Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09482


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Full Text




SABBADO 1 DE FETERE1BO DE IS62.
Por anno adiantado 49|00O
Porte franco para t gabseripior

DIARIO DE PEMAMDICO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Amonio Alexandrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ;
Aracaty, o Sr. A. de Lemos Braga; Cear o Sr.
J. Jos de Oliveira; Maralo, o Sr. Joaquitn
Marqoea Rodrigues; Psr, Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa.
PARTIDAS DOS COR REOS.
Olinda todos os dias as 9)4 horas do dia.
Iguarass, Goiaona, e Parahyba as segundas
e sexlas-feirai.
S. Antio, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho
e Garanhuns as tergas-feirai.
Pao d'Alho, Nazarelb. Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouncurye Ex nasquaMas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, Una.Barreiros
Agua prela, Pimentelras e Natal quintas eiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manha
EPHEMERIDES DO MEZ DE FEVEREIRO.
6 Quarto crescente as 5 horas e 30 minutos
manha.
14 La cheia as 2 horas 85 minutos da man.
SI Quarto minguanie as 11 horas t 46 minutos
da maohia.
28 La ora as t horas e 8 minutos da manha:
PREAMAR DE UOJE.
Primeiro as 6 horas e 6 minutos da manhi.
Seguodo as 6 horas e 30 mnalos da tarde.
DAS DA SEMANA.
27 Segunda, s. j05o Chrysoslomo b. doulor.
28 Terga, S. Cyrillo b.; S. Lenidas m.
29 Qoarta. S. Francisco de Sales b.; S. Sulpicio.
30 Quinta. S. Martinha v. m. ; S. Jacintha v. f,
31 Sexta. S. Pedro Nolasco ; S. Cyro m.
1 Sabbado. S. Ignacio b. m. ; S. Brigida y.
2 Domingo. Purincago de Nossa Senhora:
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e qniotas.
Relaco: lergas e sabbadoss 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundas ao meio dia.
Dito de orphaos : tercas e sextas is 10 horas.
Primeira Tara do civel: tergaa e sextas ao meio
01 fl
Segunda rara do civel: quarlas e sabbados l
ora da tarde.
ENCARREGADOS DA SDBSCRIPCA DO SDI.
Alagas, o Sr. Clandino Falcie Dias; Baha'
o Sr. Jos Martina Aires ; Rio de Janeiro, Sr
Joo Persira Martina.
EM PERNAMBUCO.
Os propietarios do pun* Maooel Figoeirde de
Fana & Filho, na sus livraria praca da Ii
dencia ns. 6 e 8.
PARTE OFFICUL
1
Ministerio da agricultura, commer-
ci e obras publicas.
Circular aos presidentes de provincia para que
nos seus relatnos s assemblias provinciaes
juntem a maior copia de infortnacoes que pu-
derem colher sobre as bahas, rios e lagos das
provincias e sua navegacao.
4* directora.Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocios de agricultura, commercio e obras pu-
blicas, em 23 de Janeiro de 1862.N. 43.Circu-
lar.Illm. e Exm. Sr.Sendo a navegago in-
terior um dos grandes elementos da riqueza pu-
blica, pois que serve a facilitar pelo meio mais
econmico o transporte das mercaduras, e outras
relagoes couvem que essa presidencia nos rela-
tnos que houver de presentar assembla le-
gislativa dessa proviocia inclua a maior copia de
informagoes e esclarecimentos que puder colher,
nao s a respeilo das bahas, rios ou lagos que
aejam, ou para o futuro possam ser navegidos,
como tambem da navegago j effectiva, e usos
em que empregada ; afim de que possam laes
oformages e esclarecimentos flor archivados
em urna obra fcil de consultar, e aproveitados
quer pelo governo geral ou provincial, quer mes-
mo pelos particulares, que assim poderao ser aui-
madoa a emprezaa de que reaultem vaniagens
para elles e para o paiz: e como nos relatnos
dessa presideocia, que existem no ministerio,
nenhumas oformages se encontrara a tal respei-
to, queira V. Exc. com urgencia commuoicar-me
o que souber em relaco a to importante ob-
jecio.
Deu* guarde a V. ExcManoel Felizardo de
Souza e Mello.Sr. presidente da provincia de..
Ministerio dos negocios estran-
geiros.
Circular ao corpo consular eslrangeiro.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios estran-
geiro, em 13 de Janeiro de 1862. Tenho a honra
de communicar ao Sr.....que o Sr. Dr. chefe de
polica da corte expedio ordena ao offlcial encar-
regado da visita da polica do porto, para que re-
mella aquella repartido os passaporles dos es-
traogeiros que cbegarem a esta cidade, aura de
serem all entregues s proprias partes interessa-
das, teodo sido este proced meato approvado pelo
Sr. ministro da Jusliga, como me acaba de par-
ticipar S. Exc, por ser conforme ao dlsposlo no
iaiU d0 aecrel n- i53l de 10 de Janeiro de
Aproroito-me desta occaaio para renovar ao
Sr.... os protestos, etc.Bemvenuto Augusto de
Magalnaet Taques.Ka Sr....
GOVERNO DA PROVINCIA.
2. Seccio.Palacio do governo de Pernam-
buco em 24 de Janeiro de 1862. (*)
O presidente da provjAia, usando da allribui-
cao que Ihe coofere o T0 do art. 211 do regu-
lanieolo n. 120 de 31 de Janeiro de 1812, deter-
mina que as subslituiges dos jiiizes de direito
das comarcas da proviocia se observe o se-
guiote :
Arl- i* 1. O juz de direito da primeira
vara da comarca da capital ser substituido :
primeiro, pelo juz municipal de Olinda ; segun-
do, pelo da primeira vara ; terceiro. pelo da se-
gunda vara ; quarto, pelo de Iguarass.
2. O juiz de direito da segunda vara ser
substituido : primeiro 7pelo juz municipal de
Olinda; segundo, pelo da segunda vara ; tercei-
ro, pelo da primeira vara ; quarto, pelo de Igua-
rass.
3. O mesmo joiz municipal ou supplente,
nao poder accumular duas varas de direito, e
passar a ultima que vagar ao juiz a quera lo-
car no seu impedimento e em quanto este durar.
Art. 2. O juiz de direito da comarca do Rio
Formoso ser substituido : primeiro pelo juiz mu-
nicipal do Rio Formoso ; segundo, pelo de Seri-
nhem ; terceiro, pelo de Barreiros.
Art. 3.* O juiz de direito da comarca de Santo
AntSo ser substituido : primeiro, pelo juiz mu-
nicipal de Santo Aoto; segundo, pelo da Es-
cida.
Art. 4. O jaiz de direito da comarca do Bo-
nito ter substituido : primeiro, pelo juiz muni-
cipal do Bonito ; segundo, pelo de Caruar.
Art. 5." O juiz de direito da comarca de Gara-
nhuns ser substituido : primeiro, pelo juiz mu-
nicipal de Garanhuns; segundo, pelo do Buique.
Art. 6. O juiz de direito da comarca do Bre-
jo ser substituido : primeiro, pelo juiz munici-
pal do Brejo ; segundo, pelo de Cimbres.
Art. 7. O juiz de direito da comarcado Flo-
res ser substituido : primeiro, pelo juiz muni-
cipal de Villa-Bella ; segundo, pelo de Iogazeira ;
terceiro, pelo de Flores quando for creado o lu-
gar por decreto.
Art. 8. O juiz de direito da comarca da Boa-
Vista ser substituido : primeiro, pelo juiz mu-
nicipal da Boa-Vista ; segundo, pelo de Cabrob
terceiro, pelo do Ouricury ; quarto, pelo do Ex
quando for creado o lugar por decreto.
Art. 9." Os juizes de direito das comarcas do
Cabo, Pao d'Alho, Nazireth, Goianna, Limoeiro e
Tacarat serao substituidos pelos respectivos jui-
zes municipaes.
ArU 10. Os juizes de direito na falta dos jui-
xes municipaes sero substituidos pelos supplen-
tes destet, observand-se nao s a ordem em
que os ditos juizes municipios se achara desig-
nados para a substituica o, como tambem aquella
em que esto os supplicaotes as listas de suas
nomeaces.
Expediente do dia 89 de Janeiro de
1SCS.
Officio ao Exm. brigadeiro commanlsnte das
aris. Sirva-se V. Exc. de informar se foram
alistados para o aervico do exercito, os seis re-
cretas a que alludem os inclusos papis, que me
sero devolvidos.
ao mesmo. Cora copia da informago
do inspector da thesouraria de fizeoda de 25 do
correte, remello incluso o requerimenio que me
enderecou ocapito Luiz de Franga deCarvalho
afim de que V. Exc. faga cooslar a exigencia coo-
lida na mesma informago.
Dito ao mesmo. Devolvo V. Exc. o reque-
rimento do capito Luiz de Franga de Carviiho
a que allude o seu olicio o. 151 de 23 do cor-
rele, aflrn de que teja satisfeita a exigencia do
iospector da thesouraria de fazenda cooslante da
informaco por copia inclusa.
Dito ao mesmo. Queira V. Exc. ioformar
acerca do pagamento que sollicita o Dr. chefe de
policia no officio, que aqui ajunlo acompanhado
ormacao da thesouraria de fazenda, addic-
indo V. Exc. oa esclarecimentos precisos.
Dr. chefe de polica. Para ser tomada
eragao a materia do seu officio n. 139,
i correte, faz-se necesaario que V. S.
livo delegado un orgamento do
que precisa a cada do termo de Cimbres.
oandante superior do Bonito.
r V. S. com referencia a sua
1 de dezembro ultimo para que
fac, ilferes Uaooel Quirino de Torres,
file competente para connecer da
com omluio do 9 3.* do art.
da de novo publicada.
regularidade ou irregularidade com que fora pre-
so pelo subdelegado de Grvala o guarda nacional
Antonio Jos {de Mello, e manda-lo por em li-
berdade.
Dito ao iospector da thesouraria de fazenda.
Em vista dos inclusos documentos, que me fo-
ram remanidos pelo director das obras militares
com o officio de 23 do corrente sob n. 13, mande
V.S.
quantia del85j940 rs., que "te"mi direito por lia-
ver concertado, caiado e pintado as compaohias
destinadas para enfermaras no quartel do 10
bataihao de iofantaria, e bem assim a enfermarla
do hospital militar e o quarto do respectivo por-
teiro. r r
Dito
magea exigidas por circular de 12 de julho ulti-
mo, junta por copia.
lguees aos juizes de direito da segunda rara
desta cidade e da comarca de Tacarat.
Dito ao Dr. Jos Josquim Firmino.De pos-
se de seus officios, da lados de 25 e 26 des-
le mez, e scienle do que nelles expde acerca do
progresso da epidemia nessa cidade, tenho a re-
?*li"4or.JniSn Pereir_a de. Alcntara do O' a j commendar-lha que auxiliado pelas maia autori-
dades, e com os recursos sua disposigo, pro-
cure combiier activamente o mal, e evitar os
seus mais fuoestos effeitos.
E' para lamentara pouca dedicago que me diz
Vmc. haver da parte da populago dessa cidade,
e anda das pessoas mais abastadas na prestago
dos meios para soccorrer aos indigentes esperan-
do que ludo absolutamente parta do governo que
eotendem dever pagar por pregos exorbitantes os
mais osignicantes servigos que se fazem neces-
sarios.
O governo nao declina a obrigacao de velar
cuidadosameote em favor das classes desvalidas,
e as suas providencias nao se tem feito esperar.
Nao tenho a menor duvida em autorisar as
despezas que absoluta e vigorosamente for oc-
correndo se tornarem indispensavels ; mas era
ao mesmo. A' vista do pedido e de-
monsiragao que aqui ajunto, mande V. S. adian-
ler ao almoxarife do hospital militar um cont
de res para occorrer s despezas daquelle eela-
belecimento na primeira quinzena do'mez de fe-
vereiro prximo vindouro. Communicoa-se ao
brigadeiro coramandante das armas.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Quando for requerido pelas parles ioteressadas,
mande V. S. processar para ser paga, logo que
houver quota, e nos termos de meu officio de 10
Tiveram commutago de penas .
Antonio Francisco de Oliveira, em gales perpe-
cipe consorte passiva iocommodado. Apresenta-
uZTndi7nK"S d? I?1*"' 8ComPDh1>* ** ;--------- .---. .... a.esperpe-
u12 n. 2 a Ker"'vNo P"e'"s das nao tuas, a de morte que lhe lora imposta pelo jury
Ka nii?m. .? ?* uns da ultima esaaoa, os mdicos assistentes e
as pessoas juntas corte comegaram a receiar da
molestia. K evidente qua, mesmo sem se consi-
derar perigosa, ,seodo urna doenga debilitante,
obrigava o principe, pelo menos a que nao sahis-
Maooel Jos Nunes, era 1009 para o Imperial
Iostituito dos Meninos Cegos, a do 15 dias de pri-
sao a que foi coodemnido pelo subdelegado de
S. Joao Baplista de Nova-Friburgo.
Beiisario, oscravo. em gales perpetus, a de
iiShita^11 dizer-se que se nao ] morte que'lhe foro"iVposta pelo Tury do lerm
??.pa!I'-0Ab0_V a,8um quesera necessidade fosse de Uberaba. era Minas Geraes.
o qoal lhe foi pacifiejnesita ro-
Izidro, escravo, em gales perpetuas, a de mor-
te a que fora condemnado pelo jury de Seri-
nhem.
de dezembro ultimo, a divida de exercicio (lodo ] vista do estado de deficiencia dos cofres pblicos
*Jm_p.orlanc,a.de7.36170 constante dos do- e da crise floanceira que pesa sobre o paiz, nao
cumentos que devolvo, e a que se refere a sua
loformago de 16 do citado mez de dezembro, sob
o. 1209, relativos
posso deixar de exigir a mais severa economa e
todo escrpulo na applicago dos fundos, postos
aos venciroentos dos guardas disposiglo das autoridades locses, tanto t
nacionaes destacados na villa de Cabrob a contar porque sendo muito de receiar
de 4 de setembro at 31 deoutubro de 1860.
que a epidemia
se generalise por toda a provincia, tornando-se
jtHn..?? Aopratico da costaJoao por isso necossario que se distribuamsoccorros
Si^lSSfS* 1u.ese.colra' por 300000 por outroS^onlos nao possivel que s para essa
manda V S li.'n0"1" de gu-e"' amonte cmate* se faga o avullado dispendio que allu-
1%* adiantar com urgencia a quantia de de Vmc. em um dos seus officios.
iujj rs. por coota da sua soldada.
Dito ao mesmo. Raspn Jendo ao officio que
1 -o6 <,irigio era 3(* de dezembro ultimo sob
o. 1.259. teohe a dizer quena secretaris da
sideocia
pre-
consta apenas de um officio do major
andante do corpo de guarnigao desta pro-
Confio, pois, de seu zelo, intelligencia e sent-
mentos de humanidade, que a par dos servigos
que prestar nesta quadra ter Vmc. multo em
vista o que venho de ponderar ; e communique
frequenlemenle o que for occorreodo.
Dito ao juiz de paz da freguezia de Santa Ma-
o fcfr'J i ,comms1ante *** "as, que rii da Boa-vista Luiz de Carvalho Brando.-De-
V.'Jaai quini Lu" de Sou"' por nu claro a Vmc. em resposta ao seu officio de 15 de
innhT.u: IS. C0Dau"0 2*" ser entregue dezembro ultimo, que no impedimento por sus-
aqnetle mejor, dra na cidade de Maceio ao alie- peica> de todos os juizes de paz de um districto
o mesmo corpo, Beroardino | devem as partea recorrer ao juizo de paz do dis-
tricld mais vizinho, como se acha declarado por
mestre
Candido de Araujo a quantia de"5l9#S00 rs.
Sfi* 5a8l.ment0 do8 offlciaes qoe regressarem da
villa de Tacaral para esta capital a reunirem-se
aos batalhoes a que pertenciam.
Dito ao mesmo. Ao V lente da armada,
redro Lopes da Conceigo, promovido por decre-
o de 2 de dezembro ultimo, mande V. S. adian-
lar a importancia de tres mezes desold para lhe
ser descontada na forma da le.
Dito ao mesmo. Communico a V. S que foi
admitlido ao sern'go do hospital militar em 28 do
corrente, na qualidade de ajudante do enfermei-
ro, o paizaoo Lioo Jos dos Santos.
Dito ao mesmo.Restituo V. S. os documen-
tos que vieram annexos sua informago de 20
de dezembro ultimo sob n. I28, relativos aos
viicimeotos da escolta de guardas nacionaes,
quo conduzo recrutas da villa de Flores para es-
la capital a contar do Io de junho at 21 de julho
do anno prximo dasado, atlm de que mande pa-
gar aos negociantes Aikdrade & Reg, cooforme
requisitou o commandante superior iolerino da-
quella comarca,
de dezem
ao mez de julho, fazendo processar a do mez de
junho por ser paga quando houver quota, por
pertencer ao exercicio j' .icerrado. .
Dito ao iospector da i.^souraria provincial.
Declaro a V. S., em additamento ao meu officio
aviso de 3 de agosio de 1835 e outras decises do
governo imperial.
Dito ao juiz municipal da Ia vara desta cidade.
Em vista do que Vmc. expoz em sua informa-
gao datada.de 25 do correte -com referencia ao
requerimento do sentenciado Flix de Araujo
Lins, tenho a recommendar-lhe o flel cumpn-
do que ordenei a esse juizo em officio de 16 de
setembro ultimo constante da copia junta.
Dito ao delegado de Nazaretb. Inteirado do
conteudo do seu officio de 25 do corrente e lison-
geatido-me cora a noticia da declinago da epi-
demia era S. Vicente, resolv, tendo em vista as
comtfriunicages dahi recebidas, e a ecooomia dos
dioholros pblicos dar por fiada a commisaao dos
medi|os enesrregados do tratamentodos indigen-
tes nerse termo, rrcommendando todava Vmct
que continu a ter todi Vactivlrfade em soccor-
rer, animara populago e commuoicar-me o que
a respeito for oecorrendo.
Dilo ao delegado de Igusrsss.Inteirsdo pe-
los seus officios de 27 e 28 do corrente, de se te-
Por decreto de 18 do corrente foram nomeados :
O ocommeodador Manoel de Araojo Porto-Ale-
gre, membro da coramisso encarregada de re-
presentar o Imperio do Brasil oa exposico uni-
versal de Londres..
O conselhelro Jos Pedro Dias de Carvalho, ba-
cnarel, Antonio DiasCoelho Nello dos Res e Jos
Pereira de Faro, membros do conselho fiscal do
receios ( Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, em
eranecessano dar parte substituigo aos finados baro do Campo Bello
veador Cimillo Jos Pereira de Faro e bsro do'
Paty do Alferes.
O major Aolooio Jos Fernandes de Barros
membro da directora do Imperial Instituto Ser-
gipsuo de Agricultura, em substltuico do Dr.
pessoas vindas de Nosss Senhora do O, tenho a
dizor-lhe que faga empregsr no tratamento dos
indigentes a ambulancia que para ahi havia eu
previamente remettido, envidando seus esforgos
de 2 do corrente, que'a'qualiIiVVe^lTWOoTr ^TJ^ZOSl"'?0 8e proPaf. commuoican-
de>pendida no mez de outubro do anno oroximo : 1,7^ medlVsm/nle aZ ?lle e generalisar,
passsdo com o sustento do.presos oob?p! d I "^ 1ue nesta dala officio acamara desse
deve Lr^^0n:!\?.^!m^?c,P10 P'ra.P""dencar sobre os enterra-
Jos Meodes Bastos
quira Aotunes da Sil
n&'ii!?!?1* ftt.a' h,T" s'd0, 8US'enlado por desse mesmo"'se aaperaVMae, deMnTsMdo da ia74
SS^tSsTiSS^tSSn a-defahir graduaN POleDCia de Ur,lui"- de 'erdadeira siluago
mente Erara quatro horas e meia da tarde quau- pareca nao fffS!ri?-oTr..".a-.-Trrs,-0.-"i.'
iOJthiU^-mmm auouociando que o enfermo sem t9mMe^SSeTX^SLS!TuSS
fW achava eiS el^ado^lieo. Desde entao perde- contrarias--- ap8ni3 Se aPr0Xlme evaerg^a%eS"D^ Dias abafado
os l^BSSft^!Si^!M^?, V pr,DC'P10 de revolugo no sentido de Buenos-
a. m que' se doeole chegasse at o Ayres, mandando
da segrate havia todas as probabilidades de ser
salvo. Mas o repentino decahimeoto das forgas
toda?rPe.nfrnrd.8 d'*eSSe dia S'* l." fruslrou que 86 de,ia ach" J* ** Mendoa," dood "o co"-
e luo de con?". ;,^ChDge,l-a0 i"" PUlm68' r0Del Videla- "" ^eralisla. converlendo-se
aodon hunSao, fez com que a repentinamente a causa triumphanle, expulsara
iragao do principe se tornasse da vez mais Nazar, que fugira para o Chile. Videla comtudo
a expirar pacificamente noioapirava conflanga, eem officio datado anda
u'VVutTuXra1 "*,*? -pp^tnme^oSci^ bro o
V eo?orPmeCrUequdi0.itouao" < %&? *"* ^ primeir0 -- ~ '-
chefe de policia em officio de 12 de ovembro
sob n. 1137.
Dito ao iospector do arsenal de marioha.D
y. S. as providencias necessarias par que um
dos Africanos iivres existentes nesse arsenal v
servir na reparligao da policia em substituirn ,, SJT""S7 uus oau"" r(,ea> qaa ,enao 9e8u
colher a enfermara, vislo achar-sedoeote, como
declarou chete de policia, em officio de 28 do
correte.Communicou-se ao Dr. chefe de po-
lica. K
Dito ao engenheiro fiscal da estrada de ferro.
Communico Vmc. que, segundo me consta
de aviso di repartigo da agricultura, commercio
e obras publicas, de 11 do correte,* 'overno
imperial conforroou-se com as alter. s orde-
nadas por esta presidencia, no contrate elebrado
pela compaohia da estrada de ferro e aieuos ne-
gociantes desta praga, para o transpore entre a
estagao das Cinco Ponas e o bairro flo Becife,
dos gneros cooduzidos pela mesma estrada, alm
de dar gsranli.s aos donos dos ditos gneros.
Commuoicou-ae ao Sr. A. E. H.Braraah.
Dilo ao provedor interino da Santa Casa da Mi-
sericordia. Haja Vmc. de remetter-me os no-
mes dos orphaos fllhos de Antonio Joaquim Pe-
reira, que falleceu do cholera-morbus. no hos-
pital Pedro II.
Dito ao conselho administrativo. Autoriso o
conselho administrativo comprar, parMorneci-
mento da pharmacia do hospital milita'T os me-
dicamentos e mais objectos mencionados na in-
clusa relago,
Dito acamara municipal do Recife.Remello
incluso por copia o officio que me dirigi o vi-
gano da freguezia dos Afogados, em 24 do cor-
rele, afim Hh ve a cmara municipal desta ci-
dade. lomando em consideraco o que elle expoz
providencie, como julgar conveniente.
Dito mesma. Remeti cmara municipal
do Recife, afim deque tome oa devida conside-
rago. na parle que lhe toca, as inclusas copias
dos officios dirigidos ao Dr. chefe de policia pelo
Dr. Jos Sergio Ferreira, medico encarregado do
segundo districto da freguezia da Boa-Vista, re-
lativameoto ao mo estado dos quintaes das casas
pertencentes aquello districlo.
Dito ao juiz de direito de Nazaretb.Acensan-
do a recepgo dos offltioj de 26 desle mez, em
que Vmc. transmitte-me a agrsdavel noticia de
que declina conslderavelmeote a epidemia rei-
nante em S. Vicente e circumviainhangas, mani-
festaodo-se em outros lugares com carcter be-
nigno e pouco assustador, cabe-rae declarar-lhe
em resposta, que d Vmc por inda a commisso
dos mdicos incumbidos de curar aquello mal
nessa comarca, assegurando-lhes que sero oo-
vamente utilisados os seus servigos se recrudes-
eeodo a epidemia nos pontos j infeccionados,
ou localnando-se em outros lugares maisou me-
nos importantes e populosos, forem aioda pre-
Sorovefl.8rOCC.0r'0a de 4ua ,arle- 1uo Dl Pderao
a?.nrt2.5L tm* PPula5o dessimioada em
lera sido grave e intanso. '
clu\Ze*[L6"O!a*{[ltt Pela imperiosa ne-
VnJ e4*T?. "*0' dDheiro Pblicos.
Vmc porm, facilitar aos pobres que os pro-
curaremos remedios ah existenles e mesmo das
boiicas dessa cidade, de que possam precisar oa-
ra.?_f?u,tra-Umen'0 C0l>'to* aioda a ter toda
af na dillfibu,?a'' loa soccorros, e a pro-
videnciar em todo mais como as circunstancias o
exigirem.
Dilo ao juir de direito de Goianna.-Haja V
de remetter-me com toda a urgencia, aa info
Dito ao delegado de Goianna. Remelta-me
Vmc. com a possivel brevidade, acompanhada de
participago oificiat certido de bito do cabo de
esquadra da companhia fixa de cavallaria Her-
mugeaes dos Santos Paes, que tende seguido em
diligencia para a povoago de. Cr
haver fallecido do cholera-morbus.
consta
Dito ao subdelegado de Grvala.Com a copia
do que nesta data dirijo ao coramandante supe-
rior da guarda nacional do Bonito, respondo ao
seu officio de 8 de ovembro ultimo relativamente
a pnso da guarda Antooio Jos de Mello
Dito a cmara muoicipal de Iguarass.Cons-
? 22 "'LP/rticipages do delegado desse termo
de 1 e 28 do corrente, que se maoifeslou o cho-
lera-morbus no lugar Itabalinga, onde nao ha ce-
miterio, recommendo a cmara muoicipal de
Iguarass, que haja de providenciar para que all
e em outras localidades, onde forem necessarios
hajam cemiteno* destinados aos enterramentos
dos que infelizmente fallecerera daquella epide-
mia, empregando seus esforgos para que ella nao
se propague e seja efficazmente combatida, como
convm.
Dito ao gerente da companhia pernambucana.
fode Vmc. fazer seguir para os portos de seus
destinos os vapores Persinunga e Jouar das e horss indicadas em seu officio de hontem.
Portara.O presidente da proviocia altenden-
do ao que expoz o iospector da thesouraria pro-
vincial em officio' de 22 do correte sob n. 40
!no TVbor!,LUra-Credtl0SUPP|en)enlar Da impor-
tancia de 921, nao s para completar a quantia
precisa para o pagamento da despeza que se fez
no trimestre de outubro s dezembro do anno pr-
ximo lindo com o sustento dos presos pobres da
cadea do Limoeiro, mas tambem para occorrer-
se a igual despeza no restante do corrente exer-
cicio. Remelteu-se copia a thesouraria provin-
cial. r
Dita.O presidente da provincia attendendo ao
que requeren o professor publico da cadeira do
curso commercial pernambucano Dr. Manoel de
*igueiroa Fana, resol ve conceder-lhe um mez
de licenga com ordenado para tratar de aua sau-
de.Communicou-se ao director geral da ina-
truegao publica.
Despachos do dia 89 de Janeiro.
Requerimentos.
Antonio Soares de Carvalho. Ioforme o Sr
capitao do porto.
Bartholomeu Francisco de Souaa. -Informeo
br. iospector ds thesouraria provincial.
Joo Salvador dos Santos.Informe o Sr. Dr
juiz de direito da comarca de Caruar.
Joaquim Antonio da Silva.-Como reqner.
Joaquim Ferreira de Araujo Guimares. In-
forme o Sr. Dr. chefe de policia.
Luiz Antonio de Siqueira.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Manoel Sergio de Freitas.Informe o Sr. Dr
director geral da iostruegao publica.
Tenente Pedro Lopea da CoDceijo-Driia^e
a thesouraria de fazenda.
Dr. Tristo de Aleocar
taria prorogando a liceo
15 dias.
[or
assustara rainha ou o publico, S na quarta-fei-
ra. quando a febre tomou a cabega ao doente e
que este se achava muilo fraco, que se publi-
cou o prmeiro boletim e aioda assim dizendo-se
que os symptomas nao eram desfavoraveis. Em
resumo, considerou-se a molestia como um caso
ordinario, posto que forte, de febre gstrica, da
qual havia as man bem fundadas esperangas de
que se curara urna pessoa da edade e com aa
forgas do principe, auxiliado pelo cuidado dos
primeiros mdicos do paiz, e por isso a rotina
usual da corte em nada se alterou, e posto que,
como j dissemos, houvesse bastantes
entendeu se que nao era nei
rainha de laes apprehenses.
t Comtudo, julgamos que o proprio principe
leve a conviegau de que o seu Ora eslava chega-
do. Percebeu-se quo a recente morte de seu p-
rente, o re de Portugal, por urna molestia sim-
u'Vt'JlUiT Sb.we e,le uma iofluenci fu-! Jos Cuperlio de Oliveira sm'o'sio'TJoi Ma-
ri. haaEm qU8 "Smentasse os progressos | noel de Souza Pinto thesoureiro deste ultimo es-
as aoengs. tabelecimento.
a Uiz-se que logo na quarta feira de manha o _______
v'K ma,fe5tr,a a conviegao em que se acha- Por decretos de 15 do correte :
nhuma,?i.r,.rfnhl r"ru- .NJ ^l" feira De" Foi oeado chefe desecgo da thesouraria de
Mita^ahi^ do Paran o 1" escripturario da mesma
sexta sanio a rainha. oao havendo at eoiao a me- Porfirio Aurelio de Mariz Noaueira.
Por3nUaieHnPt:rg(>umme.(,at0- ,u ,F"a "movidos, o ajudante do inspector da
rio Tnti? lM8g6"fde recolheu a pala- alfandega de Porto-Alegre Antonio Maria lrich,
' J? ""Ole tinha as extremidades irlas, to para a do Rio Grande do Sul, e o desta. Bernar-
repenuno hsvia sido o novo accesso da molestia. dio Teixoira da Silva, para a de Porto-Aleare
\._?D ao. ?ue_e publicou o assustador boletim ambos no mesmo emprego.
Foi aposentado, por decreto de 11, no logar de
thesoureiro da thesouraria de fazenda das Ala-
gdas, Francisco Dias Cabral.
-23
Eotrou hontem do Rio da Prata o paquete fran-
cez Sainlonge, cora datas de Buenos-Ayres at
16 e Montevideo 17 do correte.
Nenhum auccesso de grande alcance occorrera
na repblica argentina, ondeas cousas continua-
do sexta feira. Desde aquelle momento o extado
do principe toroou-se extremamente perigoso.
Na sexta -feira de tarde julgou -se que nao che-
gana at ao outro dia, e o principe de Galles, que
havia sido chamado de Cambridge pelo telegra-
pno, chegou a palacio pelas 3 horas da manha
de sabbado em um Irem especial.
O priocepe contiouou a passar muito mal to-
da a ooite, porm na tarde de sabbado
mentou
espen-
ueniaUfnJgUa",,m^h(>r's; m" qae felumen- vam a marchar lenta, mas, ao que pareca, segu-
te naoioram mais do que essas falsas melhoras ramele para o triumpho completo das ideas sus-
quetaoias vezes precedem a morte ; comtudo, tesjladas por Buenos-Ayres.
uto deu grandes esperangas aos emioenles mdi-
cos assistentes e communicou-se ao publico to
depressa quanio foi possivel, o raio da esperanga
brilnou apenas para logo ser eclipsado. Peles 4
oras da tarde leve logar uma recabida e o prin-
cipe, que desle o mais forte accesso da sua do-
_ Ayres,
Broas aps oulras tioham adherido mesma
caun as provincias que compem a confederago,
sendo S. Juan e Rioja, sem fallar de Entre-Ros,
as nicas de que aioda alguma cousa se receia-
va. Governava nesta ultima Penalosa, dedicado
de corpo e alma ao systema antigo ; comtudo.
arcabuzar crescido numero de
prisiooeiros contava-se porm quo tambem esse
forgas submetteria apenas all chegasse o coronel Rivas
-, ... au
iraca e amiudada.
va o,^Ln idosuVS&S! onze.hras-( Conserva- de S. Luiz. 30 de dezembro, particip.va o coronel
momemto C0Dneceu a ""> o ultimo Rivas ao general Mitre que ia prover ao governo
., daauella orovincia.
[Jornal do Commercio de Lisboa.}
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO,
22 de Janeiro de 1862.
Foram reconduzidos :
O bacharel Joo Pedro de Azevedo Segurado,
no lugar de juiz municipal da provincia de S.
1 fl U 1 ).
quella provincia.
Em Salta e Catamsrca dominava ainda o par-
tido federalista as pessoas de Tood e Navarro ;
comtudo afflrmam os peridicos de Bueoos-Ayres
de 16 que j ambos se haviam offerecido nao s
a esposar a nova causa, mas at a fazer sahir das
provincias que governam os homens de opioies
adversas. Tanto se tem mostrado naquelles pai-
zes os priocipaes caudilhos mais aferrados s po-
sigoes officiaes e aos interesses pessoaes do que
s ideas1
Para a provincia de Santa-F nomeou o gene-
0 bacharel Jos Caetaoo dos Sinlos, no de juiz I?1 Mllre Roternsdor provisorio D. Domingos
municipal da 3a vara da corte.? Crespo, cujos ministros sao D. Joaquim Granel e
O bacharel Jos Alves dos Santos, no do termo D'Q'"lw del Valle,
de Casa Branca, em S. Paulo. L<>bge de mostrar-se rescentido pels tomada
O bacharel Francisco Googalves Martins, no do da sua os1adra, humilhava-se Urquiza cada vez
da 1* vara da capital da Baha. Parecendo disposto a estar por ludo, com
laDto que o deixassem continuar a governar tran-
Ayres de Freitas Albu- 1B'llamente na sua provincia.
querque, juiz de direito |da comarca do Ip no' Kra esle porm o ponto difficil, como os leito-
Cear. para a de Ipuape, em S. Paulo. .res Terao na carta d0 noo correspondente, onde
O bacharel Pedro de Albuquerque Autran juiz eocon'"ro esclarecimentos nao s a respeito
municipal do termo de S. Jos do Norte, d Rio esta 1uesl. mas tambem sobre outros factos de
Grande do Sul, para o de Ip, no Cear. a oedi- m.eDOr circumalancia occorridos as diversas pro-
Ha fAandn n<*. ntl'.i._ I Vln.isa
Foram removidos
O bacharel Hugulioo
lou um protesto,
cebido.
iUn.^nhava"' nS lug,r >nto-wtel FnK-
m.n,tee,da Fonl. ^"riop4ttte*
major Mello, e que com ello nutria indisoooi-
goes, segundo dos aOirmam.
Aquelle major o maia um oa dous eoeapa-
nheiros acbaodo-se em freole i casa onde gu-
ra hospedado o tenante-coronel Fructuoso, tro-
varan) couversaco com osa amigo deste. rasas
garam a injuria-lo e dispararan* alguna tira* osa
direegao casa, sen que felizmentaprodoxis-
seo damoo algum.
Retiraram-se depois para a taveroa do asa
Aliemao de nome Henrlque, oode so achavasa
alojados, o dahi voltou ao masmo ponto o maior
com mais quinte ou viole individuos. A' Meto
da essa eslava o le nenie-coronel Fructuoso coa)
mais qualro pessoas : apearam-se aquellos, esc
grodindo a estes travou-se uma lula deaigaal
encarnigada, da qual resultoa a aaorte do teaeMt
coronel Fructuoso e a de seu lio o alteros Ma
noel Jos o.. Footoura, fiesndo foridoo grsvemoo-
le Candido Martina, e levemente o espido Mi-
guel Candido da Trindade e Joaquim Aateoio
Bitancourt, que o acompanbaram nessa heroica
06l6f 8a
a Nao se retirou porm completa a borda dos
assassinos : Jaciolho Antonio de Oliveira Mello
irroao do major, o um indio de nomo Mariano'
ucaram tambem morios oo lugar do conflicto.
O subdelegado de policia comparecen logo
ao lugar e tomou providencias para captarar oo
criminosos, que conseguirn! relirar-se ama-
dos para uma estancia perteocenle aoaea chefe.
Hoje registramos esto facto, qaa desgraca-
d ament nao o primeiro na provincia.
O iofeliz teoenle-corooel Fructuoso nao o
primeiro homem importante do um partido vic-
tima do triumpho eleiloral da aaa parciali-
dade. / r
Se a maia severa juslica nio cahir sobro o ca-
bega dos criminosos, sea impunidade coolioaar
a acorogoar to horriveis altentados, amaobaa o
que ser de nos ? I O crep da viuvez e da or-
phandade cobre hoje duas familias, que praza a
neos busquem uoicamenie na resiznacao reli-
giosa um lenitivo aua dr.
c Sabemos que o governo da proviocia expo-
dio ordem para que seja postada oo .- .
crime uma forja de lioha. o Kmu-VoS,.
do SrTUchefeSSraTMdaacU,dada e WlH-cfa
aeuresforco.. T "* B, 0M
dados vlll*; Preciso que elles ao aso saeaa-
luac. m' S T'i' ,nboa" fl" "* a
{.-- ',*ie se lembrem de hontem, qae ao len-
w-ue hoje e que se leabrem de aaaaabia.
O Correio do Sul da mesma dala diz :
Temos a regislar maia um asoaaoioalo.
lomos a lamentar maia um crine aem o ana
No dia 25 do passado foi brbaramente sa-
sasslnado no povo de S. Luiz o bravo lente-
oronel Fructuoso Borges di Silva Footoora o
o sexagenario alferes Maooel Jos do
a sua remogo para o de
aripe. Passe por-
do supplicaote por
De um
dezembro
principo Alb
aajjiaterra.
Times, de seguoda-feira 16
ote, acerca do fallecimeoto
o. extrahimos o .aeguinle: k
Havia j prximamentedoze dias une o pria-
do, fiesndo sem effelto
Cabrob.
Foram nomeados :
Juiz do direito da comarca de Ip, no Cear. o
juiz municipal da 3a vara da capital da Baha An-
tonio Luiz Affonso de Carvalho.
Juiz municipal da 3 vara da capital da Baha,
o bacharel Manoel Vieira Tosa.
Dito do termo de Piraliny, do Rio-Grande do
Sul o bacharel Salusliano Orlando de Araujo
Costa, ficaodo sem effeito a sua nomeacao para
os termos do Principe eAcary, do Rio-Gr'ande do
Norte.
Dito dos do Principe e Acary, o bacharel Pau-
lino Ferreira da Silva.
Dito do de Queluz, em Minas-Geraes, o bacha-
rel Jos Carlos de Borba.
Dito do de Caoind. no Cear, o bacharel Her-
culano de Araujo Salles.
Dito do de Buique, em Pernambuco, o bacha-
rel Agoello Jos Gonzaga.
Dito dos de Principe Imperial, Marvao e Inde-
peodencu. no Piauhy, o bacharel Leocadio de
Aodrade Pessos.
Dito dos de S. Bernardo do Brejo e Totoya, no
Maranho. o bacharel Jos Belizario Henriques
da Gunha. '
Dilo do de Itaqui, no Rio-Grande do Sul, o ba-
charel Joaquim do Nascimento Costa da Cunha
Lima.
Dito do de Braganga, no Para, o bacharel Io-
nocencio Pinheiro Correia.
Partidor e contador do termo de S. Francisco,
Baha Manoel Antoqio Redngu.^ ^opes.
Partidor e diatribudoc do mesmo termo, Jos
Izidro dos Santos. "fl
Tabellio e escrivo do cirel o crime de S. Bor-
ja, oo Rio-Grande do Sul. Laurentino Pinto de
Araujo Corris.
Foi aceita a desistencia que fez Antooio Gon-
galves de Abreu da serventa'vitalicia dos officios
de 1 tabellio e escrivo de orphlos e annexos
do termo de Santa Cruz da Barra do
Maranho.
Teve as honras de major o ea
n. 29 da provincia Rio do Jane
reir de S.
Foi promovido ao posto de teente-coronel
comm.ndaote do bataihao n. 6ida guarda nacio-
nal da provincia de Minae-CeHi o major Ovidio
Cesar Piolo da gonha.
Foram r "
na
Corda, no
o do bataihao
cisco Pe-
-coronel, o majo
icia do Rio "
ffSW
guar-
Do-
capio da do Espirito San-
Bram e Silva,
MUTiLAJVil
vtnciaa,
Dizia-se qae Mitre enviara Urquiza um ulti-
mtum prescrevendo-lhe prazo curio para renun-
ciar o governo, se nao queria ver invadida a sua
provincia, o que era para esta expedigo que o
exercito porteoho aquartelado no Rosario secon-
servaya prompto primeira voz. Entretanto nada
pareca dar consistencia a este boato, e a 14 che-
gra o mesmo Mitre a Bueoos-Ayres, onde no
da 16 se faziam preparativos para festejar a volta
da guarda naciooal esperada tarde.
No estado orieotal era profunda a paz, e ne-
nhum indicio fazia por ora receiar que ella fosse
turbada.
O governo, apezar deaperceber-se militarmen-
te para qualquer eventualidade, procurava atlen-
der As necessidades do paiz, merecendo-lhe es-
pecial cuidado a emigrago, como meio de pro-
mover a qual ordenara por circular de 30 de de-
zembro aos seus cnsules nos paizes estraogeiros
que vizassem gratuitamente os passaportes aos
eraigraotes pobres e trabalhadores que se dirigis-
sem aquella repblica.
Era grande a aecca na campanha oriental.
Por decreto de 13 do correle foi concedida ao
seguodo cirurgio do corpo de saude da armada,
Dr. Antonio Salustiano do Nascimento Viaona, a
demisso que pedir do strvico.
-24-
Pelo vapor Apa. entrado hontem dos porlos do
sul. recebemos datas de Porto-Alegre at 17, do
Rio-Grand at 18 e de Santa Catharina at 21
do correle.
A noticia de maior vulto que temos que dar
daquella parte do imperio infelizmente das mais
coninstadoras. O acootecimenlo importa nada
menos do que a reproducgSo das sceoas de san-
f2i!,U|en,ul,ra,n a Cchoeira oas eleigoes de
1860. Fassou-se no povo de S. Luiz, termo de
b. Dorja em Missoes. e narrado pelas folhas de
I orto-Alegre nos seguiotes termos :
Diz a Ordem de 8 :
a*H,0,iB0.,ic,rtu,m graTe contecimenlo que
S i Si, n}a,arde dec23 d0 Psdo no districto de
fnrm.lA"1"0 ^ 5" BrJ8' dtfodO-nOS s lo-
obto" e"e al agora Pude,no
T1nha-se procedido i eleigio de eleitores
5ro de8W,ni,uUt<,i f qU8 D"ra em de"*
0 proceeoo da jLeicjs correr pacificamente.
i cJaia, a parcialidade di-
rigida pelo Sr. Dr. Pioheiro MachsWi abstendo-
se doooncorrer aa urnas a parcialidade oppoaWt
dirigida pelo major Jlo Joade Mello, qu.-tn-
trelanto,.iveio mais tarde pirocbia e apreaea-
seu ,'tio .
Fontoura.
Assassioou-os o major Joo Jos do Mello
hornera influente e poderoso da localidode, chelo'
de partido, e oppositor encaroigado do Sr. Dr.
l'inheiroeseus amigos.
Porque foi essa morte?
Qual pode haver sido a canoa qae a deterai-
liSSSQ i
E' o mysterio que esti ainda oas mos da
jusuga, e que nao esperamos que osla desaae-
CoTC
Eotre o finado teoente-corooel Fructuoso
o assassioo andava uma quealo odiosa oor da-
vidas a respeilo de nm campo.
Ficaya este liodeiro fazenda do teoeato-
coronel Fructuoso, e partencia a usa a a ico o
companheiro deste. Um aggregado. qae abi U-
nha residencia com liceoga do dono qolx coa-
verter aquella em posse valida, o esta osa ara-
pnedade legal, legilimando-a peraote o ioiz cosa-
missarr da villa de S. Borja.
a O Sr. Fructuoso oppoz-se, e desde esse lem-
po malquistou-se cora seu assassioo o con Miran
pessoas de S. Borja, conselheiras e protectoras
da usurpagao que aquelle impeda, e de maia i
mais influentes e directores polticos do partid*
que elle combata. r
Ha alguos mezes foi iovadida ama noito a
sua casa do Prap, a lempo qae a liaba ello
deixado, em viagem para a Cacboeira. Na a
outros jornaes da cidade demos ooticia do acon-
tecimeoto ; mas a policia local parece haver-lh*
perdido fcilmente a pista, o nanea se deeeoerto
aocertoquem fossem os autores de semclhanto
alternado.
Entretanto o Sr. teneote-corooel Practaaa
resolver mudar-se para Cachoolro. A m
que ali eslava soffrendo a s.a f.oiilia. .Ta!>i!
dado que cobnra oa assassinos do infeliz Foo-
toura as ameagaa que sofria o brgadelro Porti-
nho, aconselharam-lhe essa resolugao, afim da
vir collocar soa influencia petaoal o o sea ores-
ligio entre a prosecugo deaaa guerra o o aoit
dos seus amigos e prenles. ^
Seguio psra Pirap a esses preparo*.-------
todo o mez que vem divla-se
choeira.
a Tinha ido a S. Luiz fazer aa suas despedida*
passar a.testa com uma sobrinba, nlha oa aaal-
fadado Fontoura, all ha pouco lempo estabolect-
da, e con correr com seu voto ao triumpho do cha-
pa de nosso prestante correligionario a amigo o
Sr. Dr. Pinheiro, as eleigoes que devism li lor
lugar no da 22 do passado, em aubstituicio dan
que tioham sido annulladaa pela cmaro dos So.
deputados.
A eleigio correr pacifica mente. Diasaalam
d.ssera-ae que teria de correr o sangos : ,,
Dr. Pinheiro. seu lrmio Josquim, o teaeaia-e*.
roael Fructuoso e outros tenam de p.cir
vid. um triumpho que era repulavaTn iataUi!
rol; porm, looge diaso, o processo eleilejca]
reu p acidamente ; e o major Mello nonTeTfSr.
disputar oas urnas. Conservara ae em cas.
de meia legua d.qoella freguezia. com \m fcS
grupo de gente armada, com qaem niaguen aa-
len1eu, e que l permaneca tranquilla.
No da 24, quando estavam-se apaada) aa
cdulas, eolrou pela povoago deatro o roferio
major. Seguia-o a gente que lioba coosorvad*
em cass, e dirigio-se frente della i igreja. AU
apeou-se elle s, e foi presentar mesa osa art
testo contra a validado das eleicoe qae eslavas
se ultimando.
< A mesa receben o protesto, e o major sabio-
do foi com a sua maloaa celebrar o feilo aa ta-
berna de um allemio, Reorique, alta na attasu
"braga da igreja, e frofiteira casa en ano
o teneote coronel Fructuoso
Ahi comecaram largas ilbsgoea alec-lice*. e-
tre-me.ad.s de tiros, cujaa balas totntiml*
vez cravarem-ae nos predio* qae lhe fieava
fronte, de maneira que o. anbad^J 7
<
ochar aa Ca-
lo.
Ib
go
vid
Sr. Antooio
intimar que
com que ho
eram el
subdelegado do dia
lo Ferreira, asaaa
nioanon o barbara W-
rett podido pe lafi
go para fra
arillo.
Aod1
eer no po
t O Sr.
aanal
'r, Pk
mmmma



