando temos ainda a dizer ao Sr. cnsul,
que se algumas expresares tem offendido s sos
modestia, nao sio intenciooalmeote, visto como
ontro flm nio temos, se neo a commiseragio
desses infelizea, como j asseveramos e continua-
mos asseverar.
0 itimigo do dttprezo.*
Eit o quincruseesimo-nooo e sexagsimo
a Dos districtos medise, em que est dividida
esta tidade, de suas imaaediages e suburbios nio
reetbeu 4|.\xc. ejfjax~"
publica/jia-ae tornaste
c Ajt horas aja
18fisV
c
de
diz
t
um oil
d'Alho
Ernes
oes.
a*.
. m.ian.d
'.'per
Mtknteanaap
;a.
dirigide
irovincia,
*rei que,
.apitaa e 2 escrivos a entregar.
Repartido da polica.[Extracto da oar-
tea do a 1 da margo.)
Toram recolhidos i casaba* delaacasM dia 28
fevereiro*
ordem do subdelejt.
a da Silva, brsnco.sje
._Jo, por embriaguez.
>,JA' ordem do da Boa-V.
"Ira. (ambem branaa., de
Sr. Dr. cbe'fe de polica.
- ^' ordem da de S. Jasa, Prxedes Olindina de
s pelo cholera, aettnna dirigido aos luga- Oliveira, semi-branca, de 20 annoa. costureira
cados e havia verificado, depois de miou- e Joanna Francisca Paes Barretto, parda de 25
> era exacto o que Ihe linha sido annoa, tambem costureira, ambas por desobedien-
cia e iosulto*.
O chele da segunda secgo.
J. G. de Maquila,
Mov ment da enfermara da caaa de deteu-
ao do dia 1* da margo,
Tiveram alta da enfermarla :
Thomaz Antonio de Paula Buarque.
Marco lino Fer reir.
Joao (eacravo do Sr. Maximo.J
Matabouro publico.
Mataram-ie para o cuosummo dstta cidade 00
da 1" de margo, 91 rezea.
MOHTALIDAOE DO OU i* DB MARCO :
Francisco Venceslao de Aimeida, Pernambuco,
15 anooa, aolteiro, Boa-Vista, mal de pal.
Angela Benedicta do Sacrameolo, Pernambuco,
19 annos. solleira, Boa-Vista, phlysica.
Lucilla, Pernambuco, 31 annos, solteirs, escrava.
Boa-Vista, phlysica.
Robertina, Pernambuco, 3 annos, S. Jos, ana-
sarca.
Joaquina Antonio da Conceicio, Portugal,25 an-
nos, aolteiro, Boa-Vista, anasarca.
Celestino Carlos Coelho Gaio, Portugal, 16 annos.
aolteiro, Boa-Viita. febre amarella.
Jote Valentn dos Paasos. 36 annos, aolteiro,
hospital de Marinha. cholera.
Elvina, Pernambuco. 4 annos. Boa-Vista, pulmo-
Frei M a noel de Santa Clara dos Aojos, Pernam-
buco, 30 anuos, Santo Antonio, tubrculo pul-
monar.
' E* e0Dse1 aeoc' '** noticias receidas pela
presWeneH da provincia, procedentea da Pao
d ArnjW fcc, fez seguir para alli o Dr. silva
e o crioulo fins I ra, ale
los Pe-
e, ma-
r Jas Fer-
faaairo. por
canoei-
,1 t--------r-----------7 ^^ v- *--, o- > v *.iuuiu iiimiiim ve ^^aatoas.'Canoei-
L? -0'lCttt*.8rqua rvho,m da ur ro> Mcraro d# Mariano de Si eAlbaquerque. pe-

e-
da Siqueira
ppellada,
respectivo juiz de direito interino, e sendo por
este informado que existam tres pessoaa acepm-
mettidas pf'
res indicad
cise exarne, que
dito.
Diz mais que tinha sida informado pelo mea-
mo juiz de direito e por varias pessoaa que o na-
viam consultado acerca de individuos atacados da
mesma sffecgio, que muitos casos se tinbam dado
em differeutes pontos da comarca, nos engenhos
Lavagem, Macacos. Condado, Jardim, Novo, Cb
da Ooga, Ori e Cbi das Capoelra.
Dizemfim que, estando provada a existencia
da epidemia nessa comarca, opinara pela creagao
de urna enfermara; destinada especialmente ao,
tratameDto dos Individuos accommeltidoa tjelo
cholera, visto que era difficil. ae nio impossivel.
minislrar-lhes remedios em suas casas, nio s
pela distancia que multas vezes se tinha de per-
correr, mas tsmbem pela confeigio de alguos me-
dicamentos que reclamara certos meios que com
muito casto se encootram as residencias dos
desvalidos, alm dos auxiliares e preceitos hygte-
oicos.
Em um offitio de hontem, dirigido desta cidade
a S. Exc, diz o Dr. Alcibiadea Jos d'Azevedo Po-
dra que, em cumprimenlo das ordeos de S. Exc.,
tinha visitado a freguezia de Afogados, enten-
dendo-se para isto com oa respectivos subdelega-
do e viga rio, e que estes haviam aido .solcitos em
moslrar-lhe oa doentes existente* que erara : Ro-
que Antonio de Medeiros, de 35 annos de idade,
casado, residente na ra do Bo, o qual tinha
restos de dyarrha, e Joanna Hara de Barros, de
37 annos de tdsde. viuva, residente oa ra de S.
Miguel, a qual achava-ie em coovalescenga.
Nada mais consta officialmeote que inerega
ser referido.
A's 6 horas da tarde de 2 de margo de 1862.
Dr. Aquino Fonceca.
Havendo o Dr. promotor publico reccorrido
para o juiz de direito da 2* vars, de despacho
em que foi arbitrada oa quantia de rs. 15(3*000 a
nanga prestada por Manoel Pereira de Miranda,
foi publicad* pelo juiz do dia 28 de fevereiro o
seguinte provimenlo, cuja materia sem duvida
attendivei :
< Dando pro vi ment ao recurso inter posto
pelo Sr. Dr. promotor publico, mando que seja
reforgada com a quantia de rs 265|O0O a fanga
que preslou o r, indiciado em crlme de offen-
sas physicas ; por quanlo, havendo sido arbitra-
do o damoo causado e aa custas do respectivo
processo na quantia de rs. 50J000, deveria eet*
accrescentsr-se asomma de rs. 3659000. tendo-se
em attengio o mximo do tempo de prisio, qae
corresponde ao referido crime, segundo as regras
establecidas no art. 1 9, 1. do cod. crim. ;
pagas pelo reccorri'do as custas.
< Sobre a coocessio e arbitramento dasfiaogaa
por crimes, cuja accussgio incumbe ao promotor
publico promover, deve o meamo, em conformi-
d de 30 de jaoeiro de 1856, aer sempre ouvido,
schandose em qnalquer lugar perleocente ao
termo de sua jnritdicgio; e recommendo ao
subdelegado que aasim o cumpra.
a Cidade do Recife, 28 de fevereiro de 1862.
Manoel Joti da Silva lYeioa.
No sabbado, pelaa 3 e meia horas da lardo
foi asssssinsdo no corredor da escada do Sr. Dr-
vigario geral oa ra eatreita do Rosario, o por-
tuguez Luiz de Souza e Silva, baibeiro, residente
na villa da Escada, por Antonio Jos Alpieii, sa-
pateiro. morador no becc*'daa Crioulaa.no bairro
do Recife, em consequencia dos seguinte fados :
Achando-se para casar no lugar de sua resi-
dencia, Souza veio a quairo dias tratar daa com-
petentes licengas, e quando andava iie&se Iraba-
Iho, encoutrou Alpien, que o preodeu e conduziu
4 casa do Or. chefe de polica, aob o pretexto de
haver aquelle sediuido sua irma ; o que foi ne-
gado ante esta autoridade por Souza, que dase
nada dever i essa sra.,alera de que ella era maior
de 25 annos.
No proposito de bem verificar o allegado, o Sr.
Dr. ebefede polica, faz comparecer, oosabbado,
os dous e mala a offendida, e procedendo aos
competentes interrogatorios, dedarou n en huma
providencia poder dar por achar-se ella fra da
disposicao do nosso cod. crim. ( menor de 17 an-
uos, ) pelo que poz em lberdade ambos.
Algumas horas depois, quando Alpieri sthia da
casa do Sr. Dr. vigario geral, com seus papis em
regra, aui de tomar o wagn da via-ferrea para
a Escada, receben urna punhalada aobre o peto
direito, que o estendeu zangue por trra.
Apenas perpetrado o crime, leotou o assassino
evadir-se coneodo, o que nao pdde conseguir,
por haver sido perseguido pela populagio e al-
guos soldados que appareceram no conflito.
0 Sr. subdelegado em exercicio. lendo conhe-
cimento do occorrido, apresentou-se immediata-
menle e, de accordo cora o Sr. Dr. promotor pu-
blico, procedern vestoria do cadver, eao in-
terrogatorio do assusino, que se acha recolhido
a casa dedeteocao.icccmpanhando-ocomoadvo-
gado o Sr. Dr. Joao Francisco Teixeira.
Hontem pela raaobaa fez-se um novo eume no
cadver, para ultimas verificagoes, sendo depois
enterrado.
Se o acto em si eocbeu de terror a populagio,
as promptas medidas e os bons resultados co-
midos pelo Sr. subdelegado de Santa Antonio,
vieram como que nateotear a vigilancia e a ener-
ga com que esse Sr. exerce o cargo de que se
acha revestido.
Passogeiros entradoa de Granja e portos in-
termedios no vapor brasileiro Ptninunga, Dr.
Joao Mara de Moraes Navarro e um eic/avo, ba-
charel Francisco A. da Costa Barros e um escra-
vo, bacharel Javino Brulto Barrozo, bacharel
Francisco de SallesPeretra Pacheco.hacharel Aa-
tooio Raphael de Vasconcellos, Jusn Busoo.Jos
de Barcellos e Silva Sobrinho. Fraocisco Jos da
Uosta Jnior, D. Luiza Pranclssa da Franca, Jos
Auslcegerilo Rodrigues Luna L. Ferro. Dr. Fran-
cisco Googalvea da Justa. Manoel dos Santos, Ao
Bezerra de Meoezes, Benedicto de Souza ttgo,
Tbom Alvarea de Carvalho e um criado, Anto-
nio Pioto Nogueira Accioli, um criado e um ea-
cravo, bacharel Antonio Jacyniho de Sampaio,
Aristldes de Paula Das Meoezes, Alvaro Cimillo
lavares da Silva e um esersvo, Jos Aoloaio
Gurgelldo Amaral e um criado, Hermenegildo
Ales Torres, Manoel Prsxedea. Theopbilio Fet-
nandes Carneiro, Bento Antonio de Oliveira, An-
tonio Francisco de Oliveira, Manoel Ribelro da
Silva, major Fabricio Gomes Pedroza e um Qlhu
menor, um criado. Rollo Cavalcantlde Albuquer-
que. D. Anna Epiphania de Souza e um filho, ba-
charel JosAlves da Silva. JoaqulmAlvea da Sil-
va e um criado. Luiz Perteira Nobre Jnior. Luiz
Antonio Fraocisco de Souzs Jnior e um criado,
Rufino Carvalho de Aimeida, Primo Pacheco Bar-
ros Jos Googalvea dos Res. Antonio Jos Duar-
te Coimbre, Geovjoi Ferr, lvo Magno Burges da
roncees. Joao Lopes Pessoa da Coala, Fr Nico-
lao do Bomfim, Fr Joio de Santa Thereza de Je-
ss, Antonio de Mello Borgea. Joio Gongalves
f erreira, Lucidado Pereira Lima. Mercolioo de
Souza Travasso e sua aenhora, AntooioAlberto de
Souza Aguiar, Manoel Jos Baptsta, Manoel F.
J. Gulmariea, Jos Aptooio Pereira de Abreu.
Jos de Azevedo Maia, Luix Antonio Nogueira de
Moraes, Manoel Mendea Leal, Thomaz Lourengj>
dhi" f ,Dt' Lu'eD0 d Oliveira Cabrar, sua O Sr. promotor PU a condemnacao i
C"ne[?o%Uumn!eTr^.J0440aUmDom^UM ''?-? * Carneiro e um escravo.
a .Pa9"8ei;08 entrados de Liverpool ilhade
S. Thom, pelo patacho portuguez Lima Jos da
Luz,sua senhora e dous fllhoa menores. Manoel
aenbora, Margsrida da Bncarnagio.*A'r7tonio"da
Silva e sua senhora e 2 filhos menores.
Passageiros do vapor iqglez Tutu enlcadoa
Edaard Hughes, G. Dennou Hu'nt,Henry Spenl-
5e.r! !!ADdeton, ^lJ,iB.Ken,g, James Eui-
----- a -Tra-j Miiyuj ttCHIt, al d Vi t EiU*" ULUQ Ufl AiDUO
?a?ff"tfJ'S'Sff S?i^!*^?* *Sfa--P
Portelia, Rija Emilia Baatos. "Gaspa d>^ Silva
Loyo. Jos Joaquim da C^ta Mala, jias aenhota,
4 Ulhos e 1 criada, Joaqun Lourefr dos Sauloj.
Henriqu. Loiz Ferreira. Victorino Sfornrs, t^-
nfo Coetho Farrelra e um filho menor, rtaqum
ap-
CHRONICA_JUDICIARIA.
Tpiboial da Relama.
SESSAO EM 1 DEMARCO DE186S.
r RESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADO! ERMEL1SO
t DE LEAO. \
A s 10 horas da manhia, presentes os senhores
desembargaderae O-teoo Santiago, Silveira, Giti-
tsna, Loureogo Santiago, Motta, Peritti e Guerra,
procurador da corda, abrio-se a sesso.
Passadoa os feitos, e entregues os diatribuidos
deram-ae os seguioies 1
. JL'LGAKENTOS. 1
Foi concedida a aoltuva ao eapitio Antonio Al-
ves de Paiva, e foi mandado responsabilisar o
juiz municipal suppknte da Nazaretb.T
Apptllagoe ciotis.
Appellante, D. Auionia Koaa da Fooaeca ; ap-
pellado, Alexandrioo Martina Corris Barros.
Confirmada a ssnteoca.
Appellante, Antonia Avelina do Ros rio ; ap-
pellado, Julio da Costa Crne.
Maudou-se juntar o conheciraeoto de sisa.
Appellante, Jacioibo de Souza Barren ; appel-
lado, Jos Martina Lopes.
Desprezaram-se os embargos.
DES1NAQA0 DB BI&;
Assignou-se dia para juicamente das
guintes 7
Appellages civtis. I
Appellante, D. Anna Francisca da Conceigao .
appellados, os berdeiros de Arcelinn Francisco
Nobre.
Appellante, Antonio Carlos Pereir i de Burgos
Pouce de Len ; appellado, Aotonio
CavalcanlL
Appellante, o cnsul portuguez;
parda Pulcheria.
DILIGENCIAS.
Com vista ao Sr. desembargador iromotor da
juatiga aa seguintes
Appellaces crimu.
Appellante, o juizo ; appellado, padre Antonio
Malaqiii js Ramos de A'buquerque.
DlIAS C1VEIS.
Com vista ao Dr. curador geral
Appellagao eivel.
Appellante, Manuel Camillo Pires Falcio ,
pellado, Paulino Pires Falcio.
Appellante, padre Trajino Ealevie da Provi-
dencia ; appellado. Ismael Clementino Bexerra.
DiaiHlULigOES.
Appellae$ crimes.
Ao Sr. desembargador Caelaao Santiago :
Appellante, o juizo ; appellada, Mara Balbioa
da Conceigao.
Ao Sr. desembargador Silveira :
Aftpellaote, o juizo ; appellado, Francisco de
Arruda Cordeiro.
Ao Sr desembargador Gitirana :
Appellante, o juizo ; appellado, Filippe Nery
de Vasconcellos.
Ao Sr. desembargador Loureogo Santiago :
Appellante. o juizo ; appellado, Jos Fran-
cisco Alves Pequeo.
Ao Sr. desembargador Motta :
Appellante, o juizo; appellado, Filippe Joa-
quina de Sarta Anna.
Ao Sr. desembargador Peretti:
Appellante, Paulo Joaquim Tellea i appellado,
Dr. Thomaz do Bomfim Espinla.
A uma hora e meia da tard encerrou-ae a
sesslo.
JURY DO RECIPE.
Ia SESSO.
Dia 1 de maraco. 1
WIES1DENCJA DO SR. DR. BERNARDO HACHAD DA
COSTA DORIA, JUIZ DE DIREITO DA PR1MEIRA
VARA CRIMINAL.
Promotor publiet. a Sr. Dr. Francisco Leopol-
avno de Gusmao Loba.
Escrioao privativo, o Sr. Joaquim Francisca
de Paula tistenes Clemente.
Advogado, o Sr. Dr. Joaqun Jos de Mi-
randa.
As 10 horas da manhaa, depois do taque de
campainhae verifieagao das cdalas, foi feita
a chamada dos juradas, e acharam-sn presen-
ten 38 senhores:
Foram multados em 201000 oada um dea Ses.
multados nos dias intecedenlea e que nao com-
parecern! hoje.
Havendo numero legal o Sr. Dr. jais da direito
declarou aberla a sesso.
Eotrt em jolgameate a reo Joio Francisco da
Cunha Waoderley. acensado por crime de rou-
bo de uma irona de roupa peitenceate a Joee-
pnina Leopoldina de Aibuquecque.
O jury de aenleaga foi cranoslo dea Srs. se-
guintes :
Frederico Augusto de Lomos.
Seveciann Bandeira de Mello.
Joio Jos de Carvalho Jnior.
Manoel Ephigeoio da Silva.
Joaquim AlvesMoreira.
Jos Jerooymo Bustorf.
Jos Baptsta da Fonaeca Jnior.
Francisco Antonio Pereira de Brito.
Dr. Miguel Bernardo Vieira de Amorim.
Jos Aotonio Vieira de Souza.
Herminio Egidw de Figuaredo.
Eduardo Frederico Banks.
E prestaram o juramento nos Santos Evan-
gelhoa.
Foi o reo interrogado e fez-se a leilura do pro-
cesso.
4 O reo eemmetteu o delicio com s circuins-
tancia aggravtnte de ser superior em sexo e
torgas, de modo que a offendida nio poda de-
fender-se com probabilidade de repellir a of-
fenaa T
V Existem circumstancias attenaantes favor
do reo f
Recolhido o'jury de seotenga com os quesitos
e processo i sana secreta dan contare acias is
t horaa, dajM vahan aa Ihorae, espondeodo eos
quesitos pata rnnaaira aaguinta:
Aol-WHn>, par 6 vates.
Ao 2"-Hao, ar la satos.
Deixou na.reaaaadr aos osatras quesltas por
Qcarem piafad i asaros.
Lidas aa iwpaataa aah ptaeMente do jory de
sentenga, o Sr. juiz de direito publicou sua aen-
tarn>m haf.1 /firtfin la faTA S*> s^Aniisal-"* *" a> anana
n^a^^ai av avavapT^^m^r^r W i irv ^Q wuUt UlullDUy Q tTitl DI"
ipalidade as custas.
Levantou a aeaaio, idiaodo-a pira o dia 3
do corrauto peUe 10 horaa da manhaa.
1
m aa
a:
Communicados.
As subscripetjes para o Hospital
Portuguez.
Tem sido por raaos publicado no Diario fr
Farnamonca um annuncio assignado pelo Sr.
Bernardioo Gomes de Carvalho, em o qual este
Sr., appeUando para a caridade doa aocioa do
Hospital Portuguez, Ibes pede com instancia, que
vio entregar ae commissoes por elle nomtadas
as quantias que cada um poder, aOm de que o
annnnciante seja pago de tres contos selecenlos
e tantos mil ris, qua diz emprestira ao mesmo
Hospital, quando este se rio em apuros o auno
pasaado.
Socio, como sou, daquelle po estabeleeimento,
nio duvido coacorrer com o meu pequeo bolo
todas aa rezea que houverem necassidadea reaea,
necessidades essas que ae nao deacobrem ter
existido, se bem alteotarmos para o relalorio da
admioistrago que flndeu em 31 de |dezembro
prximo paaaado, tambara publicado no Diario,
e a data do recebimeoto doa taes trea conloa e
tanto, em 17 do meamo mez ; no qual ver-se-
na que teu admioistrago nunca luton com dif-
culdadea pecuniarias, antea leve abundancia
tal que, aem fallar aesse emprestimo, anda en-
tregou junta, que ora fdnccooa, um sal io de
trea conloa aeiacentoe e tantos mil ria. com a
solemne declaragio de que o Hospital nada A-
cava a dever.
Nio dii/idamos, em atteogio ao Sr. Bernar-
dino, crer na veracidade do qae allega, mas ha
de permittirflquemoa perplexos comparando a
irregularidad* do documento que offerece, que
nem assignado est pelo respectivo eamoler,
nico auioriaado para receber, com o ailenco
absoluto que a adminisU-agio linda, mereeeddra de
nao menor crdito, guardou-no seu relatorio
sobre negocio de tanta monta.
Aasim, pois, em ludo quanto respailo se ha
dito e publicado, nao pode deixar de relumbrar
myaterio, cuja explicagio muito deaejamos. Dio
obelante as condicoes com que essa transaccao, se
diz, fra feita.
Um socio.
minal.
O Sr. advogado deduzindo a deeze pedio a
absolvigao do reo.
Findoaoa deba lea e praenchidaa teda* aa se-
C.b ale su. senhora. Jo's j"a^n,ho plticio .u^ ^^^^^0^^^^
a_enbora, Marg.irida da Bncarnaclo. Antonio da ao iu,i da .tana.,T^tru-teto.T ^
? jjr da seotenga oa ,
i 0 reo Joao Francisco
ley no da 4 de julho
quesitos aeguinloa:
da Guana Waadnr-
do rano proxianameate
. .. : ; "ie;'c* '" ernnw" ioy no oa 4 de inlho do auno nTTisaiiaialn
contra a vonlade de sua doa* Joaephtna aaapoi-
^* pd*nAjonquextiue, qua, paseara pala ponte da
ipieaeia
Jubo.
Sf* rio para tirar a roupa fez
. peaaoa do Jorepbina Uop*ldina d
querquel
V O ro commeUeu delicio com a i rsuats-
tancia aggraranie de ser de noile f
,^
*~,
Como quer que alguna eepiritos teoha cau-
sado extranbeaa ver apresentar-se ao tribuoat
do jury um homem perfeiiemeote louco, re-
pugnando easeealado com a neceaaidade da im-
putagao moral iodispensavel existencia de
qualquer deiieto, convem observar para bonra
das autoridadea policiaca e judiciarias que nesae
processo officiaram, que, i vista dos principios
correotes em materia criminal, essa ama cir-
cunstancia somente aliendivel pelo tribunal do
jury em saa qualidade de juis de facto. Para as-
sim prescrever, iospirou-ae a lei no sabio pen-
aameoto de fechar aa portas i impunidade que,
muito fcil, poderia triumphar, se as circums-
tanciis justificativas podeasem caber na aprecia-
gao do juiz que forma a eulpa. E', pois, muito
recular e adoptado com o processo criminal que,
limitadas aa funccoca da autoridade processanle
i coonecer da existencia do delicio e de quem
seja o delioquenle, derolva-se a materia dejos
tficabilidade um tribunal superior onde so
mente tem lugar a discueaao plenaria, fundada
sobre o esa me aprofuodado da prova doa autos.
Resalla ainda uma importante cousideragio,
que nos move i insistir sjbre a materia. Vem
i aer que a lei recoobece crimlnahdade nos pro-
prlos loucos, quando praticstn o crime em esta-
do de lucido iutervailo. E, abstrahindo-ee da
exclusiva competencia do jury, quem aera o juiz
idooeo para coohecer se o facto delictuoso leve
lugar em iotervallb deata natureza, onde a res-
poosabilidade permanece inteira T Deixar este
assumpto ao conhecimento da ioatancia prepa-
ratoria, seria cooslitni-la em juiz de facto. e aa-
sim burlar lodoa oa principios de ordem hierar-
chica em qae assenla a nossa ecouomia judi-
ciaria.
Tio verdadera alias esta doutrioa que ao
presidente do jnry corre em lodoa os casos o im-
perioso dever de formular ao conselho um que-
stio, am que Ihepergeniete o reo commet-
teu o crime em lucido iolervallo? Porque, o
procedimeoto em contrario seria nullificar a dis-
posicao do art. 10 3 do cdigo criminal, quan-
do reputa aos loucos como criminosos, se eom-
metterem crimes em algum lucido intervallo.
Um homem celebra, e alias bem erudito, o pa-
dre Mollnaa, aveaado em lodoa oa negocios pra-
ticos da vida, tiahe-se em conta de grao de mi-
Iho, e tao forte foi-lhe no espirito a impressio.
que recaiava aahir is ras com temor de ser en-
gulido por galinhas. Eis ahi a monomana bem
caracterisada. E' um estado de loucura. Este
homem seria, primeiro, irresponsavel se acaso
commettesse um crime em circumstancias mui-
too ulras que neo entendeasem com o objecto de
sua loueura ?
Honre, portante, razio em pronunciar esse
infeliz desvalide, que ltimamente respoodeu ao
tribunal do jarjr. *- ?
Correspondencias.
Srs. redactores. Quando, na minha pequea
correspondencia de aotehontem, disse que o Sr.
Dr. Aquino manipulava remedios, nio tive em
meoie oflende-lo, nem de modo algum calumna-
lo ; fl-lo nicamente firmado na informagio que
me deram de que na botica do Sr. Barlholomeu
se vende nm ehafope, i que aeompaoha um lm-
presso assignado pelo dito Sr. Dr. Aquino, re-
commendando a sua efBcecia: entretanto, diz
que v nisso uma imputegio calumniosa, eu, que
nunca tive e habito torpe e desleal de calumniar
a pingue, nenhuma duvida pocho em retirar a
minha assergio, sem isso ser levado nem por
medo da emaega do Sr. Br. Aquino, nem por
ontra eonsiderscao menos digna. Recife, 1 de
msrgo de 186-2.
O autor da primeira oorrespondenoia sobre o
prompto allivio.
Senhores redactores.Aceitando] de bom gra-
do as despedidas do Sr. Juveocio da Silva, eu
Ih as retrrbu com o maior prazer, porque mui
breve nos encontraremos nos tribuoaea do paiz,
onde se discute de um modo digno dos homens
honestos.
Nio deixarei porm de esclarecer um trecho-
zinho que pode dar lugar i falsas apreciages.
Nunca exerri influencia na caaa dos Srs. J.
Keller x Companhia, porque felizmente ella
nunca foi dirigida por pessoaa analphabetas, que
sedeixam guiar por influencias alheias.
Se os dignos chefes dessa easa e aa pessoaa do
commercio, que com ella entretem relagoes, me
tem considerado, dero-o sua urbantdade e i
natureza de meu procedmento durante o perio-
do detreze annos que nella tenhoservido por
isso devo declarar que a micha conaerragio nel-
la durar em quanto oonvier a interesses rec-
procos mais ou menos remotos.
Ao sentido da palavrioha icorrectivo res-
pondo ao Sr. Juvencio da Silva que nunca me
veri pelaa costas.
Sou, senhores redactores, seu assigoante obli-
gadsimo,
JosiM. S. guiar.
mtm
Publicares a pedido.
Para as lentes da academia de direito
de PernambrjxoaBPiiciareui o mrito
do S/. acistJeijct) insudes de Paala
Masafartia
riattffltJ
bto>esta qua deve servir muito i sua carta de hsefcerel,
quando a oatlrat da faca liado a direito do
Bacifa.de Paraaannuao.
Julgo procedentea qaeixa da folhi....dada
na
o
dei
par Maaoal Jos Pereira Pacheco contra Arlsli-
des de Paula Diaa Marlios pelo crime de injurias
varbaes neo a porque as lestemunhas que decor-
reu de folha a folba sao contestes em asaeverar
que o dito ArHtides decs ra "ter sido procurado
para ser assassioado a mandado do queixoao, e
como aa mencionadas palavras conslituem rerds-
deuaalnjuriaa-naanraaedalei.porque prejudicam
a rapatajaado aaaamo queixoso na opiniao pu-
pnana e malta aatrespoodente i melado do lem-
po, aantio iacurea no artigo duzentos e trinta e
dotafcdjrioseed o cdigo criminal por coocor-
rer a arcoeaaUaaaii aggravaote do 9 do art. 16
00 mesmo cdigo, bem assim as custas Araca-
?i note 00 margo do taol. Antete Marta do
astro.
Visto* cotes antea, oepoimentos dea sestean-
ribas allegages etc. julgo improeedente a appel-
lagio, porquaolo est provado pelo depoimeoto
das lestemunhas que o ro appellante, imputoa o
espancamento, que diz ter so (Trido ao appelrade.e
essa prova corroborada com a cdnfleeao feita
pelo advogado do appellante em snss sliegages,
fl 22 v. quando diz que o appellante coojecturan-
do, attribuio lar sido o appellado quem mandn
esbnrdoa-lo, a altendeodo que o fado imputado
consiste o crime de injuria,atleodendo a qua nao
est provada acircumstancis dsnraude mencionada
"a aentenga appellada, reformo-a neata parte para
nm de iropor a pena de dqjis mezes de priso a
e multa correspondente melado do tempo,gr
medio do art. 237 3 combinado com a disposi-
gaodo art. 238 do cdigo criminal pague o ap-
pellante aa custas.
Aracati 1 de ontubro de 1861.
Vicente Ferreira Gomes,
aaa|faaapBnjBUkjB*annji
A polmica que pelo Diario de Pernambuco-
eocetou o Sr. Dr. Joio Bapiiala do Amaral e Mel-
lo, acerca da pretendida falsidade do teelamealo-
com que fallecen miaba irmaa D. Brites Sebas-
tiana, e antes meamo de haver sido intentada a
competente accao, revela absrtamenle o seu in-
tento, que o crear preveoces que me sejam
desfavoraveia na deciiio que pende cere de
quem deve aer nomeado inventronte.
Tenho plena cooQinga na rectidao e impar-
cialidade dos dignos magistrados quem est
commetlida asta decisio, que este meio nao sur-
tir o desejado effeilo, e que a decisio aera pro-
ferida segundo a prova doa auloa e diaposigoes
de direito, aem que fagam a menor impreseae a
artimanhasdo Sr. Amaral, que pouco confia na
justiga de sua causs e no que consta dos autos.
E' maoifesto que a questao nio ha de ser decidi-
da oem mesmo apreciada pelaa historietas do
Sr. Amaral, aenio pelas allegages e provae de
uma e outra parte, e como aoies disto empenhar-
se uma discussio a este respeito ? Se nio devo
ser acreditado no que allegar em mea favor,
tambem o nao pode ser o Sr. Amaral 00 que diz
em favor da causa, de que tem de ser advoga-
do ; tanto maia quanto mostr lante acodatnen-
to. Dir-lhe-hei. porm, que nia receio a discus-
sio, e at a desejo, porque tenho f de poder de-
monstrar a falsidade das maravilbas a que se tem
soccorrido. {io entaoto, e para que nio corram
intactas as asserges do Sr. Amaral, fago publi-
car a miuuta que fez o meu advogado, que jur-
dicamente demonstra a iojuslica que me ha sido
feila, e a parcialidade do Dr. juiz municipal do
Iguarassu', que na sua contraminuta o demons-
tra clarameule.
Nio me posso dispensar de accrescentar
que a decisae do primeiro aggravo ae baaeou no
supposto de nio ter ainda aida concluido o in-
ventario do tenente-eoaooel Manoel Pereira de
Moraes, porque doa autos uioconslava o ouira-
rio que a verdade, que apezar de ae ordenar
ahi que eu fosse o invenlsriante, ae nonaeou Je-
rooymo Barreiros de Moraes Raogel, e Qoalmenle
que este seohor que apregoado como propie-
tario abastado, nio possue uma s propriedade,
e apenas reodeiro de um engenho de seu sogro.
Em tempo opporluno analysaret essa coaita-
minuta e demoostrarei o que fica expendido, a
me oceuparei minuciosamente deste negocio.
Recife, 1 de margo de 1862.
Jos Duarle Rangel.
Seohor I Para V. M. imperial ae aggravara
de peticao Jos Duarle Rang-I. Manoel Jerooymo
de Moraes Itaugl, Brites Sebastiana de Mo-
raes Rangel. D. Mara Angela de Moraes Rangel.
D. Brites Micbaela de Moraea Rangel e D. Feli-
ciana de Moraes Rangel do ialerloculorio de fl.
21 v., pelo qual o meriiissimo Dr. juiz municipal
e de orphios deste termo, desalleodendo aa alle-
gages do primeiro aggravante a fl. U, mandou
subsistir a nomeago do aggravado Jerooymo
Barreiros de Moraea Rangel para inventariante
dos bens deixados por D. Brites Sebastiana do
Moraes, julgaado-ae competente como juiz de or-
phios para proceder o inventario respectivo ; e
bem assim dos despachos de fl. 25 e fi. S7, pelos
quaes p mesmo Dr. juiz de orphios denegou a
vista suspensiva, que pediram os outroa aggra-
vaotes para demonstrar a iijustiga do referido
ioterlocutorio ; sen lo que as razes do seu aggra-
vo consislam no que mui respetosamente passam
expender.
Tendo fallecido do priocipio do aono de 1858 o
coronel Manoel Pereira de Moraes com testamen-
to instituindo por aua herdaira a aua mulber D.
Brites Sebastiana de Moraes, e deixando legados
de quantia certa Columbo Pereira de Moraes,
Manoel Googalvea Pereira de Moraes e Emilia de
Moraes Machado, requereu logo depois D Brites,
como teatameoleira e herdeira de sen marido o
competente inventario para podar saliefazer a
laxa de heraDgas e legados fazenda provincial;.
e procedendo-ae a partilba com audiencia do
agente da mesma fazenda, aepararam-se nella
bens psra pagamento dos legados, cusan e im-
postas respectivos, os quaes em virlude do re-
querimiento da mesma D. Brites Ihe foram adju-
dicados, como se ve do documento a. I.
Feito o inventario e parllha dos bens do casal
do coronel Moraes, pagas aa custas, laxa de he-
rangas e mais impostos antes de julg&da a parti-
lba, D. Brites deliganciou logo dar eamprimento-
as disposigoes testamentarias do seu marido, no
que foi obstada pelo legatario Columbo Pereira de
Moraes, que, prevaleceodo-se de uma eacriplura
de doagio que o testador Moraes em solleiro fi-
zera a aua mii, iotealou aegio para habilitar-se
como Olho natural eauccessivel de mesmo testa-
dor; atacando assim o testamento desla, no qual
foram Columbo e seus irmaos apenas considera-
dos como aimples legatarios.
Esta aegio, que como sabe V. M. imperial, ten-
de a annullar o testamento do coronel Moraes,
fez com que D. Brites deiaase-doaaliafaser es le-
gados por elle deixados, al qae se decidiste fi-
nal a meama acgo, recooheoeodo-ae ou nao 4
Colombo como filbo natural esuccosaivel do dito
coronel.
Mas, fiodo o lempo legal de D. Brites prestes
cootas do testamento, os legatarios, conloado coso
a proteegio do Dr. julz muoicipal qua ae hara
dado por suspeito oa acgo intentada por Colum-
bo, demandaram a D. Brilea para lbea aalsfazer
os seua legados ao lea mesmo de decidida a actao-
de Columbo, e aem que nem ao menos quizeseeat
prestar caguo na forma da lei 1
D. Brites, porm, que tinba motiroa para aao
confiar na imparcialidade do Dr. juiz municipal,
averbou-o de suspeilo, e offerecendo srligos, que
provou, oo foi a suspeigio julgada por haver
ella fallecido no dia 4 de deaembro do aono pr-
ximo pissado, como se v tudo do documento
n. 2.
Acha va-se, pois, o Dr. juis municipal com n
junadiegao suspensa em taes causas em viilude
da auapeigaO intentada.quando, constando neata
villa oa manhia do dia 4 de dezembre qua D.
Brites era mora, o Legatario Maaeel Googalvea
Pereira de Moraes, cuja intimidado com o juiz
motivara a suspeigo, fez o requerimenU) cons-
tante do documento n.3 para antoja aagiiaaHadoa
oa bens de D. Bules, que importases) em matean
80:000|000, im de garantir o pagamento daaaa
legado de 7:200*1000. legado que. se achata osa
acha mais qua garantido com a hypothec* lega i
em todos os bens do casal do coronel Moceen, en-
tra os quaea figuram immoveia na importancia
de maia de cincoenia conloa.
Defirido o reqoerimento. proceden se o seques-
tro ca aeststencia de Manoel Gongalves, o qnal
coa outraa pessoas extraohas arromharam por-
tas, bahaegavetts-qoe se acharara feixad a
setlaaaa por algo na ieterssados, qneharism na-
quella manhaa aeompanhado cadver de D.
Mies pard ocemiterlo publico d'essa cidade, co-
mo eensie da certldio n. 4 que o escrivio; esbon*
oendo-se de seus deveres, paasou por modo Ub-
gal, e bem revelador da irregularidade cotB que
foi praticada esta deligenri, que Sis eggrvaptes
poror ae abaleem de comentar, asserertBdo
amenta V. M. InperM que mu tos bens mo-
fis e semoventes do espolio da D. Brites, foram
\^


