Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09495


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Full Text

illO IHV111. HOMERO 31
Pr tres mezes diantador5S000
PtP tres nezes veacidos 6J000
SEGOHDA FEJfiA 17 tepTERMO DE ISS2.
Pr aiM adiaiftd* 19$00O
Porte fraaec ara aibserif tor
*i
DE PEMA1HBUCO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Aracaty, o Sr. A. de Lemos Braga; Cear o Sr.
J. Jos de Oliveira; Maranho, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigue!; Par, Justino J. Ramos;
Amazonas, Sr. Jeronymo da Costa.
PARTIDAS DOS COR REOS.
Olinda todos os dias as 9% horas do dia.
Iguarass, Goianna, e Parabyba as segundas
e sextas-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho
e Garanhuns as tercas-feirai.
Pi d'Alho, Nazarelb. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricurye Ex nasquartas-feiras.
Cabo, Serio hem,- Rio Formoso, Uaa,Barreiros
Agua Preta, Pimentelras e Natal quintas feiras.
Todos os correios partem as 10 horas da manha
EPHBUERIDES DO MEZ DE FEVEREIRO
6 Quarto creacente as S horas e 30 minutos
manha.
14 La cheia as Shoraa e 25 minatos da asan.
SI Quarto mingeante aa 11 horas 46 minatos
da manha.
28 La nova as Shoraa e 8 minatos da manha;
PREAMAR DE UOJE.
Prlmeiro as 0 horas e 54 minutos da manhi.
Segando as 7 horas e 18 minatos da tarde.
PARTE OFFICIJLL
DAS DA SEMANA.
17 Segunda. Ss. Silrino e Romulo mm.
18 Teres. S. Theotonis prior ; S. Simeo b. m.
19 Qosrla. S. Contado f. ; S. Gabino b.
20 Qsinta. S.Eleulerio b. m.; S. Nilo b.
M Sexta. S. Maximiano b.; S! Angela de Herida
22 Sabbado. A cadeira de S. Pedro em Antiochia
S3 Bomingo dasexagessima. S. Lzaro monge.
------------------------_____________
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio : segundas e quinta.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commereio : segundas ao meio dia.
Dito de orphios : tarjas e sextas is 10 horas.
Primeira rara do cive: tercas e sextas ao meio
I da.
Segunda Tara do cirel: quartai e sabbados l
horada tarde.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Secretaria do governo de Pernambuco em 14
de fevereiro de 1863.
O.Exra. Sr. presidente ds provincia manda fa-
zer peblico para conheeimento das pessoas a
quera possa interessar, que nos dias 26 e seguin-
tes do mezde merco prximo vindouro se tem de
proceder a concurso na corte para preenchimeo-
to de lugar de ajudaote de alereonietra" da alfac-
dega o desta provincia.
O que foi declarado em aviso da repartirlo da
fazenda de 6 do correrte mez.
Joo Rodrigues Chaves.
m
Expediente do dia 13 de fevereiro
de 18CS
Officio ao Exm. presidente da proviocia do
Maranbo.Accuso recebidos e agradeco V.
Exc. os tres exemplares de regulamemos pro-
Tinciaes que me remetleu com o sea officio de
11 de dezembro ultimo.
Dito ao brigadeiro commandante das armas.
Passo s mos de V. Exc. para tero conveniente
destino a inclusa certidtr de asseotamenlo do
tenente Joaquim Antonio de Moraes, que fui
transferido do corjto de gu^rnigo da provincia
de Mtnas-Geraea para o 2. batalhao de infan-
tara.
Dito ao mesmo.Eovio i V. Exc. para terem o
conveniente destino s coutss de alteracoes oc-
corridas com os militares pertencenles a corpos
da guarnidlo desta provincia, e que se achata f-
Ta della.
Dito ao mesmo.Para o flm indicado no aviso
da. repartirlo da guerra de 29 de Janeiro ultimo
constante da copia junta sob u. 1, haja V. Exc.
de enviar-me as certides de asseotamenlos das
pravas indicadas na relago inclusa, copia n. 2.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. informar acer-
ca do que pede o sentenciado militar Joo Carlos
Isheber no requerimento que aqui ajenio, acom-
panhadode informacao do coronel commandante
do presidio de Femando.
Dito ao mesmo.Para cumprimento do dis-
posto no aviso da repartido da guerra de 25 de
Janeiro ultimo, queira V. Exc. enviar-me as cer-
tidoes de asseotamenlo dos inferiores e cadetes
mencionados na relaco que aqui ajaoto.
Olio ao chefe de polica.Devolvo V. S. o
ollicio de 6 do crreme em que o delegado do
Cabo cotemunica ser satisfactorio o estado sani-
tario daquelle termo, e que o preto do morador
do eogenho Sebir nao falleceu do cholera.
Dito ao mesmo.Devolvendo 6 V. S. o reque-
rimento do preso Jos Vicente Los que acom-
panhou o seu offieio n. 1214 de 3 de novembro
ultimo, tenho a dizer-lhe em resposla que a pe-
tico de graga a que se refere o suplicante te-
ve o conveniente deslioo em dula de 16 de agos-
to do anno passadoo olllcio o. 181.
Dito ao capitao do porto.Com esta oIBcio se-
ra apresentado V S. o recrulalde marinha Joo
Venancio Ferreira da Silva para que lhe d o
conveniente deslino depois de inspeccionado.
Dito cmara municipal do Cabo.Declaro
cmara municipal da. villa do Cabo em resposta
do officio de 16 de Janeiro ultimo, que tendo a
assembla legislativa provincial consignado na
lei do orcamento municipal somente a quantia
de 150J00 para o advogado dessa cmara, nao
posso conceder a aulorisaco que pede a mesma
cmara em seu citado officio para contratar um
advogado mediante a porcentagem da srrecada-
jao que fizer, convindo porem que indique em
sea orcamento essa necessidade e quantia neces-
saria para soccorrer ss despezas dessa natureza.
Dito ao juiz (fe direito do Limoeiro.Ioteirado
pelos seus officios nmeros 14,15 e 16 de 8 e 10
do crranle, de que a epidemia declina em Bom
Jardim, continua a grassar nessa freguezla, e por
noticias consta ter-se manifestado em Verteotes,
lenho a dizer-lhe que approvo as medidas por
Vmc. tomadas em soccorro dos indigentes afec-
tados, e que pode conservar ahi por mais alguna
dias o cirurgio commissonado at que de to-
do se desterrem os receios de peores effeitos do
mal.
Dito ao juiz de direito da comarca do Cabo.
Ioteirado pelo sea officio de 7 do correte de que
a cmara municipal d'ah animada por Vmc.
promove urna subseripeo para a factura de um
cemilerio applaudo muito a sua lembrtnca e in-
terese que manifesia pelo bem estar desse mu-
nicipio.
Dito ao director geral dos indios.Em respos-
ts so officio de V. S. datado de 6 do correte,
acerca dos conflictos heridos entre os indios da
aldeia de Cimbres e os forelros da cmara muni-
cipal do mesmo nome, tenho a dizer-lhe que re-
commende V. S. ao director parcial daquella al-
deia que faga effeclivo o aecrdo, a que allude o
seu citado officio, oqual deve subsistir em quan-
to se nao demarcara os termos dos indios.Com-
municou-se cmara municipal de Cimbres e ao
juiz municipal supplente.
Dito ao director das obras publicas.Recom-
mendo Vmc. que mande orear os coacertos de
que precisam os predios constantes da relapso
junta por copia queme foiremettida pelo inspec-
tor da thesouraria provincial com officio de 10 do
correte, sob o. 76, os quaes pertencem ao patri-
monio dos orphos.
Dito ao director das obras militaras.A vista
do que Vmc. expdz em sua informacao datado de
3 do correte, o auloriso a contratar com a eom-
panhia encarregada da limpeza das ras e pelo
menor pre^o que se poder obter acoostrueco do
cano necessario ao quartel da companbia de ca-
lOMiMri esgoto das orinas dos nimos, Ira-
zendo Vmc. ao mea conheeimento o respectivo
termo. r
Dito ao delegado do Cabo.Pelo seu officio de
o do correte, fleo ioteimdo de que gatisf*'rio
o calado sanitario desse termo, o que o preto do
Dito ao lospeelor da thesouraria de fazenda. morador do engenho Serib nao falleceu do cho-
O inspector do arsenal de marinha participou-me lera como se disse.
em officio de 11 do correte que acbaodo se im- I Dito ao delegado de Iguarass.Ioteirado do
pedidos o porleiro do mesmo arsenal Jernymo que Vmc. communlca em seu officio de 11 do
Melchiades Ferreira da Silva e seu ajudaote An- correte, com referencia a epidemia do cholera
tonio Jos de Souza este por haver abandonado nos districtos de Itapissuma e Pilar, tenho adi-
seu emprego e aquelle por estar suspenso do exer- zer-lhe quanto o cemite/ro qu-tt recommendei
cicio por oito dias em consequencia de falta de cmara municipal que Qscsse artigar o da villa
comprimenlo de ordens oomeou a Beoto Soares
das Neves para etercer interinamente o lugar de
porleiro, o que commuoico V. S para sea co-
nheeimento. Respondeu-se ao inspector do ar-
senal de marinha.
Dito ao mesmo.Communico V. S. para seu
conheeimento, e atim de que o faca constar a
quem competir, que com o aviso do ministerio
da fazenda de 28 de Janeiro ultimo, me foi re-
mettido para ter a devida execuQo o decreto o.
25 daquelle mez pelo qual S. M. o imperador
houve por bem mandar abonar ao porleiro da al-
e construir novos em outros pontos*
. Dito ao Dr. Francisco Marciano de Araujo Li-
ma.Sciente do conteudo em sea officio de 10
deste mez, communicando que vai em notavel
declinadlo a epidemia reinante na freguezia do
Bom Jardim, cabe-me dizer-lhe que deve Vmc.
continuar a prestar os seas servicos em qualqner
ponto deste termo em que elles se tornem neces-
sarios aguardando ordem do respectivo juiz
de direito cerca do seu regresvo a esta capi-
tal. .
Dito ao Dr. Antonio Vital de Olfteira.Iotei-
fandega desta provincia, Caetano Pinlo de Voras, rado do que Vmc. me communica em seu officio
urna gratificaco aonual correspondente a 10 de 80 de Janeiro ultimo, applaudo os servicos por
por cenlo dos vencimentos que percebe visto Vmc. prestadqs aos habitantes indigentes desta
contar mais de trila anaos de servico. provincia, accommetlidos da epidemia reinante
Dito ao mesmo.Reatituo V. S. os doeumen- em diversos pontos da villa de Pedras de Fogo, e
tos que vieram anoexos a sua informacao de 11 espero que os continu a prestar sempre que se
do correte sob n. 99, afim de que mande pagar tornem necessarios.
de conformida le com o meu officio do 1 deste Dito ao juiz de paz mais votado da fregaezia
mez, os vencimentos relativos aos mezes de no- de Noass Senbra da Luz. Ioteirado pelo seu
rembro e dezembro do anno prximo passado do officio de 3 do correte dos motivos pelos quaes
destacamento de guardas nacionaes da villa Bel- deixoa de reunfr-se junta revisora de qualifi-
la, visto como tendo se expedido em 7 do citado cacao dessa frequezia, reco rumen lo Vmc. qae
mez de dezembro a primeira ordem a que allude a fazendo a comrauoicego de que trata o artigo 4
conladoria dessa thesouraria, nao havia lempo de da lei de 19 de agosto de 1846, rena a referida
ter chegado a sen deslino at o fim do mez de junta no dia 30 de marco prximo viodouro que
dezembro. para isso designo e prosiga nos demais te'rmos
Dito ao mesmo.A vista do incluso pedido ; do procesio da qualificaco tudo de conformida-
mande V. S. sdianlar ao almoxarife do hospital de com a disposigao em vigor,
militar, nao ha vendo inconveniente, a quantia! Dilo aos agentes da companhia brasilea de
de um cont de reis para occorrer ao pagamento' paquetes A vapor.Ppdem Vmcs. faxer seguir
das despezas daquelle eslabelecimento na segn- para o norte o vapor Pricexa de Joinvilie Rora
indicada em seu officio de hornera.
Portara.O presidente da provincia tendo em
vista o que expoz o commandante superior da
guarda nacional da comarca do Bonito, em offi-
cio de 22 de Janeiro ultimo, resolre privar dos
ostos aos alferes do esquadro de cavallaria nu-
mero 4 da mesma guarda nacional Jos Francisco
de Souza Moura e Jos Joaquim Ferreira da Sil-
va, por estarem comprehendidos na exposic&o do
paragrapho prinieiro do art. 65 da ei n. 602 de
19 de sel e rab o de 18501
Expediente do secretario do go-
verno. .
Officio ao inspector da thesouraria de fazenda.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia transmiti.* V. S. as tres inclusas oSdens,
sendo do thesouro Homero 22, e deas em dupli-
o? d" reP"liSao do ajudante general nmeros
da quiazena do presente mez.Commuoicou-se
ao commandante das armas.
Dito ao mesmo.1*endo em visla a sua infor-
macao de hootem sob n. 102 dada Acerca do re-
querimento que devolvo, no qual o engenheiro
civil Joaquim Pires Carneiro Monleiro, pede pa-
gamento da gratificarlo que venceu no mez de
Janeiro ultimo, como ajudante do engenheiro en-
ea rregado da flscalisaco da ponte entre os bair-
ros de Santo Antonio e Boa-vista, recommendo
V. S. que mande effectuar esse pagamento sob
minha respoajabilidade.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Eitando nos termos legaes os inclusos documen-
tos mande V. S. pagar a Joo Carlos Augusto da
Silva conforma requisitou o chefe de policia em
officio de hootem sob d. 24, a quantia de rs.
1:7808300 em que importa o foroecimento feito
aos presos pobres da casa de deten;o no mez de
Janeiro ultime.Commuoicou-se ao chefe de po-
lica.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar aos em-
prezarios da illuminarjo a gat desta cidade *a
quantia de 182J700 em que importa o gaz con-
sumido com a illumiosco da casa de deieoco
no mez de dezembro ultimo, como se v da in-
clusa conla, que me foi remeltida pelo chefe de
policia com officio de hootem sob n. 220.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Faga V. S. apresentar com urgencia na repartico
da policia urna escolta de 6 pravas e um cabo
da secgo volaste ailm de condazir dous crimi-
nosos que vo responder ao jury no termo do
Rio Formoso.Commuoicoa-se ao chefe de po-
licia.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional do municipio de Santo Antao.Informe
V. S. se est aggregado s algum dos corpos da
guarda nacional sob seu commando superior o
alferes Casimiro Lucio Jorge que pertence ao es-
Suadrao de cavallaria o. 4 da guarda nacional do
onilo e traosferio a sua residencia para o mu-
nicipio da Escada.
Dito ao commandante superior de Nsiareth.
A vista do que poodera o inspector da thesoura-
, ria de fazenda em offlelo n 93 de 8 do correte
Junio por copia com referencia ao pret do desta-
amenlo da gu.roa nacional delta villa relativo
ao mes de dezembr ultimo, haja V. S. de in-
errnar desde quaodo se fez effectiva a ordem
contida em meu oficio de 7 daquelle mez de de-
zemro que mandou reduzir a 12 o numero das
pra5s destacadas, doclarando a razo por que
ftfl &^MJ&x* =
302 e 303.
Despacuosi -do dia 13 de fevereiro.
/ffijueritrieno.
Adelo Publie de Moraes Carvalho.Passe
portara conceodo a dispensa requerida.
Aatooio Juvino da Fooceca.Passe portara
concedeodo a permisso pedida.
D. Clara Adelayde Pses d'Aodrade.Informe
o sr. engenheiro director da repartico das obras
poslicas.
Ernesto Alves Pacheco.Passe portaria cpnce-
dendo a permisso pedida.
Maooel d'Abreu Macedo.Passe portera con-
ceden lo a dispensa requerida.
Mejor Candido Emigdio Pereira lLobo.Infor-
me o Sr. director das obras panucas.
Tertuliano Ernesto de Meoezes Carvalho.
Passe portaria concedeodo a permisso pedida.
Thomsz de Barretto Lina de Barros. Passe
portiris concedeodo a permisso pedida.
perlgos para os ioteresses legtimos dos estados
neo traes.
< Infelizmente este receio justiflcou-se comple-
tamente pelo facto da prisSo e captura violenta
de M. M. Slidell e Masn, a bordo do vapor neu-
tro TYen, feita pelo commandanto no navio de
guerra dos Estados da America do Norte, S. Ja-
cintho.
Este fructo, como V. Exc. fcilmente compre-
hender, provocou em Inglaterra e em toda a
Europa a maior admiraco ; eocheu da maior
commoco nao s os gabinetes, mas a opinio pu-
blica. Aiada que este acto teoha efectivamente
s relaco immediata com a Inglaterra, pde com-
tudo tambera em duvida um dos direitos mais es-
sencises e mais universalmente reconhecidas da
bandeira neutra.
Eu posso dispensar-me de entrar aqui na dis-
cusso do ponto de direito que este facto suscita.
Na Europa, a opinio publica pronanciou-se com
rara unanimidade e da maneira mais decisiva a
favor da parte lesada. Nos mesmo, demora-mo-
nos at agora em fazer conhecer a V. Exc. a nos -
sa opinio sobre este incidente, porque nao sa-
bamos em presenca da falta de esclareeimenlos
seguros, se o capitao de 5. Jacintho tinha ou nao
procedido em virtude de instrueces do sea go-
verno.
< N'este momento mesmo, preferimos suppor
a segunda bypothese ; se todava a primeira
que indico a verdadeira sitosco, ver-nos-hiamos
obrigados a atlribair ao aconteeimento urna seria
signiticaco, vendo com grande sentimsnto nos-
so, nSo um facto isolado, mas urna amea;a con-
tra os direitos que pertencem a todos os neutros.
As reclaroacoes que a Inglaterra diriga ao
gabinete de Washingtou, e de cuja aceitaco pa-
rece depender conservado da psz, aioda nao
temos deltas perfeito conheeimento. Comquanto
porm as nao conhecamos temos a convieco de
que a Ioglaterra nao apresentou pretenco algu-
ma que possa com razo offender o senlimento do
presidente Lincoln.
a S. M. el-rei, que esti animado dos mais sin-
ceros desejos pelo bem estar dos Estados-Unidos
da America do Norte, deu-me ordem para advo-
gtr a causa da paz, por intervengo de Y. S. junto
do presidente Lincoln, com tanta energia quanta
for possivel. Coosiderar-nos-hiamos felizes de
poder por este meio contribuir para a solucao pa-
cifica d'um conflicto de que poderiam resultar os
maiores perigos.
E' possivel qaeneste momento o presidente
lenha j adoptado e feito conhecer a sua deciso.
De qaalquer maneira que ella possa ser, o go-
verno real, em consequencia das relajos de sin-
cera amisade que constantemente tem existido
entre a Prassia e os Estados-Unidos, desde a fun-
daco d'aquelles estados, ficar satisfeito de ha-
ver mostrado rom a maior franqueza, ao gabine-
te de Washington, a maneira porque aprecia o
iucidente de que se trata, assim como o desejo
que tem de que se harmonise.
< Pego a V. S. que quetr* r.or oitoia sem de-
mora ao secretario de estado de Washington, des-
te despacho, deixando-lhe urna copia se assim o
deseiar.
< Espero a vossa prompla resposta a respeito
do cumprimento desta missso.
c Recebei, etc.
Bernttorff.
c A. Mr. de Gerolt .
Segundo diz a Chonica de Nova-York, o mi-
nistro da guerra da America do Norte, apresentou
}o coogresso da Unio o seguinte orcamento das
espezas pira defeza das costas :
EXTERIOR.
Estados-Unidos.
O jornal intitulado Office Renter publicou o des-
pacho que o governo tfmsiano dirigiu aoseu mi-
ijktro em WasKngton sobftj a quesio do renf.
s os termos em que concebido :
c Berln, 25 de dezembro da 1861.
a Senhor. As medidas bWlices-que o presi-
denta Lincoln tem lomado no mar, contra os es-
tados do sul, que mseparan da Unio, fizeram
o re-
ceio d que Illa trartam naluralmente comsigo
%
FortiQcacaonas frooleras do norte,
iocluindo as Oswegr, Nigara Bu-
fulo e Dedroit.....................
Forte Mootegomery, lago Coamplan,
Nova-York........................;
Forte Kuox, estreito do rio Peoobs-
cot, Maine..........................
Forte de Nog Island Ledge, baha de
Portland, Mame....................
Forle Warren, bahia de Boston, Mas-
sachusetts..........................
Forte Wiothrop e bateras exteriores
da bahia de Bostoe.................
Forte da bahia de New-Belford, Mas-
sachusells..........................
Forte Adame, bahia de New-port.
Rhode Island......................
Forle Scburler, rio de Este, Nova-
York................................
Forte de Wille's Pomt. em frente do
interior. Nova-York...............
Casamatas de Stahen Island. Nova-
York................................
Bateras do forle Hamilton, Narrews,
Nova-York.........................
Forle de Sandy Hook, Nova-Jersey..
Forte Mifflin, Fadela, Pensilva-
nis................-.................
Forte elaware, no rio e estudo do
mesmo nome......................
Oulro forte em frente do interior....
Forte Corro, bahia de Baltimore,
Maryland.......................
Forte Calham, Hampton Road, Vir-
ginia.......,....-..:...............
Forte Monroe, em freote do interior.
Forte Taylor, Cayo Hueso, Florida...
Forte Jetierson, Cayo Jardn, Tortu-
gas, Florida.......................
Oulro forte em frente do ioterior.....
Forle Ship.-Island. Mississipi.........
Forte de Fori Point, Bahia de S. Fran-
cisco, California....................
Forte da liba Alentras, bahia de S.
francisco.......*.................
Despezas ira p res vistas................
Jotal............................... 4J10^000
Esta parcella redusida a res na razo de 900
wJRX^^*"1 a qu"tu de ri8--
Correspondencia sobre o negocio do
Trent.
Apezarde ser este um negocio findo parece-
nos que nao ser sem interesse publicar a corres-
pondencia havida a seu respeito entre o governo
ingleze americano.
Mr. Seward a Mr. Adamt (extracto).
a Ministerio dos negocios estraogeiroa, Was-
hington, 30 de novembro de 1861.
Senbor.A vossa nota condencial datada
de 15 de novembro, que nao indicada como
despacho, foi submeltida ab presidente e apresso-
me a responder a ella a tompo de aproreitar a
malla de quinta-feirs.
a Nenhum ministro fallou nanea nem obrou
mais sabiamente, em uraa crise que tem excita-
do a mais profunda solicitude publica, como ha-
veis pralicado por occasio do banquete da lord
MUre. Causou-nos favoravel impresso a con-
versa que lord Palmerston leve comvosco. Ha-
veis-lhe dito simplesmeate a verdde quando lbe
dissesles qus a insurreigo sustentada pela es-
perance do rconhecimento da Inglaterra e da
Franca. Acabara no espseo de 3 mezes, se esta
esperanzase extinguase. Nanea pensei um s
instante que esse rconhecimento teria lugar sem
produzir una guerra immediata entre os Estados.
*
Ps.F.
750,000
150,000
150,000
150,000
75,000
100,000
150,000
50,000
25,000
250,000
100,000
100,000
300,000
25,000
60,000
200,000
aj ^00,000
200,000
50.000
300,000
800,000
200.000
100,000
200,000
150,000
100,000
Unidos e todas as potencias que houvessem re-
conbecidoosul.
< Nao tenho considerado come possivel que o
governo inglez deixe de comprebender isto, e ao
mesmo lempo julgo sinceramente que o governo
inglez. no mais intimo do seu coraco, deve ser
to hostil a eila guerra como o nosso governo.
< Estou convencido de que o nosso governo
tem cuidadoiamente evitado dar qualquer pre-
texto de offensa ou irritscao Grs-Bretanha.
Mas parece-me que o governo ioglez nao tem
eatado atteoto para a correte que impeli os
dous governos para ama colliso.
a Das observacoes de lord Palmerston coocluo
eu que o governo inglez comprehendeu agora a
importancia que ha em evitar um conflicto pos-
sivel, e que est disposto a obrar de urna manei-
ra seria para esse firn. Se assim estamos dis-
poslos a irao aeu encontr com o mesmeespiri-
lo, como ama naco quasi de origem ingleza, que
tem as mesmas opinides, as mesmas sympalbias,
e que nm povo civilisado, humano e christo!
< Depois de ter lugar esse concurso, o capitao
VVilkes do S. Jacintho, abordou um vapor britao-
oico colonial e aprehendeu a seu bordo dous in-
surgentes que se dirigan) Europa para desem-
penhr urna misso de traico ao sea psiz I E'
um novo incidente anda desconhecido e nao pre-
visto por lord Palmerston. E' necessario que os
dous governos.se possivel, o tratero com o es-
pirito amigavel a que cima me refer.
Lord Lyons absteve-se prudentemente de
tratar comigo deste assumpto; espera provavel-
mente instrueces. Nada temos feito para anle-
cipar a discusso, nem vos ministramos explica-
cao alguma. Preservaremos oestalinha de con-
ducta porque julgamos que mais prudente co-
nhecer primeiro o terreno em que se quer eolio -
car o governo inglez, e que se for possivel a dis-
cussao tenhrlugar ahi.
a E', porm, conveniente que fiquem ao facto
de urna causa sem com tudo lhe darmos impor-
tancia ; a saber, que o capitao Wilkes, capturan-
do a bordo de um navio ioglez Mrs. Masn a Sli-
dell, obrou mm instrueco do seu governo ; des-
la maneira a quesio Oca livre de quaesquer em-
barazos que se leriam produzido, se o acto hou-
vesse sido ordenado por nos.
a Esperamos que o governo inglez encare o ne-
gocio debaixo de um ponto de vista amigavel, e
pode cootar com as raelhores disposices da paite
do nosso governo.
c Com quanto esta nota seja confidencial, na-
da se oppoe a que seja lida por vos a lord Joba
Russell, e a lord Palmerston, seojulgardes op-
portuno.
c Son, senhor, vosso obediente criado.
aWillim. H. Seward.
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA VO DIARIO DE
rEKNAMBUCO.
BAHA
O de fevereiro de 186S.
Anda contina a companhia Brasileira de pa-
quetes vapor distioguir-se pela falta de pon-
tualidade em seu servico, e protesto tambera nao
deixa-la mais at que alteoda, como deve, aos
grandes interesses que, por sua culpa sao preju-
dicados de ama maneira mu sensivel.
Hoje ao meio dia que aqui chegou o Princeza
de Joinville, quaodo desde ante hootem tarde
se esperava vapor do Sul, qae, se tivesse eoto
chegado, permittiria responder correspondencia
de que fasse portador, pelo Paran, qae noite
segura para o Rio de Jaoeiro.
Resulta, pois, desta demora o alrazo de sete
das, pelo menos ; para o commereio, que tem de
esperar agora pelo paquete fraacez, que smente
14 ou 15 por aqui passar.
E como que sa manda navegar um vapor que
esteve encaihado no Rio-Grande do Sul por ter
aberto agua, sem examinar o fundo nem fazer os
reparoa neceasarios ? Por isso nao troaxe elle
um s passsgero, caso raro e nunca visto desde
que existe esta lioha de navegado.
Um servico assim to mal desempenhado, nao
corresponde ao avultado sacritrCio da larga sub-
vengo que o estado paga por elle, em retribuirlo
da qual deve exigir nao s a msior pontualidade
nos diss ds partida, como que os vapores se
achem as condicoes de fazer a viagem redonda
em um cerlo numero de dias, tendo ama veloci-
dade media regular.
Estes vapores devem ser commandadosporca-
piles lenles e espitaos de fragata da armada,
que se substituaa de 3 em 3 annos.
Quem rsflectirem que providencias momento-
sas a argentes do governo dependem da confian-
ca que podem inspirar os commandantes que
seuarbitrla podem accelerar ou retardar qaalquer
communicaQlo daquella importancia, nao hesita-
r um momento em reconhecer esta convenien-
cia ; do mesmo modo apreciar a vantagem de
serem elles revesados de certo em eerto periodo;
porque o qae bom deve locar a todos.
Otando o governo ioglez quer remunerar al-
gum servidor do estado, que esli em apuros.fi-
nancelros, manda-o para o governo da India ; os
nossos officiaes do exercito lem tambem o iau
governo da India, no commando da ilha de Fer-
nando ; e os da armada nos commsndos dos pa-
quetes a vapor. Seja elles parlilha de todos, e
nao ba necessidade de exclair-se ninguem do
qusdro, por meio de reforma ou demisso. Es-
tabelecldo este ffeceito nao haver queixas.
Foi o Porand portador da noticia dessffadavel
de haver chegado o senhor cholera ou sen hora
cholera como o quizerem, Apipucos, e de ter
escolhido o eogenho Dous Irmaos para nelle se
hospedar, por em quanto ; porque nao cottuma
eiquentar lagar.
E' to jpo ante que anda nao se pode ao me-
nos chegr um accordo quanto so seu sexo, qae
se dir acerca de sua natureza, e meios de des-
trui-lo !
Pensamosaempre que essa bela e populosa ci-
dade osse poupada ; e o desvanecimenlo de laes
eeperaocas causeu aqui bastante seusaco.
Todavis estamos mui animados, e a presiden-
cia tea sabido captar a cooBanca publica, pre-
parando o seu exercito de medidas preventivas e
debellotivas para entrar em combate com vanla-
gam.
Alera das commissoes sanitarias creadas na ca-
pital, e daaprovidencias que naa anteriores cor-
respondeocias tenho referido, foram j nomeadas
idnticas commissoes para os municipios de San-
to Amaro, viga de S. Francisco, Cachoeira, Mara-
gogipe, Nazarelb, Jaguariof; Itaparica a Valeoga.
Entretanto o astado sanitario actualmente
excellente: nem febre .amarella temos, segura-
mente seis metes I
A' qaiozedias que temos sido obsequiados com
continuas trovoadas pela manha, e a tarde, que
acabsm por copiosos agusceiros, que, alm de
refrescarem a atmosphera, (azem urna excel-
lente lavagem naa roas e ladeiras. Elles s
teem sido mais uteis cmara municipal para a
Limpeza da cidade do que todos os Africanos li-
vres destribuidos parn'este importante secvico.
Nao pense todava que vivemos isentos de ma-
les. Grassa aqu urna epidemia de peridicos,
que me causa mais terror, do que todas as epide-
mias do mundo. Admira aaaa extenao pela se-
qpinle nomenclatura : Jornal da Bahia, Diario
ia Bah\a, Cnx.ira, lattmt Publica, I.yccia(,

Senttnella, ConitituicSo, Maribondo, Cosmopo-
lita, Thuoura, Echo Litterario, Mareo Madinqa
Jornal Salyrico, Vigilante, Bahia e Diabo I
Como tudo isto pode ter vida nesta trra o
que me parece ioexplicavel.
At o Diabo appareceu, e que diabo II! Se Deus
nao se melter no meio, temos que vfer murta dia-
brura desesperada.
A eleico da Amargosa est cansando amargo-
res de bocea ao digno senhor presidente, e Ipro-
mette um desfecho mo.
O Dr. juiz de direito, e o major Marrano che-
garam no da 31 noute, com parte da forca
mandada, e o alferes Miranda com ojesto della
no dia seguinte.
O presidente da cmara, que o coronel Joo
de Oliveira Guedes, nao apresentou o livro de
qualiRcaijao do anno de* 1860, como lhe foi orde-
nado pelo governo quem desobedeceu, nao obs-
tante as instancias do juiz de paz e de nm officio
do Dr. juiz de direito.
Eolregou apenas o livro da acta dos eleitores.
que se reconheceu falsificado.
O juiz de paz sempre deu os trabalhos depois
de orgamaada a meaa, e marcou o dia 16 do cor-
rente para continuado do processo eleiloral.
No dia 3 (omaram poase na faculdade de medi-
cina, de suas respectivas cadeiras, os lentes ca-
thedraticos ltimamente nomeados, com excep-
gao dosSrs. Drs. Jos Antonio de Freilas e Joa-
quim Antonio de Oliveira Botelho, que anda nao
receberam suas cartas de nomeaco.
Nesse mesmo dia a offijialidade do 7o batalbo
de infantaria, tendo sua frente o bravo senhor
commandante das armas, fez celebrar urna mtssa
na capella do Senhor dos Aflliclos, em acgo de
graeas pelo triumpho das armas brasileiras no
campo de Caseros, em igual dia do anno de 1852.
Est facto glorioso, que teve como consequen-
cia a queda do brbaro dictador da Confederarlo
Argentina,,tornou-se estril para o Braail ; nao
obstante os sacrificios que fizemos. Mas os sol-
dados que tomaram parle nesta campanha nao a
podem esquecer.
A' noite esteve iluminado o quartel do forte
a S. Pedro, onde a officialidade offereceu um
explendido cb.
Pode descubrir o digno Sr. Dr. chefe de poli-
cia, pelas mais acertadas investigares que, o
secretario da camera de Alagoinhas, alferes Jos
dos Santos Slva, indiciado como criminoso no
ultimo alternado d roubo de dinheiro enviado
para pagamento de operarios na via frrea lioha
contra si um processo por crime de ferimentos
graves em um menor; responder oulro por
crime de morte em um seu escravo, tendo j
corrido mais um civil por haver vendido bens de
evento.
E que tal o sugeilo? Assim sao quasi lodos os
nossos potentados de aldeia.
Tambera no referido da 3 comegaram na fa-
culdade de medicina os exames preparat>rios, e
at boje poucas reprnvacoa tonho sotada.
Um dos actos do Sr. Dr. chefe de policia que
uiaU ayuuairiias tem ubtiJo de toda a provincia,
e que ha sido elogiado pela imprensa a recom-
mendaco aos subdelegados da capital da estric-
ta observancia do aviso do ministerio da juslija
de 16 de outubro do anno passado, ordenando
queo'ora em diaole ninguem seja recolhido
prizo sera que se d nota do motivo della,ou
da requisico da autoridade competente,ou da
postura iofriogida, afim de evitar a continuago
de prizdes arbitrarias.
No impedimento doSr. Dr. Francisco Goncal-
ves Martins, acha-se no cargo de juiz supplente
da primeira vara municipal o Sr. Dr. Romualdo
Antonio de Seixas.
Segundo as apuraces geraes sao depulados
provinciaes os seguioles seohores :
Engenheiro Joo Jos Sepulveda de Vascon-
celos.
Francisco Justioiano de Castro Rebollo.
Dr. Pedro Antonio de Oliveira Botelho.
Dr. Pedro Francellino Guimares.
Tenente-coreuel Manol Jos de Magalhes.
Dr. Jos Luiz de Almeida Couto.
Dr. Francisco Xavier Piolo Lima.
Dr. Antonio Luiz Alfonso de Carvalho.
Dr. FraokKn Americo de Menezes Doria.
. Teoente-coronel Antonio Carlos da Rocha Me-
drado. /
Dr. Ildefonso Jos de Araujo.
Dr. Pedro Aolooio Falco Brando.
Dr. Innocencio Marques de Araujo Ge.
Dr. Joo Ladislao Japi-ass de Figueiredo
Mello. /
ConeRoHenrique de Souza Brandao.
Dr. Hugolioo Ayres de Freitas Albuquerque.
Padre Antonio Xavier de Moraes.
Dr. Romualdo Antonio de Seixas.
- Dr. Francisco Mara Sadr Pereira.
Higinol Pires Gomes.
Dr. Francisco Jos da Silva Almeida.
Vigari Honorio Jos de Lemos.
Dr. Pedro da Cosa Abren.
Dr. Arabias do Espirito Saoto Menezes.
Dr. Luiz Antonio Pereira Franco.
Vigarfio Antonio da Rocha Vianna.
Dr. Po Xavier Garca de Noronha.
Teoente-coronel Joo Gualberto Dantas.
Dr. Salastiano Ferreira Souto.
Dr. Domingos Rodrigues Seixas.
Vigafio Ricardo Borges Ferreira.
Dr. Francisco Pereira de Almeida Sebro;
Bento Alvino de Carvalho.
Dr. Braulio Xavier da Silva Pereira.
Dr. Cesar Zama.
Dr. Francisco Antonio de Campos.
Coronel Francisco Jos da Rocha Medrado.
r. Gasparino M o reir de-Castro.
Jos Pereira da Silva Reis.
Dr. Francisco de Azevedo Monleiro.
Francisco Nolssco da Franja Anlunes.
Dr. Trsjano da Silva Reg.
Acl a-se capturado a recolhido cadeia, Cae-
tano de Souza Leal, ru pronunciado como cm-
plice Jde Francisco Xavier Dantas, que em ialho
do 1860 matou no diatricto do Sobrado a seu
proprio irmo Jos Rsymando Dantas.
Fallecen e foi sepultado no cemilerio da Quin-
ta das Livras o Dr. Justino Nunes do Seulo S,
de molestia de peito; assim como o Dr. Nicolao
Soares Tolentino, que desde 1856 se achava re-
colhido ao hospital dos Lazaros por sofrer de
morpba, da ama apostbema no p.
No dia 3 aabiu para essa provincia a crvela
Imperial Marinheiro, que anda em viagem de
instruteao. Acompaohou-a al fra da barra a
crvela Dous de Julho, navio chefe desta esta-
co, lado nella o mesmo chefe.
Nossa allandega renden at hontem.......
ios no (porto actualmente 53 navios mer-
i estrangeiros.
lie. o Sr. presidente esteve alguns diss na
a de Santo Amaro para assistir a esplendida
ue ali se costuras faxer ato dia 2 de feve-
e que duram 8 dias: tambem S. Exc.
o Sr. arcebispo para l foi, e ainda nao
Envenenou-se o aotigo cnsul portugus nests
cidade, negociante Jos Agostinho de Salles, qae
gosava do mais honroso conceito.
Possuindo urna fortuna de cerca de 300:0009
quasi toda em poder de diversos figuroes desta
provincia, viu-se obrigado recorrer 4 este ex-
tremo em ama idade avaocade, por nao poder
sasiszer aos sean deveres. Deixoa a escripia-
rago do consulado em maito desarranjo.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL^
Alagas, o Sr. Clsudino Falco Dias: BM"
EM PERNAMBUCO.
^fc S '"' lm,ri- P"5 da Indepen-
K* crescido j o numero de pretndanles ao lu-
wssssr**fica preVido ptiosr-j
Neohom facto notavel leaho mais para refe-
rir-lhe agora, e termino .zeii*) votos para VL
essa proviocia contine progredir, isenia d
mal que to de perto a ameaCa. d*
DIARIO DE PERttAMBUCO.
O vapor nacional Oyapock fot portador de jor-
naes do norte do imperio, com datas do Para at
b, do Maraoho at 8, do Ceor at 12. do Rio
Grande do Norte al 13 e da Parshvba at 14 do
correte.
Para. Dosjoroses |oada ccJbemos que rae-
rega measo, pelo que s damos a seguinte carta
do nosso correspondente:
Ha dez dias sabio daqui o Paran, e neste
pequeo intervallo de tempo de mui pouco ou ne-
nhum interesse sao as noticias deste ponto do
Imperio. v
. A provincia felizmente vi proseguiodo em
paz, assim como o estado sanitario tem melhora-
do, aliento o invern que tambem vai regular.
O commereio com a chegada deste wapor
(Oyapock), mostra-se mais animado, em virtude
da alia do preso de alguns gneros provinciaes,
com differentes mercados europeus.
A noticia de que esto mais ou menos ar-
ranadas pacificamente as reclamares da Ingla-
terra, pelo aprisionamenta dos commissarios- da
confederacesjdo sul da America, assim como qua
ha probabilidades da paz na Europa ao ser al-
terada tem contribuido para que as Iraosaccpes
mercantis oestes dous dias vo melhorar>o>-do
tace accresoendo a circunstancia de nao ss fallar
por emquanlo em mais quantidade de falleucias
o que j de bom agouro.
Por isto v-se que o mal nao de muita du-
ra, e se assim fosse o que seria da pobre huma-
nidade t
A noticia do cholera, que pelo centro dessa
proviocia lem feito estragos, foram aqui publica-
das nos jornaes.
A' vista disto a inspectoris de sanda, tem da-
do providencias para previnir a introdueco do
mal pelos mefos aconselhados na sciencia medi-
ca, e em virtude do que o respectivo inspector
nestes ltimos dias ha visitado as casas publicas
e armszeos que veodem gneros de estiva e
comidas feitas.
< Quanto aceio da cidade, a capital do Pa-
ra est superior a muitas das provincias do sul, e
pode dizer-se que urna cidade bem calcada,
limpa e de fcil esgotamento.
. c No dia 9 do crrante deve ter lugar nesta
cidade a abertura doCollegio Paraense,que da
antigo liceu acaba de tomar este nome, com o
carcter de internato.
Abrio-se concursos pr uov c*deiras(
spresenlando-** de goometria um oppositor
quairoa degrammalica philosophica, e cinco (to-
dos ecclesiasticos] a de latinidade.
Em geral os candidatos foram approvados,
excepto o padre Flix Barreto de Vasconcelos
que foi reprovado.
a Diz-se em geral que esta reprovacao foi in-
justa, alguem quer atlribair este facto negocioa
polticos ; mas o certo qae isto foi am serio
desgoslo para o psdre Brralo,- porque no antigo
liceu fra lente interno de Iatim, e anterior-
mente director da ioatrueco publica na pro-
vincia.
t Porlaoto inclino-me mais a crer que a re-
provacao foi motivada, por questes e desaffei-
coes havidas, com os seus collegas lentes, qae
agora o arguiram, ao tempo que esteve frente
do eosino publico.
Consta nesta cidade que a commisso que
viera ltimamente do Rio de Janeiro para proce-
der aos limites do imperio com o Per esli em
geral dissolvida, sob o fundamento de que os
commissarios desta repblica, to cedo ntf-po-
dem comparecer nos lugares marcados para se-
melhante fim. *,
Cusa a crer como o governo d de mo a
um negocio de lo palpitante necessidade, e de-
pois de ler feito grandes despezas com o pes-
soal e material da commisso; entretanto que o
contrario corre aqui acerca dos negocios marti-
mos do Per, e tanto que vai abrir nm arsenal
de marinha em nm dos seas pontos limilrophes
do Brasil.
< Eis, pois, o que publica a semelhsnle res-
peito o Jornal do-Amazonas :
a Pelo vapor Mandos, entrado ante-honlem
noute do Amazonas, recebemos noticias do
Per.
Escrevem-nos dallt qua em breve aqui
devero aportar um vapor armado am perfeito
pede guerra, dous ditos construidos especial-
mente para a explorado dos ros, e dous para
fazerem o servico de paquetea fluviaes.
Alem desses cinco vapores mandados com-
prar pelo Per em Inglaterra, informsm-not,.
que vira mais um brigue com todo o trem ne-
cessario para estsbelecer-se um arsenal de ma-
rinha e escola nutica em Nauta.
c O governo peruano poz a disposigao do Srl
almirante Marinte em Londres, seiscentos mil
pesos fortes para a compra dos vapores e de to-
do o mais material para a creago daquelles esta-
belecimentos.
c Seis jovens officiaes da marin a peruana, es-
tudam ha algum tempo em Inglaterra, para sa
habilitarem a ser empregados no arsenal e esco-
la de Nauta. ^
< Segundo se dizia no Per, o Sr. almirante
Marinte deveri estar em Nauta com todas aa em-
bsreaedes, material e pessoal, at julho do cor-
rente anno.
c Remetto-lhe um resumo especificado por
portos e por gneros do rendimenlo da allande-
ga assim como a sua renda no mez findo.
c Renda do mez de Janeiro.
Importaco.............. i03-665|177
Despacho martimo...... 359^925
Exportaco.........."*.. 13:5845980
Interior.................. 216#607
117:8265689
c Valor da importaco directa.
De Liverpool.......*.....
Do Havre...............
De New-Yrko...........
De Lisboa...............
Do Porto................
DI Barcelona............
Ud Hamburgo..........
De Nauta................
186:75097
73.1585765
58:8190223
51:4429470
14:553380
3:395776
1:0309J354
7519809
389:9229675
Valor da importarlo por cabotagem.
Gneros nacionaes:
Do Rio de Janeiro...... 2:3749500
Da Bahia................ 3 8179781
De Pernambuco......... 32 8028541
DCe"i................ 8609250
Gneros estrangeiros:
Do|Rio de Janeiro......
De Pernambuco.........
Do Ceari................
De MaranhBo..........^
389:9229674
2709000
2:4869000
"iTSioco


