Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09498


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Full Text


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10 XXXVIII. I01ER0 42.
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fw tres ezesadiaitadfi IfOOo
Ptr tres nezes Yeicida 6|000

DIARIO DE PERlVAMDlltlO.
OBIITA FEIRA 20 BE FEYEREIR DE 62.
'^**^^r^ap^^",*^fc"
Pr uit adintado 19$00O
Parte fraie para giiscrvtor
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrlno de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Aracaty, o Sr. A. de Lemoa Braga; Cear o Sr.
J. Jos da Olireira; Maranho, o Sr. Joaquim
Uarquea Rodriguea; Para, Juatino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa.
PARTIDAS DOS COR REOS.
Olinda todoa oa diaa as 9S boraa do lia.
Iguarass, Goiaona, e Parahyba as segundas
aextaa-feiras*
S. -Aniso, Becerros, Bonito, Cmara, Altioho
Garanhuna naa tergas-feiras.
Pao d'Alh, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Viata,
Ouricury e Ex as quai tas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, Una ,J}arreiros
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manha
BPHBMERIDES DO MEZ DB FBVEREIRO
6 Quarto creacente as 5 horas e 80 minatos
maohia.
14 La "cheia as 3 horas 85 minatos da man. -
SI Quarto mioguante as 11 horas a 46 mnalos
da manha.
28 La nova as 2 horas e 8 minatos da manha;
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro aa 9 boraa e 18 minutos da manha. -
Segundo as 9 horas e 42 minutos da tarde.
das da semana.
17 Segunda. Se. Silvino e Romulo mm
18 Terga. S. Theotonis prior ; S. Simeo b. m
19 Quarta. S. Conrado f. ; S. Gabino b
0 Q lints. S. Elauterio b. m. ; S. Nilo t>.
ti Sexta. S. Haximiano b.; S. Angela di i Herida
42 Sabbido. A eadeira de S. Pedro em i miochia
23 Domingo da aexagessims. S. Lzaro nonge.
PARTE OFFICUL

. GOVERNO DA PROVINCIA.
O presidenta da provincia, autoriaado pelo art.
20 da lei provincial n 511 de 18 de junho do cor-
rate auno, ordena que ae obaerve o aeguinte:
ata para as collecto-
ida provincia.
'CAPITULO I.
Da crtafao, organisacau e attribuicoei das col-
leclorias.
Artigo 1." HaverSo Untas coUectoriaa fra da
capital da provincia quantas forem oecessarias
para a cobranza dos imposlos provioctaes, aiten-
tas as distancias, a importancia da renda oestes
impostos e o bom daaempenho dos deveres dos
empregados. EUas colleclorias serio creadas pelo
presidente ds provincia, ouvindo os membros da
junta da thesoursris.
Art. 1.* Cada collectoria ser composta de um
fiscal, um collector e um escrivio.
Art. 3. Serio encarregadoa:
g 1.a Do lancamento e cobranca dos imposlos
provinciaea em aeus districtos, e da entrega da
respectiva randa na thesouraria.
3 2. Da cobranca da divida activa que resul-
tar deatea imposlos, e de qualquer outra que Ihe
for ordenada.
3 De toda escripturaco queexigirem estas
operaces.
4 Do pagamento da porcentagem que ven-
cerem os aeua empregados, e o ajudaote do pro-
curador fiscal.
5. Do pagamento, ou Qscalisacao de outras
quaesquer deapezas, que lhes (or ordenada peta
thesouraria.
9 6-* Da admioistragio dos proprios provin-
cises, qae existirem en seus districtos.
CAPITULO II.
DaaMribuicoes e deveres dos empregados.
Do fiscal.
Art. 4. O flscal o cbefe da colledoria : lodos-
os empregados desta estaco lhe sero subordi-
nados, e elle ao inspector da thesouraria provin-
cial, por intermedio do qual ae dirigir ao presi-
dente e maia autoridadea da proviocia.
Art. 5.* Incumbe-lhe :
S 1.* Dirigir inspeccionar o trabalho da col-
lectoria na conformidade daa leis e regulameolos,
e segundo as insiruccoes que lhe forem dadas pela
thesouraria.
S 2." Submelter a decisao da Iheaouraria ss
duvidaa que tiver acerca da inteligencia e eiecu-
go das leis e regalamentos, e solicitarlo inspec-
tor as medidas que julgar necessa/ias, ou que lhe
forem requisitadas pelo collector para o melhor
desempeoho e regularidade do servico.
3. Levar tambem ao conhecimento da the-
souraria es defeilos, incoherencias, ou iosufficien-
cia que encontrar naa leis, regula me otos ou ios-
trueques; e representar sobre oa impostos que
prejuiic*rem a produego da provincia, o pro-
gresso desuas industrias, ou lirerem Impedido o
aeu regular andamento.
4.* Dar por eacripto as informales e pare-
ceres que lhe forem exig ios pelo presidente da
provincia ; e pelo inspector da thesouraria, e oa
que ae flzerem necastarios ao procurador fiscal,
que lhe poder pedir directamente.
5. Cumprir e fazer cumprlr aa ordena do
inspector da thesouraria, e as que lht forem di-
rigidos directamente pelo preaidente da pro-
vincia.
| 6. Proferir todos os despachos de mero ex-
pediente, os de reclamacea do arbitramento dos
impostos, e oulros quaesquer sobre preteoces,
cuja decisao lhe perleoca, ouvindo o collector,
quando delle depeodam as necessarlas informa-
rles. Das su as decisoes podero as partea re-
correr para a junta da thesouraria.
7. Ordenar por deapacho o pagamento men-
sal da porcentagem dos empregados que devem
ser pagos pela collectoria, e os de despezas que
forem ordenados pela thesouraria, depois de exa-
minados os respectivos documentos pelo col-
lector.
8.a Examinar o lancamento dos impostos que
fizer o collector, e ordenar-lhe as allerages que
julgar necessarias, aflm de que Qquem elles como
o ex.gem os respectivos regulameutos
9.a Exercer a mais severa fiscalisacio a res-
peito da cobranza da renda no tetnpo e pelo mo-
do determinado as leis e regulameolos.
10 Tomar mensalmente couta ao collector,
e verificar todas as vezes que julgar conveniente
o dinheiro que deve ter elle em seu poder.
11. Dar parte ao inspector da thesouraria de
toaos os erros, arbitrios e omissdes que commet-
ter o collector no laogamenio e cobranza dos im-
postos, e requerer a justica territorial aequestro
om seus bens para seguranza da fazenda, quando
teohs certeza de i^ue elle pretende evadir-se com
os dioheiros pblicos, ou teoha abandonado a aua
gerencia aem dar contaa.
12. Nomear e submelter a approvaco da
thesouraria o collector ioterino, que deve substi-
tuir o offeclivo nos casos previstos no paragrapho
nlecedeote.
S 13. Por o seu visto as guias, que d'ora em
diante os conlribuintes sero obrigaoos a entre-
gar aoa collectores no acto de eflVctuarem o pa-
gamento de suas contribuicea depois de exami-
nar se a quantn cobrada justamente a devida,
em vists da respectiva collecta, ou dos documen-
tos que s comprovem. Este visto, por via de re-
gra aera posto antea de realisar-se o pagamento
e de dar-seqaitaco a parte.
Mas, para que nao airva elle de embaraco a
promptido com que devem ser despachados os
contribuimos, poder ter lugar posteriormente,
sempre que para isio houver motivo plausivel,
-deveodo oeste caso o collector logo depois e o
mais tardar at viole e qualro horas apreaeotar a
guia ao fiscal para o prsenchimento daquella for-
malidade.
14. Examinar e por tambem o aeu visto as
guias para a entrega tnmensal na thesouraria da
rends que cobrara collectoria. as relaedes dos
devedores, em lodos os documentos de despeza
o receiis, que acompaonarem as ditaa guras ou
forem exigidas para a prestado das cootas do
collector.
15. Ter sob sua guarda emassadoa, segundo
a ordem numrica e ch roo lgica, .tudas ss or-
dena, resolucoes e insiruccoes expedidas pela
thesouraria.
16. Fiscalissr a despeza com o sustento e
curativo dos presos pobres de sua comarca, e por
O seu visto o as respectivas con tas, que leona m de
ser pagaa pela thesouraria.
Esta fiscalisacao aera exercida confrontando aa
contaa apreseoladas com o numero dos presos re-
colhidoa a cadela, e averiguando moito mioucto-
asmeote se os presos soccorridos de diarias sao
absolutamente desvalidos, para que se consid-
reos no caso de merecer tal favor.
17. Fiscaliaar tambem a despeza que ae fizer
por coota da renda provincial com aa obras das
malnzes, quaudo nao forem estas obrss executa-
das sob a direcgo e respoosabilidade da repart -
gao das obras publicas ; e dar as informaces que
a este respeito lhe forem exigidas pela preaideo-
ia. ou peta iheaouraria.
18. Administraros proprios nroviociaes, te-
lando a sua conservado, e participando o seu es-
tado, .e os reparos que precisarem.
g 19. Exercer sobre os empregados seus subor-
dinados' o direito de advertencia qmodo commet
terem simples faltas ou negligencias, represen-
tando ao inspector ds thesouraria quando a falta
exigir pena maior. No caao de desobediencia
formal poder autoa-loa, remetiendo^ o auto ao
dito inspector para aer levado ao joiz'competen-
te, aflm de Ibes formar a calpa na conformidade
daa leis.
Do collector.
Art. 6. Ao collector compete :
1. Fazer o lancamento dos impostos, como
determinar ss leis e regulsmeotos, aubmetten-
do-o depois de coocluido ao exame do fiscal.
3 2a. Cobrar diariamente eoo lempo designa-
do oos respectivos regurameotoa os impostos,
que devem ser pagoa no distiieto de sua col-
lectoria, a divida activa, que dellea resultar, e
quaesquer outras, que devam aer pagas neste
districto em vista dos langamentos, guias, ttu-
los e oulros documentos, que sejam obrigados a
apreseolar os contribuimos.
3. Ter sob sua guarda at a entrega na the-
souraria, a ren4a, que resultar da dita co-
branza. |
4. Fazer mensalmante, em vista das respec-
tivas folhas, o pagamento da porcentagem dos
empregados da collectoria e do ajudaote do pro-
curador fiscal, eoa de outras quaesquer despezas,
que lhe forem ordenadas da thesoursris.
5. Entregar thesoursris pessoalmente, ou
por seu procurador a renda que cobrar em cada
trimestre, recolheado com as respectivas guias
para ae lhe levar em coala aa folhas de que trats
o paragrapho precedeute, e quaeaquer documen-
tos e recibos de despeza que tiver pago, obser-
vando o que determina o art. 29.
3 6. Assignar os arligos de receita, que langar
o escrivao nos livros competentes, os cooheci-
mentos que der sos cootribuiotes, aa guias para
a entrega da renda na thesouraria, aa folhas das
porcentagens dos empregados,as conlas de outras
quaea quer deapezas que tiver pago e as re-
lagoes da divida activa.
3 7. Prestar cootas ao fiscal da cobranza de
cada mez, e a Iheaouraria da cobranca que fizer
em cada exercicio, recolheodo por meio de um
officio dirigido ao ioapector, todos os livros re-
cbidos para esta cobraoga, guias e quaesquer
outros documentos, que a comprovem. Estes li
vros e documentos devem vir relacionados. '
8. Liquidar com o escrivao a divida activa
de cada exercicio, em vista dos lan;ameotos e
da cobraoga feita.e remetter thesouraria, quan-
do prestar contas, as relage em triplcala dos
davedors.
8 9. Dirigir e inspeccionar o trabalho do es-
crivao, na conformidade das leis reglamentares
e insiruccoes, que lbe forem dadas.
10. Cumprir todas ss ordens do fiscal, e as
que lhe forem dadss directamente pelo presiden-
te da provincia e pela thesouraria ; informar so-
bre todos os negocios da competeocia da collec-
toria, e dar o aeu parecer quaodo lhe for exigi-
do sobre o pagamento de despezas.
11. Levar ao conhecimento do flscal, para
submelter a decisao da Iheaouraria, ae julgar
conveniente, as duvidaa que occaatonsrem emba-
racos ao servico da collectoria, e solicitar lodaa
rem aa coUectoriaa ioclusive a divida activa, seas
juros e multas.
Art. 12. O collector da co lectora de Olioda
lera 10 por ceoto da renda que cobrar, ioclusive
a divida activa, seus juros e multas, e os das
outraa col lectoras lt por cento.
Art. 13. Os escrives percebero da referida co-
branca, o de Olioda sete por ceoto, e os da* ou-
traa coUectoriaa oito por ceoto. Alem deata por-
centagem tero pelaa certidoes que psssarem
oa emolumentos, que constata da tabellaaoexa
a este regulamento.
Art. 14. As porcentagens fixsdas nos arligos
precedentes perlencero aos individuos que
execerem os cargoa no impedimento dos propie-
tarios, que por isso as perdero. Bxceptuam-ae
os agentes e ajudantes, de que trata o art. 17,
que devem ser pagos pelos collectores e escri-
ves da porcentagem que lhes pertencer.
Art. 15. O trabalho do lancamento dos impos-
los nao d direito a porcentagem aos emprega-
dos da collectoria que forem demltlidos, oa se
demittirem. Tambem a perdero quando sus-
pensos em delicio de respoosabilidade.
Das substituicoes.
Art. 16. O flscal ser substituido em sua au-
sencia do lugar em que funeelonar o collec-
tor, pelo subdelegado.
Art. 17. O collector dever ter um agente, e
o escrivao um ajudante, por elles nomeados e
approvadoa pelo ioapector da thesouraria, para
os substituir, sob sua responsabilidade em seus
impedimentos.
Das liceness.
Art. 18. A licencas dos collectores e escrives
concedidas pelo presidente da proviocia, sem
descontos em seus veocimentos, e por isso de-
vero neste caso [ser substituidos pelos respecti-
vos agentes e ajudantes.
CAPITULO IV.
Disposiges geraes.
Art. 19 Os collectores, altn dos livros de re-
ceita, de langamento e oulros que forem neces-
sarios para a cobraoga dos impostos a seu cargo,
tero o de registro do seu expedieote e do flscal,
o do registro de todas as ordsos, resolucoes e ins-
iruccoes expedidas pela thesouraria, a o do re-
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do conamereio : segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbadosslO horas.
Fazenda: quintas a 10 horas.
Julio do commercio : segundas ao meio da.
Dito de orphos: torgas e sextas s 10 noraa.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do cival: quarlas e sabbadoe 41
horada tarde.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPQAO DO SDL-
Alagoaa, o Sr. Claudino Falcio Diaa; Bahia*
O Sr. Joa U artins Al ves; Rio ale Janeiro o Sr
Joio Pareira Martina.
EM PERNAMBUCO.
Os propietarios do piaino Hanoel Pismeirc* da
Faria & Filho, na sea livraria praca da-Indepen-
dencia ns. 6 a 8.
Art. 37. Ficam
contrario.
Palacio do governo
tembro de 1861.
Antonio Marcellino Nunes Goneklves.
rerogadas as dispos coas em
de Pernambuco 15 de se-
Exped lente do da 1 de fevereiro
de 188S.
Offlcio ae Exm. presiomte da proviocia do Rio
Grande do Norte.Accueo a recepcao do officio
qae V. Exc. me dirigi em 3 do correte, acom-
panhado de duas colleccoes das leis di aa pro-
viocia, promulgadas no anoo prximo ndo.
Dito ao director da faculdade de direito Trans-
miti por capia V. Eie. para aeu conh icimeoto
o aviso do ministerio do imperio datado da 22 de
Janeiro do correle anoo, dirigido ao di rector da
faculdade de direito de S. Paulo acerca do dia em
qae devem Andar as feriaa dos lentes das (acui-
dades Je direilo.
Dito ao vice-consul de Hespanha nesti provin-
cia.Respondendo ao offlcio que me dirigi em
15 de oovembro ultimo o Sr. Juan Aogladi Hijo,
vice-consil da Hespanha nesta provincia, re-1
clamando providencias para ser isentaI de por-
te a aua correspondencia oficial, cabe- me dizer-
Ihe que em vista da lnformaco do administra-
dor do correio constante da copia inclusa, oo
pode ser attendida por esta presidencia aeme-
lhante reclamacao, eotretanto vio ser subveni-
dos ao conhecimento do governo imperial o offi-
cio a iotormacao a que alindo aflm de resolver o
que entender mais conveniente. Renov ao mea-
mo Sr. vice-conaul oa meua protestos de estima
e considerago.
Oito ao commandante das armas. Passo s
mos de V. Exc. por copia para ter execucao o
aviso de 5 deste mes, em que o Exm. Sr. minis-
tro da guerra, nio so manda considerar excluido
como deaerior o alferea Joaquina Jos] Luiz de
Souza, mas tambem exige informaces { sobre o
motivo de se nao ter efT-ctuado as dispoicdes ds
lei de 26 de maio de 1835 em que est compre-
hendido o mesmo alferes. *
Dito ao mesmo.Picando inteirado de ter sido
recolhido a respectiva enfermara o sollado do 4
as medida,, que julgar convenieote psr. 0*^^7qu,r..rs.7eoda ,u"e cob7a eo, ;os out?o
gistroda entrada e aahida dos requerimenlos, e i batalMo de arutharia a p Clemente da
despachos que obtiverem.
Art. 20. Todos estes livros sero fornecidos pe-
lo collector e lemettidos em lempo a thesouraria
para que sejam abertos, rubricados e enterrados;
e os collectores, por si, ou por seus procuradores
legalmeote autoriaados, os recebero at 15 de
juoho, passando recibo no livro em que lhe fo-
rem carregados. A falta do enmprimento deste
dever ser punida com a perda da porcentagem
que veocerem oeste mez, s.alvo o caso de motivo
justificado atleodido-pela junta di thesouraria.
Art. 21. Os collectores e seus escrivea ae reu-
niro diariamente para a cobranca dos impostos
em lugar certo e determinado, que poder ser a
caaa de residencia dos primeros ; e empregaro
no cumprimenlo deste dever oaoca menos de
duas horas por dia.
Art. 22. Os collectores daa coUectoriaa que nao
dislarem da capital mais de 20 leguas eotregaro
Lhor desempenbo e regularidade dste mesmo
servico.
12. Ter sob sus guarda emaassdos, segundo
a ordem numrica e ebrooologica lodaa aa ordens
e nsiruc.ges, que lhe forem dadas, pelo fiscal e
pela Iheaouraria.
Do escrivao.
Art. 7. Ao escrivao compete :
3 1. Acompanbar o collector no lancamento
dos imposlos para assistir todas as deligencias
e exames, que forem precisos, e escrever oo s
o dito lancamento, como tudo, que for necessa-
rio para ellectua-lo.
2. Fazer, sob sas responsabilidade, a escrip-
turago de todos os livros da collectoria, segun-
do os modellos, que acompanham os regula mea-
tos dos impostos, e lelos sob sua guarda, a
que o collector os recolba thesouraria.
3. Fazer o exame moral earhmetico da
guias, e quaesquer documentos com que teol a
ae ser pagos os impostos na collectoria, ehog r
uelles a verbaconforme.
3 4. Escrever os dizeres especiaos dos conhf
cimeotos impressos, quando tiverem de ser di
dos aoa coniribuiotea, e nos respectivos tales a
quaolia recebida, a dala do pagamento, a o nome
do conlribuinte.
3 5. Paasar, em vista doa livros de receita, ais
guias para a entrega trimensal da renda cobrad
e assigna-las.
6. Escrever as relaedes dos devedores, qu
devem acompanhar as guias da divida activa,
paasar a certidio da que trata o arl. 30.
7. Fazer mensalmante aa folhas da porcen-
tae,em dos empregidos, em vista da cobranca
constante doa livros de receita, assigna-las, e pasr
sar nellas o competente certificado.
8. Verificar o calculo anthmetico dos docu-
mentos de despeza, exsminsre conferir estes do-
cumentos, e dar osea parecer sobre o resultado
obtido.
5 9. Liquidar com o collector, no flm de cada
exercicio, a divida activa da collectoria em vista
doa langamentos e ds cobraoga felts, o escriptu-
ra-la em relaedes trplices para serem remelli-
daa a thesouraria.
10.' Registrar o expediente do flscal, e do
collector. e as ordens, resolucoes e inslrucges
expedidas pela thesouraria.
Art. II Paasar aa certidoes que forem reque-
ridas ao flscal e depeoderem dos livros e docu-
mentos da collectoria.
8 12. Receber os requerimenlos dirigidos ao
flscal, lauca-loa previamente em livro competen-
te, notaolo o destino que tiverem at que finde o
negocio sobre que versarem, e entrega-loa as
partes qusndo despachados, exigiodo recibo, que
ser psasado no dito livro.
5 13. Cumprir todas as ordeos do flscal, a do
collector, que veraarem sobre o aervico da col-
lectoria, e dar as ioformacoes que lbe forem exi-
gidas por estes empregados, e directamente pela
thesouraria.
CAPITULO III.
Do provimento dos empregados, seus vencimtn-
tos tubsiituicei e licencas.
Do pro'imento.
Art. 8. O lugsr de fiscal ser oceupado naa
colleclorias, que compreheoderem a sede da co-
marca pelo respectivo promotor publico, e naa
outraa pelos juizes municipaes, independente de
provimento especial quando nao forem para iato
nomeados pela presideocia outroa funecionarios
ou quaesquer individuos.
Art. 9. Os collectores e escrives coolinua-
ro a ser nomeados e demiltidos pelo inspector
da thesouraria.
Art. 10. Os collectores prestario antes do pro-
vimento urna llanca correspondente renda de
um aemestre calculada, pelo termo medio da co-
braoga da respectiva collectoria ooa tres ltimos
ei-rcicioi em que nlo a irregularidades ou faltaa que motivem a incerte-
za da reoda que ae devit ter cobrado. Se esaa
renda sssim calculada importar em mais de dous
cootos de ris, serio exigidos dous fiadores, um
dos quaes dever ter beos ns cidade do Recite
que cubram a funga.
Dos vencimen tos.
Art. 11. Os fiscaes indiaiinotamente percebe-
rao seis por eenio de todi cobranca. que fhe-
faro por semestres.
Art. 23. Os prssos de espera para a entrega da
renda na thesouraria, que cobraren oa ootlecto-
re, para a prestngao de auaa contas de cada
exercicio serio de 20 diaa para as coUectoriaa, que
oo dialarem da capital maia de vinte leguas, e
para oa outros, contar-se-ha mais dous diaa por
cada seis leguas. Excedidos estes prasoa perde-
ro os collectores a porcentagem que lhes per-
teocer, e quioze das depois ocorreriu mais as
penas do 3 do art. 2 do regulsmeoto da the-
souraria, e do decreto imperial, n. 657, de 5 de
Rochs,
que foi accommeltido do cholera como V. Exc.
parlicipou-me em sea offlcio n. 326 de 15 do cor-
rente, tenho a dizer-lheem resposta que pode V.
Exc. aaloriaar ao director do hospital militar a
admittircomo serventes daquelle estabeljecimeo-
to maia algumas pessoas, se reconbecer-se nio
ser sufflciente para o tratameoto das pxagas ac-
commellidaa da epidemia o pessoil actualmente
empregsdo nessa qualdade.
Dito ao mesmo. Queira V. Exc. mandar apre-
sentar ao delegado do termo de Olinda um infe-
rior e seis soldados, para guarnecer a r espedir a
cadeia e fazer aa deligencias da polica. Com-
municou-se so cbefe de policis.
Dito so mesmo. Daa Informaces que squi
ajunto por copia, ver V. Exc. que o desertor do
9a batalbo da infantera, M -noel Domiogues Pro-
fessor, foi spprehendido no dia -24 de hioho do
anno prximo passado. Fica aisim respondido o
officio de. V, Exc. datado de 24 de Janeiro ul-
timo. '
Dilo ao mesmo.Queira V. Exc. ordenar ao
conseibo econmico do 2 batalhao de iifaotaria
que cumpra as disposiges do aviso do m nislerio
da guerra do Ia do corrente de que lhe remelto
copia.
Dito ao inspector da thesouraria de faienda.
Transmiti V. S.'para os flos convenientes a
puia de suspeosio da quoia que conaigoava oa
cono o lente addido ao 2a batalhao de iofaota-
ria Nelsoo Jaoaea Muller.
Dilo ao mesmo. Trsnsmilto por copia V.
dezembro de 1849, salvo se forem atteodidos pe- S. para seu conhecimento e execugo o aviso do
la juola da mesma iheaouraria os motivos de de
mora que allegarem.
Art. 24. O praeo para apresentago daa contaa
do collector demittido, e entrega da renda qne ti-
ver em aeu poder aera de trila das, eootados
du da aua demisso ; depois delle iocorrer as
peoaa do artigo antecedente.
Art. 25. A renda que for entregue depois dos
prssos de que tratara os dous precedentes arli-
gos, fica sujeita, do dia aeguinte ao em que elles
terminarem ao jaro aimples de 9 por 0(0.
'Art. 26. Os eocarregadoa da cobraoga da renda
a carga daa colleclorias, que em qualqaer caso
substituiris os collectores, oo sendo seus agen-
ministerio da agricultura, commercio e obras pu
blicas, de 31 de Janeiro ultimo e sob o. 2, acerca
da remessa doa alncelas meosaes das deapezas
realissdas nesta provincia por conta daa verbas
que dizem respeito as quatro directoras daquella
reparticio.
Dito ao mesmo. Transmiti por copia V.
S. para seu conhecimento o sviso de 22 de Janei-
ro ultimo, em que o Exm. Sr. mioislrd da ma-
rinha indica as declarac,oea que ae devem fazer
oosconcerlos para a contara ou encommenda de
objectos 'indos de psiz estraogeiro, quando baja
a clausula de despacho livre de direito.
Dito ao mesmo.Uaode V. S. pagar com ar-
les ficaro sujeitos aa penas dos arligos antece- geocia os sidos vencidos peles officiaa e maia
denles. pracaa da guarnicio da corveta de guerra Impe-
Art. 27. O eacrivo da colletoria que der cansa rialMarinheiro, bem como adiantar ao respecii-
a demora da entrega da renda, e a prestaco das vocommissarioodioheiroquefor oecessario para
coalas do collector, iocorrer oa perda da porceo- compra de verduras. Commuoicou-se ao com-
tagem que lhe competir, e na reincidencia ser mandante de eataco naval,
demittido. Dito ao inspector da thesouraria provincial.
'Art. 28. O empregado que por falla de exame Aohuindo ao que aolieitou o chefede polica em
ou erro concorrer para que aeja ajuiztfdo aquello officio de 15 do corrente aob n. 232, recommendo
contribuinte. que mostrar nada dever, iocorrer V. S. que mande pagar a Pedro Googahes da
na multa de 50 por OlO do valor da quaotta de- Rocha, ou a pessoa por elle autoriaada a quaatia
mandada, que ser descontada doa aeua veoci- de 96$, em que segundo aa contaa juntas, lmpor-
meotos. ta oaluguel relativo aos mezes de Janeiro a de-
Arl. 29. O collector demittido oo poder co- zembro do anno prximo passado, da casa que
brar a porcentagem que lhe competir em quanto serve de priao e quartel do destacamento de
nao forem tomadas aa suas contas, e se mostrar Santo Amaro de Jaboato. Communicou-se ao
quite cora a fazenda. i chefe de polica.
Art. 30. Aa despesas psgss pelas coUectoriaa' Dito ao commandante do corpo de policis.
sero na thesouraria levadas em coota ao colle- Em vista da seu tenga proferida pelo cooaelhode
tor, oa occaaiio da entrega da renda, apresentsn- julgamenlo contra o cabo Jos Elias de Souas,
do elle os respectivos documentos, e urna conta no processo que devoivo, declarando este iocu-
com a ana assigoalura, a do escrivio, e o visto rial e improcedente desde fl>. 5, haja V. S. de
do fiscsl, no que virio estas despezas especifica- expedir auas ordeos para que contra o mesmo
dameote mencionadas, e com asdeclaracoes pre- cabo e pragas que compuobam a escolta cooduc-
cisas. I tora do preao Jos Domioguea de Santa -Aona ae
A guia, porm, da dita entrega compreheoder instaure novo processo de iovesligago. ao qual
toda reoda, aem o abale daaquaotias despendidas, se appeosar a de que trato cima.
cuja importancia se coosiderar assim recolbida,
e depois paga ao collector, que por isso dar qui-
tagao ao Ihesoureiro da Iheaouraria.
Art. 31. As guias da entrega da renda oa Ihe-
aouraria virio acompanhadas de urna cerlidio do
escrivio da collectoria, oa qual declara a impor-
tancia total da cobranga feta no trimestre.
Art. 32. Oa reciboa do pagamento dar porcen-
tagens dos empregados da collectoria, e do aju-
daote do procurador flscal, serio passados por
estes empregados naa respectivas folhas ; oa dos'
oulros-pagamentos feitos pela collectoria oaerio
em papelsepsrado (quando nio poderem sernos
respectivos documentos, ) e em nome do collec-
tor.
Art. 33. A cobranga da divida activa das col-'
lectoras, cujos impostos se scharem arrematadoa
ficar a cargo doa ajudantea do procurador fiscal
das respectivas comarcas, que para iato recebero
da Iheaouraria os livros que se fizerem necessa-
rios e desempeoharo aa obrigages dos collecto-
res, percebeodo a porcentagem que lhes caberia
por esta cobraoga.
Art. 31. Oa collectores s podero accumular
os cargoa de collector da renda geral e de ajudan-
te do procurador flscal; o exercicio de outro qual-
quer emprego ouproflasio flca-lbea prohibido,bem
como aos escrives, qae podero exercer igual
emprego osa colleclorias garaes, cujos collectores
forem tambem da reoda provincial.- '
Art. 3&.Ficam conservados nos respectivos em-
pregos, em quanto bem sernrem, os actuaos em-
pregados daa coUectoriaa existentes, independen-
te de novos ttulos.
Art. 26. O presente ragulsmento fica depen-
dente da appravago da assesabla legislativa
Dito ao inspector do arsenal detmarinha.
Mando V. S. furoecer com urgeocia os objectos
que lhe forem requisitados aflm de poder a cr-
vela Imperial Marinheiro 9-guir.para a commis-
aio a que est destinada,Communicou-se SO
commandante da euago naval.
Dito ao capitio do porto.Paco apreseolar a
V. S. os recrulas de msrioha Vicente Ferreirs da
Malta e Jos Francisco Vieira, para que Ihea de o
conveniente destino, depoia de ioapeccionados.
Gommunicou-ae ao chele de polica.
Dito ao mesmo.Haja V. S. de contratar com
urgeocia um ortico da cosa para ir na crvela
de guerra Imperial Marinheiro at o porto da
capital do Maranho.Commuoicou-ae ao com-
m*ndante da esiagu naval.
- Dito a cmara municipal de Barreiros.Declaro
a cmara municipal de Barraros, em solugao a
duvida auscitada em aeu offlcio de 8 de Janeiro
fiado, que ae effectivameote a cmara municipal
de Agua Preta fez arrematar os respectivos im-
poslos aoles-de ter sido aonulada pelo goveroo im-
perial a sua eleicio, deve subsistir essa arrema-
taeo, e em caso negativo, que se flgure do su-
pracitado officio, cumpre que a cmara munici-
pal de Barreiros, a cuja jurisdigao est hoje su-
jeito aquella municipio, ponha novameote em
proga os mesmes impostos, cujo reodimenla ar-
recadado enviar a cmara de Agua Preta logo
que rlopdis da nova eleicio a que se vai proceder
estnja ella regularmente impossada.
Dito a cmara municipal de Cimbrea.luleira-
do do que me eommunica a cmara municipal da
villa de Cimbrea em seo offlcio de 5 do corrente,
teobo a duer-lb.e que a ambulancia que requema
aer-lbe-ba eo.Tiada ae por infelicidad o mal a
provincial, e iato nao obstante, sera posto desde I que Ilude o seu citado offlcio spparecer com ca- fleando aem eff
i* am emendo. I radar er/idemir.n nnne a_a cmara me narteci- do annn nrmim
para immedialamenle, entretanto remello alguos
exemplares das lnstrucgoes que pede acerca do-
tratamento do cholera-morbos.
Dito a junta administrativa do hospital portu-
gus.Acensando a recepgao do offlcio que nes-
ta data me dirigi a junta administrativa do hos-
pital portuguez de beneficencia nesta proviocia,
cabe-ma dizer-lhe em resposta,que aceito e sgre-
deco sinceramente o philaotroprco offerecimenlo
que acaba de fazer, pondos disposigaodesta pre-
sidencia as enfermaras de seu estabelecimento
de csridade para nellas serem trstados os desval-
lidos, sem distinegao de nacioslidade, que forem
accommettidos do cholera merbua : conviodo que
a mesma junta indique o numero de doentes que
segundo ss foress do sobredito estabelecimento,
pode nelle ser recebido.
Dita ao inspector da sanie publica.Remetto
a Vmc. as inclusas contas des medicamentos for-
necidos pelo pharmacautico Joaquim da Almelda
Pinte s passoss indigentes accommettidaa da
epidemia reinante em Iguarass e naa comareas
da Goianoa e Nazareth, aflm de que, eoteodeo-
do-ae com o referido pharmsceutico, reaolva
acerca do que expoe na copia incluaa o contador
da Iheaouraria de fazenda.
Dito aojuiz municipal do Limoeiro.Inteirado
pelo seu officio de 15 do correte de ha ver falle-
cido do cholera-morbus o escrivio de orphos
dease termo Joio Paulo Gomea de Paiva e Pioho,
e de haver Vmc. comeado interinamente o cida-
dio Jos Cezar de Mello Falcio para o substituir
pondo a coocurso, recommeodo-lbe o cumpri-
menlo da circular expedida por eata presidencia
em 28 de novembro ultimo, e que remeta copia
do edital ah afiliado para aer aqui reproduzdo.
Dito ao Dr. Maooel Francisco Teixeira.Pelo
seu offlcio de 16 do corrate fleo inteirado de ter
sido sccommetiida do cholera e achar-se grave-
mente doeote a preta Rita moradora na ra do
Pharol.
Dilo ao Dr. Joo da Silva Ramos.Agrsdeco a
Vmc. o offerecimenlo doa qunhentos folbetos,
que me remelteu com o seu officio de 9 do cor-
rete, acerca dos sympiomas e tratameoto do
fhoiera, os quaes opportunamenle tero o con-
veniente destino.
Dito ao director daa obras publicas.Havendo-
me o Exm. Sr. ministro da agricultura commer-
cio e obras publicas, declarado em aviso do pri-
meiro do correte, que pela repartigo de fazen-
da ae expedio ordem thesouraria deata provio-
cia em 7 de jaoeiro ultimo, para por a minba
disposigao a quanlia de 125:0005000, aflm de se-
rem pagos os empreiteiros da ponte de ferro em
coostruccao nesta cidsde, da primeira presta;o
meusal, que se lhes deve nos termos ds condigao
sexta do sen oootrsto e das maia que ae foram
vencendo, preveniodo-me ao meamo lempo de
que opportunamenle se daro aa providencias
quanto a entrega dos 62:5OOJ000 ao empreileiro
em Inglaterra assim o communico Vmc. para
que o faca constar aoa preditoa empreiteiros.
Dito ao cooaelho administrativo.Recommen-
do ao conselho adminiatrativo que compre para
fornecimeolo do arsenal de guerra o ferro e mais
objectos meocionados no iocluso pedido.Com-
muoicou-se thesouraria de (azeoda.
Dilo ao commandante do presidio de Fernan-
do.Faga Vmc. regressar a esta capital na pri-
meira opportunida le o sentenciado da proviocia
da Parshiba, Joio Bernardo de Araujo, que tem
de respooder a aovo jury oo termo di Indepen-
dencia como declarou o chefe de policis em offl-
cio numero 231 de 15 do correle.Communi-
cou-ae ao chefe de polica.
Dito ao gerente da compaohia Pernambucana.
Para conhecimento da compaohia Paroambu-
cana de navegaco cosleira e lim de ler a de-
vida execu;ao transmiti Vmc. por copia o avi-
so de 23 de Janeiro ultimo, em que o Exm. Sr.
ministro da agricultura commercio e obraa pu-
blicas, nao s me commuoica o resultado da con-
sulta da secgo dos negocios do imperio do con-
selho de Estado, acerca daa tabellas de fretes e
passsgeos offerecidas para regular o aervico doa
vaporea da mesma compaohia no periodo decor-
rido do primeiro de julbo de 1860 30 de juobo
de 1861, mas tambera determina que as tabellas
para aemelbanle flm sejam aprsenla las com tres
mezes pelo menos de antecedencia do dia em que
devem comegar a vigorar.
Dito ao gerente da compaohia Pernambucana.
Em reaposta ao aeu officio de 14 do correte,
teoho a dizer-lhe que pode Vmc. fazer sabir para
o norte o vapor Iguara>s como j est aooun-
ciado, cumpriodo que d'ora em diaole ajam ob-
servadas aa ordena do goveroo imperial relativa-
mente aa aahidaa doa vapores para o norte, como
commuoiquei S Vmc. em seu offlcio daquella
data.
Portara.O prekideole da proviocia tomando
em considerago o que o inspector da thesouraria
provincial em officio de 15 do correte sob o. 95,
lhe repeseolra raolve abrir um crdito supple-
mentat o importancia de 2379400 para as despe-
zas com o sustento dos presos pobres da cadeia
de Florea no semestre de Janeiro juoho deste
anoo.Commuoicou-ae thesouraria proviocial.
Dita.O presidente di proviocia teodo em via-
ta o offlcio do commaodaote superior ds guarda
nacional da comarca de S. Aoto, datado de 24
de Janeiro ultimo, resolve privar aos postos por
eslarem comprehendiaos as disposiges do art.
65 da lei n. 602 de 19 de aelembro de 1850, os
offlciaea do batalhao numero 24 de infamara da
mesma guarda nacional abaixo declralos :
Capio Francisco Cordetro Falcio ; oo aolieitou
patente oo praso da le.
Teosote quariet-meaUe Joo da Rocha Uollaoda
. Cavelcaoti; muduo^ee do municipio aem licen-
Qa ha maia de 3 aonos.
Alferea porta-baodeira Miguel Gomea de Lira;
mudou-ae do muoicipio aem liceuga ha mais de
3 aonos.Commuoicou-se ao respectivo com-
maodaote superior.
Expediente do secretario do go-
verno.
Officio ao commaodaote da eataco naval.O
Exm. Sr. presidente da proviocia manda accuaar
recebido o officio de 14 do correte em que V.
S. lbe communicou ler de vir a eata proviocia o
brigue de guerra Maranho cooduztodo senten-
cia toa com dealioo ao presidio de Femando.
Dito ao capito do porto.O Exm. Sr. presi-
dente da proviocia manda aecusar recebido o of-
flcio o. 16 de 15 do correte, em que V. S. par-
lecipou-lbe ter sido entregue a esaa capitana o
recrula Jos Ferreira Lima, vindo da provincia do
Cear oo vapor Oyapock.
Dito ao promotor publico do Rio Formoso.S.
Exc. o Sr. presidente da proviocia mauda accu-
aar recebida a commuoicacio que em 5 do cor-
rete Ine fez V. S. de baver reaasumido naqnel-
la data o exercicio de seu cargo.Commuoicou-
ae iheaouraria de fazenda.
EDITAL.
Pela secretaria do governo ae faz publico que,
teodo a lei proviocial numero 504 de 29 de maio
do anno prximo passado creado dous offkiosde
partidores em cada termo da proviocia, aecumu-
laodo um aa funegoes de destrthuidor e ontro aa
de contador, acham-se era concurso as do ter-
mo do Cabo, aflm do que os pretendeoiea se ha-
biliten) e apreseolem seus requsrimenios instrui-
dos na forma do decreto numero817 de 30 a**~
goslo de 1851 e avjgo de 30 de aezembro de 18M.
oo praxo le sesseola das cootadoa deala data,
*ito o edital de 26 de dezembro
pablicado no Mario de Pernsmbueo o. 30 de 30
daquelle mez.Commuoicou-ae ao juiz munici-
pal do Cabo.
EDITAL.
Pela secretarla do governo se faz publiao que,
lendo a le proviocial o. 504 de 29 de maio do
anno prximo passado, creado dous offlcios de-
partidores em cada termo da proviocia, aceumu-
lando um as funegoes de destribuidor e oulro o
de contador, acham-se em concurso os do termo
de Cabrobo, aflm da que os preteodenles se ha-
biliten) e apreaentem aeua requerimenlos instrui-
dos oa forma do decreto o. 817 de 30 de agosto
de 1851, e aviso de 3Dde dezembro de 1854, no
prazo de sessenta diaa, contados desta data.
Despachos do dia i: de fevereiro.
Requerimentos.
Alteres Beoveouto Piobeiro de Mondones.
Nao tem lugar o que requer.
Ca millo ds Silveirs Borges Tavora Indgena.
Nao ha que deferir vista da informaco. '
. Francisca Lina de Albuquerque Vasconcel-
os.Informe o Sr. ioapector do arsenal do ma-
rioha.
Major Joo Francisco do Reg Maia.Pagos os
direitos pode transferir.
Cipilo Joo Gomes deSouzs.Nao tem logar
o que requer.
Manoei Luiz da Silva Brasileiro. o tem
lugar vista da informaco.
Manoel Ignacio d'Avila.Deferido com o des-
pacho desta presidencia de 15 de novembro do
anoo passado.
ERRATAS DA ORDEM DO DIA N. 36.
No arl. 5. Em lugar destinadas, la-se dete-
rioradas.
No art 9." (Examinaran)} com a precisa atten-
Co.
No art. 10. Em logar de restando la-se evi-
tando, em lugar do servico la-se no servico.
fcXTERIUR.
DE
j em eiecuclo
rsetar epidmico, o que essa cmara me parteci-' do anno prximo pMdo, que por equivoco loi
CORRESPONDENCIA DO DIARIO
PERNAMBUCO.
PARS
S4 de Janeiro de 186S.
Meu charo correspondente.O astado actual
da poltica interior do noaso paiz resume-se na
espectaliva da prxima aegunda-feira 27 do cor-
rete, dia em que o imperador Napoleo dever
abrir a sessio das cmaras frsncezas.
O discurso do imperador eaperado com an-
ciedade por toda a Europa no que diz respeito s
queates exteriorea, e pela Franca com igual an-
ciedade quanto s questes de inleresse nacional.
As maiores preoecupaces se volvem especial-
mente para as reformas finaoceiras que Mr. Fould
conserva reservadas, e que s depois do discurso
imperial podero ser contiendas...._
A publica curiosidade, queread prever os pla-
nos prometlidos oo programas de 14 de oovem-
bro, lem de sote mo formulado projectos pouco
mais ou menos contradictorios, que julgo inulil
aqui mencionar.
De que serve discutir boatos e rumores qae nao
podem ter fundamento algum. Quaodo forem co-
nbecidoa aera lempo de fallar nelles.
O que se sabe de positivo que os planos ou
projectos do gabinete sero apreseotados s ca
maraa poucos das depois da sua abertura, e que
tratase somente da umGcago da divida, e da re-
forma de cerlos impostos.
Afora disto ha urna grave quesiao de que se oc-
cupam os joroaes liberaes, tanto quanto lhes per-
mittem as insliiuigdes em vigor; isto ,a elei-
go dos deputados que devem substituir no corpo
legislativo aos acluaes, cujo mandado expirar
provavelmente depoia dos trabalbos da prxima -
sesso. '
O governo procedeu reviso das listas eleito-
raes, e coovidou os eleitores a lomar igualmente
parle oeste trabalho; eos homeos, em quem o
rgimen actual oo lem podido matar o liberalis-
mo, ho dirigido sosleilores instantes recommen-
da;es para que oo deixem de verificar ou re-
clamar pela aua conservago as mesmas lisias.
E' isso multo justo. Seole-se nessa vigilante
iniciativa um esforgocorajoso para impellir o paiz
ao cumprimenlo do mais sagrado dos seus deve-
res polticos : alm disto a primeira campaoha
promovida contra os tibios e iodifferaotes, que
nao tem coosciencia de que o direito eleitoral
um verdadeiro dever.
Esse exemplo leal dado s populecoes aflm de
que ellas se eovolvam na direcgo doa seus pro-
prios interesses mais que tu Jo o presagio do
urna corla lula de independencia contra as candi-
daturas officiaes, que n'um paiz democrtico co-
mo o oosso fazem da representaco nacional a.
mais flagrante das illuses.
Esperamos pois que a voz deases iotelligenlcs
adeptoa da liberJade oo fique aem cbo; e que
urna rez por todascesse a culpada indiflereoc de
fazer-ae causa commum com o servilismo indis-
culpa vel.
Baixou um decreto datado de 11 de Janeiro pr-
ximo paasado demonstrando os resultados do
ceoso de 1861.
Existem dos actuaos limites do imperio.... ..
37,382,225 habitantes. Se a eata cifra augmentar-
moa a populacio francesa da Argelia, e a das Co-
lonias, as tropaa estacionadas na Italia e as In-
dias, em summi todas as pessoas ausentes da pa-
ula por qualquer motivo, obteremos om numero
de cerca de 38 milhes de Franceses.
Na Europa s a Russia coota urna populago .
mais numerosa ; a sssim mesmo ainda a Franca
lem sobre este ultimo paiz a immensa vantagem
provenieote da unidade de raga, ou para fallar
mais exactamente da fusio real e cordeal das ra-
gas que povoaram o espago situado entre o mar
do Norte e o Mediterrneo, entre o Rheno e o -
Atlntico.
O Flamengo e o Provengal, o Alsaeiano e o
Hretao ae perdern) para sempre na iodirisivel.
oacionalidsde francesa.
A Europa acaba de receber com satiafago esta
feliz noticia :
a O gabinete de Washington resolve entregsr
os commissarios do sul i Inglaterra >
O gabinete de Washington foi fiel is auaa tra-
dieges de direito martimo; masa restituigo do
Mr. Slidell e Mr. Masn se effecluou sem condi-
Ces, o que deixa em p aa difflculdades suscita-
das pela allitude da Inglaterra a respeito do su!.
Com quanto terminado esteja o incidente do
Tren, lodavia nio impoaaivel que ae veja aur-
gir maia tarde um outro conflicto no caso de que
s Inglaterra avance a ponto de reconhecera exis-
tencia poltica dos estados aeparadistas.
Ao mesmo lempo devemos confessar que se-
melhante eventualidade tem muilo perdido do sao,
carcter assusiador agora que o presidente eseus
conselheiros acabara de foroecer a prova peiemp-
loria de que os goveroos democrticos sabe-m at
tender voz da prudencia e sabedoria. Os esta-
distas lie Washington adquirirn) novos lauros na
cooclaso desea questo. Collocauoa no terreno
do aireito, e do seu direito especialmente, iato ,
0 direilo da liberdade, que sempre por elles foi
pralicado e revindicado, declararan) aimplesmeo-
te (Ilegal conducta do capitio Wnkea, e nao
hesitaran em recoehecer que a Inglaterra linba o
dirito da exigir a mesma repsracio que elles exi-
gira m de urna nac^o. aran em idnticas elr>.
1 camstsncias,


