Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09501


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Full Text


^r

T
AMO IIIV1II. BDMERO 45.
Ptr ires cesdiaiita4M 5$000
Pr tres exes vencidas 6(000

DURIO
SEGDHDA FE1BA 24 DE FBYEBE1B0 DE I8fi2.
Por anuo adlanlado 9|000
Porle fraico tara o subscriptor
PEMAMBICO.
E.NCARREGADOS -DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Arauty, o Sr. A. de Lemoi Braga; Cear o Sr.
J. Jos de Olireira ; Miraoho, o Sr. joaquim
Marques Rodrigues; Para, Justino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
PARTIDAS DOS COR REOS.
Olinda todos os das as 9 boras dodii.
Iguarass, Goiaons, e Parahyba as segundos
sexlis-feiras.
S. Anlao, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho
e Garanhuos as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazarelb. Limoeiro, Brejc, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricurye Ex as qua> tia-feiras.
Cabo, Seriohem, Rio Formoso, Una, Barreiros
Agua Preta, Pimenlelras e Nata.1 quintas feiras.
(Todos os crrelos partem as 10 horas da manha
EPHBMERIDES DO MEZ DE FEYEREIRO
6 Quarto crescente as 5 horas e 30 minatos
manha.
14 La chela aa 2 horas e 25 minatos di man.
21 Quarto minguante as 11 hora* 46 minutos
da manba.
28 La nova as2 horas e 8 minutos da manha;
PREAMAR DE 110JE.
Primeiro a os 54 minutos da manha.
Segundo aos 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
24 Segunda. S. Malinas ap. S. Pretxtalo b. m-
25 Terga. S. Cezario c. ; S. Clandiano m.
26 Quera. S. Torquato are. ; S. Faustiniano.
27 QuiBta. S. Leandro are.; S. Pedro Damiao,
26 Sexta. S. Romao ab. ; S. Populo a.
1 Ssbbado. O precioso saugne de Jess Christo.
2 Domingo. S. Simplicio p. ; S Juvioo m. !
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relagao: tercia e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas t 10 horas.
Juizo do commercio : segundas so meio dia.
Dito de orphaos : tercas e sextas s 10 horas.
Prmeira rara do cirel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda Tara do cirel: quartaae sabbados 1
horada tarde.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUI.
Alagas, o Sr. Claudino Faleao Dias; Baha,
o Sr. Jos Martina Alves ; Rio de Janeiro o Sr"
Joo Pereira Martina. '
EM PERNAMBUCO.
Da proprietarioa do pumo Manoel fignefrOa m
Paria & Filho, Da aua livraria praga da Indepen-
dencia ns. 6 e 8.
PARTE OFFICUL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia SO de fevereiro
de 186*
Officio ao Exm. bispo diocezaoo.~-Acbando-se
j concluido o cemerio provisorio na freguezia
do Pogo da Pauella, seguodo me commuoica 0
Dr. Francisco Jos da Silva, encarregado do tra-
ta ment dos pobres afectados dt epidemia n'a-
quella freguezia ; rogo V. Exc. se digne de ex-
pedir coa urgencia aa auas ordens para que se
procedam as solemoidadea religiosas neeessarias
ao referido cemiterio, aQm de que se possa fszer
nelle as luhumagdes dos cadveres, os quaes V.
Exc. ae servir de prohibir completamente que
tenaam lugar as igrejss como at hoje ali se
tem praticado em prejuizo da salubridade publi-
ca. Reitero V. Exc. Rvm. os meus protestos de
alia estima e muita cootiderago.
Dito ao Exm. presidente. da Parahyba. Res-
pondendo ao oQicio que me dirigi V. Exc. em 14
do crrante, sob n. 1095, cabe-me dizer que,
pouderando-me o inspector da sale publica, a
quem me dirigi para aatisfazer a requisito de
. V. Exc, nao naverem mdicos desponiwis nesta
capital, o que com efleito levou-me j urna vez
a solicitadlos ao presidente da Bahia, quaodo pa*
receu-me que a epidemia nesta provincia (endia
a tomar maior deseurolvintenio do que felizmen-
te tenr lido, apenas indicou-me os doutores Agri-
plno Xavier Pereira de Brilo e Pedro Antonio
Cezar, os quaes aceitara seguir para essa pro-
vincia, mediante a gratifica gao de 1.500#000,cotn
a coadico de presta rem seus servidos so mente
nessa capital, e nao fura d'ella. Sirva-se por-
tanto V. Exc. de declarar-me se convetn que eu
contrate os referidos mdicos mediante as con -
digoes por elles apresenladas.
Dito ao mesmo.Para poder deferir o requeri-
meoto do capilo Ao tonio Francisco de Avila cona-
tanle da copia junta solicito de V. Exc. providencias
para ser-me enviada urna guia ou certido da
qual conste desde quando cessou de ser paga a
preslagao mensal de 20SOOO que elle conaignou
noita provincia. Igual ao presidente do Cear,
quinto a preatago mensal de 10J000 que con -
aignou n'aquella provincis.
Dito ao presidente do Rio Grande do Norte.
Rogo V. Exc. que se digne de mandar ministrar
os esclarecimientos que solicita o brigadeiro com-
mandante das armas no offlcio por copia incluso
acerca do 2a cadete do 2* batalbo de infanta-
riaMiguel Joaquim Machado, que seguio para
essa provincia fruindo trea mezea de liceuga para
tratar-s, a qual tiualisou em 9 do correte.
Dito ao commanianle das armas. Respondo
ao offlcio que V. Exc. me dirigi em 18 do cor-
rete, sobn. 31, declarando-lhe que em 18 de
dezembro ultimo autorinei o inspector da thesou-
raria de fazenda a mandar pagar pela collectoria
da villa de Garanbuns os vencimentos do desta-
camento de Papaeeca, enviando pan ali as quo-
tas que forera neeessarias para occorrer a essa
desonza no caso de nao ter a collectoria o fundoa
suficientes.
. Dito ao mesmo.Quetra V. Exc. informar -
cerca do que pede Luiz Leopoldo dos Guimarea
Paixoto no incluso requerimento.
Dito ao chafe de polica.Mande V. S. desem-
barcar do biate Sergipano, a flm de serem postos
a disposigo do juiz municipal da Ia vara os in-
dividuos menciona loa. na relagao juota, os quaes
regressaram do presidio de Fernando de Noro-
nha como communicou o respectivo commao-
dante em officio de 11 do correte. Commu-
nicou-se ao juiz municipal da Ia vara, remetien-
do-se as guias dos de na, 5 a 26.
Relagao dos individuos que regressaram do pre-
sidio de Femando onde eslavam cumpriodo
sentenga :
Francisca Mara de Jess.Por haver obtido
perdo do reatante da pena a que eslava con-
demnada.
Francisco Alfonso do Reg Mello.E' senten-
ciado de jujtiga e veio removido para a casa de
detenco.
Antonio Martios e Jos Gregorio.Sao milita-
res ; regressaram por terem cumprido a pena a
que foram condemnados, devem ser postos a dis-
posigo docommaodante das armas.
Belarmino Alves de Carvalho Cezar, francis-
co de Salles, Germano Jos de Santa Anoa, Ig-
nasio Jos Gomes, Joo Aotonio ds Costa, Joo
Bsptista de Vasconcellos, Joo Paulo da Silva,
Joaquim Coelho da Santa Anna, Jos Caelano
Gomes,- Jos Rodrigues da Silva, Jos Theotooio
Pereira, Lino Manoel de Araujo, Manoel Alber-
to Soaies, Manoel Flix, Manoel Ferreira do Nas-
cimento, Manoel Vicente Gomes, Miguel Perei-
ra dos Anjos, Paulo Ferreira de Amorim, Vi-
cente, eicravo de Antonio Googalves, Genoveva
Mara da Conceigo, Maris Magdalena do Nasci-
mento, Rachel Mara da Conceigo. Senteocii-
dos de instiga, e jfinalisaram as sen tengas.
crelo n 1,354 de 6 da abril de 1854, compete dar
todas as providencias para quo annualmente se
procada a reviso do alistamento da meima guar-
da nacional, devendo V. S. pelos meios que a lei
lhe faculta competir ao cumprimento de seus de-
veres os officiaes que, sendo nomeados para corn-
por conselho, nao se prestarem a esse shrvigo
por omisso ou negligencia.
Dito ao inspector do arsenal de marlnha.At-
tendertdo ao que V. S. expOz em seu officio d.
102, datado de 18 do corrente", convenho em que
a chamada dos operarios e trabalhadores desse
arsenal aeja feita como V. S. propoz, is 6 horas
e meia da manha, emqnanto durar o cholera-
morbus nesta capital.
Dito ao Dr. Tarquioio Braulio de Souza Ama-
ranto. Ao officio desta data em que V.S. me
commuoica ter sido sorteado para servir na pr-
xima aesso do jury aflm de qe eu solicite a sua
escusa, respondo dizeodo-lhe, que deve V. S. di-
rigir-se ao director da facultado, a quena incum-
be essa attribuicao nos termos do aviso do minis-
terio da justiga de 9 de setembro de 1859.
Dito so juiz de direito da comarca do Brejo.
Inteirado pelo seu officio de 6 do corrente, de ha-
ver Vmc. convocado extraordinariamente o jury
para julgamento dos reos, a que allude, tenho a
dizer-lhe quanto aos de que trata a ultima parte
Ju mesmo officio, que deixam de ser remellidos,
por nao ebegarem maia a lempo de aerem julga-
dos oa presente saesao, que foi convocada para o
dia 10 desta mez ; cumpriodo que sejam requisi-
tados para a viodoura com a necessaria antece-
dencia.
Dito ao director do arsenal de guerra. Hija
Vmc. de fornecer para o tratsmento dos pobres
affectados di epidemis na freguezia do Poco da
Pauella duas pegas de bata das que foram reco--
Ihidas a esse arsenal, as quaes mandar levar a
botica de Joaquina de Alrneida Pioto na ra dos
Qnarteis para terem o conveniente destino.
Dito ao director das obras publicas. Recom-
mendo Vmc. que mande orear os concerlos de
que precisam os passeios ou calgadas descasas
pertencentes ao patrimonio dos orphos os. 21,
18,3 e 5, sitas as ras de S. Gongalo, Sebo e
Conceigo, sfim de que ae possa resolver acerca
dos mesmos reparos como pede o iospector da
thesouraria provincial em seu officio de 18 do cor-
rente, sob n. 99.
Dito ao Dr. Ignacio Firma Xavier.Recomman-
do Vmc. que vi quinto antes medicar a Juao
Felippe Nepomuceno, accommettido da epidemia
reinante no lugar denominado Remedios, .visto
que nao ha. medico designado para tratar os indi-
gentes da freguezia dos Afogados a quo perteoca
a mesma povoago.
Dito ao administrador do correio.Transmillo
Vmc. para seu conbecimento, copia do aviso
circular de 13 de Janeiro ultimo, em que o Exm.
Sr. ministro da agricultura, commercio e obras
publicas manda recommendar que as autoridades
e reparticoes publicas nao remettam para o cor-
reio, aQm de serem seguros officios que nio es-
tejam fechados na ferma prescripla no art. 10 das
instruccoos de 16 de dezambro de 1860.Deu-se
sciencia ao Dr. chefe.de polica.
procura dar sahida cota a chegada rpida seu
destino.
Nio duvidamos que a gerencia da Companhia
Ptrnambucana anna transferencia altudida ;
maa verdade lambem que con esse passo trari
nao pequea perda aos interesses directos da
companhia, sera utiltdade publica realmente ve-
rificada. Mediando entre a sabida dos vapores da
Companhia Uraslttira e aquella dos seus, o es-
pago apenas de trea dias, claro que, quanoo
muito, lero estes de conduzir algume carga leve
on algum passageiro, que vi para portos em que
nao toquem aquellos outros.
E todos estes manejos o que revelam ?
Tem havido tamaoha reaisleocia em restable-
cer a sahida dos vapores da Companhia llrasi-
Ira ; tamapha ha sido a repugnancia em faze-
los partir da corte nos diss 7 a 23 de cada mez,
como o era outr'ora, que leva o espirito anda
menos desprevenido, a suppor nisto um flm par-
ticular, em que nao entra interesan publico, pois
ao contrario elle offendido.
Si esta nao a consecuencia do taes princi-
pios ; si da* premisaas ahi indicadas se ni pode
tirar este corollario, eoto dar-se-ha na existen-
cia de um capricho inquaficavel, que ludo ar-
rostra so para nao emendar urna medida, cujoa
edeitos inconvenientes ah estao patentes e com-
provados pelos fados quotidianos.
Acha-se eberto o pagamento da taxa cor-
respondente primeira matricula annual da Fa-
culdade de Direito.
O Sr. Luiz Cirios de Araujo Pereira, de Na-
zarelb, remetiendo-nos a poeaia seguiote, diri-
ge-nos estas palavras,
troduegao :
c O facto da iosiallacio da sociedade Archeo-
logica Ptrnambucana, no dia 28 de Janeiro pr-
ximo passado, que recorda urna das pocas maia
gloriosas ds nossa historia patria, fex-me conce-
bar a idea de escrever algama eoosa i respeitu;
e, nesse sentido, compuz a poesa que ora sub-
metto sua apreciacao, para que, coQscio de asa
mereclmeoto e da opporluoidadede sua publica-
gao, faga-a ou nio estampar osa columnas do
Diario, oceupadas pela aua Itevista.
28 DE JANEIRO.
[Anniversario da ratauracao hollandeza.)
Rainba dos mares penaou na conquista
Da trra dos Dias, Negreiros, Vieiras !
Engao I a taes bravos nao ha quem resista...
E as frotas fugiram co'as rotas bandeiraa I
[Dr. Epiphanio de Bittencourt }
Eis um dia que siembra um peilo granla
Nos fastos da Brasiles heroicidsdo ;
Que da fama aoa sonaos vda, e ae expande
Nos espsgos sem Qm da eternidado I
< Eis um dia da gloria I a historia o indica
E de feites heroicos o ennobrece:
Hoje faz aonos, que abatido ca
Um poder Invasor, que ae arretaco l
c Gomia o povo com o poder batavo,
Qae opprimia este solo, anda inculto ;
Nao quiz mais, por momentos, aer escravo,
c Onde a phalange dos Vieiras, Dias,
Vidal, Cardoao, Camaro andava,
O nimigo timorato e fraeo
Sem pejo reeueva.
a Hastes immensas de inimigos fortes,
E testa dellasgeneraes vaientes,
Em Urgas horas de cenada lata
Voltavam-nos as frentes.
At que um dia, sobre es altos cerro?.
Dea Gtararapes, vencedwea tomos
Por duss veics, quando enlo o imigo
Disse : As armas depomos I
c E tal fizeram I da mi patrie o* solo
Nao ouve forgs, que usurpar podesse ;
Teve ella lilhos, que doestranho as vistas
Mil exemplos lhe dsse.
E deu I Salvou-a daa estranhas garras,
Que o sueco frtil lhe exhauair quiera,
Pois que o nao pode, coniemplemo-a nossa.
Como nossa tila era t
Vil
Ob I Ierra do Brasil I o leu passado,
Bico de bros, penhor seguro,
P'ra que, mirando-o, modelar desejes,
Por elle, o teu futuro 1 I!
'Janeiro1862.
O Sr. cnsul da Blgica, pede-nos a publi-
cago do seguiste :
< Srs. redsetores da Revista Diaria :Tendo
que.lhe aervirao de 10- -Ymcii aceitado em sua Revitta Diaria de 22 do
em coosequeocia da reqJisicao de
Appella[eg crimes.
Appellante, o promotor ; appellado.
Claudio daWIruz.
Appellante, Francisco
pellado, o juizo.
Appellante, juizo ; appellado,
de Siqueira e Souza.
Appellante, o promotor
escravo.
Appellante. a juizo
Portara.O preaidente da provincia, sob pro- Ergueu-se, peejou, vingou o insulto 1
posta do chefe de polica e a bera do servigo pu-
blico, resol e demittir a Antonio de Hoilanda Ca- A' frente de mil bravos desta Ierra, (*)
Que o ser lhe dera, que oa criara ento ;
Vede esie povo, que proclama a guerra,
Que feitos obra de extremada acc-eo.
II V -~
O Brasil era perla bnlhanle
Engastada em brilhantea rubis ;
O seu povo.era um povo iuda infante.
valcaoti do cargo de subdelegado de policia do
Io diatricto da freguezia do Buiqua.Commuoi-
cou-se ao chefe de polica.
Dita.0 Sr. (turante da companhia pernambu-
cana manda dar transporte para ss Aligse no
vapor Pertinunga, em um dos lugarea destinados
para passageiros de estado ao bachsrel Vicente
Ferreira Lima, juiz municipal do termo de Taca- Deasas tribus das tribus Tupis.
ral.
Expediente do secretario do ajo-
verno.
Officio ao juiz de direito interino do Brejo.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda ac-
cusar recebiJo o officio de 6 do corrente, em que
V. S. participou que, por haver pedido aua exo-
nerago Francisco Berenguer Cesar de Andrade,
nomeou naquella data para exercer interina-
mente o cargo de promotor publico dessa co-
marca, o cidaoo Pantaleo Pessoa de Siqueira
Cavalcanti.Communicou-se thesouraria de fa-
zenda.
Dito ao chefe de policia. O Exm. Sr. presi-
dente da provincis, tendo mandado por em liber-
dade o recruta Jos Joaquim Tsvares, de que
trata o officio de V. S. de hoja datado, sob n. 245,
assim lhe o manda commumear para seu coohe-
cimento.
Despachos do dia SO de fevereiro.
Requerimento.
Dr. Francisco Jos Feroandes Gitirana.Passe
portarla prorogando a llcenga de que goza o snp- !
plicante pdr mais dez dias. 1
Francisco Verissimo d'Albuquerque PadUha. ]
J se providenciou como convinha.
Francisco d'Oliveira Mello.Informe o Sr. ins-
Diio a thesouraria de fazenda. Recommeodo] peclor da thesouraria de fazenda.
i V. S., que nos termos de sua ioformago de
bontem, sus n. 117, expega as suas ordens para
que pela collectoria do Bonito seja pagos, em
vista da guia que devolvo, os vencimentos s que
tiver direito o soldado do 10 balalho de infan-
tera Jos Aotonio da gilva Vieira, conforme re-
quisitou o commandaote das armas no officio que
vai eobrindo a mesma guia, em coosequencia
de achar-se o predito soldado recolhido cades
d'aquelle termo para ser julgado pelo crime de
furto de cavallos,Communicou-se ao comman-
dente das armas.
Dito ao mesmo. Ao lente Luiz Jernimo
Ignacio dos Santos, mande V. S. pagar, confor-
me requisiton o commaodante superior da co-
marca do Rio Formoso, em officio do 14 do cor-
rete, a importaocia dos vencimentos relativos
ao mez de Janeiro ultimo, dos guardas oacionaes
deatacados n'aquella cidade, urna vez que esteja
nos termos legaes o pret junto em duplcala.
Communicou-se ao prsdito commaodante supe-
rior.
Dito a thesouraria provincial.Mande V. S.
pagar a Aguiar Ramos & C, a quantii de 369700
despendida com a lavagem de roupa da enfer-
mara e dos presos pobres da casa de detengo
nos mezea de dezembro e Janeiro ultimo, como
se vft das contas juntas, que me foram reraetli-
daa pelo chefe de policia com officio de hontem
sob n. 247. Communicou-se ao chefe de po-
licia.
Dito ao mesmo.Mande V. s. pagar ao geren-
te da compaohia Pernambucana a quantiade
10:0009000 que anda se resta da subvengo de-
vida a mesma companhia at o Gm do anuo pr-
ximo pastado.
Dito so commandante do corpo de policia.
Haja V. S. da expedir suas ordens para que seja
recebido e conservado no estado-maior do quar-
tel do corpo aobaeu commaodo, e a disposigo do
Dr. juiz de direito especial do commercio, o offi-
cial reformado da guarda nacional Jos Luiz Pe-
reira, que foi pronunciado pelo mesmo juizo.
Communicou-se ao respectivo juiz.
Dito ao commandaote superior do Brejo. Ao
offlcio dC-,',1 deoovembro ultimo, em que V. S.
aolicitou que esti presidencia marcasse novo dra
para a reuniao. do cooaelho de revista da guarda
nacional sob seu comisando superior, que nao
funecionou no dia designado pelos motivos cons-
tantes do seu sobredito officio, respondo dizendo
que a Y. S., nos termos do | 26 do art. 1 do de-
Brigadeiro Gaspar de Menezes Vasconcellos de
Drumraond.Informe o Sr. Dr. juiz de direito da
2 vara.
Henrique Soaresd'Aodrade Brederodes.Pas-
se portara concedendo a liceoga pedida.
Joanna Maria. Concedo o prazo de trila
dias.
Jos Teixeira Guimaraes. Informe o Sr. Dr.'
director geral da iostruego publica. 1
Jos Pereira da Rocha.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Dr. Joaquim d'Aquino Fonceca.Remettido ao
Sr. inspector da saude publica para certificar o :
que constar.
Joanna Maria do Sacramento.Prove a suppli-
cante a menoridade de seu filho.
Januario Jos da Rocha. Informe o Sr. Dr.'
chefe de policia.
Maximino da Silva Gustoso.Iodeferido.
Paulino Aotonio daTriodade. Informe o Sr.
director das obras publicas.
PEKWIWBUCO. 1
REVISTA DIARIA-
1
Sabbado installou-se a reuniao da primeira
sessao judicisris do jury doste termo no corren-
te anno, mas por falla de numero legal nao co-
megaram os respectivos trabalhoi ; o contrario
seria faltar s tradiges. ,
Chega-nos uoticta que vo ser transfer-'
das as sahidas dos vapores ds Companhia Per-
nambucana da escala do norte para os das 14 e
29 de cada mez, com o flm de serem portadores
III
No meio das matas, daa bastas florestas,
Ao som dos tamborea, do aeu marac,
Bam livres viviam as indicas festas.
Fallando essa lingaa, que falla Tupa.
Do vento ao sssurro, d'ingremes cscalas
Ao forte ruido praziam-se al :
Com o arco e com a trecha vagavam as matas,
Depois consultavam da Taba o PagS.
a E nunca em seus sonbos, a noite sonhados,
Senhorea da trra, senhores de si,
Os rais das florestas tiveram cuidados
Deixar sua Taba, venc-los all.
IV
Porm os lempos passam-se,
E a ambigo desperla,
Um bomem-genio alerta,
Gigantea empreza o induz:
Devasta o mar longiquo,
I Alm vai d'oceano
I Hornera 1 qual teu plano,
i Que sina te conduz ?
Meu plano nobre, alliloquo,
Um mundo descobric
Alm soohei lusir
Perla de grao valor ;
A pos vou do seu brllho
Por ver, admira-la,
Polir, e culliva-la,
Eoche-la de esplendor.
Elle achou a perola,
Sorrio, vendo-a to bella,
- Porm nao foi so ella
Que is vistas lhe cegou ;
A ierra rica e prodiga
Que aquella produzira,
Brilhantes e saphyra,
E maia tambem creou.
Eolio nio ha mais oblea
A' que se opponha a inveja,
O novo solo peja
D'eatranhos a invasao:
E ludo d'ouro vido,
E ludo quer riqueza,
E ludo quer a prza,
E todo ambigo I
V. i
A lula se trava, se trsva a conquista,
Um povo dous povos agora j :
Se a forga do estranho nao ha que reaista,
Resiste o eslsndarte da Cruz e da f.
a Da f 1 que a bandeira de Christo flucta,
Oscila radiante de mago esplendor;
E o povo domina, na luta aclua,
Audaz persevera, rechassa. o invasor.
Nem ha qae teme-lo, qu''gloria o convida
Nos prelios saogrentos heroicas aeces ;
Porfa a peleja, revesa-se lida,
E sempre esae povo clheodo brases. "
Nos campos da guerra, da guerra nefanda
Tabocas iue o diga, quem foi que veoceu
E t, Cata-forte Ique o diga essa Hoilanda,
das malas, que tem de chegar fla Earopa noi re- E ,. Guararapes!pois digo-lo eu?
VI
a Aqui e alli, em toda parte, a gloria
Cingio a fronte dos guerreiros nossos;
Tivemos sempre a palma da victoria
Sem maiores destroc!.
feridos dias, ou nos antecedentes.
Sem ainda tocarmos na insistencia, que disto
transparece, em nao volver a sahida dos vapores
da Companh\a Bratileira s pocas anteriores,
nao podemos deixar de notar que a medida coos-'
tante daquella transferencia, pouco ou nada traz!
de proveitosj. Cootinuaro a soffrer a falta de' [*) Nao exceptuando, aind meamo, o illustre
noticias as provincias do Maranho, Piauby, Pari Castrioto, que tendo por bergo a Portugal, mas
e Amaiones ; por quanio os vapores da Compa- \ reflectindo sobre dos assim a gloria de seu nome.
nhia Maranhen$e chegando a 16 ao Cear, e como o bjilho de suas acges, nao ser fra de
d ah partindo a 18, acontece que os da Compa- propsitos usurpagBo, que ora lhe fazemos, de
nnia Pernamiucana so tocarlo esse porto de-11 sua nationaldade, psra suppormo-Io, por ina-
pois da partida daquefles, fleando por conseguin- tapies, filho desta trra, por quem. tjnlo se in-
te all eocslhada a correspondencia, 7 que se teressara.
corrente, urna censura acre ao cnsul da Blgica ;
censura que consiste em dizer-se que o mesmo
cnsul abandona alguos Belgas, que mendigam
pelaaruas desla cidade o pao da candado, rogo-
Ihes que sedigoem fazer imprimir na mesma /{-
viita as seguintes observagoes : .
O cnsul da Blgica nao tem despresado a
sorte de taes Belgas ; sobre elles e sua condigo
nesta cidade, j se dirigi ao seu ministro, e teve
em resposta em 7 de novembro de 1860, que os
Belgas, que ssbem de seu paiz, sem animo ou
iotencao de voltarem elle, sendo emigrantes,
come os de que ss trata, nao teem direito pro-
tecgo do respectivo governo.
< A'vista do exposto, veamVmcs. que nao tem
havido da parte do cnsul da Blgica o despra-
zo, que tanta ira causou aoseu communicante.
c Para que se seiba que exacto o que allega
0 mesmo cnsul no comego da presente respos-
ta, abaixo se publica o officio que o mesmo cn-
sul receben, contendo instrueges.
O dito officio tem materia de direito publico,
e ser devidamente apreciado pelas pessoas en-
tendidas.
c Recite, 22 de fevereiro de 1862.O conaul
da Blgica, Luiz Antonio Siqueira.
< Bruxellas," de novembro de 1860.
c Sr. cnsul.A circular do Sr. visconde de
Vilain Xll'de 25 de jucho de 1857, Indicador B.
o- 530, Leltra R., de que trata a pagina 209 da
collecgao dos regulamenlos consulares, diz o se
guite :
Limitai-ros, Sr. cnsul, a tratar nos bosp-
taes, aqaelles Belgas que ealiverem doentea e
oecessilidos de occorros, depois de ter dado ot
paatoa necesssrios, aflm de que, como se pratica
entre nos com os estrangeiros, os nossos concida-
dios sejam tratados t uipeau* do paiz em que
exresis as vossss funegoes.
1 o Todos os subditos Balgas, tem esse direito
oa nao ? -
a Evidentemente nio.
a Olratamenlo cusa do estado, nio devl-
doseno aos simple* viajantes.
< Oa Belgas que deixam o son paiz sem inten-
go de voltar i elle, de cujo numero sio os emi-
grantes, nio teem direito algum essesoccorro.
* Rogo-vos, Sr. conaul, que vos compenetris
desta diatincgo, e que cetaeit de fazer toccorrer
not hospjtaes a esses individuos taes Tillemsos,
Willems e Verbeck, de que trata a voaaa carta
de 15 da oulubro, de numero 130, os quaes emi-
graran! de aeu paiz.
c (Assigoado.) Barn de Vriere.t-
Alguem pede-nos para que a cessago das
revistas na guarda nacional desla municipio, aeja
ordenada pela autoridade superior, visto que rei-
na o cholera entre nos.
Esta medida j foi ordenada pelo governo, rela-
tivamente alguna municipios accommeltida ;
e como agora o tenha sido esta cidade e algumiu
fregueziis prximas, convm que seja ellas es-
tendida a mesma cessago.
Informam-nos que existe no ngulo forma-
do entres ra Real e o Camiobo-Novo do Mao-
guinho, um charco, cujas exhalagdes ftidas nao
pdem deixar de interessar sale publica em
sentido damnoso.
Importa, pois, que seja raapeito providen-
ciado, faxendo-se qae desapparega aquello foco
de iotecgSo, que alli se ostenta.
Sabbado reuoiram-se os acciooislss da Com-
panhia Pernambucana de Vapores Costeiros, em
assembla geral, representando 3.789 aegoes,
para o flm de ouvirem 1er o rotatorio e aprecia-
rem o movimento de prosperidade que tem ella
lido, como sedeprehende das'pegas que encon-
trarlo os leitores em oulra parte deate Diario.
Procedeodo-se i eleigo, foram escoltados para
a nova direcgo dessa companhia.
Commisso de contas.Francisco Joo de Bar-
ros, Gustavo Tisaet e II. H. Swift.
Assembla geral.Presidente: visconde de Ca-
maragibe, reeleito ; secretarios, Drs. Jos Ber-
nardo Galvo Alcoforado, e Jos Mamede Alves
Ferreira, reeleito.
Directores. Jos Jacome Tasso (reeleito),
Thoinaz Jefferles, Aotonio Luiz dos Santos, John
Lilly, e Felippe Needam, (reeleitos). .
Spplentea.Fraucisco Joo de Barros, Joo
Baptisla Fragoso, H. H. Swift, Dr. Jos Bernar-
do Galvo Alcoforado e,Manoel Alves Guerra.
Eis os quinquagesimo segundo e tercairo
Boletim ofjicial.
e Em um officio de bontem, dirigido ao Exm.
presidente da provincia, diz o Dr. Alexandre da
Souza Pereira do Carme, facultativo do 4 dia-
tricto medico de freguezia de Santo Antonio que;
sendo chamado s 11 horas da manha desse dia
para ir ver Beola Maria do Espirito Santo, e Ma-
ra Luisa, moradoras na ra do Calabougo Velho
que, depois de tres dias, soflrlam de diarrha sera
terem tomado remedio-algum, e se baviam ali'
mentado Com substancias frctas nocivas, aa U-
oha nconlrado no terceiro periodo do cholera-
morbus, e em taes coodigdes, que nio podendo
ser trstsdas em suaa residencias pelo que elle ae
havia dirigido peasoalmente gao respectivo subde-
legado, aflm. de manda-las remover para a enfer-
mara de cholencos; a accresceota que o dita
subdelegado, prestaudo-se promptamente re-
quitigio, tioba feito que. urna desaaa enfermas se-
guase paran Intencionada enfermara, nao tendo
seguido1 a oulra por haver declarado que elja dis*
punha de meios para poder ser tratada, e tioha
prenles que empregariam quamlo ihe fosee prea-
cripto.
Em um officio da mesma data, dirigido a S.
Exc. da enfermara de cbolericos, situada nos
Cuelhps, dis o Dr. Firmo Xavier, que a doente
Maria Luiza, accommeltida pelo cholera,da qual
traclava o officio suppramencionado, tinha entra-
do naquella enfermarla por ordena do subdelega-
do da freguezia de Santo Antonio ; mas que lo-
go depois havia sahido por ordem do mesmo
subdelegado,
pareles.
a Falleteu hoje pelas 11 horas da manha, na
casa de sua residenci*. lienta Maria do Espirito
Santo, de que tralava o officio do Dr. Pereira do
Csrmo ; mas acha-se melbor Maris Luiza, que,
lendo entrado na enfermara dos cholericos, vol-
tara para a casa em que resida, hontem pelas 6
horas da tarde.
Logo quechegou i presidencia da provincia,
a noticia official de que na freguezia de Bom-Jar- Ferreira do Naicimento.'
dim reinara o cholera-morbus, S. Exc. fez im-
mediatamente seguir para esse lugar o cirurgio
Araujo Lima, acompanhado de duas grandes am-
bulancias coudas em quatro caixis, e remetteu
ao juiz de direito do Limoeiro Dr. Jos Quintino
de Castro Leo, a quaotia de um cooto de ris e
quatro pegaa de baeta para serem distribuidas pe-
las pessoas indigentes que fussem accommeliidas
pela epidemia, e dias depois fez seguir para aili
Americo F^bio de Freitas Brrelo Nobre, afim
de que fosso empregado pelo mesmo juiz de di-
reito em qualquer commisso.
Guiando-se pelas commuoicages que recebe
das autoridades loeaes, S. Exc. tem empregado
todos os meios que ss circunstancias exigem. Os
ltimos officios do Dr. Castro Leo, j publicados
mostram que no Limoeiro nao se morre do cho-
lera-morbus pof falta de recursos, nem por es-
sa supposla falta de recursos que a populago
est aterrada.
Desdo 16 de Janeiro do corrente anno, S.
Exc. resolveu que : Todas as boticas desta cidade
se conserraasera abertas deade as 6 horas da ma-
nha at as 12 da noite, permanecendo aberta
urna at s 6 boras da manha, em cada noite e
em eada freguezia, segundo s escals adoptada
pela commisso central de soccorros mdicos, e
providencias j foram dadas para que isto fosse
observado.
A's 6 horas da larde de 22 de feverairo
de 1862.
o Dr. Aquino Fonceca.
Dos lugares, em que reina o cholera-
morbus, dos districtoa mdicos desta cidade, de
suas immediagdes e suburbios nao chegou
presidencia da provincia communicago alguma.
< A doente Maria Luiza, que reside na ra do
Calabougo velho e tem sido vista por nos, nao
obstante nio estarmos eocarregados de districto
medico, vai melhor e d esperaogas de restabe-
lecimento.
A's 6 boras da tarde de 23 de fevereiro de
1862.
a Dr. Aquino Fonceca.
Passageiro do hiale americano J. Darling,
vindo de New York : Loureogo C. Hecht.
Movimeoto da enfermara da casa de deten-
gao do dia 22 do corrente.
Tiveram altada enfermara :
Jeorga Keller Bechtioger.
Claudio Jos da Silva.
Antonio Soares da.Silvs.
Tiveram baixa :
Aona Mana da Conceigo, aborto.
Aolonio Jos Ignacio, febre.
MORTALIOADE 00 DI* 22 DE FEVEREIRO !
Joaquina, frica, 70 anuos, aolteira, escrava,
Santo Antonio ; desyoteria.
Joo Piulo Dias, Pernambuco, 37 annos, cssado,
Santo Antonio ; bydropisis.
Falicidade, Pernambuco, 30 annos, solteira, es-
crava, Boa-vista ; anasarca.
Francisco dos Aojos, frica, 50 annos, casano,
S. Jos hydropisio.
Benta Mara do Espirito-Santo, Pernambuco, 45
annos, vinvs, Santo Antooio : cholera.
Maria Joaquina da Conceigo, Pernambuco, 105
anuos, viuva, Santo Antonio ; velhice.
Manoel Aotonio de Jess, casado, Magdalena ;
cholera.
Mara, Pernambuco, 4 dias, escrava, Recite ;
convalses.
Felippe Mara de Saot'Anna, Pernambuco, 30 an-
nos, solleira, Santo Aotonio ; cancro no
ulero.
Joanna, Pernambuco, 60 annos, solleira, escra-
va, Boa-vista ; cholera.
Miguel
da Cos Soares ; ap-
Serafim Jos
; appellado, Procopio,
appellado, Laurentino-
da
se
appel-
DES-IGNACO DE DIA.
Assignon-se dia para julgamento
guile
Apptllacio civel.
Appellante, Jacintho de Souza Barros
lado, Jos Marlias Lopes.
DISTRIBUlgOES.
Ao Sr. desembargador Caetano Santiago r
ppei/ocaocire/.
Appellante, a.fazeoda ; appelladi, Josepha Ma-
ra da Conceigo.
Appellacao crime.
Appellante, o juizo ; appellado, padre Aotonio
Malaqiiiaa Ramos de Albuquerque.
Ao Sr. desembargador Silveira :
Appellacao crime.
Appellante, o juizo ; appellado. Miguel Angelo
de Lucena.
Appellacao civel.
Appellanta, o juizo; appellado, Joaquim Duar-
tedo Araujo Lima.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Appellacao civel.
Appellante, o baro do Livramenlo ; appella-
da, a fazenda.
Appellacao crime.
Appellante, o juizo; appellado, Joaquim Meri
da Silva.
Ao Sr. desembargador Lourengo Santiago :
Appellacao civh
Appellante, Manoel Leite Monteiro ; appella-
do, Fiiippe Nery de Oli*eira.
Appellacao crime.
Appellante, o juizo ; appellado, Florencio Jos
dos Santos.
Ao Sr. desembargador Motla :
Appellafo civel.
Appellante, a fazenda ; appellado, Jos Anto-
nio de Araujo.
Appellacao crime.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Gomes
Tavares.
Ao Sr. desembargador Peretti :
Appellacao crime.
Appellante, o juizo ; appellado, Luiz Leonardo
Gomes.
hora e meia da tarde
A' urna
sessao.
encerrou-ss
JURY DO RECIPE.
1* SESSAO.
Dia 52 de fevereiro.
PRESIDENCIA DO SR. DR BERNARDO MACHADO DA
COSTA DORIA, JUIZ DE DIREITO DA FR1MEIRV
VARA CRIMINAL.
Promotor publico interino, o Sr. Dr. Miguel
Bernardo Vieira de Amorim.
Escrivo privativo, o Sr. Joaquim Francisco
de Paula tUte Clemente.
At 10 horas da manha nio compartiendo o
promotor publico do termo o Sr. Dr. Francisco
Leopoldino de Gusmo Lobo, e nem mandado
escusa, o Sr. Dr. juiz de direito nomeou para
servir interinamente o dito cargo ao Sr. Dr. Mi-
guel Bernardo Vieira de Amorim, que prestou
o juramento dos Santos Evaogelhos.
Deferilo o juramento ao promotor interino, o
Sr. joiz de direito depois do toque de campaioha
e verificago das cdulas, mandou proceder
chamada dos jurados, e acharam-se presentes 18
senhores :
CHRONICUUDICIARIA.
Tribunal da Relaco.
SESSAO EM 22 DE FEVERE1*R0 DE1862.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR ERMEL1NO
BE LEO.
A's 10 horas da manha, presentes os senhores
desembargadores Caetano Santiago, Silveira, Giti-
rana, Lourengo Santiago, Motta e Peretti, faltan-
do o Sr. desembargador Guerra, procurador da
corda, abrio-se a sessao.
Passados os feitos, e entregues os distribuidos
deram-se os seguintes
1ULGAMENT0S.
Recursos crimts.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Francisco Al-
ves do Nsscimento.
Relator o Sr. desembargador Motta.
Sorteados os Srs. desembargadores Caetano
Santiago, Gitirana e Peretti.
Improcedente.
Appellacoes crimes.
Appellante, o juizo ; appellado, Aotonio Pe-
reira da Assumpgo e outros.
Improcedente.
Appellaote, o juizo : appellado, Francisco das
Chagas Mariobo Jnior.
Improcedente.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Perei-
ra do Nascimento.
Improcedente.
Appellante, o juizo; appellado, Florencio An-
tonio Gomes Dioiz.
A' novo jury.
Appellante, o juizo ; appellado, Vicente Fer-
reira da Cunta.
A' novo jury.
Appellante, Antonio Francisco do Nascimento t
appellado, o juizo.
Foi imposta a pena de gales perpetuas.
Appellacoes civeis.
Appellante, Joaquim Pereira da Rosa Lima ;
appellada, Mara Magdalena da Costa.
Aonullou-se o processp.
Appellante, Miguel Antooio da Costa ; appel-
lado, Joo Crrela de Mello.
Confirmada a sentengs.
Appellante, Antonio da Cuoha Soares Guima-
raes ; appellado, Ignacio Luiz de Brito Taborda.
Confirmada a senteoca.
Appellanles, os berdeiros de D. Mara Helena
Pessoa de Mello; appellados, os herdeiros .de
Joaquina Benedicta Vieira da Silva.
Confirmada a senlengs.
Appellante, Antonio Alves Correia Lima ; ap-
pellado, Pedro Lopes de Queiroi Tatahira.
Reformada a seotenga.
Habeas-corpus.
Foi proposta a petigo do capitao Aotonio Al-
ves de l'aiva, pedlndo ordem de habeaa-corpus,
que lhe foi coocedida para o dia 1 de margo fu-
turo, s 11 horas do dia, ouvida a autoridade
competente.
Idntica petigo de Jos Celarino Pereira Du-
tra, pediodo igual ordem, que foi concedida para
o dia 8 de margo do corrente, s 11 horas do dia,
em sessao, ouvida a autoridade competente.
aiLIGERCUS.
Com vista ao 8r. daaeaobargador .promotor da
justiga as seguintes ,
Foram multados em
seguintes:
20S0O0 cada um dos Srs.
Manoel Vieira Perdigan.
Joaquim Dativo Telles de Souza.
Antonio Mara de Castro Delgado.
Joaquim Alves Moreira.
Manoel Estanislao da Costa.
Francisco Ferreira Borges.
Francisco de Paula Dias Fernandes.
Francisco Rodrigues da Crnz.
Miguel Jos da Motta Jnior.
Francisco Ignacio Ferreira Dias.
Jos Joaquim da Costa Pereira.
Francisco da Costa Ribeiro.
Jos da Costa Dourado.
Severiaoo Bandeira de Mello.
Luiz do Reg Barros.
Herminio Egidi.de Figueiredo.
Dr. Tarquioio Braulio de Souza Amarantho.
Antonio Pires,Ferreira.
Demetrio de Azevedo Amorim.
Antonio Feliciano Rodrigues Sette.
Joaquim Heorlques da Silva.
Jos Thomat Pires Machado Portella.
Jos Carneiro Leo.
Dr. Joaquim Elviro do Morsas Carvalho.
Jos Mende* de Carvalho.
Miguel Mondes da Silva.
Jos Francisco dos Santos a Silva:
Eslevo Jos Paes Brrelo.
Dr. Fernando de S o Albaquerque.
Joaquim Pereira Vianoa.
Sendo insufficiente o numero de 18 jurados pa-
ra haver sessao, o Sr. juiz de direito procedau ao
sorteio de mais 30, e aabiram sorteados os Srs.
seguintes:
Aotonio Martios Seabra Lemos.
Joo de Siqueira Campello.
Bartbolomeu Francisco de Souza.
Aolonio Ricardo do Rege.
Florencio Domingoes do Silva.
Jos Francisco Ribeiro.
Dr. Joo Jos Ferreira de Aguiar.
Antooio Joaquim de Ollveira Baduem,
Luiz Cessrio do Reg.
Joo Alhanazio Botelho.
Victorino Jos tle Souza Travasso Jnior.
Joaquim Ignacio da Silva.
Francisco Antonio Cavalcanti Cousseiro.
Joaquim Aotonio PTnto Serodio Jnior.
Aotonio Carneiro da Cunba.
Joaquim Luci Monteiro da Franca.
Joo Jos de Carvalho Jonior.
Dr. Jos Flix de Brito Macedo.
Dr Manoel de Figueiroa Para.
Antonio da Cunha Soares Guimaraes.
Dr. Braz Florentino Henriques de Souza.
Joo Chrisoslomo Fernandes Vianne.
Claudiano de Oliveira. .
Dr. SHvio Tarquinio Villas-Boas.
Manoel Luiz Viraes.
Jos Gongalves Torres.
Dr. Bernardo Pereira do Carmo.
Feliciano Joaquim dosSantoa.
Jos Henriques Machado.
Dr. Jos dos Anjos Vieira ds Amorim.
Concluido o sorteio, o Sr. jute de direito man-
dou aa neceaaarias notifleacea, e latuutou a ses-
sao, adiando-a para o dia 24 do corrente pelas
10 horas ds manha.