,w

-<-
a Total da imporlaeio
Valor detxportaete diresa "
Gneros nadlohaes:
Para Lisboa............. 74:4$8|&i9
Para New-Vork......... 74:03jJM70
Para Liverpool.......... -43:8735980
Para o Hafre .......... 5|flG0
vigos por acora

agora Atoo privada esta par-
Generoa e*tr*ogeiroa.... tl-2&m
< Valor da exportado por oebolagem.
Gneros oaciooaes:
Para o Rio de Janeiro... JMftOOO
Para a Baha....;....... ^B^f75
Para Maranhao..........
5:O77fi0e
teneros estrangeiros j despachado*!
Fara a Baha............ 5OO&0GO
Para Peraambuco...... 715$W0
sParaeCeer........,. 1:852480
Para Maranhao.......... 7:88700
servtgoefe qee p
*e*ee imperio.
Pedea, justiga derida ao aeu anUcesaerque
seliquaejes os motivos por que aegundtj dix o
OaVjWf'O Sr. Dr. Duarte da Azevedoteudo
'9P os cofjW provinolaea *}B>_
. am em me Ibera* condigoes. No esto
a coihaita foi atollo menor do qae oo da 1861 ;
nwte Wo oew* *n*teoa* era ^ueotidaae, e
c*termttra.o,p ras* do ano atiesado mata 50
por cM>; Ha aainha intemjle depreciar na
minina -parte a das tais iranio qe acaba depas-
sr, pretendo >e mente por esta .aaaneira faefsr
da qua a preeetleae quer 4* ajawec.a umainei-
? uigaa^an seetf eliator.
Heje devettarttafar oseaste atkrecidt ae Sr.
Dr. Duarte de Azetedo por seua amigos: dere
MAMO DE PMNiMBUCO. ^StGtJlWU fftUU 17 DE PEVEREIRO DE 1862.
ista
10:9558400
Total............
205g750469
Aaalteragdea martimas e o motimento de
Batios e paasageires seo os seguintes :
Navios eotrados e sabidos do porto desta
provincia no mez de Janeiro Qodo.
Entrado*. Sahidoi.
Brasileiro?..... 8 9
Porluguezes... 2 4
Americanos.... 1 2
-loglezes........ 1 0
Dinamarquezea 1 0
Praocezes...... 1 1
Austracos..... 0 I 1
ser exprendio. por TruBiirara tortnr-hjtrtTrSo WTajto. jj
nbaa inuteis mas iocacas lagrimas *om aa da-
quelles que lealmente as derramam pela morte de
am principe, que era simultneamente 0 ra, o
pat, e o dolo do sea povo, da mesma forma qaa
o objecto das mais puras sympathias de lodo* aa
soberanoaseus coatemporaneos.
ecE como a'vettia mai de Pausanias carregaod*
a saa pedra para entulhar a porta do templo, ent
cedoma*. a talfkam -Maso. marcaeeem a miaba ju. dt tomm*S2?*
ei-la>a>re a lortee.gbMi.sa, qa eeet ose*to
roof*~ de UB **Bt25 RVe ***** deatioW
a raMMrara glaen>de<*jBMjiig
dar o aeu nomea aeu acula.
*ssim acceiteella aes>araaa, aaaawe se acbji
imperceptitel hoiocaulo de mioba admi-
tlrtude de dores rheumaticas; desculpe-
Jo, pois, porque um tal ou qual compensa-
ste da lacum que tem batido na micha corres-
pondencia.
Pmrahib*.Alm da carta do noiso correspon-
dente, qae segu, diz-nos elle em ama carta/
particalaf: 7
ac
idos db
O que
esse
14
17
m Estrangeiros entrad* e salidos desta pro-
vincia oo mea de Janeiro Ando.
Eotrados.
o Porlaguezes.. 38
a Americanos... 3
loglezes...... 8
Hebraicos..... 6
Italianos...... 2
Suissos....... 1
Atleroes...... 0
Marroquinos... 0
52
Sahidos.
II
2
1
O
0
0.
1
:i
26





< fotal
t Navios a descarga.
Patriota. Hiate brasileiro.
Catharina.Escuna dinamarqueza.
Ligeiro II.Brigue portuguez.
Isabella Scott.Brigue inglez.
Navios carga.
Atrato.Barca franceza.
Veroua.Escuna hamburgueza.
UoiSo.Barca portuguez.
Feliz Ventur*.Brigue portogoez.
Mara.Patacho americano.
Lindo Paquete.Hlate brasileiro.
P. S. Consta-nos, que no dia 10 do corrente
erao celebradas na s as exequias solemnes por
alma do Sr. B. Pedro V, e seus augustos raaos,
B. Joo, duque de Bia e D. Fernando de Bra-
tgasjfa.
No dia 9 haver vesperas das 6 s 9 da oou-
, msica do Sr. Heorique Eulalio Gurjo, fa-
zendo as honras um batalbio de guardas na-
cionaes.
No da 10, Mt as 9 horas da manha missas
por alma dos augustos finados, assim como es-
otas destribuiJas por urna commisso da socie-
tsde de benecanei todos os pobres.
A's 9 horas diversas marcha* fnebres pela
^ociedade Phil-Euterpe.
A's 10 horas comecar o officio divino, com
inissa ponliflcal, e msica do mesmo Sr. Gurjo.
Concluida a missa ter lugar urna oraco
lunebre pelo Rvm. Sr. padre Dr. Pedro Honorato
Conade Miranda; em seguida o coro celebran-
do as absolviQes do ritual pelas dignidades da
Caathedral; e por lira urna salva de 21 tiros, e
tres descargas de mosquetaria pela forca, que
lizer as honras.
Maranhao.Catira obre a cidade, no dia 29
o passado, urna fortissima trovoada, trazando
cosasigo um ralo que penetrando na torra da s,
causou diversos desmanchos no pra-raios.
L6 se no Publicador Marankense:
Hontatn (3 ao correle) ao meio da reu-
trto-ao on palacio do governo, por u>i>.iio a e.
Etc. o Sr. presidente da provincia, a commisso
medica para deliberar o que se devia fazer, em
?!?a noticies desagradaveis, que forara rece-
idas pelo ultimo paquete aobre o desenvulvi-
mento do cholera em Permanbuco; eassentou-se
m qae deviam fazer quarentena asembarcagoes
ali procedentes eestabelecer-se um lazareto no
lorie da Ponta a'Ara.
Para se realisar este servico foi S. Etc.
aquella forte s 5 hora* da tarde, acompanhsdo
nao da commisso medica, composta do* Srs.
Drs. Jps da Silva Maia, Jos Ricardo Jauffret e
Alfonso Saulnier de Pierreieve, como lambem
Jo Sr. capillo do porto, capito de fragata Jo8o
Baptista de Oliveira Guimaraes. e do Sr. lente
e eogenheiros Dr. Francisco Gomes de Souzs.
Consta que S. Exc. tem dado toda* aa
providencias, para que so lornem effsctivas
staa medida* do prevenco contra>tto terrivei
peste.
Qear.Tete Jugar, na noute de 8 doaorren-
te, o baile offerecido ao Bxm. Sr. Dr. Duarte de
Azevedo pelos seus sinceros amigos, poroccasio
de deixar a preaidencia da provincia.
No dia 11 tomara posse da presidencia o
tice-presidente commendador Jos Antonio ala-
chado, seguindo no presente vapor o Sr. Dr.
Duarte de Azevedo.
L-ae no Pedro II:
Nos diail, 2, e 3 do corrente o mar, tem
stado furioso a ponto de ameacar alguma des-
grana na nossa costa.
No da 1. viudo um escaler de bordo da
escuna dinamarqueza Olio ao.ebegar ao trapiche
urna onda lerou-o de encontr aos mouroes do
znesmo e fe-Io em eslilhagos em menos de dous
minutof, sainlo bastante ferido em varas parles
'""do bote veio Juter, na oseada do trapiche.
o A 2, s 5 horas da larde quandtt o comman-
cante do Iguarass, embarcava para bordo vi-
rou-se seu bote, e se nito fosse aua presenca de
espirito leriamoa de presenciar urna aceoa que
nos contristara ; e la dito cojmmandaote perdn-
do 4 cootos datis q'uelerava para Pernambuco
por ordem da thesouraria de fazenda; tendo
porm a felcidade de poder adquerir essa
-quanlia.
To dia 3 um outro bote de outro navio apesar
dos esforQos da maruja, veio dar a costa.
a Registanto esses factos pedimos ao governo
geral que procure melhorar de algum modo o
jiosso porto aflm de-que nao lenhamos mais a
lamentar mortes como a da cantora italiana, que
nao nos dte equecer, s
Nosso correspondente diz-no* :
Pouco lhe disse pelo Iguarass : alm de
que chegou e sabia no mesmo dia, como esse dia
foi domingo, achaVa-me eu accommeltido de re-
ligiosa preguiga, e como a materia nao se offe-
recia tasla, para qae eitendesse muito miaba
pistola, fui asss breve.
Nesre mesmo dia occorreu urna novidade,
que se la tornando desastrdza : o commandante
4o ijuorosaii ao embarcar correu immioene pe-
rigo de vida, o acaller vlrou-ae no rolo da praia
flcaado o commandttldebiixo por nao pequeo
espteo de lempo ; niihram-s as malas, perde-
ram-se alguns objac(ps' que im no e*caler, e por
fortuna nao aconteceu o mesmo com urna por-
fi de dinheiro, que ia para bordo.
Nosso porto aempra m'm, mas nesie* lti-
mos das tem estado perigozissimo, pela grande
Tessaea que letaota o vento; 1o mar. J das an-
tes se tioha totalmente despedazado o bote da
carca lngleza Anua Logan, ficando mailo maltra-
tado um mariobeiro.'
ComoJbe disse na minha precedente, ahi vai
o Sr. Dr: Duarte de Azetedo, que depois de urna
curta o excellenle administrado de note mezes,
radio e obtete do goteroo imperial sus demis-
io para ir opp-se a urna cadeira aa fteuldade
oe direito de S. Paulo,
^ Pk ". Z6r eIo8'0 d0 JUliacto adminislra-
,-Tf ;mD08don,s arlios Publicado* no Cea-
!T.aaM4 i P,d:Jl de 5 d0 coente. Ousndo
$0. dl1fferenl' Prdo poltico* ao
SSarfJlfrJ? ,cl"81fl"r de justa e illaiirad. a
administracao, tora de toda a duvida que tem
ella bem merecido do paiz. 4
A parta Monta da populasao cearease, aenle
unnime qae o Sr. Dr. Ruarte de Azetedo deixe
radaa* do governo, justamente quando co-
nhecedor do* horneas e da* cousas poda fazer
provincia matos beneficio. Poisa elle ter ama
latrae brilhaote carreira, e taltez em brete suaa
ltUM e patriotiimo prestaro ao piiz iateiro o*
tem poupado estorcos nem dinheiro. Amanha
espera-se o Oyapock qae deve conduzi-le &
corte.
Paitemos agora a oatra materia.
Coocluio-se o processo mandado instaurar a
mesa do collegio eleiteral, e alguns eleitores do
Aquirz pela falsiflcacao do Hvro das actas, veio
ao promotor para responder, e breve le espera a
pronuncia. Sao quince os comprometidos, que
se espera, aejam tode* pronunciado* : ha porm
quem assevere que o processo ser de noto co-
meeado por baterem no que se fez nullidades in-
sanaveis.
A pena dos falsificadores nao patsar de fa-
zerem a despeza des Qangas, e comparecerem
peraote o jary : pera sentir que rrae se esten-
da a mais, porque se torna de necessidade abso-
luta per cobro neslas tranquibernia* efeitoraes,
que familiarisam os horneas com toda a qaalida-
de de trapacas, e aflnal os tornim aptos para
gentilezas de oulra ordem.
Tem-ae ltimamente nomeado a'gun* dele-
gados o subdelegados : nao contieno a maior
parte dos nomeados, mas creio que presidio a
nomeaco a mesma vontade de acertar, que dos
substitutos dos juizes muoicipaes.
c S. Exc. Rvm. oceup-se com o projecto de
estabelecer quaoto antes o seminario epicocal,
compreheedendo alm das aulas oecessarias para
ocurso completo dos que le dedicarem ao sacer-
docio,-a* de todos os mais preparatorios oeces-
taros para os que hou/erera de applicar-se a
estudos superiores. Dos o ajude, e que os altos,
poderes do estado lhe prestem tambera a eaope-
raco de que merecedora to santa e patritica
empresa.
a Foi convidado para vir lomar cola da vice-
prssidencia o conego vigario de Qneixeremobim
Antonio Pinto de Mondonga : iulga-se que nao
vir, e que em seu lugar tomara as redeas da go-
veraanga o venerando aacio Jos Antonio Ma-
chado : nao obstante essa presumpgo j alguem
que nao se acha mu tranquillo de coasciencia se
pretenio ad cautellam com tres mezes de II-
een;.
Contina gravemente doeote o nosso inspec-
tor da alfandega e muito se receia que se nao
suecumbir, fique todava em completo estado de
idiotismo. Queira a providencia preserva-lo da
realisago de qualquer destas duas opinioes dos
facultativos, alm degeralmente eslimado, pai
de urna numerosa e honesta familia.
Fallando do estado lianinceiro da provincia
toquei ligeiramente na nossa colheita de caf.
Foi ella abundante em relago aos aunos anterio-
res, e se us seguintes forem regulares augmen-
tar ella coosideravelmenle. Nao sa quantida-
de, como o prego foram animadores, e calcula se
que o valor deste artigo exportado para o eslran-
geiroe para as outras provincias se approxitnar
multo do dous rail cootos de res.
O algodo tem tambem gosado prego eleva-
do, pena 4ue eia entre nos cultivado em pe-
quena escala. D-se elle muito bem naa trras
seccas que podiam ser vantajosamenle aprovita-
das nesse ramo de cultura.
Finalmente os agricultores esto nomeados. a
renda publica florosce ~ib.Corfimercisnte, o fa-
zeodeiro, o artista e at o'proprio jornaleiro co-
Inem os resultados desse beaeQcio da providen-
cia, que a lodos se estende, por que da prospe-
ridade da agricultura provm a abundancia, que
a maneira do sanguo do corpo humano, como
elle circula, e se communica a todas as classe*
da sociedade.
c At a caresta dos manlimentos dimiouio
coosideravelmenle, por oo dizer cessoa totsl-
""SSin" w,rlu,,a a cousa de um anoo nao passa
Jo SfaOO o alqueire velho. n a crnn |ran<* rnra
nesta quadra do anno) tem-se vendido toda essa
semana de 80 a 120 rs. a libra, e bem aoffrivel.
O iaverno vai regular e se assim continuar,
esperamos que o anno que comega, seja igual-
mente prospero para a provlocia. >
Rio-Grande do ATorre.. presente caris do
nosso correspondente narra quinto ha de impor-
tante :
Pela festa sahi da capital, e vlm lnternar-me
por estes matos c no centro, monos para diver-
tir, e refocillar dos muHos trabalhos, de que
constantemente me vejo onerado, do qae em
busca de melhorea ares para ver, se recuperata
a saude, que perd desde o anno passado de
1861. anno que para mira foi territel pelo muito
que nelle solTri, tanto physica, como moralmente,
e que por isso pego Deu. que o oo baja, e que
a trra nao lhe seja leve.
Seique n'isto distinto da opinio do erudito
autor do retroapecto poltico do Jornal do Com-
mercio. o qual nao o achou digno de censura, e
nem de louvor, porquaoto. diz elle,que nao-
obstante ter o. 61 ot seus Ziorisones muito carre-
gados, com ludo nao despejaram tiles as tor-
mentas, de que mostravam estar pejados.
Adopto pelo contrario o senlimoto do
Ilustrado redactor da chronica do mesmo Jornal,
que o chamou, anno realmeote desastroso. E
com razao, porquaoto alm do que refere o mes-
rao chrooista, vimos em Mendoza urna repetigo
do que succedeu Herculanum e Pompes em
eras antigs, do quo acontecen com urna grande
parte de Lisboa no 1." de oovembro de 1775, e
do que se.passou com Alepo na Turqua asitica
m 1822.
Alm disto vimos um incendio em Londres,
que bia devorando aquelle maiox emporio do
commercio do mundo ; assim como osoaufragios
que se deram na costa de.Inglaterra nao*mui-
tos como horrorosos,
< Na Polonia teriflearam-te aa desgrsgas, que
lodos nos sabemos. Na Italia apparecen a ere-
aia do padre Paesaglia, que pode tir a formar
ainda um scisma como o de Lulher, a criar um
noto Henrique VIH. Vimos mais duas nadies
poderosissimas colligarem-se com urna, que que
reerguer-se ao grao de poder, a qoe j tocou. nos
reinados de Carlos V e Feiippe II no pressup-
posto de iraporem ao Mxico um geveno, .Violan-
do assim da maneira a' mais manifesta e escan-
dalosa e direito dai gentes em sea base mais
essencial. *
Portugal que alada nao hs um aeculo, que
coberto da luto, e submergide em dr proferia
pela boca do aeu mais original, e eloqaente-poeta
a seguate asclamago: .>
Jos.sangue 'heroes.prineipe amado
Nosso be, nosso pai, noisa alegra ;
< Tu, pela negra mao da morte fra
c Da truculenta morte em flor cariado I PQ
< Tu de nos para sempr9 desterrado ?
t Nos sem t para sempre I horrivel dia I
Misero povo, infausta monarchit,
Rgida lei do ioexorarel fado I
ureas vas esperanga* concebemos;
Ei-las, ei-das em cinza nojazigo,
t Gom tea roeto adorare! que perdemos.
c Ah 1 o qu' do nono generoso amifro?
O qae fazeaos no mando, ah I que tazamos,
Que nos nio ramos sepultar comtigo ?
Agora recebando o anno pastado um novo,
e muito maior golpe repele a roeima excUmagao
respeilo do seu adorado rei D, Pedio V, que o
citado autor do retrospeclo poltico chama-o
bem amado, e eujo epilheto eu ouso accres-
cfDl,.r0! de magnnimo, como foi seu quinto atd
el-rei D. Joo V, e perfeito como foi o outro seu j
ugMto av D. Jqlo II, qae, como disse Camoes,
ensiaou ser rei aos reis do mundo*>e ese ex-
tinguir Jo que Deus tal oo permits) a dynaatia
da casa de Braganga i vista do que est aconte-
cendo com a familia reinante do imperio lusitano,
e for neceisario naeao portaguetajpassar pelo
tremendo abalo de proclamar a quarla dyoastia
segundo a ordem das que tem havido naquell
reino, a quem devida essa calamidade. seno ao
desastroso anoo de 1861 ?
Nao iou portugus, mas dalles deicendo, nio
sea virtuoso, mas teoho ao menos e mrito de
respailar a idolatrar a tirtude ande quer que ella
exista ; por isso nio obstante ser eu urna obsou-
ridade, absndoaada c por estes mallos do ta
Grande do Norte, assim mesmo confundo ti mi-
o patnolismo portuguez, que to alto e acrisolado
se tem mostrado nesta desastrosa emergencia, o
voto* que fago* pata que Deus o escute em sua
Mr, e lhe d o allivio de que to justamente se
tem tornado digno. y
Foi em 1861, antes mesmo de chegar o dia *
de julbo de 1876, que a discordiadissolveu o no,
que pareca indissolutel, dado pelo mmorlal
Washington e apartado por Jefferson.
a Para ataliarmo's toda a grandeza e gravidaUe
da guerra dos EsUdos Unidos basta lembraamu-.
nos que o seu presidente Lincoln pedio ao con-
gresso um exercilo de setecentos mil homens e o
subsidio de setecentos mil dollars.
< E teno lora o feliz accordo da exlradicgo
do* commissarios separatistas appreheodldos
bordo do Trent no canal de Bahama, com que
horrorosa heranga oto estaramos n agora lu-
taodo no caso de urna declarsgo de guerra entre
a Gra-Brelaoha e os federalistas da oio Ame-
ricaua ?
Voltando ao Brasil nio encontramos em nos-
sos annaes um anno em que se reflra tantos e to
lamentareis naufragios como os que *e dersm o
anno passado na costa meridional do imperio.
O cholera appareceu nessa provincia, e bem
que menos furioso do que em 1856, nem por isso
deixou de causar lerriveis appreheoses em lodo
imperio, e nos aqui como que j o ouviamos ba-
ler porta.
O caf, esta priroeira e mais rca fonte de
nossa riqueza nacional, pela priraeira vez no anno
passado depois de am aeculo de prospera existen-
cia vio-se accommeltido de urna peste terrivei.
Esta provincia emm aoffreu por tal forma
com um invern extemporneo de 1861, que pa-
rece ter retrogradado muitos annos do ponto em
que se acbava.
E vista disto poderei eu dizer que o anno
de 1861 foi um anno menos mo, e que seoao fez
bem ao mundo tambem nao lhe causou detrimen-
to algum ?
a Nao de certo ; pelo contrario nao cessarei de
dizer que foi um anno de execranda memoria e
que pode ser escripto no livro negro da histo-
ria do lempo.
Estamos na maior pasmaceira a respeilo de
noticias provinciaes. :
A politica prepara-se silenciosa, ou a me-
nos assim parecendo, para o prximo combate
que tea norias aioaa Si oerderam as esperan;** de se
transformaren] em uiMorias, ou pelo menos de
vencerem que parece j formada, o que cer
lo desde j que o pensamento, que parece me-
nos preoecupar os eleitos da provincia, o da
queatao de finangas, que alias no meu trisco jui-
zo a mais vital, ou para melbor dizer, a nica
vital para todas ellas; porquaoto, proporgo
que.cresce as dividas e as necessidades, minguam
os meios de pagar a urna e talisfaser as outras.
Se pelo menos tivessemos crdito como a
provincia do Sergipe d'El-Rei, que anda ha
pouco, como disse o seu correspondente da Ba-
ha, coolrahio fcilmente um emprestlmo em
urna das caixas baocarias daquella cidade, neste
caso est visto que'es cousas se arrtnjrlam
commodameote: mas como recorremos nos a
essa praga de Pernambuco para pedir lhe em-
prestados uds oiteola ou cem contos de res, nos
que nao temos segutaoga alguma sufflciente para
garanlirmos os juros e o pagamento ponlual do
empmstimo ? Nossas rendas, alm de pequeas,
sao portal forma precarias e vacillantes, que se
nao pode contar absolutamente com urna cifra fi-
la ou qaasi flxa em um ponto dado.
Polo contrario T-orif,f..t(n-se anomalas inc.ri-
vpk aa receila desta proviucU do m >ono para
outro; verbi grada o dizimo que o anno atra-
zado den perto de eento n viote contos, o anno
passado, creio eo, oo che8ou a setenta.
c Os methodos de percepgo esto gastos; se
se arremata, o cofre (ka iafallivelmente prejudi-
cado; se se procede por adminislrago, neste
caso a emenda peior do que o soneto; mas,
emtiai, bem nateral que estas dikuldades que
se antolbam minha ignorancia desapparegam
d'ante da sabedoria dos iegi*ladore* da pro-
vincia. v
a Sabe-se que o Exm Sr. D\ Leo Velloso
tem a estudado em seus menores detalhes admi-
nistrativos ; de crer, porUoto que temi ae-
serabla um pharol to luminoso para lho indi-
car a estrada, chegue infallivelmeote ao ponto
desejado.
Pelo menos este o meu voto, e o de todos
os homens, que, como eu, desejara o augmento
e prosperidade do Rio-Gradde do Norte.
Seja por effeito da activijade policial, seja
por outras quaesquer causas, que nao prescru-
tarei agora, o que certo que nossa eslatisti-
ca criminal oestes ullimos mezes nao tem lido
que consignar delicio algum estrondoso, detses
que fazem estremecer a raoral publica e abalar a
justiga em seus propros alicercos.
Neste termo mesmo do Ceai-Merim, em
qae me echo, para onde, como j lhe tenbo dito
mais de urna vez, coocorrem maifeitorea de to-
das as partes, nao se tem dado caso algum no-
tavel, qne merega pena referir-*e ; o mesmo
succede para com os demais termos da pro-
vincia.
Por lhe fallar em Cear-Uerim quero con-
tar-lhe que to grande a colheiu. que tem ha-
vida aqui de milho plantado as vasaote* do rio
depois de sua inoundaco,.que te.m chegaio nao
so para accodir aos moraderes da beira-mar, ce-
rno at para expottar-*e para essa praea de Per-
nambuco, para onde, consta-me, j partir urna
remessa de qaiohenaas aacca*. e se achara
prompta* mais de mil ou duas mil para segui-
rem ao maemo destino.
< A canna de assucax estl plantada este anco
em ialquanlidade, que de conisao dos propros
lajradoreg, ao. pogsivel a prxima sara ven-
cer a sua raoagem, e sabe Vmc que quando o
vrador nao chora, o negociante nao se queixa,
empregado nao se lamenta, o militar nao se
maldiz, a fortuna j de mais.'
A razo dialo mesma grande ches* do
anno passado, que se por um lado fez o mal de
matara maior parte de cannas'exislenles, pelo
outro fez o beneficio de engorda! is terraae dar-
"" forC prodigiosa de tagetacao. <
O cear-Merim oesla provincia em ponto
pequeo, sem a menor dutida, o Nile do Egyp-
to ; da meama forma que as ribaoceuaa daquel-
la g*nde rio ae percebem iodisttactamente as
carnadas de lodo, que acarreta en seas ionun-
dages annuaes, assim tambem nasdeste se per-
cebem os mesmds trgos i
Pelo que se Hero Egypto para nalruir-se, a estrever a sua bis*f-
napOde prophetlsar Avista e,,,, ttmiiU ,ue
lempo hatia de tir, em i de dellaa havia tornar-ae fio alto, que e me. '
Nilo a em graudes e exJtraotJiasriasftoDunda-
goes havia cobtir e ferliaar essas Shs: da
raesma forma nos aqui pdeme* propheiilar urna
sorte igial para a* vargena da Cear^lerim, que
para o futuro 6 uoderfto ser fcrteis se se lhe as-
aetean oaras hydcauiCM aemelhaca da* do
grande rio de A/nca.
Dizem os aotiqaaaios desta provincia, qae
este pbenomeno ja ae raalisoo-no rio Pottoay,
que corre .paralelfo-este afasmdo.5 leguas ao
sul, cujas trras laturaveis s sJbem a* aguas
daquelle no naa grao^chelas, coma do anno
passado. ;
O interno, cuja faltas, j ae azia entr. appa-
receu em abundancia polo ceoito, e muito mo-
derado c para beira-mar: verdade que a
lempo proprio delle carregar rJbr aaui l pera
os mezes de abril juche.
Por ora, entretanto, tamoi emendo debai-
xo do peso da caresta dos gneros alisaeotiaioa,
a qual coalrasu com o clamor pela falta de di-
nheiro.
Depois de fechada
forara dous i
olera, aendo umboa
orreu em Barreiros.
Ei* a correspondandlai qaa se raere
ditaraeotox
Teriamo* completa eeaaiaa de uMicias se
o Itvesse de conthmarisJJ rasarte odsjdividuo
e mencionei estava acaaaVrnerMo de mal rei-
nante (esta expresso menos atterrradora) ; isto
ULi^tailiB dllnl ifl u uuriflnle. t fpB. fi mals.
posiiivo acerca, que hoolem morreu um indivi-
duottadode A lago a Nova, d*otro4e 8 horas,
nao obstante a promptido com qae foi occor-
ride.
Consta-nos que em Alagoa Nota o mal gras-
sa com alguma torga e que em a tilla da Inde-
pendencia, no lugar Malbada falleceram 4 pea*
oaa dentro de 24 hora de 8 que foram accom-
meltidae.
t A* noisa* at.encMs esl&o toltadas para o
cholera que parece nos visitar.
Felizmente as diversas localidades em que
o mal reinante ha feito victimas, as respectivas
autoridades permanecen] firmes evso osprimet-
ros a se raostrarem dispostos a soccorrer aos ac-
eommettidos, o que ainda nio nos permlltlo tai-
vez, yissemos a repetigo do que se deu em 1856
na villa do Pilar, qne coberta de cadavere* inse-
pultos, vio serem estes pastos dos porcos e dos
caes ; cabeodo entao ao Dr. Siqueira (medico)
encinerar os cadveres em pulrefaegio e as os-
sadas espilhadas pelas ras.
Bem grave responsabilidade pea a essas au-
toridades de ento, qae se escaparan) da vindicta
da lei, nao escaparo por certo da justiga divins.
a As chava* nestes ltimos das tem cabido
com abundancia, e alguns peosam que isso sig-
nal de qae nao seremos visitados pelo cholera e
para mim o indicio do contrario ;,poi* conta-se
com certeza cheia no Parahiba e em 1856 foi nes-
sa occasio que o cholera so desentolveu nesta
capital.
i---------------- ... ___
i Forsm recolhidos caa de detengao no dia
13 do correle :
A' ordem do Sr. Dr. chefe de polica, Mjinoel
Bernardo Gomea dos Santos, crioulo, de 18 an-
nos de idade, embarcadigo, para recrula.
A ordem do Dr. julz especial do commercio,
. u.ubui uu ur. juiz especial ao commercio, hoi doo-rtoni a.ZZZ-----,.., o
os americanos John Balman Tnesdill e Cbristoaet &*!!?l* Af* nniqollada ?
correspondencia, soub Tmodell, o prlmeiro de 28 annos e sem proflsso
PERNAMBUCO.
_ BEySU DIARIA.
Por pastoral de II do corrente foi permiltido o
uso da comida de carne durante a quaresma, sen
do urna s tez por dia, e dando-se a observan-
cia exacta do preceitodo jejum.
Desta concetso sao exceptuadas a quarta-feira
de cinza e a das tmpora*, as sextas-feiraa e os
sabbados, bem como toda a semana santa.
Consta-nos que o Exm. Sr. presidente, at-
teudendo as queixas que contra o subdelegado
de Grvala, o Sr. Vital Pereira de Mello, tem sido
levantadas de ba muito, o demillira desse cargo.
E este ffeclivamente um servico real feito
aquella localidade.
Sobre urna casa de ogo da Capunga," cuja
existencia nos revelara como perniciosissima,
chamamos a attengo da polica local, aQm de
pr-lhe termo, previnindo assim consequenclas
funestissimaa todos conhecidas.
Pode ser que esta retelago parla de algum
prejudicado, mas n.lo lsto razo para a autori-
dade oo intertir com a sua acgo coercitiva.
No Oyapock, aabbado entrado dos portos
do norte, veio o Exm. Sr. Dr. Duarte de Azeve-
do, presidente demissionario do Cear.em segui-
mento a corle.
No artigo do Sr. Dr. Pedro Antonio Cesar,
que damos no numero anterior, nota-se a seguin-
le inexaclido, que aqu restabelecemos :
No terceiro quesito : em lugar dequando se
bata introduzido esse orgo n'um vaso conten Jo
alcoolla-sequando nao se havla, e^c., etc.
Commuoicam-nos o seguinle :
Sr. redactor da Revista Diaria.Prevaleceo-
do-nos do orgo de sua mui conceituada Revis-
ta, aque o publico j deve innmero* beneficios,
e oade sempre acham cabido os seus reclamos
mais justos, vimos agora chamar a attengo da
directora das obras publicas para o ruinoso na.
lado da estrada de Pao d'Alho, que nao tem aido
cuuawoade, como convra : e assim se torna
quasi inlransilatei no lempo invernoso com as
primeiras aguas que cahem, como presentemen-
te se pode ver.
Esperamos que o nosso pedido seja atleodido
sem que nos seja preciso adduzir maia cooside-
ragoes em abono de sua justeza e conveniencia.
< 10 de fetereiro 1862.
O ciandanfe. I
Sabbado, s 5 e meia horas da urde, tete
lugar, na igreja de Santa Rita de Caasia, a bea-
go dos emblemas dessa contraria, com as solem-
nidades do cosame, repincando diversas igreas
da cidade.
E hoje at s 10 horas da noite o ultimo dia
em que esto venda os bilheles da lotera que
se extrahe amanha a beneficio da matriz da
Boa-Vista desta cidade. \
- Eis o quadragesimo-quinto
9-Boletim i/ficial :
* Ao Exm.. presidente da provincia forana di-
rigidos os ofcios que vo abaixo transcriptos';
enmprindo declarar que a doenle de que tratara
os Drs. Ferreira e Firmo Xavier, comer /acal
segundo informou-nos o Dr. Pitanga que a vio
hontem.
c THm. e Exm, Sr.Hoolem s 3 horas da lar-,
de fui chamado a toda a presta para a Estrada-
Nova, am de cuidar de urna doeote, que me
disse o portador ser dercholera-morbus.
Dirigi-me immediatameole para o lugar Es-
trada-Nova, defronte do engenho Cordeiro, che-
gando s3.horas n 40 minuto*, e encaetrei a
doente de nome Joaquina Mara da Conceigo,
parda^ viuva, com 45 anuos de idade. pooco
mais ou menos, so estado seguate : face de-
composla, olhos encovados, e um circulo escuro
ao redor deUes, pella fra, e franiida, principal-
mente, as mo*. conservando as pregas feitas
nella pela preaso entro os dedos, hlito e lingua
trios, sede iqsaciavel, caimbras nos membros su-
periores e iqferiores, oppressao precordial, voz
apenas perceptivel, pulso impecceptivel, diarrha
abundante, .e vmitos ; nao pude examinar a
cor da diartba. visto a doente j nao peder-se
levantar, e (azer as dejeeges sobce pannos, po-
rm dwserim.-me as petsoas de casa ser eomo
manxpoeira.
< Precurajtdo saber como tioha comegado a
molestia, disser*m-me, que no dia anterior tinba
aeoeste solTrido pequeua-diarrha, porm jul-
gando nao sycousa de cuiJa4o, ra para o rio
tavar toupa.: noite, voltando, comer urna
manga, e duas horas ao dapois se aggravaram os
a>mptomas^8endo chamado um carioso do lugar
para lhe applicar as doses homopathica*, porm
nao tepdo melhorado, por iato fui chamado ; ne-
nhuma esperauca ti ve deque a doente nielho-
ratse, comtudo receitei-lhe oa medicameutos
que julguei convenientes, mas a- doente oo che-
gou a usar delle*,.poi* fallecer s quatro hora*
e um quarto,
Em vista da recbmmen4ago de V. Exc, e
aomo eu ulgisse que. essa doente esta va soffren-
do de cholera-mor bus, no periodo lgido, apres-
aei a coramuaicar hontem a V. Exc. verbalmente
e hoje por escripto.
Deus giiarde_A .. Exc .por multo* annos.
regaezia da Boa-Vista, 15 de fevereiro de 1862.
Illm. a Exm. S<. Aulooio Marcelino |Nuaes
Gongalves, rauilo dign presidente deita provin-
cia.Dr. Silvio Tarqulmo Villas-Boas, mdico
encarregado do quarlo dislriclo da Boa-Visla.
Illm. e Exm, Sr.Em camprimento ordem
de V. Exc, nos dirigimos i casa do Sr. Domin-
gos Alfonso Ferrsira, na ra da Imperafrlz; afim
de verificar qual o padecimento, que se disse ter
sido accommettida urna eicrara do mesmo seuhor
e examinando o seu estado notamos o segulnfe :
Face decomposta, olhos encovados, toz aphool*
ca, estado comatoso, algidez, formando pregas oas
mos e p*. suor fro, caimbrae no estomago e
na* pernaa, e diarrba e tomito semelhante a
agua de arroz, que foram bem obsrrdrlbs; guia.
dos, pois, por esses symptomas'tJo carscterirti^
< Digim l os satiosda ejcrfptura
Que segredos sao estes di nalujja,-
< Se doeote como estou e incapts di
dei-lhe to grande massad, faga idavl
maaho nao serla alia se eu attiretse aflri
dts*e manejar o brao afeito, que UnEo
-tfaaaai

