Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09505


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Full Text

V


i
ARIO
41
IMM
Pr tres mezes
Por tres uezei
Diados UJOOd
wcidos 6f000
DIARIO


SEXTA FEIHAl DE mtMlU DE It&
Por anno adiaitefe ,9$OO0
Porto frnet para sitsfiitor
.
ENCARREGA.DOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Amonio Alexaadrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Aracaty, o Sr. A. de Lomos Braga; Ceari o Sr.
. Jos de Oliveira; Maranhio, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigue!; Par, Justino J. Hamos ;
Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa.
ENCARRUJADOS DA SUBSCRIPCAO DO SOL
Alagdas, o Sr. Claudino Falcio Dias; Baha,
o Sr. Jos Martina Aires; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Paraira Martina.
PARTIDAS DOS COBREIOS.
Olinda todoa os dias aa 9) horas dudia.
Iguarass, Goianna, e Parahyba as segundas
e sextat-feira.
S. Antio, Becerros, Bonito, Caruar, Altinho
e Garanhuna as tergas-eirai.
Pao d'Alho, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Florea, Villa-Belle, Boa-Vista,
Ouncury e Ex as qua> tas-eiras.
Cabo, Sehnhem, Rio Formoao, Una, Barreiros
Agua Preta, Pimentelras Natal quintas feiras.
(Todos os correios psrlem as 10 horas da manhaa
PHEMERIDES DO MEZ DE FEVEREIRO
*
6 Quarto. crescente as 5 horas e 30 minutos
manhaa.
14 La cheia as 2 horas e 25 niin toa da' man.
ti Quarto minguante aa 11 horas e 46 minutos
da manhaa.
28 Lia nova aa2 horas e 8 minutos da manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 4 horas e 6 minutos da manhaa.
Segundo as 3 horas e 42 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Pars o sal al Alagte 5 e SO; para o norte
al a Granja 14 e 29 de cada mez.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recite: do pipucos s 61|2, 7, 7 1|2, 8
e 8 1|2 da m ; de Olinda s 8 da m. e 6 da t.; de
Jaboato s 6 1)2 da m.; do Caxangi e Varzea
s 7 da m.; de Bemfica s 8 da m.
Do Reofe : para o pipucos s 3 1|2. 4, 4 1|4,
4 1|2, 5. 5 1|4, 5 1|2 e 6 da t.; para Olinda s 7
da no. 8 1)2 da t.; para Jaboato s 4 da t.; para
o Caxang e Varzea t 4 1.2 da t.; para Henifica
aa 4dat.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relego: tercas e aabbados s 10 horas.
Pazenda : quiotas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundas ao meio dia.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira rara do civel: tercas e sextas ao meio ASSIGNA-SE
e i ino Recite, em a Imana da praea da Indenen.
Segunda rara do eivel: quartase tabeado, 1 deuda ns. 6 e 8, dos proprielarios Maooel Fiuei-
bora da urde. Iros deFaria & Filho. -
[ DIAS DA SEMANA.
24 Segunda. S. Mathiaa ap.; S. Prelextato h m
25 Terca. SCz.rlj c. ; s. CI.di.S. m? *
26 Quaiis. S. Torqoalo are. ; S. Puttnieoo.
27 Quinta. S. Leandro are; S. Pedro Damiao
28 Sexta. S. Romio ab. ; S. Populo m.
1 Sibbedo. O precioso sssfje.de Jess Chrlslo
2 Domingo. S. Simplicio u. ; S Juvioo a.
Pt.BT OFFICUL
YliuUtcrio do Imperio.
DECRETO N. 2885 DO Io DE NOVEMBRO DB 1862.
Altera ai disposices do estatutos das (acuidades
de medicina do regulamento complementar
dos mesmos estatutos, relativamente l regras
do concurso para oprovimento dos lugares de
lente*.
Achando-se extincta a classe dos lentes subs-
titutos na faculdade de/nedicioa da Baha, de
conformidade cora a autoriaacao concedida pelo
art. 6 dos respectivos estatutos, e tornando-se
por isso iodispenaavel a modiflcago do que se
acha disposlo nos mesmos estatutos e no regula-
mento complementar a respeito dos concursos
parto provimeoto das cadeiras que vagaren), hei
por bem decretar o seguate :
Art. 1. Os pontos de que tratam os arta. 69 do
decreto n. 1,397 de 28 de abril de 1854, 99 e 115
do de n. 1,764 de 14 de maio de 1856, serio or-
genisados psios lentes catbedraticos sobre o ob-
jecto das respectivas cadeiras, apresentando cada
um doze pontoa pelo menos.
Art. 2. A cotumissao a que se refere o art. 101
do aupracitado decreto o. 1,76i ser composla de
cinco lentes cathedraticos.
Art. 3. Veraaro exclusivamente sobre o ob-
jecto da cadeira em concurso os pontos para a
prova oral de que tratam os arta. 124 a 128 do
mesmo decreto, e para a prova pratica a que se
referem os arls. 129 a 134, quando o concurso ti-
ver lugar para sciencias cirurgicas ou accessorias.
Ari. 4. Serio exercidas pelos lentes cathedra-
ticos todas aa fuocges que pelo decreto supraci-
tado competan) aos substitutos relativamente aos
concursos para provimeoto das cadeiraa vagas.
i Art. 5. As disposigea do presente decreto se-
rio applicadas faeuldsde de medicina da corte
qaando nella Bear tambera extincta a classe dos
lentes substitutos.
Jos Ildefonso de Souza Ramos, do meu con-
selho, senador do imperio, assim o tetina enten-
dido e faga executsr.
Palacio do Rio de Janeiro, em o 1 de fevereiro
de 1862, 41* da independencia e do imperio.
Cora a rubrica de Sua Megeslsde o Imperador.
Jos Ildefonso de Souza Ramos.
conselho de estado, ha por bem mandar declarar
que, nao havendo lei que regule a jposenUdoria
de taes ero pregados, nao cabe os atlributges do
governo deferir ao aopplicaote, que poder re-
correr ao poder legislativo.
O que communico a V. Exc. Rvma. para seu
conhecimento e devidos effeitos.
Deus guarde a V. Exc. Rvma. Jos Ildefonso
de Souza Ramos. Sr. arcebispo da Bal la.
Ministerio da fazenda.
Ministerio dos negocios da fazenda.Rio de
Janeiro, 11 de fevereiro de 1862.Conv ndo de-
finir e regular a competencia do thesouro e da
recebedoria da edrte em certos casos de restitui-
dlo do imposto do sello ou desubsluigo do pa-
pel sellado foroecido a particulares, alte ti a du-
vlda que ltimamente se tem suscitado a esse
respeito, bem como dar outras providencias re-
glamentares para evitar o buso que is partes
podem fazer da concessao do sello em branco;
passo s raaos de V. S. as instrueges ji iotas por
que sedevem seguir d'ora em diante a (irectoria
geral das reodaa e aquella repartigao lis al.
Deus guarde a V. SJos Maria da i ilva P-
rannos.Sr. conselheiro director gera interino
das rendss publicas.
to, promovendo a puoicao legal doa infractore.t
Jos Mara da Silva Prannos
Ministerio dos negocios estran-
geiros.
DECRETO N. 2,886 DE 8 DE FEVEREIRO DE 1862.
Determina que aot cnsules per lenca a quarta
parte do producto dos emolumentos recebidos
nos vic consulados.
Uei por bem determinar que aos cnsules per-
tenga smente a quarta. parte do producto dos
emolumentos arrecadados nos vice-coosulados do
seu dislricto, flcando nesta parle revogada a dis-
posigio do art. 22 do regulamento o. 520 de 11
de judio de 1847.
Benevenuto Augusto de Magalhies Taques, do
meu couselho, ministro e secretario de estado
dos negocios eslraogeiros, assim o teoha e
dido e faca executat. Palacio do Rio de Jan
ooi 8 de fevereiro de 1862, 41 da independencia
Instruccoes a que se refere o aviso desla dala,
para o etame e verifleacio das despezas reali-
sadas pelas thesourarias* de fazenda dss provin-
cias e divises navses em portos estrangeiros.
Artigo 1.* No exsmeda despeza do ministerio
da marinha, que se realisar pelas ihesourariss de
fazenda das provincias e divises navaes em por-
tos eslraogeiros, procurar-se-ha conhecer:
1. Se aa despezas forsm devidamente feilas
e dentro dos limites da distribuido dos creditoa
e das autorlsacesconcedidas posteriormente pelo
governo imperial.
2." Se eram necessarias, ou pelo menos se
consta terem sido justificadas legslmente.
3." Se foram devidamente classicadas, se-
gundo as verbas do orgamenlo, e se 9abono de
venclmentos ao pessoal empregedo oosestabele-
cimeotos martimos e nos navios da forgs naval
foi feiio de conformidade com as respectivas ta-
bellas e ordens Jo governo.
4.* Se as demonstragoes das quantias arre-
3* sec^ao.Kio de Janeiro.Ministerio dos ne-
?ocios do imperio, em 4 de fevereiro de 1862.
llm. e Exm. Sr.Sobre aa leis dessa provincia,
adoptadas pela aasembla legislativa provincial
na seasio ordinaria de 1859, foi ouvida a eecgio
dos negocios do imperio do conselho de estado, e
era consultado 31 de dezembro ultimo observou
o seguiote :
1,* No art. 2- 9 1, 2, 6, 9 e 15 da lei n. 446
de 4 de Janeiro de 1860 se decretara impoatos de
exporlago, sobra os quaes ha necessidade dede-
Uracao do .poder legislativo geral, como em ca-
sos semelhenles se Ism observado sempre.
2." Nessa mesme le ha o art. 3 que dispde que
a fazenda provincial nao aceita nem recoohece
outra moeda que nao seja a do cunho naciooal,
ou as notas nanearas que legalmente como taes
sao consideradas. Se esta disposigio eslabelece
doulrina, inconstitucional, porque as assem-
blas proviociaes nao podem legislar sobre a moe-
da ; te porm ella apeDaa alfirma a existencia de
um tacto ou fazdectaragao do modo como deve
haver-se a fazenda provincial em auas transac-
coes. nao objecto de lei, ou superflus.
3. Nao constitucional a disposigio do art.
30 desta meama lei, que releva o ei- col lector da
villa do Passo-Fundo da multa que Ihe foi im-
posta pela directora geral da fazeoda provincial,
quer seja considerada como remisso da peoa,
quer como merc pecuniaria. Em ambos os ca-
sos usurpa a atsembla provincial attribuiges do
poder executivo ou moderador
4." No mesmo caso est o 18 do arl. 36, que
autoras o presidente da provincia a mandar res-
tituir a Simio Stelita da Cunta a quantia de 9009,
importancia da multa que Ihe foi imposta como
arrematante da illuminaco publica da cidtde de
Pelotas.
5. A pena de agoutes, imposta pelo art. 27 das
posturas da cmara municipal da villa de Passo-
Fundo, approvada pela le n. 454 de 14 de Janei-
ro de 1860, exorbitante das faculdades das c-
maras municipaea, que s podem infligir as de
prises e multa na forma do aeu regiment.
A obrigagao imposta pelo art. 28, aos mdicos,
cirurgies e boticarios, de registrarem seus ttu-
los na cmara contraria ao regulamento da jun-
ta de hygiene publica. O art. 30, 1, aiada
mais extraordinario, dando cmara o direilo de
conceder licengas para o exercicio daquellas pro -
fissoes. Simeihanle disposigio destruidora de
ludo quauto a tal respeito ha determinado a lei
geral.
6. As posturas da cmara muoicipal da cidade
de Algrele, approvadas tambero pela referida lei
n. 454 de 4 de Janeiro de 1860, impe do nieamo
modo, no arl. 235 pena de agoutes, a qual, como
se tem observado, exorbitante da faculdade que
a lei do 1 de oulubro de 1828, deu s cmaras
municipaea sobre este objecto, nao sendo appli-
csvel ao caso das posturas o art. 60 do cdigo
criminal, como se pretende, porque a lei laxati-
vamente declara quaes sao as penas que as c-
maras podem impr.
7." Na lei n. 456 (orgamenlo municipal) ootani-
e os 23, 27, 28 e 29 do art. 2, que tratam de
imposios da imporlaco e exporlago muoicipal.
A este respeiio j por vezes se lem observado
que indispeusavel urna resolugao legislativa que
deGns a nalureza destas imposiges,
8. Sobre o art. 23, que mands vigorar as dis-
pogoes permanentes da lei anterior, ha a notar
que entre estas eslo as dos arls. 27 e 28, que
conceden) o meio executivo para cobranga daa ren-
das das cmaras municipaes ou por arrematagao,
ou por adminislrago; o que as assemblas pro-
vinciaes nao podem fazer.
9.* No art. 26 desta mesma lei se promette um
privilegio a quero se encarregar de conatruir uro
ou dous matadouros, coosistiodo o dito privilegio,
como diz o artigo, na prohibigao de tslhar-se o
gado em outros lugares. Se o talhar soliente ma-
lar e esquirtejar o gado sto j est determinado
pela lei do Io de outubro de 1828: mas se por esse
vocabulo se enlende lambem a venda por miudo,
tal privilegio nao pode copceder-se, como con-
trario mesma lei, que deixa livie a qualquer a
venda onde bem lh'e parecer.
Em vista destas observagoes as referidas leis
vao ser submeltidas ao exame da assembla geral
legislativa : oque communico a V. Exc. para sua
inlelligencia.
Deus guarde a V. ExcJos Ildefonso de Sou-
za fiamos.Sr. presidente da provincia de Sao
Pedro.
6* secgao. Rio de Jineirp. Ministerio dos
negocios do imperio, 15 de fevereiro de 1862.
Exm. e Rvm. Sr. Leve ao alto conhecimento
de S. M. o Imperador o requerimento em que o
padre Francisco Raymundo Nonato da Madre do
Deus Puntes, lente da cadeira de theologia moral
do grande seminario desta diocese, pede ser ju-
bilado na mesma cadeira, nao s por contar mais
deOannos de magisterio e irapossibilidade de
conliduar a servir, por isso que soffre da visla,
mas lambem por -o peder o seu convento sub-
raRslrar-lhe, por sua pobreza, todos es meios
de tubsisteqcia ; e o mesmo augutto tenhor, ton
do ouvidq *c{.ao dos .negocios do imperio do
Ministerio dos negocios da fazenda Rio de
Janeiro, 11 de fevereiro de 1862.Jus Maria
da Silva Paranhos, presidente do tribunal dothe-
souro naciooal, sttendendo i necessidade de me-
Ibor definir e regular os casos de subst tuigao do
papel sellado em branco, ou de resti uigao do
imposto do sello, por motivo de engao ou ac-
cidente, e tendo outrosim em vista \ revenir o
abuso que desse favor legal pode provl em pre-
juizo da fazenda nacianal, ordena que, emquanto
outras providencias se nio derem definflivameo-
le, sejam observadas as seguiotes instruegoes:
Art. Io O preparo, venda e oso do papel sella-
do, na forma do regulamento n. 895 da 31 de de
zembro de 1851, s est actualmente em vigor no
municipio da corte e provincia do Rioj de Janei-
ro. as outras provincias, e sempre que as par-
les nao queiram empregar papel sellado, ou Isto
Ibes nao seja perrailtido, tero lugar o uto do sello
por verba, antes ou depois de lavraios os ttu-
los, em conformidade do regulamento n. 681 de
10 de julho de 1850. (Reg. n. 2,713 d(e 26 de de-
zembro de 1860, art. 96.)
Art. 2o O uso do papel sellado de estampa par-
ticular s tem sido e contina a ser concedido na
corle e provincia do Rio de Janeiro,,em virtude
de despacho do ministro da iazendaJ Etta con-
cessao hoiiii-se s companbias e casas de com-
mercio, para as letras e oulros papis de que se
servirem em suas traosaeges particulares. (Re-
gulamento citado, e dito n. 895 de 31 de dezem-
bro de 1851. art.-48.)
Art. 3 O sello em branco por verba est em
vigor na corte e as provincias; e piara esse ser-
vico sao competentes todas as estaedes Qscaesen-
carregadas da arrecadagao do imposto, na forma
do artigo 20 do regulamento de 10 de julho de
1850. (Regulamento de 26 de dezembro de 1860,
artigo 96,)
Art. 4* As estampas de uso privativo dos par-
ticulares, actualmente s permittijaa oa corte e
provincia do Rio de Janeiro, serlo selladas na
officina de estampara e irapreasajo do Iheaouro
nacional, e tero impreasa na parle inferior do
sello, a desigoagao do dia, mez anno em que
essa operagao liver lugar, pela ffma desta abre-
viatura, 1862 registrando-se a mesma data por
20
extenso nos competentes termos
Art. 5 A restiluigio do sello .
te por ttulos de estampa parlieu
e do imperio.Com a rubrica de S. M. o Impe- cai'i para o atylo de Invlidos, em virtude do
rador. Ceneoenuo Auousto dt Magalhaes Ta- art. 34 da lei o. 514 de 28 de outubro de 1848,
**' I coinciden com os descontos feilos nos vencimen-
"7~~~ ... ,. tos das differentes pragas que sio obrigadas a con-
\ppl\ca ao empregados deste minwieno ai du- tribuir para o mesmo asylo.
postedes da provtsao de 19 de Janeiro de 1812 g 5. Se os documentos probatorios das despe-
gue regula o nojoe gala que devem Ur os of- scham-se revettidos das formalidades preci-
ficiaes de fazenda. sas e estabelecidas nos respectivos regulamentos,
Illm. e Exm. Sr. Accuso recebido o aviso e se ot osculos dat quantias pagas est exactos.
que V. Exc. servio-s dirigir-me em 26 do mez 1 Arl. j.o 0 im(J 8er f0 raeaija que fo.
prximo passado, mamfestsndo-me o desejo de reB1 ohegando as demonslragoes e documentos,
saber qual a disposigao que regula o nojo dos devendo o empregado revisor spraseotar o resul-
empregados do ministerio a meu cargo, visto co- lado de suas iavesligaces no flm de esdi trimet-
mo a provuao de 29 de Janeiro de 1812 s est ; lr6i acompanhado de um relatorio circumstaocia-
em vigor para o ministerio da fazenda em virtu- Q0 do que tiver encontrado, e de urna recapiu-
de da orden o. 438 de 31 de dezembro de 1856. | Uc0 da desposa classicadas em primeiras e se-
Na ordeoacio iiv. 3" lit. 9 8 e 9 acbam-se guadas vas,
marcados os diaa nao s de nejo por fallecimento j Art. 3. o flm do exercicio orgaoisar o em-
de prenles, como de gala por caeameoto, em pregado competente urna recapitulagio geral de
relacao aos actos judiciaes. I toda a despeza do exercicio, devidamente classi-
Tendo porm a provisio de 29 de jaoeiro de
1812, 15, regulado para as repartiges flseaes
os dias por que seus empregados sio dispensados
do servigo por aquellos motivos, como ful deca- mas habilitados.
ficada pelas verbas do orgamenlo.
Art. 4." A distribuigio do trabalho ser feita
pelo contador, devendo recahir nos empregados
rado pela ordem'n. 98 de 21 de abril de 1849, a
mesma disposico applicavel aos empregados
dependentes do ministerio a meu cargo. Con-
vc ji porm declarar que o nojo marcado por mor-
te dos ascendentes deve ser por iguildade de ra-
za j, guardado por morle dos descendentes pube- qejuigsT res, assim como que por sogro e georo, ou ora, trabalho. e da flsealisagio em geral.
Art. 5. O ebefe da segunda secgao dirigir to-
do o servigo de que forem incumbidos os diversos
empregados, recebeodo dalles os relatnos e mais
papis de^ue tratam estas iosirucgoes, aflm de
apreaenti.-los ao contador, cora as observagoes
do mesmo
proveniente de papel sellado vendido por ordem
do governo, s pode ser deferida
sujeitos ao sello proporciooa
quanlo a papis
quando os titu-
e eotrega:
ago previamen-
ar, bem como a
deve-se observar o mesmo nojo estabelecido por.
morte deirmaoa cunliados, oque est de confor-
midade, nao s com o disposlo na ordeoagio ci-
tada, mas lambem com o disposto 00 cip. 17 da
pragmtica de 24 de maio de 1749.
Respoodendo por esta forma ao aviso de V. Etc.
aproveito a occasiio para reiterar-lhe as expres-
ados de mioha alia estima e subida cousideragao.
AS. Ex.-, o Sr. Jos Maria da SilvaParanhos.
Benevcnuto Kugusto de Magalhaes Taques.
Ministerio da justica.
Mioisterio dos negocios da justiga.Rio de Ja-
neiro, ero 3 de fevereiro de 1862 Illm. e Exm.
Sr.Responden lo ao officio de V. Exc. datado
de 23 de julho de 1860, acomptnhando o do bri-
gadeiroco nmaodante superior da guarda nacio-
nal da capital dessa provincia, relativamente'
aos ciaras, cornetas e tambores dos cornos da
meama guarda, que se acharem doenles, lenho a
declarar-lbe, para aeu conhecimento, que os re-
feridos clarins, cornetas e tambores, quando doen-
les, podem ser tratados not hospilaes militares,
revertendo em favor dos cofres da repsrtigao da
guerra os vencimentos que elles perceberem por
este ministerio. Deus guarde a V. ExcFran-
cisco de Paula de Negreiros Sayo Lobato. Sr.
presidente dt provincia do Para.
Arl. 6." As demoosragdes remettidas pelas
thesourarias das.provincias e as segundas vas das
recapitulagoes da despeza elassifleada, de que tra-
ta o art. 2* destas instrueges, serio entregues
primeira secgio da conladoria, para atiende las
na esctiDturagio dos crditos.
Arl. 7." O mes-no chefe da segunda secgao na
entrega dos documentos e mais papis aoa em-
pregados que forem designados para proceder aos
exames marcados tiestas iostruegoes far observar
o que se acha disposto no art. 13 do aviso regu-
lamentar de 2 de abril de 1856.
Art. 8." O contador orgaoisar 03 modelos que
forem necessarios para regularidade do trabalho,
e propor ao governo as providencias que a ex-
periencia for demonstrando serem precisas para
cabal tjetempenho das presentes instrueges.
Dio He 'Jaoeiro, em 15 de fevereiro de 1862.
Joaquim Jos Ignacio.
GOVERNO Di PROVINCIA.
Expediente do dia S5 de fevereiro
de 186S
Officio ao Exm. bispo deocesaoo.Em respos-
ta ao officio de V. Exc, datado da>20 de oalubro
ultimo, cabe-me dizer-lhe que em observancia do
que communico V. S. para ter execugio oa
parte que trie toca. Comtnunicou-se ao com-
mandarjle das armas.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Remetto V. S. a conla e documeotos relativos
aa despezas feitas com a obra da matriz-da fre-
guezia de S. Pedro Martyr de Olinda at 16 de
dezembro do anno prximo pastado ; a flm de
que coniforme indica em sus ioformago de 22
do crrante, sob n. 117 mande descontar na quan-
lia que receben o vigario d'aqoella freguezia ar-
cediago Joao Jos Pefeira, proveniente do bene-
ficio da loteria que correu em 2 de outubro a fa-
vor das mesmfs obras o saldo- da predita cota
na importancia de 6130300.
Dito ao mesmo.Mande V. S. entregar ao
director do collegio dos orphaos de Santa The-
reza em Olinda a quantia de 10JO00 rs. para as
despezas mencionadas d'aquello eslabelecimeuto
no presente mez, conforme' solicilou o director
geral dainstruegao publica em officio de 21 do
corrento, sob o. 53.Communicou-se ao director
geral da instruegio publica.
Dito ao mesmo. Recommendo V. S. que '
nos termos de sua iitormagao de 22 do correte,
sb n. 115, mande pagar ao negociante Jos An-
tonio Anselmo Moreira.iodependente de procura-
gio bastante conforme requisitou o chefe de po-
lica em officio n. 1309 de 26 de dezembro ulti-
mo, a importancia das despezas fritas com 0
sustento dos presos pobres da cada da cidade da
Viclorit no mez de novembro do anno prximo
passalo, bem como no3 subsecuentes at seguods
ordem.- Communicou-se ao chefe de policia.
Dito ao mesmo.Em vista da folha junta em
duplcala a que se refere a sua informagao de 22
do correte sob n. 113, e que me foi remettido
pelo chefe de policia em officio o. 35 de 9 de Ja-
neiro ultimo, mande V. S. pagar quando hou-
ver crdito ao alferes Luiz Joaquim dos Sintos
Rezerra ou a pessoa por elle autorisada a quan-
tia de 38)000 rs. em que |importam os venci-
mentos do mesmo alferes durante os 15 dias em
que vejo de Caruar esta capital conduzindo
preso alferes de primeira linha Maooel Paria
Lemos.Commnnicou-se ao chefe de policia.
Dito ao comman Jante superior do R-cite.
Sirva-sa V. S. de expedir suas ordens para que
cessem os exercicios e revistas da guarda nacio-
nal tob seu commando superior emquanto hou-
verem receios da epidemia reinante.
Din ao director geral da inslrucgio publica.
Em resposta ao sen offlcio de 21 do correle sob
n. 54, tenho a dizer-lhe que o facto de resignar
o vice-director do collegio dos orphaos o resto
da licehga de que gozava importa o seu acaba-
mento, pelo que nao poder elle gozar os dias
que faltavam quando Ihe aprouver com, pre-
tende.
Dita ao mesmo.TLm vista de sua informagao
firmada em 22 do correle, mande Vmc entre-
gar os quairo orphos que pede a veneravel or-
dem terceira de S. Francisco desta cidade, para,
na qualidade de cantores acompanharem a pro-
cissio de anza que tem de sshir daquella ordem
no dia 5 de margo viodouro.
Dito ao mesmo.Em solugio a consulta que
Vmc. faz ero seu officio de 22 do correle sob
o. 56, tenho a dizer-lhe que a renuocia feila
pelo professor de instruegio elementar da villa
de Tacarat Antonio Estanislao de Carvalho da
liceoga que Ihe foi concedida demonstra que
della nio necessitava, pelo que nio Ihe podem
ser abonadas as faltas de que trata Vmc. no seu
citado officio.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
Vmc concertar netse arsenal as 20 armas com
correames perteocentes ao balalhio n. 45 da
guarda nacional do municipio de Barreiros, que
para esse flm rae foram remetiidas pelo respec-
Ribeiro Paraguass.Commuoicou ta a trtesou-
raria de fazeoda.
Despachos do dia SSde fevereiro.
itquerimtntot.
Antonio Deas Risa.Informe o Sr. Dr. di-
rector geral da instruegio poblice.
Adriano Augusto de Almeida. Satisfaga o
aupplicante a exigencl* da contadoria da fazenda
escripia no verso.
Antonio Jos de Souza Pedroso.Remettido
ao Sr. Dr. juiz municipal do termo de Olinda
para attender ao supplicante como entender jus-
to vista do aviso de 18 de jaoeiro prximo
Godo.
Bernardo Francisco Vandervaet.Ioforme o Sr.
inspector do arsenal de marinha.
Francisco Antonio da Rosa e ou tro.Satisfaga m.
os aupplicantea a exigencia da thesouraria de fa-
fazenda constante da informagao lancaa no
verso.
Josfi Perreira de Oliveira.Como requer.
Dr. Joao Pedro Maduro.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Jos Roberto Padilha.Nio tem lugar.
Juveocio Taciano Msrtins.Gomo requer.
Maooel Jos Dantas.Satisfaga a exigencia da
contadoria, escripia no verso desse requeri-
mento,
Pedro Alexaodrinoda Costa Michado.Remet-
tido ao Sr. juiz muoicipal do termo do Cabo para
attender ao aupplicaote como for justo a vista
do aviso de 18 de Janeiro prximo lindo.
Rita Maria de Oliveira Cruz.Informe o Sr.
inspector da saude publica, ouvindo o parocho
respectivo.
Sociedade Bemfeitora Pernambucana. Nao
ple ser approvao os eslstutos de que trata, por
isso que nio se acharo de conformidade com as
disposigoes do decreto citado pela supplicante.
Urbano Mamede de Almeida.Expedio-se or-
dem ao inspector do arsenal de marinba no sen-
tido que requer.
Urbano Mamede da Almeida.Expedio-se or-
dem ao inspector do arsenal de marinha no sen-
tido que requer.
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO
11 de fevereiro de 1868.
Por decreto de 31 de Janeiro prximo psssado
foi nomeado o conselheiro Joaquim Auto Fer-
nandes Leao presidente do imperial instituto
Bahiano de Agricultura.
tribunal do tre-
los do estampa.
los se tenham inutilisado em coisequeocia de II-
quidagao ou mulenga de firma ocial, alleragao
do cunho ou laxa legal do imposto. Nao serio,
porm attendidos os requeriroi ntos que forero
apresentados aeis mezes depois da dala em que
occorrer alguma das referidas hrpotheses. (Re-
gulamento de 10 de julho de 18a 9, dito de 26 de
dezembro de 1860, e decisoes do
souro.)
Art. 6 A substituido dos til
particular, ou do papel sellado vendido por or"
dem do governo, s admissiverquanto ao sello
proporcional; e se far por titulis de iguil laxa e
qualidade, tanto nos casos especificados no arti-
go antecedente, como naquelles bm que, achan-
do-se ainda os ditos papis semj assigoatura al-
gums, llcarem inutilitados por engao ou acci-
dente.
O prazo de 6 mezes marcado no artigo 5 ap-
plicavel a esta disposigio, sendo 1 ontado para os
casos de subsliluigao por engac o ou accidente,
do dia ero que houverem sido se lados os ttulos
de que se tratar. (Regulamento de 10 de julho
de 1850. artigo 20; e instruccoes n. 218 de 28 de
agosto de 1835 )
Art. 7o As recebedorias e mais estages s-
caes, que ten a seu cargo a arrecadagao do im-
posto do sello, sio competentes] cada urna em
relagio aos papis de que tenham percehi Jo o
dito imposto, para conhecerem das requerimen-
tot concernenles as substitulges e restituigoes
autorisadas nos arligos antecedentes; salvo o re-
curso legal, na corte para o tribunal do thesouro
nacional, e as provincias para is thesourarias
de fazenda, e destas para o mes mi thesouro, nos
termos da legislagio em vigor.
A substituigao, porm, deque trata o artigo6
s lera lugar na recebedoria da corte, o a resti-
luigio do sello, pago em estages que nio sejam
recebedorias ou alfaodegas, ser, requerida na
provincia do Rio de Jaoeiro ao tribunal do the-
souro, e as oulras s thesoursr aa de fazenda.
(Decreto n. 2,343 de 29 de Janeiro de 1859, artigo
27; Regulamento n. 2,551 de .7 de margo de
1860, artigo 30, II, e arligos t 67 ; dito de
26 de dezembro de 1860, artigo 1 I.)
Art. 8" Os administradores das recebedorias e
os chefes das oulras estages flseaes competentes
deverao aempre proceder sos siams precisos,
para certiflearem-se da veracidad dos sellos cu-
ja substituigio ou restiluigio Ihe fdr requerida,
observaodo o que prescreve o regulamento de 26
de dezembro de 1860 contra os que tenham in-
corrido em fraude ou falsidede.
Pera este flm o administrador da recebedoria
da corte poder requisitar directamente, e do
modo mais expedito, os esclarecimentos que ne-
cessite da parte da officina de estampara e im-
pressio do thesouro.
Art. 9" As companhias e casai commerciaes
que possuam papis sellados de 1 eu uso privati-
vo, sem a for mal Jale ora prese ripia no artigo
4, poderio servir-te dos ditos ti ulos dentro do
prazo de-cinco aonot a contar deila data, ou re-
querer a sua substitulgao ou resi taigao antes de
Ando o mesmo prazo.
Art. 10 E' f'uado o prazo do oit 1 mezes, a con-
tar desta dala, para recolher-se recebedoria da
corte o papel sellado, com ss taxis do sello lixo
de 60, 80, 120 e 160 rs vendido por conla do
governo, oque sioda esieja em branco, sob pena
de licar millo o dito sello.
Art. 11 S as pessoas competentemente auto-
risadas podem esptr venda paplel sellado, e s
recebedorias e mais estages scaes imcumbe es-
pecialmente evitar qualquer abuso a esse respei-
Mioisterio dos negocios da justiga. Rio de
Janeiro, em 5 de fevereiro de 1862.Illm. e Exm.
Sr. Respoodendo ao officio de V. Exc datado
de 12 de dezembro ultimo, em que consulta so-
bre o destino que deve dar aos officiaes da guar-
da nacional que se mudarem sem guia, dos dis-
tritos dos respectivos corpos, tenho a declarar-
Ihe, para seu conhecimento, que a mudenca sem
a guia de que trata o art. 45 do decreto de* 12 de
margo de 1853 ausencia, cumprindo que seja
privado do posto o official logo que ella exceda a
disposlo no aviso da repartigao do imperio data- l'Te commeodanie superior em dala de 23 do
do de 16 de julho do anno pastado, foram orga-
dai ai obras de que necessita o edificio que serve
de seminario episcopal na cidade de Olinda.
Dito ao commandante das armas.Fica appro-
vedo o contrato cooslante do termo de que V.
Exc. me remeteu copia com o aeu officio o. 392
de 92 do correte,' celebrado com Quioleiro, e
Agr para conduegio dos oda vares das pragas que
fallecerera da epidemia reinante. Communicou-
se ao iospector da thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo.Remetto V. Exc. a petigao
mais de seis mezes, conforme dispde V art. documentada queme dirigi Tiburciu Raymundo
65 da lei de 19 desetembro de 1850. Deus guar-
de a V. Exc Francisco de Paula de Negreiros
Sayo Lobato.Sr. presidente .da provincia do
Rio de Janeiro.
Ministerio da marinha*
AVISO DB 18 DE FEVBRE1RO DE 1862.
Amplia o disposto no aviso de 26 de novembro de
1859, declarando nao estarem comprehendidas
as suas prescripges as costas dos encarrega-
dos docorpo de fazeoda, cujos invenlariosie-
nham sido feilos dentro do ultimo trimestre do
anno floanceiro ; e bem assim as dos cirurgies,
pharmaceuticos, machioistss e mestres dos na-
da Silva Tavares, a flm de que se sirva de man-
dar junta-la ao processo de conselho de guerra a
que est respoodendo o capllio do 4 baialhao
de artilharia a p Jos de Cerqueira Lima.
Dito ao chefe de polica.- Faga V. S. apromp-
tsr os sentenciados de justiga que tem de seguir
para o presidio de Fernando' na primeira oppor-
tunidade, enviendo-me com antecedencia urna
relego delles
Dilo ao mesmo. Srvase V. S. de informar
se os presos escravos a que allude o delegado de
polica do termo de S. Auto em officio de J2 de
' agosto do anno passado, junto ao de V. S. n.
803, de 19 do mesmo mez, esto effectivameote
vios da armada e estabelecimeolos de ma-, abandonados por seus senhores, como se deduz
r>na. i do officio do mesmo delegado!
2* seceo.Rio de Janeiro.Ministerio dos | Dilo ao iospector da thesouraria de fazeoda.
negocios da marinha, en 18 de fevereiro de 1862.. Envio- V. S. -para sua scieocia o um coaveni-
Tendo em vista obviar aos inconvenientes que, ente copia do aviso de 22 de Janeiro iludo, em
sem vantaftem ds flsealisagio e dos verdadeiros que o Exm. Sr. ministro da agricultura eommer-
inieresses da fazeoda pablica, resultam na pratica! ci e obras publicas, declara que o governo ira-
da geueralidade com que entendido o aviso de I penal revogando a ordem comida em outro avi-
26 de novembro de 1859, applicaodo-seindistinc- to de 14 de selembro do mesmo anno passado,
lamente a sut doulrina, nio s s contas de to- pelo qual mandou-se remover os ludios da aldeia
dot ot responsaveis do corpo de fazenda, qual-
quer que seja o lempo da sua gestio, mas anda
s dos cirurgies, pharmaceuticos, machinistes e
mestres dos navios da armada e estabeleclmentos
de marinha, apezar de nio estsrem estes com-
prehen lidos na disposigio do art. 15 do cap. 5 do
plaoo que baixou com o decreto n. 1,940 de 30
de juoho de 1857, S. M o Imperador, atienden-
do ao que V. Exc. representara, por officio n.85],
de 16 de junho do anno passado, ha por bem or-
denar:
1. Que sejam exceptuadas do encerramento
prescripto no aviso de 26 de novembro de 1859
as contas dos eocarregados do corpo de fazenda
cujos inventarios tenham sido feilos dentro do
ultimo trimestre do anno Hoanceiro.
i-. Que sejam, outrosim, dispensadas da citada
formalidade as contas dos cirurgies, pharmaceu-
ticos, mschinistas e mestres, procedendo-se ni-
camente aot retpectivot inventarios, quando taes
responsaveis tenham de desembarcar, ou os iote-
sestes da flscalissgao o exigirem.
Deus guarde a V. S. Joaquim Jos Ignacio.
Sr. contador da marinha.
AVISO DE 15 DE FBTERKIRO DE 1862.
Manda observar as instrueges pars o exame e
veriflcagio das contas de despezas, a que se re-
ferem os 5o e 2o dos arts. 2o e 5o do regula-
mento e decreto o. 1,739 de 26 de margo de
1856.
2a secgao.Rio de Janeiro.Ministerio dot ne-
gocios da marinha, em 15 de fevereiro de 1862.
S. M. o Imperador ha por bem ordeoarque, na
execugio do disposlo nos f 5o e 2' dos arls. 2o
e 5o do regulamento e decreto n. 1,739 de 26 <
margo de 1856, sejam observadas as instrueges
que a este acompealiam, regulando o exame e
veriQcacio des despezas realisadas, acontado
ministerio da marioh, pelas thesourarias de fa-
zenda e divises navaes em pdttos eslraogeiros.
Deut guarde a V. S. Joaquim Jote Ignacio.
Sr. comedor da marinha, '
da Escada para o Riacho do Matto, deliberou que
depois de medidas as Ierras dessa' aldeia, destri-
buiodo-se a cada familia no lugar em que j pos-
sue casa e lavoura, bem como aos soltelros meio-
res de 21 annos, que tenham economa em se-
parado terreno sufficiente, que Ihe Acara per-
teocendo depois de 5 annos, sejam vendidos por
essa repartigao, de accordo com as determina-
goes da presidencia os terrenos que sobrarem,
logo que terminem os contratos a que esto su-
jeitos: observaudo-se primeramente para ter
lugar essa venda quanto se recommenda no ci-
tado aviso.
Dito ao mesmo. Declaro V. S. que em 83
do correte, como me parlicipou o brigadeiro
commandante das armas em officio de 24, foi
despedido do hospital militar o paisano Jos Fer-
reir da Costa.
Dito a o mesmo.Communico V. S. que foi
admittido ao hospital militar, na qualidade de
servente, no dia 20 deste mez, o paisano Olega-
rio Francisco da Silva, segundo parlicipou o bri-
gadeiro commandante das armas em officio de
hontem.
Dito ao mesmo.-Pode V. S. conforme indics
em sua ioformegio de 22.do correte, sebn. 137
maoder abonar os tres mezes de sold que pede
o lente docorpo do estedo maior de segunda
classe Alexandre Augusto de Frias Villar no re-
querlmenlo que devolvo coberto com officio do
commandante das armas, visto ter sido promo-
vido a este potto por decreto de 2 de dezembro
do anno prximo passado.Communicou-se ao
commandante da armes.
Dilo ao mesmo.Altete* es razes pondera-
das no officio do delegado do'cirurgiio-mr do
exercito sobre que versa a informagao de V. S.,
o. 149 desta data, ten,ho reso.lrido que a Iropa de
Ia liaba, em qyenlo reinar a epidemia do cho-
lera netta provincia se.dsmeule a etape de
primeira especie, flcaodo para esse flm elevada
a 435 rs. o qanlitetivo da 400 rs..marcedo para
mez pesssdo Communicou-se ao commandante
superior do Rio-Formoso..
Dito ao director das obres militares.Insto
pelo orgamenlo que mandei organisar por offi-
cio de 13 de Janeiro ultimo, dos concertot ne-
cessarios as casas de guardas nesta cidade. *
. Dito ao metmo.Recommendo Vmc. que,
ten^o era vista' o que expe o cirurgiao Dr.
Americo Alvares GuimarSes em anota por co-
pia junta orce as despezas a fater-se com at ai-
teracopa que o mesmo Dr. julga convenientes pa-
re melhorar as condiges hygienices do quarlel
do 4o batalhio de artilharia a p.
Dilo ao mesmo.Satisfaga Vmc. com a maior
brevidade o que exige o inspector da thesouraria
de fazenda no officio coostante da copia junta
coa) relagio ao quartel de Santo Amaro e ao
hospilal militar.
Portarie.O presidenta da provincia atienden-
do ao qae expoz o inspector di thesouraria pro-
vincial em officio de 22 do corrente sob n. 112,
resolve abrir um crdito tupplemeutar na im-
portancia de 75($000 rs. para pagamento das
despezas no correte exercicio com o expedien-
te e asseio da casa ero que fuocciona aquella
thesouraria, visto achar-se esgntsde a consigna-
gao volada para esse Qm no 3 arl. 30 da lei
do orgamenlo vigente.Remetleu-se por copia
ao iospector da thesouraria provincial.
Dita.O presidente da provincia aliendendo
ao que Ihe requereu Amonio de S Leitao resol-
ve conceder-Ihe licenga para mandereo presidio
de Fernando o hiate Sergipano de que mestre
Uenrique Jos Vieira da Silva, flcando obrigado
a fazer transportar nessa occasiio, sendo preciso
mediante pagamento, os empregados, pragas,
sentenciados e gneros do estado, destinados ao
mesmo presidio, bem como a nio consentir que
para all se transportera no dito hiale sem per-
raissa) do governo, gneros e|quaesquer oulros
objectos perteocentes a particulares, nao podeodo
elTectuar o desembarque docarregamenlo que le-
var o navio sem que por parte do commandante
do presidio se proceda a exame para verificar se
ha agurdente oa oulra qualquer bebida espiri-
tuosa.
Dita.O presidente da provincia, adedenlo
ao que Ihe requereu Henrique Jos Vieira da Sil-
va, resolve eonceder-lhe licenga para levar no
hlate Sergipano, de que mestre, pera o presi-
dio de Fernando os gneros e,mais objectos men-
cionados oa relacao junta assignada pelo secre-
tario do govern ; nio podendo effectuar o desem-
barque dos ditos gneros e objectos sem que por
parte do commandante do presidio se proceda o
eiam para se verificar se ha agurdente .ou ou-
tra qualquer bebida espirituosa, e seo do alm
disto obrigado a apresenlar ao predito comman-
dante a factura de taes gneros altestada quanto
aos pregos pelo presidente dos correctores ge-
raes
Expediente
do go-


do secretario
verno.,
Officio ao commandante das armas.O Exm.
Sr. presidente da provincia manda aecusar rece-
bido o officio n. 394 de 24 do correle em qne V.
Exc. parteclpoii-lhe haver chegado a Tacarais o
cipilao Kanocl da Cuoha Waaderley Llns^que
aeguio desla capital encarregado da couducgai de
varios criminosos da justiga destinados a viUAdo
Ouricury.
Dito ao juiz de direilo interino de Pi d'Alho.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia accuso recebido o officio de 20 do corre-
te em que V. S- parlicipou i.er nomeado a Ma-
ooel da Silva Jacome Pessoa, para exercer in.ie-
sinimento ahi, o cargo de promotor publ.'.co do
emeltisqle Teoclpqerjtp aj prsenle sem.aslfe, o llmnediroeulQ flo eljectlTQ 0 6B0lureV Jtfs Mri| ;560^npuias.
Foram promovidos guardas-marinhas, por
aviso de 8 do corrente, os aspirantes Pedro No
lasco Pereira da Cuoha, Jos Antonio Cona d*
Mello, Maooel Lourengo de Castro Rocha, Ma-
noel Augusto de Castro Menezes e Jos Ignacio
Borges Machado.
12
Por decreto de 8 do corrente foi nomeado
officisl da secretaria da thesouraria de fazeoda
do Para o amanuense da mesma Vicente Carneiro
Leal.
13
Ne reuniio d ante-bootem da companhia de
seguros martimos Santa Cruz, foi apresentado
pelo conselho director aos accionistas desta com-
penhie o reletorio seguate :
Senhores accionistas. O conselho director
vero, em conformidade com o disposlo no art. 41
dos estatutos que regem a nossa companhie.
prster-vos coalas da gestio dos negocios da
mesma companhia durante o anno prximo
passado.
Nio deveis igoorar que o seu mandato expi-
rou em 31 de dezembro de 1860, e que, em con-
tequencia de falta de numero legal para constituir
assembla geral (embora coovocada pelas folhas
diarias para trea diversas reunies), fui elle
obrigado, bem contra sua vootade, a continuar
na diroegio da companhia ; por isso ous elle
esperar que te por ventura algam erro commet-
teu no desempeoho de suas funeges, essa falta
Ihe ser relevada.
c A nossa companhia continua a marchar sa-
tisfactoriamente, e a nao ser o onus que sobro
ella acarreta a liquidagao da malfadada compa-
nhia de seguros marilimos e terrestres, leriamos
j colhido um resultado igual ao menos a um boro,
juro do nosso capital; pols que o saldo daa upe-
rages do anno moslra um lucro igual a 15/89 ".'.
por anno, e se Ihe ajuotarruos o resultado dos
seis mezes anteriores, sobe essa porceniagem a
26/16 % em 18 mezes.
O balango junto vos mostrar os lacros l-
quidos ds comptahia, e o conselho director pede
liceoga para vos ministrar mais as seguinles in-
forroages, que julgo vos serio interessantes.
O capital seguro importou em 3,7I8.996$917,
montando os premios recebidos a 70:1708103.
igual a 1/887 /0, termo medio ; lm deste capi-
tal preeoebemos lambem por conla de apolices
in quo vis da companhia marilimot e terrestres
a quantia de 472:2849497.
Ossinittros puramente da companhia Santa-
Cruz, durante o anno fiado, ou mesmo desde o
seu principio, importam apenas em 8:3939440 ;
mis temos tilo que pagar durante o anno poc
conla da liquidagao da anliga companhia......
39:087$957. tendo disto 15:367jj200 da agencia da
Londres e 3:829)585 ds de Pernambuco.
<< Esta liquidagao tem absorvido lodos os lucros
que a nona companhia tem conseguido, como
igualmente o resta:.te da companhia marilimos o
terrestres.
O conselho director nutre porm a etperaoga
de poder parcipsr-vos, na nossa primeia ou
segunda reonio, que aquella liquidagio acha-t
inteiramente coociuide.
a As demandas que a companhia sustenta
presentemente sao apenas tres, e todas ainda por
coota da companhia marilimot e terrestres. A
1* pela perda em dezembro de 1858 do brigue
etcuos Maria qne foi a pique sobre as amarras
perto das ilhas de Marica ; tendo obtido senieu-
get a nosso favor, foi a causa levada ao supremo
tribunal de justiga, e concedida a revista para
Pernambuco, onde por ora te acha pendente.
A segunda a bem conbecida questao do
vapor Jotephina, ne qual tambem livemos sen-
tengas a favor em Ia e 2a instancias, das quaes
o segurado appellou para o supremo tribunal do
justiga.
A terceira questao a do hiale Dous Amigos,
que em viagem de Beneveate para este porto*
em margo de 1860, foi a pique sem motivo alguna,
appareate. pelo que o conselho director recuso*
o pagamento do valor seguro (3:200) Levada a
questio a juizo, I .i a sentenga em Ia instancia a
notto favor, da qual o segurado appellou para o
tribunal do commercio, ao qual se acha allecta.
Felizmente nao temos ainda tido pleito alguna
Contra a companhia Santa Cruz, o conselho
director invidar lodos os osforcos para evi-
ta-los.
a O servigo interno contioa a ser desempe-
nhado salislaloriamenle, embora redundo o pes-
soal ; tendo se demillido o empregado eooazre-
gado de parle da esc.ripturagao, r*lu p Sr.
gerente tupprimic o litia^MMMl
o seohor guardi^'.ii______________
empregaQo, poupasaV


