Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09470


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Full Text
AM XXXVi. HOMERO 242.
p
op tres mezcs adiantados o$000.
Pop tpes mezes vencidos tjOOO.
QUINTA FEIRi 18 DE ODTBRO DE 1861.
Pop auao adiataJ> *9$000
Porte franco para o subsu.itor-
BXCA.R&E i.VDOS 0\ SUBSCRIPgAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Pa tal, o Sr. Antonio Marques da Suva; Aracaiy, o
Sr. V. de Lomos "raga; Cera,o Sr. J.Jos de Oli-
'ir i; Maranho, o Sr. Maooel Jos MariinsIUbei
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandesde
Muraos lunior; !' ir.i, o Sr. Justino J. llamos;
Amazonas, o Sr. Joronymo da Costa.
l'Ali lIDA nos COUHElOd.
Olwida Indos os das as 'J 1/2 horas do da.
Iguarass, Goiarma e Parahiba aas segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros,Bonito. Caruar, Altiuhoe
Garanhunsas tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira.ingazeira,Flores, Villa Bella.Boa-Vista,
Oricury e Ex nasquarlas-feiras.
Cabo.Serinhem, RioEormnso.Una, Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas (eiras.
Todos os crrelos partera as 10 horas da manhaa.
EPHEMERIDES DO MEZ 'S OL'TUliltO.
7 Quarto minguante as 8 horas e 45 minutos
da larde.
1i La nova ios 17 minutos da lardo.
21 Quariocres anteas 11 horas e 31 minutos
da mi .i ii Ii.. .'i
29 Luacheia as i horas e 30 minutos da larde
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 7 horas e 42 minutos da manhaa.
Segundo as 8 horas e 6 minutos da tarde.
AUOINEGIAS DOS TRIRJJNAES DA CAPITAL
rriuunal do c.ororaercto : segundas e quintas.
Relacao : tercas feiras e sabbados.
Pazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas
Juizo do comroercio : quartas ao meto dia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeiri vara do civil: torease sextas ao meio dia
Segunda varado civel; quartas e sabbados a urna
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
l Segunda. S. Thereza de Jess v. c. fund.
16 Terca, s. Martioiano m. ; S. Callo ab.
Ii Quarta. S. Heduviges duqiieza viuva.
Is Quinta. S. Lucas Evangelista; S Trifonia.
19 Sexta. S. Pedro de Alcntara f. padroeiro
20 Sabbado. S. Joo Cancio ad.; S. Iria v.
21 Domingo. S. rsula e suas mmp. mm.
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCO NO SOL.
Alagoas, o Sr. Claudino Pal cao Dias; Babia
Sr. Jos Hartins Alves; Rio de Janeiro, o S.
Joo Pereka Martina.
F.M PERNAMBUCO.
O proprielario do diario Manoel Figueiroa t6
Paria,na sua livraria praea da Independencia D
0 e 8.
PARTE OFFICIAL.
Ministerio do i iij ;>*-1 ii.
ECaETO N. 1,007 l-E 10 DE SETEMBRO DE 1860.
isa O governo a mandar pastar carta de
naturalisaco a Antonio ilaximiano de /-,-
gueiredo, e oulros.
11' i pot bem sanccionar e mandar que se exe-
culca resolucao segunto da asscmbla geral le-
gislativa.
Art. 1 1.' o governo autorisado para mandar
r carta de naturalisaco do cidado brazi-
leiro aos subditos portugueses Amonio Maximia-
le Pigueiredo, Jos M .na P.rreira Pastor.
Antonio Jo3 Alves, pa Ir Can lidu Cyorau ) da
i C iuI i, Jos Rodrigues Tigre, Joo de As-
sis Bastos, Joaiiiiim Antonio do Soecorro, Maooel
Jos dr Moura, Carlos Antonio do Castro Paos,
Joao Antonio Munhs, Manoel Marques Dias, An-
de Oliveira Alhodos, Domingos Claudino da
i, Joao Gaspar de Oliveira, Pedro Soares
Diamante, F rede rico Fernandos Paes, e Joao da
Silva Mura.s, residentes na cute e provincia do
llio do Janeiro ; padre Antonio da Cunha Lima,
Amonio de Souza Dias, padre AntonioGuedes Jo
Assis, padre Jos Vasques Goncalve3, Manoel
Martins da Silva, padre Manoel Ignacio Montei- ultimo con
i Vicente, e padre Bernardo Barbosa do ordem em
M inisieiio da Justina.
Decreto n. 2,C">1 de 27 de setembro de 1860.
Extingue o lugar de juiz de direilo do civel
comarca do Porto Alegre, na proviticia de
Pedro do Rio Grande do Sul.
da
S.
Ilei por bem. usando da attribuico que me con-
fere o art. 102 ^ 12 da constituirlo do imperio, e
em conformidade da le de 3 de dezembro de
lsil, dar por exiincto o lugar de juiz de direito
do civil da comarca de Portu Alegre, na provin-
cia de S. Pedro do Rio Grande do Sul.
Joao Luslosa da Cunha Paranagua, do meu
consclho, niiuislro e secretario de oslado dos ne-
gocios da juslioa, assim o leiiha entendido o faja
execular.
Palacio do Rio de Janeiro, aos 27 de setembro
do lst'.o, 30." di independencia do imperio.Com
a rubrica de.S. M. o Imperador.JooLustosa da
Cunha Paranagua.
Ministerio dos negocios da juslioa.Rio de Ja-
neiro, oni 15 de setembro de 1800.
ministerio da iiiariiiha.
AVISO DE 5 DE SETEMBRO DE 1860.
Detiara que, encerrado o inventario com as
formalidades do capitulo 2." do aviso de 2 de
abril de 1850, e examinadas as canias como
abi se preserece, nenhum recurso cabe aos
responsaveis antes do pagamento de leus dbi-
tos, nem depois, a nao ser na reoisao definitiva
deesas conloa a que se ha de proceder no Ihc-
souro nacional.
I Itl'LO II.
Competencia das inspeceoes e visitas.
Art. 10. Compete s visitas
minar
I." Se as insiruccocs e ordens
dulas aos empregados das estacos navaes leera
sido executadas com intcllii
dado.
e inspeceoes exa-
permancnles
aes leera
encia e pontuali-
Illra. e
gio a este
AndradePinto Brandan, residentes m provincia
5. Pedro do Rio Grande do Sul Ernesto
Amaral Reg e Hilario Maia da l( i,
na provincia de Santa Calharina ; Jos
lim Lonrenoo, Manoel da Fraga Santos,
Francisco Marques Fernandos da Silva, Francis-
li .; i M icha lo, padtes Manoel Jos
- i ros eJ is Bento da Cosa, resi
les na provincia de Minas-Goraes ; Francisco
is de i sus, Jos Amonio Vieira de Pana, e
Matheus Ferreira da Silva, residentes na pro-
vinc i do Espirito Santo; Joo Augusto da ('..mia-
ra, residente na provincia de Sergipe: Joo Pe-
' Vianna, residente na provincia das Alagoas;
Th'-maz C. Estima, residente na provincia
da Parahv b i; Amonio Pinto Teixeira, residente na
Exm. Sr. lio oflicio
mini.-lerio com data
ta que, havendo V. Exc.
iue os juizes municipaes devem subs-
que V. Exc. diri-
d i 1" de marco
designado a
lilutr aos de direilo, 6 determinado, na canfor-
mi iade do av iso do 2~> ae julho do 1843, os sup-
plcntes dos termos reunidos que deviam em pri-
meiro lugar subslilui-los na (alta dos eflectivos,
pondei iu-llie o juiz de direilo da comarca de
Taubal a ncuralidado de exercerem a jurisdic-
can plena de ni/, de direito os supplenles do juiz
municipal do termo de Cacapava, reunido ao do
Taubal, visto nao torera ellos a jurisdieco ple-
na do juizes miinii ip.ies: o como nodo verifi-
ca r-se o caso de seren s ispeilos os juu.es de di-
reilo, municii.....s e supplenles do Taubal, e de
p issar o cargo de juiz de direito aos supplenles
do Cacapava, V. Evo. submetle esta queslo de-
ciso do governo imperial, visto nao prevenir
hy|
2.' seioao.Ministerio dos negocios da man- | m
nlia.cm 5 do setembro de 1860Em resposta ao
officn n. 200 de 28 de AgOStO prximo lindo, em
que V. s., comquanto informe que nao pode ler
logar a compensarn requerida polo commissario
do 3.' claase Jos Domingues Valiengo, deobjec-
tos cija filia foi reconhecida por oulros accres-
cidos, opina, comtudo, que por equidad?, e em
vista de alguna precedentes, pde-se mandar t
verificar a bordo do Jopar, onde servio o sup-
plicante, se all existo, como elle allega, todos
oii parlo dos objectos que Ihe foram encontrados
em falla no respectivo inventarla: lenho por
conveniente, indeferindo tal prelenco, declarar
a \. S. que, uni'j vez encerrado o inventario com
as formalidades do capitulo 2." do aviso de 2 de
abril de 1856, e examinadas ascontas como ah
SC prescreve, nenhum recurso rabo aos respon-
saveis autos do pagamento deseos dbitos, era
depois, a nao sor na reviso definitiva dessas
contas a que se ha de proceder no thesouro
S 2 Se essas inslrucgoes leem produzido ef-
feilos uteis ou perniciosos, e se apresentam irre-
uUridades e incoherencia em rclaco ao sys-
i.
nacional ; sondo que assim declarou-se
aviso de 27 de abril de 1859, cuja stricli
vancia recommendo noramenU a V.S.
Heos guarde a V. S.Francisco Xavier
lirtelo.Ao Sr. contador da marinha.
oral do servio).
5 3." Se os dilos empregados sao capazos de
preencher suas respectivas funeces, design in lo
os que devem ser substituidos e' informando es-
crupulosamente sobre ludo o que disser respeilo
a execuco dos trabalhos e 'i boa ordem, econo-
ma e disciplina de tacs estabelecimenjos.
Art. II. Alm das obrigaces geraes descrip-
as no artigo antecedente, poder o governo im-
perial iiio.umi.ir s visitas e inspecefes outras
quaesquer lelativas aos diversos ras do ser-
vico da repartico.
Art. 12. Terminada a comraisso, seus mem-
bro3 entregaro ao conselho um circumstanciado
relatorio, o qual ser levado ao conhecimento do
governo com as rclloecOes que o mosrao conse-
lho julgat necessario additar-lhes.
TITULO III.
Deceres dos auxiliares.
indevidamcnte matriculados nao se empregam
etreclivament4 na vida do mar. ou nunca se em-
pregararn, ou exercem prolissn diversa depois
de matriculados; sendo que, enlo devem as ca-
pitanas cassar as matriculas irregularmenle con-
cedidas e eliminar os respectivos noraes dos re-
gistros.
Itestas consideracoes V. F.xc. vfi que nenhuma
medida nova ha que lomar acerca do objectn em
queslo, sendo que nasdisposicoesem vigoi >;\ s-
lem consagradas as providencias necessarias, i i-
ja appli/saco em ordem a evitar coi
melhantes aos de que V. Ee. trata, o que s-
mente pode ser confiado do justo arbitrio das ca-
pitanas, por um lado, e por outro, do aun
prudentes avisos das autoridades lcaos.
No ca-ei porm, de excessos. coramettidus pela
rapilania do porto dessa provincia, no uso da f.i-
culdade de matricularos individuos verdadeira-
inenie empregados na vida martima, V. Exc. ad-
mneste mesma capitana n compilla-a slri.ia
observancia da lei, dando de lulo conhecimento
ao governo, para se providenciar cunto fr con-
veniente no ulerease do servido i ublico.
Deus guarde a V. ExcFrancisco Xavier Paes
Barrlo.A S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia da Parahiba.
ja pelo
obser-
Pacs
Arl. 1J. Os auxi
membros do con,o
AVISO DE 11 DE SETEMBRO DE 1800. )
l) las aos membros do conselho naval, segundo
arte. 27 $ 2.". 28 e 29, 39 e 10 do regnla-
o decreto n. 2,208 de
.esta hypothese u citido aviso. S. M. o Impera-
nria do Ceara; Jorquim 1'. de Moura, resi- dor, a quein foi presente o seu dito olficio, tendo
na provincia d i Pi mhy : Ai.ionio Mara da ouvido o c insullor dos negocios da jusllca, man-
ido, Mi- 'da declarara V. Exc. que o referido avis de 28
I de julho de 1843 snHicienteiiieule claro para nao
dar lugar duvida proposta pelo juiz di- direito
; d" Taubal, visto como os juizes municipaes sup-
i Mendes e Jos pleutes dos termos reunidos assumem a jurisdic- dos arsenaes
oao plena de laes vara- d -sde que u juiz proprie-
lario se acha impedido, runforme dispoe o art.
8" do decreto n. ~ de 2 do marco de 183, e
quando alguin delles chega a sor chamado para
substituir o juiz do direilo, j est com a juris-
diceo piona da vjij municipal.
bidas aos
os
ment iue baixou com
1 de julho de 1858.
Jos
Abes Leite, Joaq lim Jos Vijeira, Jos da
Pi : I i, Est icio II moel de Fari r, e Manoel
Antonio Gomes Ribeiro, residente na provincia
iranho ; \u
Ferri ira Vaz le Carva h i, resi lentes na pro vi n-
i ',' i- i. VI n i I Gomes, ei
J'.i no serv :o d i armada.
V -' L" lambem o governo autorisado para
r ;. issar carta '.<' naluralisaco de cnlado
ios sub titos francozes Fernn lo Elche-
irme, engajado no servieo da armada ; Rene
servico do exor-
Deos guarde i V. ExcJoao Luslosa da Cu-
nha Paranagua.Sr. presidente da provincia do
s. Paulo.
1 i Avrignnn, engaja lo no sei vico d
Ca >9 i ulipp liarcon Riviere, engonhei-
, res lome ncsla c Maraomk, residente na provincia do
S. Pedro do Rio Grande > Sul; aos subditos
- padres I) "n:ii_ 13 l; i ii gu j,.,.
' dea. 1 en m lo, resi b nles n i mesma pro- Rio de*Janeiro, 22 do setembro de 186U
aos A emes Jo lio!...rio Lehmann, '
' soeco.Mini-torio dos negocios da juslioa.
2.a seccao. Rio de Janeir Ministerio dos
negocios da marinha. em 1* do setembro de
1860.Dispondo o art. 27 2.a do regulameuio
que baixou com o decreto n. 2,208 de 22 de ju-
lho du 1858 que os membros do conselho nava
podem ser empregados as visitas e inspeceoes
intendencias, eslabelecimenlos do
marinha e divisos navaes que se houver do fa-
/..r em cada biennio, depois da crcaco definiti-
va do conselho, ou extraordinariamente sempre
que parecer ioiispon-avol ao ministro ; 0 con-
vuulo regular a manelra porque se ha de proce-
der a laes visitas e inspeceoes em ordem a pro-
duzirera todas as ranlagens que a beip do servi-
co leve em vistas o diado decreto, determino
pie j respeilo observem-se as iuslruccoes nclu-
sis, das quaes V. S. dir conhecimento a osle
conselho.
Dos guardo a V. S. Francisco Xavier Paes
Brrelo.Ao Sr. conselheiro
conselho naval.
lares eslaro, para com os
io encarregados das visitas
e inspeceoes, na mesma relago em que est o
empregado subalterno para com o chefe da res-
pectiva repartico.
Art. l Desempenharao os liabalhos que Ibes
Iforem distribuidos pelo presidente da commisso,
: ou pelu seu inmediato em categora, edesigna-
Idameutc cabc-lhes redigir a correspondencia ol"-
ilcial, segundo as minutas ou insiruccocs verbaes
que rereberem, conservande de ludo o compe-
tente registro em linos que, com o relatorio da
commisso, devero ser eutregucs ao conselho
naval.
un LO IV.
somelhante procodimento. c remotleram-se co-
pias destes officios ao delegado de Ulllid'J.
l)lo ao commandante superi ir de Pao d'Alho,
Constando de seu ofkio de 28 de julho ultim
ii i estar concluida a quatificaQ > da guarda na-
cional sob seu cuinraendo superior relativa
correlo anuo, por falla de reunan do
ci nsclho de revista, a qual j deva ler fun
ni lo depois do meu uffi :io de ^1 de julh i
resposta ao de V. S. du 10 do mesmo mez c nn-
pre que V. s. me informn a razSo poi (no nao se
cumpro o que determinei em meu rilado i
e dO logo a- providencias necesarias para qu o
n smo conselho se rena, quanlo antes, em d: i
por V. s. designado o com as lades da
lei.
Dito ao commandante superior do Limoeiro.__
lo era cor.sileraco a que expoe V. S. om
olficio de 15 do setembro ultimo maudoi i
sobro o seu objeclo a i delegad i d----- i< rn
reconhecendo-se de sua resposta, tu isa por co-
pia, que o altores Joo Francisco de II il
fura o motor da oceurrencia havida na noili
lia 3 do mesmo mez na povoaco de P Ira I i-
pada, oem umi providencia ha" a lomar adrninis-
imente, restando-me chamar novanici
attenco de V. S. para as mesmas ordens ante-
riores expedidas no intuito de Fazer cess i a in-
conveniencia do conflictos entre a guai la n
nal o a polica corto V S. de que faca ident i
commen laoo io referido delegado
Hito ao commandante docorpo do polica,__
corpo sob seu i
.w.-l io;ui'' d.i Silva. loe ol.Tocen
>.-iembr., ullimo, exped orden, para regressar do ... voluntariamente para servir no .
Presidiode ornando o reo Marl.nh) Gomes, i ,, ira issojulgalo apto, conforme V. S
tem de responder ao jury no term, de Anadia. ,,,. le 13 do cu rente, sob n. 436
Hilo ao commandante das armas.A visia do
avi-o da repartico da guerra de8 lo corrente, Dito ao juiz municipal e do orphos do I
constante da copia juma, expeca V. S. as suas do Bonito.Transmiti por copia a V'mo.
ordens para que urna d is alas d > oitavo b >l ilha i ''' inti lligenci i o exei uq5o, ivisu I mniste-
pi imiita a Mnbarcar para a rio do imperio
Governo la oroviiuriii.
EXPEDIENTE DO DU 1 i DE OI'TUIIRO DE 1SG0.
iiit! :H .. f- -, ... .'.<... .ooiiii iiiu Offlcio aoLxm presidente das Alagnas.-Ugo p0,je v. S. excluir do,
'"," '"' ebl ;"li!i'' '' Y E" laudo de 29 le ,idado Jos Vicente
m um dos vapores da com-
como independentes
que forera inspeccio-
Disposices geraes.
| Art. 15. lis encarregados das visitas e inspec-
eoes seio cocsiderados
dos chotos das opirlnajes
nadas.
Art. 16. Os p-esidentes
as or lens e previdencias
para que as dita: visitas e inspeceoes se efectuem
com tolo o rigor e a maior promptidao possivel,
om conformidade das prsenlos insiruccocs.
Rio de Janeir, 11 de setembro de 1800
Francisco Xavier l'aes Brrelo.
das
que
provincias darlo
delles dopendain,
vice-presidente do
lelli.i1- I
i' eii i, II I ider",
servico do exi rcito, Clu -
... un VV'a '. r, residentes na mesma
< io subdito austraco Pedro T.ibachi,
i na pro, ini ia do Espirito- Sanio; ao su
Helvtica llelman Thyler, e
ao Italiano I. Sequitini, residentes na provincia
de vl s ii ios ao subdito oriental Antonio
Bento Cassal, oao subdito nglcz lohn M. Ceniti,
lilui. e Exm. Sr.A S. M. o Imperador foi pre-
sente o oflicio dessa presidencia sob n.3 datado
do 11 de fevereiro ultimo, acompanhando copia ,
de ouiros em que o juiz de paz c vereador Do-1
mingos Jos. Borges, da villa de Caoguss. con-
sultase, tirado silo eleito juiz de p'Z e verea-
dor, e depois Horneado cirurgi da guarda nacio-
nal, deveri.i rerusar-se do algum desses cargos
por serem incompaliveis; ao que respondeu
iv-niu. :i ues p \j \
COKS INCUMBIDAS
SELIIO NAVAL, DE
07 s )
entes na provincia de S. Pedro do Rio Gran- ''' presidencia que, vm vista do aviso o. 165 de
12 do julho de l->:t, e decreto ll. 7^2 de 25 do
oulubro Je 1850, nao havia incoinpalilidade no
exercicio dos referidos cargos. E o mesmo au-
gusto senhor, leudo ouvido o conselheiro consul-
tor dos negocios da justca, manda approvar a so-
luco dada por S. Exc.
Sol; Bcrnard.no Guastavinu, subdito ar-
gentino, lo no servieo da armada, e Joa-
quim scar Elster, subdito dinamarquez, rc-i-
na provinci i 11 Baha.
Ari. 3. Tica para este fin dispensada a dispo-
I irl. V do decreto u. 2'Jl de 3t de agos-
to do 1813.
Dos guardo a V. ExcJoao Luftosa da Cu-
Paranagua.Sr. presidente da provincia de
n i i
I i le Almeida Pereira Filho, do meu con-
, mil stro o secrel irin le osudo dos nego-
cios do imperio, assim o lenha entendido o faca
llar. Palacio do Rio do Janeiro, em 10 de
1860, 39 il i independencia o do
.. o .rn a rubrica de Sua Mageslade o Im-
.J io de Almeida Vereira Fho.- J i
; [a Cu tina Paraniiju. Transilou na
'lana ilo imperio, em 1-i de setembro de
1-iin. /i m/hio do nVascimeiio Silva.Publicado
irrelaria de estado dos negocios do imperio vid, por elle proposta em dala de l'J do mesmo
em 18 de I ro de 1860.Jos Bonifacio mez doclarou que, para a nomeaco provisoria de
Solicitadores pelos juizes de priinoira instancia,
na falta de provisionados polo presidente da re-
lacao, era necessario exame de sufficiencia, na
forma do art. 2 do decreto n. 398 do 21 do de-
zembro de 18, nao sendo porm essencial que
o.mesmo exame soja presidido pelo juiz effeeti-
aposenlar Silvano Fran- vo- E o mesmo augusto senhor, conformando-
S. l'edro du Sul.
Ministerio dos negocios da juslioa. Rio do Ja-
neiro, 27 de setembro de 1860. lllm. e Exm.
Si.Foi prsenle a S. M o Imperador o offieio
dessa presidencia, dalmlo de 20 do maio ultimo,
dirigU'o ao 1" supplente do juiz municipal do
termo de Codo, em que V. Exc resolvendo a du-
.\j. tntes de Asatn
id OKI lo N.
1,107
DE
DI i.1 DE
rc69.
SETEMBRO
governo
o Alces,
i.' e.
tro !'. junta vacciniea da se com o parecer do conselheiro consultor dos
AS VISITAS F. INSPEC-
AOS MI^MRI'.OS DO CON-
L'E TRATAM OS ABTS.
a/.S J 28 1. 22, 3 I. io Du REGLAMENTO
',H L BAIXOU COM ii DECRETO N. 2,208 DE
21 DE JULHO DE 1858.
ri ivlo i .
us visitas e inspeceoes, seu pessoal e
cencimeutos.
Art. 1. Do dous em dous anuos, o OMraordi-
darianii nie sempre que o julgar conveniente, o
governo encarregai a um ou mais membros do
conselho naval do visitar os arsenas, intenden-
cias, eslabelecimenlos de marinha e as divisos
n ivaes.
Ari. 2.' Estas visitas e inspeceoes sero deter-
minadas por aviso o nomeaco do ministro e
secretario do estado dos negocios da marinha,
que as cora metiera a um ou mais membros do
conselho, conforme a natureza o importancia dos
servico, que ellas ten liara de desompenhar.
Arl. 3." As dias visitas o inspeceoes dividem-
so era duas classes, que denomnar-se-ho mili-
lares, o militares e civis.
5 I." A's militaros compete lodo o servico
con rnenle ,i polica, disciplina e economa la
armada, corpo- de marinha, l'orlilezas, hospitaes |
e enfermaras do marinha.
5 2." \s militares e civis compele o que diz
respeilo a arsenaes, arrecadaco e rontabilidade,
escolas de marinha e pilotagem, hydrographia,
i.'ompiiih'as de aprendizes marinheiros que este-
ja ai a cargo dos inspectores dos arsenaes, capi-
tanas dos portos, phares, companhias reboca-
doras subvencionadas pelo estado ou sujeil^s
inspeceo de empregados pblicos, praticagehs
de cosas, barras e portos,conservado de lloros-
tas e cortes de madeiras de construeco naval,,
obras civis e militares e Kydraulicas, edificios ou ;
Tabella a que se rderom as instrUCQeS do-la Ja-
la, das ajudasde cusi que devem sor abona-
das aos membros do conselho naval encarrega-
dos das visitas e inspeceoes, de conformidade
cora os arla. 39 e 10 du regulamenio annexu ao
decreto n. 2,208 do 22 do julho do 1S58.
/'-o netas.
Mato-Grosso .
Rio Grande do Sul .
sania Catharioa
Paran.....
s. Paulo. .
Espirito Santo .
Baha......
Sergipe.....
Alagoas ...
l'ernambuco .
Parahiba.....
Rio Grande di Norte.
Cear......
Piauhy.....
Maranhao ....
Para......
Amazonas .
da. Volta.
2: O1I3 1 OOO3
jjOojj OII.s
"003 3003
6005 3000
6011T 3008
60113 3003
1 5011-5 5003
0005 ioog
y IOS 400)
1:2008 500.3
1:0008 000 3
1:000-3 5P03
1 100-3 500-3
1.2003 600;
1:3o0j 6003
1:4003 7003
1 OOH-3 7003
Observaces.
So fur mandada alguraa commisso ao eslabe-
lecimento naval de Iiapura, abonar-se-ha a cada
um do seus membros a ajuda de CUStO marcada
para Maie-Grosso.
Rio de Janeiro, 0111 11 de setembro de 1860.
Francisco Xavier Paes Barreta.
de infaman.1 ealej
provincia da B ihi 1
panhia de paquetes, deven lo a otr 1
para a referida provincia, no vapor |ue passar
; depois da partida da primeira.
Dito ao mesmo.Transmiti por copia a V. 5.
! para ter a devila execurjo, o ji 1- 1 expe Ii lo pelo
ministerio da guerra em u 1' do corrente exigm-i
do que as reparlieoes snjeitas ao mesmo minis-
terio remeiiam .i respe liva serrelaria il.....lado,
at o lim de Janeiro prximo vindouro, os rela-
lorii s dos sen.- trabalhos, indican I 1 ., don- -
|cias que parecerem convenientes a bem do servi-
rlo publico.Officiou-se 110 mesmo -nulo as de
mai- reparlieoes igeil 1- ,i |uello minlst irio.
Dito 10 mesmo. Sin 1 se '. 4. de mandar
inspeccionar o soldado docorpo de polica Ira-
jano Rodrigues do Nascimento, que Ihe ser apre-
sentado polo respectivo commandante, o abrir- i
Ihe asseiiiamonio do praea no exorcio, cas p soja
pera isso julgad 1 apto.OTficiou-se a 1 e inmau-
| danto docorpo Jo polica para a apreseutaco do I
soldado.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.
Constando do aviso expedido pela repartico la
ni 11 mli 1 em "20 Jo setembro uli mo ler sii 1 au-
uiixuua a nomeaco aeLuu.uanoet ., /...
o lugar do guarda do almoxarifajo desse arsenal,
assim o declaro a V, S. pira .-"1 conhecimento,
e alim de que determine ao nomeado que trate
de pagar na recebedoria de rendas internas os d:-
roiios o emolumentos correspondentes ao seu ti-
tulo queso acha na secretaria desla presidencia.
Coramunicou-se a Ihesouraria de fazenda
Dito ao inspector da Ihesouraria d.' (azenJa.
Transmillo a V. S. ira os litis convenientes o
incluso exemplar impress do aviso expedido
pelo ministerio do marinha em 12 de setembro
ultimo, determinan lo que os responsaveis por di-
oheiros do estado sujeitos ao mesmo ministerio
recolhara s thesourarias do [azend 1 no lira do
cada anuo Unancwro, os sidos existentes em seu
pdder. Igual ao inspector dj arsenal de ma-
rinha.
Dito ao mesrap.Transmito a V. S. para os de-
, vides i'ITeilos, a/inclusa copia do decreto numero
lllo do 2 de lida com o aviso do ministerio da fazenda daquel-
la dala, autorisando o lespacho livre do direito
d
Aviso de 11 de setembro de laOO.
Declara que, alm das ordens era vigor, nenhuma
providencia novaba que lomar acerca da ma-
tricula dos individuos empregados na vida ma-
rtima, em ordem < evitar conflictos entro as
capit'nias de pirlos e os chotos da guarda na-
cional.
Ilii por sanccionar e mandar que se ex-
- aqio da asserablea goral
1 ii v a
Al. I E' O governo aulori-1 lo
negocios di jn-tioa, manda declaKir a V. Exc. proprios narionaes a carg da repartico da ma-
que a nomeaco interina, como lim remedio pro-1 "nha, architcctura naval.
2* SCCCo.Rio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios da marinha, em lt de setembro de 1S60.
visorio as vagas dos cargos pblicos, canco do Alt. .' Estas comraissoos sero desempenha- i lllm. e Exm. Sr. Em olficio n. l'J de 28 de
ser prompia e immediata alim de nao retardar-so das por quaesquer dos membros do conselho, que maio ultimo, V. Exc. chama attenco do go-
o expediente, e, no caso de que so trata, a mar- BO'erno noraear, devendo (azor parle das mili- veroo para medidas que obviem aos embaracos
cha da Justina ; sendo portanlo o exame para a I laresi pel menos, um dos officiaea da armada | com que essa presidencia lula no servico da guar-
. a psenla r nomca^50 de solicitadores interinos inconvenien- l1"' i""'1" membros do mesmo conselho. j da nacional, sobretodo quando mister destaca-
,~'rr!',o na mi.lidade dtnumbra da iiinta vm-- '" pe,a ucmora 'l"e carretaria no respectivo pro- Art. 5.' Como auxiliares das visitas e inspec- | la, embaracos croados na mor parto pola capita-
( i, cimento temporario, e superfino porque o juiz Soes- serao Horneados, sempre que o governo o na do porto, que matricula a guardas remissos a
i tora contra a falta de habihl.icoes do nomeado o Ju|g"e preciso, um ou mais ofciaoa da armada, pretexto de vida do mar, era que alguns nunca se
melbor cv.-ACtiT0 na sua distituieo. | e quaesquer empregados da secretaria do conselho oceuparam, produzindo assim conflictos lamenta-
aval ou de ouira eslaco Oa marinha. e anda veis com os chefes da mesma guarda.
Ait. 2.-
contrario.
Ficam revogadas as disposi.oos em ,
Joo de Almeida Pereira Filho, do meu con-
selho, ministro c secretario de estado dos ne-
gocio.- do imperio, assim o lenha entendido e
(ecutar. Palacio do Rio de Janeiro, om
22 de setembro de 1860, 39 da independencia o
do imperio. Com a rubrica de Sua Mageslade O
Imperadoryodo de Almeida Pereira u/iio.=:
lustosa da Cunha Paranngu.Transilou
na chancellara do imperio em 28 do setembro
1860.Jesuino do Nascimento Silva.Regis-
trado. Publicado na secretaria de estado dos ne-
gnos do imperio em I de outubro de 1300.
/ Bonifacio Nascenlesde Azambuja.
Decreto n. 2,085 do 23 dejunho de 1860.
Concede a Raymundo de Macedo Plmenlel privi-
legio por de/, annos para um apparelho de sua
invenco destinado a seccar caf.
n ha Paranaau -Sr' oresWente X ? da C'" > m,'S"",' peSS0? U peSSoaS e9lranbas a repartico, Tomando em toda eonsideraoo*a ropresenta-
Mira,,b Presidente da provll,t.a do segundo o exigir a natureza e urgencia da com- cao de V. Exc. ouvi acerca doseu objcto o eon-
'missao. selho naval, que, om consulta n. 200 de 7 de
ei visii", e Y,m.,iros ,,n conselho encarregados g"^,! prximo lim
rai"a i3t|.i3 i i lilil.1, ,- eoi i"irno
o e gratificado que por *."-.i? 0^ .^ri r-
orapelirom, a ajuda de custo constante da ta- : decrV,",, ;- .e
ella annexa a oslo regulamenio. que ''
agosto prximo lindo, extiende as segumtes ob-
Ministorio dos negocios da juslioa- Rio do Ja-
neiro, 28 de setembro de 1860. lllm. e Exm.
Sr.l.evoi ao conhecimento de S. M. o Impera-
b'r' !(,or ol1il"io Ju v- Exc- 10'J do r2 ,)e moio d"
corrente anno, em que me communica ler appro-
va lo o procodim'iitodo juiz municipal do termo
do Campia-Grande, que, no inluilo do obviar o
abuso de se conservaren! sollos os reos de crimes
afiancaveis antes do ultimados os termos da flan-
ea que requerem, tomara o expediente de Ibes
assignar um praso rasoavel dentro do qual con-
cluam o respectivo processo, sob penna de serem
rocolhidos prizo. E o mesmo augusto senhor,
conformando se cora o parecer do conselheiro
consulior dos negocios da justica, manda decla-
rar a V. Exc, para que o faca constar ao referido
68 do regulamenio annexo ao
19 de maio de 1816 resulla
Arl.,,.
d
d
c
beua annexa a oslo regulamenio. ; qu
Art. 7." Us officiaes da armada empregados co-! 1. Todos os individuos que se empregam na
mo auxiliares, loro, alm dos vencimentos e van- vida do mar tern de sor matriculados, nao po-
lagens de sua patente (pagas estas a dinheiro) dendu exercer tal profisso sem sntisfazer a essa
como ell'ectivamenlo embarcados na qualidade formalidade.
de simples officiaes, se sua graduacao fr infe-l 2." As capitanas devem matricular todo o in-
rior de capito-tonenlo, o como comu.andante dividuo queso omprega na vida do mar, de que
de brigue de guerra se orem officiaes superiores, tiverem conhecimento, nao podendo consequen-
uma gratilicaco correspondente s despezas de lmenlo np,ir semelhanie inscripoo a lodo
viagem. 'aquello que a solicitar, probando empregur-se na
Arl. 8. Os empregados auxiliares paisanos mesma^vida, e nem t imbem aquello que se apre-
Aitendendo ao que me reprsenlo,! Raymundo
M icedo Pimenlel, pedindo privilegio por dez
anuos para um apparelho de sua invenco desti-
nado a seccar caf, hei por bem, conformndo-
me porminha immediata resolucao de 10 do cor-
rente me/, com o parecer da seccao dos negocios
,1o imperio do conselho de estado, exarado em
consulta de 13 de maio prximo passado, conce-
der-lhe o privilegio que requer.
Joo de Almeida Pereira Filho, do raen conse-
lho, ministro e secretario de estado dos negocios
do imperio, assim o lenha entendido e faca exe-
cular.
Palacio do Rio de Janeiro, era 23 de junho de
180t). 39" da independencia e do imperio.Com
a rubrica de S. M. o Imperador.Joo de Almei-
da Pereira Filho.
J;
p
de fundamento legal, e que, em quanlo o poder
legislativo goral nao providenciar sobre o meio
de evitar os inconvenientes da morosdade do
processo da lianca, cumpre ao juiz que pronun-
cia o reo mandar' prende-lo na forma da lei 011
recommenda-lo na prizo, se j est preso, at
percebero, alm dos vencimentos do seu em-
prego, urna gralilicaco mensa! que nunca exce-
der a dous torcos dos dilos vencimentos, pagan-
sentir para embarcar como moco em qualquer 1
embarc.aco da pequea 011 grande cabolagoni, de
longo curso, pesca e trafico do porto, etc.
rar a V. Exc, para que o faca constar ao p lendo j0-lhes o governo as despezas de transpone. 3. A isonoo da guarda nacional e mais onus
juiz, que o expediente por elle adoptado nao y Se estos auxiliares, porm, nao exercerem em-, civis c oulorgada simiente ao individuo que se
pode merecer a sua imperial approvacao por falta (,regos publi os, vencern urna gralificaco men-' emproga na vida do mar e so acha matriculado.
dos uten-is o object s precisos j empreza locutn
bida do esgoto das aguas e asseio publico desta
la ciJado*
Dito ao mesmo.Enviando a V. S. a inlornia-
co junta por copia do inspector do arsenal de
marinha osclarecendo que o contrato feilo no en-
conamento d'agua para o mesmo arsenal nao pi-
de correr por cunta da companhia do Beberibe
em virtude do respectiva contrato, Ihe determi-
no que mando pagar a importan ia da conti in-
clusa em duplcala a francisco Antonio Corroa
Cardozo, encarregado desse cantralo.
Dito ao mesmo.Com a inclusa copia do aviso
do ministerio da guerra de i do corrente, trans-
miti a V. S. para ler a decida execuco, a la-
bella da distribuirlo do crdito de 5:8530600 con-
cedido a essa Ihesouraria para pagamento das
despozas do exercicio de 1850 a IsOO comprova-
das com os documentos juntos.
Dito ao mesmo Do conformidade com o dis-
posto no aviso da repartico da guerra, datado
do 25 de setembro ultimo, mande V. S. cessar o
abono da prestarn do I5$000 mensaes, quo con-
signou nesta provincia o alteres do balalho de
caca.loros da provincia de Matlo-Grosso, Coriola-
no do Castro o Silva, remettendo-me V.S. a
competente guia alim de ser elle pago integral-
mente do seu sold naquella provincia.
Dilo ao mesmo.Communico a V. S. para seu
conhecimento que, segundo consta de aviso ex-
pedido pola ropariioo da guerra de 2 do cor-
: rente, lora approvada a deliberaco que lomoi do
mandar adoptar a respoito da companhia de pe-
v 1 o eiicia' da,'fa" p''r'' a '101 f.am?.lt\ ,'.WrHU'ULMIs
da Boa-Vista, filando em 500 rs o valor da res-
; pecliva etape.
Dito ao mesmo.Sendo-me declarado em avi-
so do minisloiio da guerra de 5 do corrente ter-
se expedido ordem para que cesse o pagamento
da cnnsigna:o raensal de 15J000 que deixra na
corle o niajor do qoarlo balalho de ailiiharia a
I p Carlos Filippe Muoz da Silva e Abreu. re-
meitendo-sc a essa Ihesouraria a guia competen-
te, da qual conste al quando se acha paga se-
melhanie consignaco, assim o communico a V.
S. para sen conhecimento, e alim de que mande
satisfazer ao dito niajor o saldo do integral a quo
liver direito.
dn iirrenle de
S tt. o Impera lor h ivendo por bem le
re 1 lorimeutu do indiu Jos Joaquim 1 1 N ,- .-
moiiio ordena pie sej 1 o supplicinle m mi lo na
P se em |uo estovo rauitos annos d imas I rras
'' -' 1 las 1 is; margena do 11 icho Tora-
bador, posseque foi usurpada por Domingos
1 isla Silva,
Dil cmara municipal de Cignbres.Di
a camar 1 municipal de Cimbres em solo 10
que 1 sulla era 1 de 19 de sel
mu pie na 1 po legalmor.lo re 'usar 1 ex
' -'o J1 pj il de votant, I --
-' ; 1 existe em seu srchiv ,, o 1 -
tem do proceder pelo juizo coi
p,xame ordem lo pela presidei ia, tfira d ri-
" -- realmenl id 1 ess 1 1 1
tica _
0 aviso de i do julho de 1831, em pie fu
1 1 cmara municipal a sua recusa 1
ivel no caso sujeilo, em que se tral .'
examinar um livro. cujo vicio ou falsifi
couhecido em vista do original,
I ie ella se liver dado.
Deve pus acamara fazer apresenlar .1
- i' rmo o referido lun, em I
faz prec .
Pico scienti'do mais [ue me communica a c-
mara de Cimbres e;n seu citad 1 oflicio.
Dilo ao juiz municipal do Bonito. H .
V'mc. com tola a urgencia convenid
choio o pudro da divida hypotliecana regi*
ii termo dorante o piinqnennio de 1855 a
I85U |uepor circular de 31 de mar^o Ihe roi exi-
g lo para cumprimenlo do ordens iniperiaes.
Igual ao juiz municipal do Caruar, da Boa-vista,
do uricury e de Cabrob.
Dito ao director das obras militares. Ilaja
Vmc. lo enviar-me com urgencia, para compri-
men! do aviso do ministerio da guerra de 25 do
iio ultimo, a plaa e orcamenlo da dos-
poza foita com a construco de um chafariz, 1
sirva ao [uariel do Hospicio e ao hospital miliUr,
o queja so exegio por olficio do 10 do na;-;
lo anno.
Dilo ao director das obras publicas. Atten-
dendo ao que requereram os presos da rasa do
delenco Rufino Marques'de Castro e Joaq
. Ilenriques de Messias.como se v das pot.
Dito ao commandante superior de Olinda.
sal que nao ser menor de lOdjt, nem maior de 4." Pica privado da dita isenco lodo o indivi- Sendo irregular a nciativa que toraou o subde-
2iK)tf, pagando:se-lhes igualmente as despezas do, mesmo matriculado pelas capitanas, que legado da cidade de Olinda de reqnisihr do te-
de transporte. | nao empregar se elTectivamente na vida do mar, nente-coronel commandante do balalho n. 9 sob
Art. 9. A ajuda de custo ser paga por inlei-I ou que a deixar, anda que lemporaiiamenle, | o commando superior de V. S., 18 praqas da
ro a da ida na corle ao parlir para a commisso, ; abracando outra profisso.
junta-;, o leudo em vista as infurm eoos minis-
tradas pelo chefe de polica, em 13 do corrente
sob ns. ls e 1319, recommendo a Vmc. quo
mande pagar u que seestiver ., dever aos sup-
pln antes como servente- das obras daquelle --
tabclccimento, o que se poder verificar das res-
pectivas cadornotis.Communicou-se ao chote
do polil 1.1.
Dilo ao commandante do presidio de Fernan-
do,l'aea Vino, regressar a osla capital na pri-
meira opportunidade o reo Martinho Gomes, exis-
tente nesse presidio, o qual tem de responder
ao jury no leruio do Anadia, como 1110 deelarou
o Exc. presidente das Alagoas, em oflicio de 20
le setembro ultimo comniunicou-se ao juiz
municipal da 1." vara.
Dito ao capio do porto faca apresentar a
Vmc. para inspeccionado o rocruta Izidoro So-
veriano de Sinta-Aima. Communicou-so ao
chefe de polica.
Dito ao en gen hei ro fiscal da estrada de ferro.
Traasmiiimdo por copia a \ me. o aviso do mi-
nisterio do imperio do S do corrente, lenho a ro-
commendar Ihe a sua fiel execuco, nao s pati-
to aos abusos de quo nelle se Irata, eso lera da-
do na adminisiraeo da estrada de forro, mas
tambora quanlo a concluso e proposta do syste-
ma do contabilidade, que Vmc scha-se orgapi-
sando, segundo consta de seu relalorio enviajo
quelle ministerio.
Dito ao gerente da companhia Peruambucana.
Remello por copia a Vmc. para seu conheci-
mento e direcoo, o aviso expedido polo inims-
que nos vapores da companhia Pernambuc nade
navegaeo COjteira sejam transportados, livres
de frotes, nos limites do respectivo contrato,
quaesquer voluntes que, pelo ministerio da la-
zonda, ou por sua ordem, houverem de ser en-
viados para as dilterentes reparlieoes quo Ihe s )
subordinadas.
Paitara.0presidente da provincia attenden-
do ao que representou o inspector da Ihesoura-
ria provincial em oflicio do 15 de setembro ulii-
mo sob n 401, resol ve nos termos do arl. 33 da.
lei 11. 488 de 16 de maio deste anno, abrir um
crditosuppleraenlar de 2'J7-3'J20 para as despe-
zas com a conservac&o da estrada do norle na-
quollc mez.Remetteu-se copia a Ihesouraria
provincial.
Dita.Os senhoros agentes da companhia Bra-
sileira de paquetes a vapor expeca as suas ordens
para quo sej a transportado no vapor Tacanlins,
urna estante de madeira que o agente Jos Joa-
que soja elTeclivamente aliancado, antes do que j nspeccao e por occasio do regresso.
a de volta na provincia em que concluir-se a I Os arts. 66, 67, 69. 75 a 78, 86 e 88 do jcita- do dia 7 desie, sem scioncia do respectivo dele-
guarda nacional para servico de rondas na noite quira de Lima tem de remeitor ao Exm presiden-
nao se Ihe pfe conceder contra-mandado ou
mandado do soltura.
Dos guarde aV.ExcJoo Lnstosa oa Cunha
Paranagua.Sr. presidente da provincia da Pa-
rahyba.
do regulamenio, snjeilando os matriculados a j gado, estando este no termo, c tendo deslnbnido
O sold, gratificajoes e ordenados sero pagos mostras mensaes, impondo penas aos remissos, I convenientemente o servico das mesmas rendas,
mensalroenle, conforme os usos do thesouro pn- divdindu-os em seccoes. nomoando capatazes,: dando lugar urna duplcala de ordens, e em op-
blico, sendo ludo compelentemenie escripturado 1 etc., roinislram medidas as Capitanas para terem posico com as do mesmo delegado, faca V. S.
em cadernetas fornocidas pela contadoria da ma- conhecimento cabal de todo o pessoal omprega- isso mesmo sentir aquello tenenle-coronel, aim
rinha, e podendo deixar, aos procuradores na do na vida mariiima, e nao serem fcilmente il- ] de que nao satisfaca iguaes repiisiqoes a subde-
crle ou provincias para alimento das familias, ludidas. E, no caso que o sejam, consequenle legados, estando presente o respectivo delegado,
os membros do conselho e auxiliares tudo quo que 9 autoridades locaes incumbo provar, com j Olficiou-se ao chefe de polica para fazer sen-
nao fur ajuda de custo. I os documentos indspensaveis, que os individuos i tir ao referido subdelegado a irregularidade de
le da provincia do Rio Grande do Norle. onde
deve ser paga a despeza de conducho.Deu-sa
scioncia ao agente fiscal daquella provincia.
Dita.Os senhores agentes da companhia Bra-
sileira do paquetes a vapor mandem dar transpor-
te para a provincia da Parahiba a duas praoas
que Ihe sero apresentadas por parle do Dr. che-
fe de polica, sendo as respectivas passagens pa-
gas naquella provincia.Communicou-se ao che-
fe de polica.
MUTILADO


