Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09487


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Full Text
JMO mm HHRO 31.

9*
Por
Irw BMtHiaoU4t8
tres leus vencidf* 6JOO0
..
SEXTA FElBA 7 DE FEVEREIRO DE 1SC2.
Por anuo Paitado .9|00O
Port* fraiet fara t sibseriatar
PEMAMBICO.
E.NGARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Amonio Alexaodrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Sllra;
Aracaty, o Sr. A. de Lomos Braga; Geari o Sr.
1. Jos de Oliveira; Maraobio, o Sr. Joaqun:
Marques Rodrigue; Para, Justino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa.
PARTIDAS DOS GOB1EIOS.
Olinda lodos os dias as 9> heves do dia.
Iguarass, Goianna, e Parahyba nae segundas
sextas-feiras.
S. Antao, Becerros, Bonito, Ganiar, Altinho
e Garanhuns as tergas-feirai.
Pao d'Alho, Nazaretb. Limoeiro, Brejo, Pes-
qoeira, Ingenien, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex as quaitas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Fornsoso, Una, Barreiros
Agua Pret, Pimenteiras e Natal quintas feirss.
(Todos os eorreios partero as 10 horas da manhaa
EPUEMERIDES DO MEZ DE FEVEREIRO.
6 Quarto crescente as 5 horas e 30 mnalo!
manha.
14 La cheia aa 2 horas e 25 mina.tos da man.
21 Quarto mioguante as 11 horas e 46 minutos
da manba.
28 La ora as 2 horas e 8 minutos da manhaa.
PREAHAR DE 110JE.
Primeiro as 10 horas e 54 minutos da manhaa.
Segundo as 11 horas e 18 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
3 Segunda. S. Braz b. m. ; S. Odorio f.
4 Torga. S. Andr Corsino b. c; S. Gilberto.
5 Quera. S. gueda r.m.; S. Pedro Botista.
6 Quinta. As Chsgas de Christo; S. DorOtha.
7 Sexta. S. Romualdo ab. ; S. Ricardo rei.
8 Sabbado. S. Joao da Malta fundador.
9 Domingo. S. Apollonla r.m.; S. Ansberto b.
AUDIENCIAS DOS TBIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Belago: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 borss.
Juizo do commercio : segundas ao meio dia.
Dito de orphlos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira rara do civel: tercas e sextas ao meio
dia. i
Segunda rara do cirel: quartas e sabbados 1
hora da tarde.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Falcie Din Baa4*
o Sr. Jos Martina Aires Rio de Janeiro Sr*
Joao Pereira Martios. '
EM PERNAMBDCO.
Os propretarios do pumo Manoel f iguef roe da
Faria & Filho, na sea Imana praca 4a Indepen-
dencia ns. 6 e 8.
-*-
uito quer ludo perde. O eclypse do sol que as-
signalou o ultimo dis daquelle annod lugar a
urna verdadeira salyra. O sol da liberdade co-
aegaodo brillante e radioso a Moto de querer
submergir ludo qoanto era traaosacabou por
aavolver-se as sombras.
Os fructos, que deva elle amadurecer, aborta-
ran? A uoidade allema hoja mais que nunca
Filiaron), escre-
PMTE OFFICUL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Copia. 4' aeccao. Palacio do governo de Per-
nambuco, 5 de fevereiro de 1862
O presidente da provincia usando da ficuidada
que Ihe contera o 2 do art. 24 da tei de 12 da p ie-se ter como um sonho.
agosto de 1834, resolre adiar a abertura da aa- I verana, e bradaram por urna armada que fosse
sembla legislativa provincial para o dia primei- 'inteirameole allema ; mas o re da Prussia, que
ro de abril do correte anno, e manda qne neste deveria ser o porta-estandarte do novo imperio,
sentido se fecam as precisas conmunicagoes. matosa T, que robusteca em todos os coracoes,
Antonio M. Nunes Googalves.Conforme, Anto- com as suas preflssoes de f legitimistas, e a Prus-
nio Leite de Pinho. sia mesma treme agora por sua liberdade.
Na Austria Mr. de Schmerliog e a sua consli-
luigo liberal vo sendo batidos pelos ullramon-
Expediente do dia 4 de fevereiro taos e absolutista.
de 1869 A Italia nao tem tido melhor sorte : suspenso
Officio aD brrgadeiro commandante das armas. seu v&o e a sua conatituigo deflnitiva pela
Avista do que V. Exc. expoz em sua informa- gurnigo franceza de Roma, e pelo famoso qua-
cao, datada de 3 do correle, concedi por despa- drilalero de Verona, acha-se a bracos com todas
cbo de hoje mais um mez de licenca ao soldado i a* tnquielagoes, com todas as crises proprias de
do quarto^aajnlhao de artilharia ap Amaro Fran- um estado no seu cotneco. Amorte do conde
cisco de MWa para tratar de sua saude. de Cavour, perda na verdade irreparavel, nao
Dito ao mesmo. Queira V. Exc. expedir as! ameoisou, nem tambera aggravou a situacao que
suas ordena para que as 4 horas da tarde de hoje I seria a mesma sem elle, como sem Ricasoli. Nao
esteja posta em frente do caes 22 de Novembro possuiodo urna capitala Italia busca em vo um
urna guarda com baodeira e msica, aim de fa-| ponto de apoio ; e a seu pesar ei-la na necessi-

queocia dos quaes escreveu urna carta um pouco
grosseira ao ministro respectivo. Esteofieodl-
dorevoga a citada determinacao real, publica
urna outra declarando aquello nfflrial ajo tiaen
nibilidade, e iplimando-lhe sardas dequanto
antes seguir paca a guaroigiode Veste.
Mr. Hayez recusa sob o pretextaba, quo nao
mais soldado: porm o bario Chasal, atienden-
do somonte aoseuresseotimeoto, manda-o pren-
der no corpo, e conduzir a Diest pelos gendar-
mens. Consegoiado a sua soltura Mr. Hayez de
novo volla a Antuerpia, ealli outra vez preso,
e encancerado em Diest. Foi da sua priso que
o coronel iovocou a interveoco da cmara.
A cmara, exigindo do ministro esclarecimien-
tos tendentes a este negocio, que comeciv
j.a. interessar a opinio publica, consagran
tres dias para a discusso delle. Nunca as-
sisti a debates mais ardeotes e calorosos. Aa.
tribunas estavam cheias: cada qual senta qde
all havia ara principio a zelar da iuviolabidede
docidado. Aindaque all nem mesmo se-aro-
curasse derribar o miuistro da guerra, todava
houve um momento em que pireceu que ste e
todo o ministerio cahiria.
O ministro austenlava que Mr. Hayez era an-
da militar em servico, apezarda determinacao
real que o admellia a appresentar os seus direi-
los reforma, eque marcava a data de 19 de
zer as honrasdo eslylo ao Exm. ex-presidente da : dado de beijar a mo, que Ihe arrebatou Nisa e I junho para enlrr na percebcSo da respectiva
provincia do Maraoho, Francisco Primo de Sou- i Saboia, e que de novo estende os seus dedos
za Aguiar, que segu.para a corte no vapor Pa- aduncos para apoderar-se da Sardenha. Entre-
ran, providenciando V. Exc. ao mesmo lempo tanto a Italia existe, o que j muito I Com o
para que a fortaleza do Brum de a salva do eos- i tempo e o patriotismo ardenre que do provas os
turne a hora em que o mesmo vapor demandar a
barra.
Dito ao iaspoctor da thesouraria de fazenda.
Pars os convenientes exames transmitid V. S.
a copia da acta do cooselho administrativo do
seus estadistas, talvez comsiga desembaragar-se
da influencia que pesa sobre ella.
A Franca sabe hoje quaoto Ihe custa a gloria e
o brilho do seu segundo imperio. A nomeago
de Fould e a reforma linanceira, consequencia
arsenal de guerra, datado de 29 de Janeiro ul- dessa oomeacaoforana boas medidas, nao ha
timo. duvida ; porm a imprensa contina a ser oppri-
Dito ao mesmo.Deferindo o incluso requer- m'Ja cor urna maneira indigna; e o excedente
ment do capito Joaquim Francisco de Oliveira, I P.T0 francez ;oem se commove, porque Napo-
que destaca para a villa do Buique, auleriso V.' 'e^o IH j o adoptou a si; ao contrarioei-lo aos
S. a mandar pagar ao procurador dosupplicante eus 's, applaudiodo o espectculo, que Ihe elle
nesta cidade o sold de sua patente que este con- di, das visitas reaes, e vendo com os oihos quasi
signa para sustento da respectiva familia. fechados um horaem de estado succeder a outro,
Dito ao mesmo Recomend V. S. que em ; um systema a outro syslema, que anda na ves-
es
o-
-a
vista da incluza conla em duplcala que mo foi
remettida pelo director das obras militares com
officio de hontem sob n. 21 mande pagar a Jos
pera e
Oao
lempos
ra bom
de 1;
s\nder
de 1861 Irouxe tambera para o Cesar dos
odernos as suas humilhagoes pouco se-
Pereira de Alcntara do'' quanti'a de 74*400 cretas. Aatentativa, que este fez para com o rei
res, despendida cora os concerios por elle felos u-1 Prussia 'em Compiegoeofferecendo-lhe na
nos corpos das gurdas da alfaodega, palacio da Allemanha um papel igual ao de Vctor Emma-
presideocii a tnasouro.Communicou-se ao di- nuel na Italiafoi mallograda ; depois viu-se
obriga Jo, a vista da atltude enrgica da Inglater-
ra, a retirar o seu corpo de expedirlo da Syria,
rector das obras militares.
Dito ao mesmo.De conformidade com o aviso
do ministerio do imperio datado de 7 de Janeiro
ultimo, autoriso V. S. a mandar.pagar a quan-
tia de 23*800 reis em que, segundo a folha junta
em duplcala, importam os vencimentos do eo-
carregado das enfermaras estabelectdas no arse-
nal de marinha pira tratamenlo das pessoas in-
digentes que forera accommeltidas do cholera-
morbus na freguezia do Recife, sendo esses ven-
cimentos relativos ao mez de Janeiro ultimo.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.De-
ouJe quera tomar p a seu gosto ; e mesmo com
a Suissa nao sah'o-se bem as querellas que pro-
vocou sobre o valle da Dappes. Mas Napoleo III
tem sobre seu lio a vantagem de dar-se maravi-
llosamente com os movimentos de retirada: l?m
sangue fri Com quanto nao leime, todava
nunca abandona os seus projectos ; adia-os e es-
pera ; at que, chegado o momento proprio
execuQo desses projectos tongamente meditados,
e laboriosamente dispostos, reveste-seda mesma
ferindo o requerimeoto do carpiuteiro Jote Mar- energa de vontado e coragem fatdica de Napo-
tins Mario, sobre que V. S. iofotmou em officio "* I.
de 31 de Janeiro ultimo, o autoriso a contratar! Quem sabe se agorV'mesmo nao exulta elle por
com o capitaoou consignatario de algum dos na- i ver approximar-se a hora favoravel sos seus pa-
vios destinados a cidade do Porto, o transporte do \ nos os mais queridos i Os dados eslo lanada
supplicanta em lugar de proa, visto que ja fina- I alera do Atlntico : ou Mrs. Masson e Seidell
lisou o seu contrato. j acham-se j em liberdade e em camioho para a
Dito ao director do arsenal de guerra.Fa5a Inglaterra, ou o embaixador lord Lyons esl de
Vmc. substituir pela africana Rosa, como indi- ] posse dos seus passaportes.
cou em sua ioformaso de 3 do correte a de no-1 Nao ha expressOes que possam deserever a cu-
me Germana que se retirou com a filha do reco- | riosidade anhelante, a ioquieiaro e impaciencia
lhimeoto da villa de Iguarass, e acha-se nesse
arsenal.Communicou-se regente.
Dito cmara municipal de S. Bento. Intei-
rado do que rae comraunicou cmara munici-
pal da villa de S. Bento, em seu officio de 25 de
Janeiro ultimo, tenho a dizer-lhe que opporluna-
mente ser attendida a roquisic.o conlida no ci-
tado officio, coovindo que a mesma cmara com
esta presidencia
Com que o mundo poltico o industrial espera a
' noticia que vai decidir da paz ou da guerra geral.
| Os governos na Allemanha, na Blgica e na
Russia nao sao os menos inquietos : assim espe-
i ra-se feralmente que a presenta do rei Leopoldo
: na Inglaterra nao deixar de exercer urna influen-
j cia conciliadora, para a qual j tem disposto os
espirilos oinfortunio nacional qne acaba de fe-
do principe
munique a esta presidencia o que occorrer a cer- rir aquella nacaoisto a mor'te
ca da epidemia reinante logo que ella se desen- i Alberto.
JnZ !f T ?im -, a a i Em C0QcIu"<> curto esbo?o que fuemos do
Dito ao Dr. Alcebisdes Jos de Azevedo Pedra anno de 1861, pode-se com certeza dizer que no
medico em commissao em Timbauba. Congratu- I seu decurso operou-se um verdadeiro trabalho de
*SfSmSiLZP***!* V^-.da6B,.,,6?.0* >" Na Italia a revoluto religiosa den
lieio de 30 de Janeiro ultimo, de ter declinado a : as mos revolucao catholica
epidemia reinante nesse dislricto, tenho a dizer- ral nao o nico smeacado
que deve Vmc. seguir quaoto antes para '
a prestar os seus ser-
lhes
Goianaa, onde continuar
vicos.
Portarla.Os Srs. agentes da companhia bra-
sileira de paquetes vapor, mandem dar trans-
porte para a corte por conla do ministerio da
guerra no vapor Parorf, as 10 prafias da pret
mencionadas na relago por copia inclusa.Com-
municou-se ao commandante das armas.
Dita.O presidente da provincia resolve no-
mear, de conformidade com o art. 2o do decreto
n. 426 do 24 de jaiba de 1845, o capito Joaquim
Francisco de Oliveira para o lugar de director dos
indios da aldea do Panema na comarca de Ga-
ranhuns.
Despachos do dia 4 de fevereiro.
Requtrimtntot.
Antonio Jos de Souza.Informe o Sr. inspec-
tor do arsenal de marinha.
Amaro Francisco de Moura.Como requer.
Antonio Soarea de Carvalho. Informe o Sr.
inspector do arsenal de marinha e das obras em
xnelhoramento do porto.
Joaquim Ferreira d'Araujo Guimares.Volle
ao Sr, inspector da thesouraria provincial.
Dr. Jos Joaquim de Souza.Passe portara
concedendo a licenca pedida.
Jos Martios Mario.Dirija-se ao inspector do
arsenal de marinha.
Padre Jos Porfirio Gomes.Informe i carna-
za municipal do Rio Formozo.
Joaquioa Patricia do Sacramento.Ioforme o
Sr. Dr. ebefe de polica.
Manoel Joaquim Ribeiro.Volte ao Sr inspec-
tor da thesouraria provincial.
Narciso Duperron e outros.Informe o Sr. di-
rector geral da iostruco publica.
Pedro Baplisla de Santa Rosa.Informe di-
rectora do theatro de Santa Isabel.
Secretaria do governo de Pernambuco, 4 de
fevereiro de 1862.
Pela secretaria do governo se communica aos
Srs. Francisco de Paula Leite, Joio Valeriano
Pessoa de Lacerda e Agoslinho Ferreira da Sil-
va, que achando-se competentemente informadas
as suas peticoes, hajam de solicita-las na mesma
reparlicio para-pagarem o competente porte, afim
de segurem seus destinos.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Braxellas de Janeiro de 1861
O anno de 1862 nao comega rsonho : a ver-lhe
no semblante estampados a inquietado e os cui-
dados, dir-se-haque lastima nao poder decli-
nar da heranca que ihe deixou oseu predecessor,
ou pelo menos aceila-la sem o beneficio de inven-
tario.
1861 prometteu muito e aadaden e bem se
tne pode applicar o anligo adagio que diz : Quem
o papado tempo-
A Hungra e a Po-
lonia, e com ellas as ragas slavas, agitam-se con-
tra os governos austraco e russo. A Porta Ol-
tomana est mais enferma do que nunca, e de-
compe-se a oihos vistos.
Em summa, excepto das nacoes do Occiden-
te, toda a Europa acha-so n'uma crise formida-
vel : e como se oso fosse bastaote todo esse
abalo do velho mundoeis que tambem urna das
mais novas das nacoes civilisadasa democracia
americanaextorce-se as mesmas convulses
que atormenlam o nosso continente I
Someote a Blgica nao tem visto asna estrella
empall ecendo no meio dos furaces que bramem
por toda a parte. Para ella o anno foi propicio;
pois que s tem a lamentar o recente desastre
havido na Antuerpia, isto o incendio dos ar-
mazens que custou a vida muita gente, e con-
sumi soramas extraordinarias : mas esse um
desasir bem pequeo a vala das crises e das do-
res que alligem os outros povos.
A Blgica oflerece ,ao mundo o admira ve I
exemplo do rgimen constitucional sincersmente
pratcado, e de um povo que soube elevar-se
altura das suas wstiluices, tornando se digno
deltas. Quer isto dizer que vivamos satisfeitos,
e que a luta poltica teoha adormecido ? Muito
pelo contrario.
O mez passado quasi que ia sendo funesto pa-
ra o ministerio Rog.er-Trere, e na sesso actual
agtou-se j urna polmica quepoderia ler occa-
sianado a crise. As nossas crises, porm, mu-
danzas e lutaseleitoraes, assim como parlamen-
tares, reeshera sempre sobre os principios e so-
bre os homens, e nunca atacam nem de leve a
realeza, essa arca santa que garante a coostitui-
gao e liberdade, auxiliada pela representaco na-
cional.
A liberdade, a constituido e a realezaesses
tres genios s quem devenios a prosperidade dos
nossos campos e cidades, em quaoto que por ahi
alm lavram a miseria, as crises Ooanceiras, po-
lticas e iodustriaesesses tres genios esto ci-
ma de toda e qualquer consideraco de partidos,
e nenhura gabinetecalholico ou liberalatre-
ver-se-hia a tocar-lhes sem snscitar contra si
urna tempestado que o derribara antes da execo-
ro dos seus projectos liberticidas.
Como lodosos pernos verdaderamente livrs
a Blgica muito ciosa de sua liberdade, e direi
mesmo, muito desconfiada. Temos urna pro-
va na questao Uayez de que se trata ltima-
mente.
No diaimmediato queeem que foi apresen-
lado o projecto de resposta 4 falla falla do (hro-
oo, a vista do qual a maioria liberal por urna
votacao unaoime manifesta a sua adheso ao mi-
nisterio, o lugar-teoente-coronel Hayez dirige
urna peticao a cmara, reclamando contra a pri-
so illegal e arbitraria, porque o fez passar o
ministro da goerra.
O coronel Hayez por determinacao real do
mez de fevereiro do anno passado foi admittido
mostrar os direitos que pndesse ter a sua re-
forma ; mas entrando em qoestio'com a repar-
licao da goerra sobre o quantilativo da sus pen-
so, urgiram-lne dahi embancas, em conse-
pensao
Os oradores da extrema esquadra Mr. Soblel o
Mr. deGottal atacaram vivamente a opinio do
ministro. .
Os nimos j se iam irritando a tal ponto que a
dlreita peniou n'uma fuso com a extrema es-
querda no intuito de derribar o mioislerio.
Foi eoto que o baro Chasal aproveitaodo-se
de urna indicado de Mr. Ortz submetleu o pro-
cesso ao alio tribunal militar ao qual compele
agora decidir em primeiro lugar, e de ois ao
tribunal de cassagose Mr. Hayez ou nao
anda militar em servico activo. Eotretanto a
cmara adiou a discusso at a decisSo Goal dos
dous tnbunaes.
A cjuestao tem de subir na semana prxima
ao alto tribunal militar, que j de antemo
mandn por Mr. Hayez em liberdade provisoria-
mente. .
Tenha, porm, ella a deciso que tiver, creio
poder de agora assegurar que o ministro da guer-
ra se.abalar no futuro de platicar actos arbitra-
rios como este, que de mais a mais deve ter-lhe
causado bem humiliacdes, de que se ressentir
por muito lempo ; nao {fallando da quebra que
tal incidente trouxe ao gabinete na opinio pu-
blica. ;
Alem desle fado, ao so me offerece actual-
mente alguma outra noticia poltica para dar. O
rei Leopoldo est na Inglaterra junto raioha
Victoria, bastante desolada : escamaras por con-
seguinte eslo (fechadas.
Voltaodo a fados que nao deixam de ter a sua
apparenca poltica, noticiamos que a Revista de
Bruxellas de 1861 vai oblendo seas successos
collossaes com as suas scenas cmicas e diverti-
das. Nao ha quem nao concorra a ella para ver
os nossos homeos polticos, que sao representa-
dos com semelhanca tal, que ningaem pode eo-
ganar-so.
Ora o ministro da juslica Mr. Teach perse-
guido por Mistriau, o ex-escrivo por elle do-
miui'jo, a escollado do gendarmo, suena esta
que produzio grande offeito em Osteode. Ora
o baro Chasal conduzindo s costas urna pega
de arlilharia pruasiana, e nao querendo seguir.
Ora o burgomestre de Bruxellas Mr. Fontaines,
veixado por causa]dos movimeotosda capital que
esto por acabar, e recorrendo a um emprsti-
to que Ihe recusado pelo ministro do inte-
rior MC Vandea Pereboom, vestido em trajes de
bombiiio.
EmQm a salyra nao poupa pessoas nem cousas :
a guarda cvica com as suas espingardas joga-
das para um lado all tem figura do em compa-
nhia dos nossos marinheiros mettidos em navios
fra d'agua. As palavras e ditos espirituosos
abundam ahi, mas sem que pessoa alguma se
mostr com isto offendida. Em outras parles
Berlim, por exemplonao seriam admittidas
semelhaoles represeotacoes : entre- nos, porm,
aquelles mesmos que sao satyrisados emscena,
sao os primeiros tambem que riem-se com mais
rociada.
Mr. Rogier, mioistro dos estrangeiros, assistio
primeira representaco, onde era elle sstyrisa-
do com urna seraelhanga completa. Eu o vi ap-
plaudiodo !E' um hornera espirituoso, diziam
a meu lado, alem de que um perfeito esta-
dista.
P. S.Uizem que o rei Leopoldo acha-se en-
fermo na Inglaterra. O nuncio do papa nova-
mente nomeado, monsenhor Mecisldo Ledocho-
niski, asceblspo de Thebas e prelado domestico
de sua sanlidade, acaba de chegar Bruxellas, e
logo no primeiro dia visitou o mioistro Rogier,
que apresentou-se em retribuir-lhe. Daqui se
v que o reconhecimenlo da Italia nao nos poz
em desarmonia com a saola s,como a direita ca-
tholica da cmara o prophelisou na discusso da
resposta falla do Ib roo.
O Echo do Parlamento, jornal officioso do mi-
nisterio, acaba do comprar por 270,000 francos
a propriedade do Echo de Bruxellas, pequeo
jornal quolidiano que conta 12,000 assignanles O
governo sent a necessidade de angariar a opi-
nio publica vista da opposicao que Ihe faz o
partido catholico.
Na minha prxima missiva provavel que pos-
sa annunciar as phases ds luta, que se empenhar
no senado cootrs o gabinete liberal, e que oche-
fe do partido clerical o senador conde de An-
nellian deixou positivamente entrever-ae.
Esperamos que a paz geral nos deixeo tempo
oecessario para seguir de perto as peripecias des-
sa balalha entre os liberaes e os carholicos.
Pelo menos nella nao havero morios nem fe-
ridos I
pelos infortunios succedidos a algumas familias
reaes. Espero que o novo anno ser mais pros-
pero j>ara os principes, e para os povos.
Esta resposta. lacnica aprsenla um caraeter
todo pacifico e conservador. Nao se deve ter em
coota de um simples desejo a esperanza que olla
encerra ; por quaoto baseada ni cooheciment
das coasas ; e cumpre dahi tirar bom agooro
pecialrnente para a mais grave questo, e de
das a mais urgente, isto o conflicto entre
Inglaterra os Estados-Unidos, nao fallando
dos uegocioe*da Italia e do Oriente.
Se bem <|ue nao devam ser tomadas no Seu
sentido mais restricto as palavras, que commen-
~os, todava nao toreamos muito a sua inDr-
etacoconcitando dellas que os dados acto es
i poltica arredam a perspectiva do maioes
complicaces. Parece porem difficil de interp
la-las no sentido do stato quo : a oceupacilo
Roma nao urna soIucSo.
O imperador dirigi tambem algumas palav
ao senado, ao corpo legislativo, e ao clero
este ultimo fe-lo em termos bem pronuncia os
sobre a separagao do temporal e do espirito al.
Eis como se exprimi : Sou bastaote seosi re
s preces que dirigs so cu pela imperatriz,
mim, e por meu filho. O clero francez to e
nente por sua piedade e virtudes, que compo-
nen ieque se deve dar a Deus o que ^de Deiis,
e a Cesar o que de Cesarpode contar con a
mioha proteegao e vivas sympathiss.
Ao senado e ao corpo legislativo falln das
centes mudangas constiluciooaes e da perfecti
lidade do pacto fundamental.
lior
ni-
Seria conreffeito para desejar que as nossas
ioslituices fossem mais perfeitas sob alguna p >n
tos de vista. A impreosa coolina a ser singu-
larmente maltratada pelo ministro do interior.
O Amigo da Religio soffreu urna adverter.cia
por ter dito que o governo imperial arapesse
o Jornal dos Debates foi igualmente adver ido
por sustentar que o mesmo governo pessoal.
Eis por conseguate os jornaes em maiores em-
barazos do que nunes, e coustraogtdissimos si pe-
sar as suas palavras e pensamentos. h' muito
perigoso emillir agora urna opinio qualquer so-
bre o carcter do governo. O melhor ser nada
dizer-se a respeito de assumplo to melindroso,
posto que o silencio nao seja o meio mais Ide-
qnsdo de dar aconhecer ao publico a inte.licen-
cia e o espirito das insltuigoes que regem a Fran-
ca. De mais, com quaoto um regime nao poBsa,
nem deva resumir-se n'uma personalidadelpor
mais poderosa que esta seja, com ludo os poneos i
homeos de valor, que anda restara empuntan-
do a penna, vo desanimar, e abandonar a ua
grandiosa misso, por isso que se torna ella in-
possivel.
Por deliberarlo do ministro da iostruegao pu-
blica foi organisada urna commissao para o i m
de rever o Codex ou pharmacopea franceza publi-
cada om 1837 pelo governo, e de preparar u na
nova edigflo dessa oora regulamentaria.
Um decreto publicado sob proposla do rain
tro d'eslado encarrega a urna commissao de re
lar a propriedade Iliteraria, pelo menos to d
aa de ioteresse como a pharma,cia, e que
tambem da poasuir o seu cdigo. O decreto
caraaga da redaccao do cdigo a viole e
membros da commissao, eujos esludos e talentos
podertam aproveitar-se melhor. A propried
luterana no exterior nao poda passar sem ceijtas
Rarantias, e estas esto j estipuladas nos trajta-
s-
u-
t'
br
i n-
ito
cao de um acto qus nada tem de religioso nem
de poltico.
Em Turim as cousas contiouam no mesmo es-
tado.
Difficil se torna respooder a estas duas per-
gunlas : Porque razio Mr. Ricasoli quer rodear-
se de novos collegas? Porque razo Mr. Ratazzl
pedio, e depois nao quiz aceitar, a sua demisso
de presidente da cmara ?
Existe no movimento italiano desde o seu co-
meco um equivoco singular : a revolucao foi fal-
la pelo governo em nome do povo ; foi feita no
interesse immediato da casa da Saboia pelo io-
teresse ulterior das populares. O programma
dessa revolugo, uoidade italiana, de ha muito
concebido pelos republicanos foi executado pelos
conservadores monarchistas
Seraelhante ambiguidade original da situacao
se acha necesariamente eslampada nos diversos
caracteres que esta aprsenla, e alera deludo se
maoifesta de urna maneira positiva no espirito
geral da assembla ; que tem sido a expresso
soberana da mesma siiuac&o. A direila desco-
nhece e nega formalmente que haja urna revolu-
go ; a esquerda se julga ao contrario em revo-
lugo permanente : e como arabas teem razo,
bem evidente que nuica cheguem a entender-se.
Nessadesintelligencis perpetua que se deve
ir bascara chave da crise actual. Mr. deCavour,
espirito de rpidas evolugoes anda mais que de
coocepgdes elevadas, dirigi a manobra com mui-
ta hab lid ad 9 por entre as veredas espinhosas e
opioies divergentes. Revistido de urna especia
de dictadura moral, cujo poder se baseava si-
multneamente no seu talento e na juventude
dos partidos, sabia ao menos em certa medida
salisfizer s aspiragoes revolucionarias, co_ -
temporissndo ao mesmo tempo com as suscepti-
bilidades do partilo conservador.
Mr. Ricasoli, espirito ioflexivel e arrogante,
nao possue as mesmas habilidades; e quando
mesmo as possue, a resisiencia crescente dos
partidos que, apesar dos desmandos de alguns
Individuos, procurara, e exforgam-se por cons-
lituir-se, tornara o successo mais difficil. Fran-
cameota resolvido a continuar a obra encelada
por Mr. de Cavour, mas nao sabendo manejar os
fados e angariar os espirilos, chegou infelizmen-
te a fortificar a contradicho, e louge de cons-
tiluir-se o elo de uoio entro as duas tenden-
cias, tornou-se ao contrario o obstculo que as
separa Eis qual o segredo de seu isolamento.
Em tal situacao convinha que Mr. Ricasoli dei-
xasse o ministerio : entretanto continua acn
servarse nelle, nao por urna ra e mesquioha
arabirao, o que nao ha urna s pessoa que se
atreva a dizer, confessemo3 para gloria sua. Cin-
serva-se, por que orgulhoso como um senhor
feudal presume de si mesmo mais do que de
quilquer outro ; porque suppe que outro mi-
nisterio, sabido da maioria, abandonara ou pelo
meaos proseguira mui fracamente o program-
ma da uoiQcaQo italiana.
Porm ao mesmo tempo nao "pode deixar de
recoohee^r que lem necessidade de ligar-ae
alguem que Ihe offereca um apolo as sympa-
thiss parlamentares. is aqu porque Ricasoli
busca mudar de collegas. E porque nao tem
achadooutroa? Isto explica-se {anda pela mas-
m* causa, a ambigui Jade di situic&o.
Como ministro constitucional ho pule esco-
Iher na minora ; ora a minora, com quanto
desconfe do ministro aristcrata por instjnctos e
tradigoes, todava a nica que resoluta a im
dos ioleroaoionaes : no interior o cdigo protec- mediatamente aquillo que elle tambem querj-iato
lado pie por um feliz e raro prelegio corn^or-
se de ura artigo nico, a que o espirituoso Al-
phoose Karr de ha muito deu o chistoso Ululo de
A propriedade Iliteraria urna propriedade I
E' certo que o estado das latirs nao foi em
tempo algum mais digno de ioteresse : nem urna
s obra original 1 Nem um talento verdadeira-
, a uoidade italiana. A maioria pelo contrario
espantada com as difficuldades interioras pensa
que esjasse deve prover, autes de se atrar a
novas eventualidades. J o penoso extorco com
que se opera a agglomerago nacional tem feito
reviver n'urn certo numero de espirito a antiga
idea de um teino da Alta Italia, o pelo menos da
mente viril I Nem um genio robusto 1 E porjisso separagao do regime poltico entre as provincias
devemos dizer que os desejos e tentativas do go- do norte e as do sul.
verno neste ponto sao na verdade louvaiei,
mas julgamos que um pouco de liberdade lena
mais aproveitavel s lellras do que muilos reg-
lamenos ; e os Iliteratos dar-se-biam por bem
felires encontrando nos relatorios de Mr. Wa-
lenski os sigoaes de sympalhia sincera, e nnbres
preoecupagoes.
Em toda esta quiozena esperou-se com inquie-
lago e anciedade febril a resposta do gabinete de
Washington ao ultimtum ioglez. As prirpeiras
noticias chegaram-nos um pouco mais taide do
que se esperara, mas Irouxerem um carcter
apparentemente pacifico. Devia-se esperar da
parte do goveroo Americano urna respos a que
teatemunhasse disposiges conciliadoras, s m ser
todava a pura e simples acceilago do ultinatum
britannico.
No espago decorrido de 18 de dezembro, dia
em que foi recebido em Washington o ultimtum,
22 do mesmo mez, dia em que foram expedi-
das as ultimas noticias do continente americano
para a Europa, nao deixarsm de ser amigareis as
relacoes entre lord Lyons e Mr. Seward; as suas
entrevistas apresentarara sempre o mesmo carc-
ter de polidez. Nao linham anda sido rjemelli-
dos officialmente os despachos ioglezes.
Dahi resulta com evidencia que Mr.fSeward
Quanto a Mr. Ratazzi, a ambiguidade da si-
luago pesa tambem sobre elle : pouco sympa.-
thico minora, por que coostitue a ultima re-
serva do partido moderado ; e a maioria acha-o
maiscomproroetiilo do que Ricasoli, e do que
este mais disposto a entender-se com Cialdiai e
Garibaldi, entreganio-se aos bragos da poltica
de acgo immediata. Por conseguate Mr. Ri-
tazzi nao teria na cmara mais do que um apoio
cheio de promessas, iocertas : elle bem que o
sent, e eis o segredo da sua conducta.
Taes sao em resumo as principaes causas dessa
agitago confusa, que lavra na Italia, e que de
iouge bem difficil de conceber-se. Pode-se
portaoto coocluir que nada mudar na falsa si-
tuago daquelle reino, quando depois de muitas
manobras contar elle demals lguns ministros
deraissionarios, o alguns ministros titulares.
Parece que as circumstancias actuaea em
lugar de proceder-se mudanga de gabinetes,
conviria antes Italia, em quanto nao chegam
melhores lempos, organissr-se como poder as
cundicgdes defeituosas, em que se acha, e que
nao est ao seu alcance modificar era face do abso-
luto mutismo da diplomacia.
Dizem que n'um cooselho dos ministros tra-
tqu-se de por um presente crise por meio de
nflo respondeu com urna recusa s primeirascon- dissolugo do parlamenlQ. Tambem nao acha-
ferencias officiosas de lord Lyons, e mais pela
reserva e moderago que tem guardado o mesmo
lord Lyoos em suas iostrueges.
Resulta tambem que as preiumpgei sejsm a
favor da paz, com quanto nflo possi ha Ver cene-
mos que seja rasoavel seraelhante proposta, e
ter-se ella dado, como dizem, e nem que possa
trazer felizes resultados.
O rei responden Jo depuagao parlamentar,que
o foi felicitar no comego do novo anno, disse
xa. ^ Taes sao as impresses causadas na Europa, j que tioha conQaoga na unio da corda com o
Pars 7 de Janeiro de 1862.
O anno de 1862, no qual vos reiteramos, meu
charo correspondente, a sincera expresso dos
nossos votos e sympathias, comega para a velho
Europa carregado da grave e pesada heranga da
seu antecessor1861: pendencia anglo-america-
na, negocios italianos, questdes allemes, pro-
blemas do Orieote anda nao resolvidos. Quan-
tas com plicages 1
Todos os annos as palavras de Napoleo III no
1 de Janeiro sao esperadas anciosamente desde
aquelle anno em que foram ellas precursoras da
guerra, que rebentou na Italia.
Desta vez por occasio da recepgo official no
palacio das Tulherias o conde Kisseleff, embaixa-
dor da Russia, eo mais anligo dos embaixado-
res, por achar-se ausente M. Cowley, pateoteou
nestes termos os votos dirigidos ao imperador pe-
lo corpo diplomtico:
f Sire, os membros do corpo diplomtico aqui
reunidos teem a honra de dirigir vossa mages-
lade, por meu-intermedio, a expresso de suas
respeitosas homenagens por occasio da entrada
ga-se feliz todas as vezes que pode renovar os
seus votos pela felicidade de vossa magestade
imperial, e de sua augusta familia.
O imperador respondeu: O anno que findou
foi bastante funesto, nao s pelas commogoes que
rebenlaram em diversos pontos, como tambem
E' tsoto provavel urna resposta da parte do ga
bnete de Washington no sentido cohciliador,
quanto certo que se acha elle entre dous esco-
Ihos: se se pronunciar pela guerra assnmir ter-
rivel respoosabilidade; se pela paz, [da forma
por que a querem os Ioglezes, perder toda a po-
pularidade que lem ganho.
O despacho dirigido por Mr. Thouvene!, nosso
ministro dos negocios extraogelros, ao represen-
tante da Fraoga em Washington foi recebido com
enthusiasmo polos orgos da imprensa ingleza.
Entendemos porem que esse enthusiasmo foi um
pouco prematuro ; por que Mr. Tboorenel cen-
surando a conducta do commandante americano
por ter aggredido um navio com o navilho in-
glez [o pavilho o mais compromeltido n'um
exercicio secular do/pretendido direio de visita,
captura etc. para com outros pavilbaes neutros),
apresentou como base das suas reclamagoes o in-
teresse geral esegurangadas oages njeutras, nao
annunciando projecto algum de intervengo a fa-
vor da Inglaterra ou do sul da America, antes
exprimindo-se em termos to amigarais para com
os Estados-Unidos, como para com a Gra-Bre-
tanha, e restrictamente cingindo-se al papel, que
Ihe convem, de perfeita neutralidadei
Roma continua a ser o centro dos bandos reac-
cionarios. Mr. de La Valette, novo embaixador
da Fraoga, representou a Francisco II que seria
melhor que se elle retirasse por em quaoto afim
delirar toda a respoosabilidade de cima da Fran-
ge, do governo pontificio, e delle proprio.
Francisco II respondeu ao embaixador francez
que estava em Roma as suas proprias (erras,
como proprietario, e tambem como subdito do
do novo anno. O corpo diplomtico, Sire, juM apa ; queniogem tinba o direito de ir pertur-
bado nessa posigo, a nao ser o mesmo papa.
Eis o que bem cathegorico I 1
No 1 Janeiro Mr. de Goyon apresentou-se ao
papa com os seus officiaes. Saa santjdade de-
clarou que contara com a preaeoga dos soldados
francezes era Roma para impedir < a coosuam-
povo, a que seria sempre dedicado; e se por mo-
tivos, que ninguem desconbece, a causa italiana
nao podera dar um passo g'gmtesco no anno
anterior, esperava porm que o novo anno ser-
lhe-hia mais favoravel.
A Allemanha achou-se tob urna forte impres-
so motivada pelo discurso do rei da Prussia por
occasio da inaugurago de urna igreja lutherta-
na construida em Letylingen.
Guilherme I nao occullou o grande desconten-
taraento que Ihe havia causado e resultado das
eleiges na Prossia. Os assistentes ficaram tan-
to mais impressionados, quanto nao esperavam
elles por um discurso "poltico de tal natureza
n'uma reunio convocada pelo consistorio para
um, lodo religioso.
O rei comegou fallando da graga de Deus que
o havia protegido em Badn ; depois fallou da
marcha triumphal do Rheno Pregel, que Ihe
flzera tanto bem ; e accrescenlou que nao obs-
tante tudo isso fdra mal comprehendido, pois
que sendo a sua iotengo caminhar sempre a-
vante, e nunca retroceder, os seus povos en-
viando para as ca.maras os demcratas de 1848
au Ihe demonstraran: o menor indicio de con-
flanga e de amor: mas elle de sua parte nao
recuaria no caminho at aqi seguido, nem fal-
tara ao cumprimento dos seus deveres.
Em seguida fallou da sua coroago, e aqu a
sua voz tornou-se commovida, urna lagrima cor-
reu-lhe pela face absixo, prova maoifesta do
quanto se acha profundamente offendido com as
criticas feilas sobre aqaelle acto solemne. Essa
amargara transpirou ainda mais as seguintes
palavras: Devem agradecer ao cu, que Ihea
deu um rei pela graga de Deus, e nao am prin-
cipe poltico como os que reinam na Franga, e
na Italia.
A noticia de semelhaote discurso produzio tal
effeito, que o gabinete de Berlin flcou abalada,
o pretenden atlenaar o seu alcance e signilica-
co ; mas nada conseguiu. Suscitaram-se na
Allemanha vivas polmicas/e na Prussia aa pai-
xoes se poseram em movimeolo.
O rei Guilherme I abrir as cmaras esa meta-
do deste mez.
Em Vienoa s se traa da crisa fioaaceir. A
nagao j nao ignora a penuria do thesouro,
sabia que o abysmo do dficit loroava-ae caaa
vez mais assustador : porm raiatoro da Mr.
de Plener veio mostrar ao publico que as ttj-
peitas ainda mais arriscadas esto muito lonco da
verdade.
Depois da entrada deste fiaaoceiro para o mi-
nisterio a situago se tem ageravado bastante
mas nao foi por culpa sos. e sim daque'.las q-ae'
dingem a poltica geral. A razio do dficit per-
manece na elevacao extraordinaria do orcasaest-
to militar, e na diminnigo das receilaa que Hur
neciara os paizes sugeltoe coros da rto
gria.
Ora, esta sitnago bem iouge de taeihorar nao
faz mais do que peiorar ; porque a corla de Vien-
na ye-se obrigada a manter-se n'um p de forets
militares, que acabaro por aniqo.la-la im vez
de salya-la ; e porque os paizes slavoa o buuga-
ros animados pelos embarsgos do governo exfor-
car-se-hao em proloogar a saa resisleocia paa-
siva. r
> Acamara alta foi aliada pira aaaobaa (8 da
aneiro) : e a dos deputados para8 de fevereiro.
A morte acaba de descarregar aioda a saa foa-
ce sobre um des membros da familia real de Por-
tugal.
O infante D. Joo suecumbio a um alaoaa do
febre lyphoide.
Esse novo infortunio fez com que revivessea.
as suspeilas de enveoeoamenlo : o povo exciton-
se, e dirigi urna supplici ao rei pars quo esta o
seu pai deixassem a residencia do palacio das Ne-
cessidades. D. Luiz e D. Fernando o>osiraraa-S9
ao povo, que#s recebeu com aslrondosos aplau-
sos, entre estes alguns gritos de morras o en-
venenadores 1 finalmente padia-se a demisso
dos mioistros, eempregados do palacio.
O conde da Ponte foi bastante maltratado pela
multido ; e foram quebrados alguns vi iros daa
residencias do msrquez de Lool e do conde da
Thomar.
As tropas dissiparam as reunidas, e fueran di-
versas prises ; mas parece que semelhiala dea-
conientamento nao oceultava plano algaaa revo-
lucionario.
As cmaras ho prestado so governo o su con-
curso, e projeetos de lei se apresoiarara oo sen-
tido de ser annullada s renuncia da diraito aa
throno.'que deveram ler feito aa princesa D.
Maria e D. Aotooia por occasio dos aeus esta-
mentos com o principe Georgea da Saxooia, a a
principe Leopoldo d'Hoheozollern Sigmariogesa.
F.ra summa a situago grave, e o mioisUrio
gosa de pouca forga moral. Fallase no aaasjai
de Saldanha, que aaolinaa a ler grande influen-
cia no exercito, como o nico capaz de restaaaaa-
cer a Iranquillidade. As suspeilas da populacho
na bypolhesede um eovenensmenlo bao suecas-
sivamente recahido sobre os miguelistas, lazaris-
tas, e ate mesmo sobre os mioistros.
A impreossa porm tem combatido com energa
essa supposigo.
Segundo os ltimos despachos D. Luiz acs-
va-se indisposto em eouse juencia de todas as
desgragaa porque tem nltimamente psasaia; a
D. Augusto cootinuva anda doeale.
A ordem restabeleceu -se esa Lisboa.
Era Coostantinopla acalmsrasa-se as agitscoes;
mss, compre dizer, que o bom seoso e o espirito
publico fizeram muito mais para restituir a Irjn-
quilidade aos coracoes agitados, do qo as meJi-
das resclrictivas do governo O.tossano, ou desti-
nadas na opinio desle prevenir a'ora avaals os
excessos da crise linanceira.
O governo prohibir o mercado das moeJas, *
aproveitando-se desse exemplo os mercadores fe-
charan) os seus armazens, os paleiros.as usa
padarias, etc. Em quanto a populago e'polera-
va-se em Taksira e em Top-slao das canelas
conduziam pes de munigo, em quaoto saoi ra-
ros bofarinheiros mercavam o sea pao a 10 pias-
tras, e augmenlavam o prego a proporgo qa*
raaior se tornava a concurrencia dos com-
pradores, os banqueiros resolversm dirigir-aa
Porta, e delta reclamar em nome da ordem pu-
blica a (inmediata retirada da todo o caima aa
circulago, e oovsmeole a execugo da lei que or-
dena prxima emisso de mil milhoes e meio do
piastras om papel moeda, exigiodo-se do sullio o
abandona de|toda a prala sem ozo encerrada a
antigo palaclo.e igual sacrificio dos funcemn arios.
do commercio, e do baoco ; o que constituira
ojio milhoes de libras turcas destnalas para ser-
vir de fundos a um verdadeiro baoco nacional.
Da outro lado os representante da Franca, da
Inglaterra, e d'Austria, fheraa ver a Aali Fsch
qne a Porta tendo perdido o crdito alienara o
seu direito de emissojdo papel aoeda am provei-
to de urna companhia que seria composta do sl-
to, mioistros, e commercisntes, devidaaento
representados por seus capilaes a melaes precio-
sos : porm os cooselhos e represeoisgoas da-
quelles plenipotenciarios nao forsa atlendidos,
por isso qne o governo, nao querendo confessar
o seu descrdito, maniere ss suas medidas res-
trictiva declinando de todo o asi sobre os pre-
tendidos agiotas sem autorisagio, e sea consci-
encis.
Como tudo isto em nada remediara a carastia
e miseria reinantes, os embaixadoras da Fraoga
e da Inglaterra tormaram o expediente da distri-
buir muitas esmolas e dooalivos: este exeospl
por elles dados foi sehuido pelos padeiraa.
e particulares, de sorte que os pobres poJ-
ram ser pelo menos sabtrahidas aos horrores da
tome.* A ordem restabeleceo-ss eniao.
- A' Faad Pacha cabe assigoalar o aea accesso
ao grao-vizirato, procurando resolver com urgen-
cia as graves difficuldades, que exialea.
Ultima noticias.
O ultimo naivo qne chegou da America, inti-
tuladoA Europa traz ootiras de Washington
at 25 de dezembro ultimo: nio foi porm por-
tador de despacho algum de lord Lyons. A na-
ta ingleza devera ser enlregae em 23 ao governa
federal com urna dilago de seto las. Se abro-
ma resolugo fora tomada antes da partida d
navio, nao foi pelo menos commuoicada ao en-
viado ioglez.
O Time aanuncis que o parlamento ser i
vocado 6 de fevereiro, a nao dar se neceas
dade de urna convocago anteriormente, confors
as noticias que vierem da America.
A nossa cmara dos deputados se acha
vocada para 29 deste mes.
G. H.
PERNAMBUCO
REVISTA DIARIA.
De noticias qne temos da Parahiba, consta-non
qne atli chegando o Dr. Doaiogos Moniairo Pes-
ilo, juiz municipal da capital, entrara am axer-
cicio oo dia 21 do passado desse cargo, aa soasa
logo a exercer a rara de direito, caja aaofriataria
acha-se na chefatura de polica.
. Eslava isenta aioda aquella capital da chalana.
mas davam-se casos de indigestao, o appareciaa
algumas diarrhas.
A presidencia o a polica tea toando as
das possiveis, nio sendo nista ajudadas
i
II V