DtAlIO DE PEBNAMBCO B FEVERE1R DE 18
=
' T l"
-fc-
X
xado, raimado-M para
idhereotes hevi
suas hiendas.
eneote coronel Fructuoso conversava ]
porta da cas em que a* achava hospedado, com
sea telho lio o Sr. Fontoura. .
A gente do mijor Hallo enlrou em aom de
guerra, armada como para ocia campanha, com
tercerolla e lance. Dirigio-se venda do allemao
SBorique, e, voltando aoa excelsos da veipera,
ase o major a nm fulano Rodrigues que vioha
adrede para ajustar contas coa a tentole-to'roael
F ructuoso.
Soube-o o fiscal Flgueirado, e (el ter com O
major dissuadfndo o de provocar qualquer con
fliclo ; mas como o nao alcanzaste, paasou aviso
o (mascado, que desgragadameote o laneeu ao
desprezo.
D'abi abocado eslava o major com um sea
cspesga, perorando a ca ral lo, 8 ou 10 pasaos lon-
go dotenente corooel Fructuoso, com um visinbo
ueste, um Sr. Braga, e jogando aquelle provoca-
ges e iosultos.
para que nio coollnuasae mata a respoata daquel-
le foi aiirar-se do cavalio abaixo, para metter
mi a armas.
Antes, porro, de haver posto p em trra a-
cha-se desarmado. O misero Fructuoso, tac gil
como valorlo, linha-lhe arrebatado a pistola ar-
rancando ao mesmo tempo a espada do indio que
acorapanhava o Helio.
O indio arrancou de ama tercerolla, e a en-
galilnava contra o Sr. Fructuoso, quando o velho
tio deata iotervinba a Uve tomava o instrumento
moriierq,daodo-lhe urna bofetada.
c Tudo isto fizera-ae com a rapidez do ralo :
oa aggreesores acbavam-se 4 raercfc do aggredido,
e podiam expiar o meditado intento a mos dos
offeodidos; porm ao contrario : o lente coro-
nel Fructuoso perteoce a mesma escola do briga-
deiro Porlinho; (ervia-lhe oae veias um saogue
muito generoao, a nao eequecia as obrigacdes do
sea nome. Fex entio como aquelle nos horroro-
sos dias de aetembro : devolveu as armas ao seu
inimigo, contentando-ae daa ms razes com que
este busco tranquilisa-lo.
a E o aocegou de fado; e como se nada hou-
veaae, voitou aquelle homem temerario a occu-
par a saa cadeira, a continuar a encelada conver-
sa, apazar de estar vendo que a maloca dos aeua
adversarios reuoia-se de diversos pontos ns fron-
teira venda do alinalo Henrique.
c Da aubtto, porm, doze ou quinze homens,
anga e tercerolla em punho, arrojam os caval-
iOS i carreira leodida contra o sitio era que se
achava o Sr. Fructuoso, e esbarraodo sobre elle,
bolam-se de animaos abaixo e desfecham-lhe
urna descarga que proslou logo sem vida seu des-
granado tio, e que o varou a elle em mais de urna
per.te.
Ao primeiro amago tiuha elle pulado para To-
ra de casa, em ves de enirincheirar-se. Repugna-
va-lhe acaso aujeitar as pobres seohoras, as tris-
tes criancinhas que habitavam aquella, aos hor-
rores de nm ataque como o que essa carga lhe
annunciava, ou o sea carcter ardente a iodizi-
vel audacia que o caraclerisava, icopellirsm-o a
ir medir n'um combate desigual a sua cavalhei-
resca eoragem com a barbaria e forga bruta dos
seus adversarios.
< O fado 6 que sihio, que seus compaobeiros
de casa o atompaoharam, sahindo todos fer-
elos da horrivel relega em que elle flcoa morto.
c Nao suecumbio todava sem acabar dous dos
assassinos. O mesmo indio que desarmara pon-
en antes e um moco irmo do major, chefe desse
morticinio infame, cahirao aos seus golpes, tendo
sido jos nicos que ousaram pr-se-lhe ao al-
cance.
Do seu lado Qcou terrivclmonte ferido o al-
feres Gandido Marlins, que fdra um dos que lhe
acudirsm, arrancando a langa que vibrava o Mel-
-lo. mas que, rodeado por tres, flcou com o
hombro "o*r"&P_^qasi decepado por um taino,
com mais dous gotp*J2 cabega. e um balasio
no corpo. Oulro, o Sr. IHgtiel Triodade, genro
do fallecido Fontoura, ficou tambem ferido n urna
perna. \
a Concluida essa borrosa faganha,\eirara os
assassinos o povo, retirando-se y{| do seu
mandatario e chefe ; e 'ahi a algumasYicirasen*
trsram na freguezia os dous irmos PiWapiJ^o
tenente-coronel Topasio e outros amigos e lami-
liares daquelles, em forga de 20 e tantos homens.
O subdelegado compareceu lambem logo manha
do da seguinto, comecando a mandar escoltas
atraz dos homicidaa.
At 27, porm, nSo tinham sido encontrados.
Apenas nodia 26, approximando-se casa do ci-
tado Mello, vio urna partida, mandada pelo te-
nente-coronel Topasio, que uns quitro homens
armados sahiam daqoella fugindo assim que os
descubrirn). Perseguio-os, e apanhou tres;
sendo um destes um lente Zeferino de Vargas.
Nao consta, porm, que fossem dos que tomaram
parte directa no assassinato.
Continuavam no entanto as diligencias para
capturar os barbaros. O Sr. tenente-coronel
Trialio Nobrega.commandante da guarda nacio-
nal de S. Boria, tinba-se posto em campo re-
quisito do subdelegado, e eslava em S. Nicolao,
mandando guarnecer ospassos do Uruguay, para
avilar a evasio dos assassinos. Do outro lado
as autoridades correntines faziam idntico ser-
Tico, allendendo 4 deprecado da nossa autori-
dade. Tinham-se feito as competentes partici-
parles deegacia de S. Borja, a ao Sr. Dr. chefe
de policia.
a Urna carta do ultimo momento diz-nos que
bavia noticia de acharem-se emmalocados as
malas do districlo nao s os envolvidos no as-
sassinato do dia 25, como alguna oulro malvadoa
que tinham-os reforjado, masque provavelmeo-
te evaenriam aquella, procurando melhor guari-
da no municipio da Cruz Alta.
c Como quer que aeja, porm, a morte do te-
nente-coronel Fructuoso, alm de immoral e
barbara, um facto summameote grave.
iE'o segundo membro de urna familia im-
portante, e de um circulo poltico notavel, que
cana ao ferro de um sicario em pouco mais de
um anno, e com circumstancias horrorosas. E'
um escndalo, urna affronti sem nome, arremes-
sada como um desafio pela procacidade poltica
jusliga e sutorilade social, lavando em sangue
aa portaa da urna casa pacifica, no meio daa ex-
psnsoes de urna fasta, dia claro, no meio de nm
povoado, s barbas dos vizinbos espantados.
c Por mais que a imagioagao trabalbe, nao ha
como desvanecer a idea que liga um ao outro
eases dous crimes, que Ibes empresta a roesma
causa, que os considera Albos de urna mesma
origem; e oesse caso, como hao de reteber esta
noticia oa numerosos feudos a correligionarios
do sem ventura cabido ao ferro do assassioo Y
a Anda hontem vamos com pasmo correr a
esponja judiciaria, nao sobre o crime, mas sobre
a responsabilidade legal dos aceuaadoa pelo hor-
rendo homicidio do desditoso Fontoura. Ven-
do-o, bradamos contra esse horrivel exemplo, e
aponamos os pergos, a desmoralisar.ao que tra-
zia comsigo ; e eis que os fictos adiantam-se a
nossas palavras, e que o punbal se inscreve en-
tra os recursos de uosso direito politico I
c Sari anda asta vez a inercia do Sr. Piada-
biba?
Sari a incuria, a etterilidade do Sr. conse-
lheiro Antaj, que animam e dio aso ao assassi-
nato, que desprestigiara e tiram a torga 4 auto-
ridada ?
< Ser o eapelho do Sr. Piodahiba quem aco'-
roca na escndalo destes, um ataque 4 mao ar-
mada contra homens inermes, no centro da um
povoado, no meio de urna praga?
< Naol.... Os homens, oa individuos que re-
preseotavam a le nao eram, nio sao ainda ho-
je os culpados da doloroia peea que temos
atravessado ha pouco mais de anco, e que va-
mos ainda hoja varando.
c Outraa sao as causas, a mais de urna vez as
tamos apontado.
Tiraram o prestigio 4 autondade: deram
roViegies 4 impunidade ; destrairam a f na
jualica humafca, na independencia e reclidao da
magiairatara\ja proteccaaida aociedade contra
oa raalfeiiores^y nos, I W*o do Rio-Giande,
colhemos o ensan
ai* ala.
c Al quando, por
t S6 Dos o ssbe 1
A acama folha em dat
Tamos novas oa fre
di 2 do correte.
< Tisha-sa restabeleciu. "ompletaraente a ar-
das ; echando sempre a au, 'ridade o mais cabsl
auxilio na guarda nacional a L oradores.
Espalbra-se pela Cruz AHAJue os homici-
das de matfadado leneola-coroneiv Fructuoso tt-
nham o Sr. Dr. Pinheiro itiado a sus propria
auoda; a ea data noticia tinhim yecodido
maiioa da aeua amigos para lhe dar Era ni referida aova, *
la em S. Luiz o Sr* Lula Pedro Joa Quedes,
terceiro suppleote do juiz municipal de S. Bor-
la, para tornar eonbecimento do delicio.
< S. S. nlo asta va com a jurisdicco quando
chagou a noticia do horroroso allantado do dia
961 mas da ooite para a manha houve tal bor-
borigmo na juizanga municipal da villa, que do
i* si.plente fol dar a vara ao 6, e do* 6" pelo
Io a 2* ao 3o.
< O |r. Guadas faz-se aeempanbir por urna
torga de primeira liaba ; mas, em lugar de em-
prega-la em perseguir os alaras do crime, oc-
cupou-a em contrariar e disielver as escoltaa le
guardas nacionaos que a polica local trazla era
procura daquelles malfeitorea.
Ursa deltas, commandada por um capliao
Taques, debandoa porordem sua, e nlo fol des-
armada por repellir a aiTronla o official que a ia
commandando.
a Ao capitio Joaqoim Pinheiro a tenente-co-
ronel Topasio quls prende-los pelo mesmo mo-
tivo.
c Chegaodo, o apresentando-se-rhe o subde-
legado do districto, o Sr. Antonio Ignacio Tei-
xeira, arguio-o aquelle juiz speramente de ha-
ver procedido mal e incompetentemente, toman-
do a iniciativa na perseguidlo dos criminosos,
porque s a elle pertencia aemelhante encargo.
O subdelegado repellio 4 inslita pretendi do
Sr. Guedee declarando-lhe que continuara fa-
zendo o seu dever como o entenda; mas entre-
gou-lhe os actoa do corpo de delicto que linha
pralicado, dous termos de perguulas e averigua-
edes, urna lao^a, dous trabucos e outroa objec-
t08 colhi tos na occasiao do conflicto, como pega
de coovicco do processo.
A deaditosa viuva do misero Fructuoso foi
levar a competente queixa ao Sr. Guedes; quel-
xa na qualincluia-o elle mesmo como cmplice
no maodato do crime, a ao taberoeiro allemao
Henrique por compicidade na perpetradlo de-
suelle.
a O Sr. Guedes recebea-a e deapachou-a em
relsgo aos outros, declarando na parte que lhe
dizia respeito, que recorresse ao respectivo juiz
de direito I....
No mesmo dia, e sem mais diligencia que
haver feito prender um pobre mogo de nome Ro-
mualdo, cujo nico crime tinha aido accodir em
aoccorro dos asaassinados, deu volta para S.
Borja o Sr. Guedes, levando comsigo a Jorga de
primeira linha, o moco preso, e o Allemao Hen-
rique, que de ante-mao linha sido preso pela
subdelegada.
Emquanto isso, constava que o major Mello,
que havia estado occullo n'um malo prximo da
freguezia e pegado casa de aeu irmo Marti-
oho de Mello, evadira-se no dia 28 ou 29 varan-
do doente em direegao de S. Borja oa do passo
das Mercs, onde tinha prenles.
Davam noticia de haver pasado alm de Ha-
roquem na estancia da um lal Mintiro, levando
comsigo quatro ou cinco homens armados, e via-
jando com chapeo de sol, consequencia do
mi estado de um ferimenlo que recebeu no
conflicto.
No dia 2 do correnta tinha sido preso um
Fidelis Antonio de Oliveira, a maodado do res-
pectivo subdelegado. Dzis-se que este nlo en-
trara por sua vunlade no crime, leodo sido cons-
trangido a acompaohar o major Helio e os seus,
e disparado logo aos primeiros tiros.
O lenle Zeferino Vargas, de cuja priao
pelo tenente-coronel Topasio demos noticia dias
passados, nao se apresentra tal como prometie-
ra ; e antes constava ter alliciado gente para se
reunir ao Mello. Parece, .porm, que se achava
em S. Borja. Os outros dous presos na mesma
occasiao que elle eram um aeu sobrioho e um
genro ; ambos declararam haver sido conduzido8
com engaos e tendo sido soltos, tinham-se em-
pregado as diligencias que perseguiam os assa-
sioos antes de chegar o juiz municipal Guenes.
O Sr. Dr. Pinheiro ficava a aahir nodia 4 em
direcgo i Cruz Alta, acompanhando a desolada
viuva do seu malfadado amigo. Os companhei-
ros deste, que tinbam sido feridos, haviam parti-
do antecedentemente com igual destino.
a O digno subdelegado do districto, oSr. Anto-
nio Ignacio Teixeira, mandara espalhar por toda
parte < seguinle relagao caraclerisada dos envol-
vidos no horrendo morticinio de 25 de dezembro.
Signaes dos indinidnoi complicados nos homi-
cidios do tenente-coronel Fructuoso Borges da
f Silva Fontoura e seu tio Manoel Jos da Fon-
toura.
'---V.^atjiJrJao'Joi dMellOi estatura mais
que ordinaria, gordo, boa dentadura, olhos e ca-
bellos negros, boa apparencia, nariz aquilino.
Consta que boje est sem o dedo pollegar de ume
das mos, tirado at quasi o punho.
2 Jos Simio, Indio idoso, cara bexigosa,
baixo e gordo, pouca barba.
3.Igoacio Bujur, Indio, estatura regular,
baixo, sem barba.
4.Zacaras Ribeiro de Quevedo, alio more-
no, cabellos corridos, magro, comecando a bar-
bar. Tem s o dedo grande em um dos ps, fal-
tando-lhe os outros quatro.
< 5.Joaquim Antonio Ferreir, cor clara,
rosado, bochechodo, gordo, cabellos negros e cor-
ridos, pouca barba. Consta ter aahido ferido com
chumbo ou bala nacaixa do corpo.
a 6.Manoel Pinheiro, Indio amulatado, alto,
cheio de corpo, cabellos crespos, mogo de 20 e
poucos annos. Dizem que sahio ferido n'uma
mao.
< 7.Fidelis Antonio de Oliveira, pardo, ido-
so, ea bellos crespos.
a Manoel Caetaoo Rodrigues [vulgo Manoel
Barahy), indiatico, alto magro, 20 annos mais oa
menos, ainda sem barba, ourives.
9.Fidelis Gregorio, Correotino, misturado,
altara regular, idoso, barba cerrada e pintado, a
alguos cabellos brancos.
A' ultima hora corra em Porto Alegre que o
major Jlo Jos de Mello havia sido morto, com
quatro homens de seu squito, em um recontro
com a gente que o persegua.
Nodia 15 (ora encontrado alm do Jacuhy, ca-
rainho de Santa Mara, em viagem para S. Luiz, o
Sr. Dr. Callado, chefe de policia da provincia, o
qual havia sabido de Porto-Alegre no dia 11.
As folhas desta cidade noticiara ainda alguns
attentados contra a seguranza individual em va-
rios pooios da provincia, mas asm carcter al-
gum politico.
Fieava empossado da presidencia da provincia
de S. Pedro o Sr. desembargador Francisco de
Assis Pereira Rocha, o qual chegra i capital da
mesma provincia nodia 15 do crrante.
A assembla legislativa rio-grandense encerra-
ra os seustrabalhosno ultimo dia da prorogaco,
nao tendo por falta de numero concluido a 3a
discusso do orcamento provincial.
A abertura das sessdes ordinarias daquellacor-
poragao foi mudada para o dia 1 de margo de
cada anno, sendo porm exceptuada a segunda
sesso da actual legislatura, a qual deve comegar
no dia Io de aetembro do presente anno.
De Santa Calharina nada temos que noticiar.
Por decretos de22 do correle foram no-
meados :
Lente de sciencias physicas e naturaes da es
cola central, o lente substituto da mesma escola
Dr. D. Jorge Eugenio de Locio e Seiblitz ; 2 ci-
rurgiao do corpo de sade do exercilo, o doutor
em medicina Abrahao Bruno da Cmara.
Por decreto da mesma data concedeu-se ao at-
ieres do corpo de goaroicao do Paran Domingos
Rodrigues da Fooseca Lessa, a demiaslo que pe-
dio do servigo do exercilo.
Entrn bontem no nosso porto o vapor Prin-
cexa de Joinville, da compaohia Brasileira de
Paquetes, o qual em sua ultima viagem no anno
passado bateu no banco ao sahir a barra de Rio-
Grande, a toroou a entrar naquelle porto, sendo
encalhado e considerado perdido.
Foi por iniciativa da companhia de segaros
Fidelidsde desta corte e cooperario de outraa que
tinham valores a risco no vapor que se cooeeguio
o aeu Ievantameoto e salvago, icumbiodo-so
deslas diligencias o agente da Fidelidade no Rio-
Grande do Sul. o Sr. Francisco Josefa Cakhaue
aniad rncio dessa poltica ,0 eDgenheiro Rouhetle, que dirigi os tranalBi,
nao s do levaotaroento, como do concert que
posteriormente se fez por ordem do Liyoda de
Londres e da compaohia Feliz Lembranga, que
haviam seguro a todos os riscos.
A Compaohia de Paquetea tomou coota do na-
vio, a consta-nos que vai entrar do dique.
Mae o que verdade que eu vejo a presiden-
cia empenhada em soceorrer a populaco da par-
te do interior da provincia, para onde ha enviado
ambulancias, mandado facultativos a etc.
Os termos do Pilar, Inga e Padres de Fogo, que
confinara com territorio dessa provincia, sao oa
lugares onde grassa a epidemia.
Estaraoa nm pouco desassombrados, porque a
ausencia da noticias, o que ta tena dado deade
hontem, Indica que o estado sabitario do interior
vai melnerado.
Na aa pode preolaar o numera daa victlmaa i
mas pele que sei a me consta nao nevar exage-
radle aa dtsser que se nlo excede a urna centena,
aproxiSoa-se.
Da destacamento de orea de linha que esleve
em Pedras d Fogo e passou-se para oIn,suc-
eumbio urna prae,a, duas mulheras a um menino
dos soldados.
O Sr. Araujo Lima ha feito o que hi podido e
acaba de tomar as precisas providencias, em re-
ferencia a capital, que foi dividida em districtos
mdicos e deaigoado o convento des frades bene-
dectinos para a primeira enfermara.
Os gneros alimenticios subiram de prego e ji
cnstam caro, a carne verde tem aido vendida a
280 rs. a libra e a farinha de mandioca a 10(240
o alqueire.
Se infelizmente forraos accommettidoa conte-
mos que o Sr. Araujo Lima colheri bom resulta-
do das providencias que ha tomado para a capi-
tal nlo aupporlar a falta de vveres.
A tranquillidade publica vai sem aHerago.
O catalogo dos crimes foi augmentado com doua
homicidios e um ferimenlo grave, todos estes cri-
mes foram prsticados no termo de Pianc; nm
doa crimiooaos chama-se Jos Bleuterio Pereira
e refugiou-se em Paje de Florea dessa pro-
vincia.
Correio.No anno de 1861 houveram as se-
guintes entradas: odiaos 11,118, seguros 129,
cartas 6,376, joroaes 15,881, total 33,594; salu-
das, offlcios 11,055, seguros 291, cartas 6,951,
joroaes 10,865, total 29,192, sommam as entra-
das e sahidas 62,696. i
Neata capital durante o correr do dito anno ti-
veram lugar 340 fallecimentos da pessoas livres
e 46 de ditas escravos, total 386, 78 casameotos
de pessoas livres e 1 de ditaa eacravas, total 79,
e 332 baplisados de pessoas livres e 45 de ditas
escravas, total 377.
Durante o anno passsdo frequeotaram as esco-
las publicaa do sexo masculino desta provincia,
em numero de 54,1.371 alumnos, as ditas do sexo
feminioo, em numero de 15, 362 alamoas.
Funccionaram mais 9 ditas particulares, sendo
6 do sexo masculino, (requemadas por 143 alum-
nos e 3 do femino (requemadas por 41 alumnas.
Frequeotaram as aulis publicaa e superiores
do lyceu 103 alumnos, as duas do latina existen-
tes na cidade de Mamanguape a dita da Areia a
frequencia fol de 54 alumnos e em trea cadeiras
do collegio de Cajazeiras de 85.
Estas noticias sao extrahidas do Diario daPa-
rahiba.
Deixei de dizer-lhe que a cmara da capital
nada ha feito e se nio fosse a policia ainda esta-
ra a populadlo desta capital mergulbada no lixo
que existe a cada canto.
Chega dessa provincia no vapor Iguarass o
Sr. Dr. Domingos Monteiro Peixoto, removido no
cargo de juiz municipal psra o termo desta capi-
tal, sendo que acba-se elle no exercicio de juiz
de direito, por estar na policia o Sr. Dr. Correia
Lima.
DIARIO Ut PERNAMBUCU-
Recebemos pelo vapor francs Guyenne, jor-
oaes do Rio at 25 e da Bihia at28 do correnle.
Alm do que se acha transcripto sobre a rubrica
interior, apenas encontramos o seguiote no
Correio Mercantil:
O governo de republice de Venezuela expedio
um decreto com data de 4 de novembro fiado,
pelo qaal permitte a importagao-do assucar es-
trangeiro naquella repblica, habilitando para
esse fim o porto e a alfandega da cidade de Bo-
lvar, e estipulando ara direito relativo s diver-
sas qualidades do assucar as seguiotes gra-
duarles :
a Sobre assucar braocoa refinado, 8porcento.
Sobre o assucar branco quebrado, 6 por
cenlo.
Sobre o assucar mascavo, ou outra qualquer
forma, 4 por ceoto. ,
< Declara o mesmo decreto que esta direito es-
pecial seri pago de contado, bem como que em
oeiihum oulro poito, alm da cidade de Bolvar,
seri permittida a imporlagio do assucar estran-
geiro.
Bahia.Le-se no Diario :
c Reuaio-seoo sabbado (25) a assembla geral
dos accionistas da Caixa de Economa, e, pro-
cedendo-se a eleigio para novoa faccionarios,
deu em resultado o seguinte :
a Directores.
Pedro Ferreir Vianna Baodeira.
Joaquim de Castro Guimaries.
Dr. Tlburcio Joaquim de Castro..
Joaquim Jos de Freitis.
Jos Pedro de Souza Paraso.
Joo Gualberto Dantas.
Joaquim Jos Teixeira Leal.
a Meaa.
Presidente.Dr. Quirino Jos Gomes.
Secretarios.Caelano Alberto de Souza Sei-
xas, Jos Vicente Ferreir.
Commissio de exame.
< Dr. Jos Thoroaz de Brlto.
< Jos Ferreir Nelto.
a Jos Roberto da Silva.
NOTICIAS C0MMERC1AES E MARTIMAS.
Buenos Ayres, 16 de Janeiro de 1861.
Descontoa.O b>nco recebe em conta corrate
a 5 e empresta a 7 rj|0, e em metlico recebe a 6
empresta a 9 rj|0 ao anno ; na praga regulara de
1 1|4 a 11)2 0|0 em metlica e de 1 a 1 1[2 oO
em moeda correte ao mez.
Nota-se mais firmeza em nosso mercado, effec-
tuando-se as transaces mais fcilmente pela con-
fianza que infunde a posigao menos assustadora
do metlico que tende a rogularisar-se ; entre-
tanto a procura lenta e pouco activa.
Os altos precos a que chegou o assucar, prin-
cipalmente refinado, indicam prxima reaegao,
visto que o ultimo entrado ji se offeroce venda
retalhado.
Ha procura de mate de boa qualidade.
O vinbo catalio ter de baixar ae continuar na
posigao inactiva era que at hojetem-ae mentido.
Realisaram-se as vendas seguiotes durante a
quinzens :
Agurdenle.Venderam-se 160 a 200 pipas de
19 a 20 graos em partidas a 49 pats. os 138 gales
em deposito.
Do Elvira, da Bahia, venderam-se 250 a 260
pipas a 47 ps. f. os 138 galoea em deposito.
Assucar.Vendeu-se agora do Maria Hoveras,
de Pernambuco, a chegar de Montevideo, a sa-
ber : 100 barricas e 150 meias do branco a 19
rls. f. em deposito, 450 ditas idem a 18 1|2 rls. f.,
le 14 acresceota:
la de S. Luiz at
proilmo
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
PABAHIBA.
*4 de Janeiro de 186Z.
A epidemia o facto j desimportame que oc-
eupa a attengio da provincia a da admioiilracao.
As ultimas noticias sio encontradas; uns dl-
\ (xem que ha cholera e que o cholera ba fallo a-
pasiado *BrMtrigos e oatroi que ao ha nada.
350 ditassonflnos a 17 rls. f. o 150 ditas masca-
vo a 14 rls. f.
Caf.Venderam-se 60 saccas de boa qualida-
de a 365 ps. o ql. desp.
Nao ba : apezar de ser a ettacio desta voravel ao
seu consumo, o superior encontrara sshida.
Carne secca.Venderam-se 12,000 quinlaes a
18 e 17 1|2 rls., ultimo preco.
Couros salgados.Vea terara-se 500 de vacca
42l|2rls., 22,000 de novilho a 47 li2 e 47 3i4
rls., ultimo prego, ficando 22,500 em ser. Aa
malangas dio29,000 pegas.
Ditos seceos.Efiectuarara-se as vendas ee-
guintes ; para os Esladoa-TJoidns, 14,000 a 41 t\i
rls.. ficando 8.000. Para a Allemanha, 9,000 a
50 rls. por 1(2 novilho e 1|2 vacca, eouros do
campo. 46 :'* de vacca, e 59 rls. de novilho, em
ser 10.000. 1 ara Franga', Hespanha a Italia
34,000. Para o Havre, t.000 de 44 a 46 rls. Para
Genova e M*rselba, 3,000 de 42 a 46 rls. DeCar-
dova, 21 000 de 4o a 4s rls. Do Paraguy, 5,000
de 46 a 48 rls. Para Hespanha. 3,000 delta pro-
tincia de 46 a 48 rls., em 34.000.
Deposito sam cIassiflca;o 8,000 desli provin-
cia, 6,O00Je Eotre- Ros e 2,000 do Paraguay.
Total 1UP>-
| Montevideo, 16 de Janeiro,
Cambio.Bajares, 411/2 o. por peso : Fran-
ca, 83 frs. JgHtuca; Italia, 83 frs. por ooga ;
Rio de JanaBE30|50O por onga.
Fretes.rtffaterra, 40 sh. couros saleados,
80 ab. ditos aecco_*30 sh. os fardos rom 5 "/ d*
capa ; Havre, 40 A. couros salgados, 80 frs. di-
tos seceos e 50 frs. os fardos com 10 "/ de capa ;
Estados-Unidos, 1/2 W. cojaMjaaatas. 1/4 ct.
ditos saludos e 7 pas, oa fajfl wlt de ca-
pa ; Brasil, carne aerea 4 rtsM Rio da Ja-
aeiro, 5 rls. para a Bahia e 6ib para Pernam-
buco, e3 1/2 pats. por pipa coaW0/. da capa.
Assucar.Do Carinhosa, da mesma proceden-
cia, venderam-se 184 barricas do branco de pri-
meira qualidada a 25 rls., 39 ditas idern de se-
gunda a 22 rls., 201 ditas idem mascavo a 19 rls.
a 19 ditas Idem a 16 rls.
Sal.Venderam-se 3,600faogas do Anonymo,
de Cadla, a 9 rls. f. a bordo. 3,600 ditas do H. T,
Stephsnson, da mesma procedencia, a igual pre-
go a do J. O. 300 ditas a 8 rls. a dinheiro. "
Couros.Os couros vaccuoa seceos sotTreram
orna baixa de 2 rls. em cada 75 liaras, e ainda
Ipparecem raros compradoras, crendo-sa geral-
menle que ainda ha de balsar mais, assim como
aa salgados.
Os coaros de potro silgados balxanm lambem
/i rl. era cada 30 libras, porm tem fcil aahida.
Rio Grande do Suf, 17 Ae Janeiro.
Cambios. Sacaram aspira a paquete Apa:
sobre Londres 13,500 libras esterlinas a 24 l|i ;
Paris 170,000 rancos a 385 ris; Rio de. Janeiro
154:000$ de 4 0|0 at 4 1)2 de 99 a 60 dias ;
50:000 a 6 Om 1 dia ; Pernambuco 7.000 a 3
0)0 *> Babia 7:400 a 2 1|2 0|0-
Ficam ainda varias transacgdes pendentes, que
devem decidir-se com a ebegada do vapor de
Porto alegre.
Moeda nacional papel tem sido sempre muito
procurada e ha falta, oscilando entre 7 a 8 0)0.
Fretes.Depois da entrada do paquete s fo-
rana procurados os nsvios de bandeira neutra,
excluindo-se por consequencia a franceza, norte-
americana e ingleza, e isto por motivos de or-
dena vindas da Europa ; e nesta circumstaocias
fretarim-so todos os nsvios existentes no porto,
sendo o ultimo frelamento a 67 l|2 Oochlins
para o Canal, e cora maia 10 0[0 seguindo ao Con-
tinente.
Fretou-se hontem tambera o brgue bremense
Sauzer, de 170 tooeladas, que eslava para sabir
para a Bahia em lastro, por 800 libras esterlinas
para o Canal, para couros vaceuns seceos, 10 0|0
mais iodo ao Continente.
Para o imperio fretaram-se todos os navios dis-
poniveis de 300 a 320 rs. para o Rio de Janeiro
o 400 rs. Bahia, e 500 rs Pernambuco.
O movimento do mercado foi um pouco activo
durante eata primeira quinzena, sendo comtudo
as vendas pouco vantajosas pela declinagao que
soffreu o geral dos gneros de importagio.
Assucar. Entraram de Pernambuco o Bom
Jezus, Santa Maria, Boa Sorte.e Firma. Tan-
to da existencia como das entradas tem havido
vendas regulares, mas com pregos pouco venta-
josos : ao principio obtiveram as melbores qua-
lidades at 4500 a arroba ; hoje com cusi se
alcanga 45300, sendo as cotages geraes de 3g400
a 4200 o branco, e 2*800 r 3$l00o raoco.
O crystalissdo nacional que exiate no mercado
nio possivel realisar-se de maneira alguma,
tendo apenas obtido fracas vendas, o estraogeiro,
que ter afinal de concluir-se em leilio a qual-
quer prego
Carne secca.Concluiram-sa todas as existen-
cias que haviam em Pelotas 1J800 al 2$300 a
arroba, mas o geral das compras foi de 2 a 29200
As entradas de gados nao soffreram atteragio,
vindo agora um pouco mais magro por causa da
secca que se val fazendo sentir. Varios navios
esperam seus abarrotes de algum que se ha de
preoarar.
Couros salgados. Fizeram -se ltimamente
tratos com adiaotameolo a 155 rs. a libra de no-
vilho, e com abatimento de 30 rs. em vacec. As
ultimas compras tem sido feitas a 160 rs. oovilho.
Para dispor s ha uns 5 a B.000 couros, pelos
quaes pedera os xarqueadores, 165 rs. a libra.
Ditos seceos. Venderam-se cerca de20,000
couros de 285 a 295 a varrer, e algumas partidas
de pesados escoliados scima destas cotages.
Gorduras. Muito pouca ha para dispor, por
que quasi lodos os xarqueadores eslo compro-
metidos por tratos que fizeram de gordurasfais-
turadas para a Europa, sendo as ultimas vspdas
a 4*800.
Para o Imperio compraram-se ltimamente a
t9100 e 4S200 a graxa, e 58100 a 5200 o sebo.
Rio de Janeiro 24 de Janeiro de 1802.
Cambios.Londres, 25 i/8 e 251/4 d. a 90 dias
hoje, e 25 d. a 90 oas honlem. Paris, sobre
Brdeos 375 rs., a 90 dias hontem. Uamburgo,
sobre Rotterdam a 790 rs. a 90 dias.
Melaes.Ongas da patria, 30*000.
Acges.Banco do Brasil, a 67 e 68*000 de
premio.
BOLETIM DE 1 A' 24.
Durante o periodo que passamos em revibu
houve alguma procura de artigas de pnmeiraJle
cessidade, para satisfacao das necessidadesf do
consumo.
Tem subido os pregos do szete doce de
tuga!; realtsou-se urna venda a 410*000 co
queno prazo, porm depois appareceram o
de 4305000, a que os posiuidores nio tem
dido, exigiodo 450*000.
A farioha de trigo tem tilo mecor sahida.Cpn
correndo para isto o deposito raais avultado que
existe, tanto era primeira mi como na dos es-
peculadores, e que anima os compradores a bai-
xarem as suas offerta?.
Tem sido ruuito procurado o cbi, de que ha
sensivel falta.
Acha-se tambem a manteiga em boa posigao ;
a franceza anperior alcaogou ltimamente 1$, e
por alguma ingleza a chegar no primeiro paquete
offereceu-se 950 rs. pretenden Jo os possuidores
prego mais alto.
O sal, em consequencia das consecutivas en-
tradas, conserva-se era situagio muito deifavo-
ravel.
Effectuaram-se algumas vendas de vioho para
o consumo.
No mercado de exportagSo houve pouco movi-
mento.
As noticias desfavoraveis trazidas pelo paquete
inglez Tyne cooservaram o nosso caf em apa-
Ihia, effectuaodo-se apenas pequeas vendas at
hoje com ama reduego de cerca de 200 rs, era
arroba sobre as cotages que vigoravam nomi-
nalraente no dia 8 do correte.
A espectativa em que ainda, depois da entrada
do paquete francez Guienne, se conservara os
nimos quanlo questio pendente entre a Ingla-
terra e os Estados-Unidos, iofllue desfavoravel-
mente sobre o mercado, e induz i reserva em
que se mantera os exportadores.
Em laes circumstancias, constragido como se
acha o mercado, nio apparece livre procura do
producto, e os possuidores sustentan) por em-
quanto os ltimos pregos, firmados tambem na
diminuigio das entradas, e'm razio das recentes e
copiosas churas deste periodo:
O assucar tem lido alguma extraegio, sendo
maia procurado o mascavo para o consumo.
Frmou-se boje mais o cambio sobre Londres,
sendo fechados os ltimos saques para o Guienne
a 25 1/8 e 25 1/4 d.
A taxa do descont foi elevada nos bancos a
10 0/0; a na praga tem regulado, sem difficulda-
de, a 11 0/0.
Sahiram para Pernambuco 20, os briguea
Almirante e Joven Candido.
Chegou procedente de Pernambuco, com 8
dias de viagem, a crvela vapor Beberibe.
Bahia, 26 de Janeiro de 1862.
Cambio.Sobre Londres, a 90 ds. 25 3/4 d. por
1*000.
a Sobre Paris, 368 rs. o fr.
Sobre Hamburgo
Sobre Lisboa, 108 a 112 0/0 de prem.
Moedas.Doblos bespanhoes, 31$500 a 32*000.
80
< da patria, 31*000 a 31*500.
Pegas de 6*400 velhas
de 4*000-
Pataces brasleiros, 2*100.
< < hespanhoes, 25IUO.
mexicanos, 18900 a 2*000.
Fretes.Para Bremen e Hamburgo 62 1/2 a
sch. por too. *
Gibraltar 60 sch por ton.
< Caoal ou porto inglez 55 sch. por too.
a Cootiaente 60 a 65 sch. por ton.
Liverpool 40 a 45 sch. por too.
< New-York 50 sch. por ton.
Marselha 65 sch. por ton.
Sahio para Pernambuco, 4 25, o hiale Sanio
Rila.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIIRil-
T
endo-se concluido a eleigio para vereadores
do novo municipio delpojuca, foi ordenado pela
presidencia 4 cmara municipal da villa do Cabo
que Juramentaise e dise posse 4 ora cmara
cora a raaior brevidade possivel.
A' pedido, a aobre informagio do respecti-
vo commaodante superior, foi tramferido para a
8.a companhia do bltalhlo n. 20 desuarda na-
cional do municipio de Nazareth o iJHenenteda
7.* cOmpaohia do balalhio a. 19 de iffiantaria do
mesmo municipio, Vicente de Hollanda Caval-
eaoll da Albuqueeqoe.
Ficoi sem efTette a renloeie do Dr. Pedro
d'Albuquerque Autrio para juiz municipal
Cabrob, visto que por decreto ultimo fot trans-
ferido para o Ip, no Cear4.
O Sr. Dr. Agoelo JosGonzaga acha-se no-
meado juiz municipal do Buique.
Dirigem-aos o seguinte trabalho :
polica medica.
Esta parle da medicina publica tem por supre-
mp fim garantir a sade publica de todas aquel-
las causas, inuencias e perigoe que pdem al-
tera-la ou ameaija-la, a por laso se v que os
meios para conseguir um til flm aerlo sempre
era razo do deienvolvimeoto a aperfeigoameoto
daquellaa luzes sciooliflcas, que o progresio da
civilisagio tem ssbido apaohat at aqui e vai
progressivameote augmentando todos os dias.
A hygiea publica, pois, a a hygieoe privada,
e a policia da medicina, ou seja o exercicio legal
dos varios ramos da arte medica entrara no do-
minio da policia sanitaria propriamente dita to-
das as vezes que estes ramos forem observados
por boos e sabios regulamenlos em todis aquel-
las partes e relsges que tem cora a vida social
daa populaces, tanto individualmente como col-
lectivamente considerado.
D'aqui vera a coosequencia que para compr
urna boa legislagio sanitaria em harmona com
todo o organismo civil da actual socledade, re-
quer-se o concurso intelligenle do medico, legis-
lador, a do administrador, devendo a lei ser o
resultado desta trplice ordem de conhecimento.
O medico com effeito, que tem por obrlgagio a
guarda da sade do individuo ou das msssas,
precisa coohecer as causas diversas maiaou me-
nos influentes a altera-la, os abusos que devem
ser tirados ou impedidos, as fontes diversas daa
doengas populares, as caulellas neceisarias para
impedir a sua propagagio, as causas multplices
de insalubridade local, aa nocivas influencias de
certas arlea e misteres, ss adultersgOes ou alte-
rages das subsistencias publicas, as causaa das
epidemias e as oscilages da mortalidade geral e
especial as varias ordens e classes sociaes.
O legislador depois enlra com a sua intelligeo-
cia a examinar e apreciar as vistas do medico
sobre poutos de vista mais extensos e maia ge-
raos, que ou as obiervagea proprias ou eslra-
nhaa 4 aciencia medica lhe inspirara. E por isso,
ou as adopta, ou as modifica, ou as muda, ou em-
Qm as rectifica, segundo lhe parecerem confor-
mes ou contrarias s oecessidades do corpo
socia.1.
Depois por meio de leis, de decretos, de regu- I
lamentos ou d'instrucges por lal modo madure-
cidaa e meditadas, convertidos os fruclos da
selencia e da experiencia medica em regras e pre-
ceitos, que no nteresse da sade publica impe
4 todos os cidadios d'observar e execular. Mas
a lei nos pases regidoscooslitucionslmeole, sen-
do formada pelo concurso dos varios poderes so-
beranos ou legislativos, succede que nlo pode
ser segura a sua observancia, senao quando fr
confiada a vigilancia pela execugio de um ad-
ministrador intelligenle. Por isso que o go-
verno representa exactamente o poder execulivo,
e elle que faz coohecer ao pas collocado de-
baixo da sua admioistrsgio, a lei e os regula-
menlos sanitarios, o qual se auxilia com o con-
selho das juntas, ou commisses especiaos, ou
corpos consultantes para interpretar e desenvol-
ver o espirito e fim das mesmas, e para appli-
ca-las s circumstancias e s localidades, vi-
giando a sua execaglo e punindo ou denuncian-
do aos competentes tribunaes a sua violagio ou
contraveogio (1).
E eissqui o tripllce trabalho que a policia sa-
nitaria d'um paiz bem organizado e civil pre-
cisa, afira de quo a tutela da sale publica mar-
che juntamente com aquella da seguranca pu-
blica, os dous eixos fundamentaos do bem ser e
prosperidade social.
Considerado por este tripllce ponto de vista
eerto, que a policia medica nao existe ainda no
Brasil, nem como ensino e nem como pratica. Se
pode aveoturar, que nao estamos anda de accor-
do cerc do valor acienlifico, ou verdadeira sig-
nificagio, que se deve dar a exprossio famigera-
dapolicia medica, ou policia sanitaria. Exis-
tem com effeito alguma cousa escripia e alguns
artigos que tratara da hygiene publica, coofun-
diodo assim o flm com os meios efficazes a con-
segui-lo. Pois que inteiramenle para garantir e
melhorar a hygiene publica dos perigos e (limaos
de tantas causas, oa circumstancias que a podem
perturbar que se lamenta esta falta ou iosufficien-
cia de policia sanitaria, ou medica, como se quei-
ra chamar.
Com effeito pode o medico pensador e perspi-
caz descobrir laes perigos e damoos ao governo ;
mas aa suas palavras serio larfgadas ao vento, os
seus conselhos desprezados/todas as vezes que
isso oio venha por le sancjtionada e convertida
era regras e normas para observar-se geralmente
no ioterease de todos. Porm como se deverao
ordenar, estabelecer estes regulamentos sanita-
rios ? A quera cabera a obrigagio de formula-loa ?
Quaes serio os corpos moraes competentes para
ajudar o legislador nesta empreza de publica sa-
de ? Quaes#os limites d I competencia ? Quaes
as materias e os ramos hygiene publica aos
quaes dever extender-so a mesma competencia?
Eis aqui urna serie de problemas ou quesitos dos
quaes se oceupa princinblmente a policia medica,
complemento doa doui ramosa hygiene publi-
ca e a privada, que precisara de ser regulados
com normas geraes, uniformes as suas mutuas
relages e as alliangs com o estado social e com
a civilisagio das nages.
Nos estamos porm, o repetimos, muito distan-
tes ainda desta meta, a qual igualmente podere-
mos chegar, se o progresso civil nio se detiver.
A medicina publica s em pequona parte e ni-
camente por necessidade, acolhida nos conselhos
supremos do governo, e muitas vezes ella ahi
excluida integramente. Do que resulta nao pou-
cas vezes verem-se conselhos de estado senten-
ciar em objectos de hygiene publica ou estpida-
mente ou muito ligeiramente, por iasufficiencia
ou deficiencia de estudos e conhecimeotos espe-
ciaes.
Os mesmos conselhos sanitarios que ha poucos
annos for entre nos iostituidos, nio leem po-
dido obt uella torga moral que comtudo de-
verlara 1 porque este enxerto de instituigio
estraogeir., foi feito sobre planta nio preparada,
e em terreno pela maior parte improprio, e o qual
se tem querido desferlilisar com posterior aban-
dono. .
Nem os fruto! serio abundantes e bons senao
quando os estudos de medicina publica forem en-
ainados as academias, popularisados inteiramen-
le entre nos, e arrancada aquella barreira de se-
paragio que destingue hoje o elemento sanitario
do civil, necesiaros ambos a formagio da lei em
garanta ou tutela dasaude publica.
F. F.
Eis o vigesimo-oilavo
Bolctim oficial.
Dos lugares accommettidos pelo cholers-
morbus nio chegaram coramunicscpns officiaes.
Em dous offlcios, dirigidos do Boato ao Exro.
presidente da provincia pela cmara municipal,
juizes de direito e municipal interino* e deleg^dcn
de policia, ae diz que alli tinham Mwobservados
dous casos de cholera-morbuajr'um em um ho-
mem, procedente de NazarelhJque nio suecum-
bira, e oulro em um sobrinhaj deste, que ficava
em perigo ; mas a noticia nao/se acha baseada era
provas lio convincentes, qtoe seja recebida sem
contsstagio.
Nesta cidade e en suas immediages nio ha
caso algum desaa a friega 0.
< A's 6 horas da 'tarde de 81 de Janeiro de
1862. I
J)r. A quino Fonteca.
Passageiros do vipor francs Guienne, vin-
do dos poftos do sul :-Arnobio Jos Pereira de
Albuquerque e 1 escravb, Ramn I. Lagos, Jos
Rodrigues Pinto Coimbra Seour Vicente, Jos
Osorio de Siqueira, Cambromno Charles Luis,
Adolpho Schapfeitlim, Ildefonso Raymundo Jor-
ge, Trajano Augusto de Carvalho, Manoel Jos de
Amorina e 146 para os portos da Europa.
Passageiros do vapor francs Guienne, sa-
hldo para os portos da Europa :Leoncio de Si
e Albuquerque, Ramona Marteoez Guillen), Hen-
rique Gongalvea da Justa. Antonio Pinto da Fon-
seca, Antonio Joaquim Nares, Lehmano Mayer,
o preso Jlo Baptista Pasque!.
RapARTigo da polica.[Extracto da parte
do dia 31 da Janeiro).
Foram recolhidos 4 casa de detengo 00 dia 30
do mesmo mas:
A ordem do subdelegado do Recite, o hespa-
nhol Nicols Carboners, de 20 annos de idade,
marojo, a requiaigio do respectivo cnsul.
A ordem do de Santo Antonio, o preto africano
Francisco, da 40 anoos, daohtdor, escravo de
Guilhermeda Motta, a rsquisigao geste, e a qrlou-
(1) Si as localidades em que hoje appare^a*a
epidemia, livesse sido com antecedencia estu-
dadaaj-e as medidas, segundo essa exame oa es-
tujb, postas t tamos quasi erantes
fea nittMrtettt ficariatn sojeilos 1
ncia do mal.
la Caridade, de 32 annos, cosioheira, eserava de
D. Felippa de tal, por aa achar embriagada ta-
sando detordem.-O chefe da 3a scecio, J. O. de
Meiqalt*.
BIORTALIDADE BO DIA 80 9* JAWIIBp.
Antonio Gervasio da Rocha, Pernambaiea. 28
aonoe, soltetro, Boa-Viala; tuberculoa pulmo-
nares.
Jlo, frica, escriro, 35 annos, solteir, Ida-
Vista ; hydropesis.
Jos, l'eroambuco, 4 mezas, Beberibe ; eoovul-
edes.
Anna rsula da Conceigio, Peruambaieo, 9i
anoos, solteira, Santo Antonio ; tuberculoa Burt-
mooares.
Antonio, Pernambuco, f matea, Santa Alto-
nio ; bronchite-canillar.
Dia 31.
Joaquim Gomes Ferrss, Pernambuco, 40 as-
nos, solleiro, Boa-Viata ; bexigas.
Manoel. frica, 70 annos, solleiro, eacravo,
Santo Antonio ; entorile. ____
Mara Joaquina Braga, Pernambuco, 55 aaaee,
casada. Boa-Vista ; peritonite.
Lulza, Pernambuco, 45 annos, solteira, esera-
va, Afogados; tubrculos pulmonares.
Joio Bolazo, Pernambuco, solleiro, ti sanas,
Roa-Vista ; febre amarella.
Bemardino Gongalvea, Portugal, 34 asnas, ca-
sado, Boa-Vista ; febre amarella.
Maria, Pernambuco, 2 annos, S. Jos ; iadi-
gestio.
Antonia Francisca Valverde, rernambaeo, 70
aunos. viuva. Boa-Vista ; hepalile chrouic*.
Joaquim, Pernambuco, 9 meses, Boa-Viata ;
coovulses.
Francisco Caetano do Reg, frica, 45 anuos,
solleiro, Saoto Antonio ; apoplaxia fulminante.
Falleceram do Io a 31 do correla 202 pessoas,
sendo : 60 homens, 48 mulheres a 61 prvulas,
livres ; 13 homeos, 10 mulheres a 10 prvulas,
escravos.
CHRONICAJUDICIARIA.
Tribunal do commercio.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 30 DE JANE1-
BRO DE 1862.
FRKSIOEKCIA DO E JM. SR. DEStUlAKSASOU
. A. OS SOCZA.
A's 10 horas da manha. reunidos 01 SfS. es-
putados Reg, Lemos, a Bastos, s asease
presidente declarou abarla a sesiao, sendo lida
e approvada a acta da ultima.
EXPEDIENTE.
Um officio da aova junta doa corretorea da pra-
ga, datado de 20 do correte, acompanhando s
exlralo da acta da aua eleigio a poaae. Rtgs-
tre-se e archive ae
Outros ds mesma, da 20 e 27 do correle, acea-
paohados das cotages dos pregos da praga, re-
lativas as respectivas semanas.Archivam-as.
Foram presentes os msppas seroeslrses do tra-
piche Barbosa, e do armasen de deposito ds Ma-
noel Igoacio de Oliveira Lobo.Ao archiva.
DESPACHOS.
Um requerimento de Nuoes & Coelho, ssdisds
o registro do seu contrato da sociedsde.- Vais
ao Sr. desembargador fiscal.
Outro de Jos de Paiva Ferreir Jaaior s Joa-
quim Francisco da Cruz, visto pelo Sr. drsom-
bargador fiscal, pedindo o registro do seu on-
trato social.Determinen) o uso da Iraa social
de modo que caiba 4 um ou a ambos oa aortas
sem reslriges.
Outro de Joio Jos Rodrigues Mendes e Joio
Carlos Coelho da Silva, tambem visto, pedindo o
registro do seu contrato social.Regstrese.
Outro de Manoel Alves Ferreir, pedindo o re-
gistro ao dislrato de sua sociedade coa Manoel
da Coata Lima.Como requer.
Outro de Roslron Rooker & Companhia, as-
diodo o registro da oomeagao que deram asa
caixeiro Manoel de Araujo Alcnforado, para des-
pachante de sua casa commercial.Como reque-
ren).
Oatro de Arkwrigbt & Compaohia, pedindo
que se annote no registro do contrata ds asa so-
ciedade a sahida de Roberto Leghtaiwr, a estra-
da de William Wilson Arkwrisht sa 31 ds de-
zembro prximo passado.Como req*rm.
Oulro de Fredenco RobiiiarJ, curretor geral,
pedindo licenga para fazer urna viageoa i gare-
pa, 4 restabelecer sua s>de que acba-ss delirio-
rada, como prova do attestado que ajuma.Cea-
cedem licenga por seis mezea, passando-se por-
tarla,
Outro do mesmo, pediodo a approvaco ds
Jos Antonio Pinto, que apreseots para seu pre-
posto durante a sua ausencia. O tribunal ap-
prova, visto a licenga que cooceden, registran**-
se a nomeagao e prestando juramento o preposto.
Outro de Saunders Brothers & Companhia,
fazendo sentir que o attestado da junta dos cor-
relores os nao satisfaz. A junta dos corretorea
atieste o requerido na forma da segunda parto ds
artigo 46 do cdigo do commercio.
Outro de F. Souvage & Companhia, pedindo s
registro de urna procuragio que ajunta. Coas o
requerem.
Nada mais havendo s tratar, o Sr. presideats
enceirou a sc-ssao.
CMARA MUNICIPAL DO RECITO.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 13 DE
JANEIRO DE 1862.
Presidencia do Sr. Barros ftgo.
Presentes os Srs. Henriquea da Silva, Reg,
Seve, e Mello, faltando sea causa participada
os Srs. Maia, e Ceaario de Mello, a coa olla os
Srs. Reg e Albuquerque, a Barata, abri asa
sessio, e foi ltda a approvada a acta da antece-
dente.
Leu-se o seguinte :
EXPEDIENTE.
Um officio do Exm. presidenta da provincia,
remetiendo por copia o officio do inspector ds
saude publica, no qual o meamo inspector indica
um silio mais apropriado oa treguaste das Afo-
gados para a construego de um cemiterio dasti
nado para o enlerramento daa pessoas qae ve-
oham a fallecer do cholera-morbua na aeaaa
freguezia, no caao de que seja ella invadida por
aquelle mal, recommenda S. Exc. eaaara qae
toma dito officio em considera gao.Posto sa
discusso, resolveu-se offleur i S. Etc., dtsssds
qae aa freguezia dos Affogados existo
cemiterios, que out'ora se presiaraa
fim, aendo um nos fundos datgreja matriz, entro
ooa Remedios, outro no lugar do Barro-verastbs
e outro em Tigipi.
Oulro do subdelegado do 2* diilricte dss Ais-
gados, communicando ter rernetiido ao respecti-
vo fiscal, para proceder conform' aa paatsras
mumcipaes^qAra'tro rezes aprehendidas pelo Dr.
Cosme' de S4 Pereira e Henrique da Feasecs
Coutinho dentro de suas lavouras.Intairada.
Outro do juiz de paz ds enguado anno ds
segundo districto desta freguezia da Saeta Aa-
tonio, communicando ter eotiado ea exer-
cio.Ialeirada.
Outro do fiscal do Recife commenicasds ter
entrado na scalisago da dita freguezia nadas
10 do correte.Que as commumeaete ss pro-
curador a contador.
Outro do fiscal da BAa-vista, inforaands avo-
rivelmente a petigao de Joio Antonio Carsintsi-
ro da Silva, na qual pede para ae lhe raacedar
poder conduzir em aua carroga, pochadi por oas
bol, cinco barricas com farinha, para as ds asm
padaria, como ae permiltio a Joio Luiz Ferreir
Ribeiro.Concedeu-se.
Outro do procurador remetiendo s si
da receila e despezaa municipal para
de 1862 4 1863, declara que resultases das
pezas effectivas o saldo de 13.396*408 rs.
sa v do mesmo orgameolo, deteraisases
mar i que verba se daveria ajeniar
saldo.
Posto em discussio, mandos-as erJeear ss
procurador que este saldo deverta sereaerefado
para a construego do pago municipal.
Urna petigao, na qoal o fiscal msotenos ds
freguezia do Recife reclama aobre s
lhe fra dada em consequencia ds o<
fazendo na ra do Pilar, Fraseases
reir de Brito, tutor doa menores litas
Athaoazio Diaa. a, alm de asilas ral
Taz a respeito de seu exercicio
snnoa que tem de servigo,
cmara, reconsiderando a
levantar a suspeneio decreta
a demissio do emprego,
que nio o lesa devtdam
ataceaals mando
paticosa (Sr;
do-se
em aso tu
Mandou-se
MIT AHO


