Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09493


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Full Text
A1I0 IIIVIII. BDMERQ 37.
Ptr tres neies idianUdos 5 $00 O
Ptr tres aexes ve.cidts 6$000
DIARIO
SEXTA Ffilfi 14 fi KfEBURO DE 62.
Per 1010 adiaofado .9|00O
Perte fraiet para t subscriptor
PEMAMBlJ(0.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahybs, o Sr. Antonio Alejandrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Aracaty, o Sr. A. d Lomos Braga; Gear o Sr.
J. Jos de Oliveira; Maraoho, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; Pir, Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
PARTIDAS DOS CORRF.IOS.
Olinda todos os dias as 9X horas do dia.
Iguarass, Goianna, e Parabyba as segundas
eextas-feiras.
S. Anto, Beterros, Bonito, Caruar, Altinho
e Garanhona as tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazaretb. Limoeiro, Brejo, Pea-
qoeira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex das qua. tas-feiras.
Cabo, Seriohiem, Rio Formoso, Dna.Barreiros
Agua Preta, Pimentelras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manhaa
EPHEMERIDES DO HEZ DE FBVEREIRO
o" Quarlo crescente as 5 horas 0 SO mnalo*
manha.
14 La cheia as 2 horas 25 mina toa da man.
11 Qnarto minguante as 11 horas 46 minutos
da manhaa.
28 La ora asi horas e 8 minutos da manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 4 horas e 54 minutos da manhaa.
Segundo as 4 horas e 30 minutos da tarde. .
DAS DA SEMANA.
10 Seganda. S.-Escolastica t. ; S. Gailherme d-
11 Teres. Ss. Lazsro, Dativo e Clocero bb,
12 Quarta. S. Eulalia r: m.; S. Modesto.
13 Quinta. S, Gregorio II p.; S. Catharins t.
11 'Seita. S. Valentim m.; S. Asiendo ab,
15 Sabbado. Ss. Faustino e Jovita mm.
16 Domingo. S. Porfirio a.; S. Samuel.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relami: tercas e sabbadoa s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horsa.
Juizo do commercio : segundas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira rara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civsl: quartas e sabbados 1
horsda tarde.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO I.
'*fe8.r' C'"din,Dias; Bahi.,
o Sr. Jos Mrtins Aires ; B o de Janeiro n Ir
Joio Pereira Martina. 'ir, o Sr.
EM PERNAMBDCO.
Os proprietarios do pumo Manoel figoeirda d
Paria & Filho, na sas livraria preea da Indepen-
dencia ns. 6 a 8.
PMTE OFFICUL.
GOVERXO DA PROVIXCll.
Expediente alo dia 11 de fevereir o
de 186a
Officio ao Exm. presidente do Rio Grande do
Norte.Declaro V. Exe. em resposta os seus
officios de 5 e 7 do correte, que tireram o con-
veniente deslino os dous avisos de Ultra na im-
portancia de 1:2779800 rs. que acompanha'ram
oa citados oCQcios.
Dito ao presidente da Baha.Com a informa-
do que mioiatroa o brigadeiro commaodanle das
armas e consta di copia junta, flea satisfeito o
que V. Exc. exigi em officio de 11 de Janeiro
ultimo, com referencia ao soldado do qoarto ba-
talho de arlilharta ap Pedro Cyriaco da Silva.
Dito ao director da faculdade de direito.Ao
officio de V. Exc. datada de 10 do corrente, res-
pondo dizendo-lhe que oesta data mandei dar
aciencia ao Dr. Tarquioio Braulio de Souza Ama-
rante, de ter sido designado para fazer parte da
commissao julgadora dos exames de preparato-
rios nessa faculdade de direito, aflm de elle com-
parecer sos respectivos irabalhos^
Dito ao commandante das armas.A vista do
que V. Exc. expz em sua ioformaco datada de
10 do correle, o autoriso a mandar dar baixa do
servigo ao soldado de segundo batalho dernfan-
fantaria Jos Anselmo da Cooceigo acceitando
ao paisano Jo'a Vctor Ramos Soares, offerecido
para substituir o mesmo soldado.
Dito ao chele de polica.Declaro V. S. pa-
ra que faga constar ao delegado de polica do
termo do Bonito, que opporlunamente ser at-
tendida a sua requisicao de forca constante do
officio que por copia veio annexo ao de V. S. n.
209 de bonlem datado.
Dito ao commandante do corpo de polica
Pode V. S. mandar engajar no corpo sob seu
commando os paisanos Vicente
Dito commissaocentral demedeos.Recom-
iendo Vmcs. que procurem verificar se podem
ser .ventajosamente empregados contra a epide-
mia reinante, os remedios de Radway que a este
acompinham, e que poraerem aubmettidos fi ex-
periencia me foram offerecidos pelos Srs. Ray-
mundo Carlos Leite & Irmo.
Dito, ao Dr. Thomaz do Bomfim Espinla e Er-
roirio Cesar Coutioho. Recebi o officio que
Vmcs. me dirigiramom 9 do corrente, e inteira-
do de quanto me communicaram teobo dizer-
lhes em resposta que fica approvada a delibera -
cao que tomaram de deixar a povoago de S. Vi-
cente, onde a epidemia reinante ten) tomado
peor carcter fazendo maior numero de victimas.
Por esta occasio recommendo Vmcs. b exac-
to cumplimento da circular de 7 desle mez exi-
giodo que no fim das communicacoes se faca urna
recapitulado da mortalidade havida desde a po-
ca em que se maoifestou o cholera at a data em
que se officiar.
Dito cmara municipal da Escada.Respon-
do ao officio que me dirigi a cmara municipal
da villa da Escada, era 31 de Janeiro ultimo, de-
clarando-lhe que por nao estar autorisado pels
assembla legislativa provincial imposto sobra
passagens do rio Ipojuca e sim o de estradas e
pontes municipaes, nio pode ser approvada a ar-
rematado de semelhactes passagens feita por
Manoel Jos do Nascimento.
Dito cmara municipal de Nazareth.Iotei-
rado pelo officio que me dirigi a cmara muni-
cipal de Nazaretb do estado da epidemia reinan-
te nessa cidade e em varios pontos do seu muni-
cipio, e bem assim de haver a mesma cmara to-
mado algumas medidas preventivss e hyglenicas
afim de evitar o maior desenvolvimento do mal,
cabe-me dizer-lhe em resposta que pordefficieo-
cia das rendas geraes nao pode ser autorisada a
despeza de2:O0OSO0O que solicita para intopi-
mento de dous pantanos ou charcos, que existen)
no centro deisa cidade, o que alm disto seria
urna medida proficua se tivesse sido realisada an-
tes do aparecimento da epidemia, mas que ac-
Soares de Me-,
deiros e Loureoco Gomes de Lima, de que trata : tualmente quando j deve se esperar, que o mal
o seu officio n. 63 desta data. j v em declinago nio pode aproveitar.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda. Portara.O presidente da provincia atlenden-
Detorminando o Exm. Sr. ministro da guerra em do ao que lhe requereu- o juiz municipal e de or-
aviso de 22 de Janeiro ultimo, que de todo e qual, pbos do termo do Brejo, bacharel Hisbello Flo-
quer contrato queteoha de fazer-se por conla da- renlinb Correia de Mello, resolve prorogar a li-
quelle ministerio que obrigue a fazenda publica cenca com veocimentos que lrn foi concedida por
a pagamento se d sciencia a essa thesouraria portara de 16 de novembro ultimo por msis trio-
para a scalisacao que lbe compete, assim o la dns contados do dia em que finJou aquella.
DitaO presidente da provincia, tendo em
vista o que expoz o segundo escripturario do
consulado provincial, Luiz de Azevedo e Souza,
no requeriraento sobre que versa a informaco
ministrada pelo inspector da respectiva thesoura-
ria, de 31 de Janeiro ultimo, sob numero 55, re-
solve, de conformiiade com o artigo 1 da lei nu-
commuoico V. S. para seu coohecimento.
Communicou-se ao commandante das armas.
Dito ao mesmo.A vista dos inclusos docu-
mentos que me foram remettiJos com officios do
commaoaante superior da guarda nacional deste
municipio, mande V. S. pagar os veocimentos
relativos ao mez de Janeiro prximo finio, dos
officiaes, cornetas, clarins e tambores da mesma mero 513 de 18 de junho do anuo prximo pas-
guarda nacional.
Dito ao mesmo.Para os convenientes exa-
mes transmiti V. S. a inclusa copia da acta
do cooselho administrativo do arsenal de guerra,
datado de 31 de Janeiro ultimo.
Dito ao mesmo.Estando em forma legal os
inclusos documentos que me foram remeltidos
pelo brigadeiro commandante das armas, com
officio datado de bonlem sob o. 281, mande V.
S. abonar ao teoente Luiz Jos Ferreira Jaoior
recrulador oas freguezias de S. Jos e Santo An-
tonio desta cidade. a gratrQcac3) que lhe compe-
te pela apuracao de qualro recrulas menciona-
dos as relaQoes aonexasaos referidos documen-
tos.
Dito ao mesmo.Por aviso de 23 de Janeiro
prximo fio do, declarou-me o Exm. Sr. minis-
tro da Justina ler solicitado do ministerio da fazen-
da a expedigio de ordens, atina de que pela ver-
ba, conduego e sustento de presos do correte
exercicio fosse posta a disposigo dessa thesou-
raria a qaaolia de 96J800 rs. e da de Alagdas
iOjjOOOrs. para pagamento da quantia del36j800
rs., importaocia de passagens reclamada pelo
gerente da companhia pernambucana sobre que
informou V. S. em officio n. 1133 de 21 de no-
vembro ultimo.
Dito a thesouraria provincial.Transmuto V.
S. as ioclusas contas na importancia de 1758000
res despendida com a compra de dous caldei-
rdes um moinho e um torrador de caf para o
uso da casa de delengo, aflm de que nessa the-
souraria se d ao thesoureiro da repartico da
polica Joaquim Gilseno de Mosquita, como so-
licitan e respectivo chefe de polica em officio de
8 do correle sob n. 202 a competente descarga
dessa quantia que foi por elle receida.
Dito ao promotor publico da capital.Com o
parecer por copia do conselheiro presidente da
relaco com o qual me conformo, respondo a
consulta por Vmc. feit em data de 19 de no-
vembro ultimo com referencia ao procasso ins-
taurado contra Joaquim Gomes Coelbo.
Dito ao juiz de direilo de Nazaretb.Ioteirado
de quanto me communicou em officio. de 9 do
correle com referencia ao estvio da epidemia
nessa cidade, e mais pontos Hadados approvo
as medidas por Vmc. tomadas, recommendando-
lhe que continu a preatar seus bonsservigos em
soccorro da populdgo dessa comarca e sempre
que dirigir a esta presidencia sobre semelhsnte
sado, conceder-lhe mais dous mezes de licenga
com veocimentos, para tratar de sua sale.
Expediente do secretario do go-
verno.
Officio directora do theatro de Santa Isabel.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda
communicar directora do theatro de Sania Isa-
bel, que em vista de sua informaco firmada em
8 do corrente, proferio nesta data a aobre o re-
querimento do actor dramtico Antonio Jos Duar-
te Coimbra, o despacho seguinte: Pode o suppii-
cante dar espectculos no theatro de Santa Isabel
por espago de um anno e com as condiges pro-
poitas, seado este a presentado a respectiva direc-
tora.
Despachos do dia 11 de fe ver ir o.
Requerimintoi.
Adrio Augusto de Almeida. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Antonio Jos Duarte Coimbra. Pode o sup-
plicante dar espectculos no theatro de Santa Isa-
bel por espago de um aooo, e com as coQdices
propostai.
Francisco Aotooio da Rosa e outro.Informe
o Sr. iospector da thesouraria de fazenda.
Flix de Araujo Lins.Informe o Sr. Dr. chefe
de polica.
Dr. Hisbello Florentino Correia de Mello.
Passe portara concedendo a licenga pedida com
vencimentos.
Joo Chrysostomo do Gusmo.Expedio-se or-
dena para ser pago o supplicanle.
Laurindo Augusto do Reg Barros.- Como re-
quer, sendo a fazenda nacional indemniaada do
que dispendeu com o supplicanle.
Manoel Jos Dantas.Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fszenda.
EXTERIOR.
Italia.
Carta que o general Garibildi dirigiu s com-
misses de prerencao, por occasio da abertura
da assembla geral, que teve lugar no aalio do
theatro Carlo-Felice, em Genova :
A' commissoes de prevenido.
Aproximano-nos do desfecho da queslo na-
cional.
t Apessr dos obstculos oppostos pelos nossos
assumpto faja urna recapttulagao da morlandade inimigos, pelos falsos amig os e pelos medrosos
ah havida desde a manifestacao do mal t a que nos teem "demorado devemos
data em que officiar remello-lhe cem exempla-
res.impressos das instruegoes medicas que solicita
no final do seu citado officio.
Dito ao director das obras miiilaes.Mande
Vmc. fazer com urgencia os concertos. de que
necessita urna das paredes do xadres do hospital
militar, como solicitou o brigadeiro commandan-
te das armas em officio de 10 do correte.Com-
municou-se ao commaodanle das armas.
Dito ao mesmo.De conformidade com o offi-
cio do brigadeiro commandante das armas de 10
do ccrrenle, constante da copia inclusa, mande
Vmc. fazer os concertos de que uecessiia o te-
lhado do quartel da compaohia de cavallaria.
Dito ao cooselho administraliro.Determinan-
do o Etm.' Sr. ministro da guerra em aviso cir-
cular de 22 de Janeiro ultimo que se d sciencia
a thesouraria de fazenda, para a competente s-
calisacao de lodo e qualqusr ontraclo que lenha
de azer-sa por conta daquelle ministerio, qua
obrigue a fazenda publica a pagamento, assim o
communico ao cooselho administrativo do arae-
nal de guerra par seu coohecimento e execucio.
Commuuicou-se ao director do arsenal de
guerra.
Dito ao Sr. F. D. Fenerheerd.Accuaauo re-
cbidos os 2 officios datados de 7 do correte em
que o Sr. F. D. Fenerheerd cnsul da Austria e
vice-consul de Bamburgo nesta provincia me
parlicipou a deliberacao que tomou de encarre-
gar interinamente o Sr. C. L. P. Rock das res-
pectivas lunches consulares por ter de retirarse
psra a Europa*, tenho a declarar-lhe em resposta
que approvo provisoriamente semelhante delibe-
rando ; devendo o mesmo Sr. Rock apresentar o
beneplcito no prazo de 3 mezes contados dasla
data.Reaovo aoSr. F. D. Fenerheerd os meus
protestos de estima e coosideracao.
Dito ao delegado da Nazareth.Pelo seu officio
de 9 do corrente flquei ioteirado de que me com-
xnunica com referencia ao estado da epidemia
nesse termo, e recommendo-lhe qua continuan-
do a prestar seus servigos em soccorro dos affec-
tados, me faca urna recapitulado da mortalidade
ah havida desde o comeco de mal at a data em
que Uver de se dirigir a sis presidencia.
. conaum-
ma-lo.
c Cessem ss contendas Individuaes ; deixemos
a historia a apreciacio das nossas obras, boas
ou ms. Uoamo-nos mais intimamente anda .
bandeira do re, e exctlemo-nos mutua e solem-*
nemeota para o rendez-vous sagrado da supre-
ma batalhs.
c O nosso valeote exercilo ha de anda encon-
trar a seu lado campedes dignos delle j e o con-
curso fraternal de todos urna garanta certa da
victoria.
c E' a vos, homens de prevenco, que incum-
be a parte mais consideravel desta grande obra.
Dizei aos corajosos de lodos os patzes, que para
a concluir definitivamente, devemos encontrar-
nos lodos reunidos ; as mulheres, que amildi-
coem os cobardes que nao soscorrem seus ir-
mos ; s mSes, qne nao harer batalba, se nos
nio apzeseniarmos ao inimigo em grande nume-
ro e poderosos.
< A todos finalmente, que o mais bello da Ita-
lia ha de ser, aquella em que livres t'n cata nos-
tra, recebermos como irmios os povos da Ierra,
e lhes contarmos a foga dos oossos tyranaos.
c Caprera, 10 de dezembro de 1861.
ci. GariftaW.
Solivia.
Da Patrie extrahimos os seguintes promeoo-
res acerca dos massacres commeltidos na Bo-
livii : .
Na occasio em que esgotada a paciencia e
caneados de proseguir em negociares infruct-
feras, a Franca, Inglaterra e a Hespanha se vi-
rara obrigadas a mandar as suas esquadras para
as costas do Mxico, afim de obter, mesmo por
meio da forga n'um caso necessario, urna repa-
rado das tropeliaa de que ha anuos sequei-
xam os seus naciooaes, nao pode deixar de obser-
var-se que os acontecimenlos que os levaram a
esta extremidade sao de alguma maneira a con-
sequencia natural da anarebia permanente em
que esto envolvidas a maior parte das repbli-
cas hespano-americanas.
Esta anarchia tanto mais psra lamentar,
por isso que nio sao s os residentes estrangei-
roj que aoffrem ; a par dos europeas, que pelo
menos podem contar com a prolecgo dos seus
respectivos go.vernos, geme urna populago in-
leira, esclarecida e pacifica, entregue s violen-
cias, e ao arbitrio.
As ultimas correspondencias da America do
Sul, trazem-nos a narragao de um dos sangui-
nolentos episodios de que infelizmente theatro
aquella desgragado paiz.
< O coronel Yanez, chefe superior da parle
do norte da Bslivia, tioha mandado prender vm
eerlo numero de pessoas notaveis por suspeitas
de serem partidarias do general Belzu, enligo
presidente da repblica, a favor de quem linha
rebentado um movimento 00 dia 29 de selem-
bro. Entre ellas achava-se o general Cordova,
que outr'ora esleve investido as mais elevadas
fuocgoes do estado ; o gaera 1 Hermoza. os te-
nente-coroneis Balderrama, Espejar e Ilbierna,
D. Francisco Belzu, irmio do ex-presidente, o
Dr. de la Tupia, D. Lourengo Vega, e muilos
outros ; eram cento e sete.
Os infelizes iam ser julgados, quando, na
ooite de 23 de oulubro, se fez urna tentativa para
os libertar. A gente do povo espalhando-se pe-
las ras da cidade da Paz, dirigiram-se ao quar-
tel em que ellea se achavam presos, gritando-
Viva o general Cordova I Ao ruido do combate
empeohada cora os soldados, o coronel Yanez sa-
hiu do seu palacio frente da sua guarda, e pe-
oelrou no quartel. Ali, sem oulra formula de
proeesso, fuzilou logo aquellas que tioham sido
encarcerados por simples suspetos, e em segui-
da a esta execuco summaria urna lgubre car-
reira de carros conduzindo os cadveres ao cemi-
terio, mostrava multldo que nenhum resulta-
do podia ter qualquernova tentativa.
< Por urna proclamago dirigida aos habitan-
tes, queso achara envolvidos na lula e no espan-
to, o coronel Yanez vangloria-se de ter. tomado a
responsabilidade peraote o governo da nago,
de haver garantido a ordem e as iostituiges pu-
blicas, e protegido os bens e a vida de centena-
res de cidadesque, segundo elle diz, teriam sido
sacrificados se a conjuragao tivesse xito. Esta
audaciosa apologa de urna carnificina inqualiQ-
cavel faz comprehender qnal a tyrannia sob
que vivera os povos defendidos por similhantes
salvadores.
Possam as medidaa que vio ser lomadas 00
Mxico, e que sem duvida ho de contribuir para
que os seus destinos sejsm entregues a urna a 1-
ministrago mais digna de as dirigir, servir de
salutar exdmplo para os paizes visiohos, fazendo
ao mesmo tempo soar a hora da regenerado a'a-
quellas ragas, que os vicios da organisagao in-
terna tem privado al agora do beneficios de toda
a qualidade, que o cu lhes tem prodigalisado.
Franca.
Escrevem de aples ao Tempe :
Quando pensamos o que era a Italia ha um
anno nesto poca estando Francisco II em Giela;
1 guerrilhagem organisada em forca uosAbruz-
zos ; Ciritella del Tronto e Messina anda sujei-
tas ana bourbooicos ; tres exercilos em armas, o
de Fraocisco II, o de Garibaldi e o de Vctor
Emmanuel ; o paiz em revolugo, as fioangas
exhaustas,o poder sem auloridade.a Pranga n'uma
situagao incerta, a Austiia ameagadora, o papa
resistente ; e quando pensamos, que marchando
atravez do todos os obstculos, o Piemonte nao
affrontou os ralos do vaticano, as represalias
dos austracos, venceu das Tulherias, cooteve as
impaciencias da revolugo, conquislon Messina e
Gaeta, acabou com Francisco II, affastou Gari-
baldi, baleu constantemente a guerrilhagem sem-
pre nascente, mas affroutou tambem todos os
deseontenlamentos e todas as resistencias dns
municipalismos napolitanos ; obstioando-se na
sua idea de annexago immediata e da asiimi-
Ihago ; trabalhindo n'essa obra nos momentos
mais difficeis e mais desastrosos, comprometien-
do a reputago de tres homens distinctos : Ni-
gra, Pooza de San Martino e Farini, mais ainda,
a gloria do conde de Cavour, aem se distrahir.um
momento, sem ae desviar um passo dessa-idea
flxa ; tornando se impopular, porque tirn aos
napolinanos a sua autonoma, mas s a sua no-
mogenia as provincias do meio-dia ; aportando
a autoridade de* urna capital de 600,000 almas
em um departamento de algumas legoes, suppri-
mindo finalmente a lugar-tenencia na oecasio
em que comecava a agradar, gracas ao general
Cialdini ; e apesar de tantos erros, talvezoeces-
ssrios, talvez voluntarios se aproximou cada vez
mais do seu fim invariavel com um xito mila-
groso, sem sobresaltos, sem abalos ; apesar das
guerrilhagens presislenies as mootanhas e nos
ra nao podia dispeosar-ae, no caso presente, de
reclamar contra o altaque feito a sua bandeira,
e de pedir urna justa reparsgo. Parece-nos,
alm diaso, que os pedidos a esle respeilo fox-
mulados pelo gabinete de S. James nada tem de
offensivo para o gabinete de Washington, a que
este poder praticar um acto de equidade e de
moderago aem o menor sacrificio para a sua
dignidad.
Tomando conselho com as regras que diri-
gem as relagdes inlernacionaes, e atteodendo ao
mesmo lempo a considerages de urna poltica
esclarecida, mais do que mauifestag5es produzi-
das por orna sobre-excitago do sentimento na-
cional, confiamos que o governo des Estados-
Unidos apreciar este nagocio com a tranquilli-
dade exigida pela sua grardade, e tomar urna
resolugao conveniente, que, evitando am rompi-
mento entre os dous grandes estados, de que as
Austria igualmente alliada, prefina as grave
perturbagdesque nao podem deixar de producir-
se da eventualidade de urna guerra, nao s para
cada urna das partes contendoras, mas para o
globo era geral.
c Dgoai-vos, seohor levar as anteriores re-
flexdes ao coohecimento de Mr. Seward, dndo-
nos conta da maneira por que o ministro rece-
ber a vossa communicago.
< Recebei, etc.
sJtaoMiiy.
Bussia
O Jornal de S. Peteriburgo publtcou o despa-
cho que o principe Gorlschako* dirigi a Mr.
Balabioe, a respeito da interrengo austraca na
Suttoriua :
S. Peteraburgo, 10 de dezembro de 1861.
c Senhor.S. M. o imperador soube com pe-
zar a resolugao que o governo austraco acaba de
tomar e de executar oa Suttorioa.
<-0 ooaso augusto amo apraz-se acreditar
que, recorrendo a medidas de execugo to sum-
maria, sem combioago prra com as corles sig-
natarias do tratatado de Pars, o gabinete de
Vienna nao leve tenco de infringir aa estipu-
lares daquelle tratado, pelas quaes as grandes
potencias se prohibirn! qualquer interrengo
isolada nos negocios que dizem respeito Tur-
qua.
c Todava, seu por em duvida as ioteosdes do
governo austraco, nao poderla deixar de cha-
mar a sua alteogo que affastaodo-se desta re-
gra na marcha que tem aeguido, apreseotou um
precedente tal, que estabelece um priocipio, es-
sencial envolvido no direilo publico, com garan-
ta da tranquillidade do oriente e da seguraoga
da Europa. Nao exislem tactos insignificantes
quando ae pode chegar a um semelhante resul-
tado.
c Nao julgamos que as fracas obras de defeza
levantadas no territorio de Suttorioa tenhtm po-
dido ameagar a seguraoga das commuoicagdes
ntreos dominios austracos a ponto de dar um
carcter de urgencia medida tomada pelo ga-
binete de Vienna, e electivamente a moral desta
medida, que, pelas ioterpretages a que d lo-
gar, enfraquece a posigo j lo critica de popu-
lares dignas a lodos os respeilos da compaixo
da Europa chrisla, que se faz lanto mais sentir
quando tomado sem accordo previo com os ga-
binetes ; accordo que leria Qxado a sua verda-
deira aignificago.
a Sois porlanlo, senhor, convidado a fazer
constar ao coode de Rechberg a impresso de
que se acha possuido o nosso augusto amo, de-
clarando-lhe que o gabinete imperial nao tem
deixado. da considerar como sollidario o prioci-
pio que exclue qualquer interveogao isolada nos
negocios da Turqua.
< Recebei, le.
aGortschakoff.o
[Jornal do Commercio, de Lisboa.)
ROMA.
Carta apostlica de Sua Sanlidade, o
Papa Pi IX.
Pi IX, Papa romano ad perpetuara
rei memoriam.
Os pontfices romanos, que recebtram do Sal-
vador, na pessoa do principe dos apostlos, o
encargo e o "poder de goveroar a igreja catholica,
nunca deixar a m de favorecer com exemplos e
conselhos a propagacio da santa f de Christo,
confirmar seus irmos nos preceitos do mesmo
Christo, sustentar os traeos que desfallcete, en-
sinar os ignorantes, confortar aquelles que se
deixam desanimar, chamar os transviados ao
verdadeiro caminho, a uns esclarecer am suas
duvidas e incertezas, a outros livrar do contagio
do chisma e da heresia. conduzindo-os ao cen-
tro da unidade ; n'uma paiavra, nunca deixaram
de curar dos interesaos espirituaes dos povos e
da igreja.
Ora, sendo a igreja nica, etbragand igual-
mente as populages do Orieote, como as do Oc-
cidente, os soberanos pontfices flzeram dos fiis
da igreja do Oriente o objecto dos seus.cuidados
paternaes e preoecupagdes. Demais, o Oriente
tem produzido em grande quantidade homens
eminentes por seu saber, erudigio e eloquencia ;
homens eminentes por seus escriptos e pela san-
lidade da sua vida.
Com o fim de conservar intacto a inviolavel o
t deposito da f aa igreja oriental, com o fim de
bosques; sem levantar urna nica barricada, nao loruar florescente a disciplina ecclesiastica, e cer-
nta dn* hc.nrhnnlo.ov ca'e esplendores e magestade religiosa as ce-
obstante a opposie&o violenta dos bonrbonlcos,
dos garibaldnos e dos mazzinistas ; nn obstan-
te a maneira franca porque fallara na cmara, e
a licenga exasperada da imprensa ; quem final*
mente ordenou o recrutameoto na pelor occasio,
depois da suppressio da lugar-tenencia, quando
recrudeca a guerrilhagem, e quaudfo vimos esse
recrutamenle levar-se a effeito quasi por toda
a parle ao som des tambores, e os conscriptos
a presentaren:-se em mssa sobas baodeiras que
na primavera prxima ho de ser crivadas de
batas ; quando se pensa em tudo isto, deve re-
conhecer-se que Deus assim o quer, e que a Ita-
lia tem a sua estrella I
O jornal Roma e Veneza contera a seguinte
carta, dirig la pelo general Garibaldi a Mr. Ja-
cintho Baghino, que commanda os carabineiros
genovezea movis.
Sanhor :
e Agradego-vos as palavras attenciosas que se
contera na vossa meosagem.
Accelto com prazer a presidencia da com-
missao qne dirigs.
< Preparae-vos eom ardor para i armas, ge-
oorosos ilhos da Italia, porque se approxima o
momento em que deveis dar novas provas do
vosso valor.
a A victoria ser pela nona |parte, porque a
oosia cansa abengosda de Deus, e de todos os
povos civilisados.
< Caprera, 31 di dezembro de 1861.
< /. Garibaldi.
Austria.
Despacho dirigido pelo ministro dos nego-
cios eslrangeiros da Austria, ao representante
austraco em Washington, sobre a queslao an-
glo-americaoa.
< Vienna, 18 de dezembro de 1861.
A desintelligencia suscitada entro o gover-
no dos Estados-Unidos e o da Gr2a-Brelaoha, em
coosequencia da prisao de MM. Massoo eSlidell,
levada a effeito pelo capilo do navio de guerra
americano S. Jacinlko a bordo do paquete in-
glez Trent, nio ple deixar de altrshir mala
seria alleogao do gabinete imperial.
Quanto mais importancia ligamos conser-
vagao das boas relagoes entre os Estados-Unidos
e a Inglaterra, mais devemos sentir um inciden-
te qua veio augmentar urna lo grave compli-
cacao, a urna situagao j lo cheia de dUfical-
dades.
c Sem Ter tengio de entrar aqui em um ala-
meda queslao de direilo, nio podaramos des'-
conbecer que segundo es noges de direilo inter-
nacional, adoptadas por todas as ppteofilas, e
que o proprio governs americano tem tantas ve-
zas lomado por base a sua conducta, a Ioglater-
agestade religios
remonias lithurgicas, os pontfices aproveita-
rara-se da paz permillida ao chrislianismo, con-
vocaran! diveraos concilios, publicaram muitaa
constituiges ou decretos, e trabalharam agen-
temente pela prosperidade dessa parte do re-
banho.
A afieicio toda particular da santa s pelos fiis
do Crenla nunca ae desmentio : sobre tudo,
quando ali se suscita urna heresia ou um schisma,
que ella brilha na sua maior forga. Ento os pa-
pas nao poupam esforgos para garantir e desen-
volver a unidade catholica.
A variedade dos ritos permittidos, looge de en-
fraquecer a unidade da f, concorra para o es-
plendor o mageslade da igreja. Eis porque os
oossos predecessores, nao s nunca lireram a in-
lengo de obrigar os orientaos ao rito latino, co-
mo tambem, sempre que necessario foi, decla-
raran] em termos claros e precisos que a sania
s nao exige dos fiis do Oriente o abandono de
ritos veneraveis pela sua antiguidade, e pelo tei-
temunho doa santos padrea : smente quer que
nelles nao aeja inlroduzlda cousa alguma contra-
ria f ealholica, prejudicial aos espirito*, al-
tenlatoria daa virtudes eclesisticas, como pe-
reraptonamenle o demonstra um daquellea nos-
sos predecessores Benedicto XIT, de lllustre
memoria, na sua eocycilca Alalomnt, de 15 de
jalno de 1755, dirigida ao missionarios orlen-
laea. Logo, sa oa ritos do Oriente alguma mu-
denca tem havid, nio a devem atlriboir as-
la ai.
Depois do schisma nata aeaspra deploravel de
Phoiius, oa pontfices em pregaran- toda a sua
solltcitude em favor doa rieniaes, e obtiveram o
succasso ardenlemeote deaejado : a unto enlre
as duas igrejas fot restablecida no concilio de
Floreaca. Quando Maro, areabispo da Ephes,
procurouqawl Miro Photiua abalar a unidad,
a maior praoscupagao des papas foi anlo reco-
duzir os gregos ao verdadeiro caminbo, e cuidar
das r/ecesstdades espirituaes de todo o Oriente.
Enviaram missionarios, e elegeram cemmfssdes
compostas de cardeaes, que examlnassem madu-
ramente os livros lithurgicos dos orientaos e tra-
tassem de suas causas particulares*.
Vemos com effeito que muitos annos antes de
Clemente VIII foi estabelecidt urna congregagao
De rebue Groxorum ; a depois outra no lempo
do mesmo papa Super negotiis fidei el rtligioni
catholica, congregagao que se deu mais larde
o nome de propaganda, ora a respeito dos gre-
gos, ora a respeilo dos orientaes. Essa congre-
gagao linha as mesmas attribuiges que a propa-
ganda moderna, instituida por Gregorio XV n'um
breve de23 de maio de 1622, comegando por es-
tas palavras : Inecrutabili erecta.
Urna rpida analyse que se faga dos ritos e das
disciplinas do Orienie basta para dar a coohecer
que, ainda mesmo depois da creago da congre-
gagao geral de propaganda fiie, podia acontecer
que negocios de importaocia mais transcendente
fossem submettidos a am exame tambem mais
serio, e tratados por alguos cardeaes da congre-
gagao geral. Em coosequencia Urbano VIII, suc-
eessor de Gregorio XV, compoz duas coogrega-
gdes particulares com os membros da congrega-
gao geral, das quaes era urna super dubiis orien-
talium, e a outra super correctione Euchologii
Gracorum. Para terminar o trabalbo comegado
por esta ultima, e comprehender sob o termo ge-
nrico de Euchologio crego a todos os livros dos
orientaes, Clemente XI instlluio urna congrega-
gao absolutamente distincta da propaganda, e
compost de um prefeilo, um secretario, cioen
cardeaes, theologos e bomeos versados no co-
nhecimento dos ritos e liogua do Oriente : a
congragago super crrectione librorum orienla-
lium.
Ora, resulta dos actos da congregagao da pro-
paganda que aos eminentissimos cardeaes, que
a compoem, ae recorreu sempre as questoes de
maior importancia concementes ao Oriente, por
exemplo, em tudo o que diz respeito aos gregos
mtlchitas, armenios, coplas, maronitas e ruthe-
niaoos.
Esla maneira to simples e racional de tratar
aa cousas no' induzio a publicar as de que ora
nos oceupamos. A Provideocia em seus desig-
nios impeoetraveis elevou-nos sede de Pedro,
apesar de nossa indignidade para oecupa la : ,
poia, dever noaso comprehender indiatinclamenle
todos os membros da grande familia humana na
mesma sollicitude, amor e vigilancia ; a todos
facilitar o coohecimento do nico e verdadeiro
Deus, e do Ftlbo por elle enviado ; finalmente,
a todos unir nos mesmos lagos da f que prepa-
ram-nos vida eterna.
Logo nos primeiros dias do nosso pontificado
eslendemos a vista aobre o Oriente,e supplicamos
com ardor ao Deus de clemencis e misericordia,
que confirmasse na f a todos aquelles que creem
e esto na commuoho da santa s, que nelles
fizesse crescer a sciencia de Deus e o cooheci-
mento de Jess Christo, permitliodo Ibes que por
meio de boas aeges possam aplanar as vas da
salvago eterna.
Supplicamos tambem que conduzisse ao reba-
nho, fra do qual nao poderiam aalvar-ae, a
aquelles dos orientaes que se achassem delle
desviados.
Temos f e confianga em que Deus, tan mise-
ricordioso como dignar-se-ha altender as
nossas humildes e fervorosas supplicas.
Entretanto vivamente commovido pela situagao
actual dos catholicos do Oriente, e considerando
alm distoque em muilos paizes desappsrece-
ram os obstculos que se oppunham livre-com-
municagodos fiis com a sede de Roms, enten-
demos que o nosso ministerio apostlico im-
pde-nos a obrigago de consagrar a nossa
solicitude paternal e esforgos ao bem espiritual
do mesmo Oriente.
Assim pois confiamos a urna commissao com-
posla de cardeaes escolhidos da coogregago da
propaganda, e prelados da nossa corteo cuida-
do de estudar squillo que mais couvm pros-
peridade espiritual do Oriente.
Considerando por um lado a gravidade e a
mulliplicidade das necessidades orientaes em
virtude da differeoga de lingua. rilo e disciplina,
e por outro lado as iooumerarels oceupages de
que se acha por alguma forma sobrecarregada a
congregagao da propaganda em virtude da prodi-
giosa extenso da nossa santa religio na Ameri-
ca septentrional, naa indias orientaes, na China,
Oceania, e at mesmo na Europa, do que resulta
a necessidade de augmentar-se o numero das
sedes episcopaes, vicariatos apostlicos, 9 mis-
sionariosaquella commissao con venceu-se f-
cilmente de que a congregagao da propaganda
deve ser reforgada afim de poder tratar dos
negocios orientaes.
Em coosequencia disto esses cardeaes e prela-
dos nos pediram que remedassemoa semelhante
estado de cousas estabelecendo urna congregagao
especial e durare!, exclusivamente encarregada
de tudo o que diz respeito ao rito, disciplina, e
correcgo dos livros lithurgicos das igrejas orien-
taes ; e ao mesmo tempo foram de parecer que
essa nova congregagao se composesse de car-
deaes escolhidos entre os da propaganda, e de-
pendesse do cardeal prefeilo desta ultima, com
quanto tivesse o seu secretario e consultores
especiaos.
E' por essa razo que nos, prenecapado no
mais alto grio fiis do Oriente, e dispoalo a tudo
emprebender em beneficio delles, afjeptando o
parecer dos nossos veneraveis irmosos car-
deaes da santa igreja romana, instituimos perpe-
tuamente pela prsenle carta apostlica' urna
congregagao eapecial, exclusivamente encarrega-
da daa quetioes orientaes sob as clausulas e con-
dicoes aqui registradas, cuja escrupulosa obser-
vancia recommeodamos.
Todos os negocios conferidos propaganda em
virtude do breve Incrustabili do nosso prede-
cessor Gregorio XV, e das conatituigoes ou de-
cretos de outros pontfices, sero de hoje em
diante reduzidos a duas calhegorias: negocios do
rito latino, negocios do rito oriental.
A nova coogregago, por nos estabelecida para
essa segunda calhegoria de negocios, ser com-
petente para tratar igualmente das questoes
mixtas em que intervenham pesaoas ou cousas
do rito latino, salvo se julgar mais conveniente
deferi-los coogregago geral da propaganda :
compor-se-hs da um numero safficiente de car-
deaes escolhidos de entre a da mesma propa-
ganda, e depender do cardeal prefeito desta,
possuindo todava os sens consultores e secreta-
rios especiaos; nara cojos cargos lembramo-nna
e chamamos alguna ecclesiasticos da nossa boa
cidade de Roma afamados palo coohecimenio,
qne possuem, das llngoas e cousas do Orieote, e
cujas luzes sero de multo auxilio nova coo-
gregago, especialmente oas questoes de rite e
disciplina, e na correccao dos livros.
A referida coogregago tomar o nome de
congregagao da propaganda para os negocios do
rilo oriental, e ae servir do sello da propa-
ganda.
Fazendo a correcgo dos livros parte das suaa
attribuicdee, aupprimimos e abatimos perpetua-
mente m virtude da nossa autoridade apostli-
ca a congregagao estabelecida por Clemente XI
com o fin d oceupar-se dessa correcgo.
Determinamos somante qne aeja escolhido
entr oa mesnbroa da esa aro va congregagao
am cardeal pontnt aomtado por nos e por
a
dnc-
nossos suecessores, e encarregado de dirigir os
irac-ainos necessarios para o exame dos caones
da igreja oriental, dos livros orientaes de toda
oatnreza, das versees da Biblia e da
plina.
Determinamos alera disto que os cardeaes de-
signados na presente carta para compr a nova
congregagao distriboam entre si n'uma aessao
preparatoria os diversos negocios do Oriente, por
tal forma que cada cardeaseja particularmente
encarregado daqoelles que respeitam a urna ou
mais nacoes : e como pode succeder que um
cardeal solfra impedimento no exercicio da suas
funegoes, determinamos que os outro eardeaes
da congregagao lhe designen) um supplenfe en-
carregado de exppdr em lime do impedido o
que se referir s populages das quae aauella
lor constituido relator.
Sendo a nova congregagao urna fraccSo da
propaganda, ao seu pessoal concedemos o mes-
mos previlegios e favores por nossos predecesso-
res concedidos ao pessoal da propaganda, e ainda
em vigor.
O prefeilo geral desta ultima, nosso predilecto
ulho o cardealpreabytero Alexaodre Barnab.
aera ao mesmo tempo prefeito da nova congre-
gagao ; e designamos para compo-la os nosses
veneraveis irmos os cardeaes Constantino Pa-
trizi, bispo de Porto e Sania Rufina, e Luiz Al-
tiere, bispo d'Albaoo', os cardeaespresbyteres
Camillo di Pietrodo titulo de S. Joo da Porta
Latina, Carloa de Reisachdo Ululo de Santa
Cicilia, Antonio Mara Panebiancodo tttuloa dos
San toa Apostlos ; e os cardeaesdiconos Pedro
Mirtni-do titulo de S. Nicolao tn carcere; Jec-
ques Anlonelli-do titulo de Santa Agalha in
Suburre ; Prospero Catarini-do Ululo de Sala
Mana delta Scala.
Nomeamoa alm de tado o cardeal Carlos da
Reisach cardeal ponen para dirigir a colleccao
dos caones da igreja oriental e o exame dos
livros.
A congregado que instituimos mais que qual-
quer outra, tem naceaaidade de conaullores de
reconhecida sabedoria para expo'r na presenga dos
cardeaes, e submelter ao seu juizo sabi) e pru-
dente as questoes a resolver, atientas a variedade
das lioguas e diversidade dos ritos. Em coose-
quencia do qua determinamos que os consultores
sejam escolhidos nao s entre os theologos, co-
mo tambem entre os homens versados no conhe-
cimento das lioguas, e daa coussa do Oriente : e
como e possivel que exista alguma coonexo nos
negocios das duas congregageso secretario de
urna ser consultor da outra.
No intuito de cercar a nova coogregago de to-
da a luz oecessaria, o cardeal prefeito da propa-
ganda nos apresentar, e a nossos suecessores,
ecclesiasticos escolhidos do numero dos aotigos
discpulos do collegio da mesma propaganda, ou
nas_ differentes familias de religiosos, os quaos
sero chamadoa Roma.
Entretanto nomsamos consultores os oossos
veneravea irmoa Alexandre Franchi, arcebispo
de Thessalooica e secretario da congregagao dos
negocios ecclesiasticos extraordinarios ; Jos Car-
doni, bispo de Carysto ; e os nossos presadsi-
mos lilhos Luiz Ferrari, prefeilo da corte ponti-
fical ; Domingos Bartolini, secretario da congre-
gagao dos ritos ; Jos Fessler, 'professor de di-
reito cannico na universidade de Viennatodos
tres prelados domsticos ; Bonifacio Ilmceberg,
abbade do mosteiro de S- Bonifacio, da ordem de
S. Benedicto, e professor da escriptura sagrada
na universidade de Munich, Luiz Vincenzi, pro-
fessor de hebreu ; Scapilici, professor de syro-
cbaldeo ; De Angeles professor de direito cano-
nice na universidade romana ; Carlos Vercello-
oe, procurador geral da congregagao dos clrigos
regulares dos Sanios Paulo e Bernabapost-
los ; Joo Bapliati Franzelin da compaohia de
Jess, e professor de theologia no collegio roma-
no ; Agostinho Thener, do oratorio de S. Felippa
Nery ; J. Baptista Pilra, Po Zmgerle, e Btrnar-
do Smithtodos tres benedictinos.
Determinamos outro sim, que os jovens eccle-
siasticos romanos, que mais se distinguiris por
suas disposigas e successos nos estudos, se de-
diquen) sob a direcgo de um consultor ao estu-
do das questoes religiosas relativas ao Oriente,
afim da que tambem possam um dia ser ellas
mesmos nomeados consultores. Os ecclesiasticos
que melhor se boaverem nos seus estudos sero
preferidos na collago dos beneficios.
A nova congregagao ter o seu secretarlo es-
peciar, que preencher as suas funegoes da mes-
ma maneira qne o secretario da coogregago la-
tina, obaervando aa regras e o methodo da pro-
paganda. Para este cargo nomeamos o nosso
amado filhu Joio Simonei, protoootario apost-
lico. Para que os dous secretarios possam ad-
quirir exacto canbecimenlo dos negocios de em-
boaos ritos, assisliro junios as sesses dedkda
congregagao na seguinte ordem : o secretario da
congregagao geral da propaganda, o secrelatio da
coogregago para o rito oriental e o protoootario
apostlico. Os empregados da secretaria sarao
em numero sufficient : e aa daas congregages
lorio sua disposigo a mesma impranaa, e vo-
tamos os fundos necessarios para indemnisar a
propaganda desse excesso de despexas.
Ao throno do Deus das misericordias erguemo
as noaas vistas, e rogamos-lhe em nossaa hu-
mildes e ardentes supplicas que se digne despe-
jar com abundancia aa auas gragea sobre as po-
pulages do Oriente, e fazer com que sejam res-
tituidas ao seu aoligo esplendor taotas e precla-
ras igrejas cslhadraea all eatabelecidas pelos
proprios apostlos, hoje infelizmente desviadas
da pedra que sorve egreja de fundamento, e.
abandonadas no seu isolamento.
E esperamos, e confiamos que o autor de todos
os bens abengoar os nossos aforeos, que os
orientaes, aferrados sempre i rerdade catholica.
o que Ihea fsz gloria, nada tenham tanto peito
como corresponder cada-vez mais nossa solici-
tude, apertir os lagos que osooem sede de Pe-
dro, e chamar ao aeio do rebaoho da uBidade os
seus irmos transviados.
Eatabelecemos, prescrevemos e ordenamos o
que eslabelecido, preaeripto e ordenado est na
praaenle carta ; cujo cooledo nao poera ser
Uxado de obrepgao, subrepgo, falta de intengo
ou ostro vicio substancial em qualquer tempo o
(ior qualquer pessoa qua seja, ainda mesmo pe-
oa interessados ou por aquelles que interessados
paregam ser, a ae queixem de nao ter sido cha-
mados, ouvidos consultados. Niaguem poder.
restringir, auspeoder ou cassar asdisposiges nes-
ta carta comidas, sppeltida-lss de controversas,
oppor-lhes alguma decisio de correcgo in inte-
grum, ou outra senleoca qualquer que seja ;' ao
contrario ellas produziro em todo o tempo os
seus plenos e devidos effeilos, e serio escrupu-
losamente obeervadaa por todos aquelles quem,
se referem, e se bao de referir.
A presante carta garantir perpetuamente o
direitos da ssgrada congregagao dea negocios
orientaes. e das pessoas respecuvaa oellaa cita-
das. Niaguem poder ser obrigsdo i verificacao
^ lilw. n,"U". "Powod, nena A iaio
constre ido judtciarta ou extrajudiciariamanl*;
a nos declaramos nulio de neohum eitate lodo
qualqaer acto commetlido intencionalmente. ou
por ignorancia da parle de quem quar que aeja
com o fim de aliantar contra as diapoaigea des-
ta nossa carta apostlica.
_ Nao obstante a oulia carta apostlica da Grega-
rio XV, de que mais cima fllame, e qao corna-
ca pela patarra Interutabilis; nio obstaste aa