aa
DIAWO DE PER^MMJGG. SflTA, filfti 7 DE FEVEREIRO DE 1862

icipslidade, que se rene. Trame]
ido a importancia devida fis suas
- Dos Re ojeaos communii
cu il de um ensato dtj^^l
de tncon
que d-tnaanaT
rar que.se ved
etc., que ae nao repuTe em idenu-
o fandango, qu, como acuelles,
tero aido causa de desgranas. *{
tamos, pois, a al tenca o do iaspsclor do
logar para o referido enssio^ asjaaccmiQ aio
aaanectivo subdelegado pino tita de pr termo
se pretendido folguedo, cajo qur inconve-
niente he por certo esas de itcoasaodar coa a
aua algazarra a ^uem lo* tica.nToxiaria.
De urna ioformago anooyma colhemos a
txisteucia de um i caainhola ao becco da M ulea,
en Pora de Tertai, onde oa e noite sejoga, teh-
4o cada um dos parceiros ao quatto um desses
argumentos irrespondiveis de' modo que para
admirar, que j se no'tenham dado algumas des-
trraca* %HI(
Nia podamos avallar o grao de veraciade dea
*a informaco, mas oo aula uto nao ella para
leaprozar fe, se o senhor aubdelegado do Reci-
fe, sao estas ag fiuaes palavrta fe noticia, prestar
* consiaeraco devida i eaaaaBcago, com faci-
tidade poder coohecer quaea ato o* taes sucios,
a a alguos poder dar o destino de que pre-
cisa m.
No l4 da jaoeiro prximo passado vio a luz
4a publicidade na capital doalaraobao o peridi-
co denominado O FORUM.
Por esta deoomioagao manifest qual seja o
eeu lim ou missao na imprensa ; e o seu fin ou
uieso vai sendo completamente desenvolvido na
uccesso de nmeros que j lem apparecido, e
com que havemos sido obsequiado.
Jornal hebdomadario, especialmente dedicado
aos iolereases judiciarios, sob a direcgo do Sr.
JoSo da Malta de Moraes Reg, urn servigo real
jue faz este senhor ao foro, apresentando-Ihe um
Tepositorio dos aeus movimentos variados ; e do
qual se utilsa igualmente todo o publico pela
tliflusao de luzes, que assim se opera, de um ra-
no que nao ostaria sem isto ao alcance geral.
Saudaodo ao apparecimento do FORUM, dese-
jaaaos-lhe longa vida para completar aua utilis-
aima missao de facilitar e instruir.
Regressaram esta cldade as irrnas de ca-
ridade e o padre Calmont, que lioham daqui par-
tido para os lugares .em que lavrava o cholera,
alim de soccorrerem aos accommettidos do mal.
Hontem reassumio o exercicio da delegada
lo termo detta capital o Sr. Or. Amaro Joaqun
Fonseca de Albuquerque.
O Dr. Ti rille pede-nos a seguinte correnlo
na sua carta hontem publicada : Na 16* estrophe
no 3 verso, em lugar de sordidura leia-se
urdidura.
Por portara de 5 do corrente foi aliada a
reuniao da assembla provincial para o 1 de
abril futuro, sob fundamento do mo estado da
ealobridade da provincia.
Igual procedimento j leve a presidencia no
ansa de 1856, sendo anda aliada essa reuniao
tima segunda vez para 21 do mesmo mee e auno.
De noticiaj do Bom-Jardim consta, que o
cholera, que se maoifeslra a principio all sem
grande forja, de tres das a esta parte tem asu-
mido urna intensidade espantosa, a ponto de em
O numero de victimas j erescido, e oj affec-
tadosso em quantidade.
O respectivo vigario, o delegado da comarca
lenle Jos Antonio Pestaa e o cirurgio Arau-
Jo Lima, tem sidoiScansaveis.
Neste estado, providenciando a respeito, fez S.
Ex. seguir para alli duas pegas de baeta, urna outra
ambulancia, assim como um cirurgio para aju-
Jarao que l existe, ordenando que com o di-
oheiro que ha alli fosse comprado panno para os
olches, que se fazera precisos.
Em preseoga desta noticia, e do quenobolem
temos publicado, nao pode ser mais problemati-
sada a existencia do cholera epidmico ; e com
juanto esteja esta cidade delle isenta, importa
jue todos estejam de prevengo, sem que se dei-
sem porm dominar pelo terror; visto que pa-
rece nao ser o mal to fatal quanto o foi na sua
]>rimeira appatigo entre nos.
Eis o trigsimo-quinto
Dolelim 'oMcial.
Nesla cidade e ea saasimmediacoes nao ha
cato algum de cholera-morbus.
Vai a melhor o mestre da barcaga Flor do
Porto, deque fallamos no bolelim de hontem.
+aA'a 6 hor" da ia4* de 6 de fevereiro de
loO.
Dr. Aquino Fonteca. >
Hontem contiouou o trafego da via frrea,
jne havia sido interrompido em consequencia
los factos deque demos conta em nosso numero
antecedente.
A via frrea rendeu, durante o mez passado
33:689*232, senda: 15:058$ de passageiros; de
Jbagagens 6261990 ; de animaos 33t;#800 e de
mercadorias 17:6 REPART15I0 da poucu.(Extracto da parte
lo da 5 e 6 de fevereiro;.
Foram recolhidos casa de detengo no dia 4 :
A' ordem do Sr. Dr. chefe de polica Trajaoo
Carneiro Leal, branco, do 22 annos, caixeiro e
Luiz Francisco Borges, crioulo.de 23 annos, sa-
pateiro, ambos para recrutas.
A' ordem do subdelegado do Recie, Augusto
Cicero Perdigo, branco, de 20 annos, caixeiro, a
reiuisigo de seu primo Uanoel Vieira Perdigo.
A' ordem do de Santo Antonio, Jos Manoel
Correa, crioulo, de 32 annos, marinbeiro. por
embriaguez e Maa Silvana, africana, de 30 an-
uos, quilandeira, por briga.
A' ordem do de S. Jos, Antonio, africano, de
Jo annos, dado a agricultura, escravo de Antonio
Soares da Cunua Guimaraea, por andar fgido.
A' ordem do da Boa-Vista, Joaquim Ferreira
Tinto, branco, de 20 annos, ganhador, por crime
de furto.
A' ordem do da Capunga, Pedro Jos Barbosa,
crioulo, de 35 annos, ganhador, por sobre elle re-
cahirem suspeitas de ser escravo e andar fgido.
No dia 5;
A' ordem ao Sr. Dr. chefe de polica, Ignacio
juimaraes conhecido por IgoaxiQ.de Siqueira,
pardo, de 40 annos, dado a agricultura, como cri-
minoso no termo do Rio Formoso e Joo Perei-
Bastoa, crioulo de 22 annos, pedreiro. para
recruta. r
A' ordem do subdelegado do Recite. Maris Joa-
quina, parda, de U annos, lavadeira, por in-
cultos.
A" ordem do de S. Jos, Manoel, africano, de
40 annos, refinador, escravo, de Francisco Jos
de Araujo, e Miguel ou Manoel, lambem afrieauo,
^e32 annos, ganhador, escravo do maior Pessoa,
ambos por infraccao de posturas.
Finalmente ordem do da Boa-Vista, Polycar-
po Nunes Pacheco, crioulo, de 22 annos, pintor,
por crime de rapto.O chefe da 2" seceo, J. G
Se Mesqnita. '
Falleceu hontem na casa de detenco de
*ma hepalile chrooica o preso Francisco Ignacio
loa Santos Tutu pardo, casado, natural da
fula do Cabo, 49 annos de idade. recolhido a
ajuella casa em 17 de outubro de 1859, ordem
o Dr. chefe de polica, por crime de morte ;
sentenciado pelo jury do termo de Iguarass
-12 annos de priso com trabalbo.
?roSedeu"8e "ne de verifleaco de identi-
de pessoa pelo juizo municipal da 1 vara.
O bngue brasileiro Olinda, sabido para o
yorto, conduzo a seu bordo o seguinte passa-
Antonio Caetano Martina Marques.
Matadolro publico.
Mataram-se no dia 28 de Janeiro ultimo para
o consumo desta cidade 77 rezes
No dia 29-85 ditas.
No dia 3048 ditas.
No dia 31-64 ditas.
No dia 1 de fevereiro 90 ditas.
No dia 2-87 ditas.
No dia 3-90 ditas.
No da 479 ditas.
No dia 588 dita*.
No dia 6-57 ditas.
_.~~ ORTALIBADB DO DIA 6 DB FEV1REIKO :
cereza Maria de Jess, Pernambaco, 85 annos,
'". S. Jos; velhice.
m Rn"evJ,a.d0' pmbuco. 20 aanos, aoltei-
alo- innto80'".0"' "Heira, Srtto Anto-
oto congeatao cerebral.
Affl,BS",bl8 aMOi' """- 8. 'o*.
I ------
ra de Quelroz"Barros, Ternambuco,
olteiro, Santo Antonio; febre ma-
tPItiRA MUNICIPIL DO RECIPE.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 28 DE
JANEIRO DE 1862.
Pre$ttnt&,6o-. da SHva. Haia.ligo, 9e e.Kallo,
essa e foi HS* ftapproaaaa a ala
cedento. Ho.lid*aeguiaia
UrarvAciaValD C pmWeet da paeaincia,
rebatiendo pw cofias.traebo.da oJicii>--*lrigidiX
ao Dr. chefe de polica pelo Dr. Pedro Antonio
Cezar, incumbido do primeiro diitticto medico
da freguezia de S. Jos, lembraodo a nomeago
de um facultativo que inspeccione a matanca do
gado, re-commenda a cmara que tome na divi-
da con-iderago.Posto em diicusso, resolveu-
se consultar ao medico municipal, reraeiteodo-
se-lhe copia dos offlcios e pedindo-se-lhe o sea
parecer a respeito.
Em continuagao o Sr. Mello, 9'ocarregado das
obras-do matadouro, pediodo a palavra, declarou
que o-administrador deate estabalecimento lhe
commonicara que o medico, de que se trata,ten-
do-se dirigido a He administrador, exigir nao
s que conservasse diariamente em muito asseio
o dito estabelecimeoto, como fizesse demorar
por mais urna hora o expediente da matanca :
que elle vereador determinara ao administrador
que satsfizesse a exigencia do medico quanto ao
servigo do asseio e limpeza do estabelecimento,
mas quanto a hora de mais das que esto mar-
cadas pela cmara para a malanga, nao tioha isto
lugar.
Outroofflcio do Etm. presidente da provincia
dizepdo que para resolver acorca da materia do
offlcios de ns. 2 e 3 do corrente que a cmara
lhe dirigi, compria que se lhe remetiesse com
urgencia urna demonstraco da despeza feila, e a
fazer-se com o aervigo da limpeza das ras, a
remogo de entulhos nesta cidade, e que tenha
excedido o crdito votado no 5 do art. 2 da lei
provincial n. 516 de junho do anno passado.
Posto em discosso, resolven-se ordenar ao con-
tador para apresentar a demonstraco conforme
exige S. Exc.
Oulro do mesmo, chamando a altengao da c-
mara para o procedimento abusivo e reprehensi-
vel que tem tido o fiscal da Boa-Vista, em rela-
go ae cumprimento de ordeos do chefe de po-
lica, coocernenles a observancia das posturas
municipaes, segundo consta do ofllcio por copia
do subdelegado da mesma freguezia, recommeo-
da a cmara que providencie deade j para que
ceasem taes embaragos a execugo das ordens
da polica, e que oservigo da limpeza se fizesse
com a precisa regnlaridade naquelle ponto.
Posto em discusso, deliberoo-se remelter copia
dos ufTJcios do governo e do subdelegado ao res-
pectivo fiscal, a quem se ordenou que respon-
desse sobre a grave aecusago que lhe faz o dito
subdelegado.
Oulro do Dr. chefe de polica, dizendo que ten-
do representado o Dr. inspector da saude publi-
ca sobre a necessidade de serem concertadas e
caiadas diversas casinhas da ribeira de S. Jos4,
bem como os assougues, convinha que a cmara
desse as providencias que a semelhanle respeito
julgasse conveniente. Mandou se ordem ao pro-
curador para mandar faier os coocertos e caiago
e que se communicisse ao Dr: chefe de polica.
Oulro do subdelegado dos Af>gados, remellan-
do a quantia de 30$ que pagou Jos Marcelino,
importancia da mulla que pelo mesmo subdelega-
do lhe foi imposta em consequencia de ter in-
fringido as disposiges do art. 47 tit. 11 das pos-
turas de 30 de junho d 1849.Mandou-se re-
melter ao procurador e aecusar ao subdelegado a
recepgo.
O Sr. Henriques da Silva, fez a seguinte in-
dicago, que foi approvada
Os habitantes do Pogo da Panella e todo o pu-
blico deste municipio, esl no gozo de lempo im-
memorial de embarcar e desembarcar,banhar-se e
lavar roupa em todo o litoral do rio Capibaribe
que corre em frente di dita povoago, e por isso
e esse litoral de servido publica,entretanto cons-
ta que agora alguem est cercando o litoral, e
desta arte vedando a servido com ofTensa mani-
festa da posse o gozo em que est o povo de usar
daquelle litoral, e porque a muoicipalidade cum-
pre fazer manter as servidoes publicas, requeiro
que se ordene ao fiscal do Poco da Panella, que
io continenti obste a factura d qualquer cerca ou
outro qualquer obstculo servido publica em
todo o litoral, fazendo deitar abaixo e dando par-
te ha primeira sesso do exacto cumprimento
desta ordawi.Uenrique- d SiWa.
Despacharam-se|as petiges de Antonio Jacinto
Borges, Antonio Francisco Gongalves, Francisco
Antonio Pereira de Brillo, Miguel Archaojo Lo-
pes da Foneeca, Maria Archanja da Paz ; e le-
vantou-se a sesso.
Eu Francisco Canuto da Boa-Viagem, official-
miiorra escrevi no impedimento do secretario.
Barro Reg, presidenteCesario de Mello.
Reg Maia.Henriques da Silva.Reg.Mello.
Leal Seve.
Revisio do jury taita aos 13 de
Janeiro de 1862.
Foram qualiffcado juiz de acto 01 cidadot. oao Pedro de Jess da^MaUa.
Caixa Filial do Baoco do Brasil.
BALANCETE EM 31 DE JANEIRO DE 1862.
Activo.
Accionistas do Banco do Brasil.
Entradas nao
realisadas de
10,000 acg6es
localisadasna
provincia. .
Letras descontadas.
Com duas assig-
naturas resi-
dentes no lu-
gar do des-
cont.....
Com urna s di-
ta dito ....
400.000500
2,771:8035220
60 287J58t
2,832:090:0801
Letras caucionadas.
Por onro, prata
e ttulos com-
merciaes. .
Por outros t-
tulos. ....
50:9878644
6:500JOOO
Letras a receber.
Saldo desta con-
t......:
Diversos.
Saldo de varia3
contas ....
Caixa.
Pelos seguintes
valores :
Em rxoeda de
ouro de 22
quilates .
Em notas do lhe-
souro dos va-
lores de 10$ e
superiores .
Em moeda de
troco.....
Emnotasdapro-
pria caixa .
57:4872614
43:8045146
3.738.017J507
1.888:1538000
470.570*000
3:003*051
.736:9508000
7,098:676*051
14,170:0768149
Passivo.
Banco do Brasil conta ds capital.
Valor fornecido
hydropesia.
Felicianna Mara da Coneeicio, Pernambuco 55
auno, viuva, S. Jo ; hydropesia. M
Francisco Ignacio dos Santos, Pernambnco, 40
BBOf, casado, Santo AoUnio; apatite ento*
ra Joaquina Pereira de Brlto, Pernambuco
'JgJ oltaiM, Santo Antonio ; tubereulo
pela caixa ma-
triz.....,-
Emisso.
Valor em circu-
lagao. ;
Letras a pagar.
Por dinheiro to-
mado a pre-
mio......
Por aaques. .
Contas correnles.
Saldo desta con-
ta.......
Diversos.
Saldo de varias
conta* ....
Ganhos e perdas.
Lucro sujeito a
liquidaco. .
56:607*484
98:109*227
2,000;0008000
3,616:7808000
154:7168711
2,117:0745413
6.220:154*012
61:351*013
i4|170:076S149
O guarda livroa,
Ignacio Nunes Correa,
eguintee
7 ootinueeie.) *9H
Ignacio Antonio Borgea.
Innocencio Xavier Vanos.
Neryda BoaBeca.
cib Firat* Xavier.
Pedro daa-Navaa.
oceucio.J9trtode Assis Cajlalho.
o Nunes Caer.- I
Ci Mirque*i Qoeai Saies;
co Manoel Viegai.
lgfl'fltCtO J08U"lIQlO.
Ignacio Alves Monteiro.
Ignacio Francisco Pereira da Silva.
Jeronymo Jos BuatoT.
Joo da Cunha Magslh&es Jnior.
Dr. Joo Pedro Maduro da Fonseca.
Joo da Costa Lima Jnior.
Joo Siqueira Cimpello.
Joaquim Alves Malveira.
Joaquim Filippe da Costa.
Joaquim Antonio Pinto Serodlo.
Joaquim Antonio Piolo Serodio Jnior.
Joaquim Jos de Saot'Aona Barro*.
Joaquim Dativo Teiles de Soma.
Joaquim Franciaco de Mello Santos.
Jos Pedro das Neves.
Jos Marcellino da Silva Braga.
Jos Joaquim Das Feroander.
Jos Antonio Moreira.
Jos Maria PestaDa.
Jos Marcellino da Roza.
Joo Francisco Padilha.
Jos de S Leto Jnior.
Jos Francisco de S Leito.
Jos Francisco Ribeiro.
*os Gongalves Torres. s
Jos Paulo da Fonteca.
Jos Alves Fernandes.
Jos Joaquim de S Leito.
Jos Bautista da Fonseca Jnior.
Dr. Jos Joaquim de Souza.
Jos Jeronymo Bustorff.
Jos Izidoro Pereira dos Res.
Jos da Costa Dourado.
Dr. Jos Antonio de Figueiredo.
Dr. Jos Raymundo da Costa Meoezes.
O. Jos Joaquim de Moraes Sarment.
Jos Gongalves Malveira.
Jos dos Santos Neves.
Jos dos Santos Neves Jnior.
Joaquim dos Santos Neves.
Dr. JoSo Lios Cavalcante de Albuquerque.
Jos Francisco de Paula.
Justino Pereira de Parias.
Jos Hygino de Souza Galvo. j
Joo Jos de Couveia.
Jos Pereira Teixeira.
Joaquim Herculaoo Pereira Calda* Jonior.
Joaquim Jos|de Abreu.
Joo de Freitas Barbosa.
Dr. Joaquim Pires Machado Portella.
Dr. Jos Soares de Azevedo.
Jos Ignacio de Abreu e Lima.
Jos Jeronymo de Souza Loureiro.
Joaquim Salvador de Siqueira Cavalcanti.
Joo Vicente de Torres Baodeira.
Jos Moreira da Silva
Dr. Jos Leandro de Godoy e Vasconcelos.
Joaquim de Almeida Pinto.
Joaquim Bernardo dos Reis.
Jos Candido Viegaa.
Jos Moreira Das.
Joo Fernandes da Cruz.
Joo Ferreira Vllela..
Jos de Aquino Fonseca*
Jos da Cruz dos Santos.
Jos Maria Machado de Figueiredo.
Dr. Joaquim de Aquino Fonseca.
Dr. Joo Jos Pinto.
Dr. Joo Jos Pinto Jnior.
Jos Egidio Ferreira. *
Joo Chrysostomo Feroandea Vianna.
Joo Mana de Albuquerque Oliveira.
Dr. Joao Francisco Teixeira.
Joo Manoel de Castro.
Jos Alexaodre Ribeiro.
Joo Alves Quintal.
Dr. Jos Flix de Brito Macedo.
Jeronymo Jos Ferreira.
Jacome Geraldo Maria Lumachi de Mello.
Jos da Fonseca e Silva.
Joaquim Esperidio da Silva Guimares.
Jos Candido de Souza Castro.
Jos Maximanp Alves Cavalcanti.
Jovoo Carneiro Machado Rio.
Joo do Reg Pacheco.
Joa Ribeiro do Ainaral.
Dr. Joo Fer/eira da Silva.
Dr. Jos da Cunta Teixeira.
Jos Joaquiaa Pereira da Costa.
Dr. Joo Vicente da Silva Costa.
Dr. Jerooymo Salgado de Caslto Accioli.
Jos Elias da Oliveira.
Joo Pereira Lagos.
Joaquim Lopes Machado.
Jos Francisco de Moura.
Jos da Rocha Paraohos.
Joaquim Cardoso Ayrea.
Joaquim Lucio Monteiro da Franca.
Teneole-coronel Jos Antonio Pinto.
Joo Joa de Carvalho Jnior.
Joo Xavier da Foneeca Capibaribe.
Joo Bastala do Reg.
Jos Xavier Faustino Ramos.
Jos Alfredo de Carvalho.
Dr. Joo Baptista do Amaral e Mello.
Joo Baptista Cesar.
Jos Pedro da Silva.
Jos Antonio Pereira da Silva,
Jos Conegundes da Silva.
Dr. Jos Antonia Egidio da Silva.
Joaquim Jos de Souza Serrano.
Joo Joaquim de Siqueira Varejo.
Jovoo Epifanioda Cunha.
Joo da Silva Loureiro.
Dr. Joo da Costa Ribeiro Itach'do.
Joaquim Padro dos Sintoa Bezerra.
Joo Antonio da Silva Pereira.
Joaquim Teixeira Peixoto.
Jos Pires Ferreira.
Dr. Joaquim Barbosa Lima,
Dr. Joaquim AuIonio Carneiro da Cunha Miranda.
.Januario Constancio Monteiro de Anrade.
Joao Carneiro Lins Soriano.
Joaquim Joside Parias Neves Jnior.
Joaquim Pedro Brrelo de Mello Reg.
JosThomaz de Aguiar.
Jos Alfonso Ferreira.
Joaquim Jos de Miranda.
Jos Bibeiro Guimares. *
Dr. Joo Honorio Bezerra de Meoezes.
Jos de Barros Correa Sette.
Dr. Joao Jos Ferreira de Aguiar.
Dr. Joao Cpistrano Bandeira de Mello Filbo.
Dr. Julio da Cunha Guimares.
Dr. Joaquim da Costa Dourado.
pr. Jos Lourenco Meira de Vasconeello.
Joao Valentn) Villela.
Jos do Vasconcellos.
Jos Filippe Noryda Fonseca.
Jos Affonso dos Santos Bastos. >
Joaquim Ferreira da Pecha.
Joo Alhanazio BMelho.
Joo Baptista de Castro e Silva.
Joo dos Santos Porto.
Joo Hermenegildo Borges Diniz.
Joaquim Augusto Ferreira Jacobioa
Dr. Jos dqs Aojos Vieira de Amorim.
Dr. Joaquim Jos da Fonaeca.
Dr. Jorge Dornellas Ribeiro Peaaoa.
Dr. Joaquim Jos deCamposy
Dr. Joaquim de Oliveira e Souza;
Dr. Joo da Silva Ramos.
Dr. Jlo Maria de Moraea Navarro.
Dr. Jacintho Pereira do Reg.
Joo Piolo de Lem os Jnior.
Joaquim Francisco Lavra.
Jos Francisco Lavra.
Juveocio Augusto de Athayde.
Joaquim de Gusmo Coelho.
Jos Maria Freir Gameiro.
Jos Joaquim Antunea.
Joaquim Juveocio da Silva.
Dr. Joa dos Santos Nunes de Oliveira.
Joo da Silveira Borges Tavora.
Dr. Joaquim Joa de Miranda.
Dr. Joe Sergio Ferreira.
Joa Rodopiano dos Santos.
Jos Antonio Vieira de Souza.
Jos Antonio Lope* Goimares.
Joaquim Claudio Monteiro Jnior.
Joo Baptista Fragozo.
Dr. Jos Honorio Bezerra de Henezes.
Joa Jeronyno Monteiro.
Jos Antonio de 4Uevedo Sanio Jaoiur.
Jos Pereira da Cunda.
Joaqun Antonio Carneiro.
Joo Bernardinp de Vasconeello.
Joo Monteiro de Andrade Malvina.
Joo Jos de Azevedo Santo.
Joao Pedro de Jess da Mal
Joo Gregorio dos Santo?.
Joaquim de Albuquerque Mello.
Jos Henriques Machado.
Jeronymo Gomes da Fonseca.
Jos Hygino de Miraada.
Joaquim Henriquea-da Suva,
jjjos Henriques da.Silva.
oi Marcelino Alves os Cardoso de Queiroz3Pnsea.
os Velloso Soarfs.
os Antonio Baste.
os Francisco do Reg Barros.
Joao Ignacio de Med'eTros Reg,
r. Joaqui da Souaa Rea-.
Jos JoSo de Amorim.
Joo de S Leito.
Jeronymo de Hollanda Cavalcanti de Albuquer-
que.
Jos Narciso Camello.
Jos Paulino de Almeida Catanho.
Jos Elesbo Borges Ucha.
Jos Gongalves da Porciuncula.
Joo Cesar Cavalcanti de Albuquerque.
Jos Gorgonio Paes Brrelo.
Jos Pedro Velloso da Silveira Jnior.
Joo Chrysostomo de Albuquerque.
Joo Joveocio de Albuquerque.
Dr, Jos Roberto de Moraea e Silva.
Jos Buarqu Lisboa.
Jos Antonio de Brito Bastos.
Jos Duarte Rangel.
Jos Antonio d Oliveira e Silva.
Joa Florencio de Oliveira e Silva.
Jos Jacquaa da Costa Guimares.
Joaquim da Assumpgo Queiroz.
Jote Correa Leal.
Jorge Vctor Ferreira Lope.
Joaquim Ignacio da Costa.
Dr. Jos Mamede Alves Ferreira.
Jos Theodoro de Seona.
Jesoino Ferreira da Silva.
Jos Ignacio Pereira da Rocha.
Dr. Jos Bernardo Galvo Alcoforado.
Jos Cesario de Mello.
Joaquim Pires Carneiro Monteiro.
Joaquim Francisco de Albuquerque Santiago.
Jos Francisco do Reg Barros.
Jos Lopes Guimares.
Jos Alfonso do Reg Barros.
Jos Antonio Pontual.
Jos Francisco Pires.
Jos Marques de Amorim.
r. Joaquim Francisco de Miranda.
Jos Domiogues Codeceira.
Jos Marques da Fonseca Borgea.
Dr. Jos Rodrigues do Passo.
Jos Camello do Reg Barros.
Jos Carneiro Leo.
Dr. Joaquim Elviro de Moraes Carvalho.
Coronel Jos Carlos Teixeira.
Jos Carlos Vieira Teixeira.
Joaquim Ribeiro d Aguiar Mootarroyos,
Jos Thomaz Pires Machado Portella.
Jos Francisco dos Santos e Silva.
Joaquim Pedro Carneiro Campello.
Joo Ferreira da Costa.
Jos Caetano Cavalcanti.
Jos Gomes Velloso.
Jos Ignacio de Lyra.
Jos Meodes de Carvalho.
Jos Fraocisco de Souza Lios.
Jos Joaquim de S Barreto.
Joo Luiz Ribeiro de Parias.
Joo Coelho da Silva.
Jo vino Coelho da Silva.
Jos Peroandes Daltro.
Jos Fraocisco Pereira da Silva.
Jos Francisco Pereira da Silva Jnior.
Jos Gomes dos Santos-Paieira Bastos.
Joo Manoel Carneiro de Lacerda.
Jos Cavalcanti de Albuquerque Wanderley.
Jos Maria Carneiro de Lacerda.
Jos de Souza Leo.
Jos Maximino Pereira Vianna.
Joaquim Pereira Vianna.
Joo Carneiro Rodrigues Campello.
Joaquim Correa de Araujo.
Joo Luiz Antonio da Silva.
Jos Luiz de Andrade Lima.
Joo Antonio Carlos da Silva.
Jos Peres Campello.
Jos Franciaco de Barros Reg.
(Continuar-se-ha.)
-r
' I.
Communicados.
Um jornal desta cidade, de 27 do correte, no-
ticiando o levantamenlo da bandeira de Nossa
Senhora da Sade do Pogo da Panella, eo modo
porque so Uiararu as respectivas noTeuas, tece
elogios e encomios aos eacaregados dessa fesll-
vidade por se lerem cooformrdo com a reaolugo
ltimamente adoptada por S. Exc. Rvma. oSr.
bispo diocesano, tendente a cortar os abusos, que
se davam em algumas festividades desta cidade
ese us suburbios, accreacentando que desta vez
nao se notavam os escndalos de outros annos ;
que nao houve baile A noite com o fim de recru-
tar mogas para a bandeira, cercadas de na"iot-
duos, que sem o menor respeito este estandar-
te san'o, nao se eovergonhavam de portar-se
publicamente de modo inconveniente: que em
vez dos chimados versos acompanhados quaai
sempre, por urna msica lasciva ao som do za-
bumba, cantara-se a antipbooa Alma Re-
demptoris. *
Com quanto estejamos de accordo com o autor
da noticia, acerca do modo, por que se fizeram
os actos relativos aquella festividade, todava nao
podemos deixar de fazer um protesto solemne
quanto s censuras feilas na segunda parle com
referencia s festividades dos annos anteriores.
Se este anno a bandeira da festa da Senhora
da Saude foi levantada pela respectiva rmandade,
e se subslituirata os versos da aovena pela anti-
phonaAlma Redemptorisnao se segua que
nos annos anteriores se dessem os escndalos e
abusos, a que se refere o sulor da noticia.
Nioguem dir cortamente que escandaloso e
digno de censura o felo de ser urna bandeira
conduzida por mogas de familias conceiluadas e
honestas; nem que isso se oppoe a resolugo
do Exm. prelado diocesano, a que j alludimos ;
porquaoto S. Exc. Rvma. nao prohibi inteira-
mente o acompanbamento de mogas no levanta-
menlo de bandeiras, e os versos religiosos as
respectivas novenaa; apenas restringi a liberda-
de, com que se fazia esse actopercorrendose as
ras, algumas vezes sem a devida decencia, exi-
gindo que para taes acompanhamentos se obti-
vessd previamente licenga, como um meio pre-
ventivo de Jse poder evitar quaesquer abusos,
quando as pessoas encarregaJas da festividade
nao iospirassem a devida conQanca.
Esse proprio jornal, ainda o anno passado, se
bem nos recordamos, noliciou a festa da Senhora
da Sade dizendo que havia sido feita com toda
a decencia e pompa do costume.
Portanto esse jornal nao teria cortamente dei-
xado de trazer ao conhecimento do publico, e de
censurar ao mesmo lempo os abusos e indecen-
cias, se por ventura taes actos escandaloso se
tivessem ento praticado.
Nao queremos dar-no ao trabalho de mostrar
ao .autor da noticia, que nenhum dos actos por
elle referido, merece ser eslygmatisado como in-
decente. O canto e a dansa nunca foram assim
cnsideridos, para que nao podessem jamis as-
sociar-ae ao que ha de santo e religioso. A es-
criptura diz: Elevai em honra do Senhor can-
tos e dansa. a E David dansaya em torno da arca
Santa.
Se o autor da noticia quizar ter a bondade de
folhear algumas paginas da historia, l ver que
no Io seculo do enristianiamo a dansa, bem como
os cnticos religiosos, entravam as ceremonias
do culto, e encontrar mais de urna prova mi-
nha aaaerco.
Compreheodamo que o autor da noticia quei-
ra fazer seus encomios aos actuaes encarregados
da festa da Senhora da Sade, e nioguem por
isso o censurar ; mas que o faga procurando de
algum modo ferir a melhor inteogo e sentimen-
to religioso dos que em annos anteriores se viram
incumbidos de igual tarefa, o que nao parece
justo, nem mesmo digno de quem assim procede.
Se porque se deram alguns abusos, como affir-
ma o autor da noticia, se devem acabar com
essas pompas do chgislianismo naphrase do eru-
dito e catholico a Herculano, entao o motivo
allegado val muito alm do alvo, que se teve em
mira anate caio acabamos com todas as solem-
nidades religiosas qur dentro, qur fra dos tem-
plos, nao s porque infelizmente aellas se tem
dado actos a continuara a ter lagar to reprova-
dos escndalos, como tambem por que nada A
neste mundo de que te nao pode abusar.
O que o olor da noticia dere comoosco Ja-
P^taajjj^
mentar que a depruvago dos costume procure
ludo torromper sem mesmo respeitar a santtd-
de da religio ; e que homens despidos integra-
mente de pudor ou sem attengo s conveniencias
soaaes escolham para Ibeatro de aiaaJmmorali-
dadea casa de Deus ou a occasio em que lhe
rendemos culto,
lecife, 31 de Janeiro de 1862.
at* Ik. aW >Bt-daa>- *at
Cita
*ux
- ..
.
-*
ca pu
na int
se mcu nome em urna cotresponden-
a no Diario de Pernamkuco da boje,
dei#xer-aa,crer que sea otis as des-
nfeccotavppr majo da fumagdes, aae hir -'
gum tema* se.procm imoor HPBlaaJadesta
cidade, julfro preciso TMzer o que se sege para
eaclareoiovento do puelic.
A desinfeceo das cartas procedentes d ponlos*j
infectados pormoltfkliss epidmicas e contagiosas
era feita na provedoria da laude do porto, de coo-
formidadecom o dispoito no artigo 30 do respec-
tivo regulamento ; mas, quando eu mesmo bou-
vesse exigido outr'ora essa desinfecto, tendo-me
mostrado a experiencia quessumtgages oo dio
resultado algum, e nao estando agora subordinado
regulamento algum, procedoconscienclosamente
deixando de aeonselha-las, e esclarecendo o go-
verno para que nao anbscreva a despezas iou-
teis.
Creou-se durantes existencia da commisso de
hygiene publica, de que fui presidente, um laza-
reto na ilha do Pina, porque o governo imperial
iulgou cooveninle faze-lo. Sou de opinio que os
lazareto devem existir, funecionaado com toda a
regularidade ; e, porque persisto as mesmas
ideas, aconselbei que fosse removido o doeote
da Gamboa do Carmo, procedente da Lapa, em
que reinava o choler-morbus, para o edificio dos
Coelhos, que.ouli'ora tinha servido de hospital de
caridade, e achava-se vasio ; maa isto nada tem
com as desinfectes por meio de fumigagoes,
nem razo para que se forc apopulago a urna
despeza intil.
Oppoz-se a extlncta commisso de hygiene pu-
blica ao deaembarque do cadver da Ulba do Sr.
dezembargador Figueira de Mello, procedente do
Rio de Janeiro, em que reinava o cholera-mor-
bus, de bordo para esta cidade, nao s porque a
populagao maoifestava decidida opposigo ao
desembarque, do que poderia resultar algum ac-
to violento e profanador do mesmo cadver, seoo
porque, se por qualquer circumslancia viesse a
desenvolver-se o cholera-morbus logo depois do
desembarque do cadver, a commisso viria a-ser
victima de censuras, e mesmo de violencias ; mas,
oppondo-se ao deaembarque, como se queris, e
exigindo que o cadver fosse conservado em de-
posito no, lazareto do Pina, at que sua remoco
para o cemiterio publico se podesse efTecluar,
procedeu reflectidamente, e isto nada lera com as
desiofeegoes por meio de fumigagoes.
Nao fago opposigo s fumigagoes movido por
espirito de inimiiade : j em 1855 nao lhes dava
importancia alguma. A mioha experiencia ea de
muitos me lem levado r nao crer em sua in-
fluencia como meio capaz de evitar epidemias ou
fazer que estas nao leoham propagago nos cen-
tros de populagao ou percam sua intensidade ; e
foi por isto, e porque sabia que se pretenda es-
pecular com as fumigagoes, que Iratei de sua ap-
plicago na primeira reuniao da commisso cen-
tral de soccorros mdicos, applicago que foi re-
gentada por todos, excepgo do Sr. Dr. Ignacio
Firmo Xavier.
O governo nao enearregou pessoa alguma de
fazer fumigagoes :nao se illuda a populagao. A
mioha opinio que as fumigagoes nao evilam
que o cholera-morbus, nem epidemia alguma,
se desenvolva, ousepropauee perca sua intensi-
dad^. Se alguma cousa pode evitar que se ma-
nifest ou faga grande numero de victimase a
limpeza, veniilago e luz solar nos apoamtos.
E' quanto me parece bastante dizerafm alien-
cao ao publico, e deixo de entrar ega discussdes
para mostrar a inulilidsdedasfumiga'ges, porque
me falta tempo ; nao sendo pouco o que emprgo
no servigo gratuito da commissoxeUtral de soc-
corros medico.
6 de fevereiro de 1862.
Dr. Joaquim d'Aquino Foneeca.
Correspondencias.
Srs. redactores.Quem nao coohecer o Dr.
Joo Francisco Duarte, juiz municipal de Gara-
nhuns, pode ser, que acredite no que disse o Sr.
Luiz A. de Godoy Vasconcellos, no Diario de
hoje, mas coohecendo-o, nao poder deixar de
considerar a indicada correspondencia, como um
despeito, um desabafo, do que sempre costumam
apparecer nos jornaes, depois de puxada a redel
Fago do Ilustre correspondente to bom con-
ceito que louvo-me em sua propria consciencia
para apreciar a conducta do Dr. de Duarte em
Garanhuns, e no espago de 12 annos, qur como
juiz qur como particular ; e se o ferir, despido
de ressentimentos eleitoraes, creio que S. S. se
convncela, de que o triste, e detesta re papel
de denunciante, jamis poder ser desempeoha-
do por pessoa, que felizmente tinha aido fliho,
prenlo, pai, esposo, amigo, efuoccionario pu-
blico, como, at hoje o tem (ido o Dr. Joo Fran-
cisco Duarte.
Se, a verdade, Srs. redactores deve, e pode
apparecer sem ornato, espero, que estas linhas
meregam ser inseridas no seu conceituado jor-
nal, com o que muito obrigar ao seu assgnante.
Uanoel Maria Rodrigues do Nascimento.
.iimio, roubador de tudo que nos csro, ci do
auge de miohas dores te maldiga III...
Assigaalaoa-saduss apata bem distiaci s aa
vida do ser: uma o oasaimeBlo, epata aalla
corno 6 o mecer 9o sol n'tma daa maahaa da
esto celebrado pelos cantos dos sabias, piataatl-
gos e bemtvi, adorno de nosaa malla*, halla
como bello o irroio que lmpido corre tan eaa
t]f*m, e depaia de carainhar vai soair-ot tea
nata* seas que possamos distingui-lo, baila ceas o
e a flor que reverdece com o orvalbo vai aair-
rst-ee tata o calor do sol abrasador da varia,
la como sao as illusoes que nos embalsa aa
a,a**i ?** l'8neir". emo estes (raides
los de fusaaga, que se esvaecem coa a aa-
ra que pasta, bella emfim aquella priatiliva apa
ca como era o hrto em que habitavam nostaa pri-
meiros paes : destino borrivel *^ kaaaaaiaada
havemos de ter um fim, por isso mesmo aaa aV
vemos principio.
A outra como a esperanga que altis a ea-
rago do ancio e do joven e o faz caaaiaaar aaa
procura da felicidade precaria ; fiada-tai
foi rpida a primeira, e ah o piar dos
a esenrido que deixa o sol volitada a tai
viagem, sao o cyprestei, eis os adornos da ac
caso daquelle que teve a infelicidad da
Peccado horrrvel de nossos primtiraa III...
ranga mal ganha deixada a seas desceaaaatas F
Nasce o ser, morre, porque ha dt rtdazir-ta aa
que foi [padre Vieira]. Mo entre o atear a a
morrer, ha um iniermediano; vemos o viajaale
que alentado pela esperanga, qoeima insttsa.
carrega pedra a erigir altar esa boara daqaella
seu primeiro pae ; vemos com o ser com o olho
na lei moral praticando a virtud, inda qaalla
brilhanle estrella, que como a bastla sjaia-9 eaa
seus actos. Ainda vemos no intermediara a paa
a me os irmos abracados cooperan : a *a di-
rigir) lo os passos do filbo ainda tremlos para a
sociedade.a me qual raiona dos cao* lanocnlaa-
do no coragao do filbo inda teoro oo prtcaila* da
moral, e da religio ; mais tarda quando a razo
comega a esclarecer-te, aalla qee o Alba ataa
expanso a seu coragao, ella que raaatla u
communicande-lhe o balsamo sagrado que pari-
fica atea alma do reprobo; uosa me am ser
delalbado por Deus para preparar baos hnreos a
almas santas.
Corra a primavera da meas aaaos liaspda a
pura como um co aem nuveas, servia a trago* ao
calix da feliciJade o aeu nctar vivificador, pisa va
estrada de vrenles relvis, quando de repente o
co ennuvia-se, s escurido substitaa a laz, a des-
grana a fellcidade, os espinhos, a relva verde :
perd mioha me. Oh II que ella Baama malatr
som macula na corrupgo da epodaaaaat egoiaaM
predominante a todos, e ns vaidade, eu anda jo-
veu apreciador, via-a oo interior de ana casa ra-
duzida a as cooseqwencias do seus filhos, plan-
taodo-lhes no coragao o germen da moralidad.
Oh II mioha me que aguda dr, que sopro (ai
nao poder caraclersar-te ; mas juro pela tus ssc-
mora cumprir com esss ardeote onude que ate
alenlava nas horas de frouxido; o eslodo lu-
do. E oxal que o fraco posas robustecer, a c-
lao que em ti applicarei o que bouver gaaho.
No da de teu passamento eu devia exlioguir-me
comfigo, mais meus irmosiohos de longa ace-
naram-me: que nao. Vagando s nesle ssaada.
terei por legitima companhia a tua lembraaca a
adeus. ^"^
Engenbo Tres-Bragos, 2r>de Janeiro de 1862.
Joo Baptista Ae Siqueira Cavalcanti.
Srs. redactores Quaodo li em seu Diario de
hontem urna correspondencia de Tacaral, em
defeza do major Herculano Sancho da Silva Pe-
dra, e assigoada por um Sr. Francisco Vicente
da Cunha Valpasso, procurei saber quem era esse
Qcioso defensor do met amigo e companheiro
d'armas, contra quem to infames aecusagoes se
tem levantado, por parte da parcialidade poltica
de um tal Jos Rodrigues de Moraea, mando da-
quelles lugares; e qual nao sera a miuha admi- formar-se com os decretos da
rago e sorpreza, quando me ioformaram que o >prouve chama-lo a si, ainda qusodo sos falla
Sr. Valpasso um prenle do mesmo Rodrigues era Dem seosivel e suffrsgar sus sima, dirigindo
de Moraes. e at pouco tempo seu alliado politi- ao Tao Poderoso fervorosas preces, para que
UMA LAGRIMA
sobre o I unalo de Joo Pedro da
Rocha Pereira.
Faz hoje um anno, qae pelas dea horas a cin-
cuenta minutos da noiie deu a alma ao Creador,
Joo Pedro da Rocha Pereira, victima de aaa fa-
tal enfermidade que, nao cedendo aoa esforeat
da mediciua, acabou por faze-lo tuecumbir, apa*
um mez e vinte e um diaa de padecmeotos !
.Nasudo a 13 de maio de 1800, casada a $0 da
outubro de 1832 e fallecido a7 de favereire da
1861, JoSo Pedro ds Rocha Pereira percorreu
sempre o espago de sua existencia sob as regrat
do justo e do honesto ; o que se torna evideaia
por esset 40 annos de asaiduo trabalbo, com cu-
jo producto alimentoa ao principio sua mi aa
viuvez, e seus irmos menores na orphaadade a
depois sua esposa seds filhos.
Hornea) de uma conduela exemplar e de aaa
probidade incorruptivtK a aaa deixou foi adqui-
rido pelos meios lcitos de aaa se serva o haaea
laborioso e hooeslo.
Amigo da virtule e da religio, drt i seos fi-
lhos urna educago regular ; e, quando a morte
se lhe aotolhou, encarou-a com a resgaselo do
justo que v que os flos de sua vida esto pres-
tes a psrtir-se.
A saudade oelos entes que lhe eraa mais cha-
ros pareca interiormente sffligi-lo; mas. con-
tricto em seus soOrimentos, vio approximar-se o
momento final, entre o praoto de sua familia ;
pranto que ainda nao exhaurio-ae; porque ja-
mis se eihaurir a saudosa lembranga d'aqael-
Ie que fra bom Qlho, irmio dedicada, amigo
prestimoso, cidado morigerado e finalmente
oplimo esposo e ainda melhor pai I
Desceu ao tomlo, como horneo honrado, que
morro tranquillo, lendo eaa pouco as pompa
mundanas, estando todo seu peosamenlo no Al-
tissimo.
Ho.jes resta a sua saudosa familia, sem dei-
xar de carpir sua perda irreparavel [pois pesres
ha que nem a aeco do tempo pode diasipar) con-
Provideacia qae
co, e por conseguate insuspeito quando com a
aua palavra honrada sustenta a probidade ioalle-
ravel do major Pedra I
E' assim que a verdade cosluma triumphar 1 O
major Pedra ferozmente calumniado por uma par-
cialidade poltica, com cojas iniquidades nao quiz
transigir; o major Pedra enrgica e brilhint-
rnente defendido por um eidado amigo da justi-
ca, e que sem importar-se com individualidades,
e considera.goes polticas, alga a voz em favor do
militar honrado e s deprimido pelos que nao
viram nelle um instrumento dcil I
Honra ao Sr. Valpaaso I
Recife, 6 de fevereiro de 1862.
Um companheiro ao major Pedra.
Srs. Redactores. Nao ha cousa mais triste
do que, quando cada um procura fazer valer seus
direitos, que a lei lhes garante, se v frustrado
em teus intentos, por um procedimento irregular
da autoridade, que, menosprezaodo esss mesma
lei de que o poder o fez depositario fiel, se torna
o primeiro infractor della, como me aconte-
ceu com o Sr. major Sales, supplente de delega-
do da villa da Escada, que, estando em exercicio
e tendo-lhe dirigido uma petigao, fui procurar o
despacho, e elle negou-se a isso, dizendo-me
que me deixasse disso, e que nao eslava para
aturar-me ; por fim pedi-lhe a petigao, respon-
deu-me que nao sabia della, porm tudo isto de
uma maneira to gfosseirs, que custa a crer que
o Sr. major Sales, no exercicio de sus autoridade,
se porte to descemmunalmente, desconhecendo
os deveres de tratar bem, teja a quem quer que
fr, oSo s como hornero, e aioda mais lhe corre
esse dever como autoridade. E' am queixume
de mioha parle, para o publico entrar no conhe-
cimento do procedimento d**certos homens, qne,
nao se sabendolrespeitsr, faitam ao respeito dos
outros.
Recife, 6 de Janeiro de 1868.
D. J. V. Braga.
Dos sempre misericordioso lhe d
eternidade.
Recife 7 de fevereiro de 1862.
a gloria aa
Publicaeoes a pedido.
.....--
Observables por occasio da morte
de minha me.
Perd minha me, quando a razo conecava a
aprecia-la III Oh que destino borrivel II qae in-
decifravel enigma que enctrra a pedra aepul-
chralllll Obi lar abominavel em que toreado
permanecer *o romairo que ainda desoja cami-
nbar III Oh I eachopos que dtbalde tentara evitar
os humanos III Oh I sorvedouro madonho das de-
licia do pef da caricia do fliho, da releeZu do
Casa de sade de Santo
Amaro.
Visitando ha das um doeole qae fizamos rtco-
Iher casa de sade do Dr. Silva Ramos, Bata-
mos com prazer o zelo e cuidado com que ella
era tratado, e a boa ordem e aasio que tm lado
alli reinava.
Cheios do prazer qae sentimos sempre qaa ve-
mos ea nossa provincia am qualquer mclaeia
ment em beneficio do publico, oto podemos re-
sistir ao desejo de escrever slgumas rsgras a res-
peito deste importante estabelecimento. Ea aaa
casa espagosa, e convenientemente repartida, ai-
tuada no ssudavel bairro de Santo Amaro, est
alli montado.
Sessenta ramas de ferro com colchos ornan
os vasios quartos e salas deste edificio. Da
grande deposito de roupas de ptima qualidade
permute que oa doentea sectnservem com i de-
vida limpeza.
Ha uma separago doa doentea em tres elastea
fleando de mais os brancos separados dos prtto*
embota sejam pertencenlet mesma ciaste Um
peisoal escolhido debsixo ds direcgo da distiac-
to propietario manlem tudo na mxima regula-
ridade e asseio, e o doeote encontr de saa par-
te o maior zelo e dedicago que se poda de-
sejsr.
Cremos poder afeseverar qae aate prosairo,
seoo o nico estabelecimento deata naturtza ta-
ire nf.
O publico eomeca a eonvencer-se ds saa ulili-
dade, porque o numero dos (tenles boje asta
do que em principa, porta atada aa v anala
gente preferir tratar sena doeotea nas maia ntsd
mas coodigdes ea suas casas, do que remell lo*
para este eatabelecimento : pensar arraaaa a
mal entendida economa dot qut assim prtat
dem.
Nao desanime o Sr. Dr. Ramos que ua dia ta-
ra a recompensa de tantos trabalho.
Ea obsequio ao. metmo doolor termioarei ta-
piando a tabella dos "pregos para lhe dar asear
publicidad*.
1* elMtt'...... 3|000 ou asi.
2* eltsse......2J500
3* classe para a.
escravo, ma-
nijo oa cria-
do.,.,,.>,,,,, SfOOO