.
w
DIARIO DE PERHAMBUCO. :- QLINTA FE1RA 18 DB OTBRO DE 1860.
Exptiienie do secretario do governo.
Officio ao Exm. vsconde da Boa-vista, com-
mandanle superior do Recite.S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia manda declarar a V. Exc.
que pelo seu cilicio n. 178 de 13 do corrente, li-
cou inteirado de ter V. Exc. reassutnido o exer-
cicio do cargo de com mandan te saperior da guar-
da nacional deste municipio.
Dilo ao director geral da secretaria de esta-
do dos negocios a jusiica.S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia, manda acensar recebido o
cilicio de 3 do corrente a que veio junio a reta-
cao dos despachos proferidos pelo Exm. Sr. mi-
nistro da justiga no mee de selembro prximo
findo em diversos requerimentos de partes des-
la provincia.
Dilo ao commandanle das armas.S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, manda enviar a V.
Exc, para ser entregue ao alferes do 10 batalho
de infanta na Lino Augusto de Caivalho, o reque-
rimenlo junto em que vai lavrada a certido por
elle pedida dos assentamentns que a scu respei-
to constam do livro do registro geral das pravas
do amigo corpo municipal permanente da corlo.
Dito ao Sr. Miguel Cordeiro da Silva Torres Al-
vin, inspector geral iulerino da caixa de araorti-
sacao.O Exm. Sr. presidente da provincia man-
da declarar a V. S. que deu o conveniente desli-
no a firma origiual que V. S. remetleu de Felip-
po Haigre Reslier, novo assignatario de notas
uomcado pelo governo.Remelteu-se a thesou-
raria de fazenda.
Dito ao conselheiro Jos Benlo da Cunha Fi-
gueiredo.O Exm. Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. Exc. que pelo seu ollicio do
Io do correle ficou inteirado de haver V. S. en-
trada no exercicio do cargo de delegado da re-
partido especial das trras publicas.Commu-
nicou-se a thesouraria de fazenda.
Dito ao inspector da thesouraria do fazenda.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, manda ro-
meiter a V. S. o incluso otlicio da secretaria do
ministerio da fazenda de 6 do corrente commu-
nicando a remessa de 2209000 em notas.
I salvarlo e verdadeira independencia nao pode
mais existir scuo em sua reunio ao centro
comraum.
Na verdsde, tornou-se puerilo fallar da uniao
da Italia to Piemonte. O que verdade que o
Piemonte quem est unido 6 Italia. Quanto
mais se eslende o Piemonte. mais perde ello de
sua persooalidade; cada nova onnexago Ihe
rouba urna parle do sua liberdade. Quando nao
houver maisToscana, nem Romanias, uem Ski-
lia, nom reino de aples, de ha muito uto
existir o Piemonte, mas sim urna Italia.
Julgamos pois que a idea de uuio provalecer
na Sicilia spezar da discordia no campo. E' ni ni
triste sera duvida que os soldados da indepen-
dencia sejam uns contra os outros nesle proce-
d i monto summario, o isto devo com effeilo cau-
sar maior escndalo em Franca, onde, como lo-
dos sabern, nuuca se vio cousa igual.
Mas nao se pode esperar que horaens activos,
intelligen*es, resolutos, depois de terera sido
condemnados toda sua vida a conspirar o a in-
surgir-se, despojem n'um dia o velho hornera o
aprendam n'um instante as delicadezas constitu-
cionaes.
i A Italia acha-so em estado de guerra, e o que
ha de raaisadmiravel que ella se comporte lio
pacificamente.
Todas estas miserias nao oceuparao um gran-
de lugar na historia da emancipago nacional, e
ao primeiro tiro de peca nao se tratar mais des-
sa questo. ^
Aquelles que julgara poder iriumphar do es-
pectculo desordenado que aprsenla a Sicilia,
nao teem mais do que virar-so pora o que olTe-
r.ece o governo napolitano. Aqui nao mais o
exesso Ja torga ; a completa derrota do medo
e a agitarlo enferma da agonia. Ha um mez
que esta triste corle de aples joga um jogo
desesperado de maromba que a litiga alternati-
vamente das extremidades da violencia s da
fraqueza. Depois de ter ordenado o bombardea-
mento de Parlermo, prende os generaes que exe-
cutaram suas orden?. Depois de ter ameacado
vinte vezes alacar as Romanias, para entregarlas
ao Papa, ei-la que, segundo dizem, propocm
despojar a Sania S e apoderar-se das Marcas e
da Ombra para indemnisar-se da Sicilia De-
pois de hayer rejeilado os conselhos reiterados
das potencias estrangeiras, ei-la que pede de
joelhos o auxilio dos soberanos que insultou, e
nesse momento seus enviados esto em Turim
implorando a allianga do um paiz a quem ella
detesto.
No interior a mesma ndifferenga. Um infeliz
rei moco educado na sujeigu do espirito e do
corpo, ao qual nao quizeram ensinar nada do
que se passava no mundo, v rebenlar a seus
ps revoluces que nao comprchende. Depois
de lhe haver mostrado a liberdade como um fla-
gello, como um peccado e como urna enfermida-
de, mostram-lhe de repente como o seu nico
meio de salvaco, e elle laoga-se nella desespe-
rada, cegarnente, sem mesmo saber o que quer.
Taz reformas urnas aps outras, constituices,
como Janeara confeitos pela janella ; abro todas
DESPACHOS DO DA 16 DE OUTIBIIO.
Requerimentos.
1946.Antonio Alves Ferreira Muribeca.
Iuformo o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda. ,
1947.Claudio Dubeux.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
1948.Francisco Virissimo Bandeiro.Em vis-
te da informago nao tem lugar.
1949Francisco de Freilas Gamboa. Ceiti-
fique-se sendo possivel.
19.>0.-Galdino Jas Vital.Informe o Sr. Dr.
thefe de polica.
1951.Joaquim Antonio de Moraes.Dirija-so
o snpplcante s Ihesourarias provincial e de fa-
zenda.
1952.Joao Jos Pereira de Faria.Informe 'ils pdsoes, arvora lodas as cores, presta juranieu-
o Sr. inspector da thosouraria de fazenda, ou luS sobre juramentos, e julga ler inspirado cou-
vndo o da alfaddega. Ranga quando tem jurado duas vezes por urna.
l'J j\Jos Maria de Figueiredo.Informe o
Sr. director geral do instrucg.io publico.
1954. Josepha Claudina Soares Villela.Co-
mo requer, sendo este Jespacho apnsenlado ao
Sr. director geral da instruego publica para o
iim conveniente.
1955.Luiz Antonio do Nascimento.O sup-
plicanlc ro cumprio ainda a pena que lhe foi
imposto.
19"j6.Luiz Jos Bezerra dos Sanios.Nao
tem lugar oque requer o suppilcanle.
1957.Manoel Alves Guerra.Informe o Sr#]
inspector da thesouraria de fazenda.
1958.Rufino Jos Gongalves.Informe o Sr.
inspector da thesouraria.
1959. Venancia Maria do Valle.Requeira ao
governo imperial?
COMANDO DAS ARMAS.
Quartel do comiiiamlo das armas
em Pernambuco, na cidade do
Itecife, ir, le outubro de 18GO.
ORDEM DO DIA N. 29.
O coronel commandanle das armas faz publico
para conhecimento da guarnidlo e devido ef-
feilo :
Io Que por decrelo de 6 do corrente mez de
outubro, huuve por bero o governo de S. M. o
Imperador transferir para a 4a companhia do ba-
i)lltiAfe^_____MNm^
segundo constou de otlicio do quartel general fio
exercilo de 8, com referencia ao aviso da repart-
cao da guerra de 7, ludo do dito mez.
2o Que bontem se apresentaram viudos da pro-
vincia das Alagas, onde se achavam em com-
insso os Srs. brigadeiro graduado Manuel Mu-
niz lavares e coronis Jos Maria Idi ll'onso Ja-
corae da Veiga Pessoa, c Hygino Jos Coelho ; e
da corte com o Iim de reunir-se ao seu batalho
10 de infantado, o Sr. lente Modesto Antonio
Coelho de Oliveira Nelto.
O mesmo coronel commaudante das armas de-
termino que os Srs officiaes viudos das Alagdas
entrera no exercicio dos seus respectivos cum-
roaudos.
Assignado.Jos Antonio da Fonceca Galco,
Conforme.Antonio Eneas Guslaeo Galvo,
alferes ajuoule de ordens interino do i ominando.
EXTERIOR.
E' sem duvida com pozar e desgosto, iras sem
o menor desanimo, que de algum lempo asis-
timos as dissenscs intestinas do partido nacio-
nal iluliano. Nossa conlianca no Iriumpho defi-
nitivo da causa nao se altern ; o por ler sido
submettida a rudes provos nao por isso menos
completa, nem menos absoluta.
O anno passado nessa mesma poca, os nego-
cios da Toscana c das Romanias nao pareciam
em melhores circumstancias do que hoje os das
Duas Seeilias. A paz de Villa-Franca linha de
repente suspendido a obra de libcrlamento : os
Ilaanos s linham em perspectiva por luda a
solucao, um projeclo impraticavel de confedera-
rn, o di/.ia-se-lhcs francamente que o que po-
deriira fazer do melhor era chamar humilde-
mente os principes que os haviam trahido. Ita-
ciocinova-se sempre com os dados de ha dez ali-
os ; dizia-se, como proverbio, como lugar rom-
mum, que os Ilaanos eram incapazes de uniao,
incapazes de liberdade; langava-se-lhes em
rosto n sua historia amiga e moderna, e espera-
va-so todos os dias o momento em que, cansa-
dos de dilacerarem-se uns aos outros, pedissem
em altas vozes um despotismo pacificador. Nao
soraente linham de temer os perigos da anarchia
6 a pengosa (mielo de urna liberdade repenti-
na, nao somenle linham do sofrer o grande peso
de suas discordias tradicionaes, mas ainda li-
nham de lutar com as posigoes naturalmente
malvolas dos governos eslbelecidos. Em sua
indeslructivel honra, venceram todas essas diffi-
culdades, lodas essas rivalidades. Mu.iraram
que as rudes ligoes da experiencia tinham-nos
r.^vW_mY_a./Vwpelv__v_ o^SifiVSfiaeii'i/'v
de um espirito de uniao que ella nunca poderia
esperar delles.
Nos sentimos a necessldade de avivar esse pas-
sado ainda quasi prsenle, para fortificar a nos-
sa conlianca no futuro. Dizia-se enlao que nun-
ca a Toscana havia do querer tornar-se piemon-
leza ; diz-se hoje que a Sicilia nunca querer.V
renunciar a sua liberdade. Desia vez discorrem
sem atlender ao inmenso progresso, que se tem
rffectuado ha dez annos o a mudenca profunda
que so tem realisado no espidi dos H-
llanos.
Este progresso fez-se passo a passo.'como
urna sangrenta peregrinaco ; esla mudanga ef-
feduousedia por dia, como as cousas que de-
vem durar.
Em 1848 e 1849, os sonhos dos Sicilianos nao
aro alera dos reformas interiores, de urna admi-
nislrago separaba ; foi preciso una rovolugao
para ohriga-los a pedir urna realeza separada.
Este ideal abysmou-se no saugue, e sobre suas
ruinas a realeza napolitana accumulou dez an-
uos de lyrannia.
Os Sicilianos nao renovaro hoje essa expe-
riencia frustrada"; s bero que isoladus .eriam ou
f orea das a langarcrase sob o jugo de urna pro-
tecgo estrangeira, ou eslariam sempre expostos
a recahir sob o jugo de aples. Sabem que a
E o aspecto do povo ainda mais triste, si
possivel, do que o do soberano. O povo nao a-
credita mais em nada, e tem-se lomado nsen-
sivel a ludo. Olha para esla agilacao com in-
dillerenca e estupefaccao. Veem-sc presos con-
servados por longos anuos as troves, e restilui-
dos repentinamente liberdade, nao poderem
supportsr sem dor a luz do dia. Esses homeus
que o povo de aples v hoje reapparecer co-
mo espectro, sao a imagero do proprio povo. De-
sacosluraados da acgo, tendo perdido em urna
loriga immobilidade o habito.c al a vontade do
mowmcnto, sentein-se ainda* mais alerrorisados
do que sutisfeilos de Senlirem-so entregues a si
mesoios. As constituigoes multiplicadas, os ju-
ramentos reiteradas que apolicao como outros
tantos custicos nesse corpo inerte, nem por isso
despertram-no ; a vida o abaudonou.
L'ma similhanle ordem de cousas nao sercon-
demnada anlecipadamente ? Nos o allirmamos e
convencidas desapaixonados. f mos aos olios cegos ou ineptos que perseguem a
rasa dos Bourbons ; nunca sentimosseno respei-
to pela primeira das familias reoes do mundo,
e para nos um profundo motivo de pozar qu
ella uoosoubesse tomar na Italia o papel glo-
rioso que lomou a casa da Saboa.
Porein ha manifeslamentc urna incompatibilida-
de fatal entre a realeza napolitana e a causa da
nacionalidade ililiana. Por mais que se faca,
ha tendencias obrigados, correntes invenciveis
que nenhuma convenc.io official podo desviar.
Apezar de todos as constituices e de todos os
inromentos nnj*i > m -. .ri. ...... .
pre o amado natural do imperauor di Austria, e
aples ser sempre uo meio dia da Italia' o
ponto de apoioe de equilibrio do quadrilalero
austraco do noile. Por mais que fagam, nunca
pcrsuadiram a ninguem, nem na Italia nem na
Europa, que o rei-de aples nao preferir ver
Austracos em Roma, em Bolonha, em Plorenca
e at em Turim, do que ver Francezes ou Pi-
monlezes. Dizendo que todas as reformas ten-
tadas em aples sao inuleis, nao queremos ap-
plicar o proverbio revoluciono. E' muito tar-
de. Uo muito que larde. Apecas seria ain-
da lempo quando este pobre mogo rei subi, ou
cabio do ihrono, e quando o ici Vctor Emraa-
nuel, appellando pora a memoria de sua piedosa
mai, que era prioceza da Saboia. o que a propria
Roma respeilou como urna sania, lhe propoz urna
allianga nacional, e por nica resposta leve um
injurioso silencio. Mas hoje, quem pode ler t
em concessoes arnnedas pelo perigo ? Logo que
o perigo cessar, ou smente suspender-se as
lendencias naluraes reassumiro seu irresisli'vel
curso.
A vista deslas razes ser possivel acreditar na
cousoli-lacaode um governo lineral em aplos
en urna allianga entre aples e Turim Poder
coexistir com a liberdade o governo actual de a-
ples ? e de concessoes em concessoes nao ir
mais longe do que poderia ir st'in parecer? Para
fundar um regimem liberal elle obrigado a
apuiar-senas classes que sempre perseauo, op-
primio e desterrou ; obrigado a buscar 'seus
ministros e seus agentes no desterro ou as co-
deas.
Pora sustentar esse rgimen, ser obriado a
recorrer urna guarda nacional, em que achar
mais inimigos do que defensores; e para ludo
coroar, reunir um parlameoto ondo se achara
em presesenca de refugiados outr'ora por elle ba-
nidos, e hoje reslituidos a patria por greca de
Garibaldi! Que o edificante oslado de soeiedade
esse em que os homens polticos passam alter-
nativamente c sem Irensigao das gales para o po-
der e do poder para as gales !
Nao acreditamos mais na possibilidade de urna
alhanca entre aples c Turim. porque entende-
mos que j se passou o momento em que po.lia
haver duas Itolias. Militas cousas eram honlem
possiveis, que hoje nao o sao mais, c nesse nu-
mero figura o projeclo de urna confederaco
italiana.
Uiz-se mulas vezes, apoiando se na historia,
que a forma federativa a quo mais convm a
Italia.
Talvez hoja nisso razio ; mas o que so esquree
que a forma federativa, cuja vaulagem es-t em
deixar a cada um dos estados._gr.-n.ib iibtd^ijj
liberlagao de todo o dominio slrangeiro. Urna
federacao em que tomassem parte o Piemonte a
Toscana, Roma, aples, e ogoverno estableci-
do na Venecia lena sido viciada priori pela pre-
senga de urn corpo estrangeiro. Admittir a Aus
tria em urna assembla italjana, lena sido reco-
nhece-la, e este um poni em que d.io ha ca-
pilulagao possivel.
Do projeclo de federacao passou-se ao de dua-
lismo ; urna grande potencia italiana no norle e
oulra no sul.
A mesma ra?ao Iraz comsigo necessariamente
mesma impossibilidade. L'ma Italia, divididaem
duas, nunca ser um Italia independenle; ser
urna casa dividida contra si mesma. A Italia do
norle, ainda mesmo reforcada com a do centro,
nao est emseguranca emquanlo esliver aperla-
da de um lado entr as prac.as do quadrilalero
auslnaro, e do oulro pelo ho'stilidade declarada
ou disfargada de Roma c de aples. Suppo-
nua-se, antecipe-se pelo peosamenlo o dia era
que a Italia deve responder aos gritos coraprirai-
- i t Vpneza- ereoomegar de novo guerra,
nao lhe ser necessaria nesso dia a unidade de '
esforgo, de aegao e de poder? Nesse dia, por-
guntamo-lo ; qual dos duas, ajltalia ou o Austria
poder conlar com a reino do aples?
O dualismo nos parece pois lo impraticavel
como o federalismo. Para se conseguir urna al-
lianga sincera entre aples e Turim ha impos-
sibihdades radicaes.
A primeira condigao que o Plomonle dever
apresentar que o rei de aples se abrigue a
fazer a guerra a Austria, e essa obr-igaooo seria
Orna mentira.
A primeira condico quo de seu lado devori
apreseMar o rei de aplos, que o Piemonte
abandone a Sicilia, e esse abaudouo seria urna
traigo.
S Garibaldi segu seu caminho direito com
invensivel coastancia e admiravel simplitidsde.
Pelo nico poder de urna ideia justa, o solda-
do se ergue cima de lodas as habilidades dos
governos de todas as argucias, da diploma-
cia, de lodos os raciocinios do sophisma.
Sabe oque qtter; tem urna crenga, um symbolo,
urna bandeira, um credo. lato produz mais ef-
feito do que lodos os remedios desesperados que
se administran) a um governo moribundo, e que
faz lembrar a historia do alchimisla, uo qual
achou-se, depois de sua morte, o el-xir daira-
morlalidade.
JOHN LEHOINXE.
[Jornal des Debis.H. Duperron.)
Os zuuvos a menean os.
Nada pode revelar melhor o prestigio adqueri-
do por nossas armas, em todo o universo, depois
da guerra da Crimea e da Italia, do que o terror
que se unjo ao nome dos zuavos entre nossos
vizinhosd'Alem-Mancha, e o empenho cora que
os Americanos procuraram imitar esse priraciro
corpo do exercilo, recoromendodo a sua predi-
lergo pelo proprio lerror que inspira na Ingla-
terra.
Contam-se hoje tres companhiasdo milicia nos
Estados-Unidos, que adoplaram o pittorcsco uni-
forme dos zuavos, e que procurara com louvavel
emulagoimila-los em sua lctico. Essas com-
panhias eslo em Chicago, no Eslado do Illinois,
na Nova-Orleans, o em S. Luiz do Missouri. Na
ingenua altivez de sua iniciativa, os zuavos de
Chicago iulilularam-se do motu proprio o cor-
po militar melhor disciplinado dos Estados Uni-
dos e do Canad, e como prova da conlianca
que lem de sua superioridade, desaliaram a lo-
dos as outras compaohias tanto no garbo como no
exercicio. Esle desafio, publicado pelos jornacs,
foi aceito pelos zuavos da Nova-Orleans, os (fuaes
desiguaram a seus rivaes S. Luiz para o lugar da
conlenda, no principio do outono; e para os
guardas do Columbus untadas principaes cidades
da Georgia. A resposta deslesulliraos diz queel-
les aceitara o desafio, quanto ao que diz res-
peito ao exercicio do infantaria o de infantado
ligeira, segundo as regros da tctico estabelecida
pelos generaes Scott e Ilardee, mas que, quanto
aos exercicios de pliantosio, deixavam-oos ao
concurso dos jovens zuavos de Chicago o dos es-
ludanles que representan! de soldado. Esle epi-
grainuii devo oll'ender bastante aos jooene de
Chicago, e seu torueio com os guardas fle Colom-
bus lornar-se-ha um verdadeiro duello. Porm,
por mais habis que possam ser os Georgianos,
c duvidoso que seu garbo e seu methodo claasico
Ibes alcance ura successo igual aos quo obtive-
ram os zuavos, grag.is a novidade de seus vesti-
dos, em lodosas cidades que ciles visitaran).
Esse genero de excurso est muilo em moda
nos diversos corpos da milicia americana, os
quaes van fraternisar uns rom os outros, ou
acampar durante nlgumos semanas.no meio dos
campos, para niciarem-se nos hbitos da vida
militar, como faz o exercilo regular. Foi assim
que poneos dias antes da chegada dos zuavos do
Illinois New-York, o stimo regiment de mi-
licia ilessa cidjde havia passado dez dias ao re-
lento, na ilha de Staten, lendo todava cuidado
de levar bons colxes. Os zuavos* de Chicago, pe-
lo contrario, durante sua estada em New-York
passaram a noite em urna sala d'oinias, cobertos
com um cobertor e deitados simplcsmcnle no
pavimento, e isto foi ordenado pata modificaros
elegantes do stimo.
A viagem dos zuavos, de Chicago para New-
York, tem sido urna serie de ovates. Seu cor-
po compe-se apenas de setenta homens, lodos
mui mocos, bonitos, e perteiic.nlcs as princi-
pos familias do Illinois. Seu tapilo, o Sr. E.
Ellsnorth, um amigo discpulo da escola mili-
tar de WestPoint, muito capaz dados, e bastante severo a respeilo da disciplina.
Conludo, seus zuavos sao ura pouco zuavos de
contrabando. Seu uniforme antes imitado do
quo copiado do corpo francez cujo nome loma-
'"n. \i TiiSs nosspmo-lhes alienta mente revista
do. p. u cabeca, diz o Crrelo do Estados Uni-
os, e procuramos de balde as grevas do zuavo,
oscalcas fofas quechegom ot a barril das per-
nos, o cinto, o collete, o fez ou turbante, o des-
embarazo e os grandes bigodcs respeitaveis.
Trazem urna especie de kepi-ermellio tirando
a escorate, com as abas pretas e os vivos ama-
rellos, um collete salpicado de amarello com a
frente de chomolole, urna jaquel, asul ferrete,
chanfrada como as dos zuavos, cora canhes en-
carnados e amarellos e com botes de guisos.
Caigas escarales descendo at qcasi o torno-
zelo ceslreilas, perm franzidasem baixo e fa-
zendo pequeos folhos como os dis caladores
do exercilo francez.
Um par de polainas ordinarias, cor de caraur-
ca, completa esle uniforme, alias sofTiivelmenle
lindo, posto que o encarnado de talvez muilo no
vista. Fallemos n'ausencia dos bigodes o da
barbo, accressenla o Crrelo dos Estados Unidos;
uma hagalella, sem duvida, mas quem pode
imaginar um zuavo sera esse enfeite no rosto ?
Demais, o zuavo de Chicago pertenco s socie-
daces de lempcranca, e essa una condico siue
gud non de sua admisso na companhia. Faz
bem, se teme nao poder chegar a garrafa a boca
sem abusar; porm tem por consequencia a ap-
parencia e o andar de quem bebe agoa, o qual
nao exactamente o dos hroes da Algeria de
Alma, de Palestroe do Solferino.
E' provavel que na Nova-Orlans, cidale fran-
ceza em costumes e gostos, os zuavos sejam ver-
dodeiros zuavos, pelo troje, pelo bigode c pelo
mais.
O jornal francez do New-York perd^u todava
as suas prevencOes contra os tao follados zuavos
de Chicago vendo-os manobrar. Parece que
primam sobre todo no exercicio a baionela, e
que manifestara urna agilidade que nao ero'de
esperar de scu porte alTeclado e de sna marcha
pesada como a de todos os soldados de raga in-
glesa.
Depois de sua relirada, o Crrelo dos Estados
Luidos escrevia : Coaio Francez, ficjinos
orgulhosos pelo enihusiasrao que aecumpanha os
zuavos em todas as cidades por onde passam.
Com efieilo, posto que lodos os voluntarios se-
jam origem ariflo-saxonca seu uniforme co-
piado dos uniformes francezes, a baionela igual
o dos melhores corpos do nosso exerrilo, sua
theoria a mesma que nossos soldados liver'am a
loria do inaugurar ; n'uma palavra, seu trium-
pho a das nossas manobras. Logo qualquer
grande cidade da Uniao lera seu bal.li.-- ac
"fona opeheigooJ'pefs'iiossos oliciaes''6
inipossivel que os voluntarlos nao tragara cra-
sigo para o nosso paiz una parlo do seniirrenio
de admiracao que ecilaram em seus comptrio-
tas. e
sollicilar a sua paite de admiracao que os repu-
blicanos dos Estados-Unidos tem pelo que
militar.
Esla admiracao parece estar em contradiego
com o oaracler desle povo desconfiado de toda
a dictadura, que nao quer possuir um exercilo
regular de mais de dez mil homens, e que
quasi exclusiva ment' absorvido pelo culto dos
interesaos materiaes. Mas porque o Ameri-
cano desconfa da soldadesca que prefere ser seu
saldado, e que as milicias tem-se popularisado e
espalhando-se no sentido inverso do exercilo
Demais, ha na Unio americana, tres ragas prin-
cipaes quo diversifican! completamente"de na-
tureza e de instiocto.
Os homens do norte, e principalmente aquelles
que se chamara Yankus, conservara o carcter
fdo e pacifico dos puritanos, d'ondc descendem.
E' tambem no norle que se achara os quakers,
oppostos pela religiao a toda guerra e a toda ma-
nifestado guerreira. Nao o mesmo quanto aos
homeus do sul, descendenlcs dos cavalleiros de
Carlos I, como na Virginia, ou de ragas francezas
e hespanholas, misturadas, como na Luisiania e
na Florida ; nem quanto aos homens do oeste,
fornecidos pelas emigrages mais rcenles de lo-
das as parles da Europa. Aquelles teera a cabega
esquonlada e o genio oellicoso. Segurara a char-
ra cora una das maos e a carabina com a ou-
lra ; cagam alternativamente auimaos bravios,
Indios ou Mexicanos.
Todos os Americanos tem, alera disso, um gos-
to commum pelas provocages e excessos em di-
verso da monotona de su'a existencia positiva.
O silencio e a solido reinara em sua vida priva-
da. Pelo contrario, sua vida publica cheia de
harengas e movimentos. um povo similhanle
a um rebanho que gusta de caminharem filas, de
herrar era commum, e inlroduz em suas Jislrac-
coes o serio que pem era ludo.
O servico da milicia nao urna corva para o
Americano, como para nos, a quem chamara o
povo guerreiro; um prozer e urna casquilharia.
A questo de uniforme representa ah um grande
papel. Era lugar de formaren, brigadas e legies
e de adoptar um uniforme regulauentar invaria-
vel, cada companhia veste se a seu gosto. E re-
sulta disso uraa singular coufuso decores.
Assim, ha em New-York a companhia de Was-
hington que uniformisou-se segundo a epocha an-
terior a revolugo, chapeo de. tres bicos, calcoes
curios, botas de canho e farda debrunhada."
Os Europeus de nascimento reproduzem os u-
I informes de seu paiz, e a tolorancia notavel dos
costumes al Ihes pennilte arvorar a bandeira de
| sua anliga nacionalidade. E' assim que v-se
i desfilar uns aps oulros, os Irlandezes, fiis as
| cores do esmeralda, emblema de sua verde Erin ;
I os Escossezes com saiole curio e as pernos nuas ;
os Allemaescom a farda bronca austraca ou azul
da Prussa ; os Italianos com o uniforme dos bor-
saglier pieraonlezes, e finalmente o batalho
francez dos Guardas Lafayelle com o uniforme
dos cagadores da'Africae a bandeira tricolor. Ao
lado dessas reminiscencias uacionaes ou histri-
cas, a phontazia nao conhece limites. Urna com-
panhia verde desmaiado, dos p#a cabega, asse-
melliase a um bando de papagaios melanclicos.
Outra, quando vai atirar ao alvo, com seus barre-
tes brancos, calca* prets o jaquets curtos de ol-
god%> branco, pode ser tomada por alguns bichos
de razinha com a roupa do servigo. A companhia
de dilettanti que se forraou com o nomo de Guar-
das de Jenny Ling, tem procurado, segundo di-
zem, imitar a cor dos rouxines ou a dos cana-
rios.
*
Quando a americana acabou de fazer a
despeza desses -^ \s uniformes ; resisto di_fi.il-
i mente a tentogo de mostra-los, u cada companhia
1 o.ganisa passeios sob pretexto de atirar ao alvo.
\ Alugam urna banda de msicos allemes ou ne-
gros : ao depois saben) da cidade precedidos de
um gigantesco tambor mor o acorapanhados de
l um negro quecarrega o alvo. Por pouco lison-
\ geira que seja a parle que cabe aos negros na mi-
l licia americana, acceitani-no com empenho, por
que lera anda mais do que os braucos a paixo
de ludo o que ruidoso e ostensivo. Toraom alm
disso, sua disforra em alguns Estados abolicionis-
tas, ondo vem-so algumas vezes bandos de ne-
gros excursionistas accompanhados de um bran-
co, irlands ou allemo.ao qual fazem represen-
tar, por sua vez, o papel de manla.
Se os homens de idae madura goslam de fazer
o popel de soldado, as creaugas imilam-nos na-
turalmente,
lia regimenlos ossm como ha clubs, formados
de boys que ainda andana na escola. Entrando
orno .aprendiz n'uma rtficina ou n'um armozem,
esses patriotas imberbes reservam-se um dia ou
dous por mez para cumplir scu dever de cida-
do, e consagrara esses dias de liceoca em ex-
curses, cora a msica na frente e o negro atra-
cn) o alvo obrigado.
O vencedor no tiro, ornado cora a corda de cor-
valho e urna flor na casa da fardo, premio de sua
destreza, entra de novo na cidade com urna mo-
destia grave que a multido admira gravemente.
Esta allianco do puerlidade gravidade, um
dos tragos mais nolaveis do carcter americano.
As criaugas lornam-se de repente homens, eos
homens sao sempre um pouco enanca;. Isto pro-
vera da maturidade precoce desle povo que, por
economa de lempo, supprime a mocidade como
scu clima supprime a primavera.
F. Gaillaiuiet.
[La Presse.=If. Duperron.)
cerca de 300 homens quizeram defender o proso,
nada succedendo de deplorar-so, porque o mes-
mo capito Pires e seus amigos aconseliuavam
prudencia e resignago.
Por essa occasio o partido das autoridades
espalhou emissarios aterrando os volantes do la-
do adverso, dizendo-lhes :fojam que sao j lo-
dos presos.Propalou-se Igualmente que iam
ser presas outras influencias do lado do capito
Pires, como fossem o capito R. Mundim,, Ca-
bral, major J. Theodoro, Coelho, etc.; eafim
at ao juiz de paz se faziara amoagas. Apezar,
porm, de tudo isso, a derrota do partido Bote-
Iho ou do delegado era visivel.
No dia segrate chegou a noticia de ler o par-
tido conservador vencido a eleigo na oulra fre-
guezia do municipio ; isto em Santa Anna da
Aldea, com maiorio do cerca de 130 votos. En-
lao Doras abusos so projectaram. O promotor
publico como membro da mesa requereu ao de-
legado que sedease busca era todos os que se
achavam na igreja. O juiz de paz se oppoz a is-
to, declarando que compelindo-Ihe dar todas as
providencias para ser manlida a ordem, cura-
prria o seu dever, e que portanto indicasse a
pessoa ou pessoas de quem rece)3va: a isto o
promotor respondeu que nao indicava ninguem :
eolio o juiz de paz disso que semelhante proce-
dimento profanada o templo e incutiria terror
aos que linham de dar ura vol livro.
Nesle acto fizeram dous rapazes brigar ou an-
tes fingir que brigavam ao p da mesa : estes
puzerara-se em lula e de proposito vo por cima
do juiz de pa_ ; esle grita quo os prendara, e en-
lo avangaram com rapidez sobre a urna um &
Iho e um irmo do promotor, e bem assim Joao
Furtado da Silveira, e jogarara grandes puntu-
dos de cdulas dentro da urna vista dos cir-
curaslaules ; dessas listas muilas cahem pelo
chao, e um delles agarrando um ou mais magos
das listas j contados e amarradas, correu cora
ellas para a ra e desappareceu.
Por esla forma ficou burlada a eleigao 0 juiz
de paz suspendeu os irabalhos, lavrarido de todo
o occorrido um auto.
E' inexplicavel o susurro que produzio seme-
lhante plano, segundo dzera, concertado pelas
autoridades para evitaren) a derrota que eslava
raanifesta. Nao se apuraran) as lisias, e nem
era isso possivel, ora vista da nlroducco de lo
grande numero dellas na urna ; mas o Iriu.oplro
moral eslava muilo patente, tanto quanto a der-
rota das autoridades, do promotor e da familia
Botelho.
Sinto nao ter hoje melhores noticias a cora-
muncarlhe sobre a questo do da ; e concluo
fazendo volos para que o governo providencie
aim de que lo desagradaveis oceurrencias se
nao repilam na campanhaque nos bate porta.
A nomeago de autoridades sizudas e desinte-
ressadas," tanto quanto possivel. uestes pleitos,
ludo quanlo desojam os homens sensatos e ver-
daderamente amigos das itislituicoes e do bern-
estarda provincia.
Anciosos esporam os Paulistas urna boa no-
meago, digna du governo imperial e desla pro-
vincia.
Estove en) concurso no dia 2 do corrente uraa
Tadeka de lente desta faculdade : os Srs. Drs.
Joao Theodoro Xavier e padre Mamede Gomes da
Silva forana os uocos opposilores que se apre-
sentaram. O primeiro j entrou em lista no pe-
nltimo concurso e ura moco de muito raere-
ciraento. Ambos sao paulistas e doutores da nos-
sa faculdade.
Esta senatoria acadmica hoje em dia muito
cubigada, e o numero de seus candidatos aug-
raenla-se consideravelmente. Segundo nos cons-
ta, j existen, pretndanles para dez vagas:
pena que ellas sejam tao raras e irabalhosas.
OSr. Aubettin, superiolenddeuto da nossa es-
Irada de ferro, dirigi um officio ao presidente
da provincia com duas plantas da dita estrada,
pedindo a escolha de urna dellas, quanto ao pon-
to da estago desla cidade.
A linha frrea, segundo a planta n. 2, atraves-
sa a praca da Lu e corta o passeio publico pelo
lado direito.
Todos esses papis foram cora vista ao Dr. ins-
pector do thesouro provincial.
A proposito do thesouro provincial, devo dizer-
Ihe quo o recurso da su3penso do contador an-
da nao foi decidido pelo governo da provincia.
Aquella erapregado est presentemente no gozo-
de urna licenga.
A Imprcnsa Paulistana noticia um espanca-
mento havido na cidade de Piudamouhaugaba, o
o atiribue a odios eleitoraes.
Dos jornaes polticos s podernos, e isso mes-
mo cora muia reserva, noticiar os tactos, e nao
transcieve-los com todas as suas retlexes e mi-
Ihares de juizes prevenidos e apaixonados.
Nada mais ha de novo.
P. S.Corre pela cidade que o Sr. Lopes do
Leo recebera inslrucges da corto para nao pas-
sar a presidencia a nenhuin dos vice-presideules
deveodo esperar aqui o seu substituto.
Paran.
i~&Lrr. Me
MINAS GERAES.
S. Paulo.
S. Paulo, 29 de selembro de 1860.
Os membres da segunda mesa eleitoral da ci-
dade de Gjaratingue', em ura officio que diri-
girn! ao governo da provincia, relatara o sc-
guintc :
Em a noile de 7 para 8 do corrente, s 9 ho-
ras, o assalto no caminho da capell.a da Appa-
recida, prximo cruz quo recorda o assossinoto
do infeliz Antonio Julio Rarreto, contra um moco
residente em Taubal, quo ia d'aqui para o lugar
I de sua residencia, por dous individuos quo do-
Ihe ura tiro de garrucha o uraa facada na perua
direila, ele, etc.
Com miudas consderaces o juizos polticos
sobre o fado concluem os mesorios o dito olficio.
e insinan) qual o motivo do crime e quaes os
seus autores.
Paro aqu: receio eraillir a minha opinio so-
bre fados criminosos denunciados por partidos
polticos, e levantar a pona do veo que occulla
os misteriosos segredos da cidade de Guaratiu-
guel.
Consta-nos que a polica da cidade de Campi-
as descubrir era urna fazenda do municipio,
tres cadveres de negros oceultaraente sepultados.
Este fado fura denunciado por urna infeliz nejrl-
nha, escrava da raesnia fazenda, a qual compa-
recer peranle a justica do lugar cora o corpo to-
do dilacerado pelo brbaro azorrague de seus des-
humanos senhores I Os monstros homisoram-se
logo que presenliram as diligencias policiaese a
prximo punigao de seus crimes.
Pncoarc, Jguia a luu.-i. luni. ok-gl...
Os nossos jornaes polticos assemelham-se h"je
era da ao poco de Democrlto, de dentro do qual
era impossivel lirar-se a verdade. A Le, orgo
do partido conservador, affirma a seus lelores o
bnlhante triumpho eleiloral de seus amigos em
muitos pontos do provincia ; apesar, accrescento
ella, da indebilo intervengo do policio local. A
Imprensa Paulisla, representante das ideas libe-
raes. afWnga justamente o contrario, e d ao seu
partido todo o ganho da causa.
Quem os entender 1... Ah Iho envi essa pe-
quea estati.-tica das ultimas eleic.es, por ella
ver Vmc. qual delles tem razio.
Primeiro districlo.
Vencern) os conservadores nos seguimos lu-
gares : capital, Santo Amaro, Penha, Ilopecerica,
Juquery, Cutio, Parnahiba, Conceigao, Aruj,
Santa Isabel. Juidiahy, S. Roque, Una, Piedade,
Araconguoma c Itanhaen.
Os liberaes : em Santa Ephigenio, S. Rernardo,
Slaquaqueceluba, Mofty das Cruzes, O', Alibaia,
Rraganco, Nazareth, Santo Antonio. Campo Lar-
go. Sorocaba, It, Cabreva, Agua-Choca, [ndaia-
luba, Piropra, Capivary, S. Sebastin, S.Vicen-
te, S. Francisco, Ypora'nga, Xinrica e Catiena.
Eleicoes mixtas: em Santos, V. Relia, Iguape,
Porlo-Feliz e Rraz.
do setenabi'o
Os zuavos de Chicago comegaram por mano-
brar, em New-York, no parque do City-llall
em presenga das autoridades munitipaes o de'
urna grande multido de espectadores ; depois
a pedido geral, o para dar s senhoras octasia
de ve-Ios, os quaes nao querem alfrontar a
poeira da proga publica, deram urna represen-
tacao no scenaiio da academia de muzica O
prego da entrada era 1*000 rs. (clncoenla sidos)
porcada pessoa. Cinco mil espectadores amon-
loaratu-se por dos ou tres vezes nesse theotro
com um calor de 110 graos Farenheit, e applau-
dtram com enihusiasrao as manobras dos zuavos
aos quaes concedern) unnimemente a palma
que haviam revindicado.
Estes lriuraphadore9 dirigirao-se do New-York
a Wesl-Point e Boston, donde Iraoa Baliimore
Washington, Cincinnali, e do l para Chicago'
recebendo por loda a parle frenticos applausos
e pacficos louros.
Apenas tinham elles deixado a cit a qual os
Americanos do o titulo de imperial, ersm subs-
tiiuidos pelos Asues de Savannah, outra cidade
da Georgia, os quaes vieram em numero de 90
Villa da Ba^agem 11
de 1860.
A eleico de vereadores e juizes do paz na fre-
guezia desta villa corafgou infelizmente com o
terror, o a intervengo armada da auloridade po-
licial conlinuou empregando a auloridade vio-
lencia e perseguicio, e (o suspensa em conse-
quencia de desordera e violac. da urna elei-
loral :
Exislem nesta villa dous partidos, que sao ',
urna fraego do partido liberal, qual pertence a
familia Botelho, e o partido conservador, a que
se ocha ligada a outra fraeco liberal,
Pertcncendo ao partido liberal Bolclho o
delegado de policio, um de seus che fes, o lsup-
plente do mesmo delegado e o subdelegado,
candidatos a vereador, e alm disso o Sr. Cyrillo
promotor publico, nao duvidram estas autori-
dades usar de todos os meios que lhes occorre-
ram para allingirem os seus lins.
Esses meios foram o terror, ameacas de prisao
e processos, a ostentacoo da forga armada -.'"'
lencia, etc.; e qusndo'viram a /' ''"," llerdlia'
perlurbaram-a por. wv- ~ "m tumulto no acto
,i, --. .. -* Paulas, era cuja occasio tres
individuos arraocoroin da mesa alguns magos de
lisias o I.ancaram outras na urna ; o que deter-
mino!! o juiz de paz a suspender os irabalhos
lavrando do ludo um auto.
Apezar do lerror e das ameacas, os conserva-
dores norecuaram : logo no "dia 7 as cdulas
que foram entregues e recolhidas urna mostra-
ran) o triumpho desse partido, e ento novos
excessos foram empregndos ; o delegado postou
j urna forga de cerca de 20 prac.as em roda da ma-
triz, e forga os agentes da policia arrancavam
i listas dos votantes e as subsliluiara por outras,
a pretexto do lerem proraellido o voto. No dia
!8, contininndo-se a receber lisias, e vendo o
promotor publico o delegado do policia que a
eleico lhe estava correndo mal, lor.earom mo
de urna violencia ; o primeiro deu urna demons-
trago contra um dos chefes mais dislinclos do
partido conservador, o capito Jos-Pires de Li-
ma, allegando que esse cidado no qualidade de
negociante, lendo na sua loja armas de fogo
vndeu urna ha dous annos a ura individuo que'
dizendo ter de alreja-la no mesmo dia, de faci
foi immediatamenle assassinar era uraa ra pu-
blica a um fulano Hygino, cora quem Uvera urna
duvida Pelo fado da venda da arma o promo-
tor entende que o negociante cmplice do as-
s*ssinato ; e dando a denuncia no dia da eleigo
o delegado a recebeu, eordenou a prisSo preven-
tiva, que se realisou junto a porta da igreja.
Essa prisao produzio grande alvorogo, o a or-
dem publica correu imminento perigo, porqu.
Coritiba, 24 de setembro de 1860.
J vai longe a eleigo de 7 de setembro que
tanto pavor causav. a muitos.
A paz nao foi perturbada em todos os ngulos
, da provincia.
E' conhecido o resultado da eleico em lodas a^
I parochias, sendo que primou, como se esperava,
; o elemento liberal.
Os Paranaenses proceden) dessa porgo illus-
, Ir do Paulislas conhecidos pelo aferr de suas
: opinioes livres.
Anda urna vez pois, ei-lo ahi, bera positivo e
i claramente expresso.
As localidades onde a lula se pronunciou cora
\ afn, foram as da comarca de Paranagu e cidade
de Castro.
Naquella. se achava encastellada uraa familia
poderosa que dominava as posiges desde o lem-
po tm que nos achavamus ligados a S. Paulo.
Em Castro, preponderava bastante a opinio a
que pertence o coronel Manoel Ignacio do Couto
e Silva, sogro do deputado suppletile Laurindo-
Abelardo de Brilo.
A victoria coube aos liberaes de Antonina e
Paranagu, representados na familia Pereira Al-
ves, e prestante cidado Jo. Leandro da Costa.
Aos conservadores coube o triumpho em Mor-
rales e Guaratuba.
Na cidade de Castro, a familia do deputado Jc-
uino Marcondes derrolou a do referido Dr. Lau-
rindo. E pois, o resultado lisongeiro que venlio
de fallar coraprova a imparcialidade cora que nos
i lera dirigido o Sr. Dr. Cardoso.
i S. Exc. nao peudeu paraGregos ou Troyanuos.
Imparcial, moderado, de carador jusliceiro e
summamente conciliador, S. Exc. garanti aos li-
beraes do Paran a liberdade da urna, e conse-
I guiitemente cima dos pequeos interesses visoa
la misso elevada e sublime da quadra por quo
iraos passando.
Para ouxilia-lo em lio nobre empenho, S. Exc.
enconlrou no chufe de polica actual ura verda-
deiro interprete do pensamento do governo im-
perial, e as autoridades locaes a mais dedicada
e eCQcaz coadjuvaco.
Ainda nao se pode reunir o conselho de guerra
de que lhe fallei era oulro.
Os officiaes da guarda nacional designados pa-
ra supprir os de linha tem-so escusado, cora
plausiveis motivos segundo uns, e evasivas se-
gundo outros.
O Dr. juiz de direito deu-se do suspeilo, no
respectivo processo, e tendo o juiz municipal ter-
minarlo o seu qualTieonio, foi designado o Dr.
Cmara Leal, que allegou suspeicao.
Finalmente coube a prebenda ao Dr. S Ribas,
queacceilou tao ingrata trela, a qual geralmen-
le espera-seque desempenhe com zelo e irauar-
clalidade.
A presidencia acaba de fazer seguir paro Para-
nagu o niajoi M.arcolino Rodrigues da Co.-ta, afim
de receber c couduzir os colonos que se dizern
vin ios pora o Assumgny.
Vai funccionarojoryde Castro, tendo-so con-
cluido os Irabalhos do da capital, presidido pelo
Dr. Dent Fernandes de Rorros.
l'ariio hoje para Paranagu o Exm. baro do
Tibagye sua Exma. familia.
O baro vai oo uso dos banhos do mar, em can-
sequencia de principio de paralysia que est sof-
trendo as pernos.
A noticia da nomeago do Dr. Yesp.asiano para
o ugar de juiz municipal de Castro agradou ge-
ramente.
li Dr. Vespasiouo moco honesto, intelliaento
e integro. "
Segu nesle vapor o Dr. Jesuino Marcondes da
Oliveira e So, deputado assembla geral por es-
la provincia.
[Carla particular.]
Segundo districlo.
Conservadores.-Ubatuba, Parahibuna, S. Luiz.
Porahylingo, Bairro-Allo, Jacarahy, Santa-Bran-
ca, Rio do Peixe, Bananal, Ardas, Barreiros e Ca-
raguat tu tu.
Liberaes.Taubat, Pindamonhangiba, Para-
hiba, Sapucahy, Queluz, t'inheiros, Loreno, Em-
ba, Silveiros e Cacapava.
Houve eleigojnixta em Cunha o urna duplcala
em Quaralinguel.
Terceiro districlo.
Conservadores.Mogy-Mirim, Mogyguass, S.
Joao. Serra-Negra, Casa-Branca, S. Seboslio.S.
Simo, Cajur, Batal.aes, Franca, Limeira, Cons-
lituico, Itnquery, Tatuhy, Lengoes, S. Domin-
gos, Saropuhy, Paranopanema e Bom-Successo.
Liberaes.Amparo, Penha, Carmo. Santo ni'".
Campias, Rio-Cloro, Belm, Brotas "<". Itape-
tininga e Apiahy.
Nao houvo vt_ao em Botural e Taxuia, e
ignora-*" resultado final de Caconde, Arara-
,..uia e Joboticabal.
Eis nuasi urna base para ura estudo ou calculo
poltico sbreos negocios eleiloraes desta provin-
cia, aonde os cousas eslo tao boas e admira-
velmente bera encaminhadas...
O Sr. Dr. Navarro official de gabinete da actual
admimstraco, obleve de S. Exc. mez e meio de
licenga com os seus vencmenlos. e parti hoje
para essa cidade com direccao Bahio, lugar de
sua residencia.
Este fado nao indicar algtima cousa? eis a
pergunta quo se fazia ao primeiro que passasse.
Eu julgo que naoo que me diz?
4 de oulubro.
Consta-nos que o Exm. Sr. Polycarpo Lopes de
Leao pedir ao governo imperial sua demissodo
cargo de presidente desta provincia, onde S. Exc
enconlrou desdo o comego de sua infeliz admi-
nistragao os mais graves e serios embaracos.
Quera vira substitui-lo no governo da "provin-
cia ? eis a pergunta que geralmente se ouve.
L necessano que o governo imperial escolha
para administrar a provincia de S Paulo um ho-
rnera conhecido no paiz por seus precedentes de
carcter enrgico e leal. Se o presente pessi-
roo, misler que alguera o melhoro, e que j
venha da corle um presidente com o proposito
firme de salvar o futuro da provincia, entregue
lula exageradissiraa dos partidos polticos mais
que nunca dispostos a queimar na guerra de de-
zerabro o ultimo cartucho.
A provincia de S. Paulo est cansada de en-
saios administrativos; quer urna administragao
garantida por seus aclos, forte e prudente, intel-
igente e praiica.
Santa Ca tharina.
Deswro, 3 de outubro de 1860.
Reina profunda (1_ Cm toda a provincia, ape-
lar da agitagao eleilout qu0 j comecou, e quo
mal se percebe. Praza a 'j.us que assim comi-
no, ole o m do lula, que s. espera seja incru-
enta. '
Ha na provincia duas parcialu.jes eleitoraes
bem dislinctas e pronunciadas urna vio apresen-
la os Sis. chefe dedviso Jesuino La_ego Cos-
ta e capito de engenheiroa Francisco CaiVaa _a
Luz ; outra o Sr. Dr. Joao Silveira de Souza, a.,
tual presidente do Uaranho, e o Sr. najor de
i engenheiros Joo de Souza Mello o Alvini. J se
; v que so queremos um administrador legislo
nao noa esquecemos da guerra c marinha. As
torcas dos lados se ostentara por ora, com puu-
|ca dnlerenga iguaes: cora o correr do lempo
poderao dar-se d.'fecgoes, e dessas que resul-
tar o Iriumpho para ura delles. Pena que nao
seja dobrado o numero do depulados que o pro-
vincia lera de dar, porque osquolro cidados a-
I presentados sao todos mui dignos de represenla-
rera-a, por seus servigo?, talentos e virtudes, o
por seu aferr rnanutenco das nossas inslttui-
goes.
O Sr. presdeme Brusque contina a bem me-
recer da provincia. Suas moneiras urbanas, sua
rectidoo e iraparcialidade, e o empeuho decidido
com quo promove, at com sacrificios proprio--
I a colonisago, e protege os colonos, lhe lein
frangeado as sympalhios do todos os habitantes
quo o acatara, venerara e respeitam como elle
merece.
{Cartas particulares,)
[Jornal do Commercio.)
Esbozo histrico sobre a provincia
do Cear pelo Dr. Pedro Tlie-
berge.
(Conlinuago do 223.)
O novo presnlente, quo trouxera para secre-
tario o Dr. Anselmo Francisco Peretti, apenas a-
chou-so empossado na adminislraco, deu come-
go a obra, da reargo, de que pareca ler vindr
incumbido, demitlindo era massa todos os era-
pergados do opinio contraria sua, para lhes
substituir correligionarios polticos. Alm dis-
to, adiou a assembla afim de poder espurga-la,
por meio d'uma lerceira apnrago, dos depula-
dos opposicionistas, que o vtce-presidente Joo
Facundo havia introduzido nella, por aquella
Segunda apurago, que j indiquei.
>
>
f
'
>
MUTILADO


