Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09472


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Full Text
-*'
INI XXXT1. HOMERO 244.
Por tres mezes adiantados 5$000.
Por tres mezes vencidos 6J000.
SABBADO 20 DE 00TUBR0 DE 186.
Por aono adiantado 198000
Porte franco para o subscritor.
ENCARREGADOS DA SCBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima :
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaly, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr J. JosedeOli-
veira; Maranho, oSr. Manoel Jos Martins Riboi-
ro Guimaraes ; l'iauhy, o Sr. Joao Fernandos de
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PAKllDAs DOS OORHEOS.
OHnda todos os dias as 9 l/ horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas
e sexias feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Allinho e
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d' Alho, Nazareth, Limoeiro, Brjo, Pes-
queirn, Ingnzeira, Flores, Viila Bella, Boa-Vista,
Oricury o Ex as quartis-feiras.
Cabo, Sirinhaem, Rio Formoso. Una, Barreiros,
Agua preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manha
F.PHEMEIUDES 1)0 MEZ DE OUTUBRO.
7Quarto minguante as 8 horas e 45 minutos
da larde.
14 La nova aos 17 minnlus da tarde.
21 Qtiarto cresceute as 11 hora9 e 51 minutos
da manha.
29 La cheia as 4 horas e 30 minutos da tarde
PREAMAR DE HOJE.
Priraeiro as9 horas e 18 minutos -da manha.
Segundo as i) horas e 42 minutos da larde.
AUDINECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relajo tercas, feiras e sabbados.
Fazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quattis ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primcira vara do civel: tercas e sextas ao mcio dia
Segunda vara do civel ; quartas e sabbados a urna
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
15 Segunda. S. Thereza de Jess v. c. fund.
16 Terca. S. Martimano m. ; S. Gallo ab.
17 Quarta. S. Heduviges duqueza viuva.
18 Quinta. S. Lucas Evangelista; S Trifona.
19 Sexta. S. Pedro de Alcntara f. padroeiro.
20 Sabbado. S. Joo Cancio ad.; S. Iria v.
21 Domingo. S. rsula e suas comp. mm.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO SUL
Alagoas. o Sr. Claudino Friego Dios ; Baha
Sr, Jos Martins Ahes; Rio de J,.nelro, o Sr'
Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O proprielario do diakio Manoel Fijiueiroa da
I'ana, na sua livraria praga da Independencia aa.
o e o.
PMJTE_0.FFICI.iiU__
ministerio dos negocios estran-
jjeiros.
Decreto n. 2,650 de 24 de selembro de 1860.
Promulga a convencao e o respectivo artigo
addicional celebrados em 7 e 21 do julho de
1860, entre o Brasil e a Franca, para regular
a troca da correspondencia dosdous paizes.
Havendo-se concluido e assignado nesla corte,
no ia 7 de julho do corrente anno, urna con-
vengo, e no dia 21 do mesmo moz um artigo
addicional referida convencao entre o Brasil e
a Franca, para o lim de regular o transporte, por
meio de paquetes trance zcs.dacorrespondencia dos
douspaizes; c tendosido esses actos mutuamen-
te ratificados e trocadas as ratificaces em Pars
aos 22 dias do mez de agosto ultimo: hei por
bem mandar que a dita convencao e o respectivo
artigo addicional sejam observados e cumpridos
inteiramente como nelle se conlm.
Joo Lins Vieira Cansancao de Sinimb, do
meu conselho, senador do imperio, e ministro e
secretario de estado dos negocios estrangeiros, o
lenha assim entendido e expeca os despachos
necessarios.
Palacio do Rio de Janeiro, ans 24 dias do mez
de selembro de 1860, 39. da imdependencia e
do imperio Com a rubrica de Sua Magestade
o Imperador.Joo Lins Vieira Cansancao de
Sinimb.
Nos D. Pedro II imperador constitucional e
defensor perpetuo do Brasil, etc. Fazemos saber
a todos os quo a presente carta de eonlirmaco,
approvaco e ralilicaco virem, que aos 7 dias
do correle mez e anno de 1860, se concluio e
assignou-se nesla corle do Rio de Janeiro entre
nos o S. M. o Imperador dos Francezes, pelos
respectivos plenipotenciarios, quo se achavam
munidos dos competentes plenos poderes, urna
convencao postal do teor seguinte :
Convenro postal entre o Brasil e a Franca.
S. M. o Imperador do Brasil e S. M. o Impe-
rador dos Francezes, animados do desejo de
estreitar as relacoes do amizade que felizmente
unem os seus respectivos estados, facilitando e
regulando pela roaneira a mais ventajosa a troca
da correspondencia entre os dous paizes, resol-
veram chegar a este resullado por meio de urna
convengao, e para este fim nomearam seus ple-
nipotenciarios, a saber :
S. M. o Imperador do Brasil o Illro. e Exm.
Sr. Joo Lins Vieira Cansancao do Sinimb, se-
nador do Imperio, do seu conselho, commenda-
dor das ordens de Christo e da Rosa, seu minis-
tro o secretario de estado dos negocios estran-
geiros :
E S. M. olmperadordos Francezes o Sr. Joseph
Lonce, cavalleiro de St. Georges, commendador
da imperial ordem da Legio de Honra, c das or-
dens de Christo no Brasil, e de S. Mauricio o S.
Lzaro da Sardenha, seu enviado extraordinario
e ministro plenipotenciario no Rio de Janeiro.
Os qiiaes depois de haverem trocado os res-
pectivos plenos poderes, quo foram julgados em
boa e devida forma, convieram nos scguinies
artigos :
Art. 1." Havcra entre a adminislraco do cor-
reio de Franca e a administrado do correio do
Brasil urna troca peridica e regular de carias,
amostras de mercaduras e de impressos de qual-
quer nattireza, pelas vas de communicago e de
transporte abaixo designadas, a saber :
1. Pelos paquetes a vapor que o governo
francez possa julgar conveniente manter, fretar
ou subvencionar para effectuar o transporte da
correspondencia entre Franca o o B.-asil.
2. Pelos paquetes a vapor britannicos que
fazem o servico regular entre os portos da Gra-
Brelanha e os" portos do Brasil.
As despezas resultantes do transporte, entre a
fronleira franceza e a fronteira brasileira, dos
objectos aos quaes sao applicaveis as disposigoes
do presente artigo, sero pagas pela adininistraco
do correio de Franca.
Art. 2." As laxas de porto pelas quaes a admi-
nislraco do correio brasileiro ser responsavel
para cora a administrago do correio da Franca,
pelas cartas nao franqueadas ou oneradas de
porte de transito, quo form entregues pela
administrado do correio da Franca dita admi-
nistrago do correio brasileiro, bem como pelas
cartas franqueadas que forem entregues pela
administrado do correio brasileiro adminis-
lraco do correio de Franga, sero fixadas caria
por carta, na ra/.o de um porte simples por duas
oitavas ou fraeco de duas oilavas.
As laxas de porte pelas quaes a adminislraco
do correio da Franca ser, por sua parte, respon-
savel para com a adminislraco do correio brasi-
leiro, pelas cartas nao franqueadas, que forem
entregues pela adminislraco do correio brasileiro
a administradlo co correio de Franca; bem como
pelas cartas franqueadas que form entregues
pela adminislraco do c rreio de Franca admi-
nislraco do correio brasileiro, sero lixadas,
carta por carta, na razo de um porte simples
por sete grammos e meio ou fraego de sete
graramos e meio.
Art. 3. As pessoas quedesejarem enviar cartas
ordinarias, islo nao segaras, quer da Franca e
da Algena para o Brasil, quer do Brasil para a
franga 3 a Algeria podero, S cscoltn sus, dei-
xar o porte dessas cartas a cargo das
pessoas a quem sao ellas destinadas, ou pagar
esse porte aaiantado al o seu deslino.
A administrago do correio de Franca pagar
administrarlo do correio brasileiro, tanto pelas
cartas franqueadas expedidas da Franca e da Al-
geria com deslino ao Brasil, como pelas cirtas
nao franqueadas expedidas do Brasil com destino
Franga e Algeria a quantia de setenta ris
por porte simples.
Por sua parle a adminislraco do correio bra-
sileiro pagar, adminislraco do correio de
FranQa, tanto pelas cartas franqueadas expedidas
do Brasil com destino Franga e Algeria,
como pelas cartas nao franqueadas expedidas da
Franca c da Algeria com deslino ao Brasil, a
quantia de sessenla cntimos por porte simples,
dos quaes quarenla cntimos representara o
COTtO do transporto ontre a fronleira franceza a
fronteira brasileira.
Fica expressamente estipulado, de urna parte,
que o porte inteiro das cartas que forem fran-
queadas em Franca o na Algeria com destino ao
Brasil, ou que forem expedidas do Brasil para a
Franca e a Algeria sem Icrem sido franqueadas,
nao exceder, termo medio, a oiienia cntimos
por sele grammos e meio. ou fraeco dsete
grammos e meio ; e por outra parte, que o porte
inteiro das cartas que forem franqueadas no
Brasil com destino Franca c Algeria, ou que
forera expedidas da Franca e da Algeria com
destino ao Brasil, sem haverem sido franqueadas,
nao dever exceder, termo medio, a dusenlos e
oitenla ris por duas oitavas, ou fraeco de duas
oitavas.
Art. 4. As cartas nao seguras ( dcouvert).
expedidas por via da Franca, ou por intermedio
dos paquetes francezes, dos paizes mencionados
na tab-lla A, annexa presente convencao, para
o Brasil, ou do Brasil para esses mesmos paizes,
sero trocadas entra a administrago do correio
da Franga e a administrarao do correio brasilei-
ro, sob as condiges especificadas na referida
tabella.
Fica todava entendido que as condicoes de
troca fixadas pela tabella cima mencionada,
podero ser modificadas, de eornmum accordo,
entro a adminislraco do correio da Franca e a
adminislraco do correio do Brasil.
Arl 5." A adminislraco do correio da Franca
poder remoller administraco do correio do
Brasil cartas seguras com destino ao Brasil.
Por sua parte a adminislraco do correio brasi-
leiro poder remeller adminislraco do correio
de Franca carias seguras com deslino Franga e
a Algeria, e com destino quelles paizes "aos
quaes a Franga, nessas condicoes, possa servir
de intermediario.
O porte das cartas segeras dever sempre ser
pago adiantado at o seu destino. Esse porte
ser o dobro do porte das cartas ordinarias.
Arl. 6. No caso de extraviar-se qualquer carja
segura, aquella das duas administrares sobre
cujo territorio houver tido lugar o extravio, pa-
gar ao segurador, como indeinnisacao, a quan-
tia de cincoenta fr., no prazo de tres mezes, a
contar da data da reclamaco ; fica porm en-
tendido que as reclamaces nao sero attendidas
seno dentro dos seis mezes contados aodia em
que houver aido feilo o seguro, findo -esse piazo
as duas administrages nao sero responsaveis
urna para com a outra por indemnisaco al-
guma.
Art. 7. Qualquer parlo contendo amostras de
mcrcadoria, jornaes, gazetas, obras peridicas,
livros brochados, livros encadernados em couro
ou em papelo sem ornamento algum, brochuras,
papis de msica, calhalagos, prospectos, an-
nuncios e avisos diversos, impressos, gravados,
lilhographados ou autographados, que for expe-
dido da Franga ou da Algeria para o Brasil, ser
franqueada al o seu destino, mediante o paga-
mento da laxa de quinze cntimos por quarenla
grammos, ou fraeco de quarenla grammos ; e,
reciprocamente, qualquer pacote coniendo objec-
tos da natureza, que fr expedido do Brasil para
a Franca ou Algeria, ser franqueada at o seu
destino, mediante o pagamento da laxa de cin-
coenta e dous ris por onze oitavas ou fraco de
onzo oilavas.
A administraco do correio de Franca pagar
adminislraco do correio brasileiro, po'r cada pa-
cote procedente da Franga ou da Algeria, fran-
queado al o seu destino, em virlude do prsen-
le artigo, a quanlia de dez ris por quarenfa
grammos, ou fraeco de quarenla grammos.
Por sua partea adminisirago do correio brasi-
leiro pagar administraco do correio francez.
porcada pacote proceilente do Brasil, tranqueada
al o seu deslino, em virtudo do presente artigo,
a quanlia de doze cntimos por onze oitavas ou
fraego do onze oitavas, dos quaes onze cnti-
mos reprcsenlam o cusi do transporte entre a
fronleira brasileira e a fronleira franceza.
Art. 8." Nao gozaro do favor da laxa conce-
dido pelo precedente artigo as amostras de mer-
caduras que nao reunirein as seguinles condi-
coes : serem Iransmitlidas directamente por via
dos paquetes que navegam entre a Franga e o
Brasil, ne conterem valor algum, serem fran-
queadas, cintadas ou acondic.onadas de modo a
nao deixar dovida alguma acerca da sua nature-
za, e nao trazerem designago alguma manuscrip-
ta, alm do enderego da 'pessoa a qutm forera
destinadas, a marca da fabrica ou do negociante,
numerugo e prego.
As amostras de mercadorias que nao preen-
cherem estas condiges, sero laxadas como
cartas.
Art. 9." Os jornaes, gazetas, obras peridicas,
livros brochados, livros encadernados em couro
ou papello, sem ornamento algum, brochuras,
papis de msica, catlogos, prospectos, annun
cios, e avisos diversos, impressos, gravados, li-
lhographados ou aulhographados, que forem ex-
pedidos por via da Franja ou por intermedio dos
paquetes francezes, dos paizes designados na la-
bella B annexa presente convengo, para o Bra-
sil, ou do Brasil para esses mesmos paizes, sero
trocados entre a administraco do correio de
Franca e a administrago d correio brasileiro
sob as condicoes especificadas na referida tabel-
la B.
As condicoes de iroca fixadas pela tabella ci-
ma referida podero ser modificados de com-
mum accordo, entre a administraco do cor-
reio de Franga e administraco do correio brasi-
leiro.
Arl 10 Para que gozem o favor da laxa con-
cedido pelos artigos precedentes 7 c9, os jornaes
gazetas, obras peridicas, livros brochados, livros
encadernados em couro on papello, sem orna-
mento algum, brochuras, papis de msica, cat-
logos, prospectos, annunrios e avisos diversos,
impressos. gravados, lilhographados ou autogra-
phados, devero ser franqueados al os limites
respectivamente fixados pelos ditos artigos ; ser
cuitados o nao conter escriplo algum, algarismo,
ou qualquer oulro signal manuscripto, alm do
enderego da pessoa a quem forem destinados, a
assignatura de quem faz a remessa, e a data. Dos
ditos objectos os que nao preenchem estas cou-
digoes, sero considerados como cartas, e tratados
como taes.
Fica entendido que as disposigoes conlidas nos
artigos cima referidos, nao prejudicam de modo
algum o direito que assisle s administrages dos
correios dos dous paizes do nao etfectuar, en seus
respectivos territorios, o transpone o a distribu-
gao dos objectos designados nos ditos artigos a
cojo respeito nao houverem sido cumpridas as
leis, disposigoes e decretos que regulam as con-
diges de sua publicago e de sua circulago, lan-
o em Franca como no Brasil.
Arl. 11. Fica convencionado entre as duas par-
tes contratantes, que as cartas, amostras de mer-
cadorias. e impressos de qualquer natureza, di-
rigidos de um para o outro dos dous paizes, e
franqueados at o seu destinos de conformidado
com as disposigoes da presente convencao, nao
podero, sob pretexto ou titulo algum, ser sujei-
tos no paiz do seu deslino a urna laxa ou direito
qualquer que recaa na pessoa a quem sao desti-
nados.
Art. 12. O governo francez se obriga a fazer
transportar em malas fechadas, pelos paquetes
francezes, a correspond ncia que as agencias do
correio estabelecidas nos portos do Brasil om que
locarem esses paquetes, houverem de trocar por
osla via com oulras agencias do correio do mes-
mo estado.
Os objectos contidos nessas malas nao estaro
sujeitos aoutras laxas que nao sejam as mesraas
a que esto sujeitos os objectos da meseta natu-
reza transportados pelos paquetes brasiletros, e
o producto dessas laxas ser repartido igualmen-
te enlae a administrago do correio de Franca c a
administrago do correio brasileiro.
Art. 13. As administrages ds correios de
Fringa e ao Brasil, organisaio era cadi mez as
eonlas do transporte da correspondencia, e estas
contas depois de verificadas por essas adminis-
trages sero saldadas no fim de cada trimes-
tre pela administrago que for reconhecida deve-
dora.
O saldo das contas mencionadas ser lixado em
moeda franceza. Fsra este flm as quanlias lan-
Cdas as ditas contas em moeda brasileira sero
reduzidas a francos ao cambio de trezentos e cin-
coenta ris por um franco.
Os saldos das comas sero pagos, a saber :
1." Em letras sobre o Rio de Janeiro, quando
saldo for a favor da administraco do correio bra-;
sileiro.
2. Em letras sobre Paris. quando o saldo for
a favor da administraco do correio de Franga.
Art. 14. As caitas* ordidarias ou seguras, as
amostras do mercadorias, e os impressos dequal!
quer natureza, erradamente endcrc3sados ou di- I
rgidos, sero sem demora alguma reciprocamen- !
le reenviadas por intermedio das respectivas'
agencias pelos pregos porque houver a agencia re-'
metiente laugado esses objectos em conta ou-
Ira agencia.
Oj objectos da mesma natureza que forem en-
derezados a pessoas que tenham mudado de resi-:
dencia sero respectivamente devolvidos, onera-
dos do mesmo porte que deveria ser pago pela
pessoa a quem erara destinados.
As cartas ordinarias, as amostras de mercado-
rias, e os impressos de qualquer natureza que
houverem sido primitivamente remetiidos ad-
ministrago do correio de Frang ou adriinis-
trago do correio brasileiro po'r outras adminis-
trages, e que cm consequenen de mudanga de
residencia da pessoa a quem eram destinados te-
nham de ser reenviados de um dos dous paizes
para o outro, sero reciprocamente remetiidos
mediante o porto exigivel no lugar do precedente
destino. r
Art. 15. Asearlas ordinarias ou seguros, as a-
mostras de mercadorias eos impressos de qual-
quer na'.ureza trocados entre as duas adminis-
tracoes .lo correio de Franga o do Brasil, quo nao
tiverein sido reclamados qui seront tombs en r-
bul] !.(uf qualquer motivo que seja, devero ser
reenviaJos, de urna ou de outra parte, ao fim
de cada mez, e com mais frequencia so posslvel
for.
Oestes objectos os que (iverera sido levados em
conti sero devolvidos pelo prego porque houve-
rem sido langados em conta pela agencia que fez
a remessa.
Pelo que respeita quelles que forem remetii-
dos j franqueados al o seu desuno, ou at a
fronteira da agencia correspondente, sero elles
reenviados sem laxa nem descont.
Art. 16. As duas administrages do correio de
(A)
Franca e do Brasil nao aceitarocom destino a
um dosdous paizes, 041 dos paizes que seservom
do seu intermedio, nenhum pacote ou carta que
conlenha 011ro ou prala em moeda. joias, artigos
de valor, ou qualquer outro objecto que seja sU-'
jeito a direitos de alfandega.
Art. 17. A adminislraco do correio de Franca '
c a adminislraco do correio brasileiro designaro '
de commum accordo as agencias com as quaes
dever ter lugar a trocada respectiva correspon-
dencia. Regularn igualmente a forma das conlas
mencionadas no artigo precedente 13, a direeco
da correspondencia reciprocamente traosmittida,
bem como todas as medidas do detalhc e de or-
dem necesarias para assegurar a execucao das
eslipulaces da presente convengo.
Fica entendido que as medidas cima designa-
das podero ser modificadas pelas duas adminis-
traedea todas as vezes que de commum accordo
essas duas administrages reconhecereru essa ne- !
cessidade.
Art. 18. A presente convengo ter forca e va-
lidnde a comocar do dia em que convirem as '
Sif.i: fde 1,ae aPr<"n"l8aco houver si-
do leila segundo as le.s especiaes de eada um dos
dou> es ados. c continuar em vigor de anno era
.r,*,^ qUe."ma''aS(Juas >,arles contratantes
; nuncie a outra, com aniecipaco de um anno, a
ntencao de fazer cessar seus cIVeitos
Durante este ullimo anno a convenci ter nle-
na ejnteira oxecugo. sem preji0 da liquida-
gao e do saldo das contas entre as duas adminis-
trages dos correios dosdous paizes, depois de
expirado o dito prazo. ""* ae
o VL'la A-Pr,!Se"."', convencao se* ratificada
o as ratiucacoes serao trocadas em Paris o mais
breve que possivel fr.
Era f do que os plenipotenciarios respectivos
ass.gnaram a presente convencao c appuzeram o
sello do suas armas.
Feita em duplcala e assgnada m Rio de Ja-
neiro, aos 7 dias do mez de jutho do anno do
nascimento de Nosso Senhor Jess Christo de
18o.-(L. S) Joao Lins Vieira Cansancao de
St/umou.-(L. S.] LeChevalier de SainGeor-
Q6S.
fABELLA indicando as condicoes sob as quaes sero trocadas entre a administraco do correio do Brasil e a administracn
do correio de Franca, as cartas expedidas do Brasil por via dos paquetes francezes ou por r.ia L1 Ctbrito
K^s ^ ^ S PMZeS Cm S ^^ BmS Pde **"^>* I"' inteLdiodtcoZ^' anc^
DESIGNACAO DOS PAIZES COM OS QUAES
O BRASIL PODE COR RESPONDER-SE POR INTERMEDIO DO
CORREIO FRANCEZ.
o
t-
z

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c
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O

a
z
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es
O
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O

LIMITE
DO PAGAMENTO
DO PORTE.
Portugal, ilhas do Cabo-Verde ............
Senegal, ilha de Gora.................................\V.".*.V.".*.""."."."'....................
Buenos-Ayres e Urusuy ....(art"s do Brasil ..............."**""!!"1"!.*"""!""!
_. } (Carlas para o Brasil .................
Oraa-Brelanha........................................ ..................
Bet!?V?I?0i,i,cado.de ^,xemburg0' **&i,'s^t^M'sm^"Tma\
Estados da Allemanha. Prussia. Austria................... """'
P.3 1 \i V' D"aS S'dlia. Malta. Grecia. Dinamarca. Suecia, Noruega, Russia
lolonla ilhas lomeas, cidades do Egvpito e da Turqua, cujo servigo postal feilo por
intermedio dos paquetes francezes (), Andrinopla. Antivari, Burgus, Caifa, Canda
tana. la Cvale, Chio, Durazzo. -..nena, Laruaca, Prevesa. Retino. Ruischuck Serez"
sopnia Tenedos, Valsas.; possesses francezas na India (2), Ilha da Beuoio M
ayolta
e suas dependencias, Santa Maria de Madagascar, Guadeloupe e suas dependencias
Guyana franceza, nn^do e. pa0 c Miquelon ...!..... uepenutncias,
Estados-linidos da America do Norte
I Iras de Sand wch.............................'..',','.'.'.'.'.','"'.','.',
Hespanha e Gibraliar.......................... ..........!........!!.....!.'.!!!'.........
Australia (via de Suez)......(J"r,M do Bras'' ..........."i.'*-!!"!!!"!!!!!'.!"*.!""
' (Carlas para o Brasil ..................................
Aden, Indias Orientaes, Ceylo, Mauricia, Peneang, Singapore, Horig-Cog. China""ata-
via o outros paizes, cuja correspondencia pode com vantagem ser dirigida por via de
Paizes de alm-mar, que nao se acham cima mencionados
I
Cartas do Brasil.
Cartas para o Brasil.....
Obrigatorio...
Facultativo...
Obrigatorio...
Obrigatorio...
Facultativo...
Facultativo,
Facultativo.
Facultativo...
Obrigatorio...
Obrigatorio...
Obrigatorio...
Obrigatorio...
Obrigatorio.
Obrigatorio.
Obrigatorio.
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iP hAaZA d*embarque ou desembarque
Lugar do destino ...
Porto de desembarque
Porto de embarque
Lugar do destino .
Lugar do destino .
Lugar do destino
Lugar do rtpSijno .
s. Francisco ''.'.'.'.'.
Fronteira franco-hespanhoia '. '.
Porto o'Australia de desembarque
Alexandria .
Porto do mar das Indias ou do mar da Chi-
I na, em quetocim os paquetes britnicos
i Porto do desembarque do paiz a que sao
{ destinados
I Porto de embarque do paiz donde sao
( procedeents.....
Ris
60
280
190
190
300
430
570
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1. 40 60
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1. 48
1. 48
Smyrnl's^.lSizndrSoH" t^^SS^NST^^^ ""^ Ineb0l' "'' ^^ L'tta^ "I". ^H. Rhodes. Sa.onica. Samsoun. Scutari da Asia Smope
(2) Pindochery, Chandernagor, Karikal, Yanaon. Mah. '
(B) "~-------------------"
TABELLA indicando as condicoes sob as quaes sero trocados entre a administraco do correio de Franca os im-
pressos de qualquer mtwteza expedidos do Brasil por via dos paquetes britannicos e da Fraca paraos
paizes com os quaes o Brasil yode corresponderse por intermedio do correio francez e vice-versa *
DESIGNACAO DOS PAIZES COM OS QUAES
0 BRASIL PODE CORRESPONDER-SE POR INTERMEDIO
DO CORREIO FRANCEZ.
LIMITE DO PAGAMENTO DO PORTE
OBRIGATORIO.
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Re 9-
Ilhasde Cabo Verde. Senegal, Gora e Estados da Europa (roernos a Hespanha e Gibraltar)..........................
Buenos-Ayres e Uruguay.................. I Impressos procedentes ao Brasil............Y.'.'.'.'.'.
Hespanha e Gibraltar......................................'"..!fl'.r?^.f^?*"'!.*,!!'.:::::..................
E^lados-L"nidos da America do Norte.............. .........i imPresss procedentes do Bra.ril.......................
'" (Impressos destinados a o Brasil......................
Australia (via de Suez)......................... ....... jImpresssos procedentesdrT Brasil............. ......"
., ij; n ,. .".' 1 Impressos destinados ao Brasil.......................
es' cu. ro^n^ff'n y ^,MaUnC'8' Penan8, "SSH?^ Hong-KonR. China. Shang-H.y, Batava e outros pal!
es, cuja correspdhdencia pode com vantagem ser dirigida por va de Suez................ .................. \
Paizes de alem mar que nao se acham cima mencionados JraPressos procedentes do Brasil...................YYY.
_________________^_______________________ I Impressos destinados ao Brasil........................
Esendo-nos presente a mesma convencao. cu-
jo teor fica cima inserido e bem visto, considera-
do e examinado por nos tudo o que nella se con-
ten, aapprovamos. ratificamos e confirmamos as-
sim no lodo como era cada um de seus artigos e
estipulacoes, e pela presente a damos por firme e
valiosa para produzr o seu devido effeilo pro-
metiendo em f e palavra imperial cumpri-la in-
violavelmenle e faza-la cumprir e observa* pott
qualquer modo que possa ser.
Em testemunho e firmeza do que lzemos pas-
sar a presente carta por n assignada e passada
com o sello grande das armas ao Imperio, o re-
fezendada pelo nosso ministro e secretario dees-
lado abaixo assignado.
Dada no palacio do To de Janeiro, aos 21 dias
do mez de julho do anno do nascimento de Nos-
so Senhor Jess Christo de 1860.(L. S.) PF.Dno
Imperador (com guarda).Angel Uoniz da Silga
Ferraz.
Nos D, Pedro II, imperador constitucional e
defensor porpeluo do Brasil, etc. Fazemos saber
a todos os que a presente carta de conurmacao.
approvago e ralillcagao virem. que aos 21 aias
do corrente mez e anno de 1860. se ajustou e as-
signou por parle dos plenipotenciarios do Brasil
e da Franca, munidos dos necessarios plenos po-
deres, um artigo addicional convencao postal
celebrada e assignada pelos ditos plenipotencia-
rios nesla corlo do Rio de Janeiro, em 7 do mes-
mo mez e anno, seudo de teor seguale ;
Artigo addicional convenro postal, e celebra-
da aos 7 dias do mez de julho de 1860 pelos
plenipotenciarios abaixo assignados.
Fica convencionado que no caso de serem, por
virtudo de novos ajustes, cobradas em beneficio
do thesouro brasileiro, pelas carias trocadas" en-
tre o Brasil e qualquer paiz da Europa, laxas de
porte que representen! urna quota menor, com
rclacao lolalidado do porte dessas cartas, de
quo a quota estabelecida no 2o do ai t. 3o da
convencao postal de 7 do corrente mez. a laxa de
porle a que, um virtudo desse paragrapho. tem
direilo o thesouro brasileiro. ser proporcional-
niente reduzida.
Do mesmo modo, no caso de serem, por virtu-
de de novos ajustes, cobrados em beneficio do
thesouro francez, pelas cartas trocadas entre a
Franca e qualquer paiz da America do Sul, lax-
dn porle que repreentam urna quota menor, ce
relese tolalidado do porte dessas cartas,
que a quota estabelecida no 3o do art. '
convenci postal de 7 do corrente mez a tax
porte a que, em virlude desso paragrapho le
reito o thesouro francez ser prcporcionsli
reduzida.
Toduvia, se as reduccoes de porte, de
trata, forera feitag em troca de favores 1"
prehendidos na referida convencao, in-
dos pelos paizos da Europa e da Air
aos quaes epplicavel o presente
nal, nao poder o cumpriment
exigido por urna das altas
senao no caso de oslar ella
outra esses mesmos favore
0 presente artigo addir
Porto brasileiro de embarque ou d
Porto de desembarque.........
Porto de embarque..........
Fronteira franco-hespanho'
Porto americano de ds
Porto americano de -
Porto da Austria c"
Alexandria......
1 Portos do mn
I tocam os v
Porto do <"
Porto ri-
ca o validado como
palavra, na coove
de julho. O mes
liicacoes ser'
que possivel
Em f do
tencianos
S. M. o I
de seus
o prese
mas.
F*
ne!
n
1
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO


-/
(*)
DIARIO DE PERNAMBIKX). SABBAUO 20 DI OTUBR0 DE 1860.
2. Pela agenciado correio da Baha.
3. Pela agencia do correio pe Pernambuco.
Arl. 2. As relacoesenVe as agenciase os agen-
tes do correio francs embarcados nos paquetes
franceses, designadas no precedente artigo de
una partee as agencias do correio brasileiro de
outra parte, sero establecidas pelo modo se-
guale, a saber:
1 A agencia de Paris se corresponder com as
agencias do Rio de Janeiro, da Baha e de Per-
ser lacradas, com sinete na parte inferior da tc-
lacao.
Art. 18. A relajo de ver ter o carimbo Se-
guro, todas as vezes quo a mala contiver urna!
ou mais cartas seguras.
Art. 19. As malas depois de atacadas devero-
ser euvoltas em urna quantidade de papel pardo I
sufficienie para resistir ao atiricio, e do noro ata-
das e lacradas com o sello da agencia.
O sobrescripto trar o notue da agencia a que
nambuco, tanto por via dos paquetes franceses da alo destinadas, o o carimbo ordinario da agencia
linha de Bordean* ao Rio de Janeiro, como por' que faz remessa.
-via dos paquetes brilanuicos da liaba de Soulham-
pton ao Rio de Janeiro.
2. A agencia de Bordeaux se cerresponder
com as agencias do Rio de Janeiro, Baha e Per-
nambuco por via dos paquetes francezes da linha
Ce Bordeaux ao Rio de Janeiro.
3. Os agentes do correio francs embarcados
vos paquetes franceses da linha de BorJodux ao
Rio de Janeiro se correspondero com as agencias
4o Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco.
4. Os agentes do correio francez embarcados
vos paquetes franceses da linha do Rio de Janei-
ro e Buenos-Ayres se correspondero com a
agencia do Rio de Janeiro.
5. A agencia ambulante de Taris a Calais e a
agencia do Havre se correspondero cora as agen-
cias do Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco, por
Tia dos paquetes da linha de Southampton ao Rio
de Janeiro.
Art. 3. A correspondencia de qualquer nature-
O barbante que ligar exteriorcente a mala nao
dever ter nos.
Art. 20 Caso, no dia fixado para a expedicao
das malas, urna das agencias das edmimstracoes
dqs correios dos dous pases nao tentia objecto
algm para reraeltcr agencia correspondente,
essa agencia nao deixar de mandar, na forma
do costume, urna mala, a qual contera smenle
urna relago negativa.
ArL 21. O porte ou preco das carias nao recla-
madas (tombes eu rehu) por qualquer motivo
que seja, que as duas adminislraces reenviarem
urna oulra, cm virtude do art". 15 da conven-
cao de 7 de julho de 1860, nao ser descontado
adrainisiraco a que foram essas cartas primeira-
menio transmitidas, seno quanto tiverem a ap-
parencia de nao haverem sido abertas.
As cartas nao procuradas dirigidas poste res-
tante, ou para as hospedarlas, podero, depois
de tres mezes de demora, ser reenviadas de urna
za trocada entre adminislrago do correio do e de outra parle, sob as condigoes fixadas pelo
Brasil e a administraco do correio de Franca, se- arl. 15 j citado e o prirueiro paragrapho desle
r dirigida de conformidade com a tabella A, an- artigo,
nexa ao presente regulamenlo. O descont no porto de correspondencia nao
Art. 4. Asearlas expedidas quer da Franga e reclamada ser estabelecido as coalas confor-
ma Algeria para o Brasil, quer do Brasil para a mes ao modelo D aouexo ao presente regu*
Franca, Algeria e os paizes aos quaes serve a l'amento.
Franca de intermediario, podero ser franqueadas | Arl. 22. Pela administrado do correio de Fran-
pelos remetientes por meio da apposigo dos sel- ga, sero organisadas no fim de cada mez, cuntas
los usados no pais da sua procedencia, sob as especiaes resumindo os factos da Iransmisso da
reservas declaradas no art. 5, seguinte: correspondenle entre as agencias respectivas.
Art. 5. Quanao os sellos postos em urna caria Essas coritas tero por base, como documentos,
representaiem quanlia inferior que fr devida, os recibos das remessa cffeiluadas durante o pe-
esta carta ser considerada como nao franqueada riodo mensal.
e tratada como tal, mas a administraco em cujo As conlas especiaes sero recapituladas cm
proveilo houverem sido vendidos os sellos em- cada mez em urna conla geral destinad* a apre-
preg3dos intilmente pelo remllente da carta, sentar os resultados definitivos dessa trans-
fiera obligada, em caso de reclamaco a uidem- missao.
nisar do custo destes sellos o reraeltenle ou a | Art. 23. O prego a pagar pela administraco do
pessoa a quem fr a carta destinada, segundo fr: correio brasileiro administraco do cortio de
o caso. I Franca pela correspondencia qu, segundo as es-
Os sobrescriptos ou capas revesiidos dos sellos lipolaces comidas no art. 12 da conveucao de 7
intilmente empregados pelos remetientes, sero de Julho de 1860, ser transportada em malas fe-
annexadosconio documentos justificativos s re- [ chadas pelos paquetes francezes por conla do cor-
clamacoes concernentes indemnsago desses reio, ser objeclo de urna conla especial, organi-
sellos. | sada pela administraco do correio brasi-
Asditas reclaraagdes nao sero attendidas se- ; leiro.
nao dentro dos seis mezes contados da dala da
remessa das cartas insufficienlementc franquea-
das.
O resultado dessa conta ser levado ao crdito
da administraco do correio francez, as contas
geraes da iransmisso da correspondencia de que
Art. 6. A administraco do correio brasileiro se faz meuso no art. 22 precedenlo.
poder enviar administrarn do correio de
fianca carias seguras com destino a todos os pai-
zes para os quaes os habitantes do Brasil eslo
aulorisados pela convenci de 7 de julho de 1860
a remoller cartas nao franqueadas, excepto para
os Estados-Unidos.
Art. 7. As cartas seguras procedentes das
A conla especial cima designada ser docu-
mentada com as relacoes ou copias das relaces
', que houverem acompanhado as malas fechadas.
Essas relagoes faro menso exacta das quanlias
pagas pelos remetientes, ou a pagar pelas pes-
I soasa quem for destinada a correspondencia con-
lida nessas malas.
agencias do correio brasileiro com destino Fran- Alt. 2i. Toda a correspondencia trazida agen-
ca eaos paizes com os quaes o Brasil se pode cia biasileira depois do fochadas as malas desli-
francez, nadas pata as agencias do Bordeaux e do
corresponder por intermedio do correio
c, reciprocamente as cartas seguras procedentes
ds agencias do correio francez, destinados para
o Brasil, nao sero recebidas seno em capas la-
cradas, pelo menos em duas parles c com o mes-
mo sinete representando um signal particular ao
remllenle da carta, c collocado de modo a segu-
rar todas as dobras da caps.
Ait. 8. As cartas seguras, transraillidas de urna pondencia poder ser recebda.de" nio em mo,
c-de oulra parle, sero marcadas do lado do en- pelo agenle do correio embarcado, o qual a men-
derero.com um carimbo de tiula vermelha, con- donar cx-officio, na relago que accrapanhar a
tendo a palavra Seguro. mala cima referida.
Art. 9. As carias ordinarias, as carias seguras, Art. 25. Fica cojivencionado que as disposicoes
os amostras de mercadorias e os impressos de da convenca' de 7 de julho de 18C0 e do presen-
qualquer nalureza que forem expedaos do Bra- le regulamenlo sero postas em execucao no da
sil para a Franja, Algeria e os paizes designados 1 de outuhro de 1800.
as agencias do Bordeaux e do Paris,
poder ser coinprehendida na mala que cada
agencia do correio brasileiro ter de dirigir ao a-
gente do correio embarcado nos paquetes a par-
tir para- a Franca, o qual do incumbir da sepa-
racao dessa correspondencia. ,
Finalmente, depois de remetlida esta mala e
al o momento da partida do paquete a corres-
na tabella A, annexa convenco de 7 de julho
de 1860, ou da Franca, da Algeria e das agencias
do correio francez eslabelecidas na Turqua e no
Egypto, para o Brasil, sero marcados dolado do
endereco com um carimbo indicando a data de
sua entrega c o lugar da procedencia.
Art. 10. Independenlemenle dos carimbos
mencionados nos precedentes arligos, as carias
ordinarias, asearlas seguras, as amostras de mer-
cadorias e os impressos de qualquer nalureza
trocados entre as duas adminislraces dos cor-
reios do Brasil o da Franja, que houverem sido
franqueados al o seu deslino ou al um limite
qualquer, sero marcados, em lugar visivel do
endereco, com um cariurbo em tinta vermelha,
destinado a fazer conhecer as respectivas agen-
cias de iroca o limite at onde sao franqueados.
O carimbo /'. ). ser posto ras cartas orla-
ras ou seguras, hem com --- a amostras de
mercadura -- mipressos de qualquer natu-
t/.a, que forem franqueados at o seu deslino.
O carimbo /'. P. ser posto as cartas e im-
pressos de qualqner nalureza, que houverem si-
do franqueados smenle em parte, de conformi-
dade com os aris. 4." e 9. da convenco de 7
de julho de 1860.
Art. 11. Quando urna caria pesar mais que
una carta simples, a agencia remitente designa-
r no ngulo esquerdo superior do endereco, em
algarismos, o numero de portes simples qu'eessa
caria deve representar as contas entre as duas
gencias.
Arl 12. As agencias respectivas devero indi-
car, cm algansmos, no lado esquerdo do sobres-
cripto das amostras de mercadorias e dos im-
pressos de qualquer nalureza ciclados, que en-
tregaren] as agencias correspondentes, o numero
de portes simples receidos ou a receber, pelos
ol.jeclos dessa natreza, todas as vezes que um
pacole com o mesmo endereco tenha de ser con-
tado como dous ou mais portes simples.
Art. 13. As agencias francezas furo com Un-
ta prcla nos sobrescriotos da correspondencia
nao franqueada ou onerada com porte martimo
que enviarem s agencias brasileiras, urna mar-
ca com a inicial /'., e o numero do artigo rio
*Iual devJ? essa correspondencia figurar no Ha-
ver da Franca as conlas entre o correio brasi-
tetro e o correio francez. i
Arl. 14. Cada mala ser acorapanhada de urna '
' sero especificadas segundo as
"belecidds, a nalureza e o
"la contiver o o de
"r cada cale-
,ob-
Pello em duplcala e assignada no llio de Ja-
neiro, em 7 de julho de 1860, e em Pariz em 16
de agosto de 1860
(L. S 1Dr. Tlioma: Jos Piulo de Siqucira.
(L. S.]Stonme.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE I>0 DIA 17 DE OCTUnitO DE 1860.
Ollcio ao Exm. presidente do Haranhae.A-
chando-se j nessa provincia o juiz dedireito re-
movido para a comarca da Carolina Dr. Joaqun]
da Pdula Pessoa do l.acerda, rogo V. Exc. se
digne de fazer-lhe chegar s mos o incluso offi-
cio, que pela secretaria de estado dos negocios
dajuslica Ihe dirigido com acopia do decreto
do sua rerooro.
Hito ao cai'i)n\.in<<~"< Jus armas. Remello ln-
viuso por copia o officio do delegado do termo da
cid-idc de linda, c as parlicipaces do comman-
danle do deslacamenlo alli existente, aim de que
V. S. so sirva de providenciar como julgar con-
veniente acerca do incendio que honve nos car-
tuxos com que. eslava municiado o rnesnio desla-
Cimento, mandando V. S. fornecer-lhe novo car-
luxame.
Uito ao mesmo.Pode V. S. mandar pas-ar es-
cusa do servieo ao soldado da Ia companhia do
8" b.ilalho de inf.inl.ina Manoel Antonio de Aze-
vedo, visto que para esse lim recolheu ao cofre da
Ihesouraiia de fazenda, nos termos do arl. 12 do
regulamento annexo ao decreto n. 2,478 de 2Sde
setembro de 1859, a quanlia de 20050JO.
hito ao f)r chele de polica.Pelo que expeo
o inspector da thesouraiia provincial no officio
ri. 478, junto por copia, ver V. S. que nao pos-
sivel lomar i providencia indicada por .V. S. em
officio n. 1302 de 29 de setembro ultimo, com
referencia ao fornecimento dos presos pobres da
cadeia uo Limoeiro.
Diti ao comraandaiilc superior do Recife.
Quoira V. Exr. informar sobre o que solicla o
chefe de pohcia no incluso officio.
Dijo ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de informar
se pode ser dispensado do servico, como requisi-
ta o chefe de polica no olficio incluso, o guarda
Aniceto Firmiano Ferreira de Moura, que se
acha empregado na casa de detengan,
Dilo ao mesmo.Sirva-se V. Esc. de informar
sobre o que pude a S. M. o Imperador o major
designado para o 3o balalho da guara nacional
desie municipio, Antonio Bernardo Quinleiro, no
incluso rcqaerimento.
Dilo ao commandanle superior da guarda nacio-
nal de Guaranhuns. Convem que V. S. preste
com toda a urgencia informaco que Ihe foi exi-
gida por officio de 7 de agosto" ultimo, junto por
copia.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Mande V. S. pagar os vencimenios relativos Ia
nzena do correte mez, da tarca aqoanelada
balalho de infanlaria da guarda nacional
'ftal, urna vez que esteja nos lermos le-
'o junto em duplicada, que me foi rc-
' respectivo commandanle superior
'oiilem, sob n. 180. Communi-
394*760, em quo importara os movis indispen-
saveis [iie foram fnrnecidos s aulas de instruc-
?o elementar do um c oulro soxo naquella cida-
de, como se ve das contas juntas que ae refe-
ren os officios do director geral da instruego
publica do Io do citado mez de setembro o 16 do
correte, sob ns. 150 e 191.Communicou-se ao
director geral da inslruccio publica.
Dilo ao mesmo. Retltuindo V. S. a ennta
quo acompanhou a sua informaco de hoDtem,
sob n. 479, das obras executadas pela companhia
de illuminaco gas na estrada e ponte da Mag-
dalena para a illuminaco daquella parto da ci-
dade, o auloriso mandar pagar, logo que fr
possivel, nao a importancia integral da mencio-
nada conla, e sim a quantia de 3:860g, conforme
indica o engeoheiro Oscal no parecer quo se
refero a citada informaco.
Dilo ao director geral dos Indios. Baja V. S.
de habilitar-me com a sua informaco, de modo
a poder satlsfazer o que exige o Exm Sr. minis-
tro da fazenda no aviso junto por copia, com re-
ferencia ao 8" do art II da lei n. 1114 do 27
de setembro ullimo, constante do incluso exem-
plar.
Dilo ao juiz de orphos da capital. Respon-
dendo ao officio que Vmc. mo dirigi cm 11 des-
le mez, devo dizer-lhe, que o procedimenlo que
uelle solicita relativamente ao prodigo Claudino
Jos Alves de Araorim nao permitlido por lei,
e que a demncao bordo dos navios de guerra,
sendo considerada em scus effeitos como urna pr-
so, nao deve ser o correctivo legal da prodiga-
lidade. que evideutemenle nSo um enme.
Dilo ao juiz municipal de Goianna. Repro-
duslndo-se o abuso de serem remeltidos das ca-
| deias do interior presos de justiga, que teem de
ser conservados ou cumprir as penas impostas
na casa de deteuco desla capital sem que ve-
nham acompanhados das competontes guias, pe-
las quaes se possa conhecer o resultado dos res-
pectivos julgamenlos, o o deslino que se lhes
deve dar, recommendo Vmc, sob sua respon-
sabilidade, o mais exacto numprimento do artigo
411 do regulamenlo n. 120 de 31 de jaSeiio de
1842, a fim de evilar os graves inconvenientes
que resullam dessa omisso. Igual aos demais
juizes muuicipaes.
Dilo ao juiz municipal de Goianna. Nao leu-
de apparecido concurrentes ao officio do escrivo
da provedoria de capellas e residuos desso ler-
mo, declarado vago por aviso do ministerio da
juslica de 18 de novembro do anno passado, por
mpnssibilidade do serventoario Joao Jos da
Cunha Menezes, como parlicipou Vmc. em data
de 2 do corrente, mande por novamenle con-
curso com o prazo da lei o referido otEcio com o
orius declarado no aviso cima citado, preceden-
do os editaos do estylo, o coinaunicaiido-me
Vmc. a dala de sua aflixacao.
Dito ao presidente da cmara municipal de Bar-
reros.Nao sendo permitlido por le a Vmc ,
na qualidade de presidente da cmara municipal
desse termo dirigir-se, por si esta presidencia,
s em virtude de requislco da mesma cmara,
ein corporago poder ser'lomado em considera-
cao o objeclo do officio, que Vmc. me dirigi em
9 dest mez, quo fica assim respondido.
Dito ao director das obras publicas. I.ogo que
for nossivel mande Vmc. examinar o orear a
obra que precisa a matriz da freguezia do Boni-
to, segundo consta do officio, junto por co,la,
que me dirigi o respectivo vigario interino.
Cornuiuiiicou-se este.
Dito ao director do arsenal de guerra. Em
vista dassuas informacoes de 16 do crrente, sob
ns. 2'J.i, 294 e 295. o auloriso mandar alistar
na companhia do aprendizes desse arsenal, depois
de salisfeitas as condiejdes legaes, os menores de
nomes Manoel, Antonio, Desiderio Joaquiro das
Chagas e Joo Chrysostomo das Chagas.
PortaraO presidente da provincia, allcnden-
| do ao que requereu a professora publica de ins-
, trueco elementar da freguezia do Limoeiro,
Mara do Rosario Oliveira c Mello, e a informa-
co ministrada pelo director geral da instrueco
publica, resolve, de conformidade com o artigo
i" da lei provincial n. 429 de 13 de junho de
1857, igualar o ordenado da referida professora
ao dos acluaes professores.Communicou-se ao
director geral da nslruce&n publica.
DitaPara o consclho de julgamcnlo que se
maudou proceder coutra o corneta do corpo de
polica Jes Antonio da Silva Bandera, pelo
crime de que traa o incluso processo do con-
sclho do invesligaco, norneio
Presidente
I OSr major do mesmo corpo Alcxandre de
barros Albuquerque.
Auditor
O Sr. promotor publico dos lermos de Olinda
e Iguarass, bacharel Manoel Isidro de Miranda.
Vogaes.
Os Sis. 2" lente de exercito Manoel Con-
Calvea ltodrign* Krnn^a.
alferea dilo Americo Clemente Duarte
Primo.
dilo dilo Joaquim Jos dos Res Lima
dito de polica Manoel Germano de
Miranda.
dito dilo Joaquini Barbosa dos Reis.
Fica sem efleibi a norneagc datada de 19 de
Janeiro desle anuo. Bemeiteu-se ao comman-
danle do corpo de polica.
DitaPara o consclho de julgamenlo a que
teni de responder o soldado do corpo de policia,
Raymundo Jos dos Sanios, pelo crime de que
traa o iucluso processo de invesligaco, no-
rneio
Presidenlo
OSr. major do mesmo corpo, Alexandre do
Barios Albuqucrquo.
Auditor
O Sr. promotor publico dos termos de Olinda
e Iguarass, bacharel Manoel Isidro de Miranda.
Vogaes
Os Srs. 2o lenle do exercito, Manoel Gou-
calves Rodrigues Franca.
alfores dilo Americo Clemente Duarte
Pereira.
dito dilo Joaquim Jos dos Reis Lima.
dito de policia Joaquim Barbosa dos
Reis.
dito dito Pedro Maria de Abreu.
Fica sem nfleild a nomeaco datada de 3 de
fevereiro desto anno.Reme"lteu-se ao comman-
danle do corpo de policia.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao coronel commandanle das armas.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda re-
meller V.S. o incluso exemplarda falla com
3 i M' ,,nPerador cncerrou a 4" sessio da
10 legislatura da assemtila geral. Igual s
diversas repartios, cmaras e mais autoridades
da capital.
EXTERIOR.
-Communico a V. S. que fal-
Alogados, no dia 5 do cor-
reformado do exercilo,
"o haver inconveni-
"ormago do 15 do
'ento da quantia
ulura inverni-
ibliotheca da
npra e con-
bibliothe-
", que me
ir com o
landar
so ao
ne
i-
DESPACHOS DO DIA 17 DE OUTUBRO.
fequcnmeiUos.
1960. Alejandrina Maria do Nasciraenlo.
Aprsenlo menor ao Sr. director do arsenal de
guerra.
1961.Vicente.Informo o Sr. Dr. juiz mu-
nicipal da Ia vara desla cdade.
1962.Amaro Jos.Informe o Sr. Dr. chefe
de polica.
1963.Anna Maria da Conceicao Nepomuce-
no.Fica a suppliesnte relevada da multa, mas
"brigada a prestar-se ao exame de capacidade e
a tirar o competente titulo para poder continuar
no exercicio do magisterio.
196.urea Geminiana da Cruz Ferreira A
supplicante s pode ser allendida em sua pre-
tencao, depois que prestar-se ao exame do sys-
tema mtrico e methodo de ensino, na forma
dos| 5 c 6 dis instruegoas de 11 de junho de
1859.
1965. Barlholomeu Francisco de Souza.
' Junte a procurago.
1966 A companhia de illuminaco "az.
Dirija-se Uiesouraria da fazenda provincia?.
1967.Francisco Joo de Azevedo. Informe
o Sr. director da instruceo publica.
1968.Jos Luiz dos Anjos. Informe com ur-
-?en. la o conseiho administrativo do patrimonio
>s orphos.
1969.Jorge Rodrigues Sidreira. Aprsenle
ipnor ao Sr. direclordo arsenal de guerra.
)70.Joaquim Francisco Leandro. Informe
. Dr. juiz municipal da Ia vara do crime da
'e do Recife.
1.Joaquim Jos Telis Espada.Informe o
.juiz municipal da Ia varada cdade do
esuino AITonso de Barros.Requeira
competentes,
i do Rosrio Oliveira e Mello.
-ma requerida.
Maria de Albuquerque. O
nle que deve requerer, e
tes o que pretende.
Os candidatos a presidencia dos Esta-
dos-Unidos.
H. A. IJncoln Consecuencias
de ama clefeao.
III
Nascldo em Kenluky em fevereiro d 1809, Mr.
Abraham Lincoln comegou por ser carpinteiro e
especieiro no mesmo lempo era que Mr. Douglas
era ebanista e mestre de escola. Esles dous ope-
rarios de sua educagao e de sua fortuna sao ho-
je os dous horaens mais importantes do seu paiz,
que confiar seus deslinos a um ou a oulro, Es-
ta approximaco do que ha frequonles exemplos
nos Estados-Unidos revela em duas linhas o ge-
nio e a historiado um povo.
Depois de haver esludado e aprendido ludo o
que ignorava Mr. Lincoln, senlindo-se com gran-
de racihdade da palavra, abracou a profis-
sao de advogado. Da tribuna judiciaria i
tribuna poltica nao ha seno um passo. Sua
carreira publica se limita a ler lido assenlo du-
rante qualro sessoes na legislalura do Illinois e
dous annos no congresso, de 1847 a 18i9.
Um jornal demcrata fez a seu respeito a bio-
graphia humorstica que se segu em oito cap-
tulos e oilo linhas:
Cap. I.Elle teve um pai.
Cap. II.E urna mi.
Cap. III.Racliou madeira para estacas de
barreiras.
Cap. IV.Abri tambera pelo meio os de-
mcratas.
Cap. V.Foi nomeado deputado ao con-
gresso.
Cap. VI.Depois a legislatura.
o Cap. Vil.Foi balido por Douglas.
Cap. VIII.E o ser ainda as prximas
eleices. Fim.
E terminar assim a lula entre estes dous ho-
raens? Seja como for a esta lula que Mr. Li-
coln deve sua noloridade. Mr. Douglas, a quem
elle disputava enrgicamente a cadeira de sena-
dor em 1858, e que o devia encontrar outra vez
em seu caminho, fez ha dous annos, no meio de
um meeting reunido em pleno ar e em pleno sol
a seguinle photograyhia do seu concorrente que
lambem a sua propaLi.
as observages que leriho feilo sobre a pro-
flsso.de f dos meus adversarios, e na parte que
loca a Mr. Lincoln, nao tive inlenco de descera
personalidades era de dizer cous'a alguma desa-
gradavel ou insultante contra este ultimo.
Ha bem 25 annos que o conheco ; quando
nos. conheeemos havia entre nos raitas razoes
de sympalhias: eramos ambos mogos, hilando
um e outro contra a pobreza era um pcvoado es-
Irangeiro.
Eu humildo meslre de escola na communa de
Winchester, e elle especieiro na communa de
Sal'T- (Risadas).
Elle era mais feliz nos seus negocios do que
eu nos meus, o que lornou mais rico em bens
desle mundo.
Mr. Lincoln um desles homens nolaveis que
fazem com urna habilidade adiuiravcl tudo o que
emprehendem.
Quanto a mim, trabalhava quanlo poda pira
ser uin bom mestre de escola, e logo que me tor-
nei marcineiro incu meslre dizia que sahia-me
melhor as mesas e secretarias do qnc em qual-
quer oulra obra. (Riso )
Entretanto parece-me que os negocios de
Mr. Lincoln eslavam ainda melhor encaminha-
dos, porque elles o conduzram em linha recta
legislalura.
Eu l o encontre pouco depois e elle me
inspirou sympalhia precisamente por causa da
lula desigual que ambos haramos sustentado
contra a sorle. [Applausos.] Elle saba j contar
una anedocla lo bem como hoje ; pod3 vencer
a qualquer rapaz as corridas a p, as lulas, nos
brinquedos, c gauhava mais bebidas do que to-
dos os seus camaradas reunidos. (Riso). A digni-
dades e imparcialidade cen que eile presidia urna
corrida de cavallos ou um combato de socos Ihe
valiaru os elogios de lodos os assislenlcs.
Um oulro demcrata traca com a penna um
retrato de Mr. Lincoln o qua'l tern alguma seme-
Ihauca com a viva discripgo sabida da Docca de
Mr. Douglas, mas que como esla nao deve ser
aceita sem reserva.
Tem-se procurado, escreve elle, descubrir
desde que pocha elle chamado no Illinois o
honrado velho Abe (abreviatura do Abraham);
mas embad* Elle era assim conhecido entre o
povo, para o qual linha sempre em reserva as
mais engragadas anedoclas, acontecendo-lhe pas-
sarnnies uileiras a divertir .i...tu .....j., acuelles
quegoslam de tal genero de conversago.
Ura dia, sendo elle membro da legislatura
do Illinois, discutia-se havia mullos das, sem
resultado, um bil que linha toda a probabilidade
de passar.apezar da opposigo do partido de Lin-
conln, e porteiro linha por ordera superior fe-
chado as portas da cmara para abrigar os legis-
ladores a votarera n'aquelle dia; M. Lincoln,
vendo que hauia justamente o numero legal pa-
ra passar o bil, sahio pela janella e tornou com
a sua ausencia irapossivel o escrutinio.
Eis agora um qii3dro tragado pela mo amiga
de um dos allegados da cenvengo da Chicago,
encarregado de ir ohcialmenle "participar a II.
Lincoln a sua nomeaco. Tinha ello recebido pe-
lo telegrapho a noticia inesperada desla nomea-
co, e conta-se que, dominando o sentimento
de sorpresa e alegra que devia causar-lhe, mel-
leu Iranquiliamante o despacho na algibeira di-
zendo : Eis urna cousa que vai causar algn
prazer Mme. Lincoln.
Logo que chegmos Springfield, escreve o
delegado da convengo, dirigimo-nos residen-
ca de M. Lincoln, urna grande casa de dous an-
dares que domina todas as outras das vizinhan-
gas. Urna pyrannde do Larris do alcatrao arda
dianle da casa ; dous pegenos Lincoln se li-
nham empoleirado em urna das vigas da estaca-
da o urna muliido de vizinhos euchia a ra
para lomar parto na fesla M. Lincoln infor-
mado da nossa chegada, eslave em p porta
do salao e em um momento vio-se rodeado dos
membros do Comit, bem como dos convidado?...
E um hornera de seis ps c irez pollegadas in-
glezas, de lalhe elevado e delicado, mas pe fal-
tamente direito. -Tem os pomos das faces mu
pronunciados, os olhos de grande dogura, os ca-
bellos caslanhos, e urna expresso de benvola
franqueza em todcs os seus tragos. Responden-
do ao chefa da deputago, elle exprimio-se pau-
sadamente, com voz clara, cora grande dignida-
de, e sem attrahir a menor emoco. Nsomos-
Ihe apresentados, e para cada um de nos leve
um cumprimenlo, urna palavra espirituosa, ura
aperto de mao. Conlou duas ou tres ancdotas
e pareceu desejoso de que todos cslivessera ale-
gres.
Decididamente II. Lincoln costa de contar
ancdotas.
Quanto a M. Hanibal Hamelin, o candidato re-
publicano vice-presidencia, ludo o que temos
ouvido a seu respeito o extracto seguinte de
urna correspondencia dirigida ao Herald de New-
York :
A cscolha de M. Hamln causa grande admi-
ragao alguera pode achar as razoes que militara
em seu favor.
O fado que (aes foram o pasmo e acon-
rusao quo se seguiram nomeago de M. Lin-
coln em Chicago, qne uinguem pareceu inquia-
tar-se cora o que sera a canda do bolelim.
Conheci Ham n ha 20 aunos, quando chegou
anda joven legislalura do Maine. Elle ora en-
lao demcrata e o chamavam o negro Hamlin
por causa de sua cor trigueira e dos traeos de sua
physionomia ; dizia-se mesmo meia' voz que
elle linha ura pouco do sangue africano as
veas. Afinal hornera honesto, dotado de urna
bella inteligencia, e se fosse eleito. cumpriria
honrosameule, durante qualro annos. a grande
cadeira do estado do senado.
Se ha caricatura nestes daguerreotypos sao
elles em muitos pontos quadros de coslumes c
de historia.
No meeling de reclificaco das duas candida-
turas, reunido em New-York, trouxeram solem-
nemente urna viga de madeira esquadrnhada,
dizem, por M. Lincoln no principio do sua car-
reira, aOm de moslrar-se s classes operaras
que elle fora um dos seus e que o hornera que
comega por ser marcenciro podo aeabarporser
presidente da Uno. Conforme ao goslo innato
do povo americano para os appellidos. as divi-
sas e os trocadilhos lirados do nome da historia
ou do physico dos homens pblicos, as bandei-
ras das procissoes linham as inscripces : O
reino e honrado Abe ; Abe o matador do Gi-
gante ( ( Douglass ). O alio, o magro Abe.
o orador do meling comegou o seu panogyrico
cora estas palnvras bblicas : Bemdilos sero
aquclles que vivem no seto de Abrahao. o
Qual das cinco candidaturas que temos pas-
sado em revista que parece destinada a reunir
maior ncraero de votos
E' evidentemente a de M. Lincoln, se o partido
demcrata continuar dividido. Sen. esta diviso,
M. Lincoln nao obter numero de votos do que
obteye o coronel Fremoot, candidato do mesmo
parlido era 1856. Dissemos que es republicanos
era abolicionistas disfargados.
Ellos prolestam. com effeito, o seu respeito
legal pela instituico servil nos limites em que
existe. Mas M. Lincoln deixou escapar o peusa-
raenlo do seu parlido era urna carta que dirigi
no mez de abril ultimo ao Comit, de Boston,
instituido para celebrar oanniversario do nasci-
menu de Jefferson : A democracia hoje, es-
crevia elle tem a liberdade de um hornera era
nada quando esta se acha era confleto cora o di-
rcito de propriedade de um oulro hornera. Os
republicanos, ao contraro, sao ao mesmo lempo
pelo hornera e pelo dollar... mas em caso de
conflicto o hornera antes do dollar. Ha com-
pensagoes Desle mundo, e aquclle que nao quer
ser csciavo deve consentir em nao ter escravos.
Aquelles que negam liberdade aos outros nao a
merecem para si, e sob um Dos justo nao podem
conserva-la muilo tempo.
E' urna bella linguigem, mas lambem urna
declarago de guerra aos estados do sul, o os
jornaes destes estados nao perderam a occasio
de consigna-la e po-la era relevo.
Parar conjurar o perigo da eleico de M. Lin-
coln flzeram-se tentativas a restab'elecer a uno
entre os demcratas do norte e do sul, procu-
rando faze-los abandouar os scus dous candida-
tos acluaes e escollier um lerceiro. Mas essas
tentativas nao surdiram effeito at o presente.
O maire de Nw-York, M. Fernando VVood, par-
tidista de M. Breckenridge fez urna outra pro-
posta : que cada um dos dous candidatos de-
mcratas se aprsenle s nos Estados onde seja
mais forte. Assim, dis elle, nao haja bolelins
Douglas espalhados no sul, nem bolelins Brec-
kenridge espalhados no norte. Desla maneira
obturemos seguramente urna maioria democr-
tica nos collegios eleitoraes, e so esla maioria
nao pudor conceutrar-se em um ou em oulio,
poder faze-lo em um lerceiro candidato.*
Para comprehender esta proposla preciso
recordar que o presidenlo eleito, nao pelo po-
vo, mas por eleitores presidenciaes que rece-
ben! ordinariamente do povo um mandato im-
perativo,
Na combinaco de Mr. Wood esse mandato se
tornara facultativo, e poderia dar eleigo o
carcter de um desledlo imprevisto.
Afinal, admilliudo mesmo que nenhum accor-
do ao eslabeleca entre os demcratas, M. Lincoln
lera muila dilficuldade era obter a maioria de
eleitores uecessaria para urna nomeaco directa;
e ueste caso a eleigo ser enviaja* cmara
dos representantes, onde as difficuldddes nao
sero menores. Com eifeilo, a cmara deve es-
collier entre os tres caodidalos mais volados ;
seus votos se contara por Estado e nao indivi-
dualmente, e a maioria dos Estadjs da Uno
decide da escolha.
Ora, se o partido republicano tem maioria de
votos na cmara, nao a lera nos Estados. Pode-
ria, pois, dar-se o caso do que os dous partidos
fossem obrigados a abdicar mutuamente a acei-
tar por comprornisso o terceiro candidato que
ser ou M. Breckenrigde ou M. Bell. Se a c-
mara nao chegar a um accordo antes de 4 de
marco de 1S61 ( e o que acontecera se o ler-
ceiro candidato fosse M. Breckenridge, que os
republicanos jamis aceilaro ) o senado entre-
gara o governo da repblica ao vice-presidenle
eleito, se houvessc um que tivesse oblido a maio-
ria dos sufTragios, ou, no caso contrario, a um
dos dous candidatos que tivesse reunido maior
numero de votos. Nesto ultimo caso o sen ido
elegera de preferencia o general Lae substituto
di M. Breckenridge se fosse elle um dos dous
candidatos mais votados.
Mas qualquer que seja a hypothese que se
realise, ha um fado novo e importante quo me-
rece ser consignado, que os escravistas do sul
nao fallara mais em romper a Uno Federal no
caso de ser eleilo M. Lincoln, como o faziam ha
4 annos a respeilo do coronel Fremoni.
Os clamores e as ameacaa levantadas ento, e
lanas vezes renovadas, "depois cessaram como
por encauto.
Nao se falla mais no plano da ConfcJeraco
meridional traga-o por M. Yancey e apoiado pelo
govornador jWise, da Virginia. A promptidao
com que todos esses rumores cessaram devida
a muitas causas. Evocando constantemente o
fantasma da desunio aos ollus dos seus adver-
sarios, o sul ourava raois por calculo do que por
paixo.
Illudio-se, porm, em seus planos, dando lu-
gar apparico no paiz de um inmenso protes-
to, do qual nasceu o partido dos unionistas na-
cionaes. Comprehendeu ento que tinha ido
muilo alm, e recolheu-so aos bastidores.
Entretanto, o que havia de sincero era suas
pprehensoes acalmou-se pela refiexo e por
urna apreciago malhematica da situa:ao, culos
elementos se acham combinados de maneira a
tranquillisar igualmente todos os partidos.
Com elfeilo, qualquer que seja o presidente
eleilo, elles [os escravistas), sero derrotados, ou
pela maioria Jo senado, se o presidente for repu-
blicano como M. Lincoln, ou pela maioria repu-
blicana da cmara se for demcrata como M.
Douglas, M. Breckenridge, o general Lae ou o
general Houslon ; ou pelas duas cmaras do con-
gresso se for ic7 unionista como M. Dell. Em
caso algum o norte e o sul tem a reciar urna
medida extrema : e toda a differenca entre o
triumpho de uus ea derrota de outros", ser urna
queslao do tendencia, de lugar e de affeiges.
E' quanto basta para estimular os interessea pu-
blicados e privados ; nao porum sulficiente pa-
ra po-los em alarma.
[Presse.j
Eis o discurso pronunciado pelo Sr. Dopin,
presidente do comido agrcola da sob-prefeilura
de Clamecy, na reunio desse comido que le-
ve lugar em Varzy domingo 2 de setembro do
1660.
Meus compatriotas e mais senhores :
Segundo o costume cujo primeiro exemplo foi
dado por nosso comido, inauguramos os nossos
Irabalhos indo assislir ao olficio divino e dando
aegesdegragas ao Dos Creador cujos benceios
a agricultura acaba de colher.
Foi esse Dos, pai de lodos os homens, cuja
voz se fez ouvir no coracao do nosso imperador;
quando ao receber a primeira noticia da malan-
ga dos christos do Lbano, partilhando como
chefe do estado a indignago que senta a nago
inleira, tomn immedialament* a resolucAo de
reprimir aquelles crmes de um fanatismo* feroz
e sanguinario ; devingar as affrontas feltas hu-
mamdade que nesse paiz infeliz s enconirou
um defensor no magnnimo Abd-elKader ; de
restituir a energa aos principios do direito d;is
gentes, violados em os consulados europeos, e
mostrar ao Oriente que o braco da Franga nunca
deixou de ser um braco protector.
Foi ouvido o appello feilo pelo nosso governo
outras potencias (1) : erara inopportunas as
excepgoes dilatorias, o nao podiam prevalecer
(2) ; a expedigao foi resolvida de commum ic-
cordo (3). Immediatamente o nosso contingente
desoldados, acompanhado de irmas da canda-
do, fez-sc vela. Nao sei quera nos ajudar ;
mas se nao formos os nicos, teremos sempre a
honra de termos sido os primeiros I
Expedicao generosa I na qual as potencias
contratantes nao pretendem obter ranlagem al-
guma exclusiva e pessoal, mas cujo ullimo fim
deve sercomtudo alcangar que de conformidade
com as promessas solemnes do successor de Ma-
homet, adoplem-se medidas serias e eflicazes
para a futura seguranga e melhora da sorte das
populagoes chrislas de todo rito no imperio oi-
lomano. (4)
Assim, nossos soldados, partindo para a Sy-
ria, vo reconduzir ao Oriente e prestigio desin-
(1) Carta do Sr. Thouvenel, ministro dos ne-
gocios estrangeiros.
(2) A pastoral do hispo de Montpellier allude a
isso rocommendando urna collecla para os chris-
tos do Libano ; preciso ser o que nos outros
Francezes nao somos era nunca tomos nara
assim engenhar-se em procurar o melhor pro-
veilo de um mercantilismo odioso, ostabelecendo
a desharmonia entre as potencias europeas- e
adiando a represso dessas infamias, em perico
de ver esgotarse as veias de um povo chns-
, lao o pouco saugue que lhes deixaram seus al-
gozes.
(31 Protocolo de 3 de agosto.
i (*) Segundo protocolo de 3 de agosto.
teressado, porm glorioso, do nome francez (5).
Esse canto de parlido, que apenas era um estri-
bilho de familia, um romancero de cavallaria,
torna-se de hoje em diante um canto nacional, o
na ida como na volla.. pensando na mi do prin-
cipe imperial, sua graciosa imperatriz, e no au-
gusto chefe que lo poderosamente os c.omman-
dava em Solferino, os nossos bravos poder
cantar cm coro :
Amor mais bella I
Honra ao mais valenle 1
Ao mesmo lempo que o imperador emprega
seus cuidados era os nossos negocios exteriores,
sua soiicitude nao menor pelo que diz respeito
prosperdade ialeror da Franga ao seu
desenvolviraento moral e ao crescimenio de seus
recursos, que anda teem immenso progresso que
fazer.
Hi nisso, escrevia elle ha pouco ao seu era-
baixador (6), ha nisso um vasto campo para mi-
nha ambico, o qual sufficienie para salu-
faze-la.
Assim, o mais caro pensamento do imperador,
toda a sua mira, c inaugurar urna nova era de
paz.
A exposigao agrcola de 1860, realisada por
suas ordens, offereceu o mais bello espectculo,
e deu os resultados mais lisongeiros.
Pelos cuidados de um ministro hbil om a-
proveitar e animar as conc.epcoes uteis, e cora o
auxilio aclivo c inlellgente do"s membros da so-
ciedade imperial e central do agricultura da
Franga. o palacio da industria vio reunidos cm^
seu recinto e em suas dependencias mais de 700 /
garanhes e juineulos de todas as ragas (7) com^
ura sqppleraenlo de alguns individuos mais es-
limados da especie asinina e tunar ; na especie
bovina, 1,443 individuos, entre os quaes se no-
lava por todas as qualidades que reconimen-
dara-na e distinguen)-na, a nossa bella raca ni-
verneza-charolleza (8) ; na especie ovelum,
1,125: na especie porciua, 235 ; nos aniraaes
domsticos, 721 lotes.
Os productos da agricultura, exposlos no an-
dar superior, offeredam pela Franga 3,060 amos-
tras, e pelas colonias, inclusive Algor, 3,201 ; ao
lodo 6,861 colleccoes diversas.
As machinas e instrumentos agrcolas, arru-
mados fora como um parque de arlilharia, com-
prehendiam 3,976 arligos.
Vio-se com salisfaco que ponto o genio e a
allenco dos mecnicos ha via m nestes ltimos
lempos multiplicado as invenges e os aperfei-
ooaraentos para olferecerem aos agricultores a-
juelies auxiliares poderosos que a proporjo
que se diffuodir o seu uso, suppriro a falta "do
bragos de que se queixiai geralmenle, e forne-
eero aquellos que souberem emprega-los com
inlelligoncia agentes doceis que nunca respon-
den) malcriares a seus araos e que nao amea-
gam deixar o irabalho no momento em que elle
mais urge e em que reconhecem que se precisa
mais delles.
O imperador visitou por diversas vezes a ex-
posigao. Os cavallos foram de sua parlo o ob-
jecto ao mais serio exime. Em sua visita s
machinas agrcolas, viram-no parar dianle do
tuJo quinto mereca xar a sua allenco, dis-
tribuir a proposito os elogios c animacoes, e or-
denar immediatamente que fossem "compradas
para as suas fdzendas modelo as que paredaa,
mais engenhosas e de que se podia esperar mais
ulilidade.
Eulre todas as machinas, as que excitaran) em
mais alto grao o interesse e a curiosidade do
publico, foram as segadoras e as ceifado-
ras.
Quando pela primeira vez fallou-se em Fran-
ca, ha alguns anuos, da possibilidade de enipre-
gar nos irabalhos campestres machinas capazos
de lavrar a ierra, segar os prados, ceifar os ce-
roaos, s encoutrou-se a duvlda e a ncredu,-
Iidade.
Mas depois fallaram os fados. Hoje as segado-
ras e ceifadoras, receberam, tanto na Inglaterra
como em Franca, urna tal s.mcco pralica, que
comegam a ser altamente apreciadas. Aim do
convencer os incrdulos e lodos de S. Thom da
agricultura, que antes de crer querem ver, orde-
nou o ^imperador que as segadoras, levadas
ezposico, trabalhassem era sua herdadu impe-
rial de Vincennes.
Assisti a esse concurso, e admirei-me da regu-
larijade e da rapidez com que as principaes ma-
chinas, as que obliveram os primeiros premios.
pro varara que os liaviam juslameute mere-
cido.
A demora que aschuvas causarara este anuo
aos Irabalhos da sega, nao permiltio eulo quo
: so. experiinenlassem as segadoras ; ni s o impera-
j dor quiz que se repellsso a experiencia em sua
presenca nos primeiros dias de agosto no seu do-
1 minio ue Fouilleuse.
leudo ebegado ao lugar as Ircs horas, S. M.
I ah ficou ate s cinco e seguio por diversas ve-
; zes c com o interesse mais visivel e constante o
irabalho de cada machina. Essas experiencias
continuaran) por alguns das de um modo satis-
factorio era presenca de um uumeroso publico e
de um sabio jury cojas conclusoes foram comple-
tamente favoraves.
Assim, pode-se dizer que o problema esl re-
sollido ; e medante alguns aperfeigoamentos
entrevistos e assiguados, licito crer que essas
engenhosas machinas nao lardaran enlrar na pra-
lica e generalisar-se.
O tratado de commercio com a Inglaterra fez
muilo barulho !___
Quem de vos nao ouvio fallar delle ?___ Nao
quero aualysar aqu ludo quanto dsseram, uus
para exalta-lo com enthusiasmo e predizer os
mais felizes resultados; outros para deduzirem
com amargura os pronsticos mais snislros. Uns
o outros, amigos ouno dosyslema protector (9),
foram cerlarneiite longe de mais, pois a verJade
nunca est nos estrenaos. Quanto a mim, faco
os votos mais sinceros para que as vantagens q*e
esperara dessa ousada negociago, excedam os
inconvenientes que se receiam.
Em lodo o caso a agricultura nao teve de con-
ceber as mesmas apprehenses que a industria.
Anida que irmas e muitas vezes solidarias, suas
condicoes de existencia nao sao as mesmas. As
charras nao param cora lana faclidade como
as canilhas das fiacoes. Temos o nosso solo, pos-
suimo-lo em toda a liDerdade, continuemos a
, bem culliva-lo. Conservemos c animemos os
nossos comicios agrcolas; imitemos aquelle agri-
cultor jubilado, cuja recente peda tanto deplora-
mos (10), que a lanas qualidades eminentes quo
(a) Pois era toda a parte onde se t hoje
passar a bandera da Franga, as nagos sabem
que ha urna grande causa que a precede c um
grande povo que a segu. Admiravels pala-
vras dirigidas pelo imperador tropas do campo
de Chalons em 7 de agosto.)
(6) Carla de 27 de julho ao conde de Per-
signy.
(7) Agitaram-se questoes importantes a res-
peito da especie cavallar; da excessiva predi-
lecgo pelos coreis da remonta ; do rgimen das
coudelarias ejumenlarias. Essas quesies, sus-
cita las por occasio de una petigo dirigida ao
senado, do lugar a um nota*el relatorio do Sr.
general marquez de Grouchy e a discursos de
alguns senadores.
(8) Os nossos compalriolas obtiveram grande
numero de premios. Por cavallos, os Srs. de
Champigny, Chapuiso Seclerc de Juvigny ; e pe-
li raga bovina, os Srs. Bellard, Bernard Irmos e
Lequicn. os condes de Bomll e Benoit d'Azy c
os Srs Doury, Andebal e Tiersonnier.
(9) Nao se irritem os senhores economistas de
profisso. Estimo sua sciencia a cortos respei-
tos, mas sera parlilhar a sua predilecgo em ou-
tros pontos, e eu appropriar-me-hia de boa ron-
tade destas palavras que lhes diriga um delles
em seu propno jornal, dzendo ; goslo da econo-
ma poltica e creio mu sinceramente nos servi-
C.T'.e. l ""Tsl0ll> Pres'a e ha de prestar.
<


Mas eu nao creio, como parecem suppor a cer-
tos annos a esta parte, que toda a economa
polUica esleja na livre troca : uma das ques-
toes da sciencia ; nao toda a sciencia. Se
loda a economa poltica se encerrasse nisso,
nao teria mais razo de ser desde o da em quo
a livre troca se eslabelesse em lodos os poros ;
teria enlo terminado a sua carreira, e achar-
se-hia seus objeclos. (Carla do Sr. Ch. Paol-
mier, anligo deputado, inserta no Jornal dos
Economistas e reproduzida no Monitor Industrial
em junho de 1860.
(10) O Sr. Frauier, cavallero da Leg'o do
Honra, fallecido em Varzy a 14 deste mez, depois
de ter sido por quinze annos maire desta cidado
o por oulros quinze annos juiz de paz de Canto.
Excellente cidado, verdadeiro homem de hero,
deixou aps sua morte saudades universaes que
eu vivamente partilho como seu prente e seu
mais antigo amigo.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO 1
-**>m*-+"
MUTILADO
....-- ..,,...


