Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09488


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Full Text
114 Sfetl. I9ICI0 32
Ptr ircs niwefrtdiainadfls 100O
Ptr tres nezu (Mei'^g OgOOO
SABBADO 8 DE FEfEREIRO DE IS62.
. Por auno adiantado 19$00O
Parta fraiee para a subscriptor
PEMAMBIM
ENCARREGADOS DA SUBSCBJPCA DO NDRT'*
Parahyba, o Sr. Antonio Alexaodrino de Ll-
K) ;.Natal, o Sr. Antonio Marques da Silra ;
Aracaty, o Sr. A. de Lemoa Braga; Cear o Sr.
. Jos de Olireira; Msranbio, o Sr. Joaquina
Marques Rodrigues; Pir, Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todos os da as- 9)4 horas do dia.
Iguarass, Goianna, Parahyba as segundas
e sextas-feiras.
S. Antao, Bezerros, Booito, Caruar, Altinho
e Garanhuna as tergas-feirai.
Pao d'Alho, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Florea, Villa-Bella, Boa-Viata,
Ouricnrye Ex as qua.tas-feiras.
Cabo, Seriohiem, Rio Formse, Una, Barreiros
Agua Preta, Pimentelras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manhia
CPHEMERIDES DO MEZ DE FEVEREIRO.
6 Quarto cresoente as 5 horas e 30 mnalos
manhia.
14 Lua cheia aa 2 horas e 25 mina tos d a man.
ti Quarto mingnante as 11 horas 46 minatos
da manhia. .
88 Lua nova s 2 horas e 8 minutos da manhia.
PREAMAR DE UOJE.
Primeiro as 11 horas e 42 minutos da manhia.
Segundo aa 12 horas e 6 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
3 Seganda. S. Braz b. m. ; S. Oderico f.
4 Terca. S. Andr Coraino b. c; S. Gilberto.
5 Quarta. S. gueda v. xa.; S. Pedro Bapliata.
6 Quinta. Aa Chagaa de Christo; S. Dorotha.
7 Sexta. S. Romualdo ab. ; S. Ricardo re.
8 Sabbado. S. Joio da Malta fundador.
9 Domingo. S. Apollonia v.m.; S. Aosbertob.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quinta.
Relagao: tercas e sabbadoa s 10 horas.
Fazenda : qnintaa s 10 horaa.
Juizo do commercio : segundas ao meio dia.
Dito de orphaos : tergas e sextas s 10 horas.
Primeira Tara do civel: tergas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do cirel: quartas e sabbados 1
hora da tarde.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO DO SL.
PARTE QFFICIAL
Alagdas, o Sr. Ciaudino Faicao Dias i
o Sr. Jos Martina Aires ; Rio de Janeiro
Joio Pereira Martina. f
EM PERNAMBUCO.
Os proprietarios do purio Manoel FL
Fana & Filho, na ana livraria waea da
dencia ns. 6 e 8.
Bahi.
, o*f.
/
f
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia de fevereiro
de 186*
Offlcio ao director da faculdade de direito.
Tomando em considerado o que me representou
o Dr. Jos Antonio de Figueiredo, que se acha com
sua familia fura desta cidade, e nao pode reco-
lher-se uestes das maii prximos, resolv no-
mear o Dr. Tarquinio Braulio de Souza Amaranto
para fazer partida commisso julgadora dosexa-
roes de preparatorios nessa faculdsde de direito.
O que communico V. Exc. para sua iolelligencia
e directo.
Dito ao brigadeiro commandante das armas.
Convem que V. Exc. reitere as auas ordena para
que o commaodante do corpo de guarnido faga
apressar a marcha das pravas que, na cooformi-
"dade do meu offlcio de 18 de dezembro ultimo de-
?em destacar na villa de Flores.Communicou-
se ao chefe de polica.
Dito ao mesmo.Transmiti i V. Exc. para ter
o conveniente destino, as guias dos reos militares
Manoel Francisco de Souza e Jos Querino de Al-
maida, que regressaram do piesidio de Fernando
por haverem Unalisado as penas a que foram con-
demnados.
Dito ao mesmo.Devolvo V. Exc. os reque-
rimentos a que allude o seu offlcio n. 192 de 30
de Janeiro ultimo, aflm de que ordene ao capilao
Luiz de Franca de Carvalho, que pague a revali-
darlo do sello respectivo, como exige o inspector
da thesouraria de fazenda do offlcio constante da
copia junta.
Dito ao presidente da relagao.Sirva-se V. S.
de interpdr o seu parecer sobre o que pedem Be-
nedicto Pioheiro de Mendonca, Joio Gomes de morDua> 1"^ ahi grassa, outra reraunerago
Souza e Manoel
da Concedi Pereira de Albu-
querque, nomeados este para o offlcio de escrivio
de capellase residuos, e aquellos para os de par-
tidores, contador e distribuidor do termo de
Goianna nos tres requerimentos aqui inclusos.
Dito ao chefe de polica.Sirva-so V. S. de mi-
n!*trar"rae com DreTille s informarles a que
allude o offlcio desta presidencia de 9 de oulubro
ultimo, relativamente as cadeias e prisdes civis
desta provincia exigidas por aviso circular do mi-
nisterio da justii;a de 20 de setembro do anuo
passado.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Communico V. S. que no dia 4 do correte foi
despedido do hospital militfr, oode servia na qua-
lidade de eoferraeiro, o cabo de esquadra do 2o
batalhao de infantaria Candido Olympio Porto, e
substituido na mesnja data pelo paisano Joio Can-
cio da Silva.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar ao Dr. Fe-
appe Nery Collago sob minha responsabilidade,
em vista do aviso do ministerio do imperio de 7
dejanciro ullimo a quanlia de 50J>000 roa provo-
nienle da impressao de mil eteniplares do Irat-
meolo do cholera morbus, como se ve da conta
junta.
Dito o mesmo.Estando nos termos legaes os
ioclusos documentos minie V. S. pagar aos ne-
gociantes Reg < Aodrade, conforme requisitou
o respectivo commaodante superior Interino da
comarca de Flores em offlcio de 15 de Janeiro ul-
timo a Importancia dos vencimentos relativos ao
mezde dezembro do anno prximo passado do
destacamento de guardas naciooaes d'aquella
villa. *
Dito ao mesmo.Estando nos termos legaes os
ioclusos documentos mande V. S. pagar ao sar-
gento Marliniano de Barros Branco conforme re-
quisitou o commandante superior da comarca de
Santo Antio em offlcio de 9 de Janeiro ultimo
sob o. 62 a importancia nao s dos vencimentos
de guardas naciooaes da tilla da Escada mas
tambera da despeza feita com o fornecimento de
luz para o quarlel do mesmo destacamento tudo
relativamente ao mez de dezembro do anno pr-
ximo passado.
Dito ao mesmo.Recommenlo V. S. que,
tendo em vista o aviso do ministerio do imperio
de 7dejaoeiro ultimo, mande indemnisar, sob
mmh responsibiliiade a SantaCsa de Mizeri-
cordia da quintil de 48u!260 reis despendida
como se ve da conta junta que me foi remeltida
com offlcio do respectivo provedor do 31 do cita-
do mez de Janeiro, com o hospital que mandei
preparar para o tralamento das pessoas in digen-
tes caso se desenvolva nests capital o cholera
morbus.Communicou-se ao chefe de polica.
Dito ao mesmo.Declaro V. S. para seu co-
nhecimento e direcgo que de conformidade com
a sus informsgao do 29 de Janeiro ultimo sob n.
60 acabo de autorisar a thesouraria provincial a
Ln^.m^sar a fa"ada nacional da quanlia de
698*500 res, em que importara 127 espadas com
Dilohta, bocaes e ponteiras fornecidas pelo ar-
senal de guerra desta provincia ao corpo de poli-
ca cono se v da relagio Junta, preveoindo-o
ao mesmo lempo de que as materias primas em-
preadas na factura de taes objectos foram com-
pradas no primeiro semestre do correte anno
nuanceiro, segundo consta de informacao do di-
rector do mesmo arsenal datada de hontem e u.
4*. Communicou-se ao director do arsenal de
guerra.
Dito ao inspeejor da thesouraria provincial.__I
Attendendo ao que expoz a mesa regedora da
irmandade do Santissimo Sacrameoto da fregue-
zia da Bos-Vista, no Incluso requerimenlo, re-
commendo V. S. que mande entregar ao the-
soureiroda mesma irmandade o producto do be-
neficio que se acha recolhido essa thesouraria
relativamente i 5* parte da 9a lotera concedida
a favor das obras da matriz daquella freguezia.
Dito ao mesmo.Em vista da inclusa folha que
me foi remedida cora o offlcio do director geral
da inslrucgao publica de 3 do correle, sob n.3l,
mande V. S. entregar ao director do collegio dos
orpho de Santa Thereza em Olinda a quanlia
de 103^332 para pagamento dos vencimentos re-
lativos ao mez de Janeiro ullimo, do barbeiro, en-
fermero e outros empregadas internos d'aquelle
estabelecimento.
Dito ao mesmo. Mande V. S. indemiiisar a
fazenda Tiacional da quanlia de 698500, em que
importara 127 espadas com bainhas, bocaes e
ponteiras que foram fornecidas pelo arsenal de
guerra desta provincia ao corpo de polica, como
se v da relajo junte, que veio annexa ao offl-
cio do director do mesmo arsenal de 7de Janei-
ro ultimo, sob n. 21. -
Dito ao capitio do porto.Ponha V. S. dis-
posigio do brigadeiro commandante das armas o
recrula Manoel Goncalves de Queiroz o Albuquer-
que, que Ihe foi apresentado nesta dala. Com-
mootcou-se ao commandante das armas.
Dito ao inspector do arseoal de marinha.Man-
de V. S. com urgencia postar junto forlaleza do
Brumuma lancha equipada, aflm de transportar
fiara bordo do vapor Persinunga 46 barris de pl-
vora destinados a differontes provincias Com-
municou-se ao director do arsenal de guerra.
Dito ao mesmo.Dos objectos que existem de-
positados nesse arseoal, perienceutes ao exlinclo
gabinete de chimica, pode V. S. emprestar so
pharmaceutico Joaquim de Almeila Pinto os ap-
parelhos do que elle necessita. como declara no
incluso requerimenlo, para conseguir o deseovol-
vimeolo do coloro gazozo, deveodo elle assignar
termo, pelo qual se obrigue a restitui-los em bom
estado.
Dito ao director das obras publicas.Tendo
designado o engenheiro Pedro de Alcntara dos
Guiraaraes Peixoto para substituir o engenheiro
Francisco Raphael de Mello Reg no lugar, de
fiscal da illumiuagao igaz emquanto estiver este
no gozo da licenca que Ihe foi concedida : assim
o communico a Vmc. para o seu conhecimenlo e
aflm de que o faga constar aos mesmos enge-
nheiros.
Dito ao inspector da saude publica.Sciente do
que Vmc. me commnoica em seu offlcio de 3 do
correte, de haver prohibido a venda de um li-
cor annunciado por Sodr & C, como preserva-
tivo do cholera, tenho a dizer-lhe que deve Vmc.
impor-lhesa competente multa se para isto hou-
ver justo fundamento, e lhe recommendo a maior
actividade e energa na repressao de ties abusos.
Dito ao juiz municipal de Santo Antio.Com
a copia do parecer do presidente interino da re -
lagio, dalsdo do Io do correte, com o que me
conformo, respondo a consulta por Vmc. feita
em data de 17 de dezembro ultimo, relativamen-
te as custas reclamadas por Jos Ceciliano Besso-
ne de Almeida e Agostinho Joio da Cuoba, ava-
liadores nomeados em inventarlos por parte dos
orphaos, sujeitos a jurisdico desse juizo.
Dito ao jaiz de direito do Brejo.Remeti a
Vmc. para seu conhecimento, e em resposta ao
offlcio desse juizo, de 27 deoutubro ultimo co-
pia do que nesta data dirijo ao juiz municipal do
termo da Cimbres com referencia ao tabelliio e
escrivao Leonardo Bezerra Cavalcanti tJa Silva.
Dito ao administrador do correio.Informe
Vmc. acercado que expOe no trecho do offlcio in-
cluso por copia, a cmara municipal da villa de
S. Denlo.
Dito ao Dr. Flix Moreno Brandio.Sciente
pelo seu offlcio de 27 de Janeiro Ando, de Vmc.
nao aceitar pelos seus servicos prestados nessa
comarca por occasiio da epidemia do cholera-
. alm
dos seus vencimentos de segundo cirurgiio do
corpo de saude do exercito, cabe-me dizer-lhe
que louvo e agradego essa prova de desinteresse
e philantropia de sua parle, a qual o governo da-
r o mais subido prego.
Dito ao superintendente da estrada de ferro.
A ecuso o recebimenlo da communicacao que me
dirigi o Sr. superintendente da estrada de ferro
em 3 do correle fazeodo-me ver que o trafico
da mesma estrada teri de ser iolerrompido em
coosequencia da obstinaco com que persistem
os machioistas das locomotivas em nao quererem
continuar em seus trabalhos, emquanto nao for
posto em liberdade o seu companheiro, que,
conduzindo o trem, que oestes ltimos dias es-
magra urna mulher, fdra preso pela polica,
que prosegue a todas as diligeocias necessarias
no intuito de averiguar, se lio lamentavel suc-
cesso, j por vezes repelido, foi on nio intencio-
nal, para proceder como fdr de le.
Deplorando com o Sr. superintendente lio
desagrsdavel oceurrencia, cabe-mo dizer-lhe que
nao estando as attnbuicoes dos presidentes de
proviocias modificar mi aaapeoder a accio das
leis, em cuja execugio lhe cumpre velar, nem
sustar o procedimento das autoridades no cum-
primento dos seus deveres, nenbuma providencia
me cabe no sentido de embarazar diligencias que
fas a polica para esclarecer-se acerca do faci
de que se trata.
Nem o ajuste, a que allude feito entro o Sr.
superintendente e o orveacheiro fiscal, nem as
consideracoes, que faz no final de sua citada com-
municacao, podem jamis proceder em caso al-
gum pelas razoes que aeima j ficam expendidas
tanto mais quanto pelo artigo 99 do regulamento
que baixoa com o decreto n. 1930 de 26 de abril
de 1857, devem ser processados e punidos na
forma do cdigo criminal, os empregados da
compsnhia, que por omissao ou negligencia de-
rera causa a accidentes de que resulten mortes
on ferimentos.
De nenhura modo, pois, se pode recorrer ao
meio que o Sr. superintendente considera talvez
fcil de remover os embarazos que actualmente
procura destruir, quando cumpria compaohia
no flm de provera tolas as eventualidades desta
natureza ter um pessoal de machinistas mais
numeroso ou mais cooscio do seus deveres e
obrigagoes de modo que em nenhuma circums-
lancia podessem ter Tugar as difflculdades que
hoje se realisam.
Entretanto constando de communicacao lti-
mamente recebida do engenheiro fiscal que effec-
livameote fdra interrompido o trafico da estrada
de ferro, nao posso deixar de declarar ao Sr.
superiotendente que responsabiliso a companhia
da mesma estrada pela falta de cumprimento de
suas obrigaces, e que passo a levar este meu
acto com todo o occorrido ao conhecimento do
governo imperial.
Dito a cmara municipal de IguarassRet-
poodendo o offlcio que me dirigi a cmara mu-
nicipal da villa de Iguarass em 2 do correte,
lenho i dizer-lhe que, altela a urgencia e neces-
sidade da presente siluacio, dirija-se a mesma
cmara aos proprietarios dos terrenos de que tra-
ta o seu offlcio e pega-lhes que cedam os terre-
nos proprios para cemiterios, garantindo-lhes
ella a respectiva indemnisagao quando fr pos-
sivel.
Quaoto, porm, ao mais que expde a mesma
cmara relativamente aos povoados de Ilamara-
c e outros opportunamente ser attendida, de-
vendo communicar quanto antes a esta presiden-
cia o apparecimento 4a epidemia reinante em
qualquer ponto do seu municipio.
Dito ao gerente da Compaohia Pernambucana
de Navegagio Costeira.Por conta do ministe-
rio da guerra mande Ymc. transportar para a
Parahiba no vapor Persinunga 18 barris de pl-
vora viodos da corte para terem esse destino.
Igual para mandar transporlar para o Cear 28
barris.Communicou-se ao presidente da Para-
hiba e ao do Cear.
Portara.O presideote da provincia, atten-
dendo ao que reqwereu o juiz de direito especial
do commercio nesta capital Dr. Trisliode Alen-
car Araripe, resolve prorogar por 15 dias a licen-
ca que lhe foi concedida por portada de dezem-
bro nltimo para ir a provincia do Cear.
Dila.O presidente da provincia usando da
fteuldade que lhe confere o V do artigo 24 da
lei de 12 de agosto de 1834, resolve adiar a
abertura da assemblea legislativa provincial para
o dia 1 de abril do correte anno, e manda que
oeste sentido se fagam as precisas communica-
coes.Communicou-se o primeiro secretario
da sssembla legislativa provincial.
Laurindo Augusto do Reg Barros.loforme
o Sr. inspector de arsenal de marinha.
Sergio Rufiniaoo do Reg Barrosloforme o
Sr. inspector do arsenal de marinha.
INTERIOR.
PARA.
Illm. e%xm. Sr. Em resposta ao offlcio de
V. Exc. de 9 de novembro, no qual me ordena,
que haja de declarar qual o estado sanitario des-
ta provincia durante o anno, que boje Qoda,
comprehendeodo especialmente tudo o que tiver
occorrido a respeito de qualquer epidemia, que
se leona aqui manifestado no mesmo espago de
lempo, e quses os soccorros pblicos prestados
pelo governo, teoho a honra de offerecer os
aeguintes esclarecimeotos, e informages, que fa-
go ebegar por intermedio de V. Exc. ao elevado
conhecimento do governo imperial.
Este anno de 1861, cuja ampulheta est por mo-
mentos a esgotar-se, e os seus successos a peo-
derem prestes para o dominio da historia, foi um
dos mais climatricos, que tm pesado sobre a
populagio desta vasta regulo do Amazonas, de-
pois da sua regenerado poltica. Alm das mo-
lestias geraes e commuos a todos os paites, que
de ordinario sao aqui observadas, reioaram tim-
ben: epidmicamente, tanto nesta capital, como
por alguos lugares do interior, em varios mezes
do anno a rubola ou tarampo, a coqueluche, a
cholerina, o cholera europeo ou tporadico, as
parotidites, a escarlatina anginosa, a febre ama-
relia e as febre intermitientes I
Tao crescido numero de enfermidades dentro
do curto periodo de um anno, assumiodo.todas o
carcter epidmico, por sem duvida couss dig-
na de reparo e eslraoheza Infelizmente, porm,
foi urna realidade, embora pouco frequeote na
vida social, que todos sentiram, muilos experi-
mentaran) e uo poucos lasiimaram.
Mas, se por um lado o anno foi prodigo nesse
genero de calamidades mrbidas, em compensa-
gao a Providencia, por seus altos designios, se
amerciou de nos, e permitlio, que nem todas es-
sasdoengss fossem dotadas daquella crueza e se-
veridsde, com que muitas vezes se lem mostrado
em oulros paizes ; de forma que, se excepluar-
mos a febre amarella, todas es ouiras na genera-
lidade dos casos foram benignas, e destituidas do
gravidade. i
A rubola ou tarampo, que reinou epidmica-
mente nesta capital, e por vtrias freguezias e lu-
gares prximos della, nos tres ltimos mezes do
anno prximo passado, conlinuou a grassar oes-
sas mesmss localidades com carcter em geral
benigno durante o primeiro semestre deste anno,
manifestando-se tambem em Chaves, para oode o
governo envin soccorros de medicamentos apro-
piados eom as precisas explk-sgdes sobre a ma-
neira, por que se devia fazer uso delles. Ali, co-
mo por toda a parte, eiif oonigio cedeu com
promplido aos medicamentos empregados. e
por tanto foram raras as victimas. Hoje pde-se
considerar extincto semelhante flagello.
A coqueluche, que se havia desenvolvido o an-
se toroasse insupe-
ganhando incremento talvez
ravel, e funesta.
As parotidista Unto na capital, como por va-
rios lugares do interior, deseovlveram-se no
correr do segn lo semestre do anno, e temram
grande incremento, affectando de preferencia os
individuos de menor idade ; no eolanlo muitos
adultos tambem foram acomemttidos.
Esta epidemia, que alcaogou largas propor-
goes, invadiddo quaii todas as casas, lem sido in-
teirameota destituida de gravidade, e perigo, e
me consta, que haja feito victima
mi, e experimentado nos doze annos, em que
semelhanle flagello tem perseguido a populago
desta cidade; e foi este tralamento, como V.
Exc. preaenciou oo momento da sua partida para
o Amazonas em a noule de 16 do correnle mez,
que acabo de mandar por em pratica oo munici-
pio dos Breves, aonde esta febre ullimameole
estalou.
Muito ioleresse tenho, quo este systema de
eombaler tao devastadora enfermidade seja posto
em pratica por outros facultativos, especialmente
Ba corte, aflm de melnor ser avallada a sua
nao me consta, que haja.eito victima slguma ,
todava bastante incommoda, e em muitos casos efficacia real
moslra-se rebelde acgSo dos medicamentos I
acooselhados. Nao est etiiocla, antes pelo con- j As febres intermitiente paludosas, que desde
trario parece baver chegado ao seu grao de re- i principio do aono passaao se dejenvolveram
crudescencia.
_ A. escarlatina-anginosa, pela minha observa-
gao clnica de vinte e quatro annos nests provin-
cia, e segundo a tradigao de mdicos mais anli-
gos dests capital e de muitas peasoas velhas aqui
residentes, a primeira vez, que nos visita. Nao
consta mesmo, que a escarlatina simples ou be-
nigna tivesse ttdo iogresso em lempo algum nes-
ta provincia.
Neste aono porm, deoutubro pan c, muitos
lem sido os casos da escarlatina nao simples,
rr.a anginosa, observados nesta cidade, affectan-
do de preferencia as criancas, e acometiendo a
(odas quantas eocontra na mesma casa, aonie
una vez se tem manifestado. Em geral invade
ai amygdalas com torga, inlensidade tal,
quati todos
ulcerages nesses orgaos ; e q
ympiomas do exaoihema por va de regra sao
francos, e passageiros.
Nao tem feito por ora estrago notavel; apenas
me consta de tres fallecimentos occasionados por
via delia.
Parece ter comegado neste mez o seu periodo
de declinacio ; e nio sei, que fra da capital te-
nha apparecido caso algum de .semelhanle enfer-
midade contagiosa.
. Os sudorficos os aotipblogisticos internamen-
te, os collulorios emollientes, os enemas compos-
tos de limio assado e melile aimples, applicados
sobre as ulcerages anginosas, tem sido os meios
tberapeuticos mais enrgicos
erupgo exaolhematica.
Entro em duvida, se esta ser a mesma epide-
mia, que grassou o anno passado em Pernambu-
I co (no Becife), aonde roubou algumas vidas, e
I que ali foi diagnosticada ora como escarlatina,
lora como angina gangrenosa ou angina ma-
ligna.
A febre amarella, que ha doze annos, pela pri-
meira vez se acantonou nesta capital, e aqui de
continuo vai ceifando algumas vidas especialmen-
te de eslrangeiros recem chegados, e nao aclima-
tados, nena aono nao s prencheu essa dolorosa
misso nossa vista, mas estendeu-se pelo vasto
centro da provincia ao lengodo Guande-Rio, e
por l foi iramolaoddo suas victimas, quasi iodos
de nacionaes. Santarm, Alemquer, Girup, Por- em julho deste anno.
lo de Moz, Prainha e Breves foram osthealros de
sua elejcao.
Par<)#4fcjMias paragens eoviou o governo
ictmenlos, e para algumas tam-
na comarca de Santarm com um carater malig-
no as povoagoes de Maic e Urumanduba, e
depois se estenderam pelas de Urumary, Igars-
P-ac, Igarapda Praia, Murmurtuba.lluqui,
Tining, Aldeia, e finalmente por Villa-Franca,
e Alemquer, devastando espantosamente aquelles
lugares, cootinuaram anda nesle anno a fazer
estragos na mesma comarca.
As causas, que deram origem aquella funesta
epidemia, j as eoumerei em meu offlcio de 4 de
maio de 1860, e agora as confirmo, sao todas
ellas liradas das aguas, dos alimentos, das mo-
radas, da vegetacao, do lugar, e do modo do vida
doa indios, habitadores daquelles sitios, e mais
que ludo da formidavel ioundago de todo o valle
TSSRSS "o" gVand?. %*% E ^no de 1859.Vdevida extr.or-
esses orgaos ; e quanto aos mai, ft"** Grande-Rl- e eus filuentes, e
pequea vasante, que uveram as suas aguas,
as qoaes estagnadas pelo seio das trras, e mis-
turadas com um sem numero de vegetaes. e ani-
maes em decomposigio, tem produzido eflluvios,
miasmticos perniciosos, e deletreos, goradores
daquellas febres.
Segundo me asseguram pesioas fidedignas a
epidemia parece ter cessado desde setembro, o
que se attribue grande vasante deste anno.
Nada posso iuformar sobre mortalidade exacta
occorrida nesses lugares, porque nenhuns escli-
reciraeotos possuo para esse Um ; apeoas posso
, asseverar V. Exc. que a cifra dos bitos se
para debellsr esta eleva a muitas centenas deludios, cuja falla
bastante sensiel.
O governo foi solicito em proprocionar soccor-
ros pblicos a esses povos, j de medicamentos e
facultativos, j de dilas e alimentos, vestuario,
habitages, e outros meios capazes de melhorar
a sorle desses iofelizes; nao poucos cootos de
ris se despendeu dos cofres pblicos com este
ramo de servigo, eminentemente humanita-
rio. Os mdicos eocarregados do tralamento
dosses enfermos era diversas pocas desde o
deseovolvimento da epidemia, foram os Di.
Jos Verissimo de Mallos, que me subliluio em
1860, Antonio Andrews Capper e Marcello Lo-
bato de Castro, que se recolbeu dessa commisso
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Em um desses ltimos dia, pelas 7 e msiaho-
ras da noile, foi apunhalado na Varzea o Sr, An-
tonio Nunes de Oiiveira com e m.ior dos escn-
dalo da parle dos sicarios.
Estando elle a conversar-aquella horas em ca-
la do respectivo figsrio, foi hi procurado por
dous mdividuos de cor escura, sob pretexto d
entregar-lhe urna carta ; os quaoacomo se recu-
sassem ao convite'do mesmo vigario para entra-
em, sabio o referido Nunes aQm de fallar-lhes
e eniao recebeu.em vez de carta, urna punhalad*
na regiaodo estomago. Ao sentir-se ferido mor-
talmente, elamou por soccorro ; e incontinenti
encheu-se a casa de varias pessoa, sem que po-
rm lhe podessem prestar auxilie pela carencia
delles naquella localidade. No enlrptinlo foi ex-
pedido um portador para esta cidade, am d*
participar o occorrido familia ; cwe foi solicita
em dirigir-se para alli, e em levar comsigo o Dr
Nery da Fonseca, que prestou-lhe todos os soc-
corros, pensando-lhe a ferida convenientementp
dos alimentos, das mo- A Ignoramos o que baja feito a polica no senti-
a~ .. ..- -.a. do do descobnmenio do autor ou autores desse
erime nefando e escandalosa ; mas no entretanto
nao podemos omitiir urna solicitagao de deli-
gencia para chegar-se a esse desidertum e as-
nm desaggravjr a sociedade offendida em um
seu membro.
Queixara-se moradores da ra da Senzalla,
Velha de um individuo d'ahi, que em rixas cons-
tantes com mulheres de m vida, incommoda
hornvelmente aos vjzinhos, alem do escndalo e
das offeosas que vio moralidade publica na
obscenidades, que os beligerantes se trocam.
He preciso que a auloridada competente ponha
um paradeiro a taes desmandos e isto espera-
mos de sua diligencia.
Na ponte velha do Recite existe um gran-
de buraco, que convem mandar tapar ou obre-
por-lhe urna taboa, am de evitar algum siuis-
iro, que pode acontecer a cada raomenlo ; pois e>
elle lo ampio que muito bem dar passacm
at ao mar a quem ah cahir.
Acha se nomeado o Sr. apito Joaquim
Francisco de Oiiveira p.ara o lugar de director dos-
indios da aldeia do Panema, na comarca de Ga-
ranhunss.
no antecedente nesta capital, affectando de pre- bem mdicos pttaisem tratar dos enfermos, taes
ferencia as criangas, como soe sempre acontecer, foram Dr. Marcelio -Lobato do Castro para
conlinuou da mesma forma a grassar aqui, e nos Alemquer, e o Dr. Jos Verissimo de Mallos pa-
seos arredores, durante os primeiros seis mezes ra a Praioha e Monle-Alegre, e para oulros loga-
deste aono, podendo hoje julgar-se extincta. Na res aa falta de mdicos enderegou directorios ex-
generalidade dos casos a duragao da molestia era
looga e pertinaz, cedeodo mais aegio do lem-
po, do que dos medicamentos, cujo emprego
foi mui variado, e qussi sempre sem proveito.
Alguos casos houveram fataes, ordinariamente
occorridos em criangas ou de consliluigao dbil e
e de tenra idade, ou depauperadas de Jorgas por
antigs molestias. Estendeu-se essa epidemia a
alguns dos municipios do interior, taes como Vi-
sea e Bragsnga, para onde o governo igualmente
O boticario portuguez, Joio Bapllsta de Mallos,
estabolecido em Santarm, tem prestado relevan-
tes servigos humanidade nesta, e n'outras
crises, j como hbil pharmaceulico, que e j
muitas vezes fuoccionando como medico, sem
todava o ser. O nome deste cidado digno de
honrosa mengao.
As febres intermitientes endmicas de outros
plicativos do modo comose Vevia Vffectaar~ollug,irts a.p^Tnci? laes como Jfaeop, Jfaza
tralamento therapeulico. 9a0:.***! Gurupa, Almexrxm, e em geral todas
Nos mezes de julho, agosto, setembro e outu- i h" do Amazouas, continuaran) a reinar,
bro, esta tragoeira molestia adquiri na capital corao 8emPre. .D ldos os typos proprios deste
notavel gravidade em seus symplomas, em con- i geer e Pyrx,d-
sequencia seguramente dos grandes calores do ve-' governo forneceu pobreza medicamentos
rao, e grande parte dos casos mrbidos termioou ?ProPr'8Q03 P eombaler as ditas febres. o em
faltamente. Macapa conltnuam a residir dous facultativos,
Nesses quatro mezes fallecern) della 37 do- I U(D f\,corP,de "ude do exercito, e outro da
entes, e pos outros mezes do anno 24 ; ao todo ma:inn8- reformado, estipendiado pelo cofre
remetteu soccorros de medicamentos com os ne- succumbiram 61, mais 37 do que no anno ante- > Pro.*locia1,
cessarios directorios a respeito do modo da sua rior. D entre i
admioistrago. Ali, como na cipital, suecurobi- Na minha dioica, desde abril at hoje, tralei
ram algumas criangas em idnticas circumstan- cincoenta e qualro doeotes, seodo a maior parle
cas cima spontadas. portuguezes, e perdi apenas quatro, um brasilei-
A cholerina, o o cholera-sporadico ou europeu ro, e ires porluguezes. Nao sei se deva tao sin-
comegaram a manifeslir se nesta capital em guiar favor fortuna minha, ou ao systema de
melados d abril, e grande numero de pessoas foi tralamento que emprego, o qual em regra d
de ambas affectado desde essa poca at fina d'ou- oiio por ceoto de prejuizo nos doenus, deque,
me encarrego. | muit ezes lilha daquella, vai de dia para dia
Olralameoto adoptado, ta alguns aonos: eque ;amquilaodo sem piedade a mesma especie, sem-
ine d aquello feliz resultado, o teguinte : I P/e_C0ID __r crescente, o infelizmente sem que
R. Aguacommum.............
tubro, em que se extingui semelhanle mal, ha-
vendo feito algumss victimas, que supponho nio
excederam de seis, com todos os symplomas do
cholera-europeu. A grande maioria dos casos
desta epidemia foi de carcter benigno (choleri-
na ), cedendo com promptidao empresentados
medicamentos empregados, e sem causar perda
alguma de vida, como ordioariamenle costuma
succeder.
Em virtude disso, e da auseocia d'alguos dos
symplomas mais graves do cholera, se lhe tem
chamado cholerina, e nao porque esta eeja outra
enfermidade de natureza differente daquella, co-
mo alguera erradamente tem pesnsado. Do grao
de inlensidade dos symplomas que tem nascido
a differenga das
as molestias geraes de todos os paizes,
e commuos a todos os povos, duas mais avulta-
ram na clnica civil, tanto pela sua frequencia,
como pelas funestas coniequencias, que dellas
derivam, e sao a syphilis, e a phthysica pulmo-
nar. Aquella, qual, oujro prothu, assumindo
i varias.e medonhas formas, tem-se encarregado de
ardar. e degenerar a especie humana ; esta,
Libra urna
Tintura de acnito......... Ollava
Trtaro emtico...........
iss. J.eM.e
Tr.Para lomar urna
de hora em hora, e, juntamente com a primeira
com a ultima colberada, urna pilula da seguinle
formula :
n
qua
visto que
correctivo
seu ioimigo f-
1(2 grao
colberada (das de sopa)
R. Camphora...............,{ ..
Aloes....................i aS
F. S. A urna pilula. e como esta
igual, Md.
graos dous.
mais outia
denomioaces. e nao danatu-i -
reza e essencia da molestia. I. No, 8e8undo 8 da febte repet-se aquello
Esta opiniao nao minha, mas sim do celebre ^"st,; 22" mad da mesma frma m"'
Broussais, a qusl compaftilho como muito judi-1 seS ,QP'Q 'JTV
ctosa. J No terceiro da prescrevo esta tisana, para se
Este cholera, com quanto nio seja aquelle que' !omaa8 em 1U8lro P"^8 'gue. de tres em tr
reinou nesta provincia e outros pontos do impe-
Expediente do secretario do go-
verno.
Offlcio ao inspector da thesouraria de fazenda.
De ordera de S. Exc. o Sr. presideote da pro-
viocia, commuoico V. S. que o joiz municipal
e de orphaos do termo da Escada Dr. Luiz An-
tonio pires, parlicipou ter em 4 do correte
r no lj" Mcenea que lhe foi concedida
por portara do l do mesmo mez.
Despacho do dTa~5 de fevereiro.
Rtquerimentos.
Abaiios assignados moradores na cidade nova
dfl m0h AorDar0--lDf0rme a directora da Co".
panbla de Beberibe. .
Antonio Annes da Costa.Como requer
Antonio Jovioo da Fonseca.Informe o Sr
director geral da instruegio publica.
Alteres Jesuino Ferreira da Silva__Passe por-
tarla coocedeodo a licenca pedida.
rio em 1855, quero dizer, com quanto r seja o
asitico, porque entre outras circumstancias, que
nao cabe aqui mencionar, falta-lhe um sympto-
ma PthognomoDico, a cyanose, todava em m-
oha humilde opiniio urna degenerarlo ou abas-
tardameoto deasa grave e moriifera eofermidade ;
pelo que merece ser respeitado, e seriamente
combalido, embora revestido d'outrs ndole mui-
to menos perigosa, e devastadora do que a da-
quelle.
Por estas consideracoes. nio perdi um mo-
mento em communicar i presidencia o appareci-
mento de tao desfargado hospede, chamando a
sua aiteogao, aflm de que algumas providencias
se houvesaem de tomar, no caso deque alguma
ma ignidade se manlfestasse nos symplomas da
molestia, que pela primeira vez nos hostilisava,
ou mesmo, quando chegasse a adquirir maior ex-
panaio pelouttoralda proviocis, particularmente
pelos pontos de escala dos vapares da navegago
da Companhia do-Amazonas.. Felizmente nem
essa maligodade apparecou, nem a epidemia,
com quaoto ultrapassasse os limites da capital,
como eu muito receiava, se desenvolveu em ne-
nnum outro ponto mais alm do de Chavos, onde
foi igualmente beoigna e suave.
Para a capital nio precisou o goveroo dlspen-
der cuidados, nem soccorros pblicos nesta con-
junciura, porque, sendo a doenga branda, e o po-
vo oaturalmeote asss caridoso, acudiam uns aos
outros voluntariamente com seus 8erifios, con-
selhos mdicos e remedios ; para Chaves po-
rm, leve de enviar medicamentos e directorios
sobre o modo por que deviam aquelles ser usados.
O remedio, que mais prevaleceu pela sua effi-
cacia e confianga, no trata ment da cholerina,
foi ainfuso de flores de camomilla (quatro on'
gas) misturada enm urna onca de sumo de liraao
azido, para ser tomada na dseW urna colherada
( das de sopa J de hora em hora, repetindo-se o
mesmo preparado, se preciso fosse.
To vantajosa foi reconhecida pelo povo esta
prescripgio, que sem cooaulta de medico langa-
va mi della, e razia uzo, apenas manifestados os
primeros symplomas, e assim ia legrando a ven-
gramma, e serralhinha, l,i-
T
horas.
R. Cozimento de cevada......Libra urna.
Sulfato de magoesia...... Onga 1 e li2./
Diss, e Md.o v l
Nestes tres dias permiti o uso d'agua parqa-
ds, ou assucarada, i vootade do doeole, e con-
servo-o em dieta absoluta, isto nem caldos
simples lhe concedo.
No quarto, quinto e sexto dia, emprego a se-
guate beberagem na dse de tres oogas de t es
em tres horas, a qual se repele conveniente-
mente.
R. Cozimento de
bra 1 e 1|2. .
Nitrato de potassa........ Oilava 1.
Xarope aparieole.......Onca 1.
i.' e Md.
Nos dous primeiros dias do uzo destes mediia-
meulos concedo (res ou qualro chaveoas de cal-
do de raogo simples, nos intervallos do reme-
dio; e oo ullimo dia mando ajuotar aos calaos
alguma sopa de pi ao arroz.
No selimo dia, quando j nio ha febre, come-
ga eolio o doeole a tomar paulatinamente algum
alimento de galinha, Epa.^arroz, etc., e assim
progressivamente. r
Esle o tralamento ordinario nos casos em que
a febre moderada, e segu os seus tramites mfis
coohcidos. Se porm ha graode cephala, orde-
no a applicagao de sinapismos as extremidades
inferiores ; e se alguns symplomas denunciam a
possibilidade do vomito negro, ou mesmo se
este inopinadamente chega a apparecer, suspen-
do aquelle tralamento, e nesle caso prescrevo e-
le outro.
R, Infuzo de|serpeutaria da Virgina.
Tintura antisptica de Huxham..
J.* e Md.*
Tr.Para tomar-se urna onga de 2 em 2 horas
e nos intervallos urna onca de vinho generoso di
Porto.
Nesia critica circumsiaocia applico tambem
vesicatorios as cxas, mas de ordinario sera
proveito, porque o doeote suecumbe, te o vomii
negro bem pronunciado.
Esta i medicagao, de que melhores resulte-
| dos tendo colnido entre.os variados meio a
Libra t
Ooga 1
tura de fazer aborlir utua doen^a, ouj mais logo agentes Iherapeulicos, de que tenho ltncada
*
-
L-
aja esperangas de pr-se um paradeiro sua
voragem destruidora I A medicina parece impo-
tente em face de lio profundo e sfflictivo soffrer;
no eolanto nio convem desamioar. /
Um dia talvez a misera humanidade poder
tambem proclamar o seu eurka, o eolio liber-
lar-se desse cruel ioimigo.
Alguns casos de typhos bem caracterissdos, e
nao de febres lyphoides, como erradamente se
tem escripto, foram observados, logo no prio-
oipio do anno, e lermioaram quasi sempre
fatalmente.
Depois de muitas deligencias, e constancia,
pude alcangar boa vaccina, e neste mez tenho
propagado esle eicellente preservativo da va-
rila por todos quantos delle se lem querido
militar, auxiliando-rae nesta tarefa o Dr. com-
missario yaccioador da provincia.
Da varila felizmente fomos aioda isemptos
neste anoo ; apeoas alguns casos raros appare-
ceram de varicella, e varioloide
Dos estabelecimentos pblicos de caridade a
cargo da Santa Casa da Misericordia, Hospicio dos
Lasaros a cargo do thesouro publico provincial,
enfermara da cadeia a cargo do raesmo thesou-
ro, enfermara do corpo de polica provincial a
cargo do mesmo thesouro, enfermara dos apren-
dizes marinheiros a cargo da repartigio de ma-
rinha, e hospital militar a cargo da repartigio
da guerra, nada posso informar acerca do seu
motimento aonual; porque me faltam oa preci-
sos dados para coordenar esse trabalbo. S
posso assegurar V. Exc, que naquelles asylos
de dr, se exercits a caridade para com o prxi-
mo na verdadeira, e geouina recommeodagao
do Divino Mestre, e com honra e dignidade para
a sciencia de curar.
O obituario desta capital neste aono, segundo
os dados estatisticos colhidos no cemilerio de
Nossa Senhora da Soledade, o seguinte :
Tiveram ali entrada 870 individuos, seodo 488
do sexo masculino, e 382 do femeoioo; do pri-
meiro 314 maiores, e 174 menores ; e do seguodo
223 maiores, e 159 menores.
Destes 78 eram brasileiros, e 142 eslrangei-
ros, quasi lodos portuguezes. No cemilerio dos
protestantes sepultaram-se 6, e fra de lugar
sagrado 1. Ao todo sepullaram-se nesta capital
877 individuos, que falleceram de differentes
molestias, urnas capituladas nos respectivos bi-
lhetes dos cemiterios, oulras nio ; e comparada
a mortalidade deste anno com a do anno passa-
do, qne foi de 781 pessoas, encontra-se oexcesso
de 96 individuos. Da febre amarella, como disse
em lugar competente, sepullaram-se 61, sendo
11 naciooaes, e 50 estrangeiros, j eogiobados
naquella somma total. E" quanto posso infor-
mar V. Exc.
Deus guarda V. Exc. TarA, 31 de dezembro
de 18ol.Illm. e Eim. Sr. Dr^fraocisco Carlos
de Aranjo Btusque, digoissimo residente da
provincia.
Dr. Francisco da Silla Catiro,
Inspector da saude publica da provincia.
(Diario do Gr-Pari,\
Acha-se designado o dia 52 do correte pa-
a ter logar a reuniao da primeira ses.-ao juli-
ciaria deate termo no correnle anno, sob a pre-
sidencia do Sr. Dr. Bernardo Machado da Costa
Doria.
Urna carta da villa do Ouricary, cora dala
de 16.de passado, relata o seguinle :
Grandes conflictos e ioimizades se lem dado
entre o Dr. Miranda Veras, delegado de policia,
e o capitao Jos Joaquim de Barros, commandan-
te do destacamento. Se at poucos dias me per-
guntassem de que lado estava a razio, eu nio
saberia responder ; porque cada um conlava a
sua historia, conforme lhe convinha ; e, a fal-
ar-lhe com franqueza, nenhura dos dous mo
inspirava onflanga ; mas agora as cousas mu-
daram de figura ; e, justiceiro comoaoslumo ser,
devo declarar-lhe, que. em minha opiniao, a
razio est da parle do Miranda Veras, avista de
um aclo que acaba de dar-se, o Hual passo a
parrar, seguodo publico nesta vills.
Em los do anno passado dizem que o Miran-
da Veras offlcira ao chefa de polica ou pre-
sidencia, pedindo a demissio do subdelegado do
districlo de Serra Branca, e propondo oatro para
subslitui-lo. Esse offlcio e proposla do Miranda
Veras vieram a informar ao capitao Barros, era
reservado ; mas que fez o capitao 1 Apenas r-
cebeu o reservado, toi para a calgada do vigario
Francisco Pedro, centro das palestras polticas, e
alli em altas vozes leu o offlcio da presidencia ou
do chefe de policia, acompanhando-o de com-
mentaxios asss desfavoraveis ao Miranda Verae
e oculcandti-o como auloridade sem prestigio, e*
cooanga do governo da provincia 1 Miranda Ve-
ras, sabendo destas analyses, e dicterios injurio-
sos, julgou-se, ( e com razio ) offendido em sua
digoidade, e no mesmo momento declarou
ia pedir sui demssSo de delegado,
suas propostas eram submeltidas ao
de outrem, e de outrem que
gadal I
Ora diga-me : nao scha razio no Veras ? Se
elle mereca a confianga do governo, sua pro-
poslas deviam ser aprovadas sem hesitacao ; e se
tal coofianga nao existia, a sua demissio devia
ser peremptoria.
a J lhe disse,e repito]; o Miranda Veras nao
hornera para grandes cousas, nem por sua iolelli-
gencia, nem por sua actividade ; mas ao meaos
nio se embriaga, nem commelle actos deshones-
tos e immoraes, e, na ausencia de melbor cida- '
dio, cioguem vejo, ao menos por ora, que o pos-
sa substituir, salvo se for algum militar brioso,
que nio venha aqui vivera sopas do vigario. Ha
quem diga que ser nomeado o Agostioho ; e sa-
be voss quem o Agostioho ? E' um sujeito fi-
lho da provincia do Alagas, onde se diz que
commettera crimes de morte, bem como na pro-
vincia da Baha, e que apezar disto exerce ha
muito lempo o lugar de delegado supplente oes-
te termo I E' verdade que me affirmam que o
Or. juiz de direito est syndicando destes fados ;
assim como me dizem que elle tambem pedir
ao governo a retirada do capitao Barros a'oqu
Para mira isto cousa muilo admirsvel e extra-
ordinaria por quaoto, seodo Agostinho e o Bar-
ros creaturas do vigario Francisco Pedro, in-
crivel que o juiz de direito, que tambem ami-
go do dito vigario, queira entender com os dous ;
mas lodo pode ser, e se assim for, louvores ao
Sr. Buarque I O caso meu amigo, que vejo
esta comarca bastante barulhada.
No termo da Boa-V isla, segundo ouvi ao pro-
pnojaiz de direito, lavra a intriga mais terrivel
entre o coronel Luiz de Carvalho, e seu sobrinho
Jos Crispiniano, delegado do dito lermo: e, se-
gundo a opioiio do mesmo juiz de direito, o-
Crispiniano se scha cheio de razio, visto qua
soffrera a mais injusta preterigio ce seu proprio
lio e padrinho 1 L se avenham.
Ambos sao poderosos, e ricos potentados,
em cujas trigas nao me devo metter.
- Eis o trigesimo-sexto
Boletim oficial.
Em um offlcio de 4 do correte, dirigido de
Nazarelh ao Exm. presideote da provincia, diz o
delegado de policia, capilio Francisco Antonio
de S Brrelo, que no dia antecedente se havia
dado naquella cidade o primeiro caso de cholera-
mOrbua em urna preta escrava que suecumbira no
dia seguinle, sendo seguidos de dous em urna
escrava e urna mulher que tambem Succambiram,
e que ficavam accommetiidas cinco mulheres
das quses duas eslavam em perigo de vida. Diz
mais que o mal contina em Vicencis, oode de-
vem eslar os mdicos que se achavam em com-
misso em S. Vicente.
Em um offlcio da mesma data, dirigido da
mesma cidade a S. Ex. confirma o Dr. Abilio Jo-
s Tavarea da Silva a noticia dada no offlcio, de
que cima tratamos, e diz que dividi aquella ci-
dade em districtos mdicos, confiando cada um
aos cuidados de pessoas do lugai que lhe pare-
ceram mais aptas.
Em um offlcio de 5 do crreme, dirigido da
mesma cidade a S. Exc, diz o mesmo Dr. Abilio
que as duas mulheres, qe se achavam mal no