*r"asnp
B1
i

I
UIAJUO Di MNMUUQOtf fWK*M Hflatt i M MMtC?
WMN.
adrede excluidos do seqoestro para serem oepois
subtrahido, cerno a provar en lempo opportu-
no. EffeeUado o eequeetro, e expellido do en-
gento respectivo administrador Maaoel fio-
ateiro de Gouveie, pessoa de reconhecida probi-
d Ua, era necessario manter este eebalho, para se
poder extrahir o azti da baleia, como eolo se
dizia nest villa ; pera Uso asseveron-ae Ibgo
qeeo espolio de O. Brilea nio seria entregue aes
seuj herdeiroa colleteraes ( que esto dealro do
segesdo groe sao pesioai coohecidas) seno de-
pois de competentemente habituado* I Purera
COBO primeiro aggravante Jote Uuarle Raogel,
que ao lempo da norte de sus irma se achara
no termo de Estada, tendo all a iufausta noticia
d essa marte aepioada, apparecesse oesta villa
ao dia 7 { tres diaa desos da'marte ), e apreeeo-
tasje ao Dr. juiz maaicipil o testamenta de D.
Brites, qaeesta baria depositado em aea mo, e
tal occureacia malograsse o plano combinado,
derramaren logo o boato infundado e calumnioso
de que eaee testamento era falao, boato, que,
acodo com simia facilidade acolhldo pela Dr.
juiz municipal, tees at hoje servido de pretexto
para abalara immiaelodoa aggravantes na posea
dea beos, que lhe perteoeem quer em virtude
desse testa melo, quer por feriada le, vlatoque
sao herdeiree oollateraes da D. Brites e pessoas
a quem ella muilo presara.
Foi tal a gana com que os sgettciadorea de he-
ranga se apreaentaram para locuplelarem-so cora
o espolio de D. Bntes, que um poriuguet tr*Q-
canie, morador nessa cidade, aqu appareceu
com procurares lliegaes a rouito oode dous p-
renles de D. Brites, para tomar parte-na distrt-
buico do mesmo espolio !
Mas, vepdo ellesque o aggravante Jos Duarle
Raogel aflnal tinha da ser immeltide na poase
dos bens deixados por sua chara irmaa, ligara ra-
se ao aggravado Jerooymo Barreiroa da Moraea
Raogel, que apezar de cooscio da legitimidade"
deaae tralamento em que elle reprsenla como
legatario, quereodo tambem entrar na fruigo
desaes bens como inventarente, preslou-se a pe-
dir vista da poase que fdra. mandada dar ao pri-
neiro aggravante, com o intuito de promover un
aggravo para eaee egregio tribunal, e aaain em-
barazar a raesmi poste, como acontecen.
Concedido o aggravo, Jerooymo, que tinha por
patrono um hbil advogado,. historiando o facto
em aua petigo por modo todo ateivoso o desfa
voravel ao testamenleiro de D. Brites, que figurou
como nm falsario convicto, allegou que os beos
deixados pelo coronel Moraes, marido de D. Bri-
tes, se nao tinham partilhada*, e que acha-se in-
tentada a acgo de nullidade contra o testamento
da dita D. Brites, o que inexacto, como se vg do
documento de fl. 14, e ceriidao n. 1 ; sen lo que
por taea consideracej, que nao foram refutadas
pelo juiz aqu em sua resposta, V. M. Imperial
deu nrovimeoto a esse aggravo, mandando pelo
-Venerando accordo de fl. 15, que subsistase o se-
cuestro para garanta da heranga e seguranza do
juito, reconhecendo todava a competencia do
testamenleiro de D. Briles para dar a inventario os
seus bens.
Apenas se publicou o sabio accordao, Jernimo
apreseolou-se neats villa, e fazendo petigo de fl.
3, foi aomeado ioventariaole dos bens de D. Bri-
tes, dos quaes ia j lomar posae, quaodo o ag-
gravante Joi Duarle Rsngel isto se oppoz com
as allegaces de fl. 11, que apeiar de sua proce-
dencia, foram desprezadas palo ioterlocutorio de
fl. 21 v., de qua os oulros aggravantee pediram
vista, que lhes foi denegada pelos despachos de
fl. 25 e 27.
Nao existe acgo alguma intentada contra o
testamento de D. Brites, como se ve da ceriidao
de fl. 14, esse testamento coja existencia a legl-
timidad foi Confessada debaixo de juramento
pelo aggravado a fl. 2, acha-se revestido de todas
as solemnidades legaes, como se vedo seu tras-
lado a fl. 31; e pois, claro que elle nao pode
deirar de produzir todos os seus effeilos, eaiquao-
to por sen tenga proferida em acco compe-
tente nao for julgado oullo, como reconheceu
V. M. Imperial no caleodissimo accordao de fl.
15. e ensina Pereira de Carvalho no Sproc. orph.
nota 155.
A falsidtde de um Instrumento publico se nao
presume, visto quepelocontrario elle tem por ai a
presumpco de verdadeiro, como diz Pereira e
Souza as prlmeiras liohas nota 473 ; mxime
quando esse instrumento lavrado por um tabel-
lio to distincto, como o que approrou o tes-
tamento de D. fWUei.
Se o aggravante auppoe que ene testamento
falso, o que ja negou, intenta a acco conpeten-
te que os aggravantes teem convicgo de que o
bao de convencer do contrario.
Nao tendo D. Brites, que era viuva, deixado
herdeiros descendentes, nem ascendentes a que
competijse llcar em posse e caoega de casal,
obvio que ao seu testamenleiro compete proceder
inventario, administrar os bens, e dar partilha,
como expresso no an. 1142 do Consol, do Dir.
Civ., Braz; mas quaodo esse teatamenteiro nao
podesse ou nao quizesse cumprir essa dever,
acootroverso que se deveria escolher para esse
cargo (de inveotariaote) um herdeiro testamen-
tario, e nuoca um simples legatario como Jero-
nymo, o qual como tal nem tem direito ser
ouvido no inventario Pereira de Carvalho,
proc orph. liv. 2" nota 1010.
COMMEMCI.
H^fritt Recit 28 de
fevereiro de 1862.
&.s iiuatro horas da tarde.
Calacees da jaita de correteras.
Cambio.
Sobre Londres-90 diV. 26 d. por 1*.
J. daCrui ataesao presidente.
John Galioaecretario.
Alfaindvar.
Rendlmentodo da t .
26.9099659
Movlmenlo da airandesga.
Volamea entrados eomfazendas.. 58
> aom ganaros.. 904
Valames sahidos aom fazandas..
c > com gneros..
862
117
115
_=r" 233
Descarregam hoje 3 de marco.
Barc americanaMargarethmercaduras.
Barca americanaAmazonasidem.
Hiate americanoDarlingfarinha e papel.
Brigue bollaudezJoaona Luizacharque.
Barca ioglezaIndooearvio de pedia.
Escuna hanoveriaoaAngelinaidem.
Importaf&o.
Vapor nacional Persinunga, procedente Aes
porloa do norte, manifeatou o seguinte :
1152 meioa de sola e 2 costos saigadoa ; a Joio
de C. Moraes.
210 ditos de dita ; a Jos Rodrigues Ferreira.
180 ditos de dita, 7 barricas s 6 aaccos cera de
ca'roauba ; a Antooio de Moura Roltm.
120 meioa de sois, 100 pellea curtidas, 12 sac-
eos cera de carnauba ; a Antonio Luiz dos Sao-
tos & Rolim.
2 caixolea cera de carnauba, 1 dito velas dita,
1 dito toalhas e redes; a orden.
190 meioa da sola ; a Jsao Bsnson & G.
130 ditos dita ; a Manoel Goocalves da Silva.
162 ditos dtla ; a Aotuoea Gainaiaaa 4 C.
469 ditoa dita, 10 cosros aalgadoa ; a Jos de
S Le to Jnior.
80 saceos cera de carnauba ; a Jos Horeira
Lopea.
80 ditos dita dita, 12 molhor coariohos, 33
meios de sola. 130 souros carlidos de cabra, 10
librea de peonas de ema, 2 couros de bezerro ; a
Bernardino Joa Monteiro.
33 saceos cera de carnauba, 10 cosros salgados
7 molhos couriohos, 14 meios desoa ; a Cunha,
Irmo & C.
800 molhos de palha de carnauba ; a Manoel
de Souza Caroeiro Sajnpaio.
626 meios de sola, 1 caixa rendas, 1 dita gr-
valas, 39 barricas farinha da trigo, 2 saceos caf;
a ordem.
4 caixas agua-raz ; a Baitholomeu Francisco
de Souza.
Becebedorla de rendas Internas
geraes de Pernambuco
Rendimeoto do dia 1.....2:8385336
Consolado
Rendimenlo do da 1
provincial.
.... 5:725*354
Acoartada permitta-se a expresso do despacho
de fl. 27 de que sendo argido o testamento de
falso, pode-se para esse lim chamar um herdeiro
nao lestameotario, eremos que nao procede, prin-
cipalmente na especie de que se trata, visto como
alem de nao ter sido essa arguicao feila em ac-
go competente, accresce que o testamento foi
mandado cumprir, e em virtude -delle que se
deu cometo ao presente inventario como se v
do termo de juramento ao inventarente no-
mettje.
Se vigoraste ama tal doutrina enlao sempre
que o testador excluase algum prente collaleral
da herangj, este argeina de falso o testamento
para ser ioventariaole e assim locupletar-se com
a posse dos bens alheios
O intento do aggravado bem conhecido. De-
pois de immetlido na posse dos bens de D. Brites
como invenlarianle promover! acco de nullidade
contra o seu testamento s com o flrn de mante-
se n-ssa posse por lempo indefinido, visto que
elle sabe que pendente urna tal acgo, que se
pode eterniaar, nao permiltiao kaver partilha ;
e por isso e pela posstbilidadeqae ha de subtra-
birelle documentos importantes que existem no
espolio de I). Brites em referencia a traosaegea
quelitera com ella, de quem se dizeredorde
grande quaotia, que os aggravantes impugnara a
aua eacolha para inventarame de taes bens. Duas
eafras exiatiam no engenho Inhama ao tempo da
morte do D. Briles, ama em principio da colheiia,
e oulra fundada, as quaes nao po liam produzir
meaos de vime cootos da ria lquidos. Pois
bem, em virtude do sequestro que se fes sem ee
dar o caao previsto pela rd. do liv. 4 til. 96,
: 12. ae acham quasi perdidas; e se V. 11. Im-
perial nao der provmeoto ao presente recurso
dos aggravantes a* parlo 4o eipolio de D. Brites
consistente em movis e semoventes ser quasi
toda consumida com grave prejuizo dos seus
herdeiros e da fateoda publica.
Q prsenle Inventario nao pode continuar pelo
juizo de orphos, viato que os agravantes Peli-
cina de Moraes Rangel, e Brites ichaela de Mo-
raes, que Vram declaradas I fl. 2 como menores,
acham-se com osis de 21 annos, como teem de
provar com as respectivas cerlides de ida le que
j mandaram extrahir ; e V. M. Imperial sabe
que sendo nulio todo acto judicial pratleado pe-
tante j'iiz incompetente pode d'ani proir damno
flio pequeo aos {gravantes, que alem disso re-
cenheeem a iscoBveniocia de manter-se a pra-
t4e estabeleeida pa'a Brov. de 18 de malo de
1531 e Ass. 17 de junho de 1051. que fot man-
dado observar pele Av. de 15 de fevereiro de
1855, o qoal constst", como sabe V. M. Imperial,
em serem processados so mermo sartorio os in-
ventario* dos coojujes fallecidos.
Por tamo, ce aggravantes, em rsta do que
teem expenltdo e do man que supprir a sapien-
cia de f. M. Imperial, esperan que, dando pro-
vimento ao presente recurso, determine ao Df. js municipal e de orphws deste termo que ctiesda
as justas reclamacoea dos ageravante*.E. R M
A*tgnadov-t> avtogdo..~JWto F- Amoral
RENDIMENTO DA MESA DO CONSULADO PRO-
VINCIAL EMOMEZ DE FEV&REIRO DE 1861.
A SABEK:
Direitos de 90 rs. por (J do as-
sucar exportado......... 56:892^096
Dito de 20 rs. por caada d'aguar-
dento, etc...................... U08&800
Dito de 7 01o mel....... 1009058
Dito de 8 por cento de cedros
seceos, verdes e espichados..... 2:5203051
Dito 2 Oln idem do algodo expor-
tado ............... 3;*57581
dem dem de 5 idem dos mais
gneros exportados....... 600265
Capalazia de 320 rs. por sacca de
aigodo exporlado .'.,.... 1:107$320
Escravos despachados............ 1.290BOOO
2001o do consumo d'aguardente 1:825$000
Decima dos predios urbanos 8:784>988
204 rs. por meia siza de es-
cravos.............. 1:7605000
Sello de herancas e legados. 6.6938323
Dito de 20 0(0 sobre os premios
maiores das loteras............. 420$000
10 por cento de novos e velhos di-
reitos dos empregados provin-
ciaes.....T ........ 121J712
Imposto de 4 por cenio sobre
diversos estabelecimentos fra
di cidad?...................... 5821800
8 0|0 sobre consultorios mdicos.
e escritorios.............. 972^000
Imposto de 120|0sobre eatabele-
cimeotos de grosso e a retalho.. 12:57j)616
Imposto 50$ rs sobre casas de
chapeos, perfumaras e roupa
feita, modas e Dilhar............ 2:4O0$0QO
300J rs. sobre cada casa sem
emigso, oomuanbias anooymas
etc.............................. 900J000
Dito sobre cambios.............. 200*000
500 rs. por tooeladas de alvaren-
gas, lanchas e canoas......... 1:480|000
Imposto sobre carros, emsibus,
carrogai e vehculos........ 1:824$000
309 rs. por escravos empregados
no servido do mar........ 900)000
Matriculas das aulas do curso
comroercial .................... i6l#000
Imposto de Corretores............ 400j>000
MeioOio soore o producto de ca-
da leilo........................ 3871285
Emolumentos de polica..... 15z)600
Multas por infracQoes...... 255*715
Restituices e reposices..... 2I606
50|0sobreaa reodaa dos bensde
raz das corporagoes de mo
morta......... .
Caf- ... Veide-se de 7|500 a 8#50 rs.
/ poraroba.
Cae setas- Ado Rio Gtende veudeu-fs de
41 a 5| rs. por piraba, e a. do
Rio da Trata de 39800 a 4*200
' rs., Afeando em ser 13,500 ar-
robas da primeira, a 5,500 ds
segunda.
Cha------------------Yeodee-se de 20200 a 2|500
por libra.
Chumbe- O de manicio vendeu-se d
^ MJ s 23| rs. por quintal.
CasPao ----- o ds psdra vendeu-se 14*000
rs. a tonelada.
Cerveja Vendeu-se de 4&000 a 6J000 rs.
a duzia de garrafaa.
rarinba de trigo-Nuaso mercado foi suprido du-
rante eata semana com cinco
carregamentos, dous de Phi*
ladelphia, e tres de New-Yorlc.
Retalhou-se de 17*000 a 21*
por barrica de Philadelphia,
17f000 a 20*000 rs. de New-
Yoik, 17*000 a 18*000 ra. has-
panhola, 20*000 rs. franceza, o
28*009 de Triaste; fieasdo em
ser 12,000 barricas da primeira,
6,700 da segunda, 800 da ter-
oeira, 3,000 da quarta, e 5,000
da quinta : ao todo 27,500 bar-
ricas. '
Folba deFlandres-Vendeu-se de 21J a 23* r. a
i caia.
Lotice- A ingiera negoeiou-se com 285
por cento de premio sobre *
i factura.
Manteiga O marcado flcou suprido com
cerca de 2,000 barra, tendo-se
vendido a 780 rs. per libra da
iogleza, e de 560 a 589 rs. da
franceza.
Oleo de linsaca- Veodeo-aa a 2*000 rs. por ga-
lio.
assas---------- -Veoderam-se a 7J rs s cala.
ueijos Vendaram-se a 2J100 os fla-
meogos.
'oucinho---------- O de Lisboa velho vendeu-se a
4*000 rs. por arroba, s o novo
de 7* a 7*500 ra.
Vinagre O de Portugal obteve de 120*
a 125*000 rs. a pipa.
Vinhos- Oade Lisboa regularan de 230*
a 250* rs., e da Figueira de
2600 280* rs., e o de oulros
putea de 225$ a 236g000 ra.
a pipa.
Velas ----- Aa de composirio renderam-se
de 680 a 700 rs. a libra.
Descont O rebate de lettras regulou de
10 a 15 por eento ao anao, des-
contando a caixa cerca de.tre-
aenles conloa de ris a 10 par
cento ao anno.
Pretes ----- pira o Canal iogles a 55 -*-da
Parabiba Macei o Rio
Grande do Norte; para Liver-
pool de 40 a 45 pelo lastro, e
a 3|4 por libra de elgodao.
ALPANDEGA de perambco.
Pauta dos prego dos gneros sujeilos a direito
de exporlacio. Semana de 3 a 8 do msx de
marco de 1862.
Mercadorias. Unidades. Valores.
Maceibrigae ioajez Pkantm, cepitio Haitery,
carga parle da que troexe d* terra-Nova.
Navios entrados no dio 2.
Sontamptoo e portos intermedios20 dias, vapor
nglez TVne, de 1207 toneladas, conmandanle
J. H. Jellicoc. "
Aracaly 9dias, hiate brasilero Aracaty, de
55 toneladas.capilao Joio Henriqaes de Almel-
da, carga sola e outros gneros ; a TasSo &
Irmo.
Navios sahido* no mesmo dia.
Rio de Janeiropatacho brasileiro Capuan, ca-
pitao Theotouio Jos da 3ilva Roaas, carga aa-
sucar e outros gensroa.
Rio da Pratibarea americana Riehmond, capi-
tn George D. Clerllond, carga Bsaucar.
Rio Grande do Sal pilacbo braiileiro Palma,
capilao XtjIooo Ferreira Jnior, carga estucar
e sal.
e>
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Cenifr4do.
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I Cittemm hydro-
| mertao.
I
Francez.
Inqlex
3
(A
en
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s


o
S
ce
A no'te hoaa. vento USE regular que rondou
para o terral ao amsnhecer.
mgiu|I n\ sani
Preamar as 4 h. 30' da tarda, altura 7 4 p.
Baixi-mar as 10 h. 18* da) mannaa, altura 0 8
Observatorio do araenal de marinha 1
mar;o de 1862.
SORANO STBPPLB,
1* lenle.
Suitaes.
Abanos.....: c ceuto
Agurdente de cana. caada
dem resillada ou do reino.
dem caxaca......
dem genebra...... >
dem aicool ou espirito de
agurdente......
Algodo em caxoco .... arroba
dem em rama ou em l. >
Arroz com casca.....
dem descascado ou pilado. .
Assucar masca vade ....
dem bronco......
dem refinado......
Azeite de amendoim ou mon-
dobim...... cenada
dem de coco...... >
dem de mamona..... >
Balatas alimenticias .... arroba
Bolacha ordinaria propria para
embarque.......
dem fina........
Gaf bom......'
dem escolha ou restolho >
dem terrado...... libra
Caibros........ um
Cal.......... arroba
dem branca...... >
Carne secca charque. ...
Carvo vegetal......
Cera de carnauba em bruto. libra
dem idem em velas. ... >
Charutos....... cento
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados libra
dem seceos espichados.
dem verdes.......
dem de cabra cortidos um
dem de onca...... *
Doces seceos ...... libra
Faculdde de dimito.De ordem do Exm
seohor director se faz publico que em coogregacao
de hoje foram distribuidos os trsbalhos das aulas.
durante o anno lectivo, pela forma aeguinte :
, I.' anno.
1.a cedeire das 8 is 9 na l. sala.
35*000
109:438*416
Mesa do consulado provincial 1.* de marco
de 1862.
0 escrptnrario,
Joaquim de Gusmo Coelho.
1*000
*320
320
300
$m
*500
OJ870
11J500
isooo
28800
2g!00
3*100
4*500
2*000
1*600
1*280
*500
48000
8$000
88000
5fOO0
300
360
160
320
4 $000
.1$600
260
400
2?500
480W)
200
230
120
300
i isooo
1*000
500
500
4JOO0
2J000
2.a s das 9 s 10
l.
1.a cadeira das 12 i 1
2.a > das 11 s 12
3. anno.
1.a cadeira das 10 s 11 na 3.a sa a.
2.a das 9 s 10 idemJ
idem.
anno.
hora oa 3/ sala.
dem.
4. anno.
dia 15 daquelle mez de marco, celo dito tenpo, a
laeagem de roupa das enfermarlas de marinha e
dos africanos, e da maruja do mesmo arsenal,
bem como o ornecimenfo do seguinte :
Pardamenlo para a compaohia da apreodi-
zes arliflees.
Bonetrde uniforme, bonets para o servico, blu-
sas de algodo atul americano, blusas de brim
branco, calcas de panno azul, caigas de brim
raneo, cale* de algodo azul americano, cami-
sas de algodiozioho branca, cobertores de isa,
colchoes de linbocheios de palha, colchas da al-
godo, frdelas de panno azul, froobss de algo-
doiinho, grvalas ou leoces pretos, lencoes de
algsdoziahe, aapatoa, aaccos de guardar roupa,
e travesseiros de linho cheios de palha-,
Pardamenlo para os imperiaes msrinheiros e
aprendizes ditos.
Bonets depaono azul, camisas de brim branco,
caigas de algodo azul americano, calcaa de brim
bresco, esmisas de algodo azul americaoo, leo -
(os pretoa, polainas de panno preto, e sapatos.
Pardamente para os fuzileiros oavaes.;
Bonets de chapa e de palhs, caigas da brim
branco, caigas da panno azul, camisaa de brrm
brsoco. fardetaa. de panno azul, polainas de pan-
no preto, esapatos.
Para os africanos livres oo servigo do arse-
nal de marinha.
Galgas e camisas de algodo azul americano.
Para aa afrieaaaa livrea no servigo do
dito arsenal.
Camisas de algodozinho branca e saias de al-
godo azul americano.
Para as obras cargo do referido arsenal
de marinha.
Tijolo de alvenaria grossa, pedrasde alvenaria
bruta, pedra de cantarla tambem bruta, cal bran-
ca e cal prets.
As amostras dos pannos para os fardamentoa
deverao acompaobar as respectivas propostas ;
bem como serem elle feitos por medidas dadas
aoa contratantes.
Secretarla do conselho de compras aavaes em
Pernambuco 21 de fevereiro de 1862.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para foroecimento
do araenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguiolea :
Para o almoxarifado do arsenal de guerra.
4 livros em branco de 100 folhas da papel meia
hollaoda.
4 ditos dito de 150 ditas do mesmo papel.
4 ditoa dito de 200 ditas do mesmo papel.
Para provimento dos armazens de arsenal
de guerra.
30 meios de sola de lustre.
Para o completo do fardadiento dos corpos da
guarnigo das provincias do Cear, Pernambu-
co, Parahiba e Rio Grande do Norle.
322 -bolees grandes de metal amarello coma
letra C.
184 ditos pequeos de dito dito com a letra C.
400 grasas de ditos grandes brancos de osso.
Para a enfermada do presidio de Fernando.
16 librea de araruta.
2 barricas de aeaucar de Ia qualidade.
5 arrobas de arroz de Ia qualidade.
1 molho de albos.
3 arrobas de caf de Ia qualidade.
2 molhos de ceblas.
10 paos de chocolate.
20 libras de doce de goiaba de Ia qualidade.
tag. Pernambajeo 25 de fevereiro
1862.O gerente F. f*. Borgo.
de
BAILE
CASSINO PHJLAR
DE
WJSMRASEmmSII
MAGESTOSO salo
DO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
HOJE
A sociadade Casino Popa lar data hoje baile
espera que nada deiie a desejar nao a pelo*
meios que ten embregado, como por ser esta w
quadra em que a todos licito tomar parte #n
seus folgares sen rece de critica.
Para mais variedad do diverlimento estarna-
expostos epreeiagio dopoWico novas e iuteres-
senies vistas no gabinete ptico.
H ver tambem alguna dminos para aa pesasas?
que se quizerem disfrgar. Ser mantida boa
ordem e harmona e observados aa disposices
do regulameote tatemo appvovado pelo Illm. Sr.
Dr. chee de polica, aja- quae permittem que o>
segredo dos mascaras- ceja inviolavel, salvo oa
que nao ae portaren segundo aa regras de civili-
dade e dos bons costumer.
Io&f2 p"a <,B*. grr pra cavalnei-
roa, 2*000.
Ayiso maritiDaos.
cmara as
nao podendo
ERRATA,
No acrstico publicado hornera na trigsima l-
trhi, M6% os Exemtnstrd, tefes* KtmMVrd ;
bm a** liosa, ssaa s)is tato-nae, teia-ae
d* rao-nos.
PRAQA DO REGIFE
1.a DE HJAliCODK 18
:A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios Sobre Londres saceos-se de 25
3|4 a 26 d. por 1} rs., sobre
Pars de 362 a 365 por f., so
bre llamburgo a 695 rs. por H.
B., e sobre Lisboa de 102 a
108 por cento de premio ; reRu-
- lando por cerca de 3b 90,000
os saquea da semana, sobre O
Rio de Janeiro saceos-se de 1 a
2 par cento ds descont.
Algodo -j- O de Pernambuco vendeu-se de
11 $000 a 181000 rs. por ara-
ba conforme a eacolha ; o de
Macei vendeu-se ds 119700 a
129000 rs. per arroba posto a
bordo, e da Parabiba a 129300
rs. tambera a bardo.
Assucar O branco veedeu-ae da 3#000 a
3j>800 rs. por arroba, soaenos
s 2*700 ra., mascavad par-
gado de 29300 a 2*400, rs., a
bruto da 19950 a 2f200 ra. por
arroba.
Agurdente Vendeu-se a 56|00 re. a pipa.
Couros- Os seceos salgados vsoderajn-
se de 190 a 200 es. s libra
Arrea- O pilado da India veodeu-s
2|800 a 29800 ss., |psr as
a do Meraoho de 39000 a
99200 rs per arroba.
Azeite dsce- Ota Lisboa vssdao-se s tMtO
ra. por galio, ate be dijs-.
Bacalho--------A ultima venda em atacado ef-
fedsoe-se 139SW sJasr
barrica, e a retalho de 139
14 rs, fkasdu em ser 10,000
barricas, taearem- aeiie porto
'ios gfdnt. 0/4aW Kpjaj,
s rlealuin, com bacalho, a
Etrssa ata os portos do
dem em geleia ou massa
dem em calda. ......
Bspanadores grandes. ... um
dem pequeos ..... >
Bsteiras para forro ou estiva de
navio....... cento
Estoupa nacional .... arroba
Farinha de mandioca. alqueire
dem de araruta..... arroba
Feijo de qualquer qualidade. >
Frechaes........ um
Fumo em folha bom. ...
dem ordinario ou restolho. >
dem em rolo bom ....
dem ordinaro restolho ...
Gomma........ arroba
Ipecacuanha (raz) ....
Lenha em achas ..... cento
Toros........
Lenhas e esteios..... um
Mol ou melaco...... caada
Mlho....... arroba.
Pao brasil ...... quintal
Pedras de amolar urna
dem de filtrar ...... >
dem rebolo......
Piassava........ molhos
Pontos ou chifres de vaccas e
novilhos...... cento
Pranches de amarello de
dous custados...... urna
dem louro....... >
Sa*o......... libra
Salsa pa;-lha ....... arroba
Sebo em rama. .*..;'. >
Sola du vaqueta..... urna
Taboas de amarelloi duzias
dem diversas.....
pioca........ arroba
"?es......... urna
nhas de boi...... cesto
Vl1Kre ........ caada
Alfandegade Pernambuco 1 de margo de 1862.
Approvo(Asaignado.JBarros.
O primeiro coofereote, M. Peregrino da Silva.
O segundo coofereote, Jos Miguel de Lira.
Conforme. O 3. escriptorari, Joao Ouarle
C. Monteiro.
de