DIARIO DE PEfiNAMBUCO. *> SEXIAflIBi 14 DE FEVEREIRO DE 1864.
%
33Z
-33:
*
xonsiiluices de Clemente XI, e Stros soberanos
jntiflce?, oossos predecessorese~ mMau fina-
as coustiluices : oae oeetante as regrsa da
r*^o da propagando, r/jutrOsetaAo*es, *
Guares, privilegies, ir.du\4es ou coaceatdes, qual-
*,uer que sejara a sus forca, preelaos e '
da, constituyes, regras, estatutos e privilegio.
eue nos declaramos epre8ojgutl^reafcde*aai
talo o seu alcaucee forma eeHIisaeetcoe*; fjo>
xemos que a preseate carl#>rod*teipleno aia->
teiro resultado, e eeTeilo.
;dam Roma, na sede **8. Peda, eob o*
el do Pescador, aos seis aw1dotfBjoj0.^....w
WDCCCLXlt (1862). uemo-ee*to o nos** po*Vr-
Jicado. r^ "
G. B. CiRPEAL PlANNETTl.
(afonde Silvtira).

>
X=
.
l I II

transcriptos
Tsta.
es dous ofdcios que tiremos gem do rio, til a materia de que feita, que i 1 dita pannos, modas, sei>s, colletes e calca-
nao oppe a menor resistencia no caso da algia I dos; a Ramos Duprat & C.
incendio dos fogoi eitos, e anda mena* n* de 1 dita conservas, 2 ditai sedas ; Manoel &C.
alguma exploso, proreoiente de polrota -een ] 9 ditas eadas e fazendas de lia e teda, X ditas
maasa que houvesse. | objaclea para chapeos de sol e sedas, 5 ditas con-
JTende-ae ado no boletira publicado no Dia-
t Fernnbuco de hoje um erro derido a
REVISTA Oll-RIA.
No relatorio do conselho da imperial attocia-
o typographica fluminense, presentado aa-
-semblea geral dos respectivos roembros no anoo
fiado, ocootramos o seguate trecho, que aqui
inserimos para vulgariaacao e (undameato de al-
ajumas considerado-s nossas :
A redaeco do Diario de Pernambuco conti-
jm o femeUr-oos o ao jornal ; setrtimos porm
que tenha havido tanta irregularidaie na su
entrega, sem duvida devida s peasoas eocsrre-
tgadts deste Importante aervico.
J nao sao individuos, mas urna corporaco
ocial que em pegas de seu servido consigna a ir-
regularidade da entrega dos nusaes Diarios 1 E
juaudo isto temos no relatorio, a qua noa referi-
mos, iguaes queixss recebemos de diversos sub-
scriptores daquella parte do imperio, chegaudo
val at a asiegurar-oos, que ha assistido a aber-
tura das malas desta proviacia, e que nellss do
tem sido os seus Diarios encontrados; do que de-
duz a consequencia da nao remessa dos meamos.
Outra cousa em verdade as se poie collegir
o facto, menos que l naja urna prestidigitado
sorprendente, queiliuda otedemuoho dosolhos,
ofTerec* vista pm prisma ditXereot4 da reali-
dade. No eolretanto, (orea aioda urna vez de-
clara lo, as nossas reraessss sao ponluslissimas ;
ana Diarios enviados acompanha setopre o valr
to respectivo porte do sello:; e tirn da justificar
sus asserces, appellaraos para o testemuoho
dos Srs. empregidos do correio desta cidade.
Todava, a ubiracco di-se, o milagp* ae re-
vela ; maa cao possivel descubrir o thauma-
turgo, falhando assim o rilo de cunhecer-se o
gigante pelo dedo.
Nesla siluaco detrimentosa, pois, quaodo mi-
ihares de abasos ahi se levaotam, e continuada-
mente se reproduzem na mor pirte das admiois-
Iracoes dos correios do imperio, somos levados a
correr mais urna vez ao.Exm. Sr. ministro, a
quera compele a suprema inspeceo desse serv-
fe importante, solicitaado-lhe ama providencia
enrgica, efflcaz, e que pouha termo a esse esta-
do de desordem, que cam o atropello dos contri-
buinles, traz a desconfiaoca contra laes admiojs-
Iracoes.
Nao poderiam estas enviar com as malas a re-
Jacio das carias e dos mseos des jornaes, que
ossem de urna para oulra localidade, como oulr'-
ora se fazia ?
Esta medida, augmentando mais um Irabalho,
procrastinaria certamente alguma cousa o expe-
diente ; mas seria isto compeosado pela regula-
lisacao do sorvico, que trarra a conanQa, e.as-
sjr,naiara o autor de taes sublraces, quando se
Has dssem, de maneira que a responsabilizado
ira aquella a quem de direito compelase, faci-
litando assim a sancc.ao penal bem que estejamos
convencidos de que com isto os abusos teriam
P um paradeiro na carreira, em que vo, no ryois-
xno que ostentara.
OSr. administrador docorreio desta cidade,
tendo attencio ao que publicamos sobre a (alta
de recebimeoto de Diarios argida agencia do
correio de Correte pelo Sr. Joaquim Jos dos
Santos Jnior, tratou de auvir ao respectivo agen-
te aebre a materia ; o qual informa que ha Teilo
regular a entrega dos mesmos Diarios ora ao Sr.
Dr. Joio Francisco Duarte Jnior, ora aeSr. Ma-
noel Joaquina Pereira Nello, pessoas eocarregadas
para esse fim pelo referido Sr. Santos Jnior,
pelos quaes deve correr a falla argida, e nao ser
laucadas conta daquella agencia.
Agradecemos aoSr. Pasaos Miranda a solici-
ude que presta a nossas reclamaces, dando as-
sim urna copia do bom'deserapeoho dos seus de-
Teres como funeciooario publico, que se nao
poupa de dar providencias com o lira decoarctar
busos, quaodo abusos hajam sido commeltdoi.
Chamamos a allenco da autoridade compe-
tente para um presepio a oauia, que ha na Boa-
viagern ; o que so serve para escanda Usar ts fa-
snilias honestas pelos actos de desenvoltura e de
irreligio, qne nelle se pralicam.
_ De anle-hontem para c tem corrido nesla
cidade o boato de urna sorte de iosurreicao de
acravos no engenho Guararapes e circumvizi-
ohos; o que tomou algum vulto por ter seguido
para aquella localidade um piquete de cavallaria
na mesma terca-feira. No entretanto consta-nos
ique elTectirameate houve no engenho Guararapes
insubordinacao de alguos escravos ; e destes fu-
gindo um mulato, que levou comaigo urna mula-
ta, sua amasia, e sendo perseguido, degollou a
ata, e depos vollsndo a arma homicida contra
i, suici-lou-se.
Deste facto parti o alarma, que ahi appareceu
ueste entido ; e como v-se nao houve para elle
aee fundamento, logo propalado pelos terroris-
ta, ceotribuindo talvez para o mesmo a sabida
do piquete de cavaV^aria, que hoje se diz ter ido
para auxiliar diligencias da polica local, a cuja
conta deve ser laucado o referido alarma, e nao
a existencia real do facto divulgado.
Ao Sr. Gaetano Pinto de Veras, porteiro da
sUandega desta cidade, foi arbitrada a gratifica-
ra o aanual, correspondente a 10 por cento dos
seas veocimenios, visto contar mais de 30 anoos
Jeeervco, na fetm* do rrt. 103 do regulamento
de 19 de setembro de 1860.
Apercepfo deve correr da data do decreto de
'*t^eS9ao. "to de X5 de Janeiro prximo pas-
udo.
Foi apprerado provisoriamente pela presi-
dencia o artigo de posturas da cmara municipal
desta cidade, que faz extensiva lodos os povoa-
-^s deste muDrfcipio a disposjio do art. 9 das
posturas addiciooaes de 10 de novembro de 1855
' prohibida portento de modo absoluto a cria-
cao de porces dentro de qdalqder poTosjio, que
aleja nos limites da jurlsdiccao da oossa muoici-
palitade, sob a pena de 309, duplicada nareinci-
dencia.
O Sr. deseabargador Anselmo Francisco
Peretti reatsomio o exercicio da provedoria da
santa casa da misericordia.
O Sr. 2o tenante de eogenheiros Eugenio
Adriano Pereira da Costa e Mello acha-se nomea-
do ajudanle de engeoheiro fiscal da via frrea
desta provincia.
Foi reformado no mesmo posto o Sr. Auto-
pio Pires Ferrelra, alteres da anttga guarda na-
ctonal docommando superior de Flores.
Eis o qoadragesimo-priraetro v
Boletlm official.
< Em um offlcio de 8 do correte, dirigido da
-illa do Limoeiro ao Exm. presidente da provin-
cia, diz o respectivo jolz de direito, Dr. Jos
ufjoiotioo de Castro Leo, que por iuormsjes,
uba declinado em Bom-Jardim, e que naquella
"irla s dous casos se tinham dado al data de
seu ofB.io, aquatorze mortpsse contavam rio en-
sjenbo Pindoba da mesma freguezi. Diz mais
iue em Bom-Jardim tinham morrido mais de oi-
tenta pessoas de mais de trezentas accommelti-
das pelo cholera, econclae retirando o pedido de
loas padres e um medico feito anteriormente.
Em um offlcio de 10 do correte, dirigido da
xnesraa villa i S. Exc,, (fiz o mesmo julz de dlrel-
to que, Avista das ioformacoes recebidas de Bom-
'Jardim, julgjva que a epidemia multo declinara
all, de sorte que pareeeu-lhe coorenieote o ra-
raaso do cirurgiio Aradjo Lima pita aquella
illa, tocando no engenho Piodoba, onde o mal
aada granara, pelo qua nelle existiam treze
doeotes, que hariam sido medicados pelo dito ci-
rsrgiio no dia antecedente em qne all tioba cha-
jado, e commimica qne na freguetfa da rili j
**"" succumtrldo dezoilo pessoas, senda dez
Jirrea e oito captivas.
Meata cidade seo suas immediicoes nao ha
aso atgum de cholera-morbus.
c Baseando-nos obre cootaantetcea offl-
soiMt, eomo rempre fazemos, demos noticia do
doeute i estrada do Pombal que foi risto pelo
r. Lobo Motcoso, e examinado por orden daS.
ic. pelos Dfs. Fettetra e Firmo XaYiet; mis,
saiTidandoM da exactldao da noticia, to abai-
mpHjatcio typographica, cumpreque seja indi-
do. No lugar em que te le : mas que as no-
>s de Vicsncia, a que tinham chegado oa m-
dicos que nao eram lio satisfactorias, leia se :
^SS^SS^aaSKS&atvr.
cent va* o acsc ltrtatiaaaa^rlli.
t *VS6 hatts |-Urdia,:VtsWld ferera^o de
I8t.
Dr^lfusso fonctjSjJ
V. Etc. que'-h'a<>aa -tmM'darat-de M# di*,
chaodo-me na ra dos Pires a rer um doente,
ffui rogado por um portugus ^ue-e aehara-a
porta a espera que eu sahisse da casa onde lia va
estrado a pouco para ir a toda a presea ao Pom-
bal ver um compaoheiro de casa qua se sjehara
doeate desde a meia ooile a que pensaram a prin-
cipio que foaae io vam que fosse a moiislia, expressao delle. Eq-
derecei-me pressa para a caa que me fot in-
dicada e ahi encontrei o dtate no estado eeguio-
le : pelle friacomo a de um cadver, ic.o des-
figurada com grandes crculos prelns so redor
dos olhos. caimbias horriveis, que fazia o doente
lorcer-se e gritar desesperadamente, e sem acbar
na cama commodo em que parasse ; lioguae ha-
blo Icio e dijecces aquozas com cor de lavagem
de carne. Indagando de urna mulher que ah se
achara, de como tioha-ae desearolvido seme-
lnsnle molestia, referi-me ella que morando no
beco do Espinheiro, e tendo de mudar-ac para o
Pombal effectuaram esta mudaoga no dia ante-
rior, e como-o proprio doente fosse o incumbido
de couduzir a bigagem de sua casa acooteceu
que passasse o dia sem comer e veio a faze-lo s
9 horas da ooite, lomando urna lijella de pirio
com bacalho cosido, e senlindo-se multo afadi-
gado do Irabalho quo tivera durante o dia, fdra
deitar-se immediatameote : a meia ooile sentio-
se eocommodado e sabio para o quioul para pro-
ver a urna uecessidade, feito o que voltou para a
cama, senlindo pouco depois vontade de laucar e
vomitou com efTeito o alimento que havia toma-
do e depois urna aguadilha amarellajcom mo
cheiro, o que se repeli por urna ou jluas vezes
mais, e s tres horas da madrugada tornando a
sentir vontade de obrar, foi novamentel ao quin-
tal : o que se poda esperar da exposicao do cor-
po j doente a urna noite fra e chuvosa eomo as
que lem feito ? D'essa hora em dianle as dijec-
ces nao fireram mais pauza, e apezar dos sof-
frimeotos irem cada vez a peior aiadolencia des-
sa pobre gente foi tal que a ao meio dia que
sahiram a procurar um medico.
Gomecei a medicar o tal doente sem esperan-
za alguma de resultado; porm logo s primei-
ras applicacoeselle seolio allivio oas caimbras e
dores, e a diarrha parou ; sabi a dar parte a V.
Exc. do occorrido em cumplimento das recom-
menda^es de V. Exc, e voltei immediatameote
para o p do doenle e comecei a ter esperances
ao ver que o calor reapparacia em todo o corpo
e mesmo as extremidades nao eslavam lio trias
e a pelle com ees va a estender-se desenrugar-ae ;
essas esperancas foram de pouco lempo: s 4
horas da larde o doentj comecou a sentir grande
anciedade e dorno hypocondroesquerdo, incom-
modos estes que chegaram ao poolo de desespe-
ro: com novas applicaQes consegu que araai-
nasse esse tormento, e s cinco horas fui casa
tomar algum alimento, e rollando As seis e meia
por ter ido vizitar dous doentes para que me
cbamaram com urgencia, ji encontrei morto o
que faz objeclo deste cilicio.
O doente, quaoto a mim, eslava atacado de
cholera-morbus no periodo lgido, oque foi con-
firmado pelos Drs. Joao Perreira da Silva e Ig-
nacio Firmo Xavier, que por ordem de V. Exc.
foram vizila-lo.
Dos guarde a V. Exc.=B.oa-Vista 12 de fe-
vereiro de 1862.
Illm. e Exm. Sr. Dr. Antonio Marcellioo Nunes
Goncilves presidente da provincia.
Dr. Pedro d'Attahyde Lobo Motcoso.
Illm. e Exm. Sr.Em cumplimento a ordem
rerbel de V. Exc. que nos recommendou de di-
rigimos immediatameote a estrada do Pombal
para verificar o estado em que se achara um
Pottuguez all morador, o qual se julgara doen-
te do mal que reina em diversos lugares desta
proviacia, pouco depois seguimos para este pon-
to e ahi thegando encontramos o Dr. Moscoso,
o qual dignou-se apreseotar-nos o mesmo do-
ente.
Interrogando as pessoas da casa a respeilo
das circunstancias anteriores ao apparecimento
do eocommodo, fomos informados de que era
carroceiro de protiaso e morador no becco do
Espinheiro, a'oode se havia mudado antes de
hootem para esta habilasao, e que tendo ceiado
hontem bacalbo com pirio, mais tarde come-
(ra a sentir diarrha, a qual repetira-se por
tres vezes durante noite.
Pela maaha julgando-se em estado de poder
continuar no seu Irabalho, tomara urna chicara
de caf simples, sobrevindo-lhe logo depois v-
mitos aquosos e beliosos, e diarrha da mesma
oatureza e quasi continua por muilo lempo, do
que resultara o estado de proslrago em que se
achara. O Dr. Moscoso ioformou-oos que ti-
nham-se dado caimbras as peroas e bracos.
O estado do doente no acto de nosso exame
era o seguiote: a face estara decomposta, os
olhos encorados, a pelle fria e algum tanto fran-
zida as extremidades, suor fri, seusacao de ca-
lor pelo doente, oppressao precordial, a roz rou-
ca, as faculdades inlellecluaes no estado nor-
mal ; mas respoodend'ocom difficuldade por nao
poder fallar, segundo dizia notamos-lhe igual-
mente um estado de somnolencia, que se appro-
ximara ao de cama, do qual s despertara quan-
do se Ihe interrogara.
O Dr. Moscoso disse-nos que o julgara me-
lhorado, porquanto hariam cessado os vmitos,
a diarrha e as caimbras.
Arista disto, somos de parecer que esse doen-
te est sffectado do cholera, que grassa no inte-
rior desta prorincia, e nao tendo esse iodiriduo
ido a nenhum destes lagares achamos esta cir-
cunstancia de seria gravldade para esta cidade e
seus suburbios.
Dos guarde a V. Exc. Recife 11 de feverei-
ro de 1862.
Illm. e Exm. Sr. Dr. Antonio Marcellino Nu-
nes Gongalres, presidente da prorincia.
Os mdicos em commisso,
Dr. Joao Ferreira da Silva.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
O Sr. Jos Paulino proeurou-oos afim de
mostrar-nos, por documentos .ofciaes, que a
sua casa de fabricar -fagos de artificio oio se
acha as condiedes de illegalidade, que Ihe foi
altribuida por urna noticia, que publicamos as
proprias exaressdes, em que nos fdra communi-
cada ; exorno dera Isto flear s claras, porque
j nao eT primeira vez que temos tal noticia,
aqu inserimos os referidos documentos, que 11-
lustrsm perfeitameote a quesllo.
'< Parecer approrado em sessao de 17 de de-
zembro de 1860.
Teodo-me dirigido ra Imperial, aflm de
examinar se a casa de fabrico de fogos artificiaes
perlencente a Jos Paulino da Silva, contra a
qual so queixa Cleto da Costa Campello, se acha
feita de conformidde com at posturas respecii-
rss, sou de parecer que a queixa do peticionario
infundada, porquanto a casa guarda a distancia
marcada as mesmas posturas, sendo imaginario
o perigo de vida e proprledade que o peticiona-
rio receia.
< Sala das sessSes da cmara municipal do
Recito 17 de dezembro do 1860.O vereador,
Gameiro.
Offlcio ao Eira, presidente.N. 8.Paso da
cmara municipal do Recito 25 de ferereiro de
1861.
a Illm. e Exm. Sr.A cmara municipal do
Recite, informando, como V. Exc. ordena, sobre
o requerimeoto que junto devolve, de Cleto da
Costa Campello, que representa a V. Exc. contra
urna casa construida por Jos Paulino da Silva,
para o fabrico de fogos rGciies, lem a dizer
que essa casa dista duzelos e um palmos da em
que mora o queixoso, e cenia e qoarenta e sele
de um acrescimo tollo nos fundos da mesma,
achando-se por laso de conformidde com as
posturas respectivas, que nao toram rioladas,
como sap'pde o peticionario.
c Os receios do queixoso, que s agora appa-
receu, depois de construida a casa, contra qua*>
representa, ha quiai um aono, e que pareoem
fllhos de alguma diaseneio, ato sem faadameoto,
porquanto, aioda quando entre a. atas da sua
moradia e a de fabrico de ogoe nao aoarease a
distanaia que a las exiga, e por casualidad* se
desee neata ultiasa algem iueesdlo, os effoMos
dasle ni paaearian lea daesa maama fabrica,
tal o ponto em que ata ella collonada, a mar-
enc
Costa Lo-
Be-
Rsymuode
< A'rista, portante, do que fica expos'te,
tende esta camera que o queixoso nao deve
atteodido.
oel Jol
dente!
ro
a de Alen
Passageiaer'i
rindo de Aracat
o^
zerra, Joio de Hollanda Cnha,
Olimpio Goo;alrea de Preitas.
Passageiro da raper brasileiro Princexa de
Joinville sahido para o norte : Manoel da Costa
Lima, sua tenhora.2 lllhos e 4 escraros, Jos
Pedro dos Santos Jnior, Clemente Baptmta de
O. GuimarAes, Jos Joaquimrde Castro Barroca,
Dr. A. Feroandea Trigo de Loureiro, sua se-
nhora e urna escrara com lfllho, Eduardo Vellez,
teaeste Retesdo Uonseire de Limr, Jos da: Sil-
va Leal e Antonio Piulo Soare*.
ReparticIo da polica,(Extracto da parte
do dia 13 de ferereiro).
Foram. recolhidos casa de delenc&o no dia
12 do corrente:
A* ordem do Sr. Dr. chefe de policia Pedro
Luiz do Espirito-Santo, crioulo, de 20 annoa de
idade, boteeiro, para recruta.
* A' ordem do subdelegado do Recife, o crioulo
Francisco de 20 anoos, dado A agricultura, es-
craro de Vicente Ferreira dos Santos, por andar
fgido.
A'ordem do de S.Jos, Antonio Loureiro de
Lemos, branco, de 18 anoos, boleeiro, para are-
rigua;oes policiaes, e Eduriges dos Santos An-
tonina de Olireira, parda, de 27 annos, costu-
reira, porsuspeila de crime de furto.
Na correspondencia do Sr. Dr. Godoy e
Vascqocellos, publicada em nosso numero de
hontem, onde se lpuchando a redes,dore
lr-sepuchando a rJe.
MORTALIDADE DO DIA 13 DE FEVEREIRO !
Antonio, frica, 46 anuos, solteiro, escravo, Re-
cife, sbita.
Jos Alves da Costa, Pernambuco, 54 aonos,
viuro, Bea-Visla, entorile.
Jos, Pernaabuco, 6 mezes, S. Jos, entorile.
Joaepha Thereza de Jess, Pernambuco, 33 an-
nos, riura, Varzea, cholera.
aefras d'fructas, 5 ditas mostarda preparada, 3
rolurses amostras ; a P. Saursge & C
1 ealxa roupa e sedas ; a Campos [ Lima.
1 dita calcado ; l.f fajanlii Fasssrtjaap
4dilasfazendas.de aljai i osead enasta, 1 dita
culos ; a D. P. Wtld i
caixas faiendas, #a
rigueiro, 1 rolum
C.
S^Ud
obras de
en Wild
5 caixas toucai.sJttapaaM csjUida^atMontei-
6 Lopes. > *?
10 ditas queijos, 4 ditas edas a mercearia : a
U jt^RDTnr^c .
1 caixa bichas; a Sodr & C.
t aUa ingaesugis ; a Sodr 4 C
6 ditas ditas, 7 ditas sedas, chales, fil de seda,
Editaes.
de oolllgio de 5aota Thereza em Olinda e do da
orphaas desta cidade. a saber:
.
da Utesauraria pro-
da resolueio da juW
Publicagoes a peaiido.
ALVGOAS.
Pedirnos a illuslrissima redaeno do Diario de
Pernambuco, que por amor a verdade queira dar
publicidade a estas duas lionas:
c E' menos exacta a noticia dada no Diario
de 28 de Janeiro fiado sob n. 22, pelo que esta-
mos eutorisados a declarar que o Sr. Antonio Ju-
venci Monleiro de Lima, (estudante do lyceu de
Macei) tora aggredido rtmente pelo mestre al-
faiate Manoel Joaquina do Reg, que injuriaodo-o
com palavras a aquelle moco, sement por este
ir procurar suas obras que desde dezembro havia
dado Reg para as fazer, e o tal mestre confor-
me seu louvavel costume, emenden que deria
descartar-se deacompoodo, ou fazendo se de gal-
lo, pelo que rio-se toreado o mesmo Sr. Antonio
Jurencio a dar-lhe nos piparotes com a cabera
da bengalia para Reg ter mais juizo e nao en-
gaar tante; eis todo facto, que por sua nalnre-
za mesquinha passou quasi desappercebido em
Macei; e tanto que nenhum jornal, se quer,
daquella cidade deu publicjdade a elle, nao obs-
tante houre quem se precipitasse a da-lo para
um jornal de tanto mrito como o Diario de
Pernambnco I I I E' al onde pode chegar o re-
quinte da insolencia 111 E o que mais de ad-
mirar que Reg, nem pelas tronchadas, anda
deu os cortes de easemira, pelo que ra ser cha-
mado ao juizo de paz para os entregar I com ef-
toito lili
< finalmente pedimos dos Srs. redactores que
recommeodem ao Sr. communicante de Hacei,
que seja mais circumspecto em suas noticias, e
que fados desta ordem quando os mandar renha
sem cousa que duvida faca ; para que desta for-
ma oio aggrare como aggrarou os bros de um
moco reconbecidamente honesto, dando ao mes-
mo lempo deigosto A sua numerosa familia e a
seus amigo. (*)
Por esta rez basta.
O inimigo de calumnias.
roupis, bordadas, grvala, etc ; a JoioKei-
ler & C. |
6 calas aseadas desuda e chpeos de sol, i
rolurae amostras ; a Dammayer & Carneiro.
2 caixas mercearia; a Aires & C;
3 ditas chapeos ; a Ghristiani Irmio.
4 caixas faiendas de seda a entras, mercearia,
objectos de uso, 1 rolume amostras: a Schahei-
tlin 40. '. \
1 caixa luras; a riura Leconte.
1 dita roupa ; a Buessard Mtllochau.
50 caixas rioho tinto, 12 ditas dito branco
Saunders Brothers & C.
2 ditas manteletes, tafet, calcado, etc., 1 dita
fazenda de seda ; a Ain.
4 ditas roupa, luras de pellicd e de seda ; a
Vaz & Leal.
3 caixas bijouterii; a Blum Leomam & G.
1 caixa calcado; a ordem.
3 caixas roupa, mercearia, chapeos, pannos
bondalon ; a Ferreira & Araujo.
1 caixa camisas ; a Heorique & Aaeredo.
1 dita livros; a Fr, Egidio.
3 ditas mercurio ; a Mello Lobo &
1 dila camisas e grvalas ; a L. A. Siqueira.
1 dita sedas ; a Southall Mellors & C.
1 dita bordados; a Maeslrali.
1 rolume amostras; a Rayrnood Lasserre.
2 ditos ditas, luvas de pellica, ele.; a Ser,
Filhos & C.
t dito calcado; a A. dos Santos S. Caraicanli.
1 dita fruclas ; a Joaquim Jos Rodrigues da
Cunha. /
1 dito mercurio, 4 caixas figos ;- a A. L. de Oli-
reira Azeveoo.
1 barril mostarda : a Caors & Barbosa.
3 caitas peixe; a Duarte & Soaza.
9 ditas figos, 20 gigos castanhas ; i L. Jos da
Costa Amorim.
8 ditaa en ; a F. S. Rabel lo & Filho.
a 5 ditas, 1 barrica, 3 fardos e 1 sacco medica-
mentos, ridro e drogas medicinaos/; a B. Fran-
cisco de Souza.
> 8
> 10
12
14
16
18
5
7
4891000
60*000
45*000
60*000
45*000
90*000
121)5000
270*000
171*000
2(0*000
O Illm. Sr. inspector
rioeial, em cumprimeoto i
da fazenda, manda convidar aos propietarios
absixo mencionados, a entregaren! na mesma
thesouraria. no prazo de 30 dia. a contar do da
da primeippiMcacnrflo presente, a importan-
cia da qaJMa asan que devewreotrsr para asl-
camentaMruarJJb &a*g. tatofocmfco asafesto
oa lei pcoaincialn. 350. AdVertiodo .que-a falta
da sotrejavTolus*ura -ser aunida asm o duplo
das refeasias d/aasas. natcoaaaaaDidade derart. 6
do regulaaanWMe Was dasanjbbso.de 1844. \
Numero 2ToaoTeread*rJrn e-her-
deiros de Jos Gomas Villar
> 4 Os meamos
> 6 Joi Aotuaaa Guiaaries
Francisco Jes Teixeira
Bastos
O mesmo
Ordem lercewa de S. Fran-
cisco
Recolhimenlo da Gloria
D. Aguida Senhorinha Pe-
reira
Jos Brando da Rocba
Joio Aotonio Carpioteiro
da Silra
Irmandade do SS. Sacra-
mento do bairro de Santo
Antonio
dem dem
dem dem
WH
Ha.
Caf.
Cht preto.
Manteigj.
" ASsucar.
Caraafiejicj.
Toudwho.
Arta*.
.Fea)**.
V?ess*Ireea*, e ns sus falta bacalho.
Azsste doce.
Tiaujfre deLisboa.
Farteha.
Sal. >""
9
11
309JC00
2.i9*200
300*000
2:458*800
presenta e
COMMisifeClO.
Pracado Recife 13 de
fevereirodel862.
\s quatro aloras da t*T&e.
Cotaces da jtiuta de eorretores.
Cambios
Londres 90 d[r. 25
3(4 a 26 d. por
Trym, para
600
Liverpool", earre-
couros salgados
Marseille, carre-
Sobre
1*000.
Sobre Portagal90 \\. 102 O|0
Dito sobre dito60 d|v. lot 0[0
Descont de letras.
10, 11 e 14 Q|0 ao anno.
Acedes.
Caixa filial---2W cada um.
J. da Cruz 'Macelo presidente.
John Gatissecretarlo.
sUfandega.
Rendlmentodo dial a 11. 312:066*037
Idam do di 13.....; 25.427j764
Exportac-ao
Do dia 12 de revereiro.
Barca ingleza Palmatta, para Liverpool, carre
garam :
Saunders Brothers &C, 239 saceos com 1306
arrobas de algodao.
Southall Mellor 4 C, 103 ditos com 537 arro-
bas e 21 libras de algodo.
James Byder & C, 1,000 ditos/ com 5,000 i
robas de assucar.
Brigue ioglez Spy, para Liverpool, i
garam :
Paln Nash & C, 351 saceos com 1,755 a
bas de assucar.
Barca logleza
garam :
Saunders Brolhers & C,
com 35,145 libras.
Brigue francez George, para
garam :
N. O. Bieber& C 2,900 sacaos com 14,500 ar-
robas de assucar.
Galera franceza Solferino, para o Havre, car-
regaram : / >
E. A. Burle & C, 72 saceos e 20 barricas com
337 arrobas e 20 libras de goq ma.
Guilherme Carralho&C.,
arrobas de algodo.
Bngue americano Volante,
ta, carregaram :
Amorim lrmos, 395 barricas com 2,616 arro-
bas de assucar.
Brigue hespanhol Dos de
Prata, carregaram :
Aranaga Hijo & C, 250 bar icas com 1,894 ar-
robas de assucar.
Patacho dioamarquez Kaebeth,
pool, carregaram :
O capito do mesmo Williams,
100 arrobas de assucar.
Brigue portuguez Constante,
regaram :
Hatheus & Rodrigues, 10 pipas com 1.83C me-
didas de cachaca
Joo Baptista de Olireira, 10 ditas com 1,840
ditas de dita.
Eleeebedorla de rendas Internas
geraes de Pernambuco
Rendimenlododia 1 a 12. 13:966*825
dem do dia 13......2.3U|842
20 saceos com 120
para o Rio da Pra-
?, para o Rio da
para Lirer-
20 saceos com
para Lisboa, car-
ConaraladO provincial.
Rendimonto do da 1 a 12.
dem do dia 13.
16:278S667
40714*452
5:665*738
46:380*190
337;493i801
Hovlmeuto da alfandeajra.
Volamos entrados comfazendaa.. 366
a ion gneros..
Volames sabidos