_____
.

i

-a-
=

**1

WA1I0 DE PEBNAMBUCO. SABBADO 8 DE FEVEREIB.0 DE 1864.
di* ao^edeajie, anda vivism. e que t ab* meki sentam. Haja viit ao aeahor desembargador
hado, em que daiou seu -fflriir, aing-m trnfrj "r--t
=
{
tiaha sido-eccommetlido.
c Em ues ofTicio do 54o corMaXe^fimM* >
4ioiaooa
ale polica que naquella cidade a epidemia enl-i
awia invadir; mas com pouca forja^sendo raro
a canoa graves. .,
\ Bii mais que as povoacees^A^laDn^nhvfi
Pil\r. os casos que apiiareciao* eram beniajttos ;
masqu o meso nao aconteca pelos eugeohoa
tm que o mal tem feito uo pttaweno uamero de
?tclimas.
< Diz mais que em Nossa Seahora 6* "a epi-
demia nao tioha augmentado, eeastaade-lae, por
periicrpacoes officiaes, te ia imiBoindo de
orle que do dia 30 do mee Ando at o dest'e mez
ziela maobia s linhaan mortido tinte e tres pes-
aje**, e qae no districto de Gruangy eslava extinc-
o o cholera, poit que do dia 2 do correte em
diente nao tinha murrio*, nem sido accommelli-
a pessoa alguma. ^
Diz mais qae Ihe coosUva, de parlicipacoe*
iecebidas_ no dia em que daiou aeu cilicio, que
a Timlpba ia-se ertioguiodo a epidemia, e
ju>m nao, teodo receido commuoicaedes de Pe-
pg'>, isto (be fazia crer que ia bem aquel-
accreaeeoiaodo que pessoa de crite-
avia paseado pela Serrinha, Ihe bavia
Fali nao .havia mais epidemia, e que
Trera o lado que perlence a esta pro-
Oitro de Gregorio Aniones de Oliveira, solici-
latrt o lugar q^e agente de leudes desla prac*.
Vista seSr. desembargador fiscal.
Outro de Francisco Uves llooieiro Jnior, pe-
dindoa transferencia para si, do livroem brauca
qucomprou a massa fallida de Manoel Joaquim
da-OljM^A dnamithia (frrio-sagaar, disli-
buido'a aova.
. Outra 4a Nansas 4 oela, pealado o regislio
i-> sea trato sooial, viat pela Sr. desemOar-
gadoriflsesl.4am lequer.
J utraeie Taeee rmeos, s*e^s>j*mbem a re-
gistro 4o seu contrate social, visie>pel0 Sr. dos-
eabaijeaftir ftejal.-aagistr.*.
Outro de Prxedes da Sftva Gdlmlio, petfTndo
er lidio da matricula deMoeet Buarque doUa-
cedo Lima.D-se.
Nada mais houve.
a
nfca
ceals
pv JO
era d
*el
liad.
afrtate,
le distri
lio, q
dito q/U
pouco
viada*
IiaBj49 que qp seguodo districto de Teju-
cupapo j tioha uceumbido duas pessoas ; mas
que erj diminuto o numere dos aflectados, e que
eiro districto daquella freguezia nao li-
bido commuoicic.dss, e pelo que'havia
do o respectivo subdelegado, acrsceo-
tanio-que acaba va de saber pelo respectivo vi-
gario que aquella freguezia eslava alfeclada a ia
nal.
o Diz emim.qae a morlalidade era Goianna era
* 47 pessoas; em Goiaooioha 60 ; em N. S. do
O e Lapa 153; em CiHargy. at ao da 2,287 ;
em Timbjuba e Mocos, al.el'ao dia 4.138; em
Podras de Fogo 17; e no segjudo districto de Te-
Jtcupapo, al ao dia 3, -2, Jen Jo o total de 774
pessoas.
Em um ofOcio de 2 do correle, dirigido dea)
Bom Jardim, comarca do Limoeiro, a S. Etc.,
diz o cirurgiao Francisco Marciano de Araujo Li-
ana que. do dia 29 do mez ndo al primeiro
Jeaie. Ijnham adoecido naquella povoaco deze-
oove pessoas, das quaes haviam fallecido cinco ;
mas que al urna hora da tarde de 2 do correte
o liuba adoecido urna pessoa, pelo que julgava
que o mal decliaava.
Diz meis que Ihe constava haver doentesem
Faasaaupga, e exislirem deseseis em Sapo, dos
3u*es tioha fallecido um ; mas que nada podia
izar de Patos por falta de noticia?, parecendo-
lhe que o mal ia declinando por esse lugar.
Tendo sido refero hontem noile S.
Exc. que algumas pessoas de Apipucos estavam
JTectidas pelo cholera morbus. ofJlciou imme-
oatamente ao Dr. Carneiro lionteiro da Silva
Santos, aflm do que seguisse para aquelle lugar
examinasse esses doeoles ; mas j teodo psr-
tido para o ponto indicado o mesmo facultativo
consequencia de um officio que hara recebido
as y horas da maoha do subdelegado do Poco
Dr. chele de polica o que tinha observado.
No officio. de que se trata e temos avista,
U o Dr. Carneiro Monteiro da Silva Santos, que
ja estando sepultado o caboclo Manoel Antouio,
ao Ihe fui possivel verificar se tinha' morrido do
nolea-morbus ; mas que, drigindo-se a Frao-
cisco do Res, e Severino, irmo desle, e o Joao
rrsncisco do Reg Barros, Ihe fui por estes refe-
rido que Manoel Antonio apresenlra durante a
molestia symptomas que o levaram a crer que
tinha suecumbido a essa affecco, embora nao
esse observada a ryanose. oeni as evacuaces al-
'Jnas, que em principio lioham sido amarcllas
houvessem sido braocas al ao fim, porquant
ermiuaram avermelhadas, assemclhaodo-se
agua de lavagem de orne.
Diz mais, que examinando Lauriaaa, mulher
de Jaouano Felipe da Paz, e ioSo Francisco Soa-
res, residentes aoZsogu, e um velho de mais
fle b aonos, de oome Amar, resideute em S.
raz, quo Ihe liuham sido indicados como soffren
do do cholera, oelles nao haia recoohecido to-
dos o symptomas desta afTecgo, pelo que nao
flava diagnostico dehoitivo ; porquaoto esses
lenles nao apresentavam aioda a cyaoose, oem
as evacuaces alvinas eram braocas, sy.nptomas
pathognoinouicos de cholera-morbus azialico ou
epidmico.
Nesta cidade e em saas immediecoes nao ha
co alttum de cholera-morbus.
A's 6 horas da larde de 7 de fevereiro de
SESSAO JUDICIARIA EM 6 DE FEVEREIRO
DB 1862.
PRESIDENCIA DO EX. SR. DESEMBARGADOR
SOUZA. *
Stcrtlario, Julio Guimaret.
A' meia hora, estando presentes o Sr. desem-
bargador Silva Guimares, e os Srs. deputados
Reg, Leo-os e Bastos, o Exm. Sr. presidente
abri a aessao.
Lida, fol approvada a acta da sesso ante-
rior.
O Sr. desembargador Villares falln com parti-
cipado de doeute, e por isso nao houve julga-
mento.
AGGRAVOS.
O Sr. presidente negou provimenteao aggravo
eolre partes :
Aggraraute, Antonio da Silva Gusmao Jnior
aggravado, Joaquim Jos Cavalcaoli de Albu-
querque.
DILIGENCIAS.
Appellante, Antonio Rodrigues de Souza ; ap-
petlado, Luiz Antonio de Souza Ribeiro.
Vista s partes.
Nada mais haveodo s tratar, o Sr. presidente
eoceirou a sesso.
Commumcados.
1862.
Dr. Aquino Fonteca.
a_Ti B*p*RA0 D* POticiA.-(Extracto da parte
do da 7 de fevereiro).
Foram recolhidos .'.casa de detengio no dia 6
A ordem do Sr. Dr. ehefe de polica os par-
das Antonio Jos da Silva Castro, de 16 annos
caixr. Manoel Teixeira de Lima.de 26 aonos
auaiate e Alejandre Jos do Rosario, de 36 ao-
bos. pedreiro e bem assim o crloulo Justino Jos
iibfurc-.o de 22 aonos, meslre de essucar, lodos
para reerutas.
A" ordem do Dr. juiz municipal da
vara, o crioulo Honorio, de 40
eacravo, que no declsrou
Tequisigao de F. F. Borges.
A' ordem do Dr. delegado do primeiro dist-ic-
to deste termo, o pardo Aotonio Jos Bernardo,
4W4i aonos, carpiua, por embriaguez.
A ordem do subdelegado do Recire, o crioulo
Aoionio Monte da Silva Gomes, de 18 onos co-
nobeiro, por crime de furto.
A' ordem do de Santo Aotonio. a parda Ignez
Mana da Looce.cao. de 25 aonos, eoslureira, po
desordena e insultos. K
cifio dradeSila ddeeS^S' Pard AQ,0n0- Fr-
brlaguez. anDC", "P4,eiro. P' m-
la _!.n,rD.,,M0rd.en d d Ma8d4len, criou-
a Alaria Laodida de Lacerda
par embriaguez.
JT-M?i?e^ da eufe"naria da casa
tec^ao do da 6 de fevereiro de 1862
Tiveram baixa para enfermara ;
Haaoel Soares ; diarrha.
J?elix Jos Leo; febre.
Falieceu na mesma :
JFranciaco Ignacio dos
sica.
primeira
annos, pedreiro,
quem pertencia,
Nos autos em que sao reos Joaquim Jos dos
Santos Andrade e ouiros, aecusados por Prente
Vianoa & C. por autora do crime particular pre-
visto no arl. 257 do cdigo criminal, ventlou-se
a Importante queslo de saber se conforme ao
espirito da legislago cooceder-se Ganga reos
pronunciados, que nao estejim recolhidos
priso.
0 Dr. promotor publico do termo offereceu as
duas seguales promocoes:
Joaquim Jos dos Santos Andrade, havendo si-
do pronunciado priso e livrameoto como in-
cluso as penas do arl. 257 do cdigo crimioal,
dirige-se este juizo pela petigp retro afina de
prestar a fianza que a le admitte.
Embora seja cabitel na especie este recurso
para o livrameoto, a minha opinio que nao de-
ve elle ser ampliado at ao ponto de cooceder-se
fianga reos proouociados e nao recolhidos
priso.
Sendo um dos effetos naturses da proouocia
sujeitar o reo priso, como preceiluam os aris.
165 do cdigo do processo e 293 do regulameolo
n. 120 de 3l de Janeiro de 1842, importara offen-
sa e desrespeito lei que o juiz esubelecesse
communicago com o reo pronunciada priso e
que, estando sollo, nao tem obedecido um dos
effetos da senteng.
Por este fundameiflo, e soccorreodo-me dou-
tnoa do aviso de 12 de Janeiro de" 1851, oppo-
Oho-me coocluso da flanga, e requeiro que se
d cumprimento ao mandado de captura expedido
contra o reo.
llecife 5 de fevereiro de 1862.
O promotor publico,
F. L. de Gusmao Lobo.
II
Antes de exprimir a minha opinio sobre o ar-
bitramento da flanga que requereram Jos Joa-
quim do* Santos Aodrade, Joho Cari Frederik
Klangwald e Chrisliaoo Kruger, releva pooderar
a este juizo que, oppondo-mo pela ultima promo-
go que os reos prettassem flaoga, sob o fun-
damento de que o jolz nao pode communicar-se
com o reo pronunciado priso sem que ella
esteja recolhido, inspirei-me ja- na doulrina do
provimenlo em correigo dado na capital da B*hia
pelo Dr. Henrique Jorge Rabello no aono de 1860,
j oo aviso de 28 de setembro do mesmo anoo, o
qual diz expressameote :
Cumpre ao juiz que pronunciar o reo man-
dar prende-lo na forma da iei, at que seja ef-
feclivameote afllaugado, antes do que nao se
Ihe pJe conceder contra-mandado de sol-
tura, y,
JUantenho, por lano, a firme conviego de que
nao se deve conceder flanga reos que, estando
sujeitos priso, nao se tenbam ella recolhido
Nao recorro para o juizo de direo por nao ser o
caso de denuncia, ou de procedimenlo ex officio.
Referindo me ao arbitramento da flanga, cum-
pre observar que a vista deveria ser concedida ao
ministerio publico, antes que fosse proferida a
respectiva sentenga.
Feito como est o arbitramento, e nao cabendo
o recurso pelas razes expendidas, nada tem
ver o orgo da justi{a com a decjso que arbitrou
a flaoga.
Ser, entreunto, conveniente que, era caso*
idnticos, procure o juiz arbitrar as Heneas segun-
do os preceitos do arl. 109 do cdigo do proce.so
crimioal, tondo em alteogo os principios ah li-
xados.
Recifj. 6 de fevereiro de 1862.
O promotor publico,
F. L. de Gusmao Lobo.
Nao se comprehende tambem>como em urna
poca anormal de morimeoto, de preoecupseoea
a de terror, em que nao bastsm o maior eaforco
a previdencia menos vulgar, podet um presi-
dente minwlrar dados, informages e esliroti-
mentos. assembla, guiar a sua opioio e ca-
paoha-la em todas as discusies na preciacW
de quesUJes importantes, que formuladas em le
de*m aoMoar a ni|| 'WMJi
Sem (alur o rajavjeitt^" aularidajltdo Alpka,
diremo, %ua seria stoaa ficto qawo. deacom-
muoal'SJfMnca v,-^,^ ,l hojfc bTIz.
b a prepsito. oasigsj*ruos roa iaexacild*o
tnmc*- -'--
nenhum peso e respeito que o administrador da-
quella asalfadada reparticao tem ao cumprimento
da le a s decisoea proferidas por seus superio-
res, nos recursos legaes interpostos de suas ve-
xatorUa decises.
(Janeiro de 1859 Jos Cardozo Pereira con-
tratan comprar-me urna barcaga, pela qoanliade
um cont de ris, de que aceitou urna letra aue
a<|aei. H
Fendo-me elle olTorecido oama garaotia sua
Mtpoosabilidade a fkma JoSr. Jos Aotooio de
Watijo, hojeo Exm. Sr. batee -oLvreaaeoto. e
toedo sido por mira acjeila, o saos xa Sr. baro
??!__?.' la .vez's** 1!S_l,hvO ctlM* em seu o L^vrsmeo.o nao qui, tksjW-aTIa tetra e n-
rdMpatnoUco.a^ajre^o^ddiaSSto da as- tiau-me urna carta ka SR
semana.
bricaV
como ao (t ,ura.ca|a,ap4dade tpu-
sapaleira, tambem
de de-
Santos, de hepatite chro-
- 7
Tiveram baxa para enfermara :
Antonio Jos Bernarda.
Daaaingos da Silva Miranda Piolo.
Igoacio Jos de Guimares.
Mara (escrava de Antonio Goncalres 1
Tiveram alta* : '
Jos Martios Ribeiro.
Joaquim Leandro Barbosi.
Germano (escravo sentenciado.)
HORTALIDADE DO DIA 7 DE FEVEREIRO !
Jos Feliciano do Borom, Peroambuco, 38 an-
nos, solleiro, Boa-Vista ; preuzo poeumonis
Joanna, Pernambuco, 8 dias Boa-Vista
pasmo.
Um jornal desla cidade do 5 do correte publi-
ca urna correspondencia assignada pelo Alpha,
na qual o pseudoraino procura saber qusl o mo-
tivo, que lera o presidente da provincia para ad-
diar, como e diz, a abertura da assembla legis-
aliva provincial, visto que nao occorria nenhu-
0 eoHegeeritrina, que em 1856, otraniro reina-
va a epidemia ou Rio de Jaoeiro, a assembla
lunecionava regularmente.
Aqui ha engao ou (perdi) igooraocia dos
fados.
Ouandoo cholera rompeu oo'Par em princi-
pios de juiho de 1855, j bavia dous mezes, que
se achavam reunidas as cmaras, e quando estas
se abriram em 185B, j a epidemia eslava seoo
extiocla, ao meaos em bem pronunciada decli-
oago.
Bem v o Sr.correspoadeole, quejverificada es-
ta inexactido, o seu simife deixa d ter perfeita
applicago ao casa.
E demais, so o correspondente quiz invocar
precedentes, porque esqueceu-se de os procurar
oa provincia para ir busca-Ios lo longe.
Em 1850 e 1856 reinaram duas epidemias nes-
ta previncia ; epor ventura funecionou oesses
annos a assemMta as pochas marcadas para o
comogo de seus Irabalhos ordinarios ?
Trans re veremos aqui as portaras, que addia-
ram ento a abertura de suas sessoes, aflm de
que recooheca o endurecido Alphi que nao dize-
mos as cousas sem fundamento para apoia-las:
Copia. O presidente da provincia, usaodo
da auiorisago, que Ihe confere o 2. do ail. 26
da lei de 24 de agosto de 1834, resolve adiar a
sesso ordinaria da assembla legislativa desls
provincia em o correte aono, para o Io de abril
prximo futuro.
Palacio do governo de Pernambuco, 19 de
fevereiro de 1850. Hunoiio Hermeto Carneiro
Leao.
Copia.O presidente da provincia, altenlen-
do ao mo estado sanitario da mesma, resolve em
virlude da auiorisago que Ihe cooferida pelo
8 2 du art. 24 da le de 12 agosto de 1834. adiar
a abertura da assembla legislativa provincial
para o dia Io de abril prximo futuro, e ordeua
que oeste sentido se expegam as necessarias
coramuuicagdes.
Palacio do governo de Peroambuco 22 de
levereiro de 1856: Jos Benlo da Cunha e Fi-
gueiredo.a
t Copia.O presidente da provincia, altenden-
do a continuaco do mo estado sanitario da
mesma, resol'e. em virtude da autoiisago que
Ihe confre o 2 do art. 2* da lei de 12 de agos-
to de 1831, adiar a abertura da assemola legis-
lativa provincial, para odia 21 de abtil prximo
vindouro.
a Palacio do governo de Pernambuco 24 de
margo de 1856. Jos Benlo da Cuaha e Figuei-
reilo.
E observe-te bem, que o Sr. Parao enlendeu
dever espagar a reunan da cmara, porque enlo
reinara aqui a febre amarella, effi-lo em 19 de
fevereiro, e o Sr. cooselheiro Jos Beuto, por
ideolica causa a que boje domina, assim o re-
Jolveu por duas vezes, sendo a primeira 22 do
mesmo mez, e a ultima 24 demarco, quaodo
S. Exc. agora o fez em 5, haveodo anda lempo
sufflcienle para que chegue a noticia official
o conhecimenlo de quem convier.
O Alpha, pois, claudicou em suas asseverigoes
e foi injusto e immerecidamenle severo para com
o actual administrador, que oas mesmis circums-
tancias em que se acharam seus antecessores,
nao podis, nao devia mesmo proceder de modo
diverso.
Perdoe-lhe S. Exc. que bem Ihe merece des-
culpa amor da patria em que arde.
E' ftil e impertinente a chocarrice de que o
Sr. presidente recis opposigo na essembla.que
addiava para que o ferissem pelas costas.
Ninguera o diz, rnjliguidade de propria lavra
do coinmuncaole. S. Exc. tem coosciencia da
regularidade de seus acios, e a opinio publica
judiciosa e moralisada Ihe faz jostiga.
Se a sua admioistrago nao lera inspirado eo-
Ihusiasmo, o que talvez S. Etc. nao deaejari*.
porque sempre o eoihusiasmo de utastra'lem como
correlativo a execrago de oulros, seoo exisle
opposigo formada a S. Exc, como coofessa o
communicante, certo quaa sua idea nao mere-
ce conteslago, alm de que cooslaodo que, S.
Exc. pretende partir para a corle em los de
abril, e tendo sido adisda a assembls para o Ia
por espago de quasi um mez lora de achar-se
preseote aos seus irabalhos.
A queslo dos crditos sopplemen'ares, a sua
legalidade e necessidade ante a insuluciencia das
consignagoes voladas com que lutou a admiois-
trago, apezar da leodencia econmica que raa-
nifesta era lodos os seus actos naturalmente ser
discutida e apreciada em lempo.
Seria improprio trazer para aqui urna alta ques-
lo floaoceira. o
Sirvan] ao Alpha o exemplo deque a illustra-
qqgaVdeajVvande (sumir
aveponsabilidade do pag*MMuto>M fMa do de-
vedor principal, autorisou a veoda da dita barca-
.ca. Como me cumpria, mandei apreseolar i rece-
bedoria das renda geraaa a letra aceita por Car-
dozo Pereira para ser pago e averbado o selTo
preporciooal, e a carU dm crdito, aflsn 4a igual-
mente ler pago e averbsdo o sello flxo, a ella de-
vido como daouneoio esa ludo relativa ao mesan
contrato a quo so refena a letra.
a O Sr. Lacerda porm, que em vez do seguir ot
avisos da lei, so cede A lei da avisos, e busca im-
por suas opinioea, decisivas,decretou do silo de
ua cadeira que tanto a letra como a carta d
crdito fosse sujeilada ao pagamento do sello,
proporcional, sem Ihe importar quo esta disseta
puramente respailo ao raeaato coolaeoto, coi,
valor representava aquella, e desde enlo me lo.
recebida a quantia de dous mil ris em vez da d
mil ceolo e sessenta ris, a que era pela lei obr
gado.
Nao devendo sujeitar-me a um tal decreto, qu
vui* plantar um mo precedente, nao para o
oulros que j o seoliam, mas para commigo, qu
em minha looga vida commrcial n'esta cidade
jamis mo exhimi ao pagamento dos imposto
legaes, e que lenho sempre evitado quealdea co
qualquer, requer ao mesmo Sr. Lacerda citaod
a terminante disposigo da lei que aperffas sajei
lava aquella carta ao pagameoto do sello fixo,
pediodo-lhe que astira fosse cumprida a lei, par
prevenir questes, que de futuro e em iguaes by
potheses, ossem feu.
Com esta leclamago de quantia lo pequea
taz alguma despeza, e mais tarde live de faze-la
anda maior, por o Sr. Lacerda, que pouco do-1 cao, dando por isso o abaixo assignado ao accor-
cii para confeasar o erro de suas opioies, anda I do urna sigoificago absurda.
quando d'elle convencido, e para reforma-las, I Das pegas que se passam a publicar, accordo
desprezou minha reclamego e obrigou-me a le- Ida relaco revisor, petigo do abaixo assignado
e petigo do Sr. Moreira Tavares, o respeitavel
publico ajuize quem foi que quiz illudir o Exm.
Sr. presidente da relago, e da inoralidade do
Tacto ; assim como qual o verdadeiro sentido do
iccordo, e quem seria que transformou a pala-
>ra execogo que se acha no art. 2o do accordo
fdra feita pelo proprio aceitante da letra, quando s < ,
o Illm. Sr. inspector verificoB o contrario com a\%V *:* lDWftU do respectivo juiz compete
leilura de taes documentos, que Ihe ofteisoi, pelo .!i!,?i"r cemo e 1uaDdo S8 ve executar o
ao recurso, mandndo-me r?ndo ,m T-f0to^^,r* '. V"Sm CP^
ncaoao sem effeito o diffenmento aoterior.
que deu provimenlo ao recurso, maodando-me
restituir a quaotia indevidamente recebida ao
sello da carta.
Ora, estes factos repetidos a meu respailo pra-
(ieadospelo Sr. Lacerda, nao podem ter oalro al-
cance senao, o ApoqtjsjsrtST-m cor questoaa e
despezas continuadas : aaa reconhecido desejode
ver-me sustentando queotbes, dislrahido de mi-
nha progsoio elazendo grandes despezas para
haver reat|Jgoeo4aquajlias, lio ridiculas, alo
deve continuar, aempre ; e para que ello te-
nha um pajtaVett*, quo;tamei o aUiUa de trce-
lo a aprocisejio pobliea. a de oJicitar de S. Exc.
o Exm.Sr. presideote da provincia, e do governo
geral arovrdjnciaa, para que a le seja cumprida
to inteira como secontem, e nooarazoda
voalade do Sr. Lacerda, to vexatoria para o
coramerrio.
Rogo-lhes, senhores redactores, que deera es-
psee em suas columnas a presente de seu assig-
oante e leitor. *
Lam M,iguel Jo* Barbosa Guimares,
Socio principal da firma secial de Guimares &
Lima.
Recife.6 de evereiroldel862.
ERRATA.
Na correspondencia do Sr. Manoel Maria do
asetmooto, publicada ao Diorto de hontem tfe-
ram-se os seguiotes errus :
Lichas 13, em lugar dese o ferirlea-sese
o flter.
Liabas 17, em lajrar detinhala-setenha.
accordo, a porlanto requoira a
ficaodo sem effeito o differimento
12 da autubra de tm.Qtkirox.
{Jornal do Commercio, do
Rio,
Rio.)
coxMmcio.
Publica^cs a pedido.
Rio de .laneiro.
Alenco.
DOCUMENTO N. 1.
. O Sr. Manoel Moreira Tavares em urna sua pe-
tigo declarou qu o abaixo assignado havia Ilu-
dido o Exm. Sr. presideote da-relago com a fal-
sa preciico dada ao accordo da relagao reviso-
ra de Peroambuco convertendo, diz o Sr. Mo-
reira Tavares, a palavra excusso, na de execu-
v-la pelo meio legal de recurso, illustrada a-
preciecao do illustrissimo seohor inspector da
thesouraria de fazeoda : este,-que nao 16, como o
Sr. Lacerda, as disposiges de lei pelo espelho
de sua caprichosa vontade, attendeu a reclama-
gao, e daodo provimenlo ao recurso, maodou que
me fosse entregue a quaotia, poslo que insigni-
ticante, que tndepidamenle me fora recebida.
Acreditei ento. que essa deciao superiora vi-
na obstar a conliouago dos maodados absolutos
do Sr. Lacerda, fixaodo a inlelligencia, poslo que
oor si lo positiva, da le para aquelle caso : bem
ionge eslava ento de suppor que o Sr. Lacerda,
com seu posso quero e mando, em caso semi-
llante aquelle, e vigorando a mesma dispos
cao de le, aioda se abalaogaria a recalcitrar, im-
pon do de novo aquella sua deciso revogada em
grao de recurso; eoganava-me porem completa-
mente, porque semelhsote deciso foi ultima-
mente reproduzida e igualmente revogada, como
mostrare! depois que consignar aqui mais um ac-
to vexatorio conlra mira praiicado pelo Sr- La-
cerda, aflm de conserrar a ordem chronologic
das dalas de cada um dos fictos.
O e8tabelecimeolo de fatendas, sito ra d
Crespo, d. 7 A, que gira sob a razo social Gui
maraes & Lima, da qual fago parte, tem sid
sempre cqlteclado para pagameoto do imposl
geral de 20 por cento, determinado na lei de 15
de junho de 1841, aob uumero 361, em face d i
quantia paga pelo aluguel do edificio em que ell i
se acha, nos termos prescriplos no art. Io Io d i
lei citada.
Este estabelecimeote oceupa o primeiro e se-
gundo aodr do sobrado com o numero apoo.tad i
7 A, e a loja do mesmo, oode sua armago eaiS
pldOlada, pagaodo eu por ludo o aluguel anouil
de um cont de reis, quantia, que, aulhenlicada
com os recibos, servio de ponto de partida, com >
ordena-o a lei e levo dito, para a delermioac >
daquella collecta.
Eatretauto, enlendeu o Sr. Licerda que agn
devera ser ase Colleclado do quaotia deoitoecn-
los mil ris, apezar de continuar eu a pagar j
mesmo aluguel de nm coolo de ri, e de vigoiar
anda a disposigo de lei, que manda regular i
conecta pelo aluguel pago.
Reclamei c0otra rste procedimenlo ao mesmo
Sr. Lacerda, ofiereeeode-lhe os recibos dos alo-
| gueis, passados pelo fallecido Joo Heoriques da
silva ; a declaraco de sua viuva e dos herdeiros
de seu casal pro diviso de haverem convenc. -
nado conservar-me, como co-berdeiro, no pred o
pela mesma importancia de um cont de ris te
aluguel ; urna certido que obtive por maoda o
do juiz do commorcio, pasaada pelo escrivao M< -
noel Maria, de que, teodo encontrado meus livr is
commerciaes eseriptos regularmente, e revesti-
dos de todas as solemnidades legaes, nellea ei -
cootrara um titulo do crdito, esetipto em favpr
dos herdeiros daquelle casal pelos alugueis ven-
cidos na razio de um cont de ris, e oilereci n-
nalraenle '
>ara excusso; isto depois de se ler dado par-
dJi^d^?.dJ.^^!.f-^!..?u^7- ful- ='de dwfi.npSIr d.dfl.l.0 P8gV
minou lgicamente a sua singular opinio.
Recife 6 de fevereiro de 1862.
Correspondencias.
es-
CHRONICUUDCIARIA.
. Tribunal do commercio.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 6 DE EFVE-
REIRO DE 1862. *"*
MESIBENCU nO EXM.SR. nESEMBARCADO
F. A. DB SOUZA.
A's 10 horas da manba, reunidos os Srs. de-
putados Reg, Lemos, e Bastos, o seohor
presidente declarou-aberta a sesso, sendo lida
approvada a acta da ultima.
EXPEDIENTE.
Um officio do secretario do tribunal do com-
mercio da capital do imperio, de 2 da Janeiro do
corrtnle aono, acompanhando urna relago dos
com me reanles matriculados no mesmo, do 1 de
xnaio al 31 de dezembro prximo passado.Ac-
cuse-se a recepgo e archive-se.
utro do secretario do tribunal do commercio
?'"a"pn0ha. dS 3 de Janeiro prximo passado,
lili de iih ? aW c"mnieirtes matriculados
all dejulho dezembro prximo passado.Ac-
use-se a recepgo e archive-ao v'"*ao'
Foram presentes a* colaces offlciaes doa ora.
fb!ve0-.ree.me, ^ d' Ulm* .-"'-
r> huachos.
Um requerimeoto^deJos da P.lva Feneira
Jaoior e Joaquim Francisco da Cruz, ten 1o sals-
feito o despacho de 30 de jaoeiro Roda, para ser
registrado o sen coolrato de aociedada que apre-
fltam.-Regiatrt-ie cam a declaraco.
WWrado 0 eontrilo de 50, mledade que aprl- i||u,tr.d'o colga Alph^.
ma das circumstsncias por elle aponladas, e as
nicas no seu entender capares de justificar se-
melhanle medida.
Nao queremos cangar a paciencia do publico
demonstrando minuciosamente a sera razo do
correspondente ; e respondendo de um modo con-
ciso aos seus argumentos, faremos ver, que o ac-
to da presidencu, a que elle se refere, nao me-
ramente arbitrario, como o correspondente pro-
cura convencer.
Nao sabemos se alguma ulilidade poderia pres-
tar a assembla provincial com relaco a epide-
mia com que estamos a bregos, visto que todos os
seccorros pblicos nessa quadra correm pelos co-
fres geraes e o estado fioanceiro da provincia nao
permitliria aquella corporago fazer alguma ru-
sa, aioda quando para isso Ihe sobejassem boos
desejos: alm de que nao sabemos se ha prece-
dentes, que posiam autorissr esta supposico era
puro grvame dos cofres provinciaes.
Por tanto nao procede nesta parte o argumen-
to do correspondente.
O acto da presidencia de que nos oceupamos
ssseota porm em coasideracoes de ordem supe-
rior, que de vera acbar apoio mesmo na illastra-
go da Alpha, que se moslra sinceramente devo-
lado ao 6ent publtco.
Vejamos :
Sao hoje mais graves os receios de que seja es-
ta capital visitada pelo funesto viajor do Gaoges
que opprime varios pontos da provincia, tendo'
feilo graode numero de victimas que i Dxado
em mais de 1,300.
Nesta cidade e seus arrebaldes j se do casos
fataes do mal, que vo gerando justo temor e
que devem acooselhar muita cautela e previden-
cia ao governo e i populago em geral.
Se poia isto se realisar, (do que Deus nos pre-
serve), seria iniquo arrestar os deputados pro-
vinciaee um focco de deziofecgo, expor-lhes as
vidas, aem que esse sacrificio, que o patriotismo
do llustre Alpha delles exige, aioda por urna pro-
babilidade a maia remolla, atiento o estado deffi-
cieate dos cofres provmciaes, que ioulilisaria os
seas boos desejos e esforgos, viesse a ser um sal-
valerio em to arrlaeada situaeAo.
Nao alm disto possivel que o Sr. presidente
tendo absorvda toda a sua atleago com as pro-
videncias a dar, toda a sua aclividadeom atteo-
der as constantes e ionumeraa recltmagoes e
exigencias, qua agoraTemo arfrgem de todos os
poaios infeccionados, e anda daquelles que
o oio esto, posos colligir documentos e dados
seguros para formular com abundancia e criterio
um relatorio do estado da provincia, aioda mes-
mo senda este apenas urna tctpoiigo suscinta e
preleaeo administrativa do
Srs. redactores. O Sr. Manoel Maria Rodri-
gues do Nascimento, ditboj-) no seu Diario que,
quem coohecer o Dr. Joo Francisco Duarte,
nao acreditar no que-disse meu irmo. Luiz
Aurelio de Godoy e Vascoucellos, considerar
sua correspondencia um despeito, uro desabafo,
dos qae sempre costumam apparecer nos jor-
oses, depois de puxada a rede.
O Sr. Nascimento est persuadido de qae o Sr.
Dr. Duarte causou-nos alguns rescenlimentos,
ou derrota em lutasspolilicas ; e por tanto atlri-
bue a desabafo e despeito a correspondencia de
meu irmo ; mas asseguro ao Sr. Naacimento
que nunca, em lempo algum o Sr. Dr. Duarte
nos occasionou o maia leve desar em taes nego-
cios, apessr dos esforgos que emprega. Leia S.
S. os resultados das eleicoea da freguezia de Ga-
rathans, e coohecer que labora em perfeito
eueaoo.
Nao preleodemos impdr as nossss palavras,
nem obngar o Sr. Nascimento a fszer de sea
amigo mmerecido conceito: a que, porm, deve
ser obrigado pela foreros factos a ver o des-
peito e desabafo no seu amigo, que, por via d
repelidas derrotss politicas, procede de modo
indecente,, relatado por meu irmo em urna cor-
respondencia.
Hoje encaminho presidencia uma pelicio pe-
dinde a certido do officio do Sr. Dr. Duerte e
da-la-hei estampa nesta Oltorto (se Vm'cs.,
Srs; redactores, o permittirem) e por ella anda
ver; o Sr. Nascimento que, iodignn da crdito
S. S. que se atreve a asseverar factes que igao-
ra. emprestando aos oulros o que perleoce S.
b. e ao seu smigo.
Em coocluso, affirmo ainda ao Sr. Nascimen-
to, que nuoca pretenden Jo molestar pessoa
alguma, vejo-me obrigado a fallar-lhe nestes
termos aliento ao modo grosseiro com que S.
S. loienlou negar crdito s palavras de mea
irmo.
Seja S. S.. mais delicado, a eato discutiremos
em terreno igual.
Pulicando a preseote, multo obrigaro Srs
redactores ao '
De Vv. Ss. amigo e criado obrigado
n,rfl &Z2SXZitf* rasconcellos.
Recife, 7 de fevereiro de 1862.
Senhores redactoreaVictima como lenho si-
do, de exigencias arbitrarias e contrarias ludo
que se acha escriplo na lei, foitaa pelo adminis-
trador da reesbedorta de renrfai geraes d'esla
arotncio o Sr. Manoel Carneiro de Souza La-
cerda,temon que tubo de pagar n'aquella re-
partigao qualqoer imposto, nao posso por mais
lempo deixa-las em silencio, sem reclamar de
quem competir, providencia que me amparem
d ellas, e s demais pessoas que tambem as leen
sonndo.
U!*J^,<1?, i m".gem ,? M,M"w rosseria com
n aquella repartigo os que por
quell
teem
., sem a
cousa alguma aiteoder. o Sr. Lscerda desprezou
minha reclamago, sulocou os maodados da lei,
e obrigou-me a despezas com o recurso que irl-
terpuz para o Illm. Sr. inspector da thesouran>.
Nao parou ah sua-perseguigo, porque, tendo
o Illm. Sr. inspector ordenado que informasse
sobre o recurso, o Sr. Lacerda eotregou-se a toda
a especie de ioexactidoas, insinuando que se os
documenlos (que eu exhibir, nao- eram fabulo-
sos, pelos menos valor algum lioham ; que o pre-
dio em que est o estabelecimeoto tem tete por-
tea, apezar de verillcar-se o contrario com a uoin
ca ospecgo oceular que moslra nelle oito; io*
clusive a da loja numero 7, oceupada por Jos
fcleuteiio de Azevedo; que seus claros sao mais
Ingos do que os da loja do mesmo predio, sob
numero 7, quaodo tambem se verifica o coolrario.
Sem saber e sem mesmo procurar o valor des-
ta ultima iosinuaco, desafio eotrelanto o Sr. La-
cerda a apontar na minha looga vida de com-
morciante o mais pequeo acto meu qua, ressen-
Undo-se de dolo ou de m f. lbe podesse ler au-
lonsado a ioformagao de serem fabulosos es do-
cumentos que exhib.
E' preciso que se seja tiro fatuo como o Sr. La-
cerda, para que, ceg de sua propria sabedoria
se quelique de fabulosos documealos ex-
trahidos de umaescripturaeo a que a lei aufere
todo o crdito, e repula capaz de inspirar cen-
Gaoga : preciso V4ue, como o Sr. Lacerda, si-
guem se julgue collocado cima da lei, para des-
prezar os mandados deila e apenes dar mereci-
mento s provas que sua vaidade conceber e
preferir decises que ella Iha auagerir.
Por forca de lo capciosas e insinuantes infor-
mages, logrouo Sr. Lacerda ver recusado pro-
vimenlo ao meu recurso ; mas nao pode desde
logo jactar-se de ter feilo valer aoso/utamente
sua absoluta opinio, porque aiuda est elle pen-
dente de deciso do governo geral, aale quem a
le re i, tambem por meio de recurso.
Aioda nao leve parada ueste procedimenlo do
sr. Lacerda, sua perseguido contra mim, para
obngar-me despezas, sogeltando-me ques-
tes. y
ltimamente, em novembro do aann prximo
passado, Joo de Andrade de Freitas Cupaiba,
abonado com urna carta de crdito do lenla-
coronel Amaro Jos Goelho, comprou-me a quanl
lia de dona conloa de ris em fazendas, pela qua
|-aceilou duas letras que aaquei, tendo, na mesma
data, feilo oa carta de crdito a declaraco de ha-
ver recebido as fazendaa a qae ella se referia, e
al a de que por ella aceitara as letras.
Mandei levar para pagameoto do devido sello
a letra o a carta, e o Sr. Lacerda para renovar
seu podero exercido oo aooo de 1859, decretou
de sua cadeira elevada, qae a carta e letra fes-
sem sugeitadas ao sello proporcional ; pelo que
foi paga a quantia de qualro mil ris. Reclamei
cootra esta detlso, lembraado ao Sr. Lacerda a
deciso superiora proferida em 1859; considerei-
lhe que a lei que ento vigorava em vez de re-i
vogada era at positivamente cooflrmada oa ar-
tigo 3o do oovo regulameolo expedido em 26 de
dezembro de 1860, sob numero 2,713, para arre-j
cadsgo do imooeto do sello ; provei-lhe qu
tanto as letras como a carta, ae referiera a nm sr
coolrato e per isso esta, como documento speoa
era sugeita ao sello flxo, a oSr. Lacerda a cousa
intiSveis nose e. erf T\ ^"l S9mpr0 "gu,na Uaod8U' "" despel
Dri^amti Zia 28"1 lonfessada, e sou mmha reclamago. paia arraal.r-me a.fcm-
SI 21*1,"'!!!! ?> P"o do recurso P.r a iaspoctori. da f.MOda.
teem experimentado, determinare! a serie de per-
egutgo que lenho soffrido na escala doa factos
commigo realisados, que mostram is
cunera o
Para ella
cerda, que'
smente
V
e aem 16 fui
se esquivosrd

