Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09486


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Full Text

1110 IlXVlll. IDMEBO 30.
Per tres aeies .dianlados KiOOo
Por tres aeses vencidos 6|000
i
ODUTi FEifii 6 DE FETEREUO DE MU.
m i
Por soso adianUde ftfOOO
PorU frtiet para iikseriittr
MARIO DE PERIVAMBICOL
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Li-
na ; Natal, o Sr. Antooio Marques 4a Silva;
Aracaty, o Sr. A. de Lemos Braga; Ceari o Sr.
J. Jos de Oliveira ; Maranhio, o Sr. Joaqun
Marques Rodrigues; Psri, Jastino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa.
PARTIDAS DOS CORKEIOS.
Olioda lodos os das as 9X horas do dia.
Iguarass, Goianna, Parahyba Das segundas
e sextas-feiras.
S. Antio, Bezerros, Bootto, Garuar, Altiobo
e Garanhuns as lergas-feirai.
Pao d'Albo, Nazaretb. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouncury e Ex u as qua> las-feira..
Cabo, Seriohaem, Rio Fornoso, Una, Barreiros
Agua Preta, Pimentdtras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios parten as 10 horas da manha
EPHEMERIDES DO HEZ DE FEVEREIRO.
6 Quarlo cresceote as 5 horas, e 30 niatos
naohia.
14 La cbeia as 2 boras e 25 ninatoa da man.
21 Qaarto minguante as 11 horaa a 46 ninatoa
da manha.
28 La ora aa 2 horas e 8 niatos da manha.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro aa 10 horas e 6 minutos da manha.
Segundo as 10 horas e 80 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA. -"
3 Segunda. S. Braz b. n. ; S. Odorico f.
4 Tares. S. Andr Corsino b. e.; S. Gilberto.
5 Quarta. S. gueda r.m.; S. Pedro Baptista.
6 Quinta. As Chagas de Christo; S. Dorotha.
7 Sexta. S. Romualdo ab. ; S. Ricardo rei.
8 Sabbado. S. Joo da Malta fundador.
9 Domingo. S. Apollonla v.m.; S. Aoabertob.
AUDIENCIAS DOS TRJBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relagao: tercas e sabbadoa s 10 boras.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do conmercio : aegundaa so meio dia.
Dito de orphaos: torgas e sextas s 10 horas.
Primeira rara do civel: tercas e/sextas ao meio
dia.
Segunda Tara do eirel: quartas e sabbadoa i
hora da tarde.
ENCARREGADOS DA SUBtCBlPCAO DO SOI
Alagoas, o Sr. aasae rada Das-
Sr. Joa Martina Atrae; Rio do Jesoi'rsTa^
Joio Paraira Martina. nr
EM PERNAMBOCO.
Os pro prieta ri os do puno Maooal .,
Paria 4 Filho, oa aaa livrarte praca ala
dencia na. 6 e 8.
PMTE QFF1C1AL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
espediente do dia 3 de fevereiro
de 1HS
Officio ao Exm. presidente da provincia das
Alagoas.Solicito de V. Exc. a expedigo das
con Tenientes ordens para que o cofre da thesou-
raria prorincial seja indemniaado da quantia de
65J920, m que importa a data de rencimeolos
que mandei abonar, como participei i V. Exc.
em officio de 27 de Janeiro ultimo, ao furriel Ter-
tuliano de Menezes Telles da Sllra, e a seis pra-
vas da guarda nacional dessa provincia, que rie-
rais a eata escoltando presos de juslica.
Dito ao mesmo.Rogo V. Exc. que se digoe
de maodar dar transporte dessa capital para aci-
dado dePenedo ao capito Joaquim Francisco de
Olireira e alteres Francisco Genuino Simes, que
destacara para o termo do Buique, indo no va-
por /"aran, que deTe largar do porto desta ci-
dade amanha.
Dito ao Exm. presidente do Para.Recebi com
officio de V. Exc. datado de 13 de Janeiro ulti-
mo dous exemplares do relatorio apreseotado pe-
la commisso nomeada por V. Exc, para dirigir a
exposigao agrcola e industrial, que tere lugar
nessa provincia.
Dito ao brigadeiro com mandante dis armas.
Respondo ao officio que V\ Ex. me dirigi sob n.
166 e datado de 23 de Janeiro ultimo, declarando-
lhe que o canselho raccinador, d'ora em diante e
as quintas feiras e domingos, est prompto a
raccioar os recrutas destinados ao exercito.
Dito ao mesmo.Tendo approrsdo a delibera-
gao que tomoj o director de Pimenteiraa, como
me pirlicipou em officio de 7 de Janeiro ultimo,
de engajar para o servco da mesma colonia aa
pregas mencionadas na relago junta por copia,
assim o commooico V. Exc. para seu cooheci-
mento.
Dito so mesmo.Communicando-me o Exm.
Sr. ministro da guerra em aviso de 22 de Janeiro
prjimo Ando,que ao aoldado do quarlo batalho
de nrtilharia a p Amaro Francisco de Moura nao
se abonou pelo 1. batalho da mesma arma, co-
mo affirmou o respectivo commandaote em offi-
cio de 31 de dezembro ultimo, a primeira presta -
cao do premio deroluotario, como por engase
acba mencionado na guia de soccorrimeoto que
lhe foi passada pelo predito 1. batalho ; assim
o fago constar V. Exc. para seu conheci-
mento.
Dito ao chefe de polica. Autoriao V. S. a
aceitar a proposta feita por Cirios Luiz Cambro-
ne, que por copia acompaohou o seu officio de
23 de dezembro do anno prximo passado, so-
mente na parte relativa ao apparelho de lalrinas
para o corpo da guarda da casa de detenco, con-
forme indica o respectivo administrador na in-
formarlo que por copia tamben acompaohou o
citado officio; podendo V. S. conceder a neces-
saria permisso para a collocago de tal appare-
lho, e remellar competente conta para ser paga
opportuoamente.
Oito aa mesmo.Recommendo V. S. a maior
presteza na inslrucgo e deciso do proces30 a
que por ventura estiver sujeito o machioista que
diriga o trem da via frrea pelo accidente que se
deu no dia 31 de jaoeiro pioximo fiado.
Dito ao mesmo.Por deficiencia de forg nes-
ta capital. Dan pode ser salisfeila a requisigo do
delegado de polica do termo de Flores, constan-
te da copia que acompaohou o officio que V. S.
dirigio-me em o 1 do correte, sob o. 161, e que
assim fica respondido.
Dito so mesmo.Por deficiencia de forja nao
pode por ora ser augmentado o destacamento do
termo de Barreiros, como requisilou o respectivo
delegado no officio a que alinde o de V. S., fir-
mado em 31 de Janeiro ultimo, que fica assim
respondido.
crdito supplemotar na importancia de 90a, para
pagamento dessa despeza.
Hito o mesmo.Aos negociantes Larra & l*>
mo, mande V. SJ pagar, conforme requisilou o
chefe de polica em officio do 1 do correte sob
n. 159, a quantia de 1OJ-200, em que segundo as
cootss juntas importsm as despezas com o sus-
tento dos presos pobres da cadeia da Villa Bella,
nos mezes desetembro i dezembro do anno pr-
ximo passado.
Dito ao inspector da alfandega.Mande V. S.
prestar a capitana do porto, se nao hourer in-
conveniente, s catraia dessa alfandega, afim de
que o respectiro ajudaole possa ir ao aul da pro-
vincia a continuar no axame das diferentes ca-
pitanas.' Communicou-se ao capitno do porto.
Dito ao capito do porto.Com este officio fago
apreseotar V. S. o recrula de marlnha Luiz
Francisco do Reg par que lhe d destino depois
de ser inspeccionado.Communicou-se ao chefe
de polica.
Dito ao director das obras publicas.Recom-
mendo Vmc. qne, de conformidade com a sua
informado de 15 de jaoeiro ultimo, sob n. 7,
dada com referencia ao officio da cmara muni-
cipal da cidade da Victoria, datado de 4 de de-
zembro do anno prximo passado, mande fazer os
reparos de que precisa o aterro da estrada da-
quella cidade ao poente quem do ponto sobre o
no Tapacur, podendo gastar com taes reparos
al a quantia de 500, em que foram por Vmc.
oreados.
Dito ao director geral da iostruccao publica.
Em resposta ao seu officio de 31 de Janeiro ulti-
mo, sob o. 30, tenho a dizer-lhe que designo o
Dr. Antonio Rangel de Torres Bandeira para
substituir o proossor Jos Soares de Azevedo,
nos exames de grammatica nacional ecaligra-
phia a que s lera de sugeitar os alumnos do
curso commercial Pernambucano.Communicou -
se ad*directorda iostruego publica.
Dito ao cooselho administrativo.Recommen-
da ao conselho administrativo que compre psra
fornecimento do arsenal de guerra os objectos
mencionados no iocluso ped Jo.Communicou -se
a thesouraria de fazenda
DHo ao eogeoheiro flseal a estrada de ferro.
Informe Vmc. acerca do que expde o superinten-
dente da eatrada de ferro no officio iocluso em
original, que me aera devolvido.
Dito a cmara municipal do Recite.Remeti
por copia a cmara municipal do Recite, para al-
leodere providenciar como convier, o incluso of
ficio que derigio ao Dr. chefe de policia o Dr.
Pedro Antonio Cezar, relativamente as visitas do-
miciliarias que procede no 1* districto da fre-
guezia de S. Jos.
Dito ao julz de orphaos deste termo.Em res-
posta ao officio.de24docorrente,em que Vmc.me
communica acHar-sej liquidada a heranga do sub-
dito fraocez J E. Chardon, tenho a dizer-lha que
eipeca as>uas ordens a Qm de ser entregue ao con
sul de 1'ranga pesia cidade. logo que o procurar o
producto liquidoda referida heranga,visto que pelo
art. 7 n. 2 da'eonv6oco coosular de 10de dezem-
bru de 1860, promulgada pelo decreto n. 2787 de
26 do abril ultimo, cabe aos cnsules de Franja o
direito de administrar e liquidar ar auccesses
dos subditos francezes fallecidos no Brasil.
Quanlo ao despicho de que trata o predito cn-
sul e a que se refere Vmc. em sea citado officio
ha engao de sua parte em suppo-lodo Exm. mi-
nistro dos egirangeiros quando elle do ministro
francez no Rio de Janeiro ; sendo que por isso a
sua coinmuoicago Vmc nao necessaria para
as deligencias precisas a entrega do producto da
aupradita heranga.
Dito ao juiz de direito da Io vara.Nao tendo
applicago para o caso do decreto I458.,de i de ou-
tubro de 1S54, por nao se tratar de pena capital,
e leodo o peticionario padre Francisco Pi Perei-
reira Campos, que pobre, instruido o iocluso
requerimento com os documentos de que faz
mengo o art. 2o do decreto o. 2566 de 28 de
Dita.O presidente dt provincia tendo em
considerarlo o que expoz o inspector da thesou-
raria provincial em sua informago de 31 de Ja-
neiro ultimo sob n. 56, resolre abrir um crdito
supplemenlar na importancia de 90$ rs. para a
verbadespezas erentuaes, no correte exerci-
cio, afim de ser paga a Carlos Luiz Cambronae
igual quantia porque se offereceu collocar um
apparelho de letrinas no corpo da guarda da
casa de detenco.
Expediente
do secretarlo do go-
verno.
Officio ao inspector da theaouraria de fazenda.
OJExm. Sr. presidente da provincia manda
transmittir V. S. as cinco inclusas ordens do
thesouro naciooal sob os. 6, e de 15 a 18.
Dita ao director da colonia militar.O Exm.
presidente da provincia manda communicar V.
S. que tica approvada a deliberagao que tomou
essa directora de engajar como colonos os cabos
de esqnadra Joaquim Antonio Muniz Brrelo,
Joo Rodrigues de Lima e soldados Manoel Gon-
galves de Souza e Cypriano Pereirs.
Despachos do da 3 de feverelro.
Rtquerimintos.
Antonio Bezerra da Cuoba.Como requer.
Dr. Bentu Jos da Costa Juoior.Pagos os di-
reitos oaciooaes passe-se titulo.
Cicero Drasileirb de Mello.U-se-lhe.
Jos Pereira da Rocha.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
C0MMAND0 DAS ARMAS.
Quartel-general do commando das
arman de Pernambuco na cidade
do Recite em 5 de feverelro de
168.
ORDEM DO DIA N. 32.
O general commandante das armas, determina
quo na data de 4 do correte se considerem des-
ligados dos batalhes a que se acharam addidos,
os Srs. major do corpo de guarnigo de Minas-
Genes J. ao de Castro e Silva, tenente do corpo
de guarnigo de Goyaz Antonio Dionizio de Souto
Gondim, tenente do corpo de guarnigo do Para-
n Mignel Auguato Barbalho Picaneo, e segundo
tenente do 2 batalho de arlilbariaa p Jos Sa-
bino Macicl Mooteiro, que hoolem seguiram para
a corte no vapor Paran com destioo de sa reu-
nirem aos seus respectivos corpos ; faz publico
para os os convenientes que hootem se apresen-
tou no quartel general o Sr. segundo cirurgio
do corpo de saude do exercito Dr. Ernesto Feli-
ciano da Sil'a Tararea, que foi traoaferido da
provincia do Maraoho para esta, oa qual entrou
no exercicio de suas funecoes.
AssigDado.Solidonio Jos Antonio Pereira do
Lago.
Conforme.Candido Leal Ferreira, capito
ajudante de ordens encarregado do detalhe.
Dito ao commandaote do corpo de polica. marQ d 1860, mande Vmc. na forma do artigo
INTERIOR.
Pode V. S. engajar na secgo volante do corpo
sob seu commando, o paisano Theotonio Joaquim
Pinto, a que alale em seu officio n. 49 desta
data.
Dito ao mesmo.Mande V. S. por disposgo
do commissario raccinador, Dr. Joo Nepomu-
ceno Das Fernn les, urna praga do corpo sob
seu commando, afim de ser empregado na repar-
tilo da raccina.
Circular a todds os commaodaotes superiores.
Transmiti V. S. para sea conbecimento e
execuco copia do aviso expedido em 28 de no-
vembro ultimo ao Exm. presidente da provincia
do Piauhy, em solugo a duridase os cidados
qualicados inderidamente na lista da reserra,
para cujos corpos foram nomeados officiaes, po-
dem em noro alistamento ser transferidos para
servigo activo.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Ao capito Joaquim Francisco de Oliveira e al-
teres Francisco Genuino Simes, que deslacam
para a villa do Buique iodo pelas Alagoas, man-
de V. S nao s adiantar um mez de sold e as
vanlagens que Ibes competirem, mas tambero aa
quaatias que forero necesarias para occorrer as
despezas de tranaporte por mar da cidade do Pe-
nedo a povosgao do Pao de Assucar e por trra
at aquella villa, que dista 30 leguas da mesma
povoago.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar a Jos
Pereira de Alcntara do conforme requesitou
o director das obras militares em officio do Io do
corrente sob o. 18 a quantia de 260}000 a que
tem direito por haver feilo a caiago do quartel
do 9 batalho de iofsntaria, e pintado a cola as
barras do mesmo quartel.
Dito ao mesmo.Tendo em vista a ana infor-
mago do Io do corrente sob n. 75, autoriso V.
S. a mandar pagar a Jos Pereira da Alcntara
do conforme requesitou. o director das obras
militares em officio, o. 16 de 27 de Janeiro ultimo
a quantia de 5605000, por j se acbarem pintadas
de conformidade com os respectivos orgamon-
tos as barras dos quarteis daa eonpaohias de ca-
reliana e de arlilharia, bem como do 10* batalho
do infantaria.
Dito ao mesmo.Deferindo o incluso requeri-
meoto a que se refere a sua ioformago do fdo Portara.Os Srs. agentes da Companhia Bra-
corrente sob n. 77, recommendo V. S. qu, esleir de Paquetes a Vapor mandem dar urna
3 desse mesmo decreto addiciooar ao officio as
pegas e documentos que julgar necessarios para
prestar a sua ioformago.
Dito ao Dr. Flix Moreno Brando. Compre
que Vmc. se passe quaoto antes a cidade deGoi-
anna ondedere continuar a prestar os seus ser-
rijos, curando aos desvalidos que ali forem a(-
fectados do cholera morbus. Conrem que Vmc.
deixe as pessoas, que ahi j leoham pratica de
curar essa enfermidade, prescripgoes e os reme-
dios que aioda exslam em seu poder para que
em sua auzeocia fagam delles applicacftes, sendo
necessario.Igual ao Dr. Amenco Aires Gui-
mares.
Dito ao Dr. Jos Joaquim de Moraes Sarmen-
t.Accusando a recepgo do officio do 1" do
corrente, em que V. S. declara oo s aceitar
gratuitamente a commisso de que o encarreguei
para prestar seus cuidados mdicos as pessoas
indigentes do 1* districto desta fregaezia, se in-
felizmente fdr ella accommetlida do cholera mor-
bus, mas lambem ter efectuado visitas domi-
ciliarias do mesmo districto : agradeco-lhe cor-
dialmente niais esta prova qua d de recooheci-
da philantropia e humanidade.
Dito ao Dr. Jos Joaquim Firmino. Em res-
posta ao seu officio, datado do 1 deste mez, te-
nho a dizer-lhe que pode Vmc. man lar forne-
cer pelas boticas dessa cidade os remedios pre-
cisos para o tratamenlo dos pobres aneciados
ahi da epidemia reinante, certo de que a mioha
ordem a semelhante respeito, e de que trata em
seu citado officio tere apenas por firo prohibir
que n'aquellas boticas se preparassem ambu-
lancias para serem enriadas a outros pontos in-
feccionados nessa comarca : devendo Vmc. con-
tinuar a proceder nessa conformidade. Con-
fio de seu zelo pelo bem publico quo oo obs-
tante o triste acootecimento que me noticia em
seu officio, da perda de sua consorte, e que eu
sinceramente deploro, Vmc. continuar a minis-
trar ahi os seus serricos, que sao hojo mais que
nunca necessarios.
Dita aos agentes da Compaobia Brasileirs.
Podem Vmcs. fazer seguir para os portos do
sul o-vapor Paran procedente dos do norte, no
dia e bora indicada em sea officio de boje.
considerando justificadas as faltas que por moles-
tia deu o juiz de direito da comarca de Ouricary,
Dr. Ao Ionio Bu arque de Lima, mande pagar a
importaocia que foi descontada de sius venc-
mentoi, a contar de 19 de setembro at 7 de ou-
tubro do anno prximo passado.
Dito ao inspector da thesouraria prorincial.
Pode V. S., conforme indica em sua ioformago
de 31 de jaoeiro ultimo, sob o. 58, mandar pagar
Joo Cbriaostomo de Gusmo a quantia de ria
1080800, em que importara as despezas feitss com
o suslento dos presos pobres da cadeia da cidade
de Olioda, nos mexeadejulho a outubro do anno
prximo passado, come se r das ioclusas contas
que para esse im foram remellidas pelo chefe de
polica com officio n. 1,288 de 17 de dezembro
prximo Codo.
Dito ao mesmoTendo em vists a sua lnfor-
macao de t de Janeiro ultimo, sob o. 56. acabo
de autonsar ao ebefe de policia a contratar coro
Carlos Luiz. Gambrone a colloca?8o somonte de
um apparelho de letrina no corpo de guarda da
casa de detencio. O que communico V. S.
para aeu oonhecimento e direegao; prerenin-
do-o ao mesno lempo de que por portarla desta
dala, constante da copia juota, resolv abrir um
passagem de estado ate aa AlaRas, no rapor
Paran, ao seguodo escripturario da theaouraria
de fazenda de Sergipe Cicero Brasileiro de Mello.
Dita.Os .Srs. agentes da Compaohia Brasi-
leira de Paquetes a Vapor mandem dar trans-
porte para a Babia por conta do roiAslerio de
guerra, no rapor Paran, a Jos Nsscimeoto da
Silva, que tendo rindo daquella provincia como
desertor do 10 batalho do infantera, verificou-
se nao perteocer aos corpos em guarnic&o nesta
prorincia.
Dita.Os Srs. agentes da-Compaohia Brasi-
leira de Paquetes a Vapor mandem dar passa-
gem para a capital das Alagoas em lugar de r,
destinado para passageiros de estado, ao bacha-
rel Bartholomeu Torquatode Souza e Silva, pro-
motor publico nomeado para a comarca de Flo-
res, bem como a seu criado.
Dita.Os Srs. agentes da Compsnhia Brasile-
ra de Paquetes a Vapor mandem dar transporte
para a capital das Alagoas, por conta do minis-
terio da guerra, no rapor procedente do norte,
ao capito Joaquim Francisco de Oliveira e al-
fares Franciseo Genuino Simes, que deslacam
para a villa do Buique, bem como a dous solda-
dos que serrem de camaradasa esses officias.
ALAGOAS.
Os contrato sobre o recebimento e recolhimento
do assucar de produeco das Alagoas no Re-
cife.
A ordem do thesouro de 10 de jucho de 1858
suloiisou o deposito exclusivo de todo o assucar
remettido desta provincia para Ptroambnco no.
trapiche denominado Companhia, perteocente a
Manoel Ignacio de Oliveira.
A presidencia desia provincia, autorissda pelo
art. 20 da lei provincial n. 357 de 11 de julho de
1859 a contratar com o proprietario ou locatario
do mesmo trapiche o recebimento e recolhimento
exclusivo daquelle genero pelo lempo e condi-
ges que julgasse conveniente, celebrou com o
dito proprietario Manoel Ignacio de Oliveira e
com os locatarios Jos Velloso Soares & Filho
um contrato nesse sentido em 9 de setembro de
1859, garanlindo o privilegio por espago de cinco
annos; reservando-se, porem, a faculdade de
rescindi-lo se a experiencia demonsirasse ser
elle dtsvantajoso aos inleresses da provincia.
Os contratantes Manoel Igmcio de Oliveira,
Jos Velloso Soares &-Filho sao negociantes da
praga do Recite, de reconhecida probidade e hon-
radez a toda a.prova. Em quaoto vigorou o con-
trato por elles celebrado com o goveroo desta
prorincia em 9 de setembro de 1859 esmeraram-
se em bem cumprir todas as obrigages a que se
comprometteram e conseguirn) faze-lo com tan-
to desvelo e zelo que nunca houre contri elles a
menor queixa da parte dos agricultores desta pro-
vincia, que remettem assucar para o Recife ; por
outra parte os negociantes daquella praca que
recebiam o genero e as autoridades incumbidas
de fiscalisa-lo sempre se mostraram lambem sa-
tisfeitys.
Alm disso os reodimentos desta provincia,
provenientes desse genero, que cresceram prodi-
giosament (guardadas as devidas proporgea),
depois da celebrago do contrato, demonstran de
uro modo iocontestavel quo zelosos forsm os
contratantes.
Ora ex vi das condiges do contrato de 9 de se-
tembro de 1859 eslava elle garantido por cinco
annos, o o goveroo desta provincia s poda res-
cindi-lo sotes de Ando o qnioqueonio, se a expe-
riencia moslrasse que era desvantajoso aos inte-
resis da mesma provincia.
Conscios, porro, os negociantes contratantes
da maoeira poc quo lioham procurado desempe-
nhar suas obrigages, da satiafigo de todos os
tnteressados e das vantagens que ia com elle co-
Iheodo a provincia bem looge estaram de pre-
sumir que se tentasse rescindi-lo, tanto mais
quanto presumiam que o direito que elles pos-
suiam em rirlude do contrato baseara-se sob a
t publica e nao podia ser postergado discriclona-
ritmente por parte desta prorincia; visto como
os direitos o obrigages resultantes do contrato
eram recprocos por ser elle bilateral e o gover-
oo oo tinba faculdade discricionaria de termina
lo quando bem lhe approuvesse ; mas sim fiados
os cinco annos, ou quando a experiencia nostrasie
(dentro desse periodo) que o contrato era desvan-
tajoso 6 fazenda publica desta provincia.
No entretanto o Exm. Sr. presidente da pro-
vincia Dr. Antonio Alvos de Souza Carvalho, qu
ento obTava com todo o accordo e harmona com
a assembla legislativa provincial infloio para que
na lei do orgameoto vigente (de 9 de junho de
1861) fosse incluida a disposigo seguinte: c (art.
25).O presidente da provincia fica autorisado a
contratar com o proprietario ou locatorio do tra-
piche denominado Alfandega-velha na cidade do
Recife, o recolhimento e recebimento exclusivo
dos assocares desta provincia, mediante o quan-
titativo de 2:000*000 annuaes que mesma pro-
vincia pagar ao referido proprietario, estbele-
cendo as condijes que julgar convenientes, a
Logo no dia seguinte (10) S. Exc. mando la-
vrar a portara rescindindo o contrato de 9 de
setembro de 1859, contrahindo novo com os Sra.
Qimillo Pinto de Lemos e Jos. Teixeira Bastos
por intermedio de um asente idneo por elles
commifsicnado. Perguota-se : podia S. Exc. fa-
ze-lo 11 Podia servir-se dessa sutoriaago que
lhe foi concedida pelo aobredito art. 25 da lei lo
ornamento vigente durante o quinquennio garan-
tido p6lo contrato da 9 de setembro de 1859 sem
que previamente fosse demonstrada a deiraota-
gem do primeiro contrato TI'
Certo que nao: o afogo, presteza e afervenla-
meoto com que S. Exc. logo no dia seguiute ao
da promulgago da lei celebren o novo contrato,
resciodindo o antigo sem dar sciencia prria sos
tnteressados do primeiro, bem revalam, seoo o
intereses pessoal de S. Exc. nesse negocio, ao
menos um patronato ou nepotismo bem escanda-
loso e igoobil.
Se a admioistraglo do Exm. Sr. Dr. Antonio
Alves de Souza Carvalho na provincia de Alagoas
livesse sido immaculada at aquella poca, s
esse (acto de lo escandaloso e revoltanle nepo-
tismo bastara para coospura-la e deixar-lhe urna
(eia mancha indelevel I
Prosigamos, porm, nessa rergoobosa hist
ria da resciso do contrato de 9 de setembro
1859
Logo que o agente idneo commissiooado pe
Srs. Lemos Si Baatos regressou ao Recife, va
gloriando-se de haver conseguido ftido quaoto
aqu velo agenciar e declarando que o contra o
dos Srs. Manoel Ignacio. Velloso & Filho fdra
rescindido, esses negociantes em extremo sor-
prendidos eocarregaran so illustrado Dr. Fran-
cisco de Araujo Barros, de vir a esta capital en-
tenderse com a presidencia, advogar sua justa
causa e demonstrar o iocontestavel direito que
tinham-
Abalxo transcrevemos a primoross peticao que
ao Exm. Sr. Dr. Antonio Alves de Souza Cari a-
lho dirigi aquella habiiissimo, illustrado e n ui
dislincto bacharel, provando at a evidencia, com
toda a forca da lgica e irrecusaveis documentos
o direito inconcusso que assistia aos seus honra-
dos clientes, e palomeando o louvavel e generoso
procedimeoto qae liveram de receber dos agri-
cultores da provincia somente 160 rs. por cada
un volume desembarcado no seu trapiche, quan-
do pelo contrato podiam exigir 240 rs. 111
Nessa petigo os Srs. Velloso e Manoel Ignacio
oflereciam generosamente em beneficio do cofre
provincial 3:0009000, e mais aioda, se essa quan-
tia fosse cubera pelos novos cootra'tadores, pro-
poodo-se a chegar al a ultima quantia que fosse
por estes ofTerecida ; mas exigindo com tolda a
razo a preferencia sobre elles no caso de cele-
brar-so novo oantrato, na bem fundada persulaso
de que o motivo mais forte que aetuou no animo
dos dossos legisladores provinciaes para decreta-
ren! o supraeilado art. 25 foi o roo estado das n-
nangas da provincia.
Abundou anda o Dr. Birros em razes valio-
sissimas e produzio elenchos irrespondiveis] to-
dos conducentes a provar o direito iocontestavel
que tinham sem clientes, e o coosidersbilissimo
prejuizo que irremiasivelmenie lhes prvida da
resciso do contrato, como melbor se ver da in-
tegra da petigo abaixo transcripta.
Mas se s menor duvida anda restssse de que
S. Exc. neste negocio nao obrava coagido sob a
escandalosa pressao de vergoohoso nepotismo,
ella bem depressa. se desvanecera em vista do
resultado conseguido pelo Dr. Barros, que como
tpdos sabem vottou na mesma. I
O.npgocio foi submeltido ao conhecimento e
deciso do goveroo imperial. Ja vimos a grave
e acrimoniosa censura que o Exm. Sr. roioUlro
da fazenda fez, em aviso, ao Eim- Sr Souza Car-
valho pelo seu procedimiento oeste negocio ; abai-
xo transcrevemos agora a ordem do thesouro o.
194 de 28 de norembro prximo passado, e dous
avisos da mesma data dirigidos aos presidentes
desta e da provincia de Peroambuco, decidi o a
queslu do modo mais legal e conveniente aos
iuteresses da fazenda geral, provincial e Pisca-
lisago respectiva.
Foi urna solemne reprovago que o Exm. Sr.
Dr. Antonio Alves de Souza Carvalho soffreu do
digoo ministro da fazenda I
. lllm. e Exm.Sr. Jos Velloso Soares &l Fi-
lho e Manoel Igoaeio de Oliveira, negociantes da
praga de Pernambuco, tendo somente agora (ido
sciencia de que em virtude do art. 25 da lei pro-
vincial n. 388 de 9 do corrente. V. Exc. se digna-
r rescindir o contrato que esta presidencia ha-
vis celebrado com os supplicantes para
Oatro faci prova aioda que os supplicantes
cumpriram os seas deveres satisfactoriamente,
e este faci o attestado do digoo administrador
da alfandega da prorincia de Pernambuco, docu-
mento n. 3, o qual nao pode ser mais farorarei
ao cooceito dos supplicantes. Alm diiso, a eata-
tistica dos reodimentos dos direitos provinciaes,
dos annos do contrato celebrado com os suppli-
cantes, atlendida a differenga espantosa do prego
correte dos assucares no mesmo lempo, compa-
rada com a doaaonos anteriores, e atlendida an-
da a differenga da safra 1859 a 1860, que foi um
tergo da dos annos anteriores, roostra de urna
maneira irreplicavel que os rendimen'tos da pro-
vincia cresceram na razo talrez de 50 por ceoto
mais do que rendiam antes. Assim, se porum
l'do a experiencia nao mostrou que dosnpradilo
contrato resultasse prejuizo para a provincia, ca
so nico, em que seria admissivel s resciso po
parte do goveroo, sendo que pelo contrario est
tora de'.toda a duvida que a srores dos respecti-
vos direitos tem subo consideravelmeote du-
rante o mesmo contrato, e se por outro lado se
mostra com a maior evidencia que os supplican-
tes cumpriam de sua parle todas as obrigagdes
inherentes ao mesmo contrato, accrescendo a ja-
sas considerages o facto decisivo e peremplorio
de nao ter apparecido jamis persnte esta presi-
dencia queixa ou reclamago alguma contra os
supplicantes, manifest que nao polia ser pos-
tergado o direito adquirido pelos mesmos, direito
que o goreroo nao podia deixar de attender e
acatar com tanto maior empenho o firmeza,
quaoto pelo contrato achara-se compromettida*a
t publica.
Por mais que se queira violentar o sentido das-
palarras, nao se pode chegar seno i este resul-
tado : 1. que o contrato, de que se trata, era
bilateral, o qual por tanto produzia direitos e
obrigages reciprocas : 2.a que por isso mesmo
oenhums das partes era obrigada a fazer mais
do que hariam promeltido ; 3." que o contrato
s se podia acabar, se a experiepcia tivesse de-
monstrado a incoropatibllidade de sua existencia
com os iuteresses da provincia ; e vista dissO
4., que o governo oo tioha ficuldade descri-
cionaria para lermina-lo, quando bem lhe>are-
cesse, principalmente para celebra-lo com outra
pessoa, a qual nem se pode dlzer mais concei-
tuada do que os supplicantes, que apreseolam
os mais valiosos documentos em seu favor, nem
offereceu (langa idnea no cumprimeoto de todas
as obrigages resultantes do seu contrato, por
onde o governo podesse dizer, que tendo contra-
tado com a dita pessoa, o tioha feilo de modo,
que os assucares da provincia passavam de ora
ero dianle a gozar de beneficios, que nunca po-
deram gozar na adminialrago dos supplicantes.
Agora apreciemos a lei, por virtude da qual
se rescindi o contrato dos supplicantes: o art.
25 da lei n. 388, em que se fuodou a portara de
10 do corrente, concebido nos seguintes ter-
mos :
O presidente da provincia fica autorisado a
contratar com o proprietario ou locatario do tra-
piche denominado Alfandega-Velhana cidade
do Recite, o recolhimento e recebimento exclusi-
vo dos assucares desta provincia, mediante o
quaotitalivo de dous cootos de ris anouaes;
que mesma provincia pagar o relerido pro-
prietario, estabelecendo as condiges que julgar
convenientes.
E' fcil de ver-se vists desses termos di lei:
1." que ella nao suppe a existencis de outro con-
trato idntico ; 2. que o seu flm foi estipular
urna rantagem para o thesouro ; 3.* que ella foi
urna simples aulorisago.
Ora, se a-dita lei nao suppe a existencia de
um contrato anterior ; e se ella nao passoa de
urna simples aulorisago, devia o governo antea
que rescindisse o contrato dos supplicantes, ver
se em vista de suas condiges poderia elle ser
rescindido somente pela offerla de um especu-
lador, que vinba pedir ao governo o quebraota-
mento de sua t mediante a insignificante quaolia
de 2:000 I
Examinndose,porro, a portara qtrerescio-
semelhanlesupposto, a sim da o
risago da assembla, a do oalro aa ficasteis
reseiforia do cootralo falto caos 9 supalieaartaa
faculdade que de neolium osada ara aaaolaia m
sim subordinada 4 prova da n gerencia do ca
o recelbi-
meoto e recolhimento dos assucares de produc- .
gao da provincia rio trapiche alfandegado deno- "'? contrato, nada se encontr nella, que possa
iue o ultimo dos suppli- "enl" o espirito sobre os motivos da resciso
minado Companhia, que
cantes possue naquella pra;a, vem reclamar a
V. Exc. contra esse acto, que elles considerara
attentatorio e expolia ti vo dff seas direitos pelas
razes que passam a ser expendidas. Pelo docu-
mento o. 1, que o contrato celebrado por este
goveroo com os supplicantes, ver V. Exc. qu o
mesmo contrato tioha de vigorar por espago de
cinco annos ; ver igualmente que o termo, ero
que o sapradilo contrato deve expirar o dial 9
de setembro do anno de 1864, faltando tres aojos
para que esse termo se raalise. Pelo mesmo col
trato aioda v-se que foi dada ao governo a
euldade de rescindi-lo, se. a experiencia demo
trasse ser elle desvantajoso aos interesses
provincia ; e se por taes inleresses, segund
lettrs e espirito do mesmo contrato, nao pod
ser entendidos seno os interesses da fazenda pro-
vincial, isto a arrecadagio dos direitos provijn-
ciaes, claro que a resciso do mesmo contrito
s poderia operar-se, se a experiencia demo
trasse ser elle desvaotsjoso arrecadago
quelles direitos. A faculdade do governo nao
discricionaria e absoluta, mas restricta e sub
s-
a-
ra
r-
do contrato, por onde forgoso concluir que a
razio, que determinou o acto de V. Exc,, nao po-
dia ser outra, seno aceitar para a provincia, a
supradita quaolia de dous cootos de ris an-
nuaes ; mas nao seodo esta a clausula pela qual
podia ser resciodido o contrato celebrado com oa
supplicantes, manifest que o acto de V. Exc.
carece de fundamento rasoavel, ou antes oo
pode deixar de ser considerado expoliativo, visto
como acabou com direitos adquiridos, que o gu
verno, como parte no contrato dos supplicantes,
nao podia destruir, seno seguindo a letra e es-
pirito do cootrato celebrado com os mesmos sup-
plicantes.
< Oatro sim, desde que a lei era urna simples
autorisago; desde que o seu fim ostensivo era
grsogear para a provincia a quantia de 2:000
annuies pelo tompo do contrato, podiam apru-
dencia e a equidade, quando nao ordenasse o
direito e a justica, que os supplicantes fossem
ouvidos. fi-n de ver-se se queriam o contrato
tanto por taoto.
O fado de indicar a assembla pessoa certa,
diada a demoostragao feita por experiencialde com quem o cootrato devesse ser celebrado, em
i mencionado contrato prejudicial aos infle- vez de importsr ums obrigago para o governo
cootratar com essa pessoa, era ao cootrario um
resses da fazenda provincial.
c Teria a experiencia feito semelhaote de-'
monstragao? Nao, evidentemente, e a prova mais
convincente desse facto a celebrago de novo
contato feilo por V. Exc. com outra pessoa, ten-'
do, por tanto, o governo da provincia o raemo,'
que se encarregou de demonstrar que, em vez de
ser prejudicial o dito coolrato, era elle de eco- i
ohecida utilidade para a provincia. Eque o/con-!
trato nao poda deixar de facilitar os direitos de
arrecadago, que foi o fim de sua instituigp, era
cousa de fcil iotuigio, desde que se considnrasse
que por elle cenlralisavam-se os assucares de
prodcelo da provincia, com o que so tprnsva'
fcil eefflcaz o processo de sua inspecgi e fis-
calisago. Estabelecido que o contrato, ou a ine-
tiluigo oo era m em si, j ficava demonstrado
qae o governo da proviocia nio tioha direito pa-
ra usar da facaldade rescisoria, que lhe foiootor-
gada, como urna prudente cautela para; ocaso/
em que se demoostrasse ser o mesmo contrato
damhoso aos inleresses da prorincia, malos sup-
plicantes nao se contentara com isso, a passam
a demonstrar que elles camprism os seis dere-
res a contento dos negociantes, qae recebiam os
assucares desta prorincia, e sem reclamago de
um s dos agricultores da prorincia, que remet-
tiam os seus productos para Pernambuco. Que
os supplicantes cumpriam todas as obrigages
inherentes ao seo contrato a contento di s citados
negociantes, directamente o prora o documento
sob n. 2, qae um abaixo assigoado dos mesmos
negociantes, homeos de um cooceito cima de
toda a excepgo ; e que nenhura dos agricultores
ds prorincia reclamou jamis contra os auppli-
cantes consta da secretaria de V. Exc, |onile nao
existe um s documento contra os meamos sup-
plicantes, aos quaes nem consta mean que al-
gumas calumnias se tenham lerantado ueste sen-
motivo, que devia desafiar a atteogo de V. Exc,
para que melbor se apurasse a justiga dos sup-
plicantes.
Alm disso deviam ser consultadas as vistas
da assembla, e nest&s nao entrava a continua-
gao dos supplicantes.
< Mas, Exm. Sr. presidente, parece que a mo
da fatalidade pezou sobre todo esse negocio, e
V. Bxc. melhor apreciar em vista das razes,
que passam a seraqoi compendiadas.
Da cidade do Recite parti para eata cidade um
agente idneo, o qual como socio de industria de
Camillo Pinto de Lemos, signatario osteosivo do
novo contrsto, e de Jos Teixeira Bastos, reio
com a missloda acabar com o contrato dos sup-
plicantes, e firmar oulrem para si e os demaia
socios. Aqai chegaado o sobredito agente pode
fazer enxertar na lei do orgamento o art.25 da
mesma lei. Publicada essa lei no dia 9 do cor-
rente, no dia seguinte o contrato foi rescindido,
e formado novo cootrato com Camillo Pinto de
Lemos, socio do dito agente.
Note V. Exc, que a iei citada s foi publicada
no jornal official no dia 17 .do correte, oito
das depois de sua publicago, sendo que por
isso nem os suppliciotes, nem seas procurado-
res, poderiam deixar de serem apanhalos na
sorpreza em que foram achador afinal.
a Estas circunstancias, que muito bem podan
ter escapado i V. Exc, derem ser agora densa-
mente apreciadas.
Os supplicantes, qua nao tinham motivos para
a_ acreditar que o aeu contrato seria rescindido
to inesperadamente, ficaramioteiramaote assom-
brados, quando o mencionado agente caegou
craade do Recife con o seu contrato celebrado I
Ser, porm, rasoavel que V. Exf. saaccione o
tructo de urna trama diablica, na qual se pre-
tiri, sendo que, se algumas por ven'.ura tenham I lendeanniquilar os direitos adquiridos, e a sorle
feilo correr nos dias prximos ao da celebrago de um negociante que tudo tem feito para gran-
do contrato que V. Exc. acaba d celebrar eom gear a eslima de seus concidadios T V. Exc nao
Camillo Pinto de Lemos, fac* de ver que ellas o poderia consentir, seno echando -sa prorado
nao passavam de industria pregada para que a que os supplicantes nio desempenhavam bem as
cobiga a a ambigo vissai logrados os seus cal- obrigages, que contrahiram para com a-prorio-
cul0,< I cia ; mas o auo da V. Bxc, nao (oi fundado em
trato pac parte do supplicantes. Ooalqaer ira
inteligencia do contrato aer toreada arbitra-
ria, e nuBca o que a raiio a o boa acata* ahr-
tara.
a Os supplicsotes teera tanta coafiaaca na iU
lustrago da V. Exc. que nao cascara* 9m
demonstrar nais esse ponto, qae est Iota da to-
da a conteslago seria e grava.
Entretanto aobra o mesmo ponto accrescen-
laro aioda o seguate : que nao so ellas da sai
parle cumpriam fielmente todas as ealipoUco-
do seu contrato, seno como fizerass anata o aa*
| deviam, porquanto leodo o nireito de sereeatraaa
240 rs. por cada volume deseaabarcado esa aeu
trapiche, elles apenas recebiam 160 ria co-
mo proraro com o citado documento a. 2. Sobra
esse ponto ba a notar-aa o aeguioie ; leada-aa
no noro coolrato estipulado a aaessao areca de
240 rs. por cada rolume. a podendo o aovo, oa
antes os noros contraladores, exigiraaa-a'a loa
agricultores, niste qoe, sa pelo novo contrato
thesouro lacra 2:000 aonuaes, a agricallara,
que a teta do mesmo thesouro, vira a e*r ex-
traordinariamente prejadteada. Nao ser, po-
rm isso em damno da produc;io, a por reaee
queocia lambem em ultima palavra aa daaico
de mesmo thesouro?
c Decida isso mesmo V. Exc, visto costo oa
supplicantes por amor da conciso, nao o poden
fazer no presente Irabalho.
Voltenos a outra fice da qoesto : eoao est
demoostrsdo j pela aulorisago da ssseatbls.
j pela portara da resciso do cootrato, qua a ra-
zo do acto de V. Exc. foi coaferir o tbeaoaro,
que se acha em criticas circumstaaeias. a qaaaisa
annusl de 2:000, os supplicantes vem offtrtctr tm
beneficio do mesmo thesouro, nao simotmenle a
quantia de 2:00OO0O, mas a de 3:O0O00 aaa.
nuaes, coro a qual ae comprometan a aatrar das-
de j para a thesouraria, eolraodo coa igual praa-
tago aonualno lempo, era qae pvr V. Cae. for
Qxado ; e se esta quantia for coserla salo aova,
quero dizer pelos noros contra!dores, oa aap-
plicanles desejam a requerea o coatrato laats
por taoto, rislo como essa preferencia Ibes t de-
vida pela torga de sea contrato aalerior. Costra
o qae ae acaba de dizar nio obsta o laclo, qua sa
poder allegar de estar o noro contrato sortViio
e acabado, porquanto nao sa podeado, sasnada
o direito deixar da se considerar valido a sassis-
teote o contrato dos supphoinles, coao a solas
razes, que foram expendidas, irrito a asilo o
novo contrato, o qual alea do deleito de ser ts-
poliativo dos direitos dos supplicantes. ao qua
pecca contra a sua substancia, tea oatraa sal-
las aalieotes em que pecca costra a aaa foraa.
como passa a ser demonstrado: primeiro o ao-
vo coolrato foi celebrado inesperada Beata, sea
que V. Exc. so meos se digoassa osrir a res-
peito da resciso do amigo contrato o parecer alo
Dr. procurador flseal a da thesouraria competen-
te ; essa audiencia necessaria, viato coao aa
negocios aioda menos graves que dizea respeito
ao thesouro se costuma mandar oavir os agentes)
inimediatos deste ; 2. o noro contraante nao of-
fereceu fiaoga alguma ao cumprimeoto aa sosa
obrigages, oem pelo noro cootrato aa estipsloo
mulla alguma para o caso da nio csapra^sto
de suas obrigages, o qae contra o que se coa->
tuma obserrar em todos os contratos, en qoe
interessada a fazenda publica, ese a ase lavarais
est escripto em leis provinciaes, s eli sas leu
geraes subsidiaras aquellas nos casos oasssos.
a Nio sirva de argumento contra isso a allega-
gao de oo terem sido guardadas igsaes solemni-
dades no cootralo celebrado com oa sopplitaateo,
porquaoto o que ae fez ama ves si constitu- es-
tylo, sobretudo quando o boa seseo a a raaio
acooselham eslylo e prstics diversa. Alea lisso,
Exm. Sr., o cootrato celebrado coa os aovas eos-
tratadorea oio se pode reputar perfeilo. a irrero-
gavel, desde que por elle so oio fes abra.
O fado de terem os ditos ooros contratado-
res eolrado j para a thesouraria coa a quantia
de 2:000000 s prora ama cousa, a que elle*
cootinuam a por o gorarno aa oppressao para
que oio se sesbe com o fructo de aaa aachiae-
gio, em qua a lareja de roaos dadas coa o stio
gratuito procuram supplaolar o direito a a jastl-
ca. E que o cootralo oio est acabado s deaoas-
tra bastante o acto da presidencia ds Pare jabu-
co, qae mandn sobrestar oo coapraeaio do
mesmo, at oovas ordens de V. Exc sesdo qso
esse facto, qae bsataate notavel, a aioda aaa
ora razio en favor do boa direito daa soppi-
caotes.
c Alm de tudo quanto acaba da sor poadera-
do, que pe em sua rerdadeira luz a Iraaa, 4*
que sio riclimss os supplicanles. a a aaneira
porque foi sorprebeodida a boa t do gorerao d*
V. Exc ha aioda a considerar-se o seguinte : 1.*
que o armazem dos supplicantes, qaer pela aaa
localidade, quer pela sua capacidade, a aais
apto em Pernambuco para a ceotralisagso daa
assucares desta prorloci* coao so prora coa
citado documento o. 2 ; 2." que sendo o dito ar-
mazem de um s proprietario, qae o arreados aos
supplicantes, e est disposto a manler a aso cea-
trato, nio ha risco algum de qss oa ditos aseo-
cares renbam a ficar de ao momelo para oatm
sem prompta a aufficieote accoaaodagis; 3.*
pertencendo a tres proprietarios o araazea ssTe-
recido pelos noros contraladores, coao se prova
com o documento o. 4, o sendo um delles resi-
dente em Portugal (o filho do riscosas ds Laa-
let), e nio constando terem -se lodos os tres pro-
prietarios compromeltido pelo arraadaaealo,
sim smeote um o por tres aanoa, sesegaraaso
que nio arrendarla a aaa parte por aais lempo.
fcil de ver-se qae os novos cootraisdores sao
offerecem, como os supplicantes lana garanta
para a prompta accommodagao dos aeaaoa asso-
cares ; 4.* que o armazem offereeido polos eaes-
mos individuos oceupado actualmente por di-
versos armazeoaros, como sa prora coa odoco-
meoto n. 5, os quaes rio sor incoaasodasoa so
despejados, e quando o nio aejaa, dar-aa-ha sa
maior inconrenienle, qual o de Acarea oa aso-
mos armazeoaros eom os seos assucares ea esa-
mum com o armazem de arrecadago es recalan-
ment dos assucares desta provincia, o qas 4 evi-
dentemente contrarios aos isieresses desta.
A tudo quanto se tea expendido, Exa. Sr..
acresce aioda que oa supplicantes Vellosa A Fi-
lho, tendo coosciencis ds haverea caaprids os
seus deveres, a persuadidos ds que s forano
nio desfaia com laata facilidade aquillo aesao
que elle havia contratado, reoovou o arreada-
ment do armszem Companhia por dez cootos do
ria ananaes, quantia qae alies pegeraa saa is-
misso, como sa v pelo docuneal* a. f. Resal-
ta de tudo isso qus a tolos os malea causa las
sos supplicanles, o acto da V. Exc occssi*a aos mesmos supplicantes mais o prejuizo ds Ira-
is cootos de ris liquido s provado ea malasia
te, circumstancia esta, que nis poda deixar o
pesar consideravelmesla do salas iusiicelrs oa
V. Exc. '
c Por todas estss rszes, a por aaitaa oatraa.
que nio escaparan) ao espirito recta a aiiUde o
V. Exc, os supplicanles asparlo araqaataa qso
V. Exc reconsiderando devtdaaeote a asa acto.
ou o reforme logo, coao manda a jastica, aa a
adi at a futura reaaiao ds aaaeaMs sfrsvia
Cial, manUdo i seu lempo o contrato oa asa-*