eos,- dlagttosticamos cholera- mor bus, o afnanga-
tfios a V. Exc. que este am dos casos ejn que
Sais fielmente vernos observado esculpir
gnaa de fio terrivei lagelio.h-
Deusguarflo a V. Exc. Recre, IS de
relro de1862v Ilrojjj Exm. Sr. Aat3rilo Ma-
celino Nuos GoqgalvIaTpreaidejite da provincia.
jfo Silva8 ",0 Tr* yb^J&JH' 'i10 rerreira
e o segundo, d 28 aoaoae vive de aegocio, am-
bos por nao terem. como depaattarios, salisfeito
uos dinhiros Thrisma Sibberberg, na corle,
donde se erad i tasa.
A' ordem do subdelegado da Recite, o ameri-
cano Henry Jones, de 21 anoo*, coaanfceiro, are-
quisigo a lespeotivo sosul; Marcelino Anto-
nio Pinto, emoule, de 28 (uteoa, juj/imo. aem
declarago de motivo, Guilherme Ferreira de
"Bella, jjajaa. He 30 annos, narcacairo, por insul-
tos ; e o africano Jacintho, de 60 asno*, refina-
dor, por briga.
11 Ajordem do de Santo Antonio, o crioulo Basi-
lio, de 87 annos, ganhador, eseravo de Albino da
silva Leal, a requisigo daste.
A ordem do de S. Jos, Francisco Rodrigues
?,!rZ' P"do' de 40oos de tdade, talhadorde
..T0!!1? LulZl del Rr-?. LiJ$, Gulmat,aes. Por ^riga ; Antonio
Fraoctsco da Silva, pardo, de 52 annos, sapatei-
ro, para correcgo ; A.gusto JosTeixeira, par-
do, de 25 annos, carpina, e o crioulo Seraflm Cor-
rea da Silva, de 20 annos, pedreiro, por desobe-
diencia.
A' ordem do da Boa-Vista, Claudino Jos Das,
pardo, de 35 annos de idade, ferreiro, porespan-
ca ment.
Foram roeolhidos mesma no dia 14 :
A' ordem do Sr. Dr. chefe de polica, Alexan-
dte Xavier da Silva, pardo, de 25 ancos, serra-
dor, para recruta.
A' ordem do subdelegado do Recite, Antonio
Francisco Corris, brinco, de 30 annos, serven-
te, por crime do furto ; e Benedicto, crioulo, de
19 anno*, ganhador, por intuitos.
A' ordem do de Sanio Antonio, Gregorio, afrl-
cano, de 38 annos, ginhador, eseravo de D. Ca-
tharida Brandio, por ser encontrado depois do
toque de recolher.
A' ordem do de S. Jos. Trajano Joo da Silva,
braoco, de 18 annos, ganhador, por briga.O
chefe da segunda aecgo, Joaquim G. de Mes-
quita.
Movimento da enfermara da casa de deten-
gao do dia 15 do corrente.
Titeram alta da enfermara :
Domingos da Silta Miranda Pinto.
Msnoel, eseravo sentenciado.
Teve baixa para a enfermara :
Antonio Cesar Marinho Falco, canearos vene-
ricos.
Hatadouro publico :
Mataram-se para o consumo desta cidade :
No dia 14 do corrente 67 rezes.
No dia 15 do mesmo 98.
O vaper brasileiro Oyapock, enlrado dos
portos do norte, trouxe a seu bordo os seguales
passageiros :
Jos Francisco Soares de Amorim, J. P. Ede,
Jos Nunes Teixeira de Mello, Jesuioo Jos de
Freitas, Antonio Pinto, de Mondonga, Jos Da-
masceno Piolo de Mendonga e,2 escravos, Jos
Fortunato de Mendonga e 1 eseravo, J. U. Guf,
Antonio de Mello Albuquerque el eseravo, 1 re-
crula para o arsenal de mannha, Jos Gongalves
Villa-Verde, V. B. Burm, Ignacio dos Santos
Loelho, Sebastio Fabiano de Olite'lra Lima, Jobo
Grskuvr Skuunce, Ernesto A. de Vasconcellos
Chaves, Adelino Florentino Carneiro da Guana,
Antonio Candido Thaumalurgo de Fara, Joo
Ferreira Passos e Silva, Matheus Muniz lavares,
Jos Pereira de Mello, Antonio Cardozo de Mi-
randa e. Jesuioo Adolpho da Silva.
Seguem para o sal no mesmo vapor os se-
guintes passageiros:
Ambrosio Phito Crio, Elias Raphael Alkaine,
Joaquim Jos de Sanl'Anna, Luiz de Castro, Fran-
cisco Acacio Crreia e 1 eseravo, Eneas de Araujo
Torreo e 1 eseravo, Joo Paulo dos Santos Bar-
reto, sua senhora e 23 escraros. Jos Joaquim
Rosa, Jos Pereira Lelte, Luiz Severiaoo Ribeiro,
Joao Viceote Ferreira Lima, Manoel Antonio Mar-
tina de Jess, Dr. Manoel Antonio Duarte de Aze-
vedo, sua senhora, 1 (Iba e 3escravos, D. Ileo-
riqueta Deolinda de Souza, 3 escravos e 1 cria,
Jos Liberato Barrozo, Umbelino Antonio Perei-
'. Luiz Antonio Gomes Vianna, Antonio Augus-
aey*"nonce,los. Jos rorora Passos. Heori-
que Ellery. 1 cjo, 3 soldados, i4 recrutas, 1
desertor e 17 escravos a entregar, Antonio Perei-
ra de Castro Juoior, Joaquim da Silva Coelho e 1
eseravo, Augusto Trajano de Hollanda Chacn e
1 criado, Mara Soares de Albuqueraue. 1 do-
sertor. "
u~",?vapor aacional Jagwcribe, sabido para
Maceid e portos intermedios, conduzio a seu bor-
do os seguintes passageiros :
Joe Joaqutra de Mendonga, Franeisco Xavier
de Oliveira, Antonio de Souza Oliveira, Carlos
Antonio Viard, Alfredo Leveaax Francisco Este-
ves Alvcs, Joo Jos Lins Waoderley, D. Loa-
renga M. Los, 1 fllha e 1 escrava, Joo Jos da
Caoba Lages.
A barca ingleza Linda, sahida para Parahi-
ba, conduzio a seu bordo o seguale pssiageiro :
D. Brown.
JJORTALIDADE DO DIA 15 DE J?EVERSIRO :
Joao TOdrigues Canhoto, 34 annos, solteiro, Alo-
gados, hepatite.
Delphioa Mara da Conceigo,. Pernambuco, 22
annos, solteira, Boa-Visla, bexgas.
Joao Vieira ds Silva, Pernambuco,' 53 annos, ca-
sado. Boa-Vista, diarrha.
Laiz, Pernambuco, 11 mezes, Santo Antonio, t-
tano.
Margariqa Francisca Xavier, Peroambuco, 75 an-
nos, viuva, S. Jos, bydrothoaix.
PrMenpiano do Espirito Santo, Pernambuco, 60
annos, casadosBoa-Vista, erysipeHa.
Joao, Pernambuco. 8 dias, Boa-Vista, espasmo.
Francisco Rufino de Araojo Cavalcanti, Ternam-
buco, 35 annos, solteiro, Santo Antonio, ence-
phalite.
Candida Emilia dos Passos Machado, Pernambu-
co, 31 annos, cassda, Boa-Visto, tubrculos
pulmonares.
E norque havia de etquivar-se saa influen-
cia a Faculdade de Direito, ficando em Olinda.
coma exiga o bem da inatruegao publica e
conservago daquella cidade, qae foi outr'ora
urna das maia bella.eo Brasil, feliz e opalent.
CHRONICA JUDlCIAftiA.
' Tribunal da'Relaco.
SESSAO EM 15*DE FEVEREIRO DE 186*.
PRESIDBNCIA DO EXM. SR. DESBIIBAROIDOR ERMELINO
* DE LEAO.
A *-10 horas da manhSa, presentes os senhore*
de*embaigadoresCaetlmo Santiago, Gitrana, Lou-
rengo Santiago, Molla e Peretli, faltando os Srs.
desembargadores Silteira e Guerra,.procurador
da cor, brio-se a sesso.
Passadee os feitos. e entregues os distribuidos
deram-te os seguintes ^
JLGAMENTOS.
Deram protimento ao aggrato de petlgo em
que *
Aggravante, Jos Narciso Camello ; asjgravado,
O julio, a
E que ficou adiado na sesso de 11 do cor-
rente.
DISTBIDUICGa.
Recursos crimts.
Ao Sr. desembargador CaeUno Santiago :
Recorreote, o juuo ; recorrido, Jos Celes-
Vino de Andrade.
Bedorrenle, o juizo ; recorrido, Cala & r-
meos.
Ao &. desembargador Gitrana :
Recrreme, o julzo ; recorrido, Sabino N'uaa*
Ribeiro.
Ao Sr. desembargird;or Lourengo Saolisgo :
Recouente^ jua; recorrido. Manoel Martina
dos Sanios.
Ao Sr. desembargador Molla :
Recrreme, o^uo ; recorrido, Francisco Ai-
ves do Nascimento.
Ao Sr. desembargador Peretti :
Becorrente, o juizo ; recorrido, Leurenco Jos
do Valle.
Encarrou-ae a sesso as 11 horas.
Communicad^s.

_ A's 6T10TW jja lrd d !S dejltareiro de
le doi di 14
esojamo lomou o
corma doavfaut actos.
traasferencia da FfMmltJade de
DireUo.
que
actos h
as corrido e
ges, a cada piasb
individual '
ao bem 1
OTo tratta exceptiaT-e : deixou a telha cida-
de, onde tete o seu befee, e veio viver 00 centro
do movimento e da confaso da politica, dentro
da emleMaa tumultuosa, e diveitida dos bailes
doMbealsa* e dea buhares, para diatrablr-ae. da
moaotooia, que a cprcav*. E' um bello motivo-
lam oaam tamjoe-veja-se o lystema escolaa-
tica os pbilosoevos gregosmeslres e discpu-
los, todos aquelles, que se applicavam ao salu-
do, viviam o mais possifel segregados da com-
munigao ordmarra dos demais horaeos, privoeo*
de certas relagoes com elles, de cer tos gozos, qua
podiam de algum modo desviar a inwiligncia
do camioho da sciencia, arranca-la do apego e
da dedicago exclusiva aos estaos: eras scleda-
de e o silencio o que pnmeirn-ae procarava peta
O espirito, Aquelle, que se da vaos ao magiste-
rio, dedcavam-se exclusivamente & elle[que
oo to fcil o preenche-locomo o exige a
sciencia e a cooscieocia) e d'elle smente viviam.
Hoje que, quanto mais a humanidade pregrede,
mais largos plaine* descortina, que quanto mais
se adunia a scieucSa, mais so dilatam e am-
pliam-se oa seus horizontes, e por consequencia
mais applicegeo. mata estorco, mais dedicaga-o e
amor se faz misler,mealrea e discipulos vivem
confundidos oa vida ordinaria e aaa applcagoe
de todaS as relagoes sociaesas mais banaet e des-
pida* de utilidade para a sciencia. e rauilas vezes
intensas a ella.
Para os mestres ah est a vida poiilica com
todas as suss dependencias e tramas enredadas
mais Intrincados do.que o labyrinthe de Creta
(onde al j e perdem os proprios discpulos) ;
ah est o foro, que por si s capaz de abranger
toda a vida do advogado ou do jurisconsulto que
a elle se dedicar.
Para os discipulos ahi esto tambem todas es-
sa* distraeges ligeiras. da* ociedades, que ae
abrem aos olhos da mocidade, vida de emoges
e novos seotimenlos, com todo o su adorno ex-
plendido do prazeres, da flores, de riaoa e de
pompas. Cerqae-se o estudante, mogo natural-
mente propenso aos prazeres da vida, dos di-
vertimeotos, que urna capital proporciona, que a
vontade mais resoluta ha de mover-se e telvez
ceder flnsl.
A sciencia naturalmente rida, e s torga
de pertinacia e de lulas contra a displicencia do
espirito pode um horaem avesar-se ao seu siu-
do : d'ahi a facilidede em abandona-la pelas dis-
traeges e pelas folias ligeiras da vida or'dinatia
de boje, qua a rodeia de provocsges.
Scrates talvez preferase o retiro melanclico
de Olinda, ^que convida profundas rnedilagoes
ao tumultuoso bulicio do Recito. JS que lugar
lOS OJ-yu*
-i ;T>. dever,
tWt-' Dase dos acto
mais combina com as conveniencia! da inslruc-
go e com o melhorameuto material do paiz, do
que a velha Olinda, onde a traaquilidade do re-
tiro se barmonisa perfoitamenle com a belleza e
poesa do local ?
A velha cidade nao Oca tambem lo longe do
Recito, que ae nao possam promptamente satis-
facer todas as conveniencias da commuoicago
offlcisl com o governo. Maa porque nao coofT-
nuou a permanecer em Oliuda a Faculdade ?
Porque havia de ter-lhe sido arrancado do seio
esse alomo de existencia que lhe vivificava os
das ?
E' aqui que cabe ao interease individual res-
ponder ; aqui que o egosmo vem mostrar-se
altivo do proprio despejo, da propria desvergo-
nha pars dar alguma jesposla, que satisfaga.O
transporto diario era muito iucommodo, e um
um homem nao o devia supportar: as conve-
niencias particulares de quem poda remover os
obstculos eram prejudicadas, e nao deviam
softrer prejuizos. O magisterio podia associar-se
com a adrocscia, a adrocacia e o magisterio po-
diam abragar-se com a politica, e a politica, a ad-
vocada e o magisterio de mos dadaa podiam
elevar um homam s maiores alturas soeiaea ;
entretanto que se elle se votasse ao exclusivo
trabalho do studo e do eosino poderi, quando
muito, conquistar alguns palmos de terreno para
a sciencia, dar alguns passos para o deaenvolvi-
meoto moral e intellectual do paiz. Mas que
ganhava com isso o individuo ? O paiz ver-
dade, vina a lucrar com ns seus estorcos para o
fataro. em lempo, talvez ainda mullo looee,
quaodo cada um j nao podesse aproveitar do
seu .trabalho, ou ter o prazer de velo dar bons
fructos ; porqua os baos maia solidos e maiores
sao os de mais difcultosa e tarda produego. E
porque ha de um hornera caocer-se e morlill-
car-se em busca de algum* censa, que poder
ser proveaos, mas parees suUoaS que lhe po-
der conquistar um nome, mas em lempo, que
elle j nao ouga oa applauao*. nem teetemanhe
as ovagoes ?Nada i em quanto lempo venha
a nos, que que serve.
Bis s palavra dos homens do progressodo
proceso individual.
Como ha de viver o pae de urna familia nu-
merosa, dizem elles. com os exiguos recursos de
um mesquioho ordenado? Como ha de elle pre-
ver-se de ama variada e completa llvraria para
aprofundar o estado das materias, que leccioaa
cora esses meios escassos ? E' preciso obter por
oulros meios o que assim se torna necessarlo para
o sustento da vida, para maouleuco da decen-
cia, que exige o lugar, e principalmente para a
acquistgo de instrumeoloa eu meios indispensa-
veis ao fim,; por este modo cada um auxilia o
governo, que talvez nao pede aaliafazer todas as
exigencias dir magisterio. :*' ama bella ,areu-
menlagao. '
A facUidada que ha hoje em calcar no fundo
da conaciencia a voz do dever, que reclama e len-
ta levautar-se contra esses abusos a causa, qae
origina essa benevolencia to rauoaaef. A paga,
que o governo offerece nao satisfaz,. nem basta
para o perfeito cumprimeato doa daveres do ma-
gisterio ? Obrigue-o cada m a augmenta-la re-
cusando-se a aceitar o compromisso,. urna res
que oneroso, e dar certo legar em mi sso da
deveres, que lbeeao inherentes. e-ha urna ne-
cessidada iostante e iosuperavel de enaioe, essa
necessidade ha de torcer o governo a pregar
lodos os estorgos para constitai-lo. Neosahecaro
nunca a iosiruccao, que ae derrama no paiz de
modo, que mais valha o a dar. o que dita a
conscieocia, mas em to ; betque todos ae atio-
pelam cima do* concursos aptos e ineptos: o
oteresse nao admilte estes dictantes terdadeiros
e justes.
Oade encontrar cada um garanta contra o
tutereise de outrem, talte menos habilitado,
que pretende com a ana apteeoolagio nullificar
esse proposito- ieite ? Se oox4aie -ama tal ga-
ranta, o se a ioslruccae a o paia ha-de ir sem-
pre a solrer, porque razao ka de futm se *ampe
maia habilitado dei.rar que o mesmo habituado
occape o lugar ? E' sempre eata a lieguagem do
ioleresse egeisiico, que a cooscieocia falta da
outro madO. Toda/ teem o dever de impedir que
o mai se realise ; se 01 meios sM impotentes, a
cada um resta protestar contra alie e curvar.se
a sua propria fraqueza, at que a razo ae liberte
e a justiga attei oeolo. Abslenbe.ee cada am de
praticar o mal, quaodo por fm j nao possa maia
obsta* a que elle se exercite.
Qual porm o resulUdo de toda essa conve-
niencia amigavel asa ajadar o governo, naazida
por fosca de necessidades astuciosamente ormu-
tadaaT O prejuizo da aciencia e do paizque -
erao entreguea s mos do pedantismo, e ni
passaraorpuBca de ftete superficialidades, quan-
u precisamente o eoolrario disso o que se tem
em vista com a creago de academias e iostita-
los, destinados 4 pregaeto- e ao deseavolvimeoto
das sciencia?.
Por outro lado : t governo deve ter coosaieo-
cia de que paga aBcientamaole os seus em-
pregados : nao lhe de nenbum modo licito con-
tar, quando fiza um ordenado, cesa rendimeetos
externos, com os productos da actitidaee indivl-
dual para complemento do que lhe parece ne-
ceseatio pata o perfeito desompenho da ministe-
rio. A' um direito corresponda ana obrigacao ; e
urna oceupago profisaional d direito satisfa-
ga o de todas aa eceesidade3 da vida. Satistoito
pois o direito (e tmente o direito) nio ha maia
que attender, seeio ao bem publico, qaa dereeer
pesaado a de*peito de todas os commodoe tjf-
f tiaUtaas. O governo portadla ne pede, em eoe-
?51def>odaa, outros muitos hatera lio bem
e> saa ruina. O: habilitados, que-neo faltatn pretetsjUntot.'A te-
tado cede an- talligencia entre ne nao to protegida ti
f? el.'%jJrta fd. e o aeos triumphos nio teem Unto I
rl.'ia**H** e w, nem aso to bem premiado* que *r a
po4tr 9 a I cbnlre al iodigene.
Mas quem nao t qee toda~ iwi razdts, to-
base do poder p a cbnlre at iodigene.
,


MARIO DE MlRlMfiUCO SKilllt WA 17 BE" rtTERElR DE 1811
dada em um pequeo ordenad, sao mentirosas ?
BaU olbar ffluiso para a faeuldade de direilo
para vt-Ua desmentida tem forga.
Entraos pveprtot Itottt ha da-ie eacoDtrar al-
gum, que ib tenas reslguado a rifar modesta-
mentej do sea ordenadoque teora echado
aetle mesmo recursos batanlas para virar eom
muiu deaenei e muita Uonr*. E exactamente
aottafaue ae ha aV descubrir maior somma de
oahtcimeotoa iaridicot*; precisamente eeae
*Pl ^USl-V**5* aectf Palos alnos,
v peante ai carvarem-se com respeito os que o
'"I f Mi*-* oteo, talret, que a posteri-
tee apeen a cordado eom premio dos aeua ea-
brv* aarrju 4a dar baatiaiUet diai para com-
pletar o empanae que te deu
O amor desst brilho apparente e fugidio, desse
latir tueerflcial da moda ou da aeeala, que a
maguera permuto aprofuadax-se em (ciencia ou
arte, nao admiti me os homens se_ contenten)
em potito e^a tuhonra e trabalhem para g-
ahar um nema inmortal no futuro: preciso
muito. anda que o ezcesso lhes cuate alguma
parte da hoqra od'toda ella___
O amour de se deslingmir, diste Rousseau, que
neferattmpmntl
U
Ha quero estaja toa vencido da que os antigos
dlaturbios o aatravaajaocias dos "ettudantes em
Olinda aran filhes da vida espontanea, a com-
al oda o lirre, que so pean em um lugar, onde
nao exista o rigor de todas essas etiquetas de
mera civilidade, o laxo e todas aa afteccoei e pe-
danteras de corte: do al a isso um certq ca-
rcter de dopravagao dos tratos-a costumes; um
engao completo, queamenie pode ter quem nao
tirer noticia do deleixo e da ignorancia, que. do-
minara naquelletempo directores e a maior par-
te dos lentes. Essa.sim, era a rerdadeira causa
daquelles desvarios edesregramentos. smente
quando a mocidade se acha entregue Is suas pro-
priaa tendencias, sem lei ou forga, que as modi-
fique a refre, nem europios e censelhos, que a
persuadan), que se observa daquillo. Olioda esta
em .contacto com o Recite, tem em san seio nani-
tas familias de trato delicada, de costumes apu-
rados, e toraa-se portanto impossirel essa de-
pravado, entra os que all manleoham meras re-
lacoes de amizade e delicadeza. X depravagao
aomeote se reattsa em um grande numero de pes-
aos?, quando essas meamas peasoss tarara sem-
pre retidas fura de toda educacao catholica, em
lugares onde nao penetra a mais ligeira penum-
bra de civilisago. Tenha a faeuldade am direc-
tor moralisado e enrgico, lentes, como, elle, e
habilitados para o ensino, e nao hsja receio de
tnigio nao seja altiogidooeste lugar ou naqnel-
le. ludo o mais nao pasea de burlas, com que se
pretende illudir a boa fe desapercebida.
III
Olinda abate-se e decahe progressivamenle,
proporcao que se concentrara no Recife todos os
elementos de vida ; os seus bellos templos, que
tanta elegancia Ihe deram, onde se recolhia o
mais santo amor de religio, desabam como
tempo e com as invernadas, iateiramente votados
incuria e ao abandono ; as susa lindas colimas
escslvem-se entre as ruinas,quando est j perdido
aquello bello e magnifico tapiz de rer* aelvagem
que Iba adornara as encostas : depois daa galas
silvestres resta-lhe a aridez de um terreno bati-
do e caneado, as escaracoes e os deslrocos dos
autigos aditicios.
Nao oumpre porm ao governo empregar todos
os meios, tendentes a impedir o seu desmorona-
meoto completo? Sem duvida. E'porm, quan-
do enes males se agravam, quando a sua deca-
dencia compliea-se, que apraz-lhe artedar do aeu
seio a Fieuldade de Direitoum grande elemento
de vida para ella. Foi realmente um golpe
mortal.
Pergenia-se porm : o thesouro ganhou com a
transferencia, j que nao ganhou a iostrueco
publica, nem o material do paiz? ecooomisa
algum real com a sua existencia no Reci-
fe? Niogaem o dir-, sabido que a Faculiade
tem um edificio proprio com muita capaeldade e
excedentes proporcoes. onde ji funecionou por
algum tempo, e onde foram at recebidos SS.
MM. II., quando visilaram Olioda. Ninguem
dir, sabido quanto annualmente se despende
agora com aluguel de casas e augmentas e con-
cert. Com o aluguel de dous ou'tres annos
poder-se-hiam,' nao smente fazer cortos com-
modos no repartimento interno do edificio, como,
talvez, desapropriar e aonexar dous predios visi-
ahos, para faccionar o Collegio dasArtes. Nin-
guem dir que o thesouro economas, visto que
o capital empregado na cosstrucclo daqaelle
edificio vira por flm a perder se.
O pessoal da Faculdada e do Collegio das Artes
sobe ordinariamente de seiscntas pessoas; esta
differenca desabitantes a urna cidade populosa,
como o Reeife, que tem' em ti proprio muita
seiva e muita vida, de oeohum modo preju Jica ;
mat seria muita bastaste para restituir a vida
Olinda, que a olhos vistos ae deBoha. Sao seis-
cantas pessoas a fra as familias as quaes
todas augmentara-lhe o consumo dos gneros,
sem todava .obrigarem-a concurrencia pecu-
niaria, porque nao tiram do mesmo lugar ientre
os mesmos habitanteso capital annualmente
despendido: essa alteraco consideravel no seu
commercio, influindo directamente sobre o exer-
cicio e a cultura de certas artes 4 officios, coa-
corre poderosamente para a sustentarlo e o de-
oenvolvimente da industria no seu circulo, e para
a animaco do todos es ramos de vida, que se
entrelagam e teem mutuas dependencias.
Todos sbeos, e o governo-perfei la mente o
conhece, que a existencia daFaculdade de Direito
em Olinda mais conveniente para os cofres
pblicos;porm o ioteresse e a commodidade
de alguos teem sido mais loquete do que o
iuteresse de lodos; porqae estes poneos gover-
nam o proprio governo no que de sen iote-
resse, assioi como elle os gorerna, a seu turoo,
no que de ioteresse delle : a lei das depeo-
denciat.....dizem. E o que rale essa differenca
de cootos de ris, tt) ella toros gratos e reeonhe-
- cides ao gorerno esses poucos, que, sem durida,
Ihe serrem mais do quejhe poderse serrir os que
ucam prejudicados?l Esta agora a lei das
compensaedes......accreacentam ; o assim ra
-ludo dependend e compensando-se ......
E' muito iocommodo para os_ieotes, na verda-
de, transportarem-se disriameate para Olinda ;
maa porque oo se atteade para os em pregados
secundarios, nem se falla oelles, pobres, que,
sendo quasi todos de l, eatafam-se em rir a
p? Esses nao teem direito, por acaso? nem
ao capaze deaoffrer? E* que sao muito pe-
quen........
Porque ne podem os leales morar l ? J se
cabe: o ordenado muito pouco, e preciso
comprar maltes Itos.Entretanto que com o
augmento e a complicaco de trabalhos de natu-
taza difTerente, lempo, que resta, nao chega
para 1er oa poucot livros, que o ordenado, 96,
permittiria comprar.
IV
Como os lempos de hoja j sao oulros, que nao
os da transferencia, nao sem fundamento a
-oeperanga de que as cousas sCJpm melhor coche-
adas, e as razoes melhor pesadas.
A academia foi mandada crear-se em Olinda
pela carta de lei de 11 de agosto de 1827, e
-transferida d'ali para o Recife por urna portara
do presidente da provincia em 1855, o Exm. Sr.
cooaelheiro Dr. J. B da G. Figueiredo.
f se saber disso na corle ? Se o actual Exm.
presidente tem lo ampio poder governalivo,
quanto etse sea antecessor, & S. Ex. que nos diri-
gimos para remediar o mal feilo ; no caso porm
de ter aido eaaa competencia reservada agora s
ao gorernoageial, l que ramos ter.
Pedimos pois em neme de Olioda decadente
que se lhe d ao manevtsse apoio para os seus
ltimos das, em 1 remano da arruga pompa da
sua riqueza, do antlgo tapia ador da sua gloria.
E' um dos beneficios, qneThe poder prestar
o 111ra. e Exmc. Sr. MBtelheiro Sergio Teixeira
de Macado am tia*i da gralidaa, qae lhe pro-
testa a.
JET mielerjue ceasem odas essascoosiderac6es
palo ioteresse individual, quando to alio clama
o intereate geral e o bem publico, fue tem ida
tao repetldaa vezes aeSesado por alias E' mis-
tar qu e-garerno.se compecelre de la misso,
sea a'recda derer e da coaaciencis seja aflnal
Rendida.
Hadebarer quem nna cnenle e modo duer irnico e duro urnas nena, Hrte e cta'fo
outras. Aos Anaeaa de boa vontade e da mes-
mas idasperdSo ; se nos deixames arraslar
pela Indigoacao, que inspire a corrnpcao domi-*
paute em ludo, e que oto nos defeda passtr i
primeira palarra proferida pela imprena, plaol-
- da e calma, como a palavra da caridsde. Ae
borneo de m ou de poaea vontade......
Recife, 1* de femerro de 1881.
P.
P. S. Antas de mandamos para o prelo'esle
artiga, lemos no Diario de 3 (oitava pagina}, as
seguiotes liona, escripias pelo senhor F, F.
Corre :
Dissemo soteriormeote o com intimo pesar
que Olinda nos offerece urna situado triste e
deploravel.
a E com effeito, a transferencia da Faculdada
de Direito para a cidade do Recife, deixou isola-
do aquelle oitairo de tanta recordacoa.
Ainda bem! Esta patarra auceras e lio
expresslras muito devem servir; porque nao
pedem a volta da Faculdada......
P.
=
Publicasoes a pedido.
GRATIDO.
O abaixo aaaignado, tendo ltimamente aoffri-
dode ama grave inflammtco que, em conse-
queocia de urna dor de deote, lhe tobreviera ao
rosto, am cejo paJecimeoto foi medicado pelo
lllm. Sr. Dr. Manoel Francisco Teixeira com o
disvello e humaoidade que to distinctamente o
caracterisam, faltarla a um derer sagrado se Do
vieste, agora que se acha completamente resta-
belecido, pnMicar aolemoemeote o seu rconhe-
cimento ae mesmo Sr. Dr. Teixeira, que levou o
seu espirito de caridad a ponto de nao querer
aceitar em remuneragao de seu arduo trabalho
cousa algum do abaixo assigoado, nem da socie-
dade Hoole Pi Popular Peroambncaao, a quem
o abaixo assigoado se confesas igualmente reco-
ohecido.Zeferioo Jos dos Santos.
COMMaUClO.
Praca do Recife 15 de
fevereiro de 1862.
rVs i\aatro Uor.is da tarde.
Cotacit da junta de corretores.
Nao houreram cotaedea.
J- da Cruz Macedopresidente.
-John Gatissecretario.
Alfandega.
Rendlmentodo dial a U. ,
Idam do dia 15 ,
371:5341617
23.123#573
394 6580220
50]f000a 528000
Bacalho---------
Caf---------------
Carne secca-
Movlmento da alfandexa.
Voiame entrado com faxenda.. 131
> a ora genero.. 196
Veame* aahido com fazendat.. 203
c com generoa.. 389
327
592
Deacarragam hoje 12 de ferereiro.
Patacho inglezMarsallalazendas.
Lugre inglezLileidem. .
Brigue raslleiroVelozcharque.
ImporUy&o
Vapor nacional Oyapock, procedente dos por-
to do oorte, maoifestou o seguiote:
66 rollos salsa parrilha ; a Palmeira & Beltro.
300 saceos farelo, 1 calxo fazendas de seda ; a
Antonio Luiz de Oliveirs Azeredo.
1 caixa tabaco americano, 775 saceos milho, 1
caixa jolas, 10 saceos cera de carnauba ; a ordem
de diversos.
1 eaixa chapeos de palha ; a Benedicto Brum.
30 barricas farioha de trigo ; a Manoel Ignacio de
Oliveira & Flho.
30 saceos alfazema ; a Matheus & Rodrigues.
1 caixa igoora-se : a H. A. de Almoida.
1 dita manteletes de ada; a Ferreira & Mar-
tina.
1 encapado ; a J. V. de Mello-
.1 volume amostras ; a M. D. Rodrigue.
1 pacote; a Kalkman Irmot.
Exportaco
Do dia 13 de fevereiro.
Brigue dinamarqaez Caroline, para o Canal,
carregaram :
Kalkmaun Irmaoj 1,500 arrobas de as-
sucar.
Brigue inglez Mary, para Liverpool, carre-
garam :
Phipps Brothers>& C, 1,200 saceos com 6,000
arrobas de assucar.
Barca ingleza Nauphante, para Liverpool, car-
regam :
James Ryder & C, 1,800 taceos com 9,000 ai-
robas de assucar :
Galera franceza Solferino, para o Havre, car-
regaram :
Tisset frres, 700 saceos com 3,500 arroba de
assucar, o 1,098 couros salgados com 63,565
libras.
Barca portugueza Flor da Maia, para o Porto,
carregaram :
Ignacio Gomes da Silra, 7 barriquiahaa com
33 arrobas e 18 libras de assucar.
Maooel Jos de Aquioo, 22 couros salgados
com 660 libras.
Cosme Jos dos Santos Gallado, 99 saceos com
365 arrobas de goma.
Patacho portuguez Lima, para liba de S. Mi-
guel, carregaram :
Csrralho Nogueira & C, 50 barricas com 401
arrobas e 5 libras do assucar.
Jos Baplista da Nascimento, 10 barrs com
360 medidas de caxaue.
Batacho nacional Beberibe, para o Rio da Pra-
ta, carregaram :
Amorim Irmot, 400 barricas com 3,075 arro-
bas e 19 libras da assucar.
dem doldia 14.
Barca ingleza Nauphante, par, Liverpool, car-
regaram :
James Ryder & C, 900 taceos com 4,500 ar-
robas de assucar :
Barca ingleza Trgm, para Lirerpool, carre-
garam :
Sanoders Brothers 4 C, 400 couros com 21,510
libras.
Brigue inglez Delphim, para Liverpool, carre-
garam :
Mills Latham & C, 150 saceos com 679 arro-
bas da algodo.
Viuva Amorim & Flho, 66 saceos com 381
arrobas e 27 libras de dito.
Brigue francez George, pira Marseille, csrre-
garam :
N. O. Bieber & C 500 taceos com 2,500 arro-
bas de assucar.
Galera franceza Solferino, para o Hivre, ctr-
regaram : *
Guilherme Carralo & C, 200 eouros salgados
com 6,100 libras :
Jos Martina Das, 6 saceos com 27 arrobas de
caf.
Barca portugueza Flor c afaia, para o Porto,
carregaram :
Jos de S Leito, Jnior, 655 meios de tola,
Brigue portuguez Constant*, para Lisboa, car-
regaram :
Pomingos Rodrigues de Andrade, 280 saceos
com 989 arrobas de goma.
Joo Baptieta de Oliveira, 600 saceos com
3,000 arrobas de assucar.
Patacho portuguez Lima, para ilha de S. Mi-
guel, carregaram :
Joio do Bago Lima & Irmao, 10 amarrados
com 100 meios de raqueta, e 2 barrica! com 4
arrobas e 25 librat de estucar.
Brigue hespanhol Novo Martin, para Barcelo-
na, carregaram:
Aranaga Hijo &C 156 aaccp com 794 arro-
ba de algodo,
Brigue hespanhol Doi ata para a Rio da
Prata, carregaram:
Aranaga Hijo & C, 200 barricas coa 1,597 ar-
roba de assucar.
Beoebedorl* rnmtlan Internis
geraea de Fernn buco
Rendimenio do da 1 a 14. 17:159^239
Idea o da 15 ...... 1:W8|400
a este prego sobro Ltadrna, so-
bre Paris a 361 rs. por f., eso-
bre Lisboa de 102 a 100 por
cento de premio, importando
es taques de semana em S
> M 180,000.
Aigoaao ----- o escolhido desti provincia ven-
den -ee a 119600 r. por arroba,.
n n regular a ll^lOO rs.; o de
Mante paito a bordo a-12f*>0
rs., e o da Parahiba a 1250
rei.
Aucar O braooe vcde%e de 29800 a
3S600 rs., o somenos da 29600
a 2*700 rs.* maacarado purga-
do de 29300 a 29400 r... a bro-
to de 19900 a 29150 rs. por ar-
roba.
Agurdente -Tendeu-se de
ra.. a pipa.
Couros- O seceos salgados tenderam-
se a 190 rs. a libra.
Arroz- O pilado da IodJ vendeu-ae de
29600 a 39000' rs. por arroba,
a o de Uaraoho de 39000 a
392OO rs. por arroba.
Azeite doce- O de Lisboa vendeu -se a 3S400
ra. por galio, a nio ha do Ea-
treilo.
Vendea-se em alteado a. ISfOOO
rs., e a retalho de 149000 a
I59OOO rs. fleaodo em aer
12,000 barricas.
Batatas \-----------Venderam-te a ljOOO r. a ar-
roba.
Bolaxinha Vendeu-se a 49500 ra. a bar-
riquioha.
Veodeu-se de 69500 a 89OOO rs.
por arroba.
A do Rio Grande vendett-se
do 49500.a 59OOO r. por arror
ba, e o reato que havia do Rio
da Prata vendeu-ae de 2ft600 a
3J200 rs.; Qcando em ser ni-
camente 11,000 arrobas da pri-
roeira.
Cha--------------------Venden-so de 2J10O a 2po00
por libra.
Chumbo----------O de munico reodeu-se de
225 a 239 rs. por quintal.
Carvo de pedra- Veodeu-se de 145 .a 159 rs.a
tonelada.
Cerreja------------Vendeu-se de 49500 a 5$800 rs.
_ a dneia de garrafas.
fannha de trgo-Relalhoti-se del79000 a22000
rs! por barrica de Philadelphia,
22J000 de New-York, 189000
rs. hespaohola, 20J0O0 rs. fran-
ceza, e 28900O rs. de Trieste ;
fleaodo em ser : 13.500 barri-
cas da prirneira, 1,300 da se-
gunda, 1,600 daterceira, 3,700
da qutrta, e 5,600 da quinta,
ao todo 25,700 barricas
Folha deFlandres-Veodeu-se de 21$ 22 rs. a
caixa.
Louca------------ A ingleza rendeu-se com 300
por ceoto de premio sobre a
factura.
aiaoteiga A frauceza regulou a'530 ra, por
libra, e a ingleza de 680 e 720
rs.; cando em ser 1,800 bar-
ra.
Oleo de lioha$a- A ultima reoda regulou por
19700 rs. o galo, e nao ha em
prirneira mo.
Passas----------- -Veoderam-se a 7ff rsa caixa.
Os Oameogos veoderam-se de
2S600 a 29800 rs.
A ultima renda do de pioho
_ t foi a 28S000 rs. a duzia.
Toucinho- O de Lisboa rendeu-se a 7JJ300
rs. por arroba.
Vioagre------------O da Portugal veodeu-se de
120$ a 130*000 rs. a pipa.
Vinho ----- Ode Lisboa venden-se de 2S09
a 2809 rs. a pipa, e de outros
Pi*es de 2309 a 236S0O0 rs.
Velas---------------As de composico venderam-se
a 700 rs. a libra.
Descont--------O rebate de Ultras regulou de
10 a 15 por cento ao anno, des-
cocanlo a caixa 150.0000 rs.
Frates----------- Para o Canal 60 Para Liver-
pool de 40 a 45, pelo lastro, e
3/4 por libra de algodo.
Moyinieato da parlo.
tfaeio intrads no dia 15.
Par e porto intermedios 8 das e 22 horas do
oltiaao porto em 12 horaa, vapor brasileiro
Ot/apock, commandante o capilao de aaar e
guara Gervasio Mancebo.
Rio da Janeiro 25 das, barca franceza Manotl,
da 358 toneladas, capitao odaaat, equipafem
12, em lastro ; a. F. Dragan.
Nmvioi lahidot no mesmo dia.
Maraeille barca franceza Magtrdi, capito
Chaseio de Rgoomean, carga astucar.
Parahiba barca iogleza Linda, capito A. J.o-
hooson, em lastro. I
Macei o partos intormedios vspor nacional
Jaguaribe, commandante Manoel Joaquina lo-
bato.
e> w
ts
Horas.
n G 2 so
c I I o I !
w en C4 * ca PJ ai O Direccaoi
m & 0 99 03 3 B B < | Intentidade.
~3 -a s as s u. | Farhenheit.
&
en
S i?
"so
Cencfjraa'o.
S
e
_l ffyaroreeiro.
I Ciittrna hydi
, mtrica.
o-
A noite clara com alguna neroeiro, rento ESE
regular que rondou para o lerral ao amanhecer
OSCILAgiO BA HAR.
Preamar aa 5 h. 18' da tarda, altufa 7,2 p.
Baixs-mar ai 11 h. 6' da manhaa [altura 0,9 o.
Obserratorio do arsenal de mar oha, 15 de fe-
rereiro de 1862.
ROHANO| STirPLI,
1* lente.
Queijos -
Taboado-------------
Adiiaci.
fochadw, nanUa anpramanatnad
rarf" pelo meto dia.
O contracto ser feilo eom a clausula de qae,
serio comprados a castado foroecedor, pelos di-
rectores do referidos collegio, os gneros pre-
aen tjttaiat que ne forem
boa veUdade a da confor _
que nnr* ipreeentaa coacto
Catre amatar ae mandos
pbmor pelo Diario.
Secretaria da thetourarit
otmbuco, 7 de fevereiro de 1801.
O secretario,
Antonio Ferreira da Aonunciaco.
xar 9 nreaente e
provincial da Per-
Ueeiara^oes.
lew
unidades. Valores.
I3OOO
320
1320
3280
540C
de
ceoto
caada

a
>
arrobe


ALFANDEGA DE PERAMBCO.
/'auca dos precns do' gneros sujeuos a aireito
de exportando. Semana de 17 a 22 do mez de
fevereiro de 1862.
Mercadorias.
Abano.....5 <
Agurdente de cana. .
dem restilada ou do reino.
dem casaca.....
dem genebra .
dem alcool ou espirito
agurdente .....
Algodo em caroco .
dem em rama ou em l. .
Arroz com casca
dem descascado oa pilado.
Assucar mascavado- ....
dem branco ...... >
dem refinado...... a
Azeite de amendoim ou mon-
dobim. ....... caad*
dem de coco ....:.
dem de mamona .....
Calatas alimenticias .... arroba
Bolacha ordinaria propria para
embarque. ......
dem fina. ....... >
Caf bom......'
dem escolha ou restolho
dem terrado......libra
Caibros....... am
Cal..........arroba
dem branca ......
Carne secca charque. ... >
Carvo vegetal. .....*. a
Cera de carnauba em bruto. libra
9500
2J870
118500
igooo
2J800
2SO0O
39100
49500
29000
19600
1280
500
Juizo do commercio,
O Dr. Josd'Araujo Roso Danio, juiz municipal e
de commercio dos termos desta Adade de Santa
Maria de Belem do Gra-Par por S H. I. a
quem Deus guarde etc.
Fago saber que o administrado da maesa fal-
lida dos commerciaotes oo matriculados Jos da
Silva Santo c Irmao, outr'ora eitabelecidos nes-
ta cidade, e Joaquim da Silva Sanios & Irmao oa
do Maranhio, firmas solidarias, peraole eale jui-
zo, fez urna exposicao escripia, do estado da ad-
minislraco em ordem a absterem providentes
disposiedes judiciaes para por termes xeapectiva
liquidaco ; requerendo, em virtud do aviso pu-
blicado 00 o. 244 do Diario do Gra-Par, e re-
produzido nos jornaes do Uaranho, Cear e Per-
nambuco, e do disposto no ait. 86tido cdigo do
commercio, houvesse este juizo determinar o que
devia a administrago fazer. A' vala do que, e
por meu despacho maodei qae fossem contem-
plados os credores ausentes, que cnstasaem dos
livros dos fallidos, no rateio a que s* ia proceder,
depois daria as providencias requeridas. Ponde-
ro u o dito administrador os obstculo, que se lhe
offereciam, pira cumprimento de meu despacho,
pediodo, em sus replica que se houvesee de- man-
dar intimar judicialmente aos credores por rueio
dos peridicos, marcando-se-lhes un novo prazo
para apreseotago das coalas, flodo o qual po-
desse a administrago fazer o rateio pelos credo-
res apresenlados o que agaardava das ordende-
finitivas. Em consecuencia, e por achar de justiga
e legal o refer lo a respeito, mandei que se pro-
oedesse como requera, marcando-se o prazo de
mais um mez. rara scieocia pois dos credore* dos
rtenlos fallidos, assim desta praca como daa di-
tas provincias de Uaranhlo, Cear o Peroambuco
hajsm de apresentar seus ttulos de dividas, ou
contjs legalisadas ; o quedevero faze-lo da data
deste a um mez, fmdo o qual, organisar-se-ha a
lista para o rateio respectivo vista dos docu-
mentos exhibidos, para poder terlngar a ulterior
providencia judicial em ordem (lectiva distri-
buico dos lquidos que houver apurado, sob
pena de encerramento para o effeito legal subse-
quente
Esto ser publicado pela impr'enss e affitado
nos logaras pblicos.
Para 31 de Janeiro de 1862. E/en, Bartholomeo
Jos Vieira, eseriv&o que o sohscrevi.Assigoa-
do.Jos d'Araujo Roo Dan'
thesouraria pro-
esolugo da junta
aos preprietarioa
4|00O
8J00O
SgOOO
59OOO
300
360
160
320
4S0O0
1J600
260
400
295OO
4S2O0
200
230
120
300
11JQ00
I9OOO
m
508
45000
25000
209000
18*e*S39
Onanlado provincial.
Rend ment do dia 1 a 14.
Idam do da 15.
IB
P&ASA 1)0 JIEGIFI
aMn^KyBaUidfHHk
AS i DA TA41DE.
51 9739594
469J316
56:242}910
E
^^^A^&Mft
dem idem em velas. ... >
Charutos....... cento
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados libra
dem seceos espichados.
dem verdes...... >
dem de cabra cortidos .. um
dem de 0115a. ..... >
Doces secooa....... libra
dem em geleia ou matea
Idem-Tjm calda.
Espanadores grandes. ..." um
dem pequeos ..... >
Esteiras para forro ou estiva de
navio ......;. ceoto
Estoupa nacional .... arroba
Farinha de mandioca. lqueire
dem de ararata ..... arroba
Feijao de qutlquer qualidade.
Frechaes........ um
Fumo em folha bom. ...
dem ordinario oa rotlolho. >
dem em rolo bom ....
dem ordiaaro restolho ...
Gomma........ arroba
Ipecacuanha (raz) ....
Lenha em achas..... cento
Toros. # ......
Leonas e esteio'..... un
Mel ou melaco...... aada
Milho........ arrobar
Pi brasil .
Pedras da amolar
dem de filtrar .
dem rebol...... >
Piassava........ molino
Pontee ou chifrea dn vaccat n
'anovilhoa....... etnto
Pcanebees de amarello de
dona custadoa...... urna
dem louro. ......
Sabo......... libra
Salsa parrilha...... arroba
Sebo em rama. ......
Sola ou raqueta ... urna
Tabn de amamUol dezia
dem diversas ..... i
Tapioca....... arroba
Travs.......... ama
Urjhas de boi...... cento
vinagro........ caada
Alfandega de Pernajibuco 15 defarereiro dt
Approvo.fAadgp.adtt.lT-Rarros.
(Asiignado).O primww. coatettale, Jen
Tavaratd Silva. -O 9uiaa Mara Cnit do Amaral.
O lllm. Sr. ioapeclor d
viocial, em cumprimento da
da fszeoda, manda convida
abaixo mencionados, a entregarem na misma
thesouraria, no prazo de 30 das, a contar do dia
da prirneira publicacao do presente, a importan-
cia da quota com que devem eolrar para o cal-
cemento da ra do Cabug.j conforma o disposto
aa lei provincial o. 350. Adve;lindo que a falta
da entrega voluntaria ser punida com o duplo
das referidas quolas, na conformidade do art. 6.
do regulamerrto de 20 de dezembro de 1844.
Numero 2 Jos Peres da Cruz o her-
deiros de J os Gomes Villar
Oa mtamos
Jet Aatuott Guimares
Francisco Jos Ttixeira
Bastos
O mesmo
Ordtm terceira de S. Fran-
cisco
Recofnimeoto ds Gloria
D. Aguida Senhorioha Pa-
rtir
Jos Braodo da Rocha
Joio Antonio Carpioteiro
da Silva
Irmandade do SS. Sacra-
mento do bairro de Sioto
Aotonlo
dem idem
dem idem
4
6
8
10
19
14
16
18
5
7
4899000
6O900O
459OOO
60*000
453OOO
909000
120S0OO
2709000
1719000
409800
9
11
309J6O0
2599200
3009000
2:4589900
presante e