--


r




.
! i.
"- V. ? "'"-----1
ministrar* qualquer
ttm_
O Mnhor gerente vos
iaformico que exigirdes.
Rio de Janeiro, 31 de-dezesibrQ de 1861.Os
directores, Antonio RodrigueeJ* Olivtin '-An-
tonio. Martin* Lage. Jtortterara /eaeraist J ato
ftm.
14
Ful cooctJJo o titulo de couielho tei Sts.
deaembirgadores Haooel de atas VaidetorSA,
residente do tribuoal do comstsrcis e corte,
1 Joo Lopes da Silva Couto, Helad doetmirao-ir
XUIfJll.
"5"
==


DU110 DR PEBNAMBCCO. SEXUlSfilUDE FEVEREHO WE 18S2.
tri-
Pur decretos de 12 do corrate-.
*toiommutada em
ale orle Imposta por
(erra, e conflrinada pe
atar de justlca.
canioMfterfClQo a pea
astjjgpca Am coosetho Se
iio cotiselko supremo mi-
OUsearaCa!.
lapas sutaartor da
ale *
4 imiuil*,*
. ao soldado do carpo da guarni-
das da Parase, Francisco Gomes de Araujo.
Forana reformados; o raajor do 6o batalho
ele tofaotaria Kli* Jas Rodrigues da Silva, e o
od da aegoutte reg asearle de cavallarto h-
jwa *oae Jos Basilio Pyrrh, por sotTreren
asoleiliit racsraveto que os tero*m incapazes de
todo servio.
si taracearas a eapitao do 5 reRiraeote de
avallarie Hejerra tula Mooit Baireto Netto a te-
tnissio que pedto do Borrico militar.
Fot oomeado 2 cirurio do corpo de sude
alo exercito Antonio Augusto Hsllieiros.
--
Da ordem de da n. 304, publicada hoetsm pe-
la repartijee do judaete-genersl, coacta que
forata nomeadot:: or. teoeote-cocooel do cor-
po de-engecrherot Dr, Anionio Jos de Araujn,
para substituir o Sr. coronel do mesmo corpo
fieorique de Beaureeaire Rohaa nos trabalhos
da ceaomiasso de meioramenios do at tortol do
xercrte, duraote o lempo que durar acommitso
de que teco de ser-encarregido o dita Sr. coro-
nel pelo ministerio dos negocios da agricultura,
cotnnrercio e obras publicas.
Mejor do corpo de eogeoheiroe Meaoel da Cu-
nhs Barbosa, para ir praticar na estrada de ferro
do O. Pedro II.
Major do corpe de estado-maior de 2a ciaste
Amonio Tallo Brralo, para commandar interi-
namente a fortalece da Lage.
Capito do eotpo de eogenheiros Candido Feli-
ciano Pereira de Carvalho, para flcar i disposi-
5io do ministerio dos negocios da agricultura,
coisroercio e obras publicas, oo lugar do aju-
daste da inspeoco geral das obras publicas, pa-
ra o qual fui Borneado pelo messao ministerio.
Aviso de'6 do correte.
Capitio do corpo de ostado-maior de 1* ciaste
Joa Fraocisce Coelho, para ajudante de ordene
do commando daa armas da provincia da Bahia.
Tente do corpo de eslado-maior de Ia cissse
Francisco Aolooio Pimenta Bueno, para ir prati-
car na eatrada de ferro de D. Pedro II.
Temiles do mesmo corpo Maooel Feliciano
Pereira de Carvalbo, para ajulanle do commaa-
do da -escola central.
V* cirurgis do corpo de ssude do ezercilo :
ur. Evaristo Nuoes Pire, Francisco Baptista da
Rocha, Alfredo Candido Guimarei, Luiz Frtn-
cisco de Murinelly, Jos Mara de Souia Fernn-
des, e-Constantino Teixeira Hachado, para servi-
xem na-guarnico da corte.
2a crrurgio Dr. Firroioo Js Doria, para ser-
vir na proviocia do Rio-Grande do Sul.
Itajores reformados do eiercito Thomai Jos
Monto, para director da colonia militar do Ja-
taby, na provincia do Paran, lugar que interina-
mente exarca por nomeacao da presidencia da
mesma provincia ; Felippe Duarie Pereira.com-
anaodaote interino da fortaleza de llaroarac, na
provincia de Pernamboco, para commaodante
ffeotivo da mesan fortaleza.
Oa pita es reformados do ezercito, Jos Ignacio
Coimera, para etcripturario da 2* directotia geral
deata secretaria de estado ; A.-igelo Jos da Sil-
a, para ajudante de ordens interino da presi-
dencia da provincia de Goyaz.
Foram exonerados ossenhoroa:
Major do corpo de estalo-maior de 2" classe
Jos Constantino Lobo Botelho, do eraprego de
scripturario interino da seguida directora geral
desla secretaria de estado, deveodo continuar a
ervir como addido lerceira directora geral da
nesma-secretaria.
Teneots-corooel do estado-maior de 2a ciaste
Jos Joaquim da Silva Santiago, do commanrto
Mlerino da fortaleza da Lage.
Major do corpo de eogenheiros Hanoel da Cu-
nna Barbosa, do luar de ajudante do inspector
eral daa obras publicas do municipio da corte.
Tsente do corpo de eslado-maior de Ia csise
Francisco Antonio Pimenta Bueno, do lugar de
ajudante do coramando da escola central.
16
Por dcreto o. 2,890 de 8 do corrente mez, foi
creada urna companhia de apreodizea mariobeiros
na provincia do Epirto Santo.
An execucaes do termo da Ptlmeirt dos Indioa,
vn/Alagoas. "
Eduardo Joaquim Pereira de Oliveira, Major
comman#nte do esqutdrao de careliana nf
daajtjsrda nacional da provincia do Rio do Ja-
neiro.
O major Antonio Jote Rodrigues Torrea, tenen-
lavcoronal corntoandaote do batalho de toanlaria
O caajdBso MM, itmm do fastalhic at. 3 da do*a-
vtf.
O tesajate Ci
Sjuerte^satuist) alo
I ca do Ir*.
O teaaaste-tMaMnel las
porosdlaiomm
Chique-Chique, na Baha'.
O oaajw Aotoa Cc^la Matseda. teaeste-
coronel chefe do estado maior de commando su-
perior de MogyasiriiB, em S. Paulo.
O capito Jos Perraz de Campos, teneote-co-
roneldo bstalhlo b. 27 da mesma provincia
O major Jos Francisco deCarvalho Junqoerri,
idem do batalhie 32 da dita proviocia.
O eapitao Maooel Pereira Borges, idem do ba-
talho n. 8 da provincia da Parahiba.
O eapitaoGomiogoa Pereira Lima, majar com-
maodante da seccae do batalho o. 4 da proviocia
do Para
O teoeste Ohristovao A-atonio do Metro, idem
da sec^o do batalho o. 5 da mesma provincia.
O capitio Antonio Rodtiguoa da Costi Carva-
lho, idem do esquadro de cavallari arvuiao o.
13 da proriscia de Minas-Geraes.
O batato de Pitengui, major-commaodante do
esquadro avulso de cavallaria a. 11 da guarda
nacional da mesma proviocia.
Antonia Botelho de Andrade Jnior, idem do
de a. 1*3 da guarda nacional da Babia.
O bario da Prados, major ajudante de ordeot
do commando superior da guarda nacional do
municipio de Barbaceoa.
Calieres Ur. Joa Kolrigues Lima Duarte, ca-
piiae-cirargiao-mor do mesmo commaodo.
O traeote-corooel Juao Guiioerme de Abreu,
chefe de estado-maior do commando superior
da guarda oacioaal do Rosario elcat no Mar-
Siria).
O major Joao oeste-corooel eouimanaote do bataihio n. 12 da
mesma guarda
Foi aggregado ao batalho de infantaria-o. 3 da
gsarda niciooal da Bahia o teme coronel da
mesma guarda Gustavo Adolpho de Menezet.
Foram reformados :
O lente coronel Francisco Pereira Mondes,
de S. Paulo, -no posto de coronel.
G major Joio Gomes Pereira, do Para, do de
tenenle-corooel.
Foraoi reconduzidot :
O bacharel Antonio Loureoco de FrailatJ i
Daniel Collaco.Os officiaes
Oa officiaes da curveta brasileira J?o*iono mi-
mosearam o nosso vice-coosul em Tnger com
um rico relogio chrooometro com correte de
o uro. e o aeu irmao com uro alfioete de peito de
onlhaote. -ero sigoal de gratidao pelos obsequios
que dos s>mot receberam quando all vsteve
aquella curveta., enviando tudo isto' ao corres-
pondente do dito vice-cnsul em Lisboa, acoro-
paohido da seguinte carta :
lllm. Sr. Jos
alai curveta BaAiana, abaixo assignados, teodo
auod muito pretenlet oa lembranca os innmeros
obsequios com lies dispensadoa por V. S., e de-
awjando dar de eu vivo reconhecimento um pe-
nhor, pedem permisso para offerecer a V. S
esta losigniGcante lembranca. De nenbuma im-
portancia roas servir para demonstrar que o
lempo e a distancia nao conseguirlo suffocar oa
sentimentos que V. S. fez germinar em seos co-
f5oes. Ito attena at certo ponto o patso oo-
2" a <,.n>e da'> e,Peran(l0 I" a bondade illimita-
da de V. S. os justifique plenamente.
Somos com toda a considerado, respeilo e
lima, de V. S. amigos, criados e obrigado.
(beguem as assigoaturas dos officiaes).
C'h'o hontem ao mar, s 3 horas da tarde, da
laorica do Sr. J. Maylor. succeasor dos Srs. Miers
irroaos & Maylor, o vapor GoJoo, construido psra
companhia Cniao Campista e Fidelista. para a
2!I'8-??..*'? P"rihioa. te>1o 130 ps de
eomprido, SO de bocea e 6 de postal, para calar
apenas 3 palmos o/agua com 3,000 arrobas de
arge, alm do seu mac -inismo e combustivel O
vapor lera qualro machinas de alta pressio de
orca collecliv. de 60 cav.llos ; as rodas traba-
lbfao cada urna por si (cada roda teodo doas ma-
chinas), para melhor vencer as numerosas rollas
lo rio Parahiba. O vapor correu perfeitamenle
eiatiodo a este acto o Sr. Torres, gereoie d
companhia Uniao Campitta e Fidelitta, e oitras
pessoat.
__ as
A's sociedades Francesa de Beneficencia e Ty-
pographica Flumioente foi concedida autorisacio
para continuar em suas funecoes,
dos respectivos estatuios.
lugar dea'uiz municipal e de orphaos do termo
de S. Luu de Parahytioga, em S. Paulo.
O bacharel Jos Antonio Rodrigues, no dos ter-
mos reuoidet da Fortaleza e Maraoguspe, ao
Ceari.
Foi conced a ao bacharel Aotero Jos Lage
Barbosa a demisso que pedio do lugar de juiz
municipal do termo de Parahybuna, em Mlnas-
Geraes.
Foi declarado de nenhum *"eilo o decreto que
oomeou o bacharel Manoel Jorge Rodrigues para
o lugar de juiz municipal de Itapemirim.
Foi perdoada :
Alos Antonio Chaves, a pena de dous mezet
de priso emulta correspondente metadedo lem-
po imposta pelo subdelegado de polica de Jaco-
tinga.
A Belarmioo Jos Nepomuceno, a mesma
pena imposta pelo juiz de direito da comarca de
Caxias.
Somos informados de qua yai-se preceder 4
ampatacio de parle de um dua bracas desse das-
gracado estrangeiro, que ataim as sari redsaids
o.^niI0it,J^tU?,0 .??1ua nl WOolrou trewe
panuco patt hospitatKi.de qQ ,|i, eMsrsr
para si e para seu companheiro --
c De um oSclo d
Chrittiaa, coalta
freguetaalatCarinaCl
em lugasc pnoxioas .
Varde, asta footede a
municipal da villa
biir se o*
O ose oast
siteajtjsspsbl
en
edicamerdosaa.itvd
urna liases* aasay
e4pastfs.
9 qoe, pedido da
gasas Dr. Fran-
camara. fecso
^?S!?-.1"'>t.0.5w">0 cy>aMca,AoiU oo oiudo d"eJ
t1-?i* "*i,a,e-, *Tro "*" cuuibiuavau -com
esse acido alm de aigua. iodareto lerruretado.
Unata qse S. Bao. o 8c preaidesteda pro-
vincia mandara ouvir a osle respeito aUoot m-
dicos, na lotenoao talvez de mandar fazer alli al-
guasM obras para a beaosaeervacao dessaa aguas
uo intuito de toma-las aproveiUveis ao pubiioo.
< Aocreacesla a mesma cmara qae a oote,
cuja descobena tas de porto ioUress. i aaudo pu-
blioo, devidameote beneficiada ha de neceaaaria-
mento chamar para alli o grande numero de pea-
toat enfermas que da proviocia do lio o corta
procurara o uso das agsas; visto que caro mais
ao seu alcance do qae as de Baependy a Lam-
ba ry. r
S. Poaalo^-Gaogavam 15 do correte so-
uciaa coohecidaa aa corlo, que sao :
a Apesar da chova incestante que cabio sobre
essa capital em todo o da 5, aola-boolem 19] des-
fechou pelas 5 horas da larde orna daa mait for-
tes trovoadaa de que temos noticia. Caluram oo
espejo da uata,bura seis a oilo ratos as iuiaie-
diacoes da cidade, que felizmente oao oausaram
sioistro alguao. A ebu-a foi tambero abundante
desde aquella ora al 9 da oilo. a
Falleceu ao dia 8 do correte o brigadei-
ro reformado d ezercito Aolooio Simplicio da
>iiva, maior de 70 soooa da idade, o o aotigo
continuo da {cuidada da direito Ezeauiol de Mu-
raes Santos.
aquella folha
L-se so Zeguitinnonha da Diamantina de 1
do corrente :
At continuadas chuvas que cahiram nos me-
zes passados. fiteram bastantes estragos. Muitas
pontea nncessarias em corregos importantes fo-
ram levadas pelas enchentea.
O Jequiliehonha aubio a urna altura a que
ha muitos tonos nao consta ter chegado. As ro-
jas existentes em suas margena, as bailadas
mais contiguas ao leito. foram allagadas e fica-
ram perdidas ; morreu grande numero|de criacao
e muitas rancharas de mioeracao foram levadas
pelas eochentes. Todos os das viam-se descer
destrogos de eonstruccoes e corpos de ani-
maes.
Na
Na paragem de Santa Cruz foi visto ir des-
mido pelo rio o cadver de um moco bem vesti-
do e*i trsjoa de viagem, e logo apa o aeu animal
arreadu.
Atiraram-ae ao ro duaa caota, que nao po-
deraro apanha-lo, porque deacia rpido pe lo Oo
da correte. Anda ignora-se de quem sejaioca-
dver. '
Pouco lempo|depois deseen o cadver de um
pagem e aeu cara I lo, qoe tara bem pela mearas
razio nao se pode tirar ; sem duviJa periencia ao
moco.
a Consta-nos que em Sao Joao de Minas-No-
vas, com a forca das chuvas cooliouadaa, oorre-
ra urna grande monitoria, sepultara quaai com-
pletamente urna caaa que existia em aue fralda,
morreodo tres pessoas e ficaodo oulraa maitas
maltratadas.
r As Ierras obstruiram ocorregode Agua Lim-
pa, que com a repreza fez grandes estragos. Dous
cavallos que estavam no cume da ssonUabs
quando esta desabou acomptnharam-a eon sua
queda e nada aoffreram.
B Constituirlo eterevem
em data do 7 do correte :
De dezembro ala boje bou ve ao termo detta
cidade seto morlet o duts tentativas que vio
menctoaadas pela sua ordem cbrooologica: Io,
Prospero Germano de Franca, horoem de roaos
precedeotea, lravMdo-aede rixa como pertuguez
Jos de Souza Rodriguet, deu oeste coso urna
tranca de porta urna pancada tal oa cabegt, qae
causaodo grande derramameoto cerebral, produ-
zio a morta doua dias depoia; uto pessou-se oo
centre desla cidade ; 2, n aaarido descootian-
00 da lidelidade de sua mulher. matou esta a
lacadas e o amanto a tiro de espingarda; 3o, doua
escravoe do faaeodeiro Francisco Frrea de Ca-
margo tentaram matar o eilor, desde- Ihe bor-
% A*f Uc*du. > victima, depoia de mutto
offeodida. salvou-ae a salo pelo ro Coryoib.ta-
ny, um esortre do fazeodairo Jote Vtegaa
muoiz. encontrando a mulher em aua propria
seozala dormmdo socegadaioente com o eitor.
que hornera catado e com fllhos, deu em am-
os tres foicadae, que ot maodou para o oulre
muoao; 5, um crioulinho de oilo para nove an-
uos, escravo do tinado lente Antonio Jos de
Aiineida, estando a brincar com urna arma da to-
ga, dltparou-a em um irmao mait reino, de 14
. que immedialaroeuie morreo; 6", um in-
dividuo embriagado lenluu com facadaa matar
orn. mulher. qua dizem. estar em porigo de vi-
0"; ?", o Sr. Claro Antonio de Macedo matou
hontem sua propria mulher com um tiro.
moco arraigado e tem cioco lhos todos
fancia.
De tautot criminnan patn presgl a
publicar o tacto com as miouciosida-
dea que sabemos.
t Na noite de 14 para 15 do correte foi aviit-
jmunaatpio; do por um escravo too o Sr. Dr. Pedos fiotelho
?.5!q^,dl"l2I5 emtutfazesda da Mht. a snrraode
x ,l*z d'd-: %z:z5&z!=! pr^- r de :iTu-i-d. is-r ^-S'""-
t o pala fuga dos Iwrooss, ajo trasoaram o
Pie, coovenceu-ao, ao ji naosatavs, de que
ass va-se do deserakarqss de osa caasasbando
tJhomando gente sua fes iiraeSber os catroet e no
outro diajarticipou o occorrido ao Sr. inspector
da alfaudega. Deiau'teoa-ordeot o trotrtetn *o-
ram recolhidos cata forte daquella reparticao ot
objectos apprebeodidoa.
Contta o contrabando de25caixoea com mer-
cadoriat fraocezas e portaguezat, e avallado em
cerca de vinle conloa de rit.
* Suspeitt-se e com algum fundamento que
fOra despejado fra da barra a fala (de construc-
co portugueza; pela barca nacional Cahdonia,
de propriedade dos Srs. Jote Joaquim MacHado
4 Filhos. A veriflesrem-ae easas soapeittt terao
aquellas negociautea de pagar innocentemente
urna forte multa por crime alheio, quando o ca-
pillo culpado dt cooducQo, e outros o sao de
tao vil empresa.
A voz publica aponte os contrabandistas; nos
porm guardaremos prudente reserva a reapoilo,
nao oos liando em boatos multas vtzes menti-
rosos.
f O Sr. Dr. Pedro Botelho acaba do prestar um
grande trrico ; te todos procedettem do metmo
modo, se o receio do compromeltimeoto ou a in-
differenca nao affectassem a tantos caracteres ho-
nestos alies, o crime nao passaria impuse, por-
qoe em cada cidadao encontrara elle um guarda
fiel da lei.
< O Sr. Dr. Botelho fz o que devia, mottreu
que nao pactuava com a traficaocia e, repelimo-
lo, preatou um aervico ao paiz, em que pese isso
contrabandistas presentes ou patsadoa, nicos
que se podem revoltar contra o procedimeoto do
digno deputado provincial.
Eis o offlcio que o Sr. Dr. Botelho dirigi por
esaa occatiso ao Sr. inspector da alfaodega :
Fazenda Cattello 16 de feveretro de 1862.
u 6 ^xm ^r Hontem pelas 6 horts da ma-
oha enlrou oo rio da Penht e porlo de minha
fazenda denominadaOslello,um lanchao.da
barca Cahdonia, tripulada por dous mariobeiros,
um braoco que me pareceu portugus, e outro
crioulo de nome Adao, morador oeste dislricto, e
aqu muito conhecido, trazeodo om cootrabando
que me parece de aiguma importancia.
o Julgaei do meu dever ubstar o desembarque
dos objectos viodos a bordo do mencionado ran-
cho, appreheodi o, dei ordem de priso aosraa-
rioheiros, que peleram-se evadir, a procurei offi
cialraenle o oxilio do subdelegado do dittriclo,
como ver V. Exc. da copia da ofllcio que incluso
Ibe remello. Compareceodo promptameote osub
delegtdo fezlavrar o termo de apprehenao que
ter remettido V. Exc.; e os objectos appre-
hendidot que constan, de 25 caixoei com fazen-
dat. calcados, drogas e cera, se acbam sobmioha
guarda por ordem da mesma autoridade policial,
que dignamente e xom zelo se portou em meu
auxilio.
Embora caa oo desagrado de pessoas, talvez
inlereasadas, todava era lempo algum cooseati-
rei que dentro de minha propriedade aecommet-
tam actos illegaes e reprovados, e jolgo que os
nomeos honestos me faro jostica, e ficarao co-
nheceodo que emquaoto eu estiver oetta proprie-
dade, otfactos passados, em lempo de outro pro-
prielario, se nao reproduzam.
Deus guardo V. Exc. lllm. e Exm. Sr.
conselheiro Joaquim Torquato Caroeiro de Caro-
pos, mui digno inspector da alfandega.Pedro
Antonio de Oliveira Botelho, propietario da fazea-
de Cattello.
Sergipe.Nada de importante occorreu.
Alagtu.O Exm. presidente da provincia
mandn que os navios idos de partos infecciona-
dot do cholera, e teus pattageiros, factm qua-
renlena no lazareto da Barra do Fraiicez.
Mstei ltimos dias mais tesa ctpUdo lar os aess aarvicos oa va frrea, abandonando eu
lica a apprehenao de um contra- trabalho da meama, vieram ao consulado fazer
?P **}*"" &"'**** q*l recIsmacdeaeootr.'.qsellaempreM om cornil
mmVTillilV0 \" ,er8W* n" ora que quencia disso dirigiroo-nos presideocia, tGm
Bdsdigoa nos referi e eccorrido, aprea- de que fitesse reparar aa faiteai de que oa mes-
que ellaa
2:
__________
ai J. i i UC
E' um
aa in-
cnmtnotoi esto
QiARIO DE PERNAMBUCI
< De tantot
dous.
Rio de Janeiro Foram nomeadot:
Lommandanle da canhoneira lguatemy o Ia te-
?& G;'d,no Cicro Miranda, em tubsttui-
gao do Io lente Francitco Jos Colho Jnior.
Baha" "*"" CO0BPaohU ae apreadizes da
Ajudaote da capitana do porto da Bahia. o Ia
tenenie Ignacio Joajuim da Fonseca :
da corte. Mililao Luu Machado.
iJSV110,erfn. oe reo e allemo do in-
rh-,.iy "n.Pl C0,lei0 de P6dro n. o ba-
charel Manoel Thomsz Alve Nogueira ; capelln
1 Oie*so[,del relipriio interino de intrnalo do
roe.mocollegio, o padre Francitco Bero.rdno de
hJi"5ir dS f,cild,da *> io de S. Paulo, o
bedel Fortunato Jos dos Santos; e bedel Joo
Alexaodrmo da Costa.
Corra haverero pedido demisso: de ins-
pector da alfaodega da corte, o conselheiro Anto-
nio Nicolao Tuleotino ; e de primeiro offlcial da
secretaria da juatiea, o Dr. Luiz Aolooio
va Nunet.
mos balgaa se queixavam.no caso de
fossem verdadeiras
< A presidencia nomeou para etse Om urna
committo,e tme fez ararte o lera. Sf. Dr. Joa-
quim Piras Sacando Portellt. essa committio
acbou que a qseiaasdeque faJJIaram os mesases
belgat esasB ioltradadas.
O mesrao lera lie* pratioado cora a erspreza
Lambronss, -qua psucea o a qua atli se cou-
tervam dos sju torios oagajades, tosdo o dtrec-
Oa povot do mundo'
Veneram, Senbora ;
Vea. qoe aoraorfcdri
IVum cello profundo !
Eia 9 quioquacesimo-setimo
Boletim oficial.
.i m 7 ol?do '* lorrinto, dirigido da
illa de Po-d'Alho to Exro. '"-- *------
vinera, diaati.
caos Ti acara i
ti, fcaj.iraas ,
jtzaatds ararara
ob
presidente da pro-
de direito interino, Dr. Fran-
K, qoe a popultco j tem sido
raode parta pela epidemia,
ss engeohos Laoajrsn, e Or,
muiios individuos
---------_ que, nao
aorein saas vutos e medicados pelo dele-
llPAoa daf|i> pelo que se fazia precita a
remeese de bsetas o cobertores:
Diz mais que oo engeoho Beln tioham ca-
hido doectea no dia antecdeme tres escravos,
om estado perfeitameote cbolerico. sendo um
itacado com tal forga, que auceumbio
e que no lugar denominado
st ntrbam vtter da mtnha protexcao. qoella pobre geole, nin n.. .. TZ."
< O Sr. communicante avala do expolio deve
estar convencido, de que o eontul da Blgica tem
toito o qae est to teu alcance para o boro des-
sanv-nho dos aeut deverea, e qoe Undo-te os
anos belgas entregado babitot de indolencia, o ._
nLe8qm\?rj.te^I.Pf',Dor/"d* oceupa-
de Minee, l-se o
a-
^tSH ,direil0 de f1a r*m algu-
ma acerca de aua aorta.
Tea o goveroo de paiz algum o dever de
a Deixamos so communicante a resposta qoe
merece essa perguota,protestando nao voltar mais
a imprensa pela quealo de que nos
moa. a
No peridico Sul
guile :
No dia (7 deale mez, (Janeiro) t 9 horas da
uoite, obaervou-seao sol da cidtde um bello arco
irit lunar; ette pbenomeoo, bastante raro, por-
que pouoaa vezes a ebuvaappareceper ama noi-
te clara, assemelba-se muito ao produzido pelo
sol, diftorencando-se smenle em que oaquelie a
facha completamente branca e nao de corea
cambiantes, a
Escrevem-nos de
aeguiote :
Bem desagradavel temeidoa impreaso cau-
sada no publico com a lei tura dos boletint ofi-
aes.'vitto como em virtude dellet, j oo pro-
blemtica a marcha devaatadorado cbolera-mor-
but em algn pontos do norte da proviocia.
a Esta povoaco. queem 1856 foi horrivelmen-
te aasolada por ease Qagello, nao pode estar em
peiores coodicoes hygienicat, j por sua localida-
de, j por estar circumdada do ro Mundar, que
em seu leito contm oo pcucoslagoaeslagoadot,
cujas aguas em pereuoe decomposico exhalam
tetido inaoporlavel, e saturam a almosphera de
miasmas mepbiticos, j por outras causas que
propriamente muoicipalidade compele remre-
los, causas estas, priocipaes agentes mrbidos,
que aonualmenle fazem deaenvolver entre os ha-
bitantes nao raros e-(ataos casos de febre tiphoy-
e perniciosas ; ioOllracoes, hepaltea, e ou-
Correntes (Garaoahuos) o
des.
da Sil-
torisaco
e spprovaQo
/
O clipper fraocez Commercio de Parie, sahido
do liavre para o Rio de Janeiro, arribos a Por-
tland no dia 12, sendo o capito obrigado pelo
temporal a tancar ao mar todos os volumes que
eatavsm nocoovs.
No dia 15 sahio de novo para o Rio.
J. 21uCU,,A,hJd0 de Cirdifr P"a Ri<>. "-
STast f.r 12d0 p,!"ao- com *i. de-
poia de ter alijado parle da carga.
O ntvio inglez Vtncennt. em viagem do Rio de
a .S" No"-?rle"9 cora um cargamen-
to de 6.500 saceos de caf, foi apresado naquella
costa tentara torear quando o bloqueio.
O Bmprtu, em visgem para Bostonj foi apre-
tado em 26 de dezembro prximo patsado oelo
mesmo motivo. v
- 19-
Fortm nomeadot:
O bacharel Jos Venceslao Marques da Croa,
juiz de direito da comarca de S. Borja, sendo re-
movido della o bacharel Ovidio Gullhon, a seu
pedido.
Bacharel Apello Jos Goozaga, juiz municipal
e Cebrob, (toando sem efleito a sua nomeacao
para o termo de Buiqoe.
.flia1 Ce",i0 Jo Chavsnles. juiz munici-
S.^ Bln.a' fie'nd0 **m effe' aa no-
meacao para o termo de Capivary.
Jirall. 4,",0 Mm 6ffeit0 OOIM8Co
t~Vtn.iT de "S"10'p,rMdor Ud.rdo
termo de Olmda, em Pemambuco.
Antonio Joaquim de Almeida Gaedei Aleoto.
?ado, partidor e distribuidor do metmo tormo
Jos Thomtz de Aquiao Pereira, taballio eet-
rtviojJ^rphliiA~A lerma do Jardim, no lio
tdtraa da Norte.
Maooel da Costa Brasil, Y taselliao t eteriviro
Recebemos cartas e joroaes do sul do irope
de que foi portador o vapor nacional Apal en'
irado hontem pela manht, com datas : dio Rio
at 20, da Bahia at 21 e de -Alagdas al 136 do
correte.
Sob as rubricas Parle official e Interior
acharao os leitores o que de mais importante ha.
AIem disto, eis o que colhemos mais.
i/ina-Grae.As ultimas datas recebidas na
corte eram de 14 do correnle, as quaes dizem :
Na noite de 11 para 11 do passado tiremos
urna endiente extraordinaria no Ribelro deno-
minado Vauats ; aa aguas subiram do seu lei-
to s mais de 30 palmos, levando todas as pontea,
e cansando oo pequeos prejuizos. Na fazenda
do Ceoad, pertencente ao Sr. Dr. Leooardo Jos
leixeirada Silva e tua aogra, as aguas iouoda-
rara os campos, ioutilisararo a horta e pomar, fi-
teram desabar aTguot morros que viodo sobre o
reg, que cooduz a agua para seu engenho, o ar-
ruinarsm por tal sorte que ha viole dias se tra-
oalha nelle com 40 escravos. e ainda seus proprle-
lanos nao podem calcular quando se terminar o
servico. Igual sorte tiveram quati todot ot fa
zendeiros aue se acbam estabelecidos oas mar-
geos do referido ribeiro. Estamos com at com-
municifoes todas cortadas por faltas de pontea e
estradas; a que vai daqui aoOuro-Preto est io-
transitavel, e o raetroo acontece t que oos con-
duzem ao Abre-Campo, Conceicao da Casca. San-
ta. Margarida, Ribeiro Vermelho, etc., etc. E'
necetsarto que o goveroo olhe para estts cousas
nossai circuraitancias. j de ha muito precarias'
anda mais difflceis se toroam na presente con-
junctura. As chuvat cootinutm depoia do um
pequeo veranico que nao foi alm de cioco dias
Deua se compadece de nos. a
t De urna carta que recebemos de Santa Rita
do Torvo, termo do b, coosla que, no dia 21
do mez prximo patsado, fra alli brbaramente
assassioado por Jos Joaquim Garca o infeliz
Joaquim Jacob Lopet, com um tiro de bala oa ca-
beja. O assassioado deixa na viuvez e orphan-
dade mulher e dous filhos menores ; era moco
de 25 annos de idade, moralisado e trabalhtdor.
Rivalldadea entre dous coros de msica que
all exlttem, deu em resultado a perpetraco de
tao grave crime. *
A Insignificancia da causa faz sobresahir a
malvadez do assassino, qae, preso no da seguin-
te, conressou tudo, mas nos posteriores interro-
gatorios tem negado ser o autor desse atteotado.
t Accreaceota o nosso communicapie aue a
populado est aterrada e recelosa de aovas sce-
nat, visto que preexistem as mesmas causis, e
natural o desojo de vingtnca e represalias.
O reo j a acha recolhido cadeia da ca-
pital.
I>eu-se hontem (15) di cidade da Ctmpanha
amlrave aconlecimenlo, para o qual chamamos
t atteoco de nossts autoridades.
Dous intohzes italianos, om de idade menorj
de 10 annos, foram esptncadot e feridot por um
eicrsvo que, a mandado de aeu senbor, segundo
se diz, mutilou o braco de om com urna touce e
ofrenden com um chuco ao pobre menino pelo
grave crime deirem estos dous intoiizes tirar gr-
velo em um terreno, coja propriedade noa di-
tera pertencer i irmaodade de S. Prnciato detta
cidade.
RioT Fallec^a em pelropolit, o btro de Entre-
Foi julgado sera eriminalidade na perda do
vapor de guerra Pedro 11. o Ia teneate Beroar-
dino Jote de Qeeiroz, po conselho de invetli-
gtytO.
Dizia-te qoe em breve seguiro os vapores
ue guerra ParssM e Aroozonoa, o primeiro
oiaposicao do ministro brasileo nos Bsiadot-
uniJos, e o segundo usa commisso na Eu-
ropo.
L-se no Correio Mercantil:
Coosta-oos que o Sr. ministro da guerra pre-
10000 apresenlar este auno s camaraa uro pro-
iiCr Pa/a a fuodaCao de um moole-pio militar
neatinado a alliviaro Ihesouroda peosto do meio
sold garantido por lei s familias dos officiaes
do ezercito.
Para este ulil ettabelecimento poderao tam-
Dem, segundo o plano adoptado, ser adtnittidos a
contribuir] os officiaes honorarios do exercito. os
reiorroedoe que o foram eom meos de 20 annos
o* servico, e igualmente os empregados civis do
ministerio da guerra, quer em off-ctiridade. ouer
aposentados,
Para Fernamdo de Noronha teguiu no dia 6
o brlgue de guerra Maranhio, aiui de transpor-
tar para aquelle presidio, nao so os sentenciados
remettidos pelos miaisteros da guerra e da jos-
tica, e que ee acharara na fortaleza de Saota Cruz,
como tambem es que Ihe torera entregues em Ja-
guar, em cojo porlo deve tocar, seguiodo depois
para Pernambuco, alira de receber maotlmeotos
e sobreslentes.
Levou tambem" iostrocedes o commaodante
do Maranhao. pira durante o tempe que se de-
morar ero Fernando, reciicar a posico da ilha
pelas observacoes astronmicas, tanto para a loo-
gitude como para a latilude.
Espirito 5anto.Constava que o presidente da
provincia pedir permitso ao goveroo para esla-
belecer a enfermarla militar na casa de csridade
da capital.
No dislricto de Cariacica foi assastintdo um la-
vrador de nome Luciano Pereira dot Pistos, vio-
vo com filhos. O assassino evadir -ae.
Em Itapemirim j havia autoridades. No dial
do corrente enlrarim em exercicio. do careo de
juit de direito ioterioo daquella comarca o len-
te coronel Joao Rodrigues Barbosa, e delegado
M& Souz.,UU mnM1 CPU Arcbao
Foi preso em Itabapoioa o autor do assassi-
oato perpetrado no trapiche da barra de lltpe-
mirtro. r
-**&-$ di 21 d correte tiveram come
$???. nal V PreP"a,<>^ot da asserobla pro-
vincial, ficando a mesa provisoria organisada-
Presidente, Sepulveda. '
1* secretorio, Romualdo.
2a dito, Castro Rebell.
Corris haver sido eleito abbide do conven-
to benedictino do Rio de Janeiro, o Revm. Frei
Saturnino de Saota Clara Antunes de Abreu, por
ter recusado aeceitar o Revm. Frei Jos de Santa
Mana Amara!.
i Tk0"38!."." J"Vre acidade d Cachoeira,
1 hora da tarde de 7 do corrento, urna terrivel
Irovoada, accoropanhada de copiosa chuva que
fot iratbordar o rio Pitanga ; continuando as chu-
ras tt 12, quati que sem cetsar.
Ao sahirem barra, abalroaram entre ti ot
vapores Paraguas* e Piroja resultando algumat
avariaa no apparelho e aprestos deale.
Na villa de Cnoavieirat, na madrugada de
6, leotoram contra a existencia do Dr. Caodido
NOTICIAS COMMERCIAES E MARTIMAS.
Rio de Janeiro 19 de fe vertir o.
Cambios. Sobre Londres 25 li, 25 3i4 e 25 5i8
d., por 60,000 f.
* Sobre o Havre 366 por fr.
Prais 373.
Bordeaux 370.
Acedes.Do Banco do Brasil 66$ e 67 rt.de
premio.
Moedae.Oncasda patria 300.
Chegaram, procedentes de Pernambuco :
8, o brigue Veloz, cora 8 dias de viagem ; e 12,
o brigue ingles Schauticlter, com 6.
Sabiram para Pernambuco : 9 o patacho
americano Brete ; 14, o dito portugus Parlo ;
a 1*. brigue Invensivel; i 17 o patacho Anua ;
e i 19, aa barcaa Recife, e portuguesa Despique II
e o palhabote amencaoo Aate Stewart, devendo
tocar oa Babia.
Acham-se carga, para Pernamboco : u
barcaa Velox e Traviaia a o brigue Veloz .
BoMia, 23 de fevereiro de 1862
Cambio.Sobre Londres 23 Ii4 e 26 3i8 d. la
Moedas.Doblos bespanhues, 31J500 a 32#000.
da patria, 31J00O a 3I&500.
Pecas de oplOOvelbss
de 400O
Pataces brasileiroa, 2100.
bespaoboes, 2al00.
mexicanos, lf900 a 29000.
Frates.Para Bremen e Haaburgo 62 1/2 a 80
acb. por too.
Gibraltar 60 sch por ton.
Gotlemburgo 65 a 75 sch. por ton. .
Canal e porto inglez 55 acb. por ton.
Omneme 60 s 65 acb. por too.
Liverpool 40 a 45 sch. por loo.
New-Yoik 50 te*, por ton.
Martelba 65 sch. sor oa.
Sahiram, pira Pernambuco: 4 13. a barca
ogleza Flying Fieh ; e 22, o brigue Trovador
Chegou, procedente de Pernambuco, 16, o
palhabote Sanio Amaro, que j ae aehava de no-
vo lemaodo carga para voltr este porto.
PEKNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
0 Sr. major Felippe Duarte Pereira foi nomea-
do commandanle da fortaleza de Itamtrac.Ugar
que j exercia provisoriamente.
c. AIcbam,"!f noeados pelo goveroo imperial
?.h* *". de UeUo ra partidor e con-
i Almli"?0 d/ 1Dd" : e Sr. Antonio Joto
di Anln'e,da,Gueae8 para partidor e distribuidor
do metmo termo.
Sendo nuilificada a nomeacao do Sr. Dr. A-
R?.!.^8fGoD"a,Para ojuizado municipal do
Cer de M" "U nomMio Sr' Dr' Ba,t>D0
. r~ p tormo de Cabrob foi oomeado o
juiz municipal o Sr. Dr. Agnelo Jos Goozaga
diT;^1 eipedu,,1 ordem a0 commando superior
da guarda nacional deste municipio para a sus-
9SfSXS *'"elci" '"!'" '"'
ir..Sr* coo,ul da Belic remllenos a
honllm nrM8P0Dde^a *^re 4 n,atea
hontem publ.camot acerca dua belgas que vagam
pelas ras desla cidade.
Srs. redastoret.Rogo-loes o obsoqaio.de
osenrem na sua Revista mata aa aeguialea coo-
aiderac.6et. ai quaea sertiro de resposta as aue
na sua revista de boje diz ainda o teu commu-
nicante a respeito doa belgas, que andam pelas
dad". e,n,0'anao o P*o cari-
toniiS!?0' 80bre ,'ue,l0 de direi'o.consit-
adoa "i!i 'e 'adt08 be,g" 8ao ou Dao em'-
oromuXnte"0 '"**" *'" **-* d
engaiad^W* it01 be,g" T,r,ai P" "*
engajados, o Sr. communicante parece ignorar
ouiros fados de que aqui Ihe darerooa
ca.
se-
que
ecieo-
Realmente, ot referido! belgas vieram para
pal do termo, disparaodo se-|he um tiro na di- broone) s devem a si a triste ailuadn ^ JSa
A bala foi era- se acham collocadot, pois todos tabem, que ero
receo de seu qutrlo de dormir.
var-te na parede frooteira s janellaae o chum-
bo irapregoou-se por toda a cama, tem que ne-
nbum mil totresaem o referido Dr., sua Sra. e
fllhinhos que abi dormiam. Dizia-se que era vin-
ganca de um procetto em que elle dra tentones
coodemnaloria.
Lt-ie no Diario da Bahia :
am paiz, como o Brasil, o joraaleko trabalbador
recebe salario tempre superior ao necesaario pa-
raka/e,pec,," ubilencia. Unto mais qsanio
tapido que aa ditas emprezaa aempro pncisaram
a precisara ainda de trabalbadorea.
Saiba o Sr. commumetato, qua pseos lampos
depois que 01 referidot belgtt comecanm a prei-
traa cousas maia, que nao fazem oada bem lau-
de, e que cummummente, onde ha lama miaeria
tao poucos recursos, fazem mudar deata para
melbor quem, muitaa vezes est sem presta de
seguir.
E' assim que eu oo-eslou nada goatoso com
as tses noticias ; e ae bem, que os descremes
chemera ao novo cholera do Cruaogy tomes,
macho, herroaphrodita, medico, ou especulativo..!
todava elle mala com o metmo cortejo de hedion-
dos syraplomas, desse muito legitimo do Gange,
Apenas toi coonecida a existeocia detsa epi-
demia, o Dr. juiz de direito interino nao lardou
em criar commisses, por tolos os pontos da co-
marca, a&m de promoverem ludo, que tost em
beneficio da pobreza uetvallid, a dos melbors-
mentos da aalubiUade publica que tambera
deveria ser, em lodos os lempos, tratada, princi-
palmente aqu, oeate inmundo Correntes, qe
melbor deveria ter chamado, ero todoa ot teoti-
dos la cit de Gartnhuna.
A commisso deste dislricto 4 composta dos
seohores commaodante superior, subdelegado, e
capello, que representando ao metmo Dr. juiz
de direito a necetsidade momeotosa de certas
medidas urgeolissimat, espera ulterior delibera-
cao para poder dar comeco aos seus trabalhos,
Se o desenvolvimento do cholera em Cruaogy
nao foi importado, e lian espontaneo, devido isto
aos focos pestilenciaes alli existentes, e entretidos,
ai do Correlos, que daodo-ie aqui o que alli te
deu, de um momento para eulro podaremos ser
assaliados por tao prfido inimigo.....e elle, que
agora tem-se constituido um perfeitosalia-mar-
tinho I
Estamos, 00 entretanto, confiados que o Exro.
presidente, que tanto te tem distinguido as acer-
adas providencias, que tem tomado em ordem a
fazer mioorar os sol rmenlos dos seus go venia -
dos, nao 00a deixar bracos com um flagello,
maia familiarisado com a indigencia, caso apurou -'
ver a Providencia faze-lo visitar- not. Toda a pre-
veoco pouea.
A tatoridtde policial desio diatricto continua
na firme resolucao de fazer respeitar a lei. Hones-
to a toda prova, honrado por eostume, activo por
natureza, e enrgico por dever, o cilado Joaquim
Salgado de Vascoocellos vai felizmente no cum-
priroento dos seus deveres, correspoodendo
confianca daa primeiras autoridades.
Que o respeitem os boos, o lemam os discre-
tos, e o auxilie o governo... os dias de terror nao
voltarao.
Adeut.
llemeltem-nos para publicar a seguinte :
Oraco Notea Senhora da Penha.
Senhora da Peoha,
Vdssu patrocinio
Soccorer nos veohi
Contra o predominio
D'essa epidemia.
Que a viriude, o crime.
Juntamente opprime,
Prosita, lodo dia 1
O que urna mi pede
Recusa jmala
Um bom fllho ; e cede,
E cede at mais :
Qoanlo mais, Senhora,
Jess Cbristo vs,
Rogando por nos.
Por quem vos adort 1
S basta a voutade
De noa proteger :
Vos teade-a, logo hado
Desapparecer
A medooha pesio
Com que, juato, Deus.
Puue os liliios seus,
Pela ira celeste 1
Sois mui festejada
Da populacao,
Qu' votdedicada
Na religiSo ;
E qu'em vosso templo
Vai, concorre.tanto,'
De f, amor tanto,
Dando sempre exemplo f
Oh I nao sois ingrata :
Quem vot serve bem
A peste oo mala ;
Nem dominio lem
Sobre quem coarta '
Com leda etperanca
Em roe ; poto alcaoct
Pas, e alegra I
Sania Rosa, prximo da villa, hara fallecido orna
scrava ; e conclue dizendo que existan, oae
immediacoea muaos individuos qse tioham sido
accommettidot e astavam sendo medica'dos.
Oes distritos mdicos desla cidade, da sua*
mmediacese laborlos nao chegaram 4 presi-
dencia da provincia communicaedes officiaes.
de*1862 h*f** tart* ** W *" hrtnT9
c .. Dr. A quino Fonceca.*
jubiu aole-ooDlem i sceua, 00 nosso San-
ta Isabel, como haviarooa annunciado,
laculo acrobaUco-draroatico, pe toa
ohiat, que correu bem,
htvido para
Dai-aoa f'liciaade,
Socego, e aaude ;
Em itlsbridade
Fazei, que ae mude
A quadra actual.
Que de lato, e d-
se revate to.
Na lula morlal I
A' SimSo dormiodo.
Livraste da fra,
Qu' o ia invealindo ;
Mas queso modera :
E para voraz,
Aa fauces mostrando,
Sem forcaa s'acbando.
De damoo incapaz I
Assim, esperamos,
Que fagis conrlosco.
Qae voa invocamos :
8eja, embora, toteo
O notto pedido:
Simples expretso
lv mas oraco
'um povo 4 vot fido!
Assim, poto, vatoi-aos,
J qua vot podeit ;
Sira : sarorteel-not.
Vot, t quera oe reto,
o etpec-
dasa compa-
apezar do pouco lempo
os competentes preparas. Ainda
urna vez reeommeodamoe ao publico ;essei ar-
J,**a1* bsldo do meiot, qoe, lutaodo com rail
diinculdadea, vera implorar aua proteceo, que
nunca ha falhado seus irmos, e de queso tor-
oam merecedores, quer pelos eefercos que fa-
sem, quer pelo deeemneoho que vo dando do
quaato prometan.
Mataoouso publico.
Mataram-se no dia 27 do corrente para 0 con-
sumo desta cidade 46 rezea.
Paaaageiroa entrados do Rio de Janeiro a
portot intermedies, no vapor br.sileiro Apa:
Raphael Pallares. Dr. Gustavo Balbino Mato da
Cmara, Joao de Almeida, Maooel Simees Braga,
Uomingos Jos Rodrigues e tua aeahora, Jo
Francisco Ferreira, Lucas M. Moateiro de Castro,
1 irmao e 1 escravo, Manoel Mosiz Tavsrea, Hen-
nque L. da Silva Araujo, Victorino Teiseira Leito
e I escrava, Joo Franciaco do Espirito Saota, toa
enhora, 5 lhos e 4 eacravoa, Antonio Pedro
Monteiro de Sosia e 1 escravo, cadete Francisco
Jos Chavantes, Jos Quintioo de Muoiz Galhar-
do, Alfredo Sergio Teixeira de Macedo e 1 criado..
A. Rodrigues Gomes, Dr. Juveoal Periquea de
Mello Carramaohos, tent Alvea Rodrigues, Car-
los Pereira da Costa. Joaepbine Joaquina d'Arau-
V* u*lT0 T,ille Meaezvs. Joaquim dos San-
tos Pacheco Souza, A. Antonio de Abreu. 1 es-
crava parda a entregar a D. Joaepha Piolo Re-
gueira. 1 escrava a Adriano & Castro, 2 ditos a
ordem. Henrique Soaret de Aadrade Brederode.v
Joaquim Neyri de Almeida Freir. Manoel Jos
Monteiro da Silva e 1 escravo, Jos doa Saoloa
Pacheco e 1 escravo, Joo de Albuquerque Mello,.
I criada e 1 escrtvo, Dr. Joaquim Antonio Per-
nandea Leao Jnior, alferea Maooel da Costa Fon-
teca. Ignacio Accioli de Almeida, Aeoerico Jos
dot Sanios. Constancio Jet doa Santos, Antonio
Jos de Cerqueira, Antonio Jote Lopes, Jero-
oymo Loureoco de Araujo, Pedro Ferreira Coe-
Iho. Tito Luiz Vleira e 1 escravo, Franciaco An-
tonio Filgoeirag Sobrinho, Angosto Magano Mello
Mallos, Guilherme de Carvalbo Magalhes, Anto-
nio Goocalves de Almeida, Ellas Jos Pedrota o
1 eteravo, Francisco Antonio deCuvalho, Dr. Ci-
cero Alvares dos Santos, Ernesto Paiva Lee,.
Joaquim Antonio Barbosa, Altiao Rodrigues Pi-
menia, Tobas de Souza Lima, Joe Pedreira Cer-
queira e 1 criado. Bernardo Ferreira Viiooa,.
Cicero de Souza Magalhes, Sabino Jos Fer-
reira Le te e sua senhora, Dr. Francisco de Pau-
| la Soares, Demetrio Jos Teixeira, Alvaro An-
tonio da Costa, Francisco Ignacio Silvador
Corno, Beoeveouto Ferreira Guimares, Epi-
phanlo Verres Domioguet da Silva, aua senhora
e uro criado, 2 prajas de justica eon ai escol-
. ."ipraf*8de P,ic>a. 2 deteriores do exer-
cno, 10 pregas de pret. 2 mulheres e dous lhos
Joaquim de Almeida, 2o sargento VictoriaBo dos
bantoa Silva. Joaquim Porlelto, Francisco Fonta-
na, Dr. Antonio Pereira Gamillo e um criado. Dr.
JJo Lopes de Aguiar Silva Muritiba. Dr. Matheus
Casado de Araujo Lima e um fllho. Jos Mara da
tocha. Candido Jos de Moura Joaior, Mi noel
Vleira Brrelo de Almeida, Joo Joa de Miranda
e um ascravo, Bernab Elisa da Roea Calheuot
e uro escravo, Jos Elias da Rota Cilhei-os. Flo-
reoclo de Miranda, Joaquim Pontee de Miranda
Antonio Martias de Miranda, Jos Antonio dos
Sanios Aodrade. Jos Mara da Rocha, Genove-
va Mana Alim. Maooel Jos dot Saoloa. Joo
francisco Borges. Jos Joaquim de Oliveira, An-
tonio de Lima, Ubaldina das Dores de Souza Ma-
galhes, Epifanio.
Seguem para o norte : Teneote Alal-b
Duarte Godioho e aua senhora, Murello Jaco-
rae, &. Altes Barros, Bento Aaibal de Albuquer-
que Barrot, Io cadete Luu Xavier Torres, Q
Francisco dos Aojos. Gervasio Nones Peres e tua
familia, Carlos Jote Merlm, tteres Alvaro da Sor-
ra Caoer, Jos Joo de Magalhes Baetos, 2a ca-
dete Bento Jos dos Sanios C, capuchnho Frei
proteo de Dooero, cadete Tilo de Souza Carna-
rio. Antonio Manoel S. Sampaio, cadete Neltor*
C. Borges da Silva, lente Jos Valeote de Cou-
to Pmheiro, Jos Conrado de Souza Mascareoha
eapitao Luiz Hilario Setubal e aua familia, Alber-
to Jos Pereira Lomba. Mara G. do Sacrameoto.
T~ 0"alidabe ao da 27 de rivKatiao:
Joao, Pernambuco, 1 mez, Saoto Antonio ; diar-
rha.
Juviaiaoa, Pernambuco, 6 mezet, Saoto Antonio;
tost. r
Vicente de Parias, Portugal, 32 annos, casado.
Boa-vista ; tebre amarella.
Joaquim, Perntmeuco, 2 annos, Boa-vista; tost
asmtica.
Agostiobo Nanea da Silveira, Pernambuco, 80
annos, casado, Boa-vista ; Ihisica.
Annunciada, Pernambuco, 31 annos,
Boa-vista ; cholera.
Aona Mirto, Pernambuco, 90 annos, viovt, San-
to Aolooio ; velhice.
Antonio, frica, 45 aaoot, solleiro, escrito, Boa-
viato encacha lile.
Manoel Gregorio da Paz, 25 annoa, casado, Mag-
dalena ; cholera.
Paula, Pernambuco, 3 annos, Magdalena ; cho-
lera.
Haimunao Joa da Silva, Boa-vista ; cholera.
Manoel Ovidio de Barros, 30 annos, aolteiro
Magdalena ; cholera. *
Roaa, Pernambuco, 4 aonot, Saoto Antonio ; de-
' sioteria.
Isidoro Angelo da Silva, Cear4, 21 aaoot, sollei-
ro, Boa-vista ; varilas-
Antonio, Pernambuco, 2 annos, Saoto Antonio J
coQvulcoes.
Franciaco, Pernambuco, 6 dias, 8. Jos; espasmo.
escrava,
CHRONICA JUDICIARIA.
. Tribunal da cooiinercio.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 27 DE FEVE-
REIRO DE 1862.
msidbhcu do ixa. su. deskmb aseado a
n.u.IL. n" d,,mat,haa. reunidos ot Sn. de-
da".RIgo Lea,- B B*". > <"
presidente declarou atera a sesto, sendo lida
e approvada a acto da ultima.
Um offlcio do meritissimo tribunal dt com-
mercio da Baha, de 29 de Janeiro ultimo, aecu-
aindo o recebimenlo do que Ihe dirigi de parte
deste tribunal, em 21 de novembro prximo pas-
tado.
Oulro da junta dot corretores, de 24 do cr-
rante, commuolrando a falleocia de Manoel de
Azevedo Pontea, fiador do corretor geral Francia-
co M. de Almeida.
Foram pretenlet at cotacdei officiaes dot pro-
cos correntes da praca, da" ultima semana-Ar-
chive-te.
OBSPACHOt.
Uta requerimento de Ferreira & Loureiro. pe-
diodo o registro o teu contrato de aoeiedade
Irt-te P >rgador flacal. Regia-
,!r.?!*fM* ?ereira Ce,,t- '** "bjm
?L5. f* .*MrPlors deractiflcaclo eroaova-
ud"iDiMl0aJ" eoerci.\ tolla entre
ralbo,fiador de Leito.- Regittre-ie.