BIAAHI BE FEMUMlDtO, VUTk PIIRA 7 W FTEfrfilBO DE /SW.
\
- i y '* i
Os aliewdoi de segunda e tprceifa classe, co
furiosos pagaran diaria ordinaria, senda turbaos
pagarao maia quaria parta.
As operacSe sarao previamente ajustada! a par
presos baixos.
O pagamento ser feito em quinzenas adianta-
o, ncando ao dono do doente o direito de co-
brar a differenga, ae o curativo nao comprehen-
fle* toda a quioaena.
O proprtetario en eertaa caaos contrata os cu-
ltivos compra aJguos eneraron doeotaa.
U admirador.
ELEiglO
dos IIIms. Srs. Kxmas. Sras. que ten
de festejar o gloriosa Santa Anta o
no futuro anno de 1863.
Kti
Btm.
Lelo.
Juiz por eleico.
Sr. commendador Aatoaio do Souza
Jaiza por eleicio.
A Eima.Sra. D. Magdaleoa, coosortedo Illm. Sr.
capit&o Francisco Beroardes da Cunha.
Juizea poi devocov
Os IIIms. Srs. : -
Capitao Hermogeoes Goncalves de Lima.
Felippe Jos Alvares.
Juiza por devo-ao.
As Exiaas. Srat. :
Coosortedo Illm. Sr. capitao Joaquim de Barros
Correa de Queiroz.
Consorte do Illm. Sr. Raimundo Antonio da
Graba.
Juiz protector.
O Illm. 3r. Joaquim Hanoel da Silva Jnior, fl-
lho do Illm. Sr. capitao Joaquim Manuel da
Suva*
Juilas protectora.
A Exma. Sra. consorte do Sr. capitao Luiz Cezar
Pinto de Faria.
Escrivo por eleiqao.
O Illm.Sr. Hanoel Theodosio da-Cunha.
Escriva por eleico.
A Exma. Sra. consorte do Illm. Sr. Pedro Leite
dos Santos.
Eicrives por devocio.
Os IIIms. Srs. :
Joaquim Jos da Rocha.
Antonio Jos Rodrigues da Costa.
Escrivas pordevoco.
As Exmas. Sras. :
D. Antonia ulna do Illm. Sr. Francisco Germano
da Costa.
Exma. Sra. D. Malina consorte do Illm. Sr. Jos
Semeo.
Mordomos.
Os IIIms. Srs.
Alteres Geraldo de Barros Coelho.
Jos Antonio da Silva Lyra.
Antonio do Monte Lima.
Joaquim Ignacio de Mendoza.
Antonio de Almeida Braga.
Antonio Sabino da Silva|Moura.
Jos Soares de Albuquerque.
Hordomas.
As Exmas. Sras.:
Consorte do Illm, Sr. Manoe! da Costa Ventura.
Ojta do Illm. Sr. Jos Marcelino de Mello.
Dita do Illm. Sr. Joaquim" Jos de Santa Anna e
Silva.
Dita do Illm. Sr. Jorfe Caetano Marques de Car-
valho.
Dita do Illm. Sr. Maooel Gomes Silverio.
Dita do Illm. Sr. Antonio Rodrigues de Figuei-
redo.
Tbesoureiro.
O Illm. Sr. Alferes Alexandre Jos de Hollanda
Cavaicanti.
r, T.. Procuradores.
Os IIIms. Srs.:
Isidro Dias da Silva.
David Alves Falco Taquea.
Joaquim Francisco Moreira.
Antonio Jos Tiburcio.
Francisco de Paula SimSes.
Severioo Fernandes* da Silva.
Noiteiros.
Da primeira at a sptima noile perlenceao the-
soureiro.
A' oitava noile, aos lllms. Srs-:
Capitao Francisco Jos Alvares.
Jos EspiriJio Xavier de Lima.
Tenente Miguel dos Aojos Alvares dos Prazeres.
A' nona norte, os lllms. Srs.:
Belarmino dos Santos Bulco.
Antonio GoucalveT da Silva.
Jos-Patricio de Moura Cas.
Consistorio da matriz de Santo Aoto, 19 de
Janeiro de 1862.O vigario Francisco Xavier d s
Santos.
L 1 calilo sapatoa da trance, e retroz de cflres ;
a Ferrao & Maia.
10 pipas e 75 barda vinhee j a Krabb Thom
'. 100 eaixia batatas,-: ditas estolas, 110 bar-
ricas aardinhas, 1 caixote doce de (rutas, 8 bar-
ris alcatro ; a Jos Ferreira Leaaa.
12 pipas vinagre, 50 barricas sardinhas: a F. S.
belloi Filho.
.. 28 barricas sardinhas, 8 ditas cominos; a Luiz
Jos da Costa Amorim di C.
60 baxfis cal ; a L. A.Siqueira.
4 barricas e 1 eaiiote cevada, drogas medi-
cinaee, peneiras de seda e de cabello ; a B. Fran-
cisco de Souza.
100 barris toucioho, 1 eaixa bracos de balanja ;
a J. Marcelino da Roas.
51 barricas aardinhas ; a Jos Antonio da Silva
Jnior.
&0 saccoa semea ; a H. Uibson.
15 barra e 20 caixas vinho e vinagre ; a Aoto--
nio Joaquim de Campos.
8 pipas e 30 barris vinho, 10 ditos e 4 pipas
vinagre ; a Maooel Ignacio de Oliveira & Filho.
6 pipas e 20 barris vinhos, S5 ditose 5 pipas
vinagre, 22 barris azeite doce, 20 ditos toucioho,
10 ditoa cliourigas, 44 .ditos sardinhas, 150 ditos
cal de pedra, 5 saceos cominos, 300 ditos farello,
425 caixas passas,369 lages de ptdra, 2 burros e
1 burra ; a Azevedo & Meodes.
9 pombos ; a Maooel dos Santos.
Barca francezi Sauvtur, vinda de Marseille e
Celte, consignada a Tisset [reres & C, manifestou
o seguinte :
300 barricas cimento, 100,000 kilos de sal, a
granel, 4,000 pedras, 30 pies resioa,aaiare\la, 300
caixas masaas. 200 barris vinhos, 4 caixas papel
braoco, 60 fardos dito de embrulho, e 24 taboaa ;
a Tisset (reres.
150 barricas cimento ; a ordem.
Becebedoria de rendas internas
. ajeraes de Pe mam buco.
Rendimento do dia 1 a 5fc 4.131*691
dem do dia 6 1:244*760
T3768451
COMMERCIO*
Praca da Recife 6 de
fe ve rSfo de 1862.
\s quatro \voras da larde.
Cotaces da junta de corretores.
Cambios:
Sobre Londres 90 div. 26 d. por 18000.
Sobre Paris90 div. 362 s. por (raneo.
Descont de letras.
10. ell 0[0aoanno.
J. da Cruz Macedopresidente.
John Gatissecretario.
Alfandesra,
Rendimento do dia 1 a 5 .
Mam do dia 6......
123.033*369
28.804*897
151.838*266
Movlmento da alfandega-
Volamei entrados comfazendas.. 161
ora gneros.. 344
Volamos sabidos comfazendas.. 115
> com gneros.. 82
505
197
Desearregam hoje 7 de (evereiro.
Brigue portuguezConstantemercadorias.
Brigu6 portuguezBella Figueirense merca-
dorias.
Barca mglezaDianeidem.
Patacho hamburgusCotumbosidem.
Barca americanaRichemond(arinba e papel.
Barca americanaAzelia farinha, papel e bo-
lachinha.
Brigue inglezGitanabacalho.
Beigue inglezWather Bainebacalho.
Barca (rancezaSauveurvinho.
Brigue (rancezBellyidem.
Brigue braaileiroEugenia ceblas eptalas.
Brigue braaileiroVelozcharque.
lmportacao.
Barca americana Richmond, vinda de New-
Bedford, consignada a Henry Forster & C, mani-
(estou o seguiote : <
850 barricas e 110 meias ditas farinha de trigo,
20 barricas farinha de milho, 3 ditas dita de aveis,
125 barriquinhas e 10 oaixas banha de porco,250
taraos papel, 20 caixas velas de composico, 100
ditas paono azul de algodo, 58 volumes candi-
eiros e pertences, 2 caixas palitos de denles, 9
ditas e7 pacotes drogas, 1 chamio Jpara fogo,
1 caixa arreio para cavallo ecoleiras pare cachor-
ro, 400 caixas oleo de;kerosene, 2 caixinhas igno-
ra-ae, 3 volumes amostras, e gazetas, 4,153 ps de
taboado e pinho ; aos coosigaatarios.
Patacho inglez Elizabeth,vindo de Liretaol,
consignado a Sanadora Brothers & C manifes-
tou o seguinle :
88 gigo, 4 barricas e2 cestos louca, 50 caixas
a$o, 20 e 121 fardos madapoles, chitas, algodo-
eiahes, creguellas, cobertores, viseados, meias,
dos, etc., e 1 volumes amostras ; aos consigna-
tarios.
00 barricas cerveja ; a Scolt Witson & C.
5 lardos tecidoa d linho, 103 'toneladas e 14
quintaos carvo de pedra ; a ordem.
Brtgue braaileiro Eugenia, vindo de Lisboa,
consignado a Antonio Luiz de O. Azevedo, maoi-
estou o segutnte :
8 barris vinho ; a Rabe Schmeltau & C.
2 tardse 2 caixotes peneiras de cabello, fio de
liano, pinceis e drogas madiciaaes ; a Csors &
Barbosa. '
400 molaos ceblas ; ao capitao.
30saccoa grao ; a V. Ferreira da Coala.
60 barricas sardinhas ;*a*uaha Irmaos & C.
80 barris azeite ; a J-baa da Silva Regadas.
30 caixas.velas de oari ; a Thomaz de Aquino
Fonseca Jnior.
1 barril vinho ;"a Jps JOclaviano Talles Sal-
danha.
100 saceos farello, 23 balris chourtcas : a A. L.
de Oliveira Agredo, i
Conaalado provincial.
Rendimento do da 1 a 5 14:366*757
dem do dia 6......: 5.776J461
20:143*118
Movimento do porto.
Navios tahidos no dia 6.
Portobrigue brasileiro Olinia, capitao Her-
nando eocleciano Loyola, carga sssucir e
rouros.
Assbiate brasileiro Santa Luzta, capitao Joa-
quim Francisco de Souza ; em lastro.
Nao bouveram entradas
*s
C0 o>
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Horas.
Almosphera.
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A noite nublada com alguos aguaceiros, vento
Wb regular, que rondou para o terral ao ama-
nhecer.
OSCILAClO DA HAR.
Preamar as 10 h. 18" da manha, altura 5 4 n.
Baixs-mar as 4 b. 30' da tarda, altura 2,2 p.
Observatorio do arsenal de marinha,'6 de
vereiro de 1862.
ROUA'VO STEPrLB,
Io tenente.
fe-
0 Dr. Prancisco de Araujo Barros, caveleiro da
imperial ordem da Rosa e da de Christo e juiz
municipal da segunda vara preparador dos
prueessos do jury, porS. M. o Imperador, que
Dos guarde etc.
Faco saber que pelo Dr. Bernardo Machado
da Costa Doria juiz de direito da primeira vara
criminal desta comarca me foi communicado
haverdesignado odia 22 do correte pelas 10
horas da manha, para abrir a primeira sessao
judiciaria do jury deste termo, que trabalhar
em dias consecutivos, e tendo procedido o sor-
leio dos 48 jurados que teem de servir na mes-
is sessao em conformidade com o artigo 326 do
regulamento n. 120 ^e 31 de Janeiro de 1842;
foram sorteados e designados os cidados se-
guales .
Recite.
Maooel Vieira Perdigo.
Antonio Rufino de Andrsde Luna.
JoSo Francisco Padilha.
Joaquim Dativo Telles de Souza.
Antonio Mara de Castro Delgado.
Joaquim Alves Moreira.
Jos Baptista da Bnseca Jnior.
Manoel Luiz Goncalves.
Manuel Estanislao da Costa.
Francisco Ferreira Borges.
Francisco de Paula Dias Fernandes.
Santo Antonio.
Francisco Rodrigues da Cruz,
francisco Simes da Silve
Pirmino Jos de Oliveira.
Miguel Jos da Motta Jnior.
Francisco Ignacio Ferreira Dias.
Jos Joaquim da Costa Pereira.
Francisco da Costa Ribeiro.
Dr. Antonio Jos Alves Ferreira.
Jos da Costa Dourado?
Jeronymo Jos Ferreira.
Frederico Augusto de Lemos.
Severiano Bandeira de Mello.
S. Jos.
Jos Antonio Pereira da Silva.
Manoel Ferreira doa Santos Pimenlel.
Francisco da Silva Reg.
Francisco Antonio Pereira de Brito.
Eduardo Frederico Banks.
Boa-Vista.
Luiz do Reg Barros.
Herminio Egidio de Figueiredo. *
Jos Antonio Vieira de Souza.
Dr. Miguel Bernardo Vieira de Amorim.
Dr. Tarquinlo Braulio de Souza Amaranto.
Antonio Pires Ferreira.
Dr. Luiz de Carvalho Paes de Andrade.
Demetrio de Azevedo Amorim.
Antonio Feliciano Rodrigues Setle.
Raymundo da Silva Maia.
Caponge.
Joaquim Henriqoes da Silva.
Muribeca.
Jos Thomaz Pires Machado Portella.
Jos Carneiro LeSo. .
Dr. Joaquim Etvire de Moraes Ctvalho.
Jos Meodes de Carvalho.
Miguel Mendes da Silva.
Jos Francisco dos Santos e Silva.
Estero Jos Paes Brrelo.
_ Jaboato.
Dr. Fernando d Si Albuquerque.
Joaquim Pereira Vianna.
A todos os quaea e a cada uro de per si, bem
como a lodoa os interessados era geral se con-
vida para comparecerem no primero andar da
casa que (oi cadeia na sala alas sesses do jury,
tanto no referido dia e hora, como noa demais
dias seguintes, emquanto durar a sessao. sob as
penas da lei se faltaren.
E para que chegue a noticia a todos mandei
passac o preseote que ser li Jo e afflxado nos lu-
gares mais pblicos e publicado pela imprensa e
tiflcaQdes necesaarias, aos jurado, aos clpales
e u teateminhaa que aa acharan nos atoa (As-
trictos.
Recite 6 de feverelro de 1862.
Eu Joaquim Francisco de Paula Esleves Cle-
mente, eacrlTio do jury o escrevi.
___*g. francisco de Araujo Barros.
1 i? de Alencar Ararlpe, ofRcial da im-
Piflil HUmu da Rosa e juiz de direito eape-
al dovcoanmercio desta cidade do Recite de
Peroambuco e sea iermo, por S. I. eC. o8r.
D. Pedro II, a quem Deua guarde, etc.
Faco saber aos que o preaenle edita I virem e
aelle noticia tiverem, que no dia 24 do corrente
mez se ha de arrematar por venda A quem mais
der, em pvac.a publica deste juizo.ua aala dos au-
ditorios, depois da audiencia, duas pipas de vi-
ibo do Porto ; regulando 80 caadas cada urna
pipa, avallada a 50 a caada 600}; as quaes sao
pertencentes a Jos Joaquim da Costa Maeiel, e
vo praqa por execucio que Ihe movem Pal-
meira & Beltrao. *
E nao htvendo laocador que cabra o prego da
avaliaQe, a arremata^o ser taita pelo valor da
adjudicago com o abatimeoto da lei.
E para que chegue ao conhecimeoto de todos,
mandei passar editaes que sero publicados pela
mprensa e afiliados noa lugares do costume.
Recite 16 de dezembro f.o 1861.Eu Manoel
Mara Rodrigues do Nasctmenlo, escrivSo o subs-
crevi.
Tristo de Alencar Araripe.
O Illm. Sr. inspector da Ihesourarta pro-
vincial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 24 do corrente, man-
da fazer publico que no dia 20 de fevereiro pr-
ximo futuro, perante a junta da (azenda da mos-
ma thesouraria, se ha de arrematar, quem por
menos fizer a obra dos reparos da primeira parte
da estrada do norte, avallada em 4:000^000 ris.
A arrematarlo ser feila na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de malo de 1854, e sob as
clausulas especiaos abaixo copiadas. '
As pessoas que se propozerem a essa arrema-
taco comparecam na aala das sesses da referi-
da praca, no dia cima mencionado, pelo mel
dia, competentemente habilitadas.
E para constar ae mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 27 de Janeiro de 1862.
O secretario,
A. F. 'Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematjgo :
1.a As obras dos reparos da primeira parte da
estrada do norte sero (eitasde conformidade com
a respectiva descripeo e ornamento na importan-
cia de 4:fJO0g0.
2.a SerJro principiadas as obras no prazo de 30
dias, e concluidas no de quatro mezes, contados
ambos os prazos de data da arremataseo, e no
caso de faltar a qualqaor destas condiccoes, ser
appli-cada a disposicoi dos artigos 31 a 32 da lei
provincial n. 286.
3. No caso de cobceder-se ao arrematante
qualquer prorogaco de prazo, pagar o mesmo
arrematante a multa de trezentos mil ris, por
cada mez, de prorogaco.
4.a A importancia das obras ser paga em ama
t6 prestago, qusndo ostiverem concluidas; que
ser logo recebiia definitivamente.
5.a Para ludo mais quanto nao fr estipulado
no ornamento nem nestaa clausulas, seguir-se-ha
o que dispe a respeito da lei provincial numero
286.
6.a Neo ser altendida reclamago alguma u
em qualquer lempo por parte do arrematante,
tratando a exigencia deindemnisaco, seja quaj
fr a causa que para tal fim allegar.'
Conforme.A. F. d'Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico- para coahecimento
dos intdressados o art. 48 da lei proviocial n.
510 de 18 de junho do correte anno.
Art. 48. E' permittido pagar-ais meia siza
dos escravos comprados em qualqeer lempo an-
terior a data da presente lei independiente de re-
validado e multa, urna voz que os devedores
actuaes deste imposto, o facam deotrb do exefei-
cio de 1861 a4o62, as que nao o zetem flearo
sujeitos a revalidaco e mulla em dobro. sendo
um terco para o denunciante. A thesouraria fa-
r annunciar por edital nos primeaos 10 dias de
cada mez a prsenos disposicao.
E para eonstar se ajao Jou afflxar o preseDte e
publicar pelo Diarto...
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 8 dejulho de 186V
O secretario,
A. F. da AssumpQo.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr.
presidente <1* p*"*'"*' dfl*"do crreme, man-
da (azer publico, que a obra da coberta do Gym-
naio Provincial, vai novamonte a praca no dia
13 do correte.
E para constar se mandou aduar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 3 de (evereiro de 1862.O secretario,
A. F. d'Anaunciaco.
Declarares.
Consulado de Franca.
Em conorratdadecom o art. 7 da convenci
consular, conejaida em 10 de dezembro de 1860,
entre o BrasH'e. a Frauga, o cnsul da mesm
nago (az publico que o subdito (rancez Gil le dit
Laine, Augaete Paul, (actor de pianos na abri-
ca do Sr. Joo Vigoes, falleceu hontem pelas 4
horas da larde. Pernambuco 4 de feverelro de
1862.
- A thesouraria provincial compra para o col-
legio dos orphos de Santa Thereza de Olinda,
trinta colxos e igual numero de travesseiros'
para camas de ferro.
A quem coivier fazer dita venda comparece na
mesma thesouraria no dia 13 do correte pelo
meio dia, com aua proposta em carta fechada.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 3 de fevereiro de 18J2.O secretario,
A. F. d'Anaunciaco. **^
Correio
Pela administracio do correio desta cidade se
faz publico, que nao se admittir seguro carta
alguma sem que esteja lacrada, e com o compe-
tente sinete do uso do segurador pelo menos em
tres Jugares viziveie.
Correio de Pernambuco 1.a de fevereiro da
1862.O administrador,
Domingos dos Paasos Miranda.
CoDselho administrativo.
0 conselho administralivo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguintes : '
Para a fortaleza do Brum.
40 arrobas de plvora grossa.
1,800 covados de baetilha.
1 livro grande com 300 folhas de papel pauta-
do, para registro das partes diarias.
Para provimento do armazem do arsenal de
guerra.
500 caadas de. azeite de carrapato.
96 libras de fio de algodo.
Para a componhia de cavallaria.
/5 mantas de algodo para servirem de cherga
Quem quizer vender taes objectos aprsenle
as suas propostas em carta (echada na aecretaria
do conselho, 10 horas da manha do dia 10 do
correte mez.
Sala das sesses do conselho administrativo
para ornecimento do arsenal de guerra. 8 de
(evereiro de 1862.
Btnto Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel T0*"1 8ecreti interino.
Subdelegacia da polica do
districto de S. Jos 5 de fe-
vereiro de 1862.
Por esta subdelegacia se (sz publico que se
acna recolhida a casa de deteoco por andar f-
gida a mulata de nome Mara, que dis ser escra-
va de Antonio Jos Goncalves, morador tu Pao
d'Alho, quem com direito se julgar a ella pro-
vando ser entregue. Outrosim, acha-se depo-
sitado um cavallo asea que (oi encontrado vagan-
do pelas ras no dia 4 de dajembrado anno pas-
sado, quem provar ser seu legitimo dono o re-'
cebera.O subdelegado,
Correia da Silva.
Pela subdelegacia do Recife foi aprehen-
dido um cavallo alazo, que andava vagando pe-
la ra : quem se julgar com direito ao mesmo
Atsos martimos.
6=.c. oi. puui.tua o yuuvOUU FB.a impreusa e lapresente-se nesta subdelegacia munido de ai
Rio de Janeiro
oodkwu rinuttGCift
Navegaeo costeira a vapor
O vapor Jaguaribe, commandante Lobato,
sahir para os portos do sol de sua escala no
da 15 do corrente as 5 horas da larde.
Recebe carga al o dia t4 ao meloda.Encom-
men uh Pa9sa8eirs e diuheira a frete at o dia
da sabida as 2 horas: etfrrptorio no Forte do
Maltos 0.1.
Para o Porto
segu al o dia 13 de fevereiro o brigue portu-
guez Amalia I por ler ja eeu earregamento
prompto; para passageiros, trata-se com Cunba
Irm&o & C, ra da Madre de Dos n. 3.
Para a ha Miguel
sahe com a maier brevidade possivel o patact
portuguez Lima ; para o resto da carga e pak-
sageiros^trala-se com osseus consignatarios Joo
do Reg Lima & Irmao.
COMPANHIA BRSLEIRA
DE
mmf m & nm&.
E esperado dos portos do sul at o ^ia 12
do correte, o vapor Tocantins, commacdanle,
o primeiro tenente Pedro Hyppolito Du rte, o
qual depois da demora do costume segui para
os portos do norte
Desde j recebem-se psssageiros e enga a-se a
carga que o vapor poder cendozir a qual jdever
ser embarcada no dia de sua chegada, ejncom-
mendas e dinheiro a (rete at o dia da salida s
3 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. Ti, ea-
criptorio de Antonio) LuizJ de Oliveira Akevedo
& C.
Para o Porto e Lisboa
O veleiro e bem coohecido patacho nacional
Beberibe-, pretende seguir com muita brevidade
para os dous portos cima, tem parte de sjea ear-
regamento a bordo, para o reato que Ihe ; falta e
passageiros para os quaea tem ex-cellentes com-
modos trata-se com os seas consignatarios An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C no seu ta-
criptorio ra da Cruz o. 1.
Para o Rio de (Ja-
neiro,
segu com brevidade o palhabote PiedAde, ca-
pitao Jos Marques Vianna ; para carga e passa-
geiros, trata-se com Caetaoo C. da C. Moreira di
Irmao, no lado do Corpo Sanio n_23. '
Para o Bio Grande do Sul prelflnde sabir
com brevidade o patacho Gearany, (para onde
recebe carga a frete, como escravos :/quem no
mesmo quizer carregar pode entender fie com os
consignatarios Amorim Irmos, ra da. Criz nu-
mero 3.
Daniel Kilrnan, capilo do palJcho ameri-
cano cAlpinen, arribado a este portp por (orea
maior, precisa lomar sobre risco martimo cerca
de 6:0005000 para occorrer as despiezas do dito
navio : os pretendentes queiram dirigir as suas
propostas em carias (echadas ao consulado ame-
ricano, na ruado Trapiche n. 8, seiuodo andar.
Lisboa.
O brigue portuguez Bella Figuei'ense, capi-
tao Jos Ferreira Lessa, sahir cem brevidade
por ler a maior parte de seu carreg ment prom-
plo : para carga e paasagoiros. dar os auaes
iom oxuciientes commodoa : trata4su in u s
Babello & Filho. largo da Assemblf a n. 12,
Para a Bahia segu o palhabote anto Amaro
para alguma pouca carga que lbe alta trata-se
com seu consignatario Francisco L. O. Azevedo,
na ra da Madre de Daus n. 12.
Para Lisboa
sahir com toda a brevidade o brigue
Consiente, capitao Augusto C>r
visto ler prompta a maior parte do
ment: para o restante e passagdros, paraos
quaes tem excellentes accommoda ;oes, trata-se
com Manoel Ignacio de Oliveira & F Iho, largo do
Corpo Santo, no escriptorio, ou con o capitao na
pra^a do commercio.
COIPAM MSBUCAIU
DE
Navegado costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande cb Norte.
portuguez
os dos Reis,
sea carrega-
Norte,
Cear
Vianna,
ia escala at
mez s 5 horas
Parahiba, Rio Grande
Macau do Assu', racarj
e Acar^acu'.
O vapor Iguarass. commandahte
sahir para os portos do norte de
o Acarac no dia 20 do correule
da tarde.
Recebe carga ala o dia 19 ao meio dia: En
commendas, passageiros e din boira a (rete al
diada sahida s 2 horas: escriptolrio no Forl
do Mallos u. 1.
Cear e icarac
No dia 8 de (evereiro o palhabote! Sobralen-.
se segu com a carga que tiver a bordo ; para
carga e passageiros, trata-se com Caetano Cyria-
co da G. M., no lado do Corpo Santo
Para o Rio Grande d
sahir com toda a brevidade o maito
tacho nacional Arapeby recebe car
vos a frete, para o que trata-se com i
naci de Oliveira fij Filho, largo do Co
escriptorio n. 19, ou com o capitao a t>
Porto.
23.
Sul
eleiro pa-
ja e escra-
la no el Ig-
.0 Santo,
rdo.
Segu com brevidade para o indicado port o
brigue portuguez Amalia I, de primeira claase:
para o resto da carga e passageiros, tratfa-se ora
Cunha Irmaos & C, ra da Madre de Dos n. 3,
ou com o capitao na prega.
Rio de Janeiro
O veleiro e bem conhecido brigue nacional
Damao pretende aeguir com muita bievtdade,
tem parte de seu earregamento prompto ; para o
reslo que lbe (alta, trata-se com os seu 1 consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azev< do 4 C.,
noteu eicriptorio ra da Cruz n.l,
mulo prompto : para o reata que lbe n
li-seeoas os seas consignatarios'Antonio
OlnaintAtevedo 6 C., no tea escriptorio
IPUiA
LMfBU
em direituri, o palhabote Santa Cruz ; para o
'"*" carjae passageiros, trata-se com Cae-
C. M.,
id.
no lado do Corpo Santo
Para o Porto.
Segu em poacos dias a barca portugueza
Flor da Maia, por ter parte do seu earregamen-
to prompto ; quem quizer carregar ou ir de pas-
sagfem, dirija-se ao coosigoatario do mesmo em
seu escriptorio da ra do Apollo n. 43, segundo
andar.
Liloe$.
Terqa-feira 18 do corrate, vaasJaria
1 m preter retnente as* rodas da IhM
parte da nona e primeira da timm
lotera da matriz da Boa-Yuta
cidade, no consistorio da igreja de!
Senbora do Rosario de S. Antonio.
Os bilhetes, meios e quartos ithsi
se a venda na thesouraria das lotera/
ruado Crespo n. 15 e as casas coaa-
missioaada. Os premios serao pagos)
a entrega das lista. r-or-
O tbesoureirr,
Antonio Jos Rodrigues de Soma.
-HOJE
Das II horas do dia em
CONSULTORIO ESPECIAL HOlMrATIK
SM eOUTOR
n SABIffTO.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) d. 6.
Consultas todos os dias atis desde as 10 bata
t meio dia, acerca das aecaintes molestias :
molestias da mulheres, molestias das eri
M.moUiliat da pe lie, molestias ios olko*,
lestias syphilitieas,todas as especies t ftk
,ebr*s intermitientes mai conscautncias.
Continua o leilao das fazendas em re-
talho e em muito pequeos lotes, .da lo-
ja da ra do Cabuga' n. 8, apresentar-
se-ba alem de muitos objectos que de-
vemeonvir aos Srs. arrematantes, di-
versas fazendas proprias para quaresma
Aos Srs. logistasencontrarao entre
muitas fazendas que tambem muito ro-
dem lbe convir as seguintes :
Pecas de lila pt eta.
Ditas de casemira preta e de cores.
Ditas de brimzinbo de linbo.
Duzias de meias pretas para senbora.
Ditas de toucas de Ia para meninos.
Ditas de enfeites para sen hora de vi-
driibo preto.
Ditas de frascos de agua de colonia e
muitas perfumaras.
Cha pe linas francezas para senhora
de diversas quaridades e gostos.
Tudo arrematado como se tem visto
sem limite de preqo, por te querer aca-
bar com a sua liquidacao, para paga-
mento dos credores e se a concurrencia
for anda maior do que tem bavido, se
leyara' o leilao at a noite.
Conlinuacao do leilao
DE
FAZENDAS
Na ra do tvabug n. 8
Sexta-feir 7 do corrente.
Costa Carvalho, continua nesce dia as
11 horas em ponto, a vender o resto das
fazendas existentes na mesma loja,. en-
tregando tudo ao correr do martello,
havendo tambem fazendas muito pro-
prias para quaresma.
LEILAO
DE
Un oseravo.
Sexta-feira 7 do corrente.
O a8eote Piolo far leiiao a requerimenld do
Sr. Joo Jos Aires Mendos e por despacho do
Illm. Sr. juiz de orphaos, de um escravo por
nome Manoel, o qual ser vendMo sem reserva
de prego, s 11 horas do dia cima mencionada
em seu escriptorio na ra da Cadeia n. 9.
LEILAO
A 7 do corrente.
Rabe Schmetlau & C. faro leilao por ioter-
"enco do agente Oliveira, e por couta e risco de
quem perteocer, de 202 caixas de velas de com-
posicaoi viudas em estado imperfeito pelo navioipara plaotcaode capim : quera"quizer'"dirija-
f*rm.
consequencias,
PHARUCU ESPECIAL HOOP*TBICA .
Verdadeiros medicamentos homaopathicee ere-
parados som todas aa cartela a necessariaa, hs
lalliveis em seus edeitos, tanto em tintura,caae
em lbulos, pelos presos mais commodoa pea-
sivais. '~
N. B. Os medicameotoa do Dr. Satine si
anicamente vendidos em sua pharmacia ; te*
que o forem lora della sao falsas.
Todaaascarteiraa sao acompaohadas de bbk
Impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braaileiro. Este emblema poeto
Igualmente na lisia doa medicamentos qee ae pe-
da, As carteiras que nao levarom essa impasse
assim marcado,emboratenbam natampa o ne
me do Dr. Sabino sao (alaoa
A cominisso nomeada
para verificag&o dos crditos
d massa taluda de Joaquina
da Costa Maia, roga a todos as
pessoas que se juIgarenKcre-
dores, de apresentarera seus
ttulos uestes tres dia* aos
Srs.Monteiro, Lopes & C atim
de poder a mesma conimissao
apresentar o resultado dos
seus trabalbos na reuoio dos
credores,marcada para odia
17 do cerrente, as 10 hora* da
manha
Fugionodia20 do paseado urna errav
velha de nome Isabel, magra, de idade de 60 sa-
nos, dos Afogados, cuja escrava consta que ata-
da pelas Cinco Ponas ; quem a aprehender pe-
der levar nos Afogados a sua senhora D. Gsi
lhermina Flora Lagos, que ser recompensado
As pessoas que eneommendaratn jaracati,
remedio para (rialdade etc., podem mandar Pes-
car ao collegio da Conceicao na Tamarineirs, per
se achar a (rucia as condiccoes precisas.
L. Haunhain vai para o Rio-Grande do Sel.
Salvador Rodrigues daSilva vai para o Kio>
de Janeiro.
Precisa-se de urna .ma para urna casa de
duas pessoas : na ra estrella do Rosario, loja
de calcado. jttm
Ha para alugar urna escrava para o service
interno e externo de casa : na ra estreiu do
Rosario n. 32 primeiro andar.
Aviso ao publico.
Prolesta-se contra qualquer venda de escravo
fals poi Joaquim Totyoarpo O'Almeide.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 48.
da ra d'Aurora : a tratar no primeiro da mes-
ma, ou na ra da Cruz, escriptorio dos Srs. Viei-
ra & Amorim.
aSolferino, chegado recentemente do Havre ; e
na mesma occasio ser vendida para fechar a
coota, urna porgo decedidameote do melhor
vioho champanha, que tem vindo a este merca-
do, mas de pouca extraccao pelo mero fado de
vir em caixas de 25 garrafas:
Sexta-feira 7
do corrente, ao meio dia em ponto, no armazem
do caes d'Apollo n. 65, junto ao deposito do
sabio.
Ayisos diTersos.
Grande laboratorio de la-
vagem.
Os donos dos nmeros abaixo declarados po-
dem mandar buscar que estao promploa : 137,
251, 283, 311. 156, 149, 87, 157, 277, 231, 129,
14*. 35,2*2, 298.
Precisa-se de ama ama para todo o servico
de urna casa : na ra das Laraogeiras n. 14, se-
gando andar.
Aluga-se o terceiro andar da casa n. 48 da
ra da Cadeia do Recife; a tratar na loja do
mesmo.
Nos abaixo assignados participamos aa cor-
po do commercio, que amigavelmente dissolve-
mos asociedade que tinhamos na taberna da Ira-
veisa doQueimado n. 1, a qual gyrava na firma
de Fon tes i Araujo, ficaodo todo o activo e pas-
sivo a cargo do socio Araujo, e desonerado de lo-
do onus o socio Fontes. Recife 2 de fevereiro
de 1862.Joo Manoel da Cunha Araujo.Jos
Rodrigues da Cunha Fontes.
James Olivar vai ao Rio de Janeiro.
Perdeu-se o bilhete inteiro n.
2128 da quarta parte da primeira lote-
ra concedida a beneficio do gvmnasio
provincial, cujas rodas devem correr
hoje, por isso previne-se ao Sr. thesou-
reiio das loteras e mais vendedores de
billietes de nao pagar em, se acaso fr
-premiado, se n5o ao abaixo assignado.
Recife 5 de fevereiro de 1862.
Miguel de Figueira.
Attenco.
A quatro dias anseotou-se de casa de sen ae-
nhor, na Ponte de Ucboa, o escravo mulato de
nome Leoncio, idade 16 annos, tem os calcan*-
res um pouco grossos, duas cicathzes provenien-
tes de fogo na perna esquerda, levou camisa de
algodo branco, caiga asul desbolada e chapeo da
psiha de carnauba, bastante machucado, por so-
bre elle carregar csVieco dagas, e urna cesta de
pal ha a imitaceo de uboleiro ; foi visto nos dous '
primeiros dias na estrada do Usoguioho : rogar
se as autoridades policiaes, capites de campo a
apprehendam e levem a ra da Cadeia Velha a.
35, que ser recompensado.
Arrenda-se por 3 annos o sitio Inviivel da
Santo Amaro, com cinco viveiros, maia de 10O
ps de coqueiros com fruclos, e terreno gran le
ao seu proprietario Antonio Jos Gomes do Cor-
reio-
Domioique Sorbet, subdito francez, vai para
o Rio de Janeiro. r*"
Vende-se urna victoria em bom estado, coas
arreios de dous e um cavallo tambem treca-se>
por um cabriole! de duas rodaa eatando boa : na
ra estreila do Rosario n. 29.
Batatas
a 1 }500 rs. o gigo : no
ruadas Cruzes n. 36.
largo do Carmo n. 9 e
Precisajse de umi ama para comprar co-
sinhar e engomarar parapouca familia: ..tratar
na ra do Queimado o. 47.
Aluga-se
lima casa em Olinda ae- desembarque a pri-
meira caaa terrea com. 4 janellas de trente e com
portao ao lado; a Katar na ra da Mdeda no
Recife com Manop'i Marques de Oliveire. o em
Olinia com o Sr, Luis Jote Piulo da osta,
Direita o. 16.
Grande fabrica
DE
tamancos na esquina da
travBSsa de S. Pedro
Visto infelizmente existir-a epidemis ese al-
guna pontos desta provincia, e aer por lodos aa
bido que a humidade nos pea concorre muito pa-
ra iogresso da mesma, valo que a meeesaa
aconselha os ps quentes, convida o proprieiaiia
deate estabelecimento o illustrado publico esa
geral, a troco de urna pequea retribuido, ma-
nirem-ae de tamancos, pois se veade tantos r-
talho como em pequeas e grandes porqus, as-
sim como tamancos de vaqueta a moda do l'ort,
que se vende de todos por menos preco do qae
em outra qualquer parte.
hliria.
Na ra Direits n. 2, ha um grande sortimeato
de obras de folha de todas asqeelidedes.e o pro-
prietario deste eetebelecitaeote garante ios fre-
gueses a boa qualidade e iortiaao dss ditss obres.
assim como lam um grande sortimento de vidreej
e vende ludo por menos do que em outra qaet
quer parte.
Precisa-se de ama ama para casa de peaaa-
oa familia : na na do Queioado o. 28, pria
andar.
Meocao
Guimsres & Luz, donos da loja da miu
da roa do Queimado n. 85, boa fama, particJeeaa
ao publico que o sea eslabelecimeato se
completamente prvido das melhores mttesi
tendentea ao mesmo estabeleciaento, e al
outros objectos de gosto, sendo quasi tedes i
bidos de suas proprias encoamendas ; s '"
elles inteiramente resolvidos a ose -
olio iiMcuomeaie resolvios "*? -------
flido, aflanram vender mais barato de qae eatr
qsalquet ; e juntamente pedem aotseas devedo-
res que lhes mandis os venteas pegar a sena
depilo*, sptf pena is SOrvB JWtieedai.-