DIARIO DE PERNaMBUGO. -J QUIHTA FEItU IS DE OUTUBRO DE 1860.
Exc. annullar as eleices de cmaras i' juizes de
paz, que tinham sido feitas durante a administra-
cao do seu predccessor ; mas o ministerio con-
sultado, declarou esta medida illeg.il, por que
nao era da competencia da presidencia annu-
lar eleices ; e ordenou que as cousas ficassom
no estado eni que estavam, at a deciso da as-
sembla geral, quem pertencia nicamente a
soluco da questo.
A' 10 de setembro abrio-se a assembla provin-
cial sem p.iss.ir por ora apuraco, e trabathou
at 10 de novembro sem produzfr cousa alguma,
nao sendu volada nem le de ornamento, era
lei do flxacao do forcas, nem outras lea neces-
sarias ao regular andamento da administrado ;
gastaran) lodo o lempo os deputados em recr-
minaces reciprocas e injuriosas para um e outro
narlido.
ISesta sesso deu-se um faci, que foi causa
de grandes ataques, e de tristes interpretares.
A opposico, desejaudo que passasse um projec-
to, nao podia comtudo alcanzar o seu desejo por
causa de una traca maioria e governistas ; isto
posto, alguns opposiciooislas pozeram em algu-
nias quaitinhas d'agua de beber urna porc,o de
tarlaro emtico, sulicienle paia produzir vmi-
tos. Os deputados da opposQo, avisados, nao
boheram dola ; mas o contrario deu-se cora os
governistas, e com pouco, accommellidos do a-
bundantes vomitus, retiraram-so para suas ca-
sas, e assim di'ixaram o campo livre seus con-
trarios, aos quaes atlribuiam a propinaco de ve-
neno as suas pessoas; c o autor desta grac_a
pouco parlamentar tom continuado i ser incre-
pado, de envenenador por seus contrarios, que
todava nao ignorara como se passou u [acto.
Em todo o correr dessa sessao apenas baixou
urna lei relativamente s manas de froguezias
para o fado, c ao destino que dar-se-hia eslo,
no caso do fallar essa marca. Essa lei nao sen-
do sanecionada. por acinte foi ulteriormente ap-
provada pelos dous luiros dos niembrns da as-
sembla e publicada pelo respectivo presidente.
A II de uovembro o presidente deu parte ao
ministerio da guerra cruel, que iho fazia a oppo-
sico, e com especialidade o joiz de direilo de
Sobral, L)r. Juio Teruandes Barros, que pre-
texto de tomar ussenlo na assembla provincial,
como membro dola, abandonara aquella comar-
ca para vira capital, sonienlc com o limdo com-
binar na organisaco da opposico, e dar fuga
um corto Francisco l'odro Vinagre, preso no es-
tado maior do meio tialalho, o que depois vol-
tra para sua comarca, sem tomar assonlo ua
assembla.
Dos presos polos successos do Sobral na presi-
dencia do senador A lenca r, os que turara remot-
tidos para o Rio do Janeiro obtiveram amnista ;
o os que ficaram na provincia, como o atieres Ja-
caranda, conseguirn) recurso ou habeas corpus
por manobras das autoridades do seu partido.
A opposico, no entanlo, ia-se tornando cada
dia niais ardenle o al provocadora nos peridi-
cos de que dispunha na provincia.
'Na fice-presidencia do major Joo Facundo
deu-se uo jury da capital urna absoUigao emi-
nentemenle escandalosa, a qual consignare! aqu
por prender-se ocurrencias posteriores o tor
influencia as disseuces polticas, que so segui-
r.uu. Urna mulher do Trahiri mandn malar
son mando Ignacio de Castro Moura, por um es-
cravo, com quem vivia em adulterio. Us irmaos
do morto juraram viuga-lo; mas a viuva valou-
so de um prepotente da vizinhaoca, Antonio Bar-
rozo do Souza, do Cnr, o alcancou por influen-
cia delle para com pessoas do partido liberal, sua
absolvic.io no jury j nao obstante as provas sorem
mni fortes e concludontos. Esta absolvilo foi
oblida por inlerveiicao do major Joao Facundo,
que eolito, como disse, achava-sc na presidencia,
e por isso servio olla do tliema aos jomaos de um
c outro partido, quo ii/.eram disto urna questo
de poliiic i, correado tambera a voz porosse lem-
po de que tinham declarado os irmos do do-
lando, quo havtam do lomar vinganca do to
iniqua pretericao da sua ustica ; mas uunca pas-
sou este dito de una asserco vaga.
Algum lempo dopois, porni, no governo do
brigadeiro Coelho, niesmu no centro da cidade,
dou-se o horroroso assassinato perpetrado na
possoa do respectivo major Joao Facundo do Cas-
tro Meneaes; que, como rice-presidente, aut'i-
rior c posteriormente alrainislraco do senador
Alencar, viraos ocbupar a presidencia, e mani-
estar suas opinies polticas com um ardor viril
o sera reboco. Eslava enlo collocado testa do
partido liberal ou alencarino da proviucia, o di-
riga no mesmo sentido um peridico em quo
guerreava-se com energa o actual presdeme
Ooando esta illuslrc victima re ebeu na noite
do t> do dezembro o tiro homicida, acliava-se
sentado varanda de sua liabitac,o, quo ficava
D'uitta das roas mais publicas da cidade o proxi-
ini ao palacio do governo. Seriam oilo horas
quando a mi do assassioe desfochou-lhe dous
tiros, cujas lalas empreganJo-se-lho. ua cabeea,
produzram-lho a morto instantneamente; ao
passo quo os assassinos so rctiraram sem sereui
condecidos.
Este brbaro e audacioso allentado, ao passo
que aterrou, nao deixou tambera de exasperar
aos liberaos ; quo imputaram-o ao partido go-
vernisti, o qual nao poda deixar do almejar por
vor-se livre do um campeo to notavel, que era
a caneca visivel do partido, e cuja existenciaim-
plicava com o dasenvolvimetito do partido con-
trario na provincia. Os governistas, porm, ailri-
Luirau-o aos rmos do fallecido Moura, que o
pralicaram cm vindicta da absolvico dada ao
matador de seu irrao ; o que nao mui veros-
mil, quando aquolle exislia para pisto dessa vin-
dicta, que assim se roalisava em possoa mui 08-
tranha. Oulros ullorHirmentc cu.param a familia
do presidente, como sondo aquella morto o pro-
ducto de vinganca por impuiaeoes injuriosas fui-
tas urna pessoa dola polo fallecido.
Como quer que soja, por muito lempo os pe-
ridicos da capital nao so oceuparam de outra
cousa, e de parle parte as recrimnameles Corara
assumindo um grao assuslador de azedume e
desenfreisment. Os liberaos, com especialidade,
sondo victimas, dobraran do acrimonia n'um
ponto excessivo contra o presidente ; valorara-
se dos assassinios perpetrados no interior da
provincia, muilos uos quaes por intrigas parti-
culares, o atlriburam lodos ellos causas poli-
ticas, o d'abi dodoziam a existencia de um vasto
j.lano urdido ronlra seu partido, para destrui-lo
pouco pouco, sondo natural lodavia lerem ara-
ado enlo ao bacamarte dillerentos pessoas
proeminontes d'ello. Alm disso, romo por esse
tompo tratou o presidente de recolher aos arse-
naes o armamento da naco, que se havia ante-
riormente destribuidos pelos particulares, com
especialidade durante as disseuces- civis, lan-
caram mo disto para accusa-lo de desarmar os
liberaes, ao passo que deixava o armamento as
naos dos partidarios do geverno ; o que davam
como prova da existencia do trama de exterminio
contra a opposico,ao qual addicionavam anda a
remessa do major Bandeira, um dos seus core
ligionarios.que viera commandar o meio baiaiho,
para o Maranho, d'onde fra reclamado pelo
commandanle do corpo que pertencia, alle-
gando que essa remoi;o tinha por fim directo
priva-los do prestigio que dava seu partido
ura commaodante de corpo, que commungava as
roesmas ideas,
As folhas liberaos pintavam efTectivamente a
provincia como collocada sobre um volco pr-
ximo arrecentar, por causa da conducta arbi-
. traria do presidente ; mas realmente a lula des-
etifreiada nao p.issava dos limites da capital,
porque os domis pontos da provincia, apezar
de nao serval alheios no lodo ella, pozar de
fpflectir delles mais ou monos o interesse local
'ella, com tudo gosavam de socgoc Iranquilli-
dade, bem que um pouco dubios, sendo devida
esta siluar.o sem duvida serem os peridicos
-dacapilalainda pouco lidos pelo interior.
Em marco de 1842 tratou o presidente de pdr
em execnco a lei de 3 de setembro de 1841
sobre a organisaco policial, tirando toda a ju-
risdiccio aos juizes do paz para d-la uns de-
legados e subdelegados, subordinados um chofe
oltocado na capital junio do gOTerno. Neste
anno tambera foi creado o batalhao provisorio
dosta provincia.
A S de maio foi dissotvida a assembla geral.
por dii estar em sua maioria de accordo com os
principios do ministerio. A opposico que desdo
oiuilo esperava este golpe de estado, tinha pro-
que consista em um levanlamelo geral e si-
multaneo em todas as provincias do imperio.
O plano era com effeito bem imaginado ; c to-
mando por armas o desconceiluar por lodosos
meios possiveis.como se fezquando houvo cien-
cia do decreto de 1 de maio, que dissolvia a as-
sembla, e o romper quando chegasse a noticia
do rompimenlo do sul, comtudo nao produzio o
efTeilo que dovera resultar da combinaco me-
thodica d'anle-mo procedida; parece ate que ou
nao o comprehendoram bem no norte, ou alias
nao liveram paciencia de esperar, e portanto a
precipitaco foi funesta ao bom xito, que mal-
logrou-se.
Nesta provincia aecusaram a opposico de ter
projeclado malar o presidente, mi pelo menos
apoderar-se delle, e de nesta occasio declarar-
so o rompimento em Uda ella. O que cerlo,
lodavia, que roandou-se o padre Alexandre
Francisco Serbelon Verdcixa, bem ronhecido por
diana aleancar, ero lhes era mesmo potsivei ti-
rar mais auxilios do Cariri: esta deciso por-
tanto demovou-ose f-los arrofecer om seu in-
tento, a
O ministerio Aodrada sendo consultado sobre palado que no caso de se realisar, eslava resol-
a validado desla segunda apuracio, tinha-a re- vida nao soffre-lo impassivel'; porque-wria
provado altameate pelo aviso de 13 de novembro eMfe um passo fatal para as liberdades do pziz.
de 1840, assim como a suspellsao das leis vota- J de antemao urna sociedade secreta, denorai-
das por urna assembla constituida antes da ao- nada dos invisiveis, tioha-se estabelecido no Rio
se do referido vice-presidenle, e promulgadas do Janeiro ; e d'ahi so espalhra pelas provincias
com todas as formalidas legaes. por meio de ramificaces filiaes.
O presidenteadiou, pois, indefinitamente a aes- O Dr. Jos Lourenco de Castro o Silva, sobri-
so, al vir a deciso do ministro ; e como nao nho do defunto Facundo, por essa occasio foi
chegasse esta cm lempo, foi adiada segunda vez ao Bio de Janeiro, e uesse centro recebeu as ul-
al o mez de setembro^ eprelendeu anda S. timas determinacoes para a execugo do plano,
(3?
O presidonle, depois de havor-se colloeado tera escavado ras.
n'uma prudente expectativa, afim d ver de qe
lado se manifeelaria o maior perigo, o reconhe-
cendo afinal que era o Crato o ponto mais metn-< em que cantou missa
droso da situarjao, resolveu marchar pessoalmen-
lo para l com as forc.as que podesse dislrahir,
sem descobrir os oulros pontos. Tartio con ef-
feito nessa direceao 2 de agosto de 1812, mas
ao chegar a S. Bernardo, recebeu a participacao
da relirada dos rebeldes do Ex, e do seu conso-
quente debandamento. Isto posto, ahi se con-
servou por 10 das, at conflrmago positiva das
precedentes noticias: o que realisado, desceu pa-
ra o Aracaty, onde recebeu depois de dous das
communicaco de ter apparocido em Granja um
grupo de sediciosos, sob o mando do Ignacio Pes-
soa; o qual se havia dirigido para Camocim, on-
de commettora diversos alternados. A vista desla
emergencia, vollou S. Exc. com toda a pressa
par a capital; e d'ahi dispunha sea seguir para
aquella villa, quando leve aviso da dispersao des-
le-grupo; o qual todava anda deu copia desiao
dopois. mas antes com o carador do salteadores
do que do sediciosos.
No entanlo foi mandado esse ponto o chefe
do polica, l)r. JosVieira Rodrigues do Carvalho
o Silva, quo vollou om dezembro, dando parle de
Convm examinar bem esse negocio, para
que a responsabilidade dolje e as censuras que
d'ahi resulten), vo quem toca.
< A-companhia do gaz nao somento quem
No dia H do corrente leve lugar, na igreja
do seminario episcopal,a testa de N. S.das Dores
nova o Rvm. Sr. Aquilio
seu espirito turbulento e revolucionario, Sobral ter percorrido a comarca em lodos os sentidos
com o fim de seduzir o corpo de polica, que
para la tinha sido enviado, e l conservava-so
aindi em- observado para conter os revoltosos
do l'iauhy, que ainda contiauavam apparecor
algumas vezes as fronleiras da provincia; mas,
esso commissario nada pOJe conseguir, e vollou
sem resultado para a cidade. Tentou-se o mes-
mo com reliico aos soldados do batalhao da ca-
pital, quo conservarcra-se incorrupliveis; ape-
nas conseguio-se a dcscrcao do 14 praess, queso
refugaraui com armas e bagagens no'Cunt, sob
os auspicios de Antonio Barroso de Souza, pre-
potente de quem j fallamos no processo da mu-
lher de Moura. Fizeratn-se altas diligencias fi-
nalmente para aluciar maior numero do gente
armada ; mas, foram em vo cssas diligencias,
for-im esteris era resulta lo.
Em casa de diversos influentes do partido, tan-
to na capital como nos seus arredoros, houve
restabelocido nella o socogo o a tranquiliidade.
Por essa occasio reclamou, como urgentemente
necessarias, medidas de conciliario para acalmar
os rancores dos partidos, produzidos pelas disen-
Qoes passadas entre os moradores da comarca.
Nesse mesmo anno do 1812 procederam-se s
eleicoes provinciaes e quasi todos os deputados
foram eloilos na parcialidade do governo ; o quo
produzio quo os Irabalhos legislativos, quo prin-
cipiaran) em setembro do mesmo anno, marchas-
sem de harmona com a presidencia, c nao ap-
parece'sse as dscussoes incidente algum que
mereca especial mengo.a nao ser o espirito reac-
cionario, que todava era do esperar depois de
crses to fortes e abaladoras,suscitadas pelo par-
tido decahido, que se achan lo nesta occasio
completamente derrotado, rocolheu-se ao silen-
cio o a urna inaccao completa.
Nessa sesso, por decreto do 10 de novembro,
ajuntamentos de homens e do armamento, que' foram regularisados os trabalhos da thesouraria
a polica nunca polo descobrir; porque senipre
eram ellos avisados te rapo de se acautelaren)!
pelas pessoas que na capital eslavara de obser-l
vaco. Formou-se primitivamente o prnjerlo de |
sorprender e atacar do improviso o presidonle uo !
proprio palacio, com um corlo numero de lio- !
mens resolutos quo esta ra m escondidos as ca-
sas circumvizinhas e que seriam auxiliados por
gente de fra, que devera entrar logo que rompes-'
se o ataque ; e o presidente que ignorava todas
estas manobras, corria grande risco, posto'
provincial, subslituindo os exercicios s gestos
annuas; a 2 crcou-sc urna comarca .na villa
da Granja ; a 3 do dezembro creou-se a ireguezia
de Santa Cruz e a de Milagres, que o hispo re-
cusou prover, por nao ter sido consultado pela
assembla, e a 10 foi decretado quo os proprie-
tarios de acudes fetos no lempo que decorreu
de 25 de agoslo de 1832 at 9 do Janeiro delSiO,
apresenlassera os seus ttulos thesouraria para
ser reconhocida a divida.
A matriz da frogueia de Sant'Anna do Acara-
que eslivesso acautelado em consoquencia da for-1 cu foi transferida para a capolla de Nossa Scoho-
menlaco. que rcinava na popular/o da cepita
Foi, porom, abandunado este projecto, tilrez por
falla de resoluoo baslanle face do aparato bel-
lico que accomp'inhava serapro o presidente, ho-
mem de espada e de resoluco bem conhocida
por seus actos anteriores esta sua presidencia.
Desislifam, pois, os descontentes do alacar o pa-
lacio do goteroo, mas, rocorreram alguns mem-
bros da opposigo ao meio ignobil do a Em urna noito do mez do junho, sahindo o pre-
sidente para visitar o coronel Jos Antonio Ma-
chado, assassinos fonra
ra da Concei^o na barra do Acarac ; e a le do
oi-eamorito tixou a despeza em 137 320-5990 rs.,
sondo liiidltnente revogadas todas as lois djs le-
gislaturas passadas, e roslabelccidas outras que
havara sido revogadas.
Tove lugar tambera a elei;o para doputalos
sexta legislatura g->ral, da qual salaran* vence-
dores os governistas. sem estorvo algum di par-
te da opposico, que abandonara o campo eleito-
ral em quasi lodos os collegios da provincia. Fo-
oitos os Srs.
ram eleilos os Srs. Miguel Fernandos Vieira, pa-
postidos para oxecuta-! dro Jos aa Costa Barros, Mauool Jos do Albu-
o qual nao consumma- | querque, Andr Baslos de Olveira, Francisco de
rem este funesto intento
ram, segundo declararan) ellos, por nao hiver- j Souza' Martins, Antonio Jos Machado, padre An-
illes sido entregue apaga de ura cont do ris tonio Pinto de Mendouca c brigadeiro Jo Joa-
que Ihea fora promettida. O attenlado, vista I quim Coelho.
disto, foideferido paraoulra occasio ; mas nodia [ Em Janeiro de 183 j toJa a provincia gozva
seguirte (23 do junho), os proprios assassinos, I de socego o tranquillidad.;. A opposieao, tendo
soldados de um dos corpo3 da guarnico, vieram sido completamente derroj^.i em sua tentativa
donunciar-se si proprios, e dos mandantes,: de sublovacao, depozera quasi loda a sua arro-
coolando os fados que acabo de narrar: os quaes i gancia primitiva, e apenas lastimava a siluaco
nao deixam de tor sua inverosimilhanca, e de j dos seus chefes, presos e processados pelos
autorisar a opposico a aecusar a polica de ter acontecimentos da capital o do Ex.
urdido esta farca para descouceituar seus raem- i A 13 de marco de 1843 o presidente Jos Joa-
> o poder persegui-los judicialmente por quim Coelho retiro-se para Pornambuco, pas-
Satyro de Souza: houve Te-De.um jr Ambos os actos osUveram esplendidos e bem
concortidos, sendo orador o Rvm. 9r. padre
mestre Fr. Moura : o tempto eslava pleganle-
mente armado, sorprendendo avista urna illumi-
nacao brilhante, com expecialidade a do altar
das Dores, qual presidio um gosio apurado,
prova niio eqeivees do affecto filial, que os se-
nhores seminaristas consagram sua excelsa
padroeira.
No dia 15 do corrente, o cstudantes do 5o
anno da nossa facoldade de direilo, esrnlheram
d'entre os seus collegas do anno, aquelle que
dove agradecer congregaco a collaco do grao
do bacharel, aps o encerramenlo dos actos, ca-
hindo a escolha noSr. Antonio Moniz Sodr de
Arago, da provincia da Baha.
Acha-so era elTertivo exercicio a professo-
ra interina da cadeira de prirneiras lellras da
freguezia de S. Fre Pedro Marlyr de Olinda, na
ra do S. Pedro, coufronte ao fundo da igreja.
Por porlaria de 16 do comnle foi conce-
dido a deraisso pedida pelo subdelegado da
freguezia da Boa-Vista, Dr. Martiniano Mendos
Pereira, sendo nomeado para substituido Joa-
quim do Gusmao Coelho.
MATADOUnO PUBLICO \
Mataram-so no da 17 do corrente para consu-
mo dosta cidade 108 rozes
MoilTALIDAKE UO 1)IA 17 :
Joanna, preta, escrava, 4 me/.es, espasmo.
Benjamn, branco, 18 mezos, pulmoriitc.
Gorlrudes Candida de Lnridi, branca, casada, 35
annos, congesto cerebral.
Marcelina Alexandrina de Cotito, branca, casada,
40 anuos, hydropesia.
Zulmra, branca, 4 anuos, ipoplexa.
Hospital de cakioade. Existem 5i ho-
mens e 3 mulheres naciotiaes ; 6 homens es-
Irangeiros, total 115.
Na totaldadedos doentes existem 39 aliena-
dos, sondo 3i) mulheres e 9 homons.
Foram visitadas as enfermaras polo Dr. Sar-
niento Filho, s 7 horas e5 minulos da ma-
nha, polo l)r. Dornollas s 7 horas e 10 minu-
tos da manl.aa. e polo Dr. Firmo, s 6 horas
1/2 da tarde do honlcm.
dem 35. Dr. Antonio do Souza
Cirne Lima, casa terrea dividida
em dous andares, arrendado tudo
POr.......y......................
dem 37.Miguel Francisco de Sou-
Itejio. casa (erran arrendada por..
dem 39. Francisco Antonio das
Chagas, casa terrea arrendada
poj...............................
Idnm 45 Theodoro Antonio de Je-
ss Borges, casa terrea arrendada
por...............................
dem 49. Joao Pinto de Lemos, casa
terrea, arrendada por............
dem.Francisco Manoel de Almei-
de Calanho, casa terrea arrenda-
da por............................
dem 51. Hordeiros de Jos Mara
de Jess Muniz, casa terrea arren-
dada por..........................
dem 53.Manoel Ignacio das Cao-
deias. casa terrea, arrendada por
dem 57 Herdeiros de Joo Mara
de Jess Muniz, casa terrea arron-
re ndada por......................
padece de sua saude, e s poder-se-hia at'ribuir
e3ta desonoraco ou mesmo omisso falta de
parlicipaco de sua ausencia caixa matriz, que
ZoJOOO ignorando se ella longa, deu aquelle passo
nomeando outrem para prover a vaga, porque
192#000 nicamente a licenca foi inlerposta a d'esla pro-
I vincia.
| Um vacuo cheio de saudades deixa o digno ex-
I20j0f)0 director no intimo de seus amigos, porm como
I nao foi demisso podor o mesmo Sr. Cunha ser
i reeleito na futura eleico, que ser louvado por
) todos seus affeicoados: portanto aceite o Sr.
Cunha os rassenlimentos do um amigo extremo-
) so, com este pequeo testemunho da mais pura
MMasde consagrada por