m
deinoi
declarago Q*sjB
livre de seohor La-
rmar capcio
na carta nao
e varias certidOea com a verdadeira palavra exe-
fcugo que se achava oo accordo III
O art. 2 do accordo manda que se faga pri-
meramente a liquidaglo da execugo, aflm de
ver-se se aioda se deve, e o quaolo ; seodo esse
o verdadeiro sentido do accordo, e oo a trans-
formago da palavra execugo para a de excusso ;
portanto o respeitavel publico ajuize de que lado
est a m f, e a moralidade do fado, e quem
pertendeu illudir o Exm. Sr. presidente.
. Francisco de Sequeira Dias.
Rio, 2 de Janeiro de 1862.
DOCUMENTO N. 2.
Accordo em relago, etc. Que vistos, expos-
los e relatados estes autos e revista civel entre
parles, como recerreutes Raymundo dos Santos
Garca, e Francisco de Sequeira Dias, e recorrido
Manoel Moreira Tavares, e feito o sorteio, julgam
que Moreira Tavares seja pago pelo valor dos
beos hypothecados, do capital e juros de um e
um quarto por cento, deveodo estes serem accu
mulados ao capital at real solugo.
2o Que antea da execoco, devem os autos ir
ao contador para oaquelle sentido fazer nova con-
la, na qual dever aiteoder a lodosos documea-
los de quaalias j receidas pelo exequeole Mo-
reira, e tolas as outras que por veotura se mos-
trar que recebera ; 3o, que da quantia principal
da divida, se separe a de l:34tjzfil cedida por
Pinto c Soares a Moreira Tavares, porque essa
quaotia nao vence juros, e condemnam oas cus-
as os recorridos e recorremos. Recife, 23 de
juiho de 1861. A. E. de Leo P. veocido na
parte em que se negou os juros de 3 por" cento
coovenciouado.Sifpeira. Gittrana. Silva
Gomes.Mol*. L. Santiago.
DOCUMENTO N. 3.
Copia da petigo, despachse ioformagao que se
achara junios aos auloa de eppellago civel ero
grao de revista jjulgada, eolre partes, como
recorrentes Rtymuodo dos Santos Garca o
Francisco de Sequeira Dias,.e recurrido Manoel
Moreira Tavares.
Petigo.Illm. e Exm. Sr. conselheiro presi-
dente da relago.,Diz Francisco de Sequeira
Dias, que eru autos de execogo promovida por
Manoel Moreira Tavares contra Raymundo dos
Santos Garca, em que o supplicante parte ln-
teressada, ae cajos autos havendo eppellago, que
proseguio a execugo em traslado no juizo da 3a
vara municipal, escrivao Franca, havendo depois
revista nos autos origioaes de appellago, sendo
ella concedida, foi designada a relaga do Per-
nambuco para revisora, a qual em seu accordo
reformando a sentenga, mandn que se Qzesse
liqoidaeo de coritas, abonndose todas as quaa-
lias receidas, tanto at aquella data como dahi
em diaale, Icujos autos origioaes de execoco
acha-se oo cariorio do escrivao Assis Araujo ;
e como ae fa;a preciso fazer a liquidago e coola
de cusas, para ver-se se acha linda a execugo
pelas quantias recebidas, laoto oos autos origioaes
como no traslado que proseguio; por isso vera o
supplicante requerer a V. Exc. haja de mandar
appensar um processo ao outro, e que se faga a
conla na forma de accordo da relago revisora.
Assim, pede a V. Exc. haja de mandar na fr- V
ma requerida. E. R. M.Francisco de Sequeira
Dias.
Despacho.Informe o escrivao. Rio, 26 de
selembro do 186!.Queirot.
Informago.Illm. e Etm. Sr.Nos autos a
que se refere a petigo retro, houve coocesso de
revista, sendo desigoada a relagao de Peroam-
buco para serem oovamente julgados, eoude fo-
ram ltimamente julgados, oao teodo sido en-
commendada a sentenga at o presente. E' o que
se rae offerece informar a V. Exc, e com os
autos que sobera por lioha determinar V. Kxc.
o que enteader jaslo. Rio de Janeiro, 30 de se-
tembro de 1861. O escrivao, Porfirio Candido
de Assis Araujo.
Despacho.Reraetlam-se conla, e se de-
pois houver necessidade de execugo extraa sen-
lenca quem interesse tiver. Rio, 30 de setembro
del86l.-0ui.ro*;.
DOCUMENTO N. 4.
Illm. e Exm. Sr. cooselheiro presidente da
relago.Diz Manoel Moreira Tavares que na exe-
cugo pelo supplicante motila cootra Raymundo
dos Sanios Garca fot proferido pelo egregio tri-
bunal um venerando accordo, julgando valida a
mesma execugo, e mandando smeote que antes
da execugo fosaem os autos a coots, para ser
esta feita conforme as bases determinadas no
mesmo venerando accordo. Acontece porm que
um dos ioteressados na dita execugo, Francisco
de Sequeira Dias, illudiodo a V. Exc. com a falsa
aoreciago do dito venerando aecordo, cooseguio
de V. Etc. um despacho, mandando que os au-
tos vo j a conta, quaodo nao isso ordenado
pelo dito venerando accordo, que manda que
essa diligeocis tenha lugar smeote antes da ex-
cusso. A' esta palavra deu o supplicado a sig-
nifica cao de execoco, significa gao absurda, por-
que Certo que nao s a execugo j existe, co-
mo al se acha em seus ltimos termos, como
se v dos autos, cojos termos sao mandar pro-
ceder-se a ultima praga para a arrematago ou
adjudicagao doa bens penborados.
Ora, nao se tratando ainda da excusso dos
bens, claro que nao tem lugar por ora a coola
dos autos, deveodo-se proseguir na execugo at
ler lugar a excusso para eato maodar-se a coo-
la, pelo que o supplicante vero respeitosamente
requerer a V. Exc. se digne mandar qae a exe-
cugo prosiga em seus termos regulares, a que te
est procedendo no traatado pelo juizo que, U-
cando por tal forma revogado o dilo despacho,
que os manden conta ; para o que supplicaote'
pede a V. Exc. dirTerimeoto na forma requerida.
E. R. M.O a drogado do supplicante, Carlos
Frsderxco Ttylor.
Despacho.Informe o escrivao com urgencia,
suspeadendo a execugo do primeiro despacho.
Rio 11 de outubro de 1881.-Queirot.
Illm. eExm. Sr.O-accordo da relago re-
visora da provincia de Pernambuco na execugo
a que se refere a petigo retro maodou que os
autos fossem a coate a o les da tcncao, como V.
Exe. melher ver dos autos que sobara por lioha.
Rio de Janeiro, 12 de outubro de 1861.O es-
crivot, Porfirio Candido de Assis Araujo.
Despacho.Una vez que pende j urna exacu-
fta$a do Recife 7 de
fverairodel862.
\ (\uatro horas da tarde
Cotaees ia junta de eorretores.
Cambios :
Sobre Londres 90 div 26 d. por 1#000.
Sobre Pars90 d|v. 362 is. por franco.
Descont de letras.
10,11 e 12 oiOao aono.
J. da Cruz Macedo presidente.
John Gatiasecretario.
Airandetra.
tendimentodo da 1 a 8 .
Idam do dia 7.....,
151 8381288
210358336-
Movimento da airandeagav
Volume* entrados tom fazendas.. 179
om ganaros.. 369
== 5*8.
151
299
441
Volemes sabidoa com fazendas..
COBl genero..
Desearregam hoje 8 de fevereiro, r
Brigue porluguezConstantemercadoriaa.
Brigue porluguezBella Figueireose merca-
dorias. -
Patacho hamburguezColurabosidem.
Brigue brtsilciroEugenia idem.
Barca ingleze Dianeidera. '
Barca francezaSauveurvinho.
Brigue francsBellyidem.
Barca americanaAzelia farinha.
Barca americanaRichemondfarinha.
Brigue braslleiroVelo*charque.
Exportar,*;!
Do dia 6 de fevereiro.
Brigue ioglez Spy. para Liverpool, carre-
garam :
Patn Nash & C, 400 saceos com 2,090 arro-
bas de assucar.
Barca ingleza Nauphanle, para Liverpool, car-
regaram :
Jamas Ryder & C, 1,000 aaccos com 5,000 ar-
robas de assucar.
Galera iogleza elphim, para o Canal, carre-
geram :
C. J. Astley & C, 1,000 saceos cora 5,000 ar-
robas de assucar.
Brigue ioglez Waller Baine, para o Canal, car-
regaram :
Bastos & Lomos, 800 saceos com 4,000 arro-
bas de assucar.
Lugre ioglez Ripple. para Genova, carregaram r
Bastos & Lemos, 1,527 saceos com 7,635 arro-
bas de assucar.
Galera franceza Solferino para o Havre, carre-
garam :
Tisset freres. 2,300 saceos com 11,500 arrobas-
de assucar.
Barca franceza Magcndi, para Marseille carre-
garam :
N. O. Bieber & C, 1.800 saceos com 9,000
arrobas de assucar.
Patacho dioamarquez Kaabet para Montevideo,
carregaram :
Amoriro & Irraos, 200 barricas tom 1,201 ar-
robas e 8 liDras de assucar.
Brigue americano Volante, para o Rio da Pra-
ta, carregaram :
Amorira Irraos, 405Darricas com 3,120 arro-
bas e 8 libras de assuear.
Brigue porluguez iimaita /, para o Porto car-
regaram.
Feliciano Jos Gomes, 500 saceos com 2,500
arrobas de assucar.
Custodio Antouio Soares, 1 barrica com 3 ar-
roba* e 14 libras de dito'.
Barca porlugueza Flor da Maia, para o Por-
to, carregaram :
Prente Vanoa & C,, 80 saceos com 230 arro- "
bas e 16 libras de gomma.
Patacho porluguez Lima /, para a Ilha de S.
Miguel, carregaram :
Joo do Reg Lima & Irmos, 500 vaquetas.
Brigue nacional Norma, para Lisboa, carre-
garam :
Joaquim Vieira de Barios, 45 saceos com 202
1)2arrobas de gomma.
Amorim Affooso & C, 400 saceos com 2,000
arrobas de assucar.
Recebedoria de reodas internas
geraes de Pernambaeo.
Rendimento do dia 1
dem do dia 7 ,
a 6
5.376J451
726*950
6.1039401
Consolado
Rendimento do da 1 a
Idem do dia 7 .
provincial.
20:1449562
2.661*008
22:8089570
Hovimento do porto.
Navios entrados no dia 7.
Rio de Jaoeiro24 dias. barca franceza Vorge,
de 36J toneladas, capitao I. Mouton, equipa-
gem 12, em lastro ; a E. A. Burle & C.
Terra-Nova28 dias, brigue inglez Mary, de 237
toneladas, capitao Jorge Debrii, equipagem 10,
carga 3.500 barricas com bacalhao ; a James
Crabtree & G.
Nao houveram saludas.
H B" a p
s C3 n o z o Direccao. <
w e es o a m O n B i" os 1 1 o Intensidade. 9 H O
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O f
1 Cisterna hydro-
mtrica.
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O

ca
A notte nublada com algoos aguaeeiros
varisvel de intensidade e e direccao, al s
nhecer que rondou para o terral.
OSCILAQiO DA HAR.
Preamar as 11 h.t." da manhaa, altura 5.6 p.
Baus-mar a 5 b. 18' da tarda, altura 2, o.
Observatorio do arsenal de aarioba, 7 de fe-
vereiro de 1862.
ROIABO STEPFLI,
1* tenante.
Kditaes.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da resoluto da junta
da fazeoda manda fazer publico, que no dia 20 do
corrento, persnte a mesma junta, se ha de arre-
matar a quem por menos flzer, e por lempo de
seis mezes a cootar do 1 de margo prximo fu-
turo, of roetimeoto da alimeoiago dos orphaoa
do collegio de Santa Thereza em Olinda edo de
orpbaaa desta cidade, a saber ;
Pi.
Caf.
Cha preto.
Maotelga.
Assucar.
Carne fresca.
Toucioho.
Arroz.


II

DIAMO DE KUlHKflO -. SAttaYDO 8 BE mtEMU DE !?!.
=
^rrr
_
I
Ferjl.
Peize fresco, e na *a falta bacalbo.
Aielte doce.
Vinagre de Lisboa.
Cariaba.
SaW
Le*r,a.
Vertura* e tempero.
Fruclas ou doces.
Batatas. *
Dieta para os doenles.
Frange ou (ranga.
Galinha. BB
ieite.
Alelria.
Maeerrao.
Cha.
Doce.
Vinho.
As pessoas que quiserem contratar dito foroe-
cimeolo presentero uas propostas em cartas
fechadas, no dia supramencionado, nesla thesou-
raria pelomeio dia.
O contracto ser eito com 3 clausula de que,
serio comprados a custa do forneeedor, pelos di-
rectores des referidos collegios, os gneros pre-
cisos dos das que nao forem elles foroecidos de
boa qaalidade e de cooformidade com a tabella
quesera presentada 00acto da arrematarlo.
E para constar se mandou afflxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretara da thesouraria provincial de Per-
ambuco, 7 de fevereiro de 1861.
O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciaeao.
O Dr. Trstao de Alencsr Atanpe, ofBcial da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito espe-
cial do commercio desta cidade do Recite de
Pernambuco e seu termo, por S. I. e C. o Sr.
D. Pedro II, a quem Deus guarde, etc.
Fico saber aes que o presente edital yirem e
delle noticia liverem, que 00 dia 24 do crreme
mez ae ha de arrematar por venda quem mais
der, em praca publica deste juizo, na sala dos au-
ditorios, depois da audiencia, duas pipas de vi-
nho do Porto; regulando 60 caadas cada orna
pipa, avaliada a 5 a caada 600*; as quaea sao
perteoceotes a Jos Joaquim da Costa Haciel, e
vao prera por execuco que Ihe movem Pal-
meira & Beltrio.
E nao havendo lanzador que cabra o prefo da
a-saliajo, a arremalacao ser feile pelo valor da
adju'iicaco com o ebtimeoto da lei.
E psra que chegue ao coohecimeoto de todos,
mandei passar editaes que sero publicados pela
ioipreusa e affixados nos lugares do costume.
Recife 16 de dezembro do 1861.Eu Maooel
Hara Rodrigues do Nascimenlo, escrivio o subs-
crevi.
Trstao de Alencar Araripe.
O Illm. Sr. inspector da thesourarla pro-
Tiocial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr.
presidente da proincia de 24 do correte, man-
da fazer publico que no dia 20 de fevereiro pro-
Timo futuro, perante a junta da fazenda da mes-
ma thesouraria, se ha de arrematar, quem por
menos fuer a obra dos reparos da primeirs parte
da estrada do norte, avaliada em 4:000*000 ris.
A arrematarlo seri feita na forma da lei pro-
vincial n. 313 de 15 de maio de 1854, e sob as
-clausulas especiales abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a essa arrema-
lacao comparecen) na sala das sessdes da referi-
da pra$, no da cima mencionado, pelo mel
dia, competentemente habilitadas.
E-para constar se mandou aluzar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 27 de Janeiro de 1862.
O secretario,
A. F. d'Annuncia(3o.
Clausulas especiaes para 9 arrematagio :
1.* As obras dos reparos da primeira parte da
estrada do norte sero feitasde cooformidade-com
a respectiva descripeo e orcamenlo na importan-
cia de 4:000*000.
2.a Serio principiadas as obras no prazo de 30
dias, e concluidas no de quatro metes, contados
ambos os prazos de data da arreuiatacio, e no
caso de fallar a qualquer deslas condieces, ser
applicada a disoosicao dos artigos 31 a 32 da lei
provincial n. 286.
3.a No caso de conceder-se ao arrematante
qualquer prorogaijo de prazo, pagar o mesmo
arrematante a multa de irezentos mil ris, por
cada mez, de prorogagao.
4.* A import ncia das obras ser paga em ama
s preelacao, quando estiverera concluidas, que
ser logo recebila definitivamente.
5.a Para ludo mais quanto nao fr estipulado
no ornamento nem nestas clausulas, seguir se-ha
o que dispe a respeito da lei provincial numero
286..
6.a Nao ser attendida reclamacrio algoma ou
em qualquer lempo por parle do arrematante,
tratando a exigencia de indemnisacao, seja qusj
fr a causa que para tal lim allegar.
Confurme.A. F. d'Annuociacao.
O Illm. Sr inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico para conhecimento
dos intdresssdos o ert. 48 da lei provincial n.
510 de 18 de junho do correte anne.
Art. 48. E' permittido pagar-se a meia siza
dos escravos comprados em qualquer tempo an-
terior a data da presente lei independonte de re-
validarlo e mulla, urna voz que os devedores
actuaos deste iraoosio, o facam dentro do exerci-
cio de 1861 a 1862, os que nao o Qzerem (icario
sujeitos a revalidarlo e multa em dobro. sendo
um terco para o denunciante. A thesouraria se-
r.annunciar por edital nos primeiros 10 dias de
cada mez a presente disposicao.
E para constar se maoJou afflxar o prsenle e
publicar pelo Diarto
Secretdria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 8 dejulho de 1861.
O secretario,
A. F. da Asjumpcae.
. O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, era cumprirnento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia do Io do correnle, man-
da fazer publico, que a obra da coberta do Gym-
oaaio Provincial, vai novamenle a praga no dia
13 do correnle.
E para constar se mandou afflxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 3 de fevereiro de 1862.O secretario,
A. F. d'Annunciacao.
at publico, que nao se admiltir seguro carta
algoma sem que esteja lacrada, e com o compe-
tente ainete de uso do segurador pelo meuos em
trea legare* rttiveis.
Correio de Pernambuco t.* de fevereiro de
1862.O administrador.
Demingos dos Paseo* Miranda
G9 **
S Attenco.
No dia 12 do corrate, l hora da lar- f
*m de, na sala dos auditorios, parante o Dr. a
? juiz municipal da segunda vara, tem de '
9 ser arremetidos em praca por venda os qyr
Jk bens seguintes: a caa de sobrado de um A
andar e solio n. 2, silo os travessi Je n
matriz de Saoto Antonio, avaliada em... '**
$$! 10:000*000 : outra dita terrea n. 15, aila
k na ra das Triocheiras, avaliada em ris
2:000*000 ; outra dita terrea meia agua o. %
1, tita na ra de S. Francisco, avaliada
w em 400*000 ; outrs dita torrea n. 1, sita
na ra do Areial do Brum, avaliada em
1:000* ; outra dita terrea com pequeo
gse. sotin o. 3, sita na mesma rus, avallada.
' em 1:200* ; e outra dita terrea o. 5. sita
A na mesma ra, avaliada em 1:000*000,
sendo essa* tres ultimas situadas em ter-
renos de marinha, cujos bens sao perlen-
$5P cenes ao espolio do finado padre Jos
% Leite Pilts Ortigueira, e vio a praca a re-
Jb? querimento do lestamenteire e invenla-
W rante para pagamento des dbitos do
mesmo finado padre Jos Leite.


Tribunal do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz publico que oesta data foi an-
notida no registro do contralo de socledade de
Arkwright & C, a eotrada para a mesma socie-
dade em 31 de dezembro do anno prximo pas-
sado de William Wilson Arkwright, e a sabida
no mesmo dia do socio Roberto Ligbtbaern.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 4 de fevereiro de 1862.
Julio Geimaraes, official-maior.
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se (az publico que nesla dala flea re-
gistrado o coolrato de sociedade feito entre Joio
Jos Rodrigues Mendes e Joo Garlos Coelho da
Silva, em 2 de jaoeiro do correte anno, sob a
firma de Mendes & Coelho, com o capital de
50:000*000, foroecidos 33:000* pelo socio tien-
des, e 17.000* pelo socio Coelho ; deveodo a
mesma sociedade durar por lempo indetermina-
do, tendo combado 00 1.* de Janeiro prximo
nodo.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 3 de fevereiro de 1862.
Julio Guimaries,
Official-maior.
Avisos martimos.
COMPANBIA PERIUIBIJCAIU
Navegado costera a vapor
Parahiba. Rio Grande do Norte,
Macau do Astil', Aracaty, Cear
e Acaracu'.
O vapor lguarass, commaodante Vianoa,
sahir para os portos do oorte de sua escala at
a Acarac no dia 20 do correnle mez is 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o dia 19 ao meio dia. En
commendas, passageirose dinhelro a frete at
dia da sabida s 2 horas: escriptorio no Fort
do Maltos n. 1.
COMPANBH PERNAMBICANA
DB
[\avegacdo cosleira a vapor
0 vapor cJaguaribe, commandante Lobato,
sahir para os portos do sul de sua escala no
dia 15 do correte as 5 horas da tsrde.
Recebe carga al o dia 14 ao meio dia. Eocom-
mendes, passageiros e diuheiro a frete at o dia
da sabida as 2 horas : escriptorio no Forte do
Mallos n. 1.
Para o Porto
segu al o dia 13 de fevereiro o brigue portu-
guez oAmalia I por ter j seu carregameoto
prompto; para passageiros, trata-se com Cuoha
Irmao & C, ra da Madre de Dos n. 3.
Para a ilha de S.
Miguel
sahe com a maior brevidade possivel o patacho
portuguez Lima ; para o resto da carga e pas-
sageiros, trata-se com os seus consignatarios Joao
do Reg Lima & Irmao.
COMPANHIAFBRASILEIRA
HWBUB&l 1IML
O vapor Oyapock, commandante o espito
de mar e guerra Gervazio Maocebo, esperado
dos portos do norte at o dia 15 do corrente, o
qual depois da demora do cosame seguir para
os portos de sul.
Desde j recebem-se passageiros, e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver so embarcar no dia de sua chegada, diohei-
ro a frete e encommndas al o dia da eahida s
2 horas da tarde : agencia ra da Cruz a. 1, es-
criptorio de Antonio Luiz de Olireira Azevedo
&C.
Para o Rio de Ja-
neiro,
e Rio Grande do Sul sarrr imprelerirelmente no
dia 13 deste mez o patacho nacional sArapehy,
recebe passageiros e escravos a frele : trats-sa
com Manoel Ignacio de Oliveira & Filbo, no lar-
go do Corpo Santo, escriptorio n. 19, ou com o
capitao na praca do commercio.
Para o Porto.
Segu ero poneos dias a barca pn-rlugueza
Flor da Maia, por ter parto do seu carregamen-
lo prompto ; quem quizer carregar ou ir de pas-
sagem, dirija-se ao consignatario do mesmo em
seu escriptorio da ra do Apollo n. 43, segundo
andar.
J FE..I.EIKA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Bus ti* Cabug n. 18, 1* andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retrato* por ambrotypo, por melajMolypo, so-
bre peono encerado, sobre talco, especia** para
pulcelra*. elfineles ou cassoletas. /Na mesma
casa existe um completo e abundaste sortimenfo
de artelacie frtncezes e americanos/pera a col-
locadio dos retratos. Ha tambem paira ste mes-
mo flm cassoletas e delicados alfioetes de ouro
de lei; retratos em pholographia das principaes
persooagens da Europa ; stereocopos e vistas
tereoscopicas, assim como vidroa para ambrotyp
e cbimicas pholograpbica*.