'B
MARIO DE PKRNAMW3CO -. MXT4 fflkU 7 DI FEVEREIRO BB 8
ifusibias ?aiaa iw.
Para as provincias de Pernambuco, Parahiba, Rio
Grande do Norte, Cear e Alagoas, a saber:
Folhinha de porta, contendo o kalendario, pocas geraes, nacionaes, das
de galla, tabella de salvas, notims planetarias, eclipses,partidas
de correioi, audiencias, e resumo de cbronologia, a ris .160
Folhinha de algibeira e variedade, a qual conten todas as materias das
de porta e mais tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma-
res, casa e familia imperial, nomes e ttulos dos chefes dos
principaes estados do mundo, tabella da arrecadacao do sello,
dita do porte das cartas, partida dos paquetes brasileiros e euro-
peus, tabella dos impostos geraes, provinciaes. e municipaes, re-
gulamentos de incendios, e entrudo, e algumas pinturas munici-
paes, artigos sobre agricultura, economas, modo de fabricar gelo,
prognostico do fim do mundo, collec&o de remedios, a res. 320
Dita religiosa, contendo todas as materias das de porta, e mais tebellas do
nascimento, e ocaso do sol, das mares, casa eiamilia imperial,
nomes e ttulos do chefes dos principaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadacao do sello, dita do porte das cartas, partida dos
paquetes brazileiros e europeus, tabella dos impostos geraes, pro-
vinciaes, e municipaes, regulamentos de incendios, e entrudo, e A-
gumas posturas municipaes, trezenario e mais oracOesde S. Fran-
cisco de Paula, colleccao de oraches para todos os estados da vida,
e novena da Sen hora Sant'Anna, a re'is........520
Dita com abjaanak, contendo o kalendario, pocas, noticias planetarias,
partidas dos correios, tabellas de imposto, etc. etc. e o almanak
cevil, judiciario, administrativo, agrcola, commercial, e indus-
trial, desta provincia, a re'is......... U'000
APPROVACiO E AlTORISACiO
DA
LUMEtk mnmki m mmm
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
CHAPAS WEbiClASS
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirfe
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas Chapas-elbctro-magneticas-epispasticas obtem-se urna cura radical e in-
fallivel em todos os casos da inflammacao ( cansa externas.corao do 6gado, bofes, estomago, bajo, rins, ulero, pello, palpitado de coracao, gar-
ganta, olhos, erysipela, rheumatismo, paralysia e todas as affeccoes nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as differentes especies de tumores, como lobinhos escrfulas etc., sej a qual foro seu
tamanho e profundeza por meio da suppurac,ao sero radicalmente extirpados.
O uso deltas aconselhado e reeditadas por habis e distinctos facultativos, sna efficaia in-
contesta'vel, e as innmeras curas oblidas o facera merecer e conservar a confianza do publico
que j tem a honra de merecer, depois de 24 annos de existencia e. de pratica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de fazer as necessarias explicacoes, se as chapas sao para hornero, senhera ou crianza, decla-
rando a em que parle do rorpo existe, se na cabeca, pescoco, braco coxa, perna, p, ou tronco
do corpo, declarando a cicumferencia: e sendo ochaces, feridas ou ulceras, o molde do seu
famanho em um pedaco da papel e a declaracao onde existem, afim de que as chapas seio da
torma da parle affectada e para serem bem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas sero acorapanhadas das competentes explicacoes etambem de lodos os acces-
orios para a collocago dellas.
Consulta as pessoae que o dignarem honrar cora a sua confiaBga, em seu esariptorio, que
se achara aberto todos os dias, sem excep$o, das 9 horas da manha s 2 da larde.
119 Ra do Parto || PERTO DO LARGO DA CARIOCA
mi
.1 FERBEIKA VILLELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cabug n. 18, l.* andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por ambrotypo, por melaioolypo, ao
bre paono encerado, sobre talco, especiaos para
pulceiras, alQneles ou caasoletaa. Na mseos
casa exiate um completo e abundante sortimento
de artefactos francezea e americanos para a col-
locaco dos retratos. Ha tambem para asta mes-
mo fim cassoletaa e delicados alQoetes de ouro
de lei; retratos em pholographia das principaea
persoaageos da Europa ; stereoacopos e vistas
itereoscopicas, assim como vidros para ambrotyp
e chimicas photographicas.
Os Srs. abaixo assignados ao
rogados a comparecer a loja n. 2 B, da
ra do Crespo
Jos Florencio de Oliveira e Silva.
Lucio Alves de Oliveira e Silva.
Henrique da Fonceca Coutinho.
Manoel Jeronymo de Albuquerque.
Aviso,
Bil IB
Para as encommendas ou informagoes dirijam-se a
ra do Qbeimado n. 15.
pharmacia de JosAlexandre Ribeiro,
ELIXIR DE SALDE
as
Ciirolactato de ferro,
13 Meo deposito tvh botica de Joaquim MarUubo
da Cruz Crrela., na do Calinga n. II,
em Pemambueo.
O Dr. H. Thermes (de Chalis) anligo pharmaceutico^apresenta boje urna nova preparacao
de lerrocom o nome de elixir de citro-lactato de ferro.
Parecer ao publico um luxo empre vanadas, maso homem da sciencia comprehende a neepssidade e importancia de urna tal varie-
dade.
A formula um objecto de muita importancia em therapeutica ; 6 um progresso immenso,
quando ella, raanteodo a esseocia do medicameoto, o torna agradavel, fcil e possivel para todas as
ldades, para todos os paladares e para todos 03 temperamentos.
Das numerosas preparacoes de ferro al boje coobecidasnenhuma rene tao bellas qualida-
des como o elixir de citro-lactacto de ferro. A seu sabor agradavel, rene o tomar-seem ama pe-
quenai dose, e ser de urna prompta e fcil dissolugao no estomago, de modo que completamente
asimilado; e o ne produzir por causa da lactina, que contem em sua composigo, a constipaco de
ventre frequentemeDle provocada pelas outras preparacoes lerroginosas.
Estas novas qualidades^m nada alteram a sciencia medicamentosas do ferro, que sendo urna
substancia da qual o medico se nao pode dispeusaa em sua dioica, de incomparavel utilidade
qualquer formula que lhe d propriedades taes, que o-pralico possa prescrever sem receio. E' o
que consegro o pharmaceulico Thermes com a preparacao do citro-laclaclo de ferro. Assim este
medicamento oceupa hoje o primeiro lugar entre as numerosas prepararles ferruginosas, com o
auesia a prauca de muito mdicos distinctos que o tem ensaiado. Tem sido empregado como in-
menso proveito as molestias de languidez (eblorose paludas cores ) na debilidade subsequente as
hemorrhagias. as hidropesas que apparecem depois das intermitentes na incontinencia: de urinas
por debilidade, as Arlas brancas, na escrophula. no rachilismo. na purpura hemorrhagica, na
convalescencia das molestias graves na chloro anemia das mulheres grvidas, em todos os casos
en que o saogue se acha empobrecido ou viciado pelas fadigas, affeccoes chronicas, cachexia tuber-
culosas, cancroaa, syphihhca, excessos venreos, onanismo e oso prolongado das precaocoesmer-
CU 11369.
___,, Estas enfermidades sendo mu frequenles sendo o ferro a principal substancia de que o
medico tem de tancar mo para as debelar, o autor do citro-lactato de ferro merece louvores e o
"oCOferreoClme0t0 humanidfllle. P<" descoberto urna formula pela qual se pode sem receio
Consultorio medicocirurgico
3-nVABAGL.OWlA.CASADO FUNDA-3
Consulta por ambos os systemas,
n-nhnm 6?o q-e.tem de 1 "j-fm:?dio8 ** 8eu e8tshelecimento nao se confundam com os de
rnL?2! g"Dde Credll de,q'ie 6mi,r? fozaram e ozam ; o proprietarfo tem tomado
dosS aariKalV 86U nme .6I5 dM \r,tu,". de?end0 conaiderados como falsiOca-
W?r auefra^ m.5"e.i0,rem PreMn'do em esta marca, e quando a pessoa que os mandar com-
?el macado%S o se nom^"fflP Uma aMgQada P6, Dr' Lb MoMOZ(> P
aedios0eU8tes demmmadnenceb^ de Ffan5a "."^ Pora(> de Unctu" C0D, bellsdons, re-
SSS;iSX"."VrS^ conhecd" que 0 km*
ou?dLX*?L!u? em tubos 1ur em tioctara8 cq8larSo 4 dro.
snmde^p1^
s^-^i^^js^^^ s^sre p-p^.'-oVbim-'for.
gen. T^S^^^MS^S!?^ b"h' "IgadM ,l0 ntrM *-" "nt-
M Urt.Pd^a,siUiJ:%To.1daer.U.^ proers-lode manbaa atll borM
Va i se praceder judicialmente contra
todos os deveJores do patrimonio da
rmandade de Nossa Senhora da Boa-
Viagem, o estado deploravel da igreja,
e a indillerenca dos devedores, a tanto
obriga a mesa regedora. _
Precisa-se de um pequeo de 12 annos de
Idade para caixeiro de taberna : na ra da Lin-
go e (a n. 1.
Consultas medicas, i
Serio dadas lodos os dias pelo Dr. Cos- S
me de S Pereira no seu escritorio, ra 1
da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas
da manha menos sos domingos sobre:
1.* Molestias de olhos.
2.* Molestias de corarlo e de peito.
8.* Molestias dos orgos da gerarjo e
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
i dem de suas entradas, comegando-se po- 9
rm por aquelles que soffrerem dos 1
* olhos. o
i Instrumentos chimicos,acsticos e op- 8
i ticos sero empregados em suas cnsul- V
| ta;6es e proceder com todo rigor e pru- 92
i deocia para obter certeza, ou ao menos I
probabilidade sobre a sede, natureza e flj
causa da molestia, e dahi deduzir o plano i
de tratamento que deve destrui-la ou 32
curar.
Varios medicamentos ser Soambem 8
1 empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeiraqualidade, al
promptido em seus effeitos, ea necessi- 5
dade do seu emprego urgente que se usar
delles. g
Praticar ahi mesmo, ou em casa dos II
doentes toda e qualquer operario que i
julgar conveniente para o restabeleci- II
ment dos meamos, para cujo fim se acha SS
prvido de uma completa collec$o de ||
instrumentos indispensavel ao medico c
operador.
u&tmma sMs^-eieeiefieeieeieiii
Publicagoes do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
THESOIRO llOMEOPATIlirO
OU
VADE-MECl'M DO H0HF0PATHA.
(Segunda edieco consi-
deravelmente augmen-
tada.)
Diecionario popula? de medicina ho-
meopalhico
PELO GR.
SABINO 0- L. PINH0.
Continuam as assignaturas para estas obras a
25$000 em brochura al fevereiro.
Ra de Santo Amaro (Mundo Novo) o. 6.
AGITADOR DYMlilC)
DO DOUTOR
Para a preparacao dos medica-
mentos homeopathicos.
_ Os medicamentos preparados por esta machina
sao os nicos, com que se podem contar n8 cu-
rativo das molestias perigosas. E como seja o
CHOLERA MORBUS uma 'aquellas que nao
admittem deloogas e experiencias, 'cumpre pre-
ferir esses medicamentos a outros quaesquer, se
quizerem tirar da homeopalhia os vantajosos re-
sultados que ella assegura.
Acham-se a venda carleiras e meias carteiras
especiaes contra o cholera, acompaobadas das
competentes instruccoes, pelos precos conheci-
dos. na pharmacia especial homeopalhica, ra
de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.
N B. Os homens de bom senso reconhecem
cortamente que sendo o Dr. Sabino a fonle pura,
d'ondeemanou a bomeopathia em Pernambuco
e em todo o norte, elle o nico immediata-
mente interetsado no seu crdito e no seu pro-
gresso, e por conseguinte tao somente nelle
que se pode encontrar garantas, quer em rela-
co applicago-da acieocia no curativo das mo-
lestias, quer em relaco preparacao dos me-
dicamentos.
Na pharmacia do Dr. Sabino trabalham cons-
tantemente debaixo de suas vistaa immediatas,
nos lempos ordinarios, dous empregados (um
brasileiro e outro francez quem paga ordena-
dos vantajosos), os quaes sao ajudados por mais
tres ou cioco pessoas, quando o aervico o exige,
na deslillaco manejo das machinas, na desecarlo dos glbu-
los, na distribuicao das dilul$oes etc., etc.
E' evidente que para o Dr. Sabino exercer a
homeopatbia, como geralmente a exercem, e
preparar medicamentos como por ahi preparam,
nem eram precisas tantas despezas com o pes-.
soal, com machinas e com a obleusio das subs-
tancias as mais puras posiiveis, e nem tanta vi-
gilancia e trabalho oa preparago dos medica-
mentos ; mas elle nao se contenta com o bem,
que j tem feito, dando homeopalhia a popu-
laridad^ de que goza: elle quer eleva-la ao
maiorgrSo de perfeisao dando aosseus remedios
a maior infallibilidade possivel em seus effeitos
O Dr. Sabino nao aspira somente os gozos ma-
teriaes da vida ; elle se desvanece em ler nos li-
vros estraogeiros que a sua propaganda em Per-
nambuco\foi tao brilkante que nao tem na Eu-
ropa nenhuma analoga (JORNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA DE PARS, tomo 4 "pa-
gina 691 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HOMEO-
PATHlA, por Grani$r, pagina 102); mas a sus
ambicio mu a o mais elevada; ella se diriga s
legar as geraedes futuras um nome estimavel
pela gravidade importancia dos seus servi?os,
pela sioceridade de suas convlccoes, e pela fir-
meza do seu carcter.I' por isso, e para isso
que elle trabalha ; e trabalha muito...
O Or. Sabino procara e deseja a estima dos
homens sensatos; aos zoilos deixa elle a liber-
dade de mord-lo a sua vontade.
B. Duprat previne o corpo commercial des-
ta prara, que desde o dio 1.a de Janeiro do cor-
rete auno deixou de fawr parte da firma Ra-
mos, Duprat & C
I
Monte Pi popular Per-
nambucano. f
Por nao ler comparecido numero legal da so-
cios, nao tem podido realisar-se a eleioio do con-
seibo administrativo deste Monte Pi dqs domin-
gos passados, 26 de Janeiro e 2 de fsvreiro deste
;nD0- E cooaequencia pois, e ddordem do
Illm. Sr. director, convido aos sniores socios
em dia j comparecerem asessso quefpela lercei-
ra vez convocada para domingo 9 do correte
cerlos de que a eleicao se fara,com numtro de
socios que comparecerem at meloldia. de ac-
cordo com o disposto na aegunda 'Jarte do srt.
20 dos estatutos. l
Secretaria do Monte Pi Popular Hernambuca-
no 3 de fevereiro de 1862.
* Bemjamin do Carme Lopes. :
1. secretario.
= Aluga-se uma casa terrea com commodos
para pequea familia, com quintal murado e pre-
go de 12$ mensaes : na nova roa dp gazometro :
a tratar com o Sr. Valenca no mesmo lugar.
Os photographos Stal Si C. participam
aosseus numerosos amigos e freguezes,
que pela rapidez de sua viagem para o
Rio de Janeiro, lhes oto foi posiivel des-
pedirem-se de cada um de per si, como
- desejavam, porm lhes offerecsm o seu
presumo e amisade na corte. Approvei-
!tam esta occaai&o para participar ao pu-
blico, que dexam por seu successor o
Sr. Len Chapelain, photographo muito
hbil, que continua no mesmo
lecimeoto a executor todos os
de que sempre se encarregara
sim o recommeodsm aos seus
ao publico daeta provioc'a.
xi mmvmmm -mm^mm
Precisa-se alugar urna preta captiva que
saiba coziohar e engommar bem, ara orna casa
de pouca familia : quem tiver, JirSja-se loja
da Victoria, na ra do Queimado n). 75.
Aluga-se, vndese ou permuu-se por uma
casa terrea nesta cidade um bom s lio com casa,
no lugar da Varzea, coohecido pelo
que foi do padre Jos Simes : a tr
de S. Pedro n. 8.
estabe-
trabalhos,
na ; e as-
amigos e
sitio da Cruz,
lar no becco
O bacbarel Witruvio po-
de ser procurado na ra
Nova n. 23,sobrado da es
quina que volts para a
camboad Carmo.
O Silva do pateo do Carmo precisa com ur-
gencia fallar aoSr. Dr. Joao Baptista do Amaral
Mello.
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
Retratos
Retratos
Roiratoa
Retratos
de novo gosto
de novo goato
do novo gosto
de novo gosto
Hawleyotypo nova iiivenco
Ilswleyotypo nova invensSo
Hawleyotypo nova invenejio
Haw eyotypo nova invenjo
Hawleyotypo nova invengo
Precos baixado para pouco
tempo.
Presos baixado para pouco tempo
Pregos baixado para pouco tempo
Presos baado para pouco tempo
Precos baixado para pouco tempo
3^000 5^000 105000 205000
3fl0C0 5000 OOOO' 20JJO00
3*000 5000 10*000
3#000 &9OOO 10/000
3#U00 5000 OOOO
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Expleudido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Vende-se machinas para re-
tratos.
machinas
205000
20*004
205000
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Caixas
Caixas
Caixas
Caixas
Caixas
Todos
Todos
Todos
Todos
Todos
para
machinas para
machinas para
machinas para
de lindos
retratos
retratos
retratos
retratos
gostos
gostos
gostos
gostos
gostos
ver
de lindos
de lindos
de ltndos
de lindos
venham
venbam ver
venham ver
venham ver
venham ver
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprios
Para tirar retratos
P" tirar retratos
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
A. W. Orborne* retratista americano
Rut do Imperador
Ra do Imperador.
5lu
00
s
^u3 ffi'^iJB&
o y^y o
&**

:
:

:
3~Rua estrena de Rosarie3
Francisco Pinto Ozorio continua a col- SJ
locar deutes artifleises tanto por meio de
m molas como pela presso do ar, nao re- J
# ceba paga alguma sem que as obras nao 0 fiquem a vontade de seusdonos, tem pos %
# outras preparacoe a as mais "acreditad as sj
# para conservacao da bocea: m

