Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09506


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Full Text
-*
ilIO XXXVIIL IDIEfiO 60.
t* s<

Por tres mezes sdiantados 5J00O
Pr tres eses yencidos 6$000
.i&MiK/ia
SABB1D0 I DE MARCO DE I62.
. Perene adeetede 19$00O
Perle irase* tara tsieserieter
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrlao de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonia Marques da Silva;
Aracaty, o Sr. A. da Lflttoa Braga; Cear o Sr.
. Jos da Oliveira; Maraubo, o Sr. Joaqaim
Marque Rodrigue; Pira, Juatioo J. Ramo;
Amazona, o Sr. Jerooymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SDBSCRIPCAO DO SDL
Alagdas, o Sr. Claudino Falto Das; Babia,
o Sr. Jos Martin Airea; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Paraira Martina.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todoa os dias as 9# ora do dia.
Iguarassu, Goianoa, a Parahyba naa aegundas
a aextas-feiras.
S. Antao, Bezerro, Bonito, Carusr, Altioho
e Garaobuna as tergas-feira.
Pao d'Alho, Nazarelb. Limoeiro, Brejo, Pea-
queira, Ingazeira, Floree, Villa-Relia, Boa-Viata,
Ouncurye Exu naaqua.tas-feiraa.
Cabo, Seriohiem, Rio Fotraose. TJoa.Barreiros
Agua Preta, Pimenteiraa e Natal quintas feiras.
iTodos os correio partem aa 10 horaa da manha
EPHEMERIDES DO MEZ DE MARQO.
8 Quarto creacente as 2 horas e 40 mnalos da
nanba.
15 La cheia aa 2 horas a 35 minatoa da tarde.
!I Quarto tninguante aa 7 horaa 8 minatoa da
manha.
29 La nova aa 5 horas e 4 minutos da manha;
PREAMAR DE UOJE.
Primelro as 4 horas e 54 minutos da machas.
Segando as 4 horaa e SO minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES C0STEIRO8.
Para o sol at Alago 5 e O; para o norte
at a Granja 14 e 89 de cada mez.
PARTISA DOS MNIBUS.
Par* o Reclfe: do Apipucos s 6 Ii2, 7, 7 1|2, 8
e 8 1|2 da m ; de Olinda 8 da m. e 6 da t.t de
Jaboato s6 1|2 da m.; do Caxangd e Vanea
< 7 da m.; de Bemfica s 8 ds m.
Do Recite : para o Apiwmeos is 3 1|2. 4, 4 1|4,
4 1|2, 5, 5 1|4, 5 1|3 e 6 da t.; para Olinda di 7
da n. e 8 1(2 da t.; pira Jaboato s 4 d t.; para
o Caxang e Varzea s 4 1(2 da t.: para Bemfica
aa 4dat.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : aegondaa e qointa.
Relami: tergas e sabbados* 10 horas.
Faxanda : quintas ia 10 horas.
Juiz do commercio : segundas ao meio dia.
Dito de orphios: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira Tara do civel: tergas a sextas ao aeie
Segunda rara do civel: quarlaa e aabbados 1
hora da tarde.
PETE OFFICUL.
MlaUterio do imperio.
d secgo.Rio de Jsneiro.Ministerio dos ne-
gnos do imperio, 19 de fevereiro de 1862.Em
seu offlcio datado de hontem, participa Vmc. que,
tendo comparecido e tomado parte oos trabalhos
da primelre sesso da junta de qualiflcacao deasa
parochia o respectivo merabro Honorio Francisco
Caldas, deixou este de concorrer s seguintes ses-
soes, sendo por isso chamado outro para substi-
tui-lo, os forma da le, e que, apresentando-ae
hontem para reassumjr o seu lugar na mesa, eo-
tendeu Vmc. nao dever admitti-lo, fundado na
disnosicoas doa avisos de 22 de abril de 1817 2a
e 8 de fevereiro de 1849 6o.
E em resposta ctfmpre-me declarar a Vmc, para
seu conbecimento e execugo, que, em confor-
fflidade do disposto nos avisoa por Vmt. citados,
e nos de 25 e 16 de fevereiro de 1847, sob ns. 21
e 85, semprs que deixa d* comparecer algum
memoro di junta e substituido por outro, deve
o substituto ceder o Lugar logo que, tendo cessa-
do o impedimento do.membro substituido, se
presenta este para tomar parte oos trabalhos.
Cumpre, portanto, que a junta de qualiflcacao
deasa tregutzi* prosiga e conclua os seus traba-
lhos, sendo a ellea admiltido o cidado Honorio
Francisco Caldas, urna vsx que tem cessado o seu
Impedimento.
Deus guarde a Vme. Jos Ildefonso de Souza
Ramos Sr. juix de paz presidente da junta
de qualiflcago da parochia de Santa Anna.
Himtoterlo da agricultura, com-
mercio e obras publicas.
dbcrito a, 2,882 de 29 de Janeiro de 1862.
AHtra a tabella n. i annexa ao decreto n. 2.587
. de 30 de abril de 1860.
Hei por bem approvar e miniar qne se obser-
vem d ora em ciaute as tabellas de durarlo e va-
lor de cada urna das pecas de fardamenlo e equipa-
ment que forem distribuidas s pragas do corpo
de bombeiros. em substltuigo que se acha an-
nexa ao decreto o. 2,587 de 30 de abril de 1860,
aa quaes com este baixam, assigoadas por Manoel
Felizardo de Souza e Mello, conselheiro de esta-
do e ministro e secretario de estado dos negocios
da agricultura, commercio e obra publica, que
assim o teoba entendido e arja executar.
,l,1'c',d0 R Janeiro, em 29 de Janeiro de
1862, 41 da independencia e do imperio. Com
a rubrica de S. M. o Imperador.Manoel Feli-
zardo de Souza e Mello.
| DAS DA SEMANA.
24 Segunda. S. Mathiae ap S. Pretxtala b m
25 Terga. s Casarlo c. ; sVa.uSo B b' *'
26 Quita. 8. Torqoalo are. ; S. Faualini,Bo.
0in,a- 8. Leandro are; S. Pedro Damiio
28 Sexta. S. Romao ab. ; S. Populo m.
1 S.bbado. O precioso aaogoe de Jeaua Carlalo^
z Domingo, s. Simplicio p. ; s. Javioo m.
A391GNA-SE
no Reeife, em a ivrira da praga da Indepen-
dencia ns. 6 e 8, dos preprielarios Manoel Figu-i-
roa de Fana & Filho.
praga obrigada a indemnisar, na forma do art. 13,
as que por negligencia ou intencionadamente
inutilisar ou perder.
Art. 17. As presentes irstruccoes comecaro a
vigorar desde j.
,,El,,io do Rio d-eiro, em 29 de Janeiro de
1862.Manoel Felizardo de Souza e Mello.
TABE1XA A
Pegas de fardamenlo. Tempo d Valor dcada
S. M o Imperador ha por bem que na diatri-
buigo do fardamenlo s pravas do corpo de bm-
benos se observem as seguintes instruegoes :
^r'* Praga vencer annualmente urna
frdela e urna caiga de panno azul, duas fardetas
e Iras caigas de brim, tres esmisas de algodo
tres pares de sapalos, um bonet e urna grvala de
couro eovernizado ; o tempo de durago para ca-
da urna deltas pegas ser o marcado na tabella A
annexa ao decreto n. 2,882 A de 29 de Janeiro do
correte auno.
Art. 2. A distribaicio das dffereutes pecas de
fardamenlo. da. t,u o artigo antecedente,
aera geral para todas as pragas, e feila tres veiei
ao anno, nos mezes e pala forma aeguinte:
A primeira, em Janeiro, cooslar de urna fr-
dela e rima caigl de brim, ama camisa de algo-
dao e um par de sapstos.
A segunda, em malo, constar de urna frdela
e urna caiga de panno azul, urna dita de brim,
urna camisa de algodo e um par de sapatos.
A terceira, em aetembro, constar de urna cal-
a e urna frdela de brim, urna camiss de algodo
um par de sapatos.
Art. 3." Na segunda distribuigo de cada qua-
Irieonio a praga receber mais um capote : o
tempo de durago desta pega ser o Usado na ta-
bella A, junta ao decreto n. 2.88 A de 29 de Ja-
neiro do corrente aono.
Art. 4." O prazo do vencimento do fardamenlo
ser contado para cada praga do dia 1 do mez
em que ver lugar a primeira distribuigo. depois
do seu eogajameoto:
Art. 5. Ao individuo que se engajar abonar-
se-a desde logo, e sem prtjuizo das pegas que
lbe toram competiodo naa distribuiges geraes,
um fardamenlo completo, constando de urna fr-
dela a orna caiga de panno azul, urna frdela e
urna caiga de brim, um camisa de algodo, um
par de sapatos, um bonet, urna grvala de couro
envernizado e um capote.
Art. 6.* No acto do eogajamento ser entregue
P"C urna cadernata, na qual le notaro as pe-
gas de fardamenlo que enlo ae lhe abonarem.
Esta caderaeta flear em poder da praga, e por
ella era presentada sempre que tiver de receber
sold ou fardamenlo, am de que sejam lineadas
as competentes notas. f
Art. 7." Haver em cada secgo um ljvro es-
pecial de escripturago do fardamenlo das res-
pectiva pragas.
Art. 8." A praga que obtiver baixa do servlgo
nao ter direilo de reclamar as pagas de farda-
ment que nao tiver recibido em tempo com-
petente; T
Art. 9.* As pegas de fardamento abonadas no
acto do eogajamento sero restituidas pela praga
as hypotbeses e pela forma aeguinte:
l. Se a praga obtiver baixa aoles de ter servi-
do um anno, restituir todo o fardamenlo, excep-
to a caiga de brim, a camisa e o par de sapalos.
2." Se liver servido maia de um anno e menos
de tres, restituir s o capote.
Art. 10. Em caso nenhom se arrecadar o far-
damento da praga que fallecer.
Art. 11. As pegas de fardamento que forem res-
tifuidas, nos termos do art. 9, enlraro para a
rrecadagso da secgo respectiva, e deltas se to-
marlo notas em livro tambem especial.
Art. 12. A praga queioutilisar alguma das pe-
gas do sen fardamento em incendio ou em qual-
quer servigo extraordinario receber outra leme-
lbante em substituido da inutilisada. Este or-'
necimenlo aera feito com as pegas srrecadadas na
forma do art. 9o; se tass pegas nao existirem,
entao ae darao novss, nao fleando, porm, em
caso algum prejudicado o que lhe competir as
distribuiges gerae.
Art. 13. A praga que inulilisar antes do termo
do vencimento qualquer pega do fardamento pa-
gar o seu valor, deduziodo-se a depreciago, a
qual ser calculada em relago ao valor da pega
ao tempo de durago, e marcados na tabella A*
annexa ao decreto n. 2,882 A, de 29 de Janeiro
do corrente aono, e ao tempo que tiver de uso. Se,
porm, a pega perdida ou inutilisada fr tal qu
nao possa a praga deixar de a possuir, emo
receber outra semelhaote, a qual ser tirada
das de que trata o art. 9o, e, quandoiao nao
saja possivel, receber outra nova: em ambos os
ea3os pagar o valor da pega que receber.
Art. 14. Os pagamentos de que trsla 'o artigo
antecedente sero feilos pelo descont da quinta
parte do respectivo sold.
-A":.^ .A-"c" ^ue n" Pca marcadas
para as distribuiges, nao reclamar as pegss que
lhe competirem e nao lhe houverem sido entregue
perder o direito ao recebimento.
Art. 16. O armamento e equlpamenlo distri-
buidos praca. tero o valor e durago marea-
dos na tabella B, annexa ao decreto n. 2 882 A
de 29 de Janeiro do correle anno. Com t'udo as
rsspecttvaa pegas podero ser substituidas quan-
do se outilisarem oo servigo, Icando, porm. a
duraco.
1 anno.
dem.
dem.
dem.
dem.
4 mezes.
1 anno.
dem:
4 annos.
peca.
129000
4$500
89000
3S500
19280
29800
3S500
9600
120400
Fardeta de panno azul.
Dita de brim...........
Caiga da panno azul....
Ditas de brim..........
Camisa de algodo.....
Par de sapatos.........
Bon...................
Grvala de couro en-
vernisado............
Capota..................
Palacio do Rio de Janeiro, em 29 de Janeiro
de 1862.Manoel Felizardo de Stuza e Mello.
tabella b
Pecas de armamento e Tempo de
equipamenlo. durar, Ao.
Capacete................ 4 annos.
Par de platinas......... dem.
Cinto gymnaslico....... 6 annos.
Espada................. Ideas.
P'rtola.................. dem.
Cinturo com cartuchei-
ra e porta-pistola___ dem.
Valor de cada
pega.
89000
39OOO
8S500
Palacio do Rio de Jaoeiro, em 29 de
aneire de
'

1862.Manoel Felizardo de Sonta t i ello.
GOVERSO Di PROVINCIA.
Expediente do dia t6 de fevereiro
de 186*.
Offlcio aobrigadeiro comminJante das armas.
Sirva-se V. Exc. determinar ao msj r Sebas-
tio Antonio do Reg Barro, que satisfaga a exi-
gencia da thesourara de fazend, constante da
inTormaguque por copia vai cobrindolima pro-
posta presentada pelo capitao Manoel! Claudino
de Oliveira |Cruz, para o planto e manipulado
da mandioca no presidio de Fernando.
Dito ao mesmo. Respondo ao offlcio que V.
Eic. me dirigi em 25 do correte, son numero
407, dizeodo que nsquella date j se providen-
ciou sobre a elevsgo da ctape s pravas do exer-
cito, em qaaDto durar a epidemia reinante.
Dilo ao mesmo.Sirva-se V. Ezc. de expedir
sua orden para que o soldado do segundo
baialno de infsntaria, Damio Rodrigues Lopes,
s* Presente ao juiz de direilo de Santo Anlo,
aQm de depdr no processo de respoosabilidade
instaurado contra o ex-carcereiro da cidade da
Victoria, Joaquim Francisco de Oliveira Cmara,
pelo crime de fuga de presos.Communicou-se
ao juiz de direilo de Santo Anlo.
Dito thesouraria de fazenda.Respondendo
ao seu offlcio de 24 do corrente, sob oumero 145,
teoho dizer que approvo a deliberaco que to-
mou V^- de ce',,r o rTerecimanlo fi po
Ruiiao Manoel da cruz Cousseiro, para se encar-
regar de mandar fazer, mediante a paga de rs.
6849OOO, o relelhsmeoto do edificio em que func-
ciona essa thesouraria, visto ter sido esse o me-
nor lango offerecido em basta publica, segundo
consta do citado offlcio.
Dito ao mesmo. Estando oos termos legaes
os ioclusos documentos, mande V. S. pagar a
Simplicio Jos de Mello, conforme solleitou o
commandante superior interino da ornarca do
Brejo, em offlcios de 8 de Janeiro prximo Ando
e 6 do correle, os veoeimentos relativos aos me-
zes de dezembro ultimo e Janeiro j citado, dos
guardas nacionaes destacadoa naquella villa.
Communicou-se ao commandante superior do
Brejo.
Dito ao mesmo.Aonuindo ao que solleitou o
brigadeiro commandante das armas, em offlcio
de hontem, sob numero 408, recomraeodo V.
S. que, estando legaes os inclusos documentos,
mande pagar ao alferes do segundo batalhao de
iofantari, Francisco Rozendo Pereirs, a quantia
que lbe competir, por haver presentado, ns qua<
lidade de recrutador as freguesias de Santo An-
tonio e S. Jos dests cidade, os voluntarios Ma-
noel Severisno Branco e Flix de Frauca Lumach
Miguis, bem como o recruta Manoel Claudino
da Silva, que ssentsram praga nos corpos em
guaroigo nesta praga, como ae v dos mesmos
papis. Communicou-se ao commandante das
armas.
Dilo ao mesmo.Em vista da eoota Junta em
duplcala, mande V. S. pegar ao baro do Livr-
mento a quantia de 2:4749080 proveniente de
o.bOOcovados de baeta, compradas para a ps-
soas indigentes accommettidas do cholera-mor-
bua.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Ao
offlcio numero 111 e data de hontem, em que V.
S. pede ser dispensado de servir na actual sesso
do jury, para a qual cha-se sorteado, cabe-me
dizer que nos termos do aviao do ministerio da
justiga de 9 de setembro de 1853, deve essa des-
peza ser directamente solicitada por V.-S. ao pre-
sdanle daqualle tribunal.
Dito ao mesmo. Approvsodo a deliberago
que, segundo o aeu offlcio de hontem datado, sob
numero 112, tomou V. S. de encarregar o Dr
Alfredo da Rocha fiados do tratamealo dos doen-
tes recolhidos s enfermarlas provisorias estabe-
lecidaa nesee arsenal, bem como determinar que
os medicamentos precisos sejam foroecidos pela
botica que os fornece enfermarla de mariuhs,
autoriso fazer todas as despezas neceasarias
com o tratamento doa enfermos ; devendo por
ora, e em quanlo diminuto o numero destes
icar todo o aervigo a cargo do eofarmeiro, j por
V. S. nomeado, sendo auxiliado por um africano
livre.
Dito ao Sr. Luiz Googalvea da Silva, memoro
da commisso beneficenle da cidade d Inteirado de tudo qusnio Vmc. me particlpou
era seu offlcio de 18 do corrente, adplaudo aa
diligencias feitas pela commisso benefcenle em
bem da pobreza detvallida dessa cidade.
Ditoao Dr. Belarmino Correia de Oliveira An-
drade.Pelos seus offlcios de 23 e 25 < o corren-
te, flquei inteirado de todo quanto ha oceorrido
relativamente a epidemia reinante o > dislricto
de que esl Vmc. encarregado.
Dito ao Dr. Symphrooio Cesar Coutioho.Fico
ioteirado pelo seu offlcio de 23 do coi rente, do
estado actual em que se acha a epidem a reinan-
te no diversos pontos dessa comarca.
Dito ao Dr. Silvio Tarquinio Villas I oas.Em
resposta aoseu offlcio de 25 do corrente. tenbo
dizer-lhe que deve Vmc. solicitar directamente
ao juiz de direilo presidente do jury a dispensa
do servigo na presente sesso.
Dito ao Dr. Jos Joaquim Firmioo.Devolvo,
as inclusas coutas a que se refere o seu offlcio de
17 de jsneiro ultimo, para que Vmc, tendo em
vista a nformagao da contadona da thesouraria
de fazenda, por copia junta, se eotenda com o
pbarmaceutico Leocadio Jos de figaeiredo e
consiga reduzir pregos razoaveia, os medca-
mentoa que vendeu para tratamento das pssoas
indigentes accommettidas da epidemia reinante
nessa comarca.
Dito ao juiz municipal da primeira ara.Fa-
c Vmt, rejrressar ,0 presidio o Fep talo, na

-
Primeira opportunidade o sentenciado Francisco
Affooso do Reg e Mello, scompanbado da guia
que aqui ajunto. Communicou-se ao comman-
dante do presidio de Fernando.
Dito ao juiz de direito interino do Rio Formoso.
A' vista do que informou esse juizo, em dita
de 19 do corrente, com referencia a denuncia da-
da por Henrique Augusto Millet, contra a mesa
parocbial de oa, cumpre que Vme. dfe segui-
mento a esse processo e o conclua com a nior
brevidade, '.como convm aos ioteresses di jus-
tiga.
Dito ao juiz-de direito do Limoeiro. Sciente
pelos seus offlcios de 13, 16 e 19 do corrente, do
que Vmc me commuoica cerca do estado actual
ds epidemia nessa comarca, teoho dizer-lbe
que approvo as providencias por Vmc. tomada,
e recommendo-lbe que dispense os servigos do
cirurgio Francisco Marciano de Araujo Lima,
logo que ellea nao forem absolutamente neces-
ssrios.
Dito ao juiz de direilo de Nazareth.Inteirado
pelo seu offlcio de 23 do correle do estado da
epidemia nessa cidade, Tracenhem, S. Vicente,
Alago* Secca e Vicencia. tenho a dizer-lhe que
approvo a deliberago que tomou Vmc. de dea-
peosar os servigos dos Drs. Ermirio Cesar Cou-
tioho e Tjiomaz do Bomfim Espindola.
Dito ao juiz municipal supplente de Goianoa.
Tenho presante os seus offlcios de 18 e 23 do
correte e por ellea fleo sciente do que Vmc. me
commnica com referencia a epidemia reinante
nesta termo o das providencias por Vmc. to-
madas.
Dito ao delegado de Nazareth.Pelo seu offl-
cio de 23 do correte flquei ioteirado do que
Vmc. me commuoica com referencia ao estado
da epidemia reinante nesie termo.
Dito ao delegado de Goianna. Ioteirado do
que Vmc. me commuoica em seus offlcios de 21
e 24 do corrente, com referencia ao estado actual
da epidemia reinante em diferentes pontos dessa
comarca, teoho a dizer-lhe que approvo a deli-
berago que tomou de fazer regressar para esta
capital o Dr. Alcebiades Jos de Azevedo Pedra,
conservando por emquaoto o Dr. Moreno Bran-
do para qualquer emergencia.
Eito ao director das obras publicas.Em vista
do que requisiiou o chefe de policia em oficio
de 20 de dezembro nllimo, aob n. 1304, mande
Vmc. fazer e presente-me o orgameolo doa re-
paros de que precisa a cadeia do termo d Es-
cada.
Dito ao director do arsenal de guerra.Ao of-
flcio que Vmc. mo dirigi em 15 de outubro ul-
timo, sob n. 294, com referencia a falta de dous
pares de spalos, que se deu na remesas feila
pelo commandante do presidio de Fernando com
destino a esse srseoal, respondo dizendo-lbe que
segundo informa-me aquello commandante, ten-
do sido arrombados na occasio do embarque os
saceos que cootinham ditos aapatos, a essa cir-
cumslancis deve ser attribuida o extravio dos
dou pares, a que allude o aeu citado offlcio, e
que opportunamente lhe serao enviados pars o
competente numero de mil. Officiou-se neste
sentido ao commandante do presidio de Fernando.
Dito ao conselho administrativo. Promova o
conselho administrativo a compra dos doze li-
vros precisos ao almoxarirdodo presidio de Fer-
nando, constante do pedido junto.
Dilo ao mesmo.Recommendo ao conaelho ad-
miuistrativo que compre para fornecimento do
arsenal de guerra a aolia mencionada no incluso
pedido. Communicou-se a thesouraria de fa-
zenda;
Dito ao commandante do presidio de Fernando.
Recommendo 4 Vmc. que mande fazer quanto
antes nessa liba plantages de algodo que ah
se cultiva em grande escala, am de aproveitar
o alio prego que actualmente d esse genero e
crear assim para esse presidio um ramo de re-
ceita que venha a suavlsar a avullada despeza
que tatem os cofres pblicos com a sustentado
de seu pessoal.
Dito ao mesmo.Ordenando nesta data o for-
necimento doa doze litros precisos psra o almo-
xarifado dessa presidio, constantes do pedido an-
nexo ao offlcio de Vmc. de n. 13 e data 17 de
Janeiro ultimo, tenho por conveniente devolver-
Ihe o pedido tambem junto ao mesmo offlcio de
vatios objectos, aQm de que seja elle reduztdo ao
absolutamente indiapenaavel, para seren consu-
midos at o ultimo de junho deate anno.
Portara.O presidente da provincia confor-
mando-se com o que expoz o loapector da the-
souraria provincial em sua informago de 22 do
corrente, sob n. 114, resolve abrir um crdito
aupplementar na importancia de 85$ para que
pela verba eventuaes no correte exercicio
posss ser iodemnisada a thesouraria de rendas
da provincia das Alsgoas dss desposas feitas com
o transporte da escolta e sete presos de justiga
que aeguiram desta capital para a villa de Oun-
cury, afim de responder alli ao jury. Remet-
teu-se por copia a thesouraria provincial, expe-
dio-se ordem para aquella indemniasgo, e com-
municou-se ao Exm. preaidente das Alagoas.
Dita.Os Sr. agentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor,* mandem dar passagem de
con vs para a corte, por conta do mioiaterio da
marinha, aos aprendizes marinhairos Manoel do
Nascimento, Francisco de Paula e Genuino Joo
Marques.Communicou-se ao inspector do arse-
nal de marinha.
Expediente do secretario do go-
nea verno.
Offlcio ao commandante das armas.S. Exc'o
Sr. presidente da proviocia, manda declarar V.
tnm re*P,,a ao 8eu offlcio de hontem, sob
d. 406, que nesta data se mandou cdncerlar pelo
arsenal de guerra a padiola de que trata o pedi-
do do commandante da fortaleza do Brum, que
veio annexo ao seu citado offlcio.
Dito ao promotor publico Joaquim do Reg
Rsrros.S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
manda aecusar recebido o offlcio de 19 de Janei-
ro prximo findo, em que V.S. participa ler dei-
xado nessa dais o exercicio de seu cargo, por ha-
ver sido removido para a do Bonito. Commu-
nicou-se a thesouraria de fazenda.
Dilo ao juiz municipal de Serinhem.S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, manda acensar re-
cebido o offlcio de 14 do correte, em que V. S
communica quereassumio oeisa dala o exercicio
do seu cargo, por ae ter Andado a liceoca de que
gosavs. Communicou-se ao inspector da the-
souraria de fazenda.
Despachos do dia 26 de fevereiro.
Bequerimentos.
Antonio Malaquias de Macodo Lima.Deferido
com o despacho de 19 deste mez.
Francisco JooHonoralo Serra Grande.Op-
portunamente aera attendido.
Henrique Augusto Milet. Expedio-se ordem
00 sentido que requer o supplicante.
Henrique Augutto Milet.Pendern de informa-
gao necessarta para seuoeguimento os papis a
que allude o supplicante, que opportunamente
ser attendido.
Padre Joo Jos Pereira.Dirija-se a thesou-
raria provincial.
Jos Alvos dos Santo.Informe o Sr. Dr. che-
fe de policia. f
Joo Bernardo Teixeira. Informe o Sr. Dr.
chefe de policia.
Jas Joaquim de Santa Aop,-rrafarm o
Dr. chefe de policia,

Joanna Francisca da Cruz.Informe o Sr. Dr.
chefe de policia.
Manoel Nascimento de Araujo.Informe o Sr.
director dss obras publicas.
Maooel Joaquim de Souza.Etto prvidos os
lugares.
COMBANDO DAS ARIAS.
Quartel-greneral do eommando das
armas de Pemambuco na cidade
do Recite em S8 de fevereiro de
186S.
ORDEM DO DIA N. 41.
O general commandaole das armas, em cum-
primento a ordem do governo, que lbe foi com-
muntcada pela 2a directora geral da guerra em
offlcio datado de 7 deste mez, determina aos Srs.
commsndantes de corpos e companhiss soladas,
que remettsm com urgencia ao qusrtel-general,
urna relago nominal das pragas do exercito, que
nio pertencendo nenhum dos corpos em ser-
vigo na guaroigo desta proviocia, se achara li-
gadas aos mesmos naqualidade de addidas ou
agregadis, com declarsgo do motivo, oo servigo
especial em que se acham taea pragas addidas ou
agregadas, porque ordem, e desde quaodo.
Determina outro sim, que no dia 1 de margo
pela mantisa se passe revista de mostra aos mes-
mos corpos e companhias em seus respectivos
quarteis pela ordem seguiote. As 6 horas a com-
panhia de artfices ; as 6 1/2 a de cavallaria ; as
7 ao V batalhao ; as 8 ao l"; as 8 1/* o 9o, to-
dos de infamara ; e as 9 so 4o de artilharia
a p.
Assigoado. Solidonio Jote Antonio Pereiro
do Lago.
Conforme.Candido Leal Ferreira, capitao
ajudante de ordena encarregado do detalhe.
EXTERIOR.
FRAILA.
Os homens, que se tem encarregado da misso
de apagar os menoras vestigios do catholicismo
na nossa antiga trra de Franga, deixam escapar
de lempo em tempo em slgumasconflsses, que
se nao devem desprezar, porque esclarecem o ca-
mioho de dssimulago, bypocrisia e mentira,
pelo qual o revolucionarisrao aarcha para a con-
quista do mundo. Todos sabem que a ultima pa-
tarra da revolugo repblica universal, eslabe-
lecida.primeiro sobre ss ruinas do papado,depois,
sobre a de lodos os thronos, sendo a queda d'es-
te* a consequencia lgica, natural da aoberania
pontifical.
A palsvra de ordem hoje nao pois : guerra a
tal ou tal principe 1 mas : guerra a igreja I isto
e ao papa e a todos os que o seguem, bispos, pa-
dres, frades, asiociagoe religiosas etc. A arma
propria d'esta guerra a calumoia.
A Providencia permiltio que, n'estes ultimo
annos, cahissem ns mo da policia alguna do-
cumentos authenticos da conapiragao revolucio-
naria.
Poram publicado,e eis aqui porexemplo, o que
se II n'uma instruego dirigida pela Alta-Venda
ou consdbo supremo doa asociados secretos da
Italia. lodos os aeus agentes:
Os padrea %<* rxcauupgosos ; musirai-us
orno suapeitos e prfidos. Em todos os lempos
o poo teve sempre extrema propeoso para as
mentiras ; enganai-o. Elle gosla de ser enga-
ado. Com os velhos cardeaes e prelados, cujo
carcter decidido pouco ha a fazer. Em nossos
entrepostos de popularidade ou impopularidade
devemoa tirar as armas que tornaram o seu po-
der intil e ridiculo. Urna palavra inventada
com habilidade, e engenhosamente espalbada no
seio de certas familias honestas escolhidas, para
que d'abi passe aos cafs, e u'eales a ra, urna
palavra pode algamss vezes matar um homem....
Quando os joroaes estrsngeiros receberem, por
nosso intermedio, estas noticias que, por sua vez,
trataram de formosesr, certamenle em attengo
verdade, mostrai, on antes maodai mostrar
por algum respeitavel imbcilessas folhas em que
sao relatadoa os nomes e os excessos arranjados
dos personagens. Como a Franga e a Inglaterra,
a Italia lera tambem essas pennasque sabem es-
crever mentiras uteis boa causa. Com um jor-
nal, o povo nao uecessila de oulras pro vas. Est
os infancia do liberalismo, e por consequencia
ero not lberaea.
Achamos esta cita gao, bem como omitas ou-
trss da mesma natureza, na obra de monsenhor
de Segur, intituladaA revolugo.'
De passagem diremos que sobre a revolugo
pao se tem escripto urna obra mais instructiva, e
intelligivet, e pois, por mait que a recommeo-
dasse-mos aos padres e mais pestoaa religiosaa de
oossas provincias nunca o faria-mos de mais. Es-
se livro deveria estar ao p de cada campanario,
e defronte da tasca em que se escreve o Siecle.
Nao um dever oppor ao veneno o contra-ve-
neno? Lembremo-nos que "o maior inimigo da
rovologo a verdade : nao esquegamos tambem
qne todo o catholico deve eatar hoje na estaca-
da ; se um jornsl anti-chritto beata para per-
der um municipio religioso, alguns^lirros, bons,
que estejam ao alcance de todos, podero parar
o mal, e algumas vezes cura-Io.
Sendo a guerra ao catholicismo a ordem do
dia, e a calumnia o meio, podem-se fcilmente
explicar os ridiculos e ioexplicaveis alfaques con-
tra a aociedade de S. Vicente de Paula, e os nao
meos iocompreheosiveis contra os irmos da
doutrina-christs, contra aa casas d educago
religiosa, contra a liberdade de entino, e cuja
honra em grande parte pertence ao Siecle e a
Opinin nacionale.
A sociedade de S. Vicente de Paula, difTerente
da magonaria, que socculla, marchsva decabe-
ga levantada; suas reunioes eram publicas, suas
ordeos francas a qualquer que desejasse o alivio
de seus semelhantes.
Nao eonspirava, por urna razo bem simples,
que quaodo mesmo o quizesse, nao poda faze-lo.
O conspirador evita a luz.
Nao tralava de poltica, porque a isso se oppu-
nham o seus regulameotos e sua organisago
(sabe-se que os coociilos cootavam em suas or-
dena borneas de todos os psrtidos, numerosos
funecionarios e dedicidos servidores do estado
actual da coutas); nioguem ignora isso, nem
mesmo o Siecle e a Opinin nacionale. Mas a
sociedade de S. Vicenle de Paula era urna obra
eminentemente catholica,gloriosa para a igreja,um
corpo organlsado para levar ao infeliz as palavras
da religio com o bolo da caridade, para reani-
mar no povo o espirito christo. Era um obsta-
culo par* o revolucionarismo. Procurando dis-
trui-ls elle era lgico. Recorreu pois ao aeu
syrthema de predilecgo, calumoiou-a.
O mesmo facto se reproduz a respeito do ensi-
no, e explica-se da mesma maueira.
O livre ensino seria, Unto para os catholico,
como para os inflis, o direito de abrir escolas a
n ellas enainar as doutrlnas catholicas: seria
ama lula igual.
A revolugo nao ae contenta com a igusldade,
quer o monopolio. Conhece que o seu poder nao
estsr plenamente seguro em quanto houver es-
colas calbocas. Desde que a Franga catholica
com estolas propriss, ocalholleismo, cuja ultima
ibora noanciam to empheticameote alguna rhe-
t'.zJej)* *&mMt SUc' emrito sectario de S. Simio, um
alarma.
-"^^tja^
A administraran, o publico, os preceptoret, diz
elle, eocootram aqui, mais pederoso, vigilante e
pertinaz de que em qualqoer ootra parte, um ini-
migo temivel, a corporagao clerical (os elholi-
cos } qne diz ao espirito moderno : Tu nao pas-
sars I r
O espirito das sociedades modernas para com
effeito, e obrigado a entrar em lula.
Em quanto o espirito clerical nao fr vencido
prosegue o nosso propheta. nada sera possi-
vel. Mas como venee-lo? Como atacar o que
inatacavel? Como enfraquecer um adversario
aquem nos mesmos fornecemos subsidios? A
cerporsgo clerical um ente collectivo, essen-
cialrnente com plexo e mltiplo. Derribai-apela
direlta, ella ae levanta pela eaquerda ; nao tem
mala do que urna cabega, e esta est em Roma,
protegida pelo exercito francez.
M. Jourdan nao se engaa : o chefe da corpo-
ragao est em Roma ; o que elle esquece soman-
te que esse ebefe vsivet o representante de
um chefe iovisivel, que est no co. Eis o que
torna inatacavel o que o Siecle chama corpora-
gao clerical, de outra forma egrejt catholica. Ei
porque, no momento em que o catholicitmo pare-
ce abandonado de todos, preste a expirar sob o
golpe dos herege, tem aiuda batante torga pa-
ra dizer a revolugo: Tu nao passars 1 Eis por-
que esta, 00 auge de seu furor, exclama : Como
vence lo? elle inatacavel I
Que palavraa animadoras para todos aquellea
sacerdotes ou seculares, que hoje combatem como
Jesos Christo, do que estas: em quanto elle nao
for vencido, nada aera possivel I Mas como ven-
ce-loT inatacavel I Fictmos pois agradecidos
a Mr. Jourdan.
Descobrindo a fraqueza da revolugo em face
da igreja, elle serve a causa desta ; se entre nos
houvessem alguna corages desanimados, slguns
homens desesperados do triumpho, ellos toma-
ra m corsgem.
Quanto aos que confiados na palavra divina,
apoiada sobre dezoito seculos de experiencia, lu-
tam com a certeza de veneer, ellet duplicaro de
exforgos.
De yinle ejseis mezes para c.a inatacavel cor-
poraco tem fornecido 50 milbea para o emprs-
tito pontifical, e eoviado a Roma 20 milhes
psra o dinheiro de S. Pedro.
Nao arrefega o zelo; a revolugo nao est de-
sarmada. As oecessidades to as mesmsi; noitot
deveres nao mudaram.
Mas sendo o artigo.de Mr. Jourdan urna home-
nagem rendida ao poder da igreja, a eoergia e
vitalidade do catholicismo, que, quando julgam
vencido, mais perto est da victoria, por isso
mesmo, segundo o ponto de vista do Siecle. um
desaso, urna inadvertencia. O que prova que os
maiores homens sao falliveis. E' urna grave io-
fraego s instruegoes das sociedades secretas,
que recommendsm especialmente segredo sobre
o fim a que se propoem : em quanto oo mais,
um conselho muito prudente, porque do contra-
rio nao se apaobariam os tolos. Em verdade, de
que se trata? qae pede Mr. Jourdan? a suppres-
sao das commudidadea iostrnctoras, dos irmos
da doulrioa christa, prohibigo de ensinar a to-
do aquello que tronxer habito religioso. Mas per-
milla que lhe observemos, de passagem, que elle
reclama ama flagrante violago da coostituigo ;
""<" reconhece, comagra a tasaM** o
todos os francezes ante a lei, isto os meamos
direito.
O padre, o frade, a freir nao sao nem mais
nem menos cidados que elle ; se elle tem o di-
reito de professar, elle Umbem o teem desde
que preeocherem os condigoes determinadas pe-
la lei.
Mas porque raza o, elle, o liberal, o demcrata
amigo da igualdade, pede que se divida a na?3o
era dous campos, se er urna cathegoria de favo-
recidos cuss dos oulros ?
Ser porque a instruego religiosa fraca e in-
ferior universitaria.
Os membro, que os collegios dirigidos pelos
religiosos enviam a S. Cyron a escola-poyte-
chimica sio por ventura offlciaes menos brsvos,
ogeoheiros meos habis, do que aquellos que
sabem do lyceu ou de algum collegio secular ?
Nao certamenle.
A razo porque oos collegios dirigidos pelos
religiosos nao se fazem garibaldinos, mas chris-
tos; porque o irmo da doutrioa christa, ensi-
na ao menino o calbecismo; eosina ao homem
nao os seus direitos, mas os seus deveres; por-
que o humilde religioso, que se dedica, no inte-
rior de nossos campos instruego das doncel-
las, falla-lhes muito de Dos, e muito pouco de
S. Simo; finalmente porque, em quanto es-
tiverem em p os obreiros da palavra divina psra
faze-la frastificar, o Siecle nao passari.
Ora, oque o Siecle?
A revolta contra Dos estabelecida como prin-
cipio, isto a revolugo. Oode leva a revolu-
go fatal e Deeess*riameote as sociedades ? Prou-
dbon encarregou-se da resposta: aoarchia.
Comprehende-aa agora a importancia social da
hbordade de ensino?
Com quanlo nao seja plena a que temos, toda-
va impede que o Siecle passe.
Eis porque quir elle no-la roubar, e porque
devemos sobre-modo defender esse direito, de
que em outro tempo nos privou s revolugo em
nome da liberdade, e que reconquistamos depois
de 20 annos de luta.
Conelusfio:
1. Por isso mesmo que a conquista da liber-
dade de ensino, na proporgo em que ainda a
conservemos, foi urna immenaa victoria da ordem
sobre a desordem, da verdade sobre o erro, da
liberdade aobr* a oppreaso, a per da dease di-
reito aeria para nos ama immensa derrota; seria
o triumpho do Siecle, isto a decomposigo do
corpo social pelo sceplicismo, materialismo,
atheismo e pela loucura I
2.a Se os falsos liberaes, e patriotas exigem que
se nos roube um de nossos mais caros direitos,
nao o fazem por interesse do paiz, nem da fa-
milia, mas somonte por interesse do Siecle e da
aeita de que elle orgo.
Mr. Jourdan no-lo disse e a conflsso mereca
ser registrada.
X. DE FONTAINES.
(Monde.Llisses.)
PEmMBUCO.
REVISTA DIARIA.
O mez de fevereiro, cujos dia terminaram-se
hontem, foi soffrivelmeote chuvoso, bem que as
chuvas s cahissem mais abundantemente no de-
curso das noites.
A atmosphera carregada de electricidade, tem
produzldo relmpagos e trovdes, como ba muito
se nao est costumado nesta cidade a ouvir e
ver; e o Ctpibaribe tomou agua, nao sendo po-
rm ainda notavel o seu volme ; o que deixa crer
terem sido moderadas as chuvas para cima, ape-
lar das grandes armarles.
Amanha domingo de entrado esperiro-se
boas mascaradas; e asseveram-ee qae ba grande
influencia para este brinquedo.
Querer-M-ha assim adormecer os effeilos, que
possam produzir os receiot da epidemia ?
Sem duvida esta ser alli representada, e ser
para desejar tambem que se nao agrade d'algum
mascara,' por is|o ao menos fazemos votos, beta.
qae se nao dem disturbios entre os brincadores,
que lbe agem o prazer com dissabores ou ia-
commodos pessoaes.
,JT NoJi*7 sen de Mesquita, official da secretaria da policia
r-J, ln 2 ?eI- PSran para hi. *om diree-
gao ao Sr. Joao Baptiata de Castre, dous masaos
com 27 exemplares deste Diario ; e ne verso da
carta, que por essa occasio escreveu ao referido
sr. Lastro, notou essa remessa declaradamente,
yuando pois repousava aa cooflanga da fiel en-
trega^ teve a desilluio de aaber pelo seguinia va-
por d alli procedente, que esta ae nao dora senio
quanlo a caria.
Ora, a vista disto, tratou o Sr. Gilseno vJe in-
dagar a causa dessa omisso parcial. A admiois-
Iragao desta cidade affirma haverem lido o des-
tino conveniente os dous massos, assim cerno o
uvera a carta, que aecusava a respectiva remessa ;
e naquella da Baha nao coosla esta, como-affir-
ma o referido Sr. Castro em carta vioda pelo-Apa.
h assim, o que tirar deste estado mixto d a(-
tirmagao por um laso e do negago por oalro,
qusndo o txtravio maoifeato e incoolroverso ?
Dsqui Baha foram effectivameote subtrahi-
doa os referidos massos ; quem seja o autor, nao
podemo-lo dizer; mas fique o faci consignado
como seu protesto contra a organisago actual
dos crrelos, que taea productos aprsenla com
detrimento do publico e um certo dezar do bom
fu accionario.
As obras do templo de S. Sebaslio do Rio
de Janeiro, que esto cargo do iocansavel Sr.
rr. Caetano de Metsina, vo tendo notavel incre-
mento, como v-se do teguinte escripto inserto no
Jornal do Commercio da corte:
A obras de S. Sebastxo.
Goslamos de ver conservados os edificios que,
alm da utilidade que prestam, aervem de mo-
numentos nossa historia. Sao como oulras lan-
as paginas de pedra que nos recordam os acon-
tecimentos da patria.
Neste caso est o nosso primeiro templo, a
igreja de S. Sebaslio no morro do Caalello con-
fiada aos missionarios capuchinhos.
Alli sobre o alto da montanha ergueu>Esta-
cio de S o mais amigo padro de vicloria dos
fluminenses sobre o inimigo, e um voto de gra-
tdo ao Senhor dos exercitos. Alli foi a primeira
cathedral da capital do imperio. Alli vo ainda
hoje 01 fiis, os que criem em Deus, butear o
conforto saudavei da religio.
E' justo que nao deixemos desapparecer esse
templo, memoria do passado-, protesto do pre-
sente.
Continu o Rvd. padre prefeilo s envidar os
seus eiforgos para reediflca-lo; mais um-servi-
co religio e ao paiz. Consta-nos que seu zelo
fez em Pernambuco maiores emprezas ; elle en-
contrar 00a habitantes do Rio de Janeiro o mes-
mo apoio ; nao esmorega, por mais dispendiosa
que se lbe figure a obra. Se, como natural, para
leva-la a cabo nao pode chegar o auxilio que lhe
prestou o governo imperial, recorra piedade dos
Fluminenses, e em seus corages anda se nao
extinguirn! a crenga e a caridade.
Estes sentimeuios, que a consciencia e o pa-
triotismo me impeliera a eacrever, me foram ins-
pirados pelo especio daqualU obra em um pas-
seio tarde por aquello agradavel sitio, vendo j
levantados os dous arcos do cruzeiro e dothrono.
e coberta a capella-mr e o muito que resta a
Um Catholico Fluminense.
Em nata de nossa legislago que attribue ex-
clusivamente ao tribunal do jnry a competencia
para reconhecer como justificareis os fados de-
lictuosos commetlidos por pessoas iocapaies de
impuiabilidade moral, quaes sao os loucos de
todo genero, doutrioa esta por vezes explicada em
avisos explcitos do aioitterio da justiga enlre 03
quaes nos acode memoria o de 16 de fevereiro
de 1854, vimos hootem apresentar-se barra do
jury um preto livre, de nome Joaquim da Costa,
revelando pelas maneiras, tragos e modo de ves-
tir o perfeito estado de desarranjo em que esto
as suas faculdades mentaes.
A' requerimento do Dr. promotor publico, lhe
fra nomeado am curador noeorrer da instruego
de processo.
O tribunal do jury, attendendo etse deplora-
vel estado do aecusado e insignificancia do de-
licio que lbe fra imputado, o de offeosas pbysi-
cas, restituio etse desgragado a sua liberdade.
Conviria que a policia o fhesse recolber al-
gum hospital afim de poupar o escndalo publico
de immoralidade, que provoca a presenga de um
homem oestes condigoes a vagar desordenada-
mente no meio da capital.
Eis o quinquagesmo-oilavo
Boletim official.
a Em um offlcio, datado de hontem e dirigido
da enfermara dos cholericos, situada nos Coelbos,
ao Exm. presidente da provincia, comesunicou o
Dr. Ignacio Firmo Xavier, segundo medico do
hospital Pedro II, que liona sido recolbido na-
quella enfermara Eduardo Vieira de Albuquec-
que, branco, aoltairo, de 20 annos de idade, na-
tural de Itsmarac, qae haria aido gravemente
accommeltido pelo cholera-morbus, e disse qua
esse doente ii mal, nao obstante ter sido imme-
diatamente soccorrido pelo Dr. Eslevo Caval-
canli que o havia acompanbado ; e em outro offl-
cio da mesma dala, que vai sbaixo transcripto,
dirigido da mesma enfermarla a S. Exc. communi-
cou o meamo Dr. Firmo Xavier que lioha falleci-
do o doente cima mencionado.
Em um offlcio da mesma dala, dirigido da
Passagem da Magdalena S. Exc. disse o Dr. Bel-
larmino Correia de Oliveira Andrade, que tioha
fallecido Manoel Ovidor de Barros, pardo, sollei-
ro, de 30 ancos de idade, e Paula, prela, de 3
anuos de idade, residentes nos Remedios, e Ma-
noel Jos ds Paz, preto, catado, 25 annos de.
idade, reaideote no Lucea, accresceolando qua
aquelle, nao obstante a manifestagao dos primea-
ros symptomas do mal, continuara no aervigo de
tirar barro para olera, a este j estando affectado
passra a noile exposto ao relento em um fandan-
go que tinha havido nos Afogados, e que coacor-
rerapara a morte da prvula Paula urna infiam-
mago intestinal, de que soffiis. Disse mais qua
exiitiam alli dezeseis doente, sendo anda Feli
cidade Haria doa Prazere, que ae achata em pa-
ngo, nao obstante ler apreseotado alguma tae-
Ibora.
a Dos oulros pontos desta provincia, em que
reina o cholera-morbus, dos districtos mdicos
em que se acha dividida esta cidade, auasimme-
diages, e suburbios nao chegaram presidencia
communicagdes offlciaea, alm destas que ficam
referidas.
c A's 6 horas ds tarde da 28 de fevertiro.
de 1862.
a Dr, Aquino Fonccca.
< Hospital cholerico dos Coelbos, 27 de feve-
reiro de 1862.
c lllm. e Exm. Sr. Communico V. Exc. qua
o enfermo de nome Eduardo Vieira de Albuquer-
que, remettido para o hospital cholerico, atacado
da epidemia reinante, a esta" hora, 9 horaa da
noite de hoje, assisliodo-o at a sua morle, ten-
do sido o mesmo aubmetUdo ao maia severo tra-
tamento,
Deus guarda a V. Exc. Illa- Etc. Sr.
Dr. Antonio Marcelino Nones Gongalve, presi-
dente da protlneJa. Dr, l|n*c<> f'"1 M"
Tier.j
A
r
"I sau^r ^* i\ #ti Ir
Ok