s&
SU*------ew---------
K^terlo 4a eonpanhia #e
cana de vapores
itado asse
mi
***
A*Lf *".b2!*** T.0SM n0T "P en-
DlAIi DE PMRAMIUCO. W SEGUK1U
-----------------------------_

i DE fevereiio de im
1^1 eotnmenda*) para Inglaterra de menor calado.
j_ I mi > intimo de ttanspor as barras de meaos igut,
- "?Bd "So podem entrar oa vapores que a compa-
ra. fclonialM. itector* "da companhia j '"l1 poesue actualmente,
pernaanbuctoa de navegacio coateira a vapor, emL i**"" ,?0Dta elle, j ae remeteram para Londres
^OOO hb*avttejajanv
Foi igualmente aroottisada a qaaatM da M
e"'0,^'i prBer.preaUfa\oa1-nprestW
ateaempeoho ao que Ibe prescreten os resp.
estatutos, deve presentar-vos o relatorio
tocios da companhia, durot o anuo de 1861 c"*ius ue res, primeara pretlaco de etnpresti-
prximo-piasade, mostrando o talado delles no ojo de 300 eontos autorgado 4 companhia pelo
fim de dozeaabro ultimo. governo iaperial.,
Julgaodo porm a directora, a relatorio apte-
eotado pelo actual gerente, bem dedaiido, auf-
Jjcientemeole minucioso, e preciso, bada teo-
o por consequencia a tccresceaUr-lhe. o adopta
oaw-pfoprw, e tem a honra de submete-lo
eeeailUstrida coosiderago. Ei-lo Jos Jaco-
te lasso, John Liltjr, Autonio Luiz dos Santos,
ffiliype P. Needham.
Seahores. Venbo hoje em virlude da 7a coo-
Jiccio do meu contracto dar-vos coat da gesto ,.
Moa negocios da companhia pernambucana de communicagoea, e do augmento por congeque
naegtQo coateira a vapor, no periodo de mioha ca de productos, qual '
fita t a>a'in n ^Bm > n k r* n A '. A A\ 4 0 .4 n < a n n i ,-, I ft la do ..Ll
Pagou-st* aleas disso. quaaia de.18 onto
rit, juro a razio de aea por cantado pnn
bre aquella quantia. ......
Nova presta co se vence em jolho prximo fu-
turo, e com ella o raapactivo^premtoparaeo-ne
pois da maior oeceaaidade, que se impetrado go-
verno imperial o perdi do premio, que consti-
tuindo um grande onus para a companhia, que
agora se ergue anda dbil, aulla a vantagem
que d o thesouro nacional do paiz. que alias
recolhe o fructo resultante da la ci lid a de dea
dminiairaco, ccrmprehendido do 1 de Janeiro
* SI de dezembro prximo pastado.
Teaho a honra de apretentar-vos o balaoco fe-
chado no fim do anuo ; delle rereis que o saldo
da conta de lucros e perdas de ria, 76:7769278,
jufichegou para faer are ae testante do dficit
atentada no fim do anno anterior de ris....
9 5095986, ficando urna sobra da quantia de ris
7J06#292. .
lato : temi eu recebido a companhia* com um
dficit de 139 conloa, acha se ella nao s desera-
tiarac,tda, desse pesado onus, como na poste do
pequeo balanco, que cima aa v, depois do
curto espaco de 21 meaes.
E' sem duvida satisfactorio ette resultado, lau-
do asis, porque tivemo* de luctar durante esae
periodo, oo contra o estado de diseredito, em
tjue a companhia se acbava, como contra a apa-
hia, eelaguacao com mema I, em que lem jazi-
doa oosaa, equip todas as iracas commerciaes,
3 deete, j do outro bemispheno.
I>e taappa annexo, ob n. 1, veris senhoret,
cao o a receita de cada um vapor, como a sua
JivitSo em frates de carga, e liquido de passa-
geos, correapoadeale a cada me/.
O aob o. 2 voa mostra a respectiva despeza, seo-
jdojqae no anea de dezembro, se acben) incluidas
todas aa comas, de sorle a nada se dever a pes-
aaos algma, alm dot constantes do respectivo
balaoco.
Oo o. 3 veris senhoies. o carvo consummi-
3o, m cada mes, e por cada um dos respectivos
vapores.
Deve tambero datar-te que nesse mez se acha
comprehendido, o carvo com que elle tinham
deaahir no me/ de Janeiro.
Ae ditferengaaliue em alguns mezes se nota,
irovm de diveraaa circumsiaucue como sejam :
t* As viageus dos apures, at ao porto de
Granja, ou fomente al ao da capital do Cear.
2* O estado do funoo dos natos, que quando
jos decraca, ostra e outrasaubalancias, que cos-
iaam adherir-aoierro, atrazam a marcha dos
vapores, e fazem qtatttcoogummo do carvo seja
consideravelmente aaior.
Para obstar a este inconvenieijte dispomos
apenas, dos recuraos que nos proporciona o por-
to da Granja, recursos mui (reos, alteodendo a
jueoaemeo delimpea do fundo e pintura se
faz, quando a mir ae relira, occasionando isso,
nao sai grande morosidade na limpeza, como o
inconveniente de ser levada pelas aguas da mar
quando eoche, a tinta que pouco antes .e tem
Liado no coatado, a que nao ha anda seccado.
Ha anda outra circumstancia, e algumas ve-
zes a m qualidade do carvo.
Alm desle porto, to os vapores auppridos de
arvo no Cear e Kio Grande do Norte. Sobre
tudo o deste ultimo, alm de ser de muito fcil
combusio, tem estado ha muito exposto ao lem-
po, o que faz com que tenha elle hoie, muito
giouca forja.
O mappa n. 4 mostra o movimento dos vapores
ala companhia, no qual ae nota a mxima pon-
tualidade, a que se pode sttiogir entre nos, sen-
do que tem deixado de sahir nos das- marcados,
quando to elles santificados ou de fesla nacio-
va!, etftos em que se verifica a sabida dosvapo-
-rea na vespera detses das, pratica esta, que de-
vela continuar, em quanio a experiencia nao mos-
trar que convenha allera-lt.
A gerencia tem dedica. j a maior atlengo e
escrpulo a este ponto, o est convencida que a
regularidade e pootualidade, tem sido urna das
causas, due rtiais tem concorrido para o crdito e
conceito, com que hoje se distingue.
Coolinuarei pois adjzer-vos, que tem sido des-
-empeohado, como compre o servico contratado
musos com aa diversaa provincias.
Durante o aono, deram-se as 48 viagens cons-
tante do mappa j citado, sendo 2* para o norte
e igual numero para o sul.
O bom tratamento e agazalho prestados sos
paasageiros, o zelo empregado a bordo acerca das
carga, muito tem coocorrldo para o bem mere-
cido conceito de que goza a companhia, e por
coueequencia para a preferencia que hoje se
liie d.
Tendo-me a experiencia mostrado, quealguma
-aKereco se deve fazer nos freles, e flnalisanlo
-em junho o bienaio, para o qual sao organisadas
oa leepectivas tabellas disponbo-me para confec-
t;ao de novas, no tenliJo de harmooisar os inte-
Tea^es da companhia.com aquelles do commcrcio.
Continuara seguros oa corle os nossos vapores
^m razo de 5 porceoto por anno, no valor total
le 310 contos.
No meu passado relatorio, j Uve a honra de
expor-vo, que.a acquisijo de novo vapor, tra-
aii companhia augmento de despeza, porque
como sabis, e eoto vos disse, se acha demons-
trado, que nao gaoham os vapores, para o seu
coateo.
A pesar disto verica-se, que a receita dos na-
vios nos nove mezes do anuo passado, lendo ai-
do de 51:8859594 ris, lui este anno em igual
periodo de 95.8979615, sendo o total nos doze
mezes de ris 115:2189228.
O Jaguaribe continua no melhor estado, e a
prestar os mais valiosos tervicos ; sua marcha
nao tem declinado.
Tem j limpado o fundo duas vezes, e seria
muito convenieqte, que tanto eale, como os de-
znaia vapores o podessem fazer urna vez em ca-
da trimestre.
lguarau lendo Bellido novas caldeirat, ce-
guio viagem pela primeira vez, depoia daquella
-nbra, em 22 da fevereiro, e tem prestado igual-
mente mui bons aervicos ; sua marcha nao est
inferior, que tinha na poca'de sua acquiaico.
Alm das caldeirat, fizeram-se de novo para o
vapor, algoos pannos, toldos, e molinetes ; acha-
co pois no melhor eslado do aceio, e solidez.
O Pernunga, qu M acha muito bem conser-
vado, e aceiado, tem prmtado mui bons servidos
na carreira do sul, e acha-se agora no norte, on-
de foi limpar o fundo. I
O trapiche de Tamandar, acha-te arrendado
ao iocansavel, e perseverante Sr. II. A. Millell
jalo 1* de Janeiro dette anno em diante, a razo
aje SOft&OOO por anno, e por espaco de 3 annos.
Em consequencia disso, j tem dalli viodo aa-
sucar para aqai. o que tendo tido lugar na ins-
aallacao ou comeco da companhia, deixoa de con-
tinuar por causas de mim desconhacidas.

O de Itapitsuma, que te achava arrendado ao
Sr. Lopes Hachado, deixou de o ser, desde o mez
atte aetembro em que maadou fazer entrega da
chave.
Dous novos portos, teem tido vitiladot pelos
motaos vapores, alera daquelles de-que vos ten-
Jea noticia offlcisl. O Mondah ao norte da ca-
pital oa proviocia do Cear, e o Gusrapes oa do
Jilo Grande do Noria.
Deste ultimo, fiz urna redueco not fretet, vis-
to baver;se o carregador daUi comprometlido,
sao ao a dar grande quantidade de carga, como
* maceoa-las na armazena da companhia;
raade prowito vira sem duflda. eu o espero, Guilherme ferr
tqualia aeUvo e laborioso negociante, o G. A. Bourgeois.
*'-. *t,tlc, ?edroaa, como compa- Norberto Joaquim Jote Guedes.
jnnia.j n.:_.. r-.i.
J?'ln,!.?dfc'.2?.* P! coni,ncianU da- p. The lejeitsAzev
^i. alo to'm?* *8loteu,^ v*iM,^, D. Joanna Baptita Azevedo Vianaa
Mcoiiqu Uem TisU, cerlos dou DM0 a Andr de Abreu Porto.
aaUdde. JJ l ConeeiQo Bravo.
avoa portoa te invettigam 10 sul da I lla* I BS S-* Albo1ue.r,-ue
+m Alagoat, que eu etpero, gotario aa ara, fwaMeadet._......
<*m*antflclot, que lera o Ttpor qutlq.tr pr- fiSuM |lerqae
tem duvida o incremen-
to da renda publica.
Considero esta prelenco do mait vital interes-
te para a companhia: pe^o-vos poia que vot
unaet oeste sentido, e me pretteit 1 votta vali-
la cooperacor na realisaco deste meu peDts-
meoto. *
A compabhia pernambucana sem. duvida a
menos favorecida de todaa aa do imperio : j li-
ve ocessio de o demonstrar em um requeri-
mento, que Uve a honra de dirigir ao goveroo
imperial, comparando-a com todaa as outrat,
pediodo varias conceseoes em troca de augmento
de servi;o, a que a companhia se obrigava ; a
poca porm era m, o estado dos cofres pouco
lisoogeiro, e o governo com quanlo reconhecet-
se a juttica que assistia companhia, nao pode
deferir-lbe, como ella desejava.
Agora, porm, o caso difiere, e o que te pede,
tem ptejudicar o governo, que longa de querer
negociar, deaeja auxiliar as emprezat, que de
boa f trabalham nos teus ioleressea ecos do
paiz, trar i companhia grande beneficio, por
isto que, leudo de lutar com tropeos ainda
maiores, que otde urna empreza ateante, nao
far por certo lucrot suficientes, para alem da
quantia de 18:0009 annuaes, juros deempresti-
mo, fazer ainda um dividendo a vs, que com
sobeja razio o redamaea, a vos senhorea e a vos-
sos consocios, que tendes o mait incootettavel
direito ao premio rssoavel de vosso capital, ha
annos embarcado netta empreza.
Ot tribunaes, com a justica, que os destiogu,
decidiram em favor da companhia, a aeco que
contra ella propoz Silvoalre Ferraira de Carva-
lbo reclamando o pagamento de contae, de que
se fazia credor.
Das diversaa reclamacoet, de que tratei no
meu passado relatorio, algumas contas ha, cujo
pagamento nio consta dos livroa da compa-
nhia.
Atsim pois, que foram bmillidat no balao-
co cora que recebi a admiaistracao da compa-
nhia. era conta dos Srs. Ricardo Rosaron & C,
de M.nchester, e dos Srs. Rotlrou Rooker & C,
daqui, as parcellaeconstantes das cootaa pean-
te vos, resultado a que viro "por autorisacao
vossa. ^
Em igutea circumslancias, se acha o Sr. Joao
Luiz Vctor Lieutier, que exige por complemen-
to do pagamento de aervicos feitos i compa-
nhia, no seu comeco na qualidade de engenheiro
civil, bem como levanlamento de planta, ect.,
etc. a quantia de 1:200$.
Tendo procedido as mais minuciosas inejagn-
coes, fui informado pela directora de entio, que
eiIectivau.eole o Sr. Lieutier, havendo satis-
feto ostervicot de que fora eocarregado, nunca
podera ser embolsado do que se ibe devia, al-
ienta as circumslancias pouco lisoogeirat da com-
panhia.
O estado dot cofret provinciaes, astim netta
como em todas as provincias, nao tem permitti-
ao que as respectivas aubvensgea andem pagas
em da, mas j depois do fim do anno, quanias
tera sido recebidas, de sorte que hoje a thesou-
raria provincial daqui, deve apenas os mezes de
outubro e seguinles; a provincia das Alagoaa os
mezes de novembro, e aeguintea ; e com qjianlo
do Cear, ja ordentsse o pagamento al o fim
ao anno, anda nio foi potsivel verificar-te. como
para desejar.
Se o resultado nao satisfaz os vossos desejos
elle deve sem duvida ter excedido a votta expec-
tativa, porque, senhorea, o etpaco de 21 mezes,
nao de mais, para trazer at coueat ao p em
que se acham. Nio de suppor que as deape-
zas sejam excedidas, entretanto que a receita
deve augmentar consideravelmenle,se o anno o
permittir, como eu o espero.
Nao posso terminar sem langa: mo da pre-
sente occasiSo. para agradecer ao auxilio que me
tcem prestado, tudo os Exms. presidentes, ins-
pectores de Ihesourarias, arseoaes de marinha e
ae alfandegas, chefes de eitases, capiliea de
portos. chefes de reparliQoes e demaia emprega-
dos subalternos, com quem esta gerencia est
em contacto.
Cootando com a vossa indulgencia, para qual-
quererro que por ventura tenha commettido.as-
sim como por qualquer Ucun, que encontris
no presente relatorio, achar-ma-heia ditposlo
a miouirar-vos quaesquer informacoes que de-
suardes.
Pernambuco, 11 de fevereiro de 1862.
O gerente. F. F. Borgtt.
Lista dot Srt. accionistas.
Antonio francisco Tacs Brrelo.
Dr. William May.
Viuva Amcrim & filho.
Autonio Coelho de S e Albuquerque.
Victorino Pinto S Passos & C.
J. E. Roberts.
Timm Monten & Vinasta.
Antonio Silveira Maciel Jnior.
Henrique Augusto Millel.
Antonio Gurgel do Amaral.
Delflno Jos do Amaral.
Vicente Gurgel do Amaral.
Antonio Carlos Pinho Borger.
Joaquim Juvencio Silva.
Joaquim Alves Moreire.
Prederico Robiliard.
Prxedes Gomes Souza Pitsnga.
Antonio Luiz dot Santos.
Antonio Jos de Preitas.
John Lilly.
Southall Mellors & C.
Luciano Ferreira Lopes.
Jos Antonio Brilo Bastos.
Antonio Jos Rodrigues de Souza Jnior.
Antonio da Costa Aleciim.
Fabrio, Genros & C.
Thomaz Jos da Silva Gusmao.
Francisco Joio de Barros.
Luiz Antonio Sjqueira.
Domingos Aflboco<'Nery Ferreira.
Viseonde de Camaragibe.
Saunders Brothres & C.
Lourenco Puggi.
Flix Souvage & C.
Octaviano de Souza Franca.
Jos Jacome Tasso Jnior.
Joio Baptita Fragoso.
Maooel Alves Guerra.
Rostron, Rooker & G.
C. Starr & C.
Francisco de Atsit Brito.
W. Studart.
Chapheillin & C.
Joio Uermegildo Borget Dioiz.
Dr. Jos Mamede Alves Ferreira.
Dr. Luiz de Carvalho Paeade Andrade.
Jote Joaquim Rodrigues Lopes.
Gabriel Soares Rapozo ds Cmara.
Araoaga & Bryao.
Aogusto Cahort.
Jos Rodrigues Ltssarre & C.
JoBO Soum Si C.
H. A. Cooper.
Francisco Ferreira Borces.
F. Feidel.
Antonio Alvet de Souza Carvalho.
Vicente Mendos Wanderley.
Joio Keller & C.
Palmeira & beltro.
Antonio Luiz dos Santos Rolim.
Guilherme Ferreira Pinto.
Apata de Artesty................
Ota dO-Acarac................
Agencia da Parabyba [conta enliga)
Agenda da Mactu (dito)...........
Encarregada do trapicha da Ta-
mandar. .........................
Remetas para Inglaterra..,.......
Sobreaalentes'ent cripozito.........
Caixa Filial.........................
Alcana* de 31 de margo da 1860...
Caixa............,.................
719521.
339726
JV'
3=
T+-
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-4 -a Janeiro...... Fevereiro.... Margo....... Abril...... Maio........ Junho..... Jullio....... "Agosto...... Seterabro.... Outubro..... Novembro.... Dezembro____
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2.
Balango da Companhia Pernambucana em 31
de dezembro de 1861.
ACTIVO.
Ac?oes ditponireii.................
Subtengo geral....................
Subrencao provincial...............
Subvanclo de Alaajaat........ .....
SubTengio do Gaar. ^...........
SubTen?ao do Rio totlf do Norte.
Vapor Iguarttti................,..
95:800J00O
7:000|000
26 666^666
S;000W0S
5:00000l
6:0009000
241:0081303
Vapor Jagutribe...................
Vapor Pertinunga..................
Fabricio Gomes Pedroza............
Lettrasfi receber...................
Barcacat, eanoat e lancha.....;...,
Bens moris......................2
Terreno e caet do Forte do Mallo.
Trapichte obrat...................
Agencia de Natal...................
Agencia do Porto da Pedrat........
-:
163.39|30l
107cJ6839}
15#000
19400*00
3:707044
8K55J5
69:609*906
1:59134)15
Rt.
FASSIVO. .
995:067>458
Capital..
FiftaaHiata i1n giLiiirno feral......
Aganeia de M#lC...............
Agenciad. PatMkyh.........
Agencia de Granja...........
Agencia dtf Caer
Samael Pwer Johato'i'c.T.'.';."
Jos Antonio de Pigueired Itmior.
Bario do Liviaar"
Franciaco Fertei..
Lacroa ePetdat.. ..
27.830|000
82*583
84*740
174|542
-835
_70:77tia978
096 0679458
600:0009000
1 8. -E. e 0.
Pernambuco, 2 de Janeiro de 1862
F. F. Borgtt,
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Gommunicados.
FeslejoaoanniversapiodcS. 31. o Im-
perador o Sr. D. Pedro II, no da 2
de dezembro de 1861, oa Illia de
Fernando de Noronha.
Depois do amor de Deus, o amor que de co-
racao, em todos os lugares os brasileiroa deo-
tam S. M. o Sr. 0. Pedro II. imperador do Brasil,
detxa a mait verdadeira convierto do eothuslas-
mo que aobrarive nos coracoes doa braslleiros.
pelo monarcha idolo da nagao que tem a gloria
de solemoisar no dia 2 de dezembro o feliz an-
nirersario de to sublime quanto adorado regu-
lador dos inleresses da patria, administrador be-
nvolo e jusliceiro do importante aolio, neia
da i najoes. '
Atsim pois ; bello e radente ver em qual-
quer parte do Brasil, aiada mesmo nos lugaret
de menor popultco, aoode s habita, por exem-
pio, duas ou tres familiat, estas congratularem-
se, e cheios de jubilo e regosijo festejuem o
anoiTertsno de SUa Mtgeslade Imperitl o Sr. D.
Pedro II.
Nao poitaoto, concebirel que de igual prazer
se quizetse privar o Illm. Sr. teoenle-corooel
Trajano Cesar Burlamaque, seus ofliciaes e em-
pegados no presidio de Fernando : pelo contra-
rio,|o Sr. coronel Burlamaque, commandaote do
presidio, seus officiaes e empregados, tWeram a
habihdade de transformar este logar de sofl-
menlo n um verdadeiro thealro da alegtia, ele-
vando os animotde seus habitantes, nio s a to-
raarem parte nos festejos que vamos descrecer
como a natenteerem o mait vivo e cordeal cn-
tnusiasmo pelo efllgie augatta de S. 41. o Impe-
rador, cantando hymnos, recitando Tersos, e dan-
do repilidos vias a S. M. Imperial, a augusta e
digoissima familia imperial, a constituicao poli-
iic". do imperio e a assembla geral legislativa.
Oa ama bellos apanagios do bomem a paixao
poltica e o amor da patria ; dahi resulta o gran-
de nteressequaelle toma oa manuteoco da so-
ciedade em que vive.
l'odendo muitas vezea gozar dos dona da fortu-
na, iver nos gozos da familia, da amisade, das
honras, da paz, elle nao o quer: recebe um car-
go, urna misto honrosa, encerra-se om seu ga-
binete, amontoa para ai trabalhos edifllcaldades,
sobrecarrega-se como peso de responsabilidades
expotto quasi sempre como recompensa a cen-
sura das rivalidades das ambicies, e o que mais
a uigratidao daquelles a quem serve I
Mas ; o que tudo isso diante do fim a que se
dirige o homem ?
O amor da patria, nasce do seio das tempesta-
des e das dores, como o mundo que sane do
chaos, e como o homem que chora ao nascer.
Emposiado o Sr. coronel Burlamaque do de-
creto imperial que o msndou commaodar o pre-
sidio de Fernando, resolveu-se iocootinenli dei-
xarsua familia que o nao podia acompaobar na
occasiao, a obedecer ao despacho imperial foi seu
primeiro cuidado. Aps algumas fadigas marti-
mas como fosse arribar ao Rio Grande do Norte,
o estado afflicvo de perigo que por tres vezea
etteve a barca Atrevida, chegou emflm ao lugar
de sua mitso ; e desde enio neohuma fadiga
jamis poupou para cumprir as ordens do goer-
novpruanm os interesset nacionaes, a tuavisar
quanlo possivel a sorte de quasi dous mil habi-
tan-tes que residem no presidi de Fernando.
Aproxima-se o dia 2 de'dezembro, e o Sr. co-
ronel Burlamaque rodeado das fadigas que cerca
o commaodo deste presidio, eonvocou teus em-
pregados, a a maior taliafacao Ibe assumio a al-
ma, vendo que unnimemente lodo te prestavam
para Om de tanto prazer a regosijo, de jubillo e
sttiifacio.
A soberana posijo estabelecida para dirigir ao
bem commum aa forgaa e vontades dot poros, oo
o que o mesmo, para procurar a vantagem dot
que lhe etto sujeitoa, evidente, e intuitiva a
difScil situacao em que te acha coUocado um to-
berino, e da qual t pode bem sabir-ee pelos con-
selhos da experienfl, da aabederia e da aodera-
fiao ; embora a altara do seu estado o revitta da
aureola do retpeto e veneraco.
E' por iuo mesmo que um povo civilisado
deve todo volar-te ao soberano, e tributar-lhB o
mais vivo reconhecimento as benficas esalutarea
losuiuicoaa con que ella brinda teu povo este
povo porm agradecido, com o coraco not labios
cutopra um dever tigra do patenteandp oaatacidos
elogies a augusta potencia idolo da aeut enco-
mios.
O dia 1 de dezembro to daafinniai foi logo tea"
ahtq ta-
.. mal mar com todo aceio a
la em qm ta atha a efigie de S. 11.
Imperial: os capites commaodaotes do destaca-
mento de artilharia e infantaria- deliberavam os
aprestos necessarios para attalvas do dia tegain-
le; seus soldados oroavam at frentes de seus
quarteis, prollando a formosea-los um mais que
outro : os patanos colloeavam asa frentes de
suas casas objectos para a illuminacao da noite, e
os sentenciados aceitvam a frente de sua reclu-
sSo. e de outros predios nacionaes, que deviam
ser tambem illu minados.
O Sr. coronel Burlamaque mandn diatribuir
aos officiaes-, empregados. forca de linha, paizanos
e sentenciados. cartTerdede vscca muito sor-
da.producc.ao do presidio, e como manda as ins-
umW2*,efri,o; e 0S carP'n" Plaolavam
um tablado em frente a casa do commando, qao
adianto se ver aua utilidade.'
Ao anoitacer algumas fogueiras illuminavam as
ras do presidio.
A casa do commando circulada de globos lami-
nosos, expanda abundante claridade.
Os empregados e-officiaes, e mais habitantes
lluminaram seus quarteis, toas moradiat, e todos
os edificios oaciooaes se achavam assim tambem
disposlos.
As oito horas da noite a msica do presidio to-
cou o hymno imperial, e de differentes pontos
Partirn mmtoa vivas a S. II. o Imperador o Sr.
u. Pedro II.
Fioda as pe;as do estylo a msica percorreu
as ras acompaohada de grande numero de pes-
soas que repetiam vivas ao augusto monarchs. e
no qnartel de infantaria fechou o toque.
Ao raiar a aurora do da 2 de dezembro, com-
pleta alegra reinara oo presidio: as 6 horaa da
maohaa a principal fortalezado Remedio sr-
vorando o estandarte nacional, -z despejar 21
tiros de seus#anhes. e o ribombo do mortfero
instrumento, que no campo de Marte, mil victi-
mas prosla, nesse bello dia tervio para despertar
aos que se conservaran] ainda em repouao, con-
vidando-ot a desfructarem a refrigerante brisa da
maohaa, que tao alegre e pnsenteira se mos-
lid VAa
.tUJf D.0T08 PrP*09 ; porm agora eram
osnabitantes que prepararan aeu melhor aodra-
jo, espera da hora aprazada.
Deram-ae os toques para formatura da forca da
nona, etoneio dia tocou a avanzar. O eapito
Raimundo Jos de Souza conmandando a forca
foi postsr-se em frento do quartel do commando*
como mdicava a ordem do dia do mesmo.
o destacamento em grande uniforme e moilo-
aceio, prova do zelo e dedicacao do mesmo capi-
tao, e do seu collega capillo Paes Brrelo, fazn-
do a continencia do estylo, aguardara ahi as or-
aens do commando. Ao toque de officiaes, os da
torca em marcha dirigiram-se ao quartel do com-
mando, aonde disposlos em ordem cortejaran
respeitosamenle a augusta effigia de S. M. o Im-
perador, depois do que" reooirem-se a forca.
O commando acompanhado de-aeu diligente
ajudante do capitao Paes Barrate, Dr. em me-
dicina, reverendo padre capellio. outros offi-
ciaes e empregados civis dirigiram-te a frente
da parada.
Oa Srs. coronel Traj ano Ceaat-Burla naque, tu a
figura respeilavel e complttanente ornado de
suas bem merecidas coolecoracoes pendentes
do peito guerreiro, que tantas vezes affronlando a
mono, ten provado roa adhetlo i aausa do
Brasil, maodou dar aigoal de salva.
O principal baluarte guarnecido pela forca
do artilharia do commando do Sr. capitao Pan
Brrelo, fez troar o ar con aele tiroa de grossa
artilharia, qao fazia estremecer a trra ; a oica
de infantaria corresponden con urna deecarw
de fogo rolante. ^**
Repello o baluarte o nesmo numero de ca-
nhonhadas, que foi respondido por otrtra dea-
carga.
Terceira vez grosao estampido ae ex ouvir, e
correspondido foi pela infantaria ; daade atsim
a artilharia 21 tiros, e a infantaria trae detcirgtt
nodat aa qutea o Sr. coronel eonnaadane le-
vando ao ar leu chapeo arnado, proferio viral
S. M. o Inperador, a augusta a dignitsima fa-
milia imperial, a constituicla politca do ienoe-
rio, a atsemblca geral legislativa, a logra
pretHente da proviocia : com mximo anlhutias
mo foram respondido etset rival.
Urna voz enrgica te ouvio danta tiva ao Illm.
Sr. coronel commandante ; era t do ajudante
do presidio o Sr. alerea Jos Rabello Paallha;
inmensas forira as respottat a este^tva, rtli
pela iropa, e habitantes, como peloa aintaocia-
^'i.nCm. ,ub.i.1 "^'co corrMpoodiam
ao brinde a aau digno dammaadante.
Base tao digne mUMar. admioitUidor do pre-
S^aSS**' '"a9M^ etio, gtrrerBade e pal
doinfeHiaa netta degredo; ua moral, mas
ad- aaMsstdiaS continua, ehimtr ao
'r*"A ? 'reja e a booa costme, metmo
iquellit j eontidertdea extraviados da ala bo-