-y-
< i------. J I w 1
Coa lato o governo americano d*a melhor e
mais solemne respoata quo podrira fiar agalo
tractores das insiituigoes democrticas.
A Inglaterra (oi ampltnenle salUt*ita 5 pera
lamis at ella comprpmellida.
A guerra foi desviada, mas o principie! rece-
beram nao t urna consagrarlo nova, como taa-
sen un maia forte penhor de sua futura appli-
cago.
Quera ouaari anda tratar o ministros d Mr,
Linelo de ioepioa demagogos, esciaviiajos a
a mullidlo em delirio f A den o cr aia ameri,
ana grande e livre, dirigida pe/ ealaduta que.
aabem collocar-ae altura dea- (iretMMtAt cu,
1110 DI Plll&UIBCO. QU1HTAOUML SO DI RVKBHM DE 1162.
Venh m agora Mr. Masn o Mr, Blie)}v>-q
contrario um terreno mui diversa dea.
ft-qoen*>
aquel e*
vitta ine-
11 '
Pereano ; ao lado do ministro da manaba atara
Mr. Menabrea em disponibilidade ; Mr. Ciildini
ao lado ftella Rocca, coja administrauta atacou
elle punltcaBjente ; na frente o re dando as coa-
lla aoa aeua miniatros e conversando familiar-
mente cora Mr. Ratazzi.
Esse aapecto confuso e heterogneo, que apre-
3enlava o camarote real, era a imagem viva e
exacta, da zluaca. g paxa compiaiat o peoaa-
=
ment
eiadas
.geixo
Os,
8 rame
asteado
esta* palfMM Pro
propSe ama redu'cgio mediante a convenio la-
cullativa de 4 1|2 a 3 portento.
Essa expoaigio dos planos Ooanceiros de M.
Fould nao preencheu realmente as esperance
ue fizera conceber o teu relatorio ao imperador
resentado ha algumaa semanas ; poia que ail
nBo figura redcelo de despeza, mas sim aus-
ento de impoitos. Nao obetsnte, iouegavel
lili
que esperavam pisar. Nesle ponto de
aja ve I que o capo Wilkea, violando o direito
mantimo, prestou um grande servico I aua pa-
tria.
Eisde que modo coacluio-se por urna vez a
Oueslio aoglo-americana. Os eaclarecimentos po-
m que vieram de Waahiontoo, e a los que se
cerramou em todo eiae negocio, revelaran) de ao.
fojo o deploravel e triste papel que repieaeolou
a Inglaterra naa ultimas seis semanas : a im-
pressio at mesmo em Londres lem sido bastan-
te desfavoravel ao governo inglez.
O Uoming-Posl, organ de lord Palmerttoo deu
entender que este nio linha duvidaa aobre que
o paquete sabido de New-York a 28 de dezerobro
trouiesse a aoalyae da correspondencia diplom-
tica relativa ao conflicto pendente, e que procu-
lra dissimular o verdadeiro estado de cousas
afim de chamar sobre ai o mrito de ter arrom-
bado urna porta qae se achava na realidade ber-
ta, fszendo crer que o governo americano ceda a
nm ultimtum, quando fra o proprio a anleci-
par-se ia reclamacoea inglesas.
Esl claro pola que a Europa foi victima de urna
nystiflcagao. Deade o dia 30 de novembro que
Mr. Seward dra a aaber Mr. Adams, represen-
tante da Uoiao Americana em Londres, que o ca-
po Wilkea tinha proeediJo sem inslrucgoes, e
per essa occasiao maoifestou as dispoticoes mais
migareis. E' este despacho que d toda a van-
logem ao gabinete de Washigntoo attestando a
iatencio pacifica que o animou desde o comeco
do conflicto.
entretanto o governo inglez activava os seus
armamentos, quaodo adquira com as declarares
de Mr. Seward a certeza moral da restituido dos
priiioneiros I Qael teria sido o verdadeiro moval
deaaa forca r A que vioha essa precipitacao de ar-
maoientos, existindo o despacho conciliador dos
Estados-Unidos, que nada dava a esperar quepo-
desee comprometter o caso ?
Os amigos da verdade, existentes na Inglaterra,
qae busquen arrancar o veo que occulta os mys-
teros desse incidente : elles sao numerosos, e
pedem obrigar lord Palmerston a explicarse;
especialmente Mr. Brigth nio deixar de dirigir
algumas questes sobre esseassumpio logo que o
parlamento se reunir.
Oahi pode muito bem aer que surja urna crise
ministerial. A publicando dos documentos diplo-
mticos tem sido acollada com aida curiosidade.
O que torna mais irritante a conducta enigmtica
do gabioete britannico que ao mesmo lempo
que diriga a opiniao publica na Inglaterra no
sentido da guerra, nada desprezava para facilitar
aoa Estados-Unidos a resposta favoravel que d'all
aperava : excitagao por um lado, moderegio mui
fcem dirigida por outro I Lord Russell loDge de
ter feo as patriticas e altivas intimsedes, que
e Ihe altribuiau, tinha ao contrario determinado
as precaugoes mais minuciosas, aQm de que nao
se offendesse a suseeplibilidade doa Americanos;
tanto que se o governo de Washington respon-
desse a lord Lyons com urna recusa, este devia
simplemente referir ao seu governo o que hou-
vesse sem exigir seus passaportes, antes evitando
tudo o que podesse parecer urna ameaga.
Se Mr. de Gladstooe, chanceller do erario, se v
na obrigagao de apreseotar cmara dos com-
mnos um relatorio sobre a situaco fiuanceira
muito menos satisfactorio de que esperava, como
lle proprio j o declarou n'um discurso pronun-
ciado em Leith a culpa nao de Mr. Lincoln,
e sim dos collegas do chanceller. O bom senso
acooselhava que antes de se encolerisar devera
esperar-se ao menos os primeiros indicios das
disposices do gabioete de Washington.
Maa-aeaim nao foi ; nada esperaran), procede-
rasa com louca e deploravel precipitacao 1 E o
remenlo inglez que roffra as consequencias. Fe-
lizmente se a situado m para-os Inglezes,
Bao Ihes faltam tambem os meios de o fazer sen-
tir aos seus ministros.
As cousas em Turim cootinuam no mesma sta-
tu <7uo. A maioria da cmara dos deputados con-
aente em deixar ao ministerio um ceno lempo de
dilaso : depois Deus grande.
A nosso ver existe nessa resoluco, ou quaodo
menos na sua sigoificaco intima umsymploma
jue nao muito animador ; pois que ella prova
jue a maioria parlamentar inquieta cora es diffl-
cnldades da situaco, desconfiado da sua propria
aptido para resolve-laa, entrega ao acaso a di-
a-eccao de negocios que deveria reservar para si.
E e ministerio preencher o lempo dessa di-
lacao f
Mr; Ricasoli continua a accumnlar as duas pas-
tas des negocioa estrangeiros e do interior ; e
juasi todos sao unnimes em exhorta-lo para que
deixa urna das pastas, mas nioguem quer della
encarregar-se. Assim, pois. elle perece bem re-
soluto a nao relirar-se seoo na possibilidade de
m voto formal de descoofiaoca ; e anda que o
jajguem traco mnito duvidoso que queira Irsn-
angir quanto a escolha dos elementos que Ihe im-
pozerem.
Ja nao muito provavel urna fusao entre Rica-
soli e Ratizzi. A Monarchia Nagionale, orgao
deste ultimo, que ha bem pouco tempo sfallava
deteforgar o ministerio hoje aecusa todo o
ministerio de incapacidado sem distinegio de
pseos. Sao, pois, os dous termos do dile-
ma os seguinies : urna reforma do ministerio
Ricasoli, ou um ministerio de Ratazzi. No pri-
meiro caso. Mr.Farini, Mr. Minghett. e seus ami-
gos estanam todosdispostos a auxiliar Mr. Rica-
soli : no segnndo caso a dissolugSo do parlamen-
to, de que j ae nao trata, seria urna conaequen-
a necessana da elevago de Mr. Ratazzi: todo
o mando sabe que este estadista transigira mais
fcilmente de que aquell'outro com o partido ac-
cionario, e urna combinago por elle promovida
significara a allianga deetes tres nomes ; Gari-
fcaldi, Ratazzi, Cialdioi.
Ora, as ditposigdes actuaes da cmara, mui-
to duvidoso que semelhante associago posea
contar com urna maioria compacta e fiel; e por
consegeinte nao seria para admirar que o minis-
terio constituido aob taes elementos procurasse
nmapoio solido na opinlo publica, a quai de
-cerlo tempo para c parece agitar-se n'um senti-
do que nao de cerlo o da maioria.
Djzem alguna que Ricasoli, aborrecido por nao
encontrar na maioria maia do que um apoio ne-
gativo, parece voltar-se para a minora, e que de-
clarara mui positivamente e um doa membros
desla que o perdi de Mszzini seria. assignsdo.
Mazzini, porra, escreveu commiasao encarre-
gada de dirigir-se ao rei para esse assumpto, de-
larando-lhe que nao a autorisava a dar seme-
Miante passo, e no caso de que j o tivesse dado,
ei-se-hia na necessidade de desmenti-la : que
seu ver as mudangas recenlemente provindas
scondicOes geraea da Italia modificavam a si-
taago especial em que ae elle achava, e a pena
ale norte pronunciada no Pie monte contra a toa
pessoa, nao podia fechar-lbe aa novas fron-
teiras ; e pois nao devia a questo fundar-se na
aocitago da aua amnista, porm na nullidade
da pena. A fallar a verdade nao vemos por que
outro meio legal, a oo ser o perdi, se poder
amnullar leuteocas proferidas em ultima ins-
tancia.
lias voltemos ao caso.
Suppe-se que a lata decisiva entre o gabine-
te e a opposicioae suscitar no terreno.da orga-
uisaQo commnoal, objecto das prximas delibe-
racQes da cmara. Hade ser urna grave questo,
de maia transcendencia que a das fronteiraa ita-
lianas, tanto que na pennsula tem o grande me-
nt de por braco i braco os dous elementos da
vida poltica a necessidade reconhecida de
unidado, e a influencia sempre viva das tradic-
$oes locaes. Entretanto, emquanto espera, s ca-
mera continua na diacusaao das leis financeiraa
na de interesse local. A esquerda e a direite se
oHiam atreves do ministerio, e eangadaa da lula
de hontem, tomam novas torcas para a luis de
amaoba.
O principe real da Sueeia fea ama visita a Vis-
tor Emmaonel : foi o prmeiro prncipe
itfaa, tajpsk a tasva- de de clarearan
Uta- mMkiriteNM(1ia-<|e *e
'Mil nsVapa preania nanseienc,
a voz de^V0Q9ejaaic Ihes it* qnp opo *
chegado o momento de se retirareffl f porque re-
tirar-** i vista da saub do8f*rt4e*, nao pela
vonlade expressa do parlamento, aeria o mesmo
que trahir o paiz. O parlamento conhece i fondo
em que vereda marchara as pessoas encerregadas
de dirigir os negocios pblicos : quaodo nio ap-
provar a vereda segua*, nada maia tem da que
manifesta-lo ; e enlioo minialerio snber o que
lheconvem.
Este demonstracao resoluta e resignada ao
mesmo lempo, aerve pelo menos para adquirir
algumaa ayanpalhiaa pessoces Emfim o baro
dirigiu aos representantes do reino da Italia no
eitrangeire uraa circular no intuito de estabele-
cer o equilibrio actual do seu ministerio, o de
terminar cora exadidao a situagao em que a pri-
meira parte da aessio parlamentar deixa o gover-
no e o paiz.
Segunde a independencia Belga, a questo ro-
mana vai muito avangada, e deve ser bem de
pressa transportada do dominio das supposigoes
para o dos factoa ; poia que, diz aquello jornal,
prximo esl a romper-ae o alinelo da diploma-
cia francesa.
As commocoes de Castallaesare na Sicilia sio
o objecto de tantos e tio contradictorioa boatoa,
que difficil determinar o seu alcance verdadei-
ro. O que se pode ao eerte diaer que deade
1848 aquellas commocoes sao o movimeoto maia
serio que lera havido na Sicilia, paiz de guerri-
lhaa e nio de insurrefgio.
Guilherme I abriu a sessio daa cmaras da
dieta prussiana em Berln no dia 14 deate mez.
No seu discurso ha com que aatiafazer os amigos
daa idaa liUeran. E' verdade que o rei nao ad-
mita o deaenvolvimento da vida poltica prejudi-
que os drreilos da sua corda, mas prometi ao
mesmo tempo proseguir sempre na obra consti-
tucionalmente comegad*.
Ei ama prumessa bem importante, especial-
mente depois daa ultimaaeleigoes, cujo resultado
esteve longo de satisfazer as vistas do rei. Em
ultima analyse nio se deve esquecer nunca que
o governo constitucional por esseocia urna trao-
saego entre principios contrario, e das palavras
do rei da I'russia ae deve concluir que elle cem-
prehende as condigoes, e eat reaolvido a nio
desmenii-las. E' o que de maia feliz ae pode de-
sejar a toda a Allemaoha.
'o d*
ele eqjMteJe, a
apresesisfc pelo sipos|
cimpnjaajSjta as di seas*
fcrga>*jrt a o eiam* e
d dejMis as, arqfpMoJ
de
a
ad**a
eita aaV atrir
"ncerasv da
caoj pjjfclca que
fdpde a asis apre-
?J.M.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
Os paragraphos do discurso em questo foram
redigldoa de modo a serena accolhidos com viva
sasfaco pelos allemie*: com especialidade o
que se refere ao Hesse-EleiloraI equivale quasi
a urna promessa solemne em favor desse peque-
no povo que ha dez annoa offerece o nobre e to-
cante exemplo da lutaa mais moderada e pacien-
te pela sua liberdade. A Prussia proseguir nos
seus esforcos pela reforma eleitoral e militar :
ella acha-ae de accordo com a Austria as oe-
gociages confldenciaes com a Dinamarca : aa
suas relages amigaveis com a Franca se nao maia
fortificado depois da entrevista de Compiegoe.
O discurso real presenta mais a vaotagem de
nio se mostrar inclinado em favor de nenhuma
das diversas fracgdea da opiniao publica. Os de-
putados celebraram j algumas reunioes prepara-
torias, e acham-se separados em quatro grupos
distinctos, entre os quaes ha um com o titulo de
partido constitucional, e outro com o de partido
progressisla. N'uma deesas reunioes preparato-
rias dous ministros, que se achavam preaentes,
declararais que tinham de pedir um crdito mi-
litar excedeule do do aono passado em 50,000
thalers. Ora, o sentimento que mais predominou
as eleiedes foi o de ter sido elevada a somma j
concedida provisoriamente pelos representantes
da uliim* seiso da cmara. D'ahi, pois, nascer
provavelmenle o conflicto ha muito aonunciado
entre a cmara e o ministerio aetaai.
N* Auatria mnito tem oceupado a silencio pu-
blica a revista passada em Verooa ia tropaa aus-
tracas enearregadss da defesa do quadrilatero.
Essa reviste passada por Francisco Jos e pelo
general Beoedeek deu occasilo que o joven
monarcha exprimase o sentimento de conflaoga
que Ihe inspira a ailuagio dos seus estados. Di-
zem que o archiduque Regnier tem de ser prxi-
mamente elevado dignidade de palatino da
Hungra. O governo confia que este principe, a
quees ae attribuem tendencias liberaea, estabele
cera urna certa intelligencia entre o governo
oentral e o partido constilncional moderado.
Aa noticias vindas de Vera-Cruz leem chamado
a nossa atlenco para a expedigo heapaohola no
Mxico, que foi tentada sem espersr-se pela che-
gada das esquadraa combinadas com a Franja,
Inglaterra e Hespanhs. Ellas annuneiam urna
modicaco no rgimen poltico daquelle paiz, e
medidas que, referiodo-se sua independencia
e dispoodo o seu amor proprio, podero ali con-
sagrar de urna maneira perduravel coodigdes de
orden, e aeguridade. Fallam tambem com insis-
tencia da candidatura do archiduque Maximilia-
no u'Austria ao throoo futuro do Mxico. O no-
mo desse principe sabira a campo, ha aoa seis
mezes, n'um projeclo de composigio relativa-
mente questio italiana. O throne do Mxico,
no dizer dos noticiadores, devia ser a compensa-
o ofterecida i casa d'Auslria em troca da Ve-
necia.
Em Lisboa os nimos tornaram sua quieta-
cao natural, depois do restabeleclmento da or-
dem, e em virtude da atlitude enrgica dos po-
deres pblicos. O andamento dos negocios, que
linha aido inlerrompido, comeca a seguir de no-
vo a sua marcha habitual. E' que todos com-
prehenderam ali que, n'ema sociedade arganisa-
da, o governo tem necessidade de ser forte para
ser respertado.
Nao quero com isto dizer que as causa* morsas
que affectaram Portugal ltimamente ae achem
de todo destruidas. Essa impresso desagrada-
vel, essa iqquietagio febril, que tanto agitaram
os espiritos da nopulagao, esse rtceio do futuro
em face do terrtvel flsgello que tem decimado a
familia real, anda hoje atormentara a opiniao
publica : mas, Vista da indagagio scieotifica
que le proceden, os espiritos liveram de recuar
um passo na sua idea fatal de envennamelo.
O projeclo apfeseolado pelo marquez de Loul
quanlo i rehabilitado das infantas, irmaas do
rei, successao ao throno, por sua importan-
cia proprio para suscitar as cmaras longoa e
calorosos debales. Nesse projecto te permiti "s
duas princezas casadas com principes estrangei-
ros o prazo de seis mezes para acceitarem ou re-
cusaren} o dirito corda de Portugal, do qual
se achara privadas em virtude de seus consor-
cios. A esse respeito ninguem sabe o que far o
Sr. Piolo Coelho, partidista, declarado do principe
D. Miguel.
A le) que dec.la.ra o rej Fernando, regente foi
unnimemente adoptada.
Depoia que escrevem'os as prmeiras lionas
desla nossa correspondencia lemos no Uoniteur
o relatorio de M. Fould, ali publicado, acerca da
ailuagio financeira da Franca, e do projecto de
orgamento para o aono de 1863. O sjslema de
economa do ministro asienta sobre ama nova
diviso do orgamento em despezas indispensa-
veia, desperas determinadas, e despezas extraor-
dinarias. Estas ltimas qu at o presente corre-
ram sempre por conta do crdito j votado, nao
podem ler d'ora avante' o sen orcamen,to parte,
e seus recursos eipeciaes regularmente previs-
tos.
O orgamento para 1863 apresentar um aug-
mento de despezas importante em 70 milhoei so-
bre o de 1861; esse augmento todava schari um
equilibrio, ainda.que pequeo, n'um excedente
de receila de 10 milhoes: v-se, pois, que os
novos recursos indicados no relatorio ae limitam
acquisigao de urna somma de 50 milhoes. Ora,
taea recursos ou rendas sao um imposto sobre
carelios e carros de luxo, cejo producto avalla-
do era 5 milhoes e mel, um novo imposto sobre
os protocollos dos correctores, e um sello obri-
gatorio sobre as facturas recebidaa e reciboa.
extraordinarias
! No estado aetaai de recejos debidamente ran-
dados, quando a epidemia que reioava em dille-
entes pontos da proviocia, em aeu movime.oto de
tal expanaio, acaba de envolver i esta cidado
Bm sea mortfero ampleao, importa por certe
qae tudo ae envide para torna-lo menos mort-
fero.
Ora, corrente que nos accommetlidos do mal,
exereem fatal influencia as impresses dolorosas,
que Ihes lembram o flm doa das da vida ; e as-
sim, v-se qae delles se devem apartar quaes-
quer cousas que provoquem ou suscilem taes
impresses.]
Isto posto, lembramos a conveniencia da ces-
sagio dos dobres, assim como a abstengio de
grandes squitos nrortnarios. Sio cousas estas
tanto mais possiveis quinto nada iofluem na vida
d'alm-tnmalo do finado, nem noa respeitos ha-
manos dos prenles, ao passo qae mnito signifi-
can) com relacao aba deeotes, que nio ormario
urna idea exagerada daa aeas malea conhecendo
os albeioa armiado* com a marte.
Os artistas dramticos i quem foi concedi-
do o thealro de Saota Isabel, dio comeco sabbado
aoa seus trabalhos seno-artisticoi.
Esperando a proteceo publica, cootam oe mes-
moa corresponder i ella por meio de espectcu-
los que satisfagan) a expectagio dos concorrente*.
A junta administrativa do Hospital Portu-
guez ofiereceu A preaideacia aa enfermaras do
estabelecimento, afim de serem nellaa tralados
sem dislincgao de nacionalidade os desvalidos ac-
commettidoa do cholera.
E' um acto meritorio, que folgamos de con-
signar.
O* Srs. capillo Francisco Gordeiro Falcio,
teoeote-quartel-meetre Joio da Rocha Hollanda
Cavalcanii, e alfares Miguel Gomes de Lyra, per-
lencenles ao baialho n. i de infantera da
guarda nacional do commando superior de Santo
Anlao, foram considerado* privados dos postos
respectivos, por se acharem compreheodidos no
disposto na le da 19 de aelembro de 1850, arti-
go oo.
No dia 17 do corrale deixoa a coadjuctoria
desta freguezia de Santo Antonio o Rvm. 8r. pa-
dre Ignacio Antonio do Rege, que a exercla hs
perto de dez annoa com plena conanca do Rvm.
8*. conego vlgario, e nio menor aatisfaeio dos
respectivos parochiaaos ; por quanto sempre o
achavam prompto ao cumprmeulo dos deveres
que Ihe estavam commetlidos, desenvolvendo
nisto urna boa vonUde e urna caridade pouco
vulgares entre n, quer eaa quadraa normaes,
qur naquellas em que reinavam epideraiss, co-
mo a do cholera em 1856, quando elle reprodu-
xio-ae no ser vico da cura desalmas com o verda-
deiro ministro do altar.
No decurso de su* administragio, os negocios
da parochia assumiram ama regularidade nota-
vel, e que satisfaz i todaa aa necessldades dos
parochianos, Dio se dando easaa faltas ou omls-
soes que por abi se eocontram em outras fre-
guezias.
E assim, so passo que preenchia plenamente
os seus deveres ; ao passo que descancava na
consciefcia da inteira observancia d'elles; ao
passo qae em flm aeabava de curopri los exacta-
mente, v-se levado a demitlir-so por insinuaco
do poder superior I
E' do dominio do publico a causal deste acto,
no entretanto que seus servigos nesta freguezia
foram sempre importantsimos, e ns presente
quadra aeriam de absoluta necessidade.
Acaban de publicar os noisos amigos os
Srs. Drs. Ramos eSabino, opsculos relativos aos
symptomas e tratamenlo do cholera, conforme
os syslemas diferentes que professam esses se-
nhores.
Sio obriohas que cenm ser diaseanioada*
pela populagio, aOm de que obseFvem-ae aa suas
prescripces e tempo se ataque a invasio do
mal, quando dizem que toda fcil.
Da freguezia do Bom-jardim temos noticias
cora data de 16 do corrente, dando a epidemia
all em augmeoto eonsideravel,* poia sobe qui-
nhenles o numere doa accommetlidos, e anda a
morlalidade por malade'cento eqaarenta.
Os lugares invadidos mais foriemente sio Pa-
tos, Autora, Taboquinhas, Alagea Funda, e s
povoaco ; onde a commisso central, composta
do Rvd. vigsrio, tenentee-coreoeia A. Mdheus
Rangel e Joio Barbota da Silva, alferea Manoel
de Ferias Maciel e Manoel Joiquim de Crasio, de
accordo com o Dr. jaiz de direito e com o dele-
gado Pesua, promoveram urna subscripcao, e
montaran) um hospital para a pobreza desvalida,
alm de outros servigos em que tem sido incan-
saveis.
A epidemia, j tende a estender-se oatros
pootos da freguezia, como Orob, Bizarra, etc. :
e pira ah j ae dirigi oclrargiio, que desta ci-
dade foi para aquella comarca.
O Rvd. vigario, apezar de seas incommodos,
nio se poupa a nada, e acode com es aoceorros
espirituaea todos es pontos da freguezia. que sel
achara infestados ; e nisto acha-ee s, pois o
coadjuctor est enfermo e de cama.
O Sr. capitao-tenente Luiz Maria Piquet,
commandante dobrigue-eecuoa Tonelero, passou
a commandara corveta Hecife, sendo substituido
no commaodo daquelle navio pelo Sr. primeiro
lenle Joio Baplista de Oliveira Montaury ; pa-
ra a canhoneira a vapor Afarocan, em que se
achava eale ultimo aeuhor, foi nomeado o Sr
primeiro lente Thomaz Pedro de Bittencourt
Lotrim.
Em data de 18 do corrente se nos diz o le-
guinle do termo de Seriohiem :
Estamos por aqu ameagadea dos furores do
nosso decantado jaiz municipal,hornera o mais
propeuso vinganga e espiooagem, que por
este lempo tem apparecido I Os outros juizes,
movidos de sentimentos de humanidade. evitara
o masa poastvel a occasiao de fulminar pena* ri-
gorosaa contra aeua eemelhantes, e, se aisso sao
largados, manifestara seas pezares, e procuram
adogar quanto pdem os effeitos dosjulgamentos.
Assim, porm, nio acontece cora o nosso juiz
Gervasio. Este mogo, segundo geralmente co-
nhecido, parece que outre-se das ayndicancias. e
das vexagoes d aquellos, i quem tem m vonta-
de : o seu prazer descobrir um crlmezinho, l
para ter o gosto, nio de punir oatime, maa de
nagellar o criminoso, conforme dizem os aue
o tratam de perto.. H
Tem tido a habilidad* de chamar a" al as in-
diapoaicoM de quasi todo o termo, nio porque te-
cha praucado actos de severa justiga, porque
esees conciliam a estima, e o respeito, mu sim
Bis o qaadragesimo-nono
BoUtim tffieial:
. *JWi tne caria, datada de 1* do corrente, e
Hrifiaa de Goiinna ao Exm. presidente da pro-
ncu, confirma o major Alexandre de Barros
Ibajqnarqae, delegado de polica, a noticia sa-
i i!, ,,ue nha dad0|n seu ultimo offlcio,
j publicado ; e doa oatros pontos em que reina
?bolera-morbus, nao stsgkjram preeidencia
i provincia commuBicageajrfiffialaes. .
Doa districlos m*dicos daata.cidada, de auas
s|Bnediagoc8_ e suburbis, t Baa, nao recebeu
municagoes offlciaet Qa>coates caaos fataea
l se tem dado.homeatwalpqaaan insnnidencia
to concorre paran desa^anlvisanni o cho-
morbui, e por teto aasssVi naos sita osos
fn^iuu!- qna-"-*bgteDha de Truc, e comdaa
tt. recorra ao faturtativo. logo qas\
manifeslar-se a diarrha, mesmo quando esiT
nio aeia intensa.
< Nao obstante ter-se desenvolvido o cholera-
morbus nesta cidade, anda nio foi observado
pelas igrejas a medida sanitaria mandada exeea-
lar pelo governo provincial era 16 de Janeiro
deate aono, que diz : Ceasario, logo que prin-
cipiar a desenvolver-se a epidemia, todos oasig-
naos funreos que os sinos costumam dar, nio
sendo permittido os enterros e encommendages
pomposas.
< A's 6 horas da tarde de 19 de fevereiro de
1862.
a Dr. Aquino Foneeea.
Fizeram exame de inglez no dia 12 do corren-
te 12 eslaidantes, cujo resaltado foi o seguate :
Xpprovados plenamente...... 5
implesmente. .. 5
Reprovado*................... 9
-----12
Fizeram exame de latim no dia 12 do corren-
te 8 estudantes, sendo :
Approvados aimplesmente.... 1
Reprovades................... 7
Fizeram exame de francez no dia 12 do corren-
te 7 esludante, sendo :
Approvadoa. plenamente...... 2
o timpleamente.... 5
____7
Piteram exame de philosophia no mesmo dia.
5 esludante, sendo :
Approvadoa plenamente...... 3
slmplismenle.... 1
Reprovado.................... i
Fizeram exame de francez no dia 15 de feve-
reiro, 12 estudante, sendo :
Approvados plenamente...... 4
> aimplesmente .. 2
Reprovado?.................... 6
Jnzeram exame de inglez, no mesmo dia, 12
estudantes, sendo:
Approvados plensmente...... 3
simplesmente... 3
Reprovados.................... g
Fizeram exame de francez, no dia 15 de feve-
reiro, 12 estudantes, sendo :
Approvados plenamente...... 1
> simplesmente... 3
Reprovados...........*......... 8
Fizeram exame de inglez, no mesmo dia, 12
saludantes, sendo :
Approvados plenamente...... 6
o aimplesmente... 3
Reprovado.................... 3
12
. ~ BP"doa da freguezia de Santo Antonio
do Recite, de 1 16 do corrente :
Antonio, crioulo, filho legitimo de Lino Francia-
co Gomes e Casilla Herculana dos Santos.
Anglica, crioula, escrava de Aotonio Jos de Bi-
tancourt.
Cosme, crioulo, liberto.
Carolin, crioula, filha natural deGeminiana Joa-
quina de Jess.
Deolnda, parda, filha natural de Francisca das
Chsgas Oliveira Baiboaa.
Emilu, aemi-branca, filha legitima de Avelino
Marquea da Cunha e Francisca Menes Gon-
calves.
Ermelina, branca, filha legitima do alferes Fran-
cisco Aotonio de S Barreto Jnior e Ermilina
Augusta da Silva Barreto.
Jos, branco, exposto em casa de Ernestina Be-
raoger.
Joio, crioulo. filho oatural de Geminiana Joaqui-
na de Jess.
Mara, branca, filha legitima de Jos Soriano de
Souza e Maria do Livramento Gsalro e Souxa.
Mana, branca, filha legitima de Domingos Jos
Ferreira Guimariea e Mara Ursulina dos
Santos.
O"*", branca, filha natnral de Claudina All-
pia de Lemos.
Paulo, branco, filho legitimo de Severiano Jos
dos Res Carvalho e Maria Ferreira de Car-
valho.
Rosa, crioula, filha natural de Anna Justina de
Jess.
Segismundo, branco, filho legitimo de Manoel
Pinto de Queirez e Joaona Ferreira de Qoeiroz.
Vicente, branco, filho natural de Rita de Cassia
Pacheco Ozorip.
- Caaamentos :
Luiz de Moura com Libania Maris da Penha.
pretos.
Antonio Joaquim Fernandez da Silva cora Emilia
Alenndrina da Cooeeigio.
Joio Manoel Lucas Piaheiro com Jeanaa Maria
da Silva.
, -* RaPARTigXo d*, roLicu.(Extracto das par-
tes dos das 18 e 19 de fevereiro.)
Foram recolhidos casa de delencio no dia 17
do corrente:
A' orden do Sr. Dr. chefe de polica, o eriau-
lo Laareotino do Gsrmo. de 20 aunas da idade,
carpina, para recruta ; Jos Martina Velloso da
Silveira, pardo, de 55 annos de idade, pedrairo,
por crime de ferimentos leves ; e Bernardina Ma-
ri* das Neves, crioula, de 35 annoa, sem pros-
80, por deaerdem.-
A' ordem do de Santo Antonio, Manoel Mon-
teiro da Silva, branco, de 36 annoa de idade, ta-
noeiro ; e Jos de Campos Ayres, crioulo, de 65
aonos, jornaleiro, ambos por briga.
A' ordem do de S. Jos. Balduino Accioli de
Albuquerque, branco, de 27 annos, pintor, por
onensaa moral publica ; e Joaquim, criou-
lo, de 38 annos, cozinheiro, escravo de Jos Al-
ves da Silva, por briga e insultos.
A ordem do di Capunge, Tbnm, parda, de
30 annos, gauhador, escravo de Fraaciaco de Al-
buquerque e Mello, a requisito deste.
A ordem do da Vartea, Zachariaa Alves da
Guarda, branco, de 20 annoa, dado i agricultura,
por desobediencia.
A* orden do do Poco da Panella, Joio, cren-
lo, de 32 annoa de idade, carreiro, escravo de D.
Feliciana de tal, por fgido. f
A' ordem do de Santo Amaro de Jaboatio,
Victorino, crioulo, de 26 annos de idade, feitor,
escravo de Thomaz Aotonio de Souxa Baarque,
por crime de armas defezas.
=5?
n a
Tiveram alta da enfermara :
Guilherme Ferreira de Mello.
Matheus, escravo sentenciada.
Passageiroa do hiate brasilelro Sergipno,
vindo de Fernando de Noronba :
Joaquim Pereira Bastos, lente Manoel Vlrie-
simo da Silva, sua senhora e quatro filhoe. Jote
Narciso Tavares dos Santos, 26 sentenciados que
acabaram o san tarnpo, Itaalheraa e 8 filhos par-
tencenles aos meamos, Francisca de Paul Tibnr-
cio Ferreisa a um criada, Clataitao Jee Coma
aua aeabaaa, Joaquim Rodrigue* Maia de Oli-
... -.r.
velra, tres filaos a uraa aceraep- "-^al Rodri-
gue* da Gano Ntfslaias e sav^caatSca, Fran-
ciico Alveaa^ulinho, BeaVo P*Oo daasatlmada e
Albuquerque, Manoel Jaaqatsa da Slva, Frac-
cisca Maria da Conceicio, Carolina Maria da Con-
celcia. e Fuimiico de Paula da Reaurreigio.
Passageiros do brigue nacional Jovtn Candido,
vindo do Rio de Janeiro :
wnoifo Rodrigues Freir, sus senhora e qua-
iro filhos menores, Miguel Augusto Ferreira e
Antonio Jpi Alves.
par Pan***' d Uler nacional Emma> shido
Francisco Jos Pires.
MATADOLRO PCBtlCO.
Hi.M4*olainI,e Pfr,ocoI>nio deata cidade, no
dia 19 do trrenle, 88 rezea.
M0RTAL1DADK DO DIA 19 DE FEVEREIRO :
Mara, Pernambuco, 16 das, Santo Antonio, con-
vulsoet.
Laurana, escrava, 45 annos, Recife, cholera.
Pedro Schliechlmap, Allemanba, 58annos, viuvo,
Boa-Vista, pneumona.
Abilio Joa Teixeira Guimaries, Pernambuco, 20
annos, Boa_-Vista, cholera.
Umbelino, Pernambuco, 6 mezes. Boa-Vista, es-
pasmo.
Norberlo Francisco de Paula, Pernambuco, 22
annos, solleiro, Santo Antonio, ascite.
Elvira, Pernambuco, 8 annos, Boa-Vista, con-
vulsde*.
Candido, Pernambuco, 3 annos, Boa-Vista, ferida
na garganta.
Claudina Crrela, Pernambuco, 36 annos, viuva,
Boa-Vista, colile ebronica.
Correspondencias.
Senhores redactores. Rogo a Vmcs. o muito
especial obsequio de fazer inserir em seu con-
ceituado Diario a exigua demostragio, que abai-
xo verio, do meu cordial e indelevel roconhe-
cimento eases bons e Ilustres Goiannenses, que
honiem pela imprensa me dirigiram um pompo-
ao encomio.
Sou com estima
De Vinca, muito atiento venerador e criado
. Americo Aliares Guimares.
O abano assigoado, sobremodo e muito since-
ramente agradece i essa plyade de virtuosos e
delicados eidadioa, residentes Da freguezia de
N. S. O', da comarca de Goianna, o muito valio-
so e subido encomio, qae hontem publicamente
Ihe teceram por este Diario, e de que se julg
nio merecedor.
Gralo e recoohecido, pois, por essa grande
prova de estima, que Ihe exhibiram, e pelodis-
tincto aprego, que deram, ao fiel cumprimento
de sua missio n'essa hospitaletra comarca, ha
pouco flagelada pelos horrores do cnolera-mor-
bus, cujo debel'amento levaram-n'o a sciencia
e a aociedade, elle jamaia se.esquecer d'esses
bondadosos cavalleiros, que ulrem lio nobre,
quio philaotropicos sentimentos.
Recife, 19 de fevereiro de 186.
Americo Klvares Guimares.
COMHEKCEO.
As despezas exlcaordioirias serio suppridas
Terim depois que o re" "srdaia! ^ lercelra aDDU(U ,'' .L iw it,iia Dfl**n,nin -J.J D6*1 Por uma omnia proveninte de obrgagoes
tRBSaswflKSS SsTSE SBrssss.
ipitOlQ
i situar
--------------- ** *v**yvi*,tj
pelas eaquisilKes e singularidades de teu carc-
ter, que todo reaplra vingancinhas, e durezas de
entranhas. Parece que aindn ninguem prezou
tanto o viver em deshrmonio com os seus con-
terrneos, e ot mesmo com aquellos., con quem
o servigo publico reclama todo o accdrdo.e in-
telligencia ; e d'ahi todo o desmantello em que
se acha o termo, em materia de polica, hqje en-
tregue, em grande pirte, ao celebrrimo alferes
Caldas, assaz conhecldo aqu por suas gentilezas,
e que me dizei lora nomeado, exclusivamente
por pedidos do Dr. Gervasio, por ser o unce
instrumento que Ihe podia servir em seus planos
de vinganga I A nomeago do alferes Caldas um
verdadeiro accinte aos bom eos honestos do ter-
mo, e admiro que o digno delegado de polica, o
Sr. tenente-coronel Corlolano albardsse essa
falta de deferencia para com elle 1 S. S. esl em
poslcio de nao consentir quebr em aua digni-
dade, tolerando que, por atlengoes ao ir- Ger-
vasio, ae fagam noraeacoes sem propostas auas ;
e por isto que qualico de desmantello o esta-
do em que se acha a polica do termo.
Entretanto, segundo me consta, ludo est pie-
parado, para levar ao conhecirnento do publico,
e do governo gerol, as arbitrariedades o vingan-
gas do Sr. juiz municipal : e quanto ao seu lu-
gar lente, espera-sd qae o Sr. tenente-coro-
nel Coriolano ponha-se de sobreaviso, afim de
que nio tolere que elle se exceda em seas poli-
ciamentos etc. etc.a
Pracado Recife 19 de
fevereiro de 1862.
\s quatro horas da tarde.
f.otaces da junta de corretopes.
Cambios:
Sobre Londres 90 djv. 26 d. por IJSOOO.
Sobre Pars90 d[v. 36* rs. por franco.
J. da Cruz Macelo presidente.
John Gatissecretario.
Caixa Filial do Banco.
EM 18 DE FEVEREIRO DE 1862.
A caixa descoma letras a 10 */ at 4 mezes,
o recebe diuheiro ao premio de 8 /
AI landega,
ftendimentododial a 17. .
Id*m do dia 18. ....
437.0212(132
22.464#836
459:485*968
Mov ment da alfandesga.
velantes entrados com Tazendas.. 125
> tom gneros.. 66
Velumea aahidos
c a
eom faxendas..
com gneros..
120
377
191
497
Foram recolhidos i mesma no dia 18:
A orden, do Dr. jaiz especial do commercto,
Manoel dVAzevedo Pontos, branco. de 26 annos
de idade, negociante, por estar pronunciado no
art. 821 do cod. do commercio.
A' ordem do Dr. delegado da capital, Fraocia-
co Duarte da Silva, branco, de 27 anuos de idade,
negociante, para averguages ppliciaes.
A ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Mana dqsPaasos Honleiro, crioula, de 22 annoa,
costureira, por desorden); 9 Jos, africano, de.
50 annos, canoeiro, eactavo de Carolina Leopol-
dina Bastos, a requisif5o desta.
A' ordem do de S. Jos, Flix, pardo, de 36
annos de idade, martimo, escravo de Augusto
Muniz Machadp, por ser encontrado depoia do
toque de recolher ; Raphael, africano, de 40 an-
nos, sem offlcio, escravo do Antonio Joa "Rodri-
gues de Souza, por infraxQo de posturas ; Ma-
noel, erioulo, de 30 aonos, dado & agricultura,
eacravo de Firmlano dos Santos Vieira, por bri-
ga ; e Malhias. africano, de 50 anuos, ganhador,
escravo de D. Claudina de tal, por fgido.
. Aborde do do Pago da Panella, Joa, parda,
de 30 annos de idade, oleiro, escravo de Manoel
Gamillo Prea Falcio, a disposicio do depositario
geral.
A' ordem do de Muribeca, Paulino Fideles da
Araujo, pardo, de 54 annoa de idade, agricultor ;
e Hara Jos Ramos do Espirito Santo, crioula,
de 28 annoa de idade, costureira, sem declaragae
de motivo..
O chela da
Mesquits.
Movimeoto da enfermara da casa de deten-
gao do dia 19 do carnate.
Tiveram balsa pojan hospital do Dr. Ramea
dtC. : ar
Flix de Araujo Lina, sarampos.
Francisco Jos da Costa, dem.
segunda secgao, Joaqun G. da
Descarrogam hoje 20 de fevereiro.
Barca inglezaSlellabacalho.
Lugre inglesLilefaxendas.
Barca americanaAzeliafarinba,
Brigue braslleiroVelozchamue.
Importac&o.
Brigue porluguez Florinda, vindo de Lisboa,
consignado a Amorim & Irmio, maetfaatou ose-
guinte :
S calas agua iogleza, 1 dita ceixinhas ; a B. F.
de Sonza.
30 ditas cera en velas 200 barra carne ensaca-
da, 50 ditos toucioho, 1 caixa maasa de tomates,
60 ditas batatas, 279 ditsa cetolas, 125 barra tou-
cinho, 181 ditoa azeile de oliveira, 21 pipas e 82
barris vinagre, 93 diloa e 20 pipas vinho ; a Fran-
cisco Severiano B. k Filho.
1 caixa funis de vidro, 1 dito eravager de cen-
teio, 1 fardo tilia ; a Joio da Silva Fario.
23 barris azeito de oliveira ; a Jos Antonio da
Silva Jnior.
200 saceos semea, 4 ditos ervs doce, 25 barrio
vinbo; a T. A. Fonceca.
100 barris cal, 25 saceos semea ; a L. A. Si-
queiro.
2 caixoes mormelada ; o Jos Fernandos de
Lima.
1 caixa sapatos; a Amorim & lrmo;
1 barril peixe aalgado ; a domingos A. Ma-
theus.
12 csius mana de tomates; a Joa Correa
Braga.
21 dilao cera em velas, 1 barrica dita em gru-
mo ; a Fortunato Cerdoso de Gouveio.
25oaccoa farelo, 10 pipoo e51 barris vinho ; o
Manoel Joaquim B. e Silva.
50 saccoa sanea; a Heory Gibaos.
28 pipase 1 meia dita vinho; a Thcmsz 'A-
quino Fonceca Jnior.
1 caixa lirros; a Jos Antonio dos Santos
Leoe*.
10 barril osUohaa ; o Jos Ferreira Leos*.
67 barra sardioaae; ao capitio do mesmo
br*ue.
IDO saceos farelo; a Luis Jos Pinto da
fardos alecrim, 2 ditos sabugueito, 2dito*
malvas, 1 caixoto drogas medicinaes ; a Caors <
Barboza.
30 barris vinagre; a Cunha, lrmo & C.
25 saceos semea, 1 barril vinho ; a Jos Pereira
da Cos* (Si Filho.
30 barricas sardinhaa; a|Azevedo l Mondes.
IDO saceos semea, 6 ditos cominhos; a Aoto-
nio, Jos Arantes.
~ barricas mustarda, 2 caias drogas; aDenker
& Barrozo.
surroao nozes; o Manoel Goncalveo Fontes.
caixas oleo de smendoa; a Joio Baplista
Fragoso.
1 caixa quadros, 1 barril carne; A. Joao
Forudo.
Brigue nocional Joven Candido, vindo do Rio
de Jinairo, consignado i ordem, manifestoa o
seguinte :
15 pipas vaaias, 700 meios barricas dem, e 1
pecle cortea de vestidos ; orden.
Brigue nacional Carioca, vindo do Rio de Ja-
neiro, conaignado i Marques Barros dt C, maoi-
festou o seguinte :
29 barris toucioho, 70 pipao vasias, 10 caixas
rap, 2 ditos casrutoa; 4 ordem.
Escuna nacional Santa Rita, vinda da Babia,
cona goada Marques Barros & C. manifeitou o
seguinte :
L3Q0 olqueirna de farinbo, o granel; orden.
Bsrea portugueza Corea, viada do'Rlo de Ja-
oairo, con*iga*da Thcmaad Aquino I. Jnior
monfiestoa o seguinte :
4,316 alqueires de sal; ordem.
Hiate nacional Sergipano, vipdo de presidio
de Fernando consignado Antonio de S Leitio
maoifestou o seguinte :
83 saceos ealgada ; a6 arsenal de guerra.
asnito Mjao; Francisco de Paula F.FerrerV
ra, mu 48 ditoa alg*do e 30 ditos farinba da
mansuac*.
40 saceos farioba de mandioca ; 4 Joaquim R.
Maia de Olivoir. '
30dios dita da dita ; Henriques Jos Vieira
en na.
10 volumes, ignora-se; ao tenante Manoel V.
da Silva.
20 saccoa farinha de mandioca ; i Quirine Joa-
quim Madeira.
2 barricas ; baronoza da Victoria.
10 volumes, igoora-se; ao capitio Jos do
Cerqueira Lima.
4 ditos dito; ao capitio Joio Paz Barrlo de
Mello.
Brigue nacional Almirante, vindo do Rio de
Janeiro, consignado Antonio Luiz de Oliveira
\zevedo, manifettou o seguinte :
125 pipas vasiss, 75 volunes com barrica*
abatidas, 125 bacas de metal, 14 tachas. 110
barra toucioho, 120 soceospimania, 50 volumes
pegas de chit*. 12 csxas papel. 20 fardos algodio.
18 ditos saceos vaaios, 180 rollos a 80 lataa fumo,
5 caixas livroa, uma eatanto. uma mesa, 2camas,
40 caixaa velae. 5 ditas charutos. 30 aaccos fei-
jao, 2 caixas rap, 25 saceos caf; otdem de
Bares inglez* Uindro, vinda de Livarenol con-
signad* i Saunders Brothus & C, manifestoa c
seguinte :
280 toneladas de carvao de pedra, aos mesmoa.
Barca ingleza Slella, vinda de Terra Nova,
cooaignada 4 Saundres Brothers 4 C, manifes-
lou o eguinle :
2,925 barriess bacalho, aos meamos.
Exporta 9&0
Do dia 18 de fevereiro.
Barca ingleza Plmala, para Liverpool, carre-
gsran :
Saundera Brothers & C, 66 saceos con 401 ar-
robas de algodio.
Brigue inglez Mary, para Liverpool, carro
gsram :
Phipps Brothers & C, 2200 saceos com 11,000
arrobas de assucar.
Barca ingleza Trym, para Liverpool, arro-
gara m :
Saunders Brothers & C 6 saceos com 35 arro-
bas de algodio.
Brlgee francez Beffy, para Marseille, carre-
garam :
N. O. Bieber & C, 2,000 saceos com 10.000 arro-
bas de assucar.
Barca franceza Sanveur, para Marseille, csrre-
garam :
Tisset freres, 1,900 saceos com 9,500 arroba
de assucar.
Barca franceza \irgile, para Miraetlle, caire-
garam :
E. A. Burle & C. 140 unhas de boi.
Brigue hespanbol Do de E, para o Rio da Fro-
ta, carregaram :
Aranaga Hijo & C, 290 barricas com 1,971 ar-
robas ej libras de assucar.
Brigue hespanbol Feltppe, para Genova, car-
regaram :
Bastos & Lemos, 1,000 saceos com 5,000 ar-
robas de assucar.
Brigue hespanhol iVopo Martin, para Barce-
lona, carregaram :
Aranaga Hijo Sl C, 178 saceos com 956 arro-
bas de algodSo.
Brigue porluguez Constante, para Lisboa, car-
regaram :
Francisco Pereira de Medeiros, 50 meias barri-
cas com 332 arrobas e 21 libras de assucar.
Joio Baplista de Oliveira, 900 saceos com 4,500
arrobas de assucar.
Barca portogueza Esperanca, para Gibraltar,
carregaram :
Jonnston Paler & C, 900 saceos com 4,500 ar-
robas de assucar.
Barca americana Azefia, para Philadelphie,
carregaram :
Matheus Austin & C, 600 saceos com 3,000 ar-
robas de assucar.
Patacho nacional Beberibe, para o Rio da Pra-
ta, carregaram :
Amorim Irmios, 400 barricas com 2,796 arro-
bas de assucar.
Becebedoria de rendas Internas
geraes de Pernambuco.
Reodimentododia 1 a 18. 22:773(656
dem do dia 19....... 907J108
Consolado
Rendimento do dia 1 o
[don da dio 19. .
23:680764
provincial.
18. 74:7989669
. ; 8:7221027
83.520*696
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 19.
liba de Fernando de Noronha6 das, hiate bra-
silero Sergipano de 54 toneladas, capitio
Heorique Jos Vieira da Silva, equipagem 6,
carga vario* gneros ; ao mesmo capitio.
Baha25 das, biate brasileiro |5an(a Rita, de
48 toneladas, eapito Juvenci Luiz da Rocha,
equipagem 7, carga farinha de mandioca ; a
Marques Barros & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
PenedoCter brasileiro Emma, capillo Fran-
cisco Googalves Torres, carga diferentes g-
neros.
Antuerpiapatacho americano Alpine, capitio
Daniel Reliman, carga a mesma' que trouxe
do Rio Grande do Sul.
0&rvaco.
Seguio para o Rio de Janeiro o brigue inglez
Annie Laurie. capitio James Goldswortby,
com a mesma carga que trouxe de Terra-
flova. ____
a.
I 1
n
c
5
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Horas.
Atmosphera.
"5T
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Direcfo:
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I Intensidade.
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I farnenheif.
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Centgrado.
yygrometro*
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Cisterna hydro-
melrica.