GRANDE DEPOSITO
DE

0

lOmh DA FABB1CA
DO
Barbalho (Cabo.)
41RU4 DO IMPERADORA.
o q m
deaeiar deeh6mefh8ii/xi8.e Vni* umncatria^ c^mr,IL?.dm0e de bMua!.id8d9 de b8rr0' coa P^opriedade de conservar
sempre ira, como sejam jarras, resfnadores, muriogues, qusrtinb'ss, garrafas, copos para agua ele.
De obras vidradas.
(m ,.Ien "TJ",?8 P"a fl,.re- lalh". Iguidares de todos os tamanhos assadeiras Wims
..hi.-P Pr.Prie.1"10 de,u faDr.ica Pmeira deste genero entre nos espera obter do resoeitiT!
itfii'sS^avsiffas:.8 para conegoires3e Qm ^ ^i S-SfWS
Aprompta qualque* factura para exportar, alm dos pregos commodos porque
por cento de abate para quem comprar de 100 para cima e dessa quaotia oir
por cento. K
Qualquec encommenda pode ser entregue no deposito da fabrica ra do Imperador n. 41.
venda di 10
para manos tarta 5
ARMAZEM
ROUPA FUTA
Joaquim F. dos Santos.
40-Rua do Queimailo40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha empre um sortimento completo da roupa fsita la
todas as qualidades e tambem se manda executar por medida vontada dos fretue-
zes para o que tem um dos melbores professorss.
Casacas ue panno preto a 40g,
35g e
Sobrecasacosde dito dito a 359 e
Palelots de panno preto e de co-
res a 35*, 80*. 25*. 10, 18* e
Ditos decasemira de corea a 22*.
15J,129.7e
Ditoa de alpaca prela golla de
velludo fraacezas a
Ditos de merino setim pretos e
de cores a M a
Ditos de alpaca de cores a 58 e
Ditos de alpaca preta a 9*, 7*, 5* e
Ditos de brim de cores a 5fi,
49500, 4 e 1
Ditos dt bramante delinho b an-
co a 69, 55 e
Ditos de merino de cordo preto
a 159 e
Caigas de casemira preta ede co-
rea a 125, 109, 9J, 79 a
Ditas de princeza e merino de
. cordo preto a 59, 6*500 e
Ditaa de brim branco ede cores a
59. 49500 e
Calcas de ganga de cores a
Gollete de velludo preto e de co-
_ re I i ose bordados a 12*,9* e
Ditos de casemira preta e da co-
res lisos e bordados a 6S.
5*500,5*
30*000
305000
20*000
99000
109000
85000
3*500
3f500
39500
4*000
8*000
6*000
49500
2g50
35000
R5OOO
3J500
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco a 6 a
Ditos de gorguro de seda pratos
a da cores a 79, 69, 49 a
Ditos de brim e fustao branco a
38500. 29500 a
Stroulas do brim de linho a 29 a
Ditas de algodo a I56OO e
Camisas de peito defustio branco
ede corea a 29400 a
Ditas de peito delinho a 59, 49 a
Ditas dt madapolio brancas e de
cores a 39, 2*500, 29 a
Chapaos pretos de maasa (raneen
forma da ultima moda a 109.
8f500e
Ditos de feltro a 69, 59, 49 a
Ditos de sol de seda ingieres a
francezea a 148,129, 118 a
Colsrinhos de linho muito finas,
novotfeitios da ultima moda a
Dos de algodo
Relogios de ouro patente a hori-
zontal a 1008, 909. 80| a 70J000
Ditos da prata galvanisados pa-
tente e horizontaes s 409 30800o
Obras de ouro, aderecos a maios
aderecos, pulceiras, roalas a
aoeis a 9
Toninas de linho duzis 108, 6* a 98000
Ditas grandes para mesa uma 39 a 4*00o2
59OOO
59OOO
59OOO
39000
292OO
19280
29200
30000
18600
79000
29000
79000
9800
9500
Especial hOmeopathleo
m m MA?.*,
Ra das Cruzes n. 30.
Neste consultorio pode ser procurado o respectivo proprietario qualquer hora, havendo
ahi sempre grande sortimento dos verdadeiros rcedicamentcs homeopaihiecs, preparados em Pa-
rs (as tinturas) por Caiellan a Weber, os mais acreditados pharmaeeuticos do universo como
preparadores de remedios de homeopalhia.
O proprietario deste consultorio nio pretende, todava, que sejam os seus medieeseaaMas
nfalliveis, porque nada ha infallivel em fados humanos; nem tao pouco superiores aos que per
shi se preconisam, porque ceno que o que nos fazemos, ouiro o pode egualmente fazer lio be*
seno melhor. lilas afiance que nelle nao ha traficancia, e que o servieo da preparacao corre
pele mesmo proprietario, que nao tendo grandes commercio de carteiras, acha-se suficiente pera
sa lis fazer s necessi dades daquella preparado.
Neste consultorio acham-se venda elementos da homeopalhia, acommodados inielligeoe
de qualquer pessoa ; assim como presta-se gratuitamente o seu proprietario, com seos esforcos e
medicamentos, todas as pessoas necessiiadas, sem disiinccao alguma, que o procuren, pete
que o seu maior prazer ser til humanidaie soffredora. ______________________
-
Curso de geometra.
A abertura do curso particular desta facaldtde
annunciada para o dia 4 do correle, fica trans-
ferida para 15 impreterivelmente, se houver nu-
mero suflkiente de alumnos ; os senhores estu-
dantes que quizerem frequenta-lo, dirijam-se
ra Direita n. 74 aleo dia 14 para serem matri-
culados.
Manoel Alves Guerra saca sobre o Rio de
Janeiro.
8 0fferece-se 309 mensaes por um escravo |
para o servieo baixo, tambem sa precisa asi
de um copeiro : na ra da Aurora nume- o
ro50. S
immni mmmH&mm
Na raa Nova o. 52, primeiro andar, preci-
sa-se de uma ama para o servieo interno de uma
pequea familia.
- Offerece-se im portuguez, offlcial de cal-
coteiro, para ladrilhar aa raaa ou jardina pbli-
cos, aasim como tambem particularea, promet-
iendo desempenhar o aeu carcter pelo modello
de Lisboa : quem se quizer utilisar de seus ser-
vicos, dirija-ae ao largo da Assembla n. 12.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra do Crespo o. 4, por eima do estabelecimento
de J. Falque, constando de 3 salas e 2 gatinetes,
ludo pintado de novo : para ver e tratar, no mes-
mo estabelecimento. ,
O Sr. Joao Comie.que dizem aer empregado
na estrada de ferro, quefra dirigir-se a rus da
Cadeia do Recite, loja n. 24, para se lhe entregar
uma encommenda.
im&
Precisa-se de uma ama : na rui de Hoilai nu-
mero 53.
Precisa-se alugar ama ama deleita, a quem
e pagua bem ; na ra do Hospicio n. 17.
Na pharmacia de Borgea & Soares, anca 4
Boa-Vista n. 24, esquina da rea do Tambi, i.
de-se a imcomparavel iojec-o de Brow a 3fo
frasco.
Hospital Porluguezde Be-
neficencia.
De ordem do Illm. Sr. proveder dos Heepiui
Portuguez, convido aos senhores socios do ases-
lo a reonirem-ae no referido Hospital pelas 9
horas da manha do da 9 do correle, pan, se
sesso de assembla geral, eamprir-se o dusaili
qo If-do ait. 17 dos estatutos.
Secretaria do Hospital Porluguezde Benences-
cia 5 de fevereiro de 1862.
Joaquim Ferreira alendes Gaaseries,
1.a secretario.
Arrenda-se, a comecar de maio do corrate
anno, o excelleote eogaobo S. Gaspar, sa aupas
zia de Seiiohaem, beira-rio, coas opliasas ver-
seas lavradiaa, grande, a pingas cercado, tstate
mui prxima, e de mui fcil coodaccio, ees sjssm
palavra, com todas e as melhores prepar^oee
possivels : a tratar na ra do Hospicio sj. 17.
Attenco.
Urna pessoa que retira-se para lera da previa-
cia, vende uma excelleote mobilia de jacaraad
com lampos de podra, uma cama fraaceza, aaa
piano, tudo de jacaraad, sela cesas asa la"
rio com seus pettencee, ama mese elstica,
modas, apparadoras, candelabros, serpea
etc., etc.: a tratar na raa da Matriz de Bsa-Tta-
ta d. 33, secundo andar, das 9 horas de
s 3 da Urde.
Precisa-se de um criado pan <
um caf, que dt fiador asea cadsela,
se que sejs portugus : aa na do Tr
li, total da Europa.
\



>
at
=
DIARIO DE PRBHAMMlfift SEXTA MOA 7 DE FEVER1IRO DE 1861.
' "<" J-- ------------
~ *
Attemjao.
Tasso Irmoa fases publico que o convento de
S. Bento di Parabyb Ibss devedor da quaptia
de viole conloa novecentos e dezenove mil du-
zentos e dez ris ( 20:819Ii0), por transferencia
de una conta correte eom Joi Lais Pereira
Lima & C-i assignada e conferida pelo ex-D.
abbade Fr. Jos da Eultac&o Marques, em 12
de margo de 1860. Alm do premio de um e meio
por cenlo ao caes a que flcoe obrigado o referido
convento a pagar, conforme a clausula exerada
na referida conta correle. E como at o presen-
te nao Ibes tenha sido possivel receber a referida
importancia e os juros decorridos, nio obstante
as diligencias empregadas para esse flrn, fazem
Siublieo que nao por sus vonlade que esto sof-
rendo tal desembolso, para que em tempo al-
guna se empregue o argument do grande aug-
mento dos juros para o qaal nao concorrem os
abaixo sssiguadds, que sempre esliveram e eslao
promptos a receber a referida conta e os juros
vencidos, e protestam nada abaler em tempo sl-
gum ; declarando mais que nio desoneram os_
cadentes da referida conta os Srs. Jos Luiz
Pereira Lima 4 C. e Maooel Rabello de Oliveira
I Caboclo. Recite 15 de Janeiro de 1862.
Tasso Irmos.
OSr.JoSoHyppolito de Meira Li-
ma, queira apparece* nesta typographia
que se lhe precisa* fallar.
S Medico.
O Dr. Brancaute pode ser procurado a
#9 qualqaer hora na casa de sua residencia,
na ra do Imperador n. 37, segundo su-
dar. para o exercicio de sua proflsso.
I
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso,Ssotos A Cacam e tomam
laques sobres pregada Lisboa. ....
,4. Preciisa se de um oflicial de bar-
beiro : na ra das Cruzes n. 35.
SO dentista Nunia Pompilio
Compras.
Compram-ee acgoes do novo banco de Per-
nambuco ; ao escrip torio de Manoel Ignacio de
Olivaira A Filho, largo do Corpo Santo, eicrip-
toriqn::i4.
Compra-ie moedas de 209 as loja da ra
do Queimado d. 46.
Comprase moedas de ouro de
200000, na ra Nora n. 23, loja.
Compram-se duasaoleiras de pedrs de* Lis-
boa, de 7 e 8 palmos : na ra da Cadeia do Re-
cite n. 61.
Compram-se garrafas vasias : na ra das
Cruses, taberna da porta larga n. 41 A.
21
Precisa-se alugar um preto, dando-se o
sustento, a psga-se mensal ou semana), para o
servigo deata typographia : na livraria ns. 6 e 8
da praga da Independencia.
Desinfecto.
O abaixo assigoado vende em sua botica na
ra Direa n. 88, os seguintes desinfectantes por
ter para isso o aparelho necessario. Ghloro para
desinfectar oespseo de 340 ps cbicos por 29,
liquido desinfectante das materias fecaes urna
garrafa 19. p6a desinfectantes das mesmas ma-
terias urna libra 1, liquido para mergulhar a
roupa dos acgommeltidos a 640 rs., agoa chloru-
retada quesupre a de labarrique someote na par-
te ta desinfeccao por ser carregada 10 retes mais
de chloro (pelo que declaro que nao se faja del-
ta uso interno) 1$.
O publico desta cidr.de deve estar lembrado
dequenesle Diario foi transcripta urna corres-
pondencia do sul, na qual declarou-se, que, em
um dos portes onde grassava a febre amerella o
commaodante de um dos navios surtos n'aquelle,
conservando o chloro em o seu, fei o nico pre-
servado do mal, ao passo que os maisaoffreram
nouveram muites victimas.
Para o desempenho da desinfeca o acorr pa-
nbar a e*plicacio.
Jos da Rocha Prannos.
Precisa-so de urna ama para coziofcar e
couprer: na ra do Imperador n. 37, segundo
anlar, entrada & direita.
Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
O lio de Janeiro.
8 **** Qm$9Z*999999
^Gabiae te* medico cirurgico.*
Roa estreia do [Rosario n. 22
primeiro andar.
Bota denles artiQciaes por molas e li-
gaduras e pela pressao do sr. Systema
americano sem arrancar as rsizes, e fsi
todas as openc.oes de sua arte, com
promptido e limpeza.
"* is^sw^pspb^s^sv^^sv ^^K^w^sws wwswww
Jlo Guberme Romer, armador de cor11'
nados (na ra do Hospicio n. 37) participa ao re>-
peilavel publico que tem recebido excellente*
molduras douradas pan cortinados de janellas,
tambem vende borlas, cordo, galleras e patera
de bronze que pertence aos ditos.
Saques sobre Portugal.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho saccam so-
bre Lisboa e Porto : no largo do Corpo Santo,
escriptorio n. 19.
O Sr. Julio que teve botequim,
queira vir a esta typographia, a nego-
cio.
Aluga-se um armazem na ra do caes de
Apello n. 7 : a tratar no paleo de S Pedro n. 6.
Yendas.
I Ensino de linguas 1
EM 6 MEZES
Italianolatim francez,^
j Pelo metbodo fecillimo ^
f DODOUTOR
I.
Ra do Queimado n. 26.
9
Agencia dppassaporte.
Claudino do Reg Luna tira passaporte para
dentro e (ora do imperio por commodo prego e
presteza : na ra da Praia n. 47, primeiro andar.
Ra das Flores n. 37.
9 Ser* dadaecoostltas medlcas-cirurgi- &
cas pelo Dr. Estevo Gavalcanti de Albu- ej
9 querqut das 6 as 10 horas da manha, ac- &
9 cudinde sos chamados com a maior bre- 9
9 vidade possivel.
9 l-o Partos. s
S) 2.* Molestias de pe lie. 9
3.* dem do othos. q
S> -I.' dem dosorgaos eenitaes. w
t) Praticartoda equelquer operaba o em a
.y seu gabinete ou em casa dos doantes con- m
lj forme Ibes f6r mais conveniente.
cs .cas aa
Advocada.
O advogalo A. R- de Torres Bandeira tem o
seu escripUrio ua casa de sua residencia na ra
do Imperador n. 37, segundo andar, entrada a
direita ; e ahi pode er procurado par-a o exerci-
cio de sua proflsso. Ksta prompio iaia ucar-
regar-ae de qualquer defeza e para tratar de
questoes forenses, em qualquer lugar fora desta
cidade e protesta a maior solicitude no desem-
penho de suas obrigacoes.
garetea mmm utammmM
Escriptorio de advoca-I
ca.
C0MP.4MH.4 DA VIA FRREA
DA
Recife ao Sao Francisco.
? LIMITADA,
Mteneo.
O Dr. Aprigio Juslioiano da Silva Gui-
maries pode ser procurado das 9 horas ji
da manha as 3 da tarde, na ra estrella t do Rosario n. 24, primeiro andar. |
-STw* WWB^ SFSSSW SVUJV ssvs^ VflnaflPVVOlV SU. wm-m, WWk-* afVtk
Ama.
Precisa-se de urna ama de leite : na ra larga
do Rosario o. 12, segundo andar.
Filippe Santiago de Sana3 avisa ao publieo
qne mudou sua residencia para a ra da Impera-
triz (oulr'ora aterro da Boa-Vista) n. 42, primei-
ro andar, aonde pode ser procurado.
Urna pessoa habilitada offerece-se para fa-
zu escripturaedes mercantia : quem precisar di-
rija-se a ra Direita n. 72, em carta fechada,
com as iniciaes P. J. S.
Aluga-se a ca.sa terrea da ra Imperial n.
197; a tratar no psteo do Carao n, 15.
Alsga-se um grande armasem defronte da
igreja de S. Francisco : a tratar na ra do Cres-
po n. 16.
IfiHdM dtr-M5{WWsWdMttSMS3SC
Dentista de Pars.
15RuaMova15
FradsricGtutier,cirurgiodentists,z!
todas as operaces da sua arta scollocs
dentesartifieiaes, tudocom a supariori-
dade psrfaigo que a pessoasan tendi-
das lhereco'nhacem.
Tas agua a psdeutifricios te.
Nos domingos e dias santos at outro aviso aa
pasaagens de ida e volta, no mesmo dia, das
Cinco Pontas a Escada sero pelo prego das sin-
gelas, a saber: ,
Ia classe 69500
2a 4950O
3a 3#0OO
A partida dos trens ser como de costuro*, de
manha das Cinco Pontas as 7 horas e 30 minu-
tos e de tarde da Escada as 4 horas.
AssiguadoE. H. Braman,
% Superintendente.
Os abaixo aasigoados fazem sciente ao pu-
blico, com eipecialidade ao corpo do commercio.
que no dia 31 de sombro ,iuiimo passado dis-
soVveram amigavelmenie a sociedade que tinham
na loja da ra larga do Rosario n. 28, que gyra-
va na razao de Guimaraes & Souza, fleando o so-
cio Souza com dita loja e responsavel por todo o
passivo .tendente a mesma firma, e o socio Gui-
arles s?'m responsabiliiade alguma. Rcife 4
de fevereiro de 1862. Por proouracao de Oiogo
Jos Leite Guimares.
Francisco Jos dos Passos Guimares.
Juao de Oliveira Leite e Souza.
Solda-selouQa da viarb e porcelana com per-
feico, garante-se deitar agua quente ou fria ; na
ra das Cruzes n. 16.
Nesta typographia precisa-jo fallar ao Sr.
Dr.jJvenoio Alves da Silva Ribeiro que reside
no'Cabo. '
ummm namo/Km mmmin
Veode-ss urna mulata que sabe coser, en-
gommar e cozinhar com perfeigao : na ra do
Trapiche n. 18, terceiro andar.
Vende-se um terreno na ra do Hospicio,
quasi defronte do quartel, prsprio para edificar-
se urna casa, teodo 40 palmos de frente e 146 de
fundo, com alicoree : s tratar na ra do Trapi-
che o. 14, primeiro andar.
So no armazem da
arara.
Contina vender suas fazendas por procos ba-
ratissimos eomo sempre venden para agradar
sens freguezes, a ser : pegas de madapolo fino
entestado a 3$, ditas de camareta braoea lisa a
1|600 e 2, ditas finas a 3 e 3J5O0, ditas ada-
mascadas para cortinado, de 20 varaa a 99, nitas
de 10 varas 4*500 e 3f, panno preto para calcas
e paletots a I98OO, 29 e 29500 o corado, cortes de
casemira preta para caiga entestada a 39500 e 48,
brilhantina branca enfealada para vestidos a 280
o covado, gorgnro, fazenda nova para vestidos
a 320 o covado, barege de seda a bilo para ves-
tidos a 400 rs. o covado, lazinbas para vestidos
a 280 o covado, cortes de ditas floas com 13 co-
vados a 2S500, ditos a 28400 e 19500, fil de li-
oho de cores e branco a 200 rs. o covado, chitas
a 160 e 200 rs., ditas largas a 240 e 280, cassas a
turca a 280 e 320 o covado, e outras muitaa fa-
zendas que se do as amostras para se ver : na
ra da Imperatriz, loja da arara n. 56, de Maga-
lhaes & Mendei.
Para os senhores m-
sicos.
Vende-se papel paulado para msica, pero bs-
ratissimo preco de 60 rs. a folh para acabar:
na loja do viado, na ra Nova n. 8, confronte a
camboa do Carme.
Vende-se um cavallo sellado e enfretado,
anda baiso e meio, em boas carnes e sem acha-
ques, cor Tosilho : na raa do Gazometro, a tratar
com o Sr. Valonee.
Vendem-se os ulencilios de um alho de
agougue, e cede-se a casa: na ra do Vigario n.
24 : a tratar na ra da Cadeia do Recite n. 13.
Grande peehincha na
arara.
Venden,-se corles de chitas francezas cem 14
eovades, com pequeo toque de cupim, pelo ba-
rato preco de 2J o corte, ditas para covado a 160
e 200 rs. o covado, fil de linho lavrado muito
fino a 19200 a vara, manguitos e Rolla de linho a
2950O, gollas com bolozinho a 640, ditas de trks-
passo a 1$, cortes de cambraia de Sbados a 38 a
3S500, cortes de fuslo para caiga a 19120, ditos
de brim a lf, 15280 e 18600, cobertores de algo-
do al-*, ntremelos e tiras bordadas s 19 a pe-
ca,colchas de crochet a 89.ditas de fusto a 59 e
68, coberlas de chitas a I98OO : na ra da Impe-
ratriz, armazem e leja da arara n. 56, de Maga-
lhes & Mendos.
As mais afflietss nao devem tntregsr-sea des-
esperaro; facam um compeenle ensaio dos
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio la ssuda.
Nio se perca tempo em tomir este remedio
para qualquer das seguintes enfermidsdes;
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidss,
Hydrpeia.
Icteriiia.
Indigisles.
InflauraagSes.
Irregularidades de
roeistruagao.
Lomb'igas de toda es-
pwie.
Mal de pedrs. -
Maaihas na cutis,
Abrt-uc^ao do venlre.
Pbtysica ou consump-
gD pulmonar.
RewiQo de ourina.
Rhaimalismo.
Symplomas secundarios,
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolss.
Areias ( mal de).
Aslbraa.
Clicas.
Gonvulsoes.
Debilidade ou extenua-
co.
Debilidade ou falla de
forjas para qualquer
cousa.
Desintera.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ven tre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Encbaqueca.
Herysipeli.
Febre biliosa.
Febre intermitente.
QVendem-se estas pilulas no eslabelecimento
geral de Londres n. 224, xStrand, e na loja
de todos os boticarios droguis e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanka.
Vendem-se ss bocetinhts a 800 rs., cada
urna dallas contera urna hstruecao em portu-
gus para explicar o modo da se usar destas pi-
lulas.
O deposito gsaal em casa do Sr. Soum
phanaaceutico, na ra da Crui n. 22 em Per-
nambuco.
Loja do viado
Ra Novan. 8.
KA.B0QBIMAD0 N?A6
ASEROUPKSf
Sortimento completo de sobreeasacos de panno a 25J, 289, 309 e 35, casacos muito bem
at 159, ditos de casemira
ditos saceos de alpaca
pretss de casemira da
itas a 251, 28fl, 308 e 358, paletots acasacadosde panno preto de 16 at
le cor a 159 188 2' Pltols saceos de panno e casemira de 89 t 1*9.
m erin l de 49 at 6, sobre de alpaca e merino de 7 ate 109, calcas .
8 at 148 ditos de cor de 79 at 108, roupaa para menino de todos os tamanhos, grande sorti-
mento de roupas de brins como sejam caigas, paletots e colletes, sortimento de colletes pretos da
setim casemi'rae velludo de 49 a 98, ditos para casamento a 59 e 6, paletots brancos de bra-
mante a 49 e 51, calcas brancas muito finas a 58, e um grande sortimento de fazendas finas e mo-
dernas completo sortimento de casemiras oglezas para homem, menino e senhora, aeroslas de
linho e'alKodo. chapeos de sol de seda, luvas de seda de Jouvin para homem e senhora. Te-
a grande fabrica de alfaiate onde recebemos ancommendas de grandes obras, que pnra
i seodo administrada por un hbil mestre de semelhante arte e um pessoal de mais Je
promptido e mais barato
moa um
isso est -v
cincoenla obrairos escolhidos, porlanto executamos qualquer obra com
do que em outra aualquer casa
s
i
Roga-se encarecidamente ao Sr. Jos
Francisco de Barros Reg Jnior, a boa-
dade de dirigir-se a ra do Crespo n. 17,
para concluir o negocio que princip-ioa
em 28 de junho de 1860.
Precisa-ee de 3:0008 a premio sobre hypo-
theca em bens de raiz, livres e desembarazados,
pelo espago de 10 mezes, pagando-se juros con-
forme se convenciooar : quem quizer dar, an-
nuncie para ser proeurado.
j, Manoel Fernandes da Silva, subdito portu-
guez, retira-se para o Rio de Janeiro.
8
Aluga-se o sobradloho de um andar na ra
dos Burgos n. 29, em frente a ra da Moeda : a
tratar na tas da Cadeia n. 35, loja de fazendas.
Jos da Luz, sua mulher e 2 filhos Jos e
Thereza, subditos portuguezes, retiram-se para a
ilha de S. Miguel.
Francisco Seraphico de Assis
Garvalho, manda celebrar urna
missa na igreja de S. Pedro, as 8
horas da manha do dia 7 do cor*
rente, por alma do seu presado
filho, o Dr. Francisco Seraphico
de Assis Garvalho ; e roga aos ami-
gos seus e do Tallecido, que se dig-
Jignijle assistir a este acto religioso.
AtteiNjo.
Qualquer pessoa com habilittcoes necessariaa
de enfermeiro, e que queira ir para um engenho
perto desta praca, onde se afiance bom pasiadio
e ordenado, procure na fuodicio da Aurora a
qualquer hora do dia para tratar;
Aviso.
AUengx).
Jos Ignacio Afilia, com armazem na ra nova
de Santa Rita, vende travs, encham*. mos-
trave-sas, caibros, telhas e lijlos de todas as
qualidadea, ludo muito barato; assim como ven-
de lijlos dos Apipucos a 229000 descarregados
uo porto.
Carro c cavalios
Urna pessoa que se vae retirar desta
provincia, vende um elegante carro
americano de bonito modelo feito por
en com raen da, com pouco uso, com *
assentos e 4 rodas de sobrecellente, as-
sim como urna boa parelha de cV&Ilos
novos, junto ou separadamente : a ver
e tratar no sitio do Sr. Amorim, estra-
da de Jo5o Fernandes Vieira ou na ra
da Cruz n.4.
Ra Nova _
Nesle novo eslabelecimento sempre se encon-
tr um vatiavel sortimento de mindezas e per-
fumarias e outros muitissimos objectos de goslo
que a vista, dos compradores nao engaitar sobre
dinheiro, como bem o segiinte: \
Ricosenfeites a imperabiz os mais modernos
que se pode encontrar tsn.o em gosto cono qua-
li'iade o por menos 10 portento do que em ou
tra qualquer parte.
Luvas de pellica de Jouvin as mais frescas
que ha no mercado a 2g.
As verdadeiras agulhas francezas de fundo azul
a 320 rs. a caixioha.
Linhas de peso muito fina para bordar a \
rs. a miada.
Ditas de cairelis 200 jardas autor Aleiander
a 80 rs. e a duzia a 900 n.
Ricos pentes de bfalo preto para alizar
lhor possivel de 400 a 19.
Ditos ditos brancos para alisar o melhor possi-
vel de 500 a 800 rs.
Macinhosde missangas de todas as con
320 rs. o macinho.
Gollioba de ditas muito delicadas a 19500 < ada
urna.
Rilas de cambraia muito fina com punh s a
29000.
Ditas a croch muito delicados a 29 cada um.
Ditas de traspasso a 29500 cada urna.
Manguitos a balo muito ricos a 49 o par.
Ditos ditos a 29 o par.
Ricas touquiohase chapJzinhos paraba pisa-
do delga 45.
Vestimenta de fualo para meninos a 49 cida
.'* .,
Ricas capellas brancas para noivas o t
que se pode encontrar no mercado e por
simo prego de 49 a 129.
Ricas titos de sarja largas, alreitas, 1
bordadas para lagos, siutos etc.
Um variavel sortimento de bicosdeseda, linho
e algodo.
Muito delicadas franjas de seda de todas a
res e larguras. i
ti outras muitos objectos que se torna enfa-
onho annunciar e au" '* d eompudoj mos
trar-se-na com muito agrado. O propietario
deste novo eslabelecimento garante a todas as
pessoas que quizerem mandar os seus portadores
serv -los bem e vender com condieges /de nao
agradar votlar, o|que torna-se bem conbecida es-
ta nova loja de miudezas por ticar bem confron-
te a -camba do Carmo, a ter urna linda/taboleta
com o viado.
Na loja do vapor.
Ra Nova n. 7.
Acha-se barato grande sortimento de calgado
francez e inglez, ronpa feita e perfumaras mui-
to fines, quem duvidar pode ver.
Chapeos enfeitados.
Vendem-se chapeos enfeitados muito recom-
mendaveis para as meninas que esto passando a
festa nos amenos arrabaldes desta heroica cidade,
a preco de 29 cada um : na ra da Imperatriz,
loja n. 20, do Duarle. Na dita loja cima acharo
continuadamente os senhores consumidores um
grande e variado sortimento de fazendas, ludo
baratissimo.
Vendem-se burros gordos e mansos : no
engenho Jurissaca, do Cabo : a trataralli com o
Sr. Domingos Francisco de Souza Leo.
__Vende-se um cofre : na ra do Queimado
numero 12.
9
9 O advogado Eduardo de Sj
9 Barros pode ser procurado 9
9 das 9 horas da manha s 9
9 3 da tarde dos dias nteis : Sjp
9 na ra do Queimado n. 26, 9
9 primeiro andar. 9
No dia 4 ao meio dia, fioda a audiencia do
Sr. Dr. jniz de ausentes, se ha de arrematar o
espolio do finado Dr. Francisco Jacintbo da Silva
Coelho, o qual contm alguma ferramenta de ci-
rurgia.
- Um_c\#alheiro, solteiro estudante
de boa posicao e conducta, deseja en
contrar perto da academia urna peque-
a familia para viver com ella, informa-
r&o na ra do Trapiche novo n. 6.
SOCIEDADE
. a
Pelo presente sao convidados lodos os irmos
da mesma para a prxima reunio geral que ter
lugar no domingo 9 do correte, s 10 horas da
manhat. Sendo para sentir a necessidade de fa-
zer lembrat-lhes que se acharo findas as mensa-
lidades relativas a dezembro e Janeiro, devendo
por isso apreseotarem prevenidos para recebe-
rem a reapectiva quiiacao do tbesoureiro.
Secretaria da sociedade Amor ao Prximo em
3 de dezembro de 1862.
Theodoro Orestes do Patrocinio,
primeiro secretario.
Um mogo solteiro ofterece se para leccionar
primeiras letras em qualquer engenho : a tratar
na ra Nova o. 51, primeiro andar.
Precisa-se alagar um moleque : na roa'da
Florentina, casada esquina n. 2.
Precisa-se de orna ama de leite ou de ama
mulher para ir em casa amamentar ama crianga,
tres ou quatro rezef 59 dia, forra ou eecrava : na
ruado Jardim n. 7.
Fitas largas
a MI e 320 rs. a vara de lila larga de seda de 4
e 5 dedos de largura com pequeo defeito : a
ra larga do Rosario n. 36, Rival sem igual. ,
Sebolas a 500 rs. o ceuto
e em molhos a 800 rs.. em perfeito estado : na
rna da Imperatriz n. 49.
| Loja amarella,
GURGEL & PERDIGAO'.
Ra da Cadeia do Recifei
uumero 23. t
A 35$000.
Cortes de vestidos de cambraia bran- 9
eos bordados.
A 500 e 640 rs.
Lazinha decores de muito lindos pa- M
dres. *?
A 309, 50 e 60$. 4
Capas compridas de gorguro e de S
grosdenaples, prelo e de cor. |f
De 29 a 139.
Manguitas finos e gollinhas de diffe-
renles feilios modernos.
A 129000.
Botinas de Meli e bezerro.
De 49 a 89-
Sais balo de muito boa qialidade.
Novidade.
Pentes de lattaroga, camisas para se-
nhora, meias elsticas, sintos e enfeites
de cabega, chales de todas as qualidades,
chapeos de palha, camisa para meninos,
leques.
Roupa feita.
Paletols, caiga, colletes, sobreeasacos
de panno e casemira.
Nesse eslabelecimento se vende muito
barato, tem um sortimento completo que
seria enfadooho mencionar.
SYSTE MA MEDICO HODELLOWA
PILULAS HOLLWOTA.
Este ioesiimavel especifico, composto inteira-
menie de hervas medicinaos, nao contm mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno maistenra infancia, e a compleigao mais
delicada, igualmente prorapto e seguro para
desaneigar o mal na corapleigo mais robusiaj;
enieirameote innocente em suas operndose ef-
feitos ; pois busca e remove as doengns de qual-
quer especie e grao por mais amigas e tenazas
qua sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, maias que j estavam s portas da
morie, preservando em seu uso conseguirn)
recobrar a saude e forrjas, depoii de baver lents-
rjo inultimente todos os outros remedios.
bara Is-
la e
ico-
Rival
sem ig*u
36 Larga do Rosario i
Pedro Tinoco, havendo comprado
Sr. Vicente Mcnteiro Burges, pretende vender
miudezas baratas, e ter sempre bom iortimento,
como sejam :
Missangas miudas a 320
Escovas muito bosa para unhas a 320 e 500
Groza de peonas de ago a 240,320 e 720
Caixes com alflnetes a 60
Lamparines do gaz muito boas (caixa a 160
Carreteis de lioha de 100 jardas a 30
Ditos de dita de 200 jardas a 60
Gandes de colchetes miudos a 40
Ditos de ditos maiores a 60
Tesouras para costura a 200 e 1 400
Bico preto, vara, a 180,240, 320, 400 b 500
Franjas pretas com vidrilho, vara, a 321),
400 e
Trangas pretas com dito, e brancas],
vara a
Gal3o braceo de linho, vara, a
Meias para senhora, duzia, a
Ditas cruas para homem a
Ditas ditas muito boas a
Cartas de alflnetes cabega chala a
Pegas de tranga de la (10 varas) a
Linhas do gaz de cores branca e preta
Apparelhos de loaga para bonscas a 500,
800 e
Ditos de pao muito boos a
Fitas ds sarja largas maito boas a
Luvas de seda com loque a
E outras muitas miudezas que4 vista
500
320
80
21.500
2|400
39000
200
160
30
19200
640
600
200
rif.
fazendas finas por
presos baixos.
Jooda Silva Antunese Manoel da Silva Antu-
nes, tendo fleado com o eslabelecimento de fa-
zendas oa ra ds Cadeia o. 24, eslao' dispjostos a
venderem as fazendas existentes no mesmo es-
tabelecimento, por multo menos de met de de
sea valor: as quaes sao um rico sortimento de
franjas de seda pretas e de cores, filas de seda e
de velludo largas e estrellas, trancas di seda,
la e de algodo, um completo sortimento de
botes de velludo, de seda, de madreperola, e de
cornalina, rendas finas, bicos de seda relos e
brancos, bicos da linho, manguitos e gbllas de
cambraia e de fil, gollinhas bordadas, panados
bordados de cambraia e de fil, ricos laques de
madreperola e de charo, penlea ds tartaruga
para alar cabello, casavsqoes de seda e de fus-
to, ricos enfeites de flores, um completo sorti-
mento de bonete para crianess, bandos ds clina,
ramos de flores, paletots de alpaca, de seda e de
brim, chapeos pretos pare homem, e msitos ou-
tros artigo*.
|Loja das 6 por-|
tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata. |
W Paletots de panno fino sobreeasacos, '
S& ditos de casemira de cor de fuslo, ditos
T de brim de cores e brancos, ditos de
ganga, caigas de casemira pretas e de i
j cores, de brim branco e de cores, degsn- g^
ga, camisas com peito de linho muito &,
finas, ditas de algodo, chapeos de sol *
P de alpaca a 49 cada um. Cjy
m%mmm-mmm mm-'sm
Vende-se o eogesho SaDta Luzia sito na
freguezia de S. Lourenco da Malta, a dinheiro
ou troca-se por casas nesta praga : quem pre-
tender dirija-se a ra de Hortas o. 7, das 10 ho-
ras da manha as4 da tarde.
9 Leandro Miranda
aRua do Crespo n. 8 A. J
Vendem saias de cambraia bordada ^
ig} pelo baratissimo prego de 29500. 9rc
Vende-se em Agua-Fria de Fragoso um si-
tio de mangaeiras.e mangabeiras, trra propria,
com um quarto de legoa de fundo ; quem o de-
sejar, entenda-se com Jos Ignacio Pre, na ci-
dade de Olinda, ra do Amparo, ou no mencio-
nado sitio, que est autorisado para o vender.
Annuncio
Vende-se muito bom doce de caj secco por
prego commodo : na Soledade, principio da es-
trada de Joo da Barros, passando a taberna da
esquina, casa n. 5.
Capachos.
Vendem-se capachos redondos e compridos e
de diversos tamanhos, e os melhores que tem
vindo a eate mercado, pelo baratissimo prego de
600, 700 e 800 rs. cada um, e tambem ha capa-
chos muito grandes e proprios para sof e mar
quezas para 19400 cada um : na ra do Queima-
do, na bem conhecida loja de mindezas da boa
tama n. 35.
Gal de Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa em pedra desembarca-
da hontem do brigue Constante, cuja cal se ven-
de por atacado ou a retalho, por menos prego do
que em qualquer outra parte : no armazem de
Manoel Marques de Oliveira i C, na ra da
Moeda n. 9.
Vende-se um cabriole! de duas rodas, co-
berlo e com arreios, e um bom cavallo para o
mesmo, assim como um carro de quatro rodas
em muito bom estado, e com o competente ar-
reio, mais um outro carro de quatro .rodas em
mo estado : os pretndanles dinjam-se a ser-
rana da ra do Imperador n. 49.
S na taberna do
Pimenta,
na rus das Cruzes n. 1, vendem-ie meias garra-
fas de cerveja a 240 rs.
Esponjas finas
para o rosto.
V^nde-se mui finas esponjas para rosto, a 29
cada urna : na ra do Queimado, loja d'agua
branca n. 16.
Carleiras com agulhas.
A loja d'aguia branca acaba de despachar car-
leiras com agulhas de mui boa qualidade, e ex-
cellenle sortimento, e as esl vendendo a 500 rs.
cada urna ; assim como receben igualmente no-
vo sortimento das agulhas lmperiaes, fundo dou-
rado, que contiouam s ser vendidas a 160 ris o
Eapel, isso na rus do Queimado loja d'aguis
ranea n. 16.
Argolas de ac para chaves
vendem-se 200, 240, 320, 400 e 500 ris, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Froco fino, e seda frouxa para
bordar
vende-se na ra do Queimado loja d'aguia branca
D, 16, onde se achara completo sortimento.
Fivelas para cinto.
Ricas fivelas de madreperola para cintos pelo
barato prego de 1 $600: na loja da victoria na
ra do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Cortes
de vestidos do pavo*
Corlea de vestidos de cambraia branca de ba-
bados e duas saias, fazenda modernissima, o cor-
te a 49000.
Cortes de vestidos de phantazia, fazenda que
se vende em qualquer parte a 1(9, torram-se 3
65000.
Ditos de cambraia de seda com babadas a
49500.
Ditos de cambraia de carocinhos brancos e de
cores, fazenda muito fina a 4.
Ditos de cambraia branca lavrada, fazenda in-
teiramente nova, o corte 49.
Cortes de tarlstanas brancas com babados pro-
prios para assistir a casamento ou bailes a lOjf.
Cortes de vestidos de cassa com listras alraves-
ssdas a 29240.
Ricos enfeites travista e ditos a Garibaldi $
Ditos ditos a Luiz XV a 29.
Luvas de seda para senhora muito boas a 600
rs lencinhos psra mo de todos os pregos e qua-
lidades.
bordadas e de balo.
Saias bordadas, fazenda Dnissima a 49-
Ditas ditas dita a 39.
Ditas com arcos de cordo de linho que fazem
as vezes de balo para as senhoras que nao gos-
tam usar balo a 3$200 e 49.
Saias de madapolo francez a balo zs mais
bem feitas que tem vindo a este mercado a 39.
3j500,4Je59.
Ditas para meninas de lodos os tamanhos a 39.
Ditas de arcos simples mas muito bem feitas a
3JO0O.
MBRAIAS LISiS
Pegas de cambraias lisas muito finas a 20G0 e
29500.
Ditas com 10 jardas a 39, 39500, 49 e 59.
Grosdenaple preto muito encorpado a IflGCO,
1J600 e 1J800.
Dito cor de canna, azul e cor de rosa 9.
Seda lavrada muito bonita fazenda a 2$.
Chamelote preto mnito encorpado a 29.
Sarja preta hespaohola a I98OO.
Bordados,
Finissimas tiras bordadas de todas'as qualida-
des e larguras por pregos baralissimos, ntre-
melos muito delicados de todas ss larguras e qua-
lidades.
Manguitos com gollinhas de cambraia bordados
a 19280.
Calcinhss bordadas muito finas a t.
Manguitos bordados para senhora a 19.
Gollinhas muito finas a 400, 500,800 e 19.
AIem desles artigos existe neste eslabeleci-
mento um grande numero de fazendas que seria
enfadonho menciona-las, e do-se as amostras
de todas, deizando ficar penhor, ou mandam-se
levar as fazendas mostra em casa das familias
que quizerem escolher, pelos caixeiros da loja do
pavo, ra da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva
Madapolo
3^000 rs..
Vendem-se pecas de madapolo com 14 jardas
pelo baratissimo prego de 39 a pega : na ra da
Imperatriz n. 60, loja do pavo, de Gama & Silva
Panno a 4,800 rs.
Vende-se para liquidar urna conta, panno pre-
to, cor de rap, fazenda muito superior, a 19800
o covado, afiangando-se que sempre se venden a
39000 : na rus da Imperatriz n. 60, loja do pa-
vo, de Gama & Silva.
Superior rap de Lisboa em
frascos.
Vende-se superior rap princeza Brasil em fras-
cos, chegado no nltkno vapor inglez Oneida :
na ra do Crespo n. 5, loja de Marcelino & C.
A boa fama
vende fivelas para cintos o mais bem dourado que
possivel e dos mais lindos gostos que tem vindo
a este mercado, pelo baratissimo prego de 2*500
cada urna, carteirss com agulhas as mais bem
sortidas que se pode desejar, e em quanto a qua-
lidade nao pode haver nada melhor, palo barato
Erego de 500 rs. cada carleira, pennaade seo ca-
graphia verdadeiras a 29 cada caiiinba codoi 12
duzias, ditas de langa verdadeiras n. 134 a la00
cada groza, ditas muito boas anda nio conhec-
daa a 500 rs. a groza : na ra do Queimado, na,
bem conhecida loja ds misdeaa da boa tama ni-
mero 95.


