Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09497


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Full Text
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AHO XHVUI.-HUU 41.
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UAiTA FEIRA 19 DE fEYEBElftO BE 1862.
Pr aiM adiaotad* 19|00O
Ptrte fraic para subscriptor

; i i inwSC
ENCARREGADOtf DA SBSCRIPCAO DO NORTE
i F
- Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrlno de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Araeaty, o Sr. A. de temos Braga; Cetra o Sr.
1. Jos da Olireira ; Miraabo, o Sr. Joaquina
Marques Rodrigues; Para, Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jernymo da Costa.
PARTIDAS DOS COR REOS.
Olinda todos o diai as 9.'* horas do dia.
Iguarasa, Goianna, e Parahyba naa segundas
sextaa-feira.
S. Aniao, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho
e Garanhuoa naa tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nacaretb. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricurye Ex as quaitas-feiras.
Cabo, Serinhiem, Rio Formoao, Una, Barreiros
Agua Preta, Pimentelraa e Natal quintas feiras.
(Todoa oa correios partem as 10 horas da manhaa
EPHEMERIDES DO MEZ DE FEVEREIRO
6 Quirto creseenle as 5 horas e SO mina tos
manhia.
14 La cheia aa 2 horas e 55 mina toada man.
SI QoWto mingoante aa 11 horas 46 mnalos
da i Rubia.
28 La noTS aa2 horas e minutos da machas.
PREAMAR DE UOJE.
Prime re as 8 horas e 30 minuto da manMt*.
Segundo as 8 horas e 54 minuloa da larde.
das da semana.
17 Segunda. Ss. Silrino e Remalo mm.
18 Terca. S. Theotonia prior; S. Simeio b. n.
19 Quarta. S. Conrado i. ; S. Gabina b.
20 Qainta. S. Eleulerio b. a. ; S. Nilo b.'
11 Sexta. S. Maximinnob.;S. Angela de Mericia
12 Sabbido. A cadeira de S. Pedro em Aotiochia
13 Domingo da seiagessima. S. Lzaro mooge.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA ES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco: tercas a sabbados is 10 horas.
Fasanda : qaintaa s 10 horas.
Juizo do commercio : segundas ao meio dia.
Dito de orpbioa: tere e sextas s lOhoraa.
Primeira Tara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda Tara do civel: qaartas e sabbados 1
hora da larde.
ENCABREGADOS DA SBSCRIPCAO DO SUL
Alsgas, o Sr. Claudino Falcao Diaa} Babia -
o Sr. Joa Uartins Aires ; Rio de Janeiro o Sr*
Joo Pertira Marlins.
EM PEHNAMBDCO.
Os proprietarios do piaaio Manoel FigueirOa* dr
Paria & l'ilho, na aaa lirrina praga da Indepen-
dencia os. 6 e 8.
faRTE-OEFICML.
; propostas que acompanharam o seu oflicio de
i 13 do correte sob o. 93, relatTas ao foroecl-
ment de trila colxes e igual numero de tra-
CAUCUX'A l\l nniiiivrn | Tesseiros para as csons de ferro dos educandos
auvtttfHU 1IA HU VlNUi. | do coliegio dos orphios de Santa Thereza em
expediente do da ldefeverelro Olinda, tentio a dizer em resposta ao citado ofli-
de 18GS cio que approro a deferencia dada pela junta
Offlcio ao Exm. presidente da Baha. Reeeb i d*lsa- thesonraria a proposta de Caroeiro & Ir-
com o oficios de V. Exc. datados de 30 de janei- mao. com quera pode V. S. effectuer 0 -coo-
ro ultimo, nao s o relatorio que apresentou a V. [ ,,al-
Exc. o 4o vice-preshiente Dr. Jos Augusto Cha- [ Dil o mesmo.Auloriso V. S., em Tista
Tes por occasiao de entregar a adminislraco desua informaco de 13 do correte, aob o. 91,
dessa provincia, mas tambero aa lea e resolu- mandar foroecer os livros constantes do pedido
coei da asafknba isgislativa promulgadas no an-
no njoiimofiado.
jr *V. Exc. os protestos de mioha'ostima
e copsidersIt.
sir commandante das armas.
de expedir aa suss ordena para
__ 4 horas da tarde, aeja postada
t|g|ra,, em frente reja dos ingle
zes, urna guarda de honra para aasisiir so embar-
ae, dq Exm. ex-presideote do Cear Dr. Manoel
.arfarte..fi, AzeTedo, que segu no vapor Oya-
jjocc, providenciando V. Exc. ao mesmo lempo
para que a fortaleza do Brum dea san do.cos-
tme Por occasj^o de demandar a barra o referi-
do Tapor. .
Dito ao mesinjkDeferiodo, o reauarimenlo do
pMsdo. do,9')>aj||b_o de iofentacia'Florencio de
junto, os quaes se fazem precisos para as compa-
nhias da secce urbana do corpo de polica, se-
gundo consta de offlcio do respectivo comuian-
danle n. 517 de 20 de novembro do aooo pr-
ximo passado Communicou-so ao commandan-
te do corpo de polica.
Dito ao mesmo.Accuso reeebido o oflicio de
13 do correle, sob n. 92, em que V. S. me
participo haver Joa Augusto de Araujo, dan-
do por fiadores Jos ds Rocha Paraohos e An-
tonio da Silva Guamo, arrematado por Tinte e
dous conloa novecentes e noventa mil ris a
obra da coberta do Gymoasio Provincial, e em
resposta tenho a dizer que approro essa arrema-
tago. i,
Dito ao commandante do corpo de polica.
Pode V. S. mandar dar baixa ao soldado do cor-
'aula seb'r que V. Exc. infofmou em. offlcio n.' PO aob seu commando, Joequim Bernardo Solero,
.898, de 13 do correle, o auloriso a mandar dar- i a que se refere o seu offlcio n. 69 de 14 do cor-
lhe baix de conformidade com o disposto no rente, visto ter coocluido o tempo do sen enga-
fAXWjttft $. e maio de 1859, aceitando em seu I jmenlo.
lugar o paisano Henrique Lins, que foi. conside- Dlt0 80 inspector do arsenal de marinha.
rado apio pira isso, como V. Exc. declara em di- Ordene V. S. ao primeiro teoeote da armada
Braz Joa dos Reis, que solicite ni secretaria
do governo o seu titulo de ajudante da inspec-
to ojncio.
_ PUp ao'njesmo,Respondo
ao offlcio que V.
Exc. me dirigi em 10 do crtente, sob n. 261,
declarando-lhe que deve V. Exc. considerar sus-
oa nao tomar canta da guarda, e cumplir o que
por este lor resolvido.
5." Verificada a (alta de qualquer utensil, tro-
ca, ou damnificago, o commiadaate da guarda
que sahir ser oarigado a repor immedialameote
o objecto extraviado, ou trocado por ostro novo,
e a fazer concertar 4 sua caata oa qae esiiverem
destinados, se (orem susceptiveis de concert, e
no aaajo contrario o substituir por outros em
bom estado, e iocorreri alm dialo na correccao
que merecer pelo deimazelo e teHa de cu o pri-
melo, de seua deveres neste ramo do aervico
militar.
6." E' de restricta e rigorosa obrigacao das
commaadaotes das guardas cooaervarem-nas no '
arvore indgena chamada anjiea ou mingol e as
olhii do vnonjs, que subitituem a casca de ear-
valho ou o sen extracto, usada em outros paires.
A ajees da anjica nao fcaioda objecto de com-
mercio regular, nem no Rio de Janeiro, nem as
provincias, da aorte que urna fabrica em pooto
maior. que quizesse empregar este elemento, nio
poderla ter a certeza de obte-lo em quaotidade
oeeeesaria, e correra risco de Ter oa aeua tra-
baihos parados, a menos que pudesse empregar
avallados capitaes para mandar rir do remoto in-
terior proviso bastante para po-la ao abrigo des-
ta eveatuaUdade, o que por certo nao seria fcil,
attsat* a dilflculdade do transpone por falta de
vas 4feommVBiea;o.
mats coostinte aceio e limpezi, e nejte estado V*iPm|--------jnn encontrada era grande
fazerem entrega aos successores, os quaes nao to- abuodafluhnas Hhas di noisa bahia e as sus
maro coula deltas de nutro modo, sem que re-1 nnmediac.eW, e por laso menos diffieil de obter,
corram ao meio eslabelecido no art. 4. aendo porej aecessario moe-la, para o que se
7." llavera em cada' guarda um lirro de 50 fo- i emprega o>*4hinismo, emquanto anda fresca e
lhs, em o quai se devem laacar, principiando | antes de cerfecar a fermeolacio, v-se o (abr-
pelas presentes disposicdes, qoaesquer outras, cante na necessidade de ter um grande pessosl
emanadas do quartel-general, relslivameote ao occupiajo cooslanlemente em coller, trsosportar
servico das mesmas guardas. Ai folbas dos livros i e moer ou preparar convenientemente a folha.
loria dease arsenal.
Dito ao juu de direilo do Rio-Formoso.Re-
pensa por emquanto a execucao do aviso de 17 de nielto Vmc. para que terna a devida execu-
Janeiro ultimo pelo qual o Exm. Sr. ministro da Qaoi copia do decreto de 14 de Janeiro prximo
gaerra mandou proceder contra o alleres refor-' un do, pelo qual S. M. o Imperador houve por
mado do exercito Manoel de Parias Lemos, fi-1 Dem commutar em gales perpetes a pena de
cando.certo de que vou levar ao conhecimonlo niorte imposta pelo jury do termo de Serinhem
de S. Exc. o predito offlcio. ao re J escravo ItiJoro.
Dito ao chefede polica.Opporlunameote re- t)ll ao engeoheiro fiscal da estrada de ferro,
aolverei sobre a neceaildade dej/m.daLacarneDlo O governo imperial approvou, como me foi
no termo de *%Jt|Ul. sxposta pelo delegada eui declarado em aviso da repartirlo da agricultura,
oflicio DOtibjplTJjpo ao de V. S. n. 230 de li commercio e obras publicas, datado oe 28 de
dp^nrfenle. Ijsneiro ultimo, o procedimento que Vmc. teve,
MTwwi.o ospaetor da thesoariria de azeada'.': nppoodo-se pelas razea expostas em seu afflcio
necommeodo V. S. que faga observar nesta de 11 daquelle mez, que a companhia es-
provincia a doulrina do aviso circular do minia.-. *r*da de ferro concedesse a Waring Brolher,
teri da Justina d 30 de Janeiro prximo fiado, empreiteiro da coostruccio da lerceira quarta I comjderaco e respotto qM or
junto por copia, aue manfla, abona* (ote aos sec^des da mesma estrada, urna remunerarlo, oropela a torca armada, na Mas
offlciae do exercttp '"
cional,
gem diarta msrcaqoArjr f-cavslgadura, cessaodo
a gratifiMfiio dejBWTcIo por sercoaceJtda como P"r!e da llDn3 nao concluida vira acarrelar
^aSWlBB^%(dje-awetivo servico. maiores deapezai a que nao se haviam elles
o.Restituo V. S. cober'lo eam obrigado. O que cominuei, Vmc. para aeu
a?o do inspector do arsenal de marimba, conhecimento^ ,; -. ,.t>-
o requeriraeoto em que Miguel Piiin' dii tlliiBJr'*' ,0 OcM^njss-Balf-r-PeUTetl^ira de seu
Baogel pede pagamepta, MJ^tumlK^tfvm- nTcio de 14 do correle lqi>i inteirado de hiver
ceu desde 4 at o olftafeTae Janeiro prximo fin- fallecido do cholera, no dia 13, a parda de nome
do, como escrivo ioterino das officinas do mea- '
si do exercito epre^adoAj||irfuard na- ? que consiotim elles, que actualmente sejr turanca publica.
.qasndo impediqqs.jiqi^BWrs(ia e a forr- berta ao trafeg do publico a tarceira secco, 11.* Osseohor
iaria marcaba*prr fcavalgadura, cessanop allegando que a passagem dos treos por essa mo muilo recom
sero numeradas e rubricadas pelo Sr. ajudaote
de ordeos encarregado do detalhe, que timbem
assigoar o$ termos de abertura e encerrramenlo.
8.* Os commaodantes das guardas, quanto ao
servico das mesmas, obserraro restricta e lite-
ralmente o que se ach disposlo a tal raapeito
naa instrueces de Zagalo, actualmente am vigor.
9." Os seohores offlciaes de ronda maior e de
visita quando forem s guardas em comprimeoto
de seus deveres, como taes, eximinaro o estado
dos utensis e do aceio das guardas para faterem
de ludo roenco as suas partes diarias.
10. Para que as dispoiicei coolidas nos arti-
gos 8.a e 9 tenham a precisa execucao. o gene-
ral commandante das armas muilo confia e espe-
ra dos senbores commaodinles de corpos em
quem reconhece criterio, zelo eiotelligencia, que
iastruiro particularmente aos seas sabordioados
o modo pratico de se fazer este 'servido, reelaado
dest'arte, que no publico appare;aa a irregu-
laridades que se observara no servico da gaarni-
o da cidade, certos de qu.e da boa execucao e
uoiformidade no servico, depende o bom juno
que se faz da disciplina e instruccio dos corpos.
O general commandante das armas nennum
outro desejo nutre que o interesse do servico, e
muito se apraz que os corpos que ten ana tes-
ta cheles Uo dignos, offerecam frequeotes peca-
sides de os louvar pela sua iostrue;Io, disciplina
e morigerago, em cujos predicados firma-ee a
tantos ti tul os
repoasa a ee-
Joaquio* Mara da Conceico, residente na Estra-
da Nova.
Diio aos agenlea da companhia brasileira de va-
pores. Pdem Vmcs. fazer seguir para o sul o
vapor Oyapock hora indicada em aeu offlcio de
boje.
Dilo a cmara municipal do Recite.Transmit-
i a cmara municipal do Recife copia, nao s do
offlcio que me dirigi o director das obras publi-
cas hoaiem, aob o. 31, mas tsmbem de outro do
eogenheiro Peixoto a que elle se refere, aftm de
mo arsenal, afim de que mande pagar ao supplt-
cante a quantia de 30$lt>6 rs. a que tem direito
segundo consta do parecer da cotadoria dessa
thesouraria a que se refere a citada informaco.
Communicoa-le ao inspector do arsenal de
marinha.
Dito ao mesmo.Annuindo ao que solicitou o
director dss obras militares em offlcio da 13 do
correte, sob o. 24, recommeodo V. S. que
mande pagar a Jos Pereira de Alcntara do ',
-a quantia de 5000000 rs. s que tea direito por ka- Ter pintado e caiado, de conformidade com os 'aes offlcios, providencie convenientemente acer-
respeciivos ornamentos, ss barras dos quarteis do ca do mo estado do calamento do becco da Pe-
2 batalhao de infaotaria e 4* de ariilharia a p, Dna e canos ramaes a elle correspondente, os
segando consta do citado oflicio. Communicou- Quaes por se acharem obstruidos nao do esgoto
ae ao director das obras militares. as aguas pluviaes, ficaodo a mesma cmara na
Dito ao mesmo.Reverto V. S. os inclusos inteligencia de que nesta data recommendo ao
pspeis relativos a aferigao doa pesos da balanza predito director que mande fazer osconcertos que
romana perteocente ao hoapital militar, afim de devem correr por aquella repartigao.Offlciou-se
3ue reconsidere o parecer dado pelo advogado ao director daa obrA publicas,
a cmara municipal desta cidade e me remeta Portara.Os Srs. agentes da companhia bra-
com laes papis ama copia do aviso de 22 de *leira de paquetes a vapor mandem dar passa-
janeiro de 1857, citado em sua informaco junta 'Keos de proa para a corle no vapor Oyapock, em
de 26 de novembro do aooo prximo passado o. logares destinados para paassgeiros de estado a
1,144, a qual nao existe na respectiva colleccao. Eduard Madev, sua mulber e um fllho menor, os
Dito ao mesmo.Estando nos termos legaes o qoses sao desvalios segundo consta,
incluso pret em duplcala mande V. S. pagara Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
Jos" Gomes Leal, conforme requisitou o com- de paquetes a vapor mandem dar transporte para
mandante superior da comarca do Rio-Formoao a corte por conta do ministerio da guerra no va-
seahoree ajudantei de ardeos tero 00-
recommendado a vigilancia que devem
exeroer sobre a usoaliasain do serTleo das guar-
das, roaiflando-ai em horaa convelientes paraj
obaerTaraio i6 a regularidada e proojplido em
rtu doreas avbar-se, mas anda para por ai exa-
minareis o estado dos uleusis, ioatruiado oacom-
mandanies que se tiverent affsstado das regras
estabelecidas..
12." Finalmente, o general commandante das
armas espera de lodos os aenhorea offlciaes o fiel
cumprimenlo das presentes disposiroes, confiado
em que se darao aa- roaos para que nao aejam
ofrigidas, dando com isso urna prova de dedica-
<;ao, amor pelo servico, e da boa educaco que
deve caracterisar aquelles que perteocem a dis-
tocia e nobre classe a que o mesmo general se
ufana tambem oertencer.
GUARDA DE..........
RelsQo dos utensis a cargo da mesma guarda,
dos quses taco entrega ao meu successor.
em offlcio de 3 do correte, a importancia dos
Tencimentos relativos ao mez de Janeiro ul-
timo dos guardas naciouaes destacados no dis-
trictoDaas Barrasmunicipio de Serinhem.
Communicoa-se o cemmaodante superior do
Rio-Formoao. ,
Dito ao mesmo.Declaraodo-me o Exm. Sr.)
ministro da agricultura, commercio e obras pu- I
blicas em'avieo de 6 do corrate, que nao s
approvou deliberarlo que tomei de mancar pa-
gir ai gralicaces concernenles aos mezes de
oulubro a dezembro do anoo prximo passado
por procedente do norte ao 2a lente Alexaadre
Rodriguea de Souza e ao 1 cadete Amaro Fran-
cisco de Moura que to estadar na escola militar.
Communicou-se ao brigadeiro commandante
das armas.
Despachos do dia 15 de fevereiro.
Jifuerinen(os.
Antonio Malachias de Macedo Lima.Passe do
que constar.
Antonio Jos Teixeira Belm.Pasee portaria
coocedeodo a permissio pedida.
Euzebio Napoleo de Siqueira.Concorra o
que se eslaTam a dever ao eogenheiro Joaqun supplicanle a nova arrematacao "que se Tai "pro-
-Pires Caroeiro Mooteiro, encarregado de tisca- ceder, quereodo.
lisar a obra da ponte de ferro entre o Iheatro da
Santa Isabel e a ra da Aurora, mas tambem
que naquella data solicitou do ministerio ds la-
teada a expedicao das convenientes ordens para
ser osla presidencia habilitada com oa fuodos
precisos para satisfazer ao meamo eogenheiro a
Flelden Brothers.Dirija-se a thesonraria de
fazeoda.
Fraociaco Ferreira doa Santos.Ioformo o Sr.
director das obras publicas, depois*dos coove-
Dieotea exames.
Fraociaco Jos Machado.A vista das intor-
^ratificafao que lhe foi arbitrada : assim o com- maces do juiz de paz e respectiva cmara mu-
munico V |S. para seu coohecimento
Dito ao mesmo.Em Tista da coola junta em
duplcala mande V. S. pagar a quantia de 84)960
rs. em que importa o gaz consumido com a illa
miaaclo do palacio da presidencia no mez de de-
zembro do anno pratimo passado.
Dito ao meimo.Recommendo V. S. que
em Tista da folha junta em duplcala, a que se
refere o offlcio do commando superior interino
desta capital, datado de 13 do correte e aob n.
8, mande pagar a importancia do alaguel rela-
tivo aos mezes de novembro] do anno prximo
passado a Janeiro ultimo, da cisa que serve de
secretaria daqaolla commando superior.Com-
muoicoo-ae ao commandante superior.
Dito ao mesmo.Tranamilto V. S. para os
convenientes exames, copias das actas do conse-
Iho administrativo do arsenal de guerra, datadas
de 3, 5 e 10 do corrate.
Dilo ao iospector da thesouraria provincial.
Pode V. S., conforme indica em sua informaco
de 13 do correle, sob n. 89. mandar pagar ao
administrador da casa de deteuco, ou a pessoa
por elle autorissda, a quantia de trlnta e quatro
mil leiscentos e oiteota ris, em que importa-
rais es livros e mate objectos comprados a Gui-
maraas & Oliveira, para o expediente da secre-
taria daquelle eslabelecimeoto nos mezes de no-
vembro e detembro do aooo prximo passado,
como se v da eonla junta que me foi rmetlida
pelo chefede polica cora officio n. 181 de5 des-
te mez.Communicou-se ao chefede polica.
Dito ao mesmo.Mande V. S. por ooramenle
em praca o imposto de 10 por cento sobre a
renda dos terrenos occuoados pelo planto do
esplm oeste muoletpio, visto oso ter apparecido
licitantes a este imposto, serviodo porm de ba-
e e eaaa arrematacio o v.ior de tres cootos de
ris conforme V. 8. Indica em aaa Informaco de
13 do correte, son n. 90, dada acerca do re-
quenmenlo de Ionoceoeio Mooteiro de Paula
Borgee.
Dito ae mesmo.DeTolrend V. S. ai
3
O
QUALIDADE.
.1.
lMarqueza de palhiohs.
1 Mesa com gaveta.........
4 Cadeiras de palhinha...
2 Mouxos com assento de
palhinha ..........
Barras demadeiracom
ps de ferro............
1 Jarra de madeira........
1 Coco de folha.............
ESTADO.
a
a
o
a
a
M
O
5
Guarda da........ de.... de 1862.
Assigoado. Solidonio Jote Antonio Pereira
do Lago.
Conforme. Candido Leal Ferreira, capito
ajudante de ordens encarregado do detalhe.
INTERIOR.
nicipai, nao ha que deferir.
Henrique Soares de Aodrade Brederodes.ln-
iorme o Sr. inspector da thesouraria de fazeoda.
Ionoceoeio Mooteiro de Paula Borges.Iodo
no va raen te praga o imposto de que trata, pode o
supplicanle concorrer a ella se assim lhe coavier.
Joanna Maa.Informe o Sr. Dr. chefede po-
lica. ,
Manoel Gomes Viegaa Jnior.Passe portaria
com a obrigscao deque trata o art. 36 do regu-
amenlo de 29 da fevereiro de 1860.
CONMANDO DAS ARMAS.
Quartel-general do commando das
arman de Pernambaeo na cidade
do Becife em 18 de fevereiro de
1C.
ORDEM DO DIAN. 36.
Achando se as guardas da guaroico delta ci-
dade prvidas dos utensis Decenarios, e convin-
do acautelar que elles se extraviem ou se dete-
rioren] era prejuize ao servigo e da fazeoda na-
cional, o geoeral commaodaate das armas tem
por conveniente determinar que ae obserre ose-
guinte:
1. Os commandaotea daa guardas sao os ai-
cos resppnsaveia pelo extravio e damnificacao dos
utensis.
i." O cpmmaodante da guarda, alm da parte
e roteiro que deve dar ao tiuarlel-geoeraj, entre-
gar ao que lhe succeder urna relaco dos uten-
sis, de conformidade com o modelo abaixo trans-
cripto, que dever ser por ambos assigoado.
3.# Aquelle que. entrar de guarda verificar em
viita da relaco reeeb la se est conforme com os
utensis existentes, nem s na quaniidade e qua-
tidade, como na estado descriptora relaco.
4.* Se hourer differenca para menos, troca, ou
deterioramento em qualquer dos utensis, se di-
rigirlo oficialmente ao quirlel general cnsul-
tres tmdo-o, se nao obstante a falta encontrada, deve
BIODE .IWKIIIO
Eiposlcao nacional.
Continuaco. )
VIII
Occupar-nos-hemos hoje com especialidade da
industria da preparaco de couros e pellos.
Incootestavelmeute esta urna das industrias
de maior valor para o paiz, e por isso julgamo*
poder fallar delta com mais algum desenrolv-
mento.
Esta iadustriB sproveita urna materia prima
extremamente abundante, e que, para muitas das
nossas provincias, um objecto importante e s
veres mesmo nico de producco, e por aeu tur-
no fprnece ella mesma a materia prima a grande
numero de misiers differentes sapatelroa, la-
manqueiros, cbapelleiros, setleiros, encardenado-
res, fabricantes de mobilias, bahs, etc.. cajos
productos sao de consumo consideravel, alm dos
artigos de sua fabncaco enlrarem em grande par-
te no armamento do exercito.
Est intimamente ligadao que por certo nio
a toma menos interessaote com a criaco do
gado e commercio de carnes verdes, e finalmen-
te, pelo consumo que faz de materias cortldoraa,
prende-se, por um lado qoe tambem nio deixa
de ter interesse, ao sproveitamento das mataa.
E', portento pos sua naturez, aeoao pelo quan-
tum da sua produeco, urna induilna de primei-
ra ordem, e esperamos que nao nos levario a
mal expor aqu, tan to quanto noe for possivel, as
condiceei em queseexerce.
A industria da preparagao de couroi e pellas
encontra eolre oa numerosas difficuldades. Ha
falla absoluta de offlciaes devfdamente habilita-
dos para este genero de trabalbo, e o salario dos
operarios pduco habilitados que se acham mul-
to elevado, circumatanciai astas queja por si col-
locam o fabricante no Brasil em poiico menos
ventajosa que os de outros paites maia adiapta-
dos neate ramo de industria. A estas circums-
tancias desfavoraveia, porm communs a quasi
todas as industrias fibris ou manufaelureiras no
Brasil,accrescem aioda outrasque embaragammais
de perto o deserivolvimento dos estabelecimentos
do preparago de couroi e pelles.
Eotre os elementos vegetaes adstringentes, in-
dispensaveis para os Irabalhos destes estabe-
lecimentos, conta rn^se no Brasil a casca na
Na appiicaclo que fajera os cortumos da folha
de maogua necessario muito maia cuidado do
que no easprego da casca de carvalho ou de an-
jica, que s fermenta depoia de humeiecida e
posta em obra, ao paseo qua a folha de mangue
fermenta or si e pela influencia do calor, antea
do tempo preciso, aeodo oeste caso a fermeota-
gao muito rpida, mas nao desenvolvida igual e
simultneamente em todas as carnadas da agglo-
merago. Resulla Jaqui uo ficar o couro ou
pello igualmente curtido em todas as suss partes,
o que loe dimioue o valor.
E' comtudo aecessario recoohecer que, quanto
materia, cortidora, tem esta industria em ou-
tros paizes de lutar com dlfflculdades anlogas.
A Inglaterra, por exemplo, que produz muitos
couroe cortidos, nem sequer possue os recursos
de que os dispomos; importa toda, ou quasi to-
da a msteria cortidora, seodo o Allemaoba que
lhe foroece grande pirle da casca de carvalho
qua ella necessita.
Eolretaoto, apesar deserem l os salarios mais
elevados do que em outra qualquer parle da Eu-
ropa, lera ella tantas vantagens na lula com to-
das as outras nages productoras, que os africa-
nos fraocezes ltimamente incommodsram-se
muilo oom o nov8simo tratado de commercio,
por cania da concurrencia que iam soffrer ds par-
te dos'Ioglezes, que, em despeito de ludo, po-
dem produtir mais barato. E' ao emprego das
machinas que a Gra-Brelanha deve esta supe-
rioridade. A este respeito pouco nos aproveitsr
0 esludo do que l se faz: as coodiges aclnaes
de paiz o marbinismo e para nos impossivel.
Mas os Ioglezes, obrigados a empregarem oos seus
cortumes a casca de carvalho, que os seus rivaes
possuem em abundancia, tem feito para poderem
prasetodir desta substancia, e substiluiodo-a por
nutra, tentativas felizea e para os de tanto in-
teresse que algumas das maleriaa substituidas
sio producto do noaso solo.
Na falta .da casca de carvalho ampregam os Io-
glezes as vageos de duas plantas da familia dos le
gaminosoe, a coualpinia cortara e a mimosa eo-
chlioearpiot, mais Dem conhecida palos seus oo-
mes vulgares de libidibi oa dividivi a primeira.
e barbatimlo a aeguoda. O dividivi sobretodo
empiega-se em grande quaotidade a com muito
bom resaltado em corlir couros grossos. O seu
valor na Inglaterra de quinze librea esterlinas
por tonelada. A Venezuela e o Per o foroecem
aos lnglezes e aos navios americanos que o le-
vam Inglaterra ; mas esta planta existe entre
nos, e afirmam-oos que a sua exporlago j foi
teotada por urna casa de Peroambuco. Infeliz-
mente nao sabemos se pode continuar oh quaes
ae circumstancias que impediram e continuagio
desta exporlago. Mas, cerlsmente, este um
producto que merece a peni de ser estudado e
indigitado aos nossos fabricantes. O barbslimlo
pode, como o dividivi, dar boas resultados, teo-
do ambas eslss plantas a rantagem de serem lia
tureiras.
Demais, em um paiz como o nosso nao pode
haver falla de materia cortidora, o ah temos,
atienta a sua importancia, campo largo, para n-
dagiges. Poda o exame comegar desde j por
algumas plantas coohecidas, entre as quaes apon-
taremos em primeiro lugar o agonta-cavallos
(luhea panieulalm. A, S, Hil. ) que j empre-
ada neste mister, e em seguida o mii-bomeos,
a jarrinha, a carobaiba.e talvez a quina falsa que
Minas e S. Paulo produzem em abundancia.
Mis nem a existencia,neos mesaio a abundan-
cia de materias cortidoras no nosso territorio,
poderla actualmente moditicar as condiges eco-
nmicas em que sa acham as fabricas de couros e
pelles preparadas no Brasil, vista da difficulia-
de que encontreos os fabricantes em obler a ao-
gica, msteria j conhecida e experimentada. O
que levamoa dito pois, urna digresso destitui-
da, como sao aa nossas observagdes, de utiliJade
immediata. Esperamos porm que n las per-
dparo em razio do interesse particular que apre-
aentam as plantas de que fallamos. Volteases
as circumstancias especiaos que entre nos affec-
lam em maior ou menor grao a industria dos cor-
lames.
Eotre os elementos qoe coocorrem para o aug-
mento do valor das diversas pelles pelo seu pre-
paro, devemos contar nao s com o prego da mo
de obra, mas tambem com o tempo oecesssha-
mente empregado para desenvolver e activar a
influencia chimica de differentes ingredientes e
malarios auxiliares sobre as pellessujeitas pre-
parago. Ora, ao passo qoe a mo de obra, o
tempo a os elemeotos auxiliares empregados, sao
ideoticoi para as pelles de todos oe tamaahos,
seodo do mesmo genero, sio aa pelles de vuelta,
caroeiro, cordeiro e cabra (de que se preparam os
msrroqu.ns, cordaves, chagnos pelles enver-
nizsdas e de graxa) no Brasil muilo mais peque-
o as do que na Europa, resultando d'ahi qoe o fabri-
cante que prepara as pelles producidas no paiz
culbe um resultado muito inferior ao que oblem
o fabricante europeo, que com oa meamos esfor-
cos e a mesma materia auxiliar cousegue prepa-
rar urna palle muito maior, e por couseguinte de
mais valor.
Ha, analmente, nma circumstancia na eppa-
raocia insignicaote, mu que nao deixa de influir
sobre o valor doe prodncloa fabricadas por esta
insdustra, coocorrendo para torna-la dfflcil. E'
a quasi impoaalbilidade de obter couros verdes
que nao aejam picados,.
J dissemos cima que o cortume eat de certo
modo ligado ao commercio daa carnea rerdea,
e este, seja dito de passagem, aioda est em es-
tado bsrbare entre eos. seado meamo espantoso
que a melropole da America do Sul anda eateja,
a r*speito_ deste importante ramo da hygiene e
alimenisgo peblics, abaixo de cidades muito me-
nos adianiadss em civilisagao.
O taiho, miuucia iosigntlcaote, tem urna im-
portancia fscil de avaliar.sabeodo-ie que oe nos-
sos couros de exoprlago sao classificadoa pelo
Commercio europeo em 1', 2o e 3* picadura con-
forme tem al dex picadas de vermes espslhados
pela superficie, e soffrem por esta razio urna de-
preciado de 5,15 e 25 0(0.
Ora, coutra este inconveniente nao teem os nos-
sos* fabricantes, como -a associaco allema de
cortidores.o recurso de era reuniso solemne pro-
pr e echar urna a'olucio i quesiio :Como evi-
tar eficazmente que os csrniceiros vstrsguem as
pelles ao tira-las ? Qual deve ser o procedimen-
to dos eortrderes em geral vista da inhabilrda-
de dos csrniceiros ?
A estas diversas coodiges, veio aioda ltima-
mente juotar-se, contra os fabricaotes do Rio de
Janeiro, um fact que impossivel deixar paisar
em silencio, em razio da sua importancia e das
consequenetse desastrosas que podia ter tido, nao
smente sobre a fibrrcago dos couros, mas aio-
da sobro oeotanrereio da carne verde, sobre a
criaco do gado e sobre o prego da alimentagio.
Estabeleceu-se um monopolio, irreprehensivel
legalmeote fallando, mas nem por isso menos
destruidor du lberdade de commercio, principi
alias que por ama eonlradicgo singular havia in-
vocado para justificar a soapropria existencia. A'
forca de capitaes .toda a concurrencia era impos-
sivel, os eatibeteciment rivaes foram compra-
dos e seus proprietarios comprometieran)-se a
nio crear novos, a espeeolsgio esleodeu-se aos
acougues e todo a luta lornou-se impossivel....
Mas nio insistamos mais n'uma historia aioda re-
cente e de lodos conkeeids.
Era coodiges taes a industria da preparago de
couros e pelles devia peiscer no Brasil, e princi-
palmente no Rio de Janeiro. Entretanto, gragas
ao co, esta industria nao morreu, antea pelo
contrario parece dever augmentar e prosperar.
Mas nem por isso menos necessario recoohe-
cer que aprsenla dificultades bem serias aos
que a ella ae dedicara, pois est representada na
exposigo apenas por duas lubricas do Rio de Ja-
neiro e urna do Maranh-ao,
Urna das fabricas fluminenses propriedade
dos Srs. Araujo Lima & Gira a raes; a outra
dirigida pelas Srs. Romn, Bret & Kiliao, profis-
sionaes todos tres.
Os roarroquios e os chagrins, expostos pelos
Srs. Araujo Li'-na e Guimaries, productos bem
acabados, cujas cores sobresahem eque honram o
seu eslabelecimeoto.
Mas o tamanho das pelles nos faria crer que
estes senhores exerceram o seu trabalbo em ma-
teria primaas pellesestraogeira, e em lalcaso,
se nos nio engaamos nio nos possivel estabele-
cer urna compareci entre estes productos e os
da oulra fabrica, cujos marroquins, pelles enver-
nisadas de cores e coaros ds Russia se apresen-
lam como tendosido preparados de pelles e com
materias primas indgenas, e cortidos no paiz com
folhas de mangue.
A comparacao pode ser feita mais acertada-
mente entre outros productos expostos pelas duas
fabricas, como couros ioteiros preparedos imi-
tagao dos da Russia, e pelles preparadas com
graxa. E aqui parece-nos qoe a compareci se-
ria toda favoravel aos Srs. Romn, Bret & Kilian.
O couro ioteiro preparado mitaco do da Rus-
sia, a sola garoteada e os marroquins preparados
e cortidos para serem empregados pelos chapelei-
ros, pareccram-nos acabados com muita perfei-
gao, fazem honra fabrica destes senhores, e
podem mesmo soffrer comparagio com produc-
tos europeos.
Urna fabrica do Maranhao, cujo nome nao pu-
dendos ler pela altura em que eslava cotlocado,
expoz tambam alguns productos muito boos, e
que aos fazem crer que a industria ds preparago
de pellea eslnem va de progresso naa provincias
do norte.
Finalmente, atlrahioa nossa atteogio um cou-
ro que o seu proprietario, o Sr. Xavier Cambac-
res, oos diz lar sido preparado por um syslema
especial e iateiramente novo. Consiste este, se-
gundo o seu autor, em fazer voltar ao seu eatado
fresco, em 84 horas, um couro secco por velho
que seja, tornando assim possivel pell-loimme-
diaiamente por urna simples manipulago, sem o
emprego da cal, nem de oulra qualquer materia
usada para cala opera-So.
A despeza necessan serla muilo diminuta.
Restituir por esta forma, em 24 horas, aos cou-
ros seceos, aa propriedsdes que fazem com que
oa couros frescos sejam procurados de preferen-
cia, e tornar quasi instantnea a operagiode pe-
lar, materia de interesse evidente, mas cabe
aos homens da especialidade e sobreludo i prati-
ca, nie a nos, pronuncisr-se sobre valor da io-
veogio do Sr. Cambacrs.
Acabamos de expor a siluagao em que se achs
oo Brasil, e com parttcularidade no Rio de Ja-
neiro, a industria dos couros, mas nao basta,
necessario rsr a conclusio. Esta necessidade de
concluir em nada entende com os fabricantes.
Bsses acham fcilmente um remedio s dlfflcul-
dades com que lutam. Algumas liohas de um
decreto que augmente os direos sobre a impor-
taco dos couros manufacturados e sobre a ex-
porlago de couros brutos, ede eniio por diaote,
se loes formos a dar crdito, ludo iria s mil ma-
ravilhas.
Nao sao elles os nicos que professam essas<
doutrinss. O seu dito o de iodos os' iodustriaes
brasileiros. No Brasil, como era outros paizes
qoe poderiamos citar, a iadustriB e a agricultura
eslo habituadas a aecusar sempre o governo. Se
a industria soffre, ae a agricultura periga, se sobe
o prego dos gneros de primeira oecessidade, se
crescem os salarios, se escasseiam os bragos, a
culpa do governo edos administradores, como
ae foise dado ao homem de estado, por mais vaa-
la que sejs a sua capacidade, mudar com um
trago de penna as condiges econmicas, nao s-
mente do paiz que administra, mas aioda das ou-
tras nages. O commercio e a industria de todos
os paizes sao solidarios.
Os direitos de importacSo sobre couros prepa-
rados variam de 25 a '30 por cento, e os de ex-
poriagio sobre couros brutos sio de 5 por cento.
Aderada a tarifa, produziria a prolecgo, assim
estabelecida, os resultados qoe esperara os fa-
bricantes? Psra resolver a questio oeste ou
oaquelle sentido seria necessario proceder a in-
dagegoes serias, nio somonte sobre a industria
dos Giraros propriameote dita, mas tambem sobre
todas as que estio ligadas com ella, a do sapa-
teiro, doselleiro, etc., etc., e na falta de docu-
mentos nio se ple formular urna opiniio e jus-
tifica-la. As declamages vagas sio sempre facis;
mas problemas desta naturoza devem antes de lu-
do apoiar-se em algarismos. Ora, estes algaris-
mos, nio os temos.
Mais fcilmente nos deixsriamos levar.a pro-
nunciar-nos com maior clareza, apoiando-s mes-
mo, sobre urna reclamagio apresentada pelos fa-
bricantes de que nos oceupamos, e que oos pa-
rece fuodada. a Os goveroos proviociaes, dizeoo
elles, em vez de dificultar a exportagao dos cou-
ros seceos ou salgados, lornam impossivel pre-
para-loa e corti-los, estabeleceodo um direito de
importagao e de exportagao sobre os couros e
pelles preparadas mesmo na provincia ou no res-
to do imperio. A eolia preparada na provincia do
Cesri paga direiios de exportagao ao aahir
daquella provincia, e nevos direites ao entrar no
Rio, por exemplo.
Os goveroos proviociaes cerlsmente nao fariam
bem dificultando a exportagao dos couros seceos
ou salgados, mas ooerar com um imposto a cir-
culado dentro do imperio de productos que nio
lera outro consumidor, iodubitavelmeote urna
medida "anti econmica em lodosos sentidos. Se-
r crivel que por este meio ae consiga o eslabe-
lecimeoto de cortumes looge dos ceiros de crie-
co degado?....
PeMoe-nos portanto justa osla queixa dos cor-
lidores.
Accusa-ae tambem o governo de contratar o
foruecimeoio de sellins, sspatose oatros objectos
do armamento do exercito, de modo qoe ales
artigos nao sio de. prodcelo naeionsl. Ignora-
mos o que ha de verdadeiro Dental assergio; msa,.
aioda que seja exaeta, esquece-se- guem a fsz que
o governo um consumidor come outro qual-
quer. e que tem taoto ou talvez revis interesse-
S? ?ualaer n comprar barato, e qaes
nao d preferencia aos productos nactonaes I pfo-
va-velmente porque nao a pode dar sem onerar o
ore/amento com a dilfereoga que atina! recahiriac
como imposto sobre os contribuiotes, iatV, sobre.
o paiz.
Contra a opioo dos fabricantes, nos-parece
portanto dfflcil Obter, por meio de medid As-
caes e administrativas, o remedio do mat que-
soffrem. Has recoohecerae-s qoe suss qoeixas
merecer stlenco e diicusso, e que ha aellas
materia para estudo, seodo po-r isso que nao he-
sitamos em reproduzi-las, tanto mais que sao el-
las as de entros minios productoras, o que, ao-
nosso entender, a roelhor prev de oecessidade
de examinar seriamente com algarismos ae coo-
diges da produegio nacional.
O queso pode desde j reclamar urna medida
que, salisfazendo os mais legtimos nteresaes,
iraga ao mesmo tempo aos eor lid oves fluminenses-
resultados mais vantajosos; referimo-noe regu-
larisago do cc-mmercio do gado de eorte e a urna
reforma no maladouro.
Acreditamos que o governo jfr sentio a necessi-
dade desta reforma e trata de realisa-la. Nao 6
que mereca censura a actual adminislragao do
maladouro. Estamos convencidos de que alli rei-
na a ordem, a limpeza, o cuidado que deve ha-
ver; mas, afora esta administrado interior, ha
mais de um meVhoramento urgente, que devemos
agradecer ao governo ter sido o primeiro a pre-
sentir e o primeiro a tomar-lhe a iniciativa.
Quanto a urna boa orgaoisaco do commercio
de gado de corte, parece-nos qne pode realisar-se
sera atteotar contra a liberdade daa transaccoes,
tornando impossivel o monopolio debaixo de
qualquer nome com que queira disfarcar-se. Nio
desconhecendo as difflculdades da empreza, tam-
bera nao acreditamos que sejam insuperaveis.
nem taes que nio possam ver vsneidas com o
lempo. E' sobreludo agricultura qua se devem
pedir os meios de consegui-Io, e esta que maior
interesse tem em foroece-los.
Nao pretendemos voltsr aos productos expos-
tos pelos pharmaceuticos e droguistas ds corte.
J formulamos o nosso juizo a respeito, da indos-
tria a que perteocem estes productos, e estamos
resollidos a susteota-lo em toda a sua plenitude
eioteireza em quanto se nio produzirem algaris-
mos que o desmiotara.
Maa o publico vio urna quaotidade de productos
provenientes das chamadas arles chimicas, sa-
bio, velas, cera manufacturadas, massas alimen-
tares, assucar refinado, cerveja, viohos, alcool,
licores, etc., e sobre estes diremos algumas pa-
tarras.
O assucar (que pela sua importancia merece o
primeiro lugar) fes muito boa figura na exposi-
go.
As amostras submettidas ao julgamento do pu-
blico pelas refnges, tanto fluminenses como
das provincias do oorle, e con especialidade de
Pernambuco, demonstraran) qoe, quanto qnali-
dade, eslo as nossas fabricas em va de progres-
so ; os productos di fabrica de Nilherohy foram
muito apreciados.
Vendo estaa amostras, perguolamos a os mes-
mos : como pode ser vantajosa para o commercio
brasileiro a importagao do assucar retinado e
cryslalisado estrangeiro. O assucar eatraogeiro
destas qualidades paga 50 por ceoto de clireilos
de importagao, e por conaequencia nao podem os
fabricantes queixar-se de falta de proteegio. Com-
tudo, vemos das tabellas eslatisticas de 1854 e
1855, ultimas publicadas, que a importagio deste
producto moolou a cerca de 1,000 arrobas. Esta
quaotidade nio deixa de ser consideravel se nos
lembrarmos que o consumo de assucar cryslali-
ssdo relativamente muito mdico. Quaessio.
pois, as razes'que permitiera esta concurrencia ?
Os nossos fabricantes deveriam procurar desco-
bri-las e combate-las. Parece impossivel que
possamos ser vencidos em nosso proprio terreno.
Os productos da dislillagio, que naturalmente
ae approiimam do assucar, abundavam na eipo-
sigio.
O Sr. Jos Pereira de Faro expoz, eotre outras,
duas amostras de agurdente feita do caldo da la-
ranja ; eremos que artigo novo e que merece
a aitengio dos nossos fazendeiros, que podero
assim aproveitar o producto .dos seus larac-jaes.
Mas o que nio vimos nos neste genero ?! Havia
at Moscatel de Selubal, vindo nio de Portugal,
mas do Para, fabricado, nao da uva aouscalel,
mas de caj. Teria o inventor a presumpeo de
levar a palmar oo grande concurso de Londres,
aos Fraocezes que fazem vinho, como bem sa-
bido, de toda a qualidade de iogrudieotes, menos
da uva ?.... Seja, porm, como fr, nunca ae vio
colleccao mais variada, espectculo mais embria-
gante, e mais de um apreciador deve ter soffrido
o supplicio de Tntalo. Oque vsle ludo iato?
nao o sabemos ; as garrafas Ocaram para nos co-
mo para lodos, hermticamente arrolladas. Idas
a industria que todos esaea frascos represectavam
interessaote por mais de urna razio e desoja .
raoa-lhe prosperidade, anda mesmo que tives-
sem de morrer de zanga todas as sociedades de
lemperanga da Inglaterra e dos Estados (qjajB fo-
ram ) Unidos. Porque nio se preslario as nossas
fructas, lio ssboroaas e lio cheiss de perfume,
coofecgo desses licores de mesa, lio procurados
na Europa com o oome'de licores -das libase
porque nio virio ellas a ter um Talor noTocapaz. .
de manter um commercio importante ?....
Se impossivel pronunciar-nos sobre a quslt- .
dade dos licores de qae acabamos de fallar, nos
da mesma aorte interdicta a apreciagio do valor
dos chocolates. Este'genero alimenticio, oa Eu-
ropa, vae de dia em dia lornaodo-se menos um
genero de luxo. O seu uso tem-se vulgariaado
extraordinariamente, e parece querer descer at
mesa da pobreza. Alm de que, como oa seus
principios aromticos fortificara a digeslao, o cho-
colate sempre um excellenle meio de repara-
gio de forgss, e at um balsamo forlificador pana
os debilitados, comanlo que os orgios digestivos
nao sejam demasiado delicados. E' um alimento
precioso para os coovalesceotes. Emfim, a fa-
bricado do chocolate nio lera, por assim dizer,
outro fim senio preparar para os nossos orgioe o
cacao, esse fructo espontaneo do solo brasileiro,
que entra no numero das principies riquezas oa-
turaesdas nossas provincias do norte.
Eia ah rezdes bem valiosas para desejarmos.
qae o uso do chocolate se generalice entre na>
lomando lugar mais importante na nossa alimea-
lagao, que, confeasemo-lo, nao pecea pelo n-
eeaao da variedade.
Nao podemos portanto deixar de .desojar nao
a fabricaso augmente, e que os faoricebtee se
oceupem ao mesmo lempo com a qualidade e &
barateza. .
O primeiro pooto pareee j alrangado.^ois qoe.
mais de um visitador, examinando a expoeteAs>
do Sr. Berriui, ouvmos elogiar o bom gnetdTO
finura do chocolate deste fabricante. Dmob iato
em seu favor, e estimaremos, que
seus productos a boa reput'
Ao p do precedente vi------
alimeniagao, cujo uaa est aummsaaente ajeobra-
hsado e de grande consumo. Referimo-aos As
massas. Sabe-se que o anido do trigo que
entra na cooiposigio destas maesas; a fcula
pide tambera ser empregsda em celtas pra-
5 launcame. uepoe tai
eraos que eMcj i aos
via-se outr gi W'do
...qto.-
-----