2O9OOO
18600
2850C
4*000
2S500
5$0O0
215000
78500
138000
58000
19800
268000
8000
naooo
58000
200
18601
59000
800
48000
18200
120
39000
1690O0
88000
o
258000
52000
28600
10493U0
709000
32O0
89OOO
Movimento do porto.
Rautas
a .
en dara m-se de 1 f a 1J5N) rs.
por arroba.
Veodeu-ss da 49OOO a 49200 rs.
a birriqulohi.
Navios entrados no dial."
Granja e porloa Intermedios10 diaa a 18 horas,
vapor brasileiro Paritnunga.de 422 toneladas,
commaodante Manoel Rodrigues dos Saotoa
Moura, equipagem 25.
Terra-Nova27 das, barca iogleza Fteatwino.de
249 toneladas, capito Francia Peke, equipagem
13, carga 3,444 barricas com bacaihao ; a Saun-
ders Brothers & C.
Rio de Janeiro20 dias, patacho americano Brss-
ze, de 241 toneladas, espillo Outerbridge, equi-
pagem 9, em lastro ; a Hatheua Auatin C.
Trieste67 dias, barca dtnamarqueza Svanen, da
316 toneladas, capilu C. H. Ebten, equipa-
gem 13, catga 3.260 barricas com Urinha da
trigo ; a Henry Fosler 4 C.
Vtavit* sahidos no mesmo dia
Lisboa pela ilba deS. Miguel patacho pettu-
guez lima,, capito B. F. Caries, carga assu-
car a mala gneros. -
Phikdelphia barca americana ztlia, capilao
C. W. Rsrlin, carga assucar.
Canal pelo CearA patacho btmburguez Colum-
bus, capito I. A. Doileog, carga parta da qua
trouxa de Hamtourgo.
r -
1.a cadeira das 11 s 12 na 1.a sala.
I. das 10 s 11 idemj
5." anno.
1.a cadeira das 9 s 10 na 2 saja.
2.a das 10 s 11 idem]
3.a da* 8 tu o na $.' sala.
ro marcado o dia 6 do corrafole para tirarem
ponto oa estadaotea que para isso requereram.
Secretaria da faculdade, i. de margo de
1862. O sacrelario, Josi Honorio Dsxerra de
Menezss.
Contina em praga, parante a asmara mu-
nicipal desta cidade, nos dias 1 e 3 de margo fu-
turo, a obra do.muro do cemiierio publico da
freguezia do Poco da Panella, orgada em 2:8008.
Pago da cmara municipal do] Kecife em sesso
de 28 de fevereiro de 1862. Luiz Francisco de
Barros Reg, presidente. Francisco Cavalcanli
da Boaviagem, oflkial-maior servindo de secre-
tario.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
^ A camdti municipal do Kecife, tendo reee-
bido do Iusiiiuio Histrico Brasileiro o oQkio
que a|>aixo v^i transcripto, convida a todos os
seus menicipes, para que concorrm para area-
lisaglo dessa obea de tanta honra para o Brasil,
subscrevendo na secretaria da mesma
quantias de que ser menos de mil reis, nem mais de dez mil res.
Certa do patriotismo que caracteriza lodos os
Pernabucanos, a cmara mu ni pul do Recife es-
pera que se prestarlo de boa voniade a realisj-
cao deste grandioso fim.
Pago da cmara municipal do Recife, em ses-
so de 28 de outubro de
cisco de Barros Reg, presidente.Francisco
Canuto da Boaviagem, official maior servindo
de secretario.
Illms. Srs.O Instituto Histrico brasilei-
ro, a que presta Sua Mageslade o Imperador a
sua immiiata proteccSo, resojveu que se levan-
asse nesla corte urna estatua a Jos Bonifacio de
Andrada e Silva e se erigisse um
de seus preciosos despojos; san paginas da his-
toria escripias em bronse a marmore pela grali-
do braaileirt, equa devem transmiltir a posten-
dade as tradigdes glorilas qua se ligam a um
dos grandes \ultos nacionaes, e um dos primeiros
colaboradores da nossa independencia.
Os abaixo assignados, membros da conirais-
so a que o Instituto Histrico incumbi lio
nobre misso, accordaram recorrer ao auxilio
de todas as cmara municipses do imperio, para
que promovam Hibscripooes populares entre oa
seus muoieipes, visto como o monumento deva
ser feito a expensas da povo.
A commlssao desejando que todos os Bra-
sileiros possam concorrer para to patritico
monumento, quies quer que sejam as suas for-
tunas fixou o minimo e o mximo das quantias
entre mil e dez mil reis.
Devendo a estatua ser inaugurada no dia 13
de Junbo de 1863, centesimo a n ni versar io na-
talicio de Jos Bonifacio de Andrada e Silva ; a
eommissao espera que Vv. Ss. se dignen de
coadjnval-a era to louvaxel empenho, activando
a apressando a subscripgo, cujo resultado sari
publicado as folhas diarias d'esia capital.
Deas Guarde Vv Sj. Rio de Janeiro
18 de agosto da 1861.Illms. Srs. pres tente
e Venadores da cmara municipal da cidade do
Recife da provincia de Pernamb'jeo. Enzebio
de Queiroz Coulinho Manazo CmaraJoaquim
Sorberlo de Souza Silva, Joao Manoel Pereira
da Silva.Baro de Maua Jo- Ribeiro de
Souza Fonle,Henrique ds Beaurrepaia Roban
Doutor Claudio Loiz da Costa Tbomat Go-
mes dos SantosF. S. Dias da Molla.
Vende-ae o veleiro e bem coaheeido clipssr
brigue americana) Brand yine. Iota 207 looel-
ladaa ingieras, e demanda 11'p d'agua carro-
gado : oapreteooentes dirijim aes ra do Tra-
piche o. 8.
6 latas de mermelada de Ia qualidade.
2 barricas de farinha de trigo da marca s-~
1|2 barril de manteiga in1
18 libra.<<---*
10 garrafaa de vinho do Porto.
25 libras de velas de espermacete.
Quem qulzer vender laes objectos aprsenle as
suas propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, s 10 horas da manha do dia 8 do
correte mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para foroecimento do arsenal de guerra, 1* de
marga de 18*2.
Bento Josi Lamenha Lina,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Corunel vogat secretario interino.
Arsenal de guerra.
Por ordem do Illm. Sr. coronel, director do
arsenal de guerra, se faz publico que nos termos
do aviso do ministerio da guerra de 7 de margo
de 1860, se tem de mandar manufacturar o se-
guinte :
180 aobrecasacas de panno azul. <
180 caigas de dito panno.
353 fardetaa de brim.
485calcas de dito.
485 camisas de algolozinbo.
485 pires de polaioas.
Quem quizer errematar o fabrico de dito artigo,
no prazo de 20 dias, comparega na sala da direc-
tora do mesmo arsenal, pelas 11 horas da ma-
nha do dia 5 do crreme mez, com sua proposta
em que declare o menor prego, e qual seu fiador.
Arsenal de guerra de Pernambuco l. de mar-
go de 1862.O amanuense.
Joo Bicardo da Silva.
Pela contadoria da cmara municipal do
1SG1.Luiz Fran- Recife se faz publico que a prazo marcado para o
pagamento do imposto de eslabelecimeoloa do
1 do correte ao ultimo de margo vindouro, e
aquelles que nao pagarem dentro do prazo mar-
cado, ficam sujeilos a respectiva multa.
Contadoria municipal do Recife, 19 de feverei-
ro de 1812. O contador, Joaquim lavares Ro-
dovalho.
Pela subdelegacia do primeiro dlstricto d
Ipojuca se faz pubico que se acha recolhido e
tmulo digno cadeia da villa do Cabo o preto Manoel que diz
aer escravo de Alberto Cavalcanli, morador no
engenho Arariba da Pedra : quem se julgar com
direiloa dito escravo, comparega a esta subdele-
gas!*, que provando lhe ser entregue. Engenho
Timb-ass 25 de fevereiro de 1862 O subdele-
gado do 1. diairicto de Ipojuca Antooio Pere-
grino Cavalcanli de Albuquerque.
Subdelegada de polica do districto de
S. Jos a-de fevereiro de 1862,
Por esta subdelegacia se faz puWico que se
arria em deposito um moleque de nome Jos,de
15 annos de idade pouco mais ou menos, que foi
encontrado vagando pelas ruasem consecuencia
de se ter perdido de um comboio, e uisse ser es-
orsvo de Jos da Rocha Mello, mofador na villa
de Cimbres, o seohor apparecendo provando ser
seu legitimo dono lhe ser entregue.
Outro 8im, acha-se recolhido aeasa de deten-
gao a parda Maria, que se achando fgida diz ser
eserava de Antonio Jos Gongalves morador em
Pao d'Alho.
Correia da Silva.
Pela thesosrarta provincial se fas publico
que, so dia 6 de margo prximo viodouro, vo
oovanaeote praga. para ser arrematada a quem
mais dr, a renda das casas abaixo mencionadas,
pertencentes ao patrimonio dos orphos.
Ra do Sebo.
Casa terrea n. 12, por 160*000 por anno.
Ra do Vigario.
Casa terrea n. 14, por 201*000, idem.
Ra da Lapa.
Casa terrea
REAL COMAN!!A
DE
Paquetes inglezes a vapor
Al o dia 1" de margo prximo vindouro ea-
pera-se da Bofena um dos vapores deata com-
panhie,o qual depois da demora docosturneaa-
gpir para o Rio de Janeiro tocando na Baha,
vara passegens etc. tratase com os agentes
Adamson Huwie & C na ra do Trapiche Novo
n. 42.
A barc franceza Manuel de
primeira classe e de primeira marcha
que pretende seguir para Marsei4le com
muita brevidade, recebe passageiros pa-
ra os quaes tem excellentes commodos r
a tratar com o capito na rn Ira"
piche n. 9
DAS
Messagenes imperiales.
No dia 3 de marco prximo eapera-se dos
portos do sul o vapor francez Biaen, comman-
dante Aubry de la N, o qual depois a demo-
ra do coitume aeguir para Bordeaux oca-nffo
em S. Viceote (oode ha um vapor em corres-
pondencia com Coree) e Lisboa.
A compatihia eocerrega ae de segurar asmer-
cadoriaa embarca las a burdo dos vapores, as-
alta come tambem recebe dinheiros e objectas
de valor com destino a Londres em transito por
Bordeaux e toulogne.
Para aa con Jicoes-, frele e passagens trata-se
na agencia ra do Trapiche n. 9.
Para Lisboa
aahir com toda a brevidade o brigue portugus
Coostaotes. cap o Augusto Carlos dos Res
visto ter prompta a maior parte do seu carrega
ment: para o restante, e passageiros, para 09
quaes tem excelleotes accommodaces, trata-se
com Manoel Ignacio de Ollvaira & Filho, largo do
Corpo Santo, no escriptorio, ou com o capito ns
praga do aommercio.

Ita3nra$0fa.

COSPAMIA PERNAMBUGAIU
DB
Navegado cosleira a raptir
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor cJaguaribe, commandaote Lobato.
sahir para os portos do norte de aua eseala al
a Granja no dia 14 de margo as 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia IS ao meiodia. Eoeom-
mendas, passageiros e diuheiro a frete at o dia
da sabida as 2 horas : escriptorio no Forte do
Mallos n. 1.
Casa trra
Casa terrea
Conselho de orapras navaes.
Contrata-ae 00 os I Se margo prximo, aob
as coodigoes do estytu, e por tres mezes (iodos
esa Jes no do corrate ansio, sataesi mente de
vivares, dietas, s de outros objectos de sonsa ase,
para os navios da armada e estabelecimentos da
marinha ; composto o Tornecimerrto de arroz de
Maranhao, agurdente de 20 graos, assucar bran-
co greaes, asaess* trete refl*ad, asalte dees
de Liebea, aceite inferior araruta, aletrle, bote-
cha, bacalho, bolacbinha, carne aecci do Rio
Grande, cat em grao, cama salgada, carnauba
feto-vefs, estira vente, sangres, em mrtno priado.
eavadhaas, cha. fastnha Se masadiece, faaae; a-
linhaa, manteiga franceza manteiga ingleza,
malte, pao, sabio, toucinho de iusboa, tapioca,
vlnagte Se LUboj, velas steaflnas e vinbo de Lis-
osle qee *oirilHr anseflr sos preaesv-
dentes s api ces taism setas svoseasas
fechadas o esse dia at aa 11 hora a da maske.
n. 41, por 182000, idem.
Ra da Carimba.
Casa terrea n. 65, por 3000000. idem.
Roa dea Burgos,
o. CS, por 205*000, idem.
n 6, por 125000, idem.
gua Se Seecala velha.
Sobrado n. 79. por 650g000, idem.
Sobrado n. 8, por 6o*O00, idem.
Ra da Guia.
Gasa terrea B.8S. per 1ej>000, idem.
Casa terrea n. 8!, por 168jfO00, idem.
Rea do Pitar.
Casa terrea n. 96, por 157J0OO, Idem.
esa tarrea 28, por 224JC00, idem.
Ra da Madre de Deus.
Casa terrea n. 35, por 1:2I000, dem.
Estrada do Parnameirim.
Sitie o. 1, per 500*000 por anua.
Sitio d. 2, por ltOlOOO. idem.
Estrada da Ulrueir.
Sillo 0. 4, por 11t|0AO per a ase.
ssratl o Fosero da Cal.
Sitio n. 5, ser 362*000 pos aune.
Seo/eiarii da theaouraria provincial da Per-
nambuco, 23 de fevereiro de 1862.___^
A. I. d'AooSBNkagA.
Qt Sr. acctOBttstas 4*
~B
rem te em tttM>nble< era na jala
asaochitjfio eommercial, w dia 5
marco o mero dia para curMe* o
COnriNOIA PERiUMBllUklU
a*
Navegado costeira a vapor.
O vapor Jaguaribe, commaudante Lobato,
sahir para os portos do sul no dia 5 de margo ia
5 horas da tarde.
Recebe carga al o dia 4 ao meio dia. En-
commendas, passageiros e dinbeiro s frele at o
dia da sabida s 2 horas: escriptorio no Forte
do Maltos n. 1.
lio Grande d Sol pelo
liio de Janeiro.
A barca brasileira Carioca recebe carga pare
aroboa os porloa : trala-as com oa consgnalam
Marque, Barros & C, largo de Corpo Santo nu-
mere 6.
1 De igual forma ootrala sais o cooaeTho aoiWCCT a tomminflo X extttt t CflaV
Rio de Janeiro
O brigue brasileiro Joven Candido reaebe
caraje a esevevoe afrete: lreic-ee com oa coe-
aigncaaiaaa Maa,saa, Barroa & C largo do Cor-
po Santo o. fv
Para Lisboa e Porto
PceteeAe seguir pace oa dona poitos acias*
aom meila brevidade o veleiro e bem consecM
brigue nacional aBogenlb, espRae Manoel Bse-
quiel allasaati, eaaeiaaeiraotaase s ameira saes
cha, PtcftaAo focrado da cobre, tem parte d
seu carregamenlo proropie 5 para o resto yae-
lhe falta, irala-ae com oa aeua esaMssaasfvee
Antooiq Late lWWM Amedo & C, 00 asa
cMattrilda, da
peTagalia mar-
essrfp^
lorio
^-". -a



-


WAWO DE PRENAMBUCOi m- SWHJWU VJul 8 DI MARCO DE 1862.
CONIPANHIA BRAS1LEIRA
Dos poitoi do norte esperado al o dia 5 de
marclo vapor Princesa de Joinville, o qual de-
pois da demora docostume seguir para os por-
tos do su!.
Desde recebem-se passageiros e ejigaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qual dever
er embarcada- no dia de sua chegada, encom-
meadas e diuheirp a ftele al o dia da sabida s
2 horas da tarde : agencio ra da Cruz a. 1, e.-
criptorio de Antonio Luit de Oliveira Aievedo
& C.
Para Lisboa.
O brigue portugus (Bella Figueirense. capi-
llo Jos Ferreira Lessa, pretende sabir al o fim
da presente semana por ler quasi completo o seu
arregameoto : para o reatante e paasagsiros,
para os quaes lem exoellentes commodidades,
trate-so com P. S. Rabello & Filho, largo da As-
aemblcao. 12, escriptorio.
APPROVACiO
Di.
E AlTORISACiO
Para
Rio de Janeiro,
a barca nacional Amelia pretende seguir com
muita brevidade, lem parte de seu carregameoto
a bordo ; para o resto que Ihe falla, trata-se
com os aeus consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, no seu escriptorio, roa da
Cruz n. 1,
Para o Porto.
Segu em poucos das a barca porlugueza
Flor da Mata, por ter parte do seu carregamen-
o prorapto ; quem quizer carregar ou ir de pas-
tagem, dirija-se ao coosigoalario do mesmo em
sea escriptorio da ra do Apollo n. 43, segundo
andar.
Para o Als&u'
com escala pela Parahiba e Rio Grande do Norte
sabe o hiate Jaguaribe, de primeira marcha, o
qual tem expelientes commodos para carga e pas-
sageiros, e pretende sabir em poucos das, rielo
j ter parte do carregameoto : a tratar na ra do
Crespo n. 14, ou com o mestre a bordo, defronle
do caes do Ramos.
Para o Aracaty
O hiate Nicolao I tem a seu bordo mais de
melado de sua carga, e recebe um resto que Ibe
falta com reduccao de frele : trata-se com Paren-
te Vianna &. C.
Rio de Janeiro
O hiate iVotxaes, segu u *. R ?n arco, re-
cebe carga miuda e escravos a frete: la-...
com os coasigoatarios Marques, Barros &'C. lar-
go do Corpo Santo n. 6.
Babia.
O hiate Santa Rita, segu em poucos dias, re-
cebe alguma carga a frete '. trata-se com os con-
signatarios Marques, Barros & C, largo do Cor-
po Santo n. 6.
Leudes.
LEILO
mumk mmm m tnmu
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
CHAFAS ME01C1MACS
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas Chapas-elkctro-magneticas-epispasticas obtem-se urna cara radical e in-
fallivel em todos os casos de inflamma(ao ( cansado ou falta de r espira f&o ), sejam internas ou
ex ternas, como do figado, bofes, estomago, baro, rins, tero, peilo, palpitado de coracao, gar-
giata, olhos, erysipela, rheumatismo, paralysia e todas as affecc,5es nervosas, etc., ele. Igual-
mente para as diferentes especies de tumores, como lobinbos escrof ulas etc., seja qual fr o seu
tamaito e profundeza por meio da suppuracio sero radicalmente extirpados.
O uso dellas aconselhado e receitadas por habis e distinctos facultativos, sna efficaia in-
conteslavel, e as innmeras curas obtidas o fazera merecer e conservar a confianza do publico
que j tem a honra de merecer, depoisde 24 annos de existencia e de pralica.
As eneommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de [fazer as necessarias explicaces, se as chapas sao para hornera, senhora ou crianca, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na cabeca, peseoco, braco coxa, perna, p, ou tronco
do corpo, deolarando a cicumferencia e sendo inchacoes, feridas ou ulceras, o molde do seo
famanho em um pedaco'de papel e a declaraco onde existen), afim de que as chapas sejo da
tojmaj da parte)affectada e para scrembem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas sero acompanhadas das competentes explicaces e tambera de todos os acces-
orios, para a c ollocacSo dellas.
Casa: seas pessoae que o dignaren) honrar com a sua confianza, em seu esariptorio, que
tacharu abertoe todos os dias, sem excepto, das 9 horas da manha s da larde.
||9 Ra do Parto |||
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
mnwm
Para as provincias de Pernambuco, Parahiba, Rio
Grande do Norte, Cear e Alagoas, a saber:
Folhmhade porta, oontendo o kalendario, poca, geraes, nacionaes, dia.
de galla, tabella de salvas, notims planetarias, eclipse., partidas
de correto, audiencia, ereiumo de chronologia, a ri
Dita^omalmanak coatendoo kalendario, poca, noticias planetaria,, *
partida do correos, tabella de mpoto, etc. etc. e o almanak
cevil, judiciario, administrativo, agrcola, commercial, e indus-
tnal, desta provincia, a ris.
160
ISO 00
Consultorio medicocirurdeo
3--1VUADA GLORW CASA DO TONDAO-S
Consulta por ambos os systemas,
u dse o aue tem rio e m mmhmmm
Para as eneommendas ou informac,oes dirijam-se a
ra do Qbeimado n. 15.
pharmacia de JosAlexandre Bibeiro,
INTCRMTO
II
DE
S
m
DE
-1
Ter^a-feira 4 do corrente.
O agente Pinto ft lelao a requerimenlo de
Genuino Jos da Rosa e por mandado do Illm.
Sr.juiz especiil do commercio, de 20 saceos com
assur-.ar com ai Ultras iniciaes de J. L. B. fVs-
tenles no armazem dos Srs. Ferreira & liaiSo
ra do Apollo n. 2B, onde se effectuar o leilo
as 11 horas do dia cima mencionado.
LEILAO
DE
Milho de dez sac-
eos para cima.
HO JE
O agente Pestaa far leilo por coola e risco
de quem perlencer de 150 saceos com milho mui-
to novo desembarcado na semana paasada, o
qual ser rendido em lotes de 10 saceos para ci-
ma e pelo maior prego offerecido : hoje 3 do cor-
rele pelas 10 horas da msnha, no armazem do
Sr. Aunes defronte da alfandega.
Leilo decisivo
|^|Estabelecido rio lugar da C a punga, um dos arrabaldes|||
mais prximos da cidade do Recife.
DIRECTORO BACHAREL EM MATHEMATICAS
IIKlRuO gjlti/L m mm.
Este estabelecimento de educado e instrueco priocipiou a funecionar no dia
10 de Janeiro, e continua a receber alomos.
Os commodos, o asseio. as boas condices hygieoicss dos edificios destinados
s fuocgdes do estabelecimento, a ordem e regularidade do servico no intrnalo, a
dedicacio e zelo que empregaro o director e os professores a bem do aproveita-
mento e progresso dos alumnos, sao circumstancias que devem animar e garantir aos
paes de familias que desejam dar a seus filhos urna educago regular.
Gadeiras de ensino.
Primeiras lettrasdividida em duas classes.ltendo cada urna o seu profeisor
porluguez, latim, francez, inglez, arilhmetica, gebra e geometra, geographia e
historia, philosophia, rhetorica, desenlio, msica, dansa e gymnastica,
Nosestautos do internato que esto a disposico de quem os quizer ler, se
aacham consignadas as eondiegoes de entrada.
Em conseq
nenhuo outro qi,,o0^^ com o. de
a precaucaoTs'dkme? o Mi -. 55 MmDr? ?ozaram #" <> P'>prietario tem tomado
doP. todolaquel e Z^ forem .owenulf i ?,M'.deTend1.,er conside"dos ">"<> *
prar queira ter maior crtM? Tnln^l. esta marca; e pando pessoa que os mandar com-
pel marcadoTmTisen'ame! P "m' *"* aM80ada Pel Dr-Lobo Mo" P-
medio.eU.lte. Ssumm' mporUnd. V ?rSriB'.rS* & ?SE d,e aCOnO be,"dona' re'
^^^MopBihuJS^^lAXSS^*^^^ conhecida, que o. mesm Srs.
Mti&nto??M~meat2 "DD"nC" e amigo, que tem commodo.
aquelfea que i tem tfdo escravos na casa do
- A tuaco magnifica da casa, a commuu
gens para o prompto resubelecimento dos doenles
Aspessoas ~
e de tarde di
ender na ru. ,
Or. ooo Motcozo.
iro.
disvelo
aonunciante.
commodidadados bauhos salgados sao
e promptido, como sabem todos
outrai tantas Tanta-
^\F^?S^^^** P^ocura-lode manha at 11 hora.
Na
NA NOVA CALIFORNIA
sur;
riia da Imperatriz numero 48, junto a padaria tranceza.
vende se sedas escocezas de bonitos goslos a 10$,
S e ffiM S,f.eH0,?S"" .brc. com barra de cor a 2800 e 3g. dito, brancos*^'"
powe gw, duzade meias pare senhora a 2500. ditas I s a 3500 4, ditas cruas para
coxoados
. bordados
a 2500, ditas fijas a 30500
a 1$, glli-
800 e 10, mangui-
a 2(500, ricos en-
a 25, 2950O e 39, chapeos en-
49 e 59, ditos de sol para homem a
rSfu! ,eh0.r." \ 5S 25*500* ciolos dourados da bonitos gosts
STS bapl,,ad0 4' ditos d ol P "hora a 49 e 59,
Snl?^' "" graDodne" dzla a 2400. dil8 de cambraia bordados a XVUO e 300 rs
ronpas feitas por precos que admira
J*'* lyphilicat, todas as tipeciti 4, ftbrt$.
ftbrti inarmiiune. iimt+tmuquncias
V. /"**"*U KSBCUt HOMOPATBICA .'
everaaaeiros medicamentos homeopathicos Bre-
adois som toda. .. telas neces.aria..^
hTeisem seu. effeito.,tanto em tintura,i
m^oblo..peloipreco. m.i. commodo. po.-
.n?m.n?o" medicento. do Dr. Sabino sao
nlcam.nte rendidos ero sua pharmacia- todo.
?o o forem tr. della sao falsa.. '
Toda.a.carteiras jn acompanhad. da im
Impresao com um emblema em reley, tendo .0
reopr a. segmntei1 piUn : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico bra.ileiro. Eate emblema po.lo
igualmente na lula do.medicamento, que se po-
do. As carteira. que nao I erara m es.o impresto
uaim marcado,omboratenham natampa o no-
mo do Or. Sabino ato falso.
Mallo venturo.o foi esse pai anonymo que
vio-secoberto de gloria e laurel, como disse do
uiano de honlem, pelo exame, que de latim fi-
zera aea Bino 00 seminario, pois a outros pais s
coubera o deaaabor de Terem os .eua. do mesmo mestre,
regraa da latinidad,
montado
durante
sero por
por precos commodos, assim
foja de Paredes Porto.
como um grande sortimento de
AGITADO DYUHICO