6
DIARIO BE PEWfi

~
- SETA ftUL 7 DE ffcttfcfttD^E
mr.
GELO
No deposito do gelo ra do Apollo
n. 54, vndete gelo de boje em diante
airaba a 3jJ50, e meia arroba 2,0000,
e a libra a 160 res: tambem recebe-s
assignaturas das pessoasjwrticu lares lo*
go que seja diariamente, at que $e
acabe o gelo.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Clrapeos de sol de alpaca a 4j.
Duzia de meias crua para homem a
1*200 e o par a 120 r., ditas brancas
muito finas a -2j50 a duzia, leocos de
casia com barra de corea a 120 rs. cada
um, ditos brancosa 160 ri., baldes de
SO e 30 arcos a 3J, laziaha para ves-
tidos a 240 o corado, chales de merino
estampados finos a 55 e 69, tarlatana
branca e de cores muito fina com Tari
e meia de largura i 480 rs. o corado,
fil de linbo liso a 640 rs. a rara, pe-
cas de cambraia lisi fina a 3g, cassas
de cores para vestidos a 200 rs. o co-
rado, mussulina encarnada a 320 rs o
corado, calcinhas para menina de escola
>l(o par, graratinhas de tranca a 160
rs.-, petos para camisa a 200 rs. cada
um duiia 2J, pegas decambrsia desal-
pico muito fina a 3)500, pegas de bre-
tanha de rolo a 2$, chitas francezas a
220 e 240 rs. o corado, a loja est
abertadas6 horas da nianhaas 9 da
noite.
Rival
sem segundo.
Na rna do Queimado o. 55, defronte do sobrado
novo, est disposto a render tudo por prego que
admira, asiim como saja :
Frascos de agua de tarando muilo gran-
des a *
Sabonetes o melhorque pode harer a
Ditos grandes muito finos a
Frascos com cheiros muito finos a
Ditos ditos muito bonitos a
Garrafas de agua celeste o melbor a
Frascos com banha muito superior a
Ditos dita de urco finissima a
Frascos de oleo babosa com cheiro a
Dm dito dito a
Ditos dito nito a
Ditos para limpar a cabeca e tirar caspas a
Ditos dito pbilocome do verdadeiro a
Ditos com banha transparente a
Ditos com superior agua de colonia a
Dita, fraseos grandes a
Frascos de maca; oleo a "
Ditos de opiata pequeos a 320 e
Ditos de dita grandes a
Tem um resto de larande ambreada a
Linha branca do gaz a 10 rs., e tres por
dous, e fioa a
Dita de carlao Pedro V, com 200 jardaa a
Dita dito dito com 50 jardas a
Carreteis de linha com 100 jardas a
Duzia de meiascruas muito eneorpadasa
Dita de ditas muito superiores a
Dita de ditas brancas para senhora, mul-
to finas a
Vara de bico da largura de 3 dedos a
Dita de franja para toalhas a
Groza de botos de louga braoccs a
Duzia de phosphoros do gaz a
Dita de ditos de rea muito superiores a
Pecas de fita para cs de todas as lar-
guras a 320
800
320
160
500
1*000
19000
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
100
500
800
500
20
60
20
30
2*400
4S500
3S000
120
80
120
240
240
&WX&EttBSBCBBZi
Grande
Superiores paletots de panno preto muito fino,'
obra muilo bem feita, pelo baratissimo preco de
201 ; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
Vende se um motoque crioulo, de idade de
9 para 10 annos : qnpm> quizer dirija-se a ribeira
da arinha, taberna n. 1.
Gera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-se em porcio e a retalho de urna sacca
para cima, e por commodo prego: na ra da ala-
dre da Dos confronte abotica n. 30.
IA 320 rs. o covado, grande
pechinoha.
Vendem-se superiores cambraias francezas de
muito bonitos padres a 320 rs.o corado, fa-
zenda muito fina que sempre rendea-se por 800
e 1* a vara, venham por ellas, antes que se aca-
bem; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
v ---------------------.
ARMAZEM2R0GRESS0
Francisco Fernandes Duarte
rgo da Penlia &
Aflanca-se a boa qualidade de todo qualquer enero
lo nesle armazem. assim como vende-se por menos 5 a 10 or cento do .., ......
a 10 por cento do que em outra
a mals superior do mercado a 800 rsa libra, em barril se far
muito novos a 500 rs. a libra.
comprad
qualquer parle.
Mamtelg* ingleza
abatimento.
WMHeiga traneexa. mil m. 600 .,,. ^, 640 ,
QueU* **"* che"d0' ""e """"", "p"por 3,M0-
a 1*000. de saperior 1ualidade e muito frespaes a 800 inteiro, em libra
"tti petla, liyttsoii e ureto
2*000 rs. a libra. os melhores que ha no mercado 3*000, 2*600,
^r emulo \vArar*\aoA\,Te
Pr3z.un.l0 do reino,
^ de P^ior qualidade a 440 ra. inteiro, e 480 rs. a libra.
ame o melhor pelisco que pode harer por estar prompto a toda hora a 1* a libra.
Touainlio do remo ,3l0 t, 1Ibri e arroba t9mo
CUojuicas a pos chegtdos neste uItimo nar0j; 7jQ (
o auna de narco refinada ran
se for"m barril a 440 r. f Ubr!.' 48 U1" Cm 10 ***> **> "' e
Mar melada imperial .,
Qftn .... r r"ad0 *br.ea e d otros muilos fabricantes de LUboa
a 900 rs. a libra, em latas de 2 libras por 1*600 afianca-se a boa qualidade.
Tla$* de tmate om lal de ama libra por 900 rs
.\mendoase confeitosam..... -> ....
muito proprio para mimo, a SoOO.1'" -* llbr" COnlead ^[^ "^
,r\l\\\aS ranCexaS e porluguezas em lata, de 1 libra, por 640 rs. ditas em meias
iYUtria, macarrao e taUarim ,
-v tavamaB a 400 rs. a libra e emcaia a 8*.
1110z.es muit0 n0Tas a 100 rs a braj e 4jJ000 rg> a 1brj>
o raneez. em carl6es muilo enfela(los propriog para mimo a m rs
uenenra ingleza, mft,.. ..
abaimenS. 8Upenor qU8 h" a 1S f s 8"raf> em cai *"*
Genebra de liollanda. w.
n % a 6SO0O rs, a frqueir,f e 560 rg 0 fragco>
Vinnos engarrafados, A
bo 4 "e d0 ro"'' S""J" ^ster-"" r" m'Fel"
das mais acreditadas marcas a lf a garrafa e em calza a 9 a duzia.
uampagne de Jerenles marcas a 16* a duzia e a 1S500 g garrafa, afflanCa-se a boa
Verdadeira serveia etbrimna .
a 500 rs. a gafrafa de BlraS 'Ui m"C" a da"8' e
iivuo em pipa porU)>Liboae Figaeira a3500(^e4a500a canada
Kspermasete ,uperor a 740 rg em caixa> ft 760 ri a 1bra
B atetas novas em gigog de uma arroba a 1#
ia e os mais superiores, hespanhol a 18200, francez a 1 $, portuguz a 800 rs. a libra
Figos da cenvmadre muil0 noTOi|
yinma Q engommar, muilo aira a 100 rs. a libra.
Xmendoas de cca mole a m r8> a 1bra
zevte doce reflQad0 a 800 rs# a garrafa g em Mixa |
Palitos de dentes. ,
n m ^ V^ llHd03 com Perbicao a 240 rs. o mago.
Gosteletas ingiezas
Bolaxinna insleza.
_ a mais n07a do mercado a 4* a barrica e em libra a 320 rs.
meixas trncelas flm fr
tuguezas a 480 rs. a libra nC' Cm ll2 "br" p0r *"* UU" p0r_
i. 1J010 psra limpar lu s 200 rs. cada um, em porco se far abatimento.
mereja ei frasc0s de 1 e 1(2 libra muilo oras a 800 rs.
, a* n Inle;nj[>le dos gneros annunciados encontrar o respeitarel publico grande sorlimen-
to de gneros, tudo de superior qualidade. B ""uou
Potassa da Russia.
Vende-se emcasa deN. O Bieber &
C, successores, ra da Cruz u. A-
Vende-se um carro de 4 rodas novo, rece-
b.do ult.mam.nte de FrauCa, todo forrado de
seda, cam o competentes arreio. prsleados,
obra, de muito bom gosto, sendo este caleche o
ma\ bonito que hoja oxUU oeala cidade a tra-
tar na ra do TrapihfrH. t4, primeiro andar.
36Ra Nova-36
Em casa de J. Bonnofond vende-se correotes
f jliados a 7*, 8g e 10$, relogioa de prala doura-
dos a 10*, 155, SO* e 25*, afflao(a-se a qualidade.
em caixas de 8 libras por 2*500, e em libra a
proprias para fiambre a 800 rs. a libra.
Paletots
brancos.
Vendem-se superiores paletots de brim braceo
da puro linho, pelo baratiasimo preso de 5J na
V&V^-* 'to "*- I Ceblas novas 800 rs.
Aot thaqustat.
Venta-N spiorM lencos fraocezes a iml-
ta^So doa lho, mito prf ros para os taba-
quiatas per aeren de hwHWM \ tou.L
baratisaimo precc de 5 e 6f a duzia : na rmSo
Queimado n.ia.na bem conhecida laja da botf.
Fil liso e tarlatana.
Vende-ae aupertor fil lis, e taratana branca
e de corea, pelo biMtisaimo preco de 800 is. a
rara ; na bem co.ecda loja da boa f/na w
do Queimado c. 22, '
Ricos eaf eites.
mn^nm",e Lic0,e ,BPri,ore enfaitea os mais
modernos qu ha, ptetoa e de cores, pelo bara-
tissimo preco de e 8*500 : na loja da bea A.1
na roa do Quemaso n. 22.
Camhraias de cores.
Vendem-ae cambraias francezas da lindas co-
res, pelo baratisaao prego de 280< covado : i
ra do Queimado n.22, ua bem eonhecida loja
ua boa f. *
(3ambraias f uncezas finissima.
Superiores cambraita francezas muito floas, de
muito bonitos padrote, pelo barato preco de 700
rs. a rara : na loja da boa f, na ra do Queima-
Cambraia Usa.
Vende-se cambraia lisa transparente muito 0-
na, pelo barato precede 4 e 5J a peca com 8 1|2
raras, dita tapada nuito superior, peca de 10
raras a 6| : na ra do Queimado n. 22. na loia
da boa f. *
Bramante e atoaWvade de
\inno,
Vende-ae superior tramante de purb linho com
.UMiJ*5M d9l"8u"*4O0a rara, assim como
atoalhado adamascar) tambem de puro linho,
com 8 palmos de Urgir a 2*500 a rara: na bem
conhecida loja da boa l.na na do Queimado nu-
mero 22.
Cortes de cales,
Vendem-w eortes d calja de meia casemira
f! rru.TSue'lm^n! T '' *' b'
Porl bouquets.
Dourados com cabos de ma-
dreperola.
Chegaram opportuoamente para a loja d'aguia
branca os booitos portbouquots dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, eonforme
sua propna encommenda, fleando assim remedia-
da a falla que hara desees port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a tempo para os di-
rersos casamentos e bailes que se contara nesses
das, por aso as pesaoai que por elles esperavam
eas que de novo os quizerem compra"r diriei-
rem-se munidos de dinbeiro loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado a. 16, que encontrarlo obra
de bom gosto, barateza, agrado e ainceridade.
de cambr aieta.
Vendem-se superiores salas de cambraieta mui-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto preco de
o*; a ellas, que sao maito barataa: na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da boa f-
Ruada Senzala Noya n.4S
Vsnds-sssm casadaS.E.lonhston&C,
elliasa silh5esngIezes,c*.ndeeirose castigis
bromeados,[oas agieses, fio devela,chicote
psrtctrros, monsria.arrsiospsr carroda
um a lout aavtlos relogio da ouro paisnte
Qglz.
Navalhas d'aco
com cabo de marfim.
yende-se na loja d'aguia branca mui unas na-
famas da?o refinado com caboa de marfim, e
para assegurar-ae a bondade dellaa basta dizer-
ae qe sao dos afamados e acreditados fabrican-
II. ogni4 C- cusla cada e8t0 de du na-
vainas B*000: na ra do Queimalo, loja d'aguia
branca, n. 16.
Libras sterlias.
. v*nde.in-se no escriptorio de Manoel Ignacio
de Ohreira & Filho, pray do Corpo Santo n. 19.
Lencos bvameos muito
ten,
Vendem-se lengos brancos muilo finos, pelo
diminuto preco de 2*400 a duzia, 6 grande pe-
chincha : na loja da boa f, oa ra do Queimado
.numero 22.
S' do lorrador
23Largo do Terco23
O proprietario deste eslabelecimeDlo de mo-
lhados rende os gneros mais baratos do que em
outra qualquer parte e affiaogando a boa quali-
dade : manteiga ingleza flor a 800 rs., dita fran-
ceza a 600 e 640 ra. a libra, assim como se ven-
den: ootros muitos gneros que, enfadonho
menciona-los; assim como -lioguiga do sertao
primeira qualidade a 400 rs. a libra, caf primea-
ra e segunda aorte, arroz pilado, relaa de sper-
macete e carnauba, riohos de diversas qualida-
des, finalmente se rende no largo do Terco n.
23 no lorrador esealguem duridar renha rer, a
dinheiro a.risla.
Gollinhas
detraspasso bordadas em
cambraia fina.
Vendem-se a 2* cada uma : na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 18 A obra boa e
o tempo proprio ; a ellas, freguezas, antes que
se acabem. *
Arado $ americano se machina-
paralava roupa:emcasadeS.P.Jos
listn 4 C. ra daSenzala n.48.
Bonecas bonitas
com rosto, e meia pernade
porcelana.
Veode-se mui bonitas bonecas com rosto, e
meia perna de porcellana aosbaratissimos oreos
de 240,360,500,560. 640,720, 800 e 1*0001: isso
ni ru* do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Luvas de pellica pretas.
Vendem-se as Tf ras prelaS de pellica com pe-
queo toque de mofo por prego baratissimo oa
loja d aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B.
Phosphoros de seguranca.
Caizinhas com mil e tantos phosphoros de se-
guranza a 160 ra. a caizinbaque s pela segu-
ranca delles por lirrar de incendio sao de Braca
na loja da victoria na ra do Queimado n. 75.
judo a loja de cera.
Meias baratas.
lUias pintadas para homem a 120 e 160 rs. o
par, ditas braneaa para menina a 180 rs o par
ditas de laa para o fri a 500 rs. o par: na loj
da victoria na ra do Queimado n. 75, justo a
loja de cera.
Galanteras de gosto
E' o que pode harer de mais gosto em galan-
teras de ridro e porcelana como aeiam jarros
frasquinhos e garranchas, manteigueiraa e asau-
careiros, jarrinhoa para boqueta de eraro o ou-
traa muitaa cousaa : oa loja da victoria na ra
do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
WM
Candeeiros economics
a gaz,
e gaz hydrogenio de primeira e segunda oujli-
dwle : na ra Nora n. SO e 24 loja do Vianoe.
Roa do Queimado o. 10.
Santos Coelho tem par
vender o seguinte: T
Esteiraa da India de 4. 5 e6 pilmos de largo
proprias para forrar camas e salas. \
Lencoea de bramante largos a 3* cada unj.
t-obertas de chita a chneza a 1S800. I
Lencoea de panno de linho floo a 2*.
Xoalhas adamascadas"de linho para meaa a*.
o corad a com deeit0 de arara a 160^.
Toalhas de ustao para maoa a 500 rs. calla
uwa.
Colchaa de fustao adamascado grandea a 6*.
Cambraias de corea a 160 o corado.
2S000. ncamente brdl" e de traspasso a
Aos senhores ci-
garreiros-
^^^mt^ruma^a^i
proprio para os senhores cigarreiros : na rna Ur
ga do Rosario n. 30, loja de charutos.
Bolcinhas de borracha
para fumo.
a.Mrl ,IndiM uD0,CDhM d borracha para guar
dar fumo pelo baratissimo preSo de lSiOO 1
niim .ada a^"-: loi da viclori 'rus d,
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Vende-se fazenda denominada lindeza, ootim
para rest.dos a 160 rs. o corado : na loja do Du
arte, ra da Imperatriz n. 20.
ltenlo
Vendem-se caxSes vasios propri.
parabahuleiros,funileirosetc.alA28l
quera pretender dirija-se a esta tip
graphia, que ahi se dir' quera ostel
para vender.
Miudezas baratas
Na loja da victoria na ra do
Queimado junto a loja de
cera.
Clcheles francezea em carleo a 40 rs. '
Alneles fraocezes cabeca chata a 120 ra. a carta.
Papel com cento e tantos alfloelea a 40 ra. o
papel.
Linhas rietOTia em aartilel com 200 jardas a 60
rs. o carrHel. *
Ditas de tOO jardas de Alexander a 900 ra. a du-
Zlfl.
Ditas de 100 jardas brancas e de corea a 30 ra. o
carrito].
Ditas de Pdro V brancas e de corea a 40 rs o
eartio.
Grampos a 40 rs. o mago.
EoDadorea braocos a 60 e 80 rs.
Urtelnohas com agulhas francezas a 320 rs.
1 raneas brancas de linho a 100 rs. a peca.
Wn?,.de eD^" VCslid0 a 40 ^-a.
df hr.K 1^rl^ma-nu "ue "B5a ven-
rVJ.V V,- em comP"r rictoria sempre
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta loja por estar constantemente a receber
Perfumaras finas de suas proprias encommendas,
ii?A h-? 6 "V que e8,S coo'iluida um depo-
sito de ditas, tendo-as sempre dos melhores e
tft m? Um 'Dd.e COB3Pleto ortimento,
hri., 1" maiS eJec ds frascos, e
SSs? qUe *e Tendem CO?ida e anim
Carros e carrosas,
Emcasa de N. O. Bieber
4 C. successores ra da Cruz
numero 4.
.u^dem",-"rros.americanos mul elegaatea
'OmmnPrtarad,,aaelpe9S0a9e "eeb.m-se en-
commendas para cujo fim elles possuom map-
pas com rarioa desenhoa. tambem vendem car-
rocaspara condcelo da assucaretc.
Enfeites para senhora.
Lindos enfeites para cabeca de gosto o mais
| moderno que tem apparecido a 5J, 5S500 e 6
tttiaSSfar -it*****.
Sebo em pao,
Vende-se sebo em pao do Porto, caizinhas de
arroba : no armazem de AraeDio Augusto Fer-
I reir, ra da Madre de Dos n. 12
Bazar de calmgas
e brinquedos para meninos e
meninas.
Na ra Direita n. 7 defronte da grande
fabrica de tamancos.
Neste eaiabelacimento noro se enenatrarn
sempre grande sortimaolo da c "un. bri-
Panno de algodao da
Babia.
nu?-""?6 no 'Ptorio de Antonio LU da
Ohreira Azeredo & C, ra da Cruz n. 1.
Riscado monstro.
Vende-se riscado moustro, fazenda muito eco-
nmica para o uso domestico por ter grande lar-
gura e o seu preco ser de 800 rs. o corado: na
ra da Imperatriz. loja o. 80, do Duarte
rUNDIGlO LOW-MOOR
Rna daSenzalla Nova n42.
Resta islabilacimanto contina a hav.rum
ompUtosortisientodemoendssesieiasmoeii-
dasparaengtrjho^aehinas de ispor ataiai
le ferro batido e coado, da todos ostamanhoi
para dito
HarSuhall?lel,ors&c Und0 recebido or-
w2 ?,Vi T^D rel ? 8e? crecid0 eposito de rslo-
g os risto o fabncaote ter-ae retirado do oego-
co coorida, porlanto. s pessoas que quizerem
C22' Km b.m rel8l de ouro ooHpMta do e-
n^?,MbHC*nU Kornby- ProrelUr-.e da op-
portunidade sem perda de tempo, par. rir eom-
?a."dX0prichemnm088? PfeS D "eU 8,Crlptori0
Simo de Nantua,
obr. completa, ntidamente impress, typo gran-
de e nlellegirel, papel claro, formato accommo-
dado o mais possirel, encaderoado com meia en-
cadernacao, eom seu rotulo dourado, e pelo an-
tigo prego de 1 cada rolume : oa raido Im-
perador n. 15.
Phosphoros do gaz a
21200 a groza,
Dinlveiro vista.
Na ra da Cadeia do Recife o. 56 A, loia de
ferrageo de Vidal & Bastos. '
BF
36, ra d^s Cruzes de Santo Antonio, 36,
PROGRESSIVO
DE
Queijos lundrinos
Queijo prato
.dem franceLa 1 :rDteSCtdaa 8e lW0'eem barriltr ***
Queijos flameros h TV' "''"'br"e em ba"i8a razi0 de60 a ,,bra-
Ufe chegados neste ultimo vapor a 3000.
o melhor quP ha neste genero por serem muito frescos a 19200 a libra.
hvs pn' qU9 S8 Pdf deS6J'ar 8 m a Hbri e o imeiro.
SS^j Tmercad0 de mo 2,88a ,ibr-
Presuntos ^3;a 7f "'a 1br"
Vinho ^rrS^^^^^ MSa >^- P' inteiro a 460
19300e 1300 agarrafa, e lSoT. dUza nec,ar Ca^velIos, Cames, Madeira secca, Feitoria velho, secco e chamis
Vinho SlS^ qua,Te"i8flren,es marcas a 80a "fc 8 dfl 8500 a i000 a du,,
Marmel^a?mnZP ? deY00 a 60*a garrafa ede m 4800
BOCetaS com doces secco das mais deliccdafrm** A p,,n. !_
muito gosto a 3*500 cada urna f P ma'S propno que h* para munos por serem "* enfeiudas, ede
FigOS em CaxinhaS de 4 llbr." muito Los gr.mdes a 2,000.
ge!0 ** ^^ ^ 4 'braS che^dds nesleu"no vapor a 3500 e 19200 a libra, afianca-se ser o melhor.que pode ha.vet nal.
rs.
15S0
Ameixas francezas uui des ibrisp0r 49000 e ioooporlibra. *
i f!f. 6m 7nhasd,oi;oIib;as' as Pft4* mercado 3 a a 640 rs. a libra, e efreaixade um. srrob. a 9500.
L.aias com tructas de todas as qualidades que ha em Portugal de 700 a 100 a lata. *
Corinthias em frascos de 1 1[2 a 2 libras de 1600 a 29200
^^fca^e1^?!^:^ ::tr i:rs* *:^ ^mais ** -* *> <** 4 -
^llm b?la?nlia de SOda dfversas ^a,idadM ""ito novas. 19450. e grandes de 4 8 libras de 21500 41*00.
L.OnservaS inglezas francezas porltaguezis de 600 a 800 ris o frasco.
Ervilhas francesas portaguesas a 720 j. a lata. afiDa-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao mercado.
MaSSaS talharim, macarro ealetria as mkis novas que temos no mercado a 400 rsV a libra.
Ameildoas de casca molle a 400 ris alibra em porcao ter abatimento.
AzeitOIiaS_ de Lisboa novas egrandes viridas pela primeira vez ao nosso mercado a 3*500 a ancoreta.
Lnampanhe das marcas mais acreditabas de 15a20000 reis o gigo de 1,500 a 2 a garrafa.
CervejaS das melhores marcas a 560 rs. a garrafa e de 5 8 69000 a duzia da branca.

no mercado a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia .-
o frasco e 69500 a frasqueira com 12 frascos,
tido no mercado portuguz, hespanhol e francez da 19 a 1*20 alibra.
4 2,250
o cento,
.'e 7J> o mllheiro, rioho da Figueira e Lisboa a 400.
Luras de Jorin muilo frescas para homena o 500 e 560 rs. a garrafa, e 3 3*500 n 1* rnV
SW 5a l0il ^lmo&Mag.lhie.ru.dajd7: na r-a d..kaTV.IS.S5SA Vlf
vtuea o. m. faado Ouridor,
Cognac a melhor qualidade que temos
Genebra de Hollanda a 600 rsJ
Chocolate o mais superior que temos-
Vinagre puro de lsboa a 24t ra. a garrafa e 19850 a caada,
Espermacete Superior sem avri 740 rs. em caixa a 760 rs. a libra.
AlTOZ o melhor do mercado a 100 rs. a libra e 2700 a arroba do da India e 120 rs. a, libra do Marnho,
Alpista e painCO o mais limpo quafha a 160 rs. a libra do alpista e 240 re. a libra do paB?o. """^
Vinagre branco o melhor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa 2560 a caada.
MaSSa de tomate em latas de uma libra do mais acreditado autor de Lisboa e rinda a primeira ves a nosso mercado, daifa lata.
Aranita a melher que se pode desejara 320 rs. alibra, e 160 rs; a libra dagomma.
ToUCnhO de Lisboa o mais novo do mercado a 320 reis a libra e arroba a 109000.
Batatas em gigoscom uma arroba, au melhores que ha no mercado a 1800 o gigo.
LentllhaS fraacezas, as melhores-e mais saborosas de todos os legumes a 500 rs. a libra
IMOZeS as melhores e mais novo por lerem chegado nesle ultimo vaper a 200 rs, a libra.
Palitos lixados para dentes a 20) e 160 rs.o mago com 20 massinhos e flor a 280 rs,
Latas com sardinha de Nao tes muito novas a 44o rs. a lata.
Velas de Carnauba ecomposicSo de superior qualidade a 400 rs. a libra e a 129500 a arroba;
Bolachnha ingleza ihgleza a miis novado mercado a 45 a barrica #320 rs. alibra.
A limdos gneros anninciados ncoatrara o publico tudo que procurar tendente a molhados, e por mnoa por cento-sjo quo ea uto