*.
~*er

T-5-

m< i
"-- -'-
ral, e a effeiluar una rrfesjta* radical e provei-
toa m presidie, en lado efatllo, que se consf-
dere eomo Mee i leu aHealammto.
D'iqui se v que i BVastremoe
nidos na ...
diauelle, o atasaja, direcgao dosacaacies pu-
blico do pite ; nao 6 pan merecer a estima do
meaarcba, come a t Mina da nagao, e qui-
ta de eeua degradados. ^ .
Sim, nao baila,aegaodo o sabio Le-Croix, pa-
c os argoa-paMicos, o desejo de servir
or do bem publico, unido aos (lentos e
nrluda, fue devem elevar oa cidadaos aos'em-
sregoe pblicos, e esle mesmo amor deve serrir
de aoraea em todos os designios, e dirigir o pro-
Wllo daquelle que serve.
Assim 6 cooveoienle que ouoca se esqueja de
que reeebea a autoridade, nao s para serrir a
patria e que dere ser um antemural de brome,
-onda se quebrem, e esmigalhem todas as forjas
ile ulerease e das paixoes ; mas tambem para
, eiercer a mais sublime das virtudes a can-
dido:
Estas doutrinas inteirimeole puras e nuda-
tsU, habitasa e corago do Sr. coronel Burlama-
-que ; nao sabemos por que ( mo fido nasso )
ha qaem se- lembre converter louvores merecidos
-em mordaei Jadea figuradas.
Paran tta-nos, benvolo leitor, ha ver por mo-
nxmto desviado de nossi deicripgio festival ;
veltimos i ella.
Havendo flodo os vivas, a tropa fez sua marcha
de contioencia, e retirou a quietis:
Doaa birria de vicho foram distribuidos gratis
gentmente.
A's 5 1|2 horss da tarde, mais de 70 pessoas
compunham urna brincadeira, se bem que algum
tanto rustica, porm que multa gente conhece
cheganga figura orna nao atacada por arge-
linos.
Esses individuos oceupavam o tablado j pre-
parado, onde se desenvolvern.
A's 6 horas o forte do Remedio deu vinte e
um tiros. As familias dos officiaes e mais em-
pregados, oa casa do commaodo trajaodo com
elegite primor, desfructaram a rista da danca.
A's 6 horss_ e 3[4 a igreja matriz deu signal
para illaminagio, e o'um momento pareceu ha-
ver o dia substituido a noite. Deram 8 horas ;
parau a cheganga, e a msica tocou o hymoo,
lindo o qual, o Illm. Sr. coronel commandaote,
descoberto e rodeado d seus empregados mili-
tares e ciris, deu vivas effigie de S. M. o Impe-
rador, como fez ao meio tlia ; o applauso foi ge-
ral, cora i differenga, porm, que a esta hora o
Sr. capitao Raymundo Jos de Souzi deu vivas
eo Sr. coronel commandante, sendo correspon-
dido eom o mesmo eolhusiasmo da manhia.
Em seguimeoto um curioso pedio para reci-
tar um soneto augusta oQlgie que se achara
primorosamente collocada em um docel, orna-
do de fiordes, entre luzea simtricamente dispos-
tas. Dado o consenso pelo Illm. Sr. coronel com-
mandaote das armas, em quem se dirisara gran-
de cooteotamento de que se achara possuido, te-
ve lugar o seguiote
soneto :
Dia 2 de dezembro, en te saudo ; ,
O melhor dos mooarchas boje faz anuos.
Os Brasileiros enthusiasmados, e sempre ufanos,
Em vos s confiam, confiam tudo.
Sois pai, sois amigo, sois escudo,
Em vs se encerrara os segredos do arcano,
Em vossos labios nao se acha um desengao,
E a nossos gemidos jamis sois surdo ;
Obedecer-vos, pois, nossa obrigagio,
Ao.contrario commelteriamos um desatino
Exultemos, pois, de prazer, exulte a nacao ;
Exulte o grande, o menor, o pequenino ;
E callando assim a ingralido ;
Vira o Imperador e toque o hymoo.
A musics repello o byrono entre repetidos vi-
vas. Outro curioso fez o mesmo pedido, esendo-
ihe concedido reclton o seguiote
soneto :
Por entre immensa noite, e dia immenso,
{ Merc do conductor da lei que anima )
Grao imperio que jamis a fronte inclina,
Alto throno e corda ao longe incens :
Vosso solio, Senhor, poder intenso,
Ao diamante excede d'alta mina.
Absortos coraroes tos se indios,
AJoranJo ao monarcha nos propenso,
Dous de dezembro, dia festival.
Que briosos Brasileiros amor activa,
E's urea feliz do pacto social,
Em ros tanta ventura e alta diva,
Eu le saudo, familia imperial,
Vira o imperador e assembla legislativa.
A msica repeli o bymno, e vivas numerosos
se reprodoziram.
Recolheu-se a augusta effigie de S. M. Impe-
rial eotre mil a:clama;oes e repelidos vivas do
povo, acompaohados de todas as senhoras que se
achavam presentes ; sendo collocada respeilosa-
mente na sala do cortejo, onde se deram novos
vivas com todo o eolhusiasmo.
Houve pequonj intervallo, depois do qual o
Illm. Sr. coronel commandante com seus offi-
ciaes, empregados, e suas familias, romperam o
baile, para o qual todo e todos se achavam dis-
postos.
Se nao tivesse receio de nao ser acreditado das
senhoras de altas sociedades, procurara com vi-
vas cores descrever o encantador bello sexo de
Fernando ; limito-me, entretanto, a convencer-
me que, ante meus olhos, Uve urna copia bem
aproximada dessas damas dos Drilhanles saldes,
dessas heronas que fazem dar quatro vollas ao
corarlo, s ao mostrar-se.
Basta, nao continuarei ; porquanlo este nao
raeu fim.
A's 11 horas e 3[4, os cavalleires conduziram
suas brilhantes damas outra sala, onde se
chava laula mesa de exquisitos manjares, tudo
muito bem preparado e elegantemente disposto.
Huitos brindes se fizersm aos Exms. presidente
da provincia,commandaote das armas, e ao Illm.
Sr. coronel commandante, que todos foram cor-
correspondidos com muito applauso.
O Illm. Sr. coronel pedio palavra, e recitou
urna allocuco com bastante alegra aoExm. Sr.
marquez de Caxias, a quem primorosamente briu-
dou com urna saude iogleza, que foi solemne-
mente correspondida com repelidos vivas,. e
acompanhada por urna bella pega de msica.
Seguio-so outro brinde do mesmo Sr. coronel,
dirigido ao Exm. Sr. barSo de Suruhy, correspon-
dido com osmesmos applaUsos. Ainda um outro
fez ao Illm. Sr. tenente-coronel Vicente Ferreira
da Costa Piragibe, que tere igual applauso e
muitos vivas repelidos por todos os officiaes pre-
sentes. Reproduzram-se muilos brindes diffe-
sentes ; houve quem pedisse a attengio dos cir-
cunstantes, e dirigiodo-se ao coronel comman-
dante dedicou-lbe o seguiote verso em oitavo :
Digno commandante, eu bem conhego.
O' minha simples voz nio bastante,
Para que dignamente louve e cante
Vossas virtudes d'alto prego.
Acceilai, porm, que vos offerego
Esse signal de (pspeilo e amor constante,
Pois que a lisonja de mim vivo diitante,
A lisonja servil que tanto aborrego.
....................a........................
Viva o Exm. Sr. coronel Burlamaque
viva sua mui distincta familia.
Viva o respeilavel militar
O* a Id e a humanidade concilia.
O Illm. Sr. coronel muilo agradeceu, mandou
tocar a msica; depote do que o mesmo Illm
Sr., rendo todos salisf-titoa, levantou-se, chamou
a attengio, e solemnisou com muilo enlhusiasmo
urna bella, e muito cathegorica saude S. M.
o Imperador, augusta familia imperial, a cons-
tituido do imperio, e aos representantes do po-
der legislativo ; milhares de vozes se oavrim
de todos oslados, os tallieres tocavam nos pra-
tos, os copos cruzaran)-se reciprocamente, ea
msica harmonissva o hymns nacional : esta sau-
de servio de oneerragao.
Os convivas dirigiram-se sala do baile, onde
se regoaijaram com differentes dancas at s 4
bOTis da minhia.
A easa hora, despediram-se cordialmente as
? mHo do Illm. Sr. coronel Burla-
alm 4m. S f"10 gr.decmeaios. e ..-
o brlhante festejo do dia 2 de de-
'jioravel ao povo bnsileiro.
le *$! ^* **. 4 dea
Dia* ieho Tidicovo que o messao Sr. 8iL.
ondo-se entre mim e o Sr. Leiit^^^^H
LtaaaMa em um diteussio, di qual se
" rbrcV"do seu desfavottvel draeadi-



do Sr. Santos Agalar. *
gi ao Sr. Letodro, senfte djma mana^^^n*
ao menos em termos generosos de matj para
urna pesaos que tendo de algum a lorte' j ido
a censlderagao publica, enhura direilo |ls er
ao reipeito, e altenges daquelle quem- sua
conducta pode aflecUr.
Assim pois, se o Sr. Santos Aguiar quer s to-
do custo ver o seu nome enr letlra redonda, bita
outra porta, e queixe-se do estouvameoto do
sea meo cafacter .do Sr. Leandro, que nao Sjuiz
prostituir-se com a conflrmaco d'um depoteaeai-
to, no qusl o Sr. Santos Aguisr altribue-lhe Cou-
sas, que elle protestou nao haver dito ; queixe-
se emflm, de quem, e do que quizar, menos de
mim ; e n&o me insulte eom as suas quixotadas,
porque arredei do meu camloho um estorvo,
em que tropecei, obstculo que posso destruir.
A intrigas sao boje reputadas cousas de mo
gosto, e quando nsllas transparece o proposito de
se distnhir i attengSo d'um magistrado integer-
rimo, e dos crditos do Sr. Ur. juiz do commer-
ci, na minha opiniao, e na de malta gente boa,
nao passam ellas de desfructe, de imbecllidade.
Se ao Sr. Santos Aguiar foase dado o avaliar
de quaola energa dispe quem nio di depoi-
mentos falsos, quem se ach forte em sua cons-
ciencia, nao teria a simplicidade de julgar que
me atterram ai verdades com que lhe approure
ameacir-me. Quinto ios insultos que me jogou
o Sr. Sintos Aguiar, chiman jo-rae de mal edu-
cado, sem que psra iiso fosse provocado, e s
por ter eu me raferido ao depolmeolo da tese-
munha Santos Aguiar, devolro-os intactos para
a fonte d'onde partiram.
Debalde pretende o Sr. Santos Aguiar com el-
les humilhsr-me perante o publico que nos ou-
ve, e nos ha de julgar ; debalde, temando as do-
res do parto, se aolecipa a dar-me a resposta, pe-
dida nicamente ao Sr. LeanJro.
Aos homens sensatos nao lera escapado a in-
consciencia, com que o Sr. Santos Aguiar depoz
no processo de que autor o Sr. Frederico Lopea
Guimares ; e quer fosse o inleresse o morel de
seu perjurio, quer se descarreiasse da estrada da
honra por consideracea de colleguismo, e ami-
zade, o procedimenio do Sr. Santos Aguiar
sem durida indesculpavel. '
DIrei em couclusao, que o Sr. Santos Aguiar
extremamente imprudente em assignar por ou-
tros correspondenoias, cajo alcance desconhece,
e que podem tsr consequencias mui serias, quan-
do se dirigem ama pessos, que possue o anti-
doto para lavar-se de qualquer baba, por mais
pegonheota e corrosiva que seja. Sou dos Srs.
redactores altelo venerador e criado
Joaquim Juvencio da Silva.
Recite 22 de ferereiro de 1862.
Srs. redactores.Comprometti-mn a respon-
der a qualquer impulago, que O habitante de
Serxnhaem zesse pela imprensa ao Illm. Sr. Dr.
Gervazio Campello Pires Ferreira, juiz municipal
daquelle termo; e vendo hoje que Vmc. d pu-
blicidade urna carta vioda d'alli, a qual pode
ter sido escripta pelo mesmo Sr. communicante,
venho dizer algurua cousa a proposito della s
pelo cumprimento da minha palavra ; porque is-
so de nenhum modo se faz mister a bem do ma-
gistrado, que ttaiQoeira, capciosa e intrigante-
mente se procura desconceituar perante o pu-
blico.
Quando a reputadlo de um magistrado ata-
cada com a prova dos seus actos injustos ou cri-
minosos, ella corre, sim, o risco de perder-se, e
urge ser defendida ; mas quando accommettida
por meras patarras infectadas de vioganga, ten-
dentes a insinuar no espirito publico indigoaco
e despeito, sem prora a mais sublil, para arrimar-
se ; quando essas palarras sao proferidas sombra
mysieriosa do anonymo, fetindo treicoeiramente,
como o punhal do sicario, e indicando que o que
as pronuncia um vil embustelro ; quando o que
as profero como a fera covarde que se agacha
entre as moitas para estallar pelas costas o in-
cauto que passa, o aggredido nao ba mister de
justiOcar-se, porque todas estas considerecoes que
as proprias iosidiosas aggresses fazem nascer no
espirito, battam para o salvar de toda a imputa-
gao criminosa. O que conrem em taes casos fa-
zer confiar na illuslraco e no criterio "da opi-
niao publica, que rai descobrir o embuste sob
qualquer forma que elle tome, sem precisar que
oioguem Ih'o aponte, deixar que o cao ladre
livremente A la (eu pois os deixarei, como judi-
ciosamenle o tem o meu amigo o Sr. Dr. Gerva-
zio.)
O aulor da carta, e bem assim o do communi-
cado transbordam-se de cholera, e nao por tal-
la della que nao procedem legalmeote contra o
juiz municipal ; mas porque o nio lem feito ?
Ou que elles nada teem que allegar em abono
do que dizem, ou que tanta cousa leern que se
confundem e nao sabem explicar-se: esta se-
gunda nypolhese digna de riso...
Tudo est preparado para levar ao conhecl-
mento do publico e do governo geral as arbitra-
riedades e vingangas que o juiz municipal tem
praticado ? { Nao vio sacodir lama para ci-
ma de sorte quo lhes caa depois oa casa ) aguar-
dem-se ; a punigao fulminar o crime e todos te-
rso pasto para a sua vinganga.
O homem de carcter nobre nao desee espi-
nagem embugada e miserarel do autor dt carta
anonyma ; sabe apparecer com a fronte erguida
para fallar aos olhos de todos, porque nao tem
que corar do que diz :.a traicio e o embuste sao
obras somente do miserarel!
Eu pego perdo ao meu respeilavel amigo o
Sr. Dr. Gervazio por ler ido contra o seu propo-
sito de nao dar respostas a quem por si meamo
se mostra indigno dellas : guardarei silencio tam-
bem.
20 de fevereiro.
M. P,
dezembro
&rrespoiaeibias#
r-
Sri. uddeioret.Nio tendo en me ditiiido em
Nazareth, 15 de fevereiro de 1862.
Srs. redac'ores.Vou com toda altengao e res-
peito communicar-lhes um dos mate atrozes Tac-
tos acontecidos na noite do dia 14 de fevereiro do
prosete.
Ei-lo :
No dia 14 de fevereiro do presente anno pelas
7 a 8 horas da noite pouco mais ou menos, o Sr.
sargento do destacamento de primeira lioha ora
residente nesla desJitosa cidade de Nazareth, viu-
do fazer urna priso em urna das respectivas ras
desta cidade, e chegando ao lugar do seu deslino
para prender um rapaz que neale mesmo dia 14
tinba-se encontrado com o subdelegado desta ci-
dade, e perguntando esta de que parle era, spre-
sentou-lbe o dito rapaz os seus documentos em
prova de ter elle dado baixa de primeira linha, e
como elle fosse do conbecimento do subdele-
gado desde a sua teora infancia, o qual sendo
verificado sem crime algum passou o restante dn
da percorrendo a cidade at que emfirn desen-
volvendo-se Diaona, e rompendo as negras nu-
vens orienlaes, veio-nos assomando urna alegre
e risonha noite, que estando todos os cidadaos ao
deleite de seus lares, gozando de urna perfeita
tranquillidade que a diaphana Phebe nos promet-
tia, fomos de improviso sorprendidos pelo sar-
gento de primeira liohs, o qual vindo fazer urna
priso injustamente mandada pelo subdelegado
Chiculo, que sem se informar de cousa alguma,
somente por um ouvi dizer do cojo ssrgenlo, que
na roa do Jui desta cidade, ouvio elle estar se
fallando mal do nome do subdelegado Chcalo.
Este senhor sem de nada se iaformar, em lugar
de mandar chamar o Inspector para delle verifi-
car se era verdade o que lhe disse o sargento,
pois dizeodo elle que o inspector eslava presente
na occasio em que eslava se fallando mal do
subdelegado Chcalo, o qual sem mais se infor-
mar de nada, obrou com arbilrariedade de man-
dar ama escolta acompanhada com o sargenio, o
qual foi causa de dar-se os casos mais funestos,
pois o Sr. subdelegado Chicuto nao pedia pren-
der um homem somente porque dlzia que no
tempo da infancia ou meninice folgava com elle
moudo em cirneiro, dava-lhe com o chicote e
jogava cebegadas.
Seria telo um crime eapaz de se obrar com o
absurdo que se obrou? Seria desacreditar sua
pessoa urna aaneira do tempo da infancia, urna
asneira que esteva tratando o dito rapaz? Ser
por acaso sffrontir sua autoridide ? Ser igno-
minia para sus familia? Responda-meSr subde-
legado Chicuto. Seria teto crime que mais o
affrontasse? Eoto nao poderemos recitar urna
historia do pasudo? Em que tbe offeudeu telo ?
Se isto lhe offeode eolio mande tapar a
daqaeiU homem que MsttBgii assim,
quaousiram, e eniaod'aquipor (Hfmte
!__
eu que
iw*tomm>6iii.
dea
pe^eetirao em
joalai, insultos t
o sargento de pri-
comi
do sargento ti
Hco-*6n*Ho
lempo dedespotisr:
gritas, como Vmc deu com
njei
iHSbl verdade ai foi tpplaudido por
V. S. etM escolta. Porm, se o'governo da
provincia nao lomar alguma providencia-a tal res-
peito, Nazareth, esta desolada cidade, ser em
breve tempo Ibeatro de funestas consequencias,
que tal vez quando o governo queira refrea-la j
nao seja mais lemporpois to grande e inve-
terado o odio que con/ebeu ene torpe sargento
sobre o iofeliz povo desta miseranda.cidade, que
todos os habitantes ou serio victima as mos
delle, ou elle oas mos dos habitaulas.
Neste mesmo dia 14 presencie! o triste espec-
tculo deite militar, que como nao vio ou nio
quiz por covardia preodeco mencionado rapaz do
qual j fiz mengao, porque nao lbe achasse cri-
me digno de o prender, pois elle estin presente
deade o principio da commogo al o fim, e ain-
da o estere no mesmo lugar duas horas ao de-
pote deata desastrada diligencia. Este atroz mi
litar langou mo bayoneta junto eom seus sol-
dados, e firmou-a sobre o urubigo de um rapaz
que ainda leranlou urna empela, nio tendo o ra-
paz a menor culpa.
O inspector de quarteiro que eslava presente,
rendo aquella to funesta acgo deste militar, foi
em soccorro do rapaz, ainda que de menor idade
e seu primo que era.
O inspector de quarteiro Joaquim Jos Seabra
foi se moltendo de permeio como quem ico lia,
e pegando com a mo na bayoneta para que nao
ferissem aquelle innocente, que sem fazer acto
de resistencia foi atacado a ponii de bayoneta,
disse ao sargento : Oh I nao malera o rapaz 1
nao faca tal, Sr. sargento a quem Vmc. procura
nao esle I Baslou isto. seohores; parliram com
tal furia como rapias sobre o inspector e o;pren -
deram, o qual modeatamenle se entregou pri-
so, sem proferir urna s palavra oem fazer a me-
nor resistencia ; mas, esle militar com os da sua
comitiva partiraru como lobos raivosos sabr o
innocente inspector, obrando cora a maior preci-
pilsgo, deram-lhe tres quatro pancadas de
bayonetas, porque o inpector quiz defeoder o in-
nocente rapaz ; porm, que essas pancadas foram
dadas de prevengao para satiafazer a rontade de
urna concubina residente oesta ra por nome Haria
Ajudaute, e urna sua soorioha, urna das quaes
tendo odio ao inspector por causa de servigo
policial, e este infame sargento sendo seu quar-
tel a casa desla rameira, como o publico tem
presenciado, por isso julga-se ter sido elle exci-
tado por ellas para viogar as suas paixoes, dizia
o sargento que coubecia o inspector na occasio
em que se aproximou o subdelegando.
Oh I muilo me admira .Sr. sargento Vmc. nio
conhecer o inspector na occasiio da priso em
que elle disse que aquella priso pertencia a elle
inspector fazer, pois que eslava presente, e como
o Sr. sargento disse perante todos que o inspector
nao era nada, que lerarn-se ponta-pes, e como
diz agora que nao oconhecis, quando vio o caso
mal parado? onde presenceoa o triste lgubre
desta terrivelscen mais de sessenta homens, que
lodos esli prestes para testeraunhar a innocen-
cia do inspector, onde o tumulto ia crescendo a
cada momento que se nao chega instantneamen-
te o subdelegado era capaz de haver urna agua
suja, segundo o murmurio que reinava em todo?,
por parte do inspector, o qual se conheciaeober-
to com o manto da innocencia e a capa da ver-
dade.
Para que Vmc, Sr. sargento, quaodo vio que
a cousa j nio eslava boa, formou a sua gente
com as bayonetas caladas ? Para que Vmc. pre-
endeu om fo desnegarse que nao tinha espan-
ado com pancadas de bayoneta o innocente ins-
pector, dizendo que tal caso nao tinha aconteci-
do, onde teslemunhou o caso mais de 40 a 50
homens ? I Querendo Vmc provo com lodos : e
que ao depois foi crescendo O tumulto, e chegan-
do gente de refresco, em termos de haver all
mortes ererimentos, tudo por sua causa, Sr. sar-
gento ; e sendo toa*o povo por parte do inspector
que um homem probo, sensato e modesto, ca-
sado e com familia que todos a amara; estando
nesta occasio purgada de um grande ataque de
cholerina, a raulher do inspector, e sendo este
acootecimento succedido, quasi com pouca dif-
irenos, na porta do inspector, oa distancia de
dez passos, e que a doente, mulher do inspector,
preseoceando este lastimoso espectculo contra
seu marido, sa'hio do seu leilo chorando com as
mos na cabega, e querendo correr pelas porlas
afora em defeza de seu marido, qae com effeito
correra se nao tosa repellida por urna sua cu-
nhada que a sosteve.em termo de eodoudecer ou
de ter urna grande recahida, que s nio leve por
milagre da Providencia ; sendo Vmc, Sr. sar-
gento, moostro de tanta crueldade, estou curio.
senhor, que Vmc. o moostro mais cruel do to-
do o mundo, pois teoho com quem provar que j
se tem visto Vmc. um tanto toldado de aguarden-
te ; porm estas insolencias s se dio em Naza-
reth, onde qualquer um quer ser grande, sem
ser : Qndarei com a vrsificagio seguiote. Ei-la :
Estamos com o absolutismo
Com o de3Contentamenlo '
Dever um prfido sargento *
Ccberto de egosmo
Provocar o despotismo.
Tiremos o Capislraoo
Que alropelou o povo
Temos hoje em dia de novo
Um sargento deshumano
Que tem feito grande damoo.
COlf MJfcClO.

Barca, portuguezi
, carregaram
Mor i para o
Praca do Recife 22 de
fevereiro de 1862.
Vs quatro uoras da tarde.
* f.otaces da jauta de MPFetores.
Nio houveram colages.
J. da Cruz Macelopresidente.
John Gatissecretario.
Al fandega,
Rendmentodo da 1 a SI. .
dem do dia 22 ,
529:136*611
21.805J713
W
^ to desonza Baili.^2 Ufficlimtii
robas de isiucar e 2 saceos com aWseSas
libras de arroz pilado ;
stheas e Rodrigues- 150 saceos co*;f50 sr-
robas de asaucar.
Patacho portugus Urna,'para liba de S.
Miguel; carregaram :
102o- do Reg Lirai & C. 22 meios de sol f
Jos de Medetros Torres 3 meios de sola,
218 wiras, e 21 libras de essucsr.
Heoebedurla de rendas Internas
**"ea de Pernamnneo
Rendmentodo da 1 a ti. 26:382#627
(dea do dia 28......3:342J19S
29:7245823
Consulado provincial.
Rendimsoto do da 1 a 21. 87:5W|317
dem de dia 21. .... : 5:462383
93:031*700
PRAQA DO RECIFE
S* DE FEVEREIRO DE l8S
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios Sobre Londres saccou-se a 25
3(4 e 26 d. por lj> rs., sobre
Pars de 363 a 365 por f:, e so -
bre Lisboa a 106, regulando os
saques da semana por f 30,000
sobre o Rio saccou-se dla
2 por ceoto de descont.
Algodo O escolhidodesla provincia ven-
deu-ie de 119600 a 11&800 rs-,
a o regular a I1J400 rs. por
arroba J o de Maiei posto s
bordo a 129 rs., V o di Para-
hibi a 129300 rs.
Assucar----------O brinco veedeu se de 23&00 a
39700 rs., o smenos de 2&650
e 29750 rs.; mescavado pur-
gado de 29250 a [29500, e'o
bruta de 29 rs. a 2}100 por ar-
roba.
Agurdente Vendeu-se de 509000 a SSffMO
rs. a pipa.
Couros- Os seceos salgados venderam-
se de 190 a 200 n. a libra.
Arroz- Da Indi vendeu-se de2j600 a
29800 ss., e o dn Maraoso
de 3J00O a 39200 rs. por ar-
roba.
Nao ha do Eslreito, e o de Lis-
amarello dn
Kel ou neTasrr......
MUno .........
o brasil ......
redras do" amolar .
dem de filtrar < .
dem rebolo ......
Pissava........
Pontas ou chifres" d'e vaccos e
riovilhos .
Pranches de
dous custados.
dem loaro. \
Sabio.....'
Salsa parrilha .
Sebo em rama.. .
Sola ou vaqueta .
Taboas de amarelloj
dem diversas .
Tapioca ....
Travs.....
nhas de boi ,
Vinagre ....
Alfandega de Pernambuco 22 de fevereiro de
Approro.(Assignido.)Barros.
(Asiignado).O primeiro cernironte, Clemen-
te Jes Ferreira da Costa.O segundo cooferente,
Joi Mara Cesar do Amanl.
Conforme. o 3. eeeriptararlo, Joo Duarle
L. Honleiro.
Movimeilto do pono.
caada
arroba.
quintal
urna
>
-
molhos
cento
orna

libra
arroba
>
urna
duzias

arroba
urna
cento
caada
39000
I69OOO
88000
ICO
25&O00
5SO0O
2?600
1049500
709000
39200
89000
$320
9280
Or. Tfisttc
Dr. TrisSo (TtTAIeocar ATwlpfc-oulcUi da iea-
peNil orden da Rosa juiz 0% direilo espeesM
do commorcio deata cidade do Recite daVer-
nimbuco -e seu termo, por S. R. imoerial
constitucional o Sr. D. Pedro II/iThTem Deuar
guirde, etc.
Pago saber aos que o presente edital viren er
delle noticia tiverea, que to dia 24 de fevereiro
se ha de arrematar per venda quem mal dr
em praga publica deste juzo, na sala doi audito-
rios, s parte de um sflbrido si* ha ra de Santa
Ktla n. I, lendo 3 janellas na frente para cdV
lima das ras, tanto de Santa Rita, como de Sec-
ta na Nova, janellas no oito e no sota, cora
?- nn.q177,^4!C0Ta eo^ha, ivalijda dilaast-
i.PO-i4:7J2SO'- 8,lUdl Perneante Joeet
Joaquim de Ol.veira, e yj fr praga por execugic*
que lhe movem Barros $9Uva. %
E nao havendo laogador que cubra o prece da
avallegao, a arrematago-eerir feita pelo vlor d*
adjudicago com o abatimento da lei.
E para que chegue ao eeohecimento de todo
maodei pessor editaes que serio publicados pela
imprensa e affixados nos lagares do colume.
Recife 28 de novembro de 1861. Eu, MaoeL
Miria Rodrigues do Nascimente, escrlvSo o sut>-
screvi.
Declaro que vai ser assignado- pelo Dr. juiz der
direilo da Ia vara criminal em exercicio da dov
especial do cornmercio Bernardo Machado da Cosr
la Doria. Eu dilo escrivio o deelarei e escrevi.
Bernardo Maehade da Costa Duna-
Azeite doce- -
a 1(000 rs.
a 89500 rs.
a 29500
!Kio Grande
s., Bxando
3,000 ar-
ork. 189 rs
s. fraoceza,
Picando em
as da pri-
onda, 1,000
a quarta, e
550.942J3^
Moilmenlo da alfandeara
velumes entrados comfazendas..
> ora ganaros.. 301
Volamos sahidos com fazendas.. 162
a > com gneros.. 250
301
411
Descarragam hoje 24 de fevereiro.
Barca ioglezaIadoocarvio de pedra.
Brigue portuguezFlorindamercaduras
Brigue braslleiro velozcharque.
Briuue brasileiroJoven Candidomercadorias.
Brigue brasileiroAlmiranteidem.
Exportado
Do dii 21 de fevereiro.
Brigue ioglez Jfary, para Liverpool, carrega-
Phipps Brothers &C. 23saccas com 134 ar-
robas de algodio.
Brigue inglez Marsalla, para Harselha ;
carregaram :
N. O. Bleber & C 600 saceos com 3,000 ar-
robas de assucar.
- Patacho hambarguez Columbus, para o Ca-
nal ; carregaram :
55l1!J,Dn Ir8# c- tff coaros seceos com
4:270 iibras ;
Domingos Rodrigues de Andrade 91 ditos
cora I:54S libras.
. Barca americana Richmond, para o Rio da
Prata ; carregaram :
Johnstota Pater & C. 250 barricas com 1733
arrobas de assucar.
Brigue hespanbol iVbo-J'arffn, para Bsr-
cellona ; carregaram :
Aranaga Hijo A C 143 eaca com'72$ arro-
bas de algodo.
Brigue portugus1 Comanle, para. Lisboa ;
carregaram :
Denasaosj Rodrigues de Andrade 39 saceos
com MsTarrobss de gommi ;
Joio Baptista de Oliveira TOO saceos con
1:500 arroba*.daaisucar.
aortuguez BcllaFiguelrentek pala
"larsm :
Ktfdttsl!&&>F'tiu>-'
arri
boa vendeu-se a 3$RO0 rs. por
galio.
Bacalhio- Consta qne negoCiou-ae
149200 rs por bar
regameoto para o
neiro.Retilhoa-ie d 139 a 159
rs. a barrica ; ticar do em ser
8,500 barricas.
Batatas Venderam-ie de 800
por arroba.
Caf------------------Vendeu-se de'7200
por arroba.
Cha-------------------Vendea-se de 2(200
por libra.
Carne secca-------Relalhou-se a do
do Sul de 4S a 59
nicamente em ser
. robas.
Caivao de pedra- Consta se negociara um car-
regamento de 282 toneladas a
149 rs. a tonelada.
Cerveja-----------Vendeu-se de 4950fl a 6(800 n.
a duzia de garrafas.
Fannha de trigo-Retalhou-se de 179(K)0 a22(000
rs. por barrica de ifhiladelphia,
2Sg rs. de New-
heapaohola, 20(
e 289 de Trieste ;
ser: 18,000 barr
mein, 1,200 da se
da terceire, 3,200
5,000da quinta, ao todo 23,400
barricas.
FolhadeFiandres-Vendeu.se de 211 a 239 rs. a
caiga.
Louca--------------- Vendeu-3e a iogleza ordinaria
com 285 por cento sobre a fac-
tura.
Maoteiga A frauceza vendeu
V 600 rs. a libra, e
~O n., fleando
. 1,200 barris.
Massas- Venderam-se a '
Oleo de linhaga- dem a 29OOO rs. 1
Passas--------------Venderam-se a 7(
Queijos------------Os flamengos vedderam-se de
2(200 a 29800 rs.
Taboado-----------A ultima venda
289 a duzia.
Toucinho----------- O de Lisboa vend^u-se a "$500
rs. por arroba.
Vinagre------------O de Portugal
1209 a 130*000 n
Vinho -------------O de Lisboa vendeu-se de 2409
a 2809 rs. a pip, e de outros
paizes a 236(000 r?.
Velas As de composicio venderam-se
a 700 rs. a libra.
Fretes----------- Para o Canal a 55 Para Li-
verpool a 45, pelo assucar, e
3/4 por libra de algo dio.
Descont O rebate de lettrls regulou de
10 115 por cento ao anno, des
contando a caira cerca de du-
zentoscontos a 10 por cento ao
anno.
-se de50 a
a iogleza a
em deposito
'9000 rs.
galio,
rs a caixa.
regulou por
endeu-se
a pipa
de
Navios entrados no dia 22.
Penedo3 das hiate brasileiro Dous lrmos, de
64 toneladas, capitao Joaquim Jos da Siivei-
ra, equipagem 6, carga milho, arroz e familia
de mandioca ; a Martios Irmaos.
Navios sahidos nq, mesmo dia.
Rio Grande do Sulpatacho brasileiro Guarany,
capilio Mathias Ferreira Braga, carga assucar
e outros gneros.
dembrigue brasileiro Algrete, capitao Fran-
cisco de Assis Googalves Peona, carga as-
sucar.
Rio da Pratabrigue hespaohol Dous de Janeiro,
captio Jayme Sizi, carga assucar.
Canalbriguedinamarquet Carolina, capitao A.
Von Appen, carga assucar.
MarseilleBriguejfrincez Belhy, capitio Blal,
carga assacar.
Aracatyhiate brasileiro Exalarao, capitao
Trajaoo Anlunes da Costa, carga faiendas e ou-
tros gneros.
Navio entrado no dia 23.
New-York37 dias, hiate americano /. Darling,
de 242 toneladas, capilio H. W. Peony, cqei-
pagem 8, carg 1,600 barricas com fannha de
trigo e outros gneros; a Saunders, Brothers
& C.
Nao houveramsahidas.
dades. Valores,
cento 19000
caada 9320
(320
9300
(40
> 9500
roba 2(870
11(500
1(000
2(800
2(000
39IOO
495OO
inada 19000
19600
19280
roba 9500
ALFANDEGA DE PERAM BUCO.
Pauta dos pregos dos gneros si jeitos a direilo
de exportagao." Semana de 2 a 29 do mez de
fevereiro de 1862.
Mercadorias. Un
Abanos.....: .
Agurdenle de cana. .
dem restilada ou do reino. .
dem casaca ...... .
dem genebta......
dem alcool ou espirito de
agurdente ...... .
Algodio em carogo ....
dem em rama ou em la. .
Arroz com casca.....
dem descascado oa pilado. .
Assucar mascavado ....
dem branco .......
dem refinado......
Azeite de amendoim ou mon-
dobim........
dem de edeo......
dem de mamona.....
Batatas alimenticias ....
Bolacha ordinaria propria para
embarque.......
dem Qna........
Caf bom.....;
dem escolha ou restolho .
dem terrado......
Caibros........
Cal. .... ....
dem branca ,.....
Carne secca charque. .
Carvo vegetal......
Cera de carnauba em bruto. -.
dem idem em velas. .
Charutos. ......
Cocos seceos. ......
Couros de boi salgados .
dem seceos espichados. .
dem verdes......
dem de cabra cortidoa _. .
dem de onca. ...*..
Doces seceos......
dem em geleia ou massa .
dem em calda. .
Espanadores grandes. .
dem pequeos .....
Esteiras para forro ou estiva do
navio......: .
Estoupa nacional.....
Farinha de mandioca. .
dem de arareta ....*.
Peijao de qualquer qualidade.
Frechaes........
Fumo eos folha bom. .
dem' ordinario ou restolho.
dem em rolo bom .
dem ordinaro restolho .
Gomma i -^ a
Ipecacuanha tr1^'
Lenha om actas
toros. ..-. -
Lenhas eateW. m $(000
109000
S
ts
I
Horas.
n
n 3g
i' H
Almosphera.
.* - " 1
a v w ! en P3 fireccaoi
93 ^ y.
_ 0 - H
* 0
o ?-
Cisterna hydro-
metrica.
Oeciaira?6es.
o
09
rs
PS
H
n
c
99
o
r
o
.
O
-
A nono de agoaceiros, veoio variavel de in-
tensidade do quadranle do SE e assim amanhe-
ceu.
OSClLAgXO DA HAR.
Preamar as 9 h. 32' da tuanhia, altura 54 p
Baixa-mar as 3 b. 4i* da larde, altura 2 'p.
Observatorio do arsenal de marinha 22 de
vereiro de 1862.
ROMANO STEPPLE,
Ia tenente.
fe-
Sdiiaes.
Pela contsdoria da cmara municipal do
Recife, se faz publico que o prazu marcado para
pagamento do imposto, de estabeleclmenios .do
1 do correte ao ultimo de margo vindouro, e
aquellea que nio pagarem dentro do prazo mar-
cado, ficam sugeitos a respectiva mulla.
Cuntadoria municipal do Recife 19 de feverei-
ro de 1862.O contador, Joaquim Tavares Ro-
dovalho.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 15 do correte, manda
fazer publico, que po dia 27 deste mez vai nova-
mente praga para ser arrematado a quem mais
der, o imposto de 10 por cento sobre a renda dos
termos oceupados com o planto do capim oeste
municipio, avallado annualmente em ris........
3:0009000.
A arrematago ser feita por tempo de trintae
tres mezes, contar no 1" de oulubro de 1861
30 de junho de 1864.
As pessoas que se propozerem aesla arremata-
gao, compreosm na sala dassessoesda junta da
fazaoda da mesma thesouraria, no dia supramen-
cionado, pelo meio dia, e competentemente ha-
bilitados.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 17 de fevereiro de 1862.
O secretario,
Antonio Ferreira d'AuounciagSo.
Pela iospeegio da alfandega se faz publico
que no dia 25 do correte mez, a porta da mes-
ma repartigao, e depois de meio dia se hio de
arrematar seis barricas da marca R diamante con-
lendo 48 duzias de garrafas com agoa de soda,
seis ditas da mesma com 48 duzias de garrafas
com limonada!, todas no valor de 3849 vindas de
Southamptoa pelo vapor Inglez Magdalena.
Duas ditas sem mara com 320 latas com carne
em conserva, no valor de 1749400 rs. vindas de
Liverpool no brigue inglez Cinhia, e abandona-
das aos direilos por Viiow Raymond & C. 4a
secgao da alfandega de Pernambuco, 22 de feve-
reiro da 1862.O 1 escripturario, Firmino Jus
de Oliveira.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da resolugio da junta
da fazenda, manda convidar aos proprieiarios
abaixo mencionados, a entregarem na mesma
thesouraria, no prazo de 30 dias, a contar do dia
da primeira publicagio do presente, a importan-
cia da quota com que devem entrar para o cal-
gameoto da rus do Cabug, conforme o disposto
na lei provinciil o. 350. Advertindo que a falta
da entrega voluntaria ser punida com o dupla
das referidas quolas, na conformidade do art. 6.
do regulamenio de 20 de dezembro de 1814.
Numera 2 Jos Peres da Cruz e br-
denos de Jos Gomes Villar
Os mesmos
Jote Antunes Guimares
Francisco Jos Teixeira
Bastos
O mesmo
Ordem terceira de S. Fran-
cisco
RecolhimeVo da Gloria
D. AguidaaBenborioha Pe-
reire #
Jos Braadla da Rocha
Joio Antotto Carpinteiro
da Silva
> ? Irmandade do SS. Sacra-
mento do balrro de Santo
Antonio
9 dem idem
11 dem dem
4
6
8
10
12
14
16
*8
5
4899000
6O9OOO
459000
6O9OOO
45t0O0
909000
120(000
2709000
1719000
E para constar se mandou
publicar peto Diarto.
Secretaria da Ihesoun
nambuco 13 de fevereiro
CoDselho adminislraYo.
0 conselho administrativo para' fomecimento
do arsenal de guerra lem de fazer o f<.rnecime*ia>
dos menore do arsenal de guerra, nos-mezes da
margo e abril prximos vindouros.
Pao de 4 ongas, bolachas, assucar refinado a*e>
2" sorte, caf em grio, cria bysion, msnteig*
franceza, carne verde, dita secca, bacalhio, ar-
roz do Maraohio, farinha de mandioca de primei-
ra qualidade, feijao preio ou mulatinho, touci-
nho de Lisboa, azeite doce de Lisboa, vinagre da
Lisboa.
Quem quizer fazer o fornecimento cima decla-
rado aprsente as suas propostas em carta fecna.-
da na secretaria do conselho, s 10 horas da ma-
nha do dia 26 do corrente mez.
Sala das sessdes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra. 19 de*
fevereiro de 1862.
fleno Josi Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interine ,
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para forneeimenta
do arsenal de guerra, tem de comprar 01 objectoa
seguiotes :
Para prorimeoto do armazem do arsenal de
guerra.
5 arrobas de cabo de lmho brsnco de 1 pelle-
gada e 1 quarto.
40 quintaes de ferro em barra de 1 lr2 palle-
gana.
25 quiolaes de ferro quadrado de 5 oitavo?.
10 quinlaes de ferro em verga de varanda.
16 duzias de limas chatas de 14'pollegadss.
5 lenges de chapas e ferro (bom) dV-i a 30
libras.
Para o hospital militar.
50 pares de meias de lia grossa.
50 barretes de la.
. 6_panellas de ferro com lampa, sendo 2 de 19
gales, 3 de 8, e 1 de 6, forradas de percellanr.
2 cassarolas, sendo 1 de 8 gatoes, e 1 Je 6,
forradas de porcellana.
2jarras grandes de barra.
.Quem quizer vender taes objectos apresenta
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 26 dov
orreole iez.
Sala das sesses do coneelho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 19 da
fevereiro de 1862.
Benro Josi Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Companhia pernambuca-
na de vapores costeiros
De ordem do conselho dedirecQao sor
convidados os Srs." accionistas da Com-
panliia Pernambucana a se reunirem
em assembla geral no dia 22 do cor-
reute, ao meio dia, na sala da associa-
co commercial, para llies ser presente
o relatorio e balanQO animal. Recife
14 de fevereiro de 1862.O g-jrente,
F. F. Borges.
De ordem superior a subdelegara da fre
guezia de Santo Antonio faz publico que a boti-
cas da dita treguezia, de hoje em dianle per
roaueccrao abertas al meia noite,' sendo que
urna se conservar aberla at amarillecer o ois
pela ordem que se segu :
De 22 para 23 do rorrete, ra larga do Ro-
sario Joaquim de Aimeida Pinto ;
De 23 para 24, na mesma ra Bartholomea
Francisco de Souza ;
De 24 oara 25, ra do Cabug Joaquim M.
da CruzCorreia & C.;
De 25 para 26, ra Nova ^Jos da Cruz San-
ios ;
De 26 para 27, largo doCirmo Braz Marcel-
lino do Sacramento ;
De 27 para 28, ra DireitaFrancisco AatoBio>
das Chagas ;
De 28 para o Ia de margo, ra do Raogel
Antonio Joaquim Dias Hedronho A C ;
Do Io para 2, largo do Livrantento vura
Cunha ;
De 2 para 3, ra do Quemado Jos Alves R-
beiro ;
De 3 para 4, ra do Imperador Antonio Jo-
s de Abreu Ribeiro.
Recife 22 de fevereiro de 1862.
O sobdelegado supplente
Manoel Aniooio de Jess Jnior.
THEAlTRO
Santa
Quarta-feira 26 de feYereir de 182_
Primeira representagio da companbia dramtica.
e juntamente da compinhia arcrobata, recea
temente chegada i esta capital.
Logo que a orchestra tiver executado a bri
lhante ouvertura,
A partida do marmheiroy,
Mr. Freir, com a sua companhie. dar principia
ao espectculo pela maoeira seguiote :
Primeiro quadro.
C0*DA FORTE H0MS0NTAL.
Na qual o oven Lindo-Amor, de4anoosd
idade, executar difneeis evolugdes. que muito
tem agradado na capital do imperio e mais pro-
vincias onde tem trabalhado, por seren execu-
ladas em to tenra idade.
Em seguida madima Freir, sobre a mesma
corda, dansar um difflcilimo passo com rcusic*
e trajea anlogos, termioindo por difceis e ir
riicidoa equilibrios.
Segundo quadro,
Primeiro acto do drama
ESP1M.0S E FLOMS.
Pela compeahia dramtfta.
frceiroqaadro.
YNktfte enequlpolse. execotada pot Ir.lisV
NWjO.vea Albert.
-Quart0|gpit4roo
Segund iato do irania.
------------



"

3C
WS PERHAMBCO SEGUHDa M-IfiA 24 GC fHvttftBIRO DK 4tt2.

