Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09484


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Full Text


.


me nivni. iDMERo y.
Ptr tres metesadiantados 5J000
Por tres mezes vencidos 6)000
IBCi FEIBA 4 DE FETEREIRO DEIM2.
Por anuo .dianUdo 9$00O
Porte fraiee tara bscriptor
DIARIO DE PEMAMBlllO.
ENGAUREGAD05 DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Aracaty, o Sr. A. de Lemoa Braga; Geari o Sr.
J. Jos de Oliveira; Maranho, o Sr. Joaquina
Marques Rodrigue; Para, Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
PARTIDAS DOS COR REOS.
Olinda todos os dias as 9)4 horas dodia.
Iguaraas. Goianna, e Parahyba as segundas
e aeztaa-feiras.
S. Antao, Becerros, Bonito, Caruar, Altinbo
e Garanhuna as tercas-feiraa.
Pao d'Alho, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouncurye Ex nasquaitas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, Una, Barreiros
Agua Preta, Pimentelras e Natal quintas feins.
|(Todos os correios partem as 10 horaa da manhia
EPHEMERIDES DO MEZ DB FEVEREIRO.
6 Quarto creaceote as 5 horas e 30 minutos
manhaa.
14 La cheia aa 2 horaa e 85 minatoa da man.
ti Quarto mioguante aa 11 horaa a 46 minatoa
da manhaa.
28 La nova a 2 horas e 8 minutos da manhia;
PREAMAR DE UOJE.
Primeiro as 8 horaa e 30 minutos da manhia.
Segundo as 8 horas e 54 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
3 Segunda. S. Braz b. m. ; S. Odorico f.
4 Terca. S. Andr Coraino b. c; S. Gilberto;
5 Quarta. S. gueda v. m.; S. Pedro Baptista.
6 Quinta. As Chagaa de Christo; S. Dorolha.
7 Sexta. S. Romualdo ab. ; S. Ricardo rei.
8 Sabbado. S. Joo da Malta fundador.
9 Domingo. S. Apollonla .m.; S Ansberlob.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL. JeNCARREGADOS DA SDBSCWPCAO DO snr
T.IL____1 ....__________. ___ .. I... __ BUl.
Tribunal do commercio : aegundas e quintas.
Relago: tercas e sabbadoss 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundaa ao meio dia.
Dito de orphoa: torgas e aextaa s 10 horaa.
Primeira Tara do civel: tergaa e aextas ao meio
da.
Segunda rara do civel: quarlas e sabbados 1
hora da tarde.
I Aleadas, o Sr. Claudino Falcas Das.
Jo Sr. Jos Martina Alves ; Rio de Janeiro '
[Joo Pereira Martina. '*, a Ir.
EM PERNAMBUCO.
Oa propietarios do puno Manoel figueirft alai
S3 AS'ft 8"'"mri'f "*da *-
PfcBTE 0FF1CHL.
Ministerio do imperio.
3* secgo.Rio de Janeiro. Ministerio doa
negocios do imperio, em 11 de Janeiro 1862.
Illm. e Exm. Sr.Poi presente ao governo im-
perial o officio de V. Exc. n. 29 de 7 de dezem-
bro do anno paasado, em que submetie aua f.fJa augme'ada com mais seis pravas como so-
approvacSo a decisao que proferio acerca das du- j 2* cne(e de polica em offlcio de 28 do cor -
yidas suscitadas na cmara municipal dessa ca-
pital por occas'o e se presentar no dia 1* de
novembro ultimo o cidadao Manoel Goulart
de Souza, eleito vereador, para prestar o respec-
tivo juramento e tomar asento, o que at alli
nao tinha feilo por ter eslado setviodo o cargo
de delegado de polica.
Expde V. Exc; que, tendo comparec Jo a ses-
so extraordinaria do referido dia 1 de novem-
bro oito vereadores, e tralando-ie da nomesco
do secretario d cmara, dividise esta, queren '
do qualro vereadorea que a
cahisse em cerlo individuo, e
; tiopacio que lhejdirigio o commaodante do des-
; tacamento da villa do Bonito commuoica-me ha -
', ver apparecido a epidemia do cholera naquella
i villa ; e em reaposta cabe-me dizer-lhe que j
1 providenciei como convioha acerca de aemelhante
occurreocia.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. expedir as suas
ordena para que a guarda da casa de deteogo
as como
Jo 28 do
rente.Communicou-se ao chele de polica.
Dito ao mesmo.Com a inclusa copia do aviso
da repartirlo da guerra de 17 do corrnte dea sol-
vida a duvida propoata pelo commandante da
fortaleza do Brum, no officio a queallude o desse
commaodo de armas, n. 2026 de 6 de dezembro
ultimo.com referencia ao senleociado militar Jos
Joaqun) Luccsa.
Dito ao mesmo.Remello por copia a V. Exc.
para ter a devilla execugao o aviso da reparligao
da guerra de 17 do'correote, mandando nomer
diti nomearo re-1 um con8elr, de guerra a que deve responder o
osoutros'quatro a"erea reformado do exercilo Manoel de Paria
nesta occasio o Lenjos Pe,a Par,e que tomou as oceurreocias
dilo Goolart para preatar juramento e entrar em i quB 8e deram na c'dade de Caruar no Io de de-
exercicio. oppuzersm-se a isso qualro daquelles zembr0 u"'mi Pr occasio de efTecluar-se a
vereadores, dondo como razo da sua opposicao Pris? de un> alteres da guarda nacional.
o tero referido Goulart deixado apenas na ves-' Di, so cn,l'e de Polic>.Ao officio de V. S.
pera daquelie dia o exercicio de delegado pas- n'. ^ de ^ do corrnte, com referencia a
aando-o aoseu substituto: e que, como houvesse' eP'deni>a d> cholera morbus no termo do Bo-
insistencia do oulrolado, e o voto de qualidade ?Uo- re8PDd> declarando que j em data de
do presidente, retiraran) se os ditos qualro ve- hPfeni de providencias convenientes,
readores para nao poder haversesso, e por con-' Dito ao mesmo.Pode V.S. autorissr o dele-
seguinte deferir-se o juramento ; mas que, nao gad0 de P,icia do 'ermo de Sanio Aoto a fa-
obslaote, o presidente, com o secretario e os zer lransferir o <1esta:ament da casa que lhe
tres vereadores que ficaram, juramenlou e deu < 8e.rTe '"'menta dequartel para as duas a que
posse ao cidadao Goulart. i allude em frente da respectiva cadeia, pelo
Expe mais V. Exc. qua nesta coojunctura, re- mesmo a'uguel de seis mil reis mensaes. coo-
presenlando-lhe os quatro vereadores que se ti- Jorme propoz em offlcio junto ao de V. S., n.
nham retirado, V. Ex. declarou incompaltvel a "^ de 3 do correte.
accumulago doexercicio dos doua cargos de ve- I D't0 ao GSPector da tbesouraria de fazenda.
reador e delegado de polica, na conformidade A Tista da 8ua Informago data ia de 29 do
dos avisos de 26 de abril e 16 de junho de 1849, i corren,e. sutorisei o conselho de compras a-
mas que tres dias depois, removido o imped-i vaes a effectua_r a compra dos oojeclos meocio-
ment por ter o.cidadao Goulart elcangsdo de-' ?ados no mci e termo constantes das copias
misso do cargo delegado de polica, s'i9cilou-se i' as-
na cmara a queslo, se devia elle prestar novo ''
juramento, por ser nullo o que anteriormente
em diverso ; que compareceodo neita occasio o
Dito ao mesmo.Nos termos do sua informa-
gao d 29 do correle, sob n. 59, dada com refe-
havia prestado, docidiodo V. Exc. que nao. i reocla a da conladoria dessa theaouraria, acerca ,
O governo imperialcooformaodo-se com o pa- dos dcumeotos que devolvo, relativos ao paga-
cer do conselheiro consultor deste ministerio, ap- rceni0 1ue P6 prova as referidas decises de V. Exc. : a'pri- desla P'o'iaciJ Jo Ignacio Ribeiro Roma, da
meira, por ser baseada nos avisos cima citados,
que decidem nao baver iocompatibilidade na ac-
cumulaco dos cargos de vereador ede delegado
de polica, ma someote no exercicio cumulativo
de ambos ; e a segunda, porque, aioda mesmo
que o cidadao de que se trata livesse prestado
juramento em tempo em que eslava no exercicio
de delegado, o que nao succedeu, pois que o Q-
zera depois de passar avara ao substituto, esse
juramento era valido, porque nao importava
exercicio do cargo, e nao devia ser repetido,
quer por esse motivo quer por haver haversido s"a dmda. proveniente do alcance em que Ocou
deferido someote pelo.presidente, secretario e os como collector da villa do Cabo, ou ao menos
despeza feita com o seu transporte da villa de
Tacaral at a cidade de Penedo, e daa que ti-
ver de fazer no seu regresso aquella villa, au-
toriso a V. S. a mandar eflectuar esse psga-
meoto na importancia de 40#, como indica a
mesma cootadorja.
Dito ao.mesmo Comrxunico a V.S. para seu
couhecimento e direcgo que o Exm. Sr. minis-
tro da fazenda declarou em aviao em 9 do cor-
rente nao ter lugar a pretengo de Manoel Ma-
chado Revoredo, relativamente a remissao de
proceder na faculdade de direito.Communicou-
se ao director da mesma faculdade.
Dita.O presidente da provincia attendendo
ao que requeren o engeoheiro da repartido das
obras publicas, espito Prancisco Raphael de
Mello Reg resoWe cooceder-lbe tres mezes de
liceoga com vencimenlos para tratar de sua
saude.
Dita.O presidente da provincia conformn-
dole com a proposta do chefe de polica n. 124
de 24 do correte resolve nomear o alferes Leo-
degario Liberato Pereira Caldas para o cargo de
subdelegado do primeiro districto da freguezia ao
Seriohaem.
Dita.O presidente da provincia attendendo
ao que informou o respectivo juiz mnnicipal em
data de 30 de dezembro ultimo, sobre o reque-
rimento do tabellio publico do judicial e notas
o do registro geral de hypothecas e escrivo do
crime. civel. orphos, capellas e residuos do ter-
mo do Rio Formoso, Jos Gomes Coimbra, re-
solve conceder a'este, seis mezes de licen;a
para tratar de sua saude onde lhe Qonvier.
Expediente do secretario do go-
verao.
Officio ao inspector da thesouraria de fazenda.
Deordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vicicia,transmiti V. S. a inclusa ordem do lhe-
souro nacional n. 14.
Despachos do dia 3 I de Janeiro.
ftquerimentos.
Affonso Alves do Reg Vilella.Dirija-se
thesouraria de fazenda.
Antonio Anoes da Costa.Informe o Sr. com-
mandante do corpo de polica.
Andr Avelioo de Souza.Passe-se do que
coostar.
Cipito Francisco Raphael de Mello Reg
Passe-se portara coocedendo a liceoga pedida
com vencimentos.
Francisca Pa da Conceico.Nao tem lugar.
Guimares & Azevedo.Satist>c.a-ae a exigen-
cia do parecer fiscal escripia no requerimento
junto.
Dr. Joaquim d'Aquioo Fonseca.Informe o Sr
iospeclor da thesouraria provincial.
Jos Rufino Barbosa.Encaminhe-se.
Joaquim Jos Raymundo de Mendoncvla-
forme o Sr. director geral da inslru:cao pu-
blica.
Luiz Alves da Coste.Informe o Sr. Dr. chefe
de polica.
Manoel Luiz.Como requer.
Manoel Joaquim Ribeiro.Satisfaga o suppli-
cante a exigencia do parecer fiscal escripto no
requerimento.
Prxedes aa Silva Gusruo.Informe o Sr.
inspector da theaouraria provincial.
4iI
tres vereadores que |conservaram presentes,
visto que, na impossibilidade de reunir-se nu-
mero legal de vereadores, o jurameoto assim de-
ferido valido, conforme est decidido pelo avi-
so que V. Exc. cita na decis > que profeiio, de
31 de maio 1849. O que communico V. Exc.
para aua inteligencia.
Deus guarde V. ExcJos Ildefonso de Sou-
.za Romas.Sr. presidente do Espirito Santo*
___ r
3* seccao.Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocios do imperio, em 16 de Janeiro de 1862.
Illm. e Exm. Sr.Teoho prseseme o officio
de 5 de agosto do anno prximo Ando, em que ,
V. Exc. submette considerado do governo im- Garaohuns
penal as decises dadas ao Io juiz de paz do dis-
1. que nao se tendo reu-
dos juros da demora, visto como a importancia
desse alcance e doa juros conslitue boje urna
divida do eslado, a nao cabe portento as at-
tributeoes do poder executivo perdoa-lo.
Dito ao mesmo.Em vista da inclusa coola em
duplcala que me foi remettida pelo inspector do
arsenal de marinha com officio de 28 do correle
sob o. 73 mande V. S. pagar a quantia de 111&600
em que importa o gaz consumido com a illumi-
uaco do mesmo arsenal no mez de novembro do
anno prximo passado.
Dito ao mesmo.Ans negociantes desla praga
Maia Meodes & C. procuradores do capito quar-
lel-meslre da guarda nacional da comarca de
V. S. pagar conforme requi-
.rf.|0 fru- i 8ltou o respeciivo commindaote auperior em of-
Io^^aJ,"^!^^^^1^' Ulira "os meies de ou,nbro e 'embro do an-
e
;o
SS pS&mS f"e.,Bdf'dSto"2 nDmmuD,C0U-8e ao,nspectord0arseDal de m-
leeislatura n.r. na f..fl Dil 80 me,mo.-Sirv.-8e V. S. de ordenar
que pela repartigo da alfandega sejam despacha-
a legislatura para que fez-se a
eieijao. o que doutvina expresse nos avisos de
13 de dezembro de 1847. 5 de marco de 1848 8
4., e 15 de marco de 1848 3o.
Em resposta declaro V. Exc.
doa aob mioha respoosabilidade, livres de direi-
los ou oulro qualquer imposto, os materiaesdes-
imperialapprova a primeir. ^.queft/ffi Tttt?$%$&'* ^ Pte *
por ser conforme ao decreto que V. Exc. cita e
22o"'* ikdas D9truC5de8 annexas ao aviso n.
168 de 28 de junho de 1849, e bem assim a se-
guida ; obaervando, porm, quanto, a esta, que
Santa Isabel e a ra da
Aurora, visto como or aviso de 26 de julho de
que lhe dou sciencia com a copia inclusa, foram
solicitadas pelo ministerio da agricultura com-
mercio e obras publicas ao da fazenda as neces-
leoru ersgnnanf0'. UD'la de^ualiflca?aa pelos sariss providencias.
eieiiores e suppleotes da passada legislatura, por |
ler tido lugar esaa orgaoisaco oles de heverem _D,.t0 ao inspector do araenal
de marinha.A o
ido approvados pela cmara dos deputados os offlci 1ue v- s- dirigi em 23 de dezembro
da actual, devia elle continuar em auaa func- ulUlD0 0D n. 42'respondo declarando que at-
goes, (na forma fda decisflo dada em aviso de len,as raies expostaa pela thesouraria de a-
JU de dezembro ultimo, expedido ao presideote zenda D" informages constantes daa copias jun-
as proviDcta de Sergipe, de conformidade com o ta" deve operario dease arsenal. Joseph Herns
parecer da secco dos negocios do imperio do Perceber pelos seus servigos a diaria de 42)000
conselho de estado exsrado em consulta de 26 roarcada na tabella annexa ao aviao de 5 de
de novembro antecedente, e publicada no Jor-' tembfo de 1857.
na* do Commercio de 2 do correte
Deus guarde V. Exc.-Jos Ildefonso de Sou-
za Ramos.Sr. presidente da provincia do Es-
pirito Saoto.
ae-
tretanto conservar o saogue fri, e nao escurecer
maia que a realidade a crise actual.
No meio das complicacoes de urna aituago
seroelhante a prudencia e moderago sao infe-
riores deveres; nao ser bracos com os sobre-
saltos actuaes, que se poder A dobellar dtenos
orgnicos as traosacgdea commereiaes; afugen-
te-se o mal, que a lodos affhge; estade-se as
suas verdadeiras causas, e procure-se ento re-
medio para ellei.
a Quanto nos acreditamos, que o pnico ac-
tual exagerado, e que algumas difiiculdaies
commereiaes que todos conbecem, nao podiam
auiorisa-lo; senSo reflictamos.
c Em 1860 o valor official da
imporlago foi de............... 5.635:761592
o O da exportagio...../...... 6.60761S890
a Differenga em favor da ex-
portego........................ 971:8595288
Mas se este resultado se nao reproduiio em
1861, nem por isso ha razio para ir alm das
cifras.
c Valor official da importago
em 1861...............;......... 4 877:9178720
O da exportago............ 4:381:257b828
DIARIO DE PERNAMBUCO-
Pelo Paran recebemos carias e jornaes do
norte do imperio, com as seguimos datas: Ama-
zonas 6. Para 15, Maranho 27, Piauhy 16 e Cea-
r 30 do passado, Rio Grande do Norte 1 e Para-
hiba 2 do correte. Eis o que colhemos dellea.
Amazona.Conheciam-se j os resultado dos
collgios de Meous, Teff, e Villa-Bella, fallan-
do apenas o de Barcellos, para a eleicao dos
membros assembla provincial, sendo o resumo
o seguinte : ^ .
1 Padre Torqualo Antonio deSouzs........
2 Teoente-coronel Joo Wilkena de Mallos.
3 Capitn Clementino Jos P. Guimares..
4 Mejor Fraocisco A. Mooleiro Tspajoz....
5 Coronel Leonardo Ferreira Mrquez......
6 Capito Joo Jos de Freilas Guimares..
7 Teoeote-coronel Jos Bernardo Michilles.
8 Capito Jos C. de Miranda Leo Jnior..
9 Dr. Antonio David V. Caoavarro.......
10 Capito Jos de Carvalho Serzedello.....
11 Dr. Marcos Anlonin Rodrigues de Souza.
12 Cspilo Manoel Rodrigues Cheles Ni
na...
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 31 de Janeiro de
1868
Officio ao Exm. presidente da proviacia do Rio
Grande do Sul.Ficaodo ioteirado de haver V-
Exc. tornado posse e eotrado no exercicio do car-
go deisa preside-acia, como me communicou em
sea offlcio de 16 do correte, asseguro a V. Exc.
que terei sempre o maior empenho em cumplir
suas ordeos, quer sejam relativas ao servigo pu-
blico, quer ao particular de V. Exc.
Dito ao presidente da provincia do Espirito San-
toRecebi com offlcio de V. Exc. datado de 15
do corrnte, doos exemplares da collecgo dos
actos legislativos dessa provincia, promulgados
do anoo prximo flndo.
Dilo ao presidente do Paran.Acenso a re-
cepgo do offlcio de V. Exc. datado de 8 do cor-
rente, com dous exemplares da collecgo dos ac-
tos legislativos promulgados no anno prximo
Ando.
Dilo ao commandante das armas.Haja V.
Exc. de ordenar ao mejor do estado maior de 2*
ciasse do exercuo Seoastio Antonio do Rogo Bar-
di..eni-,enf eiercici<>de vogal do conselho
!^I ?'erIifflp6,ili- 8e8und consta
da ordem do da o. 298 de 21 de cez^mbru ul-
timo fieendo V Exc. na inteligencia de que vii
ser dispensado de vog.l do me.mo conselho o
major da guarda nacional e lente da mesma
ciasse Alexendre Afgusto de Frisa VillarFu*.
ram-se as necessarjas commuoicages.
Dilo ao mesmo^Recebi o officio o 191 de 30
4o correle, eai que V. Exc?, referilo -se
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
Vmc. apromptar os objectos mencionados ns re-
ago juota para serem fornecidos ao hospital mi-
litar. r
' Dito ao engeoheiro fiscal da estrada de ferroi-
Accuso recebido o offlcio que Vmc. me dirigi
em 29 do correte, dando couta dos accidentes
occorndos no dia 28 na terceira seccao da estrada
de ferro.
Dito ao conselho de compras.Pode o conse-
lho de compras rftvaes effecluara compra dos ob-
jectos mencionados em seu officio de 21 do cor-
rente, visio que sao necessarioa para o forneci-
menlo do arsenal de marinha ; remettendo ao
ospector da theaouraria de fazenda copias das
termos que asssignsrem os vendedores dos ditos
objectps.
Dilo ao juiz de direilo do Limoeiro.Ioteirado
pelo aeu offlcio de 27 deate mez, dos motivos que
o acopselharam a demorar anda na freguexia do
Bom Jardim o clrurgio Araujo Lima, aflm de
prestar os soccorros de sus arle s pessoas affec-
ladas da epidemia que alli grasas, cabe-me di-
zer-lhe queapprovoo seu procedimento, confian-
do porem de seu criterio e zelo pelos dinheiros
pblicos, que far cessar a commisso daquelie
facultativo, logo que a epidemia declinar e se
tornar dispensaveia oa seus servigos.Commu-
nicou-se a cirurgio Francisco Marciano de Arau-
jo Lima. .
Dito ao delegado do Limoeiro.Pelo seo officio
de 25 de crreme fiquei ioteirado do eslado da
epidemia reinante nease termo.
Portara.O Sr. gerente da companhia Per-
nambucana maode dar urna passagem de estado
no vapor Jaguarxbe at Macei ao bacharel Ma-
ooel Aatooio da Fonseca e Mello, promotor pu-
blico do termo de Propri.
Dita.O presidente da provincia resolve no-
mear o Dr. Jos Aotonio de Figueiredo para as-
aisiir na qua Lidie de commissario do governo
par- osexame-rjrprepiratorto a que se tem de
69
65
63
60
58
58
56
53
53
53
44
43
13 Tenente Dmaso de Souza Barriga........ 41
14 Tenenle Jos Flix de Azevedo.......... 39
15 Padre Aotonio Augusto de Mellos.........39
16 Tenente coronel Manoel Thomaz Pinto... 39
17 Padre Antonio Ferreira da Silva Franco.. 37
18 Jos Pedro Paragusas. 4.".___;....... 37
19 Capito Jos de S Leilo Arooso........ 36
Poro.N'osso correspondente diz-oos,
a*Ro sei como principiar esta caria, quaodo
estamos por aqu baldoa de novidades, que pos-
sam dar assumpto intersasete para se escrever
urna correspondencia.
A. nao ser a deploravel criae commercial,
porque est psssando a praga do Para, com a con-
tinuago de quebras, que j oeste mez tem havi-
do, e que mui provavel anda terao lugar; a nao
ser lambona oflagello horrivel da febre amarella,
que de dia a dia vai recrudeaceodo de inlensida-
de, fazendo victimas nos estrsngeiros e nos pro-
prios nacionaes, que at agora eram mais ou me-
nos preservados, nao sei, repito, se sera melhor
prescindir de escrever. porque sensiv infelici-
dades tem entibiado os nimos dos maia deste-
midos ou prudentes, accumulando-se a tudo isso
a noticia de notaveis desgragas que vo por Por-
tugal, com morle dos principes da familia reinan-
te, e bem assim pelo successo ioesperado do fal-
lecimento do principe Alberto da Gra-Bre-
tanha.
O estado do commercio nao com effeito mui
lsoogeiro, em consequeocia da queato america-
na, que tem influido seriamente em tudas as pra-
cas do mundo.
E' verdade que no meio disto ha mdo e des-
cooflaoga deamaiados, e quasdo se apresentam
sejnelhantes effeilos, por cerlo que os apuros e
infelicidades, bao de apparecer aos mais desfavo-
recidos de bases e de fortuna.
o Assim o'estado em que se tem apreseolado
a nossa praga neates ltimos diaa, aconselha-nos
a aventurar algumaa reflexoes, que sem negar a
realidade da siluacao evite que a phantaaia de
cada um a eacurega em prejuizo de todos. Eia al-
guna dados, que por ora podemos apresentar.
a Valor official da importago
"iVuS.................... 5,635:7638592
a Emi861.................... 4,8T7:917760
Dimioulgo. ............ 757:844832
Tomando, porm, o valor official da expur-
lagao esta differenga de quaai dous milhoes ele-
va-se mais de 5 milhoes e meio.
Eis as cifras :
Valor official da exportago
""I ^Vriii.................... 6.607:611880
Ea,186l.................... 4,384:257#8x8
2.23:36405
Dmiouigo.................
.o2.Na0 ia,Prla.,lue comparando o'rsutado'd
1861 com os anteriores de 1859, 1858, etc. esta
differenga nao sejs tamaoha como a de 1860
ainda assim 3,000 conloa de differenga para me-
nos 00 valor official da importago exportago
presupoe urna extraordinaria aiminuigo oa mas-
sa das iransargoea, diminuigo que deve ter se
elevado ao valor talvez de'meis de 10,000 conloa.
A' vista de semelhaoles dados possivelcom-
prehender a extengo, e resallados da criae com-
mercial, que airaveasemos, crise que parece nao
declinar anda, e pelo contrario haver-se recru-
decido com as liquidagdea do lim do anno.
O susto parece tornar-se geral, porque a des
conanga tomou serias proporgea ; cumpte en-
Differenga em favor da im-
portago......................... 493 6599932
a E' verdade, que 00 curto periodo de um anno
passamos da differenga de 971 contos em favor
da exportago de 493 contos em favor da im-
portago ; o que demonstra, porm, que o valor
official da importago fosse superior ao da expor-
tago ? demonstra, que o nosso crdito est to
bem solidificado, os recursos da provincia to se-
guros, que aioda comajua diminuigo no anno
passado o movimento xommerciak com as pragas
eslrangeiras nao repercuti um choqui multo sen-
sivel. Seno compare-se.
Emquanto a exportago dimiouia em mais de
5 milhoes, a diminuigo da importago nao atiin-
sia nem metade desse algsriamo. Assim faltan-
do as nossas remessas em um algarismo to ele-
vado, nao nos faltaram as das pragas eslrangeiras
na mesma proporgo.
Para que, pois, tanto luslo?
Com que Om nao fazer reapparecer desde j
a conftanga nos inquestionaveis recursos da pro-
vincia, base verdadeira da prospendade commer-
cial- ?
Esta abalos sao mui vulgares 00 commercio
de todas as nages; serven de antdotos lar-
gueza das especulagea, sao meios de chamar a
reflexo; mas angmenta-los alm da realidade,
aiemorisar-se com elles um erro, que demons-
tra um commercio ainda infantil, desconfiado das
forgaa poderosas de que dispem.
a Quanto febre amarelta o caso serio por
que vera de forga superior, e s prevenges, a
aciencia humana, nao sao sufficientes para obs-
tar ao que est decretado pelo ser supremo.
Infelizmente este mal vai fazendo todos os
diaa victimas, e aioda honlem fallecen o cnsul
dos estados-Uoidos da America do Norte, d'on-
de viera, ha dez dias, para ir tomar posse do seu
lugar na provincia do Maraohao, para a qusl ha-
va sido despachado, deixaodo por assim dizer
sem maior animo sua eaposa, que aqui se achs.
Alm deate individuo falieceu da mesma mo-
lestia o capito do brigue porluguez Lxgeiro, Lou-
rengo Antonio dos Santos, que ha doze annoa na-
vegava para este porto.
a Outras pessoas maia hio adoecido, suecum-
bindo deslas algumas, mais ou menos coohe-
cidas.
a Este anno abrio-se j o jury desta cidade
sob a direcgo do Dr. juiz de.direito da 2a vara
Miguel Fernandos Vieira.
Em geral os julgameptos nao tem sido muito
favoraveis aos reos, por que acabara por con-
demnago, ou porappellago, quaodo abaolvidos,
para a relago do districto.
ltimamente leve lugar a reuoio dos ac-
cionistas da aociedade Cassino Parense para ele-
ger a nova directoria que tem de servir at ao
um do correle anno.
Foram eleitos:
Presidente, Dr. Jos Colho da Gama e Abreu.
Thesoureiro, Antonio Joaquim da Silva Ro-
sendo.
Secretario. Francisco Antonio Cardoso.
c Adjuntos, Sabino de Alroeida e Silva e Anto-
nio Jovtta Carrea da Silva.
O funeral do rei D. PeJro V, constarnos que
brevemeote ter lugar, por que todos os prepa-
rativos da igreja e do mausoleo, bem como oser-
mao, e a muaica que quasi toda particular, es-
lao promptos e ensaiados.
< Veremos como correr o acto, e aqui estou
para lhe noticiar o que observar e souber.
S. Exc. Rvm. tem continuado as conferencias
na Se, com muita coocurreucia e applanso, e l-
timamente resolveu mandar abrir concurao para
os lugares de pensionistas da provincia, que es-
lao vagos e forem vagando no seminario, como
melhor meio de recoobecer quem tem mais con-
digoes de preferencia, quer pelos estados, quer
pela idade, quer finalmente pela vocago e con-
ducta.
Todo os candidatos devem portento reque-
rer a S. Exc. Rvm. a admissao ao concurso, jun-
tando todos os documentos, que tiverem.
Por emquaolo nenhumaa novidades mais ha
dignas de meugo, ficaodo todos os pontos da
provincia em paz e sem maior allerecaoem refe-
rencia ordom e aaude publicas. >
c As allerages martimas sao aa seguintes :
o Navios descarga.
Barca porluguezanio..
a Brigue inglez habtlScott.
Escuna dioamarqueza Kernu.
A carga :
< Brigue portuguez-Ffiz Ventura.
Dito ditoLxgeiro.
c Patacho americanoMaria.
< O toetro sabe a 26 para Lisboa, s 6 boraa
da manhaa.
c Por estes dias espera-se directamente da In-
glaterra o novo vapor Belim, da companhia da
navegagaoedo commercio do Amazonas.
< A nova commisso da praga prucedeu hon-
lem eieigo para os diferentes cargos, sabiado
eleilos os Srs.:
c MaooelGongilves Ferreira Nina, presidecte.
c Manoel Antonio dos Sanios, vice-presidente.
< Joio Ferreira Bailar, t secretario.
< Launndo Jos Alves de Oliveira, 2 dito.
Aotonio Lopes Ferreira. thesoureiro.
c Em consequencia de ter apparecido na cida-
de deCaxiaa alguna casos de febre amarella, foi
nnmeada umi commisso composta do Dr. Joa-
quim Jorge dos Santos, Faustino Fernandes Li-
ma e coronel Joo Antonio Marques, am de en-
carregar-ae aa drstrlbuigo dos soccorros.
Maranho.L-ae oe Pttblicdor Maranhense :
a S. Exc. o Sr. cooselheiro Antonio Manoel de
Campos Mello tomou boje (231 posse da admiois-
trago da proviacia.
Pxauhy.Marta de importante occorreu depois-
do ultimo vapor.
Cemr.O nosso correspondente diz-nos o e-
gtiiute :
Fazem-se grandes preparativos em Marangua-
pe para que a festa do martyr S Sebaso, ora-
go daquella fregoezia, seja eita cora toda a pom-
pa o eaplendor.
Coniribue muito para isso, o ir assistir ella o
nosso diocesano, quem os moradores daquelie
Lugar quecem fazer urna recepeo digna de. ele-
vada gerarchia do seu hospede, o qual mais se
recommeoda pelo composio de virtudes que o or-
nara, entre asquaes sobresahe a dacandarte
que o boodoso prelado exerce em grao subido.
Porque lodos os ecclesiasticos nao procuram
seguir os exemplos do Exm. Sr. D. Luiz Antooio
dos Santos, e imita-lo na pralica de suas vir-
tudes ?
Que triumpho para a religio do CruxiQcado, e
quantos beneficios nao resultariam dahif
Quantoa que eu coDhego, e que apenas con-
servara no fuodo do corago o germen da reli-
gio, porque ahi lhe foi langado logo que come-
gerem a balbuciar as priroeiras pelavras por urna
carioboss e-boa mi; e que apenas poderam'dis-
por de suzs aegoes deixaram de ajoelhar-se ante
o tribunal da penitencia ; e que mais tarde dei-
xaram at de frequentar as igrejas para assistir
ao santo sacrificio da mlssa, voltariam gostosos a
exercer, e frequenler esses actos, que o dever
impe a lodo o bom calholico?
E qual o motivo de assim o u3o fazereru ?
Com o pesar o digo, o clero, salvaa honrosas
excepges.
Consta-me que S. Exc. Bvra. trabalha com
afinco para estabelecer o seminario, e que em
sua paternal sollicitude pelos desvalidos, procura
fundar um asylo e collegio para as orphas.
Ser para lastimar se o governo imperial nao
contribuir de sua parte coadjuvando-o no que lhe
diz respeito.
Quanto ao provincial, estou intimamente con-
vencido de que o digoo prelado encontrar da
parle do Exm. Sr. Dr. jarte de Azevedo o maia
decidido apoio para que possa realisar to louva-
veis e piedosos designios, e que a nossa assem-
bla provincial votar os fundos que as torgas dos
cof'es permittirem.
A populago desta cidade foi no dia 12 do cor-
rele tomada de horror, pela noticia de ter ap-
parecido no quintal da casa d'oode ba pouco ae
mudou o eogeoheho fraocez Berlhot, umaossada
humana, por occasio de fazer-se urna escavago
para a construego de um alicerce 1
Immedialameote o morador da casa correu a
dar parle do achado ao Dr. chefe de polica, e um
vizinbo, querendo tornar o facto mais importan-
te* e por nao querer deamparar o lugar onde se
tinha feilo a deacoberta, talvez para evitar que ti-
zessem desapparecer os objoctos que patentea-
vam a existencia de um crime, ofliciou i primei-
ra autoridade policial, dando tambem parte do oc-
corrido I
Houve quem dissesse que o crime havia sido
perpetrado de pouco, porque s canellas ainda se
achavam ligados siguas msculos, e que aioda
cheiravam a tutano; outro que os ossos de-
moostravam terem perleocido s pessoas do aexo
mascolino, outro finalmente, que tinha visto o
crneo 11
O digoo magistrado que se acha testa da po-
lica compareceu com a maior brevidade possivel
no lugar indicado, acompaohado do respectivo
escrivo e medico, e procedeodo-se ao devido
exame, nao foram precisos amitos segundos para
recouhecer-se que a osssda era com effeito de
animal bpede, mas que esle era o que se chama
emraa I I I
Ora d-se maior palacuada?
Que desfrncte nao deram os denunciantes?
Que prova autheotica de sua iguorancia, 00
vontade de crear romances?
E o tal snjeito que vio o crneo ?
Mentir assfm saimprensa.
Ressascitou a aociedade Recreio Familiar,
que desde junho do anoo passado nao dava par-
tidas.
Dizem-me que a direcgo havia de aeu motu
proprio decretado a sua morte.
Felizmente houve oa poder que a resliluio
vida.
Na noite de 12 do corrnte deu a primeira par-
tida, e Dos permuta que continu a offerecer
meosalmeateessft divenimento s familias que o
frequentam.
Era um dos dias desle mez urna parelha de
presos acorreatados pelo pescogo tentou eva-
dir-se.
Um delles tirou a argola do pescogo e conse-
guio pdr-se ao fresco ; o oulro quiz fazer o mes-
mo, mas foi obstado a isso, porque um dos dous
guardas nacionaes que os acompanliavam abra-
cou se com elle, de que leve em resultado urnas
poucas de tacadas. *
-Felizmente acudi gente, que pode desarmar
e segurar o malvado que quera aioda fazer mais
urna viclima, porque por crime de homicidio
que est conde ruado gales; o proceaso pende
de appellagc. O que logrou fugir eslava cum-
pripdo seoteoga de seis annos, por coala da qual
j tinha mais de dous annos.
A demora do Jaguaribe, que j vai causando
receio de ter ticado encalbado no Acarac, ape-
zar de saber-se aqui que tinha muita carga a re-
ceber naquelle po.rto, permiti noticisr-lhe que
honlem foi nomeado promotor de Ip o bacharel
Francisco Barbozs Cordeiro.
Creio que a do bscharel Augusto Berboza de
Csatro Silv para a promotoria do Aracaty ne-
gocio decidido, e que ae verificar logo que o no-
meado acabe de matar as saudades de familia
que aqui o relea).
Tambem tiveram lugar hontem as nomeagCea
de substitutos de juizes muoicipaes que devem
servir ao quatriennio de 1862 a 1865.
' Os da capital sao os Srs.:
Coronel Francisco Fidelios Barrozo.
Mejor Autoaio d'Oliveira Borges.
Dr. Manoel Mendes da Cruz Guimares.
Capito Antooio Gongalves da Justa.
Pharmaceutico Antonio Theodorico da Costa.
Negociante Jos Fraocisco da Silva Abaoo.
Deixo de mencionar oa doa ouiroa lenlfp*. por
que alm de fastidioso seria de nenhum iqieres-
se ; limito-me tmente a dizer-lhe que S. Exc. o
Sr. Dr. Duarte d'Azevedo s consullou os nteres-
ses da juatiga, nao se deixaodo guiar por quaea-
quer coosidersges que ato fossem s do nteres-
se publico; e com effeito. S. Exc. em todos da
seus actos d bem e clarameote a oonhecer o
grande fundo de justiga que o anima. Pode ser
que alguma vez seja Iludido por falsas ioforma-
ges, mas posso affiangar-lhe que suas intengoes
sao aa m'elhorea e mais puras possiveis.
Oala que lodos os funecionanos o imitassem.
O cnsul porluguez o Sr. Manoel Csetano de
Gouveia, coovidou aos negociantes porluguezes
os Srs. Ildefonso Jos de Abreu, Manoel Aotonio
da Bocha Jnior, Luiz Ribeiro da Caoba, Manoel
Nunea de Mello e Jos Smiih de Vaaconcellos,
para promoverem e dirigirem as exequias solem-
nes que aqui se devem fazer por S. M. F. o Sr.
D. Pedro V.
O ultimo destes seohores nagou-se a isso, ig-
noro o motivo que deu para excusar-se. mas aqai
geralmente se attribue desaffeigo que este se-
ohor vota de longos annos ao Sr. Gouveia, qusn-
do tambem preteodeu o consulado, que nao pode
alcaogar.
Em urna tal occasio era de esperar que se po-
cessem de parte quaesquer resentimentos, e que
todos oa Porluguezes ae uoiasem e coocorreasem,
para dar um puBlico teatemuoho de amor que
consagravam ao re, q>e to digno era do affecto
e admirago dos seus subditos.
A commisso dirigr-se em pessoa aos Kxms.
Srs. presidente da provincia e bispo diocesano, a
pedir-ibes sua coadjuvagto ao que ettlverde sua
parle, para que, o acto corresponda ao objecto
a que ae dedica-l em ambos encootrou ella o be-
nvolo acolhimealo que era de esperar ala Om
distinctos e delicados funeciooarios.
Consta-me que a commisso tem determinado
abrir urna subscripgo voluolaria aceitando auaes-
quer donativos com que cada una qaaira -
rer sem excluso de pessoa alguma. ^^^
ir, Hem e manhoa par,io P,r" Maraigna-a o
Exm. diocesaoo e sua comitiva. esta aadra!
di(.EVDVSr- Pr. ^"lode Azevedo. acoasM-
ohado do Dr. chele de polica e de ouir.. --uL.
pessoes. A capital eti
polica e de oulras Mitas
quasi deserta, tsss sida
..m,?in.S-i?i oumero de pessoas que isa ido para
Paran, e por He
aquella villa.
Hontem chegou o rorana.e
noticia do passamento do principe real de Perti-
gal D. Joao e do priocipe consorte ds raiaba da
Inglaterra D. Alberto!
Po?tag,me mor,e, """ l0T",id0 w"
A deaconflanga do povo de nao ser isso natu-
ral merece por certo toda a desculpa.
ir o /aouart&a, e por isso voa fechar
Vai
prosete com o resultado sabido al hoie da tloi-
cao para secador, o qual o seguale -
Dr. Miguel Fernandes Vieira 617
Ja8V,ba...............515
Araujo Lima............515
Domingues..............335 ,
Pompeu................m
Desembargador Figueira.. 296
Conego Pinto............. J57
Coronel Piragibe........... n
' Araripo................ 53
Padre Carlos............... 4
Faltam mui poucos collgios. coja voUeio sao
pode influir aeno na collocaco do sesosdo
lerceiro votados. "" "" -
A possibilidade de Agorar aa lista triplica
Dr* Pom,Pen produzio tirar-se bastantes votos
ao Dr. Fernandea Vieira. aflm do dar-so oaoa
se julgava menos bem amparado.
Esl descarregaodo a barca ingleza Aritl, pro-
cedente de Liverpool, com caris sis frisoias
esliva e carvo. *
Alham-se carregando as barcas Oo, diooaar-
quezl e Anne Logan, ingleza, o o brisas sorie-
gense Caprtciota, que est quasi abarrotado o
que deve sahir nestes 3 ou 4 das.
Ha muita carga em deposito oos armszoos, o
calculo que chegar o seu peso a 160 000 orro-
as, a saber:
Da assucar..
De caf......
De algodo..
De cooros...
De borracha.
De cera ds
carnauba..