Recito, 17 do outubro de 1860
144J0OO
2I6>000
leofooo
1925C00
[Conlimcar se-Ua.)
Communicados.
Urna lagrima sobre o tmulo da
r.vm Sr. D Margurida Accioli
Waiiderley I.ins.
Eis o resto sem vida n'uma matrona que sem-
pre tomou a -irtude por norte, c a religio
por typo. Oh perda incomparavel, quem ser
que le conhecendo nao supplique aoCrcadorque
se conceda a gloria celeste !.., Oh !dia 26 de
agoslo, que arrancaste dos filhos urna me
carinhosa c disvelada. Das amigas, urna amiga
(iel e verdadoira, da pobreza um coracao con-
solador, esmoler, e constante observador dos
preceilos divinos. E eu que te amei e te amo
tonto; anla mesmo sobre esta abobada sagra-
da venho pagar-te o meu tributo de amizade e
gratido.
Barreiros 1 do setembro de 1860.
O ir.
meios dodepoimenlos falsos.
No caso de se. levar effeito qualqtier um des-
tes projoclos conlra a pessoa do presidente, le-
vaiitar-se-hiam os pontos da provincia ondo do-
minayam os liboraes, isto Ciscavel, Sobral,
Granja, Serra-Azul, Ouexerainobirn e Cralo, afim
de transtornarera-so as eleic.oes, que estavam
para se fazer, tanto para a deputaco geral, como
para a provincial. O presidente, porm. des-
penado por tal forma, tomou suas cautelas c
poz-se em estado do acudir com pressa qual-
quer disturbio ou attenlado que apparecosse. Na
correspondencia offlcial, aecusa a familia dos Cas-
Iros de ser a mais ardenle no manejo dostes tra-,
mas,com intuito do vingar a morle do seu paren-
te Joo Facundo, que atlribuiam, corno j disse,
urna pessoa do sua familia; e accresceaia na
inesma correspondencia, que o partido liberal
ceit iva estes meios atlcnlaloros da sua vida co-
rno o do conseguir os seus lins. No entretanto
foram presos na cidade as pessoas mais influentes
do partido liberal, corr las as suas casas, e ap-
prehendidos os seus papis; mas nunca se acha-
rara documentas que comprovassem estas aecu-
sacous, nao ser os declaragjes do certas pes-
soas, que lodavia nunca combinara! perfeila-
menle. Dos presos foram raollidos bordo do
uina embarcacao o capito mor Jos Joaqun)
Barbosa, Joo Franklin de Lima, Bellarmino Be-
zorra do Menezes, Jos de Castro Barbosa, Ber-
nardo Antonio da Silvera, Antonio lavares da
Luz, sendo estos dous ltimos agentes subalter-
nos, e o padre Verdeixa. A viuva do major Fa-
cundo foi tambem presa, o guardada vista em
sua casa. O chefe de polcia Dr. Jos Vieira
Rodrigues de Carvalho e Silva organisou-lhes os
processos, e pornunciou-os lodos no crime de
tentativa de rebellio.
Era quaiilo se davam estes [actos na capital, o
Dr. Jos Lourenc.0 de Castro e Silva chegou do
Rio do Janeiro Pernambuco, onde se entendeu
com os sous correligionarios d'ahi, assontando-
se que seguisse para o centro com urna porc&o
do lioraons armados e com um sen correligiona-
rio do l'iauhy, de nume Livie Lopes de Caslello
Branco, afim de tentaren) urna sublevaco do
Cariri. Partiram com effeito para o Ex, po-
voaco da provincia de Pernambuco, situada ao
pe da fraila meridional da Sorra do Araripe, quasi
om opposico ao Cralo ; e ahi encontraran) os
alfores Thoraaz I.oureiiQO do Castro e Silva, Ca-
nuto Jos de Agutar, Childorico Cicero do Alen-
car, filho de Tristo, Antonio Ferreira Lima Si-
cupira, e outras pessoas mais, que tinham ellos
reunido no Cariri; neslc ponto estabeloccrain o
seu quariel general.
O rompimenlo dovia manifostar-se no Calo,
O'icxeramobim e Imperatriz, onde prevaleca a
sando a adrainistraco ao vice-presidenle Joa-
quira Mendes da Cruz Guimares; que a 2 de
abril a eniregou ao presidente nomeado o briga-
deiro Jos Hacia da Silva Bittencourt. que viera
da corte.
Encontrou o novo administrador a provincia j
completamente pacificada ; e d'ora em dianto o
dosapparecimonlo gradual das dissencoes e a
marcha dos negocios, quo veremos ir'regulari-
sando-se pouco e pouco, daro espago fruc-
tificaren) as importantes re-formas docVptadas o-
la assembla geral, reformas destinadas por reo-
tura nao s modificar no son complexo a sorte
do Brasil, como communicar-lho um vital im-
pulso.
Estos grandes resollados nao podiam sor a obra
do momento, mas sim do andar dos lempos, o
sobretodo do socego das provincias do imperio,
combinado com a regularisico di marcha tas
diversas adminislraroes: c um dos maiores obs-
tculos, que ainda continuar por algum lempo
cstorvar a marcha dos progressos, ha de ser a
grande exaltadlo dos partidos polticos; que lo-
davia veremos ir modiiieando-se, modorando-so
progressivamontc sob os esforcos dos homens
mais sensatos c eminentes na poltica. O bom
senso da naco finalmente comprehendor esta
necessidade", e submetler-so-ha ella pouco c
pouco, guiado pelo seu hbil imperante.
IContinuar-se-ha.)
20*9000
83090b0
1:2009000
73G$00
200SO'JO
2O;O
720;000
300S0O0
192:000
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Municipio do Limoeiro. A volaco para ca-
marista desla localidade deu o seguinte resul-
tado :
Jos Gomes da Cunha.................... 2S5S"
Lourenco Soares Cordeiro................ 2155
Ilenrique Luiz da Costa Gomes............ 2155
Christovao da Bocha Cunha Soulo-Maior. 2150
Anaslacio Alves da Nobrega.............. 2132
Justino da Molla Silvein.................. 1752
Antonio Rodriguas R-jvorodo.............. 1219
Pelo vapor quo ltimamente chegou do
Bul, veio a noticia das pessoas designadas para
a composicao da directora da Caixa Filial do
Banco do Brasil nesta provincia ; as quaes sao
as seguintes :
Directores.
i" o presidente o Exm visconde de Suassuna.
56tf000
1:0401
300S000
2o e vtee-presidente
Olveira.
3o Commendaior Joo Pinto de Lemos.
4o Jos Antonio Bastos,
opposico, e dah eslender-se Sobral, Granja, 5" Pedro C. Van Sohstein.
Cascavel e ao rosto da provincia. Em Sobral es-
lacionava una forga rcspeilavel, composla do
corpo policial e da guarda nacional destacada; o
no porto da capital eslava um navio apparelhado
e prompto para cunduzir o presidento para l,
no caso de tornarse necessaria a sua presenca
all, no nimio do acudir ao norte da provincia.
No Crato exista reunido um destacamento de 80
pracas ac tropa do linha com guardas nacionae3
destacadas; e alm disto foram expedidas or-
dens guarda nacional do Ico, S. Malheos, Unha-
muns, Piauhy, Jardim e oulros lugares da cir-
cumvi/.inhari^a de eslarem de promptido mar-
char para o Crato, ao primeiro signal de rompi-
menlo. Em Quexeramobirn finalnienle fot colloca-
do um dosiacainento de 40 pravas do Ia linha,
para observar c couler os descontentes da Sorra
Azul e do Seli.
Os agentes do Ex passaram enlo oceupar
a Quixaba, fazenda do senador Alencar n'esla
provincia ; e as autoridades do Cralo, sendo avi-
sadas, mandaran) toda a pressa um destacamen-
to para sorprende-los, mas esle nao pdle mais
alcanca-los, visto que foram ellos instruidos dis-
to lempo. Desse ponto tambem seguin para o
F.x outro destacamento, o qual nao chegou sou
destino por tor retrogradado, em consoquencia de
ter sido acolhido na descida da ladoira por um
fogo de guerrilhas admiravelmenles postada nesse
desfltadeiro para dominarem o caminho, sem
serem encommodadas, nem poderem ser ataca-
das.
Os sediciosos linham no Ex polo menos 200
homns: 60 quo trouxeram de Pernambuco ou
reuniam em caminho, 40 que Ibes levou o alteres
Canuto Jos d'Aguiar, e 100 que lhes enyiou o
ex-commandanle superior Francisco Xavier de
Souza. Contavam igualmente cora o coronel Ma-
noel de Barros Cavalcanti, hornera de grande in-
fluencia em lodoso Cariri; esle porm declarou
effectivamente, eslava prompto cooperar com
os meios ao seu alcance para ludo quanlo delle
reclamassem menos para pegar em armas contri
o imperador e robellar-se contra a sua autorida- que tem feito enmpanhia
de. Sem este concurso os sediciosos nada po- inhumar esnnos para agua.
Dr. Augusto Frederico de
6" Jos Jeronymo Monleiro.
7o Francisco Joo de Barros.
Supplentes.
Io Dr. Joo Capistrano Bandeira de Mello.
2o Joo da Silva Regadas.
3 Manoel da Silva Sanios.
4o Luiz de Moraes Gomos Ferreira.
5o Ilenrique Ililch.
Amanha. nnniversario da inslallaqo do
grande hospital de caridade desla provincia, es-
tar elle aberlo das 9 horas da raanha s 8 da
noile coururrencia do publico, que queira vizi-
lar esse eslabeleciracnlo
No passado mez produzio a estrada de
forro a roceta de 9:1719985, distribuida pelas
verbas seguintes:
Passageiros........ 6-830*200
Baganens.......... 3499550
Auimaes .......... 1829*250
Gneros............ i: 759*685,
Sobre o que escrevemos acerca da inhuma-
cao de cantos na estrada do Manguinho, e que
attribuimos companhia da illuminaco :< gaz,
remeltem-nos o infrascripto reparo ; o qual pu-
blicamos para o reslabelecimeuto da ver-
dade.
O nosso informante, quando noliciou-nos o
fado, deu-o como procedente daquella compa-
nhia ; mas se ella nenhum servido ora faz all,
claro que Ihe nao assenta a psternidade, que
Ihe foi dada por equivoco sem duvida al-
guma.
Sirva isto, portanto, de rectificarjo, ficando
todava em p a censura quem quer que ella
prtenla pela imperfei^ao do aervico de que tra-
tamos.
A Iievitla Diaria diz que vai sendo mal
feito o reslabolecimento do calamento do Man-
guinho, que ha sido escavado para a inhuma-
?o doscann) do servicq da illuminaco a gaz.
a Ha engao nessa noticia : a companhia do
gaz nenhum servigo faz all. Talvcz que o faci
oceurrido com o mnibus se desse na escavacao
de Beboribe para
CONSULADO PROVINCIAL.
Alleracocs fcilas no laneamento das
dcimas que pagara as casas da fre-
guezia de S. Jos, pelo escripturario
V. M. V. P. da Silva.
Ra Di relia.
Numero 78-Jos Francisco de Li-
ma, sobrado del andar o loja ar-
rendado ludo por...... 560}000
dem 80.Jos Jernimo do Lima,
o filhos do Amaro Benedito de
Sou/a, rasa terrea arrendada por
dem 86.Joaquim Garneiro Macha-
do Ilios, sobrado de 2 andares o
loja arrendado ludo por. .
dem 83 Manoel Florencio Alves
do Moraes, e Joaquina. Teixeira
Peixot do Abroo e Lima, sobrado
de 3 andares e loja arre-ndado tu-
do por..........
dem 92.Viuva do Jos Piulo da
Cosa, sobrado de I andar e 2 lo-
jas arrendado ludo por. .
dem 98.Herdeiros de Antonio
Uaia Cortes, casa terrea arrenda-
do por.........
Idorn 98.AlexanJre Jos Gomes,
casa terrea arrendada por. .
Idom 100 Thomaz de Aquino Fon-
ceca, sotirado do 2 andaros e lo-
ja arrendado ludo por ....
dem 102.Joo Pinto do Lomos,
casa terrea arrendada por. .
dem 108.-Fraucisco Ramos Maia,
casa terrea arrendada por. .
Idom 1IC Manoel Joaquim Uaptis-
ta, casa terrea arrendada por. .
Mem 120.Herdeiros do Sebaslio
Mauricio Wanderlov, sobrado de
2 andares e loja arrendado tudo
l'or.......... 990500)
ido... 12.ltecehmen o da Gloria,
sobrado do 1 aj,ir e 2 |0as ar_
rendado ludo po..
Idom 93.Viuva o herdeiros denl
Ionio Ignacio da Boza, sobrado
de 2 andares sotAo e loja arren-
dado ludo por.......
dem 93 Orden. 3a de S. Francis-
co, casa teriea arrendada i>ur. .
Mein 97.lrm?ndade do S.antissimo
Sacramento do S. Antonio, casa
torrea arrendada por.....
dem 99.Herdeiros de Bernardo Do-
arlo Braodao, casa Ierres arrenda-
da por..........
dem ll)I.Herdeiros de Lourenco
Manuel do Carneiro,casa torrea ar-
rondada por,.......
Ipera 107.Viuva de Miguel Nur.es
Ferreira Guimares, casa terrea
arrondada por.......
Idom 11-5.Bento Jos da Costa J-
nior, sobrado de 1 andar e loja
arrendado por.......
Mora 119.Tiburcio Valeriano Bap-
list, sobrado do um andar sola o
e loja oceupado pelo mesmo ava-
luado por.........
dem 127.Herdeiros do Manool
Gomes da Silva, sobrado de 2 an-
dares e loja arrendado ludo por.
dem 129.O mesmo, sobrado do 2
andaros e loja arrendado tudo por
I lein 131.Manuel Romo de Car-
valho, sobrado do 1 andar e loja
arrendado ludo por.....
Idom 139.Herdeiros de Jos Mu-
niz, sobrado de 2 andares e loja
arrendado ludo por.....
N. 141.Joo Muniz Lopes, sobra-
do de dous andares o urna loja,
arrendado t id por..............
itua das Aguas Verdes.
N. 48.Domingos Auiunes Villaca,
sbralo com dous andaros e lu-
jas arrendado por................
dem 56.Irinanda le das Almas do
Recife,easa torrea ai rendada por.
dem 59 Padre Joaquina Pereira
Freir, casa terrea arrendada por
dem 61) Manool Joaquim Muniz
Briadae, casa tarrea arrendada
por................................
Idom 62.Jos Luiz Pereira Jnior,
casa terrea arrendada por......
dem Gi.Joaquim da Silva Torres,
sobrado de dous andares c dnas
lojas arrendado tudo por........ 1:280-5000
dem 70.Jos Antonio Baslos, so-
sobrado de dous andares e urna
loja arrendado por................
dem 76.Irmandade das Almas do
Recite, casa terrea arrendada
por...............................
dem 78.Mosleiro de S.Benlo.so-
um sobrado com urna loja ar-
rendado tudo por................
dem 82.Joaquim Jos de Faria
Neves, casa terrea arrendada
por..............................
dem 86. Jos da Costa Dourado,
sobrado de dous andares e urna
loja. arrendado ludo por........
Mem 88. Jos Lopes Bosa, casa
torrea arrrendada por...........
dem 90.Tiburcio Valeriano Bap-
lisla, casa terrea arrendada por
Mem 100. Francisco Antonio das
Chagas, sobrado de dous andares
e urna luja, arrendado tudo por.,
dem 102. Senhorinha Moreira
Quintal,casa terrea arrendada por
dem 19.Ordem terceira de San-
Francisco, casa terrea arrendada
por...............................
dem 25. Capella de Sla Anna do
Cabo, casa torrea arronda da por
dem 27.Joaquim Silvino d Sou-
za, casa terrea arrendada por----
dem 31.-Bernardo Hcnrique, casa
terrea arrendada por ............
dem 33.Joo Bapsta de Olveira,
casa terrea arrendada por....... 192J000 ropo
O Diario do fecife. Iranscrevcu hontem sob a
opigrapheVariedado um coramunicado do
Diario do Gro-Para, sem declarar que o era
com intenco que bem fcil de apreciar, 110
qiial se trata demudo hostil da candidatura do
Sr. Dr. Leilo da Cunha, por aquella provincia.
Agora vemos que foi nesse coramunicado que
o Diario do fecife encontrou a tal opinio da
provincia repollindo aquella candidatura imposta
pelo governo como no-lo disse em seu numero
do 13 do corrente, que respondemos no Diario
de l'ernambuco de 15.
visto que se o communcado, certamente de
algum ininiigu pessoa I do S. Fxc pode significar
alguma cousa, nao seguramente a opinio do
partido algum e muilo menos da provincia do
Para, porque o proprio Otario que o inserio, de-
clina ezpressamenle da responsabilidade de se-
inelharite comiiiunicado, ao passo quo nao nos
consta que outra qualquor [oira d'aquellt pro-
vincia lonha escripto cousa alguma em sentido
hoslil candidatura de S. Kxc)
E para intoiro desengao d'aquolles que forera
to simplorins que creiam anda era arligos edic-l minante disposirjao se
loriaos ou communicados de tnimtgospessoaet,
apregoados por qualquor paite como orgos da
opinio publica, abaixo traoscrevemos o arti-
go odiclorial doDiario do Grao-Par&tratando
do communcado, que aqu servio ao Sr. Dr. Col-
lago, para thema de mais urna pirracinha ao Sr.
Dr Leilo da Cunda.
A verdade que ha om tudo q tanto escreveu o
taleommunicattte do Diario do Cro-I'ar. a
mesma com que elle allirma queo governo im-
perial acaba
1
d
Para o Sr. ministro do im-
perio ver.
Nenhum empregado geral pode
aceitar emprego algum provincial sem
que previamente solicite e obtenha H
sua demisso. Avisos de 10 de no-
vembro de 1857 e 7 de outubro de
1813.
Ora, nao tendo sido derrogados os ci-
tados avisos, cuja to sabia, quao ter-
acaba de ler :
fora de duvida que nao deve continuar
a ser inspector da thesouraria provin-
cial o proessor de geometra do colle-
gio das artes (ou a ser profcsso de geo-
metra do collegio das arles o inspec-
tor da thesouraria provincial )
l.se fuacciopwrio, a despeito dos avi-
lerial acaba de desfase* tudo quanlo o Sr. Lei- SOS Citados, foi nomeado inspecto* da
ao da Cunha ez em relaco suarda nacional 1 ,.~ 1 j n 1
le Camela, quando o aviso de 19 de junho d-sio thesouraria provincial de Pernambuco ;
porque
anno expedido pulo ministerio da juslica, e que
corro impresse,approrou, com umaimplesreparo,
as iiomoacOes ali fcilas por S. Eir. !
Procure, pois. o Diario do liecife, oulra base
par,, a (al opinio na provincia do l'ar hostil
candidatura do Sr. Dr. Leilo da Cunha
o sett communcado i&o serve.
Liso artigo a quo cima alludimos.
Sera buscarmos dar grande vulto ao arligo,
que vetn no Jornal do Amazonas do sabbado,sob
a epigraphe communicado, apezar do ser obra
do sou conspicuo redactor en chef, diremos
sempre que a nossa folha tem at hoje franquea-
do e continuar franquear suas columnas i
qualquor escripto. que venlia om lormos do sor
publicado, embora consigno ideas, que sojara-
contrarias aos uossos principios, como por mais
de urna vez se tem visto
0 osciilo sobre a candidatura do Sr. I.oito Do
parti da redac.c 1 desta folha, que advoga os 11-
lerossos d'um partido, do cujos mombros sao li-
rados os seus rodadores, e estes s tomara res-
ponsabilidade moral o legal d'aquillo que appa-
reco sob a epigraphe da redeccao.
Que soja cynismo ou nao o dizer-se que o Sr.
Leilo candidato do governo, o Sr. tilo, que
tinto repeli este argumento no seu enmmuni-
30L>OlO ca(*0.. "ao ler por isso mesmo consciencia para
avaliar essa proposico.
e, era prejuizo do seu substituto, da
instruccioe dos cofres pblicos, se acha
(ora da sua cadeira, lia 15 annos!!!
(azem boje 1:5 de setembro de 18G0.)
COM
Al fu 11 ile;
RonJiraento do dia 1 a l.
dem do da 17. .
;a.
217:1311108
22:137.5231
23!>:271?33'J
Hovimento la alfandes.
Volumes entrados cora fazcudas..
com gneros..
Volumes sabidos cora fazendas..
com gneros..
(di 1 urna corla elasse de pescadores, qual j j .
se ve. que o Sr. Tito nao'6 ind.llorente : asfe T di #
desconfiamos que este Sr., fogoso opposlcionista
17
276
------ 293
159
14i
------ 333
Doscarregam boje 18 de outubro
Barca ingtezaJohn Mirtinobjectos para a es-
trada de ferro.
Barca portuguezaCynthia ferro e earvo.
l'.ilhabote nacional Artistadiversos gneros.
Consulado geralt
a 1 a 16. 8 7705803
....... 225780
du gabineno Ferraz, nao pescis a sua reeleico
por esta forma : busque outra lctica, meu charo
Sr que usa c muilo calva, lauto mais se s re-
montar i poca do IboO, em quo o Sr. Leilo I
solfrou do Sr. Tito aquilio quo uinguem ig-
nora......
A intriga que o communiranlequr derramar
ntrenos e o presidente da provincia, como cla-
ramente so de-prebende do seucommunic.no,
"au ganhar terreno, mo grado sou porque nao
citamos diapnsios contribuir de nossa parte
1G8;UJ0 l':,ra 'l'"' o -sf- Tilocurnpra com bom exlo a sua
honrada rnis^o. Quera s vire da intriga, s
I quer pasto para alimenta-la : o illustre ccramu-
3JO00 t "cante esleja ceno quo j o conhecomos .
Qe nos importa que o colleja considere des-
comroslurus esses arligos que allude, lamen-
2it)$00J l'1"-1" '!" D- doraos publicidade cu peiores do que os n.ue tem publicado e uubii -..
jornal, que se tem coi.-.pri,io n'um peloutinho,
onde sao acontados tantos liomens dislinclos, ho-
nestos e do probida le ?
Estimamos todava que o collega apregde estas
doulrinas, porque talvcz forca do muito apro-
goa las se habitu coroprehende-las o apro-
veila-las. para outra vez nao so prestar esc re-
ver insultos e pruferi-los na cmara dos depu-
tados (se l lomar) contra homens taes como o
Sr. Si o Alhuquerque.
O Sr. Tilo prega ptimos sermes e d cono-
llios ainda melhores, mas, como so esl vendo,
8:996j583
Rendimenlo d
dem do d3
Diversas provincias.
dia
17.
1 a 16.
55700
2*704
59746
Despachos de e.vportaco pelame-
sa do consulado desta cidade n 1
dia 1 J> de outuhro de 1H5SD
LiverpoolBarca ingleza Bonitas, l'aton, Nasii
& C., li saceaa algoda.
Hccehetloria de rendas internas
geraos ile Pernambuco.
20;00
3600000
70D?000
llonlimento do dia 1 a 1C.
dem do dia 17.
Consulado pr.
Rendimenlo dojlia 1 a 16. .
dem do dia 17.....
26:1329610
3:6065583
29:739J!93
-'al
528:000
63i$O0O
920:0.0
8*03000
8 SOJOOO
1:8005000
192-jOOO
300*000
14J000
100*000
660-jOOO
138*000
420*000
300*000
900J00O
240JO00
3O$000
1M)293
12-587?G37
480g000
24OJ00O
nao c o ultiiiio despresa-los o primeiro !
Dito isto, fique-se sabendo que nao vemos
parle no artigo que as temos referido, e que
nao buscaremos approvar ou censurar os opinies
do sou autor, quo est no seu direilo escrevenlo
o quo respeilo bem Ihe parecer, polcndo ter
quem o applauda ou quem o censuro, o q 10 nao
queremos indagar.
.Cumprehendemos assim a libordade da in-
prensa; mas o mesmo nao acontece com o col-
lega, que, al n'islo mostra o quanlo 6 liberal !
Eocarregou-se.o collega de responder per-
gunta dos Scepticos ; elles que Ihe agradecam o
irabalho quo se deu, e quo liie digam so agra-
dou ou nao essa rosposta, que com isso nao nos
importamos.
llecite, 17 de outubro de 1SG0.
/.
alJBIg*g'S,^.'P-*Ji!ir -..- ~. :-tryj,T*t-\-fl?^r.-:-.Jg3aaMWI
Publicacoes a pedido.
Ao corpo do commcreio.
Por arlo de eleicao para novas diroctorias das
caixas filiaes no semestre lindo, posta em orti-
ca pela presidencia do banco do Brasil no Rio
de Janeiro, ieoii no olvido a reeleico como nos
mais annos, para o lugar de um dos directores
do numero que cempoem a administraco da
caixa filial d'esla provincia, o mui digno nego-
ciante o Illm. Sr. Jos Pereira da Cunha.
Dolado da nalureza, como o Sr. Cunha do
boas maneiras o excedentes qualidades para
bem servir todas aquellas pessoas que frequen-
tavam aquelle estabelocimento em dias de sua
semana, o interesse que tomava em satisfazer a
todos que Ihe recorran) emlim, o (ratamente
delicado quo prodigalisnva s partos e aos era-
progados da nat-sma caixa fnlial, tornara-se na
verdade bastante scnsivel a sua desonerajo
d'aquelle cargo, nao s a um grande numero de
seus amigos, como tambem ao cerpo do commer-
cio, seus collegas e empregados da supr.adila
caixa.
Durante 5 annos que fez parto como membro
da directora ainda mesmo no tempo do extincto
Precos correntes dos principacs
ros c produeces nacionacs,
que se despacham pela mesa do consu-
lado na semana de
de 15 a 20 de onlubro de 1860.
Agurdenle alcool ou espirito
de agurdenle ..... caada
gene-
banco de Pernambuco, foi com honra, intogri-j ,,jem dem seceos espichados,
dado e modestia preenchido devidamente sous '
deveres, esmerando-sc para bem satisfazer as
l necessidades commerciaes, o que provou exube-
1 rantomeote nos mezs prximo sua viagem com
200)000 : seu comportaraento, que muito cooperou como
I negociante entendedor das faltas e transes por
163^000 que passam o commercio, para nao lamentar-se
; grandes quebras e prejuizos. pois que o contra-
516*000 rio nao succedeu at seu embarque.
O digno cidado, bastante conhecido n'esla
96*000
dem caxaca...... >
Idom de cana......
dem genebra......
Idom idom....... botija
Idom licor....... caada
Idom idem....... garrafa
dem rcstilada e do reiDO caada
Algodao em pluma 1.a sorte. arroba
dem idem 2.* dita ....
Idom idem 3.a dita ....
dem em caroco ...-.,
Arroz pilado...... arrba
dem com casca..... alqueire
Assucar branco novo arroba
dem mascavado idem ...
Azeite de mamona .... caada
dem de mendoim e de coco.
Borracha fina...... arroba
Idom grossa......
Caf em grao bom..... arroba
Idom idem rcstolho ....
Idom idem com casca. ...
dem moido......
Carne secca ...
Carvo de madeira.....
Cera de carnauba em pSo
dem idem em velas. ... >
Charutos bons...... cento
dem ordinarios.....
dem regala......
Chifres........
Cocos seceos.......
dem salgados ..;... libra
>
dem idem verdes ....
dem de cabra corridos um
dem de onca .
Doce de calda .
dem de Goiaba ,
dem seceos .
Espanadores grandes,
dem pequeaos
provincia acha-se na Europa como a puulico bom ; c-tpj-ag de preperi
sabee para onde foi procurar com os ares eu- 1,
ropos melhoras a sua Eterna, consorte que tanto Escupa nacional .
ar

um

urna
arroba
1*120
600
1$000
1*090
320
1$2S0
320
1000
7$8C0
6SS0O
5^800
13950
23500
3$600
4$80O
vao
19920
23000
73000
43000
73500
43500
53000
93600
4J500
1S6C0
93000
13$000
2J50O
l$O00
3S00O
53000
43OOO
220
400
140
300
103000
500
400
1*000
3g200
130110
300
13600
MUTILADO