** SEXTA fElfiA

:fi
Cal de Lisboa em
pedra,
desembarcada Jionlem ; vende-se mais batato do
que em qualquer oulra paite.; na ra de Apollo
n. 98, armazem de Tarroso.
Meias para senln**.
Vendem-se superiores meias para eohora pe-
lo baralissimo prego da 3JJ840 a dazia; na loja.
da boo na ra do Queimado n. 2!.
ntremelos
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca se acha um bello sorti-
menlo de entreroeios bordadoa em fioa cambraia
transparente, e como de seu coslume est ven-
dendo baratamente a 10200 a peca de 3 varas,
tendo quantidade bastante de cada psdrao;; para
Testidos ; e quem tiver dtnbeiro approveitar a
occasio, e manda-loi comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Agulhas imperiaes.
Tena o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em vistss sempre
Tender o bom, mandou vir, e acabam de chegar
qui (pela primeira vez] as superiores agulhas
imperiaes, com o fundo dourado e mai bem fal-
tas, sendo para alfaiates e costureiras. e custa
cada papel 160 rs. A agulha assim boa anima
e adianta a qum coae com ella, e cm regra sao
mais baratas do que as outras; quem as com-
prar na ra do Queimado, loja d'aguia branca n
16, dir sempre bem deltas.
Zefire para vestido.-
Chegou pira a loja da victoria grande sorti-
mento de zefire para enfeites de vestido ou para
oulra qualquer obra que se queira bular pelo
barato preco de 500 rs. a pega com 10 varas.: na
loja da victoria na ra do Queimado n. 75, junto
a loja de cera.
Escencia de ail.
Para engommado.
Vendem-se frasquinbos com escencia de ail
cousa encllente para engommado porque urna
gola delta bastante para dar cor em urna bacia
de gomma tendo de mais a mais a preciosidade de
nao manchar a roupa como maitas vezea acon-
tece com o p de ail. Custa cada frasquinbo
500 rs. : na ra do Queimado loja da aguia bran-
ca D.16.
Potassa americana,
Vende-se potassa
superior qualidade:
Ignacio deOliveira & Filho, largo do Corpo San-
o n. 19.
americana muito nova e de
no escriptorio de Manoel
Chapeos de castor.
Vende ra-s emapoee de castor de primeira qua-
lidade 8, q*e ja se venderm a 16$, para
acabar t na ra da Imperatriz, loja n. SO, do
Duarle.
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Nos rmaseos do caes do Rsmos ns. 18 e 36 e
na ra do Trapiche Novo (no Recite) n. 8, se
vende gaz liquido americano primeira qualida-
de e recentemente chegado a 149 a lata de cinco
galloes, assim como se vendem latas de cinco
garrafas e em garrafas.
Novos cinteiros de fitas com
pon tas cahidas e franjas,
a. loja d'aguia branca acaba de receber pelo
vapor inglez os lio procurados e muito bonitos
cinteiros de fitas com pontas cahidas e franjas, e
por isso podem agora ser satisfactoriamente ser-
vidas as senhoras que a desejavam ; ellesacham-
se nicamente nadita loja d'aguia branca, ruado
Queimado n. 16.
Fitas de chamalo-
te muito boas e
bonitas:
Alporcas
Caimbras
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo va-
por inglez sua encommenda de boas, bonitas e
largas fitcs de chamalote brancas e outras cores,
as quaes sao excellentes para cintos, tajos, etc.,
de vestidos para casamentos e bailes, assim como
para lagos de bouqaetes, cinteiros de crianzas e
maitas outras diversas cousas, e como de seu
costume os precos sao menores do qae em outra
qualquer parte; assim quem munido de dinhei-[Callos,
ro, dirigir-se a raa do Queimado loja d'aguia Ancores,
branca n. 16, ser bem servido. ~ ,
Potassa da Russia. ^,UJZ\U..
Vende-se potassa da Ruasia da mais nova e,___j., <,.#..
superior que ha no mercado e a prego muito i j*
cammodo : no escriptorio rfe Manoel Ignacio de' ""dos raembros.
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo. ; Enfermidades da cutis
Ra da Senzalla Nova n. 42.1 em garai.
Neste estabelecimento vende-se: ta- i ?IUs de anu*
chas de ferro coado libra 110 rs. dem j ^Mes escorbticas,
de Low Moor libra a 120 rs. Fstulas-no abdomen.
REMEDIO IftCOttPARftVEL
UNGENTO HOLLOWAT
Hilhares da individuos da todas as naofei
podem lestemunharas virtudes desteremedio
incomparavale provarem caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram lemseuoerpos
membrosi u tetramente saos depoisde hatee em-
pregadoinutilmenta outroatratamentos. Cada
pessoa poder-se-haconvencer dessascuras ma-
ravilhosas pelateitura dos peridicos, quelh'as
rolatam todos os das ha muitos annos; a
maior parte dallas sao to sor prendantes qna
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoasrecobraram com este soberano remedio
o uso da seus bracos e pernas, depois dedur
permanecida longo tempo nos hospitaes.o tas
deviam soSrer a amputaijao I Dallas fia mti-
cas qjiehavendodeixadoesses, asylos depade-
timenlos, parase nao submeterem aessaope-
ragao dolor osa f oram curadas completamenta,
mediante o uso dessepreeioso remedio. Al-
gunas das taes pessoa na enfuso de seureco-
nhecimento declararais estes resallados benfi-
cos diante do lord corregedor e ontros magis-
trados, afimde ais autenticaren! sua afirma-
tiva.
Ninguem desesperara doestado desande ss
tivessebastante connanea para eneinar este re-
medio constantementeseguindo algnm tempo o
tratamento que necesslasse a natureza do mal,
cujo resultado seria-provarincontestavelmente.
Que tudo cura.
O ungento he til, mais particu-
larmente aos seguintes casos.
Urna bar caca.
Vende-se ama bsrcaca do porte de 35 caizas,
encalhada no estaleiro do mestre carpinteiro Ja-1
cintho Elesbo, ao p da fortaleza das Cinco Pon- Gengivas escaldadas.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
tas, aonde pode ser vista e examinada pelos pre- j Inchacoes.
ledenles ; jende-se a, prazo ou a dinheiro ; a Inflammacao do Beado
tratar com Manoel Alves Guerra, na raa do Tra- j w7. .. .. __
pichen. 14.
D. Pedro V.
Vende-se este
Infiammac.o da|bexiga
da matrix
Lepra.
Hales das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos.
Puimoes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulaces.
Veas torcidas ou no-
das as pernas.
ungento no estabelecimento
iaa
Doce fino de ga
Ni"JraJt d0 RaD6el n. 48 tem doe de todas as
L' !!?/ Tend- multo barajo; vista de
ura^quadade superior se far prec.
CALCA
Preservativo universal,
.45Ra Direita45
Olhem!...
i-u1!?' ?.,e,HeBlae melhoT esclarecidas na
scienea de Hipcrates, depois d longos annos
de exercicio de curar e matar covenceu-se afl-
nal, que o nico preservativo infallivel de qual-
quer epidemia, por mais martiferJ que foss. era
C0STlm\,cJ?)?eS8 fre8C. D,re desembaracado,
e PES CUENTES. Ora, viaja nd> por ahi urna
epidemia que mata gente como qaklquer oulra, 4
occasiao de pormos em pntica estes principios,
usando pouco do chapeo e sempre som-
bra; tomando de 15 em 15 dias lm laxante de
sai m gtaooer, o mais acrrimo ibimigo da epi-
demia, segundo a opiniao e a pratfica de nm dos
ornamentos da nos*a magislralursf; e lanzando
ao cisco todo o calcado velho, dirigindo-se todos
ao armazemvda ra Direita n. 45, Ende o respec-
tivo propnetario a todos recebar com cortezia,
iiiA'ii V ,m"8ad". quecera o ps com ex-
celleote calcado, segundo o gosto, e estado fl-
nanceiro de cada um, e vejam :
Homens.
BOBZEGUINS dos melh.res fabricantes,
138.
'5,
50500
10000
a.....
1*600
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
B4ST0S & REG
NaTiia Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Om grande e variado sortimento de
roupas feitas, calcados a fazendas e todos
estes ss vendem por precos muito modi-
ficados como de seu costume,assim como
sejam sobrecasacos de superiores psnnos
e casacos feitos pelos ltimos figurinos a
160,289, 30} e a355, paletots dos meamos
pannos preto a 16g, 18J, 100 e a 24,
ditos de case mira de cor mesclado e de
novos padrdes a 149.169, 189,203 e 249,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 99,109,12# a 149, ditos pretos pe-
lo diminuto prego de 80, 100, e 12 j, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 128,
ditos de merino de cordao a 12}, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 15$,
ditos de alpaca preta a 79, 89, 9$ e a 10$,
ditos saceos pretos a 49, ditos de palba de
seda fazenda muito superior a 49500, di-
toa de brim pardo e de fusilo a 39500, 49
ea4a600, ditos de fuslao branco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49, ditas de brim decores
Qnasa2S500, 3, 39500 e a 4f, ditas de
brim brancos finas a 49500, 5J, 5J500 e a
69, ditas de brim loui a 59 e a G, colletes
de gorguro prelo e de cores a 5J e a 61,
ditos de casemira de cor pretos a 4 $500
e a 59, ditos de fusilo branco e de brim
a 39 e a 395OO, ditos de brim lona a 4f,
ditos de merino para luto a 49 e a 49500
calcas de merino para 1 uto a 4 #500 e a 5t,
capas de borracha a 99. Para meninos
de todos os lmannos : calcas de casemira
preta e de cor a 55, 69 e a 79, ditas ditas
da brim a 2J, 39 e a 39500, paletots sac-
eos de casemira preta a If e a 7, ditos
de cor a 69 aa7f, ditos de alpaca a|39,
sobrecasacos de panno preto a 129 a a
14, ditos da alpaca preta a 59, bonets
para menino de todas asqualidades, ca-
misas para meninos datodosostamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia feitos
para meninas de 5 a 8 annos com cinco
babadoslisosa89ea 125, ditos de gorgn- j
rio de cor e de la a 59 e a 69, ditos da
brim a39, ditos de cambraiaricamente
bordados para baptiaados.e muitas outras
fazendas e roupas feitas que deixam de
ser mencionadas pela sua grande quanti-
dade ; assim como recebe-se toda e qual-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar e que para este fim
temos um completo sortimento defazen-!
das do gosto e urna grande offleina de al-
faata dirigida porum hbil mestre que
pela suapromptid eperfeiconadadei-i
xa a desojar.
Opiata ingleza
para dentes.
_ Ist finalmente remediada a falta que se sen-
ta dessa apreciavel opiata ingleza to proveito-
aa ( necessaria para os denles, isso porque a lo-
ja (faguia branca aesba de recebe-la de sua en-
commenda, e continua a vende-la a 19500 rs. a
caira: quem quizer conservar seus dentes per-
feilos prevenir-se mandando-a comprar em
dita loja d'aguia branca, ra do Queimado n. 16.
Vende-se
zeilede dead ou palma, dito de amendoim que
erve para ltzes e machinas, mais barato do que
em qualquer outra parte; na raa do Vigario n.
1, pnmeiro andar.
Vendem-se folhelos com o retrato do Sr. D.
Pedro V, coolendo o sen reinado e ltimos mo-
mentos, obra mui apreciavel para os Poriugue-
zes, pelo barato prego de 19: na ra do Queima-
do, loja da miudezas da boa fama n. 35.
Vendem-se 6 cadeiras a Luiz XV, novas :
na raa das Grnzes n. 1.
Machinas americanas.
Em casa de N. O. Bteber & C., successores,
ra da Cruz n. 4, vendem-se :
Machinas para regar borlas e capim.
Ditas para descarocar milho.
Ditas para cortar capim.
Selins com pertences a 109 e 20-*.
Obras de metal principe prateadas.
Alcatrao da Suecia.
Veroiz de alcatrao para navios.
Salsa parrilha de primeira qualidade do Para.
Vinho Xerez de 1836 em caixas de 1 duzia.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Arados e grades.
Brilhantes.
Carrosas pequeas.
Muitas fazendas
baratas na ra da Impera-
triz n. 60, loja do pavo.
Gama & Silva, donos deste estabelecimento, I
tem resolvido vender as suas fazendas por precos
baralissimos como sejam:
Musselini branca com 4 1)2 palmos de largu-
ra, corado a 240 rs.
Chitas escuras com pequeo toque de mofo,
covado a 160 rs.
Ditas matizadas sem mofo, covado a 160 rs.
Cortes de ditas com 10 covados a 19500.
Cortes de chitas francezas escaras e alegres,
fazenda muito Qna- e de cores seguras, comi
covados, 25600.
Chitas francezas, fazenda superior, covado a
260,280, 300 e 320 rs.
Laazinha de quadros para vestidos, covado a
280 rs.
Ditas muito finas e modernas, covado a 440 rs.
Cassas de cores, fazenda inicuamente nova,
covado a 260, 280 e 300 rs.
Ditas garibaldinas, fazenda finissima, covado a
360 rs.
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
encommenda diversos artigos de gosto, e proprios
para enfeites de vestidos de noivas ou convida-
das, sendo bicos de blond de diversas larguras,
franjas brancas e de cores, trancas brancas com
vidrilhos e sem elles, cascarrithas braocare mui-
tas oulras cores, finas e delicadas capellas bran-
cas, bonitos enfeites de dores e cachos sollos, lu-
vaa de pellica enfeitadat primorosamente, mui
bonitas e boas fitas de chamalote, e emfim mui-
tosoutros objectos que a pedido do comprador
sero patentes, e vista do dinheiro nao se dei-
xar de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de receber por
amostra urna pequea quantidade do fivellas
douradas e esmaltadas para cintos, todas de no-
vos e bonitos moldes, e tambem douradas que
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
I America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs., cada bocelinha contm
. urna insirucQo em pormguez para explicar o
' modo de faxer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de Cruzan. 32, em
Pernambuco.
LuvasdeJouvin.
Na loja da Bda F na roa do Queimado n. 22
sempre se encontrarlo as verdadeiras luvas de
Jouvin tanto para homem como para senhora,
advertindo-se que para aquelles ha de muito
lindas cores, na mencionada loja da Bda F na
ra do Queimado n. 22.
mmmm-mmmm mmn
8 Ioleresse publico.
tSPS^JSP**" e braaileiros
4*500 at 7*500, 6600' 5*5W'
Meninos.
SAPATOES a 5^500, 5, 4, 3*500
Senhoras
BOTINAS de fabricantes francezes,
zes, allemaes e americanos f
6, 5J500, 5ft 4S500, 3$500 a...
Meninas.
BOTINAS a 4500 e...............
Um completo sortimento de sapa
nhora de couro de lustre virado a
pele a 800 rs., de lustre (rs. 32 e 3:
de tranga francezes a 1J300, portngu
to couro de lustre, de porco, cordado,
quim bezerro rancez, sola de lustre courinbos
vaquetas, sola etc., que Indo vende-se como em
parte.
ingle-
ideraes
....... 2J500
..... 400O
8 para se-
rs., de ta-
a 800 rs.,
Uzea 2*, mui-
nenhuma
Banha
em copos grand^
A' loja d'aguia branca avisa a sua b
zia que chegada a apreciavel banha fi
pos grandes, e contina a vende-la m.
do que em outra qualquer parte : na ra
mado loja d'aguia branca n. 16.
a
1 fregue-
a em co-
is barato
doQuei-
la do Queimado n. 10,
loja de 4 portas de Fer-
ro & Maia,
vendem-se ss seguintes fazendas por metade de
seus valores someote com o fim de acabar.
Chales da touquim o melhor que tem appare-
cido no mercado a 8,10, 15, 20 e 30g.
Sedinbas de quadrinbos, covado, a 800 e Ig.
Chaly e barege, covado 500 rs.
Mimo do co, covado 500 rs.
Cassa frsnceza, covado 740 rs.
Cortes de csssa de salpicos a 30.
Grosdenaple preto, covado 10.
Dito amarello, covado 600 rs.
Chales de merino bordados a matiz a 45.
Corles de velludo de cores para collete a 30.
Paletots de brim de cores a 30.
LeoQoa de seda de cotes, um 600rs.
Chapeos de patha para senhora o mais moder-
no e rico que tem apparecido a 12,14 e 150.
Ditos para meninas e meninos por barato prego
Bonets de palha para meninos idem.
Cortes de seda de quadros, fazenda muito su-
perior a 8|.
Paletots de alpaca preta e de cores a 8g.
Tailatana de la com palmas matizadas, fazen-
da moderna e propria para vestidos de senhora e
meninos, covado 400 rs.
Chapelinbas de seda para senhora, urna 6$.
Meias para menina de 2 a 8 annos, dazia 2#.
Vestidos pretos bordados a velludo.
Ditos ditos com babados.
Ditos de cores, riquissima fazenda.
Panno fino -de todas as cores, covado 21500 e
3|000.
Manteletes pretos lisos a 12 e 150.
Ditos ditos bordados o mais rico possivel.
Cortes de nova fazenda intitulada mossambi-
que, propria para vestidos de senhora.
Atoalhado de linho com 10 palmos de largura,
vara 20.
Bramante de linho, 12 palmos de largura, vara
20000.
Dito de dito muito fino a 20300.
Chales de la e seda a 20.
Alem das fazendas cima mencionadas ha mui-
tas outras de apurados gostos, que se vendem per
diminutos presos.
Aos fabricantes de velas.
O antigo deposito de cera de carnauba e sebo
em pao e em velas, estabelecido no largo da As-
sembles n.9, mudou-se para a ra da Madre de
Dos n. 28, quasi defronte da igreja, onde conti-
na a baver um completo sortimento daquelles
gneros, que se vendem por precos razoaveis.
Relogios<
Vende-se em casa de Johnston Patar d C,
ra do Vigario n. 3 um bello sortimento da
relogiosdeouro, patente inglez, da nm dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tamben
urna variedade de bonitos tranceln.'para os
mesaos.
Cascarriiha.
[Offerecido pela loja del
marmore.
A loja de marmore tendo de apresen-
lar concurrencia publica o que ha de
mais novo em fazendas, tanto para se-
nhoras como para homens e meninos,
sendo que para este fim espera de seus
correspondentes de Inglaterra, Franca e
Allemaoha as remessas de seus pedidos,
8 tem resolvido, antes de apresentar o no-
S vo sortimento, liquidar as fazendas ezis-
i lentes, o que effectuar por precos mo-
dicos e para cujo fim convida o respeita-
vel publico a aproveitar-se desta emer-
gencia.
Mi WBV eran eraoV eran srm sTBw wm eTBW JniTW eYJIV
Fuuileiro vidraceiro.
Grande e nova oiicina.
Tres portas.
31Ra Direita31.
Neste rico e bem montado estabelecimento en-
contrarlo os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas asqualidades.
SANTUARIOS que nvalisam com o Jacaranda.
BANHEIROSde todos os tamanhos.
SEMICUP1AS idem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixas de todas as grossuras.
PRATOS imitando em perfeico a boa porcel-
lana.
CHALE1RAS de todas as qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e [landres para qual-
quer sortimento.
VIDROS em caixas e a retalho de lodos os ta-
mandando-se manhos, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendaa de qualquer natu-
reza, concertos, que tudo sera desempenhado a
contento.
Caivetes fixos paraabrir
latas.
Chegou nova remessa desses preciosos cai-
vetes xos para abrir latas de sardinha, doce,
Novo paquete das novidades
23-Riia Direita-23
,, Les'e DOVO ?3labeiecimento acharf o publico um grande sortimento tendente a molhados
tudo por preco mais banto do que em outaa qualquer parte :
Manteigj ingleza especialmente escolhidJ a 800 e 960 rs. a libra.
Dita franceza a melhor do mercado a 720 rs. a libra.
Queijos flamengos ebegados no ultimo vi por a 20800 e 3t.
Cha byson e preto a 20 9 20880 a libra, j
Vinho engarrafado dos melhorea autores,, a 10 e l200 a garrafa.
vinno de pipa proprios para pasto a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial dos melhores autorfes a 900 rs. a libra;
Amelias portuguezas a 480 rs. a libra. /
Passas muito novas a500 rs. a libra. /
Latas com bolachinhssde differentes qialidades a 1M0O
Conservas inglezas asmelhores do melado a 800 rs. o frasco.
Massas, talhanra, maearro e aletria 440 rs. a libra.
Cerveja das melhores marcas a 560 a garrafa.
Genebra de hollanda suyerior a 500 rs a botija.
Velas de carnauba a 440 rs. a libra. '
Ditas de espermacetea 7*0 rs. a libr
Vinagre puro de Lisboa a320rs. a girrafa.
Arroz a 100 e 120 rs. a libia. '
Alpista a 160 rs. a libra.
Toucioho de Lisboa a 360 rs. a libr.
'tmJ?.S .eneros.ntunciadbsachara o publico um grande sortimento de um todo tenden-
moUados mais barato d que em outra qualquer parte.
parecem de ouro de le'i, o que s eo'm'experien- bola,chi,nh" etc- etc- A.ra Peia fela come-ae
-i. ,.),.,> *":.? .!t.-YT_"p-!":e*. multo dessas cousas e por isso necessario ter
.5*** P a loja da victoria grande sorti-
!i .^""rilha de todas as cores e largu-
ras e se vende mais barato do que em parte al-
do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
uZL h!Dqk ,num pret0 de nac-a Angolla, de
dadede35a40annos, proprio para o servico
de campo : na rua de Santa Rita n. 36.
Vede-e o sobrado n. 23 sito na rua das
Cinco PoMai, com muitos comanodos: a tratar
na rua imperial n. 108, das 6 as 9 da manna e
de tarda daa3 as 9.
cia se conhecer nio o serem, estando no mesmo
caso as esmaltadis, e assim mesmo vendem-se
peto barato preco de 25500 rs. cada urna, na rua
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Cestiiihas ou cabases para as
meninas de escola.
O tempo proprio das meninas irem para a
escola, e por isso bom que vo compostas com
urna das novas e bonitas ceslinhas que se ven-
dem na raa do Queimado loja d'aguia branca
D. 16.
Novos bonets de velludo, e
marroquim dourado.
Na loja d'aguia branca vende-se mui bonitos
bonets de velludo, e marroquim doorado, os
quaes sao agora mui nacesisrios para os meni-
nos ^ue vo para a escola e quem os quizer com-
prar mais baratos dirigir-se raa do Queimado
loja d'aguia branca n. 16.
As verdadeiras pennas ingle-
zas caligraphicas.
A loja d'aguia branca acaba de receber sua
encommenda das verdadeiras pennas de sqo
inglezas caligraphicas, dos bem conbecidos e
acreditados fabricantes Perry & C, e apesar da
falta que turna dessas. boas pennas, com tudo
vendem-se pelo antigo prego de2/000 a caixinha
d< urna groza, quantidade essa que as falsifica-
das nao trazem. Para livrar de engaos, as ca-
xinhasv&e marcadas com o rotulo que diz. Loja
d'aguia branca rua do Queimado n. 10,
um desses caivetes cujo importe 10, compran-
do-se na rua do Queimado loja da aguia branca
n. 16, nica parte onde os ha.
Gaixinbas vazias para con-
feitos.
Muito lindas caisinhas vazias para se botar
coofeitos e dar de presente a 200, 320 e 400 rs.
cada caixinha. na loja da victoria na rua do
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Linhas de croxele em nve-
los monstros.
Muito boa linha de croxele para bordado em
nvelos monstros por serem muito grandes a
400 rs. o novelo : na loja da victoria na rua do
Queimado n. 75, junto a loja de ceri.
Novo sortimento de cascarri-
lhas de seda.
A loja d'agnia branca acaba de receber um novo
e bello sortimento de cascarrilhsa de-seda de
muitas e differentes cores, e vende-se 10500
e 20500 ris a peca, na rua do Queimado loja
d'aguia branca n. 16.
Meias pretas de seda 1:000
o par.
Vende-se meias prelaa de seda, e demui bda
qualidade, para senhoras, e padres 10000 o
par, por estarem principiando a mofar, e estando
ellas calcadas nada se conhece, na raa do Quei-
mado loja d'aguia brinca n. 16.
ATTENQA0
'MSKDIS.IHIIL MIUSTOT
Sortimento completo de fazendas e roupas feitas
NiV L.OJA. BE
rara.
da ImperatrizN.
ra
N. 48-Ru
CARTOES
DE
VISITA
DE
Carloes de visita de novo gosto
Carloes de visita de novo gosto
Cartoes de visita de novo gosto.
Urna duzia por 16^000.
Urna duzia por 16J000
Uma dutia por 16J000
Urna duzia por 16S000.
Retratista americano.
Retratista americano
Retratista americano
Retratista americano.
Rua do Imperador.
Rua do Imperador
Rua do Imperador .
Roa do Imperador.
ARMAZEM
DE
Lou^a vidrada.
8-Rna da Cadeia do Recife-8
Grande liquidado por
todo pre^o.
time^.6111" TeDde estabelecin*t com aba-
Louca vidrada de differentes qualidade.
ce etc* "0S ,amanhs P manteiga, do-
Jarras finas grandes e pequeas.
Ditas entre-Anas e nuis inferiores.
Potes de differentes tamanbos.
arras e jarres para cosinba.
Sf,8.r.?i.e,r" tou 8,rr,fas) le differentes goos.
Quarlioh-as grandes e pequeas.
Copos da Bahia e da trra.
Muringues Ados e entre-tinos.
Fogareirospara defumar.
B"ednaSv?oesP0 PrPr9 pa" COmprS' cocheir
Escovas de lavar casa e navios.
Vassouras de cabello, piossava e palha para
rS?rihdr5' driefabe,1 P"" rro, mesa etc.
fiar. d,fereUes lamanha Pa men.2o
Ceslinhas para menina de escolas.
Balaios sortidos.
Cestas para compras sorlidas.
Capachos redondos para meio de sala.
Garrafas de vidro brancas e de cores para vi-
nho, licores, agurdente etc.
mfn^AUra" muilas fazeDdas q^ sera diffi=l-
mencionar as quaes se vendero sem reserra do
tirar- estabelecimento ter de re-
Aos senhores sacerdotes.
nJ*" de0cbegr loja da boa f, na rua do
Queimado n. 22. meias pretas de seda muito s-
SSrmPk0pn" P"a os nhores sacerdotes
por serem bem compndase muito elsticas ; ven-
me?o 2 J Da rua d0 Qeima,lo "-
A 1$000.
Vende-se o remedio approvado para matar ra-
tos e baratas, chegado pelo ullimo vapor da Eu-
ropa : na rua da Senzala Nova n. 1.
N. O.Biebar & C. successores, rua da Craz
uro leemraJt*ra,renaerrelo8os paraalgibeira de
LWAIL
sem segundo
Na rua do Queimado o. 55 loja de miudeza
de Jos de Azevcdo Maia e Silva, est vendeno
todas as miudezas por precos j sabidos o co-
nhecidos :
Grotas de pennas de ago de todas as quali-
dades a
Nvelos do linha que pelo tamanho
admiram a
Caixas de agulhas francezas a
Caixas com allneles muito finos a
Caixas com apparelho para entreler
nios a
Ditas ditos grandes a
Baralhoi portuguezes a 120 e
Groza de botes pequeos para caiga a
Tesourasparaunhasmaito finas a
Ditas para costura muito superiores a
Baralhos francezes para vollarete muito fi-
nos a
Agulheiros com agulhss francezas a
Caivetes de aparar pennas de 1 folha a
Pec.as de tranQa de la com 10 varas a
Ditas de tranca de la de todas as cores a
Pares de sapatos de tranca de la a
a todos
me-
48
Juntb apadaria franceza.
Encontra-se neste estabelecimento um completo sorlimento de roupas de todas a la-
descomo sejam paletots de alpalca preta de 30a 100. ditos de merino preto a 70, dito de panno
K^fS? ?* W !lS'Jd,lof semira de 70, 93 e 11, ditos de alpaca de cor a 3500. 40 c
r a 40500 e pretos a 5J, ditos de brim pardo e de' cores a 30500 e
J05OO e 40, de brim trancado a 40500, sobrecisaco de panno preto
fJSS St JIJE 5lt0s.conJ VM2* velludo a 180. sortimento de calcas brancas de brim a 10500
a d0, do00 e 6 ditas de casemira superior a 6S50O, 70500 e 90, ditas pretas a 4S500,70, 8a e IOS
e de outras muitas qualidades, sohimento de collete de todas as qualidades, camisas francezas d
todas as qualidades e precos, seroulas de algodo, de bramante e de linho por precos admiraveis
Um sortimento de roupas para meninos de diversos tamanhos, chapeos francezes para caneca de
todas as qualidades, chapeos deso de seda admiravel pechincha para liquidar a 50500 e 6, ditos
para senhora a ig e 50, e outras muitas qaalidades de fazendas e roupas feitas que se afianca ven-
der por precos commodos.
Meias pretas de seda.
Vende-se meias de seda pretas para senhora
fazenda muito superior pelo baralissimo preco
de 10 o par: na rua do Quevaaaio |na bem co-
nhecida loja da boa fama n. 35.
Linhas de cores em nvelos.
Vende-e linhas de cores em nvelos fazenda
em perfeitissimo estado pelo baralissimo preco
de 10 a libra : na rua do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
Papel de peso a 2# a resma.
Vende-se na fu do Queimado toja de miude-
zas da boa fama n. 35.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonitos bicos de linho de dous a
quatro dedos de lsrgura fazenda muito superior
pelo baratissimo preco da 240, 310, 410 e 480 rs.
a vara, vende-se por tal preco pela razio de es-
tarem muito pouca cousa encaldidos, tambem se
vendem pecas de rendas lisas perfeita nente boaa
com 10 varaa cada peca a 720, 800 < 1, ditas
com salpicos muito bonitas e diversas larguraa a
10200, 10600 e 10 a peca, ditas d.e seda a 10 ca-I
da urna peca : os raa do Queimado na bem co -
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 35.
Agua de lavander e pomada.
Vende-se superior sgaa de lavanc er ingleza
pelo baratissimo preco de 500 e 640 rs. cada fras
co, pomada maitissimo fina em paos grandes a
500 e a 10, vende-ae por to barato preco pela
grande quantidade que ha : na rua d > Queimado
na loja de miudezas da boa fama n. 55.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na raa do Queimado b. 21,
se encontrar nm completo sortimento de grava-
tas de seda pretas e de cores, que se vendem por
precos baralissimos, como- sejam : esireitiohas
pretas e de lindas cores s 10, ditas com pontas
largas a 10500, ditas pretas bordadas a 10600, di-
tas pretas para duas voltas a 1$ ; na mencionada
loja da boa f, na rua do Queimado n. 22.
Excencia de ail para engom-
mado.
Vende-se cada um frasquinho pelo barato
preco de 500 rs. : na rua do Queimado loja de
miudezas da boa fama n. 35.
Taixas
para engenho.
Grande redueco nos precos
la
pTa acab
Braga, Son & C. tem para ihni rua da
Moeda taixss de ferro cuado do Mi acreditado
fabricante Edwin Hav, a 100 rs; por libra, as
mesmas que se vendiam a 120 rs. : quem preci-
sar dirija-se a roa do Trapiche n. 44, armazem
de fazendas.
500
120
120
60
240
500
2C0
120
400
400
320
80
80
200
800
152S0
Cartas de alfinetes francezes a "100
Pares de luvas fio da Escocia muito finas a 320
Ditas ditas brancas grossas a 100
Escovas pera limpar dentes muito finas a 200
Massos com superiores grampos a 40
Cartoes com colxetes de algum deleito a 20
Ditos de ditos superiores a 40 e 60
Dedaes de fundo de ac muito superiores a 100
Enfiadores para vestidos de senhora com 4
varas a g0
Caixas com colxetes francezes a 40
Cartas de alfinetes de ferro a 80
Charuteiras muito finas a 1JOO
Tinteiras de vidro com tinta a 160
Ditos de barro com tinta superior a 120
Areia preta e azul muito fina a libra a i20
Xenho nova remessa de labyrintbo para ven-
der por todo preco. assim como tenho trancas de
seda differentes cores para vender por todo di-
nheiro que offerecerem.
EscraTos fgidos.
Fugio no dia 10 do correte de bordo do
patacho Capuam, o escravo crioulo .marinhei-
ro de nome Antonio, idadel9 annos pouco mais
ou menos, altura regular, rosto comnrido e com
alguna signaes de bexigas, levou calca e camisa
azul : quem o pegar leve-o ao escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevado i C. rua da
Cruz n. 1, ou a bordo do dito patacho que ser
generosamente recompensado.
Attenco.
a
Est fgida desde a tarde de 17 do corrente a
preta crioula de nome Delfioa, de estatura regu-
lar e bastante ebeia do corpo, tem por cosame
vender agua dps chafarizes dos bairros de Santo
Antonio ou S. Jos desta cidade, bem como azei-
te de carrapalo todas as tardes, acontecendo que
na em que fugio levou comsigo no competente
(landres urna e meia caada d'aquelle azeite ;
sendo esta a primeira ves que se auaentou do
casa a referida preta, julga-se qae estar talvez
oceulta ou mesmo doente em algum lugar e por
isso roga-se as respectivas autoridades, ca pitaes
de campo e mesmo a qualquer pessoa que a co-
nhecer a sua aprebenco mandando-a entregar a
Francisco Antonio Correia Cardozo, na rua do
Brum ns. 82 e 84, que se gratificar bem.
Fugio do engenho Guararapes, no principio
do mez de Janeiro prximo passado, um escravo
crioulo, de nome Euzebio, cor preta, altura re-
gular, idade quarenta e tantos annos, muito
coohecido por ser cargneiro do mesmo engenho
ha muitos annos, muito ladino, e tem um dos
dedoa dos ps trepado* sobre os outros, descon-
fia-ae estar occuito squi no ajarifr por ter sido
visto nos arrabaldes desta cidade ; roga-se sos
capiles de campo de o pegareis e levar a seu
senhor Augusto de S e Albuquwqae, no mesmo
engenho, ou travessa do Queimado n. 3, a Ga-
briel Antonio de Castr^Quiataes, que recom-
. pensara.