_ 1
rioe^.
Gonliuuacao do leilo
O
00.
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5r5
GRANDE DEPOSITO
DE
DE
.if.^-#-'
^edara^ocs.
Consulado de Franca.
Em cooformidade com o art. 7 da convenci
consular, coocluida em 10 de dezembro de 1860,
entre o Brasil e a Franca, o cnsul da mesma
nacao faz publico que o subdito francez Gil le dit
Laine, Augusle Paul, fictor de pianos na fabri-
ca de Sr. Joao Vigoea, falleceu hontem pelas 4
horas da tarde. Pernambuco 4 de fevereiro de
1862.
A thesouraria provincial compra para ocol-
legio dos orphans de Santa Thereza de Olinda,
trinta colxes e igual numero de travesseiros,
para camas de (erro.
A quem coivier fazer dita venda compareca na
mesma thesouraria no dia 13 do corrente pelo
meio dia, com sua proposta em carta fechada
Secretaria -4a thesouraria provincial de Per-
ambuco, 3 de" fevereiro de 1862.O secretario,
A. F. d'Annunciacao.
Coiiselho ailmiuislralivo.
0 conselho administrativo, para fornecimenlo
lo arsenal de guerra, tem de comprar os objeotoi
seguintes :
Para a fortaleza do Brum.
40 arrobas de plvora grossa.
1,800 covados de baetilha.
1 livro grande com 300 folhas de papel paula-
do, para registro das partes diarias.
Para provimeolo .io armizem do arsenal de
guerra.
500 caeadas de azeite de carrapato.
96 libras de Qo de algodao.
^__ Para a ompaohis de cavallaria.
75 mantas de algodio para servirera de cherga.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
m suas propostas em carta fechada na secretaria
ato conselho, s 10 horas da manbadodia 10do
correte mez.
Sala dse sesses do conselho administrativo
para fornecimenlo do arsenal de guerra, 3 de
fevereiro de 1862. .
+nlo Jote Lamenka Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Correio
Pela adminulrac.o do correio desta] cidade se
C0MPANH1A BRSLEIRA
DE
E esperado dos portos do sul at o dia 12
do correte, o vapor Tocaotins, commandante,
o pnmeiro lenle Pedro Hyppolito Duarle, o
qual depois da demora do costume seguir pars
os portos do oorte
Desteja recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encom-
mendas e diuheiro a frete at o dia da sahida s
3 horas da larde : agencia ra da Cruz o. 1, es-
criptorio de Antonio] Luiz] de Oliveira Azevedo
& C.
Para o Porto e Lisboa.
O veleiro e bem conheciJo patacho nacional
Beberibe, pretende seguir com muila brevidade
para os dous portos cima, tem parle de sea car-
regamento a borlo, para o resto que Ihe falta e
passageiros para os quaes tem excedentes com-
modos trata-se com os seus consignatarios An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C no seu es-
criptorio ra da Cruz n. 1.
Para o Rio Grande do Sul pretende sahir
com brevidade o patacho Guarany, para onde
recebe carga a frete, como escravos : quem no
mesmo quizer carregar pode entender-se com os
consignatarios Amorim Irmaos, ra da Cr mero 3.
Daniel Kilman, capitao do patacho ameri-
cano cAlpioe, arribado a este porto por forca
roainr, precisa tomar sobre risco maritimo cerca
de 6:O0OJ00O para occorrer as despezas do dito
navio : os preteodenles queiram dirigir as suas
propostss em cartas fechadas ao consulado ame-
ricano, na ruado Trapiche n 8 .segundo andar.
Lisboa.
O brigue portuguez cBella Figueirense, capi-
tao Jos Ferreira Lessa, sahir com brevidade
por ter a maior parte de seu carregameoto prom-
pto : para carga e passageiros, para os auaes
tero excllentes commodos : trata-se coro E. S
{tabello & Filbo, largo da Assembla n. 12,
FAZENDAS
A retalho.
Na ra do Cabug n. 8
Costa Carvslho continua hije com o leilo de
fazendas que ainda nio pode acabar, as 11 horas
em ponto.
LEILO
DE
Dous carros grandes para passeio e de
duas parelnas de cavallos ; sem ne-
nhuma reserva de preco.
Na cocheira da ra do Imperador d. 12
Terca feira ti do correte as 11
horas em ponto.
PELO AGESTE
S1JIAI >SeV VeT/i JEZtJ*B
O referido agente levar em leilo no dia, ho-
ra e lugar cima porconta i> risco de quem per-
tencer, dous ptimos carros arreiades, lulo em
perfeito estado e tambera de duas parelhas de
cavgllos;
PH Mi maeeieaieK
Gonsults medicas, i
Serao dadas lodos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no .eu escriptorio, ra li
ia Cruz n. 53, desde s 6 at k 10 horas Z
da manha menos aos domingos sobre: 91
1." Molestias de olhos. 1
2.* Molestias de coragao e de peito. M
3.* Molestias dos orgios da geraco e 0
do aovs. Jj
O exame dos doenles ser feito na or- jtt
dom de suas entradas, comeg.indo-se po- o
rm por aquelles que sorerem dos 1
olhos. 35
Inslrumcnlos chimicos,acsticos e op- &
ticos serio empregados em suas cnsul- ta~es e proceder com todo rigor e pru- S
deocia para obter certeza, ou ai menos **
probabilidade sobre a sede, nalureza e M
causa da molestia, e dahi deduziJ o plano 5
de tratamenlo que deve deslti|i-la ou f
curar. X
Varios medicamentos ser ioambem II
empregados gratuitameole, pela cer- 5
teza que tem de sua verdadeiraqupidade, It
promptidio em seus efleilos, ea necessi-
dade do seuemprego urgente que se usar f
delles.
Praticar ahi mesmo, ou em nasa dos *
doenles toda e qualquer oper.-.tao que
ibeleci- *
se cha a
p?o de ^5
medico o
LOA M FAItIC*
DO
Barbalho (Cab .)
41-R11A DO INPER AD0R-4I.
Neste deposito existe grande quaolidade de louca e de todas as qualidades, o que se poda
desejar de bem fabricado e ee boa qualidade de barro, coma propriedade de conservar a agua
semprefna, comosejam jarras, resfriadorea, muriogues, quartinhas, garrafas, copos para agua el*.
De obras vidradas.
Tem ricos vasos para flores, tainas, alguidares de todos os tamanhos, aMsdeiras, boioet
mpos e sem elles panellas para bater-se bolos, cacerolas, eofuzas, frigideiras e muitas oo-
ria enfadonho mencionar.
Para a Baha segu o palhabote Santo Amaro
para alguroa Douca carga que Ihe falta trata-se
com seu consignatario Francisco L. O. Azevedo,
na ra da Madre de Deus n. 12.
Para Lisboa
sahir com toda brevidade o brigue portuguez
Constante, capilio Augusto Carlos dos Reis,
vislo ter prompta a maior parte do seu carregs-
raento : vara o restaote e passageiros, para os
quaes tero excedentes accommoda$des, Irata-se
com Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, largo do
Corpo Santo, no escriptorio, ou com o capitao na
prnc.a do commercio.
A 11 do corrente.
O agente Oliveira far leilSo por conta e riso
de quem pertencer. precedidas as competente
autorisaedes dos Ilims. Srs. inspector da tlsn-
dega e cooaul de Franca nesta cidade, em pre-
senca de um eropregado pelo primeiro nomeau
e de um delegado do segundo, das fazeodas abr
xo mencionadas, avariadas a bordo do navio frro-
cez Palestro, capilio Corduan, na sua recfole
viagem do Havre para este porto ; a saber
D2 caixas contendo culilerias e ferragens diver-
sas, consignadas a F. Dubarry.
NOB dt C. 1 dita com cortes e pecas de chaly,
2 ditas com camisas para hornera, consonadas
a N. O. Bieber & C. aurcessores:
Terca-feira 11
do correnle, ao meio dia em ponto, no lugar pa-
ra o effaito designado na referida alfandega.
LEILO
A 10 do corrente.
Izidoro, Hillidsy&C. conlinusr por inler-
vencio do agente Oliveira, o seu leio das me-
Ihores fazendas inglezas, que vem a este mer-
ctdo, principalmente de linho, bem coohecidss
de seus freguezes:
SegunrTa-feifa 10
do corrente, s 10 horas da manhia, ea seu ar-
mazem, ra da Cruz do Recife.
julgar conveniente para o rest
C ment dos mesmos, para cujo Qm
Jg prvido de urna completa colle
g> instrumentos indispensavel ao
J operador.
Publicayoes do Instituto Ho-
meopathico lo Bra
TIIESOtRO IIOllEOI'A
ou r
VADE-SEGITl DO iIOHFOPATnA.
(Segunda edieco/consi-
dtravehnenle ajugmen-
tada.) /
Diecionario popular de Medicina lio-
meopalhico
PELO CR.
SABINO 0- L. PINHO.
Coniinuam as a^signaturas para estas obras a
25$0 em brochura at fevereir.
Ra de Saoto Amaro (Mundo/Novo) o. 6.
AGITIS; f! HYWIICI)
DO DOUTOR
M1 i. LJ
Para a preparaco dos medica-
mentos homeoplhicos.
Os medicamentos preparados por esta machina
sao os nicos, com que se poldem contar no cu-
rativo das molestias perigosas. E como seja o
CHOLERA MORBUS urna 'aquellas que nio
adruitiem deloagas e experiencias, cumpre pre-
ferir esses medicamentos a otros quaesquer, se
quuerera tirar da heraeopalhia os ventajosos re-
sultados que ella asseguta
Acham-se a venda cartei
especiaes contra o cholera
as e meias* carleiras
companhadas das
competentes insirucQes, pi los presos conheci-
dos, na pharmacia especia
homeopathiea, ra
\
visos iY^rsos.
IOT
Terqa-feira 18 do corrente, andarao
rapretetivelmente as rodas da ultima
parte da nona e primeira da dcima
lotera da matriz da Boa-Vista desta
cidade, no consistorio da igreja de Nossa
Sen hora do Rosario de S. Antonio.
Os bilhetes, meios e quattos achara-
se a venda na thesouraria das loteras,
ra do Crespo n. 15 e as casas com-
missionadas. Os premios serao pagos
a entrega das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues efe Souza.
Para
as proviocias de Pernambuco, Parahiba,
Grande do Norte, Cear e Alagoas, a saber:
nico immediata-
bdito e no seu pro-
)o 8omente elle
itias, quer em rela-
oo curativo das mo-
Jreparacao dos me-
io trabalham cons-
vistas immediatas,
empregados [um
|uem paga ordena-
ajudados por mais
o servico o exige,
linho e d'agua, no
ecagao dos globu-
do respeitavel
barata do que
tras pecas que se
O propietario desta fabrica a primeira deste genero entre nos espera obter
publico animacaoe concurrencia e para conseguir esse fim vende a sua louca mais
al aqu se venda nesta cidade.
Aprompta qualquer factura para exportar, alm dos precos commodos porque vende ;.d 10
por cento de abate para quem comprar de 100 para, cima e dessa quantia para menos terao 5
por cento.
Qualquer encommeoda pode ser entregue no deposito da fabrica ra do Imperador o. 41.
Folhinha de porta, contendo okalendario, pocas geraes, nacionaes, dias
d galla, tabella de salvas, noticiis planetarias, eckpge, partidas
d correiot, audiencias, e resumo de chronologia, a ris .
Dita com almanak, contendo o kalcndario, pocas, noticias planetarias,
160
partidas dos correios
ce?il, judiciario
tria I, desta
tabellas de imposto, etc. etc. e o almanak
ARMAZ
ROUP A F
Joaquim F
Santos.
40Ra do Queimado40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimeolo ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades e tambem se manda executar por medida i vontade dos fregue-
zes para o que tem um dos melbores professores.
itrio, administrativo, agrcola, corjwwrcial, e iadllS'
provincia, a' ris. .... M i
a. *
de Santo Amaro (Mundo Ni vo) n 6.
N. B. Os homens de bol teoso reconhecem
certamente que sendo o Dr.pabioo a foote pura,
d'onde.emanou a homeopatpia em Perrarcboco
e em todo o norte, elle
mente iotereisado no seu cr
gresso, e por conseguinle l
que se pode encontrar gara
ci applicaco da scienci
leslias, quer em relacio
dicameotos.
Na pharmacia do Dr. Sabi
taatem^ole debaixo te suas
noe lempos ordinarios, dou
brasileiro e outro francez i
dos vantajosos), os quaes si
tres ou cinco pessoas, quand
na desiillacao do espirito de
manejo das machina*, na de
los, ni distribuido das diluyes etc., etc."
V evidente que para o Dr. Sabino exercer a
horneopathia, como geralmente a exercera, e
preparar medicamentos como por ahi prepara,
oem eram precisa* tantas desbezas com o pes
soal, com machinas e com a ovleusio das subs-
tancias as mais puras possivei*. e nem tanto vi-
gilancia e trabalho na preparaco dos medica-
mentos ; mas elle neo se contenta com o bem,
que ji tem feito, dando horneopathia i oopu-
lardade de que goza: elle quer eleva-la o
maior grao de perfeicio dando pos seus remedios
a maior infallibilidaoe possivel era seus effeitos
O Dr. Sabioo nio aspira somenle os gozos ma-
t*naes da vida ; elle se dav*Dece em ler nos li-
vros estrangeiros que a sua propaganda em Per-
nembuco'Jui to brilhanle que nao ten na u-
rapa ninhuma analoga (JQHNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHIOA DE PARS, lomo 4., pa-
gina 691 ; e CONl'ERENCUS SOBRE A 110111*)-
PATUI A, por Granier, pagina 10-) ; mas a saa
ambicio milito mais elevada ella se dirige a
legar as gera^eg futuras um noce estimavel
pela grav.idade e importancia dos seas serigo*,
pela sineeridade de suas eoaviccoes, e pela Mi-
meza do seu carcter. 1' por iaso, e pala mo
Casacas ue panno preto a 40g,
35| e 308O00
Sobrecasacosde dito dito a 359 e 30jOU
Paletots de panno preto e de co-
res a 35, 80, 25, 10, 18 e 20000
Ditos decasemira de cores a 22,
15$.12.7 e 9}000
Ditos de alpaca preta golls de
velludo francezas a 105000
Ditos de merino sem pretos e
de cores a 95 e 8&000
Ditos de alpaca do cores a 5 e 39500
Ditos de alpaca preta a 9, 7. 53 e 3J50U
Ditos de brim de cores a 5$,
4500,4 e l 35500
Ditos de bramante delinho b an-
co a 6, 5$ e 4000
Ditos 1e merino de cordao preto
a 15 e 85OOO
Calcas de caseraira preta ede co-
res a 11, 10, 95, 7 e 6J000
Ditas de princeza e merino de
cordio preto a 5, 6500 e 45500
Ditas de brim brancoe Je cores a
5. 45500 e 2J500
Calcas de ganga d* cores a 3J00O
Gollete de velludo preto e de ce-
res Usse bordados a 125,95 e 8000
Ditos de casemira preta e de co-
res lisos e bordados a 65,
5500,5 3J500
Ditos de setim preto
Dito* de seda e setim branco a 6 e
Ditos de gorgurio de seda pretos
e de cores a 7, 6, 4 e
Ditos de brim e fustao branco a
38500, ScOOe
Sroulas da brim de linho a 2 e
Ditas de algodao a 1*600 e
Camisas de peilo defustao branco
ede cores a 25400 e
Ditas de peito delinho a 5, 4 e S&000
Ditai d madapuli brancas e de
cores a 3. 25t)0, 2 *
Chapeos pretos de massa frsoceza
forma da ultima moda a IOS,
88500 e .
Ditos de feltro a 6, 5, 4 e
Ditos de sol de se la ingieres e
francezes a 14$, 12, 118 e
Colsrinhos de linio muito linos
novo(eitios da ultima moda a
Dkos de algodao
Relogios de ouro patente e hori-
zontal a 1008, 909- 808 e 708000
Ditos de prata galvanisados pa-
tente e horizontaes a 40 e 30800o
Obras de ouro, aderemos e meios
aderecos, pulceiras, rozetas e
aueis a
Toalhas de linho duzie 108, 6 8
Ditas grandes para mesa urna 3 e
55000
500
55000
3noo
25200
15280
25200
186O0
7roo
2000
7000
800

9S00O
4500o;
eial
11
hOeopathieo
Ra das Gruzes n. 30.
Neste consultorio pode ser procurado o respectivo propietario qualquer hora, havendo
ahi sempre grande sortimento dos verdadairos medicamenl s homeoplhicos, preparados em Pa-
ria (as tinturas) por Cavilan e Weber, os mais acreditados pharmaceulicos do universo como
preparadores de remedios de horneopathia.
O propietario deste consultorio no pretende, lodavia, que sejsai os seus medica raen ios
infalliveis, porque nada ha infallivel em fados humanos; nem topouco superiores aos que por
ahi se preconisam, porque cerio que o que na fazemos, outro o pode egualmenie fazer lao hora
senao raelhor. Mas afianca que nelle nao ha traficancia, e que o servico da | reparaco corra
pela mesmo proprietado, que nao leudo grandes commercio de carleiras, atia sa suhViente para
salisfazer s necessidades daquella preparars.
Neste consultorio acham-se venda elementos da homeopalhia, acomraodades intelligeneia
de qual juer passoa ; asiim como presla-se gratuitamente o seu proprietario, com seus estorbos e
medicamentos, todas as pessoas necessiladas, sem dstncc,ao alguma, que o procurem, pois
que o seu maior prazer ser til humanidaie soffredora.
Curso de geometra.
a pharmacia de Borge* & Soares, prsc* da
Boa-Vista n. 24, esquina da ruado Tambi, ven-
de-so a imcompsravel injec^ao deBrovra3o
frasco.
A abertura do curso particular desta faculdide
annunciada oara o dia 4 do correnle, fica trans-
ferida para 15 impreterivelmente, se houver nu-
mero sufBciente de alumnos ; os senhores eslu-
dantes que quizerem frequenta-lo, dirijam-se i
ra Direiia o. 74 ateo dia 14 pard serem matri-
culados.
Manoel Alves Guerra saca sobre o Rio de
Janeiro. ____^^ rje ordem do Illm. Sr. provedor dos Hospital
3$:ieai3*6983m WSMQ9Ht9IQ9IQ^ Portuguez, convido aos senhores socios do rees-
Offerece-se30 menssns por um escravo tt mo a reunlrem-se no referido Hospital pelas 9
para o servido baixo, tambem se precisa *J> horas da manhia do da 9 do corrente, para, em
de um copeiro : na ra da Aurora Dame- o Isessio de assembla geral, cumprir-se o disposlo
: no do ait. 17 dos estatutos.
Hospital Portuguez de Be
ueficrucia.
u
ro 50. S
CK9I&SWIC 9l5?*rft5lft?W9ll
Na ra Nova n. 52, primeiro andar, preci-
sa-se de urna ama para o servico interno de urna
pequtna familia.
Aviso ao publico.
Protestase contra qualquer venda de escravo
feita por Joaquim Polyesrpo a'Almeid.
Oomioique Syrbet, subdito francez, vai para
o Rio de Jaaeiro.
Alugt-sa o primeiro andar do sobrado da
ra do Crespo n. 4, por cima do estabeleclmento
de J. Falque, constAodo da 3 ealsse 2 gabinetes,
tudo pintado de novo : para ver e tratar, do mes-
mo esiabelectmento.
O Sr. Joo Comie,que dizem seiempregado
na estrada de ferro, queira dirigir-se a sua da
Cadeia do Recite, loja n. 24, paca se Ihe entregar
unja encommeoda.
1#)00 que elle irabalha e Icabalha muito.,.
MLA
Precisa.se de urna Ma : ai vas de Hoitai nu-
mero 53
Precia-se a'iugar urna ama de leite, a queea
se pagar bem : na rui do Hospicio d. 17,
Secretaria do Hospital Portuguez de Beneficen-
cia 5 de fevereiru de 1862.
Joaquim Ferreira Meades Gumaraes,
1 secretario.
Arrends-se, a comecar de maio do corrente
anno, o excedente engenho S Gaspar, na fregue-
zia de Serinhiem, beira-rio, com ptimas var-
iis lavradit*. grande, e pingue cercado, leona
mui prxima, e de mui fcil conduccao, em nata
palavra, com tedas e *s mlhores proporc**
poasiveis : a tratar ua ra do Hospicio n. 17.
Attenco.
lima pessoa que retira-se para fora da provio-
*ia, veede urna exeellenle mobilii de Jacaranda
com lampos de pedra, urna casia francesa, u*s
piano, tudo de jacarandi, assim como am lavato-
rio com seus perteoces, ama mesa elstica, com-
modas, apparadores, candelabro?, serpenii**.
etc., elr.: liatar na rea 4* Hatrit da Boa-Va-
la n 33, segundo andar, da* 9 horas da maDbaa
is 3 da tarde.
Precisa se de um criada 1* o ervic.o*}
am af, que feiflador eooduoia, prefeie-
a* n*aaai* poriuguex : na ru do Trapich% a.
12, hotel da Europa.



BIABK DE PKRM1MBC0. SAMADO 8 DE FVCMII10 DE 1862
Monte Pi popular Per-
nambacano.
Por nao (er comparecido numera legal de so-
cias, nao tm podido realissr-se -eleigo do coa-
selho admioiatrativo deste Monta fio dos domin-
ios paseado!, 96 de Janeiro e 2 de (evereiro deste
ddo. Em eensequeocia, poia, de ordera do
Illm. Sr. director, consido aoa sennores socios
m oia i comparecerem a sessao que pela lurcei-
ra ves convocada para domingo 9 do correle,
cerloa de que a eleico se fari com o numro de
socios que comparecerem al meio dia, de ac-
ord com o disposto na segunda parte do art.
20 dos estatutos.
Secretaria do Monte rio Popular Pernambuca-
oo 3 de (evereiro de 1862.
Bemjamin do Carmo Lopes.
1." secretario.
= Aluga-se urna casa terrea com commodos
para pequea familia, com quiolal murado e pre-
f o de il$ meosaes : na nova ra do gazometro :
a tratar com o Sr. Valenga do mesmo lugar.
Mmmmm*m*m4mmmm
Os photographos Sial & C. participam
aosseus numerosos amigos e freguezes,
que pela rapidez de sua va ge m para o
Rio de Janeiro, Ibes nao fui pussivel des-
pedirem-sede cada um de per si, como
desjavam, porm Ibes offerecem o seu
| presumo e amisade ua corle. Approvei-
j lam esta occasio para participar ao pu
Mico, que deixam por seu suicessor o
S* Sr. Len Cliapelaio, photographo muito
hibil, que continua do mesmo estabe-
tlecimeoto a ixecutar lodos os trabalbos,
de que ferapYe se encarregiram ; e as-
sim o recoiujieudam aoi seus amigos e
ao publico dista provincia.
Aluga-se o segundo audar da casa o. 48,
da ra u'Aurora ': a tratar no primeiro da mes-
ni, ou na rua^ia Cruz, escriplorio dos Srs. Viei-
ra & Amorimjf
<&
i
8
Attenco.
Twso Irreaotfacen publico que o convenio de
S. Beato da.Parahyba lbea devedor da quarrtia
de fite conloa ovecenloa e dezeoove mil d-
denlos e dez rw( 20:919*210), por transferencia
de urna conla correte com Jos Luiz Pereira
sLiaia .4 C, assignada e conferida pelo ei-D.
abbade Fr. Jos da Exaltacio Marques, em 12
de aar-co de por cento ao mez a que ficou obrigado o referido
conveuto a pagar, conforme a clausula exarada
na referida conla correnle. E como alee presen-
te nao lhesteaha sido possivel reoeber a referida
importancia e os juros decorridos, oto obstante
as diligencias empregadas para esse ro, fazem
publico que nao por sua vontsde que eslao sof-
frendo tal desembolso, para que em lempo al-
guna se empregue-o argument do grande aug-
mento dos juros, para o qual nSo coocorrem o
abaixo assiguados, que sempre esliverara e eslao
promptoa a receber a referida coala e os juros
vencidos, e protestam nada abaler m lempo sl-
gum ; declarando mais que nao desooerara os
codeles da referida coma os Srs. Jos Luiz
Pereira Lima & C. e Maooel Rabelle de Olifeira
JJabocla. Recite 15 de Janeiro de 1862.
Tasso Irmaos.
Medico. S
O Dr. Brancsnte pode ser procurado a
qualquer bora na casa de sua residencia,
na ra do Imperador o. 37, segundo an- *}
dar, para o exercicio de sua profisso.
frecisa-ee alugar um preto, dando-se o
sustento, e paga-so mensal ou semana), para o
servico desta typographia : na livraria ns. 6 e 8
da praja da Independencia.
u..-

OsW
."Ra estreita de Rosario3
Francisco Pinto Uzorio continua a col- #9
locar dentes artificiaos tanto por meio de 0
molas como pela presso do ar, nao re- 0
ceba paga alguma sem que as obras nao <8
Qquem a vontade de seus donos, tem pos Q
acreditadas sa
outras preparacoes as mais
para conservado da bocea. q
) 01ft
Aluga-se, venJe-se ou permutase por urna
casa terrea nesta ciJade um bom sitio com casa,
no lugar da Varzea, coohecido pelo sitioda Cruz,
que foi do padre Jos Simes: a tratar no becco
de S. Pedro n. 8.
O bacharel Witruvio po-
de ser procurado na ra
Nova d. 23,sobrado daes
quina que volta para a
camboad Carmo.
9





i
i
e*&SSS***SS3 *$:*
Preclsa-se de urna ama psra.casa de peque-
a familia : na ra do Queimado n.28, primeiro
andar.

0
0
tt

Desiofeccao.
O abaixo assigoado vende em sua botica na
ra Dimita n. 88, os seguinlcs desinfectantes por
ter para isso o aparelho necessario. Chloro para
desinfectar o espaco de 310 ps cbicos por 2,
liquido desinfectante das materias fecaes urna
garrafa 19, pos desinfectantes das mesmas ma-
terias urna libra 1J, liquido para mergulhar a
roupa dos accommettidos a 640 rs., agoa chloru-
relada que supre a de labarraque someote na par-
le da desiofeccao por ser carregada lOvezes mais
do chloro (pelo que declaro que nao se faga del-
la uso interno) 1*.
O publico desta cidade deve estar lembrado
dequeneste Diario foi transcripta urna corres-
pondencia do sul, na qual declarou-se, que, em
um dosportos onde grassava a febre amarella o
commandaote de um dos navios surtos n'aquelle,
conservando o chloro em o seu, foi o nico pre-
servado do mal. ao passo que os mais soffreram
e houveram muitas victimas.
Para o desempenho da desinfecto acompa-
uhar a explicagao.
Jos da Rocha Prannos.
Precisa-se de ums ama para coziohar e
comprar: na ra do Imperador n 37, segundo
andar, entrada direita.
Aranaga,- Hijo & C. sacam
o Rio de Janeiro.
sobre
|Gabinete medico cirurgico.*
Ruadas Flores n. 57.
Serao dadasconsaAtas medicas-cirurgi-
cas pelo Dr. Estevao Cavalcanti de Albu- 9
querque das 6 as 10 horas da manhaa, ac- g
cudindo aos chamados com a maior bre- @
vidade possivel. *
aj> .1- Partos.
2.* Molestias de pella.
3.* dem do olhos. Z
4.* dem dos orgos genitaes. _
9 Praticartoda equalquer operacao em
ay seu gabinete ou em casa dos dneles con- j
g forme lhes fr maii conveniente.
eft$99ee s@*js ese

Advocada.
O advogado A. R. de Torres Baodeira tem o
seu escriplorio Da casa de sua residencia na ra
do Imperador n. 37. segando andar, entrada a
direila ; e ahi pode ser procurado pata o exerci-
cio de sua profisso. Est promplo para encar-
regar-se de qualquer defeza e para tratar de
qu es toes forenses, em qualquer lugar fora desta
cidade e protesta a maior solicilude no desem-
penho de suas obrigar^oes.
iEscnptoriode advoca-,
=5=
Sociedade bancaria.
acam a lomare
bar-
Amorim, Fragoso,Sntos & C.
saquea sobre a praga de Lisboa.
Preciia se de um ofhcial de
beiro: na ruada Cruzan. 35.
gOdetista NumaPompilio.8
o.
Raa estreita do Rosario n. 22
primeiro' andar.
.?.?!?.d!n_l" .^ciaes por molas e li-
Systema
gaduras e pela pressao do ar.
americano sem arrancar as raizes' e faz
todas as operaces de sa
prgmptido e limpeza.
arte, com
- Joao Guilherme Romer.TiSdoTOwli-
nados (na ra do Hospicio n. 37) participa ao re*
pe avel publico que tem recebido excell.nte
molduras douradas para cortioados de janellas,
tambera vende borlas, cordao. galleras e palera
de bronze que perlenze aoa ditos. *
Saques sobre Portugal.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho saccam so-
bre Lisboa e Porto : po largo do Corpo Santo,
esenptorio n. 19. r '
O Sr. Julio que teve botequim,
queira vir a esta typographia, a neg-
co.
j Ensino de linguas j
I EM 6 MEZES
^Italianolatim francez,!
i Pelo melhodo facillimo 1
i.
DO DOCTOR
Ra do Queimado n. 26.
Aluga-se o segundo andar do sobrado ca
ra Nova n. 19 : a tratar na loja.
O Srs. abaixo assigndos sao
rogados a comparecer a loja n. 2 B, da
ra do Crespo
Jos Florencio des Oliveira e Silva.
Lucio Alves de Olivia e Silva.
Henrique da Fonceca Coutinho.
Manoel Jeronymo de Albuquerque.
Arrenda-se por 3 annos o sitio Invisivel de
hanto Amaro, com cinco viveiros, mais de 100
ps de coqueiros com fructoa, e terreno grande
para pliotacao de cepim : quero quizer dirija-se
ao seu proprietario Antonio Jos Gomes do Cr-
relo*
James Oliver vai ao Rio de Janeiro.
Mol que.
Na ra da Cadeia Velha o. 52, tercei-
ir, precisa-se alugar um moleque
15 annos de idade.
Ala*a-se a caa larrea da ra Imperial
187; a tratar no piteo do Csrno d. 15.
~ *'- grande armasem defroote da
greja de S. Franciico : a tratar na ra do Craa-
po o. 16.
CONSULTORIO ESPECIAL HOIE0PATH1C0
DO D0UT0H
_ SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6
Consultas todos o diaa ufeia deade as 10 horai
ozS-0.d!a aCet,? d" ef-uil" molestias :
>J"tw da mulhtru, moletta$ da, crian-
Uutxas,yphiliea$,toda$ as especie* de febres,
frbres tnrtntentes suas consecuencias,
V /^*?"ACU M'aC'Al HOMBOlfATHIC*..
verdadeiros medicamentos homeopathicos p*re-
paradoaaom todaa as cautelas necossariaa. in-
?-i" eim MU? effei,0.*ato em tintura,como
m globuloa. peloa prejos maia ommodos pos-
I1V61S.
N. B. Os medicamentos do Dr. Satino sao
mcamante vendidos em sua pharmacia ; lodos
que o forem fra dellaa5ofalaai.i
Todas as carteirsa o acompasadas da um
iropresao com um emblema em relevo, leudo ao
Knk "8uiole palavraa : Dr|. Sabino O. L.
nnno, medico braaileiro. Este emblema posto
A Aenle ,il domodicamen|toa que se pa-
...';, rteira* que nao lavaramfesaeimpresso
usim marcado, amboratenham na lampa o no-
na do Or. Sabino sao falsos
Precisa-se de
duas pessoas :
de calcado.
. ~" Ha Pra alugar urna escrava clara o
Rrn- 6 SVer? de "" : Da r"a e8lteita 00
rtosano n. 32 primeiro andar. T
m o bacharel Araenco Fernanes Trigo
i de Looreiro, advoga no civel e no cri-
a>e, podendo ser procurado tara esse
nm, no seu escrrplorio na ra do Impe-
rador n. 40, das 9 horas da maiihaa as 3
da larde.
KM83KM3MSMB M3M6
Para qualquer esubelecimen
um mogo ebegado de Portugal a 1
eacreve bem inglez e francez S a tr
Apollo n. 8, primdioo andar.
urna ama para urna casa de
na ra eitreita do
Rosario, loja
rpwtr
AJLnL
WW
Hi lia,
M.A6
UTO
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
Retratos
Retratos
Retratos
Retratos
de
de
de
de
Hawleyotypo
Hawl<>yotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
novo goslo
novo gosto
novo gosto
novo gosto
nova iuvenco
nova invencJo
nova invencao
nova invencao
nova invengo
Pre^s baixado para pouco
tempo.
Procos baixado para pouco
Pregos baixado para pouco
Pregos baixado para pouco
Precos baixado para pouco
3#00G 5^000 10#000 20f000
3J00 5J(000 10000
3*000 5000 10000
30OO 5000 10/000
3*000 53000 10O0O
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Explendido quadros dourados
Explendo quadros donrados
Exp endido quadros dourados
expendido quadros douradoa
Explendido quadros dourados
Vende-se machinas
tratos.
Veode-ie machinas para
Vende-se machinaa para
VenJe-se machinas para
Vende-se machinaa para
ca.
O Dr. Aprigio Jasliolano da Silva Gui-
rnares pode ser procurado das 9 hqraa
da manhSa as 3 da tarde, na ra estreita
do Rosario o. 24, primeiro andar.
8
I
tempo
tempo
tempo
tempo
20000
20000
20J004
20*000
para re-
Caixas
Ca xas
Caitas
Caixaa
Caixas
Todos
Todos
Todos
Todos
Todoa
de lindos
de lindos
de lindos
de lindos
de lindos
venham
venham
venham
venturo
Vestidos pretos mais propris
Vesdoa pretoa mais proprioa
Para tirar retratos
?rr ^ x. Ur" i relral0
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
retratos
retratos
retratos
relratoa
gostos
gostoa
gostos
gostos
gostos
ver
ver
ver
ver
Ter
meMgMffBMs ei3tgesNseie*e&
Filippe Santiago de Senna avisa ao publico
que mudou sua residencia para a ra da Impera-
Iriz (oulr'ora aterro da Boj-Vista) n. 42, primei-
ro andar, aonde pode ser procurado.
Urna pessoa habilitada oMerece-se para fa-
zer escrlptursces mercantis : quem precisar di-
rija-se a ra Direita n. 72, em carta fechada,
com as iniciaes P. J. S.
I Dentista de Pars.
I 15 -Ra Nova15
; radericGaulier.ciriirgiaodenlisu.azai
todas as operaces da sua arte ecollocaS
dentesartificiaes, tudocom a superiori-S
dadeaperfeicoquea pessoa san tanji-S
[ das Ihereconhecem.
Tea igua e psdenlifricios te.
Aluga-se o sobradlnbo de um andar na ra
dos Burgos o. 29, em frente a ra da Moeda : a
tratar na raa da Cadeia n. 35, loja de fazendas.
Jos da Luz, sua mulber e 2 Olhos Jos e
Thereza, subditos portuguezes, retiram-se para a
ilha de S. Miguel.
Attenco.
*
Qualquer pessoa com habiliWcdea necessaras
de enfermeiro, e que queira ir para um engenho
perto desta praca, onde se aflau^a bom passadio
e ordenado, procure na fuodicao da Aurora a
qualquer hora do dia para tratar.
ro andar,
de 10 a
Os abaixo assigndos lazem sciente ao pu-
blico, com especialidade ao corpo do commercio.
que no dia 31 de dezembro prximo passado dis
aolveram amigavelmenle a sociedade que tinhaa
na loja da ra larga do Rosario n. 28, que gyra-
va na razao de Guimaraes & Souza, fleando o so-
cio Souza com dita loja e responssvel por lodo o
passivo tendente a mesma firma, e o socio Gui-
maraes sem responsabilade alguma. Recite 4
de fevereiro de 1862. Por procuraco de Diogo
os Leite Guimaraes.
Francisco Jos dos Passos Guimaraes.
Joao de Oliveira Leite a Souza.