i*
laxi-
o Lope de Arah'Vrtui*-*Mt<4ftl *.... s ^ lr6iir.
, mestre de .ssucaV\^oXd7mTOT neft! *^"? ".? M0 "" a m!2.tia'J'
ry do Rio Formor.o-4 uunse a mrte ?.*- neeJlr/,dl um "l g0' l?.6 '011' Por a*"'***
_ ---------------------O- ^ ------ fV- ^mj.M^^V
seminariotralsva elle da ordem, e magai-
pondente
Repartido da polica.(Extracto da jar-
tea 3o da 27 e 28 de fevereiriq"9C^S~-
Foram nscolhidos 6 ca- dada*anc^oa dta.23.
A' ordem do Sr. Dr. Sete'We1 polieVtf
miao
idade.
lo jury do Rio Formte-_
alo com Irabalho e multa co
Xade do lempo; los Anloni
pardo, de 45 auoos, tem o
peto dito tribunal, e apuell
iireito ; Jos Francisco Ray
le 40 auoos, sapateiro,,por
xae de morte no termo de I
A' ordem do subdelegado
Maooel Fabricio do Nasdeu
nos, pedreiro, por crirrre de furto.
A' ordem do do Affogadoa, HaJaoel Rodrigue*
Je Carvaroo, lmb#Bvpaidg, de ganos, carpin-
teiro, por embriaguez.
A'ordem do de Gapudga, JOviqo Joaqun: da
Silva, pardo, de M annos, sem oflicio, para re-
srutt.
A* erdem do juiz de paz do segundo diairicto.
da Boa-VUla, Agostinho Manoel do Nasbimeajo.
orioulo, de 54 asno*, sem oflicio por na ler, co-
mo depositario, apreaentado oa beas que foram
peoborados.
Dia'tt.
A* ordem do Dr. delegado do prirueiro distric-
to, a crioula Benedicta, o africano Joo, de 54 anuos, dado agricultu-
ra, ambos escravos de Francisco Ricardo da Mes-
yuila Cavalcanti, como atestados na proviocia
das Alagoas, as quaes ficam disposigo do Sr.
Dr. chele de polica.
A' ordem do subdelegado do Recite, o pardo
Francisco, escravo, de 45 anuos, servente, a re-
jufsico seo aeohor Jos Joaquim Diaa iFernan-
les ; o africano Pedro, de 30 annos, ganhador,
6cravo de Jos Caries Cavalcaati, i requisito
le Joaquim Cavaloaoti de Albuquerque; o Joao,
iambem africano, igualmente gaohador, escravo
de um tal Mximo, por ser encontrado depois do
oque de recolher.
A' ordem do de Santo Antonio, Manoel d'As-
umpcao da Boa Morte, crloulo, de 25 annos,
criado, por desorden); e Thomaafa, tambem
Joaquim Pioheiro Jacome, por ser encon rada de-
pois do toque de recolher.
A' ordem do de S. Jos, Antonio Jos dos
Reis, de 30 annos, pescador; e Balbina Mara do
Espirito Santo, da mesma idade, costurara, am-
bos braocos, por desorden).
Da 27.
A' ordem do Sr, Dr. chefe de polica, o belga
Joannea Bricoen, de 80 annos, servente ; e o al-
lemao Frederico Werterson, de 23 anuos, embar-
ctdisso, viudos da proviocia da Babia, para ave-
riguacdfg'
A' ordem do subdelegado de Soto Aptonio.os
crioulos, Jos Ferreira, de 45 annos, bilieiro ; e
Jos 'Araujo, de 20 annos, dado agfrlcultura,
por desordem.
A' ordem do de S. Jos, LoureocO Justiniano
Crrela de Birros, branco de t9 snbos, pescador,
por embriaguez e desordem ; e o.crionlo Jos Be
uedicto, de 43 annos. cozuheiro, por suspeila de
aer escravo e andar fgido.
O chefe da segunda.secgo,
/. G. de ilesquila.
O vapor brasileiro hp sabido paila os por-
tea do norte, conduzio seu bordo, desta provin-
cia, os seguintes passageiros :
Estevo Jos Barbosa de Moura Jnior e um
scravo, teoente-coronel Theodoro Jos da Silva
Cama Jnior, Carlos Hardy, Antonio Alves de
Oliveira, Jos Ferreira Freaerico Guilberrae Au-
gusto Tapemberck e sua senhora.
Movimeoto do hospital de Nossa Senhora da
Conceigo dos Lszaros do 1. ao ultimo de feve-
reiro.
Existiam 17 hornese 14 malherea.
Enlrou urna mulber.
Evadiram-se2 homens.
Existem 15 homens e 15 mulheres.
M0RTAL1DADE DO DA 28 DE KEVEnfelKO '.
Firmina, frica, 38 annos, solteira, Boa-Vista ;
tubrculos pulmonares.
luiz Nunes da Silva, Portugal, 13 anios, soltei-
ro, Santo Antonio ; febre amarella.j
Joaquina, Paruambuco, 18 annoa, aolteira, sera-
va, S Jos ; metrile ebronics.
Januario, crioulo, casado, 25 annos, Magdalena ;
cholera. i
Eduardo Vieira de Albuquerque, Perdsmbuco. 26
annos, Boa-Vista ; cholera.
55*fc
DMWO DE FERNAMUCO. J- SACUDO i De MARgO DE 186*.
Communicados.

lice
urfest _
directtjm.
ciado ato* e
Sr. Leandro, ao Sr. Joao Antonio Gomes Gl-
raares, e algumas outras pessoas, que proseo*
tes se achivam n'anunlla nprmiin n_. .IV..-i.
i.- ..;V-._ ii-----i">w, huo ^iiihuv o or. jur. .Mino, que tem sido consultado por
*!.16.;ChaM*m q "*"' occ.a,1&0- Por **&* doMos, qusorlrem de ioteatinoa por haverem
duei ao oublico aue nao rec.ein a- ..,.** i. .j-* \ ______.. ._,.. ___r_,_ ___....
lus le
ido pr
diffi
eles |riigidM W~~*Z~<*4o ;,U
examlpajort alfas do |ce^ie|ito
q,e eteegaats*) p cojMf e%MnipaoMpbar-
mootiavam a jrjirr? tjotji b -aocirtaaOe, Tom o
tim iuitvavel do-carto,d procurar arredar do
examinsnlo o acanhamento ; dando em conclu-
so sempre um julgsmeato justo. Eotendo da
materia (dirta o autor do artigo) pude fazer um
jsito seguro ao que presenciai.
Foi-me pois o mais possivel agradavel a leitu-
ra desae artigo, vendo nelle descortinada a boa
vootade de reconhecer-ae a utilidad, e eieveco
em que ae achav* esse eatabelecimeats, e o m-
rito do seu pessoal.
Educavs ento, com cuidado, um Qlho com
desejoi de re-lo subir ao sacerdocio; e ento
suppuz que um da parlilharia na pessoa delle
tanto favor I taota gloria 1 I
Tudo ae veriflcou. Nao eiquecenjo na sua
educagao o meu ptimeiro de ver de eansultar a
sua dedicajao to edificante estado pude, no
dia de hje coadjurado pelo seu meritorio pro-
fesor, conseguir ve-lo sentado em frente de to
respeitaveis lentes para ser examinado em latina
a trances e qual foi a minha gloria I 11 mea fl-
Ibo fui curoido com o laurel de urna pisos s sa-
tisfactoria aprovacio em ambos os examea I i I
Eu voa agradego, sabios e virtuosos lentes exa-
minadores ao manoirai offictoaas e delicadas cora
que trataales meu filho I eu li nos voasos labio*
o riso da aatisfacao quando coroaetea meu filho I
u vi as vosaas faces estampado o prazer por co-
nhecerdea meu contenlamenlo I
Meu filho grato vossos favores bem dir sem-
pre de vos.
Ao mestre de meu filho dou, e me cumpre, o
mais alto agradecimento pelo esmero, e dedica-
gao que empregou ensioando-o; e nem de outro
modo poderia ve-lo examinado em latim e fran-
cs lendo apenas 13 annos de idade e de estado
Permilti, Sr. AITonso Jos de Oliveira, que do
alto da impreosa declarando vosso nome poasa
assim maoifeatar vos, e an publico o dever que
tenho de vos ser grato. Nao ae offenda a vossa
modestia deaculpai a minha iiberdade.
Nao posso dmxar passar desaperceoida a subida
honra que recet do Revm. Sr. conego Dr. Ma-
noel Thomaz de Oliveira no acolhimento que me
deu, como presidente do acto, vendo-me entrar
na sala acompanhado de meu Ulho para aer exa-
minado I foi um procedimento liliio da candidez
de sua alma que tanto sabe prodigaliza-lo a favor
de queso procura, sendo- porem eu o que neste
quadro mais tem sobresabido. Desculpai-me,
senhor, nao me aensureia I tenho s por mim pa-
teotear-vos minha gratido.
Nao o meu proposito apparecer ao publico,
nao posso ser desconhecido de todos vos a quem
me Arijo : to grato, como devo, e s a vos que-
rendo apparecer vos rogo que poupeis a publica-
Sao do meu nome ; pois que sende elle to hu-
milda e alem de descoobocido, distando tanto da
vossa eminencia, eu temo que possa ofiuscsr a
vossa gloria.Acceitai pois estas minhas expres-
sOes s diguas de vos por serem sinceras nasci-
das do corado do vosso eothusiasla
drei ao publico que nao receto ser contestado.
Com aemblaote compungido disse-mo>* Sr
Leandro que havia perdido a minha carta com-a-
resposla, -quo u'ells me dra ; e, ro podeodo
Cas segnado lugar admiro-me muito de dizer
o Sr. JDr. Aqsino, que tem sido consultado por
g
IscrivSa por eleicjio.
a Exma. Sra. D. Ephigonia Marcionilla Lobo.
r\ ni o .. E,c"*a pnr elelcQ.
u tiim. Sr. Manoel Jos AITonso.
a h.-,. a ^cri* por devogo.
8ra. D. Margatjda Julia Ferreira Ma-
. :
?y i
'^'
"" ^-'^J^JodrBaeo^"Sr. Leandro. A. saude. cura.ndo_-e paraeste
* *
T
CHR0NICA_JUDIC1ARIA.
JURY DO RRCIFE.
r sesso.
Dia 8 de fevereiro.
PRESIDENCIA DO SR. DR. BERNARDO HACHADO DA
COSTA DORIA, JUIZ DE D1RE1T0 DA PR1ME1RA
VARA CRIMINAL.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leopol-
dino de Gusmao Lobo.
Escrivo privativo, o Sr. Joaquim Francisco
de Paula Esteves Clemente.
Advogado, o Sr. Manoel da Silva Jacome
Pessoa.
<9As 10 horas da manha depois do toque de
campaiaha e veriQca;o das cdulas, foi feita
a chamada dos jurados, e acharam-se presen-
tes 48 senhores:
Forarn multados em 20^000 cada um dos Srs
multados nos dias antecedentes que nao com-
pareceram hoje,
Haveodo numero legal o Sr. Dr. juiz de direito
declarou aberla a sesso.
Entra em julgamento o reo Joaquim da Cos-
ta, aecusado por criroe de ofleusas pbysicaa, fei-
tas na pessoa do soldado Manuel Francisco dos
Sanios.
O Sr. juiz de direito oomeou o Sr. Manoel da
Silva Jacome Pessoa para curador do reo, visto
ste ser louco, e o mesmo Sr. Pessoa preatou o
juramento dos Santos Evaugelh js.
<>jury de aenteoca foi composto dos Srs. se-
guintes :
Manoel Antonio ds Silva Moreira.
Agostinho Eduardo Pioa.
Florencio Domiogues do Silva.
Joao de Siqueira Campelio.
Severiano Bandeira de Mello.
JosHenriques Machado.
Jop Jos de Carvalho Jnior.
Dr. Jos Flix da Brito Macedo.
Francisco Antonio fcreira de Brito.
Francisco Rodrigues da Groz.
Joao Chrisostonno Fernandes Vianns.
Dr. Antonio Jos Alvea Ferreira.
E prestaram o juramento dos Santos Evan-
gelhot x
Foi o reo interrogado^ fez-ae a leitura de pro-
eesao. v
O Sr. promotor pedio a condemnacao d
reo no grao medio do art. 201 do cdigo cri-
minal.
O Sr. advogado deduziodo a defeza pedio a
absolvigo do reo.
Fiodoa oa debates e preenchidas todas as so-
lemnidades da lei, o Sr. juiz de direito propoz
Jury d seotenija os quesitos segointea :
~V~.,r,o Prel Joaquim da Costa em o dia
z&ue taino do anno passado offcndeu com pan-
cadas ao soldado Manoel Francisco dos Santos,
sa ra da Senzala-Velha ?
20 T ommetteu este delicio achando-se
m estado de loucurar
3 Existem circumslancias altenuantes favor
jo reo /
Recolhido o jary de aeoten^a com os quesitos
e processo 6 sala aecrela das conferencias ao
meio-dia, dalli voltou meia hora, respon-
dendo aos quesitos pela maneira seguinte:
Ao IoSira, por unanimidade,
Ao 2oSim, por unanimidade.
Deixou de responder ao 3* por flear prejudi-
cado.
Lidaa as respoatas pelo presidente do jurj de
sentenca, o Sr. juiz de direito publicou sua sen-
ten$a abaolvendo o reo e couderanaodo a muoi-
cipaltdade as cusas.
i-*an0UaaA,e,rt0 fiando-a P" di e-
unte pelas 10 horas da manha.
?li? dn^nfi!0. L^^~s7aza foi Volvido no
"mddeCf2.,srieda,dee.e,e Xfi&MW dos
do nela delecraei. !t. Ml.f,!l0Dat<)t 'ol procossa-
WcTdeau'cfdVoe m ^Si, *L 'r- '%
Sr.Dr. promotor publica. SJneco ST.mS
de cual. Lobo. O mesm nrCOfoiLe.baoTwS
om prmetro julgamento no dia 10 de inlhn 2-
UBI. e appe.lUdo pelo jui,. do direitd^eln!
da vara presdante do larj, o Sr, Dr. FranSsoo
Correspondencias.
-Dosainiaea da Silva-, ae tu ai jaj,Vfclta dV T Kn?' c,fU que eUeJ
xenda desta oroTlBcia. "* a' u" < conaerrar em sea poder.
Srs. redacorea-Convidado pelo Sr. Joaquim
Juvenci da Silva, para declarar, por eate Diario
o que ouvi do Sr. Leandro Lopes Dias sobre o
depoimeoto da primeira lestemunba, o Sr. J. M.
dos Santos Aguiar, nos autos de acgo ordinaria]
que pende do juizocommeroial desta cidade, e
em que autor o Sr. Frederico Lopes Guima-
rea ; corre-me ipsofaclo a estrela obgaco de
referir com raouueta ao publico o que sei se-
melhante respeito, e iato o farei em seguida com
a lealdade, que, mere* de Deus, tem aempre
presidido i todos os actos de minha vida.
Deveodo eu arrazoar, na qualidade de advoga-
do do Sr. Juveucio, nos autos, supra menciona-
dos, e tendo observado que o Sr, Santos Aguiar
declarava em seu depoiineuio que soubera do
Sr Leandro que, prtlendeMo um fulano Piguei-
redo comprar a toja a Anlonxo Francisco, deixou
**-IT'ituar esse neaario, porque ndo ihe r.nn,.i-
nna dar a vista os vinte cantos de res { 20.000),
que o mesmo Antonio Francisco exiga, para pa-
gar o que eslava dtvendo Frederico ; copiei
esta parle do depoimento, e pedi ao Sr. Joaquim
Pinto de Barros que mostrasse a copia ao Sr
Leandro, dQm de declarnr-lhe este ae era exacto
o que nella se contioha.
Nao foi sem am motivo pondoroso, que assim
proced ; visto como lembrei-me, dando aquella
passo, deque, vendo pela primeira vez ao Sr.
Leandro em casa do Sr. Juvencio, na ra da Im-
peratriz, examinando, se me nao engao os livros
da casa commercial do finado Antonio Francis-
co Pereira ; dissera-me elle, oessa occasio,
i. que ae quaalias, de que te intUulavam credores
os Srs. Vicente Nunes da Serra e Frederico Lo
pee- Guimares eram arranjos de amigas ;
e bem v o publico que a lerubranQa, que ento
me occorrera, me autorisava, pola importancia
de sua natureza, a por em duvida a veracidade da
interferencia do Sr. Leandro no depoimeoto em
questo.
Em menos de meia hora vi, que a minha dea-
confiapga lomava as cores da realidade : pois
jue, de volta da loja do Sr. Leandro, disse-me o
Sr. Pinto em o meuoscriptorio, na ra do Quei-
mado o. 26, primeiro andar, que lhe declarara
aquelle nao ter referido aoSr. Santos Aguiar a
historieta, que este lhe altribuira, dos at):(HK)SO00
para pagamento de Frederico Lopes Guimares e
que eu lhe escrevesse urna carta, propondo-lhe
quisitos, que alie me respondera, o at cootana
outras causas, que sabia eise respeito. A' vis-
ta dieso, e8crevi, e dei urna cwta ao Sr. Pinto, o
qual, no mesmo dia, entregou-a ao Sr. Leandro.
Aguardei poralguosdias a resposla; mas, ven-
do que o Sr. Leandro dorma sobre o caso, fui
por diversas vezes pedi-la pessoalmenle, man-
dando tambem solicita-la pelo Sr. Pinto, por -un
sobnuho desle, por um filho do Sr. Joaquim Fran-
cisco de Paula Esteves Clemente, e por outras
pessoas, que isso se prestaram para obse-
quiar-me.
Sempre que me encoolrava eom o Sr. Leandro,
ouvia de aua bocea urna nova declaracio da fal-
sidade do depoimeoto do Sr. Santos Aguiar ; e,
quando, j impaciente, eu lbe uoslrava que o
lempo urga, e portauto cumpria-lhe dar-me urna
resposla, qualquer que ella (oue, ora dizia-me
elle vou fallar com o Sr. aveaeio, vou fallar
com o Sr. Santos Aguiar, vou conversar com o
sr. frederico, vou consultar ao meu advoga-
do ; era ( respondo-lhe s duaa horas, repon
do-lhe squatro horas, reepondo-lhe aoje mes-
mo, respondo-lhe amaoha ;ora, mandara' a
resposta aoseu escriptorio; remetle-la-hei ao Sr.
Juvencio, venha mais tarde ve-la aqu na loja
ora fioalmeote, < que eslava embaracado, que
tema as conaequencias, pois era principiante,
brasileiro, e sonra muita guana no commercio.
Houre um dia em que pareceu-me tudo isso
um graceje, ou um plaao do Sr. Leandro ; tive a
franqueza de -expor-lae a minha desconfianca:
mas.lpngede moatr*r-se,'elle offendido, acompa-
nbou-me ao meo scriptott, onde leu o exami-
nou altentamenle os autos, a o depoimento do
Sr. Santos Aguiar, sendo que nessa occasio, e
na presenca do Sr. Dr. Cicero Odn Peregrino da
Silva, toroou a eonfessar que nada havic dito ao
r. Santos Aguiar.
Penaei entio, e parece-me que com algum
fundamento, que, finalmente, eslava elle resol-
vido a nao retardar mais a resposta, que me de-
via ; tanto mais, porque pedio-me, deitando com
eoiado os autos sobre a mioba banca, que lhe
fornecesse urna nota para a aua resposta, de con-
formidade com a declarago, que nos fizera. ao
que anaui promplamente. leudo-a em voa alia ao
fcr. Leandro, qae. applaudiodo-, guardou^-a em
seguida, e relirou-se pouco depoia"
todava, faltando aiuda desaa vez o Sr. Lean-
dro ao que me prometiera, julguei de meu rigo-
roso deyerfazer-lbe sentir ( o que fiz em sua
loja ] que eu nao mendigava urna resposta, aua
era de sua honra dar-me; e que umprU-llie
restiiuir-me, sem perda de lempo, mesmo >eu
resposta, a carta que elle, todo cusi, preten-
an to se oeforcoa ,.
.d\un!!**,,fl-W:**wd,,'!u ^fi <>* "us
instantes pedidos, escievMho uulea caita e aua
proprla loja.
Devo declarar ao publico que ^ Sr. Leandro
haaja-me asaavarAdoque je*pondor.s6rUia oa-
quella.meama occasio, e que.cum grande pasmo
meu,, disse-me, depois que lhe eptteguet a cari,
que la primeirameote eoteadat-ae com o seu ad-
vogado,
Observei-lbe ento que o3o poda compreiien-
der como, tendo alia eacripto ( segunda me de-
clarara ) a resposta na parta, que Q perder,
dentro de to poucas horaa, poda estar esquia-
do nao s das palavras, ern que ella (ora coo.ee-
-bida, como ate do seevido **t*l
Fura-me preciso, para poder .acreditarlo, nao
o reputasse dotado de supina ignorancia ; mas,
confesao que nem me senta ento, nasa siulo-me
agora mesmo com animo de irrogar-iba aeme-
lOaote injuria.
Com tudo, coveocido, & partir d'aquella mo-
mento, que nenhuina resposta receberia do Sr.
Leandro, ia reJjrar-me,'quando eolwu aSr. Jn-
veucio, .que, dopois dehaver dito aigum'as ver-
dadas, um pauco duras, coacluio por doclarar-lhe
que ia es.cre*errU>a*ieie Otario.
Tambem me uHsse-o Sa Leandro que taaiia res-
ponder-me, porque o Sr. Frederico o Ji#via
ameacadocom a perda da seua Interesaos com-
merciaes, ae por ventura fosse vencido no pleito,
em que ora se acha empenhado; e mais porque,
desmeotindo ao Sr. Santos Aguiar, que amicis-
simo do Sr. Frederico, arriscava-se elle Leandro
a perder o crdito que tinha na casa do Sr. Kel-
ler & C., onde o mesmo Sr. Santos Aguiar exer-
cia grande influencia.
E' esta, por mibha honra o juro, a narrajau
exacta do que ae passou entra mim, e o Sr. Lean-
dro, e o que sei acerca do caso em queslot nar-
raso, que eslou prompto a repetir na praseoga
do mesmo Sr. Leandro ( 6 quem entretanto neo-
huma ogerisa tenho J, e a confirmar, por meio
de juramento, se preciso tor, peanle os tribuoaes
do paiz.
Recife 27 de fevereiro de 1862.
Eduardo de Barros Falcio dt Laceran Caval-
canti de Albuque.rq.ue^
ati4*^8.; J,0a.ui,n Ju'eucio da Silva.Me pe^
dindo V. S. lhe declarasse por este Diario o que
disse-meoSr. Leandro Lopes Pas em relaco
aos viute contoa de ris exigidos por Antonio
Francisco Pereira para pagamento do que este
eslava devendo ao Sr. Frederico Lopes GuimAres
me cumpre expdr-lhe o seguiote :
Tia quesiso eomnrereiel qoe contra os herdei-
ros de Antonio Francisco eseire ntomove o Sr.
vlco Lopes Gu'm*riJromo testemu-
nha Jos Marques dos Santos Aguiar que disse
terouvidoao Sr. Leandro Lopes Dias, que pre-
leodendo um tal FigueiiSdo comprar a loja a An-
tonio F. Pereira, nio o fizera por lhe pedir este
viole conlos de ris vista para aquelle paga-
mento. Por essa razo. ao Sr. Leandro se pedio
urna declararlo escripia sobre a veracidade de
semelhanle referencia ; e assim dirigindo-se este
mesmo senhor ao oosso escriptorio. declarou em
minha preseo^a e na presenca do Dr. Eduaiode
Barros nao ter dito tanto essa leatemunha, pois
so se lembrava ter-lhe referido que um tal Fi-
guelredo pretendeu comprar a loja Antonio
francisco Pereira, sem nunca lhe ter fallado no
prego e menos ainda no fim que seria desti-
n s u o.
Em vista de declarado I5o Nvre, o Sr. Leandro
demonstrou, em quaoto mim ter perjurado a
leatemunha que assim tallava a f do juramento,
expondo fados que nunca exisliram.
Entretanto exigindo o Dr. Eduardo de Barrosa
!a?qUe "!e. edir4' Sr- Leandro, admi-
rando-se por tal depoimento, procurou ler nos
proprios autos a parte relativa questo, e pro-
metteu resposla terminante, acrescentajido %ela-
tar eotao outras couaas mais qu sabia l reapeito
dease negocio. H
.J,"LTrV^',"'ai', "podido de V. S. de quem
sou obrlgadisimo, criado e otmgauu.
Cicero Odn Peregrino da Silva.
Em altengo ao que me pede o Sr. Joaquim
Juvencio da Silva em sua correspondencia trans-
cripta no Diario de 7 do corrente, sou a decla-
rar o seguiote : Em meados do cofrenle mez. fui
chamado pelo Sr. Dr. Eduardo de Barros Falco
de Lacerda Cavalcantl d'Albuquerque para que
em seu nome ou no do Sr. Juvencio da Silva fos-
se a loja do Sr. Leandro Lopes Dias para lhe per-
gunlar se com efTeito era verdade o ter elle dito a
Aguiar que o fallecido Antonio Francisco Pereira
quiz vender sua loja a um tal Figueiro com a
cood.cao deste (he dar logo.2Q:Q0000O res para
com. ellas pagar o que devia a Fredetico Lopes
S?",eff V1S, ditl> s">t-8 Aguiar ter-aere-
leriJo a elle, quando deptz oa causa d'acco or-
d nam qae Frederico Upes Guimares move no
juizo especial do commercio, escriro Manoel
Mana, cootra os nerdeiros fie Anlonio Fraccis-
to, e a ser iato verdade nada locara em suas
razoes lipaes, porem a nao ser exacto neate ca-
t'qHuena .Ia* lhe respondessea urna carta, o
quede mu ba vontade me declarou Leandro,
que era verdade ter elle dito a Aguiar que o ^
nado Pereira pretendeu vepder a loja a Eigueir-
ao pormque quanto aos 20:000000 res aoa
lhe avia dito, e [que o Dr. Eduardo l\e-escre-
niSMWimB car' com W?10' quizeue que
crS Dr-E^*'id0 e este incontinente es-
creveu-a e eu mesmo fui o portador que a levei
di..0. >VZ\?Sr- Le'ndro e i0* este ab'i0
ai.se, nao lhe posso agura responder, o que fa-
T.l?,n,,aa 8tem faUa''urna, ainda por d-aa
vezes procure! essa resposta, porem s uaa das
vezes que eDcontrei-o e disse-me que amanba
ira mesmo fallar ao Dr. Eduardo. Yp quanto
me cabe declarar por er o que justamante e
passou commgo ji*uituitoae
Son de Vmc atiento venerador e criado
Recife 27 de fevereiro de 1862.
Joaiuim Pinia de Barros,
*
Srs. redactores :-Declaro ser falso que eu-
manipule remedios e que esses remedioi corram
por ah com meu nome, como se diz em ma
correspondencia publicada no Diario de Pernam-
buco de hoje ; e como islo, se fosse exacto, seria
urna ofraccaojdo regulameqto que baixou com o
decreto n. 8z8de 29 de setembro de 1851 de-
claro mais que procederei judicialmente contra o
autor deasa correspondencia, pan que elle pro-
vo o que disse ou seja condemaad pela calum-
nia qoe me irrogou. v va,",u
28 de fevereiro de 1862.
Dr. Joaquim i'Aquino Fonctca.
losado o prompto allivio quando comigo
saoaadara o contrario.
CoeHarei suscfntamenle ocaso par que o leitor
bem pbssa ajuizar delle.
Ha. viole annoa. que.joftq dos intestinos, a Ewrivo por devoc
timameote meus/|fadtjj^ntaa) enacerara so O Illm.-Sr^nHuio H1no da*rsad
>nto de me deixaram qWfJ iajaJllisada: com o I XheaoareiM
mire constantemente fi^ laasjMdo por'O Illm. Sr. KicsJteMacSdo piaire
xo sangue. e oulraa ifsjNs m lacado araa- I ^oSdore* '
lio, vertigens coatinpaJHL dsjtkt e^a*aqueci-1 Os lllSjMBrs. :
into as pernas, deslisjsj*da>4ba|id* de for- Caelano taa Msakies.
tal era o pstsdaain q{M#eHsVivs^,f>.Do qual Jos Antotj Tsjsseira.
poupe eafor^oa aaaaalcios yaaaJmobrar a Joo Caroelva Moatoiroda rRva Saatoa