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"* 00 8 U
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Francez.
Ingles-
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m es
en

O

A noite clara com alguos aguacelros, Tanta
ESE fresco e assim amanheceu.
OSCILAQiO DA HAR.
Preamar a* 8h.6' da manhia, altura 6, p.
Baixa-mar as 2 b. 18' da tarda, altura 1,8 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 19 de fe-
vereiro de 1862.
ROIAHO STEFPLB,
1* tenento.
Ediiaes.
Pela conta doria da cmara municipaldo
Recife, se fax publico que o prazo marcado para
pagamento do imposto de estabelecimentos do
1 do corrente ao ultimo de marco vindouro, o
aquellos qae nio pagorem dentro do praxo mar-
cado, cam sugeitoe,o respectiva malta.
^iJ1" muoic,PIl ro de 1862.O contador, Joaquim Tavares Ro-
dovalho. n
O Illm. Sr. inspector da tbesoarariantoTisr-
clal, en cumprimento da ordem do Exn.Sr. pre-
sidente de provincia de 15 do corrate, manda
fazer publico, que no dia 27 deate nez vai ora-

J
^ /


; "
OMMi
pan ser arrematado fuem mait
----------r cesto sobre a raada dos
_ plaao o tapias neaie
municipio, a reliado aooualmente em rii........
3:000*000.
A arremalace sar. faite por terapo de trala e
tras mezes, i cootar no l4 da outubro de 1861
30 As peaaoas que ae propozerem a eslt arremata-
o, comparegam na tala das sesioea da junta da
fazeoda da oaeama thasouraria, no dia supramen-
conado, pelo meio dia, e competentemente ha-
bMitadoi.
E para coaltar ae mindou affixar o presente e
publicar pelo Otario.
Secirtija da Ihesoararia provincial de Per-
nambuco, 17 de ferereito de 1862.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Anounciacao.
0 Illm.Sr. inspector da Ihesouraria de fa-
zeoda deata provincia, aulorisado pela ordem do
thesoiiro o. 18 de SI de Janeiro ultimo, a mandar
fazer os coneertos de que precisa o edificio em
que funcciona esta reparlico, manda fazer publi-
co que no dia 22 do correte pelas duas horas da
larde estaro em basta publica, peraote esta mes-
me tbesoura.os referidos conestiospara aerem
arrematados a quem por meoes os quizer fazer.
Secretaria da ihesouraria de azeoda de Per-
narobuco 17 de ferereiro de 1862. Sirviodo de
official-maiur,
Maooel Jos Pinto.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
_ A cmara municipal do Recifa, tendo rece-
ido do Instituto Histrico Brasileiro o offieio
que abaixo y transcripto, convida a todos os
seus raanicipes, para que concorram para rea-
Hssco dessa obra de tanta honra para o Brasil,
subscrevendo na secretaria da raesma cmara as
quantias de que quizerem ditpor, nao podendo
ser menos de mil reis, era mais de dez mil reis.
Certa do patriotismo que caracteriza lodos os
Pernabucanos, a cmara munipal do Recife es-
pera que se prestarlo de boa vontade a realisa-
cao deste grandiozo im.
Pa^oia cmara municipal do Recife, em ses-
so de 28 de outubro de 1861.Luiz Fran-
cisco de Barros Reg, presidente^Francisco
Canuto da Boaviagem, offictal maior servindo
de secretaria.
Illms. Srs.O Instituto Histrico brasilei-
ro, a que presta Sua Magostada o Imperador a
sua immidiata proteepo, resolveu que se levan-
lasse nesta corte urna estatua a Jos Bonifacio de
Andrada e Silva e se erigisse um tmulo digno
de seus preciosos despojos; sao paginas da his-
toria escripias em bronse e raarmore pela grati-
do brasileira, e que devem transmittir a posteri-
dade as tradigoes gloriozas que se ligara a um
dos grandes vultos nacionaes, e um dos primetros
eollaboradores da nossa independencia.
Os abaixo assignados, merabros da commis-
sao a que o Instituto Histrico incumbi lao
nobre missao, accordarara recorrer ao auxilio
de todas as cmara municipass do imperio, para
que promovam subscripcoes populares entre o
aeus raunieipes, visto como o monumento deva
ser filo a expensas de povo.
A commissao desejando que todos os Bra-
sileros possam concorrer para tao patritico
monumento, quaes quer que sejamassuas for-
tunas flxou o mnimo e o mximo das quantias
entre mil e dez mil reis.
Devendo a estatua ser inaugurada no dia 13
de Junho de 1863, centesimo anniversario na-
talicio de Jos Bonifacio de Andrada e Silva ; a
commissao espera que Vv. Ss. se dignem de
coadjaval-a em tao louvaxel empenho, activando
e apressando a subscripcio, eujo resultado ser
publicado as folhas diarias d'esla capital.
Deus Guarde Vv. Ss. Rio de Janeiro
18 de agosto de 1861.Illms. Srs. preslente
e Venadores da cmara municipal da cidade do
Recife da provincia de Pernambuco. Euzebio
de Queiroz Coutinho Mattozo Cmara Joaquim
Nerberto de Souza Silva,Joo Manoel Pereira
da Silva.Bario de MauJos Ribeiro de
Seuza Fonte.Henrique de Beaurrepain Rohan
Doutor Claudio Luiz da CostaThomaz Go-
mes dos SantosF. S. Das da Molla.
O Ulra. Sr. inspector da Ihesouraria pro-
vincial, em cumprimento da resolucao da junta
da fazenda, manda convidar aos proprietarios
abaixo mencionados, a entregarem oa mesma
ihesouraria, no prazo de 30 dias, a cootar do dia
da primeira publicarlo do presente, a importan-
cia da quota com que devem entrar para o cal-
lamento da ra do Cbug, conforme o disposto
na lei provincial n. 350. Advertindo que a falta
da entrega voluntaria ser punida com o duplo
das referidas quotss. na cooformidade do art. 6.
do reglamelo de 20 de dezembro de 1844.
Numero 2 Jos Peres da Cruz e her-
deiros de J os Gomes Villar
Os meamos
Jote Antunes Guimaraes
Franciaco Jos Teixeira
Bastos
O mesmo
Ordem terceira de S.Fru-
cisco
Recolhimento da Gloria
D. Aguida Senhorinha Pe-
reira
Jos Brando da Rocha
Joo Antonio Carpinleiro
da Silva
Irmandade do SS. Sacra-
mento do bairre de Santo
Antonio
dem idera
dem dem
''' v.
amo Mmmovo* huta riba bi MmttJro m mt.
4
6
8
10
12
14
16
18
5
> 7
489*000
606000
45#000
6OSOO0
459000
90JS000
120S000
270$000
1719000
240&000
9
11
309S600
259200
3OOJ000
2:458800
E para constar se mandou afiliar o presente e
-publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Per-
oambuco 13 de fevereiro de 1862.O secretario,
A. F. o'Annunciagao.
Oeeiaraeot*.
Correio.
Pela administracao do correio deata cidade se
faz publico que hoja (20) pelas 3 horas da tarde
em ponto sarao fechadas as malas que deve con-
duzir o vapor costeiro Igu*ras* com destioo
s provincias da Paralaba, Rio Grande do Norte,
Cear e portos intermedios.
Inspecco da arsenal de ma-
riuha.
Faz-se publico que a commissao de perilos
oeste arsenal examinando, oa forma determinada
no regulamento acompinhando o decreto n. 1324
de 5 de fevereiro de 1854, o vapor Iguarass
Oa compaabia Peroambueaoi de navegaco eos-
teira, achou-o em estado de poder navegar.
Inspecco do arsenal de marinha de Peroam-
buco em 19 de fevereiro de 1862.
Hermenegildo A. Barbosa de Almeida.
Directora geral da instruc-
co publica.
CURSO CoMMERGIAL PERNAMBUCANO.
Exames preparatorios.
Houveram 39 exames preparatorios para a ma-
tricula do eirse eommerctal, sendo 10 de gram-
martica pertugueza, 12 de caHfgraphfa, tO de
rithmetica, e 7 de algebra at as operacoes do'
39 gre.
Emgrammalica (oram approvados 6 plenamen-
te, a simplesraeote e 1 reprovado.
*1B "l'.'capWa foram approrados 8 plena-
mente,3 simplesmenle e 1 reprovado.
Em arithaetica (orara approvados5 plenamen-
te, 4 simplesraeuto e 1 reprovado.
Km algebra foram abrevados 3 plenamente,
4 simplesmenle.
Deram-se 22 approvacoea pleoaa, 14 approva-
$5es aimptes e 3 reprobadas,
Atutlantei matriculado no 1* armo
ti. 1 Garataao da Gama La*o.
*-Joea FiewclaceCafdoaoAyret-.
' aUaaoto- AItw Padftco.
-4Antonio Javlno da Faroeaea.
&-s4anoal a Abreu Macado.
,6-Anacleto Publia da Moraet Carvalho.
El tildante* matriculados no 2- anno.
N. 1Joviofaoo Fernandes da Silva Manta.
S Viriato Sergio de Moura Mallos.
3Jos Deifino da Silva Carvalho.
4Joaquim Aires Pereira da Fooseca.
5Jos Joaquim Borgei UchOa.
6Joaquim Jos Tavares Juoior.
7Manoel Cardoso Ayrea Jnior.
8Joaquim Francisco Borgea Ucha.
9Joaquim Joa Raymuode de Mondonga.
10Thomaz de Brrelo Lias de Barros.
11Narciao Dnperroo.
12Carlos Joa Dias da Silva.
13Joo Landelino Doroellaa Cmara.
Secretaria daiostraeco publica de Peroambu.
co 17 de fevereiro de 1862.
O secretario interino,
Salvador Henrique de Albuquerque.
CoQselhe adniaistrativ*.
O conseibo administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, em cumprimento ao art.
22 do regulamento de 14 de dezembro de 1852,
faz publico, que foram aceitas as propostas dos
seohores abaixo declarados.
Para o arsenal de guerra.
Vianna & Guimaraes :
5 arrobas de flo de vela a 680 rs. a libra.
Laiz Borges de Gerqueira :
5 arrobas de eabo de liobo branco de 1 polle-
gada e 1 1/4 de grossura a 1&100 a libra.
Jos Rodrigues da Silva Rocha :
5 arrobaa de alvaiade fino a 79200.
Jlo Deodato Boumam :
5 duzias de taboas de aoparello para forro de 16
a 18 pollegadas de largo e de 26 a 29 palmos de
comprimento a 45JO0O a duzia.
Para o 10* batalhao de inaotaria.
Manoel Antonio Camargo:
445 botes pequeoos de metal bronceado com
o o. 10 amarello a 80 rs.
O conseiho avisa aos meamos vendedores que
devem recolher os objectos comprados na secre-
taria do mesmo conseiho, s 10 horaa da mauh&a
do dia SI da corrate.
Sala dea saaaee do contelho administrativo,
para forneeimeoto do arsenal de guerra, 19 de
favereiro de 1662.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Conseiho administrativo.
O conseiho adminiatrativo para fornecimento
do arsenal de guerra lem de fazer o fornecimento
dos menores do arsenal de guerra, nos mezes de
marco e abril prximos vindouros.
Pao de 4 on;as, bolachas, assucar.refinado de
2* sorte, caf em grao, cha hysson, manteiga
franceza, carne verde, dita secca, bacalho, ar-
roz do Maranho, farioha de mandioca de primei-
ra qualidade, feijo preto ou mulatinho, touci-
nho de Lisboa, azeite doce de Lisboa, vinagre de
Lisboa.
Quem quizer fazer o fornecimento cima decla-
rado aprsente as suas proposlas em carta fecha-
da na secretaria do conseiho, s 10 horas da ma-
ntisa do dia 26 do correte mez.
Sala das sessoes do conseiho administrativo
para foroecimeoto do arsenal de guerra, 19 de
fevereiro de 1862.
BenCo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Conseiho administrativo.
O cooselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguiotes :
Para provimeoto do armazem do arsenal de
guerra.
5 arrobas de cabo de linho brinco de 1 polle-
gada e l quarto.
40 quiotaes de ferro em barra de 1 1 (2 polle-
gada.
25 quiotaes de ferro quadrado de 5 oitavos.
10 quiotaes de ferro em verga de varanda.
16 duzias de limas chalas de 14 pollegadas.
5 lengs de chapas de ferro (born de 24 a 30
libras.
Para o hospital militar.
50 pares de meias ae la grossa.
50 barretes de la.
panellas de ferro com tampa, sendo 2 de 10
gales, 3 de 8, e 1 de 6, forradas de porcellaoa.
2 cassarolas, seodo 1 de 8 galdes, e 1 de 6,
forradas de porcellaoa.
2 jarras grandes de barra.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conseiho, s 10 horas da manha do dia 26 do
correte mez.
Sala das sessoes do conseiho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 19 de
fevereiro de 1862. *
Bento Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente. .
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino
Pela subdelegada da freguezia de Santo Ao-
tonio do Recife se fu publico que acha-se na
mesma subdelegacia para ser entregue a quem
perleocer um crioulioho de 7 para 9 annes de
idade, que fora encontrado vagaudo petas mas
desta cidade, o qual declara ser livre. Recife 15
de fevereiro de 1862.O subdelegado supplente,
Manoel Antonio da lesus Jnior.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado se fiz publico aos con-
tribntotes dos irapostos de 4 por cento sobre es-
tabelecimentos de fora da cidade, preosas deal-
godo, typographiae, cocheiras, cavallarices, bo-
tis, casas de pealo, betequios e fabricas ; de 12
por cento sobre os estabelecimentos de commer-
cio em grosso e a retalho, armazens de recolher,
depsitos e trapiches ; de 8 por cento sobre os
consultorios mdicos e cirurgicos, artorios e es-
criptorios ; de 500 sobre casas de bilhar, modaa
e lojas que venderem roupa feita e chapeos es-
trangeiros ; de f 0009 sobre casas bancadas com
emisso e privilegios; de 3009 sobre as casas
baoearias sem emisso, companhias anooymas
e agencias ; de 200fl sobre casas de cambio ; de
500 rs. por tonelada das alvarengaa e canoas
abortas empregadas no trafico da carga edescar-
ga ; de 30$ por cada escravo empregado oo ser-
vico das mesmssalvarengas ; de 169 sobre cada
um carro particular de 4 rodas; de 10$ sobre os
de duas rolas; de 189 sobre os de aluguel de 4
rodas; de US sobre os de duas rodas ; e de 69
sobre as carrosas e vehculos de couduccio ; e
de 859 sobre omoibus, que os trila dias uteis
marcados para a cobranza a bocea do cofre do
aooo fioaoceiro de 1861 a 1862 fiodam-se no dia
19 do corrente, Qcando comprehendidas na res-
pectiva multa os que psgarem depois desse
prazo.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
11 de fevereiro de 1862.
Pela subdelegacia do curato da S de Olin-
da, se faz publico que no dia 6 do correle mez
e anno foi appreheodido nesta cidade,um cavallo
de cor roiilho, com o olho direlto ceg, por se
achar vagaodo pela dita cidade, o qual se acha
depositado oa forma da lei.
Francisco das Ohagas Salgueiro,
Sudelegado.
THEATaO
p. Amalla.......D. Carmela.
Mana. 8 aonoa de Idade. N. N.
Urna dama......, Jesuioa.
Cavalleiros e triados, etc.
Precinde-se de fazer-se o menor elogio ao
presente drama, pois que o nome deseu autor
assaz o recoamenda. *
Jina'*atA o espectculo com a sempre applau-
dida comedia em um aeto,
POR CAUSA
DE
UBI MiMuMD,
Os artistas dramticas ora reaidentes nesta pro-
viocia, haveodo obtido do Etm. presidente da
provincia a coocesao do theatro de Santa Isabel
para darem algumas representarles, lem a honra
de annunciar ao reapeitsvel publico, que daro
principio aos seas trabalhos sceno-artsticos no
sabbado 22 do corrente.
Aproveitam os referidos artistas a oecasiio pa-
ra scientiflcar que nao empregado todos os afor-
eos possiveia e empenhado anda os seos meno-
res recursos aura de cabalmente satisfaierem os
compromisos que contrahiram para com o pu-
blico, pelo facto da solicitarlo e consequente ob-
tenco do theatro de Santa Isabel; e efectiva-
mente Ji coutam no sea repertorio novas ri-
quissimas composicoes tbeatraes, coma dramas,
comedias, vaudevilles, etc., etc., que par suas
especialidades e brilhaotismo de coocepco ho
de por certo agradar aos amadores.
Os referidos artistas cooiequeatemenle esperam
que, sendo apreciados os aeus esforooa psra o
bom desempenho de seus deveres, o Ilustrado
publico desta capital nao deizar de ajuda-los e
favorece-los com a concurrencia aos espectculos
e igualmente convidam aquellas pesaoas que de
anie-mao lhe haviam fallado sobre bilhetes que
tenham a bondade de apparecer no respectivo
escriptorio, aflm de receb-los; assim como
aquellas outras que queiram toma-Ios para a pri-
meira recita.
Principiar s 8 horas.
THEATRO
APOLLO.
poca do carnaval
Sabbado 22 de fevereiro
de 1862
Grande baile de mascaras
Os emprezarios deste eslabelecimeolo, desejan-
do dar ao publico desta capital um diverlimeoto
digno da civilisacao do seculo, nao se pouparam
a nenhum trsbalho nem excesso, para que pos-
sam justificar os seus bons desejos ; por isso de-
liberaron: dispor da forma mais conveniente a
ordem do seu brilhante diverlimento, esperando
o auxilio que este publico lo illuslre cosluma
sempre dispensar a quem lhe recorre.
Os saldes sero pomposamente Iluminados por
urna profuso de luzes e transparentes doa mais
bellos coloridos, e enriquecidos com objectos de
aperfeigoado gosto.
Abrir-se-ho as portas s 7 horas e o grande
baile comecar s 8 1|2 por urna quadrilha toda
mascarada, que se acha convidada.
Oa regulamentos policiaes usados nos estabe-
lecimentos deste genero sero cumpridosem toda
a sus plenitude.
PREQOS.
Camarotes...,..... 89000.
Platea.Uomem.. 29OTO.
Senhora.. Gratis.
Os camarotes recebero 4 ingresaos, e os bilhe-
tes de platea 1, no valor de 500 rs. cada una, que
se receber como dioheiro na loja de bebidas.
Grande
e extraordinario baile
DE
Masaras e sem mascaras,
Nos magesWos saloes do caes de Apollo,
em beneficio do administrador dos
. mesmo?, para fazer face as extraor-
dinarias despezas dos bailes do car-
naval.
A's 8 horas da noite a banda militar exe-
cutar riquissimas pecas de msicas france-
zas, como o ataque de Magenta e outras pegas
de bo'm gosto, ardendo a illominaco solferina a
gaz toda, e oovas vistas, viodo ltimamente de
Paris, havendo um extraordinario convite de se-
ohores e cavalheiros ; esperndose grande con-
currencia, em consequencia de estarem os saldes
ricamente ornados com riquissimo gosto, nao
deixando oada a desejar aos concurrentes. O bom
gosto, e o lugar piltoresco, em que se acha col -
locada a casa, offerendo todas as vantagens s
pessoas que a frequentam.
Ser cumprido fielmente o regulamento do Sr.
Dr. chefe de polica.
Entrada psra homens29, senhoras gratis.
Rio de Janeiro
o blata Novaes, primeira classe, forrado de co-|
bre, novo, segu com brevidade por ter tratado
meio carregameoto ; anda recaba alguma carga
e escravos a rete ; trata-ae com es consignata-
rios Marques, Birros t C, largo do Corpo Santo
numero 6.
COIPAW BUCARA
DI
Navegacao costeira a vapor
Parabiba, Rio Grande, do Norte,
Macau do AW, Aracaty, Cear
e Acaracu'.
0 vapor Jjuorassi. commandante Vianna,
satura para os portos do norte de sua escala at
o Acarac oo dia 20 do corrente mez s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o dia 19 ao meio dia. Eo-
coaamendaa, paaaageirose dinheiro a frete al o
dia da sabida s 2 horas: escriptorio 00 Forte
do Matios n. 1.
Paraailha de S Miguel
sane at o dia 20 o patacho porloguez aLima :
para o resto da carga e passageiros, trata-se com
os seus consignataris Joao do Reg Lima &
Irmo.
Cotinguiha.
Para Cotinguiba sahe impreterivlmente no dia
20 do corrente o hiate Gariballi ; para o resto
da carga e passageiros, trala-se com Tasso Ir-
mos.
Para Lisboa e Porto.
Pretende seguir para os dous portos cima
com moita bravidade o veleiro e bem coohecido
brigue nacional Eugenias, capito Manoel Ee-
quiel Miguis, de primeira classe e primeira mar-
cha, pregado e forrado de cobre, tem parle de
seu carregameoto prompto : para o resto que
lhe falta, trata-ae com os seus consignatarios
Antonio Laiz deOliveira Azevedo Si C, 00 seu
escriptorio, ra da Cruz n. 1.
Aluga-se o armazem, Io e Io an-
dar e sotao. da casa n. 60, da ra dar
Cadeia do Recife, esquina do becco da
Capim : a tratar na ra da Ciuz n. 63.
10 dentista NumaPompilioJ
teeedeaeiepara dar teropo a que oa pretenden-
tea vanfeaja minar a inleira legalidade des li-
,JU,0J, T ,fi,ori d0 iadkado agente, que
^^i%*erece MM-lo e a dar os ea-
clareCimenlos necessarios, e para que os mesmos
prelendentes possam examioar previamente o
estado e bondade dos ditos predios.
LEILO
A 20 do corrente.
N. O. Bieber & C.succssores, faro leilo per
interreocSo do agente Oliveirs, de variado sor-
timento de miudezas, diversas ferragens finaa e
grossa e muitos arti'gos que sero igualmente
vendidos sem reserva de precos, meramente pa-
ra fechar contas:
Quinta-eira 20
do corrente, as 10 horas da manilas, em seu ar-
mazem ra da Cruz.
Transferencia do leilo
DE
Farinha de trigo.
O leilo de 144 barrios com farinha de trigo I SiNOtMM.ttli M5f&MS fC 3K4M13
aonunciada para hoje 19 por interveoco do PraS.
ageote Peslaoa, tica iraoaferido para aexta-feirs
21 do correte no mesmo armazem do Sr. An-
nes defroole da alfaodega, pelas 12 horaa da
manha.
Ra estreita do Rosario n. 22
primeiro andar.
Bota denles arliflciaes por molas e'li- %
gaduras e pela presso do ar. Syslema
amencaoo sem arrancar as raizes, e faz 3
todas as operacoes de sua arle, com S
promptido e limpeza. Preciss-se de urna ama boa cosinheira e
DE
Santa Isabel.
Sabbado 22 de fevereiro de 1862.
A execd{io da brilbaole ouveclurfa
A partida do mar i nheiro,
pela orcheatra, que ser dirigid pelo Sr. Col*,
servir de preludio repreaeotac&o do excalles le
drama em tres actos, original do Sr. CamUlo Cas-
tello-Branco, que ae intitula
ESPINUOS E FLORES.
Pkrso.^aobtts.
Padre Henrique. .
Pedro da Ollvetra .
Luiz de Athayde .
Primeiro cavalleiro
Segundo dito. .
Josephina. .
.
ACTOHKS.
Thomaz.
Lelte.
Lisboa.
Uno.
Coata.
D. Ano a Ct a vas
Atsos Mariyinog.
Para Lisboa
sahir com toda a breviii.de o brigue porlugoez
Constante, capito Augusto Garlos dos Reis
visto ter prompta a maior parle do seu carrega-
meoto : para o restante e passageiros, para os
quaes tem excellentes accommodacoes, trata-se
com Menoel Ignacio de Olivaira & Filho, largo do
Corpo Santo, do escriptorio, ou com o capito na
praca do commercio.
lio Grande do Sul pelo
lio de Janeiro.
A barca brasileira Carioca recebe carga para
ambos os portos: trata-ae com os consignatarios
Marques, Barros & C, largo do Corpo Santo nu-
mero 6.
l*ara
Riode Janeiro,
a barca nacional Amelia preteode seguir com
muita brevidade, tem parle de seu carregimeoto
a bordo ; para o resto que lhe falta, trala-ae
com os seus consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C., no seu escriptorio, ruada
Cruz n. 1.
Rio de Janeiro
O hiate Novaes
a frete.
recete gneros eslrangeiros
LEILO'
QUINTA FEIRA 27 DO CORRENTE.
O ageote Pinto autorisado pelo Sr. Joaquim
afana Ferreira de S (chegado ltimamente do
Rio de Janeiro epara onde se retirar em pou-
cos dias) far leilo as 11 horas do dia cima meo-
donado em seu escriptorio na ra da Cadeia n.
9, dos predios abaixo declarados, a saber:
Duas casas terreas com Irea portas de frente
com grandes sotoes, quiotaes cacimbas, siles
ua ra dos Guararapes ns. 58 e 60.
Duas ditas ditas com duas portas de frente, so-
lOes, pequeoos quiotaes e cacimbas, sitas na ra
do Apollo ns. 13 e 15.
Urna dita com urna porta e janella, com aoto,
quintal e cacimba, sita na roa da Guia n. 22.
Os prelendentes podero desde j examinar as
reteas casas, procurando eotenderem-se com
o mesmo agente a respeito dos ttulos e mais
documentos das referidas casas.
LEILO'
DE
Roupas feitas para homem.
SEXTA FEIRA 21 DO CORRENTE.
A o correr do martello.
O agente Guimaraes far leiUo por conta e
risco de quem pertencer de completo aortimento
de paletots de panno uno, colletes ds gorguro
bordados a retroz e de casemira, grvalas de se-
tim e outras muilas fazendas que ser vendida
pelo maior prego obtido, no referido dia*as 11
horas.
Avisos diversos.
que compre para casa de homem solteiro V~n
ra do Crespo o. 1.
Joho i. Faster e Jos da Costa
para o Rio de Janeiro.
Rocha vo>
:
annun-
Aos paes de familias
Julio Cesar de Oliveira, profossor parti-
cular, competeoteroeote autorisado pela
directora geral de iostrueco publica en-
sioa primeiras lettras e latim sob as 'con-
dieces abaixo meociooadas:
1.* Recebe em sua casa alumnos exter-
nos por um mdico preco.
2.a Toma lieces por casasofiarticulares
sendo o aeu pagamento aquillo que for
coovencionado.
3.a Garante o approveilamento de qual-
quer discpulo seu e promeite empregar
todo o cuidado pela moralidade e reli-
giao.
O* paes de familia que quizerem o hon-
rar com as suas confianza o encontraro
na ra do Imperador o. 54, segando andar.
!
s
i
i
COMPkNHIl BRSILEIfU
DE
r. esperado dos portos do sul at o dia 28 do
correte um dos vaporea da compaohia, o qual
depois da demora do coslume seguir para os
do norte.
Desde j recebem-se passageiros, e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver se embarcar no dia de sua chegada, diirhei-
ro a frete e encommendas at o dia da sabida s
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C.
Rio de Janeiro
C brigue brasileiro aJoven Candida recebe
carga e eacravoa a frete : trata-se com os con-
signatarios Marques, Birroa & C largo do Cor-
po Santo n. 8.
Janeiro.
Seguir at o dia 25 do corrente para o porto
indicada o bem cenhecido brigue nacional aEn-
eantador : para o resto da carga que Iris falta
tmta-se com a Hava Aajortn J Fltlro, roa da
Crean. 48, oa com o capitSo va praja.
Para & Porto.
Segu em puncos dias a barca portugueza
Flor da Maia, por ter parte do aeu carregamea-
e prompto ; quem quizer carregar oo ir de pas-
tagem, dirija-so aro consignatario do mesmo em
aeu escriptorio da ra do Apollo a. 43, segando
COMPANHA BRASILEIRA
DE
Dos portos do norte esperado al o dia 5 da
marco o vapor Princesa de Joinville, o qual de-
pois da demora do costume seguir para os por-
tos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encom-
meodase dinheiro a frete at o dia da sahida s
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C.
ParaoAss
com escala pela Parahiba e Rio Graode do Norte
o hiate Jaguaribe, de primeira marcha, o qual
tem excellentes commodos para carga e passa-
geiros e pretendesahir ata o flm do corrente
a tratar na roa doCrespo n. 14 ou a bordo de-
jroote do cea do Ramos
Leitoes.
LEIUO
BE
Farinha de trigo.
QUINTA FEIRA 20 DO CORRENTE.
O agente Pinto far leilo por conta e risco de
quem pertencer, de 42 barricas com farinha de
trigo, as 10 horas do da cima mencionado : oo
armazem des Srs. Anlunes Guimaraes 4C For-
te do Mattos.
LILAO
No Io de marco.
O agente Oliveira offerecer em leilo os pre-
dios abano designados, que sero arrematados
chegando aos precos mdicos limitados pelo seu
propnetario e os quaes rendem approximada-
mente 10 por cento sobre o cuato elevado, a que
foram obtidos em poca mais favoravel, e pode-
ro eveolualmente render mais em raza de se
echarem situados em localidades commerciaea
testa cidade, a saber:
Um sobrado de 3 andares n,,a IfL?' 'co* 5 jaoellaa de frente.quin-
tal, catamos e cosinha fora.
Ura dito de a aodarea e ota, em aba o ato-
prio, oa ra do Livrameoto n. 26, cora 3 ianel-
laa de frente, tosinh fora, quintal com estriba-
ria, qartoa, cacimba etc.
Urna casa tarrea na travessa de S. Pedro n t
forai/a, cae*8 salea, 2 qaarloa, cssioha, quintal
o cacimba.
Tees partea de um sobrado de um andar cor
respndeme a quasi metade do seu valor, na rea
da Bastan 6, t*a cha* prearto, casa lora re
venda, quintal, eaatmba ete.
Sabbado I* de margo
no eacriptorio 4o referido agenta, na ra a Ca-
deia do Recife, ao meio dia ean tonta; a i asila
ra-ae que annunefado esta leilo com tanta an-
Por muitas vezes se tem
ciado que somente se recebem assignatu-
ras deste Diario a 5#000 por trimestre,
sendo pago dentro de 15 dias do come-
90, mas acontece que alguns de seus
assigoantes demorem o pagamento alem
daquelles dias, e se julguem com direi-
to a paga-lo a dito preco anda mesmo
que falte meia duzia de dias para se
vencer o trimestre ; por tanto de novo
se declara que nenhum direito tem o
subscriptor de pagar a subscripcao a
seu arbitrio, e sim como est estipulado,
nao servindo de desculpa o nao ter sido
procurado, por quanto nenhuma duvi-
da ha em receber-se na liviana ns. 6 e
8, da praca da Independencia, por n3o
haverem tantos recebedores, quantos
serian precisos para encontrar em
suas casas, a alguns assignantes.
Nesta typographia, pre-
cisa se fallar ao Sr. Dr. Ju-
veacio Alves-Ribeiro da Silva,
que reside no Rozarinho.
Grande laboratorio de la-
vagem.
Os donos dos nmeros abaixo declarados po-
dem mandar buscar que estao promptos : 271
87. 285. 317.279, 210, 18, 244, 274, 321 288'
327,157. 144. 130.331 138. 294. 124. 239 270*
313.176. 325, 316, 317. 332, 333. '
Um homem casado, satto conheido nesta
cidade, esua mulher, offerecem-se para ensina-
rem as primeiras lettras, bordar, cozer etc. a
qualquer pai ou pais de faimlias do'matto ue
precisarem de seus servidos ; podendo afflancar-
se o zelo, araizade e dedicago que atracada-
mente se empregar no tratamento e adianta-
mento dos meninos e meninas que lhe forem
confiados, mediante mui mdica paga, a que se
sujeitaro atiento suas precisoes : para se Infor-
maren) da cooduta e capacidade dos offerecidos
podero dirigirse ao largo do Paraso, sobra-
do n. 26, onde tambem se contratar.
Sincero elogios
Grande inflamuiiao do baco.
Padecendo minha senho:a de urna grande in-
flamma^o do baQo, e nunca podendo obter me-
moras com os variados medicamentos de que
fez uso. somente com a aimples applicaco daa
chapas medicinses do Sr. Ricardo Kirk com es-
critorio ra do Parlo n. 119, couperfeitamen-
te boa.
Pelo que lhe reitero osmeus fracos, porm sin-
ceros elogios.Ra do Rosario n. 112 Rio de
Janeiro.
_ fJuono Brioso.
-- Os seohores abaixo declarados queiram ter
a bondade de virem a ra da Cadeia do Recife
n. 25, segundo andar, que se lhes precisa fallar
a negocio, de manha das 6 as8 horaa e de tar-
/8 *' 0s S"' Vicen,e Ferreira da Cos-
ta Miranda, Joaquim de Oliveira Maia (morador
na Gameleirsj, Joaquim /s BoWho, Joaquim
Milel Mariz, Bernardino Dias Ferreira. Joo Pa-
checo Alves,|Jos Florencio de Oliveira e Silva,
Francisco Fetisbioo de Carvalho Rapozo.Joaquim
Teixeira Peixota Jnior, Beraacdino Pereia de
firito, Jos Joaquim de Oliveira, Amonio Tei-
xeira Peixoto, Alexandre da Cunha Coelho Cala-
nho, Agoatinho Ferreira Jnior, Augusto Cesar
Garoeico de*Mattos, Francisco Avilla de Mendonca,
Jampnrn da Silva Alvos Ferreira, capillo Jos Mar-
ceUno Alves da Fonseca, Luiz Morelra de Hen-
donca Juniro. Bento Topioanb, Funcisco Joa-
quim Pereira Pinto, Joio Filippe dos Santos,
AntcKite Joaquim Connives do Cabo, Jos Rt-
catdo de Lyra.
Na travessa da ra das Cruzes n
2, puinaeiro andar, tinge ae para todas
as cores com prstese e commodo preco
Aluga-se
o sobrado da ra Diretta n. 45, com
duas grandes salas, 4 quarto* sendo 3
-,-eganaoanriar. sa
W49W|S)iJS>S3Si
Francisco Joa dos PassosTuirnTrler dei-
xou de ser procurador do Sr. Diogo Jos Leite-
Guimaraes resideote em Portugal.
m l rat e ment hoiteopathicog
preservativo e curativo
do cholera-morbus.
PELO DOUTOR
SABINO 0. L mm.
venae-se cada exemplar a 500 rs
Diatribuico gratuita ios* assignantes S
das obras homeopathicas do Dr. Sabino, %
e aos freguezea da pharmacia especial homeopaihica. Ra de Saolo Amaro X
(Mundo Novo) n. 6.
Rosala Berge io Garzoli.l subdita franceza
rae a Europa.
r,~, JohaJ.?oof?rd Mereh Booford e Willian
Uarlc, subditos inglezes retiram-se para fora dr>
imperio.
Quem tiver para vender um escravo bom
carroceiro, sem vicios nem achaques, queira
procurar em frente do Corpo Santo armazem o.
l, que ah se dir quem precisa comprar
#
Roga-se ao Sr. Lourengo Bezerra Ma- Z
9 nnho Falco, que quando vier ao Recife S
0 dinja-se a ra do Crespo n. 8, a negocio S
9 de seu interesse. .
S8t8iS*a 999 SQSSSsS
rrecisa-se de urna ama para com
prar e cozinhar para urna pessoa : na
ra estreita do Rosario n. 21, primeiro
andar.
Vai ser arrematado em hasta publica'e
por ordem do Dr. juiz do orphos, em sua au-
diencia deseita feira 21 do corrente/ o escravo
Sabino pertencente aos beo3 do finado Joo Ma-
ooel de Siqueira.
6S9@S9@
O Dr. Carolino Fran-
Sj) cisco de Lima Santos,
3 tnudou-se da ra das
9 Cruzes para a do loa-
9 perador, sobrado n.
9 17, em frente da igre-
9 ja de S. Francisco, 00-
9 de continua no exerci-
9 co de sua proQssao de
9 medico.