y*1 -


mamo mmmmamco ~mmtnau m mtwmmmm u **?..
tarta
Oalro da Joaqem Francisco dos Santo* Mais,
pedindo o registro do leu contrato social com
Fraeeiece Lendeiino da Silva.vista ao Sr. des-
eajbargador Iscal.
Oulro de Beta 4 omss, informado ocio Sr.
deaembargedor fical, pedindo o registro do mu
ntrelo de aeeietfade.~Regi.tre se
Oatre djs to'fiia Jee Airas Gi marica a Jo-
s Airea da Silva Guimares, pediodo o registro
*,JM".tI!?,B "" ociedade. sob a razio de Cus-
todio Jee Airee Guimares & Goapaobta.-Co-
ao requerem.
Oetro de Maooel Antonio Monteiro dos Santos,
peoinao o registre de um procoracio que ojun-
ta.Como requer.
Outro de Francisco Msmede de Almeida. cor-
retor geral, apxeseotaado noro dador doaeu em-
prege, visto a fellehcia do anterior Manoel de
Azevedo Pontea. Regiatre-ae remetta-se co-
pia a thesouraria de fazends.
Outro dos Gscaes di moratoria de Jos Aires
Feroandes, pedindo a abertura da falleocta do
mesmo, 4 vista do mo estado dos seus negocios.
Tanto aoa aaios, conclusos.
Nada mais houre.
SESSAO JUDICIARIA EM 27 DE FMVEREIRO
DE 1862.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADR
SOUZA.
Secretario, Julio Guimares.
A* meia bora, o Exm. Sr. presidente abri a
aesso, estando presentes os sentares desembar-
gador Silra Guimares, e depulados Bastos. Le-
os, Reg e Surtir.
Lida, (ol epprorada a acta da aesso ante-
rior.
Tendo fallado o Sr. desembargador Villares
nao pode ha ver julgt ment.
D1STR1BUICOBS.
Appallante, Antonio Joaquim Salgado ; ap-
pellado, Perciano da Silva Leito.
Ao Sr. desembargador Silva Guimares.
AGCRAVOS.
O Sr. presidente denegou provimento aoaggra-
vos do juo especial docoosmercio desta cidade,
em que sao, :
Aggravantes, Cerdoso & Souza ; aggravado,
Virginio Barbosa da Silva.
O Sr. presidente deu provimento ao aggra-
vo Umbem viodos do juizo especial, em que
seo :
Aggravante, Prxedes da Silva Guarni ; ag-
gravado, Justino Pereira de Paria.
Nada mais havendo s tratar, o Sr. presidente
ocerrou a sessio.
JURY DO RECIPE.
Ia 8ESSO.
a S? de fe ve re i ro.
FRES10ENCIA. DO SR. DR. BERNARDO MACHADO DA
COSTA DORIA, JUIZ DE DIRB1T0 DA PR1ME1RA
VARA CRIMINAL.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leopol-
dina de Gusmao Lobo. *
Escrivo privativo, o Sr. Joaquim Francisco
de Paula Estoves Clemente.
Advogado, o Sr. esludante do 4* aono da Facul-
dade de Direito Jos Rodrigues Pereira J-
nior.
A* 10 horas da manhaa depois do toque de
caropaiuha e vericacao das cdulas, oi eita
chamada dos jurados, e acharam-se presen-
tes 48 aeohores :
Foram aullados em 208000 cada um dos Srs.
multados nos das antecedemos que nao com-
parecern! boje,
Havendo numero legal o Sr. Br. juiz de direito
declarou aberta a aessio.
Eotra em jatgamenlo o reo Adolpho Luiz de
Souza, accusado pelos crimes de estelliooato o
alsidade.
O jury de sentencs foi composto dos Srs. se-
guintes :
Francisco Antonio Pereira do Brito.
Antonio Martina Seabra Lanos.
Or. Jos Feliz de Brito Macado.
Agoslioho Eduardo Pos.
Dr. Miguel Bernardo Vieira de Amorim.
Francisco da Silva Reg,
Dr. Antonio Jos Alves Ferreira.
Antonio Catneiro da Cuoha.
Eduardo Frederico Banks.
Miguel Jos da Multa Jnior.
Francisco da Costa Ribeiro.
Antonio Rufino de Andrade Luna.
E prestaram o juramento dos Santos Evan-
gelios
Foi o reo interrogado e fez-se a leitura do pro-
cesso.
O Sr. promotor pedio a coodemnaco do reo
no grao medio dos arts. 167 e 264 4 do cdi-
go criminal.
O Sr. advogado deduzindo a deteza pedio a
absolvicio do reo.
Fmdos os debates e preenchidas todas as so-
lemnidades da lei, o Sr. juiz de direito propoz
ao jury da seoteogs os quesitos segointes :
1" O reo Adoloho Luiz de Souza em das do
anoo prozimo passado, fez diversas cartas que
constam deste processo de fia 6 a fls 10. e as as-
eignou com o nome de algumas pessoas que mi-
so nao conreram ?
2o 0 reo usou desse arteficio com o flm de
obier diobeiro de alguem?
3o O reo blete des pessoas a quem entregou
as cartas alg 4 Existen! circunstancias stlenuantes favor
do reo
Recolhido o jury da seotenca com os quesitos
a processo i sala secreta das conferencia s 2 1/2
horas da larde, dalli vollou s 3 horas, respon-
den do aos quesitos pela maneira seguinle:
Ao IoNao, per 9 votos.
Ao 2oNao, por 8 votos.
Ao dNie por 6 votos-
Deixou de responder ao 4o por Ccar prejudi-
cado.
Lidaa aa resposlas pelo presilente do jury de
entenca, o Sr. juiz de direito publicou sua sen-
tenga absolvendo o reo e cendemnando a muni-
Cipahdade as cusas.
Levantou a aesso, sdiaado-s pira o dia se-
guinle pelas 10 horas da manhaa.
Gommunicados.
As) publico.
Aiada Dio foi deacoberto o autor ou autores do
crtme perpetrado na pessoa do Sr. Aotonio Nu-
nes de Oliveira no da 4 do correte, por occa-
siao de ae ochar elle em casa do vigario da tre-
gueria da Varzea. Logo que se deu o critne e
mesmo alguns das depois disse o Sr. Nunes pe-
raote multas pessoas, e at judicialmente que
nao sabia 'onde Ihe viria o mal, porque nao li-
nha iomigos ; mas a opinio publica levantou-se
inmediatamente contra o Sr. Nunes nao obstaote
ser elle victima daquelie crime, dizia-se geral-
mente que o Sr. Nunes, sendo assaz sensual, e
animado de urna lascivia toda perversa, havis
praticado tantos factos, invadiodo o s'aoctuario de
tantas familias, que elle mesmo nao poderia as-
signar o verdadeiro autor daquelie aconteeimen-
to. De feito, publico e notorio que ao Sr. Nu-
nes deOliveira atlribnem-se muitos defloramen-
toe, que elle nio respeila a virgindade de qual-
quer innocente, empregaodo para sstisfazer seus
orpes inetinclo toda a sorte de seducces, sen-
do urna das pnncipaes o casamento ; e tal o
triste coaceito de que a esse respeito goza o Sr.
Mue, que muitos cheles de familias, fogem de
admiuir estrellas communicaces com elle, e de
dar-lhe entrada em sua casa, como aconleceo na
neaaa freguesia da Varzea pelo tempo da festa,
onde notara-se qua oSr. Nones so frequentava
urna o dura familias de seo aotigo conhecimen-
to, o passo que as ootras familias, sabeudo-se
respeitar, e prevenidas mesmo por gente do lu-
gar, procuraram sempre evitar indirectamente
sera o demonstraren] ostensivamente, que o Sr.
Nunes frequ-utasse as suas casas, como real-
mente ounca frequenloj.
Diz-ee geralmente que no mez de Janeiro do
correte armo houve um tal desgosto, nm con-
flicto lio animado aalra o Sr. Ntioese urna hmi-
lia, que esta rotmeoistamenle retirou-se da fi.
te, oode eslwa paassodo a festa para o 7,eciL
Convioha ao Sr. Nunes, desapernar-.- D0, ^1
pronanciaaieoio da opmio pu&iica, descobVir
>m alvo.atodt gua inaecetsu, .ra onde con
ioio ..'aarr^: ** W or K
ZL^Lrl 1 erim*'** reaurar tas
Wpataclo, a*rf,r ^ ^ ^
E eniao oaahum Ihe pareceu mais apropriado que
o tenenie uartel-mestre de polica aoosl Par*
nandeadeAlfcaquerqueMello,eosHrs quem acabs
e d.rums quena em juizo por aquelle crime
porque com elle a mais de oito mezes leve un
IwajMa aftaapftgfte). gua al* ja aatav. acabvda,
como elle meimd tfissaraTfitrt pessoas/Nlo
trepida o Sr. Nunes de sacrificar um pai de nu-
merosa familia, como o tenante Mello, composta
de saulher e seta Blhiohos, sanando perleramen-
te que elle incapaz de offenda-lo, depois de mas
de oito mases, par causa dotio ridicula dissenco!
E' justamente o caso do ebystus abytsum invooal
Felizmente essa pequea discordia havida entre
a Sr. Nunes e o tente Mello, por si s 6 desti -
luida, como se acha, de. outras circunsaUncias
nio pode em nada prejudicar ao tenente Mello ;
felizmente o Sr. Nunes teve outras desavengas, e
muito animadas com outras pessoas por causa de
ciumea e rivalidadaa, a por isso nao podo sola-
da mente fazer carga ao teoenle Mello aquella in-
significante disputa ; felizmente o tenente Mello
cooscio da sua innocencia confla na imparciali-
dade a independencia do illuatrado delegado,
que Ihe est formando a culpa para esperar
justiga
O Imparcial.
Correspondencias.
| 'oahecer que este vanadio nio asna pansa-
tn airaealosa para todas os maleaMa vida, como
o dia o Sr, RaMundo garlos Lrite
para certa euJWsil
afflrma.
5rs. redactores. -Nao podando ser silencioso
por mais lempo sobra oconrportameoto, que tem
tido nesta cidado, um cavaUeiro na calamitosa
quadra em que nos acharaos; vou peloseu con-
ceituado jornal, em nome de ledos os Nazarenos
agradecidos render a divida homenagem, a assa
hroe, que nao cessa em promover ludo quanto
est em seu alcance para aoccorrar aoa iofelizes
atfectadoa da epedimia do cbolera-morbua nos
difTerenUs lugares desta comarca, ja requisitao-
do do digno administrador da provincia, e man-
dando mdicos, ambulancia, e viveras, at mesmo
visitando, e mandando applicar remedios aos
doeotes ; senhores redactores este respeitavel
cavallelro que t&o dignamente sabe representar
o seu papel no mundo, exerceodo a principal vr-
lude, a caridade o mui digoo juiz de direito da
comarca, o Ilustrado Dr. Abilio Jos Tarares da
Silva ; salba o goveroo de Sua Msgeatsda o Im-
perador apreciaros seus relevantes ser vicos, que
no co tere o seu justo premio ; ja vou offaoden-
do a sua modealia, ecreia quoseu seu consunta
leitor o
Camponez.
Senhores redactores.Retirado do enredo da
villa, e cuidando em aptoveitar o tempo para
plantar o milho a o feijo, e com bsstaote medo
do castigo com que Deus eos sua divina miseri-
cordia nos manda ; nao lenho baalante tempo
para me occupar com .leitura dos joroaes, e
meimo quando os leio 'j lio tarde, que nao
val apenas o trabalho.
Com tudo, de vez em quando, quando por fe-
licidade me emprestara um pspeluxo chamado
Liberal, aprecio-o-muito, principalmente quando
descubro a aasignalur* do Lo laxa.
Bem diz o rilo,cada um para o que nis-
ceu.
O encapotado com a capa do Lolaia, nasceu
nos prostbulos da ribeira, ou de algum alcouce
aonde foi creado, e por isso lomou a capa que
Ihe assentara e nome que Ihe quadra.
Pela linguagem arrieiral que uss o tal Lolaia,
parece que divulgo um advagadoestellionatario,
caloleiro, que toma o alheio emprestado e oun-
ca paga, e nem restitue, que gosta de viver
custa do suor alheio, que mora no Limoeiro
em casa de urna pobre viuva carregada de li-
laos que vive em cima de urna tnpega a fa-
zer aapatos para poder sustentar a sua nume-
rosa familia, a qual ha mais de 10 mezes nio
vum real de alugoel; que tem sido chamado
por aoouncios no seu Diario para pagar a.im-
portanciade calcados comprados por elle; e ago-
ra diga-lhe que quem tem mos hbitos nio os
larga, quando para c veio, jeraruim; que
riveu muilo tempo a custa de dioheiro que ihe
dava o fallecido escrivao Paiva, o que consta de
asseotos feitos pelo mesmo, e lambem outros :
assim mesmo foi a melhor quadra que esse ente
teve na sua vida.
Est me parecendo, senhores redactores, que
anda nao advioharam de quem fallo.
Fallo do celebrrimo Joj Antonio da Silva e
Mello, advogado que langa mao da propriedade
alhaia, vende-a sem conseotimento do dono para
pagar-se deseus honorarios, quando elle nada
fez no processo, e assisteocia delle a ioquiricao
de do testemunhasfoi bastante para que o Dr.
Cesar appeliasse para i relago do dislricto que
mandou o reo a noo julgameoto ; a prova da
crassa ignorancii desse ente que tem semelhan -
ga com a ras, que quiz ter um corpo como o
dO lioi.
Dem-se ter mais escrpulo na coocessao de
provisoes para advogar-se, para nao virem tra-
tar de nossos direitos, de nossa honra, vida e
propriedade, ignoraotes e estupidos como Jos
Antonio da Silva e Mella, e quanto mais igno-
rantes, mais presumpgosos ; e a prova, qaei
Mello tirou a proviso para advogar em mais de
cinco comarcas, quando os outru* tiram s para
urna.
Soubemos por nos dizerem. que elle publicara
urna correspondencia no tal Liberal pasquim, di-
zendo que o juiz municipal em urna deligencia,
subirshira letras e papis de importancia ; s os
que nao sao moradores nesta villa e comarca
que darao ouvidos a lies calumnias.
Admira que o trampolineiro Mello, tendo j
fallet oessa deligeocia, por essa occasiao nao
fallasse em sublracgio de papis de importancia
e s agora que tal diga ; s quem nio coehece
Joaquim Ramos eseus sequazes ladrees de ca-
ballos que estao quasi todos pronunciados ou fo-
ragidos e que julgar Ramos importancia, e lan-
do papis de importancia-. -
A primeira vez foi o juiz municipal atirando
com a limria'de um aoalphabeto ao chio e mos-
trando ogenss aos llvros. agora a subtracgao
de papis de importancia do archivo de Ramos.
Este ceosa chamada Jos Antonio da Silva e
Mello tem um genio creador.
Porm parece me antes que Mello tem suas
zangumhas quando se persegue ladrdes de ca-
vellos, porque elle lambem lauga mo do caval-
lo alheio para vender, e assim j* se deixa ver
que elle nao pode goslar de quem persegue li-
droes de eavallos, e estellionatarios, principal-
mente estando elle anda por pagar ao mesmo
Kamos as despezas da conducgio de sua familia
quando para aqui veio em 1859 ; e tambera an-
da est por pagaras despezas da conducogio que
fez quando levou a familia para o Recite que foi
paga pelo fallecido escrlvio Psiva, tilvez logo
negu como costume velho, ou eotao falle
mal daquelie que por mais de um anno o susten-
tou de um tudo, visto que Mallo tambera tem
por costume hostilisar e maltratar aquelles que
Ihe tem morto a fome, e dtg-o o Dr. Cataoho.
Deus queira que o presidente mande ouvir ao
juiz de direito da comarca, porque estou certo
ae Mello flcar cobertode lama.
E' at aonde pode chegar o desejo de ferir a
reputagao de um magistrado, a nica heranga
que elle pode ter, e o melhor futuro que elle
pola desejsr ter urna reputagao illibada e que
nao leoba pejo de apparecer no publico.
Mas o que se pode esperar de Jos Aotonio da
Silva e Mello? Qual a sua educacao ? Quaes
os seus principios?
Se nio sabem en Ihes direi ; foi educado ds
cosiohs de um lio, da qual fugio, e depois andou
vivendo em casa de um e de outro, at que foi
empregado na secretaria do goveruo ; e j se v
pois que de Mello nada se pode nem se deve es-
perar que presta.
Delle s pode vir infamia e miseris, porque
est elle contaminado do lenocinio.
Felizmente estas calumnias edislribes julgo
que poucaiaaprmao far noa homens aenaaloa do
paz e principalmente naqueltes qua dirigera a
nao de estado ; porque eolio lodos serio per-
versos prevaricadores e concuseionariot; isto
pelo que diz a imprensa da corte do imperio.
Agora pelo que diz respailo a imprensa da
provincia; por ella a'provincia est coberta de
empregdos e magistrados prevaricadores, ls-
dres, concusionario, e todo aqullto que Ibes
gradar diier,
S8,'.'* Vor hoje porque tsmbem queroser Hdo,
.iil do Limoeiro, It de feverr-ire de 1862.
A alme it Luit H Y,
Srsredaclores.-O Sr. Dr. Aquioo. nao (em
razao de se pronunciar tao iradamente contra o
prompto elltexo ; pois remedro fetto por medieo
tao abalisado, e competente como e Sr. Dr. Aqui-
no, a quem at hoje ninguem cerjsurou por mS-
oipulsr remedios, que correm por ah sob &aa,
nome.
O prnmplo allivio, ha mais de dous annos aue
se vende nesta sidade : de todos as pves lem
sido procurado, e al por conselhos de facultan,
vas dislinctos. Niogoem anda protestuu contra
a sua efflcacia, e mrito ; ao contraria, toaos pro
clamara su ririud, aa tpdari dojaaj.aas e
mas que
dadaalia srtilssimo, ino o
Da que j o tem experimentado.
Reeife, ti da ftrereito de 18.
ni
Ao publico.
Srs.redaatoree.Amiceacer ka sin re iocerta caT'
mtur. Ninguem descenfle de seus merecimeotos,
porque na maior attribulagao accoda Deus.
Quera penaavit ueCruaogv as pafoxuavos da
m 8*i mattMitii prolapso ooeorrfda pelo Exm.
Sr. Dr. Antonio Marcelino Nunes Gongalves mui
digno presidenta desta provincia, quando temos
visio, desde longo data, este infeliz torrio canga-
do de soffrer, a lodos erguar seus mirrados bragos
e lodos Ihe cospirera na fice, e sempre gemer
sem" consolo debsizo do terrivei aoathema que io-
justamente Ihe tem langado O'lata lida de Fi-
quei admirado assim como Lot nos lempos carco-
midos, qua jazia no meio dar obstinecio de Sodo-
me> sem esperaoga de socoorro, foi salvo do cas-
tigo por trea anjos enviados por Deus ; assim
timbara o Croangyj Tallo de esperances, foi sal-
vo por tres homens enviados pelo Bxm. Sr. pre-
sidente, e andou elle rauito bem, porque estamos
certos.que, accodir tempo Craaogy, era salvar
a provincia, era salvar o imperio, pois que fora
de du vida que se o ioimigo, que perseguia aos de
Cruaogy, nio fosse de proropto atacado e vencido
em seus prmeiros vos, elle tomara incremento.
reunira todas as suas columnas, e formando um
corpo de ezercito consideravel, iovaderia com
multo maior torca a cidade de Goianna e lodos os
maja pontos a nos adjacentes, e mais formidavel
ira i capital da provincia, e desta se irradiara
por todas ss ootras suas irmias, e enlio ai da
Brasil 11 Haramos de ver o luto em todss ss fa-
milias, veramos o vaeuo em todos os palacios,
om todas aa casas e em todas as choupsnas, ve-
riamos emfim as constrsngedoras sceoas de 1855
el856: portento toro a-se anda mais digno de
loavores o Bxm. Sr. presidente da provincia por
nos ler poupado taotaa dores, nos mandando os
tres sem-dauses salvadores de Cruangy, que lam-
bem o foram do imperio da Santa Cruz, estes tres
hroes foram : o muilo Rvd. Fr. Egidio de Garis-
io, missionario apostlico, o Dr Flix Mdreoo
Brsndo a o major Alexandre de Barros Albu-
querque.
Logo que chegou a triste noticia ao Exrd. Sr.
Nunes Gongalves, de se achar o misero e eeque-
cido Cruangy i bragos com o terrivei habitante
do Ganges, o Exm. presidente manda immedia-
tamente para nos soccorrer duas ambulancias bem
providas, acompanha estas o delegado de Goian-
na e oSr. Dr. Sarment (filho) edoos das depois
haga o inimitavel padre-mesire Fr. Egidio de
Garissio, depois deste chegam o Dr. A marico,
quatro irmias de caridade e um padre Iszarista, e
aflnal no dia 7 de Janeiro as 8 horas do dia, 6 das
depois da chegada do primeiro occorro chega o
Dr. Pelix Moreno Brandio -. a luta comegada aper-
la-se, o combate decisivo, e por S6 das du
vidosa a victoria ; os assaitos do ioimigo sio re-
petidos ; varia na forma de combster, sitia-nos,
cerca -nos por todos os lados, e em sua furia pa-
rece querer engolir a todos os habitantes de
Cruangy ; porm os sitiados tinham seus anjos de
salragio, tinham tres habis generaos; cada um
destes occupava aeu posto de honra, o apostlo
de Jess Christo Fr. Egidio via-ae-o constante-
mente do confessionario para o leito do moribun-
do, e sempre reparliodo esmolas.
O Or. Flix Moreno Brandio era senlinella vi-
gilante ao p do leito dos pestiferados ; e o ma-
jor delegado providenciava os eoterramentos e
divida, por parte do governo, soccorros aos in-
digentes, e este virtuoso trio era uoanime em
dffundir em todos os corsgoeso saudavel balsa-
mo da coosolagao : assim ospostos fazem frente
ao inimigo, balem-o'o muitas vezes, e a cada
instante roubam-lbe urna victima, depoia do 36
das de muilo lutar, de vigilias, de tongas va -
gens, de grandes cansagos e de grandes peaigos,
vem correr esse demooio inimigo do geuero hu-
mano, que deseoganado de nio poder se apode-
rar de todos os de Cruaogy, dirige suas flleiras
pestferas para a cidade de Goianna, onde j che-
gam lio fricas, que nada mais pJem fazer, as-
sim como em outros lugares.
Honra ao multo Rvd. e virtuoso filho de Ga-
rissia, que por os durante 36 das de lula nao
soube o que foi um somoc reparador, o que foi
tomar urna refeigao com socego, que nunca dei-
xou-de accudir ao reclama do agonisante, mesmo
estando doeote, nao importando-se com distan-
cias de muitas legues, e era coiu os coeselhos
de seu dedicado amigo o Dr. Moreno Brandio,
que o vendo doente, pedia iba que nao montasse
cavallo, porm elle despresava tudo, s cuidara
da humanidade afilela, at que alia! lambem
foi derribado no leito da ddr, nao por ser accom-
meitido pelo judeu errante de Eugenio, porns
aim pelo muito Irabalhar. Honra ao Dr. Flix
Brando, ao medico virtuoso e de grande saber,
e ao medico dedicado causa da homanidade,
ao medico que tudo sacrificou para nos salvar,
ao medico pbilanlropico que com a maior gene-
rosidade nio quiz aceitar dos cofres pblicos re-
compensa alguma pelos seus muitos e mui im-
portantes servigos, dizeodo ser sua obrigagio soc-
correr aos que soffriam, e cumpriodo esta este-
va muito bem pago ; pelo que milhares de co
rsgoes agradecaos o abengam, pois que duran-
te os trila das que entre nos esleve salvou
muitos paes, esposos e 8lhos queridos. Honra ao
major Alexandre Barros Albuquerque, digno de-
legado de polica de Guianna, que tanto nos soc-
correu, que taoto nos eocorajou, que lio saluia-
res providencias deu durante os 21 dias que en-
tre nos esleve ; a bengio do co caa sobre os
nossos tres salvadores, e urna corda de louro
cioja suas frontes; e Deus mande chenles de
felicidades sobre o Exm. Sr. presi leute pela lem-
braoga que de nos teve. Muilo agradecemos ao
Rvd. padre Calmoot e s quatro irmias de cari-
dade, e assim tambera ao Sr. Dr. Amertco. que
durante os poucos das que aqui esteve, muilo
fez em oosso beneficio ; tambera agradecemos
ao Sr. Dr. Sarment lilho, o que durante as 24
horas que aqui esteve, fez a nosso favor.
Srs. redactores, pego-lhes que dem publici-
dade a estas liohas, para que o publico recoobe-
ga que somos gratos.
Cruaogy, 16 de fevereiro de 1862.P. P.
Publicigoes a peoido.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios do
imperio em H de junho de 1853. Sendo ouvido
a secgao dos negocios do imperio do conselho de
estado sobre os of&cios da junta central de hy-
giene publica, datado de 10 de setembro, 20 de
novesnbro e 10 de dezembro do son prximo
passado e copias, que os acempanharam, relati-
vas ao registro oas cmaras municipaea dos ttu-
los de professores de saude, bem coma do que
teve lugar na cmara municipal da capital da
provincia do Maranho do diploma de um dos
mumbros da commisso de hygiene publica da
osesma provincia ; e havendo S. M\ o Imperador
pea sua rmmediaia reaolugao de 11 do corrente
mez, se eeoformauo com o parecer da referida
sscca exarado em consulta de 3. manda remet-
ler i V, Exc. para coohecimeoto da mencionada
junta central, copia da sobredila consulta aQm
de que por ella se regule naquella materia' -
Deus guarde Vmc. Francisco Gongalves
Martios.Sr. presidente interino da Junta ceotral
de hygiene publica*.
Sendo ouvido o procurador da corda, rea-
pondeu que, por mais valiosas qua se possam
considera^ as razoes eipastas pela justa ceotral
nio podero ellas fundamentar, e menos justifi-
car a iolelligencia, que se pretende dar ao regu-
lamento para se instituir esse exame sobre ai
matriculas feitas parantes as cmaras muaki-
paes, sendo bem claro, e ezpresso o art. 35 ; io-
leiligencia que al trazia elaita retractio; a
ccreseeote em sua reapost* que a disposico do
artigo poltica, e providente, seodu reconheci-
dameale menor a mal que por veedora paast
resaltar desses abusos, a erros das samaras m-
nielpaeS, do que o qua com leda s eesteaa ha oe
pmdozir essa projeelada revisto da titulas n-
gistados, das matriculas, instila-indo se para esse
flm urna verdadeira devesea geral. a
A secgao, tendo pensado sobre a materia,
observa que o regulamanto est faiio debrao 4c-
peasameale de se nao revolver o passado. re.ee-
indo as eetsequenctss desase iaquuigaes. E**e
prnsBmento foi bem compreheodido pelo pu.au-
raor da eora, tomo se -natUapU da sua tsajaa.
la. Asstm ana ao srt. 87 fot liaiUda.p ab-
selo da ja ota s*nhecimeiito dea,fraseaos
doi,mbs.q vetulameota, (aaB4ana-*a &***
Caes qM ,B acbavam as matncaes parane as
*m"n ?*^'paM' 1ue I08 consU dos
irts. 33, da, nio se adoillindo investigago
0,ci!l M*mm aponlar de menos
regularidad* nesta ebjeeto, alo lio poucos que
hoje nao vale a pana de oseamerilhar,
A mesmaJDBta ceotral j|*av^do [avorml a
pretengoesaiua naa aaSaa.1 Isp do regula men-
t : tal o caso di,s daalistas que nio esto reu
oidoa com as habilftacdes legses, sobre o que a
secgle dea o parecer da 11 de agosto de 189*, a
o de um eatabeleciment phsrmaceutico na pro-
vincia de Hias, qUe foi objacto do parecer de 15
de jaoeiro desie anno, e outro de um igual esta-
belecimento nesta provincia, de que Iralou o pa-
recer de B do mez passado, casos estes em que
" f ri0.ha coniinaa^a do eierekio sem
t habiiitsQoes neceissriaa.
Parece, pois, seccio < que o regulamento
aeja execatado aegundo o rigor de aua diapeai-
goes. a>, uaalmeole enteade a aecgio que
vista do regulamento nio compete de maneir
nenhuma s commissoes tomar conhecimeoto
das matriculas feias parante as cmaras mum-
cipaes, podendo ellas somante, quando se verifi-
que o caso de transgresso do regulamento, dar
parte a junta central para resolver em confor-
midade dos artigos 37 e 38 |do mesmo regula-
mento. Quanto ao delegado do oirurgiio-mr
do eiercito membro da commissio de Hygiene
ds provincia do Maraohie, nao hatera mais dn
que epplieajMhe a deeisio que acaba de indicar:
cumpnndo advertir que quelquer juizo da junta
central seu respeito deveri flear dependente
da confirmagio do governo. visto que elle se
acha exercendo funegoes publicas por nomeacao
do mesmo governo. Vossa Magestade Imperial
resolver como oselhor parecer.
Sala das conferencias da secgao dos negocios
do imperio do conselho de estado em 3 de judho
de 18a3.Viecoode da Oltnde. Visconde de
Moni Alegre.Candido Jos de Araojo Vanos.
Como parece.Pagp 11 de junho de 1853.
Com a rubrica de Sua Magestaoe o Imperador.
Frsncisco Gongalvee Ma.tins.Contera.Jos de
Paiva Magalbaes Cairel.
Quatr palavra memoria da fiaada
D. Ignacia Joaquina do Sacramento
Firmino, offerecidas ao seu inconso-
hvel esposo o Sr. Dr. Jos Joaquim
Firmiuo.
S Deus grande e eterno 1 Sim, s Elle dura
eternamente, a a sua gloria lem atravessado os
seculos idos para se perpetuar pela immensidade
dos seculos viodouros I ^contingencia da humu-
nidade eollocou diente della ama barreira inven-
sivel, onde as suas esperangaa encootram o sol
que tem de mirra-las, onde aa suas arobiges vo
encontrar o desengao, onde a aaa glora se em-
palidece, e onde, finalmente ella l em lettras de
fogo o lermo de sua peregrinicio ueste mundoa
morte I
E' triste esta sina da humanidade I.... Com o
sello da morte impresso na fronte, ella caminha
incessanlemente, e ae a fadigs nos labores pesa-
dos desta vida, mas de espago a espago rasga-se
o sello que ella traz sobre a fronle, cumpre-ae a
senlenga qoe sob ella est escripto e l um vulto
tomba sobre o chao, abre-ae urna sepultura, a
humanidade derrama sobre ella urna lagrima,
desollu urna flor, e segu arante o seu caminho
segu sampre 1
E o viajante extropisdo, que se atravessou os
viagem, segu de looge a caravana, que nunca
per, guiando-se pelas cruzes que se erguem so-
bre as sepulturascomo em um vaslo cemi-
teno I..
E as grutas descompassadss e o ruido confuso
que por um momento se nlerromperam a vista
do corpo que foi dormir o seu ultimo sorooo no
derradeiro leito, echoam oovamenie.e a humani-
dade vi caminho adianto, cumpriodo o seu des-
uno I..
Que ;riste sioa a da humanidade 1..
A Klaria, que se slevava radiante e cheia de
prestigio, abtese oosopro glido da morte.... a
voz, que era, havia pouco, forte e poderosa, ex-
tinguesen'um rouco gemidoo derradeiro___o
riso innocente, que entre-sbris os rseos labios
da virgem, expira como por encamo, porque
aquelles labios empalidecen! e gelam___ e as
ambiges, os clculos, aa aspiragoes, e as espe-
raoga, tudo desapparece diaote da morte que
esvoaga pelo meio da humaaidade, como o ven-
to norte que desabrido e impetuoso, sopra por
entre os v^rderes do campo, derrubaodo aqu o
carvalho secular e magestoso, all o arbusto d-
bil e traozioo, acola a palmeira elegante e altiva
e mais adame a flor delicada a melindrosa 1___
Por entre oa Iraoalbos e fadtgas da ida, no
meio da familia que o idolatra, o pai sent um
golpe doloroso e mortal no Curago, ergue un
olhar de desdedida para a sposa, langa urna der-
rarJeira bengio sobre os filhos, baqueis, e mais
urna sepultura se abre no meio de tantas ou-
tras I....
No meio das applausos das turbas e dan felici-
tagesda patria inleira btquea o cidado
moso ao exhalar o derradeiro suspiro;
prest-
, e mu-
dam-se os applausos em solugos e as feli ilagoes
em p rao io, e a multido, que levava uo carro
tnuu,phaiiie aquello cidado para o Capitolio,
valla, acompanhando um fretro para i jazida
dos moriosI....
No meio das feslas intimas d* familia l se ou-
ve um grito agudo e doloroso, e a niai que, ha-
via pouco, recebia dos Oibos as caricias it nocen-
tes, e os cuidados do esposo feliz e venturoso, e
que com elles rfeparlia os seus disvellos n extre-
mos, debruga-se exange sobre o leito, deixa
pender a cabega inerte, balbuca um adeus der-
radeiro, e depois, mais tarde, ergue-se m is urna
cruz no cemiiexio 1....
E o poeta desfallece no ardor da inspirado....
o soldado derramando o saogua ao chao da pa-
tria, e pugnando por ella.... o opeesrio urvado
sobre o banco do trabalho.... todos, todos des-
fallcelo por aua vez I
E' osla asina da humanidade 1....
A morte essoaca por toda a parte, cobrando
sem piedade o terrivei trbulo de que se alimen-
ta!.... i
Mas, porque lamentar essas scenas que se leem
a cada pagina da historia da humanidade? Sao
os decretos da Providencia queso execuam, a
ventaje de Deus, que se curapre i A morte a
partilha do homem, assim come a eterjilade o
tabulo da diviudade I
S Deus grande e eterno I
II
Entretanto, a humanidade lem tambera a sua
grandeza, urna grandeza que parlecipe de sua>|
csnting urna pallida sombra da graodcsa da Daviodade. E o
aun io creou um palavra para exprim- ta a d
Ihe o nome de gloria, tanto ella aeja a eangad*
pilos triumphos da ateltigeneia, pela espaa do
gierreiro, pelo ciozet do estatuaria, pelo pioeol
ou pintor, como pelo aferr dos priuiipios-de
honra e de religiao, pela psaika coosuotle de vir-
Ules I
E' s eternidade-da hur*ao mos exprimir assim.
E essa eteraidada lano aleaoeou-a Cicero no
forum romano, Mirabea na aseembla revolu-
liooana da Frange, o padre Veatara no undo do
leu gabinete.Cames e Da o le* na suas lyras, Mapo-
,eio no campe da balalaa, Miguel Aog >U> sobre
3 mermoie,.ftapiuel sobro a tela, coraos illas-
tre finada, a cuja memoria, ceaaaejramos aatas li-
uhas, que creaua nosriapidwe e. salutares princi-
pios ae honra e de retagiao, obaervou-os.oempre,
traduziudo.. eia actos- de virtude os impulsos do
seu nobre carsci.o, eaqoecendo-se da torra e fi-
lando oa alaos no co uo momento wui que vis
diante da-ai abarlas^*.porta de iremooda eteroi-
dade I
Sim, s gloria naa. traduz a os fastos memora-
reis da vida do eraflor elogentevdo juetseira
Taleot, do poeta respirado, do estatuario gran-
dioso --dn pinloa celebre, nao, ella iradu Um-
bem eos caracteres douradoa os Tactos da vida
aiodai.que simpaa, porm paulados pllae prea-
crpaps-do lina da boura, do dever, da virtude
e dareligliot E por esse titulo tivez mais
apceciavel a gloria, porque ella parece ento ii-
Ui-aa e, a-aulge amaa aatvhrf qasi divtno
coaservaoda na roen-, a na de lodos com mais for-