DIARIO DE Im?AIIBUCO. SABBADO 30 DE OUTl/WO DE 1860.
W
Czeram-no estimar entre nos, reama o mrito de
cultivar com tanta inteligencia como felicidade
os bellos e productivos dominios gdc Thy e de
Thurillon.
Focamos como elle : em vez de afrouxar, Ira-
balhemos mais que nuoca em augmentar o valor
c o producto de nossas Ierras. Sen receiar ex-
cessiva concurrencia dos trigos eslrangeiros, nao
nos ponhamos sob sua dependencia ; mas procu-
remos produzir, nao s pare o povo de Franca,
nao s o uecessarin, mas tanto quanto podermos,
c deixeraos a Inglaterra com seus numerosos na-
vios o prnzer de comprar todos os anuos a som-
ma de 200 milhoes de cereaes ao estrangeiro
alim de completar o abostecimento de seus ci-
dados.
Cornliido nao posso deixar de fazer em vossa
presenca urna reflcxo acerca da singular condi-
co que certos duulorcs quereriam dar a nossa
agricultura.
no momento em que ludo encarece em torno
dola, quando o proco da mo d'obra loni quasi
dobrado que julgam-na obrigada a fornecer tudo
porprecos baixos quelles que Ihe venden tudo
por altos pregos.
Isso recorda-me a anedocta de um candidato
quo fallando a eleitores, meio agricultores, meio
cidados, acariciava uns e outros dizendo-lhes"
que ora preciso :
Dar-nos trigo caro e pao barato.
Isso nao pode ser Nao pois justo que o agri-
cultor, proprietario ou rendeiro, tenha algum lu-
cro, como qualquer outro productor, se nao que-
rco desanima-lo ? Nao talle o trabalho, eis o
essoncial.
Sendo bom o salario, o jornaleiro lera sempre
com que allimentar-se.
A vida barata, como predizem esses senliores
c urna burla [II). E um engodo que a nova es-
cola aprsenla ao consumidor, como oulr'ora cer-
tos depuradas da opposico acariciaran) o con-
tribuinle fallando incessaiitemenle^da desappai-
cao do imposto, e nos "ovemos baratos.... Em
.vez dessa vida, tudo nunca deixou de encarecer
depois como antes do tratado. A agricultura
tambem sotTrc a repercusso. e apezar disso
preciso que aquellos que cultivam a ierra achem
no lucro de seus productos com que pagar o im-
posto, o aliiguel e alimentar seus proprios obrei-
ros, cojo trabalho lo rude e cuja sobriedade
toperfeita.
Quanto ao mais, o governo, que ama a agri-
cultura o que por ella c amado, reconbeceu per-
fcitamentfi quanto importava Iranquillisa-la con-
tra o terror que procuravam inspirar-lhe : cea
isso que se devo attribuir differentes medidas
que assignalarara este auno os actos da legisla-
tura e da administrarlo. Por exemplo :
l.'A lei sobre o esgotamenlo dos pantanos mu-
nicipaes, escolente por toda parte onde os Ierre
nos esgotados provarem por un valor nolavel-
mente superior ao dinheiro que se hoover gasto,
que ellos moreciam realmente ser esgotados.
2." Oulra lei sobre o replantio das monlanhas
( salvo certas questes de pastagens e de nro-
priedade ) deve produzir bons resultados,
foito. porem, dessa lei (assim o exige a torca
das cousas) s se far sentir para o futuro. As-
sim applicaram-lhe estes verso:
oos descendentes llie deverao esta som-
bra :
3." A disposigo legislativa que permitlio a
livre exportarlo das corliras compensar a ma-
deira da depreciaco quo a penuria das forjas e
o concurrencia immoderada do carvao de pedra
nmeagavan fazer pezar sobre esse grande ve-
getal."
4." E' preciso citar em im e principalmente o
annunrin de grandes molhoramentos as vias de
communicagao por trra e por agoa, a compra
do* canaes, a diminuigo ou al a suppresso
das tarifas da navegacao, e o faziment" de no-
ves caminaos de forro nos lugares que os nao
tero, e que por isso consorvam-se n'urn estado
dora dente.
Este ultimo ponto, senhores, nos iuteressa
muito para que nao nos demoremos um instante
quan lo delle se trata.
Nivre, situada no ponto mais central da
Franca, queixava-se ha muito de ter sido es-
qooctda no quadro dos caminhos de ferro de
Pars Lyon por Dijon, e de Pars a Moulins
por Bourges. E*ses dous caminhos descrevem
em torno dola dous simi-circulos que parecem
ter sido preferidos apenas para illudir a linlia
recta, a que deviam entretanto a preferencia, se
a intriga o misoraveis quesles de influencia
parlamentar c de maioria as cmaras nao li-
resse decidido o contrario.
A deputicao de Nivre debalde reclamara con-
tra scmelha'nte njuslica. Desde 1852, e por dif-
ferontos rezos, o conselho goral de Nivre diri-
gir ao governo vivas reclamacoes por delibe-
rarles urgentes cujo rodador e orgo era seu
presidente, o baro Carlos Dupin.
Essas tentativas nao foram infrucliforas, pois
em 1859 o governo resolver o fazimento de um
caminho que prolongava o ramal de Auxerre at
Clamecv.
Essa rcsolugo ficou. porm, sem efTeito pela
resistencia do represenlaat-! da companhia de
Lyon ao Mediterrneo que nao se julgava suffi
cientomente autorisado a conclui-la.
. Em 1860, reanimaran!-se todas as nossas es-
peranzas primeifa noticia de urna rede comple-
mentar dos caminhos de ferro Yonne agilou-se
tanto quanto Nivre ; Auxerre e Nevers deram-
se as mos ; a cidade de Troyes manifoslou o
desejo do. entrar em li'iha com nosco Estabele-
ceram-se commissoes locaes em Nivre, Yonne
6 Aube : o consolos municipaes emiltiram
votos unnimes, c reunio-se urna commissao
central em Auxerre sub a presidencia de um
intelligente o hbil administrador, o Sr. barao
Marlineau-Deschenez.
Reolveu a commissao central que una depu-
taco tirada dos tres departamentos, (osse man-
dila a Paris alim de sollicitar a alta prolecco
do Sr. ministro das obras publicas, e fazer no
inleresse da obracommum lodas as diligencias
necessarias
A doputaco. composla dos Srs, mairex de
Auxerre, Nevers, Troyes, Clamecy e Avallon,
fui apresentada em 22 de julho ni audiencia do
ministro pelos Srs. Dupin c Larabit, senadores,
Le Pelotier d'Aumay e Richard de Montjoyeux,
dopulados por Nivre, d'Urmano e Lecomte, de-
putados por Yonne.
0 ministro recebeu-nos cora agrado; lem-
brou-nos que o caminho de ferro de Auxerre a
Nevers com um ramal para Avallon j tinlia
chamado a sua alinelo, e quo por urna deeisao
rcenle, em conseque.neia de um relalorio do Sr.
inspector geral Busche, remetiera o projecto ao
conselho superior das pontes c calcadas para ler
o seu parecer. O ministro accrescenlou que Ihe
parcela evidente a utilidado publica do caminho
projectado, o que era para elle a quesillo prin-
cipal, Lima vez estabelecida, a queslo secun-
d tria de concessao seria fcil e felizmente re-
solvida, sem embargo do que podesse acontecer.
Quanto a linda de Auxerre a Troyes, o ministro
pareceu ter o mesmo inleresse; mas observou
que os documentos e esse resoeilo eram menos
complot >s, e pedio novas Informaces que nao
deixaram de Ihe ser fornecidas brevemente.
Depois dessa audiencia, tenao elTeciivamentc
o conselho de ponles e calgadas eraillido urna
opinio fovoravel. orlenou o ministro que se
completassom os esludos em toda a linha, os
qoaes coofiou ao Sr. Adolfo Boucanmont, cujo
talento e zelo sao igualmente conhecidos
Indopendenlemenledesses esludos, vai-se es-
tillar tambem a queslo do Irafego, e seu resul-
iado provar que Paris tem tanto inleresse como
nos no promdto estabelocimenlo dessa via rpi-
da ; pois, com o auxilio desso caminho, a ca-
pital pr-se-hi em contacto immediato com um
dos seus maiores centros de abastecimento de
carvao, madeira, cortica, vinhos, gado, produc-
tos melallurgicos e podras de construego de
todos os lamanhos c da melhor qualidade.
O Sr. Delangle que a depulaco tambem visi-
tn, promelleu-lhe, como lho de Nivre, seu
auxilio para a prompta excorio do projeclo.
Eis, meus Ilustres concidad'os, em que estado
nos acharaos acerca desse ponto to importante
para o futuro de nosso paiz. Esse caminho,
depois de concluido, abrir um trajelo em dia-
gonal no corceo da Franga, ligar as duas
grandes linhas de Paris a Lyon, de Paris a Cler-
mnnl, e ha de por o arsenal central de Bourges
cm prompta e fcil communicagao com a Cham-
panha por Nevers, Gurigny, Auxerre e Troyes :
eis os signaos de utilidado geral. Tudo nos dei-
xa pois esperar que a queslo lera brevemente
urna soluco satisfactoria e definitiva.
Vira o imperador 1
__________(Moniteur Universel.H. Duperron.)
(11) Vtde a esle rospoilo (a vida barata) um
ortigo muito espirituoso e atilado do Sr. Saint-
Mire Girardin, inserto, porm com dilflculdada,
no Journal des Debat de 84 de marco de 1860.
INTERIOR.
HIO DE JANEIRO
5 de oulubro de 1860.
A primeira sesso do conselho administrativo
da Imperial Sociedade Amante da Instrucc.no te-
ve lugar no dia 3 do correnle, presidida pelo Sr.
baro de Mau. Esliveram presentes todos os \
membros do referido conselho, e tralou-se do se-
guinle :
Mandouse matricular na aula de S. Pedro de
Alcntara os seguintes meninos :
Joaquira, (litio do Sr. Pacifico Antonio dePai-
va ; Jos Marcelino, ni lio de D. Francisca Anto-
nia dos Santos ; Francisco, pupillodo Sr. Servulo
Brrelo Monteiro.
Foi administrado do collegio das orphaas
para informar o requerimento de D. Isabel Jose-
pha Mancebo, pedindo licenga para quo sua fi-
lha Francisca, alumna interna do referido col-
legio, passe em sua companhia alguns dias.
Foram eleitos para as seguintes commisscs
os senhores :
Proposlas.
Dr. Nazareih, coronel Beaurepaire Rohan e Dr.
Joo Ricardo.
Aulas.
Albano Cordeiro, Camillo Menczes o Dr. Dias
da Cruz.
Contas.
Dias Moreira, general Bitlencourt e Diogo Mo-
reira.
O Sr. general Bitlencourt em termos os mais
expressivos agradeceu ao conselho o titulo de
socio benemrito e presidente honorario, que l-
timamente Ihe conferio.
Approvaram-se os seguintes requerimenlos :
1." Que se pedisse ao governo imperial a con-
cessao de urna penna d'.-igua para uso do colle-
gio das orphaas, (cando o thesoureiro autorisado
pagar as despezas necessarias para esse fira, e
administradlo do collegio a eniendcr-se com o
proprietario do predio ;
2." Que se olBciasse commissao nomeada pa-
ra a reforma dos estatutos, pedindo urgencia na
conclusao desse trabalho ;
3." Que fosse o Sr. thesoureiro da sociedade
autorisado pagar as dospezas que ainda o nao
liverem sido, relativas s obras necessarias na
casa destinada para a aula de Santa Thercza, as-
sim como fazer'a despeza que for mister com a
pintura da mesma casa, nao excedendo, porm,
a 400.
4. Que se remettesse com urgencia com-
missao de aulas o relalorio lido polo Sr. Coruja
na ultima sesSflO do conselho da administraco
finda.
Q Sr. Dr. Nazareth requereu que so nomeasse
urna commissao encarrogada da soluto final da
queslo entre esta sociedade o a companhia edi-
ficadora Dozo de Agosto ; sendo apoiado e en-
trando o requerimento em discusso, o Sr. Ca-
millo Menezes mandn mesa urna proposta
o'e- I contend ideas tendentes melhor conclusao
' desta importante queslo, o, depois de orares os
Srs. Nazareth, Camillo Menezes, Dr. Azambuja,
Dias da Cruz e Coruja, foi resolvido que cou-
linuasse o Sr. Dias Moreira prestar seus ser-
vicos nesla commissao. Picando o Sr. presidente
autorisado complela-la. Horneando outro meni-
bro.
O Sr. Yaz Guedes, thesoureiro do collegio das
orphaas, parlecipou que o Sr. commendador An-
tonio Jos Alves Souto pagou a despeza do mes-
ino collegio relativa ao mez dejunho ultimo, na
importancia de .'i92#()j0.
Levantou-se a sesso s 8 horas da noite.
No dial.0 do corrente reunio-se o conselho
administrativo da sociedad-i Auxiliadora da In-
dustria Nacional, sol) a presidencia do Sr. con-
selheiro Mariz Sarment, adiando-se presentes os
Srs conselheiros Lourcnro Vianna e Dias do Car-
valho, Drs. Burlamaque, Fausto, Rapaso,Nas-
centes Pinto, Vellez e Souza Rogo, Azevedo, Ru-
bim, Fotnandes da Cunta, Cordeiro o commen-
dador Jos Airosa.
O expediente constou do seguiute :
Carta do Sr. coosclheiro Lilis Pedreira do Cou-
to l'erraz, olerceendo sociedade urna porcao
de plantas de caimas da Bitavia das Antilhas.
produzidas na sua fazenda do Bom-Retiro, si-
tuada entre e Andarahv Grande e o F.ngenho-
tomar-se somente o trabalho do mandar lim-
pa-lo.
Foi ante-hootem preso pelo inspector de
quarteiro da ra da Praia, um individuo que
apresentando-se como pedestre, quera exlor-
quir dinheiro de um malulo pelo mei> ignobil
E assim devia acontecer, porqoe a conciliar^
urna mentira em poltica : e politu"8 1u0 lem
por devisa, por symbolo, interesses mau'ariaes> e
poltica assassina, que mina a sociedado por 8"a
base.
Nao nos previnamos, porm : consinfa o leitor,
do faze-lo passar por trazer comsigo armas de- que eu v devagar, e continu o esludv dos fac-
tezas. | tos, porque a lgica destes invencivel. Temos
O matulo tendo-lhe negado a quanlia de20JOO0 lempo ; a questo grave, nada de improvisos.
que elle pedia, procurou o tal espertalho in-
rroduzir no bolso do mesmo urna faca do ponta;
mas foi presentido neste intento, e seguro antes
de consuma-lo..
A' polica cumpre ser rigorosa para com esse
individuo, para que tenha elle a devida punico,
e nao apparecam imitadores.
Por aviso de 5 do correnle, do ministerio
dos negocios da marinha, foi nomeado o Sr.
primeiro lente da armada Jos Rodrigues de
Souza para comtnandar a companhia de apren-
di/.cs artfices do arsenal do marinha, em subs-
tituirlo ao Sr. segundo tenenle reformado Ma-
nuel Antonio Viegas Jnior, que dignamente
desempenhou este servido desde a creacao da
referida companhia, e que nao pode continuar
nelle por nao ter o posto exigido pelo regula-
mento, sendo que foi nomeado para o lugar de
professor do mesmo arsenal.
O Sr. primeiro tenenle Rodrigues de Souza
um joven offcial, distincto e zeloso, que ha de
desempenhar esta nova commissao com honra,
como tem doserapenhado outras de que lera sido
incumbido.
Iluntem embandeiraram os navios de guerra
nacionaes, e salvou urna hora da tardo a for-
taleza do Brum, por ser o dia do nomo de Sua
Mageslade o Imperador, classiticado como de
pequea gala.
Por communicacoes officiaes do Pi d'Alho
consta que all se acha a forga expedicionaria
do 8o batalho de cac.adores, vinda de uricury,
conduzindo os presos, sem incidente. Em con-
A.
E' bem impertinente a alguem que me lera
procurado incommodar de certo lempo para c,
sempre que se acconde o elemento poltico para
ao depois aquietar-se e dexar-me livre desuas
impertinencias.
Nao lenho a fortuna do conhecer este amigo,
que com tanta arle sabe adogar as suas palavras
para fazer crer polica, quo son criminoso na
provincia do Cear.
En o desojava conhecer, o at o quera mi-
mosiar smenle para ter o prazer de com elle
tomar algumas ligues, c admirar-lhe o genio iu-
triganle o pertinaz.
Seja quera fr, superior mira, porque sem-
pre me alira de emboscada, e to seguro, que
siuto a dor, e nao vejo quera me alira
E' superior mim, porque a minha vida pu-
blica e particular franca e clara como a luz, c
a delle a nao posso ver.
E' superior mim, porque com seus artefactos
rae tem encommodado. e al me obriga fazer
urna descripgo nechrologica de minha vida,quan-
do costume fazer-se depois de morto.
V pois a nechrologia de minha vida para a poli-
ca, feila por mim mesmo, para melhormente
ser sindicado o meu crime.
Nasci na villa do Pilar em 1819, filhos do pas
distinctos por seus coslumcs e moralidade ; criei-
me em Gurinliem Grande al a idade de G an-
aflra de quo a polica, os intrigantes, e os cu-
riosos polticos possam seguros e com franqueza
pesduizar o meu crime; certo do que sem fun-
da-nenio nao me incommodem, porque enlao
cstou resolvido romper a paz e iranquillidade,
que me anima o espirito ha tantos annos, e uzar
o'.o direilo que me cunvier contra o primeiro
aggrTssor de minha honra.
Dimito, 18 do oiitubro do 1860.
Camillo da Silveira Borges Totora Indgena.
Publicaces a pedido.
O NOSSO
COMrROVINCIANO O SR. DR. TRIN-
DADE.
Somente agora e casualmente vcio-nos s maos
o Otario do lio Grande, de 26 de novembro do ad03 no expediente diario-, fosse applicado li-
I a jimilqr>___1______
fc pois, contra i?to que pedimos remeds a
Sr. inspector da thesouraria.
A esse methodo complicado, prolixo, mec-
nico de liscalisaco, nascido de pralicas rulinei-
ras, ou de cogltagesde algum espirito meticu-
loso, substitua o Sr. inspector qualquer sysle-
ma simples, liso e claro de processar os negocios.
_ S. 9. tem estudado sem duvida a fiscalisn-
5*0 era outros paizesprecisamente nos mais
adianlados nesse ohjectoesabe que all se con-
sidera a responsabildade dos empregados tantr
mais eflicaz. quanto menos comparlilhada ; pela
razao de que mais se estada um assumpto pela
especialidade, e contraeco de um ou dous em-
pregados, do que pela interferencia precipitada,
e dislrahida dedez.
Oulra vantagem collvoria ainda o Estado,
seria a do que osse lempo, poupado aos empr'e-
anuo passado, em que toi transcripta pela redac- quidacao e acabamento deservios anteriores..
cao do mosmo Diario a Delicia dada pelo Correxo I Nao lgico, nos parece, cuidar escrupulosa-
do Snl, de Porto-Alegre, de um janlar offertado oon'o dos negocios actuaes qio versam sobre
no dia 15 do referido mez pelo nosso distincto e Pati1c;,s e deixar no p do olvido os anteriores,
talentoso comprovinciano Dr,Jos Mara da Trin-1 tlue onvolvem responsabilidads de milldes.
i ros aonde recebi urna educaco litteraria, e dahi
sequcncia do grande cansaco dos soldados. re-|fuicom cl|,sp3ra a sua grs^e propriedade de-
nominada Gurinhc/.inho por elguns nnos.
solver o commandante da forca, o Sr. major
Joao do Reg Barros, dpmorar-se nessa villa
at o dia 22 do correnle, partindo ao depois pa-
ra esta cidade, onde devora chegar 25 ou 26
do correnle.
Hontem foi o anniversaro do Grande Hos-
pital de Caridade. Pela maulia houve missa
na capella, dila pelo respectivo capollo, qual
assislio S. F.xc. o Sr. presidente da provincia e
sua Broa, familia, o provedor e os domis
mordomos da icmandade da misericordia. As
orphaas quo se acham cargo da mesma
irmandade, formaram o coro de acompanha-
inento.
Aps esso acto S. Exc. percorreu as enferma-
ras do hospital, acompanhado pelas pessoas
presentes, destribmndo aos doenles consolaces
e encorajamento para soffrerem seus males.
Igualmente visitou as obras
Novo.nesta curte, afim deserom pela mesma so- iran^eiros total 118.
Por eonsenlimcrilo delle fui para o Lindo
Agude na provincia do Cear, ondo mo ooeo on.
1839, com a mulher com quera vivo, lillia de
meu to o lenlo coronel Antonio Gomes da Sil-
veira, hornera abastado e importante naquella
provincia.
Em 1833 contratei por escriplura publica com
D: Thereza de Jess Maria, viuva do cap to Jos
Alves Lima, intentar urna accao de escravido
em seu nome contra oitenta e lanos escravos
que haviam se sublevado com a morte de seu ma-
ndo sobte o falso lilulu de haver esle os deixado
livres, sendo a dila I). Maria obrigada pela mes-
ma escriplura dar-me a melado dos escravos
que Ihe locasse depois, quo fosse deduzida a sua
terga.
Neste mesmo anno intenle o libello, como
novas do hospital ()j' conUil os ,n,.SItU)S escravos na villa de S
Pedro II, aulonsando algumas alteracoes no | ltern3rao comarca do
plano da obra, sob proposta do Sr provedor,
que se mostra o mais solicito possivel no en-
grandecimenlo e augmento do estibelecimento
seu cargo ; ficando, porm, a approvacao de-
finitiva dessas alteracoes para hoje, que deve
ter luger urna consulta ao engeuheiro Dr. Ma-
raede.
Encontrando S. Exc. muito mal accommoda-
dos os doudos, resolveu mandar prepaiar quan-
to antes o hospital de Olinda, alim de seren el-
les para all transferidos, aonde tero melhores
accommodacoes e salubridaio.
Mil gracas rendemos esse administrador,
que lano* se desvela pelo allivio dos males da-
quplles sobre quem se acha o pesado fardo da
indigencia. Esse inleresse mais urna prova
da candado quo soo S. Exc. sempro ler para
os necessitados.
O eslabelecimento eslava simples, mas elegan-
temente ornado, e noite foi vizilado por gran-
de parle da nossa populaco.
M.tTADOUltO publico :
Malaram-se no dia 19 do correnle para consu-
mo desta cidade 86 rezes
MRTALIOAPE 00 U(A i") I
Demetrio, pardo, escravo, 10 dias, convulses.
Anacleto, pardo, 16mezes, convulses.
Jos Pereira Vianna, branco, solteiro, 20 annos,
congcslo cerebral.
Maiioel, pardo, 5 annos, phlysica pulmonar
Hospital de caridade. Existem 56 ho-
mens e 54 mulheres nacionaes; 6 homens es-
Aracaly, perante o Dr.
juz municipal Felippe Rolino, constiluindo por
advogado da dila viuva ao Dr. Theopliilo Rulino
Bezem de Menezes.
Disculindo-se plenamente o direito na dita
dade, ao Sr. commendador Arnisaut, a quem
ftVa substituir na inspectora da Ihesouriria de
fazenda da provincia de S. Pedro do Rio Grande
do Sol. Por nossa vez transcrevemos essa no-
ticia : ei-la :
Como promellemos vamos detalladamente
fallar do jantar quo fui florecido ao Sr. corn-
mendador Arnisaut, pelo seu digno substituto o
Sr. Dr. Jos Maria da Trindada; que segundo nos
informara quiz manifestar por esle modo a sntis-
faco quo o acompanhava, por ter encontrado
no caminho da lei a administraco da fazenda
n'esta provincia, que se acha hje sob sua di-
reego.
Assistiram ao banquete os Srs. Drs. Pynda-
hyba de Mallos, eLndgero Goncalves. o Sr. ins-
pector da alfandega d'esla capital, e lodos os em-
gregados da ihesouraria, inciuve o Sr. Dr. Alfou-
o Pereira, seu procurador fiscal.
Tinhara-se feilo outros convites, que foi pre-
ciso sobre oslar na sua exped'ir.io por se conhe-
cer que a sala do hotel Commercin.onde se servio
o jamar, nao admitua mesa superan uu i.nu,
de cincoenla lalheres.
A mesa guarnecida com simplicidade o es-
mero, foi abundan!", variada e bem confoilavel;
durante o fosiim reinou milita ordun e anima-
gao, todos comprasendo-se em mostrar a educa-
gao e cavalheiiismo do que sao doutados.
Diversos brindes foram propostos, c todos
correspondidos com a maior sinceridade c voli-
tado ; entre elles especiahsaremos os seguin-
tes :
Ao Sr. Arnisaut, pela sua feliz administra-
co fiscal, n'esta importante porcao do imperio
brasilciro,
Ao Exm. Sr. censelheiro Anlao, polas sym-
palhias quo ni sabia administraco d'est i pro-
vincia, lem granjeado de todos os rio gran-
denses.
<< ,1o Sr. Dr. TrinJade, pelos seus precedente'
honrosos, e a esperanr.a certa de urna adminiitra-
rao fiscal gloriosa.
Aos benemritos rio grandenses pelo seu
reconhecido genio.
Ao Sr. conselheiro Ferraz, presidente do
conselho de ministros, um dos mais bellos or-
namentos do paiz.
Ao ministerio de 10 de agosto, que promove
0 progresso do Brazil.
Ao integro magistrado, que se acha fren-
te da repartico da polica.
Aos directores, ofBcial-maior da societaria
de oslado, contadores, sub (rectores, e Dr. aju-
danle do procurador fiscal do thesouro na-
cional.
A SS. MM. II. c sua augusta familia.
Emlim, s7 horas e tres quartos estiva (in-
do o banquete, e lodos os convidados acompa-
nliarain o Sr. Arnisaut at sua residencia, viudo
Dirigindo estas considerrtcoos ao hnralo
Sr. inspector da thesouraria, alimentamos- a con-
fianca de que elle as julgar de alg-nm valor, t
que proceder em consequencia. S". S. nos pa-
rece ser um dosses homens que ambicionam un
nome ganho, nao pela somma de annos diarvt
de una mesa do empregado publico, mas pela
ideas que, benficas e progressistis. deixam esse
nome impresso no servico que Ihes loi confiad.
Se errarraos ser mais urna decepeo a so rit-
mar com lautas que Ihe precederam ; mas nssirr
nao deve acontecer O Sr. Dr. TrindaJe, pplo>
contrario, ha do comprehonder que, como a no-
breza'< a inteligencia obriga ; e que nos ou-
lra cousa nao fizemos do cine aponlar-lhe o ter-
reno onde pode olla apparecer, e... com van-
tagem.
aeco, sete ou ol > annos depois, foi proferida
a senteiica contra os escravos, que logo e depois
passoc em julgado.
Con: esla auiondado de cousa julgada, passa-
ram os herdeiros da dila I). Thereza de Jess
Maria minha coiisliluinte, que enlo j havi.i
fallecido, adescreverem os ditos escravos em in-
ventario peraiiie o juz municipal supplente o
capitn Francisco Xavier de Miranda Delinque,
escrivo Antonio Lourengo Malvoira.
Concluido o dito inventario c deduzido o sello
nacional, porque nao haviam herdeiros ascen-
dentes ncm docendentes do casal da dita D.
Thereza, foram paitilhados os escravos com os
h=rdeiros que represoulavam, cabendo a iiiini,
segundo o ohjecto daquclla escriplura, que foi
allendida no inventario, 13 destes escravos, dos
quaes apenas recebi 5 por ordem do juiz e forca i depois trazer sua o Dr. Trindade ; retiran lo-
dos julgados. se todossatiseitos pela urbanidade e frsnquesa
Algum lempo depois que recebi osles escravos que liavia reinada, e regosijando-se por terem
vim com minha [amilia.de muda para esta cida- tao co dialmento correspondido ao convite, que
de por causa de seccas no serto, e ficando na | Ihes fizera o Sr. Dr. Trindade, que por seu turno
ciedade destribuidas pelos Srs. fazendeiros que
as quizerem cultivar.O conselho resolveu que
se agradecosse a ollera.
Carla do Sr. Manoel de Azevedo Barbosa Wer-
neck, de Vassouras, offorecendo quatro barricas
de semcnles de milho prata, de superior quali-
Jado, p.-ir.i snri.ni distribuidas pela sociedade.
O conselho resolveu que se agradecesse a or-
ferta.
Offic+Os dos Srs. Drs. Jos de Calazans Rodri-
gues de Audrade e Paulo Gomes Ribeiro de A-
vollar.agrndecendo o titulo, que a sociedade Ihes
confenu. de membros cITertivos.
OfflciO de Isidoro de Figueiredo, ajudante do
porteiro da sala das scsses da sociedade, pedin-
do ser dispensado desse cargo por achar-se doen-
te.Foi dada a demisso, nonieando-so Helio-
dorn Pereira l.eite para sobstttui-lo.
Foram lidos e approvados os seguintes pare-
ceres :
Da secgao de industria fabril, favor do privi-
legio podido por F. Coignet para a fabricaco de
pedras artificiaos ;
- Da soeco de arles liberaes e mecnicas, con-
tra a concessao do privilegio pedido por Theo-
doro Eiswald, para fabricar machinas de lavar
roupa ;
Da mesma secgao, opinando no m"smo sentido
respeito dos privilegios pedidos para a fabri-
caco de fundos para camas, com molas elsti-
cas, e cpula* para mosquiteiros ;
Da secgao do melhoramcnto das ragas animaes,
dando as razoes por que a sociedade nao pode,
desde j altendor ao pedido feito pelo Sr. Can-
dido Antonio Barcellos, do Rio-Grande do Sul,
relativos alguns anicaes da raga bovina de
Inglaterra ;
Da mesma seccao, declarando que j foram
destribuidos lodos os porcos da raga ingleza de
Beikshire, que a sociedade mandou vir da Eu-
ropa, e por isso nao podem ser at'endidos os
pedidos feilos pelos Srs Froderico G de Albu-
querque, Antonio Loure'ro Gomes iTcapita Jos
Francisco de Souza NVerneck.
Foi approvalo para socio effecliVo, por pro-
poslado Sr. Dr. Nascenles Pintt, o Sr. Manoel
Lopes Pereira Baha.
[Correio Mercantil, do Rio.)
villa de Bananeiras por alguns mozos, em conse-
quencia de haver adoecido minha mulher, aqu
por minha ordom foram vendidos tres dos cincos,
que eram pequeos, Francisco, Manoel, e Roza-
lino.
Em 1815 estando em Alagoa Grande, comar-
ca de Areia, com meus pas, ah recebi em car-
ta foichada a nomeaco de subdelegado do dilo
lugar por portara do Exm. presidente da Para*
hyba Dr. Frederico Carneiro de Campos, o tal
foi a conlianga que inspire! esle presidente, que
depois de haver com elle conversado, me fez a
honra de ordenar-rne por urna circular, para que
as mirih is correspondencias olliciaes fossem fei-
tas directamente com ello, e uo por interme-
dio de auturidodo olgumn.
Em 1817, j morando nesla cidade, fui aqu
nomeado olficial do corpo de poliiia.
Fui logo depois destacado para a villa do Cabo
Xovos horisontes da poltica do Brasil. para olli Pf'-us a"iluo.s v f?"*w rer"
1 liginosos contra o governo, fu restab locer
Na totalidadu dos doenles existem 39 aliena-
dos, sendo 3o mulheres e 9 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo Dr. Sar-
niento Filho, s 7 horas e meia da ma-
nbo, pelo Dr. Dornellas s 7 horas da mnnha,
pelo Dr. Firmo, s 5 horas da tarde de hon-
tem.
Communicados.
i.
Nao um poltico militante o que ora se arroja
esla grande tribuna do Diario de Pernambucr-,
prelondendo, que o ougam ; um observador
ltenlo,que vem irazer o seu bolo para o ediiicio
da opinio. Descancou por annos, porque nao
lhc pareca poltica isso, quo se passava ; e ago-
ra, que os clarins dos vellios chefes conservado-
res convocara os lidadores de outros lempos para
urna revista em ordem de marcha, o soldado
a paz,
PERMBUCO.
e tranqmllidade publica, e dahi fui mandado com
toda a torga que eslava a minha disposicao para
o Bonito, "e dahi para Panol las de Miranda alim
de salvar os habitantes desto lugar dos horrores
que estovara sendo exeeulados por una quadrilha
de salteadores, capitaneado por um lal Moraes, o
outros.
Conseguindo all lambem fazer reslabelecer o
dominio da lei e da paz, retirei-me para esla
cidade, e aqui logo depois fui deinittido com
lembrou-se dos dias passados, reconheceu o lo- quasi todos os meos companheiros do dito corpo,
que... mas, como que desconfa de seus ouvidos. por causada aliorago poltica que apparecera
Illuso ou rcalidade, era assim a chamada de ou- as ideas que professava.
Iras eras, aprsenlo-me. Em 1818. todos os meus companheiros polili-
E porque estas fileiras, admillindo e devendo ros se adiando em movimento armado, fui com
admitlir a disciplina, nao reclamara a obediencia o dezemhargador Nunes Machado mata do Ca-
passiva, eis-me de mo na barretina, perguntando
aos chefes d'onde vera e para ondo vo, afira de
sabormos nos outros da retaguarda, se valere para
o paiz, que os sigamos. Os chefes reservam-se
para a hora da revista ; vamos, entretanto, con-
versando noscorpos de guarda.
O quo se passou, para que os antgos clarins
fossem de novo embocados? Porque nao conti-
nuara os milagros do conciliatorio silencio ? Qual
o Attila, que ameaca de vir malar por urna vez,
cora as pisadas de se ginele de guerra, a verdura
dos nossos campos? Tambem vos, liberaes, lo-
cis as vossas trombetas? J perdestes a f na-
quelle consorcio ministerial do Sr. Souza Franco?
Mas, eu ouco o rebate e nao vejo Attila... Vejo,
que o partido conservador lirada, que vivo, sali-
do esse brado, mas (Ico e ficam muitos na duvi-
da. se o brado veio fura de tempo.
Proponho-rae, pois, esluJar a causa desse
brado ; proponho-me, simples soldado como sou,
fallar aos meus camaradas de tariraba, para
O
tuca, e ah me Tez assumir o 2" commando de
toda a forca do fallecido Joao Roma, que enlo
exercia o commando em chote.
No espaco de i rnezos assisli quasi loJas
as lulas de sanguc que houveram nos diflereotca
pontos desta provincia, e depois da acgo de
Cruangyfu mandado om commissao para o Brojo
da Madre do Deus, aonde pela ultima veza mi-
nha forqa se bateu com a torga do governo, no
lugar denominado Curaos de S. Bento.
Onze mezes eslive em Juremas, com mais ou
menos forca, com relacao aberta cora o capitao
Pedro Ivo, e dahi vim para esta cidade cha-
mado de paz do fallecido Mrquez de Taran, que
logo ao ver-me amnistiou-me, oll'orecendo-ine,
em commissao para o sul, a patente de capitao
do oxercilo.
Finalmente leudo por amor da poltica sacrifi-
cado toda a minha fortuna, tive de procurar um
meio honesto de subsistencia, e enlo dediquei-
me ao esludo da medicina homeopatliica nesla
que, se esse brado o quo eu pens, c o que : cidade, e depois que adquir as necessarias ha-
REVISTA DIARIA-
Municipio do Rio-Formoso.As eleigoes mu-
nicipaes desle municipio dorara o seguinte resul-
tado :
Juizes de paz do Io dislricto.
Jos Antonio Lopes. :...... 850
Thomaz Lint Calilas.........712
Padre Joo Gomes do OHveira.....704
Silvestre Rodrigues Pinto......650
Difoj do T dislricto.
Leandro Jos da Silva Santiago. 301
Joo Benlo de Gouveia.......297
Jos Baptista P3es Barrete......226
Manoel de Mendonga o Silva. 206
Xereadares.
Jos Antonio Lopes.......1729
Leandro Jos da Silva Santiago. 1256
Thomaz Lins Caldas.......; 1252
Padre Joo Gomes de OHveira.....1200
Paulo de Araorim Salgado Jnior. 1196
Joo Antonio Alvos da Silva. ..... 1145
Manoel Teixeira da Molla......1079
Manoel Xavier Paos Brrelo.....1042
Dr. Candido Gongalves da Rocha. 710
No dia 10 do corrate praticou o Sr. Dr.
Cosme de S Pereira a operago das cataratas
no lenle Jos Bernardo Ventura, por meio da
extraccao dellas era ambos os ollios do ope-
rado.
O trabalho da operago correu com toda a re-
gularidade o favoravelmcnte, sera duvida devido
a pericia do operador.
Assislio a operago o Sr. Dr. Pereira de
Brilo
E' bradar em vo, mas sempre fa-lo-
heraos.
Continuara a despejar lixo e immundicia pelo
pateo do Imperador e caes de 22 de novembro,
as raesmas localidades, de que ja havemos tra-
tado.
Nao ser possivel a existencia de urna pro-
videncia, que desavese os taes despojadores?
Parece que seria melhor ensaia-la, do que
affiarigam os nomos dos que o deram, lodos seja-
mos promplos corirsponder-lhe. Nao algo um
grilo de guerra aos liberaes: vou trabalhar na
minha barraca ; cada um trabalhe na sua. Ap-
plaudo o finalisardos lempos da conciliaco, por-
que a concilyico sempre foi para mim a mentira
na poltica, como a tolerancia urna mentira aa
religio. A' seu tempo explicar-me-hei. Por
ora vou buscar no passado a luz para o presente
e para o uluro. O leitor, que aguce a sua allen-
co, porque eu nao fleo pelo meihodo
nh.i humilde propaganda.
Quando baixou ao Inmuto o marquez de Para-
n, estremec. Estremec, porque ia-se um art-
fice poderoso, deixando comecada apenas urna
obra melindrosa. Fui refugiar-mo na imprensa,
e expuz os meus receios. Nao era pnico, o dia
d'hoje di-lo ; e permitliro, que nao s por boa
exposigo de ideas, mas lambem por justa ufana,
eu reate o que tenho dizer, com o queja disse.
O paiz eslava cangado de lular. As compressos
naturalmente exageradas do principio democrti-
co tinham-o fatigado ; e na pugna desesperada
dos campos de Pernambueo os sacerdotes desse
principio cahiram extenuados, e deixaram a lica
franca aos seus adversarios
Estes entendern], e nosso ver, entenderam
bern, que era mister nao dar a mao s tendencias
de syslemalica c desordenada reaccao, e que, de-
pois de lulas tito prolongadas e improficuas para
o paiz, era mister desarreigar as preoecupaces
do passado, e abrir novns caminhos s dos e
tendencias. Proclamaram a poltica de concilia-
g.o dos partidos e dos interesses materiaes.
Os nossos estadistas tiveram medo de politica
de ensato, cousa perigosa sempre, segundo Guisot;
porm aliraram a barra longe de mais ; cm vez
de chamaren) a sua poltica uniapo/ilico de tran-
sio, um calmante pera astutas de hontem, qui-
zerara fazer della um systenia permanente, um
cousa que devesse durar. Ora, passaram-se os
dias, veio o desengao, e eis que esto todos cor-
rendo pralos velhos armazens bellicos, afim de
que sejam polidas as armas en bom estado, e
inulilisadas as que nao se preslam mais ao uso.
bililaces fui para Pedras de Fogo aonde fui no-
meado delegado vaccinador pelos presidentes de
Pernambuco o Parahyba com a gralificaeo de
50J mensaes, por intermedio do esclarecido jnizo
medico do Sr. Dr. Joaquim de Aquino Ponceca,
que enlo era presidente do conselho de hygicne
desta cidade.
De Pedras do Fogo voltei para a cidade de
Goianna, e ah a respectiva cmara municipal
rae deu titulo para medicar todos os doenles da
desla mi-! Santa Casa de Misericordia, lugar quo exerci por
algum lempo, e depois fui tambem por duas
vezes nomeado pela polica para medicar os do-
enles de bexigas, de cujo trabalho fui pago em
parte por ordem do Exm. Sr. Jos Rento da Cu-
nha o Figueiredo ento presidente desta provin-
cia, e o resto na importancia de 300g00, por
aviso imperial, na presidencia do Exm. Sr. Dr.
Portella.
Era 1856, quando enlo o cholera-morbus de-
vaslava a populago da cidade ae Goianna, n.io
quiz paga pelo meu trabalho, antes arrostei to-
da horrorosa quadra medicando a populago com
fortuna, e ento em remuneragao estes servi-
ros fui agraciado por S. M. I. com o habito da
imperial ordem da Rosa.
ltimamente tendo de tratar da educaco de
meus fhos mudoi-mo para a cidade de Olinda,
onde moro ; chegando em fevereiro do correnle
anno, e Iratando-se da eleigao primaria, e nao
havendo aqui pensamento poltico, por affeico
ao Exm. baro da Vera Cruz, concorri com a
dignidade que me propria para seu iriumpho
sem offender pessalmenle.a ninguera.
No enlanto depois de tantos servgos sellados
por actos honrosos do governo imperial, caneado.
tornou-se grato pelas delicadas maneiras e sffa-
tniidade que despendeu para com seus convi-
dados.
Transcrevendoessa noticia temos por (Ira ren-
der una homenagem ao mrito do Ilustre Per-
uainDucaiio, que dlstinguindo-se oor sua inlelli-
gencia, hunestidade e cavalherismo, nao s en-
tre nos, como na coito onde residi cerca do
quatro anuos, fazendo-se ali credor da estima e
consideraco de todos os funecionarios do the-
souro nacional em numero superior a tresentos,
0 de quanias as pessoas com que este ve em re-
taceo, mas ainda na importante provincia de S.
Pedro; onde logo em principio sua chegada j
0 vicloriavam os Rio; Grandenses, sandsndo-o
com o significativo brinde : Ao Sr. Dr. Trin-
d-ida pelos seut prtrinientes honrosos e a esperan-
ra certa de urna adminisirucdo fi-cai Jo.
riosa.
Na verdade nao se enganavam os brioso* Rio
Grandenses, por que o nosso patricio tem con-
firmado por seus actos as nao vulgares qualida-
iles que ornio a sua pessoa. Do Mercantil de
Porto Alegre do 21 de aaoslo do correte anno,
transcrevemos o artigo que se segu, publicado
pela redaeco do mesmo jornal II mozos depois
de observaco aos actos do Sr. Dr Trin lado no
exercicio de sua importante commissao.
Porto Alegre 24 de agosto de 1860o
O servico da thesouraria
Urna das mais fezes reparlicoes existentes
na provincia a Ihesouraria de fazenda: de ha
bstanles annos lera ella lido sua frente, che-
fes to inlelligcnlcs como zelosos, e na actuali-
i dade nada perdeu a tal respeito. O Sr. Dr. Jos
1 Maria da Trindade tem Justificado sua escollia
1 para to importante lugar, mostrando-se ao mes-
mo tempo dedicado aos interesses do fisco, e
respeitador dosdireitos particulares.
Grabas isio a thesouraria do fazenda urna
das reparlicoes, cuja dependencia melhor aceita
o publico, soja por foriieciuientos feilos, sej i por
transacoes de onlre qualquer especie. E' que
corita com a despreocupada imparcialidado do T^t''__-*Accolv
inspector, e com o enrgico impulso, que elle d
ao andamento dos negocios.
Todava existem all tropeos, que um che-
le to intelligente como aquclle deve procurar
quanto antes remover.
Organisado o servico da thesouraria por urna
successo de ordons, dictadas em pocas diver-
sas, e militas dellas tendentes a eslabelecer una
especie de proxilidade no processo de quaesquer
assumptos, resulla doplicaco de servico para os
empregados, e perda de lempo para os particu-
lares.
Especialmente no que diz respeito 41 sec-
cao, temos ouvido qucixas repetidas.
Nao porque nao seja muito laborioso o cliefe
della, e muito habilitados seos subalternos, mas
porque limitada ao carcter de urna fraccin da
contadoria, em lugar do sor urna sucursal della,
lera que sujeilar seu expediento a um duplo
tramite pela mesraa contadoria.
A morle do preto Luiz, nao
est proscripta.
Porque sendo elle assassnado no da 3 de no-
vembro do anno de 1843, anda nao fazem 20 an-
nos segundo foi decidido ou explicado pela accao
de jusliga do conselho de oslado em data d 5
de maio ultimo, quo a sahida do reo uo i^.,.....
de delicio, anda que momentnea altera o prazo
para a prescripgao, porque o art. 273 do regula-
monto n. 120 de 31 de Janeiro de 1842 considera
1 residencia sem ihierrupcio, como condico es-
soncial para que o crime soja prescripto Ora
por todos sabido que Jos de Mello Albuquerque
Monte-negro, alou ao preto Luiz o o drpen lurou
em una Ira ve dentro da casa, e neste estado Ihe
deu com toda a qualidade de instrumentos at
que a pobre victima espirea.
Achava-se no oxorcicio da polica como sub-
perf-ito o lllm. Sr. lente-coronel Joo do S
e Albuquerque, que tendo sciencia do fado, foi
inmediatamente em a dita praia Catuana captu-
rar ao dito Jos do Mello que infelizmente o nao
encontrn ; tratou do instaurar o competente
processo que de faci o inslaurou ; porm lam-
bem voz publica quo passaudo a subperfeitura
ao Sr. Antonio Goncalves de Azevedo, prenlo
do dilo Jos de Mello, ah foi engulido o dito
processo ; porquera nao sei ; e como se livesse
evadido o dilo Mello, viudo de novo morar nesta
freguezia nos ltimos mezes do anno de 1859,
lindo vista do que est decidido a sua nao pres-
crpeo, como declarou o conselho de estado
transcriplo cima.
Eis o hornera que um vento mo conduzio, nao
mais para Caluana e sim para Ponta de Podra,
que antea de ler a infelieidado delle para aqu
chegar. viviam todos pacificamente unidos; eis
a identidade sera dinheiro, que quer calcar a to-
dos debaixo dos ps, intrigando como lem intri-
gado como tem intrigado, quasi que a lodos os
habitantes desta freguezia, insultando al os cos
e a ierra ; gritando a cada momento que a sua
coragem nao est em duvida porque diz que j
o poz cm prjtica, em Nazareth, Boa-Vista ; no
dia 2 de fevereiro como rebelde ; e em Barreiros
aonde cumprio urna sentenga difiniiva e levou
mais dous processos, sendo que ainda um destes
acha-se no tribunal da relacao sob sua deciso,
esle o hornera quo unido com alguns sem coas-
ciencia andam illudindo, afim de obierem de al-
guns habitantes desla freguezia suas assignaturas
para representaren) contra o pacifico subdelega-
1 do, e o professor Jos Francisco de Souza, e por
essa forma menoscabando do tudo at da justica
publica.
Sr. Dr. chefe de polica, por caridade faca ar-
rodar semelhante ti;ie do meio das ovelhas. E.a
bem da justica publica : isto Ihe pede a alma do
prelo que era cunhecido por
Luiz folga semana..
CARTA DE EDICTOS.
cidadao Manoel Fcrreira Acioly, juiz co paz
do segundo auno desta freguezia do S. Jos do
Recife, em exercicio no quarto em virlude da
loi, etc.
Paco saber aos que a presente carta rom, ou
della noticia liverem, em como Jos Dias da
Silva me fez a petico do iheor seguinte :
Diz Jos Dias da Silva, que quer fazer notificar
a Jos Paulo Travasso & Arroda para araigavel-
mente pagar ao supplicanle a quanlia de ris
\1-?510, sendo 2:9769690 is. importancia da
quatro letras vencidas, o 137820 rs. de cont i de
livro e seus juros, requer a v. S. se digno man-
dar fazer a notiicacao requerida para a concilla-
gao com a pena de revelia ; e por que o suppli-
canle se acha ausente requer a V. S., que soja
notificado por carta edict-al, procedendo jusli-
ficaco do eslylo, passaudo a caria com o p;azo
da le. Pedo no lllm. Sr. juiz de paz assim Ihe
delira. E R. M. Jos Dias da Silva.
E mais se nao continha em dita peliciio. na
qual dei o despacho seguinteJustifique. Fre-
guezia de S. Jos do Recife, 15 de cutubro do
Isto seria sempre contrario conveniencia
das partes, alm de ser dispendioso para o Esta-
do, porm muito mais o sendo os negocios da
repartico militar os que solicm aquella inulij
delong.
De facto, ninguem ignora que a expedico
desse servigo devo ser sempre muito rpida, por-
que ou sao militares, que recebem ordens repen-
tinas de marcha, e precisam ajustar contas, on
sao sidos que nao podem ser deiBoradaa, por-
que nenhtim outro recurso os stippr.:, ou sao
prets j vencidos ele etc.
Se fosse possivel combinar a prompiificacao
de taes processos com a brevdade do lempo, de
forma que qualquer delles se decidisse n'ura dia,
em una ou duas horas, nos apenas teamos a
observar o excesso de tramites em referencia
inutilidade delles, o por tanto ao dispendio ocio-
so dos cofres pblicos ; mas que aquella brev-
dade impossivel, sallar aos olhos desde que
tannos o andamento da maior parte dos nego-
cios. Ei-lo:
Io V5o inspectora passando pela secre-
taria.
2. Desta vo contadoria, que 03 remello a
4a seccao.
3 Vollam da 4a secgao para a contadoua.
4. Reniette-os a contadoria secretaria,
que os eleva inspectora. _
5. Descera a thesouraria.
Calculo-ee o tempo material que necessitam
E mais se nao continha no dilo despacho aqui
copiado, em virlude do qual o justificante produ-
zo suas lestemunhas, e em vista dolas dei a
sentcoca do theor seguinte t A' vista do depoi-
I monto de folhas e folhas, julgo provada a ausen-
| ca do sopplicado em lugar nao sabido, e man-
do que se passe caria de edtos por quinze dias
para no prazo dUa ser citado o mesmo suppli-
cado, pagas pelo justificante as cusas. Fregue-
zia 'le S. Jos do Itocife, 18 de oulubro de IS60.
Manoel Ferreira Accioly
E mais se nao continha em dila entonga aqui
copiada, era virlude da qual o escrivo que esta
eseroveu passou n presente carta de edictos,
cora o prazo de quinze dias. pela qual e seu theor
se chama, cila, e hei por citado ao supplicado
ausente Jos Paulo Travasso de Arruda, para
comparecer por si ou seu bastante procurador
primeira audiencia desto jnizo, que tora lugar a
immediala depois de lindo dito prazo, alim do se
conciliar cora o supplicanle a respeito do que
cima fica exposto.
Pelo que qualquer pessoa, prenles, amigos,
ou conhecidos do justifica io, o podero fazer
sciente do que cima fica declarado sob pena ue
revelia. E o porteiro do jnizo Francisco Joo
Honorato Sorra Grande alTixac o prsenle no lu-
gar do costme e ser publicada pola imprensa
Dada e passado nosta freguezia do S. Jos do
Recife -o* 18 do outubro de 1860. Eu Jos Gon-
calves de S, escrivo o eacwr. Manuel rct-
reire Accioly. Ao sello 300 ris Valha em
sello ex causa. Acr.iolly.
E mais se nao continha em dita carta de edic-
tos aqui copiada, que eu escrivo abaxo assg-
nado fielmente trel o presente traslado do pro-
pro original ao qual me reporto. E vai esla
na verdade sem cousa que duvida faca, por mim
escripia e assignada nesla freguezia de S. Jos
do Recife aos 18 de oulubro de-1860. Era f do
verdade escrevi e assignei.
Jos Goncalves rfe- 5<.
c
e no regago da paz de minha familia, o caiura- essasidas, e vindas : cakule-se que os chefes
niador subll ma faz fazer o triste e injurioso pa- das reparlicoes tem sempre accumulago de tra-
pel de criminoso na provincia do Cear, smen- balhos a expedir calculem-se as inierrupcoes
lo porque figurei na queslo de escravido como polos dias santos, os do sesso, as donneas de
TRASLADO DE CARTA DE DBITOS.
O cidadao Manoel Ferreira Acc.ioli, juiz do paz do
3. anno desta freRuezia de S. Jos do Recife.
era exercicio no quarto, era virlude da lei etc.
Face saber aos que a presente carta virera, ou
ou della noticia liverem, em como Jos Dias da
Silva me fez a peligo do theor seguinte :
Diz Jos Dias da Silva, que quer fazer notificar
a Luiz de Franga Rodrigues Ramos para nmiga-
velmente pagar ao supplicanle a quaula de.......
4I8S592 rs. esses juros imporlancia do urna le-
tra mercantil j vencida, requera V.S. se digne
mandar Uitt a notiflcago requerida para a con-
procurador da rita faileeida D. Thereza de Jess empregados : calcule-se tudo isso e resultar um ; oena de'revel.a. E porque o sup-
Maria ha perlo do 12 annos como disse oevitavel consumo de tempo, alm d'aquelle crAla, Q1. Z7JZ.------
Imxo, pois, pela prsenle neehrologia abortas para que coneorresse a desidia de era em prega -
lodas as portas de minha vida, de modo a ver- do, ou sua ma vanlude contra a parle iuVe-
se as minhas enlranlias desde rainh?. infancia, ressada.
plicado se acha auzente requer a V. S. que seja
notificado por carta de edita! precedendo a jus-
tiicaco do estilo passada a carta com o prazo da