com (azendas..
com genero..
=~ 1,364
467
Desearragam hoje 14 de ferereiro.
Patacho ioglezElizabelho resto.
Barca inglezaDiaoedem.
Patacho inglezMarsellafazendas.
Brigue brasileiroEugeniao resto.
Brigue inglezMarybacalho.
Brigue brasileiroVelozcharque.
Importaban.
Vapor nacional Princexa de Joinville, manifes-
tou o seguiote :
1 embrulho; a Rostron Rooker & C.
32 rolos e 200 saceos ; a Antonio L. de Olireira
Azeredo.
4 rolumes; a Manoel Jeaquim liuniz Ba-
randa.
1 caita ; a Uaia & Irmo.
1 dito ; a Jos Alves Lima.
1 dito ; ao Dr. Joio S. de Souza.
1 dito ; a F. S. Rabello & Pilho.
2 ditos ; a Almeida Gomes, Alies & C.
2 ditos; a Jos Leopoldo Bourgard.
2 ditos; ao Dr. Olegario L. Pinbo.
50 saceos; a Antonio Alberto de Souza Aguiar.
1 rolume; a Jos Alves Ribeiro.
1 dito ; a Antonio Augusto de Andrade e Silva.
1 dito ; a Joo Bao lista de Castro e Silra.
. 1 dito ; ao conselheiro Sebaslio do Rogo
Barros.
1 dito; a Miguel Jos Alves.
1 lata ; a Manoel Jos de Amorim.
Vapor fraoez Bearn, procedente dos portos
da Europa, manifeslou o seguala:
25 caixas queijos, 1 dita obras da ouro, 1 dita
crinolinas ; a Kalkmann Irmio.
15 ditas qusijoa; a Krab Thom & C.
25 ditas ditos, 2 ditas bichas; a N. O. Biabar
& c.
25 ditas ditos;. a Brander a Biaadi.
15 ditas ditos-; a Tasso Irmfls.
1 dita roopa.; al,. de.C. E. de-A,:
; J.CAytea.
[*) O Sr. initnigo 4t Miwnmiasparece habita asta mundo, ou jalga ter melhor rista qna
os demai, porquanto sai-se dizendo que nenham
jornal das Alagse publico* e facto do aabotdos.
meato falto pelo Sr. Juranoi* Mantairo, asm ao
mano ae lombrar que a Otaria do Com+nreio,
de Macei, rem pan Pananbee, a** dalia
fot fue tiramos o trecho de que trata. Para en-
tra res aera ntaaber que ate Sr. inimigo procure
cobrir sena pranlas osan roupas menos esfarra-
pada, para evitar pausar por araario.
A Redacco.
Movimento do porlo.
E para constar se mandou afiliar
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria prorincial de Per-
nambuco 13 de ferereiro de 1862.O secretario,
A. F. d'Auounciacao.
O Dr. Agostinho Ermelino de Leo Jnior, ca-
rallelro da imperial ordem de Christo, e juiz
municipal de orphlos e ausentes do termo de
Olinda, por Sua Hagestsde Imperial e Consti-
tucional que Deus guarde, etc.
Ft(o saber que tendo sido arrecadada por este
juizo a heranca do finado Jos Luiz de B*arros, se
ha ella de arrematar em praca publica, no dia 17
do corrente mez, pelas 9 horas da machas, na
rus dos Quatro Cantos, em casa do eslabeleci-
mento do mesmo finado, constando dita heranca
de gneros de molhados e outros objectos.
E para que chegue a nolicia de todos, mande!
passar o presente, que ser afflxaJo no lugar pu-
blico do coslume, e publicado pela imprensa, e
rai por mim sssigoado e sellado com o sello des-
te juizo, raleado sem sello ex-causa.
Olioda, 12 de ferereiro de 1862.
Eu Francisco das Chagas Caraicanli Pessoa, es-
cririo do orphaos e ausentes o subscreri.
Agostinho Ermelino de Lelo Jnior.
A cmara municipal desla cidade manda
publicar para coohecimeolo dos seus municipes e
afim de que seja observado, a postura addicional
abalxo transcripta, a qual foi provisoriamente ap-
provada pelo Exm. presidente da provincia em
data de 8 do corrente:
Paco da cmara municipal do Recife em sessao
de 11 de ferereiro de 1862.Luiz Francisco de
Barros Reg, presidente. Francisco Canuto da
Boa-riagem, official maior servindo de secreta-
rio.
Qaarla seccao.'Palacio do governo de Per-
nambuco 8 de ferereiro de 1862.O presidente
da prorincia, tendo era rista o que represeotou
a cmara municipal do Recife em offlcio de 3 do
corrente aob n. 9, resolve approrar provisoria-
mente oseguinle artigo de postura :
Artigo nico. A disposicao do art. 9 das pos-
turas addiciooaes de 10 de norembro de 1855,
que prohibe a crea^o de porcos dentro da cida-
de, fica extensira d'ora em diaota a todos os po-
voados das freguezias deste municipio : os in-
fractores soffrerao multa de 30* e o dobro na
reincidencia.Antonio Marcellino Nunes Goo;al-
ves.ConformeAntonio Leite de Pinho.
O Illm. Sr. inspector datheiouraria provin-
cial manda fazer publico que, no dia 20 do cor-
rele vai noramente a pra;a para ser arrematado
a quem mais dr, a renda dos predios abairo de-
clarados pertencentes aopalrimanio dos orphaos :
-Rua do Sebo.
Casa terrea n. 12, por anno.......
Rua do Rozario.
Casa terrfa n. 14, por anno.......
Rua da Lapa.
Casa terrea n. 41, por anno........
Rua da Cacimba.
Casa terrea n. 61, por anno........
dem idem n. 66, por anno........
Rua dos Burgos.
Casa teres n. 68, por aono.........
dem idem 69, por aono...........
Rua da Senzala Velba.
Sobrado de dous andares n. 79 por
anno.............................
dem idem n. 80, por anoo........
Ruada Guia.
Casa terrea n. 83, por anno........
dem dem n. 84, por anno........
Rua do Pilar.
Casa terrea n. 96, por aono........
dem idem n. 98, por aono.......
Rua da Madre de Deus.
Casa terrean.35, por aono........
Estrada de Parnemirim.
Silio o. 1, por anno................
dem idem n. 2, por anno.........
Estrada da Mirueira.
Silio n. 4. por anno................
Foroo da Cal.
Sitio n.5. por anno................
E para constar se mandou affixar o
pero /Mario.
Secretaria da thesouraria provincial
^Verdura a temperos.
Fructas ou doces.
Btalas. ,
Dieta para oa doenter.
Frango ou franga.
Galinha.
Leite.
Aletria.
. Macarro.
Cha.
Baca.
Vinho.
As pessoas que quizerem contratar dito foroe-
cimento aprsentela suas prapoalss em cartas
fechadas, nodia"faTrrameoctOTnrdo",nesta thesou-
raria pelo meio dia.
O contracto ser feito com s clausula de que,
aero comprados a cusa do fornecedor, pelos di-
rectores dos referidos collegios, os gneros pre-
cisos nesdisa qua nao feram'elles ornecidos de
boa qualidade e de conformidde com a tabella
quesera {presentada aoacto da srrematacao.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 7 de ferereiro de 1861.
O secretario,
Antonio Ferreira da Aonunciaco.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito especial
do commorcio deata cidade do Recife de Per-
nambuco a seu termo, por S. M. imperial e
constitucional o Sr. D. Pedro II, a quem Deus
guarde, etc.
Fa0 saber aos que o presente edital virem e
delle nolicia liverem, que no dia 24 de fevereiro
se ha de arrematar por viada & quera mais dr,
em pra;a publica deste juizo, na sala dos audito-
rios, a parte de um sobrado silo ns rua de Sania
Rila n. 1, tendo 3 jaoellas na frente para cada
urna das russ, tanto de Santa Rila, cerno de Sari-
ta Rila Nova, jsnellas no oitao e no solo, com
salas, quarlos, alcova, coziobs, avahada dita par-
te por 4:7727?0, a qual perleoceote & Jos
Joaquim de Olireira, e rai praea por execucao
que Ihe morem .Barros & Silva.
E nao havendo laocador que cubra o praco da
avaliaco, a arrematado ser feila pelo valor *
adjudicado com o abatimenlo da lei.
E para que chage ao couhecimento de todos
mandei passar edilaes que sero publicados pela
imprensa e affixados nos lugares do coslume.
Recife 29 de novembro de 1861. Eu, Manoel
Mara Rodrigues do Niscimeulo, esctlvao o sub-
aerari.
Declaro que rai ser assignado pelo Dr. juiz de
direito da Ia rara criminal em exercicio da do
especial do commercio Bernardo Machado da Los
la Doria. Eu dito escrivao o declarei e escreri.
Bernardo Machado da Costa Doris.
*f
clara;
306*.
1603000
2018000
182*000
3003000
122&900
2059000
125000
Navios entrados! nodia 13.
Bueoos-Ayres32 dias, barca americana Grata,
de 412 toneladas, capitao James Craig, equi-
psgem 9, carga lia a couros; so capito. Velo
refrescar e seguio para Kew-York.
Aracaiy10 dias, biate brasileiro lnvencivcl, de
35 toneladas, capitao Jos Joaquim Aires da
Silra, equipagem 5, carga deferentes gneros ;
ao capitao.
Navios sahidosino mesmo dia.
MontevideoPatacho dioamarquez Uaabet, ca-
pitao C. Wellbjelm, caiga assucar.
CanalBrigue inglez Grecian, capito Philippe
Le Groa, carga assucar.
Portos do norteVapor brasileiro Prmcexa de
Joinville, commandaole Jos Maria Salazar.
Observacies,
Suspendern) do lamarao para Macei a barca
ingleza Fustt'er, cap!lab G. Reteber.
Hobert Town, barca fngleza Omega, capitao G.
W. S. Guerber.
Passou para o sul urna barca hollandeza.
E apparece a leste ufa" embarcacao^
650*000
6509000
162*000
168*000
157*000
224*000
1:6219000
500g000
120*000
112*000
352*000
s publicar
de Per-
nambuco 3 de feveteiro de 1862.O secretario*
Antonio Ferreira da Annunciago.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimeoto da resolucao da junta
da fazenda, manda fazer publico que no dia 20
do corrente vai noramente a praca o contrato do
imposto de 10 por "/ obre a renda dea-terrenos
oceupados com o planto do capim no municipio
do Recife, avallado annualmeute em 4*120*.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diarto.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para (ornecimento
do arsenal de guerra, em cumprimeoto ao art.
22 do regulamento de 14 de dezembro de 1852,
faz publico, que foram aceitas as proposlas dos
senhores abaixo declarados.
Para o arsenal de guerra.
Jos Augusto de Araujo :
50 caadas deazeite decarrapato, medida nova
a 1S480.
Para a fortaleza do Brum.
Jos Verissimo dos Aojos :
1800 covados de baetilba tr580 rs.
Claudio Dubeux:
40 arrobas de plvora grossa a 660 rs. a libra.
Para a companhia de cavallaria de Ia lioha.
Jos Rodrigues da Silva Rocha :
75 mantas de algodo para chergas a 1700.
O conselho avisa aos mesmos vendedores que
devem recolher os objectos comprados oa sala do
referido conselho, s 10 horas da mauha do dia
14 do corrente.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 12 de
ferereiro de 1862.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel rogal secretario interino.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguintes :
Para o 10 batalhio de fofaotaria de linha.
445 botes pequeos de metal bronzeado com
o n. 10 amarello.
Par provimeoto do armizem do arsenal de
guerra.
6 arrobas de lato em leogl.
2 arrobas de rame delalao o. 12.
5 duziasde taboas de amarello para forro.
5 arrobas de fio de vela.
5 arrobas de alvasde.
tO arrobas de cabo de liobo branco de 1 polle-'
gada el 1/4 de grossura.
Quem quizer vender taes objectos aprsenle
as suas proposlas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manbaa do dia 17 do
correle mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 8 de
fevereiro de 1862.
Btno Jos Lamenha Lini,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado se faz publico aoi -con-
a.
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Horas.
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Atmosphera.
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Direcco:
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nemidade.

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S Q..S S 5S IgypTomerro.
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Cisterna hydro-
metfic*.
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A noite nublada com alguns nevoeiro, rento
variavel deintensldade do qaadraole doNE at ao
amanhecer, qae rondou para o terral.
OSCILACXO DA MAR*.
Preamar as 3 h. 54' da tarda, altura 7, p.
Baixs-mar as 9 b. 32* da machia altura 0,9 p.
Observatorio do arsenal demarinhs, 13 Oa fe-
rereiro de 1862.
: ROIAKO Rinn,
Io tenante.
Secretaria da theouraria prorincial de Per- Uribntotes dos imposlos de 4 por cento sobre es-
tabelecimentos de fora da cidade, prensas de al-
godo, typographias, cocheiras, carallarices, bo-
tis, casas de pasto, botequios e fabricas ; de 12
por cento sobre os estabelecimentos de commer-
cio em grosso e a retalho, armazens de recolher,
depsitos e ira piches ; de 8 por cento sbreos
consultorios mdicos e cirurgicoa, sartorios e es-
criptorios; de 50$ sobre casas da bilhar, modas
e lojas que venderem roupa feila e chapeo* es-
trangeiros; de 1.0009 sotre casas bancariaa com
emissio e privilegies; de 300$ sobre as casis
bancarias sem emisso, companhias anooymas
e agencias ; de 2008 sobre casas de cambio ; de
500 rs. por tonelada das alrarangas e canoas
abertas empregadas no trafico da carga e descar-
ga ; de 309 por cada escravo empregado no ser-
rino das mesmas alvarengas ; de 16*9 sobre cada
um carro particular de 4 rodas; de 10$ sobre os
de duas rodas; de 189 9obre os de a'uguel de 4
rodas; de 115 sobre es de duas rodas; e de 69
sobre as carrosas e vehculos de condcelo ; a
de 259 sobre mnibus, que os trinta diaa uteii
marcados para a cobranga a bocea do cofre do
anno financeiro de 1861 a 1862 Qndam-se no dia
19 do correte, ficando comprehendidas na res-
pectiva mulla os qua psgarem depois desse
praxo.
Mesa do consalado provincial de Pernambuco
11 de fevereiro de 1862.
Arsenal de guerra.
Por ordem do Illm. Sr. coronel director do sr-
aenal de guerra se faz publico, que nos termos
do aviso do ministerio'da guerra de 7 de marco
de 1860, se tem demandar manufacturar ose*
guate : .
175 sobrecasacas de panno azul.
176 calcas de dito panno.
500 calcas de brim.
500 camisas de algodozoho.
600 pares de pelainas de panno preto.
Quem qoizer arrematar o fabrico de ditos arti-
ces, no prazo de 25 das, comparece ua sala da
directora de mesmo -arsenal pelas 11 horas da
manha do dia 15 do correte mez, com sua pro-
peala em que declare o menor preco e qual seu
ador.
Arsenal de guerra de Pernarmhuco 1? de feve-
reiro de 1862.O amanuense,
Joo Ricardo da Silra.
Cnselto adminislravo.
0 coBselao administraiiro para foreocinaeato
do arsenal de guerra lem da comprar os objeclo
leguinles:
nambuco, 3 de ferereiro de 1852.O secretario,
A. P. d'Annunciao.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
rincial manda fazer publico para coohecimento
dos intdressados o art. 48 da lei proviocial d.
510 de 18 de junho do correle anno.
Art. 48. E' permiltido pagar-ae a meia siza
dos escravos comprados em qualquer tempo an-
terior a data da preaente lei independenle de re-
validado e multa, urna voz que os devedorea
actuaes deste imposio, o fac.am dentro do exerci-
cio de 1861 a 1862, os que nao o zerem ficaro
sujeitos a revolidago e mulla em dobro. sendo
um terco para o denunciante. A thesouraria fa-
r annunciar por edital nos primearos 10 dias de
cada mez a presente disposicao.
E para constar se man Jou affixar o presente e
publicar pelo Diarto.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 8 de julho de 1861.
O secretario,
A. F. da Assumpcie.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito espe-
cial do commercio deata cidade do Recife de
Pernambuco e seu termo, por S. I. e C. o Sr.
D. Pedro II, a quem Deus guarde, etc.
Pago saber aos ,que o presente edital virem e
'delle aotleia tiverem. que no dia 24 do corrente
mez se ha de arrematar por renda quem mais
der, em praca publica deale juizo, ns sala doa au-
ditorios, depois da audiencia, duas pipas de vi-
nho do Porto; regulando 80 caadas eada urna
pipa, e valia da a 59 a caada 6009; a quaea ao
pertencentes a Jos Joaquim da Costa Haciel, e
vo praca por execucao que Ihe movem Pal-
metra 4 Beltrio.
B nao havendo lancador que cubra o prego da
avaliaQo, a srrematacao ser feita pelo valor da
adjudicado com o abatimenlo da lei.
E para que chegue ao conhecimenlo da todos,
andel passar edilaes que serio publicados pela
imprensa e affixafioa nos lugares do costme.
Recite 16 de, dezembro de 1861.Eu Manoel
Hara Rodrigues do Nascimento, escrivio o suba-
crevi.
Triatao da Alencar Araripe.
O Ilhn. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em comprimento da resolueflo da junta
da fazenda manda fazer publico, que no dia 20 do
corrente, parante a meama junta, se ha de arre
matar a quem par menos fizar, a por lempo da
aeia mezes a eontar do 1* de marco prximo fu-
taro, o fornecimento da alimeoiac.ao dos orphaos


;
Btft> corapnhia di ca vallara de nha.
6 atavias de fwzil coa varetas, i
lf espadas com bainbas.
27 appaxelhos de limftesa.
11 boleas para apparelco d limpezi.
11 bernaes pararais, i
Para a compauhia de artiQces.
i talha de barro.
Para o 2 balalhao de artilharia.
32 ilas brancas para exercicio de esqueleto,
tendo cada urna 8 palmos de comprimelo.
32 ditas encarnadas para o mesmo com as
mosmas dimeoi6es
Para o 1 balalhao de infantera.
20 cordoes para canudos de inferiores.
3 caldeiras de ierro para 100 pregas.
13 raras para limpeza.
Para o meio batalho da provincia do Cear
2 aspadas com' balnbas de ferro.
2 cananas de couro envernieado.
2 telina de dito dito.
2 Dadores.
Para provimento do armazem do arsenal
de guerra.
40 meios de sola garroteada.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as tuaa prepostas era carta fecha Ja na secretaria
do conielho, s 10 horas da manha do dia 19 do
corrente mez.
Sala das sessdes do cooselho administrativo
iara foroecimento do arsenal de guerra, 12 de
arerelro de 1862.
Bento Josi Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Baile extraordinario.
1 SabbadolS do corrente havor um grande bai-
le nos saldes do caes do Apollo, o interessado
espera de- ter urna grande concurrencia por 1er
feito um grande numero de convites de cavaibei-
'rose damas, ser mantfda a ordem do-Illm. Sr.
ur.'chefe de pcHela,-entradas de cavalheiros 2,
damaegratis.
. ,. .
.Avisos martimos.
''"....... --
lio'Grande do Norte.
A barcaga Nova Esperanza sabe para o Rio
Grande do Norte at o dia 15, ainda recebe carga
a frete : a tratar no trapichejdo algodao.
Paraailha de Sa'Miguel
sahe at o dia 20 o- patacho porluguez Lima :
para o resto da carga e passageiros, Irala-ae com
os seus consignatarias Joio do Reg Lima &
Irmo.
.
IUA1IO>BBtlMftaMUCO*^lECTWBMJ4W*mMftl0E:'i862.
COMPWBIA-PERlttfflUCAIlA
DE
Navegado costeira a vapor
O vapor cJagaaribe, commaodanle Lobato,
sahir para os portos do sul de sua escala no
dia 15 do correte as 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 14 ao meio dia. Encom-
meadas, passageiros e diuheiro a frele at odia
da sabida as 2 horas: escriptorio no Forte do
Mallos D.l.
Lisboa.
O brigue portuguez Bella Figueirense, capi-
to Jos Ferreira Lessa, sahir com brevidade
por ter a maior parte de seu carregamento prom-
pto : para carga e passageiros, para os quaes
tem eicellerrtes comraodos : trata-se com F. S,
Rabeilo & Eilho. largo da Assembla n. 12,
COM
BUGNA
Navegacao costeira a vapor
Parabiba, Rio Grande do Norte,.
Macau do Amu', Aracaty, Cear
e Acaracu'.
O vapor Iguarass, commaodanle' Vianna,
sahir para os portos do norte de sua escala at
o Acarac no dia 30 do corrente mez s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o dis 19 ao meio dia. Ea-
commendas, passageiros e dinheiro a fete at
di* da sabida s 2 horas: escriptorio ao Forte
do Mattos n. 1.
;*,
Rio de Janeiro
o hiate Novaes, primeira classe, forrado de co-
bre, novo, segu com brevidade por ler tratado
meio carregamento ; aioda recebe alguma carga
e escravos a frete ; trata-se com os consignata-
rios Marques, Barros & C, largo do Corpo Santo
numero 6.
COMPANHA BflASILEIRA
DE
fDUJIOTS l 1MWL.
O vapor Oyapock, commandant o capito
de mar e guerra Gervazio Mancebo, esperado
dos portos do nortate o dia 15 do crtente, o
qual depois da demora do cosame seguir para
os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros, e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver se embarcar no dia de sua chegada, dinhei-
ro a frete e encom mondas at o dia da sabida i
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
&C.
Para o Rio Grande do Sal pretendo sabir
com brevidade o patacho Gaarany, para oode
recebe carga a frete, como escravos : quem no
mesmo quizer carregar pode entender-se com os
consignatarios Amorim Irmos, ra da Criz nu-
mero 3.
Para Lisboa
sahir com toda a brevidade o brigue portuguez
Constante, capito Augusto Cirios dos Reis,
visto ter prompta a maior parte do sen carrega-
mento : para o restante e passageiros, para os
quaes tem excellentes sccommodacoes, trata-se
com Manoel Ignacio de Olivaira & Filho, largo do
Corpo Santo, no escriptorio, ou com o capito na
praga do commercio.
ttstik que l> de Joaquim Pereira Silva
Santos, coot *ndo no seguinte:
rmanos.
Guarda roupa.
Mobilia completa.
Secretaria.
Bids.
Toalbetes.
Guarda roupa com espelbo.
Lavatorios.
Tocadores multo ricos com *espelho.
Commodas.
Quadros com lindas estampas.
Espelbos diversos
As^ 11 boras em ponto no menciona
do dia.
Charutos e gneros.
O agente Pestaa vender por conta de quem
pertencer 400 caizas com charutos da Babia, 150
garrafoei e 30 caixas com ameixas : hoje 13 do
correte pelas 10 horas da maohsa no armazem
do Annes defronte da alfaodega.
LEILO
DI
Chitas inglezas e francezas, madapolao,
cortes de bnm para calca, duzas de
camisas francezas, gravatas de setim,
visitas de seda para sen hora, pale-
tots de panno fino, meias para ho-
mem e senhora e outras muitas 'fa-
zendas.
AO GORRER DO MARTELLO.
Sexta-feira 14 do corrente ao meio dia.
PELO A6EMTE
Na ra do Imperador n. 37.
LEILO'
DK
Um ptimo carro para passeio arreiado
e de um cabriolet com coberta, ar-
reios e ca val los, a dinheiro ou a pra-
zo, na cocheira da ra do Imperador
n. 12.
Sabbado 15 do corrale
meio dia.
PELO AGENTE
sendo pago dentro de 15 dias do come-
90, mas acontece que alguna de seus.
assignantes demorem o pagamento alem
daquelles das, e se julguem com direi-
Xo a paga-lo a dito preco ainta mesmo
que falte meia duza de dial para se
1 T61! ^trime$tre 5 Por tait de novo
se declara que nenbum direto tem o
subscriptor de pagar a-subfcripcfio a
seu arbitrio, esim como estUtipuLdo,
nao servindo de desculpa o So ter sido
procurado, por quanto nenliuma duvi-
a ha em receber-sena livjraria ns. 6 e
8, da praca da Independencia, por naof
haverem tantos recebedojfes, quantos
seriam precisos para encontrar em
suas casas, a alguns assignantes.
Um hornera Casado, asss conhecido ueste
cidade, eaua mulher, offerecem-se para eosina-
rem as primeiras lellrss, bordar, cozer, etc., a
qualquer pai ou paia de familias do mallo, qub
precisarem Oe aeua aervigos ;>rpooeudo atUjucar-
ae o zeio, amuade e edicaco quo aliucaa-
uente se empregar no trataraeiHo meuio dosj meniuos e meo mas que ihe forera
eouaos, medanle mui mdica paga, a que se
sujeilarao atiento auas precies : para se lolor-
rajrera da cooduta e capacidnde dos offerecidos,
podero Oingir-se ao largo ^do l'staisu, sobra-
do n. at/onde tambera se-contralar.
L^liaes.
. Para a Baha segu o palhbeole Santo Amaro
para alguma pouca carga que lhe falla trata-se
com seu consignatario Francisco L. O. Azevedo,
db rea da Madre de Deus n. 12.
REAL COMPAMIA
DE
Paquetes inglezesa vapor
Al o dia 14 do correte espera-se do sul o
vapor Oneida, commandant Bevis, o qusl de-
ois da demora do costume seguir para Sou-
thompton tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa, para passagens etc., trata-se com os agen-
tes Adamson Howie &C, na n do Trapiche
Novo a. 42.
N. B. Os embrulhos s se recebem at deas
horas entes de se fecharen) as malas ou urna ho-
ra antes pagando um palacio alem do respectivo
frete.
1}
lio de Janeiro
A barca oacional Amelia tendo parte de seu
carregamento tratado-, pretende seguir com muita
brevidade : para o resto que lhe falta, os preten-
dentes entendam-se com os seus consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C., no seu
escriptorio ra da Cruz d. 1.
Para
Rio de Janeiro,
flrr0KPatchon'cional Capuao. deprl-
dade, tem a seu bordo dous ter?os de seu carre-
ameoto : para o resto que lhe falta, paasageiros
escravos a frete, para oa quaes tem eicelleTte
cornmodos, trata-se com os seus consignatarios1
Antonio Luu de Oliveira Azevedo & c. no seu
criptorio ra da Cruz n, 1.
Farinha de trigo.
Segunda-feira 17 do corrente.
O agente Pinto fara leilo por conta e risco
de quem pertencer de' cerca de 200 barricas com
farinha de trigo de Lisboa, muito fresca eda pri-
meira qualidade da fabrica de Joao de Brito, as
quaes sero vendidas em lotes vontade nos
compradores, s 11 horas do dia cima mencio-
nado no armazem do bario do Livramento caes
do Apollo.
ao
pagos
GUIMARAES.
Continuado do leilo
Segunda-feira 17 do corrente
as 11 HORAS
O agente Ca margo levar em lellao
publico, por conta e risco de quem per-
tencer, um carrinho para um e dous
cavallos, com arreios, e um cabriolet
para um e dous cavallos : na ra do
Imperador n. 20.
dia na
primei-
Hoje as 11 horas do
ra da Cadeia n. 3,
ro andar, de 2 moleques de
idade de 12, e 13 annos.
O agente Camargo, far leilSo de 2
moleques, um de nome Milicio, e outro
de nome Antonio, ao correr do
tello, hoje as 11 horas em ponto.
mar
Ri de Janeiro
O bem conhecUo e veleiro brigue nacional
Damao.rpretende seguir com malta brevidlde,
rasto que lhe falta, trata ae com os aeus consigna-
tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C no
aeu escriptoiio ra da (Jruz n.l.
Para o Rio de Ja-
neiro,
Rio Grande de Sal sahir impreterivalmente no
01a 13 deste mez o patacho nacional Arapehy,
reoet aaHageitot e escravos frete : trata-se
h M"oel IQcio de Oliveira & Filho, no lar-
go ao i^rpo Santo, escriptorio n. 19, on com 0
xspttM oa pra5a do commwcio.
Fara o Porto.
-.7" Sega:? poneos dias a barda portugueza
flor da Afai, por ter parte do aeu carregamen-
to promto ; qum quizer carregar on ir de pas-
eagem, dirija-se ao consignstario do mesmo em
sen sstlplono da roa do Apollo n. 43, segundo
Terca-teira 18 do corrente as
11 horas em ponto.
Alerta Srs. trapchenos e ven-
delhes que ao correr do
martello sem limite olgwn.
O agente Camargo fara' Ieil5o por
conta e risco de quem pertencer do se-
guinte na ra da Senzala n. 12 :
50 barricas com ser veja.
Vinho Bordeaux em barris.
Dito em caixa de 1 duza:!
Cognac em barris. i
Dito superior em caixa.
Vinho Xerez em barris.
Vinagre.
Sa relindas em latas e meias latas.
No mencionado da as 11 hora* em
ponto, a elles Srs. trpicblros e ?en-
dalhoes que e' sem limite algum> ao cor-
rer do martello.
DE
todas as fazendas da lojada
ruadoCabuga n. 8
my
as 10 horas do dia at as 8
horas da noite.
CostaCarvalho continua a fazer leilo das fa-
zendas da referida loja ao correr do martelloha
fazendas grossas e floas.de algedo, linho e se-
das, como as que sao necessarias para a prxi-
ma quaresma.
Tem muitas cousas proprias para o carnaval
um leilo importante e 13o importante quea
loguera dever esperdi^ar lo boa occasiao dea
echiochar, pois se tem ludo arrematado pora
egos tao bahos que le admira, somente paraaa
gamento dos credores. A elle I A elle I
Terca-feira 18 do corrente, andarj
impreterivelmente as rodas da ultima
parte da nona e primeira da decima
f-Ioteria da matriz da Boa-Vista desta
cidade, no consistorio da igreja de Nossa
Senhora do Rosario de S. Antonio.
Os bilhetes, meios equartos achara-
se a venda na thesourana das loteras,
ra do Crespo n. 15 e as casas com-
missionadas. Os premios ser5o
a entrega das listas.
O thesourro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Em praga publica do juizo de orphos do
termo de Olinda se ha de arrematar no dia 15 do
corrente, s 4 boras da tarde, a porta da casa da
residencia do mesmo juiz, urna casa terrea de
padra e cal, sita na ra do Coixo da dita cidade.
em chaos proprios com 81 palmoa de fundo e 34
ditos de frente, com sala e gabinete na frente, 4
quartos, sale atraz assoalhada, com seu quintal
avaliadapor500.
Alnga-se *o sotso do sobrado da ra do
Queimado que faz esquina para o becco do Peixe
Frito : a tratar no terceiro andar do rresmo de
maoha at ai 9 horas e a larde das 3 horas em
dianle.
Os curadores fiscaes e depositarios da mas-
sa fallida de Jos Fernandos Agr convidara aos
credores da referida massa, cejos ttulos foram
habilitados no referido processo para presenta-
ren) os seus ttulos no prazo de 8 dias, aos abai-
xo assigoados, travessa da Madre de Dees arma-
zem n. 16, afim de proceder-sp o dividendo da
quanlia em deposito, visto para isto acbarem-se
autorisadoa por despacho do Dr, juiz de dfreito
do commercio.Ferreira & Martins.Barros &
Silva.
mmw
8-AV&B& GLORIA CASA BO FSB\0-3
Consulta per ambos os systenras,
O desejo que tem de que os remedios do se esiabelecimeBfo do ae conrundam com o da
nenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaran, e goz.rn ; o proprietario tem tomad
a precauslo de inscrevero seu nome em todos os rollos, flevendom eoneiderado "orno f.lsulS
dos todos aquellea que forem apreseotsdos sem esta marca, e quandtr a pessoa que os mandar com-
prar quelra ter maior certeza acompanhar ama conta assignada pelo Dt. Lobo Mosaozo riTnT
pe marcado com o sea nome. F
Outro sm : acaba da receber de Frange grande porga*do lindura de acnito e belladona 're-
medios estes de summa importancia e cujas propriedades so'to conhecidos que os mesmoa'&rsl
mdicos allopathas empregam-as constantemente.
Os medicamentos avulsosqur em lobosqur em tinctureastario a lj o vidro.
O proprietario deste estabetecimento annunda a seus clientes e amigos qoe tem commodos
inmcientes para receber alguns escravos de um e outro sexo doente? ou que precisen) de alguna*
operacao, afflaocando que sero tratados com lodo o disvelo e promplido, como sabem todo
aquellos que | tem tfdo escravos na casa do annunciante.
A aituaeo magnifica da casa, a commodidade dos banhos salgate* sao outrar tantas vanta-
geos para o prompto restabelecimento dos doentes.
Aspessoas que qoizerem fallar com o annundantedevem pfocttr-lode manhia al 11 hora
n!Lr n a to S. "J0" dMl" hor" *chara0 em e pesoB com quem se poderlo en-
tender na roa da Gloria
Lobo Mottozo.
INTERNATO
DE
-
A \ do corrate
Daniel Killman, cspito do brigue americano
Arpie, (consignatarios Henry Porster & "C.)
far leilo por intervengo do agente Oliveira, e
por conta e risco de quem pertencer, precedida
a autdiisago do Iilm. Sr. Inspector da alfaode-
ga e ero preseoga de um empregado para o ef-
feito nomeadopelo meemo, e do Sr. cnsul dos
Estados-Unidos, de cerca mil couros seceos do
carregamecto do dito brigue e para occorrer aos
gastos neste porto, oode arribou por torga maior
na sua actual viagem, procedente do Rio Grande
do Sul, com destino a Antuerpia :
Sexta-feira 14
do corrente, ao meio dia em ponto, no armazem
alfandegado do Exm. baro do Livramento, sito
no caes d'Apollo.
m
LEILAO
Aspessoaique sao devedoras a loja de cal-
gado da ra do Cabug n. 16 de Burle Jnior &
Martins, teoham a bondade de virem saldar es
suaa conlas at o tira deste mez, que do contra-
rio proceder a cobranga judici il, visto j ler es-
gotado lodos os meios amigaveis.
A coramisso do Monta Po Philarmo- #
0 nico, convida a todos os seus contribuin-
9 tes para reunidos em assembla geral no fl
dia sguods-feira 17 do corrente ser dis-
9 cutida a reforma dos estalatos, que tem de
serem submettidos a approvagao do Exm.
presidente da provincia, tendo lagar dita
y reonio no consistorio da jrmandade de
^ S juta Cecilia as 10 horas da manhaa.
a
Sti
^Estabelecido no lugar da Capunga, um dos arrabaldes^
maisprximos da cidade do Recife
DIRECTORO BACHAREL EM MATHEMATICAS
^!le .eslaDelecimeulo de educacSo e inslrucgo principiou a funecionar no dia Gwk
10 de Janeiro, e continua a receber alumnM
Os cornmodos, o asseio. as boas condigoes hygienicas dos edificios destinados
s funeges do estabelecimento, a ordem e regularidade do servigo do intrnalo, a
JP dedicagao e zelo que empregaro o director e os professores a bem do aproveita-
^^ ment e pro^resso dos alumnos, sSo circumstancias q^a devera animar e garantir boj
4rf*, Pes de familias que desejam dar a seus lhos urna educago regular.
H^ Cadeims de ensino.
Primeiraslettrasdividida em duas classes, tendo cada urna o seu professor
portuguez, latim, fraadez, inglez, arilhmetica, algebra e geometria, geographia e
historia, philosophia, rhetorica, desenho, msica, dansa e gimnstica.
Nos estatutos do intrnalo que esto a disposico de quem os quizer ler,
acham consignadas as condieces de entrada.
',..v.->.u.(7.|
C -* *B> > *4>X *
Attenco.
No dia 9 de fevereiro desapoareceu urna espin-
garda de dous canos muito finos, de dentro do
mnibus que governa o boleeiro Francisco da
Luz, e desuppr que dita espingarda foi fu ria-
da por algum delles ou estrbenos :' quem a des-
cubrir queira entregar em Apipacos ao adminis-
trador de GlaadioDubeux, no Racife a seu dono
Candido Pereira Monteiro, na ra do caes 22
de Noverabro n. 32, que ser recompensado.
AGITADOR DMIM
DO DOCTOR
ww
. 1.
Para a preparacao dos medica-
menlos uouieopalliicos.
na Game-
fipozo.
Sexta-feira 14 do corrente.
O agente Pinto far leilo a reqaerimento de
Parete Vianna & C. e por despacho do Illm.
Sr. juix especial do commercio das dividas acti-
vas dos ausentes Manoel Joaquim de Oliveira di
C, s 11 borss do dia cima mencionado em se
escriptorio ra da Cadeia n. 9.
Os papis e alguns documentos das referida
dividas podc-rao ser examinadas desde j no es-
criptorio do referido agente das 9 as 3 da larde.
Os aenhoresabaixo declarados queiram ter
a bondade de virem a ra da Cadeia do Recife
n. 25, spgundo andar, que se Ibes precisa fallar
a negocio de maoha das 6 as 8 Ihoras e de tarde
das 2 as 4.
Os aenhoresx:
Vicente Ferreira da Costa Miranda.
Joaiuim de Oiivejra Maia (morador
leiry.
Joaquim Jos Botelho.
Joaquim Mllet Mariz.
Bernardino Dias ferreira.
Joo Pacheco Alves.
Manoel Antonio Rodrigues Samii
Jos Florencio de Oliveira e Silv,
Francisco FelesbinO de Carvalho .
Joaquim Teixelra Peiioto Jnior.
Francisco de Paula Bornes Uchoa.
Bernardino Pereira de Brito.
Jos Chrsostomo de Almeida Costal
Jos Joaquim de Oliveira.
Antonio Teixeira Peixoto.
Alexandre da Cuoha Coelho Catanhi
AgoMioho Ferreira Jnior.
Augusto Cesar Caroeiro de Mattos.
Fraocisco Aulla de Mendooga.
Joaauim da Silva Alves Ferreira.
Capito Jos Marcelino Alves da Fonaeca.
Luiz Moreir de Mendonga Jnior.
Bento Tupioanb.
Jos Dias Alves do Quintal.
Francisco Joaquim Pereira Pinto.
Joo Filippe aos Sanios.
Antonio Joaquim Gongalvos do C*bo.
Jos Ricardo de Lyra.
Jos Bento de Souza.
Ama.
Precisa-se de urna ama que compre e cozinbe:
a tratar na ro Nova, loja francesa n. 11.
Ama
Sexta feir 14 do corrente.
' O agente Pinto tara leilo por ordm dos ad-
ministradores da massa fallida de Jos Ribeiro
Pontes, das dividas activas da mesma" massa s
11 horas do dia cima mencionado em -seu es-
criptorio na roa da Cadeia n. 9, onde se poder
ddr desde jS qualquer esclarecimeoto acerca das
refendaa divides.
Segunda-feira 17 do corrente.
PELO AGENTE .
Daarle
Compauhia
receberam pelo ultimo vapor as seguntes quali-
dades de peixe o mais bem a mojado que se po-
de desejar esa latas lacradas hermetiamente pe-
los p'regos de 1$200 a 38 a lata :
Chourigas finas promptai.
Pescada assada ocozlda.
A.lerta Sfsjmyrcineiros e paes
de familia.
O agente aerma *ai leHro por conta
erisco de quem pertencer dos movis
abaixo declaradso.ao correr do martel-
lo, na ra df) Imperador n. 20, arma-
Um carro eiraica-
Sexta-faira 14 do corrente.
O agenta Piolo far leilo a reqoetimento d
testamntelo do finado Joo de Ptaho^Borges e
pordespaehodo Illm. Sr. Dr. Juta de orphos,
de um carro de 4 rodase um cavallo pertencen-
tes ao mesmo finado, as 10 batas do dia cima*
menciaatado em sen escriptorio na da Cadeia
o..
Pargo aasado.
Robles dito.
Cavallajm aieile.
Gurts assdo.
Nulas de gelada.
Savel aseado.
Sarda esa azeile.
Congro
Linguados fritos.
Os tres.
Atum marinado.
Tambem receberam pacotes de sa refinado a
240 r?. cada um a lats edm feijoj verde a 8W
rs. i aos irtaaieoe-Progressivo e Progresista a*
largo do Carmo-n. e ra das Crdzes b. 36.
O aaaixo aasigado faz saber ao respeilt-
vel corpo do commercio e a quem mais possa
ioteressar que nesla dala tem justa e contratada
a compra da loj sita no Passeio Publico n 11,
perlencenVe ao Sr. Firmiano Jos Rodrigues Fer-
reira Jnior com a nica obrigagao de pagar o
que elle deve ees seguntes sniores : Barroca A
'Medeiros, Schayheillm ^ C, S
C Saucd.'rs Brothers 4 C, A
be CKSmteau, Linden Wild &
bretree t roga pois a quera ten
Avteoa diverso
4.
i Por muitas rezes se tem annun-
ciado que somente se recehem assignatu-
ras deste Diario a 5#0Q0 por trimestre,
mat contra a realisagio deite
kali Mellor &
ison &., Ra-
e James Cra-
direilo a reda-
os medicamentos preparados por esta machina
sao os nicos, com que se podem contar no cu-
rativo das molestias perigosas. E como seja o
CHOLERA MORBL'S urna d'aquellas que nao
admittem deloogas e experiencias, compre pre-
ferir esses medicamentos a outros quaesquer, se
quizerm tirar da homeopalhia os vaotajosos re-
sultados que ella assegura.
Acham-se a venda carteiras e meias carteiras
especiaes contra o cholera, acompanhadas das
competentes instrueces, pelos pregos conheci-
dos. na pharmaoia especial homeopathica, ra
de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Ni B. Os homeirs de boro senso reconhecem
certamente que sendo o Dr. Sabino a foole pura,,
d'oode emanou a homeopalhia em Perndmbuco
e em todo o norte, elle o nico immediata-
menle intereisado no seu crdito e no seu pro-
gresso, e por conseguinle to somente nelle
que se pode encontrar garantas, quer em rela-
go applicago da sciencia no curativo das mo-
lestias, quer em reiago preparagao dos me-
dicameatos..
Na pharmacia do Dr. Sabino trabalham cons-
tantemente debaix-o de sass vistas immediatas,
nos lempos ordinarios, dolis erapregados [um
brasileiro e outro francez quemjiaga ordena-
dos vantajosos), os quaes sao ajudidos por mais
tres ou cinco pessoas, quando o servigo o exige,
oa destillago do espirito de vinho e d agua, no
manejo das machinas, oa desecago dos glbu-
los, na diatribuigSo das diluigoes etc., etc.
E' evidente que para o Dr. Sabino exercer a
homeopalhia, como geralmente a exercera, e
preparar medicamentos como por ahi preparam,
oem eram precisas tantas desperas com o pes-
soal, com machinas e com a obteuso das subs-
tancias as mais puras possiveis, e nem tanta vi-
gilancia e trabalho na preparagao dos medica-
mentos ; mis elle nao se contenta com o bem,
queja tem feito, dando homeopalhia a popu-
larizarte de que goza: elle quer eleva-la ao
maior grao de perfeigo dando aos seus remedios
a maior iofellibilidade possivel em seos effeitos.
O'Dr. Sabino nao aspira somente os gosos ma-
teriaes da vida ^elle se desvanece em ler nos li-
vros estrangeiros que a suapropaganda-em Per-
nambuco'Joi to brhanle que nao tem na Eu-
^ ropa nenhuma analoga (JORNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA DE PARS, lomo 4.", pa-
gina 691 ;e CONFERENCIAS SOBRE A IIOV1E0-
PATIIIa, por Granier, pagina 102); mas a sua
ambigo muito mais elevada : ella se dirige a V
legar as gerages futuraa um nome eslimavel
pela gravidade e importancia dos seus servigos,
pela 8inceridde de auas conuccoes, e pela fir-
meza do seu cafacter.E' por isjo, e para isso
que elle trabalha ; e trabalha muito...
Sexta-feira 14 do corrente as 10 da manbaa, e
depois de linda a audiencia do Illm. Sr. Dr juiz
de orphos tero de ser arrematados, por ser a
ultima praca os bens, inverriariadoa, por falleci-
mento nvenfariante Feliciano da Paz Teixeira, sao os
seguales:
Uro eacravo bom fogveteir, avahada por 400$
ris.
Duas casas de taipa sob pilares n. $2 sitas no
Ca miado Novo da Soledade contend* araba 32
palmos e meio de frente .-363- de latido, teado-
mais um lelheiro logo ao sahir da sala de jaalar,
e no meio, entre urna e oulra pilares que as di-
vide, e no quintal 9 ps de coquelrbs diversos
outros arvoredos de (roetes avahado cada urna
por 400)001).
Ouinbeqtas telhas de barro 100000.
Mil lijlos de lapameolo 10SJPOO.
' Um terreno contiguo as mesmas casas com se-
to palmos meio. avaliado por 37$500.
Vo a praga osles bens a Te^uerimento do in-
veotariante pata- melhor poder sttisfater as divi-
das de seo fallecido pal.
Precisa-se de urna ama para casa de poue fa-
milia, prefere-se captiva : a tratar na loja da
victoria, ra do Queima j0 D> 75,
Acha-se ausente de casa desde o dia 10 da
corrente mez a escrava da Costa de nome Balbi-
na, cara talhada, baixa, tem a bocea falta Ido
um dente na frente, e no lado superior, levando
vestido desbotado, que parece branco, e pannrj
da Costa, consta ter silo viata no Rertfe, e andv
com um taholejro de fructas para diifargar-se :
roga-se aos pedestres e a polica a sua appre-
hensao, levando-o a estrada de Joo de Barros
sitio em frente da capella da Concekao, oode
mora seu senhor o msjor Joao Bernardino da
Vasconcellos, que gratificar.
Acham-se por a logar o segundo andar de
sobrado da ra slreita do Rosario n. 34, assioi
como o segundo ao lar do sobrado n. 2 da traves-
sa das Cruzes, aoibos pertencentes-a ordem ter
ceira de S. Francisco : oa pretendestes dirijsm-
se ao irmo ministro o Sr. Antonio Pereira ta
Parias, pessoa nica competente na ausencia Ida
mesma para alugar. Secretaria tu de fevereira
de 1862.0 secretario.
Luiz Manoel Rodrigues Vahsnga.
Precisa-se de um cozinheiro forro ou eacra-
vo ; no bolequim da ra di Guia n. 36.
John Ntclql, subdito inglez, retira-se para:
fora da provincia.
Aluga-se a propriedade na raa da Gasa Por-
te n. 2, a qual tem cornmodos bastantes, cacim-
ba e terreno no fundo : quem a pretender, diri
ja-se a ra do Queimado n. 13.
Precisa-se alugar urna casa de 'dous anda-
res ou um andar grande com grande soto, no
barro de Santo Antonio : qaem tivr, dinjj-u
praga da Independencia ns. 3?-39
Aluga-se.' o prmeiro andar do sobrado da
ra da Senzala Veha n. 48 : a tratar na loja do-
mesmo.
Florista.
alaria Joaquina de Sanl'Anna, florista, residen-
te na ra da Roda o 48, participa aos senhores
armadores e a todaa as contrarias religiosas, que
ae eocarrega de fazer com. toda-promptido toda
e qualquer eocommeoda de flotes de todas as c-
rese qualidade, de papel, panno, velludo e tro-
co : na mesma casa se enfeitam com lodo aceta
e promptido bandejas para casamento e baila.
Cavalhadas.
aeftocio apparega
na prisa de tres dias a contar (la- hoje para se de
liaerar coo-.r. tor cooverteate. Hcife 14 de fa-
vereiro de 1893.
Joaqun da Silva Boa-visla.
. Bernardo Fernandas Viaina vae a idade
da Bahia a negocia
ldafita de estabeleci-
mento.
O abaixo signado mudou o seu- esUbelec-
menlo de loja de fazendas da ra Diroiu ?. 7i
para a roa do Crespo o. 23.
J 'Wgino Augusto de Miraada.
Gonvida-se aos que quuerem correr cavalfca
das na ra- da Prala nos dias 2, 3 e 4 de margo
viodouro, a virem inscrever-se na ra do Crespo
loja n. 20 A, afim de receberem ao depois o com-
petente carto, que deverle presentar ao raes
tre no campo do arsenal de guerra, onde se reu-
nir oesquadro todas sa tardes as 3 horas: cer-,
tos de que sem o referido carto aiDguem poJe-
ra iucorpurar-se ao mesmo eaqtadcao.
Atteaco.
Urna pessoa com a precisas habilitagee. a
propoe a agenciar qualquer cobranga de tfivida
tanto nesla praga como fora dola, fazeado a sua
cusa as despezas precisas,urna vez que asparles
a nao possam fazer, confoim o ajuste quo se fi-
zer, percebendo por isto urna coramisso mdi-
ca: na ra da Alegra o.' 18 na Boa-Vista, ou
para nformagoes com o solicitdor Manoel Luiz
da Vejga.
Precisa-s alugar 3 pretas para vender na
tua : a tratar na ra doa Guararape n. 64.
Fugia no da i 1 do crtente, uta
cabra de nome Constancio, de idade de
24 annos, bastante descorado, com una
bilide no oliio direito, urna pequea,
ferida na canella, levou calca e camisa
de algodaozinhD escuro; foi vendida
aqui nesta praca, pelo Sr. Paulino Ma-
noel de Souza Oliveira, Jos da Fon-
ceca e Silva : as pessoas que o pegarem
dirijam-se a ra Direita n. 3, quesera
gratificado .generosamente.
Por preoo muito oommodo.
Aind se est per vendes eveltio no. lagar I da
Torre j aaouneiadajioxeaiejorBal : a tratarla
o proprietario JosMarianno de Albuquerque ou
comoSr.JosAztedo de ndrae na rv d
Crespo.


