Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09485


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Full Text
~

\
[?*
1110 imill. HOMERO 29.
Por tres metesadiantados 5800o
Per tres mezes vencidos 6J0OO
- i

r^^T^
0D11TA FEiRA 5 DEFETEREIfiO DE IS62.
Por ana adiaiUdo i9|00O
Porte fraieo para subscriptor
%
DIARIO DE PEMAMBlllO.
ENCAB.REGADOS DA SUBSCRIPgAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Aracaty, o Sr. A. de Lemoi Braga; Cear o Sr.
J. Jos de Oliveire; Maralo, s Sr. Joaquim
Marques Rodrigues; Para, Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todos os dias as 9.^ horas do dia.
Iguarass, Goianna, e Parahyba na* segundas
aextas-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, AUinho
Garanhuns as tergas-feirai.
Pao d'Alho, Nazarelh. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Viste,
Ouricurye Ex nasqus>ts-feirss.
Cabo, Serinherr, Rio Formoso. Una, Barreiros
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos m correios partem as 10 horas da manhaa
EPHEMERIDES DO MEZ DE FEVEREIRO.
6 Quarto crescente as 5 horas e 30 mnalos
manhaa.
14 Lus cbeia as 2 horas e 25 minutos da man.
21 Quarto minguante as 11 horas e 46 minutos
da manhaa.
28 La nova as 2 horas e 8 minutos da manhaa.
PREAHAR DE UOJE.
Primeiro as o horas o 18 minutos da manhaa.
Segundo as 9 horas e 42 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
3 Segunda. S. Braz b. m. ; S. Odorico f. I
4 Tergs. S. Andr Coreioo b. c; S. Gilbelto.
5 Quarta. S. gueda v. xa.; S. Pedro Baptiita.
6 QUiota. As Cbagas de Chrislo; S. Dorotl a.
7 Sexta. S. Romualdo ab. : S- Ricardo rei.
8 Sabbado. S. Joao da Malta fundador.
9 Domingo. S. Apolloola v.m.; S. Ansbert b.
PARTE OFFICUL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia t de feverefro
de 186.
OfBcio ao Exrn. presidente da provincia de S.
Paulo.Rocebi cora o officio de V. Eic. de 16 de
Janeiro prximo fiado dousexemplares da collec-
q&o dos actos legislativos dessa provincia, pro-
mulgados na sua secgio ordinaria do anno pas-
sado.
Dito ao commaudante superior da guarda na-
cional de Olinda e Iguarats.Expeg V. S. as
suas ordens para que o batalho o. 10 de Infan-
tera da guarda nacional do municipio de Igua-
rass preste urna guarda de honra para acompa-
Bhar a procisso de Nossa Senhora do Livramen-
to, quo tem de sahir de sua igreja na tarde de 9
do correle.
Dito ao inspector da thesouraria de fazende.
Atteudendo ao que solicitou o gerente da compa-
nhia Peroarnbucana eni officio de hoje, recom-
meodo V. S. que lhe mande pagar a subvengo
mens.il com que o governo geral auxilia a mes-
ma companhie, correspondente ao mez de Janeiro
ultimo, visto haver ella cumprido as condices
de seu contrato oaquelle mez.
Dito ao mesmo. Respondo ao sen officio n. 73
desta dala declarando-lhe que o destacamento de
primeira linha existente em differeutes povoacGes
da comarca de Goianna composto de 18 prages
inclusive-um alteres.
Dito ao mesmo.Ao officio de V. S. sob n. 53
e dala de 27 de Janeiro ultimo, rerpondo decla-
rando-lhe que o destacamento de primeira lioha
existente na comarca do Bonito composto de 1
offkial e 26 pragas de prel.
Dito ao mesmo.Recommendo V. S. que,
estando nos termos legaes os inclusos documen-
tos que me (oram remetlidos pelo commandante
superior interino da comarca de Flores, com offi-
cio de 20 Je Janeiro ultimo, mande pagar aos ne-
gociantes Lavra & Irioo a imporlaocia dos. ven -
cimentos relativos aos mezes de novembro e de-
zembro do anno prximo passado, do destaca-
mento de guardas nacionaes de Villa-B-lla.
Oilo ao-raesmo.Devolo V. S. coberlo com
o officio do inspector do arsenal de marinha de
17 de Janeiro, sob n. 66, o requerimento em que
Samuel Power Jonr-ston & C pedem pagamento
da quantia de 2i 9753, provenanla da segunda
prestarlo da importancia por que contrataram a
compra e collocagao de um lelheiro de [erro oa-
quelle arsenal, afina de que mande effectuar esse
pagamento em visla do que pondera a contadoria
dessa thesouraria no parecer i que se refere a in-
formado de V. S., n. 67, de 31 do citado mez de
Janeiro.
Dito ao mesmo. Represenlando-me os em-
preiteiros da obra da ponte do ferro de Santa
Isabel rus da Aurora, que essa thesouraria re-
pugna fazer o pagamento da primeira preslacao
qua Ihes devida, baja V. S. informar se ist
exacto, e no caso affirmativo, qual o fundamento
da divida que occorre para ser tomado em consi-
deracao.
Dito ao mesmo.Sendo da maior urgencia que
conlinuem as obras da pente de ferro em cons-
truccao entre o theatro de Santa Isabel e a ra
da Aurora, de conformiJade com as ordens im-
perises semelhante respeito, para o que um
grave obstculo o nao cumprimeoto da coodigao
7* do respectivo contrato, pela qual devem os
maleriaes, que leem de ser empregados oessa
obra, ser sentados de qualquer direilo, ou im-
posto cobrados as repartieres fscaes ; e consi-
derando qne em presenta do aviso de 26 de julho
ultimo, de que bontem ihe dei sciencia, no qual
declara o Exm. Sr. ministro da agricultura, com-
mercio e obras publicas haver solicitada do da
fazenda as necessarias ordeus para seren isentos
dos direitos da alfandega e -de outro qualquer
imposto os referidos maleriaes, oo consta a me-
nor duvida de que o governo imperial considera
estes como importados por conia do estado, nos
termos do 22 do art. 512 do regularaento das
alfaudegat, e por lano compreheodidos na excep-
cao do } 1* do art. 625 do mesmo regulamento
por V. S. citado em seu officio desla data. Em
consequencia do que insto pelo cumprimeoto de
minha ordem de boolem nesle sentido, nao obs-
tante as reflexes ponderadas por V. S. era seu
referido officio, que tica assim respondido.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Mande V. S. entrenar ao director do collegfo dos
orphos de Santa Thereza em Olinda, cooforme
requisitou o director geral da instruegao publica
em officio de 27 de Janeiro ultimo, sob n. 29, a
quantia de 56, em que, segundo a olha junta,
importara as diarias para os Africanos livres era
pregados no servico da qu elle collegio no correo-
te mez.
Dito ao mesmo. Recoromeodo V. S. que
mande por novamente em prega a obra da co-
berta do Gymnasio Provincial, marcando para is-
so um curto prazo, e informe acerca do oflereci-
menlo que relativamente mesma obra faz Jos
Augusto de Araujo no incluso a^uerimeolo, que
mesera devolvido,
Dito ao mesmo.Constando de officio do chefe
de polica de 27 de Janeiro ultimo, sob n. 134,
que o artista Serafina Soares da Silva nao se quer
encarregar, como havia contratado, da facturada
um fogao de ferro para a casa de detenco, re-
commeodo V. S. que mande eotregar ao ad-
ministrador daquelle estabelecimenlo a quantia
de 400} P compra de materiaes e outros ae-
cessoros quo se fazem precisos cooslrucgo do
mesmo fogo, que sendo feito na officlna de fer-
reiroalll estabelecida poder custar 600$, eco-
nomisando-se assim 2800000.
Dito ao director das obras militares. Recom-
mendo Vmc. que trate de orgar com brevidade
os concertos de que necessila o quartel do 2 ba-
talo de infantaria, segundo declara o delegado do
cirurgiodo exercilo no officio de que Ibe remel-
lo copia.
Dito ao mesmo. Mande Vmc. com urgencia
concertar urna das chaves do xadrez do hospital
militar, a qual se acha quebrad, segundo parli-
cipou o brigadeiro commandante das armas em
officio de 3 de Janeiro prximo fiado.
Dito aoconselho administrativo. Autoriso o
conselho administrativo a comprar para forneci-
mento do arsenal de guerra os objeclos mencio-
nados no incluso pedido.
Dito ao eogenheiro Qscal da estrada de ferro.
Ioteirado do que Vmc. me communica em seu
officio de 31 de Janeiro ultimo, acerca do acciden-
te que se dea na estrada de ferro as proximi-
dades do lugar denominado Cabanga, por occasiao
de achar-se em aervfco o trem de lastro, naquel-
Je dia, aguardo as ioformeges mais circunstan-
ciadas, que promette Vmc. sob esse facto.
Dito i cmara municipal do Recite. Ioteirado
de tudo quanto expea cmara municipal do Re-
cite em seu officio de 22 de Janeiro prximo Ando,
sob n. 8, tenho a dizer-lhe que nao convm por
forma alguma, que se deixe ampia llberdade para
o despejos de qualquer ponto desta cldade, por
que com tal systema nao ha Qscalisagao possirel
toda a despeza com a sua limpeza ser em pura
perda. Portento recommendo mesma cmara
que trate quaojo antes de designar os pontos em
que taes despejos possam ter Tugar com com mi-
nacao de penas,no caso de infraccao, aura de que
pelos agente* fiscaes dessa cmara, e pelos da po-
lica se possam cohibir os abusos que se dio por
todas as praias e caes que circunda a cidade.
Portara. O Sr. gerente da companhia Per-
nambncana de navegaclo costeira, mande dar
passgem de' proa para a capital do Cear no va-
por Persinunga, em lugar destioado para passa-
geiro de estado a Jos Joaquim da Silva, que
consta ser desvalido.
Dita.O presidente da provincia, attendendo
ao que requereu o bacharel Luiz Antonio Pires,
juiz municipal e de orphos do termo da Escada,
resolve conceder-lhe 15 das de licenga com or-
denado para tratar de sua saudenesla capital.
Expediente do secretario do go-
verno.
Officio ao iospector da thesouraria de fazenda.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda
communicar V. S., qne o leuenle do corpo de
estado maior de 1* classe Antonio Vuelta de Cas-
tro Tavares assumio o exercicio de director da
colonia militar de Pimenteiras no dia 14 de Janei-
ro prximo lindo, como consta de psrticipago do
brigadeiro commandante das armas.
Dito ao mesmo. D ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, commuoico V. S. que
o alteres do corpo do estado maior da segunda
classe Clemente Francolino Tavares assumio o
exercicio de sjudante do director da colonia muti-
lar de Pimenleiras no dia 17 de Janeiro prximo
fiado, como constou de participaco do brigadei-
ro commandante desarmas.
mais a lempo, porquanto nao ha vanlagem na
precipitarlo dos acontecimeotos.
A Regeneraco, peridico encarregado da pu-
blcelo do expediente dogaverno deu e estampa
4 urna noticia de a eroisses falsas, e fatlou mes-
mo em immodislo contacto com a administragao
(foi a primeira ediegio); mss occnltou o nome do
secretario do governo, que o FISCAL do con-
trato feito pelo thesouro provincial com dito pe-
ridico, para aquolle servico. ~
As emissoes falsas da Regenerando degenera -
ram com o resultado da eletgio provincial e vi-
rara a luz (segunda edigao) no Jornal do Com -
tnercio, sob o griphado re.commendeces offl-
ciaes do secretario da presidencia Marlins Pe-
reira.
Ao observador imparcial e Ilustrado, nio
extranha a intriga que calculadamente se prorao-
ve o lecido do bem preparado enredo, qu lio
familiar ao rxiissivista," ludo isto porque preciso
quo seja secretario quem valha e pega por
si....
Descance o missivisla e tenha f robusta que
guite declaradoa minha aclividade e a minha
intelllgeocia me pertencem.
No systema de governo, que felizmente nos
rege, a liberdade de exprimir os pensemsntos
nos garantida pelo facto fundamental do esta-
do, em cujo goso posto applicar-me oes e ou
oaquelle mister, sem prejuizo do fiel cuinpri-
meoto de meus deveres.
Seria completo o triumpho do missivisi a, se'
me apootasse quaes os escriptos que me allribne,'
o jornal qne redijo, e quaea os principios poli ti- ;
eos defendidos por mim. Assim iria melhor ao '
fim a que se propoz.
Baste, com quento nio tenha dito tudo > que ,
devia dizer. E, se termino, porque estas l ohas
sao publicadas nesta capital onde o miss vista
existe.
Fique o missivisla cerlo de que cootinu rei a
ser somente o eu secretario do governo dests
provincia, em quanto o governo imperial e len- 1
der em sua sabedoria coniervar-me no exe cicio '
dessa commissao ; em quanto o Sr. Araujo Lima
liver coofUnca em mim ; pois, assim como do'
melhor sermos sjudados por Deus, do que madru- j outra vez foram inuleis estorgos de todo o (ene-
Despachos do dia 1 de
llequerimentos.
Teoenle Antonio Mara do Araujo.Iaforme o
Sr. com manante superior da guarda nacional de
'Santo Auto.
Irmandade de Nossa Senhora do Livramento da
Villa de Igusrassu'. Dirija-se ao Sr. comman-
dante superior da guarda uacional do municipio
de Olinda e Iguarass'.
JosGongalvesda Silva. Pode levar era sua
companhia sua ui.ie e duas irmas menores.
Jos da Costa. Nao tem lugar visla das n-
formaces.
Joao Bptisla doNasciment. Informe o Sr.
commandante do corpo de polica.
O engenheiro civil Joaquim Pires Caroeiro
Monteiro.-Informe o Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda.
INTERIOR.
Paralilba.
O secretario do governo desta provincia e o nit-
sioiso do Jornal do Commercio do liio Ja-
neiro.
Sr. Redactores. Venho solfttas> jrsaco a el-
gumas palavras, a que sou toreado dar* no intui-
to de contestar asieverecoes adrede inventadas e
calculadaraeole mandadas-publicar no Jornal do
Commercio do Rio de Janeiro, de 28 de dezem-
bro ultimo, sob n. 357.
A eleir-ao provincial que leve lugar nesta pro-
vincia no primeiro de aezembro ultimo deu roa
teria e occasiao a que um ioimigo oceulto, me
denunciaste ao Governo Imperial, tomo um
foneciooario que abusou de seu cargo, e, lio ou-
ssdo. que animou-se hoslilisar a ires dignissimos,
na phrase do missivisla, a quem temos a honra
de coohecer.
Veem os leilures que sob a presso de urna ac-
cusagao tal, preciso que o funecionario se a-
preseote na impreosa e ulereca formal contesta-
gao, nao ao aonuucio de guerra aos dignissimos,
por que nao condiegaoera quanto bem servir
nao guerrear aos dignissimos; mas slm e ni-
camente para protestar contra a minha interven-
cao na qjficial eleigao de deputados proviociaes,
a minha adnereicta aos rasgados.
Corra o mez de novembro, os candidatos cho-
viem de todos os ceios, e epproximava-se o dia
Io de dezembro, os cuidados do triumpho preodism
a attenco de protectores e protegidos, guerree-
dos e guerreadores. Eu, porera, que nao tinha e
nao e oo lenho intereresses polticos a deffender
e a garantir, assim como na eleigao gral nio os
tive,(para o2gn invoco o testemunho dos Srs.
deputados geraes )cooservei-me indifferente as
nicluaoes, exclusoes HmiUndo-roe epenas a dese-
jar a eleigao de algunse migos.
Sem acceitsr a doutrioa do missivisla, acerca do
quanto valle ou pode um secretario e mesmo
declinando a honra de haver eu podido em-
barazar a prompta germinagao do vireiro, sai com
ludo comprehender que ha conveniencia ptttoal
na minha ritirada da secretaria do governo, onde
preciso que hajaquem valha e posse por si...,
I.' meu proposito deixar o cargo que exergo
quando aperceber que o presidente da proviocia
nao me tem na confiauga a queme julgo com di-
reilo ; por que alero da consciencia que lenho de
que hei cumprido os deveres do cargo que oceu-
po existe em meu poder um docameuto no qual
se leem as seguiotes palavras, quo muito me
honram :....... o seu comportameoto sisudo e
a sue escrupulosa fidelidade pera como presiden-
te, assim como o zlo e aclividade no exercicio
de seu emprego, tmbotoro todas estas armas de
adversarios, e o farao Iriumphar, quaes^uer que
sejam os manejos empregados.
Na primeira eotrevista quo live com sr Exc. o
Sr. Araujo Lima, isto na manhaa de 9 de junho
do anno passado, dirig -lhe pouco mais ou me-
nos as seguales palavras :Sr. presidente V.
Exc. oo meceohece, sei que lenho sido apresen*
lado a V. Exc. como o menos proprio para oceu-
par o cargo de secretario do governo. Amanhia
tenhode assumi le ; se porem V. Exc. eotende
que neo devo faie-lo, diga-m'o porque eslou dis-
posto a solicitar a minha exoneragao.
O Sr. Aranjo L!ma disae me, reassuma o exer-
cicio do sen emprego espero que servir bem.
Nao sei se o tenho feito, deveria dizer revestido
da modestia com que costuma fallar o homem
que tem consciencia de si; mas ha occasies em
que preciso por de parte a modestia e ser fran-
co ; acho-me neslas circumstencies e devo, por
tanto, fallar com franqueza : tenho servido bem
o cargo que oceupo e -eu somente hei sido o se-
cretario ; nio tenho adjuntos, nao recebo, nao
pego, e menos dou conselhos.
Semelhante posigao nao agrada, principalmen-
te quando eu live a inexperiencia de declarar,
qne como funcctij}srio publico nio lioha adhe-
rencias, e nio cceilave oatraa que nio es do
enmprimento dos deveres do cargo que exergo
levsda, em coota a fidelidade com que me des-
vanego em o haver servido e cojo exercicio me
foi confiado, pelo Governo Imperial isto quer
durante a administragao do meu collega e amigo
autigo. o Exm- Sr. Dr. Luiz Antonio da Silva
Nunes, quer durante os quareota dias que servi
com o Exm. Sr. bario de Mamsnguape e quer
durante todo o tempo que hei servido com o ac-
tual presidente, o Eira Sr. Dr. Francisco de A-
raujo Lima.
A minha posigo definida e a ainceridade de
minhas palavraa desgostavam aos que entendem
que o secretario do governo os deve acompenhar
em seu systema de fazer proslitos; mais isto
para mim indifferente, por que assim como tui
nomeado secretario do governo desta provincia,
contra a vontade e sem a intervengao de amigos
que me desesam ver pelas costas; assim tambem
espers que a exoneragio viri em tempo preprios
Nao se afadignem ; de vagar para okegarem
garmos cedo.
Declaro positiva e formalmente qne FALSA
a noticia dada pelo missivisla do Jornal do Com-
mercio, da existencia de recomniendagdes ofli-
ciaes dirigidas por mim em prol deste ou daquel-
le candidato s ultimas eleiges proviociaes.
O missivisla tem consciencia de que escrevia
urna inverdade ; mas comprehende que urgente
mostrar seu poder e dominio, e que urgeote
fevereiroi i a propostas e adherencias que lhe foram feitas.
E' habito meu a franqueza e e sinceridsde, nio
sei receber agora um favor de um homem e 'a-
qui a pouco calumnie-lo, nunca ouz era jogo a
intriga, nio vacilo ante a respo'nsabilidade de
meus actos e a ninguera estranho que professo
os principios conservadores.
Mas nao obstante eu acreditar que as saliencias
politices da trra nao ignoravem quaes os meus
principios polticos, julgou o missivisla prudente
apresenlar-me a frente do candidatos derrotados
estes e o secretario da presidencia Martina Perei-
ro. colligados com os resgesdos.
Neo na corle que contesto formal e positiva-
mente ao missivisla, nesta cidade, onde toda a
gente sabe que nio tenho adherencias polticas,
porque nao tenho aqu interesses polticos que
nao considero a Pedro e a Paulo antes por ser
bata do que rasgado e vice-versa.
Tenho verdade relages de estreita amizede,
com bielas e rsgalos, cora as quaes muito me
honro, e o proprio raissivists nio tem, entre os
quo o bao ajudado conseguir a pesigo em que
se acha collocado, a bielas e rasgados?
Sim, lembro-me agora que o missivisla enlen-
de eprofessa o priociyio daquelles quedizem qui
noncogilant sicut nos extermineutur.
Ere a occasiao, assaz opporlum de mostrar que
bem para admirar que osecretario do governo
smenlo em fins de dezembro se declarasseem
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL. IeNCARREGADOS DA SBSCR1PCAO DO SOI
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relagao: tercas e aabbadosslO boras.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundas ao meio dia.
Dito de orphios : tercas e seitas s 10 horas.
Primeira vara do civel- tergas e aellas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e aabbados 1
hora da tarde.
Alagoas, o Sr. Clsndfno Faleie Dias l.hi.-
o Sr. Jos Martins Alves; Rio de Jaaean -w-
Joio Per.ira Marlins. W
EM PERNAMBUCO,
Os proprieta-ios do puno Maooel tigneiro* tm
Feria & Filho, na ni livraria praca da Indepen-
dencia di. 6 e 8, "" w
ro, essim tsmbem pode sneceder se d o m
facto mais outra vez.
A publicacao destas lines favor a
Luir d'Albuquerque Marlins Pereira.
( Diario da Parahyba,)
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Cear.
Fortaleza 30 de jaoeiro.
Quando escrevi as ultimas lionas da mi
correspondencia passada, comegava a sentir
d?sejo rdante de acompanhar a maior parte
moradores da capital, que com as principaes
lorldades, eccletiasticas e civis. dirigiam-se
hostilidade aos dignissimos, na phrase do missi-
visla, nosso conhecido, quando o meu proced- bytero c
ment e a norma de minha conducta modiflesgao "-
alguma ho aollrido menos experimentado asos-
cillagoes a que siosujeitosos pretenciosos, porm
extranho aos vais veos que nos sio desconheci-
dos, limitar-nos-hemos a contestar o missivisla
que nos poda apresentar ao governo imperial
como um indcil as suas offejtas e seduegoes, mas
nunca juntar-nos ao Exm. Sr. Dr. Francisco de
Araujo Lima, a quera o missivisla procura des-
considerar.
Temos sido honrado com a plena con Tanga do
Sr. Araujo Lima, do que nos desvanecemos, e,
cabe-nos anda a gloria dedize-lo, pondo a mi
em nossa consciencia, cj>mo secretario nio Inve-
nios retirado das vistas-de S. Exc. o que existe no
archivo* (avoravel ou desfavoravel as pretenges
dos amigos do missivisla, a quem conbe-me a
honra de contestar, e semelhante proceder me ha
creado desafeigoados (eu o sei) que tudo tem pro-
curado para nos molestarem, persuadidos de que
assim verio ser o secretario Martins Pereira subs-
lituidopor quem posas e valha por si....
Para o missivisla saber eomprehendur posigao
quer dizerreferir aos amigoa os segredos da
administragao, ser canal de insinuagdes, eipor a
mentira dos reservados e previnir decises. As-
sim por certo, nunca compreheodererooa a nossa
posigio.
Conhece-se a olhos ns o rencor e o despeito
deque se acba possuido o missivisla contra nos,
quando diz elleo presidente teve pena do se-
cretario, que precselo lugar para dar de comer
a familia.
Tenho aclividade tanta que, me permitle tem-
po para eu cumprir os deveres do cargo de secre-
tario, pira redigir peridicos, tomar-me asilen-
cie politice, embarsgar qs planos dos deputados
directores e organisadores de chapes, entorpecer
a germinagao do viveiro, como me inculcou o
missivisla, pessoa de muito meu conhecimento,
e nao tenho da intelligencia que me elle atlribue
e na aclividade que me elle empresta meios pare
procurar a elimentegio de minha familie, para o
que conseguir me ha sido preciso ser objecto da
caridade do Sr. Araujo Lima ?
Se o missivisla apresentadoo Sr. Araujo Li-
ma dispensador de um sentimento caridoso ao
secretario do governo, pela necessidade que tem
este dos vencimeotospara dar de comer a fami-
lia.esperou conseguir descooceituar-me, pa-
rante o governo imperial, apreaentando-me como
incapaz de exercer o cargo que oceupo, eogaoou-
se completamente por que entre os dislioctos con
selheiros da corda, existe o Exm. Sr. ministro
dos negocios estraogeiros, que me conhece per-
feitamente bem.
Ha enunciados lio ridiculos que melhor dei-
xa-loaaem cooleslagio ; pois o desar que se pro-
cura aos outros reverte todo aquella que o pro-
move, e nesta hypotheso ajusta-se de um modo
o maia apropriado possivel. a historia da pena e
do de comer, com que procuroa desconceituar-
oos o rico missivisla.
Creia o missivisla, que nio nosjalgamos offen-
didos por dizer quealimentamos a nossa legiti-
ma familia com os recursos dos veocimentos do
emprego que exercemos porque o proprio mis-
sivisla vive de seus ordenados seoio apreseo-
te-nos o seu formal de partilhas.
Por ahi vai mal o missivisla ; esse enredo nao
aproveita.
Comprehende qualquer pessoa que o missivisla
est descontente com o Sr. Araujo Lima que me
honra com sua conanca, e en estou quasi que
sendo forgado a declarar que tem elle razio ;
pois bem sabido que um secretario nada yile
e nada pode por si......~
O missivisla de mais tranmarent oa-carta
que foi escripia oesta capital a 29 de dezembro,
e publicada no Jornal do Commercio de 7 do
correteali ae diz a presidencia iria perfeita-
mente aem o seu secretario, o que, por outraa
palavras, quer dizer o presidente vai mal, por-
que nio prope a exoneragio do aecrelario Mar-
tina Pereira.
Se o misaivisla nio tivesse o seu espirito ob-
cecado pelo maldito espirito de partido (ialo do
missivisla ) que tudo amesquinha, por cerlo qua
nio se esqueceria a joia mais preciosa do
homem de bem a reputagio.
Ia-meeaqueceudo de um tacto que aeme atlri-
bue: dls.0 missivista que eu redijo peridicos,
respondo a tssa noticia [ nao acedo) com a ae-
Maranguape a assistir a festa de S. Sebaslito,
que sempro all se faz com eslrondo : justarse i-
te ao mande-le pere e ceixs da agencia um aai-
go que patsava j cavallo convilou-me para
acompanha-lo, e eu nao pude resistir : quero
por tanto dizer-lhe elgume couss do que l
pessou.
S. Exc. o Sr. hispo foi alli recebido por um p
vo immeoso que de todos os lugares viziohos h
va coocorrido a espera-lo, com todas as demon|
tragos de verdadeiro enthutissmo : es Mar
guapenses nao quereodo ficar inferiores aos mej-
radores do Cascavel e Aquiraz, tioham ornado de
palmeiras, e arcos de verdura todo q espago coa
prehendido entre a ponte do rio e o largo da
igreja, e S.. Exc. entrou acompanhado de mais
de trerenlos cavalleiros que haviam ido recbe-
lo meia legua de distancia, ao mesmo lampo
que subiam o er mais de oiteota gyrandolas da
fogueles : no dia seguinie chegaram o Exm. pr
sideote da provincia chete de polica, que s >
hospedaram na casa da cmara, e foram ali de
licaj.imente obsequiados polas pessoas mais gra
dasr do lugar.
Na vespera da testa, foram conferidas na res-
pectiva matriz um mogo do Ico ordens de presj-
pela oodade se tornou
muito mais inleressanle, e no dia seguate S. Exc.
celebrou eui pontifical.
Como disse cima, o concurso foi extraordina-
rio, calculndole em mais de oito mil pessoas o
povo que eochia as juas e pragas de villa, que par
tres noiles successivas se illuminouquasquesem
excepgo.
Tocavam alternadamente as musicas.de poli-
ca e do 3a batalho da guarda nacional ; cont -
nui vam a subir ao er numerosas gyrandoles que li
sem inlervallo durante o dia, e as duas noiti s
da vespera e festa, houreram brilhanles fogos (e
vista.
S. Exc. Rvm. sabio de l para a Pacatubi, on-
de foi recebido com a mesma alegria e appleuso ;
ao pertir de l subi a serra d'Aratanha, onde
lhe offereceu hospedagem o abastado agrieulte r
Jos Antonio da Costa Silva, de l passou para o
engeobo Santo Antonio de Pitaqueri, dos Sn .
Mendes dt Irmio, onde passou dous dias, e flnsl-
mente hontem pelas sete boras recolheu-se ao
seu palacio na capital
As visitas que S. Exc. lem feito a alguos luga-
res viziuhos da capital, tem sido urna perfei a
ovago. O povo_ cearense mostra com as ma s
francas demostrages o jubilo de que se acha pos-
suido, por ter-lhe a Providencia concedido u n
prelado, que no curto espago de sua residenc a
em sua diocese, tem-se mostrado um modello i e
mansidao e caridade.
Convencidos de que teremos sobrados motivos
de amar de mais em mais nosio pai espiritufl,
fazem os votos ao co, para que no-lo conserve
Passo agora de oceupar-mede outro objecto
J sio chegadas as votiges de todos os colle-
glos da proviocia. Compor-se-ha a lista tnp|ice
dos tres seguiotes nomes : -
Dr. Miguel Fernandos Vieira........j$
Dr. Domingos Jos Nogueira Jaguaribe. .'.
Dr. Raymundo Ferreira d'Araujo Lima. .
Qual dos tres merecer a escolba imperial?
Em breve aaberemos. I
Tem-nos bastantemente affligido a noticia do
ceapparecimento do cholera naa immediages
dessa capital.- alm de que, como boos inmios
sentimos os solTrimentos do povo Pemambujcano,
recelamos que esse lerrtvel flagello nos. visite. O
digno presidente da provincia lem tomado [desde
jaTalgumas medidas preventivas, que. prasi a Di-
vina Providencia, sejam desnecessarias, defiendo
ease formidavel hospede de chegarat nsl como
j aconteceu em 185S.
Tem regressado de ioterior da proviocia quasi
todos os destacamentos que foram assistir elei-
gao : sem que por agora aventare minha opiniio,
acerca da conveniencia da medida de azeir assis-
tir a forja publica a exihibigiodo voto copular,
porque mui boas razes ba pro e contra, direi e
com a menor effuao da prazer, que por esta vez
nio livemos a lamentar o derramamento de san-
gue humano.
O nosso ca depois de ter dado o extraordina-
rio prego de 70600por arroba, deaceu para 6)400:
os lavradores desta feita deitaram carniza] lavada.
Qdeira Deus teohamos mais algumes safras como
a que acabou de colher-se, porque s assim lira-
remos o p do Iodo.
Neste momento, e qnando mais descargado es-
teva acerca da chegada do Paran, com o qual s
contava amenbia, aoube qua deade multo cedo
se ochava no porto, e que sane ao meio dia.
Tendo, pois, outraa obrigsgoes a satisfacer, dia-
pego-me poaj, esta vez de seus leilores, feixando
ara o Iguarass mais alguma couss que valha
a pena de communicar-lbe
Vara tuba.
Cidede de Mamaoguape, 20 de jaoeiro {de 1862.
E' esta a primeira correspondencia 1 que Ibe
-screvo no novo anno de 1862, cabe-me aqu
ar-lbe as boaa^eatas, e ditejar-lhe que ate novo
nno Ibe corral propicio.
Antes de tudo corre-me o dever de provar um
(acto que por mim foi denunciado ao publico na
minha penltima correspondencia de 11 de no-
vembro do auno prximo passado, a qual fei im-
presas em seu Diario o. 269, cujo tacto foi con-
Matado pelo Sr. Leonardo Bexerra Jeotne, em
df peridico que se publica nesta pronocia, cu-
jo nomo o de Despertador. -
Pelo modo porque ae defendeu o Sr. Leonardo,
se v o raocor,que tem a quem supe aero es-
criptor desta corresponlencia, traian4o-ade man
Uros, rabiscador, desafecto que nao eonsente
gosar da pai etc., despreso todos eales epilhetos,
devolvo-os intactos a ptrida fon te donde nasce-
ram, a minha missio denunciar o faetos que
offeodem a pez e o socego publico, e os direiles
dos cidadios, e prova-los quodo forem contesta-
dos, fique ofTendido quem qurzer.
Perdoe o Sr. Leonardo nio saber eu o seu nome
por inleiro, na verdade um peccado irremissi-
vel nao saber-se o nome de S. S.. de boje em
dianle sei que se chama Leonardo BezerraJoco-
me, se anda nao assim o seu nome mande pu-
blicar nos joroaes do imperio, afim de nao acon-
tecer qne alguem, como eu, caa no peccado de
nao saber o seu nome
O autor desss correspondente disse que no
engeobo do Sr. Leonardo Bezerra Jasme te de-
ra ferimenlos graves entre dous escravos, que se
fizera o corpo de delicio pele subdelegada da
Behte onde esleve o tal corpo de delicio um
mez, que depois veio ter elle s maos do delega-
do do termo, onde esteve dous mezes : islo at
20 de julho do anno passado, que nesss dla o
Dr. promotor requereu um exame de saoidede.
o qual foi feito perante o Dr. juiz municipal, e
que depois disto escureceu-se o t#mpo, e de na-
de mais soube.
Faliou acrescentir que o Sr. Leonardo perante
0 Dr. juiz municipal, Dr. promotor publico, as
sigoou urna declaragio em que disse que o seu
eseravo Bernardo fdra ferido por outro de ooma
Joio, e que depois de dous mezes anda nao se
achave reatabelecido, acredito que se tivesse ac-
creacentsdo este periodo o Sr. Leonardo Jacome
Bezerra nio ousaria a contestar.
Accredito que o Sr." Leonar Jacome Bezerra
assignou a correspondencia que publicou sera a
ler, ou esqueceu-se do que havia declarado, do
contrario elle nio ousaria dizer que o seu esera-
vo ferido se restabelecera depois de elguos diis
do ferimeolo.
Felizmente o exsme de ssnidade existe em po-
der do Dr. promotor publico, e em meu poder
existe urna publica forma, tirada pelo tabelliao
da capital desta proviocia Daniel Eduardo de Fi-
gueiredo, cujo documento foi mandado tirar, e
me foi subministrado por um amigo, que como
ea, zela pelo bem estar desle termo, S. Exc. os
pode ver.e para o publico os fago traoscrever nesta
correspondencia, pego ao Sr. Leonardo Jacome
Bexerra que se ainla tem animo para contestar
exija em juizo este documento Sr. Leonardo Jaco-
me Bezerra : eu nio costumo denunciar tacto al-
gum do que nao tenha documentos, pere oque,
que se julgar offendido por qualquer tacto que
publicer pessa provas, que eu aa darei com suf-
iciencia, neo usarei de expressdes offensivss,
proprias de quem oo tem razio, e de quem se
sujeita a escriptos alheios.
O publico aprecie oqueabaixo vaiescriptoe
d razio a quem a liver :
Illra. Sr. Dr. juiz municipal.Diz o promotor
publico desta comarca que tendo sido ferido no
lugar Agua Fra deste termo o eseravo de nome
Bernardo pertencenle a LoonarJo Bezerra Jaco-
me por um outro eseravo de nome Joio do dito
Leonardo, proceleu-se o corpo de delicio, e sen-
do o juizo dos peritos que nio poda haver iaha-
ullliag&o'de aervico por mai.q de Irinta liat, tem-
se verificado entretento ler passsado mais tempo,
e estar o eseravo a suecumbir por causa do feri-
meolo que soffreu. Neste caso quer o suppli-
cenloque V. S. mande proceder a um exame de
aanidade pelo qusl se verifique de novo o seu
estado. Assim, pois pede a V. S.jsedigoe man-
dar vir o dito eseravo esta cidade afim depro-
ceJer-se o exame requerido, oomeando-se para
islo peritos profissionaes.E receber merc.
Mameoguepe de 20 julho de 1861.
O promotor publico,Francisco Clementlno
de Vasconcellos Chaves.
Passe mandedo para ser intimado a Leonardo
Bezerra*Jacome pare epresenter os escravos de
nome Bernardo e Joao no dia 24 do correte ao
meio dia, sob as penas da lei.
Cidade de Mamauguape, 20 de juiho do 1861.
Almeida e Albuquerque.
Termo de comperecimento de Leonerdo Jeco-
me|Bezerre, e decleregeo do mesmo :
Aos viole e qustro dies do diez de julho do
anno do nescimento de Nosso Senhor Jess
Christo de mil oitocentos e sesseole e um nesta
cidade de Mamanguepe em casa de residencia
do juiz municipal o Dr. Augusto Carlos de Al-
meida e Albuquerque, onde eu escrivio do seu
cargo adenle decleredo esteva, ahi comparecen
Leonardo Bezerra Jacome e por elle foi dito
.que tendo sido intimado bontem um mandado
para apresentar perante o Sr. juiz municipal o
se eseravo de nome Bernardo que fra ferido
por outro eseravo della declarado de nome Joio
| a requerimento do Dr. promotor publico da co-
marca sim de proceder o exame de ssnidade 00
referido eseravo, deixou de apresentsr por se a-
char dito esersvo em uso de remedio, como bem
hio de certificar os officios de justica que o foi
nolifiesr.
Declarou mais que ha perto de dous mezes o
t predilo seu eseravo tora ferido, que ainde nio se
1 achava reatabelecido do ferimento que soffreu.
E psrs constar mandou o juiz fazer este ter-
| oso em que sssigoou com o declaraote, o Dr. pro-
motor e as testemunhss abaixo assigomaj.
Eu Vicente Ferreire Serreno, escrivio que o
escrevi.Augusto Carlos de Almeide e Albu-
querque.Leonardo Bezerra Jacome.Francis-
co Clementino de Vasconcellos. Chaves.Jos
Campello de Albuquerque Galvio.Joaquim Jos
de Amorim.*
Serve-lhe este Sr. Leonardo Bezerra Ja-
come 1
Consta-me que se vai tratar deste processo,
do resultado darei conla ao publico, nesta occa-
siao direi msis alguma em aditamento do que
agora acabo de escrever.
lo die 22 de dezembro prximo passado pas-
sou o Dr. juiz municipal o expediente ao seu 1
supplnte e seguio pare a capitel a entrar os va-
ra interina de juiz de direito, tendo de voltar
nos principios de jsoeiro a este termo para fazer
a revisao dos jurados, quiz officiar ao juiz muni-
cipal, nio acbou um s supplnte em exercicio,
foi preciso particulermente pedir um dos su p-
plentes psra entrar no tal exorcieio, coovem por
amor i verdade dizer que o 1 supplnte nio podia
entrar naquelle lempo em exercicio por estar sof-
freodouma terrivelInflammagio nos olhos,e anda
encommodado erttrou em tal exercicio noa pri-
meiros dias de Janeiro por ver o abandono em que
esteva a vara municipal, os ltimos supplenles
nio quizeram exercer o logar de juiz muuic*ipal,
como meis sioda nio se digoaram a parrer o ex-
pediente, como ers de sen dever, ao vareador
mais volado.
Nio deve este facto passar desapercebido, cha-
mamos a' attengo do mui digno presidente o
Exm. Sr. Dr. Francisco de Araujo Lima, cuja
administragao tem encontrado o maia aincero
e tranco apoio em todos os Perahibanoa que
amara a justiga, e desejarn a prosperidade de aua
provincia. S. Exe. tem este anno de fazer a no-
meagio de aupplentes, connamos]qoe este co
da presidencia seja sellado como tem sido todos
os outros com o cunti da justicas em attengo a
pessoas.
Nio temos por oostume. incenssr a presiden
tes s pelo simples tacto de ser presidente, o
nosso carcter repelle eate mode de obrar, e o
factoa o tem mostrado so actual presidente po-
rem o que se disser de bem nada mais > rfae
na a aaar coas-
faz do que justiga, niegeos
ciencia me contestar.
Fui feita neste lera a revisao dos jarades mo
da 10 e 11 do crranse, .seatiratB a eate teto o
AS*0,I C"10* co" J" >ret ianerino.
o r. Lhaves como promotor publico, e eapui
francisco Pulquerio como presidente da cmara
visto acharem-se com pane de doente o* ou>
primeiros votados, foram qjslicadosl3ijurados
o numero foi reduzido comparativacaenleaa-aa-
00 anterior, anda assim no numero deste* tal
vez metade nao esteja no case de bem preencher
as nobres fuocges de juiz de facto.
Celebridade na minha Ierra. Fas-at ua corno
de delicio e nelle se declara ha grave coia-
modo de sauoe, e inbabililaco- do trrico por
mais 30 dias, fez-se depois um eia-ne de sanidad
quasi sempre requerido, estando o reo solt
duem os peritos oo oram precitos 30 para cara
do offendido, logo concluem ellet nio haver g-ave
ve encommodo de aaude, e aiada mas logo o feri-
meolo leve o afilhado est arraojado, boa modo
de proteger-se o crime. J urna detproouacia
aqui houve fundada noa principioa que acias ve-
nho de expor, desta j dei parle ao publico ea
urna das minhas primeiras correspooleocn. o
patronato sempre eoconlri tacis meios, e agente
adecuados a seus fias.
Nao podemos deixar de dizer alguna 1 eoasa re-
lativamente a mus efleitos do decreto qae tor-
nou os crimes de armas prohibidas, e tenraeoto
leves meramente policiaes. Est hoje a popula-
gao armada, e sera crime e por qualquer, da-a
urna palha apimece urna tacada, ama puntillada
ele. depois do que l vem o patrooalo, e faz coa
que al as proprias tenlativaa de morte se tornea
ferimenlos leves, feloo qne declara-ae innocen-
te, e at benemrito da patria o ofieosor. E' aa
meio de desmoralisat as auloridadea o tal arma-
mento da populagio as auloridadea naa sensor
lem torga publica a aua disposigio, e principal-
mente- as occasies inexperadss ; paasia aa'
dous e tresalmocreves armados de puohal, e ba-
camarte pela porta de ama aulordaJe esta v,
cala-se, porque se ordenar a entrega de taes ar-
mas us taes senbores do mundo dizea qesaJo
menos meia duzia de crespos desaforos, e vie-
sa andaudo, por evitar islo use-so de pmdeacia.
As cousas vio de mal a peor a este respeito, bre-
vemente o estelionato, o homicidio ae toraaam
crimes policiaes, e por isto ha o grande funJa-
meoto de que os homens da poca presente a
lem aperfeigoado a tal ponto que bem se pode
comparar a aojos.
Tem-nos causado algum receio a noticia do cho-
lera nos limites desta provincia coa os d'ssa,
alguem j diz que hoejve entre nos ua cas> d
cholera, al o presente creio que nao leaos en-
tre nos t,al visita. O que ae tea encommodado
um pouco urna moleatia de garganta qae lea
apparecido por aqui, e qualincam de angina.
Angina I I l respeilavel senhora.
Consta-me esler a morte a mulherdo Sr. Fir-
mino Jcs Leao nossos peccidos pesaa aoilo.
Adeus al breve.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Achando-ae por doente imposibilitado o Sr.
Dr. Jos Soarea d'Azevedo de assistir aos exea
de preparatorios do Curso Commercial Pernam-
bucano. foi aubalituido pelo Sr. Dr. Antonio Ria-
gel de Torres Bandeira, deveodo por coosegnint
comegarem hoje os mesaos exames.
No dia 2 do correle, pelas 4 horas da tar-
de, foi encontrada em urna casa da raa dos Gatos
em Olinda urna pardinha clara de cerca de 17 as-
nos de idade, a qual ichava-se amarrada roa
cordss e em estado e nio poder lavaotar-se, con-
servando-so acocorada.
Coota essa infeliz que viera de Igaarsse, aa
eslava por aquelle modo ha obra deqainze das.
durante oa quaea apenaa lhe davaa por alisaea-
tagao farinha e agua, ltalo de loaea ; e. esa
coofirmagao a esta esseveragaj della. carra qs
efectivamente fra mandada de Igaaraa, por
falta de juizo, afim de aer carada por aa curmn-
deiro de feiligo de Olioda.
No entretanto sabe te qae morave o eageah
Santa Rita, termo de Igaaraa, donde foi rapta-
da ; e que vivendo com o sea seductor al proxi-
midades de dar i las ao tracto do sea eriae,
sendo entio abaodonada por elle, va e ter legar
o parlo em urna caaa da na do Terreno, naqeeil
villa, aendo aioda expulsa ao terceiro dia tea sil
delle, de sorte que lie ju a vagar polas raaa, aaa
e sem recursos. Mas tobando pai dalo, veto
busca-la, lerou-a para caaa, e ahi lv-a saar-
reda urna arvore ; e depois cooduno-a pira
Olinda em completa nudez, 4 conserves-a ao sa-
lado misrrimo em qae fui encontrada.
Deve-se esta descobeita ao Sr. Dr. Maooel Joa-
quim de Miranda Lobo, pois tendo noticia de tte-
to; nio demorou-se em ir verifcalo, axeaa ca-
li prender as pessoas conniventes aesso acto da
inaudita barbaridade, as qaaea aadsa sor aaas
nove!
Aa noticias qne temos do Apody chegaa a
20 do paaaado.
A tranquillidade permaneca ea coadices sa-
tisfactorias. P
Tem cahido algumas chavas boas. 1
ram o rio ; e se bem qoe nio fossoa a
villa, foram bastantes e avalladas pelas sorras do
Martins e Porto Alegre, Pao dos Farros, ele ate.
As esparangas pois da Invern sio aaitas e ca
fundamento ; e era algumas ptragens do Caeag jf
ae acham ellas realieadss.
Pelo Aracaly linha alli aido transailtida a no-
ticia da existencia do cholera nesla proviocia, coa
grande consterotgao do povo ; e a respailo sais
ve o nono noticiaste o seguinie :
a Seremos deste*vB,tio felizes par < caaa
fomos da outra ? A* provincia sea vileos para
pagar aos seas empregados, ter aaia de fazer
grandes despetaa psra saeeorrar aos
dos e desvalidos, se tio terrivel mal m
metterf a
Acerca do correio avias-nos o aasaa, ase Iba
faltaram alguos nmeros do Diario desaa eaasg
natura; pois qne receben al 5 de dsaaahr, a
de 14 al 26, daodo-se a interrupgio de a 13 aa
mesmo mor.
E' mais ama irregolaridade, que aqai regis-
tramos.
Achs-se designado o dia 9 do aez quo ca-
ira pera a reunido da junta revisor de qaahftca-
gio da freguozia do Limoeiro, vista qae por aa-
tivoa ponderosos nio foi ella insta Hada ao tempo
prescripto.
A presidencls acaba de nomear aaa 1
missio, composta dos Srs. bario de Ulinga <
nel Francisco Antonio de Barros a Silva, visarte
Simio d'Azevedo Campos. Antonio Jos das Sea-
tos. Manoel Alves da Silva a Roqae Ferrara da
Coala, pare promoverem aaa sabacriscaa acta
habitantes da fregaeiia da Escada esa o fa da
oceorrer com o aeu producto ia obras, da qae ca-
rece a reapectiva aaii, aendo a adaieietocl
dellas eoearregada I aasaa caaaiaas.
O alvitrs da 9. lxc a 1oadsda a deteicada
dos cofres, qae alo podaos saasartsr par i>gare
taes despezss ; a estarnas aos atetas a Itcaltaacta
maia directa, a ea rselos dsssaa aaaasaaa ter-
na ni-w msis reeee patalas, pois qaa cada <