>
81.000 arrobas.
38.000
17.000
20.000
3.000
1,000
No semestre que decorreo 4o 1* ds jalao ao
ultimo de dezembro do anno. proxiao ososos
sahiram desle porto os seguintes principses g-
neros. r
Para
o estraogeiro:
Caf......... 106.851 arrobas.
Algodo.....
Couros......
Assucar M..
Borracha....
Cera de car-
nauba....
22.224
23.636
36.234
1,367

\
Para os portos do imperio :
78
Caf.........
Cera de car-
nauba....
Sebo........
Velas de car-
nauba....
Sola........
Sabio......
Gomma.....
27,156
855
1,568
578
1,737

asios
687 arrobas.
367
. qos
anoo Onaoceiro.
a 200.000 arrobas, sato gessro
ltimamente o prego 4o 7,600 rs.
por assim dizer
Ms persuado que a exportago do cat prove-
niente da safra do anno prximo passado
deve effectuar-se no correte
oo ser Inferior
tem gosado
por arroba.
Ha cerca ds 15 annos. que
o Cear oo produxia caf.
Daqui ae v o graads impulso qos toa tilo o
cultura deate artigo, o qual dodia oa Os aug-
menta.
Deploro ds dentro da alma que nada se faga
para melhorar o embarque e desembarcos das
mercadorias e preductoa que importamos o ex-
portamos.
Tem-se feito tanto barulho, toa-00 salas
tinto engeoheiro, lem-se gasto tanto disheiro
com isso, e nada ae faz, nada os lovs s effeito.
Eu que oo sou engeoheiro, so qe nao sa-
leado nada deslas cousas, strevia-ao a rsoolvsr
o problema, e sem essas graodea dsssozas, qoo
muita gente diz aerem necessariss.
Os alicerces esto feitos pela Balareis, o ar-
recife que corre pelo longo da coata o* rana
pouco mais ou menos ESE, NRO, s so* os
baixa mar fica todo descoberto, o
sa occasio um desembarque mui co
que entre o arrecife o a Ierra Oca oa coa!
muitea rezes tica manso como se toase rio
E se se levaolasse eM arrecil, para s qos
entendo nao ser preciso neohsss ailkoos. par-
que sua e.xtenso lalvex Dio exesda a 300 bra-
gas, nao dara sempre a mesma faeilidade 4o de-
sembarque ?
Creio que sira.
E quaodo se queira oppor s laso s ssotroct^o 4o
cana I, porque a pona de E do arrecife, qaaoooea
mar baixa d'agaas vivas se vsiqoasi a pe sexote;
respoaderei. que o lev.niemento 4o srrscas a>
meu entender contribuir para aprofsodar o co-
pal, porque s correoteza d'agaa aofaoojtori 4o
forga, e guando assira oso acootoca. ama batazo
e escavago que ah faoccasos. tari oojeaosW
mister para conservar o faede qoo srs loa so
nao augmeota-lo.
Faca-a* a experiencia, e creio qoo o rsoolbda
ser aatisfactorio.
Tambem muita ave agoureira dizis qoo o tro-
piche nao ae auateotava, o ei-lo ski ka soto oes
oito snnos em p prestando
e ecooomisando boas quantiaa sos 1
nao ae prestando seaprs so dsstakarqoo, par-
que muitaa vezea a forga 4o aar sis eeixe airo-
car a ella aa lanches na preia-mar, o ao balsa-
mar oao o podem fater por ais haver faese saat-
Qcienle.
Isto ludo se remediava, coa o Isislssisals
do arrecife, e s barquioha 4o eacavaess so isa
precias.
Aqui por ora nao se precisa ass ao qoo iota,
porquanlo ancoradouro pars sa o avias 1
os, se nao commodo so asaos segar,
aqu nasci a criei-me, e aioda aso vi
gum ueste porto, proveniente
falla desegureoge.
E' provavel que teoha dito anita___
qus sbi Oes escriplo; pelo asnas a seis
tajs cisssificedo pelos seohores da sesrasi
c tsm vndo resta-me spozar eo 000 oasa
tambem os tem dito boas, o feilo aalkorrs esa
a differenga, que siles nao ss 4svfssa 1
faser, pois estudaraa pars isso, o
paga, a eu sou oa pobre
affoito a tratar da materia palo ster ojean
gro a este, tantas vosos rnfsrnrrirrrf-r sasiiaof ;
por squellea aseaos qoo une
oella tem encontrado; o aa
mi* que verdade ae nao fot 1
Best* de massada Ad
Alm disto socootrsass o reaoliaoo




-alelodo os collegios da provincia para a frma-
telo da lisia trplice paca o preenchimeuto de orna
naga eeoalorial:
m Dr. Miguel Ferosndes Vfeire..........
Dr. Uomingoi Jos Noguwra Jagasriae.
Or. Raymuodo Ferreira de Araujo Li-
1
363
336
330
Padre Thooiaz Pompeu de Souza BufU
Dr. Francisco DoniDgues da Silva.....
ai Padre Antonio Pinto de Handonca.....
Desembargador Jeronyma Martiaiauo
Figueira de Mello...................... 584
Coronel Vicente Ferreira da Coala Pi-
arybe.... -............................... US
Dr. trisito de Al encac Araspe........ 77
Padre Carlos Augusto Peixoie 4a Alea-
car .-............**. is>........... 4
ai Dr. Beniamim Pinto Nogneiro......... 1
Parahusa.O mal reinante em Alsgs-Nova,
Xaqura e Pedras da Fogo, comecava declinar.
Nes ltimos dis do pastado houve no districlo
de Podras de Fogo, um homicidio, conseguiodo
e aalor do crimo nito ser e-patinado pelas aulori-
aaaaee.
PERNAMBUCO.
REVOTA DIARIA-
Na qualidade de coeamrssario de govern dev
o Sr. Dr. Jos Antonio de Figueiredo asstslir aos
exames do curto de preparatorio*, anoexo Pa-
culdade de Direito, que comecaram hontem.
No dia 4 do correte iee lagar a festivi-
dsde de Nossa Seohora da Saude em so* igreja
lo Poco da Panella.
A pompa com que costuma-se fazer ata f esta,
nao foi cmittida oeste aono ; e a concurrencia
loa fiis, que desta cidade affluiram para aquella
poveaco, foi avultada. *
A' noite houve (ego de artiQcio, que foi ijuei-
enadocom plena satisfacgo doa assiatenies, entre
H jatea nao dea-se desaguisado aigum feliz-
mente
o domingo passado rendea a alma ao
Creador, o noaso amigo e collega, o Dr. Manoel
Horaira Guerra,que succumbio victima de ama
febre perniciosa, que entre asoscillagdes da vida
danorteo treuze oo leito da d-r por cejca de
tita maz, pouco mais ou menos.
No vigor da mocidade foi arrancado ama es-
posa, a queso estremeca, e i quatro filhiohos
juo erara o acu dolo, deixaado-lhes nessa sepa-
xacao eterna apenas a lembraega desse amor
-sera limites, e nada mais; porque, iutelligeole
e laborioso como era, sempre a fortuna Ibe mus-
trava cara adversa, por maiores que fossem os
-seus esforr.us para conquistar urna posigo mais
folgada.
O sea titenlo que noa mag-a a alma, a dr
que noa affiige o coragao, mal nos deiza escre-
Ter estas palavras. Dos se amercie de sua til-
ma, e dfi conforto aos que o chorara com lagri-
mas de sangue, deixaodo cahiro orvalho de aua
misericordia sobre a orpflanlade a a viuvez em
que fieam toa mulher e Albos.
No dia 28 do passado chegeo esta cidade
o Sr. Dr. J. J. de Souta, procedente de Goian-
aa. d'oode partir em itt-elra a-t iguarais, viu-
do dahi at aqui carro, que o (ora lomar na-
juelle pooto.
QO Sr. Dr. Souza chegou a-inda doeute, e ape-
nas entra agora em convalescenga, que pretende
ir acabar no campo.
Ha quera tenha pretendido que a molestia do
Sr. Dr. Souza fdra uon roaoitestago de seus an-
tigos padecimeotos iatestinaes ou urna leso do
ligado; mas estamos auibrlsaJos a declarar que
loi ella o cholera forma!, de que felizmente vai
e reetabeleceodo.
O Sr. Luiz Carlos de Araujo Pinbeiro, de
Nazarelh, remelle nos a seguate prece, qae
-aqui inserimos.
A peste.
(prece.)
Ei-la que se approxima,
Que ven, aterradora,
E a triste humanidade
Nao cessa de geme*r :
Aqui uro se pranteia,
Alm mais outro chora,
E todos se preparara,
Se aprettam p'ra morrer.
A peste inexoravel.
De DOS a justa ira
De aovo nos flagella,
Senhor I uos perdoai:
Nao vedes que lamenla-se,
E pariese, e delira
Do impo o coragao
De onde a prece sahe 1
E pede, e vos supplica,
E compaixo implora
Na phrase to solemne.
Que exprime a converso ;
E vos, Deoa de boodade,
D'amor Virgem Seohora,
Nao vdes-lhea magos,
A dr, a compuncgao 1
Do povo oabatimeoto
NSo diz, que j chegado
O lempo era que, conlricto,
So humilhs, e veem chorar
As culpas o preceiio,
E, todos, o peccado
Que, contra aa leis divinas,
Ousaram praticar 1
Por quanta iniquidade
Que em mal j commelteram,
Nao veem, arrependida,
Dizeremse olvidei,
Senhor, vossos dictamos,
Se muitos esqueceram
Na hora do peccado,
Sa tanto, emflm, pequei ;
Mil vezea vos protesto
Conter os pattoa meus.
Precipite aflastar-m
Do cahos da perdico,
E a lei divina e santa
Seguir,seguiudo a Dos
De toda a culpa insana
Banhar-me oo Jordo 1
E, pois, misericordia
Viemos de implorar-vos,
N'aaaoladora pesio
Que assim marcha, veloz :
Ser justa compreheodemoa
A colera celeste,
Mas, filhos sempre humildes
Olhai, Senhor, p'ra nos:
Nao basta tantas victimas,
Nao basla lano pranto,
O luto, a orpbaodade,
A d, a viuvez :
Queris mais pranto anda,
Mais victimas.. nem lano I
Senhor I detenda a ira,
Senhora I qae fazeia I t
Que vosso Gibo abraade
A peate aterradora,
E a triste humanidade
Nao mais gema Umbem,
E ria-e o que chora,
E a vos, Deoa de bondad,
Senhora I se vos mande
Luuvores sempreAMEM !
27 ig Janeiro de 1862.
Ittttr Corto de Araujo Pereira.
Havendo o juizo municipal deala cidade
austentado o despacho da nao pronuncia lavra-
do pelo subdelegado de Saoto Antonio ao pro-
aeeso em que reo Joo Francisco doa Santos,
loapeilo da qual ae provra por exime medico
aadacer do completa alieoaco mental, segando
aopioiao de profeasores dialinctoa, recorrea o
r. promotor publico detia decalo para o Dr.
lu pe direito aa segunda vara, fundando-so na
au ,M S !,Uo* D ** de 16 de f*erdiro de
S^uS* 14de ,bril de 18W l5 <* J-
SoiT.l ,wU 1"e > excluaiva-
aVtMUni^u..*. ?onh?c'8'to daa circumstan-
iTSS'V ,"' io ae tra-
ata seja da noloriedade
Peroambacaoo, palta '8 horas da maohia, no
cnntlstorio da igreja de Nossa Senhora do Rosa-
rio da Santo Anlooio-.
Eis a trigsimo segundo
a Boletn offxiaU
c \esta cidada a em aues immediaqoei nio ha
caso aigum. de cholera-morbus.
a No eugenho Dout Irmos, pertenceate i (re-
gawia 4 Foco da Panetta, suceaMatrto* hootem,
pulas 9 horas da aoite. uaa nreioqa*) apresaatou
-os syaiplomaa daaaa effeccao. Baaa preio, que
aofTrut d diarrhaa desda a dia aalecedeotc, s
priookpau a atar Matado aa 7 jaias da njaaka,
porqaa at tatto ajada havi dito a respaila de
teu otado
adia m da awt ftaa*. taiat i katats da
tarde, fallecen na cidade de Goiaona a senhora
do Dr. Jote Jotqaiat Firmino, victima da epide-
mia que alli lavra.
. A's horas da tarde de 3 de fevereiro da
1862.
a Dr. girino Fonteea. .
Jfferece-aot o Sr.. Dr. Sabino o opascnlo
que darroa em seguida Acerca do trataaaoto
pTeiervaUvo'e curativo do cholera : oquat < d-
dicado ao Exm. conselheiro Dr. Joto Aniunes
d Azevedo Chaves, lente jubilado da (acalda Je de
-medicina da Babia.
Trabalhe de mrito, -e de neceasidada presente,
para elle chamamos a alleugao daa nossos lei-
tores.
Quando em 1885 a 56 pobliqaei a 1.a e a 2.'
edigodo meu opsculo acerca do cholera-mor-
bus, nenhumi pralica eu lioha do trataaseolo
dessa molestia, e por uso jurava apenas as pa-
lavras dos ouiros mdicos que aaviam escripto
obre a materia baseados na observagao. A epi-
demia porm de 1856 deu lugar que u trata-
ment aconteihado pelos hoateopathaa europeus
e americanos fosse por mim observado e verifi-
cado, d'onde resultoa o coahecimeoto da exacti-
dso de.aun prescrip;5es, sem mudanca alguma
esaeccial, o apeaat com atguma variedade uas
formulaa.
Agora que se (az preciso dar aos amigos
da homeopathia os necetaarios esclarecimeotos
acercado tratamento preservativo e curativo do
eholerm-morbus, Julguei conveaieole nio repro-
duzir integralmente o meu escripto de 1856, mas
sira fszer-lhe as moJicacoes aconselhadaa pela
propria experiencia, [particularmente no que diz
respeito ao modo de erapregar certos medica-
mentos.
< Creio que este traba' lio est muflo methodico
e claro, de modo que torna facilima a esolha
dos molicarnenlos, e a applica;u das dses. Se
assim fr, Qcarei muito satisfeito da utilidade,
que elle poder prestar.
Dr. 5a6iro O. L. Pinho.
D1A1IO i)E ^ttNAMBOO, -^ m^k n\Rk 4 DI ttVERmO DE 1862.
' -------
waaaa viaaai Aa oogaa eea
tparito de Smmtmhor%, a ee
al qu.Mitijadt Vagu*aatraa
* "'fur. e las irata aaV
te uma cctttcrads uos ia-
lagar*no etpa;o do mala ou urna hora, depoit de
un movimonto de lraoapirario, mais ou manea
abundante. Em lagar do torrao de assucar pa-
dais igualmente empregar estos remedios em
meto calitdagu* commom, onde se pioaario
duaii gotat, ora da etvirito de camphort, a ora
de tinturo mo noa intervtllos convenientes. Ou inda po-
d'agua U gotaa a atm-io de '
oolrt) vidro cora igua
24 gotaa da untare;
mianotrando altaaawdaaataate urna oottwra la oos ia
tataatloacima daaerataMJoa, enala.* cuidado ae
"alejar o viira pan dtasoaaer a aaanedio, caa
vaa que o?ll aa aaaaatea.
Se a invatao do cholera so manifestar logo por
meio de diarrhia, aa a diarrhea accommeller a
pessoa durante o somno,compnhada de vmitos,
de ligciras caimbraaaaa pernas, psllidez e fro,
tomai de preferencia a tintara de sulfuri urna
col-herada de 5 em 5, da 40 em 10, ou de 15 em
15 minutos. (Nettet casos o espirite de ctmphora,
administrado em nriacipio poderla augmentar a
diarrhea a produair o ahilera, artificial; o qual
ailnal detappareceria por meio de uma chicara de
cafipreto, isto sem leito, s ou temperado com
pouco assucar, lomado a colimes oot ioterval-
loa cima ditos.) No caso de nao haver a tintura
.
N. B. Compre repetir que, ae um deatet me-i
dicaroeolot produzir bom efTeito, dove ser sempre
continuado, mas em iotervalloa cada vez mait
longos, al que a molestia flque de todo extinc-
ta.Durante a coovalesceocia, mormente se ha
grande fraqueza, dai :
10.* China, seis glbulos em dutt oocas d'agua
para ae tomar uma colberada de manhia e a
alia.
- Taessao emgeral oiprincipaat medleamentos,
que combatem coa mais arovatta o ekolera-mor-
bus no legunio periodo. MuiUa vezea porm a
molestia nao termina hi; oaaympaaaaas chole
ticos deaapparecem pata daraaa lugar toffri
tnentos de especia dilTaaaates, qae exigem ouira
cathegoria de medicamaataa, como varis oo se-
guinte paragrapho :
Terceiro periodo Se a molealia nao Um ter-
minado pela cura aa pela morte no periodo
precedente, acontece que ella ae revale de novaa
formas, maia ou menos perlgosas, aegonlo os
orgaos que interessa. As affecctt typhicas, a aa
congetles sao mui frequentes. Urnas o oulras
aa curara par meio doa aeguiotet remedios :
Aeonitum, quando o cholera termina por uma
febre ioflammatoria, com calor secco na pe le,
grande ade, polao duro e fraquente, oarinaa
multo carregadaa, aem sedimento ; dor de ea-
bega ; olhos vivos,
1Cbamomilla.
S


9 I."
PBESERVATITO
TRATAMENTO PROPHTLACTICO OU
Dous methodos ha seguir :
1." Flor de enxofre em p. Sopra-se uma pi-
tada em cada meia, renovandu-se isto tolos os
dias. (As pessoas, que nao calQam melas, deita-
rao uma colher do p em um saquinho feito do
cambraia fina, que traro constantemente amar-
rado sobre a bocea do estomago ; ou podero
trazer um pedacialio de enxofre amarrado ao
pescogo; oosps, porm. por dentro das meiat,
meihor.) Esta pralica, segundo affirmam muitos
mdicos, produz resultados, admira veis ; ma
nao lenho disso experiencia propria.Fazei
isso, diz o Dr- Len Msrchant, e parti pnra os
vossos trabalhos; nao saiaea com o estomago
vazio.e abstende-vos dos cidos.Isso nao
til smenle no cholera, mas tamDem em to-
das as epidemias. Muitos militares de indivi-
a duot tem seguido este aviso, e nenhum foi
atacado do cholera. A assergo do Dr. Mar-
chant rae parece rnuilo absoluta ; mas, nao obs-
tante, cumpre nao desprezar o conselho, princi-
palmente quelles que, sendo oegligentes.se es-
quivara de seguir o methodo seguinte:
2o O uso alternado do veralrum, do cuprum
melallicum e do arsenicumSe a epidemia an-
da est looge, dissolvei 6 glbulos de cerotrun*
em duas ongas d'agua, e tomai uma colherada
pela manha ao levantar da cama [os ecclesiasli-
cos, por causa da missa, poderao tomar a. dse
meia hora antes de almugar), e oulra ooite ao
deltas^ por esparto de trezuias consecutivos. Dei-
xai passar S, 5, on 8 dias, seguudo a distancia
em que reina a epidemia, e entao tomai cuprum
da mesma maneira. Passado igual lempo de in-
tervallo, lomai arsenicum do mesmo modo. No
fim de outro tanto lempo de demora, voltai to-
mar veratrum ; e assim por diaule.
A' medida que a epidemia se for approximau-
do do lugar, onde a pessoa est, menor deve ser
o intervallo de am medicamento outro, al que,
estando ella na mesma loealidade.-aeja preciao lo-
mar as dses diariamente ; e entao turnareis vera,
trun em um dia, pela manha e ooite ; cu-
prtm oo.dia seguinte ; e arsenicum no immedia-
to, e assim coutiouareis durante lodo o lempo da
epidemia.
Esta pralica infallivel uma vez que os medi-
camentos nao aejam falsicados, e que a pessoa
tenha as devidas cautellat, em nao comer e be-
ber muito, em deixar-ae de excesso de qualquer
genero, manteado emflm sua hygieoe no grao de
moderacao, que indispensavel para o equilibrio
daa funecee ergaoicat.
quelles que quizerem seguir risca a dieta
nomeopalhica sero mais fcilmente preaervados
do fltgello ; a estes recommeodo especialmente
que se abslenbam dos cidos, das vegetaes crus,
dosfructos frios, taes como omelo, a raelaociaj
a pinna ele. etc. das comidas indigestas, taes
como carne de porco, palos, paturis, feijoadas
etc., etc. Devem evitar a exposicao ao ar fri e
a bumidade^ por nenhum motivo devem conser-
var sobre o corpo a roupa molhada ; paiticular-
mente devem ter todo o cuidado de nao trazerem
sapatoa nem meiasmolhadas, aasimcomoem evi-
tar a suppresso de lraospira(3o 4 devem "trazer
roupas sufficieiiies para conservar o corpo em
urna temperatura uniforme. Devem fazerexer-
cicio regular em pleno ar e evitar toda ancieda-
de do espirito.
ALIMENTOS ERM1TTI0S.
rara comida ordinaria ae permitie o cha preto
com pao e manteiga, bolachas, biscoitos, beiis
tapioca sem coco ; (o leite prohibido, e o caf
soser permitiido em pequea quantidade aquel-
lo! a quem sua falta muitoseutivel), a camode
vacca, decaroeiro ou de cabrilo, gailinha, per ;
[o peixe raramente seraconcedido); vegetaes co-
zidos ; fructos saudaveia em perfeito estado de
matundade, taes como aa bananas (saadas orin-
cipalmente), as iaranias, as limas, os sapotis, lu-
do em pequea quanlidade ; os doces de fruttas
que nao tejara acidaa ; oa viohos de Lisboa, do
Porto e de Bordeaux, tomados moderadamente,
tmnm nao a necessario que oinguem se abatenha
absolutamante de seus habitse do exercicio re-
gular de suas funeges ; basta tmente que am
ludo baja reflectida moderagao. (Acerca de ou-
lras particularidades menos esteociaea. leia-se o
que j escrevi oo Diario de quinta-feira t do
corrale.)
Se no uso doa preservativos manifetlar-se di-
.lohiS;."^ &*a>oloaoa choleticot, dissolvei 6
glbulos de aralram em duta on5a, o'agua e
tomai uma colherada todas aa v^zea que canar-
des de ir i banca ; e ae esta diarrba (or de ev-
cuacao mu rpida a ventosa, dai phoiphori- aoi-
dum da mesma maneira, ou lambem pecacuanfta
isso basta ordinariamente para curar esse encom
modo ; mas se os symptomas que anouociam 1.
invatao do cholera semaaifestsrem, siga-se o tra-
tamento que vamos recommeadar.
2*
D IBATAJIENTO CURATIVO.
feriodo de \n.vasoA cura do cholera depende
pnncipalmeate da pretieza. com que aa combate
os primeirosajrmpiomae, oa. quaea consisiem em
Mr oo peso da cabaea. ou cabala como que sa es-
__, ----- ., y- > 'i>wi, que nao poden supporlar a
mx de sulfur, pedem servir os glbulos da 5* luz; lingua vermelha, e respiraco accelerada.-
dymnamisago; e para isso dissolvei 8 glbulos Este medicamento sempre de grande utilidade
ae sulfur em 4 oncas d agua, que iris dando s no typho, que apparece depoia do cholera, mui-
colheres, al que o mal cesse. Se porm acn- to principalmeole quando a febre secca, e a ca-
lecer que o mal v em augmento no fim de uma baca e o peilo eslao congestionados,
hora o que Tanssimo) entao alterna! a tintura Ordinariamente elle reslabeleceri o equilibrio
M sulfur com a camphora, do modo eosinado. daa func^oea.Dissolvei dez-globulos em quatro
(Neste ultime caso suJ/ur em glbulos nao serve.) ooen d'agua, o dai uma colherada de meia em
O doeotedeve metter-se na cama e conservar- meia hora, se a febre for muito vilenla ; se po-
se queme. Nada de comida ; e, se hauver ele, rm no o for, cumpre dar as doses de hora em
apenas Ihe aareis uma colherada d'agua de tem- hora, de duas em duas horas, ou de quatro em
pos a lempos, ou aigum pedaco de glo. quatro, segundo a intensidade da febre. Se no fim
bsla medicado infallivel oa primeira hora de seis oa oito doses, a febre nao ceder, dai
mdVl;Jiil,^J0iaA "in' P" 8!6*1" *.*' BrV!nia, que igualmente um bom remedio oraem ao aos Aiogados : Joaqum da ,ei-
doanJa *Z\nZL JlT "'V de t-"D,S ?* ""V orma> 'W* consecutivo aocho- da Guedes. de naci portugueza/de 51.anea, e
tancin mP/^.!riT. ** *"' ""*' ler"' Princ'Plme'e U" cerebral, com deli- vive de negocio, preso em fl.gante,por enm de
. mas necessario que seja empregada oa no, o ourioas trigueir-s Se no fim de seis ou '":-:-
hora; pois que as horas esuintes o oito dnaa Ha a,<.-.'. -x. i______ __u___
primeira hora ; pois que as horas segunies o
seueffeiio apenas provavel; todava em alguos
casos tirei proveito della na ultima extremidade,
quando os outros remedios uada produziram, co-
mo aconteceu em cincoeola e quatro individuos
,1. r. ,t. k. .,,------------- h-"" ----- "=" K'uuutBui eiieno, cumpre eacninerenire oe-
n..rf nnr i. t l \ "" >u .? de Bertoger, ladona. rhux-tox, hyosciamus, lachis e opium.
Ollde CUrei-OS do Cholera A tia - ...vH-iu,, .u.tiiiuo iui tic umou^ri,
onde curei-os do cholera pedido do eniio sub-
delegado de Sanio Aotooio Dr. Jos da Costa
Dourado. (1)Quando a molestia combatida em
lempo, bastara 10 ou 12 doses para embargarem-
Ihe a mucha ; e medida que as melboras vio
appareceodo, as doses sero dadas em interval-
os mais longos ; por exemplo de hora, em hora,
do 2 em 2 horas, de 3 em 3, al que afinal se nao
administrar mais de uma vezao dia.
A'-fista disso ioaispensavel que cada indivi-
duo tenha a mo esses dous preciosos remedios,
adra de combater promptameote os prirneiros
( symptomas.
Segundo periodo. Quando a molestia tiver
felo taes prngressos que nao se possa mais espe-
rar bons resultados do espirito de camphora, e
da tintura de sulfur, recorrei inmediatamente
os outros medica-mentae segundo as iodiciQoes
de cada um. Esses medicamentos sao :
Io Ipecacuanha.Dai este #emedio quando o
vomito for o symploma predominante, e se rna-
nifest'ar alteruativamente com diarrhea amarella-
da. acompanhada de clicas ; caimbraa e frieza
gerai. (Este medicamento nunca proveitoso
quanJo o mal esi em seu auge; e se sua admi-
nistracao nao for seguida de melhoramento no
Ora de uma ou duis horas, e a diarrhea for mais
abundante e frequente do que os vmitos, dai
pnop/iori-acidum.) A dose dever ser de 8 gl-
bulos dissolv Jos em 4 oocas d'agua. de que se
dar urna colherada de 5 em 5, de 10 em 10, de
15 em 15 minutos, at de hora am hora, ou do 2
em 2 horas, se o caso nao for grave.
2o PUqsphori-acidum.Qoando a diarrba o
symptoma predominante, e os vmitos raros ou
nenhuns, a lingua coberta de uma pssla ama-
reliada, pegajosa e bstanle espessa ; roncara
no veotre diarrhea de cor esbranquicada serne
litante toro de leite ou i agua de arrox. Se
este medicamento nao produzir bom efieito no
fim de duas horas, dai:
3* Veralrum lbum, que o remedio capital
em quasi lodos os casos de cholera, principal-
mente quando ha repenlicas e frequenles evaca-
Ses, Unto por cima como por baizo ; frieza gla-
cial do corpo ; grande fraquez ou protlracn ;
dores c caimbras oas barrigsa das peroas ; voz
alterada, rouca ou enfraquecida ; olhos encova-
dos, suor fri, respiraco embarazada, e cor azu-
lada da pelle, etc. eleA dose de uma colhe-
rada, administrada da mesma maneira que lcou
dito para ipecacuanha. Se os symptomas aug-
mentaren) depoia de muias doses e as caimbras
contiouarem fortes ou madarem para espasmos e
convulses, recorrei ao :
4oCuprumnelalicum, que especialmente
proveitoso depois de veralrum, quando as caim-
bras te tornara violentissimas, e passam espas-
mos e convulses. Em n unos casos necessa-
rio alternar cuprum com veralrum, dando-se
uma colherada de um em um momento, e no fim
de 5, 10, ou 15 minutos ums colher do outro ; e
assim continuareis at que haja melhoramento;
e logo que este appareca, cumpre dar as ooses
em maior intervallo. Quando aos symptomas de
veralrum se ajusta grande agitac.ao, que leva o
doeole mover-se sem cessar, a descobrir-se, e
mesmo sabir da cama, dai :
5oArsenicum. principalmente se o doenle se
queixa de um calor abrasador e ardenlena bocea
do estomago e nos intestinos, acompanhado de
evacuaces quentes, com clica violenta, extraor-
dinaria prostracao de forrjas, frieza do corpo,
transpirarlo viscosa, grande angustia, e insuppor-
tavel temor da morte. Este remedio poder com
proveito-ter alternado com veratrum. As doses
sero administradaa da mesma maneira que fica
dita para os remedios antecedentes.
y-9Scale cornutum, muito conveniente,
principalmente aos velaos, ou s pessoat enfra-
quecidas, quaodo a cabera se acha como em es-
tado do bebedefra.os sentidos embotados, particu-
larmente os ouvidos; desmaio profundo e preoc-
cupa;ao constante da morte ; quando os vmitos
esto no lodo ou em parle acabados, masas de-
jeccoes alvinas nao mudam de cor, e se conser-
va m da mesma maneira que em phosphoriaci-
dum. (Quaodo depois do em prego de scale cor-
nutum, as evacuaces toroam-se amarellas ou
verdes, sigoal de que a molestia vai terminar
pela cura. A administrado das dses igual de
ipecacuanha.)
7.Carbo-vegetabilis medicamentopodero-
ao quando a pelle apreaenla em toda a sua exten-
sao uma cor axul bromeada (oa mdicos dio
oome da eyanose,) ou mesmo a^ui e alli
mancnai da mesma cor azul bromeada ; sensa- ranto o trabalho do parto, etc., etc
a de ioucura
aiicau
pu-
^*ZJ!rG*L*lt* "P.l da pri-
legada da Magdalena, que. contra o veto do mi-
awtan publico, daapranuoeira a Joaqaim Go-
"Coalo, aecasado per cime de eatelo-
Depoit d'amanha te dever extrehir a
farie da primeira lotera do fiymnatio
tado de bebedeua. artigena. pallidaz do ntitj,
i /e?fn*aie,,U> ,ao 0WP M rnente daa
extremidades, oppressao do peito, doras de barri-
ga com veotosidade, evacuecoea alviuas abraaa-
mento.aensibilidadeda bocea doeslomaao.litMiraa
SdS'Vtc" b'"*" dM '*"" **2SS. aoa
Logo que alguna destet symptomas comecarem
a apparecer, dous medicmenlos obran com a
maior eficacia :
i! '?Jri camphora de Hahneman.
r Tintura mai de sulfur. (Tintura tulfuris.)
Estes oous medicameatoa sero tomados alter-
nadamente de 5 em 5 minutos, de 10 esa 10 ou
de 15 em 15, segundo a maio* ou manar grvi-
dade dos symptomss. Despeja duas gtias ou
pingos de espirito dt camphora am um torrao de
attucar e ponde-o na bocea do doeole at des-
manchar-te e ser eogolido, loado alie o cuidado
de cootervar a bocea lachada. Cinco minutos de-
poia fazei a mesma cousa com a tintura de sulfur,
e tfeit dando ora um, ora outro, ate que os syrap-
to m ai detapparejam ; o que ordinariamente tem
carbo-vegetabilis em qualro odqss (Tagua e ad-
ministra! uma colberada de dez em dez minutos;
e se depois de uma al duaa horas nio houver
melhora, dai:
. 8.*' Hydrocimni-aeidum, da mesma maneira
que flea dito pete carbo-vegetabilis; mas se no
m de urna ou duaa horaa esse remedio flear tem
^' ,,fr?f'>j Por outro tanto lempo com
tarbo-vegetabilu de cinco em cinco minutes.
9. Lauro-cerasut obra efflcazmente quando
ha uma eapecie de embriaguez e estupor; surdez;
coalracQoes espasmodicaa doa msculos da face :
senatcao de constrieco aa garganta quando a
pettoa eagole ; dores rheumaticas oas eslremi-
dydes superiores e ioferiores.-Dissolvei 10 gl-
bulos em 4 ooess d'agua, e dai uma colherada de
10 em 10 minutos.
5
5'
5"
5*
5*
5a
t*
5
20Hyosciamut-aig...... 5*
2IUcbeei,.....Z......
22Merctuiaa-viv...
23Nux-vamiei
2-Qpiuej...:......,.....
25PulMtiHo.............
26RRut-toxtcodandrum.
27SilTfBIi e>.-;.^....
28TaaaeiasB............. 5* .-b. or.. 1
N. B. Aaaaat e4ndaar aqaa quinta dyaami- "11. o-
saco, caatp*e> mvertir que qaea livor aatra. P***1 U da
quaesqiiar pdaempragar, porqaa todas a al-
tenuagoaa ppaanilasa no cava tu o do caalera
O que aacat. os medicamentos nao aejam (alsiftcaaos.
Repartido da polica. (Extracto da parte
do dia V de favereiro).
No dia 31 do mez paaaado forana recolhidos
casa de detencao:
A ordem do subdelegado do Recite : Jos An-
tonio Pedro, cnoulo, de 19 anuos de idade. mes-
tre de assucar, por embriaguez, e Manoel Um-
bem cnoulo. de 14 anuos, sem offlcio. escravo
oe Antonio Alberto de Souza, a requisi^io deste.
Aordem do de Santo Amonio : Ildefonso Bay-
mundo Jorge, branco. de 26 annos. martimo,
por embriaguez e desorden), Antonio Ricardo
Rogar, branco. de 20 annos, caixeiro, e Vicente
Manuel Ferreira, semi-branco, de 29 annos, al-
faiate, por brige.
A ordem do de S. Jos: Bernardina Mara das
Neves, crioula, de 38 annos, lavadeira, por briga,
Vicente Serino Alves de Figueiredo, branco, de
i annos, msico, por insultos dirigidos pa-
lmilla, e Mjna, parda, de 2i" aonosT lavadeira,
_ por andar fgida da casa de seu senbor Antonio
se po- Jos Goncslves.
A ordem do da Boa-vista : Antonio Jos, ou
Leandro Pereira de Lima, crioulo, de 25 annos,
almocreve, por ter dirigido insultos i patru-
A' ordem do dos Afogados : Joaqum do Almei
oito doses de bryonia nao hou'er melhora,
alleroai-acom aeonitum ; mis se isso flear sem
effeito, cumpre escolher outro remedio.
_( Ns febre lyphica, se aeonitum e bryonia
nao produzem efTeito, cumpre eacnlher entre oe-
/ n t i\ \* n L..U a___1_____* 1 *
e outros acooselhados contra a maligna e febre
cerebral no Tkesouro homeopalhico, ou Vade-
mcum do homeopatha. as congestdes, dai
aconilum, belladona e opium para a que ataca a
cabeca ; phoiphorus, bryonia, aconilum, rnica,
e outros para aa que atacam o peito. )
Belladona, conven quaodo ha febre, e calor
abrasadora rubor da pelle, delirio com movimeo-
tos desordenados, agitaco e vootade de fugir da
cama ; tomoo lelhargico, com olhos meio abor-
tos e convulsivos para cima, estupor ; cootorao
da bocea, espuma oa bocea, s le com desejos de
bebida* iras, dores lancinantes oas ilhargas, e
abrasadoras no veotre, e rangido dos denles.As
doses sao as mesmas que de acn.
Rhus, na febre cerebral em consequencia do
cholera, quaodo ha dilirio e grande agitaco ;
vertigem com escurecimentoda vista; lingua co-
berta de uma pasta esbranquicada ; dores de ca-
bega ; diarrhea de cor amarella esverdiada sem
dores.
Hyosciamus: Se os vmitos, a diarrhea e o
fro cessarem, e o enfermo se acbsr em estado
de estupor edesvario.com o roslo queote, ver-
melho e inchado, ar espantado, e sorano lelhar-
R'co. ( Coovem principalmente as febres ce're-
braes em consequencia do cholera. ) Nestes ca-
sos, se Ayociamus nao produzir bom efTeito no
lira de algumas horas, recorrei opium ; e te
este for insuficiente dai lacheis, passadaa mais
surumas horas, ou lambem tabacum (Antes de
ftyotciomu convem algumas vetes oefadona).
Colocynthis: abalimento repentino das forjas;
vmitos a principio doa alimentos, e depois de
materias esverdeadas; clicas (dores de barriga)
violentas com caimbras no veotre ; suppresso
das ourioas ; caimbras ou espasmos violentos oas
barrigaa daa pernas ; diarrhea muito frequente,
cada vez mais aquosa e maia descorada.
Nux vmica : havendo angustia, que coatinua
mesmo depois da cessagao dos symptomas assus-
ladores, grande fraqueza ; fri antes interior que
exterior ; preaso oa testa ; dores crampoides 00
estomago ; angustia oa regio do coragao ; diar-
rhea pouco abundante, porrfT com desejos fre-
quenles de obrar, mas sem resultado, ou tambem
seguidos de pejueoas dejeges mucosas.
Canlharis : havenlo sofTrioienios ourioarios ;
brasimeoto violeoto no baizo ventre, particu-
larmente na regio da bexiga ; roncara no ven-
ire ; dejeeges sanguinolentas com puxos ; calor
00 ventre com grande agitaco e symptomas ce-
rebraes.
Sulfur: convem em certos casos, em que nem
photphori-acidum, nem scale, nem veratrum
tenham sido eHejies pars combater a diarrhea.
(Depois de sulfur poder-se-ha voltar aos outros
medicamentos). Este remedio um dos mjia pre-
ciosos, como j disse, para combater o cholera
em tua iovaso ; e at mesmo nos outros perio-
dos elle presta servigos importantes, quer em tin-
tura, qtfer em glbulos.
Pulsatilla : havenlo suppresso de ourioas ;
e os symptomas descriplot em colocynthis.
Mercurius vpuj: produz bom efTeito depois
de chamomilla, quando esta nao foi sufnciente
para combtela diarrhea cholenca.
China : quando ha lienteria (diarrhea de ali-
mentos nao digeridos); diarrhea violenta, muco-
sa e seross, principalmente 6 noile ; presso do-
lorosa 00 estomago e no veotre, mxime imme-
diatamenie depoia da comida ou bebida ; ourinaa
raras e lurvas i^onpresso do peito, que alllvia
com arroto; fraqjeza extrema ; fastio com seo-
sagao de eachimento ip estomago ; face cadav-
rica ; e somuo agitado. (Na convalescenca este
remedio sempre dever ser empregado, mxime
restando fraqueza no corpo. Neste caso, dissolvei
4 glbulos em uma onca d'agua, e dai melado
ooite, e metade pela manha.)
Stramonium: na febre cerebral em conse-
quencia do cholera, com estupor e vises, ou
quaodo hyosciamus nao atver sido sufficieate.
Tabacum : pode ser dado com proveilo antea
de sulfur, e depois dos medicamentos antece-
dentes.
(N. B. Todos estes medicamentos se empre-
gam. segundo a urgencia do caso, de 30 em 30
minutos, ou de hora em hora, de duas em duas
horas, etc., etc. A dose consta de 8 al 12 glbu-
los dissolvidos em 4 on 6 oocas d'agua para se-
ren tomados s colheres grandes.)
RBeiUEN.
Os medicamentos podero ser tomados em qual-
quer hora e em qualquer estado; quer depois da
comida, quer durante a meostruacio, quer du-
contervado queote por
gao de fro de gelo como te o corpo sllvesse O doente dever t
morto ; olhos encovados, revirados para cima, meio de coberturas.
voz exmela, oppreasSo- excessiva do peilo. O en- De quando em quaodo se Ihe dar um pouco
termo tem falta de are agita-se para procura-lo; d'agua fra, ou algum pedaco de gelo para aoola-
reapiragao lenta e difflcil; hlito fro, gelado; car a sede. VV
pulso impereeptivel. Dissolvei doze glbulos da As roupas da cama devem ser mudadas diaria-
nte; e Indispensavel lodo asseio no quarto.
(1) Illm^Sr.E* com muito prazer que com-
muntco a Y. S^, que os cincoenta e quatro doen-
tes da ra di Florentina se acham restabelecidos
tem que tenha perecido algum I
Infinitas grecas pois seiam dadas iV.S. pelos
iacessaolea a nunca asss louvsdos cuidados e
vigilias, que V. g. com ellas despeodeu. Posso
sssegurar V. S. que a mortalidade desta fregue-
zia vai sendo agora mui diminuta comparativa-
mente com as das oulras fregueziaa; e muito mais
diminuta podara aer ae V. S. ae podease multi-
plicar para estar cabeceira de cada um doeole ;
ou se estes por amor de si meemos fossem bs-
tanla cuidadototem denunciar 01 prirneiros tymp-
tomat da molestia ; mas ha peasota que s depois
de dout, tres, e mait dias qae se retolvem a
tomar remedios, quando o mal j se acha 00 ten
mtior auge.
Deua gaarde i V. 8. Sbbdelegacia de Saoto
Amonio, 2 de marco de 1888. Jos da Cotia
Dourado, subdelegado.
Durante a convaleacenca dever-ae-ba ter toda
a eautella em resguardar do fri a superficie do
corpo, e particularmente as extremidades.
DISTA.
Ne primeiro e segundo dias; dieta absoluta -
pouea agua fria, ou algum pedaco de gelo.
No terceiro e quarto, caldos de gailinha ; meaos
se houver diarrhea, porque neste caso dar-se-ha
mingoe de gomma ou de araruta.
No quinto, sopas de gallioha ou de carne.
Dahi por diante deve o doente comer pouco,
embora tinta grande vontade ; 01 alimentos de-
ven aer de fcil dlgeatio.
Nota dos medicamentos mais indispensaveis para
o tratamento do cholera morbus.
1*Eaoirila de camphora de Habneman (2).
T,'0,ur" m5i de ,ulur (untara sulfuris).
3oVeralrum........... 5
4oCuprum-me talicum.. 5
5aAraenkum........... 5
6oIpecacuanha.......... 5
7 oPhosphori-acidum.... 5
8oScale-comutum..... 5a
9oCarbo-vegelabifra.... 5*
10Hydrociani-acidum... 5
11 Uuro-cerasus........ 5
12-Cbioa................ 5.
13Canteara............ 5'
14Sulfur.........,....... 5
15Aconitum-nap....... 5*
16Kelladona alropa..... 5*
17-Bryonia alba......... 5*
18Colocyothia.......... 5"
(2) O vldro de eapirito de camphora nao deve
eatar misturado com os outros medicamentos
homeopalhicos, porque altera as proariedadea
destes. Onda ettiver guardada uma carteira bo-
tnaopatbici, nao dere etur o Tidro de camphora.
injuria contra um inspector.
Foram recolhidos mesma 00 dia 1:
A' ordem do Dr. delegado do Io districlo : o
tnglez Harresem, de 3 anuos, machinista, re-
metlido pelo Sr. Dr.'chefe de polica, por crime
de morte.
A' ordem do subdelegado do Recite : os ma-
rojos fraooezes Banlsn, Duranl e Pormier, o
primeiro de 23 annos, e os dous ltimos de 18,
a requisigo do cnsul respectivo ; Bibiana, par;
da, de 30 annos, engommadeira; a requisigo de
seu senhor o Dr. Antonio Agripioo Xavier de
Brilo, Andr Elias,branco, de 36 sonos, canoeiro,
e Bento, pardo, de 22 annos, catraeiro, escravo
da viuva de Jos da Silva Neves, ambos por bri-
a, assim como Manoel Culos Vidal, pardo, de
45 annos, pescador, por embriaguez.
A' ordem do de Sanio Antonio ; Manoel Gon-
Qalves de Queiroz Albuquerque, branco, de 19
annos, caixeiro, para recruta, por ter desor-
deno.
Foram recolhidoa mesma no dia 2 :
A' ordem do subdelegado do Recite : Raymuo-
do Jos de Lima, pardo, de 26 annos, catraeiro.
por embriague?!
A' ordem do de Santo Antonio : Miguel, criou-
lo, de 23 annos, ganhador, escravo de Lino Jos
de Castro Araujo, por aodar fgido.
A' ordem do de S. Jos, o pardo Mathiss Al-
ves Ferreira Braodo, de 44 annos, carplua, por
offensas moral publica, Severiano Barros da
Silva, pardo, de 37 annos, sem officio, por em-
briaguez, Malbias Rodrigues de Lima, tambor,
pardo, de 31 snoos, ferrelro e o crioulo Jos
Joaquim de Santa Anos, ambos por brigs.
Finalmente, ordem do da Magdalena : Can-
dido Jos de Santa Anua, pardo, de 22 annos,
sapateiru, por espancamento.
O chefe da 2 secgo
J. G. de Mesquita.
Baptisados da freguezia de Santo Aolonio
do Recite do prximo passado mez de Janeiro.
Affqnso, branco, fllho legitimo do Dr. Domingos
Monteiro Peixoto, e Amelia Carolina Peixoto.
Aolonio, crioulo, fllho legitimo de Antonio Vic-
torioo Gomes, e Rosa Mara da Cooceigo.
Beoto, branco, filbo legitimo de Fraocisco Gemi-
do Morena Temporal e Ignez Briles do Reg
Barros Temporal.
Delmira, ciioula, tilha natural de Pulquera Ma-
ra das Chagas.
Elvira, branca, filba legitima de Jos Moreira Lo-
pes e Mara Adelayde Magalhes Lopes.
Etelvin. branca, Qlha legitima de,Jos Aolonio
dos Santos Coelho e Rosa Francisca te Souza
Coelho.
Flora, crioula, escrava de Adriaoo Xavier Pereira
de Brilo.
Gertrudes, semi-branca, ulna legitima de Manoel
da Silva Leito, e Anna Mara da Conceico.
Joaooa, crioula, eterava de "Lucianoa Mara da
Cooceigo.
Laudislo, pardo, fllho legitimo de Honorato Pe-
reir da Silva e Rila Hara da Cooceigo.
Manoel, pardo, escravo da viuva Margarida de
Souza da Conceigio Ferreira.
Maria, branca, lba legitima de Joaquim Bernar-
dmo de Castro Portella e Anna Tertulia Por-
tella.
Rogerio, crioulo, fllho legitimo de Antonio Vic-
torino Gomes e Rosa Hara da Cooceigo.
Rachel, parda, escrava de Jos Moreira Looes.
I obias, crioulo, escravo de Joaquim Antonio Car*
neiro.
Umbelioa, semi-branca, filha legitima de Jos
de Souza Teixelra e Frupcelina Maria da Con-
ceico.
Um Qlho legitimo de Joaquim Jos da Silva Gui-
mares, liceoga em 7 de Janeiro.
m fllho de Emiliano Soares Raposo da Cmara,
licenga em 21 de Janeiro.
Casamento.
Aolonio Marques Favrel com Isabel Maria da Coo-
ceigo, licenga em 16 de Janeiro.
Manoel Joaquim Olioda coro Jovina Maria de A-
raujo.
. Passageiros do vapor brasileiro Paran,
vindo dos portos do norte: Antonio Gongalves
Ferreira, Jos Pereira Barroso, Samuel Wallaer
Mar Dooald, Francisco Hara, Francisco Pereira,
Jos Pereira, Manoel da SHts, Dr. Ernesto Feli-
ciano da Silva Tavares, sus senhora, 1 filbo el
criada, Dr. Tristo de Alencar Araripe, sua se-
nhora, 5 filhos, 1 coohsda e2criados, Manoel de
Souza Rolim Alencar, Luiz Soares Raposo da C-
mara, Jos Joaquim de Castro Barroso, Domingos
Henriques de OHveira e 1 escravo, Jos B. de
Paiva, Ttjomaz Gomes da Silva, padre Antonio
Das da Cunha e 1 criado, Manoel Alvea de Oli-
veirt, Jote Paulino de Catiro, Dr. Epaminondas
de Souza Gouvfi, Joo Rodoipho Gomes, Jos L.
Pereira de Lima Juoior, Mauoel Jos de Parias, o
preso Saturnino Jos de Souzs, 2 pregas de poli-
ca e 1 escravo, a entregar a Antoolo Jos de
Castro.
Segaem para o aul:
Tenente Joa Fraocisco de Oliveira Mesquita,
capito Manoel Pereira de Souza, 2o lenenle-Ma
foel Joaquim de Paiva, Manoel Henriques
da
Atatonia.Perntmbaco, 5 meze. Sanie Aataala;
dyarrba.
CMARA MUNICIPAL DO RECITO.
SESSiO EXTRAORDINARIA AOS 10 DE
JANEIRO DE 1802.
Preaiewctn do Sr. Barro Reto.
Preseato aa Sra. Henriqaes da Silva, Seta,
se a aeaeao fei lida a ap-
antecedenta. Foi lida esa-
goaote
EXPEDIENTE.
Uas officio da fiscal do Recite, eoeamaaicaaa
haver engajada a Jote Francisco dea Saetee
Pedro Francisco da Cotta para aervireat preiloa
riamenle oa lugares de guardas daqaatU fre-
guezia.loteirada.
Outro do flteal da freguezia de Saoto Aateaie,
ioformaodo favoraveloteele a presencie a Maria
Joaquioa do Patrocioio Datrs, declara qae, tea-
do-ae entendido com o engenheiro caraaaaar, fei
este de opinio que nenhum incoaveaieale baa
em permillir-te que a prelendenle, tapando a
becco que (lea ealre aa suas propriedadee aa. 26
e 28 da ra da Praia, levantaste o mar* sl a al-
tura da casa n. 26.Coacedeu-sa.
Oulro do procurador, remetleudo o alinele
di receili e deapeza municipal ao ates de de-
zembro ultimo. A commisso de polica ( Rege-
e Albuquerque e lloriquea da Silva )
Ordenou-se ao fiscal da freguezia da Boa-Vala
para mandar abrir um caoo na travesea dea Fer-
reiros, que dsse aahida pira o canal da raa da
Aurora s aguas que na mesma Iraveeea ae aecu-
mulam. Cjmmumcou-se aa procurador e con-
tador.
O Sr. Mello fez o aeguinle reqoeriaeale, qae
foi approvado : Traiando-se preeeoleaaeate a
todoa 01 meiot hygienicot, litante o mal qaa ae
diz do cholera, e chando-se estabelecida ne pe-
queo riacho do Arraial umi fabrica da livagea,
o que nao pode deixar de aer prejudiciiisaia>e
saude dos habitantes daquella parageas, la lo
mais quanto o pequeo rio oo tem o coaveaiea-
te esgoto ; por isso requeiro que saja examiaada
etla localidade, e mesmo vr-se sa devena pre-
ceder iicenga desta cmara, o que parece ana lar
havido. Recite, 20 do Janeiro de 1862.Melle.
Nomeou-ae umi commitso competa dea Sra.
Helio, Reg, e o medico mooicipal Francisca Jo-
s da Silva para examinarem a fabrica do lavi-
g*i de que cima ae traa.
Despacbaram-ae aa pelices de Antoaie Joa-
quim Salgado, Franciaco Goncalvea da Silveira,
Joa Bernardo de Seoa, Dr. Joie Ne pe atecen
Diaa Fernaodea, Jos Joaquim da Silva Gaiata-
rees, Lourengs Hri Joaquina de Saol'Aaaa,
Manoel Guogalves Ferreira e Silva, Maaoel Igna-
cio de Avila, Manoel Aotooio Ferreira Gomes, e
levanlou se a essso.
Eu Francisco Canuto da Boa Viagem, offlcial-
maior, a escrevi 00 impedimento do aecreiarie.
Barroi Reg, presidente Heoriquea da Silva.
Reg. Leal Seve. Melle.
SESSO EXTRAORDINARIA AOS ti
DE JANEIRO DE 1862.
Presidencia do Sr. Barros Rea.
Presentes os Srs. Henriques da Silva, Seve,
Reg, e Mello, abre-se a tetaio, a lida e appro-
vada a acta da antecedente.
L-ae o seguinte
EXPEDIENTE :
Um officio do Exm. presidente ds provincia,
recommeudtndo que, tomando a caara em can-
siderago o que expe o Dr. Pedro o'Aihay le Lo-
bo Moscozo, no officio que remellia em original,
provi Jenciasse era ordem que fossem prompla-
meote removidas ss causas de iutalnbridade que
exislem no bairro da Boa-Vista.Que ae reapen-
desse S. Exc. quanto ha a cmara feito para fa-
zer deaapparecer aa causas de losalubridadefBao
s daquella, como das de maia freeueziat da ci-
dade.
Outro do metmo, dizeodo ter natural qaa em
tolos ns cemiteriot exisleoies na freguezia dos
Afogadot, ae d o metmo inronveoeate que
pondera o inspector de saude publica, aa infor-
magao por copia, de ser preciao revolver-ae ee-
pulturas que j leoham recebido cadveres de
pessoas fallecidas do cholera morona, recem-
menda tome a cmara era mulla couaiderace a
nformacao do mesmo Dfpeclor, maodardo coas-
fruir um novo reroiterio em poaigo ceavenieale,
se assim o jolgar indispensavel.Adiado.
Oulro do metmo. approvando a creacie provi-
soria de mai* oito guardas manicipaes, a eatari-
sando a deapeza proveniente dessa medida.Qae
se communlrasse ao procurador e cootader.
Outro do engenheiro cordeador, ioformiodo o
requerimento no qual Joaquim Bapiieta ge Arau-
jo pede para fochar o aea terreno ealre aa ras
da Conquista e Sympalhia, no bairro da Baa-Vis-
ta, levaulando frente de caaaa lerreat, eattade o
engenheiro nio haver ioconveoienle em ae cea-
ceder ao aupplicsole o que reauer. Cenca-
deu-se.
Oulro do metmo, declarando nao lar feito o
orgamento do aterro da ra o f raga projecladas
00 bairro da Boa-Vala, no alagado que lea em
frente do Hotpicio, porque, teodo sido Iterada a
direcgo da ponte de f-rro que se eali cooatraia-
do do pateo de palacio i roa da Aurora, tambem
dever ser alterada a direcgo da ra que Ibe
correspondente, e nao podeodo esta alieragao
ser fela sem spprorego dogoveroo, havia man-
dado coi-iar a parte da planta da cidade, onde
ealao tragadas a ra e praja para nella projectar
a aHerago con'eoienle lnteirada.
Outro do mesmo, nao se nppoodo que Joaqaim
Martins Moreira una, como requer, o mure do
fuodo do seu terreno, no sitio da extincla Socio-
dde de tecidoa, ao muro do sitio do viscoade de
Suassuoa, uma vez que se obrigue'a demolir sata
indemoisago a parle do dito maro, oade tea 6a
alraveasar a ra ahi projectada.Conceden-se,
assignaudo o supplicaole termo, pelo qua^se
obrigue a demolir o muro de que ae traa quaado
for preciso, independe nte de indemoiseco.
Outro do fiscal do Recite, pedilo ae miadasee
pagar ao crurgio Joa Antonio Marquea a qaaa-
tia de 46#000 rs., imponaocia de cerridaa t a-
mes sanitarios que nana feito em dieisaa datas
dos mezes de outubro, oovembro e dezembro 4
tono Ando, bem como 00 de Janeiro corrala.
Mandou-te pastar mandado.
Oulro do fiscal de Sanio Aolonio, eaaamaai-
raodo ter admittido. como guardaa provisorias,
Francisco Feliz daa Hercs e Frsocisco Carlos
Jos Teixeira.Ioierada.
Outro do fiscal de S. Jos, pedindo sa Iba tar-
oecesse dous carrinhos de mo para serem em pre-
gados no servico da limpeta daa roas de ana fre-
guezia, visto estarem arruiaadoe os qaa exiateaa.
Maodou-se fornecer.
Outro do mesmo, participando qae admit.io
para guardaa proviaonoa a Ludgero Ba loriad o
Soarea de Carvalho, e Cltudino Joa Flix. la-
ifiirada.
Oulro da Macal da Boa-Vista, coramnoicaado
ter oomeadopara guardaa rovtoorioe da saa tre-
guezia a' Jos Benlo stonteiro e Fraaciace Lasa
de Borges Pessoa. lnteirada.
O Sr. Henriques da Silva propos qae sa ca-
priste a disposigao do 7 do art. 76 da lei da 1*
de outubro de 1628, isio que se procer
fei* '?hmi. Manel A'. JoeDha Mafi* ,0- a
Aauiar La enh^TfiFfl?K C.'T P"? da SU" 18 apropri.do p.'r. p.rto.-e teJUn^TJZ
Aguiar, aua senhora, 6 filhos, 1 criada e 1 escra----------------------------------- -
vo, alferea Joo Francisco da Costa Estrella, sua
senhora, 1 fllho, 1 irmo e 1 aacravo, 2 cadete
Valerio Segismundo de Carvalho, Dionizio d'A-
raujo Calaohedo e 1 escravo, Seraflm Pereira
Borgea e aua seohora, alteras Florentino Jos Pe-
reira, saa senhora e 2 filhos, Jos Joaquim de
Paiva, Jos Rodrigues da Costa, Gustavo Joo B.,
sua seohora e 1 escravo, 7 recrutaa de marioha,
20 ditos para o exercito, varios escravos a en-
tregar.
Paaaageiro do cter nacional Emma, vindo
do Peoodo Francisco Jos Peres.
MORTALIDAD! DO DIA 2 DE IBVKREIRO :
Mcario, frica, liberto, 16annos, solteiro, Re-
cita; phlyaica.
Hanoel Francisco da Silva, Pernambuco, 40
annos, solteiro, Boa-Vists ; dyarrba.
Thereza, frica, 40 annos, solteira, escravs,
Boa-Vala; endocardile.
Itidro Joa Rodrigues, Bahia, 18 annos, soltei-
ro, Bos-Vists; varilas.
Aotooio Caetsno da Silva Raposo, Portugal, 24
annoa, solteiro, Boa-Vista ; febre amarella.
Jovina, Pernambuco, % annoa, S. Jos; atram-
po recolhido.
Aolonio Joa Pereira Ermida, Porlogal, 40 an-
nos, solteiro, S. Jos ; leseo do corceo.
Rita Maria Jo Rosario, frica, 70 annos, sol-
teira, Ssato Aolonio; peneumonia.
Benedicto, frica, SO annoa, casado, S. Joa ;
bypelropaia.
Dia 3.
Um hornea fallecido uma bota desos de lar en-
trad* no hospital; Boa-Vitia.
Joo, Pernambuco, 3 anooa, Santo Antonio ;
gatlro entente.
que vem part o consumo diario. Sala
approvada, eocarregando-ae cada um doa mm-
bros da cmara de procurar o logar qae alboras
proporges offerecesse para eaae m.
Ordenou-se aos fiscaea daa fregueziaa desta ci-
dade que reduzissem o numero de servente* ean-
pregadot actualmente na limpeza daa raaa, fl-
cando somente quatro em cada freguezia.
Preataram juramento o padre Joaqaim Joa
de Fariaa, juiz da paz do 2* anoo do V districta
da freguezia da Varz-a, e Herculano da Maraca
e Silva, l* supplente do 4* ditincto da fragaeaia
dos Afogados, chamado para preeacker a vaga
deii| ia pelo padre Loureoco Lopee de Carrafa*,
que comrauoicou estar mudado da dita fregaaate.
Coocedeu se a prorogaco da lieeaca par ata
dout mezes ao guarda o fregoslo de S. Jee,
Lino Ticlo de Jess, para tratar da saa saadk.
Desptcharem-ae aa patices do bacas ral Her-
millo Duperou, Jos Malheua Ferreira, Joa La-
pea de Oliveira e Joo Franciaco do Rege Bar-
ros, D. Joanna da Cooceigo Maia 4a Aseveae
Lioo Ticlo de Jetut Hara Joanna m Patreci-
nio Duira, e levaotou-aa a aasso.
Eu Fraocisco. Canuto da Boaviagean,
maior, a escrevi no impadimeato a w<
rio.Barros Reg, pretideele. Catarte 4a
lo.Reg Maia.Leal Seve.Henriqt
Ta.Reg.Meti.
CommuDlcadoi.
Yirts ost fata virexit
Intondaveis sao oa jalaos de Daaa I llraa-aa
do p e nos faz volver ao fo coeJorata a ateta