o se offerece
dia?, falla r
lar na ra d
m CICERO PEREGRINO, ba-
cha re m direito, continua no
@ seu escriptorio de advooacia, na
Z& ra do Queimado n. 2b'
- Compra-se uma arilfitnetica por
Kottinger, em secunda marJ: na ra das
Cruzes n. 44, segundo anda*-.
Roga-se a pessoa que
alugou um moleque ipor nome
Antonio na ra da Cruz arma-
zem n. 45. de aili apparecer a
negocio de seu interesse.
Segunda-feira 10 do correte se deve
celebrar as 8 horas da manhaa uma missa
rezada no convento de N. S. do Carmo,
pela alma da Exm. Sr." D. Maa Senho-
rinha-de Moraes, consorte do Sr. tenente-
coronel Manoel Florencio Alves de Moraes,
e convida-se as pessoas da familia do fi-
nado, seus pafentes e pessoas de sua aml-
zade para aasistirem.
}>ortimento completo de aobrecasacos de panno a 25. 28 30JSe 1^* i
do'rVK % ?Ai 35?',P,elots ..-doA. panno p'r'eoTe ff .lS
ue cor a 15. lSSezOB. na etnts sarro da nmnn o .-.ca;-. a. a. .a ..^ 7K*
casacos muito bem
ditos de caaemira
Sortimento completo de aobrecasacos
"!5g, 288, 30g e 35|, paletots acasi
't'^'L" % Pale|ot8 ""<> " 26,?.l8.d.' 4 al6' 80bre de a,Paea e merQ d 7 al 10, calcas prela. d, caaemip. di
em 0S2KI\ IhS Z 8eQ.mri-,a,?"' Plel0t8 6 C0,1 fj "fWFS e T.eUud. de a ?l. d"o P? casamento a 5 e 6, paletots brancos de bra-
e mo-
homem e senhora.- Te-
isso est sendo administrad, por um^blmeTlre de mSBSSZ*- *** bt"- *"* P""
cincoenla obre-iros escolhidos, portento execuiamos qualquer obra com
do que em outra qualquer casa. "
iS .' c1om).le,0 sottimentode casemiras ioglezaa para homem, menino senhora aero-la.
hnho e algodao, chapeos de sol de seda, luvas de seda de Jouvin para '
moa urna grande faOrlca de alfaiate onde recebemos encommendaa de
e um pessoal de'maia de
promptidao e maia barato
No dia 2 de fevereiro correle fugiram do
engeohoBento-Velho em Santo AotSo, dous es-
cravos perlencenles a Herculano de Barros Lima
lavrador do mesmo engenho, um de nome Justi-
no, crioulo, de 20 annos, sem barba, bochechudo,
cor fula, olhos pequeos, beicos grossos, estatu-
ra regular, com calca de castor, camisa de ma-
dapolo e chapeo de baeta, roupa em trouxa e
oulro chapeo de palha verbo; e Vicente crioulo,
de 24 annos. com pouco buco, baixo, ps grossos,
denles limados, olhos e bocea regulares e bem
parecido, levou trouxa de roupa, nao se poden-
do affirniar com que se veslio ; Justino foi com-
prado em Baixa-Verde de Campias, e Vicente
foi cria do Sr. Jos Pedro de Mello morador em
Cacimbas ou Ciinaries, cahiram junios de noite
e suppoe-se terem descido para as partes do sul:
roga-se as autoridades e pedestres a captura dos
mesmos escravos que sendo conduzidos a seu se-
nhor no referido engenho elle gratificar devida-
menle.
jmrracM.
Sjliia-se Iouqs de vidro e porcelana com per-
feica, garante-se deitar agua quenteou fria ; na
ra das Cruzes n. 16.
Nesta typographia precisa-se fallar ao Sr.
Dr. Juvencio Alves da Silva Ribeiro que reside
no Cabo.
N3MHI3 MSM38I69II MeaHIMK
Aviso-
Roga-se encarecidamente ao Sr. Jos ?
Francisco de Barros Reg Jnior, a bon- S
dade de dirigir-se a ra do Crespo n. 17, "^
para coocluir o negocio que priocipiou tt
em 28 de junho de 1860.
Prtcisa-se de 3:000| a premio sobre bypo-
theca em beos de raiz, livres e desembarazados,
pelo espado de 10 mezes, pagando-se juros con-
forme se convenciooar : quem quizer dar, an-
nuncie para ser procurado.
Manoel Fernandos da Silva, subdito porlu-
guez, relira-se para o Rio de Janeiro.
O advogado Eduardo de
O Barros pode ser procurado
9 tas 9 horas da manhaa s Q
3 da tarde dos diaa nteis :
4) na ra do Queimado n. 26, 9
9 primeiro andar. m
O abaixo assigoado agente do banco
mercantil Portueose nesta cidade, saca
efectivamente por lodos os paquetes so-
bre o mesmo banco por qualquer aom-
mi vista ou a prazo para o Porto e
Lisboa : dirijam-se as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador o. 51.
Joaquim da Silva Castro.
A.
Ra
Ra
W.
Orboroe
do
do
retratista americano
Imperador
A commisso nomeada
para verificacao dos crditos
da massa taluda de Joaquim
da Costa Maia, roga a todos as
pessoas que se julgarem ere-
dores, de apresentarem seus
ttulos uestes tres dia aos
Srs.Monteiro, Lopes A C afim
de poder a mesma commisso
apresentar o resultado dos
seus trabalbos na reunio dos
credores,marcada para odia
17 do cerrente, as 10 horas da
imperador, manhaa
m
Um cavalheiro, solteiro estudante
de boa posico e conducta, deseja en-
contrar perto da academia urna -peque-
a familia para viver com ella, nforma-
rao na ra do Trapiche novo n. 6.
. Um mogo solteiro offerece*se para leccionar
primeiras letras em qualquer engenho : a tratar
na ra Nova o. 51, primeiro andar.
Precisa-se alugar um moleque -. na ra a
Florentina, casada esquins n. 2.
Precisa-se de uma ama de leite ou de urna
raulher para ir em casa amamentar uma crianes,
tres ou quatro vezes ao dia, forra ou escrava : na
ra do Jardim n. 7.
Precisa-se de ama ama pafs todo o servico
de uma casa : na ra das Laraogeiras n. 14, se-
gando andar.
Aluga-se o tercein andar da casa n. 48 da
ra da Cadeia do Recite; a tratar na loja do
mesmo.
Nos abaixo assigndos participamos ao cor-
po do commercio, que amigavelmeote dissolve-
mos.a sociedade que tinbamos na taberna da tra-
vessa do Queimado n. 1, a qual gyrava na firma
de Fon tes & Araujo, ficando todo o activo e pas-
sivo a cargo do socio Araujo, e deaonerado de. lo-
do onus o socio Fontes. Recife 2 de feverairr
de 1862.Joao Maooel da Cucha Araujo.Jo>
Rodrigues da Cunha Pontea.
Aluga-se
Uma casa em Olinda no desembarque a pri-
meira casa terrea com 4 janellas de frente e com
por la o ao lado: a tratar na ra da Moeda no
Selle com Manoel Marques de Oliveira ou em
Olinda com o Sr. Luiz Jos Piolo da Costa.
As pesaoasque encommendaram jaracalla,
remedio para frialdade te, podem mandar bas-
car ao coltegio da Conceicio na Tamarineira, poi
se acbar a fructa as condiecea precisas.
_ O protessor de msica Adolpho
Eiclibaum, discipulo do conservatorio do
Leip&ic, acha-se prompto a dar licoes
de piano e cantoria : pode ser procura
do na ra da Cadeia do Recife, loja do
Sr. Antonio Luiz de Siqueira, ou na
ra da Cruz n. 10, casa de Kalkmann
Irm5os & C.
Os abaixos assigndos, avisam a
todos os devedoies da extincta firma de
Aranaga di Bryan, que se esta' acabando
de liquidar, tenham a bondade de vir
saldar seus dbitos dentro de 15 dias, na.
ra do Trapiche Novo n. 6, e para os
que faltaren], serao tomadas medidas
coercitivas.
Aranaga Hijo & C.
Quem precisar de uma ama para casa de
hosiem solteiro, que cozioha toda qualidadede
comida e massa-, dirija se a ra das Trincneiras
numero 21.
Aluga-se o armazem da ra da Senzalla que
Oca por detraz da loja da ra di Cadeia o. 18 : a
tratar na mesma loja.
Publicado a pedido.
O abaixo assigoado faz sciente aos habitantes
data provincia e aos da Parahiba do Norte, e
aos de outra qualquer, que o Sr. Maooel da Tr'in-
dad Camello Pessoa lhe devedor da quantia
de tu 3:851^795, e que para garanta desse de-
bito ine hypolhecra tres escravos, a saber: Gal-
dioo,Francelina e Faustino, aquelles, mualos,
e de ilade de 26 annos, e este, cabra, e de idad
de 20 annos ; o motivo que impelle o abaixo as-
signada a fazer publico este fado, saber, que
o 'ito Sr. Manoel da Trindade pretende alienar
essta escravos em prejuizo delle abaixo assigoa-
do, i para que pessoa alguma com elle effectue
contrao algum relativamente a taes bens, sob
pena ce nullidade. Engenho Inveja 2 de feve-
reiro de 1862.Joo Bubosa da Silva.
O tbaixo assigoado de novo declara por es-
te joroalque a pessoa que tiver acbado a cartei-
ra, contendo os 529 em sedulas, e as quioze le-
[*? querendo restitui-la, pode utilisar-se dos
529 como gratificado, e botando a dita carleira
com as letras por baixo da porta do Sr. Hermi-
no junio a igreja do Rosario, ou entao na ra
Nova, terceiro andar n. 44, que se fica eterna-
mente grato, por quanto estas letras t servem
so mesmo abaixo assigoado, visto j boje esta-
rem avisados os s*eus devedores.
Jos Lopes Machado.
'~T Dominique Sorbet, subdito francez, vai para
o Rio de Janeiro.
.mmmmmm
K O bacharel A. F. Trigo de Loureiro
{continua no exercicio do seu magisterio
de preparatorios por casas particulares e
collegios das 4 as 8 horas da tarde, para
o que_ pode ser procurado, das 9 horas da
manhaa s 3 da tarde, no seu escriplo-
rio, oa ra do Imperador n. 40.
FreCTsa-so de urna ama para cosinhar e
comprar para casa de solleiros : a tratar na ra
do Crespo d. 1.
i

Compram-ce acedes do novo banco de Per-
nambuco ; no escriptorio de Manoel Ignacio de
Uliveira & Filho, largo do Corpo Santo, escrip-
torio n. 14.
Compra-se moedas de 20
do Queimado o. 46.
ns loja da iua
Compram-se duas soleiras de pedra de Lis-
boa, de 7 e 8 palmos : na ra da Cadeia do Re-
cife n. 61.
Vendas.
N. O.Biebar & C.successores.rna daCrex
. 4, tem para vender relogios para algibeira de
aro e prata.
Fivelas para cinto.
Ricas fivelas de madreperola para
barato preco de 1J600: na loja da
rua.do Qaeimado n. 75, junto a loja
cintos pelo
victoria na
de cera.
COJH'AMIM DA VIA FRREA
DA
Recife ao Sao Francisco.
LIMITADA,
Pela superintendencia sao convidados os se-
nhores accionistas a virem receber o 12 divi-
dendo de juros de suas aeces, concernenle ao
semestre vencido a 31 de Janeiro ultimo : a ra
do Crespo o. 2, escriptorio da companhia.
Francisco D. Fentrheerd retira-se
Europa.
para a
S
Aos paes de familias
A aula particular de instrueco prima-
ria na freguezia de S. Jos, dirigida pela
professora Anna Fausta da Cunha Pern e
Souza, acha-se funcciooaodo na tua Au-
gusta o. 94,
*
Cortes
de vestidos do pavo.
Corles de vestidos de cambraia branca de ba-
bados eduas saias, fazenda modernissima, o cor-
16 A 4JJJO0.
Cortes de vestidos de phantazia, fazenda que
ae_vende em qualquer parte a 1C, torram-se a
,MPj'0S de cambraia de seda com babados a
4jo00.
Ditos de cambraia de carocinhos brancos e de
cores, fazenda muito fina a 4g.
Ditos de cambraia branca lavrada, fazenda in-
icuamente nova, o corte 4j.
Cortes de tarlalanas brancas com babados pro-
pris para asiistir a casamento ou bailesa 10.
Cortes de vestidos de cassa com listras atraves-
sadas a 20240.
Ricos eofeiles Iraviata e ditos a Garibaldi
Ditos ditos a Luiz XV a 2.
Luvas do seda para senhora muilo boas a 600
. lencinhos para mo de todos os prejos e qua-
lidades.
MBRAIASLISlS
I recisa-f e alugar um sitio as proximida-
des desta cidade na Soledade, Santo Amaro ou
Magdalena : quem tiver dirija-se a ra da Cruz
do Recife o. 38
aNMtMs$8@M3 e@2ieeie mamut
Al o im deste mski*
mez
SABE
DO PRLO
o i* volume
DO
melhodo pratico tueorico
PARA APRENDER
ler, fallar, escrever e
traduzir o francez
EM 6 MEZES
Segnndo o facillimo systema
allemao
DO
DR. H. OLLENDORFF
8
2 Novo
v
Aluga-se uma escrava cozioheira para o
serricQ interno de casa de familia : a tratar no
principio da estrada de Joao Fernandes Vieira
numero 36.
Cavailo fgido.
Desappareceu na noite de 6 do corraute, na
estrada de Oliada, um cavailo preto, grande, ar-
reao, que correu no Jockey Clob, pertencente
80 a 9 Ter : ra da Cruz n. 6, que ser bem recompensado.
~ Sa-se qualquer quantia sobre Portugal e
i'ha de Miguel ; oa ra do Vigario o. 9, pri-
meiro andar, escriplorio deCarvalho, Nogueira &
Companhia.
"~ Procisa-se alugar uma caaa terrea na Boa-
Vista,emboa ra, que tenha 3 a 4 quarlos, quin-
tal, cacimba, etc.; nao se pde duvida em pagar
alguos mezes adiantados, agradando a casa :
quem iner, dirija-se a ra da Guia n. 5, ou an-
nuncie para ser procurado.
Lices de inglez.
D'"e ruada Cruz l. \,
na
Aviso.
Vai te praceder judicialmente contra
todoi os devedoies do patrimonio da
irmandade de Nona Senhora da Boa-
Viaem, o estado deploravel da igreja,
e aindifferenca dos devedores, a tanto
----------
-------
i.upi a lu uaa vuwvyvea precisa*. *~------~""*-
L. Rautaio vai para o Rio-Grande do Sul.1 obBga a mesa regedora.

POR
CICERO PEREG1UN0.
Obra inteiramenle nova e nica eicrip-
S ta em portugus por esse systema ; ap- I
fi provada pelo conselho director de ins- <
I truco publica desta provincia 2 volu- m
mes 70.
Recebem-se asignaturas na ra do 8
Queimado n. 26, primeiro andar.
mmmmm mms mmamm
Rffsoct&co !Egpo0trap Itica
y cviuimhucAtifl.
Domingo, 9 do correte, as 10 horas da ma-
nhaa, baver sessao extraordinaria da assembla
geni.
Secretaria da Associaqo Typographica Per-
nambucana 7 de fevereiro de 1861.
Juvencio Cesar,
1* secretario.
4>0erece-se um menino com idade de 12
annoa, de boa conducta, que aabe bem ler, es-
crever e contar, para o servico de loja de fazen-
das, miudezas ou sapatoa : na roa do Sebo o. 5.
Deseja-se fallar com a Sr.* Jaciolha Erme-
linda de Altoeida natural da Ilha de S. Miguel
para negocio de seu Interesse : na ra do Apol-
lo n. 8, primeiro andar.
ompras.
de
dir-
ra
Compram-se garrafaa vasias na ra das
Cruze, taberna da porta larga n. 41 A.
Compra-se moedas de ouro
200000. na ra Nova n. *, loja.
Na ra da Aurora n. 10,
se-ha quem aluga a casa n. 39, da
da UniSo.
-
Petas de cambraias lisas muito finas a 2000 e
zOaOO.
Ditas com 10 jardas a 3J, 3*500, 4 e5$.
D '
Grosdenaple preto muito encorpado a 1$5C0,
JgOUU 6 ljpo. ,
Dilo cor de canna, azul e cor de rosa I.
Seda lavrada muilo bonita fazenda a 28.
Chamalote preto muito encorpado a 2.
Sarja preta hespanhola a 1JJ800.
Bordados
Finissimas liras bordadas de todas as quidida-
des e larguras por pregos baratissimo, eotre-
meios muito delicados de todas as larguras e qua-
lidades.
Manguitos com gollinhas de cambraia bordados
a 1*280.
Calciobas bordadas muilo finas a lj.
Manguitos bordados para senhora a 1$
Gollinhas muito finas a 400, 500,800 e 1.
Alem destes arligos existe nesle estabelec-
mento um grande numero de fazendas que seria
enfadonho menciona-las, e dao-se as amostras
de todas, deixando ficar penhor, ou mandam-ae
levar as fazendas mostra em casa das familias
que quizerem escolher, pelos caixeiros da loja do
pavao, ra da lmperatriz n. 60, de Gama & Silva
Ifadapolo
8$000 rs.
Vendem-se peces de madapolo com 14 jarda
pelo baratissimo prego de 3j) a pega : na ra da
lmperatriz n. 60, loja do pavao, de Gama & Silva
Panno a 1,800 rs.
Vende se para liquidar uma conla. panno pre-
to, cor de rap, fazenda muito superior a 11800
Q,Cnn^8d0 flanC,nS se 1ue sempre se vendeu a
3*000 : na rus da lmperatriz n. 60, loja do pa-
vao, de Gama & Silva.
Superior rap de Lisboa em
frascos.
Vende-se superior rap princesa Braail em fras-
cos, chegado no nllimo vapor ioglez Oneida :
na ra do Crespo n. 5, loja de Marcelino & C.
A boa fama
vende fivelas para cintos o mais bem doarado que
possivel e dos mais lindos gostoa que tem rindo
a este meresdo, pelo baratissimo preco de 31500
cada ums, carteiras com sgulbaa aa maia bem
sortidas que se pode deaejar, e em quanto a qua-
lidade nao pode haver nada melhor, palo barato
prec* de 500 rs. cada carleira, pennasde ac ca-
ligr.phia verdadeiras a 2* cada caizinba com 1
duzias, dilas de langa verdadeiras a. 134 a l50O
S 'KS?8' *'* muit0 bo" Bda n0 condeci-
das a 500 re. a groza : na roa do Queimado, na
bem conhecida loja de miudezas da boa fama ai.
mero 35.
-----------




\
i
DIARIO DE PEBNAMBUCO SABBlDO 8 DE FEVEWURO DE 186J

GELO
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 31, vende-se gelo de hoje em diante
arroba a 30500, e meia arroba 2#000,
e a libra a 160 rit: tambem recebe-ie
ssignaturas da petaoas particulares lo*
go que teja diariamente, at que se
acabe o gelo.
.aaaggMgggilgg
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a \$.
Duzia de meisscruai para homem a
1)100 e o par a ISO r*., ditas brancas
muito Una a 2S500 a duzia, lenco de
caasa com barr de corea a ISO rs. cada
in, ditos brancos a 160 rs., baldea de
10 a 30 arcos a 3f, laatnha para ves-
tidos a240 o covado, chales de merino
estampados finos a 5# e 6a, tarlatana
branca e de cores muito fina com vara
e meta de largura a 480 rs. o covado,
fil de linho Use a 640 rs. a vara, pe-
Sas de eambraia lisa fina a 38, cassas
e cores para vestidos a 200 rs. o ao-
vado, mussulioa encarnada a 320 rs. o
covado, calcinhas para menina de escola
a 1J o par, gravalinhas de tranca a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. cada
im duaia 29, pegas de eambraia de sal-
pico muito lina a 39500, pegas de bre-
tanhaderolo a 2$, chitas (rancezas a
220 e 240 rs. o covado, a loja est
aberta das6 horas da manhaa as 9 da
noite.
Grande
pirareis
Superiores paletots de panno preto muito fino,
obra muito bem feita, pelo baralissimo prego de
20$ ; na ra do Queimado o. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
Vende se um moleque crioulo, de idade de
9 pira 10anuos: quem quizer dirija-se a ribeira
da farinha, taberna n. 1.
Rival
sem segundo.
Na ra do Queimado o. 55, defronte do sobrado
novo, est disposto a vender lado por prego que
admira, assim esmo ssjs :
Frascos de agua de lavaoda muito gran-
des a
Sa bonetes o melborque pode haver a
Ditos grandea muito finos a
Frascos com cheiros muito finos a
Ditos ditos muito bonitos a
Garrafas de agua celeste o melhor a
Frascos com banha muito superior a
Ditos dita de urco fioitsima a
Frascos de oleo babosa com ebeiro a
Ditos dito dito a
Ditos dito nito a
Ditos para limpar a cibeca e tirar caspas a
Ditos dito philocome do verdadeiro a
Ditos com banha transparente a
Ditos com superior agua de colonia a
Dita, fraseos grandes a
Frascos de macagi oleo a
Ditos de opiata* pequeos a 320 e
Ditos de dita grandes a
Tem um resto de lavando ambreada a
Linha branca do gaz a 10 rs., e tres por
dous, e fina a
Dita de carlao Pedro V, com 200 jardas a
Dita dito dito com 50 jardas a
Carreteis de linha com 100 jardas a
Duzia de meias cruss muito encorpadasa
Dita de ditas muito superiores a
Dita de ditas brancas para senhora, mui-
to finas a
Vara de bicoda largura de 3 dedos a
Dita de franja para toalbas a
Groza de botos de louga brauecs a
Duzia de phosphoros do gaz a
Dita de ditos de vela muito superiores a
Pegas de fita para cs de todas as lar-
guras a 320
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-se em poTcSo e a retalho de urna sacca
para cima, e por commodo prego : na ra da ala-
dre de Dos confronte abolica n. 30.
A 320 rs. o covado, grande
pechinoha.
Vendem-se superiores catnbraias (rancezas de
muito bonitos padres a 320 rs. o covado, fa-
zenda muito fina que sempre vendeu-se por 800
e 19 a vara, venham por ellas, antes que se aca-
ben: ; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
800
320
160.
500
19000
19000
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
100
500
800
500
20
60
20
30
29400
4S500
3(000
120
80
120
240
240
Aos tabaquistas.
Vendem-se superiores lencos {raneases a imi-
tago dos de linbo, muito proprios para es taba-
quistas por seres] de cores escuras e fizas, pelo
baralissimo prego de 5 e 6$ a duzia : na ra do
Queimado o. 22, na bem conhecida Uja da boa f.
Fil lrto e tarlatana.
Vende-se superior fil liso elarUtana branca
e de cores, pelo baralissimo prego de 800 rs. a
?ara ; na'bem conhecida loja da boa ff na ra
do Queimado a. 22.
Ricos eaeite!.
Vendem-se ricos e superiores enfeites os mala
modernos que ha, pretos e de cores, pelo bara-
tissimo prego de 6 e 69500 : na loja da boa (4,
na ra do Queimado o. 22.
Catnbraias de cores.
Vendem-se cambraias (rancezas de lindas co-
res, pelo baralissimo prego de 280 o covado ; na
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
Cambraias fraucezas iinisslmas.
Superiores cambraias francesas muito Boas, de
muito bonitos padres, pelo barato prego de 700
rs. a vara : na loja da boa f, na ra do Queima-
do n. 22.
Cambrala Visa.
Vende-se eambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego de 4 e 5J a pega com 8 Ii2
pega de 10

varas, dita tapada muito superior,
varaa a 6f : na ra do Queimado n
da boa f.
ARMAZEM PROGRESS
mmmai
Francisco Fernandes Duarte
rg dm Peiilt
22, na loj
Bramarle e atoattiado de
\in\\o.
Vende-se superior bramante de puro linho com
duas varas de largura a 29400 a vara, assim como
atoalhado adamascado tar&bem de puro linho,
com 8 palmos de largura a 29500 a vara : na bem
conhecida loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortes de ea\&.
Vendem-se cortes de caiga de meia caaemira
de cores escuras a 2$ cada corte ; na loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Port bouqueb,
Dourados com cabos de ma-
dreperola.
Chegaram opporlunamente para a loja tf'aguia
branca os bonitos port bouquts dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
sus propria encommeuda, Ocando assim remedia-
da a falta que havia desses port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a lempo para os di-
versos casemeotos e bailes que se contam nesses
das, por isso as pessoas que por elles esperavam
e as que de novo os qeizerem comprar dirigi-
rem-se munidos de diabeiro loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado a. 16, que encontrarlo obra
de bom gosto, barateza, agrado e sinceridade.
SJOT'
EXPSITO
DE *
Candeeiros econmicos
aSaz>
e gaz hydrogenio de primeira e segunda quali-
dade : na ra Nova n. 10 e 24 loja do Vianna.
Ra do Queimado n. i 9.
Santos Coelho tem para
vender o. seguinte:
Esleirs da India d 4. 5 e6 pilmos de largo
proprtas para forrar camas e salas.
Lengoes de bramante largos a 39 cada am.
Cobertas de chila j chineza a 1J800.
Lengoes de panno de linho oo a 29.
Toalhas adamascadas de linho para mesa a 49
Chita franceza con defeito de avaria a 160 rs.
o covado.
Toalhas de fusli) para mos a 500 rs. cada
urna.
Colchas de uatac adamascado grandes a 60.
Cambraias de res a 160 o covado.
Co'1 Dh ricamente bordadas e de Irispasso a
Aos senhores ci-
garreiros.
Vende-se fum picado para cigarros, vindo do
Rio de Janeiro en-latas de urna arroba tanto,
proprio para os jenhores cigarreiros : na rna lar-
ga do Rosario n. 30, loja de charutos.
Bolcinhas de borracha
para fumo.
Muito lindas bolcinhas de borracha para guar-
dar fume pelo baralissimo prego de lJiOO, 1 8,
800 rs. ada urna na loja da victoria na ra do
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
a mals superior do mercado s 800 rsa libra, em barril se-far&
os melhores que ha no mercado 39000, 296OO,
de superior qualidade a 410 rs. inteiro, e 480 rs. a libra.
Lindeza.
V-ende-se fazenda denominada lindeza, ptima
para vestidos a 160 rs. o covado : na loja do Du-
arte, rui da Imperatriz n. 20.
41 tencao
i ni
Vendcm-se caixoes vasios proprios l UDl a loJa de cera"
Miudezss baratas
Na loja da victoria na ra do
Queimado juuto a loja de
cera.
Clcheles francezes em cartao a 40 rs.
Alfinetes francezes cabe-ca chala a 120 rs. a caria.
Papel com ceoto e tantos alfinetes a 40 rs. o
papel.
Linhas victoria em carritel com 200 jardas a 60
rs. o carritel.
Ditas de 200 jardas de Alexander a 900 rs. a du-
zia.
Ditas de 100 jardas brancas e de cores a 30 rs. o
carritel.
Ditas de Pedro V brancas e de cores a 40 rs. o
cartao.
Grampos a 40 rs. o mago.
EoQadores brancos a 60 e 80 rs.
Carteiriohas com agulhas francesas a 320 rs.
Trancas brancas de linho a 100 rs. a pega.
Agulhas de enflar vestido a 40 rs. cada urna.
Eoutras multas miu-ezas que se aOlanga ven-
der barato par-quem comprar victoria serapre
contar : na toja da victoria na ra do Queimado
n. 75, junto a loja de cera. |
Aloja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta loja por estar constantemente a receber
perfumaras finas de suas proprias encommendas,
bem se pode dizer que est constituida um depo-
sito de ditas, lendo-as sempre dos melbores e
mais acreditados fabricantes, como Lubio, Piver,
Coudray e Sciel Hygienique, etc., etc. ; por
isso, quem quizer prover-se do bom, dirigir-se
ra do Queimado, loja d'aguia branca o. 16, que
achara sempre um ltodo e completo sortimento,
leudo de mais a mais a elegancia dos frascos, e a
barateza por que se rendem convida e anima ao
oomprador.
Carros e carrocas.

Em casa de N. O.Bieber
A C. successores rus da Cruz'
numero. 4.
Vendem-se carros americanos mui elegantes
e leves para duas e 4 pessoas e recebem-se en-
commendas para cujo fim eiles possuem map-
pas com varios desenhos, tambem venden, car-
rogaspara conuccio de assucaretc.
Enfeites para senhora.
Lindos enfeites para cabega de gosto o mais
moderno que tem apparecido a 5$, 59500 e 69 :
na loja da victoria na ra do Queimado u. 75,
Bazar de caluugas
e brinquedos para meninos e
meninas.
Na ra Direita n. 7 defronte da grande
fabrica de tama neos.
Neste esubelecimento novo se encotlrarao
sempre grande sortimento de caluogaa e brin-
quedos de todas as qualidades e pregos psra me-
ninoa e menina, assim como tambem charutos
muito bons e baratos, tanto em caua como a re-
talho.
Panno de algodao da
de
Aanca-se a boa qualidade de todo qualquer genero
comprado neste ormazem, assim como vende-se por menos 5 a 10 por ceoto do que em oulra
qualquer parte.
!Mtamteiga ingleza
abatimento.
laUuteiga C ramet. mais nora. 600 rs h ta barrili e m^ (libriu
QUeljOS la rtMRa ehegados oeste Uimo vapor por 39000.
Va*SlJ)S lOuariElOS de supeti0r qualidade e muito frsese.-s 800 inteiro, em libra
a I9OOO.
Cka prola, hyssan e preto
25000 rs. a libra.
Prezunto paTa fiambre muit0 novos. 500 rs libra
Vreiuuto da reina
S&l&nktt
uniniuv 0 melhor petisco que pode haver por estar prompto a toda a .hora a 19 a libra.
X oueiuha 4o reVaa 3S0 .. librft erroba, 9|00O
CboarHasepalascheg.dos nesteulmODa?i0>,720r8. 1bra.
Baaua a purea refinada 480 r, e em UI| com i9,ibrai> por ^ m
ae for em barril a 440 rs. a libra.
IMIarmelada imperial d0 afamad0 Aorett, da oalros muUa8 f,bricanlei de Liiboa
a 903 rs. a libra, em latas de i libras por I96OO afianca-se a boa qualidade.
'Slae* de lmate<, utiS deama libra por 900 r>
AmeadaaS e eattfeitOS em Uu.d.a.libr contando dirlerente.qu.lid.de,,
muito proprio par. mimo, a 29000.
irVllaS lr*HeeZ,a& e p0rluguezas em latas de 1 libra, por 640 rs. ditas em meias
a 500 rs.
ittetria, mae^rraa e t*\h*rim a m rs Hbra, em caixa, 8, ]
L%aXeS muit0 OOT a 100ra-a brdi e 4$ooors. a libra.
l*OUO iraueeii ea, 5,^5^ BuiJo enfeitados proprios para mimo a 600 rs.
txeneura ingieiia a m0i8fiUperor que na a ^qqq rs a garrjfs e em caixa 8e far
abatimento.
Genebra de Halianda. 6mo fralqueir, e M 0 fMfi0(U
Vinnos engarrafados ,aj(r[nasd0 Douro a nm rs., garraf,t Pofto flno> Fe.
tuna, Duque do Porto, a 1*200 em caira se far abamento.
^ das mais acreditadas marcas a 1* a garrafa e em'cail. 39 duzia.
a 169 duzia e a lgOO g garrafa, affiaoca-.e a bo.
e
e de outras muitas marcas a o9 < duzia, e
muito novo., em eaixas de 8 libras por 29500, e em libra a
de differentes marcas
qualidade.
V er dadeir a ser\ej a e >b r i ana
. 500 rs. a garrafa.
Vinno ea* pipa Porl0f Li8boa e Figueira a 3>500> ^ e 4J5eea canada
KaSpermaSete iuperor a 740 rs. em caixa, e 760 rs. a libra.
Batatas naVaS eni gigos de umaarrobs a 19.
VinoeOiaie 09 ma8 superiores, hespanhol a 1J200, francez a lfl. portuguez a 800 rs. a libra
Vigas a eammadre
320 rs.
^,*,*** de engommar, muito alva a 100 rs. a libra.
JVmendoas de caica mQl% 1400 r- a libra
JVLeite dQee ^Qa%i0 a 800 rs. garrafa e em ca'ixa a 9#
Palitas de dentes lixti9t eom perfelcao a 240 rs> 0 ma50>
Casteietas ing\eias proprias para fiambre. m r8>, libra.
v o va vi una ingieza a mai8 nova d0 mercad0 a 49 a barric,, em ,ibra a 320 n,
A.neixaa iraneezas em fraco, muit0 riC08 com 412 Ubralpor 3^0, ditas por*
tugueza. a 480 rs. a libra.
W IjalO par, limpar fse.s a 200 rs. cada um, em porgo se fsr abatimento.
^^^1^* em frascos del el[2 libra muito novas a 800 ra.
In lepen lente dos gneros aaounciados encontrara o respeitavel publico grande sortimen-
to da.gaaeros, tudo de superior qualidade.
Potassa da Russia.
Vende-se em casa) de N. O Bieber &
C, succeuores, ra da Cruz n. 4*
Vende-se um carro de 4 rodas novo, rece-
bido ullimaminle de Frang, todo forrado de
sed*, com o. competente, arreio. prateados,
obra da muilo bom gosto, sendo este caleche o
mais bpnito que hoje exista oesla cidade : a tra-
tar n. ra do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Batatas
a ff500 rs. gigo : po
riassCruzesD. 36.
l.rgo do Carino o. 9 e
Paletots
brancos.'
Vendem-se superiores paletots de brim braeo
da puro linho, pelo baralissimo prego de 5J : na
roa do Queimado n. S2, na bem conhecida loja
da boa f.
A 2,250
de cambrai et a.
Vendem-se superiores satas de cambraieta mui-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto prego de
5$.; a ellas, que sao muito barataa: na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da boa f-
Ruada sensata Nova n.42
Vende-se ea casadaS. E. Jonhston 4C,
allinsa silh5nglezes,eiidaeiroia castiga.s
bromeados, Ion as agieses, fio devela, chicote
paracirros, eraoniaria,arraiorpara carroda
eai aious tt-valos r.lofiio td ouro patenta
BglfiZ.
Navalhas d'aco
com cabo de marfim.
Vende-se na loja d'aguia branca mui nnas na-
valhas d'ago refinado com cabos de marfim,^
para assegrar-se a bondade dellas basta dizer-
se que s&o dos afamados e acre '.nades (abricau-
te Rodgers & C, custa cada estojo de duas na-
valhas 89000: na ra do QueimaJo, loja d'aguia
branca, n. 16.
Libras sterlio^s.
Vendem-se no escriptefio de Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho, pra^a do Corpo Santo n. 19.
llneos brav^cos mnito
linas.
Vendem-ae lengoa brancos muito floos, pelo
diminuto prego de 29400 a duzia, graude pe-
chincha : na loja da boa f, na ra do Queimado
numero 22.
i no torrador
23Largo do Terfo-33
O proprietario deste estabelecimeoto de mo-
ldados ven Je os gneros mais baratos do que ero
outra qualquer parte e afBaoandu a boa quali-
dade : manteig ingleza flor a 800 rs., dita fran-
ceza a 600 e 640 re. a libra, assim como se ven-
dem outros muitos gneros que, enfadonho
menciona-los; assim como lioguiga do serlio
primeira qualidade a 400 rs. a libra, caf prlraei-
ra e segunda sorte, arroz pilado, velas de sper-
macete e carnauba, vinbos de diversas qualida-
des, finalmente se vende no largo do Tergo n.
Meo torrador e se alguem duvidar venha ver, a
dinbeiro a vista.
Gollinhas
de traspasso bordadas eui
eambraia fina.
Vendem-se a 29 cada urna : na ra do Quei-
mado, leja d'aguia branca n. 10. A obra boa e
o lempo proprio ; a ellas, freguezas, antes que
se acaben),
Arado s americano se machina-
paralara roupa: em casa de S.P Jos
hston 4 C. ra da ; rzala n.42.
Bonecas bonitas
com rosto, e meia perna de
poreelana.
Vande-s mui bonitas bonecas com rosto, e
meia perna de porcellaoaaosbaratissimos precos
de 240,360,500,560. 40,720, 800 e I9OOO: isso
ni ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Luvas de pellica pretas.
Vendem-ae aa luvaa pretas de pellica com pe-
queo toque de mofo por prego baralissimo ; na
loja d'aguia de ouro, ra do G.bug n. 1 B.
Phosphoros de seguranca.
C.ixinh.a com mil e tanto, phosphoros de se-
gur.ng. 160 s. caizinha que a pela segu-
ranza delles por livrar de incendio sao de grapa:
na loja da victoria na ra do Queimado n. 75,
junto a loj* de cera.
Meias baratas.
Meias pintada, para homem a 120 e 160 ra. o
par, dit.a brancas para menina a 180 rs. e par,
dita, de lia para o fri a 500 ra. o par : na Toja
d. victoria na ra do Queimado n. 75, junto a
loja de cera.
Galanteras de gosto
E' o que pode haver de mala goato em galan-
tera de vidro e porcelana como aejam jarros,
fr.squinhos e garrafiohas, manteigueir.s e sssu-
careiro, jarrinhos para boqueta de cravo a ou-
tras muitas comas : na loja da victoria na ra
do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Ceblas novas a 800 rs.
para b;!iuleiros,funiIeiros etc. a 1^280:
quem pretender dirija-se a esta tipo-
hi se dir'auem otftm' Vende-se sebo em pao do Porto, caiiinhas de
(arroba : no armazem de Arseoio Augusto Fer-
1 reir, ruada Madre de Dos n. 12.
grapbia, que al
para vender.
Sebo em pao,
Vende-se no escrlptorio de Antonio Luiz
Oliveira Azevedo & C, ra da Cruz n. 1.
Riscado monstro.
Vende-se riscado monstro, fizenda muito eco-
nmica para o uso domestico por ter grande lar-
gura e oseu prego ser de 200 rs. o covado: n.
ra da Imperatriz, loja o. 20, do Duarte.
fTOieM)L01"MOOR
Roa daSenzalla Nova n.42.
Resta sstabalecimento contina a haver un
.ompletosortisientodamoendaseBeiasmoen-
ds p.rnganho,isachnas d. vapor etafcus
taferro batido a coado,da todos ostamankos
para dito,
Souhall Mellors & C, tendo reoebido or-
dem para vender o seu crescido deposito derslo-
gius visto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portanto, s pessoas que quizerem
possuir um bom relogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portunidade sem perda de tempo, para vir com-
pra-Ios por commodo prego no seu escrlptorio
ra do Trapiche o.28.
Simode Nantua,
obra completa, nilidamente impressa, typo gran-
de e intellegivel, papel claro, formato accommo-
dado o mais possivel, encadernado com meia eo-
cadernago, com seu rotulo dourado, e pelo an-
tigo prego de 19 cada volnme : na ra do Im-
perador n. 15.
Phosphoros do gaz a
21200 a groza.
Bin\\eiro vista.
Na ra da Cadeia do Recife n. 56 A, loja de
ferragena de Vidal & Bastos.