MIMO DE MWUMBUCO ^ SEXT FURA 14 DI FEYIRBItO DE 1862.
Fabrica de espiritos na
ra Dir i (a n.i7.
NmIi eslabeteti ment ha constantemente aor-
timanto de lodsa as qualidades de espiritos, co-
no sejam, aguardante de reino, geeebra, aoiz,
licores de todas as qualidades, noto Orias como
mais ordloarias, desde o prego de 240 al 28 a
garrafa, espirito de viabo de subida graduacao, e
aem o menor cbeiro, proprio para qualquer coin-
potigo, aeodo os presos os mais em coala do
que em qualquer parte.
Sociedade bancaria.
Amoro, Fragoso,Smtos & C. acam e tomam
saquea sobre a pra?a de Lisboa.
Aloga-se umtom sitio com muitas arvores
de fructo, bem como um bello jardim no lugar
do Caldereiro, eiquiua da ra da Maogueira, coa
urna boa casa para grande familia, pintada de
doto e forrada de papel, ao lado cocheira para
carro, quartaa para pretos, estribara para qualro
ou seis ca vallo* : quero o pretender pode dirigir-
se ra da Cruz do Recife n. 63, para tratar.
&* mmmmm m&
' Ensino de linguas
EM 6JMEZES
^Italianolatim francez,S
sm Pelo mcthodo facillimo 5
DO D0UT0R
i 1. (CMBMXDIBflF. I
sj$ Ra do Queimado n. 26. a
Aviso.
Ninguem faga negocio com algum dos beos do
casal do tinado Joao Manoel de Siqueira sem que
se acabe o inventario, sobre penua de o perder.
Um nerdeiro.
O abaixo assignado deizou de ser caiieiro
do Sr. Joaquim Esperidiao da Silva Guimaraes.
Joaquim Gomes Ja Silva.
Eduardo Fales, norle americano, parte pa-
' ra o Maraobo.
Aluga-se urna etcrava que sabe lavar e en-
gommar, e coziohar: as pessoas que pretende-
ren), dirijam-se a ra da Santa Cruz n. 30, pre-
leriodo-se cesa de poaca familia.
Precisa-se de um criado para o servico de
um caf, que d fiador a sua conducta, prefere-
se que seja portuguez : na ra do Trapiche n
12. hotel da Europa.
Aluga-se o terceirn andar da casa n. 48da
-ra da Cadeia do Recife; a tratar na leja do
tnesmo.
80 dentista Nuraa PompHio.j
Saques sobre Portugal.
Manoei Ignacio de Oliveira & Filho aatcam so-
ore Lisboa e Porto : nj lareo do Coreo Sanio,
escriptorio o. 19.
,~7 O Sr. Julio que teve botequira,
queira yir a esta typographia, a nego-
cio.
Dentista de Paris.
15Ra Nova15
r*rsdsricGautier,2rHrgiaodentista,fazi
todas as operacoes da sea irte acollocaj
dentesartificiaes, tudocom a suptriori-i
dada sparfaico que a pessoassn tsndi-S
das Ihereconhscem.
reasigna e posdentifricios te.
^9NM9aMM9Si6filMIKMMIM5S
Attenco
Em S. Jos do Maoguinho aluga-se um sitio
com boa casa, cocheira e quartoa.fora para pre-
tos, cacimba com boa agua, e tanque para banhos
bastantes e bons arvoredos de fructo : quem
pretender, dirija-se a ra da Cadeia do Recife,
toja n. 24. ou a ra Augusta o. 43, primeiro an-
dar, que ecbar com quem tratar.
MOA,
Precisa-se de urna ama que aaiba ceziohar com
perrecao para urna casa de familia: a tratar na
At o fim
o
S4HE
o 1
deste mezl
DO PRLO
volum? -
DO
gtfoYo melhodo pratieo Iheorico
SPARA APRENDER -
A 1er, fallar/ escrever
traduzr o francez
EM 6 MEZES
Segundo o facillimo
allemSo
Ha para alugar um terceiro an
dar muito fresco na ra do Encanta--1
raenio : a tratar na ra da Cadeia do
Rectfiui. 33.
systema
DO
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
Retratos de
Retratos de
Retratos de
Retratos de
Hawleyotypo
Hiwleyolypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
novo
novo
novo
novo
nova
nova
nova
nova
nova
gosto
gosto
gosto
goslo
invenco
invenco
inven^o
invenco
invenco
Roa estreifa do [Rosario d. 22 J
primeiro andar. 8
8 Bota denles artificiaos por molas e li- U
gaduras e pela presso do sr. Systema S
americano sem arrancar as raizes, e faz &
todas as operacoes de sua arte, com
promplidao e limpeza.
&MSM89OK mmm efeatsewS
mcisa-ae de urna ama forra ou captiva,
que saiba cozinhar, comprar e engommar : na
ra da Cruz do Recife n. 25, primeiro andar.
Joaquim Eaperidio da Silva Guimaraes faz
publico que o Sr. Joaquim Gomes da Silva dei-
xoo de ser seu caixeiro desde o dia 11 de feve-
reiro do correle anno.
Attenco.
D. Anna Francelina da Cunba viuva de Anto-
nio Jos da Cuoha avisa ao respeitavel publico
que ltae est hypotbecado desde o lempo de
seu finado marido por urna ledra o sobrado de
dous andares da ra do Livrameoto n. 33, per-
tencente a Luiz Antonio Goocalves Ferreira coja
escriplura se acba lavrada as notas do tabellio
Costa Uooteiro e registrada pelo competente ta-
bellio e por cujo motivo pessos alguma nao po-
der* fazer negocio com o dito sobrado sem que
satisfara a importancia da dita ledra.
mmmm vmmmtmsmsm m*
Consultas medicas.
Serao dadas lodos osdias pelo Dr. Cos- 1
me de S Pereira no seu escriptorio, ra m
a Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas 2
da mao.ia menos aos domingos sobre: 3f
1.* Molestias de olhos.
2.* Molestias de coracao e de peito.
3.* Molestias dos orgaos da geracao e S
do anus. H
O exame dos doentes ser feito na or- S
dem de suss entradas, comegando-se po- K
rm por aquelles que soflrerem dos O
olhos. w
Ioslrumentos chimicos,acsticos e op-
cos sero empreados em suas cnsul- 8
tajoes e proceder com todo rigor e pru- i
dencia para obter certeza, ou ao menos "
probabilidade sobre a sede, natureza e 2
causa da molestia, e dahi deduzir o plano 5
de tratamento que deve destrui-la ou 9
curar. 9
Varios medicamentos ser oambem 8
empregados gratuitamente, pela cer- J
teza que tem de sua verdadeiraqualidade, K
*- promplido em seus effeitos, e a necessi- 5
dadedoseuempregourgontequese usar X
delles. *>
Praticar ahi mesmo, ou em casa dos jl
doentes toda e qualquer operacao que S
julgar conveniente para o restabeleci- ff
ment dos mesmos.para cuio m se-scha u
prvido de urna completa collecco de |
instrumentos odispensavel ao medico m
operador. m
3 sesteis mu* ^mmmmi
ma
Precisa-se de orna ama para o servigo interno
o externo para casa de um horaem solteiro, pre-
fenado-se urna seohora de idade e de boa con-
ducta : quem eattver cestas circunstancias diri-
ja-se a ra do Raogel o. 39t>u a ra da Prsia n.
36 A, que achara com qnem tratar.
Manoel Lopes subdito portuguez retirarse
para fora da provincia.
Precisa-se de ama ama preferindo-se es-
crava para o servido de urna casa : a tratar na
ra do Sol taberna o. 29.
Preciisa se de um olicial de bar-
beiro: na ra dat Cruzes n. 35.
Joao Guilherme Romer, armador de corti-
nados (oa ra do Hospicio n. 37) participa ao res-
peitavel publico qae tem recebido excelleotes
molduras douradas para cortinados de janellas,
tambero vende borlas, cordo, galleras e patera
e brome que per ten ce aos ditoe.
A testa do glorioso Santo Ama- %
89 ro, er celebrada com toda aso- 0
*ir?!jdade devidaem ua capella &
daCidade Nova, no prximo do- sft
# mingo 16 do covrente. 2
99+* *%*%%*%*%%+
Aluga-se o armazem, 1* e 2an-
dar e wtao. da casa n. 60, da ra da
Cadeia do Recife, esquina do becco do
Capim : a tratar na ra da Cruz n. 63.
Joaquim Jos d Souza manda a Portugal
a mulher Margarida da Eocarna;o rortugal?
Presos baixado para psuco
tempo.
Precos
Pregos
Precos
baixado para pouco tempo
baixado para pouco lempo
baixado para pouco tempo
Precos baixado para pouco tempo
3#000 5#000 10#000 20#000
Sr -^^ 19000 **#**>
3W0 5000 10000 20000
SSm fSSS 1'000 20*004
3JWO0 5SO00 103O0O 20$0t)0
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Explendido qfiadros dourados
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Vende-se machinas para re-
tratos.
Vende-ie machinas para
Vende-se machinas para
Vende-se machinas para
Vende-se machinas para
Caixas de lindos
Gaixas de lindos-
Caixas de lindos
Gaixas de lindos
Gaixas de lindos
Todos venham
Todos venham
Todos venham
Todos venham
Todos venham
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprios
Para tirar retratos
Pira tirar retratos
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
A. W. Orborne retratista americano
Ra do Imperador
Rua do Imperador.
KMs mmmmm mmmmm
O bacharel A. F. Trigo de LoureirT
continua no exercicio do seu magisterio "
%t de preparatorios por casas particulares e
DR. H. OLLENDORFF
POR
CICERO PEREGRINO.
*Obra ioteiramente nova e nica eicrip-
ta em portuguez por esse systema ; >-
provada pelo conseibo director de inj-
trugo publica desta provincia 2 volu-
mes 7f.
Reajbem-se assigoaturas na ra do
Queimado n. 26, primeiro andar.
mmunmam mm mmmm
Ama;
Na ra do Raogel n.67, primeiro andar, preci-
sa-se de urna ama qae saiba cozinhar e eogom-
mar.
Attenco.
Sspates de borracha aioda nao vistos, cujo
chegaram na occaslo de servir como preserva-
tivo para o cholera, e s os ha na ra ds Impe-
ratriz n. 46. toja do Viaona.
Ensino particular.
Urna pessoa habilitada propoe-se a leccionar
noite aos que se dedicam ao commercio, francez.
inglez, grammalica portugueza, e arithmetica : a
fallar na ra do Cabug n. 3, segundo andar,
e ~~a ''!""* da Prca da Iudepeodencia ns.
6 e 8, precisa-se fallar ao reverendo padre An-
tonio de Mello Albuquerque, capello do exercito
que veio ha pouco de Therezina do Piauhy.
Os Srs. Celestino Carlos Coelho Gaio e Ma-
ximiano Francisco Daarle leem carias na ra do
Trapiche Novo n. 6.
3--Raa estreita do Rosario-3
Francisco Pinto Ozorio continua a col-
I locar dentes arliflciaes tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
Si cebo paga alguma sem que as obras nao
nquem a rontade de seus donos, tem pos
oulraspreparacesas mais acreditadas
Pa_conservacao da bocea.
O Dr. Rocha Bastos reside na ra da
Cruz n. 16, segundo andar, aonde pode
ser procurado para o exercicio de sua
profissao.
Real enghsh boots.
Campos & Pereira beg to adnounce to their
pumerous friend and ihe pubtic generally, thal
they have juat received a smalt lot of Ladies and
Gentlemens Boots of the best english manufactu-
re, verysuitable for Winter Wear, which thev
re selling at the following loa drices
Gentlemens bes patent cowhidp bools lOfiOOO
por pair. ^
Lsdies very superior calf boots 70OO porpair.
N. 32Ra da Cadeia do Recile.
Precisa-sede um hornear Casado que te-
DM as babilita;des para ensinar cbm perfeico as
linguas portugueza, franceza e latina n*um en-
pretender dirija-se a botica do Sr. Joaquim de
Almeida Pinto, ra dos Quarte s n. 10. que
achara com quem tratar.
Para as provincias de Pernambuco, Parahiba, Rio
.- u a Grande do Norte, Cear e Alagoas, a saber; .
Folmnha de porta contendo o kalendario, pocas gerae, nacionae, dial
* a!6 'tabella e a.Iva. noticrt* planetarias, eclipses, partida*
ae correio, audiencias, e resumo de chronoWia. a ris i
Dita com almanak contendo o kalendario, pocas, notLi ptaSeri:'
60
ceyl, judiciano, administrativo, agrcola, commercial,
tnal, desta provincia, a ris,
e indus-
10060
Especial
hOoieopathico
Ra das Cruzes n. 30.
ah
ris
Neste consultorio pode ser procurado o respectivo proprietaiio qualquer hora
sempre grande sortimento dos verdadeiros medicamenlcs horaeopalhicos Drenaradni
(as tinturas) por Catellan e Weber, os mais acredilados nharmJSS S^L"
pharmceu ticos do
havendo
em Pa-
universo como
Bb'5 "'godo agente do banco
mercantil Portuense nesta cdade, saca
eflectivamente por todos os paquetea so-
bre o mesmo banco por qualquer som-
m vista oa a prazo paral o Porto e
Lisboa : dinjam-se as ras do Crespo n.
o ou do Imperador o. 51.
cr*an-
mo-
br$t,
O Sr. Joao Chrisostomo Cavalcante que
morou na Soledade, e teve taberna na ra das
Aguas-Verdes e tem um fllho na academia, ap-
pareca na ra do Rangel n. 43, a negocio que
nao ignora.
-- O bacharel Henrique do Reg Barros advo-
ga no crime e no civel ; pode ser procurado to-
dos os dias uteis das 9 as 3 da tarde ; na ra Es-
trena do Rosario n. 23, escriptorio do Sr. Dr. Fei-
tosa^ e em outra qualquer hora na ra da Aurora
a.22.
Moleque.
Na ra da Cadeia Velha n. 52, tercei-
ro andar, precisa-se de um moleque de
de 15 annos para cima, quem o liver pa-
ra alugar dirija-se a referida casa.
retratos
retratos
retratos
retratoa
gostos
gosios
gostos
gostos
gostos
yer
ver
ver
var
ver
collegios das 4 as 8 horas da tarde, para
o que pode ser procurado, das 9 horas da 8
Smanha s 3 da tarde, no seu escripto--jP
rio, na ra do Imperador o. 40.
Aos serradores.
Precisa-se de urna parelha de serra para des-
dobrar urna porcao de amarello e louro : os pre-
lendentes dirijam-se a travessa da ra da Con-
cordia a fallar com o Sr. Henrique Jorge.
O S>r. Jos Alves Ferreira, que
morou ou mora, para etrada de Santo
Amaro da Salina: queira vir a est tv-
pographia a negocio que lhe diz respe i-
to.
Precisase de urna ama para com
prar e cozinhar para urna pessoa : na
ra estreita do Rosario n. 21, primeiro
andar.
O bacharel Witruvio po-
de ser procurado na ra
Nora o. 23, sobrado da es
quina que volta para a
camboad Carao.
1
0
0
O Sr. Joao Alves Ferreira, que
mora para Santo Amaro da Salinas,
queira dirijir-se a esta typographia a
negocio que lhe diz respeito,
-Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.
g Joaquim da Silva. Castro.
999'99mmmmmmt
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATHI
DO DOUTOR f
_ SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. .
Consultas todos os dias ateisidesde as 10 horas
t meio dia, acerca das segdiote molestias :
molulxat da mulheres, moUktias dat et
eos, moltttiat da ptllt, moUtiat dot olhos
ftsttat syph\lxticat,toda$ a ptcitt dt f*
ftbrtt intermitientes t tua$ eoseaueneta*
WiMiCU'KFKUl HOEOPATHICA .'
Verdadeiros medicamentos homeopatbicoa ora-
parados som todaa as cantelak necossarias, in-
ralliveis em seus effeitos, tanto em tintura,orno
em glbulos, pelos precos mis commodos pos-
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
amcamante vendidos em sua pharmacia; todos
queoforemiradeilasofalsas.
Todaa as carteiraa So acompan hadas da m
Impresao com um emblema m relevo, tendo ao
redor as seguintea palavraj : Dr. Sabino O. L.
Pinbo, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
da, As carteiras que nao lefaram esse impresao
assim marcado, emboratenhiim na tamos o no-
na do Dr. Sabino ao falaoa
Weber* os mais acreditados
preparadores de remedios de homeopathia.
CICERO PEREGRINOr ba-
charel em direito, continua no
seu escriptorio de advocada, na
ra do Queimado n. 26.
Aluga-se urna meia-agoa nos fundos da ra
do Nogueira por 80O0 mensalmente: a tratar na
ra do Quemado o. 71,
Festa de S. Gonzalo na
Boa Viagem.
Sabbido levanUr-ae-ha a bandeira, e do-
mingo 16 do crente lera logar a feata, sendo
orador o Rvm. Fre Joaquim do Espirito Santo.
no dia 15 do correte depois da audiencia
do Dr. jais municipal da segunda vara, tem de
ir a praca a escrava Joaquina, idade 26 annos,
servico domestico, peohorada ao Dr. Candido Jo-
s Casado Lima por execueo de Luiz de Franca
Sonto.Eicrivo Alhayde.
Nesta typographia, precisare fal-
lar aoSr. Dr. Juvencio Alves da Sil-
va Ribeiro, que reside no Cabo.
t.J"^'".8. 1"?,auer qunl sobre Porlngal e
Ilha da S. Miguel ; ns ra do Vigario n. 9, pri-
meiro andar, escriptorio de Cirvalho, Nosueira &
Companhia.
Lices de inglez.
D8o-se de noite no hotel francez ; a tratar na
ruada Cruz n. 1.
Aluga-se o grande armazem da ra Bella
n. 42-44 que servio de deposito de carvo do
Exm. Sr. Barao do Livramento, margem do Ca-
pibanbe, muito proprio para cocheira ; quera o
pretender, dirija-se a ra do Crespo n 7 A loia
que acbar com quem tratar. '
m O bacharal Amenco Fernandes Trigo
II de Loureiro, advoga no civel e*no eri-.
me, podendo ser procurado para esse
nm.no seu escriptorio na ra do Impe-
rador n. 40, das 9 horas da maoha as 3
da tarde.
Os^baixos assignados, avisam a
todos os devedores da extincta firma de
Aranaga & Bryan, que se esta' acabando
de liquidar, tenham a bondade de vir
saldar seus dbitos dentro de 15 dias, na
ra do Trapiche Novo n. 6, e para os
que faharem, serlo tomadas medidas
coercitivas.
Aranaga Hijo & C.
Aluga-se o-armazem da ra da Senzalla que
Cea por detraz da loja da ra da Cadeia n. 18 : a
tratar na mesma loja.
Roga-se a pessoa que
alugou um moleque pornome
Antonio na ra da Cruz arma-
zem n. 45. de all apparecer a
negocio de seu interesse.
O professor de msica Rodolpho
Eichbaum, discpulo do conservatorio do
Leipsic, acba-se prompto a dar Ic5e8
de piano e cantona : pode ser procura-
do na ra da Cadeia do Recife, loja do
Sr. Antonio Luiz de Siqueira, ou na
ra da Cruz n. 10, casa de Kalkmann
Ir na aos & C.
Precisa-se alugar um preto, daodo-se o
sustento, e psga-se mensal ou semanal, para o
servico deata typographia : na livraria ns. 6 e 8
da prs;a da Independencia.
23 Ra da Imperalriz 23
Pianos, msicas, afina-
ces e concert*.
J. Laumooier avisa a seus fregueses que tem
um bello sorlimeoto de pianos dos melbores au-
tores, assim como msicas para-canto apiano ;
encarrega-se de concertos e aflnaeoea dentro e
fora da cidade, por presos razoareis.
J FERREIRA TLLELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cabug n. 18, i. andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos porambrotypo, por melainotypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaos para
pulcelras, alQnetes ou cassoletas. Na mesma
casa existe nm completo e abundante sortimento
da artefactos francezes e americanos para a col-
lcacao dos retratos. Ha tambem para aste mes-
mo fim cassoletas e delicados alfioetes de.ouro
de lei; retratos em photographia das principaea
personagens da Europa ; stereoscopos e vistas
stereoscopicas, assim como vidros para ambrolyp
e cbimicas photograpbicaa.
Gabinete medico cirurgico.*
I ^ Ruadas Flores n. 37.
I Seraodadascons<aa medlcas-cirurgi-1
cas peloDr. Estevao Cavalcanti de Albu- (
I querque das 6 as 10 horas da manbia, ac- I
I cudindo aos chamados com a maior bre- i
I vidade possivel.
I !* Partos.
I 1.* Molestias de pella.
I 3.* dem do olhos.
( 4.* dem dos orgioa genilaes.
( Praticar toda e qualquer operaco em
I seu gabinete ou em casa dos doantea con-
I forme lhes fr mais conveniente.
Publicacoes do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
THESOURO OHEOPATHlf0
ou
VADE-MECUM DO HOMFOPATHA.
(Segunda edidjao consi-
deravelmente augmen-
tada.)
Diecionario popular de medicina bo-
meopalhco
PELO ER.
aSUIN0 0. L. PINHO.
,ri,nu,m "'BMluraa para estaa obras a
zogUUO em broebura at fevereiro.
Ra de Santo Amaro (Mundo Novo) o. 6.
JrniOViO B MITOHSAClO
CHAPAS MEfiiClACS
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Ktrk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
f.u i0"" TS eHAPAS;E'B1,CTIlo-MAGirETicAS-ErisPASTicAS obtem-se urna cura radical in-
falhvel em todos os casos de inflammaco ( carwaco ou falla de retpiracao \ seism !S
exornas como do 6gado bofes, estomago! &^Sff2^tlg
ganta, olhos, erysipela, rheumat.smo, paralysia e odas as affe^oes nerosS, etc. etc
mente para as diferentes especies de tumores, como lobinhos ^crofulas SJaJifarT
umanhoe profundeza por io da suppuraco serio radicalmente extirpados ""
.. aconselhado e aceitadas por habis e distinclos facullavos.
contesUvel, eas innmeras curas obtidas o fazem merecer e conservar ac
que j tem a honra de merecer, depois de 24 annos de existencia e de ortica.
Ja f.. 6ncomm.endas d" P'ov'ncias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
defazerasnecessanas expheacoes, se as chapas sao para homL, senhora ou crTanc, dl
22. declarandoa5,cumffenc,a:e sendo inchagoes, feridas ou ulcera?, o modado sea
,tTH.nlUmffPedTdepapele decIara0 onde Mislem- afin> d S as chapas 4o da
ta da parle aneciada e para serem bem applicadas nc
. sna efficata in-
i merecer e conservar a confianza do publico
_---------o seu lugar.
Fode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas serao acompanhadas das competentes explicaces e tambem de -1-
orios para a coUocacSo dellas.
todos
os acees-
Consulta as pessoae que o dignarem honrar com a sua confianca, em seu esariptorio aue
se achara aberto lodos os dias, sem excepeo, das 9 horas da manhaa s 2 da tarde.
DO LARGO DA CARIOCA
119 Ra do Parto || PERTO
EII PIBIAiy ..
ARMAZEM
ROUPA FETTA
Desinfeccao.
b,,,xo algoado vende em aua botica na
ra Dueita n. 88, os seguintes desinfectantes por
ter paraiaaooaparelhonecessario. Chloro para
desinfectar o espaco de 340 ps cbicos por 2*.
liquido desinfectante das materias fecaes urna
garrafa 1. pos desinfectantes dss mesmaa ma-
terias urna libra 1J, liquido para mergulbar a
roupa dos accommeltldos a 640 rs., agoa chloru-
ratada que supre a de labarraque aomeote na par-
te da deainfeccao por ser carregada 10 vezes mais
ao chloro (pelo que declaro que nao se faca del-
la nao interno) v
O publico desta cidade deve estar lembrado
de que neste Diario foi transcripta urna corres-
pondencia do sul, na qual declarou-se, que, em
nm dos portes onde grsssava a febre amarella o
commandantede am dos navios surtos n'aquelle,
conservando o chloro em o seu, fei o nico pre-
servado do mal, ao pasao que oa mais soffreram
a noaveram multas victimas.
Para o deaempeoho da desinfecto scompa-
nhar a explicacio.
Joa da Rocha Paranhoi;
Joaquim F. dos Santos.
, 40-Bua do Queimado40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
wi..!It,in?M!fblecil?enL0 h ,e"P UBI ortimento completo de roupa faita de
i!d" !! 5U.a!ld.*.diVe_ta"b.em ? _m8nd8 ecutar por medida ventada"dos fregu-
que tem um dos malbores ^rofessorts.
Casacas ae panno preto a 40g,
S5f e 301000
Sobrecasacosde dito dito a 359 e 30)000
Paletots de panno preto e de co-
res a 359, 309, 259.109.189 e 209000
Ditos de casemira de cores a 229,
151,129.79 e 9-3000
Ditos de alpaca preta golla de
velludo francesas a 1Q9000
Ditos de merino salim pretos e
de cor a M a 8J0OO
Ditos de alpaca de cores a 59 e 89500
Diloa de alpaca preta a99,79.59 e Sf5O0
Ditos de brim de cores a 5f.
49500,49 e r m 39500
Ditos da bramante delinho b an-
n!,co*i.5|? *9000
Diloa de merm de cordio preto
,'"*" 89000
Caigas de casemira preta e de 00-
rea a lt. 10, 9f, 79 e 69OOO
Ditas de prineeza e merino de
i cor? Pr 59. 9500 49500
imaa de brim branco ede coras a
89. 49500 e 5|500
Calesa de ganga de coras a 3|000
Collete de reliado preto e de co- .
rea Usse bordados a 129,99 a 89000
Ditos da casemira preta e da co-
res lisoa e bordados a 69,
69500,99
i
59OOO
59OOO
59000
39000
29200
19280
3J500
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco a 6 e
Ditos de gorguro de teda pretos
e da cores a 79, 69, 49 a
Ditos de brim e fustao branco a
3S500. 29300 e
Saroulas da brim de lioho a 29 e
Ditas de algodao a I96OO e
Camisas de peito defusto branco
ede corea a 29400 e 29200
Ditas de paito delinho a 59, 49 a 3000
Ditas dt madapolo brancas e da
cores a 89, 29500, 29 e 11600-i
Cbaptos pretos de maaaa francesa
forma da ultima moda a 101.
n 8<50? 79000
Ditos de fei tro a 69, 59, 49 e 29OOO
Ditos de sol de seda inglesaa a
franceses a 4|, 129. llf a 7000
Lolarinbos de linho muito Unas
notos feitios daultima moda a 9800
Dkos da algodao 5QQ
Relogios de ouro patente e hori-
Ditos de prsta galvsnisados pa-
tente e horitontaea a 409 80100o
Obras de oaro, aderecos e maioa
aderecoa, pulceiraa, rosetas a'
anais a
Toalhas de llnho duiia 101, 69 a 9J000
Ditas grandes para mesa ama 39 e 49000!