w m *^ uvurivi uva ^
Neohum doente
i epm_ajaaxima j Joaquinj J_ Mojejjj,
aial.l
i "i- uiifinu lTTrxvjt
. ser to fiel e submisso sos!Antonio Annes Vieira de Souza.
preceitoa.de seua raadlcoa aatiatonUs. como eu o ,Thomaz FerrWra de Garvalho.
. No. differentes sy.lema. de curar a iodo au- S." BS K **"*'
jeitei-me com resigoago : al um grande austi
co as costas npportei, e ltimamente quizeram
at cortar alguna boiesque tioba no anus:
Nada approveitou-me : os soffrimeotos foram
mullos, as dspotas enormes, o o desanimo de
minha parte foiollimo resultado auecolhi.
Ja, por tanto, desanimado, e nao contando
man com as eaforgas dos senhores mdicos, oedi
Ss iostanos,de um amigo velbo, qao me pedia,
M| t.ojns.ge ^ spxompta eiliyjo
E que ctrHn desto romodio 1 Louvado Deas,
eatou forte, robusto, contente vaodo-ma radi-
calmente curado.
Saina maie o Sr. Dr. Aquiao, que Ccando eu
com urna eapecie de veoeracao tate aaluUr
remedio, j oacunsalhei a outros deentes os
quaes tom colbido iguae Maullados.
Agota o Sr. Dr. Aquino, que me coulesle e
eotaa urna nica interpellacao lhe farei, S. S.
por v.euura j appljcou esto remedio ? j procu-
rou em boa f estuda-lo e coobece-lo em sna
applicago, ou autos sa tem contentada apenas
com o oesacredita-lo pela averso, que lhe tom,
sem saber todava o que elle e o que val ?
Nada ha to contracto a razo e a verdade coma
sejarn as prevengoes.
Racie, 27 de fevereiro de 1S62.
Joo Marinho l'aes Brrelo,
Jos Annes Vieira de Souza.
- Jaordomos o mordomas.
iodos os moradores e frequantadores do
ameno e magesloso Moatetto.
lindo,
Publicares a peaido.
A digoidade de minnaa expreasoea parsuado-
me que naoescapou aos empregados da loja do
Srs. redaetoret.-Teado sido durante os mua
irabalhos do presidio de Fernando, tratado da
maneira a mali urbana pelos distinclps Sra. co-
40natnnfoaT Go^$ L^ {6Deaio coronel Jos
Antonio Piolo e major Seba.Uo Antonio do Reg
Ba/jos ex-commandaplea daquelle presidio, sa-
na laxado de ingrato se por acaso nao p.tenteas-
se por este meio. o man eterno reconhesimento
!C.0.an0!,4,,0" ieD1b?tC8i; nrmente para com
o honrado Sr. coronel Leal, a quem oa habitan-
momelto!16 IWg"' ""^ w "SdaV*. Sd.
Recife, 25 de toJiifiJJS *""
Rio de Janeiro. Ministerio dos Degocios do
imperio em U de janho de 1853. Sendo ouvido
a aecyao dos negocios do imperio do cooselho de
estado sobre os ofBcios da junta central de hy-
gtene publica, daiado de 10 de setembro, 20 de
novembro e 10 de dezembro do anno prximo
passado e copias, que os acempanharam, relati-
vas ao registro as cmaras municipaos dos ttu-
lo, de professore de saude, bem como do que
tere lugar oa cmara municipal da capital da
provincia do Maranho do diploma de um dos
membros da eommisso de hygiene publica da
mesma provincia; e havendo S. M. o Imperador
por sua mmediala resolucao d* 11 do corrente
mez, se conformado cem o parecer da referida
s?ccao exarado em consulta de 8. manda remet-
ter V. Exc. para conhecimento da mencionada
junta central, copia da sobredita consulta, afim
de que por ella se regule naquella materia.
Deus guarde Vmc. Francisco Concalves
Martins.Sr. presdanle interino da junta central
de hygiene publica.
Sando ouvido o procurador da corda, res-
pondeu que, por mais valiosas qoe ae possam
considerar as razoes expostas pela junta central
nao podero ellas fundamentar, e menos justifi-
car a inteligencia, que se pretende dar ao regu-
lamenlo para se iostituir esse exame sobre as
matriculas feitas perante as cmaras munici-
paes, sendo bem claro, e expresso o art. 35 ; in-
telligeDcia que at traria efteito retroactivo ; e
accresceota em sua resposta que a disposigo do
artigo poltica, e providente, sendo recouheci-
damente menor o mal que por ventura possa
resultar desses abusos, e erros das cmaras mu-
nicipaes, do que o que com toda a certeza ha de
produzir essa projectada reviso de ttulos re-
gistados, e das matriculas, instlluindo-se para
esse fim urna verdadeira devassa geral.
A secgo, tendo pensado sobre a materia,
observa que o regulamento est feito debaixo do
pensameoto de se nao revolver o passado, rece-
ando as consequeocias dessas ioquirig&es. Este
pensamento foi bem comprehendido pelo procu-
rador da corda, como se manifesta da sua respos-
la. Assim que no art. 87 foi limitada a autori-
sagao da junta ao conhecimento das iofraeges
do mesmo regulamento, mndeodo-se recebar
ttes quaes sa achavam as matriculas perante as
cmaras municipaea. que o que consta dos
arta. $3, 34 e 85, nao se admittindo investigaco
sobre o passado.
Os casos que se possam aponlar de menos
reguiandade neste objecto, s3o to poucos que
hoje nao vale a pena de os esmerilhar.
A mesma junta central j tem sido favoravel a
pretenges que nio esto no rigor do regulamen-
to! tal o caso dos den listas quo nao estavao mu
nidos com as habililsces lesjaes, sobre o que a
secgodeu o parecer de II de agosto de 1852, e
o de um eatabefeciuiento pharmaeeutico na pro-
vincia de Minas, qne foi objecto do parecer de 15
de Janeiro deste anno, e outro de um igual esta-
beleomenlo nesta provincia, deque tratou o pa-
recer de 27 do mez passado, casos estes em que
ella apadrioha a conlinuago do exercicio sem
a habilitagoes necessarias.
Parece, pois, i secgo que o regulamento
seja executado segundo o rigor de suas disposi-
goes. E, finalmente enteode a secgo que
vista do regulamento nao compete de maneira
nenhuma s commissftes tomar conhecimento
das matriculas feitas perante as cmaras muni-
cipaes, podendo ellas-somente, quando se verifi-
que o caso de traosgrisso do regulamento, dar
parto a junta central para resolver em coDfor-
raidade dos artigos 87 e 88 do mesmo regula-
mento. Quanto ao delegado do cirurgio-mr
do exercito membro da eommisso de Hygleno
da provincia do Maranho, nao haver mais do
que applicar-lhe a deciso que acaba de indicar-
cumprindo advenir que qualquer juizo da junta'
central seu respeito dever flear dependente
da confirmago do governo, tlstoque elle se
acna exercendo funeges publicas por nomeaco
do mesmo governo. Vossa Magestade Imperial
resolver como melhor parecer*
Sala das conferencias da seceo dos negocios
do imperio do cooselho de estado em 3 de juoho
de 1833.Visconde de Olinda. Visconde de
Moni Alegre.-Csndido Jos de Araujo Vianna.
Como parece.Pago 11 de iunho de 1853
Com a rubrica de Sua Magestade o Imperador.
Francisco Goncalves Maitina.Confer.Jos de
Paiva Majalhes Calvet.
Elei^odos devotos que ho
de festejar a milagrosa vir-
gem Senhora da Concei^o,
erecta na capella do Mon-
teiro, no futuro anno de
1863.
l'iu* simples prova ;dc amisade.
Recoahecendo no nosso mu distincto amigo, o
lllm. Sr. Dr. Americo Fernn Jes Trigo de Lou-
feirQjJ aualidade de poeta, que ellfl to vanla-
joaamente cultiva, tendo por multas vezes apre-
ciado aa suas primorosas o insignes prodoegoes
poticas, demo-aos ao trabalbo de buscar o'entca
os nomes de poetas, os mais disiiuctos, aquellas,
que comecaasem por cada urna das lettraa do
nome d'elle, a fim de que lhe sirva iato como de
um incautue para que collive, cada vez oom
maior empeubo o seu talento natural, e possa
algum dia fazer sobresahir o seu nome ao de tan-
tos outros poetas to distinetos, cujos nomes al-
tamaolo decantados pela fama, o aeu to conve-
, nientemante abrangopor meio delcada urna das
lettraa, de que se comne.
Aceito, pois, o nosso distincto amigo este oosio
Irabalho, que lhe offerecemos, aimplesmeote,
como urna prova de amisade, e ao qual daremos
por roa aproximada analoga o Ululo de acrs-
tico,.bem que propriameute o nao seji. Anteci-
pamo-nos, todavia, a pedir-lhe desculpa, se por
ventura com a publicego d'elle temos offendido
a sua raconhecida mndestia ; por quanto apenaa
Uvemos om vista fazer-lhe por este modo urna
solemne manifestago do avantajado conceito,
que de nos ja tem merecido o seu elevado la-
lento em poesia, dando-lhe assim, ao mesmo
tampo, urna prova bem conveniente da sincera e
acrisolada amisade, que de mullos annos nos
prende.
ACRSTICO,
f'gathon : poeta trgico alaquense.
ilion: poeta ingles,
"uripdas : celebre poeta trgico grogo.
''aioi: poeta lyrico o dramtico francez.
ppolito de Ferrara: poeta improvisador ita-
liano.
^aaoes : insigne poeta porluguez.
Ovidio : famoao poeta romane.
ranca8lOT : celebre poeta o medico latino.
noto : antigo poeta aatyrico dramali'co italiano.
^ousard (1).
2cevio:,poeta,e)ico a trgico latino.
>ristophaoes \\.
^Saroeaiano (3>.
irco ; poeta portugaez.
Hschilo (4).
Shakespeare (5).
^ibullo : cavalteiro romano, celebre pelas suas
poesas.
wapin (6).
-ffliud (7).
arret : celebre poeta portuguez.
rpho : poeta da Thracia, discpulo de Lino:
Oorat : poeta improvisador, francez.
mpedocles : poeta, philosopho, e historiador
pytbagoriano.
femaire : punta e historiador francez.
otway (8).
Ghland : o rrais aotavel dos poetas lyricos, que
possue actualmente a Allemanha.
jaeverd : um dos mais notaveis poetas dramti-
cos, que possue actualmente a Italia.
wsenenard (9j
Tttbert: distincto poeta francez.
^osini : poeta q historiador italiano.
wen : poeta \aiino, celebre pelos seus epi-
grammas espirituosos, e picante*.
Antonio Luis Ferreira de Menezes Vasconcellos
de Drummond.
I a mareaenda sjsj toda a consideradlo e peso a
Illa opinio, promeUi-lhe Mforrar primeiro a es-
te expediente, por.isso que.yeoho noje acientifi-
csr aos Srs. aasoctauas qae. quereodo dar urna
prova de seu amor e dedicago ao Hospital PorU-
fa de-ni'tiaHrissjBiu, podem dirigir as quanlias
com.1ue cada um se digoar concorrer para o re-
ferMa flrn, aoSjaiio nomeados, certos de quo
se* om** e fflatitias, sero levados opporluna-
nJ2*' caohacimento da actual junta admlois-
lr**?' .y* ?a*o persuadido nao deixar no ol-
Y1* ** ,**.c.i,, C0ID0 merecerem as offertaa de
tao\aam. ao au peaaoalmente a caaa de todos
os fea, asjaeciadaa por falta de lempo, pelo aue
. apara meracar daaculpa.
Recife 18 de fevereiro de 1862.
- 9*+rdii*o Gomes d Cfvalho.
A ames do* S*$. a quem st poden dirigir
as offertas:
Recife.
Joaquim Montairo Cruz.
Jea Joaquim de Castro Moura.
Joaquim Luiz Vieira. < -
Joa da Silva Loyo.
Joaquim Correa Jlesende siego.
Francisco Moreira Pinto Barbosa.
Santo Antonio.
Joo de Siqueira Ferro.
Domingo! Jos Ferreira Guimares.
Antonio Gongalves d'Azevedo.
Jos Joaquim da Silva.
Je Joqaim Lima Bairo.
Jos Jeronymo da Silva.
Jos Alvts da Silva Guimaraer
Boa-VisU.
-

Manoel Jos Guedes Magalbaeju
Joo Luiz Ferreira Ribeiro.
Documento nico pelo qual se dignou a junta
adminiatraliva scienlificar-me que aceitara o meu
offerecimento e suas respectivas condiges.
Mi*' Sr.
Tendo a junta administrativa do Hospital Por-
tuguez de Beneficencia nesta cidade, em sua ses-
so de 23 de oulubro ultimo, aceitado o offereci-
mento que da parte de V. S. e ostros lhe tora
feito de adiantar a quantia de rs. 3:7598198, para
pagar a Malhias Lopes da Costa Maia a importan-
cia da execugao que encaminha contra D. Maris
de Jess Gordeiro, Tiuva de Joo Raphael Gor-
deiro, em virtude da qual fizera penbora na parta
do aillo Cajueiro, que tocara dita D. Mara por
beranga materna e por esta vendida ea hospital.
cuja penhora, sendo desprezadoaos embargos d
lerceiro a ella oppostos pelo referido hospital,
Wra julgada bem fela pelo tribunal da relago ;
assim o communico a V. para que se digne da
realisar a sua promessa, mediante a condicao pro-
posla por V. S. de ser o seu embolso feito por
meio das joias das entradas dos benemritos, bem-
feitores e socios effectivos, segundo diapoeni os
estatutos, que V. S. e outros adquirirem para o
sobredito hospital e sem quolenha dkeilo a exi-
gir outra qualquer uidemoissgo da menciouacao
da dita quantia, como tudo foi approiad.g em &*-
sao d'assembla, geral dos Srs. socios de hospital
de 10 do correte mez.
Deus guarde a.V,S, por muitoaaftiiptu #/-
doria do Hospital Portuguez de l3epencnela em
Pernarabuco 16 de novembro de 1861.Illm, Sr.
Bernardioo Gomes de Carvalho, D. socio bene-
mrito do mesmo hospital.
Jos Antonio de Carvalho,
Provedor.
Joaquim Ferreira Mendet Guimares,
1 secretario.
Recebi a importancia constante neste oflicio
por mo do Illm. Sr. Bernardino Gomes de Car-
valho.
Recife 17 de dezembro de 1861.
Jos Anlonio de Carvalho,
Provedor.
Joaquim Ferreira Mendet Guimares,
f secretario.
louienaitem ao mrito.
II n'y a guereau monde un plus
Vel excs que celui de la reconnaissance.
La Bruyir*.
Acaba de ser no-ueado para Pao d'Alho odigoo
segundo cirurgiSo do exercito o Illm. Sr. Dr. Er-
nesto Feliciano da Silva X>varea, afim de preaiar
seus servigos aos habitantes daquellelugar accom-
meltidos da epidemia reinante.
Congratulando me com o governo por urna to
acertada nomeago, nao posso com tudo deixar
de sentir a falta extrema que nos causa a ausen-
cia de um distincto doutor, o qual deixou duran-
te o pouco lempo que servio no segundo balalbo
de infanlaria de primeira linha a que tenho a hon-
ra de pertencer, as maiores sympathias pelas suas
excellentes cualidades, talento e circumspecgo
com que sempra se houve ; por isso que alm de
se/ asss minucioso as revistas que passava ao
batalho, com a maior dedicacao e humauidade
se prealava em acudir pressuroso ao reclamo nao
so dos officiaes como de todas as prajas que pre-
cisassem de seus servigos. .
Muilo se deve uanar a corporago medica do
exercito de possuir em seu seio um membro tao
distiocte como o Illm. Sr. Dr. Silva Tavares, a
quem desejo urna prospera viagem.e queregres-
sando brevemeote a esta capital contine a prea-
tar seua valiosos servidos ao segundo batalho de
infanlaria, e se por acaso isso effende a sua sus-
ceptibilidade desculpe ao admirador.
A. J. P,
COMMftJKCIO.
Praca do Recife 28 de
fevereiro de 1862.
\s quatro horas la tarde.
Colacoes da junta de corretores.
Cambio.
Sobre Londres-96 d[v. 25 3j4 d. por 1.
J. da-Cruz Macedopresidente.
John Calissecretario.
Jklfnd- sedimentodo dia 1 a 57. .
dem do dia 28 ....
644.4255798
17.307J382
661*733#180
Srs. redattortf,-- A o coman uaicade do Sr.Dr.
Joaquim de Aquino Fonsec, puooado no Diario
dePermmkueo de 26 do corrente contra cortos
remedios, expostos venda, e em eujo nassero
incluio o prompto allivio atrevo-me, sasn eat
medico, a dar conveniente reaposta
~EtBl *,,61ta Promploallitionio 6
remedio composto por cbarlatea; mas por me-
dico mni abahsado nos Eatadoa-Ualdoa nor-
te-americano: pois, u a produoto da .cienci.
e expertecia, e noguem por certo pudar asber
que difSerecga possa haver entre o 6r. Dr. Aqi-
no e a autor daquelle remedio: noia aae aao
podem ambos ser confrontad!
Mire,
O.H1 o Juiz por eleiglo.
U lllm. Sr. Jos Joaquim Jorge.
i? ,. '""a por eleigo.
^ Exma. Sra. D. Eugenit Carolina do Passo Pe-
ft..ii_ ,uz Pr ^e'OQ*o-
Olllm. Sr. Joao de Souza Azevedo.
Juiza jior devogo.
A Exma. Sra. D. Maris Ambrozina Lobo.
Juizas protectoras.
As Exmas Sras. :
D. Anna Luiza Colho Layme.
R" S0wn Annes Vieira de Souza.
D. Felisbella Wilson.
D. Firmina Rodrigues dos Passo.
D. Pampolina Ferreira Lopes.
D. Amelia Deolinda Santos Figueiredo.
n. ni a Juiz" Protectores.
Os Illas. Sr.:
Jea Camello do Reg Barros.
Faaaciaco de Paula e Silva Jnior. .
Policarpo Jos Lavme *
Ceciliano Rodrigues dos Passos.
Major Joo Francisco do Reg Maia.
Francisco de Quiroz Fonseca.
Dr. Joo Jos Pinto Jpnior.
D, Manoel do Nascinftnto Machado Porlell.
Joaquim Corre? Lima.
Jos Duarte des Nev.
Gommendador Manoel Figueirda de Faria.
Joaquim Antonio Pereira.
Claudio Dubeaux.
Coronel Antonio Gomes Leal.
No correr do anno prximo passado me eoai-
municou par vezes o digno provedor do Hospital
Portuguez de Beneficencia, os embaragos pecu-
niarios eom que lutavs, para satisfazer o paga-
mento de urna divida, com qua nao contara no
sau anno administrativo, a desejando eu coadju-
va-lo na remocao desse obstculo, em que elle
dizia ach&r-se cotlocado, e que pamente acredi-
te, offereci-me para adiantar aquella pia insii-
tuisao, a quantia da 3:759*198, que foi aceita
pela junta administrativa de ento, sob as con-
diges que abaixo vao exaradas, as quaes gusto-
samente mo prestei, porque o meu tim era e
promever quanto poder, para mim e meus ami-
gos a prosperidade do eslabelecimento.
Quando realisei este emprestimo, e mesmo j
depois, manifestou-me o referido Illm. Sr. prove-
dor, o desejo que tinha de que o meu embolco
fosse antes por meio de quotas promovidas pelos
associados, que voluntariamente quizessem coa-
correr para isso, do que pela acquisicao de socios,
(1) Depois de algumas missea diplomticas,
voto-se a lettras, e toroou-se d'enlre os poetas
francezes e melhor do seu tompo ; sendo tal o
seu talento em poesia, que Mara Stuart, que se
consolaya em seu esptiveiro lendo as suas poesas
lbe envin urna carta com a seguinte inscripeo:
iU3ard 'l'APPotton <* '< tource des Muses.
J{2) Celebre poeta dramstico, natural de Rho-
es; censurou os vicios do seu seculo com supe-
rior talento. .
I (3) Poeta latino, natural de Cartheg, con-
temporneo do imperadorINumeriano, de quem
epa intimo amigo, apezar de ser este seu rival qa
poesa.
J (41 Illnstre e valoroso atheniense. Tornou-se
Celebre pelas suas poesas dramticas. Compoz
99 tragedias, das quaes so 7 chegaram aos nossos
pitia
I (5) Ingles, que sendo a principio actor, depois
tetocou vanas pejas amigas, e compoz emfim
outra, que attrehiram sobre elle a altongo un-
(B) Francez, que tendo oceupado diversos car-
gos da magistralora no reinado de Heoriaue III
e IdnriquelT. cullivou fezmente a poesia e ia
(7) Celebre na historia aliena como ador a
como poet dramtico, natural derlanover.
(8) Tomadp ntreos ioglezes cont o primeiro
poeta trgico.
(9) Cefebre poeta da Patissaoa, escreveu o
poema da navegsgo e algumas pegas de theatro.
Movloieriio da alfandesra.
votamos entrados comfazendas..
com gneros..
Valame sahidos com fazendas.. _
com genero..
Descarragam hoje 1. de margo.
Barc americanaMargarethmercadorias.
Barca americanaAmazonasidem.
Barca ioglezaIodoocarvo de pedra.
Bngue americanoBrandy-winefarinha e bo-
lachinba.
Hiato americanoDarlingfarinha, bolachlnha e
papel.
Brigue inglezAmeliabacalho.
Brigue hoiiandezJoanna Luizacharque.
I m por tu \a o
Escuna bannovertana Engelina, vinda de Lon-
dres, manifestou o seguinte :
140 toneladas de carvo de Pedra ; a ordem.
Barca americana Imperador, vlnda de Phila-
delphia, consignada a Matheus Austio & C.; ma-
nifestou o seguiote :
3.190 barricas farinha de trigo, 300 baniqui-
nhas bolachinhas,45 barra banha de porco. 20O
saceos grao, 5 barricas farinha de centeio, 3 cai-
xas mobilia ; a Matheus Auslin Si C.
Exportaba*
Dp dia 27 de fevereiro.
Barca iogleza Dione, para Greono.k, carretea-
ra m : D
Krabb Thora & C, 1,800 saceos com 9,000
arrobas de assucar. *
Brigue inglez Uarsalla, para Marseille, cana-
N. O. Bieber & C, 200 saceos com 1,000 airo-
nas de assucar. ..
Barca franceza S. Louis, para Marseille, car-
regaram:
Rolbe & Bidoulac, 700 saceos com 3p0Oar-
robas de assucar.
. Barca franceza Afanoi, para Marseille, carre-
garam :
Tisset freres, 1,000 saceos com 5.000 arrobas
de assucar.
Barca franceza Virgile, para Marseille, carre-
garam :
E. A Burle 4 C, 800 saceos com 4,000 arroba*
de assucar.
Patacho hamburgus Columbus, para o Cana]
cavegaram :
T1i1mil,B Ifml0S 4 C' 1'000 COUro CO
27,412 libras.
Barca americana Aulia, para Philadelphia, ear-
regaram : *
Saundera Brothers & C, 200 saceos com 1.088
arrobas e 20 libras de algodao.
Brigue portuguez Flor da Maia, para o Porto.
carregaram:
Matheus & Rodrigues, 650 saceos com 3,250
arrobas de assucar.
Barca porlugueza Corta, para Liverpool, car-
regaram :
Augusto' Huniz Machado 800 arrobas do
ossos
Brigue porluguez Constante, para Lisboa, car-
regaram :
Cosme Jos dos Santos Callado, 85 saceos coa.
410 arrobas e 14 libras da gomma.
Joo Pereira da Cuoha, 4 barricas com 16 ar-
robas e meia de assucar.
Brigue porluguez Esptranca, para Gibraltar
carregaram: .
Johnston Pater &. C, 800 barricas com 4,000
arrobas de assucar.
Brigue portuguez Bella Figueirense, para Lia-
boa, carregaram :
Manoel Gomes da Campos, 2 barricas co 8
arroba! e meia de assucar.
Francisco S. Rabello &-Filuda, 70 saceos caso
350 arrobas de assucar.
28
Brigue portuguez Conaanta, para Lisboa, oer-
regaram :
Joo Baptista de Oliveira, 38 saceos com 160
arrobas de assucar.


MiAia H mMUfl* ?&$*+** aM*D0 *j:itoftgfc
-i
Barca portugueza Ffor carregaram
Maooel Joaquim da Carftibo, 30 cairas com
60 libras de doce.
Monteiro Lopes A C, 1 aocoreta com 9 caadas
de agurdente. ^pt
Brigue fracei Adusto, pife Marieille, carre-
garam :
T. Dragn, 455 saceos com 8J75 arrobas de
assucar.
Becebedorla de rendas lnternvs
_ M rae de Pernnmbaen
Randimenlo do dia 1 a S7. 37:638461
dem da dia 28.......4:787jl85
4*4255646
RENDMENTO DA RECEBEDORIA DE RBNDAS
INTERNAS GERAKS DE PEkNAMBUCO DO
MEZ DE FEVERElrlO, A SABER :
Reno* da typographia nacional... 149000
Foros do terrenos de marinha .. 995448
Laudemios....................... 1190000
Siza dos bens de raiz............. 7:5855989
Decima addicional das corpora-
coes de mae mora............. 1875380
Dircitos noros e relhos e de
chancellara.................... 896*654
Ditos de patentes dos officiaes da
guarda nacional................ 60$000
Diana de chancellara........... 1:719999!
Matriculada Faculdadejde Direito. 6:*97f600
Multa por iefraccoes do regula-
mento.......................... 4039384
Sello do papel Qxo.............. 3:961660
Dito do proporcional............. 8.686)903
Premio do depsitos pblicos.... 443305
Emolumentos................. 3149949
Imposto sobre tojas e casas de
desoontos............ 89279042
Dito sobre casas de movis, rou-
pas, etc. fabricados era paiz es-
trangeiro ,.......... 7209000
Tara de escravos......... 4005000
Cobranga da divida activa .... 1:6489850
Indemnisagoes........... 337)500
42:4259646
~de
Recebedoriade Pernambuco 27 de fevereiro
4861,
O escrivao,
Manoel Antonio Simoes do Amaral.
Consulado provincial.
Rendlmento da. dta 1 a 27. 108:500*739
dem do da 28......: 937J677
109.4389416
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 28.
Babia 13 dias, barca iogleza Flyng Fish, de
221 toneladas, capitao Thomas Cteghorli, equi-
pagem 11, era lastro ; a Saunders Brothers
&C.
Anvers 46 dias, brigue sueco Anuo, de 240 to-
neladas, capitao Sjolander, equipagem 12, em
lastro; a N. O. Bieber&C.
Londres60 dias, escuna hanoverlana Engelina,
de 101 toneladas, capitao Jacob Heyeuger,
equipagem 5, carga car?ao de pedra ; a G. J.
Astley & C.
Navios lahidos no mesmo dia.
LiverpoolBrigue ioglez Afary, capitao George
Debrix, carga assucar e algodao.
Portos do norteVapor brasileiro Apa. comman-
daote Joaquim de Paula Guedes Alcotordo..
es o>
os
Horas.
B
o-
s
Atmotphera.
p
Direcfaoi <
5 s5 S 1 2 o < a 1 /nenaidade. O D 1 H o
cu co 2 ^ ^ 1 Farhenhtil. 1 -i n
S 5 *3 P *> ** OS --I Ql OS \ i Centgrado. * a H O
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OO p3
H g
w ^
S
I?
n
A noile chuvosa, vento variavel de intensidade
do SE que roodou para o terral aojamanhecer.
oscilaco da. har.
Preamar as 3 h. 44' da tarde, altura 7 2 p.
Bam-mar as 9 h. 32" da manhaa, altura 0,9 p.
Observatorio do arsenal do marinha tdo fe-
ROHANO STEPrLB,
1* tenente.
vereiro de 1862.

aes.
o presente e
Conlioa em praca, peraote a cmara mu-
nicipal desta ciiade, nos dias 1 e 3 de margo fu-
turo, a obra do muro do cemiterio publco da
freguezia do Poco da Paoella, orgada em 2:8009.
**?<> da cmara municipal do Recite em sesso
de 23 de fevereiro de 1862. Luiz Francisco de
Barros Reg, presidente. Francisco Cavalcanti
da Boaviagem, official-maior servindo de secre-
tario.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 15 do correle, man-
da fazer publico, que no dia 13 de margo prxi-
mo vindouro, perante a junta da fazeoda da mes-
ma thesouraria, se ha de arrematar a quem mais
der, o imposto de 10 por rento, sobra a ren la dos
terrenos oceupados pelo planto do capim no mu -
nicipio do Recife, avaliado em 3:0009000 por
anno.
A arrematae&o ser feita por tempo ite33 rae-
ze, contar do Io de outubro de 1861 a 30 de
junho de 1864.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
tagao, comparegam na sala das sesioes da men-
cionada juola, no supradito dia, pelo meio dia, e
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou afxar
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 28 de fevereiro de 1862.O secretario,
A. F. d'Annunciagao.
Por ordem do Illm. Sr. inspector se faz pu-
blico que no prazo de 5 dias, eoatados desta data,
ssr levada hasta publica, na porta desta al-
aodega, depois de meio dia, urna barrica con-
teni o seguiole : 15 arrobas ej20 libras de raus-
tarua avaliada cada arroba em 2*666, 419656, 1
libra de acuo bennico por 69J 4 1|2 libras d
agarrao de Hespaoha 89 369, total 839656, que
em virtude do art. 556 do regulamento foi ap-
prehendida pelo !. cooferente Pedro Alexandri-
node BarrsCavalcanti, na conferencia da sabi-
da do despacho o. 323 4t,ri4 io oorrate.
Alfandega 27 de fevereiro de 1862.
O 3. escripturajio,
Joo Duarte Honleiro.
Acamara municipal desta cidade manda
publicar para conhecimento de aeus muoicipea
os artigos de posturas abaixo transcribo, os
quaes forana provisoriamente approvatfos
'^presidenteda provincia.
<^^59x,1V",a^, "cipal do Recite em aeaso
H^L u fevereit<> <> W63^-Uis Francisoo de
BEjr&R *^dlFrancisco CstMrto da
fario. 8 Cul m,ior "inUo de secre-
oT^??'~"P8lllcl0 do ?0,rerno de Pernamba-
co, 21 de fevereiro de 1862
O preaideote da provincia attaadeido ao oue
oT3K;A^i.T^A^
Art. 2. Pica estabelecido o prazo de seis me-
palo
em lojas de sobrados e casas terreas cot
solo.
Art. 3. Os contraventores pagarlo a multa de
trinta mil ris, e oito dias de prisao, que se du-
plicar oa reincidencia.Antonio MarioeW Nu-
nee Gongalves. ConformeArltooK^ de
Pirho#
A camafa municipal desta cidade faz pu-
blico que tem de ir a praga peraote a mesms c-
mara, a quem mais der, nos dias 20 e 27 do tor-
rente e 6 de marco prximo vlndoarO, *s *t ho-
ras da manhaa e por tempo de um armo, os im-
postos que tazero parte do patrimonio da mesma
cmara abaixo declaradas capim de planta por
6009. gado ovelhum.por 4|e 80 rs. por carga de
farinha.
E para que chegue ao conhecimento de todos
se mandou afflxar editaes por esta folha e nos
lugares pblicos dosla cidade.
Pago da cmara municipal da cidade de Olin-
da 19 de fevereiro. de 1862.
Manoel Antonio dos Passos a Silva,
Presidente.
Antonio Ferreira Lobo,
Secretario ioltrioo.
Declara$5f>s.
0$ Srs.- accionistas da companhia
pemambucana sao convidados a reuni-
rem-se em assemblea geral na sala da
associacao commercial, no dia 5 de
marco ao meio dia para ouvir 1er o pa-
recer da commissao de exame de cun-
tas. Pernambuco 35 de everetro de
18620 gerente F. F. Borgei.
Consellio administrativo.
O conselbe administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguiotes :
Para o hospital militar.
50 pares de chioellas.
48 facas de mesa.
48 garfos de dita.
12 arrobas de assucar refinado.
50 garrafas de alcool de 36 graos.
60 garrafas d'agua de labarraque.
24 garrafas de cognac.
8 ongas de nitrato de prata fundido.
Para o arsenal de guerra.
500 meios de sola.
300 vassouras de junco.
300 vassouras do palos.
Quem quizer vender la es objectos aprsenle as
suss propostas em carta fechada na secretaria do
onselbo, s 10 horas da manhaa do dia 3 de
margo prximo vindouro.
Sala das sessdes do cooselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 24 de
fevereiro de 1862.
Btnto Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Pela subdelegacia do primeiro dlslricto d
Ipojuca se faz publico qua se acha recolhido e
cadeia da villa do Cabo o prelo Manoel que diz
ser e3cravo de Alberto Cavalcanti, morador no
eogenho Arariba da Pedca : quem se jnlgar com
direitoa dito escravo, comparega a esta subdele-
gad!, que provando Ihe ser entregue. Eogenho
Tlmb-ass 25 de fevereiro de 1862.O subdele-
gado do 1. districto de Ipojuca Antonio Pere-
grino Cavalcaoti de Albuquerque.
Subdelegacia de polica do districto de
S. Jos 27 de fevereiro de 1862,
Por esta subdelegacia se faz publico que se
acha em deposito um moleque de nome Jos, de
15 anuos de idade pouco mais ou menos, que'foi
encontrado vagando pelas ras em consequencia
de se ter perdido de nm comboio, e disse ser es-
cravo de Jos da Rochi Mello, morador na villa
de Cimbres, o senbor apparecendo provando ser
seu legitimo dono Ihe ser entregue.
Outro sim.acha-se recolhido a casa de deten-
cao a parda Maria, que se acbando fgida diz ser
escrava de Antonio Jos Gongalves morador em
Pao d'Alho.
Correia da Silva.
Pela thesouraria provincial se faz publico
que, no dia 6 de marco oroximo vindouro. vio
uuvaiueuie a |>raga. para sr arremaiaaa a quem
mais dr, a renda das casas abaixo mencionadas
pertencentes ao patrimonio dos orphos.
Ra do Sebo.
Casa terrea n. 12, por 16QS0O0 por anno.
Ra do Vigario.
Casa terrea n. 14, por 2019000. dem.
Ra da Lapa,
Casa terrea n. 41, por 1829000, dem.
Ra da Cacimba.
Casa terrea n. 65, por 3009000. idem.
Ra dos Burgos.
Casj terrea n. 68, por 2059000, idem.
Casa terrea n 69, por 1259000, idem.
Ra da Senzala velha.
Sobrado n. 79, por 650S000, idem.
Sobrado o. 8, por 65U900O, idem.
Ra da Guia.
Casa terrea n' 83, por 16*9000, idem.
Casa terrea n. 8i, porl68900O, idem.
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 96, por 1579000, idem.
Casa terrea o. 98, por 224SU0O, idem.
Ra da Madre de Deus.
Casa terrea n. 35, por 1:6219000, idem.
Estrada do Parnameirim.
Sitio n. 1, por 5009000 por anno.
Sitio d. 2, por 1109000, idem.
Estrada da Mirueirs.
Sitio n. 4, por 2125000 por anno.
Estrada do Horno da Cal.
Sitio n. 5, por35?*000 por anno.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 23 de fevereiro de 1862.
O secretario
A. F. d'Aonunciago.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
Sabbad Io de marco de 1862.
Segunda representagio da compeohia dramatice
e juntamente da companhia arcrobata.
Logo que a orchestra tiver execulado urna de
suas ouverluras. dar principio ao espectculo
que ser dividido pela maneira seguinte :
Primeiro quadro.
CORDA FORTE HORISONTAL.
Na qual mademoiselle Caroline executar diffl-
cilimos equilibrios e evolugoes.
Em seguida -o joven A'bert sobre a meama
corda dar diflkeis e perigosos salios mortaes.
os quaes foram admirados pelas illustracoes eu-
ropeas. >
Segundo quadro.
A companhia dramtica representar pela pri-
meara vez neste ihealro, a interesaajUe eomedia
que se denomina,
OS OOUS MARIDOS. :.;
Persohaoens. Actores.
Rodrigo Pinto ...... Lelto;
D. Elisa, sua mulher. D. Arma Chave?
SBbwUioftnoMa ....u Saeta 8auu
Unza da Fonseca,,sua nmlher. Jesuina.
Gertrudes, criada n rarmeU
Gabriel,-tr&do; \ \ \ \ g0J"*"**
Terceiro quadro.
O&MBNWOS BLASTKO*.
Dasempenhedo por madempjaee CittUae. io-
n Hyppol.to, i, o ympathicojven^ aC
ven
do ida de Lindo-Amor.
QjiartQ quadro.
A companhia- drama lio* pepiMentert A iemm
applaadida comedia em um acto, ornada dfl mu.
PORCAffW
Quinto quadro.
_ O FIO ARCHAL.
Em que o joven Albea desenjpeohar difflcei
evolugoes, trabalho al aqui desconhecido sobre
o rame.
Sexto quadro,
A companhia dramtica representar a nova
comedia em um acto, que muitos epplausoa tem
ttdo aempre que vai scena nos principaes thea-
tros da capital do imperio, intitulada
Minha Sogra,
PBM0N*.aENS.
Manoel BoM......
Pacifica, velba eadiabrada .
Prudencia, filha des mesmo*
Leo ........
Pedro, afllhado de Pacifica .
Severido ...*....
Stimo quadro.
- A COLUMNA.
Na qual Mr. Freir, os quatro jovens, e as
Smi. Fexreita o Antonia executar&o dificultosos
equilibrios, destreza e torga muscular.
Principiari s 8 horas.
m
-r ,,
ACTOSK.
Thomaz.
D. Jesuina.
B. Carmela.
Leite.
D. A. Chaves.
Dormevill.
N' *}^iJ oae* o'ApollO. blado, 1 de
marco de 1862, domingo, segunda e' terga-feira,
lendo principio as 8 horas da noile, achando-se
os ssioas. com a pompa do costume, ardeodo toda
a illuminago tanto fora como denlfo : haverao
novas ?UtsrraoaparetHes fez, vipdas ltima-
mente de Pars. A nruzjoa ser doi 4" batalho
de artillara, sendo toda a banda mi litar dirigida
pelo insigne artista o Sr. Branco, mestre da
*?? f*i"*r* aa daoga de obicanea pelo
Sr.|lapoel Franisco de Souza Magalhes, exe*
cuUndo o mesmo Sr. nos io ter val os dificulto-
sas daogas de seu reportorio, vestiodo-se a ca-
rcter, corno bem o solo inglez e oulras pegas ri-
ca. Ser comprido o regulamenllo do Sr. Dr.
eh*r de poltcja. Rotradas para homeos 29000,
o para serthoras, Knttfs.
BAILE
CASSINO POPULAR
DE
MASCARAS EPHANTASIA
NO
Aysos isaari
timos.
wm m
Janeiro.
Seguir al o dia 5 de margo pa.Ja o porto ia-
dcado o bem conhecido brigue nacional Encan-
tador ; para o resto da carga que Ihe falla, tra-
ta-se com a viuva Amorim & Filho, ra da Cruz
o. 45, ou com o capitao na praga.
MAGESTOSO SALAO
DO
PALACETE DA RA-DA PRAIA.
Sabbado, Io de maree.
A scciedade Csssioo Popular, tem a honra de
annnunciar ao respeitavel publico, que o primeiro
baile dos Colgares do prximo
Carnaval
ter lugar no dia aeims mencionado, o qual ser
com mascaras e sem ellas.
A sociedade nao pretende oceupar a atteogao
publica com grandes promessas, portante limita-
se era affirmar que tem empregado os meios pos-
siveis, auna de que os bailes do Cassino, este
anno excedan em sunlptuosidade e brilhantismo
a lodos es que all se tem dado eque correspon-
dan! a civiisago e rpido progresso da linda
Veneza Americana.
O crdito de que goza este bem conhecido es-
tabelecimeoto, a boa ordem que oelle costuma
reinar e finalmente a affabilidade e fina educa-
gao dos cavalheiros que o costumam frequenlar,
dispensa-nos de recommendages ao publico com
pomposos annuncios.
Sera maotida a boa ordem e observadas as dis-
P03iges do regulamenlo interno, approvaslb pelo
Illa). Sr. Dr. chefe de polica oa quaes permitiera
que o segredo dos mascaras seja invilavel salvo
aquelles que se nao portaren segundo as regras
de ci'ilidade e dos bons costumes.
Os cartdes deingresso estaro expostosi venda
no pavimento terreo do mencionado palacete, no
dia do baile. Para damas, gratis ; para cavallei-
ros, 29000.
roclamac
publica para os mascarados
Briosos mascaras, estamos do carnaval, tem-
po propnu uu vussu euiioiimeiito, nao recais,
tnde em vistas as vossas batalhas de 1852, 53 o
54, e os mais annos seguintes, lembrai-vos do
ataque dos Afogados em que vos distioguistes
cora denodo em 52, do das ras do Livramento e
Direita, em que foi ferido gravemente um dos
nossos meihores generaes, que hoje est na 16"
classe, lembrai-vos das aguas sujas de ps, das
tiotas com que asarmava, lembrai-vos emfim do
vosso chefe quado enviado pelo poder de Ve-
neza nunca recupu.. vossa frente. Briosos mas-
caras, sustentai a vossa gloria e taris serepre a
vossa testa o generalissimo enviado de Veneza,.
Viva o carnaval de 1852 e o carnaval de 1862. "
Secretaria do Reneralissimo chefe das forcas
mascaradas no Lamaro 35 de fevereiro de 1862.
Romap del Boaoim.
> 'Ajadante de semana,
Sandevil.
O generalissimo em chefe
das forcas mascaradas
Quartel geaeral no Campo das
Princezas, 20 de fevereiro
de 1862.
ORDEM DO DIA N. 1862.
O generalissimo em chefe de todas as forgas a
pe e a cavallo, de mar e de Ierra, d'aquem e de
alm, determioa o seguinte a todos os Srs. gene-
raes, marechaesebrigadeirosfagam preparar suas.
divises para a grande parada, que lera logar nos
dias 3 e 4 Je marco om grande uniforme com
o maior asseio no Campo das Princezas pelas 2
horas da tarde dos respectivos dias, para d'abi
desfilarem em frente ao campo das cavaihadas na
roa do Imperador, m frente a ra do Crespo,
aonde estarao todas as msicas do exercilo cono-
cidas para applaudirem aos eavalheiros que lira-
rem a argolinba.
Outro sim S. Exc. ordena que a esta arsnde pa-
rada nao flc iaento nem mesmo os corpos de ve-
teranos, marchando iofaotaria, oacadores (mesmo
de passaros) artilharia macho e femea, raiada e
lisa, avallara de trra e de bordo ; a guarnicin
da praga ser feita pela artilharia femea raia'da
dando as rondas ruraes a cavallaria de bordo
S. Exc. recommenda a maior promptldo e as-
seio, o que desde j agradece aos Srs. generaes
superioris e subalternos ; recommenda anda que
as cavaihadas ordenadas pelo supremo governo
de Veneza sao em frente da ra do Imperador.
O mesmo Exm., em virlude das ordena que re-
cebeu do supremo poder de Veneza manda reco-
Iher ao general subalterno por um anno a ilha
de Santo Aleixo, por ae ichar ineurso no artigo
7568 do regulamento do Conde de Lippe, em que
chama o exercilo a indisciplina, diaendo em sua
ordem do dia n. 19 : que os mascaras podais an-
dar por onde qoizessem : flea portante retido S,
Exc. na dita ilha debaixo das vistas do govecna-
dor Mister Donis ; participou-aa este sentido o
governador da ilha. .... .> -)
O grande arsenal da ra do Imperador do beta
conhecido Noves estar a disposico de todas as
psagas de pret segando a ordnm do l'arjeot, ,sob
pana que aquelle que nao fr limpo e asaeiado
sar castigado com o desprozo dos mais mal-
earas. ,;,
As fortalezas salvarao a hora do oostume, de*--
filando o exercilo pelas duas pontes, velha e no-
va, em brigadas e divisos, tazando alto defronj>
dos saldes do caes do Apollo, aenda seraa pac**
billas por urna salva de vinte e um tiros.peln
fortalezas do moamaaelo, igm*ffaa*Q tua-
bandeiradas, estando os saldes decentemente or-
nados com too> a^mw e nrUhanMir^ria^ia
OnU; a noile nayej3i gtan,ae sotre arTslocrata
nos grandes sfloea do digno repiesootan^e Neves,
aonde estar Mmi rnuica jnibiar. prasopta para
reeeber .todas aaforflwiagensjdiUocias, la ato. ojo
grande exercilo como paisanos, lendo todos
mesma distinecao.
Qu,aril ge,ne,r*l n,o)argo dasPiincezai. 20 de
fmrelro Ue iS62.
0 wexal a^dant de lemana,
jale. IJlpolg E6.
REAL COMPANHIA
DE
Paquetes i nglezes vapor
At o dia Ia de marco prximo vindouro ea-
_argo prximo vindouro es-
pera-se da taropa um dos vaporea desta com-
panhia, o qual depois da demora do costume se-
gpir para Rio de Janeiro tocan]
uara passagans etc. tratase
na Bahia,
cojm os agentes
Adamson Howie &C na ra do ftapiche Novo
n. 42.
A barca franceza Manuel de
primeira claise e de primeira marcha
que pretende eguir para Marseille com
muila brevidade, recebe passageirospa-
ra os quaes tem excellentes commodos:
a tratar com o capitao na ra do Tra-
piche n. 9.
(GMIPIMlit
DAS
Messagenes imperiales.
No dia 3 de marco prximo espera-se dos
portos do sul o vipor francez Rkhk, comman-
dante.Aubry de la No, o qual depais da demo-
ra do costume seguir para Bordeaux tocando
em S. Vicente (onde ha um vapor em corres-
pondencia com Goree) e Lisboa.
A companhia encarrega-se, de segurar as mer-
cadorias embarcadas a burdo dos vapores, as-
sim como tambera recebe dinheiros e objectas
de valor com destino a Londres m transito por
Bordeaux e loulogoe.
Para as condigdes, frete e passsgens trata-se
na agencia rna do Trapiche n. 9.
Para Lisboa
sahir com toda a brevidade o brigue portuguez
Constante, capitao Augusto Carlos dos Res
vislo ter prompta a maior parte do seu carrega-
mento: para o restante e passageiros, para os
quaes lera excellentes accommodages, trata-se
com Manoel Ignacio de Olivaira & Filho, largo do
finroo Santo, no escriplorio, ou com o capitao na
praga do commereo.
COMfAIUM PERMMBIJC4IU
DI
Navegado costeira a Yapof
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
. Acaracu' e Granja. 5, ,
O vapor Jaguaribe, commandante Lobato,
sahir para os portos do norto de sua escala al
a Granja no dia 14 de margo as 5 horas da tarde.
Recebe carga-at o dia 13 ao meio dia. Encom-
mendas, passageisvse diuheiro a frete at o dia
da sabida as 2 horas: escriplorio no Forte do
Mallos n. 1.
C0MFI1M.L4 FEt^MBlJCilU
na
Navegaco costeira a vapor.
O vapor Jaguaribe, commandante Lobato,
sahir para os portos do sul no dia 5 de margo s
5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 4 ao meio dia. En-
eommendas, passageiros e dinbeiro s frete at o
diada sabida s 2 horas: escriplorio no Forte
do Mallos n. 1.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
oa
Navega cao costeira a vapor.
Por ordem superior foram alteradas as sahidas
dos vapores desta companhia para os seguintes
dias de cada mez.
Linhs do sul a 5 e 20 -
Linba do norte a 14 e 29
lio Grande do Sul pelo
lio de Janeiro.
A barca prasileira Carioca recebe carga para
ambos os portos: trata-se Com os consignatarios
Marques, Barros & C, largo do Corpo Santo nu-
mero 6.