36, ra das Cj/uzes de Sauto Antonio, 36,
PROGRESIVO
DE
Miras 4 c
14
inteiro.
libra.
o cento,
;"e 7j> o milheiro, vioho da Figoeira e Lisboa a 400,
Luvas de Jovin maito frescas para homena e" 500" e 560 rs. agarrafa, e 3g, 3|500 e 4J a cana-
na loja a'Alwo j M.a)hles ra. da I da : na ra das Crujes p, 'i, esejuim da traves-
senhoras,
Cadeia n. 53,
'
|a do Ouvidor.
TdPin fran^fl ^'^teescollhiJaa 800 e U 000, eem barriher abatimento.
Hifoiin- fl merCad 70(i a,bM em ba"S M" de60 "' *"
QueiJOS flamengOS ehegados neste uhino vapor a 3000.
UueijOS lundnnos omelhor que ha nes e genero por serm muito frescos a 19S0O a libra.
UueiJO pratO o melhor que se p0lIe desojar a 1200 a libra e 1&100 o
t a ysson e pretO o melhor do nwrealo de 15700 a 3#880
Presuntosftt*****-m *
Vnho en^/adL DgU6ZeS ***" 'T CaS' *"**" ^ "' *" ** n,e,r 46 "'
a 19200 a itsaa "'" da Por< geauin(. Porto fino, nctar, Carcavellos, Camoe?, Hadeira secca, Feitoria velho, seceo e charaisso
Vioho Bo 1 *'e ,3*000 'dui i8>
Vinhn pmrn-taUX suPe"-or qualidade < ifireotes marcas a 800 i a garr.tfa e de 8|500 a 10000 a duzis,
' m Pipa proprios para pasto de 500 a 600 rs. a garrafa ede 38800 a .fOU a esnada.
^ imperial a escolher de lodos os fabricantes de Liste premiada fias exposic&es universaes de- Londres e Pars
00 rs. a lata, de urna libra e a 1*700 as de duas libras.
muto gosodre3S500 ^"m*"** V" EUrPa' 6 ma8 prapri que h" <*" mmS' fT ^^ ric,menle enfeilada! e d
FlgOS em CaxmhaS de 4 libra muito frascos e gramdes a 2000. s
Peras Secca emcaixlnha de 4 libras chega las neste ultimo vapor a 3#500 e 1*200 a libra, *fi*ic*-se ser o melhor que pode have neste
genero.
AmexaS francezas em latas de5 libra ; por 4*000 e 1000 por libra.
PaSSas *m caiiinhas de oito libras, as melho es do mercado a 3 e a 640 rs. a libra, e em caixa de a** *>b ^500.
Latas COm fructas <* ^o3 as qualidadjes que ha em Portugal de 700 a 100U a lata.
CoriQthias em frascos de 1 1(2 a 2 libra! de 1600 a 2*200.
Caixas SOrtidaS com ameixas, amendois, passas figos, peras e nozes oque ha de mais proprio"para m mos dfl **000 a 5*000 fsV
por eaixa de 10 a 12 libras, e 320 rs. a libra dos figos.
Lata COI!* DOlaxinha de SOda de iversas qualidades, e muito novas a 1*450. e grandes de 4 a 8 libra de= 2*500 a 4*500.
Conservas OglezaS francezas e portrjguezis de 600 a 800 ris o frasco.
ErvilhaS francesas portuguesas a 720 rs a lata, afianca-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao merca *
MaSSaS talharlm, macarro e aletriaasma s novas que temos no mercado a 400 rs. a libra.
Ameildoas de casca molle a 400 ris alibra em porgo ter abatimento.
AzitOIas de Lisboa novas egrandes viadas pela primeira vez ao nosso mercado a 31500 a ancoris
Cnampanhe d. mircas mais acrediudas de 15 a 20000 res o gigo de 1500 a 2 a garrafa.
CerVejaS das melhores marcas a 660 rs. a garrafa e de 5 6*000 a duzia da branca.
Cognac a melhor qualidade que temos no mercado a 1*000 a garrafa ea 10*000 a duzia.
Genebra de Hollanda a 600 rs. ChOCOlate o mais superior que temos tido no mercado portuguez. hespanhol e francez de l*a 120 alibra
Vinagre puro de Hsboa a 24 nj. a garrafa e 1*850 a canada,
Espermacete Superior sem avarit a 740 rs. em caixa a a 760 rs. a libra.
ArrOZ o melhor do mercado a 100 rs. a libra e 2700 a arroba do da India e 120 rs. a libra do Marnhao,
Alpista 6 painCO o maislmpo qua ha a 160 rs. a libra do alpista e 240 re. a libra do painco. "
Vinagre branco o melhor que temos vido no mercado a 400 rs. a garrafa e 2f 560 a canada.
Massa de tomate em latas de urna libra do mais acreditado autor de Lisboa e vinda a "primeira vas a nosso mercado, de 1 a lata.
Araruta a melhor que se pode desojar a 320 rs. a libra, e 160 rs: a libra da gomma.
T0UCnh0 de Lisboa o mais novo do mercado a 320 reis a libra e arroba a 109000.
BatattS em gigos cora urna arroba, as melhores qua ha no mercado a 1*800 o gigo. #
Leotilbas fraicezas, as melhores e mais saborosas de todos os legumes a 500 rs. a libra.
NOZeS as melhores e mais novas por terem chegado neste ultimo vapor a 200 rs, a libra.
PalitOS HxadOS para denles a 200 e 160 rs. o maco com 20 massinhos e flor a 280 rs, -
Latas com sardinha de Nantea muito novas a 440 rs. a lata.
Velas de Carnauba ecomposicio de superior qualidade a 400 rs. alibra e a 12*500 a arroba;
Bolachinha ingleza ioglexa a miis nova do mercado a 4* a barrica e 320 rs. a libra.
A lera dos gsqeros annonciados encontrar o publico tudo que procurar undante a molhados, e por manos das por oento do ajua aa uto
qualquer parle. ]
af



DIAMO FEMUMWICO 8IBBI06 S DE mttHttf DE 181
Cal de Lisboa em
pedra,
desembarcada hooteai ; rende-se mais barato do
que em qualquer ootra parte : oa ra de Apollo
o. 38, armazem de Tarreso.
MLeias pava saneara.
Veodem-ae superiores meias para seohora pe-
lo baratissimo prego de 3J840 a duzia ; na loja
da boa f, na raa do Queimdo n. 21.
Eatremeios
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia braoca se acha um bello sorti-
mento de eatremeios bordados em Boa cambraia
transparente, e como de seu cosame est Ten-
deado baratamente a 18200 a pega de 3 raras,
tendo quantidade bastante de cada padreo, para
vestidos ; e quera liver dtnheiro approveitar a
occasio, e maada-los comprar na ra do Quei-
mdo, loja d'aguia branca o. 16.
Agulhas imperiaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca teodo em vistas sempre
vender o bom, mandou fir, e acabam de chegar
aqui (pela primeira vez] as superiores agulhas
imperiaes, com o fundo dourado e mui bem fel-
fas, sendo para alfaiates e costureiras, e custa
cada papel 160 rs A agulha assim boa anima
e achanta a quem cose com ella, e em regra sao
ruis baratas do que as outras; quem as com-
prar na ra do Queimdo, loja d'aguia branca n
16, dir sempre bem deltas.
Zcfire para vestido.
Chegou pira a loja da victoria grande sorti-
mento de zefirepara enfeites de vestido ou psra
outra qualquer obra qua se queira bular pelo
barato prego de 500 rs. a pega com 10 varas : na
loja da victoria na ra do Queimdo o. 75wjunto
a loja de cera.
Esceo'cia de ail.
Para engommado.
Vendem-se frasquinhos com escencia de ail
cousa excedente para engommado porque urna
gota delta bastante para dar cor em urna baca
de gomma (endode mais a mais a preciosidade d
nao manchar a roupa como muitas vezes acon-
tece com o p de ail Custa cada frasquioho
500 rs. roa ra do Queimdo loja da aguia bran-
ca d. 16.
Pota americana.
Vende-se potassa americana muito nova e de
superior qualidade: no escriptorio de Manoel
Ignacio deOliveira & Filho, largo do Corpo San-
o n. 19.
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
| turcos k mego
Na ra Nova junto a Con>
ceico dos Milita-
res n. 47.
m grand* e variado sorttmento de
| roupas (eitas, calcados fazendas e todoa &
stes s* vendem por pregos muito modi-
i tlcados como de seu costume.assira como S
, sejain sobrecasacos de superiores pannos
e-ca sacos fe tos pelos ltimos figurinos a |
i 3i>, 28j>, 30S a 358, paletots dos mesmos ?
I uaunos preto a 16$, 18$. 20 e a 24, m
ditos de casemira de cdr mesclado ede a
novos pdres a U. 16, 18, 20 e 24, M
| ditos saceos das mesmas casemiras de co- S
res a 9, 10$, 12 a a 14, ditos pretos pe- S
lo diminuto prego de 89, 10, e I2g, ditos
1e sarja do seda a sobrecasacados a 12, S
litos de merino de cordo a 12}, ditos SS
de merm chinez de apurado gosto a 15 5$
ditos de alpaca preta a 7, 8, 9 e a 10' 8
ditos saceos pretos a 4, ditos de palha de 9
e-la tizenda muito superior a 4500, di- g
tos de brim pirdo e de fustao a 5fj?500, 4 O
e a 4500, ditos de fustao branco a 4, &
grande quantidade de, caigas de casemira m
preta e do cores a 7, 8, 9 e a 10, ditas
pudas a 3 e a 4, dit?s debrlm decores 5
ttnasa2S500, 3, 3500 e a 4g, ditas de 8
brim braacos aas a 4500, 5J, 5500 e a
6, ditas de brim loas a 5 e a 6$, colletes
de gorguro preto e de cores a 5J e a 6S
ditos de casemira de cor pretos a 4J500
e a 5, ditos de fustao branco e de brim
a 3 e a3500, djtos de brim lona a 48
tt ditos de merino para luto a 4 e a 450"
S calgns de merino para luto a 4J500 e a 5'
capas de borracha a 9. Para meninos
de toiososlamanhos: caigasdecasemira
&! prefaelacoraSJ, 6 e a 7, ditas ditas
Jg !" onm a 2j. 3 e a 3500. paletots sac-
Chapeos de castor.
Vendem-ae chapeos de castor de primeira qua-
lidade a 8, que j se vendersm a 16, para
acabar: na ra da Imperatriz, loja n. **, do
Duarte.
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Nos armazena do ces do Ramos u. 18 36 e
na ra do Trapiche Nove (no Recite) a. 8, se
vende gaz liquido americano primeira qualida-
de e recentemeete chegado a 14 a lata de cinco
galles, assim como se vendem latas de cinco
garrafaa e em garrafas.
Novos cinteiros de fitas com
pon tas cahidas e franjas,
a. loja d'aguia braoca aesba de receber pelo
vapor inglez os tao procurados e muito bonitos
cinteiros de. Atas com pontas cahidas e franjas,e
por sso podem agora ser satisfactoriamente ser-
vidas as senhoras que a deaejavam ; elles acbam-
pe nicamente na dita loja d'aguia branca, ruado
TJueimado n. 16. .
Fitas de chmalo-
te muito boas e
bonitas.


A loja d'aguia branca acaba de receber pelo va-
por inglez sua eocommeoda de boss, bonitas e
largas filas de chamalote brancas e outras cores,
as qua es sao excedentes para cintos, laces, etc.,
de vestidos para casamentse bailes,assim come
para lagos de bouquetes, cinteiros de criangas e
muitas outras diversas cousas, e como de seu
costume os pregos sao menores do qae em outra
qualquer parte; assim quem munido de dinhei-
ro, dirigir-se a rus do Queimdo loja d'aguia 'Anceres.
branca n. 16, ser bem servido. t
Potassa daRussa. ISSgg.
Vende-se potassa da Russia da mais nova e J" ,"*'
superior que- ha no mercado e a prego muito r
REMEDIO WC0WP1RAVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Milharea de individuo, de todaas nacdei
pode. testenMBhaias viriuea dem remedio
.Dco.p.raT.epfat.r.nrcwo .ceaaario,ue,
pelo uto ,. elle fizer. ,tln awt**
membrostnteimente*wsdepoisdehaTerem-
pregado utilmente outrostrammentos. Cada
CSl f*-*****l*-r dessascoras ma-
ravilhosas pelaleilura dos peridicos, quelh'as
rriaun todo, os das ha mullos ,nnoa; a
maer parte deltas sao tio sor prendantes qua
admtram os mdicos mais celebres. Quantai
paaaoasreaebrmmcom este soberano remedio
o nao da mus bracos e ?ernas, depois dednr
permanecido longo tempe nos hosaiiaes.o Ha
deviam soffrer a amputado 1 Dallas ha mui-
casquehavendodeixadosses, aeylos depade-
mentos, para se nao suimeterem aessaope-
racao dolorosa f o rato curadas completamente,
mediante o uso dessepreeioso remedie. Al-
gunas das t a es pessoa na enfusao de seu reco-
nbecirnentodeclararsm estes resultados benfi-
cos diente do lord correge4or e outros magis-
trados, afina ie aaaisautentietremsuaafirina-
tiva.
Ninguna desesperara doestado desande s
ttvessebastante confianca pata encinar este re-
medio constantementeseguinio algum lempo e
tratamento que necesatasse i natureza do mal,
cujo resultado seria provarucontestavelmente.
Uue ludo cura.
O ungento heutll, mais nartien-
larmente nos segolntes casos.
nJZi\?de-"1,ttvt*rfe,ro "" d|o Hospicio,
qaaai defroote do quartel. prtprio pira edificar-
se orna casa, teodo 40 palmos de frente e 146 de
luoao, rom alicerce : a tratar oa ra de Traai-
ehe a. 14, prrneiro .oaar. j ^
CALCADO
Preservativo universal.
45Ra Direita445
Olhem !...
.wudfT r,el"enc'" nelhcr esclarecidaa na
sciencta de H.pocrates, depois de lsp.o.
de eiercicio de curar e matar cunverten.
Alporeas
Gaimbras
Callos.
cammodo : no escriptorio Oltveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Ra da Seuzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. ideml
de Low Moor libra a 120rs.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas de anus.
Grupces escorbticas.
I Fstulas no abdomen.
rT^k.# tU.____~ iFrialdade u falta de
Urna barcaca. g*.-
Vende-se ama bsreaga do porte de 35 caitas, mj5?a.
encalhada no eslaleiro do mestre carpinteiro Ja- *neiras-
cinlho Elesbio, ao p da fortaleza das Cinco Pon- engivas escaldadas,
tas, aonde pode ser vista e examinada pelos pre-' Inchacoes.
tendentes ; vende-se a prazo ou a dioheiro ; a Inflammaran do tratar com Manoel Alves uerrs, na roa do Tra- inr"macao o0 H^o.
piche n. 14.
Vtndem-se folhelos com o retrato do Sr. D.
Pedro V, contendo o seu reinado e ltimos mo-
mentos, obra mui apreciavel para os Pottugue-
zes, pelo barato preco de 1JJ: na ra do Queim-
do, loja de miudezas da boa fama n. 35.
Vendem-se 6 cadeiras a Luiz XV, novas :
na ra das Crozeg n. 1.
lnflanmacao da|bexiga
da uatrii
Lepra.
Males las pernas.
dos |eitos.
de olhos.
Mordeduras- de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmdes.
Queimadelas,
Sarna.
Supuragoes ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bceca.
do figido.
das aiticulaces.
Veas toicidas ou no-
das nat pernas.
Vende-se este ungento no tabelecimento
geral de Londres n. 244, Stran, e na loja
, de todos os boticarios droguista e eutras pes-
| soas enearregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanha.
I Vende-se a 800 rs cada boeetinha conten
urna nstruccao em portuguez para explicar o
modo de fazar uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Cruz n. 22, em
Pernambuco.
anuos
;3-, J. CBDfcairesc, ventred
e PS OUENTES!- Ora viajando p*r ahi'ui
epidemta.que mata gente cerno qualqa*r outr"
oecaaiie de pormos em pr.tica e.te trineipi.
usando pouco do chapeo e eempre
br? ,0n?" de l5 em 15 Ifi.nte "e
sal de gl.uber. o mais .eerrimo inimijda epU
demia. segundo a opiniio e a pratica ub um dos
ornamentos da nossa magistratura
08
e Janeando
Machinas americanas. Luvas de Jouvin.
Em casa de N. O. Bieber 4 C, successores,
ra da Lruz n. 4, vendem-se :
Machinas para regar horlas e capim.
Ditas para descansar milho.
Ditas para cortar capim.
Selios com pertences a 10# e 20$.
Obras de metal principe prateadas.
Alcatro da Suecia.
Verniz de alcatro para navios.
Salsa parrhade primeira qoahdade do Para.
Vioho Xerez de 1836 em caixas de 1 duzia.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrogas pequeas.
Muitas fazendas
baratas na ra da Impera
triz n. 60, loja do pavo.
Gama & Silva, donos deste estabelecimento,
tem resolvido vender as suas fazendas por precos
baratissimos como sejam :'
Na loja da Boa F na ra do Queimdo n. 21
sempre se encontraro as verdadeiras luvas de
Jouvin tanto para homem como para senhora,
advertindo-se que para aquelle ha de muito
lindas cores, na mencionada loja da Boa F na
ra do Queimdo o. 22.
I lleresse publico. |
gOfferecido pela loja de|
marmore. 11
ra
A loja de marmor ionio de apresen-
ffl tar concurrencia publica o que ha de
mais novo em fazeodas, tanto para se-
jMioras como para homens e meoiuos,
sendo que para este fim espera de seus
correspondentes de Inglaterra, Franra e
Alleraaoha as remessas de seus pedidos,
tem resolvido, antes de apresentar o no-
vo sortimento, liquidar as fazendas exia-
uss:iSs^*1 li2 palm08 delargu-. l %r W^Zizmsjs:
bhitas escuras com pequeo toque de mofo,! itZ^ "pr0Vel"-se '*" *"
covado a 160 rs.
Ditas matizadas sem mofo, covado a 160 rs.
Cortes de ditas com 10 covados a 1JJ500. I
Cortes de chitas francezas escuras e alegres, i
fazenda muito fina ede cores seguras, com 10 i
covados, 2600.
Chitas francezas, fazenda
260, 280, 300 e 320 rs.
Lazinha de quadros para vestidos, covado a
280 rs. i
Ditas muito finas e modernss, covado a 440 rs.
Cassas de cores, fazenda inteiramente nova
covado a 260, 280 e 300 rs.
Dilas
360 rs.
superior, covado a
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Neste rico e bem montado estabelecimento en-
rauo a zw,^ou e wu rs. j contraro os freguezes o mais perfeito bem ac-
DUasgartbaldinas, fazenda Qnissima, covado a ] bado e barato no seu genero. perle,l' *em "'
URNAS de todas asqoalidades.
eos .1 casemira preta a 6J e a 7, ditos i
1oeora6JI e a 7$, ditos de alpaca a!3S
sobrecasacos de panno preto al2e a' 9
14, ditos de alpaca preta a 58, bonets 5
para menino de todas as qualidade* ca- I
misas para meninos de todos os lmannos
meios ricos vestidos de ambraiafeitos
para meninas de 5 a 8 snnos com cinfio o
bibaloslisosa88ea 12g, ditos de goren- lf
rao le cor o de la a 5f e a 6, ditos da 2
Vim a3, ditos de cambraiaricamente 8
bordados p*ra baptisados.e muitas outras
fizendss e roupas feitas que deixam de
s^r mencioaalaa pe sua grande quanti-
dade; assim como recebe-setodaeaual-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar e qu* para este fim
temos um completo sortimento de fazen-'
? .s.Jo*?0?10 8 ura gndeoffleina daal-
g faMle dirigida por um hbil mestre que
a pea sua promptid e perfeiCao nadadei-
xa a desojar.
Opiata iogleza
para (lentes.
Esi finalmente remediada a falta que se sen-
ta dessa apreciavel opiata ingleza tao proveito-
sj e necessana para os denles, isso porque a-lo-
ja d auia branca acaba de recebe-la de sua en-
commenda, e continua a vende la a 1^500 rs a
cana ; quem quizer conservar seus denles per-
fetos prevenir-se mandando-a comprar em
dita loja d'aguia branca, ra do Quaimado n. 16.
Vende-se
ezeitede dend ou palma, dito de amendoim que
serve para luzese machioas, mais barato do que
em qualquer outra parte; na ra do Vigario o.
19, pnmeiro andar.
Chegi.ii para a loja da victoria
mei.to de cas:arnlha de todas
ras e se v,d. mais barato do q,le em par".1
gurtia, por uso venham a loja da victoria mi
grartde sorti-
s cores e largu-
luma, por u.o venham |j da ,icorti"'n? ra
do Qu-imado o. 7o, junto a loja de cra
Vende-se o sobraden. 23 sito na das
Unco Tontas, com mullos commodos : a tratar
na rus Imperial n. 108, das 6 as 9 da maohSa 'e
de Urde das 3 as 6.
Ven1e-se una mulata que sabe coser en-
jrornmar e cotiahar com perfeiglul-na roa do
Trapiche n.18, terceito andar.
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
Aloja d'aguia branca acaba de receber de sua
encommenda diversos artigos de gosto, e proprios
para enfeites de vestidos de noivas ou convida-
das, sendo bicos de blond de diversas largura*
franjas brancas e de cores, trancas brancas com
vidnlbose sem elles, cascarriihas brancas e mui-
tas outras cores, finas e delicadas capellas bran-
cas, bonitos enfeites de flores e cachos sollos, lu-
vas de pellica enfeiladas primorosamente, n.ui
bonitas e boas fitas de chamalote, e emfim mui-
tos outros objectos que a pedido do comprador
serlo patentes, ea vist3 do diobeiro nao se dei-
xar de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Queimdo n. 16.
Fiveilasdouradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de receber por
amostra urna pequea quantidade do fivellss
douradas e esmltalas para cintos, todas de no-
vos e bonitos moldes, e tara bem douralss que!
parecem de ouro de lei. o qu s com experien-
cia se conhecer nao o serem, estando no mesmo
caso as esmaltad s, e assim mesmo vendem-se
pelo barato prego de 2$500 rs rads urna, na ra
do Queimdo loja d'aguia braoca n. 16.
Cestiuhas ou cabases para as
meninas de escola.
O lempo proprio das meninas irem para a
escola, e por isso bom que vo compostas com
urna das novas e bonitas cesliohas que se ven-
dem ca ra do Queimdo loja d'aguia branca
o. 16.
Novos bonets de velludo, e
marroquim dourado.
Na loja d'aguia branca vende-se mui bonitos
bonets de velludo, e marroquim dourado, os
quaes sao agora mui necesarios para os meni-
nas que vio para a escola e quem os quizer com-
prar mala baratos dirigir-se ra do Queimdo
loja d'agoa branca o. 16.
As verdadeiras pennas ingle-
zas caligraphicas.
A loja d'aguia branca raba de receber sus
encommenda das verdadeiras pennas de ac
inglezas caligraphicas, dos bem conhecidos e
acreditados fabricantes Perry A' C, e a pesar; da'
flla que hara de-sas boas pennas, com ludo
vendem-se pelo antigo preco de2/000 a caixinha
d* urna groza, quantidade essa que a faliica-
" nao trazem. Para livrsr de engaos, as ca-
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIRuSde lodosos tamanho.
SEMIC0P1A3 dem dem.
BALDES idem dem.
BACAS idero dem.
BAHUS dem dem.
FOLHA em caixas de todas as grossuras.
PRATOS imitando em perfeigao a boa porcel-
lana.
CHALEIRAS de todas as qualidades.
TANELLAS idem dem.
COCOS CANDIEIROS e flandres para qual-
quer sortimento.
VIDROS em caixas e a retalho de todos oa ta-
mandando-semanhos, botar dentro da cidade,
m toda a parle.
Recebom-se encommeadas de qualquer natu-
reza concertos, que tudo ser desempenhado
contento. r
Caivetes fixos paraabrir
latas.
i ' tivo propnetano a todos receber tom tortezis
in/r." ,m""da' 8"ecer o. pea Km :
callele calcado, segundo o gosto e eslado fi-
nanceiro de cada um, e vejam "
Homens. 1
- Meninos.
SAPATOES a 5JJ500, 5. 4, 3500a......
Senhoras
zL M.^ abric' fncezes. ingle-
84%fJln,5S" /"J?"*8008 edeTaes
b,5500, 5, 4J500, 3J500 a......-.....
Meninas.
BOTINAS a 4500 e.....
!-, ?mpIel ;orlimeolo de saVaio'a" pa'ra
. ra lcouro de lulf8 virado a 500 rs. de
?n in!"5*]"!106"8 1*300' Portugueze 2, mui-
5,i* h 'UVre' de Porco- cordavao. m.rri-
Baoha fioa
em copos grandes.
A' loja d'aguia branca avisa a sua boa freau<
zta que chegada a apreciavel banha fina em co-
pos grandes, e contina a vende-la mais barate
V.C i m 0,ulra.1u|quef Parte : na ra do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
la do Omnate n. 10,
loja de 4 portas de Fer-
ro Maia,
vendem-se as segaintea fazendas por melada de
seus valores someote com o flm de acabar.
Chales da touquim o melbor que tem appare-
do no mercado a 8,10, 15, 80 e SOf.
Sedinhas de qoadrinboa, covtdo, a 800"e 11.
Chaly e barege, covado 500 ra.
Mimo do co, covado 500 rs.
Cassa franceza, covado 740 rs.
Cortes de cassa de sal picos a 3$.
Grosdeoaple preto, covade 1J>.
Dito amarello, covado 600 rs.
Chales de merino bordados a matiz a 4fJ.
Cortes de velludo de cores para collete a 3.
Paletots de brim de cores a 39.
Lencos de seda de cores, um 600 rs.
Cbapeos de palha para senhora o mais moder-
no e rico que tem appareeido a 12,14 e 15.
unos para meninas e meninos por barato preco
Bonets de palha para meninos idem.
Cortes de seda de quadros, fazenda muito su-
ppnor 8 cs. *
Paletots de alpaca preta e de cores a 88.
Tarlatana de Isa com palmas matizadas, azon-
da moderna e propria para vestidos de senhora e
menvnns, covado 400 ra.
Chapelinbaa de seda para senhora, urna 6f.
Metas psra menina de 2 a 8 annos, duzia 2.
Vestidos pretos bordados a velludo.
Ditos ditos com babados.
Ditos de cores, riquissima fazenda.
3000G fl dC l088 COre,, COTado *|500 e
Haulelelea pretos lisos a 12 e 15.
Ditos ditos bordados o mais rico possivel.
Corles de nova fazenda intitulada mossambi-
que, propria para vestidos de senhora.
A'ojV'hado de linho com 10 palmos de largura
Bramante de linho, 12 palmos de largura, vara
Dito de dito muito fino a 2300.
Chales de lia e seda a 2.
Alem das fazendas cima mtocionadas ha mui-
tas outras de apurados gostos, que se vendem por
diminutos precos.
ios fabricantes de velas
O antigo deposito de cera de carnauba e sebo
em pao e em velas, estabelecido no largo da As-
sembla n.9, mudou-se para a ra da Madre de
Dos n. 28, quasi defroote da igreja, onde conti-
na a haver una completo sortimento daquelles
gneros, que se vendem por precos razoaveis.
Relogios.
Vende-te am casa de Johnstou faiar & C,
ra do Vigario n. 3 um bello sortimento da
relogios deo uro, patente inglez. deum dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tamban
ama variadade de bonitos iranceliB.'para o
meamos.
Novo paquete das novidades
23-Ra I Direita-23
Oueijos flamengos chegados no ultimo vapor a 2*800 e 38.
Cha hyson e preto a 2 e 2880 a libra f ^^ S"
Vinho engarrafado dos melhores autores a M e 1*200 a carrafa
V.oho de pipa proprios par. p,..0 a 500 e 50 a ra'a
Marmelada imperial dos melhores autorea a M ra a 1 b'ra
Ameixas portuguezas a 480 rs. a libra. f
Pissas muito no^as a 500 rs a libra.
Utas com bol.chinhasde differentes qualidades a 19400
Conservas inglezas as melhores do mercado I 800 rs o frasco
Msaaas, tslhanm, macarrSo e aletria a 440 "rs. a libra
bo^ij
a.
Cerneja das melhores marcas a 560 agarrafa
Cenebra de hollanda superior a 500 rs a
velas de carnauba a 440 rs. a libra.
Ditasde esperinacetea 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320rs. a garrala
Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra.
Toucioho de Lsboa a 360 rs. a libra.
ATTENCAO
IEL !>AlLlfiT
Sortimento completo de fazendas e
N\ LOJA B^
roupas feitas
m
N. 48-Rua
da laiperatriz-N.
Junto apadaria franceza.
48
CART0ES
DE
VISITA
DI
Carloea de visita de novo gosto
Cartoea de visita de nova oslo
Carlota de visita de novo gosto.
Urna duzia por 16^000.
Urna duzia por 16$000
Urna duzia por 16|000
Urna duzia por 16J000.
Retratista americano.
Ketraiisia americano
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Ra do Imperador
Roa do Imperador
Ra do Imperador-
ARMAZEM
DE
Lou^a vidrada.
8~Roa da Cadeia de Recife~8
Grande liquidado por
todo pre SSUT^ TeDde eslabelecimento com eb.-
Lou5a vidrada de differentes qualidades.
ceetce 80S l8m"h0S P"a '>'. do-
Jarras finas grandes e pequeas.
Ditas entre-finas e mis inferiores.
Potes de differentes tamanhos.
Jarras e jarioes para cosinha.
nf.Sif'I88 ""') Je differentes gostos.
Ouarlinha? grandes e pequeas. ------r~
Copos da Babia e da Ierra.
Muringues unos e eotre-0nos
rogareirospara defumar.
BednsMos!'fi0 Pr0P"08 P" C0,Dpr8' wcheira.
Escovss de lavar casa e navios.
VaMoura. de cabello, pia8,a e palha para
^Pr8i?1hd.rH! brincar. <,,ereUM lamanho P menino
Cestinhas para menina de eacolas.
Kalaios sorlidos.
Cestas para compras sortidas.
Capachoa redondos para meio de aela.
Oarrafaa de vidro brancas e de cores para vi-
nho, licores, agurdente etc.
E outras muitas fazendas que seria difficil
mencionar ss quaes se vendero sem reserva de
prego por o dono do estabelecimento ter de re-
llTBr-SC
Aos senhores sacerdotes.
Acabara de chegar loja da boa f, na ra do
Queimdo n. 22, meias pretas de seda muilo su-
periores, propnss para os senhores sacerdotes
por serem bem coropridase muilo elsticas : ven-
UT"5e F6- j "E"t0 ?^ de 6 P". "a men-
mero 2*2 J" "" '"* 0 0Beinaonu-
lina fas Cram n. 4,
le charulos,| vende-ae eharutos a IMIo
, de fumo oa Babia, velas de coropoai-
fahrica de
milheiro
cao a 11 a arroba, e em porgo faz-ae
ment; ananca-se a boa quslidade.
posi-
abati-
e todas ss qualida
7&, dito de panno
cor a 3500. 49 e
de cores a S>500 e
para senhora a 4* e5. e Vn^rV. muTt;.7Uda"de;7e fmSe rTn.'ltt' b96 S
der por precos commodos. ~m azenoas e roupas feitas que se afi
.. ditos
flanea ven-
para con-
da
Chegou nova remessa desses preciosos cani-
ve es flxos para abrir latas de sardinha, doce,
bolachinhas etc., etc. Agorarla testa come se
muito detsas cousas e por isso necessario ter
um desses caivetes cojo importe 1, compran-
do-sena ra do Queimdo loja da aguia branca
o. 16, nica parte onde os ha.
Caixinhas vazias
fe i tos
Muito lindas caixinhas varias para se botar
confeitos e dar de present a 200, 320 e- 400 rs.
cada caixinha. na loja da victoria na raa do
Queimdo n. 75, junto a loja de cera.
Liuhas de croxele em nve-
los raonstros.
Muito boa lihha de croiele para bordado em
nvelos moostroa p.or serem muito grandes a
400 rs. o novelo : na loja da victoria na ra do
Queimdo a. 75, Jamo a loja de ceri.
Novo sortimento de cascarri -
lhas de seda.
A loja d'aguia braoca acaba de receber um novo
e bello snrtimeolo de eascamlhaa de eeda de
m^e- differeDle9 c(>. e vende-se 1500
eSaoOOris a peca, na ra do Queimdo loja
d'aguia branca n. W.
Meias pretas de seda 1.000
o,par.
Vende-se meias pretas de seda, e de mu boa
qualidade. para senhoras, o: padros lyOOO o
par, por estarem principando a mofar, e estando
tjnhasrao arcadas com o rotulo que diz. Lojs Has calcadas naja se conhece. na ru^o Quei-
a aguia branca ra do^Queimado n. 16. t mado loja d'aguia brenca n. 16.
Meias pretas de seda.
Vende-se meias de seda pretas para senhora
fazenda muito superior pelo baratissimo preco
de 1* o par : na ra do Queimdo na bem co-
nnecida iojs da boa fama n.35
Liuhas de cores em nvelos.
Vende-se linhas de cores em nvelos fazenda
era perfeihssimo estado pelo baratissimo prego
de ly a libra : na ra do Queimdo loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
Papel de peso a 2# a resma.
Vende-se na rus do Queimdo loja de miude-
zas da boa fama n. 35.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonitos bicos de linho de dous a
quatro de-dos de largura fazen 1a muito superior
pelo baratissimo prego d* 240, 320. 400 e 480 rs
a vara, veade-se por tal preco pela ratao de es-
tarem muilo poucs cousa encaldidos, tambem se
vendem pegas de rendas lisa* perfeilamente boas
com 10 aras cada pegs a 729. 800 e 1. ditas
com salpicn rootto bonitas e diversas larguras a
19*00, I&6O0 e 2 a pega, ditas de seda a"2j| ca-
d* ama pega: ns ra do Queimdo na bem co
onecida loja de miudetas da boa fama n. 35.
Afcua de lavander e pomada
Vndese superior agaa de lavander ingleza
pelo baratissimo prego de 500 e 640 rs. cada fras
co, eomvda taaiiisrimo Rea ora pus grandes a
508 a t#, vende se por lio barato prego pela
grande quinlidadeque ha : na ruado Queimdo
na loja de miudezas da boa fama o. 55.
Grvalas (m moda.
Na loja da boa f, na ra do Queirod*o b. 22
se encontrar um completo sortimento de erava-
, 'I P.feiaa e de core8' 1ue 8e vendem Por
pregos baratissimos. como sejam : estreilinhas
pretas ede lindas cores a 1J. ditas com ponas
largas a 1&500, ditas pretas bordadas a 1600 di
?tt.Pr8ia dU8S 'S1^ a : na "eocio'nad
loja da boa f, na ra do Queimdo n. 22.
Excencia de ail para engom-
mado.
JSSZmm C8d" um r"10ih 4>elo barato
preco de dOOra. : na roa do Queimdo loja de
miudezas da boa fama n. 35.
sem segundo.
Na ra do Queimdo n. 55 loja de miudezas
de Jos de Azevodo Maia e Silva, esta vendendo
todas as miudezas por pregos j sabidos
nhecilos :
Gruas depennas de ago do todas as duali-
dades a
Nvelos do linha que pelo tamanho a todos
admirara a
Caixas de agulhas francezas a
Caixas com alfineles muito finos a
Caixas com apparelho para enlreler me-
ninos a
Ditas ditos grandes a
Baralhosportuguezes a 120 e
Groza de boles pequeos para calca a
Tesouras para unhas muito unas a
Ditas para costura muito superiores a
Baralhos francezes para voltaret6 muilo fi-
nos a
Agulheiros com agulhas francezas a
Caivetes de aparar pennas de 1 folha a
Pegas de tranga de la com 10 varas a
Ditas de tranga de la de todas as cores a
Pares de sapatos de tranca de la a
Carlas de alfineles francezes a
Pares de luvss fio da Escocia muilo finas a
Ditas ditas brancas grossas a
Escotas para limpar denles muilo finas a
Masaos com superiores gratnpos a
Carines com colxetes de algum defeilo a
Ditos de ditos auperiores a 40 e
Dedaes de fundo de ago muito superiores a
donadores para vestidoa de senhora com 4
varas a
Caixas com colxetes francezes a
Cartas de alfinetes de ferro a
Charuteiras muilo finas a
Tinleirasde vidro com tinta a
Ditos de barro com tinta superior a
Arf 'a prela e azul muilo ha a libra a
IVoho nova remessa de labyrinlho para vn-
J D"r_,Odo'pr'?0' a,im como leDh trangas de
seda differentes cores para vender por todo di-
nneiro que offerecerem.
Vende-se um cabriolet de duas radas, c#-
nerio e com arreios, e um bom cavallo para o
mesmo, assim como um carro de quatro roda*
em muilo bom estado, e com o competente ar-
reio, mais um ouiro carro de quatro rodas em
mo estado : os pretndanles dinjam-se a ssr-
raria da ra do Imperador n. 49.
e co-
500
120
120
60
240
500
200
120
400
400
320
80
80
200
800
1S2S0
100
320
100
200
40
20
60
10O
80
40
80
IjjOflO
160
120
120
Taixas
para engenho.
brande reduego nos precos
para acabar.
Hrag, Son&C. tem para veeder na ruada
sioeda taixas 0e ferro euado d* mui ac-edilado
fibricaote Ewin Maw. a 100 rs. por libra, aa
mesmas que se vendiam a 120 rs. : quem preri-
sr (Muja-ae a ra do Trapiche n. 44, armazem
de fazendas.
S na taberna do
Pimenta,
raVdVcde"e7.T20r,;.VeDdem-,e mei" '-
Esponjas finas
para o rosto.
Vende-se mui fiuas esponjas para rosto, a 2
Carteiras com agulhas.
A loja d'aguia branca acaba de despachar car-
teiras com agulhas de mal bda qualidade, e -
cellente sorlinaeoto, e aaest vendendo a 500 rs.
cada ama ; assim como receben igualmente no-
vo sortimenio das agulhas Imperiaes, fundo dou-
rado, que continan] a ser vendidas a 160 ris o
papel, isso oa ra do Queimdo loja d'aguia
braica o. 16.
Argolas de ac para chaves
vendem-se i 200. 240. 3-20. 400 e 500 ris Da ra
do Queimdo loja d'aguia branca n. 16. '
Frocofino e*eda fruuxapara
bordar
vende-se na roa do Queimdo lea d'eaia' branca
n. 16, onde ae acKari completo sortimeeto.
Wa'toja to vapor.
Ra Nova n. 7.
Acha-se barato grande sortimeolo de caketto
francez e inglez. roopa feila e perfumariu mai-
ito finas, quem davidar pode Ver.
-----------