^--------------------vu*C Tci.^.; .-------
de seas deiigoios t Mas, bafejindo-no* es* mu
abito, deu-oos vite, '*. r"So> IHn^ilUlSMfl
de modo que o ilWJWjrider-w da pai orrop-
tvel. a alma, parte roeorrsptivei e ieaVrlel.
apreseoter-se 10 Ser oa Sares, levi ji a pres-
cieacia do seu desligo, segando o besa ou mal
que concomo para fszer-se.
Quer ante o Omnipotente, quer mesmo ante o
moado, flca lio eterna eomo a alma a Tirtude,
que ei ai kaia prallcavs 0 ante a quena alenle-
ra; a viriude que resplandece aempre apazar da
aorta, a ose safra de solemne padro a memo-
ria do que se foi do meio de nos. Virius post
fata virexit.
Mora I para que o homem te ha da tanto te-
mer 1 porque lastimar elle taolo tena estragos I
por ventura desde que nascemos nte foi com o
prenuncio do rrossoflm 1 nao decretar) Dos que,
sabidos do p, em p nos haremos tornar 1 pulvis
est, ai tn pulverem reverteris I porque pota nos
desolemos!
Nao I nem aa lagrimas, nem a saudade, con-
trsriam os designios de Dos I asaignalando nos-
sos destinos, ordeoou tambem que nos anisse-
mos uoi aoa o otros : como pois suffocar tantas
affeicoes, taotas recordagdes da vida ? e qual o
desefogo do congo opprimido pela seu lade, a
nos nao ser permittido orvalbsr com nossas la-
grimas o cadver de nossos morios? que ouira
aouaa Ihe podemos dar como peobor de nossa
feico, para que a coosere comsigo no tmulo?
Deixai, amigo, que as lagrimas da vossa triste-
za tos ioaun leca o rosto, a nao vos acanheis
diaatedo aodurecimeoto de h-oje de paleoleardes
vossa magua pela grande e immensa perda de
vossa virtuosa consorte ; o que lhe podem of-
(erecer ao partir alia para to looga viagem.
Pago este tributo de piedade a nossos morios,
oremos por elle3, para que o Juiz Iocorruptivel
teoha misericordia de suas almas, que s elle as
pode collocsr bo co, ou ezclui-las de sua ma-
gas tosa prese oca. *
Se os phiiosophos da mais remota aotiguidade
achavam. consoiages contemplando a vida alem-
tumulo, dos, lumioados pela revelagio; dere-
mos encontra-las a csda palavra da religio de
hristo.
A cada urn segundo suas obras : 6 a promessa
da redempc&o, lestemuohada peles apostlos, e
.presentida pelos pagoi.
Pindaro fazendo o elogio de Cadmo disse:
a O que a vida passou em justo accordo,
c Dos infernos nao teme a dura sorte.
Quem pode resistir a oecessidade? Eurpides
eosinava 00 aeu lempo que< aaber cedet em
tudo a aecessidade era ter em partilha a pru-
dencia dos deozes. Se pois lei fatal e neces-
saria morrer o que nasce: por que tanto se
commove o homem?
E o que o hoiijm '! o que esse nada ? O
aonho de ums sombra ; responde Pindaro.
Nao vemos por toda a parte o infortunio aca-
brunhar a humeoidade ? nao esta lei geral ? a
quera ooupa a fortuna ? Lomos em Theophreto :
a fortuna nao oltia para onde dirige seus gol-
pes ; sem lempo ti Jo e determinado, ella arreba-
ta como lhe praz o fructo de nossos trabalbos. e
deslre a prosperidade que se era mais solida-
mente estabelecida.D
O que a vida? Urna divida fatal, que,somos
obrigados a pagar.
Nossos pas, quo ativeram por emprestimo, a
transmittiram ao mesmo titulo, e quando o que
no-la prestou a pede, devoraos da-la voluntaria-
mente, e sem desgoslo, sotrpeoa de passarmos por
ingratos.
Foi o que fez D. Ignscia Joaquina do Sacra-
mento Firmino ; e sua divida pagou com a tran-
quillida le do christo, que sabe sempre coofor-
mar-se com a vontade de Deus.
Na flor da idade, tendo apenas 2i annos, casa-
da ha sete mezes e meio, estando grvida, o cho-
fera veio arranca-la dos bracos do marido extre-
moso, esolha do seu corelo de virgem, tiran-,
do-a deste vale de lagrimas s 3 horas e 15 mi-
nutos da tarde do dia 29 de Janeiro.
Desvelada esposa, ao partir seu marido para
Cruangy a examinar o mal soffrido por aquello
povo, cou era angustias, at que vollando elle
alta ooile e conheceoilo-lhe"o pisar, o foi recebar
esesda, e estrMtaodo-o em seus bracos, disse-
lhe : grac.as i Deus que me o restittie 1 est V.
bora ?
Accommettida no dia 25, e como que tendo
presentiraento do steu prximo Qm, dizia :Vou
em bora tnrapo ; se havia de ser V., ficando eu
em desamparo, seja en, que nao posso como V.
soccorrer a bumaoidade soffredora.
Natural da cidade de Goianna, orphia de pai e
mai, vvenlo em companhia de um irmio, ambos
filhos de pais honestos, adornada de virtudes que
aempre a fizeram acatar, foi escolhida por nosso
amigo para sua esposa ; a desde eotao, aojo de
ceodura, sentio e obrou como senta' e obra va
aquelle que esposara.
Poucos foram seus dias neste mundo ; mas
encheu-oscom continuados exemplos de boadade
e caridade, que sempre a recommeodaram a esli-
ma de todos, grandes e pequeos.
A coosternago do nosso amigo se v do se-
guirte escripto :
Dr. amigo.29 de Janeiro de 1862. Micha
mulher inda vive vida vegetativa smente. O
meu estado normal ser iuvo, nao pos*o conse-
guir o contrario. Deus s pode permittir o que
bom, cumpra-se a sua delerminagio. Seu ami-
go.Fishiko.
E Jos Joaquim Firmino, o esposo de D. Ig-
nscia, mlico, como se deve ser medico, como
se pode ser medico, e entretanto, desvelado es-
poso, fica impotente diante do progresso do
mal I.... Eis as nuvens negras que sua imagina-
gao carregara, quando ioslou com o goveroo da
provincia, para soccorrer a comarca de Goianna,
sede do cholera-morbus 1....
Mas, quo fraco o homem, e vo o seu po-
der I Como seus cuidados sao infructuosos I Sem
cessar, em seus dias desgranados, um trabalbo ao
outro se eocadeia, a de forrado a sugattar-se a
coodicao do seu nada.
Traoquillisemo-nos por tanto : nossos desgos-
tos servem apenas para dsr incremento a nossos
males.
A vida um periodo de dores, a morte descan-
so eterno.
Diogeoes poucos instantes anles.de morrer cs-
hio em um sorano profundo, seu mlico, ecor-
dando-o, perguotou-lhe ae ae aentia melhor.
Nio, respondeu elle, o irmao que vem diao-
te da irmaa, o aomno diaolo da morte. Tam-
bem D. lgoacia, tomada de um somno profundo,
iltodio seus mdicos e enfermeiros, crendo-a
aalva ara o irmao que vinha diante da ir-
maa.
Epicharme tratando da morte,disse; rompen-
8a o lago de urna intima uniao : cada um agora
restituido a seu principio. O espirito vea aoa
cos, morada da luz, a o corpo deu 4 trra. O
que ha de doloroso ntsto ?
Eis o que acooleceu a D. Ignacia Joaquina do
Sacramento Firmino ; eis como o deve conside-
rar o nosso amigo, sea choroso consorte ; confor-
mando-se assim com a vontade de Deus, que,
como da nossa f, muitas vetes chama o ho-
mem aua santa gloria, quando o acha em esta-
do de graca
A morte com sua agujada fouco ceifa igual-
mente o crime a a viriude, sem respeilir a caba-
na do pobre nem o palacio dos reis.
Horacio nos recordou esta ligio da sabedoria
nos seguintes versos :
c Paluda mors eeiuo pulsat pede
c Pauperum taberna?., regumque turres.
Ingeuho Novo, 31 de Janeiro de 1862.
Dr. Antonio Borges da Fonscca.
MARIO DE PEWiAMBCO TEl^A FEIBa 4 FWEftEInQ DE ltf*.
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sempre Irstado
er occolto,
isa asufra-
calumnias,
membro
continua nade-
Correspondencias.
Srs. redactores.A sem razio com que Alexao-
dre de Albuquerque Barros, coohecido neala ci-
dade por Alexendre pao de sebo elaborou o
artigo publicado no peridico Ordem, sob a epy-
graphe ao publico a ao goveroo metobriga a publi-
car estas toscas liabas em defesa da honra atas-
aalhada. Todos sabem que o delegado deste ter-
mo no um do anno prximo pesiado prenden,
processou e pronunciou a Bezerra por ordem do
befe de polica pelo erime de tentativa de mor-
a commetlido aa peaeoa do reapaitavel teaento
coronel Aatouio Crrela Pessoa de Mello. Bate
procedimeotodo delegada, alias legal e leuvavel,
porque lera por fim a punico de um crime botro-
reao acommodou per tal asedo a Bezerra, que o
.oraou lodo furia a un possesso, porque enten-
deu, qee devi* aer respeitado, e que oinguem
tiaveria, que fosee capaz de o trancear no
seguro para espiar osaeus hediondos crimes, t> de
entao para c deseavolvou anude ogeriea ao-de-
legado, e nio ceasa de difluir contra esae honra-
do epregaso toda tala de inaaltae, imereporios
e desaferoa, com vistas dedar-lae a demasi o
que o aau omw deseje. Mae bomam jsato,
o homem abencoado da
com alinelo, e paategtdo
que nao nos e dado
gou, e natreagarl o
qe movido pele
intil da familia dof
legaca contra a aua voi id* r dtHaeade, e sym-
psihico delegado deste terso.
E triste dos horneas pacficos etsejte termo se a
voz do pee de ieb*chaeaeguarid* O animo doa
Exms. Srs. presidente da proviocaT etefe de po-
liaii, surque eotao a segaranca deafdadesapare-
cera, e sirva de exemplo e que aconteeeu com
o pacifico pai de familia o lenenle-coronel Mello,
que por milagro de Deus escipou de aer assissi-
nado com um tiro.
Quer esse miseravel pedante incutir nos nimos
doa incautos, que o delegsdo dera contra elle urna
nformaco falsa ao Dr. chefe de polica, e qae
em coosequencia deasa informarlo fora elle pre-
so, e processado ; e a isso respondemos, que oo
sabemos se existe essa informadlo, mas ae ella
existe nao falsa, porque funda-ae no dito de
sua merc como ae v doa depoimentos dos mui-
lo honrados Srs. Luns e Urgulino.
Queixa-se o hroe das luminarias do delegado
deste leamo, porque o processou, mas oo se
queixa do imparcial Dr. juiz municipal pelo pro-
cesso,que lhe eeti formando pela morte de Chicu-
te ; parece que o estado de alluciuaco em que
est o priva de coohecer a razio, e sem duvida
elogia o juiz precessanle, porque se considera reo
cooevito do crime.
J v o publico que Bezerra nao um homem
mrtir de iojusticase votado ao exterminio, como
quer fazercrer, pelo contrario um homem eo-
berto do crimes, e earecedor de severo castigo,
em fim um membro gaogrenado da sociedade
brasileira, que deve ser corlado para salvago da
mesma sociedade.
Coosole-se o Sr. Bezerra com sua sorte, defen-
derse dos crimes, que Ihes sao imputados, e de
urna vez fique convencido, que o delegado, de-
vendo a sua elevacio ao> seus honrosos prece-
dentes, e aos relevantes servidos, que lem pres-
tados a causa da justica, ha de.ser conservado em
quaolo bem servir, eotende.
Aqueatao dos dous cootos de ris suscitada so-
bre o processo de Jos Igoario da Mello, j foi
tratada em diversos nmeros da Ordem tanto pelo
propio Jos Ignacio, como por outras pessoas, e
prsvou-se com documentos valiosos, que Bezer-
ra foi quem recebeu de Jos Ignacio um cont de
ris em um encontr de divida, para ir a Limoei-
ro, inquirir urna testemunha, e mais tena Comido
seoo tivesse ido para cadeia, pois que nao se sa
hiadeQuanduz com o fim de adquirir dinheiro a
cusa de historias.
A prova em que se tanda o pao de sebo para dar
como recebido pelo delegado esse dioheiro pela
nao pronuocis de Jos Ignacio tao jurdica e
valiosa, como valioso o juizo desse juiz consul-
to de meia cara com gestos de urub rei, porem
elle nao (em culpa, o culpsdo o mestre, que
quindo lo na em gran le quaotidade a apreciavel
patricia em certa venda da ra da Lagoa do barro
diz parvoices de toda qualidade.
Nio ha quem acredite que Rsymuodo Antonio
fallasse a Salles em dous contos de ris psra a
desproouocia do irmao, e nao pode ser valioso o
dito de Salles.porque ess paciente pai de familia ;
inimigo do delegado, por o ter s pouco desti-
tuido do lugar da foroecedor dos presos da c-
pela demasiada sabedoria, que mostrou na orga-
oisagao das contaa.
A historia do recebimento dos dous conloa de
ris procede de ama declararlo, que fez Hanoel
Joaquim de Limacunhado de Jos Ignacio de leu
este dado ao delegado e promotor Camergo a
quanlia de dous conios do ris para oo aer pro-
nunciado, mas a declaraco de Lima perdeu a im-
portancia, logo que Jos Severino Gavalcante de
Albuquerque, a quem tima se relere, declarou
parante o subdelegado do segundo districte, a
requerimento do delegado, que oo tinba dito se-
melhanle cousa a Lima, e que era calumniosa tal
declaraco. Digam agora os entendidos se, a
vista da declaracio de Severino Cavalcaot, exis-
te prova qae possa convencer, que o promotor
Camergo e o delegado receberam|dous coolos de
ris pela desproouocia de Jos Igoacio.
E demais Jos Igoacio um mogo pobre, e
nio poda ter um cont de ris pare dar Be-
zerra, e dous contos pare o promotor e dele-
gado.
Sr, Bezerra, nos o aconselhamos que cuide
o'outra vida, pois que escrever para o publico
oo para Vmc, que nem ao menos sabe a liti-
gue portugueza, como se v de sua correspon-
dencia, e nao se exponha ao ridiculo, como est
fazeodo, e lembre-se que o maior deleito do ho-
mem ignrame oio querer coohecer-se.
O delegsdo censurado por ter nesta cidade
um ettabeleciraenlo de fszeodas de armacao e
cera, de que lira grande lucro, e echamos asna-
tica a ceosura, porque nio desairoso ao dele-
gado possuir esse estabelecimento, visto como a
venda de fszenda e de cera faz perle de indus-
tria commercie!.
Ainda quando o delegado fosse acostumado
fazer armago de igrejas, como diz Bezerra, ne-
nhum desar lhe poderia resultar, porque usava
de um meio de vida licito ; assim como nenhum
deaar resulte Bezerra de ter no principio de
sua vida usado do trabalbo bragal, exercido o
officio de cerpioa e ercrivo de orphaos, cujas
funegoes desempenhou lio mal, que foi proces-
sado (como familierisou-se com os procesaos) e
coodemoedo pelo ex-juiz de direito desta comar-
ca Dr. Peretti pelos erros que commetteu.
A posigao social que o delegsdo oceups neste
termo, sffiige sobremeneira Bezerra, porquaoto
aquelle empreg-do alm de ser delegado, pri
meiro suppleote de juiz municipsl, venador, juiz
de paz e eleitor, lugares estes, .que lhe foram
dados sem que os sulicilssse,- e isto prova que o
delegsdo considerado e estimado pelos habi-
tantes do lugar, ao passo que Bezerra nem ao
menos ssrgeoto dos morcegos; e tendo oceu-
pedo os lugares de veriedor e eleitor no qua-
dnennio passado por merc do coreoel Ferrar, e
seu genro Goes, deixou de ser reeleito as ultima
eleicao, porque foi abandonado por equellea, o
que prova bastante a sua impopularidade e nulli-
dede. %
Faz gosto ver o homem das patacoadas dizer
que possuo dous engenhos, e sao taes elles, qae
pdem ser comparados a dous deslrocedores de
fazer rapadura ; ambos nio valem um eageuho
soffrivel. E domis, um dos engenhos pertence
diversos dooos.
No proposito de nao respeitar i oinguem, Bs-
zjrra tocou no muilo digno juiz de direito desta
comarca, e attribue a despronuncia de Jos Ig
oacio a despeito e raiva por causa da habeas cor-
pus, que a relacao concedeu-lhe : assim como
atiribue a aquelle juiz os incommodos que tem
soffrido.
E' bastante melindroso.este ponto da corres-
pondencia, porque trata de ama decisao, cajo
merecimento s pode ser apreciado vista dos
autos; porm duvidamos qae o juiz de direito,
segundo o conceito que fajemos delle. se diri-
gisse na decisao da causada Jos Ignacio por rio-
ganga e despeilo, por quaolo os actos desse ma-
gistrado sio dictados pelos principios da justiga,
como soe fazor um juiz recto ; e oio se pode al-
tribuir so juit de direito o processo de Bezerrs,
porque o delegado prendeu e processou Bezerra
em viriude de ordem do chefe de polica ; e o
procedimento do chefe de policis nio poda ser
dictado seoo pelo coohecimente do (acto, e nio
por insinuadlo do juiz de direito, que nao tioha
motivo para mandar perseguir i Bezerra, tamo
meis sendo Bezerra tio pequeo cesta cidade,
que nio oceupa a alinelo de oinguem, e tal a
a sua nullidade, que para obter o habito de ca-
vallelro da ordem da Rosa, foi preciso que o juiz
de direito o lembrasse, como elle mesmo o tem
confessado em diversos artigos publicados na
Ordem.
E quando o juiz de direito nao goslasse de Ale-
xandre Bezerra, nio poda despronunciar a Jos
Igoacio por despeito, porque entre Bezerra, e o
processo de Jote Igoacio, nio ka ponto de can-
tado. O Bezerre vive com aa entranhas corrodas
de raiva, porque nio pode eccupar urna posigio
official em Senlo Aotao, e para lar algum lempo
de distreegio, lem dado alguna jamares compoa-
tos de piro escaldado com caroe de bode, se-
guodo dizem ; porm es deagostos tem-se aug-
mentado, porque vio um dos seos convidados, o
alferes Sosres, commandanle de destacamento,
ser repentinamente mudado, e suspeita que o
jaotar foi a causa da mudeoge ; e quem sebo se
scooieeer a mesma cousa com o nosso promotor
Dr. Camargo, que tamben astistto aotal jealar, e
para esse ponto chamamos a alieogo do Exm.
presideote da provincia, poreve oio acharaos
conveniente, que usa atremota* pnblico", repre-
sentante da juatica,*eeivtva eem um criminoso
pronunciado por crime de tentativa de morte.
Queixe-ae de suas malvadetas, Sr. Bezerra, e
oe do delegado qae eeti campando o que a lei
determina, e depois de soCTrer o competente
castigo, bemdiga o delegsdo, como tem feito com
o Dr. Beltrio, pela famosa ligio que dra i Jos
Severino.
Gonclaimos esta, pediodo se Sr. Bezerra que se
deize de pstacoadae, e cuide em Irabelhar para
pagar o alheio, seguiodo o axamplo do aeu hoo-
rado genro, que vive envargoobado das boas cou-
sas que Smc. tem feilo, e lembre-se deste anne-
xim :o ci qae peaseie muilo, anconlra rabu-
gem ou pao.
At breve.
Cidade da Victoria, 27 de Janeiro de 1862.
Po-Aco.
Movlmento alat alfa
yolamee entrados eomazenda..
aom gneros.. 1,537
:*tr-
Volamos sabidos aom fazendas..
> con eneros..
132
364
1,966
396
Srt. redactores da Revista Diaria.Fujo is
discussees jornalisticas, nio s porque reconbego
a minba insufflcien i, como porque estou con-
vencido do pouco cooceito que ellas merecem, e
por isso somonte obrigado pelo dever de defen-
der a minha dignidade como empregado publico,
que mu raras vezes recorro ao aeu conceiluado
Jornal.
Chegando-me s mios o seu estimado Diario
de 28 do correte, nio possivel deixar dn fazer
algunas reflexoes acerca do que em sua Revista
desse dis se publica com relagao aos empedre-
meolos que por arrematagio ae executam na es-
trada da Victoria de que sou eocarregado.
E' pa.a lastimar, que osautorea deesas publi-
goes", sempre scoberiados com s prfida capa do
aoooymo, faltem asioceridade, e em vez de pres-
taren) um servgo ao publico, denunciando ura
facto reprehensivel, engndreos urna calumnie,
ou nyperbolysem urna historia de modo que se
expooham ao ridiculo, senio ao desprezo dos
homens sensatos.
Quem em seu juizo perfeito acreditar, que,
por dous annos. ficasie interrompido durante o
invern o transito dos carros e mesmo dos caval-
los do Recite a Jaboetio ? ?
E' verdade que a falta de dous Isocos de em -
pedramenio arrematados, e nio concluidos em
lempo, muilo difficultsram o transito este anno
passado, principalmente na varzea do eogeoho
Soccorro, mas oem por isso os aenhores de en-
genhos deixaram. de transportar sue safra, que
loi colhida bem tarde e transportada no rigor do
invern-, O masmo mnibus s parou em junho.
E claro que se o transito dos "carros e csvollos
tivesse sido interrompido os arremstanles des
barreiras teriam reclemado. Mas isso nio acon-
teeeu.
O goveroo cootratou empedrameolo, e pare-
ce-me que isso que ae est executaodo aos
olhas do publico.
Tambem nao miater chamar a allengao do
Sr. director, que por demais zeloso e ectivo dis
pense essas malignas advertencias. Tendo elle
violo no dia 3 e 6 do correle a Jaboetio eu lhe
moslrei as pedras (e nao torroes de areia) bem
como os empedramentos feit-s. Acredito que es-
ees empedramentos durarlo meis de om trimes-
tre, e nio posso deixsr de admirar o zelo phari-
ssico desse communiesnte.
Se, porm, o commuoicante, lem algumes rixas
e contas velhas a ajustar com algum desses ar-
rematantes, procure outro meio, sem offeoder a
reputagio de um terceiro.
Nao fago a defesa desse arrematante, porque
nem sou seu amigo, nem elle precise, quero po-
rm justiucar-me da omissao ou negligencia qae
o commuoicante gratuitamente me attribue.
Sou aeu constante leitor,
Jaboatao 31 de Janeiro de 1861.
Feliciano Rodrigues da Silva.
Desearregam boje 4 de fevareiro.
Brigue inglezGraciaobecalbo.
Beigue inglezVfether.Beinedem,
Barce inglozaLindacervBo.
Barca iogtezaNeuphentemercadorias.
Barce americanaAzeliaferiaba de trigo.
Barca americanaRichemondfarinha de Irea
e bol achn ha.
Barce francesaUagn odiecar vio.
Brigue hespenholDoua de Janeirocharque.
Brigue breslleiro Velozcherque.
Polaca hespenholaArdilavinho.
Brigue portuguezFigueirense cebots e ba-
teles.
Berce frencezaSolferinomercadorias.
Patacho frencezGeorgecemento.
Imprtac&o.
Brigue portuguez Bella Figueirense, vindo de
Lisboa, consignado a Francisco Severiano Resel-
lo & Filho, menifeslou o aoguinte :
13 pipas e 40 barris vinho, 300 ditos toucinbo,
100 ditos carne ensacada, 30caixas veles de cera;
aos consgnatenos.
13 pipas e 40 barris vinho ; a Maooel Ignacio
de Oliveira & Filho.
2 pipaa e uuaa meias e 9 bsrris vinbo, 13 bsr-
ricas cera em grue, 30 celxesdites em velsa; a
Tnomaz de Aquino Foncecs.
25 pipas e 25 barris vinho, 150 caixas bststas,
100 ditas sebolas; a Thomez o'Aquioo Fooceca
Jnior.
10 bsrris vioagee, 50 ditos cal, 20 caixas vinho
engarrafado; s Aotonio Joaquim Campos.
10 barricas iiohage, 6 ceixes sebolas, 1 caixote
figos ; a Marques Barros & C.
50 bsrris vinagre ; a Tasso Irruios.
50 csixss seles, 1 barril vinho ; a Almeida
Gomes & C
30 ancorlas azeitonas; a Manoel Joaquim Ra-
mos e Silva.
100 saceos farelo, 10 barricas grao do bico, 40
ditas sardiohas, 12 dites liohege, 200 caixinhes
pastes ; a Jos Ferreirs Lesse.
20 barris vioho, 1 caixote figos; e Luiz Jos
Piolo de Coste.
1 celxe brego de belanga; a Marcelino Jos
Gongalves di Fonte.
(O < o. -a o. o o> Horas.
se \ e Os) V n s a o* e thmoiphera 1 "3 es en ce s i O pq
* * V A < 0 Dirtctaoi < 3 o
SO >JJ i l * 99 o> 9Q e 1 2. | //ewiddda. 5 1
S 3 SE ce -i Farhenheit. s 3 F. (0 5 m -s
s bo 3 1 1 Centgrado. 1 W -2 o P o r
3 2 3 e 3 fft/grometro. >- o
os o e O "S 1 s i s i S 1 Cisterna hydr mtrica. en
a a M o 8 a Francez. m > o -i T. 9 o
s s 00 Inglez
' st o fim de marco o alanno ene qettar snsf
, culer-se deveri justificar parate o Exea. Sr. sM-
j rector os motivos qae o retardaran MawUa to. e s com permlaao aua sari adseaten,
! conformidade com os artigos 9 e 10 '
' ment des sules preparatorias.
Secretaria da Faculdade 1/
186-2.-o ecrelerio,
Jos Honorio Bezerra de