8 -
DIARIO DI PERMAMiCO. ** SEITA MU. 7 DE FfiVERHRO DE ll63
Litteratura.
0 relogio.
Quindo entre a noile sombra
Da baga la ao elaro,
Li. sobre a torre elevada
N'um relogio as horas dao,
Aquelle som coaipaasado
Echa lento e pesado
Pelas campioas do sr,
E ao cruzar da extensa praca
V-se o pooleiro que psssa
Mais uma hora marcar.
Enlao os o',los se cravam
Sobre aquella mostrador,
E o corago estremece *
D'iQvoluolario temor;
E' que o lempo cresce e foge,
Amarihas j nao hoje,
Dia que fui nao toUou ;
E o pooleiro vae gyrando
E a existencia vae lerendo
N'essas horas que marcou.
E' lerrivel na alta noite,
Do fri rento ao zuir, *
De urr, capitel desprendido
Compassado o som onvir
D'essa pndula sonora.
Marcando mais ums hora
Com solemne ribracao.
Que ao que passa solitario
Defronte do santuario
Convida medilacao.
aquello circulo, emblema
)s elernidade e de Deus;
| Anathema ali gratado
Da torre entre os curocheus ;
iquella esphera impassirel,
Rosto do um serinvisivel
Oue o mundo espia talvez.
Continuamente assomado
No torreo ciozelado
Vendo o homem a seus ps.
Parece um anjo que espera
Ali recolhido e so,
A hora em que deve ao orbe
Cortar o gigante n ;
Na sombra o rosto velando
Vae (nulamente contando
As horas que tS correr,
E avisa ao mundo adormido
Que o lempo j decorrido
Nunca mais ha de volver.
Parece ali sobraneciro,
Quasi nos cus a tocar,
O severo olhar do tempo
Sciutillanlo a fulgurar.
Cuja brilhante pupilla
Medita e marca tranquilla
A senda do eterno fim,
Sentinella da verdade
Apontando a eternidade
Onde haremos de ir emfim.
E parece ali sorrir-se
Da turba que v passar,
D'esses horaens consumidos
Por incessante anhelar;
'.' que a bondade divina
Creou c sol que illuraina
Porque a verdade o sol;
E a luz que o orbe allumia
E a verdade que nos guia
Sao um s e egual pharol.
Assim a luz d'esse facho
Suspendido l no cu
Augmenta a humana loucura
Mas o tempo nao cresceu,
Com suasluzes seductoras
O sol allumia as horas,
E um som as horas marcou,
Qje a jiendula espia ltenla
P'ra que em sua marcha violenta
Nao torne o sol que passou.
Tremenda cous por certo
Ver as turbas a folgar,
Embebidas loucameute
N'um mais louco delirar;
Ver que um povo sa levanta.
Se embriags, e ri, e canta,
Da vasta praga ao redor,
Em quanto o relogio aponta
Essas horas que lhe conla
De seu bachicofuror!
Talvez delraz d'essa esphera
Algum espirito jaz
Oue eterna e rpidamente
Girar os ponleiros faz ;
Talvez que hora sombra
Em que desee o rei do dia
Para oceultar-se no mar,
Quando a flor pende no monte.
Mostr ali sua calva fronte,
Langaodo ao mundo um olhar.
Talvez em noiles serenas
Do luar branda luz,
Quando seu brilho fulgente
Na face do mar reluz,
No torreao silencioso,
Mudo, immovel, mysleTioso,
A meditar sa assentou,
E talvez que o moribundo,
Ao despedir-se do mundo.
De horror transido o encaroo.
Talvez delraz d'essa esphera
Deixa o tempo decorrer,
Aguardando a hora extrema
D'aquelles que ho de morrer;
Talvez a esphera arrancando.
No vacuo o rosto assomando
V o passado e o porvir,
E escarnece do presente,
Mostrando ali claramente
Seu sardnico sorrir.
Ah I que lerrivel deslino
C' nossa existencia ver -
N'um circulo myslerioso
Onde todos buscara 1er 1
Em nmeros impassiveis,
Ali gravado sem d
Do nosso ser orgulhoso
A miseria.... o nada.... o pl
Quero pode em horas caladas
Ouvir sem se entristecer
O som compassado e lento
D'uma pndula a bater?
Como se fra o ruido
D'esse vago camiuhar
Da morle que vem de manso
O fio vida cortar I
Ourir-lhe o vibrar sonoro
Repetindo : um.... dous.... e tres,
Mil vezes.... egual.... continuo.
Como da primeira vez....
Entretanto pelo oriente
Sobe o sol, torna a descer,
Eslende a noite o seu manto,
E volve o sol a nascar:
Surge linda a primavera
Rica de brilho e fulgor,
O.invern saprrimo e triste
Enrollo em manto de horror.
Passa o esli abrasado,.
Passa o outono tambem,
E as folhas seccas, royrradas,
Cair das ramas se veem.
E o relogio sempre dando
As horas sereno e egual,
E murmurando a compasso
Uma seotenca fatal.
Sussurra a pndula: nunca,
Nunca, nunca, a ser roltou
O que l u elernidade
J uma vez se contou.
[Braz Tizana.}
As temerarias aspiragoes do moco rei D. Sebas-
tian, a poltica de Filippo II, o oa destinos da pa-
tria, no breve reinado do cardeal D. Uenrique,
foram as causas da perda da independencia na-
cional.
O artigo que ae rae 1er diz bera o que o lirro.
O Sr. Silreira da Molla tem, por mais vezes,
resoluco, compellido alo menos por apprehen-
aes covardes do qae pala cubica a pelo olio,
que (orara as paixes permanentes dos largos as-
nos da sua vida.
A principal aristocracia anlepondo oa eajeiroa
inleresseiros ao oome illustre de seus avs a
ipropria digaidade, nao duvidou pacluar dora os
---------- ---------r er -------- **------ w--------'w^ w uv' vv asas ww
prorado o seu engenbo oeste genero deescriptoi. procuradores de Castells, que, 4 torca de ouro e
Eia o artigo : jjprometsas, arrasram a nacionalidae pertugue-
----- iza ao mercado das traiges infames, dos enredos
As recordagoes da patria sao como as memo- j miseraveis.dss torpes wogangas.das ebjecgea ig-
Faremos, por certo, bom aerrigo aos leitores,
trauscrerendo neste jornal o excellente artigo do
Sr. Silraira da Molla, sobre o llrro da historia de
Portugal nos scelos XVII e XVIII pelo Sr Re-
bello da Silva.
A obra do illustre escriptor, e opulento estylis-
ta, acha-se apreciada, em rpidos traeos, pela boa
critica do autor do arjigo. O Sr. Silreira da Mol-
la esboce o quadro que, no lirro, pinta a fatal
poca de tactos rerezes para o oome portuguez.
ras de familia ; tem o quer que saudoso e san-
to, que oceupa auaremonieaa largas horas da so-
lideo, que attanaa nimias dores do espirito, que
pova a alma de mais entes para amarmos, e que
engrandece e vigora o seolimenlo da nacionali-
dad?, suscitando, com as virtudes e fagauhas de
posaos aolepassados, o altivo e nobre desejo de
imita-jos. A's rezes, porm, ease fallar de aros
comprime-nos de amargura o corago, quando
nos commemora certas pocas, em que a patria,
ludibriada e opprioaida, viu desfazerem-se uma a
uma todas as auas grandezas ; pocas tanto mais
desastrosas, quanto a degenerarlo e ruina, que
assignalam, contrasta com a eoergia e gloria de
outros lempos. A historia portugueza, aliis lo
formosa e invejada, nao est isenla dessas pagi-
nas de lula; e urna dellas, e por certo amis
(riste, a que lembra os reinados immediatamen-
te anteriores i domioaco caslelbans, esparto de
poucos aonos que bastou s glorias de Portugal
para descerem do apogeu ao occaao.
O reinado de D. Sebastiio notavel por um
fado nico, a derrota de Alcacerquibir. pro-
jecto de aujeitar as Ierras da Berberia, berco de
possas conquistas de alm mar, nao era tao louco
como a desgraca o fez parecer, e devia encontrar
favor na ronlade nacional, porque sssentara as
tradicops e rancores de uma guerra de scalos, e
na conveniencia ineontrastarel de se alargar o
territorio portuguez pelas fronleiras costas afri-
canas.
< O paiz, porm, sentase candado e pobre para
tao audaz tentalira, e, ainda que assiaa nao fos-
se, iovalidaram-lhe as probabilidades de victoria,
por am lado a cega raidade do monarcha, por
outro a tenebrosa poltica de D. Filippe II, cuja
desregrada cubica contara poralliadas uma astu-
cia e aclividade inexcediveis.
f E 'n tal estado de cousss, esmorecidas as gran-
des virtudes guerreirss da edads media, era ne-
cessario que o monarcha, antes de se arenturar
longe da patria 6 sorle das balalhas, aguardasse
que a febre da discordia consumase poltica e
moralmenle as torgas dos sarracenos ; mas al
nisso foram mallogrados todos os boos planos de
fortuna, porque o imperio de Harrocos, apezar
das lulas intestinas e das perturbarles e males
causados pelas oppostas parcialidades, nao de-
cahira a tal ponto, que nao podesse resistir com
vanlagem a uma invaso eslraogeira.
a Muley-Moluk, homem de extraordinarios la-
lentos militares e polticos, e de uma coragem a
que a escola do infortunio associava a prudencia,
tinba derrubado do throoo seu sobrioho Muley-
Hamet, que, baldadas todas as tentativas para re-
cuperar o poder, implorara por fim o soccorro
dos portuguezes.
Essa alliancs, porm,vconverlera uma con-
tenda domestica n'uma luta de religio e de li-
berdade, guerra santa quedara aos soldados afri-
canos a forga que resulla sempre do fanatismo
religioso e do amor da independencia, natural em
todos os poros ; e Muley-Moluk Qzera-se depres-
sa eslimado do geral dos musulmanos, nao tanto
pela firmeza com que restabelecera a ordem e ad-
imoslracao do eslado, como pela repugnancia^
que, segundo fcil de suppr, excitara as mul-
lidoes a liga do rei desthronado e dos seus mais
zelosos parciaes com um poro irreconciliavel-
mente inimigo por antagonismo de crencas e de
ragas. *
a Eram 4 de agosto de 1588 quando o mogo rei
portuguez, desprezando o voto cauteloso dos prin-
cipaes capites, determinou romper a peleja con-
tra o poderoso exercito dos mouros. Ao principio
conseguiram os nossos manifesti superioridade ;
a cavallaria d'el re e o tergo de aveotureiros rora-
peram e desbarataran^ logo do primeiro impeto,
a vanguarda dos adversarios, que, incapazes de
sustentar o violento embate e de resistir frente a
frente, se dispersaran), fugindo pela exteoso da
planicie; Muley-Moluk, que com heroico esfor-
go buscara reanimar os eus, cahiri moribundo
nos bracos dos alcaides ; e finalmente, os clamo-
res de alegra com que os chrisios se arremessa -
vam refrega, como se o dar e receber a morle
fosse o prazer de um loroeio, diffundiam o temor
no centro dos inflis, que mal obslariam furia
da torrente, se o grosso do nosso exercito, apro-
veitando o ensejo, se empeuhasse com egual de-
nodo naquelle repto tremendo. Mas em voz disso
urna voz de desalent, produzndo nos cavallciros
e pedes um daquelles terrores pnicos de que nao
fallara exemplos entre os melhores soldados, mu-
dou n'um instante o aspecto da batalba.
Os arates, percebeodo a desordem no arraial
contrario e cobrando novos brios com o soccorro
das tropas de reserva, vollaram a disputar a ric
loria, que quasi haviam cedido sem combate, e
em breve o sangue europeo, regou abundantemen-
te os ridos campos do Alcacer. Enlo, quando
as fileiras dos velhos soldados de Castella, da Ita-
lia e da Allemanba j debalde teolavam ordenar-
se, e era grande a confuso e o susto nos tercos
dos portuguezes, precipilaram-se sobre o nosso
exercito as ondas dos cavalleiros mahometanos, e
aps ellos a turba dos alarves, que do alto dos
rizinhos montes obserravam o desenlace da pe-
leja, para cahirem, como ares carniceiras, sobre
o resto dos vencidos. Desde esse momento os sig-
naes de derrota lornaram-se dolorosameole cor-
tos para os nossos, que todava ainda combaleram
s com o Oto na desesperada empresa desoccor-
rerem o monarcha, facilitando-lhe os meios de
retirar-so a salvo.
D. Sebastio, porm, nascera com animo alti-
vo e corago generoso. Os mimos com que fora
tratado desde o bergo ; a educagao acachada que
recebera na adolescencia, as mximas de castida-
de que o privaram dos affectos puros e santos de
familia, affectos que auavisam os caracteres mais
duros ; as saggesles dos validos, que, desper-
tando-lhes peosameotos ambiciosos, lhe devora-
ram o socego, a roQexo e a mocidade ; e ao
mesmo tempo, como certo, as intrigas e mes-
quinhos enredos da corte, haviam excitado as
ms paixes, que fermentaram lerrivelmeote no
seu corago de mancebo, mas nao tinham de to-
do pervertido os nobres sentimentos sua da alma.
Vendo a batalha perdida nao quiz sobreviver aos
seus, e, arrojando-se como um leo onde quer
que o combate era mais acceso, recusou sempre
com altivez o eotregar-se ou fugir. AQnal cahiu
ou desappareceu no meio da mullido, e com a
sua falta expirou o rigor nos peilos mais esforga-
dos. O resto foi uma larga carnificina com que
os mouros, aenhores do campo, saadaram a vic-
toria, humilhando a intrepidez e a constancia
dos cavalleiros e homens de armas portuguezas.
Chegada a Lisboa a noticia do trgico desfecho
da jornada de frica e duvidosos os nimos so-
bre o destino do monarcha, foi entregue o gorer-
no do reino ao cardeal D.Heorique, relho insen-
sato e tmido, too sequioso como incapaz do po-
der ; e Portugal cahiu enlo sem amparo oa mais
afllictiva'phase da sua longa existencia. As virtudes
militares e polticas de nossos maiores, e sobre lu-
do as antigs leia do paiz,lo exactamente ero har-
mona com as suasnecessidadesendole, haviara-
nos al esse tempo conservado livtes do jugo de
Castella, cuja tenaz ambicio nunca daixr* de
olhar para esta pequea faixa de ierra, como pa-
ra uma provincia rebellada ; mas o eslabeled-
meuto do rgimen absoluto sobre as ruinas da
mooarchia liberal da edade media ; o espirito de
intolerancia religiosa, que perseguindo e expul-
sando os judeus, aniquilou um dos priocipaes
elementos da prosperidade publica ; a cubica do
ouro, que fez abandonar a agricultura, a po-
pulacho e a industria do solo natal pelo engodo
dos descobrimentos e conquista;; os desaterios
econmicos e administrativos do governo da me-
tropole e dos seus delegados na Asia, na frica e
na America ; e por fim a ultima cataatrophe nos
campos de Alcacerquibir tinham produzido a ir-
remediarel e extrema decadencia, que nos obri-
gou a currar o eolio ao despotismo estraoho.
Durante o curto reioado do cardeal D. Uenri-
que os nimos estireram sempre alvorogadoscom
os receios, cada vez miiores, acerca da succes-
slo. O prior do Crato, o duque de Braga oca e D.
Felippe II, eram os pretensorea que contaram
maior numero de probabilidades, mas neohum
dos dous portuguezes possuia as torgas necessa-
navas.
O povo, dilaoerado pela fome, pU peste e pe -
los deaastrea da gaerra.oo polia seno murmu-
rar, pnrque o seus sfldadoa, os seus capites,
os seus jurisconsultos os seus magistrados, o seua
bispos, os seus principes, tudo quanto no paiz ha-
via de nobre e rico por tllustracao e por linba-
gemou tinha j desertado para o partido estran -
geiro ou se conserva indeciao nao obstante os ris-
cos da patria. Finalmente a perauaao commvm
de que a paz individual e domestica s poderia
conseguir-se com a sacrificio completo da inde-
pendencia poltica tirara s almas mais robustas
aquella firmeza de ronlade, que nao mede oa obs-
tculos e para a qual nao ha impossiveis.
Debalde as cortes, que se reaniram primeiro
em Lisboa e depois em Almeirim, cortes que j
eram apenas um paludo refiexo de represeotago
nacional, slguos horaens intrpidos e probos pro -
testaram eloquenlemente contra a imbexilidade e
corrupeo dos poderes pblicos ; debalde a plebe,
qae a ultima a esquecer o afierro a Ierra da pa-
tria, dava visiveis sigoaes de supportar de mau
grado a ruina que lhe preparavam : a forga mo-
ral da naco tinha desapparecido, e a forga. mate-
rial, que alias aeupre Ilusoria quand* falta a
unidade do peosameoto o o ardor do entusias-
mos (I}, havia-aedissipado pouco a pouco na ex-
lenso desmedida das conquistas at acabar de
todo as planicies de frica.
Assim, apenas fallecido D. Uenrique (31 de Ja-
neiro de 1580), oo governadorea do reino Hornea-
dos anteriormente, aceitaram D. Filippe II para
rei de Portugal, e este monarcha odioso, deno-
minado o demooio do Meio Da n'uma poca em
que os progressos da civilisagio ainda nao tinham
diffuodido a brandura do trato entre os homens,
consegulu tomar posse do aeu novo reino, tendo
s que vencer a frsca opposigao de parte da ple-
be, e d'esses ratos caralleiros, que, no meio de
gente gasta e perrertida, cooserraram sempre os
nobres S9ntimentos de iotegridade e patriotismo.
Eis em resumo os dolorosos sacceasos doa fina
do seculos XVI, que incorporam Portugal na ras-
la sociedade heipanhola, e que sao um testemu-
nho indestructivel de que o predominio da mo-
oarchia absoluta s pode trazer aos povos a cor-
rupgo e a miseria. O Sr. Rebello da Silva tez
pois um valioso servigo ao paiz e liberdade,
descreveodo largamente essa poca deploravel.
Se no estudo dos primeiros seculos da nago por-
tugueza podemos aproveitar os grandes exemplos
de lealdade e energa de era rica a edade media,
o especiaculo da rpida decadencia da nossa for-
tuna e renome ainda nos pode ser mais provei-
loso, porque nos mostra as funestas consequen-
cas da immoralidade nos actos do poJer, tolera-
da corarderoente pela indifferenga popular.
A historia da segunda metade do secuto XVI,
diz o Sr. ilerculano, pote fazer ante as gerages
presentes o -papel do ilota embriagado, que os
lacedominios expunham aos olhos dos manee-
boa Das horas da refeigo, para pelo tedio e des-
prezo es premunirem contra o vicio da embria-
guez
Todava o historiador, qae quizer produzir com
o seu lirro esses resultados importantes, nao ha-
de restriugir-se a rectificar chronologias e des-
cendencias, e a descrever cercse balalhas ; mas
deve, digamosassim, levantar do sepulchro do
passado as gerages extinctas, imprimindo-lhes
as cores, as feigoes, omovimenlo e a vida do seu
primitivo ser.
Esse trabalhode completar ainterpretrago dos
fados polticos com a pintura das inslituigoes e
dos costumes, trabalba para que nao bastara per-
severaoga e talento, mis que demanda alm dis-
so graves e profuodos estados, nao o tiveram por
certo es nossos antigos escriptores, dos quaes, se
exceptuarmos Fr.|Antoiio Brando e em parte os
anua listos di Asia, neohum, nem por iostincto,
adiviohou o verdadeirj methodo de escrever a
historia.
Por isso de tantos v>lumes, que nos legaram
esses escriptores, nao ha um s adequado s con-
dices hojeindiapensaveis a este genero de eslu-
dos; e tal o principal noliro porque a obra,
cuja publicago annuociaeos, dere obler ainceros
applausos dos homens io.elligenlea, que nao re-
putando a historia a um ero passa tempo, dese-
jam encontrar nos seus tratados algum couta
mais seria e fructfera do que a simples relago,
falsa por incompleta, dos costumes e msnhas e
claros feitos das diversas dyoastias de imperan-
tes, e de uma ou outra serie de vardes insignes.
Este mrito, com tudo, nao o nico do lirro. Ha
nelle tambem uma critica perspicaz no exame e
apreciarlo dos factos; a firmeza do juizo-as
conjecturas e deducgdes ; o constante empenho
de se precaver contra toda a especie de precon-
fra ella quem completara a perfecio do Edn
O que a mulher ? Eis o grande enigma da
numanidade, caja definilo impossirel phlo-
sophia, e cujo conbecimeoto nio pode aer senao
incompleto...
Que mi temeraria ouaou jamis Iracato re-
trato da mulher? que bocea insensata ensaiou
diter o que uma mulher ? MyaWio Tiro por
quem o homem nasce, rire e mojrre, a mulher
nao pode aer comprehendida no ireulo de uma
deflnigo, qualquer que ella seja. Cbuhece-ae uma
aroinle, uma espoza, umame, urna irma, mar
ninguem disse, nem dir jamis o que uma
mulher. Qaem s tu, que pretendes defin-la?
que quer dizer a mulher: t s Uto? E's aman-
te ou espoze; paeou filho; irmo ou amigo de
uma mulher, ou entlo s philosjtaho. Kenhum
destes papis le conrir para domprehender e
explicar a mulher. Amante, nao a res senolelle respira.
airares do prisma da iraaginagoj,e da luz do
teu amor; esposo, tu a amas om detestas; teu
amor ou teu odio moslra-a lefi olhos, ao teu
corago tal qual a queres, e nao tal qaal ella ;
pae, s ceg respeito de la B ha ; fllho, res-
pailas, reneras e amas tua me ; amigo, s in-
dulgente para com tua amiga ; philoaopho, os
syslemas cegara-te ; tu nao tem olhos no cora-
Qo, nio rj a mulher: a mulhtr nao feita pa-
ra os pbilosophos. Por tanto' est no destino do
homem gosar e soffrer pela muUer, oras nao po-
der julga-la. E' um ente multifprmo, rerdadei-
re Protheo, ella muda de aspecto seus olhos
segundo as paixes, que o anim m : o cu, o
inferno; um anjo, o demooio: o da, a noile;
a paz, a guerra ; o amor, o ouo; a belleza, a
ealdade; umagraga, uma furli ; sempre ella,
sempre a meama, sempre uma, sempre mlti-
pla : uma em relago si; mu ipla em relago
aos homens, cujas paixes alo mltiplas; Ex-
tranha verdade, contraria todis is leis da io-
telligencia: para bem conhecei a mulher, im-
porta igoora-la ; para bem estu a-la importa es-
tar longe della; para bem detlni la. importa em-
pregar meios desviados, e nao e iprimrr seu pen-
samento seno indirectamente. (Bsiuaxin Bar-
be .)
Pela ordem que presidio cresco da humani-
dade compreheode-aa que am graodioso papel,
uma importante missao foi reservada para a mu-
lher, porque a sua crea ja o foi t uma maneira toda reservada e special: non t$l
bonum etse hominem solum, faciamus ti adju-
torium simile sibi, disse o Creador.
Nestas palavras se concentra 11 primeiro myste-
ru com relago formago de Eva, por ellas se
deixa ver a importancia e a digr idade qae lhe fo-
ram logo inherentes. Nobam que o homem
esteja s, em tal estado de iso amento elle nao
conseguira preencher sen dest oo sobre a trra,
nao chegaria ao termo de sua clrreira ; e a rszao
humana nao atina com oporque; que este
porque6 o grande aegredo o Eterno...Entre-
tanto a f nos deixa entrever aTqui algama cousa
de grande e de magnifico; ella esclarece nossa
razo, que dispertada pelo fulgor de sua luz, se
abysma em profundas e bellas cootemplages.
Como, vivendo o homem no dundo s e solado,
se poderia coosummar oa pleujtude dos lempos o
esponsalicio de Jess Christo com a sua egreja?
Como poderiam ter lugar as enteroecedoras sce-
ns do Calvario? Por isso que a culpa de Eva
foi uma culpa necessaria; por isso que a egreja
a chama uma culpa feliz: felix culpa, qum me-
rui talem habere redemptorem 1
Convmha que um auxiliar, um adjutorio, na
phrase da escriptura, viesse secundar o homem
em sua peregriaasaodo contrario a sua existen-
cia seria impossivel ; e esse novo ser que toi ad-
judicado ao homem, devia ser seu egual por na-
tureza para sublimidade da obra ; devia sabir de
seu mesmojfdo e formar como que uma parte
integrante de seu ser, constituir o seu comple-
mento : hoc nunc o$ ex ossibus met el caro de
carne mea. E' o reconhecimenlo de Ado.
V-se, portanto, qual a magnitude e a ele-
vagaj do encargo que pesa sobre a mulher, e
qual deve ser o respeito que se lhe deve tribu-
lar...
A creago da mulher foi uma obra grande e ma-
gestosa aos olhos de Deus e do homem ; res-
peito de nenhuma outra especie de animaes se
diz as sagradas leltras que o Creador do univer-
so os Ozesse macho e femea ; mas,quando se tra-
ta do homem, isto formalmente declarado, e
Jess Christo depois mu solemnemente o repele:
Qui fecit hominem ab inilio, masculum el fa-
minem fecit eos.
Aqu traosluz a grandeza do matrimonio; uno
e indissoluvel elle a base da sociedade. ea mu.
Iher quem virifica e alimenta a sua existencia.
A familia agrande escola do mundo; ora e
inconlestavel que a mulher representa na familia
a palavra docente.
O homem nao vivo somonte do pao, diz o evan-
gelho. Como todas as palavras sahidas da bocea
do Homem-Deos, estas, que aqu exaramos, en-
cerram um profundo sentido : par da rida do
corpo, uma outra obrigagao ainda resta ao ho-
oiem,elle lem necessariamente de alimentar a
vida do espirito. Materia inerte.o corpo nenhum
ralor tem quando separado do espirito ; o que
ceito partidario: e uma linguagem fluente, e ao explica o predominio da morle sobre a'condico
mpsmn Ipmnn pmar*riji o nnrn ma rnnonl.ri H. kitm.fiM.rf. ...;_. -.- .... *.
mesmo lempo esmerada e pura, que convidarla
a ter a obra, se nao fosse de sobra o seu assump-
lo para dispertar o ioteresse.
E' claro cue, tendo o autor de escrever sobre
um dos periodos mais diTcultosos e escuros da
historia patria, fra impossivel seguir sempre a
raelhor ordem no decurso da narrativa edeixar
de tocar de leve em alguna pontos importantes,
impossivel era tambem, no meio da precipitago
com que o livro parece ter sido feito, nao incor-
rer is vezes em ponderages talvez menos justas,
e ainda em desegualdade de eslylo que so tor-
nara tanto mais notaveis, quanto o autor nao
ignora os mais preciosos segredos da locugao ele-
gante.
Esses defeitos, porm, taes quaes se nos figu-
raran!, podem sem custo corrigir-se as seguin-
tes ediges e sc j devras resgatados pelo valor
real da obra.
Damos, pois, sinceros psrabens ao Sr- Rabello
da Silva, e se as nossas rogativas (iressem algum
valor, pedir-lhe-biamos com instancia a conli-
ousgo do sea trabalbo, para rermos a triste his-
toria da usurpaco dos tres Filippes, durocapti-
reiro de sesseata annos, de que afioal nos livra-
mos, reconquistando n'um dia a antiga indepen-
dencia poltica, seno os foros de liberdde e o
podero de outras eras.
I. F. SlLVElRA DA MOTTA.
(Da Poltica Liberal),
riss pa
D. Joo
lado de
sem li
roos dom
sobre os hombros :empresa de
aoto que o rei de Hespanha, do-
cter enrgico e de uma perfidia
ha todo o podero' de vastissi-
ra com bater e debellsr as resis-
Essas nao foram longas
A MULHER. A FAMILIA E A CIVILlSAgiO.
Parte primeira.
A mulher antes do christianismo. Degradando
da familia. Ausencia da civilisaco.
Circundada de todos os primores da creago,
rodeada de todas as bellezas, ciogida pelo diade-
ma da galla, deposto pelas proprias mos do
Eteroo, anda a natureza nao estar completa ;
por entre o rigo das flores faltara quesurgisse o
vigo do amor. E' que os planos do sublime ar-
chitecto nao se acharam finalisados, pelo que a
sua obra ae ra manca; que a natureza tinha
de adormecer juntamente com Ado para des-
pontar mais garbosa do seu profundo lelhargo...
Mararilha estupenda I Ao despertar da oature-
za noros prismas se deixam ver, 'mais brilhanles
horisooles se descortinara : a face da trra se ba-
ria mudado. E o que de tao extraordinario po-
dra assim transformar a natureza? Parece que o
seio do Eteroo se expandir, para osteotar toda a
sua omnipotencia ; parece que hara sido jugada
a ultima csrta da Providencia...
Era a mulher que com toda sua grandeza vinha
sauJar a natureza ; era a natureza que exlasia-
va-ae na contemplago da obra prima do Crea-
dor : uma com a garbosa altivez de sua mages-
*lade, outra com os singellos accentos de sua jus-
ta admiragao. Sublimo espectculo I Portento-
sa scena (...Apreciareis momentos em que duas
obras partidas de uma mesma fon te grande, im-
mensa e eterna disputam a primazia l...Quem ga-
nharia a palma da victoria ?
A mulher I Admirare! conjuncto de todas as
bellezas, cofre de todas as virtudes, cenlro de
toda a grandeza na Ierra, a mulher rene todos os
predicados, que. fazam della a rainha do univer-
so ; encerrando lodos os elementos de fraqueza,
ella oa transforma em elementos de grandaza, e
se aprsenla com um poder peranle o qual tudo
se abate, e niaguem lhe Oca sobranceiro: o
poder do amor. Amor I doce mysterio cujo ta-
lismn a dogura.
Pora a mulher que dra entrada para o mundo
tudo o qu ha de grande, bello e magestoso ;
teocias que eocontrasse
nem obstinadas.
O relho cardeal rei, potieo farorafel no princi-
pio a D. Felippe II, dentro em poro mgdoa de
(1) Sao memorareis, por insuspeilas, as segua-
les palavras de NapoleBo, Pontones 1 ce que 'ad-
mire le plus dan t monda, c'eif fimpufianie
de la fores.
da humanidade : assim a vida corprea oada'
se o espirito nao seacha conjunctamente virifl-
cado pela unegao do eosino.
Esta verdade de primoira intugo.
As sociedades sao a reproduego perfeita do in-
dividuo ; o resultado da homogeneidade : o ca-
rcter individual indeclinarelmente se deixa ma-
nifestar por mais de um traco na estructura do
edificio social. E' a ordem da natureza, ordem
que a ninguem dado alterar.
as pocas das grandes crlses sociaes, quando
a corrupgao ameaga solapar a sociedade em seus
ltimos fundamentos, quando lodo o corpo social
est prestes a ser submergido no abysmo das re-
rolugoes, ha um facto, que domina e alimenta
todas essas cilastrophes, um facto quasi oeces-
aario nesses lempos: o rebaixameoto moral do
indirduo, o despreso de si, o pouco aprego
ds importancia de sua misso. E' enlo que se
aprsenla tona da|sociedade o que ella tem de
mais ignobil e de mais repeliente ; nessas po-
cas de deprarago e miseria que abem ao ace-
nario poltico os Robespierre, os Danton, para
com o sinistro de sua voz apavorar o mundo e
perder os poros. A Franja que falle.
Quando a sa moral se acha enraisada no co-
rago dos homens, dando-lhes o ioteiro conheci-
menlo de seusdireitos e de seus deveres, o equi-
librio social se conserva sobranceiro i qualquer
embale e a autonoma do grande corpo poltico
cada vez mais se fortifica. Do mesmo modo que
da affectago de um de seus membros se resen-
te todo o organismo humano, assim a deprara-
go do indiriduo rae abalar toda a organisago
social: a concluso mais legitima que se pode
deduzir do estudo da natureza do homem e da
sociedade.
Consulte-se a historia e ela fallar por nos :
ellanos ensinari que onde oindividuodesrairou-
se, a sociedade perdeu-se. E como assim ? E'
que os individuos sao para a sociedade o que as
molas sao para o machinismo ; queavidada
sociedade nao psssa de uma irradiago de phe-
nomenos, que, todos, tem sua origem no recinto
da vida particular.
A familia o grande espelho da sociedade :
Qorescente ou decadente segundo as ioclioagoes
domesticas, com a familia e pela familia que as
sociedades se salvara ou se resvallam no preci-
picio de seu aniquilamenlo.
Na familia que comega a apreudiiagem do
papel que mais tarde se tem de representar.
Grande tarefa cujo meio a educagao.
O homem, na phrase de Santo Agostinho
uma alma racional usando de um corpo mortal e
terrestre, ou um ser,.que tem por ponto de parti-
da o nada, e por termo o infinito, segundo a de-
finirlo de Marlinet.
Com effeito, um exame ltenlo da natureza do
homem nos trar como resultado o grandioso
destino para que Deus o reserrra, ereaodo-o a
sua imageme semelhanc ad imaginem\etsimi-
liludinem noslram, e o conhecimento desse
fim lo nobre e lo sublime nos induzir ao des-
cobrimento da sua regra de rida neste muodo
njs mostrar como elle dere attraveasar este ral-
le de sua peregrinacao. E que peregrinago I
Elle tem de percorrer um caminho entrecortado
de espinhos por que o peccado de Ado trouxe
os espinhos para a rida.
Mas pouco importa ; com os olhos no futuro e
a mente em seu Creador, elle marchar ufano
sem tropegar nos barrancos do muodo, risando
apenas a magestosa morada, qae o aguarda, an-
cioso por ultrapassar as balizas da eternidade. E
tudo isso depende de sua rida mundana.
Bous pensamentos, boas patarras e boas obras*,
eis as tres coodigoes -requtsitadas para un;, lo
grande goso, para uma to elevada ventura.
Quaes os meios, porrn.qae elle 4ere para isso
: fwa ^'.Vigencia, purifi-
car o seu corago e preparar sua bocea para re-
r elar a pureza de seos sentimentos.
E assim obrando elle abre as portas i soa feli-
cidad e eteroa e temporal ; eterna, porque a jus-
tiga de Deas o espera na manio dos jastes;
temporal, porque, bem quisto de seus semelhan-
tei, elle alTrontar os srrancos da impiedade,
sombar das ricissitudes da rida.
Entretanto por ai s elle nada pode conseguir,
escoimado dos meios necessarios para esse de-
sideratum, laoc-do n sobre a trra na,nudas
t'n nuda humosegando diz Plioio, elle soccor-
re-se aos seus semelhanles, e por meio delles
quo rire : a educagao a luzerna de sua vida,
e a sociedade domestica a sua maior ins-
tructora.
Sem a educagao,a rida do homem seria impos-
sirel, to impossirel quaolo seria aem o ar qae
< E' essa influencia da sociedade,
que forma o espirito nacional, o espirito de fa-
milia, e o espirito de corpo ; disse o risconde
de Booald. E' essa benfica e aalatar influencia,
rinda do alto, que forma o homem para a rida,
assim como a natureza formara a rida para o
homem. A educagao o elemento vital do qual
nao se pode fazer abstracto : o homem pode
existir sem que saja iniciado noa manejos da sci-
enca, sem que sobre elle tenham cahido os ef-
flurios da instruegao; mas em nenhum canto da
Ierra elle aera encontrado aem educagao : a edu-
cagao a pratica da vida ; nos paizes barbaros,
como nos panes civilisados, sempre a educagao
guiando os passos da humanidade.
O homem, j o dissemos em ouira parte, nao
nada mais,- nao nada menos, do que a iraa-
gem perfeila do seu Creador, sob a relago do
Quito : trioo, ao mesmo tempo qus uno,elle re-
presenta o transumpto mais Qel da unidade e da
triodsde divinas : sus inielligencia o eleva, sua
sensibilidad^ o cora, a O seu tu o parso -
nalisa ; e debuxando-nos aasim a variedade no
seio da unidade, o homem sublima a sua exis-
tencia neste mundo. Nada maia bello, mais su-
blime emais arrebatador do que esta imagem da
omnipotencia, da aabedoria e do amor de Deus
incaroada na ronlade, na iotelligeocii e na sen-
sibilidade do homem. Eis por que o homem se
v em uma posigo lo nobre ; eis por que elle
nos apreseotado nos lirros sagrados como o
re di creago, lo magestosa, sentida e cele-
brada pelos proprios pagaos. E' que elle reflec-
te oa ierra a trindade do cu, por que o mesmo
Deus hara ditofaciamus hominem ad imagi-
nero el similitudinem noslram, e o effeito par-
ticular da causa.
Tudo nosadrerte que o homem um ser or-
ganisado para ser educado; segregado da c'om-
panhia de seus semelhanles, separado de todos
os meios de educagao, elle nem physica nem mo-
ralmenle poderia existir. E porque o homem,
sendo a creatura mais perfeita, entretanto, o
que mais iroper/'eitaroene apparece oa acea do
muodo ; a natureza negou-lbe todos os .meios
physlco* em relago outras crealuras, para s
cooceder-lhe os auxilios moraes, que formam
propriamcote a sua incontestada supremaca.
E como estes elementos moraes nio se podem
desenvolver per si mesmos, como elles nao po-
dem sahir do estado de embryo em que se a-
chara sem o adjutorio de uma forga externa, d'ani
a necessidade reconhecida de sujeilar o homem
s regras da uma boa educagao, que lhe sirva
de guia na pratica da vida, sem o que elle per-
der o sea carcter de homem por que, como se
exprime Kaol o fim da educagao desenvol-
ver em cada individuo a perfeigo de qae elle
susceptirel.D E, feita abstraego da perfectibi-
lidade do homem, que papel tica elle represen-
tando no raslo theatro do mundo ? Pela educa-
gao o ser humano tudo, sem ella seria mesmo
que o nada se o nada soffresse gradago.
Dotado de tres faculdades, que o enobrecem o
hornera lem, seu turno, de trabalhar no eno-
brecimento destas faculdades, sob pena de per-
manecer estacionario logo desde o momento de
seu oascimento e este eslactoaamento para elle
a morle. E' por isso que a educagao a condi-
go irrefragaret do seu desenvol'imento, e, por
consequencia, do seu andamento progressivo,
E' mesmo impossivel considerar o homem in-
dependente da sua educagao: a educagao a
rida da alma, como a alma a vida do corpo.
Leibnitz comprehendia uma grande verdade
quando pensara, escrerendo Placius, que se
reformara o genoro humano, se se reformasse
a educagao da mocidade. Elle conhecia quesero
a educagao nenhum passo seria possivet na sen-
da da rida, a pos aquda do homem primitivo :
elle nao ignorara que a regenerago do homem
se opera pelasui educagao. E'o que significa a
le da perfectibilidade, fortifleada.por estas pata-
rras do dirino mestresede todos perfeilos como
vossopae que est nos cius perfeito.
Qual por tanto, o tira da educagao ? sera
duvda alguma o apertaigoameoto do hornero,
nico meio de regeoerarem as sociedades. Como
porm se effectua essa desenvolugao do progres-
so no homem ? como proceder a educagao ?
quaes devem ser as suas bases ? quaes os seus
meios de obrar?
Ha na existencia precaria da humanidade duas
potencias, que a Irazem em completa e iotermi-
navel oscillago ; alo dous tactos luminosos, que
agitara no escabroso esminhar da vida ; ha no
espirito do homem duas irmas gemeas, nasu-
das ao mesmo tempo e destinadas se auxilia-
ren) mutuamente, cuja misso portentosa a-
brir-lhe os camiohos da verdade, mostrar-lhe os
thesouros da felicidade. Sem qualquer dellas a
constituirlo do homem ser"a incompleta, sem
qualquer dellas a existencia da outra nao seria
possirel, tal o estricto exemplo que as liga,
que as suas existencias se confunden) no peri-
grinar do mundo; tal a reciprocidade de auxi-
lios, que enlreleem, que as suas condices sao
ioseparareis. ||
Considere se o que seria a razo sem f, ob-
serre-se esta faculdade, a mais nobre do homem,
gyrando no perigoso e limitadissimo labyrinlho
da durids, sem poder ultrapassar as bausas de
lo estrellado mbito, sem ter um ponto fixo onde
se arrime sem ter am appoio onde descance a
sua reflexo, E o que seria a razo do hornero
nestas coodigoes? E' difcil determinar bem qual
seria a saa posigo na Ierra. Ella assemelhar-
se-ia ium viajante perdido 4 cada passo da sua
rotago. Condemnado uma circumscripfo do-
lorosa, ella jamis conseguira compreheoder as
grandes ideas que entraram nos pl.nos da Pro-
videncia : a sua vida seria uma vida de trevas.
Imagine-se, por outro lado, a f se a razo
nao existir. Divagando nos espagos da elerni-
dade, concentrado no seio do Eteroo, ella seria
extranha peregrinago do homem, que nem ao
menos viria a luz que lhe aceaava; e desta ma-
neira o homem passaria na mais inleira obscu-
ridade.
E' da combinago harmnica deslas duas pro-
digiosas potencias que pode resallar o fio con-
ductor da civilisago ; sempre o marco, que
dere ser dado rerdadeiii educagao : cuidando
smente de uma outra nao pode deixar de ficar
prejudicada, e ste justamente o maior emba-
rago para o progresso da humanidade : nem tudo
f, disse o Sr. Dr. Aprlgio Gulmaries, por-
que tal nao entrou nos planos da Providencia
e o homem seria um anjo, nem todo razo por
que tal nao entrou nos planos da Providencia, e
o bomem nao passaria de um bruto a E''por-
tanto, mister que uma relago orgnica se esta-
belega entre estes dous guias do genero humano.
procu
ria* Esclarecer i
Com estas ralas e com estas tendencias a edu-
cagao nio pode deixar de produzir os seus be-
nficos resaltados ; apartando-se desse Irilho,
descarreando-se desse airo, o espirita social nao
pode tooar-se indiferente ; necessiriamente elle
se resente do desvair ment do elemento, que
lhe d ridai' Berosrdin de Saint-Pierre expri-
miu uma verdade de sabido alcance social quan-
do em seusEstudo softre a naturezadisse:
mudae as fontes de um rip e o mudareis em todo
seu curso ; mudae a educagao de um poro mu-
dareis seu carcter e seus costumes Estas pa-
lavras de to erudito escriptor sao significativas
de um profundo sentido.
Sim, a ordem social nao permanece estranba e
iodifferente ao elemento educador, queoella pri-
domina, ao aeu alimento moral ; e a razo mul-
to aimplearo homem nio vire smente do pao ou
do alimento pbysico, e assim como o homem
as sociedades lem a sua alma neeessario
fornecer os meios de sua alimentag&o, e sempre
que dixu de harer uniformidade nesses meios,
ellas tero de passar por phases diversas, cujo
carcter ser determinado pela rariedade, que for
tomando a educagao.
E se assim nao fosse, se a educagao nao influ-
ase directamente nos hbitos e costumes de um
poro, nao. se poderia explicar a progressira as-
sergo dO^nenero humano, visto como ella a me-
dida do progresso humanitario. Isto comprova
o pensamento do Rev, padre' Flix : o progres-
so a educar-Jo da humanidade, e a educaco
o progresso do homem.
Tem-ae pretendido que s felicidade de um povo
depende da forma de gorerno que o rege, nao lo-
mos deste parecer : um poro podo ser feliz, pido
rirer Jranquillo no interior e pacificamente no
exterior, qualquer que s"ja lia forma de gorer-
no, uma vez que elle se compenetre dos verda-
deros principios sociaes, os qutes s podem ser
offerecidos por ama boa educagao : a odacago ,
portanto o ihermometro da felicidade de um poro.
Haja vista no espectculo que nos aprsenla o
universo : a monarchia a melhor forma de go-
rerno, entretanto certas sociedades tem prospe-
rado aob a repblica. Prepare ae uma boa edu-
cagao para o poro, e, mesmo sojeito ao mais fer-
renho despotismo elle pode ser feliz ; ao contra-
rio difflcultem-se-lhe os meios de educagao e elle
rivera desgragado, ainda quando nelle impere a
monarchia mais liberal.
E' qae o homem nascera para ser enslnado e a
sociedade,complexo de homens, insepararel dea-
la necessidade, coodiclo de saa existencia.
O ensino uma condicto de existencia social
do homem. Isto nao difficil de prorar-se. A
sociedade na ordem moral o que o espago na
ordem physica, diz o elerado marquez de Valit-
gamas ; o meio em que foi collocsdo o homem,
em quanto ser intelligente e lirre : a athmos-
pbera propria da liberdade e da inielligencia .
Ora como desenrolrer-se a intelligencis, como
progredir a liberdade, permanecendo o homem
independente de seus proprios recursos ? E' im-
possivel a concepgo de um homem, que s por.
si teoha podido existir sequer um dia depois do
seu nascimento. Se mesmo em sua rida physi-
ca o homem nao pode ser conservado dependen-
do smente de si, claro, da primeira inluigXo,
que elle jamis poder se-lo em sua vida mor-
tal ; e ainda quando a sua vida physica nao o
abandonasse, quando elle consegusse viver pby-
sicamente, nunca chegaria a viver moralmenle.
As suas faculdades permaneceran! em seu esta-
do primitivo, isto emperfeito embry9o, nao da-
ara mesmo sigoal de saa existencia ; porque o
sea desenvolvimento todo filho do ensino.
Nestas circunstancias, na impossibilidade ab-
soluta de desinrolrer as suas faculdades, como
poderia o bomem existir em sociedade ? E sem
horneas para tal preparados como harer setie-
da ) ?
Sejamos coocludentes : o ensino nio smen-
te uma coodico di sociedade, tambem um ele-
mento iodispensarel rida do homem; Ora o'
ensino, no sentido em qae o empregamos, a
mesma educagao.
Eis como a educagao ae nos revela nm ele-
mento essencial sociedade; 6 ella que na fa-
milia garante a autoridade paterna, a piedade fi-
lial, aunio dos esposos, a delidade doa servos,
todas as virtudes domesticas ; que na sociedade
civil garanten a estabilidade das inslituigoes, o
respeito s leis, a submisso ao magestrado ; que
as diversas condig&es garante a probidade; a
boa f, o amor ao trabalbo, a paz. (. Frayssi-
nous).
E como, vista disto, negar a importancia da
educagao?
Mas para que a educagao poisa produzir os sa- .
zonados tractos, qae destinada produzir, con-
vm que seja influenciada pelos salutares prin-
cipios da religio : sem o predominio de suas
mximas, nao lhe compete propriamente o nomo
de educagao.
Educar promover o desenrolrimento integral
e harmnico das faculdades, que compem o ser
humano, e este desenrolrimento nao pode encon-
trar seu inteiro complemento seno no regajo da
religio, e nao pode ser promovido seno pelo
seu saotuario sobre a Ierra, pela egreja, que no
mundo personifica sua existencia. E' isto o que
faz dizer ao grande bispo d'Orteans: se a luz
evanglica viesse a nos fallar de repente, e nos
arrancar lodos os seus raios dispersos pela atb-
mosphera, que nos cerca, seriamos atemorisados
pelas nossas trras.
Entrae no recinto de uma familia diga deate
oome, de uma familia catholica. porque s no
catbolicismo, que esta primeira sotiedade acha
o complemento de sua grandeza ; penetrae no
Interior desta familia, assim constituida ; vede
essa me, que, compenetrada de seus devoras,
esparge as bellezas de sua f por essas almas,
que principiam a desabrochar no jardim do mun-
do, reecii sobre o magestoso espectculo, que
ros apresenta esse quadro, e nao podareis oceul-
lar o sentimento de admiragao, que espontnea-
mente ros assaltar : os carinhos da me, os
affectos dos filhos, o eumprimento do deveres
naquella, o sentimento-de obediencia nesles, In-
do, vos demonstrar que a religio tem ahi der-
ramador cofre de suas gragas, .que a felicidade
traspassou os hurobraeS dessa essa. E' urna fa-
milia feliz ;porque a primeira felicidade, pri-
missa de todas as outras, desponta no lar domes-
tico, comega no seio de uma me terna e eari-
ohosa.
Com estas bases uma tal familia nao deixar
de possuir uma prosperidade duradoura, qne ser
por sua vez, o mais solido assento de uma ver-
dadera paz na sociedad :. irradiando-se no-gre-
mio da familia, a ventura social surgir ufana, e
condazir o paiz um verdadeiro paraso de de-
licias.
E tudo isto obra da religio. Sabe-se qual
foi a reforma operada pelo christianismo na or-
dem social, ecomo o seu espirito seiooculou na
sociedade domestica : fot por elle quo foram
plantadas as sementes da educaco, e por elle
que brotam essas sementes, preparando para o
futuro a mais abundante colheits.
E esta tutela que a religio exerce sobre a eda-
cago lo natural e lo necessaria que nao
possivel recusar-lhe o ireito que para isso lhe
assiste. A philosopbia poderia so incumbir des-
la importante tarefa se por ventura o homem fos-
se competente para civilisar o homem. To por-
tentosa misso nio poderia competir seno uma
philosopha religiosa ; s a religio se poderia en-
carregar desse sublimado papel.
Se a philosopbia nao pode fazer uma analyse
exacta da natureza do hornero sem o auxilio da
religio, como ser capaz de.formular um plano
de educagflo para este ser, que ella s por si nao
pode conhecer? seria o mesmo que pretender
uma cura prompta e radical quando a natureza
da molestia descoobecida pelo medico.
A philosopha racionalista (e desta que
tallamos) abafa a sociedade humana em sen
primeiro germen a unidade dos espiritos;
dissobe toda a commuaidade de pensamento,
e entrega cada um correnle de suas paixes
(Marlinet.) Ora nao assim que deve proce-
der a educagao ; ella deve tender a unificar os
espiritos, e aproxima-los de um ponto central
onde se acha encrarada a civilisago dos povos;
da rariedade a nascera a desordem e a confuso
e estes dous elementos d'anarcbia jamis consti-
tuio o marco que ae dirige a educagao.
E demais qusea sao os ttulos que em seu
favor nos offerece a philosopha ?-, Nenhum, quo
posas justifica-la em sua pretencio. .1 philc-
sophia, nos diro os Sra. Jacques, Simn e
Saissel na introduego da sua obra Manual de
philosophia para uso dos collegiosa philosopha
ascienda dos primeiros principios e da t. pri-
meira causas, das raides ultimas e suprema/
das cousas, a sciencia do que ha de mais eleva-
do, mais scientifico e mais geral em tuda.. Bea.
Abstraia-se da religio e a philosophia alo ios
poder resolrer a queslo do priocipio e dom
do homem ; e entretanto no fim do bomen,
na rida futura que assenta todo o edificio, da no-
ral e por consequenda da educagao, poroue a
educagao nao seno a incarnacSo dos. principios
da moral na sociedade. Eis como a philosiphi
marcha s apalpadellas em suas prime-iras kires-
tigagoes, e nada consegue determinar smccerto
e rerdadeiro.
Desconhecido o destino do homem com edu-
ca-lo? como? com que vista? e impossivel sea
um ponto fixo para onde conrirjamaa mximas
e os principios, que ibes sao aprestolados.
E' de toda necessidade que a religio anterre-
nha para mostrar que foi a soa origom no come-
co dos lempos e qual tem de ser o seu fim oa
conaammacao de sua carreira mnlana ; e como
a regra de sua conducta dere ser prolada de con-
formidade com eatea principios i consequencia
lgica e rigorosa que s a mesma religio
competente para Ibe tragar essa regra ; s ella
pode defender e execular o plaio de uma bem
definida educagao.
O quadro do unirerso j ustica a nossa opinio,
elle prora que a sociedade perfeita mente feliz
felizmente perfeila aquella'onde a tierdada *
rainha, a caridade a lei. e o eternidad* o
4m. Ora essa a legenda, 'da religio, qaaao
dere desenrolrer na educaco, porque decon-
trario a educagao perde o seu carcter legitimo o
rerdadeiro,
(Continuar-9t-ha.)
^_
PERN. TYP. DE M.f. DE FAMA 711110.1869,


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