T


- '.-
WlBW Wf nUUCCQ AttlCO 8 DI PtMMO bR im

_
Guimariec A L, donoa 4a loJa de miudetas
d ra do Qaevaaade B. 35, boa Cana, participial
ao publica <|e sen eilabelecimeate ge eeb*
completamente prvido das raelhores mercadoriss
tendeles a* meamo estabelecimento, e muitos
outroa objectos 4e goelo, sendo quaai todos reci-
bido* de auas propriaa eooommendes ; e eataodo
ellas inteiramente resolvidos a Dio Tenderen
fiado, aQangam vender mait barato do que outro
qualquer ; juntamente peder aoa aeua devedo-
res que lhee manden) ou venbam pagar os aeua
ebiloa, sob pena de serem juiiicdo*.
. Vende-ae ama victoria esa bom estado, cosa
arreiot.de dona e urja ca vallo a lamben troca-se
.per um cabriole! de duaa rodaa estando bobo : na
ra estrella do Rosario a. 29.
Dirta n. 16,
Grande fabrica
DE
tamancos na esquina da
travessa,de S.Pedro
Visto infelizmente existir a epidemia era al-
guna pontos deala provincia, e s>r por todos sa-
bido que a humidade nos ps eoncorre multo pa-
ra ingresso da rnesma, visto que s medecioa
aconselh* ot ps quentes, convida o proprietario
deate estabelecimento o llustrado publico em
geni, a troco de urna pequea re tribu gao, mu-
nirem-ae de tamancos, pois se vende tantos re-
taino como em pequeas e grandes porces, as-
sim como tamancos de vaqueta a moda do Porto,
qe se vende de todos por menos prego do que
em outra qualquer parle.
F ailara. .
Na ra Direits n. 2, ha um grande sortimento
de obras de feiha de todas as qualidades, e o pro-
prietario deate estabelecimento garante aoa fre-
guezes a boa qualidade e fortidao da* ditas obras,
assim como tem um grando sortimento de vidres,
e vende ludo per menos do que em outra qaal-
uer parle.
So no armazem da
arara,
ContHM a vender suas fazendas por preces ba-
ralissimos como sempre veadeu para agradar
seas freguezes, a eer: pegas de madapoio fine
eufestalo a 39, ditas de cambraia branca lisa a
ipflei, ditas finas a 3 e 3|500, ditas ada-
mascada* para cortinado, de 20 varas a 9j>, ditas
de 10 varas 49500 e 1$, panno preto para calcas
e paletota lj800, 29 e 2*300 a oovado. cortes de
casemira preta para caiga enfesUda a 39500 e *$,
brilhantiaa ranea entestada para vestidos a 20
o covado, gorgurao, azenda nova para vestidos
a 320 o i-ovado, barege de seda a bilao para ves-
tidos a 400 re. o covado, laaziuhas para vestidos
a 280 o eov*d, cortes de ditaa finas com 13 co-
vados a 28500, ditos a 35*00 e 1*508, fil de li-
cho de corea e tranco a 200 ra. o covado, chitas
a 160 e 200 rs.. ditas largas a 240 260. cassas a
turca a 280 e O a covado, e oatras multas la-
teada* que se do as amostras para se ver : na
ra da Imperainz. toja da arara o. 56, de Maga-
lhaea k Mende*.
Vendena-ae oa atenciiioa de um talho de
acougue, e cede-ae a casa: oa ra do Vigario d.
24; a tratar na ra da Cadeia do Recite o. 13.
SYSTEIA MEDICO HODELLOWAY
PILLAS HOLLWOYA.
El Miestimavel especifico, emposto inteira-
mente de hrvts medicinaos, n5o conirn mercu-
rio nem alguma oulra substincii delecieria. Be-
oigno mais taara infancia, e a eompleicao ajis
delicada, igualmente proropto e secuto para
desarieigar o mal Da complelejio mais robusta;;
enteiramenle innocente em suas pereceso ef-
fallos; pois busca e reraove as doaoeas de qual-
quer espacie e gtio por mais amigas e tenazes
qm sejam.
Entre Buhares de pessoas curadas com este
remedio, multas que j esta*am ia ponas da
morte, preservando em seu uso consegu rara
recobrar a saude e (oreas, depois de haver tenta-
do inultiraente lodos os ouiros remedios.
As mata afilelas nao devem entregar-te a des-
esperaco; facam um competente ensato dos
efficazes effeitos desla assombrosa medicina, e
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao -se perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades :
Febrelo da especie.
Gotla.
Hemorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Infla m magues.
Irregularidades de
menstruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abstru.cc.ao do venlre.
Phtysica ou consump-
Qo pulmonar.
Relengo de ourina.
Rheumalismo.
Symplomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Accidentes epilpticos.
AlporcaSv
A raplas.
Aretes ( mal de).
sihma.
Clicas.
Convulses.
Oebilidade ou extena-
co.
Debilidade ou falla de
forcas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga,
nos rins.
Dureza do ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Encuaqueca.
Herysipela.'
Febre biliosa.
Febre intermitente.
QVendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Slrand, e na laja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda-era toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinbas a 80O rs., cada
urna dallas contera urna instruego em portu-
guez para explicar o modo da se usar deslas pi-
lulas.
O deposito gaaal em casa do Sr. Soura
pharmaoeutko, na ra da Cruz n. 22 em Per-
ambuco.
f Loja das 6 por-
g tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata.
Paletots de panno fino sobrecasacos,
dB ditos de casemira de cor defusto, ditoa
de brim de cores e braceos, ditos de
gaga, caigas de casemira pretos e de
qp cores, de brim branco e de cores, degan-
*m ga, camisas com peito de linbo muilo
j floas, ditas de algodao, chapeos de aol
de alpaca a 49 cada um.
Loja do viado
Ra Nova n. &
Neste novo estabelecimento sempre se encon-
tr um variavel sortimento de mittdezaj e per-
fumaras e ootros muitlssirrtos objectos de gosto
que a vista dos compradores nao eogeilar sobre
dinheiro, como bem o segainte :
tticoseofeites a iroperatriz os mais modernos
que se pode encontrar tanta em gosto corto qua-
lioade e por menos 10 per eenlo do que em oa-
Ira qualqoer parte.
Lava* de pellica de Joovifi ea mais frescas
que ha no mercado a 2|
As verdadeiras agulhss francezasde fundo atol
a 328 ra. a- eaixinha.
Linhas de peso muilo fina para bordar a 200
rs. a miada.
Ditas de carreleis 200 jardas autar Alexander
a 80 re. e a dusia a 900 re.
Ricos penies da bfalo preto paat alitar o me-
Ihor po*iivel da 400 a 1$.
Dita* dilo* branco* para alisar o melbor posai-
vel de 500a8O0rs.
Msclnnosda missangas de todas as cores a
320 ra. o meoinho.
Goioha da ditas muilo delicadas a 1}500 cada
ama.
Ditas de cambraia muito fina com punbos a
2#000.
Ditas a eroch muito delicados a SjJ cada um.
Ditas de traapaaso a 2S500 cada urna.
Manguitos a balo muito ricos a t# o par.
Ditos ditos a 20 o par.
Ricas touquiohaae chapennos para baplisa-
dode1a4j.
Vestimenta de fusto para meninos a 4} cada
uro.
Ricas eapellas brancas para noivas o melhor
que se pode encentrar no mercado e por baratis-
aimo prego de 4$ a 12}.
Rieaa tilas de sarja largas, eetreitaa, lisas e
bordadas para lacos, sin tos etc.
Um variavel sortimento de bicosdeseda, lioho
e algodao.
Muilo delicadaa franjas de seda de todas as co-
res o larguras.
E outraa muitos objectos que se torna enfa-
donbo aonunciar e que a vista do comprador mos-
trar-ae-ha com muito agrado. O proprietario
deste novo estabeleeimeoto garante a todas as
pessois que quizerem mandar os seas portadores
ser-los bem e vender cem condicgdes de nio
agradar voltar, oque loma-te bem coobecidaes-
ta nova loja de miudezaa por ficar bem confron-
te a cambda de Carmo, o ler ama linda taboleta
com o viada.
Grande pechinca na
arara .
VeBdest, se cortes de chitas fraocezaa com 14
ovados, com pequeo toque decupim, pelo ba-
rato prego de 2g o corte, ditaa para covado a 160
e 200 ra. o covado, fil de Imito lavrado muito
fino a 1$200 a vara, manguitoa e olla de linho a
2J500, gollas com botaozinho a 640, ditas de tras-
passo a 1g, cortes de cambraia de babados a 3*3
3|500, corteado fustas para calca a 1$120, ditoa
de brim a 1J, 1jsz80 e IgeO, cobertores de algo-
dao a 1$, eotremeios e Mr*s bordada* a 1 a pe-
ga,colchas de crochet a 8g.ditas de fustao a 5 e
6$, cobertas de chitas a 1*600: oa ra da I rope-
ra tnz, armazem e leja da arara o. 56, de Maca-
na es & Mead es.
Fitas largas
a 140 e 320 re. a vara de fita larga de seda de 4
e 5 dedos de largura com pequeo deleito: na
ra larga do Rosario n. 36, Rival sern igual.
Sebolas a 500 rs. o cento
e em molhos a 800 rs.. em perfeito estado : oa
raa da lmperatriz n. 49.
Veode-se am sobrado na ra das Cinco
Ponas n. 29, com mullos cemmodos : a tratar
na ra Impe.rial n. 108, das 6 a 9 da maoha*, e
da tiMe da 3 i* 6.
~" "M" VoU D- ,9. Tende-ae velbntlna de
carea a 500 r. o covado.
foode-aa ara terreno em Santo Amaro.
jaoto ao hospital ioglez. cosa 70apaloao*da Ireo-
te, ea muito bom estado: a tratar oa raa do
Trapiche n. 44, armazenrda Braga Son & C-
Caegaram de Lisboa ao brigue Eugenia,
doua beoitei burroa e urna barra, oa quaea ae
reodem por barato prega : para ver, na cocheir'a
do largo da Aaserobla n. 4, e para Uatar, no es-
critorio de Aniooio Luu de Oliveir Azevado.
saivr^a^enaK mm mmkbk
Liquidado.
A loja de raarmore.
Bournua de caaemira para senhora a
Manteletes de grosdeaaple a
Leques de sndalo a
Bournus de casemira para meninos
de todas as idadeaa 5J
Grande sortimento de caacarrilhas,
trangss e fitas de todas as cores para en-
feltes de vestidos por pregos mais bara-
tes do que em outra qualquer parte.
S

Rival
sem igual.
36 Larga do Rosario 36
Pedro Tinoco, hateado comprado esta loja ao
Sr Vicente Honteiro Borges, pretende vender
mludezss baratas, e ter sempre bom sortimento,
tomo sejam :
Missangas miudas a
Escoras muito boas para onhas a 320 e
Groza de pennas de ago a 240,320 e
Citas com alfinetea a
Lamparines do gaz mallo boas (eaixa) a
Carreteia de linh* de 100 jardas a
Ditos de dita de 200 jardas a
Gartes de clcheles miudos a
Dito* de ditos msiares a
Tesouras para costura a 200 e
Bico preto, vara, a 180, 40, 320, 400 e
Franjis pretos com ndrilho, vara, a 320,
400 e
Trangas pretas com dilo, e brancas
vara a
Galao branco de linbo, vara, a
Meras para senhora, duzia, a
Ditas cruas para hornera a
Ditas ditas muito boaa a
Carlas de alfioetes cabega chata a
Pagas de tunca de la (10 veras) a
Linhas do gas de cores branca e pretaja
Appsrelhos de loara para bonecas a
800 e
Ditos de pao mu lo bons a
fitas da sarja largas maitoboas a
Lavas de seda com loque a
E outras muitas miudezas que i vista
Chapeos enfeitado
Vendem-se chapeos enfeitados mai
eadaveis para as meninas que esli
festa nos amenos arrabaldes desla he
a preco de 2# cada am : na roa da
loja o. 20, do Duarte. Na dita loja aci
continuadamente os senhores coosui
grande e variado sortimento de faze
baralissimo. i
Vendem-se borros gordos e mansos : no
engeoho Jurissaea, do Cabo: a tratar/all com o
Sr. Domingos Francisco de Souza Leio.
Veode-se am cofre : na roa dio Queimado
numero 12.
Carro e mallos
Uma peisoa que se rae retirar desta
provincia, vende um elegante carro
americano de bonito modelo feito por
encommenda, com pouco uso, com 4
assentos e 4 rodas de obrecllente, as-
sim como urna boa parelba de cav&llot
novos, unto ou separadamente : a ver
e tratar no sitio do Sr. Amorim, estra-
da de Joo Fernandes Vieira ou na ra
da Cruz n.4.
LOJA AMAKLELA. J
GUBGEL i PEKWGAO'.
Ra da Cadeia do Recife n. 23. ft
A SgOOO.
Cortea de vestidos de cambraia bran- 8
coa bordados. a>
A 500 e 640 rs.
Liatinha de corea de muito lindos pa- I
dres. J*
A 30, 50 e 6f$. Jt
Cspas compridas de gorgurao e de J
grosdenaples, preto e de cor.
De 2A a 138-
Manguitos finos e golliuhas de diffe- M
rentes feilioa modernos.
* A V25000. 8
Botinas de Meli e bezerro.
Do 49 a 8.
Satas bal&o de muito boa qualidade.
Novidade.
^ Penles de tartaruga, esmisaa para se-
1 nhora, meies elsticas, sintos e enteites
de cabega, chales de todas as qualidades,
ehapeos de palha, camisa para meninos,
leques.
Nesse estabelecimento se vende muito|
barato, tem um sortimento completo que &
seria enfadooho mencionar.
ae*
320
500
720
60
160
30
60
40
60
400
500
500
320
80
2J50O
2|400
39000
200
160
30
19200
640
600
200
far f.
recom-
assaodo a
ea cidade,
peratriz,
a acharao
orea um
das, ludo
id
Sal de Lisboa.
Vende se a bordo da barca portugueza Espe-
ranga, sal de Lisboa limpo e redondo ; a tratar
na ra do Trapiche n. 17.
Para os senhores m-
sicos..
Vende-se papel pautado para msica, pelo ba-
ratsimo prego de 60 r?. a folha para acabar:
na loja do viado, na roa Nova n. 8, confronte a
cam-boa do Carmo.
Vende-se um cavado sellado e enfreiado,
anda baixa e meio, em boas carnes e sem acha-
ques, cor rosilho : na raa do Gazometro, a tratar
com o Sr. Valenga.
Atteuco
Jos Ignacio Avllla, com armazem na ra nova
de Santa Rita n. 47, vende travs, encbams,
mos-lravessas, caibros, lelhas e lijlos de todas
as qualidades, ludo muito barato ; assim como
vende lijlos dos Apipucos a 52tf descarregados
no porto.
Capachos.
Vendem-se capachos redondos e compridos e
de diversos lmannos, e os melhores que lem
vinde a este mercado, pelo bsratissimo prego de
600, 700 e 800 rs. cada um, e tambem ha capa-
chos muito grandes e proprios para sola e mar
quezaa para 19400 cada um : na ras do Queima-
do, na bem condecida loja de miudezas da boa
fama n. 35.
Vende-se o engesho Santa Luzia sito na
freguezia de S. Loureogo da Mallo, a dinbeiro
oa troca-se por casas nesta praga : qnem pre-
tender dirija-ae a roa de Uortas n. 7, das 10 ho-
ras da manha as 4 da tarde.
Annuncio
Vende-ae muito bom doce de caj secco per
prego commodo: maSolad.de, principio da es-
trada da Joao da Barros, paseando a taberna da
esquina, casa a. 5.
Vende-ae em Agua-Fria de Fragoso um si-
tio de mingueiraa e roangibeira, trra propria,
com um quarlo de legoa de fundo ; quem o de-
aeier, entenda-ie com Joa Ignacio Pre-, ni ci-
dade de Oiinde, ra do Amparo, ou no mencio-
nado aitio, que est autorisado para o vender.
Cal de Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa em pedra desembarca-
da honlem do brigue Constante, cuja catee ven-
de pur atacado ou a retalho, por menos prego do
que em qualquer outra parte : no armazem de
Manoel Marques de Oliveira & C., na ra da
Moeda n. 9.
Vende um escaler por lodo e prego : a tra-
tar na rna do Vigario n. 20.
Farelo e niilho.
Vende-te na ra da lmperatriz n. 4 e taberna
grande da Soledade farelo e milho em saceos.
bordadas e de balo.
Saias bordadas, fazenda Qnissima a 49.
Ditas ditas dita a 39.
Ditas com arcos de cordo de linho que fazem
as vezes de balo para as senhoras que nao gos-
tara usar balao a 39200 e 4J.
Saias de madapoio fraocez a balao ts mais
bem feitas que tem vindo a este mercado a 3.
33500, i e 59.
Ditas para meninas de todos os tamanhos a 39.
Ditas de arcos simples mas muito bem feitas* a
9000.
Escravos fugiooh.
AtteiKjo,
A quatro dias snsentou-se de casa de seu se-
nhor, na Ponte de Uchea, o escravo mulato de
nome Leoncio, idade 16 annos, tem os calcanha-
res um pouco grossos, duas cicatrizes provenien-
tes de fogo na peroa esquerda, levou camisa de
algodao branco, caiga asul desbotada o chapeo de
palha de carnauba, bastante machucado, por so-
bre elle carregar caneco dagua, e uma cesta ae
palha a imitago de taboleiro ; foi visto nos dous
primeiros dias na estrada do Maoguioho : roga-
se as autoridades policiaes, capites de campo o
apprehendam e levem a ra da Cadeia Velha n.
35, que ser recompensado.
Fugio no dia 20 do passado uma escrava
velha de nome Isabel, magra.de idade de 60 an-
nos, dos Afogados, cuja escrava consta que an-
da olas Cinco Ponas; quem a aprehender pe-
der levar nos Afogados a sua senhora D. Gui-
lhermina Flora Lagos, que aera recompensado.
Fugio no dia iO do corrente de bordo do
patacho Capuama, o escravo crioulo marinhei-
ro de nome Antonio, idade 19 annos pouco mais
ou menos, altura regular, rosto comprido e com
alguns signaes de bexigas, levou calca e camisa
azul : quem o pegar leve-o ac escriptorio de
Antonio Luiz de O iveira Azevedo & C. rna da
Cruz n. 1, ou a bordo do dilo palacho que ser
generosamente recompensado.
Fugio do engenho Guararapes, 00 princip
do mez de Janeiro prximo passado, am escravo
crioulo, de nome Euzebio, cor preta, allura re-
gular, idade quarenta e tactos annos, muilo
coohecid por ser cargueiro do mesmo ei.geoho
ha muitos annoi, rxuito ladino, e tem um dos
dedos dos ps trepado sobre os oatros, descon-
fia-se estar oceulto aqui n Recife por ter sido
visto nos arrabaldes desla cidade : roga-se sos
capites de campo de o pegarem e levar a seu
senhor Augusto de S e Albuquerque, no mesmo
engenho, ou travessa do Queimado o. 3, a Ga-
briel Antonio de "Castro Quintaes, que recom-
pensar.
1
--,

h
Dos premios da 4.'parte da i / lotera concedida por lei provincial para a edi ficaco da casa do GyniHHSio
_______________Pernambucano, (3. concesso) extrahida em 6 de fevereiro de 1862.
NS. PREMS.
5 49
6
7
3
15
19
22
23
26
28
29
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33
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50
51
53
54
60
61
62
68.
7
76
87
98
99
100
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1
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29
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73
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90
94
95
89
49
89
48
209
49
8$
48
8S
49
209
49
89
49
NS. PREMS.
196 49
201
4 -
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52
53 8
57 49
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65 -
66 -
67
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81 2:0009
88 49
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5 -
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70
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80
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87
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209
4S
NS. PREMS
390 49
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52
5t>
56
57
0
62
NS. PREMS.
564 49

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4
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U
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8f
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736 49
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23 2-
24 _
25 _
26
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39
50 _
51 _
52
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933 49
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85 -
90 _
92 _
93
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1000
6 -
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13
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15 -
18 -
25 _
26
2S
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"40
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92 -
93
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95 ^!
89
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NS. PREMS
11(2 49
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77
78 100$
79 49
8
NS. PREMS.
1290- 20$
escrito, Severiano Jos de Moura.
99
1301
2
4
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10
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49|
NS. PREMS.
1506 49
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50
52
54
60
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65
69
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74
7
77
81
1009
49
40}
49
NS. PREMS.
1684 49
85
86 -
88
89
92 -
93
94 r
95 _
97 _
98 _
99 _
1700 _
7
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t 86
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97
PoT.-rM. di JT F. tfc ftriat 1W#.-18B2.