I
^T. __ _^.. .... .. .J,..!*! nrAiafi a an mina., a ._____**
mas neate caso j o productos to
premio e ao mesmo lempo ao pub'.ico. Nao nos
ganamos, o publico, a hygieone geral, e
l DOS Que mallo nnoa.^k.. com
* 2Ji n ,ae mai,tea queganhar
^brospevisadstjWesia empresa. Aproveita
sorcdes,
tnfi-tioref. -
Ignoramos de que sao teitaa estas de que tra-
anlo*, e que pertenciain todas a irtb M:H prijepenaauaawesia eapreza. Aproveiti nao
posilor. Neita raateaU o imie juiz compsUota. faltle as materias que se deilam (ora e se
t o paladar, -sendo a vista apenas um sentido perder, e que nao lem outro valor sanio' o que
accessorio na aprecacio do aau. talar, vemo-aos alia Ibes di, IrsosTorm estas materias em subs-
porm cooslrangidos a dizer que a impreisio tanciaa precilas para, a ludustrissabio, carvio
iiai lecebida cao lhes foi faroravat. ohhJ, aseite P'ia Jjaobiaun anta a atrticul-
Jique traamos de roassas, votUremas Tisis tura-Bj^aajifaBfcaerT^am por ci nos
urna vez ao pao de mandioca desedrtWac* V a^ct<#lraSJf putredifaos,
MAMO DB PMNAMBUCO. s ftUAl^W^ 1 DI FRYEREIIO DE 1862
-
O juno que t oossa consolaseis nos obrigou a
formular to severo que oes podnos justlfi-
ca-lo em demasa.
Para os poros da Europa oasjsdeotel o Sao ata
limeoto de priveira B-cessIada, alimento Ifl-
Mapeasavel, alimento essenciel. Conro tal oceu-
pa de ha murro tempo a atten^ao do gover-
moa. As plantas ae forrrecessem -a farinha com
ajo* se fabrica o pi, nem sempre produzem urna
ornarla igualadle afeudante.; t pao, is vetes
carece e a saa caresta occasrna verdadeiras
res sociaes. .
Substituir uva producto qualqoer, em parte u
ao todo, i farinha de trigo na confecc.ao do pao,
um problema que tem predecupado nraifas
caberas.
Tem-se procurado e lomado a procurar; de
tona se tesa teatado lser pao, at de serradura
le madera^ casia a crer, ma o (acto incoo-
estar el, e prova as numerosas invastigacoes a
Sjue tea dadoljugar o fermtdavel flagello das
mes peridicas.
Urna das mais bellas ciencias, filKas do traba-
. lho hcmano-r-a cblmicatem coacorrido para
estas iovesiiga^oes com o poderoso auxilio dos
satis sethodos e das cuas snalyses.
eioou meras tentativas diversas, de muilos
aludos admirareis, resaltou demoustrar-se a
secessidade nao s de urna certa compoeic*
logica especial, para que urna substancia qualquer
aeja utiimente transmutare! em pao, e at hoje
* farinha de trigo a nica que aprsenla esta
composico e esta organisaco.
Ora, Sea por tanto enlendide que para decidir
e urna substancia ou nao capaz de produzir
pao digerirel e ao mesmo tempo nutritivo, basta
conhecer a aua composiQo ciiimics.
Para pronunciarnos como o flzemes, basta-
va-nos, por conseguale, sober quaes sao es
principios constituales, j nao diremos da fari-
nha de mandioca, mas da propria raiz que natu-
ralmente nao pode (ornecer pela acc,o do moinho
ou do ralo seaSo o que contm.
Pas bem ; a aoalyo da raiz da mandioca foi
feita por um cnimico de reputarlo pela aua hi-
liilidade e pelo cuidado cooscieocioso com que
fazia as suas operares, o fallecido Heory pal.
Apresentamos ao leilor o resultado, para que
possa julgar se sos pronunciamos levians-
sneole.
nalijse da mandioca:Fcula amylacea 4 aci-
lo hydroceaoyco livre; algum assucar pouoo,
um sal cuja base a magnesia, e b acido orgni-
co de nalureza especial; um principio amargo ;
materia gorda crystallizarel; malerja azotada
(osmazoma rgela IJ ; phosphalo de cal; fibra le-
ni na.
Nada podemos dizer respeilo dos charutos,
cigarros, rolos da fumo, etc. Estes productos ma-
nufacturados devem as suas qualidades muilu
meaos (abrica^odo que ao cultivo que leve a
planta; e da (olha do fumo ao cbarulo, a trans-
formado nao lao grande que o fabricante possa
znodiScar muilo o sabor e o perfuma. E' porten-
to i agricultura que deremos pedir o valor do
fumo exposto, debaizo de qualquer forma que
eja.
Um dos objecto mais abuodaoles na escols
central era a cera, cera bruta ou amareila, mos-
trando esta substancia, como j dissemos, que a
agricultura progredia no Brasil. Porm o que
nos poda ioteressar mais a cera branca e ma-
nufacturada. 0 Sr. Jos Mara dos SaolosCir-
neiro fez este respeilo urna expesicao muito
bonita e que foi notada. Faltam-ooa os dados
Acerca desta industria e das suaa coodicoes no
Brasil; em geral lem perdido muilo, dealhrona-
ta corno (oi por urna rral dantea muito despre-
eiteaaa^Mai|^--(
^*ScteMianf..
es1ng|Mlc perigNa
Nenhum de nos disie aemelhante couaa, Se-
doulor. O que dissemos foi o seguiole : que ea
vista da opposiro, que se havia levantado con-
tra as provas fornecidas peloa orgaos thoracicoa,
nlo deviamos despresar ezame de ludo aquillo
fltlA RA nnHait ai\iWak* >>.
*
... ... r;.,,: .,',11.. ",n uo ,UU ae vacca, urna mumer ni povoacio d
:\V.T",U^ a. na barra de Caluma
da verdade ; tanto mais quinto^ ainda mesmo
que (osse considerado este trabalho auperftuo no
ho
j? Kji deate a barra de Goiaona at a barra da
Ma, *>a achamos seis doeoles em conva-
learanca, sendo no primeiro diatrlcto quatro pes-
oaa nos sag 1 rites lugares: doui homens na praia
**. .'* ae Vacca, urna mulher ni povoa;o de
^S=
ftidos, teptifaMoMf e
Saud*
empwta nia orwfe # um ve
que % dos IMulfrflf |.luirotos I
ofeccao que os otenenan, e cTJTribuir gfan-
ubiium |nmr w umyvna v ftnrananv ub uivbiiui
Revemos, pis, o mais decidido acrcoeaent a
empieza Ruffler, Martelet & C.
Quaolo ao mais, esle aoorojoamente 6 alada
merecido ; se nos nao permillido euittir opi-
niao aimplesmeate vista das subitaecisa etpas-
tas na escola central, aitestados honrosos garan-
ten) o valor des productos fabricados pelos Sts.
Ruffler 4. C. O seu carvao aniaal reputada
igual em lude ao saelhor que nos vem de (ora da
peiz, e o aeu guano artificial, rala as analy-
ses chimicas, recomaenda-ae maito aitencao
dos cultivadoras. Assim etVaaos convencios
que oaa 4 exlracgo que (altafA ase fabricuies.
E' sotes a materia prima.
Sebreaste ponto nao se dtra fcilmente vea-
cer a valha uaanca, e a despeito de nada en qua-
si nada -se ter de pagar pela remocho 4o aaimaes
morios de que o esquartejador carece, prefere-se
ou manda-Ios enterrar coa nSo pequeoo dispen-
dio, ou com risco de urna multa desembarecar-se
dalles subrepticiamente, mandando-o levar
prsia, receptculo ordinario de todas aa inmun-
dicias. Bastara urna vigilancia policial um pli-
ce activa, para que aquel I es que teea a majaes
morios largassem hbitos antigoa ; em breve
comprebenderiam de quejado esti o seu interes-
se, e urna vez acoatumados, em pooco tempe es-
ta vigilancia tora*r-se-hiaiaulil. Todos ganha-
riam com iato ; os que teem animaes, o esquar-
tejador, qsobreludo o publico, o primeiro e mais
directamente interessado na materia.. Os senha-
rs da junta de hygiene publica e da cmara mu-
nicipal deveriam pensar neste assumpto.
{Jocnal do Commercio, do Ato.]
I no caso Pul quMalo
luvid acerca da reraci
PEKrUrnBCO.
-------
v "' i"" ">" "'"i uoaiei muuu ueapre- u ar. ur. Hrancante, em resposta
aada, a industria do sebo ; a steerioa tem substi- cac.ao que fizemos do Sr. Dr. Pedro Cesar
luido a fra u* nnnllP.irM mata nitmmunm a A Hollinan AAm nnl. C-____ --
tuido a cera oas applicaces mais communs, e
por cooseguinte mais eeraes. Na Italia e na lies
paoha, os tocheiros das igrejas e das procisses
sao de stesrina na de cera.
Desappareceri, pois, assim completamente, a
cera do uso domestico entre nos?... E' muilo
pvissivel, se os producios da companhia Luz Stea-
rtea sao sempre to petfeilos como os que vimos.
Esta companhia, eujos productos comecama ser
fcecidos e apreciados entre nos, errprega-8e
a'umi fabricar^ao das mais inltressantes, por ser
xercida sobre materias primas das quaes anti-
gamente flearam muitas sem emprego. Nao co-
ohecemos o melhodo especial seguido pela com-
panhia Luz Stearica, mas, asseguram-nos que o
de dislillago ou saponificado por rapor, e neste
caso podem-se empregsr aa gorduras mais com-
muns edaqualidade mais inferior
Nestas cendigoes deviamos esperar encontrar
aqu ao menea urna industria salisfeita. E' exer-
cida sobre materia prima abundante e fcil de
encontrar; chegou a um grao de perfeijao bs-
tante elevado, e pode perieitameote, quanto
qualidade, competir com os productos strangei-
ros. Que Ihe falta entao para prosperar?... Pois
en, aqu mesmo, como sempre, ha queixa de
falta de proteccio. A tarifa da alfandega nao o-
ferece proteccao sofBciente; a tarifa com efleito
alabelece apenas direitos de cerca de 50 por
cento, porque as velas pagam 570 res e vendem-
ee a 640 ris a libra. O productor nao julga isto
aafflciente, o que significa que nao se sent ao
atrigo da concurrencia estrangeira.
Com effeito, pata achar renda para as suas ve-
las rio-se a companhia Lnz Stearica constrsn-
gida a disfarca-laa com rtulos frsncezesl E,
eoatudo, estamos convencidos que imporiamos
nais de um producto estraogeiro inferior ao pro-
docto nacional. O productor pedira que se ele-
vassem os direitos ; nao podemos oisto apoia-lo ;
e as condi^es actuaea com direitos de cerca de
SO por cento as velas ioglezas, belgas ou (ranee-
xas podem (azer concurrencia vela nacional, q,
remedio nao est na tarifa, necessario procara-lo
-aa outra parte. Cumpre estudar as condicoes do
proprio fabrico.
Camiudo, o productor formula ootras queizas,
cuja justiga forcoso confessar. O publico habi-
tuado ha muito a comprar velas stearicas em car-
tuchos, que, gastas ellas, para nada podem ser-
ar, paga-as 90 ris em libra mais caras, pora tan-
ta costa o cartucho, sem o menor provetto para
al ou para a fabrica ; e por outro lado um dos
residuos da fabricacao, a olena, que s pode ser
utilisada na Europa, onde serve principalmente
parauimpar a la, paga 7 por cehto de direitos de
apotlacio, e a gryeerloa, outro residao, qae
-tarnbem nao aqu aproveitado, lahcada
ptala pela companhia, na razio de urna pipa D0r
ha. E necessario confessar qae estas despezas
quo pesam sobre o productor brasileiro sao des-
conheoidas ao productor europeu. J4 nio pou-
co ter ella de pagar para exportago da olena
frete, seguro, etc., que necessariamente tem d
recahir sobre o productor, sem que a ITandega
carena de rir ainda augmentar-lbe as despezas e
s difculdades com que tem de lulr.
Este imposto de 7 0/0 sobre a olena poda
anas comprehender-se se os nossos fabricantes
de sabao empregassem esta substancia ; mas el-
los nao a empregam ; Sabido quanto sio ftro-
jeiros os nossos producios dest geo*ro ; o sabgo
fabricado no Brasil geralmente moito inferior.
O qae mais preoccopa o fabricante enfpre-
gar matertas que permitlam a eocorporacSo de
ama grande quantidade de agua, e a este resuel-
lo necessario reconbecer que conseguem per-
feitamente o seo fim. E com effeito 0S0 dlQi-
dl encontrar aqni venda sabio que conlem de
60 a75 0/0 de agua. H M
Ora, 35 0/0 j um limite muito razoav'el e
que pode cooaiderar-se como o mximum 'da
proporco dagua qae o sabio deve conter. Em
100 libras de producto os nossos fabricantas nos
.uzea pagar 40 libras d'agua pelo prego do sa-
bao. Urna industria que faz lata, qoe aio pode
*er exercUa senie com estas condicoes opblati-
V~ t^" cerl un,a industria seria, e nada
podemoa dizer a seu respeilo.
a* Jm?u10? "resenla ' a^daftri0"08' Df/P'eseDtam, a nosso ver,
VaVa^SL8? *?" do commercio.
Ea cotcluaao, diretnoaalguah, patarras a rea-
paito dos producto. doeeqaS^eX E? ata
ana industria que nao receabco^netttreBcia nem
anterior nem exterior. -""reiiaa, oetn
*' conhecida no Rio de Janeiro, ha apenas ai-
uaaaezes, .juta -anda paracaameote^com oa
atcalos que inevitavelmeote aeoppden a ova
creagio nova e sem precedente. Pazer coahecer
* raade valor qotem urna emprera de nature-
mo repugnante, prestar um serTijo ao em-
N d REVISTA DIARIA.
odia 14 do correte assumio o Sr. lente
Aatooio VjlUli de Castro Tavares, a directora
da colonia militar de Piraenleira, para que fdra
nomeado ltimamente pelo gsrerno imperial.
Comamos que o Sr. lenla Antooio Viliela,
preenchendo devidamente as obrigagea do cargo
com que (oi honrado, d ioteiro cumprimento a
esaa missao ; pois que os seas precedentes sao
disto urna garaolis.
O aubdelegado novamenle nomeado para
taruaru, o Sr. Luiz d'Andrade Lima, prestou ju-
ramento, e assumio o exercicio das respectivas
fuoccoes no dia 8 do oorrenle.
viT rSr" Dr- Joaquim do Reg Barros, que de
flores ora removido para a promotoria da co-
marca do Bonito, chegra alli no dia 10 deste
mez.
Assenlon 1 comptnhia de Beberibe de flol-
ocar um chafaiiz ua cidade ora ou Santo Ama-
ro, sendo que ihe seja ampliado pela presidencia
o lempo do privilegio, segundo o contrato.
Nao sabemos s desta concessio resultar e
llamete vaotagein ou desproveito publico-
o que certo que aquella looalidade, cont
hoje urna populado crescida, e resiotrado-
talta o agua, merece que alguma couss se
para sanar assa (alta importante. E' de esp
que o Ezm. Sr. presidente, pesando devida
ie taea circumstancias, prorideacie como fdr de
vantagem para aquella populado, e de utilidade
para o publico em geral.
Sr. Dr. Brancan te, em resposta publi-
iobre
a solucao dada pele Sr. cooselheiro Bonifacio de
ADreu questao medico-legal debatida nesta ci-
dade relatiramente creanca encontrada no, caes
ao llamos, pede-nos que insiramos aqui o se-
guinte :
Quando esperramos que os nossos adversa-
rios na questio medico-legal, que. nesta capital
leve lugar em setembro do anno passado pela
uspetia de infantecidio na prvula encontrada no
caea do Hamos, viessem com unAuminoso, em-
bora conciso parecer, mostrar ao publico que o
ultimtum n esta grave quisio era an otam (e-
voravel aos priocipioa por ellea emittidos e enr-
gicamente sustentados, deparamos no iorio de
rernambuco de 15 do corrate coa um eseripto
do br. Dr. Pedro Cezar, no qual com tres quesi-
tos. sem applicsgio alguma ao caso em queato
dirigidos ao Illm. Sr. Dr. Bonifacio de Abreu e
as respostas dadas por este iustre medico, con-
clue duendo:
a Tendo S. Exc. demonstrado com lucidez, a
causa da supernatacao dos pulmea da creanca
acnada morta 18 de setembro do anno passado,
julgamos ter saiisfeito a espectava de publico
que ancioso esperava pela deciso. >
Crea o nosso colega que bastante nos srpre-
nendeu semelbaola coocluao I...
Pois em ama questao de lao alta importancia,
como a do infantecidio, cootepla-ae 8. Dr.
Pedro Cesar em dirigir ao Sr. Dr. Bonifacio de
ADreu tres quesitos mal formulados e eateelmes-
mos sem relerencia oossa que6lo ?
Nao vio S. S. que apezar do exame minucioso
e de todas as experiencias que podemos (azor n-
camoscom ludo discordes
Como quera pois o nosso collega que o Sr Dr.
Bonifacio de Abreu com a pergunta ambigua de
mff -,JUStl108 aPen" podesse por termo eetaFdis-
CU5S30 /
Pelos propros quesitoa de S. S. e das rosos-
las ramos demonstrar-loa que o Sr. Dr. Bonifa-
cio de Abreu nao Ihe foi favoravel como aula o
nosso collega fazer crer. ,
. a Primeiro quesUo.
se nao sao bstanles pasa que se confceca
se urna manga morrera antes de aaaeer, ou de-
pus de nascida, o exame exleroo do cadavec aa
abertura do thorax, afim dse poderem exlira-
nrr os pulmoes e o corao e o thymus, e prpee-
tatice6?* experiencia u0maglca pulmonar byfM-
Resposta. Sim, geralmente fallando (ha
alguna1 casos excepcionaes de iosuflaco dolul-
mao, de molestia do mesmo durante a vidafin-
tra-uterina, ou alguns das depoia do nsei-
meolo.J T
Da maneira porque est este quesito redigido
deprehende-se, que abre-se o ihorax cora Tfim
somente de se poderem extrahir aa vwcera ah
conlidas e proceder-se i experiencia da locima-
sia pulmonar hydrostalica.
E tanto isso assim, que da resposta v-se cla-
ramente, que o Sr. Dr. Bonifacio de Abreu ape-
zar da aua reconhecida intelligencia achou-seem-
baragjdo coa a tal pergunta e responda aik ge-
ramenle fallando (ba alguna casos excepcionaes
e'c-J .v .
Ora, diga-nos o nosso collega que sigeifka -
quelle aim, geralmente (aliando e a Lonco oarea-
thesis do Sr. Dr, Abreu ? ^
Pois nio v o nosso collega que a aua theaa
est formulada de tal. modo, que soaest acuel-
la poderla ser a resposta do Sr. Dr. Abreu ?[
Abrindo osenbor doutor qualquer livro de me-
dicina legal, n'elle encentrar, que se faz abertu-
ra da caixa Ihoracica, nao com o ua somesle de
se extrabirem as visceras ahi comidas para se su-
jeitar posteriormente experiencia como diz S.
S.; mas tarnbem para rer-se qual a crdoslpul-
moes, qual a aua forma, qual a posioao, quejelles
eccupam na caixa Ihoracica ale. ele.: eis pois o
aolivo, porque dissemos que a resposta ao Sr.
Or. Abreu indicara, que elle nao titiba bdn7b-
dido comproheoder a tal pergunta. [
J va por Unto o nosso collega, que est em
um lerceao iateirrueot falso, e que deria ter
(ormulado os aeus quesitos em relaro aoTetfo
em questao, e nao em abstracto como fe*.
Segundo*
Se ser iodiaputavelmente necessario que
havende-se procedido j ao exame a que se re-
fere o primeiro quesito, se recorra anda Wi-
iarofa dat arteria da veia wmbeUieal, do ca-
nal venoso do arterial, do buraco 4* Botal e
ainda mais ao exame do diapfcrofmo, da bexiga
do intetinot t do figado, experiencias essas
que sio consideradas pelos autores, que Sobre
este assumpto tem eseripto, como capazea de nos
inducir ao erro, ao passo que, a que apresenla-
moa no quesito antecedente, sao reputadas como
as nicas verdadeiras ?
Resposta.Fica prejudicado ora a resposta
affirmatira do primeiro quesito.
ie to gra
exmea pra-
5 !!"?" coarofet o nosso
collega a pergunta do f? quesito em these. e n-
teiraaeete contrario do que ae deu oa queste
verteete e quer awra concluir em seu favor ?
Ora, si o nosso collega foraulasio o seu 2.*
quesito coma o dara ter feto, isto o inrerso
do qae praticou o Sr.. Dr. Bonifacio de Abreu.
-par certo que Ihe nao responderla da aaoelra
por que ee vio.
Eis ainda D molivo por que sosteolamoi, qae
a resposta do 2^ quesito nio Ihe (oi favoravel.
a Terceiro.
c 81 gnalaente o alcoot nSo influir sobre
tacido trzltnonr. estando eesa viscera em mace*
raio naqualle liquida por alguna diaa, e se nao
ser Bits jufTtcladtS paf fazer apparecr pnoo-
menes dametraimente opposloa a aquellos qoe
se obserraram, quando se havia iotroduzido esae
orgao n'um raso coalendo alcool ?
a Resposta :Siaa : e nio admira que nenhum
dos collegas nio tenha explicado satisfactoria-
mate o ahenomeae, rielo como urna especie
nova de que autoree de medicina legal, at hoje,
me parece que ainda nao se oceuparam ; apenas
em algum livre deehimiea orgnica sa encon-
tr um peuco levantada a poota do veo domys-
terio.
Nao duvidamos aioda asseverar que o distiento
Sr. Dr. Bonifacio de Abreu cabio em um lar;o ;
pois creio firmemente qae, si elle saspeitasse de
que esjes quesitos formulados Vm these e por
elle do mesmo modo respondidos, viessem ler
appltcic,ao nossa questao, elle exigira outros
documentos por certo, e entio o Sr. Dr. Pedro
Cesar lalvez nao publicasse as roas respostas ou
o seu parecer.
Porque nio remeiteu o nosso collega ao Sr.
Dr. Abreu ludo quanto aqnl se escreveu sobre a
questio, para que podesse elle dar o seu juizo
respetto'?
Porque nio pergunto j o nosso collega, si o
pulmao que nio tem respirado pode apresen-
lar crepitarlo e o seu lecido tornar-se espon-
joso ? -
Porque o Sr. Dr. Antea Ihe havia de respon-
der que a crepuacao s propria dos pulmea,
em cujas cdalas tem podido penetrar o ar ath-
mospherico que tem por tanto-respirado, e que
si o o engilharaento pelo alcool pode faze los -
breoadar, nio poda jamis tornar o sea teeido
esponjoso e menos crepitante.
E como ignorando, o Sr. Dr. Abren a nossa
questao, por nio a ter o nosso collega remettido
quer com a sea resposta, sem applicaco ao
easo, fazer acreditar ao publico, que ella est de
acedrdo com aa aeus principios e sua conclusio ?
Por tanlo, Sr. doutor, estando mesmo prova-
do, que o alcool tem a propriedade de eogilhar
os tecidos animaes pela grande aridez que tem
pera agua qae elles contm, nio est porm de-
monstrado que elle os possa tornar esponjosos e
menos crepitantes ; e se pode servir ao nosso
collega para explicar a supernatacao' doi pul-
moes o seu engilhamento pelo alcool. os dous
grandes phenomenos da crepilajao e forma es-
ponjosa, que apresentavam os pulmoes em ques-
tao, oppoem que possa ser a resposta dste S.
quesito o ultimtum da grare questio, que nos
oceupa. H
J profundas ecchymoses encontradas as
regioes cerircal e craneana da cteanca, de que
tratamos, porque oo perguntou S. S., si podiam
ellas ter sido prodazidaa durante a vida ?
Porque o Sr. Dr. Abreu nao poderia responder
contento do nosso collega e d'ost'arle o publico
nao Ucaria salisfeito.
Assim, pois, j v o nosso collega que nao po-
de ter salisfeito com a impresso dos seus que-
sitos a espectativa do publico, menos que nao
iranscreva outras respostns do 9r. Dr. Bonifacio
de Abr<-u em relagao nossa questio.
Recife, 17 de (avereiro de 186-2.
Dr. Brancantt. .
Eis o quadragesimo-oitavo
Boletint h/ficial :
Em um oficie de 17 do correte, dirigido da
cidade de Nazareih ao Exm. presidente da pro-
viocia, diz o Dr. Symphronio Ceaar Coutinho que
a epidemia continuava a grassar na povoaco da
Vicencla, nie obstante as abundantes chovas que
tioham cahido, de serte que d dia 9 a 15 deste
mez haviam morridovalli vinte e duaa pessoas,
pelo que a mortalidade j se elevava at eisa da-
ta a cento e sessenta e tres ; e diz mais que na-
qu&lla cidade o mal la^sedesenvolvendo, mas com
carcter benigno, s tendo suecumbido ireze pas-
soas de sessenta que haviam sido accommet-
iidas.
No mesmo offleo communica que em alguns
lugares prximos da mesma cidade tioham-se da-
do viole e cinco casos fataes, sendo farorareis as
noticias recebidaa de S. Vicent6, pelo que poda
considerar extincta alli a epidemia, e que de Al-
lianca se nao tinlia recebido communicac,ao oCQ-
cial, 0 que levva-o a crrqoe sobre' sushabi-
tantes naopesava mais a fatal conlribulgio do
mal; e coooluia diteodo que animava>o a eape-
ranca de brevemente poder communicsr a S. Exc.
a extioccio do cholera em toda aquella co-
marca.
a Em um offleo de hoje, dirigido da freguezia
do P050 da Panella a S. Etc., diz o cirurgio
Francisco Josa da Silva que tioha fallecido alli do
cliolera-morboe Bernardo ihad. pa^dp, canoeiro
morador no lugar denominado Caboc, depois de
quatro das da tralameato, a ama preta de nome
Mana, escrava do labllio Francisco Baptista de
Almeida, residente eos Apipucos depois de quin-
ze horas de tratamento, accrescenlaado que Ihe
constava que essea doenles j soTriam depois de
alguns diaa de dyarrba sea qae procorassem
tralamento; e diz mais que no Poco da Panella,
eaaa Forte, Monleiro Apipocos etistiata muitas
pessoas affectadss de eholerlna qae tem cedido
pplicagao da ipeeacuanha.
< Veo abaixo transeripios doasofficros. qoe nos
parecem dignes de sr lidos.
**'* 6 horas da tarde de 18 de fevereiro tle
Dr. Aqvino Fonctta.9
aditamento.
c Ne boletim de Iftdo correle, ao periodo que
corneca por estas palavra :Na roa da Impera-
tnz, j leodo dyarrha desde o dia 13 do corren-
te por haver comido na vespera obite jaca, oc-
culla sen estado etc.', leia-se : Na ra da Impera-
triz uma preta, j tendo dyarrha desde'o dia 13
00 corrate por haver comido ;'aco na vespera
ooile, oceultou seu estado ate
Illm. e Exm. Sr.Levo So conhecimento de
v. lx. o que ha oecorrido depois do meu offlcio
ejO do correbte. Nests cidade a epidemia vai
dedlaando consideraveimnto, poucos sio os ca-
sos que ae dio, e poucos os qae sao grates.
/ia """S? wl!i"a ^e'Pcio af esta hora
(10 da manh*a) temsnccvwnoido tfeze pessoas.
as povoar/oes de Golannioha e Piltros ca-
aos que appe receto sio benignos; Opelot-eUgenhoS
do distncto o mal lem declinado bastante
No distrieto de Nossa Senhora do t' morre-
ra seis crearlas depois de aiaha ltima parti-
ctpacao, Da povoajo popera bi se tem dado caso
algum. '
Na Lapa nio tem ha*!db nbvlflade, e em
Cruangy apenai no dia 8 fM atacada umatnolber.
No diatrlcto de Timbaub pUe-sa conside-
rar o trrtl exhotto, meso *w Tittma onde hou-
ve a recTudescencla j la oem ; e pelo da parti-
cipo u e Or. Pedr, de troje at amantiaa'irte estar
por aqtH. '
E Pedraatte Folgb ftepos de micha ultima
pattioipaeao drreamamsertanejoe oto menino
de dous annoa.
4 Na Serrinia ainda reinara a epidemia, e l
se achara o Dr- Frabfsco Antonio Vital de Olr-
retra. medico^commislooado pela Etm. presi-
dente daParehtba. T
Pretendo no da 1 it Pedras tfe Fogb e
Serrfnhs para ludo observar dar as prviden-
ciaa que forem necessarra.
No dia 11 pela niaifriaa tai 'correr O primeiro
e segundo dislrictos' da freguezia de Teincupapo
e voltei do dia 13 a ihof da tard. Acompa.
nharam-me nesta ekcofsao os Drs.' Fettx Moreno
Brandio e J0S0 JuVenci Ferrera de Agolar, pro-
naolol publico da comarca, e visitamos ss povoa-
joes de Tejucupapo, S. Lourenc.o e as praiis do
ne secundo distrcto duaa mulheres no lugar d
Pao d'Arco. Nettes dous dislrictos s tem mer-
lo olio pessoas, apotra a* primeira quatro no
egundo. \
Pelo que expooha vern*"^ Esa, qu ji lison-
;etro o estado desta cosaatta. Boj* Mgue para
ssa capilal o Dr. AnjkrHn Arftaei flalmaraes, e
igo que aqu chegudoBf. Pedaa, aja est em
'imbauba, .0 far\ tapajtom Mgura. Conservo
noda nesta cidade* Dr. Baaad|nan o caso de
ser preciso a presenta de um medico em algum
!*, aapor ventara renha asar ainda accom-
mettiilo do mal.
. D/uA.8u*tde .V-E*e- Goianna 14 de fevereiro
de 186z.Itlm. e Exm. Sr commeodador Dr.
Antonio Harcelliuo Nunes Goncalves, presidente
da provincia.O mejor delegado de polica, Ale-
xaudre de Barros e Albuquerque.
Illm. a Exm. Sr,Cabe-me o dever de par-
ticipar a v. Exc. o fallecimento hoje s t horas
da maubja, da molher atacada do cholera-mor-
bos, moradora na ruido Sosario da Boa-Viita n.
89, medicada pelo Dr. Jos Sergio Ferreira e de
quatretao bolelim publicado hoje no Diario de
Pernambuco,
Bnto mulher que fazia parte de meu diatricto
medies, cBamava-se Luiza Hara da Concalcio
Maotefro, preta cnoula, riuva, com a idade de 41
anuos, e senlindo-se doenle no sabbado, comer
mais tarde uma manga, que aggravare saua aof-
rimeoto*. Assim conservou-se at hontem pela
maohaa, em que chamaram o Dr. Sergio, que
reoeiteo-a convenientemente, e foi alm disto
examinada por outros cotlegas.
Hontem todo o dia nada me participaran!, e
s a uoite tiva scieocia do facto pelo subdelegado
da freguezia, pelo que immediatamente para l
me dirigi e acompanhado do respectivo inspector
do quarteirio. J a encoolrei muito mal, e aio-
da voltei depois de 11 horas, e de ambas aa vezes
dei alguna coasslhos mdicos.
Hoje, porm, quando ia visita-la pela ma-
ohaa, nao meaorprehendeu encoadrar um cada-
ver, que j esperara, atiento o seo grave estado
de hontem ; porquantoa reaccio nunca foi fran-
ca, apreseolando calor em urna e algidez em ou-
tras regides. Campre-me dizer mais a V. Exc.
que fui a visita domiciliaria nessa casa, qae nio
estav em ms condiedes.
Dous guarde a V. Exc. Recife 18 de fevereiro
de 1862Illm. e Exm. Sr. commeodador Antonio
Uareellino Nunes Goncles, presidente desta pro-
vincia.Dr. Manool Adriano da Silva Pootes.me-
dicodo terceiro distrcto da Boa-Vista.
. -^Passageiros do brigue portuguez Florinda,
vinsode Lisboa :Francisca Luiz de Andrade e
Antonio FranciKO Herdino.
Pessageiros do palhabole nacional Tino,
sabido para o Rio de Janeiro :Joio Antooio
Fernandos, Jos Rodrigues do Sacramento e 1
escravo a entregar.
Morimento da enfermara da casa de de-
tencao do dia 18 de ferereiro de 1862.
Tiverara baixa para a enfermara :
Joao Baptista dos Pastos, paoarico.
Francisco Joi da Costa, sarampos.
Tiveram alta da enfermara :
Jos Vicente Lilis.
Thomaz Olegario do Couto.
Matdouho pubiico.
Mataram-sn para 0 cuosumo desla cidade :
No da 1692 retes.
No dia 1792 ditas.
No dia 1883 ditas.
MORTALIDABE DO DIA 18 DE FEVEREIRO '.
Felippa Mafalda de Santiago, Pernambuco, 55
annos, casada, Santo Antonio : cholera.
Ignacio, Pernambuco, 15 das, Santo Antonio ;
espasmo.
Silvana, Pernambuco, 8 das. Recife : espasmo.
Franciaca Thereza de Jess, Pernambuco, 40 an-
sos, solteira, Boa-vista ; dlarrha.
Maria, Peroaabuco, 6 das, Boa-vista ; es-
pasmo.
Valdevioo, Pernambuco, 7 mezes, S. Jos :
cbnvulses.
Manoel Rodrigues deJeaus. Rio Grande do Nor-
te. 87 annos, solleiro, Boa-vista ; varioias.
Manoel Aotero de Souza Rios, Pernambuco, 61
annos. viuvo, Santo Antonio ; coogeslio ce-
rebral.
Lulza Maria ds Concedi, Pernambuco, 41 an-
nos, viuva. Boa-vista : cholera.
de lempo comparecesse
n.
------------------- do, para que aem perda
doentes em conva- em palacio, prestei-me a isto, e" comparecrtotrjf
depois. Comparecendo, me disse S. Eia. que, tep-
do resotvido reunir, is 8 horas da noiU desse M
umacommissio de cinco mdicos, sos na presi-
dencia, para auxilia-lo, vistoque o chOlera-mor-
bus se haria desenvolvido em Cruangi e pacaoia
propagar-ae, se tioha lembrado de mtm para um
dosmembrosdessa oomiiso,# proerio aljamas
palarraa qae me erea lisongsiras.
L!mrr,do '0< de*,os qu e haria sotrido
em 1856, expondo-oa a S. Exc. disse que Ao po-
da acceitar a honra que me havia leilo ; mas,
nio tendo-meeaquecldo da oosaideracao com qae
havia sido (retado por S. Exe. datante -tempo.
em que funecionou a cemmiaaio da expaic6o de
productoa naluraes e arliflciaes desta provincia e
das qae ihe sao HoHrophes oa ihe flcaa proxj-
aas, e fazendo impresso sobre meu espirito ai-
guias phrases de S. Exc, disse, ao relirar-me,
que a coosideracio, que devia a S. Exc, talvez
conseguigje que eu reudasse de proposite.
Reliraodo-me, e refleclindo, escrevi um offlcio
que conservo, em que reproduila a razio princi-
pal que me forceva a nao acceitar a nomeaco ;
mas.noquerendo proceder nesta occasio sem ou-
vir alguns de meas amigos, a estes reccorri, e de
iodos, embora de credos polticos differentes, Uve
o conselho de acceitar a nbmeacio. Em consul-
ta-Ios perdi lempo, e por isto s me foi possivel
comparecer em palacio s8 horas e meia da noi-
te, j echando reuoidoa lodos es membros da
commissio.
Dando S. Exc informales do estado sanitario
de Cruangi, e tratando-se, vista disto, de diver-
sas medidas, declirei que eu nio poda convir em
desinfectes, por me parecerem infructferas, e
vi cora satisfacao que todos psrtilharam minha
opioiio. excepQio do Sr. Dr. Ignacio Fif-
ao Xarier que, aesao assia, nao empregou
esforgos para que ellas fossera adoptada*. Nio
fot sem intenco que areotei eiaa questao: fi-
lo, porque sabia que se preparara uma espe-
culacao em grande escala, e, sendo ioimigo de-
clarado de todo esbanjameoto, e de despezas iou-
teis, julguei que fazia um servico populacio li-
vraodo-a das desinfectes.
Na commissio central de soccorros mdicos rae
tenho pronunciado constantemente contra despe-
zas inutei?, e s me hei esforcado em que seem-
preguea medidas, que prometiera resultados sa-
tisfaiorios. Encootraodo em S. Exc e em meus
collegaa aa melhores disposicoes, teoho prestado
lodos os servicos que me sao possiveis, mesmo
com prejuizode meusioteresses indi vid uses; na-
da procurando, mas acceitaedo todos os encargos
que meu mo estado de saude me perraitle des-
empeohar. Eacarregado do 6ole{im oficial, por
que lodos me julgaram apto para sua redacc,ao,
teoho-me esforcado era saliafazer do melhor mo-
do^'ssa msso, por rezes espinhosa ; mas pres-
tando-me a ludo isto, anda nio cuidoi de re-
compensa, poisque sou da opinio que todos os
cidadioa devem prestar-se ao servio do paiz em
que nasceram.e meu passado, era que nunca im-
poriunei p governo com pedidos, me parece ama
prova de que nio corro aps recompensas.
Acceilei a honrosa nomea;io, que recebi de S.
Exc., para dar-Ihe um testemuoho de que Ihe
sou gratp pela coosideracio com que sempre me
tem tratado, considerado tanto mais lisoogeira
para mina, quanto espontanea, eabeodo todos
que antes- nio entrelinha relaces de amiade com
S. Exc,nem frequenlava o palacio da presidencia ;
mas derodeclararque.se S. Exc. relirar-se da pre-
sidencia desta provincia, deixarei no mesmo dia
a cornmisso. de que fago parte, e cuidare! de
partir para Parts, ooae ji devia star, ae nao fos-
ae ter acceitado a nomeaco. que devo cooQan-
Ca due em mim deposita S. Exc.
'irva isto de resposta ao que se tem dito, ou
se/possa dizer.
Dr. Joaquim de A quino Fonceca.
8 de fevereiro de 1862.
-<-*