FllltldO-
Te
Quinto quadro.
OS JOGoflfcARIANOS I ARCROBTS.
Execulados por Mr. Freir, jovan Albert, ma-
demoiseiie Cuoline e ojoten Hyppolit, dletin-
le o joven Lindo-Amor.
Sexto quadro.
i ultimo acto do drama.
imo quadro.
os voosf ariosWa corda volante.
Executados por Mr. Freir, e terminando pelo
Woinho infernal.
E'ete o espectculo que as duascompanhias
m assaciaco apresentam ao respeitavel publico
desta capital, do qual espera a costumada bene-
volencia e proleccao.
' _______ Priocipiar s 8 hora.
W

BAILE
CASSINO POPULAR
ZS^iSLSL^i*H "?, *! JK?"a:lf&."'.?. M!r*. 3 poiui.no
endase (Knheiro a frete at e da da sabida s
I horas de tarde : agencia ra da Cruz n. 1, ee-
crptono de Antonio Luii de -Oiiveira Azajmdo
Para o Ass
com escala pela Parahiba e lio Grande do Norte
o hiate Jaguar-ibe, de primeira marcha, e nal
tem excellentes commodos para carga e passa-
geiros e pretende sahir al e flm do correte
a tratar na ra doCrespo n. 14 ou a bordo de-
jronte do caes do Ramos
Para
DE
MASCARAS EPHANTASIA
so
MAGESTOSO SALAO
DO
PALACETE DA RIJA DA PRAIA.
Sabbado, 1* de marco.
A sociedade Cassino Popular, tem a honra de
annnunciar ao respeitavel publico, que o Io baile
dos olgares do prximo
Carnaval
teta lugar na da cima mencionado, o qul ser
com mascaras e sem ellas.
A sociedade nao pretende occupar a atteoco
publica com grandes promessas, portento limta-
so ern affirmar que tem empregado os meios pos-
areis, aflm de que os bailes do Cassino, este
anno excedan ern sumptuosidade e brilhaotismo
a todos os que all ae tem dado e que correspon-
dam a civillsaco e rpido progresso da linda
Vneta Americana.
O crdito de que goza este bem conhecido es-
tabelecimenlo, a boa ordem qne nelle costuma
reinar e filialmente a affabilidade e fina educa-
cao dos cavalheiros que o costumam frequeolar,
dispensa-nos de reeom mendaces ao publico com
pomposos aonuncios.
Ser mantida a boa ordem e observadas os dis-
posiQdea do regolamenlo interno, approvado pelo
Illa). Sr. Or. chele de polica os quaes permittem
que o segredo dos mascaras seja inviolavel salvo
aquelles que se nao portarem segundo as regras
de ct'ilidade e dosboos costuraes.
Os car toes de ingresso estaro expostos venda
no pavimento terreo do mencionado palacete, no
dia do baile. Para damas, gratis ; para cavalhei-
ros, 29000.
Rio de Janeiro,
a barca nacional Amelia pretende seguir cem
muita brevidade, tem parle de aeu carregameato
a bordo ; para o resto que lbe falt, trata-se
com os seua consignatarios Antonio Luiz de Oii-
veira Azevedo & C, no seu escriptorio, ra da
Cruz n. 1.
Para o Porto.
Segu ern poucos diaa a barca portugueza
Flor da Maia, por ter parte do seu carregamen-
o prorapto ; quem quizer carregar oa ir de pas-
tagem, dirjn-se ao consignatario do mesmo em
seo escriptorio da ra do Apollo o. 43, segundo
andar.
Carreiras e brinquedos
* de anneis sobre cavallos
de madeira, no caes 22
de Novembron. 12.
Este divertimenlo que tem obtido completo xi-
to, tanto na Europa como na cora do Brasil, co-
mefar a ser exposto ao publico desta cidade, de
domingo (24) em diante, todos os das. Cada pes-
soa ao entrar, dever muir se do competente
bilheto, que custar 200 rs., e dar direito a urna
corrida e urna parte no jogo de anneis.
Atsqs martimos.
Para Lisboa
sahir com toda a brevidade o brigue portugnez
Constante, capiao Augusto Sirios dos Res
visto ter prompta a maior parte do sen carrega-
niento : para o restante e passageiros, para os
quaes tem excellentes accommodacoes, trata-se
com Manoel Ignacio de Ollvaira & Filho, largo do
Corpo Santo, no escriptorio, ou com o capito na
praga do commercio.
REAL IMPAMIA
DE
Paquetes inglezesa vapor
Al o dia Io de margo prximo vindouro es-
pera-seda Earopa um dos vapores desta com-
panhia, o qual depois da demora do costume se-
guir para o Rio de Janeiro tocando na Bahia,
para pjssagens etc. tratase com os agentes
Adamson Howie 4 C na ra do Trapiche Novo
n. 42.
Para Lisboa.
O brigue porluguez Bella Figueirense, capi-
to Jos Ferreira Lessa, pretende sahir at o tlm
da presente semana por ter quasi completo o seu
carregaraenlo : para o restante e paasagsiros,
para os quaes tem excellentes commodidades,
trata-se com F. S. Rabello & Filbo, largo da As-
sembla n. 12, escriptorio.
terreo e tjanella* de frente em cada um andar,
costaba (ora, quintal com eatribaua, qterlos!
cacimpa etc. *^
TJma casa larrea na Ira-v'eeaafte g, Pedro n. i.
fuir, coa 2 salai, 3 qurtoe, coiioha, quintal
e cacimba.
Trea partes de um sobrado de um andar cor-
respondente a quati metade do seu valor na ra
de Mitas o 66 em cbo foreiro" co lo de
vivenda. quintal, cacimba etc.
Sabbado 1* de marco
oo Mortptorio do referido agente, na ra da Ca-
dea do Recito, ao meio da em pomo; e decla-
ra-aequeaoouociado esta leilio cora una an-
ecedencia para dar lempo a que os pretenden-
ea veoJiam examinar a inteira tegalidade dos ti-
lulos, no escriptorio do indicado agente, que
desde j se oferece a exhibi-los e a dar os es-
clarecimentoa neceaaarioa, e para que oa mesmos
preteodentea possasn examinar previaaente o
estado e bondade dos ditos predios
LSlLO
A 26 do crrente.
Matheus, Austio 4 C. faro leilo por nter-
vencao do agente Oiiveira e por conta e risco
de quem perlencer, de cerca 450 barricas de fa-
rinha de trigo da marcaDiamondprimeira
sorte avariada a bordo da barca americana
Agelia, capitao Kerlio, oa aua recente viagem
procedenle.de Philadelphia para este porto
Quarta-feira 26
do correle, aomeio dia em ponto, em seu ar-
mazem da ra da Seozala no Recife.
LILAO
dia 26 do corrente.
proprietaiio da taberna da praca da Boa-
Vista n. 14, tendo de relirar-se para fora da ci-
dade aflm de tratar de sua saude, far leilio da
mesma taberna por intermedio do Sr. agente
Evaristo Mendes da Cunta Azevedo. de (Teneros
e armaco s 11 hora* do dia cima.
O lugar oferece grandes vanlagens para ne-
gocio e a casa tem booa commodoa para familia.
Grandes ^ipaor-
dinarias cava-
*
No
O
LEILAO
Leudes.
LEILAO'
QUINTA FEIRA 27 DO CORRENTE.
O agente Pinto aulorisado pelo Sr. Joaquim
Mara Ferreira de S [chegado ltimamente do
Rio de Janeiro epara onde ae retirar em pon-
eos diaa) far leilo as 11 horas do dia cima men-
cionado em seu escriptorio na ra da Gadeia n.
9, dos predios abaixo declarados, a saber:
Duas casas terreas com (res portas de frente
com grandes sotes, quiotaes cacimbas, sites
na ra dos Guararapes os. 58 e 60.
Duas ditas ditas com duas portas de frente, so-
tes, pequeos quintaes e cariabas, sitas na ra
do Apollo os. 13 e 15.
Urna dita com urna porta e janella, com aoto,
quintal e cacimba, sita na ra da Guia o. 22.
s pretenderes podero desde j examinar as
releri Jas casas, procurando entenderem-se com
o mesmo agente a respeito dos ttulos e mais
documentos das referidas casas.
WLM
DE
fio Grande do Sul pelo
lio de Janeiro.
A barca brasileira Carioca recebe carga para
ambos os portos : trata-se com os consignatarios
Marques, Barros & C, largo do Corpo Santo nu-
mero 6.
D
lo de Janeiro
O brigue brasileiro Joven Candido recebe
carga e escravoa a frete : trata-ie com os con-
agnatarios Harques, Barroi & C largo do Cor-
po Santo n. 6.
JLMID11
Janeiro.
Seguir at o dia 25 do corrente para o porto
indicado o bem conhecido brigue nacional En-
cantador : para o resto da carga que lhe falta
taata-se com a viuva Amor & Filho, ra da
Cruz d. 46, ou com o capito na pra$a.
hra Lisboa e Porto.
Preteode seguir para os dous portos cima
com muita brevidade o veleiro e bem conhecido
brigue nacional Eugenia, capito Manoel Eze-
quiel Miguis, de primeira claase e primeira mar-
cha, pregado e forndo de cobre, lem parte de
seu carregamento prompto : para o resto que
lhe falta, trata-se com os seus consignatarios
Antonio Luiz de Oiiveira Azevedo & C, no seu
escriptorio, ra da Cruz o. 1.
' \^,t >
COMP.NHUBRSILEIR ^
pipi?es m&m,
E* esperado dos portos do sul at o dia 28 do
corrente um dos vapores da companhia, o qual
depois da demora do costume seguir para os
do norte.
Desde j recebem-se passageiros, e engaja-se
a carga que o vapor poder cooduzir, a qual de-
ver se embarcar no dia de sua chegada, diohei-
ro a frete e encommendas at o dia da sabida s
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Antonio Luiz de Oiiveira Azevedo
COMPMHI^imsilEIR*
HOTM3S l fJUPWL
Dos portos do norte aforado at o da 5 <
marca o vapor Prineeta i /oinvilk, o qual de-
pois da demora do costume seguir par* os por-
tos do su'.
Desde } r^bea-s* pfsosferos oogaia-so >
r que o rtwr poto nuUtir ql devsr
Urna escolhida collec^ao de modernas
gravuras inglezas das mais celebres
personagens como sejam Sir E. Laun-
dseer, Sir Charles Eastlake, Sir Da.
vid Wilkie, J. M. W. Turner, Frith,
Ansdell, Herring, Brooks, Webster,
Fred Taylef, David Robertsetc, etc.
Quarta-feira.26 do corrente.
Q agente Pinto far leilo por conta e risco de
quem perlencer em lotea a vontade dos compra-
dores de urna grande collecc^o de Boas gravuras
inglezas as quaes jforam exposlas no armazem
da ra do Imperador n. 74, na ra da Cadeia n.
9, e acham-se presentemente expostas ao exam
dos pretendentes no armazem da ra da Cadeia
n. 14, onde se eflectuar o leilo no da cima
mencionado.
Principiar s 10 horas em ponto.
LEILO
A 2 do corrente.
F. Souvsge Si C. faro leilo por ioterwncao
do agente Oiiveira, do mais bello sortimento de
fazendas de algodo, lioho, la e de seda, sendo
todas de lei, ejmuitas deltas as maia proprias
para o lempo da prxima quaresma, escolhidas
com discernimento e expressamente para este
mercado, tanto em relacao aquellas que sao apro-
piadas ao luxo, como para o uso geral e com-
modo das pessoas que trajam com decente gra-
vidade:
Segunda-feira 24
do correte, s 10 horas da manha ou logo que
comprela qualquer numero de seus.* bons fre-
guezes, cuja concurrencia apreciaro em seu ar-
mazem na roa da Cruz.
LEILAO
DE V
Toucinho, sebolas e massas.
TERgA-FEIRA 25 DO CBRENTE.
O agente Pestaa vender, por conta e risco de
quem perlencer, em lotes vontade dos compra-
dores 229 barris de toucinho de Lisboa desembar-
cadas ltimamente, sendo 100 barris de 1 1/2
arroba, 100 de 3 arrobas e 29 de 5 1/2 arrobas,
120 caixas de superiores sebolas vindas de Lisboa
e desembarcadas a semana passada, e 75 caixas
com massas francezas, o que todo ser* vendido
pelo maior preco offerecido, tereja-feira 25 do cor-
rese pelas 10 horas da manha, no armazem do
Sr. Annes defronte da alfandega.
O agente Pinto aulorisado por ama pessos que
se retira para a Europa no prximo vapor,(ven-
der em leilo no dia
Quarta-feira 26 do corrente
as 11 horas.
o.?uele?"nie c,rro ameri"oo Pra om e dous
cavallos, tendo sssento para quatro pesapas, com
Un?mkP eDle8 arre.ios : BMim com m excel-
ente burro, o qual est acostumado ao mesmo
carro : no armazem da ru da Cadeia o 14
LEILAO
DE
Urna escrava.
Quarta-feira 26 do corrente.
Costa Carvalho far leilio em seu ar-
mazem na ra do Imperador n. 35 de
urna escrava mulata de 17 annos de ida-
de, entregando pelo maior preco en-
contrado, na mesma occasio
Vender .
diversos movis que se acham deposita-
dos em seu armazem.
Avisos diTersos.
Por muitas vezes se tem .annun-
ciadoque somenteserecebem asignatu-
ras deste Diario a 5#000 por trimestre,
sendo pago dentro de 15 diasdo come-
90, mas acontece que alguns de seus
assignantes demorem o pagamento alem
daquelles dias, e se julguem com direi-
to a paga-lo a dito preco ainda mesmo
que falte meia duzia de dias para se
vencer o trimestre; por tanto de novo
se declara que nenbum direito tem o
subscriptor de pagar a subscripcao a
seu arbitrio, e sim como est estipulado,
nao servindo de desculpa o nao ter sido
procurado, por quanto nenhuma duvi-
da ha em receberse na livraria os. 6 e
8, da praca da Independencia, por nSo
lia ver m tantos re ce be do res, quantos
seriare precisos para encontrar em
suas casas, a alguns assignantes.
Nesta typographia, pre-
cisa-se fallar ao Sr. Dr. Ju-
vencio Alves Ribeiro da Silva,
que reside no Rozariuho.
Grande laboratorio de la-
vagem.
Of donos dos nmeros abaixo mencionados
podem mandar buscar as roupas que eato prom-
ptas : 271. 87, 285, 210, 317, 60, 210, 18, 244,
122, 321. 335, 311, 163. 327. 256, 331, 158. 294,
124, 239, 334, 195. 2S7. 245. 190. 316, 317, 180,
305, 333, 247, 242, 203, 35, 52, 220.
lOTIRIi
Sabbado 8 de marco prximo, an*
darao impreterivelmente as rodas da
quinta parte da primeira lotera do
Gymnasio Pernambucano, no consisto-
rio da igreja de Nosia Senbora do Ro-
sario de Santo Antonio.. Os bilhetes e
meios bilbetet acham-se a venda na the-
souraria das loteras n. 15 ra do Cres-
po, e as casas com misionadas. As
sor tes serao pagas depois da distribuicSo
das listas.
O thesoureiro, .
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Na ra do*Imperador.
O director das ca vainadas e proprietaro do go
da-roupa. ua mesma ra, tendo obtido a com-
petente licen$a do Exm. Sr Dr. chefe de policia e
tirando a competente licen;a da cmara munici-
pal, participa ao resseitavel publico desta capital
que tem de hayer nos dias 2, 3 e 4. dias do car-
naval, aa referidas cavalhadas na mesma ra do
Imperador, fazeodo duas vistas, urna para a re-
ferida ra oa direccSo da casa do Exm. Sr. Dr.
chefe do Mlicia, e a oulra para o palacio velho,
sendo o centro das referidas cavalhadas oa es-
quina da rWfi:Ofespo. A muiica ser em todos
os tres dias). o 4 de artiloaria com toda a sua
pompa e brilhaolismo do costume.
Os cavalheiros que se apresentarem recebero
um carto gratis para que teoham ingresso as
referidas cavalhadas. Os clarins para dar os sig-
naes serao conceolrados ao p das argolinhss, e
tocar a msica que sempre qualquer cavalheiro
tirar a referida argolioha. quer do lado da ra da
Cadaia velha, quer do lado do palacio velho, ludo
na mesma ra do Imperador,
Roga-se a todas as pessoas moradoras na mes-
ma ra e da ra do Crespo, como de costume,
para prestarem o seu auxilio, e que o coadjuvem
para se poder levar a effeito este diveriimento
publico.
Os cavalheiros se devem apreseutar -para as
corridas neste lugar, visto ser urna das primeirar
ras desta capital e ter muito a quem possam das
as argolinhas que tirarem para serem premiados.
Braga Silva & C., em liquidaco, pedem aos
seus devedores que teoham a bondade de vir
saldar seus dbitos denHo de 30 dias: na ra da
Cada do Recife n. 39.
Precisa-se de urna ama ; na ra das Laran-
geiras n. 26, para comprar e cozinhar.
Aluga-se o primeiro sudar do sobrado da
ra da Senzala Velba n. 48 : a tratar na loia do
meamo.
g Trata ment homeopathico j
preservativo e curativog
do cholera-morbus.
PELO DOUTOR 9
SABINO 0. L. PIMO.
Vende-se cada exemplar a 500 ra.
SDistribuico gratuita aos assignantes
das obras homeopathicas do Dr. Sabino, Jf
Se aos fieguezes da pharmacia especial J>
homeopatbica. Ra de Santo Amaro I
S (Mundo Novo) o. 6.
w ctwwWmv nwMV v?mvi^mv?*ffrwMBv^^SS|
1 Aluga-se o primeiro ou o segundo andar
do sobrado da ra do Crespo n. 4 por cima do
estibelecimento de J. Falque, sendo o primeiro
proprio para escriptorio e o segundo proprio para
familia por ter cozinha e soto; para um ou ou-
tro destes andares, trata-se no mesmo estabele-
cimenlo.
Para alugar.
Urna casa terrea nova, na ra do Destino n. 2,
freguezia da Boa-Vista.
SOCIEDADE
AHIMt AdD M(DSM.
Pelo presente sao convidados lodos os socios
da mesma para a reanio geral que lera lagar no
domingo 22 do correte, alim de tratar-se da ap-
provago do regiment interno.
Secretaria da sociedade Amor ao Prximo em
'18 de fevereiro de 1862.
Theodoro Oresles do Patrocinio.
Primeiro secretario.
Terrenos de tnarinha.
O agrimerAor doa terreos de marinha convida
aos Srs. Luiz Antonio Viira e Manoel Jos Dan-
tas por si ou por seos procuradores, a compare-
cerem na casa de sua residencia, na ra Direita
n. 74 ; a flm de se Ibes marcar o dia em que tem
de se proceder a medirlo dos terreos, de que
reqoereram ttulos.
Aluga-se o primeiro andar do terceiro so-
brado da ra do Bem-Fica (Passage'm da Magda-
lena) ; a tratar na mesma casa das 5 horas da
tarde em diante, ou no escriptorio do Sr. Henry
Gibsoo, ra da Cadeia.
Attenco.

Roga-se aos Srs. de-
vedores do finado An-
tonio Francisco Pereira
que venham pagar seus
dbitos na ra do Cres-
po n. 8 A, do contrario
vero seus nomes nesta
folha com as quantias
que esto devendo.
I
8
No correr do anoo prximo paseado bm com-
muoicou por vezes o digno provedor do Hospital
Porloguez de BeneQceucia, os embaracoo pecu-
oiarios com que lutava, para satisfazer b paga-
mento de orna divida, com que nio conta va 00 seu
itinistralvo, e desejatdo eu coadjova-lo
o?o deamt.ofcstaculo, en que elle dizia
e collocat^ e que pamente acreditei, of-
O para adiaotequelia pia insliluigo, a
lia de 3 759jji98tf|ue foi acceila vela juota
Istraliva de ents;-sob as cndilos que
1 vio exaradas,s quaes gostosamente me
prestei, porque o meu Om era e e promover quan-
to poder, por mim e meus amigos a prosperidade
eslabelecimento.
.uando realisei este emnrestimo, e mesmo j
os, manlfestou-me o referido lllm. Sr. prove-
r. o desejo que tioha de que o meu embolso
tosse antes por meio de quotas promovidas-pelos
assoclados, que voluntariamente quizessem con-
correr para isso, do que pela acquisi(o de socios,
e merecendo-me tods a consideraQio e peso a
sua opiniso. orometli-Ihe recorrer primeiro a es-
te expediente, por isso que venho hoje scienlifi-
car aos Srs. assoclados qne quereodo dar orna
prova de aeu amor e dedicado ao Hospital Portu-
guez de Beneficencia, podem dirigir as quantias
C0DJ que cada um se dignar concorrer para o re-
ferido flm, aos abaixo nomeados, certos de que
seus nomes e quantias, sero levados opportuna-
meote ao conhecimenlo da actual junta adminis-
trativa, que estou persuadido nao deixvr 00 ol-
vido o apreciar como merecerem as offertaa de
cada um. Nao vou pessoalmente a casa de todos
os Srs. associados por falta de tempo, pelo que
espero merecer desculpa.
Recite 18 de fevereiro de 1862.
Bernardino Gomei de Carvalho.
Nomes dot Srs. a quem se podem dirigir
as offertas:
Recife.
Joaqnim Monteiro Cruz.
Jos Joaquim de Castro Moura.
Joaquim Luiz Vieira.
Jos da Silva Loyo.
Joaquim Correa Reseode Reg.
Francisco Moreira Pinto Barbosa.
Santo Antonio.
Joo de Siqueira FerrSo.
Domingos Jos Ferreira Guimares.
Antonio Gonc.alves d'Azevedo.
Jos Joaguim da Silva.
Jos Joaquim Lima Bairo.
Jos Jerooymo da Silva.
Jos Alves da Silva Guimares
Bna-Vista.
Manoel Jos Guedes Magalhes.
Joo Luiz Ferreira Ribeiro.
LEILAO
No Io d marco.
O agente Oiiveira offerecer em leilo os pre-
dios abaixo desigoados, -que sero arrematados
chegando aos presos mdicos limitsdos pelosa
proprietaro o os quaes rendem approximada-
mente 10 por cento sobre o custo elevado, a qoe
foram obtidos em poca mais lavorsvel, e pode-
ro eveolualmente|reoder mais em rasio de so
acharem sitiados em localidades commerciaes
siesta cidade, a saber :
' Um sobrado de 3 andares em cbo proprio, na
itn Direito o. 36, com 5 portes no torreo o 4 ja-
nte em esda endsr, quintal, cacimba
fenie folio, en chio
Aluga-se s casa da roa da Roda o. 23, a
qual tem os seguimos commodos : 2 salas, 5
quartos, saguao o sumidouro pira aguas servidas,
solio assooradado com 2 salas, 2 quartos, cozi-
nha, lerraco, sumidouro para aguas servidss, e
cacimba meeira, com duas entradas, quer para o
pavimento terreo quer para o solio; a .retar na
praca da Independencia n. 22.
Aluga-se um sitio na Posto de Ucbda, de-
fronte do caes; a tratar na ra larga do Rosario,
loja o. 10. .
Precisa-se de ama ama para cozinhar e en-
gommar; oa roa dos Guararapes, em Fora de
Portos, sobrsdo o. 18..
Aluga-se um armazem na ra da Cruz n.
29 com tenida para a ra dos Taooeiros, a loca-
lidade a melhorposslvel para qualquer esla-
belecimento : a tratar no pateo de S.
mero 6.
Precisa-sa de um pequeo pera
tabarne dos chegados ltimamente;
roa da Senzala Velha o. 104.
Francisco Gomes de Mallas Jnior ral ao
Ceeri, deixendo por seus pealantes procuradores
1.a a seu Albo Frt oto Gomes de Met-
I cee commerci Ionio ?ereira,
pro-1 V /os i igala Godcalvea de Brroi.. J
adro ne-
xeiro de
Recife,
Alforde Harres, subdito americano, retira-
se para o Maraohio.

0 Roga-se ao Sr. Loureoco Bezerra Ma- S)
# rinho Falco, que quaodo vier ao Recife ej
SJ dirija-se a ra do Crespo n. 8, a negocio ej
em de seu interesse. e

Precisa se de urna ama para com-
prar e cozinhar para urna pessoa: na
ra estreita do Rosario n. 21, primeiro
andar.
Casa para alugar.
Aluga-se urna casa terrea na freguezia dos
Afogados, roa do Motocolomb n'. 26, muito fres-
ca, eom boos commodos para grande familia,
quintal grande, bem plantado, tendo de mais a
mais urna cacimba de boa agua, cuja casa Oca
perto da estsco da via-ferrea : a tratar na ra
do Queimado n. 52.
Ns roa do Vigario n. 27, primeiro andar,
preciea-ae de urna ama : a tratar na mesma.
Nesta typographia precisa-se fal-
lar ao 5>r. Felippe de Santiago.
O abaixo aisignado, subdito porluguez, vai
Europa a tratar de sua aaude. Recife, 22 de
fevereiro de 1862.
Jos Ferreira da Silva Tavares.
Aluga-se o terceiro an-
dar do sobrado do largo do
Corpo Santo, esquina da ra
do Trapiche n. 48, a tratar no
mesmo,
Nestt typographia, pre-
cisa-se fallar a Sr. Joo Al-
ves Ferreira, que dizem ser
empregado as loteras.
i
O ba cha re Antonio Be mal
i coro-
tos Jonior, advga no crimen
:mercial, e pode ser procrado*oa villa de ej
Pedrs stoPego ra do Commereio, das 9 %
MMhSm MMMdjS
evw-VWvfVVTV VWffffffff
Documento nico oelo qual se dignou a junta
administrativa acienlificar-me que aceitava o meu
offerecimento e snas respectivas condigoes.
lllm. Sr.
a Tendo a junta administrativa do Hospital Por-
luguez de Beneficencia nesta cidade, em sua ses-
eio do 23 de outubro ultimo, aceitado o offereci-
mento que da parte de V. S. e outros lhe fra
feito de adiantar a quantia de rs. 3:759#198, para
pagar a Mathias Lopes da Costa Maia a importan-
cia da execugo que eocaminha contrs D. Maris
de Jess Cordeiro, viuva de Joao Riphael Cor-
deiro, em virtude da qual flzera penh'ora na parte
do sitio Csjueiro, que tocara dita D. Mara por
heraoga materna e por esta vendida ao hospital,
cuja peohora, sendo desprezados os embargos de
terceiro a ella oppostos pelo referido hospital,
fdra jolgada bem feita pelo tribunal da relacao :
assim o communico a V. S. para que se digne de
realisar a sua promessa, mediante a condigao pro-
posta por V. S. de ser o seu embolso feilo por
meio dae joias das entradas dos benemritos, bem-
feitores e socios effeclivos, segundo dispoem os
estatutos, que V. S. e outros adquirirem para o
sobredito hospital e sem que tenha direito a exi-
gir outra qualquer iodemnisago da mencionadlo
da dita quantia, como ludo foi approvado em ses-
so d'assembla geral dos Srs. socios do hospital
de 10 do corrente mez.
Dos guarde a V. S. por muitos annos. Prove-
doris do Hospital Porluguez de Beneficencia em
Pernambuco 16 de novembro de 1861.lllm. Sr.
Bernardioo Gomes de Carvalho, D. socio bene-
mrito do mesmo hospital.
Jos Antonio de Carvalho,
Provedor.
Joaquim Ferreira Mendes Guimares,
Ia secretario.
Recebi a importancia constante neste officio
por mo do lllm. Sr. Bernardino Gomes de Car-
valho.
Recife 17 de dezembro de 1861.
Jote Antonio de Carvallo,
Provedor.
Joaquim Ferreira Mendes Guimares,
Io secretario.
S3o rogados os senhores Jos Florencio de
Oiiveira e Silva, Manoel Jernimo de Albuquer-
que, e Lucio Alves de Oiiveira e Silva compa-
recerem loja o. 20 da ra do Crespo.
O Sr. Bom Jess dos Passos
em Olinda.
Yendo varios devotos o" mo estado em que se
acbava o Senhor Bom Jeaus dos Passoe, enlloca-
do na ermida junto a igreia de S. Pedro Martyr,
Ozeram conduzi-Io para a igreja de S. Pedro No-
vo, onde foi preparado e encarnado. E para que
os seua devotos possam offerecer-ihe preces e es-
molas, se acha a mesma imagen) exposta na re-
ferida igreja por espago de 8 dias. (indo os quaes
dever seguir em procisso para a predita ermi-
da no dia 28 do corrente, polas 5 horas da larde,
tendo-se para isso obtido permisso de S. Exa.
Rvma. Na occasio de sahir a procisso -dever
haver urna orago penitenciaria. Convida-se as
irmandades que" quizerem abrilhantar aquello ac-
to, assim como a todos os devotos, quocompare-
gam no referido dia para acompanharem o to
piedoso pai, que jamis deixou de amparar a
aquelles, que de corago, invocam sua clemencia
Aluga-se
o sobrado da ra Direita n. 45, com
duas grandes salas, 4 quartos sendo 3
bastante grandes e cosinha fora, botan*
do o fundo para a torre da Penha : a
tratar na loja do mesmo.
Ordem do dia.
Como que existe j '.dentro da capital ras
que nao ha mais illuminago, como se prova
com os "moradores da mesma que a ra do Ou-
ro quarteiro n. 31, pois isto ser pelo empre-
gado ou pelo administrador, desde o dia 15 que
nao ha luz neste lugar. Pergunta-se a quem
possa responder.
Roga-ae asenhora que a vinte dias pouco
mais ou menos mandou na ra da Cruz do Re-
cife, offerecer-se para enfeilar velas de cera pa-
ra baplisados queira apparecer na dita ra n. 60
ou declarar sua morada. '
Eu abaixo assignado declaro pelo
presente que, na qualidade de socio da
firma de J. Praeger & C, ajustei as con-
tas com Joao Praeger, que deixa de ser
socio de hoje em diante, continuando
os negocios por minha conta. Per-
nambuco, 18 demarco de 1861.
G. A. von der Linden.
Um homem com es habilitigoes preciaes
offerece-se para feitor do eogenho : quem de ssu
prestimo se quizer atiliear dirjase a ra das
Cinco Pootas o. 146.
Preciisa-se de um ofhcial de bar-
belro: na ra das Crures n. 35.
Atoga-se a casa terrea n. 6 sita oa Baixa
Verde da Gapunga : a tratar ua roa do Rsngel
o. 10, primeiro andar.
Saques sobre Portugal.
Manoel Ignacio de Oiiveira & Filho eaccam so-
bre Lisboa e Porto : no largo do Corpo Santo,
escriptorio n. 19.
O Sr. Julio que teve botequira,
queira vir a esta typographia, a nego-
cio.
Precisa-se alugar um coeioheiro e um cria-
do para servigo de casa ; a tratar oa roa da Cruz
do Recito o. 38.
lata para alugar-e o segundo andar do
sobra* q. 198 e lsstOsii 191 da roe I en pe
ffeTr itittr MittJ* Am 9?.
Aluga-se barato
o eepacoeo commodamenle situado armazem
para deposito de gneros da eetiv, oa travesea
to. LD-6* bwco d' Bo- V9tU> "!-
joias. '" 0 (kb0* 7- k*'
uoTaoSad.fi! ,ltt1M? u*rtmeiro andar s
um aoorado oa ra das Aguas-Verdes un la-
.a ierre, na ru. Velha 4.'lclv?iS Joe pro
n,..r.u!.d_MGJ.. peooltlmo
Queimado para S-
ta terrea
leoder, falt
sobrado quem vai da ti
Francisco", lado dirojto! D,~0 p'"
-. Aluga-se a casa n. H na Paaaagem da Mae>
dalena enlre as duas ponte. P,qa. e do
4irijam-ae ao pateo do Carmo loto de tart.r..
gueiro o. Sou oo sitio do Cajoeiro o. i.
I4lvaro & Magalhes.!
Eatebelecidos com loja de fszeodas os w
$gp ra da Cadeia o. 53, e achaodo-se de fl|
&A poase de om ooro eslabelecimento oa m,
rua do Crespo n. 20 B, participara a to- ;
doe os seus amigos e ao publico em ge- ?
d ral que dispe de um grande o variado fK
A sortimento de fazeoda que tem resolv- \
^ do vender dinbeiro por precos bara- \
"fi? tissimos. Roga-se aquelles que tive-
5$ rem de comprar qualquer artigo de fa-
^ zepds de se dirigirem as oossas lojas
x ac'ma indicadaa que sero ptimamente
|B servidas.
I
O coronel Lamenha Lins declara se echar
cassados os poderes da procurajo que seu filho
Augusto Lamenha Line psssou a Joo da Cuaba
Re?. Olinda 20 de fevereiro de 1862.
Aluga-se o segundo andar da casa u. 15-d*
ra do Vigario: a tratar na taberna, o. 13 da
mesma ra.
J A abaixo assignada roubaram, no da 5
7 de Janeiro prximo paasado, entre dif- S
ferentes joias de ouro, cinco escripturas i
de compra de suas escraves Joaona, Ua- m
tria, Antonia, Regiamunda e Aooa, que fl
eatavam guardadas do mesmo bahuzinbo S
I onde estavam es joias. Fiz, pois, esta B
declararlo ao publico para obviar qual- S
quer fraude, que com tees ttulos se eft
pretenda praticar.
2 Recite 17 de fevereiro de 1862.
Precisa-se alugsr um bom coztnheiro
fiheira para casa de urna familia,
a tralar na ra da Aurora o. 4.
bem
on
paga-ee
Aluga se a casa n. 42 da ra de Santa Rita:
quem preteoder, dirija-ae a mesma roa o. 86
a esta typographia.
ou
Ama.
Precisa-se de orna ama que cozinhe e engom-
me, e um eecravo pera servico do ra: no larao
das Cinco Pontos n. 112.
O abaixo assignado declara so publico qne
Domiogos Jos Aotunes Guimares deixou de ser
seu caixeiro desde 21 de fevereiro corrento por
nao lhe convir mais.
Manoel Jos Guedes Guimsres.
Precisa-se de um caixeiro que tenha prati
ca de padaria : no Varadouro de Olinda.
Aluga-se
por 20 mensaes um muletinho de idade de 14 a
15 annos, proprio para servir ns interior de urna
casa, e que cose bem de alfaiate por ter 4 annos
de ofcio : na ra do Sol n. SI.
Fugio de bordo do patacho brasileiro tEs-
padarte, fuodiado ao p da ponte velha o es-
cravo Antonio, marinbeiro, de idade de 40 an-
nos, de sago, rosto comprido, estatura alta, o
sigoaes no rosto, poaca Bfirba, e bom pollador :
pede-se as autoridades ou pessoas que o acha-
ren), de o levarem a bordo do dito patacho, ou
na ra da Cruz o. 3, em casa dos Srs. Amorim
Irmos.
_ O abaixo assignado exige dos Srs. Guima-
res & Villar, que declarem a razio porque o
chamam sua loja.
Joo Martinsde Almeida.
Pessoa coohecida nesta praga, tendo de ir
ao centro desta provincia, e tambem o da Para-
hiba, oferece a aquellas pessoas que tiverem
transacQdes para estes lugares, e quizerem man-
dar cobrar, que se dirijam ra do Queimado, e
tratem com o Sr. Joo de Siqueira Ferrio, que
este indicar qual a pessoa que se propde a eele
trabalho.
Precisa-se de um caixeiro para urna loja do
fazendas aa Baixa-verde de Paje : a tratar na
ra do Queimado n. 34, loja de Lavra & Irino.
Est para alugar-se a loja do sobrado da ra
Direita n. 85, que foi da miirdezas, e segundo
andar do sobrado na ra do Rosario da Boa-Vis-
ta, quasi em frente do pateo da Santa Cruz, e urna
mei-agua na ra dos Quarleis : quem pretender,
falle na ra das Cruzes, sobrado n. 9, lado di-
reito, quem vai da ra do Queimado pera S.
Francisco.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado se faz publico aos con-
tribntotes dos impostos de 4 por cento sobre es-
tabelecimeotos de fora da cidade, prensas de al-
godo, typographias, cocheiras, cavaliarices, bo-
tis, casas de pasto, botequios e fabricas ; de 12
por cento sobre os estabelecimentos de commer-
cio em grosso e'a relalho, armazens de recolher,
depsitos e trapiches ; de 8 por cento sbreos
consultorios mdicos e cirurgicos, sartorios e es-
critorios ; de 509 sobre casas de buhar, modas
e lojas que veoderem roupa feila e chapeos es-
Iraogeiros ; de 1 000# sobre casas bancarias com
emisso e privilegios; de 3009 sobre aa ceses
bancarias sem emisso, compenhias anonymas
e agencias ; de 2009 sobre ceses de cambio ; de
500 rs. por. tonelada das alvarengaa e canoas
aberlas empregadas no trafico da carga e descar-
ga ; de 309 Por cada escravo empregado no ser-
vico das mesmsa alvarengaa ; de 169 sobre cada
um carro particular de 4 rodas; de 10g sobre os
de duas rodas; de 189 sobre os de aluguel de4
rodas; de 11$ sobre os de duas rodas; e de 6$
sobre as carrosas e vehculos de condcelo ; e
de 259 sobre mnibus, que os trila diaa uteis
marcados para a cobranza a bocea do cofre do
anno financeiro de 1861 a 1862 findam-se no dia
19 do correte, ficando comprehendidas na res-
pectiva multa os que pegarem depois deste
prazo.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
11 de fevereiro de 1862.
Attenco
O abaixo aesignedo enligo profeasor particular
da tingas ingleza julga conveniente fazer-ee
lembrer aos seus numerosos amigos e conheci-
do?. e para que em coosequencia de term por
aqu apparecido alguna novos concurrentes nease
ensioo, nao julguem que elle deixa de continuar
a exercer a sua proflsso. Elle ainda. continua
a lecciooar particularmente dita lingua polo jm-
tema de Oleodorff, o quel iocontestavelmente
o melhorque tem at hoje sahido do prlo; tan-
to assim, que o nico actualmente adoptado-
nos principaee collegios da Europa para o ensioo
de diversas lioguas estrangeirae, pois esto conhe-
cido que os quatro differenlee exercicioe que o
discpulo obrigado a fazer ao mesmo tempo,
isto 1er. tradusir, escrever o fallar. concorrm
muito sem duvda, pera facilitar o seu aperfei-
coameoto. O mesmo professor toma a liberdade
de fazer tambem lembrar, que foi elle o primei-
ro que lecciooou neeta provincia pelo referido
melhodo a lingua ingleza, assim como ainda mo-
ra na meama ra da Gloria n. 83.
Geo Q. I uiher.
Injecco Btow
Remedio infallivel contra as gnor-
rheas antigs e recentes. nico depo
sito na botica franceza rua ^a ^ruz *.*
22, Preco 3f-


^
4




D*10 DE PRMUJkUUCO SEGHD1 FEIHA 24 DE FEVftllRQ DE


Sapales de borracha inda nao vittos, cujos
cbegaram na occaslo da tervir como preserva-
Uro para o cholera, e i oa ha na ra di mpe-
ratriz n. 46, loja do Viaona.
Ha para alugar um terceiro an-
dar muito fresco na ra do Encanta-
mento : a tratar na ra da Cadea do
Recife n. 33.