O brgae brasileiro a Joven Candido recebe
sarga e eseraroa a {feie : trata-so om os cen-
sigoaVanos Marques, Barro* & C kraa do Cor-
pe Sanie -
fara Lisboa e Porto.
.Pretende seguir'"para os dous portos cima
tom -muita_bcav.ida.de o velejro e .bem conhetido
brigue nacional Eugenia, capitao Manoel Eze-
2uiel Miguis, de primeira classe o primeira mar-
bi, pregado a oirado do cobra, tem parte de
seo carregajnentu prompio : para o resto que
ihe falta, tcala-ae *am os saus consi^oAtarios
Amonio Luir, de Oljveira Aievedo t C., no seu
esoriptorio. ra da Cruz n. 1.
Pret-aa a Urca, btasileira Malbjlde. do
lote de 233 tonelladas, nivio de primeira mar-
cha : trataf js rus do .Trapiche n. H, eicrip-
torio de lanol Alves Guerra.
wim
COMPANHIA 8RASILEIRA
DK
Mimsiriis l wtm.
Dos poitos do norte esperado at o dia 5 da
marco|o vapor Prtneaxa de Joinville, o qual de-
pois da demora do costume seguir oara os por-
tos do sol.
Desda j recebem-se passageiros e esgaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qual devora
ser embarcada no dia de sua chegada, encom-
mendase dinbeiro a frete at o dia ds sahida s
1 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. l,_es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C.
Para Lisboa.
O brigue portuguez aBella Figueiranse. capi-
tao Jos Ferreira Lessa, pretenda sibir al o m
da presente semana por ter quasi completo o seu
carregsmento: para o restante e paeeegsiros,
para os quaes tem excellentes commodidades.
irata-se com E. S. Rabello & Filho, largo da As-
semblea n. 12, escriplorio.
l*ara
Rio de Janeiro,
a barca nacional Amelia pretende seguir com
muila brevidade, tem parte de seu carregsmento
a bordo ; para o resto que Ihe falta, trata-se
com os seus consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, no seu escriplorio, ra da
Cruz n. 1.
Para o Porto.
Segu em poucos dias a barca portugueza
Flor da Mata, por ter parte do seu carregamen-
o promplo ; quem quizer carregar ou ir de pas-
tagem, dirija-se ao consignatario do mesmo em
seu escriplorio da ra do Apollo o. 43, segundo
andar.
es.
LEILAO
\
SABBADO 1 DE MAKQO.
O agente Piulo levar novamentea leilo a re-
querimento de Prente Vianna & C. e por des-
pacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do commer-
cio, as dividas activas dos ausentes Mauoel Joa-
quim de Oliveira & C, s 11 horas em ponto do
dia cima mencionado em seu escriplorio, ra
da Cadeia n. 9.
O leilo da taberna da praga da Boa-Vista
o. 14, por impedimento do agente, (con transfe-
rido para sabbado 1. de margo : os preleodentes
podem concorrer nesse dia sil horas.
No 1 de marco.
-a
O agente Oliveira oderecer em leilo os pre-
dios abaixo designados, que sero arrematados
chegaodo aos precos oodicos liniilidos pelo seu
proprietario e os auaes rendem approximaJa-
mante 10 por cento sobre o custo elevado, a que
foram obtidos em poca mais favoravel, e pode-
ro evenlualmentejrender mais em razo de se
acharem situados em localidades commercUes
desia cidade, a saber:
Um sobrado de 3 sndaras om chao proprio, na
ra Direila n. 36, cora 5 porta? no terreo e 4 ja-
nellas de frente em cada andsr, quintal, cacimba
a ooeioha uin,
Om dito de 3 andares e solo, em chao pro-
prio, na ra do Livramento, com 3 portas no
terreo e 2 janellas de frente em cada um andar,
cosinha fora, quintal com estribaria, quarlos,
cacimba etc.
Urna casa tarrea na travessa de S. Pedro n. 1,
foreira, com 2 salas, 2 quortos, cosinha, quiutal
o cacimba.
Tres partes de um sobrado de um andar cor-
respondente a quasi metade do seu valor, na ra
de Hortas o. 66, em chao foreiro, com loja de
vlvenda, quintal, cacimba etc.
Sabbado 1* de marco
no escriplorio do referido agente, na ra da Ca-
deia do Recite, ao meio dia em ponto; o decla-
rarse que annunciado este leilo com tanta an-
tecedencia para dar tempo a que os pretenden-
tes venham exami>jr_a ialeira legalidade dos t-
tulos, no esefidtorio do indicado agente, qoe
desde j se oSerece a exhibi-los e a dar os es-
clarecimenlos necesiarios, e para que os mesmos
pretendentes possam examinar previamente o
estado e bondade dos ditos predios.
Ao commereo.
cripta de qualquer eslabelecimen" err
g-e, outro sim, de escripturar livroa p8ra ai_
urna casa commercial, para, o que tem boa let-
/. M'"e" de P^ino e quher util'sar
chad, ii""66-8" 'JWPWf. em carta fe!
r p'rocSd"^"- L- oT"DUDCi* P-
vende? ib,a,!*V,,iMdo 'M e trabd
106 ? ,,be?a tiu n Horla v.
merV- n.7nde com a^'^^o da ase*
creaeres e por ineommodos dOsadT
Josi Goncalve de Souza.
ngTalerT/86 Sm,,h',BMi, in8lez, retira-se pira
Quem precisar de urca ama para o servic
interno de um. casa dirija-se. rna da CalJsS. n 1
Perdeu se um molho de chave
pequeas : pede se a quem as tiver
achado o favor de as mandar levar ao>
primeiro andar dacasan. 6 da praca
de Pedro II outr'ora pateo do Coilego
que se gi atificara'.
A casa estraog'eira que precisar de vina
asaa para coaer e angomaar com acert a ba>a
conducta, diiija-se a ra da Mamgueira d. 15.
dar tratar. *
Cobra ac.
O solicitador Luiz Francisco Brrelo de Alraei-
da encarrega-se da toda e qualquer causa, e bem
assim cobrangas, tanto nesta proriocM, como em
outra qualquer, aflancando todo cuidado e ac-
vidade em qualqaer negocio de ue ae encarre-
gue, podendo ser procurado no cartorio de seu
Pai o tabelliao Almeida, na ra do Imperador n_
75. das 9 s 4 horas da larde, e em outra qaat-
quer hora em casa de sus residencia, na mesma
ra o. 46. segundo andar.
Aluga-se urna casa ter/ea na ra dos Gua-
rarapes, em Fora de Portas, junto a reBnago.
com .bastantes commodos, quintal e cacimba: a>
fallar na ra ds Cruz n. 35, iois.
feenhorfom Jess dos
Passos.
Tendo a mesa regedora da veneravel orlem
terceira de S. Francisco desta cidade.coovilado a
irmandade do Senhor llom Jess dos Passos para
acompanhar a procisso de cinza.uo dia 5 de>
margo prximo futuro. A mesa regedora da dita
irmandade roga aos senhores irmos que se dig-
nen de comparecer no mesmo dia, naigrejadr*
Corpo Santo, as 2 horas da larde, para, em cor-
poragao, seguirem para a igreja da ordem tercei-
ra de S. Francisco.O esenvo,
Octavuno do Souza Frsnga.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
ra Nova o. 19 : a tratar na loja.
%/ O Dr. CarolinoFran- i
tjf cisco de Lima Santos, &
ijg) mudou-se da ra das 9
Cruzes para a do lm- 49
t perador, sobrado n.
9J 17, em frente da igre- 9
9 ja de S. Francisco, ou- 9
.-JJ de continua no exerci- (P
fj) ci de sua prolisso de 0
tf medico. ;^
&
&
m

LEILAO
PE
Ter^a-feira 4 do correte.
O agente Pinto far leilo a requerimenio de
Genuino Jos da Roa e por (mandado do Illm.
Sr. juiz esppciil do commercio, de 20 saceos cora
assucar-com as lellras iniciaes de J.L. R. exis-
tentes no armazem dos Srs. Ferreira & Irm3o
ra do Apollo n. 2 B, onde se effectuar o leilo
as 11 horas do dia cima mencionado.
AT'gos iTersos.
Precisa-se de nm feitorque calenda de jar-
dim : na ra do Hospicio n. 6.
Ordem do dia.
Em cumpriraenlo do Exm. general Veneziano.
ordeno segundo o art. 21 do regulamento desar-
mas, que nos das 2, 3 e 4 do mez vindouro, os
senhores comraandanies de bitalhSes manden*~
um cmela para dsr os toques do costume, e as
3 horas era poni estarao formados os seus res-
pectivos corpos, esperando dos mesmos senhores
i.nmn..n,i,i!iK todo zelo o artivi.)nde, lembrAiMlu
mais aos mesmos senhores que as bagagens dos
respectivo corpos devem ser tambera uniformi-
zadas pelo menos o numero dos corpos a qu*
pertencem, assim como a primeira bagasen
composta da ra do Fogo, esta machar no cen-
tro da primeira brigada ; a segunda dita com-
posta da ra de Hortas, esta marchar no centro
da segunda brigada ; terceira a d rui d'Aguas
Verdes, no centro de sua respectiva brigada. O
mesmo Exm. Sr. general ordena, que sem piedade
se faca o reerutaraeoto no bairro do Recife de al-
gumas ras pira preencherem as lileiras das ba-
gagens, recommeodando aos mesmos Srs. cora-
mandantes de corpos a punicao das faltas qtro
possam apparecer. Outro sim o mesmo Exm.
senhor determina logo que os batalhes estejara
formados devera marchar para a ra do Impers-
Jor e ahi raetter em linha, collocando a direita
a quina do Ceg, e a esquerda lerrainat at a
ponte, Gca vedada toda a passaOem pela reta-
guarda da linha, logoque chegue S. Exc. far a
continencia do esiylo, e reltraodaro commandan-
te da linha logo quo enireget ao Exm. senhor
general o respectivo coramando. Neste sentido
recommendo aos mesmos seohores a energa er
reganho militar para que nao apparega o menor
desvio da disciplina que tanto nutre nos nossos
coracoes. Qutrtel do ajudante do detalh-, praga
do Corpo Santo, 26 de fevereiro de 1862.
Rameira.Msjor do detalhe.
Quem precisar de tima ama de leile, dirja-
se camboa do Carmo n. 3S.
| Dentista de Pars.
15RuaNova-15.
FreJer-co Gautier, eirur^io dentista
SABBADO 8 do corrente mez an-
darao impreterivelmente as rodas da
quinta parte da primeira lotera do
Gyranasio Pemambucano, no consisto-
rio da igreja de Nossa Senhora do Ro-
sario de Santo Antonio. Os bilhetes
meios bilhetes acham-sea venda na the-
souraria das loteras n. 15 ra do Cres-
po, e as casas commissionadas. As
sortes serio pagas depois da distribuicao
das listas.
O tljsoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Fooece-se comida encasa, a Bars pra: no
largo da Assemblea.n. 11, segundo andar.
- Em 31 de dezetubro de
1861 fin dow-aa a -lerna marcado no trato social
da Urma SsntQS,,livaua & C.para a duracao
da mesma soclelsde, desde ess dia considera-se
dita sociedade dissolvida como expresso nos
aiU. #7 e3S5 9 1 do cdigo do commercio un
doa membros deesa aociedada uas qeer coelir
ojiare sim aaer apae_proe.e.d> 9 liauidscp.do-
passivo e activo da Drrna at e dia cima refe-
rida, e oi respoosaael palws aotos pra'tleadbs
oateHormenie peloa:autroa saicioa.am orne dr
sociedade, o que o um abuso ; faz-se isto pu-
blico aos Srs. xcedoies, aoeipa a ais a quem
inferesse tivar. Keclfe da faVerelM de lSl;
l*m AdtefifW#*Mifr<-
Praciea-sa do u*M sssurta* eaptar. co-
nhar, e dormir em sus casa : na ra da CfUjoifti
d. 36, casa de rs pases sol tetros.
faz tolas as operaedes if(f
ludo c
a
s
i
i
i
arle a e co-
lee i denles artihViaes, ttTdo com -sdeln
tt rioridade a perfeico que as pessoas-.er:
! tendidas Ihe reeonhecem.
Tem agua e pos denuncios, etc.
Pelo juiz de orphilos desta cidade, e carto-
rio do esenvo Goiraares, vai em prac;a de ven-
da, no dia 4 do corrente, urna parte da casa ter-
rea sita na raa da Alegra o. 42, pertencente a
menor Maria, herdeira de sua finada mi D. Ha-
ra Jos llermelioda de Figueiredo, pela quaatia
de 8105537.
9
O bacharel Wjtruvio po-
de ser procurado na ra
Nova n.28,sorado daes
quina que vdlta para a
camboa d Carmo.
:
/
;Pul>Hcac;de do Jin&tjito Ho-
TUeSUVfiO HOHEOPATHiro
ftU
VAM-flfiCCJI.l>0 JIOBFOPATUA.
(Scgottda: ^cliceae consi-
^eravelaiente aumnen-
4 V
Wecf*iMiri fojwlirf te, meictaa *-
mwpataico ^:.
PKLp ER.
obras a
^ o. 6.
X



MAMO W KRN4M1C0C SiBBDO \ DE MAtgO DU UM
APPROVACAO E AlTORISA(iO
DA
AfiABEfllA OiraiEAL B IEB0601A
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
CHAPAS MCeiClNAES
ELECTRO-MAGNETICASEPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para serena applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas Chapaii-electro-magneticas-epispasticas obtem-se urna cura radical e in-
fallivel em todos os casos da inflammagao ( eanta<0 ou falta de respirarao ), sejam internas oh
eauernas.como do Ogado, bofes, estomago, baco, rins, tero, pello, palpitaQao de corado, gar-
ganta, olhos, erysipeia, rfaeumatismo, paralysiae todas as affecces nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as difieren tes especies de tumores, como lobi nkos escrof ulas etc., sej a qual f r o s#u
tamanho e profndese por meio da suppuracao serao radicalmente extirpados.
O uso dellas aooaselhado e receitadas por habis a distinelos facultativos, sna efficaia in-
contestavei, e as innmeras curas oblidas o fazem merecer e conservar a confianza do publico
que j tera a honra de merecer, depois de 24 annos de existencia e de pratica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, jendo todo o cuidado
de jfazer as necessarias explicares, se as chapas sao parafeomem, senhora ou erianea, decla-
rando a em que parle do rorpo existe, se na eabeca, pescoco, braco coxa,
do corpo, deolarando a cicumferencia e sendo inchaces, feridas ou ulcer
famanho em um pedaeojde papel e a deca racio onde existem, afim de
toimaj da parle)affectada e para scrembem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do
As chapas serio acompanhadas das competentes explicaeoes
orios. para a c ollocacio dellas.
Cnsa: seas pessoae que o dignarem honrar cora a sua confi
tacharu abertoe todos os das, sem excepcao, das 9 horas da man
Para as Drovincias de Pernad*uco, Parahiba, Rio
... Grairoe do Norte, Cear e Alagoas, a saber:
Folhmhade porta, contento o Calendario, pocas gerae, nacionaes, dias
de galla, tabella de salvas, noticiis planetarias, eclipses, partidas
de corraos, audiencias, e resumo de chronologia, a res .
Dita com almanak, contendo o kalendario, pocas, noticias planetarias,
partidas dos correios, tabellas de imposto, etc. etc. e o almanak
cevil, judiciano, administrativo, agrcola, commercial, e indus-
160
tria!, desta provincia, a res.
isooo
p, ou tronco
iolde do sea
pas sejo da
o Brasil.
os acces-
os
esariptorio,
larde.
que
||9 Ruado Parto || PERTO DO LARGO DA CARIOCA
E EM KMAMB8C
Consultorio medicocirurgico
3--ft\3 A U\ GLORIA CASA O FLNU AO -3
Consulta por ambos os systemas;
nnhm !S5L lum'T de T" "*>8 do 8eu estabelecimento nao se confundam com ? ,~,,. K. grande credlU) de >ue emDre 8""m e gozam ;o proprietario tem tomado
LP. f^.iei D.8Crev7 eu nome em todos os rolulos. te& ser considerados como falsiflca-
rarquefraTer malo? certa 2?Matl't 8em esU ,marca. e 1"* Pea 1 os mandar com-
p3 "o T. seunorae"C001Panhara umaconla a8s'"da Pel D'- Uta Moaaozo em pa-
madiaaeatea daamm'inlS5^' de *"**' rand Por5a d >*" > acnito belladona, re-
mH^..i?L ,h pwUnc,aecuJ"Propriedade8saolio conhecidas que os meamos Sr
medico allopathas empregam-as constantemente. r*
Os medicamentos arabos qur em tubos qur em linduras custarao a 18 o ridro.
.m.t,prPrie Urodesle estabelecimento aonuncia a seus cliente e amigos qne tem commodoa
"*1i5,!~a!L*r,?,^,:*^L,,_5" e.8CT" i0 um e outro sexo doentes ou que precisen?
k*tiaityphiilica$,todai at upecitt d, ftbrtt,
ftbrt* intermitientes t tuat coniequtncias,
/a.A^UACI KSriOUL HOIOr*THICA .
Verdadeiro. medicamento* homeopathico. pre-
P*iu i* ,om lod,*" cautela nece.aariaa, ln-
aisem seu effeitoa, tanto em tintura,como
Joawlos. pelo prego mais commodoa poa-
. B. O medicimeoto do Dr. Sabino sao
acamanterendidos em sua pharmacia : todo
qae oi forem lora dellaaoCala.
Tadaaascarteiraa ao acompanhadas da am
Impreaso com um emblema em relero, tendo ao
reopr aa seguinte palarraa : Dr. Sabino O. L.
Pinno, medico braileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamento que e pe-
de, Aa carteiris qae nao levarem esia impresio
uim marcado, amboratenham natampa o no-
me do Dr. Sabino jo (alaoa
REMEDIO INCOMPARIVEL
UNGENTO HOLLOWAY
Milhares de individuos da todas as nacCei
podem testemanhar as virtudes desteremedic
incomparaveleprovaramcaso necessario, que,
uso que deile Bzeram tem
operacao, affiancando que serio tratados com todo
quelles que j tem tido eacravo na casa do anounciante.
de alguma
tabem todo
disvelo e promptido, como
outras tantas vanta-
A aituacao magnifica da casa, a commodidade dos banhos salgados sao
gen para o prompto restabeleclmento dos doentes.
e de UnLTsTem di.n? 7ail?r fV anDUcianle d"e procur.-lode manha t 11 hora.
NA NOVA CALIFORNIA
pelo
Para as encommendas ou informales dirijam-se a
ra do Qbeimado n. 15.
pharmacia de JosAlexandre Ribeiro,
P\'? wie- v,f
WMMMW
i*:
INTERINATO
^Estabelecido no lugar da Capunga, um dos arrabaldes-
mais prximos da cidade do Recife.
DIRECTORO BACHAREL EM MATHEMATICAS
SliliftDO PE8 IG) eisi.
Este esttbelecimeuto de edurarn n instrucco orinciDiou a funcciooar no dia
10 de Janeiro, e continua a receber alumnos.
Os commodos, o asieio. aboas coodiges hygieoicas dos edificios I destinado
a fuoces do estabelecimento. a ordem e regularidade do serrico no intrnalo, a
dedicaco e zelo que empregaro o director e os professores a bem 'do aproveita-
mento e progresso dos alumnos, sao circumstiocias que devem animar e garantir aos
paes de familias que desejam dar a seus filbos urna edacacio regular.
Cadeiras de ensino.
Primeiras lettrasdividida em duas classe tendo cada urna o seu profeisor
portuguez, latim, francez, ioglez, arithmetica, s.lgebra e gaometria, geographia e
historia, philosophia, rhetorica, deseuho, msica, dansa e gvmnaslica.
Na ra da Imperatriz numero 48, junto a padaria tranceza.
8*500 l*de,,et h" escoKce"Sude bonilo gosl0 10*' csmb"i i peca a 1S800. 500,
S iik^ a' -e "mbrai ranea.com barra de cor a 23800 e3J. dito, brancos bodadoT
Sm .^ U,l"-dJLS?,a" ?are eonora a *500' ditas i" a 3*500 4*. ditas cruas para
h m,."t?fin.. "h^h500 *"S rlatana a640 rs., ditos de algodo alcoxo.dos a lg. goUi-
hM .ihnSa -,.^idsdH' 64 e 80 "- maDuitos oderuos manga balao a 800 e 1*. mango -
tos gollinha ecamiu de crep prelo bordado a croch a Sf, ditos de vidrilhos a 2*500 rico en-
15'" 5S e 5*300. cintos dourados da bonitos gestos a 2 25O0 e Chapeo! en-
A tZX oap. 'ad0 V* 5 4S' dilos d9 o1 Dara 8enhora a e 5. ditos dTsol par. hSmem a
I, lenco, de casia grande duzia a 2*400, ditos de cambraia bordados a 200 240 e 300 rs eros-
n.nn?eSJ!,0fl0 "i,8tKSB! C0?ad0' ricos "leto. pretos de grodenaple S&fSi,
ttU**S!*k*&* co'ad. fll6 liso b"co multo fino*. 640 .%., dito bordado
rnn f,, ni" ES! huai",Pr Pre9? commodoi. asslm como um grande .ortimento de
ronpa. felta* por precos que admira : na foja de Paredes Porto.
m
Nos estautos do intrnalo que esli a disposigao de quem os quizer 1er, se
aacham consignadas as condicces de entrada.
GRANDE DEPOSITO
DE
10U$A BA rAHICA
Barbaliio (Cabo.)
4IRLA DO IMPERADOR 41.
Neste deposito existe grande quanlidade de louca e de toda as qualidades, o que se Dode
desejarde bem fabricado edeboaqualidad.de barro, coma propriedade de conservar a alut
emprefna, como sejam jarras, resfriadore, muringues, quartinhas, garrafas, copos para gua ele
De obras vidradas.
,m uln/i^J* h" para fl,ore*' lalhas' Cuidare, de todo, os t.manhos, assadeiras
? ^"Mlnll^^^ Ca5ar0,aS' 8DIU"8' W< SM
O proprietario desta fabrica a primeira deste genero entre us espera obter do resoeitiirl
a^i\rv:^nc^rrc,ird,ea.e pra ***fi- ^ U t/ir
nnr .o^5rSB,p.a ,,'ual(,uer faclura P"a "PI1"- alna d09 P-eco. commodos porque vende d
por canto. P'r" quem COaiprar de 100S Para cinla e d" qaanti. paa S l
Qualquer encommenda pode er enlregne no deposito da fabrica ra do Imperador
boi'es
ou-
ivel
do que
10
ero 5
n. 41.
Especial hOineopatMeo
Ra das Cruzes n. 30.
vdinJmip";nol Sr traficanc. oque o aarvicn da preparacio corra
daaj^r^r^rj
madicamentos, todas as p
jw o sen jnajor pruif m
AGITADOR DUlIICO
DO DOCTOR
l.
Para a prepararao dos medica-
mentos homeopalhicos.
_ O. medicamento* preparados por esta machina
sao o nicos, com que se podem contar no cu-
rativo das molestias perigosa. E como seja o
CHOLERA MORBUS ama d'aqnellas que nao
admititem delooga e experiencias, cumpre pre-
ferir esses medicamentos a outro qnaesquer, ae
qaizerem tirar da homeopalhia o. ventajoso re-
sultado que ella aategura.
Acnam-ae a venda carteiraa meiis carteira
espectaes contra o choler, acompanhadas das
Mmp^lani.. o.irnrcaa pelnt nrpene rnnho<-
do., na pharmacia especial homeopathica, ra
de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.
N ](. Os homeos de bom senio reconhecem
certa mete que sendo o Dr. Sabino a fonle pura,
d'ondt emanou a homeopalhia em Peroanfbuco
e em odo o norte, elle o nico inmediata-
mente intereisado no aeu crdito e no seu pro-
gresso, e por conseguate to somente nelle
que se pode encontrar garantas, quer em rela-
ao Bpplica;ao da .ciencia no curativo da. mo-
Biliai, quer em relaco preparado dos me-
dicamsBtos.
Na ibarmacia do Dr. Sabino trabalham cons-
tantemente debaixo de suas vista, immediatas,
nos lempos ordinarios, dous empregados fum
brasileiro e outro francez quem paga ordena-
dos ventajoso), os quaes sao sjud.dos por mais
tres ou cinco pessoas, qnando o servico o exige,
na destillaco do espirito de vioho e d'agua, no
manejo das machinas, na desecaco dos glbu-
los, na di.tribuicao da. diluir etc., etc.
E' evidente que pira o Dr. Sabino exercer a
homeopalhia, como geralmenle a exercem, e
preparar medicamento como por ahi preparan),
nem eram precisas tantas despezas com o pes-
soal, com machinas e com a obleosao da subs-
tancias as mais pura, po.tivei., e nem lana vi-
gilancia e trabalho na preparado do. medica-
I mentos ; mas elle nao se contenta com o bem,
que j, tem feilo, dando homeopalhia popu-
laridaqe de que goza: elle quer eleva-la ao
maior grao de perfeico dando aoaseus remedio,
a maior infallibilidade possivel em seus eTeitos
O Dr. Sabino nao aspira somente os gozos ma-
teriaes da vida ; elle se desvanece em ler nos li-
vro estraogeiros que a $ua propaganda em Per-
nambuco\foi to brhante que nao tem na Eu-
ropa ntnhuma analogia (JORNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA DE PARS, tomo 4.e, pa-
gina 691 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HOMEO-
PATHlA, por Granier, pagina 102); mas a la
ambico muito maia elevada ; ella aa dirige a
legar as geraces futuras um nome eslimavel
pela gravidade e importancia dos seus servico,
pela sinceridade de sua. cooviccoe, e pela fir-
meza do seu carcter.E' por isso. e para iato
que elle trabalha ; e trabalha muito...
gf Trata ment nomeopathicog
preservativo e curativo^
do cholera-morbus.
PELO DOUTOR
SABINO 0. L. PIMO.
Vende-.e cada exemplar a 500 r.
Dntribuicao gratuita ios assigoantes a
da. obra, homeopathicas do Dr. Sabino, ff
e aos fregueze. da pharmacia eapecial homeopithica. Ra de Santo Amaro 1
(Mundo Novo) n. 6. S
CALCADO
Preservativo universal,
45Ra Direita45
OJhem !...
Urna das inlelllgencia. melhor esclarecidas ni
sciencia de Hipcrates, depois de longos annos
de exercicio de curar e matar coovenceu-se afi-
nal, que o nico preservativo infallivel de qual-
quer epidemia, por mai. mortfera que foss, era
conservar a cabega frese, veotredesembaracado.
e PS QUENTES. Ora. viajando por ahi urna
epidemia.que mata gente como qualquer outra,
PiSiS0 de Prn|o em pratica eatea principios.
h- tSTd,eh,0 e ,emPre som-
rj i d0 de 1S om ls *"*" w ae
sal de glmber, o maia acrrimo ioimigo da epi-
demia, segundo a opinio e a pratica de um dos
ornamentos da nossa magistratura ; e laucando
ao cisco todo o calgido velho, dirigindo-se todos
ao armazem,da ra Direita n.45, onde o respec-
tivo proprietario a todos receber com cortezia,
aturar as massadas, e aquecer os ps com ex-
celleote calcado, segundo o gosto, e estado 11-
nanceiro de cada um, e vejam i
ttn--(-isi Homens.
BORZEGINS dos melhores fabricantes,
francezes, inglezes e brasileiros a 138.
12. 11, 105, 9500,8e..............'. 58500
*!& WM' 6*500' "". *
4J500 al;....,.......................... 2000
Meninos.
SAPATES a 58500, 5, 4, 3*500 a......1*600
Senhoras
BOTINAS de fabricantes francezes, ingle-
es, allemaes e americanos federaes
6#,550O, 5, 48500. 38500 a........... 2#500
Meninas.
BOTINAS a 4*500 e...................... 4*000
Um completo sortimento de sapa'tos "para se-
B SJ00 de lusl|,e virado a 500 rs.. de ta-
pete a 800 rs., de lustre (os. 32 e 33) a 800 rs.,
de tranca francezes a 1*300, portogueze. 2*. sapa-
tos de borraxa para homem senhora e meninos,
multo couro de lustre, de porco.cordavo.marro-
quim, bezerro francez, sola de lustre, courinhos,
vaquetas, sola etc., que todo vende-e como em
nenbuma parta.
Roga-se ao Sr. Elias Pereira Goncalves da
Lunha, visto nao saber-se onde mora, o obsequio
ae apparecer no convento do Cirmo, primeiro an-
eu'pelicular !le?er:,e,.r"Ur Um DegC de
------ ,^ seu carpo.
mambrosinteiramentesaosdepoisdehavorem-
pregadointilmente outrostratamentos. Cadi
passoa poder-se-haconvencar dessascurasms-
ravilhosas pela le tur a dos peridicos, quelh'ai
relatam todos os dias ha muitos annos; a t
maior parte dellas sao tao sor prndenles qui
dmiram os mdicos mais celebres. Quanu
pessoasrecobraram com este soberano remedie
o uso da seus bragos e pernas, depois dedui
permanecido longo tempo nos hospitaes.o ta
deviam soffrer a amputa$o I Dallas ba mui-
casqueliavendodeixadoasses, asylos depads-
timentos, parase nao submeterem aessaope-
ragao dolorosa foram curadas eompletamenta,
mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
gumas dastaespessoanaenfusaode seureco
nhecimento decararam estes resultados beafi.
cosdiante do lord corregedor e outros magis-
trados, afim de mais autenticaren! sua a firma-
ti va.
Ninguem desesperara do estado desaude si
tivessebastante confianza para encinar esta re-
medio constantementeseguindo algnm tempo e
tratamento que necesslasse a natureza do mal,
cujoreauludo seria provarincontesuvelmante.
Qua ludo cura.
O ungento heutll, mais particu-
> nos seguintescasos.
Inflammago da|bexigi
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras
Dores de eabeca.
das costas.
dos membros.
Eufermidades da cutis
em garal.
Ditas de anus.
Erupcoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchaces.
nflammacao do Ggado.
a matriz
Lepra.
Males da pernas.
-dos peitos.
de olhos.
Mordeduras da reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulraoes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinha, em qualquei
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulares.
Veas torcidas ou no-
das as pernas.