------
rr
,.espenle, al
- deter de lodo o governo
plicaoles: Exm. Sr.
mal, e antes ser
sempre se- "
sedeo -",a os dicUme-- v '?****1,*'endo ; os'swB'iJllcn'tei roeram
^-^leV.Exe. nao deiti tWBf tM54oti
**' ertpWoos, smente para que se sao diga, que
BIA1K) DE PERNAMBUCO.
QtaWa^lf.V 6 DE mRfetftO DE 1864,
.T." H
v Uir. reformando o era actor
SI
do cdigo criminal, por crlmo los. O despacho de revogac'o da pronuncia un-
daxe,>se.Bque, sendo Particular o crime de fur-
to d cavaUos, salvo, a excepgio do decreto d.
*,fl9*aViSle selerrjbro de 1860, nao era cabiel
na ospecie o protedimento ex-officio em razio de
le fui, como a tienta torio e espoliaiivo dos di-
teitos adquiridos dos supplicestir>.
V. Exc, visiu uo letea-ee suf^ceates ate
Jioje apparecido, (por nao seoeteca. tmente do
trama, que se lhes nrdio) paira reelaeaar o _
Jireito, podia ter dexado ftMtacam a quesees
Jeboixo de todos os aspectos, a'leste taso nao la*
ososa haver. verificado o caso de flagrante de-
licto.
JU1Z
riaviroT
s^nmt StseraW,
ver ert% spaWfde-
resulta desar eJgom de reparar ** acto, faiear-
caotes.
Todo o averno vive pata a instiga e por 41,
nao ha eaaior^kma para otuoccionario publico
do que a de ter a cor*gem de recoobecer nm seu
erro, pertilrra do hornea,* repera-lo com firmeza,
axeodo a todos a justlc, de que sao merecedo-
res, obra doverdadeirotrraem de estado. Exm.
Sr. presidente, V. Exe. deve apressar-se tanto
mais em reparar* a tsjusiica que soUreram os
euppliceates, qaaot dos despachos de V, Exc.
sao lia recurso para outro poder, na bypolhese
^ortedte.
Neates termos os supplicatrtes pedem a V.
xc. jtrsligaE. R. M.
o -Copia.N. 194.Ministerio dos negocios de
fuoode.Rio de Janeiro, em 88 de novembro do
T86U
los Marta da Sila Prannos, prndenlo do
tribunal do ttresouro nacional, tomando en en-
sideragao o -ue informa o Exm. presidente da
provincia daa Alagoas, eva-seu offlcio o. do 23
le oulubro llimo, acerca dos motivos que leva -
ram a respectiva assembra provincial a decretar
a mesme presidencia a effecluar a rescisao do
contrato celebrado osa9 de setembro de 1859
com Maooel Ignacio -de Oliveira eJes Velloso
Soares & Filho, para receberem em deposito, no
seu trapiche denominado Corapeotna esta-
blecido na capital do Pe mam buco, todo o assu-
car que para essasjroviacia enviado pela des
Alagoas ; e considerando por ostro lado, que a
couceso do exclusivo em casos taes coarctar
nao s as attribuicces dos chefes des alfaodeajes,
metas de r< n ins, aos quaes pelo artigo 234 do re
-frulamento de 18 de setembro de 160 compele
Oesigoar o entreposto (ou trapicho] para deposito
les mercadorias, mas tambera o direiio dos de-
positantes, que como permitte o mesmo ortigo,
volem pedir eindicar o trapiche que devera aer
preferido sempre que lor possiv-el -e nao offender
os interesset da Qsealissgae : declara ao Sr. ins-
pector da thesouraria de faterida da provincia de
Pernambuco (tue Oca revegada a ordem de 10 do
juoho da 1858, que autorisou o deposito etclusi-
trapiche do j referido Maooel Ignacio deOlivei-
dtas d% tteztfejanffir.
ra, eordena-lhe que d suis providencias pera juizo do commercio.
tes* helo Mdl-
merowrnoda a**aevli?B>Orei^*at"*,,,,l,u ,lw "u*
da lti que instiluio o promotor publico como o
corador dos ntiaeraveis.
Informam-nos que oos sabbados e domingos
noite costuma reunir-se, 'na ra do Cotovello,
ama porgo de pretos escraros ; e ahi formam era
seguida um samba, que nao deve ser tolerado
pelo incommodo quo causa.
O socego das familias, mormeote s horas do
descanso, e a ordem publica repsgnam com a
existencia anacbrontca desse baile africano.
Alguem, que se aasigoa o Yitinko, nos en-
dereza estas lionas:
A le igual para todos.
Se a lei determina, que as casas de fabricar
fogo de artificio sejam construidas a certa forma,
e nuDci menor distancia do quiohenlos palmos
de qwelquer 'edificafao ou consiruego, como
que existem dessas casas na ra Imperial pou-
co na de cem palmos das casas, que mais pr-
ximas lhe ficam ?
< Ser porveatura quo esta constitua urna ex-
cepto 'in
Ou o seu doqo personifica algum privilegio '?
a Como quer que soja, ae Sr. Dr chele de po-
lica cabe desassombrar aos moradores dessa ra,
e salva-ios talvez d'alguma desgrana, que nao se-
Tia virgem. d
te o dia8 do correte tem lugar as matri-
culas do curso preparatorio ennexo Paculdade
de Direito sem dependencia de despacho da res-
pectiva directora. Desta data porm at o fim de
marco futuro Acara ellas dependentes de justifica-
cae, perante a mesma directora, dos motivos
dessa procrastinacao, para que poasa darse a con-
eesso.
Pelu. Paran reio do norte oSr. Dr. Ernes-
to Feliciano da Silva-Tavares, que foi ltima-
mente removido do Marenho para esta provin-
cia, na qualidade de medico do corpo da saude do
eiercito.
Acha-se nomeado subdelegado do 1 dis-
tricto de Serinhem o alteres Leodgario Liberato
rtreira Calda?.
O Sr. Dr. Tiislo d'Alencar Araripe regres-
sou de sua viagem ao Cear, e consta-nos que
Segunda-feira reassume o exercicio da vira do
que de ora em diaote se cumpram fielmente as
mero 2* do artigo 254, que exige que as partes
leclarem em seus requerimeotoa o trapiche para
onde se destina o genero que querera depositar.
Jos Mara da Silva Prannos.
Copia.Ministerio dos negocios da faeenda.
Ro de Janeiro em 28 de novembro de 1861.
Ulm. e Exm. Sr.A'vista do que V. Excinfor-
jmou-me em seu officio n. 23 de 23 de oulutro ul-
timo acerca dos motivos que teve para rescindir o
contracto celebrado por essa presidencia com ala-
noel Ignacio de Oliveira e Jos Velloso Soares
& Filho, da provincia de Peroambeco, para re-
ceber em seu trapiche denominadoCompanhia,
todo assucar procedente des Alagoas, e conside-
rando qne as coocessoes do exclusivo em casos
xaes. uo trazando nenhurna vanlagem real para
s inleresses das reparliQes arrecadadoras dos
impostos a que sao sujeilos os gneros eaporta-
?eis de produecoe manufactura nacional, offen-
dem directamente as disposices do regularaento
Jas slfaodegas, promulgada, pelo decreto o.
8647 de 19 de setembro de 1860: resolv expedir
i thesouraria de Pernambuco a ordem junta por
copia revogando a de 10 de junho de 1858, que
maodou raanter o privilegio concedido ao referi-
do Oliveira, e recommendando a fiel observancia
lo dito regulamenlo na parte em que incumbe aos
inspectores das alfaodegas eaos admiuistradores
das mesas de rendas a desigoacao do trapiche onde
Cevem ser depositadas as mercadorias, tendo to-
dava em attenco o pedido e indicago do depo-
sitante, sempre qne for possivel e nao offender
es iuteresses da fiscalisac,o.
Pareceodo-me ser esto a soluco mais legil,
e mais conveniente que o governo imperial po-
da dar esta questo, lauto a bem dos inleres-
ses dessa provincia, como das do estado.; espe-
ro que V. Exc por sua parle procurar barmo-
jiisar com esta deliberarlo o procedimeato da ad-
mioistra^ao a seu cargo.
Deus guarde a V. Exc.=Jos Mara da Silva
Paranbos.-Sr. presidonle da provincia das Ala-
sjoas.
a Copie.Ministerio dos negocios da fazenda.
Kio de Janeiro, em S8 de novembro de 1851.
Illm. e Exm. Sr. Tendo por ordem desta dala
thesouraria dessa provincia revogado a que fra
expedida em data de lQde junho de 1858, der-
terminando que todo o assucar procedente das
Alagoas fosse exclusivamente depositado no ar-
mazem alfandegadodo negociante Maooel Igna-
cio de Oliveira, porquanto das oformacoes pres-
tadas pelo Exm. presidente desta ultima provin-
cia e pelos inspectores da dita thesouraria e da
alaoflega. reconhece-se que nenhurna vanlagem
resulta da conservadlo do exclusivo para as es-
taques arrecadadoras dos impostos que sugei-
to esse genero, ao mesino passo que tal favor, a
quem quer que seja concedido, coarta nos as
attnbuices dos chefes da alfmdega e mesa do
reodas, aos quaes pelo artigo 234 do regulamen-
lo de 19 de setembro de 1860 compele desigoar o
ntreposto (trapiche ouarmazem) para deposito
do genero, mas tambem o direito dos depositan-
tes que, como permitte o mesmo artigo, podem
pedir e iodicar o trapiche quedever ser prefe-
rido, sempre que for possivel e nao offender os
inleresses da fiscalisago, assim o commuoico a
V. Exc. para sua intelligencia, e para que de ac-
cordo com o Exm. presidente da provincia das
Alagoas, adopte as providencias que sejam de
mistar, para garanta dos direitoa que a dita pro-
vincia percebe do assucar que manda para
-cssa.
* Deus guarde a V. ExcJos Mara da Silva
Prannos.Sr. presidente da provincia de Per-
nambuco. n
[Diario dasAlagoat.)
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
No da 31 do passado, como j publicamos, o
Irem de lastro esmagou ama mulher.que achan-
do-se em um dos velados da linba, levanlara-se
no momento em que se approximava o trem, mas
quaodo j nao era possivel evitar que fosse ella
alcanzada pela machina.
Ore, em consecuencia deste occorrido, tendo
sido preso o macliioista n dia seguinie para ave-
riguacea, deu-se que os companbeiros recusas-
sem condueir oa trans nos das immediatos ; e s
instancias repelidas do Sr. eogenbeiro fiscal,
que empenhou todoa os seus eaforgos para impe-
dir que se paraltsasse o Irafego, consentiram efles
em circular com as machinas nos dous das se-
ruiotes; e anda assim com a esperanca de que
osse sollo o compsnheiro.
No dia 4 porm, nao se lendo realisado a sol-
tara, nao quizeram voltar ao trabalho para diri-
gir os trens, que portanto deixaram de partir da
villa do Cabo para esta cidade a hora habitual; e
assim, informam-nos que o Sr. eogenbeiro fiscal
eonsiderou o trafego suspenso, responsabilisando
* companhia-por este Jacto.
Alm disto, tambem informam-nos que na tar-
do daquelle mesmo dia o Sr. superintendente
mandara dizer para o Cabo que a soltara do ma-
hinista dependera do restabelecimeoto do trafe-
go, e que porlaoto os outros entrassem novamen-
S.*1* ae,Tlco" M lioerdade do sen companhero, que deveria adiar-
se na eataeao, nao trabalhariam. A' vista do qne,
suppoe-se que o mesmo Sr. superintendente lau-
cn nao de outros meios, para impedir um des-
crdito e desmoralisaso tao prejudicial sos inte-
resaos da companhia.
Anda bontam, at ao mel dia nao tinham cir-
culado os irens na vis frrea, continuando assim
interrompido o seu trafego.
O Dr. juiz municipal da 1* nra julgou im-
procedente o summario instaurado pelo subdele-
gado da Boa-Vista contra Florentino Gomes da
Silva, revogando o despacho pelo qual o juiz in-
*rtw pronunciara o rw como incurso no irt. W
Bontem comecaram os exames preparato-
rios do Corso Commercial Pernambucano.
> Offerecemos aos leilores a seguinte caria :
0 DR. TIRILOI.k
ao aiNEiRO D st.
Amigo nao pretenda,
Escrever-vos lo depressa,
Mas agora esta remessa.
Vos vei pelo ren Viceole
Que em ludo diligente.
lia casos tao estupendos,
> Que podem mais do que a lei,
Agora eu vos direi,
Que se den esto successo,
E'a relatar-vos comeco.
Dous sec'ios e oito Bonos,
Faz que nossos bisavs,
Lutaram bracos sos.
Contra o poder hollandez,
E o venceram d'ama vez.
A oossa historia est cheia
De rasgos admirados,
Que a nao serem relatados
Tambem por penna estraogeira,
Nao lhes dava crenca inteira.
Nao houve decepgo,
E cem cootreriedade,
A que tanta herocidade,
Nao superasse ou vencesse,
Embora muilos morrease.
A maior dedicaco.
Unida ao patriotismo.
Acrisolado herosmo,
Fidelidade seu rei:
Eis o symbolo desta grei.
Que o diga m as Casas Fortes,
Guararapes e Tebocas,
E tambem as duras rocas,
Testemunhas oculares,
Desses feitos singulares.
Que o digam tantos lugares,
Onde renhidas balalhas,
Despovoaram as malhas,
De seus tristes moradores,
.Fagindo a perseguidores.
Digam-no mesmo: que horror I
Onossos templos sagrados,
Que foram lo profemdos.
Por esses aonstros ferozes,
Com acedes as mais atrozes:
Diga-o emfim a historia,
Pintando com viva edr,
De nosso lado o valor ;
Do outro s malvadeza,
Da cruel raga hollandezs :
Resussitem os hroes,
Que Pernamboco salvaran,
E que seus netos legaran
A patria e religio,
Co'a maior dedicacoo.
Henrique Das valenle,
Em Porto Calvo, assombroso,
Cortou a mo corajoso,
Para voltar a peleja.
Cuja victoria elle almeja.
Andr Vital de Negreiros,
General exp'rimentado.
Humano, mas denodado:
Foi terror dos hollandezes,
Derrotou-os muitas vezes :
Destimido Camarao,
Co'a exp'rieocia da guerra,
Derrubou e pdz por trra,
Dos Belgas aos genenes,
A quem deu ge fataes :
Joao Fernandes Vieira,
Esse hroe lo sublimado.
Que nao poude ser comprado.
Pelo btavo lyranno,
E que lhe fez todo o damoo :
Libertador magnnimo,
Contra quem inveja impura,
Com toda a sua sordidura.
Nao ofezarrefecer
Nem o sen plano abater :
Triumphou do poderosas
Pbalanges disciplinadas.
As bsndeiras derrotadas,
Que lomou com s victoria
Deu-lhe norte, eslima e gloria,
Desses hroes immortaee,
Conservemos a memoria;
Quaodo leio a nossa historia,
E quando delles eu trato,
Me extaso e me arrebato 1...
Que Brasileiro harer,
E que bom Pernambucano,
Que nao celebre no anno,
Viote e oito de Janeiro,
Como dia presenteiro ?
A* vista disso amiguioho,
Grande foi o mea prezer,
De assislir, mesmo de ver,
Installar nesla cidade
Sublime sociedade.
Loavada soja a lembranca.
Dos cinco que se ligaran,
E os outros convooaram
Para a tal archeolagia,
Das antiguidades guia.
Louvores demos quelles
?ue tiveram este empenho,
os lio nobre fim, convenho
Que vantagens ha de dar,
E aullo noi h de honrtr.
Repicai os vossos tinos,
Meu caro amigo Sineiro,
Applaud com gosto initiro,
Esta bello novidade.
Que alegrareis a cidade.
as largas pregas veremos.
Estatuas bem esculpidas.
poc^
lvl
=S
- 9*1