39OOO
I69OOO
6f000
ICO
1049500
709000
39200
8*000
E ptrt constar se mandou affixat o
publicar pelo Diarlo.
Secretaria da thesouraria provincial de Pat-
oambuct 12 da fevereiro de 1882,-0 ateretarfo,
. A. F. d'ABAoociacio.
O Illau. Sr.ioapeclor da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da resoluto da junta
dafazenda manda fazer publico, que no dia 20 do
corrale, parante a mesma junta, te ha de arre-
matar a -quera por meneo izar, e por tempo de
teit mezes a contar do 1 da marco prximo fu
turo, o fornecimeoto da altmeotaclo dot orphaoi
do coHegio de Santa Thnreza am Olioda ado de
orphas desta cidade. a saber:
Pao.
Gaf.
Cha preto.
Mantoigtc
Assucar.
Carne fresca.
Toucioho.
Arre.
Feijao.
Pwanfranto, aa ana falta bacalho,
Aeeite toce.
Vioagre de Litbo. ,
Farioha. _
Sal.
Leaba.
Verdura. e lampen*.
Fructas ou docua.
Batata.
DieU pire/os dtalo.
Frango ou rang.
Galinha.
Censelho admiuistrativo.
0 cooselho administrativo para foraecimeoto
do arsenal da guerra tem de comprar os objectos
seguales :
Par a compaohia de eavallaria de linha.
6 davinas de fuzil com vareta.
11 espalas com baiobas.
27 apparelhos de limpeza.
11 bolcae para apparelho da limpeza.
11 bornees para races.
Para a compaohia de artiQces.
1 talha de barro.
Para o 2* balalho de artilharia.
32 fitas brancas para exercicio de esqueleto,
tendo cada urna 8 palmos de comprimeoto.
32 ditas encarnadas para o mesmo com as
mesmas dimeosoes.
Para o 1* balalho de infantera.
20 cordoes para canudos de inferiores.
3 caldeiras de ferro para 100 pracas.
13 varas para limpeza.
Para o meio balalho da provincia do Cear
2 espadas com bainhas de ferro.
2 cananas de couro envernisado.
2 telios de dito dito.
2 dadores.
Para provimento do armazem do arsenal
de|guerra.
40 meiot de sola garroteada.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as suas proposlas em carta fechada oa secretaria
do conaelho, as 10 horas da manhaa do dia 19 do
correte mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 12 de
fevereiro de 1862.
Bento Jos Lamcnha Lins,
Coronel presidente*.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Peroambuco se faz publico que cesta data tica
inscripto no livro competeule o conlrato de so-
ciedade que em 27 de Janeiro do correte auno
celebraram Vicente Ferreira Nunes de Paula e
Jos Francisco Coelho da Paz, domiciliados e es-
(abelecidos nesta praca sob a tirma de Nuoes &
Coelho, com o capital de 5:0009 foroecidos por
ambos em partea iguaes ; deveodo a sociedade
durar por espaco de tres annos, contados de 2 de
setembro do anao prximo fmdo.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
oambuco 12 de fevereiro de 1862.
' Julio Guimires,
OfOcial-maior.
Conselho de compras uavaes.
Tem-se de promover sob as coodicQoes do es-
tylo, o coolrato de fornecimento at margo pr-
ximo de cal preta e branca, para as obras a car-
go do arsenal de marinha, e de camisas e calcas
de algodo azul americano, para os africanos II-
vresjao setvico do mesmo arsenal, assim como a
compra dos objectos do material da armada, abai-
xo declarados:
Para os navios.
4 arrobas de fio de vela, 200 agulhas de pa-
lomb, 20 governaduras de escaler, 11 arrobas e
10 libras de plvora grossa, e 230 covados de
baetilha.
Para o arsenal.
400 folhas de cobre de 28 a 30 oucas.
Em coosequencia convida o cooselho aos pre-
tndanles apreaentsrem as suas propostas no
dia 18 do correle al as 11 horas da maoha.
Sala do cooselho de compras oavaes em 12 de
fevereiro de 1862.O secretario,
Alexaodre-Hodrigues do Aojos.
Cousellio administrativa.
O conaetno aumiaisirauvo, para lorneclmeuio
do arsenal de guerra, tem de comprar o objectos
seguales :
Para o 10* batalho de infectara de linha.
445 botdes pequeos de metal bronzeado com
o n. 10 amarello.
Para provimeoto do armizem do arsenal de
guerra.
6 arrobas de lato em lencl.
2 arrobas de rame de lato n. 12.
5 duzias de laboas de rearadlo para forro.
5 arrobas de fio de vela.
5 arrobas de alvaiade.
10 arrobas de cabo de lioho branco de 1 polle-
gada el 1/4 de grossora.
Quem quizer venler taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manh* do dia 17 do
correte mez.
Sala das sessoes do cooselho administrativo
para foraecimeoto do arseoal de guerra, 8 de
fevereiro de 1862.
Benlo Josi Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo^
Coronel vogal secretario interino.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado se fu publico aos con-
tribntntes dos impostos de 4 por cento sobre es-
tabelecimentos de fora da cidade, prensas de al-
godo, typographias, cocheiras, cavallarices, bo-
tis, casas de pttto, botequins e fabricas ; da 12
por ceoto sobre os estabeiecimentos de commer-
cio em grosso e a retalho, armazens de recolner,
depsitos e trapiches ; de 8 por cento sobre os
consultorios medicse cirurgicos, sartorios e es-
criptorios ; de 509 sobre casas de bilhar, modas
e lojas que veoderem roupa feitae^hapeos es-
taangeiros ; de 1 0009 sobre casas bancadas com
eroissao e privilegios; de 3009 sobre as casas
baocarits sem emisso, eompaohias anooymas
e agendas ; de 2009 sobre casas de cambio ; de
500 rs. por tonelada das alvarengat e canoas
abertas empregadas no trafico da carga e descar-
ga ; de 309 por cada eseravo empregado no ser-
rico das mesmas al va rengas ; de 169 sobre cada
um carro particular de 4 rodas; de IOS sobre os
de das roda; de 189sobre os de aluguel de4
rodas; de 11$ sobre ode duss rodas ;'e de 69
sobre as carrocae e vehculos de couducc&o ; e
de 259 sobre mnibus, que os trala diaa uleis
marcados para a cobraoca a bocea do cofre do
anno Qnanceiro de 1861 a 1862 fiodam-se no dia
19 do correte, Qcando compreheodidas na res-
pectiva mulla os que psgarem depois desse
prazo.
Mesa do consulado provincial de Peroambuco
11 de fevereiro de 1862.
Pela subdelegada do curatoda Sede Olin-
da, se faz publico que no dia 6 do corrate mez
e anno foi apprehendido nesta cidade.um cavallo
d cor roiilho, com o olho direito ceg, por se
achar vagando pela dita cidade, o qual se acha
depositado oa formara lei.
Francisco daa Chagas Salgueiro,
. SuJelegado.
Parahiba. Rio Ofende do Norte,
Maca^ do Astu', Aracaly, Cear
e Acaracu'.
O vapor Joaarassi. commaodaote Viaonn.
sahir para oa porto do norte de sua escala at*
o Acarac no da 20 do correte mez s 5 horaa
Recebe carga al o dia 19 ao meio di. E-
commeodas, passageiros e dioheiro a frete'aU
dia da sabida 2 horaa: escriptorio no Fort*
do Mallos n. 1.
Rio de Janeiro
O bem coohecido o veleiro brigue nadoaal
tDamao pretende seguir com muita brevidade.
tem parte de seu carregameoto eogajado : para o
rasio que lhe falta, trata-se com os seus coosigna-
tsrioa Antonio Luiz de~Oliveira Azevedo 4 C. no
seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Para
Rio de Janeiro,
O veleiro patacho nacional cCapuao, de pri-
rneira marcha, preteode seguir com muita brevi-
dade, tem a seo bordo dous tercos de aeu carre-
gameoto : para o reato que lhe falta, passageiros
a escravos a frete, para oa quaes tem excellentea
commodos, trata-se com os sees consignatario
Antonio Luh de Oliveira Azevedo & C, 00 seu.
escriptorio ra da Cruz o. 1.
Para Lisboa
aahir com toda a brevidade o brigae portugus
Constante, eapilo Augusto Carlos do Rei,
visto ter prompta a maior parte do sen carrega-
meoto : para o restante e passageiros, para o*
quaes tem excelleDtes accommodacoes, irata-sa
com Maooel Ignacio de Oliveira & F-ilho, largo do>
Corpo Saoto, do escriptorio, ou com o capitao na
praca do commercio.
Lisboa.
_ O brigue portuguez aBella Figueirease, capi-
to Jos Ferreira Lessa, sahir com brevidade
por ter a maior parle de aeu carregameoto prom-
plo : para carga e passageiros, para os auaea
tem excellenles commodos : irala-se com F. S.
Rabello & Fuo, largo da Auembla 12.
Aracaty
Para o Aracaty segu at o fim da semana o
hiate Nicolao I : quem quizer carregar ou ir de
paasagem, dirija-se a ra da Cadeia o. 57.
lio Grande do Norte.
A barcaca Nova Esperaoca lahe para o Bo
Grande do Norte at o dia 15, aioda recebe carga
a frete : a tratar do trapicheado algodo.
Para a ilha de S Miguel
sshe at 0 dia 20 o patacho pGrivguez aLima :
para o resto da carga e passageiros, trata-se com
os seus consigoalarits Joo do fttao Lima &
Irmo.
Para a Baha segu o palhbaote Santo Amaro
pira alguma pouca carga que lhe falta trota-aa
com seu consignatario Francisco L. O. Azevedo
na ra da Madre de Deus o. 12.
Rio de Janeiro
A barca nacional Amelia teodo parte de sea
carregameoto tratado, preteode seguir eom muita
bravtdade : para o resto que lhe falla, os preten-
deres entendam-se com os seu coeiigoatarioa
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A C no tea
escriptorio ra da Crus n. 1.
LttilO"*,
Quarta-feira 19 do correnta
as 11 horas.
Antonio Carlos Francisco da- Silva far feila
para pagamento de aeut credores por interven-
gan do agente Pinto, doten sitio com boa casa o
grande pomar no salgadioho do Olinda, oo dia
e hora cima moociooado ao escriptorio do mes-
mo agente rus da Cadete o. 9.
LEILAO'
DI
Ditas escravas.
QUARTA-FEIRA 19 DO CORRENTE.
O ageote finto raraltilo a urna hora da tar-
de do dia anima meociooado, de duas escravas.
criouleaceni habilidades, aa quae serio vendi-
das sem reserva de prego em tea escriptorio ra
da Cadeie o. 9.
LEILAO
'tt:;
Avisos martimos.
-
Para o Porto.
Segnn em poucos das a barca portugueza
Flor ia Man; per te parte do eu carregameo-
o rompi ; qnem qaha* carregar ou Ir de pas-
tagem, dirl*-*e ao centigoatario do mesmo em
aeueaerlptario da rea noapoHo n. 43, segundo
andnt.
Leite.
Aletria.
Macarra,
Viun'o,
1 i*^
As peitoas qua quizewwucootraltr,dtt9:oxaa-
potiTo aprsentela tuas propostas em cartas
tlat
Farinha de trigo.
QUINTA FEJRA 20 DO CORRENTR.
O agente Pian far leilao por anota a risco da
quem pertencer, da 491 barricas eom ftrieha da
trigo, as 10 horatdo dia cima mencionado : co
aimazem dosSrs. Aotunes Guimares &C, For-
te da Matto. *
Atten^ao! Atten^ao!
Leilode cliapelioas trance-
zas para' senhoras.
AMAXHAA'
Terga-feira 18 do-norreote nt leja de fezendaa
da ra do Gtbug o. 8, alem de muita fsxendaa
e obraa felat francezat, serio postas em leil
por todo o prego na a offerecer ebapelioa dm
fil o de aeda para aeohaja sem tneitadas com
bicetde blonl, fitas de Hndts cores eriquissimaa
florea, dia-ae veos gratuitamente- para aa dita*
chaptlinas a quem a arrematar. A.rremate-tn
ama mesmo a vontada dos arrematantes.
Rio de Janeiro
o hiatteNo.vaet, prirneira ciaste,-forrado da*eo-
bre, novo,.segu com brevidade por ter tratada
meio carregamaato ; aioda rtceb alguma.carga
eetqravae.a fteta; trata- com os ceoaigoaU-
rios Marinea, fiarroa i G., largo do Corp Santo
ouaaioB,
A 47 do corrate.
Augusto C. de Abren ftr leilao por iatarren-
?ao no agente Olivetijgjtlaumiattira .tettitanana
de fazendas inglaaas,as mais wnariaa do mer-
cado e bem coahecidas de atat fregueze, a
qnem convida'para
Seguiidareira Ir
do crreme, s 10horda manhla, nrWu *t*>
mazem, ra da Cruz do Rtcift.

-.


1 y*1

tSUKt Dg gtmmCQ. EfiTJDl FIUU. 17 CU VKVB^UO. WS i6C.

LEILAO
Segunda:feira 17 do corrate.
PELO AGENTE
Alerta Srs.jmacineiros e paes
de familia.
O agente cima fai* leilap por conta
e riico de quem pertencer dos movei*
abaixo declarado.ao correr do martel-
lo. na ra do Imperador n. 20, arma-
etn qe foi de Joaquim Pereira Silva
Santos, contistlndo no seguinte :
Armarios.
Guarda roupa.
Mobilia completa.
Secretaria.
Bids.
Toalhetes.
Guarda roupa com espelho.
Lavatorios.
Tocadore multo ricos com espelho.
Commodas.
Quadros com lindas estampas.
Espelhos diversos
As 1 i horas em ponto no menciona-
do dia.
LEILAO
DE
Farinha de trigo.
LEILAO
DR
Quarta-ftira 19 do corrate.
0 agente Pialo tari leilao por ordem doi ad-
ministradores da mana fallida de Jos Ribeira
Pontea, das dividas activas da mesma msssa,
11 horas do dia cima mencionado em sea es-
criptorio na ruada Cadeia n. 9 onde se poder
dar desde j qualq.er esclarecimeato acerca,das
referidas dividas.
Alerta senhores de engenho
Segundaf eir 17 do -correr/te.
'Prefine-i a quem comprar olio aiaoa, (j
annuociado) que ba urna parle pertencente a ou-
Ira h.rdeira.
O abaixo assign.da, reapondeodo ao annun-
fo mandado inserir no Diario de Pern.mbuco do
la 14 do correle pelo Sr. Joaquim da Silva. Boa-
-rlste, no qual declara ter juit 9 cootntado com
o Sr. Firmiano Jos Rodrigues Ferreira Jnior
compra da loja do Pssseio Publico o. 11. o
mesmo abaixo assigaado faz sciente ao mesmo
comprador que s loja da posse e dominio.de
abaixo asaignado pela escritura de dislreto ce-
lebrado em 12 de julho de 1861 para a liquidagio
da exliocta arma social Ferreira Cruz, e como
al o Sr. Firmiano Joi Rodrigue, Ferreira Jo-
oior, que mostr o titulo por onde possue a loja
para poder vender, que o abiixo assigaado como
liqudatario, protesta em tempo compatente ir
?S?r Io con>P"d 1862.Bento Alves da Cru.
DE
3 lindos moleques.
O agente Camargo ara' leilao
lindas pecas de idade de 13, 14
de 3
15
airaos, na ra do Imperador, ao maio
da. armazemn. 20, vai ao correr do,
martelle, para pagamento, aproveitem
a occasuio.
Avisos drersos.
Ter O agente Pinto fari leilao por conta e risco
de quem pertencer de cerca de 200 barricas com
farinha de trigo de Lisboa, multo fresca eda pri-
meira qualidade da fabrica de Joo de Brito, as
quaes serio vendidas em lotes vootade dos
compradores, la 11 horas do dia cima mencio-
nado no armazem do baro do Livramenlo caes
do Apollo.
LEILAO
Segunda-feira 17 do corrente
as 11 horas
O agente Camargo levar em leilao
publico, por conta e risco de quem per-
tencer, um carrinho para uin e dous
cavallos, com arreios, e um cabriolet
para um e dous cavallos
Imperador n. 20.
na ra do
Leilao
Terca-
i-teiral8 do corrente as
11 horas em ponto.
Alerta Srs. trapicharos e ven*
delhes que ao correr do
martello sem limite olgum.
O agente Camargo fara' leilao por
conta e risco de quem pertencer do se-
grate na ra da Senzala n. 12 :
50 barricas com serveja.
Vinho Bordeaux em barris.
Dito em cal xa de 1 duzia.
Cognac em barris.
Dito superior em caixa.
Vinho Xerez em barris.
Vinagre.
Sardmhas em latas e meias latas.
No mencionado da as 11 horas em
ponto, a elles Srs. trapichearos e ven-
delhes que e' sem limite algum, ao cor-
rer do martello.
LEILAO
DE
Superior milho.
Quarta-feira 29 do corrente
Vender-se ha em porco de
10 saceos para cima.
O agente Pestaa far leilao de 100 saceos com
superior milho, no armazem do Forte do Mallo
nn !"m' Sr" ba,o do Lifn>ento;: quarta-feira
i* do correte, as 11 horas da maDha.
LEILAO
. Por muitas vezes se tem annun-
ciado que samen tese recebem assignatu-
ras deste Diario a 5$000 por trimestre,
sendo pago dentro de 15 diasdo come-
co, mas acontece que alguns de seus
assigoantes demorem o pagamento alem
daquelles das, e se julguem com direi-
to a paga-Io a dito preco anda mesmo
que falte meia duzia de das para se
vencer o trimestre; por tanto de novo
se declara que nenhum direito tem o
subscriptor de pagar a subscripcao a
seu arbitrio, e sim como est estipulado,
nSo servindo de desculpa o nao ter sido
procurado, por quanto nenhuma'duvi-
da ha em receber se na livrari ns. 6 e
8, da praca da Independencia, por nSo
haverem tantos recebedores, quantos
seriam precisos para encontrar em
suas casas, a alguns asignantes.
Nesta typographia, precisa-le fal-
lar ao Sr. Dr. Juvencio Alves Ribeiro
da Silva, que reside no Cabo.
. ~~ Um homem casado, asss conhecido nesta
cidade, esua mulher, offerecem-se para ensina-
rem as primeiras letlras. bordar, cozer, etc., a
qualquer pai ou pais de faimliaa do matto, que
precisarem de seus servicos ; .podendo affiancar-.
se o zelo, amizade e dedicago que alineada-
mente se empregar no tratamento e adianta-
mento dos meninos e meninas que Ihe [forem
confiados, mediante mui mdica pags, a que se
sujeitaro aliento suas precises: para, se lotor-
marem da conduta e capacidade dos offerecidos
podero dirigir-se ao largo do Paraso, sobra-
uo n. 26, onde tambem se contratar.
LOTKM
Amanhaa 18 do corrente, andarao
impreterivelmente as rodas da ultima
parte da nona e primeira da decima
lotera da matriz da Boa-Vista desta
cidade, no consistorio da igreja de Nossa
Senhora do Rosario de S. Antonio.
Os bilhetes, meios e quartos achara-
se a venda na thesouraria das loteras,
ra do Crespo n. 15 e as casas com-
missonadas. Os premios serao
a entrega das listas.
O thesoureirc,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
O padre Joo Jos da Costa Ribeiro, substi-
tuto das aulas de latim desta cidade lecciona par-
ticularmente em sua casa no pateo do Carmo n.
16.
Attencao
"5*"
pagos
Perda
Quarta-feira 19 do corrente*
I O agente Piato far leilao a requerimento de
Prente Vianna & C e por despacho do Illm.
ar. juiz especial do commerco das dividas adi-
aras dos ausentes Manoel Joaquim de Oliveira 4
C, as 11 horas do dia cima mencionado em sen
senptono ra da Cadeia n. 9.
Os papis e alguns documentos das referidas
dividas poderao ser examinadas desde Uno es-
iptorio do referido agente das 9 as 3 a tarde
Da mao do abaixo aasignado desencaminha-
ram-se uns autos de acgSo de letra, com a res-
pectiva carta de sentenga : quem o achoa, que-
rendo fazer o favor de os entregar, ser agrade-
cido e recompensado, na ra de Horlas n. 48 ou
no cartorio e casa da residencia do f scrivo Ma-
noel Mara.
Adolpho Liberato Pereira de Oliveira.
Na ra da Cruz n. 36, precisa-ae de um cai-
xeiro para laberna, de idade de 12 a 14 annos.
Precisa-se de urna ama de idade paracoii-
nhar o diario de urna casa de pouca familia : no
Recife, ra daj3ruz n. 31.
Joaquim Francisco do Cruz, sublito porta-
guez, vai a Portugal, e deixa por seus procura-
dores em l.B lugar a Jos de Paiva Ferreira J-
nior, em 2. a Manoel Jos Lopes Guimaries, em
3." a Antonio Casemiro Gouveia.
9 Aluga-se um quario andar com~excel-
j lentes commodos : na ra da Cruz o 53.
- Precisa-se alujar molequeT iThotel da
Aurora, ra da Imperalriz n. B6
a O Dr. Ernesto FelicianoTdaSVTTav^
9 res, medico, pode ser procurido para o 8
exercicio de sua proflssao : na ra da O
Praian. 43. segundo andar.
xmmmmm oKmmmm*
Roga-se ao Sr. capttao Manoel de
Souza Leao Jnior senbor do engenho
Gurjau', de nestes 8 dias sem falta, ap-
parecer na ra da Aurora n. 86, pr-
mciro andar, a negocio de'seu interesse.
. 7i,?f ^"dores flseaes e depositarios da mas-
a fallida de Jos Fernandas Agr convidara aos
credorea da referida massa, cujos ttulos foram
habilitados no referido processo para apresenta-
rem o* seus ttulos no prazo de 8 dias, aos abai-
xo asHgnados, travessa da Madre de Dos arma-
zem u. 16, aflm de proceder-se o dividendo da
quanlia em deposito, visto para ialo acharem-se
autonsadoa por despacho do Dr. qu de direito
docommercio.-Ferrera & Martins.-Barrs 4
Os senhores abaixo declarados queiram ter
a bondade de virem a ra da Cadeia do Recife
n. 25, segundo andar, que se Ihes precisa fallar
a negocio de manha das 6 as 8 horas e de tarde
das 2 as 4.
Os senhores :
Vicente Ferreira da Costa Miranda.
Joaquim de Oliveira Maia (morador na Game-
1611" */,
Joaquim Jos Botelho.
Joaquim Milet Hariz.
Bernardino Diaa Ferreira.
Joo Pacheco Alves.
Manoel Amonio Rodrigues Samico
Jos Florencio de Oliveira e Silva.
Francisco Felesbino de Carvalho Raposo.
Joaquim Teixeira Peixoto Jnior.
Francisco de Paula Bornes Uehoa;
Bernarqino Pereira de Brito.
Jos Chrisostomo de Almeida Coila
Jos Joaquim de Oliveira.
Antonio Teixeira Peixoto.
Alexandre da Cuoha Coelho Catanho.
Agoalinho Ferreira Jnior.
Augusto Cesar Caroeiro de Mallos.
Fraocisco Avilla de Mendonca.
Joaquim da Silva Alves Ferreira.
Capillo Jos Marcelino Alvea da Foaseca.
Luiz Moreira de Mendonca Jnior.
Benlo Tupinanb.
Jos Dias Alves do Quintal.
Francisco Joaquim Pereira Pinto.
Joo Filippe dos Santos.
Antonio Joaquim Goncalves do Cabo.
Jos Ricardo de Lyra.
Jos Benlo de Souza.
Ensino de partidas
dobradas.
E ARITHMETICA
DIRIGIDO POR
Manoel Fonseca dt Medeiros
Duas vezes por semana tercas e sextas
Das 7 as 9 horas da noite
Ba Nova n. 15, iegundo andar.
Precisa-se de urna ama paracoainhar e com-
prar: na ra dolmptridor, n. 37, segundo an-
dar, entrada direita.
Precisa-se alugtr um sitio as proximidades
deata cidade, na Solidade, Santo Amaro ou Mag-
dalena, quera tlver dirija-so a ra da Cruz oo
Recife n. 38.
Quem precisar de 700#000 ris com bypo-
Iheca em alguma case, dirija-se a praca da Boa-
Vista loja de cera que dir quem d.
Esl para alugar-se o segundo andar do
sobrado n. 193 e casa terrea n. 191 da ra Impe-
rial : a tratar na ra da Aurora n. 36.
Precisa-se de urna ama para todo servko
de urna casa : na ra da Roda o. 42.
Perdeu-se na uoite do dia 13 do corrale,
na ra da Imperalriz, urna pulseira de ouro :
quem a achar e entregar em dita ra, no primei-
ro andar do sobrado o. 43, ser bem recompen-
Fabrica de espiritds na
ra Direita n.ll
Neata eat*elecimeota ba conatantei
rente sor-
umanto de tedas as qualidades de espiritos,
ito sejaro, agurdente do reioo,
licores de todas aa qualidades,
mais ordiaariaa, desde o
co-
genbra, anis,
tanio finas como
- preco de 240 at 2a a
garraa, eapinto de vinho de aobida gaduaco e
tesa o menor cheiro, proprio para qulquer com-
poncao, sendo os presos os mais m coala do
que em qualquer parte.
Sociedade banc^ria.
Amoriro, Fragoso,Sanios dt C acam e tomam
laques sobres praca de Lisboa.
Aluga-se um bom sitio com mikitas arvores
de fructo, bem como um bello jardim no lugar
do Caldereiro, esquina da ra da Mafgueira, com
urna boa cass para grande familia, pintada de
novo e forrada de papel, ap lado ocheira para
carro, quartos^ara pretos, estriban! para qualro
ou seis cavallos: quem o pretender pode dirigir-
se ra da Cruz do Recife o. 63, para tratar.
Ha para alugar um terceiro an-
dar muito fresco na ra d Encanta-
mento : a tratar na ra da | Cadeia do-
Recite n. 33.
i a ra da
O Dr. Rocha Bastos reside
Crox d. 16, segundo andar, adnde pode
ser procurado para o exercidio de sua
proQsaao.
O Sr. Joao Chrisostomo
moro na Soledade, e.teve taberna
Aguas-Verdea e tem um filho na
pareca na ra do Rangel n. 43,
nao ignora.
avalcante que
na ra daa
academia, ap-
negocio que
1 Moleque,
gs Na ra da Cadeia Velha n.
Ja and. precisa-se de nm moleque de
^P de 15 annos para cima, quem o tiver pa-
m ra alugar dirija-se a referida bisa.
52, tereei-
B7..PirheC""'e,de u0Qa "ma 1rra ou captiva,
qaesalba cozmhar, comprar e engommar
ra da Cruz do Recife n. 25, primeiro andar.
na
Am
Fugiram do lugar Bebedouro termo deCa-
a*ooe. comarM d<> Bonito, em diaa de oulubro
de 1861, dous escravos prelos com os nomes e
sigoaea seguintei: um de nome Joaquim, de 26
annos de idade, poaco mais ou menos, cor pr'e-
la, altura proporcional e cheio do corpo, a groa-
ur* regular, roslo redonJo, nariz chalo, pouca
barba, pes e percas bem feitas, lem urna cicatriz
proveniente de orna ferida na perna direita ; a
outradeuomeRuflna.cor preta, alta, grasura
regular, representa 26 annos de idade pouco mais
ou menoi. olhos vivos, semblante alegre, bem
fallante, tem marcas velhas de relbo pelas cos-
as e na frente em cima de m peilo tambem
tem urna cicatriz. O eacravo joaquim pertonce
a Lourenco Justiniano Cordeiro, e a escrava Ru-
fina a sua irma D. Canuta Cordeiro dos Santos,
tendo oa ditos fgido do-Bebedoaro e passando
pea villa do Bonito foram all seduzidos pelo
europeu Jacintho Aragao, que requereu deposito
aos ditos ao juiz municipal supplente Bezerra
ae Mello, que sem mais formaiidade alguma des-
S ," fVor.aTel a foram depositados em poder
?n. S!flh,0 Jos de Mell' e lec"> Loureoco oe-
DO'ti, 24 T?- 8;spe.ndi,l0es8e egal deposito
deai m.^? de d"embro "l"o, na noite
desie mesmo da para 16 evadiram-se ditos es-
v!la0dSneRndt0 ada 6m POder d0 '" "a
villa do Bonito que os tioha de entregar a seo
legitimo senhor e haveodo bem fundidas sus-
peit.ade.ersatafuga dos ditos proveniente de
osiouacoes do dito europeu Arage, que j
bem conhecido em traQcanciss de tal natureza
roga-se as autoridades policiaes, capites de
campo e mais pessoas particulares que delles li-
verem noticia ou apprehende-los leve-os ou man-
den! informar a Fraocisco Cordeiro Falco no
engenho Pedra Firme sito no termo do Bonito
que sero gratificados generosamente.
Precisa-se de urna ama que ccinpre e cozinhe:
a tratar na rus Nova, loja franceka n. 11.
Atten Urna pessoa com as precisas habilitaces se
propoe a agenciar qualquer cob ao?a de divida
nto nesla praja como fora dell i, fazendo a sua
custa as despezaa precisaa, urna vez que as partes i *1
a nao possam fazer, conforma o ajuste que se fl- s
zer. percebendo por isto urna commisso mdi-
ca : na ra da Alegra n. 88 nalBoa-Visla. ou
para Bformasoes com o solicitador Manoel Luiz
da Veigs.
Aranaga, Hijo & C.
o Rio de Janeiro.
sacam sobre
J FERREIRA VILLELi
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cabug n. 18, 1.* andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratoa porambrolypo, por melainotypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaos para
pulcelraa, alDnetes ou cassoletas. Na mesma
casa exiate am completo e abundante sortimento
da artefactos francezes e americanos para a col-
locaco dos retratos. Ha tambem para ate mes-
mo tim cassoletaa e delicadoa alfinetes de ouro
de lei; retratos em photographia das principaei
peraonagens da Europa ; stereoscopos e vistas
stereoscopicas, assimeomo vidros para ambroiyp
e chimicas photograjihicas.
ebbre Porlngal e
Ssca-ae qualquer quantia
Ilha de S. Miguel ; na ra do Vigario n. 9, pn-
rneiro andar, escriptorio de Carvalbo, Nogueira &
Companhia.
na
'Licoes de ingl^z.
Dso-se de noite no hotel fraosezl: a tratar
ruada Cruz n. 1.
Os ahaixos assignados, avisam a
todos os devedores da extincta firma de
Aranaga & Bryan, queseest^' acabando
de liquidar,' tenbam a bondade de vir
saldar seus dbitos dentro del 5 dias, na
ra do Trapiche Novo n. 6, le para os
que faltarem. serao tomada? medidas
coercitivas.
Aranaga Hijo Si
Aluga-se o armazem da ra da
tica por delraz da loja da ra di Cadeia n. 18
tratar na mesma loja.
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
Sj medico broailolro. Bsto emblema posto
Igualmente na lista dos medicamentos qao se pa-
aisim marcado, amboratenham atamp o no-
JialSL.8*0"0 "o falsos'
Ate tu. deste mez[
S\HE DO PRLO
o 1* volume
DO
IVovo melhodo praticd theorieo
PARA APRENDER
A 1er, fallar, escrever
traduzir o francez
EM 6 MEZES
ESegnndo o facillimo rvstema
allemao
el
DO
DR. H. OLLENDORFF.
POR
CICERO PEREGRINO.
Obra inteiramente nova e nica eacrip-
ta em portugus por esse lystema ; np-
provada pelo comelho director de ins-
truco publica desta provincia 2 toIu-
mes ~9.
Recebem-se assignaluras na ra
Queimado n. 26, primeiro andar.
do
c.
Senialla que
a
O professor de msica
1 Attencao. I
MM
Terca-feira 8'db corrente.
Costa Carvalho fara' leilao no da ci-
ma as 11 horas em ponto, em seu ar-
mazem na ra do Imperador n. 55, dos
restos do movis pertencentes a massa
fallida de Jos Antonio da Silva Araujo.
Ysaimeomo
wendera' urna escrava pertencente a
mesma massa.
ISIU8
Quarta-feira 19 do crrante.
Costa Carralho autoritario pelos ad-
miwstradores da massa taUida de Jote
Antonio da Silra Araujo.de novo leva-
ra a leilao a loja de miudezas da ra
do Queimado n. 27, consistindo em ar-
fa, djvjda 9 ma* pertences da mes-
Precisa-se do urna ama forra para urna casa de
familia de duas pessoas para fazer compras e co-
zmhar ; quem quizer dirija-se a ra da Praia n
44, que achara com quem tratar,
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
roa da Imperatriz n. 40 ; a tratar no meamo.
Francisco Pedro da Cruz Neves. cidadap
brasilelro, retira-se para Europa a tratar de "ua
saude.
Precisa-se de um caixeiro para ama taber-
na, de 10 a 12 annos : a tratar na ra Velha nu-
mero 27.
Attencao
Os senhores herdeiros do engenho Cursahy que
pretenderam comprar urna parle do engenho Pio-
aobal, na fregueiia de Pao d'Alho, ou oulro qual-
quer senhor, queiram apparecer na ra do caes
novo de 22 de Novembro o. 32, segundo andar
que acomprario por metade de seu valor cuia
parte vale 6.000, visto o engenho ter sido afi-
liado em 4O:0OOS. o Sr. Joaquim Cavalcanti de
Albuquerque Mello comprou dito engenho em
1851, o qual estava arrendado por 1:000 annual
por isto tem de pagar 250 por auno, sao 2 500'
alem do arrendameolo do 24 annos de outros ren-
!1JVM conhecido e H' P<"le vale bem
rf6:(JU : quem a quuer comprar por 6:500, di-
nheiro i vista, appareca, Hiato o Sr. Cavalcanti
nao cumpnr o que iraiou : a qao vender-se dita
parte at 15 de marco, o berdeiro lem de reque-
rer o engenho praga, vino o Sr. Cavalcanti as-
simo, querer. v
O abaixo assigaado roga aos seus credores
da praca do Recife. que Quanto antes hijam de
tirar suas cootas correntes do que Ihes devedo-
ra a casa de Paulists e deixa-laa em carta fecha-
da am casa de Martina & Santos na ra do Ca-
bug, para serem ahi procuradas. EogenhoPau-
luta 15 de fevereiro de 1862.
' Joaquim Cavalcanti da Albuquerque.
Pode-se encarecida menta aos senhores abai-
xo dirijsm-se a loja da ra do Crespo o. *7
negocio que os meamos nao ignorara :
Dr. Americo Fernandas Trigo de Loureiro.l
Jos Fraocisco de Barros fiego Jaoior.
Horacio de Souza Leo.
Bernardo Duarte Braodao.
Manoel de .Souza Leao Jnior,
Ivo Martina de Almeida.
Francisco' Jos dos Passos Guimariis
xou de sor procurador do Sr. Dlogo Jos
Guimaries residente em Portugal.
* Precisa-se da oto conziaheiro forro ou es-
wavo; nobotequiui da ra da Guia o. 99,
*
Quarta-feira 19 do corrente, a
1 hora da tarde, depois da au-
diencia do Illm. Sr. Dr. juiz
municipal da segunda vara na
respectiva sala dos auditorios te-
r lugar a continuacSo da arre-
ce; mata qao por venda dos bens se-
(B guintes : um sobrado de um an-
% dar e sotao n. 2 sito na travessa
% da matriz de Santo Antonio,
$ avaliadoem 10:0000, urna casa
% terrea meia agua n. 1 lita na
f^rua de S. Francisco araliada
^ em 4000, urna dita terrea n. 1
$} sita na ra do Arraial do Brum
^ avahada em 1:0000, urna dita
5, terrea n. 3 sita na msma ra
^ avahada em 1:2000 e outra dita
^ terrea n. 5 sita na mesma ra
ft avallada em 1:0000, situadas
g estas tres ultimas em terrenos
^ de marinha, cujos bes sgo per-
^-tencentes ao espolio do padre
g Jos Leite Pita Ortigueira, e vSo
H a praca a requerimento do tes-
g tamenteiro e inventariante
g> ra pagamento de dbitos.
Rodolpho
Eichbaum, discpulo do conservatorio do
Leipsic, acha-se prompto a dar lines
de piano e cantoria : pode tev procura
do na ra da Cadeia do Recife, loja do
Sr. Antonio Luiz de Siqueiija, ou na
ra da Cruz n. 10, casa de Kalkmann
Ir raaos & C.
Precisa-se alugar um preto, daodo-se o
sustento, e paga-se mensal ou semanal, para o
servico deata typographia : na livraria ns. 6 e 8
da prsca da Independencia.
Retratos de
Retratos de
Retratos de
Retratos de
Hawleyotypi)
HYwleyolypo
Hawleyolypo
Hawleyotypo
Hawleyolypo
novo
novo
qovo
novo
nova
nova
nova
nova
nova
gosto
gosto
gosto
gosto
iuven^o
invencSo
invencao
inven^ao
invengo
Presos baixado para pouco
tempo.
aea*ai3MBM3 mam mmmm
AG1TAD0II DYSlICO
DO DOUTOR
WSSm i. L HH1(D.
Para a preparaco dos medica-
mentos homeopatbicos.
_ Os medicamentos preparados por esta machina
sao os udcos, cora que se pdem contar no cu-
l.V^?^!8. moleslia8 Perigosas. E como seja o
CHOLERA MORBUS urna d'aqaellas que! nao
admitiera deloogas e experiencias, cumpre pre-
terir esses medicamentos a outros quaesquer se
qaizerenMirar da homeopalhia os vantaiosos're-
sultados que ella assegura.
Acharase a venda carteirai e meiis carleiras
especiaes contra o cholera, acoropanhadas das
competentes ioslruccoes, pelos presos conheci-
dos, na pharmacia especial homeopathica, ra
de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.
N B. Os homens de bom seoso reconhecem
certamente que sendo o Dr. Sabino a fontefpura
d onde emanou a homeopalhia em Peroambae
e em todo o norte, elle o nico immediata-
menleintereisado no seu crdito e no seu pro-
gresso, e por conseguirle to somonte nelle
que se pode encontrar garantas, quer em rela-
cao applicago da scieocia no curativo das mo-
lestias, quer em relacao preparaco doa me-
dicamentos.
Na pharmacia do Ur. Sabino trabalham cons-
tantemente debaixo de soas vistas immediatas,
nos lempos ordinsrios, dous empregados (uro.
brasileiro e oulro francez quem paga ordena-
dos vantajosos), os quaes sao sjudadoa por mais
trea ou cinco pessoas, qaando o servico o exige,
na deslillaco do espirito de vinho e d'agua, no
manejo das machinas, na desecaco. doa globu-
losas distbuiQo das diluyes ele, etc.
E evidente que para o Dr. Sabino exercer a
homeopalhia, como geralmente a exercero, o
preparar medicamentos como por ahi preparara
oem eram precisas tantas desperas com o pes-
soal.com machinas e coma obtenso das subs-
tancias as mais puras posaiveis, e era tanta vi-
gilancia e trabalho na preparaco dos medica-
mentos ; mas elle nao se contena com o bem
queja tem feilo, dando homeopathia a popu-
landade de que goza: elle quer eleva-la ao
maiorgrflo de perfeico dando aos seus remedios
a maior infallibilidade possivel em seus effeitos.
O Dr. Sabino nao aspira somente os gozos ma-
tenaes da vida ; elle se desvanece em ler nos li-
vros eslraogeiros que a sua propaganda em Per-
namouco\fox to brilhanle que nao tem na Eu-
ropa uenhuma analoga (JORNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA DE PARS, tomo 4 pa-
gina 691 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HOMEO-
fAlHlA, por Granier, pagina 102); mas a ana
ambicio muito mais elevada : ella se dirige a
legar as gerat;oes futuras um nome estimavel
pela gravidade e importancia dos seus servigos,
pela sinceridade de suas convicQes, e pela fir-
meza do seu carcter.-E' por isso, e para laso
que elle trabalha ; e trabalha muito...
23 Ra da Imperalriz 23
Panos, msicas, afina-
ces e conceros.
J. Laumooier avisa a seus freguezei que tem
um bello sortimento de pianos dos melhores au-
tores, assim como msicas para canto e piano -
encarrega-se de concertos e aQnacoes dentro
fora da cidade, por procos razoaveis.
Aluga-se a propriedade na ra da Casa For-
te n. 2, a qual tem commodos bastantes, cacim-
ba e4errenp no fundo : quem a pretender, diri-
ja-se a ruafdo Queimado n. 13.
Precisa-se alugar urna casa de dous anda-
res ou um andar grande com grande sotSo, no
bairro de Santo Antonio : qaem tiver, dirija-se
praca da Independencia ns. 37-39.
Aluga-se o primeiro andar, do sobrado da
ra da Senzala Velha n. 48: a tratar na loja do
mesmo. ... *
Precos
Precos
Presos
Precos
3000
35000
33000
33000
3J>000
baixado
baixado
baixado
baixado
para
para
para
para
pouco
pouco
pouco
pouco
tempo
tempo
tempo
tempo
5#000 10#000 20#000
5J>000 OJOOO 20J0O0
5*000 10000- 20&000
5000 10/000 20*004
55000 1030CO 205000
Para retratos
Para retratoa
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Explendido qfladros doursdos
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Vende-se machinas
Aluga-se.
No eaei d'Apollo n-. 7; desoecupou-e um ex-
celente armazem, que se aluga por preco razoa-
vel: a tratar na ra do Imperador n, 46.
-Rogs-se ao Sr. Francisco Baplista Peca-
nha Teixeira, esludanto, e natural do Rio de Ja-
neiro, de comparecer i loja n. 30 B da ra do
Crespo.
Aviso.
pa-
Cl Ub cominercial.
A reuniao familiar do corrente mas ter luear
na noite do dia 22. g
Urna pessoa que se acha empegada, deseia
fazer para alguma casa commercOTaoraa e-
cr.ptur.cao. ou arrum.r-.e de caixeiro .rTiS-
ma. quem de seu presumo se quizar uliliear di-
tSSio^,ypograph'.'ot -*iK t
dei-
Leite
Attencao.
Sapatoea de borracha anda nio'vistoi. cojos
cheg.r.m na, oceaslao de servir como preserva-
Uvoparaochoora.esosha o. ra ds Impe-
ralriz n. 44. loja do Vianna. P^
Ensino particular.
Urna pessoa habilitada propoe-ieva lecdonar
noite aos que se dedicara ap oenmercio, francea.
fafi n?-i ff.,kS!,,,g,,oM,' rit""c ; toPMtoa' coja av.li.cio do dito jobnidQ i do
fallir u r 4o Ciboga p, 3, Hganflo indar. 4m$, e 6 a ultinja praca.
Precisa-so alugar um cozioheyo ou cozinhei-
ra, que deiempenhe bem o mesmo servico, para
a casa de ama familia, pega-se bem : a tratar na
ra da Aurora n. 4. v.....
A padariedo Leo do Norte, situada na roa
do Cotovelio, precisa de um bom trabalhador de
maaseira. .....
Precisa-se de urna cozioheira boa, ou de
um cozinheiro bom, que.seja perito em sua arle :
a tratar na ra do Vigario n. 2.
Jos Peohetare, subdito italiano, retira-se
pira Sergipe. .
Fugio no dia 10 do corrente o preto eteravo
de nome Miguel, idade de 24.annos, pouco mais
ou menos, bonita figura, altura regalar, chelo do
corpo, ps grandes, bem filiante, e tem falla de
dous denles na frente : roga-se s autoridades
policiaes e capites de campo a appreheoaio do
dito eacravo, e leva-lo rea do Imperador o. 29
que le gratificar generosamente.
Antonio Botelho Piol de Mssquita vai i
Europa, para all 10 fazer a opeuco da molestia
que padece, levando m sua companhia um so-
brioho menor de neme ArTonso Augusto de C
Muoiz.
No d(a 19 do corrente mes de fevereiro se
pois da au-
_pal da segunda ra-
ra e provedor doa rndaos o sobrsdo de trea an-
dares n. 2 da roa- de Livramenlo desta cidade
fsrtencente a teiUmeotaris de Joaquim Ribeiro
_ ontesjpara podar1 o testimenteiro salfazer os
Vende-so
Veode-se
Vende-se
Vende-se
Caixas
Caixas
Caixas
Caixas
Caixas
Todos
Todos
Todos
Todos
Todos
tratos.
machinas para
machinas para
machinas pan
machinas para
para re-
re Ira tos
retratos
retratos
retratos
gostos
gostos
gostos
gostos
goslos
ver
ver
ver
ver
Ter
de lindos
de lindos
de lindos
de lindos
de lindos
yenham
renham
venham
reaman
venham
Vestidos pretos mais proprios
Vaslidos preloa mais proprios
Para tirar retratos
p*r* tirar retratos
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
A. W. Orborne retratista americano
Ra do Imperador
Ra do Imperador.
CICERO PEREGRINO,- &a-~
charel em direito, continua no
sen escriptorio de advocada,'na
ra1 do Queimado n. 26.
EWMa
sem segundo.
Na ra do Queimado o. 55 loja de miudezas
de Jos de Azevodo Maia e Silva, est vendendo
todas as miudezas por prejoa j sabidos e co-
nhecidos :
Grozas de peonas de ago de todas as quali-
dades a
500
ha de arrematar em praca Publica depois da au-
diencia do Sr: Dr*. juiz maWaipa
havaavMi iwftoovef ^ery ,^^1 Bws^BwWBwi-at
Frecisa-se de um connheiro forro 00 j
5> espliro para casa de rapaz solteiro : 9
quem pretender dirija-se a ra da Cadeia ata
n. 23. *
0NCMSWM6-II6W3M5 SWMMKB
CONSULTORIO ESPECIAL H01EOPATHICO
DO DOUTOR
n SABINO 0. L. PIMHO.
Ra de Sanie Amaro (Mundo
Noto) n.6.
Consultas todos oa diaa atis deida as 10 horas
al meio dia, acerca daa seguales molestias:
moiutiat da mulherei, moteetiat 4at crian-
cat, molettiae da file, molettiae doe olhos, mo-
lestxas sypkilitieas,todas a$ etpecietUe febrts,
jebret wtermxltentes suas ooneequeneias,
PHARMACIA MSPIOlAl HOMOrATHIC .
..Verdadeiroa medicamentos homeopathieoa pre-
Earados som todas as caatelas necessaras. in-
ilhrefs em seus effeiloa,tanto em tintura,como
am glbulos, pelos pregoa maia commodos pos-
llT.lS. ^ '
N. B. Os madicinentoa do Dr.ablno alo
anicamenteretMoaeo Ma pb.rss.eia; todos
qae o forem fdra dellasiefalsas.
Todaaascartairas i aeoaapaahadas de am
Impressocom ara emblema em relero, tendo ao i
Wl tf seaqintia pijirri; Dr. SabiaQ. (,'
Nvelos de linha que pelo tamanho a todos
admirara a
Caixas de agulhas francezas a
Caixfs cora alfinetes muito finos a
Caixas com spparelho para eotreter me-
ninos a
Ditas ditos grandes a
Baralhos porluguezes a 120 e
Groza de botes pequeos para caiga a
Tesouras para uohas muito finas a
Ditas para costura muito superiores a
Baralhos francezes para voltarete muito fi-
nos .
Agulheiros com agulhss francezas a
Caivetes de aparar pennas de 1 folha a
Pecas de tranca de la com 10 varas a
Ditas de tranca de la de todas as cores a
Pares de sapatos de tranca de la a
Cartas de alfinetes francezes a
Pares de luvas fio.da Escocia muito finas a
Ditas ditas brancas grosass a
Escovas para limpar denles muito finas a
Masaos com superiores grampos a
Cartoes com colxetes de algum defeilo a
Ditos de ditos superiores .a 40 e
Dedaes de fundo de ago muito superiores a
Cofiadores para vestidos de senhora com 4
varas a
Caixas com colxetes*Yrancezes a
Cartas de alfinetes de ferro a
Charutairas muito fioas a
Tioteirasde vidro com tinta a
Ditos de barro cora tinta superior a
Arela preta e azul muito fina a libra a
Teobo ora remessa de labyrintho
der por todo prego, assim como tenbo trangas de
seda dilterentes cores para render por todo di-
nheiro que offerecerem.
120
130
60
240
500
200
120
400
"400
320
80
80
200
800
11280
100
320
100
200
40
20
eo
100
80
40
80
I9OOO
160
120
120
para rea-