DUfUO DE PERNAMBeO SAMADO 8 DE FEYEREIRO OE 186i

Litteratura.
A MULHER, A FAMILIA E A CIVILISAGO.
Parte primeara.
A mulher anta do chrislianismo. Degradaco
da familia. Anuncia da civtiiago.
I
( Cooliuuago. )
Antes do eslabeleciniento do chrislianismo a
familia s fui bem considerada n'um povo,do
povo judeu. Porque? porque foi o nico que
ccDservou a verdade das tradicoes, porque s
elle guardou a pureza da lei divina.
Mesmo depois da iaauguragio da era christia a
familia aiada leva e esti tendo seus momentos
de rebaixamento. O protestantismo 6 a causa
principal desta perniciosa desordena plantada no
corago da sociedade domestica. Luthero com
o leu evangelho impregnado do erro, da mentira
e do embuste, arrimado na devassidio do seu co-
rago e na fragilidade da natureza humana, sem-
pre propensa para as ms paixes, occasionou
urna desastrada revoluto no mundo moral. Elle
mesmo o recooheceu. Foi a pedra da escndalo
do universo.
Muito embora os grandes reforgos do ioesnsa-
?el professor de Wiltemberg, elle nao conseguio
a victoria ; desmascarou-se por si mesmo, e sua
seila cahio no descrdito : hoje nao ba mais quem
em boa f preste crdito sua doatrina. Nao era
de maneira alguma possivel o Iriampbo do cele-
bre heresiarca. O erro, sendo por natureza dis-
solvente, por si mesmo se destre : a variedade
de juizos, ruuiias vezes oppostos i que elle d
lugar, accarreta a sua queda; do maneira que
independente mesmo de qualquer opposigo se-
na elle nao pode marchar, porque o seu terreno
escorrega lijo, cada passo condur um abysmo
e cada abysmo encerra urna ruina.
Foi assim que a familia calholica nao poude
ser vencida pelo protestantismo, embora elle
pozesse em jogo todas as armas que lhe suggeriu
o inferno, ultrajado na Ioglaterra e na Allemanha
ella contiouou a conservar illeza a sua diguidade
em outros paizes.
O abbade Gaume Tez o completo panegyrico da
familia catholica quando em sua importantissima
obraHistoria da familiatracou aa seguinles
ideas :
O que a raiz para a arvore, a foote para o
rio, a base para o edificio, a familia o para o
Estado e para a egreja; das mos da familia o
primeiro recebe seus cidadios, a segunda seus
lilhos.
< Em nm sentido mais intimo e por urna razo
mais profunda, a fimilia deve ser chamada a
mais importante das sociedades. Fazer o Hornera
o que elle o que ser, nao preparar iotalli-
velmeole a gloria ou a vergonha a felicidade ou
a desgraga do mundo? Tal a formidavel misso
da familia.
a Se, interrogando aquelle que estabeleceu
os estados e (undou egreja, lhe perguota-
mos: qual seu flm? teu infalltvel orculo
nos d esta luminosa resposta: a ultima pala-
vra de todas as obras de Deus a santilicago do
hornera : kac est voluntas Dei, santificalt'o ves-
tra [I Thess. IV). Fim sublime, como nuoca
houvel nelle esto compreheodilos ao mesmo
lempo a falicidade e os meios de obt-la.
Sob pena de cahir nos mais perigosos erros,
a philosophia humana obrigada, depois de to-
das as suas apalpadellas. acceitar como um
axioma esta coocluso final da f ; sim, que nao
desagrade ao materialismo ceg de nosso seculo,
a santilicago do homem, tal a ultima palavra
de todas as cousas.
Associada palernidade mesma do Creador,
a familia recebeu o poder de eogeidrar seres
sua semelhanga, seres capazes de participar um
ou da natureza divioa : divinas consortes na-
tura [II Petr. I). Oh familia I sociedade royste-
riosa e sagrada I quanto s grande aos olbos da
razo I quanto s rcspeilavel aos olhos da ( I
C>m prebende a sublimidade de teu glorioso des-
tino que santidade deve presidir las pala-
bras, luasacgesl deque cuidados religiosos
deves cercar este ser que te deve a existncia I
sale ser que Deus chama meu filho, e o aojo
cnieu irmo I
a Como a egreja, a familia estabelecida para
velar na vida espiritual do recem-nascido : no
lar domestico, sobrp os joelhos de sua me, eu-
icu os bragas de seu pae, que o filho da eteroi-
dade deve'teceber os primeiros couhecimeotos
de sua sua nobre origero, de seus grandes dote-
res, de seu sublime ueatino : shi que o joven
candidato do cu deve aprender que para ser es
colhido, nao deve viver aeoo para seu Deus e
para seus irmoa; i ah emura que elle deve fa-
*er a briosa aprendizagem das virtudes chris-
las flty caminbo da eterna bemaveoturao-
?a. A religiosa misso da familia resumida
por esta palavra dos santos padres (.4 vgust. Opp ;
tom IV) que chamam a sociedade domestica una
egreja privada da qual os paes sao os padrea e
oa lilhos os fiis.
E' na familia que se acha depositado o germen
da verdadeira civilisago, ahi que o legitimo
progresso v desenvolverem-se os seus elemen-
tos de vida, della que elle tira torgas para re-
pellir os motores de sua morte. A vida da hu-
manidade regulada pela vida da familia : suas
leis sao relativamente idnticas.
O inslincto de sociabtlidade que censtitue um
dos elemetos da natureza do homem, o princi-
pal talvez, a necessidade indeclinavel que o ho-
mem lera de ser ensinado afim de que posa
triihar o camioho da vida, conseguir o cumpri-
mento de seu deslino sobre a ierra e preparar sou
bem estar na eternidade, verdadeiro alvo que
elle deve visar, a identidade serapre constante e
nunca interrompida da natureza humana repre-
sentadas pelas mesmas faculdades, gue formam
a constituigo de cada homem em particular, a
unidade do genero humano assignalada pela
-homogeneidadede seus elemenloa individuaos, a
voz da consciencia apoiada na experiencia do
tempo e do espago, affirmando um facto nunca
desmentido a existencia constante e perpetua do
iomem em sociedade, ludo, ludo demonstrar,
nao deixar a menor replica, que a familia o
que ba de necessario e de mais til sobre a trra,
FOLHETII
0 PAIZ DO MEDO O
POR
A. DE GONDRECOURT.
(Costumes dos nmades.)
PRIMEIRA PARTE.
x7
(Conlinuigo).
Foi urna vez, comegou o mendigo com um
tom desembaragado, urna joven linda como os
amores, a qual vivia reclusa por vootide de sua
lia, a excellente e nobre baroneza de Gootlieben-
Seelorf. A joven, chamada Thereza, foi pedida
em casamento pelo baro Woller, seu primo.
Vamos adiante ; paste por estas particula-
ridades que cahiram no dominio dos ociosos da
provincia.
J que V. Exc. assim o quer, tratare! de
abreviar o meu cont. Se bem que joven em
questo desposasse, contra a sua vontade bem
entendido, o rico Arnold d'Aoistadt, comtudo oo
lhe. foi mais possivel esquecer o baro Walter, e
votou-lhe ainda mesmo no exilio por elle procu-
radoo culto sensivelde urna ternura em deses-
pero. A nobre baroneza commetlra grande (alta
separando religiosa e legilmeote os pobres aman-
tes.
Ella quera extinguir chammas que lavravam
intensas, nao fez mais do que levantar um cri-
minoso incendio. O amor platnico degenerou em
paixo culposa. Os jovens amaram-se tanto mais
violentamente quanto maior era o numero de
obstculos que encontravam para a sua mutua
approiimagio, ed'ahi aconleceu que idassem os
meios de illudir a vigilancia, de que os rodea va m,
usaoio de cerlo estratagema que sorliu os mt-
lhores elfeitoj, a ser verdede o que me disse o
amigo Walter. J V Exc. deve ler eoroprehen-
dido que quero fallar desaa pretendida catastro-
phe acontecida em paiz distante, em virtude da
qual foi acreditada a morte do seu criminoso so-
brinho. Gragas semelhante invengo pode elle
rondar em lomo dos dominios de Seelisberg co-
bo o lobo ao redor de um aprisco de ovelhas e
quem sabe quaotat vezes a pobre ovelhazinha
nSo correu perigo qur no interior, qur no ex-
terior desta casa, ao passo que o pastor adorme-
necessaria porque nunca se poude nem se poder'
jamis della prescindir, o dia da exogo da
familia seria o do aoiqallameolo total do un-
verso ; til porque a eondigao iodiapensavel da
vida do homem e por consequeocia da vida da
humanidade. b' por isso que para bem avaliar
a civilisago de um povo basta examinar a
posigo da familia.
< Somos todoa amigos, dizia Newton um dia,
somos lodos amigos porque procuramos todos o '
nico objecto verdadeiro da ambigio humana o |
cooheeimeoto da verdade. Ora esta verdade
partindo da familia e irradiando-so pelo universo
o que d nascimento civilisago, ao pro-
gresso.
Recife: fev-ereiro de 1862.
J. Gcemnes da silva mello.
(Continuar se-ha.)
Variedades.
No raeio do Risco.
Rapazes.
Salulem plurimum, e gordura, sem fallar
as algibeiras, vos deiejo. Sabeis-'o que me le-
f ou a eacrever no meio do risco 1
Eu vo-lo digo.
Uaver-se escripto j para cima e para baixo
delle e sobretodo a feliz embraoga do meu am^
go o Calinga quei medio consitiii virtus.
Alm disso, prelendendo escrever para mogas,
necesariamente hel de me dirigir ou sbonitas,
ou s feias, porquanto nao admitto o pensameolo
Insultante e ridiculo, filho talvez de alguna amo-
res perdidos, do indecoroso Plautoque entre as
mulberes uo ha que escolher, porque neohuma
presta. A fallar a verdade isso bem lembrado,
mas ruuito furle I....
E como, se dirigir-mes feias, as bonitas tirar-
me-bao seu veolre de miseria, e oisso tem razo,
e se s bonitas, as feias dar-me-hio estaadas
de morte, e assim eis-me no meio do riscoi
Isso que lgica III
No entaoto, porm, sendo proverbio, desde a
mais remota aotiguidade, que dos males o me-
nor; preceito que muilo soube aproveitar ao nosso
sempre nunca assaz lembrado Blias Bernardi que
Dens tenha ; dero-rae as senhoras feias licenga
para no meio do risco, anda mais no meio de
todo o risco, conversar com as meninas boni-
tinhas.
Cream-me.Vmcs., quena l sem muila ra-
zo essa minha preferancia. Nao e era se
zanguem !
Tenho de beijar as mSos de miohasleitoras no
Um dos meus escriptos, lioo do meu collega o
Dr. Garrafloha (1esculpem-me essa falla de mo-
destia) e enlo. coofesso de abundancia de cora-
gao, -me muilo mais suave e inebriante beijar
araente as moziohas delicadas das bonitas, do
que, sejamoe francos, beija-las coojunclamente
com as das feias, tanto mais quanto nao admiti
o estonteameot do Sr. Royer-Collard, que o
bello est em toda parte, no prazer e oa dflr, no
riso e ns lagrimas, na viua e na morte, e em Ou-
tras muitas cousas, que nao passam de disp-
ralos.
Isso nao tem geito I....
Quem sabe se esse communista maluco, na-
quelles momelos de lgica apopltica, nao esta-
va vendo Goethe de olhos verdes, bocea eacan-
descentes, barbas esqualidas, e cabellos hirtos,
montado as crinas do sol, em busca de Hephis-
topheles para dar-lhe serveja, ou enxugando as
lagrimas de Democrito, chorando as miserias da
humanidade ? .
O diabo que o jure ; que o qu sei dizer
que oo gusto, teoham paciencia, nao gosto de
moca (eia. E nao de admirar, quaudo o velho
Shakspeare, subdito de sua magestade brilauni-
ca, que necessariamenta devia ser muito mais
apaixonado pelo port-wine, d preferencia s bo-
nita!, dizeodo :as bellas cousas sao para as
mogas bellas.
De minha parte, confeaso com a iogenuidade
que me 6 propria, que nao teoho queda para es-
quisiticese extravagancias ; e nisso, creio, tenho
inulta razo.
Quod natura dat nemo negare polesl I dizia
cerio professor de ltiro aos seus discpulos, e o
que nunca esqueci. Assim de minha natureza
s gostar das bonitas.
Por fallar em esquisilicos e extravagancias, j
me ia esquecendo l Desculpemme ai Exmas. que
chamei feias, esse meu uso grosseiro e crasso.
Vmcs. sao aympalhicas por um decreto da cor-
te das syrncnniinids popularen, e contra essa io-
juria, estou bem arreceioso, na phrase de Fer-
no Pinto, que nao me inlcnlem Vmcs. um pro-
cosso certas de que agora nada faro, porquan-
to os jaizes passam a teata, os escriraes legaram
seus crlorios s aranhas, os advogados apauham
moscas, e os oQiciaes de justjga fazem palitos no
silencio no foro,
as mogas, diz Rochebruoe, gostam que se fal-
le dellas, aioda mesmo contra ellas ; bealur ven-
ler quid portavit eas : que leve o diabo o gos-
to, e fsgam-lhes o desejo.
Geralmeote Vmcs., como a gralha da fbula,
tem um gosto particular para tudo, que Ihes
contrafaz e empavona.
Cr6iam-me que nao fallo apaixonado I Onde a
arte e a industria se apresentam mais ricas, mais
pomposas, mais cheias de gragas e de.encantos,
com todas as suas perfeijes, todas as galas, to-
das as aeducgea, maior o cortejo das vaidosas,
porque contra os resaltos de sua mperfeigo, e a
simplicidade de sua natureza, reagem os bales e
os arrebiques, sera Tallar, todava, oasanquinhas
e cabelleira.
Assim, hoje, nao ha mais moga feia, velha,
magra, e sem denles, seno aquella que infeliz-
mente o quer ser. pilheria de mo gosto lili
Eis porque cada vez mais a arte ea industria
vo roalisando as prophecias do nosso amavel
Pelletanle monde marche. De um lad>, o poe-
ta, o pintor, o romancista, esmeram-se em suas
profissoes, porque o espirito do seculo. o de
movimenlo e progresso, e mister que se acom-
panhe o mundo em sua marcha ; de outro lado,
levando as mogas ao mais requintado purismo, a
arle de agradar por iliuses, vae acompanhando
par passo o desenvolvimeoto progresstvo deesa
marcha.
Em quanto no cu de Vmcs. 6 ha primavera;
em quanto o mundo Ibes um paraso, quero di-
zer, al os rite annoi, porque d'ahl ios quaren-
ta Ibes elle purgatorio, e dos quarenta em
diante inferno ; a medida da vaidade de Vmcs,
lie cheia, que nao adrante, te quer, a menor gotta
de modestia, e transborda sempre ao encontr de
outramoca as mesmas condigea.
Para Vmcs., podia-ae acabar com a empreea
Boberibe,fecharem-ae os ehafarizea, e estagna-
rem-ae os rios, porque a sede de Vmcs. consis'e
em um bom toillete e nada mais,
Desculpem-me ae sou franco. Casam-se e (a-
zem essa asoeira s para poderem dispor da
clavii regnum pecunia, andar na moda, sem
se lembrar que esta o ridiculo sem objecgo, e
sobreludo pela vailade e aoeia fatua de deitarem
(Obre a froote urna ca pella de flores de Ursoget-
ras, e um vu branco de noiva, disfargando com
isso muitas vezes os recelos de males bem pro-
nunciados desse casamento.
E isso de lat sorte, que o muodo realmente
seria somente de casados, se Vmcs. se podeasess
casar sem maridos.
Seus vestidos nao s servem de auxilio aos
seus encantos e iliuses, mas at se prestas a
assignalar tactos, j prximos, j remotos: assim,
urnas vezes dizem Vmcs.: Fazem dous anuos
que Nazinha casou-se, porque foi para o casa-
mento della que eu flz aquelle meu vestido verde
listradinho ; outraa vezes : quando D. Chiqui-
nba velo r, eu eslava com o mea veslido de cha-
ly edr de rosa.
Os actos de Vmc. parlera de sua vaidade, e sao
regulados pelo espelbo, nico amigo quem re-
velara suas imperfeigoes, porque Ih'as nao po-
dem esconder.
Assim as Exmas. chegam-se ao seu apreciador
mudo, miram-se, loroam-se a mirar, alisam um
pouco o cabello, deitam p de arroz no rosto,
aorriem se de vaidosas, olharn para ai mesmas, e
dizera comsigo e no maior destacamento :eu
posso amar e sempre ser amada, fazer-me facei-
ra e graciosa, ebeta de requebros e desdens, por-
que sou a estrella que mais brilha no firmamento
do mundo social.
E infelizmente Vmcs. nao se contentam scom
isso. Querem ainda mais alguma cousa que lhe*
accenda a vaidade.
As divlndades. do paganismo, alm dos incen-
sos humanos, quetem victimas immoladas em
seus altares e sacrificios ao seu poder ; Vmcs.
exigem um desses cumprimeulos raateiros de es-
ldante pedante em noile de sarao : Minha se-
ohora, V. Exc. a rosa que mais'perfuma os aa-
Ies de nossos das : V. Exc. bella aioda mais
urna santa ; estou extremamente apaixo-
oado por V. Exc.
O que Ihes posso. porm, dizer, e o que cer-
lo que com a aposentadoria de Mr. Dupio foi
aposentada tambem urna boa parte das mogas
deste mundo. E por que ? talvez perguotem
Vmcs. E por que I Constrangldo sim, porm
digo.
Foram aposentadas, por nao terem corago.
O que? que quer isso dizer ? Que quer isso di-
zer I quer dizer, que chegaram aos viole e cinco
anoos, e que Cupido oessa edade nao as admilte
mais em sua corte. Cuidado com isso Vmcs., que
passaram dos viote. Olhem o decreto de aposen-
tadoria I... A cousa nao de graga.
Elias Bernardi aioda tem de .vir, ajustem-lhe o
balo; a lelegraphia elctrica ahi est ; ligeiro
com isso, e temam os vinte e cinco. Quanto
mim, vou dormir; nao teoho sapalos para pas-
sear, e eoto, dopie.
Boa romana faz quem em sua casa eit em
paz.
Levaiio tambem por meu faceirismo tonto,
comprei urnas botinas, que o diabo rejeilra cai-
ga-las de aperladas ; e como li algores que, se-
gundo as leis da physica, o calrico dilata os cor-
pos, metti-me i serphyaico, e, querendo ageilar
as mal Jilas botinas meus ps, corr logo bta-
las ao calor forte do fogo, at em cima de urna
chapa do fogo, e j contente do triumpho de mi-
nhai experimentales physicas, o qual j tinha
por certo, visto-me para sahir, e vou buscar os
meus sapalos. Ah I que decepgo, que morte 1
Longe de os encontrar, como eu peosava, achei-os
engiados e seceos, como o diabo. Que taes as lea
da physica 1... Nuoca mais me mello em dan-
gas.
E porque as nao direi, e nem estamos mais em
lempos de devassoes e outroa taes tregeitos e
luxos, estou deixando que os meus sapatos es-
fiiem, ver se desenrugam-S6, para eoto coali-
nuar.
Beijo as mos de miabas leitoras, as bonitas
Recife, feverelro .de 1862.
Crohwel.
lias o homem presentemente nao est no estado
de perfeigo, apenase perfeclivel. 'Logo, a hs-
iantdade estar na perfeico propria de sua con-
Ce actual, quando eaminhar para o bem, que
o seo ideal, por meio do desenvolvimiento con-
tinuo de todas- as faculdades da natureza. Porem
esto deeeovolvimeolo, para ser regular e verda-
deiramento feeundo deve operar- le na unidade
da natureza humana, islo segundo as leis da
harmona estabelecida pela voatace divina entre
todas as faculdades que coosliluem essa oaturesa
Esse concurso harmnico das facu dades alem
disso a eondigao do seu poder sebre cada urna
em particular. Porque nSo sendo mais do que
manifestagoes diversas de urna mee ma torga, fei-
taa para trabalbar em urna inlima uoiio, e com
um movimenlo commum, tornam-iie fracaiedes-
Iroem-se quaodo separa-se e preleidem concen-
trar em um s ponto a vida, que a propria natu-
reza collocou no centro e na uoidatie do ser. De-
senvolver todas ss faculdades do homem na uni-
dade, eq outros termos, desenvolver harmni-
camente todas as potencias da humanidade, tal
pois a obra da civilisago.
A harmona era a lei da vida humana antes da
queda. No estado de innocencia, essa h*rmo-
Dia era ao mesmo lempo belleza e felicidade para
o homem, porque nao custava uebhum esforco,
nem sacrificio sua vontade. Depois da queda
as coodigdes dessa harmona mudaram ; destrui-
da pela revotta do orgulho, ella s pode ser re-
conquistada por um eaforco do homem sobre si
mesmo, pela aboegaco. Quanto ais o homem
eotregar-se humildade da aboegago, tanto
msia se approximar desea vida live, soberana e
rerdadeiramente harmnica, que Lkus lhe dera a
principio. Vida livre, soberana e harmnica no
interior pelo refreamento. daa paixoes e perfeito
ac
acord da vootade com a razio
soberana
l) Vide Diario o. 30.
cia no servigo da Franca em suas guarniges 1...
Oh I senhor, sabe que moite odioso o que
est dizeodo I exclamou a buooeza viuva.'
Has, V. Exc, replicou humildemente Fran-
cisco, deve fazer-me a fustiga de recoohecer, que
em vez de ser grosseiro oas miabas revelacdes
pelo contrario narro com muila reserva e corte-
sa cousas que nao sao nada edificantes. Entre-
tanto se quer que nao continu....
Oh I prosiga: quero ver at que poni che-
ga o veneno da calumnia.
Ha das passados soube o bario que sua bel-
la e chara prima estars ameagada de um inci-
dente desagradavel.
Que inctente?
O baro Arnold d'Amstadt annunciou o dia
de sua chegada Seelisberg, onde vioba passar o
tempo de urna licenga, que obtivera, sob o ledo
conjugal; e a joven esposa avisou immediata-
mente ao meu amigo Walter pediudorlbequedo-
braase de prudencia, e ae retiraste do paiz.
Walter oo s deixou de attonder sabedoria
desse conselho e pedido, como tambem entendeu
que devia formalisar-se. Os amantes apaixonados
sao sempre egostas e ingratos: todos os diasaos
ps das mulheres, que tem a imprudencia de
escuta-ios, exclamam no melhor do seu enlhu-
siatmo : Amo-le louCameote I e com efTeilo a
loucura Ihes inspira as mais singulares extrava-
gancias I
Ora, a extravagancia concebida pela meu ami-
go baro Walter foi encolerisar-ae de ciume, em
vez do baro Aroold, verdadeiro possuidor, e oo
querer nem admillir que o legitimo esposo da
encantadora e sensivel sobrinha de Y. Exc. gose
em paz sombra-de Seelisberg as delicias da sua
licenga militar. Emflm quer que madama d'Ams-
tadt rompa com o seu marido, que de nada des-
confia, e deserte do domicilio conjugal....
Basta I exclamou a baroneza viuva. Seme-
Ihaules abominar.es sao muito ridiculas.
V. Etc. est no seu direito pensando assim.
Nao admira que a sua robusta e incrdula virtu-
de estremega sinceridade, com que me explico,
pois nao dei ainda urna s prova das miobas as-
sergdes; mas quando islo acontecer, quando a
luz da verdade vier esclarecer tudo, se V. Exc.
nao enchergar eoto, ser por ler os olhos fecha-
dos como eu ; e nesle caso lastima-la-hei de
veras.
Homem desgranado, respondeu madama de
Goolliebeo enchugando a fronte onde o suor cor-
ra i gttas, coolioue, continu.... mas ssiba que
eu o amaldigo pelo mal que me esti causando.
Obrigado, mallo obrigado, mtha rica se-
nhora. Estimo antes nada mais dizer. V. Exe,
prometteu-me cem francos, d-me ciocoerta, e
eu me calo. ^
Um sabio e talentoso escriptor, Mr. Charles Pe-
rin, professor de direito publico e economa po-
ltica na uoiversidade de Lovaina, pretende bre-
vemente publicar em Pars nm livro que corres-
poode s mais serias preoecupagoea do nosso
tempo. O seu titulo : Da riqueza as socieda-
des christaas. O autor trata minuciosamente da
questo econmica, e pede aos principios .do
chrislianismo, tomado em todo o seu rigor, a sua
solugo. O Ora desse livro estabelecer, pela
philosophia e historia, bem como pelos tactos
adquiridos em nossos das na scieoeia social,
que, quer na ordem material quer na rcoral, s
pela aboegago que se pode fizer tem-se feito
alguma coaaa de grande e verdaderamente til.
O seguinte extracto dar urna idea da maneira
porque o autor concebeu o assumpto de que se
occupo'u e como tratou asaltas e delicadas ques-
les que elle encerra.
Barrier.
A aboegago a eondigao primaria de lodo o
progresso na ordem moral e material, e o prin-
cipio gerador e conservador de toda a civili-
sago.
A civilisago pode ser definida o desenrplvi-
mento harmnico de todas as potencias da huma-
nidade. Em verdade a idea da civilisago nao
mais do que a da vida humana em sua perfeigo.
e harmnica no exterior pelo acord de todas as
vontade8 unidas na vontade divinare pela posse
dos bens raaleriaes sem prejuiso da independen-
cia e digoldade d'alma. Senhor de si mesmo pe-
a abnegagao, o homem se-lo-ha tambem da na-
turesa, porque o principio de seu pofer sobre el-
la est na rectido de sua intelligencta e energa
de sua vontade. Em paz com sigo >e com seu3
semelhantes, elle poder com toda |a liberdade
concluir a obra que Deus lhe indidou desde o
comego : povoar a Ierra,-e esta se lhe sugei-
lATa,
Mas nao basta esta vista geral. (onvem que
possamos contemplar em sua plena e< ideocia es-
se poder ctvilisador da abnegagao, cuju effeito
em todas as questea de ordem material teremos
de provar e explicar. Para isso consideremos de
mais perlo ascondigoes essenciaesde odo o pro-
gresso e civilisago, e as coosequeoci s da prati-
ca da aboegago quanto ao impulso e direegao
daa faculdades humanas.
> Todo o progresso tem sua origem e suas raizes
n alma. Aperfeigoando-se o iodivid 10 queae
aperfeiga a sociedade, porque esta s pode ser o
que sao os seus membros. O -homem um ente
to esseocialmente sociavel que impossivel fa-
zer cousa alguma em favor de seu melhoramento-
sem que os seos effeitos ae fagam sentir immedia-
lamente na ordem social. De outra parte, e pe-
la mesma razo, oenhum aperfeigpamenlo se
reslisa oas relages sociaes sem quej os indivi-
duos partecipem das conseqaenciaaem sua tida
pessoal e intima. Nossa vida pois necessaria-
menle dupla: vivemos em nos e ftra de nos.
Nossa vida exterior a manifestagq dos peosa-
meatos e affeiges que preeocheii a ioterior.
Disciplioae a vootade, poode-a porjmeio da ab-
oegago era harmona com a razo] e, pois que
ella deve ter urna acgo exterior, ahi desenvol-
ver-se-ha oas condigdes da ordem I de progres-
so, que oo podero ser seno os proprios prin-
cipios da razo, que brilbam no intimo da alma,
oa propria luz de Deus, para lodo] homem, cuja
vontade firme procura sinceramente essa luz. De
oulro lado, dessa estreita e oecesskria unio en-
tre a vida interior e exterior, reedita que a acli-
vidade exterior urna das condigea de nossa vi-
da individual e de seu desenvoNinent. E' s
pela acgo que a vontade se fortifica, ioiireiia e
eleva, e a alma adquire essa liberdade de impulso
para Deus, em que consiste todo o seu poder e
felicidade.
Pelas lulas que tiver o homem comsigo mesmo
para por de accordo a sua vontade com a de seus
semelhantes, e pelos esforgos qae fizer afim de
aujeitar a natureza material, que ha-de tornar
sua vontade enrgica e firme. Ue forma que ca-
da obstculo a vencer na vida social precisar de
urn deaenvolvimento de vontade [proporcionado a
energa de sea resistencia, e cada victoria da von-
tade augmentar sua propria forga e dar-lbe-ha
oov.-s armas para vencer novos obstculos.
EfTectuar um progresso, triumphar de um
obstculo, e destruindo os obstculos, de que
sua vida semeada, que o homem abre o caml-
nho da ciilisagSo.
Esta le dos obstculos tem a sua razo no fac-
to primitivo da queda, sem o que nada se expli-
ca no mundo moral. A necessidade a que o ho-
mem est reduzido, de lutar a cada momento
contra as diffkaldades sempre renascentes, que
lhe delm o vo para aa perfeiges de qu elle
tem a idea e necessidade, o colloc netsa eondi-
gao penosa da vida a que Deus ocondemnou, ex-
pulsando-o, depois de sua desobediencia, da tr-
ra das delicias. Desde que sobre a humanidade
revoltada pesa eSsa sentenga divina, tudo para
ella obstculo. Sua vida inteira, tanto physica
como moral, urna lula iocesssnle. O obstculo
necessits do esforjo, e este traz sempre difflcul-
dade, e custa a natureza.
Por mais que faga o homem, isto custar-lhe-
ha a forga, a gloria, a grandeza de sua vida, seu
proprio repouso e felicidade no que tem de du-
ravel e solido. Para desenvolver e fortalecer a
vida do homem, ser preciso augmentar o seu
poder de reaego contra os obstculos interiores
e exteriores que lhe delm a espaoso. A abne-
gagao, o sacrificio, eis pois a lei da civilisago e
a eondigao de lodo o progresso.
A egreja que tem feilo progredir a civilisa-
go moderoa, porque ella que, pregando a dou-
tnoa da cruz, faz da aboegago um habito e urna
(ecesiidada. Tudo na vida moderna tem toma-
do essa direcgo, e muitas vezes at cootra a von-
J nao tempo; conlioue a ana narrago ;
s lhe peco que diga a verdade pois saberei re-
compeusa-lo.
Felizmente! O meu amigo Walter.... Em
que ponto eslava eu?
Walter quer que mioha sobrinha se deixe
raptar por elle.
E' isto mesmo. Nao ouiou elle confiar um
pedaco de papel projecto to bem meditado com
receio de comprometter a sua execuco ; mas co-
mo tornava-se preciso que madama d'Amstadt
decidase, procurou um meio engeohoso de affas-
tar o bario Aroold, e iotroduziu-se em casa de
V. Exc. em pleno dia com singular audacia....
Quando?
Tenha paciencia ; nao me faga perder o fio
da minha historia no seu ponto mais dramtico.
Para afastar o baro Arnold, o atrevido Walter
escreveu essa carta aoonyma que V. Exc. coohe-
ce. O Sr. d'Amstadt ardendo em zelos partiu pa-
ra Kussnaeht com o risco de afogar-se, e emquao-
to procurara seu primo no cantao de Schvrytz,
este, ajudado por um facinorachamado Pompidou,
era recebido no aposento de madama Therezs.
Pois quel aquella risita matinal___
De quem poderia ser senio do sobrinho de
V. Exc. Walter. de Seelorf? Com os vestidos mu-
dados, bigodes postigos, e andar vagaroso, o nos-
so Philisteu pode passar desconhecido por baixo
das jaoellas desta casa. E demais, seja dito aqu
entre nos, o meu compaoheiro devia Lerintelli-
geucias na praga.
Hei de despedir lodos os meus criados.
Tome o meu conselho, mioha seobor; cui-
do primeiro em despedir Walter de Seelorf: se-
ria o mais prudente, j que nao ha um minuto a
perder.
E como o conseguirei?
A perspicacia de V. Exc. di-lo-hs melhor,
depois que eu tudo houver contado. O que se
passou na manha de 2! deste mez, que foi hoo-
tem, no aposento de madama d'Amstadt, nao me
foi possivel saber completamente : mas posso af-
firmar que a sua excellente sobrinha consenliu
em acompanhar Walter de Seelorf.
ImpoesWei I Nao posso crer I E' urna calum-
nia que o senhor est ahi aventando....
. Nesle caso, o dito pornio dito. Permita V.
Exc. que me recolha ao leilo que offereceu-me
por sua illimitala bondade.
Porm umVprova, d-me urna prova s do
que diz,...
Est convenciooado entre os dous amantes
nse ho de encontrar....
t- Onde?
~B' iJS? hsTein03 de saber por um dos
doua orrHtaiM chegam diariamente Seelia-
1 berg, ole V. Exc. que eu fallo segundo as con-
tado daquelles que m sodriam. As maesas acei-
tando a soberana de egreja, aceitsram esse re-
gra de costumes, aaw vida reeebeu a impressio
dos mesmos Unte quanto permute a a*e fraque-
za. As almas grandes, e elevadas fizaran mais do
que aceiiar, apaixontram-se. Nao Ihes baslaram
as abnegarles que traz o corso ordinario da vida,
procuraram com am indizirel bereismo, e eo-
Ihusiasmo de abnegacio aem precedente do mun-
do, tudo o que a vida ofterece de mais repugnan-
te ao espirito e aos sentidos. Corrern ao en-
contr do trabalho e da abjecglo, da mesma for-
ma que outros o fazem a reaseilo dos prazeres
e das honras O sed desejo de elevar-se i
Deus pelo sacrificio nao lera conhecido li-
mites. A abnegagao para ellas tem-se tornado
urna verdadeira palxao ; paixo singular dos s-
culos christios, que os assigoala na historia
com um carcter proprio delles. Essa paixo
por momentos sotresahe oa sociedade com ama
Impetuosidade extraordinaria. Das almas esco-
mida* passa s massas com a impetuosidade e
ardor de uma chama ; e quando esta abrasa
luoo que o mundo chrislio v luzir seus mais
nei os das. Foi por essa paixo. toda espiri-
tual, que a egreja renovou face do muodo ni
ordem temporal.
A egreja nio pregou aos homens o progresso,
nem Ihes mosirou por fim os prazeres da civilisa-
go. Fregou-lhea a salvago d'alma, econvidan-
,,''\ \ ,. penosa Da lerra- 46 mostrou-lhes a
felicidade alm do tmulo. Nao foi do indi-
rectamente, pela idea da salvago individual e
pelo aentimento da imperiosa necessidade da ab-
negagao para essa mesma salvago, que a egreja
reformou a sociedade, e deu impulso aos pro*
gressos que conduziram a Europa ao ponto dexi-
viliaago em que a vemos.
Aos elementos naturaes de civilisago que pos-
suiam os povos goverosdos por ella, a egreja
juntou o elemento sobrenatural da graga, sem o
qual seriam esteris todos os doos da natureza.
ou naodurariam mais do que um ioslaote, sen-
do promptameote destruidos pelos instirfttos
grosseiros sempre vivos no fuodo de nossa alma.
Como, por motivos da ordem puramente natural,
fazer que os homens abracem o que a natureza
repelle ?
A natureza tem em si mesma o iostincto da
grandeza e virtude ; ella as v, e ahi respira ;
mas como seja preciso para attingi las, elevarse
sobre si mesmo por um esforco penoso, e ella so
deixa levar pela crrente dessa vida vulgar e f-
cil, que parece conduzir felicidade, e s con-
duz, por enire as iliuses do descango e dos go-
zos, abysmos de degradago e dissabor.'E' pre-
ciso a graga para sustentar e elevar'a natureza.
espirito de aboegago, alimentado pela acgo
sobrenatural da egreja as sociedades modernas,
e que as lem tornado capazes desses esforcos in-
cessaotemente renovados, e necessarios para
triumphar ao mesmo lempo da rudeza da barba-
ria germnica, e da frouxido da ctvilinago aoti-
ga. Em quinto, pelo ascondente do chrislianis-
mo, as virtudes selvagens dos Germanos perdem
a aspereza sem perder a energa, as cooquistas
do genio do homem, na civilisago enliga, livres
1a allianga daa corrupges pagas, empregam
ontades brandas e egualmenle fortalecidas pela
bnegacao, o mais magnifico instrumento do po-
ler imellectual que os homens tem possuido.
Pela virtude do chrislianismo o moodo antigo e
brbaro astj apurados, transformados e conci-
llados. Passados de alguma maneira pelo mes-
mo cadinho desse fogo da aboegago christaa
que a graga tem accendidoal no coragio dos po-
vos modernos,os dous mundos.com os seus diver-
sos doos, tem um brilho commum no vaslo edi-
ficio da civilisago christaa.
Foi o smor, em sua expressio mais elevada, o
amor das perfeiges divinas e de tudo o que.re-
produz no muodo o seu espleodor, que conslruio
esse maravlhoso edificio. Foi elle que elevou
um estado de expanso e de uoiversalidade at
eoto descoohecida, todos os doos do carcter
o genio, pelos quaes se dislioguiam as diversas
ragas que constituirn! a Europa moderna. Foi
a paixo do i leal, islo o- amor de Deus, origem
de todo o ideal, que deu o movimenlo todos
esses progressos. cuja influencia se tem eito
sentir nos lugarea mais recooditos das socieda-
des, assegurando a liberdade e digoidade da vida
massas que s liobam conhecido a abjecgo e
escravidao. Has se o smor produzio esses pro-
digios, porque era alimentado, dirigido e co-
udo pela abnegagao.
O corago do homem, prompto desviar-se
em suas affeiges, necessila ser cada instante
conduzido seu verdadeiro objecto a Deus. E' a
abnegagao as obras, que, abateodo o orgulho e
sutfocaodo a sensualidad, conserva o corago
do homem preso ao amor do verdadeiro bem.
bem essa aboegago de todos os instantes na
pralica da vida, o amor apenas uma forga vaga
e cega que se deixa desviar e prender de todas as
iliuses das falsas grandezas e mentirosas felici-
dades. E antes uma fraquezado que uma forga,
porquanto em vez de unir o homem a Deus, o
conduz ao seu nada ; visto como, separado de
Deus, o homem s ama alguma cousa em vista
de si mesmo.
Por uma admiravel harmona do mundo mo-
ral a aboegago pelas obras exteriores, que fu
as almas no amor do bem supremo, e tambem o
meio de realisar na vida social os principios de
justiga e mutua caridade.de grandeza moral e ma-
terial, pelos quaes se fazem reflectr na ordem
temporal as perfeiges divinas. Deapreodendo-
se das cousas exteriores, deque o orgulho o leva
a fazer-se centro, s que o homem ae prende ao
verdadeiro centro de todas as cousas, ese v em
Deus, depois de se ter immolado na vida tranzi-
toriae separado da foote de toda a vida. Para
que appareca esse desapego preciso que elle re-
fere sua propria vontade e obrigue-a a fazer o
que naturalmente evila. Ntla mais proprio a
domar a vootade do que a sujeigo das obras ex-
teriores, e essa sujeigo ser lano mais comple-
ta quanto maior for a repulso que a obra exerga
sobre a vontade. Quando o homem comprehen-
de esta verdade, e a graga divina lhe d a forga
de pratics-la, nio ha trabalhe por mais penoso
que seja, que elle oo empreheoda cem prazer.
Quanto mais ama acgo custar a natareza, maior
era a ssstago que dari a essa constante pra-
oceupago do chnstio, que procura em todas as
couias a liberdade o deseando de alma caja
fonte nica o amor de Deas, e cofa eondigao
iadispeosavel o sicriflcio.
Ora, o trabalho que for mais penoso aquelle
cujaa diOlculdades mais sublvateos as resisten-
cias da natareza, ser precisamente oque, em
um momento dado, mais importar i sociedade
ejecutar. A civilisago s avanga destruindo os
obstculos ; apenas um vencido, outro se offe-
rece immediatamente ; cada poca tem o sen, e
o cuidado capital vncelo. Os homens tem
sempre a seu tempo o seolimento d'essas diOltul-
dades. Quando ellas nsscem da ordem moral ne-
cessitam ordinariamente de uma lula contra to-
das as propenses da poca, a qual ama das
mais peoosas em que pode entrar a voniade.
Quando da ordem material sio precisos para ven-
ce-las esforgos por longo tempo estaris, que ne--
nhuma satisfsgio pessoal traz aquelle que os em-
prega, e s lhe deiiaro, debaixo do ponto de vis-
ta humano, o oniado e a fadiga de um trabalho
rido e muitas vezes obscuro. O espirito de ab-
negagao insaciavel como o amor do infinito, que
o seu moyel, ir de poca em poca, multipli-
cando e variando seus sacrificios, segundo as cir-
cumslancias do momento. Ministro sempre obe-
diente s ordens da Providencia a reapeito da obra
de cada seculo, elle a executar com uma ener-
ga, que se approxima da paixo, e que crescer
na razio da importancia dos obaUculos.
Nao essa toda a historia da civilisago chris-
ls, cada periodo da qnal marcado por ama no-
va manifestagio do espirito de sacrificio ?
Desde a invasio dos barbaros e da queda do
*"* obra da civilisagio est por prioeipiar,
u trabalho, fonte de toda a prosperidade e poder:
aviltado ; delle ae foge como de am castigo. A
abnegagao do christio o procurar com tanta
maioi' solicitado quanto mais profunda for a sua
numilhagao e mais penosa a sua fadiga. Ho-
mens de toda a raga e eondigao irao em mul-
tidao, debaixo do habito do S. Benedicto, sup-
portar o jugo humilhante do, trabalho material, e
por elles o trabslho encontrar ao mesmo tempo
sua fecuodidade e digoidade. As sbnegages or-
dinarias do trabalho nao Ibes bastario ; aer-lhes-
ha preciso o trabalho em condigdes taes que pa-
rega exceder as forgas do homem. Oa paizes
mais selvagens e assolador, e os territorios mais
esteneis deverio ser por elles preferidos. A na-
lureza mais rebelde Iransformar-se-h sob o es-
forgo de sua heroica abnegagao, e elles merece-
rao ser chamados os roteadores da Europa.
Neate mundo, exhausto por tantos rapias, des-
truido por tantas guerras, mil barreiras embara-
zara, as commnoicacoes. e o isolamento a que os
ftnmens esli reduzidos, nessas tristes pocas,
um dos maiores obstculos da civilisacio. O es-
pirito de aboegago christaa remediar isso. On-
de houver am arriscado desfiladero a traospor,
am no impetuoso a alravessar. lagares desertos
e perigosos de viajar, eocontra-lo-ho sempre
soba figurado um irmSo hospitaleiro ou pont-
fice.
O abatimento moral dos vencidos, e a rodera
dos vencedores smesgam uma completa ruina
para as letras. Que recompensa se deve espe-
rar, em semelhantes lempos, do aturado estudo
da litteratura e scieoeia ? Nenhum trabalho se-
r mais infructfero. lato basta para que a abne-
gagao christaa se dedique a elle com xelo e a ben -
gao trasladar as obras primas da anliguidade
para o mesmo espirito que lhe faz rotear os bos-
ques e brejos da Germania.
O individualismo, quebrando todos os lagos em
que o genio de Carlos Magno procurara prnde-
lo, invadir a sociedade, oessa medonha noile do
seculo X. em que tudo ser rivalidades desen-
filadas, guerras sem treguas. Restabelecer a
paz e o respeiloda justiga, no meio desta confa-
sao e violencias.empreza que poder alaum hu-
mano ousana tentar. Ella contraria ao mesmo
tempo a boora de uma sociedade essencialmente
guerreira, e a selvagem energa'das paixoes des-
ses povos quo apenas comeg.m s sahir da bar-
baria. Appellando para a aboegago por amor
de Christo, a egreja nio s abraoda oscorages
mas determina a sociedade que se arme contra
seus propnos excessos. Impondo a todos a paz
e as treguas de Deus, introduzindo. por meio da
(avallara, o espirito de religiio, csridade e jus-
tiga na guerra, a egreja faz sahir a ordem dessa
mesma liberdade, que pareca somente prodozir
a desordem.
Pela paz e pelo trabalho, dividos ao espirito de
sacriticio, a Europa tem admiravelmente desen-
volvido sua prosperidade. Em vista do ponto de
aperfigoameoto a que tem chegado, na ordem
moral e material toroa-se-lhe d'ora avante im-
periosamente necessario, espalbar-se pelo ex-
terior, entrar em communicagio com os paizes
'onginquos do oriente, e trocar com elles os pro-
uclos de seu genio e industria. O progresso da
mluagao s pode continuar com esta eondigao.
Mas que empreza difflcil nio a de farer a
Europa eotrar em relagio ialima e habitual cora
o mundo oriental I Para isso conseguir neces-
sario uma conceniragio de forgas e um desen-
volvimeoto de poder material de que nao parece
capaz a sociedade. Ser a paixo da abenegacao
por um dos mais extraordinarios atlractivos que
amis exitoo, que executar, com uma rapidez
ncnvel, essa obra impossivel. Hecorre-se s
cruzadas, sob o imperio de um enlhusiasmo de
sacrificio e smor que toca ao delirio, e por meio
dellas brese um novo mundo a todas as expan-
ses da civilisago christaa.
O poder moral e material da sociedade chris-
la, prodigiosamente augmentado porj todas
essas cooqnistas da renuncia, s ter a temer
d'ora avante seus proprios successos.
(Continuar-se-ha.)
Qdeacias que me fez o meu amigo Walter: se
elle mentiu, enlo nao ha uma s palavra verda-
deira aa minha historia; mas se nao foi pura
jactancia da na parte, desafio que ahi tirem
urna s virgula sem alterar a verdade. Como la
dizendo, sabe-lo-nemos prximamente, porque
Walter, indeciso na direcgo que deve tomar aps
o rapto de sua dama, tem de escrever esta am
bilhetinho onde se lera somente uma palavra e
uma dala, a palavra indicar o lugar, e a dala o
lempo em que se devem encontrar. Talvez V.
Exc. se espante ouviodo to horriveis declara-
gea : a oulpa sua. Porque nao consenliu na
unio da pomba com o gavio, quando o gavio
oo tinha ainda unhas aem bico?
Se esse bilhete de que falla for da mesma
leltra da carta aoonyma, confesso que comejarei
a dar crdito em tudo quanto acaba de dizer. To-
dava parece-me sempre estraoho que Walter o
escolhesse por confidente I
Para explicar este facto vou declarar V.
Exc. o servigo que o meu velho amigo espera de
mim. Esse servigo s u poder-lhe-hta prestar, e
ellesaltou-me ao pescoeo quando me encontrou
a mim, seu antigo condiscpulo raettdo em se-
melhantes andrajos, que com muila razio julgou
corrompidos, mas nio pagou bastante para cor-
rompe-tos ainda mais em sea proveito. c Charo
amigo, me disse depois de cootar-toe toda a sua
historia para raelhoT captar o meu interesse, nSo
posso escrever minha adorada Thereza, em-
quanto seu marido e sua abominavel... Perde
se repito a palavra ; bem sabe que seu sobrinho
nao gosta muito de V. Exc...
Continuo.
< em quanto seu marido e sua abomi-
na vel lia persistirem em viga-la. Vae pedir um
abrigo em Seelisberg, onde os mendigos sao
sempre bem acolhidos; e quaodo l esti veres te
escrevarei...
Escrever-lhe I inlerrompeu a baroneza. Para
que, se o seobor nao tem olhos para ler I
E' justamente por isso mesmo. Annuncio
s pessoas desta casa que espero uuaa carta de
uma alma generosa, que prometteu-me soccor-
rer : e quando chegar a carta vou ter com mada-
ma Thereza, peen-1 be para ler dizendo-lhe aos
ouvidos algumas palavras mgicas: deixo o papel
em suas mos; e assim cumpro a mioha com-
missao. O passaro que se prepare para voar oo
sei aonde; quanto mim, gaobarei o mesquinho
salario que me prometteu o avaro sobrinho de
V. Exc, meu querido amigo. Eolio tudo islo nio
parece mui bem combinado ?
Estou bysmada I
Agora, como V. Etc. prometteu-me cem
francos para aervi-ls, isto tres vezes mais do
que seu sobrinho, oucj o que vou fazer, Eatre-

gar-lhe-hei a carta pedindo para a ler, e V. Exc.
tomar o partido que julgar conveniente. Gragas
Deus, conclu a mioha historia, e se V. Exc.
acompanhou bem as phrases incorrectas do meu
pensamento, deve estar plenamente edificada so-
bre os seotimontos de madama*hereza e de Wal-
ter de Seelorf; o que me permiltir dormir toda
a noite um somno socegado.
Est, pois, convenciooado que o Sr. me entre-
gar a carta que receber.
Sim, minha senhora ; e terei ento occasio
de lembrar-lhe a pequea graticaco que offere-
ceu ao mea zelo.
Deixe estar; ha de flear satisfeito comigo.
Adeus.
Desejo-lhe uma noite feliz, Sra. baroneza,
disse Francisco levantndose parasaada-la.
Apenas madama de Gootlieben atravessra o
corredor, onde o olhar do meodigo a acompanh-
ra pela porta entre-aberta, este dirigiu-se para a
sua cama dizendo :
Deitemo-nos : o primeiro acto da pega est
concluido; amaoha trataremos de negocios mais
serios. Esta pobre velha muilo fcil em acredi-
tar tudo : estimara ler de lutar com difficuldades
maiores.
Do sea lado madama de Gootlieben dizia reco-
Ihendo-se ao leito :
S eu serla capaz de fazer fallar esse mise-
ravel que por algumas pegas de ouro trahiu a
amizade. Como sao os homens odiosos I .. Com
que eoto, mioha chara sobrinha, assim que
Vmc. se decide aos partidos extremos! Que cor-
rupto, meu Deus 1 E dizer -se que fui eu quem
educou essa infieleu, Vernica deSeelerfl
Quaota vergonha por junto I Has tambem vou ser
viogada : o castigo pesar sobre essa mulher que
Qogia amar sua Qllia to lernamente... e quem
sabe? Magdalena talvez nao seja filha d'Arnold I
Todas ascreaturas criminosas sio assim : o amor
maternal para ellas um apparato que oppem
indignagio publica. Veremos I Veremos I
No seguinte dia Francisco procurou occasles
de eocontrar-se com Thereza d'Amstadt, e conse-
guiu inspirar essa nobre senhora uma piedade
lio sympathica que ella o tomou sob sua protec-
gio espeoial.
Por volta de quatro horas da tarde, quando eos-
tumava chegar o cerreio em Seelisberg pela se-
gunda vez todos os dias, a viuva e o mendigo,
esperavam-o j nocaminho, a primefra fingi-
do oceupar-se do estrago que o gelo oocasionara
as arvores, oaegundo mostrando fater-lhe com-
panhia por casualidade. <
Seremos mais felizes agora dp que pela
manha ? perguntou a baronesa. O crrelo ahi
vem.
| Teoha paciencia, senhora, respoadeu Keio,
i
ci
?AqUu Per,,adida de que Walter escrever : se nio
for hoje, ha de ser amanbia, ou depois de a ma-
nha ao mais tardar.
Por aqu, meu amigo, gritou a baroneza
para o estafeta. Traz alguma cousa para mim ?
Os jornaes de V. Exc, e mats nada. Trago
tambem uma carta para oSr.... Sr.... Francisco
Kein, hospedado em casa de madama a baroneza
de Gootlieben Seelorf. Nio coohego este senhor
accrescentou o homem do correio fechando a sua'
mala d oodc tirara a carta lio impacientemente
esperada.
Francisco Kein sou eu exclamou o men-
digo.
O Sr. ? perguntou o estafeta olhando alter-
nadamente para a viuva, e para o ceg.
E' verdade, confirmeu a baroneza ; este
pobre homem que se acha aboletado em mioha
casa.
E posso moslrar-lha o meu pasaaporte de
mendigo.
Basta, bom homem, basta; aqai lem a sua
carta.
Quanto lhe devo ?
Nada ; este um dos casos em que se deva
permittir o porte franco.
Obrigado. Ab I Sra. baroneza, se V Exc
me qutzesse fazer a estonia do ler o que conten
esta caria*.
De boa vontade. Pobre homem I
Eis uma correspondencia bem extravagan-
te I murmurara o estafeta retirando-se. E' a pri-
me. vez na minha vida que vj0 um mendigo
ceg e ambulante, roeeber cartaa fechadas com
sioele de brazes Se disser semelhante cousa. pin
me ho de acreditar. '
A baroneza viuva liaba aberto a carta com a
mo tremola.
Misericordia I exclamou ella. Agora posso
tudo acreditar: esta letra a mesma da carta ann-
nyma. r
E o que diz ella? perguntou Francisco.
Em Fluelen, esta noile ou manha 14 de
dezembro. '
O mendigo esteodeu o seu-chopu, no qeal a
barooeza jogou algumas pegas de ouro : e occul-
tando a carta no seio apressou-se a entrar eas
casa.
Segundo acto I murmuron Francisco Kein
sorrindo-se com amargura. E' horrivel I E alada
estamos na parle comlcn: o que ser quando che-
garmos tragedia 1
l Continuar-se-ha.\
PERN. TTP. DE.U. F, DE FABJA ?ILB0.186a.


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