omfmu.
CrJncor
Cora o
Eco'a
Qle i
LTgei-foa como
Por-hera nao digo mew-1
Delfina me diz qne hade
A vosea cara meiade
Fazer breve urna visita :
Yai com ella Dona Rila.
Dr, Tiriloli.
Hontem, j por tarde, fandeoo em nosso
porto, viodo doa do sal de sua escala, o vapor
Jaguaribe, sondo portador de jornaes de Aia-
goas at 3 do correte, dos quaes colhemos o se-
guinte :
No dia 17 do pesiado entrara no exercicio de
inspector da alfandef a, para que fra ultima-
nreote 'nenoad, o Sr Dr. Jos Antonio de Maga-
Ihes Beatos.
O vapor de guerra ypiranoa partir d'alli
para a ilha de Fernando deNorouha, na tarde de
29, levando o seu bordo, em viagem de instruc-
co, 24 aspirantes.
Algumas ebree intermitientes, bronchytes,
defluxos etc. se haviam desenvolvido na capitel,
em consequeocia de irregularidades daathmos-
phera^
O medico, encarregado do tretameoto das
pessoas atacadas de febre amarella na villa da
peratris, dirigi ao Exm. presidente da provin-
cia o officio que segu, com data de 27 do pas
sedo :
Illm. e Exm. Sr.Regosijo-me emeommu-
oiear V. Etc que a epidemia principia a decli-
nar consideravelmente. Nao sigo agora mesmo
para a capital, por estar medicando a alguna
doentes qae, embora livres de perigo, nao podem
comtudo ser entregues aos cuidados de pessoas
oso professionaes ; porm logo que laes doentes
obtiverem melhora consideravel (o que espero
ser em breve) regressarei capital e cumprirei
fielmente o que me ordena V. Exc. em seu offi-
cio de 22. Nao lenho a registrar caso algum
fatal.
Deus guarde V. ExcIllm. e Exm. Sr. Dr.
Amonio Alvos de Souza Carvalho, digoissirro pre-
sidente. O medico em commisso, Dr. Joio
Francisco Dias Cabral. k
Eis o trigsimo-quarto
Boletim ofjicia!.
Em uru officio de 26 do mez lindo, dirigido
de Timbauba ao Exm. presidente da provincia,
diz o Dr. Alciblades Pedra que, tendo suecumbi-
do ao cholera-moibua o prestimoso subdelegado
desse termo, se tornara preciso que nutro fosse
nomeado, visto que o supplente, irmao do falle-
cido, nao pode desempernar os encargos do lu-
gar, e aconselha que os dinbeiros destinados por
S. Etc. pobreza, sejam por elle destribuidos
pelos indigentes, visto que quem vai ao leito
dos doentes e ve as miserias desse povo pobris-
simo, eccrescentando que a autoridade policial
havia sido engaoada pelos inspectores de quir-
teiro que, em vez de indicar os necessilados,
apresentivaoi distribuiQo os sRis amigos.
Diz mais quo o. mal pouco tiuba declinado,
quando percorria os suburbios desse termo, fa-
zeodo de 8 16 victimas diarias, e qne algumas
familias j se tem retirado para outros lugares
levando comsigo o germen do cholera ; e conclue
pedindo S. Exc. que faca seguir um sacerdote,
e dinheiro.
a Em outro officio de 27 do mesmo mez, diri-
gido da mesma povoaco S. Exc, diz o mesmo
Dr. Pedra que anda n lhe foi possivel remetter
o mappa dos fallecidos exigidos por S. Exc, con-
correodo para isto a morte do subdelegado, e
que nao podia afflrmar S. Exc que o mal de-
cllnsve, por qusnto o numero de morios variara
de um dia para oatro, e, se com efleito elle
accommeltia menos dentro do povoado, grassava
com iotensidade pelus suburbios ; e conclue'.'di-
zendo que das cinco prages do 2 baiailiat, do
que se compunha o destacamento, s exisfiam
dos, das quaes urna quasi vai rounir-sa aos que
tinham sido victimas da epidemia.
< O cirurgio Joio Domingues da Silva, fez
acompaohar um officio datado de 26 do rr-ez An-
do e dirigido de Goianna S, Exc. de um mappa
das pessoas fallecidas do cholera-morbus nessa
cidade de 20 26 do referido mez, sendo de 14
o numero das victimas.
a Em um officio de 2 do correte, dirigido de
Goianna S. Exc., diz o Dr. Firmlno que oo dia
antecedente tinha suecumbido 9 pessoaa; mas
que al s 4 huras da tarde dia, em que foi dala-
do seu officio, nio lhe coostava haver fallecido
doeote algum, nao obstante serem moitos os
affectados, em cujo numero figurara um que se
achava em mo estado.
Diz mais que em Timbauba tinha cessado
repentinamente o cholera-morbus; mas que
ia-se dirigindo para as partes de Pedras de Fogo,
pelo que devla seguir para esse ponto o Dr. Po-
dra, se sua presenta se toroasse necessaiia;
accrescentando que, de commum acord com o
mejor Barros, tinha resolvido fazor partir para
Goiaoninha o Dr. Brando, regressando se o mal
engrossasse na cidade, indo para Tejucupapo o
Dr. Americo Guimares se Nossa Seohora do O'
o permitlisse.
a Diz emfim que as irmas de cardade re-
gressaram para esta capital em companhia o pa-
dre Lazarista Calmont, e que no hospital, em
que ellas esliveram, s tinham entrado dous
doentes que suecumbiram em poucas horas.
Do mappa, que remellen o mesmo Dr. Fir-
mioo, se v quo do dia 27 de Janeiro ao Ia do
correte tinham fallecido do cholera em Goianna
20 pessoas, sendo 4 brancos. 9 nardos e 7
pretos.
Em um offio da mesmadata, dirigido da
mesma cidade S. Exc, diz o mejor Barros que
de acord com o Dr. Firmioo, linha resolvido
que o servico medico da comarca fosse feito da
maneira seguinte :que o Dr. Pedra, que eslava
em Timbauba, se dirigisse para Pedrea de Fo-
go ;que o Dr. Moreno Brando descesse de
Cruangy para Goianninha.afim de dispensar-se o
servico do curioso Joo Domingues da Silva
Jnior, que havia sido contratado ;-e que o Dr.
Americo Guimares connuasse em Nossa Se-
nhora do O.
Ti* Ef olllclo da mesma data, dirigido do
Limoelro S. Exc. diz e Dr. Jos Quintno de
castro Leao que o estado da freguezia de Bom
Jardim demandara toda sua atteoco: e aue,
visto ter ido ali em progresso a epidemia, e nao
poder o cirurgio Araujo Lima ter lempo para
acudir a todos os doentes, se tornara necessario
que s. Exc fizesse seguir d'aqui com urgencia
algum medic.
a Foi visto hontem pelo o Dr. Teixeira o mos-
tr da barcasa Flor do Porlo, qUe apresentara
symptomas do cholera, e, submetldo Irala-
mento, acha-se melhor, segando nos consta.
a Este hornera,, estando em Goianna, na
sexta-fera 31 do mez Ando, sentir enfraqueci-
mento e conecra a ter diarrha. Mease estado
partir d ali no domingo, e, indo a peior oa nou-
te de antes de bontem, fra levado de bordo da
barcaca para ama das casas da ra dos Guara-
tapes.
Nesla cidade e em suas mmedia^es n ha,
nem tem havido pessoa alguna accomnettida do
cholera-norbut, a nao ser esse homem de que
tratamos, e o que foi visto na Camba do Car-
uo ; mas nao admira, porquanto este estivera na
Lapa, e aquello em Goianna, lugares, em qae
lavre essa afieCQo.
< Nao obslante o que diiemos, cumpre qne
cada um preste seria atlencio. alinenlacao,
evitando as substancias de m digestao; que st
nad exponha as vanaces atmosptaancasr no
passaodu do calor ao fro, principalmente agora,
pois que ha chuvs ; que te nao d a excessos: e
que, apeois ver diwifas, recorra ao facultati-
vo, abeieodo-se desde logo de coner e expor-se
bumidade.
o2nA'" 6 *""" dp Urde de 5 de fe'ofeiro de
1862.
n Dr 1uino Fonuea.
Passageiros do vapor brasileiro Paran,
sabido para os porios do sal:Maooel Galdino
da Silva e sua seohora, mejor Joio Caries da
Silva sua aeuhora e 6 filhos de 15 5 annos,
lente Antonio Dionisio de Souto Gondin sua
enhi | e 2 fllhos nenores de 3 annos, 1 escrava
do fl liior Joio de Castro o Silva, cabos de
imperiaes narinheiros Antonio Serfico, e Anto-
o Eugooio, os menores Senhorinho dos Santos,
Manoel Jos Tbomaz Aquino Oliveira, Antonio*
Ignacio dos Sanios, Joaquim Correa dos Sanios,
Antonio Maooel Souza Lima, Jos de Paulo, Jo-
a Fvoncrsco de Soun, Joaquim Jos Colho,
religioso fraociscano fre Miguel da Nossa Senho-
do Carmo, Antonio Souza Noya.Fraocisco
orindo Noya e 1 ostra*, francisco Baria Hen-
ques Ferretra. tsente Miguel Augssto Barba-
do Picanso. Tristlo GdlM)v# de Aloncar, Ne-
omoceoo, J. Sabino Uasosl HoeUeiro, D Vital
erreira de Moraes SarOo*to, Aclotalo Jbs de
astro e 1 escravoy os roerusas de norioha Be-
rmmo Antonio do Espirito 9MMo HmodI Joa-
im do Nascmeirto, attajerel ATTleojf> Ferreira,
Jos Laurintino de Meoeres, Sabino Canudo do
Naeeimenle, Meooel d Saoto Barros, Manoel
Francisco do Nascimento, Jos Igaacio IPereira
da Silva, capitee Joaquim Francisco de Oliveira,
alfere Francisco Genuino Simes, e 2 soldados,
Dr. Bartholomeu Torq'uato de Souza [o Sil-
va e seu criado, Dr..Gamillo da Cunha Figuelre-
do, 1 escravo do Sr. Cezario de Mello" Joo
Evangelista dos Santos, Francisco Jos d
Cervalho, Victoriano Augusto Borges, Jos
qaim Baeta Neves sua seohora 2 fllhos m
1 criado e 1 escravo. Cicero Brasileiro de
3 eacraves de Silvloo Guilberme de Bti
ditos de Manoel Pires Canillo FalcSo,
Aoastacia, 1 escrava de Antonio Jos Lee
driguce, Dr. Jos Aotooio do Araujo Fi
Jnior, Joaquim Merie Pereire Vianna, E
Correspondencias.
Jos Neves Andrade, Jos Lucas Ferreira, 1
escravo de Manoel Goucalves da Silva, Jos
M. C, D. Mara de J. Duarto. Thiofelo Au justo
Stell, Hermam W. Challe, M. Stefem, Joi Pe-
reira da Sllveira e 1 escrava, Antonio Joa juim
de Souza, 3 escravos de Manoel Alves Guerra. 1
dito de Manoel Francisco Marques, Julio Fi,;uei-
redo, 1 escrava de Igoacio L. Taborda, Joc Ca-
zemiro da Silva Hachado, Joo Rufino da Silva
Ramos, 1 dezertor de marinha, 1 dito do eierci-
to, Luiz Jos de Paulo, Virginio Ferreira di Sil-
va. Ponciano Ferreira da Silva, 2 soldados e 8
recrutss, Dr. Antonio Joaquim de Passos, l es-
crava de Joo Jos Rodrigues Laffer, 1 es ravo
de Antonio Lopes de Alcntara, 9 ditos de Jos
Velloso Soares & Filho.
Passegeiros do vapor nacional Persinv nga,
sahido para Graoja e portos intermedios :
Fr. Nicolao do Bomfim, fre Joo de Sania The-
reza e 1 criado, Joaquim de Azeredo Pe eir
Jnior, Jos Ferreira da Silva, Manoel da Silva
Santos, Francisco Soares Frojas, Joaquim Fran-
cisco dos Santos, Maooel Corris, Aotooio {ar-
ques, Joo Mara de Moraes Naverro, Amelia
Belarmina d'Azeredo Seve, sua me, 2 Qlhas me-
nores e 2 criados. Vicenta Ferreira da Gosta J-
nior, Domingos Henrique de Oliveira, Joo Ro-
dolpho Gomes, Jos Luiz Pereira Lima Ju tior,
Francisco Jos Gomes, Francisco Ildefonso 1 me-
reociano Cbena, Joaquim Mendes Freir Viejnna,
Joao Francisco dos Santos Gal ao, O. Kos ilioa
Carolina de Alexandrina, Manoel Xavier de Sou-
za, Joo Antonio da Costa e Silva, Dr. Epimi-
nondss de Souza Qouva. Jos Joaquim da iilva,
Amnelo de tal, Antonio Machado Gomts da
Silva, Antonio Pereira da Silva Torres, Toimaz
Gomes da Silva, MarColino de Souza Travlasso,
Jos Bormato de Souza, Ferro Luige Greaciote.
-* Passegeiros do vapor Jaguaribe, vinie da
Macei e portos intermedios :
Elidi Pereira Baracho, Augusto Jos Pache-
co. Joaquim da Cunha Meirelles, Levloo de Ma-
cedo Lima e 1 criado, Dr. C. N. Veard, MJaooel
Polycarpo M. de Azevedo, Mara Francisca do
Rosario e 1 filho, Delphina (preta Hvre} e 1 filho,
lsebel (pela livre) e um fllho, Laurenlio > Pe-
xotn de Mandones, Robrisoo Wilson, Jos Otlon
Freir, Domingos Rodrigues de Carvalho Jnior,
Theocolo Theodorico de Castro, Jos Nicolao
Gomes, Melchiades Jos Alves, L. Francisco da
Roche, Themistocles S. d'Albuquerque Leo e 1
criado, cadete Manoel Francisco Lemos, Josepha
Gomes d'Amorim e 1 criado, Jos Joaquim de
Meadooca, Jos Goncjalves Medairos, sua seoho-
ra a 5 filhos menores, Manoel Messias de Gua-
rni Lima, Ambrosio Cavalcanti de Giismo e
Lima, Miguel Barboza Guimares Jnior, Flix
Ramos Leuthier, Gabriel Antonio dos Santos,
3 pravas, 1 desertor^ 1 criminoso, e 1 prelo es-
cravo.
Movimenlo da enfermarla da casa de de-
tenco do da 5 de correte.
Teve baixapora a enfermarla :
Manoel amonio rvieira da Silva, intermi-
tente.
HORTALIOADK DO DIA 5 DE FEVEREIRO :
Iridoro Jos dos Prazeres, Pernarr.bnc^, 50 an-
nos, viuvo, Boa-Vista hydropesia.
Antonio Bento d'Araujo, Portugal, 66 anoos, ca-
sado, Sauto Antenio ; apoplexis.
Tlicsoui'aria provineial.
DEMONSTRAgO DO SALDO EXISTENTE !HA CA1XA
DO SXERCICIO DE 1861 A 1862, EU 31 HE JANEIRO
de 1862.
Saldo em 31 de dezem-
bro prximo passado. 47 162$18
Receita de
Janeiro .
1 a 31 de
225 7938244
Despeza ideni
272:9553662
250:743S684
Saldo.
2:211g978
DEMONST11.U...I
ESPECIAL DAS
1862.
Saldo em 31 de dezem-
bro prximo passado .
Receita de 1 a 31 de
jaoeiro.....
DO SALDO EXISTENTE NA CAIXA
APOLICES EX 31 DE JANEIRO DE
18.600JO0O
I
Despeza dem
18:6
Saldo
18:600:
DEMONSTRAQXO DO SALDO EXISTENTE NA CAIXA D
AMORTI8AQA0 DAS APOLICES B PAGAHENTO DO BES-
PECT1VO JURO EM Jl DE JANEIRO DE 1862.
Saldo em 31 de dezem-
bro prximo passado 4:769694
Receita de 1 a 31 de
Janeiro...... 9
Despeza idem.
4:6799694
9
Saldo.
4:7695694
DEHONSTRAgAO DO SALDO EXISTENTE NA CAIXA DE
DEPSITOS EM 31 DE JANEIRO DE 1862.
Saldo em 31 de dezem -
bro prximo passado. 247:616*219
Receita de 1 a 31 de
Janeiro .
Despeza idem.
5:7325460
.253:358*679
. 3:5728131
Saldo.
250:785*866
DEMONSTRADO DO SALDO EXISTENTE NA CAIXA DO
PATRIMONIO DOS ORPUAOSNO EXBRCICIO DE 1861 A
1862, EM 31 DE JANEIRO DE 1862.
Saldo em 31 de dexem-
bro prximo passado
Receita de
Janeiro
1 a 31 de
17:573*717
8:875*839
Despeza idem
26 449*556
8:688g085
Saldo
17:761*471
DEMONSTRAQAO DO SALDO EX1STBHTE NA CAIXA DE
AMORTIZAQO DAS APOLICES DA DIVIDA PUBLICA
B PAGAMENTO DO RESPECTIVO JUBOS ES 31 DB JA-
NEIRO DE 1862.
Saldo en 31 de dezen-
bro prximo paseado. 215*576
Receita de 1 a 31 de
Janeiro.....10:451*250
Despeza idem.
10:666*826
9:061*277
Saldo.
1:605*549
DO SALDO EXISTENTE NA CAIXA DO
DAS RAS DESTA CIDADE EM 81 DE
1862.
demonstracao
calcamento
Janeiro di
Saldo em 31 de dezem-
bro prximo passado. 654*000
Receita de 1 a 31 de
Janeiro..... f
Despeza idem.......
Saldo. .
654*000
654*000
O thesoureiro,
Thomax Jote a Silva Gusmao.
O eecrivio,
Antonio Uaria de F*ria Neves.
Stnhores Seductores Ainda algumas conaide-
raqoes tenho a fazer ao communicado sem assig-
oatara, publicado no Diario de 25 de Janeiro
prximo passado, que tratou de combater as de-
sinfectes por mel des fuuiegages.
Disse o eu autor:Se esweesse eonheaio a
nalurez* dos mtasmas, en (so osnoers adoptar-
se qualquer proemio ekimico, que dmtruim es-
tes miasuas.
A essa argunentagao responSe-se, que o oem-
municaate uo tem conheciajonto dos rscenles
cepazes do fazor desappareeer os gezes sNpbe-
ticos de quaiojBer naltrrert ffneTejam ; se esli-
yuta bem a par delles, caitamente nao avaoce-
rta tal proposio.
Nao sabe o communicaote que por meio da
acieocia se tea conhecido que reageotes he, que
ae expondo ae ar, quando todo empreguado
de miaamas sorvem os gezes flidos at o ro-
ame que pede comportar, e que por tersorvi-
presenta nova forma alen de qae sao co-
ohecidos por meio de experiencias com outro
rea ge ule.
Diga-me ao menos o commuoicanle qual um
desses reagentes para poder coohecer ; se o com-
munieante est a par da %cieocia em todos os
seus pontos.
Anda se responde que, tendo a experiencia
fundada na seiencia reconhecido, que as epide-
mias alacam sempre aos individuos que se acham
prediapostos a obte-la pelo ar, que respirara, e
pelo contacto : claro est ser sompre contenien-
te combater-se o mal pelos meios que ella tem
acooselhado.
O meio que al aqu se tem conhecido sio as
desinfeesoes em regra, que nao comprendem so-
mente as fumegacoes. Como diz, pois, que oio
estando cooheciJa a natureza dos miasmas de
nada valem as desinfectes, quando muilos auto-
res os acoQselham, cerlos sem duvida de que o
chloro e mais reagentes coohecidos tem a capa-
ciJade de combater a todos os miasmas?
Bem convencido eslou de que ae a alhmosphe-
ra quando carregada- dos vapores miasmticos
fosse conhecida por algum signal, certemette se-
rie fcil de combater-se urna epidemia qualquer
no sen lodo, pois, que vamos o lugar em que nao
se achava o ar em estado regular, e eolio com oa
meios que a sieocia tem descoberto far-se-hia des-
appareeer com os reageotes conhecidos ; e como
nao se possa coohecer para prevenanos o mal
faga-se o que est ao nosso alcance, que por isso
que os autores aconselham que quaudo se tenha
de revolver os focos se ja com as cautella pre-
cises.
O communicante em aua segunda correspon-
da publicada no Diario do Ia do correle avan-
cou urna proposico que nao capaz de provar,
quando uque na remudo da commisso cen-
tral dos soccorros mdicos desta cidflde sao to-
dos de opiniao, a excepgo do Sr. Dr. Firmo
Xavier, do que expenden, no seu primeiro com-
municado.
Nao se queira o communicante apadrinhar com
a commisso central doa soccorros mdicos por-
que coohecemos todos os seus membros; todos,
sem excepgo de nenhum tem dado provas de se-
rem amigos dssdesinfe xes completas, admit-
lindo as fumegaedes, pois essa asseverago do
communicante nao exacta, para o que passa-
mos a anaiysar a cada om de seus membros a
tal respeito.
0 Sr. Dr. Sarment, alem do que se sabe, deu
o seu parecer ni exposico por mim apresentada
a tal respeito, donde se conclue estar de accor-
do com ea desinfectos.
O Sr. Dr. Sergio delegado militar, sempre foi
amigo das desinfeccoes, e na qualidade de chefe
militar da saude nesta provincia tem mandado
proceder no hospital militar e em geral em lodos
os estabelecimeolos desta ordem.
O Sr. Dr. Ferreira tambem tem-mandado pro-
ceder, j na qualidade de chefe de sauda do por-
to, e j oo lempo que fez parle da junta de hy-
giene desta cidade, e nao podia em vista do re-
gulamenlo que ordena taes desinfeccoes, deixar
de po-las em pralica ; se hoje est de accordo
com as opioies dos escriptores de 1801 e 1803
na Hespanha nao fazendo proceder as fumega-
coes, quando precisas, est infringiodo o mesmo
regulamenlo, etc., etc., deveodo ser fiel executor
de suas prescripces sob pena de ser infractor, e
infiel ao juramento que prestou de bem cumprir
com seus deveres ; a sua vontade oeste eso oo
pede ser soberana, pois logo que aceeitou o em-
prego, e que o exerce, tem ordena e leis a cum-
prir ; e se as deixa de salisfazer, pode-se-lhe
applicar o epitheto de que nao bom empre-
gado.
O Sr. Dr. Aquino Fooceca quando presidente
dai commisso de hygiene publica desta cidade,
foi por domis severo as medidas sanitarias;
foi no seu tempo, que as cartas vindas dos luga-
res affectados eram fumegadas ; foi no seu tem-
po, que se creou o lazareto do Pina, para asqua-
renlenas por seu conselho ; foi por elle aberta a
mais formal opposlcio ao desembarque do cada-
ver de urna filha do Sr. dezembargador Ftgueira
de Mello, qued trouxe do Rio de Jaoeiro em-
balsamada para ser sepultada nesta cidade, sob
pretexto de ter fallecido do cholera ; se pois, ho-
je est de opiniao,e accordo com os escriptores de
Hespanha de 1801 e 1803, nio cortamente se-
oo porque, sendo eu o pharmaceulico encarrega-
do pelo governo daa desinfeccoes, por este mo-
tivo ficou deepeitado.
J v o communicante que Dio tem razo quan-
do diz :A opiniao do Sr Dr Paula Candido,
nao tem mais peso do que a de qualquer um dos
membrot da commisso central dos soccorros
mdicos, e se o que diz o distinelo presidente da
junta central de hygiene publica fosse sempre
verdade incontestavel, ento nao teria appareci-
do no Rio de Janeiro a febre amarella, depois do
que elle disse na cmara dos deputados em 1855,
e s* acha escriplo, nao obstante as fumegacoes
e medidas sanitarias all empregadas.
Deste trecho do communicaote se conclue, que
elle quer que todas as vezes que sejam as med-
idas sanitarias adoptadas nos lugares onde re-
nta havido necessidade de sua execuco, esteja
isanto para sempre de ser invadida por qualquer
epidemia ; quer que o servigo feito no passado
preyina o mal futuro ; esta arganentagio nio
precisa mais comento, porque o seu mesmo do-
lor destruio, quaodo escreveu, e salta aos olbos
de qqslquer pessoa a sua sem razio; e neste ca-
so bem se pode dizer, que o communicante quiz
que um individuo, que se tratou de urna moles-
tia nunca mais possa della ser acommettido, ou
de outra qualquer.
Diz ainda o communicante :No a data
das experiencias feitos em Hespanha que destroe
o seu valor, outras muitas tem sido feitas, e o
resultado por toda ha sido o mesmo.
Isto querer negar a verdade dos tactos, e
tedo confundir, e assim poder dizer que disse
urna verdade : cite os autores que assim di-
zem : declare as datas, para saber-se. Desta
maneira o communicante, sem combater os tac-
tos, que so lhe apresentam, salta porelles, e lu-
do alrapalba, escrevendo todo o que lhe a-
prouver.
Diz, aioda mais o commuoicanle:
O que se l em alguns tratados de hygienne
publica, nao pasta disso, que te encontr em mui-
tos livrot: sao stertt que a experiencia nao
confirma, e s serve para encher papel e fazer a-
vuliar o numero de paginas. >
Admira qae sendo o commuoicanle homdm en-
tendido, queira que sejam sempre infalliveis os
resultados das experiencias 1 Se estes que se pro-
pe a executar as desinfectes, nio cumpronY
maltas vezes os seus precites, por ignorar o mo-
do pratico de os executar, como querer un re-
sultado favoravel?
Julgari talvez o communicante, que a palavra
desiofeccio comprehende somente as fumega-
coes; est*engaado: encerraoutrosuuitos qui-
sitos.
Eu sei o qae quer o communicante, e ven a
ser, qae estando esta cidade, devidida en distric-
los, e atesta de cada um o seu medico, seja por
alies feita a deaiofeegio, se a julgar conveniente.
. Nio sabe o communicante, qae a lei deu atiri-
buiges ao nedico, e ao pharnaceutieo, e que a-
qnelle tendo muito em que cuidar nio pode es-
perdigar o seu tempo em trabalbos, que compe-
tem ao pharmaceulico T Assim succede com as
desinfeccoes: ellas devem ser praticadas pelo
pharmaceulico, que tem os apparelhos convenien-
tes, e tempo para isto; prescendindo dos conhe-
cimentoe dos mdicos; todava oio esto ellea
prevenidos desees preparos. Mas isto nio qner
o communicante ; nio porque queira chaar a si
essa attribuigio pharmacoatfea. mas sim pelo
fecio de ser eu o que mais se ten dedicado es-
es trabalho; e ontio por essa razio nio conven,
que se adopte essa medida asaltarla,e isso dovido
* lioaias desavengas panadas, que do cirilbei-
nicante deverian estar esqssci-
daa pelo lempo qae ten decorrieo.
Neo esteva asea eidade e communicaole quan-
do reinos a epidemia da angina a escarlatina T
Nio vio rt vantagens das deeta(ecc6s eas regr "
Nao vio quaii lodos os peridicos, pelas .m*
que tinham, elogiar esta medida adopUda pelo
governo T Has sjtso em neu poler una detls-
raeio do 8r. Dr. procurador Sscal Fernando Af-
foess de Mello, sen que decl.ra o besa qoe prs-
duats a Ssainfeecio en sua casa por mim prali-
Nb tese en neu poder ainda outro goal alo*
cuassato 4o Sr. somnaodante do carpo de poli-
ca, a qsfJl deseara as mesmas vaaiagens por
mim oblidas?
A lesa .do ostros nsilos de peeesss besa cesbs-
cidaa, que seria enfadoobo enumera-loa; asee
nada serve de prora ao commuoicanle, pstqno
deu-lhe a birra para isso.
Se as provaa assim apresenladas nada valen
para o commuoicanle, nao sei o qua qner: pois
que ladeando sempre da questao nio acha raoas
em que as apegue, nen fundo qu aseas pe; vai
sophismando quanto pode, com laots qae sea ss
proceda as desinfeegoea, porque sabe qae fui ea
o que se propoz por ter os apparelhos oecesserioa
e por naia de unta vet as ter praticado.
Por que nao apreseotou o eomnunicants pro-
vaa relativamente a morte do pharmaceulico que
alluJio em seu primeiro communicado ; oo qual
disse moriera as desinfeeges?
Nio lh'as pedif Seria esse pnarmaeeoUco ata-
cado, por ventura, ua oesaaiao des deatofscgdes ?
aaberia deeempeoba-U cosa ss qq veis es da setn-
ela ? Teria tile o cuidado de eolr.r oes casas at-
fectadaacom o cblero desenvolvido? Teria
pharnaaceulico o cuidado ds treier coaastfo a
chloredina, principio meos activo qae o chloro,
que pode ser respirado sen encommodar ss er-
gios respiratorios? Nio podia tm horas desee-
caogo ser atacado de urna carnada de er empeci-
nado de miasmas? Declaro ao coasauoicasio,
que, como encarregado da desiofeccio deste ci-
dade, Uve sempre o zelo de recommendar as*
meas agentes, que liveasem o cuidado de, Isf
que entrassem as casas aneciadas, (osas coa* s
chloro em exalagao; e tendo deseaseis pesases
empregadas nease servigo, caso aeobum os mor-
te, de molestia se deu con ellea.
Digo ao communicaote, que em muito* lugares
nio se praticam aa desinfeccoes en regra, coo-
tentam-se aperaa en fazer pequeoae fumegages
e easas, sabe Deus, como I O aaesuo eseanssi-
cante nio capaz de declarar cono ss tas asna
desinfecto com os predicados da scieucia, asea
coahece todos os agentes desinfectantes.
D-me alguma explicagio i esas reepsito : es-
lou certo que nao capaz. Diga-ms csaeo se oa>-
tem o chloro, a chloredina e outros desinfectan-
tes d'essa ordem, espero por ella.
Recife, 4 de fevereiro de 1862.
Joti.da Rocha Prannos.
Srs. redactores.Chamo a altengio do publi-
co para o que passo a expr.
Depois qae o director dos indios de Aguis-
Betlas foi demetlido, (carera estes sob a iaame-
diata pressao da polica local, qae, a forca de
palmaloadas, praochadas e outros castigos injus-
tos des como a golilha, em qae eram os mesaos
indios peodurados cora a cara exposls aos arden-
tes raios do sol do serto, tal terror se apoderou
dessa pobre gente, que, espavoridos, aeeniooa-
ram sua aldeia, auas lavouras e Ierras, a aodem
devididos em grupos, j por este villa, j por ou-
tros lugares.
Alguns indio*, trazidos pelo coobecitvtenloeaae
de mim teem por ser eu proprietario em Aguas-
Bellas, procararam-me, e me pedirn por car-
dade lhes desse asylo no sitio en que noro (e ose
cem passos da villa) e algum trabalho, pois que
estavam mallrapilhos e femintos : nio est en
mim indeferir petiges dessa orden, e de faci
hospedei essa pobre gente, e destinei trabalho a
algen*.
Applicadoa ao seu servico, sem encommodar a
pessoa alguma, viviam eles, qoaodo o Sr. Dr.
Joio Francisco Duarte, juiz de direito interino
desta comarca, indica ao Sr. Aolonio BapiiaU de
Helio Peixoto, delegado de polica deste termo,
para cercar-me a casa e tirar della os indios!
Ora, oio exisliado criminosos nen deeertores
entre ells,pois que oio costumo a praticar cono
certo juiz que eu conheco, persuadi-me qae o
Exm. presidente da provincia havia determinada
o baoimento desses indio*, alias inoffensivos, en
dado qualquer outra aemelhaiiie ordem, o qae
todava nio acooselharia o cerco da micha casa,
pois que nunca me oppuz s ordene legses, ote-
os na hypothese, em que ae me livrava desse
pequeo incommodo da hospedsgem.
Finalmente cooheci que os Srs. Peixols o
Duarte, acobertados com o manto da autoridade,
querem dar principio a execuco do plano polti-
co que adoptaram contra mim e oa uteua amigee.
que de perder-nos de qualquer nodo ; e per
que o tal cerco era. urna provocacio, e ao mes-
mo tempo urna desforrazinba de eleigoes, causa
primordial da m vontade deaees senhoree.
Felizmente para mim. os Srs. Peixoto e Daar-
te commutaram-me a injuria publica en parti-
cular : officiarem aoExm. Sr. preaideole da pro-
vincia, e creio que ao Sr. Dr. chefe de polica,
dizendo-lh.es, segando me ioformaran, qae ea
eslava reunindo indios e criminosos para a ss* f li-
nar as autoridades todas, e.fazer ama revolts,
etc., etc., etc.
Ora, esta a tctica poltica enpregada feral-
mente, de certo lempo a esta parte, por certa
Kente que se quer inculcar de necesssria, e pre-
dispor logo o papel de provocados, dando-nos
por atrabilarios e criminosos.
Um desses-indios tendo ido feira comprar g-
neros alimenticios, foi preso, e Cbnsta-ne dizer
o delegado que lhe encontrara ama faca.
Nio me opponbo marcha legal ds polica, ao
que, porm, nao estou disposto a curvar-rae a
iosulto3 de quem quer que queira transformar a
autoridade em instrumento de miseraveis vin-
gangas desses, a quem as latas politices nao
cederemos nem um palmo de terreno, ainda qoe
tenhamos de ser, como agora, insultados pela
polifla do Sr. Peixoto.
Concluo preveniodo ao publico dos resaltado*
por ventara iniquos, daa provocagoes dos Srs.
Peixoto e Duarte, a quem pesso iocarecidemeate
o obsequio de nio me descooceitaarem aoe olbos
das primeiraaautoridades da provincia, e de per-
milljren que eu gose com a minha familia da
tranqallidade a que tenho direito.
Garanhuns, 28 de janetro de 1862.
Luiz A. de Godoy e Vascoocellos.
Srs. redactoret.Nio sendo assigoaote do jor-
nali Ordemacontece que s o Icio, quando a
ninha curiosidade despertada por algum ami-
go, que me reeonmenda a leitura de tal oa qual
artigo. Foi deesa forma que II o communicado,
publicado no referido jornal em diaa do nex de
Dovemoro do anos prximo panado, as qaal,
querendo o seu autor ferr a nioha repotagio de
funeciooare publico, enprestoa-ne ama falta
digna di maior censura, senio de ama severa r*-
pressio.
Corra-me, bem o sei, o imperioso dever ds exi-
gir immediatamente ds asea desleal aggresssr a
spresentsgio de documentas qae comprovsssen a
minha improbidada ; as nis toado o feito
al boje por circunstancias estranhas 4 niaba
vontadj, taaolvi faze-lo agora, por entender aras
m" fra de tempo quelle qae ss enre-
de eza de sua honre, pugnando pela
agio.
ssim pois, seiba o publico qae 4 ama fatsi-
dade fabricada adrede para emporcalhar a oei-
nhe vida publica, a historieta dehaver ea aa
qualidade de escrivio da cansa de Feliciana Ma-
ra do Carmo feito paasar por um corredor esco-
ro, e nio pela legitima chaacellarvo i a salsa {a
que a mesma Feliciana Msria d Carmo ea sos
favor alcengoo os venerando Iribsaal da rs-
lagio.
Ora, nao querendo ea ser acreditado sieaejajti
pelaa minhas palevros, effereco 4 apredagio ds
publico o documento, que abaixo vai Irsesevists,
arn de que possa o mesmo coohecer ds ajos la-
do est s verdade, oa e autor ds artigo ea qae
foi aggredido,un deapejedo calonoiader.
Recife, 3 de fevereiro de 1862.
Jas Peret Compel* d'AImtidm,
Din. e Exn. Sr. conselheito prssedsats da rs-
lagio.Jos Peres Ca pello ds i lasada, asaos
vio de appellagee deste tribanal, a asas ds as*
direito precisa que V. Exc. nanas sas asa na*
peilavel despacho, qae o eeetiva* ds laaarrlli
ria (Nanea Csmpello) lhe cerlsVaos ds otad*
que faga f, ss a seuienga exUaksa das aaaas
de appelUcio civil en que 4
de ausentes daata cidade, a
Mara do Carmo foi ea nio traoittsdo pst
dita chancellarla, pefo qae pede a T. Ixc deiea


\



mm wmmkuma **;wmm*
DI
\
rmenlo.E
Almeida.
PiMe.-m
E. Leao, pr.
Francisco
M.-Joi
de uafeabro
Rfprfcces Campellojjuaier.n-
crivao da chancellara da relami de Peroambuco.
Certifico, que revendo o competente livro, ea
que te averbam as sentencas e mais papis,
traoailam peU chancellara, delle cooita a
eeato e cincoeuta e em reno ter transta-
d den de setoabro do aneo prximo passa-
<**"?*> de-qtoe twto* policio retro. Paa-
rererido em T de verdade, e ao dito lirro
me reporto.
Recite, 20 de Janeiro de 18&i.Fia enrever e
assignei/em f de verdade,Francisco doa Reta
Nuoes Gampelio Jenior.
Publicares a pedido-
Perea ^wgtlfl J^ y\ caita* tendee de elga*io-e d lata;
"^1 1 valame
:k
Jr
Tremo de .misaie.
80 fardoi e 53
aoa contigua-
cartaa; a di-
la urna emanado colate, que ae diffuode na-
quellea que ae imam ; ha um aanel invisivel que
prende ooaaa alma de urna maneira desconheci-
da : oa deaastrea de um pae fazem eofiar de sua-
to o rosto de um filho. e oa embala! do eoraco
deixam entrever fcilmente que os penhorea do
mor e da filiacio, all tireram aua origem. Nes-
saa emocoes adquirem urna exlraoha rapidez
diante daquellea, que nos interessam vivamente,
e este amor, que suavisa nossa existencia quan-
do nos os possuiraos arma-se de puonaes para
delacerar-nos quando eale8 aerea lio queridos
sao retirados de nos. Tal o acerbo csao, que
ora submerge na angustia, pesar e dr urna das
mais preponderantes familias deata heroica pro-
vincia. Quero fallar da inexperada morte do ma-
jar Claudiao Cazar Freir.
Nascido na provincia da Parahlba, nrfreguezia
do Pilar uni-se na idade dedezenove annoa pe-
los lacos da religiao com a Sra. D. Narciza Vel-
lozo da Silveira, com quem j era ligado pelos do
sangue.
Esposo e logo depois pae ella ae entregos a to-
dos os desvelos para transmittir a aquellas de
quem a natureza o tenha constituido progenitor
o patrimonio sagrado de urna moral sem man-
cha.
Seus dias sedeslisavam serenos quando a na-
tureza comeca a desenvolver esse fermento da
deatruic.au que larde ou cedo teri de descerrar-
nos as portas da elernidade. Assaltaram-oo os
primeiros symetemas, ao aspecto da eofermidade
ajuica-se que a eaude voltar bem depresaa. A
illusao apodera-se o homem em seus prazeres,
atormenta-o na desgrana, e s o desampara no t-
mulo.
0 verme devorador da existencia dado com a
vida : a destruicao a partilha de tudo que existe.
A eofermidade illude todos os planos, os abys-
mos da elernidade comecam a abrir-se-lhe e o
reclamara, que j lhe pertence.
Os ltimos accessos emflm lhe desconcertam a
physiooomia serena que sempre coDservou em
loaos os seus dias, aeu coiajao palpita no meio
de repetidas coovulsoes e crueis anxiadades, o
sopro da vida vacilla, e extiogue-se. elle j nao
existe I O mundo Quito j nao existe para elle,
um passo, e ei-lo na Elernidade I Em torno de
aeu leito de morte se reunem su familia em
pranto.
Igual sorte porm nao cabo a dous de seus ex-
tremosos filhos, os Srs. Ageo Eduardo Velloso
Freir e Fabio Vellozo Freir: outros tiveram o
lenitivo de colher o ultimo suspiro da paciente
victima, para estes restou somenle o vio simu-
lacro da infausta nova, que com a rapidez do raio
voou para puogir-lhes o coracao. A' estes meus
amigos especialmente desejra dirigir urna arti-
culadlo de consolo :
1 um segredo de nossa constituido, tornarem-
ae menos pesadoa os nossos soffrimentos quando
alguem prtilha-os comnoaco. Bem ou mal, in-
fortunio ou prazer apraz noa transmittir aos ou-
tros entes de nossa especie. Eu acompanho aos
meus amigos no crep que os eovolve. A morte
de um justo augmenta o numero dos coherdeiros
do bem infinito, e a certeza de que, o co dispen-
sa o verdadeiro bem aos bons deve servir de le-
nitivo a perda que acabamos de soffrer. e de con-
sorcio meus prezados amigos.
Recife, 30 de Janeiro de 1862.
Luix Emigdio Rodrigues Vianna.
ApproximanJo-se o invern e estando as ras
desta cidade na maior miseria relativamente a
lamacaes, me parece que sendo reconhecida a
bondade do calamento que foi feito para moatra
pelo Sr. Juba Donaaily, enm pedias extrahidas
da ilha de Santo Aleixo, da propriedade do mes-
mo seohor, corre-nos o dever de lembrar agora
ao goveroo, para que lomando isto em conside-
rado nao deixe de contratar cem o mesmo Sr.
ou qualquer outro que por menos fizer o calca-
mento da cidade.
O bom resultado que produzio aquello por el-
le feito de que o publico tern tirado vantsgem re-
conhecida pelo fcil transito a que ora se preata
oo lugar onde o mesmo senhor offereceu algu-
mas bragas gratuitamente, leva-nos a lembrar
ao goveroo, que ao menos mande acabar a ra
do Cabug, onde foi feila a amoatra, visto a
promptidao e zelo que apresentou-se naquella
obra.
O Clarim.
e 1 seda* ssoetree o
verana. TFJ mjf
Brigue ioglez liona, vindo de Terra-Nova,
consignado a Saunders B'rother* & C, mamfes-
tou o aeguinle:
2767 barricas e 29 tMiaa dita* bacalho ; aoa
meamos.
Barca portugeexa franca, viada da Batoja,
(wnateMda a ostrn, a 5,399 alqueirea de iaf a ordem.
Brigue ioglex vVu/ter Baine. vindo de Terra*
Nora, consignado a Johnston Pater & C, maui-
tosto-j o seguale : '
2.8H barricabacalhle ; ees aMuMf.
Cele* nacional xW. vioo de.nav*o, consig-
nado ao capit&o, manifeatou o aeguinle :
30 aaccoa fareiie de arroa, 16 ditos arioha de
mandioca, 93 ditos mtlho, 280 dito* arroz eom
easea e dito pilado, 120 latea oleo de ricino ; a
ordeai.
Exportaba
Do dia 4|de fevereiro de 1862.
Barca inglesa Palmatla, para Liverpool, car-
regaram :
Janea Ryder & C, 2,100 saceos com 10,500
arrobas de aasucar.
Barca ingleza Nauphanle, para Liverpool, car-
regarapj :
J ames Ryder & C, 1,000 saceos com 5,000 ar-
robas de aasucar.
Brigue portuguez Amalia I, para o Porto car-
regaram.
Cunha lrmioa & C, 100 saceos com 500 ar-
robas de aasucar.
Francisco Jos Pacheco de Oliveira, 50 barri-
cas com 412 arrobaa e 4 libras de assucar.
Urbano Jos de Souza, 200 saceos com 1,000
arrobas de assucar.
Patacho dinamarquex Kaabet para Montevideo,
carregaram :
Amerim & Traaos, 710 barricas com 5,230 ar-
robas e 8 libras de assucar.
Barca portuguez Flor da Maia, para o Porto
carregaram :
Manoel Marquea de Oliveira & C 2 barria
com 62 caadas de aguardante de canna.
AotunesGuimaraes & C, 14 garrafes com 84
medidas de dita, e 36 paos de louro e de quid.
T. Maduro da Fonseca, 50 saceos com 250
arrobas de assucar.
Patacho portuguez Lima 7, para a Ilha de S.
Miguel, carregaram :
Joo do Bego Lima & Irmaos, 70 barra com
2,520 medidas de mel.
Duarte Borges da Silva, 1 barril com 18 ca-
adas de mel, 1 dito com 15 arrobas de as-
sucar.
Jos Victorino de Souza, 340 paos e varas de
quiri e de embiriba.
Dia 5.
Barca franceza Magenai, para Marseille carre-
garam : *
N. O. Bieber & C, 400 saceos com 2,000
arrobas de assucar.
Brigue inglez Spy, para Liverpool, carre-
garam :'
Patn Nash 4 C, 2,485 saceos com 12,400 ar-
robas de assucar.
Brigue americano Folana, para o Rio da Pra-
ta, carregaram :
Amorim Irruios, 400 barricas com 3,099 arro-
bas e 19 libras de assucar.
Galera ingleza Uelphim, para o Canal, carre-
garam : n
C. J. Aslley & C, 1,700 ssccosaom 8,000 ar-
robas de asaucar.
Barca portugueza Flor da Maia, para o Por-
to, carregaram:
Ctrvalho Nogueira & C, 109 saccas com 545
arrobas de assucar.
Theodozio Maduro da Fonseca, 50 saceos com
250 arrobas de assucar.
Brigue portuguez Amalia I, para o Porto, car-
regaram :
Joao Baptista Rodrigues, 6 barricas com 11 ar-
robase 14 libras de assucar.
Bastos Irmos, 50 saceos com 250 arrobas de
assucar.
Jos Joaquim da Silva Gomes, 204 saceos com
1,020 arrobas de dito. -
Brigue nacional Norma, para Lisboa, carre-
garam :
Marques Barros & C, 100 saceos com 500 ar-
robas de assucar.
Lugre inglez JV. E. V. A., para Gibraltar, car-
regaram :
Johnston Pater & C., 1,800 saceos com 9,000
arrobas de assucar.
Becebedoria de reodas Internas
gevaes de Pernambneo.
Rendimento do dia 1 a 4 2:8253U
dem do dia 5.......1:306(367
A naitecbuTosa, vento variaval de inlensi4a>4a [
e difeatfo, aaa MMihacer Ira* a REtHaV'-
oaenAClo da bar.
Preamar u f h. 3r da machia, altura 5.8 p.
Baixi-mar as 3 b. 4*' da larda, altura 2, p.
veeiro'dVXf^*^ "*U'h8' 5" ^
aoiAMO avami,
Ia ttoenia.
4.131*691
Consolado provincial.
Rendimento do da 1
dem do dia 5
a 4
10:3123740
4.852J956
15:1655696
OMMIO.
Praca do Recife 5 de
fevereiro de 1862.
\s <|uatro Vioras da tarde.
Colaces da jonta de eorretores.
Cambio.
f|Sobre Londres 90 djv. 26 e 26 Ii8 d. por
&000.
Frete.
Aseucar daqul pera Liverpool40i por lonel-
lada e 5 OO
Assucar bruto da Parahiba 2J075 rs. por ar-
roba posto a bordo.
J. da Cruz Macedopresidente.
John Gatissecretario.
Al tandee a,
Rendimento do dial a 4 .
Idam do dia 5. .
77:967*702
45.065*667
123 0334369
MoTlmento da altando*'
Volames entrados com fazeodas.. 197
i ora ganaros.. 1,858
Volames sahidoa
< >
OU fazandai..
com genero*..
105
145
2,055
250
Descarragam hoje 6 de fevereiro.
Beigue inglezWalher Bainebacalho.
Brigii6 portuguezBella Figueirense merca-
dorias.
Barca francezaSauveurvinhoa e massas.
Brigu* portuguezConstantemercadorias.
Barca americanaAzeliaidem.
Barca ameriemaRichemondidem.
Patacho francezGeorgecemento. /*l
Polaca hespanholaArduavinho. t*
Brigue franceiBellyidem. >
Brigue hespanholDous de Janeirocharque. *
Brigue inglezGitanabacalho.
Brigue braslleiroVeloicharqua.
Barca inglexaLindacarvio.
Importaba*.
Patacho maltez Mariala, vindo de Liverpool,
conaignado a James Ryder & C, maoifastou o
seguinte;
50 barrit manteiga ; a Tssso Irmos.
50 ditos dita ; a Ferreira & Araujo.
120 barricas cerveja, 57 tardos e 38 caixaa te-
ciios de algodio e da linho ; a Adamson Howia
4X Ci.
40 taxaa de ferro; a S. P. Johnston & C.
10 caixss tecidoa de algodio; a Milla Latbam
a u..
50 ditas agoardenle; a Soulha Jleilore & C.
S narria e 1* caix&ea vinho tinto e braoco, 25
liaa liaran 14 diua e 49 fardos lecidos dp al-
godao; a Patn Nash 4C.
14 caixa tecido de algodio e de Moho : a A.
1j. M ADr60
5 fardoa tecido de aUodao, 3 nixas camisas e
meiaa de algodao; a Janea Qraslree 4 C.
|6 fardoa lecian de igedaa ; e H. Gibson.
a# barra** anebadaa ; a Bsasdat a Braodia.
180 barrica* cerveja, 1 caita camisas da alga
,tt .
ERRATA.
Nos precos da carne secca da revista publi-
cada no dia 3 do corrate, em lugar do que sa-
niodeve l-se de 3*800 a 4*300 rs. por arro-
ba do Rio Grande do Sul.
Movirafciito do porto.
IdSal--------
, _r ._
O Illm. Sr. inspector da thesoararla pro-
vincial, em cumpriroenlo da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 24 do corrente, man-
da fazer publlc.0 que no dia 20 de fevereiro pr-
ximo futuro, jersnle a junta da fazeoda da mea-
ma thesouraria, se ha de arrematar, quem por
menos fizer a obra do* reparos da primeira parte
da estrada do norte, avallada em 4.-000*000 res.
A arrematacSo ser feita na forma da lei pro-1
vincial n. 343 de 15 de malo de 1854. sob as
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que-se propozerem a esw arrema-
tarlo comparecam ni aala das sessoes da referi-
da praga, oo dia cima meociooad\, pelo meio
dia, competentemente habilitadas.
B para constar ae mandou afflxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
oambuco, 27 de Janeiro de 1862.
O secretario,
A. F. d'Annuociaejfo.
Clausulas especiaos para a arrematado :
1.a As obras dos reparos da primeira parte da
estrada do norte ser o fitas de cooformidade com
a respectiva descripcio e orcamento na importan
cia de 4:000*000.
2.a Serio principiadas as obras no prazo de 30
dias, e coocluidas oo de quatro metes, contados
ambos os prazos de data da arrematadlo, e ao
caso de fallar a qualquer destas condiccoes, seta
applicada a disposi.cao dos artigo* 31 a 32 da Ui
provincial n. 396,
3.* No caso de cooceder-se ao arrematante
qualquer prorogacao de prazo, pagar o mesmo
arrematante a multa de irezento*. mil ris, per
cada mez, de prorogacao.
4.a A importancia das obras ser pagtem orna
s prestaco, quando ealiverem concluidas, que
ser logo recebida definitivamente.
5.a Para ludo mais quanio nao fdr estipulado
no ornamento nem nestas clausulas, seguir-se-ha
o que dispe a respeito da lei provincial numero
286.
6.a Nao eer attendda reclamaco alguma eu
em qualquer lempo por parle do arrematante,
tratando a exigencia de iodemnisago, seja quaj
fdr a causa que para tal flm allegar.
Conforme.A. F. d'Annunciagao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico para coohecimento
dos intdressados o art. 48 da lei provincial n.
510 de 18 de juoho do correte aooo.
Art. 48. E' permittido pagar-se a meia siza
dos escravos comprados em qualquer lempo an-
terior a dala da prsenle lei independonte de re-
validaco e multa, urna voz que os devedores
actuaos deteirapos i, o facam dentro do exerci-
cio de 1861 a 1862, os que nao o Qzerem ficarao
sujeitos a revalidagao e multa em dobro. sendo
um terco para o denunciante. A thesouraria fa-
r annunciar por edital nos primeiros 10 dias de
cada mez a presente dispoaicio.
E para constar ae maolou afflxar o presente e
publicar pelo Diarto..
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 8 de juho de 1861.
O secretario,
A. F. da Assumpgac.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que, no dia 20 do cor-
rente vai novamente a praga para ser arrematado
a quem mais dr, a renda dos predios abaivo de-
clarados pertencentes aopatrimanio dos orphaos :
Ra do .Sebo.
Casa terrea n. 12, por anno.......
Ra do Rozario.
Casa terrea o.14. por auno.......
Ra da Lapa.
Casa terrea n. 41, por anno........
Ra da Cacimba.
Casa terrea n. 61, por anno........
dem idem n. 66, por auno........
Ra dos Burgos.
Casa terea n. 68, por anno.........
dem idem 69, por aono...........
Ra da Seozala Velha.
Sobrado do dous audaro. n. 79 por
anno..........................._
dem idem n. 80, por anno........
Kua da Guia.
Casa terrea n. 83, por anno........
Idemdera'n. 84, por anno........
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 96, por aooo........
dem idem n. 98, por anuo.......
Ra da Madre de Deus.
Casa terrea o. 35, por anno........
Estrada de Paroamirim.
Sitio o. 1, por aono................
dem idem n. 2, por anao.......'..
Estrada da Mirueira.
Sitio o. 4. por anno................
Foroo da Cal.
Sitio n.5. por anno................
E para cooslar se mandou afflxar o
pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial
E mata aa nao conlioh* em dita despacha,
Hebi >or justificada ..*-. rt.ia.-i L.a ***:**".&&**
PJSM
pilla bote Si ata
a ausencia re Manoel Jos
C*valen1i
lacen o-,
*
tras Ing
o usUflcanle a*
W6I.Truljc
Leile e da FrancUeo de Paula
derley, qae rrriarbtpi em
f*((-aa
oa forma
gazetas do caatume e pag
cusas.
Recife 12 d dtzembw de
Aleocar Araripe.
Kniai* *e nio contipba en djta aenienc* eea
seu europrimento o escrlvo fez'passsr a peserr-
te pala qual-chanto, aito e bei per citsdo es re
endes supplicades paca e m tfrttriio pa pe-
ticao neata tranacript*. A preteote ser /afflxa-
da noa lugares do eostume e publicado pdla im-
preoM. > /
Dad o passado neaU cidade do Recife ae* 19
de dazembro de 1861Eu Maoeal Mari*' Rodri
gues do Nascimaoto. eserivao o subaer
Tristo de Alencor Araip.
tao Cysiaco da C. M.,
numero 93.
Criar ; para o
ifatA-ts com Cae-
no lado do Corpo Santo
Para o Porto.
- Sagua em poucos dia* a barca portugueza
Flor da maia, por ter parte do teu carregamen-
lo prompto ; quem quitar carregar on ir de *jm-
aagem, dirija-se ao cooaigoatario do metme em
aeu eaciiptorio da ra do Apollo n. 43, segundo
andar.
^eiara^oenJ
Consulado de Franca.
Em aesformidade eom e art. 7 da convenc
consular, concluida em 10 de dezembro de 1860.
entre o Brasil e a Franca, o cnsul da mesma
oacao faz publico que o subdito francez Gilie dit
Lame, Augusta Paul, fieter de pianos na fabri-
ca do Sr. Joo Vignes, falleceu hontem pelas 4
horas da tarde. Pernambueo 4 d fevereiro de
1862.
A Ihesouraria provincial compra para o col-
Iegio dos orpb&ns de Santa Thelreza de Olinda,
trinta colxes e igual numero de travesseiros,
para camas de ferro.
A quem convier fazer dita vendi compareca na
r corrente pahf
rta fechada,
inctal de Per-
O secretario,
tal
ial
ae faz pu-
mesma thesouraria no dia 13 do
meio dia, com *ua proposta em c
Secretaria da thesouraria pro'
oambuco, 3 de fevereiro de 1862
A. F. d'Annunciagao.
Consulado pro vio
Pela mesa do consulado provin
blico que os trinta dias uteis man ados para a co-
branca boceado cofre do 1. semestre do im-
posto de 20 por cento do consuno d'agurdente
lia Ja m-se no dia 6 do corrente.
Corre i o
Pela admioislracao do correio
faz publico, que nao se admiltir
alguma sem que esteja lacrada.
"
desta cidade se
seguro csrta
com o compe-
Rie de Janeiro
O TVierae e bem eonbeeido brigue nacional"
Damo pretende seguir cem muita brevidade,
tem parte deseo rarregameeto prompto ; para o
resto que lhe falta, trala-se eom os seus consig-
natario* Antonio L de 01ive*ra Azevedo 4 C,
no aeu eatriptorio ra da Cruz e.l,
LEIL40