CARTOES
VISITA
DE
Cartoes de risita de novo gosto
Carioca de visita de novo gosto
Cartoi de risita de novo gosto. -
Urna duzia por 16$000.
Urna duzia por 16J0O0
Urna duzia por 16|000
Urna duzia por 16flP0O'
Retratista americano.
Retratista americano
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Ra do Imperador ..
Ral do Imperador
Rui do Imperador,


DIARIO DB PBWUMBUCO. SECUNDA fUl. 17 DE PEVEBlffiO DE 184.
*
i
\ ,
Conipanhia pernambuca-
na de vapores costeiros
De orcler do conselho de directo So
convidados os Sr$. accionistas da Com-
panbia Pernalnbucana a se reunirem
em asiembla geral no da 22 do cor-
reate, ao meio da, na sala da associ-
cao commercial, para lhe ser presente
0 relatorio e balanqo annual. Recie
1 i de fevereiro de 1862.0 gerente,
F. F^Borges,
*H Precisa-se alugar tres
pretas para vender na ra :
a tratar na ra dps Guarara-
pes n. 64. ,
&1L*Y
Frecisa-se de urna ama que taiba cozinhar com
perfeigo para urna casa de familia; a tratar na
na larga do Rosario, fabrica de cigarros o. SI.
D. babel Hara Cavalcaotl Wanderley faz
sciente ao respeitavel publico que os beos que se
acham em poder de Beato Antuaes de Oliveira
Liberal nao esto sujeitos dividas de pessoas
algumas contratadas pelo mesmo Sr. Benio, por
qsanto perteoce a abaixo assigads, s sim dei
ditos beos para sanir a micha fllha, casada
com o mesmo senhor ; e para constar flz este
annuDcio por mim asaigoado. Eogeaho Fortale-
za 8 de fevereiro de 1862. .<
Isabel Mara Cavalcanti Wanderley.
Atten^o,
Ama
Precisa-se de urna ama para cssa de pouca fa-
milia, prefere-se captiva : a tratar na loja da
victpria, roa-do Quetma do n. 75.
Acham-se por alagar o segundo andar do
sobradada roa estrella do Rosario n. 34, ssira
como o segando andar do sobrado o. 8 da traves-
a das Cruzes, ambos pertencentes a ordera ter-
ceira de S. Francisco : os pretendeotes dirijam-
se ao irmao ministro o Sr. Antonio Pereira de
Paras, pessoa nica competente na ausencia da
mesma para alugar. Secretarla \t de fevereiro
de 1868.O secretarlo,
Lulz Manoel Rodrigues Valenga.
Precisa-se de um cozinhelro fofro ou eacra-
vo ; no bolequim da ra da Guia o. 36.
Joba Niclql, subdito ingle?, relira-ie para
ora da provincia.
O dentista Numa Pmpilio.
Precisa-se de ama ama forra ou captiva que
saiba ceeiobar, comprar e eogommar : na ruado
Imperador n. 17, primeiro andar.
Atten Urna pessoa com as precisas habilita^oes se
prope 'a agenciar qualqner cbranos de disida
pelos serloes, Asi, Riacho de Porcos, Villas de
rombal, Catle, Caico, e lodo Serid, Serra do
Teixeira, cidado do Martina, ele, a qual tem
muita influencia por estar a par dos oelbores
meios para fater ditas cobranzas e ter eatreitas
relages com as principaes pessoas de ditos lu-
gares,-com a partieulatidade que recebe gados,
animaes, Ierras, etc., fazer os pagamentos a di-
nheiro, conforme o contrato leito entre as partes:
se informar dos Srs. Joaquim da Silva Castro,'
Sanies Noves, Moateiro & Lopes, FeTrao, etc.,,
quedirao qual a pessoa, ende habita, e sua con-
ducta.
Sao rogados os senhores Jos -Florencio de
Oliveira e Silva, Manoel Jernimo de Albuquer-
recerem loja o. SO B da ra do Crespo.
A abaixo signada, professora particular
autorisada pelo governo, faz saber aos psis de
suas aumnss e a quem mais pessa interessar,
que se acha aborta a-matricula de sua ada para
o ensinodas disciplinas quecomcoem o cuno de
iostruccio primaria do sexo femenino, residen-
cia na casa a 8 da ra da Soledade.
Tbereza Gulhermina de Carvalho.
Precisa-se de ama ana para cozinha ais
algum servido de cesa de familia : na ruada So-
ledade, casa terrea n. 68.
A o com me r ci.
Uma'peeeea que escreve bem, traduz assguas
franceza e isgleza, e sabe srithmetica, offerece-
sa para eecrever era algum escriptorio cemmer-
cial : a faltar na ra do Cabug n. 3, -segundo
andar.
Ensino particular.
Urna pseaea que tem habilitaedes e pratica de
ensino, prope-se a tomar liges em casas parti-
culares, de francez, inglez, grammatica porto -
. gueza e priaaeiras letras : a fallar na ra do Ga-
bug a. 3, segundo andar.
Os enrasares fiscaes e depositarios da masa
fallida de Miguel Gomes da Silva, convidara aos
- credores da referida massa, cajos ttulos foram
habilitados ao referido processo para apreseota-
rem os seas titulas -oo prazo de 8 dias aos abaixo
assigaados, travesea da Madre de Dos, armazem
d. 16, afim de proceder-se o dividendo da.quan-
Ua em de pasito, visto para iilo acharen-se auto-
xisados por despache do Dr. juiz de direito do
commercio.
Manea de estabeleci-
Ra estreita do Rosario n. 22
pritaeiro andar.
Bota dentes artiOciae* por molas e li-
gaduras e pela presso do ar. Systema
americano sem arrancar as raizes, e faz
todas as operaces de sua arte, com
promptidao e limpeza.
8
8
atento.
Oabaixo assigsado mudou o seu c-stabelect-
ateuto de loia de fazendas da ra Direita n. 75
para a ra do Crespo o. -2.
Higiao Augusto de Miranda. -
Real engUsli boots.
Campos & Pereira beg. to announce lo their
numeros friend and tbo piabtic generally, that
they have just received a small lot ot Ladies and
Geotiemens Boots of the best english manufactu-
re, very-suitable for Wwter 'Wear, which they"
are seilingst the folio wing lou prices
Genttemeaa bes patent cowhide boots ItipOOO
por pair.
Ladies vry superior calf boots "JjOOO por pair.
N. 32Ru da Cadeia do Recite.
jGabioete medico cirurgico.^
# Ruadas Flores n. 37.
Sero dadasconssltas medlcas-eirurgi- Q
cas pelo Dr. Eatovo Gavalcaati de Albu- SJ
# querque das 6 as 10 horas da manha, ac- f)
#udindo aos chamados com a maior bre- dj
vidade possivel, 9
0 I*0 Partos. 2
gj 2.* Molestias de pello. q
q 8.* dem do olhos. ^
0 4.* dem dos orgos genitaes. m
0 Pralicartoda equalquer operario em a
^ seu gabinete ou em casados doantescon- gk
g forme Ibes fdr mais conveniente.
mmmmsm mmm mmmu
Prectisasfe de um oicial de bar-
beiroi na ruadas Cruzes n. 35.
Joao Guilherme Romer, armador de corti-
nados.(na ra do 'Hospicio o. 37) participa ao res-
peitavel puMico que lem recebido excellentes
molduras douradss para cortinados de janellas,
tambem veode borlas, cordo, galleras e palera
de-bronze que pertence aos ditos.
Aluga-se o armazem, Io e 2* an-
dar e so^lo, da casa n. 60, da ra da
Cadeia do Recie, esquina do becco do
Capim: a tratar na ra da Cruz n. 63.
Neata typographia, precisa se fal-
lar ao Sr. Joao Alves Ferreira que dizem
ser empregado as loteras.
Na ra do Crespn. 14,-precisa-se
fallar com o Sr. Francisco Lopes Macha-
do, a negocio que Ihe diz respe i to.
Aluga-se o sitio no lugar da pon-
te de Ucba, defronte do caes: a tratar
na ra do Rosario larga, n. 10.
Sanio Imaro das Salinas.
Domingo 23 do corrente ter lagar nesla ca-
bella o grande festejo da gloriosa virgem N. S
da Soledade, cajo programma o seguintc:
Sexta-feira 21, pelas 6 horas da tarde, glran-
dolaa de foguetes, avisarao que chegado o mo-
mento desahiro estandarte da mesma virgem N.
S., que acompaohado por seoeoissimae virgens,
e conduzido por innocentes meninas, ser ineado
ao sea competente mastro ao som da ioaigne mu-
sica marcial do 4. de artilhatia ; depols de in-
eado o estandarte soltar-se-ha um Hado bailo,
offerecido por um babil curioso.
Sabbado 22, as 71[2 horas da tarde ter lugar
as vesperas, que aerao feitas com todas as so-
lemnidades do estylo, floalissdas asquaes, subir
aos ares um otro balo, tambem offerecido por
um outro curioso.
Domingo 23 so romper a aurora ser secunda-
do por gyrandolas de foguotaa anae dia to ap-
plausivel; priocipiaodo as 7 horas missas rega-
das al entrar a feata, que ter lugar as 10 ho-
ras, e sendo o orador do Evaogelho umeloqueole
pregador. A tarde ser preenchida de differeotes
pe?as do repertocio do insigne artista Braceo, e
sero distribuilas pelos Qeis fitas beatas, e su-
bir aos ares um esplendido balo, que cooduzi-
r um escaler com os seus competentes remei-
ros ; e as horas competentes ter principio a la-
dainha. Onda a qual se soltar um outro balo.
As 9 horas soltar-se-ha um magnifico fogo arti-
ficial ; finalmente finalisar toda atesta um bel-
lo balo.
A commissao encarregada da festa nao lem
poupado esforcos para que ella seja feita com to-
da a pompa, com qanto os recursos de que dis-
pe sejam mui exiguos, esperando queoreapei-
tavel publico concorrer a este lido arraial de
Santo Amaro para maior brhantismo do acto.
Pugio no dia 12 do corrente um preto de
oome Joaquim. crioulo, de idade 35 annos, pouco
mais ou menos, Qlko da ilha de ltamarac, levou
vestido calja e camisa de algodo azul, cheio
do corpo, um pouco acttrozado, e ralla de vagar
e descansado : quem o pegar, Jeve ao caes do
Ramoso. 16, que ser generosamente recompen-
sado.
Offerece-se para eaizeiro e para enfermei-
ro em algum engeoho pecio deta prac.a, urna
pessoa desembarazada e de conducta sem nota,
a qual tambem dar licoes de msica e de ins-
trumento a quem qoizer', pode ser procurada*
em Olmda, na ra de Mathias ferreira o. 44.
O Dr. Antonio de Vasconcellos Meuezes de
Drummond, advogado desie foro, ; restabelecido
da eufermidade que soflreu, scha-se prompto pa-
ra o ezercicio de sua profisso no seu escriptorio
oarua do Imperador n. 43, das 10 horas da ma-
nha s 3 da tarde, e fora dessas horas, e para
casos urgentes, na casa de sua residencia na rna
do Hospicio n. 17.
A pessoa moradora na ra da Cadeia do
Recife o. 25 que desVja falar comBernardiao D-
as Ferreira, leona b bondade de dirigir-se a rus
Velha n. 33.
Saques sobre Portugal.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho saccam so-
bre Lisboa e Porto : no largo do Corpo Santo,
eseriptorlo n. 19.
O Sr. Julio que te ve botequim,
queira vir a esta typographia, a neg*
co.
As pessoas que sao devedoras a loja de cal-
cado da ra do Cabug a. 16 de Burle Jnior &
Martin, tenham a bondade de virem saldar as
suas conlas at o flra deste mez, que do contra-
alo proceder a cobranza judicial, visto j ter es-
gotado todos os meios amigaveis.
Precisa-se de urna ama para com
prar e cozinhar para urna pessoa: na
ra estreita do Rosario n. 21, primeiro
andar.
Compras.
Florista.
Maria Joaquina de Sanl'Anna, florista, residen-
te na ra da Roda n. 48, participa aos senhores
armadores e a todas as contrarias religiosas, que
se eocarrega de fazer com toda promptidao toda
e qaalqoer encommeada de florea de todas as co-
res e qualidade, de papel, panno, velludo e fro-
co : na mesma cssa se enfeitam com todo aceio
e promptidao bandejas para casamento baile.
Bernardo Fernaodes Viaona vae a cidade
da Baha a negocio.
O abaixo asaigoado fai saber ao respeita-
yel corpo do commercio e a quem mais possa
interessar que neata dita tem justa e contratada
a compra da loja sita 00 Pasieio Publico n. 11,
pertenceote ao Sr. Firmiauo Jos Rodrigues Fer-
reira Jonlor com a nica obrigscio de pagar o
que elle deve aos seguintes senhores : Bsrrocs 4
Meaeiros, Schapheillio & C, South.li Mellor &
C., Saunows Brothers & C. Adamsoo & C, Ra-
be Chameteau, Linden Wild C e Janes Cra-
bretree roga pola a quem teoha direito a recla-
mar contra a realisicao deste negocio appareca
no pnio de tres disi a cootar de hoje para se de-
liberar como for conveniente. Reei 14 de fe-
versjro de 1803.
Joiquira da Silva Boa-vUU.
Comprase moedas de ouro de
20^000, na ra Nova n. 23. loja.
Gompram-ce acedes do bovo banco de Per-
nambuco ; oo.escriptorio de Majjoel Jgaacio de
Oliveira A Filho, largo do Corpo Saolo, escrip-
torio a. 14.
Compra-se moedas de 20$ : nj loja da ra
do Queimado o. 46.
Compra-se a overlura Zanetta para piano
impresso ou manuscripto do maestro Anber na
ra estreita do Bozario o. 31.
Moedas de ouro.
Compram-se moedas de ouro de 209 e 100 com
cambio : na ra da Cruz do Recife n. 50, pri-
meiro andar. ,.
Compra-se urna preta de 16 a 18 annos de
idade, que'seja sadia o nao tenha vicio : na ra
do Jardim n. 42.
Compra-se.
Um escravo que seja bom cosinhero
prefere-se mogo : quem tiver dirija-se a
ra da Cadeia o. 23, loja de Gurgel Si
Perdigo.
ieiieii-eHeiHH9N-eMiHNS
Compra-se um srreio para eavallo de ca-
bnolet.com pouco uso, preferiado-se ser ame-
ricano ; na ra Nova, escriptorio dos Srs. Quin-
teiro & Agr. -'
RUI DO QUEIMADO N?46
GB.ANDE20mMENTo
3Q
Vend-se doce degoiaba
em calda.
Em barris ou era libras proprio para mimos a
tratar na loja so p di arco de Santo Antonio.
Grande pechincha
Superiores paletos de pao preto muilo fino,
obra muito bem feita pelo baratiuimo prego de
205OOO ris na ra do Queimado n. 82 na bem
connecida loja da Boa F.
Mantas de retroz.
Vendem-se mantas de retroz para grvalas a
500 ris na ra do Queimado o. 22 na loja da
Boa F.
Carro e cavallos
Urna pessoa que se vae retirar desta
provincia vende um elegante carro
americano de bonito modelo, eito por
encommenda, com pouso uso, com 4
assentos e 4- rodas de sobrecellente ; as-
si m como urna boa parelha de cavallos
novos, junto ou separadamente: a ver
e tratar no sitio do Sr. Amorim estrada
de Joao Fernandes Vieira ou na ra da
Cruz n. 4.
para a njos.
Vendem-se na ra da Senzala Nova o. 30, cai-
xiohascosa doce por prego commodo, recommen-
daveis psrs os aojos de procissao.
Taverna.
r -, SorlmSSi 2?P!S d* obrecasacos de panno a 25?, 28, 30 e 35. casacos
uHas a 25$, 338, 30$ e 35|, paletots acasacados de panoo preto de 18 at 25|, ditos de eireemira
de cor a 15,18 e SOf. paletots saceos da panno e casemira de 8 at 14, ditos saceos desbata
Si*1!?6. m& ** at 6i9' 8-bre de ''Paea e "rin0 d 7 at *<. ">?aa pretas de caaewra de
8 at 14S, ditos de cor de 7 at 10$, roupas para menioo de iodos os Umanhos, grande sorti-
mento de roupas de brins como sejam caigas, palelots e coHajlss, sortimento de golletea pretos da
setim, easemfras vethido de 4 9|, ditos paracassmento a 5 e C, paletots brancos de bra-
mante a 4 e 5f, calcas brancas muito finas a 5$, e um grande sortimento de fazendas fldi s e mo-
dernas, completo sortimento do casemiraa ioglezas para bocaem, menino s senhora, aeVoslas de
hnho e algodo, chapeos de sol de seda, hivas de seda de Jouvin para hornero e -senhora. Te-
mos um grande fabrica de difaiate onde recebemos encommenda d grandes obras, que para
isso est sendo administrada por um hbil mestre desemelhanre arte um pessoal dezmis da
clncoenta obreirss escolhidos, portantosecutamosqu^lquer obracosn promptidao e mais\ barsto
do que em outra aualquer casa.
Farelo de Lisboa,
Vendem Oliveira & Carvalho, na travessa da
Madre de Dos n. 5.
Chegaram de Lisboa no brigue Eugenia,
dous bonitos burros e urna burra, os quaes se
vendem por barato prego : para ver, na cocheira
do largo da Assembla o. 4, e para tratar, no es-
criptorio de Aatooio Luiz de Oliveira Azevedo.
Vende-se o eogeaho Santa Luzia sito na
freguezia de S. Lourengo da Malta, a dinlieiro
ou troca-se por casas aesta praga : quem pre-
tender dirija-se a ra de Hortas d. 7, das 10 ho-
ras da manha as 4 da tarde.
armazem de fazendas
de;
Santos Coelho
Rua do Queimado n. 19.
I.encoes de bramante de linho a 3.
Cobertas de chita finas a 2.
Ditas a prego de 1(800.
Cambraias pretas muito finas.
Colchas de fuste muito lindas a 6$.
Esteiras da ludia de 4, 5 e 6 palmos de largo,
proprias para forro de cama e salas.
Lencoes de panoo de lioho fino a 2.
Algodio monstro a prego de 606 rs. a vara.
Toalhas de linho para mesa a 4ft
Ditas de fuslo para mos, cada urna 500 rs.
Baloes para meninas.
Pe chincha
Hollanda preta a 100 rs. o covado, propria pa-
ra forro de qualqner obra : na ra do Queimado
numero 91-
Vende-se um.escravo ldoso, proprio para
fetorisar algum silio : para ver e tratar, na ra
da Traa n. 47.
" GURGEL & PERDIGAOV S
Rus da Cadeia loja amarella n. 23.2
Vendem diOerentes fazeodas de gosto 1
proprias para este mercado, a saber: lia- a
ziohas de cores lisas e malisadas, corles
de cambraia bordadas, manteletes com-
pridos, capas compridas modernas de
seda e gorguro preta e de edr, seda de
quadrinho, manguitos muito modernos,
chales de ponta redonda, cassas de cores
finas, leques, sintos, pentes, chapeos pa-
ra senhors, camisas de linho para senho-
ra e algodo para menino, e muitas ou-
tras fazendas de gosto, do-se as amos-
tras: na ra da Cadeia loja amarella
mero 23. '
RisGado monstro.
vVende-se viseado monstro, fszenda muitsWo-
nomica para o so domestico por ter grande lar-
gnra e o seu prego ser de 200 rs. o covado t na
rna da Imperatriz, loja n. 20, do Duarte.
Collares medkinaes ano-
dines. I
Para asiiores da denticao, acecsios,
convulses, febpes e oirtras eftfer ni-
dades-das criaaeas.
DO DR. TANNER (INVENTOR.)
O lllru. Sr. Burchell, lho, successor e i oico
proprietarto em Londres. Este innocente e in-
fsllivel remedi (foiapprovado em Londres a 10
de Janeiro de 1715. por *. M. Jorge HI, efre-
commendado pelo afamado e de alta reputagao
o Dr. P. Chamberlen.) dispensa de fazer toimar
as criaaess o$ remedios ioterores, que ndoca
querem tomar. (Proco fixo 8.)
DEPOSITO GERAL
119 RUADO PARTO it$
Rio de Janeiro.
E EM PERNAMBUCO
Xa pharmacia de Jas Ale.vandre
beiro.
RA DO QUEIMADO N. 15.
Vende-se
na ra do Mendego casa n. 2, as seguate*; se-
mentes de bortallce muito novas : couve flor,, di
ta trunxuda, repolho, nabos de cabega gride,
nabinas, mostarda, chicoria, aselcas, seoiiulas
braocas e amarellas, sares, cuentro, sebojinho
roso e branco, tomates graaaes, feijao, carrapalo,
ervilhas tortaa e alface arrendada.
L
Bolinhos.
nu-
Yead^$.
Vende-se urna escrava de 30 annos de ida-
de pouco mais ou menos : no pateo do Caroio
sobrado n. 13.
Veode-se um cavallo de muilo boos anda-
res e com os competentes arreioi: a tratar na
ra da Cadeia do Recife n. 19. armazem.
Velbutnai de coras s 500 rs, o corado : na
ra Nova n. 10.
i\o esqueca arara,
que hoje a loja dos barateiros para ver, veo-
dem-se pecaa de cambraia lisa branca aljj00 e
2$, dita muito tina com 5 palmos de largura a
3 e 3J500, pecas de madapolo eofestado a 3,
oojos corles de chitas finas com 13 corados a
2JJ500, ditos de rucado, padres novos a 5500 e
15500, brilhantina branca com 4 1|2 palmos de
largo a 280 o corado, dita de cores a 360 o co-
vado, gorguro para veatidoa a mitagao de sedi-
ohae, fazeoda muito nova e tina.a 320 o corado
barege para vestidos com flor de seda a 360 o'
covado, pompadonr de aeda de quadrose matiza-
do para vestidos a 640 o covado, B16 de linho
branco e de coree a S00 rs. o covado, laazinhas
Jiara vesiyoe a 280 e 400 rs. o covado, ricos cor-
ie ti' 8orButao Par" 'eslido com 18 covados por
$500, cortes de laa de duas saias com 22 cova-
dos por 10JJ, ricos cortes de organdys com 15 Va
ras a 9jJ e 7J para acabar, cassas ae cores nara
vestidos a 280 e 320 o covado, chitas a 160 180
e 200 rs. o covado, ditas frascezas a 240 e 280 o
tovado.
Pannos pretos.
Panno ptelo para cal$as paletots a iJtOO
, 2* e 25O0 o covado, cortes de casemira
eta para calca a 3, dita entestada a 3*500 e
4. velludo preto a 4J500 o covado, saia dVcor-
d6o que faz vez de balo a SflOO, balos de ma-
dapolo a 3J e 39600; ditos de 30 arcos e do ren-
da a -f : na ra da Imperatriz, loja e armazem
di arara n. 56, de Magalhes & Mendes.
Par a o carnaval
I Vtndem-se fazendas proprias para vestuarios.
a ser: esoomilha de cor de ros, enmalla, azul
e branca a 200 rs. o covado, velbutinas de cores
e ramagem a 640 o covado, velludo encarnado a'
800 re. o covado, ta fel de todas as cores a 640 o
covado, grosdensples d cores a 1J)800 o covado,
e mais fazendas proprias para este fira : na ra
da ImperaJriz, loja e armazem d arara o. 56, de
Magalhes & Mendes.
Pecliincha para todos.
Vendem-se massos com 20 massinhos de pali-
tos finos e buliados para denles a 200 rs. o mas-
so de 20, porm pasiando a 15 manos se faz dif-
fe)ren5a em preco : na ra da Imperatriz, ljre
armazem da arara o. 56.
i Ra das Cfzes
Bandejas eafeiladas com armago de diversos
gostos e -bolinhos dos mais escolhidos do nosio
mercado para casamento, bailes, aoars etc., e,
tamnem s os nesa em libras, assim comoTpas-
telaria de diversas-qualidades, pudinv, bol in-
glez, filhoes etc, tudo do melhor gosto, aceio e
do mais commodo prego destes gneros : diri-
jam-se a ra da Peona n. 25, segundo andar, pa-
ra ijuitar-se.
Vesde-se urna taverna muito afreguezada para
o mar e para a trra ao Forte do Mallos ra do
Cod-oroiz n. 4 a tratar ns mesma.
Vende-seo eogeaho Timb, na comarca de
Nazaretb, com boas varzeas de canna e boas rea-
ta, a dinheiro ou a pagamentos com boas firmas:
ns preteodentes dirijsm-se ao engeoho Santos
Mendes, na mesma comarca, a tratar com o seu
propietario."
Vende-se ou arrenda-se um bom engenho
perto desta praca : a fallar com Joaquim Teixei-
ra Peitoto, na ra dos Pires o. 58.
Veode-se urna pequeoa casa terrea na ra
da Alegra n. 18 : quem a pretender dirija-se a
ra DireKa n. 43, segundo andar.
? -" Vende-se urna escrava de idade de 30"an-
uos, pouco mais ou menos : no pateo do Carmo,
sobrado numero 13.
Loja do viade
RuaNovan.8.
Nova loja de miudezas con-
fronte a camboa do Carmo
Grande sortimento de objectos finos pa-
ra noivas, como bem :
Ricas capellas brancas o que se pode encontrar
de mais moderno, e o mais delicado que se pode
dar, pota quem as vir nao deiiar de comprar tao
delicada obra, 6 por baratlasimo prego 4 vista da
qualidade, ricos lencos de lioho e algodo todos
bordados, de apurado deseoho, e pelo prego ani-
ma o comprador, ricos jarros de porcellaoa para
adoraos desala, mui delicadas meias de seda pa-
n senhora a 2j e 3$ o par, bicos de seda com
vidrilhe-e sem vidrilbo por baratos pregos, franja
de seda de todas as cores e larguras, ditas para
cortinados mui largas e delicados gostos a 3$5C0 a
p-sga, ricaa caizinhas de marisco proprias para
dadiva a 8, camisas bordadas para senhora, ul-
timo gosto, a 88 cada orna, guarnigdes para se-
nhora, camisas e manguitos a SJ cada urna, gol-
linhas a croch para senhora a 2$ cada ums, ri-
cos leques de madreperola pelo diminuto preco
de !*$ cada um, bandos de clioa para senhora a
500 rs. o par, que em outra parte 1$; e outros
muitos objectos que vista dos compridores nao
se eageila dinheiro.
Loja do viado.
Nova loja de miudezas, perfumaras, e outros
objectos tendentes a miudezas, como bem :
Mu finas escovas para fado pelo baratissimo
prego de 1 cada urna, pois quem as vir nao dei-
rar de comprar, ditas muito Ooas para cabello a
*
n.4,
ittencao a
quidaco.
Na loja do Clavioote ra do Cabug n. 2 D,
veade-se as seguales miudezas pelos dfminutos
pregos para acabar: peciohas de babado com 15
varas de 3 a 4 dedos de largura a 400 rs.. ditas
com 30 varas de difieren tes larguras a /J200 rs.,
cartees de colxete para vestido a 40 rs., franjsa
de linho muito finas pars casareque tendo cada
pega 15 varas a 1600 a pega, ditas de algodo
para toalhas a 100 rs. a vara, ditas de seda pre-
tas de 2 dedos a 3 a 240 e 320 rs., ditas del 1 a
2 dedos a 160 rs., tranga de seda brauca con? vi-
dnlho diSfarente largura a 320 rs. a vara, diia di-
ta preta a 400 rs. a vara, caivetes de 1 e t fo-
Ibas muito fino a 160 e 240 rs.. tesouras muito
.loas para coatara a 320.400 e 500 rs., cofiadores
de lioho para vestidos 40 rs., caixas de b ifalo
para rap differeotes modelo a 51)0 rs., csrrieteis
de linha de 200jardas autor Aexander a 820 rs.
a duzia e 70 rs. o earritel, linha preta de mldi-
nha o masso com 60 pegas e 96 a 500 e 600, rs.
escovas para casaca o mais fino que ha a 20,1 lu-
vis de lioho fio de Escossia brabea muito finas
a 600 rs. o par, ditas de cores a 500 rs. o liar
ditas de algodo a 160 rs., franjss largas de cares'
proprias pafa cortiaados' tendo cada, pega 15 ie>
ras a 2J e em vara a 160 r., espelhos de dantas
de diversos lmannos a 800, ly e 1**80, boles
de porcelana brancos para camisa a 120 e 160 rs.
a grozs, ditos brancos, pretos e de cores proprio
para caiga a 240 rs., peales de tartaruga para
traoga os melhorea que pode haver a 3500, ditbs
para alisar a 20, ditos d niarfim de djfferents
tamapho3 e modelos a 500 rs., labyrintho de tu-
das as larguras a 120, 160, 200 e 0 r., pente>
muito finos floglndo unicorne tanto para tussa
como pra cabeca a 320 rs., meias de cores par
hornera ntalto Anas a 1*280 rs. a duzia e o par a
120 rs., caixa de colxetes francezes a 40 rs-, gar
rifas grsndes de agua de colonia mult fina a 3*
dita com agua de larande a 1*. ditas do Oriente
a 800 rs., frascos do bandoln para segurar ca-
bello a 610 rs., dita de Uoi de laraoja frascos^
grandesii500 rs.. baceijai de differentes tama-i
nhosai 1*280.1*600 e 2J, garrafas de porcelana1
douradas para mesa sendo garrafas graodes a 2*
e pequeas a 1*. charnteiras muito finas diver-
sos tsmanhoa a 2* e 2*500, luras pretas e de co-
res enfeitadas para senhora a 800 rs., peitos para
camisa muilo fiaos brancos e de cores a 2*500 a
duzia e 220 rs. cada um, zafiras de todas as co-
res fszenda de muito bom gosto a 1* a pega, e
um completo sortimento de fitas de sarja e cha-
malote asietlnadas de lodaa as cores e larguras,
assim como bicos de blonde brancos pretos, di-
tos da lioho de todas as Urguras, e muitos outros
objectos que as vende por melado de seu valor.
% 1*500. 2 e 3*. ditas muilo finas para dentes
a 240, 320. 400 e 500 rs., opiata injiera o que
mais tem approvado para eonservago dos den-
les a 1*500, pos de arroz em caizinhas com sua
escorioba a 1*. dito dito sem escorinha a 500 rs
. ^na'o*Cami8U,fr5nce"8 braDCas e de cores
11500 e 2*. eeroulss francezas de linho e algo-
sao por baratsimos pregos, que vista dos com-
pradores alo se eogeita dinheiro, e oulros ob-
jectos por menos 10 0|0 do que em ouira qual-' nente-coronel Barata.
quer parte. Este novo eslabelecimento torna-ge
bem eonhecido para as pessoas que quizerem
mandar buscar amostras, por flear bem confronte
camboa do Carmo, e ter um lindo viado na ta-
Hm loja dopado, ra
da Imperatriz n.60,
de Gama Silva,
vendom-se fazendas pelos pregos seguintes: mus-
sulioas braocas com 4 1i2 pelaos de largura, co-
rado 200 rs., chitas escuras com pequeo toque
de mofo, corado 140 rs., ditas matizadas a 160,
cortes de chitas eteuras e alegres, fazenda fina a
2*600. chitai fraocezas Sois, o Avado a 240,
260, 980, 300 e 320 rs., laazinha de qnadros para
restidos, a 280 e 400 ris o corado, cassas jn-
glezinhas de quadros para restidos, eovado a
260. 280 e 300 rs.. ditas garibaldinas, fazenda
muilo una a 320 o covado, saias bordadas, fazen-
da muito fina a 3j! e 4J, ditas com srcosde cor-
do de linha que fazem aa veif a de balo a 35>2GO
e 4*. ditas de madapolo francez, baloes os mais
bem feitos que tem vindo. pelo diminuto preco
de 3*. 3*500, 4 e 5*, pegas de cambraia lita mul-
to fina a 2j e 2*500. ditas com 10 jardas, fazenda
finissima, a 31J, 35500. 4 e 5*. meias pretas de
seda para senhora a 1* o par, ditas brancas de
algodo para aodar em casa a 200 e 240 rs., e
outtas muitas fazeodas que se vendem por pregos
baralissimos, e de todas se do as amostras dei-
xaodo peohor, ou mandam-se levar em casa dos
freguezes que quizerem comprar : na loja da ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Brilhantinas americanas.
Vende-se brilhantina americana com liodissi-
mas cores, sendo fazeoda inteirsmente nova e
moderna de 4112 palmos de largura a 460 rs. o
covado : na ra da Imperatriz o. 60, loja do
pavo.
Moirantique.
Acaba de chegar pelo ultimo vapor francez es-
ta fazeoda de seda com o oome de moirantique,
sendo de varias cores e branca, propria para ves-
tidos de mira, e vende-se por prego baratissimo
sna luja do parao, ra da Imperatriz n. 60.
Pannos a1#600.
Vende se panno preto e dito cor de caf, fa-
zenda muito encorpada a 1*600 o covado pera
acabar: na ra da Imperatriz n. 60, ioja do paro
Chales pretos a 3$.
Veodem-se chales de fil pretos muito grandes
e fino9, fazenda que sempre se vendeu a 8* e 10*,
e a 3* ; na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavo
Bordados.
Vendem-se finissimas liras bordadas tapadas e
transparentes, e entremeios da mesma qualida-
de : ns ra da Imperatriz n. 60, loja do parao.
Manguitos e gollinhas.
Vendem-se gollinhas com manguitos de cam-
braia bordados a 1*280, manguitos bordados mui-
to finos a 1*, calciohas bordadas para menina a
I*. gollinhas n uilo finas a 320, 500 e 1* ; na ra
da Imperatriz o. 60, loja do pavo.
Cassas suisfas
Veode-se cassa de quadrinhos a imitago de
sedas, de quadriohos, propria para vestido^ de me-
ninos, covado a 240 rs.; na ra da Imperaltiz n.
60, loja do pavo.
Chapeliuas.
Vendem-se chspeliuas muito bem enfeitadas
para senhora a 5* e 8*: na roa da Imperatriz n.
60, loja do paro,
Sedas.
Vendem-se grosdenaples pretos muilo encor-
padoaa1*500, 1*600 e 1J80O, dito cor de rosa,
cor de canna e azul, sedas lavradas de cores, cha-
malote preto e sarja preta bespanhola a 18C0 :
na ra da Imperslriz n. 60, loja do pavo.
Fancy a 1#600.
Vende-se fancy, fazenda de la lisas e mescla-
das, propria para calcas, paletots, colletes e ca-
pas para senhoras, e roupas de meninos, tendo
esta fazenda 6 palmos de largura a 1*600 : na
ra da Imperalriz n. 60, loja do paro.
Espartilhos
Vendem-se espartilhosinglezes que sao os rue-
Ihores : na ra da Imperalriz n. 60 loja: do
pavao.
Para meninos.
Vendem-se vestuarios para meninos e meni-
nas muito bem enfeilados : na ra da Imperalriz
n. 60, loja do parao.
Madapolo a 3$.
Madapolo enfealado com 14 jardas a 3 a rie-
ga ; ns rus da Imperalriz n. CO, loja do pavo'.
rn^.^nn8 N0V" D-J9' TeD(l-e relbulina tfe
cores a 500 rs. o covado.
Vende-se um escravo de nacao,
moco, ladino, sem achaques, nem de-
leito, o qual sabe tratar de mesa :
ra do Imperador, a fallar com o
na
te-
Rival
sem igual.
Taberna.
Vende-se urna taberna
640
480
30
60
60
40
60
160
160
28500
3*000
30
400
500
160
200
400
500
2*000
400
70
5*500
3*000
fabrica da*eh*rutos,| vende-se charutos a 15# o
milarairo, de fumo da Babia, ralas de compoirl-
gio a 11* a arroba, e em porgo faz-se anali-
BJBip; aflanga-ie i poa qgtdtd*
Vendem-se duas moradas ds casis aiaobrada-
das, fcjl h pouco, fe lijlo, em chaos foreiros,
na filis def Cabo ; renie-se muito em tonta : a
fallar na nuan* Tilla de Cabo com Sebaitio An-
tonio do Rejo.
36 Larga do Rosario 36
Mascaras de cera boas a
Ditas de massa a
Carreleis de linha de cores e brancas a
Ditos de dita branca de 200 jardas a
Agulhas curtas com toejue a 40 rs., o
limpaa a
Carios de clcheles miudos a
Ditos de ditos msiores a
Missangas miudas (macinbo) a
Pegas de tranga de caracol de la de co-
res com 13 el5 varas a
Duzia de meias para senhora a
Ditas cruas para homem a 5400 e
Liohasdo gaz prelas, brancas e de cores a
Caluogss de porcellana com 6 pollegadas
para cima de mesa a
Jarros de dita pequeos, um por
Tranga de seda cor de rosa, a vara
Dita dita de diversas cores a
Fitas de velludo de cores a 800, 300 e
Toucas de las para senhora a
Apparelhos de pao, loaga. e folha
de 240 a
Praoja de seda a 320 e
Pegas de bico estreitinho com 20 varas a
Enfeites moderos muito boos a
Gollinhas de traspassocora boto a
Alem destas miudezas, esta loja conserva sem-
pre um bom sortimento e por baratos pregos
PEIXE
Duarte Companhla
recebersm pelo ultimo vapor as seguintes quali-
dades de peixe o mais bem srraojado que se po-
dedesejar em latas lacradas hermticamente na-
tos pregos da 1*200 a 3g a lata : V
Chourigas finas promptai.
Pescada assada e cozida.
Pargo assado.
Roblos dito.
Cavalla em azeite.
Guras assado.
Nulas dstigeiada,
Savel assado.
Sarda em azeite.
Coogro.
Lioguados fritos.
Ostros.
Atum marinado.
Tambem receberam pacotas de sal refinado a
240 rs. cada um e iatss com feijo verde a 800
rs.: nos rmaseos Progrssaivo e Prograsiista no
ljrga do arwo n. 9 roa das Cruzes n, *$.
muito afreguezada para
o mar e para a trra, no Forte do Hattos, ra
do Codorniz n. 4 : a tratar na mesma.
Rival
I sem segando.
Na ra do Queimado n. 55, defronte do sobrado
novo, esl disposto a vender tudo por preco aue
admira, assim como seja : H
Frascos de agua de lavando muito gran-
des a "
Sabonetes o melhor que pode haver a
Ditos grandes muilo fiaos a
Frascos com cheiros muilo Gnos a
Ditos ditos muito bonitos a
Garrafas de agua celeste o melhor a
Frascos com baoha muito superior a
Ditos dita de urco finissima a
Francos de oleo babosa com cheiro a
Dilos dito dita a
Ditos dilo nito a
Ditos para limpar a cabega e tirar caspas a
Ditos ilo philocome do verdadelro a
Ditos com baoha transparente a
Ditos com superior agua de colonia a
Dita, frascos grandes a
Frascos de maca- oleo a
Ditos de opiata pequeos a 320 e
Dilos de dita grandes a
Tem um. resto de lavande ambreada a
Linhs branca do gaz a 10 s.i^'tres por
dous, e fina a
Dita de caito Pedro V, com 200 jardas a
Dita dito dito com 50 jardas a
Carretela de linha com 100 jardas a
Duzia de meias cruas muito eneorpadas a
Dita de dilas muilo superiores a
Dita de ditas brancas para senhora, mui-
to unas a
Vara da bico da largura de 3 dedos a
Dita de frsnja para toalhas
Groza de botos de louga braoces a
Duzia de phosphoros do gaz a
Dita de dites de veta multo superiores a
Pegas de fita para cs de todas as lar-
guras a
800
320
160
500
1JJ00O
1J00O
240
600
210
320
500
720
900
900-
400
500
100
500
800
5CO
20
60
20
30
2*400
4S50O
3(000
120
80
120
240
240
320.
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 31, vende-se gelo de hoje em diante
arroba a 3j(500, e meia arroba 2jj(000
e a libra a 160 ris : tambem recebe-se
assignaturai das pessoas particulares lo.
go que seja diariamente, ate que se
acabe o gelo.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Veode-se em porgo e arlalas He urna saces
pira cima, e por commodo preco; na ra da Ma-
dre dt Dos confronte abolica n. SO.