Aduga-te um quarto andar cora encel-
lantes commodo*: Da ra da Cruz o. 53.
Precisa-se de urna ama para cosiohar e com-
prar: na ra do Imperidor, ?. 37, segundo a-
ilar, entrada direita.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
roa da mperatriz o. 40 ; a Iratar no meamo.
Os administradores da massa fallida de Cas-
tro & Amorim, avisero aos seobores credores,
que podem vir ou mandar pessoa autorisada para
receber o dividendo nico do liquido producto
arrecadado, na loja do Sr. Maooel Joaquim Dias
de Castro, oa ra do Cabug.
Aluga-se um preto possante e mogo para
todo o servioo : quem o pretender dirija-se a
loja da Victoria na ra do Queimado o. 75, que
achara eom quem Iratar.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso,Santos & G. acam e tomam
saques sobre a praca de Lisboa.
Aluga-se um bom sitio com militas arvojes
de fructo, bem como om bello jardim no lugar
do Caldereiro, esquina da ra da Mangueira, com
urna boa casa para grande familia, pintada de
novo e forrada de papel, o lado cocheira para
carro, quartos para prelos, estribara para quatro
ou seis cavallos : quem o pretender pode dirigir-
se ra da Cruz do Recife n. 63, para tratar.
emc ats<2ie!cMaatti2fe2eaaiitt
% ww Vorv ww ww ntwm wtow vm vnwBra *
O dentista NuruaPompilio.
Roa estreita do Rosario n. 22
primeiro andar. *
Bota denles arliQciaes por molas e li- f|
gaduras e pela presso do ar. Systema S
americano sera arrancar as raizes, e faz M
todas as operagoes de sua arte, com 5
promptldo e limpeza.
MlMwlWWMf W? IvIIvTRV^Rq
Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.
Saca-se qualquer quantia sobre Portugal e
llha da S. Miguel ; na ra do Vigario n. 9, pri-
meiro andar, escritorio deCarvalho, Nogueira &
Companhia.
Licoes de inglez.
Dso-se de noite no hotel francez ; a tratar
ruada Cruz o. 1.
na
Os abaixos assignados, avisam a
todos c* devedores da extincta firma de
Aranaga fe Bryan, queseerta' acabjndo
de liquidar, tenham a bodade d vir
saldar seus dbitos denp de 15 dsu< na
ra do Trapiche NovotL 6, e
que faltarem, serao tomadas
coercitivas.
Aranaga Hijo & C.
Precisa-se alugar um preto, dando-se o
sustento, e paga-se mensal ou semana), para o
servido desta typographia : na livraria ns. 6 e 8
da praja da Independencia.
23 Ra da mperatriz 23
Pianos, msicas, afina-
ces e concertos.
J. Laumooier avisa a seus freguezes que lem
um bello sortimeoto de pianos dos melhores au-
tores, assim como msicas para canto e piano ;
encarrega-se de concertos e tQoagoes dentro e
fora da cidade, por pregos razoaveis.
Aluga-se.
No caei d'Apollo n. 7, desoccupou-se om ex-
cellente* armazem, que se aluga por prego razoa-
vel: a tratar na ra do Imperador n. 46.
Preservativo
contra o cholera-morbus.
Todos sem excepcao devem andar com os pe
quenies e livres de numidade [aconselhado pela
medicina) ; portanto o. Ilustrado publico em ge-
ral deveir na grande fabrica de tamancos (a po-
pular) da ra Direita, esquina da travessa de S.
Pedro n.16, mumrem-sa dos ricos tamaocos de
vaqueta feitos a moda do Porto, que com estes
nao ha humidade que penetre nos ps, assim co-
mo tamancos de todas as qualidades para homem
e seobora e meninos, que o proprietario deste
estabelecimento garante vender tanto a retalbo
orno em pequeas e grandes porgues, por menos
qne oatro qualquer.
Bolinhos.
Bandejas enfeitadas com armaco de diversos
gostos e bolinhos dos mais escolhidos do nosio
mercado para casamento, bailes, soars etc., e
tambera s os pesa em libras, assim como pas-
telaria de diversas qualidades, pudins, bolo in-
glez, Qlboes etc. tudo do melhor gosto, aceio e
do mais commodo prego Oestes gneros : diri-
jam-se a ra da Penha n. 25, segundo andar, pa-
ra ajostar-se.
Precisase de urna boa cosinheira
ou de um bom cosinheiro que seja pe-
rito em sua arte : a tratar na ra do
Vigario n. 2.
Precisa-se de urna ama para cozinhsr em
urna casa de pouca familia, e que de noite v
para sua casa : no paleo de S. Pedro n. 14.
Joo Guilberme Romer, armador do corti-
nados (oa ra do Hospicio o. 37) participa ao res-
peitavel publico que tem recebido excelleotes
molduras douradas para cortinados de jaoellas,
tambem vende borlas, cordo, galleras e paters
de bronze que perlence aos ditos.
Cozjnheiro.
Quem precisar de am bom cotiohelrOf dirija-se
ra da Santa Rita o. 13, segundo andar, que
achat com uve ttalav.
Precisa-te de doua amaasadores : na roa
dos Pescada*** tai) $7'
subdito italiano, retira-se
pita io^Mf provincia.
Aragpase o ptimeiro andar da casa da ra
da Imperalrit n. 43 : a tratar na ra do Impera-
dor n. 67.
Arrends se unr^rande sitio com bastantes
arvoredos de ffucto, ns estrada de Joo de Bar-
ros, passaodo a apella de N. S. da Cooceigo, o
primeiro direita, com bq&casa de pedra e cal,
tendo esla 2 salas, 6 quartos, copiar atraz, cozi-
oha, quarto de preto*, stribaria fora : a tratar
na padaria da Soledade confronte a igreja.
Precisa-se de orna ama capaz para lodo o
servido de urna casa : a tratar na rui da Seozala
Nova o. 112, segundo andar.
por 25$ raensaes.
Aluga-se urna boa casa na Capunga-nova com
sitio com frucleiras, flores,etc., teodo a casa por
commodos 2 salas, 4 quartos,gabinete, quarto de
despeosa, cozinba, seozals, estriban, cocheira,
duas cacimbas o'agua doce, etc.; a tratar oa
mesma casa, na ra das Peroambucanas, ou na
ra do Imperador n.-37, armazem de leilo.
ML&,
Preciaa-se de orna ama para todo servido de
urna cata ; quem quizer dirija-ae a ra de Hor-
tas d. 53.
Joao Luiz Vianna avisa a todos os devedo-
res da massa de Jos Antonio da Silva Araujo,
para que s elle Iba sejam pagos seus dbitos,
isto na prazo de trinta dias, flodos os quaes en-
tregar ao seu bastante procurador o Sr. Joaquim
de Albuquerque Mello, para cobrar judicialmen-
te ; toda a alleoco ter com aquelles que aioda
mesmo Ihe nao possam pagar promplamente com
tanto que reformen) seus dbitos por novus ttu-
los : oa ra da mperatriz o. 46.
Aluga-se a sala da frente do primeiro an-
dar da ra do Queimado o. 4, propria para es-
criptorio : a tratar na loja.
Quinta-feira 27 de fevereiro vai em leilo
a taberna da ra da mperatriz o. 3 : quem a
pretender, sem ser em leilo, porque todo appa-
rega o negocio te far, al meamo com armacao s.
Precisa-se alugar um preto, dando-se o
shsteoto e paga-se meosal ou semanal, para o
servicn desta typographia : oa livraria o. 6 e 8
da praga da Independencia.
Aviso.
ELIXIR DE SALDE
Citrolactato de ferro,
Vnico def osito na botica de Joaquim Marliuuo
d* Ctui Crrela., ra do Cabug n. 11,
em Pemambueo.
O Dr. H. Thermes (de Chalis) antigo pharmaceulico apresenta hoje ama nova preparado
da ferrocom o nome de elixir de citro-lactato de ferro.
Parecer ao publico, um luxo empregar-se um mesmo medicamento debaixo de formulas lao
Tarjadas, mato homem da aciencia comprehende a oecessidade e importancia de urna lal varie-
dade.
A formula um objecto de muita importancia em therapeulica ; um progresso immenso,
quaado ella, maniendo a esseocia do medicameoto, o torna agradavel, fcil e possivel para lodas s
Idades, para todos os paladares e para todos os temperamentos.
Das numerosas preparages de ferro al hoje conhecidasnenhuma rene Vio bellas qualida-
des como o elixir de cilro-lactacto de ferro. A seu sabor agradavel, rene o lomar-se em urna pe-
quea dose, e ser de urna prompla e fcil dissolugao ao estomago, de modo que completamente
.asimilado; e o nao produzir por causa da lactina, que cootem em sua composigo, aconstipago de
tentre frequentemenle provocada pelas outras preparares terrogioosas.
Estas novas qualidades em nada alterara a sciencia medicamentosas do ferro, que sendo urna
Substancia da qoal o medico se nao pode dispeusaa em sua clnica, de incomparavel utilidade
qualquer formula que lhe d propriedades taes, que o pratico possa prescrever sem receio. E' o
que eonsegaio o pharmaceulico Thermes com a preparago do citro-lactacto de ferro. Assim este
medicamento occupa hoje o primeiro lugar entre as numerosaalireparages ferroginosas, com o
altesta a pratica de muito mdicos distinctos que o tem ensaiado. Tem sido empregado como im-
menso preverlo oas molestias de languidez (chlorose paludas cores ) na debilidade subsequente as
nemorrbagias. oas hydropesias que apparecem depoisdas intermitentes na incontinencia: de urinas
por debilidade, as perolas brancas, na escrophula, no rachilismo, na purpura hemorrhagica, na
convalesceocia das molestias srxvpt n> rhtnr.i.riam;, a. ..n,. ..;,<.. .,<,, ^. ..,-..
Avisa-se as pessoas que prelenderem comprar
a venda da ra da Impealriz n. 4, que appare-
gam esta semapa, por qne se veode a armaco
por metade de seu valor, em razo de seu dono
se achar iocommodado en sua saude, o lugar
muito bom : a tratar na mesma ou oa veoda gran-
de da Soledade.
Precisa-sede urna ama para casa de pouca
familia : a tralar no Recife, ra da Senzala Velha
o. 104.
Aviso.
Aluga-se o armazem, 1, 2 andar e sotaoda
casa n. 60 da roa da Cadeia do Recife, esquina
dobeccodo Capim : a Iratar oa ra da Cruz do
Recife o. 63.
Antonio da Silva Ribeiro declara que ha-
vendo oulra pessoa de igual nomo, modou o seu
para ode Antonio de Lima Ribeiro, desde o mez
de Janeiro prximo paasado ; e para nao haver
algum engao, resolveu declarar por esta folha.
Antonio de Lima Ribeiro.
Precisa-se de um menino que leona alguma
pratica de negocio, para fora dests cidade : a tra-
taxnaruadaCadeiaVelhan_33.__________
alaria Manoela Pereira, cordealmeote agra-
dece a lodas as pessoas que assisliram ao
funeral do Sr. Maooel Joaquim da Silva, na
igreja do Espirito Santo, e de novo os con-
vida para a missa do stimo dia, oa igreja
do Corpo Santo, Urca-feira, 25 do correle
s 5 horas da maohaa.
Recife, 23 de fevereiro de 1868.
Por preco muito commodo.'
Aioda te est por vender o sitio no lugV da
Totre j ipnanciado por ate jornal : a tratar rom
o proprietario Jas Marianoo de Albuquerque ou
com o Sr. JosAzevedo'de Andrade na roa do
Crespo.
Aos Srs< consumi-
dores de gaz.
Not armazeos doctas do Ramoa ns. 18 e 36 e
oa ra do Trapiche Novo (09 Recif) n. 8. te
vende gaz liquido.americano primeira qualida-
de ei recentemeotechegadoa 140 a lata de cinco
galloes, assim como se vender latas de cinco
garrafas e em garrafas.
Froco fino, e seda frouxa para
bordar
vende-se oa ra do Queimado loja d'aguia branca
o. 16, oode se achara completo sortimeoto.
Veodem-se burros gordoa e maosoa : no
eogeoho Jurissacs.doCabo : a tratar all com o
Sr. Domiogos Francisio de Souza Leo.
Capachos.
^5?^eni*8e ^P'tlos redondos e compridos e
de diversos lamaobos, e ot melhores que tem
nndAe8l2 mercd.), ptlo bsratissimo prego de
600, 700 e 800 rs. da um, e tambem ha capa-
chos muito grandes e proprios para sof e mar-
quezas para i400 cada om : na ra do Queima-
do, oa bem conhecila loja de miodezas da boa
[ama n. 35.
Aboafama
Tende fivelat para cintos o mais bem dourado que
possivel e dos mais liados gostos que tem viudo
a este mercsdo, pelo baratissimo prego de 25500
cada urna, carteiras com agulbas as mais bem
sortidas que se pode deiejar, e em quaoto a qua-
lidade oo pode haver oada melhor, pelo barato
prego de 500 ra. cada carleira, peonas de ac ca-
ligraphia verdadeirat a 2 cada caixinha com 12
duzias, ditas de langa verdadeiras o. 134 a I&200
cada roza, ditaa muito boas ainda nao conheci-
das a 500 rs. a groza : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezaada boa fama nu-
mero 35.
Veode-se um terreno na ra do Hospicio,
quasi defronte do quartel, prtprio para edificar-
se urna casa, teodo 40 palmos de frente e 146 de
fundo, com alicerce : a tralar oa ra do Trapi-
che o. 14, primeiro andar.
Banha fina
em copos grandes.
A' loja d'aguia branca avisa a ana boa fregue-
zia que chegada a aprecia^vel baoha fina em co-
pos grandes, e contina a vende-la mais barato
do qoe em outra qualquer parte : na ra do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
Arroz cora cesca.
Veude-se arroz com cisca em p&iaenas e gran-
4^a porges : na ra Direita n. 69 ou no caes do
Ramos a bordo da barcaga Djus de Jullio cbe-
gada do Penedo prximamente.
curiaos.
.i E.sl" .enermdade8 endo muifrequentes a sendo o ferro a principal substancia do que o
meico tem de Iancar mao para as debelar, o autor do citro-lactato de ferro-merece louvores e o
aberro" human"lade, por ter descoberto urna formula pela qual se pode sem rece
GRANDE DEPOSITO
DE
DO
Barbalho(Cabo.)
4MHJA DO pPERADOR-41.
. Jf,le deposito existe grande quaflUdade de louga e de toflas as qualidades, o que se pode
oesejat da bem fabricado e de boa qaalidade de barro, coma propriedade de conservar a agua
aemprefria, como sejam jarrat, resfriadores, muringues.-quartinhas, garrafas, copos para agua etc.
De obras vidradas.
Tem ricos vasos psra flores, talhas. alguidarea de todos os lmannos, assadeiras, boi6>s
com lampos e sem elles, paoellas para bater-se bolos, cacarolas,enfuzas, frigideirat e muilas ou-
tras pegas que seria enfadonho mencionar.
... Pr.Pietariodesta fabrica a primeira deste genero entre us espera obler do rspeitavel
publico nimacaoe concurrencia e para conseguiresse um vende'a sua louga mala barata do que
at aqu se venda nesla cidade.
Aprompta qualquer factura para exportar, alm dos pregos commodos porque vende d 10
por canto de abate para quem comprar de 100 para cima e deasa quantia para meooa lerao 5
por ceato.
Qualquer encommcnda pode ser entregue no deposito da fabrica ra do Imperador n. 41.
a 2a8ft0 "* -4iiaP"t* 48, junto a najara franewa, vendem-ae corlea de cambraia de cor
. Kro a Wm q3*500' di?- ^tdadf 'r^ "h'"""1' li,ft Da a 3' 3500 a pega
SwdUa tUdldu^ 80O raV*g0ll'nt,aS Km?-t0 QQ" b0,rd"dasl.CfIch 640 e 800 rs., m'aogaitoa
laTidrhoi ear asnn f2? '* miagi bala0' maD8ull9' gollmhas, e camiz preto com enfeite
arlaUo. tQ cSSi ^5* odo), etpsrlbos de boa ?m leocVbMoJoso^ Ie'UdM de 8eda escoce" a 10 mantelete! P">a supeiores a 18, 22
f/1.3dnlld. ..H.C,Ma mult0 '"*. d' S500, ditos pequeos bordados a 200 e 240
Mofa M 3IM0 iS." ^'ei,aeDh0ra *^ ..' P"* hometn "J Ao? uUo
dooradasFwtiVa* h-2ie,lM pa:a ^ohora de di?er8as W"e a 4550. 5 ? *. tintos
Peo> P,8." baptitado ricamente eofeiadoa a 3 e 3*500, ehiUa'de di-
tOOCMl Dimt----------
rogpai (ellas per pregos com modos.
Preciso de ama.
Precisa-se de ama mulher para ...iub.i, la-
var, eogommar e fszer todo o mais servigo de
urna casa ; quem estiver cestas circumstancias
nao sendo fiJalga ou nao teodo prenles nobres,
queira dirigir-se ra do Sebo o. 36 das 6 a 8
el/2 horas da manha, ou a ra da Cruz do Re-
jcife o. 63, que achara com quem tratar.
| Atten-?o. |
@ J. Hunder, alfaiate, ra Nova n. 67, 4ft
a avisa ao publico em geral a quem quer g%
? ser aioda assignante desta tenda de al-
9 faiates pernambucanos, acompanbado
S& pela machina de costura para servir urna g
numerosa freguezia com maior brevida-
f| de do que em qualquer outra parte,
gloriosa a promessa de urna verdadeira -^
invencao nova para os artistas alfaiates. V
Aluga-se a casa terrea o. 4 da ra do Nas-
cente, com boas accommodagoes para familia : a
tratar com Francisco Jos de Campos Pamplona,
oa sua padaria na ra Imperiil.
Os ahaixo assignados fazem scien
te aos devedores da extincta firma do
Aranaga, y Brydn que se est acaban-
do de liquidar, que tendo-os j chamado
pelos Diarios para virem satisfazer seus
dbitos, e como algns morosos nao
tenham feito caso do nosso anruncio,
em 1.- de marco prximo, vamos entre-
gar ao nosso procurador todos os docu-
meutos comprobativos, para os ditos de-
vedores serem chamados a juizo. Recife,
22 de fevereiro de !862.
Arinaga, Hijo & C.
No dia 28 do correte mez, Soda a audien-
cia do Sr. Dr. juiz dos orphos, ser arremitado
por venda um ailio foreiro, sito no lugar da Pi-
raoga, freguezia dos Afogados, com casa de pe-
dra e cal em mo estado, cacimba e tanque, bas-
tante terreno e "arvoredos, avahado por 1:600$,
por interlocutorio TO Sr. Dr. juiz, nos mos d
inventario doa beur do finado Joo Raplista de
Souza Lemos, para pagameoto do credor hypo-
thecario e commeodador Joo Pinto de Lemos.
Arrenda-se ou veode-se o eogeoho Laran-
geira, na freguezia de Una, moeote e correte,
cos lodosos pertences para poder tirar grandes
safras, oo s por ter grande terreno como tam-
bemi por moer com agua correte, lem mais urna
dislilago, e matas proprias para criar aoimaes ;
a pessoa que quizer fazer qualquer deates nego-
cios, queira dirigir-se a Joaquim Luiz Vieira &
C oa ra da Cadeia do Recife oesta praca, ou ao
mesmo engenho a seu proprietario Jos de Sou-
za Barreiros.
Compras.
Compram-ce acgdea do novo banco de Per-
nambuco ; no escriptorio de Maooel Ignacio de
Oliveira 4 Filho, largo do Corpo Santo, escrip-
torio o. 14. r
Quem tiver para vender om escravo bom
caaoeiro, sem vicios nem achaques, queira
procurar em freote do Corpo Saoto armazem o.
13, que ahi se dir quem precisa comprar.
Compra-se um preto de 30 a 40 sooot de
idade, que seja fiel e de boa conlucta: na roa
da Cadeia Velha o. 30.
Vendas.
Venda de duas canoas.
Sendo orna de carreira, propria para familia, a
qualcaOMa defeseis pessoas : e a oulra para li-
jlos, qW^carrega tres milheiros de alvenaria
grotaa : queqjbizer compra-las dirija-se a roa
do Imperador, 49, serrara de Paalo Jos Go-
mes 4 JedaiiM*
Grande sortimento de fazen-
das pretas.
Groaieoaple prpto bom 1$600 o* covado, di-
to superior a 1*800. dt-i 2?. dito largo a 28200,
dito muito superior a";'.i $800 o 3#, chama-
lote preto de superior-luolidide a 3$, sarjo preta
larga a 2$, dila hespauhola rr.uilo superior a
2S800. dila lavrada superior a 29200, elira pre-
to a 2$ e 3$, dito maco superior a i, velludo
preto eom, pannos prelos de lfcGOO, -i, 3$, i$,
5J, 6J, 89 e 108 o covado. casemiras pretas a
1|600, 2, 2*500 e 3i e muito Qna a 4J} o cova-
vado, los prelos de 6J, 7fl e 8$ cada um, rxantas
pretas de fil de linho a 70, 8*. 9#, 108 e 139
cada urna, lindos manteletes desea pretps bor-
dados com muito gosto e dilTereules lamanos a
ultima moda, zuavos prelos bordsdos, capas pre-
tas enfeitadas com muito gosto e outras muitas
fazeodas pretas proprias para a quaresuia que
daixam de meociooar-se ludo mais barato do que
em outra qualquer parte : na loja do sobrado de
4 andares na ra do Crespo n. 13, de losa Mo-
reira Lopes.
Cbegararn de Lisboa no brigue cug nis,
dous booitoa burros e urna burra, oa q. i < se
vendem por barato prego : para ver, na cocheira
do largo da Assembla'o. 4, e para tratar, no es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
Carteiras com agulhas.
A loja d'aguia branca acaba de despachar car-
teiras com agulhas de mui b4a qualidade, e ex-
cellente sorlimento, e as es'. vendendo a 500 rs.
cada urna ; assim como recebeu igualmente no-
vo sortimenlo das agulhas mperiaes, fundo dou-
rado, que continua,m a ser vendidas a 160 ris o
papel, isso na ra do Queimado loja d'.iguia
branca o. 16.
Argolas de ac para chaves
vendem-se 200, 240, 320. 400 e 500 ris, ua ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Aos fabricantes de velas.
O antigo deposito de cera de carnauba e sebo
em pao e em velas-, estabelecido no largo da As-
sembla n.9, mudou-se para a ra da Madre de
Dos n. 28, quasi defronte da igreja, onde conti-
na a haver um completo sortimeoto daquellts
gneros, que se vendem por pregos razoaveis.
Barat&assim bw-ato de mais
S.. bonete fino*?
A loja o'aguia branca receb*a urna crescida
quantidade de s bonetes unos para barbas oa
l'iaea convm a tolos cmpralos mesmoifijra
mos, avista do diminuto prrgo de 38 poalurbto
se est veodenJo a duzis. Para salisfaafr.se aos
bons freguezes se Tender tambemjpj^pSenores
porgoes, porm quem mais cornp
porque assim barata oo ser
ver, e mesmo agora s ha oa
loja d'aguia branca o. 16.
'lucrar,
aar a ha-
lo Queimado
oraes.
Relogios,
Em massinhos a 500 rs. coda um
Em fios a 640 rs. cada um.
Em voltas de 3 (ios a 2500 cada urna.
nn. ?""^ moU bon* coraes- uassiohos,
flos e voltas de 3 flos, pelos bar.liSImos pregos
cima: na ra do Queitralo loja d'aguia branca
Objectos de phaatasias
pulseiras de missangas.
A oja dVguia branca acaba de recebf'r um
bello e escollado sortimento de polseiras de mis-
sangas com borlas pendentes, obra de muito gos-
to, e o que de miis perfeilo se pode dar era taes
objectos. e as est vendendo a 19500 cada urna,
lano para senhoras como para meninas e pela
novidade do gosto e apuro da moda nao tardaro
em se acibaras que ha na loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
AUenco.
.Vende-te em Beberibe de Baixo no sitio da
ZmX "i r,D,h Germ5na d0 ^Pirito Salto...
seguintes fruceiras: larangeiras. sapuiizeiros
nmeiras, pinheiras e oulras fructeiraa proprias
para plantacoes, pelo baratissimo prego de 320 r
cada urna, assim como vende-se a mesma pro"
priedadoou aluga-se, pois tem lodas as commo-
didades tanto para criar vaccas, como para plan-
agoesde capim. roga, ele,, e matas para tirar
lenha para as padarias: os pretendenles dirijam-
se a mesma a tratar com a proprietario.
Cheguem freguezeg antes que
se acabem.
Na ra do Queimado n. 4 rende-se excellenta
ranoha de mandioca, superior foijio mola inho
?n2ir n\ "r.0b." de 8,goaao era ">. cabra"'
carneiros, etc.. tudo por prego commodo- Um-
bem se vende carauguei os de Fernando. heM-
dos ltimamente no hiate nacional Sergipano.
Milho e fareloa 1$ a sacca, ar-
rdz de casca a 3$.
No armazem da estrella, largo do Paraizo
mero \4,
Vsnd*-5t tmcasa di Johnslon Pater i C.,
rna do Vigario n. 3 um bello sorlimento di
ralogiosdeou.ro,patenteinglez,deum dosmais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
uta varitdade de bonitos tranceliBfpara os
meimot.
Novo paquete das novdados
23-Ra Direita-23
Neste novo estabelecimento achsr o publico um grande sortimento tendente a molhados
ludo por prego mais barato do que em outra qualquer parle :
Manteig ingleza especialmente escolhida a 800 e 960 rs. a libra.
Dita franceza a melhor do mercado a 720 rs. a libra.
Queijos flamengos cheg.dos no ultimo vapor a 29800 e 3J.
Cha byson e preto a 28 e 29880 a libra.
Vinho eogarrafado do. melhores autores a 18 e 19200 a garrafa.
Vicho de pipa proprios para pialo a 500 e 560 a garrafa. ,
Marmelada imperial doa melboret autoret a S00 rs. a libra;
Ameixas portuguezat a 480 rs.-a libra.
Passas muito novas a 500 rs. a libra.
Latas com bolachiohss de differentes qualidades a 1S40O.
ar,.--......; mgieas ..aigllivic, OO meitau C0O ro. v Incrn -
ssas, talharim, macarrao e alelria a 44# ra. a libra.
Gervej. das melhores marca, a 560 a gVrsfa.
Genebra de hollanda auperior a 500 rs. a botija.
Velas de caroauba a 440 ra. a libra.
Ditas de eapermacetea 760 rs. a libra.
Viqsgre puro de Lisboa a 320. i garrafa.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
Alpf.ta a 160 rs. a Itbra.
Touciobo de Lisboa a 360 rs. a libra.
Alm dos gneros annunciadosachara o publico um grande sorlimento de um ludo tenden-
te a molhado. mais barato do que em oulra qualquer parte..
nu-

teocet i o* na Avguiia ceta B. 73.
Urna bar caca.
Veode-ae >ma bsreaga do porte de 35 caixat,
encalhada oo eataleiro do meatre carpioteiro Ja-
ciotho Eletbo, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
tea, aoode pode aer viata e examinada pelos pre-
tendenles ; vende-se a prazo ou a dinheiro ; a
tratar com Uanoel Alret Guerra, na roa do Tra-
piche n. 14.
Grvalas da moda. ,
Na loja da boa f, na ra do Queimado o. 22,
se encontrar um completo sorlimento de grava-
tas de seda-pretas e de cores, que se vendem por
prego, baratiaaimo., como sejam: estreitiohas
pretas e de lindas corea a 19, dita, com ponas
larga, a 19500, ditas pretas bordadas al 9600. di-
ta* pretas para duas rolla, a 2$ ; oa mencionada
loja da boa f, na ra do Queimado d. 22.
Meias pretas de seda. *
Vende-semeia.de seda pretas para senhora
fazenda muito superior pelo baratissimo prego
de I90 par: oa ra do Queimado na bem co-
nhecida loja da boa fama n. 35.
0 modernismo do Pavafi
320 ris.
Acaba dechegar a este estabelecimento as mo-
dernissimas tarlstaoas com palmichas solas de
de corea moilo delicadas proprias par. vestidos,
vende-se a 320 rs.o covado na ra da mperatriz
o. 60, loja do Pavo de Gama & Silva.
As romeiras do Pavo
Veode-se liodissimas romeiras de froco mati-
zados a 19 cada urna na rus da mperatriz n. 60
loja do Pavo de Gama & Silva.
Mantas pretas.
Veode-se mantas de fli fueoda muito Qna a
aoP:Vo,dG2n.n4Si?v.a l0,pertttrI M' l0j'
Farinha de mandioca.
Vendo-te a bordo do hiate Santa Rita, e tra-
ta-.e no escriptorio de Marques, Barros & C,
largo do Corpo Santo n. 6.
Para vestimentas do carnaval.
Velbutina. verde e amarella a 360
Dita, azul e encarnada a 480(
Veode-ae a casa terrea acabada a anno o 1
meio, pouco mais ou menos, em chao, proprios,
na ra do. Prazeres n. Boa-Vista o. 3 : a tralar
no becco das Barreira. o. S, ou com o Sr. Jo.
oe Azevedo de Andrade, na roa do Crespo o. SO
A, loja.
Vendem-se sei. pequea, mei-tgaas que
rendem mensalmenle 369, "tas no Campo Ver-
de : o preteodeote aease negocio, dirija-ae a roa
do CotovejjD o. 17.
Vetn-te oa bypolheca-se um tilio no legar
dos Remedios com ama grande olaria de pedra e
cal, vivnr e moilo. arveredot de fructo, e caaa
de vi venda, e lamban se arrenda: a tratar ne
mesmo logar com Jos Thanorio.
Vende-ae urna da* melkam Uberosa no pa-
teo do Twgo. tanto pera a mata como para a
arta, tambem te Befadla o predio: a tratar no
mesmo n. t.
dade, e
loja do
Particular interesse aos #
pais de familias.
Silva Antones & Irma0. quendo 8ca.
bar com os arl.gos .bsixo transcriptos, P
.sientes no estabelecimento da ra da O
S n'aK.n' 1 0Terecem a conderago S
do publico ditos artigos com os seus di- !
minutos pregos. s com o Dm de liqui-
ua-ios: a
5or6Teifoo3p.;ec8mbr4iadefi,5
l,ai*5Ohea'se Ca,Dbraa 6 de 10 640' 9
sM iis cao,b"ia e dfli61
2&TCS0e8deCa,Dbr,kedeG,a^
Ricos folhc^ bordados a 320 e 500 rs. a
tira. a i
Ditos finissimos de 3 1/t vsras de com- S
primelo, tira 2J50O.
Ditos de fil, vara a 200 rs. #
3,TeSslar,ar8a *"*">*
Harendo mais os seguintes objectos que #
se vendem por menos de metade de seu #?
valor Completo sortimento de franjas Z
de seda.de laa e de algodo. trangas de ^
galoesde seda, de la e de algodo, um <@
grande sorlimento de botes de velludo tffe
a e de madreperol, bicos de li- S
ono, de seaa e ae algodo.' Utas devel- &
ludo, de seda e de garga, largas e estrei- S|
tas, ricos iofeites de flores e urna grande m,
quantidade de outros ailigos que sero
1 mostrados aos freguezes.
Para masqu.
Vendem-se riquissimos enfeiles de fitas e flo-
res para enfeitar as cabegas das madamas que se
qu zereni divertir nos bailes ou passeios pelo
carnaval a 1J280 e 19600 : na ra da mperatriz,
loja do 1 avo o. 60, de Gama & Silva.
Carnauba.
Vend-se cera de canauba de superior quali-
~ik saceos : oa ra da mperatriz n. 60,
avo, de Gama & Silva.
orgurao a 280 rs.
-se gorguro de linho, fazenda inteira-
lova para vestidos de senhoras o roupas
eoinos a 280 rs. o covado,"e do-se as
s : na ra da mperatriz n. 60, loja do
de Gama & Silva.
Bareges a 6$.
Vendem-se corles de bareges com 22 covados
a 69, d tos com saias j follas a 69, la e seda
para vestidos, fazenda de muito bom gosto a 560
d. 60, loja do
o covac
pavo
o ; na ra da mperatriz
de Gama & Silva.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
NeSte estabelecirxjento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idera
de Lo(w Moor libra a 120 rs.
Mantas de retroz.
. Vendem-se mantas de relroz para grvalas a
500 ris na ra do Queimado n. 22 na loia da
Boa F.
Loja das 6 por-|
tas em frente do Li- 5
vramento.
S
Roupa feita muito barata.
Paletots de panno fino sbrecasacos,
ditos da ca.emira de cor de fuslo, ditos
de brim de cores e brancos, ditos de
ganga, caigas de casemira pretas e de
core., de brim branco e de cores, de gan-
5a, camisas eom peito de linho muit*
oas, ditas de algodo, chapeoa de aol
de alpaca a 49 cada um.
Taixas
para engenho.
Grande redueco nos precos
para acabar.
Braga, Son & C. tem para Tender na ra* da
Hoeda taixas de. ferro toado do mui acreditado
fabricante Edwio Maw. a 100 rs; por libra, as
meemaa que se vendiam a 120 rs. : quem preci-
sar dirija-ae a raa do Trapiche, o. 44, a remero
de fazendat. ^
500
sem segundo.
nlieddosT SPOrpteS9 j 8abidos "
GrdIdesdaePeDDS d8 *5 de l-odas 1U11-"
Nvelos do linha que pelo tamanho a todos
admiram a
Caixas de agulhas francezas a
Caixas com alnetes muito fins a
Caixas com apparelho para entreler me-
ninos a
Ditas dilos grandes a
Baralhos poituguezes a 120 e
Groza de boloes pequeos para caiga a
Tesouras paja unhas moito unas a
Ditas para costura muito superiores a
Bsralhos francezes para voltarete inuilo -
noa a ^
Agulheiros com agulhas francezas'A
Cmiveles de aparar peonas de i folh* a
Pegas de traoga de Ja com 10 varas a
Dita, de traoga de la de lodas as cores a
Pares de sapatos de tranga de la a
Certas de alnetes francezes a
Pares de luv3S fio da Escocia muito linas a
unas ditas brancas grossas a
Escovas para limpar dentes muilo finas a
Massoscom superiores grampos a
Cuides com colxetes de algum defeito a
Dilos de dilos superiores a 40 e
Dedaes de fundo de ago muito superiores m
Koliadores para vestidos de senhora coa 4
varas a
Caixas com colxetes franceie* a
Crlas do alnetes de ferro a
Charuteiras muilo finas a
Tinteirasde vidro com tintas
Ditos de barro com tirita superior a
Areia preta e azul muito fin. a libra a
Teoho nova remessa de latfyrintho para ven-
der por todo prego, assim como teoho trangas de
seda differentes cores para vender por lodo di-
nheiro que offerecerem.
Palmatorias de vidro e de la-
to para v ellas.
Vendem-se bonitas palmatorias de vidro lapi-
dado para vellas a 19200. e ditas de lato mui
o*>88 e hmpas a 400 rs. : oa ra do Queimado,
loja daAguia branca o. 16.
Gollinhas e manguitos de pu-
nhos bordados.
Na loja da aguia-braoca veodem-se gollionha.
e manguitos de puohos bordados em fina cam-
braia transparente por 29500 tudo, o que na ver-
dade baratissimo : na roa 9o Queimado, loja
d'agoia-braoca o. 16.
Peilos de fusto lavrado para
. camisas a 500 rs. cada um.
Veodem-se booitoa peitos de fusto lavrado e
trancado para camisas a 500 rs. cada um. fazen-
da mui boa e eocerpada : oa ra do Queimado.
loja d aguia-branca o. H,
Novo sortimetoto de Hras bor-
dadas em ambos os lados.
A loja 'aguia-branca recebeu um novo e lin-
do sortimento de liras bordadas em atabes o. la-
do., e contina a vender baratamente a 19200
cada lira, e outraa de bordados moito largos a
29000, o melhor qne possivel em >! genero,
a todas ellas, pela largura que laej, podem ter
divididas a* meio, ptlo que se toraam btratissi-
aa : na rna do Queimado, loja d'aguia branca
1 n. 16.
20
60
240
500
209
150
400
400
320
80
80
200
800
11280
100
320
100
200
40
20
60
100
80
40
80
19000
160
120
120
*fc