DE
Todas as fazendas em re-
talho da ra do Cabu-
g n. 8.
as 10 horas em ponto.
O agente Evaristo competentemente autorisado
ar leilo ao-correr do martello de todas as fa-
zeoda. exislenles em dita lojs, que certamente
muito devem convir aos senhores arremataotes,
portaoto pede aos seus amigos queiram coocor-
rerem a essa california que se cao arrependero.
Janeiro.
Seguir al o dia 5 de marco para o porto in-
dicado o bem cooheeido brigue nacional Encan-
tador ; para o resto da carga que Ihe falta, tra-
ta-se com a Tiuva Amorim 4 Filho, ra da Cruz
p. Aa, ou com o capuo n. praca.
Ayisos ditersos.
GRANDE DEPOSITO
DE
D
Barbalho (Cabo.)
41-RUA DO IltIPERADOR-41.
. Neste deposito existe grande qnanlidade de louca e de todas a. cualidades o oue e nndB
desojar de bem fabricado e de boa qu.lidade de barro, coma propriedade de conserva a ,lil
sempre fra, como sejam jarras, resfnadore., muringue*. qu.rtinhas, garrafas, copos pr. ,gua etc
De obras vidradas.
lOTlBIA
SABBADO 8 do corrente mez an-
darao imprcterivelmente as rodas da
quinta parte da primeira lotera do
Gymnasio Pernambucano, no consisto-
rio da igreja de Nosta Senhora do Ro-
sario de Santo Antonio. O bilhetes 0
meio bilhetes acham-sea renda na the-
ouraria das loteras n. 15 ruado Cres-
po, e as casas commissionadas. As
sortea serSo pagas depois da distribuicao
das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos' Rodrigues de Souza.
Alaga-se a casa terrea com sollo da ra da
Maugueira o. 5, com commodos para graade fa-
milia : na roa do Lirraaeflto o, 13, leja.
Tem ricos vasos para flores, talhas, alguidarea de todo, os tarrmnhna
com tampos e sem. ellesj panellas par. b.ter-t. bolos. carVll!. SSFttUSS7?Mr5?
tras peQaa que seria enfadonho mencionar. 6 ue'r" e muiias ou-
0 pro prieta rio desta fabrica a primeira deste genero entre u. espera obter
publico aoimaco e concurrencia e para conseguir esse fim vende a sua louea mats
at aqu se venda nesta cidade.
Aprompta qualquer factura para exportar, alm dos prego, commodos poraue vendo
por cento de abate para quem comprar de 1009 para cima e dessa qnantia para menos
Qualquer encommenda pode aer entregue no deposito da fabrica ra do Imperador n. 41
assadeiras, boides
do respeitavel
barata do que
d 10
lero 5
Ispecial
hOineopatliico
, Mili
Ra das Cruzes n. 30.
Nesie consultorio pode ser procurado o respectivo proprieiario qualquer hora navendo
sempre grande sortimento dos verdadeiros medicamentos homeopathicos, preparados em Pa-
(s tintura.) por Gatelln e Weber, o. mais acreditados pharmaceuticos do universo como
preparadores de remedios de homeopaihia. "?so como
. ProPrelo deste consultorio nao .pretende, todava, que sejam os seus medicamentos
inalhveis, porque nada ha nallivel em factos humanos; nem tao poneo superiores
ahi
ris
ahi se preconisara porque ceno que o que nos fazemos, outro o pode eguamente fir~ Tborn
minnr Mu artom^ot m* *.n. _r_ l_ .__>___ *
aos que por
wv 4uo u ijud uus ianmos, ouiro o poae eguamente fazer tao bom
senao melhor. Uas afianca qus nelle nao ha traficancia, e que o servico da prepsracio corre
pelo mesmo proprietano, que nio leudo grande commercio de cartearas, arfia-se sufficiente para
Mttsfazer ia necossidades daquella preparaba*. *"> p
Resto consultorio ooham-se venda elementos da homeopaihia, acommodados intolligeneia
de qualquer pessoa ; asiim como presta*, gratuitamente o seu propriettrio, com seus esforcos e
medjcameutos, todas as passoas necessiudas, sem distineco alguma. que o
que o seu maior pnur; ser til haratmids.de soflredora.
procurem, pois
DO DOUTOR
(Do He WWM.
Para a preparacd dos medica-
mentos homeopathicos.
_ Os medicamentos preparados por esta machina
sao os uoicos, com que se podem contar to cu-
rativo das molestias perigosas. E como seia o
CHOLERA MORBUS orna d'aquellas que nao
admitiera deloogas e experiencias, cumpre pre-
ferir esses medicamentos a outros quaesquer, se i
qaizerem tirar da homeopaihia oa ventajosos re-
sultados que ella assegura.
Achara-se a venda carleiras e meias carteiras
especiae. contra o cholera, acompanhadas da.
competente. in.iruc(de., pelos precos conheci-
dos, na pharmacia especial homtopathica, ra
de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.
N. B. Os borneo, de bom senso reconhecem
certamente que sendo o Dr. Sabino a fonte pura,
d'onde emanou a homeopaihia em Pernambuco
o em todo o norte, elle o nico immediata-
mente interessado no aeu crdito e no seu pro-
gresso, e por conseguinle lio somente nelle
que se pode encontrar garantas, qner em rela-
So applicago da .ciencia no curativo das mo-
tilas, quer em relacao prepararlo dos me-
dicamentos.
Na pharmacia do Or. Sabino trabalham cons-
tantemente debaixo de suss vista. immdialas,
nos lempos ordinarios, dous em pregados [um
brasileiro e outro francez quem paga ordena-
dos vantajosoa), os quaes sao ajudado. por mais
tres ou cinco pessoas, qaando a servico o exige,
na deslillacao do espirito de vioho e d'agua, no
manejo das machinas, na desecado dos glbu-
los, na distribuido das diluirles etc., etc.
E* evidente que para o Dr. Sabino exercer a
homeopaihia, como geralmente a exercem, e
preparar medicamentos como por ahi preparara,
nem eram precisas tantas despeza. com o pes-
soal, com machinas e com a obtensao das subs-
tancias as mais puras possiveis, e nem tanta vi-
gilancia e trabalho na prepararlo dos medica-
mentos ; mas elle nao se contenta com o bem,
que j tem feilo, dando homeopaihia a popu-
laridade de que goza: elle quer eleva-la ao
maior grao de perfeico dando aos seus remedios
a maior iofallibjlidade possivel em seus effeitos
O Dr. Sabino nao aspira somente os gozos ma-
teriaes da vida ; elle se desvanece em ler nos li-
vros estraogeiros que a tua propaganda em Per-
nambuco'Joi tao brilhante que nao tem no Eu-
ropa nenhuma analoga (JORNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA DE PARS, tomo 4.", pa-1
gina 691 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HOMEO-
PATHlA, por Granier, pagina 102); mas a sua
ambicio muito mais elevada ; ella so dirige a
legar as geraQes futuras um nome estimavel
pela gravidade e importancia dos seus servidos,
pela sinceridade de suas coovieces, e pela fir-
meza do seu carcter.E' por isso, e para isso
que elle trabalha ; e trabalha muito...
rrat ment homeopathico
preservativo e curativo|
do cholera-morbus.
PELO DOUTOR 5
SABINO 0. L. PINHO.
Vende-se cada exemplar a 500 rs.
Distribuicao gratuita aos aasigoaotes
das obras homeopathicas do Dr. Sabino,
e aos freguszes da pharmacia especial
homeopatnica. Roa de Santo Amaro
(Mundo Novo) n. 6.
Attenco
O abaixo assignsdo aoligo professor particular
da lingos ingleza julga conveniente fazer-se
lembrar aos seus numerosos amigos e conbeci-
dos, e para que em cons.qaeocia de terem por
aqui apparecido alguna novoa concurrentes nesse
ensino, niojutguem que elle deixa dscontinoar
a exercer a .oa profissao. Elle anda continua
. leccionar particularmente dita lingua pelo .va-
tema de Olendorff, o qual incooteslavelmente
o melhor que tem al hoje sabido do prlo: Un.
lo assim, que o nico actualmente adoptado
nos prncipae. collegios da Europa para o ensino
de diversas lingoas estrangetras, pois est conhe-
cjdo que os quatro difterentes exercicios que o
discpulo obrigado a fazer ao mesmo lempo,
sto ler, tradozlr, sscrever e fallar, concorrlnj
multo sem du "
coamento. O
de fazer tamben lombrarVque'fo ee"o"prme-
ro que leccionou nesta provincia pelo referido
methodo a lingua inglezs, assim como alada mo-
ra na mesma roa da Gloria n. 83.
Geo Q. Marther.
CALCADO
Preservativo universal,
45Ra Direita45
Oihem I...
Urna das indiligencias melhor esclarecidas na
sciencia de Hipocrales, depois de tangos annos
de eiercicio de curar e matar coovenceu-se afi-
na!, qne o nico preservativo infallivel de qual-
quer epidemia, por mais morlirera que fosss. era
^nV.rMT^5" resc, '"Ir desembarcado,
e PES QUENTES. Ora. viajando por ahi'uma
epidemia.que mala gente como qualquer outra,
occasiao de pormos em pratica eatea principios
usando pouco do chapeo e sempre som-
ora; tomando de 15 em 15 dias um laxante de
sai de gUober, o mais acrrimo ioimigo da epi-
demia, segundo a opiniao e a pratica de um dos
ornamentos da nossa magistratura; e lancando
ao cisco todo o calcado velho, dirigindo-se todos
ao armazem, da ra Direita n. 45. onde o reapec-
ttvo proprieiario a todos receberi com cortezia
aturar a. massadas, o aquecer os ps com ex-
celleole calgado, segundo o gosto, e estado fi-
nanceiro de cada um, e vejam :
Homens.
BORZEGUINS dos melhore. fabricantes,
F{Lnc;2,,.!?lSM e br"ileiros a 135,
B}2hM& 10'' 9500. 8e.............f 5S500
fgafl 79500, 6S500, 53500, 5, *
*W061at................................ 2*000
I Meninos.
SAPATES a 5S500. 5. 4, 3500a...... 1600
Senhoras
BOTINAS de fabricante, francezes, ingle-
zes, lallemes e americanos federaes
6, 5^500, 5*. 4S500, 3g500 a........... SJ500
Meninas.
Sa 4500 e...................... 4^000
omplelo sortimento de sapatos pwa se-
* couro de lustre virado a 500 rs., de ta-
00 rs., de lustre (os. 32 e 33) a 800 rs..
a francezes a 1JJ300, portuguezes 2, sapa-
orraxa para homem senhora e meninos,
muito souro de lustre, de porco.cordavao.marro-
quim, bezerro francez, sola de lustre, courinhos
vaquetas, sola etc., que tudo vende-se como em
nenbuma parto.
Roga-se so Sr. Elias Pereira Gongalves da
cunh, visto nio saber-se onde mora, o obsequio
parecer no convento do Carmo, primeiro an-
|uarto n. 1, para tratar de um negocio de
articular ioterease.
BOTN
Um
nhora
pete a
de tra
tos de
ft
Consultas medicas.
Serao dadas lodos os dias pelo Dr. Cos-
e de S Pereira no seu escriptorio, ra
da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
da manha menos aos domingos sobre :
1.* Molestia, de olhos.
* Molestias de coracao e de peilo.
I*.* Molestias dos orgios da geracao e
o anua.
O exame dos doentes ser feito na or-
em de suas entradas, comecan"do-se po-
m por aquelles que soffrerem do.
uhos.
Inslrumentos chimicos,acusticos e op-
cos sero em pregados em suas consul-
a;6es e proceder com todo rigor e pru-
lencia para obter certeza, ou ao menos
Hobabilida4e sobre a sede, natureza e .
;ausa da molestia, e dahi deddzir o plsnol
le tralamento que deve deslrui-la outj
lurar. "
Varios medicamentos ser oambem
empregados gratuitamente, pela cer-
eza que tem de auaverdadeiraqualidade,
promptido em aeus effeitos, ea necessi-
dade do aeu emprego urgente qu e se usar
delles.
I Pralicar ahi mesmo, ou em casa dos
doentes toda e qualquer operacao que
lulgar conveniente para o restabeleci-
mento dos meamos, para cujo fim se icha
prvido de urna completa .collecco de
Instrumentos iodispensavel ao medico
I operador.
IMiNK MMK-MieMHiHMl
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATHICO
DO DOUTOm
ovida, para facilitar o seu sperfel- Kua 16 baniO Amaro (Mundo
0 mesmo prqfessor toma a liberdade ~ \ \*x*
Novo) n. 6..
Consultas todos oa dias otis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguiutea molestias :
molulxas da mulkirts, molutxas dos crton-
f, molutxa* d pelle, molestias daolhot,
o verem os seu., discpulos
igeorarem a. m.i. treviaes
. o receberem reprovaeo nos
exames feito na escola de direito : quem le nao
conhece que te compre.
Um baleado.
Casa de saude.
aid^Xte, de be"8" que Desle anD0 lem
mn 'ec.olhldos noaaa casa da saude, nao tive-
se le?emeKande perd?r gm- "55
mi .i df em peri8 de vid ; em quanlo
que se de nao poucas victimas causadas por esla
molestia as casas particulares. V
Hnon,nC10Dam,2?Je8,e f4Ct0 como Pro" >e qe es
doentes recolhido. a este meo estabelecimento
sao convenientemente tratados, o que nao acon-
tece as casas de familias sem commodos. e sem
pessoas habilitadas para cuidar dos doentes. e
ver se deste modo vou combateodo a repugnan-
cia que tem algumas pessoas de maodarem tratar
seus negros em um estabelecimento
apropiadamente para este fim;
Devemos fazor igualmente notar que as bexi-
gasnao accommetteram doente algum que alli
se achava tratando de outra molestia, isto devido
sem duvida completa separago em que estao
os doentes de molestias contagiosas.
Recife Io de margo de 1862.
Joo da Silva Ramos.
Leb CTapelin, artista recent?**?*
chegado a esta capital, tendo vindo subs-
9 ntuir em seu estabelecimento o Sr. Stall.
oiTerece seufpwslimos no exercicio de sua
profissao a o respeiUvel publico desta pro- S
vtncla, trabalhando em todos oa systemas
9 at hoje conhecidos, mxime pelo syste- m
ma cenolypo conhecido hoje como o mais S
brilhante em resultados e rivalisando com S
a mais perfeita pintura e bem assim em l
cartoes de visitas.
Est em seu estabelecimento
todo odia, e os seas trabalhos
9 prec.o razoavel.
Sj Reside na ra da Imperatriz n. 14
$ {
Arrenda-se o engenho Trombet., sito do
termo d Agua Preta desta proviocia, o qual fica
prximo a urna das estaeoes da estrada de ferro
cujo arrendamento faz-se comprehendendo 20*
animaos da fabrica do mesmo engenho : quem o
pretender, dinja-se ao respectivo proprietario no
seu referido engenho.
Os abaixo assignados declarara a corpo do
commercio e a quem mais ioleressar, que a so-
ciedade que tinham nesta cidade .ob a razio de
Silva & Santos, dissoUeu-se hoje 1. do corrente
ficando em liquldago para o. negocios activos
passivos pedentes da referida firma, sendo o ni-
co liquidante o ex-socio Joaquim Francisco da
bilva Jnior, para o que tem os poderes necee-
sarios. Recife 1. de mergo de 1862.
Joaquim Francisco da Silva Jnior
Joaquim Jos da Silva Santos.
Fugio no dia J6 de fevereiro o escravo Ma-
noel, conhecido vulgarmente por Manoel Fran-
cisco, cor fula, cabellos carapinbos, alto, secco
do corpo, quando anda muito espigado, falla
oem desembarazado, tem os dous denles de cima
um pouco largos, gosta muito de andar limpo.
traja quasi sempre camisa branca ou de chita
aberla na frente, a moda de paletot, cujo foi com-
prado no dia 22 do mesmo mez &o Dr. Graciano-
de Paula Baplista ; roga-se as autoridades poli-
ciaes^ e capilaes de campo a sua apprehensao e
leva-Io ao seu senhor Albino da Silva Leal na
ra do Queimado n. 52, que gratificar.
Antonio Joaquim Seve, socio e gerente da
caaa commercial de Seve, Filhos & C, retira-so
para a Europa, e durante sua ausencia deixa a
gerencia da mesma ao Sr. Jos Joaquim Seve.
O abaixo assignado declara ao respeitavel
publico e com especialidade ao corpo do commer-
cio. que MDoel Martin, da. Nave. Jnior dei-
xou de ser seu caixeiro desde o dia 1. do cor-
rete, e nada paga por elle, visto que elle nao
tinna ordem de comprar nada Dado, e nao me
cooala que deve ; para prevenir o mal, auim
como a elle mesmo perlence aa dividas constan-
tes de urna relago e conta corrente que Ibe
apresentei com os poderes para elle cobrar, mas
nao Ihe pertence as dividas que nao consta da
relacao, cujas ficaram para eu receber por me
pert.ncer, e ficou pago de todos os seas orde-
nados, e me devedor de duas letras que acei-
tou. Recife 1.-de marco de 1962.
Joo Baptists da Rocha-
Os abaixo assignadoa declaram pelo pre-
sente, para sciencia de quem coovier, e conheci-
mento do corpo da commercio, que nesta data
dissolveram amigavelmente a sociedad? qae ti-
nham na taberna sita na ra Direita n. 93, que
gyrava sob a firma de Feroandes & Dias, perten-
cendo de hoje em diaole o estabelecimento ao
ex-socio Jos Tavares Fernandes, a cargo do qual
fica a liquldacaodo activo e passivo, como nico
responsavel. Recife 27 de fevereiro de 1862.
Jos lavres Fernandes.
Francisco Domiogues Dias.
Constaodo-me haver urna peohora no sitio,
casas e olarias de Francisco Jos de Sant'Anna,
e sendo este sitio foreiro ao engenho Giqui, e
devendo o mesmo Sant'Anna 4 annos de foros,
e achando-se por este facto em comisso, fago
sciente que nao desistirei deste direito que me
d a lei e seja ou nao chamado a comisso tem
sido porconsideracoes a sua familia.
Afogadoa 1 de rnan.o de 1862.
Manoel Joaquim do Reg Albuquerque.
AtteiKjOo
No Silbado 22 do corrente, pelas 7 e meia ho-
ras da noite, perdeu-se do Recife para S.Jos do
Manguinho, urna carta fechada lacre, dirigida
a Bastos & Lemos, contendo a mesma documen-
tos que s aos mesmos podem inleressar : roga-
se, pois, a quem quer que por acaso a tenha
achado de fazer entrega aos annunciantes, na ra
do Trapiche o. 15, que gratificaro generosamen-
te, seja qual for o estado em que a recebam.
Aluga-se o segundo andar da casa o. 15 da
roa do Vigirio : a tratar na taberna da casa d.
13 da mesma ra.
Roga-se s pessoas que Uverem penas de
ema queiram Irazer ao pateo da matriz n. 2 na
toja de Antonio Joaquim Panasco.
= Jos Martina da Silva subdito portagoes
vae a Europa, levando em sua companhia urna
filha de menor idade.
AeBCio
Desappareceu da casa de seos senhores no dio
25 ao meio dia, o prelo por nome ios. casado
com urna cabocla forra por nome Cordolina, elle
de necao Benguella, j velho. com os signaos
seguales: altura regular, barba pintada, olhos
vermelhos, rosto curto, cabellos carapinbos, ps
chatos, dedo grande arqoi.do par* dentro, as
peroas tem marca, de feridas, rosarlo do cootas
pretaa a tiracol com um breve, a mi direita
com defeito, roupa camisa de algodo com lis-
tras azues, paletot cor de caf j velho, calca de
casemira cor de rap, chapeo de pello baixo pre-
to o outro de couro, muito proaista : roga-se
as autoridades ou capujes de campe qoo o pe-
gar o conduzam a ra da Imperatriz n. 78, que
sero bem recompensados.
~ N5/g/vJ!r,,nenl0 D- 13 li. 8 dir
quem d 1:000|000 a juros sobre hypotheca em
ama casa terrea. '
Precisa-se de um cobrador para
receber as asignaturas deste Diario, o
cjual deve ser activo e dar fianca :. oa
hvraria n. 6 e 8 da praca da indepen-
dencia.
111 I


B^H
*
<*
DIARIO DE PE&lUMfiUGO. m ^GCHDA IklBl 5 DE MARCO DE 1861.
5
fc~
Ferdeuse um moiho de chaves
pequeras i pede-se a quem as tiver
achado o favor de as mandar levar ao
primero andar da catan. 6 da praca
de Pedro II outr'ora pateo do Colegio
que te gratificara'.
Cobranza.
O solicitador Luiz Francisco Brrelo de Almei-
da euearrega-ie d toda a qualquer cans, e bem
aisim cobranQas, tanto nesta provincia, como em
outra qualquer, afianzando todo cuidado e acti-
vidade em qualqaer negocio de que te encarre-
gue, podeodo ser procurado oo cartorio de scu
pal o labelliao Almeida, na ra do Imperador n.
75, da9 s 4 horas da tarde, e em outra qual-
quer hora em casa de ana residencia, na mesma
ra d. 46, segundo andar.
Aluga-se urna casa terrea na ra dos Gus-
rarapes, em Pora de Portas, junto a refinaco,
com bastantes commodos, quintal e cacimba: a
fallar na ruada Cruz n. 35, loia.
SenhorBom Jess dos
Passos.
Tendo a mesa regedora da veneravel ordem
terceira de S. Francisco desta cidade,cooviJado a
irmanflade do Senhor Bom Jess dos Passos para
acom'paohar a procisso de cioza uo dia 5 de
mareo prximo futuro. A. mesa regedora da dita
irmandade roga aes senhores irruios aue se dig-
nen) de*comparecer no mesrao dia, na igreja do
Corpo Santo, se 2 horas da tarde, para, em cor-
poracao, segarem para a igreja da ordem tercei-
ra de S. Francisco.O escrtvo,
Oclaviano de Souza Franca.
Alnga-se o segundo andar do sobrado da
ra Nora n. 19 : a tratar na laja.
Aluga-se um quarto andar com excel-
# lentes commodos : na ra da Cruz n. 53. SJ
*-
Precisa-se de orna ama para cosinhar e com-
prar; aa ra do Imperador, o. 37, segundo an-
dar, entrada direita.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso,Santos & G. acam tomam
naques sobre a praga de Lisboa.
SCdK 9H9CK QK M39K 9KS(Kdi9MS
JO dentista NumaPompilio.
IFERREIRA MLLEIA
RETRATISTA
DA *
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cahug n. 18, 1/ andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por ambrotypo, por melainotypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaos para
pulceiras, alneles ou cassoletas. Na mesma
casa existe nm completo e abundante sortimento
da artefactos francotes a americanos para a col*
locaco dos retratos. Ha lambem para ssta ses-
mo flm cassoletas e delicados alnetes de ovrro
de lei; retratos em photographia das principaes
personagens da .Europa ; elereoacopoa e vistas
stereoscopicas, assimeomo vidroa para ambrotyp
e chimicas photographicas.
Ensino de partidas
dobradas.
E ARITHMETICA
DIRIGIDO POR
Manoel Fonseca de Medeiros
Duas vezes por semana tercas e sextas
Das 7 as 9 horas da noile
Ra Nova n. 15, segundo andar.
Desappareceu um cachorro d'agua, de raca
ingleza.branco com machas pretas, oqualaco-
Mobilias de aluguel.
Alugam-se mobillas completas, ou qualquer
traste separado, a Tontada, e por prego muito
commodo : na ra Nora, armazem de mobilias
do Pinta.
O abaixo assigoado' participa ao respeitavel
publico, principalmente ao corpo de commercio,
qne deixoa de se assigaar desta data am diaote
por Jos Prea Lieate por haver outro de igual no-
me, e mesmo participa que ainda nao ha com esta
firma tranzaccoes algumas por se achar estabe-
lecidode sociedade com a firma de Azevedo &
Pires, na ra da Prala ns. 56 a 54.
Recife 27 d*e ferereiro de 1862.
J ot Pires da Costa.
Irmandade
do Divino Espirito Santo-
erecta no convento
de Santo Antonio desta
cidade.
Em virtude do convite da veneravel ordem ter-
ceira de S. Francisco a da deliberare do nosso
irmo juiz, convido a todos os nossos charissi-
mos irmos para compareceretn quaria-feira, 5
de margo, as 2 horas da tarde, no consistorio da
nossa irmandade, afim deacompanharmosa pro-
cisso de cioza, que sahiri da mesma ordem ter-
ceira. Consistorio da irmandade do Divino Es-
pirito Santo 26 de fevereiro de 1862,-0 secreta-
rioM. C. Honorato.
Ama*
de pelo nome de Dash ; quem o achar pode le- j
var a- ra do Trapicha n. 10, que ser gratificado. a
Rea estreita do Rosario
primeiro andar.
Bota denles arliQciaes por rmolas e li- S
gadaraa e pela presso do ar. Systema
S americano sem arrancar as raizes, a fax 1
todas as operares da sua arte, com S
promptido e limpza.
XMHMMeOft ftft ttm^Km*
Lines de inglez.
Dto-se de noite no hotel, francs ; a tratar na
Taa da Cruz n. 1.
Para urna casa de pouca familia preea-se
e urna ama que seja fiel e que saiba lavar, en-
gemmar e coaer, d-ae preferencia a urna es-
crava : a tratar na rea da Cruz c. 22.
Aluga-se o terceiro andar do so-
brado do largo do Corpo Santo esquina
davua do Trapiche n. 48."
Est para alagar-se o segundo andar do
obrado n. 108 e casa terrean. 191 da ra Impe
rial : a tratar na ra da Aurora n. 36.
Aluga-aeacaea da ra da Roda n. 23
qual teto as segunites commodos : 2 alas,' 5
quartos, saguao esa mi do uro pira aguas servidas
-aoto asssbradato -com 2 salas, 2 quartos, cozi-
nha, terrace, sumidouro para aguaa servidas, e
cacimba meeira, com duas estradas, quer para o
pavimento terreo ^ier para praca da ladependeocia n. 2.
Nesta typographia precisa-se fal-
lar ao br. Felippe de-Santiago.
Precisa-se de urna ama para com
prar e counhar para urna pessoa : na
ra estreita do Rosario n. 21,.primeiro
andar.
Aluga-se a-laja da casa n. 54 da ra Direi-
ta, com araaaco-e illumioada a gaz : -a tratar na
raa do Livraeoenlo n. 38, ou na ra Augusta nu-
mero 114.
Saques pelo vapor franeez.
Carvalho, Nogueira 4 C, sacaai sobre
(Lisboa, Porto, e IIha de S. Miguel: na
ruado Vigario a.'9, primeiro ^ndar.
Precisa-se de urna ama que coziohe perfeia-
mente para casa da homem solteiro ; na ra No-
va n. 20.
Precisa-se'fallar ao Sr. Jos de Souza Leo
negocio que nao ignora, na raa Nova n. *0, lo-
Na traversa da ra das Cruzes r. ja de Csroeire Vianna.
2, pjimeiro andar, tinge se para todas .a*~,?"Ci!s.i"fw a* ^m.bom wzinbeiro: quem
F j *e J*'gr habilitado, dinia-se a ra do Trapiche
as cores com presteza e commodo preco nmeros. ?.!
Preciisa-se de um oihcial de bar-'. Ha para alugar um armazem com armario
hpirr na rn das Cruzes n 35 prompla para taberna, sito em ama das melbores
neiro na ra aas vruces n. oo. | iocalidaoe8 ao barro d0 .^^ a8sim como uffl
~. i_ Tk a 1 andar-e solao muito fresco e barato no mesmo
SaOUeS SODre FOrtUgai. I W"? ? trlr raa da Cadeia n. 33 com loao
*. -. -.l Riberro Lopes.
Manoel Ignacio de Ohveua & Filho saecam so- r i
bre Lisboa e Porto; no largo do Corpo Santo,] 4 ID IMa -Alli
escriptorto n. 19. A l UL *V/llC
- O Sr. lalio que tere botequim,; Treciga.ie wm ama que lenha ^ bom
queiravtr a esta typographia, a neg- (sbundante leHe fpara criar ama menina que
c'10 "'tem nm mez denascida : na ra larga - 0 abaixo assignado declara que tem tratado J*J*. ,0J" de miude"8. 1ue *'* 1"
vender a sua taberna sita na Tua de Hortas n.: ',.., _, -,
106 a qual vende com aulorisa^ito de seua solicitador osqinm Pinto de Barros mn-
credores e por incommodos desaude; don sua residencia da ra da Concordia para a
Jos Gonsalvet de Souza. da Palma, casa terrea n. 59.
Precisa-se de am feitorque entenda dejar- Precisa -se alugar um on doas pretos pws
rfim a* HosdHo n 6 "balhar em padaria : quem os tiver diriia-se
na ra do Hos| padarja ^ paleo < Ur,Q a ^ ^ (M^
Attencao.
No hotel Trovador sito na ra larga do Rosario
Vestuarios,
Na ra da Roda n. 48 alag.m-8 "^"l
por preces muito commodos ricos jestuanos para ,
o carnaval, assim camo tambem ppeos de seda ,
para damas, e chapeos de palhfaha "cu ., ., ,., 01,u u. ,oa ia,8a uu R
racas), muito proprios para as pess048 huo i n. 44., haver em os tres das do carnavel a qual-
samente se queiram vestir. i que"r hora do dia ou da noile, diversas varieda-
^"B se 7OO9OOO a premio sobre nypo-neca degde peii,COi Mgim como a COD[ortavei mao de
? aloja de cera da praca da Boa-vist* "se 01r vacca das 10 horas da noite em diaote. O pro-
quem d. \ prietario do mesmo espera a coocurrencia de
aa.aaa m -. ^ ~. *. *r m -r seo8 frel?ue" ssim como dos apreciadores dos
###-#$#-##$^ bailes de mascaras. aiTlaoccndo que serio bem
Al! o > ai ft servidos e por presos mdicos.
lAlvaro & MagalhJes.I *A mihp.
Ealabelecidos com leja de fazeodas na g /i |HHPW
Barato para sireguezes.
De sexia-feira 98 do correte em diante neve-
ra leite liquido todas os diss a 280 rs. a garrafa :
na ra do Livramento armazem de Ipuca;
"~eonnd*'M tlna lwpda de prala de lei
com 5d0 oitavas, propria para capella, e urna
ciooinha de remo, de amarello, em bom uso:
na ra do Sol n. SI.
Vende-se o tratado de perspectiva liniar,
por I. Adhemar, 3. edi;io ; na ra do Sol n.
II. Naj mesma casa se vende 2,000 palmos de
canos de ferro de 1|2 pollegada propria para ca-
oah;ao d agua ou gaz.
Vende-se um cavallo de estribara de cor
ruga, gordo, o tem andado em cabriolet, tem
carrego baixo, por praro commodo por nao se
poder ter no lugar da Torre.'aonde deve ser pro-
curado junto a taberna do Caneca.
Injecc&o deBrow.
Na pharmacia de Borges & Soares, praca da
Boa-Vista, vende-se a incomparavel injeceo a
9 o frasco, assim como esseocia de timbro a 4
a libra.
Vende-se o sobrado ao lado do Corpo San-
to n. 25, em que se acha a loia de cabos Jos Srs.
Caetano Cyriaco da Costa Moreira & Irmao: a
tratar na ra do Rosario da Boa-Vista n. 12, das
4 s 6 horas da tarde.
Canos de chumbo sortido.
Vendem-se canos da' chumbo de todas as gros
suras; na leja de ferragens, ra da Cadeia do Re-
cife n.56A, de Vidal 4 Baatos.
Bombas de*Japy sortidas.
Vendem-se as bem acrediirsas-bombas de Japy
de todos os tamaohos a por barato preco: aa ra
?." cdeia do Recife, loia de ferragens n. 56 A, de
Vid si & Bastos.
Talhares para crianzas.
A loj da aguia branca acaba de receber a sua
encommends dos^reciosos talhares para enancas
e os esl vendendo a 320, 400 e 500 rs. confor-
me a superioridade delles : aa ra do Queimado
loja da aguia branca n. 16.
Collec^oes de estampas.
Acaba de chegar a loja da aguia branca urna
pequea quantidade de colleccoes de finas e
grandes estampas afumo, representando elles os
martyrios do Senhd*r em 14 quadros, os qnaes
sao bem acertados para qualquer igreja ou mes-
mo casa de croem techa gosto de as possuir;
chegou iguslroeole outra pequea porgio das
procuradas estampas a morte do justo e a morte
do peccador : acham-se a venda somente na ra
do Queinado (oja da aguia branca n. 16.
uvas pretas de torcal
para meninas a 500 rs. o
par.
Vendem-se luvas pretas de torgal em bom es-
tado para meninas de diversos tamaohos a 500
rs. o par: oa ra do Queimado loja da aguia
branca n. 16.
Vendem-se 300 caixdes do doce da casca
da goiaba muito superior, vende-se qualquer
porco e muito em coala : na ra Imperial n. 33,
padaria.
Arroz com casca.
Vende-se arroz com casca em pequeas e gran-
des porces : na rus Direita n. 69 ou no caes do
Ramos a bordo da barcada Dous de Julbo che-
gada do Penedo prximamente.
Grande sortimento de fazen-
das pretas.
Ealabelecidos com loja de fazeodas na
ra da Cadeia n. 53, e achando-se de
posse-de urra novo estabelecimento na
ra do Crespo n. 20 B, participam a to-
dos os seos amigos e ao publico em ge-
ral que dispe de um grande e variado
sortimento de fazeoda que tem resolvi-
do vender dinbeiro por presos bara-
lissimos. Roga-te aquelles que 1ive-
rem de comprar qualquer artigo de fa-
zend) de se dingirom aa nossas lojaa
cima iadicadas que serao ptimamente
servidas.
I O abaiio sssignado declara que se nSc respon-
sabilisa per qualquer acto que em seu aomefur
praticado por Jucundiane Thomaz liarges da
Fonseca, por quanto j o exoneran da cobranza
de dinbeiros e de mais servidos que Irte preitava,
. am razo da haver descoberto que o mesmo, fal-
sificando a firma do abaixo assignado, anda va
; tomando dinhairo e outros objectos a.pessuas de
amizade do abaixo assignado. Recife 25 de fe-
vereiro d.1862.
Jos daCunba Teixeira,
em
Gabinete medico cirurgico.'
Ra das Flores n. 57.
Aero dadseconacltaa medlcas-okarsi-i
fas pelo Dr. Eslevac Cavsicanti de Albu- i
q-uerque das6 aa 10 horas da mantisa, ac-
cu lindo aos chamados com a maior re-
vidade possivel. ,
l-o Partos.
.* Molestias de pella.
.* dem do olhoa.
4 4." dem dosorgaos genitaes.
SPraticartoda eqaatquer operacao em .
seu .gabinete ou em casa dos doantes con- ,
a forme ihesfdr mais conveniente.