VsU tfk
CHRONiCAJiUDlCIARIA.
Tribonsl da Re la cao.
SESSAO EM 18 DEFEVEBE1RODE1862.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARCADOR BHIEXINO
DE LBO.
A a 10 horas da manba, prsenles os senhores
desembargad'oresCaetauo Santiago, Silreira, Giti-
rana, Lourenco Sanliago, Peretli, e Guerra, pro-
curador 4a cero*, fallando o Sr. desembargtdor
Molla, abrio-se a sessio.
Passados orfeitoe, e entregues os distribuidos
deram-se os seguintes
." JULGABirros.
Recursos crines.
Recrreme, o juizo ; recorrido, Cals & r-
meos.
Relator o Sr. (Membargador Caetano Santiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Silveira,
Gitiraoa e Perelti.
Nao s tomou conhecimento.
Recorente, o juizo ; recorrido, Jos Celes-
lino de Andrade.
Relatojr o Sr. desembargador Caetano Santiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Silreira,
Gitiranaa Peretti.
Improcedente.
Recrtente, o juizo ; recorrido, Sabino Nunea
Soares.
Relator o Sr. desembargador Gitirana.
Sorteados s Srs. desembargadores Lourenco
Santiago, Peretti e Silveira.
Improcedente. 1
Recurrente, o juizo; recorrido. Manoel Martina
dos Santos.
Relator o Sr. desembargador Lourenco San-
tiago.
W^kV0tra\t1S.r8- de!e01.baraaOces Giti.
Improcedente.
Recrreme, 6 juizo ? rcolrilo, Lourenco Jo^
do Valla.
Relator o Sr. desembargador Peretli.
Sorteados, os.Srs. desembargadores Lourenco
Santiago, Silveira e Gitirana.
Improcedente.
DESlliNACAO DE DIA;
AssigBoa-se da para julgameoto das se-
guintes
Appellacoes exveis.
Appellaote, Antonio da Cunba Soares Guima-
riea ; appellado, Ignacio Luiz de Brito Taborda.
Appellanle. a fazpnda ; appellado, Manoel Cus-
todio Peixoto Soara.
Appellaote, Joaquim Pereira da Rosa Lima ;
appellada, Haria Magdalena da Costa.
DISTRIBV tgES.
Ao Sr. desembargador Caetano Santiago :
. Apptllaco cr.ime.
Appellanle. o juizo ; appellado, Laureotino
Ferretra do Nascimento.
^ Appellaco civel.
AppeTlante, Manuel Gamillo Prea Falcio ; ap-
pellado, PauUQO?lres Falcio.
Ao Sr. desembargador Silveira :
Appellaco crime.
Appellaote, o promotor; appallado, Miguel
Claudio da Cruz.
o Sr desembargador Gitirana :
Appellago crime.
Appellante, francisco da Cosa Soares ; ap-
pellado, o juizo.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Appellago crime.
Appellante, o promotor ; appellado, Procopio,
' Ao Sr. desembargador Molta :
kppellaco crime.
Peelra 1U'Z a*pella8
Ao"r. desembargador PerelU :
Appellago crime.
Appellante, o juizo ; appellado, Seraflm Jos
de Siqueira e Souza.
. Appillasao civel.
Appellaute, Joa Duarte Rangel; appellflo,
Haabel do Amparo Caj. ,
Encerroo-s f sessio a o meio-di.
Communicados.
0i6eral n. 25 faz censuras lio injustas a ad-
inistracio da provincia e a polica, pelo facto
ter aido posto em liberdade o macnioista da
[airada de ferro, qua dirigindo o trem de lastro
io dia 31 do passado e encontrando uma infeliz
alher que se achara sobre a Itnba, no momento
(em queja nao era possivel parar, a laucara por
trra resultando d'essa queda a morte, que nio
podemos deixer de restabelecer os (actos ali to
adulterados com o nico intento dse prejudicar
a auloridade vis -vis ds opioiio publica.
Desde que chegou ao conhecimento da polica
o ocecorrido, procedeu ella, como Ihe cumprio,
s neceasarias averiKuajdes effeptuando a prislo
do machioitla que diriga o trem, aQm de prever-
se se pela sua negligencia, impericia ou malva-
deza havia elle causado aquelle triste desastre,ou
se, reconhecida sua innocencia, ora o facto cssual,
e consegaintemente inevitavel.
Neste desempenho foram expedidas as neces-
sarias ordene, e riada foi desprezado para o reco-
nhecimento da verdade. Verificado i nio col-
pabilidade d'aquelle empregado nenhum outro
expediente reslava senlo a sua soltura.
Nio devia por taoto o mal entendido decoro
nacional conservar na priso um individuo coja
innocencia fieava provada, a despeito at de in-
teresaos importantes que mais tarde podiam ter
sido prejudicados. Nem se diga que a auloridade
cedau pressao de um procedimento irregular e
desvalrado de alguns empregados di via-ferrea,
por isso que foi elle reprovado pelos chefes d'es-
sa empreza ; sua accio foi interamenle lirre dos
aclos d'aquees agentes, ajis lamentareis, mas
de bem pouco peso para que esquecesse ells o
desempenho de seus deveres.
O machioista em questio obteve sua liberdade,
quaado ella tinha efectivamente direito ; enem
mesmo os factos poderiam apparentemente mos-
trar o cootrario. O trafego da va frrea foi res-
tabelecido viole e quatro horas sotes da soltara
do machinista, e nenhuma condico oa promessa
contrahio a auloridade vis vis dos agentes da
companhia.
O officio dirigido pela presidencia ao superin-
tendente em data de 5 do correle, seria o mais
solemne desmentido Ss calumnias e acrimoniosas
censaras do Liberal so procedimento da aulori-
dade, se a opinio publica, scientedaquellas oc-
currencias, j Dio estivesse conscla do procedi-
mento regular, enrgico e decoroso com que fo-
ram solvilas as difculdades que sobrevierem a
lio lamentavel accidente.
Naquelle importante documento deelaroa apre-
sidenciaao representante da companhia da estra-
da de ferro nesta provincia, que nenhuma
providencia Ihe caba dar no sentido de sabara-
Car diligencias que fazia a polica para esclare-
cer-aa acerca do facto em questio, por isso que,
por suas attribuices competia-lhe velar na ob-
servancia das leis do paiz, nio sustou sua execu-
ceo e procedimento daa autoridades ; que o ma-
chioista, reconhecida aua culpa, por omissao ou
negligencia, deveria ser processado e ponido na
forma do cdigo criminal, como determina o ar-
tigo 99 do regulamento que baixoa com o decre-
to de 26 de abril de 1857.
Accrescenta S. Exc. na sesmo officio, qae
constando de cooamunicafo do engenheijo fis-
cal qae tinha aido ioterrompido o trafego da li-
nba, rasponsabilisava a companhia pela falta de
cumprimento de seus deveres.
Quem impsrcialmente ler estas expressea nao
podar dizer qua o procedimento da auloridade
cedeu i uma pressio ridicula e sem alcance de
parte de agentes subalternos de uma companhia;
l o Liberal, no seu calculado artigo de fundo,
achou pusilnime o governo pelas suas provideu-
cias, e jelgou ofleodda par tUu a dUjoidade na-
que moram em lagares longiqnosde mdicos ou
Dolrbas. Somos de Vmc.
ay mando Caries Uite & lrmo.
Sua casa, ra da Imperalri?n. 12.
**f" U'nadissimo Sr. Raymundo.Dou-lhe
" auj*. sittVlos parabens pelo aeu remedio
n ?f:l !i Rddway.0 doenle para quem
i. E--^m*t^ curei bbado as 9 horas da noi-
r.aTr 5*" ciaco mioulo uma aeohora ata-
n.\rJ!FZ"oMaente dos seguiotes symptomas :
J2S--.S de"imbt" pernea, frieza
raSlt! 1 ",!"rem,d-ale'- b<*origraos e vista
csapletaaeots smbaciada ; raqueza geral. Man-
ds-ase dout frascos do proaplo allivio. Seu ve-
nerador e amigo,
17 de fevereiro de 1862. ****'
Eslava reconhecida e sellada.
------------
Illm. Sr. Ramos Zany.Recebi a aua estimada
carimba ea que me mandos dizer que tinha ob-
lido ptimo resultado do prorapto allivio no tra-
tameoto de orna aenhora com mutos symptomas
da molestia reinante!,: pedimos-Ibes dons fivo-
tes, a priraeirq. ao p desta a explicagao dos
symplomas da molestia como pplicou o reme-
dio, a o segundo que nos deixe fazer o uso da
sua csrta qae nos convier.
Cada vez mais tersaos que Ihe agradecer e so-
mos com a oaior consideracao, de V. S. aaiges
obrigadissimos creados.
fa y mundo Caries Lee & Irrxao.
Meu. charo Sr. Raymundo.Permilla-m >,ue
Ihe responda aqui mesmo, narrando o (acto a que
allude.
As 9 horas da noite do dia 15 do correte,
achava-me eu escrevendo em minba casa quan-
do fui sbitamente interrompido pelo recado de
uma respeilavel senhors, minha visinhaque roa
mandava chamar a toda a pressa. Cerri imme-
diaiamenle e Icheia-a de cama gravemente in-
disposta: tndo sido accommeltida repentina-
mente dos segniutes symptomas de molestia : nao-
zea, grande agona de corscio, principio decaim-
bras as pernas e desallecimento geral, exlrenrf-
dades rijas e fras, roncos bstanle pronunciado-
no ventre, vista embaciada e falla muito sumida.
Nao sei se com effeito eram estes padecimentos
precursores da molestia Minante ; poiso porm
certicar-lhe sobre a sua veracidade com o les-
lemunho dos Srs. Dr. Jos Antonio Coelho Ra-
malho, Joaquim Jos de Aguiar e Jos Tbornaa
de Freitas, qae chegsram qaasi no mesmo mo-
mento em que ea me appresentsva na casa. To-
dos estavam bastante consternados e nao sablam
o que tizessera.
Perguntei a aquella senhora se queria que Ihe
fosse chamar immedialamente um medico e que
adicasse o que acostumava tratar. "
Respondeu-me que em quanto eu ia chamar o
medico, ella poda morrer, e assim que eu Ihe
dsse algum dos medicamentos que ha poucos
das comprara para uso de minha familia e que
depois fosie enlio chamar o medico. Coofesio meu
charo Sr. Raymundo, que flquei um pouco ata-
rantado ; eu oo teoho geito para essas coasas
da medicioa, e a esse respeilo sou um tanto scep-
tico : todava passei a mi no frasco do seu
prompto allivioelevei-ih'o posto que nenhuma
f nelle livease.
Comtudo, como o caso era argente, deilei ama
colherzioha de cha do seu medicimeoto em meio
copo d'agua fria e dei-lhe beber, e ensopando
um pedaco de bata no mesmo medicamento,
mandei-lhe applicar externamente sobre a bocea
do estomago recommendando; que a cobrissem
bem.
Correspondencias.
Sv- Redactores do Diario do Pernambuco. *-
Rogo qae se dignern de declarar so p desta, se
me empenhei com V. Ss., para que delxasse de
ser publicado ne Diario de Pernambuco qual-
quer eseripto contra mim levado typographia
deste jornal. (*)
Sou com naior consideracao, etc.
Dr. JoaquiM d'Aquino Fonceca,
18 de fevereiro de 1S62.
Convidado pelo Exm. presidente da provincia,
por carta datada ds 30 de dezembro do anno flo-
Sr$. rexactoret.Rogarno-lhe queiram ler m
bon'dade de inserir em sea cooceituado jornal,
estas doaa cartas, q que pedimos por julgarmoa
que poder&o servir ao menos para aa pessoas
D SatUfazendo ao pedido supra do Sr. Dr.
Aquiao, declaramos que nunca S. S. nos pedio,
pesioalmente ou por intermedio de outreua, a
nao publicacio de arligoa coaira ai, pois que es-
se seohox sabe perfeitamenle qae ponto lava-
mos a nossa dignidde jornalstica.
A Ridacco.
O resultado foi admiravel; mal se Ihe tinha
appltcado a bata, entrn ella em ancias, e co-
mecou a suar copiosamente: desapparecendo no
fim de cinco minutos os symptomas indicados
cima, com geral satisfacao de todos os que se
acharara presentes, entre os quaes se cootavam
a minha familia e a do Sr, Jos Thomaz de Frei-
tas.
Meia hora depois, conversava a senhora de que
tratamos, agradavelmente comigo gracejando
sobre o cholera de que ella linha sido ameacada.
boje 17, est boa e ji anda pela casa, posto que
ainda muito abilitada.
Foi 3so o que se passou e qae pJe ser atles-
tado pelos Srs. cujos noraea, menciooei cima.
Nio sei se o seu remedio ser to bom para
outras molestias; mas quanto au'i aoffrimentos
de que tratamos, posso afflrmar-lhe que um
medicameotoabencoado : capaz de fazer resaa-
citar um morto.
Adeos, al a vs'.a, pode fazer desta o uso que
mais Ihe convier. Seu amigo e venerador obri-
gado,
S. A. Ramos Zany.
Santo Amaro, 17 de fevereiro de 1862.
Eslava reconhecida e sellada.
Publicagoesa pedido.
Tributo de gratido ao modesto e cir-
cnnispecto Dr. Americo Alvares Gai-
ma raes.
Nos, abaixo assignados, moradores na fregue-
zia de Nossa Senhora do 0> de Goianna, fallara-
mos ao mais sagrado dever, se do alto da impren-
sa nio viessemos render um sincero voto de gra-
tido ao estimarel e modesto medico, Dr. Ame-
rico Airares Guimaraes, cujo zelo, perspicacia o
philantropia foram o sea norle na espinhosa
commissio, de que o governo dignamente o in-
cumbide medicar aos pobres atacados do mor-
tfero cholera-morbus nesta fregnezia, que sau- .
dosa acaba de-dizer-lhe o ultimo adeus por sua
tio aensivel retirada aos outros lugares ineccio-
nadoo, que reclamara suas luzea.
Accette, pois, o digno cavalleiro, que nio ha
muito esteve nos pestferos lugares Cruangy e
Lspa, essa to manifest prova da extrema
amizade, qae Ihe icaram tributando os abaixo-
asslgoados. ea
Nossa Senhora do O* 9 de reverelro da 1862.
Capitio Vicente Ferreira Coelho da Silva.
s Jos Eleuterio Pereirs Rsbelle.
Alferes Francisco Muotz Perefra Malta.
> Francisco de Paula Pereira Rabelto.
* Henrlque de Paula Ferreira Rabello.
Tenente Manoel Corris de Menezes.
Demetrio Coelho da Silva RabeHo.
I Francisco de Paul Ferreira Rabello.
Antonio Manoel de Parias.
Antonio Gomes d'Albuquerque.
Joaquim Jos dos Santos.
Juviaianno da Silva Gnsmfio.
Manoel Alves de Parlas Pimeatel.
Tenente JosTtadrigees Marques.
Honorato Vieira de Merlo Menezes.
Domingos de Mello de Albuquerque
Monte-Negro.
Martioianno Vieira de Mello.
Jos? Vicente d'Araujo Ponles.
Antonio Bernardo de Olireira.
Jos Gomes d'Albuquerque Wan-
dertey.
Claodina Vieira da Albaquerqoe.
Tenente Manoel de Jess Carvalho.
Joo Tenorio Pereira d alorae. i
Jos Tavares Bezerra da Costa.
Domingos Antonio Rio.
Lenidas Alves de Palvs.
Marcelino Ferreira Gomes de A.
Joo Baptista de Jess.
Maol de Preitas Gil.
loio Jos de Oliveirs Mello.
Cear 30 de jaiieiro de 186?.
Illm. Sr. Francisco de Freitas Gamboa. O
gorernoda provincia,attendendoao adJantamen-
to que vio tendo oa meus discpulos, buv pf
bem nomear-me professor do collogio doa edu-
candos deil a capital, por portaiiade 9 denovem-
bro do anno fndo. O melhodo Caatilho^at plaa-
tade nesta provincia, eslo cuoipridoa os ooisoa
desejos. Sos etc.Joaquim Fiedame Jiappa da
Costa Bubim. .;,,.
Felizmente o Sr. Rubim, do Cear e Sr. Saarea,
de Macej, e o Sr. felippe los Alberto, da Ca-
nia, apreuderim o iasigne mslijodo can o Elo).
conselheiro Dr. Cistilho ; aquella ea Lisboa tl
no Rio de Janeiro, em 185a Da eaiia,Cko\e
tem esses iocancareis amigos do progresa co-
mido abundantes (rucios. OSr. GaniU Bibirapi-
taoga da Babia, o digno profcs.ur da escola B-
nedictioa da Corle, e todos os que nos lasos da-
do ao estuda. do oovoaystema de.aaaine. tamos
obiido iguaes resallados. Todos os meaioos so-
Irados em a'nossa.sscol,a central, desda abril-a
junbo do ano prximo fiado stavam lando
quando ae deram ferias, excepcSo de deuseu
tres de intelligencia mais acanhada ^ porm quo
adiantam em contabilidade e escripia o que retar-
dara em leitara.


DiiBp gftt mjMWKOi ** m*z* nmt i m m**wo & .**.
*
Felicitamos, ao illuttre Sr. Rebim.sj.Al* spprac
e pxolacio au Iba ba dado o lluilte cooielho
director da iAatru6c.o publia. adoptando aeu
grammatica aa versa, como o malhai meto de
memonittr esta dUcipua ; como tembem pela
io que tullo hoora o govtrao daqnella
ti, dando aos menino.,9r/ca1idos um
iue os v inslrlr pelo ttethodo do amor
ttasm dtWcta o Erm. 3r. Cajiilho, atm
*iem ris castigos.
* Ra do a estola nos araba,
c tem o mestr'e eof nos amigos,
Teoet oelte amigo e pao
Acola central do melhwao Castilbo 18defeve-
reiro de 1862.
Ff
=?
ale Frtitas Gamboa.
COMMKltCIO.
Praca d Recife 1 &' de
fevereiro de 1862.
\s ^uatro \\otas da larde.
Colacefc 4a jaita Camino.
Sobre Londres 9Q d[v 26 i. por 1SO00.
J. da Cruz Matedopresidente.
Joa G a lissecretario.
AJfandega,
Headimentodo dial a 17. .
Idam do dia 18 ....
414:988*273
SB.032J859
437.021*131
Movlmeato da alfani>.
Volraentrtdos comtazenda.. 195
> ora ganeros.. 190
Volarmes taidos
V*.
eom (azendat..
COA gneros..
170
333
256
503
"Desearrtgam hoje 19 de fevereiro.
Lugre iagle Lilafizendas.
Barca inglezStellabacalho.
Urigua braalleito Velozcbare.
Exportaeo
Do dia 17 de fe vereiro.
Patacho inglez Anie Laurie, para o Canal, car-
regaram :
Krabb Thom & C, 1,600 saceos com 8,000 ar-
robas de assucar.
Brigu iogltz Mary, pare Liverpool, carre-
garam :
Phipps Brothers & C, 800 saceos com 4,000 ar-
roba de assucar.
Brigtie francez Belty, para Marseille, carro-1
garam :
N. O. Bieber & C 1,000 saceos com 5,000 arro-
bas de assucar.
Barca (ranceza Sanveur, para Marseille, osrre-
garam :
Tisset freres, 2,400 saceos com 12,000 arrobas
de assucar.
Patacho dinamarqus Carolina, para o Canal,
carregaram :
Kslkmaon Irmos, 2,200 aaccos com 12,000 ar-
robas de assucar. '
Barca americana Richmond, para o Rio da Pra-
te cura garam :
Johnsloa Pater & C, 550 barricas com 3,625
arrobas de assuear.
Brigue porluguez. Constante, para Lisboa, car-
regar *m :
Antonio Alfonso Ferreira, 8 saceos com 40 ar-
robas de assucar.
Barca portegueza Esptranca, para Gibraltar,
carregaram :
Jonnaton Pater & C, 900 saceos com 4,500 ar-
robas de assucar.
Brigue portugus Bella Figueirense, para Lis-
boa, carregaram :
E. S. Rabello & F., 13 pipas com 2,392 medi-
das de cachaba.
Patacho portugus Lima, para liba de S. Mi-
guel, carregaram : .
Marques Barros &C, 250 saceos com 1,250 ar-
robas de assuear.
Patacho nacional Beberibt, para o Rio da Fra-
4a, carregaram :
Amonm Irmos, 250 barricas com 2,008 arro-
bas de assucar.
Hecebedoria de rendas Internas
geraes de Pernambneo.
Rendimentododia 1 a 17. '. 22:28i$9S9
dem do dia 18 ...... 487,717
22:7735655
aeraos ocoupados com o planta do capim nesle
municipio, avaada aonualmenle em ris........
3:000*000.
A arremataco ser [ella por lempo de trntao
tres mezes, a contar no 1" de outubro da 1861
30 de juoho da 1864.
Aa pessoaa que se aropozerem a esta arremata-
CSo, comparecem, ni sala das aessoes da junta da
fazauda da mesma thesouraris, no dia aupramen-
ionado, pelo meto dia, e competentemente ha-
bilitados.
E para constar se mandn afilar a presente e
-publicar pelo Diario.
Secretaria da theseararia provincial da Per-
nambuco, 17 da fevereiro de 1862.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Aoounciacao.
O Illm.Sr. inspector da theaouraria de fa-
zenda deata provincia, autorisado pela ordem do
theiearo n. 18 de 21 de Janeiro oltimo, a mandar
fazer oa concert* de que precisa o edificio em
que [anecios esta repartido, manda fazer publi-
co que 00 dia 22 do correala pelas duas horas da
tarde eaiaro em basta publica, peraote esta mea-
ma thesouraris.os referidos coocertos para serem
arrematados a quem por menos os quizer fazer.
Secretarla da theaouraria de tazenda de Per-
nambuco 17 da fevereiro de 1862. Sirvindo de
ofcial-miior,
Manoel Jos Pinto.
Secretaria do governo de Pernambuco
14 deevereiro de 1862.
O Esm. Sr. presidente da provincia manda fa-
zer publico para conheciraenlo das pessoss a
quem posta ioteressar, que nos das 26 e seguiu-
tes do mez de marco prximo viodouro se tem de
proceler a-concurso oa Corte para preenchimen-
to do lugar de ajudaute Jo steieomelra da altan-
dega deata provincia, o que foi declarado em avi-
so da repartico da faienda de 6 do correte
rcez. Joo Rodrigues Chives.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
A cmara municipal do Recife, tendo rece-
ido do Instituto Histrico Brasileiro o oieio
fue abaixo vai transcripto, convida a lodos os
seus manicipes, para que concorrm para area-
lisacao deasa obra de tanta honra para o Brasil,
subscrevendo na secretaria da mesma cmara as
quantias de que qnizerem -dispor, nao podendo
ser menos de miareis, nem mais de dez mil reis.
Certa do patriotismo que caracteriza lodos os
Pernabucanos, a cmara munipal do Recife es-
pera que se preslaro de boa vontade a re alisa.-
(ao des te Rrandiozo Qm.
PacoaVa cmara municipal do Recife, em ses-
siodeSfi de outubro de 1861.Luiz Fran-
cisco de Barros Reg, presidente.Francisco
Canuto da Boaviagem, official maior servindo
de secretario.
Ittms. Srs.O Instituto Histrico brasilei-
ro, a que presta Sua Magestade o Imperador a
sua immidiata protecgo, resolveu que se levan-
ta sse nesta corle urna estatua a Jos Bonifacio de
Andrada e Silva a se erigisse um tmulo digno
de seus preciosos despojos; sao paginas da his-
toria escripias em bronse e marmbre pela grali-
do brasileira, e que devam transmillir a posteri-
dade as tradic5es gloriozas que se ligam a um
dos grandes vultos nacionaes, e umdosprimeiros
colaboradores da nossa independencia.
Os abaixo assignades, membros da coramis-
so a que o Instituto Histrico incumbi tao
nobre misso, aceordaram recorrer ao auxilio
de todas as cmara municipaes do imperio, para
que promovam subscripces populares entre os
> 5
7
.?
loo Antonio Carpiotairo
da Silva
Irmandade do 93. Sacra-
mento do balrro de "
Aeloolo
lem dem
dem dem
Gorpo Santo,no eteriptorio, ou com o capillo na
praca dcaceada, fT^q t'> iT i I
Para o Porto, c!
1 r- Segu em poicos diat a barca nartogaeta
Flor da Maia^for ter patte do teu carragaman-
o promoto ; quem quizr carregar bu Ir de pa-
tagvm, iirij--se o coDtgottiri do mesmo en
l
Rio de Janeiro


O.'1
I
o Wa>M Noae, primeira classe, forrado de e
bre, nove, segu com brevidade pr ter tratado
meio carregamento ; aioda recebe alguma oarga
e eacravoa a frete ;*trata-se eom Os consignata-
rios Marques, Barros C, largo do Corpo Santo
numero 6.
E para constar ae manriou affiar o presente e teu ettriptorio da raa do Apolla o. Al, aaguodo
pubUcar palo Diarfo. aodirr.
Secretaria da theaouraria nwto'tl Ter-
nambuco 13 da fevereiro de 1862.O sacrelario,
A. F. d'ABnuociaslo.
O Dr. Marco Tulio dos Res Lima, juiz de orphaos
deste termo do Lmoeiro, por I. M. Imperial,
que Deut guarde, etc.
Faco saber, que constando a etla juizo, que
Feliciano Jle da Silva, morador em Gado JJrabo
deale termo, matara a sua mulher, deixando esta
fllhos menores, e que aquello fugira do logar
tem saber-se para onde se homisiara, deixando
bent, que devem ser inventariados e partidos pe-
los seus berdeiros, seudo elle o cabala do casal,
ordenei ae pasaaaae a presente, peto qual cito,
chamo o requeiro o comparec weuU do sobredi-
to cabega do casal, para prestar juramento dito
inventariaote, e fazer as precisas deelsracoea
para se proceder em dito inventario, aaaim oemo
para todos os mais termos do dito inventario e
partilbas, e ratiQcaco de todo proceesado ata fi-
nal, sob pena de reeli, e de nomeando-se-lbe
curador, ludo proceder-te, ule coroparecano
por ai, ou por aeu procurador no prazo de 30 dias
I publicaco detta, a qual ser afiliada no lugar
do costume, e publicado do jornal da provincia,
lindos os quaes ludo procederei a revelia, e oa
forma da lai.
E para tonatar e passou a-ftaeseate que Tal por
mim aaaigaada com o sello do juico, que ante
mim serie ou vaina sem sello ex-causa.
Dado e pastado netta logar a comarca de Li-
moeiro, provincia de Pernambuco, aos sete de
fevereiro do anuo do naaeimento dq Notso Seobor
Jess Cbristo, de 1862, 41 da independencia e
do imperio do Bu sil.
Eu Jlo Paulo Gomes de Paira a Pioho, oacri-
vlo de orphaos o escrevi.
Marco Tulio dos ReiS Lima. '
CWffAHU re
DE
UCAIU
eiara?5es.
das se* reterva de ptejo em aeu eacripto
da Caala -
0..9..
V
v
DK
'I
orio roa
annunciada para boje 19 pof intervengan ta
SReota PeiUnt, dea ttae.afetide) nra texta-feirs
21 do correte ao mesmo armazem do r. An*
nes defronle da alfanlega, pelat 12 horas d*
__ machia.
Fafinha de trigo.

Consulado provincial.
Rendimento do da 1 a 17. 63.282*712
Idam do dia 18......: 11:510*415
74-793127
Movimetito do porlo.
seus municipes, visto como o monumento deva
Navio entrados no dia 18.
io de Janeiro27 dias, brigue brasileiro Almi-
rante, de 218 tonelaqas, capitio Joaquim Jos
de Oliveira, equipagem 12, carga caf, plvo-
ra e outros gneros, e 1 escravo a entregar ; a
Autonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Liverpool60 dias, barca iogleza Hendoo de 266
toneladas, capitao J. Woof, equipagem 15, car-
ga carvao de pedra; a Saunders Brothers 4 C.
Terra Nova32 dias, brigue inglez Laurie, de
191 toneladas, capillo James Goldoownloy,
equipagem 9, csrga 2.717 barricas com baca-
lho ; a Johnston Pater & C.
Rio de Janeiro20 dias, barca brasileira Carxo-
ca, de 269 toneladas, capillo Candido Lopea
Monleiro, equipagem 12, carga pipss vasias e
oulrot gneros ; a Marques Barros & C.
Lisboa35 das, brigue porluguez Ftorin 2-20 toneladas, capitao Joaquim Augusto de
Souza, equipagem 15, carga vioho, vinagre e
outros gneros ; a Amorim lrmlo
Rio de Janeiro18 dias, barca portugueza Cor$a
de 412 toneladas, capitio Rodrigo Joaquim
Carneiro, equipagem 14, em lastro ; a Thomsz
de Aquino Fonseca & Filho.
Navio lahido no mesmo dia. A
itio da JaneiroPalhabote braaileiro r*rw, capi-
tao Haaoel Jos Pareira tfarinho, carga as-
sucar.
Observadlo.
Suspenden da lamarlo para a Parahiba fcri-
gue inglez Xivid, capitao F. Aroold.
ser feito a expensas da povo.
A commlssao desejando que todos os Bra-
sileros possam concorrer para lo patritico
monumento, quaes quer que sejamassuas for-
tunas fixou o mnimo e o mximo das quantias
entre mil e dez mil res.
Devendo a estatua ser inaugurada no dia 13
de Junho de 1863, centesimo a n ni versar io na-
talicio de Jos Bonifacio de Andrada e Silva ; a
commisso espera que Vv. Ss. se dignem de
coadjoval-a em tao louvaxel empenlic, activando
e apresssudo a subscripcao, cujo resultado tari
publicado as tullas diarias d'esta capital.
Deus Guarde Vv. Ss. Rio de Janeiro
18 de agosto de 1861.IHms. Srs. presi lente
e Venadores da cmara municipal da cidade do
Recife da provincia de Pernambuco. Euzebio
de Queiroz Coulinho Mattozo CmaraJoaquim
rsorberto de Souza Silva,Joo Manoel Pereira
da Silva.Baro de MauJos Ribeiro de
Souza Fonle.Henrique de Beaurrepain Rohan
Ooulor Claudio Luiz da CostaThomaz Go-
mes dos SaniosF. S. Dias da Molla.
Pela subdelegada da fregueziade Santo Ao*
Ionio do Recife se fac publico que acha-se na
meama subdelegacia para ser entregue a quem
pertencer um crioulioho. de 7 para 9 annos de
idade, que fora encontrado vagaudo pelas ruis
detta cidade, o qual declara ser livre. Recife 15
de fevereiro de 1862.O aebdelegado aupplente,
Manoel Antonio da Jess Jnior.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado se fiz publico aos con-
tribntotes dos impostos de 4 por cento sobre ea-
labelecimentos de fora da cidada, pteosas de al-
godlo, typographias, cocheiras, cavallarices, no-
tis, casas de pasto, botequins e fabricas ; de 12
por cento sobre os estabelecimentot de commer-
cio em grosto e a relalho, armazens de recolber,
depsitos e trapichea ; de 8 por cento aobre oa
consultorios mdicos e cirurgicos, sartorios tr et-
criptoriot; de 509 sobre casas de buhar, modas
e lojas que venderem-roupa fella e chapeos es-
traogeiros ; de 1 0009 sobre casas baocariat com
emistao e privilegios; de 800* sobre aa casaa
bancarios tem emistio, companhiat suooymaa
e agencias ; de 200* tabre casat de ctmbio ; de
500 rs. por tonelada daa alvarengaa a canoas
abertas empregadas no trafico da carga e descar-
ga ; de 30* por cada escravo empregado no ser-
vico das mesmas alvarengas ; de I69 aobre cada
um carro particular de 4 rodas; de 10g sobre os
de duas rodas; de 18* sobre os de aluguel de 4
rodas; de 11S sobre os de duas rodas ; e de 69
sobre as carrocas e vehculos de couduccao ; e
de 25* sobre mnibus,-que 01 trinla diaa uteit
mareados para a cobranza a bocea do cofre do
anno nonceiro de 1861 a 1862 findam-se no dia
19 do correle, ficando compreheodidaa na res-
pectiva multa os que ptgarem depeis des-e
prazo.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
11 de fevereiro de 1862.
Pela subdelegacia do curato da S de Olio-
da, te faz publico que no dia 6 do correle mez
e anno foi aprehendido nesta cidade.um cavallo
de cor roiilbo, com o olho direito ceg, por ae
achar vagando pela dita cidade, o qual ae acha
depositado na forma di lei.
Franciaco das Chafas Salgueiro,
Sudelegado.
iMavegacao costeraa vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte,
Macau do Amu', Aracaty, Cebr
e Acraeu'.
O vapor lguaratt, comnaodante Viaona,
tahiri para oa porlot do norte de sua escala at
o Acarac no dia 20 do corrente mes It 5 horas
da tarde.
Recebe carga al o dia 10 ao meio dia. En-
cemmendas, passageirose dinhelro a frete at o
dia da aahida it 2 horas: escriptorio so Porte
do Mattos n. 1.
Lisboa.
O brigue portuguez Bella Figueirense, capi-
tio Jos Ferreira Lesa, sahtra com brevi,dade
per ter a maior parte de seu carregamento prom-
pto : para carga e paasegeiros, para os auaet
tem excelentes commodos : trata-se eom P. S.
Rabello & Fabo. largo da AssemblV n. 12,
Aracaty

Para o Aracaty segu at o 9m da semana o
hiate Nicolao la : quero quizer carregar ou ir de
paasagem, dirija-ae a ra da Cadeia n.57.
Para a ilha de S- Miguel
tahe at o dia 20 o patacho, portuguez aLimao :
para o resto da carga e paaeagekes, trala-se com
es seus consigoataries Jlo do Reg Lima &
lrmlo. 1
otinguiha.
Para Colinguiba sabe impreterivelmente no dia
20 do correte o hiate Gaiibaldi ; para o reste
da carga e passageiros, trata-so com Tasso Ir*
mos.
Para Lisboa e Porto.
Pretende seguir para os dous portes cima
com muita bravidade o veleiro e bem conbecido
brigue nacional Eugenia, capitio Manoel Eze-
quiel Miguis, de primeira citase e primeira mar-
cha, pregado e forrado de cobre, tem parte de
seu carregamento promplo : para o reato que
lhe falta, trata-ae com os teus consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Atevedo &-C, no seu
escriptorie, ra da Cruz n. 1.
QUINTA FEIRA 20 DO CBRENTE.
O agent Piolo fw leilio por conta e risco da
quem ptrtencer, do *2 barncat com firinha de
trige, as 10 horaa dp da cima mencionado : 00
armazem dos Srs. Antune Guimaraes AC, For-
te do MaUae.