DE
Rio de Janeiro
Pretende aeguir com muita brevidaira o patache
oaciooal Capoam, tem parle de ae carrega-
menlo prompto : para o resto que lhe falta, tra-
ta-aecom os aeu consignatarios Antooro Luiz de
OKveira Azevedo & C, no seu escriptorio ra da
Cruz n. I.
Cear e learac
No dia 8 de fevereiro o palhabote Sobralen-
se segu com'a carga que tiver a bordo ; para
carga e psssageiros, trata-se com Caetano Cyria-
co da C. M., no lado do Corpo Santo o. 23.
Para o Rio Grande do Sul
sahiri com toda a brevidade muito veleiro pa-
tacho nacional Arapehy,-recebe carga e escra-
voa a frete. para o que trala-se com Manoel Ig-
nacio da Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo,
escriptorio n. 19, ou com o cepita a bordo.
pelo meuos em
4e fevereiro de
ra fornecimento
iprar oaobjectoa
1603000
201J000
1829000
3(l000
122-5900
205ol)00
25|000
tVatno entrados no dia 4.
Terra Nova25 das brigue inglez Gitana, de
176- toneladas, capitao William A. Jackman,
equipagem 10, carga 2,767 barricas com baca-
lho ; Sauoders Brothers & C.
Hamburgo60 dias patacho hamburguez Colum-
bus, de 240 toneladas, capitao J. A. Dolleng,
equipagem 8, carga fazendaa e outros gneros;
Kalkman & C.
Marseille47 dias bsrea franceza Souvenr, de
240 toneladas, capitio Gibert, equipagem 11,
carga vinho e outros genero*; i Tisset Frere
&C.
Navio sahido no mesmo dia.
New Yotkbarca americana Adelina C. Adams,
capitio 11. Hemmeoguay, carga assucar.
Marseillebarca franceza Plwxbus Unun, capi-
tao J. Begean, carga assucar.
Canalbrigue norueguense Tree Frade, capitao
Vollttnan, carga assucar.
Portos do sulvapor brasileiro Paran, com-
mandante Joaquim de Paula Guedes Alcofo-
rado.
Navios entrados no dia 5.
Bahia13 dias, barca portugueza Esperanca, de
298 tonellad's, capitao Ignacio V. Fernandos,
equipagem 15, lastro de sal; a ordem.
Lisboa21 dias, brigue braaileiro Eugenia, de
272 tonelladas, capitao Manoel Ezequiel Mi-
geos, equipagem 13, carga vinho, aebolas e
outros gneros; a Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C.
Macelo e portos intermedios12 horas, vapor
vapor braaileiro Jaguaribe, commandante Ma-
noel Joaquim Lobato.
Granja e portos intermedios Vapor nacional
Persinunga, commandante Moura.
Observado.
Suspendeu do lamaro para o Rio de Janeiro
a barca hiooveriana Nienburg, capitao Teindt,
com a meama carga que trouxe de Liverpool.
650*000
650O00
162J000
1689006
157:' w
1:6219000
500$0O0
1209000
1129000
35^000
) publicar
tente sinete do uso do segurador
tres lugares viziveis.
Correio de Peroambuco t.
1862.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, pa
dq arsenal de guerra, tem de co
segqintes :
Para a fortaleza do Brutn.
40 arrobas de plvora grossa.
1,800 co vados de baetilha.
1 livro grande com 300 folhas de pagel pauta-
do, para registro das parles diarias'
Para provimeoto do armazem do arsenal de
. guerra. \
500 caadas de azeite de carrapaio.
96 libras de Go de algodao.
Para a^companhia de cavallaria.
75 mantas de algodao para aervirem de cherga.
Quem quizer vender taes objectoa aprsente
aa suas proposlas em carta fechada ha secretaria
do conselho, s 10 horas da manhaaTdo dia 10 do
correte mez. 1
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 3 de
fevereiro de 1862.
Bento Jos Lamenha Lins
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereita Lobo,
Coronel vogal secretario interino
consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico que os 30 dias uteis marcados para a co-
branza a bocea do, cofre dos imposto de 4 por
cento sobre os eslabelecimentos de fors da cida-
de. prensas de algodio, typographias cocheiras,
cavallarices de aluguel, holeis, bole/qnins, casas
de pasto e fabricas, de 8 por cento spbre os con-
sultorios mdicos eciturgicos, carinos e escrip-
torios, de 12 por cento sobre os eatapelecimentes
de eemmercH) m roSJO o > r.taihjo. armazeos
de recolher, de deposito e trapiches, de 50aOO
res sobre cssas de modas de buhar e tojas
que venderem chapeos e roupa feila eslraogei-
ra, de 1.0009 sobre casas bancarias.com emisso
e privilegios, de 500J sobre casas nanearas com
emisso e sem privilegios, de 300 sobre casas
bancarias sem emisso, companhus anooymas e
agencias, de 2C09sobra casas de cambio, de 500 rs
por tonellada das alvarengas e canoas emprega-
das no Iraco da carga e descarga, de 309 por
escravo empregado no servido das mesmas alva-
rengas, de 009 sobre eorretores! commerciaes,
Um escrat o.
Sextavfeira 7 do correte.
O aSenta Pinto lat leiiio a reqeettana m
1U S? ?* >lve. Menie. e po despacho Z
Illm. Sr. juiz de orphao.. de m escrar* mt
neme Manoel. y Mima rendir sem resr*T
de pseco. s 11 hora, j ,eiIB, meoow
em seu eacriptorio na rui da Cadeia o. S.
LEILO
A 7 do correte.
Rahe Schmettau C. farao leiiio por bter-
vengiev do agente Olrreira, e por conta a risa* dar
quem perteucer, de 292 caixaa de vela* de eoaa
posigo indas em estado impereo pe naviev
Solferine, cfaegado reeeotemenle do Marra ;
na mesma occaaio ser* vendida pera fechar a
conta, urna porco de deeedidaaeate o iilh
vinho champaoba, que lera rindo a este merca-
do, ma de pouca extraccio pelo mero facto d*
vir em caixas-de 25 garrama :
Sexta-feira 7
do corrate, ae-meio dta em ponto, no armezean
do cea d'Apollo e. 65, junta ao depMito>da>
sabao.
LEILAO
DE
OAS.
Porto.
Segu com brevidade para o indicado porto o
brigue portuguez Amalia Ib, de primeira classe:
para o reato da carga e passageiros, irati-se com
Cunha lrmioa 4 C, roa da Madre de Dos n. 3,
ou com o capitio na praca.
COIPANI HAILUJCm
DE
iMavegac&o costura a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte,
Macau do Assu', Aracaty, Cear
e Acraeu'.
O vapor Iguarass, commandante Vianna,
sahir para os portos do norte de sua escala al
o Acarac no dia 20 do corrente mez s 5 horas
da tarde.
Recebe carga at o dia 19 ao meio dia. En
commendas, passageiros e dinheiro a frele at
diada sahida s 2 hars: escriptorio ao Fort
do Mattos n. 1.
os, e flnalmen-
el e parlicu
1S
Horas.
z
I
S
! ifmospfcera.
se
e
Direcco;
'
Intensidade.
S
53 3
00
I Farhenhtit.



8
Centgrado.
-a
ce
<9
I Hygrometro,
i
Cisterna kydro-
netrica.
a
&
O
~J -l -4
e
. Francex.


8
8
8
3
ingles
o
2
33
de Per-
nambueo 3 de fevereiro de 1862 o secretario*
Antonio Ferreira da Aununciaco.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria pro-
vincial, em cumprimento da resolugao da junta
da fizenda, manda-fazer publico que no dia 20
do corrente vai novamente a pra$a o contrato do
imposto de 10 por % sobre a renda do* terrenos
oceupados com o planto do capim no municipio
do Recife, avaliado annualmente em 4*1209.
E para* constar se mandou afflxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Per-
nambueo, 3 de fevereiro de 18620 secretario,
A. F. d'Annunciacio.
O Illm. Sr.. inspector da Ihesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia do Io do correte, man-
da fazer publico, que a obra da coberta do Gym-
nasio Provincial, rai novamente a praca no dia
13 do corrente.
E para constar se mandou afflxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambueo, 3 de fevereiro de 186J.O secretario
A. F. d'Annunciacio. '
Faculdade de direito.
De ordem do Exm. Sr. director faeo publico
que at o dia 8 do corrente estario abortas aa ma-
triculas preparatorias, e se poderio effectuar ia-
dependente de despacho. Deata data em diante
at o Im de marco o alumno qne quher matri-
cularle deveri justificar parante o Exm. Sr. di-
rector o* motivos que o retardaran* naquella ac-
to, e s com permisso sua seri admetlido, de
cooformidade com o* artigas 9 e 10 da regala-
ment das aula* preparatorias.
Secretaria da Faculdade 1." de fevereiro de
1862.-0 secretario,
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
0 Dr. Tristao de Alencar Araripe, oficial da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito espe-
cial da commercio desta cidade do Recife de
Pernambueo por S. M. I e C. etc.
[ Fago saber que por parte de Franciao Joao de
Birro* foi dirigida ao mea antecessor a Delicia-
do theor seguinte :
Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz do commercio.Diz
Francisco Joio de Barros e negociante deata ci-
dadei qee havendo proposto por este juno Reen-
vi Manoel Marta, aceio de lettra contra Fran-
cisco de Paula Cavalcanti Wanderley, MsQoel
Jos Leile e outros, acontece que nio pederm
ser citados o* dous primeiros lupplicados por
nio serena encentrado* nest* cidade, aen4o que
tambem nio podem aer citados por precaioria
porque se nio sabe onde esto, nem onde sao
domiciliados neste termos, quer o supplieanle
justificara ausencia delles efim de aereas citados
por certa de editos no prazo da lei, recaer por
isso a V. Exc. que admita a sua jusllsacao aeo-
do jolgada por senlenca passando depois a com-
petente carta edilal para aerean o* enpplcado*
citados pan a dita aegio e aua execu(io al real
embolso do**upplicante, sendo s cilacio feila
com o prazo da lei.Pede a V. Exc. que aasim
lhe detira. .Espara receber merc, Procurador
Rodolpho Joio Barata de Almeida.
E mais ae nio cootinha em dra petcio a
1 qual estar o seguinte despacho:
' Deferido.-aecife 23 da julho da. 1861.-AMU.
de 509 sobre eorretores de escrav
te o imposto sobre carros de alug
lares de 2 e 4 rodas, carrocas. vejhiculosd6 con-
dumio e mnibus se principian! a contar do dia
16 de Janeiro correte.
Mesa do-consulado provincial "re Pernambueo
15 de Janeiro de 1862.
T M. F. Pereii a da Silva.
Pelo junado de paz do 1.* listricto da fre-
guezia da Boa-Vista se faz consta que as audi-
encias do mesmo juinterio lugir as qoartas-
Jia, na roa da
juiz de
feiras e sabbdos, as 10 horaa de
Aurora n. S6, residencia do respectivo
daz.Gustavo Jos do Reg.
Para a Bahia segu o palhabote Santo Amaro
para alguma pouca carga que lhe falta trata-se
com seu consignatario Francisco L. O. Azevedo,
na ra da Madre de Deus n. 12.
Para Lisboa
sahir com toda a brevidade o brigue portuguez
Constante, capitao Augusto Culos dos Res,
visto ter prompta a maior parte do seu carrega-
meuiu ; para o restante e passageiros, para oa
quaes tem excedentes accommodaedes, irata-se
com Manoel Ignacio de Oltvalra & Filho, largo do
Corpo Santo, no eacriptorio, ou com o capitio na
praga do commercio.
Para o Rio Grande do Sul pretende sahir
com brevidade o patacho Gaarany, para-onde
recebe carga a frete, como escraves: quem no
mesme quizer carregar pode entender-se com os
consignatarios Amorim Irmaos, ra da Crtz nu-
mero 3.
Daoiel Kilman, capitao do patscho ameri-
cano cAlpine, arribado a este porto por forca
maior, precisa tomar sobre risco martimo cerca
de 6:0005000 para occorrer as desnezas do dito
navio : os pretendentes queiraoj dingir ss suas
propostas em cartas fechadas ao consulado ame-
ricano, na ra do Trapiche n. 8, segundo andar.
Lisboa.
O brigue portuguez Bella Figueirense, capi-
tio Jos Ferreira Lesas, sahiri com brevidade
por lera maior parle de seu carregamento prom-
pto : para carga e passageiros, para os auaes
tem excedentes commodos : trala-se com F. S
Rabello & Filho, largo da Assembla n. 12,
Almeida Gomas, Altes & C. tirio leiiio
iotarrencio do agente Pestaa e por conta ras-
co de quem perlencer de 50 calzas com excet-
lentes sebolas muito njvss, por lerem desem-
barcado hontem ese vendetao em um ou atain
lotes; hoje 6 do correte pelas 10 horas da mi.
nhaa no armazem do Sr. Aunes defronte da al-
faudega.
Avisoa T^rsos.
LOTIKI
Tertja-feira 18 do corrente, andarn
tmpreterivelmente as roda* da ultima
parte da nona e primeira da dcima
lotera da matriz da Boa-Vista dota
cidade, no consistorio da igreja de Nossa
Senhora do Rosario de S. Antonio.
Os bilhetes, meios equartos achata-
se a venda na thesouraria das lotera*,
ra do Crespo n. 15 e as casas com-
missionadas. Os premios serao pafjoa
a entrega das listas.
O tliesoureirr,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Perdeu-se o billiete inteiro n.
2128 da quarta parte da primeira lote-
ra concedida a beneficio do gymnaso
provincial, cujas rodas devem" correr
hoje, por isso previne-se ao Sr. theaou-
reiro das loteras e mais ? ndedores de
bilhetes de nao pagaiem, se acaso fiar
-premiado, se nio ao abaixo assignado.
Recife 5 de fevereiro de 1862.
Miguel de Figueira.
Precisase fallar ao Sr. llermo-
genes de Gusmao, que mora as Cinco
Pontas, ou na ra Augusta : nesta typo-
graphia.
A t sos martimos
Para o Port
segee al o dia 13 de fevereiro o 1 brigue portu-
guez aAmalia 1 por ter j seu carregamento
prompto; para passageiros, trata-ie com Cunha
Irmio & C, ra da Madre de Dos n. 3.
Para a ilha ^le S.
Miguel
sahe com a maior brevidade possivel o patacho
portuguez cLima ; para o resto da carga e pas-
ssgeiros, trata-se cora os seus consignatarios Joio
do Reg Lima & Irmio.
Batatas
a 1J500 rs. o gigo : oo
ruadss Cruzes o. 36.
largo do Carmo n.9*>
L^iloes.
COMPANHIAJRSLEIRA
E esperado dos porto* do aul al o dia 12
do corrate, o vapor Tocantins, commandante,
o primeiro lenle Pedro Hyppolito Duarte, o
qual depois da demora do cosiume seguiri para
os portos do nocla
Desde j recebera-se passageiros a engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qual dereri
ser embarcada no dia de ana chegada, ancom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sabida s
3 horaa da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Aotocio| Luiz) de Oliveira Azevedo
Para o Porto e Osboa.
O veleiro e bem conhacido patacho nacional
Btbsribe, pretende aeguir coa muita brevidade
para ea dous portes cima, tem parta da aea car-
regamento a borde, para o reato que lhe (alia o
passageiros pata es quaes tem excelente* com-
modos trala-se com os 'ten* consigoslarios An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C no seu es-
criptorio ra da Cruz a. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro,
segu com brevidade o palhabote tPiaaadaa, ca-
pitio Jos Marques Vianna ; par cari
geiros, trata-ae com CaaUna C da "
Irmio, oo lado do Corpo Santo a'
LEILAO
Quinta-feira 6 do corrente
Para os sentares taberneiros.
0 dono do estabeleciment do bazar
pernambucano da ra do Imperador n
6, far leilao por mtervencao do agente
Costa Garralho, de tudo quanto existe
no seu estabebelecimento consistido
em urna porcao de ferro para navios,
barricas com ser veja, marasquino, cai-
xas com licor, e outros muitos objectos,
que estaro patentes no acto do leilao.
Connuaclo do leilao
DE
FAZENDAS
r- Precisa-*e de um criido para o servico d
um caf, que d fiador a sua conducta, prpfere-
se que seja portuguez : na ra do Trapiche n.
12. hotel da Europa.
SYS TE MA IED1C0 HODKLLOWAT
PILLAS HOLLWOTA.
Este inestiraavel especifico, compdsto inteira-
mente de hervas medicinaes, nao contm naarca
rio nem alguma outra substancia delectaria. Be-
nigno mais toara infancia, a a completes sm$m
delicada, igualmente prompto e seguro para
desaneigar o mal na compleicao mais robusta ;
enleiramenle innocente em suas operronse ef-
feilos; pois busca e remove as doan^as de qnal-
quer especie e grao por mais antigs a
qu? sejam.
Entre milhares de pessoas curadas
remedio, muitas que j estavam s peras da
morte, preservando em seu uso conseguirn
recobrar a saude e lonjas, depois de baver anta
do inultimenle lodos os outros remedian.
As mais afilelas nao devem entregar-eea des
esperago; fagam um competente aosaio dea
eficazes effeitos desta assombrosa medicina,
prestes recoperaro o beneficio da ende.
Nao se perca tempo em tomar asta rentad*
para qualquer das seguales enfermidades:

Na ra do Cabug n. 8
Sexta-feira 7 do corrente.
Costa Carvalho, continua neste dia as
11 horas em ponto, a vender o resto da
fazendas existentes na mesma loja, en-
tregando tudo ao correr do marteo,
havendo tambem fazendas muito pro-
prias para quaresma.
LEILAO
A 6 do corrate.
Isidoro. Helliday & C, farlo leiiio por inter-
vaaele do agedte Oliveira, de grande varledada
de fazendas inglesa* de linho e da algodio a da
lis, inclusive militas canas de varias denomina-
coes, todas propria* do mercado:
Qulnta-feira 6
[do- corrento, ia 10 horaa da aia, *m sao ar-
mazem, na ra* em Grux do Recite.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A m polas.
Areias ( mal de).
Asthraa.
Clicas.
Convulses.
DebiliJade ou exlenua-
cio.
Debirrdade ou falta de
forjas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
detiarriga.
aos ros.
Dureza do ven ira.
Enfermidade no venlre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Encbaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosa.
Febre iniermilente.
QVendem-se estas pilulas no
geral de Londres n. 224, Sirand, aa
da todos os boticarios droguista a oulraa ees
enearragadas de aua venda esa teda a Asa
de Sul, Ha vana e Hespanha.
Veudem-se as bocetinkaa a aat JaW(
urna dallas contera
goec para explicar e asedo den
lulas.
0 deposita geaal ea casa de Sr. I
pharraaeetuiao, aa ra da Cnu a. St al
nanbaeo.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hyjropesia.
Ictericia.
Indigeswes.
Infla mmacoes.
Irregularidades de
memiruaco.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Abstraeeio do
Phiysica on
cae pulsaonar.
Retancio de onri
Rheumalismo.
Sympioma secnt
Tnsaeras.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)




OUJUG ME
O QUMTA JlUtA 6 DE FETERBIRO DE 1862
ns:
miaa
160
Para as provincias de Pernambuco, Parahiba, Rio
Grande do Norte, Cear e Alsgoas, a saber:
Folhinha de porta, contendo o kalendario, pocas geraes, nacionaet, das
de galla, tabella de salva, noticiis planetarias, eclipses, partidas
de correiot, audiencias, e resumo de chronologia, a reis .
Folhinha de algibeira e variedade, a. qual contm todas as materias das
de porta e mais tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma-
res, casa e familia imperial, nomes e titulos dos chefes dos
priocipaes estados do mundo, tabella da arrecadacio do sello,
dita do porte das cartas, partida dos paquetes brasileiros e euro-
peus, tabella dos impostos geraes, provinciaes. e municipaes, re-
gulfimentos de incendios, e entrudo, e algumas pusturas munici-
paes, artigos sobre agricultura, economas, modo de fabricar gelo,
progaostico do (ira do mundo, collecao de remedios, a res. .
Dita religiosa, contendo todas as materias das de porta, e mais tabellas do
nascimento, e ocaso do sol, das mares, casa e familia imperial,
nomes e titulos dos chefes dos principaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadacao do sello, dita do porte das cartas, partida dos
paquetes brazileiros e europeus, tabella dos impostos geraes, pro-
vinciaes, e municipaes, jregulamentos de incendios, e entrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trezenario e mais oracoes de S. Fran-
cisco de Paula, colleccao de oracoes para todos os estados da vida,
. e novena da Sen hora Sant'Anna, a ris........
Dita com almanak, contendo o kalendario, pocas, noticias planetarias,
partidas dos correios, tabellas de imposto, etc. etc. e o almanak
cevil, judiciario, administrativo, agrcola, commercial, e indus-
trial, desta provincia, a ris. ,.....1,8000
320
320
4PPR0VAJI0 E AlTORISACiO
DA
6G)eica m&mwi ii mmmm
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
GttftPM MEMCltMES
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para
serem applicadas s partea affectadas
em resguardo nem incommodo
Com estas Chapas-electro-magneticas-epispasticas obtem-se urna cura radical e in-
fallivelem lodos os casos de inflammacao ( cansado ou falta de respirando ), sejam internas ou
externas.como do Ogado, bofes, estomago, bago, rins, tero, peito, palpitaco de cora$ao, gar-
ganta, olhos, erysipela, rheumatismo, paralysia e todas as affeccoes nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as differentes especies de tumores, como lobinhos escrfulas etc., seja qual fr o seu
tamafiliQ e profundeza por meio da suppura^o sero radicalmente extirpados.
O uso deltas aconselhado e receitadas por habis e distincios facultativos, sna efficaia o-
contestavel, e as innmeras curas oblidas o fazem merecer e conservar a confianca do publico
que j tem a honra de merecer, depoisde 24 annos de existencia e de pratica.
As encoromendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de fazer as necesarias explicacoes, se as chapas sao para horaem, senhora ou enanca, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na cabeca, pescoco, braco coxa, perna, p, ou tronco
do corpo, declarando a cicumfereucia: e sendo nchaces, feridas ou ulceras, o molde do seu
tamaito em um pedaco de papel e a declaraco onde existem, afim de que as chapas seio da
torma da parte affectada e para serem bem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas sero acompanhadas das competentes explicaces e tambera de todos os acces-
orios para a collocacSo dellas.
Consulta as pessoae que o dignarem honrar com a sua confianja, em seu esariptorio, que
se achara aberto todos os dias, sem excepto, das 9 horas da manha s 2 da tarde.
||9 Ra do Parto ||<)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
i FERREIRA MLLELA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cabug n. i 8, i. andar.
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por ambrotypo, por melainotypo, so-
bre panno encerado, aobre talco, especiaos para
pnleeiras, alfinetea ou canoletat. Na mesma
Casa existe um completo e abundante aortimento
da artefactos frsncezes a americanos para a col-
locadio dos retratos. Ha tambero para aste mes-
mo ano cassoletaa e delicados alfloetes de ouro
de lei; retratos em photographia daa principaea
personageos da Europa ; stereoscopos e vistas
stereoscopicas, assimcomo vidros para ambrotyp
cbimicaa pbotograpbicas.
Precisa-se de um homem com
capacidade e intelligencia, para enfer-
meiro am de ir para um engenho
distante 5 leguas d'aqui : quem estiver
nestas circumstaocias, procure o Dr.
Lcbo Moscozo na ra da Gloria n. 3,
para tratar do ajuste.
Os Srs. abaixo assigndos lao
rogados a comparecer a toja n. 2 B, da
ra do Crespo
Jos Florencio de Oliveira e Silva.
Lucio Al ves de Oliveira e Silva.
Henrique da Fonceca Coutinbo.
Manoel Jeronymo de Albuquerque.
Per
legal de so-
ile
Aviso.
Para as encommendas ou informac,5es dirijam-se a
ra do Qbeimado n. 15.
MMII0C
pharmacia de JosAlexandre Bibeiro,
ELIXIR DE SALDE
^-.-
itrolactato de ferro
ttftta* devo^iio n* botica dj Joaquim MarliuVio
da Cruz Crrela., ra do Cabug u. II,
em Peruambueo.
0 Dr. H. Thermes (de Chalis) anligo pharmaceuticolapresenta boje urna ora prepsracao
de ferrocorn o nome de elixir de citro-lactato de ferro. fu
..i^arecerA au Public? um lux. emprenar-se um mesmo medicamento debaixo de formulas lio
variadas, maso homem da aciencia comprehende a necessidade e Importancia de urna tal
G6Q6.
varie-
~...-aJ? ? obJecto de muila importancia em therapeutica ; um progresso immenso.
quMdo ella, maniendo a esseocia do medicamentoso torna agradavel, fcil e possivel para todas ai
Idades para todos os paladares e para lodos os temperamentos.
Das numerosas prepiraces de ferro at boje coohecidas neohuma rene tao bellas qualida-
lactacto de ferro. A seu sabor agradavel, rene o tomar-se em urna pe-
des como
quena dose, e ser de urna prompla e fcil dissocao'n'o" Vmago7drmod"o"qire" comple^men^
assimilado;oo oao produzr por causa da lactina, que cootem em sua compoeicao, a'conslipacao de
'entre requentemenle provocada pelas outras preparacoes lerroginosas.
Estas novas qualidades em nada alterara a sciencia medicamentosas do ferro, que sendo urna
susiaocia daqoal o medico se nao pode dispeusaa em sua clnica, de iocomparavel utilidade
qualquer formula que lhe d propiedades taes, que o pratico possa prescrever sem receio. E" o
m2223?. Pharma.ceulico Thermes com a prepsraCo do citro-lactacto de ferro. Assim este
fu hT T 4Rr"Dei.r0.lu8 entre as numerosas preparares ferroginosas, com o
' ".SX'A6 m.u'1,0.med,.co? distinctos que o tem eosaiado. Tem sido em pregado como im-
Vai se praceder judicialmente contra
todos os devedores do patrimonio da
irmandsde de Nossa Senhora da Boa-
Viagem, o estado deploravel da igreja,
e a indifFerenca dos devedores, a tanto
obrga a mesa regedora.
Precisa-se de um caixei-
ro para a pactara da ra da
Solidade, que fica defronte do
camiuho novo : a pessoa que
se propozer, dirija-se a mes
ma padaria, a tratar com o Sr.
Joo Pinches.
Furtaram na noile de sexta-feira para eab-
bado, 1.* do correte, da gaveta de um lavatorio,
na casa n. 28da ra da Assumpco, um relogi
de prals doorada, patente suisso, e meio chrooo-
metro, trabalhsndo sobre 15 pedras, preso a um
trtocelim de ouro com dous paseadores, tendo
cada um desses paseadores duss pedras, u'um as
pedras sao urna verde e outra encarnada, e n'ou-
tro sao ambas encarnadas, tendo pregado neste
ultimo psssador um gancho enma chave de mo-
la das chamadas de bslao;o, igoora-se o numero
do relogio, sendo que o trancelim com o gancho
chave poderi ter de 20 a 22 oilavas ; presme-
se que estes objectos foram subtrahtdos por sl-
guem que, entrando surrateirameBte bocea da
noite, ienha dormido escondido em algum tugar,
para depois poder a seu salvo commetier o de-
licio, por isso que amaohecer a janella da casa
aberto, quando tioha sido fechada ao recolher da
familia: roga-se a quaesquer pessoas cujoco-
nhecimento chegue a noticia da pessoa ou lugar
onde possam-se encontrar ditos objectos, com-
mnniquem-o ao abaixo assigoado, ou polica, a
cujos agentes se pede toda a solicitude oa deseo-
berta desse furto e daquelle queoperpetrou.
Honorato Antonio Coelho.
No dia 2 do crrante a noile, ua festa de Nossa
Senhora da Saude, no Poco, ao eolrar-ae por
urna das portas lateraes da igreja perdeu-se urna
carteira contendo em dinheiro 209, pouco mais
ou menos, e cinco letras aceitas por diversos j
vencidas, sendo das quaotias seguintes : 370S410
2088235. 160, 374 e 1:500 e tantos milis!
roga-se, pois, a quem tiver achado a mencionada
carteira, ficando com o dioheiro, restitui-la com
as letras e outros papis que a mesma coolinha.l
podendo ser entregue no P050 em casa de Joo
Joaquina Alves, defronte do muro do sitio em
que mora o Sr. Manoel Igoacio de Oliveira Lobo,
ou no Recife na ra da Senzals Velha n. 140*
primeiro andar.
AGITADOR DYXAIICO
DO DOL'TOR
I.'
Para a preparacd dos medica-
mentos homeopatli icos.
_ Os medicamentos preparados por esta machina
sao os nicos, rom que se podem contar no cu-
rativo das molestias perigosas. E como seja o
CHOLERA MORBUS urna d'aquellas que nao
admittem deloogas e experiencias, cumpre pre-
ferir esses medicamentos a outros quaesquer, se
quizerem tirar da homeopathia os vantajosos re-
sultados que ella assegura.
Acham-se a venda carleiras e meiis carteiras
especiaes contra o cholera, acompaohadas das
competentes insiruccoes, pelos precos conheci-
dos, na pharmacia especial homeopathica, ra
de Santo Amaro (Mundo Novo) n. 6.
Ni B. Os horneas de bom senso recoohecem
cortamente que sendo o Dr. Sabino a foole pura,
d'oodeemanou a homeopathia em Pernambuco
e em todo o norte, elle o nico immediala-
mente intereisado no seu crdito e do seu pro-
gresso, e por cooseguinte tao somente nelle
que se pode encontrar garantas, quer em
Monte Pi populai
lambucano.
Por oto ter comparecido numero
eioa, nio tem podido realisar-se a eleujio do con-
selho administrativo deste Monte Pi dos domin-
gos psssados, 86 de Janeiro e 2 de fevereiro deste
auno. Em consequeoci*. pois, e de ordem do
Illm. Sr. director, convido aos seob >res socios
em dia a comparecerem a sesso que pela tercei-
ra ve convocada para domingo 9 dp correte
certos de que a elaico se fari eom o umiro de'
socios que comparecerem at mel dia. de ac-
cordo com o disposto na segunda parte do srt.
20 dos estatutos.
Secretaria do Monte Pi Popular Pe rnambuca-
no 3 de fevereiro de 1861.
Bemjsmin do Carmo Lopes.
1/ secretario.
Precisa-se de um pequeo de 2 annos de
idade para caixeiro de taberna : nafrua da Lin-
go eta n. 1.
= Aluga-se urna casa terrea com commodos
para pequea familia, com quintal murado e pre-
go de 12g mensaea : na nova ra dojgazometro :
a tratar com o Sr. Valenca no mesmo lugar.
O Silva do pateo do Carmo precisa com ur-
gencia fallar aoSr. Dr. Joo Baptisla do Amaral
Mello.
Precisa -se alugar urna preta
saiba coziohar e engommar bem, rj
de pouca familia : quem tirer, dir ja-se
da Victoria, na ra do Queimado o .75.
Aluga-se, venda-se oa permua-so por urna
casa terrea nesta cidade um bom s lio com casa,
no lugar da Varzea, conhecido pela sitio da Cruz,
que foi do psdre Jos Simes : a t atar no becco
de S. Pedro n. 8.
captiva que
(jara urna casa
lo ja
O bacharel Witruyio
de ser procurado na
Nova n. 23,sobrado d
quina que Tolta par
camboad Carmo.
:
I

99*#
Nova fabrica de chapeos
de sol, na ma Direita
numero 77.
Neste estabelecimeuto se compjram armares
de chapeos de sol j usados, sssia como concer-
tam-se e cobrem-se tanto de sedi como de psn-
no por muito menos prego do que m outra qual-
quer fabrica, aflancando-se a segbranca e per-
feicSode qualquer trabalho feito no mesmo.
GRANDE DEPOSITO
DE
LOttOA DA FABRICA
Barbaliio (Cabo.)
41-RUA DO IMPERADORA.
deseiar de bSr h!4 !? ,if,Bda WDM,d de louca todaa
tSStibU^eM^^^tJl!?0lS5^f1i*tar, Ppriedae de conserv.r ,
sempre tria, como sejam jarras, resfriadores, murioguea, quarlinbas, garrafas, copos para
De obras \ idradas.
II".".008-'".8.?!^"'.0.0/8. l'h". Iguid.rea de todos os t.manhos,
agua etc.
k s-uSsr=; =wa Ksssurra^
O proprietario desta fabrica a primeira deste genero entre nos e
publico animacaoe concurrencia e par. conaeguiresae flm vende su. fo
at aqui se venda nesta cidade.
era obter do reapeiUvel
ouga mala baraU do aas
Aproropta qualquer factura para exportar, alm dos precos commodos porque venda al in
?or cento P,r,qUen,Cmpr" de 10 P"* Cm" 6 dem 5^3-35 &."
Qualquer eocommeoda pode ser entregue no deposito da fabrica ra do Imperador o. 41.
ARMAZEM
ROUPAFHfPA
Joaqnim F. dos Santos.
iO-Bua Su Qucimilo-M
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre nm sorlimento oompleto de roupa feila de
todas as qualidadea e tambem se manda executar por medida Tontada dos fresna-
les para o que tem um doa malhorea protoasores.
Casacas
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
Retratos de -
Retratos de
Retratos de
Retratos de
Hawleyotypo
Hwleyolypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
novo
DOTO
novo
novo
nova
nova
nova
nova
nova
gosto
gusto
gosto
gosto
HivenQu
* invengo
inveocao
invenco
inveogo
ue panno preto a 40$,
35f e
Sobrecasacosda dito dito a 35$ e
Paletots de panno preto e de co-
res a 359, 309, 259.109.189 e
Ditos decasemira de cores a 229.
155.12. 79 e
Ditos de alpaca preta golls de
velludo fraacezas a
Ditos de meriu setim prelos e
de cores a 9f a
Ditos de alpaca de cores a 59 e
Ditos de alpaca preta a 99,79,59 e
Ditos de brim de cores a 54,
49500, 49 e r
Ditos de bramante delinho b an-
co a 69, 5 jt e
Ditos de merino de cordio preto
a 159 e
Calcas de casemira preta ede co-
rea a 119, 109, 9$, 79 e
Ditas de princeza e merino de
cordio prato a 59, 69500 e
Ditas de brim branco e de cores a
59. 49500 e
Calen de ganga da cores a
Collele de velludo preto e de co-
res Usse bordados a 129,99 e
Ditoa de casemira preta e da co-
res lisos e bordados a 69,
59500,59
Ditos de setim preto 59000
309000 Ditos de seda e setim branco a 6 e 5*000
309000 Ditos de gorguro de seda pretos
e do cores a 79, 69, 49 a 59OOO
209000 Ditos de brim e fustao branco a
31500. 29500 a 39OOO
99000 Stroulas da brim delinho a 29 e 29200
Ditas de algodo a I96OO e l#-280
109000 Camisas de peito defustio branco
ede cores a 29400 a 2M00
82000 Ditas de paito delinho a 59, 49 a 3M0O
39500 Ditaa de madapolo brancas e da
3S500 cores a 39. 29500, 29 a if600
Chapeos pretos de massa frsnceza
39500 forma da ultima moda a 109,
85500 e 79OOO
49000 Ditos de fellro a 69, 59, 49 e 29OOO
Ditos de sol de seda ioglezes a
88000 francezea a 141,1*9. lt| e 79000
Colarinbos de linbo muito fines
69OOO novosfeitios da ultima moda a 9800
Dos de algodo 9500
49500 Relogioa de ouro patente e hori-
28500 Ditos do piala galvanisados ps-
3(000 tente e horizontaea a so 30|oou
Obras de ouro, aderecoa a meios
89000 aderemos, pulceiras, rsalas a
sneis a y
Toalhas de linho duzia 10|, 69 a 91000
3J500 Ditas grandes para mesa urna 39 e 4900oZ
menso proveito as molestias de languidez ( calorse"pallidis corea ) na debilidadsubsecuente .. q-U6 i* PT ""rwrantias, quer em rea-
1 aa ar.na tunnahmtidn mi o^^.h.. _.i..i-_j:___ _<_. *, -------- v.UB
cuiqs.use \SRzssarss:ou ?ictado rf*^"*^
curfaes 8yphUl,lca> e"essos venreos, onanismo e uso prolongado das precau5oes mer-
medicoEtem dee.n|ean?'aft S!f ""1 ^uenles sendo. f P""cpal aubslancla de que o
"eSnheciSento d.C Lm.nfn '5 de.ela!;' 8U.l0r do citr-leta'o ferro merece louvores e o
do ferro humanidade. por ter descoberto urna formula pela qual se poda sem receio
Consultorio medicocirurgico
*.i -IU3.\;Y GLORIA CASA BO FVND AO-3
Consulta por ambos os syslemas,
& marido com i II^ome',COaV"ib" UBU MBta M8"d P* Lobo^osaez. e em p?-
medio/sS ^mmTi^nM^Iu^^S^^ I0**0 P il**?\ de aC0Dl e Cadena, re-
edico. aopathas j^XS^^SS?*** *
us medicamentos avuiaoa
condecidas que os mascos Srs.
oronrielarin rtiV!lf elario deste esUbelecimeoto annuncia a seua clientes e amis
a 19 o vidro.
snfflcientes para recebar': ltolZ^amma* 5eu4 C'ienie,' e *Ug0' qM, tem n*doi
~~i. .ffi..H------*! de um e outro sexo doentes ou que pxecisem de algasia
o disvelo e promptidao, como sabem todas
operacao. affiancando que sero tratados com todo
aquellas que i tem do escures oa easa o annunc
en. paraTp^mpWesU^ salgado, sio ouU.s Unta, ranU-
nao em casa pessoa com quem se podarlo en-
Na pharmacia do Or. Sabino trabalham cons-
tantemente debaixo de sues vistas immediatas,
nos lempos ordinarios, dous empregados (um
brasileiro e outro francs quem paga ordena-
dos ventajosos), os quaes sao ajudidos por mais
tres ou cineo pessoas, quando o servico o exige,
na deslillacao do espirito de vinho e d'agua, no
manejo das machinas, na desecagao dos globu-
losas dislribuico das diluyes etc., etc.
E evidente que para o Dr. Sabino exercer a
homeopalhia, como geralmente a exercero, e
preparar medicamentos como por ahi preparara,
nem eram precisas tantas despezas com o pes-
soal.com machinas e com a obteusao das subs-
tancias as mais puras possiveis, e nem tanta vi-
gilancia e trabalho na preparado doa medica-
mentos ; mas elle nao se contenta com o bem,
que j tem feito, dando homeopathia a popu-
ttridade de que goza : elle quer eleva-la ao
mator grao de perfeico dando aoaseus remedios
a maior nfallibilidaue possivel em seus erTeitos
u ur. sabino nao aspira somente os gozos ma-
teriaes da vida ; elle se desvanece em ler nos li-
lT^Jugelr-0\q.u,! tvaPr"paganda em Per-
nambuco)fot tao brxlhante que nao tem na Eu-
TfiSStZ^&SitSl (J0RNAL DE MEDICI-
NA HOMEOPATHICA DE PARS, tomo 4.", pa-
gina 691 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HOMEO-
fAiHlA, por Granier, pagina 102); mas a sua
ambicao muito mais elevada : ella se dirige a
legar as geraces futuras um nome estimavel
pe a grtvidade e importancia dos seus servicos,
pela sioceridade.de suas conviegoes, e
Presos baixado para pouco
tempo.
Pregos baixado para pouco tempo
Precos baixado para pouco tempo
Precos baixado para pouco tempo
Precos baixado para pouco tempo
3^000 5^000 1O000 20#000
3JO0O 59000 IO9OOO 20900
39000 59000 IO9OOO 209000
39OOO 59000 10/000 2O9004
39OOO 58000 109000 2O9OOO
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Explendido qfladros dourados
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Vende-se machinas para re-
tratos.
?;*
Vende-se mach as para retratos
Vende-se machi as para retratos
Vende-se mach as para retratos
Vende-se machinas para retratos
Caixas de lindos gostos
Caixaa de lindos gosios
Caixas de lindos gostos
Caixaa de ltndos gostos
Caixas de lindos gostos
Todos venhain ver
Todos veoham ver
Todos venham ver
Todos venham ver
Todos venham ver
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprios
Para tirar retratos
Para tirar retratos
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
A. W. Orborne retratista americano
Rui do Imperador
Ra do Imperador.
i
t/
<^>
pea Ar-
para isso
leader na ra da Gloria n. 8 casi io Pando.
Di. Lobo Moseoxo.
meza do sea carcter.E' por
que elle trabalha; e trabalba muito...
O Or. Sabino procura e deaea a estima dos
homens sensatos; aos zoilosdeixa elle a liber-
dsoe de morde-lo a sua vontade.
B. Dupral previne o corpo commercial des-
ta praga, que desde o dia 1. de Janeiro do cor-
rente ansio deixou de fazer parle da firma Ra-
mos, Duprst & C
i**
m 3Jlua estreita do Rosario3
:
S
s
:
Francisco Pinto Ozorio continua a col-
locar dentes artificiaos tanto por meio de
molas como pela pressio do ar, nao re-
ta) cebe paga aiguma sem que as obras nao
fiquem a vontade de seusdonos, tem pos #
outras prepsraces as maja acreditadas
para conservaeso da bocea: 2