ra
Toda, as pe.soa. em geral que qaizerem ope-
r:se grati, podem me procurar em minha ca-
sa desde as 6 al as 7 horas da manhaa.
AFROVEITAE A OCCASIA
O dentista universal.
44 Larga do Rosario 44
SUR -hegad0 d0 Chile e d0 Edos-Uoido..
?.n. pem,ad. le honra de participar ao
nftPS.i7.1 puWlC0 da Capi,al d0 imDeri dDtfS Pr W syilema novo, s por elle co-
nhecido e lambem pelo melhodo da pressio do
aVJum u. ?ie,'por m,i8 d'fflcultosa.
que.ejam levemente e sem dr alguma.
tt delicada operacoefaz em um segundo,
e elle o nico na America e na Europa para fa-
ze-la com lana rapidez. V V
Trouxe dos EsUdos-Unidos urna pasta mineral
para chumbar os dente., superior a tudo at bo-
je conhecido, o nico meio de conservar os den-
n.,.iC0B'- S*' 8 quaes' tumbado com esta
pasta, nao lornam mai a a podrecer nem doer.
lem um balsamo para cur.r aa dores de dente
ern dous segundos, cura radical ; o nico pos-
da na America deste maravilboso curativo
FOs para denles : limpando-se com este, pos
nao continua a apparecer a caria, efflcaz para
destruir a pedra que se lorma debaixo da gengi-
H'hi8."" ,dc u" deslru'Co; lira o mo hlito
da bocea, alveja o. dente..
Elixir chioez.: desrobeilo por um missionario
irancez pira curar radicalmente qualquer d6r de
rheumatismo, ery.ipelas ou psra)yaiano espaco
de quatrodias. Elle maravilho.o elixir tema
curado para mais de 10,000 pesoas, e foi appro-
vado pelas escolas de medicina de Londres e
l aris.
Vende-s| este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loj
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas da sua venda em toda a
America do sul, Havana a Hespanha.
Yende-se a 800 rs cada bocetinha conten
urna instruccao em portuguez para explicar c
modo de lazar uso daste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 22, n
Pemambuco.
Len Lhapelin, artista recentemente
chegado a esta capital, tendo vindo subs-
tituir em seu estabelecimento o Sr. Stall, %
offerece seus prestimos no exercicio de sua SJ
proflssao ao respeitavel publico desta pro- #
vincia, trabalhando em todo os systemas ()
al hoje coohecido., mxime pelo ayate-
ma cenolypo conhecido boje como o mai. 0
brilhante em resultados e rivalisando com SI
a mai. perfeita pintura e bem anim em
SJ candes de visitas.
Est em seu estabelecimento durante
SJ todo odia, e o. seas trabalhos serao por
j preco razoavel. S
# Reside na ra da Imperatriz n. 14.
!
SYSTE MA MEDICO HODELLOWAY
PILULAS HOLLWOTA.
i
Agua de la Belgique : remedio infallivel para
curar em um segundo as dores de eabeca.
Azeite de Albium : recentemente descoberto na
China por um missionario francez que trouxe a
receila : elle o nico possuidor deste medica-
mento que faz nascer os cabellos da eabeca, em-
bora seja a pessoa inteiramente calva.
Balsamo de la odalisca : recoobecido para ti-
rar todas as qualidades de granos e manchas do
corpo.
Uoguento para curr os callos radicalmente.
Xarope Robante
recoohecido como excellente medicamento para
tosse, coqueluche ou flor de estomago, incom-
paravelmente o melhor at hoje conhecido por
sua eflicacia (e sendo par. crianca. o mais pro-
ptio por ter bom gosto). Este xarope foi deico-
berto por um missionario francez, qae o trouxe
da China, onde fez maravbosa. cura., princi-
palmente em Pekin, tendo approvado pelas aca-
demias de Londres, Paria e Montpellier ; pode-se
recommendar com conGanca a quem padecer de
losse ou coqueluche.
0 dentista universal.
Ra larga do Rosario n. 44.
acaba de receber um sortimento de elixir romano
descoberto na Rossia. F.si elixir preparado de
piaowo o m.ic rara que existem nos Alpes, e
examinadas pelas academias de Londres, Mont-
pellier e Paris. Este excellente elixir prepara-
do para curar todas a enfermidades veneres on-
de tem tirado miravilhosos resultados, e se ven-
de com toda a^onflanca na ra de S. Jos n. 81.
Acaba de receBer dos Estados-Unidos um bonito
sortimento de denles, sendo esles modernos; e
avisa aos paes de familia que quizerem ler urna
aentadura bem feita e com perfei$5o.
O dentista legitimo e universal avisa ao res-
peitavel publico para que o nao confundam com
os oulros dentistas que se intitulam dentistas uni-
versaei; nao o confundindo tambem com oulros
dentistas qne teem se ulilisado das suas antigs
moradas. 6
dos imperadores.
," LT^.. I F3le ?!ix!r Darcolico foi descoberto no Oriente
ste^ nesumavel especifico, composto inteira- | pelos chimicos daquella trra de fadas. e que os
..J? 8ranl'nia o seu proprietario, com seos es/orcos e
P"M Mcaasuadae, sem disUnceo alamina aue a nrnriiMm ^. m*lnte Uogaa ingleza, asslm c
r ol! haawDJdade wftaiJI^ ^ '9 ftocjum, pon r> mMB, 4, GIori< D M
V*0 y*
Attenco
o
O abaixo ..signado antigo profesior particular
da liogaa ingleza julga conveniente fzer-e
lembrar ao. seus numero.o. amigo, e conheci-
do, e para que em couaeqnencia de terem por
aqui apparecido alguna novoa concurrente nene
ensino, naojulgqem que elle deixa da continuar
exercer a sua proflstio. Elle aioda continua
a leccionar particularmente dita lingua pelo aya-
tema de Olendorff, o qual incooteatavelmeote
o melhor que tem at boje sahido do prlo : tan-
to asiim, que o nico anualmente adoptado
no. principie, collegio. da Europa pira o ensino
de diversa, lingua. estrangeira, poi est conhe-
cido qae os qoalro differente exercicio. que o
discpulo obrigado a fazer ao memo tempo,
isto ler, tradutir, eaerever e fallar, coocorrtm
muito sem dovida, para facilitar o seu aperfei-
cotmento. O meamo profesor toma a liberdade
de fazer lambem lembrar; que foi elle o primei-
ro que leecipoou peala provincia pelo referido
como eluda mo-
Mirther.
Consultas medicas.
Serao dadas lodos o. dia. pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio. ra
Xda Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
da manha menos aos domingos sobre
l.' Molestias de olhos.
2.* Molestias de coracao e de peito.
3.* Molestias doa orgao. da geraco e
do anus.
8 0 exame doa doentes ser feito na or-
don>de susa entradas, comecaodo-se po-
-rm por aquellea que aoffrerem doa
olho.
Instrumentos chimicos,acsticos e p-
ticos aero empregados em suaa consuf-
ta;es e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao menos
probabilidade sobre a sede, naturesa e
causa da molestia, e dahi deduzir o plalo
de tratamento que deve destrui-la ouilf
curar. ^
Varios medicamentos ser oambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza qne tem de suarerdadeiraqualid.de,
promptido em aeua effeitos, ea necessi-
dade do seu emprego urgente que se usar
delles.
Pratiear ahi mesmo, ou em caaa dos
doentes toda e qualquer operario qua
julgar conveniente para o restabeleci-
mento do. meimoa, para cujo flm ae icha
prvido de urna completa collecco de
instrumentos indispensavel ao medico
operador.
nmmm momb mmmmm
CONSULTORIO ESPECIAL H01EOPATHICO
DO DOUTOR
SABINO 0. L. PIHHO.
Kuade Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Comultaa todo o diaa atei deidc a 10 horas
at meio di., acerca das eguinte. mole.tl. :
nomtu da mulktret, moUttiat da crian-
fot, motasti** da frlt, mohttw jos oaos, mo-
mente de hervas medieinaes, nao contera mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Bei
nigno mais tenra infancia, e a complei$ao mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na compleicao mais robustae
en le ra mente innocente em suas operares e ef-
feitos ; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais amigas e tenazes
qu9 sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam s portas da
morte, preservando em seu uso conseguirn:
recobrar a saude e forjas, depois de haver tenta-
do inultiraente todos os oulros remedios.
As mais afilelas nao devem enlregar-sea des-
esperacao; facara um competente ensaio das
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, o
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qualquer das seguales enfermidades;
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A m polas.
Areias ( mal de) .
Aslhma.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidade ou extenua-
do.
Debilidade
ou falla de
forjas para qualquer
cousa..
Desintera.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enchaqueca.
Heryaipela.
Pebre biliosa.
Febre intermitente.
Febrelo da especie.
Gotia.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indgesles.
Inflamraagoes.
Irregularidades de
menstruacao.
Lotnbrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Absiruccio do ventre.
Phtysica ou consump-
go pulmonar.
Reten^ao de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Too doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Vendam-sa astas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, enaloja
da todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda am toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Yendem-se as bocetinhaa a 800 rs., cada
orna dellas conteta urna instruccao em portu-
guez para explicar o modo da se usar destss pi-
lulas.
O deposito gaa) em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, amada Cruz n. 92 em Per-
nimbuco.
imperadores compravam a peso de ouro; u
tarde o De y d'Argel comprou a receita para con-
ierTar a belleza das odalisca queexistiam no seu
serralho ; em 830, quando o Francezes tomaram
Argel, acharara no gabinete particular do Dey o
modo de preparar esta maravilha, que pelo seu
emprego amacia a pelle da mais bella metade do
genero humano.
Esle maravilboso elixir tira a catarata e ne-
voas, todaa a. ioflaramiges dos olhos; basta urna
colher deste elixir mecbida em um copo d'agua
moro, e lavar-ie-ha de manha e noite, pa-
ra immediatamente desapparecerem asinflamma-
toe.
Preco 12#000.
Balsamo vegetal.
Para curar lombrigas, solitarias e outrsa quali-
dades.
Este medicamento reeonbecido por ser o me-
lhor posiivel e j ler curado mais de dez mil
pessoas; pode ser procurado no botel Trova-
dor.
Balsamo turco.
Este balsamo cura as dores de dente., apenas
com o collocar-.e um pouco de algodo molha-
do ; assim o ervo dentario cauteritando-se sem
soffrer a menor ddr curado em um instante.
A. pessoas que o preferirem s depois de verem
produzido o eleito .atiffaro.
Alteneo.
Chegon de Bueno-Ayres pelo prximo paque-
te ioglez o dentista universal.
Descobrio o Sr. D. Toum um balsamo, o qual
destinado a curar cancro, oachaga. emerosas ;
portanto a. pessoa. que padecerem de to horri-
rei mal, podem procurar o dito balsamo.
Hotel Trovador.
Ra larga do Rosario n. 44.
Tira o callo mai velhos arijos que sejam,
em causar dr nem soffrimento, no espace da
doa. segundo, extirp.ndo-lhe a niz de forma ao
operador ae peder calen com calcado jnrto
poitlvel; poda ser procurado no
Hotel Trovador.
ii
i% #i


fiUaiQ DI PUUUMBUQQ.. fifisUDOJ DB MRQQ DE ltfli
JV
Preeiso de ama.
Precisa-se de ama mulher para conhar, la-
var, engommar e fuer todo o' mais' servico de
na casa ; quem estiver oestes circu instancias
oio aeodo lid alga oo nao leadtfiparentea n obres,
queira dirigir-se i tua do Sebo d. 36 das 6 i 8
1/1 borss da manha, os a rita da Cruz do Re-
cite o. 03, que aerar com quum tratar.
r\m
Aluga-se um quario andar com excel- <
lentes commodoi: na ra da Croz n. 53.
I
Preciaa-se de urna ama para coainhar e com-
prar: na ra do Imperador, n. 37, segundo an-
dar, entrada & direlta.
Sociedade bancaria.
Amoriro, Fragoso,Santos & G. acam o tomam
aaques aobre a praga de Lisboa.
ttBtt9fifeWe5ttSWMMMMKK
O dentista NuniaPompilio.
Aviso.
%
Rua estreita do Rosario
priniciro andar.
Bota dentea artificiaos por molas e 11-
gaduraa pela pressao do ar. Systema
americano sem arrancar aa raizes, e fas X
todas as operares da ana arte, com j
promptidio e limpeza.
ttMSMBaalWH mu nesi atar raiai na* w
Licoes de inglez.
Dlo-ae deaoite no rretel francez ; a tratar na
ra da Crac n. 1.
O abaixo assignado, testamenteiro dos bena
donados pelo tinado Antonio Pires de Oliveira-
faz publico que est procedendo ao respectivo in-
ventario, -Gm de que quem ae julgar credor da*
quelte fallecido se habilite perante o juizo de
orphos amentos desta cidade, escrivao Galdi-
.Francisco lavares da Silva.
* Para urna casa de pouca familia precisa-se
de urna ama que seja fiel e que saiba lavar, en-
gommar e coser, d-se preferencia a urna ea-
cra*a : a tratar na ra da Craz n. J22.
Preciaa-se de 3:0008 premi sob hypo-
heca em bens de raiz que garanten) suficiente-
mente : quem quizer fazer este negocio annuncie
sua morada para ser procurado ou deixe carta
fechada nesta lypographia com as ioiciaes A. S.
* Roga-se ao Sr. Francisco Xavier Carneiro
qc on* **er "PPerecer na ra dos Martyrios
n. 3o para se lhe entregar urna carta de impor-
tancia. v
z Precisa-se alugar uo preto, dando-se o
astelo-e psga-se meosal ou semanal, para o
servico desta lypographia : na livraria n. 6 e 8
da praca da Independencia.
Est para alagar-ae o segundo andar do
sobrado a. 193 e casa terrea n. fel da ra Impe
rial : a tratar na ra da Aurora n. 36.
Precisa-se alugar ama preta que cosa e en-
gomme faem, pagan-se ate 20$ mensaes : no pa-
teo do Terco n. 2.
Aluga-se a casa da ra. da Roda n. 23, a
qual tem os seguintes commodos 2 salas, 5
quartos, aaguao e aumidouro para aguas servidas
aolao aasobradado com fi salas, 2 qnartos, cozi-
nha, terraco, sumidouro para aguas servidas, e
cacimba meeira, com dues entradas, quer para o
pavimento terreo quer para osoto; a .ratar oa
praca da Independencia a. 22.
Nesta typograpbia precisa-te fal-
lar ao br. Felippe de Santiago.
Precisa-se de urna ama para com
prar e cozinbar para urna pesaba: na'
ra ectreita do Rosario o. 21, primeiro
andar,
Cosiheifo.
Precisarse de um toom cosinheiro, paga-se
bem : na ra da Aurora n. 50.
Aluga-se a loja da casa n. 54 da ra Direi-
ta, com armaco e illumioada a gaz : a tratar na
ra doXivramento n. 38, ou na ra Augusta nu-
mero 114.
Saques pelo yapor francez
Carvalho, Pfogueira&C, sacara sobre
Lisboa, Porto, e liba de S. Miguel: na
ra do Vigario n. 9, primeiro indar.
Aluga-se o primeiro andar, e o segundo ao-
tao e miraste do sobrado da ra do Padre Flo-
riano n. 38 : a tratar na ra do Queimado n. 52.
i. FERRE1RA MLLELA
RETRATISTA
*
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cabug n. 18, 1/ andar,
estrada polo pateo da matriz.
Retratos por amerotypo, por melaiootypo, so-
bre panno encerado, aobre talco, especiaos para
pulceiraa, alBnetea ou caasoletaa. Na niesma
caaa eziate um completo e abundante aortimento
de artefactos franceiea e americanoa para a col-
locaco dos retratos. Ha tambem para ate mes-
mo fin caasoletaa e delicados aloetes de ouro
de lei; retratos em photographia daa principeea
persoDSgeos da Europa ; alereoscopos e vistas
atereoscopicas, assim como vidroa para ambrotyp
t chimtcas photograpbicai.
Ensiho de partidas
dobradas.
E AR1THMETICA.
DIRIGIDO POR
Manoel Fonseca de Medeiros
Duas vezes por semana tercas e sextas
Das 7 as 0 horas da noite
Ru Nova n. 15, segundo andar.'
Precisa-se de urna ama para casa de ho-
mem solteiro ; na ra do Hospicio, loja n. 37.
Precisa-se alugar urna eriada que aaiba co-
tidhar, para o servigo interno de urna caaa de
pequea familia: a tratar na ra da Aurora,
o.80.
Precisa-se de urna criada que entenda al-
guma cousa de cozinba, para caaa ingleza ; a
tratar na ra do Vigario n. 2.
Aluga-se a caaa terrea n. 4 da ra do Nas-
cante, eom boaa accommodaces para familia : a
tratar com Francisco Jos de Campos Pamplona,
na sua padaria na ra Imperial.
Aluga-se um armazem na ra da Cruz n.
29 com sabida para a ra dos Tanoeiros. a loca-
lidade a melhor poasivel para qualquer esta-
belecimenlo : a tratar no pateo de S. Pedro nu-
mero 6.
Desappareceu um cachorro d'agua, de raga
ingleza, branco com manchas prelas. o qnal aco-
de pelo nome de Dasb ; quem o schar pode le-
var ra do Trapiche n. 10, que ser gratificado.
a travessa da ra das Cruzes n.
Oaeerelarlo da Irmandade ale N. S. do Terco
convida a todos oa seua charoa irmaoa para ree-
niao em noasa igreja, quttta-feira de cinza, 5 de
margo, pelas 8 boraa em ponto da tari*, afim de
em corporago, acompaohar-se a procisso da
cinza, para a qual fot convidada a irmandade pe-
la veneravel ordem terceira de S. Francisco.
Roga o mesmo secretario a todos' os irmaos (e
aquelles que o nao aejam) que tenham em seu
poder opas e que por motivo nao poaaam compa-
recer, se dignem do as mandar entregar na loja
de cera ao p da igreja, pelo que farao um gran-
de favor, aleta de sua rigorosa obrigaco.
Jos Pinto Migalbes.
Secretario.
i Atteneo.
^ J. Huoder, alfaiate, ra Nova n. 67,
ra avisa ao publico em gerl a quem quer
f aer aioda assignante deata teods de al-
A faiales pernambucanos, acompanhado
tijk pela machina de coatura para servir urna
numeroaa freguezia com maiOr brevida-
A de do que em qualquer .outra parte,
. gloriosa a promessa de urna verdadeira
I inveocao nova para oa artistas alfaiates.
Compra-ie um pelo de 30 40 aooos de
idade, que seja fiel e de boa coolucta: na ra
da Cadeia Velha n. 30.
Coapram-se botijas e garrafas razias : na
ra do Urramento o. 38.
Compre-se moeda da ouro : na ru Nora
n. 22, relojoeiro.
Compra-se urna prfla de 36 a 40 annos :
tlem tter procure na ra do Queimado n 32,
egundo andar, que ae dir quem compra.
Vendas.
Precisa-se alugar urna preta de meta idade
que aeja fiel e sem vicios, para servico eiteroo
de urna casa de familia : na ra da Queimado,
sobrado o. 44, primeiro endar, pagando-se o aeu
aluguel conforme cooveocionar.
O abaiio assignado participa ao respeitavel
publico, principalmente ao corpo de commercio,
que deixou de ae aaaigoar desta data em diante
por Jos Prea Licate por baver outro de igual no-
me, e mesmo participa que aioda nao bacom esta
firma tranzacQdes algumaa por se achar estabe-
lecidod sociedade com a firma de Azevedo &
Pires, na ra da Praia ns. 56 e 54.
Recite 27 de fevereiro de 1862.
J os Pires da Costa.
O Sr. Jos Eustaquio Fernandos Gama tem
urna carta na livraria ns. 6 e 8 da praca da In-
dependencia.
Irmandade
do Divino Espirito Santo,
. erecta no convento
de Santo Antonio desta
cidade.
molduras para quadro
Vendem-ae ricaa moldaras para quadro, tanto
douradaa como pretaafinglndoJacaranda: na ra
da Cadeia do Recite o. 7, loja de miudezaa de
Guedes & Gooc.alves.
Superiores meias dela.
Vendem-se superiores meias de lia, tanto cur-
tas como compridas : na ra da Cadeia do Re-
cite, loja n. 7, de Guedes & Goncalves.
Talixares para crianzas.
A loja da agaia branca acaba de receber a sua
encommenda dos preciosos talbares para crancaa
e os est vendendo a 320, 400 e 500 rs. coofor
me a superioridade delles: na ra do Queimado
loja da aguia branca n. 16.
CoHec^es de estampas.
Acaba de chegar a loja da aguia branca urna
pequea quanlidade |de collecc5ea de linas e
grandes estampas a fumo, representando ellea os
marlyrioa do Senhor em 14 quadro*,. oa quaes
sao bem acertados para qualquer igreja ou mes-
mo casa de quem teoha gosto de as possuir ;
chegou igualmente outra pequea porco das
procuradas estampas a morte do justo e a morte
do peccador : acham-se a venda somente na ra
do Queimado loja da aguia branca n. 16.
de torzal
500 rs. o
Em virtude do convite da veneravel ordem ter-
ceira de S. Francisco e da deliberacio do nosso
.irmio juiz, convido a todoa os nossos cbarissi-
2, pjtmeiro andar, tinge Se para todas jmosirmos para comparecerem quarta-feira, 5
as cores com presteza e commodo preco. ; de marco, as 2 horaa da tarde, no consistorio da
. Prp/Min.ip df um nTirial de bar-inossa irman(* rrecusa-se ue um ouiciai ae nar ; clsso de cinM> que Mhr da mesma m9mt^m
beiro : na ruadas Lruzes n. oo. [ceira. Consistorio da irmandade do Divino Ea-
| pirlto Santo 26 de fevereiro de 1862,-0 secreta-
Saques sobre Portugal. ri0-M c Honor'l-
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho saccam so-! ATll
bre Lisboa e Porto : no largo do Corpo Santo, J A^avata**
escriptorio n. 19. Precisase de urna ama que cozinhe perfeila-
- U r. Julio que teve botequim,, mente para casa de homem solteiro ; na ra No-
queira vir a esta typographia, a negO'5Ta .
jr a r. o __ preCisa-se fallar ao Sr. Uanoel Ignacio de
Cl* j Albuquerque Maranhao, ou a pesaoa que anas
3l000n50 Ww08**&to*! S"?.jSSS ffi&VB*de seu -Qter'
com casca.
Tende-se arroz eom caaca em pequeas e gran-
des porcoes : na rata Dlretta o. 69 ou no caes do
Ramos a bordo da barcaca Dous de Julho ebe-
gadaa>Penedo prximamente.
GraDdfe sorlimento de fazen-
das pretas.
Groadehaple prlo bn a 1$600 o covado, di-
to auperior a 1*800. diL- -i?, dito largo a 2*200,
dito muilo superior a 25600. 2)800 e 3* chame-
lote prelode auperior qualidade a ;jj>, sarja preta
larca a 12}, dita hespanhola muilo superior a
28800. dita lavrada auperior a 2*200, selim pre-
to a 2 'o 3*, dito maco superior a 4*. velludo
preto Lora, pannoa prelos de 1*600, 2*, 3*. 4J,
!>S. 6*. 8* e 10* o corado, casemiras pretaa a
1*600.|2#, 2*500 o 3* e muito fina a 4* o cova-
vado, sos pretos de 6g, 7g e 8* ca pretas |de fil deliohoa 7*. 8*. 9*, 10* e 12*
cada u|ml, lindos manteletes de seda pretos bor-
dados com muito gnsio e differentes tamaitos a
ultima! moda, zuavos pretos bordados, capas pre-
taa enlejiadas com muito gosto e outras muitaa
fazendas prelas propriaa para a queresa a que
doixam de meocionar-se tudo maia barato do que
em outra qualquer parte : na loja doaobrado de
4 andares na ra do Crespo n. 13, de Joto Mo-
reira .opea.
begaeam de Lisboa oo brigue tEugenia,
dous bonitos barros e urna burra, os quaes se
vendem por barato prego : para ver, na cocheira
do largo da Assembla n. 4, e para tratar, no es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
Carteiras com agulhas.
A loja d'aguia branca acaba de despachar car-
teiras com agulhas de mui boa qualidade, e ex-
cellenle sorlimento, e as est vendendo a 500 ts.
cada urna ; assim como recebeu igualmente no-
vo sorlimento das agulhas Imperiaea, fundo dou-
rado, que continuam a ser vendidas a 160 ris o
pape isso na ra do Queimado loja d'aguia
uvas pretas
para meninas a
par.
Vendem-ae luvas pretas de torzal em bom es-
tado para meninas de diversos tamanhos a 500
rs. o par: na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 16.
Vende-se um excellente cabriole! : a tratar
na roa do Arago o. 37.
Vendem-se 300 caiies de doce da casca
da goiaba muito auperior, vende-se qualquer
porcao e muito em coota : na ra Imperial n. 33,
padaria.
Vende-se um quarto bom e um
poldro bom : na ra das Cinco Pontas
taberna n. 93.
Vendem-se caixes va-
zios a 1$: nesta typographia.
branca n. 16.
Argolas de ac para chaves
vendem-se 200, 240, 320, 400 e 500 ris, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
4os fabricantes de velas.
O lentigo deposito de cera de carnauba e sebo
em pao e em velas, eslabelecido no largo da As-
sembla o.9, mudou-ae para a ra da Madre de
Dos n. 28, quaai defronte da igreja, onde conti-
na: a haver um completo sorlimento daquelles
ros, que se vendem por precos razoaveis.
Relogios
Vsnde-se em casa de Johnston Paler & C ,
rus do Vigario n. 3, um bello sorlimento de
relegios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
urna variolado do bonitos trancellins para os
mesmos.
Atteneo.
para a quaresma.
Na pra$a da Independencia ns. 14 e 16, tem
para venfler-se, muito baratas, gollas de blondo
preto, eofeitadas de Ala de veludo e bico a 4$
ra., camisiohas e manguitos a 3$000 rs., mante-
letea pretos de bloode 1&JO0O rs., chapeos de
palba para senhora a 35O0O ra.
Vende-se a dinheiro ou a prazo urna arma-
cao de amarello enveroizada, collocada oa ra
Dlrita n. 75 : a tratar na ra do Crespo n. 23.
Manual do processo commer-
cial,
seguido de um formulario de (odas as acQes co-
nhecidas no foro commercial brasileiro, obra
muito til a todos os negociantes e s pessoas do
foro, 1 volume de 650 paginas encadernado por
58 : vende se na livraria econmica junio ao ar-
co de Santo Antonio.
Manual dos promotores p-
blicos,
ou culleccao dos actos, altribuicoea e deveajs
destea funecionarios, 1 volume por 4*: vender
na livraria econmica junto ao arco de Santo An-
tonio.
Roteiro dos delegados e sub-
delegados de polica,
ou collecgao doa actos, altribuicoea e deveres des-
tas autoridades, 2.a edicto, 1 volume encaderna-
do por7# : vende-se na livraria econmica junio
ao arco de Santo Antonio.
Barato assim barato de mais
Sabonete finos.
A loja d'aguia branca recebeu urna crescida
quanlidade de sabonetes finos para barbas, os
quaes convm a lodos compra-Ios mesmo para
mioi, avista do diminuto preco de 3$ porquanto
se est vendendo a duzis. Pa'ra aatisfazer-se aos
boos freguezes se vender tambem em menores
porcoes, porm quem mais comprar mais lucrar,
porque assim barato dSo ser fcil tornar a ha-
ver, e mesmo agora s ha na ra do Queimadc
loja o'aguia branca n. 16.
oraes.
Em massinhos a 500 t. cada um.
Em fios a 640 rs. cada um.
Em voltas de 3 fios a 2J500 cada urna.
Vendem-se muito bons coraes, em massinhos,
fios e voltas de 3 fios, pelos baralissimos precos
: na ra do Queimado loja d'aguia branca
0.16.
das nrvidade-s
J) tic nam fe tirana.
De ordem do Sr. presidente convido aos Srs.
socios effectivos a se reuoirem em sesso da as-
sembla geral e do cooselho director, aob as
disposicoes dos novos estatutos, domingo 2 de
marco, s 10 horas da maohaa.
Cirneiro Vianna.
Precisa-se fallar ao Sr. Jos de Souza Leo
a negocio que nao ignora, na ra Nova n. SO, lo-
ja de Carneiro Vianna.
Precisa-se de um bom cozioheiro: quem
se julgar habilitado, dirija-se a ra do Trapiche
numero 8.
Aluga-se o terceiro andar da casa n. 23, da
Vestuarios,
Secretaria da Associacao Typographica per-, ra Nova : a tratar na loja do mesmo.
nambucana 26 de fevereiro de 1861. H* P*ra lugar um armazem com arma;ao
Javencio Geaar, i prompta para taberna, aito em urna das melhores
1* secretario. localidades do bairro do Recite, assim como um
andar e soto muito fresco e barato oo mesmo
bairro : a tratar oa roa da Cadeia n. 33 com Joo
Bibeiro Lopes.
Na ra da Roda o. 48 alagam-se e vendem-ae Aluga-se o terceiro andar do so-
,r.?!$? 522 C8mmo,doVicos Tes,uarios P" brado do largo do Corpo Santo esauina
^SlIS^.H^.^J^uTuSt^SMr6!*^ ?- AiSpicum. Z&.2
racas), muito proprios para as pessoas que joco-
samente se queiram vestir.
D se 7009000 a premio sobre hypotheca ;
na loja de cera da praca da Boa-vista se dir Precisa-ae de urna ama que tenha muito bom
e abundante leite |para criar ama menina que
tem um mez de nascida : na ra larga do Rosa-
rio n. 38,
preciaa.
4ma de leite.
Ama.
Precisa-ce de urna ama de leite : na
ra do Rangel n. 67, primeiro andar.
Gabinete medico cirurgico.J
8 Ra das Flores n. 57.
Serio dada.-scoosj.ltas medlcaa-cirurgi- I
Seas pelo Dr. Estevao Cavalcaoti do Albu- |
que-fque das6 aslO horas da mantea, ac- (
9 cudiodo aos chamados com a mcior bre- (
m vidade possivei. ,
0 ** Partoa.
0 2.* Molestias de pello. ,
8.-* dem do o4hos. ,
0 4.-* Idemdo8ocgaos genitaes. (
0 Praticartoda eqaalquer operaco em 1
aj seu gabioele ou em casa dos doentee coo- ,
S forme lhea fr mais conveniente.
Feitor
Na estrada de Joao Fernaodea Vieira, caaa o.
1, p recisa-ae de um feitor de idade.
Alu m-ae o primeiro e segundo andares
da casi n 138 04 rua da Senzala Velha, juntos
ou separado,i ambos com commodos sufficienlea
para grande familia : a tratar no armazem de
Heory Gibsoo, ra da Cadeia do Recife n. 62.
*
Aviso.
# A mesa regedora da irmandade de San- %
SB ta Cecilia erecta na igreja do Livramen- SJ
9 to desta cidade, scieotilica a todoa os Srs. sjl
Sprofeaaores, regentes de orcheslra que es- fj
t marcado o dia 12 de abril do correte 0
9 para em aeaso apresentarem auas pateo- 9
J tes com a competente cerlldo do procu- %
# rador geral e receburem nova, com as 9
# penas commioadaa no art. 78 do compro- 0
# miaao.Pedro Jos Pereira dos Santos 9
0 Alvarenga, aeerelario. m
0S
Mobilias de aluguel.
Alugam-se mobiliaa completas, ou qualquer
traste separado, a vontade, e por preco muito
commodo : na rua Nora, armazem de mobiliaa
do Pinto.
Gabinete portugnez de
Leitura.
Pjr ordem dolllm. Sr. presidente do conseibo
deliberativo sao de novo convidados os senbores
socios accionistas a reunirem-se em sesso ex-
traordinaria da aaaembla gersl, domingo 2 de
marco prozimo vindouro, s 10 boraa da manha,
na sala das aassoes do mesmo Gabinete, para o
disposto no 6.* do art. 84 combinado com o
arl. 61 doc estatutos vigentes.
Secretaria do Gabinete Portugus de Leitura
em Pemambuco 26 de fevereiro de 186?.
M. Soares Piobeiro,
J.* lecreterlo.
f uem d.
I
loja do miudezas, que se dir quem
Ama de leite.
Quem precisar de urna ama .de leite dirija-ae
a rua da Concordia n. 55.
Ao autor do arionymo
Em resposta ao anonymo do n. 23 deste jor-
nal, com o titulo de ourivea mgico, techo a di-
zer que, quem quer que aeja seu autor, tire a
mascara e ento veja como se repelle os insultos
de um ente desprezivei, que sem duvida para ga-
nhar mais a eatima de ama insignificante far-
pilla, ousa tomar a iniciativa, procurando meioa
tao ridiculos para enchoulhar a pessoa que est
muito longe de praticar urna acgo triste, e em
quanto se dirigir anonymameole pasear pelo
desgosto de nao ser respondido pois que o julgo
Precisa-se de ura! creado!Uo inliDifiMnl *a>aU> ,CMonoti0ve0s8sp"qui08-
L2 a 15 auno-, fo'rro ou^^firiS^SrrS^^^^
padaria do pateo do Terso n. 38, para tratar.
SAlvaro k Magalhos.
Ealabelecidos eom loja de fazendas na
^ rua da Cadeia n. 53, e achaado-se de i
ga posse de um novo eslabelecimento na
i rua do Crespo n. 29 B, participan a to-
W doa oa seus amigos e ao publico em ge- I
^ ral que dispoe de um grande e variado i
aortimento de fazeoda que tem resolvi-
do vender dinheiro por precos bara-
fp tissimos. Roga-se aquelles que Uve-
& rem de comprar qualquer artigo do fa-
> zendi de se dirigirem aa nossas tojas
P aeima indicadas que sero ptimamente
A servidas.
[)vft de
de 12 a 15 auno9, forro ou
escravo, que dfiado sua
conducta : na rua N
Santa Rita n. 47.
Aluga-se
o segundo andar e sotao do
da rua Nova, o qual
61
teni
para
commodos: quem o pretender dirija-se
ao primeiro andar do mesm > sobrado
que achara' pessoa autoriada
aluga-lo.
Antonio Josquim Sove, aocio je gerente da
caaa commercial de Seve, Filhos & l L retira-se
para a Europa, e durante sua ausencia, deixa a
gerencia da mesma aoSr. Jos Joaquim Seve.
Alugam-se por mdico preco o segundo e
terceiro andares da casa da rua do Crespo n. 23,
proprios para pouca familia : a tratar na mesma.
sobrado n.
ptimos
Attenc*
i
Roga-se aos devedo-
res do fallido Jos Anto-
nio da Silva Araujoque
venham pagar seus d-
bitos no prazo de 30
dias amigavelmente fia-
dos os quaes o arrema-
tante ser obrigado a
entregar ao seu procu-
rador para cobrar judi-
cialmente o que pde-
ro fazer dirigindo-se a
loja que foi do dito Arau-
jona rua do Queimado
n. 27.
emnaK mhkmsmhm
Primeiro andar para alugar.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da pra-
oa d Boa-Vsli i i Intif P rus da Imparatriz
o. 46,
Atteneo.
No hotel Trovador sito na rua larga do Rosario
n. 4*, haver em os tres dias do carnavel a qual-
quer hora do dia ou da 'noite, diversas varieda-
des de pelisco, aasim como a confortvel mo de
vacca das 10 horaa da noite em diante. O pro-
pietario do mesmo espera a coocurrencia de
seus freguezes assim como dos apreciadores dos
bailes de mascaras, alRancando que sero bem
servidos e por precos mdicos.
Ao publico.
O abaizo assignado declara que senSo respoo-
sabilisa por qualquer acto que em aeu nome for
pralicado por Jucundiano Thomaz Borgea da
Fonseca, porquanto j o exonerou da cobranca
de dinheiros ede maia eervicos que lhe prestava,
em razo da haver descoberlo que o mesmo, fal-
sificando a firma do abaixo assignado. andava
tomando dinbtiro e outroa objectos a pesaoaa de
amizade do abaixo assignado. Recife 25 de fe-
vereiro de 1862.
Jos da Cunha Teixeira.
Francisco Cordeiro do Regp Pootes, em
razao de sua repentina viagem para a Europa por
motivo de molestia, e nao se teodo podido des-
pedir pessoalmente de seus amigos, o faz por
mel deste, oflerecendo-lhes o seo diminuto
preatimo na lha de S. Miguel, aonde pretende
residir.
Na rua da Roda n. 6 conlina-se a mandar
comida para (ora.
Na rua Nova n. 55 deaeja-se fallar ao Sr.
alferes Jlo Baplista de Menezes do 9.* batalbio
de iofantaria.
Na padaria da rua do Cotovello n. 81 se di-
r quem precisa de um forneiro, aendo bom.
Precisa-se de 8:000$ a juros sobre hyoo
theca de um predio de duplicado valor: quem os
quizer dar, dirija urna carta esta typographia
sen lo o endereco ao Sr. F. P. da S., declarando
sua morada para ser procurado.
Compras.