No 1 de mar^o.
O agente Oliveira offerecer em leifJ-o oa pre-
dios abaixo designados, que serlo arrematados
chagando aoa erebos rxoduoi limitados pelo sen
proprietario e oa ajiaei renden approxtmada-
mente 10 por cento aobre o cueto elevado, a que
toram obtidos em poca mais favoravel, e pode-
rlo eveotualmento rendar mala em razio de ae
acharem situados em localidades commerctaes
desia cidade,*a saber:
Um sobrado da 3 andares em cblo proprio, na
ra Direita o. 36. com i janellaa de frente, quin-
tal, cacimba e coainha fora.
Um dita de 9 anderas e tollo, em cblo pro-
prio, na ra de Livrament n. 26, com 3janel-
las de frente, cosinha fora, quintal com estriba-
ra, qoarlos, cacimba etc.
Urna casa tarrea na travessa de S. Pedro n. 1,
foreire, com 3 salas, 2 quartos, cosinba, quintal
e cacimba.
Tres partes de um sobrado de um andar cor-
respondente a qoasi metade do aeu valor, na ra
de Heras o. 66, em chao proprio, com toja de
venda, quintal, casimba etc.
Sabbado 1* de marco
no escriptorio do referido agente, na roa da Ca-
deia de Recife, ae meio dia em ponto; e decla-
ra-se que annuneiado este leilio com tanta an-
tecedencia para dar lempo a que os pretenden-
tes venham examinar a inteira legalidade dos ti-
tulo, no escriptorio do indicad agente, que
deade j se offerece a exhibi-los e a dar os es-
clsrecimenlos necestarioa, e para que oa mesmos
preteodentea posaam examinar previamente o
estado e bondade dos ditos prodios.
LEKLO
A 20 do corrente.
N. O. Bieber & C. succestoret, farao leilio por
inlerveo(So do agente Oliveira, de variado sor-
timenlo de miudezas, diversas ferragenl Boas e
grossa e muitos artigo pue serlo igualmente
vendidos tem reserva de precos, meramente pa-
ra fechar coalas:
QuinU-feira 20
do corrente, as 10 horas da manhla, em seu ar-
mazem ra da Cruz.
Quarta-feira 17 do corrente.
PELO AGENTE


DE
Superior milho
Quarta-feira 19 do corrente.
Vender-se ha em porco de
10 saceos para cima.
O agente Pestaa far leilio de 100 taceos cana
snperor milho, no armazem do Annea caes da>
Alfandega : quarta-feira 19 do crrante, as 11
horas da manhla.
LILAO
DE
tVIDM.
Quarta-feira 19 do corrente.
O' agente Pinto far leilio a requerimeoto da
Parete Vianoa & C e per despacho do liles.
Sr. juiz especial do commercio das dividas acti-
vas dos ausentes Manoel Joaquim de Oliveira &
C, s-11 horas do dia cima mencionado em sea>
escriptorio ra da Cadeia n. 9.
Os papis e alguna documento das referidas
dividas poderlo ser examinadas deade ja no es-
criptorio do referido agente das 9 as 3 a taroe.
Quarta-feira 19 do correte.
Costa Carvalbo autoritado pelos ad-
ministradores da massa fallida de Jos
Antonio da Silva Araujo, de novo leva-
ra' a leilao a loja de miudezas da ra
do Queimado n. 27, consistindo em ar-
mce, dividas emais pertences da mes-
ma loja.
LEILAO
Para
THEATRO
DE
Santa Isabel.
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Horai.
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VI
A noite clara com algoosjnevoeiros, vento E
regular qee anslmou ao amaohecer.
_ OSOILiClO DA auat.
Preamar as T h. i da maahia, altura 6,2 p.
Rafes-mar es t b. 80' da tarda, altura 1,6 p.
Observatorio do araeoal demarinha, 18 de e-
vereiro de 1862. .
eb m<~
j
Editaes.
aotuao STirpLK,
i* teen le.


- O Illm. Sr. inspector da tbespor
claA.jtm Mmpnmento da ordem do Exm. slVe-
Arpro.vUeia deifi do coftanta. maoaa
8W 4e no di. 27 daW^XVSorS
WW'Sartar^d^
Juizo do commercio.
O Dr. Jos d'Araujo Roso Danin, juiz municipal a
de commercio dos termos desta cidade de Santa
Mara de Belem do Grla-Par por S M. I. a
quem Deus guarde ele.
Faso saber que o administrador da massa fal-
lida dos commerciantes nao matriculados Jos da
Silva Santos & lrmlo, outr'ors estabelecidos nes-
ta cidade, a Joaquim da Silva Santos & lrmlo na
do Maranhao, firmas solidarias, peraote eale jui-
zo, fez urna eiposico escripta, do estado da ad-
minialracio em ordem a abslerem providentes
dispotices judiciaes para por termos I respectiva
liquidaclo ; requereodo, em virtude do aviso pu-
blicado oo n. 244 doJ)iario do Grla-Par, e re-
produzido nosjornaes do Maranhao, Cear e Per-
nambuco, e do disposto no art. 861 do cdigo do
commercio, houvetse este juizo determinar o que
devia a administraclo fazer. A' vista do que, e
por meu despacho mandei que foasem contem-
plados os credores susenles, que constasaem dos
livros dos fallidos, no rateio a que te ia proceder,
depois dara as providencias requeridas. Ponde-
rou o dito administrador os obstculos, que se lhe
offereciam, para cmprimento de meu despacho,
pediodo, em sua replica que se houvesse de man-
dar intimar judicialmente aos credores por mel
dos peridicos, marcando-ae-lhes um novo prazo
para apresentagao daa conUs, lindo o qual po-
desae a administraclo tazar o rateio pelos credo-
res apreseotados o que agnardava das ordena de-
finitivas. Em coosequencia, e por achar de juslica
e legal o referido a respeito, mandei que se pro-
cedase como requera, marcaodo-ae o prazo de
mais um mez. Paraenencia pois dos credores dos
referidos fallidos, assim desta prega como das di-
tas provincias de Maranhao, Cear e Pernambneo
hajam de apresentar seus litlos de dividas, en
contss legalisadas ; o que deverao fate-lo da data
deste a um mez, nodo o qual, organisar-a-ha a
lista para o rateio respectivo t vitta dos docu-
mentos exhibidos, para poder ter lugar a ulterior
providencia judicial em ordem effecliva dislri-
buicio dos lquidos que honrar apurado, sob
pese da eocerramento para o afleilo legal subse-
queote
Este ser publicado pela imprensa e afiliado
aoa lugares pblicos.
Para 31 de Janeiro de 186S. E.eo, Bartholomeo
Jos Vielra, escrivo que o subscrevi.Aaiigoa-
do.Jos d'Araujo Roso Danin,
O lilm. S. inspector da theaouraria pro-
vincial, em cmprimento da reaolucio da junta
da fazeode, maade convidar ao* aroprielarioa
abaixo mencionados,. a entregaren aa meama
ibetppraria, no prazo de 30 diat, a contar do dia
da primeira publicaclo do presente, a importan-
cia da quota com que devem entrar para o cal-
crnoste da ra do Cabugi, conforme o diapoalo
na lei provincial o. 350. Advertindo que a falta
da entrega voluntaria aera punida com o duplo
das referidas quotas, na cooformidade do art. 6.
do regelameoip de.) de deaembro de 1844.
Numero 2 Jos Pares da Cruz e her-
deiros da Jos Gomes Villar
Os meamos
Jote A amasa Guimaraes
Fxancuco Jos Ttei
Itstos 6,
O mesmo
Grdaat Wifc^M^Sofiraft-,
16 D. Aguisa SenhoriebePe-
f 18 Jas Braiadao da R^ab* ..
Sabbado 22 de fevereiro de 1862.
A execoglo da brilbante ouv%rtura
A partida do marinheiro,
pela orchestra, que ser dirigida pelo Sr. Colas,
servir de preludio representadlo do excellente
drama em trea actoa, original do Sr. Camillo Cas-
tello-Brnco, que se intitula
ESPIM.0S E FLORES.
Rio de Janeiro,
a barca nacional Amelia pretenda teguir com
muita brevidade, tem parte de aeu carregameoto
a bordo ; para o resto que lhe falla, trata-ae
com os seus consignatarios Antonio Luis de Oli-
veira Azevedo 4 C, no seu escriptorio, rus da
Cruz n. 1. 1
Rio de Janeiro
Quarta fe ira 19 do correute.
O agente Piolo far leilao por ordem dos ad-
ministradores da massa fallida de Jos Ribeiro
Pontes, das dividas activas da mesma massa, t
11 horas do dia cima mencionado em aeu es-
criptorio na ra da Cadeia n. 9, oode se poder
dar desde j qoalquer esclarecimento acerca das
referidas dividas.
O hiate Novees
a frete.
recebe gneros! etlrangeiros
Pkksonackns. Actores.
Padre Henrique...... Thomaz.
Pedro de Oliveira..... Leite.
Luiz de Athsyde..... Lisboa.
Primeiro cavalleiro .... Lino.
Segunde dito....... Cosa.
Josephioa........ B. Anna Chaves
I). Amalia D. Carmela.
Mara, 8 annos de idade. N. N.
Urna dama ....... Jesuina.
Cavalleiros e criados, etc.
Prescinde^se do fater-se o menor elegi ao
presente drama, pois que o nome de seu autor
assaz o recommeoda.
Fioalitar espectculo eom a sempre appiau-
dida-comedia em umaeto,
POR CAUSA
DE
COMPANHIA BRSILEIRA
DE
I?ES A WfM,
E' eaperado dot porlot do sul at o dia 28 do
carrete um dos vapores da companhia, o qual
depois da demora do costme segui para os
do norte.
Desde j recebem-se passageiros, i engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver se embarcar no dia de sua cheg da, diobei-
ro a frete e entommnndas al o dia da sabida t
2 horaa da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
40.
Alerta Srs. marcineiros e paes
de familia.
O agente cima ati leilao por conta
e risco de quem pertencer dos movis
abaixo declarados,ao correr do martel-
lo, na ra do Imperador n. 20, arma-
zem que foidelouqade Joaquim Pereira
Silva Santos, consistindo no seguinte :
Armarios.
Guarda roupa..
Mobil a completa.
Secretaria.
Bids.
Toalhetes.
Guarda roupa com espelho.
Lavatorios.
Tocadores muito ricos com espelho.
Com modas.
Quadros com lindas estampas.
Espelbos diversos
As 11 horas em ponto no menciona-
do dia.
LEILAO
Avisos
diverso.
DE
42 saceos com al-
godo avariado
Por muitas vezes- se tem annun-
eiado que somenteserecebem assignatu-
ras deste Diario a 5#000 por trimestre,,
sendo pago dentro de 15 dias do come-
co, mas acontece que alguns de seus
assigDantes demorem o pagamento alem
daquelles dias, e se juiguem com direi-
to a paga-lo a dito preco anda mesmo
que falte meia duzia de dias para se
vencer o trimestre ; por tanto de nova
se declara que nenhum direito xeat o
subscriptor de pagar a subscripcao a
seu arbitrio, e sim como est estipulado,
nao servindo de desculpa o nSo ter sido
procurado, por quanto nenhuma duvi-
da ha em receber-se na livraria rs. 6 e
8, da praca da Independencia, por na a
haverem tantos recebedores, quantos
seriare precisos para encontrar era
suas casas, a alguns assignantes.
Nesta typographia, pre-
cisa-se fallar ao Sr. Dr. Ju-
veacio Alves Ribeiro da Silva,
que reside no Rozariuho.
Grande laboratorio dela-

489^000
60*000
' 4#000
Os artistas dramticos ora residentes nesta pro-
vincia, havendo obtido do Eim. presidente da
pro'incia a contesao do theatro de Santa Isabel
para darem algumas representaces, tem a honra
de annunciar ao retpeitavel publico, que dars
principio ata saua trtbaihos sceao-atliaticos no
sabbado 82 do correte.
Aproveitam os referidos artillas'a occasiio pa-
ra cien titear que nao empregado lodosas eafer-
cos soesivei eeapeohado anda seus mono-
rea recursos aflu 4e cabalmente satiafazerem o
compromiisos que contrabirai para com o pu-
blico, pelo faoto da solicitarlo e consequoote ob-
tenco do thealro de Santa Itabel ; aeffeotiva-
meote j cootacn no aeu repertorio novas a rt-
quiaaima* composi^oea thealrtea, como dramaa,
comedia, vauScvillea, etc., etc., que por ui
atpecialidadM o rilbaatieao do concep?o bio
de por certo agradar tos amadora.
Os referidos arUlaecon*equeoUmsot9 esperan
que, feudo apreciada* o aoos aforeos para o
bom desempenho de seus devotos, o illuttrado
publico deata capital nio deixar de ajuda-los e
favorece-los com a conoBRaaota aoaespectculos
a igaalmeot convidam aquel panoas que de
ante-mo Ibe baviam fallado tobre bilhetea fe
leabam a bondade pe pparecer no rttpetUvo
escriptorio, am da receba .loa; aaaim como
aquellas outras que queiram toma-Ios para a pri-
meira recita.
_________________' PnacJatartaBAoraa.
C0MPANHAeBRASILE1RA
Dos porto do norte esperado at o dia 5 da
marco o vapor Prineeza it JoinviUe, o qual de-
pois da demora do costume seguir para oa por-
tas do sol. /
Desde j recebem-ss pasaagevroe e eogaja-ae a
carga que o vapor poder condazir a qual devora
aer embarcada no dia 4o saa Icnegada, encom-
raendas e dinheiro a frete al o dia da aahida a
X horaa da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Antonio Luis de Oliveira Azevedo
A-C I
Parado Assi'i
com otala pela Parahiba e filo Grande do Norte
o hiate tJaguaribe, de primeira marcha, o qual
tem excellente commodos para carga e passa-
geiros e pretende sahir at o flm do torrele :
a tralar oa rua. j 1* ou a bordo de-
jraate do caes do R m ot |
Viaona & Gaimsret faro leilio por conta e
risco de quem pertencer e por intervengo do
agente Pestaa, de 12 aaccos com algodo de
marca JNC vindas de Maco e svariadas a bordo
em viagem do mesmo porto : quarta-feira 19 do
corrente pelas 12 horas da manha na porta da
iotpeccao do algodo.,
MELAD
A 19 do corrente.
AtMrira Irmos faro leilao por intervenco
do agente oliveira, de cerca 500 barricas de fa-
rinau de trigo francesa da aoperior qualidade,
recentemente chegada a eate porto :
Quarta-feira 19
no corrala, s 11 horat da manha em ponto.
loa armazdna baro do Livramento, e de Joo
dgoacio Abil, aitot no Forte dJllloe.
.10
13
Avisos mar
sm^f^m
Par* LisJtma
tabir con toda a bieldada brigoa coUagoM
cCeoittKie. capitao. Augusto Caraos dos Re
visto tat.proaaala.aBMiM parta aW tea cariega.
meoto ; ara. o raaWoto e nataagairoa, pa quaes tem exatleatat aceometoatoe*, trala-sa
tom.toei^naato.a5a,01TaUa&fttho. largo do
O ageote Peataoa far leilao p'oreoota a risto
de quem pertencer e por ordem de Augusto Ce-
sar de Abreu, de 20 carices com bico de multo
lindos padrdeae bem sortidos, em lotes a vonta-
de do compradores : hoje 19 do corrente a urna
hora da lard em ponto, em seu armazom roa
4a Cadeia do Recife n 36.
LEILAO'
Quarta-feira 19 do oorronte
as n Horas.
Antonio Carlos Francisco da Silva fax leilio
para pagaaaaato de sao*(adoras por interven-
cao do agente Pinto, do *eo aito com boa cas* a
grande pomar no salgadloho de Oliod, na dia
a hora cima mencionado po eicriatorio do mes-
mo agente rut dt Cadeia o. 9.
LEILAO
1 DK
Daa escravas
GABTA FEIBA. 19 DO CBRENTE.
O asjeolo'Mrta Utfieato a ama hora Oa tar-
de 4o a acama [wacMK Oa daaa eacravaa i
rioulaa com habUaatdaayuas.gamas aasi^ taaaai-1

SEGUNDA FEIRA 24 DO CORRENTE.
O agente Piatod>r WUio eat aeu eteriptorio
, na ra da Cadena a, fi aa praoa abeixe decla-
rado! com aartarisaeo dt peaaaa com patele
para liqaida^a aa 41 JtfOa d ira cima
donado, a aaber:
. Duas casas terrea sitia ua ra oa
pea tendo urna o. 58 e oulra n. 60.
Doat dita sita tu roa do Apollo n.
Urna dita tita aa ra da Guia n. M.
vagem.
Os dono dos numero abaixo declarados po-
den) mandar bu*car que ealao promptoa : 271,
89. 265, 283, 317. 279. 210. 18. 244. 274.
324, 158. 294, 124, 239, 330, 313, 176, 316, 317.
35, 69, 163.
Um homem casado, as coohecido ueste
cidade, esua mulher, offerecem-se para enaina-
rem as primeiras lettrss. bordar, cozer, etc., a
qoalquer pai ou paia de faimlia do mallo, que
J precitarem de aeus servicoa ; podendo afQ>ncar-
se o zelo, araizade e deiicafe que alineada-
mente se empregar no tratamonto e adianta-
mento dos meninos e meninas qne lhe forera
confiados, mediante mu mdica paga, a que se
sujeitaro ltenlo suas precises : para ge Infor-
maren} da cooduta e capacidade do offereciilos,
podero dirigirse ao largo do Paraso, sobra
do n. 26, oode tambem se contratar.
Sincero elogios
Grande inflammaeao do baco*.
Padecendo mioha senho:a de urna graade in-
flammaeao do bago, e nunca podendo obter me-
Ihoras com oa variados medicamentos de que>
las uso. somante com a aimples apolieacao daa
chapas medicimes do Sr. Ricardo Kirk com es-
criptorio ra do Parto n. 119, fiotu perfeitamen-
te bot.
Pelo que lhe reitero os meus rteos, porm la-
cero elogios.Ra do Aoaario n. 112, Ri da
i attetra.
- [Juono Brioso.
Publicacoes do Iostituto Ho-
meopatbico do Brasil.
THES01R0 BOMEOPATHirO
O
VADE-MECCMDO UOMFOPATHA.
(Segunda edic<;ao consi-
deravelmenle augmen-
tada)
Diecioaario popular de medicina ka-
meopalhico
SABINO W L PINHO.
_ lafiaar------asaigatans para atas obaas a
S5|000 am brochura at fevereiro.
Gutratar Ru* de Sanio Amaro (Hundo Novq^n.^.
,, r. m *t ... Tal
13 a w
e
aVawedio iufallivel coatirai g
" lateas antigs e receates. Os<* *f**
a lito na botica franotw M* tem *e
leilao da 144 barricu com farinha da trigo 22. Preco 3J*






MAWO DE WRNilftUCO o. 4W4R-/HHHU 1 DB fMMlftO DE |8M.
Para, as provincias.de Pernambuco, ?Pa^ahjl}a, Rio
Grande do tforfc, Cear e Aiagoas, a saber: >rj)
Folhinhade porta, contendo kalendario, pocas goraes, naciouaes, dias
de galla, tabella de salvas, noticm planetarias, eclipse, partidas
de correio, audiencias, er;esumO d'chronoldgi, a ris .160
Dita ttomfclinanak, contendo t> kalendario, pocas, noticias planetarias,
partidas dos correios, tabellas de imposto, etc. etc. o almanak
ceyit,-'judiciario, administrativo, agrcola, commercial, e indus-
trial, desta provincia, a res. .-%Js-'.> IjSOOO
-i----------.--------s_2
Companhi pernambuca-
na de vapores costeiros
De orden do conselho de direcqaosae
con.vhtad.OS os Sr. accionistas da Com
Socidade bancada.
Especial hOmeopatliico
Ra das Cruzes n. 30.
Neste coosullorio poda ser proeurado o respectivo proprietstio qualquer hora, havendo
ah sempre grande sonimento dos verdadeiros mdicamentes homeopalhicos, preparados em Pa-
rs (as tintura*) por Oellan e Weber, o oais acreditados pharmaceuticos do universo como
preparadores de remedios de homeopaihia.
O proprielario deste consultorio nio pretende, todava, que sejam os seus medicamentos
infalliveis, porque nada ha infallivel em fados humanos; nem tao pojico superiores aos que por
ah se preconisam, porque ceno que o que nos fazemos, outro o pode egualmente fazer tao bom
seno raelhor. Mas afianca que nelle nao ha traficancia, e que o servico da \ reparado corre
pele mesmo proprielario, que nao tendo grandes commercio de carteiras, acoa-se sufficiente para
satisfszer s necesidades daquella preparacao.
Neste consultorio iclram-se venda elementos da homeopaihia, acomraodados inteiligencia
de qualquer pessoa ; assira como presla-so gratuitamente o seu proprielario, com seus esforeos e
medicamentos, todas as pessoas necessitadas, sera dislincgo alguma, que o procuren), pois
_ue o seu Tnaior prazer ser mil humanidade soffredora.
Consultorio medieo-cirurgieo
&--M3JLDlk GLOKl\ CYSY DO \3NDO3
Consulta por ambos os systemas,
Em consecuencia da mudanc_a para a sus nova residencia, o proprielario de(e eatabeleci-
niento acaba de fazer urna reforma completa em todos os seu medicamentos.
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nao se confundam com os de
nenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaran e gozam ;o proprielario tem tomado
a precauco de ioscrevero seu nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos todos aquelles que forem apresentados sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acorapanhar urna conla assigaada pelo Dr. Lobo Mosaozo e em pa-
pel marcado com o sen nome.
Outro sim : acaba de receber de Frao?a grande porcio de lindura de acnito e belladona re-
me.lios estes de summa importancia e cujas propiedades sao tao conhecidas que os mesmo Srs
medico allopalhas empregam-as constantemente.
Os medicamento avulsos qur em tubos qur em linduras custarao algo vidro
O proprielario deste estabelecimento aoouncia a seus clientes e amigoa que tem commodoa
tufflcieoies para receber alguna escravos de um e outro sexo doentes ou que preeisem de alsuma
operacao, afflaocando que serao tratados com todo o disvelo e promptido, como sabem todos
equelles que i tem tldo escravos na casa do annunciante.
A situacao magnifica da casa, a commodidadedos banhos salgados sao outras tantas vanta-
geos para o prompto restabelecimento dos doente.
As pessoas que quizerem fallar com o annunciante devem procura-Io de manha at 11 hora
Lni!: ",* dMH5 em, d"nle' eafora des" horas acharao em "" Pew *on qem e poderjo en-
tender na ra da Gloria n. 3 casa do Fundan._____________* Dr. Lobo Moteoxo.
ELIXIR DE SAME
itrolactato de ferro
\3meo deposito na botica d Soaquim Marliubo
da Crux. Correia., rua do Cabug u. U,
Pemambueo.
Amoriro, Fragoso, Santos & C. a,cam e tomam
sages obre a pra?a de Liiboa. \
Aluga-se um bom ailio com muita arvores
de fruclo, bem como um bello jardinj nq lugar
'do CalJereiro, esquina da ra da Haogileira, com
panlna Pernambucana a se reuniren!"0" ho* *" para grande familia, pintada de
em aemblageratnodia22 do cor^^JXi ,il de ? f0'd "chaira para
* ~ j- i I08"6 qu*os para pretos, estribara para quatro
reute, ao meio da, na sala J- --------*- ------'.....--------------
da associa-
Cao commercial, para 1 be ser presente
o relatorio e balanc/j annual. Becie
14 de fevereiro de 1862.O gerente,
F. F. Borges.
Ha para akigar um terceiro an
dar muito fresco na ra do Encanta-
mento : a tratar na ra da Cadea do
Recife n. 33.
Precisa-se de urna ama para co-
sinhareengommar : na ra Direita n.
5, primeiro andar.
Preciaa-sa lugar urna pret de meia idade
que seja Del e sem ricios para o servico externo
de urna casa de familia : na ra do Queimado so-
brado n. 44, primeiro aadar, ptjrando-se o sea
aluguel conforme cot)veoeiontrem.
* m ir. mti ?w !ic ai" w m tTi m t
8 ..?^^^^icaoda"s7aWT;v"r*
ou aeifl cavallo : quem o pretender pode dirigir-
n A ruajia Cruz do Recite n. 63, para tratar.
Moleque. *
. Na ra da Cadeia Velha n. 52, lerceij-
ro andar, preca-ae de um moleque de
d 15 anno toara cima, quem o lirer pa-
ra alugar drija-e referida essa'.
re, medico, pode aer procurado
ejercicio de sua proflsaao : na
Praia n. 43, segundo andar.
para o
ra da
8
I
Roga-seaoSr. capito Manoelde
Souza Leao Jnior senbor do engenho
Gurjau', de nestei 8 dias sem falta, ap-
parecer na ra da Aurora n. 86, pri-
meiro andar, a negocio de seu interesse.
O curadores flseaes e depositarios da mas-
sa unida de Joa Feroandes Agr convidara aos
credore da referida maisa, cujo titulo foram
habilitados no referido processo para apreaenta-
rem os seus titulo no prazo da 8 diaa, ao abai-
xo aaaignadoa, travesa da aladre de Dos arma-
zem n. 16, afim de proceder-te o dividendo da
quantia em deposito, visto para itto acbarem-ae
autonsado por despacho do Dr. iuit de dlreilo
do commercio.Ferreira & Marlin.Barros &
Silva.
Aluga-se um quarto andar com excel- ^
lentes commodot: na ra da Cruz n. 53. 0
Easino de partidas
dobradas.
E ARITHMETICA
DIRIGIDO POR
Manoel Fonseca de Medeiros
Duas vezes por semana tercu e sextas
Das 7 as 9 horas da noite
Ra Nova n. 15, segundo andar.
Precisa-se de urna ama paracoainhar e com-
prar: na ra dolmpprador, n. 37, segundo an-
dar, entrada direita.
Precisa-se alugar um sitio as proximidades
deita cidade, na Selidade, Santo Amaro on Mag-
dalena, quem liver diriia-se a ra da Cruz flo
Recife n. 38.
Preciaa-ae de ama ama forra ou daptive,
que sai Da coainhar, comprar e engomnar : na
rus da Cruz do Recife n. 25, primeiro enfilar.
Nesta typographiaj pre-
cisa-se fallar ao Sr. Joao Al-
ves Ferreira, que dizeib ser
empregado uas loteras J
--Aranaga, Hijo & C. sc&ia sobre
o Rio de Janeiro. /
iikT/"? u* 1"?,('uer q"D> sobre/Portugal e
Una de S. Miguel ; m r.ua do Vigarib n. 9 pri-
meiro andar, eacriptorio de CarvalhoJlSogueira &
Companhia. ]
Lices de ingleaf.
Do-ae de noite no hotel france i a tratar
ra da Cruz n. 1.
O curadera fiscaes e depositarioi da mana
fallida de Miguel Gome da Silva, contiana aos
credores da referida raatsa, cajo titulo forani
habilitados no rtferido irecesso para fepreseota-
rem es seus titulo no prazo de 8 diaa aos abaixo
assinoados, travesea da Madre de Deoa, armazem
n. 16, aflm de proceder-e o dirfdendo da quo
lia em deposito, tsio paTa islo ac'barem-se auto-
nsados por despacho do Dr.-iuit de direitodo
commercio.
I Havando desapparecldo da algtbeira dd
abaixo assigoido urna caris que Ihe loi endere-
za Ja do Rio de Janeiro coo tendo um bilhele in-
teiro n. 690 e doua meiea os. 995 e 968 da 42*
lotera para indemnlsa;o dos adiantamenloafei-
tps ao emprezario do thealro da Nictheroy
dous quartos os. 163 e 165 da 83 lotera da obras
do recoihimenlo de Santa Thereza, roga pois a
qualquer pessoa que leona schado a predita ear-
ta com os bllhetes alludidos que eotragaodo-a na
ru" d" Cruiea d. 8, receber208 de gratioao,
e aesde j se previne aos Srs. ibesoureiros que
L,?^u?um.qua6sc'uer80rles feridos bilhetes seno ao mesmo abaixo assigoa-
3e f0eUvearirroado01862rCUrid0r d.e'19- Kedfe 15
Jos Ribeiro Barbosa.
na
Os abaixos assignadoiJ avisam a
todos os devedores da extincia firma de
Aranaga & Rryan, queseest' acabando
de liquidar, tenham a bomiade de vir
saldar seus dbitos dentro de 15 das, na
ra do Trapiche Novo n. f, e para os
que altarem, serao tomadas medidas
coercitivas. |
Aranaga Hijc- & C.
O proessor de msica Rodolpho
Eichbaum, discpulo do conservatorio do
Leipsic, acba-se prompto a dar licoes
de piano e cantona : pode ser procura
do na ra da Cadeia do Recite, loja do
Sr. Antonio Luiz de Siqueira, ou na
ra da Cruz n. 10, casa de Kalkmann
Ir raaos & C.
Precisa-se alugar um preto, dando-se o
sustento, e paga-se menaal ou semanal, para o
servigo deata typographia : na livraria ns. 6 e 8
da primada Independencia.
0 Dr. H. Thermes (de Chalis) antigo pharmaceulico aprsente hoie urna nova preparacao
de ferrocom o nome de elixir de citro-laclato de ferro.
Parecer ao publico um luxo empre^ar-ae um mesmo medicamento debaixo de frmelas tao
variadas, mas o nomem di sciencia comprehende a necessidade e importancia de urna tal varie-
dade.
A formula um objecto de muita importancia em therapeutica ; um progresso immenso
quando ella, maniendo a esseocia do medicamento, o torna agradavel, fcil e possivel para todas a
ldades, para todos os paladares e para todos os temperamentos.
Das numerosas preparares de ferro at hoje conhecidas nenhuma reune tao bellas qualida-
des como o elixir de citro-lactacto de ferro. A seu sabor agradavel, rene o tomar-seem urna pe-
quenai dose, e ser de urna prompta e fcil dissolugao no eatomago. de modo que completamente
assimuado; e o nao produzr por causa da lactina, que contem em aua composico, a coostipaco de
ventrefrequentemenle provocada pelas outras preparares terroginosas.
Estas novas qualidades em nada alterara a sciencia medicamentosas do ferro, que sendo urna
substancia da qual o medico se nao pode dispeusaa em sua dioica, de incomparavel utilidade
qualquer formula que lhe d propnedades taes, que o pralico possa prescrever sem receio. E* o
que consegMio o pharmaceulico Thermes com a preparado do citro-lactacto de ferro. Assim este
medicamento oceupa hoja o primeiro lugar entre as numerosas preparares ferruginosas, com o
atiesta a pratica de muito mdicos distinctos que o tem ensaiado. Tem sido empregado como im-
h^\ Pr0Teit0 n" molestias de languidez! chlorose paludas core ) na debilidade subsequente as
??Ihi"TV" n" hy,lrPes' que appuecem depoisda intermitentes na incontinencia: de urinas
^nvilanie,Hn"S pe.r'fS brsncas. Da crophula, oo rachitismo, na purpura nerm-rrhagica, na
convalescencia das molestias graves, na chloro anemia das mulheres aravidas. em Todos os casos
a pratica ae muito mdicos distinctos que o tem ensaiado. Tem sido empregado como ii
proveito as molestias de languidez (chlorose paludas core ) na debilidade subsequente
na.Kia. as hylropesias que appuecem depoisda intermitentes na incontinencia: de urin
iliiade, na perolas brancas, na escrophula, oo rachitismo, na purpura henjorrhagica. i
iu \l nlra."l!.B. h"1'" 8rKave^Da chl?ro aDemia das mlhere grvidas, em todos os casu,
culosas can.ma/tvnhH! mPbreCld0 U VIC"do Pelafadi8. ffcc6es chronicas. cachexia tuber-
cunaei. syphihlica, excesso venreo, onanismo oso prolongado das preesoces mer-
medi^fim EtZSl S6Dd0 ""j re,1uenle "ndo o ferro a principal substancia de que o
medico tem de lapcar mao para a debelar, o autor do citro-laclato de ferro merece louvores e o
numanidade, por ter descoberto urna formula pela qual s pode sem rece
| Attenco. |
1 Quarta-feira 19 docorrente,a 9
^ 1 hora da tarde, depois da au- B
^ diencia do Illm Sr. Dr. juiz &
municipal da segunda vara na &
^ respectiva sala dos auditorios te-
\ r lugar a coutinuacao da arre-
\ mata cao por venda dos bens se- %
\ guintes : um sobrado de um an* 9
\ dar e sotSo n. 2 sito na travessa f$
\ da matriz de Santo Antcnio, 0
\ avaliado em 10:000$, urna casa m
) terrea meia agua n. 1 sita na S
| ra de S. Francisco a va liada ^
\ em 400(, urna dita terrea n. 1 *%,
j sita na ra do Arraial do Rrum A
) avallada em 1:00o,1)', urna dita
| terrea n. 3 sita .na metma ra
| avliada em 1:200$ e outra dita
I terrea n. 5 sita na mesma ra
, avliada em 1:000$, situadas
l estas tres ultimas em terrenos
l de marinha, cujos bens sao per-
I tencentes ao espolio do padre
Jos Leite Pita Ortigueira, e vao
i a praca a requerimento do tes-
tamntelo e inventariante pa-
. ra pagamento de dbitos.
23 Roa da Imperatriz 23
Pianos, msicas, afina-
coes e concertos.
J. Laumonier avisa a seus freguezes que tem
um bello aortimento de piano dos melhores au-
tores, assim como-musicas para canto" e piano
eocarrega-ae de concertos e aOnages dentro
fora da cidade, por precos razoaveis.
Aluga-se a propriedade na ra da Casa For-
te, n. 2, a qual tem commodoa bastantes, cacim-
ba e terreno no fundo : quem a pretender, diti-
ja-ae a raa do Queimado n. 13.
Bo.inhos.
Baodejss enfeitadaa com armac&o de diversos
gostos e bolinhos dos maia escolhides do nosio
mercado para casamento, baile, aoais etc., e
tambera s os pesa em libra, assim como pas-
telera de diversas qualidade, pudios, bolo in-
glez, filhoes ele-, tudo do melhur gosto, aceio e
do raais commodo prego desles gneros : diri-
jam-se a ra da Penha n. 25, segundo andar, pa-
ra sjostar-se.
J FERREIRA MLLELA
RETRATISTA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cabug n, 18, 1.* aadar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos poratubrotypo, por melaioutypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especteee para
pulceiras, alunles ou caaaolelas. Na mesma
casa existe um completo e abundante sortimeoto
de artefactos francezea e americanos para a col-
locaco dos retratos. Ha tambem para asle mes-
mo m cassoletas e delicados alfioetes de ouro
da lei; retratos em photographia das principaes
personagens da Europa ; stereoscopos e vistas
atereoscopicas, assim como vidros para ambrolyp
e chimicas photographicas.
Aluga-se.
No caes d'Apollo n. 7, desoecupou-se um ex-
cellente armazem, que se aluga por prego razoa-
- a tratar na ra do Imperador n. 46.
vel
Aviso.