-
"
**
Dumo Bf mjmmxo >~ siratDt mu n di Ptttflw wr i***
ARMAZEM
i ROUPA FUTA
Joaquim F. dos Santos.
40-Rua do Oueimado40
Defronte dOsbecco da Congregacao letreiro verde.
Neste estabelecimento ba sempre um sorlimento completo de roupa filia da
todae as qualidades e tambem ee manda executar por medida i vontade doa fregue-
zei para o que tem um dos melhorea profassoras.
Catacas ae panno preto a 0$,
S5| e 30|000
Sobrecaiacoa da dito dito a 353 e 3O5O0O
Paletots de panno preto e de co-
rea a 359, 309, 259,109.189 e 209000
Ditos decaaemira de corea a 2:29,
151,129,79 e 99OOO
Ditoa de alpaca preta golls de
Talludo fraacezas a 10*000
Ditoa de marin selim pratos e
de corea a 9f a 89000
Ditoa da alpaca de corea a 59 e 89500
Ditoa de alpaca preta a99,79,59 a 3(500
Ditoa Me brim de corea a 58,
. 4*500,4| e t 3*500
Ditoa da bramante delinho b an-
co a 69, 5$ e 49OOO
Ditos de merino de cordio preto
a 159 e 85OOO
Caigas de casemira preta e de co-
' rea a IS9, 109, 9fi, 7| e 6>000
Ditas de prineeza e merino de
cordio preto a 59, 69500 e 49500
Ditaa de brim branco ede corea a
59, 4*500 e 2J500
Calcas de gaoga da cores a 38000
Gollete de velludo preto e de co-
res liiose bordados a 129,99 e 89000
Ditoa de caaemira preta e da co-
rea lisos e bordados a 6#,
59500,59 3|500
Ditoa de aetim preto
Ditoa de seda e aetim branco a 6 e
Ditoa de gorguro de aada pratoa
a da cores a 79, 69, 49 a
Ditoa de brim e fusta o branco a
3|500,29500 a
Stroulaa da brim de linho a 29 e
Ditaa de algodao a 1*600 e
Camisas de peilo def uato branco
ede corea a 2*400 e
Ditaa de paito delinho a 5*, 49 e 3000
Ditaa da madapolao brancaa e de
corea a 3*. 2*500, 2* a
Chapaospretos de massa francaza
forma da ultima moda a 109.
8g500e
Ditos de feltro a 6*. 5*. 4* e
Ditos de sol de seda inglezes a
francezea a 14$, 12*. UJ
Colariohoa de linbo muito fios
no vos feilios da ultima moda a
Dos de algodo
Relogios de ouro patente e hori-
zontal a 100$, 90*. 80$ e 70J000
Ditos de prata galvanisados pa-
tente e horizontaea a 40* e 30g00o
Obras de ouro, aderecoa e meioa
aderemos, pulceiraa, rozatas e
anais a *
Toalhaa de linho duzia 10$, 6* e 9$000
Ditas grandes para mesa nma.3* e 4*00q
5*000
6*000
5*000
3*000
2*200
1*280
29200
l$*O0
7*000
2*000
7*000
*800
*500
t V
ARMAZEM PROGRESSO
_am_a_afcu v
Francisco Fernandes Duarte |j
largo ila Penlia 8
A01 tabaquistas.
Vendem-ae aaperiotaa acoa taonc
.d.ktao.mot a^rioaiar
ioe eres ds> caaes esotcst a
mKMB>deSa>6| a eaH
Ka a basa conheea"daw
li tarlatan.
Tenda-aa. superior fil liso e Urleiaaa* araau
de aates, pelo baratissimo preco de 100 rs. a
?ara ; na bem conhecida toja da boa f *a ras
do Qaeimado n. 22. *:
1 Rico eatfeites.
Vendem-se ricos a apenares enfeites o*asis
modernos que ha, pretos de cores, pelo bere-
Uisimo pasco de 6 e 6*500 : na loia da boa fe,
na raa do Qaeimado n. 22.
Cambraias de cores.
Vendaas-ao cambraiaa franoezaa da lindaa co-
rea, poto baratissimo proco de 360 o covado ; a
ra do QooBMdo n. 22, na bem conhecida loja
da boa (.
Cambraias rancezas finisimas.
Saaoriores cambraiaa franoezaa muito fina, da
muito boratos padrdea, polo barato prego de 700
rs. a vara: aa loja da boa f, na ra do Queima-
do 0*11
Cambraia Usa.
Vende-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato preco de 4 e 5$ a pega com 8 1|2
varaa, dita tapada milito superior, peca de 10
varaa a 6$ : na raa do Qaeimado n. 22. na loja
da boa f.
Bramamte e atoalUad de
Ustia*.
Vende-ae superior bramante de poro linbo com
dnaa varaa da largan a 2*400 a vara, aaaim cono
atoalhado adamascado tambem de poro lieho,
com 8 palmos de largura a 9*500 a vara: Ba bem
conhecida loja da boa f, na raa do Qaeimado nu-
mero 22.
Cortes de ealeju
Vendem-aa aortea de calca de meia caaemira
da corea aacaraa a 2$ cada corte ; na loja da boa
f, na raa do Qaeimado o. 22.
Por! bouquets,
Dourados com cabos dema-
dreperola.
Chegaram opportunamente para a loja d'agaia
branca oa booitoa port bouquets dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
sua propria encommeoda. Meando assim remedia-
da a falta que havia desees port bouquets de gos-
to, oa quaes chegaram bem a tempo para os di-
versos ojsamenloi o bailes qae ae cootaro nesses
das, por isso as pessoas qae por elles esperaran)
e aa que de novo oa quizerem comprar dirigi-
rem-ae munidoa de dinbeiro i loja d'aguia bran-
ca, ra do Qaeimado a. 16, que eocontraro obra
de bom gosto, barateza, agrado e sinceridade.
de cambraieta.
Vendem-se superiores saias de cambraieta mui
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto preco de
5*; a ellas, que sao muito baratas: na raa do
Oueimado n. 22, na bam consolida loja do boa f*
Ruada SenzalaNoYan. 42
Vsnde-se ira casada S. P .Jonhston 4 C,
Afiaaca.se a boa qualidade de todo qualquer genero ^^^^^SSS^
%3g2St arm"em' a59UnCOm Tende-sepor ->-5t0p.rc.Dto doqaeem oUtra pajacarro; .montm.arr.io.p.r, rrod.
MaaXeigS lllglezaa mais sup6rior d0 mercado a SOOrsalibra, em barril sel ir
abatimento.
ft nteiga t raneis. maig n0Ta, m ., iB bmil( e 640 r# a llbr
Queiioa do eiaotheg,dmille mltimo Tapor por 3000#
ya^l^S lOISariilOS de SUperior qualidade e muito frescaes a 800 inteiro, emllpra
8 liJOOO.
2*000 rs. a libra. n
P?oxuuto pata ambte mul0 n0VOI a 500 r8 nbr,.
%r^zunto do reino de ,ap,ror qualidade a 4t0 rf# ,aler0f e ^ rt# a libr,
' *'*,uC o melhor pelisco que pode haver por estar prompto a toda a hora a i* a libra.
XoueUno do reino ,3t0 ri lIbrfi. arroba .9#000
Cnonri Banna de porco retinada. 480 r, ea lala com 10 UbMI, m ^ e
ae for em barril a 440 re. a libra. ^^
llarn\e\ada imperial d0 afamad0 Abreil e deoalros mtlUoi f.bricanteadaLiiboa
a auu rs. a libra, em latas de 2 libras por 1*600 afianca-se a boa qualidade.
l&aea de Uvate em UUi de nma ubra por 900 Ta
A^mendoase conieitos e^atd921brag conUQdo mitt]h\niiif{t%
muito proprio para mimo, a 2*000.
l^rVUnaS iraneezaS e Portugezas em latas de 1 libra, por 6*0 rs. ditas em meias
a 500 rs.
\\etria, maearrao e ta\harim a 400 ta\ llbra. emcaixa. ^
i\OZeS muito novas a 100 rs. a fibra, e 4*000rs. a librs. .
XV lrAUCf31tenicarl5eg muil0 enfeitados proprios para mimo a 600rs.
ft -5P*** a moIs superior que ha a 1$000 rs. a garrafa o esa caira se fari
aDaiimeoto.
Gcnebra de HoUanda. 6S000 fralqaeir, e 560rg 0 fraK0
Vinnos engarrafados lagrimasd0 Dou;0 a iWa a garrta Porto fln Fei
tuna, Duque do Porto, a 1*200 em caixa se far abalimento.
eanX d" m" acreditadas marcas & 1* garrafa e em calza a 9f a dazla
l de differen^s marcas a 16* a duzia e a 1$500 g garrafa, afiance-ae aba

Verdadeira serveja esbrlnha. de Mtra. muUas
a 500 rs. a garrafa.
w inno ea pipa Port0i Litboa e Figaeira a 3>500i hi e 4,500 a canada
^spermasete 1Bperior a 740 rg# em caxa> e 760 n a libra>
Batatas novas em gjg0, da umaart0b9 ^
Lit&OeO late os mais superiores, hespanhol a 1$200. francez a 1$. portagaez a 800 rs. a libra
Figos da eammadre muit0 noTOIi tm MlMi de 8 llbra8 por s#wo> eeB-UkM,
omina de eng0mn,ari mat0 aj, 100 rJ, a Hbra#
mendeas de caica mole a m It a 1brll#
vzeite asee reflnad0 800 rs. a garrafa a ein caxa, ^
Palitos de dentes lixados com perfacSo a S40 rs o maQ0<
Costeletas inglezas propriag para aambre. m ^ a ^
uoiaxinna ugieza a mas 00Ta d0 mercad0 a 4 t bwrUa t eBX Ubra i320 n
iVHl HXaS jranceZaS em frascos muito ricos com 4 lt2 libras por 3*500, ditaa por^
- 1J010 para Hmp.rfaeaa a 200 rs. cada um, em poreio ae fari abatlmonto.
^eTejaS em del e 1|2 libra muito novas a 800 ra.
ladepeoiante dos geaeros annunciados encontrar o respeltarel publico grande sorlimen-
to de gneros, tado de superior qualidade.
posieAo
Candeeiros econmicos
a ?az'
e fraz bydrogenio de primeira e segunda quili
de : na ra Nova n. 20 e 24 loja do Viaoua.
Ra do Oueimado n. i9
Santos Coelho tem p&ra
vender o seguinte:
Esleirs da India de 4, 5 e 6 palmos de largo
proprias para forrar camas e salas.
Lencoea de bramante largos a 3* cada asa.
Cobertas de chito a cbineza a 1$800.
Lencoea de panno de linho fino a 2*.
Toalhaa adamascadas de linho para mhaa a 4*.
Chita franceza com defeito de avaria a 160 rs.
o covado.
Toalhaa de fusto para moa a 500 rs. cada
ama.
Colchas de fusto adamascado grandes a 6*.
Cambraias de cores a 160 o covado.
Golnhaa ricamente bordadas e de tmpasao a
marcas a o* a duzia,
Potassa da Russia.
Vende-se era casa deN. O Bieber &
C, successores, ra da Cruz n. %
Sai de Lisboa.
Vende se a bordo da barca portugueza cEtpe
raneo, asi de Llabffa Hmpo e redondo a tratar
na ra ala Trapieh o. 17,
Paletots
brancos.
Sementes de hortelces,
Vende-se aa raa a Craz do Recife, deposito
pao ebolacha n.32, sementes de hortalices de
ipaas aa qualidades, ebegadas no ultimo paquete
da Europa.

para fumo.
Muito lindaa bolcinhaa de borracha paragnar'-
dar fumo pelo baratissimo prego de l$200,i Jl.
8W rs. cada urna : na loja da victoria na rus do
Qaeimado n. 75, junto a loja de cera.
Miudezas baratas
Na loja da victoria na ra do
Queimado junto a loja de
cera.
Colehetei francezea em carlo a 40 rs. ^
Alfioetes francezea cabeca chata a 120 rs. a carU.
Papel com cento e tantos alflnetea a 40 rs. o
papel.
Linhas victoria em carrilel com 200 iardas a 60
ra. o carrilel.
Ditaa de 200 jardas de Alezander a 900 rs. a du-
zia.
Ditaa de 100 jardas brancas e do cores a 30 ra. o
carrilel.
Ditaa de Pedro V brancas e de cores a 40 ra. o
carto.
Grampos a40 rs. o mago.
Salladores brancos a 60 e 80 ra.
Carteiriohae com agulbas fraocezaa a 320 rs.
Trancas brancas de linho a 100 rs. a peca.
Agulnas de enriar vestido a 40 rs. cada urna.
aJr!, mm" miUMa q* affisnes toa- i
" lal P 9"? cassafar victoria semprat
r75^?oXa<.TeCce.DarUa *> ^B'd
Aloja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Bazar de calrragas
e brinquedos Dar meninos e
meninas.
Na ra Direita n. 7 defronte da grande
fabrica de tamamcesu
NaaU" esubelaeimento aovo aa eacoalrarao
sempre grande sorlimento de calungas btiib-
quedos de todas as qaalfdadea e procos psra sao
nios e meninas, aaaim como taaibaaa charutoa-
muito boas o baratos, unto em caita como ars-
talho.
Panno de algodo da
Baha.
Vende-ae no eacrlptoro de Aotoarro Lait da
Oliverra Azevedo & C, ra da Craz n. 1.
BA
Esta leja pos estar eoaatantemsiua a recebar
perfumara finas da soaa proprias eocommendas,
bem se pode dizer que oatf constituida um depo-
sito de ditas, tendo-aa sempre dos melbores o
ma9 acreditados fabricantes, como Labio, Piver,
Coudtay e Societd Hygienique, etc., etc. ; por
aao, quem quizet prover-ao do bom, dirigr-ae
OltintiaS (le DOrraClia aehar Mmore ^o completo sorUmento,
Y leudo de mais a mais a elegancia doa frascos, e a
barateza por que se rendem convida e anima ao
oamprador.
Carros e carrocas.
Em casa de N. O. Bieber
& C. successores ru* da Cruz
numero 4. '
Vendem-ae carros americanos mui elegantaa
a leves para daase 4 pessoas e recebem-se en-
commendaaparacujofim elles possuem map-
pas com varioa desenhos, tambem vendem ar-
rocaapara eonduccao de aaaacaretc.
Enfeites para senhora.
Lindos enfeites para cabesa de gosto o mais
moderno que tem apparecido a 5J, 50600 e 6 :
na loja da victoria na ra do Queimado u. 75
unto a loja de cera.
r- Vende-se um cofre : na ra do Oueimado
numero 12.
Lindeza.
Venda-ae fazonda denominada lindeza, ptima
para vestidos a 160 ra. o covado : na loja do Da-
arte, raa da Imporatriz n. 20.
Aencao
Vendem-se caixoes vasios proprios
para bahuleiros.funileiros etc. al"
quem pretender dirija-se a esta
graphia, que ahi se dir' quem
para vender.
aal eious eavaloi relogio sds ouro patenta
nflei.
Navaihas d'a-?o
com cabo de marfim.
Veade-se aa loja d'aguia branca raai finas aa-
valhas d'a^o refinado com caboa de marfim, a
para assegurar-se a bondade dellaa basta dizer-
se qae sao dos afamados e acreditadoa fabrican-
tea Rodgers Sl C, casta cada eatojo de daas na-
vaihas 8JO0O: na ra do Queimalo, loja d'aguia
branca, n. 16.
Libras sterlinas.
Vendem-se no escriptero da Manoel Ignacio
de Olireira t Filbo, prags do Gorpo Santo n. 19.
Lientos bramcos multo
Uno
Vendem-se lencos brancos muito finos, pelo
diminuto prego de 29400 a duzia, graude pe-
chincha : na loja da boa f, na raa do Queimado
numero 22.
Gollinhas
detraspasso bordadas em
cambraia fina.
Vendem-se a 2} cada urna : na ra do Quei-
mado, loja d'agaia branca n. 16 A obra boa e
o tempo proprio ; a ellas, fregueses, sotes qae
se acabem.
Arados americano Se mchina-
paralava roupa: emeasa deS.P .Jos
bston 4 C. ra davenzala n.42.
Bonecas bonitas
com rosto, e meia pernade
porcelana.
Vende-se mui bonitas bonecas com rosto, e
mais perna de porcallsoa aos baratissimos precos
de 240,360,500,560. 640,720, 800 e 190001: isso
na raa do Qaeimado, loja d'agaia branca n. 16.
Luvas de pellica pretas.
Vendem-ae aa luvaa pretaa da pellica com pe-
queo toque de mofo por preco baratissimo ; na
loja d'agaia de ouro, raa do Cabug n. 1 B.
Phosphoros de seguranza.
Caizinhas com mil e tantoa phosphoros de se-
guranza a 160 ra. a aaizinha que s pela segu-
ranza dalles por livrar de incendio sao de graca:
na loja da victoria na roa do Qaeimado n. 75,
junto a loja de cera.
Meias baratas.
Ueiaa pintadas para homem a 120 e 160 ra. o
par, ditaa brancas para menina a 180 rs. o par,
ditaa do lia para o (rio a 500 ra. o par: aa loja
da victoria na raa do Queimado o. 75. junto a
loja de cera.
Galanteras de gosto
E* o que pode haver de maia gosto em galan-
teras de vldro e porcelana como aejam farros.
frasquiohos e garrafiohas, manteigaeiraa e assu-
careiros, jarrinhos para boqueta da travo a oa-
tras muitaa cousas : na loja da vicloria na ra
do Qaeimado n. 75, junto a loja do cera.
280:
tipo-
stem
yilNDIGiQ LOW-JW0OR
Raa daSenzalU Nava MI.
Hasta tsubajUeiraoato contina a barrar
amploto sorrtsJtfBto demoenda sastai a s moeu-
sparaanganho.machinas da vapor ataizaa
10forro batido o coado.de todos ostamanhoa
paro dito.
8ohall Mellors & C, tendo receido or-
dem para vender o sea erescido deposito de rslo-
gloa Tjsto o fabricante ter-ae retirado do nego-
cio. ; convida, portento, s pessoas qae qaizerom
possuir um bom relogio de ouro oa prata do c-
lebre fabricante Komby, a aproveitar-ae da op-
portanidade sem perda do tempe, psra vrr eom-
pra"Los-.por. cn,o,lo prejo no oea escriptorio
raa do Trapiche n.28.
Na loja da diligencia, na
ra do Queimado n. 65
su;su rsff* "*"*de "o?a in"
Phosphoros de gaz a
2200agroza,
Binlieito vista.
Na roa da Cadeia do Recife n. 56 A loia d
ferragena de Vidal & Bastos. W fla
Vende-se ama escrava crioula, de idade de
ZEM PROGRESSIVO
BSSIST
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36.
ej
11 & (S.
Sitio.
Vondo-so o sitio oa estrada do Rosarinho no
oitao da igreja, com boa casa do podra o cal, i
salsa, gabinete, 4 qaartos, cozinha lora o copiar,
jarate oa freuto, eitriail o cochaire, em chos
proprios, tem manos e bons arvorodos Afefrcto,
bata de capim, cacimba com exellente agua pa-
ra beber, a tanque para banho : a tratar na raa
da Gadai do Recife n. 26, iqja; eaqoina do bec-
^S6 ou Ba n* **** S5> "Jepoato d po.
Vende-se em barris de 5.* vlnho de Portu-
gal sem coafeielo alguma o melhor que se podo
eacontrar neate genero, proprio aira casas par-
ticulares: os pretesdentes podan ver aa amos-
tem da fabrica de
armazem de *Ja<
... iieunrn!. o ureeao[Kes OegSDS ver ai amos-
Vendem-se superiores paletots de brim braoao Iras oa ra de Apolle, armazem da fabrica do
do puro linho, pelo baratissimo preco de5g:oa Hoatoira, o na mad Mooda. armazem de Ma-
raado Qwimado o. 22, na besa eeaaaoaee lejaSnoal Marq.es de OUvotra & at Herti Sttmo ar-
vlla .. .^ Imaietn tamben sevonde cal empadra deMs>-
~ Vende-ae um cabriolo! em besa astado oon I boa ebegada pelo tJrlfae aConstaote ot macos
rreios; a coche ra do Sr. Goodos, osa DMada, rPreo qSe em potra parte, m
altoaS,ggaam,Tlg "-** udo tendonto a molhados, o por te. offerecem
Manteiga ugieza ospecialmontoeseollhida a 800 o lfOOO, a libra e em barril a 750.
dem franceza a primate da safraj nova 700 rs. o em barril a 600 rs.
QueijOS flamengOS vindos no ultimo vapor a 3#000, eem poroso ter abatmento.
QueiJOS lUdriaOS osmelhores do mercado a 1&000 a libra.
Cha hySSOn muito superior a 21800 o 3*000 a libra.
pesunTo'inJlA/ d9 mfteIh7ne8U' geaer Vind Plinwra Vez a BMS mercad0 *400 t*,ibra' UBbcm P moo.
rreSUntO lOglez para fiambre a 700 rs. a libra.
Presuntos portuguezes vindos do Porto de casa particular a 500 rs. a libra o inteiro i 460 rs.
PaiOS 6 ChOUncaS muito novas a 600 rs. a libra.
l^Ti^ffl."0'10 P0rt0fia* neCt"'CarC,V#,k8 wBw"' r'^* chnM0de !000e 300 a garrafa, a
VinhO Bordeaux de superior qualidade diversas marcas de 800 a 19 a garrafa ede 8f500 a 10*000 a duzia
VinhO mUSCatel l'OOO a garrafa e lOfOOO a dozia. '
VinhO para p asto do Porto, f^min, o Lisboa do 500 a 600 rs. a garrafa o de 49000 a 4800 a canada.
Marmelada de todos os concerveiroi de Lisboa a 900 rs. a lata de 1 libra, e 19700 as deduas, e sm porco ter abatmento
Latas COm peixe n*At pescada, pargo. robolbo, caralla, guraz, suda, eongro, linguado, ostra, t nuil, de nielada, o mais bem
preparado que tem vindo ao nosso mercado.
Latas COin em lilas portuguesas 9 francesas a 600 rs. e 720 a libra.
Latas COm bolachinhas de soch de todas as qualidades a 1#440 rs.
FlgOS de COmmadre em caixinb; s de 8 libras ss mais bam enfeiladas que tem vindo ao mercado a 2*800 a caixinha e 400 rs a libra
Peras > boas em caixinha de 4 libias a 3*000 a caixinha e 19000 a libra.
AmeixaS francezas em latas de S libras por 49000 e 1*000, a libra.
PaSSaS *m caixinhas da 8 libras, a 29500 a caixinha, e 500 rs, a libra.
Corinthias para pudim em fraseos do 1 liS a 2 libras a 1*509 o J9800, o frasco
Caixinhas proprias para mimos, cora passas, figos, ameixas, peras, amendoas, o nozes, de 29000 a 59000 rs. acaxinha.
Conservas inglezas e poringues-as a 600 e 80Q ris o frasco.
MacarrO e talharlm, para sopa a 320 a libra e 6*000 a 'caixa.
Le tria muito novar a 400 rs. a libra e 7*000 a caixa.
Amendoas de casca molla a 400 liis a libra e nozes a 200rs. eem porcao ter abatmento.
Champanhe das melhores marcas, de 15*2 20*000 res o gigo.
Chocolate portugus, francez, o ijog1ezL a 900 rs. a llbra*
CervejaS das melhores marcas a560 rs. a garrafa, o 5*500, a duzia.
Cognac muito superior a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia.
Genebra de Hollanda 600|rs. o frascos 69500 a frasqueira.
Vinagre de Lisboa inulto superior a 240 rs. a garrafa, o 19800 a canada,
DitO em garrafdeS de o garrafas, por 19200.
Espermacete superior *7&0 *libr* 740 rs* ArrOZ da India a 100 rs. o do Maranho, a 120*rs a libra e dV 3*000 a 3200 a arroba.
Lentilbas francesas o malbor de todos os lagumes a 500 rs. a libra.
Latas COm feijO Verde muito bem preparado a 800 ra.
Latas com sardinha de fiantes a 440 o eoo rs. a uta,
MaSSa de tomate em latas de urna libra a 900 rs.
AipSta al60rs. a libra e painco a 240.
PoteS grandes COm Sal repnado *<> tMBbam tamos em paeotes, Mito prorjrtoe'pan maza a 24* a2O0rs. a Rara.-
BatattS em gigos de urna arroba a 1*500, e 80 te. a Ubra.
Doce da casca da goiaba de i*ooa a 1200.
Azeite doce purificado, a 800, a garrafa e 9*000, a duzia.
Palitos,lixadOS para dentes. os mais boa faite' que tem ^indo o rrtereab, ft> rs. o majo eom 20 nrassirmof.
Bolachinhaioglezamuito nova a 40O >. a libra e 590OO a Ibarrica.
Toucinho de Li&boa a 320 rais a libra e 109000 a arroba. j
Velasdaca/nau'a eaomposicaaa400 rs. albra e a 18*500 aarroba;
Ara ruta a melhor que se pode dfse^ar a 320 rs. a libra.
wGT&d* ebagada n1ttmaoente 160 a fibra.
Ceblas mvlaaon a.000 rs. o eaatoaa 400 rs. as pequeas psra conserv,