Feitor
Na estrada de Joio Fernandes Vieira, casa n.
1, precwa-aa de um feitor de idade.
Alugam-ae o primeiro e sexuado andaras
da casa n. 13K na ra da Senzala Velfaa. juntos
ou separados, ambos com commodos suficientes
para grande familia : a tratar no armazem de
Heory Gibson, raa da Cadeia do Recife a. 62.
9 Dentista de Pars.
15Ra Nova15.
Frederico Gautier, cirurgio dentista
faz todas as operaedes desua arte a e co-
loca denus artificiaos, ludo com -sdeln
tioridade a perfeico que as pesoas-,ei
tendidas lhe raconhecem.
Tem agua e pos dentificios, ele.
Alaga-se
meio desta, oferecende-lhes o sea diminuto
prestimo na ilha de S. Miguel, aoode pretende
residir.
A Na tu da Roda n. 6 contina-se a mandar
'- comida para fora.
Na raa Nova
T?Srwi,!i' rTo VEZJSES&J& !&& PTr
---- Jrrecl8a->Se (le UTO OreadO motivo demolestia, -nao se tendo podido des-
de 12 a 15 aiino., forro ou -
escravo, que d fiador sua
conducta : na ra Nova
Santa fita U. 47. Na nu Nova n. 55 deseja-se f
alferes Joao Baptista de Menezes do.9.* batalho
j de infantera.
i -- Na padaria da ra do-Cotovello n..31 se di-
0 segundo andar e sotao do sobrado n. *J^MCS T^'/jura" SJSW
01 da ra Nova, o .qual tem 'ptimos1, theca de um predio de duplicado valor: quem os
commodos.: quem o pretender dtra-$e<,u"er dar,J-iriil um" c*t,a e ao primeiro andar oo mesmo ^obrado S.^dSrip^A?' S" de"MBdo '
que achara' pessoa autorisada para'
aluga-lo.
*n *mxl f ?rPh8o desta cidade, e cario-
no do eeenvao Guimares. vai em praca de ven-
da, no da 4 do correle, urna parle da casa ter-
rea altana/aa da Alegra n. 42, pertenceatea
menor Mana, herdaira de sua finada mai D. Ma-
5e 84587.rme Figu,iredo. 9^ qaU
S>9f>999999?9>>9998,
Atteneao
Roga-se aos develo-
res do fallido Jos Anto-
nio da Silva Araujo que
venham pagar seus d-
bitos no prazo de 30
dias amigavelmente fin-
dos os quaes o arrema-
tante ser obrigado a
entregar ao seu procu-
rador para cobrar judi-
cialmente o que pode- 8
rao fazer dirigindo-se i a 8
loja que foi do dito Araii- %
joa ra do Queimado %
n. 27.. i S
CMIKMS 9MM3HMIMtt)9(
Primeiro andar para alugar.
Aluga-se o primeiro andar do obrado dji pra-
a tratar na ra da Imperatriz
(a da Boa-Vista
n. 46.
Publicares do Instituto
meopathico do Brasil.
THESOURO HOMEOPATHlf
ou
O bacharel Witruyio po-
de ser procurado na ra
Nova n. 23,sobrado da es
quina que volta para a
camboad Carao.
rreciss-se de ama ama para comprar, cozi-
nhar, e dormir em sua casa : na raa das Cruzes
s. 38, casa de rapases solteiros.
Ama de leite.
Quem precisar d ama ama. vde leite diriia-se
a ra da Concordia o. 53.
YADE-91ECUM DO HOHFOPAT
(Segunda edieco consi-
deravelmente augmen-
tada.)
Diccionario popular de medicina) ho-
meopalhieo
'10 ER.
SABINO 0. L. PINHO
Quem .pretender alugar urna escrava para
o servico dentro de osa, pode-se dirigir a casa
do aobrado a.5 na ra dos;Martyrios qoo achara
com quera tratar.
O abaixo assigoado memoro da (Irma Ro-
drigues & Ribairo, faz publico para conhecimento
de todos os Srs devedores a mesma firma que o
socio Luiz Antonio de SouzaiUbeiro, por seoten-
Qa proferida sobre accao arbitral perante o iuo
do commercio desta cidade foi destituido da fa-
, cilidaae de receber as dividas e dar quilaco
' pelo.Que desde Ja o abaixo assignado protesta
j contra qualquer que indevidameste fizer algum
I pagamento ao mesmo socio. Recite Io de mar.
, co de 86.
Manoel Jaaquim Rodrigues de Souza.
9
O Dr. Carolioo Fran-
cisco de Lima Santos,
aj mudoo-se da ra das #
Cruzes para a do Im- S
perador, sobrado o. IJ
17, em frente da igre- 9
ja de S. Francisco, on- 0
de continua no exerci- aj
0 ci de sua proQssio da 0
medico. ja
Grosdensple preto bom a 1g600 o
toauperior a I98OO. dito a 2$, dito largo
dito muito superior a 20600. 6800 e 30, chama- 1
lote preto de superior qualidade a 35, sarja prela
larga a 29, dita hespaohola muito superior a
2S800. dita lavrsda superior a 2$20O, selim pre-
to a 2$ e 39, dito maceo superior a 49, velludo
preto Dora, panoos pretos de 1*600, 29, 39. 4|,
55. 69, 89 e 109 o covado, casemiraa pretas a
19600, 29, 29500 e3:e muito lina a 49 o cova-
vado, los pretos de 6g, 7g e 89 esda um, mantas
pretas de fil de linho a 79, 89. 99, 10| e 129
cada urna, lindos manteletas de seda pretos bor-
dados com muito goslo e difiranles lamanhos a
ultima moda, zuavos pretos bordados, capas pre-
tas enfeitadas com muito gosto e oulras muitas
fazeodas prelas proprias para a quaresma que
deixam de mencionar-se ludo mais barato do que
em outra qualquer parte : na loja do sobrado de
4 andares na ra do Crespo n. 13, de Jos Mo-
reira Lopes.
Chegaram de Lisboa no brigue Eugenia,
dous bonitos burros e ama burra, os quaes se
veodem por barato prego : para ver, oa eocheira
do largo da Assembla o. 4, e para tratar, noes-
criplorlo de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
Carteiras com agulhas.
A loja d'aguia branca acaba de despachar car-
teiras com agulhaa de mui boa qualidade, e ex-
cellente sortimento, e as esl vendendo a 300 rs.
cada urna; assim como recbeu igualmente no-
vo sortimento das agulhas imperiaes,'fundo dou-
rado, que conliauam a ser vendidas a 160 ris o
Sapel, isso na ra do Queimado loja d'aguia
ranea n. 16.
Argolas de ac para chaves
vendem-se 200, 240, 320. 400 e 500 ris, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
4os fabricantes de velas.
O antigo deposito de cera de carnauba e sebo
Palmatorias de vidro e de la-
to para velias.
Vendem-se bonitas palmatorias de vidro lapi-
dado para velias a 19200, e ditas de lalao mqi
novas e liinpas a 400 rs. : na ra do Queimado,
loja da Aguia branca o. 16.
Pellos de fusto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-se bonitos peitos de fuslo lavrado e
trancado para camisas a 500 rs. cada um, fazen-
da mui boa e encorpada : na ra do Queimado,
loja d'aguia-branca n. 16.
0Va 29200", Novo sortimento de tiras bo
Novo paquete das novidades
23-Rua Direita-23
Ncsle novo estabelecimento achara o publico um prande sorlimenlo tendente a molhados
ludo por preco mais barato do que em.ouira qualquer parte :
Manteig raleza especialmente escolhida a 800 960 rs. a libra.
Dita franceza a melbor do mercado a 720 rs. a libra.
Queijos flameagos chegados no ultimo vapor a 2800 e 3g.
Cha hyson e preto a Jg e 29880 a libra.
Vinho engarrafado dos melhores autores a 19 e 19200 a garrafa.
Vioho de pipa proprios para pialo a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial dos melbores autores a 900 rs. a libra.
Ameixas portuguezaa a 480 rs. a libra.
Passss muitoiovas a 500 rs. a libra.
Latas com bolschiorus de difiranles qualidadee a 1S400.
Conaejcaa inglesas as melhores do mercado a 800 rs. o frasco.
MasssM^talbarim, macarrao e aletria a 440 rs. a libra '
Cerve/a das melhores marcas a 560 agarrafa.
Geoebra de hollanda superior e 500 re. a botija.
Velas de caroauba a 440 rs. a libra.
Ditas de espermacete a 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 820 rs. s garrafa.
Arroz a 100 elOrs. a libra.
Alpiata a 160 rs. a libra.
'Twcioho da Lisboa a 360 rs. a libra.
,mliAn.ei0'a^nun.caJd0Mchar *ublico um 8rande sortimento de um Indo tenden-
te a molhados mais barato do que em oufcra qualquer parte. ~
dadas em ambos os lados.
A loja d'sguia-branca recebeu um novo e lin-
do sortimento de liras bordadas em ambos os la-
dos, e contina a vender baratamente a 1{200
cada lira, e oulras de bordados muito largos a
29000, o melhor que possivel em tal genero,
e todas ellas, pela largura que teem, podem ser
divididas ao meio, pelo que se tornam baratsi-
mas : na ra do Queimado, loja o'aguia branca
o. 16.
Gollinhas e manguitos de p-
nhos bordados.
Na loja da aguia-branca vendem-se gollinnhas
e manguitos de punhos bordados em lina cam-
braia transparente por 29500 ludo, o qu na ver-
dade baralissimo : na rna do Queimado, loja
d'aguia-branca n. 16.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAY
Milhares de individuos de todas as osotas
podem testemunhar as virtudes desteremedio
incomparavaleprovaremcaso necessario,que
pelo uso que delle fizeram Pem seo corpo
membrosiiueiramealesosdepoisdehaver em-
preado intilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-haconvencer dessascuras ma-
ravilbosas pelaleitura dos peridicos, quelh'a
relatam todos os dias ha mohos annos; a a
maior parte dellas sao to sor prndenles que
admiram os mdicos mais celebres. Quactas
pessoasrecobraran) com este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois dedur
permanecido longo lempo nos hospitaes, o iei
deviam sofrer a amputado t Dellas ha mui-
casquehavendodeixadoesses, asylos dcada-
rafia dolorosa foram curadas complelameaie,
mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusao de seu reco-
nhecimento declara ram estes resultados benefi-
cosdiante do lord corregedor e outros magis-
trados, afimda ais autenticaren) sua afirma-
tiva.'
Ninguem desesperara do estado desaude ss
tivessebastante confianza para encinar esta re-
medio constantementeseguindo algum tempo o
tratamento que necesstasse a natureza do mai,
cujo resultado seria provar incontestavelmente.
Que tudo cura.
O ungento lie til, mais partcu-
ito nos seguintes casos.
Inflammago da[besi:
em
sembles n.9, mudou-se para a ra da Madre de
Dos n. 28, qaasi defronte da igreja, onde conti-
na a haver um completo sorlimenlo daquelles
gneros, que se vendem por precos razoareis.
Reiogios.
Vande-se em casa de Johnslon Pater d- C ,
ra do Vigario n. 3, um bello sortimento de
reiogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
urna variolada da bonitos trancellins para os
mesmos.
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Anceres.
Cortaduras
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da c
em geral.
Ditas de anua.
Erupcpes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
o do figado
No da as 11 horas na sala das audiencias
Hnda a do 8r. Dr juiz da ausentas, se ha de ar-
rematar a escrava Sebastiana, perteocente a he-
ranga de Monica Calberina de Siqueira.
No dia 6 as 10 horas sa ha de arrematar a
loja de miudezas da ra Direita n. 13.
' Aloga-ae o terceiro andar da casa da rus do
Pilar n. 43, o qual lem vista para o mar e muito
fresco :a tratar.na taberna por baixo.
ompras.
annos :
n. 32,
Ra de Santo Amaro (Mundo Novo) n. .
--Precisa-se fallar ao Sr. Manoel lanicio de
Albuquerqae Maraobao. ou a pesaos q4e saas
tezes fizer nesta praca, a negocio de seu ioleras-
ae, na ra Nova o. 20, loja de Cirneiro Vianna
Alaga -aa o terceiro andar da casa n
: a tratar na laja do mesmo,
23, da
Compra-se urna prela de 36 a 40
quem tiver procure na ra do Queimado
segundo andar ae dir quem compra:
Gompram-ce accoes do novo banco de Per-
nambaco ; 00 escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira 4 Filho, largo do Corpo Santo, eacrln-
torio n. 14.
Compram-se botijas e garrafaa vazias : na
rna do Livramento o. 38.
Compra-se moeda de ouro
D. 22, relojoeiro.
Carroca.
Compra-se urna carrosa para am cavallo
raa da Cadeia n. 57.
na ra Nora
na
'
Vendas.
, Vendem-se melas da laia para I
loja de Nabuco & G. na ra Nova n. 3,
t Urna barcaca.
_ *
,? e OMbarcaga deporte de 35 caixaa,
enca.hada 00 esieleiro do mostr carpinteiro Ja-
ciutho Elesbio. ao p da fortaleza das Unco Pon-
tas.-aonda pode ser vala-e examinada pelos pre-
teudentes ; venderse a prazo ou a dinbeiro ; a
tratar com Manoel AlvaaOuerea, na rna do Tra-
piche tt. 14. '
Grvalas damoda.
Na loja da boa f, oa ua do Queimado o. 22,
se encontrar um completo sortimento de grava-
tas de seda pretas a de ceras, que se veodem por
pregos baratissimos, como aejam: esireitiohas
prelas e de lindas cores a 1I9, ditas com pontai
largas a 19509, ditas pretaa bardadas a I96OO. di-
lea pretas pata duas voitasa 2$ ; na menciooada
laja da boa f,.aa ra do Queimado o. 22.
Meias pretas de seda.
Vende-se meias de seda prela* para enbora
faieoda muito superior pelo baraesimo preco
de lo par : na roa do Queimado na bem co-
nhecida laja da boa Jama n.35
Vende-se
um preto de 30 a 40 annos, bom pescador, o
melhor que se pode encentrar em toda a quali-
dade de pescara, e um dos melhores pralicos
desta barra al os touros, muito fiel e sem vicio
de qualidade alguma : quem pretender, diriia-se
so armazem n.63, confronte o arco da Cooceigo.
Mascarados.
Vendem-se luvas para mascarados de crese
pretas a 100 rs., a paras u 200 e 300 ra., a a 500
rs. muito boas, retroz de todas as cores, enfeites
de todas as cores muito finos proprios psra a
qu araros a, por pregos em conta, rap prioceza da
fabrica de Rocha, muito fresco, chegado agora do
Rio de Janeiro, rap Paulo Cordeiro, e muitas
mais miudezas em conta : na ra lsrga do Ro-
sario n. 38.
57 Ra Novan. 37
Para os mascarados.
Joa Ricardo Coelho, cabelleirelro, avisa aoa
senhores amantes da mascarada, que lem um
completo sortimento de barbas que as aluga por
19 cada urna, bem como um sortimento completo
de cabellenas, meias dilis, chinos, ele. qne as
aluga a 2f caday uoaa, e igualmente cabelleiras
novas e mascaras com barbaa e aem ellas, que
tudo estar vista dos freguezea ; a ellas, antea
que ae acabem.
Vende-se o armazem n. 14 do caea do Ra-
mos, propno para qualquer estabelecimento,
multo novo e bem construido : quem pretender.
dirija-se a ra do Livramenjo n. 12.
Para masqu.
Vendem-ie riquissimos enfeites de fitas e flo-
res paca eofeitar as cabecas das madamas que se
ou.zerem divertir nos bailes ou pssseios pelo
c.rnaval a 1|280 e I96OO : na ra da lmperalriz,
leja do pavao.n. 60, de Gama & Silva.
Carnauba.
-Vende-ae cera de canauba de superior quali-
daao, em saceos : na ra da Imperatriz n 60
laja-da pavo, de Gama & Silva. '
Gorguro a280rs.
Vende-se gorguro de lioho, fazenda inteira-
menle ova para vestidos de senhoras e roupas
para meninos a 280 rs. o covado, e dao-se as
amostras : na ra da Imperatriz n. 60. loia do
pavao, de Gama & Silva. J
Bareges a 6$.
Vendem-e cortes de bareges com 22 covados
a 69. Umi cani salas j feilas a 69, la e seda
para vestidos, fazenda de muito bom oslo a 560
o covado ; na xua da Imperatriz n. PO. loia do
pavao, de Gama & Silva. '
Ra da Seazalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-ae: ta-
chas de ferro coado libra 110 r. idem
de Low Moor libra a 120rs.
Mantas de retroz.
Vendem-ae mantas de retroz para grvalas a
500 ria na ra do Queimado o. 22 na loja da
fLoja das 6 por-#
tas em frente do Li- '
vramento.
S Roupafeita muito barata.
*r Paletots de panno fino sobrecasacos
JA ditos de casemira de cor de fuslo. ditos i
4 de brim de cores e brancos, ditos de
ganga, caigas de casemira prelas e de'
cores, de brlna branco ede coras, de san- '
a, camisas eom peito de linho
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras da reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadeias,
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinha, em qealquo:
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulares.
Veias torcidas ou no-
das as pernas.
Vende-se| este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, aStrand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em loda a
America do sul, Havana a Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocelinha contm
urna nstruccio em portuguez para explicar c
modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de (Jrui n. 22, *o?
Pernambuco.
SYSTE MA MEDICO HODELLOWAY
PILULASHOLLWOYA.
n-ste inestimavel especifico, composto iuteira-
mente de hervas medicinaes, nao conlrn mercu-
rio nem alguma oulra substancia delecieria. Bei
nigno a mais tanra infancia, e a compleico mas-
deheada, e igualmente prompio e seguro par-
desarraigar o mal na compleico mais robasiae
e enieirameqle innocente era suas operacoese ef-
fetos; pois busca e rernove as doen?as de qual-
quer especie e grao por mais amigas e tenazes
qus sejaro.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muiias que j eslavam s portas da
morle, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a saude e forcas, depois de haver tema-
do inultimenle lodos os outros remedios.
As mais affliclas nao devem entregar-sea des-
esperaco; facarn um competeate ensaio das
efficazes effeitos desla assombrosa medicina o
prestes recuperarlo o beneficio da saude. '
Nao se perca tempo em tomar este remed
para qualquer das seguimos enfermidades
A ata i iIahIii ^ *1 ->
I?

Vende-se leite
do Sebo n. 35.
Leite
nuro ao p da vacca : na ra
Attenco
VeDda-se oh permuta-se por escravos da ser-
vio a pasa lerraa sita na ra da Santa Rita n.
57 : a tratar na raa da Aurora o. 70, segundo
andar. .
Vande-ae ama tnobilia de mogno a Lat
XV : na raa das Grates o. 11, primeiro andar,
finas, ditas de algodo, chapeos de
de alpaca a 49 cada am.
muito
aol
S
Taixas
para engenho.
Grande redueco nos precos
para acabar.
UB"*',S<">&C. tem para veader na ruada
Moeda taixas da ferro aado do mui acreditado
fabricante Edwin liavr. a 100 rs. por libra, aa
me*5W qua ao ?m>oi a 120 rs. : quem preci-
isr dirija-e T9t a0 Trapiche n, 44, armizem
toa lazendas.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ( mal de) .
Asihma.
Clicas.
Convulsoes.
DebiliJade ou extenua-
co.
Dbil idade ou falla de
forjas para qualquer
cousa.
Desinleria.
Dor de garganta.
"ie barriga.
nos rins.
Dureza do ven i re.
Enfermidadeno ventre.
Ditas no figado.
Dilas venreas.
Enchaqueta.
Herysipela.
Pebre biliosa.
Febre intermitente.
Febrelo da especie.
Gotla.
Hernorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
fndigesloes.
Infla mmaces.
Irregularidades de
menstruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Abslrucco do ventre.
Pblysica ou consump-
co pulmonar.
Retenco de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal]
Vendern-se estas pilulas no estabelecimento
geral da Londres n. 224, Strand., enaloj.
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregat. de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna dellas contem urna instruejo am portu-
gus para explicar o modo da se usar destas pi-
lulas.
0 deposit gtaal 4 em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz o. 22 em Per-
nambuco.




DiKift'MMMUUCa SIGU*: FMfi* *Bft ftM$f> fe* ftH,
ARMAZEM
B
ROUPA FSITA
1
Joaquim F. dos Santos.
40-Rua do Ooeimado-40
Defroute do becco da Congregaco letreiro verde.
Neite estabelecimento ha sempre um sortimento completo do roupa dita de
todas as qualidadese tambem se manda eiecutar por medida vootade dos fregue-
xes para o que tem um dos mslbores proltssores.
Caiacas ae peono preto a 40$,
358 o 30|000
Sobreeaaacos do dito dito a 35 e 309000
Paleiots de panno preto e de co-
res a 35, 309, 25, 10, 18 o 10&000
Ditos de casemira de coros a 22f, :
15S.l29.79e 99000
Ditos do alpaca preta golla de
Talludo francesas a 108000
Ditos de merino setim pretoa o
de cores a 95 89000
Ditos de alpaca de corea a 59 99500
Ditoa de alpaca preta a 99,79.59 o 3*500
Ditos de brim de cores a 5f,
49500,49 e r 39500
Ditos da bramante delinbo b an-
co a 9, 5|e 49000
Ditos de merino de cordao preto
a 159 o 89000
Calcas de casemira preta ede co-
rea a 1X9. 109, 95. 79 69000
Ditas de proceza e merino de
cordo preto a 59, 69500 e 49500
Ditas de brim branco ede cores a
59. 49500 e 2$500
Calcas de ganga de cores a 3|0O0
Collete de velludo preto e de co-
res Usse bordados a 129,99 e 89000
Ditos de casemira preta e d* co-
res lisos e bordados a 69,
59500,59 3J500
Ditos de setim preto 59000
Ditoa de seda e setim branco a 6 59000
Ditoa de gorgurio de seda pretoa
a da cores a 79, 69, 4 59000
Ditos de brim e fusta o branco a
35500.2*500 89000
Saroulaa de brim de linho a 29 e 29290
Ditas de algodo a 1*600 e 19980
Camilas de peito defuat&o branco
ede cores a 29*00 a 39100
Ditaa de paito delinbo a 59. 49 e 3*000
Ditas d msdapolio brancaa o do
corea a 89. 29500, 29 o. 15000
Chapaos pretoa de mana francesa
forma da ultima moda 109,
855OO e 79900
Ditos de feltro a 69.59. 49 o 29000
Ditos de sol de seda ioglexaa a
franceses a 145,1*9. US 79000
Colariohos da lindo muilo Dnas
ao vos feitios da ultima moda a 9800
Divos da algodo 9500
Re o gi os de ouro patenta hor-
sontal a 1005, 90. 80f a 705000
Ditos do prata galvaniaados pa-
tente e horizontaes a 409 8O50OO
Obras de ouro, aderecos e maioa
aderecos, pulceiras, rozetaa o
aneis a 9
Toalhas de linho duzia IOS, 69 95000
Ditas grandes para mesa urna 394 4*00o?
ARMAZEM JROGRESSO
Francisca Fernandes Duarte
8 largo da Penlia
mals superior do mercado a 800 rsa libra, em barril se far
a 600 rs., em barril, e 64(
naste altimo vapor por 39000.
e superior qualidade e muito frescaes a 800 inteiro, em libra
AQauca-se a boa qualidade de todo qualquer genero
comando neste artmzam, assim como rende-se por menos 5 a 10 por cento do que em outra
qualquer parte.
*fta*telg& ingiera,
abalimento.
ll.*tltegfc tr&l\eeZ& msi, noT, goo.re., em barrfl, e 640 rs. a libra.
"|t&*l*S d0 TeimO chegadoa
Q atejos Ion tomos d
a I9OOO.
- Vft* BTOift, l&y*SJll e teto 0i melhores que ha no mercado 3900O, 29600.
29OOO rs a libra.
$ rejunto pata uambte muit0 n0?0$, 500 rs.. ubn.
^<*ia9M 0 molhor pelisco que pode haver por estar prompto a toda a
ToUelnhO do re!lO ,3z0ra.a libra, e arroba. 99000
CftOltl<}aS e paQS chegados neate ultimo naiio, a 720 rs. a libra.
VI a flUa de pOTeO retinada. 480rs a em lala com O libras, por 495OO rs. e
ae for era barril a 440 rs. a libra.
Ifiarmeiada imperial a 900 rs. a libra, ero latas de 2 libras por 1*600 afianca-se a boa qualidade.
tl&& de tomate em i,ti, de uma ubre por 900 rs.
\inendoas e confeilos
larello de
Lisboa
Desembarcou hontem, e rende-se por mdico
proco, no armazem de Arseoto Augusto Ferreira :
ra da Madre da leus, o. 12.
Proco fino.-e seda frouxa para
bordar
rende-se na ra do Queimado loja d'agaia branca
n. 19, onde se aobar completo sorliaento..
Lindeza.
Venda-ae fazenda denominada liodeza, ptima
para vestidos a 160 rs. o corado : na loja do Du-
arte, ra da Imperatriz o. 20.
Semenies de hortalices,
Vende-se na ra da Cruz do Recife, deposito
de pao e bolacha n. 32. sementes de hortalices de
todas as qualidades, chegadaa no ultimo paquete
da luropa.
Ricas
molduras para quadro
Vendem-se ricas moldaras para quadro. tanto
douradaa como-pralisfioglndo Jacaranda : na ra
da Cadeia do fteeife n. 7, loja de miodnaa de
Guedea & Gongalves.
Superior es meias de Iaa
Veodem-se superiores meias de Ia, tinto>cur-
tas como compridaa : oa roa da Cadeia do Re-
cife, loja n. 7, de Guedeja GoncaWe.
Ricos eafeites.
Yeodem-ae ricoa a aaperiorea aafaitea os mais
modernos que ha, prelos e de cores, pelo bara-
tissimo preco do 6 e 6*9500 : na loja da boa fi,
na ra do Queimado n. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias francezas do lindas co-
ros, pelo barstissimo preco de 280 o corado ; M
ra do Queimado n. 22, na bem coohecida loja
da boa f.
Cambraia lisa,
Vende-se cambraia lisa transparente multo fi-
na, pelo barato preco da 4 e 59 a peca coa 8 1]2
raras, dita tapada muito superior, peca da 10
raras a 65 : oa ra do Qaeimado n. 22, na loja
da boa f.
Bramante e ntoainado de
iinlio.
Yeode-ae superior bramante de piro linho com
duas raraa da largura a 29400 a rara, aaaim como
atoalhado adamascado tambem de puro liobo,
com 8 palmos de largura a 29500 a rara : na bem
coohecida loja da boa f.na ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortes de calen..
Vendem-se cortes de calca de meia casemira
da cores escaras a 25 *ada corte ; na loja da boa
f, na ra do Qaeimado n. 22.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C,
sellins o silhes ingratos, caodieiros e caslicaes
bromeados, lonas inglesas, fio de vela, chicotes
para cirros 6 montara, arreios para carros de
um a dous cavados, e relogios de onro patente
ingles.
Navalhas (Taco
s
com cabo de marfim.
MVWL
sem segundo
Na ra do Queimado a. 55 loja de miudezai
de Jos do Azevodo Maia Silva, est rendendo
todas as miudezas por procos j sabidos e eo-
hecidos :
Groaas depennas da acode todas as quali-
dades a
Norelosde linha que pelo tamanho a todos
admiram a
Gaitas de agulhas (raocezis a
Caixas com slfinetes muilo finos a
Caixaa com apparelbo para enlreter me-
ninos a
Ditas ditos grandes a
Baralhoi portoguezas a 120 e
Groza de boldes pequeos para calca a
Tesouraa para unbas nuito finas a
Ditas psra costura muito superiores a
Baralhos ir anieles para voltereta juito fi-
nos a
Agulheiroa com agulhss frsneezss a
Caivetes de aparar patinas do 1 folha a
Pesas de tranca de lia com 10 varaa a
Ditas de traoca da lia da todaa as cores a
Pares de espatos de tranca de lia a
Carita de alfinetea fraocezee a
Parea de luraa fio da Escocia muito tinas a
Ditas ditas brancas grossas a
Escoras pera limpar dentes muito fines a
Masaos com superiores grampoa a
Cirtes com cohetes de alguna deleito a
Ditos'de ditos superiores s 40 e
Dedaes de fundo de ac muito superiores a
Baadores para vestidos de senhora com 4
varas a 80
Caixas com colxetes francezes a 40
Cartas de slfinetes de ferro a 80
Charuteiras muito finas a 1 $000
Tioteiras de vidro com tinta a 160
Ditos de barro com tinta superior a 120
Arela preta e atol muilo fina a libra a 120
Techo nova remessa de labyriotho para ven-
500
120
120
60
240
500
9M
120
400
400
320
80
80
200
800
15280
100
320
100
200
40
20
60
100
Galanteras de gosto
E' o*que pode haver da asis esto a galan-
teras da vidro e porcelana aso sejam jarros,
fraiquiubos e garraflnhe, manteigueiraa e assu-
careiroe, jarriohos psra boqueta de travo a ou-
tras muitas cousas : na loja da victoria na ra
do Queimado a. T5, junto a loja da cera.
Mfodteztf baratas
Na lo/a da victoria na na do
Queimado juuto a loja de
cera.
Clcheles francezes em calilo a 40 rs.
Aliioetea franceses cabfca chata a 129rs.a carta.
Papel som cento e tantos alflnetes a 40 rs. o
papel.
Litihas rlctoria em esrritel com 200 jardas a 60
fa. O carrilel.
Ditas de 200 jardas de Alexander a 900 rs. a du-
der por todo prego, assim como tenho trancas de
seda dlfferentes cores para vender por todo d-
nheiro que offerecerem.
Attenctlo.
para a quaresma.
Na praca da Independencia ns. 14 e 16, tem
psra vender-se, muito baratas, gollas de blonde
preto, eofeitadas de fita de veludo e bico a 49
rs., csmisiohas e msnguitos a 3g0O0 rs.. mante-
letes prelos de blonde a 129000 r.,-chapeos de
palba para senhora a 359000 rs.
Vendem-se caixes va-
zios a 1$; nesta typographia.
zia.
Drtas de 100 jardas brancas e de cores a 30 rs. O
carmel.
Ditaa da Pedro V brancas a da cores a 40 ra. o
carteo.
Grampos a 40 rs. o mago.
Enfladorea brancos a 60 e 80 ra.
Carteiriohas com agulhas francezas a 320 rs.
Trancas brancas de linho a 100 rs. a peca.
Agulhas de eofiar vestido a 40 rs. cada uma.
E outrss muitas miu-ezaa que aa affianca ven-
der barato para quem comprar victoria sempre
cootar: na loja da victoria na ra do Qaeimado
n. 75, junto a loja da cara.
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta loja por estar constantemente a receber
perfumarlas finas de sues propriss encommeodas,
pem se pode dizer que est coostiluida um depo-
sito de ditas, tendo-as sempre dos melhores e
mais acreditados fabricantes, como Ludd, Pirer,
Coudray e Societ Hygianique, etc., etc.; por
isso, quem quizar prorer-se do bom, dirigir-so
a rus do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que
achara aempre um-liodo o completo sortimento,
teudo de mais a mais a elegancia dos frascos, e a
bartese por que se rendem convida e anima ao
oomprador.
Carros e carrosas.
Em casa de N. O.Bieber
A C. successores ra da Cruz
numero A.
Vendem-aecarroa americanos mui elegante*
a laves para duas e 4 pessoas a recebem-ae en-
commendaa para cujo flm ellea poasuem map-
pas com varios deseohos, tambem vendem car-
rogaapara conduccao deaaauearetc.
Escencia de ail.
Para engommado.
.^*-*1*"-? raaqulnho cora escencia de ail
'^iW^wrsengommado porque uma
gota delta bastante para dar sor em uma baeia
da gomma tendodamsisa maia a predosidade de
oio manchar a roupa como multas rezes acon-
tece eem o p de ail Cual* cada frasouiuno
500 rs.: na ra de Queimado loja da a gal? bran-
ca n. 16.
Vende-se
na hi do Mondego casa n. 2, aa segaintes ae-'
mentes de hortalice muito oras : coure flor, di-
ta trumuda, rapolho, nabos de cabeca grande,
nabtcas, mostsrda, chicoria, asoleas, seqoalaa
brancas e amarellas, sarga, cueotro, sebollnho
roio e brsneo, tomates grandes, feijio, arrpalo,
ervilhaa tortas e alfsee arrendada.
Riscado monstro.
Vende-se riscado monstro, fazenda multo eco-
nmica para o uso domestico por ter grande.lar-
gara e o aeu prego aer de 200 rs. o corado': na
ra da Imterairis, loja n. 20, do Duarte.
Panno de algodo da
Baha.
Vende-ae no escrlplorio de Antonio Luis
Olireira Asereda & c, ra da Cruz n. 1.
da
\GttNCI\ .
DA.
Fundicao Low-Moor,
Ba da Senzalla Hova a. 49.
Neste estbeles ment continua a haver um
completo sortimento de moendas e metas moen-
as para enganho, machinas de vapor e uixas
de ferro batid e coado de todos os lmannos
para dito,
Souhall Mellors & G., tardo recebido or-
dem para vender o seu creacido deposito de rslo-
gios vjato o fabricante ter-se retirado 4o nego-
cio ; coarida, portento, s pessoas que quizeram
possuir um bom refogto de ouro eu prata da c-
lebre fabricante Kornby, a aproreitar-se di op-
portuutdade aem perda de lempo, pera rlr com-
pra-loa por commode prego no seu escriptorio
rus 9o Trapiche n.28.
Vende-se om terreno na raa do Hospicio,
quasi defroute do quartel, prsprio psra edificar-
se uma caes, leudo 40 palmos de frente e 146 de
fundo, com slicerce : a tratar na ra do Trapi-
che n. 14, primeiro andar.
ARMAZEM PROGRESSIVO
de snpsrior qualidade a 410 rs. Inteiro, e 480 rs. a libra.
hora a 19 libra.
em latas da 2
muito proprio para mimo, a 2aO)0.
^Tv\U&as francezas
a 560 rs.
libras contendo difiranles qualidades,
e portoguezas em latas de 1 libra, por 640 rs. ditas em meias
rV\tria, m&c*rrao e t*iY\*rim a 400 ubra. emeai. s.
N 014*8 muit0 Q0Yag a 100 a libraj e ijoqo rs# a libra>
lluliO lrdutc en) cart5es muito enfeitados proprios para mimo a 600ra.
-. ftUCbra lllgieza a mois 8up9rj0r que ha a JOOO rs. a garrafa e em caita se far
abaimeoto.
GftUcVlTa de UoUailda a 6000 rs. a frasqueir., e 560 rs. o frasco.
"VllUOS eilgaTrafadoS Ia(?r(nd0 Douro 1>600 rs. a garrafa. Porto fino, Fei-
turia, Duque do Porto, a 19200 em caiza se far abatimento.
1 l'IUO liorttaaUX dai maig scredUadas marcas a 1 a garrafa e em cala a 9 a duzia.
*WasuP>Vfi de differentes marcas a 16 a dazia e a 18500 g garrafa, afflao$a-se a boa
qualidade.
VeTdadfetal SetVej* C\>rm\ia d9 nutras muit.s marcea a o a duaia, e
a 500 rs. a garrafa.
\ 1 U\\0 em pipa Parl0i Li8b0a e Figueira a 3,500, 4 e 4#500 a caada.
liiHpenaasele perior a 74u r, eM caiia> e 760 a libra.
Batatas novas
Chocolate
V.goaaa cam madre
320 rs.
"** de engommar, multo aira a 100 rs. a libra.
\mendoaa *
iwB de casca mole a 400 rs. a'libra.
. T7~5j teOoado a 800 rs. a garrafa e em eaixa a 9*.
PUMs de dentes liHd8, aa ^ M0 ri 0 niaso.
GosteVetaa ingVeas proprUs part fianlbt8. m rs.. Iibra.
Bolaxiana aglexa, aals noya d0 m6(ci<0 a 4 a barric t em Ubrt, M01$.
Xmtix.%9 francetas
Vende-se na loja d'aguia branca mui finas ni-
ralbas d'aco refinado com cabos de marfim, a
para assegurar-se a bondade dellaa basta dizer-
se que sao dos afamados e acreditados fabrican-
tea Rodgers de C, cuata cada eatojo de usa tia-
ralhaa 8*000: na ra do Queima Jo, loja d'aguia
branca, n. 16U
Libras sterliaas.
Vendem-se no escriptorio de Manoel Ignacio
de Olireira & Filho, praij do Gorpo Santo n. 19
Lencos brancos mnito
\\no8.
Vendem-se lencos brancos muilo finos, pelo
dimiouto prego de 29400 a duzia, graude pe-
chincha : na loja da boa f, os raa do Queimado
numero 22.
Gollinhas
detraspasso bordadas em
cambraia fina
Vendem-se a 29 cada uma : na rus do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16 A obra boa e
o lempo proprio ; a ellas, freguezaa, antes que
se acabem.
Bolcinhas de borracha
para fumo.
Muito lindas bolcinhas de borracha para guar-
dar fumo pelo baralisstmo prego de lftOO, lg,
800 rs. cada urna': na loja da victoria na ra do
Queimado n. 75, juoto a loja de cera.
36, rita das Cruzes de Santo Antonio, 36.
nuaraiiei u psifip:
em gigos de orna arroba a 19.
os mais superiores, hespanhol a 18200, francez a lg. porlegnez a 800 rs.
muito notos, em caixas de 8 libraa por 2f500, eem libra a
i libra
. Duarte # C. constantemente recebem da Earopa de sua propria encommenda os melhores gneros, de tudo tendente a molhados, e por issa
offereeema todos os Srs. da praga, Srs. e engenhn e lavradores, uma vantagam em seus gneros, de 5 a 10 por cento de menos dos procos, que
posssm comprar emoutro qualquer estabelecimento, altendendo sempre as koas qualidades de nossos gneros, que para isso nos obrigamos o
garanti-los.
Manteiga Ogleza especialmenteescollhida a 850 e 19000* a libra eem barril a 800.
IdeiH franceza a primeira da safra nova 700 rs, e em barril a 600 rs.
QueijS flameDgOS vindos no ultimo vapor a 39000, eem percao ter abatimento.
QliejOS 111 lid r i nos os melhores do mercado a 19000 a libra, e sendo inteiro a 950 rs. a libra.
Cb hySSOIl muito superior a 29800 e 39000 a libra.
Liba preto o que ha de melhor nesle genero vindo & primeira vez ao nosso mercado a 29100 a libra, e tambem temos para 19800.
Presunto inglez para fiambre a 700 rs. a libra.
Presuntos portugueses vindos do Porto de casa pariieular a 500 rs. a libra a inteiro a 460 rs.
PaiOS 6 CuOUricas muito novas a 600 rs. a libra eem barris de arroba a 159-
VmnO engarrafado Duque dq Porto, Porto fino, nctar, Garcavellos, voltio, secco Feitoria a chamisso de 19200 e 19300 a garrafa, e
139000 149000 a duaia.
Vinho BordeaUX de superior qualidade diversas marcas de 800 a 19 a garrafa a de 89500 a 109000 a duzia,
Vinho ISUSCatel 1*00 a garrafa e 10*000 a duzia.
Vinho para p atO do Porto, Figueira, e Lisbea de 500 a 600 rs. a garrafa a de 49000 a 49800 a caada.
Marmelada de todos os concerveiros de Lisboa a 900 rs. a lata de 1 libre, e 19700 as de duas libras, e sm por$ao ter abatimento.
Latas COm peixe savel, pescada, parge. roballo, cavalla, guraz, sirda, congro, linguado, ostra, a lula de tijelada, chourieas
finas o mais bempreparado que tem vindo ao nosso mercado, de 19300 a 39 a lata.
Latas COm ervilhas portuguezas e francezas a 600 rs. e 720 a libra.
Latas COm bolacbnbaS de soda de todas as qualidades a 1*4-10 rs.
FigOS de COmmadre em caixinhas de 8 libraa as mais bsra enfeitadas que tem vindo ao mercado a 298OO a caixinha e 400 rs. a libra.
Peras muito novas a boas em caixinha de 4 libras a 39000 a caixinha e 19000 a libra.
AmeixaS francezas em latas de 5 libra* por 49000 e 19900, a libra.
PaSSaS em eaixinhasde 8 libras, a 29500 a caixinha, e 500 rs, a libra e a 99 a eaixa de arroba.
GorinthiaS para pudim em frascos de 1 l|i a 2 libras a 19500 e 19800 o frasco, e a 800 rs. a libra
Caixinhas Parias para mimos, com passas, figos, ameixas, peras, amendoas, e nozes, da 29000 a 69000 rs. a caxinha.
Conservas inglezaS portngnezss a 600 e 800 ris o frascos 99 a eaixa.
Macarro a talharim, muilo novo, para sopa a 320 a libra e 69000 a "eaixa.
Gomma muito al va como se pode desdar > 190 rs. a libra.
I Amendoas de casca molle a 400 ris a libra e nozes a 200 rs. eam porcjio ter abatimanto.
^Sl^.lfSS'..- Champanhe *.-*.* uaMesON ..o,*.
Cascarrilha.
Chegou para a loja da victoria grande sorti-
mento de cascarrilha de todas as cores e largu-
ras e ae vende mals barato do que em parte al-
guma, por isso renham a loja da rlctoria ns ra
do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Eafeites para senhora.
Lindos enfeites para cabeca de gosto o mais
moderno que tem apparectdo a 5f, 59500 e 69 :
na loja da victoria oa ra do Queimado n. 75,
unto a lojl de cera.
em frscos multo ricos com Ii2 libras por 39500, ditas por-
toguezas a 480 rs. a libra.
* lJ** para limpar faeaa a 200*rlr. eafdv urn, em poreao se far sbatlaeuto.
39TO|9 em {rMCOf de 1 e 1[2 libra muito oras a 800 ra. .
Iolepeniente dos gneros anu'nciados encontrara o resoeitaral publico ande sortimen-
o de gneros, lado de superior qualidade.
Potassa da Russia.
Vndese eto casa de N. O Biebe dT
C, successores, ra d Cruiri. 4-
Sil de Lis!.
Vende se s bordo da bares portugueza Zape-
lvica, al de Lisboa limpo e redondo ; a tratar
''faald Trapichen. 17.
-i. -.
-------k.J.0.
Vende-se um
na ra do Aragaro
guranga a 160 ra. a caixinha que s pela segu-
ranza delles por lirrar de incendio aao de graca:
na loja da victoria na ra do Queimado n. 75,
juoto a loja de cera.
Meias baratas.
Meias pintadas para hornera a 1J6 e 180 rs. o
par. ditas brancas para meniaa a 180 rt. par,
ditas de las para o fri a 500 rs. o par;' na \oj*
da victoria na raa do Queimado o. 75, junto a
loja de Cera.
Fivel&fc para cinto.
Ricas Arelas da madreperota para erutos pelo
barato preco de TpSOO: ta loja da rictoria na
ra do Qaeimado n. 75, junto a loja de cera.
Parao carnaval.
Vendem-se fazeodss proprias para vestuarios,
a ser :' escomilha de cor de rosa, amarella, azul
e branca a 200 ra. o corado, relbotlnas de cores
ejrsmagena a 640 o corado, relludo encarnado a
800 rs. o covado, tafet de todas as cores s 640 o
cdrsdo, grsdenaples de cores a 19600 O corado;
e mais fatendas proprias para este flm : da ra
da Imperatriz, loja e armaem da arara n. 56, de
Magalhaes t Hundes.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-se em por?o a a retalrap de uma aacca
para cima, e plr iomnlajdb dreco: A ra da Ma-
dre de Dos confronte abolica o. SO.
-a. O.MMMt a G. ieCeesore* ,rue da Craz
o. 4. tem patafendefrlogles para alglMira da
SMaWitt' l rfrata' '
Ven^e-se urna parte no engenhp luha*n :
,-Usem pretender, enteBda-se com Manoel Jos de
i. 17. ^ Palra PiUlnIa, U tas do Qalmaoo n. 8.
+
Capachos.
Vendem-se capaetioS redbrMoi e oemproa e
de dirersos lmannos, e oa melborea que- lem
riudoa esta mercado, fio btatrseinf# preoo4e>
600. 700 e 800 rs. cada um. a tambem ha capa-
chua muito Rrintea a praprtoa pura sof e mar
quezas para 19400 cada um ; na rus doQueima-
db. ha bem conhecida loj de mWdetaa da Boa
timan. 35.
Chocolate portuguez. francez, e ingles, a 900 rs. a libra-
Cervejas das melhores marcas a860 rs. a garrafa, e 59500, a duiia.
Cognac muito superior a 19000 a garrafa* a a 109000 a duzia.
Genebra de Holianda 600 rs. o frasco o et&oo a frasqumn.
Vinagre de Lisboa puro a 240 rs. a garrafa, 19800 a caada.
Dito em garrafeS de 5 garrafas, por 19206.
Espermacete superior 760 ,ibr" 7i0 *,m e',x
Arroz dt Indi, a 100 rs. e do Maranbio, a 120 rs a Hbr. fe 39000 a 3200 ., i
Lentilhas francesas o melhor dtenosos regumes a 560 rs. a libra.em pomas ter abatimanto
Latas COm feijo vere misito besa preparil a> 899 r.
Latas com sardinha de Nantes 44o e eoo rs. a uta*
Massa de tomate em latas de urna libra" a 9tW n.
AlpisU .160r..a libra painoo a 240,0 M't rtob* o IpisU a6400 i do oiiBfrp.
Potes grandes COm sal renadO 640mbM t.,a om p*.-, aito 8ropnc*:par. moza a 240 .200. a
BatatuS m gigos de ama arroba a t90d, e 80 ,s. a libra.
Doce da casca da goiaba do 19000 a 1200.
Azeite doce purificado, a 800, agarrafa *9*000, a duzia.
Palitos lxado^ para denles, osmais bem feitos que tem vindo ao mercado, a 200 rs. o uieo eo
Bolachiha ingleza mt'no nova a 400 mllibu efl00d aljarriea.
Toucinho de Lisboa t 320 reis a libw io9m t awobsw
VelaS de Carnauba aoompos^So a 400 rs. a libra o 1M5O0 arroba;
Anrataf 1 mmi |ui pifi mufiTt n rs. a libra.
Sevada ehegada ulttaiamente a 160 a librt a a 49 s arroba.
Ceblas; tato non i 60CP fr; o 'Wrtoo a 400 rs. ai friiil ptr towert,
'