DIARIO DE PEEKAMWJCO. SEXTA fWLe, 14 DE PBVfiaUHRO DE I86i.

Compilas.
Compra-se moeda* de ouro de
^OOO, na ra Nova n. 23, loja.
Compram-ce aegftes do boto banco de Per-
nambaco ; no escriptorio de Maooel Ignacio de
Olirelra A Filho, largo do Corpo Santo, escrip-
torio n. 14.
Compra-te moeda de 20J>; nj loja da ra
do Qoeimado n. 46.
Comprante a orertara Zsnetla para piano
impresso om manusctiplo do maestro. Auber na
ra eilreila do Rozarlo n. 31.'
Moedas de ouro.
Compram-ee moeda de"ouro de 209 e 109 com
cambio : na ra da Gruz da Recite n. 50, pri-
meiro andar.
Compra-se,uma preta de 16 a 18 annos de
idade, que saja sadia e nao techa vicio : na
do Jardi'm d. 42.
GRANDE DEPOSITO
DE
% t

ra
Yendas.
GE LO
>sito do gelo ra do
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 31, vende-te gelo de hoje em diante
arroba a 3g500, e meia arroba 2#000,
e a libra a 160 ri*: tambem recebe-se
assignatura das pessoas particulares lo*
go que seja diariamente, ate que se
acabe o gelo.
Injecc&o Brow
Remedio nfaliivel contra as gnor-
rheas antigs e recentes. nico depo-
sito na botica franceza ra da Gruz n.
22. Preco 3jj|-
LO0$ii da fhmm
w DO
Barbalho (Cabo.)
41-RUA DO IMPERADOR 41.
Neate depoaito existe grande qnantidade de louca e de lodaa as qualidades, o que se pode
desejar de bem fabricado e de boa qualdada de barro, coma propriedade de coutervar a agua
aempre tria, como sejam jarras, reafrladorea, muringues, quartinhas, garrafas, copos para agua etc.
De obras vidradas.
Tem ricos vasos para flores, talhas, alguidarea de todos os tamanhos, assadeiras, boi5es
comtampoa esem elles, panellaa para bater-ae bolos, escarolas, enlutas, frigideira e multas ou-
tras pecas que seria eofadonho mencionar.
O proprietorio desta fabrica a primeita deate genero entre us espera obter do respeitavel
publico animagoe concurrencia e para conseguir esse fim vende a sua louca mais barata do que
at aqui se venda nesta cidade.'
Aprompta qualquer factura para exportar, alm dos precos commodos porque vende da
por cento de abate para quem comprar de 1009 P cima e deaaa quantia para menos
por cento. .,
Oualquer encommenda pode ser entregue no deposito ds fabrica ra do Imperador n. 41.
10
erao 5

Sitio.
Vende-se o sitio na estrada do Rosarioho no
oilao da igreja, com boa casa de pedra e cal, 2
salas .gabinete. 4 quartos, cozioha tora e copiar,
jardin na frente, estribara e coebeira, em chaos
proprios, tem muitos e boos arvoredos defructo,
taita de espira, cacimba com excellente agua pa-
ra'beber, a tanque para banho : a tratar-ra ra
daCadeia do Recite n. 26, loja, esquina do bec-
co Largo, ou na ra Nova o. 55, deposi to de pao.
Vende-se em barris de 5.9 vioho do Portu-
gal sem confeico alguma o melhor que ae pode
encontrar oeste genero, propro para casas par-
ticulares: s pretendentes podem ver asamos-
tras na ra de Apollo, armazem da fabrica do
Monteiro, e na ra da Moeda, armazem de Ma-
noel Marques de Olivelra & C. Neste ultimo ar-
mazem tambem se vende cal em pedra de Lis-
boa chegada pelo brigue Constante por meaos
prego que em outra parte.
Para a quaresnia.
A's senhoras de bom gosto,
Vendem-se manteletes pretos ricamente en-
eitados a 16, 20 e 259 : na ra da Imperatris o.
48, junto a padaria franceza,
Vende-se ou arrenda-se um bom e rige oh e
perto deata praga : a fallar com Joaquim Teixei-
ra Peitoto, na ra dos Pires n. 58.
Vende-se urna pequea casa terrea na ra
da Alegra n. 18 : qaem a pretender dirija-se a
ra Direita n. 43, segundo andar.
-> Vende-se urna eserava de idade de 38 an-
uos, poseo mais ou menos : no patee do Carmo,
sobrado numero 13.
Tende-se um mulatinho de idade de 9 a
10 annoa : no deposito da ra das Cinco -Ponas
n. 140, defronte da estac do mesmo nome,
achara com quem tratar.
Milho, farelo,
arzoz de casca^ tudo novo.
Vende-ae milho a7g600a sacca, farelo a "5500,
arroz de casca a 3J500, sendo em porco se faz 1
aba ti ment : na travesea do pateo do Paraizo n.
16, frente piolada de amaretlo, com oito para a
ra da 'Florentina.
Para as senhoras de bom
gosto. .
Camisas de cambraia de linho pelos diminutos
precos de 4 e 5o, brinzinnos para vestido par 600
is. o covado ; na iba do Crespo o. 23.
Para a rapazeada
barata.
Camisas francezas om pequea avaria a 1$,
ditas brancas, peito de linho, pelo diminuto pre-
so de 2$ : na ra do Crespo n. 23.
Passaririhos raros
Veada-ae urna viuva um calfat ; a ra da
Senzala Velha n. 52, das 10 horas da mantisa s
4 da tarde.
Vende-se o engenho Timb, na comarca da
Nazareth, com boas rsrzeas de canoa e boas ma-
tas, a dinheiro ou a pagamentos eom boas Armas:
os pretendentes dirijam-se ao eegenho Santos
Mondes, na mesma comarca, a tratar com o seu
proprielario.
Collares medicinaes ano-
dinos.
Para as dores da dentico, accessos,
convulsoes, febres e oitras enfermi-
dades das crian cas.
DODR TANNBR (INVENTOR.)
O Illm. Sr. Burchell, iilho, succesaor e nico
{iropretario em Londres. Este innocente e in-
illlvel remedio (foi approvado em Londres a 10
de Janeiro de 1715, por S. M. Jorge III, e re-
commendado pelo afamado e de alta re puta gao
o Dr. P. Chamberleo.} dispensa de fazer tomar
aa crlancas os remedio interiores, que nunes
querem tomar. (Prego flxo 89.)
DEPOSITO GERAL
119 RA DO PARTO 119
Rio de Janeiro,
EEMPERNAMBUCO
Na pharmacia de Jos Alexandre Iti-
bero.
ROA DO QUEIMAD0 N. 15.
Vende-se
na ra do Mondego casa n. 2, as segointes se-
mentes de hortalice mnito novas : couve flor, di-
ta truoxuda, repolbo, nabos de cabe'ca grande,
nabicas, moatarda, chicoria, aselcas, seooulas
brancas e amarellas, sarga, cuentro, sebolinho
roxo e branco, tomates grandes, feijo, carrapato,
ervllhaa tortas e alface arrendada. .
Bolinhos.
Bandejaa enfeitadaa com armagio d*e diversos
gostos e bolinhos dos mais escoltados do nosio
mercado para casamento, bailes, sosrs etc., e
tambem s6 os pesa em libras, assim como pas-
telera de diversas qualidades, pudins, bolo in-
Sles, filboes etc, tudo do melhor gosto, aceio e
o mais commodo prego destes gneros : diri-
jam-se a ruadaPenha n. 25, segundo andar.-pa-
ra ajustar-se.
Fnnileiro e vidraceiro.
Grande e nova oflicina.
Tres portas-
31Ra Direita31.
Baile rico e bem montado' estabelecimento en-
coatrsro os freguezes o maia perteito, bem aca-
bado e barato do seu genero.
URNAS de todas aa qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIROS de todos os tamanhos.
SEUICUP1AS dem idem.
T5ALDES dem idem.
ACIAS idem idem.
IAHUS idem idem.
FOLHA em eaixas de lodaa as grossuraa.
PRATOS imitando em perleigo a boa porcel
lana.
CHALE1RAS de-todas as qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e flandres para qual-
quer sortimento.
VIDROS em eaixas e s retalho de todos os ta-
andando-se manhos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendas de qualquer naN-
reza, concerlos, que tudo sera desempenhado a
contenta.
Taberna.
Vende-se urna taberna muito afreguezada para
o mar e para a trra, no Forte do Mallos, ra
do Codorniz n. 4 : a tratar na mesma.
SYSTE Mi MEDICO HODELLOWAY
PI LULAS HOLLWOYA.
Este nesmavel especifico, cornposlo inteira-
roenle de hervas medicinaes, nao conlm mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais lenra infancia, e a compleigao mais
delicada, igualmente prompto e seguro para
desaneigai o mal na compleigo mais robusta';
enteiramenie innocente em suas operares e ef
feitos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
que sejam.
Entre militares de pessoas curadas com este
remedio, muilas que ja estavam s portas da
morie, preservando em seu uso conseguiram
recobrar a saude e foreas, depois de haver tenta-
do inultimente lodos os outros remedios.
As mais afilelas nao devera entregar-se a des-
a
quidaco.
li-
na loja dopavo, ra
da Emperatriz n. 60,
de Gama Silva,
vendom-se fazendas pelos pregos seguintes: mus-
Na loja do Clavinote ra do Cbug n. 2 B, salinas brancas com 4 li2 palmos de largura, co-
veade-se as segtnnles miudezss pelos diminutos jTa(l0 200 rs., chitss escuras com pequeo toque
ias de babado com 15
largura a 400 rs.. ditas

esperago; fagam um compleme ensaio
eficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se* perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades :
1 pregos para acabar: pecinh
varas de 3 a 4 dedos de lar.
com 30 varas de difireme* larguras a 2f200 rs.,
carles de colxete para vestido a 40 rs., franjsa
de linho muito Anas para casaveque tendo cada
pega 15 varas a 1*600 a pega, ditaa de algodo
para toalbas a 100 rs. a vara, dilas de seda pre-
tas de 2 dedos a 3 a 240 e 320 rs., ditas de 1 a
2 dedos a 160 rs.. traoga de seda branca com vi-
drilho diferente largura a 320 rs. a vara, dita di-
ta preta a 30O rs. a vara, caivetes de 1 e 2 lo-
lhas muito floo a 160 e 240 rs., lesouras muito
finas para costara a 320.400 e 500 rs., enadores
de linho para vestido a 40 rs., caixaa de bfalo
para, rap dlfferenles modelo a 500 rs., carretela
de linha de 200 jardas autor Alexander a 820 rs.
a duzia e 70 rs. o carritajl, linha preta de miadi-
nha o masao com 60 pegas e 96 a 50O e 600 rs.,
escovaa para casaca o mais fino que ha a 2*, lu-
vaa d linho fio de Escossia branca muito finas
a 600 rs. o par, ditas de cores a 500 rs. o par,
ditas de algodao a 160 rs., franjas largas de cores
proprias para cortinados tendo cada pega 15 va-
ras a 2* e em vara a 160 rs., espelhos de damas
de diversos tamanhos a 800,1* e 1*280, botoci
de porcelana brancoa para camisa a 120 e 160 rs.
a groza, ditos brancos, pretos e de cores proprio
para caiga a 240 rs., pentes de tartaruga para
tranca os melhores que pode haver a 3*500, ditos
para alisar a 2*, ditos de marfim de differentes
tamanhos e modelos a 500 rs., labyrielho de to-
das as larguras a 120, 160, 200 e 240 rf.. penles
muilo finos fiogtndo unicoroe tanto para suissa
como para cabega a 320 rs., meias de cores para
bomem muito finas a 1*280 rs. a duzia e o.por a
120 rs., caixa de colxetes trsocezes a 40 rs., gar-
rafas grandes de agua de colonia muito fina a 3*.
dita com agua de lavande a 1*. ditas do Oriente
a 800 ts, frascos de bandoln para segurar ca-
bello a 610 rs., dita de flor de laraoja frascos
grandes a 500 ib., bandeijas de differentes tama-
nhos a 1*280,1|600 e 2|, garrafas de porcelana
douradaa para mesa sendo garrafas grandes a 2*
e pequenaa a 1*, charuleiras muito Unas diver-
sos tamanhos a 2* e 2*500, luvaa pretas e de co-
ree enfeiladas para senhora a 800 rs., peitos para
camisa muito finos brancos e de cores a 2*500 a
duzia e 220 rs. cada um, zefiras de todas as co-
res fszenda de muito bom gosto a 1* a pega, e
um completo sortimento de fitas da sarja e cha-
malote assetinadas de todaa as cores e larguras*,
assim como bicos de blonde brancos e pretos, di-
tos de linho de todas as Itrguras, e muitos outros
objectos que se vende por melade de seu valor.
dos
ticos.
K KUA SO QUEMADO N!A6
^NDASEROUPKSF
Sortimento completo de sobreeasacos de panno a 25*. 28*, 30* e 35*. casacos muite aem
taitas a 258. 28$, 30g e 351, paleteas acasacadoa de panno prelo de 16 at 25*. ditos de casetnira
de cor a 15*. 181 e 201. paletots saccoa de panno casemira de 8* at 14*, ditos saceos de alpaca
m erin la da 4* at*. sobre de alpaca e merino da 7* at 10, caigas pretas de casemira de
8* al 14$, ditos de cor de 7* at 48$, roupas para menino de todos os tamanhos, grande sorti-
mento de roupaa de brins como aejam caigas, paletots e colletes, sorllmenlo de colletes pretos ds
selim, casemira e velludo de 4* a 9$, ditos para casamento a 5* 6*. paletots brancos de bra-
mante a4*e 5|, caigas brancaa muilo finas a 5$, e um grande sortimento delazendaafiaas-e mo-
dernas, completo sorlieaeoto de casemiras ingieras para homem, menino aenhora, aerovas de
linho e algodao, chapeos de sol de seda, luvas de seda de Jouvio para horneen e senhora. Te-
mos urna graode fabrica de alfaiate onde recebemos encommendas de grandes obras, que para
teso est sendo adminietrada por um hbil me aire de samelhante arte e um pessoal de mas da
Incenla obrairos escoHsidos, portento executamos qualquer obra com promptidao e mais do que em outra aualquer casa.
Accidentes
Alporcas.
A raplas.
Areias ( mal de).
Asthma.
Clicas.
Convulsoes.
Debidade ou extenua-
cao.
Debidade ou falta de
forgas para qualquer
cousa. i
Desinteria. (
|.Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no venife.
Enfermidade no veatre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enchaqueta.
Herysipels.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
ELIXIR DE SAUDE
Citrolactato de-ferro.
Unieo fofos na botica de tSoaquim MarUaYie
da Ctux CoTteia., raa do Cabag a. %1,
en Pernambaeo.
preparago
de urna sal varie-
O Dr. H. Thermea (de Chalis) antigo pharmaceuco apresenta boje urna n6va
de ferrocom o nome de elixir de cilro-lactato de ferro.
Parecer ao publico um luxo empregar-se um mesmo medicamento debaixo de formulas tao
variadas, masa homem da scienciacomprehende anecessidade e importancia
dade.
A formula um abjecto de multa importancia em teraputica ; um progresso immenso,
quando ella, maniendo a sseocia do medicamento, o toma agradavel, fcil e possivel para todas as
idades, para todos os paladares e para todos 03 temperamentos. .
Das numerosas preparaedesde ferro at hoje conhecidae nenhuma rene lao bellas qualida-
des como o exk de citro-lactacto de ferro, A seu sabor agradavel, rene o tomar-se em urna pe-
quena dose, e ser de urna prompta e fcil dissolugao 00 estomago, de modo que completamente
assimilado;eo r/ produzir por causa da lactina, que contera em suacomposigo, a constipago de
rentre frequentemeate provocada pelas outns preparages terroginosas.
Estas novas qualidades em nada alteram a sciencia medicamentosas do ferro, que sendo urna
substancia da qoal o medico se cao pode dispeusaa em sua dioica, de incomparavel utilidade
qualquer formula que le d propriedades taes, que o pratico possa prescrever sem receio. E
que cooseguio o pharmaeeutico Inermes com a preparago do citro-lactacto de ferro. Assim este
medicamento oceupa hoje o pmeko lugar entre aa numerosas preparagdes ferrogDOsas, com o
atiesta a pratica de muito mdicos distinctos que o tem eosaiado. Tem sido emprejrado como im-
menso proveito as molestias de languidez(chlorose paludas corea) na debidade subsecuente as
hemorrhagias, as hydropesias que apparecem depois das intermitentes na incontinencia: de urinas
por debidade, as perolas brancas, na escrophula, no rachismo, na purpura hemorrhagica, oa
convalesceneia das molestias graves, na caloro -anemia das malherea grvidas, em todos os casos
em que o aangue se acha empobrecido ou viciado pelas fadigas, affecees chronicas, cachexia tuber-
culosas, eaocrosa, syphililica, excessos reae/eos, onanismo e uso prolongado das precaucoes mer-
curiaes.
Estas enfermidades sendo mui frequentes a sendo o ferro a principal substancia de que o
medico tem de langar mo para as debelar, o autor do dtro-lactato da ferro merece louvores e o
reconhecimeato da bumanidade, por ter deicoberto uma formula pela qual se pode sem rece
do ferro.
Groza de botos de louga braocca a 120
Duzia de phospboros do gaz a 240
Dita de ditos de vela muilo superiores a 240
Pegas de fita para cs de todas as lar-
guras a 320.
Rival
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, defronte do sobrado
novo, est disposlo a vender tudo por prego que
admira, assim como seja:
Frascos de agua de lavando muilo gran-
des a
Sabonetea 0 melhor que pode haver a
Ditos grandes muito finos a
Frascos com cheiros muito unos a
Ditos ditos_ muito bonitos a
Garrafas d agua colale o melhor a
Fraacos combanha muito superior a
Ditos dita de urgo fioissima a
Fraacos de oleo babosa com cheiro a
Ditos dito dito a
Ditos dito nilo a
Ditoa para limpar a cabega e tirar caspas a
Ditos dito philocome do verdadeiro a
Ditos com banha transparente a
Ditos com superior agua de colonia a
Dita, frascos grandes a
Frascos de maca- oleo a
Ditos de opiata pequeos a 320 e
Ditos de dita grandes a
Tem um resto de lavande ambreada a
Linhs branca do gaz a 10 rs., e tres por
dous, e fina a
Dita de carlo Pedro V, com 200 jardas a
Dita dito dito com 50 jardas a
Carreteis de linha com 100 jardas a
Duzia de meias cruss muito encorpadasa
Dita de ditas muito superiores a
Dita de ditas brancas para senhora, mul-
to finas a
Vara da bico da largura de 3 dedos a
Dita do franja para toalbas a
800
320
160
500
.1*000
1*000
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
100
500
800
500
20
60
20
SO
2*400
4JJ500
3|000
120
80
Febreto da especie
Golla.
Hemorrboidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infla mmaees.
Irregularidades de
menstruaeo.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abstrucgo do venire.
Phlysica ou consump-
gao pulmonar.
Petenc,ao de ourina.
heumalismo.
mptomas secundarios.
inores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Loja do viado.
RuaNovan.8,
Nova loja de miudezas con-
fronte a camboa do Carmo
Grande sortimento de objectos fiaos pa-
ra norvas, como bem :
Ricas capellas brancas o que se pode encontrar
de mais moderno, e o mais delicado que se pode
dar, p'ols quem as vir nao deixar de comprar tao
delicada obra, e por baratissimo prego vista da
qualidade, ricos lengos de linho e algodo todos
bordados.de apurado deseoho, e pelo prego ani-
ma o comprador, ricos jarros de porcellana para
adornos desala, mui delicidas meias de seda pa-
ra senhora a 2* e 3$ o par, bicos de seda com
vidrilbo e sem vidrilho por baratos pregos, franja
de seda de todas as cores e larguras, ditas para
cortinados mui largas e delicados gostos a 3*5C0 a
pega, ricas caixinhas de marisco proprias para
dadiva a 8*, camisas bordadas para senhora, ul-
timo gosto, a 8* cada uma, guarniges para se-
un" ., \ _., I nhora, camisas e manguitos a 81 cada uma, gol-
estas pilulas \no estabelecimento Unhag a croch para senhora a ^ cada umSj ri_
eos leques de madreperola pelo diminuto prego
de 14* cada um, bandos de clina para senhora a
500 rs. ppar, que em outra parle 1*; e oulros
muitos objectos que vista dos compradores nao
se engeita dinheiro.
Loja do viado.
Nova loja de miudezas, perfumaras, e outros
objectos tendentes a miudezas, como bem :
Mui finas escovas*para facto pelo baratissimo
prego de 1* cada uma, pois quem aa vir nao dei-
var de comprar, ditas muito finas para cabello a
1*. 1*500. 2* e 3*. ditas muito finas para denles
a 240, 320, 400 e 500 rs., opiata ingleza o que
mais tem approvado para eonservago dos den-
les a 1*500, pos de arroz em caixinhas com sua
escovinha a 1*, dito dito sem escovinha a 500 rs.
de grsga, camisas francezas brancas e de cores
a 1*500 e 2*, ceroulas francezis de linho e algo-
do por baratsimos pregos, que avista dos com-
pradores nao se engeita dinheiro, e oulros ob-
jectos por menos 10 0(0 do que em outra qual-
quer parte. Este novo estabelecimento torna-se
bem coohecido para as pessoas que quizerem
mandar buscar amostras, por Qcar bem confronte
esmboa do Carmo, e ter um lindo viado na ta-
bolets.
Rival
sem igual.
Vendem-se
geral de Londres n. 224, ccStraod, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda era toda a America
do Sul, Habana e Hespauhal
Vendem-se as bocetinhas la 800 rs., cada
uma dellas contera urna instraego em porlu-
guez para explicar o modo de se usar destas pi-
lulas.
0 deposito giaal em casa do Sr. Soum
pharmaeeutico, na ruada Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Milhares d individuos da todas as nag&ai
podem testemunhar as virtudes desteremedio
nace s ario,que,
tem seuaorpoi
nicomparavaleprovaremcaso
pelo uso que delle fizeram
oembrosinteira mente saos depois de h a vor era-
pregado intilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-haconvencer dessascuras ma-
ravilbosas pelaleilura dos peridicos, quelh'ai
relatam todos os dias ha muitos annos; a
maior parte Sellas sao tao sor prndenles qut
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraran: com esto soberano remedie
o uso da seus bracos e pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospiaes, o te
deviam soffrer a ampulago I Dallas ha mui-
cas que'iavendo dcixado esses, asylos depada-
timenios, parase nao submeterem aessaopo-
raco dolorosa foramcuradas completamente.
mediante o uso desseprecioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusan de seu reco-
nhecimento deca raram estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor-fl outros magis-
trados, afimde mais autenticaren? sua afirma-
tiva.
Ninguem desesperara do estado de saude si
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantementeseguindo algum tempo c
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provarinconteftavelmente.
Que tudo cura.
O ungento be til, mais
rmente nos seguintes
CARTOES
DE
VISITA
DE
!OT DITO
Gartes de visita de nov gosto
Carles de visita de novo gosto.
Gartdcs de visita de novo gosto.
Urna duzia por 16^000.
Orna duaia por 16$000
Uma duzia por logOOO
Uma duzia per 16g000.
Retratista americano.
Retratista americano
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador,
Vende-se um escravo de tt
moco, ladino, sem achaques, nem *de-
feitos, o qual sabe tratar de mesa : na
ra do Imperador, a fallar com o te-
nente-coronel Barata.
Yende-se uma porca com 5 leitoas, muilo
barato : no lugar das Barreiraa em Olinda.


nacSo,
de mofo, covado 140 rs., ditas matizadas a 160,
cortes de chitas eseurss e alegres, fazenda fina a
29600, chitss francezas finas, o covado a 240,
260, 980, 300 e 320 rs., laazinba de quadros para
vestidos, a 280 e 400 ris o covado, csssas in-
gleziohs de quadros para vestidos, covado a
260. 280 e 300 rs.. ditss garibaldinss, fazenda
muilo fina a 320 o covado, aaiss bordadas, fazen-
da mnito fina a 3J e 4$, ditas com arcos de cor-
do de lioha que fazera as vezf s de balao a 3920O
e 49, ditaa de madapolo francez, baldea oa mais
bem feitos que tem vindo, pelo diminuto prego
de 39, 39500, 4 e 59, pegas de cambraia lisa mui-
to fina a 2) e 29500, ditas com 10 jardas, fazenda
fioissima, a 3$. 3g5O0, 4 e 59, meias pretas de
seda para senhora algo par, ditas branras de
algodo para andar em casa a 200 e 240 rs., e
outras muitss fazendas que sa vendem por prectis
baratissimos, e de todas se dio as amostras dei-
xando penhor, ou nandam-se levar em casa dos
freguezes que quizerem comprar : na loja da ra
da lmperatnz n. 60, de Gama & Silva.
Brithantinas americanas.
Vende-se brilhaotina americana com lindiss'i-
mas cores, aeodo fazenda inteirameote nova e
moderna da 4 1|2 palmos de largura a 400 ra. o
covado : na ra da Imperalriz n. 60, loja do
pavo.
Moirautique.
Acaba de chegar pelo ultimo vapor francez 63-
ta fazenda de seda com o nome de moirantique,
sendo de varias cores e branca, propria para ves-
tidos de noiva, e vende-se por prego> baratissimo
s na loja do pavo, ra da Imperalriz n. 60.
Pannos a 1^600.
Vende-se panno preto e dito cor de caf, fa-
zenda muito encorpala a I56OO o covado para
acabar: naruadalmperatriz n. 60, loja dopa?o
Chales pretos a 3#.
Vendem-se chales de fil pretos muito grandes
e finos, fazenda que semprese vendeu a 89 e 109,
e a 39 ; na ra da Imperatriz n. 60, loja do pavo
Bordados.
Vendem-se finissimas tiras bordadas tapadas e
transparentes, e entremeios da mesma qoalida-
de : ni ra da Imperalriz n. 60, loja do pavao.
Manguitos e gollinhas.
Vendem-se gollinhas com manguitos de cm-
brala bordados a 19280, manguitos bordados mui-
to finos a 19, calciohas bordadas para menir-a a
19, gollinhas nuito finas a 320, 500 e 19 ; na ra
da Imperalriz n. 60, loja do pavo.
Cassas suis?as
Yende-se cusa de quadrinhos a imitacao de
sedas de*quadrinhos, propria para vestidos de me-
ninos, covado a 240 rs.; na ra da Iaiperalru a.
60, loja do pavo.
Chapelinas.
Vendem-se chapeliuas muito bem enfeitadas
para senhora a 59 e 89 : na ra da Imperatriz n.
60, loja do pavo, I ;
Sedas.
Vendem-se grosdenaples pretos muilo encor-
pados a 18500, 19600 e lg80O, dito cor de rosa,
cor de canna e azul, sedas lavradas de cores, cha-
malote preto e sarja preta hespaohola a I98OO :
na ra da Impeptriz n. 60, loja do pavo.
Fancy a 1#600.
Vende-se fancy, fazenda de la lisas e meseta-
das, propria para celess, paletots, colletes e ca-
pas para senhoras, e roupas de meninos, lendo
esta fazenda 6 palmos de largura a I96OO : na
ra da Imperalriz n. CO, loja dopavo.
Espartilhos
Vendem-se espaitilhosioglezes que sao os aie-
lhorea : na ra da Imperalriz n. 60 loja do
pavo.
Para meninos.
Vendem-se vestuarios para meninos e meni-
nas muito bem enfeitados : na ra da Imperatriz
n. 60, loja do pavo. _
Madapolo a 3$.
Madapolo enfeatado com 14 jardas a 39 a pe-
qj ; ni ra da Imperatriz n#60, loja do pavo.
Na ra Nova d. 19, vende-ae velbulina i".
cores a 500 rs. o covado.
UfrJUL
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55 loja de miudezas
de Jos de AzevoJo Maia e Silva, esta vendenu
todas as miudezas por pregos j sabidos a co-
nhecidos :
Grotas depennas de agode todas as quali-
dades a
partlcn
casos
dajbexig
Inflammago
na matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos. 1
da reptis.
qualquer
aja.
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Ancores.
Cortaduras
Dores de cabecar
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em gcral.
Ditas de anus.
Empines escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Fiialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchaees.
nflammagao do ligado.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pee-
soas enearregadas de sua venda em toda a
America do, sol, Havana e Hespanha.
Tende-se a 800 rs cada bocetioha conten
uma inslruceao em portuguez para explicar o
modo de faxar uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaeeutico, na ra de Cruz n. 22, en
Pernambuco.
Mordeduras
Picadora de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas,
Sarna.
Supurages ptridas
Tinha, em
parte que
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulaces
Veias torcidas oa
das as pernas,
36 Larga do Rosario 36
atascaras de cera boas a
Dilas de massa a
Carreteis delioba de cores e brancas a
Ditoa de dita branca de 200 jardas a
Agulhas curtas com toque a 40 rs., e
limpas a
Gartea de colchetes miudos a
Ditos de ditos maiores a
Missangaa miudas (macinbo) a
Pegas de tranga de caracol de la de co-
res com 13 e 15 varas a
Duzia de meias para senhora a
Ditas cruaa para homem a 2(400 e
Linhas do gaz pretas, brancas e de cores a
Calungas de porcellana com 6 pollegadas
para cima de mesa a
Jarroa de dita pequeos, um por
Tranga de seda cor de roas, a vara
Dita dita de diversas cores a
Fitas de velludo de cores a 200, 300 e
Toacas de la para senhora a
Apparelhos de pao, loaga. e folha
de 240 a
Franja de seda a 320 e
Pegas de bico estreilinho com 20 varas a
Enfeites modernos muito bonsa
Gollinhas de traspassocom botao a
500
no-
pre um bom sortimento e por baratoa pregos.
Farelo de Lisboa.
Vendem Oliveira & Carvalho, na travessa da
Madre de Dos d. 5.
Grande pechincha na
arara .
Vendem se corles d chitas francezas com 14
corados, com pequeo toque de cupim, pelo ba-
rato prego de 2| o corte, ditas para covado a 160
e 200 re. o covado, fil de linho lavrado muito
fino a 19200 a vara, manguitos e golla de linho a
29500, gollas com botaozinho a 640, ditaa de tras-
passa a 1 g, cortes de cambraia de babados a 3$ e
3|500, corteado fuslo para caiga a 19120, ditos
de brim a 1J, 19280 e 15600, cobertores de algo-
dio a 19, entremeioa e tiras bordadas a 19 a pe-
ga,colchas de crochet a 89,ditas de fuslo a 59 e
65, cobertaa de chitas a 19800: na ra da Impe-
ralriz, armazem e loja da arara n. 56, de Maga-
bies & Mandas.
Vende-se uma taberna com pdeos- fundos,
muito propiiavjata principiante, na povoago do
Barro : qaem i Sjalender, dirija-se ao mesmo
lagar, pasaariH PTadeira.
Nvelos de linha que pelo lamanho a todos
admiram a
Caixas de agulhas francezas a
Caixas com alfineies muito finos a
Caixas com apparelho para entreter me-
ninos a
Dilas ditos grandes a
Baralhos porluguezes a 120 e
Groza de boles pequeos para caiga a
Tesouras para unhas muito finas a
Ditas-para costura muito superiores a
Baralhos francezes para voltarete muilo fi-
nos a
Aglheiros com sgulrm francezas a
Caivetes de aparar pennas de 1 folha a
Pegas de traoga de la com 10 varas a
Ditas de tranga de la de todas as cores a
Pares de sapatos de tranga de la a
Carlas de alfioetes francezea a
Pares de luvas fio da Escocia muito Soasa
Dilaa dilas brancas grossas a
Escotas para limpar denles muito finas a
Massoscom superiores grampos a
Cartes com colxetes de algum defeito a
Ditos de ditos superiores a 40 e
Dedaes de fundo de ac muito superiores a
Cofiadores para vestidos de senhora com 4
varas a
Caixaa com colxetes francezes a
Cartas de alfinetes de ferro a
Charuteiras muito finas a
Tinterrasde vidro com tinta a
Ditos de barro com tinta superior a
Areia preta e azul muito fina a libra a
Tenho nova remessa de labyrinlho
der por todo prego, assim como lenbo t*rngas~de
seda differentes cores para vender por todo di-
nheiro que oilerecerem.
120
120
60
240
500
200
120
400
400
320
80
80
200
800
1J280
100
320
100
200
40
20
60
100
80
40
80
1&000
160
120
120
para ven-
LOJA AMARLELA."
GURGEL & PERDIGAO'.
Ra da Cadeia do Recife n. 23.
A 33SO0O.
Cortea de veatidoa de cambraia bran-
coa bordados.
A 500 e 640 rs.
Laziuha de cores de muito liodos pa-
dres.
A 309, 509 e 60$.
Capas compridas de gorgurao e de
grosdenaples, preto e de cor.
De 2f a 139.
Manguitos finos e gollinhas de diffe-
rent6s feitios modernos.
A 129000.
Botinas de Meli e bezerro.
De 49 a 89.
Salas bal&o de muilo boa qualidade.
Novidade.,
Pentes de tartaruga, omisas para se-
nhora, meiaa elsticas, intos e enfeites
de cabega, chales de todas as qualidades,
chapeos de palha, camisa para meninos,
leques.
Nesse estabelecimento se vende muito
barato, tem um sortimento completo que
seria enfadoobo menoioaar.