DIARIO DE PBBNAMBftCt gABMPO 1 DE FftVKBEHO DE 186?.

r"
ir
ca o tUrro da praga em (rente
as petiges da Antonio d
_J Jos Loii Ionocencio Poggi, e
maior a easrevi no impedimento lo
1o. Barros Reg, presidente.Henriques
da Silva, Reg, Rago Mal**, Mello.
KSAO EXTRAORDINARIA DE 15 DE JA-
MURO DE 1862.
Pmidencia do Sr. Barros llego.
aenlet oa Sra. Henriques da Silva, Maia,
Reg> e Hallo, abre-se a aeaaio.
. lida e approrada a acta da antecedente.
Le-e o aeguiole
EXPEDIBNTE.
Um oficio do Exm. presidente da provincia,
declarando, em reapoita ao que a cmara lbe di-
rigi em 2 do correte, que pelo motivo ponde-
rado oa infurmjco, por copia do inspector da
theaouraria de fszenda, os alagadoa de que (rata
o citado offlcio, nao podem ser atterradoi por con -
ta da fazenda, conviodo que a mesma cmara
compilla pelos meios regulares oa proprielarios a
fazer taes atierros as parles dos terreos, que
lhes perteocor, cootioaando a empregar lodos oa
meios seu alcance para arredar os eotulhos e
immuadicea que eiistem oa cidade.Addiado
requerimento do Sr. Reg.
Oulro do mesmo, dizeodo que aoouiodo ao que
solicitou o Sr. cnsul de Portugal, convida a c-
mara e aeua empregados, para assistirem o offl-
cio fnebre, que oscidados portugueses residen-
tes desta cspiUl, teem de mandar celebrar do dia
17 do correte na igreja do Espirito Santo pelo
eterno doscango de S. M. o Senhor D. Podro V.
Ioteirada.
Outro do juiz de paz do primeiro aooo do pri-
meiro districto da freguezia da Boa-Vista, dizeo-
do que teodo de proceder no dia 19 do correte
a revisto da qualificago, Ihe remellesae a cma-
ra o livro, e mais objeclos precisos para semelhao-
te flm.Que se fornecesse.
Outro do engeoheiro cordeador, informando a
pelico, oa qual o Dr. Pedro de Alhayde Lobo,
Moscozo pede para se Ihe permitttr (azer urna
cocbeira no fundo de sua propriedade oa ra da
Gloria; declara o mosmo eogeoheiro que por es-
se lugar est projectada na planta da cidade ama
ra.Mandou-se dar cordeaco de maoeira que
a editlcago oo enlrasse oa ra projectada.
__ Despacharam as petiges de Emilio Aolooio
Uongalves Luna, Joo Aolooio Carpinleiro da
Silva, Jos Googalves Beltro &. Irmos, Joaquim
Rodrigues Duarte, Jos Francisco Pinto, Manuel
Uongalves Ferreira e Silva, Dr. Pedro d'Aibayde
Lobo Moscozo, e levanlou se a sesso.
Eu, Francisco Gaouto da Boa-Viagem, official-
maior aescrevi, no impedimento do secretario.
Barros Reg, presidente.Cesario de Mello.
Henriques da Silva.Reg, Reg Maia.Mello.
Reviso do jury leita aos 13 de
jaueirode 1862.
Foram qualilicados juizes de (acto oa cidaJos
seguales.
Bruno Alvaro Barbosa da Silva.
Beroardioo de Seoa l'oulaal.
Barlholomeu Francisco de Souza.
Braz Marcellioodo Sacramento.
Basiliaou de Magalbes Caatro.
Beroardioo Jos Tavares da Silva.
Dr. Braz Florentino Henriques de Souza.
Dr. Beroardo Peireira do Carmo:
Bellarmioo do Reg Barros.
Bemvindo Gurgel do Amaral.
Dr. Beoto Jos da Costa.
Beolo Jos Fernandos Barros.
Beroardo Luiz Ferreira Cezar Loureiro.
Baro do Livramenlo.
Baro de Muribeca.
Bario de Guararapes.
Beroardo Zefenoo de Miranda Albuquerqae.
Basiliaoo Correa Pessoa de Mello.
Dr. Cosme de S Pereira.
Cosme Jos dos Saotos Callado.
Candido Tbomaz Pereira Dutra.
Camillo oe Lellis Peixoto.
Camillo de Lellis Fonseca.
Constancio da Silva Neves.
Caelaoo Cyriaco da Costa Moreirs.
Dr. Cooaiaotino Rodrigues, dos Santos.
Cbristovo Guilherme Breckeofeld.
Candido Aulrau da Malla a Albu juer jue.
Caetaoo Peixoto de VeaM.
Claudioo do Regto bina.
Claudino Beoicio Machado.
Caetaoo Jos Meodes.
Dr. Carolioo Fraociaco de Lima Sanios.
Candido Jos da Fooseca.
Dr. Carloa Frederico dos Saotos Xavier.
Dr. Caetaoo Xavier Pereira de Brito.
Dr. Cypriaoo Penelon Guedes Alcaforado.
Candido de Souza Miranda Cuuto.
Cbristovo Santiago de Oliveira.
Caelaoo Pereira de Brito.
Dr. Ciciro Odn Peregrino da Silva.
Claudino de Oliveira.
Caetaoo da Silva Azevedo.
Camillo Piolo de Lemos.
Caetaoo Gomes de S.
Dr. Caodido Jos Casado Lima.
Caodido Emyo Pereira Lobo.
Domlogos Sritno Altes da Silva.
Deoiz Aotooio Ferreira Marques.
Domiogos Henriques Mafra.
Domiogos Alfonso Ne>y Ferreira.
Dr. Diodoro Ulpiano Colho Catanho.
Domingos Joa das Nees.
Dr. Demosihenes da Silveira Lobo.
Domiogos Francisco Tavares.
Domingos dos Passos Miranda.
Domiogos Aolunes Villaga.
Decio de Aquioo Fonseca.
Domiogos das Naves Teiieira Bastos.
Domiogos da Silva Guimares.
Demetrio de Azevedo Amorim.
Domiogos Alves Malbeus.
Domiogos Jos da Costa.
Dr. Emilio Marques Santiago.
Elias Francisco Miudello.
Emilio Xavier Sobreita de Mello.
Dr. Egidio Henriques da Silva.
Eduardo Frederico Baocks.
Elias tfigueira de Mello.
Dr. Eduardo de Barros Fatco de Lacerda Caval-
caoli de Albuquerque.
Eduardo Firmioo da Silva.
Eugenio Marques de Amorim.
Estevo Jos Paes Brrelo.
Francisco Jos da Cunta.
Francisco Ferreira Borges.
Francisco de Albuquerqne Mello.
Fraocisco da Rocha Passos Los.
Francisco de Paula Dias Feroaodes.
Dr. Felippe Nery Collago.
Fraocisco Geraldo Moreira Temporal.
Francisco Maroede deAlmeida.
Francisco Antonio de Brilo.
Francisco Gomes Castellao.
Francisco Jos Cyrillo Leal.
Frederico Augusto de Lemos.
Francisco Alejandrino de Vasconcellos Callaga.
Francisco Ignacio Ferreira Dias.
Fraocisco de Souza Reg Mooleiro.
Francisco Simoes da Silva.
Dr. Fraocisco Ferreira Martins Ribeiro.
Dr. Francisco Jos Martios Peona.
Francisco Jos Martins* Penna.
Firmioo Jos de Oliveira.
Flix Francisco da Souza Magalhes.
Dr. Francisco de Paula dos Santos Alleluia.
{Continuarse-ha.)
(Jommunicados.
Consta que volla para Senahem o Dr. Gervasio
Campello Pires Ferreira, juiz mnoicipal daquelle
termo, e que se achava fora delle, gozando de
urna licenca, a qual oos pareceu antes urna reti-
rada, e por isao sempre suppozemoi que aquello
juiz jamis quizeise, depois do que se deu no
termo, distribuir all jusiica, mas eoganamo-nos I
Ahi vai o Dr. Gervasio pois, collocar-se outra
vez oa alteruativa, em que eeleve ; seus actos ja-
mis podem ter o caobo de redido, elles sero,
quer justos, ou Dio, laxados de fracos ou de vio?
itivos ; astio portaolo os habitantes de Seri-
em, na aua quasi tolalidade, certos de que
passar por vexames, e talez mesmo soffrer
perseguiges, o que sam duvida se dar, coofir-
maudo-se a oomeago pedida pelo Dr. Gervasio
ebefe de polica do teoeote de polica Leo-
degario Caidas, para subdelegado de Seriohem,
para que essa oomeago se nao d, o que s
lagar atiento a prxima chegada do Sr. che-
i da polica neala provincia, e por conseguiote o !
tico coohecimenlo que oacessariamente deva
utecimeotoa de cada um de seas ter-
os estas lionas. A nomea-
u, que a pouco commindou
BB>.B* alli o destacamento de polica, e d'onde foi reti-
rado a requisigao do delegado de ento, nao oos
parece a maia prudente, tanto maia quaoto elle
alea de ser parete a amigo iotimo do Dr. Ger-
vasio, acortase que no termo Um ai meamaa in-
disposi;es que aquella. Parece-nos que ss ra-
zos que abi llcam expendidas serio lufficientes
para pesarem bastante no animo das autoridades
superiores, qae por certo quererio antes fazer
juatica do que satisfazer viogaogase caprichos de
alguem.
O habitante de Serinhem.
#
As desinfecrOes por me i o de
fumegacss.
O que se disse no commaoicado a respeito
dasdesinfeccee por meio de fumegages, pu-
blicado no Diario de Pernambuco, foi dito no
pslacio da presidencia da provincia em reuniao
da coramisso ceotral de aoccorros mdicos, e
todos, i excepgo do Sr. Dr. Ignacio Firmo Xa-
vier, foram da opioio emitlida nesse commu-
nicado. Se sssim nao fosse, entio tariam sido
adoptadas as fumegages entre as medidaa pro-
postas pela mesma commiisao so Exm. presidente
da provincia.
A opioio do Sr. Dr. Francisco de Paula Can-
dido nao tem mais peso do que a de qualquer
um dos membros da commisso ceotral de aoc-
corros mdicos ; e, se o que diz o distinelo pre-
sidenta da juoli ceotral de hygiene publica fosse
aempre verdade incootestavel, eolio oo teria
reapparecido no Rio de Janeiro a febre amarella,
depois do que elle disse oa cmara dos deputa
dos em 1853 e se acha escriplo, oio obstaote as
fumegages e medidas sanitarias ali empre-
gadas.
Nio a dala das experiencias feilas em Hes-
panha, que distroe o seu valor : outras multas
tem aido feitas, e o resultado por toda & parte ha
sido o mesmo. O que se l em sgaos tratados
de bygiene publica oso paasa diaso, que se en-
contr em muitos livros: ao asaergoes que a
experiencia nao confirma e s servorn para encher
papel e fazer avultar o numero de paginas. O
que verdade incootestavel que as fumega-
ges aioda nao preservaram cidade alguma de
epidemias, nem Uzeram que estas perdessem
sua intensldade, ou fossem conlrariadaa em sua
marcha. Se um ou outro facto se aprsente, que
ptrece dar importancia s fumegages, ionume-
ras se offerecem logo depois, que as pe em
derrota:
31 de Janeiro de 1862.
COlfltfKIKCIO
Fraca do ecife 31 de
Janeiro de 1862.
Ys i\uatro horas da Urde.
Cotaces da junta de corretores.
Nao houveram coiages.
J. da Cruz Macelopresidente.
Jobo Gatissecretarlo.
Alfaudega.
tendlmeoto dadla 1 a 30. .
Idam do dia 31. ...
422:8629557
29.1368608
451:9991165
Movlmenlo da altandesca-
Volamea entrados eomfazendas.. 237
a aom ganaros.. 272
Velamea aahidoa aom fazondaa..
* com gneros..
509
169
140
------309
Correspondencias.
Srt. redactores.O conceito que oos merece
o subdelegado de Quipap, o Sr. Manoel Floren-
lino dos Saotos, chamou-nos immediatamenle
a protestar contra aa imputeges, que Ihe fez
por este Diario um Sr. Mesquita ; a boje que
temos pleoo coohecimeoto do facto que Ihe ar-
gido, e que com to negras cores foi descripto
por esse Sr. Mesquita, voltamos ao prek) para
cootestar a exageraran de que o reveslio.
O subdelegado Santos, cuja moderago no exer-
cicio de seu cargo est i toda a evidencia, teodo
receido denun ia? e informages de pessoas de
criterio de que Mesquila (razia com sigo um par
dioho escravo lublrahido nesta cidade so respec-
tivo dono, chamou um Inspector de quarteiro,
amigo do mesmo Mesquita, e ordenou-lbe que o
uardasse em seguranga at que se averiguasse o
facto imputado. Ora, esse inspector dingio-se
so amigo, iotimou-lhe a ordem de priso, e o
levou para sua casa, oode o cooservou por al
guos dias, sem que Ihe fosse vedado ir dormir
ou passeiar casa de sua familia.
No entretanto o subdelegado, depois de baver
procedido alguos exames e interrogado ao par-
diobo, qae diziam escravo, e ao qual falso qae
fosse applicada a mais lueira tortura, rsmetteu o
referido Mesquila ao delegado de Carusrv para
por si averiguar o negocio, am de que oo i-
zessem delle questo poltica. Passaodo o ne-
gocio, ou aiTeciando-o ao delegado do termo, en-
teodera o subdelegado proceder com prudencia,
e pr-se asiim salvo da impolaco de exercer
vingaogas e perseguiges ; mas oio succedeu as-
sim, e a sua mente falhou, por quanto apenas
acbou-se Mesquita desembaragalo da polica,
porque o uelegsdo verificou oo ser o pardioho
escravo, regressa Ouipapa alaMeaodo de in-
fluencia, e depois desee esta cidade, assegu
raodo antes all que vioha buscar a demisso do
subdelegado 1
Neste proposito deu, apenas squi ebegado,
urna queixa ao Sr. Dr. chefe de polica, e fez a
publicngo do facto com as falsidades e exagera-
cues que Ihe aprouve, ou viersm ao bico da pen-
na do officioso escrevente. Mas exposto como
se echa elle, nenbuma impressio pode produzir;
e estamos ccrlos de que o Sr. Saotos se ha de
justificar cabalmente perante o sen superior,
porque o negocio esse que ahi deixamos, e
mesmo porque oo teme elle que, averiguados
os seus actos, sejam julgados violeotos e arbitra-
rios, quando sao paulados pelas prescripges
da lei.
Quaoto s historias de conoivencia na morte
de um menino e no espaocamento de um preto,
a primeira vez que tal impotago se faz ao Sr.
Santos; e ninguem deixar de coovir em que
excedam ellas credibilidade pela originalidade
da mesjia impuiago. No entretanto bom que
se saiba, que foi subdelegado de Quipap por es-
D*go de 5 aoaos um ioimigo acrrimo do Sr.
Santos, o qual desejsndo por lodosos meios aba-
(er-lbe a influencia, todava nunca recorren
esse espaocamento e assassinato para persegu-
lo, e obter aquello Bm ; o que prova a falsidade
dessa arguig&o, por quanto si taes crimes hou-
vessero sido praticados, nao terism passado cor-
tamente qdelle, que puoindo-os, cumpris um
dever, salisfazia um desojo, e nulliQcava a um
adversario.
Hoje, porem.que o Sr. Manoel Florentino dos
Santos subdelegado ; hoje que a contanca do
governo o foi tirar de sua vida privada para ga-
ranta da ordem e respeito da lei, inventara his-
torias para desconceitua-lo aos olhos do mesmo
governo, j que oo exercicio do seu cargo nao
Ihe poierao lancar outra calumnia senao a de
arroxar a cabega do mulalinho, apaziguado
desse Sr. Mesquita ; calumnia que em Quipa-
p oioguem liga o menor valor, por coohecer se
alli a inexiateocia do facto e o fim do seo inven-
tor, perfeita oullidsde
Damos os parabeos ao Sr. Santos, coocluindo
estas Jintias, porque teodo elle sua frente ad-
versarios teoazes, que aada recuam, s portaran)
com tudo om seis mezes de seu exercicio de
subdelegado, achar a deteogio do Sr. Mesquila
para arguirem-n'o. Si outros fados podessem
attribuir-lhe, anda que com igual iojuitici e
aleivosia, certameote que nao calumnia-lo-hiam
em sua vida passada, quando nao era subdele-
gado aioda.
Queiram, Srs. redactores, admillir estas li-
onas de
Um Amigo cerlo.
Recife, 31 de Janeiro de 1862.
Descarragam hoje 1. defevereiro.
Barca fraocezaSolferinomercadorias.
Barca francazaMagoodiecarvo.
Barca ioglezaNauphaoteo resto.
Logre ioglezNovamercadorias.
Brigue bespanholDoos de Janeirocharque.
Brigue brnslleiroVelozcharque.
Importac&o.
Brigue portugus Comante, viodo de Lis-
boa, consignado a Fraocisco Severiano Rabello
& Filho, maoifestou o seguiute:
21 pipas, 2 meias e 98 barris vinho tinto e
branco, 80 ditos szeite de oliveira, 98 ditos sar-
dinhas, 1 pipa vioagre, 30 caixas velas de cera,
100 ditas batatas, 250 ditas ceblas e 368 lagados
de pedra ; a Francisco Severiaoo Rabello & Fi-
Ibo.
2 fardos peneiras; a Joo da Conceigio Bravo
& C.
9 pipis, 2 meias e 29 barris vinhos, 15 ditos e
12 pipas vioagre; a Tbomaz de Aquioo Fooaeca
Jnior.
5 barris vioho ; a Jos Ignacio de Avills.
14 pipas, 2 meias e 69 barris viobos, 10 ditos e
4 pipas vioagre, 5 barricaa cera em grume, 80
caixas dita em velas; a Tbomaz de Aquioo Fon-
seca.
60 barris cal; a Francisco Igoscio de Oliveira.
100 ditos dits, 74 ditos vinhos, 25 ditos e 5 pi-
pas vinagre, 1 dita e 1 barril azeite de oliveira, 1
caixaoum fogao; a Manoel Ignacio de Oliveira
& Filho.
40 saceos semea; a Paulo Jos Gomes & Me-
deiro*.
3 fardos, 2 caixas e barris drogis medicioaes.
peneiras e vidros; a Viuva de Antonio Pedro das
Neves.
9 pipas, 2 meias e 9 barris vioho; a Amorim
Irmos.
44 caixotes velas de cers, 2 barricas dila em
grume; a Malheus cV Rodrigues.
10 barris vinho, 10 ditos vioagre ; a Aotooio
Joaquim de Campos.
113 saceos feijo, 100 barris touclnho e 50 ditos
carnes; a Palmeira & Beltro.
200 barris cal; a Azevedo & Meodes.
4 caixas vidros vazios, 8 barricas e 3 fardos
drogas medicinaes; a Jos Mara Freir Ga-
meiro.
5 caixas 5 fardos e 4 barricas drogas medici-
oaes; a Jos Alexiodre Ribeiro.
8 meias pipas vinho; a Cuaba Irmao.
100 ditos cal; a David Ferreira Bailar.
100 ditos dita ; a Jos Pinto da Costa.
7 caixotes Ogos ; a Manoel Joaquim Ramos &
Silva.
1 caita 1 sioo ; a Fraocisco Gomes de Mallos
Jnior. |
1 eocapT o camisas ; a Joaquim Candido da
Cruz Siqu .a.
3 cajxas mermelada ; a Victorino Jos Salda-
oha.
37 barricas sardinhas, 10 barris vinho; a Mar-
celino Jos Googalves da Ponte.
2 caixas ferros pera alfaiate, obras de folha de
Flaodres e miudezas; a Jos Mara Caslello
Branco.
1 gamella |de cera amarella; ao padre Jos
Aotonio dos Santos Lessa.
14 caixas e 5 barricas drogas medicioaes, vi-
dros, livriohos de pb de prata, lesouras, esptu-
las, graes de pedra, tintas, etc.; a Pedro Maduro
Ja Fonseca.
100 saceos farello, 15 barris vioagre, 15 ditos
azeite doce; a Fraocisco Luiz de Oliveira Aze-
vedo.
2 fardos esleirs; a Jos Baptisla da Fonseca
Jnior.
I caixa azulejos ; a Viuva Moreira & Filhos.
190 caixas paasa, 40 barricas cevada, 10 ditas
sardinhas; a Luiz Jos da Costa Amorim & C.
6 barris vinho ; a II. Gibsou.
S caixoies brochas, 7 ditos e 5 barricas graes
de vdro, e drogas medicinaes ; a Joio da Silva
Faria.
11 barricas, 4 caixotes e 5 fardos drogaa medi-
cioaes, papel e tiota ; a Vicente Jos de Brito &
Filho.
I barril vioho ; a Bastos & Lemos.
5 ditos sardinhas ; a Jos Aotooio da Silva J-
nior.
100 saceos semea ; a Aotonio Jos Arantes.
1 caixa sapalos de traoga ; a Antonio Augusto
dos Sanios Porto. *
3 ditas ditos de dita ; a Aotooio Rodrigues
Piolo.
50 barris azeite de oliveira ; a Joio da Silva
Regadas.
1 caixa raz de chicorea e caixinhas de pao; a
B. Fraocisco de Souza.
5 farJos cabos ; a C. C. da Costa Moreira.
4 ancoretas azeitoaas, 1 dita vinho, 2 saceos
legumes, 2 barricas galle, 1 caogalha de ferro, 1
encapado ignoro : ord^m.
1 lata ; a Raymuodo C. Leite.
2 encapados ; a Felisbeito lgoaciode Oliveira.
1 caixote bordados, 1 dito vinho ; a Abreu
Reg.
4 barriquiohas e 4 caixotes drogas medicioaes ;
a Guimares e Luz.
13 caixas velas de cera ; a Matheus & Ro-
drigues.
1 caixa flores artiQciaes ; i Antonio Jos l'ur-
lado.
100 saceos semea, 2 barris amendoas com cas-
ca, 1 caixa massa de tomate, 1 dila feijao verde,
5 barricas chourigas, 1 dita nozes, 2 caixaa sal re-
finado em potes, 5 ditas msrmelada, 1 dila (ruc-
ias e doces seceos ; a Duarte & Souza.
Sumaca hespaohola Ardila, rioda de Barcelo-
na, coosigoada a Aranaga Hijo 6c C, manifestou
o seguinte :
122 pipas 6 meias e 275 barris vinhos, 200 cai-
xes passas, 15 barris alpiste, 6 fardos obras de
vime; ao capilo.
Foros de terrenos demarinha ..
Ladennos.......................
Siza dos bens de raz.........
Decima addicional das corpora-
ges de mo mora.............
Direitos novos e velhos e de
chancellara....................
Ditos de patentes dos offlciaes da
guarda nacionaL...............
Dilima de chancellara...........
Multa por infraeces do regula-
mento..........................
Sello do papel flxo................
Dito do proporcional.............
Premio de depsitos pblicos....
Emolumentos.................
Imposto sobre lojas e casas de
descontos...........
Dito sobre casas de movis, rou-
pas, etc. fabricados em'paiz es-
trangeiro............
Taxa de escravos.........
Cobranga da divida activa .
Indemnisages...........
214J8S4
285704
4 83997*0
1395500
6139124
1089000
1809000
1749438
2:0919240
8.978795
1J878
2899040
15:6359610
1:0009000
5445060
2029764
49000
35.5939517
de Janeiro de
Recebedoria do Pernambuco 31
1861,
O escrivo,
jfanoel Antonio Simoes do Amaral.
Consolado provincial.
Randimento do dia 1 a 30. 97:8409514
dem do dia 31......: 3.4831693
100:3239207
Hamburgo 4 de Janeiro.
Boletim commercial.
O mercado de Hamburgo, como sempre acon-
tece no Bm do aooo, oio leve neohum movimen-
to notavel durante os ltimos quioze dias, e as
rendas realisadas s foram para supprir a neces-
sidade do consumo.
Caf. -Tendo sido excessivamenle avaltadas as
importages durante todo o mez de dezembro,
tem reinado grande estagnagio no mercado, e
apenas se podo cotar os pregos com alguma cer-
teza.
Espera-se entretanto urna reanimago em bre-
ve, porque os depsitos 00 interior se acham
muito reduzidos.
A imporlagao geral de caf em 1861 foi supe-
rior dos aonos anteriores.
O caf ordinario aegular do Rio de Janeiro se
poder cotar de 5 3(46 1)8 schilliogs.
Importaco do caf al fine do anno.
1(561100,000.000 libras*
1860 77.500,000 <
1859- 78,5"0,000 *
1858- 67,000,000
1857 72.000,000
Em ser em Ana de dezembro.
186121.000,000 libras.
1860 3.750.000
1859 6 500.000
t 1858-14,000.000
185734.000,000
Assucar.Na ultima parle do aooo a impor-
lagao de assucar tem dlmiouido notavelmente ;
comtudo o deposito no fim do snno foi maior
do que em lins de 1860. Nao tem havido oos
ltimos dias Iraosacges dignas de mengao.
Importaco de assucar at fins do anno.
186155,000.000 libras.
1860-46.500.000
1859-57,000.000 a
1858-45.500.000
Em serem fias dezembro :
1861.... 11,000,000 librss.
1860.... 9,000.000
1859.... 12,500,000
1858.... 3.750.000
Tabaco. Eotraram em dezembro cerca de 200
balas ds nova colheita do Brasil, que em parte
obtiveram 10 1/4 schilliogs As primeiras quali-
dades agradaram, ao mesmo lempo que as or-
dinarias nio foram achado boas. Venderam-se
ultimameole 400 rollos pregos reduzidos.
Jacaranda. Vieram ltimamente cerca de 42
mil libras de Jacaranda da Baha, de boa quali-
dade, e eocootraram prompla venda. Os pregos
sao nomioaes ; ficam em ser cerca de 1 680,000
libras.
Couros.Sem mudanga menciona. Depo-
sito :
couros do Rio de Janeiro,
ditos da Babia.
E' de sntir a falta 0,'importaglo directa d'al-
godio do Brasil, sobretodo neste momelo.