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20 masfinkoe.

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UtlMIQfXVmmWQbt- smihu #u*u i mmico PE IMft.

l lia loja do pavao, roa
da Imperatriz n.60,
de Gama Silva,
Tepdom-ae fazendas pelos prego* seguale a: mua-
iulioaebraocaa com 4 li2 palmos d largura, co-
vado 200 ra., chitas escuras com pequeo toque
de oro. covado 140 u., diUs matizadas a 160,
cortea da chitas escaria e legres, fazenda fina a
gow. Chitsa trncelas Unas, o corado a 240,
260, 80, 300 e 320 rs., llazioha de quidros para
vestidos, a 280 e 400 ris o corado, cassas in-
KleziDhM de quadros para vestidos, corado a
360. 280 e 300 rs., ditas garibaldinas, fazenda
multo Boa a 320 o corado, saiaa bordadas, Uzea-
da muilo fioa a 3J e 4J, dilaa com arcos da cor-
dao de lioha que fazem aa vezes de balso a 3*200
e 49, ditas de madapolo francez, baldes oa maia
bem feitos que tem rindo, pelo diminuto preco
de 30. 39500, 4 e 59, pecae de cambraia Uaa mul-
to fioa a 2$ e 39300. ditas com 10 jardaa, fazenda
fioissima, a 38. 3J500. 4 e 59, meiaa pretas da
seda para senhora a 19 o par, ditas braocaa de
ajgodo para andar em caaa a 200 e 240 rs., e
oatras muitas fazendaa que aa Tndem por prejos
baratissimos, e de todas se dio as amostras dl-
xando peohor, ou raandam-se lerar em casa dos
freguezea que quizerem comprar : aa toja da rus
da Imperainz n. 60, de Gama 4 Silva.
Brilhantinas americanas.
Vende-se brilbaotiaa americaoa con liodiisi-
mas corea, seodo leseada inteiramente ora e
modero a da 41 j2 pal moa de largura a 400 re. o
corado : oa ra da Imperatrir, n. 60, leja do
pari.
Moirantique.
Acaba de chofer pelo ultimo Tapar fraacez es-
ta fazenda de seda com o nome d moirantique,
aendo de raas corea e branca, propria para vee-
tidos de Boira, e rende-ae por preco baralissimo
a na loja deparo, ra da imperatriz n. 60.
Pannos a 1#600.
Vende-se panno preto e dito cor de caf, fa-
zanda muito eocorpala a I96OO o corado para
acabar: na ra da Imperatriz a. 60, leja do pari
Chales p retos a 8$.
Vendem-ae chales de fil pretos muito grandes
o finos, fszends que sempre se rendeu a 8,e 109,
e a 39 ; na tu da Imperatrii u. 60, loja do pavao
Sedal.
Veodem-sa grosdenaplea pretos muir caicot
padoa a 11500, 19600 lg800, dito cor de rosa,
cor de canoa e azul, aedas tarradas de cores, cha-
malote preto e sarja preta bespaohola a 19600 :
na ra da Imperitas n. 60, loja do pavao.
Fancy a 1#600.
Vende-sa fancy, fazenda de lia liaaa e meada-
das, propria paca calcas, paletots, cotletes e ca-
pas para sentaras, e roupaa de meninos, tendo
esta fazenda 6 palmos de largare a I96OO : oa
ra da Imperatriz n. 60. loja do pavo.
Espartilhos
Vendem-se espartilhos ingieres que sio os me-
lhorea : oa roa da Imperatriz n. 60 loja do
pavao.
Para meamos.
Vendem-se restasrios para mentos e meni-
nas muito bem enfeilados : na ra da Imperatriz
d. 60, loja do pari.
Madapolo a 3$.
Madapolo enfeatsdo com 14 jardas a 39 a pe-
?i ; m rus da Imperatriz o. 60, lojsr do pari.
tmmmmmmmimmmm
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Dm grande e variado sortimento da
roupasTeitas, colgados e fazendaa e todoa
estea aerendem por procos muito modi-
ficados como 4 de seu costume.aasim como
sejam sobrecaaacos de superiores pannoa
e casaeos feitos pelos ltimos figurinas a
269.289, 309 a a 359, paletots dos mesmos
pannos preto a 16$, 18J. 109 o a 149,
ditos de casemira de cor mesclado e de
noros padrea a 149.169, 189.209 249,
ditos saceos das mesmas caaemiras de co-
rea a 99, 109,129 e a 145,-ditospretos pe-'
lo dimiouto preco de 89, 109, e ilf, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 129,
ditas de merino de cordo a 119, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 109,
ditos saceos pretos a 49, ditoa de palba de
seda fazenda muito auperior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fuslo a 39500, 4|'
e a 49500, ditos de fustao branco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49, ditas debrlm decores
Unas a 23500, 39, 39500 e a 4j, ditas de
brim brancos finas a 9500, 5|, 595OO a
69, ditas de brim lona a 59 e a 6$, colletes
de gorgurio preto e de cores a 5| e a 6J,
ditos de casemira de cor e pretos a 4 $500
a 59, ditos de tusto branco e de brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 4g
ditos de merino para luto a 49 a 49500
calcas de merino para 1 uto a 4$500 e a 51'
capas de borracha a 99. Para menino
de todos os tamaahos: caigas de casemira
prefaedocora5f, 69 e a 79, ditaaditaa
de brim a 2J, 39 e a 39500, paletota sac-
eos de casemira preta a 61 e a 7, ditos
de cor a 69 e a 7g, ditoa de alpaca a|39,
sobrecasasos de panno preto a 12a
14, ditos de alpaca preta a 59, bonets
para menino de todas aa quaiidades, ca-
misas pare meninos de todos as t aman hos
meios ricos restidos de cambraia feitos
Sara meninas de S a 8 anaos com cinco
abados lisos a 89 e a 12J, ditos de gorgu-
ro de cor de lia a 5J e a 69, ditos da
brim a39, ditos de oambraiarf smente
bordados para baptisados.e muitas outraa
fazendaa e roupaa feitos qae deixam de
ser mencionadas pela aua grande qaanti-
dade; assimcomoreeebe-eetodaequal-
quer encommenda de roupaa para ae
mandar manufacturar a que para ata fim
temos um completo sortimento de fazen- '
daa de gastos ama grande oficina da al-
falate dirigida por um hbil maatre que
pela aua promptidi e pareicio nad adai-
xa a desojar..


sem igual.
36 Larga do Rosario 36
Carreteis de linha muito boas a 90, 60 e 80
Cartes de clcheles a 40 e 60
Papis de agulhas brancas curtas ecom-
pridas a 40 e 60
Fitas de relindo de cores a 100, 300 a 400
Trancas de seda, a rara a 120 a 180
Appirelhos de pao, loaca, e follis de
140 a 19600
Linbasdogazde todas aa cores a 30
Duzia de meiaa para senhora a 21500
Ditas cruas para homem a 2J400 e 3J0OO
Caixiobas de alfloeles a 00
Fitas de sarja largas e boas a 600 e 19000
Charea para relogio a 80
Pecas de tranca com 12 e 13 varas a 160
Caixas de pos para deats a 100
Par de botea encarnados para puoho a 160
Lamparines de porcelana para conserrar
quente cha ou remedio a 39000
Luras de seda com toque a 100
Bicos pretos a 180, 140, 400 e 500
Toucas para senhora a 600
Baralhos de cartas fraacezas a 140
Sintoa de seda para senhora a 19200
Enfeites muito moderos a. 59500
Saboneles de bola a 640
Escoraa para unhas a 310 e 560
E outraa muitas miudezaa que se renderio
mais barato do que em outra qualquer parte,
porque se precisa muito de dinheiro.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Jonhston & C ra da Senzalla Nova
n. 42.
GELO
Attenco
Guimsries & Luz, dorios da loja de miudeas
da raado Queimado o. 85, boa fama, partieipsm
ao publico que a seo estsbelecimento se aeha
completamente proridodas melhores meresdorias
tendentes ao mesmo estsbelecimento, e muitos
outros objectos da gosto, sendo quesi todos rece-
idos de auas proprias encommendas ; e estando
a in**iWl'"wa resolridoa a oio renderem
ado, afliDQsm render mais barato do qae outra
SI* i 'Mtoanle peden aos seus deredo-
que roes manden ou veobara pagar os seus
talos, sot> pena de aerea juiticado.
Rap
Gre.se flrbve). 106OO
Miogroes* a, fajo
Fino de gatse a l0
lleuron a 19040
Lisboa a 2J70O
Na loja do rival sem igual, ra larga do Rosa-
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 31, vende-se gelo de hoje em diante
arroba a 5500, e tneia arroba 2jj|000,
e a libra a 160 res : tambera recebe-se
assignaturas das peatoas particulares lo*
go que seja diariamente, ate' que se
acabe o gelo.
predio yenda
Vende-se a cesa de doue andares e solio, mei-
agoa, no becco des Miudinhas o. 8, avallada em
2:0009, a qual reode 1 1i2 por cento ao mez; na
ra do Trapiche o. 14, primeiro aodar, ha pessoa
aatorisada pelo proprietario para effectuar a rea-
da da mesma casa.
Meias para suYi%r&. i
Veodem-se superiores meiaspara senhora pe-
lo baralissimo preco de 89840 a duzia ; na loja
da boa f, na ra do Queimado n. 21.
ntremelos
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca se acha um bello sorti-
mento de enlremeios bordados em fina Cambraia
traoaparente, e como de aeu costume est ven-
dendo baratamente a 19200 a pega de 3 varaa,
tendo quantidade bastete de cada padrao, para
vestidos ; e quem lirer dtobeiro approreitar a
occasiao, e manda-Ios comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Agulhas imperiaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em vistas sempre
render o bom, mandou rir, e acabam de chegar
aqui (pela primeira vez] aa superiores agulhas
imperiaes, com o fundo dourado e mui bem fal-
tas, sendo para alfaiatea. e costureiras, e~ cusa
cada papel 160 rs. A sgulha assim bos snima
e adianta a quem cose com ella, e em regra sao
maia baratea do que aa outraa; quem as com-
prar ns ra do Queimado, loja d'aguia branca n
16, dir sempre bem deltas.
Polassa americana.
Vende-se potassa americana muito ora a de
auperior qualidade: ao escriptorio de Manoel
Igoacio de Olireira & Filho, largo do Corpo San-
0 n. 19.
Opiata ingleza
para denles.
Est finalmente remediada a falta que se sen-
lia desss spreciarel opiata ingleza tao proveito-
ss e aecessaria para os denles, isso porque a lo-
ja d'aguia branca aesba de recebe-la de sus eo-
commenda, e continua a vende-la a 19500 ra. a
caixa ; quem quizer conserrar aeua denles per-
feitos prereoir-se mandando-a comprar em
dte leto-d'agiito brea.woQuaisiito 16.
Na ra Nova n. 19, vende-se relbulina de
corea a 500 rs. o covado.
A 320 rs. o covado, grande
pechinoha.
Vendem-se superiores cambraias francezae de
muito bonitos padres a 320 ra. o corado, fa-
zenda muito Ooa que sempre rendea-ae por 800
e 19 a rara, venhsm por ellas, antes que se aca-
ben) ; na roa do Queimado n. 22, na bem coohe-
cida loja da boa l.
Aos senhores sacerdotes.
Acabam de chegar loja da boa f, oa ra do
Queimado n. 22, maias pretas de seda muito su-
periores, proprias para os senhores sacerdotes
por serem bem compridas e muito elsaticaa ; reo-
dem-se pelo barato prego de 69 o par, na men-
cionada loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
para aojos.
Veodem-se Da rus da Senzala Nova o. 30, cai-
linhascom doce por preco eommodo, recommen-
dareis para os aojos de procisslo.
Potassa daRussia.
Vende-se potassa da Russia da maia aova e
superior que ha no mercado a preco muito
cammodo : bo escriptorio re lenoel Ignaeio de
Olireira & Fiiho, largo do Corpo Santo.
Superior cal de Lisboa.
Tem pata vender em porcia e a letalho Anto-
nio Luis de Olireira Azorado & Q., no seo ea-
criptorio roa da Cruz o. 1.
Machinas americanas.
Em casa de N. O. Bieber 4 C-, strecessorss,
rus da Cruz o. 4, vendem-se :
Machinas para regsr hortas e capim.
Ditas para descarogar milho.
Ditas psra cortar capim.
Selios com perteoces s 109 e 209.
Obras de metal priooipe.prateadas.
Alcatro da Suecia.
Verniz de alcatro para navios.
Salsa perruna de primeira qualidade do Par,
Vpho Xerez de 1836 em caixas de 1 duzia.
Cognac em caixas del duzia.
Aradoa e gradea.
Brilhaotes.
Carro^aa pequeas.
Meiasdela
para meninos; n ra da Cadeia do lecife nu-
mero 15.
' Vendem-se burros gordos a mansos : no
eogenhd Jurissacs, de Cabo : a tratar alli com o
Sr; Domingos Francisco de Soau Leao.
>
N RA DO QUEIMADO WM
Sortimento completo de sobrecasacos de pinno a 259, 289, 30$ e-359, casaeos muito bem
faitaa a 25J, 28g, 30| e 35f, paletota acaaacadoa de panno preto de 16 at 159, ditos de casemira
de cor a 159,188 e 201. paletots saccoa de panno e casemira de 89 at 149, ditoa saceos de alpaca
m erio o la de 49 at 69, sobre de alpaca e merino de 79 at 109, calcaa' pretaa de casemira de
89 al 14g. ditos de cor de 79 at 10$. roupas psrs menino de todos os tmannos, grande sorti-
mento de roupas de brins como sejam calcas, paletots e colletes, sortimento de colletas pretos da
setim, casemira e velludo de 49 a 9|, ditoa para casamento a 59 e 69, paletota brancoa de bra-
mante a 49 e 5/, caigas brancaa muito finas a 5f, e um grande sortimento de fazendaa fina a e mo-
dernas, completo sortimento de casemiraa ioglezas para homem, menino e senhora, aeroulas de
linho ealgodo, chapeos de sol de seda, luras de seda de Jourin para homem e senhora. Te-
mos urna grande fabrica de alfaiate onde recebemos encommendas de grandes obras, que para
Ifso est seodo administrada por um hbil mestre de semelhante arte e um peasoal de mais da
clncoenta obrairoa escolnidos, portaotoezeculamos qualquer obra com promplido e maia barato
do que em outra qualquer casa.
^Rlval
sem segando.
Na ra do Queimado o. 55, defrento do sobrado
ooro, esi dispoeto a veoder todo por prego que
admira, aeatm como seto :
Frascos de agua de larande muito grao-
des a 800
Saboneles o melhor que pode haver a 320
Ditos grandes muito finos a 160
Frascos com chaires muito fios a 500
Ditoa ditos muito bonitos a I9OOO
Garrafas de agua celeste o melhor a 1*000
Frascos com baoha muito superior a 240
Ditoa dita de urco fioissima a 600
Fraacoa da oleo babosa com cheiro a 240
Ditoa dito dito a 320
Ditoa dito nite a 500
Ditoa para limpar acabeca e tirar caspss a 720
Ditos dito pbilocome da verdadeiro a 900
Ditos cem baoha transparente a 900
Dites com superior agua de colonia a 400
Dita, fresaos graodea a 500
Fraacoa de maca; oleo a 100
Ditos de opiato pequeos a 320 e 500
Ditos de dita grandes a 800
Tem um reato de larande embreada a 500
Linha branca do gaza 10 ra., a tres por
deus, e fioa a ao
Dita de carto Pedro V, com 200 jardas a 60
Dita dito dito com 50 jardaa a 20
Carreteis de lioha com lOOjardaa a 80
Duzia de metas eruas muito eocorpadasa 29400
Dita de ditas muito superiores a 4g500
Dita de ditas brancas para senhora, mui-
to tinas a 31000
Vara da bicoda largura de 3 dedos a 120
Dits de franja pare toalbaa a 80
Croza de botos de louca braceos a 120
Duzia de phospboros de gas a 240
Uita de ditos de vela muito superiorea a 240
Pecas de fita para coa de todas ss lar
guras a
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Nos rameos dacea do Ramos na. 18 e 36 e
oa ra de Trapiche Noro (00 Recite) o. 8, ae
rende gaz liquido omericano primeira qualida-
de e recentemenle caegado a 149 a lato de cinco
galles, asara como ae renden latas da cinco
garrafas a am garrafas.
Nao esqueca arara,
que hoja 4 s loja dos barateiros para rer, reo-
dem-se pegas de cambraia lisa branca a I96OO e
2f, dita multo fina com 5 palmos de largura a
3 a 3f500, pecas de madapolo enfestado a 39.
ores cortea de chitas Ooas com 13 corados a
*9508, ditos de riscado, padroes noros a 29500 e
19300, brilhanttna branca com 4 1)2 palmos de
Urge e 280 o corado, dita de cores a 860*o co-
vado, gergorao pera vestidos a imitaeo de sedi-
abas, fazenda muito nore e fina a 320 o corado,
barege para restidos com flor de aeda a 360 o
cavado, pompadour de aeda de quadrose matiza-
do para restidos a 640 o corado, fil da linho
branco a de cores a 200 rs. o covado, lazinhas
para restidos a 280 e 400 rs. o corado, ricos cor-
toa*a gorgurio para vestido com 18 corados por
1500, cortes de la de duas saiaa com 22 cora-
dos por lOf. ricoa cortes de organdya com 15 ra
ras a 99 e 7| para acabar, cassas ae corea para
vestidos a 280 e 320 o corado, chilaa a 160. 180
e 200 rs. o covado, ditas trancezas a 240 e 280 o
corado.
Pannos pretos.
Panno preto para caigas e paletots a 19600,
19800, 29 e 295OO o corado, cortes de casemira
preta para calca a 39. dita entestada a 39500 e
*S. relindo preto a 3J500 o corado, aaia de cor-
do que tas res de balo a 29500, baldea de ma-
dapolo a 39 e 396OO. diloa de 30 arcos e de ren-
da a 49 : na ra da Imperatriz, loja e armazem
da arara n. 56. de Itagalhes Mendes.
Pechincha para todoa. -
Veadsm-sa masaos com 20 msssinbos de pali-
to finos e buliadoa para denles a 200 ra. o cuas-
so de 20, oofm pastando s 15 masaos se faz dif-
ferenca eaa praeo : oa raa da Imperatriz, loja e
armazem da arara n. 56.
CARTOES
DE
320.
Para o carnaval.
4 bella rapaziada que
com pouco dinheiro quizer fazer e enfeitar seus
vestuarios, dirljam-se a loja franceza da ra
Nora o. 11, qne foi do Gadault, que acharo se-
das, fitas, tirelas douradas, barretinas, reos, e
finalmente urna grande ezpoaiclo de alcaides,
pelos quaes se nao engeita quantia algnma : na
mesma loja recebeu-ae um completo aorlimento
de mscaras para hornees o mulheres todas as
qualidades.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de receber por
amostra urna pequea quantidade de firellas
douradaa e esmaltadas para cintos, todas de no-
ves e bonitos moldes, e tambem douradaa qoe
parecem de ouro de lei, o que s com experien-
cia se conhecer nao o serem, estando no mesmo
caso as esmaltads, e assim mesmo vendem-se
pelo barato prego de 25500 rs. cada urna, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Cestinhas ou cabases para as
meninas de escola.
O tempo proprio daa menioas irem para a
escola, e por isso bom que vo comiyslas com
urna daa oras e bonitas cestinbaa qJe se ven-
der ca ra do Queimado loja d'aguia branca
n. 16.
Novos bonets de velludo, e
marroquim dourado.
Na loja d'agoia branca rende-se mui bonitos
bonets de velludo, e marroquim dourado os
quaes sio agora mui necessahos para oa ajeni-
os que rao para a escola e qaem oa quizer com-
prar mais baratos diriefr-se roa do Queimado
loja d'aguia branca n. 16.
As verdadeiras pennas ingle-
za s caligraphicas.
A loja d'aguia branca acaba* de recebar sua
encommenda daa rerdadeiras peonas de ac
inglezaa caligraphicas, dos bem conbecidoa o
acreditados fatricantes Perry 4 C, e apesar da
falta que haia desasa bas peonas, com tudo
vendem-se pelo enligo preco de2/D0O s caizinba
d urna roza, quantidade eaaa que aa falsifica-
das nao irazem. Para livrar de eogaaos, as ca-
linitas vio marcadas com o rotulo que d. Loj.a
d'aguia branca ra do Queimado o. 16.
Veode-sa am terreno em Santo Amaro,
noto ao hospital ioglez, com 700 palmos de fren-
e, em muito bom estado; a tratar na 'roa do
Trapiche o. 44, armazem de Braga Sem & Q.
oja
0
uei-
Caivetes ixos para abrir
latas.
Chegou ora remeaaa desses preciosos cai-
vetes Dios para abrir Utas de sardinha, doce,
bolachiohas etc., etc. Agors pele fests cmese
muito dessis cousas e por isso 4 necessario ter
am desses caivetes cujoimporte 19, compran-
do-se na ra do Queimado loja da aguia branca
a. 16, anica parte oade os ha.
Aos amadores do divert-
ment carnavalesco.
Riquissimos dminos de
velludo fino preto e de cor de,
diversos feitios a chineza no
vos e presentemente acaba
dos de fazer por urna modist
franceza: na ra do Cresp
n. 10, primeiro andar.
Novo sortimento de cascarri-
lhas de seda.
A loja d'aguia branca acaba de receber um nevo
e bello sortimento de easearrilhaa de aeda de
multas e differentes coree, e vender 1
e 295OO ris a pe?a, na ra do Queimado
d'aguia branca o. 16.
Meias pretas de seda 1.
, o par.
Veode-se meias pretas de seda, a de mu
qualidade, para aenboras, e padrea 1Jj
par, por eatarem priocipiaodo a mofar, o ei
ellas ealcadaa oada ae coobece, oa ra do
mado loja d'aguia branca n. 16.
Chapeos" de castor./
Vendem-se ch'apeos de castor de primeir
lidade a 89, que j se renderam a 169,
acabar: na ra da Imperatrir, loja n.
Duarte.
LuvasdeJouvln.
Na loja da Boa F na ra do Queimado n. 22
sempre se encontraro aa rerdadeiras lbrss de
Jouvio tanto para homem como para senhora,
advertindo-se que para aqnelles ha de muito
lindas'cCres, na mencionada loja da Bcu F na
roa do Queimado d. 22.
Agua de lavander e pomada.
Vende-se superior agua de larander ingleza
pela baralissimo preco de 500 e 640 rs. cada fras-
co, porruda maitissimo fioa em paos grandes a
500e a 19, vende-se por Uo barato preco pela
grande quantidade que ha : na ra do Queimado
na toja de miudezas ds boa fama o. 55
Bicos de linho bara
Veode-se bonitos bicos de linho da
qualro dedos de largura fazenda muito auoerior
pelo baralissimo prego da 240, 320, 400 e 460 rs
a vara, veode-ee por tal preco peta razio de es-
tarem muito pouca cousa eacsldidos, tambem se
veodem pegas de rendes lisas perfeitamente boas
com 10 varas cade peca a 720, 800 ej 19. ditas
com aalpieoa muito bonitos e diversas larguras a
19200, 19600 e 29 a peca, ditas de seda a 29 ca-
da urna pepa : oa raa do Queimado ala bem co-
ndecida loja de miudezas da bea fama n. 85.
Linhas de cores em nvelos.
Veode-se linhas de cores esa d o velos fazenda
em perleitissimo estado pelo baralissimo preco
de 19 a libra : oa ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama a. 35.
Papel de peso a 2$ a resma.
Vende-se oa raa do Queimado toja; de miude-
zas ds aos fama a. 35.
Milho superior
|Loja amarelk*.
i
GUKGEL & PERDIGAO'.
Keeeberam veatidos pretos de moresn-
tique neste genero o melhor e mais em
moda as principses pracas da Europa
a Rio de Janeiro.
Receberara as lindas capas e mantele-
tes cam pridas, desta vez viera a pretos
e de cores;
Vestidos de btond com manta, capella
a aaia de setim.
Vestidos de cambraia bordados e de
Satas a balo finas e inferiores para
seobora.
NOVIDADES.
Manguitos, siotos, enfeites e grlnsl-
das para seobora. toques, espartilhos,
mantas pretaa superiores, chales, cami-
sas para seobora e meiaa elsticas.
ROUPA FB1TA.
Caifas, colletes, paletots, sobrecasa-
cos, sobretodo de panno e cssemira.
Esto eslaaelecimeoto est sonido de
faaeodas finas proprias ds praca. Do-se
ss amostras : ra da Cadeia loja amarel-
ia n. 23.
Tab**rnafc
Veode-se urna taberna propria para um prin-
cipiante e por ser em bom lugar na esquins do
Forte do Hallo e faz frente para a ra da Lapa e
para o largo em frente do chafaru : a tratar na
0.
dona a
Chega rapa
zeada.
s
m
AtteiHjOa
No engenho Trapiche do Ca-
bo existe para vender-e tret
bonitos e boas bois de carro, e
um bom. quarto de sarga :
quem os ojuizer comprar dirija*
ie ao mesmo engenho a tratar
com Alfonso do Reg Barro,
ouentap a ra da Aurora nu-
mero 22.
s
i
s
Venda-so na rae da Madre da Dees a. 12, por
preco razoarel.
Para o carnaval.
i
Luras de ptllics de Jouvio e vestuarios para
os mascaras ; rende-se por menos de seu vslor
para ae fechar cootas : oa ra da Croa do Reci-
te, armazem n. 14.
armazem de fazendas
SE
Santos Coelho
Leocoes de bramante de linho a 99.
Cobertas de chita flnaa a 33.
Ditas s prego da 18800.
Cambraias pretas muito flnaa.
Colchas de fdirJo muito rindas 89.
Isteiras da India de 4, e 6 palmos de largo
proprias para forro de cama e salas. .
Lencoes de panno de linho fino s 28
Agodo monstro s proco de 00 rs. a vara.
Toalhas de linho para masa s 4}.