Isp@eial hOmeoiieithieo
Ra das Cruzes n. 30.
Neste consultorio pode ser procurado o respectivo proprietario qualquer hora, havendo
ahi sempre grande sorlimento dos verdadeiros medicamentos homeopalhicos, preparados em Pa-
rs (as tinturas) por Catellan e Weber os mais acreditados pharmaceulicos do universo como
preparadores de remedios de homeopalhia.
O proprietario deste consultorio nio pretende, todava, que sejam os seus medicamentos
infalliveis, porque nada ha infallivel em fados humanos; nem tao pouco superiores- aos que por
ahi se preconisam, porque certo que o que nos fazemos, outro o pode egualmente fazer lao bem
senao rnelhor. Mas afianca que nelle nao ha traGcancis, e que o servico da ireparacao corra
pele mesmo proprietario, que nao tendo grandes commercio de carteiras, ecba se suficiente psra
satisfazer s necessidades daquella preparago.
Reste consultorio acham-se venda elementos da homeopathia, acommodados indiligencia
de qualquer pessoa ; assim como presla-se gratuitamente o seu proprietario, com seus esforcos e
medicamentos, todas as pessoas necessitadas, sem distinegao alguma, que o proeurem, pois
que o seu maior prazer ser til humanidade soffredora.
Curso de geometra.
A abertura do curso particular desta facaldade
annunciada para o dia 4 do correte, fica trans-
ferida para 15 impreterivelmente, se houver nu-
mero suflicienie de alumnos ; os seohores estu-
dsntes que quizerem frequenta-lo, dirijam-se
ra Direita n. 74 ateo dia 14 para serem matri-
culados.
Aluga-se um grande terrano em Santo
Amaro, proprio para carroceiro por ser planta-
do de capim : a tratar na ina do Amorim n. 39,
segundo andar, entrada pela ra da Moeda.
Manoel Alves Guerra saca sobre o Rio de
Janeiro.
Hontem 3 do correle perdeu-se ds ra
do Crespo a rus da Palma, urna carteira de vel-
ludo escuro bordsdo a froco de cores, contendo
em dinhelro 529 sendo 40$ em notas de 59 e
109 nota do banco e urna de 24, e 15 lettras
sceita por diversos sendo 13 da cidade de Ala-
goas e 2 deila praca aendo das quaotias seguin-
tes : 1 :S00, 1:00OI, 6009, 510$, 1929, 759500,
4389. 939, (6241720) 9359, 3149510, 3228400,
3839280, 2068900, 120$ e urna conta do Sr. Luiz
Borges de Siqueira da qu.ntia de 45jJ300, im-
portancia de massames comprados ao mesmo se-
nbor, coja conta est paga : quem athar a dita
carteira querenlo restitui-la pode levar ao Sr.
Hermino Perreira da Silva junio a igreja do Ro-
sario ou entao ra Nova n. 44, terceiro andar,
que ser generosamente recompensado pelo abai-
xo assigoado.
Jos Lopes Machado.
Na raa Nova n. 52, primeiro andar, preci-
aa-ae de urna ama para o servico interno de urna
pequea familia.
0 Sr. Vicente Camargo queira dizer onde
e a que horaa poda fallar para ultimtum de nego-
cio da. seu ministerio, visto que nio pode ser en-
contrado nem mesmo no seu escriptorio di ra
daCadeia a hora alfana.
Na pharmacia de Borges & Soarca, praca da
Boa-Vista n. 24, esquina da raa do Tambi, vea-
de-se a imcomparavel iojec;ao deBroiraSB*
frasco.
Na madrugada do dia 24 de Janeiro furtaram
oa cidade de Olinda um cvallo com os sigoaes
seguintes: rugo pedret, de bom lamanho, coas
um signal de mal de besta de um lado, dnaa
manchas pretss as pona, dos ossos dos qaadriz
que parece ter sido de caogalha ou carro, carnu-
do, anda baixo at meio, um pouco obrigado
pert encent aobacbarel Manoel Antonio doa Pac-
aos e Silva Jnior, o qual promelte recompensar
generosamente a quem appreheoder o referido
cava'lo, ou indicar o lugar onde elle sa acba
|No engenho S. Joao dei
2? Itamarac veodem ae animaea de roda, j
fg> por estar moendo a vapor. fp
Unerece-se um portugus, officisl da cal-
ceteiro, para ladrilhar as raas ou jirdins publi-
co!, assim como tambem particulares, promet-
iendo desempenh.r o seu carcter pelo medalla
de Lisboa : quem se quizer utilisar de aeaa ser-
vicos, dirfja-se ao Fargo da Assembla n. 12.
Aluga-se o primeiro aadar do sobrado da
ra do CrespoMi. 4, por cima do estabelecimeoto
da J. Falque, constando de 3 sals a 3 gatioetes.
ludo pintado de novo: para ver e tratar, ao mea-
mo estabelecimeoto.
O Sr. Joo Comie.que dizem ser emprendo
na estrada de ferro, queira dirigir-se a raa 4a
Cadeia do Recife, toja n. 24, para se Iba ealrtcar
urna encommenda.
MMl
Precisa-se da asta ama : na rus de Hartas so-
mero 53.
Precisa-se alagar ama asaa da lofte, a tal
n pagara bem ; na raa do Bsooiae a. 17.


DIARIO D PfiRNAMBUCO QUiHTA Kll 6 DE FEYE&HRO DE 186*
Atten^o.
Tasso Irmioi hiero publico que o convenio de
S. Beato 4a Perah.vba Ibes devedor da quaolia
de Tinte conloa noacentos e dezenove mil du-
xeetoa e dez ria ( 20:9199210), sor transferencia
de urna conta correle com Jos Luiz Pereira
Lima & C, sssignada e conferida pelo ex-D.
abbade Pr. Joa de Exaltacio Marques, em 12
de asargo de 1860. Alm do premio de um e meio
por eeoto ao mez e que fleo obligado o referido
contente a pagar, conforme a clausula exarada
na referida conta crrante. B cerno ele o presen-
te nio Ibes tenha sido possivel receber a referida
importancia e os juros decorridos, nao obstante
aa diligencias empregadaa para esae m, faxem
Sublieo qne nio por ana vootade que esto sof-
rendo tal deaembolao, para que em lempo al-
guna se empregue o argument do grande aug-
mento doa juros, para o qual nao concorrem os
abaixo assiguados, que sempre esliveram e estio
promptos a receber a referida conla e os juros
vencidos, e protestara nada abetar em lempo el-
gum ; declarando maia que nao deaoneram os
cedeolea da referida conta oa Srs. Jos Luiz
Pereira Lima & C. e Hanoel Rabello de Oliveira
Caboclo. Recite 15 de Janeiro de 1862.
Tasso Irmos.
O Sr. Joao Hy ppolito de Metra Li-
ma, queira apparecer nesta typographia
que se Ihe precisa fallar.
Medico. 2
Sociedade banearia.
Amoro), Fragoso,Santos & C. acam e tomam
saquea aebre a praga d Lisboa
Preciisa-se de um oficial de bar-
beiro: na riuudas Cruzes n. 35.
O dentista NuniaPompilio.""
i
s
j
O Dr. Brancante pode ser procurado a
qualquer bera na casa de sua residencia,
na ra do Imperador o. 37, segundo an-
dar, para o exercico de sua profisso.
Precisa-se alugar um preto, daodo-se o
asiento, e paga-se meosal ou semanal, para o
eervico deata typographia : na livraria na. 6 e 8
da pr;a da lodependencia.
O Dr. Carolioo francisco de Lima Sao-
tos, mudon-ss da ra das Cruzes para a
l do Imperador, sobrado n. 17, em frente
I da igreja de S. Praociaco, onde contioua
no exercicio de sua profissode medico
9
Desinfecto.
O abaixo assigoado vende em sua botica na
ra Direita n. 88, os seguiotea desinfectantes por
ter para iaso o aparelho neceaaario. Chloro para
daaiofeclar o espaco de 340 ps cbicos por 2$,
liquido desinfectante das materias fecaes urna
garrafa 1$, pos desinfectantes das mesmas ma-
terias urna libra t$, liquido para mergulhar a
roupa dos accommettidos a 640 rs., agoa chloru-
retada que aupre a de labarraque someole na par-
te da deaiofecgo por ser carregada lOvezea mais
do chloro (pelo que declaro que nao se faca del-
la aso interno) 1J>.
O publico desta cidade deve estar lembrado
de que neste Diario foi transcripta urna corres-
pondencia do sul, na qual declarou-se, que, em
um dos porios onde grassava a febre amarella o
commaodante de im dos navios surtos n'aquelle,
conserrando o chloro em o seu, foi o nico pre-
servado do mal, ao passo que os mais soffreram
e houveram muitas victimas.
Para o desempenho da desinfecto acore pa-
nhar a explicado.
Jos da Rocha Paranhos.
Precisa-se de.urna ama para coziohar e
comprar: na ra do Imperador n. 37, segundo
andar, entrada direita.
Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.
-83Ss8fc
Gabinete medico cirurgico.J
Ra das Flores n. 37.
Serio dadsscons<aa mdlcas-cirurgi- a)
ca pelo Dr. Estevo Cavalcanli de Albu- aj
querque da a 6 aalO horas da manhia, ac- g
ci)dind.o aos chamados com a maior bre- am
vidade possivel. an
a) 1" Partos. I
S!.' Molestias de pello. j
S.* dem do olhoa.
gj 4.* dem dos orgaos genitaes. .
aj Praticartoda equalquer operago em g
aje *eu gabinete ou em casa doa doentea con- *
gt forme lhes fdr maia conveniente.
!
Ra estrellando Rosario n. 22
pi'imeiro andar.
Rola denles artiQciaea por molaa e li-
gaduras e pela preasao do ar. Systema
americano sera arraocar as raizes, e faz
todas as operacoes de ana arle, com
promptidio e limpeza.
KMStlBWMIMMMeiM fiWM9eN
Joao Guilherme Romer, armador de corti-
nados (oa ra do Hoapicio n. 37] participa ao rea-
peitavel publico que tem recebido excellentea
molduras douradas para cortinados de janellas,
tambera vende borlas, cordio, galleras e patera
de bronze que pertence aos ditoa.
Saques so>re Portugal.
Hanoel Ignacio de Oliveira & Filho saccam so-
bre Lisboa e Porto : no largo do Corpo Santo,
escriptorlo n. 19.
Alugate um sitio na Soledade,
muito bem arranjado, com ptima
casa, coxeira, estribara etc. etc. Os
pretendentes queiram dirigirse a ter-
ceira casa, passando a ponte pequea
da passagem da Madaglena.
O Sr. Julio que teve botequim,
queira vir a esta typographia, a nego-
cio.
Aluga-ae um armazem na ra do ces de
Apollo n. 7 : a tratar no pateo de S. Pedro n. 6.
Ensino de linguas
EM6MEZES
.Italianolatim francez,5
\ Pelo melhodo facillimo ^
DO DOCTOR
I I. IHIMIII. i
I Ra do Queimado n. 26. $&
Aviso.
Os abaixo assignados participam aos apaixooa-
dos do calcado inglez, e particularmente aosseus
freguezes, que tiveram pelo vapor Oneida ni-
camente 100 pares dos afamados borzeguios in-
glezes, que de a muilo coslumam vender em sua
loja na rui da Cadeia n. 32, pelo baralissimo pre-
co de 129 o par.Campos & Pereira.
Advocacia. ^
O advogado A.. R. de Torres Baodeira tem o
seu escriplorio na casa de sua residencia na ra
do Imperador o. 37, segundo andar, entrada a
direita ; e ah pode ser procurado para o exerci-
cio de sua profisso. Est prompto para oocar-
regar-se de qualquer defeza e para tratar de
questoes forenses, em qualquer lugar fora desta
cidade e protesta a maior so licitud e no desem-
penho de suas obrigagoes.
gcsftsieege tmmm redSfeBas&
gEscr iptorio de advoca-S
ca.
O Dr. Aprigio Justioiano da Silva Gui-
maraes pode ser procurado das 9 horas 5
da manhia as 3 da tarde, na ra estreila S
do Rosario d. 2, primeiro^ndar.
Desejase muito fallar ao Illm. Sr.
capitao Manoel de Souza Leao Jnior,
senhor do engenho Gurja de cima a
negocio de seu interesse : na ra da
Aurora n. 86, primeiro andar.
Aluga-se o terceiro andar e solio dq casa
da ra do Queimado no segundo becco do Peixe
Frito : quem o pretender dirija-se a loja do Pre-
guiga.
Precisa-se fallar o Sr. Jos Soa-
res Moreira, e como se ignore sua mo-
rada, roga-se-lhe queira annunciar.
Precisa se de um caixeiro de 18 a 20 an-
nos com pratica de taberna e d dador a sua
conducta : na ra das Cruzes n. 22.
Precisa-sede urna ama de leile que tenha
boas qualidades: na loja de fazendas no Passeio
Publico n. 7.
O Sr. Hermogenes Noberto de
Gusmao tem urna carta, na livraria ns.
6 e 8 da praca da Independencia.
Precisa-ae de urna ama- para comprar, co-
ziohar e engommar para poucs familia : a tratar
lia ra do Queimado n. 47. '
J. Lehmann vai a "Eurooa.
Francisco Seraphico de Assis
Carvalho, manda celebrar urna
missa na igreja de S. Pedro, as 8
horas da manbSa do dia 7 do cor*
rente, por alma do seu presado
filho, o Dr. Francisco Seraphico
de Assis Carvalho; e roga aos ami-
gos seus e do fallecido, que se dig-
nem de assistir a este acto religioso.
Agencia de passaporte.
Claudlno do Reg Lima tira passaporte para
dentro" e fora do imperio por commodo prego e
preateza : na ra da Praia n. 47, primeiro andar.
A pessoa que anauuclou em pregar-se em
trabalhos de escripia, qualquer que fossem, tirar
balsngos, etc., etc., queira apparecer na livraria
da praga da Independencia ns. 6 e 8.
A commissao Horneada
para verificaco dos dbitos
da massa taluda de Joaquina
da Costa Maia, roga a todos as
pessoas que se julgarem deve-
dores, de aprc sentarem seus
titulos uestes tres dia* aos
Srs.Monteiro, Lopes & G afim
de poder a mesma commissao
apresentar o resultado dos
seus trabalhos na reunio dos
credores, marcada para o dia
17 do cerrente, as 10 horas da
manha
Precisa-ae de urna ama para cozinhar e fa-
er o mais servigo de cata de homem solleiro : a
tratar na ra da Moeda, entrando pelo oilo da
alaodega, o seguudo aodar do segundo.sobrado
do lado da rus do Amorim.
Ama.
Precisa-se de urna ama de leite : na ra larga
do Rosario o. 12, segundo andar.
Filippe Santiago de Senna avisa ao publico
que mudou sua residencia para a ra da Impers-
Iriz (oulr'ora aterro-da Boa-Vista) n. 42, primei-
ro andar, aonde pode ser procurado.
Precisa-se de 2:000$ a premio : no arma-
zem de marcioeiria emfrente do porto das canoas
em Santo Antonio, se dir quem precisa.
U abaixo assignado agente do banco
mercaotil Porluense nesla cidade, saca
effeciivamente por todos os paquetes so-
bre o mesmo banco por qualquer sotu-
rna vista ou a prazo para o Porto e
Lisboa : dihjam-se as ras do Crespo o.
8 ou do Imperador o. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Hospital Portuguez de Be-
neficencia.
De ordena do Illm. Sr. proedor dea Hospilal
Portuguex,\onvido aos seohorea socios do mes-
mo a reunirem-se no referido Hospital pelas 9
horaa da manhia do da 9 do correte, pata, em
sessao de aaaembla geral, emprir-se o disposto
no 81.4o art. 17 dos estatutos.
Secretaria do Hospital Pertoguezde Beneficen-
cia 5 de fevereiro de 186.
Joaquim Ferreira Mendea Gumaraes,
1- secretario.
Arrtnda-ae, a comecar de maio do crrente
anno. o excellenle engenho S. Gaspar, na fregue-
zia de Serinhaem. beira-rio, com optimaa var-
xeas lavradita, grande, e pingue cercado, leona
mui prxima, e de mui fcil conduccao, em urna
palavra, com tolas aa melhores propor;oea
possiveis : a tratar na ra do Hospicio o. 17.
Attenco.
Urna pesaos que retira-ae para fora da provin-
cia, vende ama excedente mobilia de Jacaranda
com lampos de podra, -urna cama franceza, um
piano, ludo de Jacaranda, assim como am lavato-
rio com seus pertencea, ama mesa elstica, com-
modas, apparadorea, candelabros, serpentiaaa,
etc., etc.: a tratar na ma da Matriz da Boa-Vis-
ta o. 33, segundo andar, das 9 horaa da manbaa
s 3 da tarde.
Fugio do engenho Guararapes, no principio
do mez de Janeiro prximo paseado, um eseravo
crioulo, de nome Euzebio, cor preta, altura re-
gular, idade quarenta e tantos annoa, muilo
coohecido -por ser cargueiro do meamo engenho
ha muitos annoa, muito ladino, e tem um dos
dedos dos ps trepado sobre os ontros, descon-
fla-ae estar oceulto aqui no Recite por ter aido
visto nos arrabaldea deata cidade : roga-ae sos
capiles de campo de o pegaren e levar a sen
senhor Augusto de S& e Albuquerque, no mesmo
engenho, ou travessa do Queimado o. 3, a Ga-
briel Antonio de Castro Quinta es, que recom-
pensar.
-Urna pessoa habilitada offerece-se parata
zer escripturaces mercantis : quem precisar di-
rija-ae a ra Direita n. 72, em carta fechada,
com as ioicaes P. I. S.
Aluga-se a casa terrea da ra Imperial n.
197; a tratar no pateo do Carmo n. 15.
O bacharel Camillo da Cuoha Figueiredo,
teodo de embarcar hoje para o Rio de Janeiro
com destino i provincia de afinas Geraes, e nao
podendo, pela preateza de aua viagem, despedir-
se pessoalmente de todos os seus amigos, o faz
pelo presente, pediodo-lhes desculpa desaa falta,
e orTerecendorlhes alli o seu diminuto presumo.
Offerece se um pardo muito Qel para servir
de criado em qualquer casa de homem solleiro :
na ra da Palma n. 49, soto.
No largo da Peohan. 28, lava-se e engom-
ma-se muito mais barato do que em qualquer ou
Ira parte.
AUga-se um grande armasem defroote da
igreja de S. Francisco : a tratar na ra do Cres-
|&M3 mmmmmwemmx
i Dentista de Pars.
I 15Ra Nova15
S fredricGautier,cirurgiaodentista,faz
jg todas as operacoes da sos arta ecolloca
| dentesartificiaes, tudocom a superior-
{* dada aperfsiSo que pessoa s mandi-S
das lhereconhecem.
Te* agua e psdentifricios te.
Precisa-se de 3:000f a prendo sobre bypo-
theca en bens de raz, lima e desembarazados,
pelo eaaaco de 10 mezes, pagando-se furos con-
forme te coovencionsr : quem quizer dar, an-
nuncie tara ser procurado.
iiaoel Pernandea da Silva, subdito portu-
gus, rlu-se para o Rio de Janeiro.
Compras.
. Coapram-ce acedea do novo banco de Per-
nambuco: no escriplorio de Manoel Ignacio de
Oliveira i Filho, largo do Corpo Santo, escrip-
torlo n. 1*}.
Compra-s moedas de 20 : ns loja da ra
do Queimado o. 46.
Compra-se moedas de ouro de
2OIP00O, na ra Nora n. 23, loja.
Corapram-se duas soleiras de pedrs de Lis-
boa, de 7 e 8 palmos : na ra da Cadeia do Re-
cite n. 61.
*-!
W
8. Benedicto do convento
Faz scienle o secretario loterino da dila con-
raria que no dia 7 do correte depois da audien-
cia do Sr. juiz de paz da freguezia de S. Jos,
tem de ir em pra;a urna jangada de pescara com
seus pertencea por execogao da mesma.
0
at
99 O advogado Eduardo de fp
S9 Barros pode ser procurado #
das 9 hors da manha s
@ 3 da tarde dos das uteis :
aj na ra do Queimado n. 26, f$
primeiro andar. 9
O 0

No dia 4 so meio da, fioda a audiencia do
Sr. Dr. jniz de ausentes, se ha de arrematar o
espolio do tinado Dr. Francisco Jaciothoda Silva
Coelho, o qual conlm alguma ferramenla de ci-
rurgia.
Um cavalheiro, solteiro estudante
de boa posicao e conducta, deseja en-
contrar perto da academia urna peque-
a familia para viver com ella, informa-
rao na ra do Trapiche novo n. 6.
SOCIEDADE
Pelo presente sao convidados lodos os irraos
da mesma para a prxima reunio geral que lera
lugar no domingo 9 do correte, s 10 horas da
manha. Sendo para aentir a neceasidade de fa-
zer lembrar-lhes que se acham finias as mensa-
lidades relativas a dezembro e Janeiro, devendo
por isso spreseotsrera provenidos para recebe-
rem a respectiva qoita;ao do thesoureiro.
Secretaria da sociedade Amor ao Prximo em
3 de dezembro de 1862.
Tbeodoro Orales do Patrocinio,
primeiro secretario.
Um moco solteiro offerece ae para lecciooar
primeiras letras em qualquer engenho : a tratar
na ra Nova o. 51, primeiro andar.
Aluga-se um moleque : na ra da Floren-
tina, casa da esquina P. 2.
Vendas.
Aluga-se o sobradloho de um andar na ra
dos Burgos o. 29, em frente a ra da Moeda : a
tratar na rora da Cadeia n. 35, loja de azeodas.
Jos da Luz, aua mulher e 2 filiaos Jos e
Thereza, subditos portuguezea, reliram-se oara a
ilha de S. Miguel.
ixtwm.
Solda-se louce. de idr e porcelana com per-
feicao, garaote-se deitar agua queote ou ftia ; oa
ra das Cruzes n. 16.
Nesla typographia precisa-se fallar ao Sr.
Dr. Juvencio Alvs da Silva Ribeiro que reside
DO C.bo.
9K9BHK aKSSMieSN MeaHtBHK
Loja do viado
Ra Nova n. 8.
Neste novo eslabelecimenio sempie se encon-
tn um variavel aorlimento de mindezss e per-
fumarias e outros muitissimos objctos de gosto
qie a vista dos compradores p&o engeitar sobre
dtaheiro, como bem o seguinte :
Ricoaeofeites a imperatris oa maia modernoa
qieae pode encontrar tanto em gosto corno qua-
liade e por menos 10 por cenlo do que em ou-
Ira qualquer parte.
Luvaa de pellica de Jouvin as maia frescas
qae ha no mercado a 2J
As verdadeiras agulhaa francezasde fnndoazul
a 320 rs. a csixinha.
Lionas de peso muito fina para bordar a 200
rs. a miada.
Ditas de carreleis 200 jardas autor Alexander
a 80 rs. e a dnzia a 900 ra.
Ricos pentes de bfalo preto para alizar o me-
Ibor possivel de 400 a 10.
Ditos diioa braocos para alisar o melhor possi-
Tel de 500 a 800 rs.
Macinhosde missangas de todas as corea a
320 rs. o macioho.
Gollioba de ditas muito delicadas a 19300 cada
ma.
Ditas de cambraia muito fina com punhos a
29000.
Ditas a croch muito delicados a 29 cada um.
Ditas de traspasso a 29500 cada urna.
Manguitos a balo muito ricos a 49 o par.
Ditos ditos a 29 o par.
Ricas touquiohaae chapoziohos parabaptisa-
do de 19 a 49.
Vestimenta de fuslo para meninos a 49 cada
um.
Ricaa capellas brancas para noivas o melhor
que se pode encontrar no mercado e por baralis-
simo prego de 49 a 129.
Ricaa liUs de sarja largas, estreitas, lisas e
bordadas para la;oa, aiutos etc.
Um variavel sortimenlo de bicos de seda, linho
algodio.
Muito delicadaa franjas de seda de todas as co-
res e larguras.
E outras muitos objeclos que ae torna enfa-
dooho annunciar e que a vista do comprador mos-
trar-se-ba com muilo agrado. O proprietario
deste novo estabelecimeoto garante a todas as
pessoas que quizerem mandar os aeus portadores
servi-los bem e vender com condic;6es de nao
agradar voltar, oque torna-ge bem conhecida es-
ta nova loja de miudezas por licar bem confron-
te a camboa do Carmo, e ter urna linda taboleta
com o viado.
InjeccoBrow
Remedio infallivel Sontra as gnor-
rheas antigs e recentes. nico depo-
sito na botica franceza ra da Cruz n.
RA 10 SIMADO N46
GBlvmOmMEIiTO
NDASERJUPKSF
Sorlimento completo de aobrecasacos de panno a 259, 289, 309 e 35f, casacoa multo bem
faitaa a 25|, 28f, 30$ e 35f, paletots acasacadoa de panno -preto de 16 at 259, ditos de caaemira
de cor a 159,18f e 20f, paletots saceos de panno e casemira de 89 al 149, ditos aaccos do alpaca
m crin e la de 49 at 69, sobre de alpaca e merino de 79 at 109, caigas prelas de csaeaaira de)
89 al 14f, ditoa de cor de 79 al IOS, roopaa para menino de todoa oa tamaitos, grande sorli-
mento de roupaa de brins como sejam caigas, paletots e colleles, sorlimento da colletes pretoe da
setim, casemira e velludo de 49 a 9J, ditos para casamento a 59 e 69, paletots braocos de bra-
mante a 49 e 5f, caigas brancaa muito finas a 5f, e um grande sortimenlo de fazendaa Isa a e mo-
dernas, completo sorlimento de caaemiras ioglezas para homem, menino a senhora, aeralas te
linho e algodo, chapeoa de sol de seda, luvaa de seda de Jouvin para homem e senhora. To-
mos urna grande fabrica de alfaiale onde recebemos eocommendas de grandes obras, que para
isso est sendo administrada por um hbil mostr de aemelhante arle e um peaaoal de maia 4o
cincoenta obreiroa escolhidos, portento exeeulamosqualquer obra com promptidio e saaia santa
do queem outra qualquer cava.
Na loja do vapor.
Ra Nova n. 7.
Acha-se barato grande sortimeoto de calgado
francez e inglez, ronpa feila e perfumaras mui-
to finsa, quem davidar pode ver.
Luvas de Jouvin.
Na loja da Boa F na ra do Queimado o. 22
sempre se encontrarlo as verdadeiraa ldvas de
Jouvin tanto para homem como para senhora,
sdvertindo-se que para aquellea ha de muito
liodaa cores, na mencionada loja da Boa F na
ra do Queimado n. 22.
.oja das 6 por-|
m
Aviso.
*P Roga-se encarecidamente ao Sr. Jos **
Francisco de Barros Reg Jnior, a bon- ra
- dado de dirigir-se a ra do Crespo n. 17, B
*para coocluir o negocio qne prineipiou 5
em 28 de junho de 1860. M
Attem?o*
Qualquer pessoa com habilitigdes necessarias
de eofermeiro, e que queira ir para um engenho
perlo desta praca, onde se aflanga bom passadio
e ordena ;o, procure na fundigo da Aurora a
qualquer hora do da para tratar.
Os abaixo assigoados fazem scienle ao pu-
blico, com eapecialidade ao corpo do commercio,
que no dia 31 de dezembro prximo passado dis-
solveram amigavelmenie a sociedade que tinham
na loja da ra larga do Rosario o. 28, que gyra-
va na razo de Guimares & Souza, ficante o so-
cio Souza com dita loja e responsavel por lodo o
passivo tendente a mesma firma, e o socio Gui-
mares sem responsabililade alguma. Recite 4
de fevereiro de 1862.P. P. Francisco Jos dos
Psssos Guimares. Joao de Oliveira Leite e
Souza. |
Offerece-se 309 mensaes por um eseravo i
para o servigo baixo, tambem se precisa &
> de um copeiro : na ra da Aurora nume- o
R ro 50. H
Precisarse de urr ama para comprar e co-
sinhar e engommar para pouca familia: a tratar
na rus do Queimado o. 47.
Aluga-se
em
Urna casa em Olinda no desembarque a pr-
meira casa terrea com 4 janellas de frente e com
porteo ao lado: a tratar na ra da Moeda no
Recite com Hanoel Marques de Oliveira ou
Olila com o Sr. Luiz Jos Pinto da Costa.
Us photographos Stal & C. participam
aos seus numerosos amigos e freguezes,
que pela rapidez de sua viagem para o
Rio de Jaoeiro, lhes nio foi possivel des-
pedirem-sede cada um de per ai, como
desejavam, porm Ibes offerecem o seu
presumo e atnisade oa corte. Approvei-
tam esta occasio para participar ao-pu-
blico, que deixam por seu successor o
Sr. Len Chapelain, photographo muito
hbil, que continua no meamo estabe-
lecimeoto a execular lodos os trabalhos
de que sempre se encarregaram ; e as-
sim o recommendam aoa seus amigos e
ao publico desla provioc'a.
w auAXttAMtiaajattaXMSA ^m/a ama.nr *.-. _....-
Publicages do Instituto Ho-
meopathico do Brasil.
THES01R0 HOHEOPATHlf0
ou
VADE-MECL11 DO HOHFOPATUA.
(Segunda edic^o consi-
deravelmente augmen-
tada.)
Diccionario popular de medicina ho-
meopalhico
PILO BR.
SABINO OL.PINHO.
Continuara as aaaignaturas para satas obras a
259000 em brochura at fevereiro.
Ra de Santo Amaro (Mundo Novo) o, 6.
22. Preco 3$-
Rival
/>
sem igual.
36 Larga do Rosario 36
Pedro Tinoco, haveodo comprado esta loja ao
Sr. Vicente Uonteiro Burges, pretende vender
miudezas baratas, e ter sempre bom sortimenlo,
como sejarn : T
Missangaa miudaaa / 320
Escovas muilo boas para unhas a 320 e / 500
Groza de pennaa de ac_o a 240,320 e / 720
Caixaa com alunles a / 60
Lamparinaa do gaz muito boas [caixa] a / 160
Carreleis de linha de 100 jardas a / 30
Dilos de dita de 200 jardas a 60
Candes de colchetes miudoa a 40
Ditos de ditos ruaiorea a 60
Tesouraspara costura a 200 e 400
Bico preto, vara, a 180,240, 320, 400 e 500
Franjas prelas com vidrilho, vara, a 320,
40U e 500
Trancas pretas com diio, e brancas,
vara a 320
Galao branco de linho, vara, a 80
Meias para senhora, duzia, a 2J500
Ditas cruas para homem a 2g400
Ditas ditaa muito boaa a 39000
Cartas de alnetea cabera chata a 200
Pecas de tr&nga de la (10 varas) a 160
Linhas do gaz de cores branca e preta a 30
Apparelhos de losc,a para bonecas a 500,
800 e 119200
Dilos de pao muilo boos a I 640
fitas de-sarja largas muito boas a 600
Luvas de seda com toque a 200
E outras muitas miudezas que vista fara f.
Vende-stum casal de escravos, ptimos tra-
balhadorea de todo servigo de campo por[lerem
j sidos de engenho, e por isso tem bstanla pra-
tict ; quem pretender dirija-se a ra das Trin-
cheiraa n. 27, que achara com quem tratir.
Vende-se um cofre : na ra do Queimado
numero 12.
Liquiclacao
DE
fazendas finas p
presos baixos.
Joio da Silva Aotunes e Hanoel da Silva
nea, tendo fleado com o estabelecimeoto
zendas na ra da Cadeia n. 4, estao dispostos a
veoderem as fazendas existentes no mesmo es-
tabelecimeoto, por muilo menos de melaqe de
seu valor : as quaes sio um rico sortimenlo de
franjea de aeda pretaa e de cores, Otas de seda e
de velludo largaa e estreitas, trancas de aeda,
la a e de algodo, um completo sorlimerito de
boloes de velludo, de aeda, de madreperola, e d
cornalina, rendas flnaa, bicos de seda plelos e
brancos, bicoa da linho, manguitos e gojlaa de
cambrais e de fil, gollinhaa bordadas, babados
bordados de cambraia e de fil, ricos leqnes de
madreperola e de charo, pentes de tartaruga
para alar cabello, caaaveques de seda e de fus-
;8o, ricos enfeitea de florea, um completo! sorti-
menlo de bonete para enancas, bandos de clioa,
ramos de flores, paletots de alpaca, de seda e de
brim, chapeos pretoa para homem, e mui os ou*
tros artigos.
A 280 rs.
Vende-se canoa engarrafada de suprior qoa-
lidade 4 180 rs. a garrafa : na ra das Cruzes nu-
mero 25. i
tas em frente do Li-
vramento,
Roupa feits muito barata.
Paletots de panno fino sobrecasacos,
ditoa de casemira de cor de fuslo, ditos
de brim de cores e brancos, ditos de
ganga, caigas de casemira prelas e de
cores, de brim branco e de cores, de gan-
ga, camiaaa eom peito de linho muilo
finas, ditas de algodo, chapeos de sol
de alpaca a 49 cada um.
Vende-se o eogesho Sania Luzia sito na
reguezia de S. Lourenco da Malta, a dinheiro
u Iroca-ae por casas nesla praca : quem pro-
ender dirija-se a ra de Hortas n. 7, das 10 ho-
ras da manha as 4 da tarde.
g Leandro Miranda
^Rua do Crespo n. 8 A.
Vendem saias de cambr.ia bordada
9 pelo baralissimo prego de 29500
_@
Vende-se em Agua-Fria de Fragoso um si-
-tlo de mangueiras e mangabeiras, trra propria,
com um quarto de legoa de fundo ; quem o de-
sejar, entenda-se com Jos Ignacio Pre, ns ci-
dade de Olinda, ra do Amparo, ou no mencio-
nado sitio, que est autorisado para o vender.
Vende-se um moleque crioulo, de idade de
9 para lOannos: quem quizer dirija-se a ribeira
da farinha, taberna n. 1.
Annuncio
Vende-se muito bom doce de caj secco por
prego commodo: na Soledade, principio da es-
trada de Joao de Barros, passando a taberna da
esquina, casa n. 5.
Capachos.
Vendem-se capachos redondos e compridos e
de divefeos tamanhos, e os melhores que tem
viudo a este mercado, pelo baralissimo prego de
000, 700 e 800 rs. cada um, e tambem ha capa-
chos muilo grandes e proprios para sof e mar-
quezas para 19400 cada um : na rus do Queima-
do, na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 85.
Gal de Lisboa.
Vende-se cal de Lisboa em pedra desembarca-
da hontem do brigue Constan tefila cal se ven-
de por atacado ou a relalho, por menos prego do
que em qualquer outra parte : no armazem de
Manoel Marques de Oliveira & C., na ra da
Moeda o. 9.
Vende-se, aluga-se ou faz-se todo negocio
com urna armagao propria para qualquer nego-
cio na rus Direita o. 56: a tratar com Jos de
Azevedo Maia e Silva, na ruado Queimado nu-
mero 55.
Vende-se um cabriolel de duas rodas, co-
berto e com arreios, e um bom cavallo para o
mesmo, assim como um carro de quatro rodas
em muilo bom estado, e com o competente ar-
reio, maia um outro carro de quatro rodas em
mo estado : os pretndanles dinjam-se a ser-
rara da ra do Imperador n. 49.
S na taberna do
Pimenta,
na ra das Cruzes n. 1, vendem-se meias garra-
fas de cerveja a 240 rs.
Esponjas finas
para o rosto.
Vende-se mui finas esponjas para rosto, a 29
cada urna : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Carteiras com agulhas.
Aloja d'aguia branca acaba de descachar car-
teiras com agulhaa de mui boa qualidade, e ex-
cellenle aorlimento, e as est vendendo a 509 rs.
cada urna ; assim como recebeu igualmente no-
vo aorlimento das agulhas Imperiaes, fundo dou-
rado, que continuam a ser vendidas a 160 ria o
Sapel, isso na ra do Queimado loja d'aguia
ranea n. 16.
Argolas de ac para chaves
vendem-ae 200, 240, 320. 400 e 500 ris, na ra
do Queimado loja d'aguia branca b. 16.
Froco fijo e seda frouxa para
bordar
vende-se na ra do Queimado loja d'aguia branca
n. 16, ende se achara completo sortimenlo.
Fivelas para cinto.
Ricas fivelaa de madreperola para cinloa pelo
barato prego de 1|600: na loja da victoria na
ra do Queimado n. 75, junto a loja do cora.
Cortes
de vestidos do pavao
Corles de vestidos de cambraia branca de ba-
bados e duaa saias, fazenda moderniseims, o cor-
te a 49000.
Corlea de vestidos de phaotaiia, fazenda qua
se vende em qualquer parte a IC9, lorram-se a
69OOO.
Ditos de cambraia de aeda com babados a
49500.
Ditos de cambraia de caroeinhos brancas e do
cores, fazeoda muito fina a 4f.
Ditos de cambraia branca lavrade, fazenda ia-
teiramente nova, o corte 49.
Cortes de taritanas brsnras com babados pro-
prios para aasislir a casamento ou bailes a 109).
Corles de vestidos de cassa com listras slraves-
sadaa a 29240.
Ricos enfeitea traviala e ditos a Garibaldi l
Ditos ditos s Luiz XV s 2.
Luvaa de seda para aenbora muilo boas a 600
ra lencinhos para mo de lodoa os preeos e cua-
lidades.
ana:.
bordadas e de i>alao.
Saias bordadas, fazeoda finiaaima a 4$.
Ditas ditas dita a 39.
Ditaa eom arcoa de cordo de linho que fszem
as vezes de balo para as senboraa que nao gos-
tam usar balo a 320O e 4.
Saias de madapolo francez a balio as maia
2f5LB!i ^ue lem T'Dd0 1 mercado a 3,
3J500, 4g e 59.
Ditas para meninas de todos os tamaobos a .1.
Jma S de arcoa siffiP|e* m" mail >*> feitas a
3JO00.
CAMBR.MS LISiS
Pegas de cambraias lisas muito finas a 2$000 a
Ditas com 10 jardas a 39, 39500, 49 a5?.
m&\
Grosdenaple preto muito encerrado a laSCO.
1S600 e 19800.
Dito cor de canna, azul e cor de roas 9.
Seda lavrada muito bonita fazenda a 2f.
Chamelote preto muito enrorpado a 29.
Sarja preta hespanhola a I96OO.
Bordados,
Finissimas tiras bordadas de todaa as anualida-
des e larguras por pregos baralisaimor, ntre-
melos muito delicados de todaa sa larguras e qus-
lidades.
Manguitos com gollinhaa de cambraia bordadas
a 19S0.
Calciobas bordadaa muilo finas a 19.
Manguttos bordados para aechara a 19.
Gollinha muito fioas a 400, 500,800 e ff.
Alera desles artigos existe nesla eslsbelecl-
mento um grande numero de fazendaa que sena
enfadonho menciona-las, e do-se ao amootras
de todas, deixando ficar penhor, oa mandam-so
levar as fazendas moslra esa easa das familia*
que quizerem escolher, pelos caixeiros da loja da
pavo, ra da lmperatriz n. 60, de Gasaa & Silva
Madapolo
3^000 rs.
Vendem-se pegaa de madapolo com 14 jardas
pelo baralissimo prego de 39 a pega : aa rna da
lmperatriz o. 60, loja do navio, da Gasaa & Silva
Panno a 1,800 rs.
Vende se para liquidar usa coola. panno pre-
to, cor de rap, fazeoda muilo superior, a I98OO
o covado, afiangendo-se que sempre so veatoo
39000 : na ra da lmperatriz n. 60, loja do pa-
vo, de Gama & Silva.
Superior rap de Lisboa ein
frascos.
Vende-se superior rap princesa Brasil em Iras-
cos, chegado no ultimo vapor inglez Oaeida :
na ra do Crespo o. 5, loja do Marcelino k C
A boa fama
vende fivelaa para calos o mais boas doorado aua
possivel e dos maia lindosgostos que taita' "
a este mercado, polo beratieeioo preco alo i
cada urna, carteiras com agolos ao mata
aortidaa que se pode desejar, ota quaaat* a
lidade nao pode haver nada aelbor, mo kt
prego de 500 ra. cada carteira, tiotss Ir os* ai
ligraphia verdadeiras a 2f cada laislta tato i
duzias, ditas de langa verdadeiraa **
cada groia, ditaa jato boaa aiaaVa ato aaaoasass-
daa a500 ra.agroxa : na rna do Qaslsaaoo, asa
bem conhecida loja da miadasaada toa faeno nu-
mero 35.