Wmt ^mw m tsaa b-



"^r
DIARIO DE PEWUMIUCO -*Kfcr*>A fifatt 14 DE
O DE 19*31.
ARIMZEM
koUP AFEITA
SSJt
Joaqun. F. dos Santos.
40-Rua o Queimado-40
Defronte do becco da-Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha scmpre um sortimento completo da roupa falla de
todas as qualidades e tambem se manda executar por medida' rootada dos fregue-
zes para o que tem um doa malhorea profassores.
S
Casacas ue panno preto a 40$,
35| e 30|000
Sobrecaaacoade dito dito a 358 e 30$000
Paletota de panno preto e de co-
res a 35, 309, 25, 10, 18 e 209000
Ditos de casemira de coras a 22,
155,12. 7 e
Ditoa de alpaca preta golls de
velluda fraacezas a
Ditos de marin selim pretos e
de cores a 9J
Ditos de alpaca do corea a 5 e
Ditos de alpaca preta a 99, 7, 59 e
Ditos da brim de corea a 5J,
4*500, 49 e r
Ditos da bramante delinho b an-
co a 69, 5J a
Ditos de merino de cordo preto
al59e
Caigas de casemira preta ede co-
rea a 1X9. 109, 9S, 79 e
Ditas da princeza e merino de
cordo preto a 59, 69500 e
Ditas de brim branco edeTores a
59. 49500 e
Calcas da ganga de cores a
Collete de velludo prelo e de co-
res lisose bordados a 129,99 e
Ditos da casemira preta e d co-
res lisos e bordados a 69.
ja) 59500,59
99000
109000
89000
39500
3 500
39500
49000
89000
69000
49500
2J500
38000
89000
59000
59000
59000
39000
29200
19280
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco a 6 e
Ditoa de gorguro de seda pratos
a da cores a 79, 69, 49 a
Ditos de brim e fustao branco a
3J500, 29500 e
Stroulaa da brim de linho a 29 e
Ditas de algodao a I96OO e
Camisas de peito defuato branco
e de corea a 29400 e 2920O
Ditas de peito delinho a 59, 49e3*000
Dltaa de madapolo brancas e da
core* a 39, 29500, 29 a 15&OO
Chapeoa pretos de massa franceza
forma da ultima moda a 10j),
8jJ5O0 a 79000
Ditos de feltro a 69, 59, 49 e 29OOO
Ditos de sol de seda ingleses
francezes a 14$, 12, 11$ a 79000
Colarinbos de linbo muilo fines
aovo, feitios da ultima moda a 9800
Dos da algodo $500
Relogios de ouro patente e hori-
zontal a OOJ, 909. 80$ e 705000
Ditos da prata galvanisados pa-
tente e horizontaes a 409 e 30500o
Obras de ouro, aderegoa e meios
aderemos, pulceiras, rozataa e
aneis a 9
J'oalhas de linho duzia lOg, 69 e 9jj000
3J500 rDitas grandes para mesa urna 39 e 4900q
BT
29.0^
PJOGRESSO
Francisco Fernaades Duarte
_da Penh
Attanca-sa a boa qualidade de todo qualquer genero
comprado neste armazem, asairn como venie-se por monos 5 a 10 por cont do aua em cutra
qualquer parte. *
far
a mais nova a 600 rs., am barril, e 640 rs. a libra.
3t0 rs. a lian, e arroba a9;000
400 rs. a libra e em caia a 89.
qualquer parte
3.a aftlg* lli.^ifcia a mais sapetor d0 mercado a 800 rsa libra, em barril le
abdtimeato.'
$4tt\}.< &* UO legados o-te ultimo vapor por 3J000.
SgUtl j S lOalViHOa de superior ^alidada e muito frescaes a 800 inteiro, em libra
a 19OOO.
a* peala, Uyasaa e preta os melh 0.
1 atOOO o libro.
^rezuto para alambre mut0 novos, 500 r3.. rlDra.
PszuaU d* riao denp,riorqualid,de, m ,lnt9iro>e 480 rSi,libr,n
melhor pellico que pode haver por estar promplo a toda a hora a 19 a libra.
f Quelite io rei o ,
Caoancas e palas cheg4d0S DS3ta ullimo navi0>, m n libr,
3aa\ia de p^rca refinada 480 rs. e em IiU com 10 ^ por ^ J ,
ae for eai biml a 440 ra, a libra.
^larinftVi.da imperial dd afamad0 Abrau e da oatr0J muilos UMual de Li8boa
a JO'j rs. a libra, em Utas de 2 libras por ljpOO aaanca-sa a boa qualidade.
M*$ft 1***U>im ltlll de uma Hbra por 900 rs.
mtaftoate conteltos.,,, lstssda2 libras conl9Udo di(IeceDt9,qQlidade,
muito proprio para mimo, a 2$000.
Rir\lllia^raiieeZa e AAetra, mae^rrao taWiarim,
asa .^wmjito novas a 100rs. a libra, e IjjOOOrs. a libra.
0 em cartoes muito enfeitados proprios para mimo a 600 rs.
eZ?^ a mois superior que ha a 1JO0O rs. a garrafa e em caixa i
aba mento.
Genera de Hollanda. 6tm ri.. fiaiqueiri> e 560 r, 0 frmo.
SarraiaaOS i.af[rim,3(lo Djuro a i860o rs. a garrafa, Porto fino, Fei-
taria, Duque do Porto, a 19200 em caia se far abatimento.
1 a ta*.aux das mais acreJUidti marcas a 1} a garrars e em caixi, 9# a da^a
*&m|>*gtltl de differenles marcas a 16 a duzia e a 11500 g garrafa, afflanca-ae a boa
qualidad*.
Vtrdatalta servea cabriaua ,
.. *^ ~vbitaun e da outtaa multas marcas a o a duzia
a o00 rs. a garrafa. *
"*r* Porto, Lisboa e Figueira a 3,500, 49 e 49500 a caada.
"ti-s per mase te ,.jperior a 740 r em caxj) e 760-rs> a UbM
Batatas novas fira gig03 de umaarroba a 1|#
* Lata os m9s SUperoroS| hespanhol a 1J200, francez a 15. porlagaez a 81
igo*4a eaminadre mu
320 rs.
niina d6 eng0inmari muUo alva al00 ra. a libra.
mendoas d8 casca mole a 400 n a libra
Axeite doce teflQ,d0 a 80018 a arfaf4 e em caUa a ^
Palitos de dentes llttd01 com per[agSo a m o r
Costeleta* ^inglexaa propria8 para fiambte a m ra> a
loVaxiuiia lUirVeza
. ma,s aori d0 mcdo a 49 a barrica a em libra a 320 rs
A meixaa iranceas frtIC01 mttit^cos com 4121H)rpot 33500 dit ptiT_
tuguezas a 480 rs. a libra. ---
M^tO para uoopar faeai 200 ra. cada um, em porjo se far abatimento.
**"#** em frascos da 1 e 1[2 libra muito novfs a 800 ra.
Inlepenlnt,i dos gneros annuociados encontrara o reapeitavel publico grande sortimen-
to de gneros, lado de superior qualidade.
lito novos, em caixas de 8 libras por 29500, em libra &
Aot tabaquistas.'
Vendam-aa euperiores ItOQos kaoMiaa a Iml-
tagao doa da linho, muito proprio para os tabi-
quiatas por aereas de corea escuras Vflxaa. palo
baratissimo preco de 5 e 65 a duzia : rua do
Queimado n. 22, Da bem eonheeida laja da boa f.
Fil liso e tarlatana.
ynd-a superior fil Uto a tarlatana branca
da corea, pelo baratissimo preco de 800 ra. a
rara ; na bem coohecida loja da boa f na rua
do Quaimada n. 22. '
Ricos eafeites.
Yendam-ae rica* e superiores 0181(68 os mala
modernos que ha, pretos e de corea, pelo bart-
tissimo preco de 6 e 6*500 : na loja da boa K,
na rua do Queimado n. 29.
Gambraias de cores.
Vendem-ae cambraia* fraocezas de lindas co-
rea, pelo barsliesimo preco de 280 o covado: na
rua do Queimado n. 22, na bem eonheeida loja
da boa f.
Gambraias rancezas fmissimas.
Superiorea eambraias rancezas muito finas, da
muito bonitos padres, ?elo barato preco de 700
ra. a rara : na loja da bta f, na rua do Queima-
do n. 22.
Cambraia Usa.
Vende-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego de 4 e 55 a peca com 8 1|2
varai, dita tapada muitc superior, peca de 10
varas a f$ : na roa do Qaeimado n. 22, na loja
da boa f.
Bramante e atoalnda de
linho.
Vende-se superior bramante de paro linho com
duas varas do largura a 2f400 a vara, aasim como
atoalbade adamaacado tambem de puro linho,
com 8 palmos de largura a 29500 a rara : na bem
eonheeida loja da boa f, na rua do Queimado nu-
mero 22.
Cortea de ealca.
Vendem-ae cortea da calca de meia casemira
de cores escuras a 25 cada corte ; na loja da boa
f, na rua do Queimado n. 22.
Por l bouquets,
Dourados com cabos dema-
dreperola.
Chegaram opportunameote para a leja d'agnia
branca os booitoa port bouquets dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
aua propria encommenda, (cando aasim remedia-
da a falla que havia desses port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a lempo para os di-
versos c-aaameotoa e bailes que ae contara nesses
diaa, por isso as pessoas qe por el les eaperavam
e aa que de novo os quizerem comprar dirigi-
rem-se munidos de dineiro i loja d'aguia bran-
ca, rua do Queimado a. 16, que encontraro obra
de bom gosto, baraieza, agrado e ainceridade.
de cambraieta.
Vendem-se superiores salas de cambraieta mui-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto prego de
59; a ellas, que sao muito baratas: na rua do
Queimado n. 22, na bam eonheeida loja da boa f'
Roa da Senzala Nova n. 42
Vende-se a a casada S. E.Jonhs ton 4 C,
ellinse Jilh5asoglazes,candaaro.a easti$SM
bromeados, lonas nglazas, fio de vals,chicote
psracarros, eaonisTs,arrciospsra earroae
nal a ious aavaloi rslogio ida ouro psisnts
nglst.
Navalhas d'a?o
com cabo de marfim.
Vende-se na loja d'aguia branca mui finas na-
valhas d'a^o refinado com cabos de marfim, a
para assegurar-ae a bondade dellaa baata dizer-
!2.qSSJ ""'Jsmadpa e /"""artos fabrican-
tes Kodgera 4 C, cusa cada estojo de aua, u.
valBas 8J900O: na rua do Queimalo, loja d'aguia
branca, n. 16.
Libras sterliaas.
Vendem-se no escriptorio da Hanoel Ignacio
de Olireira Sl Filho, praca do Gorpo Sanlo.n. 19.
luengos braneos multo
finos.
Vendem-se lencos brancoa muilo finos, pelo
diminuto prego de 29400 a duzia, graude pe-
chincha : na loja da boa f, na rua do Queimado
numero 22.
Gollinhas
de traspasso bordadas em
cambraia fina.
Vendem-se a Sf cada uma : na rua do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16 A obra boa e
o lempo proprio ; a ellas, freguezas, antes que
se acaben).
* Arado s americano se mchina-
paralava rouparemeasa deS.P Jo$
hston 4 C. rua daienzala, n.42.
Phosphoros de seguranza.
Caizinhas com mil e tantos phosphoros de se-
guranza a 160 ra. a caizinba que a pela segu-
ranza d6lles por livrar de incendio sao de graca:
naloja da Tictoria na rna do Queimado n. 75,
junto a loja de cera.
Meias baratas.
Meias pintadas para homem a 120 e 160 as. o
par, ditas brancas para menina a 180 rs o par
ditaa de laa para o fri a 500 rs. o par: na Ioia
da victoria na rua do Queimado d. 75. junto a
loja de cera. *
Galanteras de gosto
E' o que pode haver de mais gosto em galan-
teras de vidro e porcelana como aejam jarros
frasquinhoa e garrafiohaa, manteigueiras e assu-
careiroa, jarrinhos para boqueta de travo e ou-
traa muitaa coussa : na loja da victoria na rua
do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
CARTOES
VISITA
DE
CartOea de viaita de novoagoato
Cartoes de visita de novo gosto
Cartdes de visita de novo gosto.
Urna duzia por 16^000.
Uma duzia por 165000
"Uma duzia por 16|000
Uma duzia por I65000.
Retratista americano.
Retratiata americano
Retratista americano
Retratista americano.
Rua do Imperador.
Rua do Imperador
Rua do Imperador
Rua do Imperador-
bim
EXPOSIjAO
de a
Candeeiros econmicos
agaz,
e gsz hydrogenio de primeira e segunda quali-
dade : na rua Nova n. 20 e 24 loja do Vianna.
Sementes de hortalices.
Vende-se na rua da Cruz do Recife, deposito
de pao e bolacha n.32. aementes de hortalices de
todaa aa qualidades, ebegadaa no ultimo paquete
da Europa.
Miudezas baratas
Na loja da victoria na rua do
Queimado juuto a loja de
cer/L
Clcheles francezes em carlc a 40 rs.
Alflnetea francezea cabera chata a 120 rs. a carta.
Escencia de ail.
Para engommado.
Vendem-se fraaquinhoa com escencia de antl
"'^^j^NiBaagonasaada porque uma
gota della bastante para dar cor em urna bacia
de gomma tendo de mais a mais a praeiosidade de
Papel com cento e tantoa alfinetea a 40 ra. o na0 manchar a roupa como muitaa vezes eeon-
.P'Pel.. f tece con o p de an. Cuta cada fraeouinho
Linhas victoria em earritel com 200 jardas a 60 i 500 rs. : na rua do Queimado loia da aaaia rao-
rs. o earritel. ca n. 16. "^
Ditas de 200 jardas de Alexander a 900 ra. a du-1 VfidP-P
ala.
Ditaa de 100 jardas.brancas e de cores a 30 rs. o
earritel.
Dltaa de Pedro V brancas e de corea a 40 rs. o
carteo.
Grampoa a 40 rs. o mago.
Eofiadore brancos a 60 e 80 rs.
Carteiriohaa com agulhasVrancezaa a 320 rs.
I raneas brancas de linho a 100 ra. a peca.
Agulhaa de eofiar vestido a 40 rs. cada uma.
Eoulraa muitaa miu-ezaa que ae afflanga ven-
StS*M.j. d\avrctorSPnr."ruVaCJ0orQueim.Pdro I I22 ^^22*' I," Sft 1C"
n. 75, junto a loja de cera Vli0,mauo i nomicapara o uso domestico por ter grande lar-
gura e oaeu prego aer de 200 rs. o covado.: na
na rua do Hondego caaa n. 2, aa aegaiulea ae-
mentes de hortalice muito novas : couve flor di-
ta truxuda, repolho, nabos da cabeca graude
nabics, moitarda, chicoria, aselcaa, aeooela
brancas a amarellas, sarga, cueutro, aeboUoho
rio e branco, tomates grandes, feijae, carrapato,
ervilhas tortas e alface arrendada.
Riscado monstro.
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
rua da Imaeratriz, loja n. 20, do Dusrte.
Panno de algodao da
Baha.
Esta loja por estar constantemente a receber
perfumaras finas desusa propriaa encommendas, Vende-se no escriptorio de Antonio Luis de
bem se pode dizer que. est constituida um depo-1 Oliveira Azevedo 4 C, rua da Cruz n. 1.
sito de ditas, tendo-aa aempre dos melhores e
Vende-se fazenda denominada liodeza, ptima
psra vestidos a 160 ra. o covado : na loja do Du-
arte, rua da Imperatriz n. 20.
Allenfo
Vendem-se cajxOes vasios proprios
para bahuleiros.funileiros etc. a 10280:
mais acreditados fabricantes, como Lubio, Piver,
Coudray e Sociel Hygienique, etc., etc.; por
isso, quem quizer prover-se do bom, dirigir-se
a rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que
achara aempre um lindo e completo aortimento,
leudo de mais a mais a elegancia dos frascos, e a
barateza por que ae vendem convida e anima ao
oomprador.
Carros e carrocas.
Em casa de N. O. Bieber
4 C. successores rua da Cruz
numero -4.
Vendem-ae carros americanos mui elegantaa
a leves para duas e 4 pessoase recebem-ae en-
commendas para cujo fim ellea possuem map-
pas com varios desenhos, tambem vendem car-
rocaapara condcelo deaaaucaretc.
Eafeites para senhora.
quem pretender drija-se a esta tipo- Lindos enfeites paFa cabega de goato
graphia, que ahi se dir' quem ostem mo?er"
para vender.
oderno que tem apparecido a 5J, 5&500 e 6 :
na loja da victoria na rua do Queimado n. 75,
unto a loja de cera.
PIJDICl LOW-HO01
Rua daSenzalla Nova n.42.
Ueste s tabalecimanto continas kavir nss
ompletcsortiiaantodamoendasaeBnoeE-
dpsraaiigenho,ssachinas ds *spor stims
tsferro batido s eoado.de todos astamsnhos
psra dito,
Souhall Mellora & C, tendo recebido or-
dem para vender o seu crescido deposito derslo-
gios visto o fabricante ter-se retirado de nego-
cio ; convida, portanto, spessoaa que quiztram
possuir um bom relogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portunldade sem perda de lempo, para vir com-
pra-Ios por commodo prec.o no se* escriptorio
rua do Trapiche n.28.
Na loja da diligencia, na
rua do'Queimado n. 65
tem pera vender cascarrilha redonda de ora la-
i vengio a 400 rs. a pega.
ARMAZEM PROGRESSIVO

Pote da Russa.
Venderse em casa de N. O Bieber 4
C, successores, rua da Cruzn. *
Sal de Lisboa.
va*ese acardo da bares porlugaeza cEipe-
'*, salude Lisboa limpo e redondo ; a tratar
rua do Trapiche n. 17.
Paletots
brancos.
Vendem-se superiores paletota d brim bra
i lioho, pelo baratissimo prego de 5f :
neo
ne
do n. 22, na bam ooheeida oiaflfcS*S
nda-se um moleque de 8 toaos : na rua
isn.114.
Sitio.
Vende-se o ailio na estrada do Rosariho no
oito da igreja, com boa casa de pedra e cal, 2
salas,gabinete, 4 quartos, cozioha fora e copiar,
jardim na frente, ealribaria e oochaira, em chaos
proprios, tem muitos e bous arvoredos de fructo,
baixa de capim, cacimba com ezcellente agua pa-
ra beber, e tanque para banho : a tratar na rua
da Cadtia do Recita n. 26, loja, esquina do bec-
co Largo, ou na rua Nova n. 55, deposito de pi.
Lentlllas de primeira qualidade, legme o
leve no est<
22, muito barato.
mais leve no estomago, vende-se na rua Novan,
to barato.
Para o carnaval.
yendem.se fazendaa proprias para vestuarios,
a ser : escomilha de cor de rosa, amarella, azul
e branca a 200 rs. o covado, velbutinas de cores
e ramagena a 640 o covado, velludo encarnado a
800 rs. o covado, lafel de todaa aa corea a 640 o
covado, grosdenaples de cores a 1 &800 a covado,
e mais fazendas propriaa para eate fim : na rua
da Imperatriz, loja e armazem da arara n. 56, de
Magalhaea & llentea.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-se am porfi e a retalho- da uma cecea
psra cima, e por cemmodo prego: na rua da Ma-
beticasjwSO.
eceetjares.ruadaG
o. 4, vam paraaMMHpsjsjlostaraaliilMlra
oarO e prata.
36, rua das Cruzes de Santo Antonio, 36.
aimiiiiEi m pmc!
uarte g L. constantemente reeebem da Earopa de sua propria encommenda os melhores gneros, de tudo tendente a molhaJos, e por isso
onerecem a lodos os 5rs. da praga, Srs. e engeQho e lavradores, uma vantagera em seus gneros, de 5 a 10 por cento de menos dos precos, que
S!!".f!rPrar 6ra Utr0 Q qU6r eMabe,el,,'enl' "***"*& as hoas qualidades de nossos gneros, que para isso nos obrigamos t
Mailteiga Ogleza especialmente escollhida a 850 e 1500O, a libra e em barril a 800.
dem fraCeza a primeira da safra nova 700 rs. e em barril a 600 rs.
QueijOS flamengOS vindos no ultimo vapor a 34000, e em porcao ter abatimento.
QueijOS luudrQOS os melhores do mercado a 19000 a libra, e sendo inteiro a 950 rs. a libra.
Cha hy^SOn muito superior a 29800 e 39000 a libra.
Cha preto o qaeba de melhor neste genero vindo a primeira vez aonosso mercado a 2?HO0 a libra, e lambem temos para 19800.
presunto inglez para fiambre a 700 rs. a libra.
PreSUIltOS portugUezeS vindos do Porto desasa particular a 500 rs. a libras inteiro a 460 rs.
t^aiOS e ChOU ricas muito novas a 600 rs. a'libra eem barris de arroba a 15#.
lS^oTl^OOO^d'"^0^10' Po^tofia(,nect,^'Garcavllo,' ?8llw secco Feitoris s chamisso de 19200 a U300 a garrafa, o
VinhO BordeauX de superior qualidade diversas marcas de 800 a lf a garrafa e de 82500 a 101000 a duzia,
VinhO mUSCatel a 19000 a garrafa e 1020C0 a duzia.
VlllhO para p atO do Porto, Figueira, e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa a de 49000 a 42800 a caada :
Marmelada de todos os concerveiros de Lisboa a 900 rs. a lata de 1 libra, e 19700 as de duas libras, e am porjao lera abatimento.
Latas COm peixe savel, pescads, pargo. roballo, cavalla, guraz, srda, congro, linguado, ostra, e lula de tijelada, chourigas
finas o mais bempreparado que tem vindo ao nosso mercado, de 1300 a 39 a lata.
Latas COm ervilhas portuguezas e francezas a 600 rs. e ^20 a libra.
Latas COm bolachinhaS desoa de todas as qualidades a 1440 rs.
rlgOS Qe COmmatlre em cixinhas de* libras as mais bjmenfeitadas que tem vindo ao marcado a 2$800 a caixinhs e400 rs. a libra.
Peras muito novas s boas em caixlnha de 4 libras a 3}000 a caixinha e 19000 a libra.
AmexaS francezas em latas de 5 libras por 49000 e 19000, a libra.
PaSSas m eaixinhasda 8 libras, a 29500 a caixinha, e 500 rs, a libra e a 99 a caixa de arroba.
CornthaS para pudim em frascos de 1 1 [2 a 2 libras a 19500 a 19800 o frasco, e a 800 rs. a libra
Caxinhas PrPr>as Para mimos, com passas, figos, ameixas, peras, amendoas, e nozes, de 29000 a 59000 rs. acaxinba.
Conservas illglezaS oportnguezas a 600 e 800 ris o frascoa 99 a caixa.
Macarro Ulharim, muito novo, para sopa a 320 a libra e 69000 a 'caixa.
Gomma muito alva como 88 pode desdar a 100 rs. a libra, I
Amendoas de casca asolle a 400 res a libra e nozes a 200 rs. esm porgao ter abatimento.
Champanhe das melhores marcas, de 159^209000 reis o gigo.
Chocolate portuguez, francez, a inglez, a 900 rs. a libra- ?
Cenejas das melhores marcas a 560 rs. s gsrrafs, 59500, a duzia.
Cognac muito superior a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia.
Genebra de Hollauda 600 rs. o frasco* 69500 a frasqueira. .
Vinagre de Lisboa puro a 240 rs. a garrafa, a 19800 a caada.
Dito em garra/oes de 5 garrafas, por 19200.
Espermacete superior 76 nbr* 7i0 r8em caixa*
ArrOZ da India a 100 rs. e do Msrtnhao, a 120 rs a libra e de 39000 a 32fj0 a arroba.
Lentilbas francesas o melhor de todos os legumss a 500 rs. a libra,em porgo ter abameato.
Latas COm feijO Verde muito bem proparado a 810 rs;
Latas com sardinha de Nantes a 440 e 600 rs. a lata.
Massa de tomate em latas de uma libra a 900 rs.
Alpista a 160 rs. s libra e paineo a 240, a 59* roba do alpiste a a 6|400 a do paineo.
Potes grandes COm Sal renadO a 640 tsmbsm tamos em pacotas, oito propriosjpsra maza a 240 e 200 rs. a libra."
BatattS em gigosds uma arroba a 19500, e 80 rs. a libra.
Doce da casca da goiaba de 19000 a 1200.
Azete doce purificado, a 800, a garrafa e 99000, a duzia.
Palitos lixadOS para den tes. os mais bom feitos que tem vindo ao mercado, a 200 rs. o mago com 20 msssinaos
Bolachinha ingleza muito nova a 400 rs.alibra e 59000 a [barrica.
Toueioho de Lisboa a 320 reis a libra e 109000 a arroba.
Velas de Carnauba ecomposigao a 400 rs. a libra e a 119500 a arroba!
Araruta a meHtor que se pode desojar a 320 rs. a libra.
Sevada .hegada ulumameate a 160 a libras a 49 ^h^e^^tt
1 Ceblas Mita aova a 600 rs o cant a a 400 rs. si % ir toasent,

..47




1 'I"
DUW& DE P*RMllCO.^ .SIGU** W 4 DE FBVBRIlftO DE 1862
Rival
sem segundo.
rn H a Hiiii mH a n %K Jm4*...i_ j ^ a.
S4 na Ioja do pvo, roa
da Imperatri z n. 60,
de Gama Silva,
rendom-*e fazendas'pelos pregos seguintes: mus-
suliossjrancaa com 4 ii2 palmos da largura, co-
rado 200 rs., chitas escuraa coto pequeo toque
cortea da chitas curaa e alegres, fazeoda fina a
resUdos, a 280 e 400 tais o corado, casaai in-
a 55f e 26Q. 380 300 ra., ditas garibaldinaa, fazeoda
multo flnaa 390 o corado, saias bordadas, fazen-
aa muito flaa a 3J e 4$, ditaa com arcos da cor-
e 9, ditaa de madapolo francez, baldes os mais
bem feitoa que tem riodo, pelo dimioato prego
de 3, 39500, 4 e 59, pegas de cambraia liaa mul-
to floa a 25 e 29500. ditas com 10 jardas, fazeoda
fioiMima, a 3S. 3J50O, 4 5, meiaa pretas ds
aeda para senhora a 19 o par, ditas brancas de
alfodao para andar em caaa a 200 e 240 rs., e
outras muitas fazeoda. que as rendem por prego,
baratiasimos, e de todas se dio as amostras dei-
lando penbor, ou mandam-se lerar em casa doa
freguesas que quizerem comprar : na ioja da rus
da Imperatriz o. 60. de Gama & Silra.
Brilhantinas americanas.
Veode-ae brilhaotina americana com lindsi-
mas cores, sendo fazeoda inteirameote ora e
moderna da 41|2 palmos de largura a 400 rt. o
corado : na ra da Imperatriz n. 60, Ioja do
pari.
Moirantique.
Acaba de chegar pelo ultimo rapor francs es-
ta fazeoda de seda com o tome de moirantique,
sendo de rariaa corea e branca, propria para res-
udo, de rwira, e vende-ae por preco baratssimo
10 na Ioja do pari, ra da Imperatriz n. 60.
Pannos a1#600.
Vende-se panno preto e dito cor de caf, fa-
zenda muito encorpada a 18600 o corado para
acabar: na ra da Imperatriz n. 60, Ioja do pari
Chales pretos a 3$.
Vendem-se chales de fil pretos muito grandes n Tt"^^ u",&c'u "u* uu "P""0
e finos, fazeoda que aamprese rendeu a 89 e 109 01 venOO-se gelo de hoje em atante
a 39 ; na raa da Imperatriz n. 60, Ioja do pari arroba a 3#500, e meia arroba 2A000,
Sedas.
se
e a libra a 160 reu : tambem recebe-te
^ff^r^i'VtS^J^ ^ff-tum da, peo., particulares lo.
cor de canna e azul, sedas tarradas de cores, cha- S que leja diariamente, at que
malote preto e sarja preta hespanbola a 19800 :-----'-------'
ra na da Imperatriz n. 60, Ioja do pari.
Fancy a 1^600.
Vndese faney, faztnda de lia lisas e mescla-
daa, propria para caigas, palelots, coiletes e ca-
pas para senboras, e roupss de meninos, tendo
eila fazeoda 6 palmos de largara a I96OO : na
ra da Imperatriz o. 60, Ioja do sarao.
Kspartilhos.
Vendem-se espartilhoe inglezes que ao oa me-
mores : na ra da Imperatriz o. 60 Ioja do
iarao
Para meninos.
Vendem-se vestuarios para meninos e meni-
nas muito bem enfeilados : na ra da Imperatriz
o. 60, Ioja do pari.
Madapolo a 3$.
adapolio enfeatado com 14 jardas a 39 a pe-
5> ; na ra da Imperatriz n. 60, Ioja do pari.
tmmmm mm -mmmmm
[Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS & REG
| Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Dm grande e rariado sortimento de
roupas eitas, calcados e fazendas e todos
estes se rendem por precos muito modi-
ficados como de seu costume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores psnnos
e casacos feitos pelos ltimos figurinos a
5169,189, 309 a a359, paletots dos meamos
pannos preto a 16f, 18J. 209 a 249,
ditos de casemira de* cor mesclado e de
aproe padrea a 149.169, 189,209 e 249,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
Sres a 99,109,129 e a 149, ditoe pretos pe-
lo diminuto preco de 89,109, e 12$, ditos
8 de sarja de seda a sobracasaesdoa a 129,
ditos de merino de cordao a 129, ditos
Sde merino chines de apurado goato a 159,
ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 109,
ditos saceos pretos a 49, ditos de palha de
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fuatio a 89500, 49
e a 49500, ditos de fustio branco a 49,
grande quantidade de caltas de casemira
preta e de cores s 79, 89, 99 e a 10, ditas
jardas a 39 e a 49, ditas de brlm de cores
loas a 21500, 39, 39500 a a 4|, ditas de
bnm brancos Anas a 49500. 5, 5950O e a
6f, ditas da brim lona a 59 e a 6f, coiletes
d gorgurio preto e de cores*a 51 e a 6|,
dios de casemira de cor a pretos a 4|500
a a 59, ditos de fustio branco e de brim
a39 e a 39500,ditos de brim lona a 4f
tftos de merino para luto a 49 a a 4950o!
clcas-de merino para luto a 42500 e a 5J,
cipas de borracha a 99. Para meninos
de todos os tamanhos: calcas de casemira
rea o de cor a 5f, 69 e a 79, ditas ditas
ds brim a 2J, 39 e a 39500, paletots sac-
eos de casemira preta a 6$ e a 7, ditos
de sor a 69 7g, ditos de alpaca a|39,
sobrecasacos de panno preto a 129 a a
14, ditos do alpaca preta a 59, bonets
para menino de todas as q validades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos,
meios ricos rostidos de cambraia feitos
oara meninas de 5 a 8 annoa com cinco
bibadoshsosa89ea 125, ditos de gorgu-
h?'. Ji! 11a 5* t a 6*' ditM d
onm a 39, ditos do cambraiarieamente
*fmeaclc*adaa pela sua grande qaanti-
'**i oorecebe-aetodsequal-
!,.L C0Bn(U de roupaa para se
moa" ntt,l- qu par. este flm
1 as? da ??** ortimento de f azen-
[ /i. a!?- unu ,,B* offlein. d e al-
'H. i'nfd" P.0r,m h-bil mestre que
Kde..Pj.rmplda Pfic5on.d.dei-
Na ruado Queimado o. 55, defronte do sobrado
noro, esta disposto a-rendar tudo por preco qua
admira, asaim como asja :
Frascos de sgua de laraoda muito an-
des a
Sabonetes o melhor que podo harer a
Ditos grsndes muito finos a
Frascos com rheiros muito fios a
Ditos ditos muito bonitos a
Garrafas de agua celeste o melhor a
Frascos com bsnha muito superior a
Ditos dita de urco fioissima a
Fraacos de oleo babosa com cheiro a
Diloa dito dito a
Ditoa dito nito a f
Ditoa para limpar a cabera e tirar caspas a
Ditos dato philocome do rerdsdeiro s
Ditos com baas traoapsrente a
Ditoa com superior agua de colonia a
Dita, fraseos grandes a
Fraacos de maca;i oleo a
Ditos de opiata pequeos a 320 e
Ditos de dita grandes a
Tem um resto de lavando embreada a
Linha branca do gaz a 10 rs., e tres po'r
dous, e tina a
Dita de carteo Pedro V, com 200 jardas a
Dita dito dito com 50 jardas a
Carretela de linha com 100 jardas a
Duzia de melsscruas muito encorpadasa
Dita de ditas muito superiores a
Dita de ditas brancas para senhors, mui-
to finas a
Vara da bico da largura de 3 dedos a
Dita de franja par toalbas a
Groza de boids de louca braocos a
Duzia de phosphoros do gaz a
Dita de ditoa de rea muito superiores a
Pecas de fita para coa de todas as lar-
guras a
800
320
160
500
19000
I9OOO
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
100
500
800
500
20
60
20
30
29400
4J500
3J000
120
80
120
240
240
320.
GELO
No deposito do gelo ra do Apollo
acabe o glo.
Aos senhores fogueteiros.
Na Ioja da ra do Crespo n. 16 ha urna porcio
deeoxofre excedente para fogos doar e de rista,
e rende-se por 19 a arroba a quem comprar urna
barrica.
Vende-se s casa terrea sita na raa de San-
a Rila o. 57 : a tratar na rus ds Aurora n. 70.
segundo andar.
Attenco.
Vendem-se duas moradaa da casas assobrada-
-n *.? hfl Pucp' de t>jolo, em chaos foreiros,
na rilla do Cabo ; rende-se muito em conta : a
rallar na meama Tilla do Cabo com Sebastiao An-
tonio do Reg.
Bolcinhas de borracha
para fumo.
Muito lindas bolcinhas de borracha para guar-
dar fumo pelo baratiaaimo preco de 12200, 1,
ow.rs. cada urna: na Ioja da rictoria na ra do
ueimado n. 75, junto a Ioja de cera.
Mevas para sen\\*ra.
Vendem-se superiores meiaspara senhora pe-
lo baratiMimo prego de 39840 a duzia: na Ioja
da bo b fe, na ra do Queimado n. 22.
Entremeios
bordados em cambraia
transparente.
Na Ioja d'aguia branca se acha um bello sorti-
mento de entremeios bordados em fins cambraia
tranaparente, e como de seu costume est ren-
dendo baratamente a 15200 a pega de 3 raras,
tendo quantidade baatante de cada padrao, para
vestidos ; e quem tirer dtnheiro approreitar a
occasiio, e manda-Ios comprar na ra do Quei-
mado, Ioja d'aguia branca n. 16.
Agulhas itoperiaes.
Tem o fundo dourado.
A Ioja d'aguia branca tendo em vistas sempre
render o bom, mandou rir, e acabam de chegar
aqu (pela primeira vez] as superiores agulhas
imperiaes, com o fundo dourado e mui bem fal-
las, sendo psra alfaiatas e costureiras, e custa
cada papel 160 rs. A guia assim )a anima
e adenla a quem cose com ella, e em regra sio
mais baratas do que as outras; quem as com-
prar na ra do Queimado, Ioja d'aguia branca n
16, dir sempre bsm deltas.
Zefire para vestido.
Chegou para a Ioja da victoria grande sorti-
mento de zefire para enfeitea de resudo ou para
outra qualquer obra que se queirs butar pelo
barato prego de 500 ra. a pega com 10 raras : na
Ioja da rictoria na ra do Queimado n. 75, junto
a Ioja de cera.
Potassa americana.
Vende-se potassa americana muito ora o de
superior qualidade: no escriptorio de Manoel
Ignacio de Olireira & Filho, largo do Corpo San-
0 n. 19.
Opiata ingleza
para dentes.
Esti finalmente remediada a falta que se sen-
ta dessa anreciarel opiata ingleza lio proreito-
aa e necessaria para oa dentes, isso porque a Io-
ja d'aguia branca acaba de recebe-la de ana en-
commenda, e continua a rende-la a 19500 rs. s
caia.- quem quizer conserrar seus dentes per-
fectos prerenir-se mandando-a comprar em
dita Ioja d'aguia branca,ra do Queimado n. 16.
Na ra Nora n. 19, rende-se relbullna de
'^'.^"h^tr ".-ulut*lor,eaQ>ente n cores a 500 rs. o corado.
Bordados para baptisados.e muitas outras m 4 oan *
fazenas e roupas feitas que deizam de 8 A d2 TS. O COVadO, grande
pechihoha.
Vendem-se superiores cambraias francezas de
muito bonitos padroes a 320 rs. o corado; 6 fa-
zeoda muito fina que sempre rendea-se por 800
e 19 a rara, renham por ellas, antea que se ac-
-* Vende-se urna mulata de meia idade, eozi-
noamaito bem e faz todo mais serrico de urna
s ; a tratar na Ioja da rictoria na ra do
Uneamado n. 75;
Agua de layander e po mada.
Jl6?4""*6 8,|Pror aga de larander ogleza
Peto baratssimo preco de 500 e 6*0 rs. cada fras-
o. Ponida mutissimo fina em pios grandes a
!ma! I*' TJd-e por to barato preco pela
na Ioja de miudezaa da boa fama n. 55.
v.7IC(ls denho barato.
cmltro dX.0rtU.^.biC0? de linh "e dous a
a rara, rende-se por tsl preco pela razio da aa-
t.rem muito pouc. cousaVealSida, fibel le
rendem pagas de rendaa liisperfeilaemeboas
cont 10 raras cada peca a 720. 800 1
1W00, (9600 e 29 a peca, ditas de seda a 29 !
f "" P^a : aa raa do Queimado na bem w-
nheeida loJ de miudezss da boa fama n. 35
bem ; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe
cida Ioja da boa f.
Aos senhores sacerdotes.
Acabam de chegar i Ioja da boa f, na ra do
Queimado n. 22, meias pretas de seda muito su-
periores, proprias para os senhores sacerdotes
porserem bem compridsse muito elsticas ; ren-
dem-se pelo barato prego de 69 o par, na meo
cionada Ioja da boa f, na ra do Qaelmado nu-
mero 22.
para a njos.
Vendem-se na riaa da Senzala Nora n. 30, tai-
lionas com doce por prego commodo, recommen-
dareis psra os snjos de procisslo.
Potassa daRussia.
Vende-se potassa da Russia da mais ora e
supenar que ha ao mercado e a preeo muito
cammodo: no escriptorio de Manoel Ignacio de
Olireira & Filho, largo do Corpo Santo.
Superior cal de Lisboa.
Tem para rendar em. porcio e a retalh.o Anto-
nio Luiz de Olireira Azeredo & C-, no seu es-
criptorio ra da Cruz n. 1. *
Vendem-se magias oras chegadas no ul-
timo navio a 89, macarrio, lalharim e aletria a
49, tendo cada caiza mais de 20 libras; no ar-
mazem do Annes, defronta da ilaudega 9. *.