3
=G==tt
DIA1I0 DE EhNAMWJCO. i QUAfcTjk flUU 5 DE FE\EREMO DE Haft.
'.'
" ..i. -^~-
tJwinte' m Qscalador da boa applicaclo doi < Nesta cidadVe m aaa immediacoea nao ha
aeu bolo. Veteo algum de cholera-morbus.
Bemeltem nos a seguiute prece,.s,ue snjen| A's 6 horas da tarde de 4 de fevereiro
le hornera recebemos
a' san mas.
Oh meusanto bwpo e-maHyr,
Meu glorioso Sao Braz,
No co rogai por nos todos ;
Pois o que peds Deus fas 1
Das gargantas adrogado,
Advogais nao smente isto ;
Porm tambero, contra apeste
Sois oosso empeoho p'rahrisj** T
Sois um'dos santos hroes
Denossareligio:
Muito vate sos peccadores
Vossa santa proleccjio I
E* p'ra nos mu proveitoss,
' p'ra dos muito efficaz.
Ante o throno do Altissimo, .
Vossa inlercetso, San Braz I.
E, portanto, oh santo martyr.
Se asiim vos sois d'ordirario ;
Quanto mais hoje, qu' odia,
Qae tos sacra o calendario 1
Hoje, pois, perante Deus,
Coro vestes episcopaes,
Com a c'rfla do martyrio.
Intercede! pos mortaes 1
No templo, em que vossa imsgem,
Hoje a'eato aos devotos,
Oro concurso de flete
Veris, vos fazendo Tolos !
As preces, que vos-fizeram
Ohl meu San Braz, altendei-as :
Sao oraces fervorosas ;
Sao supplicas de ( chelas 1 <
Da raii, que reza p'los fllhos.
Da esposa pelo marido,
N'uma palavrade tolos
Salisfazel ao pedido 1
fel milagrosa iinsgera,
Com que hoje se vos festeja,
Obtei do Seohor qu'o cholera
Aniquilado, emQm seja I
Sim : as victimas j bastara.
Que esse gigante do Ganges
Tem inexoravel feilo
as L.asilicas phalanges 1
Chamamos a alinelo de nossostetores para
Por causa d'uma anglica, Undo trabalho do
"St. Dr. Souza Ribeiro, que vai transcripto ua
nossa oitava pagina. E' mais urna perola que esse
Sr. engasta em sua corOa deescriptor publico.
Sob a rubricaCorrespondenciadamos
estampa urna do Sr. Dr. Ambrosia Leito da Cu-
nta, respoodendo um trecho da carta do aosso
Correspondente do Para, acerca e negocios de
a meta.
Amanha pelas 8 horas da manha sedere-
rfi extrahir a 4* parle da 1 lotera do gymoasio
-pernambucano, no consistorio daigreja ae Nossa
Senhora do Rosario de Santo Antonio.
Hontem, ao sabir da barra o vapor Paran,
en a fortaleza do Brum a salva do estylo, por se
achar bordo o Exm. Sr. Ara-ojo Brusque, ex-
presidente da provincia do Marauho.
JKis o trigsimo lerceiro
Boletim offioial.
* Era um offlcio de 30 de Janeiro, dirigido de
4>oiaons ao Exm. presidente da provincia, diz o
major Barros, delegaJo de polica, que naquella
cidade cootiouava a epidemia em maior escali
havendo mais de cem pessoas' aecommellidas!
entretanto que mui poucas pessoas o eram gra-
Temeule, de sorte que o numero total dos morios
ae elevava stnente viole e tres pessoas, e que
alguns casos fataes j se tinham dado em Goian-
niuha, onde se havia declarado o mal, pelo que
mandara para esse ponto urna ambulancia c g-
neros alimenticios destinadas aos indigentes anec-
iados, e contratara com o curioso Joo Doroin-
gues da Silva Jnior o tralamento dos que forem
accorameltidos oaquelle districto. Diz mais que
m Nossa Senhora do O'o cholera aioda ia fa-
zendo alguns estragos, hivend* all muitas pes-
eoaa aneciadas, e tendo morrilo de 23 a 28 do
mez flodo trinta dos accommeuidos, e que em
Cruangy s epidemia anda fazia algumas victi-
mas pelos arrebaldes, morrendo de 21 a 27 desse
mez dessete pessoas, pelo que o missionario frei
gydio e Dr. Moreno Brando iho communicjvjm
ajue o mal ia declinan lo all consideravelraenle.
Diz mais que em Ti>nbaubaa epidemia liaha
declinado ; mas que coolinuava a fazer victimas
-na Canna-fstula, Queimadat,Salgado e Tauma-
ta, sendo de duzentos e oov 0 numero de mor-
ios era todo o districto at 25 de Janeiro, em cujo
amero se cootava o prestimoso subdelegado de
polica Jerooymo Gonfalves da Silva que falleceu
no da 2, victima de seu zelo e dedicaco, e
que na Lapa o mal j tinha cesando, pelo que os
seas habitantes pretendiam mandar celebrar urna
mise a S. Sebastian emacc.ao de grasas.
Diz mais que de Pedrasde Fogo nao tinha li-
tio communicacoes, mas sabia por particulares que
os estragos de Serrinha eram do lado da Parahi-
bs, e que em Tejucupapo j i*m apparecendo ca-
aos de cholera, pelo que tinha feilo partir duas
ambulancias para os dous districtos; e seeros
alimenticios destinados aos indigeotes, pedindo
que sa mande pin aquelle ponto um sacerdote,
visto que a populago nao tinha-quem lhe admi-
nistrasse os sacramentos.
DizemAoique nos dous ullimos das tinha cho-
-vido bastante, e acrescenta que no dis da data do
aeu oflicio nao se hivs dado caso algum de cho-
lera.
< Em oTicio do Io do correle, dirigido da mes-
ma cidade a S. Exc, diz o mesmo major Barro
que a epidemia tinha augmento em os dous lti-
mos das e que alguns casos fataes se haviam
do, suecumbindo de 30 de Janeiro at is 9 bo-
tas da noile do dia em que escreve 3 pessoas; e
acrescenta que no districto de Goiaoninha o cho-
tera eslava fazendo estragos, principalmente nos
engenhos, entretanto qne na povoaQao poucos
ram os casos e estes benignos.
Diz mais que emjlossa Senhora do O' o mal
conservava-se estacionario, morreodajdiariamente
le tres a seis pessoas : que era Timbauba e Mo-
s decrescia a epidemia com rapidez admiravel
Resorte que do dia 27 ,em diaote nenhum caso
ae tinha dado na povoaco, declinando tambera
otwideravelmente nos suburbios, de sorte que
so morreram tres pessoas no dia 30 ; que em Pe-
tiras de Fogo raorrera no dia 28 um soldado que
poucas horas antes havia chegado de Nossa Se-
nhora do O' e que tinha ido levar oflicios, llcando
a expirar um individuo, e na Serrioha tinham
morndo quarenta e cinco pessoas, sendo mais dos
dous tercos do lado da Parabiba ; que no segun-
do districto de Tejucupapo no dia 29 tinha mor-
aido em poucas horas um individuo ; mas que no
primeiro districto alada nao baria caso algum de
morte.
Bis emfim, que, segundo suas notas, o nu-
mero de morios em todos os dislrictos atacados
sra: era Goiaana 35 pessoas, Goianninha 49;
osa* do O' at 30 do mez (iodo 88 : Lapa 52:
aDVl V'W1 T"*>ubB e Mocos, al3
228 : Pedras de Fogo, al 3016, e 2 districto
de Tejucupapo. al* o i" do correle, 1 ; aendo de
-78o total da mortalilade-. '
Em um offlcio de 27 do mez Ando, dirigido
de Cruangy a S. Exc, diz o Dr. Moreno Brando
Jire, de conformidade com as ordens de S. Exc.
leaieite o boletim semanal, boletim que ra
aoaixo transcripto, nao sendo incluido na lista
dos mortos os que suecumbiram no engenho
Aonioga que elle calcula ser de 70 a 80 pessoas-
* em outro ofQcio da mesma data, diz que.acba-
do-se j mais declinada a epidemia nessa povoa-
jo e suas circomvisiDhincas, e tendo declina-
do na de Timbauba, seno de iateosidade ao me-
nos de exlensidade, pretenda relirar-se com o
Dr.Pedra, logo que nao julgua ser mais precisa
aua presenca na dita povoaco, para a cidade de
coianna. ou outro lugar em que sa tornem ne-
cestanos aeu servidos.
-timrSS 2ul- aci0 da mesm Exc. lhe havia estipulado, gual dos mediros
cus em commisso. contentaudo-M com o ne-
dueno ordenado de 2f drargo do corpode aau-
ale do exercito em exercicio. v
m *lni "i11 mcio de x 0 Ando. iriaido
de Nossa Senhora do O' a S. Exc,. dUo D?. a-
^J^s hor" *fl l,re de e ferereiro de
a Dr. quino Fon teca.
Boletim semanal
c A epidemia do cholera-morbus que tem rei-
nado extensa e intensamente nesta pofoaj&o e
di?W* colKteM^qTSR fiKK pale-
ro de virtimati de-13 a 1 ^eam asaanto nao bms-
trass*)ac[inr,jiio- anigoja^tav.. conservaaa-se
oestes das aaiaprav mor*** *: aasusiadara, do
dia l'an dlle S**iooKVi*Jmnte, e*ane*
cendsriMmaaMo.W pifkaf qtjvse ootaasjk em
todoaosenl*knia.alejsji* este que saaspre
o presagio de to dsejada termina;o de toda e
qualquer epitreTjrtr.assmcrrnTO" o terror qne sb-
nala em lodosdepois de sermos accommeltidos
per umaqualquer epidemia mortfera, qual a que
nos opprime presentemente aioda" que ella re'-
oha revestida das mais esperaoQOsaa formas de
benlgnidade.
c Do dia 80 em diante o prazer tomou-se mais
expansivo por se ver a cMrada mortalidade de-
creicer A grandes passos, sendo esta daquelledia
at hoje a seguate ; no dia 20 sepullaram-se 3
meninos e 1 mtrther, e poucos foram sccommet-
tidos e com facilidade so restabeleceram ; a 21.
3 borneas, e o numera dos accommeltidos foi
menor que ao dia antecedente ; no dia 22, 2 ho-
rneo* e i nseuioo*. e o uo>ero dos accoramelli-
dos foi alguma couaa rescido, porcm todos com
benignidad^, tanto que restabeleceram quasi lo-
dos: no dia 83, 3 mulheres e 2 meninos, poucos
doeotes ficaram ; no dia 24, 3 hetnens, ficaram
poucos doeotes, e poucos foram os accommelti-
dos; no ota 25, 3 horneas, poucas Acarara doeo-
tes e nenhum foi accoromellido ; no dia 26, 1
hornero, ncaram I doeotes; e hoje 27, nao hou-
ve bito algum, e cooliuuam os mesaros doeo-
tes, tendo sido accommeltidos'hoje 6 individuos
nos saburbos desta povoscao, todos com benig-
nidade.
Total da* pessoas fallecidas do dia segunda
feira 20 do correte at hoje-segunda feira 27 s
6 horas da tarde :
Adultos ..... 1
Prvulos..... 7
r 23
t Estou convencido que ae a populago fosse
mais dcil, ese submellesse s minhas prescrlp-
Cpes, ha muito estaara 3stes lugares livres de
taoterrlveJ ioimigo ; porm pelo contrario com-
mettem teda casta de excessos, principalmente
na comida o bebida, e tanto que muitos dos que
aioda estao em coovalesceoca, nio cessam de
alimentar-se com comida de difflciWigestao, taes
Orno, feijio, farioha moHe, jaca, bananas ver-
des cozidas, annanaz o outras, nao deixam de
beber a agurdenle em grande quantidade, emm
fazem tudoquanto desejam, nao importando-se
com a vida, pois que dizem que s morre quem
Deus quer, e este fatalismo absurdo os leva mui-
tas vezesa nao procuraren) a igreja nem medica-
mentos. Espero comtudo que muito breve esta-
r o mal de lodo extincto /esta povoaco e seu
districto,
Cruangy 27 de Janeiro de 1862, as 6 horas da
tarde.
Dr. F. Uoreno:i>
, ~"~ Beprtiqao D roLiciA.[Extracto da parte
do da 4 de fevereiro).
Foram recolhidos casa de detencio no dia 3 :
A ordem do Sr. Dr. chefe de policia Joao da
Silva Pimental, brauco. de 19 annos, catxeiro, e
os pardos Francisco Bezerra de Araujo, de 25
aonos, Jo8o Soares, tambera de 25 annos, e Joa-
quim Liberato, de 22 annos, dados agricultura,
todos para recruias, tendo sido os jres ltimos
remetlidos pelo delegado de policia do lermode
Agus-Preta.
A' ordem do subdelegado do Recite, Francisco
Joao Baplists, pardo, de 27 aonos, canoeiro, por
crime de furto, e o crloulo Ignacio de 28 annos,
ganhador. por andatfugido da casa de sua senho-
ra D. Joaquioa de tal.
A' ordem do de Santo Antonio, Josquim Jos
de Souza, do 27 annos, charuleiro, por embria-
guez e desorden).
A' ordem do da Capunga Luz Bibeiro da Cos-
ta, africano, de 25 annos, ganhador, por brige.
A ordem do do P050 da Panella o crioulo
Francisco, de 25 annos, canoeiro, escravo do ba-
rao do Livrameoto, por desordem.
Foi mais recolhido mesma, ordem do sub-
delegado de S. Jos, o preto Antonio, que diz
ser escravo de Antonio Soares da Cucha Guima-
raes, por andar fgido.
Mo'imenlo da enfermara da casa de delon-
Cododia 3 de fe*erelro :
Tiveram alta da eofermaria :
Manoel Rodrigues de Souza.
Antonio Jos Mara.
Marcelino, escravo sentenciado;
Antonio, escravo do Sr Xic.
Tiveram baixa:
lor de ^009000
dem do valor de
lOOJOOO.......
dem do de 508
dem dem 10>
Prata e cobre .
Lopes Correa do Nascimento ; diar-
Manoel
rha.
-*-
Tiveram baixa para enfermara :
Manoel, escravo senlenciado ; contuso.
Manoel Amonio da Silva : partida.
leve alta :
Malbias Antonio Ferreira.
MORTALIDADE DO DA 4 DE FEVEREIRO :
Jos, frica, 18 annos, solteiro, escravo, Boa-
Visla ; erysipella gangrenosa.
Feliciana Maria Amelia de Macedo, Pernam-
buco, 20 aonos, casada. Boa-Vista ; febre perni-
ciosa.
Prabcelina, Pernsmbuco, 4 annos, S.Jos ; tos-
so convulsa.
Manoel Moreira Guerra, Pernambuco, 32^noos,
casado, Boa-Vista : meoengite aguda.
Jos Moreira, frica, 80 annos, casado, Ileci-
fe ; ttano.
Augusto Gelles Laioi, Paris, 39 annos, casado,
Boa Vista ; febre amarelU.
Herculano Maria do Moraes, Pernambuco, 20
aonos, solleira, Santo Antonio ; gastro inlerite
aguda.
NOVO BANCO DE PERNAMBUCO.
Balan y o do Novo Banco de Per-
nambueo
em 31 de Janeiro de 1868.
ACTIVO-
Apoiices da divida publica ......
Estrada de ferro de Pedro II......
Estrada de forro da Baha........
Depsitos. ........
Joias 'depositadas.....]
Letlas caucionadas. '. ,
Letlas descontadas......
Letras protestadas.....
Reraessas ;.....
Jos Antonio de Figueiredo J-
nior (Rio de Janeiro) ,
Aluguel de casa......
Fornecimenlo.......
Premios de titulos de garanta. .
Juros.......: .
Desperas geraes.................
Caixa...................-......
573:8OO$000
104:000^000
99:176*796
80:000000
5:7358280
4:5303000
2.9S9:204828
107:930J953
58:55839S
. 2:139*284
787*500
7:766*485
14672*717
1:233*243
7:498*570
428:208S699
Ris. 4,425:242*ro3
PASSIVO.
Capital..........
Emissao.........
Depsitos da direceo ....
Letras por dinheifo recebido
jnftjs.........
Contas correntes com juros '.
Fundo de reserva.....
Titulos em cauro ......
Knowles & Foster (de Londres! .
Banco da Baha S/(J. ,\
Banco da Bahia N/C .' .
Saques .........
Letras a pagar.......
Dividendos........
Descontos de notas.....
Juros da garanta de emisso .
Premios de saques e remessas.
2,000:0008000
1,473:7908000
80:0008000
50:9S2#488
439:889*517
49:254*513
5:7358280
3:225*734
9:9488282
57:909*842
10:0008000
946*403
2:138*000
1:T38*000
2.948*731
1:812*899
18:800*000
11:400*000
.200*000
650*000
Srt. redactores.O seu Diari de hoje publica! achar oceupado nos trabalhos da exposiclo. lo*
Belmente o to o Sr. Joao Fernando, fazendo conduzir as
malas do fallecido para a mioha casa, abi revUtou
Sfc45O|0W
379*699
teta. 428:20816
Descontos......................... 234.943*064
*d B
on
SrS"*"!lo vaa dM0O8OO4
f IDoj"'
> *50;
a* m
-.10l
30t>
i I
853 4arJ0OO
464:100*00
153:000*0(Uosos odeiam
680*000
2:6108000
R- l,473i7JIOfiO0O
- O guarda livros",
F*ahs Joaeunr Pbreira Pinto.
Correspondencias.
3r$. redactores do Diario de Pernambuco
Acabo de rr na carta do seu correspondente nes-
ta cidade de 9 de dezambro ultimo o seguime :
Tem coolinuado nesla provincia urna questao
suscitada pela annulago e cassamento das pa-
teotes dos ofBciaes da guarda nacional de Came-
la por ordem do governo imperial,
O/omal do A mozonas tem publicado artf-
goseeoaarando a medida, seb a assignatura do-
Legistaacreditando muila gente qne taes arligos
to do Dr. Ambrozio Leito da Cunha, o qual ua
sua admioialracaode vice-presidente, foi que fez
semelhantes nomeacoe ; assim como se aflirma
do habitante de
uaa omrauuicado flue
esaito iottarante e mesquiaho
Srinkiem.
Seas que teoha a dignidaje k assignar o qi
osereva contra pesaos determinada, nem ao me-
nos tem a coragem de fallar umi i linguagem fran-
ca e positiva, quando trata do m lito recio e mui-
*r probo juls muniepai:rseu armo o lllm. Sr.
pt, Gervasio Campalto Fine Ferreira.
ir d, toaos os ha-
justica a nor-
ma de lodos os seus aetaa pubHtjos, e os crimi-
isos odeiam a joatiea.
O habitante de Serinhmm ni so lambrou do
Publicar, como puaheoa- a-sua-fintiif*' sem ob-
jecto, um elogio ao magistrado enrgico, que es-
maKOH todas as prepotencUs,.co as arma_da-J
justiga para arrancar de escravidao injusta e cri-
minosa Iroze pessoaa eatre liberUs e iageoaas.
Ser S. S. um dos taes possuijjoies de boa f.
Pico aqu se o commuoicante Ocar tambem no
que disse.
M. P.
qu os artigos de fundo do Diario do Grao Para Pe|flDle publico, cumpria que a urna forma
defendendo o acto do governu central sao do co- 8"Wr e delicada se jutasse urna discuiso
neg Siqueira deputado, conservador por cauta i"C,, en!.e il,u*[raoa e jurdica ; cumpria
Ris. 4,425:242*753
ijco Golmarieaque fleava teirido do conted Sm dil,a8 A outros T?1,0"8
do altero que baria racebido. a al vl.^?. E" oU d .eaua filial de ihtn
do offlcio qua havia racebido, a que remallara o
appa eatalilico da mor laudad a por causa di
paaada desda o diaem que come^ou at 24 da
Janeiro, mortalidad* que se elera, sagasdo pasa
fa* 144peatn d* 616 ccommeUidot.
Estado da caixa.
Emouro amoedado .....
Em notas do thesouro menores
de 10*000 ....;..
Em ditas de outros valores
co ido Brasil
En notat do No-
vo Banco da
Peroasabaco :
aendo do va-
6:670*000
3:649*000
366:880*006
14:230*000