ft
DltMD'fcH IWMICO -QBSTA
-3----------------------i-----------------------
6 D mgint DE lttl.
No deposito dovelo ra do Apollo
n. 31, vende-te gelo de hoje em diante
arroba a 3#500, e tneia arroba 2#000,-
e a libra a 160 ris : tambera recebe-te
assignaturas dat pessoas particulares lo.
go que teja diariamente, at que te
cabe o gelo
63 jBj3J^'iT, Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4$.
Duzia de meiascraai para homem a
lyioe e o par a ItO ra., ditaa brancas
muito Aoaa a 2J500 a duzia, lencos de
cassa com barra de corea a 120 rs. cada
um, ditos brancosa 160 ra., bales de
20 e 30 arcos a 35, laazinha para ves-
tidos a 240 o corado, chales de merino
estampados finos a 5} e 6}, tarlatana
branca e de cores muito fina com Tara
e meta de largura a 480 rs. o corado,
fil de lioho liso a 640 rs. a rara, pe-
Cas de eambraia lias tina a 39, cassas
decores para vestidos a 200 ra. o co-
rado, mussulina encarnada a 320 rs o
covado, calcinitas para menina de escola
a tg o par, graratinhas de tranca a 160
ri., petos para camisa a 200 rs. cada
um duzia 29, pegas decambraia desal-
pico muito fina a 39500, pe?ai de bre-
tanha de rolo a 29, chitas (rancezas a
220 e 240 rs. o corado, a loja est
abertadas6 horas da wanhaaas 9 da
noite.
Rival
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, defronte do (.obrado
novo, est disposto a vender tudo por preco que
admira, assim como saja:
Frascos de agua de lavande muilo gran-
ates a
Sabonetea o melhor que pode ha ver a
Ditos grandes muito finos a
Frascos com rheiros muito finos a
Ditos ditos muito bonitos a
Garrafas de agua celeate o melhor a
Frascos com banha muito superior a
Ditos dita de urgo fioissimj a
Frascos de oleo babosa com chairo a
Ditas dito dito a
Ditos dito nito a
Ditos para limpar a cabera e tirar caspas a
Ditos dito philocome do verdadeiro a
Ditos com banha transparentes
Ditos com superior agua de colonia a
Dita, fraseos grandes a
Frascos de maca; oleo a
Ditos de opiata pequeos a 320 e
Ditos de dita grandes a
Tem um resto de lavande embreada a
Linha branca do gaz a 10 ra., e tres por
dous, e fioa a
Dita de carlao Pedro V, com 200 jardaa a
Dita dito dito com 50 jardas a
Car retis de linha com 100 jardas a
Duzia de meias cruas muito encorpadas a
Dita de ditas muito superiores a
Dita de ditas brancas para senhora, mui-
to finas a
Vara de bien da largura de 3 dedos a
Dita de franja para toalhas a
Croza de botos de louca brancos a
Duzia de phospboros do gaz a
Dita de ditos de vela muito superiores a
Pecas de fita para cs de todas as lar-
guras a
800
320
160
500
19000
19000
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
100
500
800
500
20
60
20
30
29400
48500
3J000
120
80
120
24(H
240
Grande
320
Cera de carnauba de pri-
meira qualidade.
Vende-se em porcao e a retalho de urna sacca
! para cima, e por commodo preco: na ra da Ma-
; dre de Dos confronte abotica n. 30.
IA 320 rs. o covado, erando
Superiores paletots de panno preto muilo fino,;
obra muito bem feita, pelo baratissimo preco de peCUlOna.
209 ; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe- i Vendem-se superiores cambraias francezas de
c: Ja loja da boa f. muito bonitos padres a 320 rs. o aovado, fa-
Vende-se urna mulata de 24 aonos de ida- senda muito fina que aempre vendeu-se por 800
fle, muito sadia, eogomma muito bem e cozioha a 19 a vara, venham por ellas, antes que se aca-
o trivial de urna casa : a tratar na ra da Cadeia 1 bem; na ra do Queimado n. 22, na bem conbe-
do Recite n. 62. segundo andar. | cida loja da boa f.
iPEEiailflEM
ARMAZEM.PROGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
largo 1I11 Peniii
Aflanca-se a boa qualidade d todo qualquer enero
quTlPue arte18 "m8zera' *MBI e0a>0 Tende-se Por menos 5 a 10 por cento do que em outra
? ll*8*e2,a a mals superior do mercado a 800 rea libra, em barril se far
abatimento.
Mftiitelg* t rmseeza. mais nova. 600 rs em barril> e 640 m % ^
Quecos do felmo eheglld0, nMle ultimo Tapor por um
Lnn de su?erior quali-lade e muilo frescaes a 800 inleiro, em libra
freanlo para ambte muilonOTOS. 500 rs ^
n. v no reino de,apSriorquaiidade 8 4W rs>inteir0ie480rs>,Iibra
uo o m9|hr peluco que pdo haver por e9,ar prompto a toda a hor> 1;J a ,bra>
Xoueiaao do reiao 320 librj e arroba t9|000
Gaoafitjas e palos cheg4dos D8Sle Mimo navi0i a v{ ri a libra>
Baaha de porco retinada. m em lala com 101bfaii por ^ ,
se for em barril a 440 rs. a libra.
ta r melada imperial d0 a(amad0 ^I6a e de oultos muitos fiDrieaBlat de Litboa
a O0 rs. a libra, em latas de 2 libras por I96OO aQanca-se a boa qualidade.
3rla* ae tomate
libras contando differentes qualidades,
a 400 rs. a libra e em caixa a 89.
libra.
a 169 a duzia e a 1$500 g garrafa, affianca-se a boa
e de outras muitas marcas a 09 a duzia, e
'em latas de urna libra por 900 rs.
Vmeadoase onfetos em laUsd92
muito proprio para mimo, a 2j}000.
Vi rVllnaS I ranela* e porlUguezas em Utas de l libra, por H0 rs. ditas em meias
a 500 rs.
iVletria, maearrao e ta\h%rlm
Nozes muUo Q0Tag a 100 rg a libra> e s000 rs> a
"**'"** ra carl5es muil0 enfela(l0, proprios para mimo a 600 rs.
** ene uva ngieza a mo, superior que ha a 1J000 rs 8 ih em 8e f s
abatimento.
Genebra de Hollanda. 6900O r, fraiqueira e 560 rg o fragco
VinaOS engarrafados lagrima, do Douro a I96OO rs. a garrafa, Porto fino, Fei-
tuna, Duque do Porto, a 19200 em caixa se far abatimento.
vinno oorne&nx das mai, acrejitadasmarcasal a gsrra[a e em ^sxa a9#a dBZla
WMpagft de differentes marcas
qualidade.
Verdadeira serveja etbrlmna
a 500 rs. a garrafa.
\ inllO a VlP* Porto, Lisboa e Figneira a 3,500, 49 e 49500 a caada.
iSpermaSete iuperior a 740 rs. em caixa, e 760 rs. a libra.
Batatas novas em gigos de uma arroba, lf> .
UOCOiaie 0 mais SUper0res, hespanhol a 1J200, francez a 1|. porlaguez a 800 rs. a libra
u g a aa maiaare ,uUo nofOI> em cajias de 8 libras por ^j^^ e em llbra a
\K*ninia de angommar, muito alva a 100 rs. a libra.
iVmenaoaS de casca mole a 400 rs. a libra.
Aieite doce reflQado a 800 rs. a garrafa e em caixa a 9*.
PaVUos de dentes liMd0S com perf9lcao a 240 r9> 0 ma50<
Costelet^s Inglesas
Bolaxlnna In^leza
\aieixas irancexas e fragC0I mui(0 ricoa oom 413 llbraa ^w dlu-
tuguezas a 460 rs. a llbra. ". ". r
a JOIO para mpsr facas a 200 rs. cada um, em porcao se far abatimento.
vi orejas em (rs8Cos de l e 1(2 libra muito novas a 800 rs.
'ln lepen lente dos gneros snnunciadoa encontrar oTespeitavel publico grande sortimen-
t; do gneros, tudo de superior qualidade.
proprias para fiambre a 800 rs. a libra,
a mais nova do mercado a 49 a barrica e em libra a 320 rs.
os tabaquista.
Vendem-se Mnerioses Uncos, francesa*a imi-
tacao dos da luho, muito proprios para u taba-
quistas por seren de cores aturas flus. nlo
baratiaaBO preco dfcfi e 61 duzia : na rui do
Queimado n. 22, na bem conhecida laja da boa f.
Filo liso e tarlatana.
Vende-ae superior fil liso e tarlatana branca
e da cores, pelo benlissjaao preco de 800 rs. a
vara ; na bem coehecida toja da boa f, na ra
do Queimado n. 22.
Ricoi eseites.
Vendem-se ricos auperiorea enfaites os raale
modernoa que ha, pretos e de corea, plo bara-
Uawmo prco de a 69500 : oa loia Sa boa f,
na ra do Queimado n. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-ae cambraias francezas da ndasco-
res, pelo baratissimo preco de 280 o covado ; m
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
Cambraias francezas inissimas.
Superiores cambraias francezas muito finas, de
muito bonitos padree, pelo barato preco de 700
rs. a vara : na loja da boa f na ra do Queima-
do n. 22.
Cambrala lisa.
Veade-ee aambraia lisa transparente muito fi-
na, pele batato preco e 4-e 5$ a pecaotn 8|2
varas, dita tapada muito superior, paca dt 10
varas a 6| : na ra do Qaeimado n. 21, na -oja
da boa f.
*
EXPOSICAO
Candeeiros econmicos
a gaz,
e gaz hydrogenio de pita eir e sega ni
dade
na ra Nova n'. ) e 24 !o|Ydo>anoV. 1
Polassa da Russia.
Vende-se em casa de N. O Bieber &
C, successores, ra da Cruz n. 4-
Gomma lacea.
Vende-se na ra Novan. 44, em casa
de Christiani & Irmao.
36Roa %a-36
Em casa de J. Bonnofond vende-se correntdes
filiados a 79, 8$ e 10$. relogioa de prata doura-
4os a 109,15|, 209 e 259, aflanca-se a qualidade.
Paletots
brancos.
Vendem-ae superiores paletots de brim branco
da puro lioho, pelo baratissimo preco de 5f : na
na do Queimado o. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
4 2,250
Luvas de Jovin muito frescaa para bomans
aenhoras, na loia d'Alvaro & Msgalbea rui da
Cadeia n. 53.
Bramante e atoalhaao A
llano.
Tende-se superior bramante de paro linho coa\.
duas varas de largura a 29400 a vara, assim cono
atoalhado adamascado tambem de puro lioho,
com 8 palmos de largura a 29500 a vara : na bem
conheeida loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortes de ealea.
Vendem-sa cortes de calca de meia caaemira
de cores escaras a 2J cada corte ; oa loia da baa
f, na ra do Queimado o. 22.
Port bouquets,
Dourados com cabos dema-
dreperola.
Chegaram opportunamente para a loja d'agnit
branca os bonitos port bouquets dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
sua propria encommenda, ficaodo assim remedia-
da a falta que havia desses port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a lempo para os di-
versos casamentos e bailes que se conista nesses
dias, por isso as pessoas qae por elles esperavam
e as que de novo os quizerem comprar dirigi-
rem-se munidos de dioheiro loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado a. 16, que encontraro obra
de bom gosto, barateza, agrado e sinceridade.
l
de cambraieta.
Vendem-se superiores saias de cambraieta mui-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto preco de
59; a ellas, que sao muito baratas: na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da ba fe*
HuadaSenzalaNova.42
Vands-ss ib casada S. P. Jonhston 4C,
allinsa silh5esQglezes,candtiro*a cssti(sss
bronzaados,lonas agieras, fio devala,chicote
para carros, a naoniaria.arraiospar csrroda
un loas cvalos ralogio da ouro patenta
nglsz.
Navalhs d'aco
com cabo de marini.
Vende-se na loja d'aguia branca mui finas na-
ralbas d'aco refinajb com cabos de marfim, e
para assegurar-se a bondade dellaa baata dizer-
ae que sSo dos afamados e acreditados fabrican-
tes Rodgers & C, custa cada estojo de duas na-
valhs 89000: na ra do Queimalo, loja d'aguia
branca, n. 16.
Libras sterlinas.
Vendem-se no escrlpiorio da Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho, prec do Corpo Santo n. 19.
Colla de Hamburgo
Na ra Nova n. 4i, na loja e fabrica
de chapeos, vende-s? colla de Hambur-
go por preco commodo, tanto em re-
talho, como em porcao.
U no (orrador
23Largo do Ter O proprietario desle estabelecimenlo de mo-
lhados vendeos gneros mais baratos do queem
outra qualquer parte e affiaoQando a boa quali-
dade : manteiga iogleza flor a 800 rs., dita fran-
ceza a 600 e 640 rs. a libra, assim como se ven-
dem oulros muitos gneros que, enfadonho
menciona-los; assim como linguica do aerlo
primeira qualidade a 400 rs. a libra, caf primei-
ra e seguula sorte, arroz pilado, velas de sper-
macete e carnauba, vinhos de diversas qualida-
des, finalmente ae vende no largo do Terco n.
23 no torrador e se alguem duvldar redha ver, a
dinbeiro a vista.
Gollinhas
de traspasso bordadas em
eambraia fina.
Vendem-se a 29 cada uma : na rna do Quei-
mado, loja d'aguia branca d. 16 A obr boa e
o lempo proprio ; a ellas, freguezas, antes que
se acabem.
Arado s americano se maehina-
paralava roupa:emcasa deS.P. Joi
listn & C. ra da?enzala n.42.
Bonecas bonitas
com rosto, e meia pernade
porcelana.
Vende-se mui bonitas bonecas com rosto, e
meia perna de porcellana aos baratsimos precos
de 240,360,500,560. 640,720, 800 e 19000: iiso
ni ra do Qaeimado, loja d'aguia branca n. 16.
Luvas de pellica pretas.
Vendem-se aa luvas pretaa da pellica com pe-
queo toque de mofo por preco baratissimo : na
loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B.
Phosphoros de seguranza.
Caixinhas com mil e tastos phosphoros de se-
guranza a 160 rs. a caiiinha que s pela segu-
ranza d6lles por livrar de incendio sao de graga :
na loja da victoria na ra do Queimado n. 75.
junto a loja de cera.
Meias baratas.
Meias pintadas para homem a 120 e 160 rs. o
par, ditas brancas para menina a 180 rs. 0 par,
ditaa de lia para o fro a 500 ra. o par: na loja
da victoria na ra do Qaeimado n. 75, junto a
loja de cera.
Galanteras de gosto
E* o que pode haver de mais gosto em galan-
teras de vidro e porcelana como aejam farros,
frasquinhos e garrafinhat, manteigaeiras e assu-
careiros, jarrinhospara boqueta d cravo oa-
tras muitaa cousis : na loja da victoria na rus
do Queimado n. 75, junio a loja de cera.
Ceblas novas a 800 rs.
o cento,
e 79 o milheiro, vioho da Fisjawira Lisboa a 400,
OO e 5t rs. a garrafa, e 3. 39600 e 4* a cana-
da ; na ra das Cruze* n. U4, esquina da trsves-
u do Ouvidor. .
Ba do Queimado o. 19.
Santos Goelho tem para
vender o seguate :
Esleirs da India de 4, 5 e6 pilmoa de largo
proprias para forrar *s e aalas.
Mncoes da bramante largos a 89 cada um.
tobertas de chita a cbineza a 1J800.
Lencoes de panno de linho fino a 29.
I0?."1" oiniaseadas de linho para mesa a 49.
t-niia franceza com deleito de avaria 160 rs.
o oerido.
Toalhas de fustao pata mioa a 500 rs. cada
Colchis de fusto adamascado grandes a 6.
^"Dra de tores a 160 errovado. '
^Jltijlhaa ricamente bordadas e de trispasso a
Adfs senhores ci-
garreiros.
ml!id?",efumo 1C4d0 P8rs '"os, vindo do
Rio de Janeiro em latas de uma arroba e tanto
proprio para oa senhores cigarreiros : na rna lar-
ga do Rosario n. 30, loja de charutos.
Bolcinhas de borracha
para fumo.
Muilo lindas bolcinhas de borracha p&ra guar-
imo pelo baratissimo preco de 1|200, **
00 rs. cada uma : na loja da Victoria 1
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
do
Lindeza.
Venda-se fazeoda denominada lindeza, ontim
para vestidos a 160 rs. o covado : na loja do Du
arte, ra da Imperatriz n. 20.
Atlenco
M udezas baratas
Na loja da victoria na ra do
Qaeimado juuto a loja de
cera.
Clcheles francezes em cart&o s 40 rs. '
Alfinetes francezes cabca chata a 120 rs. carta.
Papel com cento e tantoa alflnetes a 40 rs. o
papel.
Linhas victoria emcarrilel com 200 jardaa a 60
rs. p carrilei.
Qttaa 200 jardas de Aletander a 900 rs. a du-
zia.
Bitas a 100 jardaa brancas e de corea a 30 a. o
carritel.
Ditas da Pedro V brancas e de cores a 40 rs. o
cartao.
Guampos 40 rs. o maco.
Eofladorea brancos a 60 e 80 rs.
Carteirinhaa com agulbas francezas a 320 rs.
Trancas brancas de linho a 100 rs. a peca.
Agulhas de eotiar vestido a 40 rs. cada uma.
Eoulras muitaa miu-ezas que se afflaoca ven-
aer Darato para qaem comprar victoria sempre
contar : na loja da victoria na ra do Queimado
n. 75, junto a loja de cera.
A toja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Eata loja por estar conatantemeete a receber
perfumaras finas de snas proprias encommendas,
bem se pode dizer que est constituida um depo-
sito de ditas, tendo-aa sempre doa melbores e
laii1 acreditados fabricantes, como Lubio. Piver
oudray e Sociel Hygienique, etc., etc. ; por
sso, quem quizer prover-se do bom, dirigir-se
ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que
chara sempre um lindo e completo sortimento,
eudo de mata a mais a elegancia dos frascos, e a
taraleza por que se vendem convida e anima ao
omprador.
Carros e carrosas.
Em casa de N. O. Bieber
4 C. successores ru da Cruz
4.
numero
Vendem-se sarros americanos mui elesanles
a leves para duaa e 4 pessoas e recebem-se en-
commendas para cujo fim elles possuem map-
pas com vanoa desenhos, tambem vendem car-
rocaapara conduccao deassucaretc.
Enfeites para senhora.
Lindos enfeites para cabeca de gosto o mais
moderno que tem apparecido a 5J, 59500 e 69
I na loja da victoria na ra do Quaimado u. 75
Vendem-se caixOes vastos proptfios l unl a loa de cera-
parabahuleiros,funileirosetc.aljJ280:
quem pretender dirija-se a esta tjpo-
graphia, que alii se dir' quem ostem' vnde-e ebo em pao do PoTto, caixinhas de
para vender. f }rroba : no armazem de Arsenio Augusto Fer-
1 reir, ra da Madre de Dos n. 12.
svj uc vea*
Sebo em pao,
Bazar de calidas
e brinquedos para meninos e
meninas.
Na ra Direita n. 7 defronte dst grande
fabrica de tamancos.
Neste aatabalacimento aovo aa eacoBtraria
nnfn -gr!n- ,orti-i crimJSSrK.
quedos de todaa aa qualidadea a pKe% pan sm-
ninos e meninas, asaim orno taabeta cSjaiT
muito bons e baratos, Unto em caica caaaa ati
talho. io^
Panno de algodao da
Baha.
Vende-se no escriptorio de Antonio Late d
Oliveira Azevedo k C, rna da Cruz a. f.
Riscado monstro.
Veode-ae riscado monstro, fssenda muilo eco-
nmica para o uso domestico por ter graade lar-
gara e o seu preco ser de MO rs. o corada oa
ra da Imperartrii, laja n. 90, do Duarte.
rilNDCiO LOW-HOOI
Roa daSenzalla Sova a41
NestaistabalacimantocontiDa a ka ver usa
ompleto j o rt i atan t o dm oen d a ssss ai a s bsmbV
i*s parasnganho.ssachinas da vapor aiaiiM
la farro batido a coado, da todos ostaraankoa
para dito,
Souhall llellors dt C, lando recabada as-
mo) para vender o aeu crescido deposito dsralo-
gios T|sto o fabricante ter-ae retirado do Baga-
do ; convida, portanto, s pessoas que guian
possuir um bom relogio de ouro 00 prata do c-
lebre abncante Kornby, a aproveiUr-ae da op-
portunidade sem perda da lempo, para vir tass
pra-los por commodo preco no seu escriptorio
ra do Trapiche a. M.
Simode Nantua,
obra completa, ntidamente impresas, typo gran-
de e intellegivel, papel claro, formato accoaaaao-
dado o mais possivel, encadernado com meia an-
caderoaco, com seu rotulo dourado, e pelo aa-
ligo praco de I9 cada volme : na ra do Im-
perador n. 15.
Phosphoros do gaz a
2!200agroza.
Dinheiro & vista.
Na ra da Cadeia do Becife n. 56 A, loia da
ferragens de Vidal & Bastos.
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,
PRaRESSIVO
DE
s
a
dem francftf! "P6"1"* > 800 ISOOO, eem barril UH abatimento.
E flZ'Tl d merCad f *,b" e em b""8 z0 ^ 600 rs, libra.
2 flameogos chegad0B ^ Lim vapor a 3J000t
UeijOS lundriQOS ome.hor que ha Lie genero por serem muito frescos a H200 libra.
rffhrc? me'h0r qua se pode *T'r a mo a Ubr4 e mo tro.
C h ySSOn e preto o melhor do mfeado de 1700 a 2*880 a libra.
SESEE?ingiw harabu4 72 ^
d| Porto do cas. particular. 560 rs. por libra, inleiro 460 rs.
oino. Porto fino, neciar, Carcavalls, Csmoes, Madeira scea, Feitoris velho, secco cbsmisso
VinhO engarrafsdos Duque da Pono
a 1*200 e 1300 agarr
ViuhoBordeauxde,
a 1*200e 1,300 agarrafa, ,35000 a dun
O BordeauX de superior fatallof"-
VinhO em pipa proprios para pasto di
super.or quslidads diffrentes marcas s 800 a 1* a garrafa o de 89500 a 109000 duiia,
tos para pasto d. 500 a 600 rs. s garrafs ede 3*800 a 49800 a caada.
Marmelada imperial a escolher $ todos os fabricantes de Lisboa
00 rs. lata, de uma libra e a 1*7^)0
oOCetBS com doces secco das mais
premiada as expsitos universaes de Londres a Pars a
'WO as de duas libras.
^^delicfjda frutss da Europa, e o mais proprio que ha para mimos, por serem ricamente enfeiudas, eda
FigOS em CaxinhaS de 4 libra mL> frseos e gr.mdes a 29000.
Peras se-CCa em caixinha de'4 libraJcheg.dasnesle ultimo vapor a 39500 e 1*200 a libra, afianca-se ser o melhor que poda haver nesia
genero.
AmeixaS francezas em latas dejes libras por 49000 e 19000 por libra.
Passas em caixinhas da oilo libras, asmelhoresdo mereado a 3 s a 640 rs. a iibra, e em caixa de ama s'oba a 9*500.
Latas COm fructaS todas as dualidades que ha em Portugal de 700 a 1900U a lata.
Gorinthas em frascos de 1 1 [2 a k libras de 19600 a 2*200.
CaiXaS Surtidas com ameixas, hmendoas, passas figos, peras e nozes oque ha de mais proprio para mimos, de 4*000 a 5*000 rs.
por caixa de 10 a 12 libras, e 3201 rs. a libra dos figos.
Lata COI bolaxinha de SOta de diversas qualidades, e muito novas a t*450. o grandes de 4 a 8 libras de M500 a 4*500.
Conservas inglezaS francerat i portngaezis de 600 a 800 ris o frasco.
Ervilhas francesas portuguesas a 720 rs. a lala, afianja-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao marcado.
MaSSaS talharim, macarro e aletria as mais novas que temos no mercado a 400 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 ris alibra em porcao ter abatimento.
AzeitOnaS de Lisboa novas e grandes vindas pela primeira vez ao nosso mercado a 39500 a ancoreta.
ChampaIlhe das marcas mais acreditadas de 159 a 20f000 res o gigo de 19500 a 29 a garrafa.
Cervejas das melhor es marcas a 560 rs. a garrafa de 59 | 6*000 a duzia da branca.
Cognac a melhor qualidade que temos no mercado a 1*000 a garrafa e a 109000 a duzia.
Genebra de Hollanda a 600 rs. o frascos 69500 afrasqueira com 12 fraseos.
Chocolate o mais superior que temostido no mercadoportuguez, hespanhol efrancez da 19a 1*100 alibra.
Vinagre puro de lisboa a S4t a garrafa e 19850 a caada,
EspermaCOte Superior san avaria a 740 rs. em caixa e a 760 rs. a libra.
ArrOZ o melhorilo mercado a 100 s. a libra e 2|700 a arroba do da India e 120 rs. a libra do Marnhio,
Al pista 6 p ai O 0 o mais limp > que ha a 160 rs. a libra do alpiste e 240 re. a libra do painco.
Vinagre branco o melhor que taos tido no mercado a 400 rs. a garrafa 29560 a caada.
Massa de tomate em latas dekima libra do mais acreditado autor de Lisboa a vinda a primeira vez a nosso marcado de 19 a lata.
Ara ruta melhor que se pode desojar a 320 rs. a libra, e 160 fs. a libra da gomma.
Toucinho de Lisboa o mais novo do mercado a 320 res a libra e arroba a 109000.
Batatas em gigos eom uma arrobaL as melbores qu* ha no mercado a 1*800 o gigo.
Lentilhas fraacezas, as melhores la mais ssborosas da todos os legumes a 500 rs. a libra,
Nozes .i melhores e mais novas por terem ehegsdo neste ultimo vapor a 200 rs, a libra.
Palitos lixadOS para-dentes a 200 e 100 rs. o maco com 20 massinhos e flor a 280 rs,
Latas com sardinha de Nantes muito novas a 440 n. a lata.
Velas de Carnauba ecomposiejio do superior qualidade a 400 rs. a libra a a 125500 a arroba.
Bolachinha iugleza iogleza |mU nova do mercado a 49 a barrica a MO ra. a libra
i lm dos ganaros aonnnciados enoontrart o pubUeo ludo que procurar tendente a mottudo, e por menos dat or eanio da era*
qualquer parte.
I


*r
wario oa tnnsainoo *- aturr nm
Cal de Lisboa em
pedra,
desembarcsda hotflem ; vende-ae mais barato 3o
que em qaalquer outra parte : na ra de Apollo
d. 28, armazem de Tarroso.
Meias para sen\ir&.
Vendem-se superiorea meias para aenhora pe-
lo biraliasimo prego de 8)840 a duzii; na loja
da boe f, na ruado Queimado n. 21.
ntremelos
bordados em cambraia
- transparente.
Na loja d'aguia branca te acha um bello aorli-
meoto de ntremelos bordados em fina cambraia
transparente, e como de aeu coatume eat ven-
dendo baratamente a 19800 a pega de 3 raras,
tendo quanlidade bstanle de cada padro, para
Teatidos ; e quem tiver dtnbeiro approveitar a
occaaiao, e manda-loa comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Agulhas impelaos.
Tem o fundo dourado.
A loja d'agaia branca tendo em vistas sempre
vender o bom, mandn vir, e acabam de cbegar
aqui (peta primeira vez) as superiores agulhas
imperiaes, com o fundo dourado e mui bem fei-
taa, sendo para alfaiates e costureirns, e custa
cada papel 160 rs A agulba aaaim boa anima
e adianta a quem cose com ella, e em regra sao
mais baratas do que as outras; quem as com-
prar na ra do Queimado, loja d'aguia branca n
16, dir aempre bem dellas.
Zeflre para vestido.
Chegou para a loja da victoria grande sorti-
mento de zeflre para eofeites de vestido ou para
outra qualquer obra que se queira butar pelo
barato prego de 500 rs. a pega com 10 varas : na
loja da victoria na ra do Queimado n. 75, junto
a loja de cera.
ia de ail.
* Para engommado.
Veodem-se fraaquinbos com escencia de ail
cousa excellente para engommado porque urna
gota delta bastante para dar cor em urna bacia
de gomrna tendodemaisa maisapreciosidade de
nao manchar a roupa como omitas vezes acon-
tece com o p de ail. Custa cada frasquinbo
500 rs. : na ra do Queimado loja da aguia bran-
ca n. 16.
Potassa americana,
Vende-se potassa americana cumio nova e de
superior quatidade: no escriptorio de Manoel
Ignacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo San-
o n. 19.
|N8N3M9aKHSfiH MBWNKfiMK
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS & IEG0
Na ra Nova junto a Con-'
ceico dos Milita-
res n. 47.
Om grande e variado sorlimento de
roupas le tas, calcados e fazendas e todos
tea vendem por pregos maito modi-
ficados como de seu costume,assim como
sejam sobreeasacos de superiores pannos
e casacos (eitos pelos ltimos figurinos a
26$, 589, 309 e a359, paletots dos mesmos
pannos preto a 6g, 18|, 509 e a 249,
ditos de case mira de cor mesclado e de
novos padres a 149.169. 189,209 e 249,
ditoa saceos daa mesmas caaemiras de co-
res a 99,109,129 a 149, ditos pretos pe-
lo diminuto prego de 89, 109, e 12$, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 159, ,
ditos de merino de cordo a 1*9, ditos1,
de merino chines de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 109,
ditos saceos pretos a 49, ditos de pal ha de
seda (azoada muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 39500, 49
e a 49500, ditos de fusto branco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de corea a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49, ditas de brlm de cores
floasalg500, 39, 39500 a 4$, ditas de
brim brancos Anas a 49500, 5J,, 59500 e a
69, ditaa de brim lona a 59 e a 6fl, colletes
de gorgurao preto ede cores a 5$ e a 6|,
ditos de casemira de cor pretos a 45500
e a 59, ditos de fusto branco e de brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 41
ditos de merino para luto a 49 e a 4950o
caigas de merino para luto a4|500 ea5|!
capas de borracha a 99. Para meninos
de todos os tamaohos: calcas de casemira
preta e de cor a 5J, 69 e a 79, ditas ditas
de brim a 2$, 39 e a 39500, paletots sac-
eos de casemira preta a 68 e a 7, ditos
decor a 69 ea7f, ditos de alpaca 13,
sobreeasacos de panno preto a 129 a
14*, ditos de alpaca preta a 59, bonets
para menino de todas asqualidades, ca-
misas para meninos de todos ostamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia (eitos
para meninas de 5 a 8 annos com cinco o
babados lisos a 89 e a 12J, ditos de gorgu- 1
rao de cor e de la a 59 e a 69, ditos de 5
brim a 3*. ditos de cambraiaricamente
bordados para baptisados.e muitas outras
fazendas e roupaa feitaa que deixam de
ser mencionadas pela sua grande qaanti-
dade ; assimcomorecebe-setoda e qual-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar e que para este fim
temos um completo sorlimento defazen- I
das do gosto a urna grande officina de al-
(tate) dirigida por um hbil mestre que 1
pela suapromptida eperfeigao nadade-
___ xa a desejar.
* mmmm m mmmmmm
Opiata ingleza
para dentes.
Ist8 finalmente remediada a falla que se sen-
ta dessa apreciavel opiata iogleza lio proveito-
sa e necessaria para os dentes, isso porque a lo-
ja d aguia branca aesba de recebe-la de sua en-
commenda, e continua a vende-la a 19500 rs. a
eaixa; quem qoizer conservar seus dentes per-
fectos prevenir-se mandando-a comprar em
dita loja d aguia branca, ra do Queimado n. 18.
Vende-se
azeitede dend ou palma, dito de amendoim que
serve para luzes e machinas, mais barato do que
em qualquer outra parte; na na do Vigario n.
19, pnmeiro andar.
\
t
Cascarrilha.
mf.g2 pm !!" tfa ?ielorta grande aorli-
mento de casearrilha de todas as cores e largu-
ras e se vende mais barato do que em parte al-
do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
wll!D*M,nlll|'r6te de nC0 AngolU,de
idade de 35 a 40 annos, proprio para oserico
de campo : na na de Santa Rita n. 36
Vende-se o sobrado n. 23 ailo na ra das
Lineo Pontas, com mullos commodos : a tratar
de tarde das 3 as f.
Chapeos de castor.
Vendem-se chapees De eastore primeira qua-
lidade a 89, que j se venderam a 169, e Para
aeabar: na ra da Imperatrir, loja n. SO, do
Duarte.
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Nos armezeos docies do Ramos ns. 18 e 36 e
na ra do Trapiche Novo (no Recife) n. 8, se
vende gaz liquido americano primeira qualida-
de erecentementechegado a 149 a de cinco
galles, assim como se vendem latas de cinco
garrafas e em garrafas.
Novos cinteiros de fitas com
pontas cnidas e franjas,
k loja d'aguia branca acaba de receber pelo
vapor iuglez os lio procurados e mallo bonitos
cinteiros de fitas com pontas cabidas e franjas, e
por Uso podem agora ser satisfactoriamente ser-
vidas as senhoras que a desejavam ; elles achat-
se nicamente na dita loja d'aguia branca, ruado
Queimado o. 16.
Fitas de chmalo-
te muito boas e
bonitas.
? loja d'aguia branca acaba de receber pelo va-
por ioglez i sua encommends de boas, bonitas e
largaa fitaa de chamalote brancas e outras cores,
as quaes sao excellentes para cintos, lagos, etc.,
de vestidos para casamentos e bailes, assim como
para lagos de bonqoetes, cinteiros de crianzas e
muitaa outras diversas cousat, e como de seu
costurae os pregos sao menores do qae em outra
qualquer parte; aasim quem manido de diohei-
ro, dirgir-se a ra do Queimado loja d'aguia
branca n. 16, ser bem servido.
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da mais nova e
superior que ha no mercado e a preco muito
cammodo : no escriptorio de Hsnoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
1MSM MITO
do Rio, muito novo e barato.
Farinria de mandioca
de Saqta Gatharina, a mais nova que ha.
Vende-se um e outro gneros ; na na nova
de Santa Rita, armazem n. 19.
D. Pedro V.
Vendem-se folhelos com o retrato do Sr. D.
Pedro V, contendo o seu reinado e ltimos mo-
mentos, obra mui apreciavel para os Portugue-
zes, pelo barato preco de 19: na roa do Queima-
do, loja de miudezas da boa fama n. 35.
Vendem-ae 6 cadeiras a Luiz XV, novas :
na ra daa Crnzes n. 1.
Machinas americanas.
Em casa de N. O. Bieber & C., successores,
ra da Cruz n. 4, vendem-se :
Machinas para regar borlas e capim.
Ditas para descarocar milito.
Ditas para cortar capim. __
Selins com perteces a 109 e 209.
Obras de metal principe prateadas.
Alcatrao da Suecia.
Veroiz de alcatrao para navios.
Salsa parrilhu de primeira qualidade do Para.
Vinho Xeres de 1836 em caizas del dnzia.
Cognac em r.aixas de 1 duzia.
Arados e grades.
Brilhanles.
Carrosas pequeas.
Muitas fazendas
baratas na ra da Impera-
triz n. 60, loja do pav.
Gama & Silva, donos deste estabelecimento,
tem resolvido vender as suas fazendas por presos
baratissimos como sejam:
Mussenj branca, com 4 1[2 palmos de largu-
ra, covado a 240 rs.
Ghitas escuras com pequeo toque de' mofo,
covado a 160 rs.
Ditas matizadas sem mofo, covado a 160 rs.
Cortes de ditas com lOcovadoa a 19500.
Cortes de chitas francezas escaras e alegres,
fazenda muito fina e de cores seguras, com 10
covados, 29600.
Chitas francezas, fazenda superior, covado a
260,280, 300 e 320 rs.
Laazinha de quadros para vestidos, covado a
280 rs.
Ditas muito finas e modernas, covado a 440 rs.
Cassas de cores, fazenda inteiramente nova,
covado a 260, 280 e 300 rs.
Ditas garibaldinas, fazenda Onissima, covado a
360 rs.
Mu bonitas
e boas fitas brancas de chama-
lote, franjas e trancas.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
encommenda diversos artigos de gosto, e proprio
i para eofeites de vestidos de noivas ou convida-
! das, sendo bicos de blood de diversas larguras,
I franjas brancas e de cores, trancas brancas com
vidrilhose sem elles, cascarrilhas brancas e mui-
tas outras cores, finas e delicadas capellas bran-
cas, bonitos eofeites de flores e cachos sollos, lu-
vaa de pellica enfeitadas primorosamente, mui
bonitas e boas fitas de chamalote, e emfim mui-
tosoutros objectos que a pedido do comprador
serio patentes, e vista do dioheiro nato se dei-
xar de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Fvellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de receber por
amostra urna pequea quantidade de ivellas
douradas e esmaltadaa para cintos, lodas de no-
vos e bonitos moldes, e tambem douradas que
parecem de ouro de lei, o que s com experien-
cia se conhecer nao o serem, estando no mesmo
caso as esmaltadla, e assim mesmo vendem-se
pelo barato prego de 25500 rs. cada urna, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Gestinhas ou cabases para as
meninas de escola.
O tempo proprio das meninas irem para a
escola, e por isso bom que vo compostas com
urna das novas e bonitas cestinhas que se ven-
dem ce na do Queimado loja d'aguia branca
n. 16.
Novos bonets de velludo, e
marroquim dourado.
Na loja d'agaia branca vende-se mui bonitos
bonets de velludo, e marroquim dourado, os
quaes sao agora mui necesarios para os meni-
nos que vio para a escola e quem os quizer com-
prar maia baratoa dirigir-se ra do Queimado
loja d aguia branca n. 16.
As verdadeiras pennas ingle-
zas caligraphicas.
A loja d'aguia branca acaba de receber 4 sua
encommenda das verdadeiras pennas de ac
ioglezas caligraphicas, dos bem oonhecidos e
acreditados fabricantes Perry 4 C, e apesar da
falta que havia deseas.boas peonas, cosa ludo
vendem-se pelo antigo prego de/000 a caixinha
ds.uma grozs, quantidade easa que as falsifica-
das nao trazem. Para livrsr de engao;, as ca-
li ohas vio Barcadas com o rotlo que diz. Loja
d'agaia bracea rus do Queimado n. 16.
Chapeos* enfeitadas.
Vendem-se chapeos entenados muito recom-
ttenaaveie para as meoiaaa mu esta pansido a
testa ros amenos auaWUea desla heroica cidade,
a prego de 2 cada, na : na sua da Impereitiz,
loja o.Jfc do Duarte. Na dita loja cima acbarao
coQlinaVaaente os seahores consumidores um
grande e variado sorlimento de (azeodat, lado
baralissimo.
Vendem-se burros gordos e mansos ; no
eogenho Jurissacs, do Cabo : a tsatar all com o
Sr. Domingos Francisco de Souza Leao.
N. O.Biabar & C.saccessores.rua diCrai
4, tem paravenderrelogiosparaalgibeira de
ouro e prata.
*mmmm vmmmm mmm
Itileresse publico.
iOfferecido pela loja dej
DE 1M2
marmore.
A loja de marmore tendo de apresen-
tar concurrencia publica o que ba de
mais novo em fazendas, tanto para se-
nhoras como para horneas e meniuos,
sendo que para este fim espera de seus
correspondentes de Inglaterra, Franca e
Allemanha as remessas de seus pedidos,
tem resolvido, antes de apresentar o no-
vo sorlimento, liquidar as fazendaa exis-
tentes, o que etTectuar por precos m-
dicos e para cujo Jim convida o respeita-
vel publico a aproveilar-se desta emer-
gencia.