Gal de Lisboa em
pedra,
desembarcada honlem ; vende-ae mais barato do
V* em qnalqaer outra parte : oa ra 'de Apollo
a. 28, armazem iefarroso.
Metas f*ra senii%r*.
Vendem-n auperlorea meias para tentara pe-
lo b*ratiMini9 precq de 39840 a duzia ; na loj
da boa f, na ra do Quemado n. 21.
Entremeios
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca ae acha um bello aorti-
nento de entremeioa bordadoa em fina cambraia
tranaparente, e como de aea costume est ven-
dendo baratamente a lff20 a pega de 3 varaa,
tendo quantidade baatante de cada padreo, paca
venidos ; e quem tiver dtnheiro approveitar a
accaaiao, e manda-loi comprar na ra do Que-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Agulhas inperiaes.
Tera o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em vistis sempre
Tender o bom, mandou vir, e acabam de cbegar
aqui (pela primeira re) aa superiores agulhas
imperiaes, com o fundo dourado e mu bem f*i-
taa, aendo para alfaiatea e costureira. e custa
cada papel 160 ra. A agulha aasim boa anima
e adianta a quem coae com ella, e em regra ao
maia baratas do que as outraa; quem aa com-
prar na ra do Quemado, loja d'aguia branca n
16, diri sempre bem dellas.
Zefire para vestido.
Cbegou pira a loja da victoria grande sor ti-
ment da zeflre para eofeitea de vestido ou para
outra qualquer obra que ae queira bular pelo
barato prego de 500 ra. a pega com 10 varas: na
loja da victoria na ra do Queimado n. 75, junto
a loja de cera.
Escencia de ail.
Para eagommado.
Vendem-se frasquinhos com eacencia de ail
consa excellente para engommado porque urna
gbta della baatante para dar c6r em urna bacia
da gomma tendo de mais a maia a preciosidade de
nao manchar a roupa como militas vezea acon-
tece com o p de ail. Custa cada fraaquinbo
500 rs. : na ra do Queimado loja da aguia bran-
ca n. 16.
Polassa americana.
Yeode-se potaasa americana muito ora a de
superior qualidade: no escriptorio de Manoel
Ignacio de liveira & Filho, largo do Corpo San-
o n. 19.
Wlf3tllBI3MK til jj'
DlfllO 4 WWWMlCO ftSGVSLU *H*i 17 DK WRttlO BU MM
=
Passariohos raros
Venderse aa leva, e cala t; na mi
Senzala Velha o. 52, das 10 baria da manhai
Vendesae aa leve e aealat; na raid
Iba n. 5T
4 da larde.
Vendem-set garra fdes coa vinagra a IJX)
em
j
cada am, veaa-de tperaoeceU a 760 a libta,
caixa se far algnm abata, espirito de tdIi? -
10600 a cenada, e 380 a garrafa : noa eatabcle-
rna
ei-
cimenloa da Joaquim da SiWa Coala & C,
daa Cruzo o. 42, justo ao sobrado do Sr. Figu
roa, e na ra larga do Rosario n. 50, esquina que
volt* para a ra eatreiu do Rosario.
Milho, farelo,
arzoz de cascarudo novo.
Vende-ie milbo a 7S600 a sacca, trelo a 7*500,
arrox de eaaca a 35500, sendo em porco se faz
abttimeolo : na treveisa do pateo do Paris* n.
16, frente pintada de ama relio, com oito para a
ra da Florentina.
Para tempo de chu va.
Calcas, colletea, paletola e casacas, sproaptam-
se com brevidade pela machina de coa'ura ; na
rui Nova n. 67. leuda de J. Hunder, alfaiate.
Phosphato de ferro de Leras
Vndese com razoavel abatimento de preco
para fechar contas ; no escriptorio de Almeida
Gomes, Alvea & C, ra da Crnz n. 27.
Superior cal de Lisboa.
Tem para vender em porcao e a retalho Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C., no sen es-
criptorio ra da Cruz o. 1. gajg
Novas velas ds composico
que dio luz ignal aa de eapermacete, a 500 rs. a
libra, e em caixa de 20 libras a 460 rs., cnna en-
garrafada a 200 rs. a garrafa ; na roa das Cruzes
n. 2i, esquina da trsvessa do Ouvidor.
A 320 rs. o covado, grande |
pechinoha.
Vendem-se superiores cambraia francezai de '
muito bonitos padroes a 320 rs. o covado, fa-1
zeoda muito fina que sempre vendeu-se por 800
e 19 a vara, venbam por ellas, antea que se ca-
bera ; na ra do Queimado n. 22, na bem coi he-
rida .loja da boa f.
Novos cinteiros jde fitas com
pontas cnidas e franj
K loja d'aguia branca acaba de ti
vapor ioglez os tao proaurados a mo_
cinteiroa de fitas com ponta cabidas....
por isso podem-ajara Ser aktiiractoriamen
vidas ss senhora* qoe a desejavam ; elies a cha'iri-
se nnicanvenle na dita loja aguia branca, ruada
Queimado n. 16.
Chapeos de castor.
Vendem-se chapeos de castor de primeira qua-
lidade a 89, que j se venderam a 16, e para
acabar: na ra da Imperatriz, loja n. JO, do,
Ouarte.
Vende-se am sobrado na ra das Cinco
Postas n. 28, com muitos commodos : a tratar
oa roa'Imperial n. 108, das 6 s 9 da manbas, e
de Urde das 3 As 6.
Chapeos enfeitados.
Vendem-se chapeos enfeitados muito recom-
mendaveis para as meninas que eslao psssando a
festa noa amenos arrabaldea desta heroica cidade,
a prego de 3f cada nm : na ra da Imperatriz,
loja n. 20, do Duarte. Na dita loja cima acharao
continuadamente os senhores consumidores um
grande e variado sortimento de fazendas, tudo
baratissimo.
I Liquidado.
A loja de marmore.
SBournus de casemira para senhora a 109
Manteletes de grosdeniple a lOj)
I Leques de sndalo a 5
fiournus de casemira para meninos
de todas as id a des a 5g
Grande sortimento de cascarrilhas,
trancas e fitas de todas as cores para en-
feites de vestidos por pregos mais bara-
tos do que em outra qualquer parte.
neg muito commodo.
est por vendar o sitio no lugar da
.anciado aerale jornal : a tratar com
.Joe Marianno de Albnquefque ou
Azevedo da Andade aa roa do
Vende-se
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
B4ST0S & REG
Na ra Nova junto a Con-
cei$o dos Milita-
res n. 47.
Dm grande a variado aortimento da
roupas fei tas, calcados a fazendas e todos
estes se vender por pregos muito modi-
ficados como de seu costume,assira como
sejam sobrecasacos de superiores pannoa
e casacos feitos pelos ltimos figurinos a
263,285, 30^ e a335, paletotsdosmesmos
pannos preto a 16$, 185, 209 e a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de
novos padroes a 149.169, 189,209 e 249,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
rea a 99.109,129 a a 149, ditospretos pe-'
lo diminuto prego de 89,109, e 125, ditos
de sarja de seda a sobrecasacadoa a 129,
ditos de merino de cordio a 129, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 109,
S ditos aaceos pretos a 49, ditos de palha de
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos da brim pardo e de fusto a 39500, 49
e a 49500, ditos de fusto branco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a Sg e a 49, ditas debrlm decores
finas a 2S500, 39, 35500 e a 4g, ditas de
brim brancos finas a 49500, 55, 59500 a a
69, ditas de brim lona a 59 e a 65, colletea
de gorgurao preto e de coras a 5g e a 6j
ditos de casemira de cor e pretos a.45500
e a 59, ditos de fusto branco e da brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 45,
ditos de merino para luto a 49 e a 49500,
caigas de merino para 1 uto a 45500 e a 55,
capas de borracha a 89. Para meninos
de todos os tamaohes : calgaa de casemira
prefa e da cor a 55, 69 e a 79, ditas ditas
da brim a 25, 39 e a 39500, pal tota sac-
eos de casemira preta a 65 e a 7, ditos
de cor a 69 a a 75, ditos de alpaca a|39,
sobrecasacos de panno preto al2je a
14, ditoa de alpaca sreta a 59, bonets
para menino de todas aaqualidades, ca-
misas para meninos da todos ostamanhoa,
meioa ricoa vestidos de cambraia feitos
Eara meninas de 5 a 8 annos com cinco
abados lisos a 89 e a 125, ditos de gorgu-
rao de cor a de la a 55 o a 69, ditos de
brim a 35, ditos da cambraiavieamente
bordados para baptisados.e muitas outras
fazendaa e roupas feitas que deizam da. 3
ser1 mencionada* pela sua grande qaanti-
dade ; assim como recebe-se toda e qual-
quer eacoramenda de roupas para ae
mandar manufacturar e que para este flm
temos um completo sortimento de fazen- \
*degoslo e uma grande offleina da al-
faiate dirigida por um hbil mestre que
pela suapromptid eperfeigo nadadei-l
xaadeseiar.
*wae Mes* -ms mmmm***
Opiata mgleza
para dentes.
Est finilraottremediada a falta que se sen-
ta dessa apreciavet opiata ingleza to proveito-
sa e necessaria para os dentes, iaso porque a lo-
ja d aguia branca acaba de recebe-la de aua en-
commenda, e continua a vende-la a 19500 ra. a
cana: quem qaizer conservrseos dentes per-
fetos prerenir-se mandando-a comprar em
oita.Ioja d'aguia branca, ra do Quaimado n. 16.
Vende-se
Bzeiteodand oa palma, dito de amendoim que
aerve pauluzese machias!, mais barato do que
!? q"??V 9"" Prle; n rua do Vigario n.
1, pnmeiro aajdar.
no pateo do Carmo. eiquin* da rua de Hortas n.
2, espermecete a 720, amendoas a 360, figos de :
comadre a 480 e 440, passas a 600 rs., assucar :
braoco em carogo a 120, arroba a 39500, gomma
I 120, toucioho a 360, arroz a 120, caf em caro-
50 a 240. 280, 3:20. batatas novas a 80 rs tapioca
a 180, alpista a 180. canella a 960, erva-doce a
400 rs., alfazema a 320, cominhos a 600 rs., velas ;
de carnauba a 440, e 480 fins, manteiga ingleza I
a 640, 800 e 960, muito fina a #120, banha a 440
e 480, bolachinhaa de todaa as qualidades a 320,
doce de goiaba, am caixo 1, cravo da India a
960, palitos do gaz. groza a 29500, duzia a 240,
vioho de pipa a 400, 480, 560, 640, muito fino a
800 rs.. dita engarrafado a 800, 19 e 19200, du-
que do Porto a 19500 a garrafa, azeite doce a 800
rs., azeitonas a 640, cal de Xisboa, barrica de 4
arrobas a 79500.
Fitas de chamalo-
te muito boas e
bonitas.
Na loja do vapor.
Rua Nova n. 7.
Acha-se barato grande sortimento de calgado
francez e inglez, ronpa feita e perfumarlas mui-
to finas, quem dividar pode ver.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a \$.
Duzia de meiascruaa para homem a
19200 e o par a 120 rs., ditas brancas
muito finas a 2500 a duzia, lencos de
caasa com barra de cores a 120 ra. cada
um, ditos brancosa 160 rs., baldes de
20 e 30 arcos a 35, lazinha para ves-
tidos a 240 o covado, chales de merino
estampados finos a 59 e 69, tarlalana
branca e de corea muito fina com vara
emeia de largura a 480 rs. o covado,
fil de linho liso a 640 rs. avara, pe-
gas de eambraia liaa fina a 39, caasaa
de cores para vestidos a 200 ra. o ce-
vado, muasulina encarnada a 320 ra. o
covado, calcinhaa para menina de escola
a 15 o par, gravatinhaa de tranca a 160
ra., peloa para camisa a 200 rs. cada
um duzia 29, pecas de cambraia de sal-
pico muito tina 1 39500, pegaa de bre-
tanha de rolo a 29, chitas francezaa a
220 e 240 ra. o covado, a loja est
abarla das6 horas da manhaaa 9 da
noile.
Srs. consumi-
ores de gaz.
Noa rmaseos do caes do Ramos ns. 18 e 36 e
na roa do Trapiche Novo (do Recife) n. 8. se
vende gsz liquido americano primeira qualida-
de erecentementechegado 149 a lata de cinco
galloes. assim como se vendem latas de cinco
garrafas e em garrafas.
Machinas americanas.
EmesaadaN.O. Bieber & C, succc-ssor.s,
rua da Crua n. 4, vendem-se :
Machinas para regir hortaa e capia.
Ditas para deacarogar milho.
Ditas para cortar capim.
Selins com pertences a 109 e 209.
Obraa de metal principe prateadas.
Alcatrao da Suecia.
Veroiz da alcatrao para navios.
Salsa parrilhade primeira qualidade de Para.
Vinho Xerez de 1836 em caizas de 1 duzia.
Cognac em caizas del duzia.
Arados e grades.
Brilbantes.
Carrogis pequeas.
hoa fama
vende flvelas para cintos o mais bem dourado que
possivel e dos mais lindos gostos que tem vindo
a este mercado, pelo baratissimo prego de 29500
cada urna, earteins com agulhas as mais bem
sortdas que se pode desejar, e em quanto a qua-
lidade nao pode hover nada melhor, pelo barato
prego de 500 rs. cada carteira, pennasde ago ca-
hgraphia verdadeiras a 29 cada caizinha com 12
duzai, ditas de langa verdadeiras n. 134 a 19200
cada groza, ditas muito boaa aioda nao cenheci-
das a 500 rs. a groza : na rua do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fama nu-
mero 35.
Tende-se am terreno na rua do Hospicio
quasi defronte do quartel, praprio para edificar-
se uma casa, tndo 40 palmos de frente e 146 de
fundo, cora slicerce : a tratar na rna do Trapi-
che o. 14, primeiro andar.
Banha fina
em copos grandes.
A' loja d'aguia branca avisa a sua boa fregue-
zia que chegada a apreciavel banha fina em co-
pos grandes, e contina a vende-la mais barato
do que em outra qualquer parte : na rua do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
Calcado inglez
Campos 4 Pereira, novamente participara o
is freguezes e amigos, que rsceberam porgao
_ pares de borseguios ioglezes de vaqueta, entre
elies alguns de sola grossa, todos proprios para
invern, e os vende pelo bsrattselmo prego de
IO5OOO o par; assim como receberam lambem
uma pequea porgao de parea de. botina! inglezis
para Senhoras, obra muito superior, e entao ven-
dendo a 7J0OO o par, na sua loja, na rua da Ca-
deia n. 32.
Gaz liquido
Samuel Johnston & C. vendem em seu arma-
zem rua da Senzala o. 43 latas com 5 gales de
gaz a 149O0O.
Lentillas de primeira qualidade, legume o
maia lave no estomago, vende-seta rua Novan.
22, maito barato.
Vendem-se magas novas ebegadas no ul-
timo navio a 89, mscrrao, talharim e alelria a
49. tendo cada caiza maia de 20 libras ; no ar-
mazem do Aonea, defronte da alfandega n. 2.
Para a quaresma.
A's senhoras de bom gosto.
Vendem-se manteletes pretos ricamente en-
feitados a 16, 20 e 259 : ni rua da Imperatriz n.
48, junto a padaria franceza.
Esponjas finas
para o rosto.
Vende-se mui finas esponjas para roato. a 29
cada urna-: na rua do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Garteiras com agulhas.
A loja d'aguia branca acaba de despachar car-
teiras com agulhas de mal boa qualidade, e ex-
cedente aortimento, e aa est vendendo a 500 rs.
cada uma ; assim como recebeu igualmente no-
vo sortimento das agulhas imperiaes, fundo dou-
rado, que continan: s ser vendidas a 160 ris o
papel, isso na rua do Queimado loja d'aguia
branca n. 16.
Argolas de,ac para chaves
vendem-se 200, 240, 320, 400 e 500 ris, na rua
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
4os fabricantes de velas.
O antigo deposito de cera de carnauba e sebo
yn pao e em velas, estabelecido no largo da As-
sembles n.9, mudou-se para a rua da Madre de
Dos n 28, quasi defronte da igreja, onde conti-
na a haver um completo sortimento daquelles
gneros, que se vendem por pregos razoaveis.
Relogios,
Venda-s am cas de Johnston Pater & C,
rua do Vigario n. 3 am bello sortimento di
relogiosdeouro,patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tamben
una varicda.de da bonitos trancelinpara 01
mesaaos.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo va-
por inglez a sus encommenda de boas, bonitas e
largas fitas de chamelote brancas e outras cores,
as quaes sao ezcellentes para cintos, lagos, etc.,
de vestidos para casamentos e bailes, assim como
para lagos de bouqoetes, cinteiros de criaogas e
muitas outras diversas coasas, e como de seu
costume os precos sao menores do qie em outra. S1Ie1IP^II11
qualquer parte; assim quem munido de dinbei-
ro, dirigir-se a rua do Queimado loja d'aguia
branca n. 16, ser bem servido.
Potassa daRussia. |
Vende-se potassa da Russia da mais nova e
superior que ha no mercado a a prego muito
cammodo : no escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Rua da Senzalla Nova n. 45L
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs. j
Urna bar caca. ;
Vende-se ama barcaga do porte de 35 eaiaa,:
encalhada no estaleiro do mestre carpinleiro Ja- {
eintho Elesbao, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
tas, aonde pode ser vista e examinada peloa pre-1
tendentes; vende-se a prazo oa a dinheiro ; a
tratar com Manoel Alves Guerra, na rna do Tra-
piche n. 14.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na rua do Queimado n. 22, Na loJa da Boa F na rua do Queimado n. 22
se encontrar um completo sortimento de grava- s(emPro se encontrarlo aa verdadeiras luvas de
tas de seda pretas e de cores, que se vendem por, JUT'D. tanto para homem como para senhora,
pregoa baratissimos, como sejam: eiireitinhas dvertindo-se que para aquelles ha de muito
pretas e de lindas cores s 19, ditas com pontas !mda c5res, na mencionada loja da Boa F na
largas a 19500, ditas pretas bordadas a 15600. di-
tas preias para duas voltea a 2J; na mencionada
loja da boa f, na rua do Queimado n. 22.
Attenc&o
Guimsres & Luz, donoa da loja de miudezas
da raa do Queimado n. 35, boa fama, participara
ao publico que o sen estabelecimento se echa
completamente prvido das melhores mereadoriaa
tendentes ao meamo estabelecimento, e muitos
outros objeclos de gosto, sendo quasi todos rece-
bidos de suas proprias encommendas ; e catando
elies inteiramente resolvidoa a nao venderem
fiado, afiangam vender mais barato do qoe oatro
qualquer; e juntamente pedem aoa seus devedo-
res que lhes manden ou venham pagar os seus
dbitos, sob pena de serem justigados.
Fivelas para cinto.
Novo paquete das novidades
23-Rua Direita-23
Neste novo estabelecimento achara o publico um grande sortimento tendente a molhados
ludo por prego mais barato do que em outra qualquer parte :
Manteig ingleza especialmente escolhida a 800 e 960 rs. a libra.
Dita franceza a melhor do mercado a 720 rs. a libra.
Queijos fiamengos chegados no ultimo vapor a 29800 e 3f.
Che byson e preto a 29 e 29880 a libra.
Vinho engarrafado dos melhores autores a 19 e 19200 a garrafa.
Vinho de pipa proprios para piato a 500 e 160 a garrafa.
Marmeladaimperial dos melhores autores a 906 rs. a libra;
Ameixas pertoguezas a 480 rs. a libra.
Passas muito novas a 500 rs. a libra.
Latas com bolachiobasde differentes qualidades a lgiOO.
Conservas inlezas as melhores do mercado a 800 rs. o frasco.
Hassas, talharim, macarrao e aletria a 440 rs. a libra.
Cerveja das memores marcas a 560 a garrafa. "
Geoebra de hollaoda superior a 500 rs. a botija.
Velaa de carnauba 440 ra. a UDra.
Ditas de espermacete a 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320 rs. a garrafa.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra.
Touciaho de Lisboa a 360 rs. a libra.
Alera dos gneros annunciados achara o publico um grande sortimento de um Indo tenden-
te a molhados mais barato do que em outra qualquer parle.
Ricas fivelas de madreperola para
barato prego de 1J600: na loja da
rua do Queimado n. 75, junto a loja
cintos pelo
victoria na
de cera.
Luvas de Jouvin.
ATTENQAO
Cascarrilua.
W J?.\r.a \},0a da Tlctoria fn'ie orli-
mento de caaearrllha de todas as cores e lsrgu-
S ft!.Ja2diT?hi",.a loia da Ticl0ria rua
do.QuaiaWdp n. 75, junto a loja de
cara.
T VeSlftra .le"*no slo Amaro,
molo ao bMpWUflf>z, com 700 palmos de fren-
te, em mult bdm astado, a tratar n rua do
Trapiche n. 44, armazem de Braga Son & C.
-. M. O.BtoUr 4 C.MiMTMfrB,Bld7Cr
.4, tem parifWderrelogiospa*algibalra da
oar e prata,
;
Mu bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
encommenda diversos artigos de gosto, e proprios
para enfeiles de vestidos de noivas ou convida-
das, sendo bicos de blond da diversas larguras,
franjas brancas e de cores, trangas brancas com
vidnlhose sem elies, cascarrilhas brancas e mui-
tas outras cores, finas e delicadas cap el las bran-
cas, bonitos eofeites de flores e cachos sollos, lu-
vas de pellica enfeitadas primorosamente, mui
bonitas e boaa filas de chamalote, e emflm mui-
tos outros objectos que a pedido do comprador
terao patentes, e vista do dinheiro nao se dei-
xar& de negociar : na loja d'aguia branca, raa
do Queimado n. 16.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de receber 1
amoslra uma pequea quantidade de fivellas
douradas e esmaltadaa para cintos, todas de no-
vos e bonitos moldes, e lambem douradas que
parecem de oura de lei, o que s coa experien-
cia se conhecer nao o serem, estando no meimo
caso as esmaltadla, e assira mesmo vendem-se
pelo barato prego de 2f500 rs. cada urna, na rua
do Queimado loja d'aguia branca, n. 16,
Cestinhas ou cabases para as
meninas de escola.
O tempo proprio daa meninas irem paca a
escola, e por isso bom que vao compoalas com
uma das novas e bonitas cestinhas que ae ven-
dem ca rua do Queimado loja d'aguia branca
o. 16.
Novos bonets de velludo, e
* marroquim dourado.
Na loja d'aguia branca vende-se mui bonitos
bonets da velludo, e marroquim dourado, oa
quaes sao agora mui necesurios para oa meni-
nos que vao para a escola a quem oa quizer com-
prar maia baratos dirigir-se raa do Queimado
loja d'aguia branca n. 16.
As verdadeiras pennas ingle-
zas caligraphicas.
A loja d'aguia branca cana de receber sos
encommenda das verdadeiras pennas de ajo
inglezas caligraphicas, dos bem conhecidoa e
acreditados fabricantes Peary je C, e apesar da
falta que havla dessas boas pennas, com todo
vendem-se pelo antigo preco de2/000 a caizinha
ds uma groza, quantidade eisa que aa falsifica-
das nlo trazem. Para lirrar de engaos, as ca-
xinhas vao marcadas com o rotulo que diz. Loja
d'aguj branca rua do Queimado n. 16,
rua do Queimado a. 22.
8 Interesse pnblico.
Offerecido pela loja
marmore.
A loja de marmore tendo de apresen-
lar concurrencia publica o qu ha de
mais novo em fazendas, tanto para se-
nhoras como para homens e meninos,
sendo que para este fim espera de seus
correspondentes de Inglaterra, Franca e
Aliemanha aa remeasaa de seus pedidos,
tem resol vid o, antes de a presentar o no-
vo sortimento, liquidar as fazendaa exis-
tentes, o que effectuar por pregoa m-
dicos e para cujo fim convida o respeita-
vel publico a aproveitar-se desta emer-
gencia.
\mmm-mmmmm mmA
Caivetes fixos para abrir
latas.
Ghegou nova remessa desses preciosos cai-
vetes fixos para abrir latas de aardinha, doce,
bolachinhaa etc., etc. Agora pela festa cmese
muito dessas cousas e por iasa necessario ter
um desses caivetes cujo importe 19 eompran-
do-se na rua do Queimado loja da agaia branca
n. 16, nica parte onda os ha.
Caixinhas. vazias para con-
feitos.
Muito lindas caitinhaa vazias para se botar
confeitoa e dar de presente a 200, 320 e 400 rs.
cada caizinha : oa loia da victoria na rua do
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Linhas de croxele em nve-
los monstros.
Muito boa linha de eroxele para bordado em
nvelos monstros por serem muito grandes a
400 rs. o novelo : na loja da victoria na rua do
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Novo sortimento de cascarri-
lhas de seda.
A loja d'aguia branca acaba de receber um novo
e bello sortimento de cascarrilhas da aeda de
muitas e differentes cores, e vende-se 19500
e 295OO ris a pega, oa rua do Queimado loja
d'aguia branca n. Ib'.
Meias pretas fie seda 1.000
o par.
Vende-se meias preias de seda, e de mal boa
qualidade, para aenhoras, e padres I9OOO o
par, por estaa principiando a mofar, e estando
ellas calcadas nada se conhece, na rua d* Quei-
mado loja d'afia. branca a. 16, *

8
@i ii ddl iiunt
Sortimento completo de fazendas e roupas feitas
N\ llOafL IHE1
m
N. 48Rua da lmperatriz-
Junto a padaria franceza.
Encoolra-ae oeste estabelecimento um completo sortimento de roupas de todas as qualida-
des como sejam paieUlsde alpaca preta de 39 a 109, ditos de merino preto a 79, dito de panno
preta saceos a 79. 89 e 129, ditos de casemira de 79, 99 e 129, ditos de alpaca de cor a 39500. 49 e
79, ditos de meia casemira de cor a 49500 e pretos a 52, ditos de brim pardo e de cores a 39500 e
49, ditos brancos de bramante a 39500 e 49, de brim trangado a 49500, sobrecasaco de panno preto
a 169.189 a 20$, ditos com golla de velludo a 189, sortimento de caigas brancas de brim a 29500,
89500. a 49. ditas de cor a 19600, 29, 2J500 e 39. ditas de ganga de cor a 2ft700, de meia casemira
a 39, 395OO e 69, ditas de casemira superior a 6(500, 79500 e 99, dilas pretas a 4(500,79, 89 e 109,
e de outras multas qualidades, sortimento de collete de todas as qualidades, camisas francezas de
todas as qualidadea e prego, sroslas de algodo, de bramante e de linho por pregos admiraveis.
Um sortimento de roupas para meninos de diversos tamanhos, chapeos francezes para cabega de
todas as qualidadea, chapeos deso de seda admiravel pechincha para liquidar a 59500 e 69, ditos
para aenhora a 4Ve 59, e outras muitas qualidades de fazendas e roupas feitas que se afianga ven-
der por pregoa commodos.
Meias pretas de seda.
Veode-se meias4e seda preias para aenhora
fazenda muito superior pelo baratissimo prego
de 190 par : aa ma do Queimado na bem co-
nhecTda loja da boa fama n. 35.
Linhas de cores em nvelos.
Vende-se linhas de cores em novelo fazenda
em perfeilissimo estado pelo baratissimo prego
de 19 a libra : na rua do Queimado loja de miu-
dezaa da boa fama a. 35.
Papel de peso a 2J a resma.
Vende-se na rua do Queimado toja de miude-
xas da boa fama n. 85.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonitos bicoa de linho de dous a
quatro dedos de largura fazenda muito superior
pelo baratissimo prego da 240,320, 400 e 480 rs.
a vara, vende-se por tal prego pela ratlo de es-
terera muito pouca cousa encaldidos, tambem se
vendem pegaa de reodas lisas perfeitamente boas
com 10 varas cada pega a 720, 800 e 19, dilas
com sal picos muito bonitas e diversas larguras a
19200,19600 e 29 a pega, ditas de seda a 29 ca-
da una pega : na roa do Queimado na bem co-
nheoida loja de miudezas da boa fama n. 35.
Agua de lavander e pomada.
Vende-se superior agaa de lavander Inglesa
pelo baratissimo prego de 500 640 rs. cada fres
eo, ponida maitisaraao loa em poa grandes a
500 e a 19, vende-se por tao barato prego pala
grande quantidade que ha: na rua do Queimado
oa toja oe miudezas da boa fama o. 55.
Loja das 6 por-g
tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata.
Paletota de panno fino aobrecaaacos,
ditos de casemira de cor de fusto, ditos
de brim de cores e branco, ditos de
ganga, caigas de casemira pretas e de
corea, de brim branco e de coras, de gan-
ga, camius com peilo de linho muito
flna, ditas de algodo, chapeos de sol
de alpaca a 49 cada um.
mmmmm
3
8
8
Taixas
para engenho.
Grande redueco nos precos
para acabar.
Braga, Son & C. tem para vender na rua da
Moeda taixas de ferro cuado do mui acreditado
fabricante BAwia Mavr, a 106 rs: por libra, as
mesmas que ae vendiam a 120 ra. : quem preci-
sar dlrija-se a rna do Trapiche n. 44, armazem
da ftzendas.
ARMAZEM
DE
Louya vidrada.
8-Rna da Cadeia do Recife-8
Grande liquidado por
todo preco.
Jarrase vende o est.belecWento com .ba-
Louga vidrada de differentes quaUdade*.
Va^de d.ver.os t.m.nhos 1,^ ^
Jarras floas grandes e pequenaa.
Ditas entre-Anas e msis inferiores
Potes de diferentes tamanhos.
Jarras e jarrdes para cosinha."
Resfriadeiras [ou garrafas) de differentes goato
Quartinhas grandes e pequeas. "
Copos da Babia e da terr.
Muringues finos e enlre-finos.-
Fogareirospara defumar.
B e naSvoe9.P PrP"0S P"a COmp"s "cheira.
Escovss de lavar casa e navios.
VasNora. de cabello, piassava e palha para
Espanadores de cabello para caira m*.. .
Carrinhosde dilferenle/f/rnnnos' ^ nino
?.5i2'fffloM,Di de e,coU8-
Ceslas para compras sorlidas. *
Ga?^aCf^8Hred?i1,,0? pm mei0 e sala.
7h?^^r.^Seeet9 "'" i" "-
Rf d0D0 d0 liMeclaei tor". re-
Aos senhores sacerdotes.
Acabam de cbegar loja da boa f n r,
Queimado n. 22, mefts preias de seda mif
Sr: Domingo, Franci.co SuJSSff "*
Froco fino, e seda frouxa para
bordar
Capachos.
USSSTSSS redoOsDdrnelheoC0D3Prd08 S
do. nevera conhecida VfaSfS&
Escravos fgidos.
a M SS Pm J0?e' de D"5o, idaJa de i-
Lia. hi..P"eo-B"18 ou B,en. tem o pi di-
Mata bastante virado para fora e flium ihh.
Untes dentes, levou chapeo de palha c,iCa
brim preto, e camisa de iscado azul "mrSsten!-
quem o pegar leve raa larga do Rosario nlV
terceiro andar, que ser recompedo W*
Fugio no da 11 do corrente, um
cafara de neme Constancio, de idade de
?annos, bastante descorado,com uma
btlide no olho direit, urna pequea
fenda na canella, levou calca e camisa
de algodaoztnho escuro; foi vendido
aqu nesta praca, pelo Sr. Paulino Ma-
noel de Souza Oliveira, a Jos da Fon-
ceca e Silva : as pessoas que o pegarem
dirijam-sea rua DirPta n. 3, quesei
gratificado generosamente.
-A^ch,-8e a"8enle de sa desde o dia 10 o
na ca h.!i.e"CKra-fa da Co,la de DOme Sfi
n ain.il.ada*.ba1"'- tem na boc" falla de
vestido desbotado, que parece branco, c pjnao
da Costa, consta ter sido lisia no Recife e anda
rZ .0W-r0 ,d6 fruClas para Scar-e
tSSSS ?8 Pdeslres Polica a sua appre-
SStAi '"nlo-o a estrada de Joo de Barros,
0S frenteuda capella da Conceicao, ondo
v^nnoli SeDh0r major ,oao Bernardino da
Vasconcello, que graticar.
nJl!aglr no dia X0 d0 co"enle de bordo do
patacho Capuam, o escravo crioulo marinhei-
ro denome Antonio, idade 19 annos poucomas
ou menos, altura regular, rosto comprido e com
alguos signaes de bexiga, levou calca e canrsa
azul : quera o pegar leve-o ac escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C. rua da
^ruz n. 1, ou a bordo do dito patacho que ser
generosamente recompensado.
Fugio no dia 6 do corrente as 7 horas Ja
5 o.om.ulatoescravo denome-Isidoro, idsde
de t a 2 annos,. tem o rosto picado de bexigs
que ss leve em bastante escala, a ponco menos
de mezes, e por isso aioda tem rosto preto da*
marcas, escuro da cor, cabellos e barba cortada,
quando anda parece puchar de uma perna por
nao poder anda bem sentar um dos ps em vir-
tude das bexigas que teve, levou calca de riecado
e camisa de madapolao, chapeo de feltro, esle
escravo foi recebido em pagamento do Sr. JoSo
Jos deMedeirosCor:eia,daParahiba, suppoe-se
que tomara o caminho de Nazarelh ou Lagos
Secca ondej trabalhou de aapateiro ou mesreo
que tomasse o caminho do Inga do ,Bacama:te,
donde natural e tem parentes e senhores mo-
gos : roga-se as autoridades policiaca e capitaes
de campo o apprehendam e levem ao M>ogui-
nho sitio defronle da capella do mesmo noce
ou ao Recife raa do Amorim n. 27, escriptorio
de Jos Nunes de Paula que gratificar com ge-
nerosidade.
Fugio no dia 9 do corrente (janeiro) 0 eD.
genho Santos alendes, da comarca de Nazarelh
do abalxo assignado, um escravo de nome Flr-
mino, de 28 a 30 annos de idade pouco mais ou
menos, alto, corpolento, bonita figura, nao mui-
to fechada a barba, sem achaque algnm, pernea
grossase um pouco abertas, ps grandes e cha-
tos, quando falla fecha um pouco um olho,
muito ladino, e falla muito desembarazado,
crioulo, de cor preta, bom carreiro, bom car-
gueiro, sabe comprar e vender, entende de fazer
assucar, de suppor que lenha as nadegaa
marcas de chicote, foi comprado ha 12 ou 14 an-
nos pouco mais ou menos no angenho Morojo
desta mesma comarca, onde tem mullas relaroes
assim como as lem njLjuaia de Itapissum'a e
n'outrasno Recife e serlao : roga-se as auto-
ridades policiaes, capiles de campo e a qualquer
peasoa em particular a apprehengo de dito es-
cravo e leva-lo ao referido engenho cima men-
cionado, ou ao Recife na praca do Corpo Santo
aosSrs. Manoel Ignacio de liveira & Filho, que
receber 2009 de gratifleaco. Dito escravo fra
visto por duas vezes uma em Ierras do engenho
Aldeia da comarca de Pao d'Alho, e outra em
Ierras do eogenho Hachados limitrophe do mes-
mo engenho Aldeia, por isso de presumir que.
ou esteja acollado por algnm senbor de engenho
visinho cujo carcter com islo se coadune e cora
algnm pensamento reservado, a melhor saplisfa-
zer os aeus intentos, e conseguir coitos fins por
ello a muito desejsdo, ou por algum de aeus
moradores, ou ento lenha ido para o Recife on-
de lem mailaa relac,oe, j por ter toda a sema-
na ahi vender agurdente, ja por ir estado all
diversas vezes por ,3 e 4 das esperando res-
posta de papis, por isso de suppor que ou es-
teja no ganhe ou em alguna sucia de negroa e
de cansina oa em companhia de alguem ; por-
tanto roga-se aot Sra. de engenho e todas as pes-
soas viainhas dos engenhos cima mencionados,
assim cono aos senhores dos mesmo engenhos,
como tambem as peasoas da prace a apprehen-
sao do dito escravo que ceceberao a naga 'cima
a ficarei muito. obrigado; aasim coaao protesta
proceder com todo rigor da lei contra qualquer
individuo que por acaso o tanhs em seu poder
oa oceulto. Recife 24 de Janeiro de 1862.
Laurentino Gomes da Cuoba Pereira JtfUio.