por
de quem Aouve a grande lula eleitoral do dito
districto,
Os artigos prometiera eootinuar o sssumpto
cada qual encara a questao segundo o partido
qe tem.
Nao exacto que fosse eu o autor dos artigos
publicados no Jornal do Kmazonat que aliude
osea correspondente.
Anda nao escrevi urna linba se quer acerca da
questao da guarda nacional do districto de Ca-
mela para ser publicada aqu: e em caso algum o
faria em anooymos.
O mesmo aeu correspondente recordar-se-ha
deque quando appareceram os artigas queme
attnboe (alguns em resposta outros da vespera)
eslava eu fra desta capital, em viagem pelo
Amazonas.
O publico ha de ver-me sahir terreno nessa
questao, mas vfjr-me-ha poito descoberto, to-
mando in limlne a responsabilidade toda ioteira
do que eu escrever oji disser. Nao coslumo a
proceder por modo diverso.
l'le, porm, o aeu correspondente ficar certo
de que nao me ver discutir com o Sr." cooego
Siqueira deputado conservador por cauta de qoem
houve a grande lula eleitoral de Camela nem
encarar a quetlo por lado poltico diverso.
Nao estou disposlo a ftzer a vootade cerlos
espertalhoes do centro que lauto procurara espe-
cular com a poltica dasproviacias.
Aquellos quem semelhaote questao ioleressa
por qualquer forma, lenham alguma paciencia.
que breve verao com quem, e por que modo, se-
r ella disculi la por mim.
Com a publicacao destas liuhas, senhores re-
dactores, muito obrigaro ao seu etc.Ambrozio
Leito da Cunha.
Belm do Para, 20 de Janeiro de 1862.
Senhores redactores do Diario de Pernambnco.
Vendo em seu muitoconceiluado jornal n. 275
de 28 de novembro do anno prximo passado
urna correspondencia na qual quer o desconheci-
do Sr. baro dos Saveiro, que antes melhor lhe
assenlava o titulo de barao dos Traficantes, em-
prestar fados infames e criminosos ao distincto e
honrado Sr. major Herculano Sancho da Silva
l'edra, que muito dignamente commada o corpo
de guarnico, e exerce com intelligencia aqui o
cargo de delegado de policia, no qual s tem
"presentido actos de justica, uiasisso fazo Exm.
baro, com um lino e subtileza que se lbe nao
pode chamar respoasabilidade ; n'isso mesmo
se v a verdade de suas palavras, venho para,que
o Sr. lenle Antonio dos Santos Carias, do cor-
po de guarnido, me chame a reiponsabilidade,
declarar ao publico suas traGcaocias e gentileza,
praticadas nessa villa, e com as pravas do corpo
de guarnico ; mas que logo que chegaram ellas
ao conhecimcoto do destincto e huurado com-
mndame o Sr. major Pedra, foi elle vedado de
proseguir, e vem a ser os seguiotes tactos, que
nem vai e nem vem, e por iso nao podero ser
coatestados ; pois o Sr. teoeole nao qaereri ne-
gar que rebata as tabernas desta villa por me-
tade dividas de pra;aa do corpo, nio ha de oegar
que em sua casa fez um deposito de generoi que
venda por alto prego aos soldados, aproveitan-
do-se estarem elles sem receber sold, por nao
ter rindo da capital em lempo, por isso compra-
vam para vender na feira por metade, s com
o flm de terem dinheiro ; uso negar queem sua
partida para a villa do Ouricury lhe compre! 79
aalamins de farnha, como os aoimaes de sua rol-
la, deixaodo Smc. todas as rapaduras esabao em
cas da Sra. Anna Joanna, conhecida por Aooa
Cal, para seren veodidas; direi .aioda ao Sr.
lente que foi muito licita a arrematarlo que
ui, eque s por mimapresentei-rao arrematando
o foroecimeolodocorpode guarnico, como Smc.
que eslava presente rio, e que alm de mim
ninguem mais se apresantou, cerno cavilosamen-
te quer fazer crer o Sr. baro dos Saveiros.
Digo isso a Smc. em especie de perguota: por-
que estando como digo, Smc. presente, deve saber
quem foi o outro (ornecedor que nao foi aceito
para eu o ser ; verdade que Smc. preparou-se
para ser agente e ornecedor ; mas os seus com-
psnheiros ibetrocaram as bolas na eleigo ; nem
Smc. poderia obter do digno e honrado comman-
danie ser o fornecedor, por que elle nao despre-
sa a aua honra como o seohor a sua.
Estou tambera que Smc, seohor lenle, nao
negar que me procurou para soclar comigo no
foroecimento ; mas eu nao quiz; como tambem
neguei-me outros negocios de compras de gar-
rotes que eommetieu-me Smc., tanto para o for-
nBcimento desta villa, como tambem quera Smc.
obrar com o de Aguas-Bellas, para ende preten-
da ir commandando o destacamento, porque, se-
ohor teoeote, vivo dos meus negocios e o seohor
do seu sold ; nao foi essa minbaresposta senbor
lente ?
Estou aioda que nio negar, como tambem nao
t i ,neg*r *ennr teneote que seu distincto
chele fot com Smc. bastante clemente appllcan-
do-lhe urna correcto benigna, em vez de um
conselho de guerra, do qual Smc. sahiria sem
farda, porque por actos semelhantes isso aconta-
ceu ltimamente com o alfares Jos de Avila Bl-
taocourt Neiva, do 5o batalho de iofantarta;
mas eu anda o nio considero iseoto, por que
essea negocios j estono coahecimeoto do Exm.
Sr general commandante das armas, como Smc.
nao ignora; e S. Exc, apezar dos meios que Smc.
teoha empregado nio o deixar Smc. impune ;
assim, pois aeho bom que Smc. reforc oa boles
de sua tarda, M nao pode-lhe ella sallar pelos
hombros fra.
Voo finalisar fazendo urna pergunta ao EXm.
barao e a seguate, se bem que nio vai nem
vem : Smc. como est estacionado na villa do
Ouricury me podar perguotar ao Sr. capito
Jos Joaquim de Barroa, se nao era elle o man-
dante do corpo de guarnico na poca em que
Smc* quer que se dessera aquellas irregularidades,
e por que nao se oppoz, representando ao Exm.
Sr. general, como lhe cumpria, porque assigoou
todos os papis, por qae os nao apresentou em
comelho, protestaodo e fazendo escrever as se-
tas dito ptotesto, para nao passar agora poreoo-
oivente ;. mas nao pastar Sr. bario, porque
os oiliciaesdo corpo de guaroicao neo esle cor-
rompidos como o-Sr, Uoeate Carias e Smc,
e por isso j neste jornal apreaeniaram ouanto
era cavilosa aquella aeOosa^So: Nao deve Smc.
dsixar de lhe dizer trae a hornera para fazer mal
outrem nao deve nunca esquecer-ae de si. Nao
verdade. Sr. bario? Nio admire-e Smc. por
eu dlzer-lhe.que Smc. est estacrenado na villa
do Ouricury. pois ainda que Smel metta-se
ero um barreiro agarrado com den Bsehpr ou
em orna casa de glrimun, frua do Rio Grande do
norte, neo deixar de ser conrreeido
Esoapra-me, Seohor bario, pergunlar-lht M
o major Pedra consaaOne oes traficencies do Sr.
tseme, seria sem duvlde um honrado cora
daole, icomo elle um retente e Smc. um-1
rao, nao 4 verdadeT
Fleo esperando pe* respoBsaWlkrade.ST. Ca-
rias. '
Villa deTaoe**t..8 de Janeiro de 1802.
fronciice Vicenta da Cunha Yaipatto.
T---------------------
Srt. Redactoret. Nao estara
zer para a arena jornalisiiea a
reito e de facto que pende dos junes e tribunaes
desta cidade entre mim e o Sr.|Joao Feroando
da Cruz, como procurador .de su
Sra. Jojana Maria das Dores.
raos advogados que sao considera
dos nesta provincia, e oa Srs. juiz
raeira, quer da segunda instancia,
o meu procedimeoio ou- nao baseado em justi-
ca. Quando mesmo a questao devesae ser tratada
forma re-
rei-
esolvdo a tra-
ciscusso dedi-
mi, a Exma.
Im e outro te-
ilos e respeita-
quer da pri-
apreciarao se
que
questao tocra a altura que tem ella
naQdo da
Fernando
o faz aos
nventa-
o de sua
em saber
essa par-
presentar
se dsse
direito.
Rompe, porm, a discussio jornilstca n Sr
Joao reroaodo da Cruz por urna corresponden-
cia, publicada na Ordem de 28 de jaheiro prxi-
mo passado, em que, de eovolta com Us mais no-
jentas injurias, se encontrara faliidadis e calum-
uias revoltaotes. Foi urna provocagio de rno
gost, a que responder! com a digoidkde que sei
maoter, porque leoho conscieacia de meu direi-
to eera ludo obrei oo ioleresse de tdos e oao
00 meu s e nico interesse ; nao podando apro-
veitar ao Sr. Joo Fernando da Cruz al eatudada
notoriedade, que se aoccorre. 1
Na desenpeo dos fados, principia q Sr. Joo
Fernando d Cruz dizeodo quecasado Icm urna
prenla battarda do finado Jos Fe oaodoida
Cruz, senbor do engenho Pintos, procirei iosi-
siuusr-me no animo do mesmo, e, de feito, nos
ltimos lempos de sua existencia, Cruz, endo
perdido o livre arbitrio, delxou qve seus nego-
cios corretttm minha merc.
Sem tropecar na bastarda de minha mulher,
porque esta tem o bom senso necessario para re-
nunciar qualquer laco de sangue quB a possa
prender aoSr. Joo Fernando da Cruz, e porque
eu lenho a dignidade necessaria para nao ouvir
miserias deste quilate e para achar em mira ttu-
los capazas de salisfazer o meu justo orgulho, li-
roitar-me-hei, neste pooto, a fazer sob esabir as
ultimas palavras deste trecho, das qua s se v :
1 que havia da parle do Sr. Joo Feoaudo da
Lruz um pensamento reservado acerca da copa-
cidade cioil do finado Cruz ; 2o que > > Sr. Joo
Fernando o proprio que coafessa a gerencia que
de seus negocios, nos ltimos lempos d sua exis-
tencia, me entregara o finado Jos Fe
Cruz. Tempo vira em qua o Sr. Joo
negar essa gerencia, ao. meos assim
autos do inventario, nos* quaes quer
riancia acoberlado com ama procura;
Exma. me. A quesiao principal est
se asei bem ou mal dessa gerencia, e :
te desalio o St. Joo Feroaodo para i
um s facto que me possa desairar.
Sabem todos e isso que notorih, qua nos
ulumos annos o floado Jos Fernanjdo da Cruz
nao safrejava em seu engenho, de mrido a salis-
fazer aos seus empenhos. Constituido] ero atrazo,
nao tendo amizade com o Sr. Joao Fernando da
Cruz, que se constituir seu ioimigp, especial-
mente por motivos que as coovenienejas mandara
calar, dirigio-se a mim para que, cora a activi-
dade e diligencia que elle me recohecia, pro-
curasse haver-lhe os dioheiros que lhe eram ne-
cessarios : flz o que esteve a meu alejance e pude
obter esses dioheiros que elle, l do eogenho
onde eslava, nao poda achar.
Cedendo de dia em dia a seus pedidos, vi-me
gocios, sendo que rae achei encarregado de for-
necer-lha alimentaco para a fabrica e todo o ne-
cessario para elle Cruz e para o enge iho. O certo
que os fornecedores nao queriam ; entender-se
senao commigo, porque reeonhecialm em mim
aclividade eprompliflo para occorrer aos em-
penha pelo dito Cruz ou em seu rime conlra-
hidos.
Tendo-se aggravado os encommodos do finado
Cruz era meado do anno passado, aepuselharam-
lhe os mdicos que viesse para o Recife curar-
se, e elle a muito custo resolveu-sea isso, che-
gando nesta cidade no da 7 de seteinbro e indo
assistir em sua casa na ra de Hortas. Cumpre
notar, que em sua enfermidade elle se acbou ape-
oas commigo, que lhe procurava mdicos e me-
dicamentos e ludo quanto era necessalrio para al-
viar-lhe os soflrimenlos physicos el moraes. O
Sr. Joo Fernando da Cruz nao lomava parte era
cousa alguma, e conservou-se intrincheirado na
ioimizade que mutuamente se consagraran).
Durante a enfermidade de Cruz pesou sobre
mira lodo encargo da gerencia de sua Casa, sen-
do que fui eu que acautelei para que Dosoffres-
sero os trabalhos do eogenho e para qua nao ti-
vesse elle falta de cousa alguma. Ento a Exma.
Sra. D. Joanna, que resida em urna casa sita as
trras do eogenho, cra al, e era eu quem lhe
remeltia o necessario sua subsistencia, nao po-
dendo ella, talvez por suaadiantada idade, tomar
a mnima parle nos negocios do fallecido.
Das antes de fallecer, o que teve lugar dous
raezes depois de sua vinda para acidado, Cruz
resolveu fazer o sea testamento, no qual nao ti-
ve a mnima ingerencta, e me recommeadou que
naodeixasse de fazer com que a sua ultima voo-
tade fosse religiosamente executads.
Cinco ou seis das sntes do seu fallecimento,
z conduzir para a cidade a Exma. Sra. D. Joan-
na, a qual apeou-se em minha casa, esteve esses
tres das com minha familia, e aflnal foi para a
casa onde eslava sea fllho, onde ao cabo de dous
das terrainou elle sua existencia. O motivo, por-
que a Exma. Sra. D. Joanna nao seguioimme-
diotamente para a casa do Dlho, foi o achar-se
tratando desie urna senhora com quem ella nio
desejara eucontrar-se ; mas. desde que esta re-
^bI88' Teio e"a Para uoceira do enfermo.
""arante esses das, nao appareceu em casa do
enferma 0 Sr. Joao Fernando da Cruz; e s o
lez no dia em que o enfermo confessou-se o sa-
cramentou-se, respera daquelle em que fallece-
r, sendo nesse uttimo dia roltou e assistio ao
morrer de sea irraao.
Apenas expirou Jos Feroaodo da'Cruz, q;Sr.
Joo Fernando dirigindo-seaoca'daver, tirou-lhe
do pescoco urna redoma de ouro, que entregou
senhora dizendo que por esta fra dada ao falle-
cido, lmmediatimente pedio as chaves abri e
percorreu todas as gavetas, e nosse trabalho flcou,
emqnanto eu e nutras pessoas tratramos de dar
as ordens relativas ao enterro, e eu mandara
abrir o tesfament. Pela tarde retirou-se o"Sr.
Joo Fernando da Cmz e mais oao roltou, fleao-
do, porm, sua familia qae foi condozida "afnoite
pelo Sr. Olympio, fllho do mesmo Sr. Joo Fer-
nando, que alias se mostrara encommodsdo
quando, aberto o testamento, rlo-se que o falle-
cido havia disposto de toda a sua terca.
A' noite fiz conduzir o cadver para a ordem
lerceira de S. Francisco, e a Sra. D. Joanna foi
para minha casa, onde psssou os das do nojo :
sendo que fui su que llz o enterro ia ludo deter-
mioei.
Durante os diss do nojo, a Sra. D. Joanna Ha-
ra daa Dores recebeu em minha casa as visitas
de pezames, e odUetimo dia fui com olla e minha
familia risita da cora, sem que nesse acto fosae
presente o Sr. Joao Fernando da Cruz, e sim sua
fadalia. De rolla da viaila de cova deixei a Sra.
D. Joanna em casa do Sr. Joio Feroando e
naHo fo| buscar, por m'o ha ver ella pedido, sendo
qae, depois de o bavar passado em minha cass
umou dous das, a conduzi para a cass qua ella
oeaopava no engenho, sthindo daqui de madru-
gada em uta carro que aluguei na cocheirado Sr.
Josquim d OMveira Pinto, morador na ra das
Flores, onde costumava alagar earro desde a vida
do finado Cruz.
Aluda durante esse tempo a Sr.loao Frmn-
do da Croz eonvidou-me a ir cora alie na rae de
Hortas para com ella rever oa papetMo fallecido ;
diise-lbe qae nao podia acompanoHo por me
papel por papel, rompendo at alguns que lhe
pareceram dignos desse mister. Bu saAi para oo
trbalhosda eipoiicao, e o Sr. Cruz flcou no seo
trabalho de revisao.
Bejn se v que nio podia harer saque ; pois
que disso en incapaz o Sr. Jaae Fernando. E se
o finado Cruzdispoz da sua tarrea em faror de
quem Iba approove, qoeixa-aa o 9r. Joo Per-
uando da lai que outorg/iu esse direito ; qoaixe-
se de si, qae nao foi para cosa.sea finado irmo
o hornera que a religue christaa recommeoda, e
que os laces de- sangaa exieam. Fique, porm,
certo que aau tocapM-deaiia*jaxptoiaa,e..qua
bei de fazer o possirel para que o Sr. Joio Fer-
nando se- nao- locup le te i. minha cusa.
Tendo eu foroecido o engenho- durante a rida
do finado Cruz e continuando com esse enorme
peso depois do aeu fallecimento, sem que o Sr.
Joao Fernando viesse auxiliar sua mj a Sra. D.
Joanna, a qual recebia de mim a propria subsis-
tencia ; (eodo sido o mesmo luto foroecido por
mim que o comprei na lok dos Srs. Julio 4 Con-
rado ; achel-me embaracado, e tralei de ver o
meto de garantir legalmenle a reapoosabiiidade,
que me acarralara a posse e administracSo de to
importante monte.
Consulte! a meu advogado, o Sr. Dr. Fetosa,
o qual, depois de verificar as coodices'exiglda
pela lei para o cargo de lnrentariante, disse-me:
requeira quanlo antes ao juiz para dar bens a
inventario, trate j da discripeo dos bens seja
fiel em todas as suas declaracoes, e a sua respon-
sabilidade est salva ; mesmo a Sra. D. Joanna
nada ter que dizer, urna vez que o seohor nao
demore a partilha e nao commlta um s sooega-
do. E feilo o requerimenlo, preslci juramento e
comecei a descripeo dos bens.
Estavam estes em grande parle descriptos,
quando o Sr. Joo Feroando, apresentando-se
com urna procurago da Sra. D. Joanna, reque-
reu contra, a minha inventariancia eque a ella
fosse aquelle encargo conferido, com suspenso
do inventario at a deciso da questao ; meu ad-
vogado allegou tambem a respeito, o igualmente
a herdelra do remanescente da terga ; e os au-
tos subiram conclaso do Sr. Dr. juiz municipal
da segunda vara as vesperas das ferias. A ques-
tao grave, meu advogado estuduu-a, e me as-
segurou que comigo estiva a justica, urna vez
que lano antes como depois do fallecimento de
Cruz era eu quem geria os seus negocios e con-
tinuara a suprir e a dirigir os trabalhos do en-
genho.
Nesse inlerim, nada desejando obrar sem o ca-
racier da legalidade, e tendo-se desmoronado urna
parede do cavooco do engeoho, requer ao juiz
do inventario que me autorisasse, oao s a coo-
linuar no supprimeoto da fabrica, mas lambem
a fazer o coocerto que reclamara urgencia ; e a
aulorsacao me foi outorgads ; tendo feito assu-
car e precisando de reode-lo para ir occorreodo
s oecessidades do cosleio, pedi ora aulorisaco
que me foi dada.
E compre notar aqui, que, a despeilo da dis-
cussao nos autos, conlinuei a fornecer a Sra. D.
Joanna o necessario a seu tratameoto, e a trata-
la com todo o respeito e coosideraco.
Emfim, chegaudo a festa do natal, sendo mais'
conveoieotj que eu estivesse com mioha familia
oo engeoho, cuja casa de vivenda eslava vasia e
era oceupada apenas pelo Sr. Boque Jaciolno de
Oliveira e Souza, sendo que oella me abolelava
quando ia ao eogenho, para ah me dirig, oodia
2o de dezembro passado, leraudo em minha com-
panhia meu cuohado o Sr. Heliodoro Feroandes
da Cruz, a quem mesmo convinha esssa mudanca
de ares pelos seus solfrimentos do flgado. Abi
crTegados, visitamos a Sra. Joaooa, que nos
obserjusou e continuamos oa mais perfeita har-
mona,
Em que prejudico a Sra. D. Joanna com a ge-
reocia do eogenho? Nao lenho que dar contas de
ludo? O Sr. Joo Fernando nao tem verificado
por si mesmo o pre$o dos assucares? Nao hei de
juolar as cootas de veoda? Nao tem elle o meio
de fszer concluir o inventario e a partilha com a
m"lra* brevidale? Para que eolo todo esse es-
palhafalo, llgurando-me capaz de apoderar-me
do engenho? O que eu quero que a vootade
do fallecido seja cumprida ; o que desejo que
as cousas ajuiohem com a desejavel regulirida-
de. E se o Sr. Joio Fernando da Cruz quera a
orentariaocia para si ou para sua me, porque
apenas falleceu Jos Fernando da Cruz nao traiou
de alimentar a fabrica e de dirigir os trabalhos de
eogenho ? Ah O Sr. Joo Fernando quer os cera-
modos sem os incomraodos, quer meemo que eu
tivesse feito tantas despezase que ficasse privado
das garantas que esss posi(o medaval Isso nao
o serio, oera grave.
Mas, se assim aconteceu, porque diz falsamen-
te o Sr. Joo Fernando : a que no da 25 do de-
zembro, eu, intitulado lestaroenleiro, meus pa-
drasto e irmo, meu cuohado, o Glho de urna
parda autora de todas as desgracas de Cruz, e
. outros entre os quaes se distingua Miguel da
Puriflcaco Gomes, e um Heliodoro Fernanda
e da Cruz, que o tal meu cuohado, etoprega-
do na ihesouraria, e o cabra Leoncio que se diz
liberto pelo intitulado testamento, e que ia ar-
ce mado de um clavinote, invadiram o engenho,
e estsndo a herdeira residindo na casada horta
a por ter mandado caiar e preparar a de vivenda,
tomaram conta desta, havendo para isto man-
dado subtrshir a respectiva chare do poder del-
la por uro-tal Boque afilhsdo do finado a quem
por isso a respeitavelsenhors consenlia que ti-
< vase entrada na casa?
Nao cora o Sr. Joo Feroaodo faltando to es-
candalosamente verdade?
O que qoer dizer intitulado testamenteiro, in-
titulado testamento, Leoncfo que se diz liberto
pelo intitulado testamento? Quer por ventara di-
zer que o testamento falso e ama forca indig-
na de crdito? Se assim abuse dos poderes da
procuraco da Sra. D. Joanna ao ponto do com-
pelila a annullar a ultima vontade de seu fina-
do lilho.
Como ousa o Sr. Joio Fernando dizer que meu
padrasto o Sr. Joo Joaquim de Figueiredo, a-
compaohou-me no dia 25 de dezembro, quando
nesse dia todos o yiram na ra Augusta em sua
casa, com sua familia, e elle s foi ao engenho
no dia 4 ou 5 de Janeiro do correle anno ?
Como ousa dizer que o Sr. Miguel da Purifica-
Cao Gomes me acompanhra nesse mesmo dia,
quando nesse mesmo dia esse senhor se acbava
nessa cidade, at compungido pelo fallecimento
de urna prenla de cojo enterramento estere tra-
tando?
Como ousa dizer que o cabra Leoncio me acom-
panhra armado de um clavinote, quando tal
Leoocio nao e|tara no Becife e nao me fez com-
panhia alguma ?
Como ousa dizer que o Sr. Roque Jaciotho de
Oliveira subirabira a chave da casa de vivenda,
quando esse senhor mirara nessa mesma casa
com o fallecido aeu padrinho, eslava na adminis-
trado material do engeoho desde a vida deste, e
continuara depois de sen allecimento a residir
n mesma cass, na qual me aboletava eu quando
Nao; quando se commettem falsidades taes,
porque nao se tem a jaslica, nio se tem a razio.
O recurso a meios dessa ordem exclue o bom di-
reito.
Mas, senhores redactores.a presente correspon-
dencia vai looga ; cumpre-me nio abusar da pa-
ciencia do publico ; e em outra, para que desde
j Ihes peco licenca, concluir! a mioha resposte,
expoodo ao publico os acoatecimenlos relativos
ao mandado de erecuacio requerido 06 e au&rep-
licsamene ao Sr. Dr. juiz municipal da primeira
rara, com offensa Jurisdicco do Sr. Dr. juiz
municipal da segunda vara.
Recife, Io de fevereiro de 1862.
Baziliano de Magalhaes Catiro.
Prsrca
OHHkRCIO.
Caixa Filial do Banco.
EM 4 DE FEVEREIRO DE 1862.
A caixa desconla letras a 10 /0 at 4 mezes,
e recebe diubeiro ao premio de 8 /,.
NOVO BANCO
DE
Pernambuco.
EM 4 BE FEVEREIRO DE 1862.
O banco desconta na presente semana a 10#/0
ao anne at o praao de 4 mezes, e a 12 */ at o
de 0 okftaa, a tenkVtnheiro em contas correntes
simplauwi com jirts pelo premio o praio que se
coarenclonar.
do Recife 4 de
fevereiro del86i.
Vs tiuatro horas daUrie.
Cotaces da juta de cairelares.
Cambios:
Sobre o Rio da Janeiro 15 div. 1 (ha re-
bata.
dem, iam30 d|r. 2 OO da dita.
Sobre Pars90 d|v. 3ffj ts. por Ira ac
Sobre Londree -90 dir. 25 7|8 3a M 1|4 por
I flC^JV.
Descont de letras.
11, 13 o 14 oO ao aono.
Acces.
Companhis de Beberibe55} cada aaas.
Frele.
60] e 80( Canal para ordem.
J. da Cruz Macelopreside ate.
John atiesecretario.
*lland
Rendimento do dia 1 a 3 .
dem do dia 4 .
Movlmento da alfa-
Tolaaaea estradas aaas f aseadas..
a a ora sonetea
Volames sabidos
a
com (azendaa..
com gneros..
51:KMHX
9S.7aaae7
77K74704
416
16a
173
148
321
papal.
Descarrsgam boje 5. da fevereiro.
Brigue inglezGracianbacalhie.
Beigue ioglezWalher Baine ideas.
Darca americanaRichemondfrinha a
Barca fraocezaSolferinomerca lorias.
Barca americanaAzeliafarioha da trigo.
Barca oglezaNaophanleferrageos.
Brigue braslleiroVelozcharque.
Brigue hespanbolDous de Janeiro-charque.
Barca inglozaLindararvlo.
Barca rancezaMagnodiecarvio.
Polaca heapaoholaArditerioho.
Importado.
Galera fraoceza Solferino, rioda do Barre, aa-
nifestou o reguinte :
50 barris e 50 meios manteiga ; a Jos Biplisla
da Fooseca Juoior.
25 ditos e 50 meios dita ; a Taaso & Irao*.
25 ditos e 50 meios dila ; a Bastos & Lenes.
25 ditos e 50 meios maoloiga ; a Aogasto Plato
de l.emos.
20 ditos e 60 meios dits ; a Jos da Si Leita
Jnior.
60 ditos e 60' meios dita ; a Jos Marcelino da
Rosa.
100 ditos a 200 meios dita, 3 caixae calcada ; a
Cal freres
150 ditos e 175 meios dila ; a Johoston Paler
& C.
100 ditos e 100 meios dita, 30 eaixaa sardinbas,
porcelanas, pelles, coleter, enfeites e marea : a
N. O. Bieber & C.
150 barris e 150 meios manteiga, 45 eaixaa
queijos, 300 gigos batatas, 18 caitas lencos, gr-
valas, papel, 2 caixinbas amostras e 1000 pedras
de ladrilho ; a Tisse freres.
25 barris e 25 meios maoteiga, 19 caisaa fa-
zenda de algodao, de lia de seda, chapeos para
homem, calcado, pertences de escriptorie, papel
etc., um volume amostras ; a Sera Filhos & C.
50 barris e 50 meios maoteiga, 2 eaixaa vidros.
2 ditaa bombas, 7 ditas papel, 1 dita dragas. 3
ditas camisas e ceroulas, 1 dila charutos, 1 dila
mercearia, 14 ditas perfumarla, vidros, lila da
escrever, pelles ele ; a ordem.
50 barris e 50 meios maoteiga, 223 caixae pel-
les, velas, meias de algodao, de lia a da liaha,
2 embrulhos amostras ; a Rabo Schraettaa A C.
15 barra e 15 meios maoteiga, 1 caixa cala-
les; a J. A. M. Diss & C
20 ditos e 40 ditos dita, 25 eaixaa reas, 1 dita
couros ; a Malheus & Rodrigues.
20 barris e 60 meios maoteiga, 19 caitas cha-
pelaria, mercearia, crislaes redomas ; a Izidoro
Halliday & C.
25 barris e 25 meios maoteiga ; a Guilherme
Carvalho & C.
82 caixas fazendas de algodio de laa, de seda,
de algodio e lia, de dito e lioho, lencos, grva-
las, collarinbos, bordsdos, calcada, quioquilbs-
ria, bones de algodio, eic.,8 vniooaes amostras ;
a Linden Wild Si C.
1 caixa bons ; a II. Dumont.
19 caixas e 1 fardo, fazeadas de algodio, da
la, de dita e algodio, fustio o etc., 9 rolnata
amostras ; a D. P. Wild & C.
65 caixas, fazendas de algodio, da seda, 4*
la, de dita e algodao, gangas, fitas de aladia,
luvas, chapeos de sol, chapelaria, eoaros, calca-
do, botes ele, 1 volume amostras ; a Dammaycr
& Caroeiro.
2 caixas tedas ; a Mtia Irmios.
21 ditas chapeos, pannos ; chapeos da seda,
ditos de feltro ; a H. Adour Aio.
1 caixa filas ; a Kalkmaon Irmios.
200 g'gos batatas, 83 caixas paonos, modas, fa-
zendas de algodao, de dito e lia, da seda, cha-
peos para hornera e para senhora, raapas, cea-
ros, careado, movis, encerados, ele. : a E. A.
Burle & C. I
7 caixas fazendas de algodio, camisas, cha-
peos, calgado, espelbos, rap ele. ;iL A. Si-
queira.
I caixa boles de metal ; a Flix da Canta-
lice.
30 ditas papel ; a Braoder i Brandi*.
6 ditas pannos, peitos de camisa, veatidos, cor-
tinados, chapeos, eofeiles, espelbos; a Raaos
Dupral & C.
3 caixas accidos, 10 barra alraiade, aaa per-
cao de gesso, 22 caixas vidros, escoras, livros,
raarmores, cbaropes, essencias, carain, dragan
medicinaes, limtlha, tsfeti, almofarizes ; a Caors
& Barboza.
24 caixas e 2 fardos um carro pertences, vi-
dros, drogas medicinaes, alvaiade zinco ; a B.
F. de Souza.
II caixas perfumarla, instrumentos da mostea,
artigos de Pars, escovss, lunetas, mediesaeatoa,
lampadas de vidro, cristaes, papel, arreos, ar-
coes, freios etc.; a A. Robert & Filhos.
30 volumes pi campeche, drogas medici-
naes, labarraque, xaropes, vidros, cartees, pa-
pel, alvaiade de zinco; a Joio da Silva Faria.
50 caixas, quadros, modas, pelles, fios, alna
les, agulhas, chapeos, roupas, perfumara bonet,
elopes, espoletas, accidos, boles, ha-
vidros, envt
langas, drogas medicinaes, obras de (landres : a
Yaz & Leal.
10 caixas chapeos amazooas e chapelaria ;
Guilherme Guimaries.
2 ditas fazendas de algodio ; a Thoaas da Fa-
ria.
8 voluftes, tinta, livros e papel ; a Alarida
Gomts Alves & C.
1 caixa chapeos; a Jos Joaquim Bastas.
14 calxss couros e mercearia ; a Alvaa c\ C
4 dijas fumo, calimbos e tlota para escrever ;
a Jos L. Boergard.
17 ditas papel de imprimir, quatro harria lints
de dito, 1 pacote amostras ; a M. F. ia Faria
Filho.
3 caixas perfumara ; a F. Dabarrv.
5 ditas escovss, velas, sellas, madeira para
carro ; a E. Bourgeois.
1 dila porleoces de cbapos ; a Joaqaia do
Souza Maia.
8 barris verdete, 2 eaixaa drogaa medkiaaes ;
a Deaker & Barroso.
2 caixas cbapos de sol e calcado ; a F.
traly.
8 ditas calcado ; a J. P. Araolea.
10 barris e 20 meios manteiga, I* caixas
nos, couros, peitos de camisa, chapeas, utos
amazonas, bons, calcado, papel, mercearia, pre-
go?, cartts de jogar, botes de seda, i volsaa
amostras ; a Ferreira & anejo.
39 rolumea cbapellaria, calcado, perfasnaria,
cartes varios, couros, envainaos, papal, Upas,
cordas de ioalrumentos, agulhas, saias helio, f-
tas de seda, brinquedo, mercearia, batees, chi-
nellas, agua de colonia, pedras ds tirar faca : a
Mello Lobo C. ^
14 caixas mallas, chinellas, cristaes, cateada.
chapellara ; a Augusto C. de Abro*.
5 barra vinbo, 1 caixa roupa e cafarle* ; a
Luiz Puecb.
1 caixa aovis; a Morean. -
9 ditas chapeos do sol, papel, calimbes.!
galas para chapeos de sol, perfumara, as"
mercearia, balances, carteira s pertsaess ae en-
crptorio ; a Manoel 4 C.
I* caixas machina do filtrar, vejaa, eestieaea,
apparelhoa de metal pira asa ; s L. Dolencia.
1 fardo couros ; a Joba C. Ciriattani.
5 volames tiats, alrafetfe, vsrniz a zarape ; a
joaquim Martina da C. Crrela.
' ^