hRA BO QUEIMADO W.kQ
P^p GBMDEMTIMENTo
Sortimento completo de sobrecasacos de panno a 259; 289. 30a e 35* camena mntin h.m
faites a 25g, 282. 302 e 851, paleto!, .cacado, de panno preiode 16 t?59 diS d?caaemi
de cor a 1&. 1& e2CJ. paletots saccoa de panno e casemira de 89 at 149 d?ts sacco^f di^alnac!
m tun e li de 9 at 69. cobre de alpaca merino de 79 at IO9, calcai pretss de^.Vmir. Si
89 at 14|. dito, de cor de 79 at 101. roupas psra menino de todo, o, t.rn.nhoa. grande ort
ment de roupas de brins como seiam caigas, paletots colletas, sortimento de eolletas oreto d.
Si "IS"?: TfUUi d6 ** tX* *. Pl"oi br.nco.Pde ra
mante a 49 C 5#, caigas brancas muito finaa a S|, e um grande sortimento de fszendas Una se mo-
dernas, completo sortimento de cssemiras ioglexaa para homem, menino o aenhora. seroalaa de
linno e algodao, chapeos de sol de seds, luvas de seda de Jouvio para homem e senhora Te-
mos urna grande fabrica de alfaiate onde recebemos encommendss de grsndes obraa que para
isso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhsnte srte e um pessoal de mais de
cincoenta obrairo. eacolbidos, portanto execulsmoa qualquer obra com promptidio e maia barato
do que im outra qualquer caaa.
Attenco a li-
quidaco.
Na Ioja do Clarinote ra da Cabugi n. 2 B,
vende-se as seguintes miudezas pelos diminutos
pregos para acabar : pecinbaa de babado com 15
varas de 3 a 4 dedos de largura a 400 rs., ditss
com 30 raras de differentes larguras a 2g200rs.,
carlea de colzete para rostido a 40 rs., franjea
de lioho muito finaa para casareque tendo cada
pega 15 raras a I96OO a pega, ditas de algodio
para toalhas a 100 rs. a rara, ditas de seda pre-
tas de 2 dedos a 3 a 240 e 320 rs., ditss de 1 a
2 dedos a 160 rs., traoga de aeda branca com ri-
drilho differenle largura a 320 rs. a rsra, dita di-
ta preta a 300 rs. a rara, caivetes de 1 e 2 fo-
lhaa muitofloo a 160 e 240 rs., tesouras muito
linas para costara a 320.400e 500 ra., enfladores
de linho para veitido a 40 ra., caixas de bfalo
para rap differentes modelo a 500 ra., carreteii
de linha de 200 jardas autor Alexander a 820 rs.
s duzia e 70 rs. o carritel, linha preta de miadi-
nha o masso com 60 pegas e 96 a 500 e 600 rs.,
escoras para casaca o mais fino que hs a 29, tu-
ras de linho fio de Escossia branca muito finas
a 600 rs. o par, ditas de cores a 500 rs. o par,
ditas de algodio a 160 ra., franjas largas de cores
propriaa para cortinados tendo cada pega 15 ra-
ras a 29 e em rara a 160 ra., eapelhos de damaa
de dirersos tamanhos a 800,19 e 19280, botocs
de porcelana brancos para camisa a 120 e 160 rs.
s groza, ditos brancos, pretos e de cores proprio
para caiga a 240 rs., pentes de tartaruga para
tranca os melhorea que pode harer a 39500, ditos
para alisar a 29. ditos de marflm de differentes
tamanhos e modelos a 500 rs., labyrintho de to-
das aa larguras a 120,160, 200 e 240 rs., pentes
muito finos flogiodo uuicorne tanto para sifissa
como para cabega a 320 rs., meiaa de cores para
homem muito Anas a I928O rs: a duzia e o par a
120 rs., caiza de colzetes francezes a 40 rs, gar-
rafas grandes de agua de colonia muito fina a 39,
dita com agua de larande a I5, ditaa do Oriente
a 800 rs, frascos de bsndolin psra segurar ca-
bello a 6(0 rs., dita de flor de laraoja frascos
grandes a 500 rs., bandeijas de differentes tama-
nhos a 19280,1$600 e 25, garrafas de porcelana
douradas para meta sendo gsrrafas grsndes a 29
e pequenaa a 19, charuteiras muito Anas direr-
sos tamanhoa a 29 e 29500, loras pretas e de co-
res enfeitadas para senhora a 800 rs., peitos para
camiaa muito finca brancos e de cores a 29500 a
duzia e 220 rs. cada um, zefiraa de todss as co-
res fazenda de muito bom gosto a 19 a pega, e
um completo sortimento de fitas de sarja e cha-
malote aaaelinadas de todaa as cores e larguras,
assim como bicoa de blondo brancos e pretos, di-
tos de linho de todss as larguras, e inultos outros
cbjectos que se rende por metade de seu valor.
Fiveilas douradas e esmalta-
das, para cintos.
' A Ioja d'aguia branca acaba de receber por
amostra urna pequea quantidade de fiveilas
douradas e esmaltadas psra cintos, todas de no-
ros e bonitos moldes, e tsmbem douradas que
parecem de ouro de lei, o que s com experien-
cia se conheceri nio o serem, estando no mesmo
caso ss esmaltadas, e assim mesmo vendem-se
pelo barato prego de 21500 rs. cada ums, na ra
do Queimado Ioja d'aguia branca n. 16.
Cestiuhas ou cabases para as
meninas de escola.
O tempo proprio das meninas irem para a
escola, e por isso bom que rio compostas com
urna das oras e bonitas castinbas que se ren-
dem ra ra do Queimado Ioja d'aguia branca
o. 16.
No vos bonets de velludo, e
marroquim dourado.
Na Ioja d'aguia branca rende-se mui bonitos
bonets de velludo, e marroquim dourado, os
quaes aio agora mui nscesianos para os meni-
nos que rio para a escola e quem os quizer com-
prar mais baratos dirigir-ae i ra do Queimado
Ioja d'aguia branca a. 16.
As verdadeiras pennas ingle-
sas caligraphicas.
A Ioja d'aguia branca acaba de receber sua
eneommenda das verdadeiras pennas de ac
ioglezaa caligraphicas, dos bem conhecidos e
acreditados fatricaates Perry & C, e apesar da
falta que haria dessas bdas peonas, com ludo
rendem-se pelo anligo prego de2/000 a caizinha
de urna groza, quantidade easa que as falsifica-
das nao trazem. Para lirrar de engaos, as ca-
zinhasrio marcadas com o rotulo que diz. Loja
d'aguia branca ra do Qaeimado n. 16.
Vende-se
jzeitede dend ou palma, dito da amsndoim qua
aerre para luzes e machinas, mais barato do que
em qualquer outra parte; na raa do Vigario n.
19, primeiro andar.
a
Chegou para a loja da rictoria grande sorti-
mento de cascarrilba de todas ss cores e largu-
ras e se rende mais barato do que em parte al-
guma, por isso renham a loja da rictoria na raa
do Queimado n. 75, junto a loja de cara.
Veode-se um terreno em Santo Amaro,
unto ao hospital ioglez, com 700 palmos de fren-
e, em muito bom estado: a tratar a ra do
Trapicha n. 44, armazem de Braga Son & g.
*.,
Phosphato de fer-
ro de Leras.
Vende-se a 39000 o frasco ; no escriptorio de
Almeida Gomes, Aires & C.
Calcado
129000
75000
69000
1J600
109O00
49OOO
59OOO
ra do
francez e ioglez muito barato.
Botinas de Melia psra homem, obra
frases, a
Ditas de lustre, (de Pars) a 69 e
Ditas de setim preto para senhora a 59 e
Sapatoadesetim preto para seohora a
Botinas inglezas de bezerro proprias
para invern a
Ditas ditas do lustre para homem a
Ditaa francezaa de lustre e pellica para
homem a 49 e
Em casa de Burle Jnior & Hartios,
Cabugi n. 16.
Caivetes fixos para abrir
latas.
Chegou nors remessa desses preciosos cai-
vetes fixos para abrir latas de ssrdinha, doce,
bolachiohas etc., etc. Agora pela feata cmese
muito dessas cousss e por isso neceaaario ter
um desses csnlretes cujo importe 19, comprao-
do-se na rus do Queimado loja da aguia branca
n. 16, nica parte onde oa ha.
Linhas* de croxele em nve-
los monstros.
acuito boa linha de croxele para bordado em
noTcloa monoiro por aerem muito grandes a
400 rs. o novelo : na leja da victoria na ra do
Queimado a. 75, jauto a loja de cera.
Novo sortimento de cascarri-
lhas de seda.
A loja d'aguia branca acaba de receber um noro
e bello sortimento de caicarrilhas de seda de
Si* dlffereDle cri rende-se 4 19500
e 29500 ris a pega, na ra do Queimado loja
d'aguia branca n. 16;
Meias pretas de seda 1.000
o par.
Vende-se meias pretss de seda, e de mui ba
qualidade, para aenhoras, e padres I9OOO o
par, por estarem principiando a mofar, e estando
ellas calgadas nada ae conhece, na ra do Quei-
mado loja d'aguia branca a. 16.
mmmmm mmmm mmm
* Iflleresse publico.
Offerecido pela loja dei
marmore.
A loja de marmore tendo de apresen-
tar i concurrencia publica o que ha de I
mais noro em fazendas, tanto para se-
nhoras como para homens e meniuos,
seado que para este flm espera de aeus
correspondentes de Inglaterra, Franga e
Allemanha as remessas de seus pedidos
tem resolaido, antes de apresentar o no-
ro sortimento, liquidar as fazendas exis-
tentes, o que effectuari por pregos m-
dicos e psra cojo flm convida o respeita-
rel publico a aproreitar-se desta emer- a
gencia.
mmmm-mmmmm mm*
Attenco
Guimaries & Luz, donos da loja de miudezas
da ra do Queimado n. 35, boa fama, participara
ao publico que o sea estabelecimento se acha
completamente proridodas melhores mcrcadorias
tendentes ao mesmo eitabelecimento, e muitos
outros objectos de gosto, sendo quasi todos rece-
idos de suas proprias encommendas ; e estando
ellos inteiramente reolvidoa a nio rsnderem
fiado, aflangam render mais barato do que outro
qualquer ; e juntamente pedem aoa aeua deredo-
res que Ibes mandem ou renham pagar os seus
dbitos, sob pena de serem juitigados.
Fivelas para cinto^
Ricas fivelas de madreperola para cintos pelo
barato prego de 1J600: ni loja da rictoria na
raa do Queimado a. 75, junto a loja de cera.
Luvas de Jouvin.
Na loja da Boa F na ruado Qaeimado n. 22
sempre se encontrarlo aa verdadeiras luvas de
Jourin tanto para homem como para seohora,
adrertindo-se que para aquelles ha de maito
lindas cures, na mencionada loja da Boa F na
raa do Queimado n. 22.
Linhas de cores em nvelos.
Vende-se rinhasde cores em nvelos fazenda
em perfeitiasimo estado pelo baratssimo prego
de 19 libra : na ra do Qaeimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
Papel de peso a %$ a resma.
Vende-se na rus do Qutf
zas da bu fama n. 85.
sem igual.
36 Larga do Rosario 36
Mascaras de cera boas a 640
Ditas de maasa a 480
Carrstis de liohs de cores e brancas a 30
Ditos de dita branca de 200 jardas a 60
Agulhas curtas com toque a '40 rs., e
limpas a 60
Cartoea de clcheles miudos a 40
Ditos de ditos msiores a 60
Missangas miudas (maciobo) a 160
Pegas de tranga de caracol de lia deco-
res com 13 e 15 raras a 160
Duzia de meias para senhora t 28500
Ditas cruas para homem a 2f400 e 39000
Linhas do gaz pretas, brancas e de cores a 30
Malungas de porcellana com 6 pollegadas
para cima de meas a 400
Jarros de dita pequeos, um por 500
Tranga de aeda cor de rosa, a rara 160
Dita dita da diversas cores a 200
Fitas de velludo de cores a 200, 800 e 400
Toucas de lia para seohora a 500
Apparelhos de pao, loaga. e folha
de 240 a 29OOO
Franja de seds a 320 e 400
Pegas de bico estreitioho com 20 raras a 720
Enfeites modernos muito bons a 59500
Gollinhas de traspaaso com botio a SjOOO
Alem deslas miudezas, esta loja conserva sem-
pre um bom sortimento e por baratoa prego..
Nao esqueca arara,
que hoje a loja dos barateiros para rtf, ren-
dem-se pegas de cambraia liaa branca a 19600 e
25, dita muito fina com 5 palmos de largura a
3 e 3S500, pegas de madapolo enfeatado a 39.
noroa cortea de chitas fioas com 13 corados a
29500, ditos de riscado, padroes noros a 2^500 e
19500, brilhntina branca com 4 Ii2 palmos de
largo a 280 o corado, dita de cores a 360 o co-
rado, gorgurio para reatidos a imitagao de sedi-
nhas, fazenda muito nova e Una a 320 o corado,
barege para vestidos com flor de seda a 360 o
corado, pompadourde seda de quadrose matiza-
do para restidos a 640 o corado, fil de linho
branco e de cores a 200 rs. o corado, liazinhaa
para restidos a 280 e 400 ra. o corado, ricos cor-
les da gorgurio para vestido com 18 corados por
69500, cortes de lia de duas saias com 22 cora-
dos por 10$, ricos cortes de organdys com 15 ra-
ras a 99 e 7g para acabar, cassas ae cores para
restidos a 280 e 310 encovado, chitas a 160. 180
e 200 rs. o corado, ditas francezas a 240 e 280 o
corado.
Pannos pretos.
Panno preto para caigas e paletots a ls600,
15800, 29 e 295OO o corado, cortes de casemira
preta para caiga a 39, dita entestada a 39500 e
4fi, velludo preto a 2S500 o corado, saia de cor-
dao que faz rez de balio a S9500, balees de ma-
dapolio a 39 e 39600. ditoa de 30 arcos e de ren-
da a 49 : na ra da Imperatriz, loja e armazem
da arara n. 56, de Magalhaes & Mendes.
Pechincha para todos.
Veodem-ae masaos com 20 maasinhos de pali-
tos finos e buhados para dentes a 200 rs. o mas-
so de 20, poim pastando a 15 masaos se faz dif-
erenga em prego : na raa da Imperatriz, loja e
armazem da arara n. 56.
!3X&Urag33ggg.SI53aa5^3SBr5t.
a das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4#.
Duzia de meiaseraas para homem a
19200 e o par a 120 rs., ditas brancas
muito finas a 2S500 a duzia, lengos de
cassa com barra de corea a 120 rs. cada
um, ditos brancos a 160 rs., baldes de
20 e 30 arcos a 3f, liazioha para res-
tidos a 240 o corado, chales de merino
estampados finos a 59 e 69, tarlatana
branca e de cores muito fina com rara
e meia de largura a 480 rs. o corado,
fil de linho liso a 640 rs. arara, pe-
gas de eambraia lisa fina a 39, cassas
de cores psra restidos a 200 rs. o co-
rado, mussulina encarnada a 320 rs. o
corado, calcinhas para menina de escola
a 15 o par, graratinhss de tranga a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. cada
um duzia 29, pegas de cambraia de sal-
pico maito fina a 39500, pegas de bre-
tanha de rolo a 29, chitas francezas,a
220 e 240 rs. o corado, s loja esti
aberta das6 horas da manhia as 9 da
noite.
------------- 1 'rai^waHgJ.
Na Ioja do vapor.
Ra Nova n. 7.
Acha-se barato grande sortimento de calgado
francez e inglez, roupa feita e perfumaras mui-
to Anas, quem davidar pode ver.
mmmmmmmmmmm*
* Liquidacao. *
Aloja de marmore.
Bournua de casemira para senhora a 109
Manteletes de grosdeoaple a 109
Loques de sndalo a 59
Bournus de casemira para meninos
de todas as idades a 5$
Grande sortimento de cascarrilhas, ,
trangas e^taa de todas as cores para en- 1
feites de rostidos por pregos mais bara-
tos do que em outra qualquer parte.
P
Chapeos de castor.
Vendem-se chapeos de castor de primeira qua-
lidade a 89, que j se renderam a I69, e para
acabar : na ra da Imperatriz, Ioja n. 20, do
Duarte.
Vende-se um sobrado na ra das Cinco
Ponas n. 23, com muitos commodos : a tratar
na ra Imperial n. 108, das-6 s 9 da manhas, e
de tarde das 3 is 6.
Chapeos enfeitados.
Vendem-se chapeos, enfeitados muito recoEn-
mendareis para as meninas que est o passando a
festa nos amenos arrabaldea desta heroica cidade,
a prego de 29 cada um : na ra da Imperatriz,
loja n. 20, do Duarte. Na dita loja cima achario
continuadamente 'os senhores consumidores um
Eande e rariado sortimento de fazendas, tudo
rstusime.
Luto por D. Pe-
dro V,
Acaba de chegar urna pequea porgio de alfl-
netes de peito, bo toes de punhos, e brincos, pro-
prios para lutos, tendo esda objecto a effigie do
finado monarcha : antes que se acabem dirijim-
se os pretendentes i lirrsria de Nogueira de Sou-
za & Gompanhia, ao p do arco de Santo An-
tonio.
Grande pechincha
Superiores paletos de pao preto muito fino,
obra multo bem teita pelo baratssimo prego de
20J000 ris na ra do Queimado n. 22 na bem
conhecida loja da Boa F.
Vende-se urna fabrica de velas bem mon-
tada com 180 duzias de formas e com boa frego-
sla, que se sflanga so corapxador : na ra*
Raagel taberna n. 6.
PEIXE
Duarte Companhla
receberam pelo ultimo rapor as seguiotes quali-
aaoes de pene o mais bem arranjado que se po-
dedesejar em lata, lacradas hermticamente pe-
los pregos d. 15200 a 3S a lata :
Cboungas finas prompU..
Pe.cada asaada e cozida.
Pargo assado.
Roblos dito.
Caralla em azeite.
Guras assado.
Nulas de tigelada.
Sarel assado.
Sarda em azeite.
CoDgro.
Llnguados fritos.
Ostros.
Atum marinado.
aiT"ab"a receberam pacotes de sal refinado a
240 r. cada um e latas com feijio rerde a 800
rs.: nos srmazens Progresairo e Progressista 00
largo do Carmo n. 9 e ra das Cruzes n. 36.
armazem de fazendas'
DE
Santos Coelho
Kua do Queimado n. 19.
Lengoes de bramante de linho a 39.
Cobertaa de chita finas a 29.
Ditas a prego de I98OO.
Cambraias pretss maito finas.
.Colchas de fustio muito lindas a 69.
Eateiras da Iodia de 4, 5 e 6 palmos de largo,
proprias para forro de cama e salas.
Lencoes de panno de lioho fino a 29.
Algodio mostro a prego de 600 rs. a rara.
Toalhas de lioho para mesa a 49.
Ditas de fustio para maos, cada ama 500 rs.
Baloes para meninas.
Vende-se um silhio com todo, os seus
pertences : na ra Augusta, casa r. 73.
f a relio de
Lisboa.
A desembarcar do brigue Horin-
da : quem se quizer fornecer dette
genero com urna grande differenca de
preco porque se esta' retalhando pre-
sentemente, venha tratar na ra da
Madre de Dos n. 12, para ser tirado
no desembarque.
Para o carnaval.
4 bella rapazada que'
com pouco dinheiro quizer fazer e enfeitar seus
vestuarios, dirijam-se a loja fraoceza da ra
Noran. 11, que foi do Gadault, que achario se-
das, fitas, Arelas douradas, barretinas, reos, e
finalmente ums grande eiposicao de alcaides,
pelos quaes se nao engeita qua'etia algama : na
mesma toja recebeu-se um completo sortimento
de mscaras para hornees o mulheres todas as
qualidades.
Camargo < Silva.
Vendem restidos de seda de cor com dous ba-
badoa, fazenda de gosio, a 25J000, ditos pretos
de seda larrada, de dous e tres babados, fazenda
muito boa e bonita a 309, riquissimos manteletes
coroprido8 de seda muito superior, chapozinhos
e tocas de seda para baptisado de creangas, enfei-
tes de cabega, de diversos gostos, e outras mui-
tas fazendaa que serio apresentadas opportuna-
mente : i rus do Crespo n. 1.
Camargo < silva.
Vendem a rerdadeira estamenha para hbitos
de tercelros franciscanos : i ra do Crespo n. 1.
Ra larga do fio-
zario n. 38,
Tem fivelas muito finas para cinloa por 19500 ca-
d u.ma, ciclos dourados, linhas de Pedro V com
200 jardas a 60 rs., linhas de carrinhos de 200
jardas autor Alejandre a 80 ra., ditos a 60 rs.,
linhas finas de carrinhos de 50 jardas a 30 rs. b
carrinho, linhas de marca a 30 rs. o norello, ra-
p de Lisboa, rolio, francez, grosso, meio grosso,
fino, Paulo Cordeiro e Heuron ; na mesma loja
rende-se luras de pelica para homens esenho-
ras, e de outras muitas qualidades, asaim como
miudezas muito em conta, que a rista dos com-
pradores se dir o pre;o de tudo.
fLoja amarelteJ
GURGEL& PERDIGAO'. &
Receberam restidos pretos de morean- A
& lique neste genero o melhor e mais em a,
l moda as principaes pragaa da Europa '
3P e Rio de Janeiro. ?
^ Receberam as lindas capaa e mantele- |&
tes compridos, desta rez rieram pretos |
e de cores; E?
0 Vestidos de blond com manta, capella $S
|b e saia de setim.
Vestidos de cambraia bordados ede *
W seds. &&
dB), Saias a balao finas e inferiores para a
2* senhora. W
<2? NOVIDADES.
^ Manguitos, sintos, enf.ites e griaal- S
g das para senhora, leques, espartilhos, S
mantas pretas superiores, chales, cami- W
Qp sas para senhora-e meias elsticas. 3-
m ROUPA FEITA. g
Caigas, coiletes, paletots, sobrecasa- 3
@ Este estabelecimento eat sortido de flk
x fazendas Anas proprias da praca. Dio-se n
as amostras : ra da Cadeia loja amarel- *
titf la n. 23. &
predio venda
Vende-se a casa de dous andarea e biao, mei-
agua, no becco das Uiudinhas o. 8, araliada em
2:0009. a qual rende 1 1|2 por cento ao mez na
ra do Trapiche n. 14, primeiro andar, ha pessoa
autorisada pelo proprietario para effectuar a ren-
da da mesma casa.
Escrayos fagidos.
Fugio no dia 12 do correte um preto de
noaae Joaquina, crioulo, de idade 35 annoa, pouco
mais ou menos, filho da ilha de Itamarac, leroa
restido caiga e camisa de algodio azul, cheio
do corpo, um pouco acatrozado, e falla de vagar
e descansado : quem o pegar, lere ao caes do
Ramos n. 16, que ser generosamente recompen-
sado.
Fogio no dia 20 do corrente de bordo do
patacho Capuam*. o escraro crioulo mariohei-
ro de aome Antonio, idade 19 annos pouco mais
aa menos, altura regalar, rosto comprido e com
siguas signses de bexigas, leroa calca e camiaa
azul : quem o pegar tere-o ao escriptorio de
Antonio Luiz de Olireira Azeredo 4 C. raa da
Cruz a. 1, ou a bordo do dito patacho que ser
generosamente recompensado.
Fugio no dia 21 do correte o escrsro Ja-
cob, de Angola, da.idade de 40 annos, alto, ma-
gro, rosto descarnado, pouca barba, rendido da
rirlha direita*JJ>com sigoal de am caustico ao
p do estomago, eostuma diier que s. chama Jo-
s, este escraro per tenca aos liiiiilajrn de An-
tonio da Costa Reg Monteiro ; joasa o pegar
entregue-o na mi da Praia de Santa Ritsn. 45,
segundo andar, que ser recompensado.