@




a


P
A
210
110
150
080
19650
IJI.O
19150
160O
19100
19300
19350
29IOO
15800
220
220
155
100
29100
IgliOO
19350
19800
19<00
19400
19600
29>00
29000
REVISTA COMMERCIAL.
LISBOA, 11 DB JANEIRO DE 1862.
Precos correntes dos gneros de importaco do
Brasil.
Algodo de Pernambaco. .
Dito do Maranho e Para. .
Dito de Angola.....
Dito da ludia..................
Assucar de Pernambuco b.
Dito mascavado .....
Dito do Rio. de Janeiro m.
Dito da Babia b.....
Dito dito mascavado ...
Dito do Maranho. m. .
Dito do Para broto ...
Dito de Cabo Verde.....
Dito da India..................
Agurdente de caona do Brasil
Alpista ...........
Arroz.da India. Gda ;- .
Arroz do Maranho eParsup.
Dilo dito bom .......
Dito dilo ordinario.....
Dilo dilo mi'jdo.......
Caf do Rio primeira sorle .
Dito dito segunda dila. .
Dilo dilo terceira dita ....
Dito de boa escolha. .
Dilo de Cabo Verde.....
Mito de S. T. e Priocipe. .
Dito da, Aogola........
Cacao do Para ;.......
Dito da Babia........
Dilo de San Thom.....
Cairo da India.................
Cera amarella de Angola .
Da dita de Benguela.....
Gravo do Marauhao......
Cravo de Girofe
S de porco
aurigos '.....
Farinhs de trigo. .
Milho........
Palos........
Presantos.....
Sal......
Trigo rijo do Reino.
Dito mol*.....
Toucioho......
Vinho de Lisboa tinto .
Dilo dilo branco ....
Vioagre de Lisboa tinto
Dito dito branco ....
. .
99000
A 70
Duz.
Hoio I97OO
A

580
600
3S6O0
209000
41000
IO9OOO
400
900
49800
19860
710
720
39800
a
P.
D
Londres 90 d|d .
Pars 100 d|d. .
Genova 3 m|d. .
Hamburgo 3 m|d. .
Amslerdam 3 m|d.
Madrid 8 djv. .
Porlo8d|v.....
Cambios.
... 53 1/4
... 532
.'. 528
... 47 7/8
. ... 42 1/2
i/iit)
. par.
Metaes.
759OOO 809000
809000 859000
379OOO 409000
408000 429000
Pegas de 89OOO .
Ongas hespanholas .
Ditas mexicanas. .
Agoias de o-aro dos Eila-
dot-Uoidos ....
Soberanos (a prata). .
Ouro cerceado (a ouro) .
Patacas hespanholas .
Dilas brasileiras .
Ditas mexicanas .
Cinco francos .
Prata porlugueza (marco*
Fondos e aeges.
3 por cento de asienta ment 46 1/4 a 46 3/4
89020
14*900
I49IOO
189250
49490
19980
930
930
930
875
79950
O
89040
139100
I492OO
189400
49300
29010
950
950
950
885
89020
Coupons
Divida diflerida .
Banco de Portugal. .
Dito commercial do Porto
Dito Mercalil do dilo .
Revista
De 12 de dezembro
46 1/4 a 46 3/4
42 a 42 1/2
5849000 a 5889000
2589000 a 2609000
2588000 a 38OJ00O
commercial
de 1861 a 10 de Janeiro
de 1862.
Desde a nossa ultima revista al o fim do mez
passalo as transaeges da oossa praga estiver^m
totalmente paralysadas. A morte do Sr. infante
D. Joo, e os tumultos que por alguna dias po-
zeram em sobresalto a capital, occasiooaram es-
sencialmenie essa inacvidade. No presente mez
poucas transaeges se teem realisado, o que to-
dava oio admira, por ser esta a poca propria
de em todas as casas commerctaes se proceder ao
balaogo.
O mercado de fundos conserva-se estacionario
e as coiages das inscripges deve eotender-se
com o juro pago at ao fim do segundo semestre
de 1862.
Assucar.As entradas deste genero foram de
13 barricas o 5,439 barricas de Pernambuco ;
540 barricas do Para ; 206 de Londres ; 61 de
pmerara, e 10 cascos de Sunnan.
A desanimago contiouou a deseovolver-se, e
as transaeges foram limitadissimas ; e s leve
lugar urna compra avultada pela maior parte de
mascavados baixos, para ums fabrica que seesta-
beleceu. Apezar porm desla compra, e das que
ha lempo se effeciuaram para Iug aterra, anda o
oosso deposito de mascavados ordinarios abun-
dante, e s aos minimos pregos da oossa cota-
gao se veodem leotamenle. Na presente semana
entraram na alfandaga os carregamenlos do assu-
car novo importado pelo Lima I e Uaria da
Gloria, e parece ler-se j vendido cerca de 800
saceos, cujo preo anda nao respirou ; o resto
dos ditos carregameotos est pendente sua
venda.
A existencia deste genero calculase hoje em
Caixaa Feixos Gigos Barricas Saceos
1215 742 887 4792 33900


d

w
b
u
d


46&010 509000
550 6.50
39600 39800
65000 692OO
59600 59^00
59200 59100
3g800 45000
35800 49000
39350 39500
39OOO 39200
292OO 2S400
4S800 59OOO
49100 4S3O0
39800 49000
39-00 49000
390UO 39300
3J100 39350
79OOO 103000
300 305
305 310
500 600
100 120
Publicares a pedido.
SONETO
otTereeido ao IIIm Sr. mafor
Luiz d* Costa Porto carreiro
por occasiau do infeliz, past-
smenlo de sua sempre dio-
rada esposa D. Auna Jos*
plina de Mello Porto-earrei-
ro, em sigoal de amizade.
Basta 1... A hora sor.a ; a campa se abre.
Macalh.ves.Sisp. Poet.
Tu nao sabes, Luiz, o que perdestel
J nao vive tus chara e santa esposa,
Vae seu nome ser gravado em urna lousa
Toda oroada de ramos de cypreste.
Tus esposa foi um santo aojo celeste.
Que do mundo o levou, morte assombrosa I .
Que deixou toda a familia lacrimosa
Deixando tambem triste a fldr agreste.
Morrea I... como morre a planta flor,
Deixaodo-te, Loiz, amargarado;
Foi uoir-se l dos anjis do Senhor.
Bm os oossos coraces deixou gravado
Para sempre o sea firme e terao amor:
Por Dos seja o seu nomeabencoado.
Lgdi o Marianno de Albuquerque.
Exporta cao
Do dia 30 de Janeiro de 1862.
Brigue oacional Olinda, para o Porto, carre-
garam :
Bailar & Oliveira, 1,000 saceos com 5,000 arro-
bas de assucar.
Barca naciooal Ahormo, para Lisboa carre-
garam:
Amorim & Irmos, 750 saceos eom 3,750 arro-
bas de assncar.
Barca porlugueza Flor da Maia, para o Porto,
carregou :
T. Maduro di Fooseca, 300 saceos com 1,500
arrobas de assucar.
Pinto Barbosa & C, 325 saceos com 1,625 ar-
robas de dilo.
Patacho naciooal Beberibe, para Lisboa, carre-
garam :
Manoel Pereira Lemos, 20 barris mel de furo,
720 caadas.
Barca iogleza Nauphante, para Liverpool, car-
regaram :
James Ryder & C., 2,000 saceos com 10,000 ar-
robas de assucax.
Barca franceza sard, para Marseille carre-
garam :
N. O. Bieber & C, 1,000 saceos com 5,000
arrobas de assucar.
Recebedoria dajr rendas Internas
gentes de Pernambuco
Rendimento do da 1 a 30. 30 6005745
dem do dia 31 .......4:992|772
. alq.
e eu-
137
90
140
140
120
130
120
120
110
180
110
39500
15200
19150
19000
39OOO
600
59600
29*00
19800
292OO
95OOO
35:593517
NTO DA RECEBEDORIA DE RENDAS
AS GERAES DE PEtlNAMBUGO DO
EZ.TJE JANEIttO, A SABER :
oda da typoRraphia nacmnal... 6J000
endas dos proprioa nacionaes.. 2649500
Chifies......M. 259000 805000
Couros seceos do Rio .... A 100
Coaros verdes do Para.
Ditos espichados das Minas
Ditos ditos da Babia.....
Ditos ditos de Angoln .....
Ditos salgados do Maranho
Ditos ditos de Pernambaco
Ditos ditos da Baha.....o
Ditos ditos de Angola ... <
Ditos ditos das Unas ....
Ditos ditos mouros......
Cominbos.........@
Deules de marfim lei......
Ditos ditos meno........ >
Ditos ditos escravelho ....
Erva doce........
Farinha de pao ...
Gomma copal amarellla
carnada........
Dita branca......
Dita ordinaria......
Dila do Brasil.........
Linbo da India.............. rj>
Melago......-....... P
Oleo de copahiba......
Pimenta da India......
Salitre da India..............
Salsa parrilha snperior.....
Dila dila regalar......,
Dita dita ordinaria......
Trigo estrangeiro j. .
Tapioca boa..........
Uroc. ..........
Urzela de Angola e Bongos-
Ala superior.........
Dita de dita ordinaria <
Dita de Cabo Verde.....
Vaquetas do Maranho. .. .
Dila de Pernambaco ....
Exporta
Agoardenle de vinho.
Aieite doce.......
de purguaira .
Amendoa doce ara milo
Banha de poreo. .|*
Batatas
Cara
Dita
H 1 .... 1
c*
n* manco.
Sable**.
Dezembro 15 Tyoe (.) Jelieoa, Brasil.
24 Bella Figoeirens*. Leos*,
baco.
36 Catharioa (escuna diaa
Lindemann Para.
29 Guieooe (v.), Eo**t, Brasil.
30 Boa Fe, Res. Maraokio.
Janeiro 5 Ligeiro II, fase*. Par.
Embarcacet carga.
PernambucoBarca Luiz*. BrffSM !*-
papo e Activo. P.tacho.Marta da Glaria.
Maranho.Brigue Anglica.
Para.Barca Amazona.
MoTJpiento do portQ
Navios entrados no dia 31.
Rio de Janeiro e Babia 6 dias, vapor basase
Guienne. de 1,187 toneladas, eos>maa*ate
Euout llippolyte, equipagem 116, carga 4Mb-
rentes mercadorias.
Macei58 horas, barca brasileira Boauiea, a
263 toneladas, capiiao Pedro Nelasco Viasra a
Mello, equipagem 13, carga assucar ; a ,
rim Irmo. Veio receber ordeos.
Rio de Jaoeiro 44 dias, patacho dinamarajMz
Uaabet, de 222 toneladas, capillo C WaJbblai,
equipagem 14, em lastro; a Jas Pereira
Vianoa.
Liverpool 34 dias, barca iogleza suato, de 3V
toneladas, capitao A. Johoaoo, equipagem 14,
carga carvSo de pedra ; a Jame* Cra*tr*4k C
Liverpool 39 dias, barca iogleza Diont, I
toneldas, capilo Thomaz Stepbens,
gem 13. carga fazendas e oa iros gestera* ; a
Mills Lalhao & C.
Navio sahido no mesmo 4ia.
Bordeaux e porlos intermedios vapor fraacoz
Guienne, commandante Eooul Uippolyte.

1
33
00
O
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B I Inttntidade.
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I Farkenhtit.
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o> _5 I Bfgroantro.
I Cisterna hydre
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Franeex.
1*
o
Iw
Inglex.
ss
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o

NE
b

@
o

A.
Algodo.Nocoostam vendas, e nem tivemos
imporlagao alguma.
Agurdente do Brasil.A excepgo de peque-
as transaeges effectuadas para a Costa o'Afnca,
insignificante movimeoto leve este genero.
O suprimeotos chegados foram de 10 pipas de
Pernambuco.
De Glasgow e Demerara importamos 106 cas-
coa e 50 pipas.
Azeile.Vendas regalares tanto para exporta-
gao como para consumo.
Arroz.Entraram 65 saceos de Cabo-Verde ;
2400 de Liverpool; e 200 de Vlaardingeo. As
vendas limitam-se s urgencias do consumo.
Alpista.Pregos nomioaes pela falta de tran-
saeges.
Cit.Depois ds oossa anterior revista entra-
ram de Loan la 1682 saccas, e de Cabo Verde 65
dita. Do caf do Brasil resumiram-se as tran-
saeges insign.licaol-s vendas para consumo. O
das possesses baixou alguma cousa em prego, e
aioda assim as vendas foram de pouca impor-
tancia.
Cera.Vendas insignificantes aos pregos cota-
dos. Chegaram de Loaoda 122 gamellas.
Cacao.Effecluaram-se os embarques de algu-
raas partidas compradas ha lempo. Picando por
isso o deposito reduzido ao das possesses, que
pela maior parte est j vendido. Do Para vie-
ram 250 saceos.
Couros.Poucas vendas, e e3sas mesmas
pregos muilo baixos.
As entradas foram de 2305 do Para ; 1807 de
Loanda .- 368 da Madeira ; 140 de Cabo Verde e
625 de Hamburgo.
Gomma copal.Nao tivemos supprimento al-
gura, e as transaeges foram limitadas.
Gomma do Brasil.Os pregos tem continuado
a declinar pelo grande deposito que temos.
Melago.As entradas foram de 208 cascos de
Porto Rico ; 189 de Demerara : 50 barris do Pa-
ra ; 8 barris e 32 ponches de Sunnan.
Deste genero oo coostam vendas.
Marfim Sem alterago do que dissemos em
oossa ultima revista. Nao tiremos imporlagao al-
gums.
Salsa parrilha.Eotraram do Para 36 rollos.
Os pregos podem reputar-se quasi nominaes por-
que as transaeges teem sido muito pequeas.
Sal.Embarques regulares e o mercado coo-
serva-se firme.
Urzella.Entraram de Loanda 88 saceos. As
qualidades superiores sao procuradas e lem-se
realisado differentes transaeges ; as qualidades
ordinarias sao desprezadas.
Vinhos.Pequeos embarques de vioho novo
se tem realisado, e o mercado np se pode repu-
tar com animago.
Pernambuco.Belfa Figueirense (barca porlu-
gueza) com 75 pipas, 2 meias ditas e 212 barris
de vioho, 51 barris de dilo da Madeira, 6 pipas,
4 meias dilas e 70 barris de vioagre, 100 barris
de carne ensacada, 414 de toucioho, 82 caixas de
cera em velas, 13 barricas de dita em grumo, 22
de liohaga, 10 de grao, 10 de alpiste. 300 caixas
e 2 caixotes de figos, 15 ancoretas e 16 meias di-
las de azeitonas, 13 volumes de drogas. 340 cai-
xas de ceblas, 300 barris de cal, 6 saceos de
tremogos, 5 de cominhos, 100 de cevadas, 150
caixas de batatas, 100 meias ditas e 191 quarlos
de ditas de pissas, e 25 volumes diversos.
Para.Ligeiro // (brigue portuguez) com 40
pipas e 375 barris de vinho, 45 barris de vinagre,
11 caixas e 23 barls de azeite, 130 de carne en-
sacada, 70 de porco, 6 barris, 20 ancoretas e 30
barrilinhos de chourigos, 2 caixas de rap. 58 de
doce, 128 de cera em velas, 1 de albos, 90 cai-
xas e 6 caixotes, de figos 375 ancoretas de azeito-
nas, 6 meias barricas, 35 saccas e 50 canaslras
de comlohos, 4 volumes, 14 meias caixas e 96
quartos de ditos de passas, 40 meias barricas de
sardinhas, 2 barris de cal em pedra, 9 saccas de
alfazemas, 15 caixas de massas, 10 barricas de
bacalho, 6 caixas e 537 molhos de ceblas, 100
caixas de batatas, 175 4/5 moios de sal, 11 bases
de columnas de cantara, 9 grades de queijos e
54 volumes diversos.
Maranho.Boa F (patacho portuguez) com
10 caixas e 266 barris de vinho, 5 pipas 7 meias
ditas e 25 barris de vioagre, 30 barris de azeile,
63 de touclnho, 40 de chourigos, 36 volumes de
drogas, 58 caixas de massas, 5 barricas e 12 sc-
eos de erva doce, 5 barricas e 9 saceos de comi-
nhos, 4 barricas de cera em grumo, 51 caixas de
99OOO I29OOO (cera em velas. 26 saceos de pimenta, 100 anco-
8900a resjS de azeitonas, 295 caixas de figos, 10 cai-
795OO 10950*4 xotes deazuleijos, 20 pegas de cabos de cairo, 10
A noite clara com alguna nevoeiros, reato
variavel de intensidad e assim amsnheee*.
oscaagio o* suaf.
Preamar as ti h. 6' da larda, altara7,m.
Baixa-mar as 11 b. 54' da manhia, altara 0,3 t.
Observatorio do arsenal de mariaba, 31 a Ja-
neiro de 1862.
robaho mmm,
V Usaste.
&nae.
100
80
120
120
080
100
100
110
080
170
080
353OO
19100
I9OOO
600
29300
550
49800
9000
I92OO
19400
65OOO
3O9OOO 339000
439000 459000
120 130
IO9OOO I29OOO
165OOO 209000
129000 149000
89000109000
640 690
I920O 29600
100 140
O Illm. Sr. inspector da theaouraria pro-
vincial, em cumprimenlo da ordem do Ex. Sr.
presdeme- da provincia de 24 do corrate, (asa-
da fazer publico que no da 20 de fevereira ava-
ximo futuro, perante a junta da fazcoda a isa
ma theaouraria, se ha de arrematar, asaos ac-
menos fizer a obra dos reparos da priesaira parla
da estrada do norte, avahada em 4:0003000 reta.
A arrematagao ser eila na forma da lei pro-
vincial o. 343 de 15 de malo de 1854, *
clausulas especiies abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esaa arrema-
tagao comparegam os sala das sesaoe* da referi-
da pragt, no da cima mencionado, pelo sacia
dia, competentemente habilitadas.
E para constar se maadou afflxar o presenta e
publicar pelo Diario.
Secretaria da ihesoararia proviocial de Per-
nambuco, 27 de Janeiro de 1862.
O secretario,
A. F. d'ADBunciacSo.
Clausulas especiaes para s arremata;* :
1.a As obras dos reparos da priaaira parta da
estrada do norte sero feilas He conformidad* com
a respectiva descripgo e orgameulo oa imperto-
ca de 4:0009000.
2." Sero principiadas as obras no prazo a 33
dias, e coocluidas no de qualro oaezea, eoataSes
ambos os prazos de data da arrematagao, a aa
caso de faltar a qualquer destas condiecaa. sari
applicada a disposico dos artigo* 31 a 32 da le
proviocial o. 286.
3." No caso de cooceder-se ao arrematante
qualquer prorogago da prazo, pagar misma
arrematante a malla de irezeolos mil rcis, pac
cad mez, de prorogago.
4.a A importancia das obras ser p*g esa *
s prestago, quando estiverem concluidas, a,*e
ser logo recebida deUoitivameol*.
5.a Para tudo mais quanto nao fr ralipaleda
no orgamenlo nem nesias clausulas, seguir ac-ka
o qae dispe a respeito da lei provincial mamar
286.
6.a Nao ser atlendids reclamago alfana oa
em qualquer lempo por parle do arrSBatsala.
tratando a exigeocia de indemnisago, seja sjaaf
fdr a causa que para tal fim allegar.
Conforme.A. F. d'Annonciac*.
0 Illm. Sr inspector da thesoararia pro-
vincial manda fazer publico para coabccim
dos mtdressados o art. 48 da lei proviso*!
510 de 18 de junho do correte anoo.
Art. 48. E' permittido pag*r-*s 1
dos escravos comprados em qualquer lempa *a-
terior a dala da presente le independes** tfa re-
validago e multa, urna vos que oa deveaarea
actuaes deste imposto, o fagam deotr* da *s*rci-
cio de 1861 a 1862, os que oo o tizares* Icaria
sujeitos a revslidagao e multa em doara. atad*
um tergo para o deouncianle. A ibasaaracia ta-
ra anounciar por edital nos primeiro* 101
cada mez a presente disposigo.
. E para coostar se mao Jou afflxar o sr
publicar pelo Diarto.
Secretaria da thesooraria proviocial 4a Per-
nambuco, 8 dejulho de 1861.
O secretario,
A. F. da AMumpcac.
Deeiara^oes.
19500
29000
69000
49400
2|600
352OO
39600
320
400
420
160
430
370
109000
ccheles de ago de Milo, 500garrafoes, 190
caixas de batatas, 50 caixas e 1( 00 molhos de
cebolas.lt caixas de rap, 40 canaslras de albos,
14 couceiras. 20 lages,8 soceos eShombreiras de
pedra, 20 lataa de queijos, 11 barricas 10 canas-
iras e 8 caixotes de castaohas, 10 barricas de
grao, 4 caixas de stea tinas, 6 gol pe has de no-
zes, 6 barris de peixe salgado e 72 volumes di-
versos.
Barra de Lisboa.
Eotridas.
Dezembro W NVsrre (v), Vedel Brasil.
29 Ooeida (v.), Bevs, Brasil.
31 Amazona, A. F.L. Jnior, Pari.
Lima 1*. Costa, Pernambuco.
Santa casa de misericordia do
Recife.
A lllma. jauta administrativa da saala caaaS
misericordia do Recife, manda fazer a*Miea asa
nao se tendo effectaado hoje a arremalaca 4a
fornecimento de carnes verdes para sUlws
cimeolos de caridade, fora transferida pava a di*
6 do correte 00 lugar horas j anoaaciada*.
Secretaria da seola caca de misericordia 4S
Recife 30 de Janeiro de 1862.
O esetivso,
F. A. Cavalcsali Cu
I ribusaaJ do
Pela secretariado tribuoal do
Pernambuco se faz publico qae nesta dala i
giatrado o pspel de districto feilo por
Alves Ferreira e Manoel 4a Casta Lima,
vendo a sociedade que tioham sob a 'r
Manoel Alves Ferreira & Lina, em 19 *
bro do anno prximo fiodo, em virtud* .
tica o ex-socio responsavel pala activa s
da extincta sociedade, e o ex-socio Lie; J
rado do mesma, teodo receido por I
quantia de 20:000 em letras ac*
Alves*
Secretaria 31 de ji
Ihoa L
Vl IT II AHA


lista cidade se
J seguro carta
la, e com o compe-
ttrador pelo meuos effi
?ieis. ^
iaS .D8lbu> i." de evereiro di
1862,O administrador,
Domingos dos Pasaos Miranda.
Consulado provincial.!
Pela mesa do consulado provincial se ai pu-
blico que os 30 das uteia marcados para a co-
branca a bocea do cofre ios impostes de 4 por
ceeto sobre da O.t.belecimeotos de (ora da clda-
rio H8n8l1g0dao.> lyPgraPhi". cocheiras,
lev de a-luguel, hoteis. botequius, casai
o e fabricas, de 8 por cento sobre os con-
mdicos e cirurgicos, cartoriose escri-
torios, oe 12 por cento sobre os estabelecioiootes
i cetMnereio em grosso e a retalho, armazons
Iber, de deposito e trapiches, do 51>OOO
res sobre casas de modas, de bilhar o lojas
qUVe?J?ai chaPeos rouP feita eslrangei
ra, de 1.000 sobre casas baocarias.com emissao
e privilegios, de 500| sobre casas bancariaa com
emissao e sem privilegios, de 300 sobre casas
cancanas sem emtalo, companbias anonymas e
agencias, de 2C0*sobr casas de cambio, de 500 rs
por tonellada das alvarengas e canoas empresa-
das no trauco da carga e descarga, de 30 por
escravo emoregado no servico das mesmas alva-
*!e0w de 10* sobre coetores commerciaes,
de SO sobro corretorea de escravos, e finalmen-
te o imposto sobre carros de alujtuel e particu-
lares de 2 e 4 rodas, carrocas. vehculos de con-
nubio o mnibus se principiam a contar do dia
lo de Janeiro correte.
Mesa do consulado provincial de Peroambuco
15 de Janeiro de 1862.
T. M. V. Pereira da Silva.
Coselho ad ministra ti vo. ri
0 coselho administrativo para (oroecimento
do arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguintea :
Para o hospital militar.
i4 garrafas d'atua iogloza.
24 paixas de capsulas de copabiba.
16 libras do crmor de trtaro.
1 ooca de ceotoio espigado.
| 1 libra de cravos da India.
2 odqss de vergamots.
2 ooqss de essencia de louro cerejo.
2 libras de folhas de belladona.
12 libras de tezes d'ouro.
24 libras de fios de lioho:
1 arroba de maoteiga de porco.
12 vidros de oleo de maslrusso.
10 libras de papoulas.
12 garrafas de robe de Lnllecleur.
24 vidros grandes de promplo allivio de Ita-
duay.
24 vidros graudes de resolvente renovador de
Kadusy.
24 canas de pilulas de Haduay.
50 vidros de xarope de Naff d'Arabica.
24 vidros de xarope peitoral iogiez.
4 libras de pedra urne.
Quem quizer vender Ues objeclos aprsente
s suas propostas em carta fechada na secretaria
do coselho, s 10 horas da manha do dia 5 de
evereiro prximo vindouro.
Sala das sessoes do cousellio administrativo
para foroecim<>nlo do arsenal de euerra. 30 de
Janeiro de 1862.
Bento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Ahxandre Augusto de Frias Villar,
Major vogal secretario interino.
Avisos amulo^
Vende-se o hiato Jaguaribe, novo, de pri-
meira viagem, a dinheiro, a prazo, a trooo de
oscravos ou propiedades, o qual aeba-se defrbo-
te do caes do Ramos : a tratar na ra do Crespo
oumoro 14, loja.
Para oAss '
segu o palhabote santa Luzia at 2 de feve-
reiro ; para carga trala-se na ra da Cadeia n.
o2, primeiro andsr.
Para o Porto
segie at o dia 13 de fevereiro o brigue portu-
guez Amalia I por ter j scu carregameoto
prompto; para passageiros, trata-se com Cunba
rmo Sl C, ra da Madre de Dos n. 3.
Para a ilha de S.
Miguel
sahe com a maior brcvidsde possivel o patacho
portuguez Lima ; para o resto da carga e pas-
sageiros, trata-se com osseus consignatarios Joo
do Reg Lima & Irmao.
Para a Baha tegua o palhabote iSmHo Amaro.
?!!! ai*uma ""VI" o*W qe Ihe falta tratare
con seo consignatario Francisco L. O, Azevedo.
M rn da Madre de Deus d. 12.
COItfARPIAPERNAlBIaiU
E
Navegado coseira a vapor
O vapor cJagoaribe, commaodante Lobato,
sahir para os portos do sul de tua escala no
dia 1* de fevereiro as 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 31 ao meiodia. Eocora-
mendos, passageiros e diuheiro a frete at o dia
da sahida as 2 horas : escriptorio no Forte do
Mattos n. 1.
COMf ANHIA PERNA1BUCANA
DI
Navegado cosleira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu', Aracaty, Ceara',
Ac rae u' e Granja.
O vapor Persinunga commandanteMoura, sa-
hlr para os portos do norte at a Granja no dia
5 de fevereiro as 5 horas da tarde.
Recebe carga al odia iao meio dia, encor -
meadas, passageiros e dinheiro a frete al o dia
da sahida as 2 horas : escriptorio no Forte do
Mattos n. 1.
La sebolas viodos de Lisboa no brigue portugmz
constante, desembarcada* bpqtea, todo ser
vendido em oqr ou nrais loVes a vootade dos
"Pradores: se.uodt-feirt 8 do correal* peln
lo Horas da manha na porta do armaztm do
Sr. Annes defroote da alfsndega.
A LEILAO
A 3 do correte.
Seve.Filhos .C. fsrao leilao por iotervencio
do agente Oliveira, do mais bello soitimento de
fazendas inglesas e fraocezaa tanto de algod.b,
linbo e laa, como de seda muito apreciadas oes-
te mercado :
Sejuinda-feira 3
do correte, s 10 horas da maqha, em suu *r-
mazem da rea d Cruz, no Recite.
Esplendido leilao
, DE
Completas mobihas de Jacaranda' e
amarello [com tampos de uiarmore,
ricos espelhos com molduras dou ra-
das, apparadores, lavatorios, corti-
nados, crystaes, quadros c outras
muitas peqas avulsas de apurado
gosto.
Ter ga-feira A de fevereiro as 11
horas em ponto.
No primeiro andar do sobrado da ra
da Cadeia do Recite u. 60, entrada
pela ra da Seuzala Yelha.
O agente Guimares autorisado peta madama
Margarida L-onsrd que se retira para o Rio de
Janeiro, far leilao em sua casa de residencia no
lugar cima, de todos seus bons movis cima
declarados. O referido agente confia anda ter
occasio de agradecer a uroteceo de seus ami-
gos e freguezesedo respeitavel publico pelo que
compromette-se bem os servir como costuma.
Terminara' p leilao
com lindas joias de ouro de apurado gosto.
Rio de Janeiro
O veleiro e bem conhecido brigue nacional
Uamao pretende seguir com muila brevidade,
tem parto de seu carregamonto prompto ; para o
resto que Iho falta, trata-se com os seus coasig-
natarios Antonio Luiz do Oliveira Azevedo & C,
no seu escriptorio ra da Cruz n. 1,
CGMPANHIA BRAS1LEIRA
DE
Miraras & Tim.
At o dia 3 de fevereiro esperado dos portos
do norte o vapor nacional Paran, commandan-
te o primeiro-tenente Joaquiro de Paula Guedes
Alcanforado, o qual depois da demora do costu-
me seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros, e engaja-se
a carga que o vapor poder cooduzir, a qual de-
ver se embarcar no dia de sua chegada, dinhei-
ro a frete e encommendas at o dia da sahida s
3 horas da larde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C.
w
f
LEILAO
DE
/
COMPINHIA BRSLEIRA
DE
E esperado dos portos do sul al o dia 12
do correle, o Tapor Tocaotins, commaodante,
o primeiro lente Pedro Hyppolito Duarte, o
qual depois da demora do costume seguir para
os portos do norte
Desde j recebem-se passageiros e eogaja-se a
carga que o vapor poder cooduzir a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encom-
mendas o dinheiro a frete at o dia ds sahida s
i horas da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, es-
criptorio do Aotocio Luiz de Oliveira Azevedo
o C.
Patacho portuguez Lima
Os coasignatarios do patacho portuguez Lima,
acientificam ao respeitavel publico que so nao
responsabilisam por coolas contrahidas, por ne-
uhum dos offlciae8 do referido navio e que s se
responsabilisam pelos objeclos quo forem com-
prados com ordem por escripia dos annunciao-
tes. Recito 29 de Janeiro de 1862.
Joo do Kego Lima & Irmo.
Para o Porto e Lisboa.
O veleiro e bem conhecido patacho nacional
Beberibe, pretende seguir com muita brevidade
para os dous portos cima, tem parte de son car-
regaroentua bordo, para o resto que lhe falla-e
passageiros para os quaos tem excellentes com-
modos trata-se com os seus consignatarios An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu es-
criptorio ra da Cruz n. 1.
Rio de Janeiro
Pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Capuam, tem parte de seu carrega-
meoto prompto : para o resto que lhe falta, tra-
ta-se com osseus consignatarios Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C., no seu escriptorio ra da
Cruz n. 1.
Ceari e icarac
No dia 8 de fevereiro o palhabote Sobralen-
se segu com a cargs que liver a bordo ; para
carga e passageiros, trata-se com Caetano Cyria-
co da C. M.,no lado do Corpo Santo n. 23.
Cear.
Segu por estes cinco dias por ter j dous ter-
cos da carga, o palhabote Garlbaldi, capito
Custodio Jos Vianna ; a tratar com Tasso Ir-
maos.
Para o Porto. .
Segu era poneos dias a barca porlugueza
Flor da Maia, por ter parte do seu carregameo-
to prompto ; quem quizer carregar ou ir de pas-
sagem, dirija-se ao consignatario do mesmo em
seu escriptorio da ra do Apollo n. 43, seaundo
andar.
Para o Rio Grande do Sul
sahir com toda a brevidade o muito veleiro pa-
tacho nacional Arapeby; recebe carga e escra-
vos a frete. para o que trata-se com Manoel Ig-
nacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo Sanio,
escriptorio o. 19, ou com o capito a bordo.
Lisboa.
Sahir em dias do correte mez o brigue bra-
sileiro Norma, de primeira classe, para o com-
pleto de su carregameoto apeoas lhe falla 500
accos : trata-se com Domingos Ferreira Maia.
ra do Apollo n. 37.
Para o Rio Grande do Sul pretende sahir
com brevidade o patacho Guarany, para onde
recebo carga a rete, como escravos : quem no
mesmo quizor carregar podo entender-se com os
consignatarios Amorim Irmos, ra da Crsz nu-
mero 3.
Movis, joias e
urna escrava.
Quarta-eira 5 do corrente
Costa Carvalho autorisado pelos ad-
ministradores da massa fallida de Jos
Antonio da Silva Araujo, consistindo em
urna rica mobilia de mogno com tampo
de pedra, guarda vestidos, apparadores
para louca, mesa elstica, candelabro,
serpentina, louca, vidros, e differentes
obras de ouro e prata, e um rico appa-
reiho de brilhante para sonhora, assim
como vender urna escrava, devendo o
leilao ter lugar no primeiro andar do
sobrado da ra do Imperador n. 57,
entrada a direita.
Avisos diversos.
Grande laboratorio de la-
vagem.
Os donos dos nmeros abaixo declarados po-
dem mandar buscar que esiao promptos : 256
126,271,235,187,277.163. 158, 243j 35. 292|
316, 288, 299. 122, 195. 305. 315, 323 ,176. 246
54 129,180, 231, 220, 150, 88, 181, 74, 186, 319,
218, 280, 156, 170. '
COMPAMIIA DA VA FRREA
DA
Recife ao Sao Francisco.
LIMITADA,
Alten cao.
Nos domingos e dias santos at outro aviso as
passagen de ida e volta, no mesmo dia, das
Cinco Potai a Escada aero pelo preco das sin-
glas, a saber:
1* classe 6*500
2 450O
3* 3000
A partida dos trens ser como de costume, de
manha das Cinco Ponas as 7 horas e 30 minu-
tos e de tarde da Escada as 4 horas.
AssiguadoE. II. Bramah,
Superintendente.
Lava-se
e engomma-se com todo o aceio e promptido,
preferindo-ae roupa de seohora, na ra Augusta
n. 100:
Na ra do Livramenlo n. 7, primeiro so-
brado, alugam-se doua quarlos por prego muito
commodo : quem pretender dirija-se ao mesmo.
Olerece-se urna ama para casa de homem
solleiro: a tratar na travessa do Corpo Santo nu-
mero 24.
Precisa-se de ma ama que cozinhe bem,
nao se olba a preco : a tratar na ra da Crui
numero 24.
Pede-se ao Sr. Elias Pereira Gongalves da
Unha que chegue na ra Direita n. 55, para a
deciso de um negocio de grande importancia
para o meamo seohor.
Caixeiro.
N rus da Cruzarmazem n. 33 existe um moco
de 19 anuos, viudo do Porto o com pratica de
negocio de faaenda, o qual se deseja arrumar em
loja de fazendas on outro qualquer estabelcci-
mento.
Aluga-se um armaiem na ra do Apollo n.
U, defroote ao iheatro, muito proprio e com
comrnodos para receber quaesquer gneros : a
tratar com seu dono na ra da Gloria n. 87, se-
gundo andar.
Advocacia.
Porto.
Para Lisboa
sshir com toda a brevidade o brigue porUeuez
Coostante, capito Augusto Carlos dos Reis
visto ter promplo a maior parte de sea carrega-
meoto, tem excellentes accommodacoes para
passageiros: trata-se com Maooel Ignacio de Oli-
veira & Filoo, no escriptorio do largo do Corpo
Santo n. 19, ou com o capito a bordo.
Para
o Kio de Ja-
neiro,
segu com brevidade o palhabote Piedade, ca-
pito Jos Marques Viaona ; para carga e passa-
geiros, trau-se com Caetano C. da C. MoreiraA
Irmao, oo lado do Coroo Sanio D. 23.
Seguc com brevidade para o indicado porto o
brigue portuguez Amalia I, de primeira classe:
para o reato da carga e passageiros, trata-se com
Cunha Irmos & C, ra da Madre de Dos n. 3
ou com o capito na praca. -
As rodas da quarta parte da primeira
lotera do Gymnazio Pernambucano
terceira concessao, andarao impreteri
velmente quinta-feira, 6 do presente
mez no consistorio da igreja de Nos$a
Senhora do Rosario de S. Antonio.
Os poucos bi I lie tes que restam,
acbam se a venda somente at a vespe-
ra. Os premios serao pagos a entrega
das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Ama.
Precisa-se de urna ama para o servido de urna
casa do pouca familia : na praca do Corpo Santo
o. 17.
Aviso.
Precisa-se alugar um sobrado de um andar em
qualquer dos dous bairros, Santo Antonio ou S.
Jos, que teuha comrnodos suffecieotes para urna
familia, paga se bem: quem liver dirija-so a ra
Augusta n. 92, ou no passeio loia n. 11. para
ajuslar.
Pede se ao Sr. Elias Pereira calves da Cunba, que ebegue a ra
Direita n. 55, para a decisao de um
negocio de grande importancia, para o
mesmo senbor.
O advogado A. R. do Torres Baodeira tem o
seu escriptorio na casa de sua residencia na ra
do Imperador n. 37, seguodo sudar, entrada a
direita ; e ahi pode ser procurado para o exerci-
cw de sua proflsso. Est prompto para encar-
regar-se de qualquer defeza e para tratar de
questes forenses, em qualquer lugar fora desta
cidade e prolesta a maior solicitado no desem-
penho de suas obrigages.
O bacharel A. R. do Torres Baodeira, pro-
fessor de geographia e historia enliga no Gym-
nasio desta provincia, coDlioua a ensinar os pre-
paratorios seguiotes:
Lingua franceza ;
Lingua ingleza ;
Geographia e historia ;
Philosopbia;
Rhetorica e potica.
Para mais commodidade dos alumnos que se
quizerem habilitar para exames no mez de mar-
50 futuro, tem resolvido nao somente abrir cur-
sos especiaos de qualquer das discip as indica-
das, mais ainda preslar-se a dar licc em sepa-
rado, mediante um ajuste razoavel.sV" -y
Est prompto para leccionar em qualquer col-
legio ou casa de educa;o, bem como em casas
particulares.
Pode ser procurado em sua residencia, na ra
do Imperador n. 37, seguodo andar, entrada i
dire'ta.
Na pharmacia de Borges & Sosres, praga da
Boa-Vista n. 24, esquina da ruado Tambi, ven-
de-se a imcomparavel injoceo deBrowa3So
frasco.
_ @@89 999t19
W frecisa-se de urna ama para todo serv- #
9 ?o de urna casa de familia : na ra detraz O
da matriz da Santo Antonio n. 28, primei-
9 ro andar. a
9ea 999S
Manoel Alves Guerra saces sobre o Rio de
Janeiro.
O Sr. Vicente l'erreirs da Costa Jnior, do
Rio Graode do Norle, hoja oesta praca, tem urna
carta para se lhe entregar ao Sr. Domingos lien-
rique de Oliveira, no largo do Cirmo n. 9.
Manoel da Silva Nevea, juizde paz em exer-
cicio do 2." distncto da freguezia do Recife, par-
ticipa a quem convier, que contina a dar au-
diencia as quarlos e sabbados, as 4 horas da
tarde.
Precisa-se de urna pessoa para cuidar em
tres cavallos : no silio da CapuDga velha, no
porto do Lassere, silio que foi do Sr. Wanderley
das 4 horas da tarde at as 8 da manha, ou na
ra laia do Rosario o. 2, so dir quem das
9 horas da manha s 2 da tarde.
Para oExm. Sr. ministro do imperio
ver.
Pergunta-se aos seohores proesiores do col-
legio das arles, se elles podem continuar a ensi-
nar particularmente vista do art. 58 do regula-
menlo de 28 de abril de 1854, que rege as facul -
dades de direilo do imperio, e que Ibes prohibe
expressameole semelhaule ensino, pois publi-
camente notorio que alguas desses professores
continuam aleccionar particular desde o princi-
pio do anno passado, taes como o professor de
Iatim, o de francez, e o de philosophia. Isto de-
seja saberOarguente.
Francisco Maria Henriques Ferreira, cidado
brasileiro, retira-se para a Baha.
GRANDE DEPOSITO
DE
00$J, M rAHICA
DO
Barbalho (Cabo.)
4HUA DO IMPERADOR-^.
deieiardebm fS!cadotp"5.gh"de 1"alida,(,eu<,e ca o de todas as qualidsdes, o qut M aade
semprefrKmoseUmiar Com "'P^dade de conservar a ag>>
sempreiria, comosejam jarras, resfnadores, munngoes. quartinhas, garrafas, copos para agaaTte.
De obras vdradas.

publico.animacoeneVrrodVp.ri^XD!r-%.na ."t.."'
at aqu se venda nesta cidade.
do respailare!
barata da jm
,0APrmP'a1<|,8,1uerf,,clu" Pa exportar, alm dos preos comrnodos porque vate a M
por centode able Pa quem comprar de 100* par. cima \ de,. qu.uuJ"par Ll
Qualquer encommenda pode ser entregue no deposito da fabrica ra do Imperador o. 41.
ARMAZEM
u:E2
R07PA FUTA
Joaquim F. dos Saotos.
40-Rua do Queimado40
Defronle do becco da Congregado letreiro verde.

Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa taita da
todas as quahdades e tambera se manda executar por medida Tontada dos frena-
ses para o que tem um dos melhores professoras. *
Casacas ue panuo preto a 40$, j Ditos de setim preto
c J 6 a J ne 30*000 Ditos de seda e setim braoco a 6 a
So*recasacosde dito dito a 35* e 30;000 Uitos de gorguro de seda prelos
Paletots de panno preto e de co- e da cores a 7*. 6*. 4* a
res a 35*. 30*. 25*. 10*. 18* e 20*000 i Ditos de brim e fusto braoco -
Ditos decasemira de cores a 22,
15|,12*.7e
9*000
5*000
5*000
Joaquim Maria PereirWTnna, relira^e
para o Rio de Janeiro.
su direiUir., o palhabote Santa Cruz ; para o
raatoda carne passageiros, tr.U-ae com Cae-
Uoo Cysiaco da C. M ao lado do Corpo Santo
numero 23.
Para Lisboa.
Preteoda seguir com muita brevidade o velei-
ro patacho nacional Bebtrilt, tem parte de seu
cr*^ tiarao resto que lhe tal
1* trai sigoilarios Antonio
Lua de o 9T0(1p c,# oo sea Mcripto
tn ra Ai Cruz o. f,
LEILAO
Segunda feira 3 do corrente.
Em continuadlo ao do da 29 do >
mez prximo passado.
O agente Pinto far leilao s 10 horas do dia
cima mencionado, do resto dos objectos perten-
cenies ao Sr. Thomaz Harrissoo existentes no ar-
mazem da ruado Imperador n. 73.
Nesta mesma occasio
vender tres excellentes lustres, {globos, arande-
las", cadeiras e oulros objectos pertencentea a
urna sala de dansa.
Em tempo declara-so aos arrematantes quo
serao obngados a tetirarem seus lotes em "A
horas visto ler-se de entregar as chaves do re-
ferido armazem no di. 5 do corrente a quem as
emprestou.
LEILAO
DE
Batatas e sebolas.
Segunda feira 3 do core ente.
Franciaco Sevenauo Ribello & Filho fario lei-
lao por coota risco de qo-m pertenrer a por
com supertore b.Ut loo ditas com ftMllea-
FERRFJRA MLLILA
RETRATISTA
DA
AUGUSTA CASA IMPERIAL,
Ba de Cabug n. 1, %. andar,
entrada pelo pateo da matriz.
Retratos por ambrotypo, por melaiootypo, so-
bre panno encerado, sobre (aleo, especiaos para
pulceiras, alfinetes ou cassoletas. Na mesma
casa existe um completo e abundante sortimento
da artefactos francezes e americanos par. a col-
locaco dos retratos. Ha tarabem para asta mes-
mo flm cassoletas e delicados alnetes de ouro
de lei; retratos em photographia das principaes
persooagens da Europa ; stereo3copos e vist.s
atereoscopicas, assim como vidros para ambrolyp
e chimicas photograpbicas.
Machinas anjericaaas.
EmcisadeW. 0. Bieber & C., successorts,
ra da Cruz o. 4, vendem-se :
Machinas para regar, hortas e capim.
Dilas para descajocar milho.
Ditas para cort.^^siplm.
Selios com perteoces a 10* e 20*.
Obras de metal principe prateadas.
Alcairao da Suecia. '
Verniz de alcalro para natos.
Salsa parrilba de primeira qTRjldi
Vinho Xerex da 1836 em calxas
Cognac em caitas de 1 duti.
Arados a grades.
Brilh.otlT
Carrogis piqutnas.
Tem urna carta
o Sr. Joaquim Maria Pereira Vianna
torio de Almeida jGomes, Alves &
Cruz n. 27.
no
C,
esenp-
rua da
^Gabinete medico cirurgico.g
# Ra das Flores n. 37.
# Serao dadasconssUas tnedicas-cirurgi- i
cas pelo Dr. Eslevo Gavalcanli de Albu-
# querque das 6 sslO horas da manha, ac- m
# cudindo aos chamados com a maior bre- Z
0 vidade possivel. m
l-o Partos.
2.* Molestias do pello.
3.' dem do olhos.
4.* dem dos orgos cenilaes.
Praticartoda equalquer operaco em Z
seu gabinete ou em casa dos doan tes con- <
forme Ihes fr maii conveniente.
Ditos de alpaca preta golla de
velludo francezas a
Ditos de Qiorioo seiim prelos e
de corts a 9| a
Ditos de alpaca de cores a 5* e
Ditos de alpaca preta a9*, 7* 5* e
Ditos de brim de cores a 5,
4*500. 4* e r
Ditos d. bramante delinho b an-
co a 6*. 5J e
Ditos le merino de cordo preto
a 15* e
Calcas de casemira preta ede co-
res a l*. 10*, 95, 7* e
Ditas de princeza e merino de
corio preto a 5*, 6*500 e
Ditas de brim branco e le corea a
5*. 4*300 o
Calcjsdeganga de coresa
Collete de velludo preio e de co-
roslisose bordados a 12a,9* e
Ditos de casemira preta e d co-
res lisos e bordados a 6*.
5*500,5
9*000
10*000
89000
3500
3J500
3*500
4*000
8*000
6*000
4*500
2S500
33000
8*00(1
38500. 2*500 e
Seroolas de brim de lioho a 2* e
Dilas de algodo a 1*600 e
Camisas de peilo defualio braoco
ede cores. 2*400 e
Ditas de paito delinho a 5*, 4* e 39000
Ditas de madapoln brancas a da
cores a 3*. 2*500, 2* a
Chapeos prelos de massa francesa
forma da ultima moda a 109.
8S5O0 e
Ditos de feltro a 6*. 5*. 4* e
Ditos de sol de se-la ingleses a
francezes a 14f, 12*. ll| a
Colarioho.< de linbo muilo finas
novosfeilios daulii>t,moda .
Dos de slgodo \
Reioeios de ouro osleuta a hori-
zontal a 1008, 90* 80i a 70fO0O
Ditos de prata galvanisados pa-
tente e horizontaes a 40* a 30JOOO
Obras de ouro, aderemos e m.ioa
aderemos, pulceiras, rosetas a
aneis. 9
Toalhas de linho duzia 10f, 6* 9|000
3J500 Ditas grandes para mesa um. 3*e
1
29200
l|iO0
79000
29000
79000
9800
9500
ft
Especial
Ev

hOmeopafliico
Ra das Cruzas n. 30.
Neste consultorio pode ser procurado o respectivo propietario qualquer hora, havendo
ah sempre grande sortimento dos verdaderos medicament s homeopalhieos, preparados em Pa-
rs (as tinturas) por Ca-llan e Weber, os mais acreditados pharmaceuticos do universo como
preparadores de remedios de horaeopathia.
O proprietario deste consultorio no pretende, todava, que sejam os seus medicamento*
infalliveis, porque nad. ha infallivel em fados humanos; nem to pouco supariores aos que por
ahi se preconisam, porque cerlo que o que oj fszemos, ouiro o pode egualmente faxar lao aaai
nao melhor. Mas aBanca que nelle nao ha iraGcancis, e que o servico da preparafio corra
raesmo proprietario, que nao leudo grandes coramercio de carteiras, arfw sa sulcienle para
salisfazar s necassidades daquella preparadlo.
Neste consultorio .cham se venda elementos da homeopathia, acommodados ntelligaori.
de qualquer pessoa ; assim como presla-se gratuiamente o seu proprietario, com seus estorcos e
medicamentos, todas as pessoas necessiladas, sem distinc^ab alguma, quo o
que o seu maior prazer ser til humanidade soffredora.
procuran, pois
Aviso.
dade do Para.
Os abaixo assignados parlicipam aos apaixona
dos do calcado inglez, o parlicuiarmente aosiuus
fregueses, que tiveram pelo vapor Ooeida ni-
camente 100 pares dos afamados borzeguins iu-
glezes, que de a muilo coslumaaf vender em sua
loja ua ra da Cadeia n. 32, pelo baralissimo pre-
co de 12* o par.Campos & Pereira.
Ni travessa da ra do Vigario o. 1, deaeja-
se saber onde mora Joo Jos dos Ramos, a ne-
gocio de seu interesse ; bem como tem cartas
para os Srs. Jos Poreira Colho e Praocisco Rs-
bello Muolz, todos filhos da ilha de S. Miguel.
Precisa-so de 3:000* a premio sobre hypo-
Iheca em bens de raz que garante suTicienie-
menle : a pessoa que convier declare em earta
fechada nesta typograpbia com as inicias. A. L,
oo annoncie.
Pr-ciss-se de um meoino portugus de i
I Na ra do Crespn. 17, Gnioiares& Villar.
Vendem manteletes prelos de guiper a 15$ cada um.
Cortes de la com babados tendo 25 aovados cada corte para 5Jj cada um.
Cortes de vestido de phantasia em carioea fazeoda de muito gosto a 15* o corla.
Manguitos de cambraia a balan bordados a 3* o par.
Bales de musselioa com babados a 5(500.
Chapelioas de seda para senhora a 10* cada lima.
Chapelioas de palha de Italia a 25* cada urna.
Outras muitas fazendas que se veadero por presos baralissimos, s para acabar.
Escada quem pretsodir, dirija-ss
Bugi ti 1 Bi
a 12 nnos par. caixeiro de urna loja na villa di
ruf
Aluguel.
Aluga-se o seguudo andar do sobrado da ra
estreila do Rosario que volta para a ra das Trio-
cheiras, com muitos comrnodos : qjem preten-
der, dirija-se ao palco do Livramento n. 31, sa-
guodo andar.
Preclsa-se de um amassador de pao e bo-
lscha quo emenda perfeilamenle deste fabrico
o que se achar as circumstaociw'de responder
oor este servio, pode diiigir-so a'ra largado
Rosario n. 16, padaria, que achara com quem
, l O proprietario deste estabelecimeoto inda
tem 25 a 30 terrenos com 30 palmos de frente a
150 de Tundo pars diapdr no 1." quarteiro pos
datrax da ra da Concordia do bairro de S Josa.
Um cavalheiro, soteiro eitudante
de boa posicao e conducta, deseja en-
contrar perto da academia urna peque-
informa-
a.f.
wui.iai uciiu ua uuuucuiiit uu
tR familia para vivar coa ella,
fia km turto TwirjIhj hw
ASSOaACAO*
Fraternal ede Auxilios
DOS
ASTISTAS FERREMOS
EM
Pernambuco.
Nao tendo os seohores socios se reunido h.
mais de seis meses, oo obstante ha ver se con-
vidado differentes vezes afim de tratar-.. NUak
conlinuacao ou dissolugo. a sendo id|i|iSW
que algumas medida, a esse rep _____
lefam afim de nao retallar "
portante, aos seohores socio,
par. qoe se dignem de i
fevereiro, pelas f
*fLV
I I
m


i
1
1 *
u___
ambuco,
rfo etn sua residencia, ra nova
a Bita c 47, ai aulas de
OGIUPHiA E HISTORIA
LINGUA FRANCEZA
PHILOSOPHIA
ORATORIA E POTICA
i sao todas de tarde: come-
cam t 9 hora e acabim $ 7.
Attenco.
Tasso lraaos fazem publico qoe o convento de
i Parabyba Ihes devedar da quantia
de vinte cont oovecenios e dezeoove mil du-
xentos e dez ris ( 20:9199210), por transferencia
de urna conla corrate com Jos Liz Pereira
Lima & U., assiguada e conferida pelo ez-D.
abbade Fr. Jas da Exallago Marques, em 12
de marco de 1860. Alm do premio de um e meio
por cenio ao mez a que flcoa obrigado o referido
convento a pagar, conforme a clausula ezarad
ua referida conta correte. E como al o presen-
te nao lhes tenba sido possiv el receber a referida
importancia e os juros decorridos, nSo obstante
as diligencias empregads para esse tira, fazem
publico que nao c por aua voniade que esli sof-
freudo tal desembolso, para que em tempo al-
guna se empregue o argument do grande aug-
mento dos juros, para o qual nao concorrem os
abaix.0 assiguados, que sempre esliveram. e esli
promulos a receber a referida coota e os juros
vencidos, e protestara nada abater em lempo al-
gum ; declarando mais que nao- deaoneram os
cadente* da referida conla os Srs. Joi Luiz
Pereira Lima & C. e Uaooel Rabello de Oliveira
Caboclo. Recite 15 de Janeiro de 1862.
Tasto Irmos.
O Sr. Joo Hy ppolito de Meira Li-
ma, queira apparec1- nestatypographia
que se Ihe precisa fallar.
Medico.
O Dr. Brancaote pode ser procurado a
qualquer hora na cata de sua residencia,
na ra do Imperador n. 37, segundo an-
dar, para o exercieio de sua proflsso.
Sitio,
Aluga-se um excedente sitio na estrada dos
Altlictos, o quarto depois da capella, com muitos
arvoredosde (ructo, reedificado e piolado de no-
vo, com bom-pco d'agua de beber e outras com-
modidades : a tratar no mesmo com sua propie-
taria D. Margarida Francisca Xavier, ou ua la
Augusta n. 60.
Precisa-se alugar um preto, dando-se o
austeoto, e paga-se mensa! ou semanal, para o
servigo detta typographia : na livraria ns. 6 e 8
da praga da Independencia.
Precisa-se
de urna ama que saiba cngomraar ou coziobar
para pouca familia : na ra do Trapiche n. 18.
*J O Dr. Carolioo francisco de Lima Sao-
9 tos, mudou-ss da ra das Cruzes para a
$ do Imperador, sobrado n. 17, em frente
0 da igreja de S. Francisco, onde continua
9 no ezercicio de sua prosto do medico
<
Precisa-se de urna criada porlugueza, que
saiba cozer e eogommar : na ra do Queimado
n. 12.
Aluga-se o ptimeiro andar da ra da Im-
peratriz o. 40 ; a tratar no mesmo.
Aluga se urna escrava para o ser-
vico interno e externo, de casa de fami-
lia : na ra da Gadeia do Recite n. 53,
terceiro andar-
Desinfecto.
assignadja. vende
o. 88, oAeguiot
>o o aoare\ho neci
joiei
AaSriB,
taara.
i 0. acam totaam
ti Je Lisboa.
Ama.
Precisa-se de ama ama forra, prefere-ie da
meia idade, para o servigo de pompras, na ra
Bella n. 38.
Consultorio
Medico-ciriirgico
DO DOUTOR
3-Roa da Gloria casa de fundo-3
Bxistem medicamentos boroeopslhleoa os maia
bera preparados e de toda a efflcacia. sempre re-
novados, pela multo graode eitrargio e precr/ra
quelemdevidoisao ao MAXIMU CRDITO
de que pozara em todas as provincias do Brasil.
Contiona-se a vender pelos precoa do costu-
me e achar-ae-ha as carteiraa especiaos pira o
tratamento docbolera-morbus, com os seus com-
petentes folhetos e separadamente os preserva-
tivos em Unturas e glbulos, conforme quizerem.
O crdito de que goiam estes remedios e a
preferencia enm que sao procurados, pela certe-
za de seus effeilos e pela inalterabilidade dos
glbulos, dispeniam da quaeaquer tecommeo-
dacoes.
O que bom e eal provado, leva comsigo as
recommeodace*.
Preciisa-se de um olhcial de bar-
bel ro : na ra das Cruzes n. 35.
JO dentista NumaPompilio.
PIAR1PDE
Monte Pi popular Per-
nupbncno.
Nf o ae teqdo reunido domingo (20) sufflcienle
numero da socios para baver eleico, de ordem
do Illm. Sr. director pela segunda vezxoovo-
M Membla eral par domingo 9 d feve-
reiro prximo, afim de effeclar-se dita eleicio.
Secretaria do Monte PipPopular Pdtnambuca-
no 99 de Janeiro de 186%
Berojamin do Carmo Lopes.
1.a secretario.
Offerece-se um menino para caixeiro de
qualquer etlabelecimento, ejeeptaando-ae taber-
na e padaria ; na trayesa da Crazes, segundo
andar, n. 14 te dir.
Precisa se de urna pessoa que esleja crian-
do, para lomar conta de urna cria par acabar de
criar de leja, e-te-la em aeu poder para criar
por alguos lempos: no becco Largo o. 1, pri-
meiro andar.
Aluga-se p armazem, do sobrado da ra do
Apollo o. 47, proprio para qualquer estabeleci-
meplo : quera o pretender eutenda-se com Jos
Antunes Gui maraes, a chave esti no deposito da
ra da Seozala n. 48.
Precita-se de 3:0008 por espago de 11 me-
zes, psgando-se os juros em quarteia, ou confor-
me ae convenoippar, daode-ae por seguranca
predios nesta ciuade livres e desembargados :
quera este negocio quizer fazer, aoouncie para
ser procurado.
Precisa-se de um caixeiro portuguez de 18
annos para cima, que lenha bastante pratica de
taberna : em Pora de Portaa, ra do' Pilar n. 94.
Precisa-se de um moteque que sirva para
mandado : na ra da Aurora o. 44.
mmm
Sllua estrella do [Rosario o. 22
primeiro andar.
Bota denles artiflciaes por molas e li-
gaduras e pela pressao do ar. Syslema 1
americano sem arrancar as raizes, e faz 0
todas as operacoes da sua arte, com Q>
promptido c limpeza.
nBmmm asease s mmam*
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n.
37 da ra do Imperador : a tratar no segundo an-
dar do mesmo.
Joo Guilberme Romer, armador de corti-
nados (na ra do Hospicio n. 37) participa ao res-
peitavel publico que tem recebido excellentes
molduras aouradas para cortinados de janellas,
tambem vende borlas, cordo, galleras e patera
de bronze que pnense aos ditos.
Saques sowe Portugal.
Uanoei Ignacio de Oliveira & l'ilho saccam so-
bre Lisboa e Porto : o j largo do Corpo Santo,
escrip*\orip n. 19.
Precisa-se de urna ama para engommar e
cozer : na ra do Rangel o. 7, segundo andar.
Precisa-se
interno e ex-
da Gadeia do
saiba cozinbar
67.
Soledade,
O abaixo assignadja. vento em sua botica na
ra Direita u. 83, oj^eguiutes desinfectantes por
ler para itso o aoare\ho iiecessario. Chloio para
desinfectar o espago de 3i0 ps cbicos por 29,
liquido desinfectante das materias fecaes urna
garrafa 10, pos desinfectantes das mesmas ma-
terias urna libra Ig. liquido para mergulhar a
roupa dos accommellidos a 610 rs., agoa chloru-
relada que supre a de labarraque someole na par-
te da desiofeceo por ser carregada 10 vezes mais
do cbloro (pelo que declaro que nao se faca dal-
la uso interno) 10.
O publico desta cidade deve estar lembrado
doqueneste Diario oi transcripta urna corres-
pondencia do sul, na qual declarou-se, que, em
um dosporiot onde grassava a febre amarella o
comraandante de um dos navios surtos n'aquelle,
conservando o chloro em o seu, foi o nico pre-
servado do mal, ao passo que os mais soffreram
houveram multas victimas.
Para o desempenho da desiofeceo acompa-
nharaa explicago.
Jos da Rocha Prannos.
Precisa-se para Macei de um pralicaote
ou de um oQicial de pharmacia : a tratar na bo-
tica fraoreza da ra aa Cruz n. 22.
Precisa-se de urna ama para, cozinbar e
comprar: na ra do Imperador n. 37, segundo
andar, entrada direita.
Precisa-se de urna ama que saiba engom-
mar, preferiodo-se escrava ; na ra da Impera-
triz n. 40, segundo andar.
Aluga-te um armazem na ra do caes de
Apollo n. 7; a tratar no paleo de S. Pedro nu-
mero 6.
Aranaga, Hijo & C- sacara sobre
o Rio de Janeiro.
Precisa se de urna ama s para cozinbar e
ongommar, sendo para cozinbar com pereico,
nao se olbando a prego : a tratar na loja Ua ra
do Queimado o. 46.
Precisa-se comprar um violio que estoja
em bom estado ; na ra Direita n. 54, primeiro
andar, achara quem o quer, das 3 i 5 1|2 horas
da tarde.
P.-cisa-se do urna ama para comprar e co-
inbar; uo largo do Carmo u. 9.
Aluga-se o armazem do sobrado da ruado
Brum o. 31, prourio para qualquer estabeleci-
meoto : quem o pretender enteuda-se com Jos
Antones Guimares, e as chaves existem na re-
linaeo n.42 ao p do mesmo.
Joo Casemiro da Silva Machado vai as
Alagoaa e deixa por seu procurador em primeiro
lugar a seu primo Praucisco da Silva Machado
Lobo e ero segundo ao solicitador Peona Forte.
Alugam-se 3 casas terreas meia-aguas na
ru da Alraico n. 1 : a tratar na ra do Rangel
n. 7.
AlteiiQo.
Proeisa-se alugar urna casa com commodos
para seis pessoas, no bairro de Santo Antonio,
preferiodo-se terrea, com quintal, e que seu alu-
guel nao exceda da rs 20$ a 25$ por mez : quem
tiver annuncie por este Diario, ou talle na ra
larga do Rosario n 20, luja de fuoileirof
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
que aaiha cozinbar e engommar, prefeiindo-ae
urna que trabalbe em massas e doces : na ra da
Cadeiado Recite, loja de 4 portas n. 24, ou em
Santo Amaro, quaria casa do Sr. Antonio Jos
do Correio, do lado da mar.
Precisa-se de ama ama que saiba cozinbar,
para duae petsoat: na ra das Calcadas n. 26,
fregeezia de S. Jos.
- Aluga-se urna excellenle casa no Mondego,
defroole do commeodador Luiz Gomes ternura,
a qual tem duas salas, sele quartoa, cosioha fo-
qual aegue-se um pequeo quarto, cocheira
ribaria, feUa de oadeita. Tara excellenle
no quintal edWersos arvoredos de fruc-
ir na ra da Cadeia do Recite, primeiro
S ou aa ra da Aurora n. 84, Segun-
ga-se um grande terreno em Santo A-
oara carroceiro, por ser plantado
lar na roa do Amorim n. 39, ae-
la roa da Moeda.
i andar e aotio da casa
o Peite Frito :
ia Pteguica.
"3K-..rr".V-
alugar urna escrava para o servico
terno de casa de familia : na ru;
Recite n. 53, lerceiro andar.
Precisa-se de urna ama que
e fazer a compra : na ra Nova n.
Aluga-ie um sitio
muito bem arraujado, cbm ptima
casa, coxeira, estribara etc. etc. Os
pretendentes queiram dirigir se a ter-
ceira casa, passando a ponte pequea
da passagem da Madaglena.
O Sr. Julio que teve -botequim,
queira vir a esta typograpbia, a nego-
cio.
D. liara dos Aojas da Silva Tavares, lilha le-
gitima do Sr. Vicente Jos da Silva Tavares e
sobrinha legitima do Rvm. cooegn da S de La-
mego o Sr. Dr. Bernardo Jos da Silva lavares,
avisa ao aonuncianle do Diario de Pernambuco
n. 140 de 19 de junho de 1861 que se acha ca-
sada com o Sr. Manoel Goncalves Talles, pre-
sentemente residindo na Barra Vermelha fregve-
zia de Afogados, se o dito aonuncianle ou alguera
por elle tiver algum negocio pode dirigir-se ao
dito lugar a tratar com a mesma ou na falla em
casa do Sr. Francisco Gongalves Servina mora-
dor noa Aogios que far as minhas vezes. Bar-
ro Verraelbo 30 de Janeiro de 1862.
Maria dos Anjos da Silva Tavares.
Aluga-se um armazem na ra do ces de
Apollo n. 7 : a tratar no paleo de S. Pedro o. 6.
m
a O advogado Eduardo de
0 Barros pode ser procurado
# daa 9 horas da maoha s tj
9 3 da tarde dos dias uteis : tjf
aj na ra do Queimado n. 26,
primeiro andar. 01
Veadem se bemkas e titentam-te ate eaeieo-
bas, e concertam-se 0 toda tt qualidides, fa-
zam-ie enoantmenios de chumbo, de (erre e 4*
folba para agua, coQcerUm-ie pbrat de loucas,
atiim conw Ierro, bocetos de lantema, e appa-
relho linos, e vjpdem-ae obras dp folh de F)an-
dres por preco muilo comrcodp : as petiots qua
pretenderem algum dettes opieetos, dltiirie a
ra da Imperalriz n. 43, loja de funieiro junio a
padaria do Cosa.
Bolcinhas de borracha
para fumo.
Muilo lindas bolcinhas de borracha ptra guar-
dar fumo pelo baratitstmo preco de 11*, t,
800 rs. cada urna : na loja da victoria na ru do
Queimado o. 75, junto a loja de cera.
Enfeites para senhora.
Lindos enfeites para cabeca de gosto o mais
moderno que tem anparecido a 5jj, 5500 e 6 :
na loja da victoria na ra do Queimado u. 75,
unto a loja de cera.
Phosphoros de seguraaca.
Caixinhas com mil e tantos phosphoros de se-
guranca a 160 rt. a caixioha que s pela segu-
ranca delles por livrar de incendio sao de graca:
na loja da victoria na ra do Queimado n. 75,
junto a loja de cera.
Meias baratas.
Jleias pintadas para homem a ISO e 160 rs. o
par, ditas brancas para menina a 180 rs. o par,
ditas de la para o (rio a 500 rs, o par: na loja
da victoria na rea do Queimado o. 75, junto a
loja de cera.
Galanteras de gosto
E' o que pode haver de mais gosto em galan-
teras de vidro e porcelana como tejara jarros,
frasquiohos e gairafinhav, manteigueiras e assu-
careiroa, jarriohoa para boqueta de cravo a ou-
tras muitas cousas : na loja da victoria na ra
do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
O Sr. Joo Francisco dos S>ntos Gavio
nao pode veoaer a armago da loja da ra Di-
reita n 56, sem que se eotenda com o abaixo
assignado.
Joaquim Fernandos de Oliveira.
Na ra da Cruz n. 45, precita-se de urna
ama deleite que nao teoha Qlho.
Ultima respsta
0 ex-assignante do intelligente laboratorio dos
Srs. Aguiar, Ramos &C, pela preseole resposla
muito agradece a parte activa que o Inleressado
tomnn em sua lo justa causa e pela ultima vez
responde aos mesmos senhores, que lhe satisfez
por demais a leitura da sua participacao ao dito
Inleressado, em que o laboratorio de lavagem
seja prejudicado ; porque na mesma, os Srs.
Apuiar, Ramos 4 C. nao fazem mais do que Ira-
zer ao conhecimenlo do publico o pouco cato que
fazem das autoridades ; visto que, lendo os mes-
mos aeohores urna tabella que 6xa o preco das
lavagent do seu volumoso eslabelecimenlo, a lor-
naram tem flxidnde para com o ex-assignaole.
O epitheto de especulador, que diio ao ex-as-
signanle, nao lhe pode caber, pois sendo artista,
como c, ^ > lhe possivel especular, como po-
dem (se > 'rem) donos de vastos eslabeleci-
menlo. lligencia, que dizem fallar ao ex-
assignaole apreciar os seus interesses, elle
pordemair teve relativamente ao negocio em
qu.sto ; que, para pagar o que est estipula-
do n'uma tabella, nao preciso ter um pergami-
nho ; o qual muitas vezes se lorna necessario
para lavagen$ vapor. Tenho concluido.
j
/ S. Braz.
Advocado da garganta ua igre-
ja de N. S. do Terco.
Segunda feira 3 do correle lera lugar pelaa
9 horas da maoha missa cantada o a no'.te pe-
las 7 horas ladainha, Anda a qual ficar o glo-
rioso marlyr exposto no meio da igreja por al-
guna dias, lando em todas as noiles bencao de
gugants, por isso a mesa espera a concurrencia
dos Geit.
Precisa-se de um criado para hornero sol-
teiro : na ra do Imperador n. 31, das 9 horas
da manba as 3 da larde.
c
ompp&s,
Ensino de linguas 1
EM 6 MEZES
|jIialiaiiolatirn francez,!
,-iu Pelo ni el lio do fcil limo m,
110 HOLTOH
1. 11111(11)1^1,
Ra do Queimado n. 26.
. Compram-ce accoes do novo banco de Per-
nambuco ; no escriptorio de Uaooel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Gorpo Santo, escrip-
torio n. 14.
Compra-se um carro de volta infeira e-que
esleja em bom estado e um boi proprio para o
raesmo: na ra da Cadeia o. JJ4, primeiro andar.
Compra-se urna escrava de meia idade que
cosinhe o diario e faca o mais arranjo de urna
casa: na ra da Palma n. 23.
- Compra e o calculo diilerenciai
e integral por Surn e Lacroix, ainda
meirao usado: na praca da Indepen-
dencia ns. 6 e 8.
Breu,
a 169: na ra da
Vendas.
Antonio Silvino da Costa Braga |pede enca-
recidamente as autoridades poltciaes e a qual-
quer pessoa que conhecam ao menos seu aobri-
nho do nome Filippe, o especial obsequio de
aprehende-lo e de conduzi-lo a casa de sua re-
sidencia, ra Augusta n. 85, por itso que o re-
ferido menor ausentou-se de sua companhia. O
menor tem os sigoaes seguintes : representa ter
9 annos, cor morena, algumas marcas de bexiga e
de pannos pelo roalo e pescoco, falla pautada e
Una.
Aluga-se urna excellenle casa de campo
com todas as commodidadea de familia, com si-
tio grande, cocheira, eslribaria e grande senzala
para pretot, a casa construida ba pouco e tinta-
da de novo, com terrajo a roda, sita na estrada
de Sani'Aona defroole do sitio do fallecido An-
tonio da Silva & C. : a tratar na loja da ra da
Cadeia do Recite n. 64.
Joaquim Jote Coelbo, cidadao brasileiro
retira-ae para o Rio de Janeiro.
#3 O arrematante da massa fallida de Manoel
Jos da Cuoha Paria, que teve loja de ourives na
ra do estrella do Rosario n. 6 aviaa a todos oa
devedores da mesma massa, que se quizerem evi-
tar o di*sabef de seremchamados nominalmente
por esta folha, veoharn no improrogavel praso de
oito dias pagar oa prac.a da independencia n. 22,
assim como adverle a todas as pessoas que leern
coocerlos ua mesma casa os veoha tirar no mes-
mo praso do contrario sero vendidos para paga-
mento dos mesmot.
Tendo-se tomado urna porcSo de assuctr
retinado e um pequea tacho, por sesuppor ser
furtado, faz-se publico para quem for seu dono
procurar na subdelegacia da Boa-Vista.
Antonio Damasceno dos Si ritos, subdito
pottuguez menor, segu para o Rio de Janeiro.
Agencia d passaporte.
Claudlno do Reg Lima tira passaporte para
dentro e fora do imperio por commodo prego e
presteza : na ra da Prata n. 47, primeiro ao lar.
OtTerece-se uma ama para o servico de urna
casa : quem pretender, diriia-se a ra do Amo-
rim o. 42.
Precisa-se de uma criada forra ou captiva
para o servico interno de ama easa de pouca fa-
milia ; a tratar na ru do Ame-'u n. 54, ou ei-
tndi de Joo de Barros, sitio de Candido Aleo-
forado.
: A pessoa que anouuciou empregar-se em
tnbalhoa d escripia, qualquer que toasen, litar
batneos, etc., etc., queira auparecar o livraria
naca da lodepaedocii o. 6 8.
Attenco.
Vende-se por preco mdico um excellenle ca-
briolet de duts roda?, muito leve, todo prepa-
rado de novo e com os competentes arreios : a
ver e tratar na ra do Aragao n. 37.
S no armazem da
arara
Cnttaa a vnder suas fazendas por precos
baratisaimos. cmo sempre vcodeu, para agradar
seus freguezes, a ser: pecas de mandapole fino
entestado a 3, pegas de cambraias brancas litas
a 1*600 e 2g, ditas Onas a 3e 39500, diUs ada-
raatcadaa para corlioado de 2') varas a 9, ditas
de 10 varas a 4,-500 e 3J, panno preto para calca
e palelot a 1*800, 2 e 2J500 o coa,do. cortes de
casemira prela infestada para calca a 3*500 e 4,
brilhantioa branca enfeslada para vetlidoi a 280
o covado, gorguro, fazenda nova para vestidos a
320 o covado, parege do aeda a bslo para veali-
dos a 400 rs. o covado, lazinhaa para vestidos a
280 o covado, cortes de chitas flnss com 13 co-
vados a2S500, ditos a 9*400 e IgoOO. Jll de li-
nhode cores e branco a 200 rs. o covado, chitas
a 160 e 200 rs., dilaa largas a 240 e 280 ts., caa-
sas a turca a 280 e 320 o covado, e outras muitas
fazendas que se dao as amostras para se ver : na
ra da Imperalriz, loja da arara o. 56, de Maga-
Ihaes & lleudes.
E bom negocio.
Anda est por vender a taberna da ra da im-
peralriz n. 4, muito bem sorlida o afreguezada
para a Ierra e mato, vende-se com (uodos a von-
tade do comprador, ou d sesociedsde a um ho-
mem de boa conducta : trata-se na taberna gran-
de da Soledade.
Vende-se um bol novo e de carroga em
boas carnes, por prego muito commodo : na es-
trada de Joo de Baaros, segundo portao paisan-
do a capella do lado da mesma capella.
Vende-se um excellente carro de carregar
i gneros para ser puxado a dous bola ou douaca-
! vellos, muito forte e bem construido ; vende-se
por muito commodo prego : a tratar no paleo de
S. Pedro,, sobrado a. 4.
Gal de Lisboa em
pedra,
deaembateide bootem ; vende-se mais barato Ao I
Sue em qualquer outra parte : na ra de Apollo barato
. M, tmatem d Tartow.
Vendem-se barris com breu
Madre de Deosn. 2.
BATATAS.
Vendem-se em caixas de uma e de duas arro-
bas : no armazem da ra da Madre de Dos nu-
mero 12.
CARTOES
DE
VISITA
DJ
JTO i
Csrles de visita de novo gosto
Cartea de visita de novo gosto
Cartoes de visita de novo gosto.
Umaduzia por 16#000.
Umaduzia por 16$000
Uma duzia por 161000
Uma duzia por I6g000.
Retratista americano.
Retratista americano
Retratista americano
Retratista americano.
Ra do Imperador.
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Presunto fiambre.
Na ru ddftUogel n. 43, vende-se preiuoto
fiambre a 400 rs. a libra, azeil6 de coco, sal reQ-
nado que rivajisa o Sal inglez, fumo de Gara-
filiuns, vinho do Porto a 800 ra. a garrafa, licor
em garrafas de rryslal marrasquino de Zara, a
verdadira (amina denrarula a 640 re, a libra, e
mais gneros tendentes a molhados, cheguem
que i; para liquidar.
Miudezas baratas
Na loja da victoria ua ra do
Queimado juuto a loja de
cera.
Clcheles francezes em carto a 40 rs.
Allioetes francezes cabeca cbata a 120 rs. a caria.
Papel com ceolo e tantos alfloetea a 40 rs. o
papel.
Lindas victoria em carrilel com 200 jardas a 60
rs. o carrilel.
Ditas de 200 jardas de Alexander a 900 rs. a du-
zia.
Ditas de 100 jardas brancas e de cores a 30 rs. o
carrilel.
Ditas de Pedro V brancas e de cores a 40 rs. o
carteo.
Grampo a 10 rs. o maco.
Enadoree brancos a 60 e 80 r..
Carteiriohas com agulhas francezas a 320 r.
Trancas brancas de linho a 100 rs. a pega.
Agulhas de enOar vestido a 40 rs. cada uma.
Eoutras muitas miu-ezas que se afTi-inca ven-
der barato psra quem comprar victoria sempre
contar: oa loja da victoria na ra do Queimado
n. 75, junio a loja da cera.
Attenco
*
Vende-se uma barcaca nova com apparelho ou
sem e|>. de lolaco de 25 caixar, o construida
com as melhores madeiras quem pretender di-
rija-so arua da Pt*ia n.9, armazem.
Loja amarella.
I Ra da Cideia confronte ao becco 1
Largo.
Ricas capas pretas compridas, rsante- ff
leles modernos de seda e tilo. e
Vestidos bordados de cambrtia, duas |
saias, pelos e babadinhos.
Vestidos de seda cores escolhides e de
phmtasia, lasinha de cor a 500.
Sedaa de quadrinhos, grosdeotples e
moreantique, laa raalisada a 610 rs.
Manguitos e gollas bordadas com per-
feicao.la transparente a 640 rs.
Cassas decores,chitat finas, larlatana,
fil ele, baregede laa a 640 rs.
Para as noivas.
Vestidos de blonde com sala de selim
manta, capnlla, lodos os pertences.
Novidjide.
Chapeos de palha fino, laques,
gilos, pentes, esparlilbos, chales
redonda, perfumara etc.
man-
poota
Roupa eita,
E' esse eslabelecimenlo o especial em
roupa feila j em preco como na quali-
dade, palitots, caigas, colletes, sobreca-
co, sobretodo, capas de borracha etc.
Calcado.
Botinas de Meli muito frescas a 12*:
na ra da Cadeia n. 23, de urgel 4
Perdigao.
r A.7hhGRANDIIMEK]
^DASEROPKSP
i So,rlimento completo de sobrecasacos de panno a 25J, 28, 30 e 35 caaaco mulle be*
faltas a 25|, 2M, 30J e 35|, paletots acasacados de panno prelode le at 251. ditos de laeeaeka
de cor a lo, 18f e 20|, paletots saceos de panno e casemira de 8 al 141 ditos taceost
merino a la da 4 at 6$, sobre de alpaca e merino da 7* at l, taigas pretaa de dHaira*
SJ al 14J, ditos de corae7J at lOg, roupas para menino de todos os lmannos grande serli-
mento de roupa de brins como ejam caigas, paletots e colletes, sorlimeoto de cllelet rete* de
tetim, casemira e velludo de 4| a 9|, ditos para casamento a 59 e 6|, paletots brancos de tre-
mante a4e 5|, caigas brancas muito linas a 58, e um graude aortimenlo de fazendas Mota e Mo-
dernas, completo sottimento de caaemiraa inglezas para homem, menino o senhora srosles ele
linho ealgodo, chapeos de sol de aeda, luas da teda de Jouvin para bornean e senhora Te-
mo uma grande Jabrlca de alfaiale onde recebemos encommeodaa de grandes obrae as Me
isso est sendo administrada por um hbil mestre de aemelhante arle e um pesaos! di asis 4*
cineoenta obreiros etcolbidos, portaoto executamos qualquer obra com promptido e aais barato
do que em outra qualquer casa.
Chegou para a loja da victoria grande sorli-
meoto de cascarrilha de todas as cores e largu-
ras e se vende mais barato do que ero parle al-
guma, por isso venham a loja da victoria na ra
do Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Cheguem s fazendas ba-
ratas, antes que se aca-
bem.
Va loja de fazendas da ra da Madre de
Dos n. 16, deronte da guarda da
alfandega.
Mada polio lino a pega 4$800.
Chitas Onas escuras a 160 rs. o covado.
Ditas francezas campo branco a 200 rs.
Ditas escuras muito tinas a 240. 260 e 280.
Pegas de ditas idxas com 32 covados por t.
Alpaca oa de cor a 360 e 40O rs. o covado.
Cortee de seda pretos para collete a 2#.
Casemira preta, fazeoda superior, o covado a
1J800.
Lengos de seda de cores 500 rs. um.
Chales de cassa piolados um 5(0 rs.
Velbutina pintada para vestido a 400 rs. o co-
vado. E outras muitas fazeodas que se vendem
barato para acabar (dinheiro vista); de todas
se daro amostras com penhor
Bazar decaluiigas
e briuquedos para meninos e
meninas.
Xa ra Direita n. 7 defronte da grande
fabrica de tamancos.
SNesle eslabelecimenlo novo se eocorlraro
sempre grande sorlimenlo de calungas e brio-
quedos de todas as qualidades e pregos para me-
ninos e meninas, assim como tambem charutos
nuito bons e baratos, tanto em caira como a re-
talho.
Opiata iogleza
para dentes.
Est finalmente remediada a falla que se sun-
lia dessa apreciavel opiata ingleza lo proveito-
sa e necessaria para os denles, isso porque a lo-
ia d'aRuia branca acaba de recebe-la de sua en- I
com ni en da, e continua a vende-la a IgOO rs. a'
Mita; quem quizer conservar seus dentes per-
feitos prevenir-se mandando-a comprar em
dita loja d'aguia branca, ra do Queimado n. 16
Vende-se
azeitede dend ou palma, dito de amendoim que
serve para luzese machinas, mais barato do que
em qualquer ouira parte; na ra do Vigario o.
19, primeiro andar.
fLoja das 6 por-|
tas em frente do Li- @
v ramento.
a Roupa feita muito barata.
W Paletots de panno Ono tobrcasacot, W
A ditos de casemira de cor de fustn, ditos A
* de brim de cores e brancos, ditos de Z
9 ganga, caigas de casemira pretas e de v
cores, de brim branco e de cores, de gsn- Qf|
ga, camisas com peilo de linho muito jA
Anas, ditas de algodo, chapeos de sol j
de alpaca a 40 cada um. C-;
Esponjas Anas
para o rosto.
Vende-se mui finas esponjas para rosto, a 25
cada uma : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Carteiras com agulhas.
A loja d'aguia branca acaba de despachar car-
teiras com agulhas de mui la quahdade, e ex-
cellenle sorlimenlo, e as est vendendo a 500 rs.
cada uma ; assim como recebeu igualmente no-
vo sorlimenlo das agulhasiraperiaes, fundo dou-
rado, que continuara a ser vendidas a 160 ris o
papel, isso na ra do Queimado loja d'aguia
branca n. 16.
Argolas de ac para chaves
vendem-se 200, 240, 320. 400 e 500 rjis, na ra
' do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Froco fino e seda frouxa para
bordar
vende-se na ra do Queimado loja d'aguia branca
n. 16, onde se echar completo sorlimenlo.
Cera de carnauba
Primeira qualidade e pregos commodo* :
largo da Assembla n. 15, armazem ale Antuett
Guimares & C.
Cortes
de vestidos do pavo-
Corles de vestidos de cambraia branca de be-
bados e duas saias, fazenda modernsima, o cor-
le a 4000.
Corles de vestidos de phaotazia, feeade eje
se vende em qualquer parte a 1C*. lorraat-se a
6JO00.
Ditos de cambraia de seda con babedos a
f#5t>0.
Ditos de cambraia de carocinhos branca* o ele
cores, fazenda muilo fina a 4f.
Ditos de cambraia branca lavradt, fazenda iu-
teiramenie nova, o corte 4J>.
Cortes de tarlalaoas brancas com babado* pro-
prio para asiistir a casamento ou bailesa loy.
Cortes de vestidos de cassa coso listres atravea-
sadas a 29240.
Ricos enfeites travista e ditos a Oaribaldi 1
Ditos ditos s Luiz XV a 2>.
Luvas de seda para senhora muilo boas a GOO
rs leocinhos para mo de lodos oa precos e 1
lidades.
bordadas e de balao.
Saias bordadas, fazenda Gnitsima a At-
Ditas ditas dita a 3.
Ditas eom arcos de cordo do I10I10 que azca*
at vezes de balo para at senhores que njo -
tam usar balo a 39^00 e 4*.
Saias de madapolao fraoeez a balo ts
bem f.'itas que tem viodo a este mercado a M,
3J5C0,4J e 5.
Ditas para meoinas de todos ns tamaitos a J.
lillas de arcos simples mas muito bem fciUs e
3J0C0.
n CAMBRAIAS L1SIS
Pegas de cambraiaa liaas muito flnss a 2rtWJ e
J50.
Ditas com 10 jardas a 39, 39500, 49 e 59.
Chapeos de castor.
Vendem-se chapeos de castor de primeira qua-
lidade a 89, que j se venderam a 169, para
acabar: na ra da Imperalriz, loja n. 90, dd
Duarte.
f$ra cinto.
cinto pero
!
Leandro Miranda 9
mii mi aro
adreperola para
")' loj da
5, junto loj
Elua do Crespo n. 8 A.
Vendem saias de cambuia bordad
pelo baralissimo prego de 9500
mmm
- Vende-se o eogeeho Santa Luzia sito ns
reguezia de S. Lonreneo de Malta, a dinheiro
oa iroca-se por caws netta praca : quem ara.
victoria na, leader dirij- ru d Horui fl. 7, del 10 ho-
dicefi. lrUdMDbtiM4diUf4i. p
h
regu
l
Grosdenaple preto muilo eocorpao a IjitO.
1S600 e 1$800.
Dito cor de canea, azul e cor de rosa y.
Seda lavrada muilo bonita fazenda a 2f.
Chamaloie preto muito enrorpado a 29.
Sarja preta hespaohola a I98OO.
Bordados.
Finitsimas liras bordadas de todas as qualida-
des e larguras por pregos baraiissimor, etjtte-
roeios muito delicados de todas ss larguras e ih-
lidades.
Manguitos com gollinhts de cambraia bordadoe
a 1>2S.
Calciohas bordadas muilo Dnaaa 19.
Manguitos bordados para senhora a 19-
Gollinbas muito Boas a 400, 500,800 e 19.
Alem desles artigos existe oeste esUbeleci-
raenlo um grande numero de fazendas qoe seria
enfadonho menciona-las, e dio-se a tsaaelree
de todas, deixsndo tirar penhor, ou mancesa-se
levar as fazendas moslra esa easa eae Uaeiae
que quizerem escolher, pelos caixeiros da loja m
pavo, ra da Imperalriz o. 60, de Gasa & Salva
Madapolao
3$000 rs.
Vendem-se pegas de madapolao com 14 jardee
pelo baralissimo prego de 39 a peca : na roa da
Imperalriz n. 60, loja do pavao. de Gama i Silva
Panno a 1.800 rs.
Vende-se para liquidar ubi conla, pea
lo, cor de rap, fazenda muito superior, 1
o covado, aliangando-se que sempre se va
39OOO : na ra da Imperalriz o. 60, loja de M-
yao.de Gama Silva.
Uma taberna.
Vende-se ama taberna sita em Casanga, mui-
lo afreguezada e propria pera piiecipiaale, o
motivo lo someole para o dooo qoerer reli-
rar-se do lugar: a tratar na ra Nove a. 60.
Aboafama
vende velas pera cintos o mais bem douraea tupa
potti vel e dos mais liodoa goales que
a este mercado, pelo baralissimo pr
cada uma, carteiraa cesa aguloas
aorlidas que se pode desejar, e e
lidade nao pode haver aada
prego de 500 rs. cada can
linraphia verdadira a
dusiaa, dilaa de la
cada troza, ditas j^M
das a 500 1
bine
Mfiti