Compram-ce acedes do'novo banco de Per-
oambuco ; no escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo, escrip-
torio n. XA.
Quem tiver para vender um escravo bom
canoeiro, sem vicios nem actosques, queira
procurar em frente do Corpo Santo armazem n.
13, qus ah s dir quem precisa comprar.
Novo paquete
23-Rua Direita-23
Nesle novo estabelecimenlo achara o publico um grande sorlimento tendente a molhados
tudo por preco mais barato do que em outra qualquer parte :
Manteig ingleza especialmente eacolhida a 800 e 960 ra. a libra.
Dita franceza a melhor do mercado a 720 rs. a libra.
Queijos ftamengos chegados no ultimo vapor a 29800 e 8$.
Cha byson e preto a 2$ e 2880 a libra.
Vinho engarrafado doa melhores autorea a 18 e 10200 a garrafa.
Vinho do pipa proprios para pasto a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial doa melhores autorea a S00 ra. a libra.
Ameixaa portuguezas a 480 rs. a libra.
Paseas muito novas a 500 rs. a libra.
Latas com bolachiohaa de differentea qualidades a lg400.
sM8:rrriW,,micnSfa,6,ra\fVlrTa,,Sct8 ,2 K;.S.,ra8C0-
Cerveja/das melhorea marcas a 560 a garrafa.
Geoebrh de hollanda auperior a 500 ra. a botija.
Velas de carnauba a 440 rs. a libra.
Ditas de espermacetea 760 ra. a libra.
Vinagra puro de Lisboa a 320 rs. a garrafa.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
Alpiste a 160 rs. a libra.
Toucioho de Liaboa a 360 rs. a libra.
Alm dos gneros annunciados achara o publ co um grande sorlimento de um tudo tenden-
te a molhados mais barato do que em outra qualquer parte.
Objectos de phaatasias
puiseiras de missangas.
A loja d'aguia branca acaba de receber um
bello e escolbido sorlimento de pnlseirasde mis-
sangas com borlas pendentes, obra de muito gos-
to, e o que de mais perfeito se pode dar em taes
objectos, e as est vendendo a 1J500 cada urna,
tanto para senhoras como para meninas, e pela
novidade do gosto e apuro da moda nao tardarao
em se acabar as que ha na loja d'aguia branca,
rua do Queimado n. 16.
S na taberna do
Pinenta,
Vende-se meias caixas de charutos a 900 rs., o
meias garrafas de cerveja a 240 ris, na rua das
Cruzes n. 1, taberna do rmenla.
Mascaras
i
Vendem-se por muito barato prego vestuarios
para baile de mascaras, viodo ltimamente de
Pars : na rua da Cadeia do Recife n. 15.
Urna barcaca.
Vende-se ama bsreaca do porte de 35 caixas,
eocalhada oo eataleiro do meslre carpinteiro Ja-
ciatho Eleabo, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
as, aonde pode ser vista e examinada peloa pre-
tendentes ; vende-se s prazo ou a dinheiro ; a
tratar com Manoel Alves Guerra, na roa do Tra-
piche n. 14.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na rua do Queimado n. 22,
ae encontrar um completo aortimento de grava-
tas de seda pretaa e de cores, que se vendem por
precos baralissimos, como sejam: eatreilinhas
pretaa e de lindas cocea a 19, ditas com pontaa
largas a 1*500, ditaa pretaa bordadas a 1JS600. di-
tas pretas para duas voltas a 2f ; na mencionada
loja da boa f, na rua do Queimado n. 22.
Meias pretas de seda.
Vende-se meiaa de seda pretas para senhora
fazeoda muito superior pelo baratissimo preco
de Ip o par : na rua do Queimado na bem co-
nhecida loja da boa fama n. 35.
Vede-se
um preto de 30 a 40 annos, bom pescador, o
melhor que ae pode encontrar em toda a quali-
dade de pescara, e um dos melhores praticos
desta barra at oa touros, muito fiel e sem vicio
de qualidade alguma : quem pretender, dirija-se
ao armazem o. 63, confronte o arco da Conceico.
Mascarados.
Vendem-se luvas para mascarados de crese
pretas a 100 rs., e pares u 200 e 300 r., e a 500
rs. muito boas, retroz de todas aa cores, eofeites
de todas as cores muito finos proprios para a
quaresma, por precos em conta, rap princeza da
fabrica de Rocha, muilo fresco, chegado agora do
Rio de Janeiro, rap Paulo Cordeiro, e muitas
maii miudezas em conta : na rua larga do Ro-
sara n. 38.
11 Rua Novan. 37
Para os mascarados.
Jos Ricardo Coelho, cabelleireiro, avisa aos
senhores amantes da mascarada, que tem um
completo aortimento de barbas que as aluga por
19 cada urna, bem como um aortimento completo
de cabelleiras, meias ditas, chins, etc., que as
aluga a 2f eada urna, e igualmente cabelleiras
novas e mascaras com bardas e sem ellas, que
tudo talar vista dos freguezes ; a ellas, antes
que seacabem. '
i Vende-so o armazem n. 14 do caes do Ra-
mos, proprio para qualquer estabelecimenlo,
muito novo e bem construido : quem pretender,
dirija-ie a rua do Llrramento n. 12.
Leite.
Veade-se leite uro ao p da Tace* : na rua
do Stbo o. 15.
Para masqu.
Vendem-se riquissimos enfeites de fitas e fio-
ros para enfeitar as cabecaa drfs madamas que se
quzerem divertir nos bailes ou passeios pelo
carnaval a 1(280 e 15600 : na rua da lmperatriz,
loja do pavo n. 60, de Gama & Silva.
Carnauba.
de canauba de superior quali-
rua da lmperatriz n. 60,
Atteneo
Vende-se ou permutase por escravos de ser-
vico a casa terrea sita na rua de Saota Rita n.
57 : a tratar os na da Aurora n. 70, segundo
andar.
Vende-se me mobilia de mogno a Luis
XV : m ras das Cruzes o. 11, primeiro sndar.
Vende-se cera
dade, em saceos
loja do pavo, de Gama & Silva.
Gorguro a 280 rs.
Vende-se gorguro de lioho, fazenda inleira-
mente nova para vestidos de senhoras e roupas
para meninos a 280 rs. o covado, e do-se as
amostras : na rua da lmperatriz n. 60, loja do
pavo, de Gama & Silva.
Bareges a 6$.
Vendem-se cortes de bareges com 22
a 69, ditos com salas j feitas a 6#, la
para vealidos, fazenda de muilo bom gosto a 560
o covado ; na rua da lmperatriz n. 60, loja do
pavo, de Gama & Silva.
acm segundo.
^ASSte.Vs: a?*-
Xcid"s,?IUdeZ" Pr pre50S j "bidos
Grozas depennas de ac de todas as qual-
e co-
a lodos
me-
dades a
Nvelos de lioha que pelo tamanho
admiram a
Caixas de agulhas francezas a
Caixas com slfinetes muito finos a
Caixas com apparelho para entreter
nios a
Ditas ditos grandes a
Baralhos portuguezes a 120 e
Groza de boloes pequeoos para calca a
l esouras para unhas muito finas a
P,ltM;P'ostura muito superiores a
Baralhos rancezes para voltarete muito fi-
nos a
Agulheiros coro agulhas francezas a
Caivetes de aparar peonas de 1 folha a
Pegaa de tranca de la com 10 varas a
Ditaa de tranca de la de todas as cores a
Pares de sapatos de tranga de la a
Cartas de alfineles francotes a
Pares de luvS8 Do da Escocia muito finas a
Unas ditas brancas grossas a
Escotas pira limpar dentes muilo finas a
Massoscom superiores grampos a
Carines com colxetes de algum defeito a
Ditos de ditos superiores a 40 e
Dedaes de fundo de ac muito superiores a
Enfiadores para vestidos de senhora com 4
varas a
Caixas com colxetes francezes a
500
120
120
60
240
500
200
120
400
400
320
80
80
200
800
1280
100
320
100
200
40
20
60
100
Rua da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento Tende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120 rs.
Mantas de retroz.
Vendem-ae mantas de retroz para grvalas a
500 ria na rua do Queimado n. 22 na loja da
Boa F.
fLoja das 6 por-
tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata.
Paletota de panno Uno aobrecasacos, ?
gj| ditos do caaemira de cor de fusteo, ditos
F de brm de cores e brsocos, ditos de
ganga, calcas de casemira pretas e de 9
9 cores, de brlm branco ede coros, degan- A
a ga, camisas eom peilo de lioho muito 2
r finas, ditas de algodo, chapeoa de sol V
9 de alpaca a 4* cada um. A
***- AA AA AAA#*
Taixas
para engenho.
Grande reduceo nos precos
para acabar.
.. Br,'e* So* & C. tem pata vender na rua da
Moeda taixas de ferro'euado do mui acreditado
fabricante Ed^in Haw, a 100 rs. por libra, as
mesmas qoe se tendiam a 120 rs. : quem preci-
sar dirija-so i ras do Trapiche o. 44, armazem
alo fazcBda.
80
40
80
ljjOOO
160
120
120
covados
e seda Cartas de aloetes de ferro a
Cbaruteiras muito finas a
Tinteiras de vidro com tinta a
Ditos de barro com tinta auperior a
Areia preta e azul muito fina a libra _
Tenho nova remessa de labyrintho para ven-
der por todo prego, assim como tenho tran?as de
seda differentes corea para vender por todo di-
nheiro que oilerecerem.
Palmatorias de vidro e de la-
to para y ellas.
Vendem-se bonitas palmatoriaa de vidro lapi-
dado para vellaa a 18200, e ditas de latao mui
novas e limpaa a 400 rs. : na rua do Queimado,
loja da Aguia branca n. 16.
Gollinhas e manguitos de pu-
nhos bordados.
Na loja da aguia-branca vendem-se gollionha
e manguitos de punhos bordados em fina cam-
braia transparente por 2$500 tudo, o que na ver-
dade baratissimo : na rua do Queimado. loia
d aguia-branca n. 16.
Peitos de fusto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-se bonitos pellos de fusto lavrado e
trancado para camisas a 500 rs. cada um, fazen-
da mui boa e encorpada : na rua do Queimado,
loja d'aguia-branca n. 16.
Novo sortimento de'tiras bo .
dadas em ambos os lados.
A loja d'aguia-branea recebeu um novo o lio-
do sorlimento de tiras bordadaa em ambos os la-
dos, e contina a vender baratamente a 1*200
cada tira, e outras de bordados muito largos a
2#0O0, o melhor que possivei em tal genero,
e todas ellas, pela largura que teem, podem ser
divididas ao meio, pelo que se tomam baratissi-
mas : na rua do Queimado, loja d'aguia branca
n. 16.
Ganos de chumbo sortido.
Vendem-se canos de chumbo de todas aagros
suras; na loja de ferragens, rua da Cadeia do Re-
cite n. 56 A, de Vidal & Restos.
Bombas de Japy sortidas.
Vendem-se aa boa acroditrSaa bombas de Japy
de todos oa lmannos e por barate proco: na rua
, da Cadeia do Recife, loja de ferragens o. 58 A, de
' Vidal & Bastos.
assssssssssssssssssssal
^Bfel* ammm m Aar


MA1 DRJBUtflIBlN ,MHAIJun|^ 51 ft
ARMAZEM
ROJPA
Joaquim F. dos Santos.
40Ra do Queimado40
Defroute do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre am sorlimento completo de roupa faita de
todas as qualidades e tambem se manda executar por medida Tontada dos freKue-
zes para o que tem am dos melhores profassoraa.
Casacas ue panno preto a 40J,
35ge 309000
Sobrecasacosda dito dito a 359 e 309000
Paletols de panno preto e de co-
rea a 359, 309, 259,109,18 e 209000
Ditos de casemira de cores a 229,
15|,129,79 e 99000
Ditos de alpaca preta ajolla de
velludo francezas a 109000
Ditos de merino setim pretos e
de cores a 9j 8000
Ditos de alpaca de cores a 59 e 39500
Ditos de alpaca preta a99,79,59 33500
Ditos de brim de cores a 5|,
49500,49 e r 39500
Ditos da bramante delinbo b an-
co a 69, 55 e 9000
Ditos de merino de cordo preto
a 159 e 8$000
Caigas de casemira preta ede co-
res a 119, 109, 9f, 79 e 69OOO
Ditas de princeza e merino de
cordao preto a 59, 69500 e 4(500
Ditas de brim branco ede cores a
59, 49500 e 2J500
Calcas de ganga da cores a 33000
Gollete de velludo preto e de co-
res liao'se bordados a 129,99 e 89000
Ditos de casemira preta e da co-
res lisos e bordados a 65,
55500,59 3J500
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco a 6 e
Ditoa de gorguro de seda pretos
de cores a 79, 69, 49
Ditos de brim e fusto branco a
3f 500, 29500 e
Saroulaa da brim de lioho a 29 e
Ditas de algodao a I96OO e
Camisas de peito de fusto branco
ede cores a 29400 e
Ditas de peito de linho a 59, 49 e 3O
Ditas da madapolo brancas e de
cores a 39. 2(500, 29 e
Chapaos pretos de massa franceza
forma da ultima moda a 103,
8g500e
Ditos de feltro a 69,59, 49
Ditos de sol de seda inglezes e
francezes a 14J, 129, lf$
Colarinhos de linbo muito finos
novos feitios da ultima moda a
Di.os de algodao
Relogios de ouro patente e hori-
zontal a 10OS, 909. 80J e 70|000
Ditos de piala galvanisados p-
tente e horizontaes a 409 30500o
Obras de ouro, aderemos e meios
aderecos, pulceiras, roletas e
sneis a 9
Toalhas de linho duzia 10$, 69 e 95000
Ditas grandes para mesa urna 39 e 4900()!
59OOO
59000
59000
39000
29200
19280
292OO
15M0
79000
29OOO
7008
9800
9&00
RM.4ZEM PROGRESSO
aoNssa
Francisco Fern&ndes Duarte
Mrg M Pentr
a
q
) pe
Afianca-se a boa qualidade de todo qualquer genero
comprado nesto armazom, assira como vende-se por menos 5 a 10 mor cento do anem outra
qualquer parte. T
*ei8* ll\g?.^ia a mais superior do mercado a 800 rsa libra, em barril se far
abatimenlo. ^
' 1 intolga Ir*n*za. mais n07a, 600 rg>i 9m barril> e 640 r8<, Ubra>
^^Uan *o*ei?aocnegadoaQMle lUlM vapor Por 39000.
1 *J? ^* da saPerur qualidade o muito frescaes a 800 inteiro, em libra
^^SS*e pTet0 os telhores que hs no raercado 3*00'2600'
Prenrtt pa*u Uamiirc muit0 novos, 500 rs., libra#
i~ X 6ZlUlt If^iaO de 3aptrior qualidade a 4i0 rs. inteiro, e 480 ra. a libra.
melhor petisco que pode haver por estar prompto a toda a hora a 19 a libra.
I nitelata do reUo m rs,, ,,, e arroba ,9000
C bouYtas e putios cheg.dos nesl3 ullimo navi0> a m rs libra
Ba^a il* poyeo retinad* 480 rs. ealill com 10 librai, por ,
se Cor em barril a 440 rs. a libra.
3larme\ada inipsTM d0 a[amad0 Abreu e deonlros muitos fabrlcaote9 deLigboa
a 90J rs. a libra, em latas de 2 libras por 1*600 aanca-so a boa qualidade.
-ac da vmataeB1 latl8 deuma libra por 900 rs. .
&u\*ado*s e canfaltos era laUsde2 libra8 C0lUead() dLfferaule, lidadeS)
muslo propno para mimo, a 2JO00.
iT\UUaB TrailOezaa e porluguezas em latas de 1 libra, por 10 rs. ditas em meias
o ouu rs
AAetra, mae%rrao a \\ l\-rV*n ,nn
^ kw^mbb a 40rj rs ai,bra 8 emcaiia a 89.
LHOZeS muil0 Q07a8a loors.a libra, e 49000rs. a libra.
Kj"L em cartoes muito enfeitados proprios para mimo a 600 rs.
^fc**- a mois superior que ha a IflOOO rs. a garrafa e em caira se far
Ctanel?a d llollanda. r**
-,. -%,* a 6tf0l}0 r3 a frasqueira| e 5go rs# 0 fraHC0.
% uu\os UsaaTatados
t,.ri. n,, a o 'a!!nmasdo Douro a 1*600 rs. a garrafa. Porto finoKFei-
,-. 2ailue d0 Porlo> a 1Si0 em cai" se ar abatimenlo. ?
% 1 '-iio *\rr(i*^v\i"v
_ d" mais acreditadas marcas a 1# a garrafa e em calza a 99 a duzia.
3pig*? 6 de dilTerentes marcas a 169 a duzia e a lg500 g garrafa, afflanca-se a boa
(juaiitlauta
VaTd.daira s*TveiacbTia\iaH *
... ,*'**** *"**'* e de outras muitas marcas a 09 a duzia, e
a 500 rs. a garrafa. '
_ Pjrt. Lisboa e Figueira a 3,500, 49 e 49500 a caada.
KapeTmasettt iuperior, 740 rs em caix3) e 7g0 ts a ^
^^tatas novas m gigosdeUBaarrobB a ^
^llOCOlata os ma9 Sllporiores, hespanhol a Igaoo, francez a lg. port.geez a 800 rs. a libra
go ,sa cammaaiTa muil0 noroj> em C4iX4S de 8 libras por ttm^ o em Ubta a
do engommar, muito alva a 100 rs. a libra.
^meuaoas de casca MOlo a m tsa libra<
H aoee retinado a 800 rs. a garrafa e em caixa a 9*.
Palitos de dmes.... ... oin
_, litados orii petfeiCo a 240 r. o maco.
CoatelatHS nslaziiH fc
. *.- 1 proprias para fiambre a 800 rs. a libra.
a i "ora do mercado a 49 a barrica e em libra a 320 rs.
. Hl^lXnS t*]^***-8 em frascos muito rieoscom U2 libras por 350O, tas por-
luguezas a 480 es a libra.
V\\n\n
. ajuau para limp:r [aeas 200 ts. cada um, em por?o se far abajimento.
3^Kf)jaS em frascos del e 1(2 libra mnito novas a 800 rs. -v^
In1epeoente dos gneros anpuncladbs encontrar o respeitavel publicakrsjnde sortimen
o de gneros, ttdo de superior qyslidad.
Cortes de ealea,
Vendem-se cortes de talca de meia casemira
de cores escaras a 25 cada corle ; na loia da boa
t, na ra do Queimado n. 29.
Port booquels,
Dourados com cabos de ina-
dreperola.
Chegaram opportunamenle para a loja d'aguia
branca os booitos port bouquots dourados e es-
maltados, com cabos de madreoerola, conforme
sua propria encommenda, ficando assim remedia-
da a falta que havia desses port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a lempo para oa di-
versos casa montos e bailes que se contara nessea
dias, por isso as pessoas qae por elles esperavam
e as que de novo os quizerem comprar dirigi-
rer-se munidos de diobeiro loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado 1. 16, que encontrarlo obra
de bom gosto, barateza, agrado e sinceridade.
. JMAL
de cambraieta.
Vendern-ae superiores salas de camtraleta mui-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto prece de
59; a ellas, que sao muito Baratas: na ra do
Queimado n. 22, toa bem conhecida loja da boa fi-
lil l da SenzallaNovan. 42
Vend-se emessa de S. P. Jonhston & C,
sellins e silhoes inglezos, candieiros e caslijaes
bronzeados, lonas iogleras, fio de vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous cavados, e relogios de onro patente
ingler.
Navalhas d'a^o
com cabo de marfim.
Vende-se na loja d'aguia branca mui fioasna-
valhas dar;o reflnado com cabos de marfim. e
para assegurar-se a bondade deltas basta dizer-
se que sao dos afamado e acreditados fabrican-
*-- -n-'J *- ** vuaa VH tflivjv M^.,-w m
valhas 89000: na ra do Queimado, loja d'aguia
branca, n. 16. ,
Libras sterHoas.
Vendem-se no escriptotio de Manoel Ignacio
de Oliveira 4 Filho, praja do Ccrpo Santo n. 19
luengos bTaacos muito
finos.
Veodem-se lencos braocos muito finos, pelo
diminuto prero de 29400 a duzia, graude pe-
chincha : na loja da boa f, ni ra do Queimado
numero 22.
Gollinhas
detraspasso bordadas em
cambraia fina.
Vendem-se a 29 cada urna : na roa do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16 A obra boa e
o tempo proprio ; a ellas, freguezas, antes que
se acabem..
Bolcinhas de borracha
1 ai ello de
Lisboa
Desembarco hootem. e vende-se por mdico
reco, do armazem de Arsenio Augusto Ferreira :
i Attenco.
8
ko$ tabswruistaj.
Vend^m-s^wpetioresWngos frew,,ttoi-
(acao doa de liqbo, muito proprios para os taba*
stolM'pot'settMi decores escuras e flM. pelo
baratusimo proco de 5 *9f nia na ra o
Qurima^n.tr.aobe* conhedabj"arortt.
Filo liso tarlatana.
Vende-se superior fil liso e Urlatana branca
vaS ;Cle^Pme,c.VhSTaPo?bo1T.rr;: Td' V TT^' ***
>dd-QMicMtf Bi-Bl. -1 D0'I M "- wadi Madre da Deus, d. 12.
Ricos eeites.
Yendem-se ricos superiores afeites os mais
modernos que ha, pretos e de cores, pelo bara-
tusimo prego de e 69500 : na loja da boa f,
na rea do Queimado n. 28.
Cambraia de cores.
Vendem-se cambraias francezas de lindas co-
res, pelo baratiasimo prego de 280 o covado ; o
ra do Queimado n. 22, na bem eonhecida loia
da boa f.
Cambraias francezas finissimas.
Saperiores cambraias Trabcezas mullo Inas, de
muito booitos padroes, pelo barato preco de 700
rs. a rara : na loja da boa na ra do Queima-
do a. 22.
Cambraia Usa.
Vende-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego de 4 e 5f a pega com 8 l|
varas, dita tapada muito superior, peca de'10
varas 1 6f : ua ra do Queimado n. %% n loia
da boa fe.
Bramante e atoalhada de
linbo.
Vende-se superior bramante de puro linho com
dsns varas de largara a 2#400 a .*aa, assitrf cbinb
atoalhado adamascado tambem de puro linho,
com 8 palmos de largura a 29500 a vara : na bem
conhecida loja da boa-f, na ra d Queimado nu-
mero 22.
frasquinfcMe garrafioh**, marUefcoeiraa assu-
careiros, ^rrinhos para boqueta de eravo e ou-
tras maltes cousss : oa loja da vtttorla na ra
do Queima* a. 75, junto a loja de teta.
Mudezafr baratas
No engenho Trapiche do Ca- $
bo existe para vender-se tres
bonitos e bons bois de carro, e 9
um bom quarto de carga :
quem osquizer comprar dirija- 0
se ao mesmo engenho a tratar '
com ATonso do Reg Barros, 9
ou entao a ra da Aurora nu- rf|
mero 22.
Proco fino, e seda frouxa para
bordar
vende-se na ra do Queimado Mja d'aguia branca
n. W, oadese echar completo sorlimenlo.
Capachos.
Vendem-se capachos redondos e compridos e
de diversos tamanhos, e os melhores que tem
m TOfte,lan?ercad0V P,U) D'ra,i88in"> Preso de
600, 700 e 800 rs. cadaum, e tambem ba capa-
chos multo grandes e proprios para sof e mar-
quezas para 19400 cada am : na ra do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas da boa
lama n. 3o.
Vende-se o veieiro e bem cenhecido cllper
bngue1 americano Brand-yine. lote 207 lonel-
ladaa inglezas, e demanda 11 ps d'sgua carre-
jado : ospretendentes dirljamse a ra do Tra-
piche n. 8.
Lindeza.
Venderse fazenda denominada lindeza, ptima
para vestidos a 160 rs. o covado : na loja do Du-
arte, ra da Imperatriz n. 20.
Injecco Brow
Remedio nfallivel contra as gnor-
rheas antigs e recentes. nico depo-
sito na botica franceza ra da Cruz n.
22. Preco 30
Galanteras de gosto
E' o que pode haver de mais goelo em galan-
teras de^vidro e porcelm* como aejam jarros,
EsceReia
Para engommado.
Veodem-se frasquiobos com acencia de ail
Misa-eicellente per. engomnwd porque um
gota ella bastante para dar e6r em urna bada
d gora mir lando de roais a ans a preciosidad* do
nao manchar a roupa como ma-itas vezet acn
Na loia da victoria na frua do S,!*!!^ .4! nil Gr*? ,CT4 fc*!**
r\ j ? ^ ,"** u" 500rs.:aa ra doQwimado lojoda ai7braB-
Queimado juuto a loja de'wnM-
cera. Vend-se
Colchetei francezes em carta a 40 rs.
Alnete francese cabeca bata a-120 rs. a arta.
Papel com cento e tanios alfloetes a 40 rs. o
papel. Ipabigas, mstatda, chicoria, aselcai*" seoouas
unrias victoria em earritel com 209 jardas a 60 ; braaeaa e amarellasy aarga, cuentro, sebolinho
" c""lel- r0l o branco, tomates grandes, feiiao, erroslo
Ditas de 200 jardas de lexander a 900 rs. a da- ervilhasortaa e alface arrendada.
zla.
D,Mn8?.8rd" bT*nC" de coro* rfc
Ditas de Pedro V brancas e de cores a 40 rs. o
carteo.
Grampos a 40 rs. o mago.
EnBadorea brancos a 60 e 80 rs.
Carteiriohas com agulhaa francezas a 320 rs.
Transas brancas de Itabo a 100 rs. a pega.
Agulhas de enar vestido a 40 rs. cada urna.
Eoutras multas miu-ezas-que se affianga ven-
der barato para quem comprar victoria sempre
contar : na loja da victoria na ra do Queimado
n. 75, junto a loja de cera.
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta loja por estar constantemente a receber
perfumaras finas de suas proprias encommendas,
bem se pode dizer que est constituida um depo-
sito de ditas, lendo-aa sempre dos melhores e
mais acreditados fabricantes, como Lubio, Piver
Coudray e Sociel Hygieniqne, etc., etc. ; por
isso, quem quizer prover-se do bom, dirigir-se
a roa do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, qae
achara sempre um lindo e completo sortimento,
leudo de mais a mais a elegancia dos frascos, e a
baraleza por que se vendem convida e anima ao
oomprador.
Carros e carrocas.
Em casa de N. O. Bieber
4 C. successores ra da Cruz
numero 4.
Vendem-se'arros americanos mui elegantes
leves para duas e 4 pessoas e recebem-se en-
commendas para enjo fim elles possuem map-
pas com varioa desenhos, tambem vendem car-
rogaapara conduegao de assucaretc.
na rus de Hondego casa n. 2, as segaintes s-
menles de hortalice muito novas : conve flor di-
ta truoxuda, repolho, nabos de cabega arade
rnhir>n tnnafa4ila nl.;An.;. a.
Riscado monstro.
Vende-se riscado monstro, fazenda muito eco-
nmica para o uso domestico per ter graode.lar-
gn ra e 6 aeu prego ser de 200 rs. o covadof na
ra di Imaeratriz, loja n. 20, do Duarte.
Fauno de "algodao Ja
Baha.

Vende-se no escrlptorlo de Antonio Luis
Oliveira Azevedo & C, ra da Cruz n. 1.
\iE\CAV
DA
Funtlico Low-IHoor,
Boa da Senzalla Nova n. IZ.
Neste esubelesimento continua a haver ura
completo sortimento de moendas e meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taizas
de ferro batid j e coado de todos os tamanhos
para dito,
Souhall Mellors & C, tendo recebido or-
dem para vender o seu crescido deposito derslo-
gios visto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portanto, as pessoas que quizerem
possuir um bom retogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portunidade sem perda de tempo, para vir om-
pra-los por commodo preco no sea escrlotorio
ra do Trapiche n. 28.
Vende-se um terreno na ra do Hospicio,
quaai defronte do quarlel, prsprio para edificar-
se urna casa, tendo 40 palmos de frente e 146 de
fundo, com alicerce : a tratar na ra do Trapi-
che n. 14, primeiro andar.
ARMAZEM PROGRESSIVO
36^na das Cruzes de Santo Antonio, 36.
para fumo.
Potassa da Rossia.
Vende-se em casa de N. O Bieber S
C, successores, ra dk Cruz h. 4-
Sal de Lisboa.
Vende-se e bordo ?* !al *6*bo "PO rwlead ; a tratar
ntiue o Ira**. 17.
1
I
Muito lindas bolcinhas de borracha para guar-
dar fumo pelo baratlssimo prego de IjJzOO, lj,
800 rs. cada urna: na loja da victoria na ra do
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Cascarrilha.
Chegou para a loja da victoria grande sorli-
meoto de cascarrilha de todas as cores e largu-
ras e se vende mais barato do que em parte al-
guma, por isso veoham a laja da victoria na ra
do Queimado a. 75, junto a loja de cera.
E afeites para senhora.
Lindos enfeiles pira cabega de gosto o mais
moderno que tem apparecido a 5g, 5}50 e 61:
na loja da victoria oa ra do Queimado u. 75,
unto a loja de cera.
Phosphoros de seguranca.
Caixinhas com mil e tantos pbosphoros de se-
gurancia a 160 rs. a caizlnha que s6 pela segu-
ran;a delies por livrar de incendio sao de greca:
na foja da victoria na ra do Queimado n. 75,
jauto a loja de cera.
Meias baratas.
Meias pioladas para hornera a 120 e 160 rs. o
par, ditas brancas pera menina a 180 rs. o par,
ditas de laa para o fri a 500 rs. o par: na loja
da victoria na ra do Queimado n. 75, junte a
loja de cera.
Fivebs para cinto.
Ricas Qvelas de madreperola para clnlos pelo
barato preso de 1J600; na laja da yietoria na
ra do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Purao carnaval.
Vsndem-a fazendas proprias para vestuarios-,
a ser: scomilha d cor de roaa, amuralla, asul
e branca a 200 rs. o covado, velbutims ue corea,
etsmgeos a 640 o covado, velludo encarnado a
800s. o cov.ado, tafel de todas as cores a 640 o
tovado, grosdenaples de cores a 1$800 o ooiado,
e mais fazendas proprias para este Jim : na ra
da Imperatrii, loja e armazem da arar* s> 56. de
Magalhes & Vendes.
Cera de carnauba de pri-
*
brancos.
Vendem-se superiore paletots de brim branco
de
na
4_.
ende-se uma parte no engenho luinmao :
retender, entenda-se com Mapoel Jos del V
"".langa, na ra do Queimado n.8, lio :
meira qualidade.
Vende-ae em porgo e a retalho de urna sacca
para cima, e por*qmmodo pijo i r ra da Ma-
dre de Dos confr<**e aboticl .M.
,N. O.Bieber & C.scessorea,rua daCrax
a boa J fy t '
Venfe-se ulna parte no engenho^b,rflaB. rara 0 Carnaval.
acm pretender, entenda-se com Mapoel Jm *) Vaada-ae um Hiiuirin do pnnm nA > k..._
uarte 3 C. consaniemeiie recebera da Europa de sua propria encommenda os melhores gneros, de tudo tendente a molhados, e por iss
nossam im S S" prf?a Srs- e e lavradores, urna vantagem em seus gneros, de 5 a 10 por cento de menos dos preces, qua
LntUl.rpareraoulr0 1 ual(rer estabeleciment, atlendendo sempre as hoas qualidades de nossos gneros, que para isso nos obrigamos e
Mantelga lOgieza especialmente escollhida a 850 e lffOUO, a nora em nan. a ooo.
Ulein iranceza a prinwira da safra nova 700 rs, e em barril a 600 rs.
yueiJOS llamengOS vindos no ullimo vapor a 3000. eem porQao lera abatimenlo.
Sffc andrinos os melhores-do mercado a 1^000 a libra, e sendo inteiro a 950 rs. a libra.
Lha nySSOn muito superior a 2)800.6 39000 a libra.
p5fan?- Y6 h8 d6 meIhr DeSle gen9r VDd primeira vez ao nosso n,arc,do mo ,ibra' t^bem irafl. para iWOo.
Presunto mglezr para fiambre a 700 rs. a libra.
PreSUntOS portugUezeS vndos do Pono de cas. particular a 500 rs. a libra inteiro a 460 rs.
FaiOS e CllOUricaS muio novas a 600 rs. a libra eembarris de arroba a 15.
l^Tl^OOofduz'a'10^10' Prt0fiD0? nec,Carcavenos, velho, secco Feitoria chamisso de 19200 a 1*300 a garrafa, a
VinnO BordeaUX de superior qualidade diversas marcas de 800 e ff a garrafa de:8#500 a 10000 a duzia,
VinnO niUSCatel a^OOOagarrafae 10*000 aduzia.
VinhO para p fttO do Porto, Figueira, e Lisboa da 500 a 60 rs. a garrafa de 49000 a 4*800 a caada.
Marmelada de todos os concerveiros de Lisboa a 900 rs. a lata de 1 libra, e 19700 as de duas libras, e sm poroao ter abatimenlo.
Latas COm peixe pal, pescada, pargo. roballo, cavalla, garaz, sirda, congro, linguado, ostra, elula de tijeiada, chouriSas
finas o mais bempreparado que tem vindo ao nosso mercado, de 1300 a 39 a lata.
Latas COm ervillias portuguezase francezas a 600 rs. e 720 a libra.
Latas COm bolachinhas desoja de todas as qualidades a 1)440 rs.
rIgOS de COmUiailre em caixinhas de 8 libras as mais Inm enfeitadas que tem vindo ao mercado a 2)800 a caixinhi e 400 rs. a libra.
Peras muito novas boas em caixinha de 4 libras a 3)000 a caixinha e 19000 a libra.
Ameixas francezas em latas de 5 libras por 49000 e 1)000, a libra.
PaSSaS em caixinhas d 8 libras, a 29500 a caixinha, e 500 rs, a libra e a 99 a caixa de arroba.
LonnthiaS para pudim em frascos de 1 1 [2 a 2 libras a 1)500 e 19800 o frasco, e a 800 rs. a libra
Caixinhas proprias para mimos, com passas, figos, ameixas, peras, amendoas, e nozes, de 29000 a 59000 rs. a caxinha.
Conservas DglezaS portnguezss a 600 e 800 ris o frascoa 9) a caixa.
Macarro t talharim, muito novo, para sopa a 320 a libra e 6)000 a ''caixa.
(JOmma muito alva como se pode des jar a 100 rs. a libra,
Amendoas de casca molle a 400 ris a libra e nozes a 200 rs. eem porcao ter abatimento.
Champanhe das melhores marcas, de 15)a 20)000 res o gigo.
Lnocoiate portuguez, francez, e inglez, a 900 r. a libra*
CervejdS das melhores marcas a560 rs. a garrafa, a 5)500, a duzia.
LOgnac muito superior a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia.
Genebra de Hollailda 60O rs. o frasco a 69500 a frasqueira.
Vinagre de Lisboa puro a 240 rs. a garrafa, e 19800 a caada.
Dito em garrafeS de s garrafas, por 1200.
Espermacete Superior a 700 rs."a libra 740 rs. em caixa.
Arroz da India a 100 rs. o do Maranbio, a 120 rs. a libra e de 3)000 a 3200 a arroba.
Leiltiidas francesas o melbor de todos os legumes a 500 rs. a libra,em porca* teri abatimenlo.
Latas COm feijO Verde muito bem preparado a 800 rs.
Latas com sardnha de Nantes a 440 e 600 rs. a uta.
Massa de tomate em latas de urna libra a 900 rs.
Alpista a 160 rs. a libra e paiaco a 240, e W'a arroba do alpiste e a 6*400 a do painco.
iPbtes grandes COm Sal refinado a-640 tambera tamos em pacotas, mnito propriosL
BatattS em gigos de urna arroba a 1)500, a 80 rs. a libra.
Doce da casca da goiaba de )ooo a 1200. ,
Azeite dace purificado, a 800, a garrafa e 90W, a duzia.
Palitos lixados para dentes. os mais bem tftos que tem vindo ao mercado, a 200 n. o maco.com 20 massinhos.
Bolachinha itl^leza muito nova a 400;TS.alfera e59000 ajbarnca.
TpUCinho de Lisboa a 320 res a libra 109000 a arroba.
Velas de Carnauba eeomposicaa 400 aUbra e a 1Jl500 a arroba
ArarUta a molhor que se pode desojar 320 rs. a 11"
i
eza a 240 e 200 rs. a libra.-
- f


qaeta preto
SiqasfrtPi
ira.
-I l!f!!L*,i,di ***" 16 a*m^ <**-
: na, tua da Guia n.'5, ptimairo andar, f m treBOB muito nova a 600 rs. o canto e *: 4Ga ts. as pequeas para eonserrs,
i
'-.

~
------
jrr-T'i-z:


.1 !
'-

*"
M 99M!ftliaCkHJ*B.UJKft i JM^Q, pB i**


f na foja do pnft, roa
dalmperatriz n.60,
de Gama (Silva,
rendom-se fazendas pelos pregos seguintes: mua-
sulioasbrancas com 4 1|2 palmos de largura, co-
rado 200 rs., chitas escuraa com pequeo toado
de B*f. tobado U# w.. dita raa*izes 160,
S22? d? chllM eiCu" e slegres, fazenda fioa a
S!0?!;11" fr,nce* *. o covado a 240,
ZM), 280, 300 o 320 ra., laazinha de quadroa para
vestidos, a 280 e 400 ris o corado, caaaaa in-
glezinhas de quadros para realidoa, corado a
260. 280 e 800 rt.. ditaa garibaldinas, fazenda
muilo fina a 320 o corado, sai bordadas, fazen-
da muito Boa a 3i e 4jJ, ditas com arcos da cor-
oao de liona que fazem as. v.ezes de alio a 39200
* 4? dita j de madapolo francs, baldeaos mais
bea feitoa que teas rindo, pelo diminuto proco
de 89, 89500, 4 e 59, pegas de cambraia Usa mul-
to fina a 2> e 23500. ditas com 10 jardas, fazenda
finissima, a 38. 3S500, 4 e 5, meiaa preta* da
seda para senhora a lj o par, ditaa brancas da
algodio para andar em cas a 200 o 240 rs.. e
ostral omitas faxendas que se vended poc presos
baratisaimos, e de lodaa se dio as amoatraa dal-
lando penhor, ou mandam-se levar em casa dos
freguezes que quizerem comprar : na loja da ra
da Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
Brilhantinas americanas.
Vende-se brilhantioa americana com lindissi-
mas cores, sendo fazenda inteiramente ora e
moderna de 41|2 palmos de laTgura a 400 rs. o
corado : na ra da Imperatriz d. 60, loja do
perlo.
Moirantique.
Acaba de chegar pelo ultimo vapor francs es-
ta fazenda de seda com o nome de moirantiqne,
sendo de rarias cores e branca, propria para rea-
tidos de aoir, e rende-se por prego baratissimo
s6 na loja do parte, ra da Imperatriz n. 60.
Pannos a1#600.
Vaode-ie panno preto dito cor de caf, fa-
zenda muito encorpaia a I56OO o corado para
acabar: na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavSo
Chales pretos a 3.
Vendem-se hales de fil pretos muito grandes
e finos, fszenda que semprese vendeu a8#e 109,
e a 3$ ; na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavao
Sedas.
Vendem-ae grosdenaples pretos muito encor-
pados a 15500, I56OO e lg800, dito cor de rosa,
cor de canna e azul, sedas Tarradas da cores, cha-
malote preto e sarja preta hespanhola s I58O :
na ra da Impentriz n. 60, loja do parto.
Fancy a t#600.
Vende-ss fancy, fazenda de la lisas e mescla-
das, propria para calcas, paletots, colletes e ca-
pas para sen horas, e roupas de meninos, tendo
esta faienda 6 palmos de largara a I96OO : na
raa dalmperatriz n. 60. loja do pavao.
Kspartilhos.
Veadem-se espartilbos ingleses que seo os me-
lhores : na ra da Imperatriz o. 60 loja do
pari.
Para meninos.
Vendem-se vestuarios paro meninos e meni-
nas muito bem enfeitados : na raa da Imperatriz
o. 60, loja do pavao.
Madapolo a 3$.
Madapolo entestado com 14 jardas a 39 a pe-
~ _na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
fwWWw9w arwf rPI Wf ^^*/ Is^^Nsf ttIW Mf
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Gon-
ceicao dos Milita-
res n. 47.
Um grande e rarlado sorlimento de
roupas (ellas, caicaooa e lazenaas e todos
estes serendem por presos muito modi-
ficados como i de seu cosiume,assim como
sejam sobreeasacos de superiores pannos
o casacos feito* pelos ltimos figurinos a
269,289, 309 e a 359. paletots dos mesmos
pannos preto a 16g, 18|. 209 e a 249,
ditos de easemira de cor mesclado e de
novos padroeA 149.169, 189,209 e 249,
ditos saceos das mesmas case miras de co-
res a 99, 109.129 a 149. ditos pretos pe-
lo diminuto prego de 89, 109, e 12$, ditos
de sarja de seda a sobrecasacadoa a 129,
ditos de merino de cordo a 129, ditos
de merino chines de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 109,
ditos saceos pretos a 49, ditos de palba de
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fustao a 895OO, 49
e a 495OO, ditee de fustao branco a 49,
grande quandade de ealeas de easemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardss a 39 e a 49, ditas de brlm de cores
tiaaa a 20500, 39. 39500 e a 4 J, ditas de
brim brancos flaas a 49500, 55, 59500 e a
69, ditas de brim lona a 59 e a 6|, colletes
de gorguro preto ede cores a 5|e a 6J,
ditos de easemira de cor e pretos a 4g500
e a 59, ditos de fustao branco e de brim
a 35 e a 39500, ditos de brim lona a 4f
ditos de merino para luto a 49 e a 49500
ealcas de merino para 1 uto a 4 $500 e a 5f*
capas de borracha a 99. Para meninos
de todos os tamanhos: calcas do casemlrs
preta e de cor a 55, 69 e a 79, ditas ditas
de brim a 2J, 39 e a 39500, paletots sac-
eos de easemira preta a 6| e a 7, ditos
de cor a 69 e a 72, ditos de alpaca a|39,
sobreeasacos de panno preto a ltj a a
14, ditos de alpaca preta a 59, bonets
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos da todos os tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitos
Sara meninas de 5 a 8 annos com cinco
abados lisos a 89 e a 12J, ditos de gorgu-
ro de eor e de la a 59 e a 69, ditos da
brim a39, ditos da cambraiaricamenta
bordados para baptisados.e muitas outras
fazendas e roupas taitas que deizam de
ser mencionadas pela, sua grande qaanti-
dade ; assim como recebe-setoda eqnal-
quer encommenda de roupas para sa
mandar manufacturar e que para este flm
temos um completo sortimento de fazen-
das do gosto e urna grande officina de al-
faiato dirigida porum hbil mestre que
pela suapromptida e perfeico nadadei-
xaa dasejar.
-. i t