9
9
9
1
m
9

1 Jos Ferreira, subdito portugus, retira-ae
para o Para.
Ifldieealpbbetico
DAS
Leis, decretos e avisos relativos a ipcompatibili-
dade oa aecumulacodos cargos e empregos po-
blicos e s condices do exercicio dos mesmo
cargos e empregos e das diversas profisses,
ORGANIZADO
por Ovidio da Gama Lobo, bacharel em sciencia
jurdicas e sociaes pela Faculdade do Recife, e>
secretario do governo da provincia do Maranbao.
Acha-se no prelo esta obra, para a qual assig-
na-se a 3# o exemplar.
Aluga-se o primeiro ou o segundo andar
do sobrado da ra do Crespo n. 4 por cima dr>
eslabelecimeolo de J. Falque, sendo o primeiso
proprio para escriptorio e o segundo proprio para
familia por ter cozinha e soto; para um ou ou-
tro destes sndares, trta-se no mesmo eslabele-
cimeolo.
CM weMQM MMM6 MCSKOKS
Atteiicao.
Roga-se aos Srs. de-
vedores do finado An-
tooio Francisco Pereira
que venham pagar seus
dbitos na ra doCres-
po n. 8 A, do contrario
vero seus nomes nesta
folha com as quantias
que esto de vendo.
Gasa para alugar.
Um primeira andar na rus Imperial n. 116 >
tratar no.pateo do Terco n. 141. taberna
Do 1. de sarco prximo viodouro em dien-
te est para alugar-se uta sitio na Capunga Nov
com maite boa casa Oa tivona, ettriberia e co-"
chaira, coroaaodos para prMos, tuda murado >
fronte a asa um do, |a^,, certmba aoaa boa,
T-Jl"*0 *??* i Moflea na raa
.estrada que daila para o sitio des seahore
bastante grandes e cosinha fora, bota^ ttt^Z^^%*f*
familia;
n.104,
Precisarse de MSJa-awaa .
fru
m


MAMO ME KR1U11BUGO. QUlHTi RUU 10 DI PBVWBIRO DE lIM.
Aluga-se barato
o tipicoio com moda mente situado ermazera
para deposito de gneros de estiva, oa travesea
do Coala d. 6, beceo da Boi, bo Forto do Mat-
toa : trata-se na roa de Cabv.fi n. 7, loja de
Hita
Bala para alugat-se um primeiro andar de
um sobrado oa ra daa Agua-Verdes, e Bina ca-
ca terrea oa ra Velba da Boa-Vista : quem pre.
tender, falle oa ra das Cruzee o. 9, peBultimo
sobrado quera vai da ra do Queimado para S-
Frtncisco, lade direito.
Na noite do dia 14 do correte furtarsm de
um aitto em Beliem, um cavallo castanho castra,
do, de altura regular, f esquerdo e nao direito
calcado, com duas ctcalrites provenientes de ver-
rugas, urna no lagrimar do olho dsreite, e outra
de um lado da curva da peroa esquerde, estando
ferrado somonte com um ferro da fazenda a que
pertenceu, tendo por feaixo deste um risco hori-
zonlal: pede-se as' autoridadea policiaca que
delle souberem ou o apprehende-lo, que o man-
de entregar na ra da Cooceigso do biirro da
Boa-Vista, casa n. 12, ou em Beliem, taberna de
Manoel Joaquina, que ser gratificad* o portador.
-* Os donos das casas da ra de S. Miguel
da roa de Motocolomb nos Afogados, que pa-
gara foros do chao, se quizerem comprar oa mes-
moa, apparegam bo becco do Marisco, sobrado o.
7, segundo andar, nesles 30 diss.
Quem quizer alegar um grande armazem
que pode ser dividido em dous, e que tam fren-
te para a ra do Imperador e para a do caes, di.
rlja-se loja de ferragem da ra do Queimado
n. 14.
Grabas a Dos.
Jjestamos em un tempo que no- mais pre-
ciso illumioacio a gat no becco do Peixoto a tra-
vesa beira mar, pois que temos empregado a
estelugar que traa dea lampeoes muilo bem,
pols a limpea ja immensa que o estreo
j encobre a luz.
' XMSMsieaie-ftKMssis mmmm
! A aoaixo assignada roubaram, bo da e>
i 7 de Janeiro prximo passado, entre dif- C
I fereotea joiaa de ouro, cioco escripturaa O
9 de compra de suas escravaa Joaana, Ha- ria. Aotooia, Begismun Ja e Auna, que f
estavam guardadas oo mesmo bahuziaho 8
onde estavam as joiaa. Fu, pois, eala a*
declaragao ao publico para obviar qual- II
quer fraude, que com taea tiluloa se 2
pretenda pralicar.
Recife 17 de fevereiro de 1862.
Candida Lina de Figueiredo.
xmwvmwHmm mmmmm
O abaizo aasignado faz publico que teodo-
se-lhe fu ra do* urna carteira na qual existan)
varios papis e orna lettra da quantia de 848
aceita pelo Sr. Amonio Francisco dos Santos'
vencida em 29 ou 30 de novembro prximo pas-
eado e pelo presente declara que rica sem vigor
algum a dita lettra, por ler recebido do aceitan-
te o importe da mesma, como consta do docu-
mento que Ihe passei. Recife 19 de fevereiro
de 1862 Heurique Ramos das Neves.
Aluga-se urna casa terrea muilo bem tra-
tada, com 3 glandes quartos, 2 salas, cosinha
fora, cacimba e grande quiotal murado, na rus
Imperial n. 260: a tratar na padaria da ra Di-
reiti n. 84.
ThomasM. K. M, Rae, subdito inglez, re-
tira-se para Inglaterra.
O abaixo asiignado protesta por
parte do Sr. Jos Philippe de Barros
Cavalcante nao pagar premio algum
de urna lettra da quantia de um cont
e duzentos mil res (i :200)' aceita polo
mesmo Sr. Jos Philippe a favor do
Sr. Silvino Guilherme de Barros, ven-
cida hoje, visto que o Sr. Jos Francis
co de S Leitao, que se acha de posse
della, recusa receber de minha mao a
importancia della, embora lhe apr-
sente eu a ordem que tenho para fazer
dito pagamento. Recife 19 de feverei-
ro de 1862.Malachias de Lagos Fer
reir Costa.
Fazem-se capas, bati-
nas, barretes e chamarras;
na ra do Encantamento n
3, primeiro andar.
Francisco Pedro da Cruz Neves, tendo de
relirar-se para Europa no prximo paquete fran-
cez, deixa por aeua procuradores, em 1 lugar
Francisco de Paula Dias Fernandas, em i.-.0 lugar
Jos Pedro das Neves, eem 3 Antonio Francis-
co daa Nevea para Iraiar de seus negocios.
Na ra do Imperador n. 43, vende-ae leite
puro todos os dias as 7 horas da manha.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva pa-
ra casa de pequea familia : na ra do Hospicio
d. 62.
Precisa-se alugar um cozioheiro'e um cria-
do para servio de casa ; a tratar na ra da Cruz
do Recife n. 38.
Est para, alugar-se o segundo andar do
sobrado n. 193 e casa terrea n. 191 da ra Impe-
rial : a tratar na ra da Auroran. 36.
Precisa-se de alugar urna eacrava p3ra com-
prar e coziohar: na ra do Ltvramenlo n. 7.
Pillas paulislaoas
em pacotesdeduas cateas
ns. 1 e 2.
Um curativo rarissimo feito pelo medico Carlos
Pedro Etchecoim. sobres pessoa abaixo assigoa-
da. Padec o anno passado de um cancro roedo
ro no peito esquerdo, procedido de urna espinha
ou urna dureza de que foi o principio e com co
michoea e urnas certas dores que me reapondiam
no coragao. Quaodo procure o dito seohor a fu-
nda era horrenda que podia caber um ovo de Ra-
llona. Gratas a estas pilulas sarei em menos de
60 das. Felizes daquelles que tiverem ao seu al-
cance oa raros remedios do autor.
S. Vicente 12 de dezembro de 1859.
Escolstica Hara.
Deposito geral na ra do Parlo o. 119, Rio de
Janeiro : e em Pernambuco, na pharmacia do
sr. Jos Alexandre Ribeiro, ra do Queimado
numero 15.
Carnaval!!!!
Grandes e extraor-
dinarias cava-
1 ha das.
Na ra do Imperador.
O director das cavalhadase proprietario do guar-
da -roups. na mesma mi*, tendo obtido a com-
petente lceoga do ExnuSr Dr. chele de polica e
tirando a competente iiceoga da cmara munici-
pal, participa ao respeHavel publico deste capital
que tem de haver ees dias 2, 3 e 4, dias do car-
naval, as referidas cavalhadaa na meama rea do
Imperador, fazendo duas vistas, aova para a re-
ferida ra na directa* da casa do tm. Sr. Dr.
chefe de polica, e a outra para <> palacio velho
aeode o centro das referidas esvaradas na es-
quina da ra do Crespo. A msica ser em todos
os tres dias, do l* de artilharia- com toda a sua
pompa e brilhaBtismo do costume.
Os cavalheiros que se apreseelarem receberSo
um carlo gratis para que leoham iogreaso as
referidas cavalhadas. Os ciaras para dar os sig-
naos serio concentrados ao p das srioliohas, e
t"car a msica que sempre qualquer cavalheiro
tirar referida argollara, quer do lado da ra da
i. na mesma ra do Imperador,
Roga-se a todaa as pessoss moradoras na mea-
ma rua'e da ra do Crespo, cerno e de costume,
para prestarem o seu auxilio, e que o coadjuvem
para se poder levar a etfeitceste diverlimento
publico.
Os cavalheiros se devem apresentar para as
corridas oeste lugar, visto ser um das primeirar
ras desta capital e ler multo a quem possam das
as argolinbaa que tirarem para serem premiados.
O abaixo Jassigoado declara ao Sr. Manoel
de Siqueira tavalcaoii, que havendo o meamo
abaixo aasignado desoecupado a casa em que
morara, a ra do Livrameoto, na villa do
Cabo, e de propriedade do mesmo senhor Siquei-
ra, procurou-o por diversas vezes para entre-
gar-lhe as chaves de sua casa, mas nao o en-
contrando, deixou-s na roa larga do Rosario
n. 46, padaria de Monteiro 4 Soares, oude as
ple procurar, oo se responsabilisaodo mais o
abaixo assignado pelos alaguis, que forem de-
correndo. Recife, 19 de fevereiro de 1862.
* Severino Jos dos Sanio Aawiar.
Braga Silva 4 C., em liquiaago, pedem aos
seus devedores que leoham a boudade de vir
saldar seus dbitos dentro de 30 dias : na ra da
Cada no Recife n. 39.
Preci*a-se de urna ama ; na ra das Laran-
geiras n. 26, para comprar e cozinhar.
PROGRAMMA
da festividade de Nossa Se-
nhora da Conceico, na
igreja do Monteiro.
Sabbado 22 do crrente pelas 8 horas da noi-
te, ter lugar o levan tmenlo da bandeira de to
excelsa quaoto gloriosa padroeira do imperio.
A bandeira ser condolida por meninas e jo-
veos virgeos, a qual sabir da igreja, dando rol-
la em redor da mesma, seguindo o camioho on-
de se acha o mastro, acompanhando urna banda
de msica marcial que tocar excedentes pecas
logo que a bandeira chegue a este lugar ser'
arvorada, e nesia occasio. ser lancado ao ar
urna grande gyrandola de foguetes: depoia des-
se acto subir um bellissimo balio, que trans
pondo os ares, annunciar aos fleis devotos de
lao Gloriosa Senhore, o principio desla solem-
mdade.
Ao amaohecer de domingo 23 do correle to-
car a alvorada a msica marcial, precedeDdo
urna aalva real de vinte um tiros, e ama grande
gyrandola de foguetes, execulando nesta occa-
sio a banda de msica, novas e diversas pecas
de sublime gosto. '
As ooze horas deste dia enlrer com toda a
deceocia e aolemnidade a festa, o que ser ao-
nunciado por tres grandes gyrandolae de fogo do
ar. e urna pega nova de muaica, tocada pela ban-
da de msica marcial; sendo o orador do Evan-
gelio o eloqueote pregador da capella imperial
o Rvm. psdre-mestre Frei Joaquim do Espirito
Santo, logo que fiada a festa ser dada urna sal-
va real de 2t tiros.
A's cinco horas da tarde, ao som da msica
ser laogado um magnifico balo de nova inven-
gao, junto ao qual ir dependurada urna figura
que oa aaceogo ira soltando folhelos, que con-
lerao versos anlogos as virtudes da Mi de
Dos.
Em seguida entrar o Te-Deum, aeodo orador
deste o pregador da capella imperial o B.v-1. pa-
dre-mesire Lioo do Monte Carmello ; logo que
se Bodar o mesmo, subir o ao ar diversas girn-
dolas de foguetes.
Ao terminar o Te-Deum ser arreiada a ban-
deira, e com a meama aolemnidade com que fot
arvorada, ser conduzida para a igreja.
A'a nove horas da ooite, lera principio a sol-
tura de fogo artificial, feito por um doa melbo-
res artistas, o qual empregou na fabricarlo do
mesmo as cores de mais realce, como tambero
liguras de novo gosto, que far abrilhaotar to
grande aolemnidade, a qual ter fim logo que se
queime dito fogo.
Os encarregados desla festividade pedem, por
obsequio a todos os moradores des'te ameno lu-
gar, o llumiotrem as frentes de suas casas na
vespera e da, assim como terem limpas as testa-
das de suas.casas, pelo que deade j ae confes-
as m gratos.
Terrenos de marnfaa.
O agrimensor dos terrenos de marinha convida
aos Srs. Luiz Antooio Vieira e Manoel Jos Dan-
tas por ai ou por seus procuradores, a compare-
cerem na casa de sus residencia, na ra Direita
n. 74 ; a Ora de se Ibes marcar o dia em que tem
de se proceder a medirlo dos terrenos, de
requereram ttulos.
Urna pessoa habilitada
de eacriplurarjao mercantil
simples quer dobrada, ofiVrere
Companhia peraambuca-
na de y apures costeiros
De ordem do coaseUho de direccSo sao
convidado* os Sr. accionistas da Com-
panliia Pernambucana a se reunirem
em assembla geral no dia 22 do cor-
reute, ao meio dia, na sala da associa-
Cfio commerei, para Ihes ser presente
0 relatorio balanQO annual. Recife
1 i de fevereiro de 1862.O carente,
F. F. Bores.
Ha para alugar um terceiro an
dar muito fresco na ra do Encanta-
mento ; a tratar na ra da Cadea do
Recife o. 33.
Precisa-se de uma ama para co-
sinhareengommar : na ra Direita n.
5, prkneiro andar.
Frecisa-sa alugar uma preta de meia idade
que eja fiel e aem vicios para o secvico externo
do uma casa de familia : na ra do Queimado so-
brado n. 44, primeiro aodar, pagando-se o sei
aluguel conforme convencionarem.
I
i
_____________
Os curadores fiscaea e depositarios da mas-
sa fallida de Jos Fernandes Agr convldam aos
credorea da referida massa, cujos ttulos foram
habilitados no referido processo para apresenla-
rem os seus litulos no prazo de 8 dias, aos abai-
xo assigoados, traveasa da Madre de Dos arma-
zem o 16, adro de proceder se o dividendo da
quantia em deposito, visto para isto acharem-se
autorisados por despacho do Dr. juiz de direito
docommercio.Ferreira-& Martios.Barros &
9 Aluga-se um quarto andar com excei- s>
j lentes commodos : na ra da Cruz n. 53. asi
O Dr. Ernesto Feliciano da Silva Tava-"
res, medico, pode aer procurado para o
exercicio de sua proflssio : ns ra da
Praia o. 43, segaado andar.
Ensino de partidas
dob radas.
E ARITHMETICA
DIRIGIDO POR
Manoel Fonseca de Medeiros
Duas vezes por semana tercas e sextas
Das 7 as 9 horas da noite
Ra Nova n. 15, colindo andar.
Precisa-se de uma ama paracosinhar e com-
prar: na^rua do-Imprsdor, n. 37, segando an-
dar, entrada direita.
Precisa-se alugar um sitio as proximidades
desta cidade, na Solidade, Santo Amaro ou Mag-
dalena, quera tlver dirija-se a ra da Cruz ao
Recife n. 38.
nmmmtmm mmtmt msmu
4l
o fim
SAHE
deste mezl
PRLO
DO
o 1* volume
DO
melliodo pralico theorico
PARA APRENDER
ler, fallar, escrever
traduziro francez
EM 6 MEZES
Segnndo o tacillimo systema
allemao
Hovo
DO
DR. H. OLLENDORFF
POR
CICERO PEREGRINO.
Obra inleiramente nova e ui.ica escrip-
ia em portugus por esse systema ; ap-'
provada pelo conaelho director de ins-
truco publica desta provincia 2 volu-
ntes 79.
Recebem-se assigoaluras na ra do
Queimado n. 26, primeiro andar.
Aluga-se o primeiro sodar do sobrado da
rna da Imperalriz o. 40 ; a tratar no meamo.
Francisco Pedro da Cruz Neves, cidadao
orasileiro, retira-se para Europa a tratar de sua
saude.
que
Attenco.
A mesrregedora da imperial capella de Nossa
Senhora da Assumpgao da Estancia, avisa ao
respeitavel publico que domingo 23 do correte
tem desoleotoisar-sea festa da sua Divina Pa
droeira. nao com pompa porque a ijreja pobre
porem com aq#ella decencia que devd a'
magnificencia do culto Divino e espera esta me
a que seja concorrida pelos nossos devotos.
Joo Bai.lista Lopes,
r v 1 -Secretario da irmandade.
a7. nr. a",gnai10^tem "'b'lecido nesta
corte uma casa de consigoaSao de escravoa ladi-
nos para serem vendidos aqu convenientemente
sob as condignas geralmeni. sabidas. Compro
melle se tratar bem dos meamos, e emanar o
possivel para reaiisaco em breve daa vendas dos
ditos escravos, com vantagem de seus donos or
isao que se seba relacionado com as priocoaaa
asas de commissao oeala corle, e munido de
ions agentes Aos escravos devero acompanhar
a precisas procuraedea bastantes, e cartas de
ordena, com direcgo a ra do Pasmado, em Bo-
Ulogfl, caas o. 26. Rio de Janeiro 1." de feve-
reiro de 182.
Joaquim Pereira Xavier de Oliveira.
DomingosTellea de Carvalho, aublo por-
tugaaz. raiira-se para fora da provincia.
-<^T E*u*,.", A. Ryder pede destulpa a seos i-
Aluga-se 0 primeiro andar da casa
do Crespo n.l.proprio p.r. eacriptorio
radia de hornea soluiro: tratVr
mesma casa.
^ Quem precisar de as melher portugae
ja velba para ama secce, dirija-ae* rna da AU-
gria o. 5, a fallar coa Hara do Carao Robia
Quero qgizer morar em um sitio na Capan-
ca nova para botar sentido dirija-se a loia do
PtTie rus da Imperalriz b. 90. .
da roa
oa rao-
, na loja d
para encarregar-se
por partidas, quer
seus serviros a
quem necessitsr delles ; tambero incumbe-se de
es;riptas de natureza differeotes, tudo mui com-
modameote : ra larga do Rosario n. 33, segundo
endar, das 6 s 9 horas da maoha, e das 4 da
larde em diabte.
Aluga-se o primeiro andar do terceiro so-
brado da ra do Bem-Fica (Passagem da Magda-
ena) ; s tratar na mesma casa das 5 horas da
laroe em diante, ou 00 eacriptorio do Sr. Henrv
(jibeoo, ra da Cadeia. J
. T P ooupeio ero qoe chamado ra da Ce-
dis do Recifo o Sr. Beroardioo Pereira de Brito
nao 6 por debito que o meamo Sr. deva, e sim
para dar ioformacoesde um o tro negocio.
Sociedade
Vniao Beneucente dos Co-
cheiros em Pernambuco.
Fai acieote ao reapeitav| publico e aos Illas.
Eiros, Srs. socios hooorarios, que o governo da
provmcia conceue aulonsacao oara eooiionara
execcer as noaaas funejo-a. e aporovou oa novoa
estatutos ; o ultima parte do 1. do art. t
da1 lei n. 1083 de 22 d* agoato do 1860. e no'q
1. do srt. 27 do decreto n. 2711 de 19-de de-
zembro do mesmo sooo : e o tro sim chama a
todos o* seas socios efectivos para comparece-
r no lugar do costme 00 dia 21 do correte
ms, as g horas di noit. para On. convenientes
Secretaria da aoeiedade Uniao Beoeficente doa
Cochetroa em Pernambuco 19 de fevereiro de
loM.
Antonio Ferreira Lima,
_ t> secretario interino.
Perdeu-se na manhia do dia 15 do correte
naa ras do bairro de Santo Antonio, uma ca-
chornnha cabelluda toda branca : quem a tirar
e queira entregar ao espillo Cousseiro, ns Boa-
Vlata, Iravessa de Joso Francisco, casa n. 9 ser
recompensado.
loga-se ao Sr. Jos Mendea Rodrigos
Caropslio, que tenha a boodade de apparecer na
't.y "'y"0 n. 3, taberna, que se tteseja
W CICERO PEREGRINOr ba- ,
m) charelem direito, continua no ^
9 seu escriptorio de advocacia, na fj$
^ ra do Queimado n. 2rj.
Precnsa se de um oincial de bar-
beir: na ruadas Cruzes n. 35.
Joo Guilherme Romer, armador de corti-
nados (oa ra do Hospicio n. 37) participa ao rea-
peitavel publico que tem recebido excellentea
molduras aouradaa para cortinados de janellas,
tambero vende borlas, cordao. galleras e patera
de broDze que perlence aos ditos.
Na ra do Crespo n 14. precisase
fallar com o Sr. Francisco Lopes Macha-
do, a negocio que lhe diz respeito.
"
W Len Lhapehn. artista recentemeote #
chegado a esta capital, tendo vindo subs-
at tituir em seu estabelecimeoto o Sr. Stall, #
9 offerece aeua prestimos no exercicio de su
#J profisso ao respeitavel publico desta pro-
vincia. Irabalhando em todoa oa systemas %
fj) at hoje coohecidos. mxime pelo syste- %
cenotypo conbecido hoje como o mais #
bnlhaote em resultados e rivalisando com ej
a mais perfeita piotura e bem assim em m
aj) canoes de visitas. 2
Est em seu estabeleeimento durante
% todo o dia, e oa aeas irabalhos sero por
% prego rszosvel.
Reside ns rus da Imperalriz n. 14.
Sociedade bancaria.
Amoro, Fragoso,Santos l C. acam o tomam
seques sobree praga de Lisboa
Aluga-se um bom silio com rouitas arvores
de fructo, bem como um bello iardim no logar
do Caldereiro, esquina dk ra da Mangueirs, coa
uma boa caaa para grande familia, pintada de
nove e forrada de papel, ao lado cocheira para
carro, quartos psra pretos, eatribiria para quatro
ou seis cavados : quem o pretender pode dirigir-
se ra da Cruz do Recife n. 63, para tratar.
#0
2 Moleque,
asa. Na ra da Cadeia Velha n. 52, tercei- !
ro andar, preciaa-se de um moleque de w
sgp de 15 snnos psrs cima, quem o tlver pa- A
gg ra alugar dirija-ae a referida cass.
na
Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.
Saca-se qualquer quantis sobre Portugal e
Ilha de S. Miguel ; na ra do Vigario n. 9, pri-
meiro andar, eacriptorio de Carvalho, Nogueira &
Companhia.
Lices de inglez.
Do-se de noite no hotel francez : a tratar
raada Cruz n. 1.
Os abaixos assignados, avisam .
todos os devedores da extincta firma de
Aranaga 61 Bryan, que se esta' acabando
de liquidar, tenham a bondade de vir
aldar seus dbitos dentro de 15 dias, na
ra do Trapiche Novo n. 6, e para os
que faltarem, sero tomadas medidas
coercitivas.
Aranaga Hijo & C.
O professor de msica Rodolpho
Etchbaum, discpulo do conservatorio do
Leipsic, acha-se prompto a dar licoes
de piano e cantona : pode ser procura
do na ra da Cadeia do Recite, loja do
Sr. Antonio Luiz de Siqueira, ou na
ra da Cruz n. 10, casa de Kalkmann
Irmaos & C.
Precisa-se slagar um preto, dando-se o
sustento, e paga-se menaal ou semanal, para o
servipo desta typographia : na linaria ns. 6 e 8
da pra;a da Independencia.
23 Ra da Imperalriz 23
Pianos, msicas, afina-
ces e concertos,
J. Laumonier avisa a aeua freguezea que tem
um bello aortimento de pianoa dos melhores au-
tores, assim como musiess psra canto e piano
encarrega-se de concertos e afinagoes dentro
fora da cidade, por pregos razoaveis.
Aluga-ae a propriedade na ra da Casa For-
te n. 2, a qual tem commodos bastantes, cacim-
ba e terreno no fundo : quem s pretender, diri-
ja-se a ruado Queimado n. 13.
Aloga-se.
No caes d'Apollo ff. 7, desoecupou-se um ex-
cellente armazem, que se aluga por prego razoa-
el: a tratar na ra do Imperador n. 46.
Aviso.
Precisa-se alugar um cozinheiro ou cozinbei-
ra, que desempenhe bem o mesmo aervigo, para
a caaa de uma familia, paga-se bem : a trtame
ra da Aurora o. 4.
Attenco
Oasenhores herdeiros do eogenho Cursahv que
pretendern) comprar uma parle do eogenho Pin-
dobal, na freguezia de Pao d'Alho, oa outro qual-
quer aenhor, queiram apparecer na ra do caes
novo de 22 de Novembro n. 32, segundo aodar
que a compraro por metade de seu valor, cuja
parte vale 10 0O0, viato o eogenho tersid ava-
hado em 40:000f, o Sr. Joaquim Cavalcanti de
Albuquerque Mello comprou dito eogenho em
1804, o qual eatava arrendado por 1:000 annual
por isto tem de pagar 250 por anno, sao 2-500'
alem doarreodamento de 24 annosde outros ren-
?5,*Ve,, conhecido que dita parte vale bem
16000 : quem a quizer comprar por 6:500, di-
nheiro viata, appirega, visto o Sr. Cavalcanti
nao curopnr o que tralou : a nao vender-se dita
parte at 15 de margo, o berdeiro tem de reque
rer o eogenho praga, viato o Sr. Cavalcanti as-
sim o querer.
A o commercio.
Ums pessoa que escreve bem, trsduz sslinguas
Iranceza e ogleza, e sabe arithmetica, offerece-
se para eacrever em algum escriptorio commer-
al : a fallar na ra do Cabeg n. 3, aegundo
ADQ AT.
O Dr. Antonio de Vasconcellos Menezes de
Drummond, advogado deate fdro. jreatabelecido
da eufermidade quesoflreu, acha-ae prompto pa-
ra o ezercicio de aua profisso no seu escriptorio
na ra do Imperador o. 43, daa 10 horas ds ma-
nhaa s 3 da tarde, e fora dessas horas, e para
casos urgentes, na casa de sua residencia na ra
do Hospicio n. 17.
AGITADO!! DYMHICO
DO DOCTOR
Os cursderes fiscaea e depositarios da massa
fallida de Miguel Gomea da Silva, convidara aos
eredores da rererida msasa, ejoa litulos foram
habilitados na referido processo para aprsenla-
rem os seus litulos no prazo de 8 dias aos abaiio
aasicnados, traveasa da Madre de Dos, armazem
n. 16, sflm de proceder-se o dividendo da quan-
tia em deposito, visto para Uto acharem-se auto-
risados por despacho do Dr. juiz de direito do
commercio.
- Havendo desapparecldo da algibeira do
abaixo aasignado ums carta que lhe foi endere-
zada do Rio de Janeiro contendo um bilhete in-
teiro o. 690 e dous meios ns. 995 e 968 da 42a
lotera para iodemnisagaodus adiaatamenioafei-
fos ao empresario do theatro de Nictheroy e
doua quartos ns. 163 e 165 da 23 loteria das obras
do recolhimento de Santa Thereze, roga pois a
qualquer pessoa que tenha achado s predits car-
ta coro os bllbetes alludidos que eotregando-a na
ru2 d" Pru> n. 8, receber20$ de gratifleagio,
e desde j ae previne aoa Sra. ineaoureiros que
fo,?aP*gi*fm.qu,eg,'"0r80rle8(lue aaiaat nos Te-
lendos bilhetesseno ao mesmo abaiio assigoa-
Je ?eUv.a;!rrondeC0186YrCUrad0r de,'e- ReCfe 15
Jos Ribeiro Barbosa.
Bolinhos.
Bandejas enfeitadaa com armagio de diversos
goatos e bolinhoa dos maia eacolhidos do nosso
mercado para cassmeolo, bailes, aoars etc., e
tambera s os pess em libras, assim como paa-
telaria de diversas qualidadea, pudins, bolo in-
glez, filhoes ele, tudo do melhor gosto, sceio e
do mais commodo prego destes gneros : diri-
jam-ae a ra da Penh'a n. 25, aegundo andar, pa-
ra ajuatar-se. r
l FEKKEIKA MLLELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba ds Cabug u. 1H, 1. andar,
entrada pelo pateo-da matriz.
Retratos por ambrolypo, por melainotypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaea psrs
pulceiras, alfinelea ou caasoletaa. Na mesma
caaa eziate um completo e abundante aortimento
de artefactos frsncezes e americanos para a col-
locagao dos retratos. Ha tambem para aste mes-
mo flm csssoletas e delicados alfioetes de ouro
de lei; retratos em photographia daa principaes
personageos da Europa ; stereo3Copos e vistea
atereoscopicas, assim como vidros para ambrotyp
e cbimicas pbotographicas.
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
Retratos de
Retratos de
Retratos de
Retratos de
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
novo
novo
novo
novo
nova
nova
nova
nova
nova
gosto
gosto
gosto
gosto
invenc
iovengao
invengao
iovengao
invengao
Precos baixado para pouco
tempo.
Pregos
Pregos
Pregos
Pregos
baixado
baixado
baixado
baixado
para
para
para
para
pouco
pouco
pouco
pouco
tempo
tempo
tempo
tempo
l ra.
Para a preparadle dos medica-
mentos homeopatbicos.
t
Attenco.
Sapatdes de borracha ainda nao vistos cujos
ebegaram na occasio de servir como
tivo psra o cholera, e s os ha na
ratriz n. 46, loja do Viaona.
preserva-
nte ds Impe-
Gabiuete medico cirurgico.
I Ruadas Flores n. 37.
I Serio dadascoosi-Uas medlcas-cirural-S
cae pelo Dr. Estevao Cavalcanti de Alba- S
l querque daa 6 sa 10 horas da manhia ac- S
! cudiodo aoa chamados com a maior bre- S
i vidade possivel.
I Partos.
i 2.* Molestias de pella,
i 8.* dem do olhos.
4.# dem doa orgaoa genitaea.
Praticartoda e qualquer operacSo em
seu gabinete oa em cass dos doentes eon-
torme Ihes r maia conveniente.