noite de sguaceiros, vento
tensidade e assim amanheceo.
OSCILADO DA HAR.
Preamer as 8 h. 6' da manhie, altura 6 2 o
Beiti-mar as 2 b. t da tarda, altura 16 p!
Observatorio do rreenal de marinhe. 3 de
vereiro de 1862.
H0RAR0 STEPPLE,
1 lenle.
Evariavel de in-
fe-
iditaes.
Publica^oes a pedido.
OS MINISTROS 0 SABEM.
impudencia! A provincia ioteira tomada de
assombro estremeceu indignada, vendo um dele-
gado dos poderes supremos do estado arrojar se
laimmeusa altura era que o collocsrsm oeise
abysmo de miserias onde figura o presidente de
ums provincia lio rasleirsmeote como sio rss-
teirasas estivas de urn. trapiche 1 lio interessda-
meote como pode ser ileressado o mais mnvio-
do cascavel.
Toda a provincia corapungiu-se de vergonhe,
queodo soube que beldados foram todos os cs-
orgos. feitos p"elo Sr. Dr. Barros para desviar o
administrador da provincia do abysmo em que
se despeobou.
Para alicatar aos viodouros toda a corrupgao
de que se acha eivado o presidente da provincia
o Exm. Dr. Antonio Alves de Souza Carvalho,
temos registrada a lei que subrepticiamente con-
feccionou a assambla provincial, surprehendida
por um hbil meoejo dequelle presidente.
Temos i mi um requerimento chefe d'obrs
produzido por um amigo sincero, que despertan-
do essustado pela noticie de um facto, que ie
pera sempre mancher um nome, que prezave ;
corre pressuroso de urna proviocia a ouira pro-
vincia, precipita-se nos Dragos do seu amigo,
interrogs-o em nome da honra, fsz-lhe otmr a
voz d'amizade e de beld intenta desvie-lo do a-
bysmo em que se quer precipitar.
Era lempo ainda l mas aurdo a voz de amiza-
de desdenha de tudo com esse sorriso infernal,
que lhe pucha nos labios o demonio da cobiga.
Delle se havia apuderado a sle de ouro 1 A-
migo descrido, e descrido de honre, esmegou
com mi de ferro o coracao leal, que voou em
soccorro, e calcou aos ps aa santas leis de de-
coro.
Restava um s recurso, um extremo legal, er-
gue o amigo um brado Carta em nome da lei, da
razio, e da Justina ; requer, como sabio juris-
consulto, com o saber profundo do bomem de
leis ; baldado esforgo I procura acorder o ho-
mem publico do profundo letargo, era quejazla.
Esquecido do seu nome, esquecido de seus de-
veres, esquecido da honra do ministerio que o
havia delegado, preode-se ao poste; que o de-
grada; expoem-se s derrisio do paiz, que o con-
temple estupefecto 1
Nem volta a phase 1 Conspurce a f publica,
rasga as folhssde um contrato, em que elle o
mala ioteressedo, em qae se eovolve s ruine de
um respeitavel negocente, em que se compro-
mette escaodeloaamente o ioleresse-de duas pro-
vincias, sua mutua f, a dignidade do poder que
exercia como delegado dos mais nobres, e ele-
vados caracteres do paiz; tudo, tudo foi torpe, e
iodigoamente sacriQcedo.
Aquelle sobre quem pesara o maior descon-
ceito, demonstrou s por esse acto, que era meia
que bem fundado o juizo de todos que o cooside-
ravam como homem sem f, sem moral, sem
ciso.
Juizo sobejamente confirmado pelo parecer
dado em sessio do thesouro, nestas palevras:
O presidente deve ser responsabilisado, e quando
menos dkhettido I....
Os ministros, que severamente reprehende-
ram a um tal presidente, acabam de resolver a
qnestao.
E porque nio pede a aua exooerscio ? Nio v
a impossibilidade de servir com um governo
que o lem julgede nos termos mais cleros, e ex-
plicativos um agente immoral, e corrompido?
Haveri posigao mais mesquinhs e ridicula
boje na provincia doqaa a que ocenpada pelo
preaideote o Exm. Sr. Antonio Alrss de Souza
Ctrvalho ?
Delegedo de um goveroo, que e repelle, cen-
surando acrimoniosamente seus actos immorses,
elle representa o trlsts papel do homem asssla-
riado, a quem se procura por todos os modos
despedir, e que s se relira por acto de pura
torga.
Conservador, como elle tem o desfagameoto e
cyoismo de o diier proclamado como traidor.
Para o governo geral o Sr. Carvalho um de-
legado, que o eovergooha e deshonra ; para o
partido um traidor, omstiNKOADOt
Resegado I....
( A Opimiao, de macelo.)
2 ceixes cbioelles de orello; a Joio Luiz
Viaane.
2caixotes 1 berrice e 3 ferdos, droges medici-
neee, viuros vanos ele; a Csors & Barboza.
4 caixoles blsamos, pilulas, capsules, vidros
asios ditos com opdeldok, rolhas, drogas medi-
cioees e ume colleccio de pezos ; a oruem.
50 barris cal de pedra ; a Joao Baptista de 0-
liveire.
50 barris cal de pedra ; a Correia Irmo.
585 Uges ; ao capillo.
6 saceos tremogo ; a Guilherme Ferreira Pinto.
6 pipes, 4 meies e 10 barra vioagre ; a Maooel
Alves Guerra.
1 caixa cbioelles de orello ; a Satyro Seram
da Silva.
SO barris loucioho ; a Bastos & Lemos.
24 ditos dito, 22 caixas ceras em veles ; a Ha-
tbeus & Rodrigues.
3 caixas mercurio; a Parete Vianna & C.
2 volumes esleirs; a Joaquim Lopes de Al-
meida.
170 barris toucinho, 15 pipes e 75 berris vioho;
a Cunha Irmao & C.
1 caixote elveiade preto e drogas mediciones ;
a B. Francisco de Souza.
2 caixas balaogas e pezos ; a Joaquim Jos Go-
mes.
2 barrices cevads ; a J. Marcelino da Rosa.
50 barricas cal; a Bslthar & Oliveire.
1 ceixa um engenho de medeira paca fazer rollo,
1 dita chocolateires e obras de cobre ; a Furtsdo
Cerdozo de Gouveia.
5 caixas sspetos de orello ; a Josquim Pereire
Arantes.
300 ditas Qgos, 50 saceos cominos, 10 barri-
cas alpisla, 9 ites cevede ; a Azevedo & Men-
dos.
1 barril vinho ; a Sebastiao Jos da Silva.
1 caixa impressos e livros; a Nogueira de Sou-
za A C.
1 caixa impressos e livros; a Jos Antonio dos
Santos Anarade.
184 sebolas, 1 dita alhos, 4 ditas doces; a Vi-
cente Ferreira de Cosa.
2 barris vinho ; a Ferreira & Matheus.
62ceixotes mercurio; a Luiz Jos da Oste A-
morirj.
Vspor necional Paran, procedente dos portos
do sul, maoifestou o seguinle :
1 caixio tabaco americano, 50 saceos milho e 6
volumes ; a ordem de divoraos.
2 barrices slveiede ; a Ferreira & Matheus.
1 caixa joies ; a Nicolao Brum & C.
Uecara^o^i.
50 seceos milho; a Jos de S Leitao da Cu-
nha.
1 lila ; ao Dr. Antonio Coelho de S e Albu-
querque.
1 embrulho ; a Riymutido R. de Mello.
Becebedorla te rendas internas
raes de Pernambueo.
Reodimento do dia 1
dem do dia 3 .
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 84 do corrente, man-
de fezer publico que no dia 20 de fevereiro pr-
ximo futuro, persnte a juota da fazenda da mes-
ma thesouraria, se ha de arrematar, quem por
manos fizer a obra dos reparos da primeirs parte
da estrada do norte, avallada em 4:000j000 ris.
A arrematagio seri feita na forme da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de mslo de 1854, e sob as
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a essa arrema-
tagio comparegem na ssla des sesses da referi-
da prega, no da cima mencionado, pelo meio
dia, competentemente habilitadas.
B para constar ae mandou atusar o presente e
publicsr pelo Diario.
Secretarle da thesouraria provincial de Per-
nembuco, 27 de jeneiro de 1862.
O secretario,
A. F. d'Annuociacio.
Clausules especieea para a arremalegio :
1. As obras dos reparos da primeirs parle da
estrade do norte serio felas de conformidade com
a respectiva descripgio e ornamento ne importan-
cia de 4:0O00OO. v
2.* Serio priocipiedas as obras no prazo de 30
dias, e concluidas no de quatro meze3, contados
ambos os prazos de data da arremalegio, e no
caso de taller a quelquer destas condieges, seri
applicsda a disposicio dos artigos 31 s 32 da lei
provincial n. 286.
3. No caso de^ cooceder-se ao arremetente
quelquer proroRacao de prazo, pager o mesmo
arrematante a multa de irezentos mil ris, por
cada mez, de prorogegao.
4* A importancia das obras ser paga em urna
s prestagio, quando estiverem concluidas, que
ser logo recebila defioitivemento.
5.a Pere tudo mais quanto nio fr estipuledo
no orgemento oem nestas clausules, seguir-se-ha
o que dispoe a respeito da lei provincial numero
286.
6.* Nao ser attendida reclemegio elguma ou
em qualquer lempo por parte do arrematante,
trelendo a exigencie de indemnisagao, seje que|
fr e ceuse que para tal fim allegar.
Conforme.A. F. d'Annuociagio.
O Illm. Sr inspector de thesouraria pro-
vincial monde fazer publico pare conhecimenlo
dos intdressados o art. 48 da lei provincial o.
510 de 18 de juoho do correte auno.
Art. 48. E' permiitido pegar-se s meie sizs
dos escravos comprados em quelquer lempo in-
terior a data da presente lei iudependcnie de re-
validegio e multa, urae voz que os devedores
actuees deste imposto, o fegem dentro do exerci-
ci de 1861 e 1862, os que oio o zerem ficerio
sujeitos a revelidagio e multa em dobro. aeodo
um tergo pare o denunciante. A thesouraria fe-
r enounciar por edital nos primeiros 10 dias de
cede mez a presente disposigio.
E pere conster se maoJou affixar o presente e
publicar pelo Diarto.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambueo, 8 dejulho de 1861.
O secretario,
A. F. da Assumpgic.
Correio geral.
Relacao das cartas securas para oa
abaixo declaradoa :
Anrooio Carlos Demaaceoo.
A. Coelho de Si e Albuquerque.
A. Franciacv Pereira.
A. de Souza Leo.
Camioha & Filhos.
Candido Nunee de Mello.
Domervil Oliveire e Mello.
Domingos Francisco Das.
Firmino Msrtinieno da Silva Carneiro.
Francisco Antonio Coelho.
Gaspar Antonio Vieira Guimariee.
Guilherme da Silva fru marica.
Ignacio Alcibiades Velloso.
Juveucio Verisaimo dos Aojo*.
Joio da Cunha Magelbies Jnior.
Joio Horaes Feroaudea Pereira.
Jos Bento Rodrigues.
Jos Joaquim do Reg Barro.
Jos Pinto Freir.
Luiza Mara de Barros.
Luiza Marta da Conceicio;
Levino Lopes de Barros e Silva.
Manoel Gomes de Ciuz.
Manoel Ignacio da Sila Braga.
Maooel Jos Pereira de Mello.
Nenes & Irmao.
Serapbim Teiaeira Bastos Irmioa.
Virginia Paixio Barros.
Crrelo.
Pela sdmiolstracao do correio desta cWaeV ser
fez publico que boje (4) pelas 3 bora* da Sara*
era ponto serio fe hadas as mala que deva caoj-
duzir o vapor Paran chegado hontaco de* par-
tos do norte, e coa deslino aoa do sal.
Correio-
Pela edminialraciro do correio desta cidade an
faz publico que amanhia (5) palea 3 horea da tar-
de em pcnlo aerio fechadas aa nal* ion
conduzir o vapor cosleiro Persiounga con
lino ao Cear e portos intermedios.
Consulado provincial.
Pela mese do consulado provincial ae na pu-
blico" qae os trile dies atis marcados para a ce>>
brenca bocee do cofre do 1.* semestre do Im-
posto de 20 por cento do consamo d'agaorsnsle)
Qndem-se no dia 6 do corrente.
Santa casa de misericordia do
Recife.
A Illms. junta administrativa da santa casado
fezer publico ens
396J670
354J173
750*843
Consulado
Resdimento do da 1 .
dem do dis 3 .
provincial.
.... 2:164469
. ; 3.192*368
5-356>837
HMue ito lo porto.
COMMKXCPO
Praca do Recife 3 de
feverejro \s quatro horas da Urde.
Calacees da junta de correUres.
(Descont de letres.
12, el5 0i0ax)anno.
J. da Cruz Macelopresidente.
Joan Gatiasecretario.
dendimeatedodial
Moa do 4li 3.
18*oo4*6
32.77#2M
M34|W5
Navios entrados no dia 2.
Liverpool43 dias, barca hanoveriane Niemburg,
de 500 toneladas, capillo I. F. I Pelers, equi-
pagera 14, cerge fezendss; a D. P. Wild. veio
ornar o capillo por estar doente, e segne para
o Rio de Jaqeiro.
Terrs Nove 26 dias, brigue inglez James Slewart
de 189 tooelades, cepillo Deniel Rcss, eqnipa-
gem 11, carga 2554 barrices com becelho ; e
Jemes Crebtree & C.
Terre Nova30 dias, brigue inglez Walter Baine,
de 257 toneladas, espitao Browne, equipsgem
H, cerg. 2,800 barricas com becalbo; a Johns-
ton Pater & C.
Liverpool40 dias, patacho inglez Elitabeth de
139 toneladas, cepillo W. Grebble, equipagern
7, carga fazendas e carvio de pedra ; a Saun-
ders Brothers & C.
Liverpool45 dias, patacho inglez Marsala, de
153 toneladas, capillo James Harry, equipsgem
8. cerge fazendas ; a Jemes Ryder C.
New Bedford48 dies, berca americaoa itt'cA-
mond, de 347 toneladas, capillo Pelero, equi-
pagern 14, carga 850 barrices com farinha de
trigo e outros geueroe; a Henry Foreter 4 C-
Lisbos39 dies, brigue portuguez Bella Figuei-
rense, de 244 tonelados, capillo Jos Ferreira
Lesse, equipagern 12, carga vioho, acholas e
outros gneros ; a Francisco Severiano Rabello
& Filho.
Terra-Nova32 dias, pelecho ioglez Vndounted,
de 158 toneladea, copilio R, P. Thomaa, equi-
psgem?, cerge 2177 barricaa com bacalho ; a
Jhnston Pater &C.
Nio houveram aahidas.
.Atavos entrados no dia 3.
S. Miguel24 dias, lugre ingles Repple, de 97 to-
neladas, capillo Neel, equipsgem 6, em lastro ;
a Krabb Thom & C.
Marseille 38 das, brigue francez Betly, de 133
toneladea, capit&o Blati, equipagern 11, cerge
vinho e outros gneros ; s N. O: Bieber & C,
successores.
Csbo-Verde15 dies, berca ioglese Trj/m, de 24
toneladas, espillo 1. Bawmann, equipagern 10,
em lastro ; a Peton Nash & C
Para e portos intermediosU dies e 1 hora e do
ultimo porto 12 horas, vapor brasileiro Paran,
de 850 toneladas, commendente Joaquim de
Paula Goedes Alcoforado.
Peaedo3 dies, caler nacional Emma, de 56 to-
l neladas, cepillo Francisco Goncalves Torrea,
equipsgem 7, carga arroz, milho e oleo de ri-
cino \ ao mesmo capillo.
Navio sahido no eoesmo dad.
Rio da Prata Brigue brasileiro Provismtia, ca-
pillo Manoel Igoacio Ferreirs, carga aaaaear.
Obiervegao.
Suspenderen) do laaran par* a Bibm o brigue
ioglez /mee Sleotart, espitao Daniel Rosa, carga
a mesma que trouxe de Terre-Nova.
Bebia, patecho ingles U*d*unted, cepilio R.
F. Thomar, com a mesma carga que troas.* Oe
Terr-NoT,
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que, no dia 20 do cor-
rente vai novameote a prage para ser arrematado
a quem mais dr, a renda dos predios abaivo de-
clarados perteocentes sbpetrimenio dos orphaos :
Ra do Sebo.
Casa terrea n. 12, por anno....... 160*000
Ra do Rozario.
Cssa terrea n. 14, por auno....... 201800
Ra da Lapa.
Casa terrea n. 41, por anno........ 182*000
Ra da Cacimba.
Csss terrea n. 61, por snno........ 3009000
dem dem n. 66. por anno........ 1229900
Ra dos Burgos.
Casa te rea n. 68, por anno......... 205?00
dem dem 69, poj anno........... I25f60
Ra da Seozela Velha.
Sobrado de dous andaree n. 79 por
ono............................. 650JOOO
dem idem o. 80, por anoo........ 650*000
Ra da Guia.
Case terrea n. 83, por anno........ 16-23000
dem dem o. 84, por anoo........ 1689000
Ra do Pilar.
Cesa terrea n. 96, por anoo........ 157C30
dem idem n. 98, por aono....... 2249000
Ra da Madre de Deus.
Casa terrean. 35, por aono........ 1:621 #000
Estrada de Paroamirim.
Sitio o. 1, por anno................ 5008000
dem idem n. 2, por anno......... 120*000
Estrada da Mirueira.
Sitio n. 4. por aono................ 112*000
Forno da Cal;
Sitio n.5. por anno................ 352*000
E para cooslar se mandou affixar o publicar
pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial
de Per-
nambueo 3 de fevereiro de 1862.0 secretario*
Antonio Ferreira da Aaouociacio.
O Illm. Sr. ioapector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimenlo ds resolugio da junte
da fezenda, manda fazer publico que no dia 20
do correte vai novamente a praga o contrato do
impoato de 10 por % sobre a renda dos terreos
opeupados eom oplaolio do capim no municipio
do Recife, avaliado eonuelmeoie em 4*120}.
E para conatar ae mandou efflxar o presente e
publicsr pelo Diario.
Secretaria da theiouraria provincial de Per-
nambueo, 3 de fevereiro de 18520 secretario,
A. F. d'Aonunciagio.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, evo cumprimenlo da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia do 1 do corrente, man-
da fazer publico, que a obra da coberta do Gym-
nssio Provincial, vai novamente a praca no dia
13 do correle.
E para constar se mandn efflxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesoursrls provincial de Per-
nambueo, 3 de fevereiro de 1862.O secretario,
A. F. d'Anaunciagao.
A theeouraris provincial eempre para col-
legio dos orphaos de Santa Therea de Olinde,
trlnta cotxoes e igual numero de travesseiros,
para carnet de ferro.
A quem conver tazer dita venda comparece na
mesma tbesoursria no dia 13 do correla pele
meio da, com sua proposta em carie fechada.
Secretaria da thesouraria previnelat de Per-
nambueo, 3 xde fevereiro de 1862.O secretario,
A, F. d'Annunciagao.
Faculdade de direito.
De orden de Ein. Sr. director taco publico
qae at o dia 8 do corrente estarlo abertas as ma-
triculas preparatorias, e se poderlo effectaar io-
depeodente de deapacbo. Desta dala em dUute
misericordia do Recife, maoda
nio te tendo effectuedo hoje a arrenataco
fornecimento de carnes verdes para os estaaotO
cimenlos de caridede, fore transferida para o dio
6 do corrente no lugar e horas ji ennanciadao.
Secreterie da sent casa de misericordia 4s>
Recife 30 de jeneiro de 1862.
O escrifJo,
F. A. Cevalcaoti Ciusseiro.
Pelo Curso Com inercia!
Pernambucano se faz i ub!ico.
que no dia 3 do corrente tena
comeco os respectivos traba-
Ihos deste anno lectivo.
Curso Commercial Pernam-
bucano. 1 de fevereiro de
1862 O professor encarre-
gado da direc^o, A Witruv io
Piulo Baudeira e Accioli de
Vasconcellos.
O Illm. Sr. inspector ds thesouraria pro-
vincial mande fezer publico que do dio 3 do
corrente por diante ae psgan os ordenados sjnj
em pregados provincises, vencidos no nos ele Ja-
neiro prximo Iludo. Secretaria da thesourerio
provinciel de Pernembuco 1* de fevereiro do
1862.O secretario, Aotonio Ferreira da laasan
ciacio.
Correio
Pela adminstrenlo do correio desta ciJed* so
faz publico, que oio se adnilliri i segare i
elgume sem qae esteja lacrada, e con
lente sinele do uso do segurador pelo
tres lugares viziveit.
Correio de Pernembuco 1.* de fevereiro do
1862.O administradur,
Domingos dos Pesaos Mirando.
Conselho adaiaislraliit).
0 conselho administrativo, para fornecineito
do arsenal de guerra, lem de comprar oa Ojcctao
seguintes :
Para a fortaleza do Brnaa.
40 arrobes de plvora groaoa.
1,800 covados de baetilha.
1 livro grende com 300 folhas de papel pooto
do, pare registro des partea diarias.
Pera prorimeoto do ermszen do arsenal do
guerra.
500 caoadee de azeilede cerrepelo.
96 libres de 6o de algodao.
Para a coeipantiia de eavallaria.
75 mantss de slgodio para servirn 4
Quem quizer vender taes objecioo ai
as suas propostas em carta fechad* an i
do conselho, is 10 horas da manbaedo dia Wa
correte mez.
Sala das sesses do conseibo administrativo
para fornecimento do araenal do guerra, S da
fevereiro de 1862.
Bento Jos Lamenkm Lint,
Coronel presideote.
Francisco Joaquim Pereira tai*.
Coronel vogel secretario i sents.
Consulado provincial.
Pels mesa do consulado provincial so fu pu-
blico que oa 30 diaa uteie nareadea pora a brenca a bocea do cofre dos iaapeotoa de 4 por
cenlo sobre os eelebelecimentoa de tora da ciato-
de, prensas de slgodio, typogrsphias, cocbeirao,
cavallarices de sluguel, botis, bo tequio, enana
de paelo e fabricas, de 8 por coste asase os con-
sultorios mdicos e cirurgicoe, carinos e
torioa, de 11 por cento sobra oe estabol
de conmercio em groase e a ratalhe,
de recolber, de deposito e trapiche, <
reis sobre csaaa de nodos da silbar i
que venderem chapeos e ronpa feita
ra, do 1:0009 sobre ceees eeoearias.eos
e privilegioe, de 500| aobre casas boa
emisaao e sem privilegiuo.de 3009 soaso
bencariaa sem emissie, conpaabias
ageocias, de 20O| sobra casas do cansbi*. <
por tooelleda das elvereogaa sansas I
das no tranco da carga s descarga,
esersvo empregado ao serviea das n
rengas, de lOtkf sobre corroste*
de 50) sobre correteros do sacra ve*, s ansia
le o impoato aobre corres da alanos! s sos*.
Isres de 2 e 4 rodee, carrocas. veateulss doi
dugic e omnibua se principian a
16 de Janeiro corrate.
Mesa do consulado provincial da Ps
15 de jeneiro delStS.
T. M. P. Pereira do SMva.
CtaaellM adaiiiislrav.
0 oonselhe sdninistraliva para
do arseasl do guerra ten da comprar oa
seguioles :
Para a hospital nantsr.
24 garrafee d'aeua isgtoae.
24 ceixes de capsulas da coMbibe.
16 libras de crmor da abrase).
1 onca de ceoteio espigada.
1 liara do eravoa da India.
2 ongas de verganote.
S ongas de seseada do loara enrejo.
2 libraa de folhaa da baUsdsss.
12 librea do lesea d'oaro.
34 librea da fies da Haba;
I arroba ds aaaalaigs da sotes.
II visres da oleo da nastroaao,
W libras de seosle*.


-Zr.7i

12 garrafas de robe de Laffecteur.
24 fidros grande de prompto allivio. de Ra-
duay.
24 vidros grandes de resolvente renovador de
Radas?.
24 caixaa de plalas de Raduay.
5Q vidros de xarope de NafT d Arbica.
24 vidros de xarope peitoral inglez.
4 libras de pedra ame.
Quem quizer vender lies objectos aprsente
is suas proposlas em carta (echada na secretada
do conselho, s 10 horas da maoha do da 5 de
fevereiro prximo viodouro.
Sala das sesses do conselho administrativo
para foroecimento do arsenal de guerra, 30 de
jaaelro de 1862.
Bento Jote Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Mexandre Auguito de Friat Villar,
Major vogal secretario interino.
Para o. Porto
segu al o dia 13 de fevereiro o brigae porlu-
guez Amalia I por ler j seu carregsmeoto
promplo; para passageiros, trata-se com Cunha
Irmo & C, ra da Madre de Dos n. 3.
Para a ilha de S.
Miguel
sabe com a maior brevidade possivel o patacho
portuguez Liman ; para o resto da carga e pas-
sageiros, trata-se com os seus consignatarios Joao
do Reg Lima & Irmo.
COMPANHIA BRSLEIRA
DE
PAPgfgg A WFG)S.
E esperada dos portos do Siil at o dia 12
do correte, o vapor Tocantins, commandaote,
o primeiro lente Pedro Hyppolito Duarte, o
qual depois da demora do costume seguir para
os portos do norte
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, eocom-
xnendase dinheiro a frete at o dia da sabida s
3 horas da larde : agencia ra da Cruz o. 1, es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
A G.
Para o Porto e Lisboa.
O veleiro e bera coohecido patacho nacional
Beberibe, pretende seguir com muita brevidade
para os dous porlos acnia, lem parte de sea car-
regameoto a bordo, para o resto que lhe falta e
passageiros para os quaes lem excedentes com-
modos trata-se com os seus consignatarios An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C no seu es-
criptorio ra da Cruz n. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro,
segu com brevidade o palhabote Piedades, ca-
pito Jos Marques Vianoa ; para carga e passa-
geiros, trata-se com Caelano C. da C. Moreira &
Irmo, oo lado do Coreo Santo o. 23.
PJSM
em direiturs, o palhabote Santa Cruz ; para o
resto da carga e passageiros, trata-se com Cae-
tano Cysiaco da C. M., no lado do Corpo Santo
numero 23,
Para o Porto.
Segu em poucos dias a barca portugueza
flor da Maia, por ter parle do seu carregamen-
to promplo ; quem quizer carregar ou ir de pas-
sagem, dirija-se ao consignatario do mesmo em
seu escriptorio da ra do Apollo n. 43, segundo
andar.
Rio de Janeiro
O veleiro e bem conhecido brigue nacional
Damo pretende seguir com muita brevidade,
tem parte de seu carregamenlo prompto ; para o
resto que lhe falta, trata-se com os seus consig-
natarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
no seu escriptorio ra da Cruz n. 1,
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
MOTIIS & 7JSJPM.
Al o dia 3 de fevereiro esperado dos portos
do norte o vapor nacional Paran, com'mandan-
le o primeiro-teaente Joaquim de Paula Guedes
Alcanforado, o qual depois da demora do costu-
me seguir para os porlos do sul.
Desde j recebem-se passageiros, e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver se embarcar no dia de sua chegada, dinhei-
ro a frete e encomm^ndas at o dia da sabida i
3 horas da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
A
Rio de Janeiro
Pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Capuam, lem parle de seu carrega-
menlo promplo : para o resto qua lhe falta, tra-
ta-se com os seus consignatarios Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C.t no seu escriptorio ra da
Cruz n. I.
Ceai e carac
No dia 8 de fevereiro o palhabote Sobralen-
se segu com a carga que tiver a bordo ; para
carga e passageiros, trata-se com Cae tao Cy ris-
co da C. M., no lado do Corpo Santo n. 23.
Para o Rio Grande do Sul
sahir com toda a brevidade o muito veleiro pa-
tacho nacional Arapehy; recebe carga e escra-
tos a frele, para o que trata-se com Manoel Ig-
nacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo Saolo,
escriptorio n. 19, ou com o capito a bordo.
COMAMIA PERNAIBtJCAIU
DE
Navegaco cosleira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
ca u do Assu', Aracaty, Ceara',
Acaracu' e Granja.
O vapor Pereinunga commandanteMoura, sa-
hir para os porlos do norte al a Granja no dia
5 de fevereiro as 5 horas da tarde.
Recebe carga al o dia 4 ao meio dia, encom-
menJas, passageiros e dinheiro a frele at o dia
da sabida as 2 horas : escriptorio no Forte do
Mallos D. 1.
Porto.
Segu com brevidade para o indicado porto o
brigae portoguez Amalia I, de primelra ciaste:
para o recto da carga e passageiros, trata-se com
Cunha Irmios & C. roa da Madre de Dos a. 3,
ou com o capio na praca.
MlBIO WS PKRNAMBCO TERCA IRA 4 DE FEVEREIRO DE 1864
It&fiuL
Para a Baha segu o palhabote S*nto Amaro,
para lguma pouca carga que Ibe falta trata-ae
com seu consignatario Francisco L. O. Azevedo,
na ra da Madre de Deus o. 12.
Para Lisboa
sahir com toda a brevidade o brigae portugaez
Constanteu, capito Augusto Carlos dos Reis,
visto ter prompla a maior parte do sea carrega-
menlo : para o restante e passageiros, para os
quaes tem excelleotes accommodaces, trata-se
com Manoel Ignacio de Olivtlra & Filho, largo do
Corpo Santo, no escriptorio, ou com o capito na
praga do commercio.
Para o Rio Grande do Sul pretende sahir
com brevidade-o patacho cCuarany, para onde
recebe carga a frele, como escravos : quem no
mesmo quizer carregar pode eolender-se com os
consignatarios Amorim Irmos, ra da Crtz nu-
mero 3.
Lenes.
LEILO
A 4 do corrate
Seve, Flhos & C. conliouaro por inlervengao
do agente Oliveira, o seu leilao do mais bello
orlimeolo de fazendaa ioglezas e francezas tan-
to datelgodao, linho e la, como de seda muito
apreciadas nesie mercado:
Terca-feira 4
do correle, s 10 horas da maoha, em seu ar-
mazem, da ra da Cruz do Recife.
Conliiiuacao do leilao
DE
FAZENDAS
Hoje 4 do corrente
A 11 horas em ponto, por interven-
cao do agente Costa Carvalho, sem re-
sreva de preco para acabar.
LEILAO
DE
Movis, joias e
urna escrava.
Quarta-feira 5 do corrente
Costa Carvalho autorisado pelos ad-
ministradores da mssa fallida de Jos
Antonio da Silva Araujo, consistindo em
urna rica mobilia de mogno com tampo
de pedra, guarda vestidos, apparadores
para louca, mesa elstica, candelabro,
serpentina, louca, vidros, e dilerentes
obras de ouro e prata, e um rico appa-
relho de brilhante para senhora, assim
como vender urna escrava, devendo o
leilao ter lugar no primeiro andar do
sobrado da ra do Imperador n. 37,
entrada a direita.
LEILAO
Quinta-feira 6 do corrente
Para os senhores taberneiros.
O dono do estabeleciment do bazar
pernambucano da ra do Imperador n
6, far leilao por intervenco do agente
Costa Carvalho, de tudo quanto existe
no seu estabebelecimento consistindo
em urna porcao de ferro para navios,
barricas com serveja, marasquino, cai-
xas com licor, e outros muitos objectos,
que estaro patentes no acto do leilao.
Esplendido leilao
DE
Completas mobihas de Jacaranda' e
araarello com tampos de marmore,
ricos espelhos com molduras doura-
da, apparadores, lavatorios, corti-
nados, crystaes, quadros e outras
mutas peqas avulsas de apurado
gosto.
as 11 horas em ponto.
No primeiro andar do sobrado da roa
da Cadeia do Recife n. 60, entrada
pela rna da Senzala Vellia.
O agente Guimares aulorisudo pela madama
MargariJa Leooard que se relira para o Rio de
Janeiro, far leilSo em sua casa de residencia no
lugar cima, de lo los seus bons movis cima
declarados O referido gente cooQa aioda ler
ocensio de agradecer a proteceo de seus ami-
gos e freguezesedo respeitsvel publico pelo que
compromeile-se bem os servir como cosluma.
Terminara' o leilao
com lindas joias de ouro de apurado gosto.
As rodas da quarta parte da primeira
lotera do Gymnazio Pernambucano
terceira concessao, andarao impreteri
velmente depois da manba 6 do presen-
te mez no consistorio da igreja de Nos-
sa Senhora do Rosario de S. Antonio.
Os poucos bilhetes que restam,
acham se a venda somente ate a vespe-
ra. Os premios serao pagos a entrega
das listas.
O thesoureir,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
A commissao nomeada
para verificacao dos dbitos
da maflfea taluda de Joaquim
da Costa Maia, roga a todos as
pessoas que se julgarem deve-
dores, deapresentarem seus
ttulos uestes tres dias aos
Srs.Mouteiro, Lopes A C afim
de poder a mesma commissao
apresentar o resultado dos
seus trabalhos na reuoio dos
credo res, marcada para odia
17 do cerrente, as 10 horas da
manha.
i FEllREInA MLLtLV
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba do Cabug n. 18, i. andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por ambroiypo, por melainotypo, so-
bre panno encerado, sobre talco, especiaes para
polceiras, alfinetes ou cassoletas. Na mesma
casa existe um completo e abundante sortimento
de artefactos francezes e americanos para a col-
locago dos retratos. Ha tambem para este mes-
mo flm cassoletas e delicados alfinetes de ouro
de lei; retratos em photographia das priocipaei
personagens da Europa ; stereoscopos e vistas
stereoscopicas, assim como vidros para ambroiyp
e chimicas pbotographicas.
Precisa-se de um homem com
capacidade e intelligencia, para enfer-
meiro afim de ir para um engenho
distante 5 leguas d'aqui : quem estiver
nestas circumstancias, procure o Dr.
Lcbo Moscozo na ruada Gloria n. 3,
para tratar do ajuste.
Os Srs. abaixo assigndos slo
rogados a compadecer a loja n. 2 B, da
ra do Crespo
Jos Florencio de Oliveira e Silva.
Lucio Al ves de Oliveira e Silva.
Henrique da Fonceca Goutinho.
Manoel Jeronymo de Albuquerque.
Precisa-se de nma ama preferindo-se es-
crava : no pateo do Terco n. 26.
Aviso.
Vai se praceder judicialmente contra
todos os devedores do patrimonio da
irmandffde de Nossa Senhora da Boa-
Viagem, o estado deploravel da igreja,
e a indifferenca dos devedores, a tanto
obriga a mesa regedora.
Nova fabrica 'de chapeos
de sol, na ra Direita
numero 77.
Nesle estabelecimento se compram armaQes
de chapeos de sol j usados, assim como concer-
tam-ae e cobrem-se tanto de seda como de pan-
no por muito menos preco do que em outra qual-
quer fabrica, aflauraodo-se a segnranca e per-
fei;lo de qualquer trabalho feito no mesmo.
Precisa-se de urna ama para coziohar e fa-
er o mais servido de casa de homem solteiro : a
tratar na ra da Moeda, entrando pelo oito da
alfandega, o segundo andar do seguado sobrado
do lado da ra do Amorim.
Ama.
Precisa-se de urna ama de leite : na ra larga
do Rosario o. 12, segundo andar.
Pelo juizado de paz do 1. districto da fre-
guezia da Boa-Vista se faz constar que as audi-
encias do mesmo juizo terao logar as quartas-
feiras e sabbados, as 10 horas do dia, na ra da
Aurora n. 26, residencia do respectivo juiz de
paz.{atavo Jos do Reg.
Filippe Santiago de Senna avisa ao publico
que mudou sua residencia para a ra da Impera-
triz (ouir'ora aterro da Boi-Visls) o. 42, primei-
ro andar, aoode pode ser procurado.
Precisa-se de um caixei-
ro para a padaria da ra da
Solidade, que fica defronte do
caminho novo : a pessoa que
se propozer, dirija-se a mes-
ma padaria, a tratar com o Sr.
Joo Pinches.
Furtaram na noite da sexla-feira para sab-
bado, i.* do corrente, da gaveta de um lavatorio,
na casa n. 28 da ra da Assumpgo, um relogio
de prata dourada, patete suisso, e meio chrooo-
metro, trabalhando sobre 15 pedras, preso a um
tranceln] de ouro com dous passadores, leodo
cada um desses passadores duas pedras, n'urr. as
pedras su ama verde e outra eocarnada, e n'ou-
tro sao ambas encarnadas, tendo pregado nesle
ultimo passador um gancho e urna chave de rao-
la das chamadas de balando, igoora-se o numero
do relogio, sendo que o Irancelim com o gancho
e chave poder ler de 20 a 22 oiiavas ; presme-
se que estes objectos foram subtrahidos por sl-
guem que, entrando surraleiramente bocea da
noite, teoha dormido escondido em algum lugar,
p-ra depois poder a seu salvo commetter ode-
lictok por isso que amanhecer a janella da casa
aberta, quando linba sido fechada ao recolher da
familia: roga-se a quaesquer pessoas cutoco-
nhecimento chegue a noticia da pessoa ou lugar
ende possam-se encontrar ditos objecin, com-
mnoiquem-o ao abaixo assigoado, ou polica, a
cujos agentes se pede toda a solicitude na deseo-
berta desse furto e daquelle que o perpetrou.
Honorato Antonio Coelho.
No dia 2 do corrente a noite, ua fesla de Nossa
Senhora da Saude, no Poco, ao eolrar-se por
urna das portas lateraes da igreja perdeu-se una
carteira conlendo em dinheiro 200, pouco mais
ou menos, e cinco letras aceitas por diversos ji
vencidas, sendo das quaolias seguintes : 370S4IO,
2089235, 1G0S, 374 e 1:500 e tantos muris:
roga-se, pois, a quem liver achado a mencionada
carteira, Qcando com o dinheiro, reatitui-la com
as letras e outros papis que a mesma cootinba,
podendo ser entregue no Poco em casa de Joo
Joaquim Alves, defroote do muro do sitio em
que mora o Sr. Manoel Ignacio de Oliveira Lobo,
ou no Recife na ra da SenzaU Velha n. 140,
primeiro andar.
Na madrugada do dia 24de-jaoeiro furtaram
na cidade de Olinda um Cavado com os signaes
seguintes: ruco pedrez, de bom tamanho, com
um signal de mal de besta de um lado, duas
manchas pretas as ponas dosossos dosqaadriz,
que parece ler sido de caogalha ou carro, carnu-
do, anda baizo at meio, um pouco obrigado,
pertencente ao bacbarel Manoel Aotonio dos Pas-
aos e Silva Jnior, o qual prometi recompensar
generosamente a quem aprehender o referido
cavallo, ou indicar o lugar onde elle se acha.
B. Dprat previne o corpo commercial des-
la praca, que desde o dia 1. de Janeiro do cor-
rente anno deixou de fazer parte da firma Ra-
mos, Duprat & C
Machinas americanas.
Em casa de N. O. Bieber & roa da Cruz n. 4, vendem-se:
Machinas para regar borlas e capim.
Ditaa para descarogar milho.
Ditas para cortar capim.
Selins coa pertences a 10# e 20$.
Obras de metal principe praleadas.
Alcalrao da Sueeia.
Veroiz de alcalrao para navios.
Salsa parrilbade primeira qualidade do Para.
Vinho Xeres de 1836 em caixaa de i duiia.
Cognac em caixaa del duzia.
Arados e grades
Brilhantes.
Carrocha pequeas.
O bacharel A. R. de Torres Bandeira, pro-
fessor de geogrsphia e historia antiga no Gym-
nssio desta provincia, continua a ensinar os pre-
paratorios seguintes:
Lingua francesa ;
Lingua ingleza ;
Geographia e historia ;
Philosophia;
Rhelorica e potica.
Para mais commodidade dos alumnos que se
quizerem habilitar para exames oo mez de mar-
co futuro, lem resolvido nao somente abrir cur-
sos especiaes de qualquer das disciplinas indica-
das, mais anda prestar-se a dar lices em sepa,
rado, mMiante um ajuste razoavel.
Est prompto para leccionar em qualquer col-
legio ou casa de educacao.bem como em caaaa
particulares.
Pode ser procurado em sua residencia, na ra
do Imperador o. 37, segundo andar, entrada i
direita.
Na pharmacia de Borgea & Soaras, praca da
Boa-Vista n. 24, esquina da ra do Tambi, ven-
de-se a imcomparavel injecQo de Brow a 30 o
frasco.
Precisa-se de 3:0009 a premio sobre bypo-
ibeca em bens de raz que garante sufficieme-
mente : a pessoa que convier declare em carta
fechada nesta typographia com as iniciaea A. I.,
ou annuncie.
Aitencao
o
A fabrica do alfaiate pernambucano, na ra
Nova n. 67. est montada convenientemente de
machinas de costura, pelo que bem servir aos
freguezes pela presteza que proporcionara as di-
tas machinas ; e ao publico, amigo dos novida-
des, se convidara para se prefazerem de roupas
feitas na mesma, e por prego muito razoavel.
Alugi-se urna boa escrava para todo aer-
vi;o de urna casa : na ra do Imperador n. 50,
tercelro rodar.
i
O bacharel Witruvio po-
de aer procurado na ra
Nova o. 23,sobrado da es
quina que volta para a
camboad Carmo.
Henrique Koenigk retira-se para o Ass.
O abaixo assigoado declara que tendo-se
desenca minchad o de seu poder umficada
quantia de 1509, passado ao annunciante pelo
Illm. Sr. Joaquim de Mello Lopes Ferreira e
vencido em 15 do corrente ; boje, se acha j pa-
go e satisfeito da referida quantia, pelo que fica
sera valor algum o supra citado titulo caso por
ventura appareca, o que fago publico para que se
nao offereQi davida alguma para o futuro. Enge-
nho Gulegi da fregnezia da Escada 16 de Janeiro
de 1862.Florencio Gomes Bezerra.
Retratos de novo
Retratos de novo
Retratos de novo
Retratos de novo
RETRATOS
DE
NOVO GOSTO.
gosto
gosto
gosto
goslo
Hawleyotypo nova kivencao
Hiwleyotypo nova invencSo
Hawleyotypo nova invengo
Hawleyotypo nova invengo
Hawleyotypo nova invenco
Precos baixado para pouco
tempo.
Precos baixado para pouco tempo
Presos baixado para pouco tempo
Presos baixado para pouco tempo
Pregos baixado para pouco tempo
3#00G 5#000 10#000 20#000
3SO00 5JW00 10*000 20000
3*000 58000 10060 20000
3000 &9000 10/000 20*004
3000 5*000 lOaOOO 20000
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Para retratos
Explendido quadros dourados
Explendido quadros dourados
Explendido quadros doursdoa
Explendido quadros douradoa
Explendido quadros dourados
Vende-se machinas para re-
tratos.
Vende-se machinas para retraloa
Vende-se machinas para retratos
Vende-se machinas para retratos
Vende-se machinas para retratos
Caixas de lindos gostos
Caixaa de lindos gustos
Canas de lindos gostos
Caixas de lindos gostos
Caixas de lindos goslos
Todos venham ver
Todos venham ver
Todos venham ver
Todos venham ver
Todos venham ver
Vestidos pretos mais proprios
Vestidos pretos mais proprios
Para tirar retratos
Para tirar retratos
A. W. Osborne retratista ame-
ricano
A. W. Orborne retratista americano
Ra do Jmperdor
Ra do Imperador.
3Roa cstreita de Rosario3
9 Francisco Pinto Ozono continua a col-
I locar dentes artificiaos tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
0 ceba paga alguma sem que as obras nao
9 fiquem a vontade de aeua donoa, tem pos
outras preparares as mais acreditadas
para conservarlo da bocea.
GRANDE DEPOSITO
DE
lOmh M FJtll6Jt
DO
Brbalho (Cabo.)
4HUIA DO IMPERADORA.
rt-irrt h!e,PK,l?t0/X,8te 1r,ode (lnanli''"i "e louca e de todas aa qu.lidades, que m **4
r.ubemfabn9a,,0.e,,eboql>dda de barro, coma propriedade da conservar a ana
sempre tria, como sejam jarras, resfriadores, muriogues, quartinhas, garrafas, copos para agna etc.
De obras vidradas.
Tem ricos vasos para flores, talhas. alguidares de todos os lmannos assadeira.". Mato
com tampos esem ellesi, panellas para bater-sebolos, cacarolas, eofuzaa, irlgideiras e muilas ou-
tras pecaa que seria enfadonho mencionar.
... Propietario desta fabrica a primeira deate genero entre nos espera obter do respeiUvel
publico aoimacaoe concurrencia e para conseguiresse flm vende a sua louca mala barata do aaa
at aqui se vendia nesta cidade. "^ '
Aprompta qualquer factura para exportar, alm dos precos commodos porque vende 10
por cento de abate para quem comprar de 1009 para cima e deesa quantia para meaos terao 5
por cento.
Qualquer eocommenda pode ser entregue oo deposito da fabrica ra do Imperador n. 41.
:
:
3
ARMAZEM
I
ROJP A FWPA
Joaquim F. dos Santos.
40-ln i QmIhi'o-40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Nesle estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa taita de
todas as qualidades e tambem se manda executar por medida vontade do freeoe-
zea para o que tem um dos melnores professores.
Casacas ue panno preto a 40$,
A
35f e 309000
Sobrecasacosde dito dito a 359 e 30$000
Palelots de panno preto e de co-
res a 359, 309, 259.109.189 e 209000
Ditos decasemira de corea a 229,
15g, 129.79 e 99000
Ditos de alpaca preta golla de
velludo fraecezas a 109000
Ditos de merino seiim pretos e
de cores a 9f o 85OOO
Ditos de alpaca de cores a 59 e 3j>500
Ditos de alpaca preta a99,79.59 e 8g500
Ditos de brira de cores a 5$,
49500,49 e r 39500
Ditos de bramante delinbo b an-
co a 69. 58 e 49OOO
Ditos de merino de cordo preto
a 159 e 89000
Caigas de casemira preta e de co-
res a 119. 109, 98, 79 e 69000
Dilas de princeza e merino de
cordao preto a 59, 69500 e 49500
Ditas de brim branco ede cores a
59. 49500 e 28500
Calcasde ganga da cores a 3)000
Collele de velludo preto e de co-
reslisose bordados a 129,99e 89000
Ditos de casemira preta e da co-
res lisos e bordados a 69,
59500,59
38500
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco a 6 e
Ditoa de gorguro de seda pretoa
e de cores a 79, 69, 49
Ditos de brim e fuslo branco a
38500, 29500 e
Stroulaa de brim de linho a 29 e
Ditas de algodao a 18600 e
Camisas de peito defustio branco
ede cores a 29*00 e
Ditas de paito de linho a 59, 49 e SOOO
Ditas da madapoln brancas e de
corea a 39. 2*500, 29 o
Chapaos pretos de massa francesa
forma da ultima moda a 109,
88500 e
Ditos de fellro a 69, 59, 49 e
Ditos de aol de seda ingleses e
francezes a 148,12, llf
Colarinbos de linho muito fines
novoifeitios da ultima moda a
Dos de algodo
Relogios de ouro patente e hori-
zontal a 1008, 009. 808 e 708000
Ditos de prata galvaniaedos pa-
tente e horizontaea a 409 308000
Obraa de oaro, aderecos e meios
aderemos, pulceiras, rozetaa
aneis a 9
Toalbas de linho dnzia 108.09 e 98000
Ditas grandes para mesa urna 39 e 49000
59000
59OOO
59000
39OOO
292OO
1*280
2*200
18*00
79000
2*000
79OOO
9800
9500
Especial hOiueoputliico
ID a.^MIM,
Ra das Cruzes n. 30.
Nesle consultorio pode ser procurado o respectivo proprietario i qualquer bera, hsvendo
ahi sempre grande sortimento dos verdadeiros medicamenls homeopatbieos, preparados em Pa-
rs (as tinturas) por Ca'tllan e Weber, os mais acreditados pharmaceuticos do universo como
preparadores de remedios de homeopaihia.
O proprietario deste consultorio nao pretende, todava, que sejam os seus medicamentos
infalliveis, porque nadl ha infallivel em tactos humanos; nem lao pouco superiores aos que por
ahi se preconisam, porque ceno que o que nos fazemos, ouiro o pode egualmenie fazer lio bea
senao melhor. Mas afianga que nelle nao ha traficancia, e que o servico da preparetjo corro
pelo mesmo proprietario, que nao tendo grandes commercio de carteiras, acha-se suficiente pora
salisfazer s necessidades daquella preparado.
Nesie consultorio acham-se venda elementos da homeopaihia, aeommodados inulliajaneia
de qualquer pessoa ; assim como presla-se gratuitamente o seu proprietario, com seus es/orcos o
medicamentos, todas as pessoas necessiladas, sem dsiincc,ao alguma, qne o procuren, pois
que o seu maior prazer ser til humanidade sofiedora.
Na ra do Crespn. 17, Gumaraes& Villar.
Vendeos manteletes pretos de guiper a 158 cada um-
Cortes de la com babados tendo 25 aovados cada corte para 58 cada um.
Corteado vestido de phantaslaem candes fazeoda de muito gosto a 159o corle.
Manguitos de canabraia a balo bordados a 39 o par.
Baldes de musselina com babsdos a 58500.
Chapelioas de seda para senhora a 104 cada urna.
Cbapeainas de palba de Italia a 259 cada urna.
Uuiraa muilas fazendas que se venderio por presos baratissimos, s para acabar
Aluguel.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da ra
estrella do Rosario que volta para a ra daa Trio-
cheiras, com muitoa commodos : qaem preten-
der, dirija-sa ao pateo do Livramento n. 3J, se-
gundo andar.
Um cavalheiro, solteiro estudante
de boa posicao e conducta, deseja en-
contrar perto da academia urna peque-
a familia para vi ver com ella, inorma-
rfio na ra do Trapiche novo n. 6-
Ama.
Precisa-se de urna ama para o servico de urna
casa de pouca familia : na praca do Corpo Santo
o. 17.
Gabinete poriugoez de
Leitura.
De ordem do Illm. Sr. presidente do eosnelbo
deliberativo, sao convidados os senhores rtsrie
Iheirosa reunirem-se em sessao exiraordiaaris,
quarta-feira 5 do correte, a 6 horas da tasoe,
ua sala das sesses do mesmo Gabioete.
Secretaria do Gabinete Pottugaoz de I
em Pernambuco 1.a de fevereiro 0 1801.
M. Soares Piobairo,
1.* secretario.
Aluga-se
le 14 a 15 aoaoo, do oso*
urna negrinha de 14 a 15 aneo*, de
mea, cose soflrlvelmeole, o aaaito
servido do interior de asa com :
numero 21. *
> rea do Sol