geni 11

36 Larga di Rosario 36
Carretela de llnha muito bou a 80, 60 a
Cartees de clcheles a 40 e
Papel da aguisas brancas curtas ecom-
pridaa a 40 e
Fitas de velludo da coree a 200, 900 a
Trancas de seda, a rara a 190 e
Apparelhos de pi, loaca, e fot ha do
240 a > .i-
Linbas do gaz datadas a* corea a
Daiia de metas pera senhora a
Ditas cruai para hmeos a 2f400 a
I Caiiioha* de alfiaetes a
Fitas de sarja largas e boas 600 a
Chaves para relogio a
Pegas de tranca com 12 a 13 varal a
Ganas de pos pera denles a
Per de botoes encarnado* para punbo a
Lamparioas de porcelana para conservar
quenta cha ou remedie a
Luvas de seda com toque a
Meas pretoe a 180, 240, 400
Toseas para senhora a
Baraltios de cartas francezas a
Si otos de seda para senhora a
Bnfeitts muito modernos e
Sabonetes de bola a
Escoras para uehas a 320 e
E outras muitas miudezea c
mafs barato do que em aira qualquer parte,
porque se precisa muito Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Jonhston 4 C ra da Senzalla Nova
n. 42.
4 I0UUV
36
2J500
39OOO
00
19000
80
160
100
160
39OOO
100
500
W8
140
19260
59500
040
500
se rendero
Barato.
HVende-se velbuline prela a 200 rs. e amarella
muito fina a 400 rs., chitas mofadas a 140 e
160: na ra da Imperatriz n.60.
GELO
RA 50 aUSIMDO WM
30 *0P
Sortimento completo de sobreeasacos de panno a 259, 289. 30e 35) casacni muttn h.
faites a-aSt/SM. 30Je 85|, paletots scas.cados^de panno pretoda 161 ttfel fiS d?ea.ei.tra
de cor a 159.181 e 201 paletots saceos do panno e casemiri de 89 at 149! dUoa saceos dS?ac2
merino e la de 49 at, obre de alpaca e merino da 7$ at IO9, calcas preta. de easemira da
89 at 148, ditos de etffdaT at 10$, roupas par. menino de todos os taznanhos, grande iorti!
ment de roupas de brins como sejam caigas, paletots e colletes, sortimento de colleUs relos da
setim, easemira e relindo de 49 a 9|, ditos para casamento a 59 e 69, paletots brancas de bra-
mante a 49a 5f, caifas brancas maito finas a 5J, e um grande sortimento de fazendaaflnaa e mo-
dernas, completo sortimento de casemiras inglezas para homem, menino a senhora aeroavlaa de
linho e algodio, chapeos de sol de seda, luras de seda da Jourin para homem e senhora Te-
mos urna grande fabrica de alfaiat onde recebemos ancommendas de grandes obras
i
8
Attenco
Guioaraes & Luz. donos da loja de miudezas
da m do Queimado n. 35, aoafaaoa, participan)
ao publico que o san estabeleciment se acha
completamente prvido das melhereemercadoriaa
tendentes ao mesmo eslabelecimento, e muitos
outros objectos de gosto, sendo quaii todos rece-
idos de auaspropriaa encommendas ; e eatando
tilles inteiramente resolridos a nao renderem
fiado, afiaocam rendar mais barate 4o que outro
qualquer; e juntamente peden aoa seus deredo-
5m.U8 *" mandom ou renham pagar os seus
dbitos, soo pena deaerem justicadas.
No deposito do geto ra do Apollo
n. 31, vende-se gelo de hoje em di ante
arroba a 5jjf500, e meia arroba 2,0000,
e a libra a 160ris: tambenf recebe-se
assiguaturas das. pessoajt particulares lo*
go que seja diariamente, ate que se
acabe o gelo.
predio Yenda
Vende-se a casa de dous andares e sollo, mei-
agua, no becco das Miudinhas o. 8, avallada em
2;0009, a quaI rende 1 1|2 por cento ao mas; na
ra do Trapiche n. 14, primeiro andar, ha pessoa
autorisada pelo proprietario para ellectuar a ran-
da da mesma casa.
Meias para sn\\rt\.
Vendem-se superiores meiaspara senhora pe-
lo baratissimo prego de 39840 a dazia ; na loja
da boa f, na ra do Queimado n. 22.
ntremelos
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca se acha um bello sorli-
mento deentremeios bordados em fina cambraia
transparente, e como de seu costume est ren-
dendo baratamente a 19200 a peca de 3 raras,
tendo quantidade bastante de cada padrao, para
vestidos ; e quem lirer dtoheiro approreitar a
occasiao, e manda-Ios comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Agulhas imperiaes.
Tenv o fundo dourado.
A loja d'aguia brauca tendo em risita sampr*
vender o bom, mandou rir. e acabam de cheear
qui (uoia piiineira vez] as superiores agulnas
imperiaes, com o fundo dourado e mui bem fel-
fas, sendo para alfaiates e costareiras, e casta
cada papel 160 rs. A agnlha assim boa anima
e adlanta a quem cose com ella, e em regra sio
mais baratas do qae as outras; quem ss com-
prar na ra do Queimado, loja d'aguia branca n
16, dir sempre bem deltas.
Putassa americana.
Vende-se potases americana muito ora a de
superior qualidade: ao escriplorio de Manoel
Ignacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo San-
0 n. 19.
Opiata ingleza
para dentes-
Est finalmente remediada a falta que se sen-
ta dessa apreciarel opiata inglesa to proreito-
sa e neceasaria para os den tes, isso porque a lo-
ja d'aguia branca acaba de recebe-la de sua en-
commenda, e continua a rende-la a 19500 rs. a
caiza; quem quizer conservar seus denles per-
feilos prerenir-se mandando-a comprar am
dita loja d'aguia branca,rea de Queimado n. 16.
Na rea Nora n. 19, rende-se relbetina de
cores a 500 rs. o aerado.
A 320 rs. o covado, grande
pechmcha.
Vendem-se superiores eambraias francezas de
muito bonitos padrees a 320 re. o corado, fa-
zenda muito fina que sempre rendee-se poc 800
o 19 a rara, renham por ellas, antes que se aca-
ben: ; na ra do Queimado n. 22, na bem coahe-
cida loja da boa f.
Aos senhores sacerdotes.
Acabam de chegar 4 loja da boa f, na ra do
Queimadon. 22, malas pretas de seda muito su-
periores, proprias para os senhores sacerdotes
porserem bem compridase muito elsticas ; reo-
dam-8e pelo barato prego de 69 o par, na men-
cionada loja da boa f, na ra do Qaeimado nu-
mero 22.
para sujos.
Vendem-se na ra da Senzala Nora n. 30, cai-
xinhas com doce por prego commodo, recommen-
dareis para os aojos de procissao.
Potassa daRussia.
Vende-se potases da Russia da mais ora e
superior que he no mercado e a preco muito
cammodo : no escriplorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Superior cal de Lisboa.
Tem para rendar em porcio e a retalho Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C-, no sen. es-
criplorio ra da Cruz n. 1.
isso est sendo administrada por am hbil mestre de semelhante arte
cincoenta obreiros escolcidos, portento xecutamos qualquer obra com
do queem outra qualquer casa.
que par*
e um pessoal da mais da
promptido e mais barato
Rap
Gcoseo (libra) a
Meio grosso a
Fino da gaste 1
lleurona
Lisboa a
19600
I9OOO
19280
19040
2$70O
Na loja do rival mb igual, ra larga do Roa-
1*0 n. 36*
800
320
160
500
19000
I9OOO
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
100
500
800
500
20
60
20
30
29400
4J500
35OOO
120
120
240
240
americanas.
Em casa de N. O. Bleber & C., successorss,
ra da Cruz a. 4, vendem-se :
Machinas para regar hortaa e capim.
Ditas para descarogar milho.
Ditas pera cortar capim.
Selins com perlences a 109 e 20$.
Obras de metal principe-prateadas.
Alcatro da Suecia.
Veroiz de alcatro pari narios.
Salsa parrilha de primeira qualidade do Pari.
Vioho Xares de 1836 em caixaa de 1 dniia.
Cognac em caizas del dazia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Garrobas pequeas.
Meiasdela
para meninos i na ra da Cadaia do Becife Ha-
rnero 15. .
Rival
sem segando.
Na ra do Queimado n. 55, defronte do sobrade
noro, est diaposto a vender ludo por preco que
admira, asilm como seja:
Frascos de agua de larande muito gran-
des a
Sabonetes o melhor que pode harer a
Ditos grandes muito fieos a
Frascos com rheiros muito finos a
Ditos ditos muito benito a
Garrafas de agua celeste o melhor a
Fraacos com banba muito superior a
Ditos dita de urco finissima a
Frascos de oleo babosa com chelre a
Ditos dito dito a
Ditos dito nito a
Ditos para limpar a cabera e tirar caspas a
Hitos dito philocome do rerdadeiro a
Ditos com banha transparente a
Ditos com superior agua de colonia a
Dita, fraseos grandes a
Frascos de macar oleo a
Ditos de opiata pequeos a 320 e
Ditos de dits grandes a
Tem um resto de larande embreada a
Lioha branca do gaz a 10 rs., e tres por
'-- dous, e fina a
Dita de cartao Pedro V, oom 200 jardas a
Dita dito dito com 50 jardas a
Carreteis de linha com 100jardas a
Duzia de melas croas muito encornadas a
Dita de ditis muito superiores a
Dita de ditas brancas para senhora, mui-
to finas a
Vara de bien da largura de 3 dedos a
OilM d. fr.nj. p.r* loull.ua a
Groza de hmo* da louc/a brancos a
Duzia de phospboros do gaz a
uita de ditos de res muito superiores a
Pecas de fita para cs de todas as lar-
guras a 320.
Para o carnaval.
4 bella rapaziada que
com pouco dioheiro quizer fazer e enfeitar seas
vestuarios, dirijam-ae a loja frsnceza da ra
Nora n. 11, qae foi do Gadault, que acharao se-
das, filas, fivelas douradas, barretinas, reos, e
finalmente urna grande expoeicSo de alcaides,
pelos quaes se nao engeita quaotia alguma : na
mesma laja receben-ss um completo sortimento
de mscaras para homens e mulheres todas as
qualidades.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de receber por
amostra urna pequea quantidade de ftOBBM
douradas e esmaltadas para cintos, 'todas de no-
ros e bonitos moldes, e tambero douradas que
parecem de ouro de lei, o que s com experien-
cia se conhecer nao o seren, estando no mesmo
caso as esmaltadla, e assim mesmo vendem-se
pelo barato prego de 25500 rs. cada urna, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Cesti.uh.as o cabases para as
meninas de escola.
O lempo proprio das meninas irem para a
escola, e por isso bom que rao com postas com
urna daa novas e benitas cestinhas que se ven-
den) na raa do Queimado loja d'aguia branca
n. 16.
Novos bonets de velludo, e
marroquim dourado.
Na loja d'aguia branca rende-se mu bonitos
bonets de relindo, e marroquim dourado, os
quaes sio agora mui nscessarios para os meni-
nos que rio para a escola e quem os quizer com-
prar maia baratos diriuir-se ra do Queimado
loja d'aguia branca n. 16.
As verdadeiras pennas ingle-
zas caligraphicas.
A leja d'aguia branca acaba de receber sus
encommenda daa rerdadeiras peonas de aeo
inglezas caligraphicas, dos bem conhecidea e
acreditados fatricazUea Perry & C, a apesar da
falta que haria deseas boas peonas, cosa todo
vendem-se pelo satigo preco de2/0OO a caixiuha
da urna groza, quantidade essa que as falsifica-
das nao trazem. Para livrar de engaos, as ca-
xiohas rao marcadas com o rotulo que diz. Loja
d'aguia branca ra do Queimado a. 16.
Vende-se um terreno em Santo Amaro,
noto ao hoapital ioglez, com 700 palmos de fren-
e, em muito bom estado: a tratar na ru do
Trapiche a. 44, armazem de Braga Seo & C-
Veodem-se berros gordos e maosoa : 00
engenbo Jurissaca, do Cabo : a tratar all oom o
Sr. Domingos Francisco de Soasa Leio.
Batatas a 500 rs,
a arroba
Na ra 4a Madre de Dos n. 12.
Mantas pretas.
Vende-se mantas de fil fszenda mailo fioa a
4| rs. cada urna na rea da Imperalrlt n. 60, loja
doParo de Gama 4 Silva.
Taberna
Vende-se a armario e perlences da taberna da
raa da Imperatriz n. 4, por preco razoarel : os
prelendenles apparecam, pois o negocio pe-
chincha.
Caivetes fi xos para abrir
latas.
Ghegoa noraTemessa desses preciosos caol-
Ii Li i* para aDrir ,at" de ssrdlnha, doce,
bolacnnnaa ete., etc. Agora pela testa cmese
muito dessscOusas e por isso necessario ter
um desses canireteS cujoimporle l, eompran-
do-se na rea do Queimado loja da gela branca
n. 16, nica parte onda os ba.
4os amadores do diverti-
nienlo carnavalesco.
Riquissimos dminos de
velludo fino preto e de cor de
diversos feitios a chineza no-
vos e presentemente acaba-
dos de fazer por urna modista
franceza: na ra do Crespo
n. 10, primeiro andar.
Para os apaixonados do carnaval.
Na rea da Gadeia do Recife n. 55, primeiro an-
dar, ha um grande sorlimento de cabelleiras de
caixoB, o barbas, que se alaga mais barato do que
em outra qualquer parte.

29 esquina
a de Joo Jos de
uoua tlW ii. w
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Nos armazeos do caes do Ramos ns. 18 e 36 e
na ra do Trapiche Novo (no Recife) n. 8. ae
reode gaz. liquido americano primeira qualida-
de e recen temen te chegado a 14 a lata de cinco
galloes, assim como se vender latas de cinco
garrafas e em garrafas.
Nao esqueca arara,
que hoje s loja dos baratearos para rar, ren-
djni-ae pega de cambraia lisa branca a 1#600 e
JI,u'*0 ^oa com ** Palmos de largura a
3 e 3J500, pegas de madapolo enfestado a 3.
noTos cortea de chitas fioas com 13 eoradoa a
aanUO, ditos de riaoado, padrees novos s 2$500 e
l;S5U0, brilhaatina branca com 4 1|2 palmos de
largo a 280 o corado, dita de cores a 360 o co-
ratfo, gorguro para restidos a mitagao de sedi-
nhas. fazenda muito ora e fina a 320 o corado,
nerege para restidos com flor de seda a 360 o
corado, pompadour de seda de quadros e matiza-
do para restidos a 640 o corado, fil de linho
branco e de cores a 200 rs. o corado, lazinhas
para resdos a 280 e 400 rs. o corado, ricos cor-
]S' ** orguro para rostido com 18 corados por
OJOUO, cortes de la de duas saiaa com 22 cora-
dos por 10$, ricos cortes de organdys com 15 ra
ras s 99 e 71 para acabar, cassas de cores psrs
Ts"d08 280 e 380 o covado, chitas a 160. 180
e uo rs. o corado, ditia francezas a 240 e 280 o
corado.
Pannos pretos.
. P?Pnc-P'o para caigas e paletots a 1*600,
10000, 29 e 2*500 o covado, cortes de easemira
preta para caiga a 3. dita entestada a 3&500 e
4|, velludo preto a 2(500 o corado, saia de cor-
do que faz rez de balo a 29500, balees de ma-
dapolo a 39 e 39600. ditos de 30 arcos e de ren-
da a 49-; na ra da Imperatriz, loja e armazem
da arara n. 56, de Magalbes & Mendes.
Pecbincha para todos.
Vendem-se masaos com 20 massinhos de pili-
los finos e butisdos para deotes a 200 rs. o mas-
so de 20, porm passando a 15 massos se faz dif-
ferenga em prego : na raa da Imperatriz. loia e
armazem da arara n. 56.
I
Vende-se na me do Queimado n.
do collegio no armazem e loi.
-<, Hieioau acua usat
par.
Novo sortimento de cascarri-
lhas de seda.
A loja d'aguia branca acaba de receber um noro
e bello sortimento de cascarrilhas de seda de
muitas e differentes cores, e rende-se 19500
29500 ris a peca, na ra do Queimado loja
d'aguia branca n. 16.
Meias pretas de seda 1:000
o par.
Vende-se meias pretas de seda, e de mui bda
qualidade, para senhoras, e padres I9OOO o
par, por estarem principiando a mofar, e estando
ellas calcadas nada se conhece, na ra do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
Chapeos de castor.
Vendem-se chapeos de castor de primeira qua-
lidade a 89, que j se renderam a 169, para
acabar: na ra dalmperatriz, loja n. 20, do
Duarte.
Luvas de Jouvin.
Na loja da Bda F na raa do Queimado n. 22
sempre se encontrarlo as verdadeiras luras de
Jourin tanto para homem como para senhors,
advertiodo-se que para aquelles ha de muito
lindas cores, na mencionad* loja da Boa F na
rea do Queimado n. 22.
Agua de lavander e pomada.
Vende-se superior agua de lavander ingleza
pelo baratissimo prego de 500 e 640 rs. cada fras-
co, pomada maitissimo fina em paos grandes a
500e a 19, rende-se por t&o barato prego pela
grande quantidade que ha : na ra do Queimado
na loja de miudezas da boa fama o. 55.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonitos bicos de linho de dous a
quatro dedos de largura fazenda muito superior
pelo baratissimo prego da 240, 320, 400 e 480 rs.
a rara, rende-se por tal prego pela razio de es-
tarem muito pouca cousa encaldidos, tambem se
rendem pegas de rendes lisas perfeitamente boas
com 10 raras cada pega a 720, '800 e 19, ditas
com salpicos multo bonitas e diversas larguras a
I92OO, 19600 e 29 a pega, ditas de sede a 29 ca-
da urna pega: na roa do Queimado na bem co-
Dhecida loja de miudezas da boa fama n. 35.
Linhas de cores em nvelos.
Vende-se linhas de corea em nvelos fazenda
em perfeitissimo astado pelo baratissimo prego
de 19 a libra : aa raa do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
Papel de peso a 2$ a resma.
Vende-se na ra do Queimado toja de miude-
zas da boa fama n. 85.
rai 0 fARMVftT*'"!
Veode-ae na loja de Nabaco & C. na S
raa Nora n. 2, taras brancas a 200 rs. o 8
par. O
aaiaei mmWWWW^K^ aarWWwa0wWaafVWaaarVirfrai
Milho superior
Veoda-se na raa da Madre da Daos n. 12, por
prego razoarel.
Para o carnaval.
, Luvasdepillica de Jouvin e vestuarios para
os mascazaa ; rende-se por menos de seu valor
para se fechar contas : na uta da Cruz do Reci-
fe, armasen a. 14.
8

SLoja amarella,}
GURGEL& PERDIGAO'. 5
Receberam restidos pretos de motean- 1
j& tique nesto genero o melhor e mais em ge,
3 moda as principaes pragas da Europa 5f
W e Rio de Janeiro. @
d Receberam as lindas capas e mantelo- 2k
tes ompridos, desta vez rieram pretos 2
k a-de cores.- W
Vestidos de blond com manta, capella A
e saia de setim.
Vestidos de cambraia bordados ede**
seda. gjb
Saias a balo finas e inferiores para e
senhora. ^9
NOVIDADES. W
Manguitos, sintos, enfeiles e grinal- f
das para senhora, leqaes, espartilhos, 1
mantas pretas superiores, chales, cami-
sas psra senhora e meias elsticas. Sfe
ROUPA FEITA. a
Calcas, colletes, paletots, sobrecasa- j
eos, sobretudo de panno o easemira. w
Este eslabelecimento est sortido de
fazsndas finas proprias da praca. Do-se ?
as amostras : ra da Cadeia loja amarel- ^
la n. 23. tt
CARTOES
DE
VISITA
Cartes de risita de noro gosto
Cartoes de risita de noro goslo
Car toes de risita de noro gosto.
Urna duzia por 16000.
Urna duzia por 162000
Urna duzia por 16&0O0
Urna duzia por 16(000.
Retratista americano.
Retratista americano
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Ra do Imperador
Raa do Imperador
Ra do Imperador-
Cera de carnauba e fa-
rello de Lisboa
por muito menos que em qualquer parle, e lam-
bem cal de Lisboa muito nova por 59500 : vea-
de-ie na ra da Madre de Dos o. 10.
Farelo de Lisboa.
Na ra do Amorim n. 47, rende-se a 6JO0O a
sacca, do ultimo vindo de Lisboa no brigue Fio
rindas.
PEIXE
Duarte Companhia
receberam pelo ultimo vapor as seguintes quali-
dades de peixe o mais bem arraojado que se po-
de desejar em latas lacradas hermticamente pe-
los pregos de 1*200 a 3$ a lata :
Chourigas finas promptat.
Pescada assada e cozida. ,
Pargo assado.
Roblos dito.
Cavalla em azeite.
Guras assado.
Nulas de tigelada.
Savel assado.
Sarda em azeite.
Coogro.
Lloguados fritos.
Ostros.
Atum marinado.
Tambem receberam pacotes de sal refinado a
240 rs. cada um e latas com feijo verde a 800
nos armszens Progressiro e Progressista no
Taberna.
_ Vende-se ama taberna propria para um prin-
cipiante e por ser em bom lugar na esquina do
Forte do Mallo e faz frente para a ra da Lapa e
para o largo em frente do chafariz : a tratar na
mesma.
Chega rapa-
zeada.
rara comprar boas mascaras psra o carnaval
a 320 rs. e muitos objectos para enfeitar vestua-
rios, boas luras de todas as qualidades, pandei-
ros e outros muitos objectos proprios para o car-
naval e para consumo das costureiras, que tado
se vender sem reserva de prego por ser liqni-
dagao : na loja de miudezas na ra do Queima-
do n. 27, que pertenceu a Jos Antonio da Silva
Araujo.
Farinha.
Vende-se a 79 saccas grandes de farinha de
Muribeca propria para particulares >na taberna
grande da Soledade.
Vende-se urna parte de um sitio no lugar
de Beberibe, que foi do finado Francisco Esteves
de Abreu, por prego razoavel : a tratar na ra
do Rangel n. 53.
Vende se um piano de mesa muito proprio
para quem aprende : na ra da Cadeia do Recif
o. 45, esquina da ra da Madre de Dos.
Vendem-se as casas ns. 49 e 51 com nm so-
bradinho nos fundos, sito na ra da Eiperanga
ou Caminho Noro do barro da Boa-Vista, com
quieta! amarado at o meio, cosinha e algumas
arrores de fructo e chaos proprios : a tratar na
mesma raa n. 45.
Chapeos enfeitados.
Vendem-se chapeos enfeitados muito reeom-
mendereia para as meninas que esto passando a
festa nos amenos arrabaldes desta heroica cidade,
a prego de 29 cada nm : na ra da Imperatriz,
loja o. 20, do Duarte. Na dita loja cima achario
continuadamente os senhores consumidores vm
grande e rariado sortimento de fazenda*, ludo
baratissimo.
Grande pecliincha
Superiores paletos de pao preto muito fino,
obra muito bem feita pelo baratissimo prego de
20SOOO ris na ra do Queimado n. 22 na bem
conhecida loja da Boa F.
A boa tama
rende fivelas para cintos o mais bem dourado qne
possirel e dos mais lindos gostos que tem vindo
a este mercado, pelo baratissimo prego de 29500
cada orna, carteiras com agulhas as mais bem
sortidas que se pode desejsr, e em quanto a qua-
lidade nao pode harer nada melhor, pelo barato
irego de 500 rs. cada carteira, pennas de ago ca-
igraphia rerdadeiras a 29 cada caizinha com 12
duzias, ditas de langa rerdadeiras n. 134 a 19200
cada groza, ditas muito boas ainda nao conbeci-
ds a SOO rs. a groza : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fama nu-
mero 35.
Farinha de mandioca.
Venda-ae a bordo do hiato Santa Rits, e tra-
ta-se no escriplorio de Marques, Barros dt C,
largo do Corpo Santo n. 6.
0 modernismo do Pavao
320Aris.
Acaba de chegar a esle estabelecimento as mo-
dernissimaa tarlatsnas com palmiobas soltaa de
de corea muito delicadas proprias para restidos,
rende-se a 320 rs.o corado na ra da Imperatriz
n. 60, loja do Pavao de Gama & Silra.
As romeiras do Pavao.
Tende-ae lindissimas romeiras de rroco mati-
zados a 19 cada urna na rea da imperatriz n. 60
loja do Pari de Gama Silra.
rs.
largo do Carmo n. 9 e ra das Cruzes n. 36.
armazem de fazendas
DE
Santos Coelho
Una do Queimado n. 19.
Leogoes de bramante de linho a 39.
Cobertas de chita fioas a 29.
Ditas a prego de 1$800.
Cambraias pretas muito finas.
Colchas de fustao muito lindas a 63.
Esleirs da India de 4, 5 e 6 palmos de largo
proprias para forro de cama e salas.
Lengoes de panno de linho fino a 29
Algodio monstro a prego de 600 rs. a vara.
Toalhas de linho para mesa a 49-
Ditas de fustao para maos, cada ama 500 rs.
Baldes para meninas.
j3^P5iaggi3i5rjE^p.5ra3^paaBa35gg
Loja das 6 por
tas em frente do
Livramento.
OIjub
i *-
j"_v_w Ju .vi Ut nluai.a a -l#.
Duzia de meiascruas para homem a
19200 e o par a 120 rs., ditas brancas
muito finas a 2(500 a duzia, lengos de
cassa com barra decorosa 120 rs. cada
um, ditos brancos a 160 rs., baldes de
20 e 30 arcos a 35, lazinha para res-
tidos a 240 o corado, chales de merino
estampados finos a 59 e 69, larlatana
branca e de cores muito fina com vara
e meia de largura a 480 rs. o corado,
fil de linho liso a 640 rs. arara, pe-
gas de cambraia lisa fina a 39, cas-ns
decores para restidos a 200 rs. o co-
rado, muasulina encarnada a 320 rs o
corado,calcinhas para menina de escola
a t o par, gravatinhas de Iranga a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. cada
um duzia 29. pegas decambraia desal-
pico maito fina a 39500, pegas de bre-
tanha de rolo a 29, chitas francezas a
220 e 240 rs. o covado, a loja est
aberta das6 horas da manha as 9 da
noite.
gfeffatTiatKaESi^aSkiJijJK'tSr^L^
Sementes de hortalices,
Vende-se na ra da Cruz do Recife, deposito
de pao e bolacha n. 32, sementes de hortalices de
todas as qualidades, ebegadas no ultimo paquete
da Europa.
Escrayos fgido;
Fugio de bordo do patacho brasileiro oEs-
padarte, fundiado ao p da ponte reina o es-
craro Antonio, marinbeiro, de idade de 40 an-
nos, de sagao, rosto comprido, estatura alia, e
signaes no rosto, posea barba, a bom pollador
pede-se as autoridades ou pessoas que o acha-
rem, de o lerarem a bordo do dito patacho, ou
na rea da Cruz n. 3, em casa dos Srs. Amorim
Irmos.
Fogio no dia 10 do correte de bordo do
patacho fCapuama, o escraro crioulo marinhei-
ro de nome Antonio, idade 19 annos pouco mais
ou menos, altura regular, roslo comprido e com
alguna signaes de bezigas, lerou caiga e camisa
azul : quem o pegar leve-o ao escriplorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azorado r G. rna da
Cruz n. 1, ou a bordo do dito patacho que ser
generosamente recompensado.
- Dtsapparecen da casa de seus senhores,
hontem 25, ao meio dia, o preto por nome Jos,
casado com urna cabocola forra por nome Curdo-
lina, elle de naci Bengneila j relbo, com os
signaes seguintes: altura regular, barba piolada,
olhos rermelbos, rosto cario, cabellos torcidos,
ps chatos, dedo grande arquiado para dentro,
as pernas tem marcas de feridas, rosario de
contas pretas a trreolo com um breve, a mo di-
raila eom defeito, lerou camisa de algodo com
ristras azues, paletot cor da caf j relho, caiga
de easemira cor de rap, chapeo de pello baiio
preto, e ootro de couro, mnito prosista : roga-
se as autcridsfles ou espities de campo que o
pegar, condatam-o i ra da Imperatriz n. 78,
que serao bem recompensados.
Attenco. -
Desappareceu no dia 25 do correle, um escra-
ro mulato de nome Fortunato, com idade de 28
a 30 annos, pouco mais ou menos, altura regu-
lar, corpo grosso, tem urna grande cicatriz atra-
reisada do peito esquerdo ao lado direito da
barrga, e por isto se torna muito conhecido ; este
escraro tinha rindo de Tahaiana entregue ao Sr.
Luiz Jos Piolo da Costa para ser rendido, e a coa -
va-se em poder do ababo asaigoado a conteni
e para ser examinado, nao se responsab'lisando
o &baixo asaignado pela fuga do dito eacravo :
roga-se, portento, a qnem o pegar, lera-lo em
Oliuda ao Sr. Luiz Jos Pinto da Costa, ou no
Recife, ra da Moeda, armazem n. 9, que se gra-
Manoel Harqw dfl Olireira.
iVLajr^ri #.*