fallar.
Saques soore Portugal.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filhoaaccam so-
bre Lisboa e Porto : dj largo do Corpo Santo,
eacriptorio o. 19.
O Sr. Julio que teye botequim,
queira yir a eU typographia, a nego-
cio.
As peaaosa que sao devedoras a loja de al-
eado da roa do Cabuga n. 16 de Burle Jnior &
Martina, teobam a bondade de viren aajdar aa
auas cootas at o flm deste mez, que do cootrs-
afo proceder! a cobranca judicial, viato j ler ae-
gouee todos os matos amigareis. '
_ Os medicamentos preparadoa por esta machina
sao os nicos, com que se podem contar no cu-
rativo das molestias perigosas. E como seja o
CHOLERA MORBUS urna d'aquellas que Dio
admittem deloogas e experienciaa, cumpre pre-
ferir eases medicamentos a outroa quaesquer, se
quizerem tirar da homeopalhia oa vantaiosos 're-
sultados que ella aaaegura.
Acham se a venda carteiras a meisj especises contra o cholera, acompanhadaa das
competentes instruegoes, pelos pregos conheci-
dos, ns pharmacia especial homeopalhica, ra
de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6. \
N B. Os bomeos de bom senso reconhecem
certamente que sendo o Dr. Sabino a fonte pura
d onde emaoou a homeopalhia em PerV-ambuc
e em todo o norte, 6 elle o nico iminediata-
mente interesaado no aeu crdito e no seu pro-
gresso, e por cooseguinte lio somente nelle
que se pode encontrar garantas, quer em rela-
co applicagio da acieocia no curalivo das mo-
lestias, quer em relagio preparagao dos me-
dica mea tos. 1
Na pharmacia do Dr. Sabino trabalham cons-
tantemente debaixo de suas vistas immediatas,
DOS lempos ordinarios, dous em pregados [um
brasileiro e outro francez quem paga ordena-
dos vantajosos), oa quaes sao ajudados por mais
tres ou cioco pessoaa, quaodo o servigo o exige I
oa destillagio do espirito de vloho e d'agua, ao {
manejo das machinas, na deseesgio dos globu-
losas distribuigio daa dilulgea etc., ele.
E' evidente que para o Dr. Sabino exercer a
homeopatbia, como.feralmente a exercem,, e
preparar medicamentos como por abi preparan),
nem eram precisas tantas desperas com o pea-
sos!, com machioaa e com a obtenaio das su ba-
lancia* as mais puras possiveis, e nem tanta vi-
gilancia e trabalho aa preparagio dos medica-
mentos ; mas elle nao se contenta com o bem
que j tem feito, dando homeopalhia a oop-
laridade de que goza: elle quer eleva-la ao
maior grto de perfeigio dando aoa seus remedios
maior ietallibilidade possivel em seus effeitos
O Dr. Sabino nio aspira somante oa gozos ma-
teriaes da vida ; elle ae deavanece em ler nos li-
vros estrangeiros que a sua propaganda em Pur-
nambucofoi to brxlhante que nao Um sus Zu-
ropa ncn/iuma analoga (JOHNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA DE PARS, tomo 4 pa-
gina 601 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HOMEO-
PATHIA, por Granier, pagina 102]; mas a ;aua
ambigo muilo mais elevada: ella se diriaje a
legar as gerages futuras um nome estimevel
3^000 5^000 10000 20^000
3|000 5O00 10*0(10 20000
3JK)00 5000 lOjtllOO OOOO
33000 5*000 10/000 20*004
3U00 55000 lOoOOO 2O9O0O
Para retratos
Para retratos
Psra retratoa
Para retratoa
Para retratoa
Explendido quadros dourados
Explendido quadroa dourados
Explendido qBadroi dourados
Esplendido quadros dauradoa
Explendido quadros douradoa
Vende-se machinas para re-
trato!.
machinas para
machinaa para
m.achinas psrs
machinas | psra
Vende-se
Vende-se '
Vende-se
Vende-se
Gaixas
Gaixas
Caixas
Caixas
Caixas
Todos
Todos
Todos
Todos
Todos
retratos
retratos
retratos
retratos
gostos
gostos
gostos
goatos
gustos
ver
ver
ver
ver
ver
de lindos
de lindos
de lindos
de I todos
de lindos
venham
venham
venham
renham
venham
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprios
Para tirar retratos
Psra lirar reir toa
A. W. Os borne retratista ame-
ricano
A. W. Orborne retratista americano
Rut do Imperador
Ra do Imperador.
Gabinete porlugnez de
Leilura.
^!. ,i0 c.onfid">a oa senhores socios
accionistas a reunuem-ae em asaembla geral ex-
traordinaria p. o diapoato no 8 6 do a?t. 34 de
comb.nagaocomo|.,t.6ldoa esUtetoe vigentes;
domiogo 23 de correle, as 10 horas d. maoMa!
oa aala das sessdes do mesmo Gabinete
Secretaria do Gabinete Portuguez de tmm
em Pernambuco 19 de fevereiroTde 186. "
M". Soares Pinbeiro,
1.* eecretario.
SOCIEDADE
Unio Beneicente
De ordem do Sr. presidente scientifico a todoa
os socios, que no dia aexta-feira 21 do corrente,
haveri seaaio da aasembla geral aflm de tratar
de negocios de grande monta tendente a mesma
sociedade.
Secretaria da sociedade Unio Beneficente Ma-
rtima 15 de fevereiro de 1862.
Ballhasar Jos dos Reis.
_ l.8 secretario
.T rec,sa-e logar:uma ama para todo ser-
Sebo u 5ma C"* de dU" pe,i0" : na rB" do
Aluga-se por 69OOO mensaea uma pequea
mel-agua, propria para bomem solteiro. e sita
na ra do Gazometro : a tratar com o Sr. Va-
Aluga-se o primeiro sudar do aobrado da
ra da Senzala Velha n. 48: a tratar na loja do
meamo. *
Compras.
Compram-ce aeges do novo banco de Per-
Sirio n? 14. ,1"g0doCorpo Ssnl0- ecriP-
Compra-se.
Um escraro que aeja bom
prefere-se mogo : quem tirer
ra ds Cadeia n. 23, loja de
Perdigo.
cosinbeiro
dirijs-se a
Gurgel &
Compram-se ooas arithmeticas por Jlo
Guilherme Kottloger: na ra do Ouro n. 12.
Compra-se
uma casa terrea boa ou um pequeo sobradnos
Afogados : ra doa Pirea n. 58.
Compra-ae moedas de 20 i ni lojs da ra
do Queimado n. 46. *
Moedas de ouro.
Compram-aa moedaa de ouro de 20* e 10$ com
cambio : na ra d.a Cruz do Recife n. 50. pri-
meiro andar. .
Vendas.
CONSULTORIO ESPECIAL BOMEOPATHICO
DO DOUTQH
SABINO O.L PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias tela deade aa 10 horaa
at meio dia, acerca daa seguales molestias -
molestias da mulheres, molestias das crian-
cas, molestias da pelle, molestias do olho, mo-
lestias syphilitxcas, todas a especie de febret
febres intermitiente suas consequencias,
fharmacu asrecui. HOMSOaTSICA .
Verdadeiroa medicamentos homeopatbicos pre-
paradoa som todas aa cetela a oeceasariaa, in-
falliveis em aeua efTeitos, tanto em tintara,como
am glbulos, pelos pregos maia commodos pos-
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sio
anicamente rendidos ero sua pharmacia ; todos
iarello de
Lisboa.
A desembarcar do bn'gue Florin-
da : quem se quizer fornecer deste
genero com uma grande differenca de
preco porque se esta' retalbando pre-
sentemente, venha tratar na ra da
Madie de Deosn. 12, para ser tirado
no desembarque.
Para o carnaval.
4 bella rapaziada que
com pouco dinheiro quizer fazer e eofeitar seus
vestuarios, oinjam-se a loja franceza da ra
Nova n. 11, qae foi do Gadault, que acharao se-
das, fitas, velas dooradas, barrellnaa, veos, e
finalmente urna grande exposiglo de alcaides,
pelos quaes se nao engeita quantia alguma : oa
mesma loja recebeu-ae um completo aortimento
de mscaras para horneas e mulheres todas as
qualidadCs.
Gamargo <& Silva.
Vendem vestidos de seda de cor com dous ba-
badoe, fazenda de gosto, a 25SOO0, ditos pretos
de seda lavrada, de dous e tres babados, fazenda
muilo boa e bonita a 308, riquissimos mantelete
coropridos de seda muito superior, chapozinhos
e tocas de seda para baplisado de creangaa, enfei-
tes de cabega, de diversos gostos, e outras mui-
tas fazenda a que sero a presentadas opportuoa-
menle : rus do Crespo o. 1.
Canargo <& Silva.
Vendem a verdadeira estamenha para hbitos
de terceiros franciscanos ra do Crespo o. I,
Ra larga do Ro-
zarlo n. 38,
Tem fivelaa muito finas para cintos por 1J|500 ca-
da uma. cintos dourados, liohas de Pedro V com
200 jardas a 60 rs., liohas de carriohoa de 200
jardas autor A'exandre a 80 ra, ditos a 60 rs.,
Iiohss finas de carrinhos de 50 jardea a 30 rs. o
carrinho. linbas de marca a 30 rs. o novello, ra-
p de Lisboa, rolo, franrez, grosso, meio grosao,
fino, Paulo Cordeiro e Meuron ; na mesma loja
vende-se luvss de pelics para homens e senho-
ras. e de outras muitaa qualidadea, assim como
miudezas muio em conta, que a viata dos com-
pradores se dir o prego de tudo.
Vende-ae uma escrava ; no paleo do Carmo,
sobrado o, 13, de idade 30 annos, pouco menos.
Na ra do Imperador n. 43 vende se leilo
puro lodos os diaa, a 7 boras da maabia.
muito barato.
Cobertorea de lia iocorpados, grandes, com
pequeo toque de avarla a 3 e 39500: oa ra do-
Crespo n. 25 A, esquina que rolta para a ra do
Queimado.
Fareloe milho
a 1$ asacca,
am
pela grsvidade e importancia doa aeua servaos,
pela sincarldade de auas coovieges, e pela fir-
meza do seu carcter.-I' por isso, e par iaso
qae elle tnbslhi; trbalas, muilo... j
qae o forem lora della aiofalaaa.
Todaaaacartelraa lo acompaobadaa de -
impreseocom um emblema em releve, tendo ao
reopr aa aegeintea paladas : Dr. Sabino O. L.
Pioho, medico brasileiro. Este emblema posto
realmente na liata dos medicamentos que ae pe-
a. Aa carteiras qae nio levarem esse impreaao
aeaim marcado, embora tenham na lampa o no-
Pf 4o Dr, Sabino sio falsos
e em cuia a 400 re., eateiras do Arecaty a 280
Farinha de mandioca.
Vende-se a bordo do hiate S.nta Rita, ira-
ts-se 00 escriptorio de Marques, Barros & C,
largo do Corpo Santo n. 6.
Vende-ae em segunda mi um methodo de
violio : a tratar na ra Direita n. 47.
Vende-se uma fabrica de velaa bem mon-
tada com 16 dozias de formaa e com boa fregue-
*>*. qae ee afiance ao comprador : na ra de
Senzala n. 69.
Venda deescravo
Pelo jalao de orphioa de Olinda ae arremate
uma esersvs peca, no da 30 do corrente ao meio
die.
Engenho.
Vende-ae o excellente e bem cooheeido enge-
nho Sapucagy aituado no melhor lugar da villa
da Escada, defronte da eatagio da via-ferrea, tem
um ptimo aobrado acabado este anno, me de
agua e com um asseotameto dos melboree, em
aumma perfeitameole montado. Bem eer qa
approveilem a reaolagio em que eaii e deeo do
madar-ae: a tratar no meamo aaganbe com a
veaente-coroBel Jos* Francisco tajia Salles.



DURIO DI PBUUMBGO ftWJTA flUaU 20 DE EViaiiRO DE 1861*
ROUP A FBFP A
ARMAZEM
uim F. dos Santos.
40Ra do Qneimado40
I>efronte do becco da Congregarlo letreiro verde.
Neite estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa taita de
todas ss qusliddea e tambem se maoda executir por medida a vontade do fregue-
wi para o que Um im doa metnorea profeaaorea.
Casacas ue panno preto a 40$, I Ditos de tetim preto
35g e 309000 Ditoa de seda e aelim branco a 6 e
Sobrecasacoa da dito dito a 359 e 30*000 Ditoa de gorguro de soda pretos
Paletots de panno preto e de co-
rea a 35, 30, 25, 10, 189 e 208000
Ditoa de casemira de corea a 229,
15J, 12. 7 e 99000
Ditoa de alpaca preta golls de
velludo fraacezas a IO9OOO
Ditoa de merino seiim pretoa e
de coras a 9| o
Ditos de alpaca do cores a 59 o
Ditoa de alpaca preta a9,7j,5Jt a
Ditos de brim de corea a 51,
49500, 49 e r
DHoa da bramante delinho b an-
co a 69. 5$ e
Sitos de merino de cordao preto
al59e
'Calca de carmira preta ede co-
rea alf, 109, 9f, 79
Ditas de princeza e merino de
cordlo preto a 59, 69500 e
Ditas de brim branco ede cores a
59. 49500 e
Cale de canga de cores a
Collete de vellido preto e de co-
rea litse bordados a 123,9j>e
Ditos de eaaemira preta e d co-
rea lisos e bordado a 69,
5*500.59
59000
59000
59000
8*000
39500
3$50U
39500
49000
89000
69000
495OO
3|000
89000
de cores a 79, 69, 49
Ditos de brim e fualo branco
3S500. 29500e 89OOO
Stro-jla de brim delinno a 29 e 29200
Ditas de algodao a 19600 e I928O
Camisas de peito defuato branco
ede core 29*00 e 29200
Ditas* paito de tioho a 59, 49e 3*000
Ditaa d.madapoln brancas e de
corea a 39. 29500, 29 o 1JJ6O0
Chapeoa pretos d-e maaaa francea
forma da ultima moda a OJ),
8J500e 79OOO
Ditoa de fertro a 69. 59, 49 e 2*300
Ditos de sol de seda ingleses
franceres a 14$, 129, llfl a 79000
Colirioho de liobo maito fines
novo feitios da ultima moda a 9800
Dos de algodao 9500 i
Relogies de onro patent e hori-
zontal a 1008, 90- 8DJ 7JJ000
2(500 Ditos de prala galvanindos pa-
tenta e horizontaea a 409 e SOgOOo
Obras de oaro, aderemos e meioa
aderemos, pulcerras, rozaras e
aneia a 9
Toalhas de linho dia i Og.ft 9g000
Ditas grande para mesa ama~39 e* 46Go\
38500
ARMAZEM 2R0GRESS0
Francisco Fernandes Duarte
Largo da Penha
Aflanca-se a boa qualidade de todo qualquer genero
comprado oeste armazem, aasim como rende-se por meaos 5 a 10 por ceato do que em outra
qualquer pacte.
WlamVeiga lllglexaa malg 8upwjor d0 merca4o a 800 ra libra, em barril se ar
abatimento.
Nstantoiga ir anecia, maig noft ^ tl> ^m barril- eM0 ri a llbra>
Qa\|08 QO ttill hegadoa neste iltimo per por 39000.
yUClJtS \OH(iriaOS de superior qualidade e muito frescaee a 800 intelra, m libra
a I9OOO.
CM prela, hysson e preto 0I melhoref que ha no MICId0 3^ 29600>
29OOO ra. a libra. ^^
PrezuiUo para ftambrc m.it0 noyo, a8w r9 a ubra.
PreZUUVO le reaO d, aaptridf quedado ,49 ri. inteiro,-e 480 ra. a libra.
SAiaHie 0 mih0r paulca qu, pode haver por estar prompto a toda a -hora a 1 a libra.
Toueiahe 4o reino 3W..iibr..e.rrob*..9>ooo
C Yiouritmas e paios cheg.dos neil, ullmo nayiQt a 720 KbBt#
Buha de parco retinada 480 r9. Uta com 10 Utoit^r 49500... .
se for em barril a 440 rs. a libra.
Marmelada imperial d0 afaaud0 Abreu, daaBtroi mmllot fiflljMOtei de lsi
a 900 rs. a libra, em Utas de 2 libraa por I96OO afianca-ae a boa qualidade.
n&ACa e t#a^aieeni UUi de ama llbtJ1 por 900 rj>
A.meadoaS C Cailf eitOS em UUg dt 2 iibr comeado difiranles qnalidades,
muito proprio para mimo, a 29OOO.
ErVUliaSl ranela ^ p0riugiiezas em latas de i Iibra.por 640 rs. ditasaat meias
& OlMJ rs
Me&ria, macarra* e tainirim a 400 rs libra, m caixa ,fia.
NOZCS maito oovaa a 100 rs. a libra, e 49000 rs. ai libra.
nOllO ITanCeZ. em Mri5e8 mil enfeitadoa proprios para mimo a 00 rs.
Genebra ngleza a aoU^uperior qae ha a 18000 rs. a garrafa e em caixa se :fa*
abatimeato.
Geaebra de HoVlauda. 6#M0 .. raueir, 560 M p IMC0
WislllOS engarrafados laKrimio Douro a 196OO rs. a garrafa. Porto fino, Fei-
tuna, Duque do Porto, a 19*09 em caixa se far abatimento.
\ inno Boraeanx da, ma, aereditadM mar<:asa aj a garrafae M eai a 99. d-Ia.
^*"V*3** de diferentes marcas a 16* a duzia e a 15500 g garrafa, aEBaaca-e a boa
qualidade. *^ 5B ^
Verdadeira sc^% cabrUna. de 0.tr fflJI, mmm. o# a nu...
a 500 rs. a garrafa.
Vn\10 CM pipa Porto, Uaboa e Pigaeira a 8,500, 49 e 49500 a caada.
ES per msete Mperior a 7 liatatas novas em gg0i de amaarroba a l#
WiUOeOlalC 0| miU gaperioref hMpanhol a 18200, fraoeez a i$, portagaez a 800 rs. a libra
algas 4a com madre mut0 noro,t em eaiI de 8 uor por Js,500t e em 1Dra a
320 ri. *
wmma ^ eDg0mmar, maito alfa a 100 rs". a libra.
Amenaoas de caica moIe a m a 1bra
Al^Ue doee afinado a 800 r. a garrafa o m caixa a 9.
PaVltos de denles 1xad0, ,, perIalcl0 a 240. o ma50>
Cosleletas ing\exas propr para flaobre. m ., libra
Bolaxinna ingleza. m
Aot tabaquistas.
Vendem-se superiores lenco* fraacezes a iml-
taclo dos de linho, muito proprios para oa taba-
quiatas por serena de cores eacaraa a flxas, pelo
baratlaaimo preco de5 e 68 a duzia : na roa do
Quaimado n. 12, Da bem cooheclda laja da boa f.
Fil liso e tari a tana.
Vende-se superior fil liso e tarlatana branca
e de corea, pelo baraliasimo preco de 800 rs. a
?ara ; na bem coohecida loja da boa f, na ra
do Qaeimado n. 22.
Ricos eaeites.
Vendem-se ricos e superiores eofaitea os m ".rtAi
moderos que ha. pretos e de cores, pelo bara-1 C"U '- e T,lU de n"
tiasimo pre^o de 6 e 69500 : na loja da boa fi,
na raa do Queimado o. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias francezaa de lindas co-
res, pelo baratlasimo prego de 280 o covado ; ne
ra do Qaeimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
Cambraias francezas fnissimas.
Superiores cambraias francesas muito Boas, de
muito bonitos padroes, pelo barato preco de 700
ra, a vara : na loja da boa f, na ra do Qaeima-
do n. 22.
CambraVa Visa.
Vende-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato preco de 4 e 58 a peca com 8 Ii2
vara, dita tapada muito superior, peca de 10
rara a 68 : na rma do Qaeimado n. 22, na loja
da boa f.
Bramante e atoaVnado de
Unno.
Vende-se superior bramante de pare linho com
daaa vara de largura a 29400 a vara, aaaim como
toalhasta atlimascado tambem de paro liobo,
com 8 palmos de largura a 29500 a vara: na bem
coohecida loja da boa f, na na do Qaeimado na*
mero 12.
Cortes de ca\c.
Vendem-ae cortes de calca de meia eaaemira
da cores escaras a 2f ada corte ; na loja da boa
f, na raa do Queimado o. 22.
Port bouquets,
Dourados com cabos dema-
dreperola.
Chegaram opportaoameote para a loja d'aguia
braoca os bonitos port bouquets dourados e es-
maltados, com ctfbos de madrepetota, conforme
aua propria encommeoda, ficando assim remedia-
da a falta que havia deases port bouquets oe gos-
to. os qaaes chegaram bem a lempo para oa di-
versos oveameotos e bailes que-sexootam nesse*
diaa, per isso as pessoaa qae-por eMes esperavam
e aa qae de novo oa quizerem eoaaprar dirig-
rem-se munidos de diheiro loj d'aguia brao-
ca, raa do Queimado a. 16, qae encontraro obra
de bem gosto, barateza, agrado e ainceridade.
decambraieta.
Vendem-se superiores saias de cambraietamai-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto preco de
694 ellaa, que aao maito baratea: na f\ do
Queimado o. 22, na bm conheida loja da boa fi*
Ruadajienzaia Novan.42
Vanda-M em oaiade S. P Jonhston C,
ellinsa JilheiQglazas.candaairosa asnean*
sronzaados, lonas ng lazas, fio da val a,chinla
paracarros, a moaiiria.irraiospsr carroa
im aioui aavaloi ralogio-ada o uro pauntt
glaz.
Navalhas d'aco
com cabo de marfim.
Vende-se oa loja d'aguia branca mui finas aa-
valba d'aco reQnado com cabo de marfim, a
para aaaegurar-ee a bondade dellaa basta diter-
as qae a&o dos afamadoa e acreditados fa bricap-
te Rodgers 4C, cuata cada eetojo de duas m-
valha 89O0O: ca ra do Queimato, loja d'aguia
braoca, n. 16.
Libras sterliiias.
Veodem-ae oo eacriptorio de Manoel Ignacio
de Olireira & Filho, praca do Gorpo Santo o. 10.
llneos braneos muito
nnos#
Vendm-se lencos braneos maito finos, pelo
diminuto preco de 1*400 a duzia, .graude pe-
chincha-: na loja da boa f, na raa do.Queimado
numero 2.
CARTOES
VISITA
DB
iOT DllT
Cartees de visita de novo gosto
m.ii C"l2Me Ti,u de novo goato
'^.8 de visita de novo guato.
Urna duzia por 16$000.
Urna duzia por 168000
Urna duzia por 16|000
Urna duzia por 168000.
Retratista americano.
Retratista americano
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Boa do Imperador *
Ba do Imperador
Raa do Imperador.
EXPOSK&O
DE'i *
Gandeeifos econmicos
e gaz h^drogenio de primeira segunda ousli-
dade : na ra Nova n. 20 loja do Vianna.
Sementes de Jiortaces,
Vende-se na ra da OraZ do Beclfe, deposito
de pao e bolacha n. 32, ementes de hortalicea de
toda aa qualidadtja, chegadaa no ultimo paquete
da Europa. v m
Liadez.
Vende-se facenda denominad'lindeza, ptima
para vestidos a i60 ra. o covado : na loja do Du-
arte, ra da Imperattiz n. 20.
M.udezas baratas gazaP Je ca|uugas
Na leja da victoria ua ra do tau&a
Queimado juuto a lijfa de|e briaquedos para meninos e
cero.
Clchete franczes em carteo a 40 ra.
Alflnetea franczes cabeca chata a 120 rs. a carta.
Papel com cenlo e tantos alfloetei a 40 rs. o
papel.
meninas
Na ra Direita n. 7 defronte da grande
fabrica de tama neos,
Neste esUbtledmento novo se eneoitrsrio
sempre grande sortimento de catangas e brin-
Linhas victoria em arritel com 200 jardas a 60 j quedos de todas aa qualidadea e precoa para me-
ra. 0 carrlel.
nios e meninas, aaaim como tambem charuto
Panno de algodao da
Di4as de 200 Jardas de Alexander a 900 rs. a du-1 m}l\\0 bons e baratos, tanto em caix como a ra-
"> | talbo.
Ditas de 100 jardas brancas e de corea a 30 ra. o
carritel.
Ditaa de Pedro V brancas e de cores a 40 ra. o
cartio.
Grampoa a 40 ra. o meco.
Eofiadorea braneos a 60 e 80 rs.
Carteiriohaa com agulbas francezas a 320 rs.
Trancas brancas de linho a 100 rs. a peca.
Agulhaa de enflar vestido a 40 rs. cada urna.
Eoutras muitaa miu-ezas que se affianca ven-
der barato para quem comprar victoria sempre j
cootar : na loja da victoria na ra do Queimado
n. 75, junto a loja de cera.
Vende-se no eacriptorio de Aotonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C, ra da Cruz n. 1.
atenerla
fl]NDiaOL01N06R
Raa daSenzalla Nova n.42.
Hasta stabalacimanto contina a havar us
completo sortimento damoendasemaias moen-
dasparaanganho.machinrs da vapor ataixai
Esta toja por estar conataotemeste a receber' ts farro batido a coado, da todos ostamanhoi
perfumarlas tinas desuas proprias encommendas, | para dito.
Soahall Hellors & C, tendo recebido or-
Aloja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
iperatriz n. 20. \
4enco
Vendem-ee caixOes vasios proprios
para bahuleiroj.unileiros etc. a 1#28G:
quem pretender dirija-ss a esta tipo-
crranhin .mo Ul .^ J:., "' __-__ ...__.
bem se pode dizertjue est cooatrtuida um deoc-
sito de ditas, lendo-as sempre dos melhores e
maia acreditados fabricantes, como Lubin, Piver,
Coudray e Social* Hygienique, etc., etc. ; por
isso, quem qulzer prover-ae do bom, dingir-se
a fu do Queimado, loja d'aguia branca n16, que
achara sempre um lindo e completo sortimento,
teudn de msis a mais a elegancia dos frascos, e a
barateza per que ae vendem convida o anima ao
oaroprtdor.
Carros e carrocas.
Em casa de N. (KBieber
AG.successores ra da Cruz
numero A.
Vendem-se cerros americanos mol elegantes
% laves para dtias a 4 pessoas e rec<5bem-ae en-
comroendas para cujo flm, elles poasuem map-
pas com vario deseohoa, tambem vendem car-
rocaapara coaduccao de assacare te.
graphio, que hi se dir
para vender.
tais nova do mercado a 4# a barrica a em libra a 320 rs.
^,Ml*MI ra*C** > frcoa muit ricos com 41|2 libras por 8500, ditaa por-
tuguezas a 480 rs. a libra.
M. ljelO para Umpar facas a 200 r. cada um, em porcao se ar abatimento.
mereja em frascos de 1 e 1)2 libra muito novas a 800 rs.
Inlepenleote dos gneros anounciados encontrar o respaitaval publico granda sortimen-
to de gneros, tado de superior qualidade.
Gollinhas
detraspasso bordadas em
cambraia fina
Vendem-se a 2a cada urna : na ra do iQuai-
mado, loja.d'aguia branca u. 16 A obra boa e
otempo proprio ; a ellas, freguezas, antes que
se acabem. .
Arado samen can o le machina-
para tava roupa:emcasa deS.P. Jos
bstoa & C. ra daisnzala n.42.
Luvas de pellica pretas.
Vendem-se as luvas preas de pellica com pe-
queo togue de mofo por preco bacatissimo ; .oa
loja d'aguia de ouro, ra do Cabug o. 1 B.
Phosphoros de seguran9a.
Caixinhaa eom mil e tantos pbuspheroa de se-'
guranca a 16 r. a caiiinha que s pela segu-
ranza dalles por livrar de incendio sao ^le gra?a :
na loja da victoria na rna 4o Queimado n. 75
jante a loja de cera.
Meias baratas.
Ueisa pintadas para homem a 110 e 160 ra. o
psr. dits braness para menina a 180 ra. o par
ditaa ddle para o fri a 500 rs. o part na toja
ds victoria aa raa do Queimado n. 75, junto a
loja de cera.
Galanteras de gosto
E' o que pode havar de maia goato em galan-
teras de vidro e porcelaoa como aejam jarro,
frasquinhos e garrafinha, manteigueiras e assu-
careiroa. jarriohos para boqueta de crao e ou-
tra s muitaa couasa : na loja da victoria na ra
do Quaimado n. 75, junto a loja da cera.
quem ostem
dem para vender o seu creacido deposito de ralo-
glos visto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, perianto, spessoas que quizerem.
possuir um bom relogio de oaro oa prala do ce-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-ae da op-
portunidade sem perda de tempo, para vir com-
pra-Ios por commodo preco no aeu eacriptorio
| rna do Trapiche n.28.
Na loja da diligencia, na
ra do Queimado n. 65
tem pera vender csscarrilha redonda de nova la- .
venci a 400 rs. a pega.
Phosphoros de gaz a
21200 a groza,
Hin\ieiro vista.
Na ra da Cadeia do Recite n. 56 A, loja de
Lindos afeites para cabera de goato o mais | ferregena de Vidal & Bastos,
moderno que tem appareeido a 5J, 5*500 e 6 : Lentillaa de primeira qualidade, legume o
na toja-fla victoria na rna unto a loja de cera. a* mB, har., "
Eafeites para senhora.
ARMAZEM PROGRESSIVO
E
SBT
ua das Cruzes de Santo Antonio, 36
i su paiet
nte reeebea da Enropa de sua propria encommenda os melhores gneros, de tudo tendente a molbados
Duarte # C. eos
offerecem a todos os Srs. 4
SS2Tar *m tP# yi"*-***^ attendendo sempre ai boas qualidad~es de nossos "gen^s",' 'qu7 Ira'
*LZ1* 2ES.~^T T.s !. d 5 10 por cento de menos dos preco",, que
e por isso
ecos, que
nos obrigamos a
para 1^800.
abatimento.
ijelada, chourieas
a 2800 a caixinhi e 400 rs. a libra.
Sitio.
Potasaaf da Russia.
'Vende-se emcaia deN. O Bieber 4
C, succeuore, ra da Cruz n. 4-
Sal de Lisboa.
Vende se a bordo da barca portuguesa
ranea, ul de Lisboa limpo e redondo
a ra do Trapica n, 17.
Paletots
braneos.
Vendem-ae superiores paletote da brim branco
da poro linho, pelo baraUsaim proco de 5|: na
Vende-sa o sitio na ettrada do Rosarinbo no
oito da igreja, com boa caaa de pedra e cal, S
alas.gabinete, 4 qaartos, cozioha (ora e copiar,
jardim na beata, estribara e cocheira, em chaos
proprios, tem muito e bons arvoredoa de (rucio,
baixa de capim, cacimba com encllente agua pa-
ra beber, e tanque para banho : a tratar na raa
da Cauaia do Recite n 86, loja, esquioa do bec-
co Largo, ou oa roa Nova n. 55. deposito de pi.
Vende-ae em barra de 5.a viobo de Portu-
gal aem confeicao alguma o malhor que ae poda
encontrar neate genero, proprio para casa par-
ticulares: oa preteodentea podem ver aa amos-
tras na ra de Apollo, armasem da fabrica do
Monleiro, e na ra da Monda, armasem de Ka-
noel Marques de Oliveira & G. Neate ultimo ar-
mazem tambem ae vende cal em pedra de Lis-
boa ebegada pelo brigua Constante por menos
prego que em outra parte.
Para o carnaval.
Vendem-ae (azendss propriaa para vestuarios,
a ser: escomilha da cor de rosa, aoarella, aso
e branca a 900 rs o covado, velbutinas de cores
e ramageoa a 640 o covado, vallado encarnado a
800 rs. o covado, tafet de lodaa aa corea a 640 o
a tratar di ^i^ I* '" propriaa pars eate flm : na ru
1 I."" v*ad;,e MOr,ra P,r !* fperatrii, loja a armasem ii arara p, 56, da
I Liagoeta n. 8 ; a tratar na raa da Cru n. 68. iMagalbaei A Mende.
Mailteiga mgleza specialaejnteascollhida^ 800 e IsWOO, a libra e em barril a 750.
dem fraQeza 4 fjmeira d* safra nova 790 rs. e em barril a 600 rs.
QueijOS fliimengbs vmdos no ultimo vapor a 3000. em porco lera abalimento.
QaeijOS lundrioas melaaras do mercado a UWOO a^libra, a sendo intairo a 950 rs. a libra.
Cha hysson naailoUperior a 800 a 30OO a libra.
PresuPnto0inXfcT:^r0^PrO*r'TO,OOOSSO "caa *00 lib-""* aaai
ricsuuio lUgieZJpara fiambra a 700 rs. a libra.
Presuntos portufeuezes viodos do Porto da e. particular a 500 rs. a libra ainieiro a 460 rs
**aiOS e CHOU riClaS alto novas a 600 rs. a lfbra e em barris de arroba a 15.
YU7mStS!! .fe' Pr,* *0It fiD0- r* Cara"l0S' Te,h' Fe,0ri ch>m8M de *>0 a garrafa,
VinhO Bordeaut da superior qualidada diversas marcas de 800 a 1 a garrafa a de 8500 a 10000 a du*i.
VinhO museatel a 1*000 a garrafa e 10000 aalazia. '
VinhO para p asfo do no, Figueira, Lisbea da 500 a 600 rs. a garrafa a de 49000 a 480o caada
Marmelada da^os os concerveiros de Lisboa a 900 rs. a lata de 1 libra, i700 as da duas libras, a am porco'tara
Latas COm pefade savel, pecada, pargQ. robolbo, falta, guraz, sarda, cangro, l.ngu.do, ostra, a nuU. Mi
fiaas o mais bempraparado quetam vindo ao aosso mercado, de 19300 a 3 a lata.
Latas COJ ervilias portuguezas francezas a 600 rs. a 720 a libra.
Latas COm bolachinhas de soda de todas as qualidades a 1*440 rs.
Figos de eommaare m caixiBbas de 8 libraa as Btua bsm enfeiladas qua tem vindo ao mercado
Peras muito novas a boas m caixlnha da 4 libras a 39000 a caixinba e 19000 a libra.
Amtixas fraacezas am latas de 5 libras por 49000 e 1*000, a libra.
Passas am eaixiohasda 8 libras, a 29500 a cauinha, e 800 rs, a libra e a 99 a caixa de arroba.
GortDthiaS para pura am fraseos da 1 liS a 2 libras a l500 a 19800 o frasco, e a 800 rs. a libra.
CaXinhas P"pnae para mimos, com passas, figos, ameixas, peras, amendoas, e nozas, da 29000 a 590Q0 rs. a oaxioha.
Conservas ifJglezaS portBgaezis a 600 a 800 res o rascoa 9* a caixa.
Macarro a ulharimj maito novo, para sopa a 320 a libra e aSfOOO a 'caixa.
GrOmma muito alva como ae pode desajar a 100 rs. a libra,
Amendoas de casca molle a 400 ris a libra e nozes a 200rs. eaan porcao tari abatimento.
Champaohe ds melhoras marca?, de 15ft?a 20000 reis o gigo.
Chocolate portugus, franeez, aioglez, a 990 rg. a libra*
Cervejas das melhores marcas a 660 rs. a garrafa, a 5500, a duzia.
Cognac muito superior a 19000 a garrafa a a 109000 a duzia.
Genebra de HoUailda a 600 rs. o fraseo a 69500 a frasquaira.
Vinagre de Lisboa puro a 240 rs. a garrafa, a 19800 a caada.
Dito em garrafdes d 5 garrafa, por 19200.
Espermacete Superior a 760 ra. a libra a 7*0 rs. am caixa.
ArrOZ da India a'lOO rs. e do Maranhao, a 120 rs a libra e da 39000 a 3200 a arroba.
LentilOaS francesas o meihor de todos os legumes a 500 rs. a libra,em porcao ter abatimaato.
Latas COm fejo vrd muito bem preparado a 80 rs.
Latas com sardinha de Nantes a 440 e 600 rs. a lata.
MaSSa de tomate em latas de urna libra a 900 rs.
AipiSta a 160 rs. a libra e painco a 240, a 59"a arroba do alpista e a 6*400 a do paineo.
Potes grandes COm Sal refinado a 640 tambam tamos em pacotas, muito proprios^para maza a 240 a 200 rs. a libra.1
Batatas am gigosda urna arroba a 19500, e 80 rs. a libra.
Doce da casca da goiaba de 19000 a 1200.
Azete doce purificado, a 800, a garrafa a 99000, a duzia.
Falitos lixados para dentas. os mais bem faitos que tem vindo ao mercado, a 200 rs. o maco com 20 massinkoe.
Bolachinha Ugleza muito nova a 400 rs. a libra e 59000 a ^barrica.
Touciho de Lisboa 320 res a libra e 109009 a arroba.
Velas de Carnauba eeomposicao a 400 ra. a libra e a 119500 a arroba.'
Araruta a meihor qua se pode desojar a 320 rs. libra. '
Sevada ebegada ltimamente a 160 a libra a a 4 a arroba.
Ceblas muito ova a 600 rs. o canta e a 400 rs. u paquenas para conserva.