reconhecimeoto da
do ferro.
GRANDE DEPOSITO
DE
16
Cabo.)
41-RUA DO IMPERADORA.
Nado LOISA M
DO
BiRBALHO
i
pode
iarIh!m?S J""le 1r8Dde "" ,,^ber'Jib"ca,1oeae boa qualidade de barro, coma propriedade de con.ervar 8)
eempre tria, como sejam jarras, resfnadores, muringuea, quartinhas, garrafas, copos para agua etc.
De obras vidradas.
comtam^sTs7m^e7an^.ue,talh.M'a,i,Ilda,re'de lodo8 os mho. assadeiras, boioes
SSV^M 2hLffi8^0^-" olos. Ca5aroa.enfuzas. frigideira. e muita o-
O proprielario desta fabrica a primea deste genero entre na espera obler
Aproropta qualquer factura para exportar, alm dos precos commodaa aoroae vende d 10
E^r cen?odebStePa"qUea,COmPf" de 1W| *" d" e "" StIRSS erio 5
do respeitavel
barata do que
Qualquer encommenda pode aer entregue no deposito da fabrica ra do Imperador
4L
'^^'iS'^^^^
1500 cambraia lisa fina a 3|. 5*1500 e 4$ a peca,
lo bordada, croch a <40 e 800 rs., mangurtos
aoguitos, golltoha. e camiz preto om enfeite
toqpu (eitas per presos commodot, mr WT'<,' "'"^"a* atenda e
e 25#, lenco branco de can.
Club commercial.
A reunio familiar do corrente mez lera lugar
na noite do dia 22.
III8HM ?
fjf Len Chapado, artista recentemente #
ebegado a esta capital, tendo viodo aUbs-
tiluir em seu estabeleciment o Sr. Stall,
offerece seus prestimos no exereicio de sua #
proQsso ao respeitavel publico desta pro-
vincia, trabalhando em todoa oa systemas
at hoje conhecidoa, mxime pelo syste-
ma cenolypo conbecido hoje como o mais |
brilhaote em resultados e rivalisando com a)
a mais perfeita pintura e bem assim em fi
cartes de viaita. a
Est em seu eatabeleeimenlo durante *)
todo o dia, e os seas trabalhos serao por a)
prego razoavel. M
Reside na ra da Imperatriz n. 14. m
Attenco.
Sapatoes de borracha anda nao vistos cujas
chegaram na occastSo de servir como preserva-
tivo para o cholera, e i oa ha na ra da Impe-
ratriz n. 46. loja do Viaona.
Ensiuo particular.
Urna pessoa habilitada propoe-se a leccionar
noite aos que se dedicam ao comrmtcio francez
ioglez, grammatica.portuneM. e arithmetica : a
fallar na ra do Cabug n. 3, aegundo andar.
Precisa-se alugar um cozinheiro ou cozinhei-
ra, que deaempenho bom o mesmo acrvigo, par
a casa de urna familia, paga-se bem : a tratar na
ra da Aurora n. 4.
A padsriado Leio do Norte, situada na ra
do Colovello, precisa de um bom trabalhador de
masieira.
Precisa-se de "urna coziobeira boa, ou de
um cozinheiro bom, que seja perito em sua arte :
a tratar na ra do Vigario n. 2.
Jos Peuhetare, subdito italiano, retira-se
para Sergipe.
Precisa-ae d um caixeiro para ama taber-
na, de 10 a 12 annos : a tratar na ra Velha nu-
mero 27.
Attenco
Ossenhores herdeiros do engenho Cursahyque
pretenderam comprar urna paite do engeoho Pin-
dobal, ua freguezia de Pao d'Alho, ou outro qual-
quer senhor, queiram appareqer na ra do caes
novo de 22 de Novembro n. 32, segundo andar
que acomprarao por metade de seu valor, cuja'
parte vale 10 000, visto o engenho tersido ava-
llado em 40:0001, o Sr. Joaq>tm Cavalcaoti de
Albuquerque Mello comprou 'dito engenho em
1054, o qual eatava arrendado flor 1:0000 annual,
por isto tem de psgai 250 por anno, sao 2:500,'
alem doarrendamento flo 24 andos.de outro ren-
J?ira. oatconhecido que dita \parte vale bem
16:000 : quem a quizer compraV por 6:500. di-
nheiro vista, apparega, visto to'Sr. Cavalcaoti
nao umprir o que tralou : as .vender-se dita
parle at 15 de margo, o berdeirol (em de reque-
rer o engenho praga, visto o Sri Cavalcanti as-
sim o querer. \
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
Retratos de
Retratos de
Retrato de
Retratos de
Hawleyotypo
Hs-wlevolyoo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
novo
novo
novo
novo
nova
nova
nova
nova
nova
gosto
gosto
gosto
gosto
iu vengan
Invencao
lnvencao
invencao
invengao
JGabinete medico cirurgico.
# Ba das Flores n. 37.
# Serao dadaaconaaltaa medioa-cirrti-(Sj
ca pelo Dr. Estevao Cavalcaoti de Aibu- S
querquedaie saip horas da manbia.ac- S
SJ cudindo ao chamado com a maior bre- S
S) vidade possivel.
Si'irWi, _____: Z
2.* Molesliasrde pella.
9 3.' dem doolhos.
8 4.* Wm dosorgaos genitaes.
Praticaritoti eqaalquer opera5lo em Z
f"u *KMlfAOU em c*" i :torme Ibes tor maia conveniente
4####P
Saques sobre Portugal.
Matiotri Ignacio de Oliverra & FilboTaecam so-
bre Lisboa e Porto : oo largo do Corpo Santo,
ecriptorio b. 19. *
1 O Sr. Julio que te?e botequim,
queira vir a esta typographia, a nego-
cio.
r Ai pe'W,?, *,10 *2*am a loja de cal-
&&s&2estt?&it as
ua.tonta at Cao deite mez, qo do contra-
aio proceder a ceacaaca Ricial, visto j ter e-
gotmio todos es soaioa amiajaTVis.
Francisco Jos dos Pasaos Guimares dei-
xou de aer procurador do Sr. Diogb Jos Leite
Uuimaxaea residente em Portugal.
Antonio Botelbo Piolo de Mosquita vai
Europa, para all so fazer operario ua molestia
que padece, levando em sua compaonia um so-
bnoho menor de nome Alfonso Augusto de C.
Huniz.
A o commercio.
Urna pessoa que eacreve bem, traduz a.
franceza e inglesa, e sabe arithmetica,
ae para escrever em algum eacriptorio : (
cial : a fallar na ra do Cabug o. 3,
andar.
linguas
fferece-
mmer-
gundo
Attenco.
Quarta-feira 19 do corrente depois da audien-
cia do Illm. Sr. l)r. juii municipal da segunda
vara ser arrematado por ser a ultima praga urna
parte do sitie e caa de vivenda no logar do
Monteiro em seguida aos Apipucos, o qual per-
tenceu o.fiuado Francisco Cavalcaote de Mello,
e vae a praga per exedUcao de alaooel Jos Mar-
tina contra Alvaro Fragoso de Albuquerque, ava-
llado por 457*143 ji com o abate da lei. lscri-
vao Attayde.
o Dr. Antonio do Vaseoncellos Mene:;esde
Drumraond, advocado deale foro, j realabelecido
da enfetmidade quesoflreu,cha-e prompto pa-
ra o exereicio de aua profisso no seu escritorio
na ra do Imperador n. 43, das 10 horas da ma-
nha s 3 da tarde, a (ora deuas horat, e para
casos urgentes, na casa de aua residencia na roa
do Hospicio n. 17.
A pessoa moradora na ra da
Cadeia
do
Recife o. 25 que dse ja falar coa fiernardiio Di-
aa Ferreira, leona s bondade de dirgir-ee a ra
Velha b. 33.
Aluga-se o sitio no lugar da pon-
te de Uclia, defronte do cies : a ratar
na ra do Rosario larga, n. 10.
Sao rogado oa aenbores Joa Flore icio de
OHveira rstrra, Mairoel Jernimo de Albuquer-
que, e Lucio Alve de Otlveira o Silva a compa-
receris loja u. 20 B da ra, do Crespo.
A abaixo attiqoada, proeispra particular
autorlsada pelo govVroo, faz saber aoa pais de
aua atamos e a quem mal' posta ioteresssr,
que se acha aberta a matricula de Sua aola para
o entlao daa diseiplina que corapoees o cuno da
iotrut5o primaria do aexo femenino, residen-
cia na cata n 68 da-rua da Soledad*.
Thersza 6u4lharmiDa de Carvalbo.
Presos baixado para pouco
tempo.
Precos baixado para pouco tempo
Pregos baixado para pouco tempo
Pregos baixado para pouco tempo
Pregos baixado para pouco tempo
3#000 5^000 10^000 205000
380CO 5:9000 10SOOO 20&000
3000 5000 108000 208000
3^000 5000 10/000 2O&004
3000 5000 105000 aojooo
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Expleudido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Esplendido quadros dourados
Explendldo quadros douradoa
Explendido quadros dourados
Vende-se machinas para re-
tratos.
machinas para
machinas para
machinas para
machinas para
de lindos
1.& mfd,*rilpo. Este emblema posto
Utilmente rialista dos medicamentos quaaS^a-
.2i-1 eA'?fr,(Iie n8 lavtramessetmaroia
Al o Id deste mezl
S$HE DO PRLO
o 1* volunte
Hoyo'jnethodo pratiod theorico
PARA AAEWaE&
A 1er, fallar, escrever c
traduziro xgrancez
EM 6 MEZES
Se2rindo o facillimo systema
allemao
no
DR. H. OLLENDORFF.
POR
CICERO PEREGRINO.
Obra ioteiramente nova e nica escrip-
ia em portugus por esse systema ; ap-
provada pelo conselho director .de ins-
trugao publica deata provincia 2 volu-
ntes 79.
Recebem-se assigaaturas na ra do
Queimado n. 26, primeiro andar.
AGITAD DYMIICO
DO DOCTOR
mm 1.1. mm.
Para a preparacao dos medica-
mentos homeopalhicos.
_ Os medicamentos preparados por esta machina
sao os nicos, coa que se poden contar no cu-
rativo das molestias perigosat. E como seia o
CHOLERA MORBUS ama d'aqaellas que nao
admittem deloogaa e experiencia, cumpre pre-
ferir esse medicamentos a oulros quaeaquer, sa
quizerem tirar da homeopaihia os vantaiosos re-
sultados que ella assegura.
Acham-se a venda carteiras e meiis carteiras
especiaea cootra o cholera, acompanhadas das
competentes instruccoee. pelos pregos conheci-
dos, na pharmacia especial homeopathica, ra
de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.
N B. Os homens de bom senso reconhecem
certamente que sendo o Dr. Sabino a fonteipura
d onde emanou a homeopaihia em Peroarobuco
e em todo o aorle, elle o nico immediata-
menteinteretsado no seu crdito e no seu pro-
gresso, e por conseguinte to somente nelle
que se pode encontrar garantas, quer em rela-
co applicago da sciencia no curativo daa mo-
lestias, quer em relaglo preparacao dos me-
dica mea los.
Na pharmacia do r. Sabino trabalham cons-
tantemente debaixo de suas vistas immediatas,
nos lempos ordinarios, dous empregados [um
brasileiro e outro francez quem paga ordena-
dos ventajosos), os quaes sao ajudados por mais
tres ou cinco pessoas, quando o servico o exige,
oa destillaco do espirito de vioho e d'agua, no
manejo das machinas, na desecago dos glbu-
los, ^1 distribuicao das dilulc,oes etc., etc.
E* evidente que para o Dr. Sabino exercer a
homeopaihia, como geralmente a exercem, e
preparar medicamentos como por ahi preparan:,
nem eram precisas tantas despezas com o pes-
soal.com machinas e com a obtensSo das subs-
tancia as mais puras possiveis, e nem tanta vi-
gilancia e trabalho na preparacao dos medica-
mentos ; mas elle nao se contenta com o bem,
que j tem feito, dando homeopaihia a popu-
laridade de que goza: elle quer eleva-la ao
maior grao de perfeico dando aoa seus remedio*
a maior iofallibilidado possivel em seus effeitos.
0 Br. Sabino nao aspira somente os gozos ma-
teriaes da vida ; elle se deavanece em ler nos li-
vrot eslrtngeiros que a tuapropaganda em Per-
nambuco\foi to brilhante que nao Um na Su-
ropa nenhuma analoga (JORNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA DE PARS, tomo 4.\ pa-
gina 691 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HOMEO-
PATHlA, por Granier, pagina 102); mas a sua
amblgao muito maia elevada : ella s* dirige a
legar a geragoes futuraa um nome estimarel
pela gravidade e importancia dos seus serviros
pea sinceridade de suas convicc/ies, e pela fir-
meza do seu carcter. po. isso, e para SSO
que elle trabalha ; e trabalha muito...
CICERO PEREGRINO, ba-
charel em direito, continua no
seu escriptorio de advocada, na
ra do Queimado n. 2t.
I
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Gaixas
Caixas
Caixas
Caixas
Caixas
Todos
Todos
Todos
Todos
Todos
retratos
retratos
retratos
retratoa
gostos
gostos
gostos
gostos
gostos
ver
ver
ver
ver
ver
Preciisase de um ollicial de bar-
beiro: na ra das Cruzes n. 35.
Joao Guilberme Romer, armador de corti-
nados (oa ra do Hospicio n. 37) participa ao res-
peitavel publico que tem recebido excellentes
molduras oouradas para cortinados de janellas,
tambem vende borlas, cordo, galleras e paters
de brenze que pertence aos ditos.
Aluga-se o armazem, Io e 2o an-
dar e sotao. da casa n. 60, da ra da
Cadeia do Recife, esquina do becco do
Gapim : a tratar na ra da Cruz n. 65.
Na ra do Crespo n. 14, precisa-se
fallar com o Sr. Francisco Lopes Macha-
do, a negocio que lhe diz respeito.
CM3MCICQiG M5*WM6GGMtr9l8M[
0 dentista NumaPompilio.
de lindos
de lindos
de ltndos
de lindos
venham
venham
venham
vennam
venham
Vestidos pretos mais proprios
Vestido pretos mais proprios
Para tirar retratos
Para tirar retratos
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
A. W. Orborne retratista americano
Ra do Imperador
Ra do Imperador.

'recisa-sede um cosinbeiro torro ou
captivo para caaa de rapaz, solteiro :
quero pretender dirija-ae a ra da Cadeia
n. 23.
4
CONSULTORIO ESPECIAL HOitOPATBIC
do nouToa
SABINO 0. L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6
Consultas todos os diss ates desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguiutes molestia:
moltttiat da mulheres, molestias das crian-
eos, molestias da pelle, tnolutiat dos olkos, mo-
lestias syphiliicas, todas as especies de ftbrts
febres intermitientes t sua consecuencias, '
F-HARMACU B8PBC1AL HOMBOFaTHICA .
Verdaderos medicamento! homeopalhicos pr-
arados som todas as cetelas neccasarias, in-
illiveisem seas erTeito, tanto em tintura, como
m glbulo*, pelos pregos maia commodo pos-
N. B. 0. medicamento do Dr. Sabino aio
nieamante vendido en? tua pharmacia; todoa
qaa Tiren l/e^efia^alfaai'
Todas as cartfria io acompanhadas ds an
Impresa com um emblema em relevo, tendo ao
reopr as seguintes palavraa : Dr. Sabina O. L-
Roa estreita do Rosario n. 22
primeiro andar.
8 Rota dente articiaes por molas e li-
gaduraa e pela presso do ar. Systema
{americano sem arrancar aa taizes, e fas tt
todas as operacoes do sua arte, com S
promptido e limpeza.
mmmmm mmm tnmm*
Perda,
Da mao do abaixo ataigoado desencamioha-
ram-se unt autoa de aegio de letra, com a res-
pectiva carta de aenten;a ; quem os achoa, que-
rendo fazer o favor de os entregar, ser agrade-
cido e recompensado, na ra de Hortas n. 48 ou
no carlorio e casa da residencia do tscrivao' Ma-
noel alaria. -
Adolpho Liberato Pereira de OHveira.
na roa da Cruz o. 36, precisa-se de um cai-
xeiro para leberoe, de idade de12 a 14 annot.
Precita-se de urna ama boa cotinhelra a
que compre para caaa de homem toltairo : na
ra do Crespo n. 1.
Jooquim Frtnciaco de Cruz, subdito portu-
guez, vai a Portugal, e deiza por seus procura-
dores em 1.* lugar a Jos de Paiva ferreira J-
nior, em 2. a Mano* 1 Jet Lopet Guimare, ex
3.? a Antonio Caaenjiro Gouvei.
AMA
Preeiaa-ae de ama ama forra pira urna caaa de
familia de duaa pestes para fasar compra a co-
xinhar ; quem quizer dirija-se a raa da Praia n.
44, qae achara com quem tralar,
Aluga-ae o primeiro andar do tobrado flm
ra da Imperatriz a. 46 ; a tratar' no meara
Francisco Pedro da Gruz Nev,


Dwm oinPiiMttmoKH
) 9 DE EVEBE1RO DE l MI.
ji

0 aonuncio feito pelo Sr: Beato AVes. da Cruz
ir fo sentido de poder embaragar e oppr-te ven-
da da loja do Pasaio Publico q. \l, trata*, pelo
abaizo assignado com o Sr. Joaqun da Ira'
Boa-Vista, atrn de aer irrisorio,. i
contra o carcter e honradez do Sr
tendeado occuttar a verdade e retratar-sede un
negocio feito publicameote e confirmado com
assigoalurs de negociantes de primira ordem. E
am.f eacripturj publica, feita no cattoo do I-
belliao o Sr. Joao Baptjita de S, a qual vai ex
publicada para conhecimeoto do publico, a justi-
flcagio do meu crdito e direitb que me a'ssisle
para poder fazer tal negocio, e pra maior clare-
za preciso fazer a seguale declaraco ; A loja
de que se trata foi o estabelecimento da eniocta
firma social de Ferreira 4 Cruz, cuja sociedade
ndou em 12dejulho prximo psssado, pormeio
de urna escriptura publica feita as notas do dito
tabelliao o Sr. Sa, pelo qual licou oSr. Cruz au-
torisado a dispor de todos os benspara pagamen-
to de todos os credores, e obligado a liquidadlo,
a qual se acha ainda em andamento na occasio
dodistAto social os dous ex-socios desconformi-
dad* e de boa harmona se deram a loja o abai-
xo assignado com a coudicio de este pagar aos
Srs Adamsoa Howie & Companhia, N. O. Bieber
& Companbia e Schafeillin & Corapanhia, que a
extiocta firma lhes era devedora, cajos dbitos o
abaixo assigoado promptamente pago, como se
Grandes e
diaras cava-
lhadas.
Na ra,do .Imperador.
Odiaettor dis-catilhadaae proprietariodoguar-
da-roupa, ua' metas ra, tendo obtido icom-
peteute llcenga do Exm. Sr Dr. chefe de polica e
tirando a competente licenea da cmara munici-
pal, participa ao respeitavel publico desta capital
que tem de haver nos dias 2, 3 e 4, das do car-
naTal, ai referidas cavalbadas na mesma ru do
Imperador, facendo duas vistas, ama para 're-
ferida ra na direcgo da casa do xm. Sr. Dr.
chefe de polica, e a outra para o palacio velho,
sendo o centro das referidas cavalbadas na es-
quina da roa do Crespo. A msica aer em todos
os trea dias, do 4 de artllbaria com toda a sua
pompa e brilhastismo do costume.
Os cavalheiros que se apresentarem receberao
um cartio gratis para qae lechara iogresso as
referidas cava (hadas. Os ciarlos para dar os sig-
naos serao concentrados ao pe das argoliohas. e
locara a msica que sempre qualquer cavalheiro
CrtllylTaSAlT' d, l8d0 ?! rU." i e recibos em poderdo" abano
\iiaia veine, qaer do lado do palacio velho, tudo '
na mesma ruado Imperador,
Roga-se a todas as pessoas moradoras na mes-
ma rus e.da ra do Crespo, como de coetume,
para prestarem o seu auxilio, e que o coadjuvem
para se poder levar a effeito este divorlimento
publico. _,
Oscavalheicos se devem apreseutar para as
corridas1 oeste lugar, visto ser urna das primeirar
ras desta capital e ter muilo a quem possamdas
as argoliohas que tirarem para serem premiados
ndice alphabet ico
I DAS
Leo, decretos e avisos relativos a incompatibili-
dade na cumulagio dos cargos e empregos p-
blicos e s coadigoea do exercicio dos mesmos
cargos e empregos e das diversas ptofissoes.
ORGANIZADO
por Ovidio da Gama Lobo, bacharel em scieocias
jurdicas e sociaes pela Faculdade do Recife e
secretario do governo da provincia do Maranho.
. S n prel ,e,la obf- P"a 1ual "sig-
na-se a 3 o exempiar.
Monte Fio popular Per-
Hambucano
Domingo_23 ha sessao geral para a posse da
adniroislragao eleila em 9 do correle, visto i
ter-sido designado pelo Exm. presidente da pro-
vincia o director da Monte Pi. Todos os senho-
res socios sao convidsdos a comparecer.
Secretaria do Monte Pi Popular Pernarabuea-
no 18 de fevereiro de 1868.
Bemjamin do Carmo Lopes.
1." secretario.
. Aluga-se -o primeiro ou o segundo andar
00 sobrado da ra do Crespo n. 4 por cima do
estbeleciraento de J. Falque, sendo o primeiro
proprio para eacnptorio e o segundo proorio para
familia por ter cozioha e sotio; para um ou ou-
tro destes andares, trsta-se no mesmo estabele-
cimento.
Casa para alugar.
Um primeiro andar na ra Imperial n. 116 a
tratar no pateo do Tere* o. 141, taberna.
asig-
nado, de que o Sr. Cruz est completamente
sciente, depois do pagamento feito aos ditos ere-
dores; os dous ex-socios de unnime accordo fi-
zeram um ajuste e saldaram tedas ai suas con-
tas particulares, como Consta do referido cartorio
e por meto de urna nova escriptura, pela qual
todas as cootas e traossges particulares que te-
nham havido entre os dous ex-socios podesse ha-
ver mais direito de reclamado de parte a parle;
logo se o abaixo assigoado 'pagou o importe do
valor que fez da compra da loja, e se o Sr. Cruz
depois celebrou essa escriptura de trat e ajuste
de contas, a qual vai ser publicada, para que
vem.agora oppr esses ernbaracos contra o direito
e a razio ?
Porm no caso que o Sr. Cruz esteja arropen-
dido deste trato e queira se estabelecer e tomar
oovame~nte coota da loja, o abaixo assigoado es-
t prompto a receber a quanlia que pagou, pa-
ga ado mais o Sr. Cruz o importe do debito aos
uovos credores da anona firma particular, pois
que eu da minhs parte recebando o dinheiro que
dsgnei e a desobriga de todos os meus credorea
da mesma forma que tenbo justo e tratado f-.-
lo com o Sr. Joaquim da Silva Boa-Vista, nesse
caso tudo estou prompto a fazer, ou do contrario
para evitar mais polmica levar tudo ao conheci-
menlo do Exm. Sr. juir do commercio para elle
decidir o que for de direito. Recife, 15 de feve-
reiro de 1862.
Firmiano Jos Rodrigues Ferreira Janior.
Caixeiro.
Santo imaro das Salinas.
Domingo 23 do correnta lera lugar nesta ca-
paila o grande festejo. da gloriosa, visjam N.
da Soledade, cufo programma o seguate :
Sexta-feira 2!, pelas 6 horas da tarde, girn-
dolas de foguetes, avisar&o que chegado o mo-
mento desahir o estandarte da mesma virgem N.
4muito C4hJCL,.ff ^ W fruz 'n^ e co"*u# poMBnenrermehw8, ser lacado
no sea competente mastro ao som da insigne Ba-
stea marcial do 4. de artilbaiia ; depois de in-
cado o estandarte soltar-ie-ha um lido balao,
offerecido por um bSbil curioso.
Ssbbadb 22, as 71[2 horas da tarde leri lugar
as vesperas, que serio feitas oom todas as so-
lemnidadeado estylo, fioalisadas asquaes, subir
aos ares um outro balao, tambera offerecido por
um outro curioso. fi
Domingo 23 ao romper a aurora aera ancuncia-
do. por gyrandolaa de foguetes esse dia lio ap-
plausivel; principiando as 7 horas missaa resa-
ds ate entrar a iesta, que ter lugar as 10 ho-
ras, e sendo o orador do Evangetho um elocuente
pregador. A tarde aera preenchida de diferentes
pegas do repertorio do insigue artista Branco. e
serao distribuidas pelos fieia fitas beatas, e su-
bir aos rea um expleodido balio, que conduci-
r um escaler com os seus competentes remei-
ros ; e as horas competentes ter principio a la -
daioha, linda a qual se soltar um nutro balio.
Aa 9 horas soltar-se-ha um magnifico fogo arti-
ficial ; finalmente finalisar toda a feata em bai-
lo balio.
A commissio encarregada da fasta nao tem
poupado esforgoa para que ella seja feita coa to-
da a pompa, com quanto os recursos de que dis-
poe sejam mui exiguos, esperando que a resnei-
tavel publico concorrer a esta lindo arraial de
Santo Amaro para maior brilhantismo do acto.
Offerece-se para caixeiro a para enfermei-
ro em algum engenho perto desta praga, urna
pessoa desembarazada e de conducta sem nota,
a qual tambem dar ligos de msica e de ins-
trumento s quem quizer ; pode ser procurada
em Olinda, na ra de Mathias Ferreira n. 44.
B John J. Faster e Jos da Costa Rocha vio
para o Rio de Janeiro.

J Aos paes de familias
^ Julio Cesar de Oliveira, professor part- 2
0 cular, competentemente autorisado pela Z
0 directora geral de instruegio publica, en- Z
0 sina primeiras lettras e latina sob as con- 2
j dieges abaixo mencionadas:
g 1.* Recebe em sua casa alumnos exter-
^ nos por um mdico prego. #
2.a (orna licges por casas particulares
sendo o seu pagamento aquillo que for #
V coovencionado. A
3.a Garante o approveitamento deqoal- #
J quer discpulo seu e prometa empregar %
lodo o cuidado pela moralidade e reli- 0
B'ao. i +
SJ Os paes de familia que quuereui o hon- #1
SJ rar com as suas coofiangaa o encootrarao
na ra do Imperador o. 54, segando andar.
KA DO QUEIMABO
Attenco
O abana assignado roga ao respeitavel publico
que seapparecer algum sujeito vendendo um re-
logio patente inglez de ouro, do valor de 2058
com a competente chave, nio compre, visto o
S1'?/8'0*'0 ser roubsdo no dia 18 de fevereiro
de 1661Antonio Hartins dos Sastos.
Alugam-se o segundo e terceiro andares da
casa da ra do Crespe o. 23 : a tratar na mesma
ra d, o.
P 1- ^e margo prximo viodouro em dian-
te esta para alugar-ae um sitio na Capuog Nova
com muvio boa casa de viveoda, estribara e co-
coeira, commodos para preos. wd0 murado na
frente e em um dos lados, cacimba com boa
agua, baixa de capios, baoho no fundo, arrore-
dos de fructo danta, etc., cujo sitio flea na ra
ou estrada que deila para o sitio dos senhores
Joaquim e Francisco Carneiro Machado l'.ios :
.quem o pretender, dirija-se a Passagem da Mag-
dalena, casa terrea pegada ao estabelecimento do
Sr. Joaquim Dias Fernandes, logo depois da Poo-
tezinha, ou na ra estreita do Rosario, loja de
marcineiria do Sr. Jos de Oliveira.
Precisa-se de urna ama para casa depouca
familia ; a tratar no Recife, ra daSenzala Velha
n.104.
Alugi
[a-se
o oblado da ra Direita n. 45, com
duas grandes salas, 4 quartos sendo 3
bastante grandes e cosinha fora, botan-
do o fundo para a torre da Penba: a
tratar na loja do mesmo.
xcaiHNNSMs memm mmmm
Atten^ao.
Roga-se aos Srs. de-
vedores do finado An-
tonio Francisco Pereira
que venham pagar seus
dbitos na ra do Cres-
po n. 8 A, do contrario
nomes nesta
as quantias
verao seus
folha com
| que esto devendo.
mmmm mmm wkwmj
Aluga-se o sitio no lugar da ponte
de Ucha, defronte do caes : a tratar
na ra do Rosaio larga n. 10.
O abaixo assigoado deixa de responder ao
aonuncio do Sr. Firmiano Jos Rodrigues Fer-
reira Jnior, pois acceilo o convite que me faz
de ir para o tribunal do commercio, espero oito
dias, no m dosquaes lhe responderei como me
eonvier, novameote protesto coatra quem de di-
reito Mr haver todas as percas e damoos que
deste negocio resultar. Recife 18 de fevereiro
de 1862.
Bento Alves da Cruz.
_. Vai ser arrematado em hasta publica, e
por ordem do Dr. juiz de orphaos, em sua au-
diencia de sexta feira 21 do correte, o escravo
Sabino pertenceote aos beos do finado Joio Ma-
Doel de Siqueira.
Precisa-se de um caixeiro de 14 a 16 anoos de
idade para taberna : quem se achar cestas cir-
cumstancias, dirija-se a ra do Fogo o. 32.
Nobo+equim da roa ds Guia n.36, precisa-
se de um cozinheiro livre ou escravo.
Jos Ferreira, subdito portuguez, retira-se
para o Para.
Domingos Telles de Carvalho, subdito por-
tuguez. retira-se para fora da provincia.
Eduardo A. Ryder pede desculpa a seus vi-
ziohos, conhecidos e amigos, por nio se ter des-
pedido pessoalmente em coosequencia de sua
viagem repentina : entretanto offerece-lhes o seu
diminuto prestimo em Londres.
Aluga-se o primeiro andar da casa da ra
do Crespo o. 1, propno para escriplorio oa ino-
radla de homem solleiro: a iralar na loja da
mesma casa.
Quem precisar de urna mulher portugueza
j velha para ama secca, dirija-se a rus da Ale-
gra o. 5, a fallar com Hara do Carmo Robira.
Quem quizer morar em um sitio na Capun-
a nova para botar sentido dirija-se a loja do
Pavio ra da lmperalriz o. 60.
Attenco.
A mesa regedora da imperial capella de Nossa
Senhora da Assumpgao da Estancia, avisa ao
respeitavel publico que domingo 23 do correte
tem de soiemnisar-se a iesta da sua Divina Pa
rirneira. nio com pompa porque a igreia pobre,
Pretn .--.-.II, decencia que devida a'
magnificencia do culto uiviu \_.., PSta m6.
aa que seja concorrida pelos nossos devotos.
Joio Bautista Lopes,
Secretario da kmandade.
Quem precisar de um mogo que saiba algu-
ma cousa de francez e inglez, e que est boje
desempregado, e deseja ao mesmo lempo ser
caixeiro de alguma casa fraoceza ou ingleza :
quem de seas prestimos se quizer ulilisar. pode
dirigir-se ao caes de Apollo n. 17, segundo an-
dar, que se dir-quem quer.
O abaixo assigoado agradece cordialmente
ao Sr. Antonio Ferreira da Silva Maia o bom tra-
tameoto que Iho deu durante o tempo que o ser-
vio como caixeiro.
Manoel Jorge da Silva.
0 abaixo assignado tem eslabekcido nesta
corte urna casa de consigoagao de escravos ladi-
nos para serem vendidos aqu convenientemente,
sob as condicoes geralmente sabidas. Compro-
melle -se tratar bem dos mesmos, e ernpregaro
possicl para realisacao em breve das vendas dos
ditos escravos, com vantagem de seus doos, por
isso que se acba relacionado com as principaes
casaa de commissio oesta corte, e munido de
bons agentes. Aos escravos dererio acompanhar
as precisas procuracoes bastantes, e cartas de
ordena, com direccio a ra do Pasmado, em Bo-
lafogo, casa n. 26. Rio de Janeiro 1." de feve-
reiro de 1862.
Joaquim Pereira Xavier de Oliveira.
Piluls paulistaoas
em pacotesdeduas caixas
ns. 1 e 2.
Um curativo rarissimo feito pelo medico Carlos
Pedro Etchecoim, sobre a pessoa abaixo assigoa-
da. Padec o anno paasado de um cancro roedo-
ro no peito esquerdo, procedido de urna espinha
ou urna dureza de que foi o principio e com co
michus e urnas certas dores que me reapondiam
no coracio. Cuando procure! o dito senhor, a fe-
rida era horrenda que podia caber um ovo de ga-
linha. Gracas a estas pilulas sarei em menos de
60 dias. Felizea daquelles que tiverem ao seu al-
cance os raros remedios do autor.
S. Vicente 18 de dezembro de 1859.
Escolstica Hara.
Deposito geral na ra do Parto n. 119, Rio de
Janeiro ; e em Pernambuco, na pbarmacia do
Sr. Jos Alexaodre Ribeiro, roa do Queimado
numero 15.
8
A pessoa moradora na ra da Cadeia do Re-
cife n. 35, que deseja fallar com Bernardino Dias
Ferreira, tenha a hondada de diiigir-se a ra
Velha n. 38.
Francisco Jos dos Passos'Guiarles dei-
xou de ser procurador do Sr. Diogo Jos Leile
Guimaries residente em Portugal.
Trata ment homeopathicoj
preservativo e curativor
do cholera-morbus.
PELO DOUTOR
SABINO 0. L. PINH8.
Vende-se cada exemplar a 500 rs.
Distribuido gratuita aos assignantes -.
das obras homeopalhicas do Dr. Sabino,
e aos freguezes da pharnracia especial O
homeopathica. Ra de Santo Amaro M
[Mundo Novo) n. 6. o
mmma*mm -mmmmmm
Rosala Berge in Garzoli.f subdita italiana
vae a Europa.
John Booford Mereh Booford e William.
Clark, subditos inglezea retiram-se para fora do
imperio,
Quem liver para vender om escravo bom
carroceiro. sem vicios em achaques, aueira
procurar em franiei.( o.. Santo armazem n.
13, que ah se dirjquem precisa comprar.
*
- u*- *" a0 Sr> Lorn5 Bezerra Ha- 0
W nnho Faico, qQ quaodo vier ao Recife 9
0 dirija-se a ra do Crespa n. 8, a negocio f|
0 de seu inleresse. m
#ssjaj as* &
Precisase de urna ama para com.
piar ecozinnar para urna pessoa: na
ra estreita do Rosario n. 21, primeiro
andar.
8
%
Compras.
Compram-ce accoes do novo banco de Per-
nambuco ; no eecripUrio de Hanoel Ignacio de
Olireira & Filho, largo do Carpo Santo, escrip-
lorio n. 14.
i
Compra-se.
Um escravo que seja bom cosinheiro
prefere-se moco : quam liver dirija-se a
ra da Cadeia n. 23, loja de Gurgel &
Perdigao.
na loja da ra
Moedas de ouro.
Compra-se moedas de 20#
do Queimado n. 46.
Soim22i0 S?pLei2 de obreeasacos de panno a 25J, 28, 30 e 35|. casacos multo bem
l#lt8S S Zo$% Scp
308 e 35|, paletota acasacados de panno preto de 16 al 25, ditos de caseo.ua
. r. .-y,, e M|, patetots saceos de panno e casemira de 8 at 14, dito saceos de alpaca
"if J( atl9, 0bre de 8,pacs e merin d 10, calcas pretas de casemira de
8 ate l4f, ditos da corda7| at lOS.roupas para menino de todos os tsmanhos, grande sorli-
mento da roupaide brms como sejam caigas, palatota e colletas, sortimento de eolletes pretos da
setim, casemirae velludo de 4 a 9|, ditos paracaaamenlo a 5 e 6, paletots brancos de bra-
mante a 4e 5J, caigas brancasmuitofinas a 5$, e um grande sortimento de fazendasfins e mo-
dernas, completo sortimento de casemiras ingieas para homem, menino a senhora, scroulas de
Unho e aigodao, chapeos de sol de seda, luvas da aeda de Jouvin para homem e senhora. Te-
mos urna grande laorlca de alfaiate onde recebemos oncommeodas de grandes obras, que para
teso est sendo administrada por um hbil mestre de samelhante arte e um pessoal de mais d<
clncoenta obreiros escolhidos, portento executamos qualquer obra com promptidao e mais barato
do qae em outra qualquer casa.
U na loja do pao, ra
dalmperatriz n.60,
de Gama Silva,
veodom-se fazendas pelos precos seguiotes: mus-
''" b"ocas com 4 1]2 palmos de largura, co-
vado 200 rs., chitas escuras com pequeo toque
de mofo, cavado Q rs., ditas matizadas a 160,
SSLSS! c1"1*" eCuf e alegres, faaenda fina a
sl^L?"^9 fren Anas, o covado a S40,
260. 280, 300 e 820 rs., Uazinha de qusdros para
vestidos, s 280 e 400 ris o covado, cassas in-
f.S?111,8 on5uadr09 P"8 vestidos, covado a
260 280 e 300 rs.. ditas garibaldinas, fazenda
muito una a J20o covado. saias bordadas, fazen-
oa muito flna a 3J e 4J, ditas com arcos de cor-
oso de liona que fazem as vezes de balao a 320O
e 4, ditasjde madapolao francas, baldea os mais
bem feitos*-que tem vindo, pelo diminuto preco
de 3, 3500, 4 e 5, pecas decambraia lisa mul-
lo fina a 2* e 25500. ditas com tO jardas, fazenda
fioissima, a 3$, 3g50O, 4 e meias pretaa da
seda para senhora a 1 o par, ditas brancas da
algodao para andar em casa a 200 e 240 rs., e
ouiras muitas fazendas que ss vendem por precos
baratsimos, e de todas se dio as amostras dei-
xando penhor, ou maodam-se levar em casa dos
fregeze que quizerem comprar : na loja da ra
da lroperatrtz n. 60. de Gama & Silva.
Brilhantinas americanas.
Vende-se brilbanliua americana com lindiaai-
mas cores, sendo fazenda inteiramenle nova e
moderna de 41(2 palmos de largura a 400 rs. o
covado : na ra da lmperalriz n. 60, loja do
pavao.
Moirantique.
Acaba de chegar pelo ultimo vapor francez es-
ta fazenda de seda com o nome de moirantique.
sendo de varias cores e branca, propria para ves-
tidos de noiva, e vende-se por preco baratiasimo
s na loja d pavo, ra da Imperatriz n. 60.
Pauuos a 1^600.
Vende-se panno prelo e dito cor de caf, fa-
zenda -muito encorpaa a 1600 o covado para
acabar: na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavio
rw
armazem de fazendas
DE
Santos Coelho'
Uua do Queimado n. 19.
LeDCoes de bramante de linho a 3.
Cobertaa de chita finas a 2.
Ditas a preco de 1800.
Cambraias pretas muito finas.
Colchas de fuslio muito lindas a 6.
Esleirs da India de 4, 5 e 6 palmos de largo,
proprias para forro de cama e salas.
Lencoes de panno de linho fino a 2.
Algodao moostro a prego de 600 rs. a vara.
Toalhaa de linho para mesa a 4.
Ditas de fustio para maos, cada ama 500 rs.
Baldes para meninas.
Vende-se o engenho Timb, na comarca de
Nazaretb, com boaa varzeas de canoa e boas ma-
tas, a dinheiro ou a pagamentos com boas firmas:
os pretendentes dirijam-se ao engenho Santos
Meodes, ns mesma comarca, a tratar com o seu
proprietario.
Vendem se galos e frangos da rac
Cochinchina c na ra Velha n. 7, na
Boa-Vista.
Nao esqueca arara,
que hoje a loja dos barateirs para ver, ven-
dem-se pecas de cambraia lisa branca.a 1600 e
25, dita muito Una com $ palmos de largura a
3 e 3g50O, pecas de madapolao enfestado a 3,
novos cortes de chitas finas com 13 covados a
J*0! uno uo usoauu, jouoes novos a zpauu e
(9500, brilhantina branca com 4 1[2 palmos de
largo a 280 o covado, dita de corea a 960 o co-
vado, gorgurio para vestidos a imitarlo de sedi-
nhas. fazenda muito nova e fina a 320 o covado,
barege para vestidos com flor de seda a 360 o
covado, pompadour de seda de quadrose matiza-
do para vestidos a 640 o covado, fil de linho
branco e de cores a 200 rs. o covado, laazinhas
para vestidos a 280 e 400 rs. o covado, ricos cor-
tes de gorgura para vestido com 18 covado por
o500, cortes de lia de duas saias com 22 cova-
dos por 10J. ricos cortes de organdys com 15 va-
ras a 9 e 7| para acabar, cassas de cores para
vestidos a 280 e 320 o covado, chitas a 160. 180
e 209 rs. o covado, ditis tancezas a 240 e 280 o
corad*.
Pannos pretos.
Panue preto para calcas e paletots
1*800, 2 e 2500 o covado, cortes de
preta para caiga a 3. dita entestada
Compram-se moedas de ouro de 20 e 10 com
cambio : na ra da Cruz do Recife n. 50,
meiro andar.
pn-
uas*.

1
o

O Dr. Carolioo Fran-
cisco de Lima Santos,
mudou-se da ra das
Cruzes para a do-Im-
perador, sobrado o.
17, em frente da igre-
ja de S. Prancisco, on-
de continua no exerci-
cio de sua profisso de
medico.
:
1
S
I I
Francisco Pedro da truz Neves, tendo de
retirar-se para Europa no prximo paquete fran-
cez, deiia por seas procuradores,, em Io lugar
Francisco de Paula Dias Fernandes, era 2.* lugar
Jos Pedro das Nevos, e em 3." Antonio Francis-
co das Neves para iralar de seus negocios.
Vende-se um mulatinho com 9 a 10 annos
de idade, com pralica de tratar de animaes em
cocheira ou fora della, a pessoa boa : quem
pretender, dirija se defroote da eslacBo das Cinco
Ponas, deposito n. 140, que achira com quera se
posss tratar.
Na rua,doimperador n. 43, vende-se leile
puro todos os dias ss 7 horas da machia.
Precisa-se de urna ama forra ou.capta pa-
ra casa de pequea familia : na ra do lio picio
n. 62. ,| ,
No escriptorio de Claudio Dubeux existera a
bastante lempo duas trouxas de roupa, sendo urna
ataior a outra mais pequea, asquaes foram con-
duzdas nos mnibus que transitara entre esta ci-
dade e seus respectivos arrabaldes : qaem or
sen dono pode ir recebe-las, pagando a daepezi
deste aonuncio.
Vende-se urna escrava parda na ruada
Lingoeta o. 8 : a Iralar na ra da Cruz n. 68.
Vende-se urna arraacao de amarello enver-
nisada da loja da ra Direita n. 15 : a tratar ni
roa do Crespo o. 8.
Vende-se urna escrava de 30 annos de ida-
dedouco mais ou menos ; no paleo do Carmo
sobrado n. 13.
a 1600,
casemira
a 3500 e
velludo preto a 2J500 o covado, ssia de cor-
oso que az vez de balio a 500, balOes de ma-
dapolao a 3 e 36O0. ditos de 30 arcoa e do ren-
da a 4 os1 raa da Imperatriz, loja e armazem
da arara n. 56, de Uagalhaes & Mendes.
Pechincha para todos.
V6odem-sa masaos com 20 massinhos de psli-
tos finos e buliados para dentes a 200 rs. o mas-
so de 20, porm passando a 15 masaos se faz dif-
ferenca em prego : na raa da Imperatriz, loja e
armazem da arara n. 56.
I Vende-se urna taberna com jpoucos fondos,
bem afrepuezade, na roa de Joo Fernandes Vi-
eira o. 14 ; a tratar na meama. Roga-se aos de-
vedores do mesmo estabelecimento o obsequio
desatisfazerem o mais breve possivel os seus d-
bitos, visto ter de passar r. casa a outro dono, e o
annuncunte para liquidar ser constraogido a co-
brar o que lhe devem pelos meios jadiciaes.
Precisa s"e* sldgirum cotTirhairo e in cria-
do para serricode casa ; a tratar na ra da Cruz
do Recife o. 38.
Est psra alagar-se b
segundo andar do
Palmatorias de vidro e de la-
to para vellas.
Veodem-se bonitas palmatorias de vidro lapi-
dado para vellaa a |200, e ditas de lati mi
novas e limpaa a 400 rs. : na ra do Queimado
loja da Aguia branca n. 16.
Gollinttas e manguitos de'pu-
nhos bordados. *-
Na loja da agoia-braoca vendem'-eBgoUinnhaa
e manguitos de punhos bordados em fina cam-
braia transparente por 2500 tudo, o qu na ver-
dada baraUssimo : na ra do^Queunado. laja
d'aguia-branca n*. 16.'''' Tr>
Pellos de.filsto lavrado para
camisas a 500 rs. cada um.
Veodem-se bonitos paitos de fuslio, lavwdo e
trancado para camisas a 500 rs. cada um, fazen-
da irnii boa e encordada : na ra do Queisoodo
lojad'aguia-branca o. t6.
Nov sortimento de tiras bor-
dadas em ambos oslados.
A lo/a a'aguia-braoca recebeu um novo e lio-
Duarte Companhla
receberam pelo ultimo vapor as seguiotes quali-
dades de peixe o mais bem arraojado que se po-
de desejar em latas lacradas hermticamente ne-
tos precos da 1200 a 3 a lata :
Cbouri;as finas promptai.
Pescada assada e cozidd.
Pargo assado.
Roblos dito.
Cavalla em azeite.
Guras assado.
Nulas de tigelada.
Savel assado. .
Sarda em azeite.
Congro. .
Linguadoi fritos.
Ostros.
Atum marioado.
Tambem receberam pacoles de sal refinado a
240 r#. cada usa a latas com feijio verde a 800
rs.: nos armazens Progressivo e Progressisla no
largo do Crmo n. 9 e roa das Cruzes n. 36.

Aviso.