Fonileire e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Neste rico e bem montsdo estabelecimento en-
contrario oafreguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas asqualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIROSde lodosos lmannos.
SEMICUYUS idem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem. .
BAHUS idem idem.
FOLHA em caizas de lodas aa grossuraa.
PRATOS imitando em perteigo a boa porcel-
lana.
CHALE1RAS de todas as qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e flaodres psra qaal-
quer sortimento.
VIDROS em caizas e a retalho de todos os ta-
mandando-ae manhoa, botar dentro da eidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendas de qualquer natu-
reza, concertos, que tudo ser desempenhado a
contento.
mwtVViwSwSSfwStWf ^V*fV^ ^Bv WB% Ji
Loja aniarella.
| Ra da Cadeia confronte ao becco |
S Largo.
Ricas capas pretas compridas, mante- 1
leles modernos de seda e fil.
Vestidos bordados de cambraia, duaa
fsaias, palos e babadinhos.
Vestidos de seda cores escolhidas e de
phintasia, lasinha de cor a 500.
Sedaa de quadrinhos, grosdenaples e
moreanlique, la maliaada a 6(0 rs.
Manguitos e gollas bordadas com per-
feicao.la transparente a 640 rs.
Cassas de cores, chitas finas, tarlalana,
fil etc., baregede la a 640 rs:
Para as noivas.
Vestidos de blonde com saia de aetim
manta, capaila, todos os pertences.
ovidade.
Chapeos de palha fino, Jeques, msn-
euitna. nnl anartilhns. chales DOnta
redonda, perfumara etc.
Roupa feita.
E' ease estabelecimento o especial em
roupa feita j em prego como na quali-
dade, palilots, caigas, -colletes, sobreca-
cos, sobretudo, capas de borracha etc.
Calcado.
Bolinas de Meli muito frescas a 12$ :
na ra da Cadeia n. 23, de Gurgel &
Perdigo.
Doce fino e oaba.
NfiU* d0 Bu*eI M l4m doce < lodaa as
qushdades. e vende-se muito barato ; vala de
sos quahdade superior se far( preco.
Preservativo Universal.
45Ra Direita4B
ihem ...
Urna das intelligenciss me her esclarecidas na
sclencia de Hipocratee, depo s de Ijngos annos
de exercicio de curar e malar conveneeu-se afi-
na!, que o nico preservativo infallitel de qual-
quer epidemia por mais mortfera que fosa, era
iWnnPNT^I5" reiM- *elre desembarazado,
e PES OUENTES. Ora, viajando por hi urna
epidemia que miU gente comb qualquer outra,
occaaiao de pormos em praca eatea principios,
usando pouco do chapeo sempre som-
bre; tomando de 15 em 15 diaa um lazante de
sal oo glanber, o msis acrrimo inimigo ds epi-
demia, segundo a opinio e a pralica de um doa
ornamentos da nossa magistratura ; e lancando
ao cisco todo o calcado velho, dirigiodo-se todos
ao armazemvda ra Direita n.45. ondeoreapec-
tivo propnetarlo a todoa receber com cortezia,
aturar as maasadaa, aquecer os ps com ez-
cellente calcado, segundo o gosto. e estado 11-
nanceiro*de cada um, e vejam: T
Homens. I
BOBZEGUINS dos melhores fabricantes,
f*??'!31"2 e eirqe a 13$.
. }%*,}* ,0. 99500, 8 e.... .1........
JKoOat.'..7*500' 6S500, ^ 5*'
Meninos.
SAPATOES a 5S50Q, 5, 4, 3*500
Senhora
BOTINAS de fabricantes francezes, lingle-
fi**V*^m^g ,e. mericaoos federaes
6$,5500, 5|, 48500. 3J500 a...T...... *500
Meninas.
BOTINAS a 4J50O e................1.....4*000
Um completo sorlimento de sapatds 'para ae-
nhora de couro de lustre virado a 500 rs. de ta
pete a 800 rs., de lustre (os. 32 e 33 a 800 rs
de tranca francezes a 1JJ300, portugueses 2a mui-
5*500
2*000
1600
o, marro-
courinhos,
lo couro de lustre, de porco, corda*
quim, bezerro francez, sola de lustre, o
vaquetas, sola etc., que todo vende-s como em
nenhuma parta.
Baua liiia
em copos grandes.
A' loja d'aguia branca avisa a sua h3a fregue-
zia que chegada a apreciavel banha I na em co-
pos grandes, e contina a vende-la n ais barato
do qne em ontra qualquer parte : na ru a do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
la do Queimado n. 10,
loja de 4 portas 4e Fer-
rao Maia,
vendem-ae as seguintes fazendas por metade de
seas valores somonte com o fim de acabar.
Chalea de louquim o melhor que tem appare-
cido no mercado a 8,10, 15, 20 e 30f.
Sedinhas de quadrinhos, corado, a 800 e 1$.
Chaly e barege, covado 500 rs.
Mimo do co, covado 500 rs.
Cassa francesa, covado 740 rs.
Cortes de cassa de salpieos a 30.
Grosdenaple preto, covado 19.
Dito amarello, covado 600 rs.
Chales de merino bordados a matiz a 4.
Cortes de velludo de cores para collete a 3#.
Paletots de brim de cores a 3#.
Lengos de seda de cores, um 600rs.
Chapeos de palha para aenhora o mais moder-
no e rico que tem spparecido a 12,14 e!5|.
Ditoa para meninas e meninos por barato preco
Bonets de palha para meninos idem.
Cortes de seda de quadros, fazenda muito su-
perior a 89.
Palelois de alpaca preta e de cores a 8$.
Tarlalana de la com palmas matizadas, fazen-
da moderna e propria para vestidos de senhora e
menvnns, covado 400 rs.
Cbapelinhas de seda para senhora, urna 6|.
Meias psra menina de 2 a 8 annos, duzia 9.
Vestidos pretos bordados a vellido.
Ditos ditos com babados. __
Ditos de cores, riquissima" fazenda.
Panno fino de lodas as cores, covado 21500 e
3JJ000.
Manteletes pretos lisos a 12 e 159.
Ditos ditos bordados o mais rico posaivel.
Cortes de nova fazenda intitulada mossambi-
que, propria para veatidos de senhora. .
Aloalhado de linho com 10 palmos de largura,
vara 2*.
Bramante de linho, 12 palmos de largura, vara
29OOO. .
Dilo de dito muito fino a 29300.
Chalea de la e seda a 29.
AIem das fazendas cima mencionadas ha mui-
taa outras de apurados gostos, que se vendem por
diminutos pregos.
Aos fabricantes de velas.
O antigo depotito de cera de carnauba e sebo
em pao e em velaa, estabelecido no largo da As
sembla n. 9, mudou-se para a ra da Madre de
Dos o. 28, quasi defronte da igreja, onde conti-
na a baver um completo sorlimento daquelles
gneros, que se vendem por pregos razoaveis.
Relogios.
Venda- sa era casa de Johnston Patei.dc C.,
ra do Vigario n. 3 um bello sorlimento da
ralogiosdeouro, patente i nglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tamban
una variedad do bonitos trancelinfpara os
masaos.
Novo paquete das no\idades
23-Rua Direita-23
tnHn n?,eL0!! ?9lfcelecimento acl ara o publico um grande sorlimento tendenle a molbados
ludo por preco mais barato do que em outra qualquer parte :
Manteigs iogleza especialmente escoltida a 800 e 960 re. a libra.
Dila francea a melhor do mercado a' 20 rs. a libra.
Oueijos flamengos chegados no ultime vapor a 29800 e 3S
Cha byson e preto a 29 e 2*880 a libri.
Vinbo engarrafado doa melhores auto ea a 19 e 19200 a garrafa.
vinho de pipa proprios para pasto a i 00 e 560 a garrafa?
Marmelada imperial dos melhores autores a 800 rs. a libra.
Ameias portuguezas a 480 rs. a bri.
Pjssjs n.-u .. a son ra. a libra./
i-atas com bol.chinrns de dmereniea/quauaud*. icifin
Coniervas inglezas as melhores do mercado a 800 rs. o frasco.
Massas, talhanm, macarro e alelrii a 440 rs. a libra
Cerveja das melhores marcas a 560 agarrafa.
Genebra de bollanda superior a 500jfa. a botija.
Velas de carnauba a 440 rs. a libra
Ditas de espermacete a 760 rs. a lil
Vinagre puro de Lisboa a 320 ra. a/garrafa
Arroz a 100 e 120 rs. a libra. /
Alpiste a 160 rs. a libra. /
Toucinho de Lisboa a 360 rs. a likre.
rVt"^? eoero "unciidos achara o publico um grande sorlimento de um todo tenden-
te a molhados mais barato/do que em outra qaalquer parte.
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na ra do Queimado b. 22,
ae encontrar um completo aortimenlo de grava-
tas de seda pretas e de cores, que se vendem por
precos baralissimo, como sejam: eaireiliohas
pretas e de lindas cores s 19, ditas com pontaa
largas s 19500, ditas pretas bordadas a 19600. di-
taa pretas pura duas vollas a 2g ; na mencionada
loja da boa f, na ra da Queimado n. 22.
Urna bar caca.
Vende-se ama barcada do porte de 35 caitas,
encalhada no estaleiro do mestre carpinteiro Ja-
cintho Elesbo, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
tai, aonde pode ser vista e examinada pelos pre-
teudentes ; vende-se a prazo ou a dinheiro ; a
tratar com Manoel Alves Guerra, na rna do Tra-
piche n. 14.
Lencos toameos muito
ftnos,
Vendem-se lengos brancos maito finos, pelo
diminuto preco de 29400 a duzia, graude pe-
chincha : na loja da boa f, na raa do Queimado
numero 22.
Caivetes fixos para abrir
latas.
Chegon nova remessa desies preciosos cai-
vetes filos para abrir latas de sardioha, doce,
bolachinhas etc., etc. Agora pela testa come-se'
muito dessas cousas e por isso necessario ter
um desses caivetes eujo importe 19, compran-
do-se na ra do Queimado loja da agaia branca
n. 16, nica parte onde os ha.
Gaixinfaas vazias para con-
feitos
Muito lindas caitinhas valias para se botar
confeitos e dar de presente a 200, 320 e 400 rs.
cada caixinha: na loja da victoria na ra do
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Lihas de croxele em nve-
los monstros.
Muito boa linba de croxele para bordado em
nvelos monstros por serem muito grandes a
400 rs. o novelo : na loja d victoria na ra do
Queimado a. 75, junto a loja de era.
Vende-ae um carro de 4 rodes novo, rece-
ido ultimsmente de Frso;a, todo forrado de
seda, com oa competentes arreios prateados,
obra de muito bom gosto, sendo este calecbe o
maia bonito que hoje existe nesta cidade : a tra-
tar na ra do Trapiche n. 14, primeira andar.
Novo sortimento'de cascarri-
lhas de seda.
A loja d'aguia branca acaba de receber um novo
e bello sorlimento de cascarrilhas de seda de
muitas e differentes cores, o vende-se 4 19500
e 29500 ris a pega, na ra do Queimado leja
d'aguia branca n. 16.
Meias pretas de seda 1:000
o par.
Vende-se meias pretas de seda, e de mui boa
quslidade, para senhorss, e padreo 19000 o
par, por cataren principiando a asolar, o estando
ellaa calcadas nada se conhece, na ra do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 14.
TTENQAO l
MU KDl! ME, PAMUnr WS\
Sortimento completo de fazendas e roupas feitas
m.
N. 48--Rria
NiV L.OJA 1N
da lmperatrizN.
48
Junto apadaria francez a,
Encontra-se aeste estabelecimento um completo sorlimento de roupas de todas as dualida-
des como sejam paletots de alt ac preta de 39a 109. ditos de merino preto a 79, dito de paono
preto saceos a 79. 8J e 129. dil os de casemira de 79. 9 e 129, ditos de alpaca de cor a 39500. 4 e
79, ditos de meia casemira de :flr a 49500 e pretos a 5J. ditos de brim pardo e de coresT395OO a
^ nr!n? df.,bramaDte i350 le brim irangado a 49500, sobrecasaco de panno preto
2Jk j?*' dll08,C0ID J!a de ?elluao I*, sortimento de calcas brancas de brim a 29500
PaA Saris1 Cd **S 2*' ,,5 6 ^tt" de 8aDRa de a a*. de i. cJSSli
a d9, 895W e 69 ditaa de casemira superior a 6$500, 79500 e 99, ditas pretas a 48500,79, 89 e 109
e de outras muitas qualidades, sorlimento de collete de todas as qualidades. camisas francesas de
todas asqualidades e pregos,sebulas dealgodo, de bramante e de linho por precos admirareis
Um sortimento de roupas para meninos de diversos tsmaobos, chapeos francezea para cabeca d
todas as quaiidadea, chapeos de sol de seda admiravel pechincha para liquidar a 59500 e 69 ditos
para sennors a 4g e 59, o outras muita* nuaiiitmtn* Ha fuTamina a m.m.. ra..c .. .tt.Zz'.
der por pregos commodos.
muitas qualidades de fazendas e roupas feitss que se afianca ven-
Linhas de cores em
Meias pretas de seda.
Vende-se meias de seda pretas para senhora
fazenda muito superior pelo baralissimo prego
de 19o par : na raa do Queimado na bem co-
nhecidalojada boa fama n.35.
. nvelos.
Vende-se linhss de cores em nvelos fazenda
em perfeitissimo eatade pelp baralissimo prego
de 19 a libra : na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
Papel de peso a 2J al resma.
Vende-se oa roa do Queimado tina de miude-
zas da boa fama n. 35.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonitos bicos de linio de dous a
quatro dedos de largura fazenda muito superior
pelo baralissimo prego de 240, 320, 400 e 480 rs
a vara, vende-ae por tal prego pela razBo de es-
tarem multo pouca cousa encaldidps, tambem se
vendem pejes de rendas lisaa perfeitamente boas
com 10 varas cada pega a 720, 800 e 19, ditas
com salpiaoa muito bonitas e diversas larguras a
19200,19600 e 29 a pega, ditas de seda a 29 ca-
da urna peca : na roa do Queimado na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 35.
Agua de lvander e
Vende-ae auperior agaa de lav|ind
pelo bsrstiseimo preco de 500 o
co, pomada maitissimo fina em
500e a 19, vende-se por to bsm o
grande quantidade qae ha: oa ra
na loja de miudezas d boa fama o
pomada.
er ingleza
rs. cada fras
grandes a
preco pela
do Queimado
.55.
pios
. Tentospara vojtarete.
Vendem-se superiores lentos para voltarete
pelo baralissimo prego de 49 cada caixa : na ra
do Queimado loja de miudezas da boa fama nu-
mero 35.
Leques de madreperola.
Vende-se mai lindos e finissimos leques de
madreperola pelo barato prego de 169 cada um :
oa raa do Queimado loja de miudezas da boa fa-
ma n. 35.
Excencia de ail para engom-
mado.
Vende-se cada um frasquinho pelo barato
prego de 500 rs. : ns ra do Queimado loja de
miudezas da boa fama o. 35.
Taixas
para engenho.
Grande reduccao nos prejos
para acabar.
Braga, Son & C. tem para vender da roa da
Moeda taixas de ferro aado do mui acreditado
fabricante Edwi.n Maw, a 100 rs: por libra, aa
meamaa que ae vendiam a 120 rs. : quem preci-
sar dirija-aa a roa do Trapicha o. 44, armazem
do fazendas.
CARTOES
DB
VISITA
Car loes de V..U. de D0TO !,
Cartoea de visita de novo gosto.
Urna duzia por 16(000.
Urna duzia por 16|000
Urna duiit por 161000
Urna duzia por 16(000.
Retratista americano.
Retratista americano
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador-
ARMAZEM
DE
LouQa vidrada.
8-Raa da Cadeia do Recife~8
Grande liquidacao por
todo pre^o.
Tambem se veode o estabelecimento coas aba-
Louga vidrada de differentes qualidades.
tfasos de diversos lamaoboa para maotiga da-
C6 61C.
Jarrea Coas grandes e pequeas.
Ditaa entre-nnss e meis inferiores.
Potes de diilcrentes tamaohos.
Jarraa e janes para coainha
Reafriadelras [ou garr.faa) de dillerentas gostos.
Quarlinhas grandes e pequeoaa. *"">
Copos da Baha e da (ern.
tiuringues finos e eotae-Onos.
Fogireiroapara defumar
Baedn"v?oe,0 Pr0P"S P"' C0B,P". cairas
Escovas de lavar casa e navios.
VaTer" "" "be,l0, piaMa" e ? P"
Espanadores de cabello para carro, mesa etc
%%." dferei"" tam"h; SS -enino
Cestiohaa para menina de escolss.
Bslsios sortidos.
Cestas para compras sortidas.
Capachos redondos psra meio de asa.
Garrafas de vidro brancas e de cores para vi-
nho, licores, agurdenle etc.
E outras Juilas fazendas que sera JifSc l
mencionar aa quaea se veoderio sem reserva de
prego por o dono do estabelecimento ter de re-
Aos senhores sacerdotes.
Acabam de chegar loja da boa f, na raa do
Queimado n. 22, meias pretas de seda metilo su-
periores, propriis para oa senhores sacerdotes
por serem bem compridas e muito eliaticas ; ven-
dem-se pelo barato prego de 69 o par, na men-
cionada loja da boa f, na ra do Qaeimado nu-
mero 22.
Aos portuguezes.
Acaba de chegar a ra do Queimado, loja de
miudezas n. 51, oa retratos da fsmilia real por-
tugueza. A occasiio opportooa para os portu-
guezes amantes da mooarchia ornarem sais salas
com os quadros de lio illoslres principes S--
poucos e o prego diminutsimo ea relelo
eslima que ser.imente se tributa aoa augn. r,
desoendentes da finada raiooa de Portee-al a se-
nhora D. Mara II.
A U000.
Veuae-se o remedio approvado para matar ra-
tos e baratas, chegado pelo ultimo vapor da Eu-
ropa : na ra da Senzala Nova n. 1.
a T Ve,ne-8e un> excellente botica oa capital
da Parahiba, em urna das melhores roas, com
poucos food.os escodo o alugoel da casa mo-to
rommodo, adv.rte-ae que o motivo da veoda
."llecido proprielario : quem prelendfr
dinja-se a roa do Raogel o. 38, segundo aorta'.
MVM*
sem segundo.
Na ra do Queimado o. 55 loja de miudezas
de Jos de Azevodo Maia e Silva, est veodeodo
todas as miudezas por pregos j sabidos e o-
nhecidos :
Grozas de peonas de sgode todas as quali-
dades a QQ
Nvelos de liona que pelo tamanho a todos
admiram a jq
Caixas de agulhas francezas a 120
Caizas com alflnetes muito finos a 60
Caixas com apparelho para enlreter me-
ninos a 240
Ditas ditos grandes a 500
Baralhoa portuguezes a 120 e 200
Croza de botes pequeos para caiga a 120
Tesouras para urinas maito fins a 4M
Ditas para costura muito superiores a 400
Baralhoa fraocezes para voltarete moito fi-
nos a 320
Agulheiros com agulhas francezas a 80
Caivetes de aparar pennas de 1 folha a 80
Pegas de trsoga de la com 10 varaa a 200
Ditas de traoga de la de todas aa cores a 800
Pares de sapatos de traoga de la a IfZSU
Cartas de alfioetes francezes a 109
Pares de luvss fio da Escocis muito finas a 330
Ditas ditaa brancas groases a 100
Escovas para limpar dentes muito finas a 200
Masaos com superiores grampos a 40
Cartdes com colxetes do algum defeito a 20
Ditos de ditos superiores a 40 e 90
Dedaes de fondo de ago muito superiores a 100
Bufiadores para vestidos de senbora com 4
varas a gg
Caixas com colxetes fraocezes a 40
Cartas de alflnetes de ferro a eo
Charuteiras muito finas a 19000
TiBteiras de vidro com linfa a 160
Ditos de barro com tinta superior a 190
Areia preta e azul muito fina a libra a 120
Tenho nova remeaaa de labyrintho para ven-
der por todo prego, aasim como tenho trsngas de
seda differentes cores para vender por todo di-
nheiro que offerecerem.
Escravos f agidos
Fugio oo dia SO do crrante da bordo do
patacho Capuam, o eacravo crioalo marinhei-
ro de oome Antonio, idade 19 annoe pomo mais
ou menos, altura regalar, roato comprldo coas
alguna sigoses de bexigas, levou caiga e camisa
azul : quem o pegar leve-o aa escriptorio ala
Antonio Luiz de Oliveira Aievedo & C. raa da
Cruz o. 1, ou a bordo do dito patacho qoo ser
generosamente recompensado.
Attenco.
9
Esta fgida desde a tarde do S7 do correle a
preta crioala de oome Delflna, do estatura rafa-
lar e bastante ebeia do corpo, tem por eoetaaae
vender agua dos chsfarizea doa bairroe de Santa
Antonio ou S. Jos desta cidade, bem enano asan-
te de arrpalo todas aa tardan, acn tacando ana
na em que fugio levou comaigo no competcau
flaodres urna e meia casada d'aquaUa ajena;
sendo esta a primeira vez qae na ausento*
cass a referida preta, julga-se qaa eeUr larws
occnlta ou mesmo doenle em alean logar a por
isso roga-ae aa reapeovaa antarnadna. ananOos
de campo mesmo a quelqeer penaos &*
nhecer a ana aprehenofte aaaniando a entregar a
Pranetaso Antonia Caaia CaasTasn, na ma alo
Bram ns. 83 e 94, qeeea^iwart Btnj.