r.ia ta epaeciavel, por Isso-que se traduz por r-
lludes, essasUlhaa qaerio>so,co, que dio-I he o
carcter dtf emiyiemenU .ahristaa adquira a
illuslro ftnaUa D. lgaaew Joaquina doVscramen*
lo Fa-mwo. que .porjsso tem.odireisoii orna me-
moria- l^'^uis^oVoi^oaa' d#rfdos qua
a cuajMt^mviaoJintaf^ t^se^scAAUo soba
tesis bujs^jd^ajea^pepsilgaw/ivau/ftirpo nanir
L m'
!"' Ignacla Joiqls. do
tlnha apenas vtnte e quatro annos, a morreu I...
Tao cedo\... Teve a sarta a flor que, apenas
desabrochada, vergou-se sobro a hasta, soprada
pelo vento norte desabrido e impetuoso, qua ree-
sequiu-lhe as folhss e morchou-a [.,, ?i0 ce-
do I ...
Nsscida de pas que trilnsvotn a senda esai-
nhosa e difflcii, porm glorios da honra e do de-
ver, bebeu desde tenra idade, no exemplo delles
e na educagto que receben, as liedes de una
moral aparada e de urna religiosidsde, despida
das exagerages e hypocrisia da beatiee, e cheia
da siucerdade e contrigio do verdadeiro sent-
ment religioso. Cresceu, deseiivolveodo-se sem-
pre nella aa gragas do espirito e do corpo, fez-se
moga, e vio aquelles- que lbe havia dado o ser
e qae havism guiado es seos prmeiros pasaos,
debruesrem-se i beira do tu mulo, e irem dormir
para sempre l Ficou orpfeis, e asi caricias e dis-
eilos de seus paes foram substituidos pelos cui-
dados de seu digno irmio, o Sr. Joan Gualberlo
Pereira; Ella havia perdido o amor aris lerno e
santo aue se pode imaginar -*-- o smor de psi e
moi, porm o Sr. Joio Gaerberlo Pereira Ihe
prodigalisoe desde ento o amor fraternal, nao
menos terno e sauto talves que anuelle.
IV
Reeolhida no saio de sua familia; sob a prc-
teegao d seu irmio, e em cora panhia de urna
irmie, qsre foi lambem, ha pouco mais d'um an-
no, victima de urna epidemiaa bexiga,- D. lgoa-
cia Joaquina do Sacramento Firmino passava o
das lod entregue s felicidades intimas-da la-
milla, limitondo todas as suas ambiges, e con-
centrando todos os seus desejos e aspiraces den-
tro do circulo estrello do lar domestico.
O nome, porm, do Dr. Jos Joaquim Firmino
eslava escripto no- livro de sua vida, assim como
no livro da vida daquelie eslava escripto 9'nome
della ; e l um dia ao voltarem ambos urna pa-
gina (erara, elle o nome della, e ella o nome
delle, e em outro dia sos ps do aliar os- seus
deslios se unlram pelos lsgos iiidissolureis- do
casamento.
Infelizmente, porm, foi m a estrella que pre-
sidio essa uoiio, ella devia, no (Ira de pnuco
mais dsete mezes, nuMar-se e esconder-se ;?'
entre nuvens espessas e carregadas !...
G Dr. Jos Joaquim Firmino, nesle curio es-
pago, teve lempo apenas para conhecer a gran-
deza do Ihesouro que possaia e que perdeu !
A infeliz D. Ignacia Joaquina do Sacramento
rirmino era digna consorte de lio digno marido.
Nunca oscuidadoa, disvello e carinhos de urna
oapoaa acharam lio liberal e sincera dispensa-
dora como a iofeliz fallecida. Ella fazia do lar
domestico um co de felicidades para seu marido,
e elle encontrara sempre nellar de volts das fa-
digaa de sua vida laboriosa de medico, um aojo
que fazia esquec-las com os seu mimos e pren-
da, Nuoca urna nuvem havia toldado aquelle
co I
VI
A caridade era urna das suas virtudes, Nunca
dos olhos do pobre correu diaote delta urna la-
grima que ella nio enxugasse imnoedislamenle
com sua mao piadosa e caritativa. Ao passo que
seu marido soccorria aos desfavorecidos da for-
tuna com os recursos da acieucia que lio bem
exerce, ella com a mi liberal distribura-lhes o
pao. Agora mesmo, quando a terrivei epidemia,
que levou-a sepultura, derramou por loda a
parle o susto e a desolago, fazendo com que os
pobres correasem seu marido implorareis
soccorros, para o que se achava aulorisado plo
governo da provincia, ella chorava lagrimas de
sincera piedade, cada um pedido corra de seus
olhos urna lagrima seolida.
Religiosa como era morreu como verdadeira
ehristia.
Tendo a moleslia feito nella progressos ajus-
tadores, que davam pouca esperaoga desalvagao,
principalmente por causa do estado de gravidez,
em que ella se achava, e tendo seu marido
abaodonado o seu Iratamento, porque, oppvesso
pela ddr, nao linha a calma precisa para diri-
gido, ella acceilou a confissio, logo qu Ihe fal-
laran: eisso, e alliviando sus alma do peso dos
peccados, que depositou no seio do confessor
face do Crucificado, pareceu esperar a morte com
a calma e placidez do justo, que v j .brilhar
aos seus olhos amortecidos urna sceolelha da \oz
que circunda o throno do Allissimo !
Ness-s mesmo dia assigoou cora mao firme a*
disposigoes de sua ultima vontade. Estava pre-
parada para morrer.
Vil
L Ao outro dia, 29 de Janeiro, todas as esperan-
gas estavaui perdidas !... Nao havia mais salvs-
gio possivel I"... Rodeada dos pareles e amigos-
de seu marido, tendo cabeceira seu irmao, o
Sr. Joo Gualberlo Pereira, com rosto natural e
sereno, expirou, e aua alma, despiodo-se do in-
volucro a'rgila, voou pelo espago e transpoz 3
portas da eternidade f
VIII
Quando se tem vivido e morrido assim, a mor-
te esconde um corpo sob a pedra fra de urna se-
pultura, mas nao apaga da memoria de todos s
lembraoca de urna mu-lher virtuosa, de nma es-
posa modelo, de urna verdadeira ehristia!
Sirva isto, seno para curar a dr do seu in-
consolavel esposo, ao meos para mitiga-la.
oaianoa, Io de fevereiro de 1862.
.
t dita ideo .' a Prsneisco Manoel teixrtra.
1 aacco, dem ; a Luiz Margont.
1 barrica, idem ; a B. francisco de Soazi
t vleme, dem ;if.i. P.reir, da Silv..
1 dito, ideo ; a Jos da Silva Guimares
> ditos, idem ; a M. F. de Feria. "
1 dito, idem ; ao bario do Ligamento. ,
1 dito, idem : a Joio Jos de Amorim.
1 dita, idea Antooio Jas topes.
" a Joaquim Pinto de Campo*.
a Francisco S. A .
a Francisco. Ferreira Borges.
a Jos Alves Ribeiro.
ao. Dr
. dem
1 diio, idem
1 dito, idem ;
1 dito, idem i
* dito, dem;
f dito, dem
Silva,
^hni!!51^p,e^,,"n?ri' i iochartoaraVdito
t Cisne, vtado dar Mi-
lo a Amorim IrmiaoVma-
Alredo R. Bastos.
Francisco Domieguea di
mo, 101 saceos
Brigue-escuoa .
Grsndedo Sul, con_
nifestou o segeiote
13.800 arrobas de carne de ebarqae, 3$ ditas
de sebo, 60 coaros seceos; aoa ateaeaoa. ^^
800 saceos eem 4,600 ar-
COMM&iftOO
Praca do Reeife 27 de
fevereiro de 1862.
\s quatro horas Aa tarde
r.otacoes- da> junta de e*>rretores.
Cambio.
Sobre Londres98 d[v. 35- 3,4 d. por 1j.
Descont de letras.
11 1|2 OiOao auno.
Frele.
Assucarde Maceipara o Gn*l para ordena\
5&> e 5 0[0 por- tonallada.
J. da Cruz-Mate-dopresidente.
Jobo Gatissecretario.
allimndejca.
endimenl>do da 1 a S6. .
dem do da 27......
623 9l2gt&
20.5135638
644:425*798
Mr,*lroenU) da rvHandpsr;.
?olumeaentrados com f azoado..
eom gneros.. 25
Volamos-sahidoa com faaenda*..
c com gneros..
25
Do dia 26 de fevereiro.
Barca ingleza Steta, para o Camal, es fraga-
ram :
Sauuders Brolhers #C, 3,380 sacceeom K5fl(P
arrobas de assucar.
garVm* fr*Ce" Virail*'' Pr* areiie, carro-
B. A Burle 4 C, 400 saceos com 2,089 arroba
de assucar.
,-f.Vc" rncez* s- &>"*-; *irseiiler car-
* roba de assucar.
Brigue hespsohol Novo Martin, para Barealo-
na, carregaram :
h.*.'ii".'KHii C.* ,73 wcca coni 91* arro-
bas e 13 libras ae slgodio.
Barca-aa> ericen i /icAmond.para o Rio daPrat
carregaram : "
Johnstoo Pater & C, 200 barricas com t,a0&.
arrobade assucar.
Barca americana Aselia, para Philadelphie, car-
regaram
Matheus Auslio & C, 3 saceos com 15 arroba
de assucar,
Brigue porlague2 Constante, para Lisboa, car-
regaram :
Pslmeira & Bellr3o,8 bsriiquiohascom 2 ar-
robas 16 libras de assucar.
Jbio Bapiista de Oliveira, 5 caras-de assu-
car com 5arrok>as.
Brigue porluguez Flor da Maia, para o Porto.
carregaram :
Cuoha Irmio* C, 14 barriqunha com 58 ar-
robas de assucar.
Matheus& Rodrigues, 400 saceos com 2:000*
arrobas-de assucar.
Brigue porluguez Bella Figuerense, para Lis-
boa, carregaram :
F.S. R^bello & Prlho, 610 saceos com 3.05*
arrobas de assucar.
Patacho portuguez lima, para lina de Miguel.
carregaram :-
Joio do Reg Lima A Irmio. 2 roeias pipas
d barris com 1-.620caadas de mel, e 50 varear
para canoa.
Brigue nacional Damo, para o Rio da Frata.
Carregaram :
Bastos & Lemos; 30Obarricas com 1,997 arro-
bas du issucor.
Mecasbedoria de rendas iuterntes-
eraea de Peraamboeo.
Rendimentodediala-2. 26:01767f
dem do dia 2/......l:62790-
.37:6385461
Consnlndo prevtoclskl.
Randimenio do rila-la 26 104 572e514
dem do dia 27......: 3:928j225
108:50047391
Movimenfx^ do porto.
Navios entrados no-dia 27.
Terra-Nova23 di*a, Iwrca inglesa Speret of lite
Times, de 231 toneladas, ca. nao Juseph Jean,
equipagem 14, carga 2.80U barrieas com baca
lho ; a SiunderaaBrolners & C Seguio para
Baha.
Rio de Janeiro pela Baha 19 dias, caohoneira
franceza a vapor Snlrecasieous, commsndanle
o capilio de fragata Moncher.
Philadelphu25 dia;-. barca americana Impera-
dor, de 378 tonelada*, capitao-James PovrtT,
equipagem 12, carga 3-.490 barricas com fari-
ohi de trigo e OUVros tueros- _.a Matneus Aus-
tin & C.
Kio de Janeiro e portes intermedios6 dias e 22
horas do ultimo porto 15 lxvas-, vapor braai-
leiro Apa. commnadaote Jeaouim de Paula Gan-
des Alcuforado.
Navios sakipe- no mesmo- dio.
CanalPatacho wigiez Klizabeth, capilao Willam
Gubbly, carga assucar.
Liverpool Patacrie iuglez Atingan, capilao F.
Romeril, carga assucar.
~s
QD

sf
o
s
8 .-
*2 1.
co
o.
~a
m
es
| Cisterna \ydro-
melricm.
I
francs.
Ingles
138
460
------ 598-
Dascarregam hoje 28-de fevereiro.
Hiale aovericanoDarlingfarinSa e bolackioli.
Brigue- ingleaPhantonbacalhio.
Brigue inglezAmellaidem.
Barca americanaJlargarethmerca lorias.
Brigue americanoBrandy-vriaeidam.
Barca americanaAmazonasidem.
Brigue hollacdezJoanna Luliacharque.
Barca inglezaIndoocarvao de pedio.
Iiiiportat^u.
Becuna nacional Carlota, viada da Babia* can-
signada a Antonio Luiz de liveira Azevedo, ma-
aifeatou o seguate :
1711 saceos farelo ;. a Antonio Luiz de Oiiveira
'Azevedo..
1 quartcla azeila de palma ; a Almeida Gomes
Alves &.C.
1 caiu gangas, |1 dita lengos pararsp, 1 dita
brim de algodio a F. Moohard & C
120>cesios champagne, 4 cailas brim ; a J. Al-
fredo Thor.
5. cairas charutoa; s Matheus Rodrigues.
t dita igoora-se ; a Schafleilia 4 C.
l2 ditas charutos ; a Palmeira i Bellrio.
6 ditas -t Vicente Lima.
12 dilas aleite de palma, 4 ditas papel, 7 bar-
sis prego, 70 ditos menlo, 173 fardos fumo, 48
aaises e 21,341 cauinhas charutos, 60 latas osen
de ricino, B saceos colla, 100 betas piassava, *K)
quariinhas, 400copos, 2O0gorraias, 20alguidares
e 7 ulnas, ludu de barro ; ordem.
Vapor rviciooal Apa, procedente dos parios
do sul, manifeslou o seguinle
4 oaiioea cha
des.& Filho.
1 caixa charutos ; a A. C de.Si e Albuquer-
que
A noiie chuvosa. vento variavel de iotensidadev
doquadraote do SE e aseim amaoheceu.
Passa o sol hoje pelo parallel do observatorio.
as2h. 13' e5B" da manbaa.
oscilac&o da. suaf.
Preamar as-3 h. 6' da tarda, altura 7, p.
Baixs-mar as 8 h. 54" da mauh-ia, altura 1, p.
Observatorio do asseoal de merinha 27 de fe-
vereiro de J82.
ROBANO STEPT-iE,
1 lente..
Mitae*,
Parante a cmara municipal desta cioWe
estar au prara aos.dis6, 27 e 28 da corte*,
a obre.do muro, para o cemiterio publico da f*e-
guezia do Poq Ja Panella, oreada n quaoia da
2 cO ^i
Os pretndanle^ &_aireK.a_ta5ao spresa>larao
Ranea, sem a qual nao serao admittidos lian-
car.
Pago da samara municipal do.Recita, 24 de
fevereiro da M362. I-uu Freacisco a Barros
Rago, presente. Francisco Canuto da Boa-
Vlagem.
Porerdem 4o Illm. Sr. inspector se faz pu-
blico gue no praao de 5 das.cootadas desta dala.
sari levada basta publica, na ports desta aU
fandeg terfd o aegpiftta : 15 arroba e-StMibras de mut-
tard avallada cada arrota em 2J666, 41*6)G, i
libra de eioo henqieo por *|4 1|2 libras da
acfrio de Respaoha a 8 36, total 83j65Sl qua
em virtude do art. 536 do regulamento foi ai-
grebendida pio 1." con feren te Pedro A,Usasdti-<
no de BarrdsCavaleaBii, na ronferencia dn saW-
a Jos Joaquim Diaa Fernn- da do despacho n. 523 de 14 do crtente.
AUaadega 27 de fevereiro de 1862.
O 3." escriptutar-ij
Joa.0 Duatte
fo Sseramealo Firmino
1 embrulho amostra ; a Rostroa Rqokr & C.
* cajxas rap, 1 diu chapeos ; a Pinto de Sou-
1 dita chapeos; j Jiatbaas A Rodrigues.
5 saceos cola ; a Francisco J. daXost. Arauk..
.1 caixa ignora-te ; a vrvianna & C,
Lago faz sci
ra do Impar
Ionio Pereira do
residencia da
Aurora n. 90.


'

1
,- .,
OUaUO DG ERMMBUOO ~- 5EXTA AMA 18 BE TEVEREIRO DE l8i.
Os Srs. accionistas da compaahia
pernambucana sSo convidados a reun-'
rem se em assembla geral na sala da
, associacao commercial, no dia 5 de
marco ao meio dia para ouvir 1er o pa-
recer da commissao de exame de ton-
tas. Pcrnambuco S5 de evereiro de
1862.O gerente F. F. Borges.
Censelho administrativo.
O conseibo administrativo, para foroecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar o ebj-ectos
seguintes:
Para o hospital militar.
AO pires de chinellas.
48 facas d mesa.
48 garlos de dita.
12 arrobos de assucir refinado.
59 garrafas de alcool de^J6 graos.
60 garrafas d'agua de (abarraque.
24 garrafas de cognac.
8 ongss de nitrato de prata fundido.
Paras* araenal de guerra.
500 meios de sola..
300 vassouras de junco.
300 vassouras de palha.
Quem quizer tender taes objectos aprsenle as
uas propostas em carta fechada na secretaria do
-sohaelho, s 10 horas da manha do dia 3 de
margo prximo viodouro.
Sala das sessoes do cooselho administrativo,
para forneciraento do arsenal de guerra, 24 de
evereiro de 1802.
Benlo Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Per tira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Correio geral.
Relami das cartas seuras para os senhores
abaixo declarados :
Itarao do Livramento.
Belizirio A. Siles Machado.
Candido Jos de Mello e Silva.
Carlos Frederico Santos Xavier Azevedo.
Chrisliano Irmo.
Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque.
F. Rodrigues Spares.
Jacinlho Tibrooio Esmeraldo.
Jos Alexandre Ribeiro.
J. Mana Ferreira da Cunha.
Marcolioa Getruia d'Assumpgo.
Miguel Archanjo de Freitas.
M. Joi Rodrigues Vieira. (2)
Manoel Martina Fiuza.
Correio.
Pela administrago do correio desta cidade se
faz publico que hoje (28) pelas 3 horas da tarde
em ponto, fechar-se-hao as malas que deve con-
duiir o vapor brasileiro Apa, chegado hontem
dos portos do sul, e com destino aos do norte.
Pela subdelegacia do primeiro dlstricto de
Ipejuca se faz publico que se acha recolhido a
cadeia di villa do Cabo o preto Maooel que diz
ser escravo de Alberto Cavalcanti, morador no
eogenho Arariba da Pedra* quem se julgar com
direitoa dito escravo, comparega a esta subdele-
gacia, que prorando he ser entregue. Engenho
Timb-ass 25 defevereiro de 1862.O subdele-
gado do 1. diatricto de Ipojuca Antonio Pere-
grino Cavalcanti de Albuquerque.
THEATRO
DE
Santa Isabel,
Sabbado Io de marco de 1862.
Segunda representado da companhia dramtica,
e juntamente da compaohia arcrobata.
Logo que a orchestra tiver execulado ama de
suas ouverturas. dar principio ao espectculo
que ser dividido pela maoeira seguinle :
Primeiro quadro.
CORDA FORTE HORISONTAL.
Na qual medemoiselle Caroliae executar diB-
cilimos equilibrios e evolucoes.
Em seguida o joven Albert sobre a mesma
corda dar diCQcels e perigosos saltos mortaes,
os quaes forara admirados pelas illustraces eu-
ropeas.
Segundo quadro,
A companhia dramtica representar pela pri-
meira vei neste theatro, a inleressante comedia
que se denomina,
OS DOUS MARIDOS.
Personagens. Actores.
Rodrigo Pinto...... Leite.
D. Elisa, sua raulher. D. Anna Chaves
Sebastio Faneca..... Santa Rosa.
Luiza da Fonseca, sua mulher. Jesuina.
Gertrudes, criada D. Carmela.
Gabriel, criado ...;.. Costa.
Terceiro quadro.
OS MENINOS ELSTICOS.
Desempenhado por mademoiselle Caroline, jo-
ven 11 yppolilo, e o sympalhico joven de 4 anuos
de idade Lindo-Amor.
Quarto quadro.
A companhia dramtica representar a aempre
applaudida comedia em um acto, ornad8 de mu-
sica,
POR CAUSA
DE
ra AMMIlffl,
Quinto quadro.
O FIO ARCHAL.
Em que o joven Alberl desempeohar difficeis
evolucoes, trabalho al aqui desconhecido sobre
o rame.
Sexto quadro.
A compaohia dramtica representar a nova
comedia em um acto, que muitos applausos tem
tido sempre que vai scena nos principaes thea-
tros da capital do imperio, intitulada
Minha Sogra,
Personagens; Actoes.
Manoel Bobo....... Thomaz.
Pacifica, velha endiabrada D. Jesuina.
Prudencia, filha dos mesmos D. Carmela.
Leao......... Leite.
Pedro, alhado de Pacifica D. A. Chaves.
Severino........ Dormeville.
Stimo quadro.
A COLUMNA.
Na qual Mr. Freir, os qualro joven, e as
Sras. Ferreira e Antonia executarao difficultosos
equilibrios, destreza e forca muscular.
Principiar s 8 horas.
BAILE
CASSINO POPULAR
DK l
MASCARAS EPHANTASIA
RO
MAGESTOSO SALAO
DO
PALACETE DA RA DA PRAIA,
Sabbado, i# de maree.
A tociedade Cassino Popular, tem a honra de
annnuaciar ao respeitavel publico, que o primeiro
baile dos Migares do prximo
A-MCiedade nao pretende oceupar a aiteocao^
publica coro grandes promesaas, portanto limita-
se em (firmar que tem empregado os meios pos-
sivM, anm de que os bailes do Casino, este
anoo excedan em sumptuosidade e brilhtnlismo
a todos os que all se tem dado e que correspon-
den) a ci>ilisac&o e rapwdo progresso da linda
Vneta Americana.
O crdito de que goza eate bem conhecido e-
tabelecimelo, a boa ordem que oelle costuma
reinar e finalmente a affabilidade e Coa educa-
gao dos cavalheiros que o coatumam frequeolar,
dispensa-no derecommeodaces ao publico com
pomposos annuocios.
Ser mantida a boa ordem e observadas as dis-
poaices do regulamenlo interno, np pro vado pelo
Illax. Sr. Or. chefe de polica os quaes permitiere)
que o segredo dos malearas.seja inviolavel salvo
acuelles que se nao porlarem eegundoas regras
de civilidadeiedosboDs costumes.
Os cartdes de ingresao estarao exposlos venda
no pavimento terreo do mencionado palaeete, no
dia do baile. Para damss, gratis ; para: cavallei-
roa, 2JW00. .
Proclamacao
publica para os niascarados
Briosos mascara, estamos no carnaval, lem-
po proprio do vosso entretiroento, 080 recueia,
tende em vistas as vossas batalbaa de 1852. 53 e
54, e os mais annoi seguiotes, lembrai-vos do
ataque dos Afogados em que vos distlnguistes
com denodo em 52, do das ras do Livramento e
Direita, em que fui ferido gravemente um dos
nossos melhorea generaes, que hoje est na 16*
classe, lembrai-vos das aguas sujas de ps. das
tintas com que asarmava, lembrai-vos emfim do
vosso chefe quando enviado pelo poder de Ve-
neza nunca recuou vpsaa frente. Briosos mas-
caras, sustenlai a vos'ka glorfa e tereis sempre a
vossa testa o generalissimo enviado de Veneza .
Viva o carnaval de 1852 e o carnaval de 1862.
Secretaria do generalissimo chefe das torgas
mascaradas no Lamarao 35 de fevereiro de 1862.
Romao del Boaoim.
Ajudaote de semana,
Sandevil.
O generalissimo em chefe
/ das forcas mascaradas,
Quartel general no Campo das
Princezas, 20 de fevereiro
de 1862.
ORDEM DO DIA N. 1862.
O generalissimo em chefe de todas as torcas a
pe e a cavado, de mar e de trra, d'aquem e de
alm, determina oseguinte a todos os Srs. gene-
raes, marechaes e brigadeiros fagain preparar snas
divisSes para a grande parada, que lera lugar nos
das 2, 3 e 4 de marco em grande uniforme com
o maior asseio no Campo das Princezas pelas 2
horas da tarde dos respectivos dias, para d'ahi
desfilarem em frente ao campo dascavalhadas na
ra do Imperador, em frente a ra do Crespo,
aonde estarao todas as msicas do exercito collo-
cadas para applaudirem aos cavalheiros que tira-
ren) a argolinha.
Oulro sim S. Exc. ordena que a esta grande pa-
rada nao Oca iseoto nem mesmo os corpos de ve-
teranos, marchando infantaria, caladores [mesmo
de passaros) artilharia macho e femea, raiada e
lisa, cavallaria de trra e de bordo ; a guarnico
da praga ser feita pela artilharia femea raiada
dando as rondas ruraes a cavallaria de bordo ;
S. Exc. recommenda a maior promptldo e as-
seio, o que desde j agradece aos Srs. generaes
superiores e subalternos ; recommenda anda que
as cavalhadas ordenadas pelo supremo governo
de Veneza sao em frente da ra do Imperador.
O mesmo Exm., em virtude das ordeos que re-
cebeu-do supremo poder de Veneza manda reco-
lher ao general subalterno por um anoo a liba
de Santo Aleixo, por se achar incurso no artigo
7568 do regulameoto do Conde de Lippe, em que
chama o exercito a indisciplina, dizendo em sua
ordem do dia n. 19 : que os mascaras podiam an-
dar por onde quizessem : ftca portanlo retido Sk
Exc. na dila ilha debaixo das vistas do governa-
dor Mister Donis ; participou-se oeste sentido ao
goveroador da ilha.
O grande arsenal da ra do Imperador do bem
conhecido Neves estar a disposico de todas as
pragas de pret segundo a ordem do Tarjen!, seb
pena que aquelle que nao fr limpo e asseiado
ser castigado com o desprezo dos mais mas-
caras.
As fortalezas salvaro a hora do coslume, des-
filando o exercito pelas duas pontos, velha e no-
va, em brigadas e divisoes, fazeodo alto defroote
dos saldes do caes do Apollo, aonde serio rece-
bidas por urna salva de vinte e um tiros pelas
fortalezas do mesmo salao, que se acharan em-
banderadas, estando os saldes decentemente or-
nados com toda a pompa e brilhantismo que pede
o dia ; a noite haver grande soir aristcrata
nos grandes saldes do digno representante Neves,
aonde estar urna msica militar prompta para
receber todas as personagens dislinctas, tanto do
grande exercito como paisanos, lendo todos a
mesma dislinccao.
Quartel general no largo das Princezas, 20 de
fevereiro de 1862.
O general ajudante de semana,
Josefes Nicola I'ibo.
Grande baile.
Nos saloet do caes d'Apollo, satfbado, Io de
margo de 1862, domingo, segunda e terca-feira,
tendo principio as 8 horas da noite, achando-se
os saldes com a pompa do costume, ardendo toda
a Iluminarse tanto fra como dentro : havero
novas vistas transparentes a gaz, viudas ltima-
mente de Paris. A muzica ser do 4 batalhao
de artilharia, sendo toda a banda militar dirigida
pelo insigne artista o Sr. Branco, mestre da
mesma. Haver urna danga de chicanea pelo
Sr. Manoel Francisco de Souza Magalhaes, exe-
cutando o mesmo Sr. nos inlervalloa difficullo-
sasdangasde seu reportorio, vestindo-se a ca-
rcter, como bem o solo inglez e outras pegas ri-
cas. Ser comprido o regulameoto do Sr. Dr.
chefe de polica. Eotradas para homens *j000,
e para senhoras, gratis.______
Atisos martimo.
*
Messageiifcs imperiales.
No dia 3 de marco prximo eapera-se dos
portos do sul o' Vapor francei Biim, comman-
danle Aubrydel No, o qual depois da demo
ra do costume seguir para Bordeaux tocando
em S. Vicente "(onde ha um vapor em corres-
pondencia com Goree) e Lisboa.
A companhia encarrega-se de segurar as mer-
cadoriaj embarcadas a bordo dos vapores, as-
sim como tambera recebe dinheiros e objecUs
de valer Com destino a Londres em transito por
Bordea x e Boulogae.
Para as conilces, frete e passagens trata-se
na agencia ra do Trapiche n. 9.
Para Lisboa
sabir com toda a brevidade o brigue portugaez
Constantes, capitao Augualo. Carlos dos Reis
visto ter prompta a maior parte do seu carrega-
mento: para o restante e passageiros, para os
quaes tem excellentes accommodafces, trata-se
com Manoel Ignacio de Ollvaira & Filho, largo do
Corpo Santo, no escriptorio, ou coa o capitao na
ragadocommercio. ,., j
Carnaval
ter lugar no dia cima mencionado, o qual
com mascara* sem ellas.
Janeiro.
Seguir at o dia 5 de margo para o porto in-
dicado o bem conhecido brigue nacional Encan-
tadora ; para o resto da earga que Ibe falta, tra-
ta-se com a viuva Amorim & Filho, ra da Cruz
n. 45, ou com o capitao na praga.
Ik
/i\\
COMPAMIA PERUMBI'CAM
DI
Oiavegacao costeiraa vapor
Parahiba, Rio. Grande do Norte, Ma-
cau do A$u', Araqety, CeatV-,
Acaracu' e Granja. .
O vapor Jaguaribe, commandanle Lobato,
sahir para o portos do norte de sua escala at
a Granja no dia 14 de margo as 5 horas da tarde.
Recebe carga at o da 18 ao meio dia. Encom-
mendas, passageiros e diubeiro a frete al o dia
da sahida as 2 horas: escriptorio no Forte do
Mattos n. 1.
GOMPiNHU PERIMMBUCANA
Navegaco costeira a vapor.
O vapor Jaguaribe, commaudante Lobato,
sahir para os portos do sul no dia 5 de margo s
5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 4 ao meio dia. Eo-
commendas, pssageiros e dinheiro s frete at o
diada sahida s 2 horas: escriptorio no Forte
do Mallos n. 1.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
Navegaco costeira a vapor.
Por ordem superior foram alteradas as sahidas
dos vapores desta companhia para os seguintes
dias de cada mez.
Linba do sul a 5 e 20
Linha do norte a 14 e 29
lio Grande do Sul pelo
Rio de Janeiro.
A barca brasileira Carioca recebe caiga para
ambos os portos : trata-se com os consignatarios
Marques, Barros & C, largo do Corpo Santo nu-
mero 6.
Rio de Janeiro
O brigue brasileiro Joven Canudo recebe
cargfc e escravos a frete : trata-se' com os con-
signatarios Marques, Barros & C largo do Cor-
po Santo n. 6.
Para Lisboa e Porto.
Pretende seguir para os dous portos cima
com muita bravidade o veleiro e bem conhecido
brigue nacional Eugenia, capitao Manoel Eze-
quiel Miguis, de primeira classe e primeira mar-
cha, pregado e forrado de cobre, ten parte de
seu carregamento prompto : para o resto que
lhe falta, trata-se com os seus consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu
escriptorio, ra da Cruz n. 1.
n m:\
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
DUJiMS l TOQME.
Dos portos do norte esperado at o dia 5 di
margo|o vapor Princesa le Joinville, o qual de
pois da demora do costume seguir para os por-
tos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qual devir
ser embarcada no dia de sua chegada, encon-
mendas e dinheiro a frete al o dia da sahida s
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Antonio Luix de Oliveira Azevedo
& C.
Para Lisboa.
O brigue portuguez Bella Figueirense, capi-
tao Jos -Ferreira Lessa. pretende sahir at o Bm
da presente semana por ter quasi completo o stu
carregamento : para o restante e passagsiros,
para os quaes tem excellentes commodidades,
trata-se com F. S. Rabello & Filho, largo da Ai-
sembla n. 12, escriptorio.
REAL COMPASHIA
DE '
Paquetes inglezes* vapor
At o dia 1* de margo prximo viodouro es-
pera-seda Earopa um dos vapores desta com-
paohia, o qual depois da demora do costume se-
gpir para o Rio de Janeiro tocando na Babia,
uara passagens etc. trata-se con os agentes
Adamson Hoirie & C na ra do Trapiche Novo
n. 42.
A barca francesa Manuel de
primeira classe e de primeira marcha
que pretende seguir para Marsele com
muita brevidade, recebe passageiros pa-
ra os quaes tem excellentes commodos :
iera-fa tratar com o capitao na ra do Tra-
piche n. 9. *
pacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do commer-
cio, aa dividas actas dos ausentes Manoel Joa-
quim 4e Oliveira>& C, s 11 horas em ponto do
dia anima, mencionado em ae escriptorio, ra
da Cadeia n. 9. T
O Uilao da taberna da praga da Boa-Vista
n. 14, por impedimento do agente, Scou transfe-
rido para sabbado 1. da margo : os prebndenles
podem concorrer nesse dia as 11 horas.
Continuacjio doleilao
NA
Ra do Cabug n. 8.
HOJE [
das 11 horas do dia as 4 horas
da tarde edas 6 laboras
da tarde as 9 horas da noite.
Costa Carvalbo. faz leilo de todas ai fazendas
existentes na referida loja da ra do Cabug n.
8, sem limite de prego, tanto mais que elle deve
vender ludo quanto antes e pelo que der, visto
como tem de entregar a casa do dito e'stabele-
ctmento inteiramenle desoecueada ate o lira do
correte mez.
Alem de muitaafazendas finas e groasas vao a
leilo ;
Casacas de panno Uno pretos e de cares.
Paletots de panno fino e de caaemia prela e
de cores.
Caigas prelas de caaemiras muito fioas.
Paletots de bramante e de oulraaTdifferentes
qualidades.
Chapelinas francezas ricamente enfeitadas.
Ditas muito proprias para as damas do car-
naval,
Chapeos com plumas para as ditas.:
Capas e vestimentas de la de cores para os
meninos se vestirem no carnaval.
Brim setim, cortes de caigas de casemiras pre-
las e de cores, pannos finos, colletea feitos, en-
eitea de vidrilho e de flores, caixos de flores.
LEIL40
No 1 de manjo.
O agente Oliveira eflorecer em leilo os pre-
dios abaixo desigoados, que sero arrematados
chegando aos pregos mdicos limitados pelo seu
proprietario e os g.uaes rendem approximada-
meute 10 por cento sobre,o custo elevado, a que
foram obtidos em poca mais favoravel, e pode-'
rao eveotualmentelrender mais em razo de se
acharem sitaados em localidades commerciaes
desta cidad, a saber:
Um sobrado de 3 andares em cbo proprio, na
ra Direita o. 36, com 5 portas no terreo e 4 ja-
nellas de frente em esda andar, quintal, cacimba
e cosinha tora.
Om dito de 3 andares e soto, em chao pro-
prio, na ra do Livramento, com 3 portas no
terreo e i janellas de frente em cada um andar,
coainha fora, quintal com estribara, quartos,
cacimba etc.
Urna casa tarrea na travessa de S. Pedro n. 1,
foreira, com 2 salas, 2 quartos, cosinha, quicial
e cacimba.
Tres partes de um sobrado de um andar cor-
respondente a quasi metade do seu valor, na ra
de Hortas o. 66, em chao foreiro, com loja de
vivenda, quintal, cacimba etc.
Sabbado 1* de marco
no escriptorio do referido agente, na ra da Ca-
deia do Recife, ao meio dia em ponto; e decla-
ra-se que annunciado este leilo com tanta an-
tecedencia para dar tempo a que os pretenden-
tes venham examinar a inteira legalidade dos t-
tulos, no escriptorio do indicado agente, que
desde j se offerece a exhibi-los e a dar os es-
clarecimentos necessarios, e para que os mesmos
preteodenles possam examinar previamente o
estado e bondade dos ditos predios.
Avisos diversos.
Grande laboratorio de la-
vagern.
Os donos dos nmeros abaixo mencionados
podem mandar buscar as roupas que esto prom-
etas : 87, 158, 271. 239, 168, 243, 338, 256, 203,
105,329,816,20,175. 219, 331, 332, 298, 336,
126, 182,186,321, 337,35, 52, 133.
& Aviso.
A mesa regedora da irmandade de San- #
ta Cecilia erecta na igreja do Livramen- 0
# to desta cidade, scienlifica a todos os Srs. 9 professores, regentes de orchestra que es- sj
# l marcado o dia 12 de abril do correte %
para em sesso apresentarem suas paten-
9 tes com a competente cerlido do procu- aj)
9 rador geral e receberem nova, com as %
0 panas comminadas no art. 78 do compro- fl|
misso.Pedro Jos Pereira dos Santos 0
0 Alvarenga, secretario. aj