Avisa-ies pessoas gue pretenderen comprar
taberna da ra da Imperatriz n. 4, que appare-
am esta semana, porque se vende armacio
pormetade de aeu valor, em' razio o*e seu dono
se achar incommodado era sua saude, o fa'g'ar
muito bom ; a tratar
dasortme^detirasbordada* e^amVoi o*'- rlndVdVsoled.deV "W,*?*. W""
dos, e continua a vender baratamente a 18200 __
ns<4 Si .' *------- J_ ___J.J_^.*_____!f a
carda lira, e nutras de bordados muitolnTgos a
2Q00, o melbor que possivel em tal genero
J Jas ellas, pela largura que lam, pbdemaor
as ae meio, pelo que se tornam baratsi-
mas : a M do Qdeiffladb, IdJIVgla branca
sobrado n. 193 e casa terrea n. 191 da ra lape- ] Vende-se na bb.m csvsllo MltlbrV Vira-
ra! : a tratar n ru 4 AHora-f. 88.. Cl^a.^ oXrwpo 44
Vende-se. ua piano bao, construido-* de
multo boas vozes : quem o pretender, dirija-saJ
a ra Direita no primeiro andar dn sobrado a.
100, que achara com quem Iralar.
Venderse unja uegrioha de 13 auuof, com
priocipiode oiinba e engommar ; na ra Nova
numero L_.
^Vend-e ua ailhip coa loaos
fartences ; aa ras Augusis, casaa,.;
s seus
Rival
sem igual.
36 Larga do Rosario 36
Hascaras de cera boas a 640
Ditas de massa a 4S0
Carreteis de linha de cores e brancas a 30
Ditos de dita branca de 200 jardas a 60
Agulhas curtas com toque a 40 rs., e
limpas a 60
Candes de clcheles miudos a 40
Ditos de ditos maiores a 60
Misssngaa miudas (maeinboj a 160
Pegas de tranca de caracol de lia deco-
res com 13 e 15 varas a 160
Duzia de meias para senhora a 2$500
Ditas cruas para homem a 2{400 o 3)0U
Linhasdo gaz pretas, brancas e de cores a 30
Calungss de porcellaoa com 6 pollegadas
para cima de mesa a 400
Jarros de dita pequeos, um por 500
Tranca de seda cor de rosa, a vara 160
Dita dita de diversas cores a 200
Fitas de velludo de cores a 200, 300 e 400
Toucas de lia para senhora a 500
Apparelhos de pao, loac.a. e folha
de 240 a 2-000
Franja de seda a 320 e 400
Pecas de bico estreitioho com 20 varas a 720
Enfeites modernos muito bnnso 5500
Gollinbas de traspaso com botio a 2;O
Alera destas miudezas, esta loja conserva sem-
pre um bom sortimento e por baratos precos.
Vende-so ou rrenda-se um bom eogenho
perto deata praca : a fallar com Joaquim Teixei-
ra Peixoto, na ra dos Pires o. 58.
Pechincha
Hollanda- preta a 100 rs. o covado, propria pa-
ra forro de qualquer obra : na ra do Queimado
numero 91-
Vende-se um escravo ideso, proprij para
feitorisar algum sitio : para ver e tratar, na ra
da Praia n. 47.
Attenco a li-
quidacao.
Na loja do Clavinote ra do Cabug n, 2 B,
veade-se as seguinles miudezas pelos diminutos
presos para acabar: peciohas de babado com 15
vares de 3 a 4 dedos de largura a 400 rs.. ditas
com 30 varas de differentes larguras a 2J200rs.,
cartes de coliete para vestido a 40 rs., franjsa
de linho muito finas para casaveque tendo cada
pega 15 varas a 1600 a peca, ditas de algodao
para toalhas a 100 rs. a vara, ditas de seda pre-
tas de 2 dedos a 3 a 240 e 320 ra., ditas de 1 a
2 dedos a 160 rs., tranca de aeda branca com vi-
drilho differente largura a 320 rs. a vara, dita di-
ta preta a 300 rs. a vara, caivetes de 1 e 2 fa-
inas muito fino a 160 e 240 rs.. tesouras muito
Anas para costura a 320. 400 e 500 rs., enadores
de linho par vestido a 40 rs., caixas de bfalo
para rap differentes modelo a 500 :, carreteis
de linha de 200 jardas autor Alexander a 820 rs.
a duzia e 70 rs. o carritel, linha preta de miadi-
nha o masso com 60 pecas e 96 a 500 e 600 rs.,
escovas para casaca o mais Uo que ta a 2, lu-'
vas de linho fio de Escossia branca muilo "finas
a 600 rs. o par, ditas de cores a 500 rs. o par
ditas de algodao a 160 rs., franjis largas da cores
proprus para cortioados tendo cada peQa 15 va-
ras a 2 e em vara a 160 rs., espelhos de damas
de diversos lmannos a 800, 1 e l280, botocs
de porcelana brancos para camisa a 120 e 160 rs
a groza ditos brancos, pretos e de cores proprio
para caiga a 240 rs., pentes de tartaruga para
trancaos melhores que pode haver a 3#500, ditos
para alisar a 2, ditoa de marfim de differentes
tamanho3 e modelos a 500 rs.. labyriatho de to-
das as larguras a 120, 160, 200 e 140 rs., pentes
muito finos (logrado unicoroe tanto para tuissa
como para cabe;a a 320 rs., meias de cores para
homem muito fioas a 1280 rs. a duzia e o para
120 rs., caixa de colxetes trsocezes a 40 rs., gar-
rafas grandes de agua de colonia muito fina a 3
dita com agua de lavando a 1, ditas do rleme'
a 800 rs, frascos de bandoln para segurar ca-
bello a 610 rs., dita de flor de laranja frascos
grandes i 500 rs., bandeijaa de differentes taa-
nnos a 1280,1*600 e 2J, gsrrafas de porcelana
douradaa para mesa sendo garrafas grandes a 2
e pequeas a 1, charuteiras muilo fioas diver-
sos lmannos a 2 e 2500, luas pretas e de co-
res eofeitadas psr Sehbora a 800 rs., peitos para
camisa muito linos brancos e de cores a 2500 a
duzia e 220 rs. cada um, zefiras de todas as co-
rea fazenda de muito bom gosto a 1 a peca e
um completo apriimemo de fitas do sarja a cha-
malote asaetlnadas de todaa albora amarguras,
tos da honr/d tollas as lirgurss, e mnitosoutros
oDjectos que se veude por metade de seu valor.
al
Chales pretos a 3#.
Vendem-se chales de fil pretos muito grandes
e finos, fazenda que sempre se vendeu a 8 e 10,
e a 3 ; na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavio
Bordados.
Vendem-se finissimas tiras bordadas tapadas o
transparentes, e entremeios da mesma qoalida-
de : na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
Manguitos e gollinhas.
Vendem-se gollinhas com manguitos de cam-
braia bordados a l-280, manguitos bordados mui-
to finos a 1, celcinhas bordadas-para menina a
I, gollinhas auito finas a 320, 500 e 1 ; na ra
da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
Cassas suiseas.
Vende-se cassa de quadrinhos a imitacio de
sedas de quadrinhos, propria para vestidos de me-
ntos, covado a 240 rs.; na ra da Imperatriz n.
60, loja do pavio.
Chapelinas.
Vendem-se chapeliuas muito bem enfeitadas
para senhora a 5 e 8: na ra da Imperatriz n.
60, loja do pavio,
Sedas.
Vendem-se grosdenaples pretos muilo eocor-
padoa a 1*500. 1600 e lg8G0, dito cor de rosa,
cor de caona e azul, sedas lavradas de cores, cha-
malote preto e sarja preta hespanhola a 1800 :
na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavao.
Fancy a 1#600.
Vende se fanry, fazenda de laa lisas e mescla-
das, propria para calcas, paletots, eolletes e ca-
pas para senhoras, e roupas de meninos, tendo
esta fazenda 6 palmos de largura a 1600 : na
ra dalmperatriz n 60, loja do pavio.
Espartilhos
Vendem-se espartilhos inglezos que sio os me-
lhores : na ra da Imperatriz n. 60 loja do
pavao. '
Para meninos.
Vendem-se vestuarios para meninos e meni-
nas muito bem enfeitados : na ra da Imperatriz
n. 60, loja do pavio.
Madapolao a 3#.
Madapolio enfeatado com 14 jardas a 3 a na-
ga ; na rus da Imperatriz n. GO, loja do pavio.
- NaEa Nov 9. vende-se velbtilina de
cores a 500 rs. o covado.
Vende-se um escravo de nacao,
moco, ladino, sem acl&quae, nem de-
feitos, o qual sabe tratar de mesa : na
ra do Imperador, a fallar com o te-
nente-coronel Barata.
Taberna.
Vende-se urna taberna muito freguezada para
o mar e para a trra, no Forte do Mallos, ra
do Codorniz n. 4 : a tratar na mesma.
Rival
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, defronlo do sobrado
novo, esia disposto a vender tudo por prego que
admira, assim como seja :
Frascos de agua de lavaode muito aria-
des a
Sabonetes o melhorque pode haver a
Ditos grandes muilo finos a
Frascos com cheiros muilo finos a
Ditos ditos muito bonitos a
Garrafas de agua celeste o melhor a
Frascos com banha muito superior a
Ditos dita de urgo fioissima a
Frascos du oleo babosa com cheiro a
Ditos dito dito a
Ditos dito nito a
Ditos para limpar a esbega e tirar caspas a
Ditos oito philocome do verdadeiro a
Ditos com baoha transparente a
Ditos com superior agua de colonia a
Dita, fraseos grandes a
Frascos de macag oleo a
Ditos de opiata pequeos a 320 a
Ditos do dita grandes a
Tem um resto de lavaode ambreada a
Linha branca do gaz a 10 rs., e tres por
dous, e fina a
Dita de carlao Pedro V, com 200 jardas a
Dita dito dito com 50 jardas a
Carreteis de linha com lOOjardss a
Duzia de meias cruas muito eucorpadas a
Dita de ditas muito superiores a
Dita de ditas brancas para senhora. mui-
to finas a
X?.ra da Meo da largara de 3 dedos a
lta de franja para loalbas a
Groza.de botos de louga brancos a
Duzia de phosphoros do gaz a
uita de ditos de vel* muito superiores a
Pegas de fita para cs de todi as lar-
garas a ,
r
800
320
160
500
13000
IJfOOO
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
100
500
800
SCO
20
60
20
30
23400
4$500
3*000
120
80
120
240
240
320.

dem-ae duaa moradas de o.sas anobrada-
fl'H (tai ha pouco, de tijolp, ectohoi foreiros,
na villa do Cabo ; vende-se muito em coota : a
$?r I1 tf An-
do Reg.
v
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 31, vndese gelo de hoje em diante
arroba a 3#500, e meia arroba 2^000
e a libra a^l60 r^is : tambem receb-s
assignatrV das -pesioas particulares lo-
go que seja diariamente, at que se
gelo.'* -J<
v
acabe o
Cera de
meir
ti >.i.
uta d<} pri-
qualidade.
VeMe-ie^em tJorgao e a retalho de urna lacea
par eima, e por com'modo ptego ifllraa da Ma-
dre ds Dos confronte abotlc aMBr
MMM.




"!"-
i
i
DIA110 DI PE11UM1UG0 ~ QUMkTk flttaY 19 DE #ifMIMH*'lMfti.? ROJPA FBITA
Joaquim F. dos Santos.
40Ra do Queimado40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste ealabelecimeDto ha sompre um sortimento com
toda* as qualidadese Umbem ae manda executar por med
zea para o que tem um doa melhores profaasoraa.
ipleto da roupa faita de
da 4 vontade doa fregu-
Casacas ae panno preto a 40$,
85f e. 309000
Sobrecasacoada dito dito a 359 o 30)000
Paletots de panno preto e de co-
rea a 35$, 30, 259,10, 18 e 20&000
Ditos de casemira de corea a 22,
151,12,7 e 90O0
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo (raacezaa a 10000
Ditos de merino selim pretos e
de coras a 9|
Ditos de alpaca de cores a 5 e
89000
39500
3S500
Ditos de alpaca preta a9, 7, 59 e
Ditos de brisa de corea a 51,
. 4500,4 e r 3500
Ditoa da bramante delinbo b an-
co a 6, b$ e 49000
Ditos de merino de cordao preto
al5e 89000
Calcas de casemira preta ede co-
res a 12, 10, 98, 7 e 62000
Ditas de princeza e merino de
cordao preto a 5, 65O0 e 49500
Ditas de brim branco ede cores a
5. 49300 e 2S500
Calcas de ganga da cores a 35000
Collete de velludo preto e de co-
rea lisose bordados a 12,9e 89000
Ditoa da caaemira preta e da ca-
res lisos e bordados a 6.
59500,5 3{508
Ditos de setim preto
Ditoa de seda e setim branco a 8 e
Ditoa de gorguro de teda pretos
e da corea a 7, 6, 4 a
Ditos de brim o fusto branco a
3J5O0, 295O0 e
Stroulaa de brim delioho a 2
Ditas de algodao a 19600 e
Camisas de peito defuatao branco
ede corea a 2400 e
Ditas de peito de linho a 5, 4 e 30O0
Dltaa da nftdapolo brancas e de
corea a 3. 2J500, 2 o
Chapeo pretos de masa francaza
forma da ultima moda a 10,
88500 e
Ditos de feltro a 6, 5, 4 e
Ditos de sol de seda ingieres a
francezeaa 148,12, llg a
Colarinhoa de linho muiio Anea
novog feilios da ultima moda a
Diios da algodo
Relogioa de ouro patente e hori-
zontal a 1008, 90, 80$ e 7DJO00
Ditos de prata galvanisados pa-
tente e horizontaes a 40 e 30100o
Obras de ouro, aderezo e meios
aderecos, pulceiras, rzalas e
aneis a jj
Toalhas de linho duzis lOf, 6 e 98000
Dilas grandes para mesa ama 3 e 49000
59000
59OOO
59OOO
3000
29200
19280
2200
18*00
79000
29OOO
7000
9800
9500
ARMAZEM.FROGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
-m Karso da Peiilia
a mais superior do mercado a 800 rsa libra, em barril ae ar
a 600 rs., em barril, e 64(
nasie ultimo rapor por 39000.
de superior qualidade o muito frescaes a 800 inteiro, em libra
os melhores que ha no mercado 39000, 2J600,
noToa a 500 rs. a libra,
de superior qualidade a 410 rs. lnt,eiro, e 480 rs. a libra.
la a
ali
e em lala com 10 libras, por 49500 rs. e
400 rs. a libra e em caixa a 89.
Afianca-se a boa qualidade de todo qualquer genero
comprado neste armazem, assim como vende-se por menos 5 a 10 por eento do que em oulra
Mamteiga vnglexa
abatimento.
Mantalgft f raneeza a ma8 n0Ta, 600 tt>> em bmili e 640 rs a libra>
Q^laoTeimoehega)l0S
Q*\j a I9OOO.
C&k p*o\a, iiyascm e preto
29OOO rs, a libra.
Prezunto para uambte muit0 nOTOi. 500 rs B 1bra
P rezante d reino
adame 0 m9n,or petiico que pode haver por estar prompto a toda a hora a 1 a libra.
1 oaeiaho do reiao 3M ri ,,, e roba t9m>
Choaricas e palos cheg.dos n9St0 ulyffl0 nayl0> a m t a libra
Bauaa de poreo refinada 480 rs.
sajfor era barril a 440 ra. a libra.
Mar melada imperial d0 afamad0 Abren e de outros mviilos flbr,e,ntet de Ljlboa
^a 900 rs. a libra, em litas de 2 libras por 1600 afianca-se a boa qualidade.
Ma$a de tenate em utM deama Ubra pot 900
A^mendoase caneitose lataBde2 Iibras contendo differenle, qaalidadeff
muito propno para mimo, a 2O0O.
EarVUHM lraiieeZ.aS e portuguezas era latas de 1 libra, por 6*0 ra. ditas em meiaa
a 500 rs.
Wetria, maearrao e UUvwrim a
L\Oi,e8 muit0 Q0Tag a 100rs. a libra, e l000rs. a librs.
11J raucez em carl5es muil0 en[elad0i pr0prio8 para mimo a 600 rs.
e e ra ingieza a mois 8uperior que ha a lsooo rs a fs caixa 8e fsr
abamento.
Geneora de Hollauda. 6#000 r, fraiqueira e 560 rg 0 ralC0
n Sjp;^ fino'Fei-
w 1 r aeaux das mai, actediia(1 matcas a lf a gHrafa e am Mlia t ^ a dHila
aa^agee de differenles marcas a 16 a dusia e a 1J500 g garrafa, afflanca-ee a boa
Qu0ilUfl(l9i
Verdadeira serveja ctbrinua. de outras muita9
a 500 rs. a garrafa.
\ ftiio em pipa Porl0i Llboa e Fgefa, 3500t 4J e 4S500 a canada<
Esper msele ,uperior, 740 em caxa> | 760 tj> a nbt^
Batatas novas em gigos de uma arroba a w
VillOeOlaie 08 mas superores, hespanhol a 1J200, francez a 15. porlaguez a 800 rs. a libra
Figos da ctmmadre muIl0 noTOIf em cajxaa da 8 Ubtaa por lfMOi a em libta
ou rs.
UfOmma de engommar, muito aira a 100 ra. a libra.
Amenazas d8 caca mole a wo rt a libra
iVzeit* doee reBnad0 a 800 r8# a garrafa a am caiia a H
Palitos de denles lixados toa petfalcao a l40 Tl o mafio#
Costeletas piezas proprla8pata flambte. m r8>, bra. .
Bolaxinna^ingleza a maiJ n0Ta da metcad0 a 4 a Dauica a em Ubra a m ri
\mClXaS J^^" f'-^ multo rico, com 41* Ubra. por 3500, dilu por-
rm.. 1
*-*lwlw par* limpariaeaaa 200 rs. cada um, emporcio se ar abatimento.
merejas em ha9cm de l e IrS fibra muito oras a 800 rs.
laiepealente doa generoa anouaciadoa encontrar, o reapeitavel publico grande sortimen-
to de gneros, tudo da superior qualidade.
marcas a o a dazia, e
Aoi tabaquistas.
Vendem-a soreioreUp5oa rancezea a iml-
laclo dos4a liohe, nu4b praejtfu para os taba-
!Blatas por aerees da corea escuras eflxaa. palo
sratissimo prego de5 e 6f aduzia; na ra lo
Qaeimado a. 22, bo ben conhecida laja da boa fV
Fil liso e tariataoa.
Vende-se superior fil liso e tarlaUna branca
e de corea, pelo baratiaaimo preo de 880 rs. a
rara ; na bem conhecida loja da boa f na ra
do Qaeimado n. 22. n* n' r"
Ricos eaf eite.
Vendem-ae ricos a aperiores eofaitea os mais
modernos que ha, pretos e de cores, pelo bara-
tssimo pre?o de 6 e 6500 : na loja da bo* f,
na rea do Queimado n. 22. -,
Cambraias de cores.
Vendem-ae cambraias f rancezaa da lindas co-
rea, pelo baratiaaimo prego de 280 o corado : na
ra do Queimado n.22, na bem conhecida loia
da boa f.
Cambraias francezas finissimas.
Superiores cambraias francezaamuito finas, de
muito bonitos padroea, pelo barato preco de 700
rs. a Tara : na loja da boa f, na roa do Queima-
do n. 22. ,
Cambraia lisa.
Vende-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego da 4 e 55 pega com 8 1)2
raras, dita tapada muito superior, pega da 10
raras a 6f : na ra do Qaeimado n. 22, na loia
da boa f.
Bramante e aloalhado de
linho.
Vende-se superior bramante da ytxo linho com
da as raras de largura a 29400 a rara, assisn como
atoalhado adamascado Ursbem Je puro linho,
con 8 palmos de largura a .29500 1 rara : na bem
conhecida loja da boa f, na ra de Qaeimado nu-
mero 22.
Cortes de cales.
Vendem-aa cortea de calca de ueia casemira
de corea escara a 2| cada corte ; oa loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Port bouquets,
Dourados.com cabos dema-
dreperola.
Ghegaram opportunamente para a loja d'aguia
branca os bonitos porl bouquets daursdoa e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
sua propra eneommenda, fleando aisim remedia-
da a falta que haria desses port bouquets de gos*
lo, oa quaes chegarana bem a tempe para os di-
rersos c-asameotos e bailes que ae contara nesses
diaa, por iaso aa pessoaa que por ellas esperaran)
eaa qae de Doro oa.quiaerem comprar dirigi-
rem-se munidos de dinheiro & loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado i. 16,. que encontrarlo o
de bom gusto, barateza, agrado e .sinceridad*.
de cambraieta.
Vendem-se superiores salas de cambraieta mui-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto prego de
59; a ellas, que sao muito baratas: na ra do
Queimado n. 22, na bam conhecida loja da boa f*
Ruada Senzala Nova n. 42
Vende-se 11 casada S. P .Jonhston AC,
ellinse iilh5esnglezes,eandeeirose eastieses
bromeados,lonas nglazas, fio davala,chicote
ptracirros, amoniaria,arr*io tpari carrode
aa aioui tatalos ralo|ioda ouro aiunti
fin.
Navalhas d'aco
com cabo de marfm.
Vende-se na loja d'aguia branca mii Qnas na-
ralhas d'aco retinado com caboa de marfim, a
para assegurar-se a bondade dallas baata dizer-
se que sao dos afamadoa e acreditados fabrican-
tea Rodftera & C, custa cada eatojo de duas na-
valhas 8000: na ra do QueimaJo, loja d'aguia
branca, n. 16.
Libras sterliaas.
V_endBm- nn am.
Mi
DB
VISITA
Cartoea de visita de boto goato
Cirtes de risiu da sor o goato
Cartea* de risita s note goato ,
Urna duzia por 16OO0.
Dmaduziapor 6S000
Uma duzia por 16SOO0
Orna duzia por 16$000.
Retratista americano.
Retratista americano
Retratista americano
Retratista americano.
Ruado Imperador.
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Rea do Imperador-
EXPOSICAO
DE
Candeeiros econmicos
e gaz hydrogenio de primeira e segunda ousli-
dade : na ra Nora n. 20 e 24 loja do Vianna.
k Miudezas beatas
Na loja da victoria na ra do
Queimado junto a loja de
cera.
Clcheles *ancezes em cartao a 40 ra.
Alunes*franceies cabega chata a 120 rs. a carta.
Papel com cento e tanloa alfinetes a 40 rs. o
papel.
Lichas rictoria em carritel com 200 jardas a 60
rs. o carritel.
Ditas de 200 jsrdas de Alexander a 900 rs. a da-
zia.
Dilaa de 100 jardas brancas e de cores a 30 ra. o
carritel.
Dilaa de Pedro Y brancas e de cores a 40 rs. o
cartao.
Grampoa a40 rs. o maco.
Eafiadores braocos a 60 e 80 rs.
Carletriohaa com agulhas francezas a 320 ra.
Transas brancas de linho a 100 ra. a peca.
Agulhaa de enfiar resudo a 40 rs. cada uma.
E outras muitas miu-exaa que se amanea Ten-
der barato para qnem comprar rictoria sempre
contar: na loja da rictoria oa ra do Qaeimado
n. 75, junio a loja de cera.
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta Toja por estar constaotemeate a reeeber
perfumaras flnasdesoas proprias encommendas,
bem se pode dizer que est constituida um depo-
sito de ditss, tendo-as sempre dos melhores e
mais acreditados fabricantes, como Lubin, Pirer
Coudray e Societ Hygienique, etc., *tc. ; por
isso, quem quizer prorer-se do bom, dirigir-se
a roa do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que
achara sempre um lindo e completo sortimento,
KPlTiAnfac At^ Vrvli: ieod. de ma1* mais 'egancia dos frascos, e a
OeiIienieS tte UOrtallCeS barate" P" i andera conrida e anima ao
Vende-se na ra da Cruz doRecffe, deposit 03niPrdor-
de pao e bolacha n. 32. ementes de hortalices de
da Euro q" *'' CDe8adai no lliao paquete
Lindeza.
Vende-se fazenda denominada lindeza, ptima
para restidos a 160 ra. o corado : na loia do Du-
arte, ra da Imperatriz n. 20.
Atiendo
Vendem-se caxdes rasios proprios
parabahuleiro,funileirosetc. a 1$280:
qnem pretender dirija-se a esta tipo-
ca.rua do Queimado a. 16,que e'oconlraro obra I graphia, que ahi se dir' quem OStem
',",,, Daravend 4"tu unwu
Carros e carrocas.
Em casa de N. O. Bieber
4 C. successores ra da Cruz
numero A.
Vendem-aearroa americanos mui elegantes
a Ieres para duas e 4pessoase recebem-se en-
commendas para cujo fim ellea poaeuem map-
pas com rarioa deaenhoa, tambem randem car-
rocaspara conduccao deassacarelc.
Enfeites para senhora.
Lindos enfeites para cabega de gosto o mais
moderno que tem apparecido a 5J, 5J>500 e 6 :
na loja da rictoria oa ra do Queimado n. 75,
unto a loja de cera.
Bazar de caluugas
e brinquedos para meninos e
meninas. s
Na ra Direita n. ** defrontt <* granda
fabrica de tamancos.
Neste asUUUcimerrte aero se eaeoaUario
sempre graat* aormenta d* cslungas e brin-
quedos de todaa aa qualidadea e presos pus me-
ninos e meninas, assim come tambera charutos
maito bons e baratos, tanto em cala como a re-
talho.
Panno de algodao da
Baha.
Vende-se no escripiorio de Antonio Lalz do
Olireirs Azevedo & C, ra da Cruz n. 1.
rancia
UNDICiO LOW-MOOB
Ra daSenzalla Nava 1.42.
Waste s tabal aciment con ti na a hararum
iompltosortiaantod*moendasesMiasmoen-
dasparasngnho,aaehinas da rapor ataixu
i* farro batido a coado,d* todos osUmankos
para dito,
Soshall Mellors & C, tendo reeebido or-
dem para Tender o sen crescido deposito derslo-
gios rfsto o fabricante ter-ae retirado do nego-
cio ; conrida, portanto, s pessoas que quizerem
possuir um bom relogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, aproreitar-se da op-
portunidade sem perda de tempo, para rir com-
pra-Ios por commodo preco no seu escripiorio
ra do Trapiche o. 18.
Na loja da diligencia, na
ra do'Queimado n. 65
tem pera Tender cascarrilha redonda de ora ifl-
rancao a 400 rs. a poja.
Pliosphoros do gaz a
2t200agrozL
1> Vnneiro vista.
Na ra da Cadeia do Recite i. 86 A. loia de
ferragena de Vidal & Bastos.
Lentillas de primeira qualidade, legume o
mais lere no estomago, rende-s* oa ra Noran.
22, muito barato.
Lenlos bramera muito
Usl08#
Vendem-ae lencos braceos muito finos, pelo
diminuto prego de 3M09 a duzia, graude pe-
chincha : na loja da boa f, na ra do Queimado
numero 22.
Gollinhas
de traspasso bordadas em
cambraia fina.
Vendem-se a 29 cada uma : ha ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca d'. 16 A obta boa e
o tempo proprio ; a ellas, freguezas, antes que
se acabem.
Arado s americano se machina-
patalava roupa:emcasadeS.P.Jos
hston & G. ra daSenzala n.42.
Luvas de pellica pretas.
Vendem-se as luvas pretas da pellica com pe-
queo toque de mofo por prego baratiaaimo ; na
loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B.
Phosphoros de seguranca.
Caiziohas com mil e tantos phosphoros de se-
guranza a 160 rs. a caizinba que s pela segu-
ranza delles por lirrar de incendio sao de graca :
na loja da rictoria na rata do Queimado n. 75,
junto a loja de cera.
Meias baratas.
Meias pistadas para hornera a 120 e 160 rs. o
par, dilaa brancas para menina a 180 rs. o par,
ditas do lia para o fri a 500 ra. o par: aa loia
da rictoria sa rsa do Quoimado o. 75, junto a
loja de cera.
Galanteras de gosto
E' o que pode haver de maia goato em galan-1
tanas do Tidro o porcelana como aejaaa farros,
frasquiobos e garrafinhas, manteigueiras e assu-
careiroa, jamnos para boqueta de craro o
tras muito cousia : na loja da rictoria na
do Queimado ?. 75, junto a loja de cera.
ARMAZEIIfl PROGRESSIVO
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36
MMlllilKgl IM ]PMCi.'
Duarte $ C. constantemente receben da Earopa da sua propria eneommenda os melhores gneros, de tudo tendente a molhados e por isso
onerecem a todos os !>rs. da praca, Srs. e engenhn e lavradores, uma vantagem em seus gneros, de 5 a 10 por cento de menos dos precos aue
Pran-foTPrarem0U,r UereS,aklWment0' altendendo semPre as boas quaIida Manteiga iugleza especialmenteescollhida a 800 e 19000, a libra e em barril a 750.
dem frauceza a primeira da ssfra nova 700 rs. e em barril a 600 rs.
iXti?rfi\h~w$fi9&$ffiiZ! O"*]}?" flainengOS vindos no ultimo vapor a 3#000. o as- w~V apaitmento.
mercado a 25P4O0 a libra, e tambem temos para 1#800.
on-
rsa
Sitio.

Pota da Russia.
Vende se em casa de N. O Bibr &
C, successores, ra da Cruz n. 4-
Sal de
a.
Vende se bordo da barca portugus*
Lisboa lim
se a
rangas, sal de
na roa dtrfrs
r
iboa limpo e redondo
.'Sffi;
Vende
brancos.
Vende-se o sitio na estrada do Rosariobo no
oitao da igreja, com boa casa de podra sal, t
salas, gabinete, 4 quartos, cozioha tora e eepiar,
jardim na frente, eatribaria^e cochelw, em chaos
proprios, tem muitos e bons arroredoa de fructo,
baixa decapim, cacimba cora excellente agua pa-
ra beber, a tanque para banho : a tratar na rsa
da Cadeia do Recite n. 26, loja, esquina do bec-
co Largo, os na roa Nora o. 55. depoaito de pi.
Veode-se em barra de 6.* rroho de Porta-
gal aem eosfeicio alguna o raelhor qse ae pode
encontrar neste genero, proprio para casas par-
ticulares: oa pretenderes -podern ver as amos-
tras na roa de Apollo, atmazem da fabrica do
Monteiro, e na ra da Hoeda, armazem de Ma-
noel Marques de Olirelra & G. Neste ultimo ar-
mazem tambem ae rende cal em pedra de Lis-
boa chegada pelo brigue Constante por menos
prego que em outra parte.
QueijOS lundriOS os melhores do m~>Jo a lO0O a libra, e sendo inteiro a 950 rs, a libra.
Cha hySSOn muito superior a 2800 o 35000 a libra.
Lna preto O qae ha de melhor neste genero vindo & primeira vez ao nosso
Presunto inglez para fiambre a 700 rs. a libra.
Presuntos portuguezes vindos do Porto de casa particular a 500 rs. a libra a inteiro a 460 rs.
PaiOS e ChOU ricas ramio novas a 600 rs. a libra eem barris de arroba a 15.
Vini3^n|fa4tM0 ?dS?ad* POrl* Por,ofia0,19CUr'C*rc*vell'os' ve,h0' "eco Feiloria chamisso de 18200 e 1*300 a garrafa, e
VinnO BordeaUX de superior qualidade diversas marcas de 800 e 19 a garrafa e de 8500 a 109000 a duzia
Villho muSCatel a 1*000 a garrafa e 10*000 a dnzia.
VinhO para p astO do Porto, Figueira, e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa o de 4*000 a 4*800 a caada.
Marmelada de todos os coneerveiros de Lisboa a 9,00 rs. a lata de 1 libra, e 1*700 as de duas libras, e sm porco ter abatimento.
Latas COm peixe savel, pescada, pargo. robolbo, cavalla, garaz, sarda, congro, linguado, ostra, e nulia de tijelada, chouri^as
finas o mais bempreparado que tem vindo ao nosso mercado,' de 1*300 a 3* a lata.
Latas COIU OrVllhaS portuguezas e francezas a 600 rs. e 720 a libra.
Latas COm bolachinhaS de soda de todas as qualidades a 1*440 rs.
rlgOS de COmmadre em caixinhas de 8 libras as mais bam enfeitadas que tem vindo ao mercado a 2*800 a caixinhi e 400 rs. a libra
Peras muito novas boas em caixloha de 4 libras a 3*000 a caixinha e 15000 a libra.
Ameixas francezas em latas de 5 libras por 49000 e 1*000, a libra.
PaSSaS m caixinhas da 8 libras, a 2*500 a caixinha, e 500 rs, a libra e a 99 a caixa de arroba.
GorinthiaS para pudim em frascos da 1 1 [2 a 2 libras a 1*500 1*800 o frasco, e a 800 rs. a libra
Caixinhas Proprias para mimos, eom passas, figos, ameixas, peras, amendas, e nozes, de 2*000 a 5*000 rs. acaxinka.
Conservas inglezaS portuguezas a 600 e 800 ris o frascoa"9* a caixa.
Macarro e talharlm, muito novo, para sopa a 320 a libra e 6*000 a 'caixa,
Gomma muito alva como se pode desajar a 100 rs. a libra,
AmendoaS de casca molle a 400 ris a libra e nozes a 200rs. eem porcao ter abatimento.
Champanhe das melhores marcas, de 15?a 20*000 res o gigo.
Chocolate portuguex, francez, o inglez, a 900 rs. a libra*
CervejaS das melhores marcas a 560 rs. a garrafa, o 5500, a duzia.
Cognac muito superior a 1*000 a garrafa o a 10*000 a duzia.
Genebra de Hollanda a 600 rs. o fraseo a 6*500 a frasquoira.
Vinagre de Lisboa puro a 240 rs. a garrafa, o 19800 a caada,
Dito em garrafes de s g"f"# p<* 1*200
740 rs. em caita.
da 3*000 a 3200 a arroba.


i
Espermacete superior 76 > *ubr*
ArrOZ da India a 100 rs. o do Maranho, a 120 rs.

Para o carnaval*
V*ndem-se fajebdas proprias para Vestuarios
a Mf-:' escomilha da cor de rosa, amarelra, ato1
e branca a 200 fs. o corado, relbutinas de cores
em-se superiores paletota de brim branco e ramageoa a 640 o corado, relindo encarnado a
d* poro linho. pelo baratiatnmo preco rtoSf: W80Ors. o corado, tafeli de todas as cor* 840 o
ra d* QsotOMdo m. 22, na b*m oooheaid* loja Wafo. grosdenaples de cores a 1*900 d
-?L". .'2. 1* mais fazendas proprias paroste fim : a
i P TeHastiaat do eaw a300 n. tfooftfor J
tua Nora n. 16.
"1S.Iffieraoli.'m,M,B a ,rMt ; **' ^ICebolas
a libra o
LeulilbdS francesas o melhor de todos os legomes a 500 rs. a libra,em porcao ter abatimento.
Latas COm feijo verde multo bem preparado a 8S0 ra.
Latas com sardinha de Nantes a 44o e eoo rs. a lata.
Massa de tomate am latas de uma libra a 900 rs.'
Alpista 160 rs. a libra a paiaeo a 240, e^'a arroba do alpiste e a 6|400 a do painen.
Potes grandes COm Sal refinado a 640 tamban timos em pacota?, aito propriosjpara meza a
Batatas era gigos de uma arroba a 1*500, e 80 rs. a libia.
Doce da casca da goiaba de iooo a 1200. .
Azeite doco rjurificado, a 800, a garrafa e 9*000, a das.
Palitos lixados para denua. os mais bem fastos qae tem vmdo ao mercado, a 200 rs. o maco com 20 massiohoa.
Bplachinha ingleza muito n ToUCOho de Lisboa a SaO reu a libra e 109000 a airaba.
Velas de Carnauba eoomposioao a 400 rt. a libra a a 12*500 a arroba;
^ Af anita a malbor guaso pode desojar a 320 rs. a libra.
jSeya[la abogada ltimamente a 160 a libra a 4 a anona:
240 o 200 rs. a libra:
- >.- m i
'^
muito nova a 00 rt.o cejatoa 400 rs. as poamoaiasparc*nserT*f
s.
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C>^C \%,-$ |il M -


i i mmmmmmmmmmmm
MARI *nttlUMMDCO QIAJTTA fl(UU 10 DUlfEHBaO OC 1M2
Bolcinhas d$. borracha
para fumo.
ito lindn bolcnhaa de borracha pira guar-
idlo pelo baratUaimo preso de llOO, II.
i. cada urna: na loja da victoria na ra do
lado o. 75. lunto a lni rio ror.
Moito.
dar (amo
SOO n. caos
Queimado n. 75, junto a loja da cera.
Meias para sen\Y%ra.
Veadem-se auperiores meias para aenhora pe-
lo baratUsimo prego de 39840 a duzia; na loja
da boa f, na ra do Queimado n. 21.
ntremelos
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca ae acha uro bello sorti-
mento de ntremelos bordadoa am toa cambraia
transparente, e como de aeu costume eit en-
deudo baratamente a lj>200 a pega da 3 raras,
tendo quantidade bastante de cada padrao, para
rostidos ; e quem ti ver dinheiro approveitar a
occasio, e manda-loa comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Agulhas imperiaes.
Tera o fundo dourado.
A:loja d'aguia branca tendo em vistsa sempre
?odor o boa, maodou vir, a acabara de ebegar
aqoi (pela primeira vea) as auperiores agulhas
imperiaes, com o fundo dourado e mal bem (ti-
tas, sendo para al faia tes e coatureiraa, e custa
- cada, papel 160 ra. A agulba assim boa anima
adianta a quem coae com ella, e em regra sao
sais baratas do qua as outraa; quem as com-
prar afi ra do Queimado, loja d'aguia branca n
16, dir sempre bem deltas.
Zeflre para vestido.
Chegoa para a loja da victoria grande sorti-
mento do zeOrepara eofeites de vestido ou para
outra qualquer obra que se queira bular pelo
barato prego de 500 ra. a pega com 10 varas : na
loja da victoria na ra do Queimado d. 75, junto
a loja de cera.
Escencia de ail.
Para engommado.
Vendem-se (raaquinhes com eacencia de ail
cousa excellejole para engommado porque urna
gota delta 6 bstanla para dar cor em urna bacia
nao manchar a roupa como militas vezea acon-
tece com a p de ail. Caata cada (rasquinbo
500 rs. : na ra do Queimado loja da aguia bran-
ca n. 16.
Polassa americana.
Vende-se petassa americana tauito nova a da
superior qualidade: no escriplorio de Maooel
Igoaeio deOliveira <& Filho, largo do Corpo San-
on. 19.
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Dm grande a variado aorlimeoto da
90upas eitas, calcados a azendaa e todos
estes se rendem por precos multo modi-
ficados como i de seu costume,assim como
sejam sobracasacos da superiores panooa
a casacos feitos pelos ltimos figurioos a
269,289, 30ea353, paletotsdos rntsmoa
pannos rato a 16g, 18|. 209 e a 249,
ditos de case mira de cor mesclado e de
novos padres a 14. 169. 189,209 e 249,
ditos saceos das mesmas caaemiras da co-
res a 99. 109,129 a a 149. ditos pretos pe- j
lo diminuto prego de 89,109, e 125, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 12),
ditos de merino de cordo a 129, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 79. 89, 99 e a 109,
ditos siccos pretos a 49, diloa de palha de
seda fazenda muito auperior a 49500, di-
tos de brim pardo a da fusto a 39500, 49
a a 49500, ditos de fusto branco a 49,
grande quantidade de calcas de caeemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49, ditas de brim de corea
fioaaa2S500, 39, 39500 a a 4$, ditas de
brim braocos Anas a 49500,5|, 59500 a
69, ditaa de brim lona a 59 e a 6 j, colletea
de gorguro preto e de coros a 5f a a 6$,
ditos de case mira da cor a pretos a 4 500
a 59. ditos de fusto branco e da brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 4f,
ditos de merino para luto a 49 a a 49500,
calcas de meria para luto a 4 j500 e a 5f,
capas de borracha a 99. Para meninos
de todos os lmannos : caigas de easemira
preta e da cor a 5$, 69 a a 79, ditaa ditas
de brim a 21, 39 e a 39500, p ale t ots sac-
eos do easemira preta a 6| a a 7, ditos
do cor a 69 a a 7f, ditoa de alpaca a|3},
aobrecasacos de piano preto a 129 a a
14, ditos da alpaca preta a 59, bonets
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos da todoa os tamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitos
para meninas de 5 a 8 annoa com cinco
babadoa liaos a 89 e a 12g, ditos de gorgu-
ro da cor de la a 59 e a 69, ditos da
brim a39, ditos da cambraiarieamente
bordadoa para baptisadoa.e muitaa outraa
fazendas a roupas feitas qaa deizam de
ser mencionadas pela sua grande quanti-
dade; assim como recobe-setoda eqaal-
quer eo.commenda da roupas para ae
mandar manufacturar a qua para este fim
temos am completo sortimento de fazen-'
das de gosto a urna grande offleina da al- '
faiata dirigida por um hbil mestre que i
pela suapromptlda eperfeicao nadadei-J
__ xa a desojar.
Opiata ingleza
para dentes.
Est finalmente remediada a falta que se sen-
ta dessa apreciavel opiata ingleza to proveito-
aa e necessaria para os dentes, liso porque a lo-
ja d aguia branca acaba de recebe-la de aua en-
commenda, e continua a vende-la a 19500 rs. a
caixa; quem quizer conservar seas dentes per-
feitos prevenir-se mandando-a comprar em
dita loja d'aguia branca, raa do Queimado d. 19.
Vende-se
zeitede dend- ou palma, dito de amendoim que
aerva para luzesamachinas, mais barato do que
em qualquer outra parte ; na ra do Vigario n.
19, primeiro andar.
Vendem-se garrafftes com vinagra a IfSOO
carta uas, voUaat apar asosle a 760 a Mar, a em
cana se fu algara abate, espirita de vinbo. a
1J600 a caaada, a 989 a garrafa : nos eiUbele-
imentoa 4c Joaquina da Silva Costa & C, ra
das Cruzas n. 41, jauto ao sobrado do Sr. Faajuei-
roa, e na raa larga do Rosarla n. 50, esquina que
volts pera a ra eetreila do osario.
MHho, farlo,
arzoz de casca, tudo novo.
Vende-se milho a 7$600 a sacca, farelo a 79500,
arroz de casca a 3J5O0, sendo en porco se faz
abatimento : na traveasa do pateo do Paraizo n.
16, frente pintada de amarello, com oitae para a
ra da Florentina. *
Superior caldo Lisboa.
TedJ para vender em porco e a retalho Anto-
nio Luis de Oliveira Azevedo & C., no seu ee-
criptorio ra da Cruz n. 1.
Vende-se um cavallo de muito bons anda-
res e com os competentes arreios: a tratar na
ra da Cadeia do Recite n. 19, armazem.
Gaz liquido
Samuel Jo nos ton C. venden em aeu arma-
zem : ra da Senzala n. 43 latas com 5 galea de
gas a 149000.
Vendem-se maceas novas chegadas no ul-
tima navio a 89, maearrao, talharim e aletria a
49, tendo cada caiza maia de 20 libras; no ar-
mazem do Annea, defronte da alfeodega n. 2.
A 320 rs. o covado, grande
pechinoha.
Veadem-se superiores catnbraiaa fkrancezas de
muito bonitos padres a 320 ra. o covado, fa-
zeoda muito fina que sempre vendeu-se por 800
e I a vara, veabam por ellas, antea que se aca-
ban ; na rus do Queimado n. 22, na bem canhe-
cida loja da boa f.
Aos senhores sacerdotes.
Acabam de chegar loja da boa f, na ra do
Queimado n. 22, meias pretas de seda muito sa-
poras, propriss para os senhores sacerdotes:
por serem bem compridas e muito elsticas ; veu-
dem-ae pelo bsrato prego de 69 o par, na men-
cionada loja da boa fe, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Carro e cavallos
Urna pessoa que se vae retirar desta
provincia rende um etegajnte carro'
americano de bonito modelo, eito por',
encommenda, com pouso uao, com 4-1
assentos e 4 rodas de sobrecellente ; as-
sim como urna boa parelha de cavallos
novos, junto ou separadamente : a ver j
e tratar no sitio do Sr. Amorim estrada
de Joao Fernandes Vieira ou na ra da
Cruz n. 4.
para a dj os.
Vendem-se na ra da Senzala Nova n. 30, iiohas con doce por preco commodio, recommen-
daveis para os anjoa de procissao. i
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da mais nova e
superior qne ba no mercado e a prego muito
cammodo : no escriplorio He'Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento Vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120^8.
Urna bar caca.
Novos ciafeirQs de fitas com
Pintas cahidas e franjas,
A loja d'agnia branca acaba de receber pelo
vapor ioglez os lio procurados e mullo bonitas
cinteiros de fitas cora pontss cahidsf e franjas, e
Tor Issrrpodm agora ler satisfactoriamente ser-
vidaaasaenhoras que a deseiavam ; ellescham-
se nicamente nadita loja d'guia branca, ruado
Queimado n. 16.
Cascarrilha.
Chegoa para a loja da victoria grande sorti-
mento de cascarrilha de todas as cores e larg-
las e se vende mais barato do que em parte al-
guraa, por uso venham a loja da victoria ns raa
do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
-- VeadB-e m terreno em Santo Amara,
nnto ao hospital ioglez, com 700 palmos de fren-
e, em muito bom estado: a tratar na ra do
Trapiche n. 44, armazem de Braga Son & C.
. M. O.Biee- C.aaiaaaaaoiCs,nia daCraz
n. 4,tem pararanderrelogioaparaalgibeira da
euro a prata.
Chapeos de castor.
Vendem-se chapeos de castor de primeira qua-
lidade a9, que j se venderam a I69, para
acabar : na ra da Imperakiz, loja n. 10, do
Duarte.