elo de hoje em diante
30500, e meia arroba 20000,
M 160 ris : tambem recebe-se
lu s das pessoas particulares lo*
e teja diariamente, at que se
acabe o gelo.
[Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Cbapeosde sol de alpaca a 4f.
S01** de meiaseriaa para horneen a
19100 e o par a 1S0 ri., ditas brancas
muito Unas a 23500 a duzia, lencos de
caisa com barra decores a 1S0 r's. cada
um, ditos brancosa 160 rs., baldes de
SO e 30 arcos a 3f, lazinha para ros-
tidos a 240 o covado, chales de merino
estampados finos a 5j e 6j>, tarlatana
branca e de cores muito fina com vara
meia de largura a 480 rs. o corado,
fil de lioho liso a 640 rs. a rara, pe-
cas de cambraia lisa fina a 39, casias
de cores para vestidos a 200 rs. o co-
rado, mussulina encarnada a 320 rs. o
corado, calcinhas para menina de escola
a 1$ o par, graratinhaa de tranca a 160
rs., petos para camisa a 200 rs. cada
m dusia 28, pecas de cambraia de sal-
pico maito lina a 39500, pecas de bre-
tanha de rolo a 29, chitas francezas a
220 e 240 rs. o corsdo, s loja est
aberla das6 horas da manhaas 9 da
noite.
35anEEBE4JEaLBCSEE
Grande
Jaleado
45 Ra Direita 45
OugamL Ougaml.
O traste iodispensarel ao homem cirilisado
em contradicho o sepilo I E' ella tao necesa-
rio como o pi ao estomago. Tolera- un
chapeo jaca ; ama casaca de ajuatar taboado ;
um reslido desbotsdo; mas o sapato acalcanba-
do e roldo, a botina sem lustre e j descosida
urna indecencia, um insulto ao orgio risual de
um christo. E' por to graves considerares
que o proprietaro deste eslabelecimeoio.
acabando de receber um magnifico sortimeoto,
roga aos seus fregueses se apressem em renovar
o calcado reino risto estar-mos na (esta -
rejam :
Homem.
MIL1ES (chegre pririlegiado) frescos co-
mo a agua do Prata......
BOKZEGUINSioteiricos (Roclhlld) .
dirersos fabricantes. .
lustre pechincha. .
Sapatoes de Nantes, raqueta de lustre
biteria...........
Ditos Nantes batera.....
149000
99500
89000
5|500
69000
59500
59000
49500
39500
5920O
3JOO0
SJOOO
19500
Superiores paletots de panno preto muito fino,
obra muito bem feita, pelo baratissimo preco de
20, ; na ra do Queimado n. 22. na bem conhe-
cida loja da boa f.
Vende-se urna mulata de 24 aonos de ida-
de, muo sadia, eogomma muito bem e cozinha
o trivial de urna casa : a tratar na ra da Cadeia
do Kecien. 62, segundo andar.
>
ingleses........
Nantes meninos.....
lustre (sola e rirs.....
(urna sola].....
de tranca portuguesa. .
franceza. .
Seohoras.
BOTINAS.'gaspa alta e lago inglezes de
duracio incalcularel.
francezas (laso).....;
sem lago........
gaspa baixa.......
outros (32, 33 e 34). : .
de menina (Joly).....
Sapatos (Joly) com salto......
( ) sem salto......
tapete.........
lustre (32. 33, 34).....
ecooomicos para casa.
Alemdissoum rariado e .UII1UIU>I
ment de ludo o que necessario a sapateiro pa-
ra executar qualquer obra.
A 320 rs. o covado, grande
pechincha.
Vendem-se superiores cambraias francezas de
muito bonitos padroes a 320 rs. o corado, fa-
zenda muito fina que sempre rendeu-se por 800
e 19 a vara, reoham por ellas, antes que se aca-
ben) ; na ra do Queimado n. 22, na bem Mohe-
cida loja da boa (.
6J0O0
5S500
58000
4800
4S50O
49500
39200
2S0O0
800
800
500
abundante sorti-
ARMAZEM JROGRESSO
Francisco Fcrnandes Duarte
largo da Penlia
a mals superior do mercado a 800 rsa libra, em barril se far
os melhores que ha no mercado 39000, 296OO,
Aflanca-se a boa qualidade de todo aualouer renprn
comprado neste armazem, assim con?o rende-se por menos i a Yn Jl,4 Z geuerO
qualquer parte. p menos asto por cento do qoe em outra
NUm\ei* ingleza
abatimento.
J^S* fe* -.i- -va a 600 rs.. em barril, e 640 rs. a libra.
Quecos do ireimoehegadosn.e butilos \ondr\nos.,
a 19000. 8Upen0r Gaa nrola, nysson c preto
29OOO rs. a libra.
Preznnto pata fiambre mn
..,.... 'l mu,l no 500 rs. a libra.
Prezunto de reino,.
Salam P"or qualidade a 440 rs. Inteiro, e 480 rs. s libra.
Teaslatotort'u T"""'" ""'""""' ""' b"'"
0 v.w 3W Hbr,t e arroba 9>000
tino irisas e paios ,. *
t.anVlo A-* chegados oeste ultimo nario. a 720 rs. a libra.
Banna de porco refinada *
se for em barril a 440 rs a libra "* 6m '" COm 10 libr"' por 4*500 "* e
Mar meladaimperial, ,'...
Mttt 1- ^A^bstm ;sasrde LUb0
sum* ae tomate em UUi de uma Ubra por 900 r>
Amendoas e eonleitos ,. A a
multo proprio para mimo, a IJoo. ,lbr" conlendo-' d"erente. qualidades,
Ervilhas francezas
a 500 rs. e Portu8uas em latas de 1 libra, por 640 rs. ditas em meiss
iWctria, maearrao e talnarim. ion h
WB0-ea 4W rs- a libra e em caixa a 89.
"oree a 100 rs. a libra, e 49OOO rs. a libra.
Bollo iraneez om ,-
Genebra ifi\ enfei,ad8 propros para mirao a 60 "*
abaliment?. m0S 8Up6"or 1tte ha a grafs e em cali, se far
Genebra de Hollanda. Rmm ,
VUtes engarrafados, / ra8que,r''e 56"' frasco-
VUnoBtroeaux"10'" SlTZ"m'a*"""'Pft ^""
GaMliaSne L "maUaCredU8d"marcasal""femcaixaa99adzia.
"!2M,n'reM 16ad"* 'IS500 g garrafa, affl.nca-.e a boa
Verdadeira serve}* cobnnba., ,
a 500 rs. a garrafa. de 00lfas muitas marca" a uzia, e
Vinboem pipa D, ..,.
Espermasete e guei"" 3,50' "tmu caDad8'
it*- ,uper,or a 740 "em caixa'e 760 "a Iib-
Batatas novas om
Cbocoiate "*--..
Figos da comadre ^^'lm fraDeez' *por,ogacz 8 m "''Ubta
320 rs. 'Sonoros.
( omina Aa
"Y de engommar, muito aira a 100 rs.
amendoas,,
- m de casca mole a 400 rs. a libr.
Azeita doce
Palitos de demesH "'' 8"raf"'em "'"a *'
Costeletas inglezas '"" Pecfal5a'"" "' m,?0'
Bolaxinba inglez* P0P"9para fambte" *",ibra
Ameixas franeexas'"" n"a ** mercada 4*"barrica e em ,bra"m r6'
tuguezas a 480 rs. a Ubre."00' mml rC8 Com 4 ll2 libras W 39500, ditas por-
SereiaftPa" 1I"P" ""'' 9"' "da""' porcao 8e f,r b"neDt0-
Ja em fraSC0S de 6 1|2 ,ibra n,D, no'" a 800 rs
inaepeoeote dos gneros anounciados eacnninr .;*.-.
'o de gneros, ludo de superior qualidade. eQcon,rara o respeilarel publico grande sortimen-
Potea da BussiaT"
Vende-seemcasadeN.O. Bieber 4
L., succeesores, rua da CrUZ n. 4-
Gomma lacea.
Vende-ie na rua Novan. 44, em caa
de Chriftum & IrmSo.
36Rua Nova-36
I. Bonnefond renda-ae correntoes
Og. relocios de prata dodra-
m\mmB$aq-$e a qualidade.
em caizas de 8 libras por S9500, o em libra a
libra.
Paletots
brancos.
A01 tabaquista,.
tmZSftTFiW*"* leD?0* <*wun a iml-
tacio dos da hnho, aauito propros psra os taba-
ff^JP0' wnn orM "raa e flxas, pelo
nl^TJ^ deK5 6| d0lU : d0
Queimado o. Ifc oe bem conheclda laja da boa f.
FilrJIno e tarlatana.
h^68 ?ewr,or.fl16. "w e tarlatana branca
l -! ?. pel baMl""o Preco de 800 rs. a
3,orQ.eim.,ro?0,:eCda l0J" da boa ""
Ricos eneites.
Vendem-ae ricos e superiores eoteiles os mals
..?m-'0,queb.a,i,rets.eae >re. P^o bara-
nl !-.0MPnCOde 6 e 6JgOO : Qa l0/, da boa f.
na rea do Queimado n. 22.
Cambraias de cores.
Vendem-se cambraias francesas de lindas co-
res, pelo baratissimo preco de 280 o covado ; m
rua do Queimado n. 22, na bem conhecida loja
da boa f.
Cambraias francezas finissimas.
Superiores cambraias francezas muito finas, de
muito bonitos padroes, pelo barato preco de 700
don *-a : a da ba Da rua d0 Q"eima"
Cambraia Usa.
Vende-se esmbraia lisa transparente muito fi-
na, pelo barato prego de 4 e 5J a peca com 8 1|2
raras, dita tapada muito superior, peca de 10
raras a 6|: oa rua do Qaeimado n. 22, na loja
da boa f.
Bramante e atoalbadsde
Vinbo.
Vende-se superior bramante de paro Hnho com
duas varas de largura a 29400 a rara, assim como
atoalbado adamascado tambem de puro linbo,
com 8 palmos de largura a 29500 a rara : na bem
conhecida loja da boa f.na rua do Queimado nu-
mero 22.
Cortes de calca.
Vendem-se cortes de calca de meia caseroira
de cores escaras a 2J cada corte 1 na loja da boa
fe, na rua do Queimado o. 22.
Port bouquets,
Dourados com cabos dema-
dreperola.
Chegaram opportunameote para a loja d'aguia
branca os bonitos port bouquets dourados e es--
mallados, com cabos de madreperola, conforme
sua propria encommeoda, fiesodo assim remedia-
da a falta que havia desses port bouquets de gos-
to, os quaes chegaram bem a lempo para os di-
rersos casamenlos e bailes que se cootam nesses
das, por isso as pessoas que por elles esperavam
eas que de novo os quizerem comprar dirigi-
rem-se munidos de diobeiro loja d'aguia bran-
ca, rua do Queimado a. 16, que eocontraro obra
de bom gosto, barateza, agrado o sinceridade.
de cambraieta.
Vendem-se superioressaias de cambraieta mui-
to fina, com 4 pannos, pelo diminuto preco de
59; a ellas, que sao muito baratas: na rua do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da boa f-
Ruada$enzala No ?a n.42
Vende-se em caiadeS.P.JonhstonC,
allinse silhdesnglezes,candeeirote eastieaes
bronceados,lonas agieses, fio devela,chicote
paracarros, eaioniaria.arreioipara earrode
u e loas cvalos relof io sde ouro patente
nglez.
Navalhas d'aco
com cabo de marfm.
Vende-se na loja d'aguia branca mui finas na-
ralhas d'sco refiosdo com cabos de marfim, e
para assegursr-se a bondade deltas basta dizer-
se que sao dos afamados e acreditadas fabrican-
tea Rodgers & C, custa cada estojo le duas na-
ralhas 89000: na rua do QueimaJo, toja d'aguia
branca, n. 16. t
Libras steriinas.
Vendem-se no escriptorio de Manoel Ignacio
de Olireira & Filho, prags do Corpo Santo n. 19.
Colla de Hamburgo
Na rua Nova n. 44, na loja e fabrica
de chapeos, vende-s-3 colla de Hambur-
go por preco commodo, tanto cm re-
talho, como em porcao.
no torrador
23Largo do Terco-23
O proprietaro deste eslabelecimeiito de mo-
Ihados rende os gneros mais baratos do que em
outra qualquer parte e amaneando a boa quali-
dade : manteiga ingleza flor a 800 rs., dita fran-
ceza a 600 e 640 rs. a libra, as9ira como se en-
dem oulros rauitos gneros que, enfadonho
menciona-los ; assim como linguiga do strtao
pnmeira qualidade a 400 rs. a libra, caf primei-
ra e segunda sorte, arroz pilado, velas de sper-
raacete e carnauba, vinhos de diversas qualida-
des. finalmente se vende no largo do Terco n.
23 no torrador e se alguem duvidar venha ver, a
diobeiro a vista.
Gollinhas
detraspasso bordadas em
cambraia fina
Vendem-se a 29 cada uma : na rua do Quei-
mado, loja d'aguia branes o. 16 A obra loa e
o lempo proprio ; a ellas, freguezas, antes que
se acabem.
Sebo do Porto
Em caxiohas de uma e duas arrobas, fazenda
superior e prego commodo: no largo da assm-
bla n. 15, armazem de Anlunes GuimarSes &
G.
E' bom negocio,
Ainds est por veoder a taberna da rua da Im-
poratriz n. 4, muito bem sortida, e afreguezada
para aterra e mato, vende-se com fundos a von-
tade do comprador; ou d-se sociedae a um
homem de boa conducta : trata-se na taberna
grande da Soledade.
Bonecas bonitas
cora rosto, e meia perna de
porcelana.
Vende-se mui bonitas bonecas com rosto, e
meL".pena de Dorcel,af,s*>sbaraii8simos precos
de 240,360,500.560. 640,720. 800 e 1S000: Uso
na rua do Queimado. loja d'aguia branca n 16.
Luvas de pellica pretas.
\7endem-se as luvas pretas de pellica com pe-
queo toque de mofo por preco baratissimo ; ns
loja d'aguia de ouro, rua do Gabug n. 1 B.
BIOTA
EXPOSICiO
Candeeiros econmicos
agaz,
LgZ.hdrgeD.0de Primeira <8" - VHU1. NTa "Me2* loja do Vianna.
euezia d ri 4eD8enho Coqueiro. sito na fre-
5rovnri.dPadaC provmcis de Pernarobuco. e tem aa rantaaenn a
commodidade, seguinte. :' mde co" ag^Tu ,o
bem, duas leguss de distancia para o emb.rque
fas nrhl bm de1Pr"cCao,.e lem suas mal
!.. "u ,quelU8 de Dec>dade para se
i.nu i re.CeDe parle d0 V4lor em desobrigas na
m \L*a\ \ nome,n> eogenhocom o abai-
xo assigoado.-Jo Luiz de Barros.
Rua do Queimado n. 19.
Santos Coelho tem para
vender o seguate:
Esleirs da India de 4. 5 e6 p.lmos de lanzo
propnas para forrar camas e salas. 8
rnhi?.8 h6 b"manle arRos s 39 cada am.
Cobertas de chita a chineza a l800
Lencoes de paooo de linho/flooa 29
Toalnas adamascadas de fiho para mesa a 49
o covado Ce"COm d8T de "Varia a 160":
uJoalhas de fustao para maos a 500 rs. cada
rS'de f,U8ls Cambraias de cores a 160 o co"ado.
2S0OO ncameD'e bordadas e de trispassoa
Farinha de
de mandioca. .
Lindeza.
Vende-se fazenda denominada lindeza ootims
para vestidos a 160 rs. o covado : na lo".' 2lC
arte, rua da Imperatriz n. 20.
Aencao
Vendem-se caixoes vasios propros
parabahuletros,funlerosetc.aU280
queui pretender dirija-e a esta tino
eranhia. me ah a A\~.n'_____ .r
Gen de carnauba de pri
. meira qualidade.
Vende-se em porcao e a fetalho de uma sacca
psra cima, e por commodo preco: na rea da Ma-
dre de Dos confronte abotica n. 30.
A loja d'aguia
branca um deposito de
perfumaras finas.
Esta loja por estar constantemente a receber
perfumaras finas de suas proprias eocommendss.
bem se pode diser que est constituida um depo-
sito de ditas tendo-aa sempre dos melhores e
mi i acreditados fabricantes, como Labio, Piver,
Sao a!J.80C-,e, Hygi-niqsie. etc., etc. ; por
. ru'.^, n quuef Profer->e d on>. dirigir-se
har MQm,,Bld0', L* d'a8ia braD" > i "
"idodem.,. "SJi,Dd.e COB,p,el "to,
barateza nTr a,S a ,eocia dos frascos, e a
o^mpradoT ,M H T6nden C0"id"
Carros e carrosas.
Em casa de N. O. Bieber
4 C. successores rua da Cruz
numero 4.
Uvadem',5erro* aD>ericanos mui elegantes
Lii." daa, e 4 Pessoa8 recebem-se en-
STSSSs9*1! cuj0 fim elIe" Possuem map-
f.^rVruSt^.-r,.:"4'"-"-
Panno de algodao da
Babia.
Cerveja.
cadernagao, com sea rotulo donrado, a pela aa-
.1!?.?f?0 dS cad 'olnoe : ae r.a lZ_
Vende-se farinl
de mandioca de superior qualidade
cco, por preco muito codommJ
nos armazem de a ntunes Guimariee .
G. confronte ao trapiche de algodao.
Riscado monsiro.
Vende-se riscado monstro, (aseada
nomica para o nao domestico por lar
gnraSe o aeu preco ser de 900 rs. e cv
rua da Imperatriz. loja n. SO, d DaarW
Na padaria de Aolooio Perneadas da Silva
Beiriz, rua dos Pires n. 43, rende-se a asalte
acreditada bolachinha igual a inglesa, alta da
araruta, todo o trbalho nesla casa Pesa sais a
pao e bolacha feito daa melhores farieshaa a
irabalbado com o maicr asseio poseivel. {arlaba
a melhor do mercado a 180,rs. a libra.
ruNDioio iow-iooi
Roa daSeaiilla Nava 41.
Reste stabclecimento eontinia a harer aa
ompletosortiBentodeBoendssdaPdassMesv
d"P*rsanganho,aiachinas de rapar ataixas
'ferro batidos cosdo.de todos estsaiaBaas
psra dito,
HnrSo"ha,,Mel,or,*c' *"* rawMid ar-
oem para vender o sen crescido depasite da rete
gius v^to o fabricante ter-ae retirada do asas
co ; convida, porlaoto, s pessoas qaa qsrrsereai
possuir um bom relogio de oaro o.%r.U a c-
lebre fabricante Kornby, a aprovetter-M ea-
portunidade sem perda de lempo, para rir eaa-
rP:"do8T?.0prcCh0.,DDn11? Pr6 ~ "eHrtori*
Simode Nantua.
obra completa, ntidamente impresas trac
dea inlollani..!_____i .. "' JP
-'
fas e meias garrafas.
Feijo de corda.
DueoT"1 dG T"* Irma0' rua d0 AD30rDJ
Sao boas escravas.
Uma escrava de idade 25 annos, sabe perita-
mente cozmhar. engommar, coser e bordar e
fAv^a tSS!?* ** '^ ; "
Sebo em pao,
Vende-se sebo em pao do Porto, caiiinhas de
i arroba : no armazem de Arsenio
I reir, rua da Madre de Dos n. 12.
graphia, que ahi se dir' quem ostem Vende-M ,eb(>
para render. } 3*T. S/Kff". d^?e?L A"uto Fer-
perador o. 15.
Cal e potassa.
Vendsm-se estes doea gneros ao tea
cido e acreditado deposito da roa da Cadeia m
Recife n. 12, por menos preco do qaa esa aeftra
qualquer parle, afiaocando-se a boa qualidade
A cal chegou a quatro dias pelo brigae Sobe-
rano, e a potassa legitima da Russis. ckesada
pelos altimos navios do Hamburgo. -*"
Mantas de retroz.
Vendem-se mantea de reros pera grsvatas'a
00 rs. : na rua do Queimado a. M, aa tete da
-r^ !2lru^das Cruzes de Sant0 Antonio, 36,
PB0GRE8SIVO
Madre de Dos
n. 12.
Mnteigaing,eza -, DMlfi 4' CL
Oiiftiine 1,Za h8gad0S Desle u,limo vPr 3*000.
Que o pra?o?"2 """^ q"* """ ge"sro "' *- *.
Presunto.! n^t s '' l"lb' "o r,.. ib.
v[nTo^f::,tuciesP;rM j * VinhoB08H,30 ^wsm** "'M,""c""*',!i.'-' v.M.ri. *...
uarmeada imperial eseoibor da iodos o, r.brt.ni.. h. i ,.t.. /
DOCetas com doces secco das mais rlplirri rnn j p
muito gosto a 3500 cada uma p8' maiS proprio que ha Pra mimos Por serem neasneirto enfeiteias, da
FigOS em CaxinhaS de 4 libr.' muito frescos e grsmdes a 2,000.
ag!!roCCa C8X,nha ^ 4 Ibr'S Ch6glddS neS'e uUm0 Vapor 3500 e m a "^ ser o ntefcor qa. p. fc... ~.
AmeixaS fraijcezas era latas de5 libras por 49000 e 1,000 por libra
Ul^^MaS^0!te^, as Tfrdo mercado:3 64r.....b"- id- "* mm
Latas COm fructas todas as quahdades que ha em Portugal de 700 a IpOOU a lata.
GorinthiaS em frascos de 1 1[2 a 2 libras de 1600 a 2200.
t.aixas SOrtidaS com ameixas, amendoas, psssas fieos, eras e nnro n/... w. j
por caix, de 10 a 12 libras, e 320 rs. a libra dos figos P ^ ^ d8 m8,S prpr, P,ra maos> 40W *
to^u&S!^!** ^^ d9dlVerSa8;UldadeS' 8 450. agrande, de4 a 8 .ibra, a. M500 4,^.
UOUSerVaS nglezas francezas e portoguez.s de 600 a 800 ris o frasco.
ErVllhaS francezas e portuguesas a 720 rs. alata, afianca-se serim na m.;. iw.m j
Mc,at! ,,. S serem as mais bem preparadas que tem fiada ao mareado.
rantseas talbanra, maearrao e aletna as mais novas que temos no mercado a 400 rs. a libra.
AmenOaS de casca molla a 400 ris alibra em porcao ter abatimento.
rhtm^ls ^ n0V" egrand9S.VDdaS pela Primeir 0 nosso mercado a 3,500 a ancore...
Ghampanhe d.sm.rcas mats acreditadas de 15. 20,000 reis o gigo de 1,500 ,2, a garrafa
^ervejas das melhores marcas seo rs.. g.rr.f.. de 5, 6*000. duzi. d. br.nc.
LOgOaC a melhor qualidade que temos no mercados 15000 a garrafa e a 10000 a duzia
genebra de Hollanda 600 rs. o frasco e W500 a frasqueira com 12 frascos
Chocolate ornis superior que temos tido no mercado portugus, hespsnhol e fr.ncas de 1. 9<,a ibrt
Vinagra puro de hsboa 24, .. grrf mw .cn,d..
fcsperraacete superior S8m .ri., 740 rs. em MiM., 700 rs.. ibr.. -
Arroz o melhor do mercado a 100 rs. a libra e 2,700 a arroba do da' India e 120 rs. a libr. do M.rSnbio
AiplSta e paiDCO o mais limpo que ha a 160 rs. a libra do alpiste a 240 re. a libra do paineo.
V magre branco o melhor que temos tdo no mercado 400 rs. a garrafa e 2,560 a caada.
MaSSa de tomate em latas de uma libra do mais acreditado autor de Lisboa e rinda a orimsirs ... -___^ ^ .- .
Awrtw,,,*-*.! i. uwii *tt i ? creso DiorciciOa ff# 11 i y'
Araruta a melhor queso pode desojar a 320rs. a libra, e 160 rs. a libra*dagomma.
Vendem-seaaperiorespaletou de brim bisoco
de puro Hnho, pelo baratissimo preco de5C na
*VL vueim,,d0 **! bm coohecid" loja
da boa f. '
4 2.250
lOUCinhO de Lisboa o mais noro do mercado a 320 reis a libra e arroba a 10900,
HaiaUs em gigoscom uma arroba, as melhores que ha no mercado a 1,800 o figo.
Estabelcceu-se oeste srmaiem um deposito I Leotilbas fraacezas, as melhores e mais siborosas de todos os bjgumes a 500 rs. a libra
. de Jov.in n,oUo frcaa para homeof e
cSSa? l0i* dA1^&Mag.lbieara.*!a
constante de cera de carnauba em pao e em
reas.
Vende-se um sitio na estrada do Arraial,
eom bastantes arroredos de diversas qualidades,
com casa d rivenda, cacimba de podra e cal,
tendo boa agua de beber: no meamo sitio, con-
fronte ao sitio dos Buri lis, se dir quem vende.
Arado s americano te machina-
paralara roupa.emcasadeS.P. Jos
hston 4 C. rua daSenzala n.*a.
NozeS as melhores e mais oras por terera ehegado neste ultimo vapor a 200 rs, libra.
PalltOS XadoS para deotes a 200 e 160 rs. o maco eom 20 massiahos e flor' a 280 rs,
Latas comardjnha de Naot*s uito novas a 44o rs. a uta.
Velaste Carnauba ecomposicao de superior qualidade a 400 rs. a libra e a 12,500 $ arrobe
Bolachinha ingleza ogleza a m.is nova do mercado a 4 a barrio. 320 rs. libr.
qu.lqt.er %* """ "nnB,,0"d08 ^^ puyico ,udo ** procn ^" tai, a por ^^ ^ m
bbbVbbbss]
rMll ITlIl AhA