(4)
de S. Jos do Recife quinze de outubro de dem grossa
ceios e sessenla. Manoel Ferreira
l.e, e 30 Il,m- Sr Juiz de P 1e assim lhe
delira.E R. M.Jos Oas da Silva.
E mais se nao conlinha em dita petizo na qual
oci o despacho seguinle: Justifique.Freaue-
zia de f
mil oito
Accioli.
E mais so nao conlinha em dito despacho ou-
vir ludo do qual produzio o justificante suastes-
temunhas, e em vista dellas dei a sentenea do
theor seguinte :
A visia do depoimento de folhas a folhas, oi-
go provada a uisencia do supplicado em lugar
nao sabido, e mando que se passe carta de editos
com o prazo de quinze dias para ser citado o
mesmo supplicado: pagas pelo justificante as
cusas, breguzia de S.Jos do Recito do/es-
sele de outubro de mil oito ctntos e sessenla.
Manoel Ferreira Accioli.
E mais so nao conlinha em dita senlenca aqu
copiada em virlude da qual o escrivo quo estu
escreveo passou a prezente caria de edilos com
o prazo de quinze das pela qual e seu theor se
chama, cila e hei por citado ao justificado auzen-
te Luiz do Frang Rodrigues Ramos para que
compreos por si oh seu bastante procurador
primeira audiencia desle juizo que lera lugar a
immediata depois de lindo dito prazo sob pena
de revelia para reconciliar a respeilo da pelioao
do justificante. Pelo que toda o qualquer pessoa
prenles, amigos 011 cotihecidos poderao fazer
seiente do que cima fica xposto. E o porleiro
do juizo Francisco Joo Honorato Serra Grande
alixar a presente no lugar do coslume e lera pu-
blicidade pela imprensa. Dada e passada nesta
freguezia de S, Jos do Recife aos dezoito de ou-
tubro de mil oito contse sessenla. En JosGon-
caives de S.Escrivo o escievi.Manoel Fer-
reira Accioli.Ao sello trezenlos res, vaina seu
sello ex-rauza.Manoel Ferreira Accioli.
E mais se nao conlinha em dita caria de edi-
tos aqu copiada, que eu escrivo abaixo assigoa-
do bem e fielmente titei a prezente do proprio
original ao qual me reporto. E vai es le seni cou-
za que duvida faca por mini escripia c assigua-
da tiesta freguezia de S: Jos do Recito aos de-
zoiio de outubro de mil oito ceios e sessenla.
Escrevi e asstenei Rm t& a<> -rj.iii.juio
Goncalves de S.
DIARIO OK PERNABMUCO. SABBADO 20 DE Otjtubro DE 1860#
Azeite de mamona- .... canada
dem de mendoim e de coco.
Borracha fina......arroba
>
>
>

Caf em grao bom. .... arroba
dem idem restolho ....
dem idem com casca. ...
dem moido ....
Carne secca. .
Carvao de madeira .
Cera de carnauba em pao
dem idem em velas. ...
Charutos bons...... cento
dem ordinarios.....
dem regala......
Chifres........
Cocos seceos.......
dem salgados ..:... libra
dem idem seceos espichados,
dem idem verdes ....
dem de cabra coriidos .
dem de onoa......
Doce de calda...... .
dem deGoiaba .....
dem seceos ....
Espanadores grandes. .
dem pequeos .....
Esleirs do preperi ....
Esloupa nacional' ....
Farinha de araruta ....
dem de mandioca ....
Feijao .'.....
Fumo em folha bom. .
dem idem ordinario. .
dem dem restolho ....
dem em rolo bom ....
Idem idem ordinario. .
Uuiiium poivuiio.....
Ipecacuiihua......arrra-


um

ar


um

urna
arroba

alqueire
alqueire
arroba




ro-
d
Para o Sr, ministro do im-
perio ver.
Nenhum empreado geral pode
aceitar emprego algum provincial sem
que previamente solicite e obtenlia aj
sua demissuo. Avisos de 10 de
vetnbro de 1837 e 7 de outubro
1813.
Ora, nao tendo sido denogados os c-
tados avisos, cuja tao sabia, quao ter-
minante disposioao se acaba de 1er :
fora de duvida (pie nao deve continuar
a ser inspector da tliesouraria provin-1
cial o professor de geometra do colle-j
gio das artes (ou a ser professor deseo-' dem.dem de fono .
metria do collegio das artes o inspec-l .Idem idein.soaIhodedito
tor da tliesouraria provincial )
hse funecionario, a despeito dosavi- j
so citados, lot nomeado inspector da ditas
tliesouraia provincial de Pernambuco; Mol .
e, em prejuizo do seu substituto, da Milho ...
instruccoe dos cofres pblicos, se acha Pedias de amolar
ora da sua cadeira, lia 15 annos!!! dem de filtrar
( azem lioje 15 desetembro de 1800.) dem rebolos .
lenha em achas grandes .
dem idem pequeas. .
dem em loros. ...
ttsdeiras cedro taboasde forro
Louro pranches de 2 cuslados
Cosladinho.......u
Costado....... .
Forro.........
Sonlho........
Varas aguilhadas.....
dem quiz.......
Virnhtico pranches de dous
cuslados.......
dem idem cusladinho de dilo
dem taboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 21/2 a 3 de
largura.......
dem dem dito de dilo uzuaes
cento


urna
um
ma
>

lo .
dem em obras cixos desecu-
pira para carros.....
rodas de dita para
1*920
2fiOOO
7g000
4$000
7#500
4g500
5fl000
9J600
4g500
lg60O
9$000
13j000
2*500
gooo
38000
5$000
4g000
220
400
140
300
108000
500
400
ljJOOO
3g200
18600
300
18600
38000
28500
78000
1580 0
98000
7g000
168000
6jOC0
4&000
25S00O
28500
lgfiOO
12g000
38000
9000
68000
80000 ,
2g500
4S000
28240
18600
800000
128000
458OO0
168000
68000
9S0C0
Pela capUania do porto se faz publico aos
proprietanos de navios do porto desW cidade,
que nao os lenham arrolado, sao chamados a
cumpnr essa condicao do regulamento das cap-
lanas dentro do prazo de 15 dias, contados desta
dala, sob pena de multa e prohibico de sahida
de navio nao arrolado.
a C?lai* do porl0 de Pornmbuco 5 de outubro
de 1860.O secretario,
J. P, Brrelo de Mello Reg
Novo Banco de
Pernambuco.
Sao convidados os Srs. accionistas do
aovo banco de Pernambuco para tirara
receber o quinto dividendo de 9 por
accao, do dia 10 de setembro em dante.
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para serena re-
colhidas desde j as notas
de 1 o,ooo e 2o,ooo da
emissao do banco.
Leiles.
Na
Oueijos do serlo.
Segunda-feira 22 do corrente.
P0ma^"E?,"S,0ar leil3 Por despacho do
mmHi ;,l!!e8pcc,l d0 commercio. a re-
de nTt.h?0 FranciscoAlves Mon.eiro Jnior,
de urna taberna na ra Nova o. 50
JosGom(,s da Silva Santos,
dia.s 11 horas em ponto.
psrtencente
no mencionado
par 1C8000
caada
alqueire
urna


um
libra
arroba
Praca do Recife 19 de ou-
tubro de 1860.
A.s tres horas da tarde.
90 d
Cota^oos officiacs.
Cambio sobre Londres 26 1i4 d.
prazo.
Descont de letras10 e 15 0|0 ao anno.
Cotocdes ofilciaes no dia 18 depois de tre3
horas da tarde.
Manteiga trancen velha100 rs. por libra.
Gevrge PatchettPresidente.
DubourcqSecretario.
[v. a
Piassava em molhos .
Sabo.......
Salsa parrilha. .
Sebo cm rama.....
Sola ou vaqueta (raeio) urna
Tapioca........arrl)a
L'nhas de boi......cento
Vinagre........pjpa
Pao brasil 0. quintal
308000
400
38500
800
98000
18120
200
120
258000
58000
28800
3J500
8300
50-5000
lOjiOOO
ieiIo
Terca-feira 23 do corrate.
M.P.W !*""& "5o lend0 concluido o le-
mar'? .r" ?' ^ da r"a da ^peralriz, conti-
indP l?alHa?ao,no dia 23 d0 cO""le de
grande numero de objectos pertencenlos
raa taberna, tuio a rclalho,
horas em ponto. '
a mes-
principiando s 10
Avisos diversos.
Zoo ociAco vTnpo0 vapUtCA
4pcvttamiucttiA.
aberna grande da Soledade vendem-se
que.jos do serian muito n^vos. inteiros e aTeta-
ho propnos para mimo por serem grandes e
I escaes, ass.ra como man.eiga ingleia flor e
, franceza nova, vmhos finos do Porto em caixas
; do urna duzn. e a rolalho. ditos da Fi-uoira e de
Lwboa dopipa.chi muito fino e mais baixo
I dito preto queyos do reino, saceos com urna ar-
roba de alfazema, ludo por commodo proco.
TTT
Attenco
Na taberna grande da Soledade vendem-se sac-
eos grandes com milho, o rnelhor possivel e
saceos com farinha de Goianoa, ludo barato. '
Vendem-se duascomraodas de Jacaranda e
um guarda-louca de amarello, asim como se
troca um lindo santuario com diversas imagens :
na ra da Palman. 61.
.nTi.Vea?m,'se'dlIi,s """'raas de casas terreas
em bom estado sitas na ra do Caldeireiro ns.
n ji edl,icad3S 0,n s'o foreiro cmara de
la n 21 '1Uem prelCnder' diriJa-se a rua *W-
dono duassaias a alio Jue lev! na, "L* fU
e se nao o fizer hoje ou amanhih n "50S'r,a'
dissabor de ler seu nome por AtenL Ti* ^
as deste jornal, que miseria I Das pagl-
wZmZZXttP3ra C02inhar e -
rua do Caldeireiro n. 14.
luizer, dirija-sc a
Za.7vPenlTr80|deUmfrn0rO:
Pm ffi: LpeS da Molta Gainutfe, se,
Jos da Silva Ferreira Porto dissol
lade que linl
nseca. sita na rua
na rua da Sen-
ue
veu am-
carriSswf-"*-"!'**-
Precisa-se singar
urna prela escrava
Domiif
*'"
30 21 docorrente haver sessao extraor-
dinaria da assembla geral s 11 horas
Dfaaa.
T5
do corrente
da ma-
Secrelaria da Associaco Typographica Per-
nambucana, 17 de outubro de'860
Jive.ncio Cesar,
Io secretario.
O secretario da irmandade
Aossa Sendora do Terco, convida a
dos o scharisiimoi irmaos de nossa .
mandadepara no domingo 21 se aclia-
rem em nosso consistorio pelas 11 ho-
ras para reuniao de mesa geral dos no-
vos unccionarios que tem de reger a ir-
mandade no futuro anno de 1 861.
de
to-
ir-
MrllT ar' ""Znm,mar e M P^le ao do mais
semoode ..ma casa de pequea familia : na rua
das Cruces eui Sanio Antonio n. 41, segundo an-
elicidiia da Funiuura Lima en
cumprimento de um rigoroso dever ven.
signiirar os seus senlimentos de profundo
nvonheemento nos lllms. Srs. rs. Cosme
deiSa Pereira Pitonga e Dias Pernandes,
ao dislinclo chele da estoco naval e dig-
nos offleiaes de marinha. pelas proras de
amizade e apre5o que prodlgalisaram a seu
sempre chorado e bom esposo
de divis.io Dr. Jos Luiz do
fallec lo nesta provincia no
tubro de 1800, bem como
memos tributa a todos os mais senil
que compareceram a seu funeral
vo lhes ruga para que assislam no di
do crremeos 7 horas da manba
ja da Madre de Dos missa do stimo dia
que manda celebrar pelo eterno repouso d
seu finado esposo.
] I V u:1 '""seca, sita na rua do Ransel n *
mo sSc'aSaVel Pe' aClV 6 i-5S S
ir7c3AIVer Carbosa. subdito portuguez, re-
r*l,pua"a ?"!?/ '" m sua comoaonia
sua mulher e urna filha
mpanhia
menor, deixaml.i ni
ffias."^ sus
Bocij-ecompensa.
o mualo
Fugio no dia 17 do corrente
miro com os signaes seguimos : rosto
cor plida, pouca arb3i esl(ura
m-rea de queimadura em um dos braco
catrizesem ambas as peroas ; reto ha
Casse-
eomprido,
u'ar. una

o cirurgio
Araujo Lima
dia 14 de ou-
guaes agradeci-
senhoies
e de no-
i dia 20
na igre-
a^-rttfK-nS
rucompeusa pro-
- Pr
familia
tC,',?r e '""? "ma Para sa de pouca
na rua larga do Rosario n. 32 a^s
quem precisa. > se ai"
O Dr. Manoel Moreira Guerra preste- .i~
anno, romo nos anteriores, a servir de i "fi,^0
aos senhoresestudantes da FMldt/diPnS5?r
naoccasiodeesludaremos- Dlreil
actos, medanlo um n-odicu
Para este fin,, ser procurado^ ^3^
es-
Frccisa-se de um
de assucar, paga-se
n. 30, armazem
esc raro
por mez : na
para armazem
rua do Apollo
. pomos para os seus
n-odico honorario
procurado em sua
na da matai da Boa-Vistan. 24, ou .,
cru:,mo, rua eslreita do Rosario'.,. 22,,U;r'iUmeiro
Sem resguardo
M MBfUTJi
Aluga-sfi urna boa casa com muitos com
nodos para familia, pintada de novo. cJra
sitio de muito bons srroredos de fructo c aC
dosvmc:ionot1!;',,;umh0' rincip',a es,do
| uos ahucio,, para passir a festa
if ri.->-- meninos.
lio do Chora
a tratar nosi-
noin ueu onmodo.
Erjsipela numa perna.
Desejoso de cuniprir
com meu dever vou or
".eiodesua acreditada folha' agradecer aoSr
"cardo Kirk. morador na rua lo Parto D 119
por ler curado peritamente em 3| dias.ninha
com a applicacao '
senhora
dicinaesile g
Avisos martimos.
Editaes.
RenJimenlo do dia
Uem do dia 19.
Alfaiulega,
1 a 18. .
Movimento da alfandeg^a.
Voluraes entrados com fazendas..
com gneros.. 142
Volumes

sahidos com fazendas..
com gneros..
Descarregam hojo 20 de oulubro
Barca inglezaJohn Marlin-ferro e carvao.
Barca porluguazaCynlhia ferro e carvao.
tscuna brasileiraCariladiversos gneros
Rendimento do dia
dem do dia 19.
Consulado geral.
t a 18. .
O Illm. Sr. inspector da lliesouraria de fa-
zendi desia provincia, mandando publicar a st-
guinlo ordem do thesouro :
Angelo Mnniz da Silva Perraz. prosidenlo do ir-
bunal di i Uiosouro nuciuual, ordena ao Sr. inspec-
tordalhesouraria de faznnda de Pernambuco que
aceite quaesquer proposlas na conformdade do
arl. o. da le. n. 1083 de 22 de agosto deste anno
para a permuta de aeces da estrada de ferro n
252:020*362 D. Pedro II, devendo entrar nos "fres daSp
8:48d7S0 rapa a dillerenga entre o capital realisado c o no-
MiuIIaT; i"'" de Cada nC-ao' nesla cCrle ser'n. a vista
260:5043142 de sua participado, transferidas as mesmas ac-
= coes ao governo, plisando os proponenles para
esse eireilo procuraces bastantes a pessoas de
sua conlianca para quo possam receber as p-
lices correspondentes. Igualmente fita o mesmo
sr. inspector autorisado para aceitar semcilian-
ies proposlas a respeilo das aceces da
ferro dessa provincia, devendo
respectiva transferencia,
da competente commuuicaco, serio ai
gues as plices correspondentes.faz constar
que Cm cumprimento desta ordem, aceitera as
proposlas daquelles accionistas das eslradas de
erro de D. Pedio II, e desta provincia, que pn-
tenderen! permutar suas respectivas accoes por
apolices da divida publica nos termos do'art 5
da le u. 1083 de 22 de agosto ultimo.
Secretaria da lliesouraria de fazenda de Per-
nambuco 19 de agosto de 1860.-0 ollicial-maior
interino. Luiz Francisco de S. Paio o Silva
Cear e Acaraci,
O patacho Emulacao segu com brevidade, pa
ra carga e passageiros trata-se com o capilao a
bordo ou no escriptorio de Manoel Goncalves da
Silva.
h77 a l311,0 a?s,Snados declaram que ficam
desligado desde 29 de setembro p. p. da sociedade
quegyravasob a razio de Rocha, Lima & Gui-
marafs. o socio que lera feto parte della Jos
Ouilherme Guira.iraes, Picando tjdo o activo e
pass.vo someme a cargo e sob a responsabilidade
dos dous pnroeiros socios, que todava continua-
rao ellos a usar por em quanlo da mesma firma
em liquidaeao Recife 16 de oulubro de 1860
Manoel Joaqum da Rocha.-Manoel Xavier Cr-
rela Lima.Jos Guilherme Guimaraes.
de suasCimpas me-
ma erysipela em urna pema, que
sofl.ci do mii.t.ssm.as dores e usaudo inutiInen-
e de iodos os remedios possiveis, acha-se agora
livre do tao ternvel molestia. Portante
meu reconhecimento o Sr. Ricardo
invengao de tilo til remedio
superior a todos os e"
aceite o
Kirk, pela
cujo merecimculo
ogio*.
Augusto C. Preniel.
- Muito se deseja fallar cora os senhores abai
Antonio Jos deAmorira.
Dionizio Antonio de Oliveira.
Antonio Francisco da Silva.
Manoel Jos Muele Meiriz.
Joaquina Jos Bolelho.
- Precisa-se de urna ama Je leile ; no HoSDi-
co, em casa do Sr. coronel Lamenha. '
- I.'lojuizodosfeitos da fazenda nacional
depots,da audiencia do Dr.iuiz dos feilos
Rua do Cotovcllo n. 7.
cn^n"n(!ina,nlX0 assio"ad0 Previne ao respeilavel
corpo de commercio desta prara, que nao se res-
ponsabilisa por qualquer tranaaccio
ausencia so possa fazer ou
das par seu proprio punho r ma de
que cm sua
eiras sem ser lirma-
S Brrelo.O solicitador iilero
CaeUuo Pereira'de Biito.
GOSfAIOIU PER^AMBIICANA
DB
------ 142
155
184
------ 339
estrada de
ah ter lugar a
depois do que, vista
cgaco cosleira a vapor
0 vaporPersinnnga, commandanle Lobato,
segu para os porios do su] de sua escala no dia
V do corrente. recebe carga al 19 ao meio dia,
encommeudas, dinheiro a freto e passageiro'at
as 3 horas de dia da sahida.
01 expediente fechar-se-ha as 3 lil horas da
tarde. Nao se dar* bilhetes de passagem sem
que na gerencia fique deprtalo o competente
passaporle, aos passageiros que na forma da lei
nao podem viajar sera elles.
Precisa-se
ive
Rita n. 45.
fallar ao Sr. Eduardo Hypollto
Severo Augusto, padeiro : na rua Nova de Santa
9:0510023
37360
9:088f383
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a
dem do dia 19. .
559*746 Scc,'c,apia do governo de Pernambu-
co em 13 de outubro de 1860.
0
559$746
BccebeJoria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Kendimenlo do dia 1 a 18. 32:057362
dem do da 19...... 2:760>170
34.8175538
Consulado provincial.
Bendimento do dia 1 a 18.
llera do dia 19. .
12:767*712
138S704
12:90616
Precos correntes dos principaes gene-
ros c produeedes nacionaes,
que se despachara pela mesa do consu-
lado na semana de
de 15 a 20 de oulubro de 1860.
Agurdenle alcool ou espirito
de agurdente.....caada
Mcm caxaea.....
-"Taem de cana ....
dem genebra.....
dem idem.....
dem licor......
dem idem......
dem restilada e do reino .
Algodao em pluma 1." sorte.
dem idem 2.a dita .
dem idem 3.a dita .
dem em carolo ....
Arroz pilado.....
dem com casca ....
Assucar branco novo .
Idom mascavado idem
juslica-
Albuquerque.dem.
Pe-
caada 19120
600
ISOOO
10000
botija 320
caada 1S280
garrafa 320
caada ISOOO
arroba 788(10
6g800
a 5J800
> 1S950
arrba 2J50O
alqueire 3g6O0
arroba 4J800
2*400
I ela secretaria do governo se faz publico pa-
ra conhecimcnlo de quem interessar possa os
despachos constantes da relar.o abaixo, que
loram proferidas pelo Exm Sr.'ministro da jus-
lica em diversos requerimemos de parles desta
provincia, no mez de setembro prximo findo.
flelaco a que se refere o edilal cima
M-Jose Pinto da Malta.Perdao.-Nao'tem
29Urbano dos Sanios Cardoso.dem.Com-
pra o decreto de 28 de mareo passado
zJtrancisco Antonio de Souza.dem.Inde-
22Jos dos Santos Torres.OfTlcio de
dem.
6Jos Marianno de
Prejudicado.
12Giiilhermino de Albuquerque Marlins
reir.demdem.
12Francisco Thuiai do Paulo. dem Avista
oa resolucao do consulto de 1852, nao tem
lugar.
O secretario do governo.
Jos Rodrigues Chaves.
Tendo a directora das obras militares de
nandar por urna treve sobre que descancam as
califas do quartel da companhia de cavaJlaria
convida as pessoas que desle servico se queiram
encarregar. a comparecerem na referida directo-
ra nos das 18, 19 o 20 do corrente mez. das 10
horas da manhaa em dianlo.
Directora das obras militares de Pernambuco
17 de oulubro de 1860.-M. 1. Bricio.
Pela subdelegada dos Afogados se faz p-
nico que se acham depositados anruos alasaos.os quaes foram lomados do Manoel
direUot?vOrM0raeS Pr Se jU'6" urtados : "ue|n
S.Jhl.er,COmp"<'a' 1 Provando legal-
menle lhe ser entreirue. O subdelegado sup-
pleme, Amonio Goncalves de Moraes.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
F.spcra-se at o dia 24 do corrente dos portos
do norte o vapor Cruzeiro do Sul, commandante
o capilao do mar e guerra Gervazo Mancebo, o
qual depois da demora do coslume seguir para
os portos do sul.
Recebem-se desde j passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
i ser embarcada no diadesua chegada
Precisa-se de umeaixeiro que lenha ortica
n ~ ^r,ecisa-se de uma ama forra ou captiva
para lodo o serv.co de uma casa de pouca fami-
lia na rua de Hortas n. 16, sobrado!
- Precisa-se de 3503 sobre hypothec? de um
escravo : quem l.ver. dir.ja-se a' rua da Impe
ralriz. taberna n. 88. que se dir.
Hu7>|0s.i'baX0 asst'nad03 'eem amigavelmente
d.ssolv,do a sociedade que linham na loia de
fazendas eroupa fe.ta. na rua Direila n. 71 que
gyrava debaixo da firma do Mondes & Chaeas
l.cando a cargo do socio Joaqum Manoel da sil;
,ZCVl acl.ivo R passivo dn rneraa casa
desden oa 20 de setembro prximo passado.
Recite 19 de oulubro de I860.-Jezoino Francisco
das Chagas. Joaqum Mauoel da Silva Meados.
ecimenlo do publico quem
qual o seu procedimento para com o credor.
Alugam-sc o casas na Torre para
passaraeoto da lesta ou por anno por
n-eco commodo e com bons commodos
para familia : a fallar no mesmo lugar
com Fraocisco*Jose Arantes.
iro
pralica de taberna, que
afiance a boa conduca : ua rua
de 12 a 14 annos
seja diligente o
do Aragao n. S.
Publicacao literaria
A nova Pili.'ao do riin%.,,-..,/i; j. m -i
, PhZZ! rV'T d? ComPend'o de Philosordia
Julfi teVadu"d0 P-?1 Sr- Dr. Antonio Her-
i ulano de Sooza Bandeira, est venda
na dos editores Guiraaraes
Imperador n. 54.
na lirra-
Olivera, rua do
305,
355 e
DO
RECIFE A S. FRANCISCO.
Aviso.
ca rua da
Mendos.
agen-
Do Io de novemh.ro at oulro aviso haver
trem nos domingos e dias santos que sahir
cruz n. 1. escriptono de Azevedo &! Vllla ao CaD0 para as Cinco Ponas s 5 horas d
larde e voltar das Cinco Ponas para villa
Cabo as 6 Ip2 horas da larde.
Para a Baha
O veleiroebem conhecido patacho nacional
Julia, pretende seguir com muita brevidade tem
a bordo parte de seu carregamento para o resto
que lhe falla trala-se com os seus consignatarios
Azevedo & Mendes, no seu escriplorio rua da
Cruzo. 1.
Porto por Lisboa.
Vaisahircom brevidade para o Porto com es-
ifi Ph' .u''e Prlg Promptido
U>, forrado e encavilhado de cobre, da PRIMFI
MARCHA ECLASSR
HA
um
da
do
~ hurmm coLAbbh: para carga e passaaP. U ^ ^ V-------M
ros. pura os quaes tem excellenles commodos e P0SSa Ped,r em 8eu
irata-se com Elias Jos dos Sanios Andrade &
C, na rua da Madre de Dos n. 32. ou com o ca-
pilao.
Cear, Maranhoe Para
r,w5Uo Cm, brevi.dade ern conhecido hiato
Lindo Paquete, capilao Jacinlho Nunes da Costa
por ler parle de seu carregamento prompto para
ta. /i Pa*"8r08' lralfl-se cora os consigna-
lar.os Alme.da Gomes. Alves & C, no seu es-
criplorio, rua da Cruz n. 27.
AssignadoP. A. Bramah,
Superintendente
" O abaixo assignado declara que o
menor Alexandre, caboclo, que eslava
se erapregando no servico de sua casa
como criado, ausentou-se della hontem
a noiteesuppoese que seguio para a
comp;mhia de uma rmaa, que procura-
va chama-Io a si, pelo que nao se res
ponsabilisa o mesmo abaixo assignado
por qualquer cousa que o dito Alexan-
nome. Recife
19 de outubro de 1860Antonio Ru-
fino de Andrada Luna.
B
m
Defronte
Casacas de panno preto
Sob'ecasacns de dilo dilo a
Paletols de panno pretos e de cores a
20, 25, 309 e
Dilos de casemira de cores a 15 e
Diios do casemiras de cores a 7$ e
Dilos de alpaca prela gola de velludo a
Ditos de merino settn preto e de cor
a 89 e
Ditos de alpaca da cores a 3300 e
Dilos de alpaca preta"a 39500, 59,
79 e
Ditos de bn'm de cores a 3500,
49500 e
Ditos de bramante de linho brancos a
49500 e
Calcas de casemira prela e de cores a
9, J09e
Dilas de princeza e alpaca de cordo
pretos a
Ditas de brim branco e de cores a
28500 4^500 e
Dilas de ganga de cores a
Ditas de casemira a
do becco da Congregacao Letreiro verde.
35000
29000
12*000
12000
99000
5000
99000
59000
6*000
12f000
5000
59000
3000
59500
4000e C.olleles ,le velludo decores muitofino a
0 Dilos de casemira bordados e lisos
prelos e de cores a 5, 59500 e
Ditos de ietim prclo a
Dilos de casemira a
Hilos de seda branca s 59 e
Ditos de gurgurao de seda a 59 e
Ditos de fuslo brancos e de cores a
39 e
Dilos de brim branco e de cores a 2$ e
Selouras de linho a
Ditas de algodao a 19600 e
Camisas de peilo de fuslo branco e
de cores a 2a)3d0 e
Dilas de peito e punhos de linho mul-
lo finos ingle/as a duzia
Dilas de madapolo brincas e de cores
a 1800, 29e
Dilas de neia alie
Relogios de curo patente e orisonlaes
Dilos do prata galvanisados o 25 e
Obras de ouro, aderecos, pulseras e
rosetas
109000
6900O
500O
39500
69000
39500
29600
29500
29000
29500
3500O
23500
19600
9
30*000
. ~ Os proprietarlos
cidade, qu ainda ijo
chamados a satisfazer esto
de navios de perto desta
os houver arrolado, io
nemo das capitaniasdmro^^atJe SViV
broCdelaaPOrUdePerDi"Dkuco
dos
S de ouiu-
Segue era poucos dias o palhabote nacional
uous Amigos por ter sua carga quasi comple-
te ; para o reste que ainda podo reoeber trata-
se com seu coosignario Francisco L. Q azpvo
do, rua da Madre de Dos n 12.
Sabe hoje o primeiro numero do
Atleta, jornal poltico e militar. Subs-
creve se na typographia da Ordem a
3$ por trimestre e vndese a 100 rs.
cada exemplar. avulso.
Aluga-se a toja da rua do Livramento n 2
propnapara qualquer negocio: a tratar na ru
do Queimado n. 48.
Aluga-se pelo lempo da festa ou por anno
o sobrado do Caldeireiro (fregueiia do Poco da
Panella) aonde ainda reside o francez Oliver
quem quizer contrata-lo, dirija-se a Jezuino Fer-
reira da Silva, morador no sobrado da esquina
da rua Della, ou na alfandega s horas do eznp.
diente. "
A pessoa que por engao trocou no cartorio
dotabelliao Salles um guarda sol, queira porob-
equio leva-lo ao mesmo cartorio, onde recebera
o que deixou.
Rua Nova, em Bruxellas (Blgica),
Estehotelcon S^ A W^ DE E' M
Este hotel co locado no centro de uma das capitaes importantes da Europa, toma-sede grande
rm9^^l"S',rS,eJPOr,UgUeZeS'PrSeUSb0nS C0ramOdos e confortave Sua posSo
Aulh9F de* P'"f'oproiiiioise.S86i de caminhos de ferro di
Allemanha e Fran5a como por ter a dous minutos de si, todos os theatros e diver.imentos e
alem disso, os mdicos precos convidam aiverumentos, e,
MMTlhlS*mr PeS,S8S- !SpeC8eS' falland franc.al'en>ao, flamengo, inglez e por-
g.y.yf*',ll*ni^ Sa^WaWKWHfta, na cidade, amBm par. toda a Europa, por precos que nunca exceden de 8 10 francos (3*200 4900o)
. Durante o paco de oito a Jez mezes, ahi residirn os Exms. Srs. conselheiro Silva Fer
rao, e seu filhoo Dr. Pedro Augusto da Silva Ferro, ( de Portueal) e os Dr. Si i
Netto, Manoel de FigUeru. F.ria, edesenbargador pint VisgS do Brasil Ti,?"
tras pessoas tanto de um, cono de outro paiz. '' e muilasou-
Nn Cffi de 8er.*f' por da ***** ^ 10 a 12 francos (49000 450O.)
No hotel encontran-se mforn.cet, exaetas acerca de tudo que pode recisar un eslrangdro.