Veode-sa um sobrado na roa das Cinco
Pontas n. 23, com muitos commodos : a tratar
Ba ra Imperial n. 108, das 6 s 9 da manbaa, a
de tarde das 3 i 6.
Chapeos enfeitads.
Vendem-se chapeos rjieitadoa maito recom-
mendaveis par as meninas aue esto passando a
festa nos amenos arrabaldes desta heroica cidade,
a preco de 29 cada um : na ra da Imperalriz,
loja n. 20, do Duarte. Na dita loja cima acharao
continuadamente os senhores consumidores un
grande e variado sortimento de fazendas, todo
baralisimo.
i Liquidado.
p Aloja de marmore.
Bournus de easemira para seahora a 109
Manteletes de grosdeoaple a 10$
1 Leques de.aaodalo a 59
" Bournua de easemira para meninos
de todas as idadesa 5g
! Grande sortimento de cascarrilhas,
trancas e fitas de todas as cores para eo-
feites de vestidos por precos mais bara-
tos do que em outra qualquer parte.
Por preco muito commodo.
r Anda se est por vender o sitio no lugar da
Tprr ^aapuocudo por ale jornal ,4 IraUrcom
o propnetario Joa Marianno da Albuajueroie ou
com, o 5r.JoaAaevedo d Andrade a roa do
Na loja do vapor.
RuaNovein. 7.
Acha-se barato grande sortimento de calgadp
francez e inglez, ronpa feita a perfumarlas tooi-
. to Anas, quem davidar pode ver.
B3^^p^p.ivijjjjpaap3.j3Ep;^E^^^p
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4 j.
Duzia de melascruas para boaiem a
19200 e o par a 120 rs., ditas brancaa
muito finas a 2$500 a duzia, lencoa de
cassa com barra decrese 120 rs. cada
um, ditos braucos a 160 rs., baldes da
20 e 30 arcas a Sg, laazinha para ves-
tidos a 240 o covado, chales de merino
estampados finos s 59 e 69, tarlatana
branca e de cores muito fina com vara
o maia de largura a 480 ts. o covado,
fil de lioho lisos 640 rs. a vara, pe-
r,ai de cambraia liaa fina a 39, cassas
de cores para veatidos a 200 ra. o co-
vado, muasulina encarnada a 320 ra. o
covado, ealcinhas para menina de escola
a 1J o par, gravalinbaa de tranca a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. cada
um duzia 29, pesas de cambraia de sal-
pico maito una a 39500, pecas de bre-
lanha de rolo a 29, chitas francezas a
220 e 240 rs. o covado, a loja est
aberta das 6 horas da manbaa as 9 da
noite.
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Nos armazens do caes do.Ramos ns. 18 36 e
na ra do Trapiche Noro (00 RecifeJ n. 8. ae
vende gaz liquido americano primeira qualida-
de e recentemeatechegadoa 149 a lata de cinco
gaitoes, assim como se vendem Tatas de cinco
garrafas e em garrafas.
Froco fino, e seda frouxa para
bordar
vende-se na ra do Queimado loja d'agnia branca
n. lo, onde se achara completo sortimento.
Vendem-se burroa gordoa e mansos : no
engenho Jwissaca, do Cabo; a tratar all com o
Sr. iloniogoa Francisco de Soasa Lea.
Capachos.
Vendem-se capachos redondos e compridos e
de diversos tamanhos, e os melhorea que ten
1 A L?ercad0- I*10 b"iMio preso de
600. 700 e 800 rs. cada um, e tambem ha capa-
chos muilo grandes e proprios para sof e mar-
quezas para 19400 cada um : na rna do-Queima-
do, na bem conhecida leja de miudezas da boa
fama n. 3o.
Aboafama
vende flvelas para cintos o mais bem dourado que
posaivel e dos mais lindos gostos que tem vindo
s este mercado, pelo baratisaimo prego de 29500
cada urna, carteiras com agulhas as mais bem
f.daa que se pode desejar, e em quanto a qua-
lidade nao pode haver nada melhor, pelo barato
prego de 500 rs. cada carleira, penoasde ac ca-
hgraphta verdadelraa a 29 cada caixinha com 12
duzaa, ditas de langa verdadeiras n. 134 a 19200
cada groza, ditas muito boas aioda nio cbnheci-
das a 500 rs. a groza : na ra do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezaa da boa fama nu-
mero 35.
' Vende-se um terreno na roa do Hospicio,
quasi defronte do quartel, praprio para edificar-
se urna casa, tendo 40 palmos de frente e 146 de
fundo, com aliceres : a tratar na ra do Trapi-
che n. 14, primeiro andar.
Banda fina
em copos grandes.
A' loja d'aguia branca avisa a na boa fregue-
zia que chegada a apreciavel banba fina em co-
pos urandes, e contina a vende-la mais barato
do qne em outra qualquer parte : na raa do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
Funileiro e vidraceire.
Grande e nova oficina.
Tres portas.
4 34RuaDireita31.
Nesle rico e bem montado eatabelecimento en-
contraran os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
RNAS de todas as qualidades.
ANTUARIOS que rivalissm com o Jacaranda.
ANHElRuSde todos os tamanhos.
EMICUP1AS dem dem.
ALDES idem idem.
ACIAS idem Idem.
AHUS idem idem.
OLHA em caitas de todas as grossoras.
PRATOS imitando em perfeicao a boa porcel-
lana.
CHALE1RAS de todas as qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS, GANDIE1R0S e fiandrea para qual-
quer sortimento.
VIOROS em caizas e a retalho de todos oa ta-
mandando-ae manhos, botar dentro ds cidade,
em toda a parta.
Recebem-se eocommendas de qualquer natu-
Ireza, concertos, que tudo ser desempenhado 1
contento.
Farelo de Lisboa.
Vendem Oliveira & Carvalho, na traveasa da
Madre de Dos n. 5.
Cbegaram de Lisboa no brigue cEugenia.
dona bonitos burros e ama burra, os quaes tv
vendem per barato prego : para ver, na cocheir
do largo da Assembla o. 4, e para tratar, no es-
criplorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
JJJrteiras com agulhas.
A loja d'aguia branca acaba de despachar car-
teiras com agulhas de mui boa qualidade, e ez-
cellente sortimento, e ss eat vendendo a 500 rs.
cada urna; assim como recebeu igualmente no-
vo sortimento das agulhas Imperiaes, fundo dou-
rado, que conlinuam a ser vendidas a 160 ris o
papel, isso na ra do Queimado loja d'aguia
branca n. 16.
Argolas de ac para chaves
vendem-se 200, 240, 320, 400 e 500 ris, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Aos fabricantes de velas.
O anligo deposito de cera de carnauba e sebo
em pao e em velas, estebelecido no largo da As-
sembla n.9, mudou-se para a rus da Madre de
Dos n. 28, quasi defronte da igreja, onda conti-
na a haver um completo sortimento daquelles
gneros, que se vendem por pregos razoaveis.
Relogios.
Vanda-sa si casa da Jobnston Patcr & C,
ra de Vigario n. 3 um bello sortimento da
relogiosdeouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tamban
una variedad da bonitos irancalistpara 01
memos.
Vende-se ama bsreaga do porta de 35 caizas,
eocalhada no eataleiro do mestre carpinteiro Ja- jtt _____ ,
cinlho Elesbo, ao p da fortaleza das Cinco Pon- ^'-gn'nrT><.li>lu.;,a>a-r1.KK.KBti!gEE-
taa, aonde pode aer viata e examinada pelos pre- '
tendentes ; vende-se a prazo oa a dinheiro ; a
tratar com Hanoel Atves Guerra, na raa do Tra-
piche n.14. (
Grvalas da moda.
Attenco
Na loja da boa f, na ra do Queimado n.
ae encontrar am completo sortimento de grava-
tas de seda pretaa e de cores, que se vendem por
precos baratissimos, como sejam : estreilinhas
pretas e de lindas cores a ljj, ditaa com pontas
largas a 1)500, ditas pretas bordadas a 1)600. di-
tas pretas para duas voltas a Ig ; na mencionada
loja da boa f, na ra do Queimado n. 22.
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
- i Guimsres & Luz, donos da loja de miudezaa
22 ru?,dQ Queimado n. 35, boa fama, participam
ao publico que o seo eatabelecimento se ch
completamente prvido das melhorea mercadoriaa
tendentes ao meeoio eatabelecimento, e muilos
outroa objectos de gosto, sendo quasi todos rece-
idos de suas proprias eocommendas ; e estando
elles inteiramente resolvidoa a nao venderem
fiado, afiangam vender mais barato do que outro
qualquer ; e juntamente pedem aoa aeua devedo-
res que lhea maodem ou venham pagar os seus
debilo8, sob pens de serem justigado.
Fivelas para cinto.
cintos pelo
victoria na
Novo paquete das novidades
23-Rua Direita-23
Neste novo estabelecimento acbar o publico um grande sortimento tendente a molhados
ludo por prego maia barato do que em outra qualquer parte :
Uanleiga iagleza especialmente escolhida a 800 e 960 rs. a libra.
Dila franceja a zoelhor do mercado a 720 ra. a libra.
Queijos flamengos chegadoa no ultimo vapor a 2J8C0 e 3$.
Chi byson preto a 2> e 28880 a libra. .
Vioho engarrafado doa melhorea autores a Id e 1#200 a garrafa.
Vioho de pipa proprios para paalo a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial dos melbores autorea a S00 ra. a libra;
Ameias portaguezas a 480 rs. a libra.
Paasas muito aovas a 500 ra. a libra.
LaUs com bolacbiabta de differentei qualidades a 10400.
Conservas inglezaa as melhorea do mercado a 800 rs. o frasco.
Massas, talbarira, maearrao e aletria a 440 rs. a libra.
Cerveja das melbores marcas a 560 a garrafa. _
Genebra defaollanda su.perior a 500 rs. a botija.
Velas de carnauba a 446 rs. a libra.
Ditas de espermacetea 760 ra. a libra.
Vinagre puio de Lisboa a 320rs. agarrafa.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
Alpiste a 160 rs. a libra.
Touciobo de Lisboa a 360 rs. a libra.
Alm dos gneros anounciados achara o publico um grande sortimento de um Indo tenden-
te a molhados mais barato do que em outra qualquer parte.
Ricas fivelas de msdreperola para
l barato preco de lg00: na loja da
LuvasdeJouvin.
Na loja da Boa F na ra do Queimado n. 22
sempre se encontrsrao aa verdadeiras luvas de
Jouvin tanto para homem como para senhora,
advertindo-se que para iquelles he de muito
na
loieresse publico.
Offerecido pela loja dej
marmore.
A loja de marmore tendo de apresen-
tar concurrencia publica o que ba de
mais novo em fazendas, tanto para se- 1
nhoras como para homens e meninos,
sendo que para este fim espera de seus
correspondentes de Inglaterra, Franca e
Allemanha as remessaa de seus pedidos,
tem resolvido, antea da apresentar o no-
vo sortimento, liquidar as fazendas exis-
tentes, o que effectuar por pregos m-
dicos e para cojo fim eonvida o respaita-
vel publico i aproveitar-se desta emer-
gencia.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua "do QuTmsScTw junto loja da cerT
encommenda diversos artigos de gosto, e proprios '* ,ani a l0J* f ""
para eofeites de veatidos de noivas ou convida-
das, sendo bicos de blond da diversas larguras,
franjas brancas e de cores, trancas brancas com
vidrilhos e sem elles, cascarrilhas brancas e mui-
tas outras cores, finas e delicadas capellas bran-
cas, bonitos eofeites de floras e cachos sollos, lu-
vas de pellica enfeitadas primorosamente, mui
bonitas e boas fitas de chamalote. e emfim mui-' .
to. outros objeclos que a pedido' do comprador ua Que m^T^ ^ l0J' '* "** *
sero patentes, e vista do dinheiro nao se dei- 22'
xar de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A-loja d'aguia branca acaba de receber por]
amostra urna pequea quantidade de fivellas'
douradas e esmaltadas para cintos, todas de no- j
?os e bonitos moldes, e tambem douradaa que I
parecem de ouro de lei, o qua so com azperien- i
i cia se conhecer nao o serem, estando no meamo
, caso as esmaltado, e aasim nesmo veadem-se
pelo barato prego de 2$500 rs. cada urna, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Cestinhas ou cabases para as
meninas de escola..
O lempo proprio das meninas irem para a
escola, e por isso bom que v&o composlas com
ama das novas e bonitas cestinhas que se ven-
dem ca ra do Queimado loja d'aguia branca
n. 16.
Novos bonets de velludo, e
marrquim dourado.
Na loja d'agnia branca vende-se mui bonitos
bonets de velludo, e marrquim dourado, os
qaaes sao agora mu nacesssrios para os meni-
nos que vo para a escola e quem os quizer com-
prar mais baratos dirigir-se ra do Queimado
loja d'aguia branca n. 16.
As verdadeiras pennas ingle-
sas caligraphicas.
A loja d'aguia branca acaba de receber sua
encommenda daa verdadeiraa pennas de age
ioglezas caligraphicas, dos bem conhecidos e
acreditados fabricantes Perry & C, e apesar da
falta que havta dessas boas peonas, com tudo
vendem-se pelo aatigo prego de2/000 a caixinha
dj urna groza, quantidade essa que aa falsifica-
das nao trazem. Para livrar de engaos, as ca-
linitas vo maresdas com o rotulo que diz. Loja
d'aguia branca ra do Queimado n. 16.
GURGEL & PERDIGA
Ra da Cadeia loja amarell
Vendem diflerentes fazendas d
propriaa para este mercado, a ai
zlohas de cores lisas e matisadss
de cambraia bordadas, mantelete
pidos, capas compridss moder
seda e gorguro preta e de cOr,
quadrinbo, manguitoa muito m
cbaleade ponta redonda, cassas de corea
finas, leques, aintos, pentes, chapeos pa-
ra senhors, camisas de linho para senho-
ra e atgodso para menioo, e multas ou-
tras fazendas de gosto, dao-se as amos-
trae: na roa da Cadeia loja amarella nu-
mero 23.
KW5M5
Caivetes fixos para abrir
latas.
Ghegou nova remesas desies preciosos cai-
vetes Qzos para abrir latas de sardinha, doce,
bolachiohas etc., etc. Agora pela festa cmese
muito dessas cousas e por isso necessario ter
um desses caivetes cujo importe 18, compran-
do-se na ra o Queimado loja da agaia branca
n. 16, nica parte onde os ba.
Linhas de croxele em nve-
los monstros.
Muito boa linha de croxele para bordado ea
nvelos monstros por serem muilo grandes a
400 rs. o novelo : na loja da victoria na ra do
Queimado a. 75, junto a loja de cera.
Novo sortimento de cascarri-
lhas de seda.
A loja d'agnia branca acaba de receber rim noto
0 bello sortimento de cascarrilhas de seda le
multas e diflerentes cores, a veude-ae 1JJ500
e 23500 ris a pega, na ra do Queimado loja
d'aguia branca n. 16.
Meias pretas de seda 1.000
o par.
Vende-se meias pretas de seda, e de mui boa
qualidade, para senhores, e padres tyOOO o
par, por estarem principiando a mofar, e estando
ellas colgadas nada se conhece, na ra do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16,
Vende-se um carrinho americano com os
competentes arreios para dous carreiros : este
carrinho tem accommodagdes para 4 e 6 meni-
nos : quem o pretender, dlrija-se a cocheira na
raa do Aragao : para tratar, na roa da Impera-
lriz n. 20
Preservativo
contra o cholera-morbus.
Todos sem excepgao devem andar com os ps
quentes e livres de Duanidade (aconselhado pela
medicina); portento o Ilustrado publico em ge-
deve ir oa grande fabrica de la mancos [a po-
ra
pular) da ra Direita, esquina da trafessade' S.
Pedro n. 16, mxrairem-sa dos ricos tamancos de
vaqueta feitos a moda* do Porto, que com estes
nio ha humidade que penetre'no* ps, assim co-
mo tamancos de todas ss qualidades para homem
e aenhors e meninos, qne o proprietario deste
estabelecimento garante vender tanto a retalho
orno em pequeas e grandes porgdes, por menos
que ostro qualquer.
Urna pesso que ielira-sa para fora da provin-
cia, vende urna meia mobilia, constando de um
sof de. Jacaranda, 6 cadeiras, 2 consolos, urna
mesa redonda com tempe de podra, urna excei-
lenle cama fraoceze bsabem de jacarano, um
guarda-iooga novo de amarello, 1 lavatorio da
mesma madeira cot tampo de pedra marmore,
2 cabidas, 1 berco, e maia algons objeclos que se
mostrar ao comprador : a tratar aa ra daa La-
rangeiras n. 5.
Para masqu.
Vendem-selriquissiaios eofeites de filas e flo-
res para enfeitar as cabecas das madamas que se
qmzerem divertir nos bailes ou pasaeios pelo
carnaval a 1J280 e IJKOO na ra da Imperalriz,
lo/a do pavao n.60, de Gama & Silva.
Meias pretas de seda.
Vende-se meias de seda pretas para senhors
fasenda muito superior pelo baratissimo prego
de l^o par : na ra do Queimado na bem co-
nhecida loja da boa fama n.35.
Linhas de cores em nvelos.
Yeqde-se linhas de cores em nvelos fazenda
em perfeitissimo estado pelo baratissimo* prego
de 19 a libra : na ra.do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
Papel de peso a 2$ a resma.
Vnde-se na ra do Queimado toja de miude-
zas da boa fama n. 35.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonitos bicos de linho de dous a
quatro dedoa de largura fazenda muito superior
pe I o.baratissimo prego da 240, 320, 400 e 480 rs.
a vara, vande-se por tal prego pela razio da es-
tarem multo pouca cousa encaldldos, tambem se
venoem pagas de rendas lisas perfeitamente boaa
cem 10 varas cada pega a 720, 800 e 19. ditas
4om salpicas muito bonitas e diversas larguras a
1(200, 19600 e 29 a peca, ditaa de aeda a 29 ca-
da urna pega : oa rna do Queimado na bem co-
nhecida loja de miudezaa da boa fama n. 35.
Agua de lavander e pomada.
Vende-se superior agaa de lavander ingleza
pela baratisaimo prego de 500 e 640 rs. cada fras
co, pomida mailissimo fina em pioa grandes a
500e a 19, vende-se por fio bsrato prego pela
grande quantidade que ba : na ra do Queimado
na loja de miudezas da boa fama n. 55.
Carnauba.
Vende-se cera de canauba de superior quali-
dade, em saceos : na ra da Imperalriz n. 60,
loja do pavo, de Gama & Silva.
Gorguro a 280 rs.
Vende-se gorguro de linho, fazenda inteira-
mente nova para vestidos de aenhoras e roupas
para manios a 280 rs. o covado, e do-se aa
amostras : na ra da Imperalriz n. 60, loja do
pavo, de Gama & Silva.
Bareges a 6$.
Vendem-ae cortes de bareges com 22 covados
a 69, ditos com salas j feitas a 69, la e seda
para vestidos, fazenda de muito boro gosto a 560
o covado ; na raa da Imperalriz n. 60, loja do
pavo, de Gama & Silva.
Carros e carrosas-
Vendem-se dous carros muito fortes, de volta
inteira, proprios para a condueco de aaeucar da
estago para o Recife, ou para gneros da alfan-
dega, e duas earrogas, tudo nevo e de boas ma-
deiras, tambem urna carroga com algum uso, tu-
do por pregos commodos : a tratar na ra do Se-
bo n. 54, taberna.
Mantas de retroz*
Vendem-se mantas de retroz para grvalas a
500 ris na ra do Queimado o. 22 na loja da
Boa F.
Vende-se doce degoiaba
em calda.
Em barris ou em libras proprio para mimos a
tratar na loja ao p do arco de Santo Antonio.
Loja das 6 por-g
tas em frentedo Li-
vramento.
Roupa feita muito barata.
, Paletots de panno fino aebrecasacoa,
ffe ditoa da easemira de cor de fusto, ditoa gt
Z de brim de cores e brancos, ditos de 2
9 ganga, caigas de easemira pretas e de w
cores, de brim branco edecoraa, degsn- A
ga, camisas com peito de linho muilo &&
finas, ditas de slgodo, chapeos'de sol
6j| de alpaca a 49 cada ana. A
Taixas
Preservativo universal.
45Ra Direitar
Oihem!...
scierfr1dH fe1*1**"! mlhor esclarecidas ni
^e exercidn nf0CrtM' depo9 de Iw,*M aD00S
nt n ,e '""' *" conveneeu-se afi-
Su PnH.^60 prMer""i' infallivel de qual-
wnLrvir aT.hoP.r,mM8ni0rlirer8^e fossa. era
e PS OUEN?!? f?' TfD-lre desemb.ragado.
occaaiao de pormo. em ortica Bf princlpo.t
empre A som-
um laxante de
ioimieo da eni-
demia, segundo a opiniio e a pratica de om ios
ornamentos da nossa magistratura ; e lancaodo
ao cisco todo o calcsdo velho, dirlgndo-ae todos
ao armazem,da ra Direita n.45. ondeoreapec-
tivo proprietario a todos receber com cortezia
iu'Ai liy1"' 81ue' O" Ps com ex-
cellente calcado, segundo o gosto, e estado -
naaceiro de cada um, e vejam :
Homens.
BORZEGUINS dos melhorea fabricantes
rrancezes, Inglezea e brasileos a 13
c 29.119. 10. 9500, 8 e. *'
SAPATOES a 79500,
uaando pouco do chapeo e
bra; tomando de 15 em 15 dias
ssl de gltober, o mais acrrimo
59.
5500
29000
45500 at..9 ^50, 6S500, Sm
Meninos.
SAPATOES a 5$500, 5, 4, 3500....... 1^0
Senhoras
BOTINAS de abricanles francezes, ingle-
zes, allemes e americanos federaes
69.5500, 59. 4S500, 3S500 a... ..!? 295CO
Meninas.
BOTINAS a 49500 e............. ^r
Um completo sortimento de sapaios'n'a'ra e-
n;',.ra oeJ0ur0.(le,lus,ft Tirad0 a 500 rs.. de U-
pete a 800 rs., de lustre (ns. 32 e 33) a 800 rs..
?." frac"os \Um, portuguezes 29, sap
Zit 5"'", P?ra homem > o mVninos.
multo couro de lustre, de porco.cordavao.marro-
vaa?e Vr.u SaT '?,a, de ,UStre' ch^.
Vende-se
na ra do Mondego casa n. 2, as segainles se-
mentes de horlalice muito D0 ,, ; couve flor di"
la irunxuda, repolho, nabos de cabega I?snd
nab.cas, mostarda. chicoria, aselcas senohs
rvh.^ lort.; fifi? graDdes' feiJl0' ""apato,
ervimas tortaa e alface arrendada.
Riscado monstro.
Vende-se riicado mouslro, fazenda muito eco-
nmica para o usodomesco por ter grande lar-
gura e o seu prego ser de 200 rs. o covado : na
ra da Imperalriz, loja n. 20, do Duarte.
ftfVatfi
sem segundo.
d-.NrS.l?a de Jos de Azevedo Maia e Silva, est vendendo
obeddM Pr preS8 i sabid08 ,0"
Grozas de pennas de ago de todas aa quali-
dades a 500
Nvelos de linha que pelo tamanho a todos
admtram a
Caixas de agulhas francezas a
Caizas com alfinetes muito finos a
Caixas com spparelho para entreter me-
ninos a
Ditas ditos grandes a
Baralhos portuguezes a 120 e
Groza de botoes pequeos para calca a
Tesouras para unhas muito finas a
Ditas para costura muito superiores a
Baralhos francezes para voltarete muito fi-
nos a
Agulheiros com agulhas francezas a
Caivetes de aparar pennas de i folha a
Pegas de tranga de la com 10 varas a
Dilas de tranga de laa de todas as cores a
Pares (i* sapatos de tranga de la a
Cartas alfinetes francezes a
Pares de luvss fio da. Escocia muito finas a
unas ditas brancas groases a
Escovas para limpar dentes maito finas a
Massos com superiores grampos a
Lartoes com colzetes de algum defeito a
Ditos de ditos superiores a 40 e
Dedaes de fundo de ago muito superiores a
Knbadores para vestidos de senhora com 4
varas a
Caixas com colxetes francezes a
Cartas de alfinetes de ferro a
Charuteiras muilo finas a
Tinteiras de vidro com tinta a
Ditos de barro com Unta superior a
Areia preta e azul muito fina a libra a
Tenho nova remessa de labyrintho p a ven-
i p2,rlodo pre5. "sim como tenho trancas de
seda diQerenles cores para vender por todo di-
nheiro que offerecerem.
Grande pechincha
Superiores paletos de pao preto muito fino,
obra muito bem feita pelo baratissimo prego da
zVfoOO ris na ra do Queimado a. 22 na bem
conhecida loja da Boa F.
120
120
60
240
500
200
120
4U0
400
320
80
80
200
800
11280
100
320
100
200
40
20
60
100
80
40
80
ffOGO
160
120
i.0
Escrayos fgidos.

para engenho.
Grande reduego nos pregos
para acabar.
Braga, Son & C. tem para vender na raa da
Hoeda taixas de ferro cuado do mui acreditado
fabricante Edwin Mavr, a 100 rs. por libra, as
mesmas que se vendlam a 120 rs. : quem preci-
sar dirija-ae a fas do Trapiche n. 44, armazem
da faadas.
Fugio no dia 12 do correte am preto de
nome Joaquina, crioulo, de idade 35 anuos, pouco
maisou menos, filho da ilhade llamarac, lerot
vestido caiga e camisa de algodo azul, e cheio
do corpo, um pouco acatrozado, e falla de vagar
e descantado : quem o pegar, leve ao caes do
Ramos n. 16, que ser generosamente recompen-
sado.
Fugio no dia 20 do corrente de bordo do
patacho Capuama, o escravo crioulo marinbei-
ro de nomo Antonio, idade 19 annos pouco mais
ou menos, altura regular, rosto comprido e com
alguna signaes de bexigas, levoa caiga e camisa
azul : quem o pegar leve-o ac escriplorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo Si C. roa da
Cruz o. 1, ou a bordo do dito patacho que sei
generosamente recompensado.
Fugiram do lugar Bebedouro termo deCa-
rutr e comarca do Bonito, em dias de outubro
de 1861, dous escravos pretos com os nomos o
signaes seguintes : um de nome Joaquim, de 26
annos de idade, ponco mais ou manos, cor pre-
ta, altura proporcional e cheio do corpo, a gros-
sura regular, rosto redondo, nariz chato, pouca
barba, ps e percas bem feitas, tem urna cicatriz
proveniente de urna ferlda na nema direita ; a
outra de nome Rufina, cor preta, alta, g'ossura
regular, representa 25 annos de Idade pouco mais
ou menos, olhos vivos, semblante alegre, bem
fallante, tem marcas velhas de relho palas.cos-
tas e na frente em cima de um pello tambem
tem urna cicatriz. O escravo Joaqaim pertence
a Lourengo Justioiano Cordeiro, e a eacrava Ru-
fina a sua irmaa D. Caanta Cordeiro dos Santos,
tendo os ditoa fgido do Bebedouro e passando
pela villa do Booiio foram alli seduzidos pelo
europeu Jaciatho Aragao, qne reqaereu deposito
dos ditos ao juiz municipal aupplente Bezerra
de Merlo, que sem mais formalidade algumades-
pachou favoravel a foram depositadoa em poder
de Jacintho Jos de Mello, e tendo Lourengo pe-
los meios legaes sispendido esae illegal deposito
no di 94 oa 26 de desembro ultimo, na noite
desie meamo dia para 26 evadiram-ae ditos es-
cravos estando aioda em poder do meirinho na
villa do Bonito que os linha de entregar a aeu
legitimo senbor, e bavendo bem fondadas im-
peitas de aer ata fuga doa ditoa proveniente de
ioainuagoes do dito europea Aragao, que j
bem coohecido em traflcaocias de tal naturez :
roga-se as autoridades poiteleea, capttaee de
campo e maia pessoas particulares que delles ti-
verem noticia Quapprehende-los leve-oaouman-
dem informar a Francisco Cordeiro Falco no
. engenho Pedra Firme sito no termo do Bonito,
que sero gratificadas generosamente.



8
MARIO DE PBM1MBCO. QBJLlTi WU&k 19 f EtttBRO DE t!61.
Literatura.
1 i- >
Costumes populares da pftriMia de
Minas Geraes
Conlinuacio.
Mas ella rae contente porque tabe qoe ha de
tersuas horas riegot quauee'a ttop"5riv*r ar-
ruinada, quinlo o socego convidar.
Errante de terr* era trra o tropeiro semea sua >'
vida ao longo das estradas at As vesperal do na-
tal. Nesta otcasiao estoja aonde estiver, offete-
gam-lhe todos os leeros...; nada' aceita :
Vou cu&soar com uiinha familia, diz ellese-
guindo impassivel o fumo da casa. Era seu co-
ragio to as saudade*, em sua eabeca as lem-
brangas de sua familia.
E' eolio que dobra serras e montes sem des-
canco. Coitado I spezar de rustico e nmade
tambem elle pae, lho e esposo. Como nao (1-
carAsua pobre mulherzioha consternada sa nao
o vir entrar de madrugada oesse dia em que ella
est scostumada a ve lo ? Noite e dia viaja
empre :
Mi:iha caa de palha robera,
Minha cerca de pan de pinheiro :
Quero ouvir quaodo a aurora desperla,
O men gallo cantar no puleiro.
COUTO DE MAGALHAE*.
(-4 Ordem, do Rio-Grande do Sil.)
Bonifacio Pacavira,... aquella altarrto bar-
budo ? I...
h I ira 1..; a tua lotilheM aersonall-
sad*.
Heim ?
Por causa de daas anglicas.
.... Sim, se.nhoret; estar tomando tranquilla-
mente o meu caf e saboreando as fumacas de um
bello charuto, quando fui tambem sbita e infe-
lizmente interrumpido.
Ai judiciosas e aprimoradas phrases da critica,
eila aos Primeirot cautos do Sr. Bitteacourt,
perpassav&m-me lenta e agradavelmente pela
memoria e confundiara-se com as recentes im-
presses de urna publicaco exirada no Diario do
dia, recebido ba poucoi instantes, que anda se
conservara aberto sobre a banca, ao p da qual
me achava sentado.
Optime /...videamus quidsitparitura isla]...
pensava eu, deixan lo-jue elevar na contempla-
gao dos esbranqukados novellos de fumo, que se
erguiam nos ares deante de mim.
lo tono del tnedesimo sentimento ; ma,
quesle cose senti nxollro addentro : chi
spergiura, fiacca il eolio.
tu in
non ti
De repente urna pressio, fria e horripilante,
peoelrou-mo al medulla dos ossos do hombro
e arraocou-me cruelmente s miohis suaves e
s\ bariiicas meditage*. Vollei-inc, um pouco for-
malisado, para ver o desgrnalo importuno.
Ah s tu, JoaoziohO !" quo mu costume
que tens, de sobresaltares a gente 1...
Trimeiro que ludo, peco-te que nao rae
chames Joaozinho ; respondeu-me o recem-che-
gaJo abruptamente e sentando-so som a menor
ceremonia.
Que queres ?... costumeira velha.
Pois deixa-te dessas coslumeiras ; parece,
quando falias, que sempre estaes caceando. Les-
te o art'go de hoje ?
Qual artigo ?
O do Dr. Souza Ribeiro.
Ah 1 sim... por cauta de urna anglica... ;
respond apootando para o artigo em questio.
Justamente: ei-lo aqui I... exclamou apo-
derando-so do jornal convulsivamente e com
modos tragi-burlescos. Que te leve urna liga,
historia maldita I...
Oh I homem pareces-me hoje furioso I...
acaso estars doeote docholera? !
Qual cholera, nem meio cholera 1... o cho-
lera smenle causa dores no venire, e eu siolo
agora ferver-me o sangue as veias.
* Valha-me Deas 1 porque ?
Porque ?l... porque estou perdido, porque
vejo evaporsrem-se completamente as minhas
ruis charas esperances 1... guinchou elle com
urna voz de carina radiada. E rudo isto por cau-
sa deste negregado artigo 1...
Mas que diabo de mal te fez urna innocente
e cticia historieta de um rapaz, talvez imagioa-
to, viajando al Veneza em procura de urna an-
glica, que poderia mullo bem achar em o nosso
abencoado torreo ? I
O que fez ? I... o que fe ? I...
Sim ; o que fez! anda ; dize d'ahi 1
D-me primeiro um charuto ; respondeu-
me o meu interlocutor, illudindo a perguola e
laucando uns olhos raaviosos para a minhacha-
ruteira, que se achava em cima da mesa.
Queres caf ?
Nao : um charuto.
Aqui teos ; lira quanlos quizeres.
Hesmo todos 1.... inquiriu, meio duvi-
doso.
Homem l...leva lado... com tanto queme
deixes a charuteira. E agora, se podes, coala-
rae as tuas tribulagoes ; accrescentei ministran-
do-lne lume.
Antes do proseguir, esbogarei em quatro pala-
bras o iudividuo que entiose achava conversan-
do comigo.
Era elle magro e secco do corpo, e de estatura
to pequemna, que loma-lo-hieis fcilmente por
urna creangs se nao fossem os bigodes e ponta de
barba Napoleao 111, de que nsava com grande
desvaoecimento. Contara seus viole e oito bo-
bos, e havia perto de quatro, que se emancipara
da tutella do pae, que at enio o conservara
sempre bom recado e o educara como urna don-
zella.
Tioha duas singularidades, este rapaz ; das
quaes eu muito ra : nunca achara moga, que
se dignasse acolher os seus amorosos suspiros ;
e quando me encontrava, pqsto j flzessem me-j
zese mezes que nao mevia, nao me perguotava
como passava, nem mesmo me dava os boos dias
ou as boas tardes ; a primeira cousa que se lhe
escapava da bocea,ao avistar-me, era : Youmale,
d-me um charuto 1...
Acabara elle de acconder o que me pedir, e
repetreando-se u'uma cadeira de bracos, princi-
piava a laucar densas baforadas de fumo, de na-
riz arrebilado para o ar.
Vamos, Jcioziobo ; o que te causa tanta
zanguinha ?
Ah 1 sim..: You j contar-te o que me tem
succedido : replicou elle tomando urna posico
acadmica e arranjanjo a gargauta.
Esprala I... diz-me primeiro urna cousa.
O que ?
E's tu sectario de Rousseau ?... tens tam-
bem quizilia com algum Saracataviola ?...
Ora, adeus I que me importam mim os
leus Rousseaus, com as tuas gatas e as tuas vio-
las I... Pe-usas que nao lenho mais em que
cuidar ?
Muito bem ; nesle caso principia I
*
* n
Lerabras-tede Bonifacio Y
Qual Bonifacio ?
J1CI1U I ,
Nada ; c comigo : cominea!
.Bem ... abes que Bonifacio casado ?...
Sei. t.
Que temdouafilhos!...
Sim, homem dos meu* peccados ; sai ludo
isso Que nova moda eiaa de contara* urna
historia por meio de interrogatorio* lo eofa-
donhos? 1
E' para a eDteoderes melhor. Agora es-
cuta I
Ora, grabas! J
Deves saber que eu nunca fui feliz em amo-
res ; principiou elle com um modo sentido. Igno-
ro que diabo de fatalidad* me persegua ; mas,
apenas comsigotravar correspondencia com alga-
ma menina.... bamba I... terceira ou quarla
carta vejo-me completamente derrotado.!
Sim I sim 1 eu sei di*so ; respondi-lhe com
um meio sorriio.
Pois, ouve : ama noite atraveisava eu a
praca da Boa-vista, pen salivo e eabisibaiio,
csimando nos negros olhos de urna liada tri-
gueirinha, que na cousa de aos oito dias tinha
bispado janella de urna casa terrea ; eis se
nao quaodo esbarro frente frente com o dos-
so amigo Bonifacio.
Nao.sei que idea maldita tire eu naquelle
momento ; mas, eocontranJo-me com aquello
pangudo, o meu primeiro pensamenlo fol per-
guolar se nao me poderia arraojar f or ifTi um
os dous escrvos braucos.
a Safa I dous escrvosbrancos I.... r<
deu elle.Para que os queres tu ?
Loga sabers; arraoja-m'os primeiro, que
me fars*um grande favor. .
< Mas onde ospoderei arranjar? I disse, se-
gurando no beico inferior com um modo pensati-
vo.Nao importa ; continuou : d-me o leu bra-
co e avante!.... direita I___-marcha 11....
E principiamos a trotar : en agarrado, da me-
lhor forma possivel, ao brago daquelle desalma-
do e elle a correr...... que pareca um nunca
acabar.
< EmQm, ebegamos urna pequea casa ter-
rea, situada l para os conGns dos Coelhos:eu
eslava completamente estafado.
a Tum I tum 1 tum 1
Quem i perguolou urna voz do interior.
Sou eu.
Eu quem ?
Sou eu Bonifacio.
Que Bonifacio*?
Bonifacio Pacavirs.
V-se con Deas, que eu nao tenho nego-