1


SI
LUteratura.
Pastoral c mandameatos.
D. Sebasliao Diat Larangeiras, por merc de
Deus e da sania tLipostotica, bitpo de S. Pe-
dro do Rio Gran le do Sul, do comelho de S.
31. o Imperador, etc. ete.
Aos Rrms parochos a sacerdotes da nossa. dioce-
se sale, pas e luz no Espirito Sanio que da
todos verdadeira cerisolago.
Eocarregados pela Diviua Providencia de apas-
ccoiar este uumeroso rebauho, heraoga abengoa-
coada do grande Jlie Je familias, lem sido bosso
constante desejo, irmos multo amados e filhos
em Jess Chriito, o'de promover a sua verdadei-
ra grandeza, eonvilrndo-o a render-se docemen-
te do jugo-do Senhor. A immeasa divida que j
contraamos lofaci de nossa elevago cadei-
ra episcopal.no obriga a uo esquecer a vigilan-
cia e cuidado que deremos pdr em accudir as
necesidades espirituaes de nossos amados dio-
cesanos, fazendo firmar entre elles as leis salu-
tares da egreja e disciplina ecclesiaslica sera as
quaes baldados sero os nossos esforgos, e estas
oecessidades jamis regular e fluctuosamente
occorridas ; as ira seria boje urna vergonha para
o episcopado, se mudos e iropassiveis nos con-
sorvassemos do goverou desla egreja vendo, se-
nao extiocto o claro di f, quig sem vigor as
bellas pralicas do christianismo. O fri acepti-
cismo nao menos para lamentar do que a so-
berba aborrago dos dogmas esagrados rysterios
que sao o elemento da verdadeira crenca. E o
que vemos? por toda a parte o vertigioioso phi-
losophismo, verdadeiro desroaio da razao a si
entregue, pregando seus falsos diclames para
contrariara acgo da lei regenedora, taixindode
irrisorias as verdades sobrenaturaes por serem
suporiores ao alcauc humano, e procurando aos
seus cegos discpulos um plano da vida mais
agradavel e capaz de lisongear as paixes, como
se fra da ledo Sanhor podesse haver felicidade
e paz verdadeira.
Lomiudo ainda neje se desconhecom as vaoti-
gens de um tal systema, ao passo que estas mes-
mas verdades imprescrulaveis que tanto iucom-
modara aos]sabios da poca lem promessa de in-
fallivel certeza, estes arcanos da uoidade divina
om tres pessoas, da musculosa encarnago do
Fiio de Deas, da existencia do cu e do inferno,
c i !i?ciJos pela revelaco santa, e muitos outrot
dogmas e mysterios que eslo depositados na
egreja fazem a eaperanga dos sinceros fiis que
combatem nesta vida para encootrarem alm do
tmulo a brlhante corda de suas virtudes. As-
stoi, pois, querendo n6s obviar a marcha do er-
ro, e certos de que a lioguagem do exemplo a
mais apta para desmascsrar o espirito da impos-
tura, nos vos apresentamos, caros irmos e filhos
em Jess Christo, os maodamentos abaixo trans-
criptos para o mellior desempenho dos vossos
deveres, ao mesmo lempo ordenando-vos de os
por era pralica em vossas egrejas. Nao urna in-
novago que vos impomos, toJos esto firmados
dos concilios, na constituicao diocesana e leis em
vigor, para cuja execugo o plena observancia
toca-nos muito de perto vellar o aos infractores o
penoso dever de punir.
Nojulgueis, porro, amados filhos, que apre-
sentando-vos estes mandameutos, s delles exi-
gimos o cumprimeoto.
Muitas outras sao as deleiminages da egreja
quedeveis conhecer e tersempreem vista. Ten-
des o concilio de Trenlo e constituigo diocesana,
coja leitura e continuado estudo muito vos re-
commendamos, exhorlaodo-vos ao mesmo lem-
po a serdes fiis execulores de todas as suas
prescripges.
Tendo-se infelizmente inlroduzido muitos abu
sos nesta dioceso em opposigo aos sagrados ca-
ones, contra esses abusos principalmente, cora
o fim de os dissipar organisamos os seguinles
mandamenlos e sob penas gravissimas que de
c;rto nao deixaremosde impdr, ordenamos o seu
cimpri ment.
andamentos.
1.Todo o sacerdote que vier de oulro hispa-
no nos apresenlar com brevidade seus docu-
mentos em forma, e para poder ser empregado
ser previamente examinado.
2Neahum sacerdote ser prvido vigario
encommendado ou coadjutor sem que em exame
se mostr sucientmeme habilitado, excepto os
queja o fizeram em concurso nesta bispado, e os
sacerdotes filhos do nosso seminario.
3 De seis em seis mezes. contados de janeirn
a junho, e de julbo a dezembro, os reverendos
parochos nos remetterao um mappa do numero
dos baptisadoi, casamentos e bitos com declara-
500 do nome do ultimo baptisado, casado e se-
pultado, e especificaco da pagina do respectivo
livro.
4.aTorna-se tambem extensiva aos Rvds. vi-
garios da vara a obrigscao de seis em seis mezes
enviar-nos um mappa 'constante de todo o ira-
balho de sua vara, e juntamente os proventos da
nossa mitra e caixa pa.
5.Os Rvds*. parochos nos requerero altes-
tadosde residencia para percepgo de suas con-
gruas juntando seus requerimeotos ou um at-
testado do respectivo vigario da vara, ou de qual-
quer auloridade anda mesmo secular, em que
rrove residencia e cumprimeoto de suas obriga-
ces.
6.'Prohibimos as novenas, tercos e mais
fuocedes nocturnas, devendo estes actos princi-
piaren! ainda com da: os da semana santa, po-
vm, se devero coocluir, ainda qne entrena pe-
la noite, o mais cedo poisivel. Muito recom-
mendamos aos Rvds. parochos e capelles que
nao consintam abarlas as egrejas noite, salvo
para concluso das funeces da semana sania ou
para levar o Santissimo Vialico, a Extrema Uoc-
rao aos enfermos, ou administrado do sacra-
mento do matrimonio quando houver licencia
nossa.
7.Nenhuma novena, terco ou acto algum
religioso poderi ter lugar oas egrejas, sem que
seja presidido pelo Rvd. parocho ou sacerdote de
licenca tua.
8."Na noite de Natal permiltimos que se ce-
lebre as malrizes e capellas urna missa smente,
cantada ou privada ; devendo as outras serem
celebradas as horas marcadas na rubrica. Os
Rvds, sacerdotes, porm, s podero celebrar do
romper da aurora em diante, quando nao obte-
rjham alguma licenca nossa em contrario, queso
concederemos por motivos attendiveis.
9.Prohibimos a expsito do Saotissime
Sacramento sem proviso em occasiao de (esta
solemne, excepto nos das de Corpus Cnriiti,
quiota-feira-maior as egrejas em que se cele-
brar a semana tanta, e por occasilo de Te Deum
nacional.
10.Permillimos, e at exh estamos aos Bvd.
parochos, psra que em suas matrizes as quin-
tas-feirai, nos domingos e [estos licaa* exposicao
dorante as preces que 01 mandamento esfftiai
ordenaremos, e no fien abengam o paro com o
Santissimo Sacramento.
U.E-porque as egrejas malrizes sejam s-
menle os lugares'deslinados para a celebracio de
lodos os Sacramentos, e tornando-ie abusivo o
costume de procuraren: fridellas a administra-
gao dos mesmos Sacramentos com grave inracgo
das leis da egreja, ordenamosque es casamentos
e baptismos solemnes nao possam serfeitoi fra
dolas e noite, sem causa justificada e proviso
nossa ; e quando permlirirmos que possam ser
celebrados (ora das malrizes, impor-se-ha em fa-
vor da3 respectivas fabricas as segninles multas:
Por casamento ou baptizado feito em
casa, as eidades ou povoage. 20JOOO
Em capellas.......:.......l000
Fra das eidades e povoacoes.....lOfOOO
Recommendamos outrosim que os casamentos
quanto possivel for, sejam celebrados tnr
Missam.
12.S pode ser psdrinho no Sacramento do
baptismo um homam tao somente ouquanlo mui-
to um hnmern e urna mulher, costume este inlro-
duzido que.approvamos, devendo ter de edade
pelo menos quatorze annos o padriaho e doze
aonos a madrinha.
E' obsolutameote prohibido pelas leis da egre-
ja a admlsso de dous padrinhosdo mesmo sexo,
bem como aquelles que nao professarem a nossa
santa religiao citholics. Recomq>eodamot aos
Rvs. parochos a plena observancia deste preceito
da egreja, nao permittiodo jsmsis qua pessoas
dissidentes da religiao catholica se apresenlem
como padriohos nesse Sacramento.
13.Ueveudo os Rvs. parochos, na forma de-
terminada pela constitui;o synodal, percorrer
em desobriga as respectivas freguezias, a come-
car da Dominga in Albis em disole, permillimos
que nesse lempo possam, onde ss acharara, bap-
usar sem provisto, e egualmeote casar, proce-
dendo todavia as formalidades que sao exigidas
na celebracao do matrimonio, sem que por esses
actos recebam mais cousa alguma do que rece-
beriam em suas malrizes.
1*.Atlendendo nos que as freguezias da
Campanba em lugares distante das malrizes, aeja
penoso recorrer a ellas para administrado do
Sacramento do baptismo, permillimos aos Rvs.
parochos e sos sacerdotes seus operarios e de li-
ceoc.a sua, poder as occasies em quo sejam
chimados para administrar aos moribundos os l-
timos Sacramentos, baptisar as cranlas que Ibe
form apresenlada, sem por isso perceberem
mais do que se fra na matriz, independenle de
proviso, lomando-se todava o devldo assemo.
15.As pessoas residentes nesta cidade nao se
podero receberem matrimonio sem que antece-
dentemente se publiquem banhns em tres das
festivos, as tres respectivas freguezias, devendo
o Rvd. parocho dos contrllenles recolhe-los ao
seu archivo ; s dispensaremos estas publicaces
em urgentes e justificados casos, mediante urna
proviso e a mulla dedez mil ris para a comp-
lanlo fabrica.
16.Nenhura matrimonio se podert celebrar
sem exibiclo ae banhos, certido de baptismo ou
de viuvez; e nao sendo os contrahentes ou algum
delles da mesma freguezia, sem justificarlo do
estado de solteiro, livre e desempedido, salvo li-
cenQa nossa tn scriptis.
17.Ordenamos aos Rvs. parochos e aos sa-
cerdotes por elles autorisados que jamis em cir-
cunstancia alguma recebam conjuges em matri-
monio sem que estes previamente se tenhim con-
fessado e commuogado, o que nun:a se dispen-
sar.
18 Nao podando os Rvs. parochos, em con-
formidade das leis em vigor, accumular o cargo
de fabriqueiro de suas malrizes, uos devero apre-
sentar com a possivel brevidade pessoa idnea,
proba e zelosa para provernos nesse emprego ;
aquelle de seis em seis mezes nos enviar urna
conla correle da receita e despeza que houver
feito extrahida do respectivo livro, que vira ru-
bricada pelo Rvd. parocho.
19.Os fabriqueiros sero de nomeaco dos
Rvs. parochos, e pessoas da sua confianga ; por
ellas sero dimillidos quando n9o satisfacam as
obrigaces a seu cargo, sendo-nos communicada
ao mesmo lempo essa dimisdo com a nomeago
de outro que substitu para se Ihe passar o devi-
do provimento,
20.Exorlamos aos fabriqueiros que sejam ze-
losoa em receber os proventos da fabrica, nao
podendo fiza/ despeza alguma em favor da mes-
ma, sem que esta aeja ordenada pelo respectivo
parocho em nota que dever conservar como do-
cumento na prestaco de cootas ; aquella deve
ser feit peraote o juiz provedor de capellas, ten-
do um livro por este aberlo, rubricado, e encerra-
do na forma das leis em vigor em que se facam
os devidos lan^amenlos.
21.Nao hivendo quanta alguma consignada
para os fabriqueiros, ordenamos que estes per-
cebam como gratificado dez por cento sobre os
rendimentos da fabrica", quando gratuitamente se
recusem preslar-se em servigo da egreja.
22.Nos domingos e festas os Rvs. parochos,
em cooforjiidade dos sagrados caones, sejam
promptos em fazer estajo da missa conventual
a explicaco do EvaDgelho aos seas freguezes, ou
explicar-lhes outro qualquer ponto de doutrina :
anles da misss, segundo a constituicao diocesana,
recilaro com o povo os actos de f, esperance,
caridade e conlricc&o, e logo faro a procissso e
epcommeodaco dos morios, tornando-se exten-
siva aos Rvs. capelles oas capellas flliaes estas
roesmas obrigaces.
23.Porque os parochos, como pastores e mes-
tres esprituaes obriga mais o cuidado de apas-
centarsuas ovelhas, com a calholica e verdadeira
doutrina, exhortamos todos os do nosso bispado,
que aos domingos ensioem aos meninos e escra-
vos a doutrina chriiiai no lempo e hora que Ihes
parecer mais conveniente, saiisfazendo assim ao
que j lhes ordenamos em nossa primeira pas-
toral.
24'Devendo ser inteiramenle observada a lei
da residencia, imposta aos que tem cura 'almas,
nenhum parocho se ausente de aua freguezia, sem
que previamente tenha obtido licenca nossa, sal-
vo gravissima necessilade que nos dever justi-
ficar ; e quando algum por qualquer motivo qui-
zer renunciar*o olficio parochial, nos dever re-
querer sua eioneraco enviando urna relacjo de
ludo quanto tiuha a seu cargo, pertencente
egreja, e sem resposta nossa nao se poder re-
tirar.
25.Em cada egreja parochial dever haver
um livro para o assentamento dos baptismos, ou-
PUMO PE fWialMiPCO, SKGUNDi rEIAA 17 DE FBYiBJSttO^E lKs.
tro para os calamentos, e um oulro psra os bi-
tos, podendo os Rvs. parochos fazarem os lanca-
mentos nessss livros indistinctimente qasIqrMr
ue teja a eondie&o do baplisado, casado oa.se-
uUatf, sendo bastante que do eorpo do sMtta-
*> fasja menco das condlgoes, qae iefatl
tambem com o nome ser notadas margeos.
Essa nossa determinacSo, porm, s coroecar a
ter vigor qaando sa fludarem os litros esisttntes
na forma em que esto.
26.Alm dos livros cims mencionados os
Rvs. parochos lero igualmente um psra o tom-
bo e registro das provises, oulro para os cap-
tulos de visita, e um outro para o inventario das
alfaias e mais pertences da matriz ; esques lo-
dos depois de sellados, devero ser rubricados,
abortos e encerrados palo nosso reverendissimo
provisor:
Advertimos aos Rvds. parochos e a quem per-
tencer que estes livros nao esto sujeitos a cor-
recto e exame da auloridade civil conforme est
declarado pelo aviso numero 127 de 4 de julho
de 1854.
27.Os Rvds. capelles dos hospitaes e casas
de misericordias quando ahi houverea de admi-
nistrar o Sacramento do baptismo devero enviar
o assentamento ao respectivo parocho para ser
lanzado no livro parochial, salvo havendo nos re-
feridos hospitaes e casas de misericordis om livro
para este fim, qae deve ser numerado e rubrica-
do pelo nosso reverendissimo provisor, o qual
depois de sheio ordenamos que seja enviado
nossa cmara.
28.Advertimos aos Rvds. parochos que sejam
exactos em registrar, no respectivo livro as nos-
sas pastoraes quando nellss o ordenarmoi, os
proprios provimenlos, as provises dos coadju-
tores, capelles, operarios, fabriqueiros e sacris-
tes: e muiio lhes recommedamos de nao com-
metter as funecoes de sua estola a sacerdotes,
qae nao teoham sido approvados e prvidos por
nos.
29.Aos Rvds. sacerdotes prohibido levantar
incens as reissas ou seja na matriz on sejaem
capelia filial sem licenca porescriplo do respecti-
vo parocho.
30.Muiio recommeodamos aos Rvds. parochos
que nao consintam em suas freguezias e capellas
Alises serem expostas a publica Tenrselo ima-
gens imperfaitas e defeiluosas, as quaes em vez
de respeito excitara ou ciusam irrisio, e lhes ad-
vertimos que s devero beozer aquellas que
forem da perfeita esculplura e artisticamente
feitas.
31.Esperamos do zelo e piedade dos Rvds.
parochos conservera suas egrejas limpase asseia-
das. e as pas sempre com agua benta.
32.Mandamos que d'ora em diaote n.fo se ad-
mita na celebrarlo do Sacramento da missa, toa-
lhas, corporaes, palas, amictos e purificadores
seoo de lioho, e que cada altar esleja sempre
guarnecido de duas loalhas.
33.Sendo to recommendado pelos sagrados
caones o continuado uso de habito talar e nao
devendo jamis apresenlar-se eof publieo um
sacerdote sem o habito do seu estafo ; d'ora era
diante os Rvds. sacerdotes do nosso bispado se-
jam exaciissimos observadores dessa leiecclesias-
tica, e seremos severos contra os transgressores.
Em viagem, porm, cavallo, podero usar de
vestes seculares desenles e de cor preta, mas
sempre com a sus volta.
34Emcircumstancia alguma ser permittido
celebrar missa em qualquer egreja deste bispado
a om sacerdote que se aprsente resudo secu-
lar, ou administrar qualquer sacramento. Orde-
namos aos Rvds. parochos, coadjuctores e sa-
cristaes que a estes nao s jamis foroecam os sa-
grados paramentos, como que immediatamenle
nos communiquem de assim o haver feito e a
quem.
35.A obriga.;3o do habito talar extensiva
aos sacristes, que tiverem prbviso nosss, ator-
mente oas egrejas, devendo sempre ajudar s
missas ou qualquer oulro acto religioso com sa-
marra, volta e sobrepelliz.
36" Sempre que for levado o Sagrado Via-
lico aos enfermos se faro previamente os signa-
os do costume, afira de rfAinirem os irmos e mais
pessoas, que por sua devogo quizerem acompa-
nhar e lucrar as indulgencias concedidas pelos
summos pontfices : 0 Rvd. parocho cu sacerdote
de suas vezes empregar toda diligencia para que
o prestito se faca com a possivel solamotdade, e
muito recommeodamos ao seu zelo e piedade que
nsse acto se proceda sempre com devocjlo e
reverencia que sa deve ao Divino Sacrameoto.
37# Os Rvds. parochos tenham lodo o cuida-
do e vigilancia, aura de que na celebracao das fes-
tas e mais offlcios se observe rigorosamente to-
das as rubricas e ceremooias da egrejas. E co-
mo seja desumma irreverencia ede modo algum
conveniente qua as mulheres caatem 110 coro oas
missas solemnes e mais oltias com a msica,
d'ora emdiaole o prohibimos, e esperamos que
esta nessa prohibido seja fielmente observada,
fista prohibido nao se enlende com aquejas que
as missas privadas quizerem cantar can'icos e
jaculatorias ou ladainhas o que anles percuti-
mos e at exhortamos.
38" Km todas as egrejas e malrizes ha ver
urna Folhinha Ecclesiaslica approvada na bispa-
do, alm das que sao obrigados a ter os Rvds
parochos e sacerdotes.
39" Deveodo as procissss serem feitas com
toda a decencia e segundo o ceremonial es'.abele-
cido nestas funeces, muito recommendamos aos
Rvds. parochos de velarem a que aellas se pro-
ceda sempre com piedade e recooheetmento : re-
provamos e prohibimos ioleiraraenle o abusivo
costume de ir a sanls imagem objeclo da festivi-
dade porta do festeiro ou eocarregado dafesta,
acto essa alm de ridiculo, desrespeitoso e inde-
cente.
40oSegundo ordena a constituicao diocesana,
e debaixo das penas nella marcadas, prohibimos
que se abra sepultura e dallas se transfiramos
ossos para outra parte sem licenca nossainscrip-
lis.
41 Muito recommendamos o piedoso costu-
me de se envolver os cadveres de pessoas adul-
tas em mortalhas de cor prela, roxa ou brauoa, e
prohibimos que de outra maoeira aejam amorta-
Ihados : smente aos menores al sete aoots e
as virgens adultas permittido,alm de palma e
capelia, mortalba de galla e fiares uaturaes
42 Aos nossos Rvds. vigarios da vara en-
carregamos toda a inspeccao e vigilancia aflm de
que os prsenles maodamentos sejam lateralmen-
te observados em suas comarcas; e esperamos
do seu aelo em bem da disciplina ecclesiaslica o
maior eospenho para que nao sejam infringidos,
commuoicando-nos imonediatament qualquer in-
fracto delles e quaes os infractores.
Eia pois, irmos e filhos dileciissimos, emps-
nhae os vossos estorbos para qua as santas leis da
iOLULTH
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
wmwmm,
XC1X
sumxario.Um drama do mar.
XIII
Depois de vinte e cinco dias da mais prospera
nsvegaco, sem oulro iocidente alm do quefica
mencionado, pela grande influencia que exerceu
sobre Elvira, eslava o Pandour na altura da /-
nha, e prestes a corta-la.
Quem nao absolutamente exlranho navega-
cao sabe que esta expreaso to simples, e ao
mesmo tempo to expressiva, significa o Equador,
este circulo mximo da esphera terrestre, que di-
vide o nosso mundo em dous hemisphenos, do
norte e do sul.
Outr'ora era um ousado commellimenlo trns-
p-la, e o navio que o intentara era considerado
como que perdido.
Aoies de sua partida, referem os velhos lobos
do mar, toda a guarnico se confessava e com-
mungava, tkaado assim preparada, para a morte
provavel que ia se expr.
Mas isto soccedli no lempo em que a propria
rpaoobra de virar de bordo se considerava tam-
Dem urna empresa arriscada, antes da qual se pro
clama va do seguate modo: Com o favor de Deui
vae virar anu de S. Mageslade; e depois se
perguotava, duvdSodo ainda do resultado Sr.
mestreest virada?
Pouco pouco os marinheiros se foram sfas-
tando mais, e boje exploram os conns do mun-
do, roupendo os geiosccumulados por ovemos
successivos nestas elevadas latitudes do polo do
norte, onde ums nalureza erael destroe todos os
germens de vitalidade.
Coasare-se a navegacao em sus origem com o
que ella hoje; a tosca e frgil canoa aberta em
um tronco de arrore, esgueirando-se ligeirsmente
pelas sinuosidades das praias da urna baha qui
ta, com a soberba nu hlice fondn Jo todos os
mares, devassando lodos os horisontes, commu-
nicando entre si todos os psizes, ainda que atris-
tados por milhares de legua* de um ocano irri-
tado, e reconhecer-se-ha o mmenso e incomme-
suravel progresso que ella ha realisado I Se de
alguma cousa o homem do secuto XIX, do nosso
secuto singular, se deve mais orgulhar, por sem
duvida do aperfeicoamenlo qae tem levado esta
sciencia. A bussola s urna maravilha, um mys-
terio inexplicavel, um dalles prodigios que, de
poca em poca, Deus se apraz de revellar
creatura.
Ella, a perfeicSo que teem chegado nossos
constructores, e a descoberta do vapor, riscaram
a palavra impoteivel do diccionario dos bomeos
do mar; o necpus ufra inscripto as columnas
de Hercules, 00 estrello de Gibraltar foi expellido
para os conlns do mundo, e elles nao sao mais
retidos em sua nobre audacia por nenhum em-
barago material.
E' verdade que de voz em quanlo pagam um
bem cruel e pesado tributo por sus temeridade ;
qae importa, porm, isso, se ordinariamente
triumpham dos elementos em furor? Talvez ahi
resida o sagrado destas vocacoes pronunciadas
por urna vida to accidentada de perigos, lo ra-
fa e quasi selvagem I
Commummenle se diz que o marinheiro tem
um duplo carcter; ruda e severo no mar, bran-
do e bonancho em Ierra.
Por ventara a nalureza do elemento vario em
que elle vive nao ioflue poderosamente sobre sua
orgaoisaco? Nao deve ella ser irapressionado
com a transformarlo por que passa este elemen-
to, que ora se ostenta bonaoco e fagueiro, ora fu-
rioso e destruidor? E nao se explica assim natu-
ralmente este fado physiologico ? Parece que
s'im.
Talvez como restos de antigs usanQts, que a
Iradico conserva, celebrara todos os navegantes,
de qualquer paiz que sejam, a passsgam da floha
com urna cetimooia burletes, em que recebara cu
egreja sejam observadas, nd s pdf tas qae pe-
lo sacro carcter de que vos achaes revestidos,
alara de serdes os sens'guardas vigilantes, estaos
a lias mais particularmente obrigados, como pe-
los liis confiados vossa direceo pastoril aos
quaes deveis instruir, inslar opportuna e impor-
tunamente para que como filhos da egreja Ibes
prestem toda a obediencia e respsilo como em
consciencia sao obrigados, por que aquelle que
nao ouve a egreja, diz o Salvador, nao ouve a
Mim. equal a sorte dos que despresam e fecham
os ouviflos aos preceitos divinos t Mostree em
todos os actos do vosso sagrado ministerio
o maior desinleresse, edicae chelos sempre de
dedicaco os fiois de quem deveis ser a luz e o
exemplo, dimanando no meio delles o perfume
das boas obras. Patee ovet mea* dase tres vezes
oSenhor a Pedro, principe dos psstores. isto
apascentae-as com o pasto do-exemplo, como
pasto da predica e como o pasto dos Sacramentos
sao estes deolre todos os vossos deveres os mais
indispensaveis, a proposito delles que mostr j
crerS. Thomaz, que o pastor d'almaa deve rece-
ber os estipendios de seu rebaoho, aflm de que o
tnslrua com a predica, o proceda com o exemplo
e com os Sacramentos lita d soccorro. Nao dei-
xeis um s momento de explicar aoi fiis os seus
deveres de chrjslos, couv|rtando-os ao mesmo
tempo a parliciparem a graca dos Santos Saera-
2i qw 8ao "m ,h980uro de amor e miseri-
cordia. Ji a nossa presenca tem subido as mais
acrimoniosas aecusages contra algus psrochos
asacerdotes por faltas commetlidas na celebra-
cao da missa, na administrado do baptismo e
matrimonio e querer algum suppor-se com di-
reilo de alienar a lithurgia, dispensando at as
ceremorias mais esseociaes do rilo catholico ?
N vos. conjuramos pelas eutrauhas da Jess
Uiristo a respeilar com o mais rigoroso escrpu-
lo as leis cannicas, e vos asseveramos do firme
proposito em que estamos de punir, ainda que
com dr, aos infractores dallas
Ordenamos que esta nossa pastoral e man ja-
memos se publique urna vez a estaco da missa
parochial afim de chegarao conhecimenlo de to-
dos, e sejam registrados do livro competente.
Dada e passsda nesta cidade de Porto Alegre aos
17 de outubro de 1861, sob o nosso sigoal e sello
das nossas armas. .
SEBASriO, 6po do Rio Grande do Sul.
Lugar f do sello.
Por mandado de S. Exc. Rvm.padre Joio Pei-
xolo de Miranda Vera.
( O Mercantil,de Santa Catharina ).
Do trablho em geral, considerado em
relaco sua influencia physica.
moral e social.
( Cootinuaco. )
Nao devemos deixar de notar por esla occa-
siao aos chefas e directores das grandes oUlcioas,
onde principalmente sa praticam oslrabalhos
sem muito movimeolo, e oode os artistas teem
pr costume acceoder, m> invern, grandes
fogos para se aquecerem, os mus resultados,
que desta pratica imprudente se lhes podem se-
guir ; e que para eviiarem este mal derem diri-
gir mclbor e mais convenientemente semelhante
pralica abusiva.
E' innegavel, que mais Balotares sao as oceu-
pacoes a trabsthot feitos ao ar livre, e em luga-
res abortos e ventilados, do que em circumstan-
cias oppostas.
Com quanto alg-umas vezes sesintam embara-
zados eincommodados com as viriaeoes da sth-
mosphera os artistas, quando trabatham ao ar li-
vre, nao se pode negar, qua a sua constituicao
mais se fortifica e mellvor dispe para resistir
aua influencia, que to perniciosa semostra qua-
si sempre as pessoas de vid sedentaria, ou que
trabslham em lugares fecha-dos e circumsenutos,
onde o aFestagaado-se nao renova ou s incom-
pletamente, e a muito cusi.
Em geral os individuos, que mais se preca-
ven] eontra as impressea de urna albmosphera
varia, e que por assim dizer nunca deixam o a-
gazalho da casa, quarlo ou fuga,o achara-se
mais disposlos a receberem aquellas irapresses
eom os seus necessarios effeilos, do que as pes-
soas, que trabalhara ao ar livre, e ex-ercem as
suas profissdes por essa* ras e campos, por es-
sas collioas e montes.
Quando finalmente a nalureza/ dos trabalhos
exige reunidos grande numero de individuos, ap-
recem muitas vezes, por esta circomstancia, mo-
lestia, que affectam mais- ou menos gra-vemente
os artistas, que os exercem.
O ar torna-se ento deleterio e
ranos, que o respiram, viciado
emanados .de tantos individuos
vapores echeiros ftidos, consequencia muitas ve-
zes da falta de limpeza combinada com a esliei-
teza do lugar, em relaQo ao na
que all trabalhara.
Se-iaelhantes effeilos apparecem as vezes-de re-
pente, outras vezes pouco a douco, ede urna
maoeira Unta e insensivel.Nesta hypothese, a
observarlo feila as grandes bfficinas moatra.
que os artistas, que ha mais lempo trabalhara
pesies estabelecimentos, indep tndenlemente da
influencia das materias empregadas no trabalho
tornam-se paludos, desmatados, e de cor chum-
bada.
E qne diremos daquelles em iregos, em que
os individuos, que 03 exercem, irabalham entre
numerosas pessoas, ao 00 estado de saude, mas
00 de molestia?Os resultados Ide corto seiio
mais graves, e msiorserro perigo, qua lhes re-
sulta.
Os mdicos, os cirurgies, os enfermeiros, os
padres, e todas as mais pessoas eoipregadas sobre
ludo nos grandes hospitaes, esto- nesLe casa. E
quando se desenvolver as epidemias, as molesti-
as contagiosas, as de infecQo, asjfebres graves,
operigo sobe de ponto, mormenie se nestas rao-
montosas circumstaocias faltaremos recommen-
daces hygienicas, que a sciencia acooselha.
A falta de trabalho, a ociosida le, a indolencia,
e a preguica, influem tambem sobre o physico do
homem, produiindo effeilos contrarios, e-at op-
postos aos de um trabalho regular.
Os borneas, que nao Irabalham,] os preguigo-
90?, nao adquirem aquelle desenhroUimento, e
robustez do corpo, aquella agilidaBe, e perfeico
de movintento, de que >& fallamos. E' delicada a
sua saude, esto sujeitos a especias de enfermi-
dades, principalmente s molestias por fraqueza.
aos infantes, e s obstrueges, s affeccoes lym-
phaticaa, e s hydropesias.
As considera;oes, que at aqui temos expendi-
do, os tactos, e exemplos referidos, mostram ca
ramete, qual seja em geral a influencia do tra-
balho sobre o pbyslco eo homem
nocivo aos ope-
pelos miasmas,
reuoidos, pelos
mo que urna especie de baptisno aquelles que
pela primeira vez a eiTectuam.
Esta cerimonis tem sido deicripla com todo o
detalhe por habis peonas, e, com a'gumas exa-
gerarles, forma um dos actos qua mais altrahe a
altenco publica no drama to repelido do Nau-
fragio de Meduxa, deleite magnifico dos meni-
nos, e tambem de muila gente boa, que vale
tanto como elles.
Nesta ocessio gozara os^narioheiros por al-
gum lempo da mais ampia liberdade; o que os
deixa fruir certa dse de prazer, que lhei suavisa
um pouco o peso dos trabalhos j vencido, e os
dispe melhor para os que resta executar at o
fim da viagem. E' como qae urna folga, um alen-
t no meio desta comprida e fatigante navegago ;
e talvez por conhecerem os goveroos que muito
lucra o 8ervicd*com a tolerancia de ama hora de
suspenso dos regulameoios Quitares bordo, to-
lerancia de que nao abasam, comtudo, os mari-
nheiros nao aboliram anda esta velba pratica,
cuja origem se perde nos annaes nebulosos da
primeira edade do mundo.
Todos bordo do Pandour, excepto Elvira,
baviam j mais de urna vez traosposlo s lioh) ;
s ella, pois, estava no csso de pajar Neptuno
o tributo devido. Este, que era representado pe-
lo gageiro grande, marinheiro mui estimado por
todos os seus superiores, pela sua habilidade,
perdeu de sua rudeza habita), para fazer ella
um cumprimeoto jovial; mas ao mesmo tempo
delicado e engenhoso. Por asa da preseoca da
digna senhora algumas pralicas, que podiamof-
fender a soa susceptibilidsde foram modificadas,
mostrando assim aquelles homeos grosseiros um
instincto de educaco que muito os bonrou.
Amphilrite, assim o disse Neptuno, recabara
um mensageiro do cu nos seus hmidos pacos,
communicando-Ihe a boa-nova de qae urna deu-
sa digna da adorago de todos os murtaes, mais
dlgua anda do amor a respeito de todas as ou-
tras deusss do Olympo, pela sua belleza sem ri-
val, teria de passar naquella altura, e tnlo Se
apreisra de enviar aeu esposo ao encontr della,
pare apresenlar-lhe a homanagem competente ;
mponlq-he codcq rju receber e lev?r-|h
um dora, que comprovasse a execugao desta bella
misso, que os demais deuses invejaram ao deus
do mar.
Como se v, o vigoroso e gil gageiro se lem-
brra da mytbologia paga, e composera bem o
seu ramalhete.
Elvira aceitou o comprimento com muila gra-
ca, e deu de presenta ao real mensageiro urna
bella pulseira de coral para sua divina esposa, e
alera disso ama bolsa recheiada com uns cera
francos, para ser distribuida pea sua comitiva.
A' esta liberalidade admiravel toda a guarni-
co entoou cnticos e vives emllouvor da nossa
herona, que ha muito nao linha um prazer to
grande.
Este espectculo servia para reslltuir-lhe o bom
humar dos primeiros dias, com ioliraa satisfaco
de Alfredo, e concentrada raiva de Eduardo, que
prosegus no seu infame intento, leodoj feito
no poro tres tormidaveis rombos, que tapara com
bojes para abri-los qaando se Ihe oiTerecesse
mais opportuna occasiao, de metter pique o
navio.
Passada a linha succedeu ao Pandour o que
occorrei quasi todos os navios; cahiu ns regio
das calmas, e como qae ficoa collado ao lugar
que linha chegado.
Nada ha mais mortifcame para o navegador do
que semelhante posigo; a immobilidade do mar,
que parece um immeoso n paludo espelho, cuja
superficie nada vem embaciar; o ranger das an-
teparas, que gemem com o balanco ou arfar con-
tinuo do navio ; o bater sem cessar do panno nos
mastros; a sacudidells estremecida dos cabos do
apparelho; tuiocaus urna monotona, um tor-
por, que nem mesmo o bello espeotaoulo dasfor-
rnosas noiles que se gozam sob o equador pode
desvanecer.
E' um supplicio insupporlavel estar assim tan-
tos dias sem movimeoto no mel do Ocano,
espera de urna briza fagueira que encha as vellas.
Nao conheco, cortamente, nada mais enfadooho
para o homem do mar, a se o queris ver abor-
recido e inloleravel procurae-o enlio.
O tubares costumam 86ra,pre nesta situago
rovar o navio, & espera (Je algurui prefg ajua
E salular e necesasrianfenle til esla influen-
cia, emquanto o trabalho se exerce dentro dos
verdadeiros limites, da ordem. da regalridade e
bom oso, que de e faz. Pode lornar-se muito
ioeonvenieote, e at nocivo, dando origem a nu-
merosas molestias, mais ou manos graves as
coodiedes contrarias. t
Eis justificada a necessidsda de regalar, e diri-
gir convenientemente, e segundo os prieclpios
da sciencia, o exereicio .do trabalho em todas as
oceupages, offlcios, e profisses, s quaes se en-
tregam os bomeos, muitas vezes ao acaso, ou por
necessidade, a sem escolha.
Nao menos importante o conhecimenlo da
influencia do trabalho sobres moral do homem.
Pareca-nos escusado dizer que lio intima a
relaco do physico com o moral, que lo estreita-
mente ligadas se achara entre si estas duas parles
do mesmo ser humano, qae nao pode ums dellas
ser modifiesda em geral, sem que a outra o aeja
tambem mais ou menos, e reciprocamente.
Por toosequencia, tendo nos acabado de de
mostrar, que o trabalho ioflue sobre o phy-
sico ou parte material do homem, evidente, qua
dever elle tambera influir mais ou menos indi-
recfamenle sobre a sua parte moral,
Nao porm este o verdadeiro caminho, por
onde nos queremos dirigir, nem o fim que leva-
mos em vista. Vamos procurar saber qual seja
essa influencia, sobre o moral, a mais directa, e
segundo a nalureza, ou especie de oecupago a
que se entregam os horneas na sociedado.
Cnanto mais elevado e sublime fr o trabalho
quanto mais dependente se achar da aeco do
espirito, ou das faculdades iotellecluaes, tanto
maior ser o desenvolvimiento, a forca, a per-
feico, o o alcance destas faculdades.Observa-
remos aqui o que j vimos que tem lugar a res-
peito da influencia do trabalho sobre o deseo-
volvimenlo, robustez e perfeigo dos difiranles
apparelhos, e orgios do corpo.
Pois o que nos mostram os sabios, os grandes
homeos da sciencia ? Nao se exercila, desea-
volve, e eperfeicoa prodigiosamente o espirito,
esta parle a mais nobre, a mais sublime do ho-
mem, com os verdadeiros lrabalnos do philoso-
pho, as suas medilagdes*: com os do orador na
nobreza e elevaco das suas eoncepgoes; com os
do poeta, no seu estro e enlhusiasmo ; com as do
artista nos seus profundos pensamentos? Cor-
tamente.
Ninguem, porventura, atterrdeu ainda para um
philosopho ? Ninguem 6xamlnou ainda om ho-
mem pensador ? Pois altendam, e examinem
essos homens, e v-los-ho qussi sempre como
absorvidos oas suas medilagoes, estranhos a lu-
do que os cerca, entregues todos a ideas, espe-
cularles, e arduos trabalhos do espirito, de que
se mostram quasi sempre preoecu-pados.
Nos individuos, ainda novos, de constitulgo
delicada, de temperamento fraco e dbil, e at
mal conformados, vera-nos a observago provar,
que o exereicio regalar do corpo favorece o cras-
ermento e desenvolvimento da estatura dos mem-
bros e orgios ; d mais actividade, e regula me-
lhor as fuocgoes respectivas. Do mesmo modo o
exereicio intellectual, o continuo e profundo tra-
balho do cerebro, faz apparecer, quando a-nalu-
reza lem disposto favoravelmeote esta orneo,
ideas novas, pensamentos elevados, coacepgoes
sublimes, e prodceles grandiosas e admiraveis.
E enlo, que, pelo ira-pulso do trabalho, appa-
rece o genio, essa fogo divino, que sem este im-
pulso ficaria para sempre oceulto, adormecido,
e ioutilisado.
E teria podido acaso a literatura dar-nos a co-
nhecer todas essa ideas, e pensamentos eleva
dos, todas essas coocepces grandiosas e delicio-
sos fructos do genio, rodas essas obras primas-,
que encerra, se neo fra o trabalho. pela cultura
das faculdades de entendimeoto, pelas continuas-
locnbraces e exercicios do espirito dos seus au-
tores ?Nao de certo.
Estes autores ainda vivem. Sao homens, que
nao morrem. Honrara, e enobrecem realmente
o genero humano. Enlo muito elevados e mui-
to cima dos outros homeos. Sao crealuras mais
perfeitas que os seus semelhantes ; sao genios,
semi-deuses.
Antes quizeramos na verdade ser um Plato,
ou um Scrates um Cicero, ou um Newton ; um
Boileau, ou.um Moolesqnieu, do qua um poten-
tado, um monarcha, ou rei da Ierra.A verda-
deira nooreza, a verdadeira dislmcco, e supe-
riormente entre os homens, est na sciencia,
rna na verdadeira sciencia. O- homem vicioso
nao nem pode ser nanea verdadeiro sabio. O
vicio e s sabedoria nao se podem combinar :
repallem-se.
Ritas irabalhos. em que o cerebro se exerce
continua e profundamente, em- que o espirito se
desenvolve e fortalece, aflectam todava outros
orgaos do corpo, modificando, o dlfficultando o
exereicio-regular das uneges neeessarias con-
servadlo da vida.E parece-nos, que pelo abuso
e exces30 nestes trabalhos, s acumula, e con-
centra no orgo cerebral, a aetividade necesss-
ria para o regular no exereicio das funecoas or-
gnicas.
Quem ignora,, qae a digeslso se eofraquece e
perturba, que a cuculaco se debilita, e embi-
raga, que a respirago se encurta eopprime, que
as-secrecoes dimiouem, as pessoas perteocen-
tes s classes dos litleratos, dos sabios e artis-
ta; oceupagoos. em que principalmente traba-
llia o cerebro, e se exercem mais ou menos pro-
fundamente a faculdades da intelligencia ?
Que o digam os poetas., os historiadores, os
romancistas, os jornalislas;. que o digam os as-
trnomos os malhematicos, os iheologos, os phy-
sicos, os mdicos, os cirurgies; que o digam
emfim os pintores, os msicos, os abridores, os
estatuarios,, os architectos, os machinhtas.E
nolavel, que os homens de genio das-nacoes se
encontrara entre estes inlividuos.
Se estes effeilos continuara, se se- elevara a
maior gru, a maior altura, vemos apparecer ou-
tros, qae sao muito frequentes n3ies homens.
Msnifesta-se enlo a hypocnndria, a- melancola,
a mana, e em geral as molestias- da chamada
classe das nervosas, to commuos na pessoa, que
se entregam s aos trabalhos de-espirito, e dei-
xara o corpo continuamente, em. urna quasi im-
mooUidade, ou inaego.
Alera'destes resultados, deslas affecgoes para-
mente nervosas, apparecem aiada outras. O cor-
po decae, emagrece, e offerece profundas modi-
ficage?, esusadas pelo exceaso do trabalho, em
que se acha o espirito..
Veem-se muitas vezes individuos com as fa-
culdades iotellecluaes extremamente desenvolvi-
das, que sao baix.os, pequeos, acanhados de
corpo, magros, paludos, e, em summa, de um
physico bem ingrato, mostrando, porm, a su-
perioridade do genio na elevago de urna Crole
larga, na vivacidade e fogo dos olhos, na anima-
M
lhes seja possivel spanhar, e ha urna suparslico
enraizada de que, cm quanto nao se pesca um
delles, nao se tem veulo favoravel.
Nao havendo nada que fazer, permilUu de Mor-
van no quarto dia que a guarnigo se entretivesse
nessa pescara, e como nao ha peixe mais voraz,
nem mais tolo, d'ahi pouco cahiu um na linha
do sobredito gageiro, qae linha por isca um pe-
dac.o de luncioho, com urna peona ds gallinha
espetada.
Foi tambem ums distraeco proficua esteacon-
tecimeuto; porque o tubaro debateu-se bastan-
te antes de morree debaiio dos apodos e pilherias
dos marinheiros, que o acabaram remadas e
pancadas de espeques da arlilbaria.
Como qae para justificar a cfenga supersticiosa,
um ponto negro se deuou divisar no horsoote,
ao prioctpio insignificante e depois mais a mais
desenvolvido.
J de Horran havia tambem observado que o
seu barmetro Aneroide havia baixado sensivel-
mente, e por tanto coaheceu por estes signaos
que, calma succederis em breve a tempestada ;
ao descaece forcado a lida iocessante, pelo que
comecoa logo tomar as providencias e caute-
las convenientes. Mandn immediatamenle ar-
riar as vergas de joanetes ao convs $ acachapar
oa respectivos mastaros ; carregar e ferrar papa-
figos, risar gavias nos segundos, ferrar a bujar-
rona e icar a vela de slay, emfim, poz-se. prompto
psra.sustentar urna capa corrida.
Os meemos marinheiros que at ento se en-
tregaran! aquelle divertimenlo cosa tanto apego,
e nao menor energa e promplidao executavam
agora todas as manobras que eram determi-
nadas Porm se elles ndavam depress;mais de-
pressa marchava o temporal, que desaboa com
violencia e inleqsidade, apenas elles concloiam
esta faea.
O Pandour recebeu este rudo choque com dlffl-
culdade ; iaclinou-se tolo para sotavento ; po-
rm erguen.se promptamenle com altivez.
De Momo em pe, no calaveoto, dava todas as
orden. ; aliendia todas s peripecias desti re-
volo^ib da nalureza; lulara emflra com ardor
contra a furia dos csmenlos,
Co da physionomia, e aj promptidio e fscilida-
de dos gestos.
Temos at aqai estadado, em geral, ainfloe%-
cia, aoffre o moral do trabalho, considerado oas
11er?", oceuP*Ss, em que o cerebro s, ou
principalmente se exerce. Vejamos agora, qual
a influencia do trabalho, considerado as ocou-
materaes U pro8559$ Por "^ diier
5Brt lI>}'t^ em d0 recWr o" r-
gao do enlendimento, o cerebro, se exerce sobre
as outras parles, outros orgaos principalmente,
observa-se que a sua iofluencla sebre o moral,
tanto menes importaule, quanto menor fr a sua
accao sobre a inlelligencia dos que o pralicarem.
Em toda a oecupago, ou profissao por sua na-
lureza material, pHysica, grosseira, as faculda-
des intellectuaes embrutecem-se, e qaanto mais
material e mais grosseira fr, quanto maiores
torgas phyicas desenvolver, quanto mais fcil
fr de executar, e menos combinaedes e reflexes
exigir, tanto mais adormecido, acaobado, fraco
e paralysado fkar o espirito, o a intelligencia
daquelles qae a exercerem.Os membros que nao
se etercitam vem a enfraquecer, emagrecem, e
perdem a aegio. Pois o mesmo acontece, e pe-
las mesmas causas, ao orgo cerebral, e intel-
ligencia.
Os homens, que exercem as becupaces mais
trabalhosas, e mais simplices, sio tambem aquel-
les, era que a intelligencia1 mais limitada, o
espirito langaido e frouxo, posto que vigoroso e
w'ilf seJa corP- Tae ?a Por exemplo, o
trabilhador dos campos, o cavador, o lavrador,
o serrador, o barqueiro, o ferrerro outros.
Entre o desenvolvimento physico e moral, en-
tre o do corpo e do espirito, existe pois urna re-
lacao ioversa. O desenvolvimento de om dam-
nica o do ontro, e qtralquer oceupaetro, em qae
tor odispensavel o trabalho exclusivo de urna
deslas duas partes, dar em resultado eenfra-
quecimenlo e degradago da ouira.
Se o trabalho das duas partes, de que se com-
poe o ser humanoparte physisa, e moral cor-
po e espiritopodesse ligar-se e combinsr-se. de
maoeira que cada qual a recebesse o grftu de
exereicio conveniente, e nao podesse ser nociva
.a outra se as oceupaces pedessem tomarle
mistas ; sena isso de mxima vanlagem, e incon~
testavel beneficio na pratica dos difleraotes offi--
cos e profisses a que se entregam os homens o
sociedade.
Mas desgragadamente nao se pode realisar se-
melhante priocipio; apenas smente em algu-
mas coodiedes, muito raras na vid-a, poder isso
ter lugar.
Poder-se-ha, quando muito, supprir at cerlo
ponto a falle ou desharmonis, que existe entre
estas duas primeiras e graves divisos do ttaba-
Iho, para aquelles, por exemplo, que exercem
occuptges materiae, por um exereicio e traba-
lho iotellectuai, pela cultura do espirite,, propor-
cionada a estes individuos, permiltinde s uMi-
mas classes da sociedade a leitura com a distrac-
gao e agrados q.ue della resultara ; permilliode-
Ihes em summa, no das e horas de descanso, o
ensino mutuo, que de lo salular influencia pode
ser nesta particulares circunstancias.
Talvez se julgue, que o homem, coja intelli-
gencia tiver ficado acanhada. cajo espirito tiver
recebido :5o pouco desenvolvimento da influen-
cia da certa ordem de trabalhos, seja por isso o
mais desgranado. Eogaca-se porm quem assim
pensar.
As graodes-concepces-dgenio causam, -ver-
dade, prazeres indisiveis aos seus autores ; mas.
por quintas penas, tormentos e atribulaces ne
passam estes muitas vezes?"
Contemplemos um homem, quasi sem pair,
vivendo em pax toda a sua vida e morrendo per
fim sem pezares; Ahi encontraremos o bom e
simples artista.
Jamis esle pensa em cbimeras. Nao sente-sr
vaidade da classe da nobrew-T nao soffre a sede
das honras, e das riquezas;neIhe importara 03-
cuidados da su genealoga, nem a fama va dr>
seu nome ; desconhece emfim ludo, que sao pra-
zeres de imagioago.
Esle homem s sent as oecessidades physicas;:
saffre smente as penas corporaes, e as que sao
eoosequencia inevitavel da piivaco das cousas
necesarias sua existencia: Todos os seus cui-
dados e inquietacoes dependen s desla faltas e
privagoes.
Observam-se airis, alera destes elTeito. desta-
influencia moral do trabalho,. que este derrama
por entre as diflerentes classes dos artistas, o
socego, a paz, a quielago, e a traoqnilidade da
alma.
Os pensamentos- vagos e indeterminados ne
sao proprios dos individuos, oceupados do traba-
lho. Este faz o homem alegre e de bom humor';
pieserva-o de numerosas molestias, e da-lheco-
ragem para soffrer com paciencia e resignago oe-
males ds desventura, amigo do trabalho o bem
arlstaj confia na Providencia, a que nao pede
outra cousa mais do que a saude.
Quem trabalha evlia os perniciosos effeit03-da
ociosidade, capaa sempre degerar todos os vicios;
experimenta um bem estar, e ama especie de fe-
icidade, qae nao conhece o ocioso.
Vemos todos o dias o trabalhador, o artista, o
homem de occopago; levantar-se de maoha, e
entregar-se aos trabalhos do costme. Elleeu-
ve, e coma as horas ;. v correr dianle de si
os das ; passar o tempo sem inquietaceo de es-
pirito cantando s-vezes, ena maior tranjyilii-
dide d'lma. Fogem dekie os cuidados, que o
pao pertubam, e as-idas turbulentas, que o nao
peraeguem.
E"como urna machn, que todos os din ao
nascer do sol, no mesmo totapo e da meaoM for-
ma, execula oemesmos mevimentos e aogoes, a
pralica os mesmo-actos, e funeces, al- se isa
possibilitar de todo, om acabar emfim a-vida, e
rollar para sempre par donde veiu, e para dan-
de sahiu.
Nao sao com. effeile es artistas laboriosos, os
amigos do trabalho, e da ordem, os que se mos-
trara bulhentes, sediciosos, perturbadores-e de-
vastos. Sao sira os- presjuicosos, os- vaoHes, os
ociosos e temulentos, cujos vicios, tao da-eanosos
oas officinas, de vera ser cuidadosamente paoecrip-
los, para a conaervaeao da paz, e boa ordem nos
trabalhos. Estes homens sao nacidos por si
meamos, o pela perniciosa influencia-do. exemplo,.
que exercem sobre as outras pessoas
Finalmente, os homens, qua ne trabalhara,
entregues indolencia o pregaca ficam sujei-
tos s palxes baixas, igoobeis avilUntet. Te-
mem deludo, e qae talo lhes falte; vivera con-
tinuamente em apprehenses; e recelosos- do
futuro, nao os aoima a esperance ; falla-lhas- a
coragem.; sao uns miseraveis.
(Continuar- st-ha.)
Aquelle mar tranquillo e plano alguas tostan-
tes antes, agoutado pelo vendaval, revolvido pelo
lofo, orgulhoso erguia agora enormes wonta-
nhas o'agua, que pareciam querer Irafta* o pobre
navio.
Eram quatro horas, da tarde ainda, e j urna
ooite pavorosa, sem urna estrella, ao. menos em
seu manto nublado, que illumioaasa- cena, ha-
via substituido o ospleodido da, a sepultado.os
pobres navegantes as mais hecrorosas trovas.
Elvira inquieta e assustada, trema e eberava.
recolhid na cmara, onde eslava aoainha ; por-
que de Morvaa nao poda abaadonar um instante
a tolda do sau navio. Bem que tivesse ociaes
em quem poda confiar, lembrava-ae que a reli-
giao do devor Ihe ordatvava nao descer ara mo-
mento se quer do catavealo, throno da gloria, e
ao mesmo lempo posta da martyrio do. cfflcial de
marioha I
Passou-se urna nuite terrivel, sem descanco, a
o temporal em vez de amainar, cada hora es-
trugia com mais furor.
S Eduardo, como o genio do mal, se compra-
zia com esta scena. A hora da vinganga eslava
a soar, e elle aspirara com sailsfaco eaiaa rugi-
doras rajadas de vento que abrigue j5 dSc poda
supporlar com o panno que tioha.
De Horran reconhecend isto poz-se em capa
mora, e cuidadosamente velava na salvacao de
tolos. De quatro em quatro horas sondava-se a
bomba, e apenas se notava um pequeo augmen-
to d'agua, que a niaguem poda asustar; parque
era mui natural assim suceeder.
Eram duashoras da madrugada ; o tempo cod-
linuava medooho; toda a guarnigo na tolda es-
tava prompta para qualquer circumstsncia impre-
vista, silenciosa e calma : o stano havia fgido
completamente da palpebra de todos; e na dis-
tancia de poucos passos nao era possivel distin-
guir nada.
Um grito lgubre, terrivel, pavoroso echoou no
espseo, dominando o ribombo da tempestado.
O rwue faz muila agua I 4.
(Contina.)________________ ..
pr.RN.TYP. DE M, F. DE FAMA & F|I HO 1W,


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