N-J..U.JPJJ.WV
z
mimo m? hwwrjco
iiM Preservativo universal.
45Ra Direita45
Oihem!...
Urna das iolelligenciis malhor esclarecidas ni
sciecia de Hipcrates, depois de longo aooos
de eiercicio de curar e malar conreneeu-se au-
na!, que o nico preservativo infallivel de qual-
quer epidemia, por mais mortfera que (ssa, era
conservar a cabera fresca, ventredesembaracado
e PS QUENTES. Ora, viajando por hi ama
epidemia.que mata gente como qaalqaer outra, 4
occasiao de pormos em pratica eates principios i
usando pouco do chapeo e sempre som-
bra ; tomando de 15 em 15 dias um laxante de
sal de glaober, e mais acrrimo ioimigo da epi-
demia, segundo a opinio e a pratica de um dos
ornamentos da nossa magistratura;'e laucando
co cisco todo o calcado velho, dirigiodo-se lodos
ao armazemvda ra Direita n. 45, onde o respec-
tivo proprietario a todos recaber com corlezia,
aturar as massadas, aquecer os ps com ei-
celleole calcado, segundo o goslo, e estado -
nanceiro de cada um, e vejam :
Horneas.
HORZEGUINS dos melhores fabricantes,
francezes, ioglezes e brasileiros a 138, *
12. 11. 105, 95O0, 8* e............... 5j>500
SAPATOES a 7#500, 6$500, 5500, 5,
4500at................................ 2*000
Meninos.
SAPATOES a 55500, 5*. 4*. 3*500 a...... 10600
Sennoras
BOTINAS de fabricantes francezes, ingle-
zes, allemaes e americanos federaes
6$, 5*500, 59, 4S500. 3S500 a........... 2*500
Meninas.
BOTINAS a 4*500 e...................... tyooo
Um completo sortimeoto de sapatos vara se-
Bhora de couro de lustre virado a 500 rs., de ta-
pete a 800 rs., de lustre (os. 32 e 33) a 800 rs.,
de tranga francezes a 1*300, portugaezes 2*. mul-
to couro de lustre, de porco, cordavao, marro- i
quim, bezerro francez, sola de lustre, courinhos
ysquetas, sola etc., que ludo veode-so como e
nenhuma parte.
Chegaram de Lisboa no biigue Eugenia,
dous bonitos burros e urna burra, os quaes se
vendem por barato preco : para ver, na cocheira
de largo da Assembla n. 4, e para tratar, no es-
criptorio de Antonio Lat de Oliveira Azevedo.
Venda-de urna escrava.
Telo juizo de orpbaos de Olinda vai em praca
por arrematado urna escrava pega de vinte e tan-
tos aonos, no dia 15 do correle ; convida-se,
pGrtaolo, a quem inleresse tiver, para que appa-
Para temno de chuya.
Calcas, colleles, paletots e ciuees, aeratnptam-
se eom brevldade pala achtaa. de- anaMIra ; na
rs-Nova-o. 67. leuda de J. Huf dar, alfciaae.
. Vende-se ama armario d6 louro envidra-
ada, propria pira assento de qoalquer negocia:
na ra estrella do Rosario n. 39.
Phosphto de ferro de Leras
Veode-se com razoavel abatimento de preco
para fechar contas ; no escriptorio de Almeida
Gomes, Alves & C, ra ds Cruz n. 27.
Venda.
Anda est por vender taberna da ra da Im-
peratriz n. 4, um dos bons logares da Bos-VIsta,
e nao apparece sempre urna casa destai nesaa
ra : os pretendentes apparecam por que todo o
negocio se faz ; a tratar na taberna grande da
Soledade.
Superior cal,de Lisboa.
Tem para vender am porgao e a retalho Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C., no seu es-
criptorio ra da Cruz n. 1.
As serhoras de
bom gosto.
Vendem-se espartilhos preguicosa dos me-
lhores que ha a 2*600 e 3* : aa ra da Impera-
triz n. 48, junto a padaria franceza. Esto se
acabando.
Novas velas ds composico
que dio luz igual as de espermacete, a 500 rs. a
libra, e em caixa de 20 libras a 460 rs., cana en-
garrafada a 200 rs. a garrafa ; na ra das Crozes
n. 21, esquina da trivessa do Ouvidor.
A 320 rsf ocovado, grande
pechinoha.
Vendem-se superiores cambraias francezas de
muito bonitos padres a 320 rs. o covadq, fa-
zen'da muito fina que sempre vendeu-se por 800
e 1* a vara, venham por ellas, antes que se aca-
bem; na roa do Queimado n. 22, na bem eonhe-
cida toja da boa f.
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Veode-se em porcSo e a retlho de urna sacca
psra cima, e por commodo preco : na ra da ala-
dre de Dos confronte abotica a. 30.
Cal de Lisboa.
Chegou pelo ultimo navio, nova encommenda
de cal virgem para purificar assucar, a qusl ven-
de-se muito barato para acabar ; na taberna
n. 47 aa raa estreita do Rosario.
Aoe Uhnquitw.
yB^eTj^aaafeiiorea-leaeoalfrsB,
tacao dos de (lobo, multo proprioa para os taba-
aiml-
baratissimo preco de 5 6"6| i duzla : na ni do
Queimado n. SL Um ootaeld. laja da boa f.
Fil uso e tarlatana.
. y.6^:." *U.peJ[OrfiI6 liso e Urlatana branca
e de eOres. pelo biratlnimo preco de 8fJOrs. a
aorJueim.,rn?022,!,C,d' ^ *''~ "
llicoi enfeites.
n,y?"" "* f *ri,w Meites os mal.
modernos que ha, pretos e de coras, pelo bara-
tissimo preco de 6 e 6*500 : na kfa W\ U,
na raa do Queimado n. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias francesas da lindas co-
rea, pelo baralissimo preco de 280 o covado ; w
ra do Queimado n. 22, na bem eonhecida loja
da boa i.
Cambraias francezas fnissimas. i
Superiores cambraias francezas muito finas, da
muito bonitos padres, pela barato preco de 700
rs. a vara : na loja da boa f, na raa do Queima-
do n. 22.
CamuraU Usa.
Vende-se cantbraia lisa transparente muito tf-
na, pelo barato preco da 4 e 5J*a peca com 8 1)2
- tapada muito superior, peca da 10
aa ra' do Queimado n. 22, na loja
ARMAZEMJPROGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
ffgo da Penia
de superior qualidade a 440 rs. lnteiro, e 480 rs. a libra.
400 rs. a libra e em caixa a 8*.
ft
A8anca-se a boa qualidade de todo qualquer enero
3Prue t\T a^mazem, assim como Ten(le-'se por menos 5 a 10 por cento do que em outra
^amteiga ing\eia a mals 8uperior d0 mercad0 B 800 rsa libr em bmU m Ut&
aDaumnDto.
1 mUiga U&mmk. ffisis noTa ,60o .,- barra, 640 rs.. u**
W*\V>9 d0 W^0ihegid01BMle ultimo vapor por 3*000.
a 1*000 de superior qualidade e muito frescaes a 800 inteiro, em libra
PreiunU para tplm muit0 noyog 500 rs Iibra>
iPrazmito da eiuo
ao o tnelhor pelisco ^ua podo haver por estar promplo a toda a hora a 1* a libra.
Jaaeia5ii> do reiao m Hbri e arroba t9m
Gaoa?ias e paioa chegidos neite aUimo navi0f a nQ rs a libra
Sa^aa d?, poTco?efinada ,an
tL km im ,l 48 e em ,ala com 10 libr" Pw W00 rs.
se tor em barril a 440 rs. a libra.
^Iarme\?daisWeSfttl, r.a .u
ann r. vTV u fa(n'"lo Abreu e de outros muitos fabricantes de Lisboa
900 a llb". em latas de 2 libras" por 1*600 aflanca-ae a boa qualidade.
Rrlftft A^m^adoas e coaeitos em lata8de2 libras conlendo differentei
muito proprio para mimo, a 2*000.
***** e portuguezas em latas de 1 libra, por 640 rs. ditas em nielas
a auu rs.
Muira, macarrao e la \a*rVm a
\.\oieB muil0 O0Ta8 a 100r8 a libraj e 49000r8# a 1brs_
llO raaeQZi em cartoes muito enfeitados proprios para mimo a 600 rs.
eae"ra i^s a mols superior qiie ha l000 ats caixi f
abalimeoto.
Genebf a de KoUauda a 6000 r, tfalqueira m rg o frasco
Viaaoseagarraados, 8d0 Douroal600 .a Potlo m
Suque a ei? cai"8e fara abaUmeni-
**ax das maiJ 3Creuilada8 marcas a 1J( a garrafa e em-(M1jxll, Q|f, dB2ia
-.ampag^e deferentes marcas a 16* a duzia e a 1J500 g garrafa, afflanca -se a boa
Verdadera wrvela eiMAi, da 0.^ B.iu, .o **.
a 500 rs. a garrafa. '
V auo em pipa porl0f Lisboa e Rguera a 9JSO0 ^ e 4mo a canada
Rapermasete ,aperior. 740 em C8f 1 e 760 ri. a 1bra/
Batatas novas em gig08 de umaarroba a 1|#
^allOCO^ate os ma8 superiores hespanhol a 18200. francez a 1J. porlaguez a 800 rs. a libra
* gos ^a conunadre muil0 BOf0ii em caXM de 8 librj8 por a#500> e em libra a
W. mma de engommar, muito alva a 100 rs. a libra.
Amendoas de ca$ca mole a 400 r a Iibra
Azeita dce reBnsd0,800 t a garrafa jem calxa a 8j
Palitos de denles Iixad03 com perfel5ao a 240 o ma5o>
Co^teVeU in^eWm propria.pa,fi.mbt..600rs..libr..
oaxiuua ingieza a mai8 nova d0 mercad0 a ^ a barrlca e em libr a SW t
eiXa ;~JJJ^^^ ... co. com 4 H2 br,. por 3*^. 4^ por^
M. ljOlO para linjpar facas 200 rs. cada um, em porgo se fsr abatimento.
3l:ejaS ena fMSC0S de l e 1[2 libra muito novas a 800 rs.
Iulepenanle dos gneros anounciados encontrara o respailara publico grande sorlimen-
to de gneros, tudo de superior qualidade.
Polassa da 8nssia
Vende-se etacasa deN. O Bieber &
C, sticcessores, ra da Cruz n. *
Sal de Lisboa.
Vende se a bordo da bares porlugueza Eipe-
ranga, sal de Lisbos limpo e re loado ; a tratar
na ra do Trapiche a. 17.
Paletots
brancos.
raa do Queimado n
da boa f.
raras, dita
varas a 6f :
da boa fe.
Bramante e atoalhada Ae
lino.
Vende-se superior bramante de paro linho com
dvasi rarar de largura a 2*400 a -vara, assim como
atoalhado adamascado tambera de puralinbo,
corai 8 palmos de largura a 2*500a Tara: aanem
eonhecida loja da boa f-,na ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortes de ealca.
Vendam-sa sortea de caiga de meia aaemira
de cores escaras a 2$ cada corle ; na ipia da boa
la, na raa do Queimado n. ti.
Porl bouquets,
Dourados com cabos dema-
dreperola.
Chegaram opportunamente para a loja d'aguia
branca os bonitos port bouquets dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
sua propria encommenda, Ocando assim remedia-
da a (alta que havia dessea port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a lempo para os di-
versos casamento* e bajles que se contao nesses
das, por sso as pessoas qa*e por elles esperavam
e arque de novo os quiserem comprar dirigi-
rem-se munidos de dinheko 4 loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado a. 16, que encontrario obra
de bom gosto, barateza, agrado e sinceridade.
de cambraieta.
Vendem-se superiores salas de cambraietainui-
lo fina, com 4 pannos, pelo diminuto preco de
5r.a ellas, que sio muito barataa: aa ra do
Queimado d. 22, oa bem eonhecida loja da boa fe-
RuaflaSenzalaNoTa n.42
Vanfla-sa am easada S. E.lonhston 4 C,
alliase silhasnglazas,candeairoia eastieaes
bromeados,lonas nglazss, fio dsvala,chicote
ptracarros, amoniaria.trraiospara earroda
u ions savaloi r slogio ida ouro aaianta
Dflax.
IVavalhas d'aco
com cabo d marfim.
Vende-se na loja d'aguia brenca mui finas na-
vainas d'a(o refinado com cabos de marfim, e
para assegurar-se a bondade deltas baila dizer-
se que sao dos afamados e acreditados fsbrican-
'Rofifers & C, custa cada estojo de duas na-
valhas 8*000: na ra do Quoiotado, loja d'aguia
branca, n. 16.
Libras sterlinas.
Vandem-se no escriptorio de Manoel Ignacio
de Oliveira 4 Filho, pra^s do Corpo Santo n. 19.
luengos brancos mnito
Unos.
Vendem-se lencos brancos muito finos, pelo
diminuto pre<;o de 2*400 a duzia, grande pe-
chincha : na loja da boa f, na ra do Queimado
numero 22.
Gollinhas
de traspasso bordadas em
cambraia fina.
Vendem-se a S* cada uma : na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16 A obra boa e
o lempo proprio ; a ellas, freguezas, antes que
se acabem.
Arados americano se machina-
paralava roupa:emcasadeS.P.Jos
hston 4 C. ra daS ;nzala n.*S.
Bonecas bonitas
com rosto, e meia pernade
porcelana.
Vende-se mui bonitas bonecas com rosto, e
meia perna de porcellanaaosbaratissimos precos
de 240,360,500,560. 640, *20, 800 e 1*000: Uso
na ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Luvas de pellica pretas.
Vendem -se as luvas pretaa de pellica com pe-
queo toque de mofo por preso baratissimo ; na
loja d aguia de ouro, ra do Gabug n. 1 B.
Phosphoros de seguranca.
Gaizinhas com mil e tantos phosphoros de se-
guranga a 160 rs. a caizinha que s pela segu-
ranca delles por Iivrar de incendio sao da graca:
na loja da victoria na ra do Queimado n. 75.
junto a loja de cera.
Meias baratas.
Ifeias pintadas para horaem a 120 e 160 rs. O
par, ditas brancas para menina a 180 rs. o par,
ditas de laa para o fri a 500 rs. o par: na loja
da victoria oa raa do Queimado d. 75. junto a
loja de cera.
Galanteras de gqsto
E' o que pode haver de mais gosto em galan-
teras de vidro e porcelana como aejam jarros,
fraiquiohos e garraflnhn*. maateigoeiras e assu-
careiros. jarriohos para boqueta de cravo a ou-
tras muitas cousaa : na loja da victoria na ra
do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Vende-se _
(reguezia de f. Lo
ou troca-se sor
tender dirija-a
ras da,manhaa as
o Santa fcwia alto na
da alta, a diautfra
eata ataos f queca ate-
Candeeires edonomicos
a gaz,
Bs^-artvf.ssa vssmsp
lia do Oneimado n. 19.
Santos Coelho tem para
vender o seguinte:
Esleirs da India de 4, 5 e 6 palmos de largo
propnas para forrar camas e salas.
Lencoes da bramante largos a 3* eada um.
Loberas de chita a chineza a 1J800.
Lencoes de panno de linho fino a 2*.
Toalhas adamascadas de linho para mesa a 4*
o covad Cm deeil de aTaria a 160 "
^ Toalhes de fustSo para me. a 500 rs. cada
r?h!'-d*5,l!i0 dam""'>o grandes a 6*.
Umbralas de cores a 160 o covado.
2fi000 ncamenle boruas e de tr.spssso a
Semen tes de hortalices
depao e bolacha n.82. .ementes da hortalices L
.SJeuop!^ ^ BegaHaanotiltimo paquee
Bolcinhas de borracha
para fumo.
Muito lindas bolcinhas de borracha psraauir-
dar fumo pelo baratissimo prego de inoo.fi
Lindeza. /
Vanda-se fazenda denominada lindeza, ptima
para vestidos a 160 rs. o covado : na loia do Du-
srte, ra da Imperatriz d. 20.
Atenco
Vendem-se caixCes vasios proprjos
parabahuleiros.funileirostc.al^SO:
quem pretender dirija-se a esta tipo'-
graphia, que ah se dir' quemWem
para vender.
Miudeas batas
Na loja da victoria na ra do
QOeMcfdb 'Jtinfo a loja de
cera,
Oalchetes fraocezea em carlo a 40 rs. 1
Alflaates franceses cabeca chata a 190rs. a earta.
Papel com cento e tantos alnela, a 40 rs. o
papal.
Linaar victoria em carrllel com 200-lardas a 60
rs. o carrilel. '
Ditas de 200 jardas de Alexander a 900 rs. a da-
Zlfla
Dil.s de 100 jardas, brancas e de cotas a 30 ra. o
camtel.
Ditas deTedro "V brancas e de cores a 40 rs. o
car la o.
Grampo. a40 rs. o mago.
leadores brancos a 60 e 80*rs.
Carteiriohu com agulbas fraacezas a 320 ra.
trancas brancas de linho a 100 rs.a peca.
Agulhas de enar vestido a 40 rs. cada uma.
contar,, na loja da victoria na ra do Oueimidn
"U ra do Queimado
n. 75, junto a loja de cera. *
Aloja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta loja por eslsr conslsotemaate a recebar
perfumaras finas de suas proprias eoconMoeadaa,
bem se pode diser que est constituida um depo-
sito de ditas, tendo-as sempre dos melhores e
mais acreditados fabricantes, como Lubin, Plver
Coudray e Sociel Hygienique, etc., etc. : por
uso, cjuem uizer prover-se do bom, dirigir-se
a ra do Qyeimado, loja d'aguia branca n. 16, que
-acbar sempre um liodo e completo sortimento.
toado de mal. a mais a elegancia dos frascos, e
barateza por qua se vendem convida e anima ao
oamprador.
Carros e carrosas.
Em casa de N. O. Bieber
A C. successores ra da Cruz
numero 4.
Bazar de caluugas
e brinqudos para meninos e
meninas.
Na ra Direita n. 7 defronte da grande
'fabrica de tamancos.
Neste est.balacimenlo novo aa ancoalraro
sempre grande sortimento de calungas a brin-
qudos de todas as qualidades e pregas para me-
ninos e meninas, assim como tambem charutos
muito boos e baratas, tanto em caixa como a re-
talho.
Panno de algodo da
Baha.-
Vende-se no escriptorio de Antonio Luiz. da
""VAtefaV-cTlj., roada"Crozir. 1.
Riscado monstro.
Vendem-se carros
americaaos mui elegantes
I Pa" dua< e 4PeM0 reeebem-se an-
cora mendas para cujoflm elles possuem map-
pas com variosi desenos, tambera vendem car-
rogaspara conduegao de assacaretc.
Enfeites para senhora.
Lindos enfeites para cebeca de gosto o mais
moderno que tem apparecido a 51, 591500 e 6 ;
na oja da victoria na ra do Queimado u. 75
unto a loja de cera.
Sebo em pao,
Vende-se sebo em pao do Porto, caixinhas de
arroba : no armazem de Arsenio Augusto Fer-
reira, ra da Madre de Dos n. 12
Vende-se riscado aaoustro, fsteada muito eeo-
oomica pera o uso domestico por ter grande lar-
gura e o seu prego eer de 200 aa. o covado : oa
ra da Icoperatrii, laja m 20, do Duarte:
UNDICiO UW-IOOR
Raa daSenzalla Nova i.42.
Hasta s tabslacimcnto contina a lavar um
ompletosortimantodamosndssemeiasmoen-
dasparaaagraho.ssachinasds vapor alaixts
iafarro batido s coado,da todos oslamnihos
tradito,
Soahall Mellors & C, teodo roeebido or-
dem para vender o seu creacido deposito de rslo-
gios vjsto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portento, s pessoas que quizerem
possuir um bom rologio de ouro ou prala do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portunldade sem perda da tempo, para vir com-
pra-Ios. por commodo preco no seu escriptorio
, ra do Trapiche n.28.
Na loja da diligencia, na
ra do;Queimado n. 65
tem pera vender cascarrilha redonda de nova ia-
vancao a 400 rs. a pega.
Phosphoros do gaz
2t200agroza.
Dinheiro vista.
Na ra da Cadeia do Recife n. 56 A, loia de
ferrasen* de Vidal & Bastos.
36, ra das Crozes de Santo Antonio, 36,
i
So no armazem da
arara.
Contina vender suas uzeadas por pracos ba-
ratsimos como sempre vendeu para agradar
sens freguetes, a ser: pegas de madapolao fino
fnf1"1 3, ditas de cambraia branca lisa a
18600 e 2#, ditas finas a 3t a 3f500, ditas ada-
mascada, para cortinado, de 20 varaa a 9. ditas
de 10 varas 4500 e 3|. panno prato para caigas
e paletots a 1J800,2 e 2J500 o covado. corles de
casemirs preta para caiga enfestada 3#500 e 4,
brilhantina branca eoiestad. para veatidaa a
o covado, gorgurao, fazenda ora para rostidos
a 320 o cpvado, barege de seda a balso par. ves-
tidos a 400 rs. o covado, liazinhas para vestidos
a 280 o corado, cortA de ditas flnis com 15 co-
vadoa a 2|500, ditos a a|O0 a 1#500, ril de li-
nho da cores e blanco a 200.ra. o covado, chitas
Vendem-se superiores paletots de brim branco
do puro linho, pelo baratissimo prego de5f : na a 160 e 200 rs., ditas lar r VaTuMT iaB Ut5 car,,auu
22, oa bem contacid* loja lurc. a 280 e 320 o covato. e outras muitas fa- BolacMnha lete
izeodss qua se dio ss amostras nara ae rr: na "u,ay"mua "*iic
dem franceza f!rVf,lhida' 80 e moo>eem barril tr ******
nl\a 1 a"?e.D^S che^os nest, ultimo vapor a 3#000.
Oue o i.?!fnn? m9,h0r qU9 T Desle genero por a a ?.
sssscte mrr rdo de mo 2,88 ,ib-
Presuntos noUt haraburpaez 720 >a.
Vinho mJ^mSS!^ '
1200e l300 a rraf. .oiI/BB,f'. neeUr* Care,v,,los Cames, Madeira sacca, Feitoria velho, seeeo e chamiseo
Vinhn "R A "Barraia, e ivoqq a duzia.
Villho pIT ^ SUPerr qBTd8d* dffreDt9S marCaS 800 a a arrsfa a do 8500 a 101000 a,lwi.,
i,,""/' Pr0pri0? P"a H d9 500 600 "' a 8rraf de 35800 s 4800 csn.ds.
9Mn? lff!Pttri?v eSe,h^ d6 ,0dS S fabrican,es de Lisb0 P^misda as axposlcSes univarsaes da Londres a Pars a
vou rs. laU. de uma libra e a 1700 as de duas libras.
utoSl^f'S caadan,nm.?1CC,,a ^^ *' ^^ 6 *'* .^ *"* h" f ^^ Pr Srflm **** m^U' ad
FigOS em CaxinhaS de 4 librajmuito frseos e gramdes a 2000.
Peras seCCa em caixinha de 4 libras cheg.das neste ltimo vapor a 3#50O e 1200 a libra, afianca-se ser malhor que pode havet nesta
genero.
AmeixaS francezas em latas de5 Usma por 49000 e 1000 por libra.
PaSSas em caixinhas da oiio libras, as melhores do mercado a 3 a 640 rs. a libra, a em caixa de urna arroba a 9*500.
Latas COmiructaS d todas as qualidades que ha em Portugal da 700 a 19000 a lata.
Corillthias em frascos da 1 J [2 a 2 libras de 1*600 a 29200.
GaiXas SOrtdaS eom ameixai, amendoas, passas figos, peras e nozes o que ha de mais proprio para mimos, da 4*000 a 59000 rs;
por caixa de 10 a 12 libras, e 320 rs. a libra dos figos.
Lata COffi bplaxinha de Oda de diversas qualidades, e muito novas a 19450. e grandes de 4 a 8 libras de 500 a 4*500.
Conservas inglezaS frandezas a portnguezis de 600 a 800 ris o frasco.'
ErVlhas francezas a portuguezas a 720 rs. a lata, afianca-se aerem as mais bem preparadas que tem vindo ao mercado.
MaSSaS lalha.rlm, raacarrao e afetria as mais novas que temos no mercado a 400 rs. a libra.
AmeQuoaS de casca molla a 400 ris alibra em porgao tara abatimento.
AZCltonaS de Lisboa novas agrandes vindas pela primeira vez ao nosso mercado a 3}500 a a neo reta.
Champa&he *ss marcas mais jaereditadas de 15 a,20*000 res o gigo do 1*500 a 2* a garrafa.
Cervejas das melhores marcas aBSOrs. a garrafa a de 5 a 69000 a duzia da branca.
Cognac a malhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa a a 109000 a duzia.
Genebra de Hollailda a 600 rs. o frasco a 69500 afrasqueira com 12 frascos.
Chocolate o mais superior que leaos tido no mercado portuguez, hespanhol a francez de 19 a 1*20* alibra,
Vinagre purt) de lisboa a ** rs. a garrafa e 19850 a canada,
Espermacete Superior sera a varia a 7*0 rs. em caixa a a 700 ra. a libra.
ArrOZ o melhor do marcado a 100 rs. a libra e 2*700 a arroba do da India a 12Q rs. a libra do Marnho,
Alpista 6 painco o mais limpo que ha a 100 rs. a libra do alpiste a 240 re. a libra do painco.
Vinagre branco o menor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa-a 2*560 a canada.
Massa de tomate em latas de uma libra do mais acreditado autor de Lisboa a viada a primeira vez a nosso aereado, da 1 a lata.
Ara ruta a malhor que se pode desajar a 320 rs. a libra, e 160 rs: a libra da gomma.
lOUCQho de Lisboa o mais novo do marcado a 320 res a libran arroba a 109*00.
BatattS em gigos cora ama arroba, as melhores que ha no mercado a 1*800 o gigo.
LeotlihaS fraacezas, as melhores e mais saborosas de todos os legumes a 500 rs. a libra,
JNozes as melhores e mais novas por terem ohegado neste ultimo vapor a 200 rs, a libra.
Palitos lixados para denles a 200 e 160 rs. o maco eom 20 massinhos a fiar a 280 rs,
Latas com sardinha de Nantes uito novas a 440 rs. a Uta.
Velas de Carnauba ecomposi?o de superior qualidade a 400 rs. alibra e a 12*500 a arroba;


za inglesa a mais nova do mercado a 49 a barrica a MO rs. a libra.
ar*7ij!Dna%"cuaad^ "oltaSrlS 'it'l"?**' ^ *^"^^d"W A ,oa dos 8*ae^5 annonciados anao.otrarfco publico tudo que procura*- tendente a moldados, a por manca des por oaate da apa am la


Me
MUfrIMI'MWi000^4tJPftk^l*A 14 t>E ra^WrtO-De'M'
k;
1%
r "
'

I
Cal de Lisboa
desembarcada honlem ; vende-se mais .barato do
qiem qualquer entra parto : a ra. de Apollo
n. 36k4rnuea.de.Tutos* ,
Meias para scuYura.
Vtldem-ae superiores meias par* seohors <>
lo bKUWM prende 89840 a duzia : p- loja
da boa f, na ra o Queimado n. 2*.
Entremeios
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'agnia btatea a* acha um bello sorti-
monto de ntremelos bordados em loa cmbrala
transparente, e cono de leu coMuaee est Ten-
deado baratamente a 19200 a poca da- 3 rara,
teodo quantidade bastante de elida padrao, pata
vestidos ; e quem tiver dtoheiro 4 approveitar a
occasiio, e maudi-lof comprar na ra do Quei-
mado, loja d'agaia braaei o. 16.
Agulhas imperiaes.
Tera o fundo dourado.
A loja dr'sgtila branca tendo em vistis sempre-
Tender o bom, mandoa ir, e aoabam de ebegar
aqui (pela primeir* re) as superiores agulhas
imperiaes, com o fundo doursdo e mal bem fei-
tas, aendo para alfaides e costureirai, e cusa
cada papel 160 rs. A agulba assim boa anima
e adianto a quem cese com ella, e em regra aio
m ais baratas do que as ou I ras; quem aa com-
prar na ra do Queimtdo, loja d'aguia branca n
16, dir somero bem dallas.
Zefire para vestido.
Chegou pira a loja da yictorla -grande sorti-
mento de zeflr* para eofeites de resudo ou para
outra qualquer obra que se queira butar pelo
barato prego de 500 rs. a pega com 10 varas : na
loja da victoria na ra do Qaeimado n. 75, junto
a loja de cera.
Kscencia de ail.
Para engommad o.
Vendem-se frasquinhos com escencia de ail
coasa excelleote para engommado porque urna
gota della bastsnte para dar cor em urna bacia
de gomma tendo de msis a mais a preciosidade de
nao manchar a roupa como muitas vezes acon-
tece com o p de ail. Casta cada frasqufnho
500 rs. : na ra do Queimado loja da agaia bran-
ca d. 16.
Polassa americana,
Veade-ae potassa americana'muito nova a de
superior qualidade: no escriptorio de Manoel
Igoacio de Oliveica & Filho, largo do Gorpo San-
o n. 19.
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
B4ST0S & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceicjo dos Milita-
res n. 47.
Um grande a variado sortimento da
roupas (eitas, calcados a fazendas e todos
estes ss vendern por procos muito modi-
ficados como de sea coslume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannoa
o casacos feitos pelos ltimos figulinos a
269,289, 309 e a359, paletots dos mesmos
pannos preto a 16$, 18J, JO e a 4J,
ditos de casemira de edr mesclado.ede
novos pidres a 149.169, 189.209 e 249,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 99, 109,129 a a 149, ditos pretos pe-
lo diminuto prego de 89,109, e ltj, ditos
aja de sarja de seda a sobrecasacados a 12|,
JK ditos de merino de cordo a 129, dito*
5 de merino chines de apurado gosto a 159,
2 ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 10*,
9 ditos saceos pratos & 49, ditos de palha da
il seda fazenda muito superior a 49500, di-
8*' tos de brim pardo e de fusto a 39500, 49
e a 495OO, ditos de fusto branco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
. preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49, ditas de brim decores
Haas a 23500, 39, 39500 a a 4g, ditas de
brim brancos finas a 49500, 55, 59500 o a
I 69,ditas de brim loni a59 e a 6J, colletes
I de gorgurao preto e de coras a 5$ e a 6|,
\ ditos de casemira de cor a pretos a 4 $500
a a 59, ditos de fusto branco e de brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 4$,
l ditos de merino para luto a 49 e a 49500
1.calcas de merino para 1 uto a 45500 e a 5fi'
(.capas de borracha a 99. Para meninos
de todos os tamaahos: caigas de casemira
prea e da cor a 5J, 69 e a 79, ditas ditas
de brim a 2J, 39 e a 39500, paletots sac-
eos de casemira preta a 6jJ e a 7, dito*
de cor a 69 e a 7$, ditos de alpaca a|3.
sobrec"
14
para
misas
meios ricos vestidos de cambraia feitos
Eara meninas de 5 a 8 annos com cinco
abados lisos a 89 e a 125, ditos de gorgu-
ro de cor e de lia a 59 e a 69, ditos de
brim a 39, ditos de cambraia ricamente
bordados para baptisados.e muitas outras
fazendaa e roupas feitas que deixam de
aer mencionadas pela sua grande quanti-
dade; assim como recebe-setodaequal-
quer encommenda de roupaa para aa
mandar manufacturar e que para este fim
temos um completo sortimento de fazen-
das do gosto e urna grande oficina da al-
faiale dirigida porum hbil mestre que
pela sua promptidi e perfelcao nadadei-
xa a desojar.
xmmmmmmmMammm
Opiata ingleza
para dentes.
Est Analmente remediada a falta que se sen-
ta dessa apreciavel opiata inglesa tao proveito-
aa e necessaria para os dentes, isso porque a lo-
ja d'aguia branca aciba de recebe-la de sua en-
commenda, e continua a vende-la a 19500 ra. a
caiza.- quem quizer conservar seus denles per-
fetos prevenir-se mandando-s comprar em
dita loja d'aguia branca.rua do Queimado o. 16.
Vende-se
Bzeitede dend ou palma, dito de amendoim que
serve para luies e machinas, mais barato do que
em qualquer outraparte;'na roa do Vigario n.
19, pnmeiro andar.
Nada mais barato Aque
urna armacao
por 30,000 rs.
II* para vender urna bonita armacSo nova,
uuito propria para deposito ou fabrica de cha
rutoa, ou mesmo taberna, sendo pequea: a tra-
tar a ra do Arago n. 36.
Aos sniores padeiros.
Vende-se um cylindro de padaria em mallo
bom estado ; os ra da Guia, taberna n. 9.
; Attencao
* Urna pessoa que retlra-se para fora da provin-
cia, vende urna meta mobilia, constando de um
sof de Jacaranda, 6 cadeiras, 2 consolos, urna
mesa redonda com lampo de pedra, urna excel-
lente cama fraoceza tambera de Jacaranda, 1
guarda louca, novo, de amsrello, 1 lavatorio da
mesma madeira com lampo de .pedra marmore,
2 cabidas, 1 berreo, e mais ilgtins objectos que se
mostrar ao comprador : a tratar na ra das Li-
rangeiras n. 5.
1.000$ rs.
Chapeos de castor.
Dusrta.-
Veode-senm sobrado n rea daV Cinco
Pontasn. 23,'com mbftos commredos :' a tratar
Ma-rtia Imperial n. 168, das-6-asVda manir, e
de larde d.a 3 Ss 6.
Chapeos enfeilados.
I Vendem-se chapeos enfeitados muri recom-
meodaveis para as meninas que stao paisanda a
festa nos amenos arrabaldes desta heroica cidsde,
a preco de 29 cada um : na ru da Imperalriz,
loja o. 20, do Duarte. Na dita leja cima achirlo
continoadsSMata os. senhores consumidores um
grande e variado sortlroeolo de fazendas, tuda
baratissimo.
Veode-se um cofre : na rea do Queimado
numero 12.
f
A loja de marmore.
E Bournus de casemira para senhora a 10$
Manteletes de grosdenaple a I9
1 Leques de sndalo a 9
Bournut de casemira para meninos
de todas as idades a 5g
Grande sortimento de casesrrilhas,
trancas e lita de todas aa crea para ea-
feltes de vestidos por precos mais bara-
toado que em outra qualquer parte.
s Srs, eonsumif
de gaz-
Nos armazena doces do Ramos ns. 18 e 36 e
na ra do Trapisha Novo (no ReiW) n. 8. te
ved*a iiquido-amertesBa- priaeira qnaflda-
de* rawnteroeotechegadoa 149 a lata de ckrco
gaHOe, aseicn como se vendem latas de cinco
garrafas em garrafas.
Machinas anerieai
Em casa de N. O. Bieber & C. succesior.s,
ra da Cruz n. 4, vendem-se :
Machinas para regar hortas e capia
Ditas para descansar milho.
Ditas para cortar capia.
Selins com perleoces a 109 e 209.
Obras de metal principe prateadas.
Alcairo da Saeta.
Veroiz de alcalrao para navio.
Salsa parnlha de primeira qualidade do P
Vinho Xerez de 1836 em caixas de l'duzi
Cognac em cjixas de 1 duzia
Arades e grades.
Brilhntes.
Ctrrogas pequeas. '
Na loja ao p do arca de
Santo Antonio.
Chegou pelo ultimo vapor um rico sortimento
Vende-se un carro ptente de 4 rodas com to-
dos os seus perlencei, e urna parelha de cavallos
pretos, pelo barato preeo de l.OOOg : quem o
pretender, dirija-se a roa Nova n. 32, que achara
com quem tratar, e mostrar-se-ha o dito, pois
est em urna das cocheira da mesma ra.
Vende-se
00 pateo do Carina, esquina da ra de Hortas n.
2, eapermecete a 720, ameodoas a 360, flgos de
KoremSocoTi20aXbaa Sso SSm.' de ch'"Peo Garibaldi P"fl 'enhoM* n"i *
a 120 tZinho a 360 .Vroz 190 7$?i, cos 1ue fe tera yist0 no "^ado, assim como ri-
V^^^j^u^:^^SS^ tcem5B*JjljsS deliCd0, que ,e
a 180| alpiste a 180. canella a 960, erva-doce l \tem "SlVpot.pre.509 ^aoo'-
400rs., alfazema a 320. cominhos a 600 rs.,velas \a lOia QOVfinOr
de carnauba a 440, e 480 fins, manteiga ingleza J Taruli
a 640, 800 e 960, muito fina a 19120. banha a440
e 480, bolechinhae de todas as qualidades a 320, 1
doce da geiaba, am caiio lg, cravo da India a '
960, palitos do gas. groza a 29500, duzia a 240,
vinho de pipa a 400, 480, 560. 640, muito fino a
800 rs.. dito engarrafado a 800, 19 e 19200, du-
que do Porto' a 19500 a garrafa, azeite doce a 800
rs., azeilori.s a 640, cal de Lisboa, barrica de 4 >
arrobas a 79500.
N. O.Biebar & C.saccassores.rna daCrazi
n. 4, tem para vende rrelogios paraalgibeira da.
oaro e prata. r
Ra Novan. 7.
Acha-se barato grande sortimento de calcado
* francez e inglez, xonpa feila e perumarias mui-
to finas, quem duvidar pode ver.