Mobihas dealuguel.
Alugam-se mobilias completas, ou qualquer
traste separado, a vontade, e por prego muito
commodo : na ra Nova, armazem de mobilias
do Pinto.
Frea-se a barca brasileira Mathilde, de
lote de 233 tonelladas, navio de primeira mar-
cha : a tratar na ra do Trapiche n. 14, escrip-
torio de Manoel Aires Guerra.
Attenco.
Chegoa de Buenos-Ayres pelo prximo paque-
te inglez o dentista universal.
Descobrio o Sr. D. Toum um balsamo, o qual
destioado a curar cancros ouchagaa cancrosas ;
portanlo as nessoas que padecerem de to horri-
vel mal, podem procurar o dito balsamo.
Hotel Trovador.
Ra larga do Rosario n. 44.
MTKRM
Sabbado 8 de marco prximo, an.
darSo impretenvelmente as rodas da
quinta parte da primeira lotera do
Gimnasio Peraamr^ucano, no consisto-
rio da igreja de Nossa Senbora do Ro-
sario de Santo Antonio. Os bihetes
meios bihetes acham-se a venda na the-
souraria das loteras n. 15 ra do Cres-
po, e as casas commissionadas. As
sortes ser5o pagas depois da distrbucSo
das listas.
0 thesourero,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Atteocao.
Para
Rio de Janeiro,
a barca nacional Amelia pretende seguir com
muita brevidade, tem parte de seu carregamento
a bordo ; para o resto que lhe falla, trata-se
com o aeus consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, no seu escriptorio, roa da
Cruz n. 1.
Para o Porto.
Segu em poucos diaa a bsrea portugueza
Flor da Mata, por ter parte do seu carregamen-
o prompto ; quem quizer carregar ou ir de pas-
tagem, dirija-se o consignatario do mesmo em
sea escriptorio da ra do Apollo n. 43, segundo
andar.
Leiloes.
LEILO
DB
SABBADO 1* DE MARCO.
O agente Pinto levar novamenle a leilo a re-
querimento de Parante Yiin.ni & C. e por des-
Tira os callos mais velhos e rijos que sejam,
sem causar dr nem soffrimento, no espaco de
dous segundos, extirpando -lhe a raz de forma ao
operador se poder calcar conrcalgado mais justo
posslvel; pode ser procurado no
Hotel Trovador.
PEDE-SE
ao Sr. Aureliano, sargento do3 batalbio da guar-
da nacional do Recife, que por aua bondade queira
vir a esta typographia, para se lhe perguotar qual
a razio de nao acabar com certa habilidadt que
o mesmo senbor nao leve o menor pjo de pra-
tiear em outnbro do anno paasado ; Qcando certo
|e que, se eate annuncio nao flzer o effeito deso-
jado, levaremos ao conhecimeoto do publico a
sos habilidadt, para qae ninguem se engae com
semelhante etptrto.
Caixeiro.
Um pequeo de 14 annos, chegado do Porto ha
roucoa dias, deaeja arrumar-se em qualquer es-
labelecimento nesta praga; quem o pretender,
procure na roa da Cruz, armazem n. 33.
Alugam-se o primeiro e segundo andares
da casa n. 138 na ra da Senzala Velha, juntos
ou separados, ambos com commodos suficientes
Eira grande familia : a tratar so armazem de
.eory Gibsoo, rae da Cadeia do Recife n. 62.
Fonece-se comida em casa, e para fora
largo da Assembla n. 12, segundo andar.
Em 31 de dezembro
no
de
1861 findou-se o termo marcado no trato social
da firma Santos, Oliveira 4 C. para a durago
da mesma socieiade, desde esse dia consideraee
dila sociedade dissolvida como expresso nos
arts. 307 e 335 \9 do cdigo do commercio um
dos membros dessa sociedade nao quer conti-
nuar e sim quer que se proceda a liquidago do
passivo activo da Qrma at o dia cima refe-
rido, e nao responsavel pelos actos pralicados
posteriormente pelos outros socios em nome da
sociedade. o que um abuso ; faz-se isto pu-
blico aos Srs. credores, socios e mais a quem
ioteresse livar. Recife 26 de fevereiro de 1862.
Loiz Antonio de Souza Ribeiro.
Precisa-se de am feitorque entenda de jar-
dtm : na ra do Hospicio n. 6.
Ao commercio.
ma pessoa que se acha empregada, desejando
mudar de emprego, fe offerece para caixeiro de
escripia de qualquer estabelecimento ; encarre-
ga-se, oulro sim, de escriplurar livros para al-
guma casa commercial, para o qae tem boa let-
tra : quem de seu presumo se quizer utilisar
pode dirigir-se esta typographia, em carta fe-
chada, sob as iniciaos L. D., ou aununcie para
ser procurado.
Roga-se ao propietario do Diario dt Per-
nambuco lenha a bondade de declarar se o abai-
xo assigoado tem parle directa ou indirecta nos
artigos que teera ltimamente apparecido sob as
iniciaes M. P., o que muito lhe agradecer quem
de V. S. obrigado.
Manotl Pereira de Uoraes Pinheiro,
Recife 28 de fevereiro de 1881.a
Respondemos ao pedido do Sr. Dr. Moraes
Pinheiro, que nao tem sido elle o [portador dos
artig'os a que allude para a typographia, n3o po-
dendo dizer se ou nao autor, porquanlo -nos
isso desconhecido.
A Redaccao.
O abaixo assignado declara qua tem tratado
Incder Sua lsDerna 8t na ru da Hortas v.
106, a qual vende com autorissgao de seus
credores e por incommodos desaude.
Jos Gongalvet de Souza.
George Smith, subdito inglez, retira-se para
nglaterra.
Quem precisar de urna ama para o servico
interno de urna casa dirjase o ra da Calgada n.l.
Os abaixo assignados fazem scen"
te aos devedores da extincta firma do
Aranaga, y Brydn que se est acaban-
do de liquidar, que tndoos j chamado
pelos Diarios para y i rem satisfazer seus
dbitos, e como alguns morolos nao
tenham feito caso do nosso an'runcio,
em 1.- de mar50 prximo, vamos entre-
gar ao nosso procurador todos os docu-
meutos comprobativos, para os ditos de-
vedores serem chamados a juizo. Recife,
22 de fevereiro de 1862.
>,-=._____ Aranaga. Hijo & C.
Veneravel or-
dem terceira de!
S. Francisco
Tendo a mesa regedora da
mesma veneravel ordem delibe-
rado expor avista dos fiis a
solemne procissao de cinza na
quarta-feira propria da futura
qua resma, e tendo a dita pro-
cissSo de percorrer as ras se-
guintes : Imperador, piara de
Pedro II, parte do Queimado,
Livramento, Direita, Terco,
becco do Maritco, Martirios,
Hortas, pateo do Carmo, cam-
boa do mesmo, Flores. Nova,
Cabug', braca da Indepen-
dencia, Cruzes ao recolher, ro-
ga-se aos moradores das ditas
ras o aceio das mesmas, sob
pena de se tomar outra dii eccao.
Outro sim, o secretario abaixo
assignado faz lembrar a todos
os seus charissimos irmaos o de-
ver que Ihes impoe o final do
do art. 208 dos estatutos da so-
bredita ordem, na falta de com-
pareciraento ao presente acto.
Approveita a occasiao para tam^
bem convidar aos nossos irmos
novicos o seu comparecimento
por lhes tocar o andor da Se-
nhora da Conceirao. Convida-
mos aos Srs. Rvds. sacerdotes o
seu comparecimento para maior
brilhantismo da mesma-
O secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenca.
Todas as pessoas em geral que quizerem ope-
rar-se gratis, podem me procurar em minha ca-
sa desde as 6 at as 7 horas da manha.
AFROVEiTAE A.
O dentista universal.
HOTEiL T HOY ADOR
-44 Larga do Rosario 44
recem-chsgado do Chile e dos Estados-Unidos,
onde foi premiado, tem a honra de participar ao
respeitavel publico da capital do imperio que
pe denles por um sistema novo, s por elle co-
nhecido, e lambem pelo melbodo da presso do
ar. Tira denles e raizes, por mais diffkultosas
que sejam, levemente e sem dr alguma.
Estas delicadas operagdes faz em um segundo,
e elle o nico na America e na Europa para fi-
ze-las com tanta rapidez.
Trouxedos Estados-Unidos urna pasta mineral
para chumbar os denles, superior a tudo at ho-
je conhecido, o nico meio de conservar os den-
les como bons, os quaes, chumbados com esta
pasta, nao lornam mais a apodrecer nem doer.
Tem um balsamo para curar as dores de dente
em dous segundos, cura raaical ; o nico pos-
suidor na America deste maravilboso curativo.
Pos para dentes : limpando-se com estes pos
nao continua a apparecer a caria, efficaz para
destruir a pedra que se lorma debaixo da geogi-
va, a causa de sua destruigo ; lira o mo balito
da bocea, si veja os dentes
Elixir chinez : descobetto por um missiooario
francez para curar radicalmente qualquer dr de
rheumatismo, erysipelas ou paralysiasno espaco
de qualro dias. Este maravilhoso elixir tem j
curado para mais de 10,000 pessoas, e foi appro-
vado pelas escolas de medicina de Londres e
Paris. -
Agua de la Belgique : remedio infallivel para
curar em um segundo aa dores.de cabega.
Azeite de Albium : recentemente descoberlo na
China por um missionario francez que trouxe a
receita : elle o nico possuidor deste medica-
mento que faz nascer os cabellos da cabega, em-
bora seja a pessoa inteiramenle calva.
Balsamo de la odalisca : recoonecido para ti-
rar todas as qualidades de granos e manchas do
coroo".
Uoguento para curar os callos radicalmente.
Xarope Robante
recoohecido como excellenle medicamento para
toase, coqueluebe ou dOr de estomago, incom-
paravelmente o melhor at boje conhecido por
sua efficacia (e sendo para chancas o mais pro-
prio por ter bom gosto). Este xarope foi deico-
berto por um missionario francex, qae o trouxe
da China, onde fez maravilhosas curas, piinci-
palmenie.em Pekin, sendo approvado pelas aca-
demias de Londres, Paria e Honlpellier ; pode-se
recommendar com conflanga a quem padecer de
tosse ou coqueluche.
Primeiro andar para alugar.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da pra-
ga da Boa-Vista : a tratar na ra da Imperatriz
n. 46.
Perdeu se um molho de chaves
pequeas: pede-se a quem as tiver
achado o favor de as mandar levar ao
primeiro andar da casa n. 6 da praga
de Pedro II outr'ora pateo du CoUegio
que se gratificara'. ^
Precisa-se de urna ama para compiar, cozi-
nhar, e dormir em sua casa : na ra daa Cruzes
n. 36, casa de rapazes solteiros.
A casa estrangeira qua precisar de urna
ama para coser e engommar com acert e boa
conducta, dirija-se a ra da Mangueira n. 18,
dar tratar.
Gabinete portugaez de
Leilura.
Por ordem do Illm. Sr. presidente do conselho
deliberativo sao de novo convidados os senhores
socios accionistas a reunirem-ae em sessao ex-
traordinaria da assembla geni, domingo 2 de
margo prximo viodouro, s 10 horas da manha,
na sala das sessoes do mesmo Gabinete, para o
disposto no % 6." do art. 34 combinado com o
art. 61 dos estatutos vigentes.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leitura
em Pernambuco 26 de fevereiro de 1861.
M. Soares Piobeiro,
1.a secretario.
Antonio Josquim Seve, socio e gerente da
casa commercial de Seve, Filhos & C, retira-se
para a Europa, e durante sua ausencia, deixa a
gerencia da meama ao Sr. Jos Joaquim Seve.
Alugam-se por mdico prego o segundo e
terceiro sudares da casa da ra do Crespo n 23,
proprios psra pouca familia : a tratar na mesma.
l
s
s
i
%
Attenco.
i
s
s
%
%
Roga-se aos devedo- %
res do fallido Jos Anto- %
nio da Silva Araujo que %
venham pagar seus de- V
bitos no prazo de 30 a
dias amigavelmeute fiu- x
dos os quaes o arrema-
tante ser obrigado a
entregar ao seu procu- S
rador para cobrar judi- g
cialmeute o que pode- g
rao fazer dirigindo-se a R
loja que foi do dito Arau- X
X joa :ua do Queimado j
8 n. 27.
Cobranea.
O solicitador Luiz Francisco Brrelo de Almei-
da encarrega-se da toda e qualquer causa, e bem
assim cobrangas, tanto nesta provincia, como em
outra qualquer, aQangando todo cuidado e acti-
vidade em qualquer negocio de que se enesrre-
gue, podendo ser procurado no cartorio de seu
pai o tabellio Almeida, na ra do Imperador n.
75, das 9 s 4 horas da tarde, e em outra qual-
quer hora em casa de sua residencia, na mesma
ra o. 46, segundo andar.
Aluga-se urna casa terrea na ra dos Gua-
rarapes, em Pora de Portas, junto a reOnago,
combastanles commodos, quintal e cacimba: a
fallar na ra da Cruz n. 35, oia.
SenhorBbm Jess dos
Passos.
Tendo a meaa regedora da veneravel ordem
terceira de S. Francisco desta cidade,convidado a
irmandade do Senbor Bom Jess dos Passos psra
acompaobar a procissao de cioza uo dia 5 de
margo prximo futuro. A mesa regedora da dita
irmandade roga aos senhores irmos que se dig-
nem de comparecer no mesmo dia, na igreja do
Corpo Santo, as 2 horas da tarde, para, em cor-
poragao, seguirem para a igreja da ordem tercei-
ra de S. Francisco.O escrivao,
Octaviano de Souza Franca.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
ra Nova o. 19 : a tratar na loja.
*
i
s
:
i
O Dr. Caroliao Fran-
cisco de Lima Santos,
madou-se da ra daa
Cruzes para a do Im-
perador, sobrado n.
17, em frente da igra-
ja deS. Prancisco, on-
de continua no eiercf
do de aua protisslo de
medico.
:
8
I.
s
i
i
l
i *


-~
WARiOiBE PEartAMBCO. S1XXA. FfilU 28 DE F.&VfiRRIRO DE 1861
*
Precisodeama.
~ Preciaa-se de urna mulher para coiinhar. f-
v*r, engoromar e fuer lodo o mal aer^0 de
na eaaa ; quem eaiic neaiaa ciMuMttAOMas
nio sendo fidslga ou nio tendo pareo* n0.fc'M
ueira dirigir-ae ra do Sebo l das o 6a 8
1/X hora* da manhaa, ou ra da Cru do Re-
cife a. 83, que caita com quatn traur.
' *
Aluga-se una qaario andar *<"" ex"'~
ej) lente commodoa : na ra <*> Cruz n. 53.
Preciaa-se de ama a*" P'a cosinhar e com-
prar: na ra do Impudor, o. 37, segundo an-
dar, entrada & dir".
Socieade bancaria.
Amoriro, Fragoso, Sntos A C. aeam e tomare
que sobre a praga de Liaboa.
O dentista NuroaPompilio.i
1 ^----^ i
O
Precisa-$e de uma ama de leitc : na
ra do Rangel n. 67, primeiro Udar.
ios amantes do carnaval.
Jayme cabelleireiro avisa bella rapazeaaa
amante deste divertimepl, que ae scha compla-
tamente soriilo de cabelleiras tanto crespaa co-
mo a carcter, e que as alugari por prego con-
veniente, podando quero pretender vir ejcolher
e dar seu nome, m de que nao bajara, duvidas
oa occasiao. ...
Roga-ae ao Sr. Jos Gomes Pessoa de Al-
buquerque, herdeiro do engenbo Tabatinga, filbo
do fallecido Antonio Gomea Pesaoe, de vir ra
da Cadeia do Racife, loja de Joo da Cunha Ma-
galhaea, a negocio que nao lhe estraoho, viato
ter vindo a eata praga por varias vejes e se reti-
rar, e nao saber-se aqu a sua morada.
Roga'se as pessoas que liverem peonas de
erai, queiram trazer no pateo da matriz o. 2, na
loja de Antonio Joaquim Panaaco. ,
Vicente Gifooe e Francisco Furriato, subdi-
tos italianos, vo para lora da provincia.
Atso.
Oasctelario da Irmandade de N. S. do terco
convida a todos os seus crarosijmaoa para rea-
nio em noisa igreja, quarta-feira dacinza, 5 de
margo, pelas S boraa em poeto da tarde, aflm-de
em corporagao, acompanhr-se a procisso de
cima, para a qual fol convidada a irmandade pe-
lveueravel ordem terceira de S. Fraocisco.
Roga o mesmo eecretario a tpdos os irmos (e
aquelles que o nao sejam) que teoham e'm seu
poder opas e que por motivo nao possam compa-
recer, se dignem de as mandar entregar na toja
de cera ao p da greja, pelo que fro um gran-
de favor, ale'm de sua rigorosa obrigago.
, t Jos Pinto Magalhei.
Secretario.
O dentista
peitavel,
os out
versa
den
rao
legitimo e universal avisa ao res-
o para que o nao confuodam com
Us que se intitula m dentistas uni-
ifundindo tambero com outroa
se utilisado das suas antlgaa
X
Roa estreita do Rosario n. 22
primeiro andar.
Bota dentea articiaes por molas e II-
gaduraae pela.presso do ar. Systema
americano sem arrancar aa raizes, e fas
todas as opergoes de sna arte, com
pcompUdeo e Jimpen. -
mmimmmm mmmmm
LicoeS de iiiglez.
Dao-se de noite no hotel fraocez ; a tratar aa
"ruada Cruz a. 1.
Pelo jaita da paz da freguezia de S. Jas,
Coda a audiencia do dia 28 do correle, pelas 9
'horas da manhaa, na ra de Santa Rita, lera de
se arrematar os segaintea beoa, que se acham
no deposito geral, a saber : 1 sof de aogico por
109. 2 cadetrsa de brago de aogico por 109, 1 ca-
deira de balango deaugico por 69, 1 par de ban-
cas por 109, t cadeiras de assento de paluioha
por 9, 1 mesa de Jacaranda por 15$, 2 cadeiras
de aogico por 6S, 1 par de mangas de vldro por
3J, 1 par de lanteroaa com ps de vldro por 12S
1 candelabro com p de metal por 12$: os quaes
bens vao praga por execuglo qae move Seoho-
nnha Maria Quintal contra Leondina Libertina
des Res.
O abaixo assignado, testamenteiro dos beDa
flmxado pelo finado Antonio Pires de Oliveira-
az publico que est procedeado ao respectivo in-
ventario, afim de que quem se julgarcredor da'
quelle fallecido se habilite pera'nte o juizo de
orphaos e ausentes destacidade, escrivo Galdi-
no.Francisco Tavares da Silva.
Para uma casa de pouea familia precisa-se
de uma ama que seja fie* e que iba lavar, en-
gdmmar e coser, d-ae preferencia a uma es-
crava : 3 tratar na ra da Cruz n, 22.
Precisa-se de 3:0009 a premio sob hypo-
theca em bens deraizque garaotem suficiente-
mente quem quizer fazer este negocio aonuncie
sua morada para ser procurado ou deixe carta
fechada nesla lypographia comas inicies A."S.
* T ?*a'sf Sr' Frnsco Xavier Carneiro
oa Uiflfca o favor apparecer na tua dos Martyrios
p. 80 para se lhe entregar uma carta deimpor-
tancia. r
Precisase alugaf um proto, dando-se o
sustento e paga-se mensal ou semanal, para o
tervtc.0 desta typographia : na livraria n. e 8
da praca da Independencia.
Est para alagar-ae o segundo andar do
sobrado n. 193 e casa terrea a. 191 da ra Impe
rial : a tratar oa ra dn Aurora n. 36.
-* Precisa-se alugar ama prta que cosa e en-
gomme bem, pagan-se at 20 meosaes : qo a-
teo da Terso n. 2.
Aluga-se a casa da ra a Roda n. 23, a
qual tem os seguales com modos : 2 salas, 5
quartos, saguo e sumidouro.psrs aguas se/vidas,
soto asaobradado coro 2 salsa, 2 quartof, cozi-
nha, terraco, aumidouro para sguaa servidas, e
cacimba meeira, com duas entradas, quer para o
pavimento terreo que* para oaeto ; a .ratar na
praca da Independencia n. 22.
Nesta typographia precisa-se fal-
lar ao hr. Felippe de Santiago.
Precisa-se de uma ama para com
prar e cozinhar para uma pessoa: na
ra estreita do Uo6ario n. 21, primeiro
andar.
Cosiuheiro.
Preeisa-se de ura bom cosinheiro, paga-se
bem : na-tua da Aurora n. 50.
Aluga-ae a loja da casa o. 54 da ra Direi-
ta.com armago e illumiaada a gaz : a tratar na
ra do Livramento n. 38, oa oa ra Augusta nu-
mero 114.
Roubo
que fiteram na Boa-Viagem a Jos Jacintho Mon-
teirooo dia 10 de fevereiro de 1862, as pegas se-
guidles : 3 cordoes grossos tendo cada cordo
uma rolta e em cada volt* um csscavel de ou-
ro, 2 tea o ce lina com passador, uma luneta om-
prida quo abre dous vid ros, uma corrente curta
tendo duaa persas e dous passadors cada pas-
sador com duas pedraa sendo uma verde clara e
a outra vrde-escuro, um relogio patente suieso
n. 8885, leraram oais dous pares de rozetades-
tas da moda e mais uma livela de prala de arria-
ta : pede-se aos 6rs. ourives que apparecende
algumas destas pegas que tomem e levem a ra
das Aguaa-Verdea n, 23, que se gratificar ge-
nerosamente.
Saques pelo vapor francez.
Carvalho, Nogueiraot C, sacam sobre
Lisboa, Porto, e liba de S. Miguel: na
ruado Vigario n. 9, primeiro vndar.
Jos Marques da Costa Soares,
brsileiro, negociante matriculado em
Lisboa,desde 1821 a 1839, lilho do
fallecido coronel Antonio Marques da
Costa Soares, ora residente nesta cida-
de na ra da Imperatrizn. 45, em con-
sequencia de haver outra pessoa de igual
nome e ter apparecido em livros de lo
jase tabernas o seu nome como devedor,
Tese na necessidade de declarar ao res
peitavel publico que julga nao dever a
pessoa alguma e para prevencao faz este
annuncio.
Precisa-se alujar uma ou duas preta*. que
irram para vender na ra : na casa n. 87, da
rui das Cinco-Ponas.
ummmm-mmvK qmimnsk
A abaixo assigoada roubaram, no da J
7 de Janeiro prximo paaaado, entre dif- J{
(renles joias de ouro, cinco escrlplurss O
de compra de suas escravas Joaona, Ha- 8
fra, Antonia, Regismaoda e Aona, que %
estavam guardadas no mesmo bahvzinho R
onde ealavam aa joias. Faz, pois, esta I
declarago ao publico para obviar qual- S
quer fraude, que com taes ttulos se *
pretende pratiesr. jR
Recife 17 de fevereiro de 1862.
____________ Candida Lina de Figueiredo. 8
JMMM&CtMtSMS-CIt fiHI9r9ftlKK
Lucia Valetia.aubdita hespanhola, relira-se
para Europa.
Preciaa-se de um feitor para toma / coot
de um silw na Casa Forte : a tratar oa ra da
Cruz o. 4.
Aluga-se o primeiro andar, eo segundo so-
tao e nnfante do sobrado da ra do Padre Flo-
nano p. 38 tratar na ra do Queimado n. 52.
*- Antonio da Silva, sua mulher Maris de Je-
pw, Portuguezes, e 2 Albos menores, rtlrm-ie
sara Portugal.
Arroz
Aviso.
Attenco.

J. Hunder, alaiale, ra Nova n. 67,
avisa ao publico em geral a quem quer
er anda aasignante desta lenda de al-
faiates pernambucanos, acompinhado
pela machina de costura para servir uma
numerosa freguezia com maior brevid-
de do que em qualquer outra parte,
gloriosa a promessa de uma verdadeira
invengo nova para os artistas alfaiales.
Osherdeiros e legatarios da finada D. Francis-
ca do Coragio de Jess, venbam com seus ttulos
receber do testamenteiro e inventarente, abaixo
assignado, al o dia 6 do vindouro marero que
lhea tocou, e os que nao comparecerem: fiquem
scientes de que o abaixo assignado far recolher
oque lhe locou em deposito.
Antonio Joaquim de Helio.
No dia 28 do corrente mez, finda a audien-
cia do Sr. Dr. juiz dos orphaos, ser arrematado
por venda um sitio foreiro, sito no lugar da P-
ranga, freguezia dos Afogados, com casa de po-
dra e cal em mo estsdo, cacimba e tanque, bas-
tante terreno e arvoredos, avaliado por 1:6009,
por interlocutorio do Sr. Dr. juiz. nos autos de
inventario doa bens do finado Joo Baplista de
Elixir dos imperadores.
Erte enkit narctico fo'i 'descoberlo no Oriente
palos cbimicos daquella Ierra de fadas, e que os
imperadores comprara* a peso de ouro; mas
tarde o Dey d'Argel eomproa a recaits psra con-
,er,r*iri.a "*"'" (,as odalisesa que existiam no sen
serralho; em 830, quaodo os Francotes tomsrsm
Argel, acharara no gabinete'particular do Dey o
modo de preparaT esta maravilha, que pelo seu
erop*go amada a palle da mais bella metade do
genero humano.
. Este maravilhoso elixir, tira a catarata e ne-
mas, todss aa inflaromages doa olhos; basta uma
colher deste elixir rnechida em um copo d'agua
moma, e lavar-se-ha de manhaa e noite, pa-
ra immediatamente deaapparecerem as inflamma-
ges.
Prejo 12^000.
Balsamo vegetal.
Par curar lombrigas, solitarias e outrss qnali-
dades.
Este medicamento reeonheeido por ser o me-
Ihor possivel ej ter curado mais de dez mil
pessoas; pode ser procurado no hotel Trova-
J UO UCH. ------ -mvm wv.ua uw uuauv vwuv v|>tia>u *%-
Aluga-se uma sala de um primeiro andar jSouza Lemos, para pagamento do credor bypo-
na ra da Cadeia do Recite a. 13, p/opria para .thecario e commeodador Joao Pinto de Lemos.
escriplorio, ou morada de hornero solteiro : a Ira- U ecisa-ae alugar uma preta de meia idade
tat no mesmo andar. 3e ,ela fleI e 8eD1 ?oa. para o aervigo externo
Precisa-se de urna ama para coziohtr o dia- I oe uma casa de familia : na ra do Queimado,
rio de uma casa de pouca familia, podendo ir sobrado n. 44, primeiro indar, pagaudo-se o seu
dormir em sua casa : aa ra da Cruz do Recife i "8'*b1 conforme cooveucionar.
numero 31. i O abaixo aasignado participa ao respeitavel
__ Precisa-se de urna ama para casa de hn- > publico, principalmente ao corpo de commercio,
mem solteiro : na roa do Hospicio, loja n. 37. ; .ue deixou de se sssigoar desta data m diaote
Precisa-se alugar uma criada qae ssiba co- Por ,08e Pires Licate por haver outro de igual no-
zinhar, para o setvigo interno de ama casa de | me e messao participa que ainda nao ha com esta
pequea familia: a tratar na ra da Aurora, "rma trantaegoes algumas por se achar eslabe-
n. 80. lecidode sociedadecom e Brma de Azevedo &
Precisa-se de uma criada que entenda al- p'si "a r_ua d ^raa as. 56 e 54.
guma cousa de cozinha, para casa inglez* ; a : Recite 27 de fevereiro de 1862.
tratar na ra do Vigario 0.2. J ot Pires da Costa.
Aluga-se a casa terrea n. 4 da ra de as- ~ <* Sr. Jos Eustaquio Fernandos Gama tem
cante, com boas accommodeces peca familia : a um ta na lirraria us. 6 e 8 da praga da In-
tratar com Francisco Jos de Campos Pamplona, depend ib.
na sua padaria na ra Imperial.
Aluga-se um armazem na ra da Cruz n.
29 com aahila para a ra des Tanoeiros. a loca- i
lidade a melhor poaaivel para qualqaer esta- Ar* Filvnn FciUPiin nohIa
belecimenlo; a tratar no pateo de S. Pedro na- | u" UlVIllU JlbJliniU SdlilD.,
Dessppareceu um cachorro d'agua, de raga CrCCll 110 COilVGlltO
ingleza, branco com manchas pretns, o qual ac-' i Os a
de pelo nome de Dash ; quem o achar pode le- ({Q OcllO AlltOIilO U6St'^
var ra do Trapiche o. 10, que ser gratificado, i #
cidade.
dor.


Balsamo turco.
apenas
molha-
Esle balsamo cura as dores de denles,
com o collocar-se um pouco de algodo
do ; assim o ervo dentario cauteriando-se s
soffrer a menor ddr curado em um instante.
As pessoas que o preferirem a depols de verem
produztdo o effeito satisfarao.
Milho superior
Dos n. la, por
Irmandade
Precisa-se de uma ama forra ou captiva
para casa de pouca familia : na ra da Gloria
. 44.
Nos dias 28 de fevereiro corrate, 4 e 7 de
margo prximo vindouro depois da audiencia do
Illm. Sr. Dr. juiz de erphos, que ter lugar s
10 horas, ser arrematado um terreno no bairro
da Boa-Visla. euj seguimento do boceo dos Fer-
reiros.com 100 palmos de frente, e220 de fundo ;
o qual est devoluto, e foreiro, avaliado em
l;-2OO90O, lendo fr-ente para o mesmo neceo,
e o fundo para uma nova ra projectada: e rai
praca por execugo de Uanoel Antonio Gon-
galves, contra Urbano Hamede de Almeida, como
inventariante do casal do finado Francisco Ma-
mede de Almeida.
Em virlude do convite da veoeravel ordem ter-
ceira de S. Francisco e da deliberagao do nosso
irmo juiz, convido, a todos es nossos charwsi-
mos irmos para comparecerem quarta-feira, 5
de margo, as 2 horas da larde, no consistorio ds
nossa irmandade, afim de acompanharmosa.pro-
cisso de cinza, que sahir da mesma ordem - ceira. Consistorio da irmandade do Divino Es-
pirito Santo 26 de fevereiro de 1862 O secreta-
rioH. C. Honorato.
Ama.
O abaixo aasignado ageote do banco
mercantil Portuense nesta cidade, saca
efectivamente por lodos os pequetes so-
bre o mesmo banco por qualquer som-
nn vista ou prazo para o Porto o
Liaboa : dirijam-se as ras do'Crespo n.
8 ou do imperador n. 51.
-Joaquim da Silva Castro.
Precisa-sede uma ama que -cozinhe perfeita-
mente para casa de hornero solteiro ; na ra No-
va n. 20.
Precisa-se fallar ao Sr. Ha noel Ignacio de
Albuquerque MaranhSo, ou a pessoa que suas
vezes fizer nesta praga, a negocio de seu interas-
se, na ra Nova o. 20, loja de Ciroeiro Vianna.
Precisa-se fallar ao Sr. Jos de Souza^Leao
a negocio qe nao ignora, na ra Nova o. 20, lo-
ja de Carneiro Vianna.
Precisa-se de um bom cozinheiro.- se julgar habilitado, dirija-se ar-ua do Trapiche
numero-8.
Na travessa da ra d*S Cruzes n. Aluga-se o terceiro sndar da casa n. 23, da
2, poimeiro andar, tingase para todas '"l^uH L*r tra.tar ns W* 0 meBmo-
. ri na P*r alugar um armazem com armaeio
as cores com presteza e commodo pre<0. prompta para taberna,aito em uma das melhoses
^ Preciisa-se de um olhcial de bar- tocalidades do bairro do itecife, aseim como um
hpiro na na Has r.rnrps n T e 80la0 neiro.. na ra das Uiuzes n. oa. baUro a lrar na raj f Cad(Jia n 33 com Jcc
_ Kibeiro Lopes.
Saques sobre Portugal. ,- ^ a* <*> .** de arrematar
* _,. .,, O I loja de miudezas da ra Direila n. 18.
Hanoet Ignacio de Oliveua & Filhosaecam so- | _- H0je 28 do correte, na audiencia do Dr.
Vende-se na ra da Hadre de
prego razoavel.
Taberna
Vende-ae a armagao e pertences da taberna da
rna da Imperatrit n, 4, por prego razoarel: os
prelendenles apparegam, pois o negocio pe-
chincha.
Para o carnaval.
Vendem-se chapelinas de palha escura pro-
priaa para as damas do carnaval, pelo baratsimo
prego de 2 cada uma,ditas de seda, fazeoda mui-
to boa, a 6$, graratinhas de fil mui delicadas a
500 rs., tafft de cores para babados ou vesti-
mentas a 240 o covado : na ra Nova, loja do
viado, em frente da camboa do Carmo o. 8.
Vende-se uma mulata de meia idade que
cozinha bem-e fai lodo maisservico de uma casa,
ou na falta'tarobem se alaga para casa de pouca
familia : a tratar na loja da victoria, na ra do
Queimado-n. 75.
com casca.
Tende-se arroz coro casca em pequeas e gran-
des porges : os ra Direila n. 09 ou no caes do
Rarans a bordo da barcaga Dous de Julho che-
gada do Penedo prximamente.
Grande sortmento de fazen-
das pretas.
Grosdenaple preto boro a 1(600 o covado,' di-
to auperior a 1&800. dito a 2j, dito largo a 2200,
dito muito superior aSjGOO. 2*800 e 39, chama-
lote preto de superior qualidade a 35, aarja preta
larga a 29, dita hespanhola muito superior a
22800. dita lavrada superior a 2200, setim pre-
to a 2$ e 39, dito maco superior a 49. velludo
preto Doro, pannos preos de 1|600, 29, 39. 4|,
5|, 69, 89 e 109 o covado, casemiras prelaa a
U600, 29, 23500 e 3 e muito fina a 49 o covs-
vado, los pretos de 6g, 7$ e 89 cada um, mantas
pretaa de fil de lioho a 79, 89- 99, 109 e 129
cada uma, lindos manteletes de seda pretos bor-
dados com muito goslo e differenles tamanhos a
nrtima moda, zuavos pretos bordados, capas pre-
tas enfeitadas com muito gosto e oulras muitas
fazendaa prelaa propriaa para a quaresma que
deixamde menciooar-se ludo mais barato do que
em outra qualquer parte : na loja do sobrado de
4 andares na rus do Crespo n. 13, de Jos Mo-
reira Lopes.
Chegaram de Lisboa no brigue Eugenia,
doua bonitos burros e uma burra, os quaes se
vendem por barato prego : para ver, na cocheira
do largo da Assembla n. 4, e para tratar, no es-
criplorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
Carteiras com agulhas.
A loja d'aguia branca acaba de despachar car-
leiraa com agulhas de mui boa qualidade, e ex-
cellente sortimenlo, e asesta vendeado a 500 is.
cada uma ; assim como recebeu igualmente no-
vo sortimenlo das agulhas imperiaes, fundo dou-
rado, que continuam a ser vendidas a 160 res o
papel, iaso oa ra do Queimado loja d'aguia
branca o. 16.
Argolas de ac para' chaves
vendem-se 200, 240, 320. 400 e 500 ris, ua ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
4os fabricantes de velas.1
O anligo deposito de cera de carnauba e sebo
em pao e em velaa, estabelecido no largo da As-
sembla n.9, mudou-se para a ra da Hadre de
Dos n. 28, quasi defronte da igreja, onde conti-
na a havvr um completo sortimenlo daquelles
gneros, que se vendem por precos rszoaveis.
Relogios
Vasde-se em casa de Johnston Pater & C ,
ra do Vigario a. 3, um bailo sortimenlo de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambera
ama variolada de bonitos trancellins para es
mesmos.
lencat*.
para a quaresma.
Na praga da Independencia ns. 14 e 16, tem
para venaer-se, muito baratas, gollas de blonda
preto, enfeitadas de fita, de veludo e bico a 49
rs., camisiohaa e mangoil'us a 3J0Q0 rs.. mante-
letes pretos de blonde a lflOOO rs"., chapeos de
palha para ser.hora a 35900O rs.
ende-se a dinheiro ou a prazo uma arma-
gao de amarello errfcrnizada, collocada na ra
Dlfeita n. 75: a tratar oa ra do Crespo n. 23.
Manual do processo commer-
cial,
seguido de um ormalario de todas aa accoes co-
nhecidas no foro commercial brsileiro, obra
muito ulil a todos os negociantes e s pessoas do
foro, 1 volume de 650 paginas encadernado por
59 : vende so na livraria econmica junio ao ar-
co de Santo Antonio.
Manual dos promotores
blicos,
ou collecgo dos actos, altribuiges e deveres
desles funecionarios, 1 volume por 49: vende-se
oa livraria ecocoroica junto o arco de Santo An-
tonio.
Roteiro dos delegados e sub-
delegados de polica,
ou collecgo dos actos, altribuigoese deveres des-
tas autoridades, 2." eaigao, t volauae encaderna-
do por 79 : vende-se na livraria econmica junto
ao arco de Saoto Antonio.
Barato assim barato de mais
Sabonete finos.
A loja d'aguia branffa recebeu uma crescida
quantidade de s-boneies fiaos para barbas, os
quaea coom a lodos compra-Ios mesmo para
moi, avista do diminuto preco de 39 porquanto
se est veodendo a duzis. Pa"ra satisfazer-se aos
boos freguezes se vender tambem em menores
porgoes, porm quem mais comprar mais lucrar,
porque assim barato no ser fcil tornar a ha-
ver, e mesmo agora s ha na ra do Queimadr
loja d'aguia branca n. 16.
pu-
bre Lisboa e Porto:: no largo do Corpo Santo,
escriptorio n. 19.
O Sr. Julio que teve botequim,
queira xir a esta typographia, a nego-
cio.
aeeoetacft) Cnp o g vapltka
P ccnamlt ucana.
De ordem do Sr. presidente convido aos Sr.
socios effectivos a se reuairem em sesso da .as-
semblageral e do conselho director, sob as
disposigoes do novos estatutos, domingo 2 de
margo, s 10 horas da manhaa.
Secretaria da Associsgo Typographica Per-
neunbucana 26 de fevereiro de 1861.
Jnvencio Cesar,
1* secretario.
Aluga-se ums casa na ra da Soledade a.
53, c*m muioj cornmodosj a tratar na botica
da ra do Cabug. v-
Aluga-se um rico vestuaijo par mascaras
e tres bonitas cabetleiras crespas: na ra de
Aguaa-Verdes n. 23, sobrado.
Vestuarios,
Na ra da Roda n. 48 alugam-se e vendem-se
por pregos multo commodos ricos vestuarios para
o carnaval, assim como tambem chapeos de seda
para damas, -e chapeos de palhioha escura (bar-
racas), muito proprios para as pessoas que joco-
samente se queiram vestir.
D se 7009000 a premio sobre hypoiheca ;
oa loja de cera di praga da Boa-vista se dir
quem d.
juiz de orphaos, ser arrematado em hasta pu-
blica, por quem mais der, o escravo Sabino per-
tencente aos bens do finado Joo Hanoel de Si-
queira.
Soga-se ao cairaeiro ou enhor possageiro
do vapor Apa, que na sua bagagem levou uro
bah de cabello com a letra B, dizer oooo deve
ser procurado.
Novo paquete das novidades
23 -Ra Direita-23
Neste novo estabelecimento achara o publico um grande sortimenlo tendente a molhados
ludo por oreco mais barato do que em outra qualquer parte :
Hanteig ingleza especialmente escollada a 800 e 960 rs. a libra.
Dita franceza a melhor do mercado a 720 rs. a libra.
Uueijos.flamengos ebegados no ultimo vapor a 29800 e 3g.
Cha hyson e prelo a 29 e 29880 a libra.
Vinho^agarrafadodoa melhores autorea a 19 e 19200 a garrafa.
Vinho de pipa proprios para pasto a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial dos melhores autores a 900 rs. a libra.
Ameizas portuguezas a 480 rs. a libra.
Paasas BMiito no*>a a 500 rs. a libra.
Lulas com uolachiohis de dilTerentes qualidades a 1S400
Conacrvas ingleza as melhores do mercado a 800 rs. o frasco.
Massai.italhanro, macarro e aletria a 440 rs. a libra.
Cerveja des melhores marcas a 560 agarrafa.
Genebta de hollanda superior a 500 ra. a botija.
Velas'de carnauba a 440 rs. a lrbra.
Ditasde espermacetea 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320 rs. a garrafa.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
Alpisla a ltiC rs. a libra.
Toucioho de Lisboa a 360 rs. a libra.
Alero dos gneros annunciadosachara o publico um grande sortimento de um ludo tenden-
te a mclhados mais barato do que em outra qualquer parte.
Compras.
SAIvaro & Magalhes.S
Eitabelecidos com loja de fazendas na %?
sg ra da Cadeia n. 53, e achando-se de ^
Mk posse de um novo estabelecimento na &
* ra do Crespo n. 20 B, participan) a lo- '
V dos os seus amigos e so publico em ge- 9
c ral que dispde de um grande e variado fg)
^ sorlitr ento de fazeoda que tem resolv- S
^ do vender dinheiro por pregos 1rra- '<
*$ tissimos. Roga-se squelles que Uve-
jj rem de comprar qualquer arligo de fa- |ta>
l;", zeoda de se dirigirem aa nossas lojas W
'r cima indicadaa que sero ptimamente
SBk servidas.
Manoel Joaquim Horeira retira-se para Por-
tugal.
Precisa-se de ura creado
de 12 a 15 armo*, forro ou
escravo, que d fiadora sua
conducta : na ra Nova de
Santa Rita n. 47.
Precisa-se de uma ama forra ou captiva pa-
ra comprar na ra : quem quizer dirija-se a ra
Bella n.33, todoaoa dias at 8 horas da manhaa,
ou meio dis al 1 hora.
Aluga-se/
o segundo andar e sotao do sobrad n.
61 da ra Nova, o qual tem ptimos
commodos: quem o pretender dirija-se
ao primeiro andar do mesmo sobrado
que achara' pessoa autorisada para
aluga-lo.
Comprara-ce aegoes do novo banco de Per-
oambuco ; no escriptorio de Haooel Ignacio de
Oiveira & Filho, largo do Corpo Santo, escrip-
torio o. 14. r
Quem tiver para vender um eacravo bom
canoeiro, sem vicios nem achaques, queira
procurar em frente do Corpo Saato axroazero n.
lo, que ahi se dir quera precisa comprar.
Compra-se um preto de 30 a 40 anuos de
idade, que seja fiel e de boa conlucta
da Cideia Velha n. 30.
Compram-se botijas e garrafas razias : na
ra do Livramento n. 38.
Compra-se moeda de ouro : na ra Nora
n. 22, relafoeiro.
Compra-se uma preta de 36 a 40 annos :
quem tuer procure oa ra do Queimado n. 32
segundo andar, quo ge dir quem comora.
na roa
v^rirta.
Para o carnaval.
Vende-se um vestuario de couro, nevo e bara-
to : na ra daGuja o.5, primeiro andar.
Vende-se uma parte no engenholuhamao :
quem pretender, entenda-se eom Hanoel Jos de
Siqueira Pitanga, na ra do Queimado o. 8.
Vende-se o veleiro e bem conhecido clipper
Brigue americano Brand-yine, lote 207 toneI-
ladaa nglezas, e demanda 11 ps d'agua carre-
gado : ospretenienles dirijim se a ra do Tra-
piche n. 8.
Cera de carnauba e fa-
rello de Lisboa
por muilo menos que ero qualquer parte, e lam-
pera cal de Lisboa muilo nova por 59500
de-se na ra da Madre de Dos o.
10.
ven-
Farelo de Lisboa-
Na ra do Amorim d. 47, vende-se a 61000 a
saces, do ultimo vindo de Lisboa no brigue Fio
rindas.
Para o carnaval.
Luvas de ptllica de Jouvio e vestuarios para
os mascaras ; vende-se por menos de seu valor
para se fechar contas : na ra da Cruz do Reci-
fe, armazem n. 14.
0 dentista universal.
Ra larga do Rosario n. 44.
Uma barcada.
Vende-se anu barcaga do porte de 35 caizaa,
encalhada no estaleiro do mestre carpinleiro Ja-
cintho Elesbso, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
a, aonde pode ser vista e examinada pelos pre-
tenderles ; vende-se a prazo oa a dinheiro ; a
tratar com Uanoel Airea Guerra, na ra do Tra-
piche b. 14.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na ra do Queimado n. 22,
se encontrar um completo sortimenlo de grava-
tas de seda pretas e de cores, que se vendem por
pregos baratissimos, como sejam: eaireilinhas
pretaa e de lindas cores a 19, ditas com pontas
largas a 19500, ditas pretaa bordadas a 15600. di-
las pretas para duas voltas a 2g ; na mencionada
loja da boa f, oa ra do Queimado n. 22.
Meias pretas de seda.
Vende-se meiaa de seda prelaa para aenhora
fazeoda muito auperior pelo baratissimo prego
de 19 o par : na ra do Queimado na bem co-
nhecida loja da boa fama n. 35.
0 modernismo do (Pava
320 ris.
Acaba decbegar a este estabelecimento as mo-
deroisiimas tarlatanas com palminhas solas de
de corea muito delicadas proprlas para vestidos,
vende-se a 320 ra.o covado na ra da Jmperatriz
n. 60, loja do Pavo de Gama & Silva.
As romeiras do Pavo
Vende-se lindissimas romeiras de froco mati-
zados a 19 cada orna na ra da imperatriz n. 60
loja do Pavo de Gama 4 Silva.
Mantas pretas.
Vende-se mantas de fil fueoda muilo fina a
4S rs. cada uma na ra da Imperatriz n. 60, loja
doPavao de Gama & Silva.
taha de mandioca.
Vende-se a bordo do hiate aSinla Rita, e tra-
ta-se no escriplorio de Marques, Barros & C,
largo do Corpo Saoto n. 6.
Para vestimentas do carnava.
Velbutinas verde e amarelta a 360
Ditas azul e encarnada 480
Vende-se a casa terrea acabada a anno e
meio, pouco mais o menos; m chaos proprios,
na ra dos Prazerea na Boa-Vista n. 3 : a tralar
no becco das Barreirai n. t, ou com o Sr. Jos
de Azevedo de Andrade, na ra do Crespo n. 20
A, loja.
.-.elixir romano dT.UHfcM.,0;^
descoberlo na Russia. EsteJ,elixir "preparado de
plantas as mais raras que existem nos Alpes e
examinadas pelas academias de Londres, Hon'l-
pellier e Pars. Este excellente elixir prepara-
do para curar todas aaeofermidades veneres on-
de tem tirado maravilhosos resultados, e se ven-
de com toda a confiaoga na ra de S. Jos n. 81.
Acaba de receber dos Estados-Unidos um bonito
sortimento de dantas, sendo estes modernos: e
avisa aos paes de familia que quizerem (er uma
dentadura bem feita e com perfeljo,
cal, viveiro e mullos arvoredos de fructo, e cass
de vivenda, e tambem se arrenda : a tratar no
mesmo lugar com Jos Thenorio.
par o carnaval
Vende-se na loja de Nabuco & C. na
ra Nota n. 2, luvas brancas a 200 r. o
par.
Para masqu.
Vendem-e riqusimos enfeites de litas e flo-
res para enfeitar as cabegas das madamas que se
quzerem divertir nos bailes ou passeios pelo
carnaval a 1J280 e 19600 : na ra da Imperatriz,
loja do pavao o. 60, de Gama & Silva.
Carnauba.
Vende-se cera de canauba de superior quali
dade, em saceos : na ra da Imperatriz n. 60
loja do pavo, de Gama & Silva.
Gorgurao a 280 rs.
Vende-se gorgurao de lioho, fazenda inteira-
mente nova para vestidos de senhoras e roupas
para meninos a 280 rs. o covado, e do-se as
amostras : na ra da Imperarriz n. 60, loja do
pavao, de Gama 4 Silva. *
Bareges a 6$.
Vendem-se corles de bareges com 22 covados
a 69, ditos com saias j feitas a 69, laa e seda
para vestidos, fazenda de muito bom gosto a 560
o covado ; na ra da Imperatriz n. fO, loja do
pavo, de Gama & Silva.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120rs.
Mantas de retroz*
Vendem-se mantas de relroz para gravatas a
500 ris na ra do Queimado n. 22 na loia da
Boa F. '
Coraes.
Em massinhos a 500 rs. cada um.
Em fios a 640 rs. cada um.
Em voltas de 3 fios a 29500 cada uma.
Vendem-S9 muilo boos coraes, em massinhos.
Dos e voltas de 3 fios, peloa baratissimos pregos
cima : na ra do Queirralo loja d'aguia bracea
o. 16.
Objectos de phatasias
pulseiras de missangas.
A loja d'aguia branca acaba de receber um
bello e escolhido sortimento de pulseiras de mis-
sangas cafb borlas pendentes, obra de muito pos-
to, e o que de mais perfeito se pode dar em taes
objectos, e aa est veodendo a 19500 cada urna,
tanto para senhoras como para meninas e pela
novidade do gosto e apuro da moda n3o tardarc
era se acabar ts que ha na loja d'aguia branca"
ra do Queimado o. 16.
S na taberna do
Pimenta.
Vende-se meias caixas de charutos a 900 rs., 9
meias garrafas de cerveja a 240 ris, na ra das
Cruzes n. 1, taberna do Pimenta.
asearas
de
Vendem-se por muito barato prego vestuarios
para Daile de mascaras, vindo ltimamente
rans: na ra da Cideia do Recife n. 15.
Tb
II
sem segundo
XcidosT Pr PreS j sabidos e -
Grdaoe depetmS de a0 de ,od queli-
lodos
500
a
eotreler
me-
fLoja das 6 por-|
tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata.
" Paletots de panno fino sobrecasacos, **
fi| ditos da casemira de cor de fustao, ditos 3*
Z de brim de cores e brancos, ditos de 5
? ganga, caigas de casemira pretaa e de w
9 core, de brim branco e de cores, degan- A
g| ga, camisas com peito de linbo muilo 2
W finas, ditas de algodo, chapeos de sol
V de alpaca a 4| cada um. tt
Taixas
ara engenho.
Grande redueco nos precos
para acabar.
Braga, Son & C. tem para render na ra da
Heeda taixas de ferro euado do mui acreditado
fabricante Edwin Mavr, a 100 rs. por libra, as
mesmas que ae rendiam a 120 rs. : quem preci-
r dirija-se a ra do Trapiche n. 44, armazem
da fazendas.
120
ISO
60
240
500
200
120
400
400
10
0
80
00
800
1J280
10O
sao
100
200
40
20
60
ICO
80
40
80
19000
160
120
120
Nvelos de linha que pelo tamanho a
admiram a
Caixas de agulhas francezas a
Caixas com alfinetes muito finos
Laixas com apparelho r
nios a
Ditas ditos grandes a
Baralhos portuguezes a 120 e
Groza de botoes pequeos para caiga a
iesouras para unhas muilo finas a
Ollas1 para1 costura muito superiores a
araihos rsncezes para voltarete muilo fi-
nos a
Agulheiros com agulhss francezas a
Caivetes de aparar pennas de 1 folha a
Pegas de tranga de la com 10 varaa a
Dilaa de traoga de la de todas as cores a
liares de sapatos de tranga de la a
Carlas de alfinetes francezea a
Pares de luvas Do da Escocia muito tinas a
unas dita brancas grossas a
Escovas ptra limpar deDtes muito tinas a
Massoscom superiores grampos a
Csrtoes com colxetes de algum defeilo a
Ditos de ditos superiores a 40 e
Dedaes de fundo de ago muilo superiores 1
nnadores para vestidos de senhora com i
varas a
Caixas com colxetes fraocezes a
Cartas de alfioetes de ferro a
Cbaruteiras muito finas a
Tinteirasde vidro com tinta a
Ditos de barro cor* tinta superior a
Areia preta e azul muilo fina a libra a
Ttnho nova remesas de labyrimho para ven-
der por todo prego, assim como lenho trangas de
seda differenles cores para vender por todo di-
nheiro que offerecerem.
Palmatorias de vidro e de la-
to para velias.
Vendem-se bonitas palmatorias de vidro lapi-
dado para velias a I92OO, editas delalomui
novas e limpas a 400 rs. : na ra do Queimado.
loja daAguia branca n. 16.
Gollinhas e manguitos de pu-
nhos bordados.
Na loja da aguia-branca vendem-se gollinnhas
e manguitos de punhos bordados em fina cam-
bras transparente por 29500 ludo, o que na ver-
dade baratissimo : na ra do Queimado. loia
d aguia-branca n. 16.
Peilos de fusto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-se bonitos peilos de fusto lavrado e
trangado para camisas a 500 rs. cada um, fazen-
da mui boa e encorpada : na ra do Queimado,
loja d'aguia-branca n. 16.
Novo sortimento de tiras bo
dadas em ambos os lados.
A loja d'aguia-branca recebeu um novo e lin-
do sortimento de tiras bordadas em ambos os la-
dos, e contina a vender baratamente a 1 j('o
cada lira, e outraa de bordados muito largos a
ayOOO, o melhor que possivel em tal genero
e todas ellas, pela largura que teero, podem sor
divididaa ao meio, pelo que se tornara Aaratissi-
mas:: oa roa do Queimado, loja d'aguia branca
n. 16.
Canos de chumbo sortido.
Vendem-se canos de chumbo de todas i$groa
auras ; na loja de erragens, ra da Cadeia do Re-
cite n. 56 A, de Vidal & Bastos.
Bombas de Japy sorCWas.
Vendem-se aa bem acredtrM be*-de Japy
de todos oa tamanhos eft barato prego : as ra
da Cideia do Recife, loja* sM n. 56 A, de
Vidal & Basto*.
i