M ------------
i. i. .
*-""
\
MARIO DE PERNAMBUCO TERQ1 FURA 4 DE FEVEHEIRO DE IMi
Jos Soares de -Azevcclo, profes-
sor de lingua e litteratura nacional no
Gytnnaiio Provincial de Pernambuco,
tem aberto em sua residencia, ra nova
de Santa Rita n. 47, as aulas de
GEOGRAPHIA E HISTORIA.
LINGUA FRANCEZ*
PHILOSOPHIA
ORATORIA E POTICA
As aulas sao todas de tarde: come-
cam s 2 horas e acab-un s 7.
Attenco.
Sociedade bancaria.
Amoro), Fragoso, Saotos & C. acato e tomam
saquea aobte a praga de Lisboa.
Consultorio
Medico--cirurgico
Aloga-ae o arraaxem do aobrado da roa do
Apollo o. 47, proprio para qualquer estabeleci-
meolo : quem o pretender eujeoda-se com Jos
AniunesGuiraaries, a chave est no deposito da
ra da Seozala o. 48.
DO DOUTOR
Tasso Irmosfazem publico que o convenio de
. S. Beato da Parahyba Ibes devedor da quaotia
de vinte conloa ooveceotos e dezenove mil da-
zeotoa e dea ris [ 20:9199810), por transferencia
de urna conta correte* com Jos Luiz Pereira
Lima & C, assignada e conferida pelo ez-D.
abbade Fr. Joa da Exaltado Marques, em 12
de mar^o de 1860. Alm do premio de um e meio
por ceolo ao mes a que ficoa obrigado o referido
convento a pagar, conforme a clausula exarada
na referida conta correte. E como al o presen-
te nao lhes teoba sido postivel receber a referida
importancia e os juros decorridoa, nao obstante
as diligencias empregadaa para esse fim, fazem
publico que nao por sua vontade que esli sof-
frendo tal desembolso, pira que em lempo al-
ga m se em pregue o argument, do grande aug-
mento dos uros, para o qual nao concorrem os
baixo assiguados, que sempre estiveram e eslo
promptos a receber a referida coota e os juros
vencidos, e protestam nada abaler em tempo al-
gum ; declarando mais que nao deiooerarn os
cedentes da referida conta os Srs. Jos Luiz
Pereira Lima & C. e Hanoel Rabello de Oliveira
Gaboclo. Recite 15 de Janeiro de 1862.
Tasso Irmos.
O Sr. Joao Hyppolito de Meira Li-
ma, queira apparecer nesta typographia
que se Ihe precisa fallar.
S Medico.
# O Dr. Braocante pode ser procurado a
% qualquer hora na cata de sua residencia, ft
Ss) na ra do Imperador o. 37, segundo an-
4) dar. para o exercicio de sua proflsso. O
3-Rua da Gloria casa do fimdo--3
Exialem medica roen toa horneo psthcos os mais
bem preparados e de toda a efflcacia. sempre re-
novados, pela multo grande exlrarco e procura
que temdevido isso ao MXIMO CRED1TO-
de que gozam em to las as provincias do Brasil.
Conlioaa-ae a vender pelos precos do costu-
me e achar-se-ha as carteiraa especiaos para o
tratamento do cholera- morbus, com os seus com-
petentes (rnelos e separadamente os preserva-
tivos em tinturas e glbulos, conforme quizerem.
O crdito de que gozam estes remedios e a
preferencia com que sao procurados, pela certe-
za de seus efteilos e pela ioalterabilidade dos
glbulos, dispensara de quaeiquer recommeo-
dacoes.
O que bom e est provado, leva comsigo as
recommendeges. ,
Preciisa-se de um oflicial de bar-
beiro: na ra das Cruzes n. 35.
saBsieeteeie MaWcneiKeMng
O dentista Numa Pmpilio.
m

a| S> O advogado Eduardo de *
# Barros pode aer procurado Q
das 9 horas da manha a 0
3 da tarde dos dias uteis : ejf
na ra do Queimado n. 26,
O primeiro andar. SJ|
9
.
Loja do vtadi
f
Ra Novan. 8.
Sitio,
Na ra da Cruz o. 45, precisa-se de uma
ama deleite que nao tenha fllho.
O abaixo assignado, leodo de seguir com
destino a provincia do Paran, pretende embar-
car no primeiro vapor que se espera do norte, e
por isso agradece a todoa oa seus compaoheiros
de armas pxistentes nesta guaroicao aa maneiraa
delicadas e affaveis com que sempre a trslaram,
agradecendo especialmente as finezas que rece-
beu de alguns. Iguaes agradecimeotos dirige a
todas es pessoas de sua aruizade, nao militares,
residentes nesta capital e fora delta, e pede a
lodos que dignen)-se aceitar auas despedidas,
acreditando que em qualquer parte aonde se
achar estar seu acanhado presumo ao diapdr de
todos elles.
Miguel Augusto Barbalho Picando.
No dia 4 ao meio dia, linda a audiencia do
Sr. Dr. jniz de ausentes, se ba de arrematar o
espolio do finado Dr. Prancisco Jaciolhoda Silva
Coelho, o qual contm alguma ferramenta de ci-
rurgia.
Precisa-se de 2:0009 apremio: no arma-
zem de msrcineiria emfrenle do porto das canoas
em Santo Antonio, se dir quem precisa.
Offerece-se uma preta forra de meia idade,
a qualcosinha e eogomma, para casa de pouca
familia : na ra do Pilar n. 93.
'*.
Aluga-se um exrelleote sitio na estrada dos
Affliclos, o qoarto depoia da capella, com muitos
arvoredosde fructo, reedificado e pintado de no-
vo, com bom pdgo d'agua de beber e outras com-
modidades : a tratar no mesmo com sua propie-
taria D. Margarida Francisca Xavier, ou na iua
Augusta o. 60.
Precisa-se alugar um pretOr-daodo-se o
asiento, e paga-se mensa! ou semanal, para o
servigo desla rypographia : oa livraria ns. 6 e 8
ds prsca da Independencia.
Precisa-se
de uma ama que laiba engommar ou coziohar
para pouca familia : oa ra do Trapiche n. 18.
W O Dr. Carolioo francisco de Lima San-
tj> tos, mudou-ss da ra das Cruzes para
# do~Imperador, sobrado n. 17, em frente a$
# da igreja de S. Prancisco, onde continua t)
fjp no exercicio de sua profisao de medico. 6J>

Seraphim Gomes, subdito porluguez, vai ao
Rio de Janeiro.
Appareceu no Caminho Novo um carneiro:
Suena for seu dono procure a casa n. 8, que dan-
o os signaes certos e pagando a despeza, ser
entregue.
Desappareceu desta cidade um cavallo mel-
lado levando um par de cassuaes com 30 saceos
vaaios, e um encerado, e 1 fechadura : quem o
tiver pegado leve- o ao escriptoiio de Manoel Ig-
nacio de Oliveira'e Pilho, largo do Corpo Santo
n. 19, ou ao engenho Camassary. Ireguezia de
Santo Amaro de Jaboato, ao Sr. Miguel Augus-
to de Oliveira, que ser recompensado.
Os credores da massa fallida de Lima &
Marlins sao convida ios a receber o segundo di-
videndo em casa dos administradores, na ruad>
Cadeia n. 4.
Tompson Pater, subdito inglez, relira-se
para a B.hia.
Preciaa-se de urna ama ; no paleo do Tergo
numero 26.
i
I

primeiro andar.
Bota dentes artificiaos por molas e li-
gaduras e pela pressao do ar. Systema
americano sem arrancar as raizes, e faz
todas as operscoes de sua arte, com
promptido e limpeza.
mmmwim enea ewMBGMsi
Aluga-se o primeiro andar do sobrado o.
87 da ra do Imperador: a tratar no segundo an-
dar do mesmo.
Joao Guilherme Romer, armador de corti-
nados (aa ra do Hospicio n. 37) participa ao res-
peitavel publico que tem recebido excelteotea
molduras douradas para cortinados de janellas,
tambem vende borlas, cordo, galleras e patera
de bronze que pertence aos ditos.
Saques sobre Portugal.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho saccam so-
bre Lisboa e Porto : no largo do Corpo Santo,
escriptorlo n. 19.
Precisa-se de uma ama que saina coziohar
e fazer a compra : na ra Nova n. 67.
Aluga-se um sitio na Soledade,
muito bem arranjado, com ptima
casa, coxeira, estribara etc. etc. Os
pretendentes queiram dirigirse a ter-
ceira casa, passando a ponte pequea
da passagem da Madaglena.
O Sr. Julio que teve botequim,
queira vir a esta typographia, a nego-
cio.
Aluga-se um armazem na ra do caes de
Apollo n. 7 : a tratar no pateo de S. Pedro o. 6.
O abaixo assignado ageute do bsneo
mercantil Portuense nesta cidade, saca j
efectivamente por todos os paquetes so-_*
bre o mesmo banco por qualquer som- j.
ma vista ou a prazo para o Porto e g
Liaboa : dirijam-se as ras do Crespo n. *
8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
Neste novoeslabelecimento sempre se encen-
tra um variavel aortimento de miodezas e per-
fumaras e outros muitissimos objectos de gusto
que a vista dos compradores nao engeitar sobre
dioheiro, como uem o seguioie : I
Ricos eofeites a imperatris os mais moderaos
que se pode encontrar tanto em gosto cono qua-
li-jade e por menos 10 por cento do que emlou-
tra qualquer parte. I
Lavas de pellica de Jouvin as mais frescas
que ha no mercado a 2f. I
As verdadeiras sgulhas francezas de fondo azul
a 320 rs. a caixioha. I
Linbas de peso muito fina para bordar a 200
rs. a miada.
Ditas de car retis 200 jardas autor Alexinder
a 60 ra. e a duzia a 900 rs.
Ricos pentes d bfalo preto para alizar o
lhor possivel de 400 a 19.
Ditos ditos brascoi para alisar o melhor possi-
vel de 500 a 800 rs.
Macinhosde nissangas de todas as cor1
320 rs. o macinho. *
Gol linha de ditas muito delicadas a 19500
ama.
Ditas de cambraia muito fina com pan
2^000.
Ditas a croch muito delicados a 29 cada u
Ditas de traspasso a 29500 cada uma.
Manguitos a balo muito ricos a 49 o par.
Ditos ditos a 29 o par.
Ricas louquinhase chapjzinbos para bap
do de 19 a 49.
Vestimenta de fusto para meninos a 49
um. .
Ricas capellas,brancas para noivas .0 me
que se pode encontrar no mercado e por baraMs-
simo prego de 49 a 129. "
Ricas fitas Se sarja largas, estrellas, lisSs
bordadas para lagos, siutos etc.
Um variavel sortimento' de bicosdeseda, liiiho
e algodo. *
Muito delicadas franjas de seda de todas as
res e larguras.
E outras muitos objectos que se torna en
dooho annuociar e que a vista do comprador mbs
trar-*e-ba com muito agrado. O proprielario
deste novo estabelecimento garante a todas
pessoas que quizerem mandar os seus portado
serv los bem e vender com condiccoes de
agradar vollir, o|que torna-ge bem conhecida s-
ta nova loja de miudezas por ficar bem confron-
te a cambda do Carmo, leruma linda tabol la
com o viado.
S. Benedicto do convento
Faz sciente o secretario interino da dita con-
fraria que no dia 7 do corretedepois da audien-
cia do Sr. juiz de paz da ireguezia de S. Jos,
tem de ir em praga uma jangada de pescara com
Seos nertoncp. or xpncn rin misma.
me-
es a
cada
los a
isa-
dada
or
IsKUASOQUEIMDO WA6
PAt>hlGEMDE20raMEllTo
^DASEROUPKSP
Sortimento completo de sobrecasacos de pinno a 259, 289, 309 f 359, casacos muito bem
fitas a 258, 28$, 30JJ e 35g, paletots acasacadosde panno prelode 16 at 259, ditos de case-aura
de cor a 159, 18$ e 20$, paletots saceos de panno e casemira de 89 at 149, ditos saceos de aJpsM
m eri 116 l de 49 at 69, sobre de alpaca e merino de 79 at 109, caigas pretas de cas aniri de
89 al 14$, ditos de cor de 75 al 10$, roopas para menino de todos os tamanhos, grande sorti-
mento de roupas de brins como aejam caigas, paletots e colletes, sortimento de colletes pretos do
setim, casemira e velludo de 49 a 9$, ditoa para casamento a 59 e 69, paletots braoeos de bra-
mante a 49 e 5/, caigas brancas muito finas a 5$, e um grande sortimento de fazendas fin s e mo-
dernas, completo sortimento de casemiras inglezas para homem, menino senhora, aerova da
linho e algodo, chapeos de sol de seda, luvas do seda de Jouvin para homem e seobdra. To-
mos urna grande fabrica de alfaiale onde recebemos oncommendas de fraudes obras quv para
isso est sendo administrada por um hbil mestre de semelhante arte e um pessoal do atis da
cincoenla obreirot eacolbidos, portanto ezecutamos qualquer obra com promptido e saaia barato
do que em outra aualquer casa.
Desinfecto.
1
Francisco Seraphico de Assis
Carvalho, manda celebrar uma
missa na igreja de S. Pedro, as 8
horas da manhaa do dia 7 do cor*
rente, por alma do seu presado
filho, o Dr. Francisco Seraphico
de Assis Carvalho ; e roga aos ami-
gos seus e do fallecido, que se dig-
nem de assistir a este acto religioso.
Gascarrilha.
O abaixo assignado vende em sua botica na
ra Direita n. 88, os seguiotes desinfectantes por
ter para isso o aparelho necessario. Chloro para
desinfectar o espago de 340 ps cbicos por 29,
liquido desinfectante das materias fecaes uma
garrafa 19, pos desinfectantes das mesmas ma-
terias uma libra 1$, liquido para mergalhar a
roupa dos accorametlidos a 640 rs., agoa chloru-
relada que supre a de labarraque somenle na par-
te da desinfecgo por ser carregada lOvezes mais
do chloro (pelo que declaro que nao se faga del-
la aso interno) 19.
O publico desta cidade deve estar lembrado
de que neste Diario foi transcripta uma corres-
pondencia do sul, na qual declarou-se, que, em
um dosporios onde grassava a febre amarella o
commandaote de um dos navios surtos n'aquelle,
conservando o chloro em o seu, foi o nico pre-
servado do mal, ao passo que os mais soffreram
houveram muilas victimas.
Para o desempeoho da desinfecgo acompa-
nhar a explicago.
Jos da Rocha Prannos:
Precisa-se para Macei de um pralicante
ou de um ofilcial do pbarmacia : a tratar na bo-
tica franreza da roa da Cruz o. 22.
Precisa-se de uma ama para coziohar e
comprar: na ra do Imperador n. 37, segundo
andar, entrada direita.
Aranaga, Hijo & C. sacam sobre
O Rio de Janeiro.
Aluga-se o irmazem do sobrado da ra do
Brum o. 34, proorio para qualquer estabeleci-
mento : quem o pretender entenda-se com Jos
Antuoes Guimares, e as chaves existem na re-
finaco n.42ao pedo mesmo.
.
Gabinete medico cirurgico.J
2 Ra das Flores n. 37. e
0 Serio dadssconst.Uas medlcas-cirurgi-af-
eas pelo Dr. Estevo Cavalcanti de Albu- aj)
# querque das 6 as 10 horas da manha, ac- aj
aj) cudindo aos chamados com a maior bre- aj)
aj) vidade possivel. S9
a l-o Partos. s$
Z Molestias de pella. 0
Z 3.* dem do olhoa. aj
a 4.* dem dosorgos genitaes. gj
Z Praticastoda e qualquer operago em *j
qm seu gabinete ou em casa dos doantes con- ^
m forme lhes fdr mais conveniente. as
Aviso
Os abaixo assignados parlicipam aos apaixona-
dos do calcado inglez, e particularmente aos seus
freguezes. que tiveram pelo vapor cOoeida ani-
cametite 100 pares dos afamados borzeguins in-
Eilezes, que de a muito costumam vender em sua
oja na ra da Cadeia n. 32, pelo baratlssimo pre-
go de 129 o par.Campos & Pereira.
Advocada.
O advogado A.. R. de Torres Baodeira tem o
sen escriplorio na casa de sua residencia na roa
do Imperador o. 37, segundo andar, entrada a
direita ; e ahi pode ser procurado para o exerci-
cio de sua proflsso. Est prompto para eocar-
regar-ae de qualquer defeza e para tratar de
quesles forenses, em qualquer lugar fora desta
cidade e protesta a maior solicitado no desem-
peoho de saas obrigagdes.
Precisa-se de um criado para homem sol-
teiro: na ra do Imparador n. 34, das 9 horas
di asoiia as 3 da tarde.
Ensmo de linguas
5 EM 6 mjscS
^Italiano -latimfrancez,!
Pelo melhodo facillimo
DO DOUTOR
11.
i Ra do Queimado n. 26.
O arrematante da massa fallida de Manoel
Jos da Cunha Faria, que leve loja de ourives na
ra do estreita do Rosario o. 6 avisa a todos os
devedores da mesma massa, que se quizerem evi-
tar o dissabor de serem chamados nomioalmente
por esta folha, venham no improrogavel praso de
oito dias pagar na praga da independencia n. 22,
assim como adverte a todas as pessoas que teem
concerlos na mesma casa os venba tirar no mes-
mo praso do contrario sero vendidos para paga-
mento dos mesmoi.
Antonio Damasceno dos Santos, subdito
portuguez menor, segu para o Rio de Janeiro.
Agencia de passaporte.
Claudino do Reg Lima tira passaporte para
dentro e fora do imperio por commodo prego e
presteza : na ra da Praia n. 47, primeiro andar-.
Precisa se de uma criada forra ou captiva
para o servigo interno de uma casa de pouca fa-
milia ; a tratar na ra do Amorim n. 5, ou es-
trada de Joo de Barros, sitio de Candido Aleo-
forado.
A pessoa que annuuciou empregar-se em
trabalhos de escripia, qaalquer qaefossem, tirar
balangos, ele, etc., queira apparecer oa livraria
da praga da Independencia os. 6 e 8.
Caixeiro.
Na rus da Cruz armazem n. 33 eiiste um mogo
de 19 aooos, vindo do Porto e com pratica de
negocio de fazeoda, o qual se deseja arrumar em
loja de fazendas on outro qualquer estabeleci-
mento.
Precisa-se de um menino portuguez de 10
a 12 annos para caixeiro de uma loja na villa da
Escada : quem pretender, dirija-se a rur do Ca-
bug o. 1 B.
Precisa-se de 3:0009 por espago de 11 me-
zes, pagaodo-se os juros em qusrteis, ou confor-
me se conveocionar, dando-se por seguranga
predios nesta ci-iade livres e desembaragados :
quem este negocio quizer fazer, annuncie para
ser procurado.
0 juiz de paz do segundo anno do 1. dis-
tricto da Ireguezia da Boa-Vista d audiencia uas
quartas e s&bbados as 10 horas da manha, na
sala publica das audiencias.
O Sr. Joaquim Hlelo Mariz queira appare-
cer na ra do Raogel n. 41, primeiro andar, pa-
ra tratar de certo negocio que o mesmo nao deve
igoorar.
O solicitador Joaquim de Albuquerque Mel-
lo mudou sua residencia para o primeiro andar
da casa o. 75 da roa do Imperador, aonde pode
ser procurado em todos os dias uteis das 9 horas
da manhaa s 4 da tarde. Em sua ausiencia, os
seus constiluinles sero atlendidos pelo Sr. Dr.
Netto, com escriplorio no mesmo andar.
O abaixo assignado faz sciente que nao se
responsabilisa por debito conlrabido em seu no-
me por qualquer de seus eacravos, salvo se fo-
rero miudos com documento assignado pelo an-
nunciante. Recife 31 de Janeiro de 1862.
Antonio Alberto de Sooza Aguiar.
Joaquim Patricio da Costa Valeote, subdito
porluguez, relira-se para a cidade do Porto, le-
vando em aua compaobia o seu criado Joa An-
tonio do Reis, ta.mbem porluguez, deiza por sea
primeiro procurador o Sr. Bernardo Jos da Cos-
ta Valeote, o segoodo o Sr Jos Aotoolo da Cos-
ta Valeote ; julga nada dever a pessoa alguma,
mas se alguem se julgar com direito a qualquer
divida haja de apreseolar seus documentos legaea
oo prazo de tres diaS em sua casa, 00 largo do
Paraizo o. 2.
As pessoas que iocommeodaram jaracati,
remedio para frialdade, etc., podem mandar bus-
car ao collegio da Cooceicao, na Tamarioeira,
por se achar a fructa as condigoes precisas.
Precisa-ae de ama ama para todo aervigo
de ama casa de deas pessoas ; na ras do Sebo
numero 15.
< Frecisa-se tallar ao Sr. Ju>t; Soa-
res Moreira, e como se ignore sua mo-
rada, roga-se-lhe queira annitnciar.
Precisa-se de um caixeiro de 18 a 20 an-
nos com pratica de taberna e de fiador a sua
cuodocta : na ra das Cruzes o. 22.
Precisa-Sede uma m. do icie que l-nha
boas qualidades : n l0Ja de fazendas no Passeio
Publico n. 7-
O Sr. Hermogenes JNoberto de
Gusmao tem uma carta, na livraria ns.
6 e 8 da piara da Independencia.
Precisa-se de uma ama para comprar, co-
ziohar e engommar para pouca familia : a tratar
na ra do Queimado o. 47.
J. Lehmann vai a Europa.