i
Novos cinleiros de fitas com
pontas cahidas e franjas,
A. loja d'aguia branca acaba de receber pelo
vapor inglez os to procurados e muito bonitos
cinteiros de fitas cora ponas cahidas e franjas, e
por isso podem agora ser satisfactoriamente ser-
vidas sssenhoras que a desejavam ; el les achara-
se nicamente na dita loja d'aguia branca, ruado
Queimado o. 16. i
Fitas d chmalo-
te muito boas e
bonitas.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo va-
por inglez sua eneommenda de boas, bonitas e
largas fitas de chamelote brancas e outras cores,
as quaes sao exceltentes para cintos, lagos, etc.,
de vestidos para easamentos e bailes, assim como
para lagos de bouquetes, cinteiros de crianzas e
muitas outras diversas cousas, e como de seu
costume os precos sao menores do qae em outra
qualquer parte; assim quem munido de dinhei-
ro, dirigir-se a rus do Queimado loja. d'aguia
branea o. 16, ser bem servido.
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da mais nova e
superior qae ha no mercado e a prego muito
cammodo : no escriptorio De Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
Urna bar caca.
Vende-se ama bsreaga do porte de 35 caixas,
encalhada no estareiro do mestre carpinteiro Ja-
cintbo Elesbao, ao p da fortaleza das Cinco Pon- .
tas, aonde pode ser vista e examinada pelos pre- i
ledenles ; vende-se a prazo ou a dioheiro ; a
tratar com Manoel Alves Guerra, na ra do Tra-
piche n. 14.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na ra do Queimado n. 22,
se encontrar um completo sortimento de grava-
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramcnto.
Chapeos de sol de alpaca a #.
Duzia de meiascraas para homem a
19200 e o par a 120 rs., ditas brancas
muito finas a 2J5O0 a duzia, lencos de
cassa com barra decorosa 120 rs. cada
um, ditos brancosa 160 rs., baldea da
20 e 30 arcos a 8f, lazinha para ves-
tidos a 240 o covado, chales de merino
estampados finos a 59 e 69, tarlatana
branca e de cores muito fina com vara
e meia de largura a 480 rs. o corado,
fil de linho lisos 640 rs. a vara, pe-
cae de cambraia lisa fina a 39, casias
de cores para vestidos a 200 rs. o co-
vado, mussulina encarnada a 320 rs. o
covado, calcinhas para menina de escola
a Ig o par, gravatinhas de tranca a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. cada
um duzia 29, pegas de cambraia de sal-
pico maito fina a 39900, pegas de bre-
tanhaderolo a 29, chitas francezaa a
220 e 240 ra. o covado, a loja est
aberta das6 horas da manhaa as 9 da
noite.
, t : i :
Ruadas Cruzes
fabrica de charutos,| veode-se charutos a I5ft o
milbeiro do fumo da Babia, velaa de cbmpoai-
gao a llfa arroba, e em porgo faz-s abati-
mento; aflanca-se a boa quslidade.
vende flvelas para cintos o mais bem dourado que
possivel e dos mais lindos gostos que tem vindo
a este mercado, pelo baratissimo prege/de 29300
cada urna, carteiras com sgulhas as/mais bem
sortidas que se pode desejar, e em quanto a qua-
lidade nao pode haver nada melhor, pelo barato
prego de 500 ra. cada carteira, peonas da ago ca-
ligrapnia verdadeiras a 29 cada caixiriha com 12
duzas, ditas de langa verdadeiras n. 134 a 19200
cada groza, ditas muito boas ainda nao conheci-
das a 500 rs. a groza : na ra do Qiieimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fama nu-
mero 35. 7
Ven ie-se um terreno ns ra /do Hospicio,
quasi defronte do quartel, nraprio para edificar-
se urna casa, tendo 40 palmos d frente e 146 de
fundo, com alicerce : a tratar na ra do Trapi-
che n. 14, primeiro andar.
Banha noa
i
em copos grandes.
k' loja d'aguia branca visa a 'sua boa fregue-
zia que chegada a apreciavel banha fina em co-
pos grandes, e contina a vende-la mais barato
do que em outra qualquer parte aa ra do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
Calcado inglez
Campo! 4 Perelra, novmenie participara o
seus reguezes e smigpa, que receberam porgao
de pares de borsesuins inglezes de vsqueta, entre
ellas algn* de sola grossa, todos proprios para
invern, e os vende pelo baratissimo prego dei
10JOOO o par; assim como receberam tambero
urna pequea porgao de pares d botinas inglezas
para Senhoras, obra muito superior, e entio ven-
dendo a 71000 o par, na sua loja, na ra da Ca-
deia n. 82 '
Gaz liquido
Samuel Johnion & C. vendem em seu arma-
zem : ra da Senzala n. 43 latas com 5 gloes de
gil a -141000*
Para os senhores mu-

sieos.
Vende-se papel pautado para msica, pelo ba-
ratissimo prego de 60 rs. a folha para acabar:
na ldja do visdo, na ra Nova n. 8, confronte a
camboa do Carmo.
Superior rap de Lisboa em
frascos.
"Vende-se superior rap princesa Brasil em fres-
cos, chegado no nllimo vapor inglez Oneida
na ruado Crespo n.5, loja de Marcelino & C.
Esponjas finas
para o rosto.
Vende-se mui finas esponjas para rosto, a 29
cada urna: na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Carteiras com agulhas.
A loja d'aguia branca aeaba de despschar car-
teiras com agulhas de mal bOa qualidade, e ex-
celente sortimento, e ss est vendendo a 500 rs.
cada urna ; assim como recebeu igualmente no-
vo sortimento das sgulhas Imperiaes, fundo dou-
rado, que continuare a ser vendidas a 160 ris o
papel, isso na raa do Queimado loja d'aguia
branca n. 16.
Argolas de ac para chaves
vendem-se 200, 240, 320, 400 e 500 ris, ua ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Aos fabricantes de velas.
O anllgo deposito de cera de carnauba e sebo
em pi e em velas, estabelecido no largo da As-
sembles n. 9, mudou-se para a ra da Madre de
Dos o. 28, quasi defronte da igreja, onde conti-
na a haver um completo sortimento daquelles
gneros, que se vendem por- precos razoareis.
Relogios.
Vande-se smcas de Johnston Patrr d C,
ra do Vigario n. 3 um bello sortimento ds
rslogiosdsouro, patente inglez, de um dos mais
afamados-fabricantes de Liverpool; tambsm
ama varisdade da bonitos tranceln;para os
masaos.
Novo paquete das novidades
23fRua Direita-23
taa de seda prelas e de cores, que se vendem por Ju,vin tanto
pregos baratissimos, como sejam : estreilinhas' advertindo-s<
Attencao
Goimsries & Luz, donos da loja de miudezas
da raa do Queimado n. 35, boa fama, participio)
ao publico que o sen estabelecimento se acha
completamente prvido das melherea mercadorias
tendentes so mesmo estabelecimento, e mullos
outros objectos de gosto,* sendo quaal todos rece-
idos de suas proprias encommendas ; e estando
elies ioteiramente resolvidos a nao venderem
fiado, affancam vender mais barato do que outro
qualquer; e juntamente pedem aos seus devedo-
' res que lhes maodem ou venham pagar es seas
dbitos, son pena deserem justicado*.
Fivelas para cinto.
Ricas flvelas de madreperola para cintos pelo
barato preco de 1$600: na loja da victoria na
ra do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
LuvssdeJouvin.
Na loja da Bfia F na ra do Queimado n. 22
sempre se encontraro aa verdadeiras luvas de
Cascarrilha.
8 Interesse publico.
[Offerecido pela loja dej
marmore.
A loja de marmore tendo de apresen-
tar concurrencia publica o que ha da
mais novo em fazendas, tanto para se-
nhoras como para homens e meninos,
sendo que para esle fim espera de seus
correspondentes de Inglaterra, Franca e
Allemanha as remessas de seus pedidos,
tem resolvido, antes de apresenlar o no-
vo sortimento, liquidar aa fazendaa exis-
tentes, o quo effectuar por precos m-
dicos e para cujo fim convida o respeita-
vel publico a aproveilar-se desta emer-
gencia.
para homem como para aenhora,
se que para aquellea ha de muito
prelas e de lindas cores a 19, ditas com pontas ', "odas cores, na mencionada loja da Boa F na
largas a 1(500, ditas prelas bordadas a 1(600, di- ru do Queimado n. 22.
^i^n:^:t:sur1l?ffl0MU I &************** *****
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua i
encommenda diversos artiges de gesto, e proprios
para eofeites de vestidos de noivas ou convida-'
das, sendo bicos de blood de diversas larguras,
franjas brancas e de cores, trancas brancas com
vidrilhos e sem elles, cascarrilhas brancas e mui-
tas outras cores, finas e delicadas capellas bran-
cas, bonitos enfeites de flores e cschos sollos, lu-
vas de pellica enfeitadas primorosamente, mui
bonitas e boas fllaa de chamalote, e emfim moi-
tos outros objectos que a pedido do comprador
serio patentes, e avista do dioheiro nao se dei-
xar de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Fivellas doradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de receber por
amostra urna pequea' quantidade de fivellas
doradas e esmaltadas para cintos, todas de no- j
vo# e bonitos moldes, e tambera doradas que'
parecem de ouro de lei, oque s com experien-
cia se conhecer no o seren, estando no mesmo
caso ss esmaltadis, e assim mesmo vendem-se
pelo barato preco de 2J500 rs. cada urna, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Cestinhas ou cabases para a&|
meninas de escola.
O tempo proprlo das meninas irera para a
escola, e por isso bom que vio compostas com
urna das novas e bonitas cestinhas que se ven-
den ca ra do Qaeimado loja d'aguia branca
n. 16.
Novos bonets de velludo, e
marroquim dourado.
leja d'aguia branca vende-se mui bonitos
Neste novo estabelecimento achara o publico um grande sortimento tendente a molhados
ludo por preco mais barato do que em outra qualquer parte :
Manteigs ingleza especialmente escolhida a 800 e 960 rs. a libra.
Dita franceza a melhor do mercado a 720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegados no faltimo vapor a 2800 e 3.
Che byson e preto a 29 e 2880\a libra.
Vinho engarrafado dos melhores autores a 1 e 1J200 a garrafa.
Vinho de pipa proprios para pisto a 500 e 560 a garrafa.
Mermelada imperial dos melhores autores a 900 rs. a libra;
Ameixas portuguezas a 480 rs. a libra.
Passas muito novas a 500 rs. a libra.
Latas cum bolachinhis de differenies qualidades a 1A400.
Conservas inglezas aa melhores do\mercado a 800 rs. o fraseo.
Hassas, talbarim, maearro e aletria a 440 rs. a libra.
Cerveja das melhores marcas a 560\a garrafa.
Geoebra de hollanda superior a 500 rs. a botija.
Velas de carnauba a 440 rs. a lHira.l
Dilasde espermacete a 760 rs. a libra. \
Vinagre puro de Liaoa a 320rs. s sjsrrafa.
Arrox a-100 e 120 rs. a libra.
Alplsta a 160rs. a libra.
Toocioho de Lisboa a 360 rs. a libra
Alm dos gneros annunciado
te a molhados mais barato do
achara o publieo um grande sortimento de um lado tenden-
te em outra qualquer parte.
a- ATTENCAO
Lt
MI* MdUBTT OT
Sortimento completo de* fazendas e roupas feitas
\ IsOeliY 1H
da lmperatrizN.
padaria franceza.
-Ra
Junto
48
Chegou para a loja da victoria grande sorti-
mento de essearrilhade todas as cores e largu-
ras e so vende mais barato do que em parle al-
gums, por isso venham a loja da victoria na ra
do Queimado n. 75, junto a loja d cera.
Vende-se urna mulata que sabe coser, en-
gor mar a cozlnhar com perfeicao! na ra do
Trapiche o. 18, terceiro andar.
Vode-sa am terrea em Santo Amaro,
junto ao hospital inglez, com 700 palmos de fren-
te, m astuto ba estado : a tratar na roa do
Tripiehe n. 41, armaxem de Braga Soo &'C.
Na
bonets de velludo, e marroquim dourado, os
quaes aio agora mui oecessartos para os meni-
nos que vo para a escola e quem os quizer com-
rsr mata baratos diriglr-se ra do Queimado
ija d'aguia branca o. 16.
As verdadeiras pennas ingle-
zas caligraphicas.
A loja d'aguia branca acaba de receber sua
encommenda dea verdadeiras peonas de ac
inglezas caligraphicas, dos bem conhecidos e
acreditados fabricares Perry 4 C, e apesar da
falla que baria dessas boa pennas, com ludo
vendem-se pelo antigo preco de2/000 a caixiuha
de urna roza, quantidade eisa que as falsifica-
das nao trazem. Para livrir de engaos, as ca-
xtobaa-va^as*feada-co--o-rotulo-tiue-diz. Loja
d aguia branca ra do Qaeimado n. 16,
Caivetes fi xos para abrir
latas.
Chegou nova remena desies preciosos cai-
vetes fios para abrir latas de sardinha, doce
bolachiohas etc., etc. Agora pela festa cmese
muito dessas cousas e por isso e necessario ter
um desses caivetes cujo importe 1J, compran-
d-se naTua do Queimado loja da agaia branca
n. 16, nica parte onda oa ha.
Caixinhas vazias- para con-
feitos.
Muito-liadas caixinhas Vazias para se botar
confeilos e dar de presente a SOO; 320 e 400 rs.
cada caixinha: na loja da victoria na ra do
Queimado n. 75, junio a loja de cera.
Linhas de croxele em nve-
los monstros.
Muito boa linha de croxele para bordado em
nvelos monstros por' seren multo grandes a
400 rs. o novelo : na loja da victoria na ra do
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Novo sortimento de cascarri-
lhas de seda.
A loja d'aguia branea acaba de receber um novo
e bello sortimento de caxcarrilhaa da seda de
multas e diilerentes cores, e vende-se 15Q0
e 2*500 ris a peca, na ra de Queimado loja
d'aguia branca n. Ib. '
Meias pretas de seda 1:000
o par*
Vende-se meias pretas de seda, e de mui boa
qualidade, para senhoras, e padres ttOOO o
par, por estarem principiando a mofar, e estando
ellas calcadas nada se conhece, na raa do Quei-
mado loja d'aguia branca b.'iO.
Encontra-se neste estabelecimento um completo sortimento de roupas de (odas as qualida-
des como sejam paletots de alpaca preta de 3j>a 109. ditos de merino preto a 7j, dito de panno
preto saceos a 7. 8* e 129, ditos de cssemira de 7#, 93 e 12*. ditos de alpaca de cor a 35500, 4 e
7J>, ditos de meia casemira de cor a/49500 e pretos a 5|, ditos de brim pardo e de corea a 39500 e
49, ditos brancos de bramante a 3^500 e 49, de brim trancado a 49500, sobrecasaco de panno preto
a 169,189 e 20$, ditos com golla de velludo a 189. sortimento de caigas brancas de brim a 29500.
89500 a 49, ditas de cor a 19600. 29, 2S500 e 39. oitas de ganga de c6r a 2700, de meia Casemira
a 39, 395OO e 69, ditas de casemirajsuperior a 6$500, 79500 e 99, ditas pretas a 4S500, 79, 89 e 109,
e da outras muitas qualidades, sortimento de collete de todas aa qualidades, camisas francezas de
lodaa as qualidades e precos, seroulaa de algodo, de bramante e de linho por precos admirareis.
Um sortimento de roupss para malinos de diversos lmannos, chapeos francezes para cabe;a de
todas as qualidadea, chapeos de sol de seda admiravel pechincha para liquidar a 59500 e 69, ditos
para senhora a 4fl e 5j>, e outras muitas qualidades de fazendas e roupas feitas que se aflanca ven-
der por precos con modos. I
Meias pretas de seda.
Vende-se meias de seda pretas para senhora
fizeoda muito superior pelo baratissimo preco
de 19 o Par : Da ru do Qaeimado na bem co-
nhecida loja da boa fama n. 35.
Linhas de cores em nvelos.
Vende-se linhas de cores esa nvelos fazenda
em perfeilissimo estado pelo baratissimo pre;o
de 19 a ll>>ra : na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama o. 35.
Papel de peso a 2$ a resma.
Vende-se na ra do Queimado toja de miude-
zas da bes fama n. 35.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonitos bicos de linho de dous a
quatro dedoa de largara fazenda muito superior
pelo baratissimo preco da 240, 320, 400 e 480 rs.
a vara, vende-se por tal pteco pela razio de es-
tarem mullo pouc cousa encaldidos, tambem se
vendem pacas de rendas lisas perfeitamente boas
com 10 varas cada peca a 720, 600 19, ditaa
coas salpieos multo bonitas e diversas larguras a
19200,19600 e 29 a-peca, ditas da seda a 29 ca-
da-usaa peca: ns rus do Queimado na bem co-
nbaclda loja de miudezas da boa lama n. 35.
Agua de lavando* e pomada.
Vende-se superior agua de lavknder inglesa
pelo baratissimo preco de 500 e 640 rs. cada fras-
eo, pontada maitissimo tifia em paos grandes a
500 e a 19, vende-se por to barato preco pala
grande qusntidade quena : na ra do Queimado
na loja de miudezas da bol ama n
Loja das 6 por-|
tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata.
* Paletots de panno fino sobrecasacos,
'ditos da casemira de cor de fusto, ditos
da brim de cores e brancos, ditos de
ganga, calcas de casemira pretas a da
cores, da brim branco a de coras, de gan-
ta, camisas com peito de linho muito
as, ditas de algodao, chapeos de sol
de alpaca a 4| cada um.
s
3
3
Louca vidrada.
8-Rna da Cadeia do Recife-8
Grande liquidacao por
todo preco.
abs-
tmentoem Tead" eslsbeleci,>e<' com
fe! /.'d,ra,la de d.ifferet qualidades..
ce ele Jaai,Dh08 P"* "teiga, do-
Jarras finas grandes e pequeas.
Ditas entre-Unas e mis inferiores.
Potes de difterentes tamanbos.
Jarras e jarroes para costaba.
Resfriadelras [ou garrafas) de difterentes costos
Quarliohss grandes e pequeas.
Copos da Baha e da Ierra.
Muringues finos e entre-linos.
Fogareiros para defumar.
Baldes de pao proprios para compras, cooheiras
e navios.
Escovas de lavsr casa e navios.
Vassouras de cabello, piassava e palha bara
varrer. *
Estaadores de cabello para carro, mesa etc.
Carrinhos de difterentes tamanhos para meoino
buscar;
Crtfnhas Pa menina de escolas. '
BaUos surtidos.
Gestas para compras sortidas.
Capachos redondos para meio, de sala.
Garrafas Je vidro brancas e de cores para vi-
nho, licores, agurdente etc.
E outras muitas fazendas que seria difficil
mencionar as quaes se venderao sem reserva de
preco por o dono do estabelecimento tor de re-
tirar-se.
Aos senhores sacerdotes.
Acabara de chegar loja da boa f, ps ra do
Queimado n. 22, meias pretas de seda muito su-
periores, proprias para os senhores sacerdotes
porserem bem compridase muito elsticas ; ven-
dem-se pelo barato preco de 69 o par, na men-
cionada loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Veodem-se burros gordos e mansos : no
eogenho Jurissac, do Cabo : a tratar all com o
Sr; Domingos Francisco de Souza Leio.
Froco fino, e seda frouxa para
bordar
vende-se na ra do Queimado loja d'aguia branca
n. lo, onde se achar completo sorlimento.
Capachos.
Vendem-se capachos redondos e compridos e
de diversos tamanhos, e os melhores que tem
vindo a este mercado, palo baratissimo preco da
600. 700 e 800 rs. cada um, e tambem ha apa!
chos muito grandes e proprios para sof e msr-
quezas para 1J>400 cada um : na raa do Queiros-
do, na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 3o.
Eseravos fgidos.
Fugio o preto Jos, de nagao, idade de 45
a 50 annos, pouco mais ou menos, tem o p di-
reito bastante virado para fora, e faitam-lhe ba-
lantes dentes, levou chapeo de palha., calca de
brim preto, e camisa de riscado azul com boleos:
quem o pegar leve ra larga do Rosario n.'18,
terceiro andr, que ser recompensado.
Attenc
Taixas
para eogenho.
Grande redueco nos precos
para acabar.
Braga; Son & C. tem para vender na ra da
Moeda taitas de ferro cuado do mui acreditado
fabrcenle Bdwin liavr, a 100 rs: por libra, as
mesmas qua se vendiam a 120 rs. : quem preci-
sar dirija-se r
da fazendas.
ra do Trapicha n, 44, armazem
No da 11 do corrente desappareceu pelas 51,2
horas da madrugada a escrava Delmira, e lem os
seguintes signaes : altura regular, secca do cor-
po, representa ter de 25 a 30 annos, quando .an-
da muito apressadae muito direita, parece ser
cabrocha por ter bom cabello, e cosluma arru-
ma-lo da moda que quer, tem falta de 2 denles
na frente do lado de cima, levou um roupo de
chita preta e um de cambraia cor do azeitona,
chale preto adamascado, osado, muito desemb-
ragada e bem fallante, capaz de illuoir a qual-
quer pessos, intilula-se Luiza e natural do Ma-
ranho, sabe todos os arrabaldes aa cidade, e
mesmo fora della por ter andado embarcada
quando foi escrava do teoente Jos Bernardino
de Quer : roga-ae aos senhores mestres de
niales, U-.cagas e canoas nao lhe darem sahida.e
prolesta-se contra qualquer pessoa que a tiv'er
occultado ; igualmente se pede s autoridades
policiaes e capites de campo a prendam e le-
vem a taberna da ra das Cruzes n. 42, junto ao
sobrado do Sr. Figueiroa, que sero generosa-
mente recompensados.
Fogio no dia 10 do corrente de bordo do
patacho Capuams-, o escravo crioulo marinhei-
ro de nomo Antonio, idade 19 annos pouco mais
ou menos, altura regular, rosto comprido e com
alguns signaes de bezigas, levou calca e camisa
azul : quem o pegar leve-o ao escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo d> C. rna da
Cruz n. 1, ou a bordo do dito patacho que ser
generosamente recompensado.
Fugio no dia 6 do corrale as 7 horas da
nolte o mulato escravo de nome Izidoro, idade
de 22 a 24 annos, tem o rosto picado de bexigs
que as teve em bastante escala, a pouco menos
de mezes, e por isso anda tem rosto preto- das
maress, escuro da cor, cabellos e barba cortada,
quando anda parece puchar de urna peroa por
nao poder ainda bem sentar um dos ps em vir-
tude das beigas que teve, levou calca de riscado
e camisa de madapolao, chapeo de feltro, este
escravo foi recebido em pagamento do Sr. Joo
Jos deMedeirosGor:eia,daParahiba, suppoese
que tomsria o caminbo de Nazareth ou Lagoa
Secca onde ja trabalhou de sapateiro ou mesmo
quetomssse o caminho do Inga do Bacamatte,
donde natural e tem paren tes e senhores mo-
gos : roga-se aa autoridadea polieiaes e capites
de campo o apprehendam e levem ao Mangui-
nbo sitio defronte da capella do mesmo nome
ou ao Recita raa do Amorim n. 27, escriptorio
de Jos Nunes de Piula que gratificar com ge-
nerosidade.
Fugio no dia 9 do corrente (janeiro) do eo-
genho SaniosMendes, da comarca de Nazareth,
do abaixo assignado, um escravo de nome Flr-
mino, de 28 a 30 annos de idade pouco mais ou
menos, alto, corpolenlo, bonita figura, nao mui-
to fechada a barba, sem achaquo algom, pera;*
grossas e um pouco abertas, ps grandes e cha-
tos, quando falla fecha um pouco um olho,
muito ladino, e falla muito desembarazado,'
crioulo, de cftr preta, bom carreiro, bom cr-
gueiro, sabe comprar e vender, entende de fazer
assucsr, de suppor que tenba as nadegas
marcas de chcete, foi comprado ha 12 ou 14 an-
nos pouco mais ou menos no engenho Morojo,
desta mesma comarca, onde tem muitas relacoes
assim como as tea na praia de Itapiasuma e .
r/outras-no Recite e serlo : roga-se as auto-
ridades policiaes, capites de campo 6 a qualquer
pessoa em particular a apprebenco de dito es-
cravo e leva-lo ao referida engenho cima men-
cionado, ou ao Recife na praca da Corpo Santo
aos Srs. Manoel Ignacio de Uliveira & Filho, que
receber 200 da gratifieaco. Dito escravo ora
visto por duas vezea urna em terrea do engenho
Aldeia da comarca de Pao d'Alho, e outra em
Ierras do engenho Hachados limitrophe do mea-
mo engenho Aldeis, por isso de presumir que, *
ou esteja acoitsda.por algum senbor de eogenho
vlsinho cajo carcter com*isto se coadune e com
algam pensamento reservado a melhor saptisfa-
zer os saus inteatos, e conseguir certos os por
elle a muilo desojado, ou por algum de seus
moradores, ou entao tenha ido para o Recife on-
de lem muitas relacoes, j por tor toda a sema-
na ahi vendar agurdente, ja por ir eatad all
diversas vezes por ,3 e 4 diss esperando res-
posta de papis, por isso de suppor qae ou es-
teja no ganho ou em alguma sucia de negros e
de canalha ou em companhia de alguem por-
ta nto roga-se aoe Srs.de engenho e todas as pes-
acaa viainhaa doa aagonhos cima mencionados,
assim como aos senhores dos mesmos engenhos,
como tsmbem aa peasoas da praca a epprehen-
sao do dito escrava que racebero a paga aeima
e Ucarei muito obrigado ; assim como protesta
proceder com todo rigar da lei contra qualqaer
individuo que por acaso o tenha em seu poder
ou oceulto. Recife 24 da jaaeiro de 1862.
Laarentino Gomen da Cunha Pereira Beltrio.
r-
\ mmm t


I

8
DIARIO DE PEENAMBCO a- XTA ftU 14 DE fVRtlRO M 1H,
Litteratura.
A MULHER, A FAMILIA E A CIVUSAf AO
Parle prItueira.
A mulhtr ante do ckrittianitmo.Degradaco
da familia.Amencia da civilitacio.
( Contiouago. )
O eloqueote abbade Gauma em sua obra j por
tos citada descrece niaravlhosamente a familia
romana as seguintes palavras:
' Infeliz pelos filhos que se lhe tirara, a mi
paga nao o era meos pelos que ae digoavam
deixar-lhe. O quo pode procurar a felieidade
de urna mi, o respeito filial, a afeigio amorosa,
os respeitoi delicados, os cuidados sollicitos, a
jottma conflanga da parle dos lhos, de ludo isso
ella se fia quasi sempre privsda. Prmeiramente
os lhos nao lhe pertenciam ; eram a proprieda-
08 ae seu marido, e os Albos o saban, aabiam
alm disso que sua mae era urna escrava qoe, no
da seguinte, poda ser expellidi. do lar domesti-
co. Nos o peguntamos: que respeito, que amor
poda ella esperar da parte daqaelles que araa-
nha se lhes ternario estranbos e corarlo de re-
conhece-la por sua mi? Porque amanbia sem
esposo, sem fortuna ella andar pela ra, 16,
p, cabisbaiza, ao passo que elles passario por
ella em seus carros dourados...
E'odelienado mais tto da familia romana:
no fundo do quadro se divisa o pater-familiat
sombro, com a colera no rosto e o signal do seu
despotismo na fronte; omaisn gro do quadro:
mais digno de lastima o oppressor que o op-
primido.
E, porlaoto, imposslvel imaginar para um ser
humano, diz o inimitavel theatioo citado, urna
cndilo mais bumilhante.mais lamentavel, mais
terrivel do que a que o paganismo fhera a mu-
lher. A mulher, teodo sido formada para ajudar
o homem, isto para amar e para sa dedidar ;
era em Roma cruelmente contrariada as suas
duas affeigoes mais legitimas, mais profundas e
mais vehementes a affeico de esposa e de
mae ; era ferida no corago, nesta parte de seu
ser, que a resume e que coostilue quasi todo o
seu ser. Este sentimento que, para ella urna
necessidade imperiosa, urna condigo esseocial,
urna le particular de sua existencia, de sua vida,
nao linba fin, por isso que nao havia um objecto
sobre que elle podesse se dilatar e se saiiafajer.
Sua coodicao eslava muito abaixo da da femea
dos aniroaes, quem dado gozar, durante um
terupo ao menos, da felieidade de esposa e de
raae. A mulher paga carregava lodo o fardo
dos deveres do casamento sem poder dizer seu
companhero : c meu amigo; soffria todas as
dores da maternidade sem poder dizer ao fruclo
de suas entranhas meu lho ; era o nico
ser ira de seu estado natural, o nico ser eolio-
cado na impossibilidade de attingir aeu destino
terrestre, o nico ser que nao podia um s ins-
tante dizer: a estou bem ; o nico ser em es-
tado permanente de pena, de sacrificio, de softri-
mento, sem compensacao de especie alguma ; o
nico ser eatranho felieidade, o mais desgrana-
do dos seres dotados de urna alma.
Eis a mulber paga, a mulher romana, em todo
o denegrido de seu estado ; eis a familia reduzida
ao ultimo ponto de aviltamento.
Ha um povo na historia da aotiguidade, cuja
vida um completo myalerio, desde o comego de
sua existencia at o momento de ana queda, e
que hoje um verdadeiro judeu-erranle no meio
dos outros povos do mundo. E'o povojudeu,
feliz emquanto o mundo fot desgranado, desgra-
nado quaodo o mundo coBseguiu ser feliz: a
anlhitese dos outros povos. A existencia enig-
mtica desse povo urna viva anomala na or-
dera universal; entretanto a sua missSo na anti-
guidade foi grande, o papel que elle representou
oas eras do paganismo foi importante: seus eos-
turnes foram os mais puros, sua legislagio a mais
perfeita.
Em tolos os povos e as edades mais diver-
sas, Poujoulalquem o afflrma, tem-se constan-
tmeme proclamado como um beneficio aa ligoes
da historia, nao da historia que, mensageira in-
fiel, desnatura os factos e os coracoes, mas desla
musa das lerabrannas guiada pela bds f e pelo
goslo do verdadero.
O pavo judeu pode fazer mais aiada do que is-
to ; sobarbo pelas vicisitudes porque tem passa-
do durante as diffarenlea phases de sua existen-
cia, orgulhosode si mesmo, elle pie apresentar
sem temor a sua historia como urna viva linio em
qae a humaoidade nunca deixari de aprender,
pode desafiar lodos os povos do universo i que
apresentem um curso de vida to til como o
seu. Mesmo em sua quJa elle serve deexemplo
proveitoso sos demais povos ; ah apreoiem el-
Jes a se preservaren] de ama grande desgrana-
da renegado da verdade suprema, do abandono
da verdadeira religio, da nica, que salva os po-
vos, como os individuos.
Com elTeilo o grande espectculo que nos of-
ferece o povojudeu digno das mais serias me-
ditndose elle um povo escolhido para guarda
fiel das verdades eternas das tradicoes, para ser-
vir de exemplo ao mundo, mas quaodo chegs o
momelo critico de se camprirem as promessas,
que lhe baviam sido annusciadss, elle transvia-
se e reproduz o peccado do paraizo; e desla sua
apostasia o universo colheu um grande resultado.
Alia sunl juditia Deil Esse povo sobre o qual
a Providencia mais de urna vez influa directa-
mente, esse povo reservado para grandes fins,
que havia sido escolhido para em seto ae operar
o maior dos prodigios, o mait prodigioso dos
myslerios, para o qual foi assigoalado um lugar
distincto entre os outros povos, o mesmo, que
victima de sua ignorancia, e de sua m sorte,
deixa-se levar pela cegueira de seus erros e res-
valla se n'um medonbo precipicio, serviodo de
escndalo ao mando inteiro, transformando a sua
felieidade na miior desgrana, elle que fra ou-
Ir'ora o mais venturoso.
Fatalidade 1
Nao est dentro do quadro que nos havernos
tragado historiar as diversas phasea da existencia
desse povo admiravel, apenas pretendemos mos-
trar qoe a mulher e a familia, que baviam aido
tio desdenhadas do paganismo, acbam nelle
um lenitivo s suaa dores, um adogamento s
suas afflicces. A sua legislagio garante a nossa
nssercio.
Abr o grande livro da historia, folheae as suas
densas paginas, e quando virdes pela primeira vez
o grande nome de Moyss, pasmae e preparae-
vos para presencear o que de maior pode fazer
um homem sobre a trra; Moyss, o principal
persooagem da anligaidade, o sublime autor
da dedicacao mais elevada, o homem da grande
eds, o mortal que merecen de Deus o especial
privilegio de receber a le, que devia reger o po-
ro escolhido, escripia pela propria mo Divina I
Basta esta ultima circunstancia para fazer
seu nome respeitado e torna-lo bemdito de
todos.
Moyss, salvo das aguas por um milsgre, em
milagros andou toda a sua vida: os acontec-
mento's mais estupendos foram por elle pratica-
dos; sua vida xtasis loda a humanidade ea hu-
mauidade o honra, o respeito e o venera, a Entre
os espectculos extraordinarios qae de lempos
tempos nos offerece a historia do espirito huma-
no, um dos maii maravilhosos por cerlo, aquel-
Je que ella deixar ver em Moyss, despedazando
as cadeias, que conservavam os Hebreus capti-
vos no Egypto, conduzindo e fazendo subsistir
quarenta annos no deserto ama immensa multi-
tido, e triumphando ao mesmo lempo dos fre-
quentea ataques do povo intractavel de que elle
era o chefe, e dos ataques doa povoa belli-
cosos, que o rodearan : dando um callo simples
e puro, urna moral severa, que reprima todos
os vicios e erdenava todas as virtudes, fortes e
sabias leis, que refrearam todas as paixoes, to
duradouras, que nem o lempo, nem o infortunio
poderam destruir, e aempre lo queridos para os
seas sectarios que ainda mesmo quando j nio
foi mais possirel a aua obserraocia reinaram ao
menos em seus coracoes e pareceram assim ter o
sello de urna completa daracio. >
E com quem obrara Moyss todos esses prodi-
gios 1 qual era o sea povo? nesse tempo as tu-
perslicoea haviam-ae aleado no coracao humano
operando suas felaes consequencias, e o polytheis-
mo havia espalhado por loda a parte ama immen-
sa collecgio de deuses falsos e desprezireis, aca-
bando asaim com a anidado dirina, fonte e apoio
de toda a sociedade bem orgaoiaada, achara-as o
mundo contaminado pelos peiores crimes e vi-
cios, qae horrorisam a humanidade, e de ludo
Isso partilhava o poro captivo, que ia aer em
breve resgalado pelo rario santo e justo; elle
dormia impsssive o somno da indifferenga no
horrendo leito da devassidio, deixando cada rez
mais apartaren) os iosenaireie pulsos as duras ca-
deias da mais cruel escravidio; o poro hebreo j
nao pareca prerir de Abrahio, ninguem dira
ser a geragio daquelle que baria aido ehrismado
por Deus paa de todos os crentoa, a d'oode nas-
ceria o que deverii lavar em saogua a culpa de
Adi.
To degradado, tio avillado se achara t E'
esse mesmo poro, assim li embrutecido, que
Moyss se atreve impor as mais rgidas leis,
esse mesmo poro j to supersticioso qae o
grande homem ensina que a ha um Deas, que
so elle (sz river e morrer, s elle pune, s elle
cura e ninguem pode occultar-ae ao sea poder.
Mas nao era Moyss que obrava tudo isto, elle
nio era mais do que o instrumento de que Dus
se servir para mostrar que nio legislara smen-
te para o homem e para a sociedade natural for-
mada no paraso, legista lambem para as socieda-
des civis. "
Todo o corpo da legislaco de Moyss, sendo
o resaltado da palavra divina revelada por Deus
e escripias naa tabeas do Sinai ere um cdigo
completo e perfeito para o aeu lempo ; nada ba-
ria que se lhe podesse exprobar: o individuo era
respeitado e garantido em ana rida e em ana pro-
priedade ; a mulher debidamente honrada e pro-
tegida contra o despotismo, a familia bem com-
prehendida e resguardada dos ataques, qae po-
dessem perturbar seu descanco e sua Iraoquilli-
dade, e a sociedade, se arrimando oeslea princi-
pios, baseando-se nestes elementos, via-ae cer-
cada dos meios proprios para faze-la attingir -
quelle gru de perfeicao compalirel.com o eepiri-'
lo do tempo.
A legislaco judaica, com effuilo, nao liaba em
pouca conta a mulher e a familia ; e era isso jus-
tamente o que fazia a felieidade desse poro, to
combalido pelas adversidades.
Quaodo as ids pagantess rebaixaram tanto,
como temos visto, esses primeiros elementos da
sociedade civil, as taboas do Sinai parecaos se
ergueraasombradaspara condemnarem semelhan-
te impiedade ; paraciam tomadas de pavor estar
dizendo :
Estultos que fechaes os olhos para nao ver a
verdade que vos offusca, que cerraos os ouvidos
para nao ouvir o magestoso som de sua voz, qae
vos atormenta, olhae para estaa leltraa que ae
acham gravadas em mim e reconnecei nellaa o
dedo omnipotente de Deas, vede nellaso sello de
seu poder I .
c Nao aou eu quem o diz, o teslemunho uni-
versal de tantos seculos contra os quaea nao po-
dereis levantar vosaa debilitada razio. Sim, lele
estes preceitos, e currae-vos aob a mesquiohez
de yosso nada. Foi em mim que Deus escrereu
a lei da humanidade, e en me leraolo assombrada
pelo peso de vossa ioiquidade para protestar con-
tra o vosso procedimento respeito da familia.
Ioterrogae esse monte que foi testemuoha da ace-
a to grandiosa e recolhendo a suaresposta ani-
quilae-vos na grandeza de vossas miserias. Elle
dir qae no'aono 2514 desceu do cu a magosta-
do divina e deposilou em mim a expressio de
sua vontade.e entao, vs.curvadoa sob o peso de
tal teslemunho, nao ousareis mais levantar a vos-
sa rouquenha voz, niS]empregareis mala as vos-
sas forgas para rebaixar lauto mulher, para de-
gradar tanto a familia.
Assim pareciam fallar as taboas da lei escripia
para o povo hebreu.
E, com effeito, nao va-so no poro judeu eases
mus tratos, essas privacoes, que por loda a par-
le espesinhavam a mulher e aniquilaram a fami-
lia ; os principios nalurses reinaram ahr e ado-
cavam a sua condicio; era-lhe estraoho esse des-
potismo ferrenho e abomioavel, que prevaleca
poderosamente no seio do paganismo, essa au-
jei;o extrema que trazia a mulher e os lhos
inteiramenle dependentes, at em aua vida, da
vootado quasi sempxe arbitraria do mais temirel
dos tyrinnos, do lyranno esposo, se que tal
nome lhe pode caber sem que sejam calcados
todos os principios de equidade e de justiQa.
E' verdade que na familia judaica a mulher es-
lava sujeita ao seu marido, porque de outra ma-
neira nao poda ser, sem inteira aberracao das
leis establecida logo no principio do mundo,
mas quao differente nao era essa sujeicio qqe ae
nota nutre os jnleus da sujeijo pagas, seguida
de lodos os signaes mais evidentes da eacravidio I
Sub virii polestate eris, et ipie dominabitur fut,
diz o Gnesis mulher; mas esta sujeicio nao era
sujeicaodo temor inspirada pela crueldade do ho-
mem esposo, era a sujeicio do amor, asseotada na
necessidade de harmona na familia, na conserva-
cao da ordem natural.
A mulher nao coosiderava-se em seo. marido
um senhor, ella olhava-o como um bem-feitor,
guarda de sua honra e giranlia de seas direitos
dux puberlalis sua, como diz o livro dos pro-
verbios : ella nao era urna serva, era urna espo-
sa, urna dona de casa, sua missio revesls-se
da um carcter summamente importante o
amor sen marido, era o ptimeiro dever, que lhe
era imposto, porque s assim a familia podia ser
feliz ; aps este vinhara os outros encargos inhe-
rentes ao seu estado, lomar cuidado da educa-
cao de seus filhos e de seus fmulos, tratar da
economa de sua casa, ds ecooomia que a al-
ma da familia, e finalmente conservar-se sempre
irreprehensivel, nao violando a pureza do laco e
cumpriodo fielmente todos os deveres do matri-
monio : diligere maritum, reiere [amiliam,
g.ubernare domum, et stiptam irreprehensibile
exhiben. [Tob. X. 13.)
c Se o homem tem a soberana na iamilia.se elle
tem a vigilancia geral e a grande direccao, ha um
imperio circunscripto, sem durida, porm infini-
to no detalhe, e de grande coosequencia para a
felieidade da familia, em que a mulher exerce a
autoridade immediata e quasi a auloridade abso-
luta. (P. Janel.)
Bra justamente o que tinha lugar na familia ju-
daica; os trabalhos se acharam sabiamente re-
partidos : o marido relava na conservarlo do
prestigio de sua familia e na integridade de seus
direitos, a esposa encarregava-se da direccio in-
terna e da manutenjo da boa ordem e harmona
no seio deltas, duas condsoesindispensaveis para
a sua feliz estabilidade.
Nesse p se achara nos aotigos tempos a fami-
lia do judae, de sorte que ella sempre foi melhor-
mente considerad* por causa de sua otganisagio
mais apurada e mais completa. chete della que
nao tinha o poder absoluto, o puro despotismo
como esposo, nio o tinha lambem como paes a
lei que fra benigna com a mulher, nio deixra
de ser faroravel e condescen lente para com os
filhos ; elles ahi encontravam urna protecelo,
um amparo i sua pouca edade : era o reconhe-
cimento exacto do direito natural de paternidade
e de suas consequencias ; nio havia nada de exa-
geracio, nada de fatuidades. Submissa s leis
que a reglam a familia judia podase contarcomo
urna familia feliz, a mais feliz do seu lempo. E' a
verdade dos factos.
O poder paterno de um lado reponsava no amor
o obediencia doa filhos, porque sem amor s
possivel a obediencia pastiva, indigna quanto
nos do ser humano, de outro no recoohecimento
dos deveres da paternidade ; se o pae tinha o di-
reito de exigir de seus Olhos todo respeito e re-
neracio, nio igoorava lambem qae deveres lhe
eram impostos em beneficio delles;'a lei nio as
excusara da pena em caso de rigorismo contra-
natural de aua parte. O pae nio se achara in-
vestido desse odioso poder de rida e morlevita
et neciasobre seus filhos como entre outros po-
vos 11) : a lei os puna com lodo o rigor quando
elles abusavam do seu poder paterno.
V-se qae ama extrema differensa havia entre
a organisio domestica dos judeus e a constitui-
dlo da familia nos outros povos : a esposa e oa
lhos se achavam coavenientemente respeitados.
E' verdade que debaixo da um cerlo ponto de
vista a familia judia parece apresentar pontos de
paridade com a familia paga : aaaim nella era
lambem permiltido o divorcio ; maa ae se apro-
fundar o exame da questo reconhecer-se-ha sem
cualo, que tal paridade nao ha, o que ba apenas
urna appartncia de aemelhanca, qae a pode aK
ludir aoa aspiritos mais saperQciaes.
Vejamos.
Entre oa judeus exista estabelecido na lei di-
vorcio. Mas como era considerado esse
Ci ? ae-lo-hia edmo
ninguem o affirmar. O divorcio que ers teda a
parte a grande desgrana da mulher, a causa
Siaa com qoe os ds bomba apagan oa incendios,
ocon ceciahava o gorerno. Artmaad Marraat
gaanava ae cirruagens dos Orlaans o titulo
prsssaletro de marquez da repnblici. Grande
patojeada 1 .Toda a gente andar satisfeita de
i outros poros f nio ; sac ltvre. Nio sei se prnderam algum desal-
mado por nio querer s-lo. Foi bem falto I
Inaprimia-se usa jornal asa cada ra. Nasciam
tlvadora de lodosos seas males no poro ja*a* m por dia. Cada um durara o espato oecea-
sario para insultar os inimlgos de propietario
des redactores, doa compositores do aorteir
a do entregados. Morrie damnado no dia ae-
gaiote. LIberdsda de oascer, liberdade de io-
eeUar e liberdada de morrer. Vira lber-
desde I
E logo surgiam"outros que insultavam os in-
sultadores, qae os trazlam para a pracaj *que os
despus em publico, e qae os saoutoralm com
taita delirante. Ningem eseapou. Era a egual-
dade da injuria a do aconte I Vira
dada I
na maneira porque era elle instituido e en__
do, constitua, pelo contrario um grande beaafl
co para ella. Como assim ? nos perguntare.
Vamos dize-Io : convem nao nos deixarmo
gaoar pela slgoiicecio litteral da palavra, pre-
ciso esiadar e emprago qae della M*M m difle-
rentes povos. w
O poro juden sempre foi um poro rispido tan
lo aaaim que amente as rgidas leis de Moyss*
poderam dominar. E' o que nos atiesta a hiato-
ria. Ora se o jadea fosse obrigado nio sepa-
rar-se de sua mulher aaccederia que maitaa re-
its, quando ella desse causa, elle seria levado i
algum acto de desespero, imoellido pelo aeu co-
raco ;e ento a mulher soffreria msis; e tanta
isso verdade que Jess Chirato responoeodo a
arguiQdes dos Phariseus disse qae o divorcio b-
via aido permiltido pela lei mosayea pela causa
da dureza do coragao do poro e para fra pro*
mulgada ai duritiam coris vestris permitit
vobis demittire uxores vestrat
Concordamos com Mr. Dupio que a legislaco
hebraica era mu imperfeila com relaco ao caea-
meoto ; mas torca coofeaaar comooaco que an-
da assim fra mais perfeita que todaa as oulilsJL -
de seu tempo : os seus defeitos sao reconhecida laerdade o da alheia, que o
hoje; quaodo ella vigorara a sua complecco es* Ore, havia por esse temoo
inteira.
Bergier faz obaervar em aeu diccionario lrV_.
lgico que sob a lei dada por Moyss o estado da aMssanha. Lia os joroaas raniezes
sociedade havia mudjdo, os inconvenientes nio sia asa va m oppreeeerao gorerno de L
eram os mesmoa; que alm das restricqes q* <* aoaiodicos italianos nao
este legislador harra posto faculdade de divor- anversos da Peoiasula.
ciar-se, Deus havia ainda prvido por outraa lea
'la-6'40* o homem.- Aqal Ulret houve
co rerolrea Pans homeos do gorerno, ^r9a, qunca estaram em
casa senao para outras
a; egual-
Com a mudanga de gorerno mudaram os em-
Jregados. Paaaaran a vivar da indaatria prira-
s oa que at alli comiam meza do ornamento.
A aala do banquete encheu-se logo" de irmios
torneados que vinham aos netos que l deixa-
tam os seus primognitos. Era a fratrnldade.
Re faltou quem proclamasse a divisao frater-
altos bens dos ricas. Vira a fraternidad 1
Nanea houve brincadora como esta I Caim
amara com extremoso afleclo o irmo Abel.
Os pares de Franga leraram o aeu fsapateiro
Sa eocbe de respeito lonsr ar aos Campos
_ yos. E cada cidadio francs era lia/re da aua
coatu
por esse tempo um i
ifr*" de Yaraoria em 1831. N
porque nao era muito rico. Fi
que dmam respeito ao casamento e pela coosti-
luno particular da repblica judaica ; de sorte
que nio pode se dizer que oeste estado de cousas
o dirorcio fosse ainda contrario lei natural. *'
O que rerdade e o que nao se pode contestar
que o divorcio nao offerece observsco os mes-
los precipicios, os mesmos inconvenientes que o
divorcio pagio.
Prmeiramente no povo judeu o divorcio nao
era arbitrario, nio eslava dependente da vontade
caprichosa do homem, nio estar as mios deste
recambiar sua mulher seo bel-prazer, e quando
bem lhe conviesse ; existiam causas determinadas
para a sua possibilidade aem as quses elle nio
poda se effoctuar. Nio succedia como entre os
pagaos onde elle era realisado com a maior sim-
plicidade possivel: era preciso urna especie de
processo acompanhado de urna carta de repudio.
E guando o marido intentava a accio de divorcio
sem urna cansa justa era severamente punido ;
deste modo garantia-ae a posicio da mulher e se
a collocava salvo dos caprichos de seu ma-
rido.
Tambem o carcter do divorcio nio tio repel-
iente e abominavel como o do divorcio pagio, por
isso mesmo que elle assentava em um motivo ra-
cional e justo e a mulber nio soffria tanto com a
sua apparicio, tornava-ae alguma cousa descon-
ceituada porque de outra maneira nio poda ser ;
mas nunca olhada como um ente despresivel,
como um verdadeiro paria no seio da socie-
dade.
Eis-aqui como as illusdes se desvanecer e como
apparece a dilTerenga quasi radical que ae pode,
e se deve mesmo notar entre as duas especies de
divorcio de que nos temos oceupado. E coavm
observar qae o divorcio doa judeus nunca dan
lugar tantos abusos como o doa pagios. Porque ?
porque era bem regulado pelas leis.
Convm tambem nio perder de vista que nio
obstante ser o divorcio permitlldo pela lei elle
era reprovado pela philosopbia judaica. Um dou-
tor. judeu dizia bem claramente : ainda que seja
concedido repudiar sua mulher todava eate re-
pudio nio do agrado de Deus. Um outro dou-
tor dizia o divorcio a dissolucio de ama
uoiio qual Deus presidiu ; e a d'estruigo de
urna cousa existente pela vontade de Deas. O
Senhor nao quiz unir seu aome nenhum divor-
cio, porque sua vontade a conservaco das cou-
sas. Com estas ideas a philosopbia judaica se
distingua, e muito, da philoaophia paga. Ella
censura a condemna em nome meamo de Deus a
realisBQao pratica do divorcio ; e por isso que
elle nao pode minar consideravelmente o edificio
de sua sociedade ; por isso que elle nio apra-
sentou tio terriveis resultados como no demais
povos : qae elle se revesta de urna patureza
toda differente, e dependa de condi\dt)s todas
particulares ao povo judea.
Guando a mulhor soffria unWersalmenle os
aguilhes da impiedade lhe espelarem o dorido
coracao, offeodendo todas as saaa fibras; quando
a familia seotia-se por toda a parte desfallecer e
aoiquillar, um povo excepcional ae levantava pro-
testar contra tantas torpezas era o poro judeu,
orgulho de si mesmo, e com a gloria na froute.
c A personalidade civil da mnlher judia,
Ventura quem o diz, nio era menos sagrada que
a sua personalidade domestica. E nio ae enga-
nou o grave Ibeatino ; ahi eram os seus direitos
respeitados : o principio da propriedade estava
consagrado tambem seu favor e de seus filhos;
no caso de ser lha uoiea ella vinha tornar-se
herdira de seu pae fallecido; e assim como esses
muitps outros lhe assistiam, que eram garantidos
pelas leis.
Serva ella nio se achava vergada ao duro des-
potismo romano, aua sorte era mais feliz; ella
era cscrava no corpo, mas. o seu espirito era li-
: as sugestes de aeu senhor nio podiam in-
r sobre elle porque a lei o protega, sua vida
nio dependa ds vontade delle, o aeu asssssinato
ers punido eom severidade.
D'onde resulta va, porm, essa mudanca na con-
dica da mulher ? provinha da tradigao geral e
constante, qae se acha nellea arraigada, de que
o Salvador, o Messias nasceria de urna virgem ;
era essa a razio fundamental de semelhante sffas-
tamento do espirito geral da poca.
E' que c os judeus eram o nico povo da aoti-
guidade, que conhecia o verdadeiro Deus e lie
renda um caito digno delle ; que conhecia ansa
leis e se esforgava porcampri-las; que conhecia
seu Mediador, seu Messias, que devia ver, e o
honrava, o saudava, o adorava de longe como o
enigma de todo o perdi, o fundamento de toda
esperanza, a fonte de toda a graga e de todo bem.
{Ventura.) >
Povo feliz no meio das desgranas dos outros
povosI
[Continuar- $eha.)
diriam
Moa que al
de D. Pelaio e da D. Aftooao
tora cousas tritos< Pois mal p
m o pobre palaee, daixo-me eetar
a.
laco que
pode ir
u em Al-
va que
zPhilippe.
elbor dos
^ava das
enrique s
r nal, dis-
ui a comer
*2|"d*f a. amlaar Utln. E ai
Em f$#8 naudon aTingaagera dos 1
zes. O espirito da liberdada andar s
como espirito de Dus naa eras bi
reconstituir a Polonia, conalilucio
manha, libertar a Italia o regener
denles de Bernardo del Carpi e d
Souzio. Adeua cnoucrdula l Ad
meu polaco deapediu oa diacipulo
ees franca-
breas aguas,
licas. Ia-se
litar a Alle-
r oa desce'n-
D. Medo, o
s latim I O
recommen-
dando-lhaa que nio eaqueceasem las tres pata-
rras symbolicas Liberdade, egualldade a frater-
nidade,entrouiou a roupa que mais necessaria
lhe seria, e pz-se caminho de Franga, onde
desde o principio da emigracao resida um pren-
le seu.