8
Litteratura.
MARIO DI PE1NAMBUCO .- QUINTA FIIBA 6 DI FiWIRIIEO t
---------------.------------------
0 baico negro.
(Coolinuagao.) '
Um intorrnnio vero a fetlr o deedor, o judeu
reodeiro aproveita-se dessa occasiio para pedir
aeu diuheiro, aempre pegavel i primeira reela-
niagio. Elle, 13o agrada el ha pouco, to fcil
e al mesmo legre, diffkil e fro agora. Exi-
ge o seu diaheiro em termos lacnicos e aioda
que pouco inslenles ; lem a obrigago e:n seu
poder e est a caminbo para ir casa do ollici.il
de justica ; ar cora que o pobre hornera passe
por todoe os rigores da lei: iuexoravel, quer
ser pago precisa de dinheiro.
O campouez que j lem lidooccasio de apren-
der amito soba eseravido do seu judeu, conhe-
ce seus goslos e appittes. O nico dinheiro que
lem 10 francos; est disposto a da-los se elle
anda quizer ler a paciencia d'esperar seis sema-
nas. O misericordioso judeu acceila e parle. De-
poia que o judeu parte o pobre hornera conhece
que na perturbado de seu modo peJio urna espe-
ra multo pequea; em seis semanas nao estar
ni ais adiantado ; a casa estar anda no mes rao
p; nao importa descansar ao menos por al-
gum terapo. A espera pam-se de pressa ; o
pobre chora qoando pensa nella ; ei-la acabada e
cada de dinheiro. O judeu nao se faz esperar;
mais exacto q^uo um relogio baoi armado ; echa-
se na povoagao, e se dirige para a casa.
Que fazer, meo Deus! Toda a familia treme
cora a idea dessa segunda chegada do judeu na
plenitudo dos seus direitosdepois de uns espera
to generosamente concedida ? Elle se aaouocia
com grande bulha ; insolente e grosseiro ci-
ma de,toda a expressio ; nao adniitte escusa al-
guraa e nada quer ouvir; bale com os ps no
assoalho e com a mo na exlremidade da mesa;
escuma forga de gritar e enfurecerse; abafa
n um ruido infernal as supplicas do seu devedor;
e semelhante a um demonio : o mar em furia
menos lorrivel.
A pobre esposa,cae desraaiada, os lillios cho-
rara e o marido se refugia n'um pensativo siles
co. Algumes vezes elle ousainterrompe-lo, e
roga-lhe em nome do Deus de Israel, que lam-
ben) o Deus dos christios, era nmeda mulher e
dos Qlhos que leem, paciencia de esperar ura
a>ez ; o que far pouca differeoca, acrescentan-
do elle tre pecas de cem sidos ao juro conven-
conado, e promeltendo que em um mez ludo se-
r iofallivelmente pago.
Esses motivos de religio desarmam a colera
do judeu. Torna-se manso como um cordeiro;
esperar; mas nao o faria por outro qualquer.
O judeu lera um excellenle natural que nao
era bastante coohecido ; 6 de lal forma senhor
nS-U?8 paixoes 1ue sua colera s pareee ser ar-
tificial; basta-lhe menos que um acto de vlrtude
para acalma-lo: a vista de urna peca de ouro ou
de prata decide de todo negocio. Nao Qca aqu;
esta tragedia ordinariamente acaba por urna co-
media.
TenJo esperado a segunda espera, o agricul-
tor vern pagar seu debito. O judeu recebe-o com
todas as demonstraces d'uma sincera amisade,
ate com urbanidade, por que o judeu muito
polido quando quer ; e o at muito quando se
OS a isto. Depois de ler feilo Com que elle se
assente ao seu lado em um camap eofferecito-
lne um copo de velho kirsch de primeira quali-
dade, Iha censura sua pressa em pagar; mostra-
se veixado por ser isto um sigoal de desconfian-
za ; em quem a mereceu ? Presentemente nao
tem necessidade do seu dinheiro; esl em mos
excellente3, e roga ao agricultor
so elle ao menos vol offerece; pira todas as
compras, vendas e transages.
Se compra es qualquer objecto de voseo visi-
nho para um judeu que sois obrigados a dia-
pender ,o dinheiro ; elle entrou nos direitoa do
vendedor. Depois, quem se pode julgar ao abri-
go dos reveses da fortuna ? Hoje ae est beta e
aman'iaa pode-se ter necessidade; preci
dinheiro custe o que custar, e entao em|.,
se lodos os meios; na falla de cousa aelhow,-'
corre-ae aos judeus. E depois o agricultor cr-
dulo e honesto ; trabalha, e nao leo lempo de
cuidar em todas as trapagarias de que pode ser
victima da parte do judeu que come bem, vste-
se bem, eoriquece-se e nao trabalha, e que lo-
do dia lem lempo de cuidar nos meios de sur-
prehender o honesto campouez.
Em lim, como o disse ao principiar, repugna
ao agricultor pasear, pa>a ter diaheiro, por mil
formalidades dispendiosas, exigidas pelos capita-
listas ; o judeu pelo contrario sem expor cousa
alguma, sem nada arriscar, muito mais fcil,
e isto explica a preferencia que se Ihe d. O es-
tabelecimento de baacos agrilas seria, por lan-
o, umimmeoso beoecio para nossa provincia;
e um desejo que constantemente manifestara os
DOhS0J- ar,cul,ores; esiabelecer ae-bia um era
cada dtstriclo e seus emprestimos seriara eitos
por meta de simples bilheles, pagaveis de seis
meres a um anno quando muito ; e o que hate-
ra de mais fcil aos directores dessea bancos,
depois de urna corta residencia no distrielo, para
assogurar-seda solvabilidade dos que tornara em-
prestado ? Esses bancos locaes deatruirism logo
a acgo malfazeja dos judeus; marcaran urna
nova era de prosperidade e fortuna, e pereceu o
agricultor em estado de fazer progressos na agri-
cultura ; as festas agrcolas que se celebram com
tanta pompa e d'uma maneira to dispendiosa
tornar-se-hiam iouleis se jamis serviram ellas
por alguma cousa.
O pequeo proprielario, como se pode ve-lo,
conhece to bem seus ioieresses, como o cultiva-
dor, fabricante, senador ou deputado; faz sera-
pro o oue pode, e se.lhe resta muito que tazar,
ha um obstculo que o delem : nao tem dinhei-
ro ; consom suas torcas e sua inlelligancii para
ir de rojo penivelmenie no camioho da rotins.
Poni dinheiro. sua disposigo com menores
juros possiveis, instilue banco contra banco, e o
agttcullor comecar a prosperar; amar seu es-
tado, tornar-se-ha contente e leliz, e transfor-
mar o solo da Franga em un vasto jardim. E'
preciso cuidar dalle, vir era seu soccorro pois o
lempo passa-ae, e o mal augmenta; em quanto
os Judeus bardes ou condes se occupam em de-
sapropriar o paiz e grande escala e os si tiples ju-
deus os desfructam a relalho. Elles sero bem
succedidos se nao encontraren) obstculo.
Alguna infortunios succedidos peridicamente
a Israel o tornaram mais supportavel, e esses in-
fortunios sao considerados como um verdadeiro
beneficio para a raga judia. Ha muito lempo nao
succedera semelhanies revezes ; um perigo.
Esla prosperidade toroar-se-ha funesta; o pro-
verbio diz : Tanto vae o cntaro fonte at que
se quebra.
Era 1848 um primeiro aviso foi dado a Israel,
na Ajsacia. >.
Nao tenho iotengo alguma de justificar essa
pequea revolla contra os judeus ; pelo contra-
rio, a reprobo, mas ella nao atiesta menos o es-
tado de desespero em que j se achava o campo-
nez alsaclaoo, ordinariamente tilo brando e paci-
fico.
Noquererei responder pelo futuro.
O padre Obrist.
[Slonde. Andrade Luna)
*"="cu"". o roga ao agricultor que o guarde,
le SVamS ^^"S^iitZXZ: **** ?bPe. tUmUl de S" MaPtiohO,
mem se tao simples que leva o dinheiro ; peior
ine succeder. Este debito produzio a epilepsia
em sua mulher; dar-lhe-ha a morte, e arruina-
r nlalhvelmente a familia.
O agricultor da lerceira ordem, quero dizer o
agricultor possuidor de urna casa e alguraas par-
tos de ierra por sua vez deafructado, mas, se
possivel, anda com mais destreza. Deixa de ser
proprielario aob a acco de um judeu lambem de
terceira ordem. Nao se trata mais do judeu reo-
deiro nem mercadui de gado-, trala-se do judeu
inercador de ferro velho, e pelles de cabro ; tra-
la-se do judeu corrector.
Nepblali acaba de casar-se com urna mulher
que levou um dote de 200 francos; elle possue
? No dla egoiale ao aj seu ,,>-
lo d o dinheiro a juro em quaolias de- 20 francos
a vinte pequeos proprielarios as quatro povoa-
goes que seus pses Ihe deixaram para que as
desfructasse ; s d dinheiro a juro por dous e
tres mezes quando muito, a razo de 5 a 6 fran-
cos de juro o mais alguraas pequeras cousas em
gneros, sendo batatas, lenlilhas, favas e fruc-
los.
Esse judeu traz sempre urna bolga s costas;
entra quatro vezes por dia, e a bolga nunca esl
vasia. E' assim que o judeu corrector coosegue
obler urna somma muito grande logo no primeiro
anuo do sjsu casamento, e quando sua filha Sara
tiver dczoito annos, elle a casar com um relo-
joeiro de Genova com 10:000 francos de dote. O
judeu corrector, como fcil conhecer, est en-
tao para acabar e pois deslribue favores por es-
ses agricultores a quem os judeus rendeiros ar-
ruinaran], e cujos pequeos teres nao offerecem
mais urna preza digna das aguias de Israel.
Nao acreditis, charo leitor, que eutenha car-
regado mioha pintura do cores muito vivas.
A prudencia obriga-me a calar muitas outras
faganhas ; isto pode bastar com ludo para provar
ao mundo inteiro que as populagoes de nossa
bella e ferlil provincia ao indignamente desfruc-
tadas.
Causa d ver todo o trabalho, e exforgos dos
nossos agricultores, ao mesmo lempo to labo-
riosos e intelligentes, parausados pelo mercan-
tilismo dos judeus que cobriram nosso paiz, des-
de Belfort at Wissembourg, com urna rede de
bancos oegros, especies de pharmacias, onde em
vez de remedios salutares s se offerecem aos
doentes o arsnico puro. Sei que ha multas pes-
soasque attribuera a causa do mal credulidade
e ao orgulho do campouez. Sao verdadeiras sem
dama esta ioipulagoes; mas, pergunlo eu,
tao fcil resislir a toioi os gneros de seducges
empregadas pelos judeus? to fcil escapar aos
numerosos lagos que elles vos armara? possi-
vel nao acolovelar o judeu se elle se acha por
toda a parle? Quasi que s elle tem dinbeiro;
FOLHETIM
0 PAIZ DO MEDO O
POR
A. DE GONDRECOURT.
(Cosfumes dos nmades.)
PRIMEIRA PARTE.
X
(Continusgo).
O serio naqoella noite concluiu-se sem mais
incidentes: porm, quando ao recolner-se a ba-
roneza viuva passou pela memoria os acontec-
meatos do dia, exclamou como que ferida de s-
bita recordago !
Aquella pobre maldito, Deus me perde,
fallou em meu oome I De onde poder elle co-
nhecer-me ? Haver em lado isto algum novo
mysterio ? ,
E tocando a campainba, perguntou i criada,
que acudiu logo ;
O mendigo ceiou?
Sim, seohora, e com tanto apetite como
nao comesse dous das l
Pobre hoxnem I De-me o corago ao pen
sar em certas crealuras de Deas, quem falta
pao quotidiano.
A criada sorriu-se esta hypocrila demonstra
gao : a baronesa aorprendeu esse sorriso, m
Hngiu nao ter nelle reparado, e continuo! :
Deram-lhe boa cama, e fogo para aque
cer-se Y
Sim,enhori, e ludo isto na cmara verde
Muito bem. Estar j deilado ?
aubtu neste momento.
Ghegue at li ; se atada nao esllver acata
Ihado previn.-o de mlnha visita "aVr^e"^
os rneus propnos olhoi se Ihe Calta alguma cou
sa. Demais, mnha fllha, eitou pouco salisfait
com o que praliquei ; recebi mal esse infeliz
e deste modo falte! s tradigdea dos Seelorts.
(*} yd Diario .a 28.
se
ias
m
Nao
c soa descoberte em 4 4 de dczembro
de 1860, publicada pela commisso
da Obra de S. Martinho, eom a appro-
vaco do mouscnlior arcebispo de
Toups.
09
""*- >^*w w uaa o a tica
ruigoes precedentes; porque no tribalho de Jac-
quet elshaye, Ua-se, a pagina 93 :
O lugar desse tmulo, que, servindo-nos da
expressao de Isaas, era um dos alais gloriosos,
serve hoje de transito publico. >
Era um erro.... erro taconcebivel to poucos
anuos depois da demoligao da egreja. quando ain-
lal que o projecio de Jaquel Delahaye leve de sar
abandonado e cahiu at no esqueciraento. Anda
nao navia soado a hora da graga, Deus esperara
outras pocas. r
Se ha um lempo para demolir,
ha outro para reedificar. ( Eccle.,
111, 3.)
Sabem os nossos leitores que a cidade de Tour
parece preparar-se a fazer cora pompa e magni-
ficencia umarepsrago S. Martinho. Asseguram
JLT""110' arcebispo, que nrim-ioio offe-
recera a ciudUc 000,000 ridneos para essa obra,
offerece agora urna somma muito mais conside-
ravel para corresponder ao desejo da manicipali-
dade, qne quer um monumento digno de S. Mar-
tinho e da cidade de Tours.
A noticia, de que acabamos de fallar nao trata
expressamentedesses grandes projectos, mas re-
fere lulo quanto os lera provocado ; vista do
que o documento mais importante e interes-
sante que se possa ler sobre essa queslao. Como
se trata de urna obra, que, aos olhos dos caiho-
licos da Franca, verdaderamente nacional,
julgamos um dever nosso recotnmendar esta no-
ticia attengo de nossos leitores e da-la a co-
nhecer por alguns extractos.
Eis primeiro que ludo o seu proemio :
Da alguns annos para c tam havido na Euro-
pa, e especialmente na Fraog, una movimento
digno de chamar a niteogo dos eapiritoi sensa-
tos : queremos fallar da volU to imprevista,
quanto espontanea autiga devogo pelas pere-
grinages.
Com effeito, indepeodente dessss piedosas
peregrinagoes ao santo sepulchro e aos tmulos
de S. Pedro e S. Paulo, que vemos mulliplica-
rem-ie lodos os das, e que tem, sem duvida sua
siguilicago, quaulas outras peregrinagoes menos
celebres encontrara, depois de um lelhargo de
meio seculo, a virlude de despertar a piedade
e attrahir a mullidodos verdadeiros fiis!
Em face desse movimento, cuja causa mys-
teriosa oao procuraremos aqui indagar, ha para
cidade de Tours, e mesmo para a Franca, urna
questo que por si mesraa se estabelece:*
A enliga e celebre peregrinago de S. Mar-
tinho seria a nica que se nao veria sahir de suas
ruinas?
A respostaco poder ser duvidosa, se nos
remontarmos aos lempos passados.
Durante quatorze seculos a peregrinagio de
S. Martinho leve o glorioso privilegio de attrahir
numerosos peregrinos, de todas as rleos e con-
dicoes, desde o humilde iilho do povo at os
poderei dormir um sorano tranquillo se me nao
perdoar elle m momento de impaciencia, que foi
um grande peccado que commelti. V, v de-
pressa.
A criada obedeceu esta ordem que (raoslor-
nava todas as suas ideas adquiridas de ha longo
lempo; respeilo de madama a viuva ; e d'ahi
pouco voltou dizendo, que o mendigo, confun-
dido com tanta generosidade, esperava a sua bem-
feitora.
Madama de Gootlieben deseen cmara verde
onde se achava Francisco Klein (pois era elle o"
ugido mendiga) com a sua barba branca, o ouei-
xo apoiado sobre o bordo. chapu na cabega, os
ps conchegados ao ogo onde crepilava um lo-
go ardente.
Quiz ver se nada Ihe faltava, disse a
viuva.
Oh I senhora I V. Exc. me confunde, res-
pondeu Francisco levanlando-se e saudando a sua
visita.
Logo depois accrescentou fechando um pouco
os seus olhos esverdeados :
A senhora baroneza est s commigo ?
~- S.
Tem cerlez disto ?
Nao resta a menor duvida.
E' que s vezes ba gentes que costumam a
espreitar pelas portas..
A baroneza abriu a porla com precaugo, olhou
ara o corredor e disse :
Estamos sos. Porque razio esta descon-
U inga ?
Porque vou satisfazer a coriosidade de V.
Exc, e urna testemunha seria aqui de mais.
A mioha coriosidade murmurou a viuva,
cujo corago bata violentamente. Explique-ae:
o que que tem para dizer-me?
Muita cousa, replicou o fingido mendigo.
V. Exc. tenha a bondade de sentar-se. J sou
muito velho, e de mais, estou tio fatigado que
mal posso ter-me de p.
Estou sentada ; falle.
A senhora baroneza, equipara nos, nao pri-
ma l muito por um excesso de caridade, maosi-
dio, e principalmente de humiliacao...
Mas...
Perdo; se V. Exc. entrar a me iolerrom-
per, levaremos a conversar al meta noite, e bem
ve que eslou cahindo de tomoo. Peco-lhe per-
principes e moosrcbat, desde o simples fiel at
os bispos e soberanos postinees.
A egreja a collocara na ordem da grandes
peregrinagoes que recommendava aos fiis, e im-
punha algumas vezes como penitencia aos gran-
des pecca dores. B
Assim santo sepulchro em- Jerusalem, os
toamos dos apostlos 8. Pedro S. Paulo em
KSSLvt. x iteqVde CoPMWia.f dt s.
Multonoem Tours, foraavam os quatro jugaras
asaigoalados de toda a ehristandade.
Essasrecordagoes gloriosas da historia e tra-
aie*. anda muito vivacea em todos os corages,
nao podiam permanecer esteris: moosenhor
Ouibert. arcebispo de Tours. em ama carta data-
da de 8 de dezembro de 1859, relativa ao projec-
lo de restabelecer o tmulo fe S. Martinho, no
lugar em que existia outr'ora, foi o primeiro a
dar o signa! da grande reparaco ha tanto tempo
esperada.
< Essa circular, admiravel pelo estylo e senti-
meoto, como todos os scriptos desse llustre e
sabio prelado, o nico prefacio de que taremos
preceder a presente noticia.
Accresjentaremos someote que, dignando-se
spprovar a commissio daObra de S. Martinho,
e recommeodar sua piedosa empreza is almas
caritativas, e sendo o primeiro a ioscrever-se ns
lista dos seus bemfeitores, monsenbor imprimi
nos espiritos um movimento de restaurago, que
nio lardou a produzir seus frucios.
c Ora, sao os resultados obtidos al o prsen-
le, resultados pequeos na appareucia, porm
grandes m realidade, que nos propomos expdr;
e, porque se torne necessario, para dellea se ter
urna idea completa, langar um rpido golpe de
vista sobre a origem deseavolvimenlo do culto
e da devogio de S. Martinho, ae acha esta noticia
naturalmente dividida em duas parles : urna que
diz respeilo ao paasado de seu tmulo e culto,
oulra ao seu estado presente entre nos.
_. Reproduzimos toda a ultima parte :
Descoberla do tmulo de S. Martinho.
1802-1861.
Na poca em que ae fiza a nossa narrago nio
harta tmulo, basilics, nem Martloopole. O mu-
ro que circulara a cidade de S. Martinho dessp-
parecera, e o plano o. 2, annexo a esla noticia,
indica em que se tornara, e o que aioda no
momelo em que escrevemos (1861 ). o terreno
que oceupava essa soberba basilics. considerada
o lugar mais santo que houve na Franca.
Actualmente o slo da baslica cortado por
duas ras: urna, a de S. Martinho, fica pouco
mais ou menos so oriente do .grande eixo da
egreja ; a oulra, a ra Descartes, segu a direc-
cao du tranttepl.
Afora estas duas ras, o resto do slo oceu-
pado por numerosas construeges particulares.
Em p s restara as duas torres de Carlos Magno
e do Erario, sendo esla chamada a torre do Re-
logio e das ruinas do mosleiro.
A' vista de um tal estado de cousas, devera pa-
recer, sem duvida impossivel que sevisse resta-
belecer a peregrinagu ao tmulo de S. Marti-
nho.
Entretanto as reliquias do santo foram salvas
peta providencia, e os habitantes de Toqratne
conservavam em seu corago o peosamento e a
esperanga de quo o tmulo seria um dia restabe-
lecido.
No tempo da restaurago, Mr. Jacquel-Dela-
naye, eproveitando-se dessa esperaoga popular,
organiaara urna subscripgo pira o restabeleci-
menlo da baslica.
Publicou at em 1822 um trabalho intitulado :
Do restabelecimeuto das egrejas em Franga,
por occasiao da projectada reedicago da de S.
Marlinho de Tours. (Paris. em casa de Egron.)
De repente, porm. surgiu urna dificuldade
mprevista, e mais invencivel que todas as des-
to de raitabelesimenio do tmulo de 8. Marti
ano, pela circular, de que Qzemos preceder esta
noticia.
Appoiada par essa carta de appro recio. vea-
i ao mesmo tempo o sea------------
a commissio resolvea comegar es es-
-i ubjide.1860)
lanasVsas que
programma e
Em 1854. S. m!nn. < m.onsentioc . Morioi, enlao arcebispo de Toura. abeocoava e
approvava urna piedosa associago que acaba de
rormar-se sob o nome de Obra 4e S. Martinho
e cujo fim vestir os pobres.
Esta obra era creada em memoria da caridade
de S. Martinho, dividindo o seu manto com um
pobre s portas da cidade de Araiens: rasgo su-
blime, e que se tornou lio popular entre os chris-
taos I
Foi esse o primeiro passo do santo na carreira
de prodigios que Deus o destinara a percorrer
durante mais de cincoonta annos.
A obra creada em 1854 devis ser lambem o
primeiro passo na nova carreira, que parece a-
brir-se hoje, ao culto de S. Martinho.
Com effeito, fi a partir dessa poca quo as
novenas, que precedem todos os annos a festa
padroal deS. Marlinho (11 de novembro), se ce-
lebraran! com mais pompa, e tiveram ura con-
curso mais numeroso. Foi aiodi n'esse mesmo
lempo que se vio apparecerem e mulliplicarem-
se as peregrinagoes.
EmMarmonlier, onde viveu S. Martinho, du-
rante o seu episcopado.
Era Candes, ondo enlregou sua alma a Deus.
Em Ligug, onde fundou o primeiro mosteiro
das Gallias.
Era Clivet, onde acabava de ser descoberta a
eliqua de sen manto.
Ao mesmo tempo procurava-se com toda a acti-
vidade encontrar na Franga e Inglaterra os pla-
nos relativos ao tmulo e a baalica. O plano geo-
mtrico do seculo IX. de que cima fallamos, a-
cabava de ser descoberto nos archivos da pre-
feitura, Com o seu auxilio poJera-se determinar
o lugar do tmulo, e verificar evidentemente
que elle nao eslava sob o transito publico, como
geralmentese dizia. (Veja-ae o plano n. 2)
Segundo estes dados, ummembro da commis-
so quliera adquirir, mediante urna somma de
perlo de 150,000 francos, as casas que oceupa-
vam esse precioso lugar. (Novembro de 1857.)
Emflm a 8 de dezembro de 1859, moosenhor
Uuibert, arcebispo de Tours, appro vara o projec-
mandato,
cavages, no mesmo dis (2 de ou
em que entro na possede uni^____
comprara (ra de S. Martinho d.ll.l Veia-se
para as particularidadea que vioi seguir-se,
Os'primeiroi trabalhos executsios na cava B
dsta casa nio tardaram a justificar as esperan '
gas. que o aprofundado estudo dos planos flzera
conceber. Descobriu-se urna parte das bases do
coro da baslica, e pbude-se verificar que a cava
oceupava precisamente o lugar dof altar-mr. e
de uma grande parta da capella, chamada o re-
Su! Mtinh. q flcav.rPor traz desse
Nio se havia ainda chegado ao precioso tamu-
,'wr,i",".!e ,roxBl0' M"ndo loda a
proba bilidade, elle devia estar mui pouco distan-
DS C!iT* C* dl ca" Ti"nn (N* de S. Marti-
nho n. 4). Mas como se nio podiisse entrar por
em quanto na posse dessa segunda casa, as es-
cavanes tiveram de ser suspensas.
Contente a commisso, de urna primeira des-
coberta tao imporlaote, apressoufse em levantar
sobre a cava B, onde acabavam de ser feitas as es-
eavagoes.uma capella provisoria, cujo altar esta-
r, sem que se soubese, justamente collocsdo
em cima do tmulo. O moosenhpr arcebispo ap-
provou a appropriagio do terredo. benzeu a ci-
pella e no da aeguinte (12 de (novembro), im-
mediato ao da festa padroal de"sT Martinho, veio
acompaohado de M. M. vigarios geraes. de urna
parteaos membros do capitulo ^metropolitano e
dos curas da cidade, celebrar, pila primeira vez,
em presenca de u,m numeroso concurso, o au-
gusto sacrificio, inlerrompido ha setenta annos.
Ksle primeiro acto de urna justa reparaco ha
tanto esperada, e as tocantea ptjlavras, pronun-
ciadas sobre o assumpto pelo di; no auccessot de
. Martinho, oroduziram na assetnbla urna viva
impressio. Foi urna verdadeira aventura para a
cidade de Tours e para toda a dlocese. Durante
os sete das que se seguiram celubraram-se mis-
sas quasl sem inlerrupgao. Umj alBueocia con-
sidera vel de fiis de todas as coi digoes e classes
dirigase presurosa a capella provisoria e a cava
o. onda appareciam os resultados das primeiras
escavagoas. Urna grande crui vermelha fra
iragada sobre a parede, na direcgo em que sa
presuma estaro tumuln. Urna pequea lampada
suspensa na abobada, cooservava-se ali acces
ata e noite; era ji um primeiro sancluaro abor-
to ao piedoso concurso dos fiis.
A 14 de dezembro, dia de festa da revereio de
S. Martinho, estando vencidas todas as diflicul-
dades que se oppuoham continuagio das esca-
vagoes, prosegiram-se as pesqoizaa na cava C,
da casa n. 4, cujo dominio se obtivera na mes-
ma manhaa. Os trabalhos hbilmente dirigidos
por um archltecto com quem se aasociaram os
membros da commissio deram no fim do dis os
seguintes resultados :
i.-A descoberla de urna parte dos alicerces da
parte orbicular do coro da baslica, que era o
complemento das alvenarias precedentemente
descobertas.
2'u ^ descoberta de duas pequeas paredes
parallelas.separadas urna da oulra por quasi sas-
senta cioeo ceolimatros, em tufo braoco de al-
veuaria evidentemente aotiga, cortadas transver-
salmente e arruinadas por urna grande pare-
de de fundaglo moderna, maa apresentando ain-
da em sua parte superior duas pequeas pedras
trancadas, principio de urna abobada que nao
exista mais, e que devia ter perto de um metro
esessenla e tres centmetros de altura total sob a
pedra que fecha a abobada.
Depois de um exime atiento e minucioso, gra-
sas as informages de toda a especie, que ae hou-
vera de ha muito. lidoo cuidado de obter, reco-
nneceu -se que as duas pequeas paredes, que se
acabavam de descobrir na espessura da parede
moderna e que o alvio dos operarios deterio-
rara infelizmente, eram, aegundo toda a proba-
bilidades dous lados parallelos da pequea cava
ou sepulchro, em que, depois da devastagodos
nuguenotes. se deposera as cinzas de S. Marti-
nn. e ondo seus restos descangaram outr'ora.
(Esta pequea cara designada sobre o plano
n 3, pela letra M.)
. Eranl oras da ooite, os trabalhos tinham
sido longos, penosos, alternados pela esperanga e
f.55'e9sae : iftaa dn triol ii pera 3o resuTlaao. acha^am-se reunidas na pri-
meira cava B (casa n. 6) que somente se com-
mumeava gom a segunda cava C. onde ae fa-
ziam as escavagoes. por ura buraco muilo es-
ireito praiicado na parede pelos operarios:
Nenhum dos espectadores esquecer jamis
esse da memoravel e essa circumsUncia verda-
deramente cheia de emogi.i. A declarago que
ae acabara de receber pela abertura da parle foi
acolhida com um transporte de alegra eindiiivel
eraogao; a ella aeguiu-se o canto do Magnfi-
cat- entiixit.i aanr.ni.nu.m^.i. .___.- ? '
e continuado em
misso para explicar-me em poucas palavras.
vista do que acabo de ter a honra de dizer i V.
Exc, que pode mostrar-so enfadada, porm nao
sorprendida, porque coobece a ana pessoa me-
Ihor do que oinguem, est claro que, ae ?. Exc.
ae acha esta hora ao p de mira, nio de certo
para saber ae pozeram urna coberta no meu leilo,
se deixaram ficar assacar no assucareiro, ou le-
nha no fogio, mas sin para perguntar-me porque
acaso extraordinario eu, sem a conhecer, lralei-a
esta noite pelo seu nome e pelo seu titulo.
Com effeito, pareceu-me isto bem sin-
gular I
Oh I quinto mais se V. Exc. soubesse que
eu poderia ter accresceotado o oome de baptis-
mo. e dito : a baroneza viuva Vernica de Goo-
tlieben-Seelorf ; mas seria urna imprudencia...
Imprudencia!
Sim; porque osseussobrinhos podiam mui-
lo bem conceber quo eu aie livesse esclarecido a
respeito do nome e do titulo da dona da casa, i
cuja porta vim baler ; custar-lhes-hia, porm,
comprenender que eu soubesse o seu nome de
baptismo, que nao conhecido nem na aldeia,
nem nos campos...
E ento, de quem o sonbo ?
Do baro Wallerde Seelorf.
O Sr. vio o bara Walter de Seelorf ? per-
guntou a viuva transportada de alegria.
'Tveesla hoora.
Onde, e quanJoo'viu ?
Oh I Por lodosos sanios do paraso, anda-
na muito mal ae respoodesse assim lio fcil-
mente sperguntas de V.Exc.
Ser preciso pagar as suas respostas *
Que duvida, excellenle seohora 1 E' al mui-
to razoavel.
Impooha o sea prego.
Apre I Decididamente V. xc. multo maia
curiosa do que eu suppuoha I Pego-ihe dous
minutos para reflectir.
E reclinando -se no encost da sua cadeira, o
mendigo acariciou complacentemenle a sua bar-
ba postiga, e poz-me a contsr nos dedos.
. Francisco Klein, depois de ter por algum tem-
po reileclido, arliculou com a appsrencia de urna
pessoa que fas um extorco sobre ai mesmo as se-
guales piUvras, cujaa eyllabas pareca pesar ucqa
S urna; r r
cal, entoado espontneamente
cflro as duaa cavas B e C.
Bem depressa, tornando-se completa a aber-
tura, muitos membros da commisso poderanv vi-
sitar a segunda cava C. e verificar com seus pro-
pnos olhos a interesante descoberta to feliz-
KVam"1?"", AJiS'ID nesse dia w d8 deiem-
bro de 1860. festa da reversio de S. Martinho
Deus permiltia que o lugar preciso do tmulo de
seu grande servo, oceulto e perdido debaixo de
consirucgoes profanas ha setenta annos, fossedes-
v6 j e enlre8,,8 a Piedade dos fiis.
No dia aeguinte, a sociedade archeologica de
iouraine.representada por seu presidente, secre-
tario e oulros membro da sercretariar dirigia-se
a esses lugares para examinar o resultado das
escavagoes feitas. Todos manifestarais a espe-
ranga de verem em breve novas descobertas nao
menos felizes ; todos reconheceram sem hesita-
gao o lugar do antigo e veneravel tmulo de S.
Marlinho.
Em verdade, segundo um projecto de processo
verbal lavrado a 20 de maiodel686, e encontra-
do nos archivos de Tours por M. Lambran de
Llgnim, dea scicncia della sociedade archeolo-
gica a 28 de novembro de 1860, o sepulchro de
9. Martinho era ama pequeoa cava abobadada,
em tufo muito alvo, de dous ps de largura, qua-
tro de altura, e seis de exlenso, ao oriente do
eixo da egreja, e no fundo da capella, chamada do
repouso. ( Veja-se o appendice, a pega n. 3 ].
De outro lado, segundo Gervasio, o tmulo do
santo bispo de Tours parece nao teraido mais do
Nao abusare da excellenle posico que o
acaso me foroeceu: sou pobre como Job. mas
tere o desinleresse de um millonario. D-me
V.Exc. hospitalidade por tres ou quatro dias
pois faz um fro horrivel neste paiz ; d-me o quo'
comer; e faga-me mais a esmola de uns ciocoen-
la Irancose eu contar-lhe-hei cousas na verda-
de bem extraordinarias.
Concedo-Ihe o duplo de tudo o que pede I
exclamou a baroneza ; comece que estou escu-
taodo.
Bem I disse. o mendigo. J que V. Exc. se
dignou certificar-se de que nioguem escuta
porta, j que estamos aqui aozinhos, e longe de
indiscretos, esta, ao que parece, urna excellen-
le occasio de abrir-nos o corago. Oh I Nio re-
pare V. Exc. neste meu modo de fallar : o res-
peito, que sedeve s mulheres, nao vale a fran-
queza que se deve ao prximo. Se eu oroasse o
mea discurso de bonitas phrases, talvez faltasse
alguma cousa verdade que nanea to bella
como quaodo vem despida desses atavos.
O que me est pereceado que o senhor
estuda oeste momelo as suas phrases, o que nio
muito proprio de quero tem grande pressa de
recolher-se ao leito. Entretanto pode fallar
na roola.de : a forma nada quer dizero que me
interesas o faci.
Tem razo, senhora baroneza ; porque real-
mente V. Exc. deve eatar ao facto da mor parte
das cousas com qne a vou ehtreler.
En ?
Sim ; por exemplo : V. Exc, nao ama i
oaroneza dAmstadt, sua sobrinha....
Quero o diz ?
Este seu criado, que a faz repetir o que
voz publica.
E' inveja, calumnia 1
Se persiste em conservar a sua mascara,
desde j affirmo que ni nos entenderemos. Eu
nao sou ahi qualquer pessoa, i quem V. Exc. con-
siga fcilmente illudlr: por cooseguinte perde o
seu lempo. Sua sokrioha faz-lhe sombra ; nio
direi a razio por me ser muito difficil: o que po-
rm est provado que V. Exc. nio a ama.
Mas provado por quem ?
Por meu amigo o bario Walter de Seelorf.
que urna simples cova da alvenaria guarnecida
de metal.
Ora, todos esses signaes corresponden perfet-
lameale aos da parede da pequea eava desco-
berta na noite de 14 de dezembro no 1860, co-
mo o certifica o proceiso verbal da commissio.
t As alvenarias sao completamente irregula-
res, sem nenhum ornato, em tufo muito alvo as
juncieras tem perto de Iret centmetros de grot-
sura. As paredes descobertas sao de um reboco,
que existe egualmente na pequea parte tirada
do massigo do poolo orbicular do santuario, en-
tretanto que os proloogamentos desse ponto or-
btculsr nao sio rebocados : o que d lugar a pen-
sar que todas as paredes da cava eram cobertss
desse reboco. A origem da pequea abobada
claramente indicada pelas duas primeiras pedras
truncadas que ainda se couservam. As duaa pa-
redes da cara to perfeitejnente perltelas ao eixo
da basilics. A sepsragio dessss paredes de ci-
coenta e traa centmetros, e a altara da cava de-
dX0 Pedra t|ue ecna a D0Dad parece ter
sido de um metro e qaarenta centmetros pouco
mais ou meaos (fixtralo do procetto verbal de
26 dejanetrod 1861 J.
n0?!B^.''J' algT" bMe* de columnas e alguna
5!?.J? Pedr encontradas, permitliram
determinar o nivel do aolo da capella, e cerlifi-
l'JiJFS i pTeoa caTa el" justamente um
baixo do lagedo.
Sua poaijao alero disso foi estabelecida supe-
rabundaotemente e de urna maneira irrefulavel
por multas descobertas importautes feitas succes-
sivamente sobre os differeotes pontos em torno.
Fot assim que.a 6 de abril de 1861,algumas exe-
cugoes praticadas na ra de S. Martinho por uti-
lidade publica, descobriram o pogo outr'ora to
afamado da baslica ( veja-se os planos ns. 2
e 3 ) assim como a base perfeitamente con-
servada de um dos pilares do Iranssepe.
tgualmenle descobriu-se a base de urna das
quatro columoas que rodeiavam o tmulo ;
uma parle dos fundamentos da abobada ; a basa
de ura dos pilares do ponto orbicular do coro ; as
de muitos pilares das naves, a de ama pilastra
da capella da Virgem Santa ; uma parte dos ali-
cerces das duas primeiras cspellas abobadadas do
lado direito ; fragmentos das capellas do lado es-
querdo ; a exlremidade do massigo geral dos fun-
damentos, os restos de um pequeo forno, que,
por sua poiicao, parece ter sido o que os protes-
tantes coostruiram para derreter os relicarios do
hesouro de S. Martinho. Todas essas descober-
tas foram feitas assim como as precedentes, com
o auxilio do plano geral da baslica, e nos luga-
res precisamente marcados sobre esse plano.
Donde noa dado concluir com toda a certeza
que a cava descoberta a pequea cava de que
rata o processo verbal de 1686. Pode havor ques-
lao sobre a anuguidade das alvenarias, dizer se
que foram destruidas, pelas revoluges numero-
sas, que assolaram as egrejas construidas por S.
rerpet e Herv, e muitas vezes reconstruidas ;
mas a historia ahi est para afflrmar que o lugar
e as disposigoes geraes do tmulos foram sempr
respeitados com o maior cuidado. Podemo-nos
pois, com toda a certezi e coollaoga prostrarmo-
nos ante essas preciosas ruinas e bogar o solo em
que S. Perpet, depois, a 4 de julho de 473*. o tor-
po de S. Martinho. ( Veja se a pecan. 4 do
appendice).
Depois desta importante concluso, e termi-
nando aprsente noticia, rogamos ao leitor qua
lance um s olhar sobre o todo dos fados que vi-
mos de referir. Que pensamentoss tristes e ao
mesmo tempo consoladores, comprimem a alma
do chnslo que reflecte I
A admiravel vicissitude de gloria e deslruigo,
de que foi constantemente objecto o tmulo de
S. Martinho, nao atiesta por ventura essa luta per-
petua do bem e do mal, que como a lei geral e
a explicagio de ludo o que se passa no mundo
ha seis mil annos ?
E considerando a obstinago do espirito do mal
no lugar em que descangava o corpo de S. Mar-
linho quem nao se lembra logo dessa passagem
de sua vida citada por Suplicio Severo, seu con-
temporneo e discpulo ?
c Poucos annos depois de seu baptismo, indo
ler S. Martinho com seu pae, a que ia evaogeli-
sar, ao sahir da cidade de Milo, a elle cheRou-
se um viajante que Ihe perguntou grosseiramente
onde ia. Vou onde Deus me chama Ihe res-
poodeu com autoridade o santo Pois bem con-
tiouou colrico o viajante, que era o proptio de-
monio, onde quer que vas, o que quer que em-
prehendas para o faturo, sabe que estarei sempre
comtigo. a Mas o espirito das trevas, sob a for-
ma uo Uajaato myt*rioo, daonppai i-cia a essa
palavra do prophela, nos labios do grande sanio:
u benhor a minha forgr e o meu amparo
que posso temer ?
[ Ps. CXVII)
Essa ameaga de uma parte, essa conflanga da
oulra nao sao por ventura uma prophecia de toda
vida de S. Martinho.e.a historia de seu tmulo ?
ao parece que n'te momento se 16 sobre essa
ierra tantas vezes profaoada, e sobre essas pe-
oras sempre vivaces de gloriosas recordages, es-
te orculo do escriptor sagrado : O seohor mi-
nua torca e meu amparo,.que pos3o temer?
principalmente depois que osuccessor de S. Mar-
tinho, o primeiro pastor da diocesse, escreveu
estas habas de um to feliz presagio ? :
a Abenge Deus esta oTira de reparago e a
conduza a bom fim I Reanime por sua graca em
todos os corages a piedade para cora S. Marti-
nho, um dos mais poderosos protectores da Fran-
ga I Venham os principes e os povos, cerno ou-
tr ora, prostrar-se ante o lamulo restaurado do
santo thaumaturgo I Ser feliz o sigoal de que
a patria volti f de seus antepassados, e co-
roeca uma nova era de felicidade e paz.
Possam os habitantes de Touraine e os chris-
taos do mundo ioleiro meditar sobre essas pala-
vras, assim como sobre estas que foram pronun-
ciadas por moosenhor Pie, bispo de Poitiers, a
14 de novembro de 1858, na melropole de Tours,
e pelas quaes terminaremos este escripto :
a Ora, meus irmos, as ingratides das nages
nunca flcam impunes. No nrincipio de nosso
mariyrologio da egreja das Gallias, ba um mag-
nifico capitulo onde se prora, por uma supera-
bundancia de testemunbos e factos, que o impe-
rio muilo chrlsio dos Francos foi sempre flores-
cente e glorioso em quanto ahi se respeitara o
culto dos santos, decahindo .do seu esplendor
logo que relaxou-se este culto:
Nao quero fazersqui a enumerago de todos
os nossos revezes e adversidades do passado ; nem
expor todos os nossos temores e receios do futuro.
Contento-rae em dizer que comegarei a espe-
eapo
tAt. rnelhores dias para a Franca, quando eata
principiar a reedinaar a baslica de Martina. Ha
foi o fundador d'esta naci, aeu pedrasira tro-
lector ; o qae a Franga flier for S. Mirtoboria-
ri por si mesmo.
deDTours'- dlr8n*"M "oanhar wciilips
c Monsenbor.
E' s a vos qae compele julgar o (ei
occasio marcada pela providencia paraT
de rejiaragio e regeoeragio.
Confio em qae no dia em qae ae elevar a voa-
sa voz, a Franga, o mundo ioleiro vos ouvtri
t Os imperadores e reis vos ouvirit): durante
quioze seculos suaa homeoageoa viokaaa acra-
par-se em torno do sepulchro da Marliote e
os soberaooa fraocezes nio cediam a neohuss'de
seus subditos a hoora de serem os priaeiros dia-
mtarios da egreja de S. Martinho e de Santo Hi-
lario.
O papas ouvirio: elles prodigalisaram ba-
slica de Marlinho mil favores, e privilegio*, do-
rante o curso dos seculos, e a baslica do Marti-
nho deu em compenaagio pontfices egreja a
Os bispo vos ouvirio : nio foi por ventura
Martinho a gloria de aua ordem.e o primeiro ins-
cripto nos diptycos ds egreja na frente dos coa-
fessores pontfices ?
Os padres vosoovirio : qaera qae nio Mar-
linho com maia aaatidade e oosadia, reaUbotacaa
junto dos grandes da Ierra, a dignidad* to Ma-
temente abatida do carcter sacerdotal T
As virgeos vos ouvirio al no (uodo da ana
solidao : Martinho, que recusara lodos os r-
senles, nao exceptuava todava os das virgaas
porque dizia elle, traziam sempre comsito asna
bengo ?
< To.das as ordeos da seciedades vos ouvirio.
Os pobres vos ouvirio: elles qoererto palo
menos dar um (bolo quelle que Ibes den ama
parte de seu manto.
O exercilo vos ouvir : oio foi por rentara
Martinbo, por seu desinleresse e espirito eeva-
Iheiresco, bem como por sua f o lypo do solda-
do fraocez. antes de ser o de sacerdote e bispo a
nao offerece em sua pessoa a mais nobro aliia'n-
ga do soldado e do padre?
Nao haver um psiz que nio offerega o aoa
trbulo a cidade de Tours para a baslica da Ma*>
Unno. porque nio ha um s onde nio exista asa
Krande_ numero da parochiaa aob a invocacio da
Martinho: nao haver uma capella que nio lira
sua esmola, e nio enve sua offrenda a manea
que nao queira abJicar aeu nomo renegar aaa
etymologia : todos sabem que, tendo a cana do
asperges de S. Martinho dado o seu nome ao ora-
torio de nossos res, foi d'ahi qae darivoa a pa-
lavra copula tio usada na linguageaa da egreja
Ainda uma vez, monsenbor, s a vos compe-
te determioar o lempo e a maneira de tasar esse
appSIlo ; mas quando fr feilo, seri ouvido por
que o oome de Martinho desperta os dous Mo-
mentos que dominara ainda o mundo, a sedi-
mento christio e frsocez. E como niogoeea lea
havido, na liahagem dos santos, saoaelbaate a
Marlinho, ninguem se recusar a trabalhar para
soa gloria. ^
Assim seja I
A noticia termina porum appendice coatoado :
I" o processo verbal do recoohecimenlo dos ali-
cerces da baslica de S. Martioho ; 2* a pmeses
verbal de recoahecimento do seu tmulo ; 3*
uma communicagio feita a sociedade archeologi-
ca de Touraine ; uma nota sobre a capaila da 9.
Martinho. *
BaaaiER.
Mo%it=Uli$ut.
Variedades.
EXEQUIAS EM GIBRALTAl.
Em Gibraltar tambera se celebraran axeoaiaa
por alma do Sr. D. Pedro V, de s.udosissis
memoria, s quaes assistiram as- principaes auto-
Kor,mSm "$. offleU.idado o corpo consulla .
i-orara mndalas celebrar pelo cnsul garal de
Portugal naquella cidade. *
O Diario de Lisboa, dando noticia destas ala-
quias, diz o seguinte :
Por noticias receidas de Gibraltar coaaU
que o commendador Jos Baoso. cnsul garal da
Portugal naquella cidade. mandara celebrar ao
da 19 de dezembro ultimo na igreja da Santa
Maria la Coronada, da ansia cidade, exequias
pelo eterno descanso de S. M. el-rai o Sr. D
retiro V, de sempre saodosa memoria, officiao-
do o reverendo padre D. Manoel Mara Celderer
de Vilarasa, assislido do clero da dila egrajs.
No centro do templo, que se achava armado de
proto. elevava-ae o catafalco eom as armas reaes
portuguezas, e nelle, sobre uma almelada, o seta-
tro e a corda. ^^
de consideragoes retrospectivas; e en tenho presta
de concluir....
V que seja I exclamon a baroneza arreba-
tadamente. Admitamos que eu deteste minha
sobrinha, o que sosegu d'ahi?
Que se V. Exc. detesta sua sobrinhaou-
tros ha que a amara ; e entre estes podemos por
em primeiro lugar o bario Walter de Seelorf.
De onde houve tantos esclarecimenlos ?
Do proprio baro.
Admiro que o Sr. de Seelorf fosse escolher
para seu coofldente....
l'ermilla-uie V. Exc. que nao a deixe con-
cluir, a phrase, ioterrompeu Franciaco. OSr. de
Seelorf eacolheu para seu confidente um mise-
ravel como eu, pela razo muito simples de que
todo o mundo vae procurar o seu amigo onde
lem certeza de encootra-lo.
-a O Sr. amigo .do baro Walter?
-* Amigo precisamente nio sou ; pois que es-
tou trahiodo a sua conflanga ; mas elle assim o
suppe pela nossa camaradagem de collegio.
A sua edade parece ser o dobro da que elle
tem.
Parece, verdade ; mas nao V. Exc. me
v aqui curvado ao peso de uma velhice prema-
tura, triste fruclo dos meus oumerosos infortunios
e lastimaveis desvos. Era uma palavra, seoho-
ra, sou um amigo companheiro de Walter na
umveraidade de Hedelberg. Contrarios lances
da fortuna, e funestas ditsrpagdes me arruinaran]
e amorteceram a minha juventude: tenho a bar-
ba de um velho, trago o bordo de um mendigo
quando deveria com os meus sele luslros andar
passeiando em bonitas cirruagons. Por cumulo
de iofelicidade perdi a vista forga de chorar as
minhaa desgragas, e___
E sefor do seu gosto, senhor, atalhou a viu-.
va testemuohando alguma impaciencia, guarde
para amanhaa a tocante aarragao dos seus infor-
nnfinJ 6- ,a e81uec de que espero certas
confidencias.
i."" E'1'u9l'>' "ohora baionea. agradeco-lbe o
ler-me lembrado. Pois, como dizia, o meu ami-
go Walteride Seelorf .o amante mais Arme que
eu conhego.
Falle.o, ci,ro 0 meu sobrinho Walter
Nio rae perguntelolais nVda" est7rWeitoBTrV' I """" h-" qU8!0 P"u COC0 mm''
mo-hia na naeataidxt* -dTonirV.t' i "... *" A,,im diaae elle e escreveu ; assim o fez
mo-hia na necessidade de eatrir n um labyrm^o l.diier-ia e easrever-se : mas o breaeiro nao o.
Como um tributo de profundo respeilo me-
moria do tinado monarcha, assistiram de grande
uniforme aquella triste solemnidade o general
sir Wilham Codriogtoo, governador da pracar
n k ".? |,d0 mtiOT i o "">r general sis
nooeri walpole, commandaole daa Iropaa do
guaroigao, com o seu ajadaote ; os coronis da
estado maior Sieheln e Daltoo. dos reaes corpo
de eogeoheiroa e artilheiros ; o coronel Manda
ajudante general ; o capilio Freeling. secreUrie'
colonial ; o capitio Morgan.major da praca : a-
mis autoridades militares e civis. oulros offiriaes
da Ruarnigao, bem como o Rrd. Tbomaz lios-
worlh, capellio catholico das forgas; os consalas
estrangeiros. com pequeoa excepcio, sendo o
cnsul de Hespanha. D. Mariano de la Roca
acompanhado pelo commandaole e ir-liadas'
da linha hespanhola, offleises de infantera a da
carabioeiros dos destacamentos da rnesasa liaba.
Assistiram igualmente a to solemne acto a ca-
pilo de fragata Serr,' e officiaes de ealado maior
do vapor de guerra imperial fraocez Colignw
bem como muitos subditos portugueses o de
outras oagdes residentes naquella praga.
[Commtrcio do Porto)
hiu na asoeira de deixar este mundo, ondeo
amor tecia-lhe ninhos suaves aancaoladorsa aaa
cercanas desta casa, e lalves mesmo dentro
della___
Senhor, ioterrompeu a baronesa com fin-
gida indignsgao, nio receia qae Dens fulmine os
seus raios contra o seohor por atrever-sa a ca-
lumniar deste modo i um dos seas anjea I
Neste ponto sou como V. Exc.: aia
os raios do cu. com que por aoa bondade
de amedrootar i este seu servo. Sei que i
mioha narrago cansa i V. Exc. nm grande ari-
zer, apezar da colera qae est fiogiodo; e par is-
so ihe pego permissio para continuar, tanto sais
que nio dorma em paz se ma fosse prohibido
ganhar, segundo o meu modo de pensar as re-
compensas prometlidaa ainba indiscrieao, V
Exc. acredita na morle do meo amigo Walter *
pois saiba que depois da primeira missa dita pal
lo repouso da sus alma nao experimento o maia
ligeiro incommodo, e lem vivido sentimental-
mente ora perlo. ora longe d'equi, ao paseo aaa
v. Exc. seria capaz de jurar achar-se ella sais ps
abano da trra. *^
O senhor pode foroecar-me a prava da aaa
Espero que sim. V. Exe. conaace a letra ala
bario, nao verdade?
Nio; este perverso fes o favos do nanea aa
escrever.
Mes I o negocio complica-sa. Man k*ia
de ter lido por acaso ou por felicidade certa carta
aoonyraa, que ltimamente obrigoa o Sr. 'J
tadt a fazer ama viagea i Kaasoaclb....
Li, verdade.
Entio nio adeviohou quem poderia ter ts-
criplo essa carta.
Nio.
Valha-me Deus 1 V. Ixc me faz davidarda
sua perspicacia : porm, paciencia I l>cansase
sempre por eotender-nos. Antas de toda aata
ama hiatoria pequenina a verdadeira, aaa Iba
vou coatar. ^^
Que da prembulos, aoa Dana I
(Co PERN. TYP. DE M. F. DS FARIA FB-VO.Mfi.


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