DIARIO DE PEUNaMBUCO. SABBADO 20 DE OUTUBRO DE 1860.
<"/
Ensino de msica.
Ollerece-se para leccionar o solfejo.como tam-
bem a locar varios instrumentos ; dando as li-
ces das 7 horas s 91i2 da noile: tratar na ra
da Roda n. 50.
Gravador e
rador.
dou-
Crava-se e doura-se era marmore lellras pro-
prias para calacumba ou tmulo a 100 rs. cada
uras, o annuncianle aprsenla seus trabaihos
nos tmulos dos films. Srs. Vires, r. Aguiar,
Guerra, Tasso e em outros mais ra da Caixa
d'Agua n. 52.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Vaker
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
JoiQston & ra da Senzala Nova n. 62
I Dentista de Prt,,o
15-Ra Nova
'$p Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
j^j Ca todas as opera^oe da suaartee col-^6
p lo:adenles ariificiaes. ludo com a upe-jji
f rioridade e perfei^.ao que as pessoasen-gj
fc tendidas the reconhecera. S
?E Tora anua e pos dentifricios etc. $$
mmmm ereawaBsisgesa
Precisa-so de tira pequero destes
chegados ha potico do Porto, para ca
xeiro de urna taberna : para ser procurado.
ILices de piano|
i e canto, i
g Tobas Tieri artista italiano Ja compa- m,
nhia lyrica tendo acabado o contrato com *2
yg o Sr. Uarinangeli, pretende dedicar-seao |s
^> ensino de piano e de canto, as pssoaa e ^
jg os pas de familias que quizerem ulilisar- i|
S0 como sen presumo podem procura-lo j
ti3 ra de S. Isabel n 9 para tratar com S
g o mesmo, quesera mui razoavel nos seus <&
ajustes
der
H
annuncte
Gabinete portuguez de
leitura.
j Por ordem da direcloria fago saber aos Srs. as-
: sodados, que eslao em debito por mensalidades
i vencidas, que, para mais commodidado dos mes-
I nios senhores, tem aulorisado, alm do em-
I pregado o Sr. Estima, o ajudante do bibliolheca-
| rio Antonio dcSouza Piulo, para receber no ga-
1 binete as sobredilas mensalidades, em poder do
qual enconlraro os competentes recibos.
Recite 17 de oulubro do 1860.
O Io secretario
Antonio Baplista ,Noyuiera.
ATT VTTYTTTTTT* TTTTTTTfT TTTT^
: DENTISTA FRANCEZ.
y, Paulo Gaignoux, dentista, ra das La-
T rangeiras 15. Na mesmi casa tem agua e
2 p don tfico.
Ai.AAl.AS.i-AAi.4LU. X JLJL .X.XJULAX
O l)r. Manoel E. Reg Valenca pode ser pro-
curado para o exercicio de sua prlistao de m-
dico : na ra da Cruz n. 21, segundo andar.
(GMi ID! SATOS
DOS
Doiilores Ramos e Seve
Sita em Santo Amaro.
Esto estabelecimento contina debiixo da sd-
miuistrac.io dos propietarios a receber doon'.es i
de qualquer nalureza uu calbegoria que seja.
zelo o cuidado alli empregados para o [
prompto restabelccimentodos doentes, peral-1
mente condecido.
Quem se quizor utilisar pode dirigir-se s ca- |
saados proprietarios, ambos moradores na ra
Novo, ou entender-se com o regente no estabe-
lecimento.
A diaria para os escravos de 2500, e para
ostivies de 3jz00 ou ijOOO, porm em cerlos
casos pode haver algum abatimenlo.
As Oporardes seriio previamente ajustadas
Vaccina publica.
Transmisso do fluido de braco braco as
quintas e dominaos, no torreo da alandga, e
nos sibbados aleas 11 horas da tnanha, na re-
sidencia do comtntssario vaccinador segundo
andar do sobrado da ra estrella do Rosario nu-
mero 30.
C ompras.
m
consultas medicas em seu escrip-
torio, no bairro do Recie, i ua
da Cruz n. 53, todos os dias,me-
nos nos domingos, desde as t
horas ateas l da manhaa, s-
breos seguintes pontos
i." Molestias de olhos ;
2.- Molestias de coracao e de
peito ;
5.- Molestias dos orgaos da ge-
racao e do anus ;
i.- Praticara' toda
NO
m -
* "M7> SBS,
Assignatura de banhos frios, momos, de ch^iue ou chuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos. ,...........
: 30 cartoes paraos dilos banhos lomados em qualquer lempo......
15 Dils dito dito dito ......
7 l ......
Banliosivulsos, aromticos, silgados esulphurososaospresos a
Estareducco de precos facilitar ao respeitavel
da frequencia de um estabelecimento deuma utili'ladetncontestavel.mas que infelizmente nao Vistan,
estando em nosso* hbitos, ainda potico conheci.la e apreciada;
Compram-sc oscravos de ambos os si n s
de 12 a 25 annos par* se exportar para ti Biu do
Janeiro, tendo boaa figuras e sadios, pega-si
bem : quem levar ou inculcar na ra Direita n.
66, eswiptoriode Francisco "llalhias Pe re ira da
i Costa, receber 20j de gratificaco.
Compra-se urna mulalinha ou negrinha de
boa igun e bous costumes, de 12 a 14 annos :a
tratar no sobrado amarello na ra do Oucimadu
D. 29, segundo andar.
1O00O
..... 15J000
..... 8000
...... 4000
nntuicindos.
publico o gozo das vantagens que resultara
Compra-se urna paidinha ou mes-
rao crioula que saiba alguraa cousa de
ler e escrever a nossa lt
e qualquer
julg r conve-

DE

COMMISSAO DE ESCIUYOS
HA
Ra larga
do Rosario n. 20
secunde ailar.
operacao que
niente para o restabelecimen-
to dos seus doentes.
O e\ame daspessoaqueo con-
M sultarem sera' feito indistincta-
^ mente, e na ordem de suas en-
a tradas, fazendo excepcao os doen- ggj
' tes de olltos, ou aquelles ciuepor
motivo justo obttvetem hora *
mareada para este lira.
Precisa-se de una ama que saiba bem co-
zinhar : na ra dos Pescadores ns. 1 e 3, pagsn-
do-e-lhe bem o scu trabalho.
mmimmm mmm mmm*
| DENTISTA |
I PERMAllBUCO.
S 3Racstreila do Rosario-3
^ Francisco Piulo Ozono continua a col-
O locar denles arliliciaes lano por meio
a^ de molas como pela presso do ar, nao
B recebe paga alguma sem que as obras
nao fiquem a vonlade de seus donos,
D lern pozos coutras preparaces as mais
^ acreditadas para conserraro da bocea
te
ingua, mas que
nao exceda a id:.de de 15 annos : tem
tiyer e quizer vender avise per esle
Diario ou dja-te a pivea da Boa-
6 (botica) que achara' com
quem tratar.
Compra-se sem se olhar a preco um escra-
vo moco, ba figura, sem vicios e bem : mj orla-
do, que execule perleitamenle a arle oe ozi-
nhar; na ra da Cadeia do Itccife o. 12
lirio de Rallar & Oveira.
esenp-
ton-pram-si! moedas de ouro t : gj
zas : na ra da Cruz n. 21, armazem. a
Comprase uro escr.ivo que seja robus! i : na
ra \.v;i du Rosario n 18, no lercciro i\-..
4PP OVACiO E AIT081SACI0
DA
slabcecida m Londres

CAPITAL
Ca*
iVWxoes de libras
sterlinas.
Nesta casa recebem-se escravos pata serem
vendidos por commisso por conla de seus se-,
ubores. Afianca-seo bom tratamenlo.assim como respeitavel corpo do eommercio
as diligencias possiviis para que os meamos se- foram nomeados agentes nesta nrara das
jam vendidos com promplidau afim de seus se- ^.,^|____ j_ .,_...... _...;i;_T_ i
nhores nao soffrerern empate na venda delles.
Nesta casa ha sempre para venderescravosda
diferentes idades de arabosossexos.com habili-
dades c sem ellas.
mif-mmmz-%&$mmn
Kalkmann Irmaes & C aviara ao
que
s agentes nesta praca
de seguros maiitimos de
mi immmi m
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
loja
tomptam-se as memorias historieis de Per-
nambuco pelo Sr. Gima : na rua do Cabug I.
di fazendas ua esquina defronte da matriz.
rendas.
Vende-se
companhias
1 la m burgo.
A o senhor
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPTICAS
Para serem applicadas s partes afectadas
sem resguardo nem incommodo.
h., } EpiCINAES sao mullo conhecidas no Hio de Janeiro e ero todas as provincias
desle imperio lia mais de 22 annos, e sao afamadas, pelas boas curas que se tem obtido as en er-
niar.os bailo escripias, o que se prova com innmeros aislados que existen, de pessoas capa-
Saanlcrs Brothers & C. tem a honra de infor-
mar aos senhores negociantes, proprietarios de
casa-;, e a quem mais convicr, que eslao plena-
mente autorisados pela dita companhia para ef-
fecluar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
cobertos de t-'tha, e isualraente sobre osobjectos
qie contiverem os raesraos edificios, quer con-
sista em mobilia ou em fazendas de qualquer
qualidade.
Manuel Teixeira de
Aalrade faz scienle ao respeitavel publico e
principalmente aos seus freguezes que mudou o
seu cslibi'lecimenid de calcado e a ofFicina para
a rua da Senzala Nova n. 21, na qual se presta a
a/.iTtoda a eucomiuenda poilenceiile a sua pro-
ftsso, ludo a vonlade doe freguezes.
Prerisa-se de urna raulher maior de 40 an-
cos, de bons costumes, livre. e desemberacada,
para cuidar dos filhos de um viuvo : a fallar ua
rua do Seve ou L'mao, casa do sobrado com 5
varanlas, entrada pelo oit.io, sendo dita casa vi-
zinha do grande edificio que se esta fazendo pa-
ra o Gymnasio Provincial.
Aluga-ae urna sala na rua da Cruz do Re-
a tratar na rua da Cadeia do Recite n. 10,
leja de rtlojosiro-
.Aonuncio.
OiDiS. Sarment pai e filio, Anlonio Joaquim 1-ernandes de Oliveira, estudan- .
participam aos Seus clientes cjue ffi ledo lerceiro anno da Faculdadc de Direilo dc^ta ^
mudaram a Sita residencia para !6 : fi,la,Je. pede-se que venha salisfazer o que nao Com estas CHAPAS-BLBCTRo-MA6SETlCA8-EW8PA8TlCAa oblem-se urea cura radical e infallivel
em .odus os eases de infiamn.aco (cansara ou falla de respirado), sejam internas ou rxterna
como do figado, bofes, eMomago, baco, rins, ulero, peito, palpilacao de coracao, garganla olhos'
erysipelas. rheumalismo, paralysia e lodas as aleccoes. nervosas ele el '
t a casa nova, contigua aquella em as; do Crespo n. 21.
p fjue moravam, cuja entrada
pelo campodas Princezasoutr'ora
o- largo do palacio.
^ As consultas gratuilas para os
^ pobres, em vez de quotidianas
^g carao teem sido ate agora, s te-
^ rao lugar d'aqut em diante as
^ t|uin!ase domingos das 10 horas
em diante
as
ignora ; uestes termos pela segunda vez : na rua
urna t'xcellente sabia da mal!.-?,
muito canladeira al inesmo a noile, e urna por-
caoi de canarios do imperio, chegadosul mmen-
te do Porto : na rua da Seniala Velha n. 50.
Vende-se manteiga inglesa muilo superior
a 1:120 a libra, dita franceza a 720, macarraoe
talharim a 00 rs., alelria a -SSo. choori;as muito
novas a 640, banha de porro a 500 rs., vinho du-
que do Porto a 1>600. dito xerez a I92SO a gai -
rafa : na rua da Senzala Velha n. 50.
Aos senhores de eugenho.
Cobertores de laa esruros cora algum de-iio o
10000: na rua do Crespo o. 14.
Vande-so ama escrava de 35 annos, qm
lava ptimamente, cozinha soffrivelmente o dia-
rio, compra bem, e vende de labolciro ; na rua
Nova n. 50, loja.
Admira cao
Na rua Direila n. 99, veiidem-se sacros com
larinha da trra fina a Og e ScOO. ditos .e arroz
de casca a 4,^00. dilos a 4#, dilos di feijao a
I4j, inulatilio, lingiiigas novas a 560, msnteiga
dgleza a 1^280, dita francez? a 720, dita i 640,
queijosdos ltimos rhegados a 2g500c 2>, uro/.
a 120, em arroba 3g60O, e outros muito mais g< -
eros que nao posslvel mencionar.
Domingos da Silva Campos est proceden-
do inventario pelo Illm. Sr. r. juiz de orphaos,
e roga a seus dvvcdores que venham saldar seus
dbitos.
Igualmente para as
al for o seu lamanbo e pro-
seu uso aconselhado por
Trajano Carneiro
do Crespo n. 21.
Iillerentes especies de tumores^ tomo lobinhos, escrfulas etc.! sVja qual
fundeza, por meio da suppuracao serao radicalmente extirpados, sendo o
habis e di.-tiricms facuilativos.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escriplo, leudo todo o cuidado de
fazer as necessanasexplicacoes.se as chapas sao para hornera, senhor ou chinea dock, ando n
molestia em que parte do corpo existe, se na rahece, pescoco, braco, coxo. peina S n ou ironco
do corpo. declarando a circunferencia e sendo iochacoes, feridas'ou ulceras o mol le' do seu ti
. manho em um pedaco de papel e a declararn onde existen, afim de que as
Leal, deseja-se fallar : na rua 1 betu applicadas no seu lugar.
Ag senhor
chapas
seu
possam
m-mtmms-mmrmm

DA
casa do
ugar da
Esl justa e contratada por compra a
Sr Jofio de Sauta llosa Muniz, sita lio
Ca punga Velha ; quem se fulgar com direilo a
mesma casa p^r qual<|uer titulo, baja de o de-
clarar por esle mosrao Diario no prazo de 15
dias, ou eiitecde-60 no Forte do Mallos, arma-
zea n. 20.
55 Quem precisante um feilor purlugum: y;
Qi com bstanle inlelligencia e que pode dar ja conbecimenlo de sua conduela ou ainda ;$>
^ niosmo caixeiro de engeuho dirija-se ffi
Santo Amaro na rua do Lima na taberna a?
de Jos Jacintho de Carvalfto.
Pretisa-se de urna ama forra ou captiva
para lodo o sen ico de urna casa de pouca fami-
lia ; na rua da Cruz do Recife n. 52, primeiro
ndr.
Precisa-se do urna ama que saiba cozinhar
diario e engomrae, e tambera para comprar
a rua do Vigario n. 14, segundo indar.
?*
Attencol
acocheira nova.
fRuado Tambian.i\.$
para pas- g|
Alugam-se cavallos proprios
'.x seios, arriado lie novo e tambem recebe-
g so cavallos de trato por mez ou por dia ^
fr por menos preco do que em oulra qual- 1
Jf qurr parle. g
wmmmm m% mmmmu
Na rua estreila do Rosario n. 1, precisa-se
de uu caixeiro que enlenda de taberna.
O Sr. thesoureiro das loteras manda fazer pu-
blico que se acham venda todos os dias no es-
criplorin das mesmas loteras na rua do Impera-
dor n. 30,o as casas comuiissionadas pelo mesmo
Sr. ihesoureiro na praca da Independencia ns. 14 '
e 16, das 8 horas da manhaa s 6 da tarde, os I
bilheleee meios dn segunda parle da primeira
lotera de N. S. do Livramento, cujas rodas de-
verao andar impreierivclmente no dia 27 de
ouiuhr.0 prximo futuro.
Thesouraria das loteras 9 de outubro de 18C0__
0 escrive, /. M. da Cruz.
Quera ttver um sitio peito ou
longe destacidade.com tanto que tenlia
casa de vi venda, arvores defructoe fi-
que prximo ao banlio salgado, tempe,
rado ou doce, e o queira alugar diri-
ja-se ao largo do Terco casa terrea nu-
mero 3o.
Hotel Trovador.
do Rosario
Rua larga
Engomraa-se
Terco n. 5.
com perfjeicao: 110 pateo do
Prcciea-se fallar] ao correspondente do Sr.
Jos P*res de Aluquerque Msra-ihao, na livraria
M. 6 e8 da praca da Independencia.
Roga-se aos Srs. abaixo declarados
de srirem a rua do Cordoniz n. 18 :
Francisco Solano da Cruz Ribeiro.
Vicente pedreiro morador noi Marty-
rios.
Luz Ferreira da Costa, morador do
piteo do Terco.
Jos Pereira de MagalhSe Bastos, bec-
co da Lenba.
Joo Cavalcanti de Albueiuerque, em
Olinda.
Thomaz Win. Pcarson, relira-se para a Eu-
ropa.
O Sr. Cesa rio La un a no Ventura,
dirija-se a esta typographia a pagara
asignatura deste Diario.
n. 41
As pessoas o,uc recorrerem a ecle hotel cncon-
/rarao boa conimodida le para urna noito, dias e
mazos, conforme Ihesconvier, enconlraiac tam-
bem a qualquer hora do dia c noitc lanche eca-
'.}. O dono do respectivo hotel se obriga a dar
comida para fura as pessoas, que quizerem. as-
segurando todo o asseio. Tudo por preco com-
modo.
Carros fnebres.
N rua do Imperador confronte a casa do Illm.
Sr. Dr. Sarment, em urn irmazem perlenceule
ao con rento de S. Francisco.
O Agr faz ver ao publico e aos seus amigos,
que tem a coebeira montada com ricos carros e
novos fardamenlos para os boleeiros, a bem de-
sempeobar os seus deveres, e espera continuar a
merecer a me#ma confianca quo se Ihc tem pro-
dlgalisado, pelo que e'ternamcnle grato ; en-
carrega-se de ludo quanlo necessario a qual-
quer enterro por maior que elle seja, com pres-
teza e aceio, sem ler as partes o menor incom-
modo, para oque pode ser procurado a qualquer
hora do dia ou da noile no mesmo estabeleci-
mento. E brevemente lem de passar o estabe-
lecimento para a rua Nora n. 63, cuja armazem
lem as proporr.oes necesarias para bem o mane-
jar, e ainda melhor servir aos prctendenles.
Precisa-se comprar urna cabra (bicho) qne
seja mansa e lenha bastante leite, paga-se bem ;
l irafar na casa assobradada be ira do rio, ao
norte da fabrica do gaz.
Aluga-sc urna casa terrea a margem do Ca-
pibaribe, anles de chegar a ponte da Passagem
da Magdalena, na Ilha do Retiro, conlendo 5
quarlos e cozinha, o lugar excellenle pela sua
frescura, boa visla, e o aluguel coramodo :
quem precisar, procure entender-se com Luiz
Manoel Rodrigues Valenca, casa ao norte da fa-
brica do gaz.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
amili, e que saiba engommar ; na rua da Au-
ora.casa do dous andares n. 62.
Anlonio Rodrigues Martina Ferreira, sub-
dito portuguez, vaiaos porlos do sul do imperio.
O f.ctor Frederico Sckiner declara
que obrigacao nenbuma tem para com i
A irmamlade do Senhor Bom Jess das
Dores, na igreja deS. Goncalo, no bairro da Boa-
Virla, convida a lodos os devotos para assisli-
rem a fesla do Senhor Bom Jess dos Pobres
Afilelos, que ter lugar no domingo 21 do cr-
lente, para quo se torne este acto com mais bri-
Ihanlismo. Beuto Fiancisco da Cunha, es-'
crivao.
Esl jusla para se vender a casa lerrea n. 5
Sita na rua dos Prazeres : a pessoa queiiver di-
reilo esla venda queira anuunciar por esla fo-
Iha uestes tres dias.
cr A 350 rs.
A luga se bichas de Hamburgo, na
ruada Imperatri n. lo.
Os administradores da raassa
Manoel Antonio dos Passos Oliveira
C regam as pessoas que estSo devendo
ao aimazem de trastes da rua Nova n.
2, queiram ir gatisfazor seus dbitos
at o fim do corrente mez de outubro,
visto que passado este prazo proceder-
te-haa cobrar judicialmente todas as
dividas activas do mesmo estab
ment.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil-
As chapas serao
acompanhadasdas competentes explicaces c tambera de
nos para a lollocacao dellas.
Consullas lodas as pessoas que a dignarem honrar com
que se achara aberlo lodos os dia3, sera excepcao,
lodos os accesso-
a sua confianca, em seu cscriptorio,
das 'J horas da manhaa as 2 da tarde.
de
119
fazendas por menos do seu
valor, na rua Direita
numero 68, loja de Braga
ctLima.
20;.
I83.
mo-
PERTO DO LARGO DA CARIOCA


>eleci-
Aluga-seo sobrado de um andar
com um soto muito grande, com quin-
tal, cacimba eo armazem do mesmo si-
to na rua do Brura confronte ao cba-
fariz : a tratar na rua da Cruz n. 36.
Trocam-se sedulas da Babia, no
largo do Corpo Santo, armazem n. 6.
Agencia de passaporte e folha
corrida.
Claudino doRego Lima lira passaporte
r-^

m
CONSULTORIO
Especial liomeopathico, rua de Santo Amaro
(Mando Novo) n. 6.
O Dr. Sabino O. L. Piaho, de volta de sua viagem a Europa, d consullas todos
os das uleis oesde as 10 horas at meio dia. Visita aos doentes em seus domicilios de
*3K
,-J- meio dia em diante, e em caso de necessidade
.. a qualquer hora. A senhoras de parlo e
'i fhi? i moles a aguda, que nao i.verem aiuia lomado remedio algum aHooa-
m8. lhlC0 ou liomeopathico, serao attendidos de preferencia. P
m
Cortes de vestidos de phaulazia de seda a
Ditos dilos de chaly de seda muito fino .1
Uiios ditos de barege de seda e da ultima
da a 12$.
Polacas de grosdenaple, objeclo da moda, a
4-vjCU.
Paletot de panuo muito fino e de casen.ins de
12-3 at 20.
Alpaca de seda, covado a 500 rs.
Organdys com ricos deseahos, vara a 500 rs-
Grosdenaple prelo muilo bom de lg800 a 2a5 K)
Corles de col lele de fustSo a 32).
Paletot de alpaca reta e de cores fina ds 2-
at 4-JO0O.
Espartilhos francezes a 3$j09.
Nesta mvsma loja veudem-se chitas francezas
dilas inglesas, madapoles, brins, algodoes o du-'
tras muilas fazendas por pre^o tic admira.
Vende-se um sellim, manta do panno a i1
e frei em bom uso, na cocheira da Florentina'
e por mdico preco : a tratar na mesma com
>r. Ur. Joao Los.
Vende-se um cabriole! novo e fort, com
um bonito cavatlo : a tratar com o agente de lei-
loes Hypolilo da Silva.
Vinho fino engarrafado do Al-
io Donro a i$ a garrafa.
Manteign inaleza a 1-;I20, francesa a 610 rs
bmoespara a mesma de 320 a 610, cha muilo'
^-. boma2:2O.caf.j a 280, larinha de araruta o
?i^ Marenhao a 200 rs., batatas a 60 rs.. arroz a l
rs., espermacete a 640, talarim a 360, loucinho
a 360, palilcs do gaz a 30 rs. a caixa, aloisia a
160 a libra, si bao massa a 240, azi le doce a 6-O
a garrafa, vinagre a 210, vluho a 400 rs., 1
a 240 a cuia, arroz a 280 ; de tudo so alian a a
boa qualidade : ua taberna da estrella, largo do
Paraizo n. 14. *
dentro e fra do imperio
47, primeiro andir.
na rua da
para
Praia 11.
Hotel Sebastopol.
Acha-se de novo vista esto novo estabele-
cimento na rua do Imperador n. 16, onde llave-
ra lodos os domingos e dias sanios mao de vacca
a melhor po.4vel, o bons neliscos a qualquer
hora do dia e de noite ; nssim como fornece-se
comida para fora com lodo o asseio o por barato
preco, nesle estabelecimento esia-se conslruindo
uns quarlos proprios para horacm solleiro, os
quaes se alugam da forma que convier a quem
pretenJer ; tambem ha papa de araruta lodos os
dias das 6 horas era dianle.

Pharmacia especial homeopathica.
Os medicaraenloshomeopalhicos que se vendeni nesia pharmacia sao orenaradn^
por meio de urna mai luna que o Dr. Sabino inventos e fez
que deu o nome de AGITADOR DYNAMICO.
r*r, Eslfmedicalnen,1seo os nicos que desenvolvem propriedades
capazos de curar as molestias com a maior certeza possivel
A dliSS0, d,s,'ion,o tirar de sua viagem a Europa todas as vanla"ens nara n
progressodahomeopalhia no Rrasil, o Dr. Sabino nao nour.ou Ll"%?*&?*
; e
para Ihe man-
E' nssim que o

construir era Pars, e a
uniformes, c
m
^S sosUnuc'1 "v'';"-ul,i,l'" """ ur- sabino nao poupou esforcos para obter
>M i Z pSnr-,CBment0M8 i0\Prprfw lu8"M- 0nde el,as Mtat.lS.eJta nascera
gtf para isso entendeu-se com um dos melhores herboristas d'Alleman
r vir as plantas frescas alim de preparar elle
. ^
4S -Rua Direita -4o
ESC0LHID0 SOIITIMEMO
DE
ac ni lo foi
mesmo as
ha,
linduras.
w
mandado vir dos Alpes, a rnica das monUnhas da Suissa, a bella
w";Cl,n2',"l"ta. pulsatila, rhus. hyosciamais. foram colh.dos na Allemanha na*
tranca e na Blgica, o vcralrum no Monte Jura etc., etc. na
, .- v DeSU "rle P'0" H'Tmacia do Dr. Sabino'das substancias que serviro para
^ 1 *X.'!.!,rie;C'aS.pu;i'S dfi.H-lioiiiann, descript.is as patogenesias, acharao o medico
Nos ulhmos dias de outubro al o 1. de
novembro vai praca por 2:000$ um sobrado
grande, velho, com alguma ruina, na frnle da
ladeira do Varadouro na rua de S. Beulo ; alm
do quintal que comprido, tem um terreno mu-
rado adjacente e cacimba.
Justo apreco.
Inflammaco do ulero
Eu abaixo assignado declaro publicamente que
por meio das chapas medicinaes do Sr. Ricaido
Kirk, escriptorio na rua do Parlo n. 119, foi cu-
rada urna minha escrava de in/lammaco do ule-
ro, da qual padeca ha mais de um'anno, com
muilas dores e softiimcntos. ficando perfrilaroen-
te boa no curto espaco de 12 dias. o que faco pu-
blico por dar o justo apreco a 18o precioso reme-
dio, que honra a seu autor,, e cuja ulidade po-
derser proveilosa a outras pessoas que soiTtem
de igual molestia.
Rua do Senhor dos Passos n. 43, Rio de Ja-
neiro.Anlonio Vieira dos Santos.
Orse (Joo Augusto), subdito francez, vai
ao Rio de Janeiro.
^-'^S e oe amigos da homeopatbia oa meios
23T midides.
S o
^^2) Botica d
''*4S Dila de 36
^ Uila de 48 .".'.'.".*."."."."'
Dita de 60 ............
N. B. Existem carteiras ricas de velludo, para
seguros e verdadeiros de curarem
as enfer-
>s precos so os segnintes :
de 24 tubos grandes.................. 12al6S
6^000
18ga 22g000
..... 2 i a 29jj(i(IO
..... 305 a 35J00
maior pre^o.
Cadi vidro avulso de lindura...'................. 2g000
Cada tubo avulso............................. latiOO
usadas"':" Cm mcdicaaienlos em glbulos e linctras'dedVveVsas dynamisacoes (mais
De 24 ditos de dito e 48 tubos grandes........... 48S000
De 36 dilos de dito e 56 tubos grandes.........'. 6ISO0
De36 ditos do dilo e 68 tubos grandes........ 708000
De 48 ditos de dito e 88 tubds grandes........ 921000
Do 60 ditos de dito c 110 tubos grandes......... lluSOUO
f-,milHSlr.Sni?XaSHS5 U!'S 30S n,ed,icos. Srs. de engenho, fazendeiros,
familia, capilaes de navio e em geral a todos
meopathia.
chefes de
que se quizerem dedicar a pratica da ho-
Aproximando-se o lempo festivo, e sendo in-
dispensavel que as lindas e amaveis lunas da
opulenta e potica Mauricea se previnam do qne
e necessario para o resguardo dos se us mimosos
o pequenlnos ps; aitendenJo tambem a que
urna crinolina empavesada nao podo estar de
acord com urna bolina acalcanhada ou desco-
sida, assim como um cavalheiro de calca balo
com um borzeguim estragado, far urna triste
hgura vis-a-visde urna bella; considerares lo
acertadas actuaram no espirito do proprielarin do
estabelecimento, j tao conhecido pela roodici-
de dos precos do seu calcado, para reduzi-los
aioda mais, munindo-se de ura abundante sor-
limentoe sem defeiio, que aprsenla aos seus
benignos freguezes (moeda em punho)
precos abaixo:
)) polos
Senhoras
59. .
Vendem-se tat
imbem machinas elctricas porlatcis para fralamento das molestias
nervozas. tslas machinas sao is mais modernas e as mais usadas
toda a t'.uropa tanto pela commodidade de poderem ser trazidas
porque trabalham com preparaces quo nao sao nocivas.
Cada urna.
na
actualmente em
algibeira, como
50*000
a companhia do theatro de Apollo. | ja^irV0!rnel (Louis)'8qb(lil0 belga, vai ao Rio de
Germain Chevance, subdito francez, vai ao
Rio de Janeiro.
O Sr. Alfredo de Albuquerque Martina Pe-
reira queira apparecerna rua da Cruz n. 21 a ne-
gocio
Roga-se ao Sr. fiscal da Boa-Vista quelsn-
ce suas vistas era urna porco do porcos que an-
dam sollos nos quatro cantos da Capunga velha.
estragando rua e sitios alheios.
O queichoso.
Prccisa-S6 de umi ama quo cozinhe e en-
gomrae para tomar conta do governo de urna casa
de horaem solleiro ; quem estiver nestas cir-
cuipsuncias, dirija-se a rua das Cinco Ponas n.
3. Na mesma precisa-se de um preto para todo
servido.
Aluga se urna casa terroa na rua da Gloria
n. 52, com quintal o cacimba : a tratar no Reci-
fe, rua da Moed, armazem n. 9.
Borzeguim 52 a
Ditos ditos.....
Ditos ditos.....
Meninas
Boi zeguins 29 a 31. .
Ditos 25 a 28......36
Ditos 18 a 24......^.QQ
Horaem
Borzeguins. .
Ditos......
Ditos prova de fogo e d'agua!
Ditos.....
Meios borzeguins de luitre. .
Sapa toes com elstico c lustre.
Ditos arranca pelle, bezerros. .
Ditos de bezerro. .
Meninos
Sapatooi........3G0O
Ditos.........3^000
Ha tambera nm variado sorttmento de todas as
classes e precos nfimos, sendo os aiiunciados
somenle de drimeira classa.
i.S'800
4/J500
4^000
3^800
9'50O
8^-800
80500
6$000
6000
5^000
5/fCOO
5^000