V
**.
DURIO DI BB1NAMB0CO, *. SEWJSDl RIBi U DE FEVWBRO DE 1I6J.
Literatura.
Pralica d proeesso.
' /luisa a lourtna d'aquelles que ensinam que
as accoes ranes. nao necessario declarar-te
o causa remota de pedir.
Oa prosistas que combaten) essa proposlgao,
chamaudo causa prxima le pediro proprio di-
reilo real em litigio, e caucas remotas,os mo-
dos de su i acquisicao, dizem que basta na aego
a allegago da pnmeira causa, dando desta arte
como causa d>> pedir o propri podido : j d'aqui
vae-lhes o terreno falssMB ; entretanto discta-
me?.
O libello que as acjoes reaes iuicia a lide, pe-
segundo o autor, fox desconhecido pelo ru : tal
o seu Om.
Ora, o libello 6 a deduego articulada da aeco
do autor, em forma de syllogismo ou de enthy-
mema, pedindo a condemnago do rua qual
importa o reconhecimeoto do direito d'aqueile.
D'onde se conclue :Io que o diieito real, longe
de ser s causa prxima de pedir, o proprio ob-
jecto do litigio ; 2 que, devendo o syllogismo ou
enlhymema do libello cooter por premissas as
rasesde que se deduz, como observancia, o pe-
dido do reconhecimeoto do direito, es3as premis-
sas nao podeni deixar de consistir na exposigao
dos fundamentos desse direito, que sao os ttu-
los ou modos de acquisico pelos quaes se conhe-
ce que elle pertence realmente ao autor que o
reclama.
Nao sel, pois, o que pretendern) os antigos pra-
xistas, chimando remotas essas causas de pedir,
e ispensando-as do libello Alias, essa subdi-
viso das causas de pedirem prximas e remotas,
parece-rae nao passar de um romanisrao sem ex
plicago rasoavel, nem alcance pratico no foro
todas as causas que fundamentara o pedido de-
vem ser exposlas necessariamente, porque o onus
da prora incumbe ao autor, e como sao essas
causas que do este o direito, nao pode esse di-
reito quo dellas se deriva como urna llaco, ser,
causa alguma de pedir.
O insigne Ferreira e Souza nos ensina em sua
nota 298 que, ao passo que as aeges pessoaes
convem declirar a causa prxima que a obri-
gago, e a remota que o contrato de que ella
nasce,as acedes reaes basta declarar-se a cau-
sa prxima que o domioio ; de sorte que quem
suecumbir em urna arcao pessoal, allegando urna
certa causa, pode intcota-la de novo, allegando
oulra ousa,o que nao acontece coin aquelle
quo decahir de urna ecgo real, ao qual obstar
depois o principio da causa julgada, porque,
diz elle,oioguem pode ler seajo um s5 e o raes-
mo direito de propriedade sobre urna mesma cou-
sa, emquanto que pode urna mesma cousa ser
devida a'guem por differentes causas de obti-
gaci'c.
i'ereira e Souza nao tem raso desta vez :
1''porque a sus regra e as suasrazes sao po-
bres e limitadas, fisto que nao s o direito de
propriedade que se ventila Das ac;oes reaes;
2 porquo, assim como aquelle que decahio em
urna accao pessoal em que pretenda ser-lhe de-
vida alguma cousa,por compra, pode pedir em
nova acgo a mesma cousa em virtude de nova
causa de obrigago, de urna permuta, por exem-
plo,assim tambein aquelle que decahio em urna
accao real por pedir urna cousa de que se dizia
senhor de longa e mansa posse, sem o haver si-
do, pode pedir a mesma cousa em nova accao,
aunado coui o direito hereditario ou qualquer
outro.
Isto quer dizer que, como o dominio nao se
deriva de urna s causa, e pode dar-se que a ver-
dadeira causa nao teoha sido apresentala na pri-
meara acgo, erubora seja uno em essencia o di-
reito de propriedade,quando alguem decae, nao
se segu em todos os casos que assim aconteceu,
porque elle nao tiuha esse direito de proprieda-
de, porque poda tambera ser vencido por nao
provar a verdadeira causa, o verdadeiro titulo do
seu direito.
A adrnillir-se em toda a sua nuez o argumen-
to do illustre prexista. se o decabido em urna ac-
go re3l, adquirisse depois a cousa que fra ob-
jecto do litigio, movendo-se sobre ella novaac-
cao, ou o seu recente seohor nao poderla mais
accionar e perdera o seu direito real: o que lor-
naria intransmissivel a cousa sobre que urna vez
se litigasse;ou poderia mover nova acgo
respeiio da raesma cousa, e jcahiriam por trra
o principio da auloridade da cousa julgada, e a
realidade das deslioccoes que ahi fazem entre
causas prximas e remolas.
Em um* palavra: semelhaote dislincco im-
procedente sob todos os aspectos porqu tambem
as acedes pessoaes, a obrigaco cujo cumpri-
menlo se pede, nao causa, e sim objecto do
pedido : a causa o contrito que como tal dove
ser declarado,assim como as aegoes reaes de-
ve tambem ser declarado o modo de acquisigo
do direito, que a causa do dominio.Deixemos,
pois, essas subtilezas que confunden) a theoria do
proeesso, e fazem della urna sciencia de bagatel-
las sem a menor utilidad* e pralica.
Alias, o proprio praxists Pereira e Souza logo
que estabeleceu a regra da nota 298 que vimos de
expr, quasi que a reduzio nada pelas excep-
ces que apreseniou, bavendo j recommendado
na nota 261 quesera mais til accrescentar an-
da as aeges reaes a causa especial, porque po-
de o autor decahid* da accao, intentar oulra,
porem de diverso fundamento, sem lite obstar a
excepeo de cousa julgada ;palavrss 'elle que
e antemo o condemnaram.
Foi o romaoismo que descarriou esse e outros
praxislas. L, com efTeito haviam dessas destinc-
coes; roas que pelas leis romanas, quando,
em certas causa,o juiz conhecia do litigio na
acQo real, j o pretor havia examinado prelimi-
narmeoie se a cousa pertencia ao autor por qual-
quer titulo, e esse exame geral e absoluto tam-
bom se entregavam os juizes.
Bem se v que O'ahi nada se pole colherpara
o nosso precesso, em que o juiz decide pelo alle-
gado e provado, sera se constituir tutor das par-
tes. .
O Icto. Neraco, que com mais criterio tratou
desta questo no Dig. falla, verdade, de urnas
causas prximas, e oulra3 remolas que as ac-
edes reaes nao se precisara allegar, nem se po-
dem de novo apreseotar em segunda accao real,
por parte do deeshido; mas vendo-se bem o que
quer esse Ido, saber-seha que essas causas
prximas, charaaramremotasos nossos pra-
xislas, nao allendendo estes que as verdadeiras
causas remotas, de que trata aquelle Ido, sao o
elementos que conjuncta ou separadamente po-
dem coocorrer para constituir as primeiras: co-
mo, por exemplo, o erro, o dolo, a violencia que
slo esusas remota? e ao mestuotempo, elemen-
tos de vicio do conseniimento que 6 a causa pr-
xima da resciso dos contrato*.
Folgo de seguir Beata qatstoa Ilustrada opi-
niao do meu medr o Exm. consetheiro Dr. Pau-
la Bsplists que em seu compendio de pralica (
169) apreaeula & esse respeito a mais luminosa
doutrina. Souza Bijiibo.
o vStTrio.
(Canto de pnzl
AOILLS.SR. H.AJOR CARLOS FELIPPB Di SILVA MUNIZ
E ABREU.
TRIBUTO DE RESPEITO. t>
Ouvi-me guerreiros;
Ouvi meu cantar :
c. DAS.
Oh que rids que passa o soldado
Quando a chamma da guerra scintilla !
E no Ihrooo de per'ia e brocado
Pasmo o reij descora o vacilla I
Se despindo da inercia das pazes
Ve nos campos de luta cruel
Pleitear com imigos audazes,
Ecolherinda mais um laurel.
Sena lula renhida,sanguenta,
Ve nos bracos da morie tombar ;
O que importa ? se a gloria lhe augmenta
Os seus feilos a historia a narrar ?l
O qu'importa morrer na batalha,
E das lides na arena inanir?
Leva o corpo no embate a metralha,
Fica o oome na historia a fulgir I
Sou soldado : nao troco o mea posto
Pelo posto dos meus generaos ;
Na vanguarda marchar meu gosto,
Tendo ombora mil p'rigos de mais.
Fronte erguida, oas maos a espingarda,
Rir de jubilo aos labios me adeja.
O que o genio do bravo acobarda.
Se -lhe um sol o fulgir da peleja ?
Como doce das lutss aps
Eotoarmos ardentes canedes
N alma a gloria, a alegra ns voz,
Ao redor dos erguidos pendes?!
Ou ao p da fogueira que estala
Aguardando a frugal refeicao,
Pfrguntarmoa com prant na falla :
Quanlos bravos perdemos na accao 1
Quanla vez o soldado ness'hora,
O soldado que nunca tremer;
Como dbil crianza que chora
Quando o brinco mais lindo perder ;
De si, mesmo do posto esquecido,
A espingarda jepousa-lhe aos ps ?
E elle cnora um amigo perdido,
Qual por si nao chorara talvez ?___
Mas l rufam de novo os tambores ;
L ribomba de novo o caohao ;
E o soldado sera susto ou temores
Nao, nao corre, mas va pr'a'acao.
Mal polidas as armas anda
Nao no fazem tremer ou vollar;
Que o valor do valenle 96 Onda,
Quando o anjo da morle" o prostrar.
Embebido as Glas imigas,
Destrogando as imigas cohortes.
Elle brada :debalde profligas!
Dos meus bracos os golpes sao mortes I
Defendendo da patria os sagrados
Seus direitos, mais forte quem 1
Tem meu braco rail bracos armados,
Minha espada mil gumes at I
Era livre : langaram-rre algemas
Nestes pulsos que livres nasceram.
preciso, maldito, que gemas
Como oulr'ora meus labios gemeram.
Ah I perdes-ts I a patria tem filhos
Qu'inda sabem por ella lutar;
Muilo embora hajam cardos nos trilhos
Que bao de umdia victoria os levar.
Oh que vida que passa o soldado
Quando a chamma da gjerra scintilla I
E no throno de per'la e broesdo
O seu reipasmoireme e vacilla I
' Se despindo da inercia das pazes
Vae nos campos de luta cruel
Conquistar por seusfeitos audazes
Para si, para a palns um laurel.
Victoriano Pautares.
Oshomens ae cera.
Pelo Dr. Cincinato P. da Silva,Licio para
meninos pelo Sr. Constantino do A. Tavares.
Bahia, 1851.
Os Homens de cera, pelo Sr. Dr. Cincinato, per-
teDceu ao genero lynco da litteralura dramtica.
Isto, que pode constituir a belleza de muilas ace-
as, rouba a energa accao.
Fra injustica negar a belleza esthetica de um
typo como o Dr. Julio, mogo apaixonado pelo de-
ver, fillio do povo e hornera de trabalho. E' urna
dessas creages modernas, que a democracia ios-
pira aos poetas. Verdadeiro protogonista, visto
como elle quem triumpha, recebendo a mo de
Laura pretendida por um rival sustentado pelo
pae de sua amante, u Dr. Julio apparece sempre
fallando, fallando perfeitamente, mas sem por
em jogo recurso algum a bem de alcangar a vic-
toria que disputa.
E'a s.orte,como um D-us ex-mschioa, que in-
cumbe-se do papel de primeiro interessado na
, soluco do pleito. Um credor do rival revela ao
ambicioso pae as tristes circumstsncias da fortu-
na do pretndeme favorecido, e iaio, que j bas-
ta va demov4-lo, coadjuvado pela circunstan-
cia de havr umasenhora dotado generosamente
o Dr. Julio, que assim recebe a mo de Laura.'
Onde est o movimentoda accao, o embate das
paixoes, a luta dos inleresses, o drama emQm ?
O que ha nos Homens de cera o Dr. Julio poe-
ta e amante, e Laura, estrella de sua alma en-
tristecida. Pde-se applaulir esse lyrismo, por
vezes elegante, mas lamenta-se a ausencia do
drama.
Lutam os nossos autores de dramas da actua-
lidad por vencer dous obstculos, que eu sempre
julguei insuperavets : se escrevem um drama se-
rio vem-se toreados a fazer que o lyrismo, fal-
tado uma accao vigorosa, contribua com a maior
parte do livro ; se querem iracar uma comedia no
gosto realista de Dumas fllho, affudem-se as
scenas repulsivas do vicio poetisado senio justi-
ficado. Pode haver talento, e tero htvido, o
tratar destes sssumpios ; mas haver sempre
mais esforco de intelligencia no poeta, do que
verdade e grandeza na composico.
Onde triamos encontrar elementos para o dra-
ma de actuslidade, se a familia, que deve deter-
mina-lo, nao existe totalmente creada, com osen
FOI/IIETBM
ORIGINAL DO DURIO DE PERNAMBUCO.
SiSHBS^iAliiirfi
0
soHHARio.Um drama do mar.
O espsnto, a conslernacio causado por esta
voz foi immenso, e ella se seguiu logo o sus-
surrar inquieto de toda a guaroico, que se alar-
mava com a gravidade do perigo annunciado lao
imprevislameDte, e to fra do esljio adoptado
bordo por le. p
Pelos regulaaentos da marinha, uma commu-
nicacao desta nalureza se faz com toda a reserva
. ao cmmandante, e se guarda em segredo, al que
nao seja mais possivel oceultar o fado ; afim de
que o desanimo nao se apodere da marioha-
gem.
De Mnrvan sorprendido tambera, j porque ti-
nha conGanca no estado de seu navio, j pela
imprudencia e lemeridade de semelhante mani-
estaco, pulou do cstavenlo baixo irritado e
frentico, e com um mando enrgico, firme egra-
vemenie accentuado silencio e ordem, cooseguiu
fazer-se ouvir.
Quem se atreveu a levantar a vot aqui ? da-
se elle ; quero j conhecero covarde que assim
procurou aterrar seus companheiros.
Foram infructuosas todas as iovestigaees para
descob'ir o Culpado.
Favorecido pela escurido da noile, .Eduardo
pode iliudir todas as pesquisas.
Para fazer renascer a conflai^anm pouco aba-
lada, snndou-se novamente a bcHgba : haviam j
dous ps d'a'gua no poro, e era preciso sem per-
da de lempo tocar as bjmbas iucessantemeote.
O facto que para todos ento era inexplicavel
j os leores o conhecem. O malvado Eduardo
tirara os bujes dos rombos que havia feito, e
Por ellss a agua eotrava em grande abundan-
cia.
espirito, as suas tradiccoes e a solemnidade an-
lia? \/
Pder-se-hia eomecar a e di Reacio do IkMtro
nacional, mas sobre m Urreno difieren te, fuel-
le por onde justamente coraegaram os maiVn
trgicos e os grandes dramaturgos. O drama
histrico seria mais pralicavel e teria mais valor
que o dramr actsral. Eu allegara una prova con-
vincenle com o exemplo de Almeida Garret : du-
ndo que a grande concepgio de Frei Luis de Son-
ta, podesse caber nunca nos limites reaes da ac-
tual sociedade porlugueza. Desenvolvendo-i no
passado, podia o poeta, eonservando-lhe a sioge-
leza, augmentar o brilhaotismo da idea com a
riqueza solemne dos episodios e das recordagdes
histricas.
Allegando o vicio orgnico dos Homens de cera,
nao pode entretanto a critica etquecer o lado no-
tavel do trabalho do Dr. Cincinato. Emquanto
vae-se, (orea de talento, absolreodo o escnda-
lo e idalisaodo a materia, o autor quiz porven-
tura protestar contra esse desvio lamentavel, re-
cooduziodo a arte ao mundo das illusoes severas.
Poderia. sem duvida, o protogonista executar
mais e fallar menos ; mas a palavra, que rompe
de seus labios, revela um espirito elevado, e
nobreza iodomavel, aem arrogancia dos grandes
corages.
O Dr. Julio nao desses homens que odeiam a
adversidsde como se fosse a ignominia, na phra-
se cooceituosa do poeta ; elle om protesto e
um exemplo ; um protesto contra os vicios que
imperam, um exemplo para a mocidade que se
levanta, palavras fervorosas que trahem a pura
innocencia daquelle que as escreve, eque o pro-
prio poeta poderia repetir com egual direito.
Quiz o Dr. Ciocinnato escrever um drama po-
ltico e propoz-se fulminar os Homens de cera,
os caracteres indecisos e vagos, cujo raovel a
ambigao de poder, como fim, como goso, nd co-
mo roeio de ervir patria.
Poderia o poeta, poderia ninguem fazer deesas
lypos as personagens principaes de um drama ?
eu custo cr-lo, convencido de que o legitimo
campo deste genero de poesa o lar da familia
e nunca a praga publica ou os saldes das assem-
blas.
Se estivesse proferindo um juizo, e nao escre-
vendo uma noticia ligeira, eu onsaria. acooselhar
ao poeta que, no romance e na ode, existen) para
elle mioas abundantsimas. Quies revelam-se
nesle livro, os dotes de seu espirito sio eminen-
temente lyricos ; nao os forc, porque fdra des-
preza-los. Sel, entretanto, que intil acoose-
lhar s naturezas to individualistas de poetas,
como o cavallo selvsgem de Alazzepa, o genio
arrebsta-os pesar seo. Pertence critica admi-
rar os seos vdos.e repetir com V. Hugo :
Goie, ardente coursier,
En vaio il lutie, hela! tu bondis, tu l'emporles,
Hors du monde rel, dont tu brises les portes
Avec tes pieds d'acier 1
O folhelo, que se intitula Liccao pura me-
ninos, ltimamente publicado na Bahia pelo Sr.
Amaral Tarares, merece a atteocio dos mestres
e pas de familia. O folhelo destinado servir
as escolas inferiores da instruego primaria ;
conlm noges de geographia e historia do Bra-
sil e de moral, traeos biographicos e excerptos de
prosa e verso.
Trabalbos desta natoreza revelara uma convlc-
Cao profuada em seu autor. Elle pensar cena-
mente comoosco e com lodos os homens discre-
tos, que a causa mais grave de todas as miserias
scciaes do Brasil a ausencia da verdadeira ins-
truego primaria do povo, ou, se querem, o de-
leixo com que presta-se oas escolas essa inatruc-
Cao. Verdade que nada, geralmente fallando,
peior no Brasil do que os estabelecimentos de
eosino de todo o genero, desde o superior al ao-
elementar, desde as escolas do estado at aos col-
legios particulares. Para combater os males exis-
tentes, o trabalho grande e os remedios varios.
Mas parece evidente que na boa direccao do
eosino elementar deveria consistir o primeiro es-
wrco. Nao basta ensinar grosselramente aos me-
ninos juntar syllaba, soletrar, repetir uma phra-
se sem enlende-la, e faaer automticamente al-
gunas operagoes arilbmeticas. E' preciso que o
mestre penetre, por assim dizer, na intelligencia
do menino, com algamas nogoes curiosas e sim-
ples que forcem-o eipsodir-se. Nada ba para
isso mais proprio do que os elementos da geo-
graphia e da historia do paiz natal. A imaginsco
do discpulo ajudar valiosamente o esforco do
mestre. Ideas exactas acerca de certcs deveres
moxaes, a leitnra das vidas de algons brasileiros
ilustres e a de pedagos de poetas nacionaes mui-
lp podem coneorrer para o mesmo fim.
E' preciso procurar no folheto do Sr. Amaral
Tavares, isso somante isso. Elle nap pdese
deslinar seno s escolas primarias ioferiores.
As superiores, suppondo maior desenvolvimento
no discpulo, requerem igual as materias, no-
ges de geographia e historia geraa*. datron*-
mia, de physica, de agronoma, de religio, etc.
Entretanto, : uma lacuna seosivel no folheto
de que trato. Nao fez o Sr. Amaral Tavares bem
separando a moral da religio, que omittio sem
duvida por alteoder que esta o objecto dascar-
tilhas to populares nss escolas.
Mas, em primeiro lugsr haveria vantagem em
comprehender todo n'rnn s folheto; e depois,
essas cartilhas abondam excessivamente em re-
zas com que uso carregara memoria dos meni-
nos.
Ha, slm disso, outra observago que fazer : a
linguagem do folheto poda ser mais siogela, e
menos amplificada. O mrito desses trabalhos ,
depois de clareza, a coociso. Para isto quasi
indispensavel que usndose de forma emprega-
da pelo autor, cada pergunta s provoque ge-
ralmente uma respostt em periodos curtos e sio-
gelos.
Para demonstrar ointeresse que o folheto des-
perlou-me, que nao poraffiigir o autor, farei aio-
da urna observacao. Se agrada ler abi que sem-
pre lameolaveis a guerra e fecunda em desastres
(pag. 52], e nao uma escola de heroismo como
eosina-se nos cinicos; sente-se ao contrario
ver o autor ensiouar ( pag. 4 in une] como ver-
dadeira a dootrioa que considera orna desgraga
para o paiz nao exercer aioda todas as industrias
europeas e deptnder assim do astrangeiro. Fra
preferivel, com effeito ensinar aos meninos que
o nosso grande trabalho deve consistir em lavrar
a trra, adquirindo com a troca de seus tractos os
objedos que o estraogeiro produz. Expondo so-
bre ss causas do alrazo da colonisacao ideas exac-
tas, lamenta-se por exemplo que (a pag. 8] o au-
tor declare completamente desacreditada a celo-
nisago por emprezis particulares, quando as do
Estado que tem provado muito mal. Conside-
ra Pelropolis a mais florescente, o autor esque-
ceu-se das colonias du Rio Grande do Sul, coja
suagao nao pode ser mais lisoogeira.
Dvrante o resto da noite, que foi de longa du-
rsgo, trabalhouse activamente em esgotar a
agua, o no Qm de cada hora a sonda demonstra-
ra que era impossirel domina-la; porque sem-
pre ia em augmento.
Era fcil calcular-se, quasi com certeza malhe-
matica, o instante em que haveria necessiJade de
abandonar o navio, aruel e doloroaa siluagao
que pode chegar um cmmandante!
De Morvan tinha o desespero n'alma ao pen-
sar ntsts triste evenlualidade ; naos pela affei-
Co que consagrava ao seu brigue; como por
causa de Elvira, que nem ao menos suspeitava o
risco em que eslava ; todava, por um esforco so-
benatural mostrava-se calmo e tranquillo ; para
inspirar conflansa sua gento, que alternamente
o obiervava. \
Vencer difficuldades um dever do homem do
raer; ellas sao a gloria, o brilho e a poesa de
sua existencia, e o tornam sempro bello e amado
das bellas, quando de tez queimada chga tr-
ra, contando suas ioteressantes aventuras, e tra-
zeodo patria, muilas vezes, mais um facto glo-
rioso de seus filhos a registrar.
E essa uma verdade pronunciada por um illus-
tre almirante brasileiro, que por todos os meios
procura animar o amor vida do mar ; mas ba
siiuagea em que esse homem tem de sustentar
urna luta, que forgosameote o ha do elevar ci-
ma da humanidade, para poder triumpbar.
Naste casse achava ento o nosso hroe. Era
preciso esquecer sua joven e adorada esposa, que
o aquelle momento e sempre era a rainha domi-
nadora de sen pensamenlo ; era mister encobrir
suas pnogenls e dilaceradoras eraoges ; nao se
trabir um iostante; tomar a mascara de uma ea-
peranga que nao tinha para cuidar da sslvacao de
taotss vidas, quando nao fosse mais possivel sal-
var tambem o brigue.
Elle oo se iliudia ns extenso do perigo: se o
(empo continuasse desabrido, como eslava, uma
morle certa-seria a solugo d'aquella crise ; por-
que neobum escaler, nem outro vehculo qual-
quer poderia ser laucado ao mar, sem ser logo
subraerso.
Finalmente sem querer mortificar uma pessoa
que tanto merece o reconhecimeoto de todos es-
crevende um livro para o povo, eu asomara ain-
\*_o ligeiro descuido com que elle considerou (a
';. 9) eos quarto logar, dentro os productos -
tolas, o assucir, que oceupa o segundo ; apon-
tou em terceiro o cha, que nao nem o.sexto e
esqueceu o algodo que se devia nomear logo de-
pois do assucar.
Estas cousas, porm, nao desftzem o mereci-
mento do folheto. Nao para nelle o autor. A re-
daceo de lvros para mocidade nao um tra-
Iho rendoso ; mas deveria ser aquelle em que se
empenhassem os bomens Ilustrados e os mais e-
minentes setivessem plena consclencia dos seus
deveres e a convieco profunda da miseravel ins-
truego que recebem, quando recebem, os filhos
do seu paiz.
T R
(Comi Mercantil, do Rio.)
Sea procedimento, entretanto nao desmeotiu
os seus honrosos precedentes.
Pela madrugada o vento abraodou um pouco, e
o mar tambem absleu alguma cousa de sua fu-
ria : esta mudenca de lempo favoravel, e o oas-
cer do dia, reanimou os desgragados marioheiros,
que, embora trabalhassem com o mais louvavel
ardor, esquecendo a fidiga que os venca e al-
quebrava, nao tioham mais nenhuma esperance
seno emNossa Senhora, quem baviam fei
to vol solemne de levar um cyrio. se fosiem sal
vos.
O cmmandante s oilo horas da manba reu-
niu conselho de offlciaes, e depois de Ihts expdr
as circumstaocias em que se achavam, pedia que
manifeslnssem com franqueza sua opinio.
Foram todos unnimemente de parecer que s
dnco horas da tarde deviam abandonar o brigue,
se antes nao fossem isto toreados ; que se de-
viam tentar os meios de sslvaglo que haviam,
embora coohecessem a fragilidade dells.
Conseguinteme'nle de Morrao deu ordem im-
mediatamenle para que, emquanto metade da
guarnico locara as bombas, a outra metade pre-
parasse com actividade todos os recursos possi-
veis.
Mellen-se logo mos este servico ; j safan-
do alguos mantimentos e aguada para embarcar
nos escaleres e lancha ; j fazerjdo-se com as an-
tenuas de sobresaleote, e as vergas de papafigos,
de gavias, e respectivos mastaros uma grande
jangada.
A ordem mais intelligente e methodica presidia
todos os preparativos, como se fossem elles de
outra natareta ; e sem que o cmmandante o re-
commendaaee, sem combinares) entre ai, officiaes
e marioheiros, esqueceudo-sa da propria cooser-
vago, preoecupavam-se com a sorte da infeliz
senhora, e cada um imaginara um commodo, um
conforto, que atienuasse os horrores que ella,
delicada e Iragil, ia ser exposii, oa iramensidade
do ocano.
Este fado hooftio para a maijnhi franceza nao
pode ser esquecido aqui; por qnem sabe apre-
ciaras acedes generonsdesies horneas rudes, sob
Agricultura.
Cultura do caf.
Illm. Sr.O conselho administrativo da so-
ciedade Auxiliadora da Industria Nacional, deac-
cordo com os pareceres aqui transcriptos, profe-
ridos pela seccio de agricultura da mesma socie-
dade, resolveu dirigir-se V. S. para rogar-lhe
que se digne promover entre as pessoaa residen-
tes no seu municipio uma subscripgo. cujo pro-
anclo destinado nao s a mandar vir directa-
mente da Arabia um grande carregamento de
mudas e semeoUs de caf, das melhores especies,
afim de seren distribuidas pelos fazendeiros da
edrte e provincia do Rio de Janeiro, como tam-
bem a erigir-se uma estatua ao chanceller Joo
Alberto de Castello Branco, introductora do cafe-
zeiro oa provincia do Rio de Janeiro.
O conselho administrativo, confiado nos sen-
timentosjde V. S. espera que.V. S. oo se recusar
a coocorrer efficazmente para a realiaacao deste
projecto, prestando assim ora importante servico
ao paiz.
Deus gnarde V. S. Rio de Janeiro, 2 de
dezembrode 1861Marques de Abrantes, presi-
dente.Antonio LuizFernandes da Cuohs, secre-
tario geral.
0 Na sesso de 15 de Terereiro, o conselho ap-
prorou um parecer da seceso de agricultura para
que se coovidasse em cada municipio da provin-
cia do Rio de Jaoeiro e no municipio da corle,
pessoas notareis dessas localidades a agenciaren:
subscripcdes afim de reunir-se uma quantia suffi
dente para mandar-ae bascar directamente Ara-
bia grande copia de semenies das melhores es-
pecies de cafezeiros.
a A secgio requer agora que a mesa do conse-
lho se encarregue de realisar quanto antes esse
projecto.
< Por esta occasio a seceo de agricultura sub-
mette considerado do conselho uma idea que
certameote o mesmo conselho, todos os fazen-
deiros de caf, todos os que amara o seu paiz,
nao deixaro de applaudir com o maior enlhu-
siasmo.
a Trata-sede levantar uma estatua ao chancel-
ler Joo Alberto de Castello-Branco, ao introduc-
tor do cafezeiro na provincia do Rio de Jsneiro.
A secgo oo se cangar em fazer sobresabir a
raagoilude do servico prestado ao paiz por esse
homem eminentemente til, por ser notorio que
o grio desse precioso vegetal forma actualmente
a base da fortuna publica e particular.
c Se os Hollandezes, os Ioglezes e os France-
zesno podem esquecer sem ingratido osnomes
de Nicolao Witseo, de Nicolao de Lavrs, de Du-
clieux, de Dufougeret Grenier e outros; se os
rabes nunca bebem caf aem desejarem o pa-
raizo a Gemaledin e Dhabahin, os Brasileiros, so-
bretodo os Fluminenses, nao devem esquecer o
oome do chancelierUoo Alberto de Castello Brau-
co, que para elles foi um verdadeiro bemfetor.
A gloricago das boas aeges, aioda que
tardamente poslbma, estimula as almas nobres e
excita a imilago. O povo que glorifica* que pre-
raeia os seus homens uteis, que mostra a sua gra-
lido pelos beneficios recebidos, um povo mo-
ralisado e digno de viver na historia.
< Que nao se diga de nos, relativamente ao
benemrito Joo Alberto Castello Branco, o que
diz um poeta da ingratno dos povos para com
os seus verdadeiros bemfeitores :
.< Passez, passez ; pour vouspoiot d'hauteslatue :
Le pleuple perdra votre nom ;
Car il ne se souvient qui de l'homme qui le
Avec le sabr el le canon.
c Iln'aime que le bras qui dans les cbamps bu-
mides
c Par milliers fait pourrir les os ;
c II ai me qui lui f ail batir des pyramides,
Purter des pierres sur le dos.
a (raras i tendencias laboriosas do scalo em
que vivemos, a gralido publica nao se esquece
agora dos homens uteis Malhieu de Dombasle, o
agricultor, j tem uma estatua ; em breve Geor-
ges Stepheuson, o industrial ter a sua.
A secgo da agricultura prope que o convi-
te dirigido aos fazendeiros de caf, para levarse
a effeito a primeira parte desta proposta, se lhe
aprsente a idea de conlribuirem para levantar-
se uma estatua aquelle a quem elles devem a sua
fortuna e a fortuna do paiz.
A' Sociedade Auxiliadora ficar a gloria io-
delevel da iniciativa ; nao menor glora locar
quelles que conlribuirem com o seu bolo para
a realisaco de um pensamenlo, to honroso para
o paiz como para a hamanidide.
Finalmente a secgo requer que esta propos-
ta seja inserida nos jornaes, afim de chamar a
altengo de todos sobre esta manifestado de gra-
lido nacional.
1 Sala das sessdes, 1 de junho de 1860.Fce-
derico Leopoldo.Cezar.Burlamaqae, presidente.
Augusto Frederico Colio, secretario.M. A. Gal-
vo.Jos Bonifacio Nasceott-s de Azambuja.
Dr. Francisco Portella.
Com o olcio do Sr. secretario geral, datado
de 20 de setembro de 1859, recebeu a seceo de*
agricultura uma carta do socio effedivo, o Sr. Jos
Manoel Freir, datada da fazenda de S. Jos, a
30 de agosto do mesmo anno, na qual o mesmo
saohor, em nome dos fazendeiros do municipio
de Rezende, prope de mandar vir muilas mil
mudas de caf da Arabia, afim de se distribuirem
em grande copia pelos mesmos fazendeiros, e of-
ferece a sua fazenda como um ponto central onde
todos podero vir busca-las.
A seceo de agricultura penss que a propos-
la do oosio socio merece toda a eonsideragao, e
pode ser levada a effeito se os fszenderos do mu-
nicipio de Rezende, assim como os dos outros
municipios da provincia do Rio de Janeiro e do
da corte, subscreverem entre si para obter meios
cujas japonas palpita quasi sempre um grande
corago.
Elles, pois, nao se olvidara de nada que lhe
possa aer agradavel. Somenle Eduardo saborea
sua vinganga cora delicias.
Adevinha as torturas porque de Morvan est
passando, e seregosija com ellas. O sangue ara-
be que lhe corre as veias nao se deixa desmen-
tir; a vioganga, porlaolo, maia do queum go-
zo para elle ; uma religio seus oihos.
O lempo corre veloz, e nao possivel por mais
lempo oceultar a verdade Elvira. Seu esposo
hesita fazer-lhe to infeliz revelago; mas in-
dispensavel isso;. porque ella nao pode, nem de-
ve continuar na cmara sem imminente perigo.
De Morvan toma uma suprema resolugo ; co-
mo o amigo da familia que vae aoounciar ao mo-
ribundo que deve fazer suas ultimas disposiges,
e preparar-se para morrer, elle dirige-se sua
esposa ; ella j o esperara mu desasocegada, e
leu logoem aeus oihos a afflicgo que o domina.
Em um instante esio abracados estreitamenle:
a Querido de minha alma, diz Elvira, que
tens.? Que desgraga nos vem perseguir?, Falla,
eu le escuto ; estou preparada j para ouvir-le.
Ah Elvira I Nunca pensei chegar este
lance em que estamos. O nosao brigue por pou-
caa horaa mais nos pode dar asylo ; necessario
deixa-lo ; entregar nosso destino diviua Pro-
videncia ; conlia-lo nma frgil jangada,
que ser o nosso nico apoio sobre o ocano
daqui pouco I Ss nao fossem os soffnmentos
que vas padecer eu estara resignado : maaa idea
de que li roubei aos cariohos de la adorada me
de loa eslimavel familia, para dar-te esta triste
sorte, coodemnarle uma morle cruel; ohl nao
aei como oo perco a raio I
Meu Alfredo, tranquillas-te I bem vs que
nao me atierro ; eu prefera viver leu lado para
tecer-te uma existencia venturosa ; mas se Deus
nao quizer conceder-nos este favor; nem per
isso me desespero. Morreado & leu lado, estou
satisfeita ; o mar nos receber unidos na morle,
como estamos unidos oa vida. Eu te sigo j ;
meu lugar junto de ti; nao leohss receio de
me ver d,--anim*da 00 momento decisivo,
de se mandar bascar sementes de saf Arabia.
< A necessidade da reaatvagao das plantea ex-
ticas em cerlos periodos, afim de evilar-ae a sua
degenerarlo, parece aerhoje om facto bem pro-
vado. A influencia dos climas altera progressiva-
mente a natureza dos vegetaes que vivem da pre-
ferencia em certas localidades. Algamas, porm,
apenas scstalteram lentamente era extensos perio-
dos. Igoora-se aioda qual a verdadeira patria
do cafezeiro ; mas onde quer que s natureza o te-
oha feito vegetar era primeiro lugsr, certo que
o cafezeiro cultivado em todas as colonias esta-
belecidas pelos europeus leve uma origem com-
mum, poriuanto, parece cerlo que esse arbusto
paspou da Arabia para Java, desla para outras co-
lonias, entre as quaes algumas o receberam di-
rectamente e oulras depois de transplantadas de
um para oulro lagar. Deu-se este ullmo caso com
o cafezeiro actualmente cultivado no Brasil. Os
Hollandezes o foram bascar Arabia, e o culti-
varan) em Java; de Java elle psssou paraSuri-
nam, de Surinam para Cayenna, desta para o Para
e finalmente para o llio-de Jane:rw.
E mpostivel que esta longa peregrinarlo
nao alterasse a qualidade do caf, alteragff que
deve ter augmentado por uma cultura de mais
de 70 anoos. nao fallando na influencia que ne-
cessariarnenie deve ler a nalureza do terreno eo
modo de cultura. Mis alm destas circumstan-
cias-, a especie de cafezeiro nao poderia influir
sobre a oferioridade do nosso caf ? Aseccao
pensa que sim : e por isso ella acha que o nosso
socio tem toda a razo quando prope se mande
buscar plantas directamente ao paiz o mais afa-
mado pela bondededo sea caf. E' provavel que
trazendo-se a melhor especie, o fruclo do caf ar-
bico nao degenere durante um longo periodo.
Para provar basta citar o exemplo de Boarbon
que, recebendo directamente, em 1714, algumas
mudas de cafezeiro do Yemen, o seu caf anda
nao degeoerou sensivelmente naquella ilha du-
rante o longo espago de 143 annos ; cumprindo
observar que Boarbon seacha'quasi no pararel-
lo do Rio de Janeiro, e no mesmo hemispherio.
Esla queslo de grandiosa importancia
para os fazendeiros do paiz, e tem porcoose-
quencia uma grande influencia sobre o augmento
de riqueza publica. Cultivaado um arbusto, cujos
(rucios sao mui superiores aos que actualmente
se colhom, e cujo valor commercial dobrado,
pode o fazendeiro de caf dobrar as suas rendas,
sem pera isso ter necessidade de augmentar o
seu Irabalho e as suas despezas. No anno prxi-
mo passado o caf Moka-Bourbon se vendia na
Una desse nomo a 12$ a arroba, emquanto que o
nosso melhor esf mal alcaocsva o prego de 3$;
entretanto aquella ilha nao Tem podo, sujsilo
a horrireis vendavaes, e est mais distante do que
os nossos bons portos dos paizes consumidores.
t Adoplando-se a idea de mandar vir directa-
mente da Arabia as sementes dss melhores espe-
cies de caf, cumpre agora examinar qual a des-
peza e a maneira de obter os meios necessarios.
a Para avahar as despezas, a secgo se fonda-
menta as que fez o governo imperial, quando
mandn buscar ilha de Bourbon as mudas de
canas e as plantas de caf, que ha pouco lempo
se distribuiram. Estas despezas importram em
27:000$, comprehendendo a gratificago do agen-
te, fretamento de um grande navio, etc. A secgo
pensa que 60.000J sero sufllcienles, nao obstan-
te a maior distancia, attendendo facilidade do
transito pelo Mar-Vermelho.
Reste agora saber de onde sahiro os meios
pecuniarios para fazer face s despezas da expe-
dico. A secgo j indicou a fonte, dizendn que
se convidasse o noso socio, autor da idea, a
agenciar uma subscripgo no municipio de Re-
zende; mas como esse grande beneficio nao deve
limitar-se a ama nica localidade, cumpre ao
conselho estend-la s outras, nomeando corarais-
soes nos diversos municipios, afim de que ellas
promovam suqscripgdes nos respectivos munici-
pios,
O numero dos fazendeiros de caf da provin-
cia do Rio de Jaoeiro e municipio da corte exce-
de de 5,000. Ora, se cada um delles subscrever
eom a insignificante quantia de 259, a subscripgo
prodazir 125.000$, quantia mui superior des-
peza orgada se, porm. o excedente da subscrip-
go r posto um banco ou convertido em fundos
pblicos, poder-se-ha fazer no futuro outras ex-
pediges deste genero, sem ser preciso recorrer
a novas sabscripces ou esse dinheiro poder ser
appllcado a outros fios em beneficio da agricultu-
ra.
A seceo de agricultura, oo duvida um s
instante do esclarecido patriotismo dos fazendei-
ros da provincia do Rio de Janeiro e do munici-
pio da corte, est certa de que elles respondern,
presusrosos a este reclamo do conselho da socie-
dade, sem que o mesmo conselho teoba necessi-
dade de incita-los a que emitiera o exemplo re-
aente dos fazendeiros de Pernambuco e da Bahia,
que ramenos de um mez subscrevro mais de
00:0009, para as sociedades de agricultura crea-
das as respectivas provincias.
Para dar um vigoroso impulso realisaco
da idea iniciada pelo nosso consocio o Sr. Jos
Manoel Freir, a secgo de agricultura prope :
1, Queso convide ao nosso consocio a pro-
mover uma subscripeo no seu municipio, procu-
rando a coadjuvago de oulras pessoas notaveis
do lugar;
< 2. Que o conselho nomeie coramissoes nos
oulros municipios, afim de agencisrem eguaes
subscripges;
3.* Que o producto dessas subscripcdes seja
depositado em um banco, at dar-se-lhe ulterior
deslino, vontade dos subscriptores.
ci Sala das sessdes, 15 de fevereiro de 1860,
Frederico Leopoldo Cesar Burlamaque, presiden-
te.Augusto Frederico Colin, secretario.Jos
Bonifacio Nascentes de Azambuja.
( Correio Mercantil, do Rio.)
Variedades.
Entre parenthesis.
ANDA POR CAUSA DO MEU CEREBRO.
(Concluso.)
Em uma grande praga, l eslava a u aliga com
feiges de almotic, batanea de um lado, ouro
de outso, livros abortos, oculoa no nariz, peona
na mo, e o povo de p em torno, a grilar como
6 diabo.
que farja piltoresca 1?..
Um advogtdo de um lado de palilotzinbo de se-
da a petit mailre, aapatinhos virados decouro
de onga, emballando-se n'uma cadaira, saborean-
do o excellente motka, e o boro, manilba, edes-
pachando as parleslenha paciencia, meu ami-
go, nao como o senhor pensa 1. E' preciso
jeito I..
Esta s de advogado mesmo I..
E's um aojo, Elvira 1 Conhego que nao
podes perlencer Ierra, e que Deus le recla-
ma. Vamos para a tolda ; lenho orgulho em que
contemplen) leu valor heroico.
Peuco.tempo durou esla conversago. Elvira
rpidamente se preparou, e langando um olhar
de despedid para os passariohos de seu marido,
dos quaes ella ordinariamente coidava desde que
se inslallou bordo, sentja ara tal aperlo de co-
rago, que as lagrimas lhe saltara dos oihos. Pro-
curou limpa-las logo, e sabiu sustentada por de
Morvan. Custava-lhe muito abaodonar aquellas
ternas testemunhas de sua felicidade ; os com-
panheiros fiis de sua alegra ; mas que fazer?
Seu cachorriobo d'agua; branco como um
cysne, mui felpudo, e lindo, que trouxera de
Buenos-Ayres, e que se chamava Chiquito,
como que comprehendendo a scena que se passa-
va, nao a deixou mais.
. Todos os marioheiros se descobriram, e a
saudaram respeitosameote ; tanta belleza, tanta
graga, tanta mocidade, reunida tanta resigna-
Cao naquella coojunclura, os commoveu profun-
damente. A perda do Pandaur s os afiligia
agora por .causa della.
Sao 4 horas da tarde; a jangada est prompla
para ser langada ao mar; a lancha e os escaleres
preparados; os vveres e aguada, que se pode
conduzir, deslribuidos.
jCada embircago commandada por um o fa-
cial, e tem sua agulha, velas, e ludo quanto
preciso para uma longa commisslo.
Por ordem do cmmandante o immediato cha-
rola a gente, e oioguem falts a esta revista so-
lemne. A anciedade geral; porque todos sa-
bm o risco em que estao. No momento supre-
mo de arriar os escaleres, e de tentar o embarque,
o capito, por uma inspirago divioa, ordena que,
primeiro todos se ajoelem, e qne em voz alta e
sonora enlem uma aupplica fervorosa ao
cu. Elle d o exemplo, anisnos os mariohei-
ros e offlciaes o acoropanham com seu religioso
fervor, recebendo ao fim a benco que lhes
langa.
F.sPj-tpectaculo sublime smente teatemu-
abaitpilo ol, que o^llumina coto seqs paludos
Os officiaes de justica, formavam ama orgtt, J
onde aa dancaa e cantigas am ditos e pauladas,
que eram um Deus mfaccoda. Os rbulas, ven-
dendo azeite as caadas,, sus va m por causa dos
despachos ; Mourlon, Corris Talles, o Digesto,
t tiara, e todos os praxiataa e nao praxislas, sus-
piravam por ama foliaco, e os seas saspiros
caaa vez mais aleolavam aa Iracas e as bsratas.
"J' ,cor"' dos. os escriptorei es-
crevendo folnetins. e variedades, annnnclos e
correspondencias, rodeados de moloques e meni-
nos, que psreciam dentistas a cavallo. Una m-
crevendo pelo meihodode partidas dobradas
outros pelo systema de pilulas de Hollovfav
outros finalmente pelo homeopathieo cholero)
Os mdicos agarrados as crinas do colera da-
vsm-lhe puchavantes de morte, e os boticarias
agarrados aos collarinhos dos medidos choraran
como cobra de giboia.
L vi tambem coberto de poeira e de leas de
aranha, o mea espelho de poeta arrepentido, e
abi, chorando a falta dos magos de Balthazar,
pude ler estas palavras :
Quem fui, quem sou, quem serei.
Lamenlei oessa occasio a morte do nosso a-
mavel Manoel Mara, de saudosa memoria, que
comeu, bebeu, folgou sem ler dinheiro.
Quem fui I ssaveio a tempo I...
Na poca do frenes pelos jornaes e poblica-
ces desconectadas, sem atlender que os Isilores
poderiam dizer quousque tndem abutert
pacientia nostra ? fui um desses disfructaveis,
que lastimo.
Com foros deasno eublido na phrase do Li-
dador,melti-me tambem.a carragir albardM,
e a escrever quanto disparate me enihusiasmava
e me euchia de vento ; enebertava tres linhas de
escriplo com qualro de ciiages improvisadas e
sem gosto, e l me ia para a academia empave-
sado e leso, que era uma desgraga. Entrara pu-
chando logo os colariohos, e sentindo fallar-me
alguma cousa no peacoeo; e no da ento, em que
sabia aensalada, fazi que nao via os colle-
gas, e se acaso se aotecipavam elles em cumpri-
mentar-me|batia-lhes tres vezes com a eabega, e
com um ar sombro e csrregado de allemo, a-
pertava-lhes a mo. com um sorriso amarellento
e fri.
Metlido nessas fumagas de escriptor publico,
poeta, bom estudante, hbil, vadio, cabalista, im-
provisador, fui alem dosseis degros do crime,
e cheguei a tal improamento, que nem me ga-
nhava o mea collega de Pedrasde Fogo, que
nisso fazia estudo.
Peior do que Calellina em Roma, eo puoha a
sociedade em alarma, acabando-se a sesso em
ditos e supapadts velbas.
Fui muito disfructavel II..
Mas tmpora mutanlur.
Hoje prosaico, morto no corseas, e desolado,
oceupo-me demanha em cusplr n'um pogo no
quintal, ao meio dia em apanhar moscas, e de
noute em contar as estrellas, sem fallar as mo-
rigocas, porgovejos, e outros muitos voioeis dea
ta ordem.
Sou moco, verdade, mas lenbo ama dieta e
regularidade, que sdmira a qualquer vigario, e
sobre ludo lomo caldos de gallioha prela para
conservar a frescura da epiderma, e curar-tne de
de uma hemoplyse, que me cauaaram certas do*
ses homtopathicas-philosophicas, tomadas anda
em cascabulbo.
Trajo caiga de vivo a balo, botinas de Mellid
de cordovo, collete ao finado Robsporre,
palitot de panno fino cor de burro, quando loga,
chepeu do Chili, eom feiges de cuscazeiro, ben-
galinha de sndalo, e algumas vezea, quaoao me
ataca o nervoso, tomo lavas de pellica, deilo a
luneta no olho e saio debicando con quanta mo-
ga a caretear na porta encontr.
Tambem lomo meu caf, Qlo sorvetss, prosi
no Pinto, e no Buessart, flauteo os cascabulhos
desfruclaveis, toco piano, esfrego rabeca, e ensi-
oo bermbau.
Sou um devirtido! e eis aqui esl, qnem
sou.
Quem serei I chama i os leitores das buenos-di-
chas, se o quizareis saber, porquaoto por mima
vontade, pareca-me que serei atpapa.
O que vos poderei dizer mais que son filh)
do serto e bem de dentro da gema, nasci em umi
matta virgem, puxando um pouco para i ca-
tinga, e ahi me criei torga de leite, qualhada a
queijo.
Passa uma nuvem negra e muilo espesss par
sobre o grande espelbo, e ao retirar-se vi a Fran-
ca, e ahi o idiota do Henry Heine chorando a sua
diviodade, que acabara-se com a fallencia da sua
algibeiras.
Alm oatentava-se a Italia com toda a sua
arebitectura, msica e desenhos, e de Salerno
para Paiva encontrai o Sr. Cata-sarampo, em
procura de um prosista, para distrahir a filha do
Doge de Voeza, que eslava soffrendo de bron-
chittes capillar, e anda mais para fazer rir a
lazronos em caminho com as suas variedades e
seus cantos.
Realmente quasi que aecaito a partida, e s a
dea de deixar-vos, fez-me perder meus inle-
resses. Agora sJe ingratos.
Deitada mrbida e abatida pelo peso dos an-
nos, l eslava a velba e paluda Allemaoha, sobre
o tapia verde de seus templos dourada pela znio
da antiguidade, escondeodo-se por entre as
serrages, que lhe cahia sobre a fronte tectrca e
rugoss.
All vi eu chegar a noite com todo o seu corte-
jo de negrumes, e temares, e nada de uma es-
trella. O co era de gelo, e all nao havia bri-
za. Uma moga, com ama lanterna accesa, em
que se lianoli me tangere, vinha em basca
do castello golnico de seus paes, seguindo-a eu
as escondidas, quando desbrucado as ameias de
uma torre inclina, depara com um phantasma
de cabellos negros, e em lerrivel desalinho, a
conversar com os coboldes, que sentados as
lareiras contavam os lendas de Brokeo.at que os
castellaos chegassem da cagada, e diz espavo-
rida e tremola, tchiog, tebang, tchung, que nao
sei o que exprimiam.
Finalmente la vi tambem um augeilo sentido
sobre uma esveira de burro, a escrever os jardos
de Palm ira, com antas citaedes em latim, ing'-ez,
hespaohol e italiano, e isso ao geito e compreso
das caretas que fazia, que pareceu-me o dalo a
escrever omementode seus pae.
E porque flodou-se o gaz do balo, puz-me da
volta e aqui estou.
Pode porlaolo o supplicanle Ss. Ss. sirvan-so
deferir, como for justo, visto como esl o auppli-
cante legalmente documentado, para poder di-
zer: ludo isso succedeu, ainda por cansa do meu
cerebro.
Groiiwel.
Fevereiro6S.
reflexos. Qaizera que os homens sem f, que os
espiritos fortes do mundo assistissem elle par
abrir os oihos luz da verdade, e conseguir
salvaco.
Depois desta curta orago, os matalotes se
despedem um do outro com un forte apena- do
mo.que vale mais do que nm discurao.e estote
esperam pelas ordena de seu auperiore. coma
se nSo jogsssem oaquella alternativa a vid*.
O temporal tem cedido mais da ana atoleoeve;
como que se compadece dos pobvoa ayfrsgaaie
lhes quer inculir no animo am vietumbre le
esperance.
Ainda assim o mar rola grossas vafsa, que are
bentam so costado do navio, e tornam perigtsa
a opersco que se vae fizar, e que nao possi-
vel demorar mais.
O primeiro escaler langado n'agoe deapeda-
gado rapidameole de encontr ao navio, ealguss
dos iofelizes que o tripulara ali mesmo suecun-
bem : mui pouco escapan) nado, o coneeajUMa
agarrar-se aos cabos que pendem pala borda fra
do navio, por previdencia de da Morvan.
Felizmente os outros teem melhor sorte, e
podem affastar-se salvo; resta a jangada, em
que embarcara cerca de qoarenta praeas. Da
Morvau o ultimo abandonar seu navm, coma
lhe cumpria; elle segu ap6s Elvira, que com
difficuldade extraordinaria poda embarcar.
Seu Chiquito salvo pelo vigoroso ageiro
grande, que sjensidera-se feliz por lhe tos pres-
tado este servigo.
Eduardo,'jcanfuadido com os mariakeiroa os
continua I acompanhar como sua sombra.
O primeiro acto desti Immansa caiastrophe
est realisado. D'ahi a ama hora de Morvan
contempla seu navio querido abysnar-* na pro-
fundidades do ocano, e desapparacer de ledo, e
enlao, pela primeira vez seus mariaheiroso vi-
rara empallidecar e chorar, coma chora orna
crianga, em solugos. Esta homem de ferro cur-
vava a eabega aquelle doloroso e pTsrando
golpe, que o ferira to imprevistamente. &'. A.
( Continar-te-he.
PiRN.TTP.|DE M F, DE FARIA & FIlUQSe,
4
.


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