SHAHIO DE PEENAMUJCQ. *~ ftUAATA FEIRA 5 DE f AVEfcEiRO DK llfti.
---' ------ -; _
/
10 barricas e 9 caixas louga e Tidroa ; a Fra-
goso 4 Valle.
S caixas piala de.jujuba e xaropc ; a J. da
onceigao Bravo & C.
% ditas calcado, chicotea, alampas, phothe-
grapn,.4 Thomai Teixeira Bastos.
2 esla" perfumarla ; a E. Lecomle. j
2 barra azeitonaa ; a Blandi Ain.
1 caixa biisoilos a Estevao da Costa Me-
daiaei.
53 caiau chambo ID folhas o pregos, 3 barri-
cas cooMrt.es ; a Mearon r C.
4 caitas estofos flores, litros, foupas, ote: ; a
Soem Dubost.
3 fardos fazeodas de la ; a F. Monhard.
1 caita litros ; a Igaacio Fraaciseo das Saatos.
36 ditas fazeodas de. las, lencos eaaetaa de al-
godo, aptas, fitas, liabas, agulhas, colzetes,
roupa, chapeos, calgado, gaiollas, obras de ra-
me, marceara, tisporas, peotes, caitas de rap,
papal, etc. ; a Heonqua& Azevodo.
2 canas iiahai; a Jos Altes da Silra Gui-
mares.
31 harria pregos, IX canas papelaria, mercea-
lia, perfumada, pelles etc. ; a Parete Vianna
4 0. c
2 cixas pianos ; a Jean Vignes.
4 ditas papel, litros, e um buhar ; a E. P.
Wilsoo.
1 caixa litros e papel pintado ; a Jos de Vas-
coDcellos.
17 ditas fazendas de las, de algodo e telas ;
a G. J. Aslley & G.
2 barris altaiade de sinco ; a Jos de Pinho
Borges.
1 caixa perfumarla ; a Cmara & Guimares.
1 dita litros e drogas ; a Joaquim d'Almeida
Pinto.
1 caixa papel de pezo, 1 dita agurdente ; a
Richard Nicols.
5 ditas agua de flor de laraoja, drogas medi-
cinaes e machina gazoza ; a Vicente Jos de
Brito & Fiiho.
16 caixas chapeos,' bonets, pelles e charutos ;
a Chriatiani-freres.
3 ditos e 2 gigos machina para cozer, perlen-
ces desapateiro, sola, roupa, licores, etc. ; a C.
Laclare. C
1 caixa piano ; a Blum Leehmann & C.
1 dita medicamentos ; ao Dr. Sabino O. L.
Pinho.
52 tolumes fazenda de algodo. chapeos de
sol, mollas-para carro, armagea, selins, couros,
pell9. ditos de lustre, arreios, calcado, papel,
porcelana, artigos de Itlhographia, mercearia,
chapeos de feltro, ditos de seda, etc. ; a F. Saa-
vage & C.
25 caixas missangas, botoes, perfumara, alfl-
neles, chinellas, latas, agnlhas, agua de Colonia,
cartdes tasios. piano, linleiros, obreias, escotas,
pentes, paooo, aeJas, chapeos, lapis, ele. ; a
Monteiro Lopes & C.
14 totumes cristaes ; a F
1 caita marroquim
Pinho.
58 ditas fazendas de algodo, de las, de algo-
do e linho, de seda, camisas, peitos de dita,
frtalas, vestidos de seda, chales de la, caasas
de dita, ceroulas etc., 1 caita calcado, 1 dita te-
las e ameixas, 6 pacotes amostras : a Schaflel-
tlin & C.
43 caitas e 1 fardo fazenda de algodo, de se-
da, de la, roupa, chapeos, calgado. litros, con-
servas, fumo, chapeos, calcado, litros, conser-
tas, fumo, chapeos etc.!; 2 pacotes amostras;
Joao Reller & C.
Barca iogleza Otoe, tinda de Literpool, con-
signada a Mills Latham & C. maoifestou o se-
guinte :
50 uigos louga, 15 bajris oleo, 6 caitas selins,
124 ditas e 137 fardos fazendas de algodo e de
linho, 50 barris raanteiga ; abs consignatarios.
35 fardos e 32 caixas tecidos de algodo, 200
barricas cerveja, 22 tolumes comprehendendo
duas_ machinas para engenho, 50 toneladas de
carteo de pedra ; ordem.
58 fardos e 6 caixas tecido de algodo, de li-
nhe, cassas, etc. f a Raba Scarhettau & G.
1 caixa cadarco de algodo ; a Mello Lobo & C.
1 dita tecido de la e algodo ; a Henrique &
Azetedo.
3 ditas dito dito e casimiras de la e algodo ;
a D. P. Wild & C.
3 ditas e 12 fardos (ecidos de algodo e de la ;
a H. Gibaon.
2 caixas tecidos de algodo e laia ; a Joo Kel-
ler & C.
25 fardos e 10 caixas tecidos de algodo ; a
Sete Filhos & C.
33 caixas fazendas de algodo de linho e de li-
nho e algodo ; a R. Rooker & C.
17 fardse 2 caitas fazendas de la, algodo,
tapetes, saceos de dito, meias de algodo, codea-
dos, etc.; a G. Kalkmam & C.!
100 barris manteiga, 60 gigos louga, 3 caixas e
11 fardos fazendas de algoao, 1 fardo um col-
ho 6 qualro travestiros ; a Johnslon Pa-
ter & C.
14 caixas tecidoa de algodo, etc. ; a James
Cribtree &C.
118 ditas e 54 fardos tecidos de algodo e ou-
tros, 12 caitas biscoitos ; a Southall MelloJS & C.
50 barris manteiga ; a Amorim Irmos.
16 fardos e 5 caixas tecido de algodo de la,
e outros, 10 barricas facas, garfos, dobradices,
ferros de ponta, fechaduras, colheres. ferros, etc.:
a Patn Nash C.
24 caitas e 12 fardoa fazendas de algodo, de
linho, Qos, etc.; a Adamson Howie & C.
1 gigp garrafas tasias; a Joo da Conceicao
MoTimcnto do porto.
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Horat.
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Kmosphera.
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Direcco.
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metrica.
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en
A noitedeagoaceiros, tent E tariatel de in-
tensidade e sssim amanheoeu.
OSCILADO DA HAR.
Preamar as 8 h. 54' da manhaa, altura 6, p.
Baixs-mar as 3 b. 6' da tarda, altura 1,8 p.
Obsertatorio do arsenal de marinha, 4 de
tereiro de 1862.
ROKANO STEPPLE,
1" tenante.
fe-
ftduaes.
l, Maimer& C.
s Francisco Altes
de
Secretaria .
1862. -0
da
Faeuldade 1.* da feterairo de
eclara^5-
Atsos martimos.
tecido de
Bravo & C.
4 fardos e 3 caitas peitos de linho,
algodo ; a A. C. de Abren. '
30 tatas de ferro; a S. P. Johnston & C.
4 tolames ferregeoa e colilirias; a Prente
Viaooa & C.
2 caitas biscoitos ; a F. J. Eeite.
4 tolumes amostras ; a ditraos.
Lugre irrglez Ripple, tiodo de S. Miguel, con-
signado a Krabbe Thom & C.
5 lonelas de ferro, 10 ditas de pedra, 45 ditas
de reia.; aos meamos.
Exporta $&o
Do dia 4 de Janeiro de 1862.
Brigue portuguez Ammlia I, para o Porto, car-
regaram :
Thomaz de Aquino Fonceca Jnior, 65 saceos
com 325 arrobs de assucar.
Aotooto Valentina da Silta Barroca, 94 ditos
com 470 arrobas dejdito.
Matheus Si Rodrigues, 100 saceos com 500 ar-
robas de assucar.
Carvalho Nogueira & C, 700 saceos com 3,500
arrobas de dito.
Cunha Irmos & C.,500 saceos com 2,500 arro-
bas de assucar.
Marques Barros & C, 30Q saceos com 1,500
arrobas de dita.
Barca portugueza Flor da Uaia, para o Porto
carregou :
Francisco Gomes de Maltos Jnior, 55 saceos
com 177 arrobas de gomtna.
Fernando Ferreira Ramos, 8 barriqinhas com
22 arrobas e 22 libras de assucar.
Patacho portuguez timo, para ilha de S. Miguel
carregaram :
Cartalho Nogueira C, 2 pipas com 500 me-
didas de espirito de agurdenle.
Galera ingteza flt>Ain, MM o Canal, carre-
garam :
C. J. Aslley & C, 1,700 saceos com 8.000 arro-
bas de assucar.
Barca nacional Vormo, para Liaba carre-
garam :
Feliciano Jos Gomes, 400
arrobas de assucar.
Brigue nacional Olnda, para o Porto, carre-
garam :
Bailar & Oteira, 94 saceos com 470- ano-
toas de assucar.
Patacho diamarquez kaabel, para Montevideo,
carregaram :
Amorim Irmos, 300 barricas com 2,3G7 arro-
- bas e 12 libras de assucar.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
tincial, em cumprimento da ordem do Etm. Sr.
presidente da provincia de 24 do correte, man-
da fazer publico que no dia 20 de fetereiro pr-
ximo futuro, persnte a junta da fazenda da mes-
ma thesouraria, se ha de arrematar, quem por
menos fizer a obra dos reparos da primeira parte
da estrada do norte, ataliada em 4:0009000 ris.
A arrematago ser feita na forma da lei pro-
vincial o. 343 de 15 de miio de 1854, e sob as
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a essa arrema-
tago comparegam na sala das sessoes da referi-
da pracs, no dia cima mencionado, pelo meio
dia, competentemente habilitadas.
E para constar se mandou adatar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria protincial de Per-
nambuco, 27 de Janeiro de 1862.
O secretario,
A. F. d'Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arremataco :
1.* As obras dos reparos da primeira parte da
estrada do norte sero feitaa de*conformidade com
a respectita descripQo e orcamento na importan-
cia de 4:001)5000.
2.a Sero principiadas as obras no prazo de 30
das, e concluidas no de qualro meze3, contados
ambos os prazos de data da arrematago, e no
caso de fallar a qualquer destas condiccoes. ser
applicada a disposico dos artigos 31 a 32 da lei
protincial n. 286.
3. No caso de conceder-se ao arrematante
qualquer prorogago de prazo, pagar o mesmo
arremataute a multa de Irezentos mil ris, por
cada mez, de prorogago.
'4." A importancia das obras ser paga em urna
s prestago, quando estiverem concluidas, que
ser logo recebi la delinititameDlo.
5.a Para ludo mais quanto nao fdr estipulado
no orgamentonem neslas clausulas, aeguir-se-ha
o que dispoe a respeito da lei protincial,numero
286.
6.a Nao ser altendida reclamago alguma ou
em qualquer lempo por parle do arrematante,
tratando a etigencia de indemnisago, seja qua
fdr a causa que para tal flm allegar.
Conforme.A. F. d'Annunciacao.
O Illm. Sr inspector da thesoararia pro-
tincial manda fazer publico para coohecimeoto
dos inldressados o art. 48 da lei provincial n.
510 de 18 de junho do corrente anno.
Art. 48. E' permittido pagar-sn meia siza
dos escratos comprados em qualquer tempo an-
terior a data da presente le independente de re-
talidago e multa, urna toz que os detedores
actuaes deste imposto, o fagam dentro do eterci-
cio de 1861 a 1862, os que nao o fizerem caro
sujeitos a retalidago e multa em dobro. sendo
um tergo para-o denunciante. A thesouraria fa-
r annunciar por edital nos primeiros 10 das de
cada mez a presente disposigo.
E para eonstar ae mandou affixar o presente e
publicar pelo Diarto.
Secretaria da thesouraria protincial de Per-
nambuco, 8 dejulho de 1861.
O secretario,
A. F. da Asaumpgc.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que, no dia 20 do cor-
rente tai novameota a praga para ser arrematado
a quem mais dr, a renda dos predios abaito de-
clarados perteocentes aopatrimanio doi orphos :
Ra dotSbo.
Casa terrea n. 12, por anno.......
Rea do Rozario.
Casa terrea n. 14, por anno.......
Rna da Lapa.
Casa terrea n. 41, por anno........
Una da Cacimba.
Casa terrea n. 61, por anno........
dem idem n. 66, por anno........
Ra dos Burgos.
Casa terea o. 68, por anno.........
dem i-lem 69, por anno...........
Ra da Senzala Velha.
Sobrado de dous andares n. 79 por
auno.............................
dem idem o. 80, por anno........
Ra da Guia.
Casa terrea n. 83, por anno........
dem dem n. 84, por anno........
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 96, por anoo........
dem idem n. 98, por anuo.......
Ra da Madre de Deus.
Casa terrean.35. por anno........
Estrada de Parnamirim.
Sitio o. 1, por anno................
dem idem n. 2, por anno.........
Estrada da Mirueira.
Sitio n. 4. por anno................
Forno da Cal.
Sitio n.5. por anno....:...........
E para constar se mandou affixar c
pelo Diario.
Secretaria da thesouraria protincial
saceos com 2,000
Beeeheoria de rendas Internas
geraes de Peroambneo
Rendimento do dia 1 a 3 750J843
dem do dia 4 ...... 2:074J481
2:8258324
Cu os ala do provincial.
Randifflento do da 1 a 3 5:356*837
dem do dia 4......: 4.953876
iO-3O73
iQspecfo doarfteoal del11*-
rinha.
Faz-sa publico que a commis&o' de perito*
deate arsenal,examinando na forma determinada
no regulamanto acompanhando o decreto 0/1324
de 5 de feterairo de 1954, o tapor Persinuoga
da companhia Parnambucana de oategaco cos-
tea, achou-o em estado de poder navegar.
Iospecgio do arsenal de marinha de Pernam-
buco em 4 de fetereiro de 1862.
Hermenegildo A. Barbosa de Almeida.
Inspector.
Consulado de Franca.
Em conformidade com o art. 7 da cootengo
consular, concluida em 10 de dezembro de 1860,
entre o Brasil e a Franga, o cnsul da mesma
nago faz publico que o aubdito fraocez Gllle dit
Laine, Auguate Paul, factor de pianos na fabri-
ca do Sr. Joo ?ignes, falleceu hontem pelas 4
horas da tarde. Pernambuco 4 de fetereiro de
1862.
A thesouraria protincial compra para ocol-
legio dos orpbos de Santa Thereza de Olioda,
trila colxdes e igual numero de tratesseiros,
para camas de ferro.
A quem coitier fazer dita tenda comparega na
mesma thesouraria no dia 13 do corrente pelo
meio dia, com aua proposta em carta fechada.
Secretaria da thesouraria protincial de Per-
nambuco, 3 de fetereiro de 1862.O secretario,
A. F. d'Annunciago.
Consulado provincial.
Pela mesa do cooaulado protincial ae faz pu-
blico qae os trinta diaa otis marcados para a co-
branza boceado cofre do 1.* semestre do im-
posto de 20 por ceoto do consumo d'aguardenle
fliidam-se no dia 6 do corrente;
Santa casa de misericordia do
Recife.
A Illma. junta administratita da santa'casa de
misericordia do Recite, manda fazer publico que
nao se tendo effectuado hoje a arrematago do
fornecimento de carnes verdes para os estabele-
cimentos de caridade, fora transferida para o dia
6 do corrente no lugar e horas jannunciadas.
Secretaria da santa casa de misericordia do
Recife 30 de Janeiro de 1862.
O esciitfio,
F. A. Ctalcanti Causseiro.
Pelo Curso Commercial
Pernambucano se faz publico,
que no dia 3 do corrente tem
comeco os respectivos traba-
lhos deste anno lectivo.
Curso Commercial Pernam-
bucano. 1 de fevereiro de
1862 O professor encarre-
gado da direceo, A Witruvio
Pinto Bandeira e Accioli de
Vasconcllos.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
tincial manda fazer publico que do da 3 do
corrente por diante se pagam os ordenados dos
em pregados protiociaes, tencidos no mez de Ja-
neiro prximo iludo. Secretaria da thesouraria
protincial de Pernambuco 1 de fetereiro de
1862.O secretario, Antonio Ferreira da Annun-
ciaco.
Corre i o
Pela admiaistrego do correio desla cidade se
faz publico, que nao se admittir. i seguro carta
alguma sem que esteja lacrada, e com o comp-
lente sinete do uso do segurador pelo menos en
tres lugares viziveis.
Correio de Pernambuco l. de fetereiro de
1862.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Conseilio administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectoa
segnintes :
Para a fortaleza do Brum.
40 arrobas de plvora grossa.
1,800 cotados de baelilha.
1 litro grande com 300 folhas de papel pauta-
do, para registro das partes diarias.
Para protimeoto do arnmera do arsenal de
guerra.
500 caadas de azeite de carrapato.
96 libras de Oo de algodo.
Para a companhia de catallaria.
75 mantas de algodo para sertirem de cherga.
Quem quizer tender taes objectos aprsente
as auas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 10 do
correte mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 3 de
fevereiro de 1862.
Btnto Jote Lamcnha Lins,
Coronel presidente.
.Francisco Joaquim Pereira Loho,
Coronel togal secretario interino.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado protincial se faz pu-
blico que os 30 das uteis marcados para a co-
branza a bocea do cofre dos impostos de 4 por
ceato sobre os estabelecimentos de fora aa cida-
de. prensas de algodo, typographias, cocheiras,
catallarices de aluguel, botis, botequius, caaas
de pasto e fabricas, de 8 por ceoto sobre os con-
sultorios mdicos ecirurgicos, cartorioae escrlp-
torios, de 12 por cenlo sobre os estabelecimontes
de commercio era grosso e a retalho, armazens
de recolher, de deposito e trapiches, de 50*000
reis sobre casas de modas, de buhar e lojas
que Tenderen) chapeos e roupa feita ^strangei-
ra, de 1:0009 sobre casas bancarias.com emisso
e privilegios, de 500J sobre casaa bancadas com
emisso e sem privilegios, de 3000 sobre casas
bancarias sem emisso, companhias nonymas e
agencias, de 200$sobre casas de cambie, de 500 n
por tonellada das altarengas e canoas emprega-
das no trafico da carga e descarga, de 305 por
escrato empregado no sertigo das mesmas alta-
rengas, de 100 sobre corretores commerciaes,
de 508 obre corretores de escratos, e finalmen-
te o imposto sobre carros de aluguel e partir-
lares de 2 e 4 rodas, carrogas, vehculos de con-
dugce mnibus se principian! a contar do dia
16 de Janeiro corrente.
Mesa do consulado protincial de Pernambuco
15 de Janeiro de 1862.
T. 11. F. Pereira da Silta.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo para foraecimento
do arsenal de guerra tem de comprar os objectoa
seguiotea :
Para o hospitaWnilitar.
24 garrafas d'agua iogleza.
24 caixas de capsulas de eopahiba. a
16 libras de crmor de trtaro.
1 ooga de ce'nteio espigado.
1 libra de cratoa da India.
2 oooas de tergamola.
S angas de essencia de loare cerejo.
2 libras de folhas de belladona.
12 libras de lezes d'ouro.
24 libras de flos de linho.
I arroba de manteiga da porco.
II tidros de oleo de mselrusso.
10 libras de papoulaa.
12 garrafas de robe da Laffecteur.
24 tidroarandee de prompto allitio de.Rj-
duay.
24 vidros grandes de resolvenla, renovador de
Raduay.
24 caixas de pillas de Raduay.
50 tidroa dexarope da afi d'Arabio.
24 tidros de xarope peitoral ioglez.
4 libras de pedra urae.
. Quem quiar tender taea objectoa aprsente
i do Exm. Sr. director faco publico I aa suaa propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 5 de
fetereiro prximo tindouro.
Sala das sesees lo conselho administra Uto
para fornecimento do arsenal de guerra, 30 de
Para o Porto
segao at o dia 13 da fetereiro o brfgne portu-
guez Amalia I por ter j* aeu carregameoto
prompto; para passageiros, trata-se com Cunha
Irmao 4 C, ra di Madre de Dos n.-3.
Para a ilha de S.
Miguel
sahe com a malor brtidsde possitel" o patacho
portugaez Lima "para o resto da carga e pas-
sageiros, trata-se com osaeus consignatarios Joio
do Reg Lima & Irmao.
Para o Rio Grande do Sal pretende sabir
com Iretidade o patacho Oearany, para onde
recabe carga a frete, como escratos: quem oo
mesmo quizer carragar pode entender-se com os
eortatgeatarios Amorim Irmao, ruada Criz nu-
mero 3.
atetan
Lailoes.
LEILO
DE
COMPANHIA BRSLEIRA
DE
rMp? m k nm*
E esperado dos porto do sul a'. o dia 12
do correte, o tapor Tocantins, commandante,
o primeiro tenente Pedro Hyppolito Duarle, o
qual dapois da demora do cosame seguir para
os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-seo
carga que o tapor poder condozir a qual deter
ser embarcada no dia de aua chegada, encom-
mndas e dinheiro a frete at o dia da sabida s
3 hora da tarde: agencia rna da'Cruz n. 1, e-
criptorio de Antonio Luiz de Oliteira Azetedo
& C.
Para o Porto e Lisboa.
O teleiro e bem coohecido patacho nacional
Bebenbe, pretende seguir com multa bretldade
para os dons portos cima, tem parte de sea car-
regameoto a bordo, para o resto que lhe falta e
passageiros para os quaea tem excellentes com-
modos trata-se com os seos consigoatarios An-
tonio Luiz de Oliteira Azetedo & C no aeu es-
criplorio ra da Cruz n. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro,
segu com bretidade o palhsbote Piedades-, ca-
pito Jos Marques Vianna ; para carga e passa-
geiros, trata-se com Caetano C. da C. Moreira &
Irmo, oo lado do Corpo Santo n. 23.
IPlli
em direitura, o palhabote Santa Cruz ; para e
resto da carga e passageiros, trata-se com Cae-
tano Cysiaco da C. M., no lado do Corpo Santo
numero 23.
Para o Porto.
Segu era poucos das a barca portugueza
Flor da Maia, por ter parte do seu carregamen-
lo prompto ; quem quizer carregar ou ir de pas-
sagem, dirija-se ao consignatario do mesmo em
sea escriptorio da ra do Apollo o. 43, segundo
andar.
Rio de Janeiro
O teleiro e bem coohecido brigqe nacional
amo pretende seguir com muita bretidade,
tem parle de sea carregameoto prompto ; para o
resto que Ibe falta, trata-se com os seus consig-
natarios Antonio Luiz de Oliteira Azetedo & C,
oo seu escriptorio ra da Cruzn.l,
1G0JO0O
201$000
1825000
30O5O00
I22590O
2053000
12550U0
650C300
650*000
1625000
16&&0O
1574030
2245000
1:621*000
500$000
I2O5OOO
1125000
3525000
> publicar
. de Per-
nambuco 3 de fetereiro da 1862.O secretario'
Antonio Ferreira da Annunciago.
O Illm. Sr. iospector da thesouraria pro-
tincial, em cumprimento da resolugo da junta
da fazenda, manda fazer publico que no dia 20
do corrente tai notamente a praga o contrato do
imposto de 10 por % sobre a renda dos terrenos
oceupados com o planto do capim no municipio
do Recife, ataliado aanualraeote em 4*1209.
E para cooilar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diarto..
Secretaria da thesouraria protincial de Per-
nambuco, 3 de fetereiro da 1892.O secretario,
A. F. d'Annunciago..
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
tincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente-da provincia do Io do corrente, man-
da fazer publico, que a obra da coberta do Gym-
paaio Peotincial, tai Botamente a praga no dio
43 do-vr*ente.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
bambuco, 3 de fetereiro de 186.-0 secretario,
A. r. d Anaunciaco.
Faeuldade de direito.
Rio de Janeiro
Pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Capuam, lem parte de aeu carroga-
meoto prompto : para o resto qua lhe falta, tra-
ti-aeeom os seos consignalarioa Aotooto Luiz de
Oliteira Azetedo & Q., no aeu escriptorio ra da
Cruz n. 1.
Ceati e karac
No dia 8 de fetereiro o palhabote Sobralen-
se segu com a carga que titer a bordo ; para
carga e passageiros, trata-se com tutano Cyria-
co da C. M., no lado do Corpo Santo n. 23-
Para o Rio Grande do Sul
sahir com toda a bretidade o muilo teleiro pa-
tacho nacional Arapeby; recebe carga e escra-
tos a frete, para o que trata-se com Manoel Ig-
nacio de Oliteira & Filfeo, largo do Corpo Santo,
escriptorio n. 19, ou com o capito-a-bordo.
COMPANHIA PERNAMRtlCArU
Mavegaco costeira a vapor
Parabiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Ac rae u' e Granja.
O tapar Pertinunga commandaBleMoura, sa-
hir para os portos do norte at a Granja no dia
5 de fetereiro as 5 horas da urde.
Recebe carga at odia 4ao meio dia, encorn-
les las, passageiros e dmheiro a frete at o dia
da satwda aa 2 horas : escriptorio no Forte do
Mattos b. 1.
Porto.
Segu com bretidade safa o indicado porto o
brigue portuguez Amalia 1, da primeira claasa:
para, o reato da carga e passageiros, trata-se cara
Casha Irmos & C., ra da Madre de Dos n. 3,
ou com o capilo na praga.
COM
AMBUCANA
que at o dia 8 do correle estaro abaras as ma-
triculas preparatoria, e se poderlo effectuar in-
dependente de despacho. Deata data em diante
at o fim de margo o alumno qae qatzer matri-
cularle deter justificar parante o Exm. Sr. di-? Janeiro de 1892.
redor os rnotitos que o reterdaram naquelle ac-| 'Vento Jote Lamenha Lint,
to, e 86 com permiaso sua sdM admettid*. del ,-fiorooel presidente,
conformidade com as artigoa *e 10 do ftalula-J JaWandre Augutto de Friat Villar,
ment da aulas preparatorias. I Major?oia secretario iolatwo.
Navegado costeira a v
Parabiba. Rio Grande do Ni
Macau do Assu', Aracaty, Cea
e Acaracu'.
O tapor Iguaratt. commandante Vianna,
sahir para oa portos do norte da sua escala at
o Acarac no dia 20 do corrente mez s 5 horas
da bardo.
Recabe'carga at o dia 19 ao meio dia. En
cora meadas, passageiros e dioheiro a frele at
dia da sabida s 2 hoce; escriptorio ao Fort
do Mallos n. 1.
Movis, joias e
urna escrava.
Quarta-feira 5 do corrente
Costa Carvalho autorisado pelos ad-
ministradores da massa fallida de Jos
Antonio da Silra Araujo, consistindo em
urna rica mobilia de mogno com tampo
de pedra, gualda yestidos, apparadores
para iouca, mesa elstica, candelabro,
serpentina, 10119a, Tidros, e dilerentes
obras de o uro e prata, e um rico appa-
relho de brilhante para serhora, assim
como vender urna escrava, devendo o
leilao ter lugar no primeiro andar do
sobrado da ra do Imperador n. 37,
entrada a direita.
LILAO
Quinta-feira 6 do corrente
Para os- sentares taberneiros.
O dono do estabeleciment do bazar
pernambucano da ra do Imperador n
6, far leilao por intervencao do agente
Costa Carvalho, de tudo quanto existe
no seu estabebelecimento consistindo
em urna porcao de ferro para navios>
barricas com serveja, marasquino, cai-
xas com licor, e outros muitos objectosr
que estaro patentes no acto do leilao.
Coiiliwiaco k leilao
DE
FAZENDAS
Na ra do Cabug n. 8
Sexta-feira 7 do corrente.
Costa CirTalho, continua nesce dia as
11 horas em ponto, a vender o resto das
fazendas existentes na mesma loja, en-
tregando tudo ao correr do martello,
havenio tambera fazendas muito pro-
prias para quaresma.
LEILAO
A 6 do corrente.
Izidoro, Halliday & C, farSo leilao por inter-
tenclo do agedte Oliteira, de grande tariedade
de fazendas inglezas de linho e de slgodo e do
lia, inclosite moitas cassas de varias denomioa-
cocs, todas proprias do mercado :
Quinta-feira 6
do correte, s 10 horas da maoha, era seu ar-
mazem, na ra da Cruz do Recife.
LEILAO
DE
l iii escrai o.
Sexta-feira 7 do corrente;
O agente Pinlofar leiio a requerimento do
Sr. Joo Jos Altes Mendes e por despacho do
Illm. Sr. juiz de orphaos, de um escrato por
nome Manoel, o qual ser tendido sem reserta
de preco, s 11 horas do dia cima mencionada,
em seu escriptorio na rui da Cadeia n. 9.
LEILO
A 7 do correte.
Rabe ScbmeUaa & C. faro leilao- por inter-
teaco do agente Oliteira, de 202 caicas de te-
la de composicio, em lotes tontade dos pro-
tendentes, atariadas a bordo do nato Solferi-
no, na sua recente viagem procedente do Ha-
vre para este porto:
Sexta-feira 7
do corrente. ao meio dia em ponto, no armazem
do caes d'Apollo o. 65, junto ao deposito do
sabio.
, Avisos diversos.
LO 111(1 i
As rodas da quarta parte da primeira
lotera do Gymnazio Pernambucano
terxeira concessao, andarao impreteri
vel mente ama n ha a 6 do presente mez no.
consistorio da igrejade Nossa Senhora
do Rosario de S. Antonio.
Os poucos bilhetes que restara,
achara se a venda somente at a Tespe-
ra. Os premios serio pagos a entrega
das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza-
Na madrugada do dia 24 de Janeiro fuitaram
na cidade deOlinda um catarlo com os sigoaes
seguintes: rugo pedrez, de bom tamanho, com
um signal de-mal de besta de um lado, duaat
manchas orates aas ponas dos oasos dos qnadriz,
que parece ter sido de cangalha.ou carro, carnu-
do, anda baixo ate meio, um pouoo obrigado,
pertencente ao bacberel Manoel Aotoaio dos Pas-
sos e Silta Jnior, o qual prometi recompensar
generosamente a quem appreheoder o referido
estallo, ou indicar o logar onde elle se acha.
S0CIEDADE
JLBNDIM IPIMl).
ralo preeeote sao cootldaaol tudoa os ira _
da mesma para a prxima reuniio geral que
lugar no domingo 9 do corrente, ii 10 hora ala
nranrraa. Sendo para aenr a oecassidade d fi-
zer lembrar-Lbes que ae achara fio las as airees
lidadaa relativas a dezembro e Janeiro, detta*
por isso apresenlarem provenidos para receaw-
,rem a reapecti*a qailacao do thesoureiro.
Secretaria da sociedade Amor ao Prximo eaa
<5 de dezembro de 1802.
Theodoro Orestes do Patrocinio.
primeiro secretario.
m moco solteiro offerece se para laceioaar
pnmenas letras em qnriquer eogeaho : a tratar
oa ra Nota o. 51, primeiro andar.
Precisa-se de um pequeo de 12 sbbm m
idade para caixeiro de taberna : na ra da I Ja"
goelan.l. ""
Quem precisar de roupa lirada eagoaa-
mada, dirlja-se a ra de Santa Rita Nota 7
que achara com quem tratar
= Aluga-se urna casa terrea com commodoa
para pequea familia, com quintal murado e pre-
co de 125 meoaaes : na nota roa do gazoaaetro :
a tratar com o Sr. Valenca 00 mesmo lugar.
O Silta do pateo du Carmo precisa com ar-
gencia fallar aoSr. Dr. Joo Baptists do Aaaral
Helio.
Precias-ae alagar ama preta car-tita -ja*
saiba coziohar e engommar bem, para ama cata
de pouca familia : quem titer, dirija-se loi*
da Victoria, na ra do Queimado n.75.
Aluga-se, venda-ae oa permata-se por ama
casa terrea neata cidade um bom sitio com caaa,
no logar da Varzea, coohecido pelo sitio da Craa.
que foi do padre Jos Simftes : a tratar no bree
de S. Pedro n. 8.
Hoiile Pi popular Per-
mliiicano.
_ Por nao tereomparecido numero legal de so-
cios, nao lem podido realisar se a eieica; do coa-
selho admioistratito deste Monte Po nos doroia-
gos passados, 2$ de Janeiro e 2 de fotereiro deete
anno. Em conseqaeoei*. pois, eMe-ordem do>
Illm. Sr. director, conf id > sos aeobotes lociaa
em dia j comparecerem a sessao que psla tercei-
ra tex contocada para domingo 9 do corrate
certos de que a eleiro se far com o amara m
socios que comparecerem al mel dia. de ac-
cordo com o disposto na segunda parto- do art.
20 dos estatutos.
Secretaria do Monte Pi Popular Pernea
no 3 de fetereiro de 186.
Barajamin do Carmo Loprs.
!. secretario.
Aluga-se um rr.oleque : na ra da '.
lina, cssa da esquina n. 2.
Na roa Nova n. 52, primeiro andar,
sa-se de urna ama para o aervico interno dejai
pequea familia.
O Sr. Vicenta Camargo qncira diier oada>
e a que horis poda fallar para ultimtum de nego-
cio de seu ministerio, tisto que nao pode aer en-
contrado nem mesmo 00 aeu escriptorio da rasa-
da Cadeij a hora alguma.
Curso de geometra.
A abertura do curso particular desta facaldait
annunciada Dar o dia 4 do correte, fies trans-
ferida para 15 impreterirelmente, se hoatrr a-
mero suficiente de alumnos ; os aenhares esta
dantes que quizerem frequ>>nta-lo, dirijam-ae i
ra Direita n. 74 aleo dia 14 para seren matri-
culado.
Aluga-se um grande terrano em Smj
Amaro, proprio para carroceiro por ser planta-
do de capim : a tratar na rna do Amorim o. 39,
segundo andar, entrada pela ra da Mo'eda.
Manoel Altes Guerra saca sobre o Rio da>
Janeiro.
Hontem 3 do corrente perdea-ee da raa
do Crespo a ra da Palm, urna carteira de tal-
ludo escuro bordado a frnco de cores, conteode
em dioheiro 52J sendo 40J em notas de 59 a
109 nota do banco e urna de 2), e 15 letira*
aceita por diversos sendo 13 da cidade de Ala-
goas e "i desta praga sendo da qoantias s*g-iia-
tes: 1:209, l:000j. 600. 510S. 1925, T55B.
433. 93. (624S720) 935S, 3t 49510. 322J4UO,
3S39280. 206J900, 1203 e urna coola d Sr. LU
Borges _e> atifuoia Ui quiulii portancia de massames comprados ao oiesmoac
nhor, coja conta est paga : quem acbar a dita
carteira querenlo restilui-la pode levar ao Sr.
Hermino Ferreira da Silta junto a igrejs da Ma
sario ou eotao ra Nota n. 44, lerc-iro alar,
que ser generosamente recompensado palo abai-
xo assignado.
Jos Lopes- Machado.
CALQADO
Preservativo universal.
45Ra Direita45
Oihem L.
Urna das inlelligencias mMhcr esclarecida aa
sciencia de Hipcrates, depois de lingos anaoa
de exercicio de curar e matar cootenceu-se afi-
nal, qae o nico preservativo iafallitel de qaala
quer epidemia, por maia mortfera qae I jw. er-
conservar a cabeci fresca, tentre desembarac-.
PIS OUENTES.Ora. viajando por ahi ama epi-
demia, que mata geota como qaalqaer ootra.
occasiao de pormoa em pratica estes principio,
usando pouco do chapeo e sempra soaa-
bra ; tomando de 15 em 15 dias um laxante 4a
sal de gUnber, o mais acrrimo inimigo da epi-
demia, segundo a opiniae e a praliea da aa 0m
ornamentos da nossa magistratura ; e laacaadia
ao cisco lodo o calgado velho, dirigiodo-ae todaa
ao armazemvda ra Direita n. 45, oada o napea
tito proprietario a todo recebar com cortea,
atorar as maasadaa, a aquecer oa pea ora a
celleote calgado, segundo o gosto, a estado S-
oaoceiro de cada um, e vejaaa:
Horneas.
BORZEGUINS dos methores fabrieaotes,
ioglezea e brasileiros a 131, 129, 11,
.10|. 99500, 89e.........................
SAPATES a 795V 61500, 39500, 59,
4500 at..... ...T......................
Meninos.
SAPATES a 5g500, 59, 49. 39500a.
Senhoras
BOTINAS de fabricantes franceaes, iogle-
zes, aemies e americanos faderaes
69,59500, 59, 43500. 3J500 a...........
Meninas.
BOTINAS a 49500 e......................
Um completo sorlimento de aapaloa para -
nhora ae couro de lastre tirado a 500 r*.. da ta-
pete a 800rs,, de lustre (os. 32 e 33) a 800 r.,
de tranga francezes a 19300, porlagaezee 29, asal-
to couro de lustre, de porco, cor Ja Jo, siarsa
quim, bezerro (rancez, sola de lastra, caarianaa.
t aquetas, sola etc., que lado teode-ae coma ra
nenhuma parta.
Para a ahla segu o palhabote Santo Amaro
para alguma ponca carga que lhe'falla trata-se
com aeu consignatario Francisco L. O. Azevedo,
na roa ta Madre de Deus o. 12.
Para Lisboa
sahir com toda a bretidade o brigue portuguez
Constante, capilo Augusto Culos < oa Rala,
*fHo ter prompta a maior parta do tea carrega-
meoto: para o reatante a passageiros. para es
quaea tem excellentes aceommoaagoas, irata-se
tom Manoel Ignacio de Oliteira PMho, largo do
Coreo Santo, ao escriptorio, ou eem o capttla na
p ra a do commercio.
I
r

._
<..________^_
o engenho S. Joao.de^
ItamaracA tndem se apimaas de roda, 1
por estar moendo a vapor.
#mmmmmm**mm-mmm
Onerec*-S9 m portuguez, ofBeial de eal-
ceteiro, para ladrilhar as ras ou jardios pbli-
cos, assim como lambsm parHculare, promet-
iendo deeempenhar o seu carcter prlo modello
de Lisboa : quem se quizer uliisar de W ser-
tigos, dirija-se ao largo da Assembla n. 1*.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
raa do Crespo n. 4, por cima do estabelecimanto
de i. Falque, constando de 3 sala.se 2 gabinetes,!
Daaappareceu oa ailio do Msgalbaa aaa>
Aiflictoa, o escrato Caetaao, idada 45 aaaa, ca-
talura baixa, magro, cara chupada, consta aa-
est na engenho Garapi esa poder da fraacaa
Portier : quem o aprebeader leva-a o aaaaaaa>
sitio a sua senhora D. Candida Sosa Pac* larra-
to, que ser recompensado, protesta ella coatra
o acoitador que o geardar, bem como paraata
polica.
Directora ge ral da iastruccao
pubiia.
Em coasequencia do iropedimeoto do Sr. IV.
Jos Soares de Azevedo, qae partieipoa nao po-
der examinar os alumnos do curso eaaaaaafM
pernambucano, foi em sen lagar desigaado aate>
Exm. Sr. presidente da provincia o Sr. Dr. Aa-
tonto Rangel da Torres Bandeira, pala aai
avisados os referidos estudaates a eeatp <**
amanhea pelas 10 horas do dia aeata repetaeaa,
hflm de seram examinadas aos raapaetrvaa pca-
fparatotlos. ^,. .
Secretaria da inslWoglo pabllea i
tudo pitido'denovo : para vsr e'tratar,' no met'lhoco 4 da fevereiro d 'lsf0_eM'** "o*
*o MMHltm- I rito. Saltador Hepfian. da U****-



DIABt D* PKRNAMBCO QUART fUR I DE FEVEREIRO D l62

160
Para as provincias de Pernambuco, Parahiba, Rio
Grande do Norte, Cear e Alagoas, saber:
Folhinba de porta, contendo o kalendario, "pocas geraes, nactornres, das
de galla, tabella de salva, noticits planetarias, eclipses^ partidas
de crrelo* audiencias, e resumo de chronologia, a ris .
Folhinba de algibeira e Variedade, a qual conten todas as materias das
de porta e mais tabellas do nascimento, e ocaso do sol, das ma-
res, casa e familia imperial, nomes e titulos dos cuetes dos
principaes estados do mundo, tabella da arrecaddeao do sello,
dita do porte das cartas, partida dos "paquetes brasileos e euro-
peus, tabella dos impostos geraes, provinciaes. e mumcipaes, re-
gulamentos de incendios, e entrudo, e algumas pusturas munici-
paes, artigossobre agricultura, economas, modo de fabricar gelo,
prognostico do fim do mundo, collecao de remedios, a ris. .
Dita religiosa, contendo todas as materias das de porta, e irais tebellas do
nascimento, e ocaso do sol, das mares, casa familia imperial,
nomes c titulos*dos chefes dos principaes estados do mundo, ta-
bella da arrecadacaodo sello, dita do porte das cartas, partida dos
paquetes brazileiros e europeus, tabella dos impostos geraes, pro-
vinciaes, e municipaes, regulamentos de incendios, e entrudo, e al-
gumas posturas municipaes, trezenario e mus orcoesde S. Fran-
cisco de Paula, colleccao de oracOes para todos os estados da vida,
e novena da Senhora Sant'Anna, a res........
Dita com almanak, contendo o kalendario, .pocas, noticias planetarias,
partidas dos correios, tabellas de imposto, etc. etc. e o almanak
cevil, judiciario, administrativo, agrcola, commercial, e indus-
trial, desta provincia, a res. .......1>000
letra, pro-
antig no Gym-
jua ensioar os pre-
j "sasjpsji
DA
320
520
APPHOVACAO E AITORISACIO
DA
u mmmm
JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
SAPA
161NAES
. AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ra do Cabug n. 18, 1.* azular.
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por ambrotypo, por melaiootypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaes para
pulceiras, alnetes ou cassoletai. Na mesma
casa existe um completo e abundante sortimento
de artefactos franceze. e americanos para a col-
locago dos retratos. Ha tambero para este mes-
roo fim cassoletas e delicados alflnetei de ouro
de lei; retratos em pholographia das principaes
personagens da Europa ; stereoscopos e vistas
stereoscopicas, assiro como vid ros para ambrolyp
e cbimicas photograpbicas.
Precisa-se de um bomem com
capacidade e intelligencia, para enfer-
meiro aim de ir para um engenho
distante 5 leguas d'aqui : quem estiver
nestas circumstancias, procure o Dr.
Lcbo Moscozo na ra da Gloria n. 3,
para tratar do ajuste.
Oi Srs. abaixo assigndos l5o
rogados a comparecer a loja n. 2 B, da
ra do Crespo
Jos Florencio de Oliveira e Silva.
Lucio Al ves de Oliveira e Silva.
Henrique da Fonceca Coutinho.
Manoel Jeronymo de Albuquerque.
O bacharel A. B. de Torres I
fessor de geographiae historia
naaio desta proviDCta, cont'
paritorios seguioles:
..na franeexa
Liogua inglexa .
Geograpbia a historia
Fhilosophia;
R neto rica e potica.
Pat'j mais commodidade dos alumnos
qulrerem habilitar para exames no n
$1 futuro, lem resaludo oao someolc
sos especiaes de qualquer das discipl H
das, mais anda prestar-ae a dar licoes em sepa
rado, mediante um ajuste razoavel. 1
Est prompto para leccionar em qjialquer col-
legio ou casa de educacao, bem como em casas
particulares.
Pode ser procurado em sua reside icia, na ra
do Imperador d. 37, segundo andar, entrada A
direita.
Wa pharmacia de Borges & Sos es, prsga da
Boa-Vista o. 84, esquina da raa do Tambi, ven-
rie.ta impnmnipinal ininon H Pm*f O* a
Aviso.
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
Kfrk
Para
serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas Chapas-elbctro-magneticas-epispasticas obtem-se urna cura radical e in-
fallivel eru todos os casos de inflammago ( cansado ou falta de repira?cto ), sejam internas ou
externas,como do Ogado, bofes, estomago, bajo, rins, ulero, peito, palpitaoo de coradlo, gar-
ganta, olhos, erysipela, rheumatismo, paralysia e todas as affecces nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as diHerentes especies de tumores, como lobinhos escrfulas etc., seja qual fr o seu
tamaaho e profundeza por meio da suppurac,o sero radicalmente extirpados.
O uso deltas aconselhado e receiladas por habis e distinctos facultativos, sna efficaia in-
contestavel, e as ionumeras curas oblidas o fazem merecer e conservar a confianza do publico
que j tem a honra de merecer, depois-de 24 annos de existencia e de pralica.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado
de fazer as nece3sarias explicaces, se as chapas sao para horaem, senhora ou crianja, decla-
rando a em que parte do rorpo existe, se na caneca, pescoco, brajo coxa, perna, p, ou tronco
do corpo, declarando a cicumfereocia: e sendo inchaces, feridas ou ulceras, o molde do seo
famanho em um pedaco de papel e a declaracao onde existem, afim de que as chapas seiao da
torma da parte aneciada e para serem bem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas sero acompanhadas das competentes explicaces e tambero de lodos os acces-
orios para a collocacao deltas.
Consulta as pessoae que o dignaren honrar com a sua confianza, em seu esariptorio, que
se achara aberto lodos os dias, sem excepQo, das 9 horas da manha s 2 da larde.
113- Ru do Parto ||9
PERTO DO LARGO DA
CARIOCA
que se
ezde mar-
abrir cur-
naa indics-
de-se a imcomparavel injecc.o deBrowa3*o
frasco.
Precia-se de 3:0009 a premio sobre hypo-
iheca em beos de raiz que garante suficiente-
mente : a pessoa que convier declare em carta
fechada nesta typographia com as iuiciaes A. I.,
ou annuncie.
Altencio
A fabrica do alfaiate pernambucano, na ra
Nova n. 67, est montada convenientemente de
machinas de costura, pelo que bem servir aos
freguezes pela presteza que praporcinnam as di-
tas machinas ; e ao publico, amigo!dos novida-
des, S6 convidam para se prefazerem de roupa
feitas na mesma, e por preco tnuito razoavel.
I
Para as encommendas ou inforraa^oes dirijam-se a pharmacia de JosAlexandre Ribeiro,
ra do Qbeimado n. 15.
ELIXIR DE SAUDE
>=:
iv...
trolactato de ferro
!3mko deo&Uo n& botica d Joaquim Mavtinbo
da Cruz Crrela., rna do Cabug n. 11,
ei Pernambaco.
O Dr. H. Thermes (de Chalis) antigo pharmaceulicoapresenta boje urna nova preparacao
e terrocom o nome de elixir de cilro-lactato de ferro.
Parecer ao publico um luxo empreaar-se um niesmo medicamento debaixo de formlas to
variadas, maso hornera da sciencia comprehende a necessidade e importancia de urna tal varie-
dade.
A formula um'objecto de muita importancia em therapeutica ; um progresso immenso,
(rasado ella, maniendo a essencia do medicamento, o torna agradavel, fcil e possivel para todas as
idades, para todos os paladares e para lodos os temperamentos.
Das numerosas preparagoea de ferro al hoje conhecidas nenhuma rene lio bellas qualida-
fles como o elixir de cilro-laclacto de ferro. A seu sibor agradavel, rene o tomar-se em urna pe-
quea dose, e ser de urna prompta e fcil dissolugao no estomago, de modo que completamente
assimilado; e o nao produzir por causa da lactina, que conlem em sua composicao, acoostipaco de
ventre requentemenle provocada pelas outras preparares terroginosas.
Estas novas qualidades em nada alterara a scieucia medicamentosas do trro, que sendo urna
substancia da qual o medico te nao pode dispeusaa era sua clnica, de iocomparavel ulilidade
qualquer formula que lhe de propriedades tasa, que o pratico possa prescrever sem receio. E' o
que conseguio o pharmaceulico Thermes com a preparacao do citro-lactacto de ferro. Assim este
medicamento oceupa hoje o primeiro. lugar entre as numerosas preparacoes ferroginosas, com o
atiesta a pralica de muilo mdicos distinctos que o tem ensaiado. Tem lido empregado como im-
menso proyeito as molestias de languidez (chloroe paludas cores ) na debilidade subsequente as
hemorrhagias. as hydropesias que'apparecem depois das intermitentes na incontinencia: de urinas
por debilidade, as perolas brancas, na escrophula, no rachitismo, na purpura hemorrhagica na
convalescencia das molestias graves, na cbloro anemia das mulheres grvidas, em todos os casos
em que o sangue s acha empobrecido ou viciado pelas fadigas, affeccoes chronicas, cachexia tuber-
culosas, cancrosa, syphilihca, excessos venreos, onanhmo e uso prolongado das precauces mer-
Estas enfermidades sendo mu frequenles sen lo o ferro a principal substancia da que o
medico tem de laucar rao para as debelar, o autor do citro-lactato de ferro merece louvorei e o
reronnecimento da humanidade, por ter descoberto urna formula pela qual se pode sem'receio
Consultorio medicocirurgico
3~a\3 a da. gIuOrial cjsa. do vind &o -a
Consulta por ambos os systenias,
-i.WCsSSS^
nenhnm S i1?6,lem de S"6 B,,0i do wu estabelecimeoto nio se confundam com os de
a c?Jin /.' Sl grande cred,t0 de q'ie selDpre KO"ni e gozara ; o proprietario tem tomado
Sos"oKlK2I*fr MU DOme ?". Od0" O8.rotolos. d"elo ser considerados como faufflea-
prar que^Var m.il.,rem Pre8enl"do 8em esU e qu.ndo a pessoa que os mandar com-
Jel marrdoecom^urn1m,e?COmPanb" ""' COflU 4Moada > r- L> Mossoxo m pT-
Bediose8tesdfsm'nrt n" de F'",s" gr".ndJe ?ors- d-e Uncla.rs de ,coni, e **, re-
mrttonito}:*^^*^*** conhec'd qe os mesmosSrs.
aafBcientes na^rlrecebr fi!b!^c,meol> -nnuncia a seus clientes e amigos que tem commodos
^n.p^tmp^.S^^^^^^ -*** tanta. r.nU-
de ta/a^Tem'dinireToa1^^ procura-lode msnbs .t 11 bou.
Val se proceder judicialmente contra
todos os deveJores do patrimonio da
irmandpde de Nossa Senhora da Boa-
Viagem, o estado deploravel da igreja,
e a indiFerenqa dos devedores, a tanto
obriga a mesa regelora.
Precisa-se de um caixei-
ro para a padaria da ra da
Solidade, que fica defronte do
caminho novo : a pessoa que
se propozer, dirija-se a mes
ma padaria, tratar com o Sr.
Joo Pinches.
Furtaram na noile de sexta-[eir para sab-
bado, 1. do cor rente, da gaveta de um lavatorio,
na casa n.28da ra da Assumpco, um relogio
de prala dourada, patente suisso, e meio chrono-
metro, trabalbando sobre 15 pedras, preso a um
tnncelim de ouro com dous passadores, tendo
cada um desses passadores duas pedras, n'um as
pedras sao urna verde e outra encarnada, e n'ou-
troso ambas encarnadas, tendo pregado nesle
ultimo passador um gancho euma chave de mo-
la das chamadas de balaogo, igoora-se o numero
do relogio, sendo que o traocelim com o gancho
e chave poder ter de 20 a 22 oitavas ; presme-
se que estes cbjectos foram sobtrabidos por al-
guem que, entrando surrateiramente bocea da
noite, teona dorm-Jo escondido em algum lugar,
para depois poder a seu salro commetter o de-
licio, por isso que amanhecer a janella da casa
aberta, quando linha sido fechada ao recoiber da
familia: roga-se a quaesquer pestoss cuioco-
nhecimenlo chegue a noticia da pessoa ou lugar
onde possam-se encontrar ditos objectoa, com-
maniquem-o ao abaixo assignado, ou polica, a
cujos agentes se pede toda a solicitude na deseo-
berta desse furto e daquelle que o perpelrou.
Honorato Antonio Coelho.
No da 2 do corrente a noite, ua festa de Nossa
Senhora da Saude, no Poco, ao entrar-se por
urna das portas lateraes da igreja perdeu-se urna
carteira contendo em dinheiro 20#, pouco mais
ou menos, e cinco letras aceitas por diversos j
vencidas, sendo das quanlias seguioles : 3708410
2085235, 160, 374 e 1:500 e tantos mil ris:
roga-se, pois, a quem tiver acbado a mencionada
carteira, Qcaodo com o dinheiro, reslitui-la'com
as letraa e outros papis que a mesmi continha,
podendo ser entregue no Poqo em casa de Joo
Joaquim Altea, defronle do muro do sitio em
que mora o Sr. Manoel Ignacio de Oliveira Lobo,
ou no Recite na ra da Senzals Velha n. 14o!
primeiro andar.
agitador mmm)
DO DOUTOR S
L
Para a preparacao dos medica-
mentos homeopalhicos.
_ Os medicamentos preparados por esta machina
sao os nicos, com que se podem contar no cu-
rativo das molestias perigosas. E como seja o
CHOLERA MORBUS urna d'aqaellas que nao
admittem deloogaa e experiencias, cumpre pre-
ferir esses medicamentos a outros quaesquer, se
quizerem tirar da homeopathia os vantajosos re-
sultados que ella assegura.
Acharase a venda carteiras e meias carteiras
especiaes contra o cholera, acompanhadas das
competentes instrucc.6e, pelos precos conheci-
dos, na pharmacia especial homeopathioa, ra
de Santo Amaro (Vfundo Novo) n. 6.
N. B. Os homens d bom senso reconhecem
cortamente que sendo o Dr. Sabino a fonle pura,
'onde emanou a homeopathia, em Pernarnbuco
e em lodo o norte, elle o nico inmediata-
mente interetsado no seu crdito e no seu pro-
gresso, e por cooseguinle tio somente nelle
que se pode encontrar garantas, quer em rela-
cao applicaco da scieocia bo curativo das mo-
lestias, quer em relac.o preparacao dos me-
dicamentos.
Na pharmacia do Ur. Sabino trabalham cons-
tantemente debaixo de suas vistas immediatas,
dos lempos ordinarios, dous em pregados [um
brasileiro e outro francez quem paga ordena-
dos vantajosos), os quaes sao ajudados por mais
tres ou cinco pessoas, quando o aerrigo o exige,
na deslillaco do espirito de vicho e d'agua, do
manejo das machinas, na desecaco dos glbu-
los, na distribuidlo das diluijoea etc., etc.
E* evideole que para o Dr. Sabino exercer a
homeopathia, como geralmente a exercem, e
preparar medicamentos como por ahi preparan),
oem eram precisas tantas despezas com o pes-
soal.com machinas e com a obleuso das subs-
tancias as mais puras possiveis, e nem taota vi-
gilancia e trabalho na preparacao dos medica-
meolot; mas elle oo se contenta com o bem,
que j tem feilo, dando homeopathia a popu-
laridade de que goza: elle quer elew-ia ao
maiorgrSo de perfeiceo daedo aos seus remedios
a maior infalltbilidade possivel em seus effeitos
O Dr. Sabino oo aspira somonte os gozos ma-
teriaes da vida ; elle se desvanece em ler nos li-
vros estrangeiros que la propaganda em Per-
nambuco\foi to brilhante que nao Um na Eu-
ropa nenhuma analoga (JOBNAL DE MEDICI-
NA HOIIEOPATHICA DE PARS, tomo V pa-
gina 691 ; e CONFERENCIAS SOBRE A HOMEO-
PATHIA, por Granier, pagina 102); mas a sua
ambicao muito mais elevada : ella se dirige a
legar as geracoes futuras um nome eslimavel
pela gravidade e importancia dos seus servidos,]
pela sinceridade de suas conviccoes, e pela fir-
meza do seu caracter.'-E' por isso, e para isso
que elle tr.balha ; e trabalb. muito...
O Or. Sabino procura e deseja a estima dos
homens sensato.; aos zoilosdeixa elle liber-
dade de mord-lo a sua vontade.
B. Duprat previne o coreo commercial des-
ta praca, que desde o dia I. de Janeiro do cor-
rente anno deixou de aser parte da .firma Rs-
moi, Duprst & C,
I

0
O bacharel Wnnuvio po-
de ser procurado na ra
Nova o. 23, sobrado da es
quina que volta para .
camboa d Carmo.

i
Nova fabrica de chapeos
de sol, na ra Direita
numero 77.
Nesle estabelecimento se comprara armacoes
de chapeos de sol j usados, assim como concer-
tam-se e cobrem-se tanto de s ida como de pan*
no por muito menos preco "do que em outra qual-
quer fabrica, aQancando'-se a legnranca e per-
feicode quali.jer trabalho feitol no mesmo.