DUUO-BE
=C

Bolcnhas de borracha
para fumo.
Muito lindas bolcinhss de borracha para guar-
dar fumo pelo baratitiimo prego de JIOO, ,
800 ra. cada urna : na loja da victoria na ra do
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Nielas pava scnutra.
Vendem-sa auperiorea meiaspara senhorape-
lo baralissimo prego de 39840 a duzia ; na loja
de boa f, na ra do Queimado n. 21.
ntremelos
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca se acba um bello sorli-
mento deeotremeios bordados em fina cambraia
transparente, e como de aeu costume eat ven-
dendo baratamente a 19200 a pega da 3 raras,
leo do quantidade baatante de cada padrio, para
vestido ; e quea ttver dtnheiro approveitar a
occasiio, e manda-loa comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Agulhas imperiaes.
* Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em vistas sempre
vender o bom, mandn vir, e acabam de chegar
aqui (pela primeira vez] as superiores agulhas
imperiaes, com o fundo dourado e mui bem fal-
ta s, sendo para alfaiates e costureiras, e custa
cada papel 160 rs. A agulha assim boa anima
e adenla a quem cose com ella, e em regra ao
maia baratas do que as outras; quem as com-
prar ni ra do Queimado, loja d'aguia branca n
16, dir aempre bem dellas.
Zefire para vestido.
Chegou para a loja da victoria grande sorti-
roento de zefire para enfeites de vestido ou para
nutra qualquer obsa que ae queira bular pelo
barato prego de 500 rs. a peca com 10 varaa : na
loja da victoria na ra do Queimado o. 75, junto
a loja de cera.
Escencia de ail
Para engommado.
Vendem-ae frasquinbos com escencia de ail
cousa excedente para engommado porque urna
gota delfa baatante para dar cor em urna bacia
da gomma tendodemaisa maia a preciosidade de
nao manchar a roupa como multas vezea acon-
tece com o p de ail Custa cada frasquinbo
500 rs: : na ra do Queimado loja da aguia bran-
ca d. 16.
Polassa americana, .
Veade-se. pojassa americana mujto nova e de
superior qualidade : no. escriptorio de Manoel
Igoacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo San-
* A lAcaba de
tm im.
'*- oma escravs de SOaaaoe de ida-
deooum mais a menos ; no palto do Carmo
sobrado a. 13.
- Veadem-se garrafoes eom vinagre a lf20O
Cida ti**1" cete a 760 a libra, e em
****"4 1UB >. espirito de vfoho a
1JJ600 a eanada, e 280 a garrafa : nos eatabele-
cimentoa de Joaquim da Silva- Costa & C, ra
das Cruzes n. 41, junto ao sobrado do Sr. Figuei-
J roa e ama larga do Rosario n. 60, esquina que
falta para a ra estrella do Rosario.
Milho, farelo, m
arzoz de casca, ludo novo.
Vende-se milho a 7g600 a sacca, farelo a 7#500,
arroz de casca a 35500, sendo em porcSo se faz
abalimento : na traveasa do pateo do Paraizo n.
16, frente pintada de amarello, com oitao para a
ra da Florentina.
Superior cal de Lisboa.
Tem para vender em porgao e a retalbo Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C., no sen es-
criptorio ra da Cruz n. 1.
Gaz liquido
Samuel Johnston & C. vendem em sen arma-
zem : ra da Senzala n. 43 latas com 5 cales de
gaz a 141000.
Vendem-se magias novas chegadas no ul-
timo navio a 35, macarrao, talharim e aletria
4S, tendo cada caiza mais de 20 libras; no ar-
mazem do Aunes, defroote da alfandega o. 2.
A 320 rs. o covado, grande
pechincha.
Vendem-se superiores cambraias francezas de j
muito bonitos padrees a 320 rs. o covado, fa-
zenda muito fina que aempre vendea-se por 800
e 19 a vara, venbam por ellas, antes que se ac-
bem; na ra do Queimado n. 22, na bem conde-
cida loja da boa f. !
Aos senhores sacerdotes.
Acabam de chegar loja da boa f, na ra do :
Queimado n. 22, meias gretas de seda muito !
periores, proprias para os senhores sacerdotes'
por serm bem compridase muito elsticas ; ven- j
dem-se pelo barato preco de 69 o par, na' men- .
cionada toja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22. j
Novos ci|iteiros de fitas com
pontas caladas enfranjas,
..LWJ*** * receberpelo
SA0'114 mwt muito bonito
cinteiros de*tas eem poatas eahtdea e franjas, e
por isso pode agora ser satisfactoriamente'ser-
11d!iVLu,0"' W ', i" ellos acham-
Chapeos de cantor.
uZS&m" ch,peo" ** le prinreira qua-
hdade a 8, que j4 se vanderam a 16| e para
na ra da Imperatriz, loja n. 20; do
acabar:
Duart.
i
Vende-se um sobrado na ra das Cinco
romas n. 23, com mullos commodos : a tratar
d" srjfffi-f*-dti 6 *9 has'
Chapeos enfeitados.
Vendem-se chapeos enfeitados multo reeom-
meodavevs para as meninas que estio passando a
leata nos amenos arrabaldes desta heroica cidade,
a preco de 2 cada um : na ra da Imperatriz,
loja n. 20, do Duarte. Na dita.loja cima acharao
continuadamente os senhores. consumidores um
grande e variado sortimento de fazendaa. tudo
baratissimo.
chegar
UqHidaeao
A loja de marmore.
Bournus de casemira parasenhora a 109
Manteletes de groadeoaple a 108
Leques de sndalo a 59
Bournus de casemira oara meninos
de todas as idades a 55
Grande sortimento de cascarrinas,
irangas e titas de todaa as cores para en-i
feitea de vealidos por presos mais bara-
tos do que em outra qualquer.parte.
Por pre^o mito eommodo.
t 1! miJT t,D*,r 8,Uo > lugar da
"< jornal retratar com
Na loja do vapor.
Ra Nova n. 7.
novo armazem "
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceiyo dos Milita-
res n. 47.
S Um grande e variado sortimento de
I roupas f o tas, calcados e fazendas e todos
p estes se vendem porpregos muito modi-
5 ficados como de seu costume.assim conro
sejam sobrecasacos de superiores pannos
| e casacos feitos pelos ltimos flgurioos a
Z 269, 28$, 30$ o a 359, paletots doa mesotos
* pannos preto a 16S, 18$. tuj e a 2j>,
r. ditos de casemira de cor mesclado e de
novos padroes a 14*. 169, I89,20 e 24,
? ditos saceos das mesmas casemiras de co-
? res a 99, 109,129 a 14, ditos prelos pe-
lo diminuto preco de 89, IO9, e 12$, ditos o
de sarja de seda a sobrecasacados a IS9, 1
ditos de merino de cordo a 129, ditos
de merino chinez de apurado costo a 159,
ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 109,
ditos saceos prstos a 49, ditos de pal ha de
2$ seda fazenda muito superior a 49500, di-
- tos d brioj pardo e de fuslo a 39500, 49
e a 49500, ditos de fustao branco a 49,
gran-1* quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49. ditisdebrlm decores
finas a t$500, 39, 33500 e a 4$, ditas de
brim brancos finas a 49500, 5$, 59500 e a
69, ditas de brim lona a 59 e a 6$, colletes
a 19 gorguro preto e de cores a 5$ e a 6*.
utos de casemira de cor e pretos a 4S500
Se a 59, ditos de fustao branco e de brim
8 a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 4J
-.tos de merino para luto a 49 e a 4950o!
calcas do merino para 1 uto a 4500 e a 58
X capas de borracha a 99. Para meninos
J !e loJososiamaihos: calcas de casemira
?re'a escora 55, 69 e a 79, ditas ditas
K Je bnm a 2j, 39 e a 39500, paletots sac-
| ros ae casemira preta a 6J e a 7, ditos
de sor a 69 ea7J, ditoa de alpaca a|39,
wbrecasatos de panno preto alije a
14, ditos de alpaca preta a 59, bonete
para menino de todas asqualidades, ca-
misas para meninos de todos os laman hos,
meios riioa vestidos de cambraia feitos
pra meninas de 5 a 8 annos comcincQ
bsbadoslisosa89ea 12J, ditos de gorgn-
rao de cor e de la a a 5$ e a 69, ditos da
anm s 33, ditos'de carnbraiaricamente
I bordados para baptisidos.e muitas outras
m tazendas e roupas feitas que deizam de
J. ser mencionadas pela sua grandeqiantl-
^ lade; assimeomo retebe-setoda eoual-
M juer oncommenda de roupas para se
mandar manufacturar e que para este fim
temos um completo sortimento defazen-
(, das do gosto e uma grande offleina de al-
;j raala dirigida por um hbil mestre que
8 pela suapromptid eperfeico nadadei-
xa a desojar.
Opiata iogleza
para dentes.
Est finalmente remediada a falta que se sen-
l.a dessa apreciavel opiata iogleza tao proveilo-
?! e necesssns para oa denles, isso porque a lo-
Ja d aguia branca acaba de recebe-la de sua en-
Carro e cavallos
Uma pessoa que se vae retirar desta!
provincia vende um elegante carro
americano de bonito modelo, eito por \
encommenda, com pouso uso, com 4
assentos e 4 rodas de sobrecellente ; as*!
sira como uma boa parelha d cavallos']
novos, junto ou separadamente : a ver
e tratar no sitio do Sr. Amorim* estrada
de Joao Fernandes Vieira ou na ra da
Cruz n. 4.
para anjos.
Vendem-se na ra da Senzala Nova n. 30, cai-
xinhas com doce por preco eommodo, recommen-
daveis para os aojos de procissSo. i
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da mais nova e
superior que ha no mercado e a preco muito
cammodo : no escriptorio rte Manoel Ignacio de I
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Ra da Seuzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
ma barcada.
Vende-se uma barcada do porte de 35 calzas,
encalhda no estaleiro do mestre carpinteiro Ja-
eintho Elesbao, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
tas, aonde pode ser vista e ezaminada pelos pre-
tendemos ; v.ende-se a prazo ou a dioheiro ; a
tratar com Manoel Alvea Guerra, na ra do Tra-
piche n. 14.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na ra do Queimado n. 22,
ae encontrar um completo sortimento de grava-
tas de seda pretas e de cores, que ae vendem por
precos baratsimos, como sejam: eslreiliobas
pretas e de lindas cores a 19, ditas com ponas
I Acha-se barato grande sortimento de calcado
j rrancez e inglez, roopa feita e perfumaras mui-
I to finas, que mdu vida r pode ver.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 40.
J^8 de meiascruas para homem a
19200 o o par a 120 rs., ditas brancas
muito finas a2g5O0 a duzia, lencos de
cassa com barra de corea a 120 rs. cada
jni. ditos brancos a 160 rs., baldes do
.20 e 30 arcos a 8J, lazinha para' ves-
tidos a 240 o covado, chales de merino
estampados finos a 59 e 69. tarlatana
branca e de cores muito fina com vara
o meia de largura a 480 rs, o covado,
fil de hnho liso a 640 rs. a vara, pe-
gas de cambraia lisa fina a 3$, cassas
decores para vestidos a 200 rs. o co-
vado, muasulina encarnada a 320 rs o
covado, calcinhas para menina de escola
a IJ o par, gravatinhas de tranca a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. cada
m duzla 29, pecas decambrai desal-
pco multo fina a 3*500, pecas de bre-
o^n 0l *' chit8S fncezas a
?hLe Vo /f ,?Tad0' ,0J est
abertadas6 horas da manhaas 9 da
noito. "
Guimaraes & Luz, donos da loja de miudezas
oa ra do Queimado n. 35, boa rama, participare
ao publico que o seu estabelecimento se acfaa
completamente prvido daa melhores msreadorias
tendentes ao mesmo estabelecimento, e .muit09
u.,ro ojelos de gosto, sendo quaai todos rece-
-------w-----....--, ww>w w sv, uiras vuui quinao Kiir. A --------- -***! wmww ^uaa a>vuva lOC-
largas a 19500, ditas pretas bordadas a 19600. di- ,, os .ae 8uas Proprias encommendas ; e estando
enes inteiramente resolvidos a nao veterem
nado, afiancam vender mais barato do que outro
qualquer ; e juntamente pedem aos seus devedo-
res que Ibes mandem ou venbam pagar os seus
dbitos, sod pena de serem justicedos.
gCTSS23^"s
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
n.N.^,."!.m,enldoc4e do Ramo *8 o 36 e
na ra do Trapiche Novo (do Recite] n 8 se
vende gaz liquido americano primeira ouslida-
tuolt'T. fm6Dle Chegad0 14 !' d cinco
rr.f!;oC0m0.8e veDd,m de cinco
garraias e em garrafas.
Froco fino, e seda frouta para
.bordar
vende-se na ra do Queimado lojad'agaia branca
n. 16, onde se achara completo sortimento.
Vendem-se burros gordos e mansos : no
engenho Jurissacs, do Cabo: a tratar alli com o
bt. Domingos Francisco de Souza Leo.
Capachos.
Vendem-se capachos redondos e compridos o
M diversos tamanhos, e os melhores que tem
00 7nelBn?erc8d0V p,, baratissimo prende
600. 700 e 800 rs. cada um.e tambera ha capa-
chos muito grandes e proprios para sof e mar-
quezae para 1*400 cada^um : na ra do Queima-
do na bem conhecida loja de miudezas da boa
lama n. 3o.
A boa lama
vende flvelas para cintos o mais bem dourado que
e possivel o dos mais lindos goslos que tem vindo
a este mercado, pelo baratissimo preco de 29500
cada uma, carteiras com egulbaa as mais bem
orMdas jiue se pode desojar, e emquanto a qua-
lidade nao pode haver nada melhor, pelo batato
prego de 500 rs. cada carteira, peonas de ac ca-
ngraphia.veidadeiras a 29 cada caixinha com 12
dunas, ditas de laoca verdadeiras n. 134 a 19200
cada roza, ditas muito boas anda nao condeci-
das a 500 rs. a roza : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fama nu-
mero 35.
Vende-se um terreno na ra do Hospicio
quasi defronte do quartel, prsprio para edificar-
se uma casa, tendo 40 palmos de frente e 146 de
tundo, com alicerce : a tratar na ru do Trapi-
che n. 14, primeiro andar.
Banda fina
em copos grandes.
A' loja d'aguia branca avisa a sua boa fregue-
zia que chegada a apreciavel banha fina em co-
pos grandes, e contina a vende-la mais barato
do que em outra qualquer parte : na ra do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
Vendem-se galose frsmgos da rae
Cocriinchina: na ra Velha n. tt na
Boa-Vista.
FuDileiro e vidraceiro.
Grande e nova oficina.
Tres portas.
31 RuaDireita31.
Nsste rico e bem montado estabelecimento en-
contrado os fregaezes o mais pereito, bem aca-
bado e barato no seu geder*.
URNAS de todas as anualidades.
SANTUARIOS que nvaliaam com o Jacaranda,
BANHEIRUS de todos os tamanhos.
SEMICUP1AS idem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
pr ?nm ?8ix" de ^d" grossuras.
rnAius imitando em psrfei;ao a boa porcel-
lana.
SEffif,ddeen;0&, SSUS?EIR0S; -*" "" ^-
VIDROS em caizas e a retalho de todos os 4a-
mandando-semanhos, botar dentro da cidade
em toda a parte.
Recebem-se encommendas de qualquer natu-
resa, concertos, que tudo sera desempennado a
contento.
Cbegaram de Liaboa no brigue Eugenia,
dous bonitos burros e uma burrs, os quaes se
vendem por barato prego : para ver, na cocheira
do largo da Aasembla n. 4, e para tratar, no es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
Garteiras com agulhas. .
A loja d'aguia branca acaba de despachar car-
telas com agulhas de mui boa qualidade, e ex-
cediente sortimento, e as est vendendo a 500 rs.
cada uma ; assim como receben igualmfnte no-
vo aortimento das agulhas imperiaes, fundo dou-
rado, que continuara a ser vendidas s 160 ris o
papel, uso na ra do Queimado loja d'astuia
branca n. 16. .
Argolas de ac para chaves
vendem-se 200, 240, 820, 400 e 500 ris, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Aos fabricantes de velas.
O anligo deposito de cera de carnauba e sebo
em pao e em velas, estabelecido no largo da Aa-
sembla n.9, mudou-se para a ra da Madre de
Dos n. 28, quasi defroote da igreja, onde conti-
na a haver um completo sortimento daquelles
gneros, que se vendem por presos razoaveia.
Relogios.
Vsnds-is iib casa do Johnston Patcr & C.,
rus do Y gario n. 3 um bello sor timen to ds
rslogios dsouro,patn fe inglez, d s um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
uau vsrisdade da bonitos iranceliBfpars o
mesaos.
Novo paquete das novidades
23-Ru Direita-23
Neste novo estabelecimento achara o publico um grande sortimento tendente a molhados
uiao por preco mais barato do que em outra qualquer parte :
Nsnteigs iDgleza especialmente escolhida 800 e 960 rs. a libra.
Dita franceza a melhor do mercado a 720 rs. a libra.
Queijos flamengos ebegados no ultimo vaplpr a &&800 e 3g.
Cha hyson e preto a 2JJ e 2$880 a libra. I
Vinho engarrafado dos melhores autores a 118 e 1J|200 a garrafa.
Viaho de pipa proprios para pasto a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial dos melhores autores a 900 rs. a libra.
Ameixaa portuguezas a 480 rs. a libra.
Passas muito novas a 500 rs. a libra.
Latas com bolschinbssde differentes qualidades a lg400.
Preservativo universal.
45Ra Direita45
n Oihem!...
Uma das inlelllgeneias melhor esclarerf-
a
ogos annos
matar convecteu-s* afi-
errativo nfuin.oi a. ..:?,
de ezercicio de curar
que o fjc PjejerrMivo nflI7eTde q ud-
4J500 al.
Fivelas para cinto:
tas pretas para duas voltas a 1$ ; na mencionada
loja da boa f, na ra do Queimado n. 22.
Mui bonitas ;
e boas fitas brancas de chama- ]
lote, franjas e trancas.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
encommenda diversos artigos de gosto, e proprios
para enfeites de vestidos de noivas ou convida-!
das, sendo bicos de blond ds diversas larguras, \
franjas brancas e de cores, trancas brancas com j
vidrilhos e sem elles, csscarriihas brancas e mui-1
tas outras cores, finas e delicadas capellas bran- 8emn
cas, bonitos enfeites de flores e cachos sollos, lu-' j ,
a para homem como para senhora
Ricas fivelas de madreperola para
barato prego de 1J600 : Da loja da
ra do Queimado n. 75, junto a loja
cintos pelo
victoria na
de cera.
s de Jouvin
vas de pellica enfeitadas primorosamente, nvu
bonitas eboas fitas de chamelote, e emm mui-
tos outros objectos que a pedido do comprador
Na loja da Boa F na ra do Queimado n. 22
seajencontraro as verdadeiras luvas de
.antO DSrS hnmam nnmn m*M
advertindo-se
Conservas inglezas as melhores do mercado
Massas, talharim, macarrao e aletria a 440 .
Cerveja das-melhores marcas a 560 agarrafa.
Genebra dehollanda superior a 500 rs. a bo
Velas de carnauba a 440 rs. a libra.
Ditas de espermacete a 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320rs. a garrafa.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 360 rs. a libra.
Alm dos gneros annunciadosachaij
te a molhados mais barato do que e
a 800 rs. o frasco.
rs. a libra.
ija.
o publico um grande sortimento de um tudo tenden-
outra qualquer parte.
nal, que o
quer epidemia, por maia mortfera sm~|
e PLS QUENTES. Ora, viajando per ab?
epidesflia.que mata gente como qualmuer out. &
occasiio de potaos em prstica eatea arineipioe
usando pouco V> chapeo a sempr aSsal
brf #B?,nd* de ,5 MB 15 d" um anU sal de gUnber, o mais acrrimo ioimigo da eoi-
demia, segundo a opiniio e a pratica de um dea
ornamentos da soasa magistratura; o laucando
ao cuco lodo o calcado elho, dirigindo-se todos
ao armazem da ra Direita n.45, ondeoreaoec-
tivo propnelario a todos receber com cortesa
aturar as massadas, aquecer es ps cosTt-
nance rV^'^0' 8egUDd 08,' -
nanceiro de cada um. e vejara :
Homens.
BORZEGUINS dos melhores fabricantes
Meninos.
SAPATOES a 5J500, 5. 4, 3|500a......1600
Senhoras
BOTINAS de fabricantes francezes, ingle-
SPv.SSSaSaa e 8mericanos federaes
6,5500, 5, 4J500. 3J500 a...;.....?: 250O
Meninas.
BOTINAS a 4#00 e......T... i^nn
k "mplet0 "'fenlo de npat'os 'pariM-
. a dcnncouro de ,ustre *'do a 500 rs de ta-
pete, 800 rs.. de lustre (os. 32 e MJ a 800 r
?-. ?D" fr,uce"s 1300. portugueses EL2Z
munbrr,x-para homem enhor. e msVtao.
multo couro de lustre, de porco.cordavaotnzarro:
S.be,err, r.ancez' 80la de '""e. cairinho.
a *$* ^ue ,nd s* coSfa
Vende-se
na ra do Mondego casa n. 2, as seeuinlea
mentes de hort.Iice muito novas! couve flor di
ta truniuda, repolho, nabos de cabeca Brande
oabicas, mostarda, chicoria, seles slooulai
brancas e amarellas, sarga, cuentro SeboUnho
rozo e branco, tomates grandes, fei ', ato
ervhas tortea e alface arrendada ""P,.
Riseado monstro.
nomfT*6 ",cad0 "ouslro, fazenda muito eco-
nmica para o uso domestico por ter grande lar-
"ra ? 8eu p". de o covado : na
ra da Imperatriz, loja n. 20, do Duarte '
MWM*
sem segundo.
Xddos" Pr PreS j "bid0s e co"
Grotas depennas de ago de todas as quali-
dades a '
500
'reservativo
que para aquelles ba de
do comprador ld'nf.tl' "a men^0Dada loa da
serao patentes, e vista do dinheiro nao se dei- ao vueimdo n. 22.
muito
na
xar de negociar : na
do Queimado n. 16.
Fivellas douradas
loja d'aguia branca, ra
commenda, e continua a vende-la a 1|500 rs
caira : quem qnizer conservar seus dentes per-
fectos prevenir-se mandando-a comprar em
dita loja d'aguia branca,ra do Queimado n. 16.
Veu de-se
eieilede dend ou palma, dito de amendoim que
serve para luzese machinas, mais barato do que
em qualquer outra parte ; na rea do Vigario n.
19, primeiro andar.
A loja d'aguia branca acaba de receber por
amostra uma pequea quantidade de fivellse
douradas e esmaltadas para cintoa, todas de no-
vos e bonitos moldes, e tambem douradas que
parecem de ouro de lei, o que so com experien-
cia se conhecerfi nao o serem, estando no mesm
caso asesmaltadis, e assim mesmo vendem-s
pelo barato prego de 2S500 rs. cada uma, na ru
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Cestinhas ou cabases para a
meninas de escola.
O tempo -proprio daa meninas irem para a
escola, e por isso bom que vo composlas com
uma das nov e bonitas cestinhas que se ven-
dem ca ra do Queimado loja d'aguia branca
n. 16.
Novos bonets de velludo, e
marroquim dourado.
Na loja d'aguia branca vende-se mui bonitos
bonets de velludo, e marroquim dourado, os
quaes sao agora mui necesierios para os meni-
nos que vao para a escola e quem os^uiser com-
prar maia baratos dirigir-se rus do Queimado
loja d'aguia branca n. 16.
As verdadeiras peonas ingle-
zas caligraphicas.
A loja d'aguia branca acaba de receber sua
encommenda das verdadeiras pennas de a;o
inglezas caligraphicas, dos bem conhecidos e
acreditados fabricantes Perry 4 C, e apesar da
falta que havia dessas boas peonas, com tudo
vendem-se pelo antigo prego de2/000 a caixinha
da uma groza, quantidade easa que aa falsifica-
das nao trazem. Para livrar de engaos, as ca-
xlnhas vo marcadas com o rotulo que diz. Loja
u aguia branca ra do Queimado n. 16.
e esmalta-1'
das, para cintos.
Otterecido pela loja dei
marmore.
A loja de marmore tendo de
lar concurrencia publica o
apreien-
- que ha de
ata novo em fazendas, tanto para se-
nhoras como para homens e meninos,
sendo que para este fim espera de seus
correspondentes de Inglaterra, Frange o
Aiiemanha as remessas de seus pedidos
tem resolvido; antes de apresentar o no-
vo sortimento, liquidar as fazendas exis-
tentes, o que eflectuar por precos m-
dicos e para cujo fim convida o respeita-
l publico a aproveitar-se desta emer-
gencia.
S
Chegou para a luja
ment de caatarrllha de te^'eV'eeJreF"larg-
os da victoria grande sorti-
Iha de todas as edres e largu-
ras e se vende mais barato do ,.T em parle al-
guma, por isso venham a loja fa victoria na ra
do Queimado n. 7a. junto a loja de cera
7 Veude"8.,.ain ,l8rreno em sio Amaro,
noto ao hospital oglez, com 700 palmos de fren^
e. em muito bom estado: a tratar na ra do
Trapiche o. 44, armazem de Braga Son & C
N. O.Bieber & G.successores.rua daCras
n. 4, tem pars vender relogios para algibeira da
ouro e prats.
Ra da Cadcia loja amarella n. 23.
Vendem diflerentes fazendas de gosto
proprias para este mercado, a saber: la-
ziohss de cores lisas e matisadas, cortes
de cambraia bordadas, manteletes com-
pridos, capas conapridss modernas de
seda e gorgurao preta e de r, sed* de
quadrinho, maoguitoa multo modernos,
cbslesde poota redonda, cassas de coras
finas, leques, sintos, pehtes, chapeos pa-
ra senhora, camisas e> liaho para seobo-
ra e algodao para menino, e muitas ou-
tras fazendas de gosto, dao-se as amos-
tras : na ra da Cadeia loja amarella nu-
mero 23.
HMMH9M tteOCdK**; m*iS
Caivetes nxos paraabrir
latas.
Chegou nova remessa desses preciosos cani-
ve es fixos para abrir* latas de sardinha, doce,
bolachinhas etc., etc. Agora pela festa cmese
multo dessas cousas e por isso necessario ter
ana desses caivetes cujo Importe 1, comprn-
dose na ra do Queimado loja da aguia branca
n. 16, nica parte onde os ha.
Linhas de croxele em nve-
los monstros.
Muito boa liaba de croxele para bordado em,
nvelos monstsos por serem muito grandes a
400 rs. o novelo : na loja da .victoria na ra do '
Queimado a. 75, junto a loja de cera.
Novo sortimento de cascarri -
lhas de seda.
A loja d'aguia branca acaba de receber um novo
e bello aorUmento de cascarrilaas de seda de
mJ!ile d,ffereDte8 Ores, e vende-se 18500
W00 ris a naca na ra do Queimado loja
d'aguia branca n. 16. ^
Meias pretas de seda l 000
o par.
Vende-se meias putas de seda, o de mui boa
qualidade, para senhoras, e padrea laOOO o
alar, por estarem principiando a motar, e estando
ellaseslgadas nada ae coohece, na roa do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
Vende-se um
piano bem construido e de
o pretender, dirija-se
"rW boas voze quera
a ra Direita no primeiro andar
90. W Tfbf. co quem. tratar
vende-se um sllhio com todos os
sertences : aa na Augusta, caa n. 73.
contra o cholera-morbus.
Todos sem excepgao devem andas com os pi
quentea e livrea de bumidade (aconselhado pela
medicina) ; portanto o illustrado publico em ge-
ral deve ir na grande fabrica de tamancos (a po-
pular) da ra Direita, esquina da travessa de S.
Pedro n.16, munirem-S3 dos ricos tamancos de
vaqueta feitos a moda do Porto, que com estes
nao ha humidsde que penetre nos ps, assim co-
mo tamancos de todas asqualidades para homem
e senhora e meninos, que o proprielario deste
estabelecimento garante vender tanto a retalbo
orno em pequeas e grandes porgues, por menos
que oatro qualquer.
ATTEIGMi
Uma pessoa que relira-se para fora da provin-
cia, vande uma meia mobilia, constando de um
sof de Jacaranda, 6 cadeiras, 2 consolos, uma
mesa redonda com tampo de pedra, uma excei-
lenle cama franceza tambem de Jacaranda, um
guarda-louga novo de amarello, 1 lavatorio da
mesma madeira com tampo de pedra marmore,
2 cabidos, 1 bergo, e mais alguna objectos que se
mostrar ao comprador : a tratar na ra das La-
rangeiras n. 5.
Para masqu.
Vendem-sellriquisslmos enfeites de fitas e flo-
res para enfeitar as cabegas das madamas que se
quizerem divertir nos bailes ou pasaeios plo
carnaval a I528O e 1JW0O : na ra da Imperatriz,
loja do pavao n. 60, de Gama & Silva.
Meias pretas de seda. \
Vende-se meias de seda pretas para senhora I
fazenda muito superior pelo baratissimo pregn
de I90 par : na ra do Queimado na bem co-
nhecida loja da boa fama n.35.
Linhas de cores em nvelos.
Vende-se linhas de cores em nvelos fazenda
em perfeitiesimo estado pelo baratissimo prego
de 19 a libra : na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
Papel de peso a 2$ a resma.
Vende-se na ra do Queimado toja de miude-
zas da boa fama n. 35.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonitos bicos de linho de dous a
quatro dedos de largura fazeuda muito superior
pelo baratissimo prego da 240, 320, 400 e 480 ra.
& vara, vende-se por tal prego pela razio da es-
tarem muito pouca cousa encaldidos, tambem se
venden pegas de rendas lisas perfeitameate boas
cpm 10 varas cada pega a 720. 800 e 19, ditas
com salpicos muito bonitas e diversas larguras a
1#200, i64J0e 2tf a peca, ditas de seda a.29 ca-
da uma peca : o raa do Queismae se bem co-
nhecida loja de miudezas da boa.fama n. 35.
Carnauba.
Vende-se cera de canauba de superior quali-
dade, em saceos : na ra da Imperatriz n. 60
loja*do pavo, de Gama & Silva.
Gorguro a 280 rs.
Vende-se gorguro de linho, fazenda inleira-
mente nova para vestidos de aanhoras e roupas
para meninos a 280 rs. o covado, e do-se as
amostras : na ra da Imperatriz n. 60, loja do
pavo, de Gama & Silva.
Bareges a 6g.
Vendem-se cortes de bareges com 22
a 69, ditos com salas j feitas a 69, la
covados
e seda
120
UO
60
240
500
200
120
400
400
320
80
80
200
800
1S280
100
320
100
200
40
20
60
100
80
40.
80
15000
160
120
120
para vestidos, fazenda de muito bom.gosto a560
o covado ; na ra da Imperatriz n. 60, loja do
pavo, de Gama & Silva.
Carros e carrosas-
Vendem-se dous carros muito fortes, de volta
inteira, proprios para a conduego de assucar ds
estagao para o Reeife, ou. para gneros da alfan-
dega, e duas carrogas, tudo novo e de boas ma-
deiras, tambem uma carroga com algum uso, tu-
do por pregos commodos : a tratar na ra do Se-
bo n. 54, taberna.
Mantas de retroz.
Vendem-se mantas de retroz para grvalas a
500 ris na ra do Queimado o. 22 na loja da
Boa F.
Vende-se doce degoiaba
em calda.
Em barris ou em libras proprio para mimos I
tratar na loja ao p do arco de Santo Antonio.
fLoja das 6 por-
tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata.
Paletots de panno floo sobrecasacos,
ditos de casemira de cor de fuslo, ditos
de brim de cores e brancos, ditos de
ganga, caigas de casemira pretas e de
cores, de brim branco e de coras, de gan-
es, camisas com peito de linho muito
Boas, ditas de algodao, chapeos de sol "
de alpaca a 49 cada um. A
s
Agua de lavander o pomada.
Vendase superior agua de lavauder iogleza
. pela baratissimo praeo de 500 a 640 rs. cada (res
do sobrado n. ca, pomada suaiisimo fina em pees grandes a
"508* aHj, vande- se por to barato preco pela
Sraada quantidade que ba: aa ru do Qaoimsdo
o loja de miudezas da boa fama 0. &5,
Tahas
para engenho.
Grande redcelo nos presos
para acabar.
ML*t*,,SWI C* **" ** asj d
iale4xa da ferro tato do aui aaredilado
fabricante Balwia M.w, 109 re. por Itkw, as
mesmas que se vendiam a 120 rs. : quem pteci-
dirija-se a ra do Trapsae 44, armaiem
fazeadss.
Nvelos de lioha que pelo tamanho a todos
admirara a
Caixas de agulhas francezas a
Caixas com alfinetes muito finos a
Caixas com apparelho para entreter me-
ninos a
Ditas ditos grandes a
Baralhoi portugueses a 120 e
Groza de botes pequeos para calca a
Tesouras para unhas muito finas a
Ditas para costura muito superiores a
uarainoa frsncezes para voltarete muito fi-
nos a
Agulheiros com agulhas francezas a
Caivetes de aparar pennas de 1 folha a
Pegaa de tranga de la com 10 varaa a
Ditaa de tranga de la de todas as cores a
Pares de sapatos de tranga de la a
Cartas de alfinetes francezes a
Pares de luvss fio da Escocia muito finas a
unas ditas brancas grosaas a
Escovas pera limpar dentes muito finas a
Massos com superiores graropos a
Lartoes com colxetes de algum defeilo a
Ditos de ditos superiores a 40 e
Dedaes de fundo de ago muito superiores a
Konadores para vestidos de senhora com 4
varas a
Caixas com colxetes francezes a
Cartas de alfinetes de ferro a
Charut Tinteras de vidro com tinta a
Ditos de barro com tinta auperior a
Areia preta e azul muito fina a libra a
Tenho nova remessa de labyrinlho para ven-
I Pr'odo prego, assim como lenbo trangas de
isiro&rssr1 TeDder poriododi-
Grande pechincha
Superiores paletos de pao preto muito fino.
9nnn?Ux bem feilJ,a pel bar"l'Mmo prego de
208000 ris na ra do Queimado n. 22 na bem
conhecida loja da Boa F.
Palmatorias de vidro e de la-
to para vellas.
Vendem-se bonitas palmatorias de vidro lapi-
dado para vellas a I92OO, e ditas de lato mui
novas e limpas a 400 rs. : na ra do Queimado.
loja daAguia branca n. 16.
Gollinhas e manguitos de pu-
nhos bordados.
Na loja da aguia-branca vendem-se goJlionhas
e manguitos de punhos bordados em fina cam-
braia transparente por 29500 tudo, o que na ver-
dado baratissimo : na roa do Queimado, lofa
d'aguia-braoca n. 16.
Peilos de [fustao lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Vendem-se bonitos peilos de fustao lavrado i
trangado para eamisas a 500 rs. cada um, fazen-
da mui boa e encorpada : na ra do Queimadr.
loja d'aguia-branca n. 16.
Novo sortimento de tiras bor-
dadas em ambos os lados.
A loja d'agttia-braaea recebeu nm novo e.in-
do sortimento de tiras bordadas em ambos rs la-
dos, e contina a vender baratamente a 1*200
cada tira, e outras de bordados muiU) largos a
29000, o melhor que possivel em tal geoero.
e todas ellas, pela largura que team, poden sec
divididas se meio, pelo roe se tornara bara.issi-
na ra do Queimado, loja d'aguia branca
mas :
a. 16.
Vende-se um bom eavalto andador :
lar na ra do Crespo n.. 14.
t tra-
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-se em porgio e a retalho de ama sacca
para cima, e por eommodo prego : na ra da Ma-
dre de Dos confronte abotica
Aviso.
reco: na
"
Avisa-se s pesaose que pretenderen comprar'
a taberna da ra da Imperatriz n. 4. que appare-
gam eata semana, porque se vende a armagio
per metade de seu valer, nm sazio. do seu douo
se sebsr incoramodada em ni santo, O lagar
muito bom ; a tratar na metma, en na taberna
grande da Soledade.
Vende-ss urna negrinha de lennos com
principio de cozinha e enrommar; na rus Nprn
numero 53.