Chegando margem do Rheno, passou a pon-
te de barcas, que una e ainda uno o territorio de
Bid aos aotigos dominios do caraeal de Roan,
e apenas pz p as torras da repblica francesa,
um empregado civil, acompanhado do competente
gendarme, exigiu-lhe a apresentacio do passa-
porle.
Esse tempo acaboa, relracoa o polaco. Os
homeos sio livres, eguaes eirmos. O mundo
o nosso quintal e eu passeio nelle.
Nada de gracejos, volreu o empregado.
Vamos. Mostr o sea passaporlej
mm Voc est brincando commigo ediz-me que
nio graceje I Ora v para o diabo que o carre-
guel
Nao lhes digo nada. A este levie desafgo do
homem lirre corresponden o guarda da ponte,
dando a roz de preso ao polaco e torrando logo
alli auto de resistencia s ordene administrativas
e de insulto ao representante da autoridade re-
publicana. Era urna fotha de papel escripta por
todos os quatro lados. Depois que lbe flzeram
bem a cama com o branco no preto, conduztram-
o a Straaburgo. Era j perto da ooite, e como o
chefe de polica jantava nesse da em casa de um
amigo que ae casara, metteram o meu polaco na
cadeia entre varios malfeilores. Era egualdade e
fraternidade. Liberdade nio era !
Vinha com o polaco outro eslrangeiro, tam-
bem deaprovido de passaporte, e qual apesar de
nio resistir, nem insultar a autoridade. foi igual-
mente recolhido na cadeia da cidade at nova or-
dem. No dia segunte lembroujse o polaco de
que havia oa guarnigao de Strasburgo um com-
patriota aeu. Eacreveu-lhe. O homem velo vi-
sito-lo tanto fez que o pz na ruja e lhe obteve
um passaporte para Piris. O companhero de
viagem, que nio tinha padrinho, morreu mouro.
correccional e
(t) Era bem execrando na verdade eaae direi-
to, que se acbava em voga entre oa pagios e que
era apoiado pelainiquidadesua delegislacio.Mui-
tas vezes as desgranadas mies para se nio expo-
rem ao trate de ver sob seos olhos serem assas-
sinados seus filhos os expunham na Cloaca ; de
ordinario, porm succedia cahirem em poder dos
magicot que se utitisavam delles para aaenficoa
de sua arle. O padre Ventura noa refere a manei-
ra deases sacrificios : Colldcavam o menino
em p, com as mios 'presas as costas, em bu-
raco feito no chio e ahi o eoterravam vivo at o
pescogo. Punham urna certa distancia delle os
pratos mais exquisitos, de sorte que elle os via
sem poder alcaona-lo-, e acabava por morrer de
urna fome duplamente cruel, encarando o ali-
mento. Acreditavam qae o coracao e o figado de
um menino se extinguindo por urna morle tio ter-
rivel eram mai efficazes para cortos maleficios.
( La femme catholique ) Sacrificio cruel de qae
nio se sena equivalente nem mesmo nos antros
das tona I barbaridade inaudita, que s podara
tombrar a deshumanos, pagaos I
Liberdade, egualdade e fraternidade.
Era no auno de 1848. O rei cidadio tinha sa-
bido das Tulberiaa pela portinha do muro do jar-
dim que di para a praca da Concordia e repou-
aava em Ierras brtannicas das fadtgaa pacificas
do sea governo constitucional. O Sr. Guizot des-
apparecera do boalevard das Capuchinhas com a
pateada de fevereiro. Reaurgira a repblica:
Avultavam em lodos os edificios do estado as
tres palavras factidicasLiberdade, egualdade e
fraternidade.Eram o Mane, Thecel, Phares dos
Balthazares de 1830. Eslava a patria aalva.
Nio bavia hymno. Ateeotaram os revolucio-
narios francezea em fazer todas aa auas patus-
cadas com a msica de Rouget de Lisie, e as-
een taram bem. Poi-economa de lempo e de re-
compensas aos novos compositores. Assim a
Marselheza nio esquece. Quando o imperador
a mandou locar na partida para a Italia, nenhum
instrumento aahiu do compasso. Pareca que
ounca tinham aprendido outra pega I
Chateaubriand, o mais amavel entre todoa os
viscondes da restaurag'ao, escrevera no Jornal
dot Debate, (se a minha memoria me nio fa-
Iha ) que havia gente que, tendo prestado jura-
mento de fldelidade a Luis XVI absoluto, ao mes-
no Luiz constitucional, a todos os governos da
repblica, ao imperador Napoleio desptico, a
Luiz Xvlll liberal, a Napoleio de torna viagem
da ilha de Elba, a Luiz XVIII de torna viagem
da Gaad e Carlos X, ainda tinham que prestar ao
duque de Orleana. De al .dizia elle qae nio era
lio rico I
Nem admirava qae o nio fosse. Um simples
particular e qae sempre andou individado I Ahi
mostrou a Franca a aua riqueza. Em crises laes
nunca auspende os pagamentos. Nem os Rots-
cbild lhe deitam a barra adianto. Preatou jura-
mento ao rei das barricadas e egualmenle o prea-
tou aoahomens do Hotel de Ville. E o que ain-
da estava para vir desde entio al 1861 I
A Franca ioexgutavel em juramentos de -
delidade I Aqui diria um queixoso de amor :
Se ella i vtuirier 1 Eu nio digo tal, porque sei
o aua valem os homeos nesse delicado poni.
Naquelle tempo disperaava Lamartine os
L flcou. Respondeu em polica
foi condemnado a um mes de priaio e 25 francos
de molla. Egnaldade nio era I
Veio com effeito para Pars o nosso latinista
polaco. Nio vioba descontente. Os boos prin-
cipios partem do centro para a circuinferencia,
mas gastam tempo para chegar a ella. Nao era,
pois, de espantar que o guarda da fronteira ha-
bituado aos usos retrgrados da ronarcbia, exi-
gase um passaporte aos compatriotas de Kos-
ciwsko, nem que o gendarme, ainda mal repbli-
ca n isa do. cooduzisse i cadeia publica um defen-
sor de Varsovia.'
Chegou finalmente s margens do Sena, a este
sitio encantador onde por entre as continuadas
pontea que o gradelam, espreita o celebre rio a
numerosa populacho que distribuea riqueza ea
miseria, a virlude e o vicio na capital de Franga.
Gritavam ainda na ra os garolos : Viva berdaie mas grilavam isoladoa, porque a poli-
ca mandava dispersar os eidadios, quando se
reuniam em grupos. Era a liberdade da polica 1
O prente do polaco tinha morrdo, deixando
dos cabedaes que possuia melada ao emigrado de
Varsovia e melada a um primo de menor edade.
Como havia orpbio na berenga, mandava a Justi-
na que se vendesse ludo. Por mais qne o polaco
requeren que se nio pozesse em prana a espada
do defunto, que era urna joia de familia, por ter
aido presente de Joio Sobieakl a um avoengo
do reqaerente, foi trabalho perdido. Soube-ae
qual era a origem da espada a comprou-a um mil-
liooario com fumos de artista por tal' prego, que
o nosso homem renuociou a ella com aa lagrimas
nos olhos. Nio era fraternidade. Era. a liberda-
de e a egualdade do dinheiro 1
Passada esta profunda mgev, resolveu o pola-
co estabelecer urna impreoaa. Comprou duas ma-
chinas, alguna preloa de mi e muitoif outros pe-
trechos pertencentea ao olfico, e dispoi tudo
muito convenientemente em ama casa que ala-
gara na ra du Coq-Heron, que a roa mais ty-
pographica de Franga, de Navarra e da Saboia.
Juntou-lhe urna lytbograhia, e, coma tencionara
ser editor, abriu ao rez da ra urna laja de linos
mais eapagosa do que a do lamigerado Dantos,
em que nio cabem duas pessoas a par, nem qua-
tro em linha.
Cauaoo sensagio, apesar de ser era lempos re-
vollos, o novo estabelecimento e lallaram d'elle
lodos os jornaes de Pars. Nio cabla em ai de
contente o ex-preaceptor da jurentude allemii.
Bem ser, dizia elle com oa seus bples. que a
repblica e eaaencialmenle fraternissdora D'ao-
lea pagaram-ae oa annuncioa e oa arligos eauda-
lorios. Agora, que os homes sao livres, iguaes
e irmios, cada qual ae incumbe espontneamente
de promorer |os inleresses dos outros 1 D'estas
cogitagoes candidas veio acorda-lo uro bomem
que, tirando do bolso da caaaca urna faxa tricolor,
prorou ser e commissario de polica do bairro.
Pego-lhe que me aprsenledisse mal cor-
tezmente'o commissario o aeu diploma de im-
pressor e lylhographo, bem como o de lirrelro.
Qual diploma ?reapondeu o polaco.
O senhor deve saber qae o numero dos im-
pressores limitado por lei e egualmenle o doa
livreiros. Por coosequencia, se nio tem o com-
petente diploma, neo derer autoa-lb e remel-
lar e auto a quem compete.
O' homem,replicn o polacoroc cuida
que anda est no tempo de Guizot ou tal vez mes-
mo dd Poligoac e nio v o sol da liberdade que
allamia a todos? Pois eu, paraexercerurna pro-
fissio licita, preciso de licenga do gorerno t
Seguramenteaffirmou o commissario.
Eolio a repblica, proclamndoos tres gran-
des principios da liberdade, da egualdade e da
fraternidade, nio aboliuimplcita e explcitamen-
te todaa aa lela que lhe eram contrarias ?.
Eu d'isso nio entendo. A minha queslio
que soube pelos jornaes que roe* abrir doua es-
labelecimentos novos. Se tem diplomas, muito
bem. Se os nio tem, infringiu a lei e dever
mea autoa-lo.
K, se bem o disse, malbor o fez com lodos as
termos de direito e mais requisitos administra-
tivos. Ao despedir-se, o commissario disse ao
notao polaco, sempre com a maior cortezia, quo,
se os jornaes nio tivessem tallado, poderia escu-
racer-ae o caao, mas depois de tanta publicidade,
era. impossirel. Passados alguna das foi condem-
nado a impressor e lirrelro Ilegal em 1.000 fran-
cos de mulla e naa cuataa. N'isto pararam os elo-
oessoat, s qeaea, oa
porque traziam fitas na sobncaaac ou porque
vinham de uniforme, os porteiros abrita logo aa
salas e dirigam para os gabinetes ninlstortaet.
Egualdade difficil da entender I
Urna ves eneootrou Caussidlre qae s&hia do
ministerio do interior com o chapea a que mais
larde Garibaldi devia mddar.0 nome. Agarroa-
se s elle e impingiu-lhe a aua historia,
Cidadio,respondeu-lhe Canssidirevo-
c iofringiu a lei. Nio se deve queixar.
Qual lei, nem meia lei Iexclsmou o pola-
co nao ha lei contra a liberdade do homem.
Ahi que ae engaa. A liberdade limi-
tada pelas lais.
Ento como no tanpo da monarchia?
Pois aasim ser, mas en nao o deixo sem que me
mantenha na minha liberdade de imprimir llrros
e do os render.
Caussidire olhou para o homem como quem
examinara ae era dnudo, daaprendeu-ae delle
com nao humor e desceu a aseada, murmurando
as,palarras: ForUlparvo\ Rels fraternidade,
flcou dizendo o vencido de Varsovia.
Impossibilidade de aer impressor ou lirrelro
por estar preenchido o numero, e nao harer
quem ibe rendease un diploma, lenbrou-ae de
ser corretor, cambista ( agmt de change), pro-
curador oa interprete, ralo qae aabia difiranles
linguas estraogeirss, maia para todaa ealas pro-
lisses era mialer alcangar um diploma ou com-
prar o cargo. O nosso bomem comagara a descrer
da egualdale republicana e parguntara a todoa
que oceupagio ae podia ter em Franga sen ne-
cessidade de licenga do gorerno ou e qualquer
outra corporagio. Reapondlam-lbe .com um sor-
riso e tioham-o por doudo.
Emprehendeu, finalmente, langar-se na car-
reira induatrial e pareceu-ltft aue seria a me-
Ihor da todaa aa amprezas cobnt Pariz da an-
nuncios. Obteve com' tocansavel dlllfencla
grande numero d'elles, nendou faser certazoa de
todaa aa coras de prisma o do algssnaa que ee in-
ventaran) depois, e comegava a manda-loe affixar.
Ahi que foram ellas. Nos boulevarda hara
urna companhia com privilegio de 99 annoa. Te-
ve processo com a direccao, pardeu-o e pagou
de multa e perdas e dainos uos quatro contos
de res. Nos maros eneootrou letreiro prohibi-
tivo e penal oa coocessio anterior. Ao cabo de
mil tormentos, abandoooa a empreza com gran-
de prejuizo e com apoucada confianga na liber-
dade franceza I
Nio ha memoria de desengaos eomo os d'es-
te pobre homem. Nos Iheatros obrigaram-o a
enuloirar-se para entrar e de vez em quando a
polica ahila a porta do privilegio a outros cida-
diosque nio deviam ter mais direitos do que el-
le. Naa festas de egreja, dous suissos de alabar-
da de chapu na cabega, archeiros orgulbosos do
Omnipotente, vedaram-lha a paasagem para os
sitios reservados a outros morlaes. as cma-
ras, abafara de calor na galera geral, em quan-
to as outras galeras algnns indirlduos gozaram
tranquilamente de grande eapago assenlados em
cadeiras muicommodasl Dessppsrecera a egual-
dade,.ao menos de todos estes logares I
Em ama noile, em qu se recolhia j tarde, en-
eootrou um amigo poitugez, o qoal entao mora-
ra na ra ora de Santo Agostinbo e agora vive
no Porte (1). Pararam ambos a conversar de-
fronte da porta de um d'elles Ao cabo de pon-
eos minutos, passaram dous policas dos taes que
chamam sergentt de ville e attenlaram no polaco
e.no seu companhero. Voltaram em breve e
do passeio opposto*bradaram em tom poueo be-
nvolo :
Sio horas de recolher.
Os dous ouvram, mas fizeram orelha de m-er-
eador, como l se diz em Portugal. Oa policas
tornaram a gritar:
_ O'll Entao nio ouvem? Para casa, qoe
sio horas.
O polaco trema de raiva, mas n,o responda.
O portuguez propunha que entrassem na casa
d'elle, a cuja porta estavam. Eolio um dos ze-
ladores do socego publico atravessou a ra e per-
guotou com ar ameaegador ae os dous estaram
com desejos de ir pernoitar casa da guarda.
Vamos, ramosacrescenton o homem.
lato'nio sio horas de conversara ra, Reco-
lher, recolher e depressa.
Eu nao recolho casa de noulereplicou
o polaco.Durmo de dia e passeio desde o por
do sol at pela manhla. '
Nada de brincadelras. Para casa ou.....
Neate pooto da arrogante iolimagao diviaou o
sargent de ville urna fita encarnada oa casa supe-
rior da (apella esquerda da sobre-caaaca que o
portuguez vesta. Nio acabou a phrase. Levon a
m a o ao chapeo armado, tornou aatraveasar a ra
e seguio com o companhero at desapparecerem
ambos esquina.
O portuguez entrou para casa a o seu amigo
continuou o seu caminho, meditando na liberda-
de do paaseio e na egualdade da fita I
Honre por esse lempo um baile no Hotel de
Ville. O polaco obteve um bhete, alugoa carraa-
gem e partiu. As csrruagens formaram filas, co-
mo a gente s portas dos Iheatros-, porm de rez
emquaodo chegava alguma, cujo cocheiro mos-
trava um bilheto aos gendarmes e cortara a filei-
ra, chegando ao palacio municipal primeiro que
as dos outros eidadios. Era a geote do gorerno
e os seus amigos. Geote apressads 1 Depois de
duas horas de ragarosissimo caminho, deaembo-
cou o nosso homem na entrada do Hotel de Ville
e peoetrou as salas. Alli os eriados nao o dei-
xaram sahir pela porta por onde entrara, nem
entrar por aquella que lhe servir para sahir. Al-
gumas vezes ordenaVam-lhe que abrase praga
a figurdes que iam passando, e, quando havia
grande multtdio em urna sala, os taes policas
desfargados exclamaram
tneus senhoret.
lato nio baile. E' picadeiro 1 disse, furio-
so, o ingenuo polacoQue liberdade I Nem na
Russia I
E parti para casa, quasi convencido de que
a liberdade,a egualdade e a fraternidade estaram
em letras gordas noa edificios pblicos, mas nao
appareciam em nenbuma outra parte.
Com o andar doa lempos, o povo de Paria
amotioou-se contra os amotioadorea de fevereiro,
como estes se linhsm amalinado contra os amo-
tinadores de 1830. Noraa barricadas. Urna bata-
lha em cada roa. O polaco deaafogoa a aua ira
e pelejou pela leberdade, egualdade e fraternida-
de, que bariam de vir, ae reucesse o poro D'es-
sa rez Deus foi peto tropa sem se importar com
o parecer de Cali. O nosso defensor de Vsrso-
ria, ferido no combate, flcou priaioneiro e foi
condemnado com mais Tinte companbeiros a 10
annos de priso.
(Con(t>uar-ss-a.)
ta entre o cu e a trra o que aonhava a sua
phyloaepbt, a npcidade da hoja, s ae ajoelha
diante dos sonbos de sea sceplicismo.
Nio difficil, realmente, encontrar-se boje um
mogo a parar no meio da ra a ao meio dia em
ponto, vendo miragent no cea, anjea cnidos, no-
vena fumegante, a gallopar noa ares, de freioa
bipartidos, escamando sangoe vivo, etc. ate.
Enconirae um velho i janella, tabaqueando O
caso, um caixeiro na porta a aggravar mtalos,
*~ matulo cavallo i vender leile ; e o cavallo
reliecvjjdo, e. perguntae Ihea o qae fszem,-qae
retpondi-Tos-hio o primeiro, cuido na vi-
da, e lodo, os maia, baiendo-vos com a cabe-
ga, suspirarao.
E' urna mana ea insuportavel.
Parece cousa de laxo* de alto prego hoje o ser-
se poeta. O Rrasil, no enuoto, nio aeria, certo,
atacado de tio perniciosa epwamia, se por ven-
tura, a con diga o para tio grana orgulho, fosse
a sorte de Robspierre, Cheoier, Tea** e oalros
moitos, martyres dos arrojos do sea gtto.
Alm disso, tal vez o saibaes melhor do q&a ea,
a infelicidade da poca est em comprobenderc-m.
os nossos poetas d'agua-doce, que rhimar pao
com feijio poetiaar.
Ab I santa ioqnisigio I
E os taes meas seohores, filhos das musas,
tornam-se paludos ; e talvez a torca de mames,
trazem a cabeca baia, semblante sombro a olhos
inquietos, sonham, aciamam, illoden-ae e deail-
ludem-se, esperan e desesperan, a afinal de
contas, e de muitaa vellaa gastas, tem garatuja-
do ama porgio de folhas de papel, e deaprezsndo
o conaelho nom numerantur, sed ponderan-
tur tormam um celhamaco monstruoso, com fo-
ros da veame, e fazem-o correr s ayrthes da
publicidade, sem temer ve-lo a ensangaentar-ae
noa estyletos da critica.
Em aeguida, ou anteriormente, sabe logo ao
elogio proprio, ou eocomnendado, com todoa os
aacraneotos, qoe ae concebe nestes tormos : sa-
hiu, outem de vir luz um exeeltonte volume de
liodisaimas poesas. Eaaa obra, qae tanto deve
honrar ao seu autor, prodaccio de um crneo
rdante de mancebo esperaogoso, o Sr. fulano dos
aaxOes, que mnito prometi ao nosso paiz nesse
genero de cultora, e a quem damos, u antecipa'
moa oa nossos parabens, certo de que Vmc. ni
desanimar.
No fronteapieio da obra, ou peloa jornaes, logo
depois de harer a aobredita eneommodado ea pr-
los e a paciencia do publico, vem ama aprecia-
io, oui propotito, que maitas vezes bem
ora de tempo.
NesseTe Deum laudamoso Bregador s-n-
xerga aquellas poesas, que por sua mais oa ma-
nos harmona, maior ou menor cadencia, sen
fallar no seu pensamenlo dio mais nss vis-
tas : queima-lhes um bocado de beijoin, teca-
Ihea um elogio, com feigoes de enterramento ; e
est todo aocioso por ver o sol naseeatto que tan-
to se endeosa.
Que volume esse?
Por exemplo, Luz e myslerios.
De quem ?
Leiam-lhe a capa.
O que coatm elle ?
Es.sa boa I I
Um prologo, como deveia saber, que de lodos
os livros, boos e mus, contendo urna justrficagio
edefeza do titulo da obra, que em reaumo dea
indefenso, como o ru, que advogoa am ex-col-
lega meo ; urna imitagio Lamartine, que es-
corvarla o poeta de sopapadas, se o encontrasae
por ventara, a vida do poeta, a morle de aua ir-
maa, a rotara de sua vea potica, finalmente a
cauaa doa seus proclamos apparuerumt flore* i
farra nottra, e a assignatura do autor.
No corpo e no ventre doa autos o qae se en-
contr? Florea, imoresi beijos, raos, estrellas,
lagrimea, olhares, escuta, Deua, Ella, canges,
nos montes, nos valles, nos campos, as ilbas,
la, scismaa, illusea, adeua, merri p'r'o mundo,
sonhei-a, ndex, errata, prego da assignatura, a
maia nio disse.
Um suspiro, em carcter de aoreonanta, ag-
azas de sua phanlaaia al a regiea etbereaa do
peito da Olindina o sacrificio da liberdade na
eruz, aos uiros e sibilos de ama tempesiade hor-
rorosa, etc. etc.
E como esse*, ahi Tao^peregrinaudo por este
mundo de meu Deas, mendigando o pi amargo
da misericordia e da eompaixio, curvadoa ao pe-
se dos remorsos, arrependimentos e deagostos,
paludos e misantropoa como o Jadea Errante,
dermindo s ebuvas e aos rentos, e expostos ao
cholera-morbus, sem acbar urna estante, ou ao
menos urna prateleira de armario velho, Eole-
vos,. Flores Silvestres, e outras muitas refe-
ridas no novo methodo de Csslilho.
Eu lambem j segu o lurbilhao deavairado des-
sa onda tonca. Al certo lempo Deus me pre-
servou dessa epidemia ; mas em breve lutava ea
com o meu genio, a me fazer apaixonado torga.
a soobar t olhos abertos, como tiarrel, e nio
crer maia na vida como Plalos no Credo.
Eolio, d'ahi at certo tempo, que ainda
hoto choro, dei para poeta, por torga das cousas
e gragea de uos elogios muito beslas,. e li ae pu-
ete o lho do velho, a paaaear aUa noite pelo
meio da caaa, a fazer ca'culoa matbematicamente
poticos, e poticamente mathema-ticos-, e a acor-
dar os viziohos, que me davam mil dtabos, com os
meus arraucoa de enthuaiasmo, a procurar rhima
para cinza.
0 teuipora l mores 1
Um poeta I um poeta para mim era cousa de
mais orgulho, do que am official da guarda na-
cional em tempo de parada.
Fiz poesas de todo o genero, tmilei, e em bal-
de fiz por imitar, cantei os malo, a cidade, as
featas e os saru,. as flores e s- mogas, cabellos
e olhos, boceas o sobraocelhas,. saudei o sol, a
la e as estrellas, cantei a liberdade, fiz rersos
al a papagaioa.
Fui muito desfzuctarel 11
Hoje nio. Creaci, tomei corpo, vi que n9o ti-
Circttlem. circulem, Qna geito para a cousa, acabei com a minha pan-
cada potica, nestes termos em umlbum s
ounca mais fiz rerso :
Variedades.
mo-
lios c'om jorros de elocuencia, como os jorros 49 gioi dos peridicos e a protocolo da repblica a
Por cansa do meo cerebro.
Todos tem escripto o sea por causa. Uos
por causa de um beijo ; oulroa pee causa
de um baile ; oulroa por cauta de urna an-
glica; e oalros finalmente, por canta de
deitam-lhe en seguida uos poniinbos, que afinal
de contas, poslos em trocos miudos, nada expri-
meno, e nio foi por cauta de nada.
Pois bem I todos o tem escripto, e como
nikildictumut, quodnon titjam dictumpris
rou eicrerer tambem o meu por cauaa do meu
cerebro, ti quid ett in me ingenii, quod senta,
quam tit exiguum l x
Nio sei que are negra, abrindo as azas, obs-
curece as raas do Brasil actoal I Taires o genio
do infortunio, preaidindo-lhe o naacimento, escre-
retse-lbe na fronte a historia dos leus mys-
terios !
Nascen Goethe, o astro opaco de um aceptica-
mo chronico lurvou os horisootes da velba e
tectrica Allemanha ; aoube-ae de Byron, urna
ouvem ftida eivada de um requintado sensua-
lismo, affeciou o cu pesado da ayoica Ingla-
terra.
O autor do Fautt plantou a arvore do acepti-
ciamo na Allemanha, a libertintgem e cotlumes
licenciosos do cantor do Child Harold flzeram-na
fructfera na Inglaterra.
Taea foram aeua tractos e a dogura delles, que
depois de Goethe e de Byron, de Hoffmann e de
Cooper, nio houve villa ou aldeia, choupaoa ou
caaebre, que nio tivesse um sceptico e sonbador ;
um poeta, como disse o nosso Agrippa.
Com a queda, pois, do imperio dos erantes, a
maaaa alborotada dos miseros sonhadores diaper-
sou-te pelo mando como as aguas do diluvio.
Ninguem hoje er e infelizmente lodos sonham,
porque, como o Horatio de Shtktpeare, que s
(1) Hiitorrcp, excepto. q"dIi ~
Nao aou poeta para dar-te vanos.
Nio vs que para- tal nio toaho geiVo ?
E como esse pedido ?
Nio sabes qae o destino do poeta,
E' ser oco e tor cana, aorrir no choro,
Ter creoga e ser descrido r...
Tu nao res que sao todos liviano*?
No soffrer uniformes, n'um s tempo,
Sentem dor e prazer ?
Que rirem de illuses, e as suas bellas
Sio as formas que o crneo em fogo pinto ?
Nem sabem ae ha darer ?...
Que as ras sio seu lar, o ceu seu tocto,
As calgadas colxes, sem traresseiro,
Dormitam ao toar?
Que vaem nos sonhos virgens vaporosas.
Bejando-os de joelbo, e, se dispertan.
Vio de novo sonhar?.
Que os seus bens nesta vida ae resumem;
Nesses gosos mundanoa das orgias.
Nos jogos e prazeres ?..
Neeaas noites curtidaa na volupia.
Nesses beijos immundos, torpes, frios.
De cyoicaa mulheres ?..
Nio sabes, que de noite, ao p da vela
O espiito acceodem no cognac
Mil vezes, sem dormir 1
E que fumaga do charuto em brasa,
Ao mando do ideal em batoradas
Fazem a alma subir ?
Pois bem 1 versos nio dou-ie, que os nio tenho.
Por fallar-me esse fogo, que aos poetas
Tora* a alma vaporosa ;
Nio tenho inspirages, nem sou discrido,
Ealm de nio fumar, nem ser britanno,
Minha alma loda prosa.
Aqui exhalo u, como j disse, o sea ultimo suspi-
ro minha vela de poeta d'agua doce.
Ecce appropinqual hora 1
Devo.acabar, e, portelo, mando todos quan-
tos este publico instrumento virem, poetan e ro-
mancistas, pbilosopbos e joraalis.tas, juizese ad-
vogados, escrivies e officiaes de juatiga, que o
liam e o fagam 1er tio ioteiramente como nelle
se comtm, ainda mesno aquellos pontos, que
lhea disseren respeito, sem se esquecerem juntar
em forma summaria para effeito devolutivo, a
devida e conaequente eensura, depois da tonga a
enfadadissima obaervagio itto nao presta I
De minha parte o qae lhes podeiei fuer em
auxilio depoia da aceitoa os embargos, e des-
pachados receidos, fleam em proveame apre-
sentar por testemunha, noa dez dias, e dizer que
ludo isto succedeu por causa do mea cerebro.
Forguet < nof.
Fevereiro: 62.
CROMVriL.
PIRN.TYP. DE M, F, DE FARIA 4 F1LHO


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