Compram-ce aeges do novo banco de Per-
nambuco ; no escriplorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Saoto, escrip-
lorio n. 14.
Compra se o calculo dierencial
e integral por Surn e Lacroix, ainda
mesmo usado: na prara da Indepen
dencia ns. 6 e 8.
Attenco
sem segundo
Na ra do Queimado o. 55 loja de miudez s
de Jos de Azevodo Maia e Silva, esl veodeoc o
todas as miudezas por pregos j sabidos e C(
ohecidos :
Groias depeonas de agode todas as quali-
dades a
Nvelos do linha que pelo tamauho a todos
admiram a
Caixas de sgulhas francezas a
Caixas com alfinetes muito finos a
Caixas com apparelbo para entreter me-
ninos a 24)
Ditas ditos grandes a 501
Baralhos portuguezes a 120 e 20)
Groza de botoes pequeos para caiga a 12 1
Tesouras para unhas muito finas a 40 I
Ditas para costura muito superiores a 40)
Baralhos francezes para voltarete muito fi-
nos a
Agulheiros com agulhss francezas a
Caivetes de aparar pennas de 1 folha a
Pegas de traoga de la com 10 varas a
Ditas de traoga de la de todas as cores a
Pares de sapatoa de iranga de la a i
Cartas de alfinetes francezes a*
Paresde luvss fio ds Escocia muito finas a
Ditas ditas brancas grossas a
Escotas, pzra limpar dentes muito finas a
Massoscom superiores grampos a
Cartoes coro colxetes de algum defeito a
rti'ie h Hiino superiores a 40 e
Dedaes de fundo de ago i--u superiores a
Bufiadores Dar Vp"'Jos de senhora com 4
varas a
Ciixos com colxetes francezes a
Carlas de alfinetes de ferro a
Charutairas muito finas a
Tioleiras de vidro com tinta a.
Ditos de barro com tinta superior a
Areia prela e azul muito fina a libra a
Tenho nova remeasa de labyrintho 1
der por todo prego, assim como tenbo trang,
seda difieren tes cores para vender porto
nheiro que offerecerem.
Vende-se
um piano inglez, velho, por muito barato preco
bem como uma porcao de canos de ferrolde 1|2
polegada, proprios para canalisago d'agua ou
gaz ; n raa do Sol o. 21.
Continoa-se aivender leite puro a 320 rs. a
garrafa : na cagala da casa de baohos, n > pateo
do Carmo. '
Fivelas para cinto.
Comf ra-se uma casa terrea com commodos e
quintal, no bairro da Boa-Vista, em bom local :
a tratar na ra do Amorim, na loja n. 25, que se
dir quem precisa. _____________________
Vendas.
Vende-se uma excedente botica na capital
da Parahiba, em uma das melhores ras, com
poucos fundos e sendo
commodo, adverte-se
ter 1 fallecido o prop
dirija-se a ra do Rao
sa^-
luguel da casa muito
o motivo da venda
.0 : quem pretender
38, egundo andar.
Rival
sem segund.
1 o_iu
9
igwW?
No engenho S. Joao deg
w Hamarac veodem se aniraaes de roda, 1
i? por estar moendo a vapor. *
Aos senhores ei-
garreiros. V
Vende-se fumo picado para cigarros, vindo do
Rio de Janeiro em latas de uma arroba e Unto,
proprio para os senhores cigarreiros : na rn lar-
ga do Rosario o. 30, loja de charutos.
Na nova loja de miudezas da ra Direita n.
77, vendem-se oculos de alcance muito finos a
59. '69, 89 e 125 cada um, ricos apparelhos de
louga pipiados e braoeos, e de chumb para bo-
oecas, o melhor que se pode encontrar a 1J600,
2) e 29500 cada um, linha de Pedro V a 40 rs. o
carto, coolas de Indas as cores proprias para pul-
seiras e volias a 400 ra. o masso, carteiraa com
agalhasde todas as qualidades a 460 rs., e outras
muilas mais miudezas finas que se vendero por
muito menos prego do que se compram em oulia
qualquer psrte.
Superior rap de Lisboa em
frasos.
Vende-se superior rappriocez|Brasil ero fras-
cos, chegado 00 ultimo vapor inglez Oneida :
oa ra do Crespo o. 5, loja de Marcelioo & C.
Vende-se uma grande casa com pequeo
sitio no lugar do Peres, coofroole ao engenho,
beira da estrada do Recife a Saoto Anto, tem
commodos para grande familia, e para qualquer
estebelecimeoto por ser a casa dividida em duas,
por prego commodo.: a tratar na villa da Escada
com Jos Martios da Cruz, oa no Recife, pateo do
Paraizo n. 10.
f liesphoros de gaz
21200 a groza.
DinlieiTo \ista.
a
, Na ra da
ferr
da Cadeia do Recife
Vidal & Bastos,
p. 56 A, loja de
Na ra do Queimado o. 55, defronte do sobrado
oovo, esl disposto a vender tudo por prego que
admira, assim como saja:
Frascos de agua de lavando muito gran-
des a 800
Sabooetes o melhor que pode haver a 1 320
Ditos grandes muito finos a 160
Frascos com rheiros muito finos a 500
Ditos ditos muito bonitos a I5OOO
Garrafas de agua celeste o melhor a 1;000
Frascos com baoha muito superior a 240
Ditos'dita de urco fioissima a 600
Frascos de oleo babosa com ebeiro a 210
Ditos dito dito a 320
Ditos dito nito a 500
Ditos para limpar a cabega e tirar caspai a 720
Ditos dito pbilocome do verdadeiioa I 900
Ditos com baoha transparente a 900
Ditos com superior agua de colonia a 400
Dita, fraseos grandes a 500
Frascos de macag oleo a 100
Ditos de opiata pequeos a 320 e 500
Ditos de dita Rrandes a 800
Tem um resto do lavando ambreada a 5C0
Linha branca do gas a 10 rs., e tres por
dous, e fina a
Dita de carto Pedro V, com 200 jarda
Dila dito dito com 50 jardas a
Carreteis de linha com 100 jardas a
Duzia de metascruas mullo encorpada1
Dita de ditas muito superiores a
Dila de ditas brancas para senhora, mal
to finas a
Vara de bien da largara de 3 dedos a
Dila de frsoja para toalhas a
Groza de botos de louga braoeos a
Duzia de phospboros do g'z a
Dita de ditos de vela muito superiores a
Pegas d fita para cs de todas as lar-
guras a
Cera de carnauba de pri
meira qualidade.
Veode-se em porgo o a retalho de urna! sacca
para cima, o por commodo prego: na ra da Ma-
dre da Dos coofroole abotica o. 30.
Ra Novan. 18.
M. A. Caj avisa a seos aotfgos freguezts que
nao podendo acabar com seu esiabelecimei to de
fazendas e roupa teita contina aempre m li-
quidago. Recebe eocommendas de qu Iquer
obra de alfaiale, e para isso tem um contra -mes-
tre prompto para receber qualquer encomnienda,
sendo servidos com promptido, que ir tendo
em aua loja um grande sortimento de roupjafetta
e fazandas, pelo maia baixo prego (a dioheiro)
que ae pode encontrar.
Chegou para a loja da victoria grande sorti-
mento de cascarrilba de todas as cores e largu-
ras e se venda mais barsto do que em parte al-
guma, por isso venham a loja da victoria ns roa
do Queimado o. 75, junto a loja de cera.
Cheguem s fazendas ba-
ratas, antes que se aca-
bem.
Na loja de fazendas da ra da Madre de
Dos n. 16, defronte da guarda da
alfandega.
Madapolo (loo a pega 4j80.
Chitas finas escuras a 160 rs. o covado.
Ditas francezas campo braoco a 200 rs.
Ditas escuras muito finas a 240.260 e 280.
Pegas de ditas rdxas com 32 covados por 6.
Alpaca fina de cor a 360 e 400 rs. o covado.
Cortes de seda pretos para collele a 29.
Casemira preta, fszeoda superior, o covado a
19800.
Leogos de seda de cores 500 rs. um.
Chales de cassa pintados um 5C0 rs.
Velbutioa piolada para vestido a 400 rs. o co-
vado. E outras muitas fazendas que se vendem
barato para acabar (dinheiro vista) ; de todas
se daro amostras com penhor
Bazar decaluugas
o oriaquedos para meninos e
meninas.
Na ra Direita n. 7 defronte da grande
fabrica dp tamancos.
Neste estabelecimento novo se enco'ilraro
sempre grande sortimento de calungas e brin-
quedos de todas as qualidades e pregos para me-
ninos e meninas, assim como tambem charutoa
tuio boos e baratos, tanto em caixa como a re-
talho.
Opiata ingleza
para dentes.
Est finalmente remediada a falta que se sen-
lia dessa apreciavel opiata ingleza to ptoveilo-
sa e oecessaria para os dentes, isso porque a lo-
ja d'aguia branca acaba de recebe-la de sua en- j
commenda, e continua a vende-la a 19500 ra. al
caixa; quem quizer conservar seus dentes per-1
feitos prevenir-se mandando-a comprar em
dita loja d'aguia branca, ra do Queimado o. 16.
Vende-se.
azeitede dend ou palma, dito de amendoim que
serve para luzes e machinas, mais barato do que
em qualquer ouira parte ; na ra do Vigario n.
19, primeiro andar.
Ricas fivelas de madreperola para
barato prego de 1J600: na loja da
ra do Queimado n. 75, junto a loja
cintos pelo
victoria aa
de cera.
Cortes
de vestidos do pa\ ao.
Cortes de vestidos de cambraia branca do s-
bados e duaa saias, fazeoda moderoissima, o cor-
te a 49000.
Corles de vestidos de pbaotazia, fazeada que
se vende em qualquer parte a 1(9, torraaa-se a
6J00O.
Ditos de cambraia da seda cosa babados a
49500.
Ditos de cambraia de carocinhos brancos alo
cores, fazeoda muito tina a 4f.
Ditos de cambraia branca lavrada, 'azoada 10-
teiramente nova, o corte 49.
Cortes de larlalaoas brancas com babados pro-
prios para assistir a casamento on bailes a 10.
Cortes de vestidos de cassa com listras atrave-
sadas a 29240.
Ricos eofeites traviata e ditos s Garibaldi 1
Ditos ditos s Luiz XV a 29.
Luvas de seda para senhora muito boas a 600
rs leociohos para mo de todos oa procos e qua-
UdadM.
m
bordadas e de balo.
Saias bordadas, fazeoda fioissima a 4JS.
Ri &'" dita a 39.
Ditas Com aTcs oe.cor.mn ,
o. vezes de balao paraZ '1B* 50'- "'*
tam Uar balo a 3200 e 4^bo' foa-
Saias de madapolo francez a balau .
bem feilas qun tem viodo a este mercado a S,
35500,4J e 59.
Ditas para meninas de todos os tsasaabes a 3$.
Ditas de arcos simples mas muito bem feius a
3JO00.
CAMBRAUS LISiS
Pegas de cambraias lisas muilo finas s 3(000 a
29500.
Ditas com 10 jardas a 39, 39500, 49 59-
SiMi
|Loja das 6 por-!
I tas em frente do Li-
vramento.
Roupa feita muito barata.
* Paletots de panno fino sobrecasacos,
ditos de casemira de cor de fusto, ditos >
. de brim de cores e brancos, ditos de
r ganga,caigas de casemira pretas e de
J cores, de brim branco e de cores, de gsn- i
>ga, camisas com peito de lioho muito |
floas, ditas de algodo, chapeos de sol
f de alpaca a 49 cada um.
1
Esponjas fieas
para o rosto.
Vende-se mui finas esponjas para rosto, a 29
cada uma : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Carteiras com agulhas.
A loja d'aguia branca acaba de despachar car-
teiraa com agulhas de mui boa qualidade, e ex-
cellente sortimento, e asesta vendendo a 500 rs.
cada uma ; assim como recebeu igualmente no-
vo sortimento das agulhas imperiaes, fundo dou-
rado, que continuaos a ser vendidas a 160 ris o
papel, isso na ra do Queimado loja d'aguia
branca o. 16.
Argolas de ac para chaves
vendem-se 200, 240, 320. 400 e 500 ris, na roa
do Queimado loja d'aguia branca o. 16.
Froco fino, e seda frouxa para
bordar *
vende-se na ra do Queimado loja d'aguia branca
n. 16, onde so achara completo sortimento.
# Leandro Miranda
?Rua do Crespo n. 8 A.ffl
Vendem saias de cambraia bordada *j
.ajjp pelo baratissimo prego de 1&500.
**&$* $
Vende-se o engenho Saota Luza sito na
freguesia de S. Lourengo da Matt, a dioheiro
ou troca-se por casas nesta praga : quena pre-
tender dirija-se a ra de Hortas n. 7, das 10 no-
rss da maohaa u 4 da tardo.
Grosdeoaple preto muilo encornado a Is5t0,
1J600 e 19800.
Dito cor de canoa, azul o cor do rosa 9.
Seda lavrada muito bonita fazenda a 2|.
Chamelote preto muito eocorpado a 2f.
Sarja preta hespaohola a 1*800.
Bordados
Fioissimas tiras bordadas de todaa tt qualida-
des e largaras por pregos baratissimo, eatre-
roeios muito delicados de todaa ss larguras o qua-
lidades.
Manguitos tom golliohas de esmbraia aordadaa
a 19280.
Calciohas bordadas muilo Onasa 1|.
Manguitos bordados para senhora a 19.
Gollinhas muito floas a 400, 500,800 o 19.
Alem destes arligos exista oeste estaaelect-
mento um grande numero de fazendas que sena
enfadonho menciona-las, e do-ae aa aani>atras
de todas, deizaado ficar peahor, oo manda is
levar as fazendas mostta esa esaa daa familias
que quizerem escolher, peloa caixeiros da loja da
pavo, ra da lmparatriz n. 60, de Gasa & Silva
Madapolo
3^000 rs.
Vendem-se pegas de madapolo com 14 jardas
pelo baratissimo prego de 39 a peca : aa raa da
Imperatriz n. 60, loja do pavo, de Gema & Silva
Panno a 1,800 rs.
Vende-se para liquidar ama conta. panno pre-
to, corda rap, fazenda muito superior, a 1)800
o covado, aflangando-ae que sempre se vende a
35000 : na ra da Imperatriz a. 60, loja do pa-
vo, de Gama & Silva.
Uma taberna.
Veode-se ama taberna aita oaa Csxsat, aji-
lo afreguezada e propria para priocipiaata, a
motivo to aomeote para o doao ***fT **-
rar-se do logar : a tratar na roa Nova a. 19.
Aboafama
vende fivelas para cintos o mais besa doarado ama
possivel o dos mais lindos gostos qaa tesa
a este mercado, palo baraiiasisao prega aa !
cada ama, carteiraa com guias aa aaaia
aortidas que se pode deaejar, o esa aaaase a ajaa
lidade oo pode haver nada melhor, pala barate
prego de 500 rs. cada earleirs, peaaaa* *fa ea-
liRrapbia verdadeiraa a 29 cada caixiafca **** '
duzias, ditas de langa verdadeiraa a.'lWlajj
cada groza, ditaa muilo beas alada ae uaahasf
das a 500 rs. a groza : na roa do QaaaaaaaTa.^aia
bem conhecida loja de miadexaeda bea Uaaaaa-
mero 35.



< '" .' *.......-


DIHIO DE tElHAMMJCO -TEBQ4 IttftA 4 DE fmutlt, DE 1811,
GELO
No depotito do gelo ra do Apollo
n 31, vndete gelo de boje em diante
arroba a 3JS00, e meia arroba 2$000,
e a libra a 160 rit: tambem recebe-te
atsignaturat dat petsoat particulares lo*
go que teja diariamente, at que te
acabe o gelo.
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
'Chapeosde tol de alpaca a 4|.
Duzia de metascraai para homem a
1J200 e o par a 110 rs., ditas brancas
muito finas a 2|500 a duzia, lencos de
cassa com barra de cores a 1S0 rs. cada
um, ditos brancosa 160 ra., baldes de
20 e 30 arcos a 3|, laazioha para vea-
tidos a S40 o covado, chales de merino
estampados finos a 59 e 69. tarlatana
branca e de cores muito fina com rara
e meia de largara a 480 rs. o corado,
fil de linho liso a 640 rs. a ara, pe-
gas de eambraia lisa fina a 39. cassas
de cores para vestidos a 200 rs. o co-
vado, mussulina encarnada a 320 rt o
covado, calcinhas para menina de escola
a If o par. gravalinbaa de tranca a 160
rs., petos para camisa a 200 re. cada
um duiia 29, pegas decambraia desal-
pico muito fina a 39500, pegas de bre-
tanha de rolo a 29, chitas rancezaa a
220 e 240, ra. o covado, a loja est
aberta das6 horas da manhaas 9 da
noite.
Calcado
45 Ra Direita 45
OugamL Ou$aml..
O trstte indispensevel ao homem civiliaado
sem cootradigao o sapato I E' elle lio necessa-
rio como o pi ao estomago. Tolera-ae am
chapeo jaca ; ama casaca de ajastar tabeado ;
um vestido desbotado; mas o aapato aestcanba-
do e roido, a botina sem lastre e j descosida
ama indecencia, um insulto ao orglo visas! de
um christo. E' por to graves consideraces
que o propietario deste estabelecimeoio.
acabando de receber um magnifico sortimento,
roga aos seus (regueiea se apressem em renovar
o calgado velho visto estar-moa na testa ;
vejan:
Homem.
MILIES (chagre privilegiado) frascos co-
mo a agua do Prata......
BORZEGUINSIinteirigoa [RocthlldJ .
diversos fabricantes. .
.__ lustre pechincha. .
Sapatea de Naotes, vaqueta de lustre
balera...........
Ditos Nantes batera.......
14jf000
09500
89000
5J5O0
69OOO
59500
59OOO
49500
39500
59200
31000
25OOO
19500
Grande
Superiores paletots de panno preto muito fino,
obra muito bem feita, pelo baratissimo prego de
209 ; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa (.
Vende-se un mulata de 24 anuos de ida-
de, muito sadia, engomroa muito bem e cozinha
o trivial de urna casa : a tratar na ra da Cadeia
do Recite n. 62 segundo andar.
k

ingleses.......
Nantes meninos. .
lustre (sola e vira. .
(urna sola). .
> de tranca portuguexa. .
> a (raoceu. .
Senhoras.
BOTINASlgaspa alta e lago inglezes de
duragio iocalculavel. 6J0OO
rancezaa (lagol.....: 58500
> sem lago. .'...;.. 5g000
gaapa baiza....... 4J8O0
> outroa (32,33 e 34). : 4*500
de meoina (Joly)..... 49500
Sapatos (Joly) com salto. ..... 39200
( ) sem salto...... 2J000
'Pete......... 800
luatre (32, 33, 34)..... 800
econmicos para caaa. 500
AIem disso um variado e abundante sorti-
mento de tudo o que necessario a sapateiro pa-
ra executar qualquer obra.
A 320 rs. o covado, grande
pechincha.
Vendem-se superiores cambraias francezas de
muito bonitos padres a 320 rs. o covado, fa-
zeoda muito fina que aempre vendeu-se por 800
e 19 a vara, venham por ellas, antes que se aca-
ben) ; na ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
cida loja da boa f.
ARMZEMJJOGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
irgo da Peiil.it s
Aflanca-se a boa qualidade de todo qualquer genero
lo neste armazero, assim como vende-se por menos 5 a 10 por cento do que em outra
comprad
qualquer parle.
*&am\e\g* ingleza,
abatimeoto.
%l&nlevga t ihhm
QnUos do rei
mals superior do mercado a 800 rsa libra, em barril se ar
a mais nova a 600 rs., em barril, e 640 rs. a libra.
LO
chegados oeste ultimo vapor por 39000.
a IjjOOO. lttOS de superior qualidade e muito frescaes a 800 inteiro, em libra
Gal ^rola, uy<*son e nrew
2-3000 rs. a libra.
Prezuiito pata Wambte
I?ri.iiiilo do reino
Salame
os mihorfls que ha no mercado 39000, 29600,
muito novos a 500 rs. a libra,
de superior qualidade 440 rs. inteiro, e 480 ra. a libra,
o melhor peliico jue pode haver por estar prompto a toda a hora i 19 a libra.
XoueinUo do ro*v 3z0 lil>ri> e arroba t9mo
Gnou?**** c paios cheg.dos neile ulli(no na?i0> a 720 rg a libra<
oauna de porco refinada. n .
se for em barril a 440 rs. aTbra. <8 em tal" Cm 10 llbrM' P0r **> e
Mar melada imperial a ...
a 900 ra HkaFT. i 7.. a ?,do ^."JiJJ16,,oulrM muilo, hbrleanlee de Lisboa
a auu rs. a libra, em Islas de 2 libras por I96OO afianca-ae a boa qualidade.
wtafja le lmate om UUi deuma libra por 900 rs
a *00 *a,lCeXa8 portuguezas em latas de 1 libra, por 640 rs. ditas em meias
\lelria, maearrao e laWicr'v m ,
"%oxes muit0 00TBS a 100rg a Ubra> e 4$000rs> a librs
Bollo irancezam 0 .-
~ em car,oes "to enfeitados proprios para mimo a 600 rs. *
Uenebra ingleza. .i____,
abalimeot?. ,S 8Up9n0r qUe ha a 1S 8""h 8 em "i" e
Genebra de llollanda. fitn(m
* a 69000 ra. a frasqueira, e 560 rs. o frasco.
400 rs. a libra e em caixa a 89.
, emdcaSxaU^ KtimUT*' ^ *"' '*'
Vinuns engarrafados
turia, Duque do E
Vinho Bordean*.
das mais acreditadas marcas a 1J a garrafa e em caixa a 9| a duzia.
pagae dqudSn.?s matc" a m aduIia e a1*500 8"rat' "-e .bo.
Verdadelra serveia c\>rimua
a 500 rs. a garafa. de Uira8 muit" lnarca, a da"a.
V muo em pipa Parl0i Lilboa e Figueira a 3>500i 4| e ^^ a Mnada
uspermasete Iperior, 740 em ubtB e 760 ti a 1bra>
Batatas novas em gigos de uma arroba a t|
o 1 a e 08 maU sup ioreg( h9tpaahol a 1J200i [racez a u 800 ra
r igos da eommadre -,
320 rs. a0T0', eai "'" de 8 llbr" Pr i50. em ra
tKOinina de engommar, muito alva a 100 rs. a libra.
A.menao&s de casca moIe a ^ rf a 1bra>
iVzeile doce ;eflaad0 a 800 r8., garrafa e em caixa a ^
Palitos de denles liiados com pertacao a 240 ri o ma5o#
CosleleUs inglezas propria. pata fiambte a m rs a Ubra
xa ngieza a miia Q0T, d0 mercad0,491 barrica 6 em llbra a J20 rg
\m*W (nmenM ,rcoi mait0 rC0i com 4 ll2 llbrai por im dltai por.
1JOIO para Um?tt faM| a 200 Cida UM| am pors-0 M (afa ,b|lU|aentq>
"***** em frascos de 1 e 1|2 libra muito novas a 800 rs.
In lepen lente dos gneros anounciados encontrar o respeitavel publico grande sortimen-
to de gneros, tudo de superior qualidade. "
Poassa da Russia.
Vende-se emcata deN. O Bieber &
C, uccenores, ra da Cruz n. A-
Gomma lacea.
Vende-se na ra Novan. M,mcaia
de Cbrtitiam & Irmao.
36Ra Nova-36
Em casa de J. Boonofond vende-ae correotoes
fuliados a 79, 88 e 10$. relonios de prala doura-
doi a 109,13f, 209 e 259, afiance-se qualidade.
Paletots
Aw tabaqiittai.
Vendem-ee auperiorea luscos francezea a iml-
tafilo do. de U.ho. multo jSSiosp^^uS-
quistia por serem de coree escuras e flus, peto
baraeaimo preeo de 5 e 6f a duzia : na ra do
Queimado n. 2i oa bem conhecida laja da boa fe.
Fil lito e tarlatana.
Vende-ae superior fil liso e tarlatana branca
e de cores, pelo baratiaaimo preeo de 800 rs. a
Sr-?Jlf,n co"hecid l0J "a boa na ra
do Queimado n. 22.
Ricos enfeites.
Vendem-se rico e superiores enfeites os mais
modernos que ha, pretoa e de cores, pelo bara-
tksimo preeo de 6 e 69500 : na loja da boa ,
na ra do Queimado d. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias franeetaa de lindas co-
res, pelo bsratissimo prego de 280 o covado ; o
ra do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
Cambraias francezas fnissimas.
Superiores cambraias franeezaamuito 8naa.de
muito bonitos padrdee, pelo barato preeo de 700
rs. a vara : na loja da boa f, na ra do Queima-
do n. 22.
Cambrala Usa.
Vende-se cambraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego de 4 e 5J a pega com 8 lj2
varas, dita tapada muito superior, peca de 10
varas a 6f : na ra do Queimado n. 22, na loia
da boa f.
Bramante e atoalhada de
Unno.
Vende-se superior bramante de paro linho com
duts varas de largura a 2*400 a vara, assim como
atoalhado adamascado tambera de puro linho,
com 8 palmos de largura a 29300 a rara : na bem
conhecida loja da boa f, oa ra do Queimado nu-
mero 22.
Cortes *de calea.
Vendem-se cortes de caiga de meia caaemira
de cores escuras a 2g cada corte ; 01 loja da boa
f, oa roa do Queimado n. 22.
Port bouquets,
Dourados com cabos de ma-
dre pe rola.
Chegaram opportunameote para a loja d'aguia
branca os boDitos port bouquets douradoa e es-
maltados, com cabos de madreperola, conforme
sua propria encommenda, flcsndo assim remedia-
da a falta que havia desses pnrt bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a tempo para os di-
versos casamento* e bailes que se contar nesses
diaa, por isso as pessoss que por elles esperavam
eas que de novo os quizerem comprar dirigi-
rem-se munidos de diobeiro loja d'aguia bran-
ca, ra do Queimado a. 16, que encontrarlo obra
de bom gosto, barateza, agrado e ainceridade.
de cambraieta.
Vendem-se superiores saias de cambraieta mui-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto prego de
59; a ellas, que sao muito baratas: na ra do
Queimado o. 22, na bem conhecida loja da boa f*
RuadaSenzaiaNoYaii.42
Vende-se am easadeS. P.Jonbston 4C,
ellinsa silhSesnglezes.eandeeirote castices
bromeados,lonas agieses, 60 devala,chicote
pracarros, e moniaria,arraiotpara carro da
nal a foui aavaloi relogio sde onro patente
nglez.
Navalhas (Tai?o
com cabo.de marfim.
Vende-se na loja d'aguia braoca mui finasna-
ralbas d'ago refinado com caboa de marfim, e
para assegurar-se a bondade deltas basta dizer-
ae que a&o dos afamados e acreditadoa fabrican-
tea Rodgers & G...cusa cada estojo de duas na-
branc ifr??L: na rua do 0ueiina:l0' lo d'aauia
Libras su.riinss.
Veodem-sn no escriptorio de Manoel Ignacio
de Ollveira & Filho, prags do Corpo Santo n. 19
Colla de Hamburgo
Na rua Nova n. 4*, na loja e fabrica
de chapeos, vende-s? colla de Hanibur-
go por preeo com modo, tanto em re-
talho, como em porcao.
if 6 no torrador
23Largo do Ter?o23
O proprietario deste estabelecimento de mo-
Ihados ende os gneros mais baratos do que em
outra qualquer parte e affiaogando a boa quali-
dade : maoteiga iogleza flor a 800 rs., dita frao-
ceza a 600 e 640 rs. a libra, assim como se ven-
dem outos muitos gneros que, enfadonho
menciona-los; assim como lioguica do aertao
primeira qualidade a 400 rs a Ubra, caf primei-
ra e segunda sorte, arroz pilado, velas de sper-
macete e carnauba, vinhos de diversas qualida-
des, Analmente se vende no largo do Terco n.
23 no torrador e se alguem duvldar venha ver, a
diobeiro a vista.
Gollinhas
detraspasso bordadas em
cambraia fina.
Vendem-se a 29 cada uma : na rua do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16 A obra boa e
o tempo proprios ellas, freguezas, antes que
se acabem.
Arados americano semachina-
paralava rouparemeasa de S.P Joi
rutn & C. rua daienzala n.42.
E' bom negocio.
Aioda est por vender a taberna da rua da Im-
peralnz n. 4, muito bem sortida, e afreguezada
pera a trra e mato, vende-ae com fundos a von-
tade do comprador; ou di-se aociedade a um
homem de boa conducta : trata-ae na taberna
grande da Soledade.
Bonecas bonitas
com rosto, e meia pernade
porcelana.
Vende-ae mui bonitas bonecas com rosto, e
meia peroa de porcallaoa aos baraliasimos oraros
de 240,360.500.560. 640,720. 800 ,i|5i.'S
na rua do Queimado. loja d'aguia brancan 16.
Luvas de pellica pretas.
Vendem-ae as luvas pretas de pellica com pe-
queo toque de mofo por prego baratissimo : na
loja d agnia de ouro, rua do Cabug n. 1 b.
Phosphoros de seguranca.
Caixinhaacom mil a1 tan toa phosphoros de se-
guranca a 160 ra. a caixioha que s pela sesu-
ranga delles por livrar de incendio sao de araca
na Toja da victoria na roa do Queimado n 75
junto a loja de cera. '
Meias baratas.
Heias pintadas para homem a 120 e 160 rs o
^r:.dJi,?>r""^?:ra ?;& i rs. o pir.
EXPOSIC
DE
Candeeiros econmicos
a 8az 1
e gaz hydrogenio de primeira e seganda qajli-
dade : na rua Nova n. 20 e 24 loja do Vianlia.
Rua do Queimado n. 19.
Santos Goelho tem parji
vender o seguate:
Esleirs da India de 4, 5 e 6 p.lmos de
proprias para forrar camaa e salas.
Lencoes de bramante largos a 39 cada um
Lobertas de chita a chineza a 18800.
Lengoes de panno de linho fleo a 2.
2*.lh!8 ,dan,"cadas de linho para mesa
LWta franceza com dofeito de avaria a
o covado.
Toalhas de fuslo para mioa a 500
uma.
Colchaa de fuslo adamascado grandes a 62.
Cambraias de cores a 160 o covado.
2J000 ricameQte bord Presunto fiambre.
.-aKrBa diLRaDgeLn' n ede-e plesunto
fiambre a 400 ra. a libra,axeile de coco, Jal refi-
nado queinvaliaa o sal inglez, fumo de1 Gara-
obuna, vlnho do Porto a 800 rs. a garrafal, licor
em garrafalide cryataljmarraaquino de Zara, a
verdadeua fannha deararuta a 640 rs. a libra e
mata gneros tendentes a moldados, c eguem
que para liquidar. *
largo
160 rs.
cada
cha
Bolcinhas de borr
para fumo.
Muito lindas bolcinhas de borracha pata
dar fumo pelo baratissimo prego de 1J290 Ifi
100 rs. cada uma : na loja da victoria oa '
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Lindeza.
Vende-se fazenda denominada lindeza
para vestidos a 160 rs. o covado : na loia
arte, rua da Imperatriz n. 20.
rua do
Attenco
ptima
do Du-
Vendem-se caixfies vasios pr>pros
parabahuleiros,funilerosetc.aip80-
quem pretender dirija-se a esta
M^n. picicuucr ainja-se a esta, tipo- w ^** pi
graphia, que ahi se dir'quem pstem vende-8 ebo era pao do Porto,
para vender. j arroba : no armazem de Arsenio
reirs, rua da Madre de Dos n. 12.
36, rua
PRO
Miudezas baratas
Na loja da victoria na rua do
Queimado j*oto a loja de
cera.
Clcheles francezea em cariao a 40 rs. fl
Alfioetea franceses cabega chata a 120 rs. a carta.
Papel com cento e tantos alfinetes a 40 rs. o
papel.
Linhaa victoria em carritel com 200 jardas a 60
ra. o carritel.
Ditas de 200 jardas de Alexander a 900 rs. a du-
Zlla
Ditaa de 100 jardas braocaa e de cores a 80 rs. o
carritel.
Ditas de Pedro V brancaa e de cores a 40 rs. o
cartio.
Grampos a40 ra. o mago.
KoQadorea brancoa a 60 e 80 ra.
Carteiriohaa com agulbaa franeezaa a 320 ts.
Trangaa brancaa de linho a 100 rs. a pega.
Agulhas de enfiar vestido a 40 rs. cada uma.
22SH J""1" miu-" que ae affianga ven-
der barato para quem comprar victoria sempre
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta loia por estar coostaotemeate a receber
perumanaa finas desusa proprias encommeadss
bem se pode dizer que esta constituida um depo-
m.u -"/ iendf0:"? 8emPre dos nelhores e
?n,l^.Je b 8.I8oncaDle8' omo Labin. P'T.
Coudray e Societ Hygienique, etc., etc. : por
isso, quem quizer prover-se do bom, dirigir-se
a rua do Queimado. loja d'aguia braoca n. 16. que
achara sempre um lindo e completo sortimento.
teudo de maia a mais a elegancia dos frascos, e a
barateza por que ae vendem convida e anima ao
oomprador.
Carros e carrosas.
Em casa de N. O. Bieber
4 C. successores rut da Cruz
numero 4.
.idnm;.,^",rr08an,eric,n08 n,u> legaotaa
eleves para duas e 4 pessoase recebem-ae en-
commendas para cujo fim elles possuem map-
pas com varios desenhos, tambem vendem car-
rogaapara conduego deaaaucaretc.
Enfeites para senhora.
Lindos enfeites para cabega de gosto o mais
moderno que tem apparecido a 51, 59500 e 6
na loja da victoria na rua do Queimado u. 75
unto a loja de cera. '
Sebo em pao,
caixinhas de
Auguato Per-
Panno de algodio di
Baha.
oa'KSaEffssAttt.* *
Riscado monstro.
Vende-se riscado moustro, fazanda aauito eco-
nmica para o uso domestico por ler grande lar-
gara e osen preeo ser de 200 rs. o corelo* na
rua da Imperatriz, loja n. 20, do Duarte
Na padaria de Antonio Fernandes da Silva
Belriz, rua dos Prea n. 42, vende-ae a Bonito
acreditada bolachinha igual a ingleza, Mo de
araruta, todo o trabalho oesta casa besa coeao o
pao e bolacha feito das melhoree feriabas a
trabalhado com o maior aaoeio poeatvel. farioba
a melbor do mercado a 180.rs. a libra.
UNCA
rUNDIQlO LOW-MOOI
Ria4tSeizalUNtvai42.
Mate estabelecimento continua a haver nal
ompleto sortiaanto demoenda senieias moeav
dasparaanganho,achinas da vapor etaixae
i farro batidos coado, ds todos oitamanJkoa
para dito,
Souhall Mellors 4 C, lando receido or-
dem para vender o aeu creacido deposito de rslo-
gios visto o fsbricote ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portanto, s pessoas que quizerem
possuir um bom relogio de ouro ou prata do c-
lebre fabricante Kornby, a sproveiter-ae da op-
portunidade sem perda de lempo, pera vir coaa-
pra-los por commodo preeo no aeu escrietorto
rus do Trapiche d. 28.
Simo de Nantua,
obra completa, ntidamente impresas, typo frau-
de e intellegivel. papel claro, formato accommo-
dado o mais poasivel, encadernado com meia ea-
caderoaQo, com sen rotulo dourado, e pelo en-
ligo prego de ljf cada volume : oa rua do Im-
perador n. 15.
Gal e potassa.
Vendem-se estes dooa gneros no besa coohe-
cido e acreditado deposito da roa da Cadeie do
Recife n. 12, por menos preeo do que esa outra
qualquer parte, a6aocando-se a boa qualidado.
A cal chegou a qualro diaa pelo brigue tSobe-
rano*, e a potassa legitima ds Suasia. cbegsds
pelos ltimos nsvios de Hamburgo.
Mantas de retroz.
Vendem-ae mantas de retroz aera grvalas a
00 rs. : na rua do Queimado n. 2a, na loja da
boa f.
Cruzes de Santo Antonio, 36,
RESSIVO
DE
:

a
Lisboa premiada as expsitas universaes da Londres a Paria a
o goato a 3*500 eadaaa** k^'" d* Eur0P'' ma'S prpri qUe hl mim0s' por serem r!c,en, >foiaoaaf o do
brancos.
Vendem-se superiores paletots de brim br.n.o I dl'Vic'iori.'naVuVdo oufK8, **W "na *
de puro linho, pelo baratissimo preeo de5J: na i0i. d2r. Qn*do D. 75, junto a
>!..a.. K.m mZIL.^Iz i.i. "I* oe cera. x
Galanteras de gosto
na do Queimado n. 12, na bem conhecida
daboaf.
loja
4 2,250
E o que pode haver de mais goato em galan-
teras deividro e porcelana como aejam Farros,
frasquinhos e garrafinhas, manteigueiras e easa-
r..-. t Jraaquinhos e garrafinhas, manteigueiras e
MnwT JoT,l ma,,!, "6" P" domea eleareiros. jarrinhoapara boqueta de cravo e
aenhoras. na loja O'Alraro 4 MagalhSes rus da1,---------"-
Cadeia n. 53.
tras muitas cousss : na loja da Victoria' na ru
do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
niieiln. IA S g*(1s Ms" I' 3M00.
Presuntos portuKue8 estLTp"h
Vinh'T'H'300 "8",*f'' '>W.r,i,1 ""'"* '"""> -H. '
Vinho empipaUld* LT.?r'""?'" T""" mKU' 80 '*""" 85M' <".
Sfvr ia;peri?' d *" ''brc"" d L". "-"
Bocetas' """ '" >*"m" dl", libr"-
muito
FigOS em CaXnhaS de 4 libra muito fresios e gramdes a 2*000.
agenl!CCa 6m "X,Dba ^ Ibr" Cheg,df DeS,e UUm V8p0r 3*50 e 1*a lib"' afi,nca-8e melhor 1 H b'f ealo
AmeixaS franCes em latas de5 libras ir 49000 e 19000 por libra.
P988aS om e.uinh.sd.oi,olbr,S, as melhorejdo mercado a 3 a a 640 rs. a libra, a am c.ix.d. um. arroba a 99500.
Latas COm I rucias d to Corinthias om frascos do i i[2 a 2 libras de i|600 a 29200.
Caixas SOrtidaS com ametxas, amendoas, p.ssas figos, peras o nozas o qua ha da mais nroprio para mimos, da 49000 59000 i*
pnr caixa de 10 a 12 libras, e 320 rs. a libra doa figos. ^^
Latacombolaxinhade SOda de diversas qualidades, e muito novas a 19450. a grandes de 4
Conservas inglezas francezas a portngaekts do 600 a 800 ris o fraseo.
Ervilhas francezas a portuguezas a 720 rs. a ata, .fianca-se seren as mais bem preparadas qua tem vindo ao marcado.
maSSas Ulharlm, maearrao o aletria as mais novas que temos no mercado a 400 rs. a libra.
Amendoas de casca molla a 400 ris alibra m porcao tara abatimento.
Azeitonas de Lisboa novas e grandes vindas pala primeira vez ao nosao mercado a 3500 a ancorla
Lampanne dsa mareas maU acreditadas de 15 a 20000 reis o gigo de 1500 a 2 a garrafa.
CervejS das melhores marcas :|60n. a garrafa a da 5 69000 a duzia da branca.
Cognac a melhor qualidado que temos no mercado a 19000 a garrafa o a 109000 a duiia?
Genebra de Hollanda a 600 ra. o fraseo a 69500 a frasqueira com 12 frascos.
Chocolate o mais superior que tomos tido no mareado porluguez. hospanhol a franeez e 19 19100 a libra.
Vinagre puro de lisboa a 240 ra. a garrafa a 19850 aeanada
Espermacete superior Mm .vari.. 7I0 n. m e.ix... 700 .. libra.
AITOZ o melhor do mareado a 100 rs. a libra a 2J700 a arroba do da India a 120 ra. a Hbra do Marnhio,
AlpiSta e paingo o mais limpo que ha a 160 ra. a libra de alpiste a 240 ra. a liara do paineo.
Vinagre braneo o melhor que tamos tido no mercado a 400 ra. a garrafa a 2560 a caada.
Massa de tomate em latas de nma libra do mais acreditado autor do Lisboa o oinda a primeira vas a qosso mareado,
Aranita a melhor que se nodo desojar a 320 rs. a libra, o 160 rs. a libra da gomana.
T0UCnh0 de Lisboa o mais novo do raer
a 8 libras da 29500 a 49500.
delalata
rcado a 320 reis a libra o arroba a 109000.
Batatas om gigos com uma arroba, as melhores que ha no mercado a 1800 o gigo.
LentllbaS francezas, as melhores e mais sabaneas da lodosas legumes a 500 rs. libra.
N0Z6S as melhores e maia novas por terem ehegado neste ultimo Tapar a 200 rs, a libra.
PalltOS lixadOS paradentos a 200 160 ts. o maeo com 20 roassinhos a flor a 280 ra,
Latas com sardinha de Nao ts multo novas a 44o tw a lau.
Velas de Carnauba aeomposieso da superior qaalidada a,400 rs. alibra a a 129500 a arroba.
Bolachinha ingleza greta I mais nova do marcado a 49 a barrica a 820 ra. a libra.
o^lqai'^08 g""rW ,M1MMrj MWalr,r PuWiC0 ttd0 V P"flUr *** o.o. Por manos d por eonto do que a. out
1~S
~\



I
DiAlUO DE PIRHABEOCO TERCA fWfiA 4 DE PBVEREIRO DE 1862
Meias para scah^va.
Vendem-se superiores meies p: senhora pe
lo baratiasimo prego da 3*840 duzia M t0.
da boa f, na ra do Queima.o o. 21.
Entremetas
bordados em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca ae a cha um bello sor t-
menlo de ntremelos bordadoa em floa cambraia
tranaparenle, e como de bou coatume eat Ten-
dendo baratamente a 1JH00 a pega de 3 rara,
tendo quantidade .bastante de cada padrao, para
Tenidos ; e quera tiver dtnheiro approveitar a
occasiao, e manda-loa comprar na ra do Quei-
mado, loja d'agaia branca o. 16.
Agulfias imperiaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em rstss aempre
vender o bom, mandn Tir. e acabam de chegar
aqui (pela primeira Tes) aa superiores sgulhas
imperiaes, com o fundo dourado e mui bem fei-
tas, sendo para alfaiatea e costrenos, e cusa
cada papel 160 re. A agulba aasim boa anima
t adianla a quem coae com ella, e em regra sao
mais baratas do que aa outraa; quem aa com-
prar na ra do Queimado, loja d'aguia branca n
16, dirempre bem dellas.
Cal de Lisboa em
pedra,
desembarcada hontem ; Tende-se maia barato do
que em qaalquer outra parte : na ra de Apollo
n. 28, armaiem de Tarroso.
Zefire para vestido.
Chegoo pira a loja da victoria grande sorli-
mento de zefire para eofeites de vestido ou para
outra qualquer obra que se queira butar pelo
barato prego de 500 rs. a pega com 10 varas : na
loja da victoria na ra do Queimado n. 75, junto
a loja de cera.
Esceocia de ail.
Para engommad o.
Vendem-se frasquinhos com escencia de ail
cOQsa excellente para engommado porque urna
gota della baatante para dar cor em urna bacia
da gomma tendo de \ais a maia a preciosidade de
nao manchar a roupa como muitaa vezes acon-
tece com o p de ail. Cuata cada fraaquinho
500 rs. : na ra do Queimado loja da aguia bran-
ca d. 16.
Potasa americana.
Vande-se potaasa americana milito nova e de
superior qualidade: no eacriptorio de Manoel
Ignacio deOliveira di Filho, largo do Corpo San-
o n. 19.