mmr
MftlUCI
10 M
DE 18*1
f na loja do pavo, roa
da Imperatriz n.60,
de Gama Silva,
TftodDm-se fazendas pelos presos seguintes: mui-
uUnisbttttBaacoai 4 li2 palmos dt largura, co-
rado 9001$., chitas escutas com pequeo toque
fie moto, corado 140 rs., ditas matizadas a 160,
cortea de chitas ecuraa e alegres, fazenda fina a
3^aBSWiUra<22?,u fln" corado a 140,
. il80* ^u? 3ao I8nha de quadros para
STMlMoa, 280 e 400 ris o corado, casaas in-
Mtahas de quadros para reatidos, corado a
O. 280 e 300 ra dita* garibaldinas, fazeoda
muito fina a 320 o corado, saias bordadas, fazen-
fla multo Boa a 3| e 48. ditai com arcos da cor-
oso de linha que fazem as rews de balo a 39200
* 49, ditas de madapolio francez, baldes os mais
M* fttos Qe tem rindo, pelo diminuto preco
06 S*. 3JK50O, 4 e 5. percas de cambraia lita mul-
to fina a 2; e 28500. ditas com 10 jardas, fazenda
finisiima, a 38, 3S500, 4 e 5J, meias pretas da
seda para senhora a 10 o par, ditas brancas de
algodao para andar en casa a 200 e 240 rs., e
outrai muitas fazendas que se rendem por prego
baratinimos, e de todas se dio as amostras dei-
xando penbor, ou mandam-se lerar esa casa dos
freguezes que quizerem comprar : na loja da ra
da Imperatriz n. 60, de Gama A Silra.
Brilhantinas americanas.
Vende-ie brilbaotina americana com lindiesi-
maa cores, aendo fazenda inteiramenle ora e
moderna da 41)2 palmos de largura a 400 re. o
corado : na ra da Imperatriz n. 60, loja do
Moirantique.
Acaba de chegar pelo ultimo vapor francaz es-
ta fazenda de seda com o nome da moirantique,
sendo de raas coree e branca, propria para res-
a e.D0T,i e rende-se por prego baralissimo
80 na loja Oo pao, ra da Imperatriz n. 60.
Pannos a 1,0600.
Vnde-se panno preto e dito cor de caf, fa-
zenda muilo encorpada a 1 $600 o corado para
acabar: na ra da Imperafriz n. 60, loja do pari
Chales pretos a 3$.
Vendem-se chales de fil pretos muito grandea
e nnos, razenda que sempreae rendeu a 83 e 10.
e a 39 ; na raa da Imperatriz n. 60, loja do parao
Bordados.
Vendem-e finissimas tiras bordadas tapadas e
transparentes, e ntremelos da mesma qnalida-
ae : ni ra da Imperatriz n. 60, loja do parao.
Manguitos e gollinhas.
Vendem-se gollobas com manguitos de cam-
braia bordados* 1*280, manguitos berdados mu-
.? '* c,lcion" bordadas para menina a
1, gollinhas muito finas a 320. 500 e la ; na ra
da Imperatriz n. 60, loja do pari'.
Cassas suis?as.
Vende-se cassa de quadrinhos a imitacio de
sedas de quadrinhos, propria para vestidos de ma-
nios, corado a 240 rs.; na ra da Imperatriz n.
fc, loja do parao.
Chapelinas.
Vendem-se ehspelinas muito bem enfeitadas
para senhora a 5 e 8JS : na roa da Imperatriz n.
60, loja do parao,
. Sedas.
Vendem-fe grosdenaples pretos muito encor-
pados a 18500, 1*600 e 18800. dito cor de rosa
cor de caona e azul, sedas tarradas de cores, cha-
maloio preto e sarja preta hespanhola a 1*800
na ra da Impentriz n. 60, loja do parao.
Fancy a 1^600.
Vende-se fancy, fazenda de lia lisas e msela-
das, propria para caigas, paletots, colletes e ca-
pas para senboras, e roupas de meninos, teodo
esta fazenda 6 palmos de largara a 1*600 : na
ra da Imperatriz n. 60, loja do parao.
7.
Espartilhos-
Vandsm-se espartilhos inglezes qae sio os me-
mores : na raa da Imperatriz n. 60, loja do
pari;
Para meninos.
Vendem-se restuarioa para meninos meni-
nas muito bem anfaitadot: na ra da Imperatriz
n. 60, loja do pari.
Madapolo a 3#.
Madapolio enfeatado com 14 jardas a 3* a pe-
ga ; ra da Imperatriz n. 60. loja do pari.
Na raa Nora n. 19, rende-se relbatina de
cores a 500 rs. o corado.
Rival
sem segundo.
Na raa do Queimado n. 55, defronte do sobrado
noro, esti disposto a render tudo por preco que
admira, assim como saja :
Frascos de agua de larando muito gran-
des a
Sabonetas o melhorqae pode harer a
Ditoa grandea muito finos a
Frascos com cheires muito finos a
Ditos ditos muito bonitos a
Garrafas de agua celeste o melhor a
Frascos com baoha muito superior a
Ditos dita de urgo flnissima a
Frascos de oleo babosa com cbeiro a
Ditos dito dito a
Ditos dito nito a
Ditos para 11 m par a caneca e tirar caspas a
Ditos dito philocome do rerdadeiro a
Ditos com banha transparente a
Ditos com superior agua de colonia a
Dita, fraseos grandes a
Frascos de maca- oleo a
Ditos de opiata pequeos a 320 e
Ditos A e dita grandes a
Tem um resto de larande ambreada a
Linha branca do gaz a 10 rs., tres por
dous, e fina a
Dita de cartio Pedro V, com 200 jardas a
Dita dito dito com 50 jardas a
GarreteU de linha com 100 jardas a
Duzia de meias cruas muito encorpadas a
Dita de ditas muito superiores a
Dita de ditas brancas para senhora, mui-
to finas a
Vara da bico da largura de 3 dedos i
Dita do franja para toalhas. a
Groza de botos de louga brancos a
Duzia de phosphoros do gaz a
Dita de ditos de rea muito superiores a
Pecas de fita para coa de todaa as lar-
guras a
800
320
160
500
1*000
1*000
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
100
500
800
500
20
60
20
30
2*400
48500
3$000
120
80
110
240
240
320.
RA DO QUEIMADO N?46
GEANDE20KTIMEKT2
^ASEROUPKSF

GELO
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 31, rende-se gelo de hoje em diante
arroba a 3$500, e meia arroba 2000,
e a libra a i 60 res : tambem recebe-se
assignaturas das pessoas particulares lo
go que seja diariamente, at que se
acabe o gelo.
Vende-se urna taberna com poucos fundos,
bem afreguezada, na ra de Joio Fernandes Vi-
eira n. 14 ; a tratar na mesma. Roga-se aos de-
redores do mesmo estabelecimento o obsequio
desatisfazerem o mais brere possirel os seus d-
bitos, risto ter de passar a casa a outro dono, e o
annunciante para liquidar ser constrangido a co-
brar o que lhederem pelos meios judiciaes.
Attencjo*
Vendem-se duas moradas da casas assobrada-
das, fetas ha pouco, de lijlo, em chaos foreiros.
na tu do Cabo ; rende-se muito em conta : a
fallar na mesma villa do Cabo com Sebastiao An-
tonio do Reg.
Sortimeolo completo de'sobrecasacos de osuno a 25*. 28*. 3031b 3KS ---- .-. ,..
Litas a 25|, 282. 308e 85|, paletots c.a.caWde panno prelTde 16atttfc"dJ>wSSS.
de cor a 15*. 18* e 20f paletots saceos de panno e c.semira de 8* at 14*! ditos aaccofd.X.I.
aWltao^.^& MbMPr, mer,n6 d' "' "/ \ Ca'?" Pret" """.emi."
# ate 14>, ditos de cor de 7* at 10$, roupas para menino de todos os tamanhos. arande sorti-
mento de roupas de brine como seiam calcas, paletots e colletes, sortimento de colleta relos da
eetim, easemir. e reliado de 4* a 9|, ditos para casamento a 5 a 6*. paletots "nc" de bra-
mante a 4* e 51. caigas brancas muilo finas a 5$, e um grande sormento de fazendaaZ. se mo-
dernas, completo sortimento de casemiras inglesas para homem. menino e senhora, seVo.lafde
hnho e algodao chapeos de sol de seda, luraa de seda de Jourin para homem e senhora Te-
mos urna grande fabrica de alfaiate onde recebemos eocommendaa de grandes obras au oara
isso eati sendo administrada por id hbil mestre de semelhante arte e um pesseal da mu da
cncoenta obreiroa escollados, portento executamosqualquer obra com promptidao e mais barato
do qae em outra qaalquer casa. ______ oraw
ras a 2* e em rara a 160 rs., espelhos de damas
de dirersos tamanhos a 800,1 e 1*280, botes
de porcelana brancos pars camisa a 120 e 160 rs.
a groza, ditos brancos, pretos e de cores proprio
para caiga a 240 rs., pentes de tartaruga para
trangaos melhores que pode harer a 3*500, ditos
para alisar a 2*. ditos de marfim de differentes
tamanhos e modelos a 500 rs., labyrintho de to-
das as larguras a 120,160, 200 e 240 rs., pentes
muito finos fiogindo uoicorne tanto para auissa
como para cabega a 320 rs., meias de cores para
bomem muito finas a 1*280 rs; a duzia e o bar a
120 rs., caiza de colzetes franeezes a 40 rs.,!gar-
rifas grandes de agua de colonia muito fina a 3*.
dita com agua de larande a 1*, ditss do Oripnte
a 800 rs.,frascos de bandolin para segurar ca-
bello a 640 rs., dita de flor de larapja frascos
grandes i 500 rs., bandeijas de differentes tama-
nhos a 1*280,18600 e 2g, garrafas de porcelana
douradas para mesa sendo garrafas grandes i 2*
e pequeas a 1*, charuteiraa muito finas diver-
sos tamanhoa a 2* e 2*500, luras pretas e de co-
res enfeitadas para senhora a 800 rs., pellos para
camisa muito finos brancos e de cores a 2*5Q0 a
duzia e 220 rs. cada um, zefiras de todas as Ico-
res fazenda de muito bom gosto a 1* a peca e
um completo sortimento de fitas de sarja e cha-
malote assetinadas de todaa as corea e larguras,
assim como bicos de blonda brancos e pretos, di-
tos de linho de todas as larguras, e mnitos outros
cbjectos que se reode por metade de seu ral
Vende-se ou arrenda-se um bom eogeuho
perlo desta praca : a fallar cosa Joaquim Teizlei
ra Peixoto, na rus dos Pires n. 58.
Attenco a li-
quidaco.
Na loja do Clarinote ra do Cabog n. 2 B,
rende-se as seguintes miudezas pelos diminutos
precos para acabar: pecinbas de babado com 15
raras de 3 a 4 dedos de largura a 400 rs.. ditas
com 30 raras d differentes larguras a 2J200rs.,
cartes de colzete para rastido a 40 rs., franjsa
de linho muito finas para casareque tendo cada
pega 15 raras a 1*600 a pega, ditas de algodao
para toalhas a 100 rs. a rara, ditas de seda pre-
tas de 2 dedos a 3 a 240 e 320 rs., ditas de 1 a
2 dedos a 160 rs., tranga de seda branca com ri-
dnlho difireme largura a 320 rs. a.rara, dita di-
ta preta a 300 rs. a rara, caivetes de 1 e 2 fo-
lhas muito fino a 160 e 240 rs.. tesoaras muito
finas para costara a 320.400 e 500 rs., enfiadores
de linho par restido a 40 rs., caixas de bfalo
para rap differentes modelo a 500 rs., carreteis
de Imha de 200 jardas autor Alexander a 80 rs.
a duzia e 70 rs. o carritel, linha preta de miadi-
nha o masso com 60 pegas e 96 a 500 e 600 rs.,
escoraa para casaca o mais fino que ha a 2*. lu-
ras de linho fio de Escossia branca muito finas
a 600 rs. o par, ditas de cores a 500 rs. o par,
ditas de algodao a 160 rs., franjas largas de cores
propriss para cortinados tendo cada pega 15 ra-
Dos premios da ultima parte da 9.' e 1.' da
a beneficio da matriz da freguezia da
Rival
sem igual.
36 Larga do Rosario 36
Mascaras de cera boas a 640
Ditas de massa a 480
Carreteis de linha de cores e brancas a 30
Dltoa de dita branca de 200 jardas a 60
Agulhas curtas com toque a 40 rs., e
limpea a 60
Cartdes de colchets miudos a 40
Ditoa de ditos maiorea a 60
Missangas miudas (macinho) a 160
Pegas de tranga de caracol de lia de co-
res com 13 e 15 raras a 160
Dazia de meiaa para senhora a 2S500
Ditas cruas para homem a 2$400 e 8*000
Linhas do gaz pretas, brancas e de cores a 30
Calungas de porcellana com 6 pollegadas
para cima de mesa a 400
Jarros de dita pequeos, um por 500
Tranca de seda cor de rosa, a rara 160
Dita dita de dirersas cores a 200
Fitas de relludo de cores a 200, 800 e 400
Toucaa de lis para senhora a 500
Apparelhos de pao, loaga. e folha
de 240 a 2*000
Franja de seda a 320 e 400
Pegas de bico estreitioho com 20 raras a 7S0
Enfeiles modernos muito bons a 5*500
Gollinhas d traspasso com botio a 2*000
Alem destas miudezas, esta loja conserva sem-
pre um bom sortimento e por baratos pregos.
Nao esqueca arara,
que hoje a loja doa barateiros para rar, ren-
dem-se pegas de cambraia lisa branca a 1*600 e
25, dita muito fina com 5 palmos de largara a
8 e 3(500, pegas de madapolio enfestado a 3*t
noroa cortes de chitas finas com 13 corados a
2*500, ditos de riscado, padres oros a 2S500 e
1*500, brilhantina branca com 4 1[2 palmos de
largo a 280 o corado, dita de cores a 360 o co-
rado, gorgurao para restidos a imitagio de sedi-
obas, fazenda muito ora e fina a 320 o corado,
barege para restidos com flor de seda a 360 o
corado, pompadour de seda de quadros e matiza-
do para restidos a 640 o corado, fil de linho
branco e de cores a 200 rs. o corado, liazinhas
para restidos a 280 e 400 rs. o corado, ricos cor-
tes da gorfeurio para restido com 18 corados por
68500, cortes de lia de duas saias com 22 cora-
dos por 108, ricos cortes de organdys com 15 va-
ras a 98 e 78 para acabar, cassas oe cores para
vestidos a 280 e 310 o corado, chitas a 160, 180
e 200 rs. o corado, ditas franeezas a 240 e 280 o
corado.
jPannos pretos.
Panno preto para caigas e paletots a 1*600,
1*800, 2* e 2*500 o corado, cortes de casemira
preta para caiga a 3*. dita entestada a 3*500 e
4g, relludo preto a 2J500 o corado, aaia de cor-
dio que faz rez de balio a 2*500. balboa de ma-
dapolio a 3* e 3*600, ditos de 30 arcos e de ren-
da a 4* : na raa da Imperatriz, loja e armazem
da arara n. 56, de Magalhaes <& Mendes.
Pechincha para todos.
V60dem-se massos com 20 massiohos de pili-
los finos e buliadoa para denles a 200 rs. o mas-
so de 20, porm passando a 15 massos se faz dif-
ieren em prego : na raa da Imperatriz, loja e
armazem da arara o. 56.
Vende-se o eogenho Timb, na comarca de
Nazaretb, com boas rarzeas de canna e boas ma-
tas, a dioheiro ou a pagamentos com boas Armas:
os pretendenles dirijam-se ao eogenho Santos
Mendes, na mesma comarca, a tratar com o seu
proprietario.
PEIXE
Duarte Companhla
receberam pelo ultimo rapor as seguintes quali-
dades de pelxe o mais bem arranjado que se pu-
dedesejar em latas lacradas hermticamente pe-
los prego de tB%a 3J a lata :
Cboungss finas promptai.
Pescada aseada e cosida.
Pargo assado.
Roblos dito.
Cavalla em azeite.
Guras assado.
Nulas de tigelada.
Sarel assado.
Sarda em azeite.
Congro.
Lloguados fritos.
Ostros.
Atum marinado.
Tambem receberam pacotes de sal refinado a
240 rs. cada um e latas com feijio rerde a 800
rs.: nos armazens Progresairo e Progressista do
largo do Carmo n. 9 e ra das Gruzes n. 36-
armazem de fazendas
DE
Saatos Coelho
Ku* do Queimado \9.
Lengoes de bramante de linho a 3*.
Cobertas de chita finas a 2*.
Ditas a prego de 1*800.
Cambraias pretas mnito finas.
Colchas de fustio muito lindas a 6*.
Esleirs da India de 4, 5 e 6 palmos de largo,
proprias para forro de cima e salas.
Lengoes de panno de linho fino a 2*.
AlgodSo monstro a prego"de 600 rs. a rara.
Toalhas de linho para mesa a-4*.
Ditas de fustio para mios, cada ama 500 rs.
Baldes para meninas.
Machinas americanas.
Em casa de N. O. Bieber 4 C, successores,
ra da Cruz n. 4, rendem-se :
Machinas para regar hortas e capim.
Ditas para descarogar milho.
Ditas para cortar capim.
Selins com pertences a 10* e 20*.
Obras de meta! principe prsteadas.
Alcatrio da Saeta.
Veroiz de alcatrio para narios.
Salsa parrilhade primeira qoalidade do Para.
Vinno Xerez de 1836 em caizas de 1 dnzis.
Cognac em caixas del duzia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrogas pequeas.-
Escravos fgidos.
Fugio no dia 12 do crrante um preto de
nome Joaquim. erioulo, de idade 35 anuos, pouco
maisou menos, filho da ilhade Itamarac, levou
resudo caiga e camisa de algodao azul, cheio
do corpo, um pouco acatrozado, e falla de vagar
e descangado : quem o pegar, lere ao caes do
Hamos n. 16, que ser generosamente recompen-
sado.
Fegio no dia 20 do corrente de bordo do
patacho Gapuam, o escraro erioulo marinhei-
ro de nome Antonio, idade 19 annoa pouco mais
ou menos, altura regular, rosto comprido e com
alguns signaes de bexigas, lerou caiga e camisa
azul : quem o pegar lere-o ao escriptorio de
Antonio Luiz de Olireira Azeredo a> c. ra da
Cruz n. 1, ou a bordo do dito patacho que ser
generosamente recompensado.
20*
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4*
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O escrivao, Swtriano Jos de Moura.
NS. PREMS.
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17
18
19
20
21
26
27
10." lotera concedida por lei provincial n. 100 demaiode 1842
Boa-Vista desta cidade, extrahida em 18 de fevereiro de 1862. '
PREMS
49
89
49
4S
8
49
8
49
NS. PREMS.
1828 4*
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98 49
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3
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15 _
17 _
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33 _
34
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38
41 _
42 _
49 _
53
54 89
56 48
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64 _
65 _
68 .
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97 B
2005
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2204
6
& 89
NS. PREMS.
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NS. PREMS.
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54 _
57 _
62 mm
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73 _.
76
85 -
86 -
88 -
94
96 -
4000
PaTt.Typ. dcM.F.de Paria A JWa.1862.