DLUQ. DS BKBmiiBOCO SEim mil 2t OK flfBBBEo OB lUt
ARMAZEM
ROUP A FBITA
Joaquim F. dos pantos.
40-Rua do Queimado-40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimeoto ha sompre nm sorlimento completo da roupa falta de
todaa g qualidades e tambem ae manda execulai por medida & Tontada doi fregue-
zea para o qaetem um dos malhore professore*.
Casacas ae panno preto a 408,
35|e 30*000
Sobrecaaaeosde dito dito a 359 e 309000
Paletots de panno preto e de co-
rea a 35, 30, 35, 10, 18 a 50*000
Ditoa de casemira de corea a 22,
15|,12.7 e 9000
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo francesas a 10*000
Ditos de merino seiim pretos e
de corea a 9f a 8*000
Diloa de alpaca de corea a 5 e 3*500
Ditos de alpaca preta a 9, 7, 5 e 3J5O0
Ditos de brim de corea a 5f,
4#500,4 e r 3500
Ditoa da bramante delinbo b an-
co a 6*. 5$ e 4*000
Ditos de merino de cordao preto
a 15/ 8*000
Calcas de casemira preta ede co-
res a M, 10, 95, 7 6*000
Ditas de prioceza e Jerin de
cordao rpreto a 5, 6*500 e 4*500
Ditas de brim branco ede coras a
5. 4*500 e 2f 500
Calcas de ganga da cores a 3*000
Gollete de velludo prto e de co-
rea liaose bordados a 12,9 e 8*000
Ditos da casemira preta e d* co-
res lisos e bordados a 6,
5*500,5 3S500
Ditos de setim preto 5000
Ditos de seda e aetim branco a 6 a 5*000
Ditoa de gorgurao de aeda pretos
do cores* 7, 6, 4 o 5*000
Ditos de brim e fustio branco a
3|500,2*500a 3*000
Stroulas da brim delioho a 2 e 2*200
Ditas de algodao a 1*600 e 1*280
Camisas de peito defustao branco
ede cores a 2*400 e 2*200
Ditas de palto delinho a 5, 4 a 3*000
Ditaa da madapoln brancaa a da
corea a 3, 2*500, 2 o 1J600
Chapaos pretos de maaaa francesa
forma da ultima moda a 10*,
8S500 e 7000
Ditos de feltro a 6, 5, 4 e 2*000
Ditos de sol de seda ingiere! o
francezes a 14f, 12, U$ a 7*000
Colariohos de linho muito fines
novos feitios da ultima moda a *800
Ditos de algodao $500
Relogios de onro patente e hori-
zontal a 1003, 90. 80$ e 70J000
Ditos da prata galranisados pa-
tente e horizontaes a 40 a SOfOOo
Obras de ouro, aderecos e maioa
aderecos, pulceiraa, rzalas e
sneia a
Toalhas de linho duzia 10$, 6 a 9S000
Ditas grandes para mesa urna 3e 4*00g!
ARMAZEH JPROGftESSO
Francisco Fernandes Duarte
Largo da Peiiia
Aanca-se a boa qualidade de todo qualquer geuero
cmprate nesle armazera, assim como Tende-se por menos 5 a 10 por cento do que em outra
qu il uer parte.
lia^l\e\ga lUgVexa a mals superior d0 mercado a 800 rsa libra, em barril ae far
abatimento.
i\ luiiga Traneeza a mais U07a, 600 rf#i ,m barril> e 640 r> a libra
Siesos doreUoehegad0SDMle uUimo Tapor por39000i
^|U1J0S VonarittOS de 3uperior quaHJad, e muila frescaes a 800 inteiro, em libra
^^ *fe,2l' hy ^^ *TeO "' 8*000. 2600.
2*000 rs a libra.
Prexaulo para &ambte muil0 n0V0J, 500 rs Iibr8.
i rz.autu na reino de faptr()r quaijdade a 4i0 rg, intero> e 4^ rSi, libra
S?l\ftlAft
^ o melhor petisco jue pode haver por estar promplo a toda a hora a 1 a libra.
T oueinno lo remo 30 ti llbt,t e arroba. 9000
Cao* ticas e palos chegtdos n-iU ultimo Davi0t a 75i rs a libra
Sauaa Ae porco retinada 480 r, e em ltU com 10 librili DOr ^500 r, e
se for em barril a 440 rs. a libra.
Jlarmelana imperial dl, a(anlad0 AbreiJ e deoutros muitos t.bricaoles de Lisboa
a 900 rs. a libra, em Utas de 2 libras por 1*600 afianca-se a boa qualidade.
ttt* de umateem Ul deuma libra DOr 900 rt>
\mendoase confeUosem ltUldta libra8 coaleado dilTerenle lidade9i
muito proprio para mimo, a 2*000.
LirVUnaCl IraneezaS e portuguezas era Utas de l libra, por640 ra. ditas em meiaa
a 500 rs.
\\etria, macarrao e taVnarlm. 400 rs Iibra 0 em caixa a 8
AOXeS muit0 *, 100rs. a.libra, e 4*000 rs. a libra.
.11 iraUCeX em car,5es muil0 enfeiladog proprios para mimo a 600 ra.
ene a 1B3lCZ,a a mois superior que ha a JOOO rs. a garrafa e em cala se far
m abaimento.
Geiiebra de Hollanda. 6J000 rs.. fraiqueira -560 M> 0 fra8C0<
Y innos engarrafados ,agrma9d0 Douro a 1J600 m a garrafai Porlo fiDOtFei.
tuna, Duque do Porlo, a 1*800 em caixa se far abatimento.
OraeanX. dag maig acredtadag marcas a iagarrafaeem caixa a9adazia.
-ampag^e de di(rerotes marcas a 16 a duzia e a 1J500 g garrafa, affianca-ae a boa
qualidade.
Verdadeira serveja eenrUHa. de outrag muilas marca. a 0. duz...
a 500 rs. a garrafa.
in vo em pipa Porl0i Liboa e Figueira a 3(50()> ^ e 4500 a cana(ja.
Espermasete guperior 740 rs em caUa> 1760 r5> a 1bra#
Batatas novas 6m gigos de uma arroba a 1#
^ "os mais superiores, hespanhol a 1J200, francez a 1$. portagaez a 800 rs. a libra
wos o.a eammadre muil0 norogi em Ciixas de 8 librag por S|500> eem ,bra a
* de engommar, muito alva a 100 rs. a libra.
. de "sea mole a 400 rs. a libra.
__ ,. J reDdo a 800 rs. a garrafa e em caixa s 9.
Palitos de denles A
, tizados com perfaico a 240 rs. o maco.
Costeletas insVexas B v
_ t m. i ^^ Propnas para fiambre a 800 rs. a libra.
mais Q0T* d0 merc,d0 < barrica a em libra a 320 rs.
1.15OIO para 1Illpar fat,g a 200 rs. eada um, em porco se fu abatimento.
merejas em fragcog de 1 e 1|2 libra muito oras a 800 rs.
In lepen lente dos gneros anounciados encontrara o respeitarel publico grande sortimen-
0 de gneros, tudo de superior qualidade.
Aoa tabequiatat.
Veodm-se superiores Itocos fravetaas a imi-
tadlo doa a linho, asalte proprloa acra as ta4a-
quistaa por aeram te cara a eecuraa a Ims. pa4e
baratiasimo prara te a Cf a ajtte : >a ra. do
Queimado n. 22, na bem conhecida laja te boa f.
Fil liso c tarlatana.
Va-aW-aa aaiaf mjfm tarlstena bra>
e te crea *te >& pracolHlWn.-
Tara : aa bem coohocida loja da boa f na raa
do Qaeimado n. 22.
Ricas eialeites.
Vendam-ae ricoa a aupariorea ofailea a saaia
modaroaa qua ha. ptetoa a te corea, palo bara-
Uaarnw nraco da C a 6*500 : na loi. da boa 44.
na raa do Quoimado a. 22.
Cambra i as ole core.
Vendeas-ae cambraiaa fraocez. da lindas co-
res, pelo baratiasimo preco de 280 o corada ; ira
na do Ooaimado n. 22, oa bem coohecida loja
da boa f.
Cambraias francezai finigimas.
Saparorea cambraias fraocezas muito toas, de
mnito bonitos padrftea, pelo barato preco de 700
rs. a ara : na loja da boa f, na ra do Qaeima-
do n. 22.
Cambrala Usa,
Vende-aa cambraie lisa tratupareata muito fi-
na, pelo barato prego de 4 a 5J a peca com 8 1)9
raras, dita Upada muito superior, paca te 10
raras a 6| : na ra do Qaeimado n. 22 oa loja
da boa f.
Bramanle e aloalnada de
llnno.
Vende-se superior bramante te paro linho com
duas raras da largara a 2*400 a Tara, aaaim como
atoalhado adamaacado tambem de puro linho,
com 8 palmos de largura a 2*500 a Tara : na bem
coohecida loja da boa f, na raa do Qaeimado nu-
mero 22.
. Cortes do ealcju
Veodem-sa cortes da celca de meia casemira
de corea escaraa a 2$ cada eorte ; na loja te boa
t, oa ra do Queimado o. 22.
Par bouqtiets,
Dourados com cabos de ma-
d repero la.
Chegaram opporUioamente para a loja d'aguia
branca oa bonitos port bouquola dourados e es-
maltados, com cabos da madreperola, conforme
aua propria encommenda, Qcando assim remedia-
da a falla que rusia desses port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a lempo para os di-
versos oasameotoa a bailes que se coolam nesses
diaa, por iaso as pessoaa que por elles esperavam
e as que de poro os quizerem comprar dirigi-
rem-se munidos de dinheiro i loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado a. 16. que enconiraro obra
de bom gosto, barateza, agrado e aiaceridade.
de cambraieta.
Veodem-se superiores salas de cambraieta mui-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto preco de
5; a ellas, que aso muito baratas: na ra do
Queimado o. 22, oa bem conhecida loja da boa fi-
Rua da Senzalla Nova n. 42
Venda-sa em casa de S. P. Jonhston 4 C,
sellios e silbos inglezos, candieiros e casticaes
bronzeados, lonas ingieras, fio de vela, chicotes
para carros e montara, arreios para earros de
um a dous cavalks, e relogios de onro patento
ingloz.
Navalhas d'aco
com cabo de marfim.
Vende-se na loj d'aguia branca mui finas na-
ralhas d'aco refinado com cabos de marfim, o
para assegurar-se a bondade deiiag basta dizer-
se qae sao dos afamados e acreditadoa fabrican-
tes Rodgers & C, custa cada eatojo de duas na-
valhaa 8000: na ra do QueimaJo, loja d'aguia
branca, n. 16.
Libras sterliaas. '
Van lem-se no escriptorio da Manoel Ignacio
de Olireira & Filho, pra^s do Corpo Santo n. 19
Lientos brmeos muito
finos.
Vendem-se lencos braocos muito finos, pelo
diminuto preijo de 2400 a duzia, graude pe-
chincha : na loja da boa f, na ra do Queimado
numero 22.
Gollinhas
de traspasso bordadas em
cambraia fina
Vendem-se a 2 cada uma : na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca o. 16 A obra 6 boa e
o lempo proprio ; a ellas, freguezas, antes que
se acabem.
Bolcinhas de borracha
para fumo.
Muito lindas bolcinhas de borracha para guar-
dar fumo pelo baratiasimo proco de lJzOO, 1 j,
800 rs. cada urna : na loja da victoria na ra do
Queimado n. 75, jlunto a loja de cera.
la re lio de
Lisboa
Deaambarcou bontem. a Tonde-ao por mdico
runV^rr^Vu^Ti0 AUU', Fe"ei" :
S Atten^o. 5
No engenho Trapiche do Ca- %
bo existe para vender-se tres %
W bonitos e bous bois de carro, e $
V um bom quartio de carga :
O quem osquizer comprar dirija- ^
se ao mesmo engenho a tratar ^
' com Alfonso do Reg Barros, %
ou entao a ra da Aurora nu- p
mero 22. atft
rroco nno, e aeda frouxa para
bordar
tende-se na ra do Queimado loja d'aguia branca
n. lo, onde se achar completo eortimento.
Capachos.
Vendem-se capachos redondos a compridos e
de diToraos tamaohos, e oa melhores que tem
eoo, 700 e 800 rs. cada um, e tambem ha capa-
chos muito grandes e proprios para sof e mar-
quezaa para 1400 cada um : na rna do Queima-
do, oa bem conhecida loja de mtodezas da boa
fama n. 35.
Sementes de hortalices
a-^*d6k"*i "'l.'"" d" Crar d0 Recife' <>ePOio
Su ,'S* D,32> hortalices de
todas aa quahdadea, chegadaa no ultimo paquete
^ss
Galanteras de gosto
\
Lindeza.
Vende-se fazeoda denominada lindeza, ptima
para reatidos a 160 rs. o covado : na loja do Du-
arte, ra da Imperatriz n. 20.
Utenco
Vendem-se caixfies yasios proprios
para bahuleirot.f uniieiros etc. a 1 #280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
grapbia, que ahi se dir' quem ostem
para vendes*.
E' o que pode havar te saaia gosto em galan-
teriaadelTidro e porcelana como aejam jarros,
hos e garraflnhai, manteigueiras a assu-
jarriehos para boquets de crao ou-
lr"nSR**jCOUS'8 : ns ,0Ja da lc'oria aa ra
lanado o. 75, junto a loja da cera.
udezas baratas
Na loja da victoria na ra do
Qieimado juuto a loja de
ce*.
Colchetea francezea em cartio a 40 rs.
AIfloetes francezes cabeca chata a 120 rs. a carta
Papel cpm cento a tantos alflnetea a 40 rs o
papel.
Linhas (rictoria em carritel com 200 jardas a 00
rs. o [carritel.
D'z" T "^ J*rd" d6 A,exnder 90 "' dn-
^carrifel ard" branCM de corM M
Ditss je Pedro V brancas e de cores' a 40 rs. o
cartio.
Grampos a 40 rs. o maco.
Bufiadores braocos a 60 e 80 rs.
Cartelriohas com agulhas francezas a 320 rs
Trance brancas de linbo a 100 rs. a peca
Agulhas de eofiar resudo a 40 rs. cada uma.
Eoulras muilas miu-ezas que se affiaoca Ten-
der barato psra quem comprar Tictoria sempra
contar: na loja da Tictoria oa ra do Queimado
n. 75^ junto a loja de cera. -
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta loja por estar constantemente a receber
perfumaras finas de suas proprias encommendas,
bem se pode dizer que est cooatiluida um depo-
sito de ditaa, tendo-as aempre doa melhores e
mani acreditados fabricantes, como Lubio.Pirer
Coudray a Societ Hygi.nique. etc.. etc. ; por
uso, quem quiaer proter-ee do bom, dirigir-se
a ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16. que
achara sempre um lindo e completo sorlimento
leudo de mais a mais a elegancia dos frascos, e
barateza por que ae rendem conTida e anima ao
oomprador.
Carros e carrosas
Em casa de N. O. Bieber
4 C. successores roo da Cruz
numero 4.
Vendem-se carros americanos mui elegantes
a lares para duas e 4pessoase recebem-se en-
commendas para cujo Isa elles possuem map-
pas com rarioa deseobos, tambem rendem car-
roca apara condcelo deassacaretc.
Esceocia d ail.
Para eugommado.
MniTlt^!* raasaatebao^oai eacentia de anH
touZu7?u**,"BM,",*# terajw orna
io*m^n?w!"d0d* "* B,ta Tete*lal*a. do
^1- 11?I*1 como mU rezas acoo-
500 rs na nu^QlMBtd. loJ4 d. .g,"^^.
Vi\de-se
-ler-
na raa da Moodego casa v, o .. Mu.i. ...
mente, de horUlico muito 0^ *%*g
la trumuda. repolho, oaboa o* Mwt grande.
pabicas, mostarda. cfcicorta, aa,lc^ ,|000la
brancas e amaretlaa. aarca. cuee**, rtottnho
rozo e branco, tomatas grandes, feijo. carraoato
arrilhas tortas a alface arrendada. v '
: Riscado monstro.
Veode-se riscado monstro, fszsnda muito
aomica para o oso domesiieo por ter
gara a a aou preco ser te 260 ra. a _
ra a ImoerairU, loja o. 20, te Dusrte.
Panno de algodao da
Baha.
Veode-se no escrtutaal de Antonio Luis te
Olireira Azarado & C, ra da Cruz n. 1.
YGENCI*
DA
Fnndicao Lew-loor,
Ba da Senzalla Nova n. 4.
Nesta estibelesimento continua a hsver um
completo sorlimento de moendss a meias moen-
das para engenho, machinas do vapor e taitas
de ferro batido e coado de todos os lmannos
para dito,
Souhall Mellors & C, tando recebido or-
dem para Tender o seu crescido deposito derslo-
gioa T|sto o fabricante ter-ae retirado do nego-
cio ; convida, porlanto, s pessoaa que quizerem
possuir um bom ralogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproTitar-se da op-
portunldade sem perda de lempo, para t com-
pra-Ios por commodo pre$o no seu escriptorio
rna do Trapiche n.28.
Na loja da diligencia, na
ra do Queimado n. 65
tem pera Tender cascarrilha redonda de ora in-
Toocao a 400 rs. a peca. v
ARMAZEM PROGRESSIVO
E
filSSST
Cascarrilha.
Polassa da Riissia.
Vende se emeasa deN. O Bieber d
C, uccessores, rua da Cruz n. 4-
Sal de Lisboa.
Vende ae a bordo da barca portuguesa Eape-
tuga,.eal de Liabas iimpo e redondo ; a tratar
na rua te Trapicha a. 17.
Paletots
*
brancos.
Cbegou para a loja da rictoria grande sorli-
mento de cascarrilha tfe todas as cores e lsrgu-
raa e se rende mais barato do que em parte al-
guma, porisso renham a loja da rictoria na rua
do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Eofeites para seiihora.
Lindos enfei.les para cabera de gosto o mais
moderno que tem apparecido a 5J, 5^500 e 6# :
na loja da rictoria na rua do Queimado u. 75,
unto a loja de cera.
Phosphoros de seguranca.
Caiiinhas com mil e taatos phosphoros de se-
guranza a 160 rs. a caizinha que s pela segu-
ranca delles por lirrar de incendio alo de graca:
na loja da rictoria na roa do Queimado n. 75,
junto a lojs de cera.
Meias baratas.
Meias pintadas para homem a 120 e 160 rs. o
par, ditas brancas pare menina a 180 rs. o par,
ditaa de lia para o fro a 500 rs. o par: na loja
da Tictoria na rua do Queimado o. 75, junto a
loja de cera.
Fivelas para cinto.
s firelas de madreperola para ciatoi
preco de 1J600: na loja da victo
Queimado n. 75, junto a toja da coi
Par a o carnaval.
Vandem-se fazendas proprias para vestuarios,
a ser : eseomilka do cor de rosa, amarella, asul
e branca a 200 rs. o corado, relbutioas de cores
e ramageoa a 640 o corado, velludo encarnado a
800 rs. o corado, tafei da todas as corea a 640 o
corado, groadeoaples de cores a 1$8o0 o corado,
e mals fazendas proprias para este fim : ns rua
da Imperatriz, loja e armazem da arara n. 51 de
Magalh&es & Mondes.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Veode-se em porco a a retalho da ama aacca
a, e por commodo pra^o: na rua da ala-
para cima,___
dre da Dos confronte abolica o. SO.
N. O.listar & C.sacooasorea.rua da Cruz
aoder relogios para algjbeira dt
Vendem-se superiores paletota te brim branco
de puro lioho, pelo baratiasimo preco de 5g: na
ria do Queimado o. 22, na bem conhecida loja Q 4, tom para
daboaft. ,ioro a prata.
Veade-ae um preto de meia idade, rdbuaiog Veode-se uma cabelleira nova propria para I oevada oteada ltimamente a 160 a libra a 4S *. arrnfca
naito barato nrarn na pita a i ^ i i "'?
36, rua das Cruzes de Santo Antonio, 36.
niiH(gi s piaspi.
rermLleinCCnSla jtemente T0J0hea da Europa da sua propria encommenda os melhores gneros, de tudo tendente a molhados, e por iss
no. -L '"8"' S"' e engenhn 'avradores, uma vantagem em seus gneros, de S a 10 por cento de menos dos procos, qu8
garanU-los qualquer eslabelecimento, attendendo sompre .. fcoa qualidades de nossos gneros, que para isso nos obrigamos *
Mftnteiga iOgleza especialmaueescollbidaa 850 e 1K)00, a libra eem barril a 800.
dem franceza primeira da safra nova 700 rs. e em barril a 600 rs.
QueiJOS flamengOS vindos no ultimo vapor a 3#000. eem porco ter abatimento.
CKA'08 ^U(^r*Q0S os *" do mercado a 1000 a libra, e sendo inteiro a 950 rs. a libra.
Cha hySSOQ muito superior a 2800 e 35000 a libra.
Cha pretO o que ha de melhor neste genero vindo a primeira vez ao nosso mercado a 200 a libra, e tambem temos para 1800
Presunto mglez para fiambra a 700 rs. a libra.
P.reSUntOS porttlguezes riis* do Porto de casa particular a 500 rs. a libra aintoiro a 460 rs.
FaiOS e CD.OUricas muito novas a 600 rs. a libra eem barris de arroba a 15.
mi3^0^rSoo00DdqU?daPOr,' Portofia0, e. Carcavallos, velfio, seceo Feitoria a chamisso de 15200 e 1#300 a garrafa, e
VinbO BordeaUX de superior qualidade diversas marcas de 800 a 19 a garrafa e de 8#500 a 10*000 a duzia,
VlOilO muscatel a 15000 a garrafa e 10*000 a duzia.
Vinho para p atO do Porto, Figueira, a Lisboa da 500 a 600 rs. a.garrafa a de 45000 a 4#800 a caada.
Marmelada de todos os coneerveiros de Lisboa a 900 rs. a lata de 1 libra, e 15700 as da duas libras, e em poreao ter abatimento.
Latas COm peixe savel, pescada, pargo. roballo, cavalla, guraz, sarda, congro, linguado, ostra, elula de tijelada, chourijas
alnas o mais bempreparado que tem vindo ao nosso mercado, de 19300 a 39 a lata.
Latas COm ervilhas portuguezas e francezas a 600 rs. e 720 a libra.
Latas COm bolacbinhas de soda de todas as qualidades a 14440 rs.
rlgOS de COmmadre em caixinhas de 8 lybras as mais b un enfeitadas que ten vindo ao mercado a 2*800 acaixinha e400 rs. a libra.
Peras muito novas a boas em caixlnha do 4 libras a 3*000 a ciixinhae JitOOO a libra.
AmeixaS francezas em lats de B libras por 45000 e 1*000, a libra.
PaSSaS em caixinhas de 8 libras, a 25500 a caiiinha, e 50 rs, a libra e a 95 a caixa de arroba.
GorinthiaS para pudim em frascos da 1 1 [2 a 2 libras a 1*500 a 15800 o frasco, e a 800 rs. a libra
Caixinhas proprias para mimos, com passas, figos, ameixas, peras, amendoas, e nozes, da 25000 a 55000 rs. a caxinba.
Conservas iOglezaS eportngoezss a 600 e 800 ris o frascos 9* a caixa.
Macarrao a talharim, muito novo, para sopa a 320 a libra e 6*000 a 'caixa.
IrOmma muito al va como se pode desdar a 100 rs. a libra.
Amendoas de casca molla a 400 ris a libra e nozes a 200 rs. eem porco ter abatimento.
ChanipaQhe das melhores marcas, de 15*a 20*000 res o gigo.
Chocolate portaguez, francez, e ioglez-, a 900 rs. a libra*
Cervejas das melhores marcas aB60 rs. a garrafa, a 5500, a duzia.
LiOgnac muito guperior a 15000 a garrafa e a 105000 a duzia.
Geaebra de Hollanda a 600 rs. o frasco a 65500 a fraaquaira.
Vinagre de LisbOft puro a 240 rs. a garrafa,*e 15800 aeanada.
Dito em garrafCS de s garrafas, por 15200.
Espermacete superior 76 i* 7* m cax"-
ArrOZ, da India a lOOrs. e daMaraoho, a 120 rs a libra e da 3*000 a 3200 a arroba.
LOiitiibas francesas o melbox de lodosos legumas a 500 rs. a libra,em porco ter abatimento.
Latas COm feijo Verde muito bem prepsiado a 810 rs.
Latas com sardinha de Nantes a 440 e 600 rs. a lata.
Massa de tomate em latas de nma libra a 900 rs.
Alpista a 160 rs. a libra e paineo a 240, e 5*"a arrob do alsista a 6*400 a de paineo.
Potes grandes COm sal refinado a 640 tambem mm*m pacotas, matto proprios*para meza a 240 e200 rs. a libra.-
Batatas em gigos de uma arroba a 1*500, e 80 r. a libra.
Doce da casca da goiaba de 1*000 a 1200.
Azeite doce purificado, a 800, garrafa e 95000, a dnzia.
PalitOS HxadoS paradeotee. os mais boa fsilos que tem vindo ao mercado, 200 rs. o maco eom 20 massinhos.
Bolachinha Dgieza muito nova a 400 rs. a libra e 55000 a barrica*
Toucinho de Lisboa a 320 res a libra e 105000 a arroba.
Velas de Carnauba ecomposicSo a 40O rs. alibra a 11*600 a arroba.
Araruta a melhor qae se pode desojar a 320 ra. a libra.
.onuc-oc u.ii K.<=. o w. .u.utj, ronusio. Buue-ae uma caueneira no^a propria para uoiuua Cnegada ltimamente a 100 a labra iHIt arrnka
e proprio psrs quilquer sernco : oa rua larga deJoternaTal, por maito barato preco : na rua te 0-1,-1- ^^ ,1
Rosario a. 18, terceiro lOQir. lUngo^ n. 1. | tiQQQias muito nova % 600 rs, o poni 0 a 400 rS| M pequeas para conserva,