RETRATOS
DE \
NOVO GOSTQ.
novo
novo
novo
novo
nova
nova
nova
nova
nova
gosto
gosto
gosto
gosto
venco
invengo
invenco
invenco
inveDco
tempo
lempo
tempo
tempo
#000
203000
205000
208004
20*000
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Vende-se
Caixas
Caixa.
Caixas
Caixas
Caixa.
Todos
Todos
Todos
Todos
Todos
de
retratos
rejratos
retrato.
retrato*
gostos
costos
gbstos
gbslos
gastos
ver
Ver
Ver
ter
er
GRANDE DEPOSITO
DE
Retratos de
Retratos de
Retratos de
Retratos de
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Hawleyolypo
Hawleyotypo
Hawleyotypo
Pregos baixado para p^uc
tempo.
Presos baixado para pouco
Pregos baixado para pouco
Pregos baixado para pouco
Precos baixado para pouco
3#000 5#000 10#000 20
3J000 5*000 108000
39O00 5*000 10*000
3000 5*000 10/000
3*000 58000 10*000
Para retratos
Para retratos
Para retrato.
Para retratos
Para retratos
Explendido quadros dourados
ExplenJido quadros dourados
Explendido qQadros dbursdos
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Vende-se machinas para Ve-
tratos.
machinas para
machinas para
machina. para
machinas para
de lindos
de lindos
de lindos
ltndos
lindos
venham
venham
ven.ham
venham
venham
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais' proprios
Para tirar / retratop
P*ra tirar retratos
A. W. Osborue retratista ameV
ricano |
rborne retratista americano
do Impera do
do Imperador
Ra
Ra
W.
imu M FAillGJt
D
Bakbalho (Cabo.)
41RIA DO IHPERADOR-41.
ii-!r* hfieiP2"t0/Ii,U Brande 1aanlid lmn?l?ru ^'abri"d^edeboa^4lid^edeb"r. co> Propriedade de eoatnw mu
sempre tria, como sejam jarra, resfriador-, muriogues, quartiobas, garrafa., copo, para agua lie.
De obras vidradas.
<.m i.3Lenm.rLC.09JaSu8 P"a fl,,reS' talhuas' a,8uid"e de todo, os tamanhos, assadeiras, boies
fTo "mp. e8em.ellea- Panellas para bater-se bolos, caarolas. eofuzas, frigideiras e mJiUss-
tras pe?as que sena enfadonho mencionar. "'
O proprietario desta fabrica a primeira deste genero entre d. espera obler do re.peit.vel
publico aoimacao e concurrencia e para conseguir esse flm vende a sua louca mal. barata d
at aqu se venda nesta cidade. "
Aprompta qualquer factura para exportar, alera dos preco. commodos porque vende di 10
por cento de abate para quem comprar de 100* para cima e dessa quanti. par. menos terao 5
por c"iiio.
Qualquer encommenda pode ser entregue no deposito da fabrica ra do Imperador n. 41.
ARMAZEM
ROUPA P
its:
Joaquim F. dos Santos.
40Ra do Queimado-40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roap. taita de
todas as qualidades e tambem se manda exectar por medid, vool.de do. fregue-
xe. para o que tem um do. m.lbore. professona.
Casacas ue panno preto a 40$,
ue panno
358 e .
Sobrecasacosde dito dito a 35* e
Palelol. de panno preto e de co-
res a 35*. 30*. 25*. 10*. 18* e 20*000
Ditos decasemira de cores a 22*,
155,129.7* e
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo francezas a
Ditos de meriu selim pretos e
de cores a 9f e
Ditos de alpaca de cores a 5* e
Ditoa de alpaca preta a9*, 7*. 5* e
Ditos de brim de cores a 5fi,
4*500, 4* e c
Ditos da bramante delinho b an-
co a 6*, 5 $ e
Ditos de merino de cordo preto
a 15* e
Calcas de casemira preta e de co-
rea a 12*. 10*, 9$, 7* e
Ditas de princeza e merino de
cordao preto a 5*, 6*500 e
Ditas de brim branco ede corea a
5*. 4*500 e
Calcas de ganga de cores a
Collete de velludo preto e de co-
re, lisose bordados a 12*,9*e
Dito, de casemira preta e d* co-
res' liso, e bordado. 6*.
5*500,5*
Dito, de setim preto -
Dito, de seda e selim branco 6 e
Ditos de gorguro de teda preto.
e de cores a 7*. 0*. 4* e
Ditos de brim e fustao branco a
38500, 2*500 e
Saroula. de brim de lioho a 2* e
Ditas de algodao a 1*600 e
Camisas de peito de fustao branco
ede corea a 2*400 e
Ditas de peito delinho 5), 4* e 3*000
Dita, de madapolao branca, e de
coree a 3*. 2*500, 2* e
Chapeo, preto. de masa franeexa
forma da ultima moda a 10*.
88500 e
Ditos de feltro a 6*. 5*, 4* e
Ditos de sol de sed. inglese, e
francezesa 148,12*. lt| e
Colarioho. de lioho muito Une.
novo, feitios da ultima moda .
Ditos de algodo
Relogios de ouro patente e hori-
zontal a 1008. 90*. 808 0 70|UU0
Ditos de prata galvanisadoa pa-
tente e borizoniaea a 40* e SOfOOo
Obras de ouro, aderezo, e meio.
aderemos, pulceira., rzalas e
aneis a y
Toalhas de linho duzia IOS, 6* 9|000 i
38500 Ditas grande, para meaa ama 3* e 4*000
30*000
3OJO00
9*000
10*000
8*000
3*500
38500
3*500
4*000
8*000
6*000
4*500
28500
3*000
8*000
5*000
5*000
5*000
3*000
2*200
1*280
2*200
18M)
7*000
2*000
7*000
*800
*500
Especial hOuieopathico
Ra das Grates n. 30.
Neste consultorio pode ser procurado o respectivo proprietario qualquer hora, listeado
ah sempre grande sortimento dos verdadeiros'medicametTVs homeopalhicos, preparados em Pa-
rs (as tinturas) por Calillan e Weber, os mais acreditados pharmaceulicos do universo
preparadores de remedios de homeopathia.
O proprietario deste consultorio nio pretende, todava, que sejam os seus medies:
infalliveis, porque nada ha infallivel em fados humanos; nem to pouco superiores aos que
shi se preconisam, porque corlo que o que nos fazemos, outro o pode egualsaente fazer lao
senao melhor. Mas afianca que nelle nao ha traScancia, e que o servico da ireparacio
pelo mesmo proprietario, que nao tendo grandes coramercio de carteiras, arha-se suffieieoie
satisfazer s necessidades daquella preparado.
Nesle consultorio acham-se venda elementos da homeopathia, acommodados intelligec
de qualquer pessoa ; assim como presla-se gratuitamente o seu proprietario, com seo. esforco.
medicamentos, todas as pessoas necessttadas, sem distncc,o alguma, que o procur
que o seu maior prazer ser til humanidade soffredora.
m

i "'r' 'Sli-irYftafaV1
COaCD/-
INTERNATO
DE
:
3Roa estreita da Rosario3
Francisco Pinto Ozorio continua' a col-
locar denles artificiaos tanto por meio de
molas como pela pressio do ar, nio re-
cebo paga alguma sem que a. obra, nao
fiquem a rontade de seus dono., tem pos
outras preparacoes as mai. acreditada.
para conservadlo da bocea;
Istabelecido no lugar da Gapunga, um dos arrabaldei
mais prximos da cidade do Recife.
DIRECTOHO BACHAREL EM MATHEMATICAS
BEIHAftiG) flilfiA fffl) M&W,
Este estabelecimento de educacao e instrucelo principiou funccion.r ao dia
10 de Janeiro, e continuaba receber alumnos.
Os commodos, o asseio. as boas condicoes hygieoicas do. ediQcio. destinado,
. fuoccoes do estabelecimento, a ordem % regularidade do servido ao intrnalo, a
dedicaco e zelo que empregaro o director e os professores a bem do aproveiU-
meoto e progreaso dos alumnos, sao circumstancias que devem animar a garantir aaa
paes de familias que desejam dar a seus lhos umaeda:co regular.
Cadeiras de ensino.
Primeiras lettrasdividida em duas classes, tendo cada ama o seo profe
portuguez, latim, (ra
historia, philosophia,
francez, luglez, arilhmetica, algebra e geometra, geograpbia
rhetorica, deseuho, msica, dansa e gvmnaslica.
Nos estatutos do intrnalo que esto a dispo.icio
acham eansignadas a. eondkcde. de entrad*.
.?
de quem o. quizer ler, aa

trm^rw*.



DIARIO DE PEBNAMBUGO QUARTA EEUU 5 DE FEVEbElRO D 1862

Jos Soares de Azeredo, proe-
sor de lingual e litteratura nacional no
Gymtiasio Provincial de Pernambuco,
tem aberto em su a residencia, ra nova
de Santa Rita n. 47, as aulas de
GEOGRAPHIA E HISTORIA
L1NGA FRANGEZA
PHILOSOPHIA
ORATORIA E POTICA
As aulas sao todas de tarde: come-
cam s 2 horas e acalma s 7.
Atten^o.
Tasso lrmos fazem publico que o convenio de
S. Bento da Parahvba lhes devedor da quanlu
de viute conloa novecentos e dezenove mil ati-
zedlos e dez ris ( 20:9199210), por transferencia
de urna conla correte com Jos Luiz Pereira
Lima & C, assignaaa e conferida pelo ex-D.
abbade Fr. Joa da Exaltado Marques, em 12
de marco de 1860. Alm do premio de um e meio
por cento ao mez a que ficou obrigado o referido
convento a pagar, conforme a clausula exarada
na referida conla correte. E como al o presen-
te nao lhes tenha sido posiivel receber a referida
importancia e os juros decorridos, nao obstante
as diligencias empregadas para esse fim, fazem
publieo que nao por sua vontade que estao sof-
frendo tal desembolso, para que em tempo al-
gum se empregue o argument do grande aug-
mento dos juros, para o qual nao coocorrem os
abaixo assiguados, que sempre esliveram e esto
promplos a receber a referida coota e os juros
vencidos, e protestam nada abater em tempo al-
gum ; declarando mais quo nao desoner/m os
cedentes da referida conla os Srs. Jos Luiz
Pereira Lima i G. e Manoel rfabello de Oliveira
Caboclo. Recite 15 de Janeiro de 1862".
TJsso Irmos.
O Sr. Joao Hy ppolito de Meira Li-
ma, queira apparecer nesta typographa
que se Ihe precisa fallar.
-as
S Medico.
9 O Dr. Brancante pode ser procurado a
# qualquer hora na casa de sua residencia,
al na ra do Imperador n. 37, segundo an-
dar, para o exercicio de sua proflssao.
-8*@
Sociedade banfcafta.
Amorim, Fragoso, Sntos 4 C. ocam e tomam
saques sobre a praca de Lisboa
Precsa se de um olicial de bar-
beiro : na ra das Cruzes n. 35.
JO dentista Nuraa Pompilio
- Um cavalheiio, solteiro atildante
de boa posicfio e conducta, deseja en-
contrar perto da academia urna peque-
a familia para vi ver com da, informa-
rao na ra do Trapiche novo n. 6-
ilima.
Precisa-se de urna ama para o servido de urna
casa de pouca familia : na praca do Corpo Santo
n. 17.
Sitio.
i
Aluga-se um encllente sitio na estrada dos
Aficlos, o quarto depois da capella, com muitos
arvoredosde fructo, reedificado e pintado de no-
vo, com bom poco d'agua de beber e outras com-
modidades : a tratar no mesmo com sua propie-
taria D. Margando Francisca Xavier, ou na ra
Augusta n. 60.
Precisa-se alugar um preto, dando-se o
sustento, e paga-se meosal ou semanal, para o
servido deata lypographia : na livraria ns. 6 e 8
da prs;a da Independencia.
S -
O Dr. Carolioo francisco de Lima San- 0
) tos, mudou-ss da ra das Gruzes para a a)
) do Imperador, sobrado n. 17, em frentes
da igreja de S. Francisco, oo.de coDlioua 0}
) no exercicio de sua proQssao de medico

Appareceu no Camioho Novo um carneiro:
quem for seu dono procure a casa o. 8, quedan-
do os sigoaes certos e pagando a despeza, ser
entregue.
Tompson Pater, subdito inglez, retira-se
para a Baha.
Precisa-se de urna ama ; no pateo do Terjo
numero 26.
Rua eslreita do Rosario n. 22
primeiro- andar.
Bola denles artificiaos por molas e li-
| gaduras e pela presso do ar. Syslema
americano sem arrancaras raizes, 0 faz
todas as opertcoes da sua ferie, com
promptidao e limpeza.
m v&mmm aaeieiw cnwHMl
Aluga-se o prlmeuo andar do sobrado n.
37 da rua do Imperador: a tratar no segundo an-
dar do mesmo.
Joao Guilberme Romer, armador de corti-
nados (na rua do Hospicio n. 37) participa ao res-
peitavel publico que tem recebido excellentes
moldaras douradas para cortinados de jaoellas,
tambem vende borlas, Cordo, galleras e palera
de bronze que perlence aos ditos.
Saques sobre Portugal.
Manoel Iguacio de Oliveira & Filho saccam so-
bre Lisboa e Porto : nj largo do Corpo Santo,
escritorio n. 19.
Aluga-ie um sitio na Soledade,
multo bem a ran jado, com ptima
casa, coxeira, estribara etc..etc. Os
pretendentes queiram dirigir se a ter-
ceira casa, passando a ponte pequea
da passagem da Madaglena.
O Sr. Julio que teve botequim,
queira vir a esta typographia, a nego-
cio.
Aluga-se um armazem na rua do ces de
Apollo o. 7 : a tratar no pateo de S. Pedro n. 6.
*
O adrogado Eduardo de
Barros pode ser procurado
das 9 horas da maoha s
3 da larde dos dias nteis :
f Da rua do Queimado n. 26,
s primeiro andar.

0
Na rua da Cruz o. 45, precisa-se de urna
ama deleite que nao tenha filho.
No dia 4 ao meio dia, oda a audiencia do
Sr. Dr. jniz de ausentes, se lia de arrematar o
espolio do finado Dr. Francisco Jaciolho da Silva
Coelho, o qual coolm alguma ferramenta de ci-
rurgia.
Precisa-se de 2:0004 s premio : no arma-
zem de marciaeiria emfrente do porto das canoas
em Santo Antonio, se dir quem precisa.
Desinfeccao.
Ensmo de hnguas
EM 6 MEZES
[italianolatim francez,!
Pelo melhodo facillimo t
S DO DOCTOR
1 I. (DilLSHKMII
$$ Rua do Queimado n. 26.
S'"<{? ^S? SS <* ^Ji- VLr i*r *!* O arrematante da massa fallida de Manoel
Jos da Cuoha Faria, que teve loja de ourivesna
rua do estrella do Rosario o. 6 avisa a todos os
de?edores da mesma massa, que se quizerem evi-
tar o dissabor de serem chamados nomioalmente
por esta folha, veoham no improrogavel praso de
oito dias pagar na praca da independencia n. 22,
asaim como adverle a todas as pessoas que teem
concertos na mesma casa os venha tirar no mes-
mo praso do contrario sero vendidos para paga-
mento dos mesmos.
Antonio Damasceno dos Santos, subdito
portuguez menor, segu para o Rio de Janeiro.
O abaixo assignado. ageote do banco
mercantil Portueose nesla cidade, saca
efectivamente por todos os paquetes so-
bre o mesmo banco por qualquer som-
ma i vista ou a prazo para o Porto e
Lisboa : dirijam-se as ras do Crespo n.
8 ou do Imperador o. 51.
Joaquim da Silva Castro.
S. Benedicto do convento
Faz scienle o secretario interino da dita con-
traria que do dia 7 do correte depois da audien-
cia do Sr. juiz de paz da freguezia de S. Jos,
tem de ir em praca urna jangada de pescara com
seus pertencoa por pxcucSo da mesma.
- V *
O abaixo assignado vende em sua botica na
rua Direita n. 88, os seguinles desinfectantes por
ter para isso o aparelho necessario. Chloro para
desinfectar o espaco de 340 ps cbicos por 2$,
liquido desinfectante das materias fecaes urna
garrafa 19, ps desinfectantes das mesmas ma-
terias urna libra Ifl, liquido para mergulhar a
roupa dos accommeltidos a 610 rs., agoa chloru-
- retada que supre a de labarraque somente na par-
te da desinfecto por ser carregada lOvezes mais
do chloro [pelo que declaro que nao se faga del-
ta uso interno) 1$. 1
O publico desta cidade deve estar lembrado
de que oeste Diario foi transcripta urna, corres-
pondencia do sul, na qual declarou-se, que, em
um dos porlos onde grassava a ebriw amarella o
commandante de um dos navios surtos n'aquelle,
conservando o chloro em o seu, foi o nico pre-
servado do mal, ao passo que os mais soffreram
e houveram muitas victimas.
Para o desempenho da desinfeccao acompa-
nhar a expticacao.
Jos da Rocha raranhos.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e
comprar : na rua do Imperador n. 37, segundo
andar, entrada direila.
Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
o Rio de Janeiro.

Francisco Serapbico de Assis
Carvalho, manda celebrar urna
missa na igreja de S. Pedro, as 8
horas da manhaa do dia 7 do cor*
rente, p*or alma do seu presado
filho, o Dr. Francisco Seraphico
de Assis Carvalho ; e roga aos ami-
gos seus e do fallecido, que se dig
nem de assistir a este acto 1 eligioso.
Gabinete medico cirurgico.J
% Rua das Flores n. 57. *
0 Sero dadascons&llas medicas-cirurgi- 9
ca pelo Dr. EstevaoCavalcanti de Albu- %
% querque das 6 as 10 horas da manhaa, ac- %
% cudindo aos chamados com a maior bre- %
# vidade possivel.
0 I- Partos. g>
a 2.* Molestias de pello. m
Z 3.* dem do olhos. Z
Xi' dem dosorgaos nenitaes.
Praticartoda equalquer operaQo em a
Xseu gabinete ou era casa dos doantes con- m
forme lhes fdr mais conveniente.
o a
Aviso
Os abaixo assignados participan) aos apaixona-
dos do calcado inglez, e particularmente aos seus
freguezes, que tiveram pelo vapor Oneida ni-
camente 100 pares dos afamados borzeguins in-
glezes, que de a muito costumam vender em sua
loja na rus da Cadeia n. 32, pelo baratissimo pre-
co de 129 o par.Campos & Pereira.
Advocada.
O advogado A. R. de Torres Baadeira tem o
sea eserplorio na casa de sua residencia na rua
do Imperador o. 37, segundo aodar, entrada a
direila ; e ahi pode ser procurado para o exerci-
cio de sua proflssao. Est prompto para eocar-
regar-se de qualquer defeza e para tratar de
queatdes forenses, em qualquer lugar fora desta
cidade e protesta a maior solicitude no desem-
peoho de suas obrigaces.
Gabinete porlugnez de
Letura.
De ordemdo Illm. Sr. presidente do conselho
deliberativo, sao convidados os senhores conse-
lheiros a reunirem-se em seaso extraordinaria,
quarta-fera 5 do correte, s 6 horas da tarde,
na sala dassesses do mesmo Gabinete.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leitura
em Pernambuco 1." de fevereiro de 1862.
M. Soares Piobeiro,
1." secretario.
Agencia de passaporte.
Claudlno do Reg Lima tira passaporte para
dentro e fora do.imperio por commodo preco e
presteza : na rua da Praia n. 47, primeiro andar.
A pessoa que annuuciou empregar se em
trsbalhos de escripia, qualquer que fossem, tirar
baloiiQs, etc., etc., queira apparecer na livraria
da praca da Independencia ns. 6 e 8.
Precisa-se de um menino porluguez de 10
a 12 annos para caixeiro de urna loja ua villa da
Escada : quem pretender, dirija-se a rur do 6a-
bug n. 1 B.
O juiz de paz do segundo anno do 1. dis-
tricto da freguezia da Boa-Vista d audiencia as
quartas e sabbado's as 10 horas da manhaa, na
sala pubiica das audiencias.
O Sr. Joaquim Mileto Mariz queira appare-
cer na rua do Rangel n. 41, primeiro andar, pa-
ra tratar de cerlo negocio que o mesmo nao deve
igoorar.
O solicitador Joaquim de Albuquerque Mel-
lo mudou sua residencia para o primeiro andar
da casa n. 75 da rua do Imperador, aonde pode
ser procurado em todos os dias uteis das 9 horas
da manhaa s 4 da tarde. Em sua ausiencia, os
seus coDSlituintes serio sttendidos pelo Sr.-Ur.
Nello, com eserplorio no mesmo andar.
O abaixo assignado faz sriente que nao se
responsabilisa por debito conlrabido em seu ri-
me por qualquer de seus escravos, salvo se fo-
rera (Lidos com documento assignado pelo an-
nuncianle. Recife 31 de Janeiro de 1862.
Antonio Alberto de Souza Aguiar.
Joaquim Patricio da Costa Valeote, subdito
porluguez, retira-se para a cidade do Porto, le-
vando em sua compaohia o seu criado Jos An-
tonio do Res, tambem portuguez, deixa por seo
primeiro procurador o Sr. Bernardo Jos da Cos-
ta Vlente, e segundo o Sr Jos \ntonio da Cos
ta Vlente ; julga nada dever 1 "pessoa alguma,
mas se alguem se julgar com direilo a qualquer
divida haja de apreseutar seus documentos legaes
no prazo de Ires dias em sua casa, no largo do
Paraizo o. 2.
As pessoas quo incommendaram jaracati,
remedio para frialdade, etc., podem mandar bus-
car ao collegio da Cooceicip, na Tamarineira,
por se achar a fructa oas coudigoes precisas.
Precisa-se de urna ama para todo servico
de ama casa de duas pessoas : na rua do Sebo
numero 15.
Os credores da massa fallida de Lima &
Martina sao convdalos a receber o segundo di-
videndo em casa dos administradores, na ruada
C&deia n. 4.
A cominissao nomeada
para verificago dos dbitos
da massa taluda de Joaquim
da Costa Maia, roga a todos as
pessoas que se julgarem deve-
dores, de apresentarem seus
titulos uestes tres dias aos
Srs.Monteiro, Lopes & C afim
de poder a mesma commisso
apresentar o resultado dos
seus trabnos na reunio dos
credores, marcada para o dia
17 do cerrente, as 10 horas da
manhaa
Frecisa-se tallar ao ar. Jos sta-
res Moreira, e como se ignore sua mo-
rada, roga-se-Jhe queira annunciar.
Precisa se de um caixeiro de 18 a 20 an-
nos com pratica de taberna e d Dador a sua
conducta : na rua das Gruzes o. 22.
Precisa-se de urna ama de leite que tenha
boas qualidades : na loja de fazendas no Passeio
Publico o. 7.
O Sr. Hermogenes Noberto de
Gusmo tem urna carta, na livraria ns.
6 e 8 da praca da Independencia.
Precisa-se de urna ama para comprar, co-
zinhar e engommar para pouca familia : a tratar
na rua do Queimado n. 47.
J. Lehmaon vai a Eurcpa.
Esciiptoriode advoca-
Loja do viado
Rua Nova o. 8.
Neste novo estobolecimenlo sempre se encen-
tra um vatiavel sorlimenlo de miudezss e i er-
umarias e outros muilissimos objectos de gusto
que a vista dos compradores nao eogeitar se bre
dioheiro, como bem o seguinte :
Ricos eofeites a imperatriz os mais modernos
que se pode encontrar tanto emgosto corxoqua-
lidade o por menos 10 por cento do que em >ou-
tra qualquer parte.
Luras de pellica de Jbuvin as mais frescas
que ha no mercado a 2g.
As verdadeiras sgulhas francezas de fundo alzul
a 320 rs. a caixiobs.
Linhas de peso muito fina para bordar a OO
rs. a miada.
Ditas de carreteis 200 jardas autor Alexanjer
a 60 rs. e dnzia a 900 rs.
Ricos pentes de bfalo preto para alizar o tr. e-
lhor possivel de 400 a 1#.
Ditos ditos braocos para alisar o melhor possi-
vel de 500 a 800 rs.
Macinbosde mistangas de todas as cores
320 rs. o macioho.
Goilinha de ditas muito delicadas a IjjOO ca la
ama.
Ditas de cambraia muito fina com punhos a
2tf000.
Ditas a-croch muito delicados a 2$ cada u r.
Dras de traspasso a 2&500 cada ama.
Manguitos a bailo muito ricos a 4jf o par.
Ditos ditos a 2$ o par.
Ricas touquiohaae chapozinhos para bapti a-
do del a 45.
Vestimenta de fuslo para meninos a 49 ci da
um.
Ricas capellas brancas para noivas o raell or
que se pode encontrar no mercado e por baratis-
simo preco de 4$ a 129.
Ricas titas, de serja largas, estreiras, lisa
bordadas para lacos, siutos etc.
Um variavel sorlimenlo de bicosdeseda, lin
e algodo.
Muito delicadas iraojas de seda de todas ase
res e larguras.
outras muitos objectos que se torna enf>
donho annunciar e que a vista do comprador mo
trar-se-ha com muito agrado. O proprietari|
deste novo eslabelecimenio garante a todas a
pessoas que quizerem mandar os seus portadores
servi-los bem e vender com coodieges den>
agradar vollar, oque torna-se bem conbecida es-
ta nova loja de miudezas por tlcar bem confron
te a camba do Carmo, ter urna linda tabolet i
com o viado.
S no armazem da
arara
Contina a vender suas fazendas por preerts
baratissimos, como sempre veodeu, para agradi r
seus freguezes, a ser: pegas de mandapolo fino
entestado a 3$, pecas de cambraias brancas lisas
a 1$600 e 2j, ditas Gnss a 39 e 39500, ditas ada-
mascadas para cortinado de 20 varas a 9$, di
de 10 varas a 4;500 e 39, panno preto para cafca
e palelot a 19800, 29 e 2g50O o'covado, cortes |de
casemira preta, entestada para caiga a 39500 e
brilhanlina branca entestada para vestidos a
o covado, gorguro, fazenda nova para vestido^
320 o covado, barege de seda a balao para v<
dos a 00 rs. o covado, laazinhas para veslidds a
280 o covado, cortes de chitas finas com 13/co-
vados a 2S500. ditos a 29400 e 1(500, fil d li-
nho de cores e branco a 200 rs. o covado, chitas
a 160 e 200 rs., ditas largas a 240 e 280 rs.Jcss-
sas a turca a 280 e 320 o covado, e outras
fazendas que se dSo as amostras para se v
rua da Imperatriz, loja da arara n. 56, de
lhaes & Mendes.
Iojeccao Br<
Remedio nfallivel contra as gnor-
rheas antigs e recentes. nico/ depo
sito na botica franceza rua da Cruz
22. Preco 3#-
HIuLO
EROUPKSP
TO
Sorlimenlo completo de sobrecasacos de pinno a 259, 289, 309 e 359, cisacos mallo bem
fiitas a 25g, 2Sg, 30g e 35S, paletols acasacades de panno preto de 16 at 159, ditos de ca*n.ira
de cor a 159,18$ e 20$. paletols saceos de panno e casemira de 89 al 149, diloa saceos da alpaca
m trin la da 49 at 69, sobre de alpaca e merino d 79 at 109, calcas prelss de casemira da
89 al" 118, ditos de cor de 79 al 10$, roupas para menino de todos os lmannos, grande sor'-
mento de roupas de brins como sejam caigas, paletols e colletes, sorlimenlo do collelts relos do
setim, casemira o velludo de 49 a 9$, ditos para casamento a 59 e 69, paletolo braocos de To-
mante a 49 e 5#, cal;as brancas muito finas a 5g, e um grande sorlimenlo de fazendas fina s e mo-
dernas, completo sorlimenlo de casemiras inglezas para homem, menino e seohora, smolas de
linho e Igodo, chapeos de sol de seda, luvas de seda de Jouvo para homem e seohora. Te-
mos urna grande fabrica de slfaiale onde recebemos encommendas de rrandes obras, que para
isso est sendo administrada por um hbil meslre de semelhanle arte e um pessoal de mais cincoenta obrairos etcolhidos, portanto executamos qualquer obra com promptidao e mais toral?
do que em outra qualquer casa.
Cascarrilha.
Fivelas para cinto.
s
ca.
O Dr.'Aprigio Juslioiaoo da Silva Gui-
raares pode ser procurado das 9 horas
da maoha as 3 da tarde, na rua eslreita
E do Rosario o. 21, primeiro andar.
mvmvmmm Meis aRsiesie
iOTKH(CMa
O abaixo assignado faz ver ao Sr. Francisco
Morera da Costa, que Itnha a bondade de apre-
sentar a sua conta para ser paga e conferida no
prazo de 3 dias, assim nao o fazendo no prazo
destes dias, estsugeito ao que lhe possa acon-
tecer.
Manoel de Azevedo Canario.
Desej-se muito fallar ao Illm. Sr.
capitao Manoel de Souza JLeao Jnior,,
senhor do engenho Gurja d cima a
negocio de seu interesse : na rua da
Aurora n. 86, primeiro andar.
Aluga-se o terceiro aodar e soto da casa
da rua do Queimado no segundo becco dt> Peixe
Frito : quem o pretender dirija-se a loja do Pre-
guiga.
Rival
SC111 l'll
1.
Chegou para a loja da victoria grande sorli-
menlo de cascarrilha de todas as cores e largu-
ras e se vende mais barato do que em parte al-
guma, por isso venham a loja da victoria na rua
do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Cheguem s fazendas ba-
ratas, antes que se aca-
bem.
Na loja de fazendas da rua da Madre de
Qeos n. 16, deronte da guarda da
alfandega.
Madapolao fino a peca 4J800.
Chitas finas escuras a 160 rs. o covado.
Ditas francezas campo branco a 200 rs.
Ditas escuras muito finas a 240, 260 e 280.
Pecas d ditas rxas com 32 covados por 69-
Alpaca fina de cor a 360 e 400 rs. o covado.
Cortes de seda pretos para collete a 29*
Casemira preta, fizenda superior, o covado a
18800.
Lencos de seda de cores 500 rs. um.
Chales de cassa pintados um 5C0 rs.
Velbutina pintada para vestido a 400 rs. o co-
vado. E outras muitas fazendas que se vendem
barato para acabar (dinheiro vista) ; de todas
se darlo amostras com penho
Bazar de caluugas
e briaquedos para meninos e
meninas.
Na rua Direita n. 1 deFronte da grande
fabrica de tamancos.
Neste estabefecimento novo se encortrarao
sempre grande sorlimenlo de calungas e bro-
quedos de todas as qualidades e pregos para me-
ninos e meninas, assim como tambem charutos
muito boos e baratos, tanto em caixa como a re-
lalho.
Ricas fivelas de madreperla para
barato preco de 1J600: na loja do
rua do Queimado n. 75, junto a loja
cintos pelo
victoria ca
do cero.
Cortes
de vestidos do pava o
Corles de vestidos de cambraia branca de ta-
bsdos e duas saias, fazenda modernissisaa, o cor-
te a 49OOO.
Cotes de vestidos de phaolaxia, fazenda qua
se vende em qualquer parle a K9, torrana-se a
69OOO.
Ditos de cambraia de seda com babados 3
49500.
Ditos de cambraia de carocinbos braocos e de
cores, fazenda muito fina a 4J.
Ditos de cambraia branca lavrada, fazendo ic-
teiramente nova, o corte 49.
Cortes de larlalanas brancas com babados pro-
prios para assistir a casamento ou bailesa 109.
Cortes de vestidos de cassa com listras atraves-
sadas a 29240.
Rtcos eofeites travista e ditos a Caribaldi f
Ditos ditos a Luiz XV a .
Luvas de seda para senbora muito boas a 600
rs lencnhos para mao de todos os precos c qua-
lidades.
Aluga-se
urna negiinha de 14 a 15 annos, de bons costu-
mes, cose soflrivelmeote, e muito acostumada ao
servico do interior de urna casa: na rua do Sol
numero 21.
Aluguel.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da rua
estrena do Rossrio que volta para a roa das Trin-
cheiras, com muilos com modos : quem preten-
der, dirija-se ao pateo. d.o L.ivrm.eD,to n. 31, se-
gundo andar, '
Preciaa-ae de urna ama para cozinhar e ra-
er o mais servico de casa de homem solteiro : a
tratar na rua da Hoeda, entrando pelo oitao da
alfandega, o segundo aodar do segundo sobrado
do Jado da rua do Amorim
compras.
Compram-ce aeces do novo banco de Per-
nambuco ; 00 eserplorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo, escrip-
torio n. 14.
Attenco
Ama.
Precisa-se de urna ama de leite : na rua larga
do Rosario o. 12, segundo andar.
Pelo juizado de paz do 1.' dislricto da fre-
guesa da Boa-Vista se faz constar que as audi-
encias do mesmo juizo terio lugar as quartaa-
feiras e sabbados, as 10 horas do dia, na rua da
Aurora n. 26, residencia do respectivo juiz de
paz.Gustavo Jos do Reg.
Filippe Santiago de Senna avisa ao publieo
que mudou sua residencia para a rua da Impera-
triz [outr'ora aterro da Boi-Visl) n. 42, primei-
ro andar, sonde pode ser procurado.
Precisase de ama ama preferindo-36 es-
clava : no paleo do Terco o. %9,
Compra-se urna casa terrea com commodos e
quintal, 00 bairro da Boa-Vista, em bom local :
a tratar na rua do Amorim, na loja n. 25, que se
dir quem precisa.
Compra-se moedas de 209 na loja da rua
do Queimado o. 46".
Compra-se moedas de ouro de
200000, na rua Nova n. 23, loja.
_______Vendas.______
Vende-se urna excelleole botica na capital
da Parahiba, em urna das melhores ras, com
poucos fundos e sendo o aluguel da casa, mnito
commodo, adverte-se que o motiv da venda
ter fallecido o propriejario : quem pretender
dirija-se a rua do Raogl n. 38, segundo andar.
Doce fino de goiaba,
Na rua do Rangel n. 48 tem doce de todas as
qualidades, e vende-se muito barato ; i vista de
sos qualidade superior se far preco.
Vende-se.um preto de nacao Angolla, de
idade de 35 a 40 annos, proprio para o servido
de campo : na rua de Santa Rita n. 36.
Vende-se urna igreja. para menino : no
becco da Bomba n. 3.
36 Largad Rosario J&6
Pedro Tinoco, havendo comprado esta loja ao
Sr. Vicente onteiro Burges, pretende vender
miudezas baratas, e ter sempre bom sorlimenlo,
como sejam :
Missangas miudas a I 320
Escovas muito boas para unhas a 3S0 e 500
Groza de penoas de ac a 240,320 fe 720
Canas com alOnetes a 60
Lamparines do gaz muito boas (caixa) a 160
Carreteis delinba de 100 jardas a 30
Ditos de dita de 200 jardas a I 60
Candes de clcheles miudos a I 40
Ditos de ditos msiores a' I 60
Tesouras para costura a 200 e I 400
Bico preto, vara, a 180,240, 320J 400 e 500
Franjas pretas com vidrilho, vara, a 320,
400 e 500
Trancas pretas com dito,'o francas,
vara a 320
GalSo branco de linho, vara, a I 80
Meias para seohora, dnzia, a I 2J500
Ditas cruas para homem a / 2J400
Ditas ditas muito boas a / 39000
Cartaa de aloetes cabega chala a 200
Pecas de tranca de la (10 varas) a 160
Linhas do gaz de cores branca e preta a 30
Apparelhos de loara para bonjecas a 500,
800 e / 19200
Ditos de pao muito boos a i 640
Pitas de sarja largas miito boas a 600
Luvas de seda com toque a [ 200
E outras muitas miudezas Ique vista far fe.
Vende-sa um casal de ejscravos, ptimos tra-
bajadores de todo servico Ide campo por lerem
j sidos de engenho, e por liso lea bastante pra-
tica ; quem pretender diriji-se a ruadas Trin-
cheiraa n. 27, que achara com quem trattr.
Vende-se um cofre : ta rua do Queimado
numero 12.
Liquidado
Opiata ingleza
para dentes.
Est finalmente remediada a falta que se sen-
lia dessa apreciavel opiata ingleza to proveilo-
sa e necessaria para os dentes, isso porque a lo-
ja d'aguia branca aesba de recebe-la desua en-
commenda, e continua a vende-la a 19500 rs. a
caixa; quem quizer conservar seus dentes per-
feitos prevenir-se mandando-a comprar em
dita loja d'aguia branca, rua do Queimado n. 16.
Vende-se
azeilede dend ou palma, dito de amendoim que
serve para luzese machinas, mais barato do que
em qualquer ouira parte ; na rua do Vigario n.
19, primeiro andar.
bordadas e de balao.
Saias bordadas, fazenda finissima a 49-
Dilas ditas dita a 39.
Ditas com arcos de cordo de lioho que fszem
as vezes de balo rara as senhoras que oo gos-
tem usar balan a 3c200 e 49.
Saias de madapolao francez a balio as ciii
bem feilas que tem vindo a este mercado a 3?,
3500. 48 e 59-
Ditas para meninas de todos os tamaobos a 39.
Ditas de arcos simples mas mnito beaa feites a
3>000.
CAMBRAIAS LIStS
Pecas de cambraias Usas muito finas a 2{000 e
23500.
Ditas com 10 jardas a 39, 39500, 49 e 5$.
DE
fazendas
as por
Ceblas novas a 800 rs.
o cento,
. r-
e 79 o milheiro, vioho da Figeira e Lisboa a 400,
500 e 560 rs. a garrafa, e 39. 39500 e 49 a cana-
da : na rua das Cruzes n. 21, esquina da travs
sa do Ojvidor.
A 4^000.
Vende-se o remedio approvado para matar ra-
tos e baratas, cnegado pelo ultimo vapor da Eu-
ropa : na rua da Senzala Nova n. 1.
Vende-se a loja de miudezas da raa do Ca-
bug o. IB: quem a pretender dirija-se a mes-
ma rua n. 4, que achara com quem tratar.
Vende-se o sobrado n. 23 sito na ruadas
Cinco Ponas, com muilos commodos: a tratar
na rua Imperial n. 108, das 6 as 9 da maoha e
de tarde das 3 as 0.
presos bixos.
Joo da Silva Anlunes e Manoel da Silva Aniu-
nes, tendo fleado com o esnbelecimento de fa-
zendas na rua da Cadeia o. A. esli dlspostosa
venderem as fazendas existentes no mesmo es-
tabelecimnto, por muito mtnos de metade de
seu valor : as quaes sao umlrico sotlimeolo de
franjas de seda pretas e de cones, fitas de leda e
de velludo largas e estrellas, \ (raneas de seda,
la e de algodo, um completo sorlimenlo de
botoes de velludo, de seda, de madreperola, e de
eroalina, rendas finas, bicos tle seda pretos e
braocos, bicos da linho, manguitos e gollas de
cambraia e de fil, gollinhas bardadas, babados
bordados de cambraia e de fil] ricos loques de
madreperola e de charo. pentes 'da tartaruga
pira llar cabello, casavequs de seda e de fus-
lo, ricos en feites de flores, um completo sorti-
mento de bonets para enancas, pandos de clios,
ramos de flores, paletols de alpa, de seda e de
brim, chapeos pretos para homem. e muitos ou-
tros arligos.
>@
;Loja das 6 por-!
tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata.
Paletols de panno fino sobrecasacos,
| ditos de casemira de cor de fuslo, ditos )
de brim de cores e brancos, ditos de .
' ganga, calcas de casemira pretas e de '
| cores, de brim branco e de cores, degan- |
!ga, camisas com peito de linho muito <
finas, ditas de algodo, chapeos de sol '
de alpaca a 49 cada um.
Esponjas finas
para o rosto.
Vende-se mui finas esponjas para rosto, a 29
cada urna : na rua do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Carteiras com agulhas.
A loja d'aguia branca acaba de despachar car-
teiras com agulhas de mui bda qualidade, e ex-
celleole sorlimenlo, e as est vendendo a 500 rs.
cada urna ; assim como recebeu igualmente no-
vo sorlimenlo das agulhas tmperiaes, fundo dou-
rado, qne continuam a ser vendidas a 160 ris o
Eapel, isso ua rua do Queimado loja d'aguia
ranea n. 16.
Argolas de ac para chaves
vendem-se 200, 240, 320, 400 e 500 ris, ua rua
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Froco fiao. e seda frouxa para
bordar
vende-se na rua do Queimado loja d'aguia branca
n. 16, onde se achara completo sorlimenlo.
A 280 t
Vende-se canoa engarrafada del superior qua-
lidade a 280 rs. a garrafa: na Yua 4*s Cruzei nu-
mero 25.
Leandro (fe Miranda
?Rua do Crespo n. 8 A.J
Vendem saias de cambraia bordada '
s> pelo baratissimo preco de 29500.
Vende-se o eogesho Santa Luzia silo ns
freguezia de S. Lourenco da Malta, a dinheiro
ou troca-se por casas nesta praca : quem pre-
tender dirija-se a rua de Hortss o. 7, das 10 ho-
ras da manhaa as 4 da tarde.
Grosdenaple preto muito encorralo s lc5CO,
1S600 e 19800.
Dito cor de canna, azul e cor de roa* .
Seda lavrada muito bonita fazenda a 2J.
Chamelote preto muito enrorpado s 2j.
Sarja preta hespanhola a I98OO.
Bordados
Finissimas tiras bordadas de todae as qualida-
des e larguras por precos baratissimos, ntre-
melos muito delicados de lodosas largaras e qua-
lidades.
Manguitos com gollinhas de cambraia bordados
a 19280.
Calcinbas bordadas muito finas a lf.
Manguitos bordados para seohora a 19.
Gollinhas muito finas a 400, 500,800 e lf.
Alem destes arligos exista neste esUbeleci-
mento um grande numero de fazendas que seria
enfadonho menciona-ias, e dao-se as amostras
de todas, deixando ficar 1 enhor, ou nandesa-ee
levar as fazendas mostr em casa das familias
que quizerem escolher, pelos caixeiros da loja do
pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Casia & Silva
Madapolao
3$000 rs.
Vendem-se pecas de madapolao ceso 14 jardas
pelo baratissimo preco de 39 a peca : na na da
Imperatriz n. 60, loja do pavio, de Gama 1 Silva
Panno a 1,800 rs.
Vende-se para liquidar une a coala, pana* pre-
to, cor de rap, fazenda muito superr, a 19000
o covado, afianzando so que semprs sa veatdev a
39000 : na rua da Imperatriz a. 90, laja da ea-
vo, de Gama & Silva.
Superior rap de Lisboa em
frascos.
Vende-se superior rap princesa Brasil esa Iras-
cos, chegado 00 oltimo vapor ioglex eOaetde :
na rua do Crespo n. 5, loja de Marcelina A C
A boa lama
vende fivelas para ciis o oais basa dnarada na
possivel e dos msis nidos goslos tue leal abada
este mercado, pelo baralisaimo praca 4a SpSd*)
cada urna, carteiras com agulhaa as aaaia taan
sortidas que se pode desejar, a esa avisis a aaa-
lidade oio pode haver nada aMibar,->aate asases
preco de 500 ra. cada carleirs, penase*a san aa-
ligraphia verdadeiras a 2S) cada sataaa*i 'jl
duzias, ditaa de laoca verdadeirss a.'
cada groza, ditas ssntlo boas!**_?;?*?:
das a 500 rs. a rosa : aa raa aa ^;
bem conhecida loja de mi dazas d Han ar-
mero 35.
BBK