Chapeos de castor.
Vendem-se chapeos de castor de primeira qua-
lidade a 8, que j se venderam a 16, para
acabar: na ra da Imperatrix, loja n. 10, do
Duarte.
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Nos srmazeos do caes do Ramos ns. 18 e 36 e
na ra do Trapiche Noto (no Recite) n. 8, ae
vende gaz liquido americano primeira qualida-
de e recentemente chegado a 149 a lata de cinco
galles, assim como se vendem latas de cinco
garrafas e em garrafas.
Novos cinteiros de fitas com
pon tas cnidas e franjas,
A. loja d'aguia branca acaba de reeeber pelo
vapor ingles oa lio procurados e muilo bonitos
cinteiros de fitas com pontas cahidss e franjea, e
por iaao podem.agora aer satisfactoriamente ser-
vidas ss senhoras que a deaej&Tam ; elleaacbam-
se nicamente na dita loja d'aguia branca, ruado
Queimado n. 16.
Fitas de chmalo-
te muito boas e
bonitas.
A loja d'aguia braoca acaba de reeeber pelo Ta-
por inglez i sua encommeoda de bosa, bonitas e
largaa utas de chamelote brancas e outraa cores,
aa quaea sao excellentea para cintos, lagos, etc.,
de vestidos para casamentos e bailes, assim como
para lagos de bonqoetes, cinteiros de changan e
muitaa outraa diversas cousaa, e como de aeu
coatume oa pregoa sao menores do qae em outra
qualquer parte; aaaim quem munido de dinhei-
ro, dirgir-se a rea do Queimado loja d'aguia
branca n. 16, aera bem servido.
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da mais nova e
superior qae ha no mercado e a prego muito j
cammodo: no escriptorio <*e Manoel Ignacio de I
Oltveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
Chapeos enfeitados.
Vendem-aochapeos enfeitados muito recom-
meodaveia pira aa meninaa que esto pasando a
feata nos menos arrabaldea deata heroica cidade,
a prego de 2y cada um : na ra da Imperalriz,
loja a. 20, do Duarte. Na dita loja cima charlo
continuadamente os senhores consumidores um
frande e variado sortlmeoto de fazeodaa, tudo
aratisaimo.
Vendem-se burros gordos e manaos : no
eogenho Jurissaca, do Cabo : a tratar alli com o
Sr. Domingos Francisco de Souza Lelo.
N. O.Biebar B. 4, tem para vender relogios par algibeira de
ouro e prata.
*tmmzmm-mstmmm mu.
%
Ioteresse publico.
Offerecido pela loja del
marmore.
A loja de marmore tendo de apreeen-
lar coocurrencia publica o que ba de
mala novo em fazeodas, tanto para se-
nhoras como para homens e meninos,
sendo que para este fim espera de seus
correspondentes de Inglaterra, Franga e
Alleroanha as remessas de seus pedidos,
tem resolvido, antes de apreseotar o no-
vo sortimento, liquidar as fazendaa exis-
tentes, o que effectuar por pregos m-
dicos e para cojo fim convida o respeita-
vel publico a aproTeilar-se desta emer-
gencia.
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BiSTOS k REG
Na ra Nova junto a Con-
cei^o dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sortimento de ;
roupas feitas, calgados s fazendas etodoa
estes sa vendem por pregos muito modi-
ticados como de seu coatume,assim como
sejam aobrecaaacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurinos a
26$, 289, 309 e a 359, paletots dos mesmoi
pannos preto a 16g, 18J, 20} e a 249,
ditos de case mira de cor mesclado e de
novos pidroes a 149,169. 189,209 e 249,
ditos saceos daa mesmas caaemiras de co-
res a 99, 109.129 a 149, ditos pretos pe-
lo diminuto prego de 89,109, e 12J, ditos
de sarja de aeda a sobrecasacadoa a 129,
ditos de merino de cordao a 129, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 15,
ditos de alpaca preta-a 79, 89, 99 e a IOS,
ditos saceos pretos a 49, ditos de palha de
aeda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fuello a 3*500, 49
e a 49500, ditos de fusto branco a 49,
grande quantidade de calcas decasemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
Sardas a 39 e a 49, ditas de brlm de corea
naaa2500, 39, 3J500 e a 4$, dita de
brim brancos finas a 49500, 5$, 59500 e a
69, ditas de brim lona a 59 e a 6f, colletes
de gorguro preto e de coras a 5Je a 6f
ditos de casemira de cor e pretos a 4 $50
e a 59, ditos de fusilo branco e de brim
a 39 e a 3$500, ditos de brim lona a 4f,
ditos de merino para luto a 49 e a 49500,
caigas de merino para luto a 4$500 ea5I,
capas de borracha a 9|. Para meninos
de todos os lmannos: caigas de casemira
prefa e de cor a 55, 69 e a 79, ditaa ditas
de brim a 2$, 39 e a 39500, paletota sac-
eos de casemira preta a 6g e a 79, ditos
de cor a 69 e a 7|, ditos de alpaca a|3,
sobrecasacos de panno preto a 129 a
14, ditoa de alpaca preta a 59, bonete
para menino de todas aaqualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos,
meios ricos Testidoi de cambraia feitoi
Sara meninas de 5 a 8 annos com cinco
abados lisos a 89 e a 12$, ditos de gorgu-
?-. lu "i?a 5* 5 6 diio d
brim ad, ditos de cambraiaricamente
bordadoa para baptisadoa.e muitaa outras
fazendaa e roupaa feitas que deizam de
ser mencionadas pela sua grande quanti-
dade; assim como recobe-se toda equal-
quer encommenda de roupas para ae
mandar manufacturar e que para este fim
temos um completo sortimento de f azen- !
das de gosto e urna grande officina d a al-
faiate dirigida por um hbil mestre qae
pela sua promptida e perfeigao nadade-
xa a desolar.
*mmmmmmmmmm\
Ma*?ella.
No armazem da ra do Vigario n. 8 de T. A.
de Pinho, Tende-ae a commodo prego, em por-
oes qae convier Tender,
lacella de Lisboa.
Banba para cabello em latas de 2, 4, 6, 8 e 12
libras.
Papel rraneo greve.
Dito de peso grave de quadrinhos.
Nao possivel que se venda
gneros mais baratos do
que no armazem da eslrel-
, la do largo do Praizo nu-
mero 14.
F Maoteiga iogleza boa a 800 e 720 rs., franceza
a 840 rs., cha a 29700, caf a 240 re., queijos do
?por a 29500. apermacete a 760 rs., arroz a 100
M. a libra, touclnho a 820 rs., batatas a 40 rs.,
abaomassaa lOra., aletria e talharim a 400
rs., alpuia 18<, ^ arrQZ d iinil SS" Tinh0 de Li8b0a 480e 400
Garrapato a 400 rs.. genebra a 500 rs. o fusco.
Na loja do vapor.
Ra Nova n. 7.
Acha-se barato grande sortimento de calcado
francez e inglez, roupa feita e perfumarlas ui-
ff ans, qum dordar pode rer.
Funileiro e vidraceiro.
Grande e nova officina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Neale rico e bem montado estabelecimento en-
conlraro oa freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no aeu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIBSde lodosos tamanhoa.
SEUICUP1AS dem idem.
BALDES idem idem.
BACAS idem dem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixaa de lodaa aa groaauraa.
PRATOS imitando em perfeigao a boa porcel-
lana.
CHALEIRAS de lodaa aa qualidades.
PANELLAS idem idem.
COCOS. CANDIEIROS e flandrea para qaal-
quer sortimento.
VIDROS em caias e retalho de lodos os ta-
maDdaodo-ae maohoa, botar dentro da cidade,
em toda a parte.
Recebem-se encommendaa de qualquer natu-
reza, concertos, que ludo ser desempenhado a
contento.
Loja amarella.
I Ra da Cadeia confronte ao becco
Largo.
K Ricas capas pretas compridas, mante-
| leles modernos de seda e tilo.
Vestidos bordadoa de cambraia, duas
saias, palos e babadinhos.
Vestidos de seda cores escolladas e de
phsntasia, lssinha de cor a 500.
Sedaa de quadrinhos, grosdensples e
moreantique, la matiaada a 640 rs.
Manguitos e gollas bordadas com per-
feigao,la transparente a 640 rs.
Cassaa decores,chitaa finas, tarlatana,
616 etc.. baregede la a 640 rs;
Para as noivas.
Vestidos de bloode com saia de setim
manta, capulla, lodos os pertences.
Oleo de Iinhca.
WSMM
do Rio, muito novo e barato.
Farinha de mandioca
de SiDta Ca.tharina, a mais nova que ha.
Vende-ae um e outro gneros ; na ra noTa
de Sania Rita, armazem n. 19.
Manteiga inglezalora
800 rs. a libra,
franceza a 640, toucinbo de Lisboa a 320, caita-
nhas a 200 rs., ervilhas a 100 rs., gomma de ara-
ruta a 100 rs., sevadinha a 200 rs., alplsta e pain-
go a 180 rs. : na ra das Cruzes n. 24, esquina
da travessa do Ouvidor.
D. Pedro V.
Vtndem-se fo\hetos com o retrato do Sr. D.
Pedro V, conteodo o sea reinado e ltimos mo-
mentos, obra mui apreciaTel par* oa Porlugue-
zea, pelo barato prego de 1$: oa ra do iueiu.a
do, loja de miudezaa da boa (ama n. 35.
Vendem-se 6 cadeiras a Luiz XV, novss :
na roa das Cruzes n. 1.
Vende-se um sitio
pequeo na estrada de Joo de Barros, em fren-
te do da Exma. Tiscondessa de Goianna, com
muitos ps de laraogelra, coqueiro, mangueiraa
e outras arvores de fructos : a tratar no mesmo
sitio.
Muitas fazendas
baratas na ra da Impera-
triz n. 60, loja do pavo.
Gama & Silva, donos daste estabelecimento,
tem resolvido vender as suas fazendas por pregos
baratissimos como sejam: (
Musselios branca com 4 1|2 palmos de largu-
ra, corado a 240.rs.
Chitas escuras com pequeo toque de mofo,
covado a 160 rs.
Ditas matizadas sem mofo, covado a 160 rs. r i0;a da boa f, na ra do Queimado n. 22
Cortes de ditas com lOcoTadoa a 18500. ie encontrar um completo sortimento de graTa-
Cortes de chllas francezaa escaras e alegres, | u, de geda prela, e de cores que ge yendem por
"J,1" e de. cores seguras, com 10 prego, baratiasimos, como aejam: eairetiohas
pretas e de lindas cores a 1JS, diaa com ponlaa
largas a 1&500, ditaa pretas bordadaa a 1^600. di-
taa pretas para duas Tollas a 2g ; na mencionada
loja da boa f, oa ra do Queimado n. 22.
CMCMCM6MX
4 loja da bandeira
tem para vender de boa
qualidade folha, estanho-
e bacas de
senecupa preco favorito.
Nova loja de funileiro da
ra da Cruz do Recife
numero 37.
Manoelosda Fonseca participa a
todoa os seusfreguezestanto da praga
cmodo mato.ejuntamente acrespeia-
Tel publico, que tomou a deliberago de
baixaro prego de todas aasuaaobras.por
cujo motiTo tem para Tender um grande
sortimento de bahs e bacias, tudo de
difiranleslamanhose dediverias cores,
j em pinturea, e junlamenteom grande
t sor ti ment deliyeraaa obras,contendo
banheiroaegamelascompridas.grandea
epequeas, machinaa para caf ecane-
cas para cooduzr agua grandes e peque-
as, lata grandes para conservar fari-
nha e regadores ao uso da Europa, ditos
grandes e pequeos aouao do Brasil e
camas de Tent, latas de arroba a 1,
bahusgrandea4 e peque noa 600
2! 8^ande 5 e pequeas a
aoo rs.,eocosde aza- 1J a duzia re-
gadorea regulares muito barato, ditos
pequeos a 400 rs., de todoa estes objec-
los ba pintadoa e em branco e tudo mais m
se Tende pelo menos prego possivel: oa 1
rife Jindeira d d Cruz do Re- a
LuvasdeJouvin.
Na loja da Boa F na roa do
sempre se enconlraro as verd
Jouvin tanto para homem com
advertindo-se que para aquella,
lindaa efires, na mencionada loja da B6a F i
ra do Queimado n. 22.
Baiiha fina
em copos grandes.
A* loja d'aguia braoca avisa a aaa boa fregue-
zia que chegada a apreciavel banha fina em co-
poa grandes, e contina a Tendk-la mais barato
do que em outra qualquer parte :\na ra do Ouei-
mado loja d'aguia branca n. 16.
uemado n. 22
eir luvas de
para aenhora,
i ha de muito
loa do Queimado n, jo,
loja de 4 portas de Fer-
ro Maia,
Tendem-ae ssseguintes fazendas por melado de
seus valorea somente com o fim de acabar.
Chales de touquim o melhor que tem eppare-
cido no mercado 8,10, 15, 20 e 30f.
Sedinhaa de qaadrinboa, covado, a 800 e If.
Chaly e barege, covado 500 rs.
Mimo do co, covado 500 re.
Casaa franceza, covado 740 re.
Cortes de cassa de salplcos a 39.
Grosdenaple preto, covado lj.
Dito amarillo, covedo 600-re.
Chales de merino bordadoa a matiz a -ijj.
Cortes de velludo de corea para collete a 3$.
Paletota de brim de corea a 3f.
Lengos de seda de cores, um 600.
Chapeos de palha para aenhora o maia moder-
no e rico que tem apparecido a 12,14 e 15J.
Ditoa para meninaa e meninos por barato prego
Bonete de part para meninos idem.
Cortea de seda de quadros, fazenda muito su-
perior a 8*.
Paletois de alpaca preta e de cores a 8$.
Tarlatana de la com palmas matizadas, fazen-
da moderna e propria para vestidos de senhora e
meovnns, covado 400 rs.
Chapelinhas de seda para senhora, orna 6S.
Heias para menina de 2 a 8 annos, duzia 2#.
Vestidos pretos bordsdos a reliado.
Ditoa ditoa com babados.
Ditos de cores, riquissinra fazenda.
Panno fino de todas as cores, covado 21500 e
3JO0O.
Manlelelee pretos lisos a 12 e 15$.
Ditoa ditos bordados o mais rico possivel.
Corles de dotb fazenda intitulada mossambi-
que, propria para vestidos de senhora.
Atoalhado de linho com 10 palmos de largura,
vara 2.
Bramante de linho, 12 palmos de largura. Tara
2#00O.
Dito de dito muito fino a 2#30O.
Chales de la e seda a 28.
Alem das fazendas cima mencionadas ha mui-
tas outras de apurados gostos, que se vendem por
diminutos pregos.
Chapeos do ChylL
Na ra Direita n. 76, esquina do becco doa
Peccado. Morlaes, Tende-se chapeos do Chyli
muito finos de copa alta e aba larga a Garibaldi
e de outraa muitaa qualidades de gosto modernos,
assim como um grande sortimento de Irnos em
branco para escripturago, tudo por pregos ra-
zoareis.
Relogios.
Venda-a amcasa de Johnston Paler & C,
roa do Vigario n. 3 um bello lortinanto di
relogiosdaou.ro, patente inglez, d um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tamben
urna variadade da bonitos trancelinspira os
mesaos.
JNoTidade.
Chapeos de palha fino, leques,
gitos, pentes, espartilbos, chales
redonda, perfumara etc.
man-
ponta
Roupa feita.
*E' eaae estabelecimento o especial em
_ roupa feita j em prego como oa quali-
SC dade, pahiots, calgaa, colletea, aobreca-
S eos, sobretudo. c.o.a da horracha etc.
Calcado.
Bolioas de Meli muito frescas a 12#:
S na ra da Cadeia n. 23, de Gurgel &
i Perdigo.
Grvalas da moda.
Novo paquete das oovidades
23-Hua Direita-23
Neste novo estabelecimento act ara o publico um grande sortimento tendente a molhadoa
tuao por prego mais barato do que em outra qualquer parte :
Hanleig* inei ocpocUlmente eacolbida a 800 e 960 ra. a libra.
TtiL franfe2a a melbordo mercado a 720 ra Vlibra
eueiios flamengo vUrRo-------., .. _-_ "a"- -
na %Jkm e preto a 29 e*880a hbr.
Vinho engarrafado dos. melhores autor M a 1* e 1*200 a garrafa.
Vinho de pipa proprioa para puto a 5110 e 560 a garrafa.
Marmelada imperial dos melhores aut( rea a 800 ra. a libra.
Ameizaa portuguezaa a 480 rs. a libra,
Paasas muito novas a 500 ra. a libra.
Latas com bolachiohsade difireme qialidades a 1S400.
Conservaa inglezas as melhores do meicado a 800 rs. o frasco
Massas, taibanm, nucarrao e alelria i 440 rs. a libra.
Cerveja daa melhores marcas a 560 agirrafa.
Genebra de hollaoda superior a 500 ra. a botija.
Velas de carnauba a 440 ra. a libra.
Ditas de espermacetea 760 rs. a libra.
Vinagre puro de Lisboa a 320rs. a arala.
Arroz a 100 e 120 rs. a libra. f
Alpista a 160 rs. a libra.
Toucinbo de Lisboa a 360 rs. a libra
Alm dos geoeros annunciad
te a molhados mais barato d
CARTOES
DB
VISITA
DE
Cartees de Tiaita de novo gosto
Carloea de Tiaita de novo gosto
Candes de Tisita de doto gosto.
Urna duzia por 16 J000.
Urna duzia por 16f000
Urna duiia por 16J0O0
Urna duzia por 16f000.
Retratista americano.
Retratista americano
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador-
Armazem de louca vidrada
8-Roa da Cadeia do Recife-8
Grande liquidacao por
todo pre Tambem se Tende o estabelecimento cosa ba-
timento.
Louga vidrada de differentea qualidades.
Vasos de diversos tamanhos para manleiga, de-
Jarras finas grandes e pequeas.
Ditaa entre-flnaa e m-.is inferiores.
Potes de diferentes tamanhos.
Jarras e jarrdes para coainha.
Resfriadelras (ou garrafas) de differeotes gost>.
Uuariinhas grandes e pequenaa.
Copoada Bahia e da trra.
Huringues finos e entre-finos.
Fogareirospara defumar.
Baldes de pao proprioa para compras, cocbire
e navios.
Escovas de laTar casa e navios.
Vaasouraa de cabello, plasma e pslba pera
varrer. r ^
Espanadores de cabello para carro, asesa etc
Carrinhos de differentea tamanhos' para mesaar
brincar.
Cealinhas para menina de escolas.
Balaios sortidos.
Cestas para compras aortidas.
Capachos redondos para meio de sala.
Garrafas de Tidro brancas e de cores para ti-
nho, licores, agurdente etc.
E outraa muitas fazendaa que sera diOcil
mencionar aa quaea se venderlo aem reserva de
prego por o dono do eilabelecimento ter de re-
tirar-se.
Aos senhores sacerdotes.
Acabam de chegar loja da boa f, aa roa de
Uueimado n. 22, meias pretas de aeda muilo -
penores, propriis para oa senhores sacerdotes
porserem bem compridaaeaouilo elsticas ; >ea-
dem-se pelo barato prego de 69 o par, na atea-
uonada loja da boa f, na ra do Qaeimadona-
mero 22.
Aos fabricantes de velas.
aotigo deposito de cera de carnauba e sebo
em pao e em vela, estabelecido no largo m As-
sembla n.9. mn Dos o 28, quasi defronte da igrej, ondr iut u-
na a haver um completo sortimento dsquelU
gneros, que se vendem por pregos razoaveis.
Aos portuguezes.
Acaba de chegar a roa do Queimado. loja de
miudezaa d. 51, os retratos da familia real por-
lugueza. A occasio opportnoa para os eort-
guezes amantes da mooarchia ornareaa oas salas
com oa quadroa de tio illnslres principes. Sao
poucos e o prego diminutsimo eaa relicto a
eslima que geralmente se tributa aos augustos
descendentes da finada rainha de PorUgal a se-
nhora D. Maria II.
covados, 296OO.
Chitas fraocezas, fazenda superior, covado a
260, 280, 300 e 320 rs.
Laazinba de quadros para vestidos, covado a
280 rs.
Ditas muito finas e modernas, covado a 440 rs.
Cassas de cores, fazenda inteiramenta nova,
covado a 260, 280 e 300 rs.
Ditas garibaldinas, fazenda Qnissima, covado a
360 n.
Mui bonitas
e boas fitas braucas de chama-
lote, franjas e trancas.
A loja d'aguia branca acaba de reeeber de sua
encommenda diverso arligoa de gosto, e proprioa
para eofeites de vestidos de ooms ou convida-
das, sendo bicos de blond de diversas larguras,
franjas brancas e de cores, trangaa brancas com
vidrilhos e sem elles, cascarrilhaa brancas e mui-
tas outras cores, finas e delicadas capellas bran-
cas, bonitos eofeites de flores e cachos sollos, lu-
vas de pellica enfeitadaa primorosamente, mui
bonitas e boaa fltaa de chamelote, e emfim mui-
tos outros objectoa que a, pedido do comprador
aerao patentes, e & Tiata do dioheiro nao ae dei-
xar de negociar : na loja d'aguia branca, ra
do Qaeinrado n. 16.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia braoca acaba de reeeber por
amostra urna pequea quantidade de fivellas
douradas e esmaltados para cintos, todas de no-
vos e bonitos moldes, e tambem douradas" que
parecem de ouro de lei, o que s com experien-
cia ae conhecer nao o aerem, ealando 00 mesmo
caso as esmaltad's, e assim mesmo vendem-se
pelo barato prego de 2f500 re. cada ama, na roa
do Queimado loja d'aguia branca d. 16.
Cestinhas ou cabases para as
meninas de escola.
O tempo proprlo daa meninas irem para a
escola, e por isso bom que to compostas com
ama das novas e bonitas cestinhas que se ven-
dem ca ra do Queimado loja d'aguia branca
o. 16.
Novos bonets de velludo, e
marroquim dourado.
Na loja d'agaia braoca Tende-se mui bonitos
bonets de velludo, e marroquim dourado, oa
quaes sao agors mui oecesserios para os meni-
nos que vao para a escola e quem os quizer com-
prar mala baratos dirigir-se & ra do Queimado
loja d'aguia branca o. 16.
As yerdadeiras peanas ingle-
zas caligraphicas.
A loja d'agaia branca acaba de reeeber 4 sos
encommenda das verdadeiras pennas de ac
inglezas caligraphicas, dos bem conbecidos e
acreditados fabricantes Perry & C, e apesar da
falla que hara dexsas boas peonas, eooa lude
vendem-se pelo aollgo prego de-J/OOO a caizinha
de urna groza, quaotidade* easa que as falaifica-
daajno trazem. Para livrsr de engaos, aa ca-
liunaaTlo marcadas com o rotulo que diz. Loja
d'aguia branca ra do Queimado n. 10.
achara o publico um graBde sortimento de um tudo tenden-
que em outra qualquer parte.
Urna barcaca.
Vende-se ama bsreaga do porte de 35 caias,
encalhada no eataleiro do mestre carpinteiro Ja-
cintbo Eleabao, ao p da fortaleza das Cinco Pon-
tea, aoode pode aer Tiata e examinada pelos pre-
tenderes ; Tende-se a prazo oa a dioheiro ; a
tratar com Manoel Alves Guerrs, na roa do Tra-
piche n. 14.
fjen$os toamcos muito
Vinos,
Vendem-se lengos brincos muito finos, pelo
diminuto prego de 2$400 a duzia, grande pe-
chincha : na loja da boa f, na roa do Queimado
numero 22.
Caivetes fixos para abrir
latas.
Chegou nova remessa desses preciosos cai-
vetes fixos para abrir latas de aardinha, doce,
bolachiohaa etc., etc. Agora pela feata cmese
muito deasss cousaa e por iaao neceasaro ter
um desses caivetes cujo importe 1$, compran-
do-ae na ra do Queimado loja da aguia branca
n. 16, nica parte onde oa ha.
Caixinhas vazias para con-
tritos
Muito lindas caixinhaa vazias para se botar
confeitos e dar de preaenle a 200, 320 e 400 rs.
cada caixinha. na Inja da victoria na ra do
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Linhas de croxele em nve-
los monstros.
Multo boa liaba de croxele pare bordado em
noTelos monstros por serem muito grsndes a
400 ra. o novelo : oa loja da victoria na roa do
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Vende-ae um carro de 4 rodas ooto, rece-
ido ultimamaote de Franga, todo forrado de
aeda, com os competentes arroioa prateados,
obra de muito bom gosto, sendo este caleche o
mais bonito que boje existe oesta cidade: a tra-
tar na roa doTrapi he o. 14, primeiro andar.
Novo sortimento de cascarri-
lhas de seda.
A loja d'agnia branca acaba de reeeber um novo
e bello aortimento de cascarrlha de seda de
muitas e differeotes cores, e Tende-se 1)500
e 2^500 ris s pega, na ra dv Queimado loja
d'aguia braoca n. 16.
Heias pretas de seda 1.000
o par.
Vende-se meias pretas de sede, e de mal boa
qualidade, para aenboras, e padree 11*000 o
par, por estarem principiando a mofar, e estando
ellas calgads nada se cunbece, na roa O Quej-
ando loja d'aguia braoca n. 16.
TTENCAOl
IMML IPMJlWir!
Sortimento cojnpleto de fazendas e roupas feitas
Nft
Altenco
N. 48-Rua da lmperatriz-N. 48
Junto apadaria franceza.
Enconlra-ae neste eatabslecimento um completo sortimento de roupas de todas as qualida-
des como sejam paMots de alpaca preta de 3 a 10. ditoa de merino preto a 7, dito de panno
preto saceos a 7. 8 e 12$, ditos de casemira de 7, 9je 12, ditos de alpaca de cor a 3*500 4 e
7J, ditos de meia casemira de :0r s 4500 e pretos a 5|. ditos de brim pardo e de cores a 3500 e
*WI 4 SS 1brn''te h3*500 e 4, de brim trancado a 4*500. sobrecasaco de pannopreto
SJua Tt* allo8,ConJ HS de velludo a 18, sortimento de caigas brancas de brim a 2500,
a sauu e o, ditaa de casemira superior a 6S500, 7500 e 9, ditas pretas a 4500,7, 8 e 10
e de outras muitas qualidade?, sortimento de collete de todas aa qualidades, camisas francezaa de
todas as qualidades e pregos, eroulas de algodao. de bramante e de linho por pregoa admiraveis
Um sortimento de roupaa para meninos de diversos tamanhos, chapeca francezes para cabega de
todaa as qualidades, chapeos deso de seda admiravel pechincha para liquidar a 5*500 e 6, ditos
para senhora a 4S e 5, e outias muitas qualidades de fazendas e roupas feitas que se afiapca Ten-
der por pregos commodos.
Vende-se urna bsreaga nova com apparelho ou
sem elle, de lotagao d 25 caixat, e construida
com as melhores madeiraa : quem pretende, di-
rija -ae a ra da Pr-ia n. 9, armazem.
Vende-se urna taberna aituada no melhoz
lugardaBoa-Vista.com propoicea para babita-
gSo de familia por ter um bom solio com quarios
e jaoellas, bom armazem, c oslaba, quintil asu-
rado, e cacimba propria : a fallar cosa o Sr. Bia-
ga na loja de aelleiro da ra Nova.
S no armazem da
arara
Contina a Tender suas fazendas por preces
baratissimos, como sempre vcodeu, para agraar
seus freguezes, a ser : pecas de mandapolao boo
entestado a 3, pecas de cambraias brancas las
a 1*600 e 25, dilaa finaa a 3 e 3*500. dita ada-
maacadaa para cortinado de 20 raras a 9f, ditas
de 10 varas a 4500 e 3*. panno preto para calca
e paletot a 1*800, 2 e 2J500 o covado. .-o.le. de
casemira preta infestada para caiga a 350O e 4j,
brilhantint branca entestada para veatidos a 28fj
o covado, gorguro, fazenda nova para vestidos a
320 o covado, barege de aeda a balio para vesti-
dos a 00 rs. o covado, laziahas para veiide
280 o covado, cortes de chitas fioss com 13 co-
radoa a2S500. ditoa a 2*400 o lf500, fil de li-
nho de corea e branco a 200 rs. o covado chitas
a 160 e 200 ra., ditaa largaa a 240 e 280 rs., cas-
sas a turca a 280 e 320 o covado, e outras muitas
fazendas que se dao as amostras para se ver: aa
roa da Imperalriz, loja da arara n. 56, de Miga-
lhes & Meodes.
Escravos fogTioT"
nvelos.
novelo fazenda
laraliaaimo prego
ado loja de miu-
a resma.
toja de miude-
Meias pretas de seda.
Vende-se meiaa de seda pretas para aenhora
fazeoda muito superior pelo[baratiasimo prego
de 1o par : na ra do Quejmado na bem co-
nhecida loja da boa fama n.
Linhas de cores
Veode-se linhas de corea ei
em perfeitisaimo eatado pelo
de 1 a libra : na roa' do Qaeii
dezas da boa fama n. 35.
Papel de peso a 2
Vende-se ns rus do Queimadi
zas da boa fama n. 35.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonitos bicos de linlho de dous a
quatro dedos de largura fazenda muito superior
pelo bsratissimo prego de 240, 320, 400 e 480 rs
a Tara, Tende-ae por tal prego pelk razio de es-
tarem muito pouc couaa encaldidba, tambem ae
vendem pegas de rendas lisas perfi itamente boas
com 10 varas cda pega a 720, 800 e 1. ditas
com salpicoa muilo booitaa e diversas larguras a
1*200, 1*600 e 2 a pega, ditaa de seda a t ca-
da urna pega : oa ra do Queimado na bem oo
nbecida loja de miudezaa da boa fi ma n. 35.
Agua de lavander e pomada.
Vende-se superior agua de laajander iogleza
polo baratiasimo prego de 500 e 60 rs. cada fras
co, pom*da muissimo fina em paos grandes a
500e al, Tende ae por to barato prego pela
Tentospara voltarete.
Vendem-se superiores tentos para voltarete
pelo baratiasimo prego de 4 cada caixa : na ra
do Queimado loja de miudezaa da boa fama nu-
mero 35.
Leques de madreperola.
Vende-se mui lindos e fioissimos leques de
madreperola pelo barato prego de 16 cada um :
oa roa do Queimado loja de miodezas da boa fa-
ma n. 35.
Excencia de ail para engom-
mado.
Vende-ae cada um frasqainho pelo barato
prego de 500 rs. : na ra do Queimado loja de
miudezaa da boa fama n. 35.
Taixas
para engenho.
Grande redueco nos pregos
para acabar.
Braga, Sen & C. tem para Tender na ra da
kfoeda taixas de ferro cuado do mui acreditado
fabricante Bdwin Maw, a 100 rs. por libra, aa
mesmas que se Tendiam a 120 rs. : quem preci-
grande quantidade que ba : na ru(a do Queimado aar dlrija-ae a roa do Trapiche n. 44, armazem
na loja de miudezaa da boa (ama n. 55. I da fazendas.
Fogio no dia 20 do correle de bordo do
patacho Capuama, o escravo crioalo manubei-
ro de oome Antonio, idade 19 annos pouco maia
ou menos, altura regular, rosto comprido e cea
alguos signaes de bexigas, levou caiga e ns.ua
azul : quem o pegar leve-o ac escnplorio de
Antonio Luiz de O iveira Azevedo 4 C. roa da
Cruz n. 1, ou a bordo do dito patacho que ser
generosamente recompensado.
Fugio no dia 19 do correte o eacTsvo Be-
nedicto, tem os sigoaea guiles: ciiavlo,
cor preta, estatura regular, peseoco boixo e g's-
so, poaca barba, tem falla de denles, elhar som-
bro, representa ter 36 annoa de idade, leo
dedo ndex da mi esqotrds oalo caria seas
anha, tem urna costara de ferida oa canalla do
perna direita anda por acabar do fechar e Iros
sempre a caiga da dita perna mais descida. Itea
veatldo caiga de algodao azul e camisa da chita
roxa e chapeo de baeta preta ji reino roo* an-
chas de tinta verde, desconfiase que eij Ira-
balbando em alguma olera por ealoador do 4-
Dcio ou que esleja em algum sitio, e desde ji te
protesta contra quem o tiver: roga-so as to-
nda des policiaes, ca pitaes de campo captara
do mesmo, a entregar na roa dos Gaararapco o.
28 em Pora de Portas, qae se pagar generosa-
mente. .
Attenco.
m
Eati fgida desde a tarde de 27 do corrala
preta erioula de nomo Delfina, alo estatura rosna-
lar o bastante chela do corpo, lera por eoataaM
vender agua doa chafarizea doa bairraa do geatto
Antonio ou S. Jos dests cidsde, boas coma ates-
te de carra pato todaa as Urda*, acamOeaada <
na em que fugio levou comsigo oo cos
flandrea urna o meia caada d'aqaelia
sendo esta a primeira tos qae ao aaee
caaa a referida preta, julgaae qae oslar
occolta ou mesmo doente eaa aigao lasjar a ooe
taso rogs-se ss reipectivaa aataildadw. eapisftao
de campo e meamo a qualquer poseo* < -
nhecer a sua aprebengio ***" mln
Francisco Antonio Crrala Carawa, o
Brum na. 82 e 84, quoaar'*aor r
til l-*-ar* #r-i V