DIARIO DB rtttUMBUCO. QmfiTA RULA 10 DE mtttttO DE 1161.
Litteratnra.
Da litteratara byroaica.
i
Airare de Azeredo exerceu ubi InAeeneieJ cidade I
profunda mas felitmeole pusagelra sobre a ooa- Apexi
sa litteralura contempornea. Foi mi grito siri-
leuir no accesso do um desvario riltoenUoeo ;
nas, como passada a tormente, aiada ee touvem
Das solitrs oo ocesno os i iaaj|ajiiuii llni i i, as-
sim lem-se prolongado at hofrie eco desse grito
pungente. Nao passou de cine annoi a come-
dia dos choradores por systema.
J na Europa eslava condemnada pelo boru
senso e supplaotada pelo ridiculo a lilieralura
pedaDle dos imitadores de Byron. Tarobem nos
memos a nossa hora de bom senso, e o publico
fez justiga a essa mascarada sentimental. Impor-
tar ella a condemnagao do poeta que cantara
vida como o cyane a morte ? Deveremos con-
cluir que a opinio publica pronuneioo-se contra
Alfares de Azevedo t Seria o mesmo que afir-
mar a revogagio do edito de imroortalidade con-
cedido pela Europa ao genio de Byron. Airares
de Apvcdo virer na nossa historia Iliteraria
como Alfredo de Mussel na de Franca, como By-
ren na do mundo Inteiro.
Nao se contestn o direito a esses hroes da
arte ; contesta-se, mas o (acto nos seus pa -
giadores. Elle* nimbara por obra o que lioham
ii'alma ; estes desmeotem a cada passo os semi-
nen toa revelados em saas obras. Compreheu-
de-se a falaidade e affectagio de semelhante poe-
sa ; comprebende-se a esterilidade de urna lit-
teralura fundada em tai programis, e eis-ahi
porque tio depressa morreu entre nos o bvro-
nisoio
Encarregada de demonstrar e justilicar o ver-
atet da opioio popular quando de accordo com
as|leis da eslhetica, a critica lera reduzido
s auaa justas prdporges o chamado byrooismo.
Ora, lodo o facto Iliterario que importa ama
condemnscao do .paseado pelo arrorar de ban-
deiras novas tem orna explicacao necessna as
teodenciis, no carso las ideas e nos costumes
do scalo. Nio ser iraproticuo o estudo das
causas desse faci, a a historia pode achar nelle
um commentario valiosp para as suas conclu-
ses.
As theorias iitlerarias reallsadas no seculo
actual (razem pela maior parte assellado em sua
essencia profunda, nao a natureza que o consli-
tue, mais o eapirito que o anima, um facto ave-
riguado e verificado pela critica que o seculo
XIX contradictorio comsigo mesmo. Essa con-
traiicgo revela-se na opposigio entre o modo
de pensar e o modo de obrar, entre a imsgioagio
e os eeoiimentos, entre a litteralura e os costumes
da sociedade. Tem sido aceita como ponto de dog-
ma e no sentido mais absoluto o pensameoto de
Booaid : A litteralura a expressio da sociedade.
Porem, Saint-Marc Girardin, com urna perspica-
cia eogeohosa, demonstra que a htleratura ex-
prime muitss vezes antes o eslado da imagioaco
de um poro do que o estado da sociedade. E' o
que em nossos das se tem dado.
No domioio dos tactos, a seosualidade que
enerva, os gozos materiaes que embotam o coro-
?io i na ordem das ideas, urna oslentacSo de aof-
rimentos, de martyrios continuados.de urna lu-
la imaginaria do bomem com o destino, do dea-
tino s garras com a Providencia ; na sociedade,
calma e quietismo as paixes ou-lr'ora as mais
violentas ; no theatro, paixes desordenadas, si-
tuages trgicas, aceas de cannibaes. Castiga-se
o cnme na sociedade ; do drama e do romance
recebe o crime augustas e solemnes apotbeoses.
Aqui zomba-se das paixes nobres que all ad-
mlram.
No dominio da concepcao, qusnla idea ora,
quanto syslema deduzido em horas, que immen-
sidade de assumplos novos, quaolos estudos,
quantos mil eosaios em todas as espheras do en-
tendimento I No dominio da publicidad?, quan-
las sao as obras da arle produzidas oeste seculo
de cuja rida se possa com razio afirmar que se-
r honrosa e duradoura entre as gerages do por-
vir ? Todos os oias milhares de obras que se
publicara em Pars, que de Paris recebem logo
carta branca para correr muooo ; porem quantas
deltas sahem completas, com a perfeigio ao me-
nos da ultima mi ? Logo que ama idea atra-
veasa o espirito, apresso-se em dar lhe corpo,
e bem uu mal vestida apparece em publico, pa-
Ta fazer raler. ao menos o ar de ooridade que
traz. l'orquanto, j amanba essa idea seria re-
Iba, entrara na cooiruuoho, Ocaria perleacendo
80 patrimonio da cirilisagao, e nao leria atlracti-
to bastante para chamar a altengo dos curiosos
desoccupados. E assim*rae-se dando coma htle-
ratura no joroalismo.
Ha uui'a precipitagao em ludo, medo de correr
o lempo mais reloz e chegar sem ser esperado o
termo da riagem do mundo E' um lempo de
guerra ; ao sahir das barracas cada soldado tem
o seu testamento feito. Por isso pouco se esta-
da, bosquejarn-8e s pressas, iospirages de mo-
mento, e baplisaJo o lirro com algum titulo pom-
poso ou singular cada qual se julga com
direito de depor as armas no altar de arte.
Quem se lembraria de-guardar o norenio de Ho-
racio ? lamanha quaresma nao para os dias de
hoto.
Ha pois, notarel cootradicgio entre os costu-
mes e o espirito do seculo. A litteralura falseou
por nao representar se nio o espirito,por nao ter
penetrado o amago da so iedade. Nao existiam
nem era possivel existir na sociedade os salteado-
res de Schiller nem os libertinos de Byron ; ha-
yia sim, mas eram entidades desprezireis que
iorergando o manto do cynisino nio pensaram
em puxar para cima dos hombros a oblan,y Je dos
hroes. Eram entes de imsginacao, pbantasias
meio sublimes, meio burlescas, delineadas de
perd nos sonhos de algum febricitante. Sbe-
se, entretanto, que immensa influencia exerceram
aobre a mocidade essas theorias iocompletas, ex-
travagantes e deleterias, todos os das procla-
madas com a-rehemencia das arengas tribunicias
e o incensare! ardor do proselytismo. A mocida-
de da Mueses. Allemioha ioternou-se pelos
m,,loiv^ "cumbiu se, jl nio de demonstrar,
poreaaFl* vealisar a idea de Schiller. Glorioso
triumpho da poesa 1 lamadvel delirio da mo-
pezar de sua immensa rariedade, podem-se
resumir todas eaasa theoriaa sob o nome commom
de byronismo com que se acobertavam os seus
propagadores, como se ellas podessem existir sem
o genio seu creador, e o genio fosse traosmissivel
aos copistas," O byrooismo cifra-se, lem ultima
analyse, no descarnado realismo ul|tra-natura-
lisla das ruioa obras que fazlam, oa Porta Saint-
Martn, as delicias de urna platea gasta, animali-
sada, se permiltido o neologismo, e fra d'ahi
o desdouro da litteratnra dramtica. Felizmen-
te, que, para honra e vinganca da poesa, ho-
mens da tempera de Guslaro Planche, Saiot-Marc
Girardin e Mantegu protestaran) aemjpre, com a
lgica e o bom-senso, cobtra essas to pozas an-
da mais inspidas que brutaes.
Realisar sob as formas sociaea do drama e do
romance caracteres que sao na sociedade rerda-
deiras aberrages da regra geral, eis a aumma do
byronismo. E' a exagerarlo dos typos e dos
sentimeulos, o goslo dos choques ib tatraea pe-
la exhibicao de anomalas imprevistas, a sede
de miracolosas noridadesque devora o nosso se-
culo.
Ha um erro vulgar em dizer que byronismo
comeca com Byron. Qaazi meio seculo antes li-
ona Goethe publicado o Werlher que Stael
caracterisou era duas palarraa notareis : doenca
de imiginacao. Chateaubriand reclama em seu
lirro da litteralura ingleza, a influencia exerci-
da sobre seu nlho prodigo, lord Byron. E com
effeito, apparecem oa physionomia dds persona -
geos de Byron todos os tragos de Rene. E' ne-
cesaario, poi, ir procurar na historia da ultima
ruetade do seculo passado as causas < essa doen-
ca de imaginaao que d a naturezi e medida
da poesa byronic.
Sao de tres ordeos essss caasas ; religiosas
polticas e Iitlerarias. A nltima naturalmente
:as tumul-
lejado se-
s desorga-
determinada pelas primeiras ; em po
tuosascom esse revolucionarlo e desad
culo XVIII, mais preoecupam aos po ve
oisages e reorganisaces sociaes do que theorias
Iitlerarias ou creaces da poesa.
II
Os hroes de Byron sao filhos legitirr. os de Re-
ne e Werlher, como estes procedem do Saiot-
Preux da Nova Heloisa, como aioda Saint -Preiix
descende em linba recta do Hamleto, o veneran-
do tronco dessa gloriosa geraco, degenerada bo-
je em figuras racbylicas, sem sangue aas veas,
amarellas, bybridas, estafermos pasmadas na sala
d'armas dos aros. E noto-se a differtenga dos I
lempos : no romance de Rousseau Julia que
morre, em Werlher sucida-ee o amante, no Jac-
ques de George Sand sacrifica-s o marido, lato
, o derer, a moral social. (I) que a poesa
contempornea est tirando as illaces da refor-
ma, illacoes extremas, viciosas, que j nao se
conteem mas saltara (ora do espirito celia.
Exista, ve-se, desde o seculo passado essa es-
cola de poesa a inspirada, diz P. Lroux, pelo
sentimento vivo e profundo da realldade tactual,
isto do estado de anarchia, de duvida e desor-
den! em que o espirito humano acha-se hoja mer-
gulhado, em consequencia da destruirlo da anti-
ga ordem social e religiosa (a ordem theologico-
feadal), e da proclamado de priocipios novos que
deven) engendrar urna sociedade nova. A By-
ron pela grandeza do genio, coube ligar seu nome
a essa escola. Vejamos como se operou esse
movimento Iliterario Qlho da philosopbia do se-
cuto XVIII, as bases do seu programma, a direc-
Cao que lem levado e os desvarios que o tem de-
turpado.
Gomo tola a doutrina que se arv-ora em profis-
so de f de ama escola esrece ser reduzida a
syslema, nao faltaran) proclaraaces em ordem a
fundamentar a i lea que o mais poderoso genio do
seculo tohaincarnado oas bellas formas dos seus
poemas. Foram buscar na natureza e na histo-
ria a concepcao e o exemplo. Bem esmerilhadas
as imperfeices e fraquezas do homem, averigua-
da pelos factos a existencia de seres excepciooaes,
apanhadas as propriss desviaedes das leis pbysi-
cas, entoaram o eureka victorioso contra os em-
perrados propugnadoresda arte calma e serena,
da arte esencialmente humana e formularan) o
artigo-base do programma: c Existe; logo
potico. Mas anda nao esta va tudo feilo, o
principio nio havia de ficar oa cabera, cumpria
jogarcom a formula e eosaia-la nos moldes da
arte. Urna duvida se levanta : como que a poe-
sa ha de triumphar pelo inleresse dramtico se
nao apparecerem em s*ceoa se nio figuras mons-
truosos ou hediondas? em vez de inleresse ex-
citaroo torporou a gargalhada, conforme forem
horriveis ou grolescas as personagens, Han d'Is-
landia ou Quasimodo.
A dificuldade nem acarretou a impossibilidade
nem foi estril. Os byrooicos entendiam que os
caracteres deviam ser desenvolvidos em toda a
sua naiureza e extensio.
Ora, isto era a lgica absurda das consequen-
cas extremas ; cumpria, pois, disfarcar a fealda-
de pela unegio do bello. Foi o que se venceu.
A' Tribouille, a sublimidade da affeicio paterna ;
ao Giaour, a heroicidade da intrepidez; emflm,
os malvados, salteadores, parricidas ou adlteros
converteram-se em marlyres da idea ou da pai-
xo, foram caoooisados pela moda. O herosmo
foi o maotode ouro e purpura lanQado sobre as
cbagas immuodas do crime.
Era fallar lgica, mentir natureza, zOmbar
da historia, que nio tem contemplaces nem con-
veniencias de systema a guardar para com lo ho-
mem. Isto foi presentido e excitou descontenta-
menloa. Han d'lslandia era um absurdo ; nem
a figura anglica de Ethel linha a magia de pro-
IOLULH
O PAIZ DO MEDO (*)
(I) Esta observaco parece-me que do Poitou
ou de S. M a re -Girardin
jectar aobre elle um ralo de aaa luz. O proprio
Vctor Hugo foi quem rompeu o aehisma.
Em 1817, o prefacio tfo'CromwiH rebentav ao
mundo Iliterario como a chavado enigma da era
nova O que irasia elle T a manifestscio de ata
novo modo de realisaco do draasa, o programma
de urna escola original, a synthaee da poesia do
homem. Foi um protesto enrgico esse pam-
phleto anarchico ; mas dirigido contra quem f Os
romnticos de 1827 nio po lem ser aecusadoi de
musfllhos, porque o bode emissario sobre cujas
costas laocaram a expiaeio do sea peccado, fot o
clatsiciamo, foi essa pobre escola de litteralura
dramtica do seculo XVII, que gastava o seu lem-
po em estudar os modelos gregos e romanos,
quando todos dos, eleilos e reprobos, temos es-
tampada na froota a marca do genio e escondido
no fundo do coraco o deua boraciaoo. Estudar
modelos!.... Nao esteva, nesse bom lempo, de-
monstrado pela economa politice o valor da m-
xima anglo-mercantil : lime j money. Demais,
o pamphlelode Vctor Hugo guardava suaa con-
stderacoes para com Corneille, Mollire e Ricino.
Favores reaes, concesaes de testa coroaoa pelas
auras populares de um bello da de primavera.
Hoave, porm urna iogratidio Inexplicavel para
com o bardo de Newslead ; ama vez apenas e in-
cidentemente se falla em Byron, o fuodador da
escola. Dero dizer que o que ha verdadeiro, pro-
fundo e original as ideas esbocadss no prefacio
do Cromwell de Hegel? nem urna so vez 6 lem-
brado o norae do pbilosopho allemio, e, entre-
tanto, elle pertence a demarcagio caracteri-
sacio das tres pocas da poesia. Voltemoi ao
programma.
O artigo fundamental era o entbimemados by-
rooicos : < Vive na natureza, existe na histo-
ria ; logo, dere virer oa poesia e no theatro.
Mas qual sena a diflerenca especifica ealre o*
romnticos de 1817 e o commum doa byrooicos?
Poi a segunda solu;io dada ao problema du inle-
resse dramtico produzido pelo feio. Ha um
meio, disseram elles, de fazer entrar na economa
do drama a idea do feio sem prejulzo do inters-
ae dramtico, e at cootribuindo muito para o
realce do bello : a aottthese, o contraste. Una-
mos o crime virtude, eolacemos a murta com
o cardo, o contraste augmeotar a belleza. Nio
ha processo mais simples. Ealre dous objecios
bellos nio lio fcil decidir a preferencia ; entre
um feio o oulro bello nem se permitle questio,
d logo na vista a decisio. Eis, em summa, a
boodede da theoria do contraste. Nio um pro-
cesso grosseiro, nio denota inhabildade oo pre-
cipitacio esse pelo qual se desenvolve um carc-
ter pelo carcter opposto, e analysa urna paixo
pelos effeitos da paixio contraria ? E justa-
mente esse o defeito capital da mxima parte daa
obras de Viclor Hugo.
Ha figuras feias que inspiram compaixo ou
despreso, outrss niocauaam sanio horror ou as-
co. As primeiras ou sio grotescas, e fazem a vi-
da da comedia, ou serias, e entnm com todo o
direito no drama. As segundas sio hediondas, o
seu aspecto pode Irritar os ervos dos espectado-
res ; mas nio confundamos o pheaomeoo pby-
siologicocom o paychologico, nio essa a eme-
cao que arte incumbe promover. Do grotesco
fundiram Shakspeare e Moliere typos eternos e
inimitaveis ; do horrivel creou Vctor Hugo o
Han d'lslandia, Byron o Werner e Lawis o Moo-
ge. O grotesco essenclal' oa comedia ; porm
oo drama oo vejo que seja um elemeoto iodis-
pensavel, urna condicao sine qua. Toda a theo-
ria do prefacio do Cromwell poda ser resumida
nesta formula. O feio, grotesco ou horrivel,
um elemento negativo do bello, produzindo urna
accio positiva pela anlitbese.
E' o principio recommendado no celebre pre-
facio, o syslema dos dramas de Vctor Hugo, e
elle est todo nestas palavras: O carcter do
drama o real ; o real resulta da combinaco to-
da natural dos dous typos, o sublime e o grotes-
co que se cruzam no drama, como se cruzam na
vida e oa creagao. Porquaoto, a poesia verda-
seira, a poesia completa est oa harmona dos
contrarios. Depois, lempo de diz-lo em voz
alta,e squi sobretudo que as excepcoes confir-
maran) a regra : tudo que existe na trra existe
na arte. (2) Em duas patarras, a dou Irma da
imitacao, logo adente contradictoriamente com
batida pelo poeta em um estylo magnifico e com
a irrecuaarel argumentado de Ii-gel, j antes
reproduzida por Gousin nos cursos de 1815 a
1821. (3)
No prefacio do Cromaell acha-se anda a ori-
gen) e o fundamento da chamad^ escola realista
ou moderna, como dizem outros. Nio sei que
se possa chamar escola ao ajuotameato sem nexo
de theorias bybridas e as mais disparatadas urna
das outras ; pois olo se concebe escola sem sys-
tema, systema aem solidariedade, solidariedade
sem unidade de vistas, sem poeto de partida,
meios efim communs. Reproduzir a creacio
realisar o impossivel : e se a arte nunca ha de
chegar exceder a natureza, porque esta tem a
vida que nuoca o homem poder dar s suas
obras, proseguir em um ioteoto Infructfero o
copiar mal do que existe bom e ioimitavel. De-
mais, nem tudo que existe na natureza est a psr
com a digoidade da arle, nem todo bello, e por
certo ningaem dir que o fina da arte nio seja
realisar o bello. Sao tio comesiohos esses prin-
cipios de esthelica que nio licito ignora-los,
principalmente quando se tem pretencao aos fo-
ros de Iliterato. Ora, justamente na ausencia
desses coohecimentos que eu vejo todo o mal e
lodo o defeito das theorias byronicas.
Hoje o byronismo (emprego o vocabulo na sc-
cepgio lata de imilacio da maoeira de Byron) tem
perdido todo o inleresse ; foi-se-lhe a novidade,
morreu. O realismo, porm, reina como senbor
absoluto. Ha quem prefira a Dama das Came-
lias as Mulheresde Marmore s obras primas do
theatro de Corneille ejlaciae, ao Fr. Luizde Sou-
.2) Cromwell, prefacio, pag. XUIl.Bruxellas
1834.
(3) Cousn, Du Vrai, du Beauet du Bien, Li-
Cao 8*.
POR
.A. DE GONDRECORT.
(Costumes dos nmades.)
PRIMEIRA PARTE.
XIV
(ConlinuiQio).
Nao insistiremos na descripcio de toda a ria-
gem que se edeciueu aem maiores incidentes. Os
raptores entraram na Franca por Bale, e sem pa-
rar correram al Marselha, onde se embarcaram
para Argel.
Em toda a parte Magdalena passava por ser Q-
lha do bario Walter disfarcado em chefe rabe ;
em toda a parle admiravam a sua caodura e bel-
leza. A aaude e alegra da menina nao soffreram
a menor alleracio. Walter e os reggabs prodiga-
lisaodo-lhe cuidados maternaes, apenas a viam
exprimir um capricho praticavel, satisfaziam-a
logo, de aorte que ella julgava oslar do paraizo
de que sua miezinha e sua aia lhe fallavam tan-
tas *ezes.
Walter com toda a sua comitiva aboletou-se no
hotel da Regencia, situado na pra nico hotel que baria naquella poca em Ariel.
O bario linha tomado urna precaucio singular.
Desde que pisou em trras africaoas al porla
do aposento em que se eocerrou, hara recom-
mendado ao reggab, que conduzia Magdalena,
todo o cuidado pussirel, ordeoando-lhe que oc-
cullasse a menina sobo seu burnoua: e pergun-
tando lhe Francisco, que a partir de Lucerna
passava por ser guia e interprete do rico Arabo,
a causa desse mysterio, elle respondeu :
Desconfi dos bous senlimentos do nosso
Gaaiao Pompidou. Emquanto eativermos em paiz
cinlisado, uao quero que elle veja Magdalena ; a
sua probidade poderia revollar-se, e causar-nos
serios embaracus. Pompidou deve estar aqui em
Argel, e oeste mesmo hotel.
Etava completamente esquecido desse 68-
limavel producto de Lot e de Carona I exclamou
Francisco. Como has de ver-te livre de aeme-
lhaute animal? Em lea lugar eu o deixaria aqui
fiar esperando eieroameuie, a seguira o meu
camioho Anda que nos veja, ha de cuitar a re-
eonheeervDOS.
Nio esta urna conducta mu delicada, ob-
servou o bario com graajdade.
Butio porque ? I pergunlou Klein ao cumu-
lo da admiracao.
xa ao Gair de Berlincknaen ou ao Egmont de
Goethe ^V
Nos dramaa de Shakspeare sao estimados os
defeitos do sea lempo, e at com eates tem-se
pretendido formar ama escola com o nome de
escola shakspeareaoa, iato escola da phantasia
deiregrada extravagancia edo paradoxo em ma-
teria de arte. Tambem HoAaaaoa tem feito es-
cola e apadronado com o seo nome illuitre os'
desvarios dos cerebros doeotios da poca. Nao
se v ah urna lamentavel perrerso de Ideas de i
goslo, de seotimentico esthelicof Mas alguma
cousa digna do espirito do bomem ha de surgir!
desse cahos informe esperemos da historia e da !
philosopbia a soluca dos innmeros problemas
agitados pelo espirito do seculo. Da mudez da
sphynge tem a sciencia arrancado muito myste-
rio do passado : esperemos, que ella nos ha de '
anda decifrar os enigmas de hoje e asseotar na '
estrada da cirisac,io os marcos onde se bao de
sentar os apostlos da poesia.
S. Paulo, 1859.
ACEDO SOARES.
[Correio Mercantil do Rio.)
Os calces de vellido preto.
Havia, as margena do Manche, um pequeo
porto de mar, a que chamaremos Saint-Riquier
Por edital da muoicipalldade de data de 15 de
julno de 1835, affixado em postes por todas as
esquinada provincia, prohibia-se a mendicida-
de em Saint- Riquier.
Porem al, que nossos legisladores tenham es-
tabelecidoa solidariedade do crime-eatre aquelle
que d a esmola, e aquella que a recebe, nos
esirangeiros que frequenlamos Saint-Riquier, in-
quietar-nos-hemos pouco com esta pre/hibigio.
Sem durids, estamos aborrecidos de tantos pe-
queos ragabundos que nos seguem ais raas,
**re,*>.ao 'ongo dasroehas escarpadas, e al so-
bre o dique onde nos reuoimos a tarde pars go-
zar da vista do mar,pelo menos aquellos de en
tre ndsque nio preferepj ir ao Cassino Organizar
um whist.
Porem como quSres que nos conservemos com
o corceo e a bolga fechadas, quaodo atrade nos
ouvimos urna voz lastimosa dizer-oos: Tleorro
lome I quando vemos urna familia inteira\de in-
elizesprecipitar-se sobre o pedaco de pfto que
lhe otTerecemos com esta aridez que nio s- dis-
simula ;quaodo, entrando as mesquiohas ha-
bitaijoes deseas miserareis creaturas, encontra-
mos pedacos de laboa que serram de cama, sem
outro eolebao alem de uns velho farra pos, (ar-
marios sem roapa, cranlas apenas vestida')
quaodo oavimos controsla historia tao laslimo-
Z8, e todava tao commnm aqui: meu pae era
martimo; duas oa trez vezes por son, elle vl-
tavada Islandia ou das costas da Escossia traze'n-
do 100 ou 150 francos; e isto basta va pouco mais
ou menos com o trabalho de nossa me para sus-
tentar pae, mi, cineo rllbos, e al a alguns vi-
mos prenles, que estavam a cargo da familia.
Porem um anoo, o pae nao voltou, e com elle
desappareceu o modo de vida da familia ; ou eo-
lio elle voltou doeote. Para trsto-lo, psgar m-
dicos, e medicamentos, vioho e caldo qae deve.
riam restabelecer-lhe as forga, vendeu-se sus-
ceselvameute a roupa branca, a pequea mobilia
os vestidos menos iodispeosaveis, e at o snne
do casameoto...e quando se esgotaram todos o:
recursos, o pobre homem morreu.
Em qae queris que se loraem estas oilo- pes4
soas sem recurso algum ? Trabalhaodo extraor-
dinariamente, indo a pesca dos caraogueijos, a
pobre viuva gaobaria talvez dez sidos por dia
porem nao tem ella por ventura taolo trabalho
em casa, para tratar alguma cousa de seu fi-
lhos ? O evcripterie de beneficencia d-lhes doze
libras de pao por semeBa. E' muito para elle ;
porem para elfos, ebegaria apenas pareo susten-
to de dous dias. Depois disto, que a mfte ou a
av bebam algumas vezes, que os filhos anden)
mal vestidos, que niuitas vezes nio fagam sota
primeira communhao, e qua al, perseguidos
pela fome, veadam para ter que comer por um
prego mesqiatnbo estes bellos vestidos, e estajs
caigas novas, presente de generosos estrangei,-
ros, que tudo isto seja deploravel, que o rnbito
di mendicidade no qual sio creados estes infeli-
zes seja tambem deploravel, isto pode ser.' Po-
rem quem ousar ceosurar estes meninos, cusa
desgraga maior que sua falta? Quem se atre-
ver a censura-Ios, quaodo elles nio tem um
pedagu de pi em casa, de vir pedir-oos, a nos
que temos em abundaacia lodos es commodose
alegras da vida? Qoem ousar a sangue frie-di-
zer que urna infeliz me que seus filbos mor-
rerem a fome culpada por vender um colleta,
para ter bolacha, oa alguns boles foloados?
Quem ouvir, aobre tudo, sem tremer, mulh-r
rica e delicada dizer que a miseria sempre Q-
Iha do mu eomporlamento; que todos sus ra-
pazas e estas rapangaa sio um vadios, que aoi-
mavam a preguiga com a esmola ; e que para in-
leresse da hooestidade publica, preciso que nao
oos caneemos de recusar-lhes, o que elles nao
caneara de pedir-nos?
Nao sei porque deixo-me arrestar assim* em
discutir esta these da mendicidade, que s6 a ca-
ndada pode tentar, pode resolver.
Todava ella so tem urna analoga indirecta
com a minha narragio.
Em agosto de 1846, entre os numerosos es-
Irangeiros que a belleza da estag&o trazia a Saint-
Riquier, cnegou ah um joven padre da diocse
de Aire, o abbade Hilario.
Teuho muitas vezes esbogado o retrato de um
bom padre: os modelos abundara ao redor de
mim, e cont entre os muitos beneficios deque
nunca ag'adecerei bastante ao cu, o ter enllo-
cado soore meu camioho tantos digoos ministros
de Jess Christo Porem quem me dar a sim-
plicidade, a torga, eloquenca mesmo, e sobre
ludo a ternura de coragio necejsarU para vos of-
ferecer um esbogo do abbade Hilario, que se
approxime ao menos um pouco da verdade?
Nio me record mais das circumetancias que
Porque eu empenhei a minha pala rra, e
nunca fallo ella.
Cada vez me convergo mais, meu ca o ba-
rio, disse Francisco Klein rindo-se, que d > Me
diterraoeo ao cabo da Boa-Espetanga.nio lia ou-
lro homem como t; e para meditarmelhtr ues-
te tea rasgo sublime, vou dar um pasieio pala
capital.
Francisco desceu prsga do goveroo, onc e poz-
se a passeiar com os bragos cruzados atiazdas
costas; intil accrescentar que j entio acha-
va-se elle decentemente vestido, affectanrJo ares
de um perfeito ocioso.
Qoerem rr que este o nosso Pompidou 1
disse olhando da revez para um sugeito que ha-
via j passado por elle diversas vezes. Parece
que me est examinando.... Ora eis aqii urna
boa occasiio de prestar um aervigo ao meu socio
Walter, divertindo-me ao mesmo lempo. '
Com effeito eri Pompidou, que havia um quar-
lo de hora passava e repassava por diante de
Francisco, encarando-o de cima baiio, e mur-
marando entre denles :
Nio possivel que hajam dous homensque
se paregam tanto l- E* o mendigo da Treib: s lhe
falta a sacla, a barba branca, e os andrajos. Nio
ha duvida o cicerone do bario, o nosso
cgo.... mas um cgo nio ca minha assim tio
direito, especialmente sem bordao.... ....nao
.... Ora vou j desengaar me.
Eo astuto Gascao aproximou-se de Francisco,
e fazendo-lhe urna profunda cortezia, disse :
Senbor, teoho a honra de dirigir lbe os
meas cumprimeotos.
Senher, respondeu Francisco sem mudar de
voz e tirando o chapu, quem tenho eu o pra-
zer de fallar?
Pois oseohornio meconhece.... Ah per-
dio ; esquecia-me de que ceg.
A sua cortezia me honra, senhor; mas nao
me pode agradar: gso de urna vista pene-
trante, e para nio ver preciso fechar os olhoa.
Aiada urna vezposso saber quem teoho a
honra de fallar?
A' Joio Pompidou de Lot e Garona : e o se-
nhor nio estove no mez passado na estalagern
da Treib sobre o lago dol Qaatro Canldes na
Suiaaa ?
Oh 1 meo charo 1 exclamou' Klein aem res-
ponder i pergunta que lhe fra dirigida. J que
o senhor chega desse paiz de gelo e de nevoa,
deve estar muito saiiaeiio por poder respirar em
Janeiro e livremeote o ar tepido deates lugares,
verdadeiros amigos do bomem. Falle-me da en-
liga Helvecia, e eu faliar-lne-hei das velbas
Mauntanias....
Francisco suspendeu-se no meio da sua elo-
quencia, porque viu dirigir-se elle partindo de
um dos ngulos da praga o seu amigo Walter,
qae caminhava com o passo lento e magestoao
de um mupbli, com ai costal envolvidas as pre-
gas do burnotilt
varam a esta praia i Bastada, o compatriota de
S. Vtente de Paula, porem como em todas as
cousas vejo a Providencia, nio me admirara de
que nos designios do Pae celeste, a estada do ab-
bade Milario em Saint-Riquier, se ligava a pe-
quena kistona que quera eonta--voi. Tratava-
se da aalvagao de urna alma : por este motivo
val muito a pena fazer viajar empadre de Dax
at Saiot-Rlqoier, e em fez de parar, o qua pa-
reca mais natural, em Royan ou em Arcachon.
Apenas chegou o abbade, pergunlou que bene-
ficio poderia fazer a Saint-Riquier.Porque pas
sar um mez em cuiar da sui sade, deixando
de parte os ioleresses de Deus, o cuidado dos
pobres e salvagao dos peccadores, como um em-
pregado em ferias esquece com alegra os nego-
cios de seu escriptorio, lato nao era possivel pa-
ra esta alma ardente.
Os pequeos mendigos do dique tiraram-no
bem depresss da dificuldade.
Quando Nosso Senhor qoiz dar aos discpulos
de Joio a prova de que era realmente Aquelle
Que deca chegar, enumerou os milagrea que ef-
lectuava sua divina mi, a terminou por aquillo
que era anda um milagre, na ordem moral, oes-
ia poca de desprezo pelos pobres, assim como
para suas neceisidades espirituaes, e materiaes :
I'auperes eva-gehtantur.
S de nossos padres depende imitar o divino
Mestre em suas obras miraculozas; elles podem
ser sempre os continuadores de sua carjdade, de
seu apostolado junto dos pobres e dos pequeos.
O abbade Hilario sentiu-se immediatamente
attrahido para estas creangas, caja alma, elle
bem o sabia, devia ser lio miseravel e mal ves-
tida como seu corpo.
Passando por junto delles, nio os repelliu por
alguma rude censura ; nao se cootentou em dar-
Ibes urna tortasinhs ou ama imagem; cbamou-
os, deu-lhes excalleotoe cooselhos, indagou seus
no mes, o estado de seus pees, o numero de seas
irmaos ou irmSas, e o motivo pelo qual mendi-
gavam em vez de irem a escola. Depois, pelo
cimioho, puoha-lhes as mios sobre a cabega
com um gesto de beogio ebeia de raga e mages-
tade, fallava-thea de Deus...Finalmente petgun-
tava onde moravam, e do dia seguate, viam-no
certa mente ir as mais pobres casas.
Era como urna apparigio do cu. Nuoca vam-
no com as mios vasias ; porem seu ce-ragio so-
bretudo transbordava de ternura e compaixo, e
os tbesouros que delle tirara parecan) mais
agradareis al aos mais miserareis, do que o
bom pao e a exceUeste carne, assim coiao os
vestidos que elle deixara sempre aps si. Em
dous dias sua repulago eslava estabelecida svajo
poda mais apparecer as ras de Saint-Riquier,
sera que dous ou tres meoioos o cercassem.
e,m quanto elle lhe dava ama amavel panca-
OMtra oa face, ou dizia-lhes atgama palavra ao
mesmo lempo edificante e alegre, ou destribuia-
Ibes raedalhas, imagen, rzanos, livriohos ou -
Iros meoioos sahiam da ras risiohas, descendo
quatro a quatro as estadas, correodo esbafori4os
das extremidades da cidade, parecendo sabir de
debaixo da Ierra, e augmentando sempre o nu-
mero. ....... e o bom abbade de que tema singu-
larisar-se levando assim pela cidade,. todos estes
coraget aps si, o bom abbade dirigia-se rodela-
do de sua escolta para o lado do mar. Assenta-
va-se sobro as pedras e contava urna his-
toria.
O abbade era narrador da naiureza. Possula
osegredo dessas oarragoes perfumadas do amor
de Deus, e que todava nao se pressentem oa
sachriHia, que os raai profanos ouvem sem
desconfianza- e de que sempre Dea urna feliz
impre.s3o.
Esli ahi setenta creangas d todas as edades,
sexos, e condiges, desde os mais miserareis
mendigos esfarrapados at Douacianno, que dizia
altivamente que sua me era marcadora, e sua
lia cultivadora. Haviam tambem meninas de
3eis annos que traziam nos bragos creaocinhas de
dez mezes. Toda esta infantil sociedade arretlis
auribus adstat. Quando acabara a historia,
pedia-o segunda, depois terceira.
Vinham depois convers.ices sem flm.e quaodo
o abbade afatigado-declarava que ia descangar. e
que efftcii va mente comegava a lr breviario, nin-
guem fallava. Auditores, torna vara -se especta-
dores, appllcavam-se em considera lo, e devralo
com a vista.
Desejaria trazer algum destes homeos que se
dizem amigos do povo, qae querem melhorar a
aorte das classes laboriosas, a que comegam por
vociferar todos os dias contra os padres.
Esporimentae, lhes dira eu, vos, o mais clo-
quete dos professores, ou o mais ingenhoso dos
acadmicos, expenmentae fazer alguma cousa
que se approxime do bem que semeia por toda a
parle este abbade desconhecido 1
Desojaos sinceramente, eu o creo, o alivio de
vossos irmios que soflreui
Gastaes tiota por esta santa causa ; sollicitaes
melberamentos, e reformas, que talvez nunca
coosigaes, e entretanto, a mais solida de vossss
obras, urna demoligio. A forga de sublevar
espirito publico contra os padres, contra o pri-
meiro dos padres, o-papa, laogaes oa sociedade
um veneno, que augmenla al as menores oi-
dade8 e dt minu, at a f dos coragoes mais po-
bres e grosseiros, a-nica he ranga que elles
possuem.
Igooraes por ventura que o padre o con-
solador por excelleucia, para nao dizer o nico
consolador de todos estes infelizes que preten-
dis amar? O que seu manto preto empeoha-o
multo naturalmente a fazer, quando tivesseis o
desejo de faz-lo tambem, nio saberieis como
experimeota-lo. E^ as creangas dirigem-se para
o padre, asaim como elle dirigi-ae para ellas.
Ohl que sejaro abengoados todos aquellos que,
como o abbade -Hilario dedicam-se resoluta e
enrgicamente a pregar o evaogelbo aos misera-
reis I O maior serrigo que elles prestam a lan-
os, nio dar-Ibes o pi, nao anda conso-
la-Ios, e dar-Ibes u-ra raio de esperaoga em sua
rila obscura ; sobre tudo mostrar aos pobres
e as creangas onde esli seus rerdadeiros amigos,
Ali vem um bonito Turco, disse Pompidou
mostrando o bario com o dedo. Ah.l cap de
diou 1 que homem elegante I
XV
A praga do governo em Argel hoje um liodo
paaseio plantado de arvores. cercado de residen-
cias somptuosas, a situado n'um poolo pittoresco,
de onde os olhos elevaodo-se deparam com o
montanhoso lugar da aoliga cidade entalhada de
terragoa mourjscos, e abaixando-se avistara o
mar plano, o porto cheio de navios, magnficos
caes, e por um visivel iniervaljoa embocadura
deArach, um canto de Mitidja,emflm os mages-
losos cumes das montaohas kabylienses.
Em 1836, poca dos acootecimentos que nar-
ramos, o aspecto da praga nio apreseotava esse
bello quadro, hoje devido aos aperfeigoameotos
leitos pela noaaa indusiria. As casas nio eram
modernas, alia, nem elegantes, excepgio to-
dava do rico hotel da Regencia que tioha sido
prximamente acabado pelo capiio Dupio, mor-
to depois em Sebastopol oo posto de coronel.
Porm, os amadores de novldades, os espirito
visionarios que constroem palacios phantasticos,
sobre ruinas desabadas, preferiam aquelle paa-
seio. que o sol aquece em Janeiro como na pri-
mavera, tal qual era em 1836 ao que actual-
mente .
Ali via-se, o que aioda hoje ae v, mas com
maior reserva, fragmentos de todss as ragas in-
dgenas misturadas sem coofuslo urna varie-
dade numerosa da especie humana do continen-
te europeu. Abundavam costones e vestidos de
todos os modos e formas, e aos ouvidos chega-
vam constantemente dialectos diflerentes que
quasi faziam crer n'uma nova confusio deiin-
guas.
A praga era muito mais estreita : as ras v-
sinba cheias de mysteriosas sinuosidades; a Ja-
nina, vasta construegio turca ltimamente cabi-
da aos golpes do progresso,detava suas janellas
bysaniinas para a grande mesquita agora ador-
nada com um relogio ; urna tonto rabe prvida
de urna especie de taga ella presa por urna cor-
renlezinha, sarria de refrigerio gratuitamente aos
indgenas, quem numerosos especuladores sa-
ciam nos nossos dias i poder de diobeiro.
Por toda parle se ouria os sons da guitarra dos
Turcos, do tam-tam dos Nebros, e da flauta dos
Beduinos. E*se,s simples instrumentos, algumas
vezes desafinados, mas interpretes de urna m-
sica impregnada de vigor e melancola, foram ex-
pedidos pelas sabias orchestras regimentaea.
Emflm existia ali um bom numero de cousas
que olo existen) hoje, e que foram dispersas pelo
sopro cirilisador.
A ciriiisago tem feilo muitomea tudo faz
em prosa : e de-ae-lhe razio. Bem poucos poe-
tas ha neste mundo para tanta poeaia que o Crea-
dor derrama abundantemente sobre a ierra I
Pompidou havism dous dias que eslava em Ar-
gel ; eijei dous das pasira-o elle entregue ao
far Fienl, e esse enlevo.intelligente e voluptuo-
so, cujo segredo possne o fraocez por mesquinbo
que tenha o espinto. O nosso Gascio se exta-
siava vontade as brandas emanages do tpldo
invern daquelle veoluroso paiz, onde provavel-
mente residiram as fadasno lempo em qae ha-
viam fadas.
Com a algibeira bem guarnecida por mere*, da
munificencia do bsrio Walter, Pompidou aren
turava-se urna cada successiva de maravilho-
80* sonhos, que acordado sonhava. Os cootos da
sua ama de leite, vlnham-lhe constantemente
memoria ; e elle nos seus eloqoeotes monlogos
dizia muitas vezes:
Eis-me cortamente no camioho da fortuna,
pois j nio soffro fome, nem sede, nem fro ; e se
escriplo est oo livro dos deslios human js que
eu hei de ser alguma cousahei de s lo aqu,
neste lugar, pois desde j prometi nao alraves-
sar os mares.
Pompidou tioha {ariscado a cidade em todos os
sentidos. Sahira pela porla Bab-el-Oued para
visitar um sitio pittoresco, qua se dar o Do-
me de Fresco Vallezinho, e disser* ouriado chil-
rar os passarinhosos folhagem sempre verde das
olireiras : c isto 6 que natureza I Eis aqui nm
quadro capaz de desesperar um Suiasolohl
c temos agua 1 > exclamara quaodo aahindo de
outra rez pela porta Bb Azoun contemplan ou
0 circulo mmeoio de Mustaph, ou o mar rin-
do baohar ss conchaziohas, ou os regatos ame-
nos, que Florian tena da certo decantado, se para
ali conduzisse as suaa pastoras (*).
O aveotureiro Gascio gosava com o coragio sa-
tisfeito daquelles encantos, que lhe parecism ter
sido expreasamenle creados para elle : senta in-
disivel prazer em passeiar com a cabega deseo-
berta e expoala aoar, aem renovar couhecimeo-
to com o eol, quem perder de vista, segundo
dizia, desde que ae achara expslriado oaSuisaa.
Que paiz lio beliu o Paiz do Medo, pen-
sava elle, se que lem por capital esta cidade
de principes I Que dias afortuoados paseare! oo
malo desle bravos que se vestem tio ligera-
mente no mez de Janeiro, o mais fro dos doze
compadres da folbioha 1
Pompidou ia de novo atar o fio de sua con-
veraagio com Fraociaco Klein, quaodo Walter
1 de Seelorf chegou se elles.
Saqtissima Tnndade I exclamou o Gascio
I recuando. E' V Exc. Sr. bario I Ob I Tudo ae
v4 neste magnifico paiz I
Viva, meu rapaz I Entio fez boa riagem?
ExcelleDle. E V. Exc. ? Pelo que vejo, usa
de todas as vestimentas, e toma todaa as figu-
ras......
Tazar resplandecer no relo dalles a figura de
um bom padre.
Ealre oa menino* que seguan com mais aisi-
duidade o abbade Hilario, e que a elle ae aniam
com una especie de affeicio, nm doa mais iote-
ressantes cortamente era o pequeo Vctor le
Gero.
Seu pae, e o irmao mais velho morreram no
mar; elle tambem ia partir como grumete; tl-
nha apenas oito annos. Seus cabellos loaros,
eram certamente os cabellos de espinaos de que
falla o poeta. Sua fronte bem modelada, dente*
alvos s pequeos, sorriso amavel, rosto um tanto
delicado, que pareca esclarecido pelo brilho de
seus grandes olhos cor do mar, tudo isto fazia
um ajuotamento verdadeiramente seductor. Com
um ar iotelligente, e muito curioso de saber
Victor nao podera aprender a lr. E' preciso*
dizer, que elle nio fizera mulla dellgeocia ; era
urna tio grao le elegra para elle correr sobre os
rochedos, al perder a respiragao, ou entio,
asentado em algum promontoriosinho, deixaf
pender seos ps oo sbysmo, observar o vrJo dos
goelaodos. e ver o sol doursr a vela da barca
graode. Prefera tudo isto a empallidecer sobre
um livro, e psssaria, de boa vontade, o da com
as nemas sobre a agua, a pescar.
Pois bem I Este fantico partidario do gezea-
meoto, fleo* sublsnente subjogado pelo abba-
de ; portaoto, durante todo lempo qua o abbade
esleve em Siiot-Riquier, Victor s desejou se-
gui-lo' e ouvi-lo, pareca esquecer em ama con-
templacio quasi sempre muda, seas gostos
vagabundos.
A primeira vez que Vctor sjuntoa-se ao esta-
do maior do abbade, este reparoa no miseravel
estado dos calges do futuro grumete.
Era pela tarde ; pouco a pouco o crepuscalo
appareceu, depois a noute. Por um extraordi-
nario, quasi todos os meninos, nesfa noute, dei-
xaram muito cedo a M. Hilario; que resara no
seu rosario ao ruido da Quando elle vio que s estsvam presente dona
ou tres meninos, chanaou Victor a parto*
Teus calges estio despedagados, diste,
elle ; .porque tua me, nio os remend ?
Minha mi tem muito que fazer. responden
Victor, d de mamar ao meu irmiosioho, e cuida
de minhas quatro Irmias. e nio tem podido
tornar a remendar estes oius calges que er'o
semelbantes a urna penetra.
Com effeito, o objecto mostrava ter sido re-'
meodado mullas vezes.
O sbbade nao accresceotou : Dize a tua mi
qae te compre outros Vira o interior de
Gero; e dlzer-lhe rato seria o mesmo que
dlzer-lhe que bebeese vfnho bourdeaox. oa fosse
tomar ares em Oberland, oa oos Pirenos.
Veio-me urna idea, disse eile a Victor; vou
dar-te os meas calges de velludo preto........
aquellas que trago no corpo, disse elle, levan-
tando am canto de sua sotaioa, e, deixando
bnlhar so clario da la a fivela de age, que
prenda nns velhos calges de vallado pre-
to. Nao me posso despir aqui j islo nio seria
decente; e bem intil que leas cansaradas se
apercebam do negocio qua fazemos. Aesaabis,
s seis horas da manhaa exactamente, deves
estar em baixo da minha jaoella, que deiC para
o caes dos Escossezes; e ahi receberas o pre-
sente.
No dia seguiote, chavia. Antes das eined
horas e meia, Viclor tara estacciooado dianto
da casa em que morara o abbade, elhando para-
cima, e pensando se com a chuva nao ia ver
cahir do cea os calges promettidos.
As seis horas abriu-se urna jaoella do lerceir
andar. O menino, recuaodo um pouco,esteva
a ponto de cahir n'agua ;aperqebeu a agrada-
vel figura do abbade que tinba na> mi am
objecto bem envolvido em um jornal,, e atado-
com um grosso cordio.
O embrulho balangou-se oo ar, (estere- quasi a
cahir n'agua por duas ou tres roieg ; porm che-
gou finalmente! as mios do alegre menino.
Este nio sabia como exprimir seu recooheci-
menlo. A porta da casa eslava fechada, e as ja-
nellas do pavimento terreo tambem ; nio achara
meio de se precipitar na escada, e soffocar, o ca
ndoso padre, abragando-o.
Forgcso foi pois ao menino langar ao Irarez do
espago um o6raodo 1 que fez- estremecer no-
leilo mais de urna das pessoas que dormiam.
Depois, para ver melhor seu bemfeltor, suba a
um marco, que ahi se achava muito a proposito;
M. Hilario recebeu entio urna iofinidade de
beijos.
Era um aabbado. O dia seguiote domingo,.
Victor eslava na miaja da parochia com uns bel-
lo calges de veludo preto.
Todos os dias, em- quanto M. Hilario esteve
em Saiol-Riquier, Viclor passeiava com elle ;
e por menor que elle fosse, eu vos asseguro que
a conversagao do santo padre langou nesta joven
alma, mais de urna ulil sement. Depois o ab-
bade partiu.
Quatro annos depois, voltou. O abbade nio
eitara modado, nem o paiz tio pouco. A lem-
branga de M. Hilario permaneca- muito vira em
Saint-Riquier. E, quando tornaram-no a rer, os
meninos, quasi j adolescentes, foram sauda-lo ;
trouxeram-lhe seus irmias e irmaea ; e depois,
de os terem trazido, esqueceram-se alies meamos
dse relirerem. Em dous dias, a popularidad
do bom padre reappareceu completamente; e seus
beneficios continuaran). Tudo iato pareceu, a-
mda urna rez, aos habitantes de Saint-Riquier,
a cousa mais mararilhosa do mando, e ao mes-
mo lempo a mais simples ; porque o abbade
Hilario nio demonstrara o menor esforgo nocum-
primenlo de seu caridoso apostolado ; e realmen-
te estas obraa nio lhe eram penosas. O que se-
ria difficil, impossivel mesmo, para eale cora-
gio de oaro, purificado pelo ogo do amor divino,.
fra nada fazer, e assistir como espectador indif-
ferente, aos soffrrmentos de seus irmios.
(Continuar se-ha.)
C) Esses regatos dessppsreeersm com o esgo-
tamento das baixas de Mustaph. Muitas ontes
foram construidas em terreos, que elles baoba-
vam com luae lmpidas aguas,
Pois saib/ que tambem chegou a sua vez.de
mudar.
O qae? Pois preciso qae eu me envolva
n'um burnous?
Sem duvida ; e tambem t, meu charo
Francisco. J, mandei transportar paca o hotel
os vestidos de ambos. Estranho capricho do des-
tino I Na Treib nio passavas de um mendigo,
aqui sers um sid, um grande senhor.
Entio. o que lhe dizia eu ? interrumpeu vi-
vamente Pompidou dirigiodo-ae i Francisco. J
v que o recooheci perfeitamente.
Oh l pois oio I O senhor tem um grande
tino, respondeu Francisco com alegra ; isto ha
deservir-lhe de muito.
E accresceotou em allemio dirigindo-se ao
bario:
Este rapaz pode ser-nos muito til oo pe-
rigoso ; desconfia delle Waller..
E' ma'is fcil ser-nos perigoso I disse o ba-
rio na mesma liogua I
Com effeito 1 replicou Pompidou ; tenho
ama lembranga muito perspicaz, e um olho mui-
to vivo : havia de ser um famoso commissario
de polica. Creo que recooheceria com triota
aooos urna peasoa que liresse deixado no bergo.
Eolio, pergunlou Walter, tem saudades da
Suissa ? r
Pergaote V. Exc. a S. Joio, meu patrono,
se do alto do paraizo em que esi tem saudades
da trra.
O Paiz do Medo, meu amigo, nio o- do
paraizo.
E' o eontrario, accresceotou Francisco.
Entio o inferno ? pergunlou Pompidou
rindo-se.
Quem sabe!
E porque?
Porque l a gente capaz de morrer as-
eada.
E' por isso mesmo qae me serve. Quaodo
partimos?
Esto ooute, respondeu Walter. Venham
mudar de vestidos.
O bario enirou no holal e apresentou o Gas-
cio aos dous reggabs.
Ohl ohl exclamou Pompidou. O que aqui
se passa verddeirameole extraordinario I Tu-
do isto di que fazer aos milos, palavra de hon-
ra 1 Eis.-me emsociedade com gente trlgueira e
est me parecendo que se eu approximei-mo do
aol, alTasiel-me muito da velha hooestidade de
maua para. Va-nos l. Pompidou; olho vivo I
atada bem essa gente....
Os reggabs envolvern Klein e Pompidou em
suaa novas roupaa com muita destreza : Klein
prestou-ae com a melhor gtaga s exigencias
daquelle acto; porm Pompidou fez numerosas
objeeges, sobretodo quando cortaram-lh o ca-
bello ao modo oriental.
Magdalena nio tinba appareeido, e na hora da
partida, quando descera i porta do hotel, Pom-
pidou viu um dos reggabs montar oa sua mulo,
trazeodo um volumoso embrulho oceulto sob o-
burnous, embrulho que o rabe conduzia com
infinitas precauges: porm por mais que titea-
se nio pode saber o que aquillo era.
A pequea caravana inVeroou-se na ra Bab
Azauo, subiu i Mustaph, e caminhou em liaba,
recta pela via romana para a aldeia de Birman-
dreis.
Pompidou ia diante de Walter, que fecha va a
marcha. Os viajores obseavavam o mais profana
do silencio: a la ostentara-se brilhante n'um
cu recamado de estrellas ; apenas ourram-se oe
passos repetidos das muas que aodavnm com
se fossem perseguidas. O reggab Mo.hammed
nio quizera ir montado, e camiuhava p au-
xiliado do seu bordao, dirigiado os comaa-
n hei ros.
O Gascio, eotregue s suas reflexes, interro-
ga va. ao mesmo lempo sua astuto inteligencia,
razio e eicellente coragio :
Nada posso comprehender de tudo isto, di-
zia elle comsigo mesmo ; a noito para mim mais
clara do que este negocio. Temos um bario que
foi Ioglez principio; conduziu-*o a Seelisberg,
pedia-me a chave da porla pequea qae vae ter
ao parque, e guardou essa chara na algibeira ;
recrutou-me para o sen serrino, e recrutou tam-
bem o mendigo, que de velho s4 tioha a barba
postiga.... O mendigo era cgo, hoje v tanto
como um gato!.... E esses dous tngueires de
peroas comprdas, que appareceram na Treib sem
se saber como, e que vejo agora em Argel por
milagre I.... E esta viagem mysteriosa !.... E
o tal bario de Seelorf que de Ioglez metamor-
phoseou-se em Turco!.... Nada., aqui ha o
quer que seja que nio me eutra na cabega por
oais rollas que d aos milos. E o que ser
aquillo que o outro leva debaixo do burnous com
tanto cuidado? Pompidou, Pompidou, preciso
ver o que aquillo ; e se estea homens sio mal-
feitoreat como parecem. prepara as peroas, mea
filho, foge delles.... E' muito bom vi ver a gen-
te debaixo de urna temperatura calida ; mas ver*
se obrigado a morrer de vergonhe.... por tal
preeo nio vale todo o calor do mundo.
E Pompidau eppcou-ae o melhor que pode
ao cuidado de examinar o caminho. De vez em
quaodo quebrava alguns ramos de arueira e de
oliveira -para eervir-lhe de direegao, julgaodo
desenvolver nesse trabalho tanta prudencia e
precaugio que oio o podease Walter observar,
seguiodu-o oa distancia da alguoa passos.
Engoava-se, porm : Waller percebeu o es-
tratagema, e sorriu com satisfagio ; longe de
oppor-se, elle mesmo quebrara lambem alguns
ramos como ae quizesse faroraapr o regresso do
seo desconfiado creado.
(CosHinuar-te-ha)
P1RN.TTP. DE M F. DE FARlA & FILHO 1862


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