*
DIAMPTfE mWlMBUCO QirRTA FMRA 5 DE fETEEEItO fifi lSgi
No deposita do gelo ra do Apollo
n. 31, vende-ie gelo de faoje em diante
arroba a 3Jf500, e meia arroba 2#000,
e a libra a 160 ris: tambem recebe-te
assignaturas das peuoat particulares lo
go que seja diariamente, at que se
acabe o gelo.
I!
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Chapeos de sol de alpaca a 4.
Duzia de meiascruas para homem a
18200 e o par a 120 rs., ditas brancas
muito finas a 2(500 a duzia, leocoi de
cassa com barra de cores a 120 rs. cada
um, ditos brancosa 160 rs., baldes de
20 e 30 arcos a 3$, lazinha para ves-
tidos a 240 o covado, chales de merino
estampados finos a 5} e 69, tarlatana
branca e de cores muito fina com rara
e meia de largura a 480 rs. o corado,
fil de lioho lisos 640 rs. avara, pe-
cas de cambraia lisa fin a 39, cassas
de cores para vestidos a 300 rs. o co-
vado, mussulina encarnada a 320 rs. o
covado, calcinhas para menina de escola
a 15 o par, gravatinhas de tranca a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. cada
um duiia 23, pegas de cambraia de sal-
pico muito fina a 3)500, pecas de bre-
tanha de rolo a 23, chitas francezas a
320 e 240 rs. o covado, a loja est
aborta das6 horas da manhia as 9 da
ooile.
Grande
Rival
sern segundo.
Na na do Queimado o. 55, defronte do sobrado
novo, est disposto a vender tudo por prego que
admira, asiim como saja :
Frascos de agua de lavando muitc>gran-
des a
Sabonetes o melhor que pode harer a
Ditos grandes muito finos a
Frascos com cheiros muito finos a
Ditos ditos muito bonitos a ,
Garrafas de agua celeste o melhor a
Frascos com banha muito superior a
Ditos dita de urco fioissima a
Frascos de oleo babosa com ebeiro a
Ditos dito dito a
Ditos dito Dito a
Ditos para limpar a cabeca e tirar caspas a
Ditos dito philocome do verdadeiro a
Dilos com banha transparente a
Ditos com superior agua de colonia a
Dita, frasaos grandes a
Frascos de maca; oleo a
Ditos de opiata pequeos a 320 e
Ditos de dita grandes a
Tem um resto de lavando embreada a
Linha branca do gaz a 10 rs., e tres por
dous, e fina a
Dita de carleo Pedro V, com 200 jardas a
Dita dito dito com 50 jardas a
Carreleii de linha com 100 jardas a
Duzia de meiascruas muito encorpadas a
Dita de ditas muito superiores a
Dita de ditas braceas para senhora, mui-
to finas a
Vara da bicoda largura de 3 dedos a
Dita de franja para toalbas a
Groza de botos de luga bracees a
Duzia de phosphoros do gaz a
Dita de ditos de vela muito superiores a
Pegas de fita para eos de todas as lar-
guras a
800
320
160
500
I9OOO
19000
240
600
240
320
500
720
900
900
400
500
100
500
800
500
20
60
20
30
29400
4J500
3(000
120
80
120
240
240
320
Cera de carnauba de pri-
s meira qualidade.'
Vende-se em porr.ao e a retalho de urna sacca
pira cima, e por commodo prego: na ra da Ma-
dre d< Dos confronte abolica n. 30.
A 320
rs. o covado, grande
pechinoha.
Superiores paletots de panno preto muito fino,
obra muito bem feita, pelo baratissimo prego de j
209 ; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe- 1 Vendem-se superiores cambraias francezas de
cida loja da boa f. muito bonitos padres a 320 rs. o covado, fa-
Veode-se urna mulata de 24 aonos de ida- zeoda muito fina que sempre venden-se por 800
de, muito sadia, eogomma muito bem e cozinha e 19 a vara, venham por ellas, antes que se aca-
0 trivial de urna casa : a tratar na ra da Cadeia | bem ; na ra do Queimado o. 22, na bem confie-
do Kecile o. 62. segundo andar. | cida loja da boa f.
ARMAZEM1R0GRESS0
Francisco Fernandes Duarte
m Largo da Penfea a
Aanca-se a boa qualidade de todo qualquer genero
do neste armazem, assim como vende-se por menos 5 a 10 por cento do que em outra
raals superior do mercado a 800 rsa libra, em barril se far
novos a 500 rs. a libra,
de supsrior qualidade a 4i0 rs. inteiro, e 480 rs. a libra.
comprado
qualquer parte.
ftlamta\g& \\\g\exa3
abalimento.
NUuteig* traneexa ma3 noTa, 600 ri>i em barr1> e 640 M a ^
Qul}os do reino chegad0, Q98te ultimo Tapor por 3m
V*t J .1S lOUariliOS de superior qualidade e muito frescaes a 800 inteiro, em libra
Chfe petla, hvason c reto ,k
23000 rs a libra IT*^*W os melhores que ha no mercado 3&000, 2960O,
Pregunto para tianVbTe muil0
Pregunta lo reino
* o melhor pelisco que pode haver por estar prompto a toda a hora a 19 a libra.
X ou*\nh do reino 3M ri m., e .rroba. 99000
CYlOUriSaS e palOS cheg.dos neste ultimo"navio, a 720 rs. a libra,
se for em barril a 440 rs. a libra.
Marmelada imperial d0 a[amad0 Abl.au e d0 ontros muUos tabricanle8 deLi8boa
a 900 rs. a libra, em latas de 2 libras por 19600 aflanca-sa a boa qualidade.
a&a$a de \mateom utM de ama Ubra por 900 rs
\mendoas e conieitos em lalas d9 2
muito proprio para mimo, a 29O0O.
UirviUiaS iraneezaS e portUgUezas em latas de l libra, por 60 rs. ditas em meias
Wetria, maearrao e taUarim .inn ro Uh
TO *"* a 400 rs. a libra e emeaua a 89.
L\OieS muit0 n0Ta, a 100 rs. a libra, e 49000 rs. a libra.
iraneeZ em cart5es muit0 erjfeitad0j pr0pros para mimo a 600 rs.
C C ^talieto. ^ m'S 8uperi0r qu9 h a |S00 a B"rafs e em cai" se f
Genebra de Holiauda. 69000 rs fras,ueira e 560 rg o fragco
V innos engarrafados ,aRrirnasd0 Douro a nm a ra( Porlo
tuna, Duque do Porto, a 19200 em caixa se far abalimento.
libras contendo differentes qaalidades,
*OS tabaquistas.
ta;ao dos de Unho.muiio. precios nafa os taba-
quataa #or seren de cotta^acuras e -fijas, pelo
baratissimo prego de 5 e 6| a duzia : n>7uado
Queimado n. 22, na bem conheclda lja da boa .
Filo liso e tarlatana.
Vende-se superior fil liso e tarlatana branca
e da cores, palo baratissimo preco de 800 rs. a
Ricos enfeites.
Vendem-se ricos a superiores enfeites os maii
modernos que ha, pretos e de cores, pelo bara-
tissimo preeo de 6 e 69500 : na loja da boa f,
na ra do Queimado n. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias francesas la liodaa co-
res, pelo baratissimo prego de 280 o covado-: n*
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loia
da boa f.
Cambraias francezas finissimas.
Superiores cambraiaa francezaa muito finas, de
muito bonitos padroes, pelo barato preco de 700
7" -* : na ,0Jada DOa > na ru* do n. Zz.
Cambraia Usa.
Vende-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato pre?o de 4 e 5j pega com 8 |2
varas, dita tapada muito superior, peca de 10
varas a 6| : na ra do.Qaeimado n. 2, na loia
da boa f. _. '
Bramante e atoainada de
linno.
Vende-se superior bramante de puro liabo com
duas varas de largura a 29400 a vara, assim como
atoalhado adamascado tambem de paro lioho,
com 8 palmos de largura a 29600 a vara: na bem
conhecida loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortea de calca.
Vendem-se cortes de caiga de meia casemira
de cores escaras a 2J cada corte : na loja da boa
f, na ra do Queimado o. 22.
Port tonquis,
Dourados com cabos dema-
dreperola.
Chegaram opportunamente para a loja d'aguia
branca os bonitos port bouquets dourados e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
sua propria encommenda, fiesndo assim remedia-
da a falta que havia desses port bouquets de ges-
to, os quaes chegaram bem a lempo para os di-
versos casamentos e bailes que se contad nesses
das, por isso as pessoas que por elles esperavam
e as que de novo os quizerem comprar dirigi-
rem-se munidos de dinheiro loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimaffo a. 16, que encontrarlo obra
de bom gosto, barateza, agrado e sinceridade.
de cambraieta.
Vendem-se superiores saias de cambraieta mui-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto prego de
59; 0ellas, que sao muito baratas: na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da boa f-
uadaSenzalaNoyan.42
Vsnda-sa am casada S. P.Jonhston &C,
ellinse silhoasQglezes.candaeirose castigis
bronzeados,lonas oglizis, fio devili,chicoti
para carros, moniaria,rriiopar carro di
na ious sanios relogio idi ouro paunti
oglaz.
Navalhas d'aco
com cabo-de marfim.
Vende-se na loja d'aguia branca mui finas na-
valhas d'ago refinado com cabos de marfim, e
para assegurar-se a bondade deltas baata dizer-
se que sao dos afamados e acreditadas fabrican-
tes Rodgers & c, custa cada estojo de duas na-
valhas 89000: na ra do Que1 roa Jo, loja d'aguia
branca, n. 16.
Libras sterlinas.
Vendem-se no escriplorio de Manoel Ignacio
de Oliveira 4 Filho, praga do Corpo Santo n. 1.
Colla de Hamburgo
Na ra Nova n. 44, na loja e fabrica
de chapeos, vende-se colla de Hambur-
go por preco commodo, tanto cm re-
talho, como em porcao.
U no torrador
23
Vinno Bordeanx
:ae
tuito novos, em cairas de 8 libras por 29500, e em libra a
das uiais acreditadas marcas a 19 a garrafa e em caixa a 99 a dazia.
de differentes marcas a I69 a duiia e a 1$500 g garrafa, afflanca-se a boa
tjufliiuaaf
Verdadeira serveia ebrinna. *-___
500 rs. a gafrafa. d<5 "lr" mUlt" m"C" a d"ia' e
X inllO eAt Uipa Porlo> Li8b0a e pigueira a 3,500, 49 e 49500 a caada.
,Esnern\asete.Iuperor a 740 rs em caixa> e 760 rg< a 1bra>
Batatas novas emgigosdeujnaarrobaal> :
II CO a e os mais supen0res> hespanhol a 1J200, francez a 1$. portuguez a'800 rs. a libra
Figos da cammadre m
320 rs.
V- mua 6 engommar, muito alva a 100 rs. a libra.
-rVmendoas de casca moie a 400 rg> a 1brat
Azeit aoee reflnJd0 a 800 a garrafa e ^ caila a 9
Palitos de denles IixadM com perfaicSo a 240 m 0 maqo
Costeletas ingiezas
. i a mais n0?a d0 merc,d0 4a bartica e ea> "b" 32 "
Ameixas ranetas ^ frt9COg muil0 rcog com 41 a lib i
luguezas a 480 rs. a libra.
sjOlO para iimpar faeas 200 rs. cada um, em porco se fsri abalimento.
3erejaS em frascos de t e 1|2 libra muito novas a 800 rs.
Iniepeoiente dos gneros anaunciados encontrara o respeilaval publico grande sortimen-
to de gneros, tudo de superior qualidade.
"i
propriaspara fiambre a 800 rs. a libra.
Polassa da Russia.
&
Vende-se emeasa df$. O Bieber
C, successores, ra da Cruz n. 4-
Gomaia lacea.
Vende-se na ra Novan. 44, em casa
de ChrisUaoi & Irmao.
36Ria -NovaS6
Em casa de J. Bonoofand vende-e correutSes
ruhados a 79, 8S e IOS. reloglos de prata doura-
dos a 109,15S, 209 e 259, afljDQa-ie a qualidade.
J
Paletots
brancos.
Vendem-se superiores paletots da brim branc
de puro lioho, pelo baratissimo prego de 5J : n
ra do Queimado o. 22, na bem conhecida loj
da boa f.
4 1250
-Largo do Terco~23
O proprietario deste estabelecimento de mo-
Ihados vende os gneros mais baratos do que em
outra qualquer parte e affiangando a boa quali-
dade : maoteigt iogleza flor a 800 rs., dita fran-
ceza a 600 e 640 rs. a libra, assim como se ven-
dem outros muitos gneros que, enfadonho
menciona-los ; assim como lioguiga do serlao
primeira qualidade a 400 rs. a libra, caf primei-
ra e segunda sorte, arro-z pilado, velas de sper-
macete e carnauba, viohoa de diversas qualida*
des, Analmente se veade no largo do Terco n.
23 00 torrador e se alguem duvidar venha ver, a
dinheiro a vista.
Gollinhas
de traspasso bordadas em
cambraia fina.
Vendem-se a 29 cada urna : na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16 A obra boa e
o lempo proprio ; a ellas, freguezas, antes aue
se acabem.
Arado s americano se machina-
paralava rouparemcasadeS.P.Jos
hston 4 G. ra da>enzala n.42.
E* bom negocio.
Anda est por vender a taberna da ra da Im-
peratriz n. 4, muito bem sortida, e afregoezada
para a Ierra e mato, vende-se com fundos a von-
tade do comprador; ou da-se sociedaie a um
homem de boa conducta : trata-se na taberna
grande da Soledade.
Bonecas bonitas
com rosto, e meia pernade
porcelana.
Vende-se mui bonitas bonecas coi
meia persa de porcellanaaosbaratissimos orpr'ni
de 240,360,500,660. 640,720. 800 e 19000 Uso
ni ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Luvas de pellica pretas.
Vendem-se aa luvas pretas de pellica com pe-
queo toque de mofo por preco baratissimo na
loja d'aguia de ouro, ra do Cabug d. IB. '
Phosphoros de seguranca.
Caixinhas com mil e tantos phosphoros de se-
guranza a 160 rs. a caizinha que s pela segu-
ranes dellespor livrsr de incendio sao de eraca:
na loja da victoria na roa do Queimado n ?s
junto a loja de cera.
Meias baratas.
MA
Candeeiros econoiiicos
aaz'
e gaz nydrogenio de primeira e segunda ouslil-
dade : na ra Nova n. 20 e 24 loja do Visnns.
Ra do Queimado n. (9
Santos Coelho tem para
vender o seguinte:
Esleirs da India de 4, 5 e6 pilmos de largo
proprias para forrar camas e salas.
Lensoes de bramante largos a 39 eada um.
Cocerlas de chita a chineza a 1J800.
Lengoes de panno de linho fino a 9.
Toalhas adamascadas de linho para mesa a {9
Chita franceza com defeito de avaria a 1G0 rs.
o covado.
Toalhaa de fusto para ruaos a 500 rs. cada
.urna.
Colchas de fusto adamascado grandes a 64.
Cambraias de cores a 160 o covado. T
Golliahaa ricamente bordadas e de traspasso a
Aos senhores ci
garreiros.
proprio para os senhores cigarreiros : na m lar-
ga do Rosano d. 3, loja de charutos. I
Bolcinhas de borracha
para fumo.
Muito lindas bolcinhas de borracha para a
aar tumo pelo baratissimo preco de 1S00
00 rs. cada urna : na loja da victoria na r
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Lindeza.
iar-
1 do
Vende-se fazeoda denominada lindeza. 1
para vestidos a 160 rs. o covado : na loja do
arte, ra da Imperatriz n. 20.
ima
Du-
4tlenco
Vendem-se
Miudezas baratas
Na loja da victoria na ra do
Queimado junto a loja de
cera.
Clcheles francezes em carlao a 40 rs. '
Alfioetes fraacezes cabera chata a 120rs. a carta.
Papel com cento e tantos alfioetes a 40 rs. o
papel.
Linhas vietoria emcarrilel com 200 i ardas a 60
rs. o carritel.
Ditas de 200 jardas de Alexander a 900 rs. a du-
zia.
Ditas de 100 jardas brancas e de cores a 30 rs. o
carritel.
Ditas de Pedro V brancas e de cores a 40 rs. o
cartio.
Grampos a 40 rs. o mago.
Eoadores brancos a 60 e 80 rs.
Carieiriohas com agulbas francezas a 320 rs.
*-".M *r,Be"d lih<> 100 rs. a peca.
Agiilhasde eofiar vestido a 40 rs. cada ana.
4k5! mu miu" que se afflaoca ven-
der barato para qaen comprar victoria sempre
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta loja por estar constantemente a receber
perfumaras finas de suas proprias encommeadas,
bem se pode dizer que est constituida um depo-
sito de ditas, tendo-aa sempre dos melhores e
mais acreditados fabricantes, como Lubin, Piver.
Coudray e Sociel Hygisnique, etc., etc. ; por
isso, quem quizer prover-se do bom, dirigir-se
a ra do Quemado, loja d'aguia branca n. 16, que
achara sempre um lindo e completo sortimeoto
latido de man j mais a elegancia dos frascos, e a
barateza por aue se vendem nnnviiis o .i>.I .
por que se vendem convida e anima ao
oomprador.
Carros e carrocas.
Emeasa de N. O. Bieber
A C. successores ra da Cruz
numero 4.
Vendem-se carros americanos mui elegantes
a leves para duas e 4 pessoas e recebem-se en-
commendas para cujo fim elles possuem map-
pas com vanoa deseosos, tambem vendem car-
roQaapara condueco de assucaretc.
Enfeites para senhora.
Lindos enfeites para cabega de gosto o mais
moderno que tem apparecido a 5J, 59500 e 69
na loja da victoria na ra do Queimado u. 75
carxoes vastos proprios 1 unl a loi" de era-
para bahuleiros,funileiros etc. a 1^280:
quem pretender dirija-se a esta tfpo-
graphia, que ahi se dir' quem ostem! vlnde-,e ,ebo e Po do PoTto. caiiinhas de
para vender. arroba : no armazem de Arsenio Augusto Fer-
, I reir, ra da Madre de Dos n. 12.
a luja ub cera.
Sebo em pao,
Panno de algodo da
Babia.
Vende-se no escriplorio de Aotooio Luiz de
Ohveira Azevedo & C, roa da Gris b. I.
Riscado monstro.
Vende-se riscado monstro, fazeoda nailo eco
cmica para o uso domesco por ter traad* lar
gara e oseu preo ser de200 ra. o covado- a
ra da Imperatriz, loja o. 20, do Duarte.
cmel*
UNDICIO LOWMOCR
Roa daSeazalla Nava n.42.
Hasta s ubalacimanto contina a ka ver asa
ompUtosortiatentodemoeDdastaiaiasBSMBt-
d*paraangsnho,Machinas da vapor ataixas
w farro batidos coado,da todos ostamanbos
P*ra dito,
H.r^0"1"11!16110"*0-' 1WM, reebsdo or-
den para vender o seu crescido deposito d.rslo-
gios visto o fabricante ter-se retirado do atan
2H-u,,fWV porU.nl. Peoe qae qaizerom
ZS Mb^e,Dl6 KornDy. aproveiUr-ae 4a ap-
portunldade sen perda de tempo, para vir eoaa-
pra-los por conmodo prejo no sen escriplorio
rna do Trapiche n. 28.
Simode Nantua,
obra completa, ntidamente impressa, typo nai-
de e intellegivel, papel claro, frmalo accommo-
dado o mais possivel, ancadernado com meia en-
cadernagao, com seu rotulo donrado, e pelo an-
tigo prego de 1 cada volme : na raa do Im-
perador n. 15.
.,!" Vende-se urna grande easa com pequeo
sitio no lugar do Peres, confronte ao eogenbo,
beira da estrada do Recite a Santo Auto, ten
commodos para grande familia, e para qualquer
estebelecimento por ser a casa dividida em duas
por prego commodo: a tratar na villa da Escada
com Jos Martins da Cruz, ou no Recife, pateo do
Parauo n. 10.
Phosphoros do gaz a
21200 a groza.
WinYieiro vista.
Na ra da Cadeia do Recife n. 56 A, loia do
ferragena de Vidal & Beatos.
Mantas de retroz.
Vendem-se mantas de relroz para grvalas a
00 rs. : na ra do Queimado n. 22, na loia da
boa f.
36, ra das Cruzes de Santo Antonio, 36,,
PROGRESSIVO
DE
- DMllil e.
dem francesa 1 ?sco,,hidaa 800 eim>eem barriltr M^-
H :}*T-g chegados Mste u,,im vapr 3#ooo,
oLnnZiQ!f me,h0r qU9 ^ DeSte g9ner Pr Serem "'o frescos a 1200 a libra.
UlieijO pratO o melhor qua se pode desejar a 1200 a
Cha hysson e preto
r a 560 rs. por libra e inteiro a 460 rs.
secca, Feiloria velhc, seeco e chamiseo
n. 75,
Meias pintadas para honen a 120 e 160 rs. o
par, ditas brancas para nenioa a 180 rs. o par
ditas de lia para o fro a 500 rs. o par : na loia'
da victoria na raa do Queimado n. 75, junto a
loja de cera.
Galanteras de gosto
E' o que pode haver de mais gosto en galan-
telas de vidro e porcelana como aejan farros,
| frasquinhos e garranhas, manteigueiras e assu-
Luvas de Jovm muito frescas para horaens e caretros, jarrinhos para boqueta de craro a
aenboras, na
Cadeia n. 53.
loja o'Alvaro A Magalhaea rus da
i'
- ou-
Itras multas cousas : na loja da victoria na ra
o Queimado n. 75, junto a loja de cera.
ibrx e 15P100 o inteiro.
Presunto fiambre J"?? "^' 2*88 a 1bra*
Vinho em'-ninr *SUP<5rr quaUdade difireDtes raarcas a 800 e *""feda 85>0 *<><>oo *.
MimTi?^ BE! P"a PaSt d8 5 60 a garrafa ede mQ 4800 c^s.
^^Sxss&i r^rj^trde Lisboa prera,da nM exposi5es universaes da undres ? p-;
BOCemtuaifo a^TwS %** tm>S da Eurp8' 6 mS PrPr ^Ue h> Pa" mm0S' P" serem "cam*D* *
FigOS em CaxinhaS de 4 libra" muito frescos e gramdes a'2000.
Peras secca em caixlnha de 4 libras chegsdas nesle ultimo vapor a 350O e 1P200 a libra, afianca-se ser o melhor que pode haver Desto
genero. r
AmeixaS francezas em latas deB libras por 000 e 1000 por libra.
PaSSaS em caixinhas de oito libras, as melhores do mercado a 3 e a 640 rs. a libra, e em caiade urna arroba a 9*500.
Latas COm fructas *e odas as qualidades que ha em Portugal de 700 a i00U a lata. *
CorinthiaS em fraseos de 1 1|2 i 2 libras de 1|600 a 29200.
Caixas SOrtidaS com ameixas, amendoas, pasSas figos, peras e nozas oque ha de mais proprio para mimos, de 4&000 a 5*000 n.
por oatxa de 10 a 12 libras, e 320 rs.a libra dos figos.
Lata COm bolaxinha de SOda de diversas qualidades, a muito novas a 1450. e grandes de 4 a 8 libras de 2#500 a *500.
Conservas inglezas francezas eporwgue2is3e 600 a 800 ris o frasco.
ErvilhaS francews porluguezss a 720 rs. a lata, afianoa.-se serem as mais bem preparadas que tem vindo ao mercado.
MaSSas talharim, macarrao e aletria as mais novas que temos no mercado a 400 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 ris alibra em porjo ter abalimento.
AzeitonaS de Lisboa novas e grandes vindas pela primeira vez ao nosso mercado a 3|500 a ncoreta.
Ghampanhe dis marcas mais acreditadas de 15 a 20000 res o gigo de 1500 a 2 a garrafa.
Cervejas das melhores marcas a560rs. a garrafa de 5 69000a duzia da branca.
Cognac a melhor qualidade que temos no mercado a 19000 a garrafa e a 109000 a duzia.
Genebra de Hollanda a 600 rs. o frasco 69500 a frasqueira com 12 fraseos.
Chocolate o mais superior que temos tido no mercado portuguez, hespanhol e francez de 19 a l20a alibra.
Vinagre puro de lisboa a 240 rs. a garrafa e 19850 aeanada,
Espermacete Superior sern av.ria a 740 rs. em eaixa e a 760 rs. a libra.
ArrOZ o melhor do mareado a 100 rs. a libra e 2700 a arroba do da India e 120 rs. a libra do Marnhao,
Al pista 6 paiOOO o mais limpo que ha a 160 rs. a libra do alpista e 240 re. a libra do paineo.
Vinagre branco o melhor que temos tido no mercado a 400 rs. a garrafa e 2f 560 a caada.
MaSSa de tomate em latas de urna libra do mais acreditado autor de Lisboa e vinda a primeira vez a nosse mercado, de lt a lato.
Araruta a melhor que se pode desejar a 320 rs. a libra, e 160 rs: a libra da gomma.
Toucioho de Lisboa o mais novo do mercado a 320 res a libra-e arroba a 109000.
BatattS em gigos com urna arroba, as melhores que ha no mercado a 1|800 o gigo.
Lentllaas francezas, as melhores e mais saborosas de todos os legumes a 500 rs. a librs
NozeS as meliiores e mais novas por terem chegado neste ultimo vapor a 200 rs, a libra.
Palitos XadoS f ara denles a 200 e 160 rs. o mago com 20 massinhos eflor a 280 rs,
Latas com sardinha de Nantes muito novas a 44o rs. a lata.
Velas de Carnauba ecomposieae de superior qualidade a 400 rs. a libra e a 125O0 a arroba:
Bolachlha nglezajogleu amis novado mercado a 49 a barrica e 320 rs. alibra.
A lem dos gneros annuqcisdos nconirari o publico todo que Tjtocirrar tendente a molhados, t> por menos dei por cento do que ea ont
qualquer parte, *
l
ik.