\
bs em cambraia
transparente.
Na loja d'aguia branca le echa um bello sorti-
meoto de ntremelos bordados em fioa cambraia
transparente, e cmo de seu costme est ven-
dendo baratamente a 19200 a pega de 3 raras,
tendo quantidade bastante de cada padrao, para
vestidos ; e qnem tiver dtnbeiro approveilar a
occasiao, e manda-loi comprar na roa do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Agolhas iraperiaes.
Tem o fundo dourado.
A loja d'aguia branca tendo em vistas sempre
vender o bom, mandou vir, e acabam de chegar
aqu (pela primeira vez) as superiores agulhss
iraperiaes, cora o fui dourado e mu bem fei-
tas, sendo para alfaiates e coslureirns, e custa
cada papel 160 rs A agulha assim boa anima
eadianta a quem cose com ella, e em regra sao
mais baratas do que as outras; quem as com-
prar na ra do Queimado, loja d'aguia branca o
16, dir sempre bem dellas.
Batatas,
Vende-se batatas ltimamente chegadaa de
Lisboa a 640 rs. a arroba: no armszem o. 10,
travesea da Madre de Deo.
Vende-se um cavsllo, novo, grande, alazo
e de excellente marcha, para ver na cocheira da
ra da Imperatrii n. 89 : a tratar na mesma ra
d. 36, segundo andar.
Sebolas baratas.
O ceolo a 500 rs. e em molho a 800 rs.: na
ra da Imperalriz d. 49.
Zeire para vestido.
Chegou para a loja da victoria grande sorti-
mento de zefirepara enfeites de vestido ou para
nutra qualquer obra que se queira butsr pelo
barato prego de 500 rs. a pega com 10 varas : na
loja da victoria na ra do Queimado n. 75, junto
a loja de cera.
de ail.
Para engommado.
Yendem-se frasquintaoscom escencia de ail
coasa excellente para engommado porque urna
gota delta bastante para dar cor em urna baca
de gomma tendo de mais a mais a preciosidade de
nao manchar a roupa como multas vezes acon-
tece com o pode ail Custa cada frasquinbo
500 rs. : na ra do Queimado loja da aguia bran-
ca n. 16.
Polassa americana.
Vende-se potassa americana muito nova e de
superior qualidade: no escriptorio de Manoel
Ignacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo San-
o n. 19.
GUPEOS A GARIBALDI
Ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50, de Cunha & Silva.
Os mais modernos chapeos a Garibaldi e chi-
ques, de palinba e (eltro, mu lindos, e se ven-
den! pelo barato prego de 10 e 1%$.
Paletots a Garibaldi.
Paletots de seda a moda Garibaldi, imitando o
maisfioissimo brim trancado decores, moito pro-
prios par os bailes, (estase passeios campestres,
pelo dimiouto prego de 10$.
Chapeos baratos.
Chapelioas de seda para senhora, pelo baratis-
simo ojego de 89, chapeos de seda e de merino,
bem enfeitados, para meninos e baplisado a 6 e
79, ditos de palha e seda para senhora a 10$, di-
tos de seda do cores, copa baixa, para hornero a
6f, ditos de casemira de cores, pelo diminuto
prego de 1$600, chapeos de castor baaoco sem
pello, bonitas formas a 12J, booets francezes de
panno para meninos.a 29500e 39-
Guardanapos e toalhas.
Duzia de guardanapos para mesa a 2$, e 29100,
toalhas para mesa de li4, t|2 e 2 varas a 1&000,
1^500 e 29.
Vestuarios para meninos,
de fuslo, enfeitados, a 8#, baloes para senhora
a 3J50, bonitos vestidos de pnautesia pelo bara-
to prego de 12$, aloalhado de linho adamascado
com 8 palmos de largura a 23250 a vara, mantas
de fil braoco, manteletes, leques de diversas
qualidade?, gollinhas, manguitos, sedas de qua-
drinhos, e outras muitas fazeodas que se ven-
der por barato preco na referida loja cima.
XM99l3MSMg Bttff maMMH!
Aos Srs. consumi-
dores de gaz.
Nos rmateos do caes do Ramos ns. 18 e 36 e
na roa do Trapiche Novo (no Recife) n. 8, se
vende gaz liquido americano primeira qualida-
de e recentemeote chegado a 149 a lata de cinco
galldes, assim como se vendem latas de cinco
garrafas e em garrafas.
Novos cinteiros de fitas com
pon tas cnidas e franjas,
K loja d'aguia branca aesba de receber pelo
vapor inglez os lio procurados e muito bonitos
cinteiros de Otas com pontaa cabidas e franjas, e
por isso podem agora ser satisfactoriamente ser-
vidas ss seohoras qne a desejavam ; ellos achara-
se nicamente nadita loja d aguia branca, ruado
Queimado o. 16.
Chapeos de palha.
O mais lindo sorlimento de chapeos de palha
das formas as mais modernas de Paris, para se-
nheras e meninas, ricos siotos ultima moda, di-
tos com lagos bordados : na ra do Crespo n. *,
casa de J. Falque.
Fitas de chamalo-
te muito boas e
bonitas.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo va-
por inglez sua eocommeoda de boas, bonitas e
largas fita* de chamelote brancas e outras corea,
as quaes sao excedentes para cintos, latos, etc., I
de vestidos psra casamentos e bailes, assim como
para lagos de bouquetes, cinteiros de crianzas el
muitas outras diversas cousas, e como de seu
costume os presos sao menores do que em outra
qualquer parte; assim quem munido de dinhei-J
ro, dirigir-se a rus do Queimado loja d'aguia j
branca n. 16, ser bem servido.
Potassa da Russia.
Vende-se potassa da Russia da mais nova e
superior que ha no mercado e a preco muito
cammodo: no escriptorio rte Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Ra da Senzalla Nova n. 42.1
Neste estabelecimento vende-se: ta- ]
cbas de ferro coado libra 110 r*. idem)
de Low Moor libra a 120rs.
muM HRI
do Rio, muito novo e barato.
Farinlia de mandioca
Espirito de yinho
da 38 graos a 1f600 a caada ; na ra dli Cra-
zas n. 34, esquina da travesas do Ouvidor.
Vendem-ae quatro casas terreas sitas ns
cidada de Olinda, sendo urna na ra do Bomflm
confronte o oilao da capaila denominada BomBm,
com seu quintal, duas na ra Nova da mesma ci-
dade junto ao oi:3o da S, com aeus competentes
sitios, e outra no Destino, em Santa Tberezs, a
um terreno sito as Bertiogaa que foram do Mon-
senhor Antonio Jos Coelho : quem aa preten-
der, pode dirigir-se ao Forte do Mallos n. 10,
que achara com quem tratar.
Vende-se a loja de miudezas da ra do Ca-
bug o. 2 B: quem a pretender, dirija-se a mes-
ma ra o. 4, que achara com quem tratar.
de Santa Gatharina, a mais nova que ha.
Vende-se um e outro gneros ; na ra nova
de Santa Rita, armszem n. 19.
Manteiga ingleza flor a
800 rs. a libra,
franceza a 640, toucinho de Lisboa a 320, casta-
nhas a 200 rs., ervilhas a 100 rs., gomma de ara-
ruta a 100 rs., sevadinha a 200 rs., alplsla e pain-
co a 160 rs. : na ra das Cruzes n. 24, esquina
da travessa do Ouvidor.
^6Ra Nova36
Em casa de I. Bonnefond vende-se correnlei
fuliadoa a 7, 89 e 10*. relogios de prata dou-
rados a 109, 159, 20 e 259, affianga-se a quali-
dade.
Vende-se um sitio
pequeo na estrada de Joo de Barros, em fren-
te do da Eiras, viscondessa de- Goiaona, com
muitos ps de larangeira, coqueiro, raangueiras
e outras errores de fructos : a tratar no mesmo
sitio
25Pateo do Paraizo25
Vendem-se palitos de fogo a 19 o cento dos
masaos.
Vendem-ae 6 cadeiras a Luiz XV, novas :
na roa das Cruzes o. 1.
Muitas fazendas
Chapeos enfeitados.
Vendem-se chapeos enfeitados mullo recom-
mendaveis psra as meninas que esto passando a
festa nos amenos arrabaldes desta heroica cidade,
a prego de 2 cada nm : na rus da Imperalriz,
loja o. 20, do Duarle. Na dita loja cima acharao
continuadamente os senbores consumidores um
grande e variado sortlmento de fazeodas, ludo
baratlssimo.
Meias para sentava.
Vendem-se superiores meias para senhora pe-
lo baratissimo preco de 39840 a duzia ; na loja
da boa f, na ra do Queimado n. 2).
Vendem-se burros gordos e mansos : no
eogenho Jurissacs, do Cabo : a tratar all com o
Sr. Domingos Francisco de Souza Leo.
N. O.Biebar & C.successores.rua daCraz
n. 4, tem para vender relogios para algibeira de
Ouro a prata.
mmmmm MttieeiMft mmm
* hteresse publico. 1
Offerecido pela loja de|
marmore.
A loja de marmore tendo de apresen- 5
lar concurrencia publica o qoe ha de |g
mais novo em fazeodas, tanto para se-
nhoras como para homeos e meninos, "J
sendo que para este fim espera de seus g
correspondentes de Inglaterra, Franca e 3
Alleroaoha as remessas de seus pedidos, m
tem resolvido, antes de apresentar o no- ]
vo sorlimento, liquidar as fazendas exis- jU
tente*, o qae elTecluar por pregos mo- 1
dicos e para cojo fim convida o respeita- SI
2 vel publico a aproveitar-se desta emer- i
Se gencia. m
MMM -NMttMlB KM
Funileiro c
Grande e nova officina.
Tres portas.
31RuaDireita31.
Nesle rico e bem montado estabelecimento en-
contrarlo os freguezes o mais perfeito, bem aca-
bado e barato no seu genero.
URNAS de todas as qualidades.
SANTUARIOS que rivalisam com o Jacaranda.
BANHEIROSde todos os lamanhos.
SEMICUt'lAS tdem idem.
BALDES dem idem.
BACAS idem tdem.
BAHUS idem idem.
FOLHA em caixas de todas as grossuras.
PRTOS imitando em perfeigo a boa porcel-
ana.
CHALE1R\S de todas as qualidades.
i PANELLAS idem idem.
COCOS, CANDIEIROS e flsndres para qaal-
! quer sortimento.
VIOROS em caixas e a retalho de todos os ta-
maodan manhos, botar dentro da cidade,
em toda rte.
Receben.,-se encommendas de qualquer oatu-
reza, concertos, que ludo ser desempenbado a
conteni.
Oleo de linhaca.
Em barris, gales ju libras, palo prego o mais
barato posaivel : ni taberna da ra do Calde-
niro o. 94.
hmmmHmmmmmmmm
A loja da bandeira
tem para vender de boa
qualidade fflha, estanto-
e bacas de
| senecupa freg favorito.
[Nova loja (Je funileiro da
ra da Ciuz do Recife
minero 37.
Manoel Josees Fonseca participa al
{todos os seos frjgnezea tanto da prega 3
cmodo mato,efiniamente aorespeita- velpublico.que omou a deliberago de u
baixaro prego di todasassoasobras,por Jp
cujo motivo tertpara vendar nm grande S
sorlimento detahs e bacas, tudo de
difiranles tamohose dedivarsas cores
em pinturas, (junta-menteam grande
sorlimento deUyersa* obras,contendo m
banheiros egaielascompridas,grandes I
epeqaenas, mchinaapara caf ecane- 1
cas para conduir agua grandes e peque- ao
as, latas gran es pira conservar fari- |
nha e regadore ao uso da Europa, ditos
grandes e pequsnos ao uso do Brasil a
camas d veno, litas de arroba a 1$,
8 bahsgrande aa 49 peque nos a 600
rs., baca graides i 5} e pequeas a
800 rs. .cocos e aza i 1} i duzia re-
_ gadores regula-es muito barato, ditos
| pequeos a 400rs., de todos estes objec-
5> tos hapintadose em branco e ludo mais
| se vende pelo lenoi prego possivel: na I
loja da bandeia da ra da Cruz do Re- 85
cife n. 37. fj
^wssiediswdis tfi:et69sdisatt$
Vende-se a emago da loja da rus Direita
n. 56, ajuito boa ara qualquer negocio : a tra-
tar na mesma.
Luvasde Jouvin.
Na loja da BOa F na ra do Queimado n. 22
sempre se encontaro as verdadeiras luvas de
Jouvin tanto p>r homem como para senhora,
advertindo-se <;u para aquelles ha do muito
lindas cores, na nencionada loja da Boa F na
ra do Queimad} i. 22.
Banda fina
em cosos grandes.
J
loja de 4 portas de Fer-
rao Maia,
vendem-se asaeguinlee fazendas por meUda de
seus valeres aomeote com o fim de acabar.
Chales da touquim o melhor que tem eppare-
cido no mercado a 8,10, 15, *) e 30|.
Sedinbas de quadriobos, covado, a 800 e 1|.
Chaly e barege, covado 500 rs.
Mimo do co, covado 500 rs.
Casss rsncea, covado 740 rs.
Corles de cassa de salpicos a 3$.
Groadenaple preto, covado 1j>.
Dito amarello, covado 600 rs.
Chales de merino bordados a matiz a 4|.
Cortes de velludo de cores para collete a 3|.
Paletots de brim de cores a 39.
Leogos de seda de cores, um 600 rs.
Chceos de palha para senhora o mais moder-
no e rico que tem sppsrecido a 12,14 e 155.
Ditos para meninas e meninos por barato prego
Bonels de palba para meninos idem.
Cortes de seda de quadros, fazeoda muito su-
perior a 89.
Paletots de alpaca preta e de cores a 85*
Tarlaiana de lia com palmas matizadas, fazen-
da moderna e propria para vestidos de senhora e
meninos, covado 400 rs.
Chapelinbas de seda para senhora, urna 6J.
Meias psra menina de 2 a 8 annos, duzia 2J.
Vestidos pretos bordados a velludo.
Ditos ditos com babados.
Ditos de cores, riquissima fazenda.
Panno fino de todas as cores, covado 21500 e
SfiOOO.
Manteletes pretos lisos a 12 e 159.
Ditos ditos bordados o mais rico possivel.
Cortes de nova fazenda intitulada mossambi-
que, propria para vestidos de senhora.
Aloalhado de linho com 10 palmos de largura,
vara 2-3.
Bramante de linho, 12 palmos de largura, vara
29000.
Dito de dito muito fino a 29300.
Chales de lia e seda a 29.
Alem das fazendas cima mencionadas ha mui-
tas outras de apurados gostos, que se vendem por
diminuios pregos.
Chapeos do Chyli
Na ra Direita n. 76, esquina do becco dos
Peccados Morlaes, vende-se chapeos do Chyli
muito Onos de copa alta e aba larga a Garibaldi
e de outras muitas qualidades de gosto modernos,
assim como um grande sortimento de livros em
branco para escripturagao, tudo por pregos ra-
zoaveis.
Vendem-ae folhetos cota o retrato 4* Sr. D.
Pedro V, contendo o sea reinad a ISsMt saa-
mentos, obra mol spreciavel pan a PwUsf*-
zes, pelo barato preco da 19: ds roa da QaMMaap
do, loja da miudezas da boa fama n. K.
Armazem de louca vfdrada
8--Rua da Cadeia d Recife~8
Grande liquidaco por
todo pre^o.
> iba-
A' loja d'aguia banca avisa a sua boa fregue-
zia que chegada tapreciavel banha fioa em co-
pos grandes, e conina a vende-la mais barato
do que em outra qulquer parte : na ra do Quei-
mado loja d'aguia I-anca o. 16.
Relogios,
i
Vsnds-ss amcaside Johnstoc Patir 4 C,
ra do Vigario n. 3 nm bello lortimento di
rslogiosdeouro,patente inglez, deum dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tamban
ama varisdade da bonitos trancalirsfpara os
tosimos.
Acaba de
chegar
S4B40.
Joaqalm Francisco de Mello Santos avisa aoa
sauafraguezesdesta praga e osdefra.qae tem
' azposto venda sabaode suafabricadenominada
DQralaS lia Tila a impera- 4 c., na ra do Amorim n .58; massa amarella,
triz n. 60, loja do pavo.
izem
novo arm
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Om grande e variado sortimento d.
roupas feitas, calgados a fazendas e todos &
estes aa vendem por pregos muito modi- *
fieados como de seu costume,assim como at
aejam sobrecasacos de superiores pannos *?
a casacos feitos pelos ltimos figurinos a M
269,289, 309 e a 359, paletots dos mesmos g
pannos prelo a 16J, 185. 2(JJ> e a 249, M
ditos de casemira de cor mesclado e de ^
novos psdres a 149.169, 189,209 e 249,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 99, 109,129 a a 149, ditos pretos pe-
lo dimiouto prego de 89, 109, e 12g, ditos
de sarja do seda a sobrecasacados a 129,
ditos de merino de corda o a 129, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 158,
ditos de alpaca preta a 79,89, 99 e a 109,
ditos saceos pretos a 49, ditos de palba de
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos de brim pardo e de fuslo a 39500, 49
a a 49500, ditos de fuslo branco a 49,
grande quantidade de calcas de casemira
preta e de cores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49, ditas de brim de cores
tinas a 23500, 39, 39500 e a 4J, ditas de
brim braucos finas a 49500, 5g, 59500 e a
69, ditas da brim lons a 59 e a 6f, colletes
de gorguro prelo e de coras a 55 a a 65.
ditos de casemira de cor a pretos a 44500
a a 59, ditos defustao branco e de brim
a 39 e a 39500,ditos de brim lona a 45,
ditos da merino para luto a 49 a a 45500,
caigas de merino para luto a 45500 e a 5f,
capas de borracha a 99. Para meninos
de todos os lamanhos: calgaa de casemira
ptefa e da cor a 55, 69 a a 79, ditas ditas
de brim a 25. 39 e a 39500, paletots sac-
eos de casemira preta a-65 e a 7, aitoa
de cor a 69 a a 75, ditoa de alpaca a|89,
sobrecasacos de panno preto et29a
14, ditos de alpaca preta a 59, bonett
para menino de todas ai'qualidades, ca-
misas para meninos da todos os laman hos,
meios ricos vestiJoa de cambraia feitos
par meninas de 5 a 8 annos com cinco
libalos lisos a 89 e a 125, ditos de gorgu-
ro da cor a de las a 59 e a 69, ditos da
brim a 39, ditos de cambraia ricamente
bordados pira baptisados.e multas outraa
fazendas e roupas feitas que deiiam de
r mencionadas pela sua grande quanti-
ade; assim como racebe- se toda equal-
encommenda de roupas para aa
maodar manufaclarsr e que para este fim
es ara completo sortimento de fazen-
ito e uma grande officina da al-
^^^^^K por am hbil mestre
iseiar. ksa^
m
Gama & Silva, donos dasie estabelecimento,
tem resolvido vender as suas fazendas por pregos
baratsimos como sejam:
Musselios branca com 4 1)2 palmos de largu-
ra, covado a 240 rs.
Chitas escuras com pequeo toque de mofo,
covado a 160 rs.
Ditas matizadas sem mofo, covado a 160 js.
Cortes de dilas com lOcovados a 19500.
Cortes de chitas francesas escaras e alegres,
fazenda muito Una e de cores seguras, com 10
covados, 29600.
Chitas francezas, fazenda superior, covado a
260,2B0, 300 e 320 rs.
Lazioha de quadros para vestidos, covado a
280 rs.
Ditas muito finas e modernas, covado s 440 rs.
Cassas de cores, fazenda inteiramenta nova,
covado a 260, 280 e 300 rs.
Ditas garibaldinas, fazenda flniisima, covado a
360 rs.
Mui bonitas
e boas fitas brancas de chama-
castanha,preta r outras qualidades por menor
prego que de oulraafabrcaa. No mesmo arma-
lote, franjas e trangas.
Aloja d'aguia branca acaba de receber de sua
encommenda diversos arligos de gosto, e proprios
j para enfeites de vestidos de noivas ou convida-
das, sendo bicoa de blond da diversas larguras,
! franjas brancas e de cores, trangas brancas com
vidrilhose sem elles, cascarrilhas brancas e mui-
tas outras cores, finas e delicadas capellas bran-
cas, bonitos enfeites de flores e cachos soltos, lu-
vas de pellica enfeitadas primorosamente, rtui
bonitas e boas fitas de chamelote, e emflm mui-
tos outros objectes que a pedido do comprador
sero patentes, e vista do dinheiro nao se dei-
xar de negociar : na lnja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Fivellas douradas e esmalta-
das, para cintos.
A loja d'aguia branca acaba de receber por
amostra urna pequea quantidade de fivellas
douradas e esmaltadas para cintos, todas de no-
vos e bonitos moldes, e tambero douradss que
parecem de ouro de lei, oque s com experien-
cia ae conbecer nao o serem, estando no mesmo
caso as esmaltadas, e assim mesmo vendem-se
pelo barato prego de 2J500 rs. rada urna, ni ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 16.
Cestinhas ou cabases para as
meninas de escola.
O lempo proprio das meninas irem para a
escola, e por isso bom que vo compostas com
ama das novas e bonitas cestinhas que se ven-
dem ca ra do Queimado loja d'aguia branca
n. 16.
Novos bonets de velludo* e
marroquim dourado.
Na loja d'aguia branca vende-se mui bonitos
booets de velludo, e marroquim dourado, os
quaes lo agora mui necesserios para os meni-
no! que vo para a escola e quem os quizer com-
prar mais baratos dirigir-se ra do Queimado
loja d'aguia branca o. 16.
As verdadeiras pennas ingle-
zas caligraphcas.
A loja d'aguia branca acaba de receber sua
encommenda das verdadeiras pennas de a^o
inglezas caligraphicas, doa bem conhecidos e
acreditados fabricantes Perry & C, e apesar da
falta que hara dessas bOas peonas... com Indo
vendem-se pelo enligo prego de2/000 a caixiuha
dn am groza, quantidade essa que as falsifica-
das nio trazem. Para livrsr de engaes, as ca-
xinhis vio msre.adas com o rotulo que diz. Loja
d'aguia branca roa 4o Qaelmido n. 10,
tem tem feto oseu deposito develas da carnau-
zasimplessam mistara algama, como as da
compoaigo.
Grvalas a moda.
Na loja da boa f, na roa do Queimado n. 2?
se encontrar um completo sortimento de grav-
tas de seda pretas e de cores, que se vendem Ar
pregos baratsimos, como sejam: eslreitip"18
relas e de lindas cores a 19, ditas com pe1
largas a 19500, ditas pretas bordadas a I96OC di-
tas pretas para duas voltas a 25 ; na menc*nda
loja da boa f, na ra do Queimado n. 22.
Urna barcaca.
Vende-se ama barcaga do porte de 35 caixas,
eocalhsda no eslaleiro do mestre car>5rjieiro ja-
cinthoElesbao, ao p da fortaleza da Cinco Pon-
tas, aonde pode ser vista e examnala pelos pre-
tenderles ; vende-se a prazo 00 1 dinheiro ; a
tralar com Manoel Alves Guerra. ia rna do Tra-
piche n. 14.
Novo paquete das novidades
23 -Ra Direita-23
Nesle ivo esabelecimento achara o publico um grande sorlimento tendente a molhados
tudo por preg miis laraio do que em outra qualquer parte :
Manteiga ingina espealmente escolhida a 800 e 9G0 rs. a libra.
Dila franceza 1 melho.do mercado a 720 rs. a libra.
Queijos flaroeigos enerados no ultimo vapor a 29800 e 3g.
Cha hyson e r**io a 2} e29880 a libra.
Vinho engarreado dosmelhores autores a 1 e 19200 a garrafa.
Vinho de pip proprioi para pasto a 500 e 560 a garrafa.
Marmelada aperial dos melhore autores a S00 rs. a libra.
Ameixas pftoguezas M80.. libra.
Passas mulo oevas a 500 rs. a libra.
Latas combol'-'niDn'sde differenles qualidades a 1$400.
Conservas in?^789 s melhores do mercado a 800 rs. o frasco. .
Massas, talb/i"3. macarro e aletria a 440 rs. a libra.
Cerveja das^e'nores marcas a 560 agarrafa.
Genebra de^eHioda superior a 500 rs. a botija.
Velas de emauba a 440 rs. a libra.
Ditas de permacete a 760 rs. a libra.
Vinagre^ur0 dp Lisboa a 320rs. a garrafa.
Arroz 00 e 120 rs. a libra.
Alpist a 160 rs. a libra.
ToufJn0 "e L'boa a 360 rs. a libra.
Alm dos gneros aonunciadosachara o publico um grande sortimento de um tudo tenden-
te a molhados mais barato do que em outra qualquer parte.
Tambern se venda o estabelecimento coi
lmenlo.
Louga vidrada de differentes qualidades.
Vasos de diversos lmannos para manteiga, la-
ce etc.
Jarras finas grandes e peqnenaa.
Ditas entre-finas e mais inferiores.
Polesde differentes tamanbos.
Jarras e jarrdes para cosinhs.
Resfriaderas (ou garrafas) de difTereoteifostof.
Quartiohas grandes e pequenaa.
Copos da Babia e da Ierra.
Muringues finos e eotre-finoi.
Fogareiros para defamar.
Baldes de pao proprios psra compras, cochairaa
e navios.
Escovss de lavar casa e navios.
Vaisouras de cabello, piaaaava e palba para
varrer.
Espanadores de cabello para carro, mesa etc.
Carrinhos de differentes tamanbos para menino
brincar.
Cestinbaa para menina da escolas.
Balaios sortidos.
Cestas para compras sorlidas.
Capachos redondos para meio de sala.
Garrafas de vidro brancas e de corea para vi-
nho, licores, agyardenle etc.
E outraa muitas fazendas qne seria diffleil
mencionar as quaes se vendero sem reserva do
prego por o dono do estabelecimento ter da re-
tirar-se.
Vendem-se as casas ns. 49 e 51, aftas na
ra da Esperanga ou Camioho Novo do bairro da
Boa-Vista, chaos proprios, quintal morado at o
meio, cacimba, um sobradinho no fundo, alfa-
mas arvores de fructo : a tratar na mesma mi
numero 45.
Aos senhores sacerdotes.
Acabam de chegar loja da boa f, na ra do
Queimado n. 22, meias pretas de seda muilo su-
periores, proprias para os aenhores sacerdotes
por serem bem compridase muito elsticas : ven-
dem-se pelo barato prego de 69 o par, na men-
cionada loja da boa f, na ra do Queimado nu-
mero 22.
Aos fabricantes de velas.
O antigo deposito de cera de carnauba e sebo
em pao e em velas, estabelecido 00 largo da As-
amblea n.9, mudou-se para a ra da Madre do
Dos n. 28, quasi defrnote da igrejs, onde conti-
na a haver um completo sortimento daqnellfs
gneros, que se vendem por pregos razoaveis.
Aos portuguezes.
Acaba de chegar a ra do Queimado, loja do
miudezas n. 51, os retratos da fsmilia real por-
lugueza. A occasiao opportuna para os portu-
guezes amantes da monarchia ornarem suas salas
com os quadros de to Ilustres principes. Sao
poucos e o prego diminutsimo em relstlo a
estima que geralmente se tributa aos augustos
descendentes ds finada rainha de Portugal a se-
nhora D. Mara II.
Vende-se a casa terrea da roa Velba n. 66:
a tratar na ra do Rosario n. 56, defronte da ra
do Arago. ________________
EscraYos fugiooss.
ATTENQ&O
luengos bYMnCos multo
fkatOi,
Vendem-se lengos brancos muito finos, pelo
diminuto prego de 29400 a uzia, graade pe-
na loja da boa f, aa ra do Queimado
M BM8 BOL ^MAW!
* Sortimento completo de fazendas e roupas feitas
NiTO.
da lmperatrizN.
m
N. 48-Rua
18
chincha
numero 22.
Caivetes fixos para abrir
latas.
Chegou nova remesta desses preciosos cai-
vetes fixos para abrir latas de aardinha, doce,
bolachinhas etc., etc. Agora pela festa cmese
muito dessas cousar e por isso necessario ter
am desses caivetes cujo importe 19. compran-1
do-se na ra do Qaeimado loja da agaia branca
0. 16, nica parle onde os ha.
Caixinhas vazias para con-
fitos
Muito lindas caitiohas vazias para se botar
coufeitos e dar de presente a 200, SWf'e 400 rs.
cada caixinha. na loja da victoria na ra do
Queimado n. 75, junto a loja de cera.
Lianas de croxele em nve-
los monstros.
Muito boa lioha de croxele para bordado em
nvelos monstros por serem muito grandes a
400 rs. o novelo : na loja da victoria na ra do
Queimado n. 75, jauto a loja de ceri.
Vende-se um carro de 4 rodas novo, rece-
bido ltimamente de Franga, todo forrado de
seda, com os competentes arreios praieados,
obra de muito bom gosto, sendo este caleche o
mais bonito que hoje existe nesta cidade : a tra-
tar na ra doTraii he n. 14, primeiro andar.
Novo sorflmeuto de cascarri-
lhas de seda.
A loja d'aguia branca acaba de receber um novo
e bello sortimento de caacarrilhas de seda de
muitas e differentes cores, e vende-se 19500
e I95OO ris a, pega, na ra do Queimado loja
d'aguia branca n. 10.
Meias pretas de seda a 1.000
o par.
Vende-se meias pretas de seda, e de mui boa
qualidade, para senhoras, e padres 190
I par, por estarem principiando a mofar, e estando
ellas calcadas trds se conhece. na roa do Quei-
mado loja d"gula branca 0.16.
m Junto apadaria franceza.
Encontra-se neste estabelecimeoto um completo sortimento de roupas de lodas as qualida-
des como sejam paletols de alpaca preta de 39 a 109, ditos de merino preto a 7, dito de panno
preto saceos a 79. 89 e 129, ditos de casemira de 79, 99 e 12*. ditos de alpaca de cor a 39500, 49 e
79, ditos de meia casemira de c6r a 49500 e pretos a 5JJ, ditos de brim pardo e de cores a 89500 e
49, ditos brancos de bramante a 39500 e 49, de brim traogado a 49500, sobrecasaco de panno prelo
a 169,189 20$, dilos com golla de velludo a 189, sortimento de caigas brancas de brim a 29500,
8500 e 49. ditas de cor a 1600. 59, *8O0 e 39. oita de ganga de c6r a 2700, de meia casemira
a 39, 39500 e 69, ditas de casemira superior a 68500, 79500 e 99. ditas pretas a 4J500,79, 89 e 109,
e de outras muitas qualidades, sorlimento de collete de todas as qualidades, camisas francezas de
todas as qualilades e pregos, seroulss de algodo, de bramante e de linho por pregos admiraveis.
Um sortimento de roupas para meninos de diversos tamanbos, chapeos francezes pars cabega de
todas is qualidades, chapeos de sol de seda admiravel pechincha para liquidar a 59500 e 69, ditos
para seohora a 4g e 59, e oulras muitas qualidades de fazendas e roupas feitas que se alicea ven-
der por pregos commodos.
Tendo-se ausentado da casa de seu seohor
o preto crioulo de nome Bonifacio, que represen-
tyrat8b&! uv?n58d f&ise js*1" rs; .^t.n^ _o,no"
des, ps apalhetados, muito regruta, e costuma
andar de paletot de riscado e bonet de ourello
ou chapeo de palha, ccstumi a fogir para aa
bandas de Beberibe e Olinda : roga-s as autori-
dades policiaes e capites de campo o mande
pegar e levar a seu senhor no caes do Ramos n.
4, que sero generosamente recompensados.
Anda continua a estar fgido o prelo An-
tonio, de nacao Cs*ange, idade 40 annos pouco
maia ou menos, estatura regular, com os signaos
seguintes : em urna das orelhas tem nm taco ti-
rado, em um dos quartos tem um defeito
pelo qual pucha um pouco no andar pelo p, lem
debaixo do queixo esquerdo tres buracos, signal
de dentcs tirados, tem na frente da bocea falla
de alguna denles: rbga-se a lodas as autorida-
des policiaes e capites decampo 1 sua captara
e leva-lo a ra do Imperador n. 73 terceiroan-
dar que ser bem recompensado, assim como a
qualquer pessoa particular, o proprietario desde
j protesta de empregar todos os meios que a lei
Ihe faculta contra qualquer pessoa que o tenha
oceulto, assim como ha noticiado que ji estivera
em Iguarass e que dahi se retirara levando em
sua companhia urna preta forra dizendo tambern
ser forro.
Fugio no dia 20 do corrente de bordo do
patacho Capuama, o escravo crioulo marinbei-
ro de nome Antonio, idade 19 annos pouco mais
ou menos, altura regular, rosto comprido e com
alguos signses de bexigas, levou caiga e camisa
azul : quem o pegar feve-o ac escriptorio de
Antonio Luiz de O'iveira Azevedo V C. rna da
Cruz n. 1, ou a bordo do dito patacho qae ser
generosamente recompensado.
Fugio no dia 19 do corrente o escravo Be-
nedicto, tem os sigoaes seguintea: crioulo,
cor preta, estatura regular, pescogo baixo e groa-
so, poaca barba, tem falta de dentes, olhsr som-
bro, representa ter 36 annos de idade, tea o
dedo index da mo esqurrds mais corto sem
onha, tem urna costura de ferida na canelta da
perna direita aioda por acabar de fechar e traz
sempre caiga da dita perna mais descida^levoa
vestido caiga de algodo azul e camisa de chita
rdxa e chapeo de baeta preta ji velho com man-
chas de tinta verde, desconfia se que estaja tra-
balhando em algnma otaria por entender do of-
ficio oiz que esteja em algum sitio, e desde ji se
protesta contra quem o tiver: roga-se as auto-
ridades policiaes, capites de campo captara
do mesmo, a entregar na ra dos Guararapcs o.
28 em Fora de Portas, que ae pagari generosa-
mente.
Meias pretas de seda.
Vende-se meias de seda pretas para senhora
fazenda muito superior pelo bsratissimo prego
de 190 Par : ua ra do Queimado na bem co-
ndecida loja da boa fama n. 35
Linhas de cores em nvelos.
Vende-se linhss de cores em nvelos fazenda
em perfeitisiimo estado pelo baratissimo prego
de 19 a librt : na roa do Qaeimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 35.
Papel de peso a 2$ a resma.
Vende-se na roa do Queimado toja de miude-
zas da boa tima n. 35.
Bicos de linho barato.
Vende-se bonitos bicos de linho de dous a
quatro dedos de largura fazenda muito superior
pelo baratissimo yrego d 240. 320, 400 e 480 rs
a vara, vende-s por tal prego pela rulo de es-
tarem muito pouca cousa encaldidos, tambera se
vendem pegas de rendes lisas perfeitsmente boas
com 10 varas cada pega a 720, 800 e 19. ditas
com salpicos muilo bonitas e diversas larguras a
19200, 19600 a 29 a pega, ditas de seda a 19 ca-
da urna pega : na ra 4o Queimado na bem co
nhecida loja de miudezas da boa fafna n. 35.
Agua de lavander e pomada.
Vende-se superior agua de lavander iogleza
pelo baratissimo prego de 500 e 640 rs. cada fras
co, pomada muilissimo fina em paos grandes a
500 e a 1J, vende ae por to bsrato prego pela
grande quantidade que ha: na rna do Queimado
na loja de miudezas da boa {ama o, 55.
Queimado loja de
Ten tos para voltarete.
Vendem-se superiores lentos psra voltarete
pelo baratissimo prego de 49 cada caixa : na roa
do Queimado loja de mtndezas da boa fama nu-
mero 35.
Leques de mad reperol a.
Vende-se mui lindos e fioissimos leques de
madreperola pelo barato prego de 169 cala um :
na roa do Queimado loja de miudezas da boa Ta-
ma n. 35. *
Excencia de ail para engom-
mado.
Vende-se cada um frasquinho pelo barato
prego de 500 rs. : na ra do
miudezas da boa fama n. 35.
Taixas
para engenho.
Grande redueco nos pregos
para acabar.
Braga, Son & C. tem pira vender ni rui da
Moeda iaixs de ferro cuado do mui acreditado
fabricante Kdwin Mair, a 100 rs. por libra, aa
mismas que ae vendlsm a 120 rs. : quem preci-
air alrija-ie a ra do Trapiche o. 41, armizem
de fazendas.
Attenco
Fogiodo Riacho de Panellss, am mulato de
estatura baixa, corpo grosso, dentes limados,
olhos pretos e grandes, cabellos caxiados, e ps
regulares, cujo mulato se chama Faustino, de
idade de 15 a 18 annos, levou ceroula e camisa
de algodo aeul. Foi visto nesta praga em diaa
da semana atrasada,em um comboi vindo daquel-
le lugar. Roga-se a todas aa autoridadea e ea-
pltes de campo a captara do dito mulato, o
qual poderi ser entregue no referido lugar ao sea
senhor, Domingos Antonio das Nevee, ou nesta
praga aoSr. Manoel Ignacio de Oliveira Lobo,
que recompensar cum generosidsde. Outre-
sim, protesta-se contra quem c tiver acontado
Attcncao.
Est fgida darte a tarde de 27 do crranle a
preta crioula de nome Delfioa, de-estilara raga-.
lar e bastante cheia do corpo, lem por cosame
vender agua dos chafantes dos bairros de Santo
Antonio ou S.Jos desta cidade, bees eoaeoazei-
te de cirripalo todas aa lardes, acontecendo que
ni em que fugio levo comsigo no comas
(landres urna a meia caada d'aqi;
sendo esta .a primeira vez qae ae aaaj
casa a referida preta, julga-sn qoe eM
occulla ou mesmo doeale e
isso roga-se aa respectivas
I de campo e mesmfl
nhecer a sai apre"
i Francisco Ao
i Brum na. 82 e
nura Tes qae ae
ireta, julga-sa qoe nasal
ao doeale er
-eipeetivaa^^H
mi it'ii Ann
TT
1
l\
I


'B 1*6),
do Brasil.
mais velhos auto-
Igodo era cu libado na India deide mul-
antes da era corista., teodo certo qu
i Portugueze deacobriram essas re-
a fabrcelo dos tecidos tinha chegado
\l ao ponto de perfeigio, que Moca maia exce-
dern) os Baluraea desae pair.
, Os Portugueses pouco oo nada concorreram pa-
ra a propsgago e prosperidade dcssa industria ;
as esa compensagao os Hollandezes, apoderan-
do-se de ama boa parte daa colonias porluguezas
-na India, deram o maiorincremento cultura do
algodio, j esUbelecendo na Hollanda fabricas
de flacio e tecidos, j trasplantando para ah as
melhores (ementes, de modo queem breve tem-
po, isto no principio do secuto 17", o algodao
era conhecido e cultivado em quasi todos os pa-
ses da Europa.
Em balde recorreu-se ao expediente da pro-
mulgarlo de leis prohibitivas para a entrada do
algodao em alguns portos da Europa, sob o pre-
texto ftil, na rerdade, de que a introdcelo
dessa industria arruinara completamente a cul-
tura do linho e da seda. As ranlagens resultan-
tes do%mprego do algodao eram taes e lio evi-
dentes que, mo grado todos os obstsculos op-
postos pela inepcia dos legisladores exclusivistas
da poca, a cultura do algodao triamphou, tor-
nando-ie cada vez mais geoeralisada pelo mundo
conhecido. Urna s realriccio hara, nica le a
que prestava obediencia a actividade humana :
era o clima do paiz e a natureza do solo, pois es-
tara demonstrado que as temperaturas glacUes e
os terrenos argilosos repugnavam a conservarlo
e floreicimento do algodoeiro.
Quantos estorbos fez a Franga, no principio do
seculo actual, para introduzir no paiz a cultura
do algodao, qae, na opioiio do Sr. Carey, cons-
tilulo-se a mais importante produegio do mun-
do, depoia que foram inventadas por Elias Whit-
ney as machinas para descarogar I
Distrlbuigo gratuita de sement, iostrucedes
aos coltivadores, premios pecuniarios para aquel-
es que se dedicsssem a esta cultura, emfim o
governo francez lancou mo de tolos os meios
imaginarios para conseguir que a Franca entras-
te na posse de um tio valioso thesouro (*); mas
infelizmente esses esforgo nao foram coroados
do completo resultado que mereciam, porque
cirenmstaocias especiaos, que se originaran) da
natureza do solo e do clima, actuaram contra o
nobre e generoso empenho do governo; illudln-
do por muito tempo a sua expectativa, at que
anal foi forcoso desistir da luta travada contra a
obatnacio dos elementos naturaes,
Entretanto a populacSo da Europa crescia, a
industria fabril tomava cada da maiores propor-
(oes, e com especialidade as fabricas de tecidos
de algodao na Inglaterra adiaotavam-se conside-
ravelmente na perfeigio dos seus productos; as
exigencias do consumo tornavam-se muito supe-
riores produeco, o trabalho das fabricas exis-
tentes j nao bastara para oceupar a quantidade
immensa de trabalhadores que regorgitava das
classes proletarias...era preciso um esforgo su-
premo para suffocar, ou pelo menos atteouar as
consequencias do mal que eslava imminente !
A America do Norte salvou nessa occasiio a
Europa de urna crise bem perigosa : a cultura do
algodao nos Estados-Unidos tere tal desenvolvi-
(*) Nio fra de proposito transcrerer a circu-
lar expedida pelo ministerio do interior de 27 de
margo de 1807. Ei-la : a O ministro do interior
ao Sr,..prefeito do departamento de...Pariz, 27
de margo de 1806.Pedindo a sua atteocio e ze-
lo, Sr. prefeito, para a iotroduegio e multiplica-
cao da cultura do algodao no seu departamento,
era micha iotang9o foruecer-lhe, tanto quanto
de mim depende&se, os meios de executar cesta
parte as ordens do governo.
Eocoromendei na llespan.ha, na Italia e na
America Septentrional sement de algodao, so-
bretudo do herbceo, que mais convem a esse
terreno, e cuja colheita nao pode prejudicar de
modo algara a qualquer oulra cultura, e logo
que as referidas smenles cheguem dos lugares
que indiquei, faret urna distribuigo conveniente.
c Eoearreguei a um agricultor dislincto, mem-
bro do Instituto e da Sociedade de Agricultura do
departamento do Sena, de organi.ar instrucedes
i .. -- .- -- ,-*- ou \iu.i. yuuilca-
c3o dessas instruccoes produzir sem duvida gran-
des vaotsgeos Sendo a inteoco do Imperador
dar um til impulso a esta cultura, que a nova
actividade das nossas fabricas de tecidos e Qagao,
prodnzida pelo decreto de 22 de fevereiro da
1806, torna cada vez mais interessanle, rogo-lbe
o favor de publicar que ser concedido um pre-
mio de um franco por cada kilogrammo de algo-
dao que forcolhido e preparado convenientemen-
te para a flacio. Para obter este incentivo e evi-
tar qualquer abuso, ser necessario que os culti-
vadores fagam perante a administragio local a
declaragio da extenso do terreno que preten-
den) emprear no plaotio do algodao.
Preenchida esta formalidade, ser aioda pre-
' ciso que elles apresentem attestados, passados
pelos maires e adjuntos, e por dous prlncipaes
proprietarios da communa, nao s do estado da
cultura, como da quota correspondente ao pro-
ducto da colheita. A qualidade do algodao ser
atteslada por alguna manufacturemos ou nego-
ciantes, se ahi os bouverem, e devero ser-lhe
presentados pelo sub prefeito relatnos acom-
parjbados de amostras do algodao colhido, e das
attestaedes oecessarias, aflm de que com assoas
informsges eu possa avaliar e por sua disposi-
gao a importancia dos premios que dever3o ser
conferidos aoa cultivadores.
< Aotoriso-o pois, Sr. prefeito, a annunciar
aos seus administrados os beneficios que podem
aperar, e que me parecem |apropriados para es-
timular vantajosamente os esforgos daquelles que
se dedicaren) a este doto ramo de industria ru-
ral.Cftampajny
FOLHETIM
0 PAIZ DO MEDO (*)
POR
A. DE GONDRECOURT.
(Costantes dos nmades.)
PRWEIRA PARTE.
IX
(CoDtiouagao).
A baroneza de Gootlieben tomou a carta das
maos d'Arnold, e leu meia roz demorando-se
em cada meia palavra :
t O Sr. baro rire n'uma traoqoilljdade que
o melhor elogio que se pode fazer ao sen carcter
e virtudes domesticas. Os seus amigos, porm. e
eu son desse numero.... .
..~ E'este justamente o estylo dos perrersos
!!^e,ft'n.?,,,T, tnterrPedo a^leitura; affagam:
nos com urna das mos. e com a outra proennn
introduzir o veneno. Observa mais o meu solr?
S KS?an0Dyffla de ordiD8 -
t\T atVqoe ZoS**"* ""
0$ seos amigos, continoou a baoneza a lar
nao partilbam da mesma traoquillidade. pois sa-
ben, e V. Exc. parece Ignorar, posto que s.iba
tao bem como elles que a Sra. baroeza des-
poiaodo-o fez apenas ora casamento de conve-
niencia, e por mera submisso autoridade des-
ptica de sua tia ; porquaoto o coraco este
o podia dar, queja lite nao pertencie. Em ter-
mais claros e precisos, sua esposa nio o ama.
lhe tenhasido fie!: porm certo que ama
primo Walterde Seelorf, que foi a primei-
ro da su. mocld.de, e que trar sempro na
- por mais que d'ahi procurem arre-
ado p
i todos o?
aanos milhares de operarios
n recursos para rirer commodameote aro-
pregando-.e na industria manuf.ctureir do al-
godao.
Estara porm escriplo dos arcano* do faturo
qae a poderosa repblica da Amrica do Norte
cahiria por sea turno da eminente posigao que
oceupava na eaeala das primeiras na^eado mun-
do e seria arrastada aos horrores de urna luta in-
testina que redozir talvez, quera sane, disso-
lugio completa esse coren de gigante.
Os Estados confederados do norte da America
acabara de promulgar, por intermedio do respec-
tivo congressn, urna lei prohibitiva para a expor-
tagio do algodio durante o bloqueio que existe
nos portos americanos. '
A Inglaterra, a Franca e a Hespanha, j pre-
sentera os perniciosos eiTeitos que devem resul-
tar da crise americana, e toman algumas caute-
las no sentido de debellar as consequeocias do
mal.
O governo hespaohol diminoio, ha cerca de
dous mezes, os direitos de importago sobre o
algodio, reduziodo-os muito consideravelmenle,
tanto pelo que respeita ao que era exportado dos
Cstados-Uuidos, como de todas as ouiras nagoes
exportadoras ; e natural que essa redcelo an-
tes de pouco tempo, ae os acontecimenlos futu-
ros nao melhorarem a situacio da America do
Norte, chegue al completa aboligio dos direi-
tos, o que pode ser um ioceotivo animador para
aa especulagoes commerciaos.
A Franca trata com todo o empenho de reali-
zar as promessas que fez em 1859 aos cultivado
res da Argelia, e vai continuando a despender
avultadaa sommas com os premios conferidos
quelles que ahi mais se distinguere do aperfei-
coamento da cultura do algoJio.
As fabricas de Liverpool, Hanchester e de to-
dos os outros lugares da Inglaterra, era que a
industria manufactureira do algodio tem chegado
a umgro espantoso de desenvolvimento, j co-
megara a reseotir-se do abalo causado pela rero-
lugio nos Estados-Uoidos. Mandam commissa-
rios India, invocara o auxilio da frica, roas
ludo isso ser debalde, porque nem o clima des-
faroravel das costas occidentaes da frica, era
a ndole do povo do continente da India transig-
rio com as exigencias criticas o urgentes da si-
tuagio deploravel em que ellas se acharao dentro
de pouco tempo.
E' preciso que um outro esforgo supremo va
salvar a Europa das miserias e horrores de que
est amaagada.
Outt'ora coube aos Estados-Unidos a fortuna
de neulralisar os effeitos da crise por que pass-
ra a Europa, e de que hoje sao eiles os culpados.
Donde vira o sopro vivificador que far renas-
cer a confianga desaes miliares de operarios que
se erapregam excluairameniena manuefatura dos
tecidos de algodio.
Se o governo do Brasil quizesse, anda que com
algum esforgo, tomar a iniciativa de favorecer o
melhoramento desta preciosa cultura, caberia por
sua vez ao Brasil a gloria de reanimar a indus-
tria do algodio, cujo esmorecimento acarretar
apos de ai urna ioterminavel serie de desgragas.
Pode-se fcilmente reconhecer o verdadeiro
fundamento desta proposigio.
O Imperio do Brasil, que compreheode urna
rea quadrada de 256,880 leguas, possue oas vio-
le provincias era que foi dividido o seu territorio
os mais feriis terrenos que a natureza pode con-
ter, terrenos vivos.frescos, Incultos, cuja vegeta-
gao quasi espontanea, e onde o brago do culti-
vador mais depressa cansa em colher os fructoi
do que em plantar as sementes e cuidar do seu
desenvolvimento e conservagio.
Percorram-se os documentos offlciaes colligi-
dos e publicados em cada urna das provincias do
imperio, e far-se-ha urna idea approximada de
quanta riqueza existe occuita nos seios da trra,
sem que a mi do hornera tenha podido ir d'ahi
buscar sequer um alomo, estabelecida a propor-
gao entre a quantidade e uberdade dos ter-
renos e a quantidade e valor dos productos co-
llados pelos oossos agricultores.
O Brasil, pelo que respeita a agricultura, esl
anda do periodo da infancia ; tem porm, cura-
pre confessar a rerdade, empregado os meios com-
pativeis cora o estado especial dos recursos de
que dispe para tornar menos racillantesosseus
passos na carreira do progresso, e cada da que
se succede assignalado por um novo esforgo.
Duas causas infelizmente concorrem, entre ou-
ir. n... ina aja muiift limitara a estrada do
progresso que lhe est'tragada : a primeira a
tallai de ntrucgao dos nossos agricultores, e a se-
gunda a falta, cada vez mais sensivel, de bra-
gos que se dediquem ao amanho das trras.
Lora elfeito a rotiqa dos agricultores, que acon-
seina o emprego do ferro edo fogoeomo os ni-
cos meios de limpar a trra, urna praga horri-
vei que persegue sem cessar as fontes naturaes
da nossa riqueza, porque looge de ser um agen-
ie ae rertilidade, esse brbaro aystema nao passa
ae um elemento de deslruigio e eslerilidade
A populagio do imperio, avaliada em menos
de dez milhoes de almas, alm de ser diminuta
era relagao ao seu vastissimo territorio, nio of-
erece para a agricultura seoSo urna parte muito
insigoicanle de operarios, de modo que quelles
que a ella se dedicara sao obrigados a assistir al-
gumas reres ao triste espectculo da impotencia
aos seus esforgos em preseoja da forca riraz e
produclora da natureza.
Eotretanto, segundo as estatificas ullimaraen-
ie lenas, a Europa conta mais de 298 milhes de
almas em urna arca de 317.270 leguas quadradas!
bendo tao pequeoa a dirTereoga entre as dimen-
soes do territorio do imperio do Brasil e o de to-
da Europa, contera esta 288 milhes de habitan-
tes mais do que o Brasil.
Causa espanto a corobinagio deites algaris-
mos i Parecer temporaria a proposico deque
o Brasil anda est aa infancia da agricultura !
mas confrontem-seasdimenses do seu territorio'
cora a totalldade dos habitantes que o povoam
e nao dever causar pasmo que se diga que o im-
perio do Brasil um vasto deserto.interrompido
aqu e ali por algamas regies habitadas, com
maior ou menor grio de deienrolrimenlo, se-
gundo o movimento que lb.es imprime o eepirllo
civihsador do aeculo em que tiremos.
todaria para admirar qae, apessr dlsso, as
E'
protliedos da ierra tenham dvegad'o a ama altu-
ra tio importante nos balanmsda riqueza nacio-
Esse facto, que reala Inconlestarel, nao
^B> lugar eocommendar a Dos aegocio
-i.. e?M4derai. daodo-lhe multas graeas
que nio nouressem desordena, espathando-se pa-
!!,.por .d0 corpo da Ul>*e"ldade que esta-
IrrlZun?. iItnln Ml' *' e ,0R osEstudantes,
na. ^ Um gr'Dde ard0r' de"d" ^
pas, comegaram com grande eslrondo de
. .,----.?--- ""ui giiuuo esironao ae vozes a
vi?.r o"7.V.'s*'1 D-Joo 400S0 "nh"--
.m t ,0 Rei', que D08 libl.-coro o mes-
mo ardor foram pellas ras repetindo muitaa ve-
nal
dove ser attribuidb aoaperWgoamet'dacltu-
ra, nem ao emprego de michinas e apparelhor
convenientes, nem tio pou