()
Farinha de araruta .... j>
dem de mandioca .... alqueire
Feijo........ alqueire
Fumo em folha bom. ... roba
dem idem ordinario. ...
dem idem restolho ....
dem em rolo bom ....
dem idem ordinario. ... >
Gommapolvilho .....
Ipecacanhua...... arra-
Ienha em acha* grandes cenlo
dem idem pequeas. ...
dem em toros. ...
Madeiras cedro taboas de forro urna
Louro pranchoes de 2 cuslados um
Cosladinho....... ama
Costado........
Forro.........
Soalho........ >
Varas aguilhadas.....
dem quiriz.......
Yirnhtico pranchoes de dous
custados.......
dem idem custadinho de dito >
dem taboas de costado de 35
a40p. de c. e21/2 a 3 de
largura ........
dem idem dito de dito uzuaes >
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dito
dem em obras eixos de secu-
pira para carros..... par
dem idem rodas de dita para
ditas .........
Mol........ caada
Milho........ alqueire
Pedras de amolar .... urna
dem de filtrar.....
dem rebolos......
Fiassava em molhos um
Sabo......... libra
Salsa parrilha...... arroba
Sebo em rama......
Sola ou vaqueta (meio). urna
Tapioca........ arrba
Uuhas de boi...... cento
Vinagre........ pipa
To brasil ....<) Quintal
DIARIO DE PERNABMUCO. QUINTA FEIRA 18 DE OUTUBRO DE 1860.
sgooo
2J500
7fl000
150GO
9g000
7S00o
16S000
63OOO
49OOO
25SO0O
2g500
1$600
129000
3J000
9$000
68O00
8S0O0
2JJ500
4g000
25310
1S600
20JC00
12g000
45gOOC
16JJ000
6$<)0l>
90C0
16$000
30$00C
40C
3g5O0
800
9g000
lgl20
200
120
25$000
5gOOO
2$800
3500
$300
5O9OOOi
10*000
Movimento do porto.
C5 C c O n e 3 c c ji 50 * es a. u B 1 Borat 1
c en m 0 e 3 c c M Atmosphtra.
W Direcgo. m 2 H O
* V v 53 O 1 Intensidade
O O es s s 1 Centgrado. H w ac 0 K -i 33 O
ce ^1 10 t t lo Reaumur.
8 00 ce i*. 00 0 s. Fahrenkeit
es ce O 10 -1 0 s.i Hygrometrt )
^1 -4 4 es o SJ3 1 r3 Barmetro
c
B
V.
P5
P
<
> c
-j v.
trege. Afogados 15 de outubro de 1860.-An-
tonio Gonclvesde Moraes, subdelegado supplen-
le em exercicio.
Os proprielartos de navios do porto desla
cidade, que anda nao os houver acrolado, sao
chamados a salUfazer esta condicao do regula-
memo das capitanas dentro do prazo de 15 dias.
sob pena de multa e. prohibido das sabidas dos
mesmos navios.
Caoilania do Porlo de Pernambuco 5 de outu-
bro de 1860.
Pela capitana do porto se faz publico aos
propietarios de navios do porlo desU cidade,
que nao os tenham arrolado, sao chamados a
cumprir essa condicao do regulameulo das capi-
tanas dentro do prazo de 15 dias, contados desla
data, sob pena de mull e prohibido de sabida
de navio nao arrolado.
Capilania do porlo de Pernambuco 5 de outubro
de 1860.O secretario,
J. P. Brrelo de Mello Rogo
Pola adnainislraco do correio desla cidade
se faz publico, que as malas que tena de condu-
zir o vapor cosleiro Persmunga com destino a
Tamandar e Macei. serao fechadas no dia 20
do correle s 3 horas da tarde.
Conseibo administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os ohjec-
los segiiinles :
Para as soccoes de pedestres da capital da pro-
vincia.
Seccao da freguezia do Recife.Bonetes, 10,
grvalas 10, frdelas 10, calcas de panno azul 10,
caifas brancas 10, tpalo 10, capotes 10.
Seccao da freguezia de. Santo Antonio. Dneles
10, grvalas 10, frdelas 10, calcas de pao azul
10, calcas broncas 10, sapalos 10, capotes 10.
Seccao da freguezia de S. Jos.Bonetes 10
grabas 10, frdelas 10. caigas de panno azul 10
calcas brancas 10, sapalos 10, capotes 10.
Seccao da freguezia da Boa -Visla.Boneles 10,
grvalas 10, frdelas 10, calcas de panno azul 10,'
calcas brancas 10, sapalos 10, capoles 10,
Quem quizer vender taes objectos aprsente
js suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 19
do correle mez.
Sala das sesses do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 12 de
outubro de 1860.
Denlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Conselho de compras navaes.
Tendo-se de promover compra dos objectos
abaixo declarados, manda este conselho fa/er pu-
blico que tratara disso em sessao de 18 do pre-
sente mez, avista de proposla's em carias fecha-
das, entregues nesse mesmo dia al s 11 horas
da manha.
Para os navios.
Linha de barca i (S), plvora grossa 33 @ e 12
Vi serrotes grandes do mao 6
Para os navios e o arsenal.
Agulhas de lona e brim 300, fio de ve Ha | ,
papel baca para forro de navio 8 sebo em pao
20 remos de fan de 14 a 18 ps cem. vergon-
teas de pinho de 4 a 6 polegadas 50.
Para o Aracaty.
Seguir brevemente o hiate nacional Santa Ati-
na : para o restante da carga trala-se com Gur-
gl Irmaos, em seu esenptorio, ra da Cadeia do
Recife, Io andar n. 28.
Aracaty.
Para este porlo seguir breementc o hintc
Bxhalaco: para o restante da carga trata-se
com Gurgel Irmaos em seu escriptorio, ra da
Cadeia do Recife, Io andar n. 28.
Porto por Lisboa.
Va sahir com brevidade para o Porto com es-
cala por Lisboa, o brigue portuguez Proraplido
II, forrado e encavilhado de cobre, de PRIMEI-
RA MARCHA ECLaSSE : para carga e passage-
ros, para os quaej tem excellenles commodos,
trala-se com Elias Jos dos Santos Andrade &
C, na ra da Madre de Dos n. 32, ou com o ca-
pito.
Ccar, Maraiiliiio c Para
Segu com brevidade o bem ronheciio hiato
Lindo Paquete, capito Jacintho Nunes da Costa
por ler parle de seu catregamento prompto ; para
o resto c passageiros, trata-se com os consigna-
tarios Almeida Gomes, Alves & C, no seu es-
enptorio, ra da Cruz n. 27.
Cear eMundau',
Segu no da 19 do mez eorrente o hiate Santa
Ha, recebe carga e passageiros: a tratar com
Caelano C. da C M. & Irmo ao lado do Corpo
Santo n. 23.
O -ctor Frederico Sckiner declara
que obrigacSo renhuma tem par com
a comgpnhia do theatro de Apollo.
O Sr. Manoel Avelino de Barros Lima, de3ta
dala em dianle deixou do ser roeu caixeiro Per-
nambuco 16 de outubro de 1860.L. Pugi.
Aluga-se sala e alcova do primeiro andar
da casa n. 3 da ra do Queimado : a tritar na
luja da mesnia.
Aluga-se urna oreta propria para ama de
casa ; na ra Velha n. 76.
O Sr. Joo Francisco da Costa Estrella, al-
teres do 8 batalhao, lem urna carta vinda da
villa do Bonito para Ihe ser entregue ; na ra
do Queimado, loja de miudezas de Joaquim Jos
da Cosa Fajozes Jnior.
Prccisa-se de um preto para o servco in-
terno e externo ; na padaria da ra das Cinco
Ponas n. 38.
Precisa-se de 3:000# a premio, dando-se
por garanta ura predio de dobrado valor ; na
ra do Imperador n. 6, se dir quem quer.
Aluga-se um sobrado de um andar proprio
para escriptorio, cujo sobrado lem a entrada por
dentro da casa de negocio ; na ra do Rangel
numero 6.
Francisco Jos da Costa Guimares, pede
por especial favor aos Srs. Guimares & C, e
Custodio Moreira de Souza de coraparecerem em
sua morada, ra do Rangel n. 22, a pedido do
Sr. Jos Flix da Malta, da Baha, para negocio
de commum interesse, ou declararem a sua mo-
rada afim de serem procurados.
Segu em poucos das o palhabote nacional
Dous Amigos por ler sua carga quasi comple-
ta ; para o resto Tque anda podo receber, trata-
se com seu consignatario Francisco L. O. Azevc-
do, ra da Madre de Dos n 12.
Para o Rio O velero patacho nacional Deberibe, de pri-
meira marcha, pretende seguir com muita brevi
dade, para o resto da carga que ihe falla tiata-se
cora os seus consignatarios Azevedo & Mendes,
uu seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Leudes.
No dia 19 do eorrente o agente Evaristo fa-
r imprelerivelmenle leilaoda taberna da roa da
Imperatriz n. 34, em consequencia de se nao ler
eflectuado sua venda no dia 16 como foi mar-
cad
Urna taberna.
3S
O
r-
C
c.
u
>
A noile clara com alguns nevoeiros, vento SE
velo para o terral c asslm amanheceu.
OSCILLACAO DA AR.
Baixamar as 11 h 54' da raanhaa, altura 0 50 p
Preamar a 6 h 6' da tarde, altura 6 50 p.
Observatorio do arsenal de marinha 17 de ou-
tubro de 1860, Virgas J.jsioh.
Editaes.
Tara o arsenal.
Limas chatas de 10 a 16 polegadas sorlimenlo
igual 80, dilas de meia cana de ditas polegadas, 1
- dem 80, limatoes de 12 polegadas 10, ditos de 1 j /-,.;<,. C h o 1
Hdilas 10, limas triangulas de 12 ditas 10, ditas 'JUini-lCira 1 (10 COYVCntC
..ditas de 14 ditas 1. lixa de esmeril em panno r r ,u
200 f.dhas, ms de 3 ps de dimetro e 9 polega-! G*U CariV,|hoA''lnsado pelo Sr. Apolinario
das de grossura 2, carvao de cok 10 toneladas '.snac, d.a Lonceicao e seus credores far leilao
cobre velho 100 folos de 30 polegadas 1.
Para obras do porto.
Cabo de linho ou manilha para espas, de 3 a
7 polegadas 20 pecas.
Sao as condicoes para o contrato acerca da re-
ferida compra sujeitarem-se os vendedores
mulla de 50 por cento do valor dos objectos nao
entregues da qualidade e na porro contratadas
alcm de carregarera com o excesso do preco no
mercado, caso o baja, por molivarem essas 'faltas
que ah recorra-se; bem como serem pagos do
que venderem logo no mez seguinte.
Secretaria do conselho de compras navaes em
12 de outubro de 1860.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
da sua taberna sa na ra Velha da Boa-Visla
n 27. a prazo ou a dinheiio consistindo em ar-
macao. bons gneros e poneos fundos para co-
modidade dos concurrcnles haver cerveia para
refrescar o calor ; s 11 horas era ponto.
LEILAO
DE
Trocam-se sedulas da Baha, do
largo do Corpo Santo, armazem n. 6.
Agencia de passaporte e folha
corrida.
Claudoo doRego Lima tira passaporte para
dentro e fura do imperio ; na ra da Praia n.
47, primeiro andir.
Aluga-se a casa n. 71 da ra da Concordia
propria para qualquer oflicina e raoradia de fa-
milia : a iratar no armazem de materiaes de Ma-
noel Frmno Ferreira.
Hotel Sebastopol.
Acha-se de novo vista esto novo estabele-
cimento na ra do Imperador n. 16, on e have-
r lodos os domingos e dias santos mao de vacca
a melhor possivel. e bons petiscos a qualquer
hora do dia e de noile ; assira como forneco-se
comida para fora com lodo o asseio e por barato
preco, ueste estabelecimeoto esl-se conslruindo
uns quarlos proprios para hornera soltero, os
quaes se alug^m da forma que convier a quem
pretender ; tambem ha papa de araruta todos os
dias das 6 horas era dianle.
Os abaixoassignados fazem scienlesao res-
peitavel corpo do commcrcio desla cidade, que
nesla dala eirectuirara a sociedade em interesses
communs em um estibeleclmenlo de seceos e
molhados a varejo e por atacado, bem como
commissoes tanto do interior como de barra fia
na ra do Rangel n 22, cuja razo social ser
Costa Guimares & Res, ambos responsaveis
pela inestna firma.
Recife 16 de outubro de 1860Francisco Jos
da Costa Guimares.Jos Ferreira dos Res.
Nos ltimos das de outubro at o 1 de
noverabro va praca por 2:000g uto sobrado
grande, velho, com alguma ruina, na frente da
ladeira do Varadouro na ra de S. Benlo ; alm
do quintal que comprido, lem um terreno mu-
rado adjacenle e cacimba.
Gabinete portuguez de
leitura.
Por ordem da directora fago saber aos Srs. as-
sociados, quo esto om debito por mensahdades
vencidas, que, para mais commodidade dos mes-
mos senhores. lenho autorisado, alm do era-
pregado o Sr. Eslima, ao ajuJante do bibliotheca-
rio Anlonio de Souza Pinio, para receber no ga-
binete as sobreditas mensaldades, era poder do
qual enconlrarao os competentes recibos.
Recife 17 do outubro de 1860.
O Io secretario
Antonio Baptista Noguiera
Fugio hoje do poder do abaixo assignado a
sua eserara Ignez, preta, fula, de 17 aunos de
idado pouco mais ou menos. Sahio vestida de
riscadiuho rxo cora chale encarnado, e levou
urna trouxa com diversas pecas, inclusive um
vestido de cambraia branca ainda por acabar do
fazer. Esta escrava foi comprada em 25 de fo-
vereiro do eorrente anno ao Sr Sebastiao Ans-
elo de Mello Reg : quera a pegar e entregar na
ra do Hospicio n. 13 ser bem recompensado
por
.,..., Augusto Pinto de hemos.
Recife 17 de outubro de 1860.
Os administradores da raa.ssa de Manoel An-
tonio dos Pasaos Oliveira & rogara as pessoas
que eslao devendo ao armazem do trastes ni ra
Nova n. 21 querara satisfazer seus dbitos al o
fim do eorrente mez de outubro, visto que. pas-
sado este prazo, proceder-se-ha a cobrar judi-
cialmente todas as dividas activas do mesmo es
labelecimenlo.
Recife 17 de outubro de 1860
Sr. Redactor do Diario de Pernambueo.
A moral exige das autoridades, que attendam
para os anuuncios da ordem dos que se publicara
diariamente no senido do que vem no seu bem
conceiluado Diario n. 2il do 17 do crreme
chamando ao pagamento de dividas ao hachare!
Antonio Aflonso de Aguar Whilskei, um c-uto
seohor, que conprou a Manoel Jos do Nasci-
ment e Silva gneros para passar a festa. Se
na le ha recurso para embolso do credor, para
que usar de um tao avillanle, como o do'expor
aos olhos do publico as faltas de cada nm os
gneros de pnmeira nccessade, c essas para
passamenlo de festas, dovem ser vendidos a di-
uheiro; o aquelle que o nao fuer, ou nao fr au-
torisado a conlla-los, lome a si a culpa do nao
pagamenlo. O contrario abrir a parla ao ibu-
so de comprar a crdito quera nao lera dinheiro i
para o pagamento, e mulitas vezes de cousas su- 2-
perfiuas. o que de ordinario acontece, pela sua
pouca idade, e mocos que veera esludar ni ac-!
demia de direilo. Cora a publicacao desle lera '
mais a dever-Ihe o seu venerador
O amigo do bacharel Antonio Alfonso.
Aviso.
er
IKB Attend _
a cocheira nova. I
Ruado Tambin. 11.1
vt
arjg
VEIS
nambuco 13 de outubro
maior interino,
Luiz Francisco de Sampain
Directoria geral da instruc^ao
publica.
c i j i nacional, (
i-aco saber a todas as pessoas quo se dedicam de Poitas
nVvnc'i'a0 ^^^i^"**!10- DeS'a Sccr,lla^ Ihesouraria
provincia, que o lllra. Sr. director geral nleri-
no Ihes manda lembrar o fiel cumprmento da
le regulameular n. 369 de 14 de mao de 1855
na parte relativa ao referido en3no particular
mu especialmente quanto as dsposiees se-
gu n les :
Art. 86. Os professores ou directores de esta-
bolocimentos particulares sao oorigados :
1. A remeltcr aos respectivos delegados rela-
tnos trimensaes de seuslrabalhos, declarando o
numero de alumnos, a disciplina e compendios
adoptados, e fazendo as observarles que enlen-
derem convenientes.
2 A participar-lhes qualai"" aiteracao que
projectem no redime*' ds seustabeieciroenros
corn a prc^-- ntecedencia, e a solicitar autori-
....ou para sso.
3. A dar-lhes parle de qualquer mudanca de
residencia. *
4i A franquear-lhes as aulas, dormitarios e
mais dependencias dos estabelecimentos, no caso
de os g.urerem inspeccionar.
E para que chegu ao conhecimenlo de todos
mandou-so publicar o presente.
Secretaria da instruccao publica de Pernam-
buco lo de outubro de 1860.
Salvador Henriqucde Albuquerque
Secreiario interino. '
De ordem do lllra. Sr. inspector da Ihesou-
raria de fazenda desla provincia, sao convidados
os senhores herdelros de Jos Francisco Rimos, .
para que se sirvam de aprsente nesla secretando casa, sem imite de Vreco
na posse da casa n. 12a, sita em terreno proprio
nacional, da ruado Pilar desta cidade, em Fra
QuDta-feira 18 do eorrente.
Antunes far leilao em seu armizem na ra
do Imperador n. 73, de ricos e variados nuls
Principiar s 11
Alugam-se cavallos proprios para pa<-
seos, arriado de novo e tambem recebe- ^
se cavallos de Iralo por mez ou por dia K
ij por menos preco do que om outra qual- A
' il5 ijuer parte. &
I recisa-se de ura hornera pora tratar d um
O Sr. bacharel Antonio ATonso de Aguiar "vall. P^fenndo-sc portuguez, dando-se sus-
Whttaker, natural + S. Pauio. hoje empreado ". boni 8alari : na rua Ja3 Flures, na olli-
la comarca de Pira. Singa da mesma provincia |C
de fazenda de Per-
de 1800. O oficial
Silva
Novo Banco de
Pernambuco.
Sao convidados os Srs. accionistas do
ovo banco de Pernambuco para virem
receber o quinto dividendo de Os por
Sexa-feira 19 do eorrente
Costa Carvalho fara' leilao em seu ar-
mazem na rus Nova n. 65, de um ex-
cellent carro novo muito leve de 4 ro-
Tieira mandar pagar a leira que fico a 'dever
em Pernambuco, quando esteve esludando.
O Sr. Manoel de Amorira Lima que foi nes-
la cidade procurador do Sr. Dr. Pedro Bellro e
hoje se acha residindo em Santo Anto hala
quanto anles de vir pagar o que ficou a di'ver n
loja de calcado da rua do Cabuga, para nao pas-
sar pelo desgosto do pagar judicialmente.
Altenco.
Piecisa se de urna criada de meia
idade preferndo se portugueza, que^
d fiador a sua conducta, para casa de!
urna familia ciistincta, nao se ollia a
DeelaraQoef.
Secretaria do governo de Pernambu-
co era lo de outubro de 1860.
Tela secretaria do governo se faz publico, pa-
ra conhecimenlr, de quem' interessar possa os
despachos constantes da relaco abaixo 'que
oram proferidas pelo Exra Sr. ministro da jus-
tica em diversos requerimenlos de parles desla
provincia, no mez de setembro prximo (indo.
fela cao a que se refere o edital cima
2-Jose Pinto da Malta.Perdo.-No tem
logar.
29Urbano dos Santos Cardsedem.Cum-
pra o decreto de 28 de marco passado.
29Francisco Anlonio do Souza.dem. Inde-
ferido.
22Jos dos Santos Torres.Offlcio de iustica"
dem. *
CJos Marianno de Albuquerque.dem
Prcjudicado.
12Guilhermino de Albuquerque Martins Pe-
reira.dem.dem.
12Francisco Thom de Paula.dem.Avista
da resolucao de consulta de 1852, nao tem
Jugar.
O secretario do governo,
Jos Rodrigues Chaves.
Tendo a directoria das obras militares de
mandar por urna travo sobre que descancam as
estivas do quartel da companhia de cavallaria
convida as pessoas que desle servico se queiram
encarregar, a co-nparecerem na referida directo-
ra nos dias 18, 19 e 20 do eorrente mez, das 10
horas da manha em dianle.
Directoria das obras militares de Pernambuco
1/ de oulubro de 1860.M. 1. Brido.
Pela subdelegacia dos Afogados se faz pu-
blico que se acham depositados dous cavallos
ambos alasaos.os quaes foram lomados de Manoel
Antonio de Moraes por se julgar furtados : quem
direilo liver, comparega, que provando legal-
mente Ihe ser entreirne. O subdelegado sup-
plenle, Antonio Goncalves de Moraes.
Pela subdelegacia da freguezia dos Afoga-
dos se faz publico, que se achara depositados
dous cavallos, sendo um rodado pedrez, remetti-
do pelo inspector da Sicupira Forte, por andar
vagando sem conductor, e outro alasao escuro,
que foi remettido pelo inspector do Barro, por
suspeita de ser furlado. e no aclo de ser tomado,
se pois em fuga o ladro; quem se julgar com
direilo, compareca, que provando, Ihe ser en-
----------------- o |>ui--------. i iu iivtu muiiu ieve ae ro-
acedo, dodia 10 de setembro em diante, das com i assentos. para 1 ou dous na
*&1SttVttS^m"*^ a -* diaem
dous cavallos, ambos alasaos. os quaes foram to! Ponto
mados de Manoel Antonio de Moraes, por se jul-
gar furtados; quem direilo liver, compareca rioe
provando legalmenle, Ihe sera entregue, o
subdelegado supplenle,
Antonio Goncalves de Moraes.
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para serem re-
colhidas desde j as notas
de 1 o,ooo e 2o,ooo da
emissao do banco.
Avisos martimos.
Para o Ass segu no dia 20 do crrrenle o
hiato Beberibe, ainda recebe alguma carga : na
rui do Vigano n. 5.
Cear e Acarac,
O patacho F.mulacao segu com brevidade, pa-
ra carga e passageiros Irata-se com o capitao a
bordo ou no escriptorio de Manoel Gon;alves da
oliva
LEILAO
Sexta-feiralO do eorrente.
O agente Camargo fara' leilao por
despacho do Exm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio e a requerimento de
Heni7 Foi-*ter & C dos objectos arres-
tados a Jos Joaquim Narciso, como se-
jam balancas, relogio. candeeiro, ban-
cas, cabide.cama de ferro, barricas va-
zias, ditas com farinha etc., no men-
cionado dia as 11 horas em ponto no
deposito publico rua do Rosario.
LEILAO
Para os Srs. de eiigenho.
Scxla-fcira 19 do eorrente.
DE
2carrocas americanas.
Borol & C. far leilao por intervenc.io do agen-
le Costa Carvalho. de 2 carrosas americanas de
nova invencao proprios para carregar assucar
no da cima sll horas era ponto no armazem
do Sr. Borol & C na rua da Crnz n. 9. as 11
horas em ponto.
prcoocumpiindo os seus deveres que
Ihe serao explicados: a tratar na rua
Nova n. 58, loja. <
Aluga-se o sobrado de um andar
com um soto muito grande, com quin-
tal, cacimba eo armazem do mesmo si-
to na rua do Irum confronte ao cha-
fara : a tratar na rua da Cruz n. 36.
Aluga-se
o segundo an lar da casa da rua da Im-
peratriz n. 5 : a tratar na loja da mes-
ma casa.
Precisa-se alugar urna preta escrava aue
saibaleiignmmarecoziahar: na rua do Vigano
n. 14, segundo andar.
J. Ilunder, alfaiale, d um beneficio ao pu- i
blico em geral e para quera quizer aproveilar um
Pequeo resto de fazendas que quer acabar at o i
nm desto anno, oplimo para casacas, calcas e i
colletes, artificiado medida dos freguezes -*tam- I
bem se encontrara algumas obras proraptas. feitas I
pelo melhor ofTicial de Pernambuco, pelo memo
preco_que se pode comprar na primeira mio dos
negociantes, (dinheiro visla) : na rua Nova
numero 67.
na de marcineiro n. 3.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar
o diario e engomme, e tambem para comprar
na rua do Vigario n. 14, segundo andar.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
para todo o serxiro de uraa casa de pouca fami-
lia ; na rua da Cruz do Recife n. 32. primeiro
andar.
mmmmmm mm m^'mn
Ouem precisar de um feilor portuguez S
com bstanle intelligencia e que podedar M
conhecimenlo de sua conducta on ainda v*
mesmo caixeiro de engenho dirija-se SE
santo Amaro na rua do Lima na taberna 3
de Jos Jacintho de Carvalho jg
O Sr. llarilm Rin^T S^S""!..*^^*
rM^tAe^L^Ceri', pard0 escur. morador na
reguezide I Z*'1 "m ,Ug" Pncenle
pralic-r do novo na igreja de S. Jos, o que da
parcena com um outro de norae Baha paticoo
na segunda-feira. 15 do eorrente, por Sccasiio
da novena de N. S. do Bom Parto, tlvez a ao-
r.dade policial faSa-o findar a respectiva novena
sultar det,nSo. P" aprender a nao in-
Contina fgido desde 29 de julho deste an-
no o escravo pdo acaboclado de nomo Joo.
'uhre! !.gAnaeS.SrSU,Dles : corpo e Saturare:
fdalIlK .*?*hd* Prrlrsofrrido desesoes. de
idade 25 a 30 aunos. falla descauoada, mansa e
seranre conlrafeita, mostrando fingimento, na-
tural de Inhamum, foi propriedade de um velho
por norae Joao Secundo do raesmo serto, o por
morte deste vendido pelos herdeiros. sendo um
dos olimos possu.dores Ignacio Ferreira Timu-
ve.fen idC e"SPnh d0 Su|. 1ue larnbe"i O
di ',Ual,UC,rserlo: rSa-se as capites
o ,S "'i 1,,al1er pessoa que delle souber.
senhor "o" m"' i??".1 A1lpucos a seu aclua
senhor o major Joao Francisco do Reg Ma.a
ou no Recife a Symphronio Olvmpio de Qucro-a'
que se recompensar generosamente
Os ortenos do i." batalhao de arlilharia a
Pe abauo ass.gnados. vera parante a opmiao pu-
blica eepressar por ura voto de gralido os seus
sinceros agradecimeotos ao Illm. Sr maior Car-
los tilippe da Silva Ifuniz e Abteo, pelas manei-
ras obsequiosas e disuadas cora que sempre os
Iratou durante o seu coramando interino
de S Cirap0 daS Princezai 17 d0 outubro
Capito, Jos Evingelisu Nery da Fonseca,
dem Jos Pedro Nolasco Pereira da Cuuha.
Ilem Jos Angelo de Moraes Reg,
dem Tiburcio Hilario da Silva lavares,
tem Luiz Francisco Teixeiri.
dem Anlonio Luiz Ouarle Nones.
2." tenente, Jos Antonio Ribciro de Frelas.
dem Filippo Marques dos Santos Jnior
lenle ajud -nte, Clemente Francilio Tavares'
lente secretario, Jos Joaquim Ferreira d
tenente, Manoel Goncalves Rodrigues Franca
lente quartel-mostr, llv'ino Jos de Oli-
veira Coelho.
teneule, Joaquim Jos dos Reis Lima,
dem Americo Clemente Duarte Pereira
dem Francisco Jos da Silva.
Precisa-se de una ama que saiba bem co-
Izinhar : na rua dos Pescadores ns. t e 3, pa"jn.
do-se-lhe bem o seu trabalho.
J Nicola Bruno com seu Qlho, subditos ita-
lianos vao f.,zer urna viagem fura di provincia.
Jrecisa-se alugar urna prela escrava qe
saibi eiigornmar e cozinhar : na rua do Vicario
n. 1 segundo andar. 6
Na rua estrella do Rosario n. 1, precisa-se
de ura caixeiro que emenda de taberna.
L H- l,,'llit,u do Nascimenlo Luna tenha a
bondade dirigir-so 5 rua do Queimado, loja n. 10
a negocio de seu interesse. '
I O Sr. Argemiro Eugenio P. Albuquerque
, guarda da casa de detencao, teoha a bondade di-
| ngir-se a rua do Oueimado, loja n. 10 a nego-
cio que nao ignoro.
Aluga-se uma escrava propria para lodo o
servico de una familia : na rua da Gloria n 1S
Anlonio Rodrigues Maitins Ferreira, sub-
dito portuguez, raaos porto do sul do imperio.
O Sr. Alfredo de Albuquerque Martins Pe-
reira queira apparecer n.i rua Ja Cruz n. 21 a ne-
gocio
Roga-so ao Sr. fiscal da Boa-Visla que lan-
ce suas vistas em urna poreo do poicos que an-
dana sollos nos quatro canlos da Capunga velha
estragando rua e ilios alheios.
O queichoso.
No da 15 do correle. Dlas 8 horas da
noile, desappareceu do bolcquim da rua larga do
Rosario n. 2, o escravo Feliciano, crioulo, do
idade 35 annos, pouco mais ou menos, cojo es-
cravo tem os signaos segolntos : altura regular,
cheio do corpo. eraros nos ps, e calvo no alto
da cabeca de carregar peso quera o aprehen-
der, leve-o ao mesmo boiequim cima, que se
gratificar generosamente.
OITere:e-se una mulher capaz para ama de
urna casa de pouca familia, de portas a dentro :
- O Sr. Dailio Bautista HiruSb maA^T -u",c"sa.ae Puca ^"iiiia, de portas a dentro :
i nunciar sua morada ^Sd* BE ^ T VZ^T^ ^^ *"-
Rua Nova, em Bruxellas (Beldca)
SOB A M1ECC40 BE E- ktBVWD-
Este hotel collocado no centro de urna das ran'uaoe m,>nn. j V
valor para os braseiros e portuguezes ?? ST^SSST. tnfel '"Zlt *1
urna das melhores da cidade, por se achar nao s prximo sZ acoes de L f /fSm V
Alleraanha e Franca, como portera dous minutos de si in-,i7. e r* da
7esTduro ,a,fTsJo3 B*plsla BisP !u Meno--le sso, os mdicos precs convidara dS S lhealros e anmenlos; e,
g-VW; de^^^/Nta n.r55qUera ^ >"* ^ taf P^ 9. fallando o f rancez.allemao. menlo imrt e por
T O Sr. Joaquim Barbosa Cnpertino tem urna : 22* para companhar as louristas, qur em suas excurses na cidade, .'aur no reino 5S
' PrlUSal- SLT" 8 Pr PreSS (,Ue "UnCa eXCedem de 8 ,0 Sni (3W00 n^o)
Durante o aspaco de oito a Jez mezes, ahi residirn) os Exms Srs MMaiL r o, e seu filho o Dr. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Por.u4i) V n,, ? i
Netto, Manoel deFigueira Faria, edesembargador WosnjSo do Br Vil UmtiS?
, Uas pessoas tamo de um, como de oulro paiz. ^ bi,; e mullas ou-
S hS8d6 "!d0 SerV?' Prdia* regulam de 10 a 12 francos (43OOO4500.\
: h0ll "m-., informaces exactas acerca de tudo que pode precisar um es'rangeiro.
I. Luiza Feliciana d:i Funloura Lima em
cumprmento de um rigoroso dever vem
sigmucar os seus senlimentos de profundo
reronhecimento aos Ulms. Srs. Drs. Cosme
le Sa Pereira. Pilanga e Dias Fernandes,
ao disdnclo chefe da estacao naval e dig-
nos officiaes de marinha, *p'las provas de
amizade e apreco que prodigalisaram a seu
sempre chorado e bom esposo o cirumo
de diviso Dr. Jos Luiz do Araujo Urna
rallecido nesla provincia no dia 14 de ou-
lubro de 1860, bem como iguaes agradeci-
mentos tributa a todos os mais senhores
que compareceram a seu funeral e de no-
vo lhes r..ga para que assisiam no dia 20
do crreme s 7 horas da raanhaa na "re-
ja da Madre de Dos missa do seiimo oia
que manda celebrar peio eterno repouso d
seu finado esposo.
mimi
CftJVAXHM PERMIBIJCANA
DE
Navegado cosleira a vapor
O vaporPersinunga, commandanle Lobalo
segu para os portos do sul de sua escala no dia
20 do eorrente, recebe carga at 19 ao meio dia
encoramendas, dinheiro a frete e passageiros at
s d horas de dia da sahida.
O expediente fechar-se-ha as 3 1|2 horas da
larde. Nao se dan bilheles de passagem sem
que na gerencia Oque depositado o competente
passaporte, aos passageiros quo na forma da lei
nao podem viajar sem elles.
Para o Rio de Janeiro.
Oveleiro e bem conhecido brigue nacional Eu-
genta, pretende seguir com muita brevidade, tem
a seu bordo melado de seu carregamenlo para o
resio que Ihe falta trata-se com os seus consin-
natanos Azevedo 4 Mendes, no seu escriptorio
rua da Cruz n. 1.
Avisos diversos.
21000CACA0 np o g vaptttcA
PcvtTntmhucatift.
Domingo 21 do eorrente haver sessao extraor-
dinaria da assembla geral s 11 horas da ma-
nha.
Secretaria da Associagao Typographica Per-
nambucana, 17 de oulubro de 860.
Jivexcio Cesar,
Io secretario.
O secretario da irmandade de
Nossa Senhora do Terco, convida a to-
dos o s charissimo irmaos de nossa ir-
mandade para no domingo 21 se acha-
retn em nosso consistorio pelas 11 |10.
ras para reunio de mesa geral dos no-
vo* tunccionarios que tem de reger a ir-
mandade no futuro anno de 1861.
A irmandade do Senhor Bom Jess das
Dores, na igreja de S. Goncalo, no bairro da Boa
Vn-U. convida a lodos os derotos para assisli-
rem a festa do Senhor Bom Jess dos Pobres
Afilelos, que ter lugar no domingo 21 do cor-
rente, para que se lorne este aclo com mais bri-
Ihanlismo. Benlo Francisco da Cunha es-
crivao.
Portaran) hontem 16 do eorrente, pelas 8
horas da noile, da taberna n. 1 da rua das Cru-
zes, urna gaiola com um papag.iio conlrafeilo e
rnuilo manso : quem delle der noticias ser bem
recompensado.
Esl jusla para se vender a casi terrea n 5
sita na rua dos Prazeres : a pessoa queliver di-
reilo esta venda queira annunciar por esta fo-
lha nestes tres dias.
Precisa-se de urna ama para o servico de
eoznha em urna casa de pouca familia, na ra da
Palma n. 15.
SOCIEDADE
Alfaiale francez, residenle na rua da Cadeia do Recife t
tCl *%* C,dad0' q",e' desde 15 de a*,,s, ""i*"" de faze'r P?rt' d. Sai di ft' rcsfpilavel
acaba de abr.rum eslabelecimento om grande ponto, 0 n. 16 da rua dVfad.^ h b"!?W' qUe
rando desde ja aos concurrentes que esfo-car-se-ha pela nrfeicn l,. *" Rprife' "?"-
encommendas que Ihe forera feitas. Igoaimen'e em un. neo Zd^nZ f ^T'^0 daS "
gnstuse de primeiras qu.lidades, para calcasfpor pregoi"ommodos ZC"das de todS os
MMfflDMOJPAilTA
IJiSTITITO FIO E LITTERARIO
Scienlifico aos senhores socios que hoje have
r sesso de assembla geral as 3 li2 horas da
tardo, para Iratar-se de negocios urgentes
Secretaria da sociedade Inslltulo Po e Lillera-
no 16 de outubro de 1860.
J.B. deS Cavalcanli.
1.- secretario interino.
Engomma se com perfeico: no pateo do
Terco n. 5.
Procisa-se fallar ao correspondente do Sr
Jos Peres de Albuquerque Mara-ihao, na livraria
ns. 6 e 8 da praja da Independencia.
Casacas de panno preio a 3059, 355 e
Sobrecasacas de dito dito a
Paleiots de panno prelos e de cores a
20, 255, 305 e
Ditos de casemira de cores a 15 e
Ditos de casemiras do cores a 7 e
Dos de alpaca prela gola de velludo a
Ditos de merino setim prelo e de cor
a 85 e
Ditos de alpaca de cores a 39300 e
Ditos de alpaca prela 35500, 55,
_75e
Ditos de brim de cores a 3*500.
45500e
Ditos de bramante de linho brancos a
45500 e
Calcas de casemira preta e de cores a
9, 105e
Ditas de princeza e alpaca de cordo
prelos a ,
Dilas de brim branco e de cores a
2500 45500 e
Ditas de ganga de cores
Ditas de casemira a
?JS!nlicv!le,ei,,e veliud0 decores mui,ofino a
355000 Ditos de casemira bordados e lisos
.AiuiLa1"6!' 6 ^ CreS 3 5S' 5?500 e
35*000 Ditos de setim prelo a
a25000
128000
1200U
95000
5000
95000
5000
63000
129000
59000
55000
39000
55500
Di los de casemira a
Hilos de seda branca s 55 e
Ditos de gurgurao de seda a 55 e
Ditos de fustao brancos e de cores a
35 e
Ditos de brim branco e decores a 25 e
Selouras de linho a
Dilas de algodao a 15600 e
Camisas de peitode fustao branco e
de cores a 23300 e
Ditas de peito e punhos de linho mui-
to finas inglezas a dtizia
Dilas de madapolao brancas e de cores
a 19800, 25 e
Ditas de meia a 19 e
Relogios de ouro patenle e orisonlaes
Ditos da prata galvanizados a 253 e
Obras de ouro, aderecos, pulseiras e
rosetas
65000
5000
35500
65000
65000
35500
25500
25500
25000
25500
35900O
29500
15600
5
3090OO
MUTILADO


rr-
DIARIO DE PERNAMBCCO. QUINTA FE1BA 18 DE OUTUBRO DE 1860.
Ensino de msica. Aluga-se
Offerece-se para leccionarosolfejo.comotam-
bem a tocar varios instrumentos ; dando as -
coes das7horass91r2da noite: atralarna rus
da Roda n 50.
Gravador e dou-
rador.
Grava-se e doura-se em marmore leltras pro-
prias para catacumba ou tmulo a 100 rs. cada
urna, o annuncinnte aprsenla seus trabalhos
nos tmulos dos Illras. Srs. Vires, Dr. Aguiar,
Guerra, Tasso e em outros mais ra da Caixa
d'Agua d. 52.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de Samuel?.
Johnston & ra da Senzala Nova n. 52
Vvi m MBfl m cVi'a jfctfa AuauBflAssAttsau^^f
M SsS SmWRilr CSM 9!roSvI5vt&m
| D enlista de Pars. |
15Ra Nova15 j
Frederico Gautier, cirurgio dentista,,
f'iz todas as operace da suaartee col-|
i loca denles arlificiaes, ludo com a upe-
f rioridade e perfeico que as pessoasen-J
5> tendidas lhe reconhecem.
Tem ascua e pos dentifricios etc.
ama excellente casa para pnssara festa, em Be-
beribe, com 7 qaartos, 2 salas, excellente banho
margem do rio, estribara para 10 a 12 caval-
los.com urna (rinde planta do capim, propriB
para casa de holel e hospedagem, que muilo se
faz sensivel durante a festa de Natal essa falta
em uro lugar, como 15o concorrido, havendu
alias lodos os commodos necessarios a eslabele-
cimentos desla ordem : quem a pretender, diri-
ja-se ao lugar, a fallar com o professor publico.
X TT rTTTTTTTTTT TT YYTTT-?TTTTT
l DENTISTA FRANCEZ. 2
y. Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- ^
rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e <
<
j
as
Vaccina publica.
Transmissao do fluido de braco aferaco n
quintas e domingos, no lorreio da altandga. e
nos saobados aleas 11 horas da manhla, ua re-
sidencia do cominissario vaccinador segundo
andar do sobrado da ra eslreita do Rosario nu-
mero 30.
Caixeiro.
Precisa-ee de um caixeiro de 12 a iS annos de
idade, que tenha pratica de taberna, e que de fia-
dor a sua conducta : a tratar na travessa do Pa-
raizo n. 16.
SE
i
iT*
Lices de piano
e canto.
Toblis Pieri artista italiano dn compa-
nhia lyrica tendo acabado o contrato com
o Sr. Marinangel, pretende dedicor-seao iS
ensino de piano e de canto, as pessoas e 5
ospais de familias que quizerem utilisar- p|
i so como sen presumo podera procura-lo a
na ra de S. Isabel n. Upara tratar com j|
o mesmo, quesera mui razoavel nos seus cag
COJIIMlKHEA
ALLIANCE,
stabeccida m Londres
WUm CAPITAL
Cine laiWnoes de libras
stevVmas.
Saunders Brothers S C. tem a honra de infor-
mar aos senhores negociantes, proprielarios de
casas, e a quem mais convier, que estao plena-
mente autorisados pela dila companhia para ef-
fecluar seguros sobre edificios de tijolo e pedra,
cobertos de telha, e igualmente sobre osobjectos
que conlverera os raesmos edificios, quer con-
sista em mobilia ou em fazeudas de qualquer
qualidade.
Desoja-se fallar com os Srs. Miguel Alexan-
drino da Ponseca Gal van e Flix Paes da Silva,
a negocio que os raesraos nao ignoram : no Pas-
seio Publico loja n. 11.
Agencia de leiloes.
Arphelim Jos da Costa Carvalho avisa a seus
amigos e ao respeiravel corpo de corumercio, jue
mudou seu armazem da ra da Cruz para a ra
Nova u. G5, onde poder ser procurado para os
misteres da sua protisso, gorantiudo somente
ser solicito ao desempenho dos seus deveres.
v p dentifico.
xttJtUtiMJU. tXxXXXXXXXxXXxx
O Dr. Manoel E Reg Valenca pode ser pro-
curado para o exercicio de sua profissao de me-
dico : na ra da Cruz n. 21, segundo andar.
(CASA M SATOS
DOS
Doulores Ramos e Seve
Sita em Santo Amaro.
Este eslabelecimento contina debiixo da ad-
ministrarlo dos proprielarios a receber docntes
de qualquer nalureza ou calhegoria que seja.
O zelo e cuidado alli empregados para o
prompto rcslahelecimenlo dos doenles, geral-
meole conhecido.
Quem se quizer utilisar pode dirigir-se s ca-
sas dos proprielarios, ambos moradores na ra
Nova, ou enlender-se com o regente no eslabe-
lecimento.
A diaria para os escravos de 2;500, e para
oshvies de 33200 ou 4JO0O, porm em certos
casos pode haver algum abalimento.
As operares serao previamente ajustadas
CASA
DE
COMMISSO DE ESCRAVOS
Ra larga do Rosario n. 20
segunde andar.
Nesta casa recebem-se escravos para screm
vendidos por commisso por conta de seus sc-
uhores. Afianca-seobom Iralamcnlo.assimcomo
as diligencias possiveis para que os meamos se-
jam vendidos com promplidoo afim de seus se-
nhores nao soffrerem empate na venda delles.
Nesta casa ha sempre para vender escravos da
differeules idades de arabos os sexos, com habili-
dades e sem ellas.
Os Drs. Sarment pai e filtro, *
partidpam aos seus clientes que
mudaram a sua residencia para
a casa nova, contigua aquella em
que moravnm, cuja entrada
p.'locampodasPrincezasoutr'ora
largo do palacio.
As consultas gratuitas para os
pobres, em vez de quotidianas
como teem sido at agora, s te-
rao lugar d'aqui em diante as
quintase domingos das 10 horas
em diante
O Dr. Cosme de Sa' Pereira da'
i consultas medicas em seu escrip-
i torio, no bairro do Recife, ra
i da Cruz n. 53, todos osdias,me-
j nos nos domingos, desde as 6
1 horas ateas 10 da manliaa, s-
breos seguintes pontos
1.- Molestias de olhos ;
2.- Molestias de coracSo e de
peito ;
3.- Molestias dos orgaos da ge-
racao e do anus ;
4.- Prticara toda e qualquer
operacao que julg.r conve-
niente para o restabelqpimen-
to dos seus doentes.
O exame daspessoaqueo con-
sultarem sera' feito indistincta-
menle, e na ordem de suas en-
tradas, fazendo excepcao os doen-
tes de olbos, ou aquelles que por
motivo justo obtiverem hora
marcada para csteim.
ri
CASA
NO
Assignatura de banhos fros, momos, de choque ou chuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos. ,........... 10JJ000
30 cartoes paraos ditos banhos tomados era qualquer lempo...... 15#000
15 Dlos dito dito dito ...... 8000
R7 ...... 4J000
Danhosvulsos. aromticos, salgados esulphurososaospresos annunciados.
Estareducgo de precos facilitar ao respeitavel publico o gozo das vantagens que resultara
da frequenci8 de ura eslabelecimento deuraa utili'ladeincontestavel.mas que infelizmente nao
estando em nosso* hbitos, anda pouco conhecda e apreciada;
C ompras.
Na ra da Cadeia n. 24 deseja-se fallar com
os senhores :
Daltazar Jos dos Iteis.
Domingos Caldas Pirrs Ferreira.
Firmino Antonio da Silva.
Marcelino de Souza Pereira de Drito.
Joaquim Clemente de Lcmos Duarle.
Joao Rodrigues Cordeiro.
Cielo da Cosa Campello.
Anlouio de Albuquerque Maranho.
%->-'
A. W, Osborn retratista americano annuDcia
ao respeitavel publico desla cidade que elle aca-
ba de receber dos Estados-Unidos da America,
um explendido sorlinienlo de molduras redondas
douradas de lodos as dimensoes, caixas para re-
tratos fazenJa muilo fina, assim como recebeu
ura bello sortimenlo de casolelas de ouro e alfi-
nelesdedilo obra prima expressamente para re-
Iralos. A W. Osborn aproveila esla aprazivel
opportunidade para informar ae publico que elle
est resolvido a dar licroes da sua arteem todos
os seus ramos, assim como tem pora vender um
completo sortimenlo cliimico e oulios aparatos
proprio para as pessoas que professam a sua arte.
Mr Osborn tambern lira retrates em carloes de
visita e em papel de escripia por prego muilo
razoavel: na ra do Imperador prirceiio andar
com baudeira.
Cumpram-se escravos le ambos os sexos
de 12 a 25 annos para se exporlar para o Rio de
Janeiro, tendo boas figuras e sadios, paga-se
bem : quem levar ou inculcar n3 ra Diroia n.
66, eaciiplorio de Francisco Mathias Pereira da
Costa, receber 20gde gralificaco.
"~nComl'ra"se uma mulalinlia ou negrir.ha de
boa figun e bons rostumes, de 12 a 14 anr.os : a
tratar no sobrado amarello na ra do Oucimadu
n. a, segundo andar.
Compra-se urna taberna com fundos que
pouco excodara a l:0OOJ. e prefere-se sendo nos
arrabaldes da cidaJo : a tralar na ra do Faeno-
des, taberna n. 1. 6
, Comprase urna pardinha ou mes-
mo crioula que sa iba alguraa cousa de
lereescrever a nossa lingua, mas que
nao exceda a idude de 13 annos : quem
tiver e quizer vender avise por esie
Diario ou dirija-se a pr.ca da Boa-
Vista n. G (botica) que achara' com
quem tratar.
Compra-se sem se olhar a preco um e?:ra-
I vo moco, boa figura, sem virios e bein torop irta-
,do, que execule perleilamenle a arte de eozi-
nhar;*na ra da Cadeia do Recife n. 12, escrip-
torio de Baltar & Oliveira.
NATRALLEDE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n.22