DIARIO DE PERHAMBUCO. ^ SABBADO 20 DE OUTUBR0 DE 1860.
DE
Sita na ra Imperial n.
fHiiff SI UtLU,
118 e llO junto a fabrica de sabao.
DE
Sebastio J. da Silva dirigida porFrancisco Belmiro da Cosa.
Neslo estabelecimenlo ha sempra proraptos alambiques de cobre da dtflerantes dimen-
coas de 3003 a 3:000; simples e obrados, para dislar agurdente, aparolhos destilatorios
continuos para resillar e destilar espiritas cora graduacao al 40 graos (pela graduacao de Sellen
Cariier, dos melhores sjstemas hoje approvados e Mohecidos nesta o outras provincias do imperio,
bambas .le todas as diraenc,5es, aspirantes e de repucho, tanto de cobre como de bronze e ferro,
torneiras de bronze de todas as di menees e feitios para alambiques, tanques etc., parafusos d
bronzae ferro para rodas d'agua, portas para fornalhas e crivos de ferro, lubos de cobre e
chambo de todas as dimencoes para encamnenlos camas de ferro com armago e sem ella,
fu;cs de ferro potaveis e econmicos, tachas e tachos de cobre, fundos da alambique, passa-
deiras, espuraadeiras, coccos para engenho, folha de flandes, chumbo em lenc,ol o barra, zinco
era lencol e barra, .Jences o arroellas de cobre, lenco, de ferro e latao, ferro suecia inglez
de todas as dimencoes, safras, tornos e folies pira ferreiros etc., e oulros muios artigos por
ramos prego do que era oulra qualquer parle, desempenhando se toda o qualquer encommen-
da cen preslesa e perfeicao ja condecida e para ommodidade dos freguezes que se dignarem
Immrcm-nos cora a sua confianza, achao na ra Nova n. 37, loja de forragons, pessoa habi-
lilada para lomar nota das encommendas.
Pianos
Queijos e presuntos
boas, que fazem admirar.
Quem vir a qualidade e preco,
nao deixar de comprar.
Vendern-se queijos londrinos a 480 a libra, e
queijos amengos a 25, presunto muilo bom a
4S0 a libra, e sendo inleiro se far alguma dffe-
renca : na ra da Imperaltiz defronle da matriz! bricantes J. Broadwood ASons de Londres,
da Boa-Vista n. 88.
Na ra do Crespo n. 5, ha para vender ex-
cellenle sorgure de seda de todas as cores com
b palmos de largura, proprio para forrar carros.
Saunders Brothers & C. tem pira Tender em
eu armazem, na praqa do Corpo Santo n. 11,
alguna pianos do ultimo gosto, recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados ta-
muito Bropriosuara este clima.
Ra do Crespo! mmm
r '45loa Direila-45
Tachas para engenho
Fuadico de ferro e bronze
DB
Seus proprielarios offerecem aseus numerosos freguezes e ao pubbico emgeral, toda e qualquer
obra raamifalurada em seu reconhacido eslabelicimenlo a saber: machinas de vapor de lodos os ta-
raanhos, rodas d'agua para engenho?, todas de (erro ou para cubas de madeira, moendas o meias
moendas, lachas de ferro balido e fundido de lodosos tamaitos, guindastes, guinchos e bombas
rojas, rodiles iguilhoes e boceas para fornalha, machinas para amassar mandioca e para desea roca r
algodo. prontas para man lioca e oleo de nc.ni, porioes gradara, columnas e moinhos de venio,
arados, cultivadores, ponte?, cadeiras e tanques, boias, alvorengas, botes e todas as obras de ma-
chinismo. Eteoula-se qualquer obra seja qual for sua natureza pelos desenhos ou moldes que para
tal Qm foroo apresenlados. Recebem-se encommendas neste estabelecimenlo na rita do Brum n.
28 A e na ra do Co'legio boje do Imperador n. 65 moradia docaxeiro do eslabelecimonto Jos
Joaquina da Costa Pereira, com quera os pretendemos se poden) entender para qualquer obra.
Loja esperanca.
\ ei de-so borracha de seda preta para borzo-
goinsa 21200 o covado, graxa em barris iiiuito
boa D 610, est arab;indo-se, flautas de bano de
taulrol a 18 e 208, bracelelrs de mozaico a 6j>,
ai para bordar a 6;i00 a libra, trancas de linho
brancas para as roupas da fesla a 800, lg, 1;}200
e I96OO a pera, sete pndres dilTerentes, colheres
finas, tacas, trinehantes, etc.; na ra do Quei-
mado n. 33 A, G.uimaraes \ Hucha.
Gurgel & Perdigo.
Qt Rcceberam pela barca Bertha, chega-
> d:: ltimamente do Havre as seguintes fa-
1 ndas de scj pedido, ra da Cadea do
*;" Recite n. 2:J :
ji Superiores cortes de vestidos
^ seda, dilos de blond com manta,
.". pella, llores solas e saia de selirc.
I,' Si:;i-riores e modernos chapeos depalhaS
enfilados para senhora.
tperiores cortes de vestidos de phantasia 'S
com 5 babadinho8 o de ditas saias. %,
.;: Superiores taimas de seda froxa feilo de S
^ erse broncos e de cores, pelongas etc. M
Superior cessa de cor do apurado gosto, g
2 urgandys, obras de sndalo, pulceiras, W
',s "''' s
ira marinha o rerdadeiro panno azul es- *f
r,i 1 que s em a esta praca por en- !*
m monda. 9
isdo castor prelose bramos forma **
5 ni i ern a.
1 *f>. :4 @ 9 '? >"> fX . v> O -- <-r --r \j. v_ 7 <.-> i. ex -_. v> -^ <* O* ti. c/i->
ra da Cadea
branco de
co-
Yende-se um terreno com 105 palmos do
frente e 300 de fundo, ludo aterrado e com 50
palmos de raes ja" feitos, muilo proprio para nello
se eslabelecer refinaces, padsrias ou fabrica de
qualquer nalureza, a ra do Brum, bairro do
Recite, junto a fabrica da fundic.au de ferro, lugar
designado para taes estabeleci'rnfntos, cujo ter-
reno se vende por junto ou em lotes de 30 pal-
mos cada um : na ra de Apollo, armazera nu-
mero 38.
Milho c fardo.
\endc Jos Luiz doOreira Azevedo, em seu
armazcm n. 5 na iravessa da Madre de eos.

i
jLoja de tente linas
M 40-RuadaCatleiadoRecife-O
ffi DE
iMartinho ullimamenle
um
de
Londres ijS
(Va
Si
a caes.
Y, ie-se ao cento por 10$ : na ra estrella do
II.
A dinheiro.
i\ua IVireila w. IOS.
pira hornera, senhora e meninos, pa-
: tono, casemira o brim, calcas da mes-
iiii tazenda, corles para colloles, e casemira para
cab..-. cuxas com msica para costura, eslojos
us, perfumaras de todas as qualida-
les de porcelana para mesas, sapalos
estampados e de velludo prelo, dfe-
renles obras de ouro e a imitarn, relogios de
pral 1 o dourados, bengalas e chicles, e outras
muiti9 miudezas que se vetidem ao primeiro
prec Bttm de liquidar cotilas.
N.i rui da Cadea do Recite n. 5j. primeiro
andar, t l> m-se saceos com farinha muilo fina
e nova, teijo mulatiohn, milho, queijos de coa-
Iha c tnaoteiga, ludo chegado prximamente, e
ou en !e por prec s commodos.
Ven Ie-se azeile de peino em barris : na
rita da Guia n. 9, taberna.
* Receber3ra
j Pelo paquelo inglez um grande sorli-
H metilo de cosame? de casemira le cores |
^ para horaens o oulros mallos objectos de y$>
^5 seda, la e Imha, lano para hornera como &
}?> para as senhoras, de gosto e do grande
yfc niunlo- ^
Na ra do Queimado n. 9, loja de Francisco
Pereira da Silva, vendern-se cobertas de chita a
2?u I56OO, o lencos de brim a 1jj920.
Aos senhores armadores e
proprieta ros de carros
fnebres.
Yende-se verbulina prela superior a 400 rs.
o covado : na ra do Crespo n. 25.
Pechincha
sem igual,
Superiores corles de chita franceza muito fina
de pa'ires muito modernos, com cores matiza-
das muito lindas, de 11 covados cada corte, pelo
baratsimo preco de 2$500, com muita dtver-
sidade de goslos para poder escolher-se na loja
do sobrado amarello, nos qualro cantos da ra
do Queimado n. 29, de Uoreira Lopes.
4tten?ao.
Miudezas por metade de
seu valor.
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um graade sortimento de
tachas de ferro fuadido, assim
como se faz econcerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Cheguem ao barato
O Preguija est queimando,em sua loja na
ra do Queimado n. 2.
Pegas de bretanha de rolo com 10 varas a
2$, casemira escura infestada propria para cai-
ga, collete e palitots a 960 rs. o covado, cambraia
organdy de muito bom gosto a 480 rs. a vara, I
dita liza transparente muito fina a 33>, 45, 5$,;
e 63 a pega, dita tapada, com 10 varas a 53> e
63? a peca, chitas largas do mo lernos e escolhidos
padres a 240, 260 e 280 rs. o covado, riquis-
simos chales de merino estampado a 7* e 855,
dilos bordados cora duas palmas, fazenda muito
delicada a 93 cadi um, dilos com urna s pal-
ma, muito finos a 83500, ditos lizos com fran-
jas de seda a 5#, lengos do cassa com barra a
100, 120 e 160 cida um, meias muilo finas pa-'
ra senhora a 43 a duzia, ditas de boa qualidade
a 33 e 3$500 a duzia, chitas francezas de ricos
desenhos, para cobert a 280 rs. o covado, chi-
tas escuras inglezas a 5&900 a poc,a, e a lt>0 rs.
o covado, brim branco de puro linho a 1$,
13200 e 13600 a vara, dito prelo muilo encor- |
padoa 13500 a vara, briihantina azula 400, rs.
o covado, alpacas dedifferentes cores a 360 rs. o
covado, casemiras pretas finas a 23500, 33 e !
33600 o covado, carahria prela e desalpicos a'
OO rs. a vara, e oulrasmiitas fazendas que se
far patento o comprador, e de todas se daro
amostras com penhr.
Veode-se tima das melhores casas da ra '
da Palma, j pelos seus commodn3, como tam-
bera pela edilicecn, lendo por commodos 5
qoarlos, 2sals, cozinhs fra, quintal, cacimba,
lendo msisa vantagem de ser muito fresca o es-
tar em estado de nao precisar o menor reparo ;
rondondo 30J mensalnirnte : o pretndeme que
a qnizer examinar, dirija.se o mesma man. 94,
e para tralar, na ruado Livramente n. 27," loja.;
Cambraia organ-
dys a 300 o covado.
Yende-se na ra do Crespo, loja n. 8, de qna-|
tro portas, cemhraia franceza organdys a 360 o
covado, para acabar urna factura ; assim como1
boas chitas francezas a 240 e 300 rs, fazenda de;
lindos nadrSes e cores fixas : dao- se maestra. I
A pechincha, antes que se
acabe.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n.
2, tem saias baloes .iberias, do ultimo gusto, pe-
lo diminuto preco de .>.
Na
e ar inazem
DE
GRANDE SORTIMENTO
DB
jFazendas e obras leiasJ
Loja
Ifies&Basto
Na rus do Queimad ) n.
46, frente amarella.
Sorlimento completo do sobrecasica de j!
panno preto e de cor a 253, 283, 30* e 35
333, casacas a 283, 303 e35-3. palitots dos j^
O mesmos pannos 203, 223 e 25$, ditos de
W, casemira de cor a 16$ e I83, ditos sac- g|
& eos das mesmas casemiras modelo inglez gr
Jh casemira fina a 103. 12^143 e 15$, dilos S
32j saceos de alpaca preto a 4$, ditos sobre >&
*v lino de alpaca a 73, 83 e 9-3, ditos dome- 4
S ri selim a 10$, dilos de merino cordao 3K
V atO$e 123, dilos de sarja preta trancada *D
g saceos a $, ditos sobrecasacos da mes- S2
^5 ma razenda a 83, dilos de fustao de cor e
m branco a 43. 4$300 o 5$. colleles de ca- M
r semira de cor e prelo a 53 e 63, dilos de *V
S2 merino preto para lulo a 43 e 53, ditos ^
* de velludo preto de cor a 93 c 103, ditos S
* de gorgurao de seda a 53 e 63, ditos de M
9 brim branco e de cor a 23500 e 3-3, calcas <}
a| do casemira de cor e prelo a 7$. 8$, 99 e!
5 e 103, ditas para menino a 63 e 73, ditas ^JE
|g de merino de cordao pira nomem a 5$ o ae
5 63, ditas de brim branco a 5J e 6-3, ditas ?
J| ditd de cor a 33, 33500, 4i o 53, e de Jg
vij todas estas obras tomos um grande sor- v
fj| lmenlo para menino de todos os tama- jg
3 nhos ; camisas inglezas a 363 a duzia. Na j*
5! raesina loja ha paletols de panno prelo fg
rt para menino a 14$, 15J e 16. ditos de <
<) casemira pira os mesmos pelo mesrao ^
3g preco, ditos do alpaca saceos a 33 e .^
X 3$500, ditos sobrecasacos a 53 e fi$ para Jj!
-] os meamos, calcas de brim a 23300, 33 e J
* 33-500, paletots saceos de casemira de cor .JE
a 6J e "3, loalhas de linho a 800 e 13 ca- 3
da urna.
ib No inesmo estabelecimenlo manda-so 3?
^ aproraptar todas as qualidades de obras ^
5>k tendentes a roupas feilas,era poucos dias, jg
^ que para esse lim tomos numero suf- ^
g| Qcienle de peritos oIBciaes de alfaiates jjz
:i rgidos por ura hbil meslre de seme- vg
^ Ihanle arte, fleando os donos do eslabe- jg
fH locimento responsaveis pelas mesmas cga
^ obras at a sua entrega.
mmmmm mm ensHaiMisS
Sebo e graixa.
So' o coadoe graixa ern bexigas: no armazcm
uf Tasso Irmos, no caes de Apollo.
GRANDE SORTIMENTO
DE
azendas e roupa feila
a # a sacca.
Arroz cora casca lendo a maior parle pilado
proprio para galinlm e cavallos ; no Caes do Ra-
mos n. 6.
Expsito de metaos.
E' chocado a esta loja do Vianna, um riquissi-
mo sorlimento do raelaes de todos os gneros do
mais bonito que se pude encontrar, ludo a omita-
cao de prata ; na ra Nova n. 20, loja do Vianna.
Caf a vapor.
Riquissimo sortimento de machinas de fazer ca-
f a vapor, approvados na ulliina exposico de
Pars ; na ra Nova n. 20 loja do Vianna.
Bombas de Japy.
Riquissimo sorlimento do bombas de japy1 de
lodos ostamanlios, as melhores que se temappro-
vadoem lodo o munJo. pela facilidada que d a
tirar-se agua ; na ra Nova n. 20, loja do Vian-
na.
Camas de ferro.
R luisssimo sorlimento do camas de ferro com
onas, e pira colxao por preco commodo ; na ra
Nova n. 2J, loja do Vianna."
NA LOJA E ARMAZEM
E
Joaqun Rodrigues Tavares de Mello
RA DO QUEIMADO N. 39 Na fabrica de caldeireiro da ra Imperial
em sla loja de qi:atro poiuas. junto a fabrica de sabio, e na ra Nova, luja de
Tem um completo sorlimento dd roupa feila, ferragens n. 37, ha urna grande porcao de folhas
e convida a todos os seus freguezes e todas as de.zi"c0'^ prSpaa,?la P^a'e'hados, e pelo Ji-
, 1 minuto ureco de 14rs. a libr
pessoas quedesejarem ter um sobrecasaco bem
feito, ou um ca1c,a ou collete, de dirigirem-se a ^^^y^
este estabelecimenlo que encontrarao um hbil
Va rus da lmperatriz, junto a loja de iln-
n. 2. vendo-se vinho Duque do Porto, lino,
,1 I96O a garrafa, dito xerez a 1$600, dito bor- existentes,
1 ix a 13, champanha a 23, em gi-jo se faz
dilTerenqa, doce le pera e de ginja a 900 rs. a
lata, i' dachinhas linas a 13600 a lata, queijos do
reino novos a 2$-2')0, presuntos proprtos para
800 rs. a libra, fumo de Guranhuns a
< para liquidar urna porco que rece-
beu-sc do sertio.
0 arrorantanle da loja do miudezas da travessa
do Livramento n. 2, lendo de entregar a chave
da loja, vende sem limites todas as miudezas
entre ellas um grande sorlimento de
artista, chegado ltimamente de Lisboa, para
desempenhar as obras a vontade dos freguezes.
J tem um grande sorlimento de palitots de ca-
semira cor de rap e outros escuros, que se ven-
dem a 129, oulros de casemira de quadrinhos
da mais fina que ha no mercado a I63, ditos
,1 'i
de ac finos para calca a 20 rs. a duzia.'ditos de casacas francezas muito bem feitas a 35$, cal-
lonca brancos e pintados a 20 rs. a duzia, bicos gas feitas da mais fina casemira a lOft, ditas de
ida perfeitos a: J rs. a vara., brim ede fuslao por preco commodo, um grande
>
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peilosparacamisas.
Biscoutos
Emcasade Arkwight & C, ruada
Cruz n. 61.
Vendo-se urna mobilia de amarello, junla-
in-nt: cedo-se um segundo andar com um gran-
d: soto em urna das melhores ras desli cidade:
quem precisar dtrija-se ra do Rangel n. 75,
que se Jira aunde.
Para acabar.
Pecas de cambraia de flores a 33200. muito
bonita, ditas de salpico muito fina a 338OO ; na
loja da rua do Passcio Publico n. 11.
Vende se urna escrava parda mo
r-i, rjiiesabeeigommar, cosinhar e la-
var : na rua da Camboa do Carino casa
n. 23, a vista do comprador se dir'o
motivo da venda.
Calcado barato.
a
Dinheiro vista.
Borzeguins para senhora ,1 JOOO.
Ditos para menina a t$50O.
Ditos para crianza a Ig.
Ditos de pellica para hornera a 8g.
Ditos de bezerro a 7 e 83.
Sapates de lustre para horaem a 4g.
Ditos de bezerro a 3J.
Dilos de lustro para menino a3j.
Sajiatos de lustre para senhora a 1J.
Ditos de tranca a 13500. Na praca da Inde-
pendencia ns. 91 e 39.
VENDE-SE
Um escravri :rioulo ; na rua do Queimado a.
4G, luja.
phosphoros bons a 20 rs. a ciixinha, Irancinhas I".- ~~7', ur.'" j"*" *"*r""",?
deltnhalisasdecorcsaiOrs. a peca, ditas de sorl,mento colleles de casemira a bT>, ditos de
caracol a 60 rs., estampas de cantos' a 100 r?. outras fazendas por preco commodo, um grande
cada urna, meias para liomem 1 80 rs. o par, di-sorlimento de sapalos de tapete de goslo muito
Botica,
tas pintadas finas muilo encornadas a 20. ln-1 -iniiri.tn > o3 i;\a. it,.i.. .arnn "
dissimas trancas de seda a 80. 100, 120, 130 200 ?" 4 3 d,.,0S ',e b?rracha a 2500, cha- Ros^.
20e 320 a vara, franja muilo moderna de seda Peos decaslor muito superiores a 1G, ditos de se-, mentos :
Bartholomeu Francisco de Souza,
a larga do
inon. 36, vende-se os seguiuTes medica-
a 120,160.200, 20, 320, 100 e 500 rs. a vara, e da dos melhoresquetera vindoao mercadoa 10,
todas as mais miudezas era propongo ; cheguem dilos de sol. inglezes a 105?, ditos rouilosbons a I
cora os cobres, que o freguez nao saho sem fa- 12?, ditos francezes a 85, ditos grandes de pan- I
' no a 45?, um completo sorlimento de gollinhas e
Vendem-se duasbalancas para cima de bal- manguitos, tiras bordadas, eentre meios muito '
SXratC^ P"3 C0Uernh0S d9 ^"i"os e.ravessei-!
libras, e lomos de ferro para corlar carne nos
acougues, vindo de Franca : na rua do Imoera-
dor n. 28.
pechincha.
Na loja do Preguica, na roa do Queimado n.2,
lera cobertores de algodo de cores bstanlo
grandes, proprios para escravos, pelo baratissi-
mo preQo do lg.
Taberna para um
principiante.
Vende-se a taberna sita na Iravessa da rua do
Queimado (outr'ora becco do Peise Frito) n. 7,
muito afregqezadi para a praca e mato, propria
para ura principiante por ter poucos fundos o
ser era urna das melhores localidades, o o moti-
vo da venda se dir ao comprador : a tralar na
mesma.
ros por pretjo commodo, camisas bordadas que
servera para batisado decriancas e para passeio i
a 83?, 10 e 123?, ricos lencos de cambraia de'
linho bordados para senhoras, ditos lisos para
hornera por preijo commodo, saias bordadas a
33500, ditas muito finas a 55?. Anda tem um
restinho de chales de toquim a 30, cortes de
vestido de seda de cores muito lindase superio-
res qualidades a 1003?, que j se venderam a
150J, capotinhos pretos e manteletes prelosde
Ticos gostos a 20, 253? e 303?, os mais superio-
res chales de casemira estampados, muito linos, a
8 e a 10, toalhas de linho de vara e tres quar-
las. adamascadas, muito superiores a 53?, ditas
para rosto de linho a 15?, chitas francezas de su-
perior qualidade, tanto escuras como claras a
200, 280, 330, 400 e 440 rs. o covado, ricas
casemiras para caha, colleles e palitots a 43? o co-
vado, e um completo sortimenlo de outrasfazen-'
llob 1'AtTecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Brlslol.
Dita San s.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmalhico.
Vidrosde bocea larga com rolhas, de 2 oncas
e 12 libras.
Assim como tem um grande sortimenlo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Vendem-se libras sterlinas, em
casa de N. O. Bieber&C. : ruadaCru'
n. 4.
loja n. 25, de Joaquina Ferreira do S, vendem-
se por presos baratissimos para acabar: cortes
de seda para vestido com algum mofo a 8$, rou-
pos de seda feito a 15J, luvas arrendadas para
senhora a 100 rs. o par, corles de barege de laa
com babadosa5S, cassas de cores finas a 210 o
covado, chita larga a 200 rs., cazavetjues de cam-
braia bordados a 5g, capas de fust.lo enfeitadas
a 5, penleadores de cambraia bordados a 63,
babados bordados a 320 a vara, riscado francez
muito fino a 160, sobrecasacas de panno fino a
253, palelots do panno preto e de cores a 18, 20
e22, ditos de casemira de cores a 16, ditos de
alpaca pretos e de cores de 4 a 83, dilos de brim
branco e de cores de i a 63, calcas de casemira
preta e de cores para lodos os oreos, gollinhas
dotraspasso a 2j}500 camisinhas bordadas a
2g500, manguitos bordados a 23, chitas francezas
com lustre propria para roupes e coberla a 320,
osguio de linho muilo fino a 13200, calcas de
brim brauco e de cores do 2 a 4. bramante de
linho com 5 palmos de largura a 900 rs a vara,
damasco de la com 9 palmos de largura a 2j o
covado, pecas de madapoln fino a igOO, chapeos
do fellro Garibaldi a 5g500, camisas brancas e
do cores delgOOa 33, velbutina preta superior a
400 rs.. corles de brim de linho a 13500, meias
cruas para hornera a 100 rs. o par, e oulras mul-
tas fazendas por menos do seu valor para fechar
coritas.
Aos senhores de
engenho.
Vende-se um escravo ptimo carrero e traba-
Ihador de enchada : na rua do Trapiche n. 8, ou
na rna Augusta n. 61.
4iJmiraveis remedios
americanos,
Todas as casas de familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, ele, devem estar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos com
os quaes se cura elicazmente as princpaes mo-
lestias
Prompto alivio de Radway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rlieumatismo, dor de
cbec,a, nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis, indigestao, crup, dores nos ossos, contuses,
queimadura, erupces cutneas, angina, reten-
cao de ourina, etc.. ele
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermidadesescrophulosas.chro-
nicas esyp Mticas; resolve os depsitos de maos
humores, purifica o sangue, renova o syslema;
prorapto e radicalmente cura, escrophulas,vene-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos, afeeces do ligado e rins,
erysipelas, abeessose ulceras do todas as classes,
molestias d'olhos, difficuldade das regras das
mulhetes hipocondra, venreo, etc
Pilulas reguladoras de Rad-
way
pararegularisar o systema, equilibrar a circula-
gao do sangue, nleiramenle vegetaes favoraveis
em todos os casos nunca occasiona nauzeas nem
dores de ventre, dses de 1 a 3 regularisara, de 4
a8purgam. Estas pilulas sao efficazes as allec-
coes do ligado, bilis, dor de caneca, ictericia, in-
digestao, e em todas as enformidades das mu-
Iheres, a saber : irregularidades, fluxo, reten-
coes, flores brancas, obslrucces, histerismo, ele,
sao do mais prompto eTeito na escarlatina, febre
biliosa, febre amarella. e em todas as febres ma-
ignas.
Estes tres importantes medicamentos vem a-
companhados de instruecos impressas que mos-
trara com a maior minuciosidade a maneira de
applica los em qualquer enfermidade. Eslo ga-
rantidos de falsificacao por si'i haver venda no
armazem de fazendas de ltaymundo Carlos Leile
& Irmao, na rua da lmperatriz n. 10, nicos
agentes em Pernambuco-
Rival sem segundo.
Na rua do Quairaado n. 55, defronte do sobra-
dono vo, loja de miudezas de Jos de Azevedo
Mad e Silva, ha para vender os segunies artigos
atMixo declarados :
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Sapalos de tranca de algodo a 1.
Carias de alflnetes linos a 100 rs.
Espelhos de columnas madeira branca, a
13**0.
Phosphoroscom caixa de, folha a 120 rs.
raseos de macass perula a 200 rs.
Duzia de lacas e garfos muito tinos a 33500.
Clchelos era carlao de boa qualidade a 40 rs.
Caixas de clcheles batidos a 60 rs.
Caixas de obreias muito novas a 40 rs.
Frasco de oleo de babosa a 500 rs.
Dilo dito para fazer cabello corredio a 800 rs.
Sapalos de laa para enancas c 200 rs.
Pares de meias para meninas a 240.
Pares de luvas de fio de Escocia a 320,
Massos de grampas muito boas a 40 rs.
Agulheiros de marfira a 160 rs.
Caivetes de aparar penas a 100 rs.
Grvala^ de seda muito finas a 600 rs.
Tosouras para costura muilo finas a 500 rs.
Ditas para unhas a 500 rs.
Pecas de franja de la com 10 varas a 1$.
Pegas de tranca de laa com l"> varas a 500 rs.
Fetilho para enfeitar vestido (peca) 1.
Linhas Pe lro V, carlao cum 200 jardas, a 60 rs.
Ditas dito cora 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles muito finas a 200 rs.
Pares de meias decores para homcm muito fi-
nas a 140.
Cordao imperial (pecas) 40 rs.
Grammaticaingle-
za de Ollcndorff.
Novo metbodopara aprender a lr,
a escrever e a fallar inglez ern 6 mezes,
obra inteiramenre nova, para uso de
todos os est-abelecimentos de instruccao,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andar.
5#000
3'500
2^500
Este estabeleciment olerece ao pu-
blico um bello e rico sortimento por
prcos convenientes, a saber :
Hornera.
Borzeguins imperiaes .... 10$000
Ditos aristocrticos...... K'OOO
Borzeguinsmoscovia (provade
fogoe d'agua....... OjfOOO
Ditos democrticos...... 6$0(0
Meios borzeguins patentes C$500
Sapates nobreza....... C$000
Ditos infante*. ...... 5000
Ditos de Imha (3 1|2 bateras) G000
Ditos fragata (sola dupla) .. 5$000
Sapatos de salto (do tom). 6 Ditos de petimetre.....,
Ditos bailadnos......
Ditos impermiaveis ....
Senhora.
Borzeguins primeira classe
(salto de quebrar)..... o.sOOO
Dito de segunda classe (que-
bra cambada) ...... 4,j8C0
Ditos todos de merino (salto
dengoso).......... 45500
Meninos e meninas.
Sapales de forra...... i.sOOO
Ditos de arranca....... 3,s500
Borzeguins resistencia 4# e. 3,s'800
Pateo de S. Pedro n. G, arma-
zem de gneros seceos e
molhados.
Vende-se nesle novo eslalielecimenlo saceos
com farelo de Lisboa, farinha de mandioca, rr.i-
Iho, feij;io mulatinho e preto, gomina de mandio-
ca, arroz de casca edil* do Maranho de su-
perior qualidade, doce da casca da goiaha, vinho
do Pono em garrafa do melhor que pode haver
no mercado, manteiga ingleza e franceza, banha
de porco em latas, bolachinhas de soda de todas
as qualidades, ceneja prela e branca da melhor
marca, queijos flamengos frescaes, conservas in-
glezas e os mais gneros que se vendem por me-
nos bre$o do que se vende em oulra qualquer
parte.
j-cjdft-rBcsooe^irineD cil5 09 p
I Seguro coolraFogo
1 COMPAHH1A
u
I
LONDRES
AGENTES
s
*G J. Astley & Companhia. i
5---------------------------
I Yende-se
j Formas de ferro para
purgar assucar.
i Buchadas de ferro.
9 Ferro sueco.
I Espingardas.
1 Ac de Trieste.
3 Prcgos de cobre de com-
posico.
Barrilha e cabos.
i Brim de vela.
2 Couro de lustre.
I Palhinha para marcinei-
| ro : no armazem de C.
J. Astle\ & C.

3 "vni-'i'jnioo".
ELOGIOS.
Vsnde-se emeasa ae Saunders Brothers S
C. praca do Corpo Santo, relogir.s do af.-.ma
do: abricante Roskell, por precos con.m. d'-s
e tarbemrancellins e cadeias taraos meamos
deexceellnte osto.
Na rua da Cadeia n. 21, vendem-se os se-
guinles fizendas, per melado de sen valer, Vara
liquidaQao.
Bicos de seda brancos e prelos, de (odas os
arguras, vara a 160, 240, 400, 810 e ljct'0.
Um completo sorlimento de franjas de seda c
de algodio.
Chales de touquim a 10, 15. 20 e 35}>.
Botoes deseda, velludo, de louca ede fuslao
de qnalidades finas, duzio a 200, 400 o 600 rs.
Collarinhos boroadosde 500 rs., 2, 3 e (>
Entren-pos finos, pegas rom 12 varas, a 1 Folhos bordados tiras a 5> 0, 1, 25, 3?C0.
Camisetas com manguitos a 3?, 4, 5 e 63.
Enfeiti's de lluros a Cg.
Chapeos de seda para senhora a 10?.
Casavpques de velludo a 40 e 60.
Ditos de soda a 25?.
Ditos de fuslao a 8 e 12.
Filas dr seda e de lodos as qualidoJcs de 160
rs. o 13300.
Ditas de velludo de 240 rs. a lg.
FAZENDAS
l
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P. Jo-
hnston & C. rua daSenzalan. 42.
CANDIEIROS
- Antonio Joaquina de Mello vende ou iroca J'"' lu^ se vende por precobarato, o que nao
o seu sitio da Passagem da Magdalena por"nle?o I possivel aqu se poder mencionar nema quarta
ou os lotes de 30 palmos de frente para o as-1 Parle WU*i no entanto os freguezes chegando o
cenle, e 200 de fundo ; ptima locadade. i querendo comprar nao iro sem fazenda.
Grande sortimento de candieros econmicos a
gaz idrogenio, e todos os mais preparos para
consumo dos mesmos na rua Nova n 20, loja
Vianna.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes.d?
ouro patente inglez, para homem a senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool!
ivndospelo 1 Mimo paquete inglez ; em casa di
oSuthall Mellor & C.
Loja das seis portas em
frente do Livramento.
Covado a 200 rs.
Chilas largas de bonitos goslos a 200 rs. o co-
rado, ditas estrellas a imilago de laazinhasa
160 rs., cassas de salpicos brancas e de cores a
200 rs. o covado, pegas de esguiSo de algodo
muito fino a 3g a pega, ditas de bretanha de rolo
com 10 vaias a 2. riscadinho de linho a 160 rs.
o covado, chales de merm estampados a ).
lengos brancos com barra de cor a 120 rs., ditos
coji bico a 200 rs., algodo monstro de duas lar-
guras o mothor que possivel a 640 rs. a vara,
mussulina encarnada a 240 o covado, fil de li-
nho preto bastante largo. A loja est aberta al as
9 horas da aoile.
Armazem da rua do Quei-
mado 11. 19.
rentes imilando tartaruga com enfeitedevj-
drilho c retroz, vindos pela primeira vez a !000
cada um.
Chales de merino.
Chales de merino bordados, franja do sed3,
muito finos, a 5?5O0, dilos estampados grandes a
3J500.
Grosdenaple.
"urla-cores com pi
Lences.
Grosdenaple furia-cores com piolas de mofo a
1$200 o covado.
Lences de. bramante do linho, pelo barato
preco de 18800 cada um.
Cobertas chinezas.
Cobertas de chita, gosto rhinez, a 1#800.
Ricas colchas
Colchas de la e seda de muito goslo para
noivos.
Colchas de fustao.
Grandes colchas do fustao de lindos lavrores a
5500.
Cambraias de cores.
Cambraias de cores muilo finos a 500 e 640 rs.
a vara.