DIARIO DB PBRNAMBOCO TERCA TORA 4 DE FVERHR( D 1161,
Litteraiura.
Os barbaros deste seclo e a Europa
em preseoca dellcs.
Ainda nao ha muilo qu um escriptor judicio-
sameuie defini o libtralitmo a Obra do mal, e a
negago do bera. Esta oefloico corresponde per-
fritamente ao fim do liberalismo, que nao ou-
tro seno destruir a obra de Deus, e pOr em seu
lugar a obra do hornera.
O liberalismo, isso a que cha mam libtralitmo,
um erro, urna herqsia, que nssceu como a
de Luthero, como a de Jauseoio, e como todas
as outras, da rebellio contra a egreja. Tem o
seu fundamento na soberba e na desobediencia
do hornera, ou nesso espirito de revolta, de que
est serapre armaaj contra todo o jugo, que o
encommoda.
O liberalismo o desenvolvimeoto do princi-
pio proclamado por Lulhero; a reforma, ou
principio que o produzio e sustenta, a verdadei-
ra me da revolugoa me deste partidojue
declara guerra a todos os direilos divinos, da
mesnia sorte que a todos os direilos humaoos.
O liberalismo, como se v entendido e prali-
eado, a vontade pessoal, a vontade propria de
cala um proclamada como nica le, e nico di-
rcito ; o homem proclamando-se independie
de Deus, subtrahindo-se 8ua justiga e s suas
lois, nao adinittindo outra justiga e outras leis,
seno as que do orgulho do seu espirito, e cor-
rupgo do seu corago proclama como taes
O liberalismo a liberdade de consciencia co-
mo o primeiro de seus direilos, como um direito
inherente ao homem, direito natural imprescri-
tivel, que, segundo elle, s o despotismo pode
desconhecer. O liberalismo a insugurago do
reina lo de todas as liberdadea, que desta dtrivam
como da sua fonte, e que a egreja tem coadeni-
nado : a liberdade de negar a Deus, de rene-
gar dd Jeus Christo, de se rebellar contra a
egreja, de desconhecer suas leis, de despresar
seus anaihemas, de violar todos o principios de
moralidade e de justiga, de prescrever o declo-
go, e de substituir pela insurreigUo, ou pelo suf-
fragio, o grande dogma do christiaoismo da ne-
cessidade da obediencia legitima autoridade,
de usurpar, em m, ou destruir lodos os direi-
tos divinse "mnanos, para que s elle reine so-
bre a trra com dominio aupremo e absoluto.
Escusado dizer o que sej eta liberdade no
homem privado de todas as regras da moral e da
Justina.
Quera que igiora que o homom naturalmen-
te inclinado ao mal ha de toma-lo serapre como
seu centro, logo que nao haja urna forrja superior
que o reprima, e que o aliste delle? Eis aqui o
que fez o homem emancipando-se da Dirindade,
cobrindo com um nome especioso a revolta mais
atrevida: proclsmou o mal como principio, co-
mo um direito sed primordial, fundamento de
todos os outros, e chamou a este direito liber-
dade.
Eis aqui porque o liberalismo abraca na sua
geceralidade lodos os erros, todas as liberdades
para o mal ; eis aqui porque o /iiera/ismo nada
quer com Deus, repelle com ralva o direito dii-
no, porque o direito divino submetle o homem a
Deus, e quelles 'a quera dissequem vos ouve
a mim ouve.
t J se ve pois a aotagonia que deve existir
entre esle, que submetle ludo a Deus, e aquelle
que autoridade, que vem de Deus, oppe o
mandado dos horaens ; sabedoria e f que
vera de Deus, a opioifto dos homens; vootade
de Deus, a vontade arbitraria dos homens; ao
verbo de Deus, o verbo humano, palavra do
>''. a oalavra dos homens ; ao espirito de
fihnV Le.Tnl h"V^ i ">s llihos de Deus, oe
SiadoS0,hohm"nT; "^ ^ '"
Djqui vera a opposico radical entre o direi-
10 divino que nao seno o mesmo christiaois-
uio, oo diraito humano, que nao seno o puro
natural'iroo, ou entre o catholicismu c a rovo-
lugao. Ura refere ludo a Deus, a outra ludo ao
Hornera. Em se mudando os centros, ludo se
muai ; a revolugo muda os lempos e as leis. o
direito e a allianca proclamada pelo evaogelho ;
os ..nadpios do direilo divino, e do direito hu-
mano sao, cora efTeito, directamente SSSuff.
ura proclama a soberana do Deus, e a depen-
aenaa do homem ; o utro negando a soberana
t h "I' proclama a independencia, e a sobera-
na do homem. Daqui vera a opposico neces-
aria de todas as consequencias religiosas e in-
tellecluaes, moraes, e sociaes, que se oirivara de
cada um dos principios. Entre estes dous prin-
cipios existe urna guerra de morte nao podendo
neohum delles viver, seno com a condigo de
assassinar o principio contrario.
A primeira condigo do chrstianismo re-
nunciar ao proprio eu, e desde logo a todos os
direilos do homem tiquis vull pott me venire
abntgel semetipsum [O direilo divino e o direilo
humano na F Catholica, 1" serie n. 2 )
Avista destes principios, que sao iodesputa-
reis. por que derivam da sua causa como,efTeito
necessano. o que nos causa assombro e maravi-
lla, que homens que se dizem catholicos pre-
tendan) fazer urna alliaoga monstruosa entre
Deus e Baal, enlre Jezus Chrislo e Satanaz. en-
tre o catholicisuio e a impiedade.
Como pode dizer-se catholico aquelle que ad-
rante um principio, de que segundo a allocuco
de Po IX de 17 de outubro de 1860 tem aahido
as calamidades da egreja, que tem a sua origem
na douinna perversa, que, sahida dos principios
funestos da reforma, chegou a conseguir em toda
a parte a forga de urna qualidale de direito pu-
blico?
Como pode dizer-se catholico aquelle que ad-
miiie um principio que se reduz a sustentar a li-
berdiae do mal, e do erro como condico natu-
ral do estado social, principio que abre as portas
a impiedade, dastrucliro de toda a moralidade e
FOLHETIH
O PAIZ DO HEDO O
POR
A. DE GONDRECOURT.
(Costumes dos nmades.)
PRIMEIRA PARTE.
(Contiouigo).
A baronezadeSeelorf.como j dissemos, era
viuva de um lio de Tnereza, e tambem lio de
Walter. Thereza antes de nascer Uvera o infor-
tunio de perder seu pae.e logoao nascer perder
so me.
Madama de Gootliebeo Seejorf recebeu contra
sua vontade a orphiazioha anda oo bergo, por
obedecer A ordem expressa de seu marido ; e
educando-a com cuidado procurou antes tor-
nar meritoria a sua dedcago toreada, do que
empregar o zelo de urna vigilancia rerdadeira-
mente maternal. Tnereza excitara tolos os aonos
o ciurae de sua lia elutora.
A barooeza nunca soube qde era mocidade.
por assim dizer : pois ten do sido sempre feia
a graja. frescura e belleza de outrem fazia-lhe
sombra. Eis porque nao goslava de sua sobri-
Dba.
Aos primeiros pasaos que Tnereza den do
mundo, viu-se rodeada de admiradores eothu-
aiastas. os quaes illudidoi pelas falsas demons-
trsges de madama de Uootliebeojulgavam
gradar a esta elogiando sui popula.
Spmelhanle inimizade surda transformou-se
n'uma especie de aversio, quaudo os pretenden-
tes mo.de Thereza comecarar a apresen-
tar-se.
Nsquella poca o baro de Gootliebeo Seelorf
j era morto ; e como houvesse dissipado quasi
todaa sua fortura, succedeu que a viura ae achas-
se n'ura estado bem prximo da pobreza.
Desde ento a barooeza teve duas razdes para
oppor-se ao casamento de sua sobrinha com seu
sobriob.) Walter. Os dous jovens amavam-se ler-
narn.nle ; despedir Walter era ferir o coraco
tfe Thereza : primeiro calculo e primeira razo.
A opulencia do bato Arnoid pedia restaurara
casa de Seelisberg levanlando-a da sua ruina, e
re.t.tu.odo-a aquelle estado que a barooeza pre-
sa va mais que ludo : segunda razo decisiva
A joven procurou resistir ; eiiUCilda por
orna aia que desde soa infancia habituara ao
tomor, nao tere coragem neta forgas para levar
avante a soa resistencia. Chorou, resigoou-se e
para melhor trlumhhar de seos pelares, deixu
l) Vide Ooro .o 26. "
jQStics, que os pspas tem fulminado como incom-
pativelcom o calholicismo, dimanando delle co-
mo da toa fonte (segundo a allocucfio de 18 de
marco r>e 1861, e decreto para a canooisago dos
martyres do JapoJ as actuaos hostilidades con-
tra a egreja com quem toda a traosaeco im-
poasivelf
Mas como que um principio condemoado pe-
los preceltos da religiao tem prevalecido entre o*
Catholicos ? Ougamos um grave oacriptor.
O principio de allianga enlre o calholicismo, e
a liberdade revolucionaria tinha sido coodemna-
da mu claramente desde a sua primeira appari-
cao, devendo por isso ficar urna memoria no es-
pirito dos verdadeiros Ueis filhos da egreja.
A celebre eneyelica do Gregorio XVI em 1839.
lirari tostinha dito claramente como se
aevia pensar destas iiberdades, que saiem todas
da liberdade de conscieocia, e do mesmo modo
do indifferenlismo em materia religiosa : liberda-
de da imprensa, liberdade de assoclaco, liber-
dade reciproca da egreja e do estado como meio
desua separaeflo ebsoluta...Como que o partido
catholico liberal pode aiods existir, depolsde de-
claragoes tao formaos, e como que se lera po-
dido perpetuar at aos nossos dias mui compacto
e numeroso tratando-se alias como um elemento
,,. "ao no 8eio do calholicismo?
f* *-que temos que exC,icar! historia do par-
doei oleressaote as suas differentes phasesde-
meadas pelos aconiecimenlos, e sobre tudo pe-
tas declararles pontificias.
A partir da eneyelica de Gregorio XVI todos os
que queriam sinceramente ficar unidos egreja,
e submtssos ao seu chefe rejeilaram como prin-
cipio as Iiberdades comdemnadas : isto nao se
atreveram a continuar a pretender, e sustentar
que a liberdade do mal e do erro aeja um direito
natural, que coostitua pira as sociedades o esta-
do normal, e o mais perfeito.
Mas formou-se logo um partido muilo nume-
roso, que julgou, que as Iiberdades proclamadas
pela sociedade moderna deviam aceitar-se como
necessidade de urna nova situaco, e de urna si-
tuago que haveria de durar muilo tempo, e tai-
vez sempre.
Muilos catholicos verdaderamente sinceros, e
devotos chegaram at este pouto, e deste modo
ucou por um certo numero de aonos a celebre
eneyelica considerada mais depressa como ob-
jecio de respeito, e testemuoho de doutrina, de
que como regra de procedimeoto e de liogua-
gem. Mas por lira as illuses de boa f dissipa-
ram se, grasas reflexao, gragas experieocia,
granas s declarages, que se foram fazeodo
de terapos em lempos, pelo episcopado do muodo
cstholico. em favor da unio dos dous poderes
para proteger o bem, e reprimir./) mal.
Percebeu-se geralmente que o principio da li-
berdade nao se podia invocar seuo domo um ar-
gumento ai hominem contra quem b|o recoohe
ceodo a verdade, ou nao querendo recoohecer a
aua 8uperioridade e os aeus direilos, declarar que
quera liberdade para todos.
Se, pois, as illuses se dissiparam, se pelas
declarages do soberano pontifico e do episcopa-
do, isto pelas decises da egreja, a verdade foi
levada a um tal gru de evidencia, que nao pode
mais ser contestada, como pode de hoje em dian-
te dizer-se catholico aquelle que admilte um
priocipio, que a egrej coodemna, que ajada a
revolugo, propugnando pelo principio impo, que-
a sustenta? K ,H
Aquelle que admitte um principio ha de su-
jeitar-se a todas as suas consequencias.
Quera duvita, qu-> do principio da liberdade
resoltam as Iiberdades revolucionarias, que af-
ligem a egreja?
E nao sero responsavois pelos males dalla
quelles que sustentara a causa que os produz ?
A rrise a que somos chegados, acreditamos que
obra sua ; porque nao nos persuadimos que os
impos, ou aquellas que se tem declarado como
taes, tivessera forga bastante para chegarera a re-
ligiao e a sociedade a taes extremos.
M era lodos os lempos aquelle que se uoiu com
os impos, on fez csus commora com elles foi
hoie avaii0rtnraPU,^ l" Coroo elles' de,e, 8"
di/ r.ihn ? ulr0 modo um hoem, que se
ande 2' maS. qUB ?e,oos milil" 8ab "
MOdeim da revolugo no momento em que se
veni la o principio vital da sua erUiun;- -.---
prohiamo i4ue leem vino seculos ; essa ques-
to de cuja aoiur.ao depende a ordem ou desor-
dem do muodo, a conservago ou subverso de
todos os principios sociaes; de cujo desenlace
est pendente ou esmagar-sa a caoeca da serpe-
le, uu ella alcar-se ao capitolio, subir ao rnaior
fastigio a que pode chegar, e de l, enroscada em
volta d'elle, esteoder a sua cauda obre lodoa os
estados, e esmaga-los com suas escamas de
ferro ?
Oh meu Deus I que alcance nessa questo ro-
mana, nessa questo de poltica universal, por-
que ama questo social! 11,
Que mar vil has juntas nesse Vaticano, que lu-
la hoje s e inerme a favor da ordem social e re-
ligiosa I que o nico obstculo que enconlra no
muodo o partido dos sophistas, dos demolidores,
Jos annexionfatas, dos verdugos, dos assassioos
e dos ladros, que parece ter s suas portas ura
aojo com urna espala scintillando fogo. que diz
aos que preteodem invadi-las podeites aqui
chegar, mas nao pederis d'aqui passas. Aqu
acaba o vosso imperio ; estas portas sao o esco-
Iho em quese quebra o vosso impeto, eo vosso
furor; deixae em paz os homeos, nada podis
contra Deus; sumi-vos no inferno, que o lugar,
que vos perieoce II
Quando se viu no mundo urna crise como esta,
urna lula que abraga em suas relages luios os
principios constitutivos da moral, da rellgio e da
sociedade ; todas as questes do direito natural
do direito publico, do direito Social e do direito
das gentes?
Se queris saber do quese trata oeste momen-
to, di-lo-hemos aqui com as palavra de um pro-
fundo escriptor:trata-se de saber se as usgea
sero liwes e eguaes corno as Qlrus de urna mes-
ma me, amadas e deffendidas com mais temara
quando forero mais pequeos ou quando as for-
tes preleoderem aooexar as pragas ; se cada po-
Nada ha, que absolva o homem
vogovernarem.ua casa, ou se h. de ,Vr re- to7. coXsT^'Tccf^",
volucao, que Boverna em tnrt. ....... .. ..a. ...____mu (icicboiioosi
ou que coocorra para elle,
o pretexto que lome.
Nao poosivel amalgamar
seja qualquer que for
que ella cedia de mui boa von
Walter acreditar
lade.
O muodo que nunca encara as cousas pelo seu
lado verdadeiro, felicito madama de Gootlie-
beo por aua providente firmeza. Thereza torn-
ra-se rica ; eis a condigo esseociil da felicidade I
Ninguem pensou no proveilo que a viuva lirava
dessa uoilo imposta pelo ciume raocoroso, e puro
calculo d'ambigo.
Fello o casamento, sabeodo madama de Goo-
tlieben que Walter parlira, o depois morrora, se-
gundo era voz publica, achou-se tanto mais se-
nhota da situaggo, por isso que Arnoid d'Amstadl,
alistado no servigo militar da Franga, deixava fre-
quentoraente ficar sua joven esposa em Seelis-
berg, e sem o saber, discrigo desua tia.
Ora, madama de Gootliebeo tinha tanta astucia
no peosamenlo, quaota aridez no corago. Quan-
do triumphava, nao era to simples que compro-
mettesse osuccesso de suas intrigas. Asaim, pois,
espiooava constantemente sua sobrinha, nunca'
deixando de moslrar-lhe bons desejos ; e como
Thereza Ihe abandonava de boa vontade o gover-
< casa, para nicamente oceupar so
.,. j--------------- vv.KO-a aeniauo pan um passeio m
priocipio dos seos raudos pezares, depois reza aue lhe mu h!l
da sua auerida Ma8 nesse tallar.
da sua querida Magdalena, a viuva mandara ali
como raioha absoluta, o s mostrava-sa pouco
agradavel para com quelles que a serviam.
Demais. se Thereza se revoliasso corlra algu-
ma das suas tyrannias, ou mesmo preleoges, ti-
nha urna arma terrivel para manejar contra ella:
possuia ojegredo daquella alma destiocta, e sa-
bia a causa de tanta melancola : nao ignorara
tambem que basta va pronuociar o nome de Wal-
ter como urna ceosura para despertar os escrpu-
los da fiel esposa. A barooeza sondara profun-
damente aquelle nobre corago, ahi descobrira
como um remorso o germen de amargo des-
animo, proveniente de urna recordago fiel, e
com arte infernal procurava manejar essa arma
ao mesmo tempo perigosa o prfida.
Para coucluiro retrato morafda barooeza viu-
va de Seelorf, accresceotaremos que alimentava
ella principios mui solidos, dos quaes o tentador
oto triumpharia com facilidade, nem de tal se
oceuparia ; porque, se o mrito de nao suecum-
btr a virlude essencial.de toda a mulher que
bella, espirituosa e sensivel, esse mrito, porm,
6 seguramente meaiocre da parte de urna mulher
feia, armada para a lula com todas as ogratides
do seu sexo.
Mui severa para comsigo mesma, e com razo,
madama de Gootliebeo era sem piedade para com
os pecesdos do seu prximo : devenios, porm,
fazer-lhe a justiga de dizer que at a poca
dos aconiecimenlos que narramos, nunca Ibe
viera ao peosamenlo a idea de que sua sobrinha
fosse capai de olvidar-so dos seus deveres, por
mais dedicada que podesse ser a recordaco de
Walter.
Antes de concluir ests longa dissertago, diga-
mos tambem que a velha barooeza recebara a no-
ticia da morte de Walter com inteira oredultda-
de. Era ella pouco inclinada s creocas marari-
volugo, que goveroa em toda aparte; secada
reino Itvre e independente para se governar por
si e por suas leis, ou se todos elles esto mer-
c do primeiro areotureiro on ambicioso, quero-
tenle nvadi-los. para rouba-los, ou reduzi-losao
seu dominio e escravidio.
Trata-se de saber se a Europa ha de continuar
a ssrvir o reino de Jess Christo, ou se hade re-
nunciar a elle para se sepultar as trovas do pa-
ganismo, ou nos delirios e extravagancias do
athaisrao.
Trati-se de saber se haremos de continuara
ter sociedade, voltando aos elementos da sua
conservago, ou se ella ha de acabar decorapoo-
do-ae, ou dissolvendo-se em bandos de facinoras,
oude aoinaes ferozes e carniceiros, em que os
mais fortes devoram os mais fracos, at que
quelles chegue a sua voz de ofrrerem egual
sorte.
Trata-se de saberse as nages se ho de salvar
dos barbaros que as iofeslam, ou ho de perecer
s suas miios.
Trata-se de saber se a egreja ha de continuar a
ser a custodia iovencivel de todos os direilos,
dos direilos da coosciencia, do pensamento, da
f, da razo, da familia e do estado, ou so a re-
volugo ha de destruir tudo isto para que mais
nao restem vestigios da sua existencia.
Trali-se de saber se a egreja ha de salvar o
mundo, o al seus inimigos, ou se a revolugo
ba de sumi-lo nos abysmns, devorar como Sa-
turno seus proprios filhos, e, como ero, matar
sua me.-
Trata-se de saber, se o Piemonte, a Inglaterra
eo carbooarismo ba de sepultar todos os povos
n um lago de sangue, cooverte-los o'um raonlo
de ruinas e destrozos, ou se lodos os povos ho
de reunir-se em cruzada para exlermioa-lus co-
mo barbaros, como hydrophobos, como assassi-
oos o inimigos do genero humano.
No meio daa aguas do diluvio, que cercano a
Europa por todos os lados, o naufragio ioevila-
vel, se a aociedade se nao refugia na uoica laboa
de aalvago que lhe resta.
Quem, aeoo a egreja pode salvar a sociedade
europea, oppoodo a seus inimigos o escudo da f
e da autoridade?
Acabem as illuses; ninguem de hoje em diau-
tepde dizer-se catholico, preteodendo fazer urna
alianca monstruosa entre o espirito de Deus e as
inspirages de Satanaz, que tem cooduzido o
mundo so abysmo em que o vemos I
Ninguem poda dizer que o depois do supre-
mo pastor da egreja, orculo iofallivel da verda-
de, se pronunciar to claramente contra essa pre-
tendida compatibilidade que se quera achar en-
tre o calholicismo e o espirito moderno, ou as Ii-
berdades revolucionarias.
Nioguem mais poda dizer que o depois da
sua linguagem to rme como clara, nao permii-
tir subterfugios.
Nioguem mais pode dizer que o depois das
solemoes declarages daquelles, que, por sua po-
sigao, sendo chos da sua voz, dorara s suas pa-
lavras urna interpretago to explcita que nao
admitte se tome em oulro sentido, sob peua de
serem contados os que o Qzerem no numero dos
proteslaotes. ioimigos da egreja e da religiao, ti-
dos como objectos de horror, de que ao deve fu-
gir mais do quede qualquer oulro inimigo.
Eis-aquium testeraunho authentico desta ver-
dade, que extrahimos de um artigo do Monde,
tradueco do excellentissimo marque* de Larra -
dio, desse fldalgo, que a honra da nobreza de
Portugal, desse sabio, incaosavel defensor do ca-
lholicismo; um cardeal, um principo da
egreja romana que assim se explica commentan-
do, ou alludmdo s palavras de Po IX < recom-
mendo-vos ( diz elle aos fiis ) de por apar dos
protestantes aquellos, que levados pela mauia de
por de aecrdo a religiao com as ideas liberaes,
e com as aspirages populares, separam com
grande escndalo e detrimento das almas um seis-
ma deploravel: sao protestantes todos os que sob
a ospirago do principo da* >.> imbalhsm por
destruir a obra de Deas para por em seu lunar
-..- uu uujioiii a je. Dar ih. ._ T
a lei para a substituir'pVa^bert.oS? el.aVcou
sas zeram que se penetrasso de dr, o se derra-
raasse em lagrimas o coragflo to amante do so-
baraoo pontfice. E' oecessario fugir delles como
ae objecto de horror; sao quelles eontra quem
maia se deve, estar em guarda.
Nao bala mais terminante, mas tambem
nada se podo dizer com mais verdade.
O liberalismo catholico o maior inimigo que
tem a egreja, porque, semelhante ao jaoseni.mo,
alera dos meios de ataque, que subministra a im-
piedade anda vae buscar religiao armas para
aggredi-la : um inimigo tanto mais funesto,
quanto elfe mais astuto e prfido, quinto elle
com a mosma religiao justifica a guerra, que se
lhe faz
A todos esses homeos, que preteodem combi-
nar a luz com as trovas, o erro com a verdade, a
justiga com a ioiquidade, dlr-lbe-hemos com um
grave escriptor, que o seu empenho trabalho
baldado, que nSo possivel servir ao mesmo
tempo dous senbores, a Deus e a Baal, aut es
ntm unuh odio habelit e allerum diligel aut
unum suslinebit, el allerum contemnet, e por con-
seguiote fagam o que fizerom oo exterior, a
oinguem satisfaro com a sua duplicidade ardi-
losa:
Desengamosnos, a religiao tem mais a temer
o inimirrna rfiofiiniit*. -t .. ___
o bem com o mal;
Vgrej.lI,?/, q^'e
aaotissima e aummamente verdideira em sens
" al P Princif io profundo de
bfla ph losophi. que diz assim-nn sunt facien-
da aut permxtlenda mala ul eveneant bona.
r.n .." n,e,,'ern"> 5 Pa aer catholico pre-
Se.m. r Unld': Cadeir" de P- Padr. a
me ma f, eicutar a sua voz coito a do mesmo
.rihV p,enetrar-se de enlimeoios profundos de
adheaao 4 sua peasoa, e s suas doutrinas, ap-
m,a V.ud q0e elle aproP8' e FePr* do o
Mrd.d.e CrADde?D.?r- Se esl> Tf "i"8
ira.- i.,dr de"i. tUl meli". ,ao <>
treras, tudo incerteza e coofuso.
lio., "i"6.1.16 que nSo 0,, coin Pe<>. 1e nao
liga tntlmaineote com o supremo pastor, nao
esi com Jess Christo. nao pErtence ao seu
rebaobo, porque nao ha seno um rebioho e
um pastor. Non esfnisi num ovile, el unus
pastor,
Ninguem pode perteocer a urna sociedade sem
estar unido com o seu chefe ; bao ha calholi-
cismo, nao ha egreja, seno por efTeito desta
535' : eu *qai *8U* b"e, eil aqui seu
E" daqui que dimana a forga da egreja, assim
como a de um edificio do fundamento em que
assenla. H
O calholicismo liberal julgadoi pela voz de Pe-
dro acabou paraos catholicos, que desmascarado
f .if. a >m t0da 8ua nedion^z vista, tem de
logir delle como de peste, como de molestia, que
contamina e mata.
Nao hatera Dais escusas para ello, nao entrar
ja ae boje em diante em queilo, que ella faz
coro com a impiedade para a extinego da re-
ligiao. l
Aquellas catholicos liberaes em que houter
sinceridad* e boa f. ou em que nao haja mais
Ulusao renunciaro a seus erros, procuraro
recoociliar-secom a egreja, quelles porm que
assim nao obrarem, que presislrem do erro
conia-los-hemos no numero dos que nao ouvem
egreja, e de que os fiis se deveru arredar como
comprehendidos no anathemasiquis non uu-
dieru Ecdesxam sil Ubi tamquam etAentcus, et
pubhcanus. '
As suas ideas de hoje {lhe annuncia grave-
mente um escriptor) devero consumar-se na
aposlasia, se nao acharem urna graga muilo po-
derosa para as expiar por meio de sangue.
Mas se as coocesses com a impiedade preju-
dlcam gravemente a religiao, que devoraos dizer
io procedimento dessas autoridades, que, tendo
a seu cargo manter, llesos seus direilos,por con-
sideragoes humanas a compromettem e a fazem
servir causa da impiedade?!
Que diremos dessa fraqueza q
causa dos homeos causa de Deus,
a desobedecer a Deus para fazer a
homeos, que vende homenagens
taidade, sem que se lembre que
tomeliut en ibedire Deo, quom
e que sero chamados bemaventurad
da jus-
clarados: aso menos_ pengos.s para a relig.o o que o viajante EZ ..! .!" "".f.6""'
clarados: sso menos perigosas para a religiao
posiges definidas, assim como, mais honrosa a
franqueza em tudo.
As coocesses com a impiedade s9o a gangre-
na que affecta todo o corpo, e levda toda a mas-
sa. Traosigir com a impiedade ser connivente
com ella na sua obra de trovase de insurreigo.
Ihosas, e essa cataatrophe, succedidaempaizlon-
ginquo, pareceu-lhe principio meditada por um
capricho de amante despresado. Todavia, conse-
guiodo o tempo confirmar o facto, acabou por tra-
zer um Jato serio, que alias lhe ara de todo io-
d Uta roste.
Assim, pois, a base essencial das scenss, que
descrevemos, isto a ressurreigo de Walter.
reoovou as desconfianzas da viuva. posto que de
urna maneira duvidosa : asuspeitando de aua so-
onnha veiu-lheao pensamento a idea de que tai-
vez tivesse sido lludida pelos dous amantes mais
engenhosoa do que ella.
No dia seguiote so em que Aroold toltra
seelisberg. madama a viuva levou toda a maoha
a meditar um plano de ataque. A* principio peo
sou em mandar o seu guarda-porto Treib para
questionar Pompidou e o estalajadeiro : mas logo
depois julgou prudeote ter uma explicago com
sua sobrioha, antes de dar qualquer passo, e es-
pero* com paciencia que chegasse um momeoto
favoravel ao seu projeeto.
Pouco depois de meio dia teodo-se Arnoid au-
sentado pan um passeio mandou ella pedir The-
ra7R fina h weaatan f.lt..
Minha querida menina, comegou com manei-
ras airareis, depois de se ter fechado com sua so-
brinha ma, depressa apresantou-so a occasio
im2L'l e meu Pe'., Pque uma grande
afflicgo me oppnme. Oh I agrwjego-lhe as con-
aolajoes que podena offerocer-fce.l declaro fran-
camente que as aceito -t.ni0 B.i$ quaolo
aua peasoa o objecto da minha .Wo.
xsu I mioha lia. *
m.^HI"^1Zmen18 'B I Be* be que nesle
?!.-. m A mi0.ha-80,riaha. ,eu marido
!-!!. P011 "1 Mle8 lres eD,e que vejo
ameagados ao mesmo tempo. *
Por quem tenha a bondade de expli-
car-se... r
O seu primo Walter nao morreo, minha pe-
quena. r
.J.bZT KMA,emec!U : D8roneza sorprenden
esta Pturb'Cio, e dase fiogiodo-se admirada :
Ah I J o sabia ?
Nao. seohora ; respondou a joven rollando
ao seu sangue fro; mas Vmc. diz-me uma cousa
que para mim um milagre. e por isso oSo po-
da dsixar de ficir assombrada.
Bem, pensou a vutj, eis'-nosem plena di-
plomacia. O que se segu d'ehi que Walter
vive, e que arabos esto de iotelligoncia.
E depois cootiouou em voz alta :
Assombrada oo era o termo adequado
situagao, mi,ha querida sobrinha : esta palavra
um pouco zombeteire, o bem sabe que com os
morios oo se brinca...
Mas p te-se briucar com os que resauscitam,
interrompea Thereza.
Convenno; porm nunca receber-se es-
condidas os seus bilhetinhos amorosos.
Concordo lambom com Vmc, micha tia ;
isto indecoroso, uma vez que os bilhetes seiam
amorosos e recpid.Qs *.sescQQdidae...
que 8offrem perseguiges por
liga.
Com que expresses poderao ser descriptas
suas prudencias loucas erideotemeotB antican-
nicas, aoticatholicas, e aolievangelicas.
Oh seculos, pssmae II Que escndalos inaudi-
tos, que corrupeo? que immoralidatie no meio
do sanctuariolll quelles que deviam ser os
lories de Israel, unidos com os impos, fazendo
causa commum com elles, para fazet guerra a
etis. desapossando-o da sua casa/e da sua
proprtedado as virgens consagradas bo aervico
do boohor, que no seu templo do dia e de noule
seoecupavam em seus santos lourorps II Que
nao techamos a eloqueneia do grande Massilloo
para descrevermoa todo o horror desta impie-
dade III r
Que vergonha para elles I elles lem'i visto os
ladroej invadir a casa do Senhor, carregarem-ae
de seus despojos, devorarem o rebanho. Sem que
bradem cootra elles, sem que uma voz soltera
com que mostrem sua indisnacn II
nnp.T.. ,5l.uu' e'ud0' n8 o lemos visto em
2 i?i- Parfl. \ re,igiao 8uaf'l*m nao s
um silencio escandaloso, mas absterem-se de
votar nellas, para que o se* rolo nao preiudi-
casse a causa da impiedade: e o que mais e
que nao polo dizer-se sem estremecer I veoce-
Z?n'.$e reM". me?id48 PeU negago de seus
votos a favor da religiao II
.^ a""'0 di"a7ca mihi si non evangelisa
vero, desgragado de mim se nao pregar o eveo-
geiho, se nao annanciar a Jasus Christo, se nao
manifestar a verdade aos homens.
Desgragado de mim, dira um grande blspo, e
um graode santo, se me mover por outro prioci-
p o que nao .eJa honra e gloria do Deus, se
ouvir oulra voz que nao aeja a d. sua egreja se
me conformar com a palavra dos homens, para
deixar de seguir a de Jess Christo: que devero
izer estes, que seotenga devero applicar a
si Y Escaparao elles dessa irs, que ha de vir
consumir os prevaricadores e aeus cm-
plices I
Oh povo porluguez, cidade de Lisboa, como
le leos degradado a pooto de reres impassivel
estas abominagesl Permita Deus que nao es-
tej88 reservada para daresao mundo umexemplo
terrivel da justiga Diviha, para teres a mesma
sorte de Sodoma e Gomorra, que tuas cidades
nao aejam arrasadas, e leu povo proscripto e
e que o viajante passando pelos leus prticos e
contemplando tuas ruinas nao diga pasma-
doaqui existi uma graode cidade, e um povo
Ilorescenle, que pelas suas prevsricagea mere-
ceu ser abaodooado de Deus, que se epsgasse a
sua memoria e quiseja hoje bem difflcil achar
vestigios da sua existencia.
que fas o mal, Abl e que palavras podero descrerer o horror
que deve inspirar essa politice de oalango, com
que especula o mundo, que parece aer o sooho
dourado dos dominadores do secuto, que se re-
duz a. perrerter, e degradar a humanidade, a
mmola-Ia no altar do crime, e do egosmo, e nos
holocaustos abominareis erigidos torpeza, ao
rielo, e infamia; politica degradante, que
enrama da face da trra lodos os seotimentos
nobres e honrados, politica sem lgica, sem
oignidide, e sem senso commum ; poltica que
escaroece tanio dos homeos, como insulta a di-
vindade ; poluica, que o oprobrio deste seculo,
e de que acreditamos, por honra da duniJade
humana, difflcilmente se encontrar exemplo
anda em alguma horda de caolbaes.
Parecer que deviamos principiar como pro-
mettemos no ultimo numero por mostrar a con-
formldade do liberalismo com o mahomelisroo
deveodo resultar dessa comparago, que o libe-
ralismo roals subversivo, e destruidor; mas
entendemos que antes de discutir as proras que o
mostrara, devanamos partir da denigo do libe-
ralismo, e fixarmoa bem as nossas ideas sobre
li JJ, d a,,en<:a V"> ella merece,
que s ella explica o que ello seja, apresentao-
do-o como o.principio do mal, como o complexo
fem^tido!"0'' 6 ^ fanMl d9qusDl"
Pareceu-nos que deviamos partir deste ponto
para a cabal demoostrago da nossa proposi-
gao. Mahomet por muilo perverso, o mavaldo
que seja, tica a perder de vista ao p dos hroes
da revolugo italiana.
Para fazer urna idea cabal do mahometismo
necessario penetrar nos recnditos da sua histo-
ria, o que fazemoa anda com a mira de combaler
a impiedade de um escriptor moderoo, que teve
a imprudencia de fazer a apologa deste malvado
e infame impostor.
Quando se falla destes horaens que apparecem
de seculos a seculos para raudarem a face da
Ierra, ou sotes para serem instrumentos da ira
de Deus e dos seus juizos torriveis, como Miho-
met, que parece t lo Deus suscitado para casti-
gar os christaos das suas vergonhosas dispatas,
de suas seilas, de seus vicios, e desordeos,
de necessidade que se lea a sua historia com
madura reflexao, o judiciosa critica, e que sobro
ella assentem, como sobre base solida, o funda-
mentoi inconcusso, os nossos juizos; e se isto
verdade em eral, muilo mais parece esta refle-
xao verdadeira. spplicando-s a famoso autor
do Koran, porque nao ha na historia personagem
de quem seteoham feito juizos to oppostos, e
encontrados fazendo o uns to despresivel pelos
vicios do seu espirito, como pela corrupcao do
seu corago, fazendo o outros to celebre pela
vasiidao do seu genio, como pela sabedoria de
suas initituigoes, e havendo ainda outros que
tem levado a impiedade a suppo-lo enviado por
Deus para aperfeicoar a mesma lei christa, e o
arrojo, e a insania a fazer parallelos indecentes
entre Jefus Christo e Mahomet, entre o Evange-
lio, e o Aoran, entro o eslabelecimento do
chrstianismo, e o do mahometismo.
RetraUr Mahomet pelos seus proprios feilos,
segundo seus secretarios nos referem, para mos-
trar por elles qual foi o seu carcter, eisaqui o
ponto a que nos Manamos, porque sao estra-
nhas ao nosso assurapto as causas.pue concome-
rn! para o estabeleeiraento, e progresaos da sua
religiao, e do seu imperio. Eis aqui ao que ni-
camente nos limitamos n'uma materia to vsata :
lendo de fallar de um imperio, que se estendeu
desde o eslreito de Gibraltar al s indias, que
em menos de um seculo levou mais longe as snas
conquistas, que o imperio romano ; que durante
duzentos a trezentos annosse manleve nos cali-
fas seus auccessores n'um grau de vigor e forga,
que oo sei se a historia offerece oulro que o
eguale, que ainda hoje subsista ai.-iia que u'ura
grau de fraquesa e decrepitude, que annuncia
prxima runanos tres imperiosdos turcos, dos
persas, los trtaros, ou rai'goes bu judias, que
receberam delle a sua religiao. a sua forma de
governo, as suas leis civi, e religiosas; mas
que por ser legislador de lanos povos oo deixa
por io do aer o auctor e inventor das mais ex-
travagantes e ridiculas fbulas de urna impostura
grosseirs, fundadoura de uma religiao odiosa aos
povos, facciosa, turbuleola, e sanguinaria, to la
mundana, toda corrupta e sensual, destruitiva da
moral, inimiga da virlude, subversiva de lodo o
seutimento de honestidade, de pudor, o santiv
de, em que seu auclor s teve por fim saciar a
sua ambigo. satisfaier sua cobiga, preteBden-
do ter recebMo a extraoha misso de invadir, e
usurpar toda Ierra, de rouba la. deraaU-a
munda-la de sangue, enche-la de horrores peta'
guerra, cifrando-se a sua misso em dizer aos
homenseu seu o propheta de Deus para fun-
dar um impono, que dere destriftr todos os ou-
tros, para que se nao coohega no mundo outro
podar se nao o meu, outras leis seno as que eu
ine ditar, obedecei-me, reconhecei a mioha auc-
tondade, aubjeita-ros miaba lei, ou preparae-
ros para a morte' ou para a eacrarido.
Aonde o Darbaro j assim fallou ? Aoode o
lyranno, que se apresentou no muodo com uma
missao to cruel, e delestarel?
Aonde aquelle, que se apresentou no mundo
coro a missaode destruir todos os imperios, rou-
ba-los a seus legtimos possuidores, para elle s
reinar, excluir outro qulquer direito, que nao
15S9 GSlHi
Mas esle homem eleva-se d'um simples feitor
ou negociante, e conductor de camellos, a um
dos maiorescooquistadbresqne tem visto o mun-
do, por suas eminentes qualidadea oor grandes
dotes de espirito, pela pratica de virtudes sociaes
e religiosas.por acgea illuslres, por altos feitos'
que movem ao respeiio o excilam a admirago?
Fez-se elle distioclo, e nota vel, ou adquiriu a sua
a gloria poressa magnitud* de ideas, e vastido
do projectos que, annunciam um geolo de superi-
or espbera uma alma grande.s entimenlosnobres
e ele"dos, um corago generoso, e sessivel?
o que amos ar.r
Mas antes de o fazer oio podemos dispeaunr-
nos de fazer o esbogo rpido da aua histeria al
ao momento em que so arrorou eaa prapbet*
para que se veja a sua condlgio, a da que post
de baixexa aa alevou a esee gres ds grandaza,
que nao aiss para adinirar-
a prefere a
ue se decide
ontade aos
leotira, e
ste escrip-
hominibus,
s quelles
E mais indecoroso ainda, minha sobrinha,
receber-se os proprios ressuscitados, e n'uma
hora tao matinal, que nao ae pode dizer ae noi-
te ou da...
Mioha tia ha de permittir-me que a tire de
ura grande embarago.ioterrompeu Thereza sbi-
tamente, animada por um resto de coragem que
anda lhe ficra da vespera, e pela pureza de sua
consciencia. Vmc. procura rodeios iouteis para
chegar duas pergunlas muilo simples ; pois nao
seria melhor o mais digoo que as formulasse logo
desta maneira. E' verdade que minha sobrinha
recebeu hontem pela manha uma mensagem
annunciando a visita do seu primo o bario Wal-
ter de Seelorf ? E'verdade que Walter, quese
dizia ter morrido, seguiu de perto a ana mensa-
gem, e que minha sobrinha leve a imprudeocia
de recebe-lo na ausencia de seu marido ?
E' justamente melhor e mais digno, respon-
deu madama de Gootliebeo.. Eolio, minha so-
brioha, se eu lhe fizesse estas duas perguutas
o que me respondera.? Havla de negar, nao
assim ?
Nao. minha tia: mas recusara formalmente
salisfazer a curioaidade de Vmc
Eitas palavras demonstraram sem mais nem
menos a milagrosa metamorphose do aubmisso
cordeiro, que a viura, por habito, julgara-ae com
direitu de immolar. *
Madama de Gootliebeo estremeceu na aua ca-
deira, e sentiodo subir-lh* o sangue s fsces, re-
flectiu logo que perdera n'um iostante o fructo
de to loogos trabalhos, sorepellisse a energa de
sua sobrinha com algum acto de rioleneia. Pou-
co foi o tempo preciso para dominar a sua agila-
go : reresttu-se dos seus ares de imperalriz, e
disse: \
Nunca peosei, senbora.que vivesse at hoje
para presenciar com os meu proprios olhos o
prodigio de ingniido que se opera em sus pes-
soa. Eduquei-a muilo mal tarde o coohego.
E' pena que a seohora tivesse aerdido soa me, e
que sobre mim pesasse o encarWo de enaioar-lhe
o respeito, a piedade e a coofianga tlliaes. Nao
me acontecer msis interrogarla sobre cousas,
que alias a minha edade, o mteu sexo e o meu
ltalo para com a seohora darm-me o direito
de saber por seu proprio beneficio.
Comprehendi perfeilameol as anas inten
- ------------, iciiwi ,n7, cea k nao ioi ou so
luteresse que recusei responder, Imas 8im um
indiscreta curiosidade. Sou casida, sou me,
i ninguem neste mundo dero dar, eoola daa mi
A barooeza d'Amstadt nao se dignou responder
4 essa aposlrophe, a qual contioha duas injurias
que 80 o sangue lavara: aubiu para o seu apo-
sento com o coraco opprimido, o ali chegando
desfez-se em lagrimas.
Deixarei esta casa, disse ella: supplicarei
Aruold que ae subtraia aos insultos de minha
inimiga... Eu eaquecer-me nunca de que sou
Ble 1 accrescentou corr6ndo para sos filha que
dispertara naquelle momento. Ohl essa mulher
est louca I... Faz penal...
A rinra mandou chamar immediatamente o
seu guarda-porto. e disse-lhe :
"w1^1"',*"86 Treib "8ra mesmo, pergunte
por Joo Pompidou, e saiba delle quem a pea-
soa que aqu veiu hontem pela manha. Saiba
tambem se Pompidou foi portador de uma carta
para madama Thereza. Nao se contente somonte
com interrogar esse malvado subdito ; converse
com o estalajadeiro, e faga todo o possivel para
ver os viajantes hospedados em sua casa, leodo
o cuidado de examinar de perto estrang,-iro que
veiu hontem fallar de negociosa madama d'Ams-
tadl. Sao quatro horas v o faga toda a dili-
gencia, na certeza de que s mim deve dar coo-
tadas suas observages. Recebe-lo-hei apenas
rollar, e aqui o fleo esperando com impaciencia.
Pelas 7 horas da mesma tarde o guarda porto
de madama de Gootliebeo voliou da Treib, e oi
inmediatamente condazido presenga da viuva,
que reclinando se sobre uma cadeira para me-
lhor ouvir as revelagos do seu mensageiro lhe
disse :
Eolio, me* rapaz, o que soube? Oqe lhe
disse o baodido do Pompidou ?
Sra. barooeza, V. Exc. eoviou-me Treib
muito tarde, o Pompidou deixoo o paiz.
O que ?
E* como teoho a honra de dizer V. Exc
Parti esta manha.
Para onde ful ?
O estalajadeiro Mesmer e sai mulher nio o
sabem com certeza. Presemem que tivesse vol-
tado para a Gaacuoha.
E o eairageirq que hontem aqui reio?
Ninguem o conbece na Treib.
Vejo que nao sabe o que est dizendo ?
PaiaV ...i. -i-" -.''" i uiBiioigo com a voz submissa mas Coa ali
taJSS: 8enhora- Qewn i tespeito a dignidado, pego-ihesmento que me
lalajadeiro, o os sigoaes que me deu do unin duxir .t .la. a. -. A __T*^*
loteresse que recusei respodder. Imaa sim uma o comeando nreaenie mT i____'!!:? .eM8
- ------------------------- u..uiaKeui uesue
a o comego do prosete mez, nso correspoodem aos
do individuo em questo. Este era alio evieo-
r.s^s7eVoTmVu m;rid^.7p;e7eSmi: ^".^.^.1^:;; ?"* .
rhafilha. E este o meu devcr. e e* set cum- u.h.j. ml^:^^^^^.!^ tS
De aorte qne o enviei a Freib para nio me
dizer coasa alguma, poia-que nada viu ?
Pode retirar-se, minha sobrinha, nio tenho
mais nada que dizer-lhe. Entretanto permita-
me ainda uma patarra uma a: a seohora
casada, bem o dase ; faga multo por nunca es-
quece-lo I... A seohora mi... Deus queira
que tambem nunca o esquega I... E' tudo o que
tenh,o' desejar-lhe. Agora, mjopf aobrinhJ,
pode ir em paz,
--esculoe-me V. Exc. ; ri li dous homeos
extraordioarIo8pretos como negros ou Egyp-
Cios; e por signa! ,os taes patuscos bem que m
dtvertiram...
NOTICIAS BI0GRAPHICA8.
A JndePe2dencia Bel9<> poblica algaesas noti-
e'faHeed Pr"":ipeAlberto, ulaaaien-
Este principo e sea irmlo" Ernesto II ctual
duque reinante de Saxe Coburgo-Gotha, nraes-ae
por motivo de desiotelligencias domesticas, pri-
vados dos cuidados desua me e psssaram oe se-
us primeiros aonos to palacio de Cberkoarg.
Seu pae nao despresoa nada para Ibes supprir
a ausencia de sua me, qae se reiirou a Altea-
berh, onde morreu em 1831.
A educago dos dous principes foi confiada ae
clebre professor Florschulz.
Em 1832 seu pae tornou a casar es does
principes foram confirmados jootoa, spgundo oe
ritos ds egreja lutheraoa. O primeiro boba ee-
mo ih""10" e *'BD1> 1- Cnbou-ae usa
medalha para commemoracio do acooteciroeoto.
Seu pae descenda em linha recta do faaaew
riri,r qU.e P".1"6''0 M'gdou o protesto de Spira
coolra a dec.so da dieta do A.gtburg.-proie*-
io a oode Ui ur.do o tiiuio e'iralTsiaiaa mt
Em 1836 o principe Alberto visito* a Inglater-
ra pela primeira rez, na companhia de seu eaa e
de seu irmao. O re Guilherme IV. a raiaha Ada-
laide e todos os siembros ds familia real obse-
quiaram-os com brilhaotes fesUs. A duqueza de
Keni e princesa Victoria fizeram-lbea aa honras
Frr?oU.r,lnre ?Uda eiD 'tj11 O Ernesto I e seus dous filhos habitarse* o palac
de Kensington, residencia da dequezs do Keni e
futura raioha da Gra-Brelanbe. Foi deba.xo
da^ deliciosas sombras dos jsrdros de KenaiOK-
ton que nasceu a sua mutua afleico.
Nai uoiveraidado de Bonn o principe ettadava
seis horas de manha e sete de ooit* '
Tere a fortuna de estadar all na epecna eaa
que a Alhenas prusslana contara a mais gloriosa
Pha ange de dislioctos professores, eXre estes
Schlegel. que, apesar Jas suas coovieges d.mo-
cralicas e da soa aversio aos principes, etiiaaoa
tanto o principo Alborto, que o receba affeuo-
sameote em sua caza.
As principaes distraeges do principe erase aa
bellas-artes. Era lio boro msico como pintor.
Era Bonn o principe compflz o publico*, eaa
provello dos pobres da cidade. uma collecce da
poesas, algumaa das quaes foram depois estas
etn msica pelo duque Ernesto II, ae* iratio.
Os esludos dos joveos principes na eeirersils-
de de Bonn acabaram em 1838
Desde 1838 a 1839 alejares Italia, ondeo
principe Alborto, estudando as obras primas das
galenas italianas, aperfeigoou o seu costo pele
pintura e escnlptura. ^
Em 1839 roltou a Inglaterra. O principe tinha
entao 20 annos.
O re Leopoldo seguio de perto seus sobrtnhos
a Londres e o alio destino reserrado ao principe
AiDeito foi logo patente.
O principe nio podia eoganar-se sobre e feliz
impressao que fuera no corago da eaa real pri-
mo, por occasio da sua primeira visila a Kensi-
ngion, porque no seu regresso de Italia a Cher-
burgo encontrou oo seu quarto o retrato da raioha
lelo n 3.
A 23 de dezembro de 1839 a rainha fez conhe-
cer ao seu conseibo privado a ioleago de esee-
sar o principe Alberto, declarando q*e tioba a
coonecao de que aquella umio, coas a beoco
me,h fr'e,"SSESS U* fe,icid*de e "iri. es
memores intereases Jo paiz.
Estas esperaogas nao foram trabidas. Poucas
mulheresioi. mundo foram maiafelizes que a rai-
a v.df "i""/6 V6" ca8am"'- R' aprsenla
nth. "'i" ""P'08 semelhaote
uoiao de virtudes e felicidades.
Poucas semanas anteada sua morte* o principe
Alberto conduzu o principe de Gallee a un, eos
bairros mais pobres da capilai a o ajado* B pr .
primeira pedra de uma eschola primaria gsateiu
prar as meninaa do bairro. ***
ift,t ?kel.le" que lt!e eh8"ram aristocr.it cita o
jornal belga aa palavras qae o principe ektR'a
ba pouco tempo a um meeting de operario*;
Ficae certos de que os ioteresses das tirases
hoje sepsradas sao idnticos; noicam-nto a
ignorancia que impadea sua unio, que recipro-
camente lhe ser vaotajosa. "-n>
.. h dMlruir l81 ignorancia, a mostrar cerno
un homem dee olhar um outro homem. apea.,
do estado complicado da sociedade civiliaede
que deve teoder todo o phylanlropo, e este^'e-
ver imcube mais particularmente oi a p^U:
em riqueza, ceihegoria e distiocgo
Estas palavras sao a verdadeira exprsalo de
um liberalismo iotelligente.
O principe Alberto s dignidades que o Estado
lhe conferir reuuia ttulos Iliterarios, que est-
vara de accordo com os seu gslos e seas eete-
Foi eleito presidente da sociedade Zoolgica e
a uoiversidade de Cambridge conferia lhe 5 dt-
JhTo:pdh,.dO,0r 6m ,e,r" em direil -
Engrande amador daa ballas-artea. excelleate
deseohador e compositor de msica.
affar^d* grand p^ia -
rersal de Londres.
Era formado em
Bonn.
direito na ooiversidada de
[Commereio do forlo.)
A baronesa viura enesmiohoa-a* ao saleo ae*
que 86 achavam Arnoid e sua esposa : e ali m-
traodo oo flcou pouco admirada de enconUar oe
seussobtiohos em companhia de um maodiM
coberto de andrajos, e que pareca carra* ao
peso da fadiga e da miseria.
Entao o que quer isto dizer ? porgelo*
Villa
Mioha boa lia.respoodeu Arnoid. e e The-
reza usurpamos os seus direilos. pracando asa
acto de caridade para com o infortunio.
E' muito lourarel este procediraenlo. ata
sobrinho ; porm oo se dere introducir ese-
ise toda a qualidade de gente, e i esta hora prin-
cipalmente. r
E" um. ceg que morre de fome. mioha lia |
Mandem-o para a cosioha, qae lhe deesa
de comer, e depois se r embora...
Porm foi quasi Magdalena qne no* tren*
este pobre, observou Thereza, e oe meninos leem
sempre a tno feliz.
Magdalena oo anda nem falla...
E' verdade, mas chora. Eu oeri-'a'ckersr eee
bragos da aua aia, fui ioformar-me do eeti7
o enconlrei-a com eale pobre no vestbulo '
Ou* durida I chorara com medo, e'liiika
bem de que I replicou a viura.
Minha querida tia, disse Arnoid beiiiahn
reja como este infeliz eal olhaodo para Vos* f
b.ho.WI e"e Ceg" ? ?* l^f* >*
E' ceg, porm ni) 6 aurdo, aecundo
que nos coniou os seus infortuoio eso aae asjl-
gares. Vmc. ofleode-o com tinto deapree*
Estou vendo que dero pedir-lhe descaase
toroou a barooeza com irona. Baria de ter diu
que foi muito rico e virtuoso I
Nunca se deve perguotar i misarte qnaVIet
a sua causa, disse Thereza ; o nosso priaaeiro cui-
dado deve ser de roitigar-lhe ea horrores.
Eis aqui um peosamenlo, qae esa alaba
sobrioha nao par* admirar : nei-da aproveiur-
me delle seu tempo.
J que madama barooeza da r truiliihoa
Seelorf nao quer me recolher em ana ca*, asee
o mendigo com a ros submissa mas con algasia
duzir at a aldea ; de dia ando menos SMlIe
apalpadellas ; de noite perco-me con a aaasor fa-
cilidade depois que morrea o mea pobre ci.
Entretanto reio aozinbo at aqui...
E' rerdada, seohora. pqrque eogaaei-asa ae
i : pensei rir bater una porta "
Disbo I E' muito orgalboso segaad* *-
i lees eaa beta-
rece, meu pobre 1 A fome "nao lhe
do o espirito 1 Nao faltemos saaia ust ; aeja
bem nodo : rou mandar dar-lae a ae atar e
uma cama para dormir. '
(Ontaanr-se- Aa.)
Esti bom, retlre-se ; nao me importa com ~^
leus dirertimeatos. | PERN. TTP. PE M. f, % PARIA et FUJIO.
_aW


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