V*ndas.
APPlOVAiOE AlTORISACiO
DA
AGADMU 6PERI AL QE MED [CIA
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
L'ra cscravo
i6, loja.
VENDE-SE
crioulo ; na ra do Queimado p.
Gursrel :-
de
C3-
ELECTRO-MAGXETICAS EPISPATICAS
Mirk
Para serem applicadas s partes affecladas
sem resguardo nem ncommodo.
,. .AS A?AS MEPIC1NAF.S sao muito condecidas no Rio de Janeiro e era todas as provincias
deste imperio lia mais de 22 anuos, e sao afamadas, pelas bas curas que se tem obtido as enferl
manas abaixo escripias, o que se prova com innmeros atleslados que existem de pessoas capa-
l Jieceberam pela barca Berlha, chega-
^ da ltimamente do Havre as seguintes fa-
'* zei.das de seu pedido, ra da Cadeia do
g Recife n. 23 :
Superiores cortes de vestidos bronco
seda, ditos de blond com manta,
pella, flores solas e saia de selim.
Superiores e modernos chapeos depalha
enfeitados para sculiora.
Superiores corlea de vestidos de phantasia
com 5 babadinhos c de duas eaias.
Superiores tnimas de seda froxa feil i
__ croxe broncos e de cores, pelooeza i
Superior cussa de cor do apurado gOsto,
organdys, obras de sndalo, pulceiras,
estratos ele.
Para marinha o verdadeiro panno azul rs-
curo que s vem a esta praca por n-
eo mmerid.i.
Chapeos de castor proles e broncos forma
moderna.
m
1
9
9
'--
m
5
I
zcs e de dislinrces.
DENTISTA i
Para acabar.
Pecas de can:braia de flores a 3S200. muito
bonita, ditas de salpico muito fina a 3s80u ; na
loja da ra do Passeio Publico n. 11.
Vende se uma escrava parda :no
ra, quesabeengommar, cosinhar e la-
var : na ra da Camboa do Carino casa
n. 2o, a vista do comprador se dir' o
motivo da venda.
Na ra da Imperafriz n. 16, ven-
de-s superior estrellaba tanto em cai-
ma como as libias, caixas de ti libras
por JjOO, em libras 3-20 rs., manteca
monho em um pedaco de papel e a declaracao ondeexiseVofim d'e qe*78 "ch.^s" p^ssaT s I ^LTk '^^ Ui 20
bem opphcadas no seu lugar. m serrs. a libra, eoutros muitos gencOS por
barato preco.
As encomniendos das provincios devem ser dirigidas por escripto, tendo lodo o cuidado de
fazer os necessanas explicares, se as chopas sao para homem. senhora ou criinca declarando a
molestia em que parte do corpo existe, se na rabera, pescoco, braco, coxa. perna p ou trunco
o corpo, declarando a circumferencia e sendo inchagoes, feridas'ou ulceras, o mol Je' do seu la-
DK
DA
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro dos leterios mando fazer pu-
blico que se achom venda lodos os dias no es-
M)fli '' dor n. 36,e nos cosas commissionadas pelo mesmo
Sr. lliesoureiro na prora do Independencia ns. 14
e 16, das 8 horas da inanhaa s 6 da larde, os
bilhelesc meios da segunda parte da primeira
lotera de N. S. do Livramento, cujas rodas dc-
vcrSo andar impreterivelmenle no dia 27 de
oulubro prximo fuiuro.
Thesouraria das loteras 9 de oulubro de 1860
O escrivao, J. M. da Cruz.
Androde faz scieote ao respeilavel publico e
principaliucule oos seus regueies que mudou o
seu eslib'lecimenid de calcado e a oilicina para
a ra da Senzala Nova n. 21, ua qual se presta a
fazer toda a ciicomnieiida peileiiceute a sua pro-
tissao, ludo a voutde dos reguezes.
Precisa-se
de um feitor porluguez pora um sitio em Bebe-
ribe, que saiba plantar capim c trala-lo, paga-se
bem : a tratar no mesiuo lugar cora o professor
publico.
Pre( isa-se de urna mulher malor de 40 an-
nos, de bons costumes, livre e desembaracada,
pora cuidar dos lilhos de um viuvo : a fallor ua
ra do Seve ou Unio, casa de sobrado cora 5
varoudas, entrada pelo oilao, sendo dita casa vi-
zinha do grande edificio que se est fazendo pa-
ra o i'muasio Provincial.
Eduard Curpin, francez, vaia Europa.
Aluga-se urna sala na ra da Cruz do Re-
cife : a tratar na ra da Cadeia do Recife n. 10,
loja de relojoeiro.
Quem quizer comprar una carrosa nova,
com excellente boi, dirija-se ao siiio das llosei-
ras, ua estrada do Rosarioho.
Ama.
Precisa-se de uma ama para cozinhar e fazer
o mais servico de urna familia pequea : na ra
da Praia, sobrado n. 29, primeiro andar, casa
unto ao palacete.
Anmmcio
Est justa e contrtala por compra a cosa do
Sr. Joao de Santa Rosa Muniz, sita no lugar da
Capunga Velha quem se fulgar com direlo a
mesma casa por qualquer titulo, hoja de o de-
clarar por esle mesmo Diario no prazo de 15
dias, ou entenda-so no Forte do Mallos, arma-
zem u. 20.
Arre mala cao de uma cazinha
na Baixa-Verde, lugar da
Capunga
Scxta-feira 19 do correnle, al hora da larde,
deppis da audiencia do Illm. Dr. Dr. juiz muni-
cipal da primeira vara, na sala das audiencias
publicas, ir pra;a, por vendo, rciuerimenlo
do invenloriante dos bens do casal de Conrado
Antonio do Espirito Santo, uma cazinha de pedra
e cal com 18 palmos de frente, 56 de fundo e
210 de quintal, com cacimba, arvoredos de fruc-
to, etc., avaliado era 1:000$, para a factura do
inventario que se esl procedendo por aquello
juizo. Escrivao Molla.
Precisa-se
lugar uma preta para todo o servico de uma
casa de pouca familia: a tratar na ra da Cadeia
do Recife n. 19, armazem.
Precisa-se alugar uma ama para cozinhar e
engommar para casa de pequea familia ; a tra-
tar na ra da Roda n. 23.
Quem tiver um sitio peito ou
longe desta cidade,com tanto que tenlia
casa de vivenda, arvores deftucto e fi-
que prximo ao banho salgado, tempe-
rado ou doce, e o queira alugar diri-
ja-se ao largo doTerco casa t rrea nu-
mero 33.
Hotel Trovador.
Ra larga do Rosario n. 41
As pessoas que recorrerem a esle holel encon-
Iraro boa cummndidale para una noite. dias e
metes, conforme Ihesconvier, encontrarle tam-
bern a qualquer hora do dio o noile lonche eco-
fe. O dono do respectivo hotel se obriga a dar
comida para fura as pessoas, que quizerem. os-
seguranio lodo o asseio. Tudo por prego cora-
modo.
Carros lunares.
Na na do Imperador confronte a casa do Illm.
Sr. Dr. Sarment, em um armazem perteucente
ao conreuto de S. Francisco.
O Agr faz ver ao publico e aos seus amigos,
que tem a cocheira montada com ricos carros e
novos fardamenlos para os boleeiros, a bem de-
sempenhar os seus deveres, c espora continuar a
merecer a mesma confianca que se lhe tem pro-
digalisado, pelo que eternamente.grato ; en-
carrega-se de tudo quonlo necessorio a qual-
quer enterro por maior que elle seja, com pres-
leza e aceio, sem t-T os paites o menor incom-
modo, para oque pode ser procurado a qualquer
hora do dio ou da noite no mesmo estabeleci-
menlo. E brevemente tem de passor o estabe-
lecimenlo para a ra Nova n. 63, cujo armazem
tern as proporces necessarios paro bem o mane-
jar, e anda melhor servir aos prelendentcs.
Precsa-se comprar uma cabra (bicho) qne
seja mansa e tenha bastante leile, paga-se bem ;
a irotor na caso assobradada boira do rio, ao
norte da fabrica do goz.
Aluga-se uma caso terrea a margem do Ca-
pibaribe, antes de chegar a ponle da Passagera
da Magdalena, na Una do Retiro, conlendo 5
quorlos e cizinha, o lugar excellente pela sua
frescura, boa vista, e o aluguel commodo:
quem precisar, procure enteuder-se com Luiz
Mancel Rodrigues Valen.>, casa ao norte da fa-
brica do gaz.
Precisa-se de ura criado de 16 anuos, que
saiba boleare que tenha boa conducta, agradan-
do d-se bora salario : na ra Direiti n. 66.
Boa cocheira para nego-
cio.
Negocia-se a cocheira do bois com carros da
alfandega, e boas voceas de leite, sila na ra da
Florentina, bem afreguezada, e o motivo da ven-;
da se dir ao comprador; oa mesma cocheira a j
qualquer hora do dia.
i FERNAI11IUCO.
H 3Raeslreila to Rosaiio-3
W Francisco Pinto Ozorio continua a col-
K locar denles arlificiaes tanto por meio <
f de molas como pea presso do ar, nao m
,*, recebe paga olguma sem que os obras
|g nao fnjuem a vontade de seus dones, Ss
*jg tem pozeseoulras prepawcoes as mais Jfc
jjj acreditadas para conservarn da bocea 3^
Kdkmann Irmaos& C avisam ao
respeitavel corpo do commercio que
foram nomeados agentes nesta praca das
companbias de seguros maitimos de
Ilamburgo.
Ao senhor
Antonio Joaquim Fernandes de Oliveira, esludan-
le do lerceiro anno da FacuIdade de Direito desla
cidode, pede-se que venho salisfozer o que neo
ignora ; uestes termos pela seguuda vez : na ra
do Crespo n. 21.
Domingos da Silva Campos est proceden-
do inventario pelo Illm. Sr. Dr. juiz de orphos,
e roga a seus devedores que venham saldar seus
dbitos
Ao senhor
Trojano Carneiro Leal, deseja-se fallar : na ra
do Crespo n. 21.
Preciso-se de um molcjue de 14 a 1C 011-
nos. que soiba bolear, paga-se bem ; na ra Di-
reila n. 6(3.
Altenco.
Manuel Jos do Nascimento e Silva roga a cer-
10 senhor que lhe devedor de um val da quan-
tia de 156j, vencido no 1. de junho prximo
passado, proveniente de gneros que ha dous an-
nos lhe comprou pora passomenlo da festj, que
queira vir pagar a dila quantia ate c dia 20 do
correnle, fieando cerlo que o n5o faiendo se pu-
blicar seu nome por extenso.
@ O llr. Manoel Moreira Guerra, mudou o @
g seu escriptorio de advocaeia para a roa es- ^
@ treila do Rosario n. 22, primeiro andar,
@ onde pode ser encontrado das 10 horas da S
@ nionhoo s 3 do larde. /
cy A 320 rs.
A luga se bichas de Ilamburgo, na
ruada Imperatriz n. lo.
Precisa-se de uma ama de leite
sem filbo, livre ou escrava : na ra da
Aurora n. 40.
O solicitador Elisiario Gomes de Mello,
transferio a sua residencia da ra do Livramento
para a ra Direita n. 28, segundo andar, onde
pode ser procurado das 6 s 10 horas da manha
odas 3 s6 da larde.
Justo aprecOa
Inflammaco do tero.
Eu baixo assignado declaro publicamente que
por meio das chapas medicinaes do Sr. Ricardo
Kirk, escriptorio na ra do Parlo n. 119. fo cu-
rada urna minha escrava de inflammago do u-
ro, da qual padeca ha mais de um auno, com
muilas dores e softiimcnlos, Ocando perfeitaraen-
le boa no curto espaco de 12di8s, o que faco pu-
blico por dar o justo apreso a tao precioso reme-
dio, que honra a seu aulor, e cuja uliiidade po-
dera ser proveitosa a outras pessoas que soiliem
de igual molestia.
Roa do Senhor dos Pissos n. 43, Rio de Ja-
neiro.Antonio Vieirs dos Sanios.
Pode-se mandar vir de qualquer pouto d j imperio do Brasil*
os ^C"^M,er5odapPanh*dMda9MriPetenleBexplica56esc tambera de todos os accesso-
Le SeCa,,Ul/talt0aS,'',S, PCSS0;1.s1"e a nareni honrar com a sua confianza, em seu escriptorio
, que se achara aborto todos os das, sem excepcao, das 9 horas da manha as 2 da tarde.
||9 RA DO
PERTO* DO LARGO DA CARIOCA
di**
*?\>**jI' .****'^ ?T^j* *\*#*/^ *
'M^\m.*jiypj^/imi^
'-'r* **-- "** *^"* **** ..
fe
::-- --
m
1
... -
CONSULTORIO
Especial homeopaihico, ra de Sanio Amaro
(Mundo Novo) n. G.
S8


t;
o

O Dr. Sabino O. L. Pinho, de volto de sua viagem a Europa, d consultas lodos
os dias uleis flesde as 10 horas al meio dia. Visita aos doenles em seus domicilios de
meio da en diante, e era caso de necessidade a qualquer hora. A senhoras de porto e S^s
os doentes de molestia aguda, que noo liverem oinla lomado remedio algum aHopa- 8SrS
Ihico ou homeopaihico, sero allendidos de preferencia. '1^
---------
Pharmacia especial homeopathica.
Os medicamentos horneo, aleos que se venden) nesta pharmacia sao preparados ^5:.
'*'6'i Por mt,' tle uma marhinaque o Dr. Sabino inventou '
^W c a

c fez construir era Pars,
. e deu o nome de AGITADOR DYXAMICO.
J> Esles medicamentos sao os nicos que desenvolvem propriedades uniformes, e
,'r;.:*. cajiozes de curaras molestias com a maior certeza possivel.
jfe) Alern disso. desi jando tirar de sua viagem a Europa lodos os vanlagens pora o *fa=
"'.^vT/ Proorfsso da lunneopalhia no Rrasi'

m
subsloncas medicamentosas
10 Brasil, o Dr. Sabino nao poupou esforcos para obter as >4 '
dos proprios lugares, onde ellas naturalmente nascem ; e f~^'r
um dos melhorrs herboristas d'Allemonlia, para lhe man- 2:
Sgpi dar vir os plantas frescas alim de pre
S-A acnito foi mandado vir dos Alpes, a 1
--.*. ti.vnn;. 1-----------.111- ......I. ..I____
-3S
paro sso entendeu-se com
parar elle mesmo as linduras. E' assim que o
rnica das mont.inhos do Soissa, o belladona,
bryonifl, chomomillo, pulsatila, rhus, liyosciamus, furam colhidos na Allemanha, na
Franja e na Blgica, o veralrurn 110 Monte Jura etc., etc.
Desta sorte provida a pharniocia do Dr. Sabino das substancias que serviro para
&^) as experieucias puras de Ilolincniann, descriptos nos pathogenesias, achorao o medico
TS e os amigos da hooioopalhia os meios seguros, e verdadeiros de curarem as enfer-
.^^ midades.
i Os procos sao os seguintes :
5^f2) Botica de 2i tubos grandes.................. 12a
1^-sS <'a de 3C .................. 18? a
S|5 Dita de 48 .................. 2#a
:>g Dita de 60 .................. 303 a
fZ N. B. Existem carleiras ricas de velludo, para maior preco
4>S Cada vidro avulso de tinctura...................."
168000
22$0t)0
295000
35J00O
2JKI00
Cada tubo avulso.................................. 1I00
Caixas com medicamentos era glbulos e linduras de diversas dynamisac.Oes (mais fiS^'
usadas J : '^*
De 24 ditos de dito e 48 tubos grandes............ 483000
De 36 ditos de dito e 56 tubos grandes.......... 61*000
De36 ditos de dilo e 68 tubos grandes.......... 708000
De 48 dilos de dito e 88 tubds grandes............ 92J000
Do 60 ditos de dito e 110 tubos grandes.........ll&fOOO
Estas caixas sao uies aos mdicos, aos Srs. de engenho, fazendeiros, chefes de w
familia, caples de navio e em geral a lodos que se quizerem dedicar a pratica da lio- .--;
moonathia. y'^
Vendem-se tambem machinas elctricas portateis para tralaniento das molestias
nervosas. Estas machinas sao is mais modernas cas mais usadas actualmente em
toda a Europa, tanto pela commodidade de poderem ser trazidas na algibeira, como
porque Irabalham com preparaces que nao sao nocivas.
Cada uma......................................... 50#000
Aluga-so o segundo andar do sobrado n.
da ra do Vigario : a tratar no mesmo.
Precisa-se de urna ama para amamentar
uma crianza : a tratar na casa ao norte do gazo-
n.clro a boira do rio.
- Precisa-se alugar dous ou tres pretos pro-
prio para o servico do campo : quem os tiver an-
nuncie.
Aluga-se um sitio com grande casa na po-
voacao do Monteiro : na ra da Imperatriz n. 7,
ou no caes de Apollo n. 59.
Quem p-ecisar de um moco porluguez para
copeiro, j com bem praticu, dirija-se a ra da
Aurora n. 54, taberna.
Um homem chegado ha pouco da Europa,of-
ferece-se para jardnelro e boleeiro, pois para
qualquer destes ofBcios tem habilitacoes : quem
precisar, dirija-se a ra do Rangel n. 7.
- Precisa-se de uma ama para casa de pouca
familia ; na ra larga do Rosario se dir quem
precisa.
\'ende-se uma das melhores casas da ra
da Palma, j pelos seus commodos, como tam-
bem pela ediCcSo, leudo por commodos 5
quarlo?, 2sal.is, cozinhi tora, quintal, cacimba,
ler.do mais a vantogom de si>r muilo fresca e es-
tar em estado do noo precisar o menor reparo ;
rendendo 30# mensalraente : o pretenderle que
a quizer examinar, dirija-se a mesma ra n, 04,
e para tratar, na rendo Livramento n. 27, loja,
Tabi ia para um
principiante.
Vende-se o taberno silo na travessa da r
Queimado (outr'ora becco do Peixe Frloi n. 7,
muilo afregqezada para a praca e mato, propria
para um principiante por ler poucos tundos o
ser em uma das melhores localidades, e o moii-
o da venda se dir 00 comprador: a tratar na
Alten cao
Vende-se um cavollo para sella e para eabrio-
lel, galopea, esquipa, e lem lodo o anlar com
sigo.
Vendem-se em Olinda duas casas terreas
era chaos proprios, de pedra o cal, sendo un 1 na
ra da Rica dos quatro cantos, por 300?, c outra
na ra dos Galos, grande, por 60g : a tratar na
ra de Mathias Ferreira, rosa confronte ao .'lin-
do do Exro. Sr. Bispo Monte do Rio de Janeiro,
Vende-se
Icerveja superior a 320 a garrofa, e em caada a
ljSOO : na travessa da ra das Cruzes n. 6.
Vende-se uma excellente saBi da malta
1 muilo canladeira at raesmo a noile, e uma por-
fi de canarios do imperio, chegados ltimamen-
te do Porto : na ra da Senzola Velha n. 50.
Vende-sc manteiga ingleza muilo superior
! a lj120 a libra, dila franceza o 720, maco noo o
' lalharim a 400 rs., alelria a i>, chouricas n 1
novos o 640, batihi de porco a 5u0 rs., viuho du-
que do Porto a I96OO, dilo xerez a lj2S0 a gar-
rafa : no ra da Senzala Velha n. 50.
Aos senliores de engenho.
Cobertores de Uta escures com algum e-iio 8
lffOOO: na ra do Crespo o. 14.
Villa do Cabo.
Ra do Livrimento, esquina da traves-
sa da Torrtnha, armazem do bara-
teiro.
O Machado esl queimando carne, bacallio, e
mais gneros de despensa, pelos mesmos presos
do Recife.
Loja esperanca.
Vende-so borracha de seda prela para borze-
guinsa 28200 o covado, graxa em barris muito
boa a 6(0. est acabando-se, flautas de bano de
Gautrol a 18 e 20, braceletes de mozaico a 6,
la para bordar a 6J400 a libra, trancas de linho
brancas para as roupas da fesia a 800, 1g, I200
elj}600 a peca, seto padroes differeutes, eolheres
finas, facas, trinchantes, etc.; na ra do Quei-
mado n. 33 A, Gumaraes & Rocha.
Vende-so a taberna do pateo de S. Jos d.
51, propria para principiante, em consequencia
do dono ir tralar do sua saude.
Capellas
para tmulos o catacumbas, tanto de aljfar o
imortale, com inscripces; na ra da Imperatriz
n. 7, loja do Correia. |
Antonio Joaquim de Mello vende ou Iroca
o seu sitio da Passagem da Magdalena por inleiro
ou aos lotes de 30 palmos de frente para o nas-
cente, e 200 de fundo ; ptima localidade.
MUTILADO


(0)
DIARIO DE PERHAMBUCO. QIKTA PBIRA 18 DE OUTBR0 DE 1860.
FABRICA
DE
mmtMmib i fmmi p igras.
Sita na ra Imperial n. lis e HO junto a fabrica de salmo.
DE
Sebastio J. da Silva dirigida porFrancisco Belmiro da Cosa.
Nesle estabelecimenlo ha sampre prom'ptos alambiques de cobre i difiranles dimen-
fo;5 d> 300 a 3:0005?) simples e dobralos, para dislilar agurdenlo, aparolhos destilatorios
continuos para resiilar e 'destilar espiritas com graduago al 40 graos (pela graduado de Sellen
Carlier dos melhores syslemas hoje approvados e conhecidos nesla e outras provincias do imperio,
bambas de lodas as dimenepes, aspirantes e de repucho, tanto de cobre como de hronza e ferro
to'rneiras de bronze de todas as dimenepes e feilos para alambiques, tanques etc., parafusos d
brome e ferro para rodas d'gua, pirtas pira fornalhas e crivos da ferro, tubos de cobre e
chumbo de lodas as ditnencoes para encanammos camas da ferro com armario e sem ella,
ftlgdes de ferro potaveis e econmicos, tachas e tachos de cobre, fundos de alambique, passa-
deiras, espumaderas, coccos para engenho, folha de flandes, chumbo em lengol e barra, zinco
om lencol a barra, Jences e arrecirs de cobre, lancees de ferro e latao, ferro suecia'inglez
de todas as ditnencoes, safras^ tornos e folies pira fer^eiros etc., e outros muitos artigos por
menos preco do que em ouira qualquer parte, desempenhanio se toda e qualquer encommen-
da com preslesa e perfeiejio ja conhecida e para omnodidade dos freguezes que se dignarem
honrarcm-nos com a sua confianca. acho na ra Nova n. 37, loja de ferragens, pessoa habi-
litada para lomar cota das encommendas.
Seus proprielarios oiTerecem a seus numerosos freguezes e ao pubbico em geral, toda c qualquer
obrs manufaturada em seu reconhecido eslabelicimenlo a saber: machinas de vapor de todos os ta-
manhos, rodas d'agua para engenhos, lodas de ferro ou para cubos de madeira, moendas e meias
moendas, tachas de ferro balido e fundido de toJosos tamanhos, guindastes, guinchos e bombas,
rodas, rodetes aguilhois e boceas para fornalha, machinispara amissar mandioca e para descansar
algodo. prengas para mandioca e oleo de ricini, portee! gradara, columnas e moinhos de vento,
arados, cultivadores, ponte?, cadeiras e tanques, boias, alvorengas, botes e todas as obras de ma-
riiiismo. E\ecula-se qualquer obra seja qual for sua natureza pelos desenlies ou moldes que para
tal fin forero aprestados. Recabera-se encommendas neste estabelecimenlo na ra do Brum n.
28 A e na ra do Collegio hoje do Imperador n. 65 moradia docaxeiro do esiabelecimento Jos
Joaqun da Costa Pereira, com quem os [.retendenles se podem entender para qualquer obra.
L0J\ DO ARANTES
Piaca da Independencia
ns. 13 cl5.
Calcado francez e inglez por mclade de
seu valor.
(Dinheiroa' vista.)
11 tus de bczciro francez para homem a 53000
o par.
!'. rzeguins de dito pora dito a 8.
ii d; dito inglozespara ililo a 7|.
Ditos de rerniz pora diio a 8#.
:i camurca para dilo a 5jj.
Ditos do cores para meninos a 3j.
S' >tosde lustre, entrada baixa, para hornera
100.
I)ii di-bezerro, entrada baixa, para homem
a 3#
Sapatoes de bezerro para homem o menino
i
Ditos de lustre para dito a 48 e 35.
Sap i is de tranca raueezes para bomera e rau-
Ih -r a 1-280.
Di d couro do lustre para ,:cnhora a lj.
Ii de duraque para dita a 60.
D s de marroquim para dita a 1j*.
B tina para homem o senhoras, de dura-
des priores, por menos prego que em outra
i parte.
O freguez quje trouxer dl-
^!: po nao sahe sem ser ser-
vido a contento.
\ende-se um terreno com 105 palmos de
frente e300 de fundo, ludo aterrado e com 50
palmos de caes ja feilos, muito proprio para nelle
se eslabelecer reinaces, padarias ou fabrica de
qualquer nalurpza, na ra do Brum, bairro do
Recite, junto a fabrica di fundicao de ferro, lugar
designado para taes ostabelecimpntos, cujo ter-
reno se vende por. junto ou em lotes de 30 pal-
mos cada um : na ruade Apollo, armazem nu-
mero 38.
Milhoc fardo.
Vende Jos I.uiz do Oliveira Azcvcdo, em seu
armazem n. 5 na travessa da Madre de Dos.
Queijos e presuntos
bons, que fazem admirar.
Quem vir a qualidade epreco,
nao deixara de comprar.
Vendera-so queijos londrinos a 480 a libra, e
queijos flamengos a 2$, presunto muito bom a i
480 a libra, e sendo inleiro se far alfuma diffe-
penca : na ra da Imperatriz defronte da matriz
da Boa-Vista n. 88,
Na rus do Crespo n. 5, ha para vender ex-
cellenle corguroo de seda de todas as cores com
5 palmos de largura, proprio para forrar carros.
Tachas para engenho
Fundicao de ferro e bronze
DB
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem.um grande sortiniento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz econcerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Cheguem o barato
O P regula est queimando, em sua loja na
ra do Queimado n. 2.
Pecas de bretanha de rolo com 10 varas a
2$, casemira escura infestada propria para cai-
ga, collete e palitots a 960 rs. o covado, carabraia
organdy de muito bom gosto a 480 rs. a vara,
dita liza transparente muito fina a 359, 4$, 68,
e 69 a,pe^a, dita tapada, com 10 varas a5J>e'|
63 a pe<;, chitas largas do rao lernos e escomidos
padroes a 240. 960 e 280 rs. o covado, riquis-
simos chales de merino estampado a 7 e 85,
ditos borda los com duas palmas, fazenda muito'
delicada a 9$ cali um, ditos com urna s pal-,
ma, muito finos, a 83500, ditos lisos com fran-
jas de seda a 5J, lencos de cassa com barra a
100, 120 e 160 cida um, meias muito finas pa- I
ra senhora a 43 a duzia, ditas de boa qualidade'
a 33 o 39500 a duzia, chitas francezs de ricos
desenhos, para coberu a 280 rs. o covado, chi-
Fanos
Saunders Brothers & C. tem para Tender em
eu armazem, na pra^a do Corpo Santo n. 11
alguns pianos do ultimo gosto, recentiment
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres,
muito Dropriosoara este clima.
mmmmsm mzm* tessisissieH
GRANDE SORTMENTO
DS
[Fazcndas e obras feilas!
Ka
lipja earmaxem
DE
Ifies&Bastoj
1 Na ra do Queimad) n.
46, frente amarella.
Sortimenlo completo de sobrocasica de Jj
i panno preto e de. cor a 25J, 284, 30} e S
35S, casaras a 23-5. 30-3 e35-J. palilolsdos i
mesmos pannos 20S. 22j o 253, ditos dea
casemira de cor a 16j e 18ji, dilos sac- f
eos das mesmas casemiras modelo inglez s
casemira fina a 10, 12^14 e lg, dilos I
saceos de alpaca preto a 4$, ditos sobre fino de alpaca a 7{J. 8-3e9{j, ditos de me- 3!
ri selim a 10$, ditos de merino cordao *
a IOS e 12J, ditos de sarja preta trancada fl
saceos a 6$. ditos sobrecasicos da me3- 3J
ma razendaa 83, dilos de fuslao do cor e
branco a 43. 4$500 e 5$. colleles de ca- %
somira de cor e preto a 53 e 64, dilos de V
merino preto'para lulo a 4* e 53, ditos ^
de velludo preto de cor a 93 e 103, ditos H
de gorgurao de seda a53 e 63, dilos de $
brim branco e de cor a 2#50li e 33, calcas
Loja de Itizendas Onasl
40--RuadaCadcia(IoRccfc-O '
S DE s
fVfartinho Oliveira.l
* rteceberam ltimamente de Londres !
,^ pe'.o paquete inglez um grande sorti- S
* ment de coslumes de casemira de cores S
^ para homens o outros muitos objectos de ^
^ seda, la e linha, tanto pira homem como M
o para as sonhoras, de gosto e do grande ni un lo-
Miseaes.
V ir-se ao cer.to por 10J : na ra eslreita do
Rosario n. 11.
Gurgel Irmiios venddm os seguinles gneros
depostalos no armazem do Sr. Ave-llar, no forte
do Mi 'n :
Cera de carnauba.
' lias dita. \^_
Sola cuilida trtau-etV.
Itiia cuitiaa pelo'jntigo systema.
. *
\ ende-se urna parle do sitio da Piedade,
jonl i ao engrnho Soccorro, coni plantacoes, casa
de laipa,
labo
algumas frucleiras, mrem do rio
quem a prelendcr.^irija-se aos Afo-
gados na ra de S. Miguel, casa da viuva de Tlio-
Jii Pcieira Lagos, que se tratar.
Na rua da Imperatriz n. 5l, vendem-se
queij-'S flamengos, viudos neste ultimo vapor
2-3 o queijo.
fraii1
Alten oao.
Ven i -se urna mulata j idosa, porem baslan-
I i )busta o activa : na rua do Queimado n. 8,
loja.
Veode-se urna marqueza, urna urna e uns
romancea de liiieratura : na rua da Gloria n. 60,
a qual [uer hora.
Altenco.
Venle-se na rua do Queimado n. 5, urna com-
jacaraodi, urna meia commo i a de ama-
rello, um par de bancas de jogo de oleu, urna
ne( grande para j.intar, deamarello. urna mesa
de mel do sala com abas, de oleo, 11 cadeiras
do j ica inda, todos estes trastes em muito bom
oslado, e por prego muito commot/o.
Na rua da Cadeisdo Rocife n. 5j, primeiro
andar, vendem-ao saceos comfarinha muito fina
C nova, [eijo mulalinho, milho, queijos de coa-
Iha c rn.mieiga, ludo chegado prximamente, e
se vende por precos commodos.
\'ende-se azeite de peixo em barris : na
rua da Guia n. 9, taberna.
Allenco.
Veode-se um silio no lugar denominado Mari-
cola, com grande casa de morada, casa de fari-
nha, "stribaria, e um grande terreno para plan-
taccj, as-ira como grande pomar do larangeirs,
caMeiros, coqueiros, cora agua correte pelo
fin lo d j dito silio : a tratar na rua do Rosario n.
36, loja.
Ni rua da Imperatriz, junto a loja de flai-
dres ii- 2, vendo-se vinho Duque do Porto fino
a UGO a garrafa, dito xcrez a 18600, dito bor-
deaux a 1), cliampanha a 24, em gigo se faz
differenca, doce de pera e de ginja a 900 rs. a
ata, bolachinhas finas a 14600 a lata, queijos do
reino novos a 2g2O0, presuntos proprios para
fiambro a 800 rs. a libra, fumo de Garanhuns a
610 a libra para liquilar urna porco que rece-
eu-se do serto.
\ ende-se urna mobilia de amarcllo, junta-
mente cede-so.um segundo andar com um gran-
do sotjo em urna das melhores ras desla cidade:
quein precisar dirija-se rua do Raogel n. 75,
que se dir aoode.
Ven lo-se urna escrava parda anda moga e
propria para qualquer servlco ; a tratar na rua
da Santa Cruz n.66.
Na rua do Queimado n. 9. loja de Francisco
Pereira da Silva, vendem-se cuberas de chita a
2-;e I960O, o lengos de brim a 1^920.
Vende-so urna bonita escrava com um fillio,
sabe bem lavar e cozinhar, c tambera engomml
alguma cousa : a tratar na rua da Cruz 11. 30.
Vende-se urna taberna sit^ na
rua das Cinco Pontts 11. -20, com pou-
cos futidos, isto cm gneros : qu->ra
i pretender dirja-se a mesma rua nu-
mero 1G.
Aos senhores armadores e
pro]>rietario. i carros
fnebres.
Vende-se verbutina prela superior a 400 rs.
o covado : na rua do Crespo n. 25.
Pechincha
sem igual,
covado, casemiras prelas finas a 24500, 32f e
3500 o covado, carabria preta e desalpicos a
500 rs. a vara, e outrasmuitas fazendas que se
far paienle ao comprador, e de lodas se darao
amostras com penhor.
A 4,5*00 c 5,000 rs.
Vende-so superior milho do Maranhao em
grosso e a retilho 110 armazem de Francisco L.
de Olivara Aievedo, na rua da Madre de eos
n. 12.
Gambraia organ-
dysa3G0o covado.
Vende-se na rua do Crespo, loja n. 8, de qna-
Iro portas, cembraia franceza organdys a 360 o
covado, para acabar urna factura ; assim como
boas cintas francezas a 240 e 300 rs-, fazenda de
lindos padrSes e cores fixas : dao- se maostra.
A pechincha, antes que se
acabe.
Na loja do Preguiea, na rua do Queimado n.
2, tom saias baldes abortas, do ultimo costo, pe-
lo diminuto preco de 5J.
1 -. ;.t
m
Superiores cortes de chita franceza muito fina
de padrees muito modornos, com
das muito lindas, de 11 corados
barat ssimo preco de 2$5:)0, co
sidado de gosliis para poder escollir-se na loja
do sobrado auiarello. nos qualro cantos da
do Queimado n. 29, de Moreira Lope
CAIVDE SORTIMENTO
DE
Fazendas e roupa feila
NA LOJA E ARMAZEM
IIE
Joaquim Rodrigues Tavarcs de Mello
RUA DO QUEIMADO N. 39
EM SLA LOJ.V DE QUATllO PORTAS.
Te;u um completo sortimenlo de roupa feila,
w tmenlo para menino de todos os tama- S
|> nhos; camisas ioglezas a 36-3 a duzia. Na
05 mesma loja ha paletots de panno preto ff
para monino a 14J, 15J o 16. dilos do 3
i% casemira psra os mesmos pelo mesmo M
|| preco, ditos de alpaca sacco3 a 3j> e |fe
B 3S500, dilos sobrecasacos a 5$ e G para ^
11 os mesmos, cah;as d^ brim a 2*500, 3j o *ft
9 3J500, paletots saceos de casemira de cor 8
II a 6} e 7j>, loalhas de linlio a 800 e 18 ca- S
9 da urna. JT)
% No mesmo esiabelecimento manda-se
R apromptar todas as qualidades de obras ^
a| tendentes a roupas feitas.ern poucos dias, g|
f que para esse fim temos numero suf- Jjl
H Qcienle de peritos officiaes de alfaialcs 3?
a rgidos por um hbil mestre de seme- $$
^ Ihante arle, flcando os donos do eslabe- ff
& lecimento responsaveis pelas mesmas 5
^ obras at a sua entrega. =>#
mmmmma zam mMmmm
Sebo e graixa.
Se' coado e graixa em bexigas: no armazem
ue Tasso Irmaos, no caes de Apollo.
a 35 a sacca.
Arroz cora casca tendo a maior parte pilado
proprio para galio risa e cavallos ; no Caes do Ra-
mos o. 6.
Expsito de melacs.
E' chegado a eslaloja do Vianna, um riquissi-
mo sortimenlo de meiaes de todos os gneros do
mais bonito que se pode encontrar, todo a emita-
cao de prata ; na rua Nova n. 20, loja do Vianna.
Caf a yapar.
Riquissirao sortimenlo de marhinasdefazer ca-
fe a vapor, approvados na ultima exposiciio de
Pars ; na rua Nova u. 20 loja do Vianna.
Bombas de Japy.
Riquissimo sortimenlo do bombas de japy' de
lodosostamanhos, as melhores que se tem appro-
vadoera todo o mundo, pela facilidada que di a
tiiar-se agua
na.
Rua do Crespa
loja n. 25, de Joaquim Ferreirdo S, vndan-
se por precos baratsimos para acabar; corles
de seda para vestido com algum mofo a 8J, rou-
poes de seda feito a 15J. luvas arrendadas para
senhora a 100 rs. o par, cortes de barege de la
com babadosa 5g, cassas de cores finas a 240 o
covado, chita larga a 200 rs., cazaveques de cam-
braia bordados a 53, capas de fustao enfeitadas
a 5, perneadores de cambraia bordados a C$
babados bordados a 320 a vara, riscado francez
muito fino a 160, sobrecasacas do panno fino a
25}, paletols de panno preto e de cores a 18; 20
e22j>, dilos de casemira de cores a 16t, dilo's de
alpaca pretos c de cores de 4 a 8j>, dilos de brim
branco c de cores de 4 a 63, caifas de casemira
prela e de cores para todos os precos, gollinhas
de traspasso a 2$500 camisinhns bordadas a
2jj!o00. manguitos bordados a 2, chitas francezas
com lustre propria para roupoes e coberla a 320
esguiao do linho muito fino a 1200, calcas de
brim branco e de cores de 2 a 4$, bramante de
linho com 5 palmos de largura a 900 rs a vara
damasco de la Com 9 palmos de largura a 2S
covado, pegas de madapoln fino a 4S300, chapeos
de ellro Garibaldi a 58500, camisas brancas e
do cores de 1S50O a 3$, velbutina prela superior a
400 rs.. corles de brim de linho a 1500, meias
cruas para hornera a 100 rs. o par, e outras mui-
las fazendas por menos do seu valor para fechar
contas.
Aos senhores de
engenho.
Vende-se um escravo ptimo carreiro e traba-
Ihador de enchada : na rua do Trapiche n. 8, ou
na na Augusta n. Cl.
4 americanos,
Todas as casas de familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, ele, devera estar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos com
os quaes se cura eficazmente as principaes mo-
lestias
Prompto alivio de Radway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rheumalismo, dor de
cabega, nevralgia,diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis, indigestan, crup, dores nos ossos, contusoes,
queiraadura, erup^oes cutneas, angina, reten-
gao de ourina. etc.. etc
Solutivo renovador.
Cura todas as eufermidadesescrophulosas.chro-
mcas esyp Mticas; resolve os depsitos de mos
humores, purifica o sangue, renova o systema;
prorapto e ralicalmente cura, escropbulas.vene-
> reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
,S03, tumores brancos.afeccoes do ligado e rins,
; erysipelas.abcessose ulceras de todas as clase'
molestias d'olhos, dilieuldade das regras das
I mulheres hipocondra, venreo, etc
jPilulas reguladoras de Rad-
way
pararegularisar o systema, equilibrar a circula-
; cao do sangue, inteiraraonle vegelaes favoraveis
era lodos os casos nunca occasiona nauzeas ntni
dores de ventre, dses de 1 a 3 regularisam, de 4
a8purgam. Estas pilulas sao efficazes as afTec-
goes do ligado, bilis, dor de cabera, ictericia, in-
digestao, e era lodas as enfermidades das mu-
lheres a saber : irregularidades, fluxo, reten-
coes, fiores brancas, obstrucroes, histerismo, etc.,
?? d aisPromPlo efTeilo'na escarlatina, febr
biliosa, febre amarella, e em todas as febres ma-
ignas.
Esti's tres importantes medicamentos vem a-
companhados de instrucres impressas que mos-
tram com a maior minuciosidade a maneira de
applica los em qualquer enfermidade. Esto ga-
rantidos defalsificacao por s haver venda no
armazem de fazendas de Raymundo Carlos Leit
ftlrmao, na ruada Imperatriz n. 10. nico
agentes em Pernambuco-
i0$000
9^000
9|000
6J000
6$500
4000
bgOOO
6f000
5#ooe
6$0..n
5^000
O
na rua Nova h. 20, loja do Vian-
Camas de ferro.
Riiuisssirao sortimenlo do camas de ferro com
onas, c para colxao por preco commodo ; na rua
Nova n. 2i), loja do Vianna.
Na fabrica de caldeireiro da rua Imperial
junto a fabrica de sabao, e na rua Nova, loja de
ferragensn. 37, ha urna grande porc.io defolhas
e convida a lodosos seus freeuezes e todas as !de.zinc0. j preparada para telhados, e pelo di-
1 minuto ureco de 140rs. a libra
rua
pessoas quedesejarem ter um sobrecasaco bem
LdawtTpe fe10' U Um* C'1'8 oucollete> d' dirigirem-se a
m muia diver-est? eslal>elecimento que encontraran um hbil
artista, chegado ltimamente de Lisboa, para
desempenhar as obras a vontade dos freguezes.
J tem um grande sortimenlo de palitots de ca-
semira cor de rap e outros escuros, que se ven-
dem a 12, outros de casemira de quadrinhos
da mais fina que ha no mercado a I65, dilos
de merino stima 12, ditos de alpaka muilo
fina a 63, ditos franceza sobrecasacados a 12*,
dilos de panno fino a 20#, 25, e 303. sobre-
Icasacas francezas muito bem feitas a 359, cal-
gas fei tas da mais fina casemira a 105, ditas de
brim ed,e fustao por preco commodo, um grande
matante da h.ja de mludezaa da travessa sortimenlo de colleles de casemira a 5 ditos de
a entregar a chave .ni,0 *..j............____. '
Atteneao.
Mindezas por metade de
seu valor.
ir,
H'
aje
do Lirramenlo 11. 2, tundo de
do loja, vende sem limites lodas as mtudeza
Jjooirw fazendas por prego commodo, um grande
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitosparacamisas.
Biscoutos
Emcasa de Arkwight & C,
Cruz n. 61.
Botica.
de ago finos para calca a 20 rs. a duzia'.'dilos de i d'los de so1- inglezes a 10, ditos
caracol a 60 rs., estampas de cantos a 100 r-\
cada urna, meias para homem a 80 rs. o par, di-
tas pintadas finas muilo eneorpadas a 20, lin-
dsimas Irangasde seda a 80. 100, 120, I80', 200
H0, ?2) a yiTa- fra"Ja muil moderna de seda'
a 120,160,200, 240, 320, 400 e 500 rs. a vara, e
todas as mais miudezas em proporco ; cheguem
com os cobres, que o freguez n3o 'sahe sem fa-
zenda.
_ Vendem-se duas bataneas para cima de bal-
cao, lodas de metal, pequeas e delicadas, pro-
prias para butica ou ourives par3 de forga de 8
libras, e tornos de ferro para cortar carne nos
aguugues. vindo de Franga : na rua do Impera-
dor n. 28.
O que ha de bom ua praca da
Boa-Vistan. 16 A
\endem-so queijos flamengos vindo nesle ul-
imo vapor francez o roelhor que h a 2J queijos
londrinos a 640 rs. a libra.
E pechincha.
Na loja do Preguiea, na rua do Queimado n. 2,
tem cobertores de algodo de corea bastante
gran les, ptoprio9 para escravos, pelo barattssi-
mo preco de \$.
proprio para collerinhos de meninos elravessei-
ros por preco commodo, camisas bordadas que
servara para balisado decriancas eparapasseio
a 8, 10# e 12, ricos lengos de cambraia da
linho bordados para senhoras, ditos lisos para
hornera por prego commodo, saias bordadas a
3500, ditas muito finas a 5. Ainda tem um
restinho de chales de toquira a 30, corles de
vestido de seda de cores muito lindase superio-
res qualidades a 100, que j se venderam a
150, capolmhos pretos e manteletes pretosde
ricos gostos a 20, 25 e 30, os mais superio-
res chales de casemira estampados, muito finos a
8* e a 105, toalhas de linho de vara e tres quar-
las, adamascadas, muito superiores a 5, ditas
para rosto delinhoa 1, chitas francezas de su-
perior qualidade, tanto e8curas como claras a
200,280,320, 400 e 440 rs. o covado, ricas
casemiras para caiga, colleles e palitots a 4 o co-
vado, e um completo sortimenlo de oulrasfazen-
das, eludo se vende por preco barato, e que nao
possivel aqui se poder mencionar nema quera
partedellas, no entanto 03 freguezes chegandoe
querendo comprar nao raosem fazenda.
cisco de Souza, rua larga do
ende-se os seguinles medica-
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Brlstol.
Dita Sands.
Yermifugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmalhico.
y'dfpsde bocea larga com rolhas, de Songas
e 12 libras. *
Assim como tem um grande sortimenlo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prego.
Venciera-se libras sterlinn?, em
casa de N. O. Bieber & C. : rua da Cru?
a. 4.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: emcasa de S. P. Jo-
hnston & C. rua daSezalan. 42.
CMDIEIROS
Rival sem segundo.
Na rua do Quaimado n. 55, defronte do sobra-
dono vo. loja de miudezas de Jos* de Azevedo
Mai e Silva, ha para vender os seguinies arligos
atuixo declarados :
Caitas de agulhas francezas a 120 rs.
Sipatos Je tranca de algo.io a 1$.
Carias de alflnetes finos a 100 rs.
E Phosphoroscom caixa de folha a 120 rs.
irascos de macassa pernla a 200 rs.
Duzia de facas e garfos muilo finos a 3a500.
Clcheles era carlao de boa qualidade a 40 rs.
Canas de clcheles batidos a 60 rs.
Clisas de obreias muilo novas a 40 rs
Frasco de oleo de babosa a 500 rs.
Dito dilo para fazer cabello corredio a 800 rs
Sapalosdelaa para criancas e 200 rs
Pares de meias para meninas a 240.
Pares de luvas de fio de Escocia a 320
Massos de grampas muito boas a 40 rs.'
Agulheiros de marfim a 160 rs.
Caivetes de aparar penas a 100 rs.
Grvalas de seda muito finas a 600 rs.
Tesouras para costura muilo finas a 500 rs.
Ditas para unhas a 500 rs.
Pegas de franja de la com 10 varas a lfi.
Pegas de tranca de la com 13 varas a 500 rs
Fetilho para enfeilar vestido (peca) 1$.
Linhas Pedro V, cartaocom 200 jardas, a 60 rs.
Ditas dito com 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles muilo finas a 200 rs.
Pares rte meias decores para homem muito fi-
nas a 140.
Cordao imperial (pegas) 40 rs.
Grammaticaingle
za de Ollendorff.
Novo metliodopara aprender a lr,
a eicrever e a fallat-inglez em 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso d
todos os 3Stabeleciraentos de instrucrao.
publicse particulares. Vende-se na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 57, segundo andar.
45- Rua Direita-45
fi?t<; estabeleciment oHerece ao pu-
blico um bello e rico sorti ment por
prcos convenientes, a saber :
Homem.
Borzeguins imperiaes ....
Ditos aristocrticos......
Borzeguins moscovia (prova de
fgo e d'agua.......
Ditos democrticos......
Mei'osborzeguins patentes .
Sapa toes nobreza.......
Ditos infante. ......
Ditos de linha (3 1|2 baterias)
Ditos fragata (sola dupla) .
Sapatos de salto (do tom). .
Dilos de petimetre......
Ditos I) ularinos....... 3500
Ditos impermiaveis..... 2f500
Senhora.
Borzeguins primeira classe
(salto de quebrar)..... S|000
Dito de segunda classe (que-
bra cambada) ...... 4-800
Ditos todos de merino (salto
denf?oso).......... 4|a00
Meninos e meninas.
Sapatoes de torca...... 4"000
Ditos de arranca....... 5x500
Borzeguins resistencia 4$ e. ~'y800
Pateo de S. Pedro n. G, arma-
*zem de gneros seceos e
molhados.
^ ende-se neste novo eslahelecimenlo saceos
com farelode Lisboa, farinha de mandioca, mi-
lito, fejao mulalinho e preto, gomma de mandio-
ca, arroz de casca edito do Maranhao de su-
perior qualidade, doce da casca da goiaba, vinho
do Porto em garrafa do melhor que pode haver
no mercado, manteiga ingleza e franceza, banlia
de poico em lalas, bolachinhas de soda de todas
as qualidades, cerveja prela e branca da melhor
marca, queijos flamengos frescaes, conservas in-
glezas e os mais gneros que se vendem por me-
nos brego do que se vende em oulra nualquer
parle. '
I Seguro coara Fo
s
LONDRES
AGENTES
G J. Astley & Companhia
para
Vende-se
Formas de ferro
purgar assucar.
Encbadasde ferro
Ferro sueco.
Espingardas.
Ac de Trieste.
Pregos de cobre de com-
posico.
Barrilha e cal>os.
Brim de vela.
Couro de lustre,
| Palhinha para marcinei-
| ro : no armazem de C.
J. Astley d C.
w
HBlOfilOS.
Grande sortimenlo de candielros econmicos a
gaz drogcnio. e todos os mais prepj'os para
consumo dos mesmos i na rua Nova n 20, loia
vianna. '
cobertosedescobertos, pequeos e grandes d
ouro patente inglez, para homem 9 senhora
de uro dos melhores fabricantes de Liverpool'
!? ,k*Fiei? 5,ltim2 Pa,"ete inglez : em casa d.
oSuthall Mellor & C."
Loja das seis jtortas em
frentedo Livrameno.
Covado a 200 rs
Chilas largas de bonitos goslos a 200 rs. o co-
vado, ditas estrellas a imitado de laazinhas a
Ib rs., cassas de salpicos brancas e Oe cores a
zuu rs. o covado, pegas de esguiao de algodo
nuilo Onoa 3f a peca, ditas de bretanha de rolo
cora 101 raas a 2>. riscadinho de linho a 160 rs
o covado, chales de marin estampados a 2a'
lencos brancos com barra de cor a 120 rs dilos
co* btco a-OOrs., algodo monslro de ds lar-
guras o melhor que possivel a 640 rs. s vara
n^SS"J,naKen.C8r,na,da 8 20 r'*. 10 de l
V boras da noile.
Vende-se emeass de Saunders Brother *
C. praca do Corpo Santo, relogios do afaira
doabncante Roskell, por preco, corrmrd^
etsmbemrancelhnse cadeias paraos mesmos
deexceellnle gosto. Lts
r Na rua da Cadeia n. 24, vendem-se a= sc-
guintosfizendas, por metade de seu valor rara
liquidarao. ta'a
Bicos do seda
brancos e pretos, de lodas as
arguras. vara a ICO, 240, 400, SCO c l000
Um completo scrlimenlo de franjas do seda e
de algodo. '
Chales de touquim a 10, 15, 20 e 35
Botos de seda, filudo, de louca c de fuslao
de qnalidades finas, duzia a 200, 400 o C00 rs.
Collnrinhos bordados de 500 rs., 2$ 3 e 4s"
Entren eios Qnos, pegas com 12 varas a 1J!
I-olhos bordados liras o 510, Ift, 2 3->5C0
Camisetas com manguitos a 3, 4 5 e 6^ "
Eiileitrs do flores a OjJ.
Chapees de seda paro senhora a 10(
Casavequos de velludo a 40 e 60?
Ditos de serla a 25jf.
Dilos de fuslao a 8 e 12*.
w.Fal5QOSed* 6 dC ldaS a* JuaUdaJ de 160
Ditas de velludo de 240 rs a 1g
FAZENDAS
Armazem da na do Quei-
mado 11. 19.
rentes imitando tartaruga com enfeile do r-
arinio c relroz, vindos pela primeira vez aSaOOO
cada um. *^^
Chales de merino.
Chales de merino bordados, franja de serla
muuo finos, a 5*500, ditos estampados grandes
Grosdenaple.'
l207odcovdeo.fUrta-CreS Cm pD,aS de mofoa
Lences.
Lentes de bramante *de linho, pelo barato
preco de 1J800 cada um.
Cobertas chinezas.
Cobertas de chita, gosto rhioez, a 1800.
Ricas colchas
e seda de muito gosto
para
Colchas de la
noivos.
Colchas de fustao.
Grandes colchas do fuslao de lindos lavrores a
Cambraias de cores.
Cambraias de cores muito Qnas a 500 e 640 rs.
a vara.
,s
\