DIARIO DB PEMWMBUGO QARTA HUR4 D& FfiVBffilRO DE 1DM
^
i
Gal de Lisboa em
pedra,
desembarcada honteu ; vende-te maii barato do
que em qnalquer oetra paite : na ra de Apollo
d. 28, armatem de Terroso.
Meias pata scaVitra.
Vendem-se superiores meias para aenhora pe-
lo baratissimo preco de 89640 a duzis ; na loja
da boe f, na ra do Queimado n. 21.
ntremelos
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'agoia branca se acha un bello eorti-
mento de ntremelos bordados em fina cambraia
transparente, e como do seu costume est ven-
dendo baratamente a 19200 a pera da 3 Tiras,
tendo quanlidade bastante de eada pedrao, para
vestidos ; e quem tiver dlobeiro 6 approveitar a
occasio, e manda-Ios comprar na ra do Quei-
mado, loja d'aguia brancs n. 16.
Agulhas imperaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em vistas sempre
vender bom, mandoa vir, e acabam de chegar
aqoi [pela primeira ves) as superiores agulhas
imperiaes, com o fundo dourado e mu bem fi-
tss, sendo para alfaiates e coslureiras, e cusa
cada papel 160 rs. A agulha assim boa anima
e adianta a quem coso com ella, o em regra sao
mais baratas do que as outras; quem as com-
prar na ra do Queimado, loja d'aguia branca n
16, dir aempre bem dellas.
Zefire para vestido.
Chegou pira a loja da victoria grande sorti-
mento de zefire para eofeites de vestido ou piara
outra qualquer obra que se queira bular pelo
barato prego de 500 rs. a pega com 10 varas : na
loja da victoria na ra do Queimado n. 75, junto
a loja de cera.
Escencia de ail.
Para engommado.
Vendem-se frasquinbos com escencia de ail
consa excelleote para engommado porque urna
gota della baatante para dar cor em urna bacia
de gomma tendo de mais a maisa preciosidade de
nao manchar a roupa como muitas vezes acon-
tece com o p de ail. Gusta cade raaquioho
500 rs. : na ra do Queimado loja da aguia bran-
ca n. 16.
Polassa americana.
Vende-se potassa americana muito nova e de
superior qualidade: no escriptorio de Manoel
Ignacio deOliveira & Filho, largo do Corpo San-
o n. 19.
WlliftlltWllf llffBI flffaffnf vsii
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
BUSTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceicao dos Milita- -
res n. 47.
Dm grande e variado sortimento de
roupas feitas, algados e fazendas e todos
estes se vendem por precos muito modi-
ficados como de seu costume.assim como
sejam sobrecaaacos de superiores pannos _*
e casacos (eitos pelos ltimos figurinos a ]f
260,289, 309 e a359, paletots dos mesmos
pannos preto a 16g, 18|, 20* e a 249,
ditos de casemira de cor mesclado e de
novos padroes a 149.16#. 189,209 e 249,
ditos saceos das mesmas casemiras-de co-
res a 99, 109,129 a 149. ditos pretos pe-
lo dimiauto prego de 89, 109, e 12g, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 129,
ditos de merino de cordo a 129, ditos
de merino cbinez de apurado gosto a 159,
S ditos de alpaca preta a 79, 89, 99 e a 109,
ditos saceos pretos a 49, ditos de palha de
S seda fazenda muito superior a 49500, di-
* tos de brim pardo e de fuslao a 89500, 48
e a 49500, ditos de fuslao braoco a 49,
grande quanlidade de calcas* de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49, ditas de brlm de cores
finas a 2(500, 39, 39500 e a 4$, ditas de
brim brancos finas a 49500, 55, 59500 e a
69, ditas de brim lom a 59 e a 65, cclletes
de gorguro preto e de cores a 55 e a 61,
ditos de casemira de cor o pretos a 45500
e a 59, ditos de fuslao branco e de brim
a 39 e a 39500, ditos de brim lona a 45,
ditos de merino para luto a 49 e a 49500,
caigas de merino para luto a 45500 ea55,
capas de borracha a 99. Para meninos
de todos os lmannos: caigas de casemira
srelaedecor a 55, 69 e a 79, dilas ditas
de brim a 25, 39 e a 39500, paletots sac-
eos de casemira preta a 65 e a 7, ditos
de cor a 69 e a 75, ditos de alpaca a|39,
sobrecasacos de panno preto al29e a
149, ditos de alpaca preta a 59, bonets
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos da todos ostamanhos,
meios ricos vestidos de cambraia f eitos
para meninas de 5 a 8 annos comeinco
babadoslisosa89eal25,ditosde goran-
ro de cor a de laa a 5* e a 69, ditos de
brim a 30, ditos de cambraiaricamente
bordados para baptisados.e muitas outras
fazendas e roupas feitas que deixam de
ser mencionadas pela sua grandequant-
dade; assim como recebe-se toda equal-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar o que para este flm
tJem0 m completo sortimento defazen-!
das de gosto e urna grande offleina da al-
faiate dirigida por um hbil mestre que
pela suapromptid eperfeigio nadadei-
xa a desejar.
Ma No armazem da ra do Vigario n. 8 de T. A.
de rinno, vende-se a commodo preco, em por-
gos que convier vender.
Macolla de Lisboa.
Banha para cabello em latas de 2, *, 6, 8 e 12
libras.
Papel franco greve.
Dito de peso greve de quadrinhos.
Nao possivel que se venda
gneros mais baratos do
que no armazem da estrel-
la do largo do Paraizo nu-
mero 14.
Manteiga ingleza boa a 800 e 720 rs., franceza
a 640 rs., cha a 9700, caf a240 rs., queijos do
vapor a 20500, spermacete a 760 rs., arrox a 100
rs. altbra, toucinhoa.820rs., batatas a 40 rs.,
sabao maasaa 160 rs.. aletria e talharim a 400
rs., alpiste a 160 rs., arroz de caica a 200 rs. a
cuta, ferjao a 800 rs vinho de Lisboa a 480 e 400
rs.. vinagre a 240 rs.,azeile doce a 360 rs., de
carrapato a 400 rs., genebra a 500 rs. o frasco.
Na loja do vapor.
Ra Nova n. 7.
Acha-se barato grande sortimento de calcado
Ireucez e ieglet. roapa feria e perfumaras mul-
to finas, quem dirisar pode ver.
Chapeos de castor.
Vendem-se chapeo* de castor de primeira qua-
lidade a 89, qoe j se venderam a 160, e para
acabar: na rus da Imperatriz, loja n. 20, do
Duarte.
Aos Srs, consumi-
dores de gaz.
Nos armazens docies do Ramos ns. 18 e 36 o
na roa do Trapiche Novo (no Recife) n. 8. te
vende gaa liquido americano primeira qualida-
de e recentemeote chegado a 140 a lata de cinco
galloes, assim como se vendem latas de cinco
garrafas e em garrafas.
Noves cinteiros de fitas com j
pontas cahidas e franjas,
a. loja d'aguia branca acaba de receber pelo
vapor ioglez os lo procurados o muito bonitos
cinteiros de filas com pontas cabidas e franjas, e
por isso podem agora ser satisfactoriamente ser-
vidas as senhoras que a desejavam ; elles achara-
se nicamente nadita loja d'aguia branca, ruado
Queimado n. 16.
Fitas de chmalo-
te muito boas e
bonitas.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo va-
por ioglez sua encommenda de boas, bonitas e
largas fitas de cbamalole brancas e outras cores,
as quaes sao excellentes para cintos, lasos, etc.,
de vestidos para caaamentos e bailea, assim como
para lacos de bouquetes, cinteiros de crianzas e
muitas outras diversas cousaa, e como de seu
costume os precos sao menores do qae em outra
qualquer parte; assim quem munido de diohei-
ro, dirigir-so a ra do Queimado loja d'aguia
branca n. 16, aera bem servido.
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da mais nova e
superior que ha no mercado e a preco muito
cammodo : no escriptorio rte Uanoel Ignacio de
Ollveira & Filho, lafgo do Corpo Santo.
Ra da Senzalla Nova n. 42,
Neste estabeleciment vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. dem
de Low Moor libra a 120 rs.
Chapeos enfeitados.
Yendem-se chapeos enfeitados multo recom-
mendaveis para aa aeuipasq.ua esli passaade a
fasta.nos ameooa arrabaldes desla heroica cidade,
a preco da 29 cada am : na ra da Imperatriz,
loja n. 20, do Duarte. Na dita loja cima acuario
continuadamente os senhores consumidores um
grande e variado sortimento de faaendas, ludo
baratissimo.
Vendem-se burros gordos e mansos : no
oogenho Junssaca, do Cabo: a tratar alli com o
Sr. Domiogoa Freucisoo de Souia Leio.
N. O.Biebar & G.saceesaores.raa da Cruz
B. 4, tem paca y ande r relogioa para algibeira da
onro prata.
E SIN M3 MUSS MUCiQfiMSM CtlftjW
Inleresse publico.
Offereoido pea loja del
marmore.
A loja de marmore tendo de apresen-
tar concurrencia publica o que ha de
mais novo em faaendas, tanto para se-
nhoras como para homeos e meninos,
sendo que para este flm espera de seus
correspondentes de Inglaterra, Francia e
Allemanha aa remessas de seus pedidos,
tem resolvido, antes de apresentar o no-
vo sortimento, liquidar as fazendaa exis-
tentes, o que effectuar por. precos m-
dicos e para cojo flm convida o respeita-
vel publico a aproveitar-se desta emer-
gencia.
do rfio, muito novo e barato.
Farinlia de mandioca
de Santa Catharina, a mais nova que ha.
Vende-se um* e outro gneros ; na ra nova
de Santa Rita, armazem n. 19.
D. Pedro V.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova oficina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Neste rico e bem montado eslabelecimenlo en-
contrarlo osfreguezeso mais perfeilo, bemaca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIRUS de todos os tamanhos.
SEMCUP1AS dem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem idem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixas de todas as grossuras.
FRATOS imitando em perfeigao a boa porcel-
lana.
CHALE1RAS de todas as qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e flandres para qual-
quer sortimento.
ViDROS em caixas e a retalho de todos os ta-
mandaodo-se manbos, bolar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendas de qualquer natu-
reza, concertos, que tudo ser desempenhado a
contento.
H*% > >) spJJV VJJ*J WCB^ WIb^bj a*aiv TT ** WWTW 09*

I
i

Vendem-se folhelos com o retrato do Sr. D.
Pedro Y, contendo o seu reinado e ltimos mo-
mentos, obra mui apreciavel para os Portugue-
zes, pelo barato prego de 19: na ra do Queima-
do, loja do miudezas da boa fama n. 35.
Vendem-se 6 cadeiras a Luiz XV, novas :
na ra das Cruzes n. 1.
Machinas americanas.
Em casa de N. O. Bieber A C., successores,
ra da Cruz n. 4, vendem-se : ,
Machinas para regar borlas e capim.
Ditas para descarocar milho.
Ditas para cortar capim.
Selina com perleoces a 109 e 20$.
Obras de metal principe praleadas. J
Alcatro da Suecia. 1
Verniz de alcalro para navios.
Salsa parrilha de primeira qualidade do Para.
Vinho Xerez de 1836 em caixas de 1 duzia.
Cogoac em caixas de 1 duzia.
Arados e grades.
Brilhanles.
Carrosas pequeas.
Muitas fazendas
baratas na ra da Impera-
triz n. 60, loja do pavao.
Gama & Silva, donos deste estabelesimento,'
lem resolvido vender as suas fazendas por presos
baratissimos como sejam:
Musselioa branca com 4 1)2 palmos de largu-
ra, covado a 240 rs.
Ghitas escuras com pequeo toque de mofo,
covado a 160 rs.
Ditas matizadas sem mofo, covado a 160 rs.
Corles de ditas com 10 covados a 19500.
- Cortea de chitas francezas escaras e alegres,
fazenda muito fina e de cores seguras, com 10
covados, 29600.
Chitas francezas, fazenda superior, covado a
260,280, 300 e 320 rs.
Lazinha de quadros para vestidos, covado a
280 rs.
Dilas muito finas e modernas, covado a 440rs.
Castas de cores, fazenda inteiramenta nova,
covado a 260, 280 e 300 rs.
Dilas garibaldinas, fazenda flniasima, covado a
360 rs.
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama"
lote, franjas e trancas.
Aloja d'aguia branca acaba de receber de sua
encommenda diversos arligos de gosto, e proprios
p'ara eofeites de vestidos de noivas oa convida-
das, sendo bicos de blond de diversas larguras,
franjas brancas e de cores, irangas brancas com
vidrilhose sem elles, cascarrilhas brancas e mui-
tas outras cores, finas e delicadas capellas bran-
cas, bonitos eofeites de flores e cachos sollos, lu-
vaa de pellica enfeiladas primorosamente, mui
bonitas e boas filas de chamelote, e emfim mui-
los outros objectos que a pedido do comprador
serio patentes, e & vista do dlnneiro nao se dei-
xar de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de receber por
amostra urna 'pequea quanlidade de fivellas
douradas e esmaltadas para cintos, todas de no-
vos e bonitos moldes, e lambem douradas que
parecem de ouro de lei, o que s com experien-
cia se conhecer nao oserem, estando no meamo
caso as esmaltadla, e assim mesmo vendem-se
pelo barato preco de 25500 rs. cada urna, na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Cestinhas ou cabases para as
meninas de escola.
O lempo proprio das meninas irem para a
escola, o por isso bom que vio compostas com
urna das novas e bonitas cestinhas qoe se ven-
dem ca roa do Queimado loja d'aguia branca
n. 16. .
Novos bonets de velludo, e
marroquim dourado.
Na loja d'agaia branca vende-se mui bonitos
booets de velludo, e marroquim dourado, os
quaes sao agora mui necesianos para os meni-
nos que vao para a escola e quem os quizer com-
prar mala baratos dirigir-se ra do Queimado
loja d aguia branca n. 16.
As verdadeiras pennas ingle-
zas caligraphicas.
A loja d'aguia branca acaba de receber sos
encommenda das verdadeiras pennas de a(o
inglezas caligraphicas, dos bem conhecidos e
acreditados fabricaales Perry & C, e apesar da
falta que havia dessi9 boas peonas, com ludo
vendem-ae pelo antigo prego de2/00O a caixinba
de urna groza, qaantidade essa que as falsifica-
daa nao trazem. Para livrsr do engaos, as ea-
rxinhas vio marcadas com o rotulo que diz. Loja
d'aguia branca ra do Queimado n. 10.
Loja amarella.
Ra da Cadeia confronte ao becco
Largo.
Ricas capas pretas compridas, raante-
letes modernos de seda e fil.
Vestidos bordados de cambraia, duas |
saias, patos e baba din nos.
Vestidos de seda cores escolhidss e de
| phsntasia, lasioha de cor a 500.
Sedaa de quadrinhos, grosdensples e
moreantique, la matiaada a 640 rs.
Manguitos e gollas bordadas com per-
I feiQao.la transparente a 640 rs.
Cassas decores, chitas finas, tarlatana,
i fil etc., baregede laa a 640 rs;
Para as noivas.
Vestidos de blonae com saia de selim
mana, capella, todos os pertences.
Oleo de linhaca.
Em barril, galota ou .libras, pala preco o mais
b?"40 8S"Tel: Uberaa oa ra do Caldei-
eiro o. 94.
immmfmmm
Aloja dabandeira
tem para vender de boa
| qualidade folha, estanho-
e bacas de
senecupa prefo favorito.
Tova loja de funileiro da
ra da Cruz do Recife
numero 37. .
Manoel Jos da Fonseca participa a
todos os seus fraguezea tanto da praca
cmodo mato.ejuntamente soreepeita-
VOlpublico.quetomou a deliberacao dt"
balxaro preco de todas assaasobras.por
cujo motivo tem para vender um grande
i sortimento debahs e bacas, tudo do
, difierentestamanhoae dedivaraas cores
] em pinturas,e junlamenteam grande
^sortimento dellvorsaa obraa,contendo
banheiros ramelascompridas,grandes
epequenas, machinas para caf e cace-
cas para conduzr agua grandes e peque-
as, lataa grandes para conservar fari-
nha e regadoresao uso da Europa, ditos
grandes e pequeos ao uso do Brasil o
camasde vento, latas de arroba a 1,
bahusgrande f a 4y a peqoeuoaa600
"bcia grandes a 5 e pequeas a
800 rs..cocos de aza a ljj a duzia re-
gadores regularea muito barato, ditos
pequeos a 400 rs., de todos estes objec-
tos ba pintados e em branco e tudo mais
se vende pelo menos preco possivel: na
loja da bandeira da ra da Cruz do Re-
cite n. 37.
36ENMWMHMM MQ9MM6M8N*
LuvasdeJouviiL
Na loja da Boa F na ra do Queimado n. 22
sempre se encontrarao as verdadeiras luvas de
Jouvin tanto para horneas como para aenhora
advertindo-se que para aquelles ha de muito
lindas cores, na mencionada loja da Boa F na
ra do Queimado n. 22.
Banha lina
em copos grandes.
A' loja d'aguia branca avisa a sua boa fregue-
zia que chegada a apreciavel banha fina em co-
pos grandes, e contina a vende-la mais barato
do que em outra qualquer parte : na ra do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
la do Oueimado n. 10,
loja de 4 portas de F#-
ro Maia,
vendem-se asseguintes fazendas por motada de
aeos valores smente com o flm de acabar.
Chales da touquim o melhor que tem appare-
cido no mercado a 8,10, 15, 20 e 305-
Sedinhas de quadrinhos, covado, a 800 e 1$.
Chaly e bsrege, covado 500 rs.
Mimo do co, covado 500 rs.
Cassa francesa, covado 740 rs.
Cortea de cassa de salpicos a 3.
Grosdenaple preto, covado 1$.'
Dito amarelio, covado 600 rs.
Chales de merino bordados a matiz a 4f.
Cortes de velludo de cores para collete a 39.
Paletots de brim de cores a 39.
Lencos de seda de cotes, um 600 rs.
Chapeos de palha para aenhora o mais moder-
no e rico que lem apparecido a 12,14 e 159.
Ditos para meninas e meninos por barato prego
bonets de palha para meninos idem.
Cortes de seda de quadros, fazenda muito su-
perior a 8|.
Paletots de alpaca preta e de cores a 8$.
Tarlalaoa de laa com palmas matizadas, fazen-
da moderna e propria para vestidos de senhorae
meninos, covado 400 rs.
Chspelinhas de seda para senhora, urna 6$.
Meias para menina de 2 a 8 annos, duzia 2;.
Vestidos preros bordados a velludo.
Ditos ditos com babados.
Ditos de cores, riqissima'fazenda.
Panno fino de todas as cores, covado 2J300 e
3JO0O.
Manteletes pretos lisos a 12 e 159*
Ditos ditos bordados o mais rico poaaivel.
Cortes de nova fazenda intitulada moasambi-
que, propria para vestidos de senhora.
Atoalhado de linho com 10 palmos de largura,
vara 29. *
Bramante de linho, 12 palmos de largura, vara
29000.
Dito de dito muito fino a S9300.
Chales de la e seda a 29.
Alem das fazendas cima mencionadas ha mui-
tas outras de apurados gostos, que se vendem por
diminuios prego*.
Aos fabricantes de velas.
O antigo deposito de cera de carnauba e sebo
em pao e em .velas, eslabelecido no largo da As-
sembla n. 9, mudou-se para a ra da Madre de
Deoa nr 28, quaai defronte da igreja, onde conti-
na a haver um completo sortimento daquelles
gneros, que se veodem por presos razoaveis.
Relogios.
Vende-se em casa da Johnston Pater de C.,
ra do Vigario n. 3 um bello sortimento da
rtlogiosdeouro,patenteinglez,deum dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambom
urna variadada da bonitos tranceln;para os
msalos.
CARTOES
DB
VISITA
DB
Carloea de viaita de novo gosto
Cartoea de viaita de novo goato
Cartoes de visita de novo gosto.
Urna duzia porl6OOO.
Urna duzia por 16|0O0
Urna duzia por 1SSOOO
Urna duzia por 16JO00.
Retratista
Retratista americano
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Roa do Imperador
Ra do Imperador
Roa do Imperador-
americano.
Novidade.
Chapeos de palha fino, leques,
gitos, penles, espartilbos, chales
redonda, perfumara etc.
man-
ponta
Roupa feita.
E* esse eslabelecimenlo o especial em
roupa feita j em preco como na quali-
dade, palitols, caigas, colletes, sobreca-
cos, sobretudo, capas de borracha etc.
Calcado.
Botinas de Meli muito frescas a 129 :
na ra da Cadeia n. 23, de Gurgel &
Perdigo.
8
Grvalas da moda.
Na loja da boa f, na ra do Queimado n. 22,
ae encontrar um completo aortimento de grava-
tas de seda pretas e de cores, que se vendem por
precos baratissimos, como sejam: eslreiliohas
pretas e de lindas cotes a 19, ditas com pontas
largas a 19500, ditas pretas bordadas a 19600. di-
tas pretas para duas voltas a 2g ; na mencionada
loja da boa f, oa ra do Queimado n. 22.
Urna bar caca.
Vende-se ama barcaca do porte de 35 caixas,
encalbada no estsleiro do mestre carpinteiro Ja-
cintho Elesbo, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
tas, aonde pode ser vista q examinada pelos pre-
tndeme ; vende-se a prazo oa a dinheiro ; a
tratar com Manoel Alves Guerra, na ra do Tra-
piche n. 14.
Lencos torameos muito
ftnos,
Veodem-se lencos brancos muito finos, pelo
diminuto preco de 29400 a duzia, graude pe-
chincha : na loja da boa f, na ra do Queimado
numero 22.
Caivetes fixos para abrir
latas.
Chegou nova remessa desses preciosos cai-
vetes fixos para abrir lataa de sardinha, doce,
bolacbinhas etc., etc. Agora pela feita come-se
muito dessas cousaa o por isso neceasario ter
um desses caivetes cujo importe 1J), compran-
do-sena ra do Queimado loja da agaia branca
n. 16, nica parte onde os ha.
Gaixiubas vazias para con-
feitos.
Muito lindas caixinhss vazias para se bolar
coofeitos e dar de presente a 200, 320 e 400 rs.
cada caixinba; na loja da victoria na rna do
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Lionas de croxele em nve-
los monstros.
Muito boa oha do croxele para bordado em
nvelos monstros por serem muito grandes a
400 rs. o novelo: na loja da victoria na rna do
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Vende-se um carro de 4 rodas novo, rece-
ido ltimamente de Franca, todo forrado de
seda, com os competentes arreios prateados,
obra de muito bom gosto, sendo este caleehe o
mais bonito que hoja existe nesta cidade : a tra-
tar Ha roa do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Novo sortimento de cascarri-
lhas de seda.
A loja d'aguia branca acaba de receber um novo
e bello aortimento de cascarrilhas de seda de
muitas e differenles cores, e vende-se 19500
e 295OO ris a peca, na ra do Queimado loja
d'aguia branca n. 16.
Meias pretas de seda 1:000
o par.
Yende-ae meiaa pretas de seda, e de mu boa
qualidade, para senhoras, e padres 19600 o
par, por eatarem principiando a mofar, o estando
ellas calcadas nada se enhoc, aa ra do Quei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
Novo paquete das novidades
23-Rua Direita-23
Neste novo eslabelecimenlo achara o publico um grande sortimento tendente a molhados
ludo por prer;o mais barato do que em oulra qualquer parte :
Manteiga ingleza especialmente escolhida a 800 e 960 rs. a libra.
Dita franceza a melbor do mercado a 720 rs. a libra.
Queijos flamengos chegadoa na ultimo vapor a 29800 e 38.
Cha hyson e preto a 2 e 29880 a libra.
Vinho engarrafado dos melhores autores a 19 e 1#200 a garrafa,
yinho de pipa proprios para pislo a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial dos melhores autores a 900 rs. a libre.
Ameixas portuguezas a 480 rs. a libra.
Psssas muito novas a 500 rs. a libra.
I.atas com bolschiohis de diflerentea qualidades a 16400.
Conservas inglezas as melhores do mercado a 800 rs. o frasco.
Massas, talharim, macarrao e aletria a 440 rs. a libra.
Cerveja das melhores marcas a 560 agarrafa.
Genebra de bollanda superior a 500 rs. a botija.
Velas de carnauba a 440 rs. a libra.
Ditasde espermacetea 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320 rs. a garrafa.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra.
Toucioho de Lisboa a 360 rs. a libra.
Alm dos gneros annunciadosachara o publico um grande sorlimenlo de um lado tenden-
te a molhados mais barato do queem outra qualquer parte.
Continna-se ajvender leite puro a 30 r i
S'camo?* C',!,d" d' "" de b"h0'' r"1"
Armazem de louca vidrada
8-Rua da Cadeia da Recife-8
Grande liquida^ao por
todo preca.
Tambem se vende o eatabelecimenlo com ab-
smenlo.
Louca vidrada de difierentes qualidades.
Vasos de diversos tamanhos para so a n le c do-
ce etc.
Jarras finas grandes e pequeas.
Ditas entre-linas e miisinferiores.
Potes de differenles tamanhos.
Jarras e jarroes para cosinba.
Resfriaderas (ou garrafas) de difierentes gostos.
Quarliohas grandes e pequenss.
Copos da Babia e da lerrt.
Muringues finos e entre-finos.
Fogareiros para defumar.
Baldes de pao proprios para compras, coche-rrs
o navios.
Escovas de lavar casa e navios.
Vaasouras de cabello, piassava e palba para
varrer. '
Espanadores de cabello para carro, mesa ete.
Carrinhos de differenles tamanhos para menis?
brioesr.
Cestinhas para menina de escolss.
Bslaios sortidos.
Cestas para compras sorlidss.
Capachos redondos para meio de asa.
Garrafas de vidro brancas e de cores para vi-
nho, licores, agurdenle etc.
E outras muitas fszendas qae seria diflu.l
mencionar as quses se venderlo sem reserva da
preco por o dono do eslabelecimenlo ter da re-
tirar-se.
Aos senhores sacerdotes.
Acabam de chegar loja da boa f, na ra do
Queimado n. 22, meias pretas de seda mulo au-
periores, proprias para os senhores lacertol-s
por serem bem com pridas e ssoito elsticas ; ven-
dem-se pelo barato prego de 69 o par, na men-
cionada loja da boa f, na rna do Qaeimado nu-
mero 22.
Aos poftuguezes.
Acaba de chegar a roa do Queimado, loja da
miudezas o. 51, os retrstos da familia real pc--
tugueza. A occasio opportona para os portu-
guezes amantes da mooarchia ornarem saas salas
com os quadros de lo illusirts principes. Sj
pouoos e o prego diminutsimo em talsclo s
estima que geralmente se tributa aos aagnsus
descendentes da finada raioha de Portacal a se-
nhora D. Mara II.
ATTENCA0
Sortimento completo de fazendas e roupas feitas
Altenco
NiV L,OaJ\ Ba
N. 48-Rua da lmperatriz-N. 48
Junto apadaria franceza.
Enconlra-se neste eslabelecimenlo um completo sortimento de roupas de todas as qualida-
des como sejam paletots de alpaca preta de 39 a 109. ditos de merino preto a 79, dito de panno
preto saceos a 7. 8 e 129, ditos de casemira de 79, 99 e 129, ditos de alpaca de cor a 38500. 4 e
78. ditos de meia casemira de cor a 49500 e pretos a 5J, ditos de brim pardo e de cores a 3*500 e
49, ditos brancoa de bramante a-39500 e 49, de brim trancado a 49500, sobrecasaco de panno preto
a 169, 189 o 20J, ditos com golla de velludo a 189, sortimento de ealijas brancas de brim a 29500
8!5?0 41' dii" de cr a 1))600' ** a*500 e 3*' oil" de 8DR e cor a 2J700, de meia casemira
a 39, 38500 e 6&, ditaa de casemira superior a 6850O, 79500 e 99, ditas pretas a 4J500,7, 8 e 10
e de outras muitas qualidades, sortimento de collete de. todas as qualidades, camisas francezas
todas as qualidades e presos, serculas da algodo, de bramante e de linho por precos admiraveis.
Um sortimento de roupas para meninos de diversos tamanhos, chapeos francezes para cabera d
todas as qualidades, chapeos deso de seda admiravel pechincha para liquidar a 58500 e 68 ditos
para senhora a 4g e 59 e outras muitas quslidades de fazendas e roupas feitas que se afianc ven-
der por preQos commodos. /
Meias pretas de seda.
Vende-se meias de seda pretas para senhora
fazenda muito superior pelo baratissimo preco
de I90 par : na raa do Queimado na bem co-
nhecidalojada boa fama n.35.
Linhas de core
Vende-se linhas de corej
em perfeitissimo estado p
de 19 a libra : na ra do
dezaa da boa fama n. 35.
em nvelos.
em nvelos fazenda
lo 'baratissimo prego
ueimado loja.de miu-
Papel de peso a|2# a resma.
ado toja de miade-
Vende-ae na ra do Quei
zas da boa fama n. 35.
Bicos delinh
Vende-se bonitos bicos d
quatro dedos de largura fazel
pelo baratissimo prego da 24<
a vare, vende-se por tal pre<
barato.
linho de dous a
da muito superior
, 320, 400 o 480 rs.
o pela razio de es-
tarem muito pouca cousa enealdidos, tambem se
vendem pegas de rendas lisa* perfeitamente boas
com 10 varaa cada pega a 720, 800 e 18, ditas
com salpicos muito bonitas e diversas larguras a
18200,19600 e 28 a pega, ditas de seda a 29 ca-
da urna pega: oa ra do Queimado na bem co-
nheclda loja de mludezaa da boa fama p. 35.
Agua de lavander e pomada.
Vende-se superior agua de lavander ingleza
pelo baratissimo prego de 500 e 640 rs. cada fras
eo, pomada muitissimo fina em pos grandes a
500 e a 19, vende-se por to barato prego pola
grande quanlidade que ba: na raa do Queimado
na loja de miudezas da boa fama 0. 55.
Tentospara voltarete.
Vendem-se superiores teotos para voltarete
pelo baratissimo prego de 48 cada caixa : na ra
do Queimado loja de miudezas da boa fama nu-
mero 35.
Leques de madreperola.
Vende-se mal liados e fioissimos leques de
madreperola polo barato prego de 169 cada um :
na roa do Queimado loja de miudezas da boa fa-
ma n. 35.
Excencia de ail para engom-
mado.
Vende-se cada um frasquinho pelo barato
prego de 500 rs.: na ra do Queimado loja de
miudezas da boa fama n. 35.
Taixas
para engenho.
Grande redueco nos precos
para acabar.
Braga, Son 61 C. lom para vender na rna da
Moeda taixas de ferro cuado do mui acreditado
fabrioanto Edwin Mavr, a 100 rs. por libra, as
mesmaa que sa vendaos a 120 rs. : quem preci-
sar dlrija-so a ra do Trapiche n. 44, armazem
I de fazendas.
500
Vende-se urna barcaca nova com apparelho oj
sem elle, de lotsgao de 25 caixas, e construida
com as melhores madeiras : quem pretende, di-
rija-se a ra da Pr-ia n. 9, armazem.
Vende-ae urna taberna aitnada no melhor
lugardaBoa-Visla.com proporges para habita-
cao de familia por ter um bom solio com quinos
e janellf s, bom armazem, c oxioha, quintil mu-
rado, e cacimba propria : a fallar com o Sr. Bra-
ga na loja de selleiro da ra Nova.
sem segundo
Na ra do Queimado o. 55 loja da miudezas
de Jos de Azevodo Msia e Silva, eaU venoead)
todas as miudezas por precos j sabidos co-
nhecidos :
Groias de pennas de ago de todas as quali-
dades a
Nvelos de lioha que pelo lamsnbo a todos
admiram a 120
Caixas de agulhas francezas a 190
Caixas com slfinetes muito finos a 60
Caixas com apparelho para enlreler me-
ninos a 2)
Dilas ditos grandes a 340
Baralboa poituguezes a 120 e 2SJQ
Groza de boles pequeoos para caiga a 120
Tesouras para unhas muito finas a 4BJ
Ditas para costura muito superiores a 4*>J
Baralhos francezes para voltarete muito fi-
nos a a,)
Agulbeiros com sgulhas francezas a 80
Caivetes de aparar pennas de 1 folha a 80
Pegas de tranga de la com 10 varaa a 200
Dilas de tranca de lia de todaa sa corea a 800
Pares de sapatos de tranca de lia a IfKO
Cartaa de alfinetes francezes a ICO
Pares de luvas fio da Escocia muito finas a 3t)
Ditas ditaa brancas groases a loo
Escovas para limpar denles muilo finas a 200
Massos com superiores grampea a 40
Cartoes com colxetes de algum deleito a 20
Ditos de ditos superiores a 40 o 0
Dedaes de fundo de ago muilo superiores a 100
Eofiadores para vestidos de senhora coi
varas a
Caixas com colxetes francezes a
Cartas de alfinetes de ferro a
Charuteiras moito Coas a
Tinteiras de vidro com tinta a
Ditos do barro com tinta superior a
Areia preta e asul muito fina a libra a
Teoho nova remessa do labyriolho
der por lodo prego, assim como teoho trancas da
seda differenles cores para vender por lodo di-
nheiro que offerecerem.
80
40
i
120
para van-
Escra?os fgidos.
Fugio no dia 20 do corrale do aeree de
patacho cCapuam, o eseravo crioolo aaarinkui-
ro de coma Antonio, idade 19 annos paece ason
ou menos,' altura regular, rosto comprado o coa
alguns signses de bexigss, levou caiga o camisa
azul : quem o pegar leve-o ac escriplerio de
Antonio Luiz de Oliveira Asovedo C rea da
Cruzn. 1, ou a bordo do dito patacho ano se:i
generosamente recompensado.
Attenco.
0
Est fgida desde a tarde de 27 do crranlo a
Greta crioula do nomo Desloa, da estatura
ir e bastante cheia do corpa, tes
vender agua dos chaarizea dos
Antonio ou S. Jote deela cidade, bem
le de carrapato todaa as tardes,
na em que fugio levou tea
flandres urna e meia oasu
sendo esta a primeira vas
casa a referida preta, julga-oe t
occulla ou mesmo desato a
isso roga-se as respectivas
de campo e mesmo a quslqoor
nhecer a sua aprebeacaest
Francisco Antonio Cerrse
iBrumns. 82 o 84, qae se gran


!
SmiO DE PBaNAMBCO QVitt W&k 5 DE rfcVHUSlio DE 116.