c
c
a
<
u 7 .Po.r >"'' Pr l eria* Tiq|(f)i
linda e interestante creatura que morre peMRfe*
mente de amores por mim. E' um injo, aieu
amigo 1 un aojo em toda a accepeo da palavra.
Dereraal....
- V tomo le digo. J lhe escrevi dual Te-
tes e ella tomou as minhas cartas de mi para
mi.
t Ah I ahi I rt I.... eolio, essaa flOreat.
c vou dar-lh as na tua preienca.
E' o que hatajaos de ver.
c Hein ?!
c Digo-te, que nio sarei eu quem te sirta
de pande cabelleira.
a Deia-te de asneiras I
c Qual aioeira I nio quero qae des essaa
florea : enteode* ?!.... prohibo-t formalmente I
t Ah ah ah I
< Ri-te ; na* toma tent 1 se dres ai flo-
rea, fallo com ella ; digo-lhe qae um grande
paspalhao : corto-te I
a Quem?!.... tu I.... ta cortar-me I....
Ora, adeus 1 tu nao s capas disio.
Veris.
Digo-te que nao.
< E por que ?
Por que ?! por que se tu te atrevesses i
fallsr-lbe, eu immedialamente dizia-lhe....
Q que?
< Dizia-lhe isto: minha senhora, nao faca
caso deste rapaz ; elle casado, tem don* fllho*
e mora ao p de mim.
< Tu (arias iaso? perguntou-me Bonifacio,
carregando os sobr'oihos.
jv B entie ?!
Pois, bem ; essa velha tem
cios com nenhum Bonifacio I
Querem ver qae o diabo da velha tem
mdo de deixar-se tentar ; disse-me o meu com-
panheiro chacoteando.
Como sabes t que urna velha ? pergun-
tei-lhe.
o Pois nio ouves aquella voz esganicada a
engrolar padres nossos?!
E* gente de paz, minbi senhora; continuou
elle fallando para dentro.Viemos ver se tinha
algumas flores para vender.
De que qualidade?
Cravos brancos.
o J nao ha mais ; acabaram-se.
Encarnados?
Tambera nio.
Verdea?]....
O senhor est cacoaodo ?!
a Entio, que diabo de Adres tem a senho-
ra ?l.... exclamou Bonifacio j meio zangado.
Bogaris, rosas, anglicas....
< Ah I a senhora tem anglicas ?!.... bra-
dti jubiloso.
Tenho duas, que acabaram hoje de abrir.
Pois, minha senhora, compro as angli-
cas se as quer vender.
Pois nio ; mas t para c o dioheiro!
v Quanto ?
Tres vinlens cada urna.
Aqui lem seis vintens.
Agora, vou busca-ls ; disse-nos a des-
confiada velha recebendo o dioheiro, sem cornu-
do abrir-nos a porta.
Uouve um instante de silencio ; mas logo
depois ou vimos o ruidoso psalmear doslamancos
daquella anliguidade que se diriga pelo corredor
cima.
Aqui esto as anglicas.
a Obrigado m
Vejam ossenhores como ellas sio chei-
rosas e branquinhas.
o Sim ; sio urnas flores mimosas.
Quando os senhores quizerem alguns cra-
vos ou outras flores : nio lem mais que avisar
de vespera. Nos c vendemos ludo muito bara-
ttnho,
a Nio me esquecerei, miaba senhora. Boa
noite I
Que te leve o diabo 1 murmurou Bonifa-
cio entre denles.Vejam l que olhos de lynce,
que ella tioha, para nos affirmar sobre a alvura
das Adres I.... quanto ao cheiro, nio digo que
nio ; pois na verdade tem um perfume admi-
ravel.
< E' que ella j astinha visto de dia....
a Ora deixa-te de historias! Ficou-
te agradando a ceotopa ?! Andar I andar!....
meu seohorziuho! .
E cometamos de novo calcurriar pelas ras
e buceos do bairro ; aaltitando por entre esses
lamacaes immundos, por essas miseraveis calca-
das, rheiss de buracos, de altos e baixos, que
tanto atlestam a nossa incuria e desmazelo ; e
onde um pobre servo de Deus, arriaca-ae a ter as
peroas quebradas.
aApezar disso, eu ia entio muito satisfeito e
alegre, como se tivesse tirado u m bom premio da
lotera geral.
a Leva va com o maior cuidado as minhas duas
anglicas; aspirando de vez em quando, com as
maiores delicias, o grato e suave perfume que
ielias seexhalavam ; e.... continuara a bater
sola de parceria com o malvado Bonifacio, pro-
curando encaminhar o passeio para a ra... ra...
j nio me lembrodo nome.
Sabes para qoe comprei estas flores, Bo-
nifacio ?
c Essa boa responden elle : para algu-
ma moga. ^
Sim ; mas t nio sabes para que moga !
Has de m'o dizer.
Pois espera l! disse-lhe, fazendo-o pa-
rar. Vs aquella luja de charuios ?
Vejo.
Conoeces a familia que mora na casa im-
mediata ?
Nio.
Mas, j viste urna moga trigueirae airosa
que quasi sempre ali est janella?!
Tambem nio.
a E' pena !
Por que ?
VOLHGTIII
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNANBUCO.
A CARAPt DE MEl TO
ou
RECORDACOES DE LM HOMEM \ELH0.
POR
YOUMAXE.
(Continuscao do n. 35.)
XI
Laura de Vasconcellos tea quando muito 18
annos na poca em qae a conheci.
Sen pae, de origem hespachola, taodo sido fei-
to priiioneiro em um dos muito recontros havi-
dos as campanhss do Rio Grande do Sol, na-
morra-se com a fllha de um commissario do
exercito realista ; e, coosegelodo casar com ella,
retirra-se para Pernambuco, onde sua mulher
possuis urna pequea fuenda.
Laura era a nico frueto desee matrimonio.
Ao v-la to formQst e tio simples em suas
maueira; ao encarar com os seus lindos olhos
negros, de am brilho e de urna dogura sem egual;
eaperar-se-bia, sem duvide, encontrar em seui
c Sim.
a De veras ?
a Palavra de honra.
a Est bom.
< Qae dizes i isto ?
c Paciencia.
< Impedir-me-kas agora de lhe dar as mi-
nhas anglicas ?
NSo.
a E o Bonifacio cslou-se e conlinnou a ca-
minhar silencioso psz de mim; tinglado nao dar
atteocio ao mea ar de triumphante e motejadora
alegra. Passamos por diante da minha ioteres-
sante trigueirita : dei-lhe as daas anglicas e
apertei-lhe rpidamente os dedos: Bonifacio
nem peatanejoo.
c Chegados ao Am da rus, aquello demonio
sllegou afazeres importante* e separou-se de
mim ; fioglndo lomar outra direccio. Eu loroei
a voliare elle acompanhou-me passo A passo sem
que o present***; de modo qae, quaodo acabei
de trocar algumas phrases com o objecto dos
meus cuidados e desappareci na quina da ra,
Bonifacio apreenlou-*e inopinadamente diante
da moga, todo curvado e de chapen na mi.
a A senhora acaba de acceilar ha pouco duas
anglicas ? perguntou elle fazendo urna eortezia
ceremoniosa.
Como, senhor l balbuciou a moga espan-
tada e procurando relirar-ae.
Perdi, minha senhora I nio minha in-
tangio offeod-la. Se tomo o atrevimento de
lhe fazer esta pergunta, nicamente para sen
bem. *
Mas, senhor!.... continuou ella interdicta.
c Mas, minha senhora ; V. Ezc. acaba de
receber anda agora urnas flores, de um mogo
que me acompanhava, e en lastimo bastante
semelhante incidente.
a Porque ?!
a Porque, minha senhora?..... porque esse
rapaz casado, mora ao p de mim e lem tres
Olhos.
Ah ah ah exelamei, rindo-me como um
desesperedo.Esta de mestre. Ah! Bonifacio !
Bonifacio! desforraste-te maravilhosamenta.
Sim 1 sim 1 geaticulou o Joioainho, fazeodo
urna careta lamentavel; desforrou-se com ajs mi-
nhas proprias armas e cagoou redondamente de
mim.
Mas, o resultado, Jao !... o resultado
c O resultado foi que na segainte nonte, indo
offerecer A moga am pequeo ramioho de myo-
soles, ella refuaou-se deadenhosamente; quiz
fallar-lhe, fecbou immediatamente a janella e
retirou-se para dentro.
Gem que cara nao (Icarias t I
Fiquei desapontado e confuso; nao sabendo
como explicar semelhante procedimeoto. Mas,
a minha confuzio transformpu-se logo em raiva
ao encontrar na mesma noute aquello marolo.
Eh! eh! ehl meu amigo Joio.... pergun-
tou-me elle em ar de escarnen.Como vamos
com o* nonos amores ? dsle-lfae mais ang-
licas ?
Tio longo eslava de o julgar motor da miaba
desventara, que lhe cootei ingenuamente o qne
acabara de me acontecer.
Ah! abl ah.......... as bitas pegaran ?!
exclamou elle no meio de estrepitosas gargalha-
das.Estimo isso muito.
e Que dites ?1
a Digo, meu charo, que nioguem zomba
impunemente de mim: tarde ou cedo o ha de
pagar.
a Como?!.... pergantou admirado.
a Nio me amesgaste tu honlem, de dizer i
dama dos toas peosameotos que eu era casado,
que morava ao p da li e que liaba dous fllhos ?
Sim.
a Pois, men Joio, fallei-lhe eu: disse que
tu eras caaado, mora vas ao p de min e tlnhas tres"
Albo*. JA vez que fui generoso: dei-te tres em
quanto tu so me davaa dona.
a Ab! foite ta, tratante de urna figa I Espera
IA, que m'o has de pagad.... vou A dizer quem
la s.
c Vsel.... vae!.... Joaozinho! olha, que a
moga ficou qae nem urna plvora.... como urna
brasa I
Deitei logo a correr em direcgo A casa da
minha desdenhosa; ma* nio estava distante
mais do que dous pasaos, quando vi fechar-se
violntamele o postigo.
c Apesar diaso, nio desanimei. Durante urna
semana paisei constantemente, noute e dia. por
aquella maldita ra ; porm sempre que me ia
aproximaodo da casa levava com o postigo as
venias. Maldito postigo I
f Afinel, urna noute, cangado de tanto porfiar,
desasperado, louco por assia dizer, tentei escalar
" ianella......
Elevaste ama sva depAu!......ah ah!
ah......j me contaran) io.
Nio, bomem ; nio foi aisim.
Deixa-te disso Nio queiras agora mentir.
Affirmo te......
Bom bom I diz-me, porm, que relacao
existe entre essa historia a loa zanguinha com
o artigo de hoje ?
Coobecea a D. Aogilica, qae mora
de-meia com* o fundo do mea quintal ?
A velha dos bilros ......
Sim.
Aquella que te disse. que nio goatava qae
bomm nenhum parasse na ra para fallar-lhe,
pois nio quera dar qae murmurar ?....
Justamente; essa eterna fazedora de rends.
A qual
ama vez que nao posso en-
strttto bonilinha, sobre
prelencSea: desejava casar-me.
Boa vae ella I......
Porque? (en* alguma objecgo ?
Nio ; mas confetis francamente:
daa dua* daes a preferencia ?
Homem, a velha tem o valor etlimativo.de
orienta e tantos contos de ris; em quanto a
moga nio pesa mais. do que trinta. Por tanto,
nao se me dava de flear com a velha, se nio
podesse pilbar a moga.
Mesmo apesar dos seas sessenta e tantos
Invern* ?
Que remedio I
contrar melhor.
Mea charo Joio, sabes hespanhol ?
Nio.
R'peoa! perqu entenderas en ti esteto
versos de um insigne posta ;
La muger mai$ celebrada.
Si tiene el roeto arrugado.
Be qual vid que se ha eecado,
Muy buena para quemada.
Ora! com todas aa tuas queimadas, nio me
tiras tudas minhas difflculdades.
. E'verdade 1.....oque tem Bonifacio com
isto ?!
Tem relagdes de amiaade na casa, e hoje.
ao 1er esse artigo, lembrou-se de contar A velha,
que A clmenla como nio sei que diga, a historia
das minhas duas anglicas ; e ancasquetou aos
miollos da sobrinha ser o mesmo artigo ama
allegoria A paixao qae nutre pela ta Anglica.
Pobre Joio!......
. De modo que ambas eato furiosas comigo :
dizem que sou am homem perdido e nio me
querem mais ver.
* *
JA v, pois, o leitor como, por causa de urnas
anglicas, o meu iocomparavel amigo Joio levou
nma sva de pAu ; e como pelo mesmo motivo se
detfizeram cruelmente as suas mais bem funda-
das esyerancas de felicidade e fortuna.
E digam anda que essa Aor, to suave e
mimosa, nio causa bastiles estragos por esse
mundo do bom Deus. Cradot Judeut appella,
non ego.
.. : Yocsule.
15fevereiro62.
I varem na contepgio da causa anima dos outros
ama aobrlola povoa pagaos, estabelecendo, como principio, o-
a qual tioka aa miohis mo regr* da ordem, a oogio abrtracta do estado,
da le poltica, o facto impeitoal 4 governo ci-
progenitores, se nao a belleza, pelo menos a dig-
nidade e o merecimento.
Aquellos, porm, que assim o julgassem,
achar-se-hiam cruelmente engaados.
Com effeilo, com quanto o Sr. D. Luxz deMen-
donxa y Vasconcellos nio fosse um cavalleiro IA
moito feio; possuia, comtudo, todas as virtudes
e todos os vicios de um verdadeiro guacho, como
elle era.
Monlava A cavallo, como genuino fllho dos
pampas ; jogava e bebia, que pareca am aossi-
*o; epragdejava, como.... como elle so.
Acostumsdo A vida dos acampamentos e nio
tendo quasi neohuma educagio, D. Luiz nenhum
decoro ou conaideragao gaardava em seo irato
habitual. Mesmo am praseaea da fllha, A quem el-
le alias respeitava e quera multo, deixaodo-se
levar pelo ^ardor da discussio, aollava As vezes
cada paiavrada, que farla estremecer o bomem
mais tan facn.
luda hojecusla-me acomprehender o stupro-
cedimenlo. Era urna mistura tal deloucuras ede
boas aegoes, que nos delxava A todos de bocea
aborta.
Franco, porm inconsequeote, conlradizia-se
perpetuamente, como se fosse a couss mais na-
tural; e raro era nio offeoder o melindre
pire-
A MULHER, A FAMILIA E A CIVILlSAAO.
Parte primeira.
1 mulher antes do christianistno.Degradando
da familia.Ausencia da civilaco.
(Coocluso da primeira parle.)
VI
Analysar os elemento* da civilisagio de povos,
distantes de nos por urna immenss serie de s-
calos, trabalho para intelligencias elevadas e
bem compenetradas do espirito da historia. N6,
portanto nio nos havemes internar em um eitu-
do aprofundado do carcter intimo desses povo* ;
apenas pretendemos deduzir a conclasio das pre-
miases estabelecidas anteriormente; nosso ten-
te mostrar que a verdadeira civilisago nio po-
da existir n'elles, desde qae se achavam enter-
rados as espssas trevas de paganismo.
De qoe a razio humana foi feita para desenvol-
ver-te e aperfeigoar-se ao esoago e no lempo, e
do testemunho, que nos offerece a historia das
pocas do paganismo no mundo, somos toreados
a reeonheeer que o elemento civitador foi ex-
tranho esses lempos, que nio existiu, nem po-
da existir nelles. Nao desconhecemos, nio nega-
mos o polimento do* povos orientaos, as lettras
da Grecia e o adiantamento de Roma ; nio con-
tstame* que elle* tenham conseguido alguma
cousa relativamente ao desenvolvimeoto do espi-
rito ha ma no, nfo ; oio somos tio iojustos; o qu e
nos impossivel aceitar civilisagio nessespri-
metros cultivadores do espirito: eram povo* po-
ndos, mas nunca civilisados; progrediram, mas
nio se civilisaram.
Os povos antlgoa igooravam as leis geraes qae
atsistem As relages da humanidade com s ver-
dade absoluta, e nao estando de posse desse co-
nbecimento te achavam looge da civilisagio,
por isto que civilisagio quer dizer conhecimento
integral e completo de todas as relagdes uoiver-
taes, quo encaminbam o corso humanitario em
aa neceiiaria ascengio i eternidade. Ora a anli-
guidade nio coahecia o absoluto destas relages ;
a ella nos traosmiltiu ideas e obras perfeitas e
absolutas na ordem da particularidade e do finito,
do senlimeoto, das paixdes, da f, em tudo o que
pode revelar a verdade, o espirito, debsixo defor-
mas iudividuaes, locaes, finitas e isoladas ; mas
nada que fosse geral, scientifico, popular, nada
que exprimisse a virtualidade da indiligencia, do
penssmeot como principio e objecto do pensa-
menlo e da historia.
E estas palavras de Andr Lay Mazzini assig-
nalam verdaderamente a razio primordial por
qae os povo* anligoa nio foram civilisados. E'
que a civilisagio um faci de pocas recentes,
fllho das instituicoes dos povos modernos, deasas
iostituigoes assentadas no edificio das virtudes
moraes, regeneradoras do mundo.
Oucamos aioda escriplor precitado em sua
obrado /taita em suasrelacoes com a itAerda-
dee a civilisago moderna;elle garantir nossa
opinio.
a Certameote, o pensamenlo humano, antes da
revelagio evanglica, antes da proclamagio do
principio christio, pdde comprehender o lago, as
relagdes lgicas que unem em todas as suas for-
mas theoricas e praticas a iotelligencia humaos,
o elemento subjectivo do espirito humano, As
formas objectivas do mando exterior, aos phe-
nomenos empricos do espago e do lempo. Mas
nem os systemas religiosos dos Ofientaes, nem
os philosopbo* da Greda e de Rq/na, reconbecen-
do o lago, a relagio entre a causa e o effeilo, pos-
auindo a forma syllogistica do pensamenlo e do
raciocinio, poderam, nem podiara ter A idea, o
conhecimento demoostrativo do principio absolu-
to, da causa absoluta; ellos viam urna relagio,
um lago, entre a natureza o o bomem ; mas ao
mesmo tempo desconheciam o principio, a lei
que une o homem e o mundo i causa absoluta.
Esses pbilosopbos lioham o sentimento, a intui-
gio, a oogio mpirica ou hypothetica da divin-
dade, da causa do ser absoluto ; mas nio tinham
a demonslragio lgica; nio conheciam os lagos,
as religos que unem, que p5e de accordo o mun -
do e o homem com o principio absoluto da causa
e da ordem; em urna palavra o principio da cau-
sa nio era concebido racionalmente, nio era re-
nhecido como idntico A espiritualidade subjec-
tiva, A moralidade absoluta do homem. Ora a
causa era o mundo, como as cosmogonas e
theogooiss orieotaes; ora era o homem moral,
mas submettiao anda cegamente A natureza, o
bomem, forma exterior e fina do espirito, sepa-
rado da esseocia interiore livreda causa absolu-
ta, como na religiio. na arte, as democracias da
Grecia. Os Romanos foram osprimeiros a se ele-
Si
o facto impessoat
vil. JA entre o* romanaos no tempo di ripubliei,
a lei, o direito eram constituidos torada accao,
di forma individual: nao era mais nem Soln,
nem Lycurgo, nem Numa, que dictara o orculo,
que impunha a lei da ordem, o principio social;
era o senado, era o aovo, a inlelignela collec-
tiva, que se cooslltuia, que tomava luar na ac-
cu poltica, na ordem social. Ora o povo roma-
no e O direito romano, personalidad^ o geoera-
lidads abstractas, o principio aristocrtico, o
principio romaoo propriamente dito, em luis com
a deraocralicia, com os plebeus, eis o carcter es-
tineial da sociedade romana al a queda da re-
publica. Al eolio toda* at individualidades li-
oham sido sacrificadas A am fim exterior, objec-
tivo: convfoha sabmelter o mande'occidental
A domioagao romana. Mas quaodo essa segio,
esa tula cestou, quaodo ene fim foi conseguido,
i individaalidade tornou-se de novo o principio e
o fim da accao social. Mas o individuo nio era
governado or um principio moral e racional ca-
paz de dar i vidt privada e publica um desenvol-
vimento novo, ama maoifestagio progressiva. A
discordia, a corrupeo, a anarchia loinaram a li-
berdade perigosa e s repblica impossivel. O ab-
solutismo imperial tornou-se necesario e legiti-
mo. Ctsar (oi a ezpressio mais completa da na-
ci individual, da persooiflcagio histories da lei
e da ordem.
E' pois, evidente que a sociedade pagis, que
a anliguidade descooheceu o priocipio lgico da
causa, da ordem absoluta, embora tenha podido
crear genios de primeira ordem, laes como S-
crates, Plalao e Aristteles, qae fundaram sobre
urna base immutavel e absoluta a forma instru-
mental do pensamenlo, a forma syllogistica de to-
do desenvolvimeoto racional. E, se bem que a
pbiloaophia grega e o direito romano oos offere-
gam sera contradiegio as formas elementares da
ordem lgica e da ordem civil em geral; todava,
A excepgio de um certo desenvolvimeoto indi-
vidual, mais ou menos dilatado, A excepgio do
que diz respeito A ordem phenmeual do mundo
considerado de urna maoeira emprica ou hypo
thetica, e ao refiero, a aegio do mundo sobre a
inluir.ao o sentimento individual ; achando-seo
pensamenlo humano sujeilo s formas empricas
do mundo exterior, aos excessos da imaginaco,
das bypotheses e das paixes, todas as vezes qae
entre o*Gregos e os Roraaaos se quiz realisar, aa
aegio social ou na actividade interior do pensa-
menlo humano, urna ordem qualquer, urna or-
dam dura vel, bateado aobre lea certas, absolutas,
progressivas, cabiu-se em todos os desvos, em
todos os inconvenientes, que deviatn reaultar ne-
cesaariameote de urna ordem lgica e poltica,
privada de bate racional, de base identifica,
prompia a desapparecer aob a accao, aob a in-
fluencia perseverante, infatigavei do pensameoto
humano Irabalhando *em cessar em procurar, om
descobrir, na ordem viva, a formula absoluta de
sen destino, de sai existencia. Btta formula, esta
lei absoluta do pensamenlo, do conhecimento
humano, idntico A natureza abstracta do espirito
divino, este principio essencialmente lgico e
moral do destino individual e social da humani-
dade, foi revelado paso Chfislo.
Achando-se nesse' pe o desenvolvimeoto dos
povos aotigos, nio era' de maneira alguma pos-
sivel que elles podessem chegar A um gru na
deienvoluco do sea espirito sasceptivel de se
lhe altribuir a qualidade de civilisados: foram
reAexot, vtslusbres da civilitagio, que Ihea ac-
cenava e qae te reservtva para apparecerem
pocas mais tardas, quando o mundo se achatse
preparado para recebe-la e abraa-la. Tado tem
seu lempo na ordem da natureza ; a apparigao
da civilisagio sobos auspicios do paganismo, era
de urna impossivel realidade. O que virio fazer
mais tarde o christianismo ? A sciencia hama-
na.diz o grande Hagalhaes Bastos em sua phase
potica, a scienda humana urna navegagio do
finito ao infinito por mares celebres em naufra-
gios ; e se nio sossobra a nao, poda varar o por-
to sem ver-lhe o pharol, ou serobrigada retro-
ceder, ou A pairar indecisa at que brilhe, e dei-
xe ao piloto consultar os astros. Este dia j
brilhou. ; mas nio para a anliguidade : a nao da
anliguidade sossobrou vencida pelos clres do
futuro.
E'. verdade que as artes prosperan), tomaram
mesmo um grande incremento, legaram-nos mo-
numentos sublimes, importantissimos, que os
temos qu si como ioimitaveit ; aqui a toberba
estatua de Myris, e o soberbo collosso de Bo les;
ali galeras magnificas, sarcophagos bem traga-
dos e bem desempeonados, magestosos pala-
cios Todos sses devaoeios d'arte, porm,
nada tinham de racional, nada tinham de senti-
mental ; se siguilcavam alguma cousaera que
expressavam o sensualismo da poca ; eram o
symbolo de seus frouxos e voluptuosos costumes,
outras vezes eram o emblema da tyraunia e do
despotismo de seus chefes ou de seus capities.
Tudo nelles nio passava de. preito e homenagem
aos sentidos ; o seosualismo, parliodo do proprio
seio da sciencia, havia invadido e dominado.to-
das as molculas do corpo social.
A humanidade seguindo a marcha da desen-
volugio do individuoachava-se na sua quadraj
de infancia e dava entio expaosio dilatagio
do seu elemento sensual, t o que enlende Cou-
sin quando diz queno Oriente todos os elemen-
tos da natureza humana estio em proporges
collosaes, mas indistinctos, dependentes uns
dos outros, envolvidos una nos outros.Bra a
primeira phase da transiegio do estado de em-
bryio para o estado de deseuvolvimento, do es-
tadoda seggregagio e coofusau dos elementos de
vida para o de sua' aeparagio e harmona. E'
justamente isso o que' couprova a marcha do
desenvolvimeoto amigo ; o Egyplo cooseguiu al-
guma cultura,etmerou-te am pouco,foi o primeiro
pasto do progresto ao mando, j t Grecia sobrepu-
jou ao adiantamento do Egypto, tomando as suas
luzes e amoldando-as si, motirou que elle nio
havia feito tudo,*TJepoia vem Roma abater o or-
galho dos gregos, para sea turno ser tambem
abatida pelo peso de seas meamos trophus.
c A civilisarao romana, diz o grande marqaez
de Valdegamas, em seu* precedentes para in-
tilligencia da questo do Oriente, a civilisaco
romana foi um verdadeiro progresso, comparad*
beivi Usando grega. O* que em malaria de civi-
lisacdo dio a palma ao* gregos sobre os romanos
coofuadem s civilisigio com a cultora, A cultura
a civilisagio propria de um povo de poetas e
de artistas. A civilisaco i a cultura propria de
um povo que se oceupa em resolver graves pro-
blemas potilicos e sociaes. A cultura a civili-
sagio de um povo em sua infancia ; a civilisagio
a cultura de um povo j adulto e oceupado de
pensamentos viris.
Convem comprehender aqui o valor da palavra
civilisagio.
Donoso Corles, fescriptor eminentemente reli-
gioso, o mais religioso que lem talvez vivido
sob o cu da Hetpaaha, nao poda ter no pensa-
menlo em pregar a palavracivilisagocom re-
lagio A Grecia e Roma paga* no teu sentido rigo-
roso, em sua inteiri eomprehensao; a mesma
d'aquelle com quem conversiva, se nio o des-
compunha formalmente, uso o arguia em qual-
quer facto.
Com um genio assim, concebe-se fcilmente
que eu fugia de lhe fallar a* msis vezes pos-
sivel.
Apezar disso, porm, D. Luiz ers um bom ho-
mem e possuis um excellenle coragio.
Nao era assim sua molher, cojo coragio vinga-
tivo e cruel, perseguira encarolgadameote at o
ultimo suspiro, se podesse, A qualquer que lhe ti-
vesse. oahido em deiigndo.
Confesso qu eilou quasi tentado a dar de mi
o meu trabalho.
.
Ao procurar descrever aquella, qoe verdade-
ramente causou a minha ruina; recelo que me
tacbem de injusto e parcial; e todava paeso ju-
rar, qae nada mais fago do que dizer a verdade.
D. Jusephina Apolioaria de Mendonza y Vas-
concellos, era urna mulher baixa e fessima; cu-
jss leicoes julgar-ee-hiam stereolypadas pelas da
Coruja do* Mysterios de Pmris.
Apezar disto, dos seus cineoeota e nova lavar-
nos, e de nio coalar um s denle not qneixos;
esta senhora lembrtva-se anda de namorar I Sa-
be Deus quanto nio me cusluu esta sui balda ce-,
rebriQa. |
O seu quarlo, especie de santuario, de que era
excluido o proprio marido, estava completamente
chelo de urna trapagem inqualificavel e sem no-
me ; e sobre o seu toucador, alm de mil e ex-
quisita* bogigangas que o deconvam, viam-se
frascos de cosmticos e remedios secretos, que
fariam perder a cabega ao mal* taludo e esperto
boticario de agora.
Aqui, era urna garrafa de verdadeira aguado*
imaulet; ali, um remedio approvado para ca-
lo*; acolA, agua real do Dr. Browa para Ungir os
cabellos; mais alm. almofadiohas cheirosas pa-
ra por debaixo dos braco.... emflm, era urna
pbarmacopa completa, ama verdadeira loja de
drogas. >
JA disse, que D. Josephina era cruel e viogtli-
va; accrescealarei que tioha urna alma bastante
suMoaicao de tal completamente inadaissi-
vefl, urna iojustig, feita seus entlmentos,
qoe nos reponaos. Elle sabia, e oto lhe era
permittido ignorar, que a civilisagio |nao poda
apresentar-se na trra antes do reinado da Crux,
porquinto a civilisagio nio outra cousa msis
do que o deienvplvimento a do conhecimento so-
berano de Deas, sem o que toda a sciencia msis
apereigoda nio passa de trevas e coafosi.
K taoto assim, tanto verdade qae civilisa-
go 6 aqui tomada em um sentido restricto, que
o grande escriplor no'2 capitulo do seaEn-
sato sobre o calholicismo, o liberalismo e o so-
cialismoJiz : c o catholiciimo am systema
complejo de civilisagio, lio completo que abraca
ludo em sua iotmensidae : a tciencia de Den*
a sciencia do anjo, a sciencia do universo, a sci-
encia do homem. Ora se a civilisagio o des
envolvlmenlo de todos esses coohecimentos, se-
gue-se em todo o vigor da lgica que na anli-
guidade pagia oio poude haver eirilisagio, por-
que a civilisagio fllha da religiio, e o paga-
nismo era a religioo erro, da fbula e da men-
tira. E d'ahi poderia naacer a civilisagio ?
A (Turna-lo leria negar la existencia da verdade.
Nio podemos chamar civilisados asses seculos
em qae a verdade se havia adulterado, em qoe
se renda homenagem A deuses rtnsaaes, adlte-
ros e incestuosos ; e esse o resumo da historia
da mythologia. Que o brilho desses seculos nio
vos seduza exclama o marque* de Valdegamas;
vede com atlengio : seus esplendores sio os es-
plendores do incendio ; seus fogos, os fogos do
relmpago edo raio. Qir-ae-hi* a chama ainis-
tra, que projecta ao looge um vasto montio de
materias impuras se abrasando de repente : nio
a doce e pura laz tio barmoniosanleate etpa-
Ihada sobre as abobadas do cu palor pincel so-
berano do soberano artista.
Nesses tempos em que o sensualisnrb regia o
mundo, e a torca phisica havia-ae tornado exclu-
sivamente sua soberana ; ntssee lampos em qoe
a razio nada valia, nenhum meraMmento tioha ;
em que o seu desenvolvimeoto era abalado pelos
rigores do despotismo mais iosaoo, como o tora
a moral de Scrates, o mais proeminente vulto
di anliguidade, pelos tragos da fatal cicuta, nes-
ses tempos em que a liberdade se via de todo
desconsiderada, apparecendoora transformada na
msis ioauJila licenga, ora ae escondendo, sub-
jugtda e vencida pelo capricho dos poderosos ;
sem haver um remedio que aecudisse i tantos
males, A lana degradagio ; nesses tempos, dize-
mos nos lornava-se impossivel a civilisagio ;
porque a clvilisigao A o eonstraste perfeito, a
antithese completa de tudo isso : civilisagio nio
syoonimo de sensualismo ; pelo contrario re-
pelle-o com todas aa torgas.
_E' preciso se convencer de qae a civilisago
oio fllha da torga e nem pode aec. adquirida as
campos de batalhaa e as ponas das espada* :
ella tem urna origem mais nobre ; a torca por ai
mesma se acaba : os louros alcangados nos cam-
pos da victoria muilas vezes dessecam o trans-
formam-ae em negros cyprestes. Nio sio os
Alexandre, Cezar e Napoleio, que civilisam o
mundo.... Roma, vencedora pelas armat, pelas
armas de Aulla, e Genserico por sua vez ven-
cida tambem.
Os pheoomenos da vida individual se reprodu-
zem em grande na vida social ; nio a pri-
meira vez que o dizemos ; e tado que tender 4
melhorar o individuo, ipso facto de natureza A
melhorar a especie. Ora, ae a persooilidade do
individuo en amigamente desconhecida, ae nio
era devidamente respeitada, nada mais natural
do que o contagio desse mal pasear para o corpo
social e dar em resultado as desmoraliaagoes e as
calamidades, que nesses tempos se noti.
Degradado o individuo, degradada eslava a es-
pecie, e desnaturad! a especie perdida estava a
nu da humanidade ; s um piloto adestrado se-
ria capaz de reconduzi-la ao porto de salvamen-
to : era urna obra que es'lava cima das torgas
de um piloto pagao. O paga mamo A a mais im-
potente das produges do harnea.
A liberdade, principal elemento da perteigio
do individuo, o thermomelro maia iofaltivel da
civilisago dos povos ; por ella qae se chegai
conhecer dos avaogos que elles teem feito na es-
trada do.pregressoQual era porm a liberda-
de dos antigos? A liberdade do mil, a liberdade
da morte. Onde a familia se scha espesinhada,
calcada e tyrannisada nio pode haver liberdade,
seria o maior dos absurdos a liberdade codal
quaodo a familia oio livre. Era por conse-
queocla impossivel a civilisagio quando nio ha-
via liberdade, quando a liberdade ae achava de-
generada libertas turbulentacomo diz Tcito.
A ooisa opinio, por coosequencia, que en-
tre os povos aotigos nao raiou eala bella civi-
lisagio que nos moslra o individuo eorequecido
de am vivo sentimento de sua dignidade, de um
fondo abundante de actividade, de perseverarla*
de energa : todas ss suas (acuidades desenvol-
vidas simullaoeameule; a mulher elevada i cias-
te de compaoheira do bomem, e recompensada
do dever de submissio pelas respeitosas aiten-
ges que se lhe prodigalisa ; a firmeza e a do-
gura dos lagos de familia, protegidos por podero-
sas garantas de boa ordem e justiga, ama cons-
ciencia publica admiravel.rica de sublimes mxi-
mas moraes, de regras de justiga e de equidade,
de aenlimentos de honra e dignidade, conscien-
cia que sobrevive ao naufragio da moral privadr
e impede que a arrogancia da corrupgiochegue
ao excesso qae se viu na anliguidade; ama cer-
ta dogura geral de costumes que, na guerra, a-
parta as grandes catastrophes, e nt paz torna a
vida mais amavel ; um respeito profundo para
o hornera e para o que lhe pertoce para o que
torna mui rarts aa violencias do* particulares e
serva, sob todos os regimens polticos, como de
um freio para cooter os governos ; um desejo r-
deme de perteigio em todos os ramos ; urna
tendencia irresistivel, por veces mal dirigida,
mas sempre viva, i tornar melhor o estado de
classes numerosas ; um impulso secreto que leva
proteger a fraqueza, A soccorrer o iofortunio,
impulso que quer lar am livre curse, ou qoe,
contrariada, calcada, produz na aociedade um
estado de molestia e de inquietarlo mui erne-
Ibanle ao effeito de am remorso; um espirito de
uoivertalidade, de propaganda ; ua* lBezgota-
vel fonte de recursos para ae renovar sera pere-
cer e salvar-se uas maiores ente* ; ama impa-
ciencia generosa que quer anticipar o futuro e
di qual resulta urna agitacao, um movime'oto
incessantes, fontes de perigos, porm maia coaa-
mumeote fontes de grandes beos e symptomas de
urna vida poderosa.... (Balms) Nio ; essa ci-
vilisagio nio poda ter sea oasdmeolo no Orien-
te psgio ; ella leve seu bergo oas aguas crisla-
lysadas do Jordio ; promellda pelo prenuncio
de S. Joio ella veio com a apparigao do Christo.
Era a mi da Provideecia que se manifeslava
na compleccao de sua obra....E eotaoa serio d-
vilisadas as nagoes qae ouvirem e guardare
palavra do Christo : beati qui audiunt verbu.tr.
Dex et custodiunt xllud.
Fim da primeira parte.
Fim da primeira parte.
[Continuar-se-ka.)
quanto antes de safar-me, imaginando que ob-
jecto de prego deveria comprar-lhe para a ama-
ciar; anda qne na occatiio estivasse sem v|n-
tem, e qae para esse fim fosse preciso endivi-
dar-me ou vender a camisa qae trasia no corpo.
Perguntar-me-hio tem duvida, como que vi-
vendo constantemente entre tio invejavol par, e
seudo teslemunha quasi que diaria d'aquellas lio
moraliaadas querellas, podara Laura deixar de
mover-se por lio mus exemplot? I....
l'arece extraordinario, mas a pora verdade;
e ae ttendermos i lei dos contrastes e A tantas e
tantas aoomalias que exiatem por eise mundo de
Dea*, caasir-noo-ba isto mano* admiragio.
ocurando empre roostrar-se iodifferente e
eitfaoha A essas diicuMoes; de genio alegre, mas
torear davidosas as suas boas
-------t- {----------------------------------.casia e digna em todat as suas aeces, e possnia-
mesquiaba einleresseira, e um genio atrabiliario id '
e birrsnlo ; oio aeodo o marido um dosaue me- ervr-se sempre irrepreheosivel e pura no meio
oioaeodo o marido um dos que me-
nos soffriam com isso.
Era tal o receio que me iaspirava esse genio,
que quasi nunca me apresentava em sua casa
eom as mios vazits, temando alguma discuttio -
e quando por acaso a eaeonlrava com um ar maia
serie e carrancudo, acaso que me succedia fre-
quemes vezes, Agava eu logo cuidadoso e tratava
lo|um carcter apaixOuado e potico, Laura eon-
iprefc
ella paresia ser o an di
te ioferoo, de que
e concordia.
Posto que D. Jo*ephina, o que acreditamos;
ao tivesse nuaca em vista induzir mus princi-
pios A sua flibt, nem tio pouco transvia-la ; to-
ara preciso coofetsar que os seas ezemalos,
eses mximas a o paveo caso qae f*zi, auito
coueorriam para
nteocoes.
Causa pojo, mas miiter dizer-se: multa
veze* via-se a fllha dar ligdes de decoro e boa
educagio A aquella qae p,iM leJ| d> ,, de.
vera ser a sua instructora !
JEsbogando aqui esses retrstos, oio pretendo
mais do que fazer aobreaahir alguma lu* nesle
pequeo quid.ro de coitumaa, qae emprcheodi
pintar ; se que tal nome se lhe pode dar.
lelo poste, farei ama paass ; nio s porque
tambem reconhego o quanto se tornam enfado-
unas as longas descripgoes, como tambem por
que algumas correcjoes, que lhe faltaren), as irei
fazeodo pouco A pouco a A andada que obra for
arengando.
(Continuar-se-ha.)
PIRN.TYP. DE M F. DE FARlA & FIIHO im

S
,
_*_


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