DIAB *E RWWA1VIBQ0. QUINTA fELRA t* DE OUTUBRO DE 1860.
Mllfl
!i& I J\ ^ A1\M\Z^M
DE
Joaquini Francisco dos Santos. '
40 RIJA DO QUEMADO 40
efronte do becco
Seda de quadrinhos rauito fina covado
Enfeites de velludo com froco pelos e
de coros para cabera de senhora da
ultima moda
Fazendas para vestidos, sendo seda la
e seda, cambraias e seda lapada e
transparenre, covedo
Luvas Je seda bordadas e lisas para
senhoras, homens e meninos
Lengos de seda rxos para senbora a
28000 e
Manas para grvalas e grvalas de
seda de lodas as qualidades
Chapeo francez forma modrrna
Lencos de gurgurao prelos
Ilicas capellas brancas para noivados
Saias balo para senhora e meninas
Tafeta rxo o covado
Chitas franceza a 260, 280, 300, e
Cassas francezas, a vara
da Congregado letreiro verde.
19000
2=5500
850O
2*000
9500
33-0
3?500
Setim prelo azul e encarnado proprio
para forros com 4 palmos de largnra
o covado
Casemira lisa de cores 2 larguras, o co-
vado
Chales de miron bordados, lisos ees-
lampados de todas as qualidades
Seda lisa preta o de cores propria para
forros cora 4 palmos de largura, o
covado
Ricos corles de seda pretos e de coros
com 2 satas e de babados
Ditos de ga/e e de seJa phantssia
Chales de toquim muito finos
Crosdenaple prelo e de cores de lodas
as qualidades
Seda lavrada preta e branca
Capas de fil e visitas de seda preta
cora froco
19600
2000
19500
m m.k
de
rgod
.til
m a
Os proprietarios deste estabele-
cimento convidara ao respeilavel publico, principalmenle aoe amigos do bom e barato, que s
achara em seu armazem de molhados de novamente sonido de gneros, os melhores que tem
viudo a esle rcercado, por serem escollados por um dos socios na capital de Lisboa e por serem
a maior parte delles vindos por conta dos proprietarios.
dio colate
dos melhores autores de Europa a 900 rs. a libra em porgao a 8o0 rs.
Mannelada imperial
do afamado Abreu, e de oulros mais fabricanas de Lisboa em latas de 1 a 2 libras a 800
rs., em pore.au de se far algum abatimenlo.
Ma^a de lmate
em latas de 1 libra por 900 rs., em porreo vendc-se a 850 rs.
L*atas com erviWias
vende-se nicamente no armazem progresso a 640 rs. cada huma.
Conservas raneeias e nglezas
as mais novas que ha no mercado a 700 rs. o frasco.
lalas de Y>o\acYim\ia de soda
com diferentes qualidades a 18600 a lata
xVmeixas francezas
s msis novas que lera vindo a este mercado em compotciras, contendo 3 libras por 355000 rs.
eera atas de 1 1|2 libra por 19500 reis
Yerdadeiros figos de comadre
em caixa com 16 libras por 35000 rs. a retalho a 240 reis a libra.
Caxinnas com 8 libras de passas
a 35000 rs. em porcao se far algum abalimento, vende-se lanbem a retalho a libra a 500 rs.
Manteiga ingleza
perfeitamenle flor a mais nova que ha no mercado a 1000 rs. a libra, em barril se far al-
gum abalimento.
Cha perola
o meltior que ha neste genero a 29500 rs. a libra dilo hyson a 29000 rs.
Palitos de denles licuados
a 200 rs. cera 20 roacinhos.
ttcixc sarel em posta
o melhor peixe que exziste em Portugal era latas grandes por 1$500 rs. cada urna e de
oulras muilas qualidades que se vendem pelo mesuro preco
Manteiga franceza
a 560 rs. a libra em barril se far abalimento.
Toucinuo de LAsuoa
o mais novo que ha no mercado a 320 reis a' libra.
Macas para sopa
era caxinhas de 8 libras com deferentes qualidades por 49000 rs.
Tambem vendem-se os seguintes gneros, (u Jo recen tmenle chegado e de superiores qua-
idades, presuntos a 480 rs. a libra, chouriga rauila nova, marmelada do mais afamado fabricante
de Lisboa, maga de lmate, pera secci, passas, fruclas em calda, araendoas, nozes, frascos com
amendoas coartas, confeiles, pastilhas de varias qualidades, vinagre branco Bordeaux, proprio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de San Flix, magas de lodas as qualidades,
gomma rauito fina, orvilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de ditas,
sperraacete barato, licores francezes muito fiuos, marrasquino de zara, azeile doce purificado, azei-
tonas muito novas, banha de porco refinada e outros rauitos gneros -que encontraro tendentes a
molhados, por isso prometiera os proprietarios venderem por muito menos do que outro qualquer,
prometiera mais lambem servirem aquellas pessoas que mandarem por oulras pouco praticas eorao
seviessera pessoalraenie; rogara tambera a todos os senhorea de engenho e senhores lavradores
queiram mandar suas encommen Jas no armazem Progresso, que se Ibes aflianca a boa qualidade e
o acondicionamenlo, ^
Potassi da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhscido eacreditado deposito da
roa dasCadeia do Recife a. 18, ita paca vander a
verdadeira potassa da Russia nova e le superior
qualidade, assim como tambera cal virgem em
pedra, ludo por precos mais baratos do que em
oulra qualquer parle.
Bom negocio.
Vendem-se as obras, sublocando-se o arremla-
menlo ao comprador, a cocheira da ra da Im-
peratriz n. 38 ; a tra lar na mesan.
Ha una quantidade de lijlos para cacim-
ba, de 6 palmos de circunsferencia, para vender-
se : na olaria de Marcelino Jos Lopes, na ra
do Moudego n. 63.
Yinlio de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann Irmos&C, ra da
Cruz n. 10. encontra-se o deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Frres
e dos Srs. Oldekop Mareilhac 4 C, cm Bor-
deaux Tem as seguintes qualidades :
De Branden!)urg frres.
St. Estph.
St. Julien.
Margaux.
Larose.
Chteau Loville.
Chteau Margaux.
WMDIClOiOW-MOW,
Roa a Sensato taya n. 42.
Neste estabelecimento continua a haverum
comapletosrtimentodemoendas emeias/noen-
fla paraauaenho, machina de- vapor e taixas
oererro batid e coado.de todos os lmannos
Taberna para um
principiante.
Vende-se a taberna sita na travessa da ra do
Queimado (oulr'ora becco do Peixe Frito) n. 7,
muito afreguezadu para a praca e malo, propri
para um principiante por le poucos fundos e
ser em urna das melhures localidades, e o moti-
vo da venda se dir ao comprador : a iralar ni
ruesoia.
SU
De Oldekop & Mareilhac.
~t, Julien
_t. Julien Mdoc.
hateau Lovilte.
Na mesma
vender:
casa ha para
quer especie e grao por mais amigas e lenazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muilas que ja eslavara as porlas da
uiorie, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e forca3, depois de haver tema-
do inuliimenie lodos os oulros remedios.
As mais afilelas nao deveni entregar-se a des-
As melhores machinas de coser dos mat esperto ; fagam um compleme ensaio dos
afamados autores de New-York, I. efficazes eTeitos desla assombrosa medicina, e
M. Singer Ce Wheeler &Wilson- pre.Mes recuperaro o beneficio da saude.
Xao se perca lempo era tomar esle remedio
para qualquer das seguintes enfermidaJes:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Cognac em barris qualidade fina
Cognac em caixasqualidade inferior
Cerveia branca.
V
endese
umexcellenle prelo cozinheiro, bonita figura, e
de excellente conduela nao tem vicios nem
achaques; vende-se por precisao: na ra do
Queimado n. 36.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAY.
PILULAS hollwoya-
Esle ineslimavel especifico, comp sto inleira-
menle de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio nem alguma oulra substancia delecteria. Be-
nigno a mais lenra infancia, e a compleigao mais
delicada igualmente prompio e seguro para
desarraigar o mal na complejo mais robusta ; ,
enteiramente innocente em suas operages e ef- j Dias ditas por
feilos ; pois busca e remove as doengas de qual- "tas de imorlaile por
Libras steriinas.
Vende-se no escrfptoo de lanocl Ignacio de
Oliveira & Pilho, na proca do Corpo Santo.
Terrenos pertoda
praca.
Caminho dos mnibus.
Os herdclros do commendador Antonio da Sil-
va vendem sua propriedade, no lugar da Casa
Forte, em sortes de Ierra a vontade dos compra-
dores com a nica estricco de nao lercm menos
de 30 palmos de frente, e fundo designado pela
respectiva planta approvda pelas autoridades
competentes, o engenheiro Autonio FaUiano
Rodrigues Selle o encarregaoo das medicoes
precisas, e pode ser procurado no mesmo sitio,
ou na ra eslreila do Rosirio n. 30, terceiro an-
dar, ou na praQa da Boa-Vista, botica de Joaquim
Ignacio Ribeiro Jnior : os pretpndenles podem
dingir-se igualmente para qualquer proposta ou
esclarecimento ao herdeiro L. A. Dubourcq, no
seu sitio na Capunga.
Vende-se na loja de Antonio Augusto dos San-
5000 RS.
Ferros econmicos de engommar a vnpor : r.a
i ra Nova n. 20, loja do Vianna.
Liquidando
A loja de miudezns da ra Direita n. 103 echa-
se f berta do ia 8 do correnle cm diante, e con-
tina a vender oque.nella tero, por primos com-
mudos afim de liquidar conUs.
#
Ciiegueiu ao barato.
Leile Irmao, na ra da Cadei'a do Recife n.
48, vtndem chita franceza, cores Oxs, a 240, 2f(j
e 380 rs. o covado, ditas estrellas, cores as a
200 rs pecas-de mad.-.polo com 20 va a's a
3200. 4f. 4-y200, 4^OO, 4j800 e 5S500, e n uito
uno a 75, pe5as de l.retanha de roHo com 10 varos
a 2g, cassa preta muito fina a 640 a vara, mi iaa
de seda de peso para meninos a 2{500 o por lu-
vas de camurca para roonlaria a 2*510, lolhas
de imito para mesa a 39, meias cruas iri"!rzas
muito snp.nor^s para hornera, merino mde e
c<)r de ci com 6 palmos de largura 1 ];} o cova-
do, bandos de crina a lgzCO, cortes de cassa rhi-
ta de lindos desenlies e cores (Ixas a 2^100, brim
trancado de linho todo prelo, fazenda mullo sil-
los Porto na loja ns. 37 e 39 na prca da Inde- pcrir e que nao disbot a 2 a var
pendencia, capellas de aljfar eimorlule para ca- mesa a 4Jr, chapelirns modeinas para senhora
tacumbas, tmulos etc., etc., da forma seguinte '
e prer.os razoaveis
Capellas dealjofe com ESCripcocs, grandes a 105
Ditas ditas por 8j
Ditas ditas por 5
3
29
Quadros cora a imagem do Senhor Cruxii-
cado com inscripces por baixo a 123 e a
i 0
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areios (mal de).
Asth n, a.
Clicas.
Convulsoes.
Neste estabeleci-
mento vendem-se as
machinas destes dous
autores, mostram-se a
qualquer hora do dia ou
da noiie, eresponsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade e seguranea :
no armazem de fazendas
do Rayroundo Carlos
Leile & Irroos ra da
Imperatnz n. 10, anligamente aterro da Boa-
Vista.
echincha.
Ra do Crespo n. 8, loja de
quaro portas.
Chitas francezas matisadas muito finas com pe-
queo toque de avaria a 200 o 220 rs. o covado, i "-' "u
mossulina azul perfeilamente limpa, a 200 rs. o Ditas venreas,
covado.
Ftbreto da especie.
Golia.
Hemorrhoidas.
Ilydropesia.
Ictericia.
ndigos loes.
Iiifldmroac.Ges.
Debilidade ou extena- Irregularidades
Qao.
Debilidade ou faita
forjas para qualquer
cousa.
Desi n loria.
Dor de garganta.
de barriga..
nos rins.
Dureza no venlre.
Enfermidades no venlre.
Ditas no ligado.
menslruacjio.
de Lombrigas de toda es-
Novida
.i
Vende-se cortes de casemira do mais
apurado gosto e multo finas para cal-
cas, clamadas pelo ultimo vapor fran-
cez : na ra da irrperatriz n. 60, loja
de Gama & Silva.
Rap nacional D.
Pedro II da imperial fabri-
ca de Joao Candido de Mi-
randa, Rio de Janeiro.
Este rap sem duvida o de melhor qualidade
fabricado ueste imperio, acaba de chegar e ven-
de-se no deposito, ra do Vigario n. 23, escrip-
lorio.
Para colchoes.
Anda ha um resto do superior panno de linho
proprio para colchoes : ua ra da Cadtia do Re-
cio n. 48. loia de Leile & Irmao.
Barato para acabar.
Na loja da Ra do Passeio Pu-
blico n. 11.
Chita franceza fina a 220 rs. o covado, corles
de cassa a 25200. dito de eambraia a 2C800, cha-
peos rin filtro a 2J800 e (JOOO, cortes de casemi-
ra a 3gOOO, chales de laa escurosa lf.SOO, ditos
de merm bordados a 5J50, meias cruas a I58OO
a duzia, brins miudos a TGO. ditos grossos a 260,
pecas de eambraia lisa fina com 12 jardas a 6j>a
peca, ditas muito fina a 93, camisas francezas de
coros e brancas a l$60O, casemira preta fina a
13750 o covado, panno preto fino a 3$, sargelim
de duas larguras para forro a 200 rs. o covado,
ganga amarella a 260 rs. o covado, brim branco
de linho puro a IglOO a vara, eambraia de cores
muito fina a 600 rs. a vara, lencos brancos finos a
2j800a duzia, ditos pequeos 2$600, chita pa-
ra coberlas a 20 s. o covado, dila a 160, panno
da cosa a 310 rs. o covado, pecas de eambraia
branca do quadro muito finas a 43 com 10 varas
cada peca, ditas rendadas com 13 a 14 varas, lar
gura de 4 palmos e meio a i$500.
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Abslruec,o de ventre.
Phlysica ou consump-
pulmonar.
Retenijao de ourina.
Rheumalismo.
SymploroiS secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
Suissos.
I 1 ""* ;-------------- k"' uii'ira,
palciulsdo alpaca a 58, corles de caira de ie*p-
mira de Igodio a 1*280, ditos de casen ira a 4
, ditos de n.aia casemira a 2, miuselin* branca
: muiio fina a 300 rs. o covado, saboneles inslezea
rauito upciiores a I36O a libra, brim Iraocado
1 branca de linho rauito fino a 11500 a Vara, lr-
[Ialana branca e de cores, pecas de cambrah |j-a
com 12 varas a ij&OO, ditas transparente com io
varas a 2gi)0, 3, 4*600 e G$, coberlas de tima
de lindos desenhos a 2, la de quadres para
vestidos a 500 rs. o covado, e ontias muilas fa-
zendas que se vendem por tralo prcro, e a ludo
se dai amostras com peiior.
Vinagre branco,
superior.
Borba.
O hbricante deste rap nao faltando a sua pro-
mesa de o melliorar o quanto Ihe fosso possivel
urna remeca vinda do Par por esle ultimo va-
por, j muito maisnperfeicoado, e a sahida que
elle de promplo tem lido p'rova sua excellente
qualidade ; deixando ao gosto dos senhores to-
mantes a escolha de fino, meio grosso e grosso ;
deposito ni ra da Cadeia n. 17.
Cerveja branca su-
ior.
Enchaqiieca
Herys'pela,
Febre biliosa.
Febreto intermitente,
Vende-se estas ptalas no oslabelecimento ge-
ral de Londres n. 224, Slrand, e na loja de
todos os boticarios droguista e oulras pessoas en-
carreg&das de sua venda em toda a America do
&ul, Havana e Hspanha.
Vendem-se as bocetinlias a 800 rs. cada
urna della?, contera urna inslrucgao em porlu-
guez para explicar o modo de se usar destas pi-
I ulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em Per-
nambuco.
RFfVIEOIQ INCOIYIPAR&VEL.
UNGENTO IIOLLOWAY.
Mudares de individuos de todas as noyes
podem leslemunhar as virtudes deste remedio
incomparavel e provar em caso necessario, que,
ptlo uso que delle izeram tem seu corpo e
menibros inteiramer.te saos depois de haver em-
pregaJo intilmente oulros tratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravillosas pela leilura dos peridicos, que Ih'as
relatam todos os dias ha mu tos anuos ; e a
maior parle dellas sao lao sor prndenles que
admirara es mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobrarain com esle soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois de ter
permanecido longo lempo nos hospitaes, onde
deviam soffrer a ampulagao Dellas ha mui-
cas que havendo deixado esses, asylos de pade-
liinenios, para se nao submelerem a essa ope-
rajao dolorosa forara curadas coniplelamenle,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gunas das taes pessoa na enfuso de seu reco-
nheciraento deelararam estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e oulros magis-
trados, afim do mais aulenlicarera sua a firma-
liva.
^inguem desesperara do estado de saude se
uvesse bstanle confianza para encinar esle re-
medio constan temen te seguindo algum lempo o
iralaraento que necosslasse a natureza do nial,
cujo resultado seria provar incontestavelmenle.
Que ludo cura.
O ungento he til, mais particu
liinnente nos sesuintes casos.
Era casa de Sthafleitlin & C, ra da Cruz n.
38, vende-se um grande e v. riado sortimento
de relogios de al^ibeira horisontacs, patentes, [ do Recite'
chronomelros, meios tlironometros de ouro, pra- veira.
la dourada e foleados a ouro, sendo estes relo-
gios dos primeiros fabricantes da Suissa, que :e
vondero por precos razoaveis.
Na loja de Burle Jnior Cabng n. 1G, vende-se :
Botinas de lustre e pellica para senho/aaj.
Ditas de setim branco para dita a 4.3.
Ditas de dito para menina a 33.
Ditas de lustre para homem a 53, 63 c 7j.
Em casa de J. Praeger Si
G ra da Cruz n. 17, ha para
vender:
Vinho de Bordeaux em .rurtelas e caixas das
seguintes qualidades :
St. Julien.
SI. Estephe
SI. Julien Cabarrus
Moni ferront.
Pichn looguevilie.
Margaux.
Vinho de Bordeaux, branco Haut Saulerncs.
Vinho do Rheno.
Vinho Xerez superior e ii.feiior em barris e em
caixas.
Vinho Madeira.
Champagne das acreditadas marcas Eogene Clic-
quol, Bruch Fouther CS; Ce outras qualidades
mais inferiores.
Licor muilo lino de Marselha.
Dito cherry cordeal.
Abinlhe.
Kirsch.
Cognac francez em barris e em caixas.
Dilo Pal Brandy superior qualidade em barris o
caixas.
Cerveja branca e preta.
Fumo americano.
Charutos de Ilavana muito finos marca flor do
(abaco.
Conserva em frascos (Pieles).
Mo>tarda ingleza.
Dita franceza.
Sardinhas de Nantes.
Ervilhas francezis Espingardas para cara de 2 canos.
Pistolas.
Balancas decimaes.
\ende-se vinagre branco superior em barris de
lo, por preco commodo ; na ra da Ca i 11
n.12, escriploiio de Bailar & Oli-
per
Vndese cerveja branca superior, em barris de
tergo, por preco mdico : na ra da Cadeia do
Recife n 12, escriptorio de Bailar & Oliveira.
JOIAS.
Seraphim & Irmo, com ojas de ourives na
ra do Cabng ns. 9 e 11, sortidas das mai~
bellas -
e delicadas obras de ouro, prata. epedras '
fas ; venden barato, trocam e receben pa- ;nelras
Alporcas
Caimbras
Callos.
Ancces.
Corladuras.
Dores de cabera.
das costa?.
dos menbros.
Emfermidades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Erupc,6es escorbuitcas.
Fislulas no abdomen.
Fialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
preciosas .
ra fazer-se quaesquer jotas con presteza, a von-
tade dos pretendenles, e se retponsabilisam pelas
qualidades.
Campos receberam urna factura de chapeos de sol de se-
da para homem, tendo entre estes alguns peque-
nos que servem para as senhoras que vao para o
campo lomar banhos s cobrirem do sol, e como
a porcao seja grande se resolvero veoder pelo
prego de 6# e 6S500, e alguns com pequeo do-
feUo a 5# : na ra do Crespo n. 14.
Vende-se barato, a prazo ou a dinheiro, um
bom piano com pouco uso : na ra Nora n. 7.
Inflainmago da bexiga.
da matriz
Lepra,
Me les das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuraces ptridas
Tinha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos
Ulceras na bocea.
do figado.
das articularles.
Veias torcidas ou
das as pernas
echincha
para acabar.
Madapolcs a 3^300, 4;20O, 4^400, 4600, 5g500
SJ60O, 5g900 e 6000 muito fino, eambraia bran-
ca de flores a lg'OO a peca, algudaozinhos a 3i,
3f00, 3SS0O, e 4S90O, superior sicupira com 22
jarda?, chales de larlatana a 18C0, castores mui-
to grossos a 250 rs. o covado : na loja da ra do
Passeio Publico, n. 11.
Relogios,
Vende-se. em casa de Jobnslon Pater & C,
ra do Vigario n. 3, um bello sortimento de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes do Liverpool ; tambem
urna variedade de bonitos trancelins \^t& os
mesmos.
Ra da Senzala Nova n.42
Vende-so em casa de S. P. Jonhston i C.
vaquetas de luslre para carros, seliins e tilhes
L0J4 DO VAPOR.
Grande e variado sortimento de calcado fran-
cez, roupa feita, miudezas finas e perfua arias
ludo por menos do que em oulras parles: a o-
a do vapor na ra Nova n. 7.
Aviso aos Dimancs.
Anda exislera charutos da. Baha a 1S a caixa'
narua do lamnenlo u. 19.
F.m casa de N. O. Bieber &Successor,:* ra
jda Cruz n. vende-se :
Champanha marca Farro & C urna dos mais
acmJitadas marcas, mu conhecidas no Rio de Ja-
neiro.
Vinho xerez era barris, cognac era harria
caixas.
Vinagre branco e tinto em barris.
Brilhantes de varias dirn. SO es.
Eiher sulfrico.
Gomma lacre clara.
Lonas, brin/aos e brins.
Aro de Milo
Ferro da Suecia.
Algodao da Babia.
CAL DE LISBOA,
nova e muito bem acondicionada : na ra da Ca-
deia do Reciten. 38, primer., andar
Vinho genuino.
Ainda ha urna pequea quantidade de ancore-
tas deste vinho sem confeicao, e proprio de di tu-
tes : na ra do Vigario n. 19, Drimeiro andar-
|@@@ ; .,;::.: ^;, g .. $
58 iiecebeu-se bonitas litas douradas para
ZP cinleiros do uliimo gosto a imperatriz '
* Eugenia, na -.->
| Loja de marmore.
imm 99W g -'-
As senhoras i!o bom ml>.
o
Chegou a loja ac p do aic.) de Sanio Ai I
vindo pelo vapor do norte, um rico o completo
| sortimento de lencos de labyrinthu, i s n ; os
que se tem visto no merc-ado ; estes lencos ;o
feilos com lodo primor pelas *]ovens Ceareses.
Para acabar.
N'a loja de fazendas de Guimares & Villar, na
ra do Crespo n. 17, vendem-se ricos cortes do
veslidos de phanlazia a 15g, ollinhas e mangui-
tos prelos a 5. cassas de cok-s (ixas e padrdes
miudinhos a-240 o covado, chitas francezas a 2CO
e 280 o covado,(hapeliuas de palha de Italia ti-
camente eufeiladas a 30.
Liquidado.
A dinheiro.
Una Wireita n. IOS.
Calcado pira homem, senhota e meninos, pa-
lelots de panno, casemira e brim, calcas da mes-
la fazenda, corles para colletes, e casemira para
caiga taixas com msica para costura, estojos
paray,-;,ens, perfumaras de todas, as qualida-
des, enfeiles de porcelana para mesas, sapa los
. '. r .-------,' .....--------------- uts, riueiif ue porreana para mesas, sapalcs
inglezes, cndeeiros e castigaes bronzeados, lonas de tapete eslampados e de velludo preto. diHe-
nglezes, fio de vela, chicote p3ra carros, e mon- rentes obras de ouro e a imitarao, relogios do
laria, arreios para carro de um e dous cvalos p!al? e dn.urJa,,,,s. bengalas e chirotes, e entras
o rete-nos de nnra nimnin inel7 muilas miudezas que se vendem ao priraeiro
o reio0ios ue ouro paienio ingle*. prc,Q0 plm dt! iquijar CuiaJ.
Tachas moendas
Peehincha sem igual.
DragaSilva &C.,tem sempre noseu deposii-^ De queijos flamrngos recentemente chegados
daruadaMoeda n. 3 A.um grande ortimento p ? u.,".mD vP.orda Europa a 2; e em xa
de tachase moendas para engenho, do multo
acreditadofabricante Edwin Maw a tratar no
mesmo de osito ou narua do Trapiche n 4.
so far algum abalimento : vende-se unican ente
noarmazfm progresso de Duaile & Irmao, no
largo da Penha n. 8.
Vende-so um carro para Irabalho da alfsn-
dega, novo c nsuilo forte, bem forrado, leudo
Vende-se urna escrava crioula, de idade28 .
annos, pouco mais ou menos, com principio de i e"emia Para M o cavallo, por prego commo-
tudo, para o servico diario de urna casa : a tratar' i-: na rua (la ConcorJ'a i>- 19, armazem de ma-
na ra da Cadeia Velha do Recife, escriptorio n., SS^ .............
j6, de Leal & Irmo. .
no-
(i.-ngiva escaldadas?.
lucharles.
Inflamaijao do figado.
Vende-se este ungento no estabelcciraenlo
geral de Londres n. 244, Sirand, e ua loja
de lodos os boticarios droguistas e oulras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs., cada bocetinha contera
Loja da seis portas em
frente do Livramento.
scravos fgidos.
Boa ecompensa
Jos Matheus Ferreira recompensa bem a qurm
, lhc trouxero seu escravo Leandro, o qual tem os
signaes seguintes : idade 20 annos, pouco m;.is
ou menos, baixo. rosto e cabega redonda, sardas
no rosto, pouca barba e ruiva, quando aada ar-
uma inslrucgao em portuguez para explicar o cas, colletes de casemira preta e de cores, dilos
modo de fazer uso desto ungento. de veludo preto e de cores ; um complete sorti-
Roupa feita barata.
r uv iusiu, |iuta udiua e ruiva, quando aada ar-
alpaca prela 43P0OO e 55' 00, camisas brancas Xaacia do Recife n. 35. loja.
ede eres a 2000, ditas de fuslao a 2JS500
serolas muilas finas a 15600 e 2#000, palitots
de brim pardo a 3000 caigas de casemira pre-
la e de cores, palitots de panno prelo sobre casa-
0 deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na rua da Cruz a. 22. em
Pernambuco.
menlode roup. s feitas
Vende-se vinho de caj superior a 1$ a
garrafa ; na rua de Santa Rila n. 84.
300SOOO.
Contina a ester fgida a escrava Paula, que
diz charaar-se Paulina, tem os signaes seguintes :
fula, alta e muito magra, representa ter 25 an-
nos de idade ; descona-se estar oceulta em al-
guma casa nosarrabaldes desta cidade ; veio do
sertao do Cear, d'onde natural : quem a pe-
gar, rece-ber a qnanlia cima, na rua da Cadeia
n. 35, loja.
MUTILADO