Litieratura.
Por causa de urna anglica.
D'antes o* paladinos tomavam cores de su"
bellas easlraziam naa armaa caco a satiflca-
Qao de sua bravura e feitos caralheirosos: hoja,
nao, que os LMputht nao sabera mais brandir
urna lauca, nem bater-se na'tilacada em defeza ?ul*
da mulher ioaoltads, siud em seus senlimebtr; ,rilP0M"l' Da astronoma, a mioha oatfel|a po-
mais puros. E' pena que a nObreta da suprema-1 !8r UB* imples sol do outro mundo que e li-
ninguem me ouviria. T me pergunt'S por que
sou s no mundo ?Escuta:
Eq sou s no mundo porque nao acho
ama fonte que sacie a minha'sde, nem urna som-
br'i*' possa m'l'8r o foso que me derora.
iEu quii fazer da miaa fronte como a rocha
de Moyts : quiz esluJer Deus, depois o uni-
verso, o dosso mundo, o corpo a alma do bo-
rne meom todos os seus segredos e my aterios;
r um Kaal, um Laplace, um Cuvier..., E'
Sanchos a
ndado com
agao mu-
ninguem
deira al-
iar aquelles
ca moral, que por direito lbe_ pertence, ande
agora de fado por mos de '
sociedade moderna lero por
suas mximas de agietsg
tilada, como a estatua de
maisquer comprehender
prsso. Se Garretl nao (osse .
maldilosbatoes tebratht, j nio era nada'ateo
Pois nao obstante asaavergonha do aeclo, pa-
rece que a raiobs dtjjbroDisada anda protesta
contra esse csqueciojH&j pera nao dizer, essa
degradago dos rebelda, e cora mait successo do
que o pobre rei Fernando, sahindo de aples
com a conslituigao oatorgada debeixo do braco.
J que t ha de oosso lempo caricaturas dos
amigos paladinos, a mulher nao Ibes d mais
cOres, e muilo que consinta em se lbe tomar o
emblema do sea ideal, colhido da cesta de Flora.
Ainda asaim, ha quem o colha, e para exemplo,
dou aqui urna anedocta que me cootou um ami-
go, cujo nome nada fazao caso.
O que rae ser Ildo agora, se ainda houver quem
disso se occupar, disse-ru'o elle de um s olego,
e pelas mesmas patarras, que lbe tomei por la-
chygraphia :
**
Eu quena ter tambem um emblema, por que
dou para paladino : mas em vez de oscolher pri-
meiro a madona que m'o offertasse, escolhi um
emblema ao. acaso, esperando que a sua dona,
quem quer que ella fosse, m'o viria reclamar
mais cedo ou mais tarde ; escolhi a anglica.
a Como as d'aqui nao sao o que eu iraaginava
para emblema, tomei por penitencia o bordo do
Judeu Errante, disposto nao larga-lo, emquan-
to nao lopasseem algum dos quatro pontos car*
deaes, esse termo de miobas aspiragea. Parece-
rei o louco de Ch. Nodier, em busca da mandra-
gore qui chante da Fe aux Mietles? pois pa-
ciencia: a vida urna loucura mais ou menos
disfarcada* conforme a pericia do allucinado.
Ora, um dia em que eu eslava em Olinda, e
percorria a cidade para descobrir essa flor em al-
guna dospoucosjardimzinhosd'essa chrysalida de
povoago, a curiosidade levou-me a visitar as
minas Je Palmyra. Ellas sao formadas pelo desa-
bemento de algunos collioas juoto ao mar: o
flanco desnudado do monte, e esluando luz ar-
dente do sol, rido e triste: ali nao ha vegeta-
cao que dure, nem morada de homem que se er-
ga daquelles combros.
<: Ilavia apenas do lado do norte, urna cabana
humilde, que esconda sua miseria por detraz de
um montculo de trra ; ainda a curiosidade fez-
meapproximar della : linha fechada uma porta
j a desabar, e pelo postigo aberto guisa de ja-
xiella, escoava-se cusi t luz melaocholica e
pallida do crepsculo da tarde.
ilavia na cabana um vulto vestido de prelo,
que principio nao desllogui bem por causa da
meia escurido interna. As paredes grisalhadas e
musgosas da habitagocomrastavam sioistramen-
lecom o negror das vestes daquelle personagem
pensativo e mudo. Elle eslava sentado em um
mocho tosco de pioho, virado para o postigo e
com a cabeca apoiada sobre a mo esquerda que
doscansava sobre urna baoquinha de amarello
poeota: mais dous ou tres escabellos descadera-
dos e urna rede de embira completavam a mo-
bila.
As paredes eram nuas. Sobre a banquinha es-
ta vam esparsas urnas tiras amarelleotas de papel
escripto, um linteiro velho sem tinta e urna pen-
na enferrujada, que dava mostras de ter sido,
desde muito privada do alent do ssngue negro
daquelle pobre solitario.
Quando pude bem destioguir-lbe as feicoes e
apandar os tragos geraes no lim de dous minutos
de observago, do pude conler urna surda excla-
mado de espanto e de dr. Aquella fugitivo da
socledade, squelle marlyr do isolameuto, queum
grande sofriaienlo deveria ter derribado, nao li-
nha muitos annos ainda.
Tinha a testa rugada, a tez paluda, os labios
deprimidos, os cabellos em desalioho pela fronte
e os olhos amortecidos e melaocholicos embebi-
dos de um desalent, de um desespero lo fundo,
que doia n'alma quem os filava. Elle devia ter
um corceo como a lava candente do Vesuvio,
petrificada no momento de abrasar a natureza com
a sua flanima de Deus.
. A rnioha exclamago -lo estremecer: er-
gueu-se em toda a altura de seu talhe flexivel,
como o canijo dos rios dobrado pela virago da
noile, caminhou para o postigo e ia fecha-lo,
quando eu o delire e fallci-lhe urna linguagem
de amigo, que o infeliz ha muilo lempo nao ou-
vira.
O mogo da cabana parou, contemplou-me
algum tempo com o mesmo olhar vago de vyna
placidez aemelhante da crosta escura e immo-
vel de um pal mephitico, e abanou lentamente
a cabeca, empurrando de vagar o postigo :
_ Deixae-me s, disse elle gravemente, eu
nao espero mais nada da sociedade : se sois do
mundo, sahi do meu dia, nao disputis ao solita-
rio o seu ultimo escondrijo ; se sois como eu sou,
laslimo-vos muito, mas deixae-me : eu nao que-
ro o consorcio de dous demonios as trevas.
Em veo lhe jurei a sincendade de mhas
inteogdes: eu desejava arranca-lo da borda
daquelle abysmo do soffrer, onde iria em breve
despenbar-se, quera derramar urna gotta de bal-
samo sobre as ulceras daquelle corceo.
a impossivel, tornou-me elle com o sor-
re-
bra no espaco ligado cauda da Ursa Menor; a
geologa nos mostra o Creador contemplando de
longo e indiTetenle as suas obras, e a minha f
esvaeceu-se no fumo da pedra liquefeita qoefer-
via as enlranbas da trra; Cali enaioou que
urna protuberancia do crneo traduz as sympa-
tbiasd'alma, os affectoa do corac.au. Isso que eu
chamara d'antes crelas e futuro, consiste agora
em orna pollegada de osso que dirige nossoa ac-
tos pela impulsan da fatalidade. A philosophia
trabalha em vo o espirito do pensador, e quan-
do a trono abatida pende murena sobre o travs-
seiro do repouso, medita ainda no* problemas
insoluveis dos deslinos humanos, e voz ioterior
que o interroga sobre a sua propria essencia, nao
acha umas resposta em toda a iua sciencia que1
o consume como s flamma do volco ; nao sabe
so sahiu dos hospitaes de Brshma, onde a me-
tempgycosit erigiu um culto aos bruto, nem ae
ha de passar em algum planeta perdido no espa-
do as eslacoes de sua eteruidade de alm-lumu-
lo Os.systemas dos philosophos sao como os pa-
lacios de cartas que aa enancas fazem ; ninguem
pode habila-loj, e o menor spro os deita por
trra : todos elles sao uos disfarces mais ou me-
nos grotescos de Marphurus, o grande philoso-
pho de Esgaoarelli.
a E para chegar essa resultado desconsola-
dor, e pobre pensador soffr tanto !... e depois que
trabalha dia e noile at rogar as espheras com sua
fronte olympica, que da gloria do derer cum-
prido e da immortalidade para esse marlyr?
Se a esperance dessa gloria um ante-gosto
da recompensa futura, quem me diz que essa re-
compensa sera real? Se -na outra vida que nos
bao de pagar ba o muito que esperamos nesta,
aquelles que nao forem pagos seoliro o descrer
de seus das idos na larra, e a eleroidade soffre-
r o influxo do floilismo ; e aquelles que liverem
passado sem desejos, sem peznres, sera saudades,
sem gloria, que contas pedirn? Quem ser o
culpado da existencia mesquinha desses entes
sem destino?
Estudae o que quizerdes : o direito, a me-
dicina, as malhematicas: oque ganhareis com
essas sciencias? quando muilo, sabereis tosca-
mente o modo de evitar o mal que trabalha b-
cessantbmente a humanidade desde o barco, ou a
repara-lo; quando elle fdr ideviUvel. Senoes-
ludardes cousa alguma, levareis toda a vossi vida
a ganhaa-a vida, leva-la-heis a satisfazer neces-
sidades materiaes para proloog&rdes a durago
dessas necessidades.
fk Vacuo em ludo I vacuo em toda a parle I....
na sciencia e na ignorancia I... empre o mesmo
silencio nesto vasto ceraiterio do mundo-i mas o
vacuo da sciencia afflictivo e vertiginoso como
um pesadello, e o vacuo da ignorancia narc-
tico como a morte, silente como urna pedra lu-
mular; no corago do primeiro homem ha um
concert doloroso de urna floresta virgem que
murmura na solido sua gtandeza oppressiva ; no
corago do seguodo, ha um som cavo que denota
a sua esletilidade de urna rocha Oca.
Trabalharl trabalharl lular I ser grande I
eis-ahi os brados que nos bngara os ociosos do
circo quando nos topara na arena : para que, pa-
ra ser desconbecido, ou esquecido? para morrer
sem nome, enlerrar-se sem tmulo e ser para
gloria sua o tbema das escolas decidido sob a f-
rula do pedagogo ? Ah I Eug. Sue I o teu abba-
de de Cilly tiuha razao, e a tua peona consola,
porque foi arrancada das azas de um demonio.
a Ainda se eu livesse um aliar de aojo ante o
qual offeiecesse minha arobicao em holocausto I...
<: Aqui o mogo hesiiou, guardou silencio por
dous minutos, e depois duas lagrimasgrossas lhe
rolaram pelas faces :
a Oh 1 proseguiu elle com vozquasi extinc-
ta e as feiges demudadas, eu busquei tantas e-
zes. o esquecimeoto como um remedio I... ati-
rei-rao como um louco vertigem dos prazeres
forgados .. empreguei o fumo, o alcool, carrei-
ra, o jogo... nada I nada I...
Mas eu sei um remedio iofallivel para es-
quecer de urna vez, acrescentou elle com voz sur-
da,agora deixa-me : eu quero seguir o meu
destino maldito!
O solitario fechou o postigo. .
'- Vi brilhar depois urna luz no ioterior e ouvi
d ahi pouco um longo solugar: era como o
echo desmaiado de urna harpa fnebre que esta-
lou am tempo as suas cordas todas.
Afaslei-me leulamenle o'aquelle lugar: nao
tive um pensamento, nao tive urna lagrima para
aquelle infortunio : a observsgao prolongada dos
males da humaoidade torna-nos iosensiveis ao
prazer e dr, quando ella recahe sobre nos, e
proslra em urna atona moral que s um grande
abalo d'alma pode dissipar: eslava indignado
contra mim mesmo
Dias depois, indo ver o solitario mesma hora,
achei a cabana completamente fechada; bali em
balde porta e ao postigo: ninguem me appa-
receu ; escutei algum tempo ; reinara na cabana
o mais completo silencio.
A porta cedeu um ligeiro empurro: por
dentro, como por fra, estava lulo no mesmo
estado, com a differenga de que j l nao estava
o personagem de luto, nem so viam mais sobre
a baoquinha aquelles papis velhos e poentos
que a cobriam da primeira vez.
Achei um canto da casa um rolo de papis
e na capa que o embrulhava' li custo ums li-
nha trmula escripta lapis que deslinava aquelle
riso do mariyr que v chegar a sua hora e se re- masso ao piedoso eslraogeiro que tinha ido tentar
signa, eu sou s no mundo. o solitario : era mim, pois, que se orTerecfl
t, porque s no mundo? Sois mogo, ten- aquella preciosa, mas tristissima conflsso de urna
des um futuro oteno que vos pede por crente :W1ma extraordinaria, que lo cedo declino para
vinde, vos seris meu corapanheiro e meu ami- o ocaso da existencia.
go, porque eu tambera sei compreheoder as d- a Guardo para mim essa conflsso : embora me
suas aspiragM l-,la-hiam por termo ; ella serta
a imagen consienta de mus aonhos, a santa de
tiaa preces, a iospfragao de sua creega, a teva-
legao de Deus. Em seo seio puro e angeliov
dormira calentada a sua dflr; as flores 'pre-
sar que colhesae de manhaa no camioho da vida,
teceriam noute o bergo desse anjol que elle
ideara; as palmas verdes que gloria lhe lan-
gass, sarlam as folhas de ene grinalda. Quera
delxar a sociedade corrupta que o nao entenda,
quera maldizer tjs homens de vontade m e co-
ragio perrerso que dsgorernaro. o mndo e tor-
turara a humanidade, de quem fe dizem falsa-
mente amigos, e s, em sen isolamento de paraso
com aquelle sonho realisado de seus das; elle
renceria a propria natureza para fazer sorrlr o
seu amor.
< Quando ella repousaase, elle relaria para que
a abelha do prado nao tocasse com suas azas de
raussulioa, a rubra flor de seus labios, e com os
ramos floridos do laraojal que recer-dem perfu-
mes suaves, elle encentara seos sonrieres inno-
centes ; quando ella dfspertasso, a luz melaocho-
lica de seus olhos velara a luz ardente do sel,
que nao fosse ferir aquella planta querida. Elle
ira colher de seus labios o primeiro beijoees-
cularia o seu nome invocado como o nome de
um crele em urna prce comegada em sonho e
acabada em delirio, em orna rids anciada era
devaneio e realissdt sombradasszasbemditas
da poesa da solidlo I Quando ella chorasse,
elle enchugaria as suas lagrimas quando mor-
resse, o mesmo tmulo guardara aquelles dous
coree.oes Relados, uro dos quaes era o arerrte e o
ouiro a chamma, um dos quaes era o santuario
e o outro o dolo.
res mudas do coragao que nao tem mais creogas.
O mogo olhou-me ainda mais attentamenle,
e estendea-me urna mo fina e magra., que aper-
tei com effuso. Vi urna lagrima trmula cor-
rer-lhe vergonhosa um momento pela face pal-
uda, at que a consummio a febre lenta que o
minara ; ouvi-lhe a voz suave e plangenle, co-
mo o queixume saudoso do sino hora do ange-
las, que me dizia assim :
Ha bem tempo ninguem me falla assim,
eslraogeiro ; quem quer que t sejas, bemdito o
teu coragao, porque quizesle penetrar o mystero
do solitario, instigado pela piedade;... bemdito
seja elle, se quo ha um cu para aquelles que
ainda esperara, se que ha urna bengo para
aquelles que nao dormem acordados como eu
durmo, no leito gelado da vida. Eu te pagarei
essa prora de interesse com urna revelagao que
FOLHETIBf
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
A CARAPUCA DE MEl TO
oc
RECORDARES DE UM ilOMEM VELHO.
POR
YOUMA.L.
0
(Continusgio do n. 23.)
IX
Imagine-se um longo e encorpado barrete de
no da Escossia, de dous pannos, mas sem costura
alguma ; semelbante essea brreles de dor-
mir, de algodo, que te nsam em Franga, Alie-
manha, e outroa paizes fros, e que a caricatura
nos representa de urna maneira to exquisita e
ratona, que ao r-lo imposairel guardar o se-
rio, anda mesmo o mais fleugmatico ; e ler-se-
na urna idea approximada di heranga deixada
pela relha Megg.
O que, porm, a tornava mais notavel e con-
coma muito para agugar a nessa curiosidade,
era um umesimo e delicado anoel de ac, que
contorneara em malhas Qexireis toda a sua aber-
tura, e urna pequea bola do mesmo metal, presa
no tope e balaoceando-se com graga ao menor
morimentodo.sea possuidor.
Era na realidade urna cousa exquisita, mas ad-
mirare!.
Instado com repelidas quesloes, e quereodo
desvanecer a incredelidede de alguna, meu lio,
apaohaodo desprevenido o nosao compadre Man
seja permitlido publica-la, nao hei de eu'faz-lo :
l-la-hiam smente aquelles que sabem o que o
mertyrio' da desilluso ?aos mais nao qu6ro per-
mittir que zorobem, em sua indifferenga egosti-
ca e cynica, do grito agudo d'alma que se arre-
bata em demanda do infinito ecahe sobre a tsrra
ferida pelo raio de Deus, como a aguia implume
a lutar ainda cedo com o fogo do cu, vencida
pela procella que rasgou no alto o flanco negro
da norem.
a E' urna confissao de urna alma ardente rasa-
da expressamente para o amor. Elle quera en-
contrar sobre a trra urna mulher que podesse
adorar como um anjo de sua guarda; em cujo
sorrizo podesse soohar o paraso como o naulo
erradio do ocano da rida consultando a sua
estrella.
a Todos os seus louros seriam della ; todas as
< E por isso aquella cabeca de poeta procurara
na Ierra essa mnlher, como o naufrago a sua
taboa de salrago, como o astrnomo procura no
espago o planeta que esluda e que dere consu-
mir-lhe a vida at ao ultimo minuto.
a Prohibam l phalema que esvoace em torno
da luz, aonde rae queimar as suas azas e deixar
a vida : eu quero rer se urna natureza de fogo
nao ba dederorar-e si propria, se a abafarem
na mortalha do esqaecimento.
Fo rude o destino do solitario: irapellido
por mos sem piedade para a lula do mundo,
elle nao sabia que mascara de gelo hareria de
lerar no rosto para occultar aos olhos indifferen-
tes dos homens as ulceres do coracao e o pro-
fundo desdem que lhe produziam s'ua miseria e
pequenhez.
a Quizeram ensinar-lhe a ambigo: elle dei-
xou-se engaar por rezes ao falso biilho de suas
promessas fallazes; mas quando reparta suas
fadigas aturadas pela sciencia e pela acgo;
quando, carregaodo alguma palma pequea e
murcha eolbid* da arvore da primeira, ia topar
seus ps cansados as desigualdades de terreno
da segunda, suava-lhe a fronte o suor do desa-
lent e renegava ludo : a sociedade e os homens,
a ambigo e as suas esperances.
Um dia elle pensou ter eocontrado aobre a
trra aquelle anjo que soohra : nao verdsde,
autor de Eurico, nao verdade, poeta, que este
mundo seria apenas um ermo tedioso, se nio
fosse esse mystero encarnado que liga o homem
Deus, que prende esta Ierra to melanclica, to
estril ao infinito lao cheio de expanses di-
vinas?
Mas veio ainda a sociedade com as suas con-
veniencias, reto a estulticia de um homem de
marmore que nem a bolsa de Marco sabia ani-
mar, nem os restos horitontes do solitario po-
diam fizer-lhe currar a frente sua estrella do
futuro, e urna manha o mogo dispertou maniata-
do e baoido do paraso cuja porta ia bater: obl
ainda de fogo o gladio do archaojo que lhe
guarda a entrada, depois que a fraqueza do pri-
meiro hornea fui punida pelo Creador que nao
quiz afastar della a tentago.
* Oideiria aquelle romeiro sem as suas affei-
ges, que renlo de urna noute dissipra sem d
como a nurera da alrorada?........elle buscou
por toda a parle a animago, a lula, a rida, ou
o esquecimeoto, 6 s eoconlrou a frieza e a ato-
na, o martyro das Ireras e um espinho no
coragao.
Desde esse dia elle guardou o silencio e fugiu
para aquellas ruinas onde o ri urna nica rez ; o
resto j eu o refer: ninguem mais soube o que
foi feito del le, mas ainda me lembro de suas ul-
timas patarras na cabana:..........eu sei
um remedio iofallivel para esquecer de urna
vez.
Qual ser esse remedio?___ a natureza ha-
mana um abysmo que a sonda de gelo do
philosophismo do compeeso uio pode profundar,
e cojos destinos ae traduzem nss rerelages ulti-
mas entre Deus e a creatura : os mais que o pe-
netren) se quizerem ser intrusos, mas que se
guardem de ultrajar o cu com os seus dogmas
fros e pretenciosos, inventados no remanso do
lar, com o coragao em paz e a indifferenga
n'alma. O que eu sei que a tendencia irresis-
tirel da alma que ae conhece o infinito, e como
a ambigo _no pode satisfazer essa tendencia,
seno ensurdec la, quando a paixo divina das
almas grandes nao o pode conseguir porque o
nao deixam, nao ba mais que fazer-se no
mundo.
dizer que ninguem
pois soube-a eu que
Agora nao me venham
soube ainda dessa lenda;
lhe garanto a veracidade.
J d'aqui vejo que me aecusam por peccado
de iodiscrigo : na rerdade, agora que reparo
que ninguem me deu licenga para publicar essa
confidencia do lal meu amigo, mas como ahi
vem, com a quaresma, o ensejo de lavar-me
dessa nodoa na penitenciaria, nao to grare o
mal.
E a anglica ?......
Ah ia-me esquecendo que s della devia tra-
tar: o meu amigo continuou a romaria, quando
rollar cscrererei o resto.
Recife, ferereiro de 1862.
5ouzo Ribeiro.
0 banco negro.
Ha alguna lempos, os jornaes falla vam da cas-
se agrcola ; apontaram um grande numero de
causas da penuria geral que se apoderou de nos-
sas populages ruraes, e queasimpedem de fazer
os molhoramentos que comporleriam o solo, ge-
ramente to frtil, de nosso patz. Entre os meios
indicados para tirar o agricultor do mu estado
em que fogosamente se acha, ou ao menos para
impedir que o mal tome proporges mais medo-
nhas ainda, fallaram da immobilisajao do solo e
da liberdade testamentaria do pae de familias.
Eram estes, cerlamente, excellenfes meios para
attrahir ao solo natal lanos agricultores que se
desgostam de seu estado a se rao arruinar as
grandes cidades industriaes., e para perpetuar
essas sadiase fortes ragas de larradores que, ain-
da no principio deste seclo, eram o ornamento
dos notaos campos, at o orgulho da nac>o, e que
de da em da tendem a deaappaitecer. Mas essas
grandes medida, (tara serena eteeutidas, recla-
aam lempo e reflexo; e a atiendo d goreruo,
dretrahide em ceosequeocia deoegoeios mais ur-
ajales, parece nao eatar anda rSrdadeirament
Otada sobre os rerdadeiro* intereses da classe
lo imponate dos agricultores entretanto, o
mal se sgrara, eseria preciso achar um meio f-
cil e prompto para remedia-lo.
Este meto seria o dinheiro posto disposico
do agricultor eom juro mate mdico poivel, com
o qual elle faria com qae sua tetra, por menor
que fosse, passasse por moditicagds que accros-
ceatariam o seu reodimento e os arrancaran) das
roios de Judeus e usurarios, que ah s se achara
para ollerecerem seus serricos aoa
cultores.
Esta oecessidade de dinhefro ajerel, e fellou-
ae de um projecto de sancos agrcolas que substi-
tuiran) o crdito territorial, coja ittutilldade ha
tantos annos reconhecida, por qua as coodigoes
de seus empreslimos o tornam \inaccessivel
maioria dos agricultores.
O estabelecimento de bancos loejses seria u
grande beneficio para a nossa populaco da Alea-
da, por que ella se acba em face p'um ioimigo
pengoso e cruel: o Judeu. Na refdade o mer-
cantilismo judeu quasi a causa uAica da ruina
d um grande numero dos nossus propietarios
ruraes. T
O* Judeus, ha muito tempo, desrclam consi-
derarelmente noasa bella e frtil provincia ; fo-
rana elles que estabeleceram especie; de bancos
locaes que eu chamarei Banco mgroti que, como
urna rede, cobrem nosso paiz de principio a fim ;
e esses bancos funecionavam cora urna perfeigo
apurada para a ruine do agricultor. |
Na qualidade de filho de um camnonez expe-
rimentado pelos revezes da fortuna, plosso fallar-
vos a este respeilocom um ioteiro coKhecimento
de cauta e por experiencia propria. Cora a mor-
te de meu pee fui obrigado, como irimogeoito
da familia, a tomar a direceo de um patrimonio
excessivamente arruinado pelas especilages dos
Judeus, e sei o quanlo custou-me lirrar-me da
escrav:do dos Judeus, mil vezes mai i dura para
os chrisiaot que nao foi para Iarael a eacrarido
do Egypto ; antes de poder arrancar-ne das suas
garras, foi-me preciso passar pela can ara obscu-
ra, isto por muitos accommodaraentos visivel-
mente contrarios a nossos inleressts; e o que
succedeu-me, succede diariamente a um grande
numero dos meus compatriotas.
Eis agora em que circumstancias o agricultor
do alguma sorte Coreado a recorrer aos bancos
negros, e como os Ju leus se preval icem disto
para arruioa-los. O cemponezalsaci mo ordina-
riamente pae de urna numerosa fa nilia, cuje
educagao, ainda que ordinaria, nao di ixa de ab-
sorver boa parte de suas rendas ; com isto rem os
mus annos, o baixo prego dos seu< productos,
as molestias e a cooscripgo que roul a-lhe o fi-
lho mais velho, ou cuja exonerago impe-lhe
muito grandes sacrificios.
E eis at cautat ordinarias que podtm langar o
agricultor n'uma oecessidade de dinh tiro ; como
alcenga-lo-ha com o menor juro posiivel Y pois
para ahi que se dirige a sua attengiu ; elle nao
calcula to mal. Precisa, por exempl i, da quan-
tia de 500 a 1,000 francos; para isto o io quer re-
correr a um emprestimo em forma, i: lo sobre
obrigacao ; o pagamento do capital tSo se frac-
ciona ordinariamente; preciso dar 1 capital de
urna s vez e primeira reclamsco depois os
rendeiros tornam-se de dia para dia n ais exigen-
tes ; exigem documentos que do pi blicidade a
um negocio que deveria Qcar oceulto principal-
mente quando se esl em vesperas de casar urna
filha, e as inscripgoes hypolhecariajs poderiam
muito bem chegar ao conhecimenlo do futuro
genro; finalmente os emolumentos Ido notario
sao muito coosideraveis, principalmente quando
nao ha urna taxa fita ; totas estas coasas sao to-
madas em considerago, e sao proprips para as-
suslar o agricultor na procura de um emprestimo
com pouco jaro, e depois de madura reflexo,
depois de ter promellido nao ae deixar apenbar,
vae cahir no banco negro ; elle julgal que entre
dous males vae escolher o menor, e aceita os ser-
vicos quo seu judeu ha muilo tempo lhe ofe-
rece.
Muitas pessoas tal vez igoorem que na Alsacia
cada familia tem seu judeu, ou antea cada judeu
tem suas familias em seut differenles municipios.
Nathan muilo velho; elle tem roda de sua
mesa urna cora de lhos, todos digaos de si;
sent sua morte aproximar-se, mas antes de roar
para o seio de Abra uo, divide com seus fllhos as
differenles villas que durante sua langa e feliz
carreira tao activamente desfructou.J e essa he-
ranga se transmitle assim de pees a Qlhos.
O banco negro quasi nunca tem diqheiro, um
facto digno de observago ; faz seos empreslimos
em gneros. O Judeu, quando prodursdo, nun-
ca tem dinheiro, mas dispde de eUumas cabegas
de gado; podendo ento o agricullo
para obter o dinheiro de que precisa,
d o prego dos seus animaos, sempre
do de mais um tergo ou um quarto.
Permitla-se-me que enlre aqu as Particulari-
dades de um exemplo; esse maoejo ti to com-
plicado, e lo requintada a astucia que pe pre-
ciso recorrer a um exemplo, para fazerVme com-
prehendtdo. Suppoohamos am agricultor que
tem necessidade de 500 francos. O Judeu ren-
de-lhe urna junta de bois deste ralor peluco mais
ou menos por 650 francos, pagareis do da da es-
criptura da renda a um auno. Depois! como o
agricultor precisa de dinheiro, e nao d
obrigado a render seus animaos por do
ros : primeiro para ler os 500 trancos,
porque lhe sobram justamente os que
lhe acaba de dar.
No dia seguinte o mesmo Judeu, que
pera nao tinha dinheiro, se aprsenla muijo cedo
casa do agricultor, quer comprar-lhe animaes
at a coocurrencia da somma necessaria. 1 O in-
feliz agricultor, tendo j perdido sua liberdade,
nao ousa reoder a outro, nem pedir prego de-
masiado ao que to generosamente rem am seu
soccorro, e rende seu gado por menos 50 francos
de prego.
Adicionemos: 150 fr. pagos de maisploi bois,
mais 50 perdidos na renda inferior ao pregol mais
37 e 50 cntimos de juro de 650 francos, importe
da letra ; eis o que custou ao infeliz agricultoi
para ter aquantia de 500 francos, e o interesse
fabuloso que o judeu obtem do seu dinheiro.
No segninte anno, um pouco depois do renci-
mento da letra, o judeu rem pedir o seu dinheiro,
obserre-se mais que os Judeus s costumam re-
clamar o pagamento de auas leltras algunas se-
manas depois do seu rencimento, porque a om-
putago desse tempo para elles urna fonte de
raodes lucros: ganham com isto mais algons
rencos
O agricultor, tendo no anno precedente rendi-
do gado para ter 500 francos, s lhe resta o nu-
mero estrictamente necessario se ainda pode
render urna ou outra cabega para satisfazer as
despegas correles.
O judeu, porlanlo, querendo ter pago, obrigado
a reoder a junta de bois que lhe dera crdito no
precedente anno ; mas o agricultor nio obtem
mais por elles o prego por que comprou-os, de-
pois de te-Ios sustentado durante um anno ; elle
tem de pagar um resto, que com o valor de urna
ora jurta forma uma ora lelra pagarei emum
anno.
Este manejo ae repele regularmente em eada
anno ; o infeliz agricultor se enterra cada re
mais de anno em anno, e em pouco tempo nao
ser mais o dono de sua casa ; o judeu arrancar
de suas estribaras o que ha de melhor, e obriga-
lo-ha a comprar o que elle nao poder por em
parle alguma ; de sane que se nade dizer que o
infeliz agricultor so trabalha e se cauca em pro-
reilo de eu judeu.
O Banco negro, como o disse, raramente d di-
nheiro, porque se o fizer nao pode disargar a
usura ; ocamponez sabe que tOO francos rendem
5 de juro, e de mais, o judeu teme um pouco as
lera contra a usura ; uma cabega de gado pela
7n *ude-u D98 100 francos,, pode da-la por
150 a um infeliz obrigado a aceita-la : o que
proprio do comraereio ; mas 100 francos nao ae
podem dar por 150, porque daria muito as
vistas.
Entretanto ha judeus cuja fortuna est feila, e
a quem nao convera mais negociar com gado ;
estes nada melhor lera a fazer, para se distrahi-
rem, que soccorrerem aos infelizes sgricultores,
adiantando-lhes dioheiro quando o pedem, a 5
por cento, e oo aoimaes : o que expressamen-
te ajustado na obrigacao.
Mas eis como o judeu rendeiro se indemoisa :
se elle honesto exigir smente o juro adianta-
do ; c s mediocremenle honesto tomar adi-
anladoojuro do principal, e depois... um outro
juro no tina do anno ; se elle oo ioteiraraente
escrupuloso chegar a tomar 10 15 francos por
cento com o juro legal no Qm do anno, isto sem
declarago alguma, pois que esta eacripto.
Ordinariamente o judeu rendeiro nao adianta
dinheiro seno por im anno ; porque erapregan-
do muitas vezes pequeas quaotias que elle faz
negocios lucrativos.
Todava est algumas vezes de bora humor para
deixar por mais de um anoo o seu dinheiro, mas
ento especula com um iofortuoio provavel que
accommetler o seu devedor.
Sbese que as calamidadds publicas, a peste,
algumas vezes, porque 03 Judeus nao esto isen-
tos disto, mas a tome, innuDdago>s, incendios,
molestias dos animaes e todas as infelicidades em
uma patarra, que podem alcengar o pobre agri-
cultor, e que muitas rezes desarraojam seas pla-
nos futuros, lodos esses flagellos sao para Jsrael
lances de fortuna.
[Conlinuar-tt-ha).
XV
I
Jico, encasquetou-lhe a sua carapuga na estu-
penda cabega.
O nosso homem estremeceu, como se livesse
tocado em uma pilha gclranica, e abriu uns olhos
de melter medo : tinha adormecido.
Nao se assostem : uma sessao de magne-
tismo. Agora perguntem-lbe o que quizerem,
que elle responder.
Desde logo as mais asnalicas e extraordinarias
perguntss foram feitas ao pobre dormeole. Eram
quesloes iotrioeadas, e de escangalhar de riso,
das quaes pouco me record.
O oosso major, que fra um dos mais apresta-
dos em arredar a suacadeira, quando vira a cris-
patura dos dedos e o esbogalhar dos olhos do
sertsnejo ; foi com ludo o primeiro que tomou a
palarra.
Vmosla; dase elle ainda a tremer, mas
procurando animar-se.
E segurando na mo direita do tapioqueiro,
perguotou engrssaodo a roz.
Quem sou eu e quando nasci ?
T ?! l s o filho de la me, e nasceste
quando ella le deu i luz.
Nao, nio isso ; pergunto como me cha-
mo, e que oceupagc leoho.
T t Joo Pedro Morales, militar de espa-
da virgem ; a tua oceupago derreteres-to por
todas as mulheresque eocontras.
"Ah I ah I ah I bravo, Sr. major I
Ora, adeus I roc nao sabe perguotar. Est
indagando cousas, que elle lhe poderla muito
bem responder, estando acordado.
Mas, como se d que o compadre tenha
adquirido uma lio bella maneira de se expri-
mir ?
laso porque nao elle quem responde,
maa aim o espirito que nelle falla.
Bom : toca-me agora ; disse o Sr, Zumba.
Pergunle.
Se roc me conhece; diga-me o que leoho
no pensamento.
Tu s Zumba zambajes, cortejas direita e
esquerda, e serves quem melhor te paga.
Pensas agora em propr ao governo uma empre-
sa em qae has de chuchar muito, sem qae elle
o conhega, e o teu vizioho te alire pela ra das
amarguras.
Voc est pregando mentira ; mas ramos
que asiim seja, que hei de fazer para lhe tapar a
bocea ?
Essa boa 1 conta-lhe dous ou tres conli-
nhot, e astocia-te com algum Qguro, que le apa-
drinbe.
Muito bem. Mas, de que rizinho falla
roc?
De um jornalisla, que se diz chefe de parti-
do ; mas que nio sabe quemas anda. Ora
republicano, ora monarebista ; moda de casaca
i cada iostsnte, e coDtradiz-se a todo o momen-
to, tudo para dar-se importancia ; mas s con-
segu deitar Ierra nos olhos dos tolos. '
Isto uma calumnia I___Y uma brej tira-
da.... rociferou um homenuinho baixo e pen-
cudo, que se achara sentado ao p do Sr.
Zumba.
Paz I paz I Sr. Jacintho. Nio re que todo
uma brinca deira ?! Demais, nio te est a fallar
no senhor.
Senbores, nada de poltica I A poltica
uma hydra de sete cabegas.... um abysmo sem
fundo I exclamou um poia cabelludo.
Apoiado I tanto mais qae aqui nio ha po-
ltica, a aim ignoeeis interesses particulares.
Basta t estamos aqui para drertirmo-noa, e
nio para altercar. Interroguemos o nosso som-
nmbulo 1 '
Justo. Vamos l, pae Man : que horas
sio no meu relogio ? % -

rende-los
O Judeu
augmenta-
Variedades.
gado,
s moii-
eguodo
Judeu
pa res-
Setee meia ; mas nio leassustes, que lin-
da cedo.
Porque?
Porque s s oore horas que
quartos crescenles.
Nao eolendo ; diga-me, porm o quo me
causa mais pezer ?
Ter tres denles de menos na frente, e tua
mulher um dedo de mais.
Ah I ah I ah I
Silencio I
Mioha mulher com.um dado de ma
roc est doudo, S Mani-Cuia ou lane-
Cco ?!..., Aonde, nos ps, ou as maos
as mos ; pois t queres passar por con-
quistador e ella escora-te o pello, sempre que
te recolbes mais tarde.
Eraro I braro! tricot 1
Agora, eu I agora, eu I gritn o Sr. Felicis-
simo.
Attengio I agora o Sr. commendad >rl
E o Sr. Felicissimo Afortunado, paron isndo-se
todo, e com o riso da eslupidet estampado nos
labios, priocipiou a arrastar estrepitosi mente a
sua cadeira para junto do magoetisado, gritan-
do-lhe quasi nos ouvidoa :
Eutio I hein, S compadre I helo, S Ma-
n, que rae m c nesta cabega ? qu'et ou Mi-
mando ?
Tua cabega nio regula : ella sen pre an-
dou i razio de juros. Coidas agora em^asar-te,
pensas dos bellos olhos de tua riziohal
Um deslurobramento brilhanie passeulme por
dianle dos olhos: estremec. Meu lio, cujo lado
eu me achava eolio de p, segurou-me no brago
e obrigou-me a seoiar; mas nao dista pallavra.
Jforrtu Nevu 1 Ora. diga, t compadre:
quando ot homet de en-rti me fario vescondt ?
Quando tiveres ubi grao de aito del mais ;
poim, aconselbo-te que oso q procures
. *
Carta do visconde de Kitiriki a sua
esposa a viscondessa do mesmo
titulo.
i
Eu eslou, riscondessinha,
Em grande falta, lien sei,
Mas. assim o quiz a le
De Dona naturaleza,
Saibaislo com certeza.
II
Fui dar urna passeata
Com alguns amigos nossos,
Vi no caminbo uns tremogos,
Bem.sabe o meu bem amado,
Que com elles sou tentado.
III
Comprei um maluco d'elles,
E oa panga os arrumei,
O que me succedeu nao sei.
Saibe s, chara consorte.
Que estive s portas da morte.
IV
Se eu, primioha, os afogasse
N'um copasio de bom'vinho
Outro seria o camioho.
Que os laes tremogos tomassem,
Talvez u3o me incommodassem.
V
Mas que quer ? em vez do vinho,
Eu pnz bocea uma bilha
D'agua fresca, que era filha
D'uma fonte linda e pura,
Quo corra na verdura.
VI
Foi asoeira, grande asneira,
E coofessa- lo preciso :
A's vezes quem lera juizo,
E' quem mais asneiras ;
E obra como rapaz.
Vil
Os taes tremogos, senhora,
Fizeram grande motim,
Soffri muito, al que emfim
Mandei chamar de repente
* O meu doutor assialente.
VIII
O taldoulor, jase sabe.
Logo o pulso me tomou,
A liogua me coosuttou,
Apalpou-me a barrigioha,
E a carne sua vizinha.
IX
E pondo sobre o nariz
As cangalhas que tirou.
Sobre um mocho ae assentou,
E escreveu dussreceitas,
Dizendo que erara maleltas.
X
Este doutor aprendeu
Medicina tal ou qual,
Quando o marquez de Pombsl,
Na sua grande carreira,
Penteava a cabelleira.
XI
Dizem nunca mais abrir
Livro algum de medicina,
O seu livro era a rottna :
Curava s os doeotes,
Que soffriam dores de denles.
XII
Quem as unbas lhe cahia
Com molestia tal ou qual,
Apromptava o funeral,
E tirava o passaporle
Para os Estados da morte.
XIII
Tioha o partido da casa,
E a caaa o mandou chamar ;
Eu, quando o ri receilar,
Disse comigo, em lalim,
Nao dou trila res por mim.
XIV
Odoutof apresentou
Diversas opinides,
Ora a cousa eram sezdes.
Ora febre intermitiente,
Ora gota impertinente.
Pro que ? .
Porque t os deitss psra fra (odas as rezes
que fallas ; e se chegasses ser baro ou viscon-
de, te haras de parecer muito com um orsngo-
lango fardado.
Voas tolo? ora, espere l qu'eu ji lhe
emboco. Vamos, hein I quem o pae de meus
fiot ?
Gargalhadas
gunla.
geraes acoakpanharam. esta per-
Grande cousa I retorquio o sertsnejo, fazen-
do ama cara de escarneo.E' o bobo do com-
mendador Felicissimo.
Como?l.... hein!.... qu'i que. ross diz.
id patife?l....
E o commeodador furioso quiz langar-se sobre
o pobre tapioqueiro....
Vamos, vamos, Sr. commeodador, V. S.
nio v que o seu compadre est dormindo... que
tudo aquillo sonho ? disse meu to.
E para corlar toda a questio, lirou velozmente
a carapuga da cabega do velho sertsnejo e com a
mesma ligeireza encsixou-a na do Sr. Afortu-
nado.
Estrepitosas e geraes gargalhadas taudaram a
ioauguragio do novo SancAo Panca ; e at o pro-
prio compadre Man Xico, j aocordado do seu
tomno magntico, nao pode deixar de acolher
com grandes exclamagoes de gosto a transforma-
gao eaquipalica do seu charo amigo.
Ah ah! ah bravo 1 parece um apagador I
Compadre de Fgaro, quando temos alia do
hospital ?
Seohores, am enfermeiro do hospital mi-
litar: deem-lhe uma seringa !....
Arxarrem-lhe um a venial branco deem-lhe
um facalbao velho ten cabo I...,
Fallou tambem vera* rezas,
Em rheometiimo Derroto,
E com er myslerioso,
Fsllou-me dos arromes,
E em outrat cemsianas mais.
XVI
Tomei solphato quioioo,
Seis porgas, tres rotaitorios,
E alm dos preparatorios,
Mamei bichas e sangras
E oulras mais iguarias.
XVII
Que lhe drei da dieta.
Dos esldinhosde gallinha ;
A minha bella carnnha
Ji l rse os laes tremogos
S me deixam os ossos.
XVIII
As minhat pernas, seohors,
Tem a forma de raquetas.
Nao Lou passo sem maletas,
Mas emfim desta escape!,
N'outre nao me metlerei;
XIX
Ao doutor da mala ruga,
A' este grande lepuz.
Fago lhe o sigoal da crux :
J que delle me lirrei.
Nunca mais o chamarei.
XX
A medicina, senhora,
K' segunda enfermidade,
E lhe digo na rerdade,
Quando tomo uma receita,
Fico sempre com suspeits.
XXI
Eu nio quero dizer Disto
Que elles matem por querer,
Smente quero dizer.
Que ha doutores mu (lites,
Eoutros muito infelizes.
XXII
De certo saber deseja
Como da cura escapei ?
Fiz-me tolo, nio tomei.
Mais remedio ; fui comeado
E a mioha pinga bebendo.
XXIII
Disse adeus a tal dieta,
Aos caldiohos de gallinha,
Abandonei a msinha, -
i)eixei-me d'agua panada,
E de lana mermelada.
XXIV
Roguei mil pragas, senhora,
Aos taes terrireis tremogos,
Rezei muitos Padre-nostot,
Estagdea, Sal ve-rajones,
Epromeiti Ladainhas.
XXV
Foram-se, prima, os aunis,
Porm ficaram os dedos,
Vou passar enlre arroredos
A minha conralescenga.
Se o invern der licenca.
XXVI
Olhe que faz um tal fri.
Que rapa o nariz gente,
Eu gosto do lempo queme,
Daquelle tempo feliz
Em que nao pinga o nariz.
XXVII
Das novidades que ba
Poucas sei, pois poucas sio,
Nio passa de raarsnhio
Quando por ahi se diz
Do ministerio feliz.
XXV1H
Dizem uos que desta rez
O Fontes a pasta apanha,
Oulros fallam no Saldaoha,
Porm do Tanas a gente
Embirrou e nio cooseote.
XXIX
Emquanto ao tio Felippe,
Este est de pedra e cal.
Ha-de salvar Portugal,
S cora este* seis verdea.
Que tem forma de Cales.
XXX
O homem faz o que dere,
Pois que tem amor i posta,
E quem acha a mesa posta,
E nao gasta seu tintero.
Dos cozinheirot lhe rea.
XXXI
Quem est de fra, primioha,
Quer eotrar e quer sabir ;
Quem est de dentro, sabir.
Nao lhe faz mui bom cabello,
Eis-aqui todo o oorello.
XXXII
Eu que nem entro, nem sabio,
Nao me d isso cuidado,
Daixo-me flear sentado,
Nao me mexo, nem me mudo,
E afioal eslou por lodo.
XXXIII
Governem, que pouco importa
Que teja Saocho ou Marliaho,
Maja elle pi e rioho
E patacos oa algibeira,
O mais nio me di caoceir,
XXXIV
Talvez alguem, viscondessa.
Chame a isto pattica,
Ou effeitos da relbice ;
Porem como estou de talo
Vou fumando o mea charuto.
i Bra i Tirana.)
OBITUARIO REAL DE 18*1.
No anno de 1861 fallecern :
O rei da Prussia ;
O conde de Montemolin, filho mais reinado..
D. Carlos, pretndeme i corea de Hespanha ;
A coadessa de Montemolio, prineexa napolita-
na e tua esposa, e U. Fernando de Ronrboo, sea
irmio, que quasi repentinamente falleceram ao
palacio da duqueza de Berry ;
O conde de Syraeusa, tio de Francisco II de
aples, que mofteu tambem quasi repentina-
mente;
O sultio Abdul-Medjid ;
Uma princesa, filha de S. M. C. ;
O re D. Pedro e seus irmios D. femando e D.
Joio;
E o principe Alberto, eaposo da rainha de In-
glaterra
MANUSCRIPTOS IMPORTANTES.
M. Merezzi. adrogado reDetjaae, dea 1 asaoi-
cipalidade, para serem depositados nos arehivos
Correr, onde aerio facilitados ao exame rstoe
dos ssbios, muitos maouscriplos importaotet para
a biatoria da Veoeza, que o dito advogae liaba
em aeu poder.
(Commercio ale Torto.J
Saocho Panga dos cajs,
T que querea ser visconde ;
Falla franco, dize d'onde :
Do anguz ?.. a de Sao Cascas ?
Tra, ii.li; deri.darl;
Tr. l. l ; tenh Man ;
Eosinemos o lamba*)..
C'um famoso tirap I) "*
Tolo, porco a naazear,
Seohor mea da Villa-Bella ;
Se s filho da gamella.
Na gamella has de ficar I
Tr, li, li ; deri, dar;
Tr. l, l ; ttnk Man;;
Ensinemoa o lambas).^
C'um famoso tirap I)"*"
E' ciogiodo com ama toalba o enorme baje ta
futuro visconde e deodo-ooaas maos, cemteams
asaltar e a dantsr em roda do pobre cailaee ;
fazeodo uma algatarra dos diebos.
O Sr. commeodador rin-te am memeate azoa-
do no mel dessa ronda infernal; a JI prtaittisn
a zaogar-se per nio poder deseoreacilbar-te em
maldita carapuga, qae ae lhe liaba ealartaa at
oa olhos; quando mea lio, nio qoeroede lavar a
cousa mais avante, Ih'a tirou dizendo :
Nio te zangue, capitao-aaor ; iaee itaif-
feiio da mioha carapuga, e am be meta lia aama-
trado, como V. S., nio dera caraajaeer par lia
pouco. .
O qae admira qu'os tora sa fuitum lia
alegnnhot! Has, olhe li, capitaa ; aawntd
quasi m ia eacesoansfo ni
(Co*lin%ar-M-hm.)
PERN. TTP. DE ai. F. OS FABIA 4 FUHO.

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