Para comprar boas mascaras psra o carnaval
a 320 rs. o muitos objectos para enfeitar vestua-
rios, boas luvas de todas as qualidadea, pandei-
roa a outros muitos objectos proprios psrs u car-
naval e para consumo das costureiras, que tudo
se vender sem reserva de preco por ser liqui-
darlo : oa loja de miudezas na ra do Queima-
do 0.27, que perleoceu a Jos Antonio da Silva
Araojo.
Vende se um piano de mesa muito proprio
para quem aprende : na ra da Cadeia do Recif
o. 45, esquina da ra da Madre de Dos.
Vendem-se as casas ns. 49 e 51 com am so-
bradioho ooa fundos, sito ns rna da Esperanza
ou Camtobo Novo do bairro da Boa-Vista, com
quintal arourado at o meio, cosinhs e algunas
arrores de tracto a cbios proprios : a tratar na
mesma ra o. 45.
Chapeos enfeitados.
Vendem-se chapeos enfeitados muito recom-
mendareis.psra as meninas Queesfo passsodo a
feala nos amenos arrabaldes desta heroica cidade,
a pre<;o de 2 cada nm : na ra da Imperatriz,
loja o. 20, do Duarte. Na dita loja cima acharo
continuadamente os senhores consumidores um
grande e variado sortimento de fazendas, tudo
baralissimo.
Grande pechincha
Superiores paletos de peno preto muito fino,
obra muito bem feita pelo baralissimo preco de
20$000 ris oa roa do Queimado n. 22 na bem
eoahetida loja da Boa F.
Aboafama

venda Arelas psra cintos o mais bem dourado que
poestvet e dos mais lindos gostos que tem rindo
a este mercado, pelo baralissimo preco de 29500
esda urna, carteins com agolbas aa mais bem
aortidas que se pode desejar, e em quanto a qua-
lidade ao pode barer oada melhor, pelo barato
prego de 500 ra. cada carteira, pennas de age ca-
liftrpfeta rerdadeiras a 20 cada caizinha com 12
usiao, ditas de laoca verdadeiras a. 134 s 19200
cada roza, ditos muito boas aioda nao condeci-
das a 500 rs. a groza : na roa do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fama nu-
mero 35.
Farinlia de mandioca.
Vende-se a bordo do hiato Siota Bitas, e tra-
ta-aa no escriptorio de Marques, Barros & C,
largo do Corpo Santo n. 6.
0 modernismo do Pavad
320ArU.
Acaba de chegar a este estsbelecimento as mo-
derniseimaa torlatajtas com pMminhas soltaa de
de corea muito delicadas proprias para veatidos,
rende-se 320 rs.o corado oa ra da Imperatriz
n. CO, loja de Pari de Gama & Silra.
As romeiras do Pavao
Veode-se liadissimas romeiras da froco mati
zados a 1| cada ma na ra da Imperatriz o. 60
loja do Pavao de Cama A Silra.
Mantas pretas.
Venaa-ee mantas de 616 fueoda merlo Boa a
4f ts. cada urna na raa da Imperatriz n. 0, loja
doPaToeGam*lva
Taberna
Tende-se a arofteso e perteoces da taberna da
nra da Imparattiz n. *, por nraaa razoarel: oa
pretendentes tppatecam, pois d negocio pe-
chincha.
VISITA
DE
Cartoea de visita de novo gasto
Cartoes de risits de novo gosto
Cartes de viaita de ooro gosto.
Urna duzia por 16^000.
Urna duzia por 168000
Urna duzia por 168000
Urna duzia por 16f000.
Retratista americano.
Retratista americano
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Boa do Imperador
Boa do Imperador
Roa do Imperador-
Cera de carnauba e fa-
rello de Lisboa
por moito menos que em qualquer parte, e tam-
bem cal de Lisboa muito nova por 5$500 : Teo-
de-se na ra da Madre de Dos o. 10.
Farelo de Lisboa
Na ra do Amorim o. 47, vende-se a 68000 a
aacca, do ultimo riodo de Lisboa no brigue Fio
rinda.
PEIXE
Duarte Companhia
reeeberam pelo ultimo vapor as seguintes quali'
dadea de peise o mais bem arraojado que se po-
de desejar em Utas lacradas hermticamente pe-
loa precos da 1&200 a 3| a lata :
Chourigas unas promptas.
Pescada assada e cozida.
Pargo assado.
Roblos dito.
Caralls em azeite.
Guras assado.
Nulas de tigelada.
Sarel assado. |
Sarda em azeite.
Coogro.
Lioguados fritos.
Ostros.
Atum marinado.
Tambem reeeberam pacotes de sal refinado a
240 rs. cada um e latss com feijso verde a 800
rs.: aos srmazens Progressiro e Progressista no
largo do Carmo n. 9 e ra das Cruzes n. 36.
Manual do processo commer-
cial,
seguido ds um formulsrio de todas ss acedes co-
nhecidas no foro commercial brasileiro, obra
mnito til a todos os negociantes e s pessoas do
foro, 1 rolume de 650 paginas encadernado por
59: vende-se na linaria econmica junto ao ar-
co de Santo Antonio.
Manual dos promotores p-
blicos,
ou eolleccao dos actos, attribuicea e dereres
destes funecionarios, 1 rolume por 4$: vende se
aa lirraria econmica junto aoarco de Santo An-
tonio.
Roteiro dos delegados e sub
delegados de polica,
ou eolleccao dos actoe, attribui(5ese deveres des -
tas autoridades, 2.* edico, 1 rolume encaderna-
do por7# : rende-se na lirraria econmica junto
ao arco de Santo Antonio.
Barato assim barato de mais
Sabonete finos.
A loja d'aguia branca recebeu urna crescida
quantidade de saboneles finos para barbas, os
quaes conrm a todos compra-Ios mesmo para
maot, arista do diminuto preco de 3# porquanto
se est vendendo a duzia. Para satisfazer-se aos
bonsfreguezes se render tambem em menores
porches, porm quem mais comprar mais lucrar,
porque assim barato nao aer fcil tornar a ha-
ver, e mesmo agora s ha na ra do Queimadu
loja d'aguia branca n. 16.
Coraes.
Em massinhos a 500 rs. cada um.
Em fios a 640 rs. cada um.
Em rollas de 3 fios a 2$500 cada urna.
Vendem-se muito bona coraes, em massinhos,
fios e rollas de 3 fios, pelos baratissimos pre?os
cima: na ra do Queimado loja d'aguia braoca
o. 16.
Objectos de phantasias
pulseiras de missangas.
A loja d'aguia branca acaba de receber um
bello e escolhido sortimento de pulseiras de mis-
sangas com borlas pendentes, obra de muito gos-
to, e o que de mais perfeilo se pode dar em laes
objectos, e as est vendendo a 1$500 cada urna,
tanto para senhoras como para meninas e pela
oovidade do gosto e apuro da moda nao tardaro
em ae acabaras que ha ns loja d'aguia branca,
ru Loja das 6 por-
tas em frente do
Livrameirto,
Chapeos de sol de alpaca a }.
Duzia de meiascraas para honem a
15200 e o par a 120 rs., ditas brancas
muito finas a 28500 a duzia, leo jos de
cassa com barra de corea a 120 rs cada
um, ditos brancos a 160 ra., bales de
20 e 30 arcos a 3g, lazioha para res-
tidos a 240 o corado, chales de merm
estampados finos s 59 e 6}, tarlatana
branca e de corea muito fina com rara
amala de largura a 480 rs. o corado.
fil da linho liso a 640 ra. a rara, pe-
Cas de cambraia lisa fina a 39, cassas
de cores para vestidos a 200 ra. o co-
vado, mussulioa encarnada a 320 ra o
corado, calcinbas para menina de escola
a 15 o par, gravatinhaa de trsnga a 160
rs., petos psra camisa a 200 re. cada
um duzia 2g, pegas decambraia deaal-
pico muito fina a 39500, pecas de bre-
tanha de rolo a 29, chitas trancezas a
220 e 240 rs. o covsdo, s loja est
aberta das6 horas da manhaaas 9 da
noite.
Vende-se um quartao bom e um
poldro bom : na ra das Cinco Pontas
taberna n. 93.
Escravos fugioo
Fugio de bordo do patacho braaileiro Es-
padarte, fundiado ao p da ponte relhs o es-
cravo Antonio, marinneiro, de idade de 40 ara-
os, de saco, rosto comprido, estatura alta, e
sigoaea 00 rosto, pouca barba, e bom polla tur :
pede-ae aa antoridadea ou pessoas que o acha-
rem, de o lerarem a bordo do dita patacho oa
na ra da Crut n. 3, em casa dos Srs. Amorim
Irmaos.
Fugio no dia 20 do correato de bordo do
patacho Caouam. o escravo crioolo oiarfnnel-
ro de ooma Antonio, idade 19 anao*^000 mais
ou menos, altura regular, relo eomr"0 e cm
alguna sign.es de bexig.a, leoo atgj "
I : quem o pegar le.-0 5,,*r?P J. 2!
Antonio Luto d% O reir A*e'* *C- roa d?
Cruz n. 1, ou a bordo% 4W P*Ucn0 ss
generosamente nuomf"**'