vadores.mas quasi na maiorbarte a incomparavel
uberdade do aolo. Consultj-se, por exemplo. a zes estes applausbs.
descrlpgao qae fez da prorincia de Goyazo Sr. O da seguiote pella manhia arm.riA.n. v .
im*\SS> ?.a.n0t;H,Bre' q0aDd0 Percorreu-a d.ntes.e eln corpo foram C.man, nnde CorX
em 1820, e ver-ae-ha que n.ssa provincia central,! do. os Vreadores, comecaram a la? se ns
inda hoje urna da. raais arazadas e que menos dilata... a accl.m.gio. que logo se efTetlunu
is despezas do estado, existem sobiodo hura Vreador carall rnm i a '
de ierras completara ra da Cidado a core m'i'VturnteK:
-Rui. Real por El-Rei D. Joio 4o de Portu-
concorre para
centenares de
incultas, sendo entretanto ferlilissim. aquellas
que o brego do cullirador rivolve para fl'ahiex-
trahir os meios de subsistercia para si e para os
seus.
['ont'i\iior-je-no.J
Variedades.
RECORDAgOES HI1TORIGAS.
Acclamafo i'tl-rei D. Jo, IV em Coimbra.
Era Reitor da Uoiver.idaJe de Coirobr. em
1640 Manoel de Saldaoha, e pr isso e como Por-
tuguez, que foi amante da aui Patria, tomou par-
le raui activa na acclamagao El-Rei D. Joio IV
nessa Cidade succedida no di 6 de Dezembro do
mesmo anno, sendo este Preldo o que mandou
imprimir sua custa a Relagb dos festejo que
por esta solemne occasiio a flzeram all, e he
desse lirro que copiei a dearipgio seguate, s
qaaloarerdadeeioteress.nl.
Sabbado Io de Dezembro d 160 ( dia memo-
ravel pera as idades futura.) a nobreza da Cida-
de de Ltsbo, pera remedio a ruina em que se
ra,, e ao Reioo todo, acclamo por Re o Duque
de Braganga D. Joio Principejenignissimo, mag-
nnimo, forlissimo. piadoso, pudente, nos traba-
Ihos ocansavel, do governo tlenlado, do amor
da repblica cuidadoso, de sei accrescentameoto
ardentissimo e vigilante, legiimo succes.or do
Imperio Lusitano, porlho doDaque D.Theodo-
8io, netto da Duqueza a Sr. 0. Catherina, que
representando seu Pae o Iofane D. Duarte.irmo
do ultimo Rei D. Henriqun, etluhia, conforme a
direito, a Felippe Re de Caste!a filho da Empo-
ra'rlj Isabel, irmaa do dito Reiomo esta Uoiver-
sidade tem mostrado no lio que imprimiu
oaquella occasiio, e brevemede lomar a mos-
trar ao mundo todo o claro e nfalivel dreito de
El-Rei nosso Senbor.
Terga-feira 4 de Dezembro comegou acorrer
na Uoiversidade a nova locert, vaga, e duvidosa
discursarara os polticos variotsote este succes-
ao. e muitos o nao creram pe dilicultoso, ou-
iros Iho davam crdito por jutifkado, e todos o
desejavam por verdadeiro. No fallaran conci-
deragoes por huma e outra pala, porm os mais
acertados, coosideravam com ;rando fuudamento
as palmas que Christo NosstSenhor disse ao
pnmeiro Atlonso, e que era tnpo ae se curopri-
rern tantas profecas. Que a lobreza se avia de
unir pera evitar o golpe de tolos ameagos, sa-
cudindo o jugo castelhano, qoj tanto os atropel-
lava, acclamendo Rei natural que os soubes.e
estimar e conhecer. Que o Juque nao avia de
repudiar o sceptro que lhe rtencia. que seu
l ae e Arfl, ou se nio quizeraa arriscar, ou nio
nram tam boa occasiio. Que enao podia chamar
o Reino pobre, onde avia tartos vassallos. ricos
que a. fronteirae fortiQcsri.rr, fcilmente, que
os estraogeiros nos soocorrera com armas. Que
a gente se adestrara, pois er, valerosa, e mui af-
ecta i Casa de Braganga, e tac inimlga de Cas-
tella, que esta estar arrunala e destruida, sem
Torgas pera resistir aos impitosdos Portuguezes
costumadosem batalha. canpab a vencer Cas-
tethanos. Que os presidios qae iccupavarn erara
poucos e mal assistidos ; q El-Rei Filippe esla-
va meos poderoso com a Illa di trolla, e levan-
tamento de Calalunha. cim Ponga victoriosa,
Hollanda prospera, e lopaterra pouco inclina-
da Allemanha inquieta, Italia .raeacada, e fi-
nalmente que a doenga era larg, e perigosa, e
como tal neceisitav de -eraedi violento ar-
riscado.
Cessaram estes discurso, com J^Carla dos Go-
2eaguinn,;"S,da(le de C0"Bbr,, ^TiSi.
Os Arcebispos Governadores de clamados pella nobreza em auzeoy, 5 nuf.P
etc Fazemos .aber a Manoel de S.Tfn, Zto
da Uoiversidade de Coimbra, que sabio i d.
te ra.es, a nobreza, e povo desta Cidde mmSL
darara por Re destes Reinos ao Duqu. da Rr.
ganga D. joio. que se lera mandado c,ma7 e
n de.ejaodo de evitar morles e escandid, .',
moa dado aa orden, oecessarias para se au'ie, "
cidade, como se tem ------
di.'TL.,1 PmDeiro aSCMu donde do tal
Fnr'ir?0!. ..Vm fconques. se lhe estav.m fazendo su.a exequia.
.' ef oao em P"cular mi.terio, ce.s.ram os
cantos fnebres, e cantaran) no choro- Te Ueum
Laudamut,-com grandes vivas feila esta solem-
nidade, se viersm Igreja de S. Jernimo, onde
?i.. 2rf*C.0m.pat,hado do9 Lenle. Doutores, as-
s alia fesla de S. Nicolao, particular da niver-
R.i !:! CT gr>Doe lctoriiram o noro
Kei respoodendo lodos Leales,
ra, Vivae tomando ramos
tor huma palma, com va
alegra, o acompanharam
e DoutoresVi-
nas mios, e o Re-
ranas demonstragoes de
donde se *V-i>1&?H!Xm*1-
miNta?'!"*eTe11? dia Academia em presidio
toa e"mplVlgumas veze 'o.emoae
f^tt* exorcitoformado.e troc.sse
r n,f 'i ,funlan,enl0 'nte. pera te jul-
KS q V" lelra deTem Preceder a. armas. A'
de Sr'0. n" C,T'" mUl0S Fil4l0S "Slid
L fc'Bfrrera"? mu,la" ""eir, no Terreiro
aas Kscholas e outros muitos a p flzeram o mes-
Fop'uW80 (Iul?.erara eximir os Lentes reihos,
Ecclesiasticos, e Frades.
chf "d i"." n0{e, e-oa que e,,,nd0 *ene11"
a.d. -1.lum,Qar.1"- ou'e urna lu.trosa eacami-
Nn. aVJ a0{0.'i0i oa *lgoa da Universidade.
rindo SBLBfM 88 C0D,lDua' os applausos,
lean? .t de' 8.0S PTosc'fcuovesinhosmuilas
r V.'Te"e>ro das Escholas jugar caonas, cor-
"22 2 cora vana, encamisada,
sera arer demonstragio, que se ommittisse, nem
festa que se nio celebrasse.
oo, rZA?eitor," Claus,ro Plen. a nelle pro-
SbVr. pelJ'."i801 que linna dos Arcebiipos
no Claustro. EIRe nosso Senhor D. Joio 4." nio
acclamado em Lisboa, mas que eslava de
e
gragas a Deus nosso Senhor cora grandes de-
morislragoes de alegra. E logo o Reitor levanta-
do era pe discuberto, disse em r6s sita por trez
vezes:Viva -Re nosso Senhor D. Joao 4.*
e repetiram todos o me.mo. e asentado o Reitor
me propos como elle se aava por despedido do
cargo que liaba pello ter a.eilado por EIRei de
Msiella que j nao conhecia por Rei de.to Rei-
no a que todo Claustro respondeo em alta voz
que em oome d'EIRei nosso Senhor D. Joio 4. o*
estivesse serviodo, e elle o aseiiou no dito nome
^nq,U.aDl0 "ao;'esseordem sua como ao diante
veiiio e de ludo se fe termo no livro dos Claus-
tros e forara elleitos pera em nome da Uoiver-
sidaie ir bejar a mi a Sua Magestade os Lentes
de vespora.de Caones, e Leis, por faltaren os
ae I rima, o DoatorGongalo Alvo Godinho de Ca-
ones, o Doator Margal Casado Jacome de Le,
pellos quaes o Claustro escreveu a Sua Magosta-
do e determinaran! se n'elle as festas seguinte..
lerga fera tarde primeiro de Janeiro, deste
presente anuo de 641 ouve Prestito de Capello, e
indo os Doutores com aa iosigoias Doutorais. Os
Iheologjs com capellos e borlas brancas, Hyero-
glifico da pureza e virtudes que devem guardar os
posse goveruandoo seu Reino, com toda a pax
quietagao ; pello que todos deviara dar muit'a
I sali.fagio,
m.-H,,.oceaion eofferecerdm lhe. ei de
f %-- S**'." honr, e mere aue "'!'
e vos podereis ir continuando com aa obdgacoea
aesae cargo, como at agora fizestes, e fiode >6s
ari de modo que tenha eu muito q
decer ; escripia em Liibos
640.
que ros agr
a 24 de dezembro de
c Rey.
nn.iina-e8teiOB com nom loiidofogo'de di-
os "(Icio., e muitas figuras, e eogeohos, e
seguinte ouve o prestito
se celebrou sua festa oa
- conseguido, e est,PC_
pedo ocastello, sahindo-ae delle oaaoldado
telhanos. E mandamos que-nessa Cidade faca n
Duque por Rei. e p,
particularmer^
disse a baroneza riura : o meu so-
ler passado a noite em Kussnacht,
Entio I
brinhoderia
viu por ventura esse famoso ressuscilado ?
Nao ; ha um mez que a aldeia oio visi-
tad, por estrangeiro algum ; a posto que eu ti-
M^TfatoW.lte um. ,6 vez, cora ludo h.ri. de
reconhece-lo mmedistameote.
Quizeram torna-lo victima de aUum mu
?IaTc" "6" Pb" Arnold ; Waller nao pere-
ce mais edte mundo, e s o reremos no da do
ju.zo final p.ssar para o lado dos reprobos por-
Tranquillise-se. pois, a nio r agora assuslar
suae,Posa. PobrefThereilnba 1 > rerdade que
leve ara capricho de moga por .eu primo Waiter
mas uso acabou-se logo, e hoje e.tou muito cer-
ta de que s o esposo faz o objecto de todo o sea
QQ)0r.
cedeodo com tod. s quietagio, .
nos estudante, e de como se fez, assim se a
sara por este mesmo correio, em Lisboa a 3 d
dezembro de 640.
D. Sebsstiao, Arceb. Primas. R. Arceb. de
Lisuoa. 7>
Com notareis alegras receberam os poros esta
nondade, com grandes demonstragoes celebra-
ran) esta mudanga. Avanlajou-se oestes applau-
sos a uoiversidade de Coimbra eomo mais Abri-
gada ; os povo festejaran a seu Re, a Universi-
dade a seui Rei e a seu Prolector, o Reino accla-
nii n? *" Porlu8ues. a Universidade um
Re Portugus chamado D. Joio, verdadeiro suc-
cessor do 3 do mesmo nome, que coa tanta
grandeza e liberalidade a fundou e enriqaceeu
Cbamoa o Reitor cooselho os leotes, deputa-
dos e conselh.iros, e parase f.zercom m.ier so-
lemoidade a nobreza daa Escholas, e os Reiteres
aos Collegios, e encarregou a lodoa que quizes.em
. memoria,
* da-lo.
A" rUta disto, Sr. baria
ana imprudente traoquil
rou dar a noticia de
elerf Dio morreu. q
8r. bario, pe
ersislir V. Exc. oa
agora que lhe
Waller de Se-
bear toda a noite
al Bic ,
soacbt, sendo fcil d .ppot-M o^nramSf"
lm.Ddo-se umojdo aeuffiSo ? D '
e Koaanacht, na noite indicada 8.|i ?
ir seu privo, o hornera qae lhe ser mo
. o eu 8o aio estimular a enar-
ratra dS mm inlerron)Pea ArD0l "o um
Eolio durida 1
iriNi. d0?id ; mas P"ce-me que o amor
tem ternuras eaff.gos. que o coragio de Thareza
rae recua.. Eraflra. amo-. com nio sou por
ella amado, a o meu amar tio verdadeiro quan-
to impetuoso. Xioda eala manhia quando voltei
de Kussnacht ri-me obrigado a fazer um esforgo
sobre mim mesmo para Dio descobrir-lhe o se-
gredo da minha riagem, e oao exigir urna ex-
pticagao que poderia ter-me iosUotaneamcate
morle.
Oh I mejjjDeus 1 anda um mystero I
Um mystero doloroso, miaba tia I Um ho-
rnera reio Seehsberg, e entrou aqui em sua
casa na miaba ausencia.
Noveio um, meu aobrinho, vieramdous
o meu aotigo criadoPompidou, e um estrangeiro
cujo nome oao me souberam dlzer. '
."7 .11 ese eslraD8eirofoiadmitldo preseo-
ga de Tbereza.
rTaE 'e,.,r0B-" Po^ae Dio lhe encon-
duziu XU negocio 1uoqiocon-
-T..Foi J"8l,,nente o que ella me responden ; a
u.-'iTa '?.p08t0 "editar em lado, quando
Magdalena, brincando com o lencinbodesua mfle,
tirn d'ali uma carta... '
Que minha sobrinha tinha occultado ? ati-
lbou vivamente a baroneza,
Nao a oceultoo, pois que m'a traosmiltiu
logo autonsando-me a 1er.
--Ah Nesle caso j que a leo, diga-me o qao
conlinha essa carta. e 4
Nao a li, minha ta.
Porque f
Nio me atrev: entrel.oto a sobscripto era
meama letra que a da caria anotryma : reco-
nheci Uto parfelUmenle. N '*
aateilitaiBaoirta?
Piz mais ainda : quemei-a.
Misericordia, meu sobrioho I exclamou a
n?;i.e! Peraen"o o seu saog.e fri. A sua sia-
plicidade ultrapassa itoda a expressio I
Engana-se ; nio foi simplicidade. replicou
o barao com dogura. ">"""''
Ou generosidade, como quizer.
Diga antes o amor, e orespeilo
o Toin d?2i.q.Ue -a ,em ciuale, nSo "e
o Ululo de amor; e eu o ve o muito tranquillo
meu charo. Nio o louvo por isto..
profesores desta sciencia. Os (Canooiitaa com
capellos, e borlas rerdes, signifiqago da Castida-
de, deque devem ser observantes os queestu-
!..!?,." **eiD" a i*10*'- 8 Legtas com
capello, e borlas rermelhas, smbolo da jusliga
que devem observar os que hio-de governar a
Repblica. Os Mdicos com capello- e borlas
amarella, significagao da Charidau e devem
ler.os que curam os doentes. Filsofos
capellos e borlas azuis figura do Co, e do Ar
sua oceupagio principal. Sahio de Santa Crui
levaodo o Sanio Lenho debaxo do Palio, Con-
"iV p.a.llae8 e mais Ministros da Capella, e
loi i Capella da Uoiversidade que eslava rica-
mente aderegada ecercada de Epygrammas. ou-
ve vesporas e despois dellasse repartiram propi-
nas dobradas pelos Lentes, e Doutores, em honra
ae lana festa, e o dia seguiole missa olemoe.
que cantou o Reitor ; e ouve sormoes menhia e
rae, estere exposto o Santiasimo Sacramento
e se encerreu despois de vesporas avendo pri-
meiro procissio, que andou pelo Terreiro da Uoi-
versidade, armado de pannos de ceda, e bandei-
ras arvoradas.
O dilo presllo se assenlou que se Uzease cada
aooo na mesma forma, e que pera Uso se pedis-
se orden a Sua Magestade e que fosse da Capel-
la da Universidades Santa Cruz por ser o lugar
em que eslava o Rei que da parte de Dos nosso
senhor nos fez a promessa que tio comprida-
mente posoimos.
Quinta-feira tres de Janeiro oure uma elegaote
ragao, que recitou o Doulor Fr. Manoel Alveres
Mrnlho, Freir da ordem militar de S. Bento de
rr^a,bsda Pracao mandou o Reitor 1er pelo Se-
t.d V PuM^mente ums carta de Sua Mages
bem .S5da.diVell hor, em que sedava por
ul'"^ d/estas com que foi acclamado na
J u dade' CUJ0 "lado o seguinte :
en.inm0. de ^aldanha amigo eu El Rei ros
do nreT ,ao.",r'.0 aoe me escrevestes em 9
de alVarU/ enlendIcom quantas demonstragoes
e Senhrt )" "Uraaao iessa Cidade por Rei
Bffi deaes meas Reinos, a que Deus
vo n.r?0re|"tulr_D,e' e oanto Procuraste, de
lailn. PJ, ?pol 1ue de tam bon. e leaes ras-
sano., e de '6. o deria de esperar assim me ps-
A
rersos
m'rJL11' ref,?inle h0UTe g'ndes luminarias
em todos os Colleg.o, e casas particulares.
H. .UJorahD .9 .UTe um" mascara de trinla e
duas parelha. todas de Lentes Doutores, e Es-
ldanles, lo lu.troMmeole vestidos, que se po-
de afrmar que .veri, outra de maior cu.to, mas
oao e maior lusimenlo.
No da seguiote 5de Janeiro se celebrou huma
esla solemnsima a Nosa Senbora, que aioda
que costumada, escolheo-se este da, por lhe dar
tambera gragas de tanta merc.
Na tarde, a no dia
costumado dos Res e
mesma Cspella.
Acdemi".'"? <6 Prem!08 (fei,a Prcularda.
iealada e2 r^"8"1 "2 lo,,Ta,se a Sua Ma'
6e?A,22-0".B.' EPy8ran>m.s latios. Can-
'im.,. 5 !' e l0d0 eneroe "eraos oas tres
limguas. Portugueza. Hespanhola, e Italiana
Em 8 de Fevereiro seguinte se pablicaram os
premios aos que se a ven tejara m as Poesas. Orou
o Doulor Jernimo da Silva d'Azevedo, Lente de
instituta, fez-se esta solemoidade na sala grande
dos autos que estara armada de pannos d. Ras.
rodeada de Epygrammas. e Poesas de tanta ar-
le, e engenho como ae v das que se aegaem.
Moitissima sao as poesas, qae no referido li-
rro se publicaran) nos tres idiomas, e sendo em
ge ral engenhosas de mereeimeoto oio me he
possivel copea-l.s todas, mas entre ellas escolhi
a se guite, que acheiconceituoza.
MOTTE.
Portugal, e mais Castella
Nunca foram bem cazados
Agora, estao apartados,
Dizem que sem querer ella.
Hura ilustre Cavalleiro
Chefre de sangue real
Por nome Dom Portugal
Era mancebo solteiro
Vendo o rico, sem hordeiro
O seu calamento haoella
Qalquer dama nobre, e bella
Parms, Sabola, e Rraganga,
Caza amura cora m leaoga
Portugal, e mais Casulla.
O cazaraento foi feilo
Fora da face da Igreja
Porque a cubija obeja
Nem a Deus guarda respeito;
Como ouve esta defeito
Muitos delle encadeados
Nasceraro, que mallogrados
O flzeram de tal sorle,
Qae sua vida era morte
Nunca foram bem cazados.
Tinha a molher tais coslumes
Em vez de pedir a mao
Puxava do cabegao
Ao marido com aeumes
Fes-lhe elle nos queixumes
Sentindo os jaros quebrados,
E os comeres tio salgados
Que o sal lhe tirava o gosto,
Despois de hura quinto desgosto
Agora estao apartados
Elle vire mui contente
Por rer que se desqullou.
Ella o desquite chorou
Que o bem perdido se sent,
Cuida porem muita gente
Que Portugal torne a re-la,
Ou se quizer recebe-la.
** Cora salva.e festas de fogo,
Pode ser que seja logo,
flii-en qUt nm qUerer e//a#
Jenota de lora branca,
Bollona da poln
Na bocea, coraprida moca,
Langanpo fumo cinzanto:
O caso est doeifrado,
E filho d'algum morgaio.
Militar eslicsdinbo,
Era grande banda envolvido.
Senjpre mallo direitinho.
Na sua sombra embebido
Tem.grada.gaod'alfarei....
Rapaz de loneta parda
Roendo. sempre oas unhas.
De pera, .em er bujarda.."..
Fazendo mil caramunbas,-"
Mo.tr.ndo grande apparal
'Sti considerado lilteralo. '
Hornera de barriga enorme,
Olhando sempre p'r'o cbio
Eque a ludo diz acon/brme....
&e nao um ch.rlatio,
Oo larrador abastado,
E por forga dapolado.
Rapazote pensalro,
Mostrando grandes olheir.s,
Com o rosto afflictivo....
Sem real n.a algibeiras,
Pensa em arranjar dinheiro,
P ra levar ao batoleiro.
Homem cairo, barrigudo.
A cara toda rapada,
0 nariz comprido. agudo,
. a Docca esesnearada,
Oa dente pouco aegoroa.
Empresta pecunia a jaros....
Ratiot bonet de palla,
Com sua liatra encarnada.
Ata miseria a faxer gala.
De frdela abetoada :
A gingar como quem danta
E cabo de seguraoca.... '
Homem que falla em Deaa.
impoodo christi.ni.mo,
1 aliando nos dote seus....
Sem appareniar cyni.nao;
Andae-lhe sempre na piala
E rereis qae laxzariita.'
Criancola bem restido,
Cabello muito frisado,
I-azeodo-se coDhecido,
Telo aeu modo estour.do
Eterno p.rolador.
Est sabido qu' ador.
Rapaz que a ama mulher.
Fez uma declaracao,
E rfff r naoquer,
t elle leima naaccio....
Se nio um g'raode loueo I
relo menos bacouco II....
Escriptor qaesxe atira
Aoa dramas d'ari/iouinadd.
as mgicas tendo a mira.
E petsoa acreditada I....
Muito embora o phraeeado,
seja do scalo paseado.
Rabiscador que critica
tudo, a torio e a direiti),
Aos outros dii-o fie,
De tozarem o tal augeilo :
reto "iba, ama rez qu'escrere.
?
{Brat Tixmmm.)

FUNERAES DO PRINCIPE ALBUTO.
nh. UD.erae8 d0 Prcipe Alberto, e.poao da ni-
nha Victoria, tireram |Ug.r no dia 23\S^J2L
Nota.Verifica-.e por e.ta descripgao ser an-
liquiasimo o uso dse darem propioa. aosfunc-
con.rioa pblicos as occa.ies de festejo, o
qua flndou com a Reslauragio em 1831. e o per-
mittir-se ao pov0 toda a qualidade de folguedos
sendo consentidas oesta Cidade do Porlo, e pela
ultima vez as mascarada, e corrida, de touro
quando naseeu o Principe D. Pedro, que depois fui
Re 4. do nome, e .. Imperador do Brasil, cujos
uccessos leve logara 12 d'Outubro de 1798; em
vina Nova deGaia tambera eracoslume aniiuua-
do precederem festa das Cruzes bailes masca-
ra dos porem taes abusos se praticaram por esle
Jioa qUA El Rei D' Pedro 2- os Prohibi era
IeW, e s mais ao diaote cedendo s instancias
dos Mordomos do Senhor Jess novameole os
concedeu por Provisio de 19 deoutubrode 1703
porem D. Joio 5. de uma vez para sempre ba-
nlo taes usancas, das quaes nasciam rixas e des-
orden gravissimas.
[Diario Mercatil.)
fypos qae nio falham.
Jaoota emperligadinho.
Cora seu fraque ingleza.
De caigas de riscadiuho,
E botinhas franceza :
De chicotiobo na mi,
Podis crer qu' tolelro.
Menino dequioze aonos....
Na guedelha encaminado....
Moitrando que os desengaos....
J descreme o tem lomado :
Podis crer sem mais saspeit.s
Que assignante do Freitas.
foi ex posto.
in. "?0 rei' em ''0e tor,ln depositados ee rea-
e ,.0,,,' d pri0cipe- e "! eMlSra^Sl
te reservado ao prximo. p.?eot*a UuSnTZ.
Jorge* IV rD^,, br^'M *
a asertada

O corpo do principe foi acerrado
caixio de mad
de veludo car
prata massissa edourada.
druplicado caixio de m.deira. makoni o t
bo. coberio de veludo carmezm ro
ora ciumento do que pensa, miaba tia ;
porm quererla antea morrer do qu ultrajar a
m oha mulher. Oh I Se Vmc rile como en
ch.raraa celo.le. .V.-av^di^r-raTc'm "..."
voz anglica : Aqui esl o bilhete que tanto t
riq!,e n.: ma.8 devo eclarar-le que elle me
foi confidencialmente escripto, a eu i re.poadi
Tlr*??* alm,dis' ur segredo P r.P7em
ralor; ese persisliresemconhece-lo,caasar-me-
nnH,Pe"!, qe 8U ~ tua "loe por ne-
nhum prego de.ej.na occasionar-te. Se Vrac
avisse e ouvissenaquelle momentoemqua asu
bella alma irradiara em so. fronte, teri. feito o
riB.ltaViP. :er"8rhia na piSblUdd!
de insultar sua magestade de me e de esoo.i
com um brutal de.mentido ; Vm* taSbeiito
" a f8 da aa a'usp" ,lcora o mi-
serarel papel que as pode despertar
iZ Aq.B a COk" e8, f9ila' no fallemos mais
nisto, replicou a baroneza rollando A an aaudn
de tr.nquillid.de. Gr.g.s Do"! temos Miro?
meios de descobrir esse enredo, e' ii de deseo
br-lo por amor de nos .rabos ; 'pois raui.o feio
o que se p.s.a De um ladodirertem-ie em f
I f!,a,ar,a, {cr risco os seus di.s; do
forin r.nd.l" ^ "" "e0 OU eSCtip-
orio, mandara carias, entrara esahem em horaa
indevidas sem se fazerern annunciar, sera dize-
LTn fS^AqUK6 :m E:tempo da ""r cora
ludo isto ; e eu hei de acabar, fique o meu sobri-
oho mullo certo.
.UrTherez' ^r^X^Z SS
5rintr7nr''enadadeT6"b"d>-8"
iT ^or Tenlu!,a n5? foi eo Primeira a acon-
selha-to que nada dissease aua mulher res-
pailo da carta que recebeu ? Confie na minha
prudencia meu sobrinho : hei de velar por am-
bos e do interesae do ambos, que tambera o
meo, porque os amo todos dous. Sou capaz de
af,0.Sr.nt?'. Cim0 ea,raDetro. que aqu reiu
eata manhaa, foi o autor da carta anooyma : ora.
esse estrangeiro foi iotroduzldo por Pompidou.
logo reiu da Trelb: por coaseguiote Dada tio f-
cil como interrogar Pompidou, e o qae hei de
lazer amaubia, "
E porque nao hoje?
mn7 tWkSft0 Deeessidade de refleclir. Va-
m,n I bri,h0' Dao se *ma Por tao pe-
muo dedicada :en,bre"8e qU9 PO""<""a "a
muiio aeaicada, ue se eocarrega doa seus cui-
.-"., L COao Anem os PtM- Vello para
dalena, quando eu Uvantar-me: tonho esta ma-
nhaa mullos confeito para offerlar-lhe...
li de.Dr,er !obrlDh<> retirou-se a baroneza
viova de Gootlieben murmurou em voz baixa :
h^df0. olV Nao K6m olho5 P"" er que a
aantrvAn.' m'her 0.,,Ude COm a^uelle de
beUez. rni.'^.Perni gre- olhos Pensativo,
t r I R w.i."^601'.6 n 8e adorado Wal'
fviJViaslle,r.e8U,,T0 Na Terd*e So e.pe-
eUa* Ji 8 e8,u.rrei?*; entretanto acredito
-todo m'o .ttera. e acha-se pouco
nrovado que cDo.o. dous aman-
ra. de eotender-se mutuamente...
veremoa I sajaos! "
lr.0nqdail!S P* P"3U-" Di mSl8 ""
Se Thereza tolTreu violento abalo com a apna-
rigao d.|-a primo Waller, e na de.pedid. feroz
'2rn9,SS"a?in' quem ella o amara, p"
da umi S?r!fr0,, T,-88 e8mag8da ,ob P"
de urna dr profunda, accresceatemos em honra
daquella nobre seohora e para gloria sua que
extretameat. impresionada pela delicadeza da
Arnold, e ao ultimo pooto enternecida, formou o
leal projecto de recompensar tamanha dedicagio
duplicando essa aeosivel afteigio que como aue
o pnmeiro passo da ternura para o amor.
Assim, pois, naquelle da, Arnold foi mais fe-
liz do que nunca. Thereza fallava-lhe com uma
niiexao de roz qae Dio era do costume ; o sen
sorriao, sempre cheio de melancola, expandia-se
mais hrremente ; os seus olhoa exprlmam uma
lioguagem mais harmooiosa ; e a pequea Mag-
dalena, comosecomprehendesse a aerenidadede
sua rase, como se partilhasse da rentara Ineape-
rada de^eu pae, tornoo-se tambem mais feiti-
cera, entregando os eus frescos labios ao beijos
fructo de.sa alegra de duas almas, de quem
era o precioso lo. 4
Someote a baroneza rinra em nada mudou o
seu semblante e h.biloa de todos os dias : rer
e que se flngiu affarel quajito pdde,
ma
pura
. ~~ A Proposito, tire noite pastada nm sonho
^,nSBUwr,1;- Ilna8ie. minha .obrinh., que
o prfido Walter me reiu puchar pelos p, como
dizem os nossos montanhezes... Tire um medo
extraordinario I t
imn0,d4eTbre".corara,n ,n,b0 o mesmo
P tL110'*1 """"lo pela delicadeza de sua
e.posa ; Tbereza porque as suas recordages. a vi-
vadas com a visita matinal de seu primo, e de
noro adormecidos pela generosidade do seu es-
ProSnK k P8.r,,a'"n",e como de obreaalto apos-
trophe brutal de madama de Gootlieben.
Bem I pensou comsigo a riura. Eisaquin
perlurbacao que j diz muita cou.a. Pois a Pl
Walter em nada tinha mudado, tanto nomor.l
como no physico ; poi. aioda cooservav. aooelles
molos feroieo. c Eu oio morri. medis.e elle
paso is mil maravilhas. e hei de aqui vir fre-
cuentemente para dar lhe noticias miabas, e tam-
bera minha prima Therez., e ao mea primo de
Amst.dt, quera deleito de todo o coracio. a Eu
terla suecumbido sob esse detestavel pesadelo
so o meu somno se prolong.sse mais om quin
de hora. Felizmente quando despertei eoorenci-
me da rentada do adagio : Quem morrea morto
r3Si9*
A tempestado desla noite talvez Ibeliresse
agitado a imaginagio. minha boa tia, reipondeu
0rdr.er"a,Be.m.,eVaDlaKr 8 olho8' continuando .
bordar una touqumha para suafilba. Quanto
mira Deas louvado, teoho oa nerroa mui pouco
m.Pnhi,a.0n",,,, drml ,0d" noite Pe!
*n'ZZVa t"i0^ minba 1erlda, na aoa edade
dormiado que se soah. com a fortuna ; a eia por-
que a fortuna saudou-a logo ao despertar
. ""-VDba ,,a d,z a "erd.de, mea primo renli-
TJA"?" 80"iodo" P eu marido i
muito ce Jo que chegaste... '
nt0 --0 cabia ** 8i de sa,'foto com essa
fineza tao directa ; apoderou-ae de uma das mi,
daau. esposa, que ella lhe abandonara "m ,-
^.?g -lS .Tecl,o7ue "ester
dadeirameole prereoid. p.r. aeh. om. r,.Voata
n aa qs-
e elM.a-
adernee >
u ei de ** ma lamina da pn-
n i. qU.8 8e r"a' "alo. do pri.ri.
,/X,eMOr ,,nha 0lra coa/o
, ?s_d0 "cimento ed. morte.
.n,aeTemoa"> ful em PUno Poto o costasM
srh.. f' ,",mebros taraili.Pre.l toVdia
JChaa. fo. abaodooado depoia doa fUDa,... 11
SINGULAR COINCIDENCIA-
u rrnh^1,!"",lu'ar "'c'denaa foi francas.
M. Lobgeois. naturaliMdo cidadao doa Iatada-
ol loa ha -20 anno. e merabro oSSSTu
Washlogloni q(Je propM q ,gr,dM|-^;^ "
mar, ao comraandante do aS. Jacialbo.
HORRORES DA EMBBIAGUEZ.
Era Dieppe (Fr.og.) foi a joatica avisada
nm crimo cercado de crcamaUnciaa
oarias. *
extrae rdi-
Ura. mulher de 64 annos, por nomo Hiltl .
oareceu mort. na cama, com o corpo eriridVsto
tacadas e n'um mar de sangaa.
O marido a'e.ta infeliz, completaaaanta aaabm-
lecido pe. embriaguez, dorma traa neitaei
lado do cadver de ana mulher.
Quando a ju.tiga entrn na caa, oslara eUn
agachado junio da victima, e em tal astada th
embriaguez, que nio dar por nada.
rol preso e oslaureu-ae procesao.
^^^^^^ [Commercxo im Pono)
Oh I aim exclamou Arnold. Ouviade-a m-
recn-me j estar no p.r.izo. Porm. miaba' j
para que a mortiQcou? ,
Eu quiz sondar esse coracio qae taraai
quiz .aber, meu aobrinho, ae as sn.a a
desta manhia eram bem fundada., qnaejda i
a minha pobre Thereza de accordo com
vido Waller...
Eu, minha tia ? Est engaada
puz .emelhante cou.a. '
Seja franco, meo sobrioho; aqoella
aoonyma fez andar-lhe a caneca roda a i
julgando reconhecer a letra da carta) aalaiila'
porm basta, j me eotende. Bntaau ITrea
que njusliga o levou ama cilumoia U ii
acces.o de ciume irrefiectido. Os boaseiia ato
pnmeiros a crearem chimer... e fazerern aa ada.
lizes porque vm ludo de um modo CMtrarteaa
que e amaldigoam aquillo qne deveria
goar. V descaog.do; o eu noticiada*
eoganou-.e n. data: tomn 20 da d
Io de abril. Thereza ara.bili.ii
mais ptrfeita que ha no mando I
atra-
carla
artmeeine-
coatrartoan
verlas abas-
dar aaianraM
ezeaibao poto
. eitot
, a
a ollio.dequad. aos meus ataque.TfjaU,,UrPT
com o firme proposito de sorprender da parle de The indica
sua sobrinha alguma prov. de dissirauacio ou a hora en uJ\dlE ""to propnaito pota rn
lodiclo de b7pocri.i.. hbilmente oceulto. sob a. viova^mmX l1.""."1 dei,ar "^i a
demon.trages de uma dedicagio muito aasigna- ,ZibShS fWwiruaiictBiiiw d. parrada
lada para qae ella a julgiate sincera. J!2"' **- 'ogo.
Depoia do jamar, acb.ndo-.e a familia reunida ou wS2 Vu1*0, p6d*. dor"! de8e",do 5
n'um pequeo sali relarvado oara aa con**. J. !eja Tif ou ?or,' nid" dere Neelar
Ikf tono M4i un IUWU reSrJaeo; 11 tornS. J \?lfJSm?"*'?'** Um,8r''
Como Vmc. boa, minha qaerida lia I
como sou feliz em poder pasear a riaesvirn
mulheras que rae amara Unto I Betn
solvido a nao deixa-la. mata, a loaaw
dire minha demiasio do servieo aaili
Ainda chega i hora I Era aata o raa
nupcias que deveria lar feilo i saja
no primeiro dia do sea casamento.
. ^'d ,e,iro?-*. Penea alto dan aa
a baroneza conliouou comsigo
Fique, fique, mea sobrioho ; e ha
ver os tregeitos que far o bonito eeeaMsi
sua mulher. Ah I cha que eu aoa boa I
amaohia quando,resolver asta qnaaUto. Se
cobrir o menor vestigio do man sobriahe Wall
no paiz, fir-lhe-hai os meu. coaorimoslaa, I
barooeza a'Arastadi, a por tal forma a
de lembrar al o fim do.sana diaa. E*j
soffrer o castigo de sua impartinaata !
.u* desden bota felicidade, a do
der l.r coromeitido, a pesar di
e desse. tdhos enternecidos.
Fui assim raciocinando,e em parto i
colera amooloada em sea corele
e diitiocgoes de sua aobrioha,
Gootlieben-Seelorf voltou
tea. no leito, onde contri I
Mea dormiu um aomno propr
quem II. eslava bem IfiS
PER*


Full Text
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