DflRIO DI HHWAMBiXO MXTA fHlA Si DE MYEWUtO DE IM
i
*;
16 na loja do pavao, ra
da Imperatriz n.60,
de Gama di Silva,
rcndom-se fazendas pelos presos seguintes: mas-
sulinas branca com 4 1)2 palmos de largura, co-
rado 200 rs., chitas escuras com pequeo loque
de mofo, corado 140. r., ditas matizadas a 160,
S22S v e,6Br" lepe, fazenda fina a
j*, ">'' trancis Boas, o corado a 240,
260, 280, 300 e 330 rs., Uazinha de quadroa para
?eslidos, a 280 e 400 ris o corado, csssas in-
gleziuhis de quadros para restidos, corado a
260. 280 e 300 rs.. ditas garibaldinas, fazenda
muito fina a 320 o corado, aaiaa bordadas, fazen-
da muito fioa a 3| e 4fi, ditaa com arcos da cor-
dio de liona que fazem as reas de belie a 3\>200
49, ditaa de madapolio frencez, baldes os mais
bem feitoa que tem rindo, pelo diminuto prego
de 3, 39500, 4 e 59, pecas de cambraia liaa mul-
to fina a 29 29500. ditas com 10 jardas, faxeoda
fioissima, a 3f 3J500. 4 e 5|, meiaa pretae de
aeda para senhora a 19 o par, ditas branca do
algodio para andar em casa a 200 e 240 rs., e
outraa muitaa faxndaa qae se rendem por prego
baralissimos, de todas se dio as amostras dei-
xando peohor, ou mandam-ae levar em casa dos
fregueses que quizerem comprar : na toja da ra
da Imperatm o. 60, de Gama 4 Silva.
Brillantinas americanas.
Vende-te brilhantina americana com liodissi-
mss cores, sendo (azenda inteiramente ora e
moderna da 41]2 palmos de largura a 400 rs. o
corado : na ra da Imperatriz n. 60, loja do
parlo.
Moirantique.
Acaba de cbegar pelo ultimo rapor francaz es-
ta fazenda de seda com o nome da moirantique,
sendo de rarias cores e branca, propria para res-
tidoa de noirs, e rende-te por preco baratissimo
6 na loja do pari, ra da Imperatriz n. 60.
Pannos a1#600.
Vende-se panno prtto e dito cor de caf, fa-
zenda muito eoeorpala a 19600 o corado para
acabar: na ra da Imperatriz n. 60, loja do pari
Chales pretos a 3$.
Veodem-te chalet de fil pretos muito grandes
e Anos, fsiends que sempre se rendeu s 89 e 109,
e a 39 ; na ra da Imperatriz n. 60, loja do pari
Sedas.
Vendem-ae grosdenaples pretos muito encor-
pados a 15500, I96OO e lg800. dito cor de roas,
cor de canoa e azul, aadas larradaa da corea, cha-
malote preto e sarja preta hespanbola s 1)800 :
na roa da Impertira n. 60, loja do pari.
Fancy a 1#600.
Vende-si fancy, fazenda de laa lisas e mescla-
dae, propria para caigas, paletots, colletes e ca-
pas para senhoras, e roupas de meninos, lendo
esta fazenda 6 palmos de largura a 1$600 : na
ra da Imperalriz n. 60, loja do pari.
Espartilhos
Vendam-se espartilhos inglezes que sao os me-
lhoret: na ra da Imperatriz n. 60 loja do
pari.
Para meninos.
Vendem-se restuarios para meninos e meni-
nas muito bem enfeitados : ns ra da Imperatriz
n. 60, loja do pari.
Madapolao a 3$.
Madapolao enfeatado com 14 jardas s 39 s pe-
es ; ns rus da Imperatriz n. 60, loja do pari.
mmmtmmmmmwnmm*
A lAcaba de JA i
chegar J[|
ao novo armazem t
DE
BASTOS & RE40
Na ra Nova junto a Con-
ceicao dos Milita-
res n. 47.
Um grande e rarlado torlimentode
roupas eitas, calcados e fazendaa e todot
estes serendem por pregos muito modi-
ficados como de seu coitu me,assim como fl
tejam aobrecaaacoa de superiores pannos 9
e casaeos feitoa peloa ltimos figurn os a 8
269, 85, 309 o a339, paletots dos mesmos g
pannos preto a 16f, 18f, 209 e a 249,
ditos de case mira de cor mesclado e de
noros padroes a 149.169, 189.209 e 249,
ditos saceos das mesmas easemiras de co-
R res a 99, 109,129 a a 149, ditos pretos pe-
lo dimiouto prego de 89, 109, e 12$, ditos
de tarja de aeda a sobrecasacadoa a 129,
dito de merino de cordio a 129, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 159
8 ditos de alpaca preta a 7, 8JS, 99 e a 105,
ditos saceos pretos a 49, ditos de palha da
I aeda fazenda muito auperior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 39500, 49
6i49500, dito de fustio branco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 a a 49, ditas debrlm decores
finasa2|500, 39. 39500 e a 4J, ditas de
brim braacos Qnas a 49500, 5J, 59500 e a
69, ditaa de brim lona a 59 e a 65, colletes
de gorgurao preto e de cores 1 5g e a 61,
ditos de casemira de cor a pretos a 48500
a 59, ditos de fustio branco e de brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 42
ditos de merino para luto a 49 e a 49500*
caigade merino para luto a4|500ea5f*
capaa de borracha a 99. Para menioo
de todos os lmannos: caigas de casemira
preta oda cor a 5|, 69 e a 79, ditaa ditas
de brim a 2J, 39 e a 39500, plletots sac-
eos de casemira preta a 68 e a 7, ditos
de cor a 69 aa7|, ditos de alpaca a|39
sobrecasacos de psnno preto a 129
14, ditos de alpaca preta a 59, bonets
para menino de todas as qualidade, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos
meios ricos restidoa de cambraia feitos
para meoinaa de 5 a 8 annoa com cinco
babadoa lisos a 89 e a 12$, ditos de gorgu-
rao de cor e de lia a 59 e a 69, ditoa de
brim a39, ditos de cambraiaricamente
bordados para baptisadoa,e muitas outras
fazendaa e roupas eitas que deizam de
aer menciouadaa pela aua grandeqanu-
dado ; assimcomo recebe-tetod e q1-
quer encommenda de roupaa para te
mandar manufacturar e que para eate fim
temo am completo sortimeato de fazen-
da de gosto e urna grande offleint de al-
faiate dirigida por um hbil mestre que
pela suapromptidi eperfeigaonadadei-
xaa deaejar.
Mu^w^^*9^y^R~w~^VuV*fJKVv9RK
Attenco
Guimaries & Luz, donos da loja de miudezat
di ruado Queimado n. 85, boa fama,.participam
ao publico que o aeu estabeleciment te acba
completamente proridodaa melhoree mercadorisa
tendentes ao meemo eslsbelecimenlo, e muitos
outro objeetoa de goato, sendo quaai todos rece-
idos de suaa propriaa encommendat; e estando
ellet inteiramente resolridot a nio renderem
fiado, aflangam render mais barato do que outro
qualquer ; e atamente pedem aot seos deredo-
res que lhe. maodem ou reoham pagar ot seus
debito, sod pena deaerem ju.ticado.
Pechincha
Na loja do Arantes randeu-seborzegniot com
tallo para aeohoracom pequeo defeito ni els-
tico a 2|500-o par, ditos psra hornera a 5 sa-
pstot de lustre com tallo para tenhors a 1|'
I
Rival
sem igual.
36 Larga d Rosario 36
Carreteis de linha muito boaa a 90, 60 e
Car toes de clcheles a 40 e
Papis de agulbaa brancas curtas e com-
pridss a 40 e
Filas de reliado de corea a 200, 800 e
Trangaa de teda, a rara a 140 e
App.relhos de pi, loaga, e folha de
240 a
Llnhas do gaz de todas as cores a
Duzia de metas para senhora a
Ditas cruss para homem a 22400 e
Caiziohaa de alfinetea a
Fitas de sarja largas e boas a 600 e
Chares para relogio a
Pegas de tranga com 12 e 13 Varas a
Canas de pos para denles a
Ptr de botes encarnados psra puoho a
Lamparines de porcelana para conserrar
quente chi ou remedio a 39000
Luras de seda com toque a 100
Bicos pretos a 180, 240, 400 e 500
Toucas para senhora a 600
Baralhoa de cartea francesas a 140
Sintos de seda para senhora a 19200
Enfeites muito modernos a 89500
Saboneles de bola a 640
Escoras para uohas a 320 e 500
E outras muitas miodeza*. que se renderio
mais barato do que em outra qualquer parte,
porqae se precisa muito de dinheiro.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Jonhston & C ra da Senzalja Nova
n. 42.
Barato.
Vende se relbutins preta a 200 rs. elamarella
muito fina a 400 rs., chitas mofadas a 140 e
160: na rus da Imperatriz o. 60. -
80
60
60
400
180
19600
30
2S500
89000
60
19000
80
160
100
160
GELO
No deposito do gelo ra da Apollo
n. 31, vende-se gelo de hoje em diante
arroba a" 50500, e meia arroba 2000,
e a libra a 160 ris : tambem recebe-se
assignaturas das pessoas particulares lo*
go que seja diariamente, at' que se
acabe o gelo.
Veodem-se ps de larangeiraa de umbigo e
selecUs. ditos de fructa-pio. ditos de sapolis,
ditos de pitaoga e limio para cercas :' OT Monte
de Uchoa, sitio ds riura Garroll. +
Attenco- 1
Vendem-se duss moradas de casas assobrada-
das, feitaa ha pouco, de jolo, em chaos foreiros,
na villa do Cabo ; rende-se muito em coota : a
fallar na mesma villa do Cabo com Sebaatiio An-
tonio do Reg.
predio venda
Vende-se, a casa de dous andares e so18o, mei-
gua. no becco das Miudinhea o. 8, avahada em
2.0009, a qual rende 1 1|2 por ceoto ao mez; na
ra do Trapiche o, 14, primeiro andar, ha peasoa
aulorisada pelo propietario para ellectuar a ren-
da da mesma casa.
Meias para senAmra.
Vendem-se superiores meisspars senhora pe-
lo baratissimo prego de 89840 a duzia; na loja
da boa f, na ra do Queimado n. 21.
ntremelos
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca se acha um bello sorli-
ment de ntremelos bordados em fina cambraia
transparente, e como de aeu coslume esti ren-
dendo baratamente a 19200 a pega de 3 raras,
tendo quantidade bastante de cada pedrio, para
restidos ; e quem tirer dtnheiro approreitar a
occasiao, e maoda-lo* comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Agulhas imperiaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em ristsa aempre
render o bom, mandou.rir, e acabam de cbegar
aqui (pela primeira vez) at superiores agulhas
imperiaes, com o fundo dourado e mui bem fei-
taa, sendo psra alfaietes e costureiros, e custa
cada papel 160 ra. A gulha assim boa anima
e adianta a quem cose com ella, e em regra aio
mais baratea do que aa outras ; quem ti com-
prar na ra do Queimado,loja d'aguia branca n
16, dir sempre bem deltas.
Potassa americana,
Vende-se potassa americana muito ora de
superior qualidade: no escriptorio <)e Manoel
Ignacio deOlireira & Filho, largo do Corpo San-
0 n. 19.
Opiata ingleza
para lentes.
Est finalmente remediada a falta que ae sen-
lia dessa apreciarei opiata ingleza lao proreito-
ts e oecessaria para os denles, isso porque a lo-
ja d'aguia branca aesba de recebe-la de sus en-
commenda, e continua a rende-la a 19500 rt. a
caiza; quem quizer conterrar aeut dentet per-
feilot 6 prerenir-te mandando-a comprar em
dita loja d'aguia branca,ra do Queimado n. 16.
Na ra Nora o. 19, rende-ae relbutina de
corea a 500 rs. o corado.
A 320 rs. o covado, grande
pechinoha.
Vendam-se superiores cambraias francezas de
muito bonitos padroes a 320 rs o corado, fa-
zenda muito fina que sempre renden-fe porNOO
e 19 a rara, renham por ellas, antee que so at-
bem; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
ctda loja da boa f.
Aos senhores sacerdotes.
Acabam de chegar i loja da boa r, na ra do
Queimado n. 22, meias pretaa de aeda muito su-
periores, prdprias para oa aenbores sacerdotes
por serem bem compridsse muito elsticas ; reo-
d*m-se pelo barsto prego de 69 o psr, na men-
cionada loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
para a dj os.
Vendem-se na ra da Senzala Nora n. 30, cai -
zinhas com doce por prego commodo, recommen-
dareis para os aojos de procissao.
Potassa daRussia.
Vende-se potassa da Russia da mais ora e
auperior qae ha no mercado e a prego muito
cammodo : no escriptorio rte Manoel Ignacio de
Ollreira & Filho, largo do Corpo Santo.
Superior cal de Lisboa.
Tem para render em porgio e a retalho Anto-
nio Luiz de Olireira Azeredo & C., so seu es-
criptorio roa da Cruz n. 1.
Jarras e potes
RuadaCadeia do Recife n. 8
Jarras Anas grandes para agua de 49 92000
Ditis entrefinas de 1* a 2|000
Polea ordinarios de 820 a too
86 faltando para final liquidsgao da loja de lou-
Ss da roa da Csdeia Jo Recife n. 8 algunas jarras
as, entrefinas e potes ; rend?!*** pelos bi-
xos precot cima mencionados para acabar.
N RA DO QUEIMADO N?A6
P/H7hlGRANDE20raMEIlTo
^DASErfuPKSf
f.i... S^mSS p.2 de 1-,bT- d* pjnno a 25, 289. 30 e 359. caaacoa multo bem
taitas a 251, 288. 302 e 35f, paletola acasacadoa de panno *retode 16 at 259, ditos de casemira
de cor a 159,181 e 20|. paletots saceos de panno e cesemirs de 89 at 149, ditoa saceos de alpaca
ZtllA\A? *! al6,, L0-" > 'P"- nern de 79 at 108, calgai pretas de casemira l
89 ate 142, ditoa de cor de 79 al lOf, roupat para menino de todoa os tamanhoa, grande sorti-
mento de roupat de brins como tejam ealcat, paletola e colletes, sorlimento de colletes pretos ds
setim, casemira o relludo de 49 a 9|, ditoa para caaamento a 59 e 69, paletots braocoa de bra-
mante a 49 e 5/, caigas brancas muilo finaa a 5|, e um grande aortimento de fazendaa fina t e mo-
dernas, completo sorlimento de catemiraa inglezaa para homem, menino o aenhora, aeroulas de
linho e algodio, chapeot de tol de teda, lurat de teda de Jourin para homem e aenhora. Te-
moa urna grande fabrica de alfaiale onde recebemos encommeodtt de grandet obrat, que par
isso esti sendo administrada por um hbil meatre de aemelhante- arte e um peasoal de maia ds
cincoeola obreirot escolbidos, portaoto ezecutamos qualquer obra com promptidio e maia barato
do queem outra qualquer casa.______
Phosphato de fer-
ro de Leras.
Aos Srs. consumi-
^ dores de gaz.
Nos armare do cae do Ramo ns. 18 e 86 e
na ra da Trapiche Novo (00 Recife) n. 8. ae
rende gaz liquido americano primeira qualida-
de e recenlemeole chegado a 149 a lata de cinco
galloe. aasim como te rendem latas de cinco
garrafaa e em garrafa.
Nao esqueja arara,
que hoje a loja doa barateiros para rar, reo-
dem-se pegas de esmbraia lisa branca a I96OO e
28, dita muilo fioa com 5 palmos de largura a
3 e 3f500, pegas de madapolao enfestsdo a 39.
noros cortes de chitas Ooss com 13 corados a
29500, ditos de riscado, padroes noros a 2500 e
19500, brilhaotina branca com 4 1|2 palmos de
largo a 280 o corado, dita de cores a 360 o co-
rado, Rorgurao para restidos a imilagio de aedi-
nhas, fazenda muito ora e fina a 320 o corado,
barege para restidos com flor de seda a 360 o
corado, pompadour de seda de quadros e matiza-
do psra Vestidos a 640 o corado, fil de linbo
branco e de cores a 200 rs. o corado, laazinhas
pra restidos a 280 e 400 rs. o corado, ricos cor-
J*1' Jf gorgurio para reslido com 18 corados por
09500, cortes de lia de duaa saiaa com 22 cow-
doa por 108. "coa cortea de organdya coro 15 ra
ras a 99 e 7| para acabar, cassas ae cores para
restidos a 280 e 310 o corado, chitas a 160. 180
e 200 rs. o corado, ditas francezas a 240 e 280 o
corado.
Pannos pretos.
Paono preto para caigas e paletots a I9OOO,
19800, 29 e 295OO o corado, cortes de casemira
preta psra caiga a 39. dita entestada a 39500 e
4g, relindo preto a 2J500 o corado, aaia de cor-
dao que faz rpz de baiio a 5500, balOes de ma-
dapolao a 3f e 39600. ditoa de 30 arcos e de ren-
da a 49 : na ra da Imperatriz, loja e armazem
da arara n. 56, de Hagalhies & Mendes.
Pechincha para todos.
Vendem-se massos com 20 massinhos de pili-
los finos e bulisdos para dentes a 200 rs. o mas-
so de 20, poim passando a 15 massos se faz dif-
ferenga em prego : na ra da Imperalriz, loja e
armazem da arara n. 56.
PEIXE
Duarte Companhia
receberam pelo ultimo rapor as seguintes quali-
dades de peixe o mais bem arranjado que se po-
de desejar em latas lacradas hermticamente pe-
los pregos de 19200 a 38 a lata :
Gboungas finas proroptas.
Pescada assada e cozida.
Pargo aasado.
Roblos dito.
Carslla em azeite.
Guras asssdo.
Nulas de tigelad.
Sarel sssado.
Sarda em azeite.
Congro.
Llnguados fritos.
Ostros.
Atum marinado.
Tambem receberam pacotes de sal refinado a
240 rt. cada um e latas com feijio rerde a 800
rs.: nos armazens Pcogressiro e Progressisia 00
largo do Carmo n. 9 e roa das Cruzes n. 36.
Attenco a ii-
quidaco.
Na loja do Clarinote ra do Gabugi n. 2 B,
rende-se as seguintes miudezss pelos diminutos
pregos para acabar : pecinbaa de babado com 15
raras de 3 a 4 dedos de largura a 400 rs.. ditas
com 30 raras de diflereotes larguras a 28200 rs.,
cartoes de coliete para restido a 40 rs., frsnjss
de linho muito Qnas para casareque tendo cada
peca 15 raras a 1ft6O0 a pega, ditas de algodio
para loalbas a 100 r. a rara, ditas de seda are-
las de 2 dedos a 3 a 240 e 320 rs.. ditas de 1 a
2 dedos a 160 rs.. tranca de seda branca com ri-
drilbo diflerenle lirgura a 320 rs. a rara, dita di-
ta preta a 300 ra. a rara, caniretea de 1 e 2 fa-
inas muito tino a 160 e 240 rs., tesoeraa muito
unas para costara a 320.400e 500 re., enfiadores
de linho para restido a 40 rs., caizas de bfalo
psra rap differentes modelo a 500 ra., carreteis
de linha de 200 jardas autor Alexander a 8S0 rs.
a duzia e 70 rs. o carrilel, linha preta de miadi-
nha o masso com 60 pegas e 96 a 500 e 600 rs.,
escorss para casacs o mais fino que ba a 29, lu-
ras da linho fio de Escossia branca muito Coas
a 600 rs. o psr, ditss de cores a 500 rs. o par,
dilss de algodio a 160 rs., franjas largas de cores
propriss psra cortinados tendo cada pega 15 ra-
ras a 2 e em rsra a 160 rs., espelhos de damas
de diversos tamanhoa a 800. 19 e 19280, botdcs
de porcelana brancos para camisa a 120 e 160 rs.
a groza, ditos brancoa, preloa e de cores proprio
pata caiga a 240 rs., peales de tartaruga para
tranga os melhores que pode harera 39500, ditoa
para alisar a 29, ditoa de marfim de diflerentea
tamaohose modelos a 500 rs., labrriotho de to-
das as larguras a 1-20, 160, 200 e 40 ra., pentm
muito finos Qogindo unicorne tanto para auissa
como para cabeca a 320 rs., meiaa de corea para
homem mallo fias I928O rs. a duzia e o par a
120 rs., csixa de colxetes fraoeezea a 40 rs., gar-
rafas grandes de sgua de colonia muito fioa a 39,
diia com agua de larande a 19, ditaa do Oriente
a 800 rs, frascos de bandoln para aegurar ca-
bello a 640 rs., dita de flor de laraoja frascos
grsndes 500 rs., bandeijaa de diflerentea tama-
nhos a 19280.1J600 e 28, gsrrsfss de porcelana
douradaa pars mess sendo garrafas grande a 29
e pequenaa a 19, charuteiraa muilo floaa diver-
sos tamanhos 1 2}e 29500, laraa preta e de co-
res enfeitadas psra senhora a 800 rt., peitot para,
camita muito finos brincos e de corea a 29500 a
duzia e 220 rs. cada um, zefirat de todas aa co-
res fazenda de muilo bom gosto a 19 a pega,
um completo sorlimento de titas da aarja e cha-
malote astetlnadas de todaa as cores e larguras,
assim como bicos de bloode brancos e prelos, di-
tos de linho de todas as Urguras, e muitos outros
cbjeclos que se vende por melado de seu ralor.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de receber por
amostra urna pequea quantidade de fivellas
douradas e esmaltad par cintos, todas de no-
vo e boiiitos moldes, e tambem douradaa que
parecem de ouro de lei, o que s com experien-
cia se conhecer nao o serem, estando no mesmo
caso as esmaltsdis, e assim mesmo rendem-se
pelo barato prego de 28500 rs. cada urna, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Cestiuhas ou cabases para as
meninas de escola.
0 lempo proprio das meninas irem para a
escola, e por isso bom que rio compostas com
urna das oras e bonita* cestinhas que se ren-
dem ca ra do Queimado loja d'aguia branca
n. 16.
Novos bonets de velludo, e
marroquim dourado.
Na loja d'agnia branca rende-se mui bonitos
bonets de relludo, e marroquim dourado, os
quaes sio agora mui necesssrios para oa meni-
nos que rio psra a escola e quem os quizer com-
prar mala baratos dirigir-se ra do Queimado
loja d'aguia branca o. 16.
As verdadeiras pennas ingle-
zns caligraphicas.
A loja d'anuiu branca acaba de receber aua
encommenda d rerdadeiraa pennas de ago
inglezaa caligraphicas, dos bem conhecidos e
screditadoa Utricaatea Perry & C, e apesar da
falta que baria dessaa boas peonas, com ludo
rendem-se pelo aoligo prego de2/00O a caixinha
do urna groza, quantidade easa que aa falsifica-
das nio trazem. Para lirrsr de engaos, as ca-
xiahasrao marcadas com o rotulo que diz. Loja
d'aguia branca ra do Queimado n. 16.
Vende-se
azeite de dend on palma, dito de amendoim que
serr psra luzese machinas, mais barato do que
em qualquer outra parte ; na rea do Vigario n.
19, primeiro andar.
Vende-se ata terreno em Santo Amaro,
noto ao hospital ingles, com 700 palmos de fren-
e, em muito bom oslado: a tratar na roa do
Trapiche n. 44, armazem de Braga-Son & C-
Vendem-se burros gordos e mansos : no
engenho Jurissaca, do Cabo: a tratar alli com o
Sr. Domingos Francisco de Soasa Leao.
Batatas a 300 rs
a arroba
Na rna da Madre de Dos d. lt.
Vende-se a 39000 o frasco
Almeida Gomes, Aires & C.
no escriptorio de
Caivetes fixos para abrir
latas.
Chegou ora remessa desses preciosos cai-
vetes fixos para abrir latas de sardioha, doce,
bolacbiobas etc., etc. Agora pela fesla cmese
muito dessss cousaa e por isso necessario ter
am desses esniretes cujo impone 19, compran-
do-se na rna do Queimado loja da agiia branca
o. 16, anica parte onde os ha.
Aos amadores do divert-
ment carnavalesco.
Riquissimos dminos de
velludo fino preto e de cor de
diversos feitios a chineza no-
vos e presentemente acaba-
dos de fazer por urna modista
franceza: na ra do Crespo
n. 10, primeiro andar.
VenJ_-e passas a 400 r., figos a 200 rs.,
arroz do W*^jihao a 80 r. a libra, toucinho a
320, u.antuga iogieta Doa a 600 rs., aleirla a 320,
gomma multo aira a 100 rs. a libra : na rna das
Cruxes n. 22.
Novo sortiment de-cascarri-
lhas de seda.
A loja d'agnia branca acaba de receber nm noro
e bello sorlimento de cascarrilhaa de aeda de
muitas e differentes cores, e rende-se i lj}500
e 29500 ris a pega, na ra do Queimado loja
d aguia branca n. 16.
Meias pretas de seda 1.000
o par.
Venderse metas pretas de seda, e de mui boa
qualidade, para aenfaorae, e padrea i 19000 o
par, por eatareavpriocipiando a mofar, e estando
ellas calcadas nada se conhece, na rna do Quei-
mado toja d'aguia branca n. 16.
Inleresse publico.
[Offerecido pela loja dej
marmore.
A loja de marmore tendo de apresen-
lar i coocurrencia publica o que ba de
mais noro em faseodas, tsnto para ae-
nhoras como para homens e meninos,
aeodo que para este fim espera de seus
correspondentes de Inglaterra, Franga e
Altemaoha as remessaa de seus pedidos,
tem resolrido, antea de apreaentar o no-
ro aortimento, liquidar as fazenda exis-
tentes, o que effectuari por pregos m-
dicos e para cujo fim convida o respeita-
rel publico a aproreilar-ae deata emer-
gencia.
Chapeos de castor.
Vendem-se chapeoa de castor de primeira qua-
lidade a 89, que j se renderam a 169, para
acabar : na rna da Imperatriz, loja n. 20, do
Dusrte.
LuvasdeJouvin.
Na loja da Boa F na ra do Queimado n. 22
aempre se encontrsrio at rerdadeiraa luras de
Jourin tanto para homem como para senhora,
adrertindo-se'que para aquellea ha de muito
lindas corea, na mencionada loja da Boa F na
roa do Queimado n. 22.
Agua de lavander e pomada.
Vende-ae superior agua de lavander ingleza
pelo baratissimo prego de 500 e 640 rs. cada fras-
eo, pomida m.itissimo fioa em paos grandes a
500 e a 19, rende-se por tio bsrato prego pela
grande quantidade que ha : na ra do Queimado
na loja de miadezaa da boa fama n. 55.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonitos bicos de linho de dous a
quatro dedos de largura fazenda muilo superior
pelo baratissimo prego da 240. 820. 400 e 480 rs
a rara, rende-ae portal prego pela razio de ea-
tarem muilo pouca cous encaldidoa, tambem ae
rendem pagas de reodas lisas perfeitamente boaa
com 10 rara* cada pega a 729, 800 e 19. ditas
com salpios muilo bonitas e direraas largura
I92OO, 19600o 29 a peca, ditaa de seda a 29 ca-
da urna peca : va roa do Queimado oa bem co-
ohecida loja de miadezaa da boa fama n. 85.
LinhdS de cores em nvelos.
Vende-se liabas de cores em nvelos fazenda
em perfeilisshno solado pelo beraliasimo prego
de 19 a libra : na rae do Qaeimado loja de miu-
desas da boa lama o. 81.
Papel de peso a 2 j a resma.
Vende-se na roa do Queimado toja de miude-
zas da boa fama n. 83.
Loja amarella,!
I GURGEL & PERDIGAO*. I
Receberam restidos pretos de morean- I
tique neste genero o melbor e mais em ,
moda naa principaes pragas da Europa
t e Rio de Janeiro. I
J Receberam as lindas capas e maolele- |
s tes compridos, desta rez riersm pretos
' e de cores. '
f Vestidos de blood com msnts, cspella I
b saia de setim.
L Vestidos de cambrsia bordados e de
f seda.
I Saias a balao finas e inferiores para
f senhora.
9 NOVIDADES.
| Manguitos, sintos, enfeites e grinal-
g dss psra senhora, leqaes, espartilhos,
' mantas pretas superiores, chales, cami-
P sas para aenhora e meias elsticas.
| ROUPA FE1TA.
Caigas, colletes, palelots, sobrecasa-
W eos, sobretodo de panno e casemirs.
| Este estabelecimento esti sonido de
| fazendas finas proprias da praca. Dao-se
P as amostras : ra da Cadeia loja amarel-
I la n. 23.
armazem de fazendas
DE
Santos Coelho
Hua do Queimado m. 19.
Lencoes de bramante de linho a 3.
Cobertas de chita finas a 39.
Ditas a prego de I98OO.
Cambraias pretas mnilo linas.
Colchas de fustio muilo lindas a 69.
- Esleirs da India de 4, 5 e 6 palmos de largo
proprias para forro de cama e salas.
Lencoes de panno de linho fino a 29.
Algodio moostro a prego de 600 rs. a rara.
Toalhas de linbo para mesa s 49.
Ditas de fuslio para mios, cada ama 500 rr.
Baldes para meninas.
A boa lama
rende tirelas para cintos o mais bem dourado que
possirel e dos mais lindos gostos que tem rindo
a este mercado, pelo baratissimo prego de 2g3C0
esds urna, carteiras com agulhas as mais bem
sortidas que se pode desejar, e em quanto a qua-
lidade nao pode harer nada melhor, pelo barato
prego de 500 rs. esda carleirs, pennas de ago ca-
ligraphia rerdadeiraa a 2> cada caizinha com 12
duzias, ditas de langa rerdadeiraa n. 134 a 1(201)
cada groza, ditas muito boas aioda nio conheci-
dss a 500 rs. a groza : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fama nu-
mero 35.
Para o carnaval.
4 bella rapaziada que
com pouco dinheiro quizer fazer e enfeitar seus
restuarios, dinjam-se a loja franceza da ra
Norao. ll.qne foi do Gadault. que acharo se-
das, fitas, Creas douradas, barretinas, veos, e
finalmente urna grande ezposigio de alcaides,
pelos quaes se nao engeita quaotia algnma : na
mesma loja recebeu-se um completo sorlimento
de mscaras para horneas e mulheres todas
qualidades.
Taberna
Vende-se ama taberna propria para um prin-
cipiante e por aer em bom lugar na esquina do
Forte do Hallo e faz freote para a ra da Lapa e
para o largo em frente do chafariz : a tratar na
mesma.
Chega rapa-
zeada.
Para comprar boas mascaras para o carnaval
a 320 rs. e muitoa objectos para enfeitar restua-
rios, boas luraa de todas as qualidades, pandei-
ros e outros muitos objectos proprios para o car-
naval e para consumo das coslureiras, que lado
se vender sem reserva de prego por ser liqui-
dagio : na loja de miudezas na ra do Queima-
do n.27, que pertenceu a Jos Antonio da Silva
Araujo.
Farinha.
Vende-se a 79 saccas grandes de farinha de
Uuribeca propris para particulares : na taberna
grande da Soledade.
Avariado.
Madapolao com pequeo toque, de 29500, 3g e
3#500: na ra do Crespo, loja de 4 portaa n. 8.
Vende-se urna parte de um altio no lugar
de Beberibe, que foi do finado Francisco Esleres
de Abreu, por prego razoarel : a tratar na ra
do Bangel n. 53. -
Vende ae um piano de mesa muito proprio
psra quem aprende : na ra da Cadeia do Recif
o. 45, esquina di ra da Madre de Dos.
'"""I asTsmej wm^ tB*laW nr.j)^ tav-iJej asrwW TWftaT VolVvNtTDV**"
! Liquidado.
Aloja de marmore.
RBournua de casemira para senhora a 10j
Manteletes de grosdeosple a 109
\ Lequet de tanda lo a 59
Bournut de casemira psra meninos
de todas as idsdesa 5g
Grande sorlimento de cascarrilbas,
trancas e fitas de todas as cores para en-
feites de restidos por pregos mais bara-
tos do que em outra qualquer parte.
Vendem-se escasas ns.49 e 51 com am so-
bradinbo noa fundos, sito na ra da Espersnga
00 Caminbo Noro do bairro da Boa-Vista, com
quintal amarado ateo meio, cosloha e algumas
arrores de tracto e chios proprios : a tratar na
mesms ra n. 45. .
Vende-se nm sobrado na ra das Cinco
Pontas n. 23, com muitos commodos : a tratar
na roa Imperial n. 108, das 6 s 9 da manha, a
de tarde das 3 is 6.
Chapeos enfeitados.
Vendem-se chapeos enfeitados multo reeom-
mendareis para as meninas que esli passando a
fesla nos amenos arrabaldes desta heroica cidade,
a prego de 29 cada nm : na ra da Imperatriz,
loja n. 20, do Duarte. Na dita loja cima achario
continuadamente os senhores consumidores am
grande e variado sorlimento de fazendas, tudo
baratissimo.
Luto por D. Pe-
dro V.
Acaba de chegar ama pequea porgio de alfl-
netes de peilo, boips de punhos, e brincos, pro-
prios para lotos, lendo cada objecto a efflgie do
finado monarcha : antes que se acabem dirijim-
se os preteodentes 4 lirraria de Nogueira de Son-
za 4 Companhia, ao p do arco de Santo An-
tonio.
Grande pechincha
Superiores paletos de pao preto muito fino,
obra muito bem feita pelo baratiuimo prego de
OJOOO ris na ra do Queimado n. 22 na bem
conhecida loja da Boa F.
Vende-se nm terreno na ra do Hospicio,
qussi defronte do qoarlel, prtprio para edificar-
se urna casa, tendo 40 palmos de frente e 146 de
fundo, com alicerca : a tratar na ra do Trapi-
che n. 14, primeiro andar.
as
Meias de laa
para meninos ; na ra da Cadeia do Recife nu-
mero 15.
Rap
Grosso (libra) a
Meio grosso a
Fino de gasae a
Meuron a
Lisboa a
19600
19600
19580
19040
28710
Na loja do rival sem igual, ra larga do Rosa-
rio n. 36.
Ra larga
zario n.
do Ro-
38,
Tem firelat muito finas psra cintos por 1^500 ca-
da urna, cintos dourados, linhas de Pedro V com
200 jardas a 60 rs., linhas de carrinhes de 200
jardas autor Alejandre a 80 rs., ditos a 60 rs.,
linhas finas de carrinhos de 50 jardas a 30 rs. o
carrinho, linhas de marca a 30 rs. o norello, ra-
p de Lisboa, rolio, frsncez, grosso, meio grosso.
fino, Paulo Cordeiro e Meuron ; na mesma loja
rende-se luras de pelica para homens e senho-
ras, e de outras muitas qualidades, assim como
miudezas muito em conta, que a rista dos com-
pradores se diri o prego de ludo.
Para 0$ apa i.\o nados do carnaval.
Na ra da Cadeia do Recife n. 55, primeiro an-
dar, ha um grande sottimento de cabelleiras de
caixos, e barbas, que se aluga mais barato do que
em ontra qualquer parle.
(SMrW&L
Vende-se na roa do Queimado n. 29 esquina
do collegio no armazem e loja de Joio Jos de
Gourei, meiaa de seda encarnada a 500 rs. o
par.
Escra^os fgidos.
Fugio de bordo do patacho brasileiro Es-
padarte, fuodiado ao p da ponte relha o es-
craro Antonio, marineiro, de idade de 40 an-
nos, de naci, rosto comprldo, estatura alta, e
signaes no rosto, pouca barba, e bom pollador :
pede-se aa autoridades ou pessoas que o acha-
rem, de o lerarem a bordo do dito patacho, oa
na ra da Cruz n. 3, em casa dos Srs. Amorim
Irmios.
Fugio no dia 10 do corrente de bordo do
patacho Capuam, o escraro crioulo mariohei-
ro de nome Antonio, idade 19 annos pouco mais
ou menos, altura regular, rosto comprldo e com
signos signses de bexigss, leron calca e camisa
azul : quem o pegar lere-o ao escriptorio de
Antonio Luiz de Olireira Azeredo i C. rna ds
Cruz n. 1, ou a bordo do dito palacho que seri
generosamente recompensado.
Desappareceo da casa de aeus senhores,
honlem 25, ao meio dia, o preto por nome Jos,
casado com urna cabocola forra por nome Curdo-
lina, elle de n.gio Bengueila j relho, com os
signaes seguintes: altura regular, barbs pintada,
olhos rermelhos, rosto curto, cabellos torcidos,
ps chatos, dedo grande arquiado pira dentro,
as pernas tem marcas de feridas, rosario de
contas pretas a tiracolo com um breve, a mi di-
raita com deleito, lerou camisa de algodio com
listras azues, palelot cor de caf j relho, caiga
de caaemira cor de rap, chapeo de pello baixo
preto, e outro de couro, muilo prosista : roga-
se aa autoridades ou capitaes decampo que o
pegar, cooduzam-o i ra da Imperalriz 78,
que serio bem recompensados.
Attenco.
Desappareceu no dia 25 do corrente, um escra-
ro mulato de nome Fortunato, com idade de 28
a 30 annos, pouco mais ou menos, altura rega-
lar, corpo grosso, tem urna grande cicatriz atra-
vesada do peito eaquerdo ao lado direilo da
barrga, e por isto se torna mnito conhecido; este
escraro linha rindo de Tabalana entregue ao Sr.
Luiz Jos Pinto da Costa para ser rendido, e acba-
ra-ae em poder do abalzo atsigosdo a contento
e para aer examinado, nio se responsabiliaando
o baixo assignado pela fuga do dito escravo :
rogase, portento, a quem o pegar, lera-lo em
Oiiuda o Sr. Luiz Joi Pinto da Costa, oa no
Recife. ra da Moeda, armazem o 9, que se gra-
tticar. M .
Manoel Marques de Olireira.
"1.