DIARIO DE FRMAJttUeO. SEGUNDA Flfli i ftfe MlftCO D i M,
Litteratura.
Das pacas que povoaram a Italia.
1j ri:a. e nacionalidades.
(Cunliouagao.)
Logo que nos affastsmos do berco dos potos, e
que pasaamos do eitado nmade e da socieda'de
primitiva organissgo poltica, vemos as rajas,
iogo distinctas, sahtrem do seu isolamenlo origi-
nal mislurarem-se.penetrarem e finalmente con-
findirem-se para formar um corpo de naci.
Quasi sempre a historia de deseavolvimento do
grandes estados, a dos imperios que dominaram
successivameote, nao seno a epproximecio li-
jre ou rpida de difTereotes ragas. A antiguida-
e toroeceria este respeito tantas proras quao-
to os lempos modernos, com esta differeuca, que
a mistura era menos completa e intima as so-
ciedades antigs, tanto por causa das ideas de
conquista, castas, escravidio, e do disliocgo ab-
soluta do cidado e do brbaro, como era razSo
mesmo do comego do mundo e das lembreogas
ainda persistentes d'uma grande diversidade de
origero. Esta uoiao, mal assegurada no mundo
anligo, tornou-se mais estreita com o progresso
do lempo, que pela acgio combinada do princi-
pio de centralisaco e attracgio, que sollicitam
uds para os outros os estados encerrados as
mesmas fronteiras, e, por assim dizer, disposlos
em grupos natura?-.
Mas precisamente este trabalbo de ajuntemen-
t<. de que pvovierao as grandes narres modernas
s se completou custa da distincgio primitiva
das ragas. Tal nacionalidade d'um carcter clara-
mente talhado, a da Franja por exemplo, e a da
loglaterra, s se formou pela reunio penosa,
violenta e muitas vezes at ioiqua e cruel das
raesa rivaes e ioimigas, mas certamente muilo
distincla, e cujo sentimeoto muito vivo de indi-
ridualida.de cada urna conservara.
A ideia", pois, de raga e de nacionalidade
cousa diversa. Ha urna nagao fraoceza, mas nao
ha raga franceza. Que poderia significar a raca
austraca? A expressio at de naco applicada
Austria sd se pode entender no sentido geral
de Estado ou Imperio, por que as partes que a
compdem sao mais depressa ainda conservadas
em justa posigio que unidas e confundidas. E' a
Terdadeira causa da situaeo critica desta moner-
cbu.
Quando ella comegou a ajuntar os differentes
poros, que vivem e eitremecem sob as suas leis,
os outros Estados modernos hariam j chtgado
urna combinego completa de seus elementos, e
por outra parte ella tratou com nacionaliJades
compactas e importantes, taes como a Hungra,
os Slavos a a Italia.
Esta ultima oagao revendicando sua liberdade,
ameaga quebrar boje os lagos da mooarchia aus-
traca.
Todos os seus povos protestan) em nome da
unidade de sua raga, e repellen] seu antigo pa-
rentesco.
O estado das origeos da Italia fernos-ha co-
nhecer em que sentido convem entender, e por
meio de que argumenta pode-se estabelecer e
justificar a unidade poltica deste paiz.
II
Incerteza das origent italiana.
Um historiador moderno, a quem deremos um
dos melhores livros sobre a historia dos Romanos
e povos submettidos ao seu dominio, considera
a questio da origem e filiago dos povos primi-
tivos da Italia como um desses proeessos hist-
ricos, que Instruem sempre sem nunca der-lhes
urna solugao de evidencia tal, que todos os espi-
rito! possam aceita-la, e conceder-Ihe torga de
cousa jnlgada.
O sabio professor de Rugby, Aroold, exprimu
pouco mais ou menos a mesma opino:
Os leitores, diz elle, que conbecem Niebuhr
ou a historia que Mr. Maldon coropoz para a so-
ciedade da propsgago dos conhecimentos uteis,
tairez Oquem a rpreheo didos da encontrar em
mlulia obra tao pouca cousa sobre a antiguidade
das differentes nagoes da Italia. Entretanto ests
omisso fui feita de caso pensado ; de urna par-
te, porque o assumpto nao pareceu-me pertencer
essencialmente historia aoliga de Roma, e so-
bre tudo, porque as pesquizis proseguidas hoje
com tanto ardor na llalli dio a esperaoga de que
poderemos obter em pouco tempo um conheei-
mento mais satisfactorio do que pode conse-
guir presentemente.
Estas duas grandes autoridades tal voz nos Dzes-
sem parar no principio da nossa tarefa, se pre-
tendessemos procurar a solugo deala problema
histrico, ante o qual o intrpido Niebuhr re-
cuou. Nossa empreza, porm. mais humilde e
mais modestas as oossas pretengoes. S quere-
mos tomar da scieocia os resultados adquendos
e os conhecimentos certos.
Nao necessario, para estabelecer a diversi-
dade das ragas que primitivamente povoaram a
Italia, decidir soberanamente o que forana esses
Pelagios misteriosos, cujo nome s, diz Niebuhr,
para a historia Terdadeira e seria um penoso e
desagradaval objecto. Nao tao pouco indispen-
savel pronunciar entre Micali, Miiller, Freret,
Amde Tbierry, d'Humboldt, Hanoer, Be-
tham e outros tantos escriplores, que resolvern*
da maneira a mais contradictoria as questes re-
lativas aos Tyrrhenios e Ktruscos, aos Ornnos
Vnetas, e aos proprios Romanos.
O exame critico de todas estas opioides e to-
dos estes systemas formada por si ao o assumpto
de um estado ioteressante. Observar-se-hta oel-
le como os eruditos de todos os pases parecem
ter-se ajustado sobre esta Ierra clstica, revindi-
cando cada um a maior parte para seus antepas-
sados na formsgo do povo italiano. Allemes,
FOLHETIJM
ORIGINAL 00 DIARIO DE PERNWUBUCO.
Italianos e Prancezes transformaran! em questoes
d amor proprio patriotismo os numerosos pro-
blemas qua offerecem sempre paciencia dos
crticos as origeos e o desenvolvimento de urna
grande nagao.
Assim, Micali v por toda a parte aborignes,
sl nos Etruscos, coja civilisagao era todava tao
original e differente da das populagdes fundamen-
talmente italianas. Nieburb, Msnnert eos autores
dalmatas sdvogsma causa oas colonias germni-
cas, slavas eillyrisees. Nosso sabio Frretum dos
meslres mais esquecidos boj da rita histrica
ero Franga, e Mr. Amdjie Thierry ttyerara a
honra de estabelecer a origem gaulaza dos Om-
brios. Bethan veio das extremidades do mundo
cltico reforgar seus argumentos, tentando arran-
car das taboas eugubioas as proras do desenvol-
viraento da influencia gaulea na Italia.
No meio da todos estes conflictos de erudigio,
ha um ponto em que tolos estes systemas eslo
de accordo, a grande variedade das tribus, que
concorreram para povosr a Italia. Ha nislo urna
verdada manifest, que rompe a obscuridade na-
tural desses lempos remotos e aalrevas facticias,
cuja mullidlo de crticos envolveu o bergo do po-
vo rei.
Pasearemos em revista essss phalaoges aprea-
sadas, que vierom encontrar-se e conundir-se
na pennsula, desde os Alpea at o eslreilo de
Messioa, at a poca em que a inflo poderosa de
Roma estendeu-se, e pesou sobre ellas, para sub-
melle-las ao nivel J'uma dominagio commum.
Mas a propria Roma, creando a unidade poltica
do mundo antigo, nao creou a unidade nacional
da Italia.
Quando sea imperio se abala sob as ondas dsa
inTases barbaras, o que Montaigne chamara a
medonha machina, se desconcerta ao primeiro
choque.
A Italia torna-se o fim de todas as expedices
e o prego de todas as victorias. Como outr'oura,
antes da fundagio de Roma, ella receba de todos
os lados populagdes estrangeiras que, pelos cami-
Qhos dos Alpes ou pelas seiscentas leguas de cos-
tas, de que acercada, a inuodam, penetrara, e fi-
nalmente subjogam-ne.
Recomega o cahos para elle, e Roma, que per-
deu o segredo de seu sotiga politice, nao sabe
mais domina-Is, nem uni-le. Quatorze seculos
de fraqueza e divisdes rao succeder grandeza e
forga dos antigos lempos.
Nao pagaram elles adiintado o triunpho da in-
dependencia e unidade que a Italia celebra hoie ?
III
Epocha pelgica.
E' sempre muito difficil reconhecer quaes fo-
ram os primeiros babitaotes de um paiz. Na dif-
fuso da raga indo-germnica d'Oriente ao Occi-
dente muitos poros se saccederam ; elles occa-
param alternativamente as quatro pennsulas da
Asia menor, Grecia,Italia e Hespanha. ntreos-
las tribus, a mais antiga foi sem contradicgio a
dos Pelagios.-
Diooizio d'Halicernaso e Psusanies dizem qae
elles chegsram Italia djesete geracoes entes
da guerre de Troye, isto comego do XVIII se-
clo entes da era christaa.
A choronologia volgar trez Enotruz i Italia em
1837, e um ceno Nanas ou Nanas um scalo de-
pon, em 1736.
A maior parte das traficos da Grecia mostrro-
nos esses Pelagios espalhados principio ns Thes-
sala, d'onde a invasio|hellenica devia expelli-los
um da. Elles se langa rara sobre o Epiro, d'onde
nao lardaram a pasear i Italia.
Suas numerosas tribus linham os oomes de Peu-
cetios, Dauoios, Messapios, Salentinos e Calebre-
zes. Tal vez se devesse juotar-lhea tambera os Si-
culos ; ao menos a opinio de Paustotas.
E' possirel todava que eate ultimo poro, assim
como os Peuceiios e Siburoios. dera-ae uoir
raga illyriacs. Esta confuso nao de mais tao
embaragosa quanto parece primeira rala.
Nao se poder duvidar de que, em seu movi-
meoto de retirada para o Occidente, os Pelagios
levassem aps si sigumai tribus illyriacas, es-
palhadas no Epiro e na Dalmecie.
De outro lado, a Illyria, segundo toda a appa-
rencia, foi primiiivamenla habitada pela raga pe-
lgica, e s muito mais tarde os Slaros nella
penetraran) e se eatabeleceram, e formarem estas
populagdes mixtee, accumulaoes na costa orien-
tal do Adriaco e nes dues naacenles dos Alpes
dinaricos, isto os Dalmatas, os Ardios, os Si-
buroios, etc.
A quasto maia difficil aaber se os Pelagios
oram os primeiros hsbitantes da Pennsula, e se
colonias Uiooinos, Messepios e Sicwlos, de quem
acabamos de fallar, e cuja emigrago ae remonta
eo XVIII aeculo, nao encontraram populacoes j
filadas 00 slo.
Quees eram entao essas populagdes ? Deremos
reeonbecer nellas urna primeira geragao pelgica,
estabelecida na Italia desde os mtis remotos lem-
pos ? Se existia um poro primitivo, cajo lugar os
Pelegios viessem tomar ou restringir o dominio,
que relagio ha entre esse aborigines e os solnos
estrangeiros ?
Nao provavel que a pennsula italiana espe-
raste at o XVIII aeculo para recebar teas pri-
meiros habitantes, quando em urna ribeira qae
nao esti effastada, a civiliaagao contera no Egyp-
to mais de dous mil auoos de existencis.
as tradigoes da Galia, ou, para fallar nait exac-
tamente, as da raga cltica, ae remontara mallo
maie. pois que os Celtas j eram asis poderosos
no XVI aeculo, para enriarem colooiaa .Italia,
e apoderar-se da Hespanha, d'onde expelliram aa
tribus iberiaa de Sicanos e tatrez de Sigarios.
Urna peoioaula tao favorecida da rtatureza nao
poda ficar em deserto, emquanto em torno della
a Hespanha, a Celia e a Grecia encerraran! nu-
merosas populagdes.
Exista, pois, ua poca em que os Pelagios rie-
ran) poroar a Apulia e e Calabria urna raga ind-
gena espalhada do eslreilo de Menina at o rale
do F.
E' esaa raga que sob os nomos variados d'Oscoa,
Kmmm imgtiia.
CI
suhuario. A Resenta Martima n. 94 de 7 de
Janeiro.4 Aclualidade de 25, e o Epaminon-
das do Correto da Tarde da mesma data.
Quando escrevemos a nossa Retenha n. 94, pu-
blicada no Diario de 7 de Janeiro ultimo, esta-
ramos em um desses momeotos de profundo
desanimo, que soem accommeller ao homem qae
se dedica ao esludo da marcha de seu pais, e e
v lente e embaragada.
Pensramos, principalmente, na triste sorte da
marioha de guerra brasileira qae, por mais de
um quarlo de seculo estere entregue direcgao
de pessoas estrauhas reparligo, que, emoora
fossem capacidades politices, eram incompeten-
te! para a suprema adminislragao da marioha,
que requer mais do que tlenlo administratiro,
pratica das couses que depender delts.
E' erdade que se dira, para justificar este tac-
to anormal, que nao haria necetaidada ds um mi-
nistro proflssional; porque ao priocipio o quartel
general da marioha, e aa diversas commisses
que se eresvam ad hoc, e depoia elle.e o coose-
lho oarel, preperavam ludo, e aconeelhevam eo
mioislro o que devia fszer; sendo deate modo re-
presentado o elemento proflssional na expedigo
dos negocios.
Mas a experiencia denota va aempre o contra-
rio ; porque, se ministros houve qae liveram o
bom senso de guiar-se por estss consulta, ou-
tros appareceram tambem qae nenhum ceso del-
tas Gteram; nem dos generaos do mar, que mais
habilitados ae acbavam para indicar o que era
conveniente. Assim, em muitos casos, taes re-
partieres s serriram para acobertar a respoosa-
bilidade de aemelhantes ministros; porque nin-
guem podia suppr que, por deliberagao propria,
elles tomavam eata ou aquella resolugao impor-
tante, Dao raraa vezea em opposigao aos conse-
lbos dos profissionses.
Ainda quando a experiencia nao fallasse com
sua autondedji inconteetavel; a razio dia qae
aquella argumento nao poda proceder; porque o
ministra) profano nao ealava habilitado a ajuizer
a conveniencia ou desvantegem do cooselho para
adopta-lo, ou repelli-lo.
E se a preparacio dos profissionaes era loffl-
ciente, nenhuma oeeessidade havia de um mi-
nistro da marioha, que sem voniade sua, aa tor-
nasse aaeim um eutomato para aaaigoar papis.
Eutretanlo, para se recoohecer a elevade con-
veniencia administrativa de dar-se a pasta da
msriohe um official de meriohe, como se dar
oda guerra i um official do exercilo, foram pre-
cisos tantos annos; foi necessario que o* proras-
sernos com toda s evidencie, incorrendo logo no
deseffecto dos que lioham interesse na conser-
vado do ststuqaol
Pensaramoa ainda com abetimento em que, por
mais um desafio da falalidade, depota de ama or-
phendede lo prolongada, chegra a occasio de
ter a marinba sua teita um dos sous mais que-
ridos e mais distinctoa chefes, justamente quando
o paiz arcara com ama aituagao financoira inlo-
lerarel, 1 qae s se podia fezer face com a maia
severa economa ; pelo que se via interamente
amarrado aquella chefe, e impoesibilitedo mete-
rislmente de reparar oe loogoe melea qae conhe-
cia mais do que niogera, e exposto a perder aa
sympathias e coofiaoga que inspirara aos seus
companheiros d'armas, que fossem menos reflec-
tidos, e o quizessem tornar respeosarel dos pou-
cos fructos da sua administragio em ama poca
cheia de embaragos.
Lamentramos qae, quando nao postulamos
diques, tivessemos navios, e que boje qae con
seguiremos este grende e importante, elemento
de conservagSo de urna eequadre, eatea navioa
desapparecessem, sem poder-ae substituir I
Assemelhamo nos neste ponto ao ferrtiro da
maldico que quando tem ferro nao tem earvo.
Estes reflexoespor sua natureza lio desagra-
daveis; o fado de homena distinctos do paiz
romperem em opposigao desabrida contra o mi-
nistro fardado, por ama fantasia inexplicarel, ou
tairez por espirito de classe, e despeito de velo,
afloil, fezer urna solugao de conliouidade ton-
ga serie de hachareis, que constituirn) o minis-
terio da marioha cono que um feudo de classe,
todo isto sobre maneira nos afliga ; e ainda mais
nos punga o desgranado espectculo de tantos
navios de guerra fatalmente perdidos oestes l-
timos tempos, commsndados, entretanto, por of-
ficiaee mu acreditados na armada, que at agora
haviam dado ionumerac provas de pericia e ha-
b li da de em eguaes commisses,
Nesta situacJo de espirito nos acharamos quan-
do aportou 6 Babia o Oyapock, sabido da corte a
SO da dezembro, e por elle recebemos cartas de
um amigo fidedigno, na qual, tratando dos nego-
cios ds marioha nos commuoicava fados mu re-
prehensiveis occorridos no porto de Lisbos S bor-
do da curveta Bahiana, e no Rio de Janeiro,
bordo da caohonheira Maracan, (actos qae sam-
memente nos impressioaarem, a deram origem
Resenha citada, que ento ecrevemos para en-
viar pelo mesmo paquete para Peroambuco.
Nenhum peoaamento remirado guiou nossa
peona ; e bem longe estavsfB de suppr que se
qaizesse eoxergar nos seda tegumentos ama of-
feosa illustu^orporago, pela qual constante-
mente temos iprfiado, ou urna opposigao viru-
lenta ao actuwTSr. ministro da mtrinba, que
sempre e hoje tfplsudimos; porque nella depo-
sitamos plena cooflaoge, nio desmentida ainda
pelos actos de sua alministragao.
Opicoe, Aueeoes, Auraocios, Volsco, Sabellios ou
Sabioos e emfim Semnitaa, ar-fMae a aeis anti-
ga da popultcio d'Itilia;
T1*nlr;S"hU d'-**. e mtia remote
antiguidade, o nome com mus de raes italiana,
se oo se soubesee que esta denomiooc*) pr?-
clpio appliceda exclusivamente 1 urna porcia)
muilo pequea da Apulia. s teeslendeu succefr
airamente I enliga Ierra dos Opicos, os no tem-
po da expedigo de Pyrrbo foi dada i regio com-
prehendida ao cul do lubicon e da Hacra.
Emftiri, a Gilia ciealpina s foi ah comp'rehen-
dida no tempo de Augusto, e foi ento smenle
que o nome da Italia estendeu-se at os Alpes,
epots nao rariou.
PermiUa-ae-nos que insistamos nesta extensio
progressiva do nome da Italia. E' urna particu-
laridad notare!, que pdelangar alguma luz so-
bre as sotiguidades dease paiz.
O habito de estudar a historia nos autores clas-
slcos do tempo da Augusto, traz ao espirito nma
confuso ioevitivel. Estes escriplores nao empre-
garam outros termos, para desigoarem a penn-
sula, cuja penosa conquista Roma acabara. O
proprio uso deste nome fot um resultado desta
conquists, a unidade qae Roma impozera a tan-
i tas tribus distinctes treduziu-se na tingue.
Mas dorante os coco seculos, que os Romanos
empregaram, para subjugarem a pennsula, nao
| coobeceram o nome da Italia. Esta expreasio nao
fra ouyida pelot contemporneos de Cincinato e
Capilulino, nem mesmo pelos de Papirius Cursos
on de Curios Deotatus Harie ento Latinos, Her-
oicos, Ecos, Volscos, Sabioos, Ssnnitos, etc., mas
da Italia nio ae tratava.
Duas causas sobretudo honram este nome : a
primeira que a historia romana com algumas
excepges, fot logo escripta pelos Gregos, e estes
designaran) todo o paiz pelo nome particular que
se applicava i ama poreio de Apulia, e que era
lomado de um dos hroes de suas tradigoes, Sts-
lus filho de Telegooia e neto de Ullysses e Circe.
A' proporgio que seut conhecimentos geogra-
phieos se estenderam no peiz, isto nio embara-
gou, como o dissemos, es partea cada vez mais
adiantadas pare o norte. A segunda causs qae
urna rez que Roma submetteu todos os outros po-
ros, que tbe eram riziohos, sem faze-los comper-
ttther dos mesmos direitos dos seus proprios ci-
dados, creou por isso mesmo um antagonismo
poltico e urna oppoalgo de inlereases entre a
cidede soberana e as sojeitss. Estas vieram subs-
tituir as antigs deoomiuages, que, depois da
perda de sua independencia, nio expriman) mais
urna realidade histories, por um novo nome que
os confundi, n'um mesmo grupo em face de seus
dominadores.
O nome de Italia tornou-se entio, durante um
periodo baatante longo a antilheae de Roma.
Elle figura pela primeira rez com esta algntfl-
cagio incontaatevol durente a guerra social, quan-
do a Italia chegoe a ponto de lornar-ae urna re-
publica de que Corfioium (Saoferino) devia ser a
capital sob o oome de Itlica.
As leis Julia e Pleutia Papiria (9089) affealt-
ram este perigo ; mas o nome de Italia flcou des-
de entio em toda a pennsula.
Entretanto tornemos aos Pelagios. Do XVIII
ao XYI seculo, dominaram elles na Italia, e po-
deram assigoar-lbet aa potigoei seguintes. Os
Siculos oceupavan as mergens inferiores do P,
onde o historiador Hellaoicua Ihes di a cidede de
Spina (t'rimaro), cujo nome foi dado i foz a mais
meridional do rio (Spineticum Ostium). Dizem
que eata cidade, fundada por GSootrus foi urna
das mais florescentes colonias pelagices, porm
destinada i urna prompta decadencia.
Dere-se crer que o dominio deste poro se es-
tendie sobre os dous mares, pois que acheram-no
tambem estabelecido na foz do Amo: Eotre este
rio e o Tibre, os Pelegioa Tyrrbenios se eatabe-
leceram. Elles ediflcaram e fortificaran) as cida-
das de Crestooe, Pyrgi, Agylla e Alsiato, cujos
oomes teera urna aemelhange grege irrecusavel.
Assim, echam-se Pyrgos em Tbriphylie, Aleos
na Arcadia, e o rio Alsus na Achaia. Agylla,
depoia denominada Core, lembra o nome de C-
ralos, que leve ontr'ora a cidade de Gnoaae na
ilba de Creta.
O nome de Pisa nao tem necessidade de com-
menterio ; o de Terquinios revele o nome de seu
fundadar, Tharcoo, origem beltenica, ou pelo me-
nos pelgica. Esta ultima eidade e a de Core con-
servara m a lembranga da antiga patria, e tiveram
aeu theaouro em Delphoe, segundo o uso dea ci-
dedes gr >gas. Pelo que respeita ao ponto de par-
tida desses Tyrrhenios, vieran elles directamente
da Sydia ou da Grecia ? E' o que nio poderia de-
cidir a mais penetrante erudigo.
O qua nos importa reconhecer seu parentesco
com os Pelagios e encootrar nel les colonos es-
trsugeiros da raga dos aborignes italianos. Por
outro lado oa Apeoinoa no Picenum, dominaram
ainda ot Siculos, tem duvida tenhores da Om-
bra.
A partir desta provincia, o dominio pelgico
era interrompldo peles tribus sebellies at a pe-
nnsula de monte Garganut. Ahi se encontrara
este poderoso povo sob ornme de Deunios, Peu-
eetios, Murgetios, Japygios, Messspios, Calabriot
e Salentinos.
O resto da Italia, isto a Sabine, o Semnio, o
Sacio, a Campela, a Sucanie e o Brucio, nio
parece ter aido oceupado pelos Pelagios. As po-
pulacoes osess e sebellies se msntiverem e iotrln-
cheirarim ah. E' al provavel que em alguns
desles paizes, os aborignes e os Pelagios tendes-
sem a confundirem-ae, o a formarem urna popu-
lacho mixta.
IV
Invaso ibrica. Ot Liguriot.
Ao norte, Italia s apreaenla duas passsgens,
a doa Alpes martimos, lio celebre na historia
modena aob o nome de estrada da Corniche edot
Alpes illyritcos.
A primeira deu paaaagem na extenaio do golfo
de Liguria ie populegoes ibricas. Os Illirioe e
Portento, muito noa aorpreodeu, nio a o arti-
go da redaegio da Actualidade de 25 de Janeiro,
como um celebre commuoicado do Correio da
Tarde, asaigaado por um Epaminondea da men
tira ; que nem tambando falla a vtrdade, que
noaemprestam aemelhsnte intencio.
Cahiaaos das nurens quando, releodo estafa-
ou Retenha, queae pretenda transformar em
um pomo de discordia, nio achamos nella a me-
nor eipresaao qae sutorise esta idea singular;
antes pelo contrario, rimos ahi maia proras des-
ta dedicagio nio interrompida ao digno ministro,
como demonstraremos.
Que o orgio da opposigao se apressaase em
aproreitar alguna trechos, que Ihe pareceram
proprios psra especular com elles ae eoncebe ;
mas que, um escriptor qae se diz amigo do go-
reroo, tomasse a si a odiosa tarefa de calumniar
nossss intenges, de offeoder-nos com supposi-
ges iofames, que repellimos com toda a energa,
o que nos parecen extraordinario; e estamos
coorencido de que o proprio Sr. ministro de ma-
rioha ht de ter-se incommodado com tanto xelo
(iharitaico, porque maia habilitado esti para ava-
lar a iojustiga que soffremos.
E eomo se queira tirar partido deate eseripto,
destacando alguna dos seus periodos que se po-
dara prster a certos manejos, nio hesitamos em
francamente explicar-nos.
Hoje ssbemos que aquellas saccessos nio li-
oham a graridade com que nos foram descriptos ;
qae foram mu exegeradoa peto noaao informan-
te, qae, sem premeditar, impellia-nos a pintar a
situago com corea lio carregadas.
as marinhasmais bem constituidas do mundo
elles se tem dado, se dao, sem inconveniente
para a disciplina.
Mas, concedemos por um momento que tudo
fosee da mais completa exactidio; qae culpe ae
poderia altribair ao Sr. ministro da msrinha ? A
mesma que Ihe resalta por desarrorar um navio
de um maetaru, pelo que j o criticeram.
E que nos nio pretendanlos respoasabilisa-lo,
se conhece claramente destas expresses queem-
pregamos a sio acontecimenlus seguidos, que
< dsnunciam a existencia de um rielo profunda-
mente enraizado.
Ora, lgicamente nio se de ve imputar i um
mioislro de oito mezes a existeocia de um vicio
profundamente enraizado, e muito mais se revelte
que Diocommetlemos esta grave iojustiga quan-
do adianto pedimos, i esse mesmo ministro que
nos legaste o beneficio de um cdigo minucioso
em sua honrota e honesta administrado, para
o que tem elle toda a habilidade.
Urna adminiatragao que acorogossse a indisci-
plina, e a Inaubordineg&o ; que lirasae o presti-
gio e a coosideragio aos commandantea, nao po-
deria ser por na denominada de honrosa, ho-
nesta e hbil, seno por um contraaenso.
Mas perfeitamente se conhece nosso pensamen-
to de apoiar o ministro da marioha actual, nofse-
guinte trecho:
c Pois bem; assim como sem cenar temos
taires tambem urna boa parte dos Pelagios chega-
ram pata segunda.
Oa Stanos habitaren) primeiramente a Hespa-
nha. O rio Sicanus ou Sicaree (hoja a Segre) re-
cord aaa antiga estada neete paiz.
Segando o uso, dereram elles o nome a um
rei antigo chamedo Sieaoos. E' impossirel da-
terminirem-se as causas que os expelliram de
suas primeiras habitegea.
Telrez fuglssem dos Ligarios, que ordinaria-
mente os seguem. A poca de sna entrada na
Helia meie fcil de eer fizada.
Ella coiocide prorarplmeole com a iorasio dos
Celtes na Hespanha ; e na diffuso das tribus
clticas que se dar procurar a explicego doa
primeiros morimentos, que expelliram as popu-
legoes primitivas da Italia.
Foi no XVI scalo que os Celtas, penetrando
oes passsgens occidentaes dos Pyrineus, rechaga-
ram aa tribus ibricas nosul da peoioaula hesps-
nhole, ou aa forcaram a que" se langassem nos
Pyrineus orentaes, e ella propries fizesaem pe-
loa desfiladeros da Perche, de Pertus e Banyuls,
ama iorasio anloga a que os Celtas empreen-
deram na extenaio do golfo, de Bysceie.
Entio os Iberios septentriooaea ou Sieaoos, se-
gundo as costas do golfo de Liio e Genova, des-
ceran) Italia por um caminho perltelo eo rio.
Repellirem sa populagdes pelgicas que, como o
vimos precedentemente, occaparam a parte in-
ferior do ralle do Arno. Como chegaram elles a
atrareaaar o territorio dos Pelagios tyrrhooios ?
Que resistencis experimentaran) de sus perle ?
Como explicar-se que os Tyrrhenios, que oceups-
rem grendes ci tades fortificadas, e caja civiiiaa-
gio era assis desenvolvida, fossem expellidos por
esta iorasio ?
Sio onlros tantos problemas que, por assim di-
zer, nascem aob oossos passos, proporgu que
proseguimos nesta queatio deorgensitalieoas.
A historia nade diz sobre oa antigos acooteci-
mentos. E' certo todaria que oa Sieaoos chega-
ram ele Cempaois, fazeudo iranlea dillee a tribu
dos Siculos, qae a pouco e pouco aproiimou-se
da extremidade meridional da Italia; com tudo
eate ultima tribu cootiouou a oceuper urna gran-
de parte da pennsula. Ella reaialiu no Latium,
elliaodo-se telrez s populagdes latines ou abo-
rgenes ; ella nio perdeu logo interamente os
estabetecimentos que formara na Ombra e aosul
do P. Dara um dia expellir por aua rez os Si-
canos da Campaoia. Essa mudanga a se con-
cluiu no fim de austro seculos, quendo os Elrus-
cos invadiram a Italia, cerca de mil e duzentos
annos ames da era christia.
Assim, no segundo periodo do anoo de 1600 a
1200 a Italia estera deste modo deride depois 4a
invaso dos Iberios: os Sicanos oceupavem o
rererso occidental do Apeoino desde a Mscra at
Silarus.
Has esta liaba de oceupagio era quebrada no
centro pelos Pelagios tyrreheoios, estabelecidos
do Arno ao Tibre, e pelos Siculos misturados no
Latium com os aborigines. Estes (eomprebende-
los hemos aob o oome de Osese Sabellios) occa-
param a regiao central e o alto paiz, Sabina e
Samnium. Os Pelagios dominsrem e Apulia.
Emfim ; a nascente do Adritico, desde o Ater-
nus (Pescara) al os Alpes, e as costes do golpho
de Genora, de Ver Mscra, ersm habitadas por
tribus conhecidas pelos nomes de Llbornios, Om-
brios, Veoetaa, Carolos e Euganios d'um lado, e
d outro pelos Ligurios. Primeiramente oceupar-
noa-hemos deste ultimo poro. Os Gregos daram-
Ihe o |oome de Ligyos. Sea origem muito de-
batida. Scylax no seu Piriple os distingue dos
Iberios. Catio, lio sebio nae antiguidades da
Italia, declarara ignorar' a origem deate poro.
Sernus (XI, 701, 7t5) e Dionisio d'Hsrlicaroasa
(I, e 10) confessara o meamo. Virgilio, a quem
ae dere conceder como grande autoridade em
tudo que respeita i Italia antige, nao se esqae-
ceu dos Ligurios, quando passa em revista os
confederadoa que a Etruria foroeceu a Eoeas.
Depois de ter enumerado as cidedes tyrrehe-
niss deCIusium, Coss, Populooie, a ilba d'Elbe,
Pise, Cosre, Pyrgt, e Grevisca. assim se expri-
me : < Nao la esquecerei, Cinyrts. tu que guias
lio intrpidamente os Ligurios ao combate, e
Cuparo que acompanha um punhadod'homens.
(Eneido, Lir. X, r. 185 e 185.)
O exame dea tradigoes relativas a estes dous
personagens permitlir-oos-ha propor sobre a ori-
gem dos Liburnios urna opino differente da que
commnmmente adoptada.
Cuparo, aeguodo dizem, era filbo de Cycous e
neto de Slheoelus, rei da Liguria, m estreito
parentesco una esta familia a de Phaton. Nio
ha durida que esta fbula tinha urna origem
grege.
De todas as explicegdes que a tal respeito qui-
zeram dar, a de Plutarco a mais natural. Este
historiador diz que houve rerdadairamente um
Pbaton, que reinou sobre os Molosslos, e afo-
gou-se no P ou Erdao. E' aioda ums prora
das estrellas relages, que uoiram desde a mais
remte antiguidade a nascente huleniea e a ita-
liana do mar Adritico.
O persontgem de Cioyras nao perteoce i tra-
digio, que uoiu Cycnus e Pbselon; mas sea no-
me tem todas as sppareoctaa de urna origem gre-
ge. E' o mesmo que a d'um rei de Cypre, pae
de Myrrhe e de Adonis.
Encontrem-no na cidade de Cinyre e nos Ci-
oyradea que erem perlencentes ao sacerdocio de
Venus em Psphos.
A'vista das indicares que se podem tirar des-
tes dados da fbula, ioctinam-se a rejeilar, como
Niebhur e Miceli, a origem ibrica dos Ligurios.
A iocerteza de Cali e Dionisio sobre sua ori-
gem, a assetgio de Scylax, que, como rimos,
separa-os formalmente dos Iberios, dio ainda
mais firmeza a esta opino.
Todava dere-se ir at identifica-los com os
Siculos? Micali e Niebuhr no receieram faze-
lo. Este ultimo declara positivamente que elles
nio sao Iberioa nem Celtas. Entretanto afflrme
propugnado por estes legtimos interesses (direi-
tos da officialidade da armada): assim como noa
temos grapado eo ledo delta contra o poder des-
cuidado oa indifferente;eseim tambem deremos
nos reuoir agora ao poder contra ella,eomegar
e fallar nos deveres que se achara desprezados.
Quem este poder ao qual agora nos iamos
reunir?
Seri o sultao da Turqua, ou o imperador da
Cochichina?
Nao temos o dom da ubiquidade psra presen-
ciar toda? os acontecimentos de nossa esquadra,
e por forga haremos de escrerer, a maior parte
das vezes, pelss informsgaes que recebemos. Isto
succede a todos os jornaes, e nio de admirar
que o mesmo se desse comnoseo. Seriamos dig-
nos de censura, se continuassemos a persistir no
erro, depois de convencido delle ; mas bem se r
que por amor da justica e da rerdade nio duri-
damos fazer esta rectificagio.
E por ventara segue-se que tenhamos feilo
urna injuria marinba, por conaequencia a nos
mesmos, dizendo que ha nella insubordinados e
relaxados?
Se assim fra toda a aoeiedade se devera of-
fender, quando se diz que nella ha ladrdea, as-
saisioos a malvados de outros crimes I
Nio ha bom sem seoao, e os offieiaes briosos e
capezes da armada ji nos conhecem muitos an-
nos, e sabem|quanio Ihe somos dedicado. Nao ma-
reen) outros'a reputegio da marioha imperial,
que nos nio o faremos.
Que o patronato o quinto poder do estado,
ouvimos nos proclamar por muita gente elevada,
que aabe mais disto de que nos ; nio flzemos
mais do que repet-lo, sem referencia ao aetual
ministro de marioha,que tem tido a coragem no-
tare! de destruir certos ninhot das proriocias,
altrnenla protegidos, e de sustentar a disciplioa
com medidas sereras, como fez nesse caso da cr-
rela Dout de Julho, que nio 4 tao triste, como
psreceu ao Epaminondat, e de que nem ao rae-
nos nos lembraramos quando rsbisesmos a Re-
senha, qae despertou o seu tanto fervor.
Estes tactos abonara a sua independencia, e o
excluem da censura qae deeorre de nossss con-
siderares geraes n'aquelle eseripto.
Provado- assim que nella nio ba opposigao aos
actos do Sr.' ministro da marioha, resta-nos repel-
lir a instnaagio ariltadora docommaoicante.
Nerrando o Epaminondat, que sempre elogia-
mos o Sr. chefe de esquadra, Joequim Jos Igna-
cio, mostrou-se miu historiador, sqnecendo-se
de doas ciretmstenciee notareis, quedereria tor-
nar sensiveis aoa leitores. Indica assim que o seu
intento era a lsogaroos o odioso. A primeira
que sustentamos constantemente aquella chefe,
muites vezes al em opposigao aos proprios mi-
nistros da reparligo, nio teodo em mira atoio
promorer os interesses da marioha ; isto quen-
do nenhuma esperanga haria de que elle subiese
ao ministerio : a segunda qae, no acceso que
preceden i aua mais brilhente ascengio, conti-
nuimos i sustenu-lo, em. mudar de liogasgem,
que oceuparam futr'ora todo a-aeiz que se estefl'
dedos Pyrineus.ao Tibre, at ao Cerennas e
Alpes helvticos. Infelizmente a lingua ligara
desappareceu de todo.
Nem mesmo delts fieoa resto algum de iascrip-
gao para aclarar o caminho doa crticos.
Se eonsultarmos ot notaos de suas diversas tri-
bus, nao offerecem relagio alguma cota oa nomes
pelagtsoa oa hulaoicos; atas se* genero de sida
e coatumes os aproximan) das populagdes] illyri-
casy*isio dos Liburnios e Siculos, e conseguio-
lemente doa Pelagios. .u.cgmu
Oussranios apoiarmo-nos ainda aqu sobra o
testemunho de Virgilio, que poe os Ligurios no
oumera des populages verdedeiramoote italie-
naa: Esta Ierra, diz elle, Miando da Italia,
produzlu a vlente raga dos Marsios. a mocidad
eebellie, o Llgano, eodurecido no trtbslho, eos
Volscos que eombaiiam com o chugo.
nao ro odifferentemente e ao acaso qae o poe-
LaSfaeS utM 1ait0 P0T0. M". Sa-
bellios, Ligurios e Voleos.
Neo podemos ver nos Ligurios urna daa maia
enligas tribus da Italia, que a invaso pelgica
Sabellios? rMl ab"g<"e. seos e
Roma, -transportando qusrenta mil Apuanos.
pere o paiz dos llirpaoos, afim de acabar com
sua nfatigavel resistencia, s cooseguiu entio
reun-loa aoa seos e Ssbelleos.
Elles pelo menos apreaenlam com este povo
misterioso, denominado seos, o seguinte ponto
de semelhanga, a saber: que tanto una como ou-
tros nao nos deixaram monumentos de sna civi-
Iieagao e liogui. Esta hypothese aproximarse ds
aaaergio mu positiva de Niebuhr.
Lehuerou, lio instruido em ludo quanto diz
respeito amiga Galio, exprimiu urna opino
mloirameote cootraria. Elle faz doa Iberios um
povo idntico aos AquiUnios, Isto aoa Ligurios;
e apois este assergio em algumas provas solidas
reio que respeita aos Sicanos, sus origem ib-
rica nao parece duvidosa (Thucydacle, L. VI, C.
Os Liburnios e Veoetas conlribuiram tambem
para embareger a critice.
Micali identifica oa Liburnios com os Pelagios;
mas nio se ignora que este ssbio tsmbem com-
preheade os Illyrios nos Pelagios ; e estes pera
elle nao sio outra cousa que os Oecos, isto s
raca primitiva e fundamental da Italia.
Esta opino pode-ae fundamentar nesta obser-
vagao, que os Peligoios sao ordinariamente con-
siderados com osPretucioe eomo um resto de re-
ge liburoia, e que todava Ovidio, que era Pelig-
pio, considera eate poro como Sebino de origem
(Ovidio, /oueloa. L. III, r. 95).
Os Vnetas apreseotam urna difflculdade ainda
maior. E urna circumalaocie digoa de cooaide-
ragao a existencia de um poro deste nome em
tres extremidades dirersas da Europa : oes praias
do msr Bltico, ontr'ora chamado Sioue Veneti-
cus ou golpho de Voles; os Armorice, em
Vaones (Veneti) ; em fim no golfo Adritico, na
Venecia.
Msnnert sustentou a origem Slara daquelles
povos: Todava nao se poderi duvidar do carc-
ter cltico dos Vnetas da Armorica. Parece
impossirel cortar esta qaeso como a da filiego
dos Carnese Euganios que com oa Vnetas con-
correram a povoara ascenle italiana dos Alpes
crnicos e julianos.
V
Invato ombriente.
A tribu dos Ombrios creou os mais eaclarectdos
e apaixooadoa de bates. Alguns autores querem
qae, pelo anno de 1,500 antes de Jess Christo,
povoegdes geulezes designades pelo nome clti-
co de Ambra ou Valeotee, tivessem invadido a
Italia.
Descendente dos Alpes occidentaes se estabe-
leceram no valle do P, oceuparam-no todo, e,
penetraodo na Italia central, expelliram os Sica-
nos, Liburneos e Siculos, que todava a cede-
rn) depois de ama tonga resistencia.
Com effeito Thucydades e Dionisio d'Helicsr-
neso fixsm a retirada dos Siculos duzentos annos
depoia de guerra de Troia, isto no dcimo se-
cuto pouco maisou menos antes da era ebrista.
Os Ombrios dividiram em tres partes os paizes
que oceuperem : a Isombrie ou Baixa-Ombna
no valle do P, ioferior e Olombria ; ou alto Om-
bra eotre o mar adriatico e a cadeia dos Ape-
ninos ; e a Velombria ou Ombra martima entre
os Apeoerios e ornar Thyrreou.
Na verdede elles oceuparam urna parte da E-
truria ; e Serrius (Liv. X v. 201) attribue aos
Sarsinalas, urna das suas colonias, a fundagio da
da Perugia ; aioda hoje as visinhanges de
monte Gargaao recordara por muitos modoso es-
tabelecimento e progresso da raga ombrieose:
encontram-se ahi os ralles de Degll mbrt, Cati-
no d'Umbria e Cognetto d'Umbria.
Porali oa Ombrioe esta vara prximos das pos-
sessoesdos Pelagios da Apulia.
Nio ae pode por em durida o poder que es-
te poro adquiriu na Italia e a antiguidade i que
se dere remontar suas origeos.
O maia difficil coobecer ao certo em que raga
se derer compraheode-lo.
A analoga do sen nome com a patarra cltica
que significa ralenle (ambra) nio por ai s
urna autoridade de grande importancia. De um
lado as razes que pretenderem tirer de sua
cirilisegio, costumes e usos nio poderism pre-
valecer contra outros argumentos que leram
urna conclusio toda differente. Assim os Om-
brios tiveram com oa Etruscos a maior afoidade.
Entre estes dous poros ha o mesmo gosto para
a arte augural, e a scieocia adrinhatoris.
As moedas da Ombrja trazeos caracterea etrus-
cos. Aa taboas eugulinaa mostram-nos aa duas
oegee essociedee para sacrificios communs.
Tairez sua lingua foasea mesma, risto que Fe-
bio serrira-se de um interprete toscaoo para
negociar com oa Ombrioe (Tito Lirio Lir. IX,
cep. 30). Finalmente ellas muitaarezes comba-
teram ; fizeram reunidas a conquista da Cam-
pante e uma guerra contra os Gregos 4e Cu-
niss.
Pare os historiadores que, aproximando-se do
systema de Niebuhr, fossem tentados a fazer
dos Etruscos om poro celta, esta effioidede de
ombrios com Etruscos, longe de ser um em-
barago seria uto auxiliar muito poderoso para es-
tabelecer e origem cltica dos Ombrios. O mes-
mo nio se di, tendo-se certeza que os Etruscos,
como mais tarde procuraremos demoostra-lo,
teem ama origem asitica e tairez pelgica. Mes,
pelo contrario, resultar daht aliente esta affloi-
dsde dos dous poros, que, aproximando os E-
truscos dos Palsgios aproximaremos tambem os
Ombrios do mesmo tronco : esla a opinio que
Mr. Lacroix com muita energa e habilidade a-
preseotou em seu notsrel trabalbo sobre-as ori-
geos da Italia. Isto nos lera i questio tao con-
trovertida dos Etruscos.
VI
Ineasio E Ir mea.
Os anoaes etruscos diziam ter-se dado a ruina
dos Ombrios quatro ceotos e trinta e quatro an-
nos antes da fundegao de Roma (1188 anoos an-
tes de Jess Christo) Dionisio d Helicsroase re-
monta mais este acontecimento, e o fiza em qui-
mbelos anoos antes de Romulo. Assim os
Etruscos gastaran) qustro seculos em fundar, as-
segurar e estender o seu poder.
Elle chegara ao apogeo oo meiado secuto oila-
ro. Nessa poca elles dominaram os Alpes no
estrello de Messios.
Alem da Toscane, qae permanecen como sede
principal de aeu dominio, fuoderam doze colo-
nias no relie do P, entre aa quaes distingua-
se Mullas ou Modena, Melpum, Parma, Felsena
e depon Bolonhe. Verona, que Plinio chama
uma cidade da Rhecia, Brescia Mantua, qae Pli-
nto e Virgilio tambem chamam cidade etrusea.
Adna, etc.
Alem do Tibre oceuparam Fedioes, Crustume-
rie, Tusculum, que tinha seu nome. Elles sob-
metteram os Volscos e os Rutlos (SelleiosPa-
lerculot, 1.1. c. 7). Eram seobores da Campa-
na, oude fuoderio ignelmente doze cidedes. en-
tre as quaes Vulturnum. depois Gspua, ola,
Acerr, Herculaoum e Pompeia.
Lenzi ecresceotou a estas cidsdes Nocera, Ca-
letie, Teanum, Cales, Suesse, Olserois, e A-
telle.
Certa tradigao faz da propria Roma uma cida-
de etrusea: Quanto s doze lucumonias da Tos-
cana, impossirel designa-las com certeza, por-
que nao se acham enumeradas em parte alguma.
Niebur coojecturou aerem Cocre, Tarquioia,
Populooie, Volaterra, Arctiam, Perugia, Clu-
eium, Rjuelluj, Veies, Vitulooium, Vulseoies e
Crotonef
D'onde vio ha este povo poderoso? Herodoto
coata que, sob s dyoastie dos Atyades, uma co-
lonia conduzida por Tyrrhenus deixou a Lydia,
pere vir estsbelecer-se na Etruris.
Tito Livio aprsenla oa Etruscos eomo origina-
rios da Rhecia.
Cluvier, Heyoe, Frret e Niebuhr adoptaran
esta opinio. Este ultimo emittia a hypothese de
qae a lingua de Groden no Tyrol meridional
am resto da liogua etrusea.
Ogiuli procurou prorar seu parentesco com os
Germanos. G. de Humboldt considera-os Ibe-
rios ; e Micali seos Aborgenes.
A maior parte destes crticos trataram dos es-
tados das origeos deste povo com espirito preve-
nido e sentimeoto de predilecto por uma ou
outra rags. Depoia da publicagio de seus traba-
Ihos esta questio fez alguns progressos.-devidos
descoberta da epigraphia e da lingistica.
Se nao possivel acaber o debate com uma
autoridade absoluta que obrigue a lodos os esp-
ritus, e forc a cooviegio, permiltido marca-
rem-se alguns pontos fixos, que se podem con-
siderar come as iovariaveis regrss de um syste-
ma, que o tampo e a paciencia dos eruditos ex-
plcerio telvez algum dia.
O melbor que podemos fazer resumir, accres-
centando nossas propries iodicagdes e os resul-
tados propostos por um dos mestres da sciencia
moderna
Primeiramente deremoa repellir a confusio
muitas vezes aeparecida entre os Etruscos e os
Tyrrhenios viodos da LyJia. A tradigao de He-
rodoto nio pode esclarecer de forma algama este
debate.
Nio queremos dizer com isto que se dere re-
jeila-la como epocripho : ella nada tem de inve-
rosmil.
Se considerarnos as numerosas relages, qae
em todas as pocas da antiguidade uoiram as po-
pulagdes da Aeia menor, Grecia e Italia ; a ex-
pedigo de Lydio Tyrrhenus nio meaos accei-
tarel que a de Corinthio Dmarate, e a emigra-
cao para a Attice d'um tyrrhcnio, chamado Ma-
rotis, dos arredores de Cose.
Mas impossirel reconhecer Lydios neste poro
que deixou monumentos tao magnficos e nume-
rosos d'uma eirilisagao, que nade tem de com-
mum eom a dos Lydios.
Alm de qae o historiador Xantus de Lydia
declarou que nio recoohecie enologa alguma
entre a lingua etrusea e o idioma do seu paiz
natal..
Se o estabelecimento da colonia lydia au-
tbentico, devra cedo confandir-se qaer com os
antigos Pelagios tyrrhenios, quer com o mais re-
centa povo dos Etruscos, que parece ter domina-
do e absorvido em sea seio os habitantes primi-
tivos da Etraria. Eotre es opioides ortginaes.
produzidas sobre a origem dos Etruscos, dere-ae
mencionar a de M. deHormayr e do Dr. Lepsius,
que fizeram dos habitentes da Rhecia colonos
expellidos da Etruris. M. Steab, combatendo es-
' proDO,iSao' Julga que os Etruscos riersm da
Rhecia.
A opinio de Niebuhr, que sustenta sua origem
cltica, uma para hypothese, que refuta a
maior das testemanhas.
Tentsremos explica-lo por outro modo.
( Continua r- si ha. )
nem de procedimeoto. iVo adoramot o tol no
zenit para o apedrejar no occato; nem not reg-
fijamos com a que da deste colono como muitos
dissersm.
Se naregassmoa pelo ramo de nossos interesses
particulares, loriamos seguido a derrota do Epa-
mxnondat, e sempre encontraramos mares cal-
mos e rentos bonanzosos, qae nos conduziriam
felizmente eo porto do destino.
Mas abi esli bem patentes os nossos escrptos
que provario at ao mais prevenido, qae sacrifi-
camos este interesses aos meia elevados e nobres
da classe que temos a honra de pertencer, crean-
do desaffeigoes de pessoas de coosideragio i quem
respeitsmos muito como homens ; mas a quem
nao podamos delxar de combatter como minis-
tros e deputados, pela profunda divergencia de
principios administrativos em fados de marioha,
qae nos separaran).
A promogio de 2 de dezembro nio nos cansou
despeito ; pelo contrario, deu-nos o maior pra-
zer; porque nella o nobre ministro trumphou
de urna des difficies aituegdea de sua administra-
gio ; com desespero dos seus adversarios, que
nio poderam eximir-se de admirar a justiga de
seu procedimeoto.
Nao noa compela um lugar nella por antigui-
dade ; menoa ainda por escolha ; visto que neo
temos orgulho algum, e nio nos julgamos habi-
litado como os tres distinctos offieiaes que mere-
cern: esta honra ; neste caso, que esperanga po-
damos affagar ? Nenhuma certamente.
Temos a nobre ambicio de querer ser almiran-
te (isto para a Actualidade] ; porem para con-
segui-lo, nio empregamos meios ignobeis ; nos-
sa vida militar conhecida, e pode affrontsr a
luz meridiana : cuate pouco exlrahir uma cei-
da o de assenlamemos no quartel-general, e en-
tio reconheceri a Actualidade que sio legitimas
nossas aapiragoea; porque todos os chefes e com-
mandantes com quem haremos servido sempre
nos hio distinguido com aa mais honrosas infor-
males ; e que sao legeos; porque a le diz qae
o accetto ter gradual detde guarda marinha al
almirante.
E desgranada da marioha cujos offieiaes nio se
alimentan) com estes nobres aspiragdes 1
O amor ds gloria o principal incentivo qae nos
anima, que nos derora i todos os nstenles.
Quem seja o nosso adversario que se esconde
atrarez de um nome lio pretencioso, nio nos im-
porta saber; quem ae oceulta oas treras do anooy-
mo tem mazellas forzosamente; e guiando-nos por
um rifio popular mu rerdadeiro gato ruivo do que
uta disto cuida, conjecturamos qae, nio tem dig-
nidade, quem baratea a digeidede elheie ; que
juetamenta o morel do interesse qae ae noa qaer
emprestar, foi quem impellia o Epaminondat ao
combate.
E senio assim tire a mascara apreaeote-ae
frente i frente ; diga-nos. quem ; peis que i
muito ssbe quem somos.
Costamos de poslgdes defflnldas e clsras, por
Uso sprxoJ franco. Taires qut entio 99 revslle
quem o convicto do crime de impiedade e in-
gratido admiravel.
Antea da promogio, disemos, verdada que.
o minittro devera por de parte ot pairinhot e
atfender t e exclutivamente ao eerdadeiro m-
rito.
O Epaminondat por sua coota aecrescentao
que era bom, mas ao mesmo lempo impossivel,
oque traducido qaer dizer qae o ministro actual
nao pode evitar eate escolho, e fez iojusligas
Que tal o defiensor ? Sao dos qae compromet-
iera a milhor causa ; em quatro paiavras somon-
te fez a maia dolorosa e falsa aecuaacio ao dolo
que incenatra.
Agora duas parras mait i Actualidad (papel),
que embirroa at com nosso tituloRetenha no-
ritima, que diz entre perenlnoaia aereas, dous
termos que urram por achar-se unidoa, delicada
expreasio doa Fiarlo e Lafeyatlea da nossa. poca,
qae de pessagem registramos sem cok mama rio
algum : porque ella a beata para dar a coaha-
oer essa Actualidad, lio dignamente repreaea-
tada.
O escriptor da Resenha martima, do Times da
alem S Francisco, como ehamou ao Diario da
Pernambuco, qaereodo metter a ridiculo este pe-
ridico decano da imprensa brasileira sempre fal-
lou a verdade e escreveu com a franqueza e ele-
vaco de oittas que sao mui apreciaveit em todot
e particularmente notjovent ofician da escua-
dro bratileira; pelo que tem soffrido bastantes
desgostos, e algumas ioiustiges.
Como ontr'ora continua profundamente des-
erente ; porque observa que o ministro ds ma-
rinha, official de marioha, s. nio pode combat-
ter com vantagem, embbra seja um homem das
babilitagdes do Sr. chefe de esquadra Joaquina
Jos Ignscio ; alacia hade aer porfiada ; maaoio
incerta : todos os dados sio i favor do snniqni-
lamento da marinba de guerra, que nenhum po-
der humano consegairi maia conjurar ; salvo ae
por um eaforgo de patriotismo os proprios que fa-
zem guerra ao actual ministro ae reunase i ella,
e o auxiliasen) na ardua empresa de que se eu-
carregou.
Haja vontade de ter uma marinha de guerra
regular, perfeitamente orgooiaada, que ella se
constituir fcilmente ; dando-ae ao digno mi-
oislro a forga a recursos precisos para crea-le.
Infelizmente eata vontade que nio existe, est
substituida pela mi vontade, e o reconhecimento
deate verdade a causa de todo o nosso desani-
mo, que, o enlbusissmo produsido por um fseto
inesperado, que muito deseisva-mos, qual a ele-
rsgio do nobre ministro, pode por um momento
amortecer; mis nio destruir,
Babie, 3Q de ferereiro.
E. A.
PIRN.TTP.DEM F. DE FARlAt FILHO 1962.
eananaaa-
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