/
mr-----
DIARIO DB PEENAMBUCO. SABBADO 20 DE OUTUBRO DE 1860.
ffl
DlflMIifl)
DE
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No beni coohacido e acreditado deposito da cerveja superior a 320 a garrafa, e em caada a
Vndese
NA LO JA ^ AUMAZEM
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RA DO CHIMADO 40
Defronte do beoco da Congregado letreiro verde.
19000
Seda de quadrinhos muito fina covado
Eofeitesdevelludo.com froco prelos e
de cores para cabeca de senhora da
ultima moda
Fazendas para vestidos, sendo seda la
e seda, cambraias e seda tapada e
transparenre, covedo
Luvas de sed? bordadas a lisas para
senhoras, liomens e meninos
Lengos de seda rxos para senbora a
2000e
Mantas para grvalas e grvalas de
seda de todas as qualidades
Chapeo francez forma modrrna
Lencos de gurguro prelos
Hicas capellas brancas para noivados
Saias balao para senhora e meninas
Tafela rxo o covado
Chitas franceza a 2G0, 280, 300, e
Cassas francezas, a vara
255500
8*500
2*000
#500
5O0
Selim preto azul e encarnado proprio
para forros com 4 palmos de largnra
o covado
Casemira lisa de cores 2 larguras, o co-
vado
Chales de miron bordados, lisos e es-
lampa Jos Seda lisa preta o Je cores propria para
forros com 4 palmos de largura, o
covado
Ricos cortes de seda prelos e de coros
com 2 saias o de babados
Ditos de ga/.e e de seda phantasia
Chales de loquim muilo finos
Grosdenaple preto e de cores de lodas
as qualidades
Seda lavrada preta e branca
Capas de fil e visitas de seda preta
cora froco
1*600
2*000
1P500
ra da Cadeia do Recife o. 12, ha para vendara
verdadeira potassa da Russia nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
peJra, ludo por precos mais baratos do que em
oulra qualquer parta.
Villa do Cabo.
Rua do Livnmento, esquina da traves-
a da Torrinha, armazem do bara-
teiro.
O Machado esta queimando carne, bacalho, e
mais gneros de despensa, pelos rnesmos pre^"*
do Recite.
Vinlio de Bordeaox.
Em casa de Kalkmann Irmaos&C, rua da
Cruz n. 10. eucontra-se o deposito das bem co-
cheadas marca dos Srs. Brandenburg Frres
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, cm Bor-
deaux Tem as seguintes qua.lidades :
De Brandenburg freres.
St. Estph.
St. Julien.
Margaux.
Larose.
Chleau Loville.
Chateau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
A, Junen
,4. Julien Mdoc.
hateau Loville.
Na mesma
vender:
casa ha para
de
-iiargo
Os proprietarios deste eslabele-
que lem
por serem
Sherry em barris.
Madcira cm barris.
Cognac cm barris qualidade fin
Cognac em caixasqualidade inferior.
Cerveja branca.
As mellores machinas de coser dos mai*
afamados autores de New-York, I.
M. Singer &C. e Wheeler SiWilson
Imperatriz n. 10,
''isla.
Neste eslabeleci-
menlo vendem-se as
machinas destes dous
autores, moslram-se a
qualquer hora do dia ou
da noiie, e responsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade e seguranea.
no armazem de fazendas
do Raymundo Carlos
Leile & Irrnaos rua da
amigamente aterro da Boa- L
1*800 : na travessa da rua das Cruzes a. 6.
Vende-se a taberna do pateo de S. Jos n.
51, propria para principiante, em consequencia
do dono ir tratar de 3ua saude.
Vende-se urna taberna na Iravessa da rua
do Rosario n. 3. pode ter 1:300*, pouco mais ou
menos de fazendas.
Vendem-se 2 carros de 4 rodas proprios
para particulares ou para aluguel, forrados e
preparados de novo, bonitos feilios, e por precos
commodos ; a tratar na cocheira do largo do ar-
senal n. 4.
Vende-se aloja que foi do finado Antonio
francisco Pereira com fazendas e dividas, e ar-
rendamenlo da casa por 9annos : os pretenden-
tes dirijam-se ao escriptorio do Dr. Akoforado
ou ao hotel inglez a fallar com Polari, procura-
por da herdeira.
Peehiocba sem igual.
De queijos llamingos recenlemenle chegados
pelo ultimo vapor da Europa a 2*; e em caixa
se faralgum abatimento : vende-se nicamente
noarmazfm progresso de Duarie Irmao. no
largo da Penha n. 8.
SYSTEMA MEDICO DEHOLLOWAY.
PILULAS hollwoya-
Este ineslimavel especifico, comp:sto inleira-
menle de hervas medicinaes, n5o contm mercu-
rio nem alguma oulra substancia delecteria. Be-
nigno maislenra infancia, a a compleicao mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na compleicao mais robusta ;
enleiramenle innocenle em suas operaces e ef-
feitos ; pois busca a rano ve as doencas de qual-
quer especib e grao por mais amigas e lenazesj
que sejam.
Enire milhares de pessoas curadas com esle
remedio, ntuit|s que j estavam as portas da
morle, proservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e forcas, depois dchaver tenta-
do inullimente todos os oulros remedios.
As mais afllictas nao devem entregar-se a des-
esperago ; facam um competente ensaio dos
eflicazes effeilos desla assombrosa medicina, e
pre.Mes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em lomar este remedio
para qualquer das seguinies enfermidades:
Terrenos pertoda
praca.
Caminho dos mnibus.
Os herdelros do commendador Antonio da Sil-
va venden) sua propriedade, no lugar da Casa
Forte, em sortes de trra avoniade dos compra-
dores com a nica restricQao de nao terem menos
de 30 palmos de frente, e fnndo designado pela
respectiva planta approvada pelas autoridades
competentes, o engenheiro Antonio Feliiiano
Rodrigues Selle 6 o encarregaao das raedicoes
precisas, e pode ser procurado no mesmo sitio,
ou na rua estrena do Rosario n. 30, terceiro an-
dar, ou na praca da Boa-Vista, botica de Joaquim
Ignacio Ribeiro Jnior : os pretendentes podem
dirigir-se igualmente para qualquer proposta ou
esclarecimenlo ao herdeiro L. A. Dubourcq, no
seu sitio na Capunga.
Vende-se na loja de Antonio Augusto dos San-
tos Porto na loja ns. 37 e 39 na praga da Inde-
pendencia, capellas de aljfar e morale para ca-
tacumbas, tmulos etc., ele, da forma seguinte
e preeos razoaveis :
Capellas dealjofe com EScripres, grandes a
Ditas ditas por
Ditas ditas por
Dilas ditas por
Ditas deimortaile por
Quadros com a imagen) do Senhor Cruxifi-
cado com inscripres por baixo a 12 e a
10
3
2?
10
Pechincha.
Rua do Crespo n. 8, loja de
quaro portas.
Chitas francezas malisadas muilo finas com pe-
queo loque de avaria a 200 e 220 rs. o covado,
mussulina azul perfeilamente limpa, a 200 rs. o
covado.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias (mal de
A sih m a.
Clicas.
Convulses.
Debilidadeou exlenua-
;ao.
Debidade
ou falla de
forcas para qualquer
cousa.
Desinleria.
Dor de garganta.
de. barriga..
cimento convidan) ao respeitavel publico, principalmente aoe amigos do bom e barato, que se
acham em seu armazem de motilados de novamente sortido de generas, os mellores
viudo a esle mercado, por serem escolhidos por um dos socios na capital de Lisboa
a maior parte dalles indos por conta dos proprietarios.
Chocolate
dos mellores autores de Europa a 900 rs. a libra cm porcao a 8o0 rs.
Marmelada Imperial
do afamado Abreu, e de oulros mais fabricantes de Lisboa em latas Je i a 2 libras a 800
rs., em porcao de se far algum abatimento.
Maa Ac lmale
em latas de 1 libra por 900 rs., em porcao vende-se a SoO rs.
lalas com ev\i\\\as
vende-se nicamente no armazem progresso a G40 rs. cada huma.
Conservas raneexas c inglezas
as mais novas que ha no mercado a 700 rs. o frasco.
lalas de too\acYni\\\a de soda
com diferentes qualidades a lGOOa tala
iVmeixas francezas
ss mais novas que tem vindo a esle mercado em compoteiras, contendo 3 libras por 336000 rs.
eem atas de 1 lj2 libra por 13500 reis
\revdadeiros figos de comadre
em caixa com 10 libras por 3?000 rs, a retalho a 2-10 reis a libra.
Caixinnas com 8 litaras de passas
a 35000 rs. em porcao se far algum abalimenlo, vende-se tambem a realho a libra a 500 rs.
Manlega ngleza
perfeitamente flor a mais nova que ha no mercado a 1000 rs. a libra, em barril se far al-
gum abalimenlo.
Cu perola
o melhor que ha neste genero a 2$500 rs. a libra dito hyson a 25000 rs.
Palitos de denles llenados
a 200 rs. cem 20 macinhos.
neixe sarel em posta
por 15500 rs. cada urna e de
Vende-se cortes de casemira do mnis
apurado gosto e muito finas para cal-
ras, cliegadas pelo ultimo vapor fran-
cez : na rua da rxperatiiz n. 60, loja
de Gama & Silva.
Pebreto da especie.
Gotia.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indines toes.
Iiiflanima^es.
Irregularidades
menstru3(;o.
Lornbrigas de toda es-
pecie.
Mal de pelra.
Manchas na culis.
Abstrucjao de ventre.
Phlysica ou consump-
pulmonar.
Retengao de ourina.
Rlieumaiismo.
Symplomos secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
Rap nacional D.
Pedro II da imperial fabri- g^******O"* *.****-
nos rins.
Dureza no venlre.
Enfermidades no venlre.
Ditas no figado.
Dilas venreas.
Enchaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febrelo ntermilente,
Ven.e-se eslas pillas no cstabelecimento ge-
ral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
iodos os boticarios droguista e oulras pessoas en-
carregadas de sua venda em ioJa a a...*,.;-. Jo
Sol. Havana e Hspanha.
Vendem-so as bocelinhas a 800 rs. cada
urna dallas, contera urna instrni-yo cm portu-
guez para explicar o modo de se usar destas pi-
lulas.
O deposilo geral em casa do Sr. Soum
ca de Joo Candido de Mi-
randa, Rio de Janeiro.
Este rap sera duvida o de melhor qualidade
fabricado neste imperio, acaba de chegar e ven-
de-se no deposito, rua do Vigario n. 23, escrip-
torio.
Para colehocs.
o melhor peixe que exziste em Portugal era latas grandes
outras militas qualidades que se vendem pelo mesmo prego
Mauleiga franceza
a 560 rs. a libra em barril se far abatimento.
Toueinlio de Lisboa
o mais novo que ha no mercado a 320 reis a libra.
Macas para sopa
-~-em caxinhas de 8 libras com deferentes qualidades por 4?>000 rs.
Tambem vendem-se os seguintes gneros, ludo recenlemenle chegado a de superiores qua-
idades, presuntos a 480 rs. a libra, chourica muia nova, marmelada do mais afamado fabricante
de Lisboa, maca de tomate, pera secca, passas, fruclas em calda, amendoas, nozes, frascos com
amenJoas coberias, confeiles, pastilhas de varias qualidades, vinagre braneo Bordeaux, proprio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de San Flix, magas de lodas as qualidades,
gomma muilo fina, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de ditas,
6permacele barato, licores francezas muito finos, marrasquino de zara, azeile doce purificado, azei-
tonas muilo novas, banha de porco refinada a otitros muilos ganaros que encontraro tendentes a
molhados, por isso prometiera os proprietarios venderem por muilo menos do que outro qualquer,
prometiera mais tambera servirem aquellas pessoas quemandarera por outras pouco pralicas eorao
se viessera pessoalraente; rogam tambem a lodos os senhoras de engenho a senhoras lavradores
queiram mandar su.is eneomraenJas no armazem Progresso, que sa lfaes affianca a boa qualidade e
o acondicionamenio,
Ainda ha um resto do superior panno de linho
proprio para colchoes : na rus da Cadeia do Ite-
cie n. 48. loia de Lcite & Irm.io.
Barato para acabar.
Na loja da Rua do Passeio Pu-
blico n. 11.
Cliila franceza fina a 220 rs. o covado, corles
decassa a 2*200. dito de cambraia a 2*800, cha-
peos de feliro a 2S800 e 4*000, cortes de casemi-
ra a 3g0O0, chales de laa escures a l.800, ditos
de merino bordados a 5J5011, meias cruas a Ic80
a duzia, bnns miudos a 160, ditos grossos a 26(1,
pegas de cambraia lisa fina cora 12 jardas a 6* a
peca, ditas muilo fina a 9*, camisas francezas de
cores e brancas a 1$600, casemira preta fina a
1*750 o covado, panno preto fino a 3, sargelim
de duas larguras para forro a 200 rs. o covado,
ganga amarella a 260 rs. o covauo, luim braneo
de linho puro a IjJlOO a vara, cambraia de cores
muilo fina a 600 rs. a vara, lencos brancos finos a
2j00 a duzia, ditos pegenos 2*600, chita pa- liva.
ra coberlas a2i0rs. o covado, dila a 160, panno I jfln
da costa a 310 rs. o covado, pegas de cambraia ,. ,
branca de quadro muito finas a 4* com 10 varas j messe hasianle coniianga para encinar esle re-
cada peca, ditas rendadas com 13 a 14 varas, lar- rnedio constantemente seguindo algum lempo o
gura de 4 palmos e meio a 4g500. trata ment que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar inconleslavelraenie.
Que ludo cura.
O ungento lie til, mais particu
lamiente nos seguintes casos.
Inflaramagao da bexiga.
.5000 RS.
Ferros econmicos de engommar a vapor na
rua Nova n. 20. loia do Vianna.
Chegucm ao barato.
Leite & Irmo, na rua da Cadeia do ioric n.
QCADUeru t,lil!' franceza, cores Oas, a 2-0 260
Ion rS- ,'ovaJo. dilas estrellas, cores xa, a
Z ., rS7pe,cs dc madanBlbo com 20-varas a
30200.4S. 4*200. 4gOO, 48800 e 5*500, e muilo
uno a7J, pecas de l.relanha de rolo com 10 vara
, a 2g, cassa preta muilo fina a 640 a vara ni-ias
de seda de peso para meninos a 2j500 o par lu-
vas de camurca para monlaria a 2{5CU, loalhss
de linho para mesa a 3*, meias cruas inglezaa
muito superiores para horot-m, merino verde e
cor de caf com 6 palmos de largura i 1* o cova-
do, bandos de crina a 1200, cortes de cassa (bi-
ta dc lindos desenhos e cores fixas a 2&100, brim
trancado de linho todo preto, fazenda rnuilo su-
perior e que nao disbola a 2 a vara, pannos de
mesa a 4*. chapelirus modemas para senhora,
paletotsde alpaca a 5]J, cortes de caira de case-
mira dealgudSo a l*2b0, ditos de casen ira a ;,
diios de ii,. ia casemira a 2*, mnsaelina branca
muilo fina a 300 rs. o covado, saboneles inglezt s
muilo superiores a 1*600 a libra, brim (raucado
braneo de linho muito lino a 1J500 a vara, lar-
latana branca ede cores, pecas de cambraia lisa
com 12 varas a 4jbOO, dilas transparente com Id
varas a 2$600, 3, 4J60O e 6g, coberlas de ( bita
de lindos desenhos a 2*. laa de quadros para
I veslidos a 500 rs. o novado, o ontras minias fa-
zendas que se vendem por barato prego, e a todo
se dar amostras com penbor.
Vinagre braneo,
superior.
Suissos.
REMEDIO INCQMPAIUYEL.
UNGENTO HOLLOW.VY.
Milhares de individuos de todas as nages
podem testemunhar as virtudes desle remedio
incomparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram lera seu corpo e
membros inteiramenle saos depois de haver em-
presado intilmente oulros tralamenios. Cada
pessoa poder-se-ln convencer dessas curas ma-
ravilliosas pela leilura dos peridicos, que lh'as
relatam todos os dias ha muilos annos ; e .
maior parle dellas sao tao sor prndenles que
admirara os mdicos mais celebres. Quanlas
pessoas recobraram com esle soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois de ter
permanecido longo lempo nos hospitaes, onde
deviam soffrer a amputacao I Dellas ha mui-
cas que havendo dcixado esses, asylos de pade-
limenios, para se nao submeierem a essa ope-
raeio dolorosa foram curadas completamente,
medanle o uso desse precioso remedio. Al-
gOmas das taes pessoa na enfusao de seu reco-
nhecimenlo declararam estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afim de mais aulenticarem sua a firma-
uem desesperara do estado de saude se
Borba.
O fabricante dcste rap nao faltando a sua pro-
mesa de o melhorar o quanlo lhe fosse possivel
urna remeca vinda do l'ar por esle ultimo va-
por, jS muito maisaperfeicoado, ea sabida que
elle de prompto lem tido prova sua cxcellenle
qualidade ; deixando ao gosio dos senhores to-
manleaj escolha de fino, meio grosso e grosso ;
deposilo ns rua da Cadeia n. 17.
Cerveja branca su-
perior.
Vende-se cerveja branca superior, era barris de
lerco, por preco mdico : na rua da Cadeia do
Recife n. 12, escriptorio de Bailar & Oliveira.
J01AS
Seraphim &. Irmao, com lojas de ourives na
rua do Cabug ns. 9 e 11, lortidas das mais
bellas e delicadas obras de ouro, p'ata. epedras
preciosas ; vendem barato, Irocam e recebem pa-
ra fazer-se quaesquer joias com presteza, a von-
lade dos prelendentes, e se responsabilisam pelas
qualidades.
Campos receberam urna factura de chapeos de sol de se-
da para homem, tendo entre estes alguns peque-
nos que servem para as senhoras que vio para o
campo lomar banhos se cobrirem do sol, e como
a porcao seja grande se resolverlo vender pelo
prego de 6g e 6j500, o ajguns com pequeo de-
leito a 59 : na rua do Crespo n. 14.
Vende-se barato, a prazo ou a dinheiro, um
bom plano com pouco uso : na rua Nova n. 7.
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Ancoren.
Corlador! 8.
Dores de cabeca.
das cosas.
dos merbros.
Emfermidades da culis
em geral.
Ditas do anus.
Erupgoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Fialdada ou falta de
calor as extremida-
des.
Freiras,
Gengiva escaldadass,
InchaQes.
Inflamagao do figado.
Vende-se esle ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Slrand, a na-loja
de lodos os boticarios droguistas e oulras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana a Hespanha.
Vende-se a 800 rs., cada bocelinha contm
urna insiruegao em portuguez para explicar o
modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceuiico, na rua da Cruz n. 22. em
Pernambtico.
'da matriz
Lepra.
Males das pernas,
dos peilos.
de olhos
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos
Pulmoes.
Queroadelas.
Sarna
SupuraQoes ptridas
Tnba, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulares.
Veas torcidas ou
das as pernas
no-
Em casa de Schaflcitlin & C, rua da Cruz n.
38, vende-se um grande e variado sorlimento
de relogios de algibeira liorisonlaes, potentes,
chronomelros, raeioschronomelros dc ouro. pra-
la dourada e foleados a ouro, sendo estes relo-
gios dos primeiros fabricantes da Suissa, que se
vandero ror precos razoaveis.
Chapeos de sol de seda in-
glezes a 8$
~ Na loja de fazendas da na do Crespo, esquina
da rua do Imperador n. 5. de Guiinarr.es & Lima,
vendem-se chapeos de sol ac seda inglezes a 8g
cada um ; na mesma loja vendem-se corles dc
collenle de tustao linos a 500 rs. cada um.
Gollinhasde coatas para
senhoras e meninas
Vendem-se gollinhas da conias para senhoras
e meninas, do muilo bom gosto, a 2; cada una,
dilas de cambraia lina a 1$ cada una, e man-
guitos a 2j o par ; na loja de fazendas da rua do
Crespo, esquina da rua do Imperador n. 5.
Vestidos de phantazia
Na laja de fazendas da rua do Crespo, esquina
da ruado Imperadorn. 5, vendem-se veslidos de
phantazia de 3 babados, 2 saias e aquille. por
I6S cada um, ditos dc cambraia bordados muito
finos de duas saias a 20j cada um.
Manteletes de seda para
meninas
X-, i#.j- j~ ru.cnii.ia uo iw .- -> -,-. ncinina
da rua do Imperador n. 5, vendem-so mantele-
tes dc seda para meninas a 8# cada um, e ditos
para >cnhora muito superiores a 20;$ e 259000
cada um.
Sabidas de baile
Na loja de fazendas da rua do Crespo, esquina
da rua do Imperador n. 5, vendem-se sahidas de
baile a lOg cada urna.
ecliinclia
para acabar.
Madapoloes a 3*300, i;200, 4*400,4#600,5*500
5S600, 5S900 e GS'UiO muilo lino, cambraia bran- I
ca de flores a Ig'OO a peca, algodaozinhos a 3?,
3jf00, 3S8"0, e 4S900, superiorsicopira com 22
jardas, diales de larlatana a 1^800, castores mui-
lo grossos a 250 rs. o covado : Da loja da rua do
Passeio Publico, n. 11.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Paler & C.,
rua do Vigario n. 3, um bello sorlimento de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool ; tambem
urna variedade de bonitos trancelins para os
rnesmos.
Rua da Senzala Nova n.42
Vende-sc em casa de S. P. Jonliston & C.
vaquetas de lustre para carros, sellinse silhes
inglezes, candeeiros e casliraes bronzeados, lonas
inglezes, fio de vela, chicote para carros, e mon-
tara, arreios para carro de um e dous cvalos
e relogios de ouro paienle inglez.
Tachas e moendas
Braga Silva & C.teni sempre no seu deposit
da rua daMoeda n. 3 A,un grande ortimenlo
de tachase moendas para engenho, do muito
acreditadofabricanle Edwin Maw a tratar no
mesmo de osito ou na rua do Trapiche n 4.
Vende-se urna escrava crioula, de idade 28
annos, pouco mais ou menos, com principio de
ludo, para o servigo diario de urna casa : a tratar
na rua da Cadeia Velha do Recife, escriptorio n.
56, de Leal & Irmo.
Loja da seis portas em
frente do Livramento.
Roupa feita barata.
Palitot! de casimira escuras a 49000, dilas de
alpaca prela 43O0O e SttoOO, camisas brancas
ede cores a 2*000, ditas de fustao a 25J500
serolas nimias finas a J&600 e 2*000, palilots
de brim pardo a 3*000 calcas de casemira pre-
ta a de cores, palilots de panno preto sobre casa-
cas, colleles de casemira preta ede c-es, ditos
de veludo preto e de cores ; um completo sorti-
menlode roupas feilas
Vinho Bordeaux
Na pica da Boa-Vista n. 16 A, ven-
de-se vinho Bordeaux a 500 rs. a gar-
rafa, o melhor que pode haver neste
genero.
Um casal de escravos, de bonita figura, de
idade de 30 annos, vende-se por preco commo-
do ; na rua Direila n. 3.
} ende- se vinagre braneo superior cm barris di
Quinto, por preco rommodo ; na rua da Cadeia
do Recife n. 12, escriptorio de Bailar & Oli-
veira.
LOJA DO VAPOR.
Grande e variado sorlimenlo de calcado fran-
cez, roupa feita, miudezas fines e perfumaras,
ludo por menos do que em outras partes : na lo-
a do vapor na rua .Nova n. 7.
Aviso aos fwaites.
Anda existem charutos c'a Babia a 1 a caixa
na rua do J.ivramcnlo n. 19.
Em casa de X. O. Bieber & Successores, rua
jda Cruz n. 4, vende-se :
Cbampanba marca Parre & C una dos nii
acreditadas marcas, mui conhecidas no Rio de Ja-
neiro.
Vinho xcrez em barris, cognac em borris c
caixas.
Vinagre braneo e linio em barri.
Brilhant-js de varias dimensdes.
IMier sulfurico.
Gomma iacre clara.
Lonas, brinzaos e brins.
Ac de Milao
Ferro da Suecia.
AlgoJao da Baha.
CAL DE LISBOA,
nova o muilo bem acondicionada : na rua c Ca-
deia do Recife n. 38, prime::o andar.
Vmlio genuino.
Ainda bt urna pequea quantidade de ancore-
las deste v:nho sem confeicao. p proprio cen-
les : na rua do Vietric n. 19, nrimeiro andar-
^ iinteiros do ultimo goslo imperatri
$ Eugenia, na :;
i Loja de marinore.
IwWWBS WC ->-,- ,--- | .; ..-,-. <, .;;
para tmulos e catacumbas tanto de
aljfar e imortailc com inser pedes : na
rna do Imperatriz n. T, loja do Le-
conte.
Vcnde-se urna preta ce meia idade ; na i...
Direila n. 8.
-- ae* -.
Eserados fgidos.
Acha-se fgido desde o dia 2C do agosto
prximo passado, o mulato Francisco, dc 11 I
de 38 a O annos, com os signaes seguintes: alto,
corpo regular, mulato, dc cor paluda, cabellos
pretos e crespos, com ponca barba e com urna
sicatriz sobre o nariz junto as sobranceras
bem visivel, levou seroula e camisa e co-tuma
a usar camisa por cima da calca : roga-se as au -
lori.lades tanto da praca como do mato sua .ip-
prehensflo e enlrega-lo na ruada Imperatriz loja
n. 6, anude ser gratificado.
Contina fgido desde 29 de julbo deste ori-
no o cscravo pardo acaboclado de nomo Jio,
. com os signaes seguintes : corpo e eslalurt ie-
gulares, cor plida por ler soffrido de sesoes, de
| idade 25 a 30 auno?, falla descancada, mansa e
sempre conlrafeita, mostrando fingimento, o na-
tural de Inhamuin, foi propriedade do um vdho
por nome Joan Secundo do mesmo serlao, e por
morte deste vendido pelos herdeiros, sendo um
dos ltimos possuidores Ignacio Ferreir Timu-
do, senbor de engenho do Sul, que tambem o
venden ; julga-sc ter seguido para o Inhamum
ou outro qualquer serlao : roga-se aos capujes
de campo ou qualquer pessoa que delle sonber,
o apprehendam e levem Apipucos a seu acluai
i senhor, o major Joao Francisco do Reg Maia,
ou no Recife a Symphronio Olympio de Queiroga,
que se recompensar generosamente.
Fugio boje do poder do abaixo assignado a
sua escrava Ignez, prda, fula, de 17 annos dc
idado pouco mais ou menos. Sabio vestida de
riscadiubo rxo com chale encarnado, e levou
urna Irouxa com diversas pecas, inclusive um
; vestido dc cambraia branca ainda por acabar do
fazer. Esta escrava foi comprada em 25 de fe-
verero do correle anno ao Sr Sebasl ao .\nls-
nio de Mello Reg : quem a pegar e entregar na
rua do Hospicio n. 13 ser bem recompensado
;por
Augusto Pinto de l.emcs.
Recife 17 de outubro de 1560.
No dia 15 do correnle, oclas 8 horas da
noile, desappareceu do bolequim da rua larga do
, Rosario n. 25, o escravo Feliciano, crioulo, de
idade 35 annos, pouco mais ou menos, cujo es-
cravo lera os signaes seguintes : altura regular,
1 cheio do corpo. cravos nos ps, e calvo no alto
da cabeca de carregar peso : quem o apprehen-
der, leve-o ao mesmo bolequim cima, que se
gratificar generosamente.
Boa recompensa
Jos Matheus Ferreira recompensa bem a quem
lhe trouxero seu escravo Leandro, o qual lem os
signaes seguintes : idade 20 annos, pouco mnis
ou menos, baixo, rosto e cabeca redonda, sardss
no rosto, pnuca barba e ruiva, quando cada ar-
queia um pouco os bracos, falla bem e sabe ler,
natunl do Ico, onde lera familia : a rua da
Cadeia do Recife n. 35, loja.
5008000.
Contina a esler fgida a escrava Paula, quo-
diz chamar-se Paulina, tem os signaes seguintes :
fula, alta o muito magra, representa ter 25 an-
nns de idade; desconfia-se estar oceulta em al-
guma casa nosarraoaldes desta cidade ; veio do
serto do Cear, d'onde natural : quem a pe-
gar, receber a qnanlia cima, na rua da Cadeia
n. 35, loja.