DliRIO DE PEINAMBCO iVLTk RlftA 38 DI FEVtKflRO DE H6i.
Litteratartir;
Pralica do proeesso.
Sao se pode diztr que a enlrsja
do ramo ao maior lae-ador com-
pleta a arrematando, t a torna
perfeita e acaba rtsptilo de to-
dos o inleressados. ,
A rrematagao que a assiguago judicial da
coiisi que fu olelo da voada publica, eo maior
lancidor, sendo f ita oru as soloiunida,1.s l-
alo M ( lo mais retractar ainda que de-
pois s-a olTerega maior prego : assim eusiuom con
corJemeula os praxistas que conhego, e assim :e
r.olhe por udticco das Ords. do h*. 3o. I. 91
pr. e do ii. 4. itt. 6. | 2 e 3. e lal a disposi-
gao eipressa do mi. 554 do decr. o. 737 da 23 de
oovembro de 1850.
Ora, como essas solemnidades legaes consisten
na ordem judicial para a arremalago.oa as-
sistencja do juiz ao acto, uo olTerecimentu do
maior prego possiel, que cubra o da avaliago,
e na entrega dodinlieiro vista, ou na presta-
cao Je flanea para pagar em tros dias; .carao
nenhuma d'essaa solemnidades fu de um molo
ceno e positivo o termo fatil, lindo o qual dee
ser a arremaljco julgaty perfeita e acabala, de
molo que nenlium dos interessados possa maii
retraclar-se, ensinaram alguna, e entre ellea Pe-
reira e Suiza em sua nota 8)9 que, depois de en-
tregue o ramo ao arrematante, julga-se perfeita a
venda, porque a arrematarlo equiparada esse
contrato e se legula pelos principios que o re-
gen.1, invocando em apoiu de sua ooioio as Ords.
<1 ,,v 3> o"" 8B /"" e 4- lil- 8I Pr' e lit- 93 Pr'
Mae canto, apezar d'essa decisao do eximio pra-
xis'.a, aioda ae debate a questo de saber em que
caso a arremalago perfeita o acabada para lo-
dos os interojsados, dee-se crer que esse modo
de decidir nao satisfatorio insuspeito.'
Um exame mais ltenlo ds materia Armar eS-
Sa i ronco :
rrimi'iramenld :o principio de que a arrema-
tarlo erdadeira venda, e como tal dee ser re-
gulada pelos preceilos que regem a enda, nada
explica,j porque os molos por que se cele-
bram esses Jous actos nao sao ideulicos em- to-
dos os pootos;j porque a nica analoga que
entre ellea existe procede de se dar em ambos a
atienacao da propriedade, mediante un prego
equivalente pago em moeda.
Foi sean duviJa essa analoga que deu lugar
quelle falso principio, que nao passa de urna
nuslrncgao sem a luz precisa para a sulugo da
qaestto.
De feito, a venda um contrato cffeito, do li-
re consenso dos pactuantes, e a arremalago
urna desapropriagao forgsda, effeito da lei, com a
qual se arma a jusliga para recusar a condemna-
cao e satisfazer osdireitos do exequente.
Em segundo lugar:as Ords. que esse praxis-
ta invoca em apoio de sua decisao, era nad o
justifican): porque a do lil. 86pr. diz apenas
que depois das nolificacoes' devidas, nao ser
mais necessario que seja o condemnado requeri-
do ao lempo da venda e arrematando : e no
f, qua, sendo rerogada a senlenga em sen todo,
turnarn os bens ao seu amigo dono.
Ora. como nao se segu que, depois de entre-
gue o ramo, nenhum recurso mais reste ao con-
derriDado, s porque a lei diz que nao de ri-
gor que elle seja mais ouvido, neru porque ella
manda que Ihe sejam de novo entregues os bens,
s*ndo revogada a senlenga ( o que se afasia da
questao), claro que e'ssa Ord. nao explica o
principio que combalemos e nao o pode portaoto
justificar.
A Ord. cit. do til. 91 trata de collisaode direi-
los entre credores que disputara a preferencia e
nada tem que ?er com os elTeitos da srremalaco
ora relaco ao condemnado ; a do lit. 93 nada
explica tambe.m. porque, alm de pouco explci-
ta, e de se nao referir estes ltimos effeitos,
versa sobre a arremataco de bens de morgados e
capellas, com a qual nao temos que nos oceupar.
Em le-ceiro lugar:o proprio 1*. e Souza, ape-
zar do qua disse, ensiua, em suas notas 846 e859
in fine, que tem lugar o arrepeodimento e retrac
la-se a arrerr.atagiio, emquanlo nao se sssigaa a
respectiva carta, quaodo o executado se offe.rece
para remir os bens da execugo, pagando todas
as desperas.
Parece, pois, quo complexos devem ser os prin-
cipios reguladores da materia, por serem com-
plexos os interesses qne nesse acto concorrem, e
nenhum dos quae3 deve ser sacrificado aos oulros
pela lei.
Assim pois : como o conluio e a arrepeodi-
mento nao devem frustrar esse acto solemne, e
dar lugar novas deloogas, despezas e tortores
fetis ao direito do vencedor, deve a srrematago
ser ti Ja tior acabada em relaco ao arrematante e
pira o elTeito de nao poder elle mais retractar-se,
litando se Ihe entrega o ramo, isto quando
ol-" tem ofTerecido espontneamente um prego
conveniente, depois de haver consultado livre-
mente os seus ulereases.
E como, por outro lado, a lei que apenas quer
chegar ao efTeciivo pagamento do exequente por
meio da arremalago, nao deve consentir que se-
ja violentado sem necessidade, prejudicado e
desapropriado lodo o transe o de?edor_ que se
ofTerece a pagar, antes de sellada a obra da jus-
tiga pelo acto aulhentico da asignatura da carta,
segu se que em relago esse devedor, que o
executado, a arremalago s deve ser considera-
da linda e perfeita para o effeito de nao poder el-
le mais remir a execugo, quando se tiver assig-
nndo a carta de arremalago : o'tal na lei cora-
mercial a doutrina legal.
P. l'.i; lisia, a lei tem de altender e regular os
interesses do licitanle, do exequente e do execu-
tado : achar debaixo desla triplica relago, a
exarta balanga onde todos esses interesses se
equilibren), tal o desidertum de todo o syste-
ma de arrematagoes, ou antes, o espirito de suas
respectivas leis.
EssasconsiJerages que ahi deixo e que tive-
ram em vista tal desidertum sao inspiradas pela
doutrina que me eosinou esse illustre lelo.
Desse modo comprehende-se melhor a justiga
e a conveniencia da arremalago : querer decidir
lado com o ramo do pregoeiro, fra symbolisar
nesse ramo o coosetitimento firme do executado,
prestado por intermedio do juiz; fra cahir em
urna flcgo intil como todas as Qcges juri ticos,
qiandosepde ludo decidir cornos principios
claros e justos dasciencia que nao escrava das
formulas.
Soez a Ribeiro.
passou-sa quasi sem perceber a eachoeira de
uV**V*eB01fc'15 PeUs oilo horas da tna-
nhaacheguei a Boa-Vista, isto viajei qua-
retita leguas em desoll horas, oagociao-
te nao quiz que sju toroasse outra casa seno
a eile, e os habitantes desta cidade rauito me
penhorsram com seus oderetimeotos a agrado.
O da 16 psssei na cidade, os outros diaa foram
consumidos em ver o que haaria de
tavel, em visitar ai aldetas dos
arraojar proviso, etc., at
que
mais oo-
iodigeoas, em
no dia 24 pelas
seis horas da maoha conlinuei a viagem, e ven
onu
iota
liiiei'aiio da cidade da Palma em
yaz a cidade de Belem no Para
lo rio Tocantins: e breve noticia
do norte la provincia de Goyaz, pelo
Dr. Vicente Ferreira Gomes.
Goyj
pel<
* ( Continaago. )
A \ continuej a viagem pela seis horas da ma-
nh-a, s daz transpou-se a eachoeira de Santo
Antonio sem descarregsr, e assim passou-so as
onze horas a eachoeira dos Pilos que dista
do Porto Imperial desoito leguas-, pouco depois
.a dos Mares-"- qua bastante longa, depois a
do Lageado e as seis horas da tarde aportou-
se na bocea do Funil (eachoeira).
A 5 s pude principiar a navegar as oilo horas
do dia. porque tinha de sa passar essa eachoeira
do funil, sen Jo que estas passagens s se fazem,
quando o sol est alto para se poder ver as pe-
dras, que formam os baixos no canal : nesse dia
psssei a primeira aldeia dos chavantes, a pooa-
gio do rio dosomno, ou de Pedro Affonso, e via-
jando sem mais obstculos no dia 6 e 7, no dia 8
pelas oito horas do dia cheguei a Carolina, con-
tmio noventa leguas de viagem era qualro das
e meio.
Em Carolina fui hospedado pelo juiz de direi-
to Antonio Buarqua de Lima, que com o juiz
municipal Dr. Carlos, e oulros seus amigos es-
merou se em obsequiar-me, e fez que bouves-
sem era siguanas ooutes reuoides de familias as
mais civilisadasdo lugar, onde contra mioha ex-
pectativa houve msica, dansa e cantonas das
nao communs no interior do paiz.
Passados seis dias ahi em observar o que ha-
via de mais notavel, oscostumes ote, parti para
Boa-Vista as cinco horas da larde do dia 13 em
companhia do proprietario e negociante da Boa-
Vista Jos Joaquim SeVerino, natural de Porta-
gal, e de um adrogado Seixas naturil do Mar-
nnao, os quaes linham ido a Carolina para tratar
de seus negocios, e por me obsequiarem demo-
raram-se msis alguns dias : a viagem tornou-se
mais agradavel, porque estes bomens davam
noticia de lulo : no dia 14 viajei todo o dia,
ci nesse dia lalvez quireola leguas, viajando sem
cessar at alta noute : no dia 25.sahi do pou-
so as cinco horas da manhaa, e tendo faito
dez leguas, cheguei a Santa Tliereza (hoje villa
da ImperalrizJ as oilo para nove horas : ahi es-
tive com o misstooario Franciscano Pr. M a noel,
que mosirou-me a villa e a aldeia : ao meio dia
conlinuei a.viagem al seis horas da tarde, a essa
hora tomei porto, jantei, e viagei toda a noule.
Neste lugar,assim como era todos osoulrosem que
na i ha cachoelras, viaja-se a noule sem remos,
neta governo de lerae, navega-se como ellos di-
zem a borbulha, cu ao fervor das aguas, e como
quer que eu observasse, qua nao s o piloto,
como os remeiros dormiam a somoo sollo, e nao
acostumado a esta oavegago lemesse, fue o ba-
tel fosse de encontr a algum dos muitos paos
e arvores, que as aguas coaduzem, ou fos-
se eocalhar em alguma praia, deisei de dor-
mir toda a noule, e por este motivo e mais
porque observei, que nao havia bom commodo
para os remeiros e piloto dormirem, que as-
sim mal trabalhavam de dia, deliberei-ma nao
mais viajar de ooute, apezar de conhecer
que nSo ha perigo algum nessa viagem : nesse
dia e noule veoteu-se talvez mais de ajurenla
leguas.
No dia 26conlinuei a viagem as cinco da ma-
nhaa e as oilo aporlei no sitio denominadoTi-
coahi almocei, as seis horas da tarde aportai
em urna ilha contando trinla leguas. No dia 27
principlei a viagom as quatro horas da madruga-
da, as seis psssei as duas ilhas da barra do
Tocantins, depois passei a fjz do Araguaya, e
adianle aportei no presidio, ahi almocei com o
commandanle e depois de ver o qua havia na po-
voagao. ao meio deixei esse primieiro povoado
do Para : viagei at cinco horas da tarde, em
que tomei pono para janlar, depois conlinuei a
viagem at que as seta da ooute sobreveionm
temporal, depois do qual dormi com a tripula-
gao em um praia: depois de meia noute con-
tinuou-se a viagem a remos ; adiaotou-ae qua-
renta ou mais leguas.
A 28 pelas oilo horas do dia priucipiou-se a
passar as cachoeiras do Iiaurypela margen)
que d lugar fazer-se esta passagem sem ir so-
bre as cachoeiras, viajaudo-se lodo o dia sera
cessar, tomei porto as cinco horas e meia da tar-
de, e calculet lei feilo mais de nula Uguas :
justamente neste deserto onde o rio muito se
expraia no tempo das endientes e onde as arvo-
res parecem nascer no meio do rio.
Na margem occidental ba um aborto na fami-
lia das palmeiras, isto um p da tocum com
hasteas.
A 29 principiei a viagem as seis da manhaa
na eachoeira daItabocaas oilo aporlei na
ilha que tem o mesrao non-e da eachoeira, e de-
pois do alraogo eotrei nolgarap do arrependi-
do,ahi irabalhsram os da tripulago constante-
mente at a noute, passanoo por lugares aperla-
do?, e oulros obstruidos pelas pedias e madeiras,
sendo as vezes necessario carregar per assim di-
zer a igarap nosjhombros. A 30 contiuuei a na-
vegar nesse igarap do arrrependido, onde ha
um aperlado bem diicil de Iranspor : por vezes
me pareceu que o frgil barco sedespodacava as
pedras, porm outras tantas me convenc, que
todas difculdades sao vendris : ao meio dia
sahi do igarap e entrei no rio para passar a ul-
tima eachoeira denominada doArrependido:
ahi foi de mister descarregar duas vezes, e em
urna dessas occasies m um remanso vi um ja-
car, ou crocodilo ds mais de dez palmos de com-
primento: este animal queacommeite com mul-
ta fjcilidale qualquer outro, tendo sahiJo a'agua
para lirar carne secca, que estava ni beira do
rio, fagiu logo que nos approxlmamos a elle, e
dessppareceu : para poder transpor esta ultima
eachoeira ainda foi preciso recuar, isto viajar
contra a correte, como quem quer subir, para
poder descer a salvo : ah a proa loma o lugar
poupa, um cabo preso uas argoles da proa e com
a outra extremidade presa no tronco de urna ar-
vore contera..o barco, e o deixa descer pouco e
pouco : quatro dos remeiros tomam varas mui
grossas de dimetro de mais de duas polegadas,
laogam-as no rio no sent Jo inverso da navega-
gao aliiij de timben conterem a preciplaco do
barco, o piloto no lemo vae dando direcgo,
como se vlajasse para a parte inversa aoseu nor-
te : chegaodo o barco ao lugar onde se podia via-
jar do modo commum, foi encostadj a praia para
poder-se dar nova direcgao a proa, e nesse in-
terim os dous remeiros que linbam ftcado junto a
arvore para ir dando o cabo, largaram-se na cor-
redeira, e com a rapidez de urna baila chegaram
ao lugar era que estava a igaril : ao ver-se es-
tes homeos nadarem em urna corrodeira lao for-
te, dir-se-hia que eram dous peixes voadores,
cujos corpos estavam melade n'agua, e metade
no ar. Feita esta manobra, tomando cada um
dos qualro remeiros seus asseotos, os dous cha-
mados poupeiros laogando mo das varas, loma-
raro seus logares na poupa e ahi em p, e dando
a face para o piloto esperavam signal desta para
darem a direcgo ao batel, para desviarem-o
das pedras, que se achara no meio do canal:
as ordeos que d o piloto, as recommendages
que faz, annanciam perigo, porm o resultado
demonstrou, que havendo pericia, conbecidos os
eolraves, e os meiosde desviar-sedelles, nao ha
perigo ; e com effeito remando os qualro remei-
ros com toda a forga, obstada pelos dous proeiros
a pancada na pedra, ou padras que se acham no
meio do canal, bem dirigida a canoi pelo piloto,
quando menos se espera, esta-se livre desse ul-
timo obstculo.
O igasep de que faliei serve de desvio as ca-
choeiras de Jos Cortea, do Tortinho e da do Ar-
rependido ; nao desvia porm a parte mais baixa
desta uliwna eachoeira, que reputado o lugar de
maior perigo.
Nao possivel calcular bem a distancia que
compreheodem estas cachoeiras ; o certo que
gaslei o dia 29 a 30 at meio dia : dado o desean-
go necessario para um trabalho to arduo, e to-
mada a refeigo, conlinuei a viagem al 5 horas
da tarde, fazendo 10 leguas pouco mais ou me-
nos.
Nesta noute houve grande temporal, porm
nenhuma avaria soffreu a embarcago, nem en-
coramodo algum a geote, que toda durmiu em
ierra, como em quasi todos os dias de iagem.
No dia 31 principiei a viagem as seis horas da
tnaaha, dopoisde andar dez leguas passou-se a
pequea eachoeira daGuaribae continuando
at cinco horas da tarde venceu-sa talvez trinta
leguas nesse dia.
No Io de fevereiro viagei todo o dia, aportan-
do em diferentes sitios onde'vi as casas, ou bar-
racas dos colhedoresde castanhas, e aproveitan-
do parle da ooita fui dormir em torra perlo da
villa de B nao ; desta villa para o Par gastei
cinco dias, ou dez mares, chegando a cidade a 6
da fevereiro pelas oito boras do dia.
Nunca me faltou raantimentos, porque trasa a
proviso necessaria : nem nunca me foi negado
agasalho, quaodo eu procurava, porque todos
os habitantes do Tocantins sao huspitaleiros.
CAPITULO V.
V*o* t costumes ndole da gente.
Tendo feila a descripgo dos lugares, suas pro-
dueges, riquesas, etc., tendo mencionado os po-
vos, que ha ao norte de Goyaz, e Gnalmente o
tempo que gastei na viagem pelo rio Tocantins,
cumpre-madizer alguma cousa sobre o carcter,
usos, e costumes dessa gente, da industria, artes
e commercio e depois indicar os meios de rae-
Ihorar a condigo d'aquelles povos, e de facilitar
o commercio pelo rio Tocantins e dar incremen-
to as provincias de Goyaz, Maranhlo e Par.
O carcter de todos esses povos o mesmo, que
se observa em tolos os Brasileiro3, sao humanos,
doces, e bospitaleiros.
Para prova. da bondade de seu carcter, basta
dizerque havendo de ordinario nos divertimenlos
excessos de bebidas, nao ha nessas o:casi5es
desordeos.e por maior que seja o ecUipsissrno as
estaa, nos banquetes, nos divertimenlos nao ha
offensas individuaos : elles soccorrem-se mutua-
mente em suas precises, e viven) em urna es-
pecie de communismo ; os crimes contra a se-
gurauga individual quasi nunca sao revestido de
circumstancias alrozes ; e estou persuadido que
muitos crimes deixariam de te existido, se por
ventura a moral f stivesse mais apurada, se cer-
tas ideas falsas sobre os deveres e direitos do bo-
mem fossem destruidas peld conhecimenlo dos
principios da moral e religa. Sua donilidade
experimentada sempre, que ha quem Ibes (alie a
voz da razio, e com desmleresie e lealdade. A
hospitallda.de altestada por t*ds aquatls, que
d'ella se quer.a aoroeitar, at por acuellas
que nao procuran.
Os osos e costumes raeenter-te de habites In-
veterados, da falla Agosto, olvilieaglo, 4 ins-
ir-ucgao : em feral tto trajar sao' os homena e
mulheres aceiaos, sendo que os hoaiens trajera
com mais decencia, usando nos dias de trabalho
de caiga e jaqueta, e nos dias de domingo e de
testas, nos casamento, batisados, e eoicrraroen-
to de casaca ou sobre-casaca : as senhoras pou-
co uso fazem dos vestido!, usara msis da anagot,
dos capotes, e trazem sempre muitos enfeitos de
ouro no pescogo, as orelhas, e cabega. As co-
midas sao pouco delicadas, o prato iodispaosa-
vel o do feijo com toucioho, como em Minas,
e S. Paulo; com lulo nao suppuz encootrar a'a-
quellas alturas pessoas quo tivessem gusto lao
aparado na comida, e que (em tjeral) as pessoas
que tem meios gosassem de Ua variada mesa. A
gente mais grosseirs, como era toda qualquer
parte mais aprecia a quaotidade do que a qua-
lidade.
Os barqueiros especialmente parece que viven
para comer, por que alm da comida sem medi-
da que lhes dio os pairdes ni viagem, coosu-
raem a maior parte de seus salarios em comer, e
beber* Ha um costume entre as pessoas g*os-
seirs que me parece mui prejudicial a saude, e
vem a ser o de laogarem-se no rio logo que aca-
bam de comer,principalmente no tempo de calor;
d'ahi lalvez provenham algumas enfermidades
como o pleuris, a febre intermitente, etc.
Ha hbitos de viajar; por qualquer motivo, fa-
milias inteiras le Iraospo'rtam a lugares loogi-
quoa: a festa da aenhora d'Abadia no Moquem ao
sul da provincia, e outras sao um pretexto para
se fazerem viagens de 60 e 80 leguas, para se en-
cherem as estradas de gente : as senhoras moa-
tam como os homens, com caigas, e botinas, e
fazem longas viagens sem mostraren enfado : as
casas sio pouco espagosas, com tudo algumas ha
boas, principalmente as modernas, as de Nati-
vidade e Porto Imperial me parecern nais ele-
gantes e aceiadas do que as de outros povoados
a vtilas.
O lugar em que o commercio mais floresce
acidado da Palma, a sua situaco topographica
para Isso concorre ; o ultimo ponto a que che-
gam os botes, que condozem mercadorias do
Para, eest no centro de muitas villas, e povoa-
dos, como S. Flix, Cavalcanti, Arrayas, S. Do-
mingos. Conceigio. S. Mara, S. Jos do Duro,
Peixe, Natividade, etc., lodoa os habitantes des-
tes lugares e seus suburbios vao se prover na
Palma do Sal, ferro, louga, vinbo, etc., trapor-
lados do Para Poucos artistas ba especialmente
mais necessanos como ferreiros, pedreiros.e car-
pinas.
O genero de vida que oceupa maior numero
o da creago do gado, os agricultores sio poucos
em relagio a populagio ; com tude os gneros
alimenticios sao baratos : nma quarta de farinha,
que corresponde a um alqueire aqoi na corte,
nio cusa mais em tempo ordinraio que um mil
ris, por egual prego sa vende o feijio.e por mui-
to menor o milho, e arroz : urna rez custa dez a
doze mil ris, sendo escolhida, porm em mo
dos que venden mais caro, custa ao mais dere-
seis mil ris.
Pouca ou nenhuma industria ha : o fabrico do
assucar est na ultima escala da imperfeigio,
sendo de notar que ao norte de Goyaz nao se
conheeem os engenhos orisootaes ; as moendas
sao de madeira, movidas por bois, as caldeiras
sao graodes taixos de cobre, e o assucar apu-
rado em vasos de couro.
A instruego tambera quito limitada, a peoas
sabem os homens lr, escrever e contar : poucos
alm dos padres tradujera o latim ; a legislagao
tambera pouco conhacida, sendo de notar qua
era muitas villas nao ha advogados, excepto em
Carolina (do Maranho) onde ha dous. Os verda-
deros principios da religio sio pouco cooheci-
dos, sendo alias os povos devotos : as egrejas
sao mui (requemadas nos dias.de missa e de festa,
porm a maior festa feita fra da egreja, e con-
siste em muitos fogos do ar, tiros, e jaotares ;
com tudo na Palma ha una pequea orchesta,
queda rpais solemoidade e alonga a festa da e-
sreja, e da presumir, que desonvolvilo o gos-
to pela msica brevemente ali hajam bons coo-
ctrlos.
Em geral pouco aprego se di aos prazeres mo-
raes, os conbecidos e apreciados sao os sensuaes;
pareceu -me ha ver gusto no excesso da comida
e bebida, e no uso do fumo, etc., sendo que at
as enancas pitam, especialmente os das margeos
do rio, quando banha a provincia do\Par"'
CAPITULO VI.
Meios de melhorar a navegaco, 11 zondi^ao
dopotro do Tooantint
Agora cumpre-me dzer, quaes sao os meios
que me parecem mais adequadospara fazer pros-
perar aquellos lugares, pe aproveitar grande par-
te das riquezas .que hoje sao inutei*.
A via de communicago,.de transporte mais f-
cil e ventajosa a fluvial ; um bote pequeo de
cusi de quinlientos mil ris carrega mais de 600
arrobas, que a carga de cm beatas, cujo cusi
dez contos de ris ; a tripolago da um tal bo-
te de dez a doze pessoas, e tantas sio pre-
cisas para guiar as cem beslas de carga ; o salario
dos remeiros de 40-5 a 500 e equivale ao dvjs
camarades, que conduzem as beslas : o do piloto
do bote de 201)8, equivalente a do arri-iro das
tropas: a differenga que ha a favor da viagem de
Ierra a do tempo : as viagens redondas de Pal-
ma, Porto Imperial parr a ahja, de Cavalcanti
para o Rio de Janeiro gasta-se q#atro al seis me-
zes, oas fluviaes da Palma, e Porto Imperial para
o Para seis a oito mezes ; porm as viagens de tr-
ra tem cootra si a despeza que se faz com milho
para os aoimaes, e com a subslituieo dos que se
estropiam e morretn: na viagem de trra um
doeole grae entorpece-a, e as ezes paraty-
sa-s, na fluvial assim nao succede, porque no bote
ha abrigo, ha commodo para o doente continuar
a viagem.
O que obsta o desenvolvimiento da navegaco
do Tocantins sao as cachoeiras, nio s pelo risco
que ha na decida, como na diiculdade da subi-
da : nao sendo possivel destruir as cachoeiras;
por que sio cooseqnencias de elevagio, ou decli-
naco do solo, porque sio os diques natu-
raes, qne represara as aguas no leito do rio,
sera os quaes deixaria de existir agua para
navegar, porque sem ellas a correte das
aguas seria mais precipitada, e ente impos-
sivel seria remontar: nao sendo possivel des-
truir as cachoeiras, digo, o meio, que pri-
meira vista parece a muitos ser o nico de evi-
tar esses obstculos, aprofundar os igaraps, ou
abrir pequeos caoaes que desviando parta das
aguas passem por terrenos baixos, e nao pedre-
gosos ; porem esta medida alem de ser muito dis-
pendiosa, em 'pouco tempo se tornara iuutil;
porque logo que a forga das aguas deseobrisse as
pedras, esse novo canal seria una nova eachoei-
ra, ou a continuagio d'aquella,. que sequlzesse
evitar: os meios nicos que me parecem ser pro-
veilosos sao os seguintes : primeiro destruir al-
gumas pedras, e remover outras que se acham no
meio do canal, e que obrigam oa beles a Uzer um
ziguezague, em cuja manobra por qualfirtr dos-
cuido, ou pouca pericia.do pralioo podem. per-
der-se: em outros lugares alargar o cani,!. cor-
pragaram nessa navegagio a cornme/cfo com o
Pira : tomando ate incremento. "S habitantes |
das mrgaos do Tocantins tordo consumidores
para seas productos, e obtero em troca es gne-
ros de qne precisan, aisir melhorario sua can-
digSo, a cora essa navegagio e commercio pros-
perado as tres provincias Goyaz, Maranho. e
Para, baohadas por ate rio.
Se os cofres pblicos podesiem comportar as
despezas, seria nais conveniente fazer carns de
ferro nessas airadas das cachoeiras, por que eo-
lio a cooducgo das mercadorias seria feita em
carros da mao,(e nao as costas dos remeiros)
carros apropriados, e que os negociantes, ou via-
jantes conduziro em suas canoas, fazendo desta
arte em poucas horas a conduego dos volumes,
que actualmente fazem em muitos dias.
Algumas pessoas que ounca viajaran o Tocan
tios ( como se v em urna represeotegio feiti a-
assemblea geral pela assemblea provincial de
Goyaz) entender que ali podem navegar nsvios
a vapor: porem ae viajassem, se tivessem obser-
vado com seusolbos, ou tido ss devidas iu(orma-
goes, veriam, qne se este rio corre longos eapagos,
quarenta e as vezes cincoenta leguas em leito
profundo, em que poderiam navegar os vapores
de grande calado, era outros muitos lugares
cortado em sua carreira pelas cachoeiras ; alem
d'isto a pouca populagio e commercio nao pode-
riam manter essa navegagio, e a prova d'esta
verdade est oa navegagio a vapor estabelecida
do Para at Baio, ( villa que dista da capital do
Para cincoenta leguas mais ou menos) que se
nao pdde susleotsr, sendo que essa navegagio
chega hoje somante villa ou cidade de Camela.
Finalmente cheguei ao ponto em que devo tra-
tar dos meios de melhorar a condigo doa iudi-
genas.
Em quinto ao mea fraco entender, creio que
no estado, em qua se acham elles na Boa-Vista,
Santa Theresa, eu Iaperatriz, e outros lugares s
precisara de bons exemplos, s precisara de
quem edificando casas commodas, pintando
exercendo alguns officios mecnicos, ensino como
seu modo de vida a trabalhar, e gozar dos cora-
modos sociaes.
' Se em urna aldeia, dos Apinags por exenplo,
habitar um homem, que lizer urna casa de ma-
deira e taipa coberta de telha, o cassique d'essa
aldeia nao querendocasa inferior, a sua, os che-
fes subalternos depois faraa as suas, e ftialmeole
todos os outros habitantes forio; porque o ins-
tiocto da imitago muito poderoso, e o amor
dos commodos muito natural. Feitas as casas
por esta forma, nio ser to fcil a mudanga de
habitago, o que actualmente succede ; porque
em nm momento formam elles as casas, en que
hoje habitara : feitas as casas de telha ele o amor
do commodo se identificar com o amor do sitio,
e enlo terao elles habitagdes permanentes.
Se esse homem figurado for agricultor, lavran-
do a Ierra, cercando-a, plantando-a, coihendo os
fructoa eosinat as vaotagens.que se liram do
trabalho methodico : depois outro ensinar os of-
Qcios mais iodispeosaveis, outro a leitura e a reli-
gio etc: pouco e pouco se tornar esta boa gen-
te industriosa, til a si e ao paiz. Actualmente
plantam mandioca, de que fazem farinha, porem
tem poucos instrumentos, e difficil nenie fazem a
plantagao: ralam a mandioca em troncos de an-
gico, esprenem-a em. aestos feitos de talos de
palmeiras, fazem a turrifsgio da farinha em iages
de pedra : e assim mesmo tem farinha para ae
alimentarem, a para trocarem por machados, fou-
ces, fumo, agurdente etc, como eu observei na
Boa-Vista.
Os indgenas, que actualmente vrem sem rou-
p lor do fogo, logo que algum agente do governo
ali habitar e der ou trocir alguma roupa, lizer
conhecer as conveniencias dos vestidos, os inli-
genas, digo, que experiraenta'rem os commodos
da roupa, qoerero sempre andar vestidos, tra-
balharao para colher os fructos que devem dar
em troco das roupas: e assim se tornarse mais
activos a industriosos.
Era um terreno lio productivo nao ser difflcil
plantar e colher muilo algudo, e nesse caso po-
der-se-hia aproveitar o servico de muitos ho-
mens e mulheres de avangada e de menor edade
em Oar e tecer, sendo como hoje fcil essa
manufactura por meio de maquinas mu sim
pies.
No Araguia a tribu, que est estabelecida a
trinla leguas do presidio de S. Joao das Duas Bar-
ras, faz excedentes redes, couhecidas porta-
pueiranasque trocara as vezes por um machado,
e outras couzas de pouco valor. Estes iudigenas
dormem em suas redes, e da mesma rede farom
cobertor.
Esta ideia nao ioata nem dispertada pela ne-
cessidade, elles aprendern) de alguem : e assira
te ocoupacao til a al, e vautajosa a mui-
tos.
Escolha-se homens e mulheres habilitados para
aervirem de mestres, d-se-lheutna recompensa,
que brevemente os indgenas se toroaro laborio-
sos, vivara entre a gente civilisada o mesmo
que obrigar o homem civilisado a viver entre
selvagens, a seguir seus hbitos : querer le el-
las Por ali mesmo ha muita gente honesto,
conscienciosa, laboriosa, e que dar-se-hia por
contente, se livesse o ordenado de aeisceentos ou
oitocootos rail reis para ensinar os indgenas em
alguns annos a trabalhar com methodo e goslo,
a permutar suas produges por objectos agrada-
reis e necessarlos, a apreciar os commodos e
vantageos da vida sncial.
Querer tirar por forga ou por engao os ind-
genas de entre os seis para dar-lhes urna educa-
gao social, para habita-los a vida social, querer
que ellea deixem seu ssilios e vio estabelecer suas
habitagdes junto as cidades, villas, ou povoados,
o mesmo que querer a corrupgo da gente sim-
ples, e ignorante por alguns depravados e iranio-
raes, que ha de ordinario nessas villas a povoa-
dos, que abusando da ignorancia, simplicidade e
bna f dos indgenas, se insinuara em seu animo,
e os conduzem para o mal.
Coovem nio coislrangir os indgenas, nio
obrigal-os pela torga, por que elles tem muito
amor a sua vida independeme: convem nao ata-
car de frente e de chofre, seus hbitos, costumes,
e inclinages ; porque elles os deixaro logo, que
gosarem os commodos, as vautagens da vida
social.
Conven, que o governo imperial recommeode
a todas as autoridades, aos povos civilisados, que
nao hostilisem os indgenas, que nao se (acara
bandeiras a titulo de perseguir indgenas hostis e
aggressores ; por que esle inhumano systema,
esta vergouhoso passado de caroefleina, de de-
vastagao tem feilo com que os indgenas nos con-
sideren! seus inimigos encarnizados.
Sinto nao ter as habilitagdes precisas para bem
apreciar as cousas, e indicar os meios pelos quaes
se possam conseguir os melhoramentos maternos
e moraes : sinto que os meus patricioa, que lera
fortuna para viajar na Europa, que para all vao
esludar costumes etc., e que estao habilitados pa-
ra apreciar devidameote as cousas deixem de via-
jar no interior do paiz, deixem de observar suns
riquezas naturaes, oscostumes daquelles povos e
os meiosde aproveita-los: sent, quando passei
pelo Porto Imperial, Carolina, Boa-Vista, etc.,
saber que um Ingiez, empregado na legagio bri-
tsnnica neata corle tinha subido em urna igarit
ateo PortQ Imperial por curiosidade, por amor
rao a agucena das campos, a virgem christia
a fllha do cea desprendida dos regagos do Eterno
para conforto do mundo : a tarta o theatro de
suas faganhas, o cu a recompensa de ana vir-
(ude.
rezo do mando nao a incommoda, por-
nao funda suas esperangas na trra ;
sio mais dilatadas, alia divisa um bo-
s longinqo, descortina um vestbulo
lhante para lugar de sua morada depois
de urna gloriosa recepcao.
Ah I quonto sio arrebatadoras estas ideas para
o pensador christao I quanto sio bellas I Vos,
virgens christas, uTanae-vos ; vossa gloria nao
ephemera ; vos sois as florea do mundo, cono
o mundo o prado, onde espargis vosso odor,
vossos encantos, vossa belleza ; ufanae-vos, por
que nada ha cima de vos.
< O' santa virgindade, ornamento da trra, tu
fazos a admiragao doscus, a conplacencia dos
santos e as delicias de Deas ; quem poderia, no-
bre emula dos aojos, narrar teut louvorea quao-
do a oatureza nio te comprehende em snas pro-
prias leis? [Ventura./
Se o christianiamo santiflcou o casamento, san-
tificou muito mais a virgindade ; a Mi do Filho
da Deus foi virgem nio obstante ser esposa ; e o
que signiGca isto ? significa que a & virgindade
poderia caber o especial privilegio de trazer em
sea seio o mesmo Deus ; porque s a virgindade
bella, grande e pura ; significa que qae-
rendo Deus nascer entre os homens s n'uma
virgem podia operar o prodigio, assim como urna
virgera devendo conceber nao devia conceberse-
nao nm Deus :negwenim Virginem decuit al-
ter partus ; eque Deum decuit Mater altera. (S
Bernardo.)
E que maior honra que esta ? O que havia no
cu de mais sublime e na trra de mais maravi-
Iboso s foi concedido virgindade.
Esle uso do attributo mulber em vez da mi
bem explicativo ; era o mesmo que se Jess
Cbrislo dissesse : Se eu posso recusar alguma
cousa mi que meconcebeu em seu seio, nada
posso recusar i virgem que muito mais felizmen-
te me coocebeu, por sua pureza em seu coragao.
Fallando me, eu vos digo qne ainda nao che-
gou a hora de fazer milagrea ; mas respondendo
virgem de minha predilecgio, que quiz sacrifi-
car a honra ineffavel da tornar-se minha Mi
gloria da ser virgem, eu vos digo que o milagro
por vos reclamado ser feito j. E' adra da que
seja manifest que ae o casamento urna iosti-
tuigo conforme i mioha vontada, a virgindade
faz as delicias do meu coragao ; que seo casa-
mento me satisfaz, a virgindade me attrahe, me
deleita, me encanta, e excita meu amor ; que se
o casamento tem direilo s miohas bengos, a
virgindade o arbitro de meu poder ; e qua se
eu concedo minha graga ao casamento, pela vir-
gindade faco milagros.
E quem ousar por em duvida a verdade desta
parapbrase 1 quem ? E' o grande broquel com
que a virgindade se salva das syrtes do mundo.
E todo o ensino do christianiamo sobre este
ponto uniforme.
S. Paulo, o mais profuodo dos philosophos pas-
sados,presentes e futuros,disse bem clara e exprs
smente :se ves deixardes vencer pelos desejos,
fllhos da fragilidade humana, evos virdes forga-
dos contrahir matrimonio, contrahi-o'; nio ro-
ciis violar as leis da natureza, nem quebrantar
os seus preceilos : porque, eu vos asseguro, o
matnmonio um grande sacramento, elle bello
sublime, magestoso ; entretanto se poderdes do-
mar .estes desejos, se poderdes superar a rebel-
da da carne, pertnanecendo virgens como nas-
cestes ; se o vosso espirito fr bastante forte pa-
ra resistir ao embate das paixes e conservar-se
as altas regioes di pureza virginal, enlio con-
siderae-vos como o ente mais feliz da Ierra, como
um daquelles de que falla o Senhor beroaven-
turados os puros porque elles vera.i i Deus
Qui matrimonio jungit virginem suam, 6ene f-
cil, et quinanjungit melius fcil: puto quod
et ego spiritum Dei habeam.
A virgindade o mysteridso imn que attrahe
a alma Deus pelo cajninho mais fcil a mais se-
guro : para a virgera nao ha castigo, porque a
virgem nao tem crimes. Queris ver a pinctura
que.faz S. Jerooymo da entrada de urna virgem no
cu ? Ouvi; o pathelico elevado sua mais su-
bida gradago. Levantae-vos dis Jesut, miohas
amiga, minha esposa, mioha bomba ; porque o
inverooda vida passado, e as borrascas se tem
dissipado.A esta vista os anjos penetrados de
admiragao dirio: quem esta que apparece como
a alva matinal, bella como a la, brilhaote como
o sol ? E as filbas vos chamarao bemaventura-
da, a as rainhas fario vosso elogio, e as mulhe-
res publicaro vosss belleza : Sara com as mu-
lherea casadas, e Anna Ulha de Phanuel, com as
viuvas ; e o seio de vossa me estremecer de
alegra, eos infantes baten<1o palmas, se preci-
pitarosobra vossa passagem cantando : hosan-
na I hosanna 1 aalvagio e gloria 1 ao passo que
os cento e quarenta mil que foram resgatados
da Ierra, os velhos que formam um circulo ao
pe do throno de Deus, tomando as harpas sao-
tas, cantario caticos descoohecidos do cu e
que nio dado nenhuma voz humana poder
repetir, a Bella scena que extasia alma e ar-
rebata o corar.io 1 Magestoso triumpbo da vir-
lude. O Apocalypse confirma a descripgo de S.
Jerooymo. (1)__________[Conlinuar-se-ha.)
Variedades.
Por causa do Sr Macario.
Inveterata consuetudo pro lege habetur.
Eis aqui porque logo que acord e a despeito
mesmo dos denles, o rosto e o espelho pedirem
vista para, a ligo* de preferencia, metto-me,
sem replica nem replica, n'um chambre, e tome
l urna qseda oitava pagina do Diario,
Que mo costume esse meu 1
Antes, porm, de entrar no Crsfo dos escrip-
tos, /"outro pessirao costume I) tenho o cuidado,
ainda encolhido no meu araavel sofazioho, nico
e legitimo representante da velha antignidade,
na parte que me diz respeito, de mirar o titulo e
a 'assignatura dos artigos ; e fiquei contentissi-
mo pelo apparuit do novo oraculum lurbarum,
ao deparar em ura delles con por causa do
meu estroe a assignatura do Sr. Macario,
quera respecto atque venero quoque-
Li-o, e, nao pilheria, fez me rir o artigui-
nho, se bem que o Cromwel to lastimado e en-
tre tantos coitados eotrasses na danga do Sr.
.Macario.
Achei-lhe muilo espirito, nio graga, e iotei-
ramente repassado do chistoso, que bem pou-
cos dado nesta poca do cholera morbus.
Begumava de cada pedaciohO' que ia lendo,
o genio offegueoto do escriplor, opulento de
instruego, e eu via em cada descripc3o a alma
de fogo do poeta sobrenadando na lsgoa azul de
um idealismo fantico, accesa pelos lumes cre-
pusculares de suas esperangas carconidas.
E en tive inveja de Macario !
Foi nessa occasiao, em que vi o meu amigo,
deixaodo-se arrebatar oas pujangas de sua ima-
ginago candente e transbordante al as regies
do pathelico, para com a sua aspersao lustral
apurar a minha alma viciada no lodo da exagera-
cao, que eu desejei. confesso de abundancia de
tando as pedras latoraes que as vezes oWtam_-V3ta observadlo, tinha visitado os povoados, as si-
naao inn m i\ r\ a rioini i4n pan _! .. i .-.-..* a r> i *_ -i;___'______ ~. u J___l J _____________ __. _
passagem dos boles de maior porte, cuja operagio
se pode fazer no tempo, em que ha poucas aguas ;
porque ento s maior parle das pedras pernicio-
sas estao fora d'sgua.
Por este meio, conservadas os diqnes naturaes,
so destroem esses tropeos, fantasmas que de-
sanimara a navegagio a o commercio, que tem
obligado a muitoa abandonareis o commercio do
Para, e nao haver mais o risco de perder um
bote. Esta operagio nao rae parece mui diflktl,
nio serio necessarios os soccorros da eogenharia
para ser levada a effeito. t) segundo meio fazer
estradas na margem do rio junto as cachoeiras
para facilitar a conducoao das mercadorias do pon
lo em que se desembarcara para o em que te
de ser de novo embarcadas: actualmente existe
estas estradas, isto he, aos trilhos, em que ape-
nas pode passar um honen com um aaeco de
sal, ou outro* volumes nos hombros: estas aper-
ladas estradas muitas vezes sao obstruidas por
trancos de arvores qne caben, por espinos, e
pedras, o que'tudo dilicuha o transito, sendo que
en asguns poucos lugares un pequeo regato in-
pede a passagem, de quem anda con D..pez > as
costal. Abortas estradas a ponto di que o.soi
as possa conservar, feitas'alganas poetes de um
s pau, que tenha a largura necessaria para nelle
se passar cora facilidade, destruidas as pedras,
qne amoaeaoi perigo, a viagem do Tocantins ser
feita em metade ou duas torgas partea do lenpo
que actualneote sa gasta, ser feita sem perigo,
que hoje esmorece* multa gente.
Sendo commoda a menos perigoia viagem,
muitos que receiam actualmente
gneros, seus capitaes, xpor suis
dlas indgenas, e conduzdo suas armas, seus
enfetej" que isto nao livesse anda sido feilo
por unT Brtsitrird.- porque se a mesma curiosida-
de, o mesmo amor da observagio, o amor da pa-
tria conluzissern os ossos patricios habis aquel-
las lugares, talvez que actualmente a condigo
daquelles povos fosse lisongeira.
Em concluso direi, que conheco a imperfeigio
d'esta descripgio, a escassez de ideas proveitosss,
as quaes serio soppridas pela sabedoria e indul-
gencia de Imperante, e que dar-rae-hei por con-
tente, se com este pequeo trabalno suscitar
qualquer medida que possa raeaorar a condigio
povos dignos de melhor sorte, se poder con-
r para o incremento do commercio de"Goyaz,
nhie, a Para, e assim para o eogiande-
cimento do Brasil.
-- <|UJI'j
W Mfa i
AMULHER, A FAMILIA E A CIVlLISAg.VO.
Parte segunda.
Importancia, sublimidade frandexa da mulher
no seio do catholicismo. ellae mages,losa re-
habilitaco a familia.^'erriveis elftitos das
doutrina protestantes. A civiliiago decor-
rendo da Cruz.Concluido.
8 lil
O chrisliaoiino, dssemos nos, nio velo so-
monte trazer a paz e a felicidade para a mulher
esposa, a virgem tambera Ihe deve s corda de
immarcessivel gloria que Ihe cioge a fronte. Al-
tiva pelo lentimento de sua pureza ; pura pela
castidade de seu coragao, oa anjos a guiara na
estrada da vida, porque sua vida a vida de um
ojo, Qella-como o lyrio dos valles, candida co-
(1) Com effeito S. Joao diz em seu mstico li-
vro (capitulo XIV, vv. 1,2, 3 e 4): a eis que o Gordeiro estava em p sobre o mon-
te de Siao, e com elle cento a quarenta e quatro
mil, que tinham escriptn sobre suas (extas o no-
mo dalle a o nome de seu pae, a ouvi urna voz
do cu, como o esrorado de muitas aguas e o es-
trono de um grande trovio : a avozo/ieouvi
era como de tocadores de cubara, que tocavam
as suas cubaras. E caolavam como um cntico
novo diante do throno e dianle dos qualro aoi-
maes e dos ancies : e nioguem podia cantar es-
te cntico, seoio aquelles cento e quarenta e qua
tro mil, que foram comprados na trra. Estes
sao aquelles que se nao cootaminarairt com mu-
lheres porque sao virgens. Lates seguera o Gor-
deiro para onde quer que ella v. Ests foram
comprados 'enlre os bomens para serem ss pre-
missss para Deus, e para o Gordeiro.
E' a ioteira confirmagao de S. Jeronymo ; e
entretanto Aini-Martiu ridiculariaa as palavras
do sanio; elle nio cora em escrever : Sce-
na estranha tanto quanto magnifica 1 Apo-
theose fallados I Aslim todas as paixes hu-
manas, em una faego santa, se agilam no
cu. Com que arte o solitario deperia a vai-
dade, primeira psixo das raparigas', e cono elle
sabe dar sua fraqueza os attralivosda Saolida-
de I Un Deus por esposo, rainbas'por eaeabel-
los, santas por canareiras, aojos por aduladores:
O anor. a vaidade, o brilho, eisa recompensa da
modestia do pudor e da hunanidade. O aanlo
exalta no cu o qua coodsnna na trra : absur-
do, impiedad, vaidade I Risum.teneati I
o furor da heres. no seu naior desespero 1-^
perdi, para slie que nao sabe Q, quefaz..,,QQ
t*.dp,,.
coragao, ser esse corsel soffreg"o los titeos &
Mar Negro.
Agora qee ji moitrei quanto pedego do mado
Caim e.qne botel meu acaohamenlo de fra : per-
nitta-me que cont as impresies a resaltados
da oarinAo do mea companheiro de infortunioa
e desventuras de ryra, com iquella cachimonia
e gravidade que me sao proprias e que, sem du-
vida, reconhece na pessoa deste servo humi-
Itssimo de V. S.
Ao deparar com o artigo do mea caro amigui-
nho, fiquei attonlto, e reeuei tremendo diante do
phaotasma negro, que pareca ameigar as gera-
ges passadas, presentes e porvindouras ; mal
depois desta lorpreza vim a conhecer que o bi-
cho estava morto.
Ento sim 1 proced urna autopsia, metli-Iha
o escalpello aado e eis o resultado de minhas
observagdes anathomicas : examioando 0 pharyn-
ge, encootrei-o completamente lvido e palos se-
rosos adheridos pude conhecer ana connistio
da tragedias de Schyller con pandectas justloia-
neas. A tunefagio da larynge, examioando oa
residuos fiesdos presos na mucosidade, manifes-
tava ter sido cansada por urna grande porgo de
principios de therapeutica com comedias de Mo-
liere. No esophago observavam-se uns pedacos
alimentarios, nio digeridos, que nao deixavam
duvida a que se affirmasse lerem resultantes de
physica com poemas e legendas da Henry Heino
e urna porgio da lei dos circuios.
O duodeno estava a ajrebentar pela fermenta-
gao de textos latinos, citages ioglezas e italianas,
aforismos de direito de envolta com economa
poltica e pratica do processo ; a alguna athonos
de Mirecourl e Benjamn Conslant em confuso
com o sueco pancretico Finalmente reparei pela
dissego que fiz, que no secum havia grande por-
gio de Moraes Carvalho e Lobio, lomados com
excesso depois de um refeitorio de Schakspear e
Voltaire.
Dahi, consultando ao eminentissimo Ab Heer,
conclu que o decujus tinha fallecido- de urna
formidavel indigesto.
Eulao sim, foi quaodo vim a conhecer que o
Macario, coitado I de-palpebras rosas a andar pe-
los cantos da sala, vendo Puffa percorrer oa sete
cus de sua imsginagio, tinha-ss volatilisado
as evaporagoes accidasscienlificas do sen tt-
tro disesentissimo, sobretodo em materias do so-
nante I
Coitado de Macario I
Confesso que tenho sobeja pena de v-lo cho-
roso e tretrico buscar em balde desfarcar os pran-
tos, macerados as agonas do coragio, de ua
lyra estatelada na dr de suas desventuras e as
extortigagoes de sos alma atribulada f
Quando o meu amigo velho e companheiro aa-
ligo tomou a carapuga, eu bem vi que tinha sido
por lar Ihe chegado na cabega ; mas nao fazia
idea qne fosse V. S. dotado de um estro to floo
e delicado, que o mais leve frmito de urna apre-
ciago poca podesse estremecer as fimbrias lu-
minosas do seu deu interior I
Para que foi V. S. desenterrar os morios
e por raorrerem, Weroer e Goethe, Manoel Ma-
ra e Magalhies, Alvares de Azevedo eGonsalves
Dias para convencer-me de que o geoio do infor-
tunio, sacudindo a coma e assanhado, nao es-
crevera no mappa do Brasil actual os Mrenos
mysteriosos du seu negra nascimenlo, que hoje
repetem ehoraodo os nossos carpidores, anecia-
dos da mania, de que, talvez, o meu amigo es-
teja gravemente atacado? para que?
Bastava que se vestisse de mouro, e sahisse a
convencer golpes de alfaoge i quem com fei-
ces de Cromwel fosse encontrando na roa.
Seria isso melhor do que andar abrindo sepul-
turas para bolircora quem descanga em paz.
Zacarias Werner adormeca no chao das taver-
nas na Alemanha, maculando aquella fronte es-
pagosa e radiante na embriaguez das nontes de
sua perdigio; assim eu acbo bom tambera que
os nossos poetas de hoje descrentes como Wer-
oer, saiam bateodo com a cabega e arrebatan-
do-i as botijas da laveroa, para inspirarem o
seu estro crepitante.
Nao, nos hoje nao estamos mais nos lempos
das devasaidocs, o nem mesmo, estou bem cer-
to, querer V. S. prostituir sua alma nobre na
crpula das orgias, como Bocsge, o soldado in-
crdulo, adormecido no vinho das satarnaes.
V. S ha de querer calcar luvaa de Jouvio e pa-
litotsioho i moderna, afim de fazer seas promt-
nades pela ra da Aurora e tomar aeu cafesinho
ali no Pinto; Nao assim ?...
Quanto ao seu conselho, Exm. Sr., achei-o p-
timo, ioteressante a tempo, depois que appli-
que-lhe o myeroscopio ; e lenho-rae dado bem
com elle, gragas ao bom Deus.
Estou definitivamente na prosa bem do meu
Brasil, o neste corpo de reserva me conservarei
de guarda, ou sentioella, gritando s armas s
guardas que paisarem, e fazenoo as devidas e
condelipicas continencias aos superiores do corpo
da potica.
Como se quebrasse o vidro de mioha luoeta e
nao teoha adiado outro egual, para que algumas
vezes nao aconteca a desgraga de deixar de con-
tinencia-lo, conveniente repblica e ao esta-
do que V. S. nio deixe a sua farda de escriplor
publico e as divisas multicores de poeta.
Talvez o meu bom amigo julgua qua eu esteja
descontente por pertencer ao batalhao da prosa ;
pois engana-se; mais fcil o diabo daucar em
corda banba, do que apaoharen este seu criadi-
nho en flagrante, de leza-poesia.
E' grande cousa sem duvida deitar urna pea
ao pensamento, urna brida faolazia, e faze-los
correrem, sem appello nem agravo e com o
maior desfagamento um kalendario de syllabaa
breves e longas, e, cortando nessa alternativa os
vos da imagioago, eacravisar as vibragea d'al-
ma dous bemislichios muito desgragados, que
nada exprimem ; nio acha, Sr. Macario?
Essa veio & lempo I...
Se Bossuet, Chateaubriand, Fenellon, e La-
martine, nio tivessem escripto paginas to doa-
ra las pelo colorido de sua imagioago, e com
tanta harmona, que se respira em cada urna de
suas linhas, certo, eu teria morrido de desgosto
pelo requiescat de minha rea potica.
Mas, em vista dos autos e depoimentos das
leslemunhas, conservar-me-hei na minha pro-
sa, a escrever variedades, romances e romance-
tos, e at, deixe-ne que Ihe diga logo, esto
con preieogoes de criar una columna de fogo
literaria para guiar os escriptores a poetas Ierra
da promissio.
Entre parentheses.
Eu estava to enthusiasrnado lendo 6 inleres-
santissino e histnso artigo do Sr. Macario, ao
nesno tenpo que saboreaodo urna excelleote
enarena de nocka, quando levanto-me do su-
pracitado sophasinbo, seoto-ne junto trpode,
e d'ahi a nada agitava-se convulsiva n'uma folha
de papel slmaco a seguate poesa, que mais
prosa do que mesmo verso, segundo o pare-
cer do meu collega das syphon e resultantes,
Et-la :
Gostei de 1er leus renos, bom Macario,
Contina, que, lendo-os, fiquei mudo
P'ra nunca mais cantar :
Away, away, que pena que o Diario
Nio seja um livro de ouro e de velludo
Capaz de os encerrar.
T s na Imitago, sem lisonja,
Melhor do que Vigoy, quem que o nega,
Quem que eolio nio minia ?
Se poeta me queres, urna esponja
Embebe no tea estro, e alors m'a esfrega,
Em minha musa extincta.
Que soberbos thesouros de poesas
Nao teria o Brasil, se l quizesses,
Macario, ser meu guia ;
Se na vida s bei.noeles sombras
As luzes quedo estro desprendesses,
Dar-me-hiio sempre dia.
Amigo eu te promello ser da prosa,
Com isso a patria ganha, qua o dices-te,
E, creio, teos razio ;
Perd rhima e o compasso at da glosa,
E se accaao algum verso fago agreste,
Rliimo sal com feijio.
A' Byroo segu l, qua leos cabega
De la fronte eu vejo que a poesa
Despreode-se em torreles
Como as aguas do morro, antea que esqueqa,
Quando o sabio Moyses crenta o feria
Co'a vara.
Ora, isto s pelo diabo 1 onde havia eu de tro-
pegar logo I no diabo da Tara 1 agora acabou-se
nao acert mais nen por nada.
Quando eu digo que nao dou para a cousa...
asneira teiraar.
Por que nio me. con^vai cejan, aenpro na
probar Nunca mais vego... *
-Adaws Byren 1. ..Vrctor'Hugo adeafs I edeus
poetas, todos p T0S aejx0 com Macario, sede e-
lizes 00Bi>j(,e no 8aIltatno d0 Ma caracao* e vl-
*" P .ria.
Crna<. -
PRN.TYP. DE M F. DE FARlA 4 FILHO 1862,
t JI I
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