w
DIARIO DCFBtfilAMBUfiO. ^AlBAftO- =2
Litteratura.
o ESPELHO.
Columna original do Diario de
Pernambaeo.
III
DllAS UH^S S0SHE AS IDEAS IHNaTAS & AS IBAS
ADQtElUDAS.
0 ^uror da dialctica o tru-
mijo encarnicado da phosophia
do bom senso.
A dialctica di pata ludo : Zeooo engrsnde-
ceu cota ella os seus sophismas, % Descartes o
seu grande systema.
Oa phosophos nao se cansam de argumentar
cot as pagioas de auas obras : sao raros oa
dilogos synthelicos de Leiboitz : quero dizer
que, para nimios, a perfeigao do systema con-
siste na grosiura dos volumes. Por isso Socralea
so os escrevia na acstica de seas discipulos, e
encarregou aos Plates a publicagao de suaa lu-
minosas verdades.
Eu parto da uoidade harmnica da natureza em
Deus, quando se trata de todas as manifestages
de Deus; quando se trata, pois, da creagioem to-
das as suas classes e escalas.
Agora traamos do hornera.
Elle tem urna alma com suas {acuidades, um
corpo com seus sentidos, um Creador com sua
le, e urna misso que o liga da trra ao cu pela
cada do futuro.
Essa misso o conhecimento da rerdade ; ora
essa verdade, uoa em esseocia, e polylatera em
suas irradiages, est no conhecimento do bem e
do bello ; o bem e o bello residem em Deus e
sao a sua .propria substancialidade ; logo a mis-
sao do hornera o conhecimento de Deus.
Se Elle quem chama a alma para si, devo
mostrar-lhe o camioho quelieooduz: e assim
o fez na natureza e no evangelho.
Se a trra nao o ultimo marco da perfectibi-
jidafcle do homem, que deixa n'ella o corpo quan-
do nasce para oulra vida, o corpo nao podia ter
sido destinado por Deas para servir de barreda e
de trevas alma.
Alma e corpo essencis do homem conver-
gen, pois, ao conhecimento da verdade.
E como o ser humano nao pode viver senlona
trra para aprender o seu futuro, ahi que elle
aprende a conhecer Deus pela alma e pelo
corpo.
Logo, para preencher sua misso, o homem ca-
rece ao mesmo lempo das faculdades e dos sen-
tidos :o homem de Pythagoras e o homem de
Condillac sio dous sonhos.
As ideas sio os degrus do conhecimento da
verdade, sao as moedas cuja accumulapo nos d
esse conhecimento, e portaolo sao o fructo da
collaborocao daa faculdades que trabalham e dos
sentidos que as serven), com esta nica diflV
reori queonde o trabalho das primeiras por si
gacha urna luz, e com ella penetra a esseocra e a
csusalidade de um phnomeno de qualquer or-
dem e adquire ama idea, j se torna intil a in-
tervengo dos sentidos,emquanlo que a luz dos
seat ios nulla quando nao ha o impulso dado pe-
las faculdades,
Sem duvida :se as faculdades sao odispeo-
saveis porque ensinam, 01 sentidos lambeta o sao
porque auxiliam.
Terguntar, pois, se as ideas vem di alma pu-
ramente, ou se sao puramente torneadas pelos
sent Jos,-se sao innatas ou adqueridas, cahir
n'uma subtileza de distincges, ou n'uma alsida-
de de concepQOes.
Gonceba-se um homem sem lobos eerebraes, e
ser urna machina, epezar dos sentidos ; conce-
ba-se um oatro homem sem sentidos a i>>ia.
um gormen mirrado de homem, apezar das fa-
culdades.
Ainda que se enlendesse por essa pergunla se
a educaco que d as ideas, ou se o homem as
traz em germen, entender-se-hia urna banalida-
de, porque a aplido sempre existe.
Eu me explico.
Madama de Stael, esludando os pbosophos al-
lemies, queria que o seolimento fosie um fado,
que a razo chamada a eitudar: nao ha tal.
O seotimento para assim dizer, a razio que
ge conhece; a razao o senlimenlo que se estu-
da,sob o ponto de vista da psychologia, bem en-
tendido.
Por oulra : quando a idea lio funda em
nossa alma que a sua expressao nasce espontanea
de sua tonte, quando o homem a abraca, mani-
esla e ensina, e ella aceita, abracada, seguida
sem replica, se diz : urna nocSo intuitiva,
um fado do senso intimo, um sentimento, que
nao se troca por umsyllogismo ;eu direi: am
ralo de luz da razio que nao trmula, qae nao
pede intuigio que a encare duas vezes para a
enchergar:6 a razio que se conhece.
A's vezes nao acontece assim : a razie lem a
percepgio que abraca e rene os materiaes ; tea
a attengio oa percepgio que os funde, os resol*
ve, e os penetra drenle em proceiso mais eu
menos aturado; e tem a memoria que i auxi-
lia, conservando esses maleriaes i vista, e tem o
juizo que os concatena oa eatWadss homog-
neas :aht temos o trabalho da razao que ae es-
tuda, creando a idia.
O raciocinio nao se conta n'este trabalho pri-
mitivo, porque um acto consecutivo da razio,
quando as primeiras idai j xistem.
A razio, pois, por eicelleocia, a luz creadora
da idea, o seu ponto de partida. Se ella a ve ao
seu primeiro brilho. como as reveUces do sen-
so intimo, as inspiracoes do seotimento, nos
estudos psychologicos, por exemplo, temos a in-
tuigio, que o seu processo summario.
Se ella a v depois que percebe, medita, com-
para, ioduz ou dedoz, temos o processo da eua-
lvse ou da synthese, com a intuigio por guia na
onservacio dos fados no mundo moral,com os
sentidos por canal, na observado dos fados no
mundo physico.
Nenhuma idea pois, absolutamente incita,
neate sentido que nenhuma idea existe em nos
que se ignore, porque quendo ella se ignora, pi
ha idea,e desde que se conhece pelo uoico tra-
balho da razio, nasce de sua luz, do movimento
que ella imprime em si mesma.
Nenhuma idea to pouco absolutamente ad-
querida neste sentido, que nenhuma ba que os
sentidos por si fagam nascer, seo o trabalho da
razio.
A edueaco, pois, nao d as ideas : ensina a
razio a mover-se e a descobri-las ; assim como a
locomocio nio d a ubiquidade, mas ensina a
vencer distancias.
Se ainda quizerem distinguir as ideas em bos-
tas e adqueridas, que o fagam : para mita ellas
sio todas immediatameote racionaes, se assim
posso fallar.
Alias a divisio de ideas que combalemos e que
pecca j pela sua formula absoluta, nio tem. a
menor (importancia, nem meamo especulativa.
A razio chamada a conhecer de todos os fae-
tos em qualquer regio que elles se dm; ella
como o sol: arde e fecunda: nao importa que
seus raios vio cahir sobre a trra ou sobre o
mar; que sejam vistos atravs do prisma ou Ota-
dos pela aguia: seria pueril dividi-los em sim-
plices e prismticos, ou em marinaos o terres-
tres.
primeiramente a s%ta palavra, para depois fi
larem o seu penjamemlo, alo- vi buscar ao I
sualismo toda a la deasa palavra que aera e'
a origem da idea, porque, basa cooaideradaaaa
cousas, nio novidade o affiranr-ie que quaado
o homem diz o que" pansa, teja pensado oque
diz, nio pettniae valem as letras, mas pelo sea-
lido que se liga is palaras.
Madama de Stael, em nome dos pbosophos
que analysou, queria que escelhessemos entre um
e outro systema, para saraos os futios do cu ou
os escraros da ttrra r aauila exageragio, ou
muita poesa.
Seri Albo do cu, sem repelr o uso dos sen-
tidos, aquella que er e espera, que medita o
trabalha, que sabe fazer irradiar im de seu cr-
neo na estrada do futuro,
Eseravo da trra seri aquella a quem mutila-
rain a razio, e lhe dorara as trovas por partilba
e a fatalidade por estrella.
O mais um acervo de palavras classicas, to-
gadas como os dogmas dos sacerdotes do Egypto.
A luz nunca oscurece Discutir distinguir
pelo amor da dialctica matar a phosophia do
bom seoso.
Furtaram o meu es pe no com i promesas de m'o
reatituirem d'aqul a dois mezes e tantos dias.
At l.
Sotza RlBEIRO.
F O LHE TI 11
0 P4IZ Tmido (*)
POR
A. DE GONDRECOURT.
(C os tu mes dos nmades.)
SEGUNDA PARTE.
Em flns do mez de novembro de 1852 uos cera.
cavalleiros rabes entre amos e escudeiros acha-
vam-ss acampadoa alm do oaaia de Laghouat, pa-
ra o lado Tell, n'um terreno ligeiramente ondula-
do de montes de areia, e perleacenles grande
tribu de Larbs.
Todo aquello que fosse conhecedor dos usos e
privilegios das nobres familias da Argelia (djoua-
des], fcilmente reconbeceria essse terreno como
um sitio apropriado para as cacadas, e os caval-
leiros de que nos oceupamos como cegadores
ou gente de pastaros (hell-el-tiour) porque s
elles ppssuiam como apanagio o direito de cagar
co'o falcao (1).
Com effeito as dunas cobertas de grama [drine)
o as zonas d'alfa estendendo-se no campo raso por
entre as dumas, indicam um paiz abundante de
lebres e abetardas, duas especies de caga que o
filco perseguecom egual intrepidez.
Os cagadores pertenciamuna triba dos Ou-
lad-Niyls, outros aos Nmades do sequilo do fa-
moso cherif Ben-Abdallah, que vindodo interior
do sul com quinheotos seiscentos cavalleiros
determinados acabava de cahir nio s sobre o ter-
ritorio de Laghouat, como tambero mais adianto
sobre as povoacoes visiobas de nossas possessoas,
e pouco mais ou menos submettidas i influencia
franceza.
O cherif achava-se acampado com o grosso da
sua tropa no bosque de tamarindos d'El-tteg sob
(") Vide Diario n. 48 ~
(1) A caca com o falcio o privilegio das prin-
cipies familias na Argelia ; um dos principaes
realces da aristocracia rabe. Alguna aventurel-
ros do npsso lempo tem procurado esse privile-
gio para si: mas quando comecam a cacar com o
falcao. ve-se logo que esse paaa'aro nobrenio Ibes
familiar ; e que mal ae saem entre suas
maos. As pnncipaes familias da provincia da Ar-
gelia que se servem do falcao sio- os Oulad-
Mokhtar, os Oulad-Chaie, os Oula4 Nayls os
BouAichee o%Oulad-Aissa. (Nota manusc'rip-
ta do lugar-Unente coronel Mr. Margaritte. que
citaremos mais vezes, porque oinguem melhor do
que elleestudou o sul argelino, e todss as suas
observaces sao revestidas de muito cuidado e ex-
periencia).
Sem duvida, os sentidos illudem a razio, as-
sim como obrado trahe a vontade, sem qio urna
e outra percam o carcter de faculdades dfalma;
mas nesse caso ter se-ha a ideado que parece,
e nao a idea do que : nio se ter portado idea
possivel porque urna idea falsa como a rioeda :
ninguem a aceita, quando lhe dio pela faltidade.
Logo a idea s acceitavel, s tem re lidade
e vida, e o nome de idea qusndo ni da fal-
sea a sua veracidade.
Esse argumento, pois da illusio dos sentidos
nao aproveita aos que deslinguem, porque exclu-
indo elles o empyrismo do descobrimeato da ver-
dade, sopprimem urna parte desta psra chama-
rem ao resto idis innatas.
Os que nio admitiera as ideas que chai aam in-
natas, tambem claudicara, porque argunentam
com os davaneios da razio e a imperfeigo de
seus processos, quando se nio empregatn os sen-
tidos.
Se com isso quirem dizer que a razio nio
infallivel, nada adiantam porque nio dizem no-
oa a raiailam t.hn.liila*t>Anta an apnl.
do pode ficar em lugar della para meditar, com-
binar, raciocinar? Se querem dizer ;que sem
os sentidos a razio nio d um passo, vao egual-
menle errados, porque nenhum sentido ha que
possua a intuicio, que estude os fados do senso
intimo e suba ao cu para folhear o livroi de Deus.
E' certo que a razio nio v sempre las cousas
pela mesma face e sob o mesmo aspecto, assim :
a mulher, para o poeta urna fada; para o pbysio-
logista, um corpo orgnico, um machinismo ani-
mado ; para o naturalista, um individuo do sexo
feminioo, do genero humano ; para o moralista,
um spostolo da virtude e do amor '. e ludo pode
ser verdade sem contradicho por que a verdade
mltipla em suas maoifestaces, embora ama
em essencia. Mes isso o que prova o elasterio
da aptidio modificada as vezes pela imaginario,
porm nunca a sua incapacidade absoluta para
conhecer e Iluminar por si s a idea que acha.
At os tradicionalistas de Bonald que pensam
Laghouat por assim dizer ; e desse posto enviava
os seus exploradores em todas as direcces, nao
s para destrocar e saquear as tribus que hesita-
vam em fazer-nos opposicio, como tambem para
vigiar de longe os proprios movimentoa da nossa
gente.
Era, pois, am aoumoa partida de cavalleiros,
desloados do corpo priocipal dos insurgentes do
Sahara, queexeculando urna marcha ou manobra
de guerra dispuoha-se a gosar de um dos diverti-
mentos que offerecem aos rabes immensos at-
ractivos. Entre esses cavalleiros parecam adiar-
se os-mais nobres partidistas do cherif, a julgar-
se por onsquarenta cavallos de grande belleza,
ricamente ajaezados, pela elegancia dos trajes,
sobre tudo pela cega submissio dos escudeiros.
Ao cahir de urna das ooites daquelle mez de
novembro, notava-se muito movimento no acam-
pamento : preparavam-se as tendas, acceodiam-
se os fogos, eos cavados mastigavam a cevada
roubada is tribus devastadas no mesmo dia.
Aproximemo-nos de um grupo formado de al-
guna doze escudeiros, que conversavam familiar-
mente, ao paiso que um delles virava e revirava
sobre os carvdes abrasados um pedaco decarnei-
ro, resto do festim dos seus amos ; e apreciare-
mos a entendida dlscusso encelada na presenta
de um celebre alcoeiro por dous jovens rabes,
que no dia seguinte ser elevados segundo o seu
mrito ao mesmo gru de falcoeiros ao ser?ico de
am dos principes chefes, de quem fallaremos
muito breve.
as familias nobres (djouades), onde ha o cos-
turas dse cagar com o falcio, de paes i fllhs,
os cavalleiros, quaai sempre instruidos na falcoa-
ria, possuem escu leiros-falcoeiros denominados
6ioses, que sSo especialmente encarregados de
promover a acquisic,io de falcos do raca (Tiz-el-
Horr) alimenta-tos, conduzi-los e excila-los com
os seus gritos na occasiio de cagar alebr oo
abetarda.
Os biazes offerecem lypos de singular origina-
lidade, como entre nos os picadores das grandes
casas. Sendo descomedidamente orgulhosos oo
que diz respeito sua sciencia e qualMades dos
falcea que elles criam e zelam, muitas vezea
acontece que seus amos se vejam toreados a io-
tervir, aQm de barmonisa-los em suaa disputas,
as quaes passariam fcilmente dos argumentos
is injurias, e destas s pancadas se os deixaasem
proseguir.
A discussio de que fallamos, dos dous escu-
deiros-alumoos, linba lugar como dissemos na
presenca de um biaz celebre em todo o Sahara.
Com effeito o velho Sahraoui, quastseptuagenario,
era um veterano na falcoaria, e ao mesmo lempo
um modelo inimitavel. Pelo habito de viver com
os falcoea, identieando-se com elles, passava
por cemprehend-los, e at mesae entender a
ana lingosgem. O nariz curvo como bico de aguia,
os olhos grandes, roticos e esbugalhados, o olhar
flxo, agudo e penetrante, davam i sua physiono-
mia o carcter selvagem da ave de rapia.
Esse velho tioba em despreso dirigir a palavra
A MULHER, A FAMILIA E A CIVILISA5A0
Parte segunda.
Importancia, tublimidade e grandeza da mulher
no sexo do catholicismo. Bella e mageitoia re-
habilitaco da familia.Terriveit effeitoi dat
doutrinas protestante!. A civilisacao decor-
rendo da Cruz.Concluido.
5 III
Assim no mesmo momento em que o ehristia-
nism langa seu vea de santificagio sobre o ma-
trimonio, nao ae esqueee da virgindade para dar-
lhe a primazif ; exalta-a, ennobrece-a por todos
os modos. Elle diz por bocea de Santo Ambro-
sio : Nio desacooselho o matrimonio, mas an-
teponho as excedencias da virgindade. Vejo no
matrimonio um remedio i fraqueza humana, na
virgiudade a gloria da castidade. Nio censuro
a primeira, louvo a segunda instituicao. a E' o
eosioo de urna phosophia toda derivada dos prin-
cipios e das condics da existencia humana ;
engrandece urna sem menospresar o outro. exal-
ta a virgindadeaem rebaixar o matrimonio: A
preferencia virgiodede nio um ultrage (si-
to s nupcias. Gloriquem -se as esposas, mas
sejam as virgens coltocadtos oa primeira ordem...
Concordo que o matrimonio seja um dom de
Deus; maa entre dom e dom ha urna grande dif-
ferenca. (S. Jerooymo.)
E para corroborar o grande esplendor da vir-
gindade, para conferir-lhe urna grandeza mais
solemne, a egreja brada no concilio Tridanlioo :
ti quis dixerit, stalum conjugalem anteponen-
dum tete status virgnitatit velcelibatut, ttnon
esse mtlius ae bealut manere'min virginttate aut
celibatu quam jungi matrimonie, anathema sit.
(Can. 11, sen. 40
O elemento' racional nio se presta menos a
provar a excellencia da virgindade sobre o casa-
mento. E principalmente a virgindade na mu-
lher.
O pudor feliz simulacro daa esperances futu-
ras do coragao feainil; ora o pudor, diz Bal mes,
o bello ideal, o typo perfeito da virgindade. E'
s pelo pudor que a mulher pode conservar a
a sua reputacio ; a pela virgindade que ella
pode fazer com que o pudor conserve toda a aua
pureza, toda a aua magestosa sublimidade. No
casamento ba pudor, mas nao lio apurado, nao
um pudor virgen, que orgulha a razao e en;
thusiasma, a alma porque a ultima gradagao
do grande, do bello e do sublime sobre a
trra.
A virgindade o tabernculo da pureza; s
ahi ella adquire o msravhoso realce que a torna
lio bella e lio iogeeua para o homem e para
Deus. A inteligencia humana nao comprehende
nada que se possa equiparar ao encanto da vir-
gindade ; ella investiga- am outro estado mais
perfeito, porm debalde ; nao ancontra um ou-
tro lio cheio de eocantoa e de santos atrac-
tivos. ,
O coragao humano nunca foi lio bem compre-
hendido, suas inclioages nunca foram lio bem
oteiramente natural, philosophica e ratiooal, se
encarregou de patentear ao mundo os seus
segredos ; enlao o seotimento da virginda-
de que havia aido eaquecida ou despresada
lomou o seu lugar e espantou o mundo com a
sua apparigio ; que a virgindade o grande se-
gredo da humanidade, e pela sua meama gran-
deza a podia naacer do sangae da cruz regaodo
as cumidadea do Calvario.
Quando o mundo ae achava mergulhado as
ondaa do polytheismo, e era dominado pelo
imperio do aeoauaiismo ; quando os sentidos for-
mavam a bitola do mundo ea phosophia toda
sensual (era a aua regra nica ; quado quati to-
do o uoiverao se achava.libertado do freio da re-
liglio, porque nio se pode considerar verdadei-
ramente o paganismo como urna religiio, ;
quando a carne havia dado batalha e vencido o
espirito, a virgindade era impossivel ; porque
ellacooslitue a anlitbese perfeita, de tudo isso ;
o que ha de mais moral e de mais espiri-
tual ; por assim dizer a espiritualisagio das
creaturaa reregioea mais moraes do seoti-
mento.
Nio obstante a grande e reconhecida importan-
cia da virgindade, apezar das luzes que sobre
. ella nos deu o cbristiaaUamo, certos espiritos mal
nteaeHdos taem procurado detrahi-la, atribuio-
lo*ihe propriedades que alia aio tem, empres-
tando-lhe symptomas qae s Dio acompaoham.
E' o erra, a He resta reafindo contra a verdade
e a f. Combate terrivel em que ae v empa-
chadas as duas torgas do mandoa forga do bem
eaforga do mal, cuja victoria, porm, naodu-
vidosa a faVor da primeira. Abramos o livro de
Aim MartinEducago das mi de familia,
aa sua ultima parte,) cap, VIL E' o livro
mais arrojado, e o mais perigoso que temos vis-
to. Seduzido pelo seu titulo, fundo de suas
ideas um complexo de erros e absurdos, que
mal estanam aa mies de familias se se deixss-
aem arraslrarpor ellas poodo-aa em pratiea.
Aim-Martio am destes espiritos que educa-
dos na escola do puro racionalismo e domina-
dos pelos encantos da falsa liberdade, lado sa-
crifica m o dolo de seus sonhos, ludo deiQcam
excepto a propria divinda.de. Elle leva o aeu ar-
rojo a ponto de chamarimposos maiores ho-
rnees do christiaoiamo e de querer reformar as
leis do prdprio Consto, a Se estas doutrioas
sao a obra de Jess Christo conrem reieita-las
como fataes ; a disse elle, lmpiedade I Crime
de lesa civisagio em pleno seculo XIX 1 Injuria
irrogad* i face do mundo inteiro aos sentimen-
los da Fraoga, a maia bella fllha da egreja ; da
Franga que maisde urna vez tem deffeodido os
seus direitos, e empregado suas armas em seu
interesse. Eis que chegou s perpetua invo-
cagio ao Christo e ao Evaogelho lio poticamen-
te cantada pelo mentor das damas I dizGortoi
em sua Defeza da Egreja.lato reeorda-me a
palavra orgulhosi de um phosopho da Alexan-
dria :Nio compete a Plottn ir procurar os deu-
ses, dizia este sabio fallando de ai mesmo, sos
deuses que compete vir encontrar Plottn.As-
sim nao mais Aim-Martin que deve receber
do divino legislador o que lhe apraz ordenar,
Christo que compete procurar junto de Aim
Martin anas inspirages e encarrega-lo de com-
pr, cont para as maes de familia, um tratado
de educagio de Deus. Desvario da razio hu-
mana, despresando seus meios de accio, e igno-
rando seu proprio tim I
Mas vamoa ao nosso aaaompto.
A virgindade, diz Aim-Martio, nio exige
somente a morte dos sentidos, concern lhe ain-
da a morte do coragao. Ella quebra duas veza
a obra de Deus. Muito bem 1 onde esli porm
as provas ? Na inteira aujeicio dos sentidos
que est o encanto da virlude ; pelos sentidos
nunca a humanidade conseguir alcangar seu
fim, preciso que ella os venga para que se en-
grandega aos olhos de Deus e de si mesma.
Destas palavras citadas resulta urna bem triste
idea do casameoto. O matrimonio nio tem por
priocipal effeito os prazeres sensuaes ; foi d'abi
3ue resultou toda a aua degradagio na antigui-
ade : o seu lado moral era descoohecido. Nao
certo que a virgindade aniqule os sentidos ;
ella procura matar oa deaejos da carne, que,
como bem trivial, coostituem um dos inimigos
do mundo. A virgindade, portanlo, domando
esta paixio faz um grande servigo ao genero hu-
mano, preeoche urna grande missio na ierra.
E' urna proposigio falaisaima o que empresta i
virgindade a propriedade de malar o coragao.
Para asseverar isto necessario ou que se seja
maito ignorante das leis do coragao humano, ou
que se esteja dominado de muito m f contra a
maior virtude ehristia. Com effeito, a primeira
le do coragio o amor ; e quem dir que a
virgindade procura acabar com o amor? Pelo
contrario o amor quem a vivifica. Como o ca-
samento a virgindade e assenlada no amor ; po-
rm n'um amor maia sublime, no amor de Deus,
e oo amor desioleressado do prximo. O seoli-
mento da virgem um seotimento, que descido
do cu s para o cu se rolla. O amor de Deus
o primeiro e o mais bello allraclive do coragio
humano. E se a virgindade dominada por este
amor como dizer-se que ella pretende matar o
coragio? Nio, ella o seutimento que mais o
ennobrece, que mais o apura ; a pureza o ma-
gestoso manto que a cobre.
Porm A. Martin ainda peraiste ; acompanhe-
mo-lo.
c Urna virgem pura, diz elle, somonte por-
que recasa ser mulher e mi : cumprir esta lei
invencivel da natureza, i qual aomos levados
pelo amor e pelo deaejo, pela alma e pela carne;
amar e conceber, dar ao mundo urna creatura
aemelhante nos, urna macula no cu. Para
aer agrada vel i Deus i misler matar em nosso seio
as gersgoes futuras. O ser vivo e pensante nio
communicari nem o pensamento nem a vida.
Sophisma miseravel acompaohado do erro mais
grosseiro I
^.VSS?'* lAt.-Marlin fez muito pouco caso
das virgen*. STm ; urna mrgem pura porque
recusa ser mulher e mae ; a vicejanie corda ues-
te sacrificio que lhe adorna a fronte. E elle
pequeo ? nio ; o maior que poda existir
no mundo e por isto que a virgindade a virlude
mais sublime. Sabis o que recusar .ser mu-
lher e mi? E* imitar a vida dos aojos, incli-
nando a fronte no seio do Eterno e deixando pas-
ear as cousas da trra ; esquecer a ierra para
s se lembrar do cu.... Vida feliz 1 a conse-
quencia de um dom....
A lei do matrimonio Invencivel I Mentira I...
Oseus reclamara seus direitos; e a historia saa
f ultrajada I Terguntae media edade qual foi
o fio rio de sua gloria, iolerrogae eatas mulherea
que, novoa apostlos, sabiram i evangelisar, re-
colhendo lio bellos fructos de suas (adigas....sao
as virgeos consagradas ao servigo do Senbor:
aio aa esposas do Christo. A virgindade se a-
chava lio arraigada as ideas deste lempo que
considerada < como um estado normal, e o ca-
samento um astado excepcional; dizo profuado
Ventara. E nio foi s oa media edade; na pri-
meira aurora da existencia do christianismo, a
virgindade teve suaa pochas, alcaogou auas pal-
mas de victoria.).. Eemaoasaa dias anda ella
vigora : ansa raizea ao profundas, saa aemente
nio ae extingue. E vea aa nos dizer que a vir-
gindade impossivel por que a lei do casamento
invencivel I Contraste perfeito com a rerdade
dos fados mencionados na historia I B tato es-
criptoa'uma obra para edmeacio das maesdefa-
miliat E'-fcqnaanaie compunge.... Qae educa-
gao podea receber e tranasaittir 03sas mies que
beberem as ideas deata livro, em que le ensina
que S. Jernimo e S. Paulo sao uns impos; onde
se nega a autoridade da egreja e dos padres ;
onde se proclama que os herdeiros do Evao-
gelho poderam alterar-lhe o texto sem que o
mando inteiro se levantasse para os aceuaar ?
Ah I tudo isto o protestantismo; maia que
o protestantismo ; a heresia.
Maa vejamos a consecuencia da invencibili-
dade da lei do matrimooiu; ella vae deitar por
Ierra com as leis da castidade.... Se oa apetites
aeusuaea nio poden aer refreados por que elle
nos vem d'alma e da carne eolio o adulterio
licito, por que \ a tttisfaco de urna necestidade
natural. O que respondera A. Martin ao laod-
grave de 11 esse quando elle lhe dissesse : Minha
vigorosa, coostiluicio e minhaa repelidaa fre-
queocias s dilaJdo imperio e de maus estados,
onde se vive alegremente, nio me permitiera fi-
car ahi s ; e entretanto nio posso acempanhar-
me da princesa miaa mulher; nio me seria
permittido alm della esposar ttma outra ? cQual
aeria a resposta jdo mentor das damas ? A mes-
ma do protestantismo : Sim, a fim de que pos-
ases, desta manara, prover i salvagio de vosso
corpo e de vossa alma, assim como gloria de
Deu I E' a invocagio do divorcio e por conse-
guate do adulterio baaeada ao eusino protes-
tante da indomkbilidade da carne.
E elle o coufirma em aeu livro.
cFazei morrerosmembrosdo homem terres-
tre, exclama S. Paulo, foto impo I o apostlo
mutila a brale julga exaltar o obreiro. E' do
cap. 7 do lir. IV de aua obra. Aim-Martio,
diz Gorini, poderla melbor eacolher o objecto de
seus aoathomas para nao torna-Ios ridiculos.
Porque, queris saber de que membros fallara
S. Paulo 1 dai foroicagao, da impureza, das las-
civia, dos deaejos mios e da avareza, i o que se
le* na saa Epist. aos Coloss. Cap. III. r. 5.
Eia-aqui S. Paulo impo por que coodemna o
erro e o vicio ; estamos persuadidos porm que
o anathema ide impiedade recahiuaobre a cabega
do escriplordesvairado....
Para agradar Deu preciso matar a gera-
cet futuras....Isto parece um gracejo. A pros-
tiuigo, o adulterio, o aborto matam as gera-
goes futuras, porque os seus effeitos sio perni-
ciosos, por isso que partero-de urna fonte con-
traria is lea da natureza ; ellas ae oppoem ao
principio/ da propagagio da eapacie ; mas a vir-
gindade I ? Quem nos diri que estaa virgens cou-
trahindo matrimonio produziriam? A reproduc-
gio oio/ um resultado necessario e infallivel do
casamento. Temos visto muitos casameotos a-
compannados de esteritidade : nio* coasa de
admiran. Ese assim como asseverar que a
virgindade mata a geragoes futuras ae oppondo i
procreagao da especie? E' urna hypothese, e as
hypothesespodem falhar......Portanlo este prin-
cipio nao pode prevalecer contra a rsinha daa
virtudes.
Concedamos, porm, que ella se opponha a
leis da procreagao; que importa isto se ella nio
obrigatoria, se i par della existe o casamento
procreando T A moralidade e, por consequeneia,
a civil aagao nio conaisle na maior ou manor
agglomeragao de individuos, na maior ou ma-
nor ppulagao ; a mu grande popuragio pode
prejudicar um poro. E se a virgindade impede o
crescimeoto da populagao, em nada ioflue, por-
que a virgindade um dom que nio concedi-
do tpdas, a sua coocessio mu rara ; ella
privativa dos espiritos ascticos,dos espiritosos-
colhidos. A sua minio muilo mais sublime :
urna missio toda grande, ioda nobre, toda ele-
vada, m O caaamento fecundo pela carne, e tu,
virgindade, tu o s pelo espirito, elle propaga o
povo christao, e tu te fazea o seu ornamento,
elle poroa a Ierra o tu o cu ; alie multiplica oa
Qlhos dos homeos e tu os do cu. (Ventura)
Eis a grande differenga entre o casamento e a
virgindade: um prende-se a relagesda Ierra, a
outra s relages do cu, s as aapira aa recom
pensas do alto, sem se importar com os dooatia-
vos que lhe pode otTerecer o mundo,
A natureza (alia em inteira opposicio A. Mar-
tin ; no regago da virgem que a virlude encon-
tra aua inteira comprehenaio ; verdaderamen-
te na virgindade que o aer vivo e penaanle com -
mmica o pensamento e a vida. A virgindade
para o genero humano o que a alma para o cor-
po, o que a inteligencia para a alma.
Que maior vida do que a que nasce do acrisola-
do amor de Deus? esta a vida da virgem,
esta a vida que ella iraosmim, tU aki> da
doces consecuencias, cujo trilho um camioho
de rosas, cujo alvo um alvo divino.
Vede estes aojos da larra que o mundo chama
filhas de S. Vicente de Paula a caridade
aeu flm, a virgindade a columna em que ae es-
lea m. Perscrutae-lhe as marchaa que aegue, os
perigos que affroota, sempre com o riso oes labios
espargiodo palavras de coosolagio, com a ale-
gra no coragio mitigando as dores do pobre, do
enfermo e do orphao, derramando oo ieito do
rico o balsamo de suas virtudes ; acompanharta
atravesssndo medoohos desertos sem que Ibes em
barace que os raios do sol ardeote lhe crestem a
formosa fronte, sem que os rigores da chuva Ihes
embavguem o passo. Perguntae onde rae. Vae
levar a earidade nos coofins da trra ; rae pro-
curar o infdliz onde elle se acha para fazer cho-
ver aobre elles aa bengSoa do cu ; rae encon-
trar o moribundo Mando com a morte afim de
fazer com qae elle alcance a verdadeira vida.
Oh candida earidade quanto a nobre no taber-
nculo da virgindade I.... a tu salvas o mundo
por qae s tu comprehendes a vida.
Foi este o maior meio por que chriatianisme
resgatou a molaer. por qae este o qae lhe di a
mais bella grandeza e a mais refulgente belleza.
A virgem ehristia oespelho da virtude. e a
virtade o attrativo de aeu coragio.
(Continuar-f-Tia.)
aos seas semelhantes, i quem qaasi que s falla-
va por acenos. Comtudo todas as rezes que se
lhe a presentara occasiio, como essa que mencio-
namos, de ostentar a sua erudigio, tomara a pa-
lavra com gravidade e formalisava-ae com essa
autoridade sentenciosa, que o (aria passar por
m professo familiar do bom rei Modus, se nio
fossem o lugar e o secuto.
Os escudeiros que o rudeiaram eatavam impa-
cientes por ver comegar o interrogatorio que Sah-
raoui ae apreaentava a fazer aos dous jovens, um
dos quaes chamado Kaddour fra discpulo do
famoso Mokhtar da tribu deste nome, e o outro
Mobammelglohava-ae de ter bebido as liges do
mesmo Sahraoui.
Ora pois, meus rapazea I disse o velho blaz.
Antes de entrar em questio mais complicadas
ou dirigir ambos algumea perguntas geraea
para formar a minha idea respeito do saber de
cada urna. Comego por ti, Kaddour, porque esti-
reste muito perto do Pe!, e provavel que apren-
desses novas mximas naquele paiz de ocio. Diz-
me, pois, quaes sio as qualidades do falcio es-
traogeiro, e quaes as do falcio africano ?
Os falces estraogeiros, reapondeu Kaddour
sorrindo-se i simplcidade desta pergunla, sio
preferiris aos oossos por isso que possuem urna
coragem que ebega at temeridade. Atacam
com egual indiffereoga i caga do ar como a de
trra ; e alm de tudo tem aobre os falcea afri-
canos, tambem muito bravos e de alto vo, a
vaotagem de exigir meos cuidados, e menor es-
paco de lempo para deseovolver-se com a criago
as suas qualidades naluraes.
Muito bem. E tu, Mohammed, meu ftlho,
que astucias empregas para apanharesosteus fal-
ces ?
Recorro diversos melhodos, e como de
todos tenho tirado proveito nio sei ao certo
dizer qual o melhor delles. Umaa rezes fago a
mioha cagada oo meiodoa campos em pleno dia ;
outras vezee per embonada esperando a occasiio
em que os passaros eostumam recolher-se. Em
ambos os casos utiliso-me de perdizes, pombos,
ele, que envolvo de pequeos lagos, e colloco-os
onde possara ser vistos pelo falcio, tendo o cui-
dado da prende-los por um dos ps em alguma
pedra bem pesada para que o nobre passaro nio
os possa arrebatar, apezar de todos os esforcos.
O talcio precipita-so sobre a presa, e quanto mais
se extorca por conduzi-la, tanto maia vae pren-
dendo nos tagos qae ehvolvem aa suas garras eri-
gadas. Eolio approximo-me della cautelosamen-
te, deito-lbe logo o capario para tirar-lhe os
meios de defeza...
Esta precaugio nio sufficienle, observoa
Kaddour.
Tambem eu nio conclu aioda a minha ex-
plicagao, replicou Mohammed. Depois de ter ca-
paroadb o falcio, agarra-o com as michas luvae
d coaro : o passaro fica-me perteocendo desde
eolio ; domestic-o, trago-o oo punho, ese bem
o souber instruir, vem ser no futuro ama glo-
ria psra mirn-
Das ragas qae povoaram a Italia.
s rafas t nacionalidades.
A Europa parece obedecer hoje um duplo
movimento, um moral e poltico que arraata oa
difiranles paizes para um estado social meid
apropriado aos principios da razao, e fundado an-
tes sobre o direito que sobre a torga ; outro ma-
terial e geographico, por assim dizer, que rena
as commuoidades e os estados por meio de grao-
des massas, e simplifica, pela uniio dos partidos
outr'ora divididos, ss leis e a aegio do que se
conveio em chamar o equilibrio auropeu. Este
dublo movimento nio correcou com o nosso se-
culo ; elle somente mais rpido, mais seosivel
e quaai irresistivel ; todos os povo* tomam par-
te nelle. Nasceu no comego do XVI seculo. Aa
duas torgas que o produzram, e o regulara aio
as duas ideas de liberdade e oacionalidade. Cada
povo, cooaiderando-ae como um aer moral, tem
conaciencia de ai mesmo ; interroga seu pissa-
do, prev o fuluro e prepara-se para elle. Pro-
cura com urna nobre e locante aoUicitude o que
, d onde vem e para onde vae. Para entrar no
conhecimento de sua natureza, genio e destino,
remonta-se .ao curso das pocas passadas at &
propria origem da sua existencia.
Alzumaa scienciaa novas, nasdda* desta ae-
cessidade de estudo e exame, a ethnograhia a a
lingistica, tomaram lugar entre os meamos fa-
cundos trabalbos do pensamento humano. A cr-
tica foi elevada i ordem de sciencia creadora ;
ella nada mais tsm de rido, desde que suaa sen-
tangas, em vez de ser humildemente soletradaa
oo gabinete do sabio, oa no rednto de urna aca-
demia, resoam na tribuna, ou as pragas publi-
cas. Assim, um interesse sempre crescente se
prende em nossos dias is questes de ragas e na-
cionalidades.
Quando um grande numero de estados ou pro-,
vincias se apaixona e ae agita em nome da inde-
pendencia, quando reivindica, na qualidade da
ragas distinctas, sua personalidade, ha muito
lempo eocoberta e obscurecida, a critica nao fax
mais do que seu dever, iniervindo nesses deba-
tea para esclarec-los, sem outro pensamento
que o da verdade. A sciencia digna deste noma
nao conhece interesse nem raidade ; ella aio
tem segunda tengio nem rodeios. Entretanto, oa
estudos relativos s ragaa|e nacionalidadea da Eu-
ropa deram lugar i um grande numero de pre-
juizos, idaa errneas, sympathias e aatipatbias
egualmente inconsideradas. Estes erros provm
principalmente, e poder-se-hia quaai dizer ni-
ca meo te, da confusio que se faz da idea da raga
e da idea da nagie. Ora, a differeoga destas duas
ideas e do fado qae ellas ezprimem lio gran-
de, que ae pode affirmar sem temaridade, que,
em parle alguma, em poca algoma da historia,
este* dous termos foram idnticos. Em lempo e
lugar algum viu-se urna raga nica formar urna
a nagio, nem urna nagio que toase comporta de
muitas ragas. Apenas um pequeo numero da
ragas acertou em isotar-se n'alguma Una estreita
e retirada, ou as profundas gargantas de mon-
ta ohas, como os poros da Cornouales, da Ar-
morica, oa habitantea da Biscaya, os Drusos e
Kurdos. Nio convm, pois, equivocar estas pa-
lavras.
Por menor que seja a re'aeie, que possa exis-
tir entre o sentido abatracto deates dona termos,
nio menos verdade que a de raga designa a fl-
liagio d'uma tribu oa pora descendente de urna
origem commam, que involve a idea de um ele-
mento simples e indecomposte, ao menos com
os actuaos meios da analyse histrica ; em quan-
to o termo nagio est erdinariameote de intelli-
gencia com urna sociedade poltica, formando
um todo distiocto e um conplexo ; a que nio ex-
clue a idea de compreheasao e composigio.
E* evidentemente a aignificagao que prevalece
na idea que exprime o termo de nacionalidade a
nestaslocucoes nsaaes d'uma grande e podero-
sa nagio, a franceza, germnica, italiana, etc.
Ser-se-hia victima immolada da lingua e da in-
decisio natural nos sigoaes de certss ideas coa-
rot.o o modos communs e geraes de fallar e compre-
hender.
(Continttar-te-ha.
Muito bem dito 1 exclamou o relho biaz,
que roltando-se para Kaddour, continuou Quan-
to lempo te preciso para adestrar am falcio de
pura raga africana ?
Nunca mais de trinla dias.
A nvocidade de hoje muito arrogante, re-
plicou Sahraoni com desprezo. Pois eu nunca me
atrev em menos de quarenta quarenta e cinco
das de mestranga a conduzir os meus falces ao
meio dos cagadores, e solta-los para ir apresio-
oar em suas garras a caga livre, mata-la, ou en-
lao rollar ao aignal costuraado oo caso de ter
conseguido a desejada presa. Bem dizia eu, Kad-
dour, que adquiriste no Pell novoa principios.
Veremos amanhia como se saem os leus apren-
dizes de trinla dias.
Hade rer-se, querendo Deus, Sahraoni. E'
bem verdade que nem todos os meus falces tem
o mesmo merecimento ; -.porm os melbores nio
pdem achar outros que lhes egualem.
Onde os apanhaate ?
Perto de Sebaa-Rouss (2). Muitos de entre
elles j cagaram no anno passado.
E tu, Mohammed ?
Os meus chegam do sul, e do paiz dasDaias
(especies de baixios.) Teoho seis, dos quaes dous
sio estrangeiros e andejos.
Ambos po Jera rivalisar, disse o biaz deixan-
ds escapar um aignal de satisfagio. Voltemoa ao
interrogatorio : qual a eatagio melhor para a
caga ? E' ti que me dirijo, Mohammed.
S vejo urna eatagio boa, que de flns de
novembro a fias de fevereiro.
E concluida esta estagio que fazes doa leus
falces ?
Dou-lhes a liberdade : os melhores marco
com um sigoal na ponte do bico, afim de que os
falcoeiros, que os apanharem no anno seguinte,
venhem restilut-los meu senhor e amo.
E tu, Kaddour ?
Nio teoho tanta confianga na boa f dos
meus rivaes. Solt os meus filces africanos,
porque sei que elles quasi nunca se afsstam dos
lugares em que nasceram. Quanto aos andejos e
estraogeiros, amo-os muilo para delles me sepa-
rar, e por isso conservo-os de um anno outro.
E's prudente, e approvo esta conduela. Um
falcio nobre o bem mais precioso: assim o dis-
ssram os nossos poetas qoaudo canlaram os the-
souros da trra. Diz-me, Mohammed, quenomes
das aos leus falces ?
Os mala valentea lem o nome de meu Sr.
Ghrellab ; os outros que estimo menos sio hon-
rados com es nomos de nossos mais bravos ca-
valleiros.
Fazea muito bem : era ease tambem o eos-
turne dos nossos paes, e coslume mu sagrado
para todo o fiel temenle i Deus. Qual o de-
ver de um biaz diligente, quando se approxima a
estagio da caga ?
2) Montafjha assim chamada por causa de aua
forma que representa setecabegas. Acha-se sita,-
da o norte do territorio dos Oulad-Nayls,
Errata.
Na parte do artigo sobre a famlis, publicada
hontem, na 5a columna, entre os 5 e6 dera
ler-se o seguinte que, por erro de lypographia
deixou de ser publicado :
as mesmas bodas de Cana em que o casa-
melo alcaogou a sua maior sublimidade, a vir-
gindade foi honrada e cercada de aua maior glo-
ria ; porque repare-se bem, Christo nio faltou i
Mara Saniissima como aua Mi, porm aim, como
mulher, como virgem :Qmid mihiet Ubi est,
mulxer ? nondum venit hora mea.
A Redaceo.
Deve verificar exactamente o. numero e quali-
dade dos falces de raga nobre, rivaea da gloria
de seu aenhor, afim de que oo dia dos desafios e
das apostas entre em luta com conhecimento
certo Jas vicisitudes que poda correr.
Qual o melhor paiz para o vo do falcio ?
Responde Kaddour.
Um cacador timorato escolhe as planicies
mais descoberlas, para que a caga, ae lr ama
lebre, esteja sempre i vista, e o falcio nao cor-
ra o risco de ferr-se as gargas e espinos quan-
do cabe sobre a presa ; porm um verdadeiro
djousd, um nobre (alcoeiro, gosta deja tacar em
lugares caberlos d'alfa, onde a lebre ae oceulta,
defunde-se, e obriga os cavalleiros a langar-se
atravs de obstculos continuados. Nisto aonsis-
te a honra e a gloria I
Muito bem, meu filho. Responde agora
t, Mohammed, i esta ultima pergunla. A' que
horas comecas cagada ?
A'a duas horas da tarde.
Porque ?
Porque os meus falces tendo-se fartado
na respera, a essa hora comegam a ter tome.
Ambos esli bem instruidos as noges
primarias da sciencia, disse o biaz gravemente;
e ambos nao de ser excedentes falcoeiros.
Contina a pera untar, pediu Kaddour.
Nio; julgarei melhor ou viudo disentir um
com o outro : cada um perguote por aua vez ;
eu serei juiz para decidirs duvida*.
Mohsmmed comegou : as perguntae e respos-
tas cboreram urnas aps outras: seguiram-se
depois os ditos iosultantea e provocadores, tanto
empenho tioham os dous contendores em bri-
Ibar perante urna assembla presidida pelo Ns-
tor dos escudeiros-falcoeiros do Sahara.
Quantaa ragas de falcio conheces?
Pergunla de escola.
Responde sempre ; talvez eu aprenda com
a tua resposta.
Pois entio sabe que ha cinco ragas : el-
Terchouo, el-Meguerness, el-Arem, el-Khrlo-
ni e el-Bahri.
Ignorante I esqueceste a de Terakell.
Estpido I Terakell e Arem sio ama e s
mesma cousa.
Bravo I murmurou o relho biaz. Conten-
ded contendei.
E quaea deesas cinco ragas, nobres entre
todas, continuou Moharnmed interrogando por
sua vez, sio as melhores ?
A de Megueroess para aa lebres, a de
Arem para as abetardas, e a de Bahrl para cagar
noa charcos.
Pretores os falces que erguem altos vos
para cahir depois sobre a presa, ou aquellos que
a seguem rastejando?
Esta pergunla aanaltca. Nio ha quem
nio preftra os qu cabera daa navens, para bem
dizer, sobre a prest aos que a aeguem como ae
fossem caes. Dlz-me tambera agoraque carne
das a comer aoa teus falces ?
Carne de lebre na maior quantidad,e pos-
sivel : deve ser fra antea da cacada, e queota
depois. Mioha mulher bastara para responder
urna pergunla lio simples. Cena, pois, o tea
interrogatorio, que me offenderia, se nio tivessa
a propriedade de despertar-ma o riso. Ama-
nhia os teus falces far-te-hio amarelleeer a
semblante (3), porque todos os rerio surdos ao
leu sigoal, escapolindo como caes, quem tires
sem oceultado o ojso.
Comparsa os meus falces com os cieet..
Infame!.. Insultas auim i meua Qlhos 1 Sanio
fossem os cabellos braocos de Sahraoui, nono
digno mestre, se nio fosse a presenca desloe
bravos companheiros, deixaria agora leu pa sem
um filho.
O velho biaz julgou proposito ialeavir. Oa
dous rivaes se tinham lovaoiado, medindo-sa
com olharea furiosos dos pos i cabega, e j
prestes a saltar ao peacogo um do outro,
Basta, disse o sabio eeeudeiro ; nao ad-
miti mais discunio; amanhia veremos quem
tem razio. Guardae-roa para amanhia, maus
filhos: fazei as pazos, sentae-vos ceie como
boos irmios, orae juntos, e dorm at que o dia
amanhega.
Forgoso foi obedecer, maa nio aem praguejar.
Quando se separaran) Kaddour murmurou :
Vem, sol da amanhia, que eu quero mos-
trar esae ignrenle ae oa meus filhos sio
ciea I....
Do seu lado Mohammed dizia :
Pela intercessio do Prophela, amanhia
abaterei o orgulho desmedido deate estupido.
Entretanto os dous rivaea, cujas tendas eram
vizinhas, liveram em consideragio os consejaos
de Sahraoui : pensaram que desagradaran ao
Prophela se nio se reconcihassem antes da lula ;
e, pois, chegaram-se am ao outro e abraca-
ram-se.
Aps um largo entretenimento, em que a ca-
ga e o amor liveram grande parte, os dous con-
tendores reconciliados comegaram a eotoar can-
ges improvisadaa que termioaram con a grito
dos falcoeiros, quando fazem o sigoal sos seus
falces, caogoes que agradavam aos ouvidoa dos
cagadores, i quem os praserea da dia seguinte
impediam de dormir.
Muito bem I neito bem I exclamou o re-
lho Sahraoui que nio cessira de acompanhar
bateado com o p a toada desses cantos de duas
vozes frescas e duas almaa enthusiasmauas. Es-
tes dous rapazas me nao do succeder digna-
mente : posso morrer agora, e san pasar dizer
o ultimo adeus is cousas desta mundo 1 Li em
cimaencontrare! o deserte, o nobra pasmo
de raga, e as alegras eternas de que gosam os
ditoso8 biazes do paraizo I (Continuar se-ha.)
(3) O amareo enire os rabes a cor dos
mius agouros, assim como o rermelho dos
boos. Kaddour quis dizer ao sea rival, que os
falces desta envergonha-'o-lim pela sua des-
obediencia.__________ .
PRN.TYP.DEM F, DE FAMA & FILHO 186J
-
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