(8;
DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBADO *0 DE OUTUBRO D 1860.
L i Mera tura.
As revoluces e as dictaduras da Ame-
rica do Sulera 1859.
(Conlinuaco.)
Nao so pode dizcr que os chefes que faziam a
guerra en favor do governo da capital eslivessem
Lmenle puros desse genero de atrocidades;
porquanto no me/, d >. novembro de 1859 o gene-
ral Marques para poder pagar a seu exercito, roo-
bava i na somms de GOO.OO piastras um cora-
ra se encaminhava para Guadalnjara, condu-
zindo dinheiro; compre porm dizer, em abono
da rerdade, que Miramon. apenas soube deste
(aclo, deixou-se apoderar da mais justa indigna-
cao, ordenou immediatamenle a resliteicao do
dioheiro roubado, e deslituio o general Mrquez
do ominando do exercito do norte.
Eis-aqui a historia do Mxico, de suas revolu-
ces, de suas guerras civis, c bem se pode dizer
de sua anarchia. A situaco respectiva de cada
um dos dous partidos nao pode ser miis bem de-
moriWada do que por um dos episodios mais re-
centes desla historia. Realisou-sc o que era f-
cil de prever, considerando as novas relages en-
celadas entre o Kstados-Unidos e o governo de
Vera-Cruz appelidado constitucional. Os Ame-
ricanos do norte nao teriara pensado era reconhe-
cer o governo de Jurez sera a esperanca de urna
compensacio, c de obter vanlagcns com isso, e
Jurez do sen lado linha todo o interesse em pro-
curar para si o apoio dos Estados-Unidos. De lu-
do isto nasceu urna negociacao comogada logo
chegada de Mac-I.aue, e que lerminou por um
tratado concebido nos termos que Forsyth linha
em v ni proposlo na capital, tratado equivale
.i um i eosso de parte do territorio mexicano, e
mi especie de alto protectorado instituido era
provetlo dos E-lados-Unidos. Jurez siippunha
sera duvida, adiar urna torca no apoio, que as-
sini comprara, das Americnos do uorte ; mas
nao contara cora a impopularidade (fue 1 lie re-
sultara da priineira divulgaoo do tratado fttac-
Lane, al mesmo enlre os sous partidistas; do
sirle que aquillo que elle considerara como urna
torga, um signal de feliz xito, tornou-se urna
i do dcscre lito e de enfraquoeiniento. O go-
vemo dos Estados-Unidos parece hesitar em le-
var ao fim a obra do sen plenipotenciario, vendo
I '. mais que nunca comprometilo eameaga-
do. Cora ell'eilo, em quanlo Jurez assignava o
Sdii tratado com a Unto americana, Miramon se
punha eni campanha, reuna novas foreas para
recomecar operaodes mais serias o mais decisivas
contra Vera-Cruz. Ha ponco lempo o governo
dos ICstados-Unidos para prestar um soccorro
Jurez, apoderou-se sem ceremonia de dous va-
pores que erara destinados favorecer as opera-
oes de Miramon, o que bastante contrariou
esle ultimo, sem com ludo desanima-lo.
Os dous partidos, continan) pois, era face um
do ouiro, e a queslao marcha para sua prxima
deciso, se que esta supposicao podo ler um
nunho de rcalidado no meio de semclhanle anar-
Chia.
As repblicas centro-americanas offerecem
acaso um espectculo muilo difierenta ? Desde
que a America central se vio livro dos flibusle-
ros, que a assolaram por algum lempo, o que
sempre a ameagara sem que tenham al o pre-
sente conseguido dir urna forma sensivel aos
snus planos de invaso, o paiz nao lera cessado
de ser o theatro de uro trabalho tao activo quan-
lo confuso. Parece quo todos os inleresses, to-
das as rivalidades se iterara as raaos nesse canto
de trra transformado em campo de balalha in-
dustrial o diplomtico, como tojas as partes do
Novo-Mundo, atravez das quaes se pode abrir
urna passagem entre o Ocano Atlntico e o Oca-
no Pacifico. Nicaragua, Tehuanlepec, Panam
sao os Iros pontos sobre que os Estados-Unidos
lera iixos os olhos ; porque a respeito delles
iros ao mesmo lempo que versa a questo essen-
cial desses paizes, isto a queslao de transito,
que bem se podia chamar a queslao dos isthmos
americanos; e bem se compreheude que os Es-
tados-Unidos, sentido para sua grandeza a im-
portancia e necessidade de rpidas e facis com-
nmnicacocs, nada dp<0reza para adquirir urna
certa preponderancia sobre essas ia ferVa, ?h^aMh&?JlF!*?:..At-
ristas, empregara tarabem os seus es fu reos no
empenho de garantir os direitos e os inleresses
da Europa, e do coramercio universal. Eis d'on-
de pruvra esso conflicto do emprezas c rivalida-
des, de negociaces simultaneas e contradicto-
rias ; eis finalmente de que provm todo esse
arruido suscitado por causa dessa questo do
transito, que at aqui nao se acha resolvida seno
no que di/, respeito ao Panam pela creago do
Caminho de ferro.
Essas lulas deixariam de existir, se os eslados
centroamericanospodessem por sua conslituico
r seus proprios recursos, regular os seus in-
leresses e inanter urna certa autoridado no seu
le i lorio.
Inluhzmonte, porm, o que sao essas republi- i
cas da America central ? Como todos sabem, os
seis governadores sao constantemente am'ea-
ga.Ios por guerras civis, os seus inleresses se
achara pouco mais ou menos paralysados, a sua
populago urna populago incoherente e rara,
e possuera ura grao de consistencia tal que mal
plem resistir invaso de qualquer bando de
ib isieiros estrangeiros. Cumprc todava nao
exagerar rauitoesse estado de tactos interiores .
nessas repblicas apenas houverara era 1859 duas
revoluces, que so concluirn) em Salvader e
Costa-Rica sem eiluso do sangue. Quanlo s
outras parles da America central, islo Nicara-
gua, Honduras e Guatemalalera elias vivido em
paz mais ou menos, e para nolar-se que esses
cinco estados, sempre n'um continuo antagonis-
mo, promplos sernpre guerrearen)-se. ha mui-
lo que nao contara entre si una querela de irc-
poi lancia.
Guatemala, a mais importante das republicas
centro-americanas, de muito lempo para c se
acha ao abrigo das revoluces interiores, sob o
dominio e autoridade de um humera excepcional
o general Raphael Cirrera. Este personagem,
que se loruou o autcrata da repblica gualema-
lica, c mestico de uasciment, passou a sua mo-
CidadQ nos campos, pasturando gado, e viveudo
entre os Indios, sobre os quaes exercia cerlo pres-
tid i por sua energa c resolugo.
Foi servindo-se desses Indios, e conduzindo-os
ao combate quo Carrera fez sua entrada no mun-
FOsLlIETIM
M LE\i\GST0NE
do poltico, e conqnistou o poder. Tambem el-
le, como muitos outros, especialmente Sam'Anna
no Moxico, leve o seu voto popular que Ihe deu
a presidencia vitalicia : smente, mui differente
de Sant'Anna, tem-se sabido conservar al aqui,
procurando cora muita habilidado alliar-se
classe que podia condemnar a sua origem e os
seus coslumes pouco civilisados. O segredo da
paz interior de Guatemala existe menos no es-
crutinio popular que creou essa stuaco, do que
n'uma especie de accordo tcito com bstanle fi-
deldade observado : Carrera, querendo conser-
var-se na presidencia, leve o bom senso de com-
prehenderque ello n.ao reuna ora si as condignos
necessarias para born gorernar, e pois deixa-se
levar por outros. Alera disto os ministros conhe-
cera que podem fazertudo com Carrera, deixan-
do-lho a ilignidaile da magistratura suprema ; e
contenan) se em governar de fado sera aspirar
a persi lencia pan s. Eis pois como se conse-
guio formar urna situaco quo so acha oslranlia
s agiUges perpetuas, e fra do jogo das ambi-
ces pessoaes
Foi em Salvador e Cosa-Rica, como dissemos,
que se concentraran) as agilag&es mais rcenles
da America central. Como se conseguio fazer
um presidente era Salvador ? Esta pequea re-
publici tinha eleilo era 1858 ura chefe do poder
executivoMiguel Sanlino del Castillo : desgra-
ciadamente para si conservava este novo presi-
dente do Salvador junto sua pessoa um humera
bastante preoecupado da idea de clevar-se s pri-
raeiras fileiras do poder ; era elle o general Bar-
ros, que oceupava ao mesmo lempo os cargos do
ministro dos negocios exteriores, e de general
em chefe.
Barrios era ura homcm de cincoenta annos, de
ideas poueo esclarecidas, de mediocre consisten-
cia, mas turbulento, activo o ambicoso. Cora as
i vistas na sua elevaco pessoal, elle quiz que fos-
se reformado o artigo da consliluigu que fixava
em dous annos somonte a durago da presidencia,
n.-!nun.i por tanto ao presidente que propozesse e
sustentasse essa reforma, ao que esle se recusou.
D'ahi nasceram discossdes mui vivas, ora virtude
das quaes Sanlino convidoui Barrios a pedir de-
inisso dos seus enipregos ; isto porm nao con-
vinhi esle ultimo, que exigi urna destituico
formal, e Sanlino decidio-se etTectivamenle*
chegar a esle extremo, e quando se dirigi aos
outros dous ministros. Cabanas e Quiis para
que ciutra-assignassera o decreto de destituico,
estes, que erara parentos e amigos de Barrios,
recusaran) associar-s\ esta medida. Sanlino
nao leve ouiro recurso seno o de formar novo
gabinete ; nomeou dous ministrosDueas e Ze-
laya ; o primeiro da oppos'.cao, o segundo natu-
ral de Honduras e gozando de alguuia considera-
cao. Qual foi o desfecho deludo isto? Fui que
Barrios sem mais nem menos arrebalou os dous
ministros, e mandou-os para Guatemala.
Ororapimeiilo eslava feito, ea situaco torna-
va-so melindrosa. Barrios nao parou no seu ca-
minho. as approxiinaces da sesso, que ia co
raerjar, usou do tuda asna influencia sobre os
membrosdo congrosso. e os delerrainou cha-
maren) para a capital o general Guzman, seu so-
; gro, fice-presidente da repblica, para ser es-
; le entregue o governo com excluso de Santino ;
i o que ludo pode conseguir. O jornal olficial pu-
blicou cora luda agravdade que Sanlino deixava
o governo por motivo do molestia. Esse golpe
de estado foi fcilmentesanecionado pelas caraa-
, ras. cujas sesses i'uineQarara a 17 de Janeiro de
; 1859 e terminaran) 12 de fevereirj do mesmo
j anuo. Por mais curta que foi essa sesso tiveram
i as cmaras lempo de realisar a reforma cunsli-
; tucional lo desojada por Bar ios. A duraco da
presidencia passou de dous seis annos, o o
mandato dos depulados foi egualmenle prolon-
gado de dous quairo annos. Nao obstante a
situaco continuara ser singularjiento equivo-
ca. O rice-presidenle da repblica, o general
Guzman, se cancou mui depressa do governo e
retirou-se. Surgiran novas dilficuldades Se-1
gundo a conslituico, em caso de impedimento I
i do presidente o do vire-presidente, o governo !
passaria um dos tros senadores designados para
esse lim. Ora um desses senadoreso primeiro,
era Barrios, que se escusou ; e a autoridade exe-
cutiva foi cahir as mos de um humera pouco!
habilitado direceo dos negocios pblicos, de
um proprietario, de nome Peralta, que acceilou
para ser o lesta de ferro de Barrios, entro as mos
do qual. como bem se comprehende, se achava o
""H" verdadeiro e real.
Aieuuiuu, suivo as peripecias um pouco sum-
mana, as cousas linham marchado sera grande
embaragos. Essas mesmas peripecias CODcorriani
para crear descontentes que coraecaram logo a
mover-se. Era 4 de marco urna os'pectc de re-
. volta reben'ou n'um dos" quarteis da capital ; a
eervescencia so espalhou
Seguio-se depois um movimento que foi attri-
buido a Mr. Dueoas. Era fcil de conceber-se o
motivo dessas agitaces : Mr. Peralta apenas pon-
eos dias conservou n governo in nomine que ba-
ria aceitado, e retirou-se tambem por sua vez.
passando o poder directamente a Barrios, o qual
assira havia chegado seos fins ; linha esle an-
da que atravessar, romo chefe provisorio do go-
verno, o lempo que fallara para que se lindasse
os dous annos da presidencia de Santino, depois
do que elle conseguira fazer-se elger presidente
por seis annos. A combinago era bom calculada :
porm Barrios tinha ainda que se ver cora os seus
iniraigos. os quaes, depois de vencidos no pri-
m"iro momento, se haviam refugiado era Hon-
duras, d'onde ameacavam viras armas : Santino,
o presidente desapossado, era desse numero. Da-
hi nasceram alguroaa complicacoes entro Hon-
duras o Salvador.
Barrios exigi que o presidente de Honduras, o
general Guardiola, toraasse suas medidas res-
peito dos re.fugados,|e Guardiola se mostrou pou-
co disposlo satiafazer essas exigencias. Essas
complicacoes forana passageras, gracas inler-
venco de Guatemala.
Os refugiados nada de serio poderam tentar, e
o general Barrios olileve. como desejava, ser elei- i
to por seis annos presdeme da repblica de Sal- i
vador ; depois do que nada mais lera que reteiar.
Essa eleigo data do niez de Janeiro de 1860.
Acabamos de ver como se faz ura presidente i
na America central ; vamos agora ver como cahe i
em poucas horas um ouiro presidente sem espe- i
rar, em virtude da mais expedita das rev(.iugo"S ;
e desta veza scena se pa.-sa em Costa-Rica, urna j
repblica que se pudia considerar como um phe-
nomeno pela calma iuvariavel em que vivia. Cus-
la-Rica se achava fura das condices partcula-|
res de agitago : al mesmo nem se viam ves- l
ligios nesse paiz de verdadeiros partidos : o
O
ATODO TRANSE.
pon
Jorge Alfredo Lawrence,
III
presidente Juan-Kafael-Mora, homcm de algunas
capacidade e energa, que pareca bem aceito por
lodos, conseguir sera nenhum esforco a sua re-
eleigo 8 de maio de 1859 : porm, na falla de
motivos muito serios, alguns factos sederam que
determinaran) urna mudanga imprevista.
Em primeiro lugar, em lins de 1858, leve lu-
gar ura conflicto mullo forte enlre o presidente
Mora e o bspo de S. Jos, raonsenhor Slorente.
Qual o motivo ? O presidente tinha restabeleci-
do um imposto sobre as propriedades do clero,
o qual rererlia em beneficio do hospital e do la-
zareto.
O bspo ordenou logo que se fzessem preces
para obier do co as luzes necpssarias, alim de
defenderos direitos olTendidos da egreja, ao que
o presidente rospondeu fazeudo que o congresso
baixasse ura decreto de banimentocontra obispo,
que de fado foi retirado para Puna-Arenas.
Disto rosultou urna sueda hoslilidade da parte do
clero.
Acresce que as emprezas rvaes urnas das ou-
tras so disputan) iucessanleraeute sobre a ques-
to do transito inler-oceano ; e o presidente
Mora, lendo firmado um tratado de concesso cora
urna compauhia.cujo gerente era um J'rancez Flix
Bolly, e prolegendo energcamenle essa corapa-
nhia, foi ferir do frente outros inleresses, mor-
mente nao se achando elle, segundo dizem, raui-
lo correte as negociage3, quo a Inglaterra sus-
lonlava naquella poca na America central.
Que estas circumslancias livessem urna parte
directa no que depuis succedeu, que um chefe
ambicioso se livesso aproveitado de alguns des-
conientaraentos do nacionaes e estrangeiros para
levar as cousas ao ponto de fazer rebentar urna
revolugo em Cosla-ltica, foi cousa que ninguem
nunca esperou, e muito menos o presidente da
repblica.
Foi pois urna revoluco inesperada e muito sin-
gular.
A' 14 de agoslo pelas 5 horas da manha o pre-
sidente Mora recebia a visita de algumas pessoas,
entre as quaes se achavam dous offlciaes, que
haviam corrido, dictara elles, para informa-lo de
um motim que rebentra no quarlel da cidade,
acrescentando que haviam sido enviados pelo co-
ronel Salazar, o qual pedia ao presidente que hou-
vesse de comparecer inmediatamente no lugar
da revolta
Bera quo ura pouco sorprendido, Mora, que se
achava ainda deitado, dispoz-so salisfazer ao
chamado ; todava nao se pressava muito como
se livesse algumas desconQancas ; o que vendo,
os officaes, que o haviam lo inopinadamente
despertado, se apoderaran) da sua pessoa, e mal
deixando-lhe o lempo necessario para vestir-se,
o conduziram at o quartel : ahi achou-so elle
verdaderamente prisiuneiro, victima de urna ra-
lada.
Obrigaram-no em primeiro lugar escrever aos
comuiandanies militares das outras cidades, o s
principaes autoridades, prohibindo-lhes de op-
por-se ao movimento que eslava sendo executa-
do ; poriue estes prudentes revolucionarios nao
queriam effuso de sangue.
Alguraas horas depois, o presidente, seu irroo
Jos Joaquim Mora, general ora chefe do exerci-
lo. e o general Jos Maria Camas, ministro da
guerra o das finangas, eram conduzidos sob a
guarda de urna boa escolla para Punla-Areuas
para serera ali embarcados.
Durante esse lempo, a populago de S. Jos
fdra chamada s armas por tiro de peca, sigoal
do COSlUue nessas graves circumslancias. e u*
povo de Costa-Rica achou-se envolvido n'uraa
revoluco, cujo segredo ignorava. A' quem ha-
via aproveitado esso movimento ? A' um medico
Jos Mara Monte-Alegre, que se fez eleger ou
se elegeu rameditamente presidente provisorio,
e pronunciou uraasentenca de exilio contra Mora,
sen irmSo Jos .Joaquim, o general Cunas, e o
jui/. Arguello. E verdade que eram poupadas as
propriedades dos proscriptos, as quaes nao torara
confiscadas.
Os successos se linham por tal maneira preci-
pilado, que Mora nao podra oppor resistencia
alguna, sendo alm de ludo severamente guar-
dado. U na vez posto bordo da Guatemala s
Ihe restou ura recursoo de protestar, fundan-
du-se na violencia, que Ihe fura feita, e no ca-
rcter odioso de urna sedicaoque fura por assira
dizer imposta ao povo. DebalJo proiestou ; os
revolucionarios de S. Jos proseguirn! no seu
intento ; e emquanlo elle se diriga Guatemala
e Salvador, depois Panam e New-York,
os autores do movimento de 14 de agoslo se fa-
ziam senhores do poder. O que multo concorra
para proyar aue a oooosico etla por Mora s
negociaces brilannicas na America central M
urna das causas da sua queda, o faci Je ha-
verem figurado nessa empreza uous Ingleses,
Allpress. e Joy. residentes em S. Jos. E o que
egualmente cuncorre paia indicar que os novos
senhores da siluaco e do poder nao deixarara
de contar cora o clero, o facto de haver o his-
po Llrente voltado logo do seu exilio.
Mora procurou ainda por rpuito lempo ver se
conseguira entrar em Costa Rica de qualquer
maneira que fosse, ainda que pur meio das ar-
mas ; mas nunca o conseguio. A revoluco
proseguio na sua carreira. Reunto-se urna s-
sernbla para dar nova consttuigao. que foi sub-
meltida ao presidente provisorio Monle-Alegre :
depois dissolveu-se essa assembla conslituinte,
e f.iram convocadas as cmaras legislativas ordi-
narias.
Eis-aqui como foi a revolugo de Costa-Rica.
Eis-aqui corno a mais pacifica e regular das
repblicas centro-americanas se internou tam-
bem nessas agitagoes fantsticas, em que arabi-
ges pessoaes se disputara o poder para nada
fazerem as mais das vezes!
II
Logo que o primeiro brado de independencia
echoou no Novo-Mundo hespanhol, esse paiz
quoconuga no isthmo do Panam so intilulou
a Colombia, e formou urna confederago su-ten-
lada desde a sua origem pela espada "e pelocon-
selho de Bolivar: e quando essa confederago^
mal equilibrada, dissolveu-se, tres repblicas
surgirama Venezuela, a Nova-Granada e o
Equador. Cada urna deslas republicas lem pro-
seguido na sua senda difireme de revoluges, as
quaes se acham ainda bem louge do sen' desfe-
cho, jolgar-sc pelos ltimos successos : y his-
toria, pois, continua off.'recendo todas as va-
riedades que pode apresentar o espirito Je
anarchia.
A ultima revoluco de Venp/uela dala de
1858; era ella dirigida contra umn especie de
dynaslia bastante original, que se linha apo-
derado do governo, e delle se servia haviam j
dez annos em sen proveto: esta dynaslia foi
a dos Monagas. Os diversos raembros dclla
transmilliara o poder e se succedisra uns aos
outros; eram elles os dictadores, os generaes,
os ministros, os financeiros do paiz: represen-
lavam o que bem se podia chamar o elemento
democrtico, e nunca recuavam perante a even-
tualidade de qualquer meio, ponto de nao re-
ceiarom mesmo alguraas vezes appellir para as
paixoes o resentimenlos das populaces de cOr.
O remado dessa familia datado 1843. O mais
reino da raga--o general Tadeo Managas, insli-
tuio-se dictador naquella poca, dispersando o
congresso forga d'armas ; depois cedeu o go-
verno seu irmo Gregorio Monagas, quo tor-
nen anda transmiltr-lh'o. Havia nina dille-
renga enlre os dous irraus ; o raas velho, com-
duanlo nao livesse coslumes menos despolicos,
era todava dotado do iusiinclos raas civilisados,
e linha urna autocracia mais moderada, ao pas-
so que Gregorio mostrava-se muito arraigado
aos hbitos da vida que passra nos llanos;
costumado na provincia de Barcelona passar
otempoenlre negros e hornens de cor, lendo
poucas relages com a sociedade cultivada, elle
representava magnficamente deum chefo acam-
pado em paiz conquistado; e na poca em que
oxpirou a sua presidencia, a rolla de Tadeo foi
encarada principio quasi como ura bene-
ficio.
A presenga dessa familia no poder era o sig-
na! de humiliacilo e aviltamento do amigo par-
tido conservador ou olygarcha. quo supportava o
jugo cora impaciencia, e que tinha muilas vezes
recorrido s armas para saccodi-lo. Os Mona-
gas cnriseguirarn domar todas as resistencias, e
em 1858 o mais velho da dynaslia, islo o
general Tadeo, ento presidente, obleve urna
victoria que julgou decisiva : linha feilo refor-
mar a conslituico em seutido de ser prolongado
o lempo de sua presidencia : foi o golpe que
mais depressa o dernbou ; lodos estavam j can-
gados desupportar esse dominio semi-demoerj-
tico e militar, abundante de expressoes, violen-
cias, depredaces financeiras, que durava havia
ja dez annos. Ainda na vespera do sua queda o
general Tadeo se julgava muito poderoso, o no
da seguinle elle caba ameagado na sua liber-
dado o na sua vida ; o lalvez nao livesse escapa-
do s represalias dos vencedores, se nao so re-
fugiasse na legago de Franca, e se nao livesse
deixado o paiz sob a proteceo da diplomacia,
cuja posico em taes circums'lancias nao deixou
de ser das mais ditlices.
Lis, purlanto, consumada urna revolugo em
Caracas. O general Juliano Cistro, chefe'da in-
surreicao, encarregou-se provisoriamente da di-
reccao dos negocios. Foi convocada em Valen-
cia urna convongao nacional, para o fim de pro-
ceder nova constiluigo e reorganisaco do
paiz; a dilBculdade, porm, consislia era diri-
gir o movimento por entrs os partidos que se
agitavam, e tragar o caminho para a revoluco,
que triuraphra 1 j de marco de 1858. ssa'
revolugo nao era obra nicamente dos olygar-
chas, bem que estes livessem mais que lodos
surido u jugo dos Monagas, e por isso podessem
ser considerados os seus mais naturaes antago-
nistas; ella tambem se assocaram muitos li-
beraes, que haviam concorrido com o seu con-
tingente, o so separado da ultima presidencia;
tornava-se, pois. iramiueute urna lula no seio
do novo governo enlre o amigo partido conser-
vador, que apparecia em campo, o os liberaos,
os quaes prelendiam exercer urna certa influen-
enoa.
Por maiores atrocidades que so possara cen-
surar ao general Tadeo Monagas, pelo menos
leve elle o mrito de abdicar no ultimo extremo
sem recorrer s armas, poupando assim ao
paiz a guerra civil. Os amigos do ultimo pre-
sidente eram ainda muito numerosos, e dispu-
nham de muitos raeos de influencia ; alm de que
urna poltica de reaego muito pronunciada po-
dia fazer rebentar a luta entre os olygarchas e
os liberaos, cuja allianga tinha concorrido para o
bom xito da revoluco, e doria assegurar a sua
duraco.
Foi nestas condiges que a convengo nacio-
nal, encarregada da reorganisaco do paiz, se
reuni em Valencia em julho de'1858; a sesso
durou seis mezes. o dclla resullou a nova cons-
lituico. A repblica de Venezuela se achava na
apparencia sob um rgimen regular; no fundo,
a situaco nao era muito animadora. O paiz ti-
nha sido apenas reconstituido e j se achava
ameagado de novos perigos. De um lado o go-
v!pl!k/!""rin2ia s,ua.acco n'um circulo muito
acaiihado, e reproduza tanlo na poltica, como
"*s finangas, os raesmos abusos que linham sido
ames cunuemiiados ; de ouiro lado, os partidos
se raoviam singularmente O presdeme, gene-
ral Castro, hornera fraco o de poucas ideas, vaci-
lava no meto dessas complicages interiores dei-
xava-so dominar por conselheiros, e no'dava
L'V&V? CUSaS; 0Ua",l0' H d" Janeiro
oe 1809 enlrou em Caracas, capital da repblica
depois qo so ler demorado em Valencia, durante
a sessao da convengo. encontrou urna recepcao
fra e reservada, e symptomas assustadores
toraegavsm j rebentar os morimeolos revo-
lucionarios. E.n Guaranito. ponto lirailrophe das
provincias de Barloas, de Barqniseraelo e de Ca-
rababo, se ergura urna faeco de 1:200 ou 1-500
hornens, os quaes linham por chele Sinirez
proprietario no paiz e olvgarelia de conriccio :
mas nimigo declarado do governo, era rirtud
do ura ultrage riulemo feito su* irraa por ura
oflicial.
Era fins de ferereiro, a guarnico do Caro se
sublevou sob as ordena do general Zamora que
dispunha de 1:500 hornens. A Guayra pareca
prestes sublerar-se; esperava se V cada mo-
mento yer desembarcar os generaes Faleo e So-
lillo. Este ultimo nao tardou muito chegar em
Maturino, onde a familia dos Monagas gozava de
grande influencia. Solilio que, segundo allir-
mara, lem vinlc- e cinco lilhos entre legtimos o
naturaes, e que muito acreditado para com a
populago dos negros, bastara cum os seus nu-
merosos filhos, para dar grande actividade
guerra civil.
A insurreigo, rebontando no oriente e no oc-
ci lente, bom depressa tomou proporcoes araea-
cadoras. Os insurgentes arvorarara o'pendo do
federalismo, e o movimento, se propagando, nao
deixou de pmduzir mui viva impresso at mes-
mo em Carac-s.
O general Castro nao sabia o que fazer : elle
racillava ; escolhia ministros entre os lberaes,
e entre os olygarchas ; promulgava amnistas!
retirava-as logo ; resol a-se urnas vezes cora-
bater a revoluco, outras entrar em negocia-
fConlinuacao.l
cularii
Una das particularidades mais notaveis do seu
carcter era o receio o a repugnancia invend-
ris, quo parecan senlir pela sociedado do mu-
Iherea da sua quafidade. Quando nao havia meio
do evitar urna visita desse genero, impossvel
descrevero verdadeiro horror que linham os po-
bres rapazes o pasmo do discpulo do Zannoni,
quando rioapproximar-se delle a Guarda do l.i-
miar, nada era comparado ao que elles expeii-
Uienlavam.
Por exemplo, na (esta da Commemorago,
onde se dirigan) aos bandos os lees do todas as
parles do mundo,quando um delles senta o co-
rac0 ferido pelos encantos de alguma bella es-
trangrira, nunca se (embrava de exprimir a sua
admiraco seno por olhares terno3, langados so-
bre ella em distancia consideravel c f'ra do al-
cance de um luneto : dous passos della a jlevi-
sa delles era a do baro bretoMorrer mudo.
Corresso como corresse o Bordeaux e o Cham-
pagne, nada Ihes podia inspirar a ousadia deten-
taren) urna confisso. Sob as sombras de Nun
chara, nos jardins de Blenhfim, no meio da mul-
tido que concorrera ao baile da Commemorago,
() Vide o Diario n. 213.
a mesma desroniianga carava um abysmo inson-
darel entre elles e a"sua felicidade. Lembro-rao
que, quando ludo acabara, o silencioso adorador
ia ordinariamente, corno o gamo ferido de Jse-
ques, chorar as boas ocrasies perdidas. Viam-os
muito senhores de s e emprelicndedores como
ninguem, pela estrada com as criadas de estala-
gem, coraquanlo ainda ahi bastassem tres rapa-
rigas para delerem mil desses conquistadores, e
em taes casos eu apostara mil contra dez por
urna criadazinha um linio intelligenie. Certifico
ler risto, um din. urna expresado muita ricinha
do desprezo as feigoes finas do urna certa ft's-
Irella solitaria; quando eslav aparando, e cora
que facilidade I os compriracnlos o finezas do
urna duza de assaltantes ao mesmo lempo, que
passavam pelos mais esperlos Lovelarios.
Gny explicava-nos essa triste singulardade,
dizendo que o estado normal desses mancebos era
lerera sempre o charolo na bocea ; e que tam-
bera, quando as circomttanrias privavam-os da
coragem que linham coslume de arhar no llara-
na, perdan) toda a presenga de espirito; e nao
podendo bater em retirada acobertadoa pelo fu-
rao, cahiam logo em sombra melancola o dei-
xav.im-so abater sem resistencia alguma. Talvez
algum futuro philosopho nos d melhor soluco
desse importante problema de physica ; por ora,
nao conheco outra.
Era summa, os discpulos estudiosos linham
muita razo de Irabalhar, anda quo ento nao
fosse essa a nossa opinao, principalmente quan-
do viamo-los pela nunha arrastarera-se ca-
pella acabrunhados de fadiga, e olhos pesados
depois do um deboche de Herodolo ou de Aris-
tteles. Em todo o c"aso elles linham alguma cou-
sa em rista, e apreriavam, pelo menos pens as-
sim, parificas satisfages approximando-se poucu
pouco; julgavam-se no stimo co, logo quo
ura primeiro mesmo um segundo premio co-
roava-lhe os desejos. Os Irahalhos eram muito
fortes para alguns e o quo nao podia supporlar
essa rude disciplina ia deflnhar rapidameule na
velha casa paterna, ou morrer lenta, mas segu-
ramente, era algum presbyterio perdido.
Imagino que muitos dessa classo deviam sym-
pathisar cora a sobrinha phthysica de madama do
Stael, quera pergunlava-so porque razo cho-
rava s: Eu me lamento, dizia ella Quando,
descangando de seus passeios quolidianos, que
foram pouco pnuco abreviando, al quo se tor- '
nou para elles urna fadiga chegarem ao banco,
que era assombreado polos olmos no fundo do
jardira, viam passar os booiros e os labradores
caminhando As pernadas sem o menor cuidado
peculio sob sua fronte morena, a nao ser o de ve-
reui diminuir viule shllings na sua feria sema-
nal, pergunto-o eu, nao sentam elles uru movi-
mento do inveja abaixando Oi olhos para as mos
pal I id as, tao negligeritomenie crusadas sobre os
joelhos ? Nao leriam dado os seus diplomas e li-
cengas and em germen, para teiein o appetile
que todas as manhas tinha Tora Chauulrell, o
ensinador de cavallos, depois de ler, na vespera
noi>e, fumado doze rachimbadas, adubadas de
grog ou genebra, ou para seren capazos, cunio
Joe Springelt, o segundo guarda, a ireparora tes-
tamente a costa mais escarpada do Cumberland,
sem arquojar e ficarem esbaforidos? Nao mur-
muraran) alguma vez. pensando com quo espen
dor poderain fazer flairmiejar a espada, com que
destreza leriam manejado o ferro, se a bainha car-
nal livesse smenle durado al hura era que,
em algum campo de baulha, relumbasso a or-
den) : Espada na mo Muitos sem duvida o sen-
tirn), porm a niaior parle tinha era si, pens
eu, a certeza de que, por mais curta quo fosse, a
sua vida havia lido o sen lado til, seno bri-
Ihante, e quo assim, al certo poni, elles linham
.ichado sua recompensa final. Em lado o caso u
seu lira lo glurioso como o de cerlos outros
amigos nossos quo s so retirara achacados do
campo dos viveurs para morrerera ou cnlangue-
ccrem em una hypocondria sem remedio.
Se fui fallado desfavoravelmenta ou sera muita
aruenidade da maioria dos meus cumpanhoiros
de collegio,e bem pode serfago plena justiga
ao menos em pensamento, algumas brilhants
oxccpgo?. Lancei ol bases de amlzade que vie-
ram, como creio, lano quanlo cu.
Nao esquecerei Warenne, muito bora para os
homens cora quem dena viver, um David no
nosso campo, caminhando direito ante si no ca-
minho que julgava rerdadeiro, anda que por ins-
tantes o seu vivo sanguo irlandez so irritasse fu-
riosamente contra os conslraoginiciitos que i si
goes cora ella. Deixou sbitamente o gorerno
no nes de junho ; logo depois tomn 4 assu-
mi-lo, inclinando-se decididamente para o par-
tido liberal, formando um gabinete composto de
homens desse partido, cujos raembros principaes
eram o licenciado Aranda, e o general negro
Lourencio Silra. A' rista desta mudanca de 21
de junho, a situago de Venezuela se achou to-
talmente transformada; era urna completa de-
cepeo para os olygarchas afastados do poder e
ao mesmo lempo um grande passo para o parti-
do ^revolucionario quera se prnpunha a paz.
Tudo foi intil. A revoluco prosegua, era
quanlo que em Caracas so tomavam essas raedi-
didas esteris. O general Zamora havia orgin-
sado em Barinas urna especie de governo provin-
cial, que funecionara quasi regularmente. Botil-
lo coniinuara oceupar as provincias dj oriente.
Emlim, 2 de julho o general Faleo, ha muito
esperado como o chefe mais aulorisado da revo-
lugo, desembarcou junio de Puerto-Cabello. Os
aconlecimentos iara com tanta rapidez, que 30
de julho circulara em Caracas urna proclama-
gao, designando os generaes Faleo e Zamora,
corno os hroes e os chefes da regeneraco fe-
deralista.
A situagio tornara-se critica. Castro, impelli-
do pela insurreigo, tinha rompido abertamente
com os olygarchas, para que podesse outra vez
procura-Ios; assim, pois. foi avante Publicou
por si mesmo urna proclaraacSo. na qual mos-
trava ligar-so ao federalismo." Nao lendo podi-
dido conjurar a revolugo, c nao podendo en-
tao domina-la, tomou o part lo de se associar
ella, para assim contrabalangar a influencia de
ralcao e Zamora. J era multo larde; os suc-
cessus marchavam para um fim singular, que
desarranjava todos os seus planos. Com effeito,
no 1. de agosto, Castro foi sorprendido em sua
casa, e preso pelos dous batalhoes Cinco de
marro o Convenci, cujos officaes, que Ihe de-
viam a sua posigo o os seus postos, foram os
pnmeiros Irahi-lo.
Feito isto, os mesmos officiaes e o general Fal-
eo proclamaram a federago. Urna parto da po-
pulago foi convidada para eleger um governo
provisorio : o general Silva ficou sendo comman-
danlo militar superior. Esse governo foi residir
em urna casa na praga do San-Pablo, e se apres-
sou em redigr o acto de pronunciamenfo, que
fez logo publicar. Em face desse movimento os
olygarchas nao se deixeram flcar inactivos. Li-
vres do general Castro, organisaram a resisten-
cia no seu proprio interesse, e encontraran) apoio
no general Cazas, que eslava senhor do parque
darlilharia da capital, e que recusou franca-
mente reconhecer o governo insurreccional.
A luta ora imminente entre os dous partidos .
tudo eslava era saber qual delles poderia contar
com a guarnico. O governo estihelecido em San
rabio para contar cora o apoio dos dous batalhoes
Cinco de Marro e Convenci garanti aos olficaes
a conservaco dos seus* postos. Os olygarchas
empregaram sera duvida alguns melhores argu-
mentos que os seus adversarios para ganharem
essas tropa3 ; porque no da segunte o general
Agnado, que linha proclamado a federaco em
Guayra, e corra com 300 homens para aj'udar o
mo-viraento liberal de Caracas, fui recebido ti-
ros do e.-pingarda por aquellos mesmos que elle
julgava ligados nova situaco. O combtese
travou ento pelas ras entre os insurgentes fe-
deralistas o os partidarios dos olygirchas, preien-
dendo esles ltimos defender a constiluigo e o
governo legal. A victoria os favoreceu ; o rover-
no provisorio dissolveu-se, e o general Aguado
foi constrangido voltar pira Guayra com a gente
que Ihe restara. Senhores do campo da balalha,
03 vencedores trataram do aproveilar-se da sua
victoria, e como seno apresentasso o vico pre-
sidente da repblica Manoel Filippc Povar, encar-
regou-se do governo execulivo o Dr. Pedro Gual,
terceiro funecionario, indicado na conslituico
sob o titulo do designado. Quanlo ao general
Castro nao so Iratou mais delle, que desappare-
ceti tristemente depois de haver mostrado sem-
pre era todos esses successos. que nao leve torgas
para dirigir, era impedir, lio pouca resoluga e
capacidade.
Nao bastava porm essa victoria alcangada em
um combate. Por mais legal e constitucional que
prclendesse sor o governo, que eslava senhor da
siluaco em Caracas, bem sabia que essa situaco
era bastante precaria, e'que a revolugo lavrva
por toda i parle. A Guayra continuara em poder
dosfederaes. O general Faleo dispunha crea
de 3:000 homens, com os quaes errava em torno
do Valencia, e ia ameagar Barcolona. Solilio es-
lava era frente de Maturino. Em qualquer ponto
haviam bandos de insurgentes; a propria capital
eslava quasi sitiada, e a autoridade olygarcha era
apenas reeonhecida n'um circulo muito estreilu.
Todava o governo de Caracas nao desaniraou ;
reuni um pequeo exercito, com que se apode-
rou de Guayra. defendida pelo general Aguado.
Esse successo feliz nao tinha em si somonte urna
importancia militar e poltica, era elle tambera de
ura alcance tinanceiro.por que tornava o governo
de Caraca* senhor de urna das principies alfande-
gas da repblica ; o na America, como sabido,
quera se apodera do qualquer cidade ou porlo,
que possue urna boa -ilfandega, est no caso de
poder sustentar a guerra civil.
Esla primeira ranlagem foi logo seguida de
muilas outras obtidas pelas tropas do governo. A
revoluco depois de ter conseguido um grande
tnumphc-no niez de agusto de 1859, parecen ir
declinando muito. Nao obstante nao se pode ain-
da affirmar que ella nao venha ler successos
ventajosos, e que a foi tuna dos Monagas nao se
elevar anda com tal coufuso.
PJe alguem sorprender-se da duraco que
leem essas guerras civis ; mas o caso nao lano
para a i mirar. Em p.imeiro lugar todas essas in-
Surreigoes acham sempre soldados, mas acontece
mujias vezes que Ibes faltem armas e munices ;
e d'aqui se segu que ordinariamente sao menas
sanguinolentas do que parecen) ser. Depois lo-
dos esses chefes do accaso nao leem muita pres-
sa ero levarem as cousas ura xito ; porque a
guerra civil Ibes d o poder e influencia, que el-
les nao podem obter n'um estado de cousas re-
gular. Somonte o paiz que vera i solfrer, ti-
caudc parausado no sau desenvolvimento moral
e material.
Muilo pouco so pode d/.er quanlo Nova Gra-
nada, que ha algum lempo s se oceupa de sua
transformago em repblica federativa, e ondeo
rgimen federal al aqu s parece ser a deseen*
Iralisaco sem ordam, a mudanga de conflictos
interiores do centra,do paiz pira diversos centro*
locaes. Ainda ha poucos annos a luta se achara
Iravada entre o radicalismo democrtico o mais
exaltado e as tendencias de urna poltica mais
conservadora ; hoje essa luta. depois de tor pro-
duztdo ludo o que podia produzir, isto a anar-
chia, a dictadura, apresenta-se complicada de um
novo elementoa paxo pelo federalismo. A'
vista do governo central sem forgas. e tratado co-
mo nimigo, os oovos eslados se sentirn) possui-
dos de urna extranha emnlagaode independencia
local. No sul, o general Mosquera, que fdra an-
tigamenle presidente da Nova Granada, e que
hoje governador de Cauca, parece ler em vistas
a ereaco de um grande feudo, sem senhor feuda-
tario, bem ententido. No norle, nos eslados de
Bolvar, rebentou urna revoluco, que se lem j
eslendido aos lugares vizinhos, e amosca abrazar
lodo o paiz. Que fazem o presidr-nto e congres-
so federal ? Nada fazem, nem teem feito, por que
nada podem fazer sem exercito, sera flnaness
e sera autoridado de sorto alguma. O chefe'da*
confederago da Nova Granada, Mariano Ospina,
anda que multo espirituoso, parece reduzido a
papel de presidente philosopho, observando tudo
o quo se passa era torno do si cora singular ex-
periencia, referindo na sua ultima mensagem as
revoluges j consumadas e as que provarelmen-
le anda apparocero.
Passemos agora ao Equador. Qual 6 o seu es-
tado actual ? o Equador um paiz pequeo
na America, e que seria grande na Europa, que
reunira todos os elementos de prosperidade, se
ha alguns annos nao se achasse entregue esse
dominio, que una mistura de autocracia mi-
litar o de pretences democrticas, do que se
lera visto j algumas personilicaoes. Esse r-
gimen ha contado dous representantes, saber :
o general Urhna, e Robles, de ordinario favo-
recidos por outra personagem o general Franco
antigo guerreiro, resonlindo-se sempre de sn
passada, e grande frequentador dos mulatos o
sambos.
L'rbina foi o inaugurador desso syslema ; era
ello um desses militares revoltosos e ambiciosos
como ha muitos na America. Nao descancou em
quanto nao chegou assnmir a presidencia quo
depois delle passou Rubes, continuando toda-
va aparlilhar do poder, bom entendido, pelo di-
reito de primeiro inventor. Essa dupla piesiden-
cia lem conseguido realsar no Equador u idea!
da democracia militar. O rgimen, por bastan-
te lempo bera succedido, deria ter um fim. L'r-
bina e Robles, us dous dictadores gemeos, como
erara appelldados no paiz, lia um auno pouco
mais uu menos se leem envolvido n'uma serio
de successos obscuros, em que as revoluces so
agglorneram guerra com o esliangeiro.' Esla
guerra proveio de um rompimento com o Per.
A causa que Ihe dio urna querela litigiosa em
virtude das fronteiras dos dous paizes mas essa
querela quando muilo uu devera passar de urna
queslao dipluuiatca, sem dar motivos guerra,
quando apenas se tratava fle paizes desertes, do
florestas rirgens, aos quaes de nada tem ser-
vido al agora qualquer delles-, e nem servir
de cousa alguma. Assim pois a causa verdadei-
ra da desinielligencia e do conflicto era de nata-
reza mais particular, e toda pessoa! ; porquan-
lo provinha da anlipalhia profunOa que exista
entre Urbina e Robles por m lado e o general
Casulla, presdeme do Per, pelo ostro. Uous
chefes do Equador pela seguranca do seu poder
se interessavam na queda de Castilla, e esto nao
tinha menos em peito derriba-Ios ambos. Fal-
tavai somonte um pretexto : e esse preter.to for-
neceo a despedida do ministro peruviano, Mr.
Cavero, horaem bstanle irascirel, que o gover-
no do Equador fez partir de Quito.
A guerra foi logo declarada, seno entre os
dous povos, ao meno3 enlre as duas influ-
encias inimigas empenhadas em destruirem-
se mutuamente. Forga* navaes peruvianas
so apresenlaram em Trente do porto de Gua-
yaquil, e do seu lado os chefes do Equador
julgaram do seu dever defederem-se, retribui-
do Castilla guerra por guerra. D'aqui se p.Je
conceber corno nesses paizes as questes exte-
riores siraplesmenle na apparencia, se compli-
cara depressa com lodosos elementos da situago
interior. Se os habitantes do Equador nao lives-
sem enchergado em tudo isso mais do que a de-
feza de um interesse nacioual, cerlamente le-
ara apoiado o seu governo ; m-ss desde que
Castilla declarou que a sua mtengo Umitava-se
em derribar Robles do poder, chegaram al
fazer votos em seu favor. O espirito opposi-
cionisla se desenvolveu por occaso dos pode-
res extraordinarios pedidos s camotas pelo ge-
neral Robles, e que os deputados, pouco depois
de Ihe os haverem concedido, proposeram que
fossera retirados, aecusando formalmente Ro-
bles de quorer abusar delles entregando as ilhas
Galapagas dos Americanos-do norle, mediante a
sornma de 1 a 2 milhes de piastras. Robles e
Urbina recorrern) ento aos seus maros- ordina-
ries, e o congresso. descontento e contrariado foi
obngado ceder ao arbitrio desses-homens, que
lam muilas vezes al brutalidad* amis sol-
dadesca.
O terreno assim desembaragado, restara saber
que systema adoptara essa dictadura-na-critica
situaco, era que se achava. otilularam-a
suprema direcro da gi&rra ; Robles como pre-
sidente era o director supremo, ftobina general
em chefe do exercito ; e assim como haviam por
Si mesmos tomado esses (lulos, Robles declarou
n'uma proclamaco, no momento da marchar so-
bre Guayaquil, quo elle partia c revestido dos
poderes que o povo Iha tinha confiado. Desta
arte de um lado estavam as forgas navaes do
Per, que avancavam para o porto'de Quayaquil,
e bloqueiavam a cidaJo ;. do ouiro Robles e 5Ir-
bna, que se conservaran! na defensiva traille
do seu exercito.
Neste interim sobsaveio urna mediacao enlre
os dous iniraigos, que se mostraran) mui pouco
apressados em Irarerem o combate, med! icio
-principio proposla polo Ghili soraenie,' deptis de
accordo con) a Nova Granad, e que fra aceita.
V despeilo de sua manifestarnos bellicosos, e
da pouca voulade du que se acharara uessuidos
para cura o presidente do Perii, os dous dictado-
res do Equador eram cortamente 08 iiims-since-
ros na sua acceilaco e no seu desej de paz,
porque linham ellos muilo interesse em que ces-
sasse esso estado de guerra, do-qual, b,-ii viam,
nasceriara muitos perigos para a seguianga do
seu poder. Casulla mustraataxae muUo- moroso
em concluir essa paz ; ello remporisava, questio-
nara, c chegou desanimar os mediadores, que
renunciaran) sua misso. Oque esperava elle?
Cofnuai'-se-/ia.)
mesmo se impunha, o esforgando-se com pertoi-
la docura arraslar os outros esse caminho ;
um Lancolot, pela sua dedicago ao sexo femi-.
nio ; um Galahad, pela pureza dos seus pensa-
mentos e de suas vistas. Vejo nle mira Loro),
com seu olhar franco e riso lo alegre, o lypo d
robusto lidalgo camponez, c Pelre, o mesmo tan-
to na boa como na mi fortuna, calmo e impassi-
rel nos rcrezes e na prosperidade, como Albos,
o mosqueteiro. Pelre, que nao ra no dir.heir
seno um meio do circulago, e prufessa.ra o
mais soberano desprezo pelo ralor desse metal,
apexar de arruinarse framente como wti. prin-
cipe. Elle fez um dia, gr-nde sensago (Sltre nos,
chegando-se, com polidez compassada, para seu
pai, ento justamente irritado contra ello, com
quem elle recusara pr-se em relages, que'r ver-
balinento, quer por escripto, al quo esle livesse
aprendido exprimr-se de urna maneira mais
digna de um christo.
Haria ainda Barlowe, a perola dos gentlemens-
reders, quem Carlos Symonds queria como ..
menina dos seus olhos; Barloxr, que nao licou
estragado por com triumphos no campo das cor-
ridas, e quo nunca degenerou ponto de descer
corredor de profisso, anda que asna ruaior
felicidado na ierra fosse sempreurna corrida de
cincoenta libras esterlinas de entrada ; pesu; 147
libras cada um ; os propietarios correrao ; dis-
tancia percorrer : quairo militas do um bello
i terreno do caga.
Ainda o vejo com. o son rosto franco, redondo,
corado e imberbe como o de um cherubim de
Rubens, o cujo frescor insolente dar aos beba-
dos biliosos a vontado de Ihe atirnrera com as
botas cabega, quando elle entreva pela manha
nos seus quartos, depois de ter bebido na vespo-
ra como um frade; seus olhos erara claros e lo
cheios de innocencia, quo nunca quo se adevi-
nharia como se podenam tornar penetrantes na
occasio, quando o cavallo do um rival perigoso
se approximava delle. Seu carcter offerecia um
mixto singular do fri calculo o de simplicidade
| sentimental. O mais fino dos corredores nao le-
, varia as lampas fazendo urna aposta com elle, e
por outro lado, lenho certeza disso, ello arredi-
. lava tanto na poesa d.e,. como na coostaoch das
mulheres,
Como nos divert ras nossas palestras de meia I
noite, quando lagarellara bebendo o seu grog,
passando alternativamente das reminiscencias da '
filha do mei* preceptor recitaco de pe- i
dacos om prosa e era verso, fazendo ci-laces
lorto c direito, at completo auniquiUmclo do '
rhylmo e do sentido, mas tudo com urna gravi-
dade, boa f, urna satisfagan.completa.
Nec te, memorand, relinquam! Meu bravo
Tom Lynion I tu nao eras dos mais perspicazes,
nem dos de melhor nascimento, mas todos te
quenam. pelo leu corago honesto e bom, al que
era o melhor dos frurtos que jamis so abrigou
sob ruim casca.
Pederamos nos esquecer essa ceia era que
viera, baila os autores dos nossos dias? Cada
um de nos. levados pela correle, atirou-lhes a
pedra. Naturalmente, a nossa acensaban princi-
pal era a mesquinharia das nossas mesad; s. Por-
iiiH, Tom, ainda que livesse um pai muito seve-
ro, nao pode supporlar por mais lempo que al-
(acassemos assira os ausentes ; tomou a patarra
e dirigi-nos esta grave reprehensio;
Vamos, senhores. disse elle, lembrem-se
que sao nossos semclhanles.
E dizendo islo, bobeu sade do l.ynton e de
nossos pais, ao ruido de grandes applausos.
Poderia citar mais, porm vejo neste momento
erguer-se ante mira una figura que me faz fe-
char a lista ; a figura de um amigo, que reuna
em si muilas, quasi todas as melhores qnalida-
des dos outros, de um homem, rujo nomo receio
dizer aqui, com receio de parecer faz-lo muito
livremente, urna figura emlim, quo s vi seis ho-
ras antes que suas feiges me licassera para sem-
pre fixadas na memoria. IV
J seus bragos esto ergui-
dos. Iros fere.a espadoa di-
reila de Ulysses, porm este
dcixa cahir sua forte mo sobre
o pescogo do mendigo, embai-
xo da orelha ; quebraram-lhe
os ossos; corre-lhe da bocea
um sangue vermelho; elle cahe
mugindo no p ; esl sem den-
tes, e seus pos balem convul-
sivamente a ierra.
No fim do meu segundo nnno tevo lugar um
aconterimento quo ir.teressou iodos nos no
mais alio grao. Era ura steepla chase e as daos
universidades de Oxford e de Cambridge derm
lomar parte nelle. As apostas vahara a pona :
vinte soberanos do entrada, com um premio de
cem soberanos aereseenlar massa. O espirito
de corporaco era grande; cada urna das uni-
versidades tinha sustentar valenlemente a sea
bamteira. O lugar escoMudo era B .. eo momen-
to Usado, o principio das ferias de paschoa.
A velha cidade tinha lauta genio como a eira
d;is Vaidades. Trabalhava-se era ura caminho do
ferro as vizinhancas. V'iram-se pois chegar cen-
tenas de lerroplenadores e outros caruponios
grosseiros, ponto que as autoridades muniei-
oaes, recelando algum tumulto, cora justa razw,
tomaram o partido do concentrar a sin. brigada
de policia na cidade, e de junlar-lho cuma re-
serva, por causa da oircumslancia, um numero
infinito do ronslables especiaos.
Esse memoravel acontocimento teve lugar no
dia aprazado, e deu, de novo, mu bello exemplo
da sorle caprichosa das corridas, que os aposta-
dores do turf aborrecen) e que os simples espec-
tadores adorara. Todos os favoritos licaram cedo
fra do combate. O nosso me hor campean Bar-
low. objeclo de todas as nessas esperangas "sobro
quera descantara una torio somma por Oxford
foi alirado ao chao logo na segunda barreira*
lodavia. gracas diversos accidentes, principio
levon-se o melhor dos fanfarrees de Cambridge
No ultimo obstculo, um cavalleiro de Oxford ia
na fronte com seis metros de adiantamwHo. mas
infelizmente, era n primeira vez; pordeu todo o
sangue fro, vendo-se tao porto de alcancar a
victoria, eem voz de cheg.ir ao alvo pelo'lado
raas fcil, tomou o mais difficil; o cavallo deu
ento um atranco na abertura, e atirou pesada-
mente o cavalleiro no fosso do campo de irium-
pho. O represntenlo do Cambridge, que segua
immedialamenle, montado ora um cavallo bom c
solido, frnco corredor lalvez, mas que se com-
portara bem nasbarroiras, chegou s, indo ga-
lope moderado.
(Contmtiar-se-ha.)
PERN, -TYP. DE M F. DE FARIA.- 1860.
i
/
y


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