*
(8;
DIARIO DE PERNAKBUCO. QUINTA FEIRA 18 DE OUTUBRO DE 1860.
LHteratura.
Leudas, superslices e crencas popa-
lares.
A SIXA DE FAMILIA.
V
(Concluso).
Mis as pernas fallavam-lhf) e a voz prendeu-
,i labios O te feliz rapaz cahio de joelhos,
irado, inerte, insensato, sem lagrimas nos
ul'.os para desaogar a sua angustia, sem urna
i va, sequer, nos labios para a poder ex-
i unir.
Sesta momento, um r3o da la, penetrando
pelas fendas do telbado, veio beijar aquello
insto que Raphael conheccu io querido e lo
seu.
Era o de Luiza.
Urna expressao jie serenidade anglica, que
realcava atravez da sua pallidez de marmore,
8orria, ou aotes, lhc innundara o semblante da
luz inneffavel, que s parte do seio da bemaren-
ruranca, o re9plende de todo o fulgor na face dos
seus escollados.
Luiza olhou para o soldado, e, depois de o ter
contemplado com urna ternura misturada de sau-
dade, fez-lhe signal para que se erguesse e a
acompanhasse.
Raphael ergueu-se, ejulgando ludo que via
anda um brinco dos sentidos ou o resultado da
sua exaltado de animo, correu para aquella fi-
gura do mulher e lenlou abroga-la. Mas os bra-
cos nao encuntraram seno o ar, e, comtudo, a
visito permaneceu imraovel e impassivel, como;
se fosse una estatua de marmoro. Enlo, o terror I
de Raphael fui indizivel. Senlio se petrificado.1
Quiz fallar, mas os labios recusaram-se toda a I
arliculacSo ; tentou fugir, mas os ps estavam
como pregados na trra
Erara dous phanlasraas, um cm frente do
ou'.ro.
Vera commigo e respeita os sogredos de
Deus !
Forara as ultimas palavras de Luiza. que se
affastou, acenando ao soldado para que a se-
gaisse.
Raphael, mais arrastado por um poder sobr -
natural do que levado por vontade propria, se
guio-a.
Saino o portal e caminhou aps ella.
A noe ia adantada. Um vento gelado, em
lutadas impetuosas, gemia pela quebrada da
seira.
Era o nico rumor que perturbava a mudez
solemne dos campos.
O mancebo 9eguio pela subida da monlonha,
seinpre a'.raz da viso. Porm o seu caminhar
era como instinctivo e automtico, sem que li-
resse (.ousciencia do que fazia. Caminhara e ca-
minhara sempre, mais consirangido, mais arras-
ta o por aquella aliraceo mysleriosa que fra
baldodo resistir. E assttn subi o dorso da colli-
ua, e assim trepou a clareira que serpeia por
entre as fragas da serrana e assirn chegou pon-
te do rio Caldo.
Q lando, porni, se vio n'esse sitio e conheceu
que liha de atravessar essa ponte, a taes dez ho-
ras, imptllido e rodeado da tantos myslerios,
aquella ponto que figurava de uma maneira lo
fatdica na imaginacao crdula dos camponezes
de todos aquelles contornos, quando chegou
este transe, Raphael venceu lodo o poder eslra-
niio que dominava e duvidou passar.
Para mais o apavorar, a scona que se desenro-
lla seua olhos linha o quer que era de sinis-
1), phanta.-tico e solemne.
A' seos ps, l no mais fundo do abysnio, cava-
do as enlraahas da montanha, sussurravam os
sj, ias do rio com um ruido muro e lgubre. A
la, velada pelos nevoeiros da serra, rcflectia
u.na clar.dade baca, inserta e melanclica sobre
os pillearos mais elevados da cordilheira do Ge-
is quacs. envolvidos no seu manto de nev,
se destacaban da escuridodo espago, como um
pelotao de phantasmas gigantes, que divagassera
peio horizonte.
[taphaol, dominado pelo aspecto d'esle qua-
dru.que o sua pliantasia exaltada mais exagera-
v.i, parou. Mas a riso parou tarabea) ; olhou
paro elle e soirio.
No seu ollnr lia via utn como pezar indefinirel
-que pareca dizer ao militar : Tens raedo, Ra-
phael '.... Tens modo da tu a Luiza?...
O mancebo nao pode resistir. Um novo gesto o
decidi : veuceu-so e passou a ponte.
Passada a ponte, a viso dirigio-se aldeia.
A porta da freguezia eslava abena de par em
par: dentro havia luzes. Mas nem uma voz, 1
ii.-r13 aan zumbido quebrava a mudez allerradora,
qoo dizia ali reinar o silencio inquebrantarel
dos sepulcros.
No raeio da egreja, via-seuma era e um lado
eslava urna cova aberta.
O soldado recuou, olhou para traz, mas nao
muguen.
ti phantasma linha desapparecido. Um esforoo
Supremo f-!o caminhar para o alade e leran-
tar-lhe a lampa.
Um fro mortal o lornou de pedra.
Era Luiza, era a escolhida do seu coraco que
ali dorma o sorano eterno. Nos seos labios,'
apezar de gelados pelo spro da morte, como
que brincava anda aquelle sorriso candido e pu-
ro, repnssado de intima melancola, que n'ella '
era como o adeus prematuro aos gozos da vida.
Raphael cahio sobre osdegros da ga.
J nao era uma viso que via, era uma reali-
dade.
Mas s permaneceu assim alguns instantes.
Hu movimento convulso o obrigou levanlar-se
e sbito.
Q lera n'esta occasio o oHiasse de perto, dis-
sra que dez annos de tormentos lho haviam
I assado pelo semblante.
0 seu aspecto-era desvairado e fallara s como
Iri -I iucado ou possesso.
De repente, correu ao caixo, abracou com
exaspero o cadver e deu-lhe um beijo. Depois, '
pela egreja fra, galgou a serra o desappa-
receu.
D'shi pouco, um vulto de homem assomou
na ponle, chegou-se para a parte do poento e ar-
remessou-se ao seio do abysrao.
Nioguem abe ao certo quem fosse aquelle ho-
mem. Os pastores da serra, que o virara andar
errante pelos desQIadeiros, ararmam ser o aman-
te de Luiza. Mas o seu cadver jamis anpa-
receu.
A superslico popular conla que elle jaz no
fundo do precipicio, e que l pelas horas moras
das noiles estivas, quanddta la allumia mais es-
plendida os glos do Gerez, opparece sobre a
ponte uma donzella vestida de roupas cujo alror
cega, a qual pranleia largo espago em queixas
doloridas, queixas que uns gemidos sahidos
dos seios da voragem respondem anda mais
i pungidos e mogoados.
[Cvmmercio do Porto.)
Discurso pronunciado as exequias de
S. A. I. o principe Jeronymo Bona-
partepelomonsenhorbispodeTroyes.
A Providencia acaba de enviar sobre nossas
i cobegas um desses golpes terrireis, que fazem o
homem repentinamente volver lembranga do
seu nada irremcdiavel, e tornam manifesla ainda
aos mais cegos a raidade desses phanlasraas que
na linguagem frgil da trra chamamosfortuna,
grandeza, poder. Um principe, a quem os suc-
cessos e o seu mrito collocaram mui periodo
throno da l-'rancao primeiro sem davina alguna
e o mais glorioso throno do universo ; um prin-
cipe, que foi rei, e vio o seu sangue mesclar-se
com o das ragas soberanas as mais antigs e res-
peitadas ; um principe, que no seu nome conser-
yava nao sei que amigo prestigio, porque foi elle
irmao de um grondo homem, lo grande, lo
elevado na gloria que pareca j distante de nos,
quasi tanto quanto Alexandre o Cesar, posto que
nosso contemporneo ; um prncipe, no qual
como que reviva toda essa cohorte, exmela em
menos de um seculo, de-tisforcados cavalleiros,
soldados c hroes, que/se haviam associado s
lulas do imperio, e qqm o enthusiasmo popu-
lar dra formas, espadas, e proporges gigantes-
cas ; n'uma palavra, essa forte e valento reliquia
dus nossostempos fabulosos,S. A. I. o principe
Jeronymo Ronaparle acaba de nos ser arrebatado
pela morte 1 Paria intero quiz contemplar uma
ultima vez as feiges augustas daquelle que com-
sigo leva para o tmulo os restos dessa poca he-
roica, que lano coramoreu o nosso seculo, e que
ser a eterna admiracao dos seculos vindouros I
Eis-aqui oslo os seua reslos moraos ao p
dos nossos aliares, na paz deste sauctuario, sob a
prolecgo do senhor dos exercitos. Os principes
e o povo, todas as dignidades, lodos os corpos do
estado Vieran tribular-lhe as ultimas homena-
gens : a religio foi ao seu encontr, enviou os
seus pontfices para fazer-lho as honras pas,
conforla-lo cora as soas santas snpplicas, conso-
la-lo com as suas bengos, e assislir-lhe, pela
graca e com a autoridade do Redemptor, nesse
momento supremo em que ello transpoz os um-
braes da eternidade. Ei-lo que vae agora descer
essas sombras regies, que sao o vestbulo da
nnmortalidade, e por onde devem passar todos os
ilhos de Ado, quando hoiivercm concluido o
seu transito nesle mundo. Ao menos ali nao se
vers ; sua esposo, essa nobre raioha que com
tanta coragem sabia supporlnr os males da vida,
o espera ainda nessa solido para conforla-lo
conlra as espantosas e mysleriosas tristezas do
sepulcro.
l'.irece-me ver o seu corago generoso reani-
nior-sesob o fro p, c exultar ao approximar-se-
llie aquelle que ella muito amou. Aflnal des-
cangaro juntos com o seu primeiro filho, elles
que ha lio longo lempo eslavara separados, e que
boje acham-se reunidos depois de lanos soTri-
raonlos. E o grande imperador, cojo tmulo o
principe Jeronymo se conserrou sempre fiel, por
sua vez tambera sendo o protector eterno das
suas cinzas, estender sobre elles a magestade do
seu nome e a inviolabilidade da sua gloria.
S falta aqui, senhores, uma voz capaz de ex-
primir com acert as fortes commoedes desta il-
luslre assembla. e de traduzir na linguagem hu
mana, sem desfigura-las, as verdades sublimes
que na sua muda oioquencia patenteia esla lgu-
bre pompa. Nao tenho a prelenco de me julgar
sufficiente para prcencher lo elevado mister o
quando ha mui poucos das anida eu soube que
se me reservava a honra deserencarregado d>sla
espinhosa larefa, consultando a minha fraiueza
tena certamenle regeitadu, se nao comprchen-
desse a deferencia c o abandono de si mesmo
que cumpre haver peraote a expressao de um au-
gusto desejo.
Iinplore humildemente o soccorro do co o
as bengans do imminenle cardeal, que rege ado-
cese de Paris, lo felizmente confiada sua alta
sabedoria ; e, sem mais refleclir, entregueime
misericordia do Deus, e ao meu dever. Espero
pois, merecer indulgencia da vossa parte. N
pensis que venho aqui pronunciar uma oraro
fnebre; venhos, j que assim o quizoram, in-
vocar o Eterno, tancar um brado do corago, uma
supplica de f, uma esperanca de salvacao, peran-
te o tmulo que se abre para receber um prin-
cipe francez, que foi cgualmcnle um varo il-
lustrc.
Quando o principe Jeronymo appareceu sobre a
grande scena do mundo, tocava-se uma phase
solemne na vida da humaniJade. Nao podia ha-
ver illuso sobre os indicios do lempo; elles
eram mamfeslos. A franca nunca deixra de
augmentar no decurso de tantos seculos. A reli-
gio. elevando as almas, iniciando-as nos mais
puros noces do dever e da honra, desenvolvpndo
com toda a autoridade da sua misso divina as
virtudes publicas e particulares, a religio, digo, !
por toda a parte plantara germens de grandeza]
que se vira depois desabrochar e se desenvolver
em ludo, esforcando-sc al por penetrar as for-
mas exteriores da vida social.
Os nossos antigos res, compenetrados de um '
amor ardente por seu paiz, trabalhando por glo-
rifica-lo, por fazer-lhe lodo o bem, aiuda que
nao quizessera apartar-se do circulo tragado pelas
ideas da sua poca, linham, nao obstante, con-
tribuido para essa magnifica obra de melhora-
nenio. i
fOLUETIM
oc
.A TODO TRANSE.
POR
Jorge Alfredo Lawrence, (*)
Viv, UBI.
Os meus jovens perseguidores faziam roda em
torno de mim ; apenas haviam tido lempo de
COnecar o seu jogo. quando um delles parou
por un momento para ver oque se passava. A
pailida ainda nao linha comegado. Pelo que me
pareceu, nada achando ali que o iuteressasse, ia
relirar-se quando chegou-lhes aos ouvidos i mi-
rilla resposla desesperada eterna inlerrogago.
\irou-se e disse-me :
Hammond de Hall seu prente ?
Respond humildemente, porra no entanto
um pouco mais alegre :
E' meu lio.
Conhego-o muito bem, replicn o recem-
chpgado. E vosses deixem-o tranquillo Ham-
mond, depois da chamada, estou sua espera.
Desejo fallar-lhe respeilo de seu lio.
Nao leve tempo de dizer mais nada ; um pri-
meiro pontap empurrou a pella e comegou a
ibalalha. Tornei ve-lo no correr dessa larde,
sempre frente do jogo e no mais reunido do
Os fructos eram prestes i colher-se. A nossa
patiia com effeito se senlia engrandecida ; j nao
podia respirar vontade nos involucros do passa-
do que se haviam tornado eslreilos para ella :
suas apiides, suas necessidades, seus gostos e
suas aspiragoes exigiam ser tiansformados. Uma
forca iovencirel, porm calma no seu valor, a
impellia por diante. Suas inslituicoes estavam
quasi ultrapsssando as raas que Ine eram mar
cudas. Em summa chegava-se vespera de ura
inmenso progresso.
Mas, ah senhores. Essas trensicoes do uma
edade para oulra sao sempre pergosas. Entre
o passodo que cohe, e o futuro que se ergue, o
edificio social parece momentneamente abalado
as suas bas"es, e as psixes funestas, que as
suas horriveis esperangas s miram a ruina, se
tornam mais animadas. Os sabios se pertur-
bara, so confunden) nos seus pensamenlos; os
espiritos esclarecidos, ainda os mais firmes, he-
sitara, e buscara com anciedadea vereda que de-
vem seguir; ao passo que os goveroos se inter-
rogara sobre 03 meios que, sem interromper o
curso da civilisago, possam todava proteg-la
conlra os perigo3 inseparoveis das grandes trans-
formages. No raeio de ludo isto erguem-se as
maesas que se impellem e so agilam, que nao
duvidam, nao disculem, nao comprohendera
asss os motivos das reservas e das condiges.
Uma vezdesvairadas na sua cega impaciencia,
era lugar do bem que lhes faz desojar o seu ins-
tincto e que esto perto de conseguir, excilam
tempestades folies, calamidades quo nem mes-
rao tinham suspeitado, males de toda a sorte
que assombram a huraanidode, o quo a obrigara
ir em regresso, persuadida de que nesta mar-
cha se ver bem depressa sepultada no fundo
dos abysmos, e entregue todos os horrores do
uma confuso eterna.
E realmente, senhores, nos ltimos annos do
seculo XVIII, nao tenhamos receios do diz-lo
bem alto para que lodo o mundo o saiba, a nos-
sa mui querida patria passou por todos esses ter-
rores, por todas essas calamidades. Que terri-
veis tormentas surgiram-de repente no seu seio !
Quo desprezo pelas cousas as mais santas I Que
odiosa licencia sob o falso pretexto de liberda-
de! Quantos crimes execrandos em nome da
virtude! Quem poderla salva-la ? Quem podeia
salva-la? Quem poderia restituir-lhe a honra, a
paz e a harmona"? Que brago seria bstanle for-
te para domaros raaos, o libertar essa immensa
maioria de cidados honestos trmulos perante
elles? Quem poderia salvar o progresso legiti-
mo, fructo do trabalho e da sabedoria dos secu-
los? Quem poderia reprimir os excessos com-
mellidosem norae da liberdade para desconside-
ra-la, corrompo-la o perde-la ? Vollai as vistas,
chrislos, vo,tai-as para o lado do co: ah est
Deus quo nico pode iulervir nestes casos, e que
nico c asss poderoso para esse lim. Ello de-
toi o sol, os astros, o as estrellas nos limites
que lho eslo designados no esparo desde o prin-
cipio dos seculos; elle tambera faz lomar aos
seus eixos, quando assim preciso, as naces
que se desvairam.
Dos ni ai- mysleriosos thesouros da sua Provi-
dencia aprouve-ihe tirar um homem formado
expressamenle para executar os seus designios,
um desses homens que se deixam ver na Ierra
de longe em longe, ura desses grandes guias
dos povos, que elle lem de reserva para as ne-
cessidades extremas, o que sao a esperanca do
mundo nos das em que este vacilla. Prep'ara-o
cora amor, iuspira-o da sua sabedoria, faz-lho
conhecer a lei pos lempos modernos, moslra-
Ihe o liraile at onde se pode eslender e onde
deve suspender-se o progresso, para glorificar o
genero humano sem comprometer a ordem, pe-
nelra-o de sua forca, lauca sobre seu semblante
um trago do seu proprio esplendor, presla-lhe o
seu raio, e assim armado o enva em soccorro da
Franca.
Aos signaesresplandecenlcs que se via estam-
pados sobre a fronte desse hornera, nioguem po-
da duvidar, ninguom podia deixar de reconhe-
cer nelle o enviado de Deus. Foi inmediata-
mente consagrado pela victoria, aclamado pelo
voto popular, cercado pela religio. Esso ho-
rnera, senhores, charaava-se Napoleo !
Vinha elle para reprimir o mal, e firmar o
progresso do bem : era esta a sua dupla misso.
Os resultados nao se lizerara esperar muito:
nossa patria foi enlao leslemuuha de um mara-
vlhoso espectculo. Nos mais vivos transpor-
tes de jubilo, de enthusiasmo e de adorago, ca-
da ura Francez, erguido o pescogo, o olhar Gxo
para diantc, contemplara sobretodos os cami-
nos a magestade de eus que passava para reen-
trar nos seus templos. Qual oulro Chriato, sa-
hindo dos desertos o dos tenebrosos retiros, em
que, por desgraga de todos, o haviam reduzido
occullar so por algum tempo, cora o semblante
sereno.e piedoo, prometiendo o perdo, deslri-
buiudo gracas, vollava ao saucluam do seu
amor, na paz dos sagrados tabernculos, o subia
aos mesmos altares, d'onde desde a sua origem
havia protegido os anlepassados, e ond6 por sua
mediago quera concluir at u lira dos terupos
a salvacao da sua posleridade.
Os povos apontavam uns aos oulros com res-
peilavel admiracao essas valentes legies de
liis ministros, que formavam o seu cortejo, es-
ses velerauos do sacerdocio experimentados no
fogo dos combates, indomaves na honra e na
verdade, assim como invendris na misericor-
dia, que marchavam era seguimento do seu Mes-
tre Dirino, sempre com o coraco cheio de im-
morlal ternura, sempre com o" brago leranlado
para abengoar.
Ao lado da religio, e em piesenga de Jess
Christo. juiz soberano dos vivos o dos morios,
cuja imagem tiuha de novo appirecido sobr
suas cabegas e imprima suas assemblas um
carcter sagrado, via-se os magistrados retomi-
rem os seus assenlos, os magistrados, respeilo
de quem diz a Escriptura queom quanto sub-
mellidos lei da morte, elles eram lodavia co-
mo que outros deuses. Restibelecidos na inde-
pendencia e na verdadeira autoridade das suas
funeces iam tornar proferir esses orculos
que leem o privilegio de tranquillisar o mundo ;
porque nao cedem torga, conservara-se supe-
riores todas as paixoes, sao unicamento inspi-
rados pela consciencia e s obedecem le.
Tudo se elevara ao mesmo lempo, e nada as
formas dirersaa da actlvidade social era estranho
a esse magnifico movimento de regenerago. Os
principios de 1789, mui queridos do poro fran-
cez, proclamados em diversas pocas por nossas
assembbjas polticas, e que ainda hoje sao a ba-
ae do nosso publico, eram ao mesmo lempo e
por toda a parle adoptados nos costumes, es-
criplos as les e consignados as instituiges.
A desordem estar, pois, manietada, e o pro-
gresso Inumphara. O enriado dirino consegui-
r desenipenhar a sua dupla misso; a Ierra
obedecer s rontades do cu I
E eslaria tudo concluido? Esse mundo noro
formado por um trabalho de lanos seculos no
seio da humanidade, e nastido de sua me no
meio do terrWeis dores, poderia augmentar sem
eslorgo, firmar-se sem combates, e conservar-
so sem causar abalo cousa alguraa? Nao, cor-
lamente, senhores ; nao esla a regra das cou-
sas da Ierra, onde ludo quanto se eslabelece
lem de passar por provas, em relago sua im-
portancia, pequeas e passageiras para o que
fraco e fugitivo, longas e difficeis para o que
forte e duradouro. O que nao tnz comsigo a
sanegao do pnssado, e o sello dos costumes an-
ligos lorna-se ubjecto de desconfan?; a sua
magnificencia escarnecida, os seus benefi-
cios sao temidos, o al temidas as suas vir-
tudes.
Essa dignidade de cdado francez, que res-
plandeceu ao longe. e fez pulsar os corages de
lodos os poros da Europa. oiTeodeu alguns es-
pinlos inquietos, e causou a muitos governos,
cruel descontentamento ; nossa legitima grande-
za parecia-lhes ser uma conspirogao. Se a me-
moria do primeiro imperio contristada por uma
loriga serie de lulas e de batalhas, causa isto por
renlura admiracao? Nos eramos quasi sempre
fatalmente provocados por una especie de neces-
sidade, que se ligara siluago e envolva a his-
toria desse lempo ; eramos tambem 3 vezes ag-
gressores, mas cora o fin de propalarmos as nos-
sas ideas e os nossos costumes. O passado os
repeliio. nao se queira accommodar a essa forma
de civilisago que se despertava enlre nos, que
augmenlava o prestigio da nossa patria, e se inti-
tulava j rainha do futuro.
Desenrolou, pois, os seus estandartes, reuni
innumeraveis exercitos para exterminar esse prin-
cipio de civilisago logo no seu bergo, se isso
fosse possivel.
Eis-aqui o lim que tendiam esses esforcos
ardenles e jmplacaveis, proseguidos sob diversos
pretextos n'ura longo decurso d'annos, e que tan-
to lizera solTrer a humanidade. Cada qual, porra,
ser responsavel de seus actos perante Deus e a
posteridad. Digamos smente quo o recem-vin-
do, resislindo immolago, soube defender-se,
gracas ao co, com heroica energa. Elle qui-
ma ser bom, fraternal, e pacifico: e forcaram-o
serguerreiro, e deveu, para selvar a sa vida,
precipilar-se na gloria.
Deslase oulras vicissiludes, senhores, se com-
puem taes destinos ; ao menos servera elles para
manifestaren! a forca das almas generosas ; ea
Franca preencheu os que lhe forara reservados
com lana gloria, dedcaco e grandeza, como na
historia nao haexemplo de que mais se houvesse
jeito. E realmente d'onde rierara essas magni-
ficas legies de sabios, guerreiros, magistrados,
e hroes que se rio surgirem de repente,
grandes nos prodigios da guerra, como nos es-
plendores da paz ?
Os irraos do imperador, animados com o mes-
mo ardor, peuetradus do mesmo ncnsaraenlo, sao
os priraeiros quo se apresenlain nessas immor-
taes phalanges, e enlre elles o principe Jeronymo
representa um papel glorioso.
Vimo-lo apparecer, linha apenas dezeseis an-
nos, ao raaior rgo do talento e da raocidade.; sa-
ina enlao desse famoso collegio de Juiily, ainda
nos nossos das celebre pela scienr.ia e pela pie-
dade. Ahi adquiri elle os principios de f, e
taes forara que, se no raeio das agitaces da vida
c por entre as nuvens agglomeradas pelo scepti-
cismo entre o co e a Ierra, parecern) elles um
pouco affrouxar ou por momentos diminuir o seu
brilho, todava nada houveque fosse capaz de os
destruir ; porquanlo conserraram-se na sua al-
ma al o lira da vida, como um titulo inexgotavel
da dignidade humana, como uma fonle sempre
abundante de virtudes, como uma torga divina
de raoderaco e do indulgencia, n'uma revelago
luminosa dos deveres do homem e do seu des-
tino.
Vimo-lo depois chegar uma esphera mais
elerada, porm menos serena do que aquella por
que nourera passado no collegio. Nao procura-
re! seguir os seus passos nessa iraraensa vareda-
de deserrigos, trabalhos, perigos o glorias, que
rauto abundaram no decurso dos seus anuos e
a parto assigualaram o qrilho da sua
por toda
carreira. Uma rez ~coramandando os
do estado, dirigindoas nossas esqu.idras, por seus
raros talenlos.sua firmeza o prornpla deciso, por
sua audacia inspirada fazia temida a nossa mari-
nha ja tao fornidavel ; e assim associava a sua
gloria a desse corpo Ilustre, cuja valenta e in-
trepidez sao famosas em todo o universo.
Oulra vez no porto c as rauralhas de Argel
ora elle o precursor, sem o saber, desses exerci-
tos de 1830, quem a Providencia reservara a
honra de punir tantos seculos passados das inju-
rias e criminosos allentados contra a humanida-
de. O priiieipo Jeronymo alli appareceu como o
pnmetra r|ngan;a ; c sem entrar era negociages,
sem supplicar, sem mesmo propor um rescato
que juigava vergonhoso, antes ameacador, agi-
tando nos ares o estandarte da Franca, munido
dos seus raios, arrancara das mos d'esses terri-
vois piratas, duzenios e cincoenta chrislos, que
elles liar iam roubado e laucado era ferros.
Nao menos digna de io'urores a sua conduc- I
la nos exercitos. Ao valor impetuoso que nelle '
era como o signal da raga junto ao vigor da mo-
cidade accrescia mais a prudencia, a experiencia
e babilidade, quajidades essas proprasdos relhos
capitaesde longo tempo instruidos o consumados
as guerras ; quolidades que lhe merecern) o
elogio do imperador, esse grande juiz.
Na Weslphalia soube elle ser um bom rei
amante dos seus povos, sempro decidido e ralo- |
roso as horas de perigo, e que nunca manchou
a magestade da sui cora. Tove ura momento
Nunca a aguia terrirel pro-"1 crabate. Vi tambem mais de um jogador aftas-
n a limiHn nAmhi v lar-Se do sen rnminlin nflirlA a .pn,.. ^
duzio a tmida pomba.
Nao ha nada nesle mundo menos agradavel
do que as primeir3 quarenta e oto horas pas-
sadas era uma escola publica. Tenho conhecido
iiomens de tempera vigorosa que, chegando
edade madura, pensavam nellas cora um estre- 11
mecimento. Nao metto em linha de conla a nos- membros c
talgia do lar paterno, de que s seriamente sof- '
frtra os principiantes mais simples e mais in-
genuos ; porm ha mil aborrecimentos peque-
os que, reunidos, constituem um grande des-
gasto. Por exemplo, a eterna pergunla :
Como se chama ? faz-nos logo sentir que
um nome ridiculo ura fardo pesado c um obs-
tculo na vida.
Uma triste tarde de outubro. um co parda-
cento, ura vento forte de nordeste juncando o
chao de folhas araarellentas arrancadas aos ol-
mos que rodeavam o quintal da escola de...,
um terrivel amalgama deespessa lama e de bor-
ras calcadas aos ps que gelavam al a medula
dos ossos,uma reucio de duzenlos meninos de
escola, sobresaltados pelo fri e pela obrigago de
icarem ao arlivre para a primeira partida de
pella da eslago, o sentimento da minha po-
sicao emminentemento falsa eis ahi
scerve.
(*) M. Charles Bernard Dcrosne traduzio para
o francez e publicou na Presse este romance que
agora comegamos.
lar-se do sen caminho, atRiclo, e procurar de-
balde dissimular ador causada por um dos seus
temiveis golpes.
Vou tentar esbogar o retrato de Cuy Lcrings-
tone tal qual me appareceu no nosso primeiro
encontr.
Tinha quinze annos, porra pareca um anno
mais relho, nao s por causa da estatura, mas
i pelo comprimento desmedido de seus
tle seu dcsenrolrimenlo muscular
que, mais tarde Formaran a reunio mais rara
que tenho vislo de vigor e de energa. Suas fei-
ces, muito sombras e paludas, eram por de-
mais acecntuadas para passarem por bellas. Seus
labios e principalmente a maxilla inferior li-
nham uma expressao de dureza bem carocterisa-
da, que raras vezes se encontra em um roslo ain-
da imberbe. Os olhos, de um pardo escuro quasi
negro, enterravam-se lo profundamente de-
baixo ae sobroncclhos espessas, que pareclam
mais pequeos do que na reali lade eram. Lem-
bro-me, que mesmo nessa extrema mocidade, a
colera dava-lhe unn rudeza desagradavel. O
traje de Guy pareca feito de proposito para Ta-
zer sobresahir a largura de seu peito eo rigor
desses bragos ; compunha so de uma casuca
muito justa, de uma caiga branca aperlada ao
nP-P?.r um cin, Prel um 8o de relludo
de uma cruz de prata da
mu en cor de laranja, ornado
ordem de Malla.
As poucas palarras que elle linha pronun-
ciado, hariara produzido uma mudanga inme-
diata em nieu favor. Ouri um dos meus carras-
cos dizer com certo ar de receio ;
O conde conhece a familia delle I
Nao s me deixaram tranquillo, como, pouco
tempo depois, mullos pozeram-se contar-me
uma proeza rcenle de Guy, que o haria eleva-
do mullo alto na candida admirago delles, e
que, ouso dzo-lo, ainda contada como um dos
grandes feitos do bom tempo antigo, as histo-
rias que narrara os antigos pacientes dos escolas,
bebendo noile sua cerreja.
Para apreciar devidamenle esla proeza, cum-
pre que os Icitores saibam que a classe por ex-
celencia dessa escola, a sextaera olhada pelos
soffredores e pelas oulras classes inferiores cora
nexprimivel seniimonlo de respeilo ede terror.
Consideraran) esse3 discpulos como egostas das
fraquezas cominiins aos mais, e ninguem era ca-i
paz de assignar um limite ao seu poder. Como I
os deuses do Lolophago, bobiaiu enlre si nctar!
o s se dirigiara ao coraraum dos mortaes para
dar una ordem ou infligir una punico. Urna
parte de sua gloria refleclia sobro a classe que
era inmediatamente inferior delles ; essa
classe compunha-se do alguraa sorte de semi-
deuses que esperaran) a sua rez para se elera-
rem ao Olympo e chegarera suprema omnipo-
tencia.
Nessa regio intermedia florescia. na poca de
que fallo, um rapaz gordo, chamado Jos Bai-
nes. de olhos pequeos, enormes faces paludas o
lymphaticss. quem linham posto o appellido do
Boto.por que seu pai era perito nessa nduslria,
na metropole do Midland Esse Jos era um rus-
tico era toda a exlenso da patarra ; sua estupi-
dez passava todos os limites; mas como mora-
ra em .. desde tempo immemorial para os es-
tudantes. acabara por ascender passos lentos
posigo presente em rirlude do principio da gra-
riiago universal. Creio que o linham feilo sof-
frer conlinuamonte durante muitos annos eque,
com sorda o persistente maldade elle ia aturan-
do o seu tempo de provocos com a inlengo
bem firme de, apenas chega'sse ao poder, usar do
crueis represalias para com os seus inferiores,
ou para empregar a sua linguagem expressiva :
dar-lhcs uma boa sacudidella. Para adestrar a
mo, commeilia pequeos actos do tyrannia so-
bre aquelles quem nao linha medo de atacar ;
mas al enlao, retido sera durida pela vaga sus-
peila, de que podia ser-lho perigosa a graga,
nao se alirevera meller-se de gorra com Le-
vingslono
Era um sabbado, tarde, na hora das salur-
naes hebdomadariasquando lodo o trabalho da
semana est acabado e ninguem lem mais o que
fazer ; algumas costelletas de porco, ajudadas
de cerveja quente, tinham posto Jos Baines de
bom humor. Impellido pelo seu genio mo, pro-
poz tres dos seus ntimos amigos irem pregar
urna peca ao conde. Quasi lodos os rapazes ti
nham appellidos, e linham dado esse sobrenome
Levingstone nao s por causa dos seus modos
altivos, como porque era opinio geratmente
acreditada, ler esse titulo perteucido sua fa-
milia, que deixra de usa-lo. Quando todos aus-
tro entraran). Guy aderinhou perfeilamente o
que rinhaiu fazer ; porm licou calado c quieto
em quanto dous recem-chegados relinham-o
forga, pelos bragos, na sua cadeira.
Conde, disse-lhe Baines, melleu-se-me em
beca quo uma cruz te havia ossenlar muilo
uem ; por tanto Pica quieto, que nos vamos con-
decorar-te.
E emquanto fallara ia arranjando uma massa
composta de sebo e pavios de relia cora que que-
na pintar a cruz na testa de Leringstonc.
Os dous rapazes que o seguraran), completa-
mente engaados pela sua tronquillidade inespe-
rada, linham afrouxado ura peuco as roaos para
se inclinaren! para a fenle, e uada porderera da
operagao.
O qnarto, que nao tinha nada que fazer, rio de
repente contrahircm-3e as populas de Guy, aper-
larera-se os labios de um modo ameacador, ej
ia abrindo a bocea para gritar :
Segurem-o bera !
Quando dcsenrolrcndo lodo o vigor dos seus
bracos, Guy livrou-se vivamente dos quatro ad-
versarios, e agarrando n'um castical de cobre que
eslava mo, deu cora elle na testa do cxeculor.
vigoroso esforgo que leve de fazer para recon-
quistar a sua liberdade, oltenuou al certo ponto
a forga do golpe, nao ser isso a dynaslia dos
Baines poderia ficar exlincta : o choque lodavia
foi bstanle vilenlo para alirar com o Boto so-
bre o assoalho tomo uma massa, immovel een-
sanguentado.
Eraquanto as lestemunhas dessa scena icavam
estupefactos, Guy sahio sem se quer Ueitar um
olhsrao seu inimigo abatido.
Foi direilinho procurar o director do collegio e
conlar-lhe o succedido. Este conhecia lio bem
o carcter do aggressor, que depois de ter verifi-
cado, que nao haria feridas grares, condemnou
apenas Guy, copiar dous lirrosda lltiada, em
grego.
BotSo csteve dez dias na enfermara, e quando
appareceu eslava mais bochechudo do que nunca.
Entretanto desse dia por diante diminuio-lhe um
pouco a inclinago ao gracejo.
Hoje dorrae o velho fabricante de botes. deri-
damente acondicionado sob duas pesadas pedras
de marmore, em sua parochia de Birrainghatn,
deresolugao nagoaniraa, que nos faz lembrar
Felippe Augusto e sua famosa balalha. Amca-
cado por inimigos poderosos, e vendo a rebellio
e a desergao gaoharem as proprias flleiras das
suas tropas, o principe Jeronymo encaminhou-se
resolutamente para a frente dos seus soldados, e
lhes disse: Nao haja entro vos um s traidor !
Aquelles que quizerem partir sao lirres de o fa-
zer ; desde j os desligo dos seus juramentos.
Nunca sere to forte e to bem guardado, seno
quando tirer smenleem torno de minha pessoa
amigos braros e dedicados. Quem poderia re-
sistir essa real intrepidez? Quasi lodos.ficaram.
Nao deixarei esse throno de Cassel sera fal-
lar-ros da rainha que foi o seu ornamento, que
pela dedicaco e firmeza de que era dotada, pe-
los sabias conselhos, que delta emanaran), me-
recer sempre ser considerada por ler muiH
concorrido para a honra e gloria desse mesmo
throno.
Commelteria urna falla se, nesta triste cere-
monia em que ella, posto que ausente, lem to
grande parle, eu deixasse de locar nessa nobre
mulher que por sua raagnaiiimidade, por sua
conducta admirarelse inscreveu as paginas
da historia por suas proprias mos, como disse
o iruperader; nessa augusta filha.de res, cuja
candura nada honre que podsse alterar, cuja
paciencia foi inexgotarel, cuja coragem foi es-
pantosa, e que nunca deu sua familia outro
desprazer a nao ser o desprazer punrjeute occa-
sionndo por sua morte.
E ros, princeza, que longos annos tendes
pranteado essa mi iucomparavcl, vos em quera
revivem as suas nobres feiges, os seus encan-
tos, a sua rara intelligencia", e bondade tocante,
recebei esta justa o derida homenagem que tri-
buto sua memoria ; e possa ella consolar o
rosso coraco conderanado hoje noros prontos,
e mergulhado n'uma oulra dr !
Urna tonga serie de tribulaco e de dores
crueis comecou para o principeJeronymo. O
irmo do Napoleo, fiel ao estandarte da Franca,
achou-sc era Wallerloo onde fez prodigios. E"se
tanto valor nao pode salrar o imperador, se ludo
foi perdido, excepto a honra, ao menos o prn-
cipe moslrou pela sua inrencirel constancia na
fortuna adversa que,fra dos campos do balalha,
exislem tambera outras celebres rictorias, outros
triuraphos gloriosos.
Que sorle estara reservada esse prncipe
francez, rei sem cora, esse irrao do primeiro
dos monarchas. esse valenle soldado e cidado
dedicado? Alliado lo de perto com antigos
soberanos, que reinara poderosamente, que per-
petuam as mais illuslres ragas, acharia junto a
elles um abrigo as suas desgracas, um repouso
as suas fadigas? A rainha Catharm, implo-
rando a piedade paterna, obteria o favor de res-
pirar com o seu esposo o ar desse mesmo throno
era que leve o seu berco ?
Ah! senhores, forca" confossara Europa,
nao exagero, a Europa dominada pelos seus ter-
rores, possuida dos seus rescnlimentos, esque-
ceu-se um dia de ser generosa I Tudas as cida-
des fecharan) as suas portas ao Ilustre proscrip-
to Todas? nao disse bem : houve uma cidade
superior s outras, collocada to perto do co
que ahi mal chega o estrepito das paixoes
terrestres.
O Christo dignou-sc escolher essa cidade para
ser a sede principal da sua realeza, o centro ne-
cessario da unidade, que derem conrergir de
lodos os pontos do universo as almas religiosas
que formara a sua familia.
Elle ahi c sempre adorado, e o seu primeiro
minislro. chefe de todos os outros, tornou-se
legitimo e inriolarel.
As (oreas maieriaes nao sao invendris; as
naces cahem e anniquiUra-se; mas s armas de
Deus nunca sao destruidas nem confundidas.
Fssa cidade domina pela caridade, pela graca
celeste, pela terna conipaixo para cora as almas
necessitadas.
Roma abencoa at mesmo a auellesqueamal-
dicoam-a: ella corapassira para cora os op-
pnraidos; ella abre o seu seio aquelles quo sao
perseguidos.
Roraa oi finalmente a nica cidade que hos-
pedou o principo Jeronymo, repellido de todas
as partes, e cruelmente humillado sobre os ca-
minos da viiia I
Purera, era quanlo Roma se mostrara to ge-
nerosa (e reremos j como essa paternal bondade
nao ficou sem recompensa), urna outra potencia,
que arrogara s, Ululo de protecgo e de boa
rizinhanga.o direito de relar sobre os seus actos,
para mclhor encobrir os seus designios de am-
bicao e de dominio, uma oulra potencia, digo,
nao quiz consentir que o beneficio corajoso do
Papa podsse por muito tempo aproveilar ao
principe francez ; e achou meios de forcar osle
ultimo deixar o seu asylo.
Entretanto, senhores, admrai a Justina do co,
e as espantosos ricissitudes das cousas deste
mundo I Alguns annos depois, aquelles que
haviam constrangido o successor de S. Pedro, e
arrancado dos estados deste o principeJeronymo,
eram vistosfugilivos diante dos exercitos da
Franca E quanto ao Pontfice das misericor-
dias, os nossos soldados ha dez annos que o
cercam de respeitos e de veneraco, ha dez
anuos que velara pela sua mage'slade como
relariam pela magestade de Deus ; e
lano por um effeito proprio de sua piedade,
como por se conformaren cora os pensamenlos
religiosos do nosso imperador, eslo sempre
promptos 5 derramaren) seu sangue paro prote-
ger conlra qualquer attenlado a independen-
cia e i dignidade do Santo Padre. E' assim que
a Franca costuma pagar suas dividas com mag-
nifica generosidade I
Reduzido anda essa rida fugitra, o principe
Jeronymo achou um refugio em Florenga ; po-
rm, estar condemnado sofTrer por toda a par-
te. O nobre exilado resolvase angustiadamente
sobre a ierra estrangeira, como um pobre doenle
sobre o seu leito de dores. Nao era possivel en-
contrar um repouso fra d" seio de sua patria ;
era ah que eslava o seu corago, era ah onde'
s podia viver. e onde s quera morrer. Final-
mente, leve a ventora de vollar para a ierra dos
seus desejos, e desde enlao nada fallou para a
sua consolaco.
Vio o imperio reconsliur-se sob o dominio de
ao p de seu pai; fazer remontar mais alto sua
genealoga seria ura grave erro histrico, e Jos
II reina em seu lugar ; exercendo como nao du-
vido, sobre os operarios da sua fabrica a mesma
arle de atormentar, que outr'ora fez com que os
arre-burrinhos do collegio so revoltasscm. Segun-
do dizem, um Demosthenes as reunios da
coramisso parochial.e um Dracon no conselho de
adniniatraco da laxa dos pobres ; mas no raeio
da sua testa plebeia, fazendo sobresahir a vulga-
ridade dessa physionoraia respeitavel e bera bar-
beada, flammeja sempre uma cicatriz de um rer-
raelho escuro o sinte de Guye tra-la-ha
coinsigo at o tmulo.
Essa facanha encheu de alegra som limites os
discpulos da classe inferior. Cincoenta d'elles,
admiradores enrgicos, disputaran! a honra de
copiar o castigo inflingido ao ringador, um dis-
cpulo sentimental, que justamente estara em
Herodolo, quiz conservar o fatal castical como
uma reliquia ineslimavel, ornou-lhe o p de
myrtho e de louro, imlago das honras feitas
pela cidade de Alhenas espada que tinha feri-
do os filhos de l'isislrato.
II
Os meus nicos livros fo-
rara os olhos de uma mulher, e
loucura s o que elles roe en-
siuaram.
O conde aceitou essas homenagens com a
maior calma, bem-que todas as semanas alguma
ora proeza do audacia ou de forca physiea fosse
augmentando a sua popularidado."
Nao era pequea tenlago para a sua raidade,
porque, como alguem diz com razo : nunca
arentureiro mais feliz reunir no curso da sua
vida mais admiradores e mais partidarios dedica-
dos do que um here de collegio.
Se o prestigio de O'Connell, sobre a mullidao
dos campamos irlandezes, ou o prestigio de um
chefe de clan, ha uns cem annos, podiam chegar
essa altura.
Devo ser muito agradavel para um homem rer-
seto constantemente citado, ser assim acredita-
do sem reserva, e saber que as suas decises sao
at esse poni absolutas e sem appellago.
Desde o primeiro dia era que'Guy fnterreio em
meu faror, nunca mais deixou de me conceder
egide de sua protecgo. Serrio-meisso de mui-
to, porque ento, como ainda hoje, eu nao tinha
forga physiea era energa moral ; e entretanto,
os nossos gostos, excepcao de um ponto, eram
os mais dissemelhanles que se pode imaginar. A
nossa nica setnelhanga era a nossa paixSo cora-
nrcumstancias, muilas das quaes forara mais fe-
lizesq.ie da primeira rez. A Europa mais bem
aconselhada, aprovetando-se das liges de expe-
riencia que adquirir, cessou de crear para nos
occasies e necessidades do guerras. Gracas al-
ta sabedoria do nosso imperador, temos podido
lirremeote desenrolrer-nos e prosperar no seio
da pa-: nossas ronteiras forara readquiridas
sem esforcos, e quasi que por si mesmas volta-
rom a nos. Os poros nos saudaram, e esse roto
pelo qual temos todo o direito de ensoberbecer-
nos, foi confirmado pelos reis. O principe Jero-
nymo foi lestemonha de todas essas maravilhas
e ferhou os olhos no meio de to bello espect-
culo para conserra-lo elernamento grarado na
alma : sua misso estara coucluida ; j nao lhe
era preciso velar sobre o tmulo de seu irmo ;
a 1 rovidenna so linha dislo encarregado. Pedio
para quo os seus reslos repousassem junto esse
tmulo, e subi s eternas regies que roara
todas as almas, quando lirres das prises do
corpo.
Esperamos que o co se digno receb-lo na
sua misericordia !
O santo sacrificio, que sobre esse altar se rai
concluir, o raerecimento infinito do Salrador e o
prego de seu sangue, o piedoso ioteresse dos chris-
los, o as supplicas da egreja, autorisam as nos-
sas esperangas.
Ah! senhores, os homens teem tanta neces-
sidade de redempgo I Todos sao to traeos Po-
dem elles acaso escapar absolulamenlo aos esco-
Ihos da vida? E quantas sedueges, quantos po-
ngos excepcionaes para aquelles, quera Deus
collocou n'uma alta posico I
O principe Jeronymo foi bom, compassivo, ge-
neroso e moderado. Que de virtudes naluraes
nao dcsenvolveu elle no decurso glorioso, o ao
mesmo lempo tormentoso, da sua tonga existen-
cia Quera foi mais beneficenlo, mais justo e
raais humano? Quem se moslrou mais caritati-
vo, mais apressado era mostrar ura soccorro, em
dispensar uma consolaco? Quem se conservou
mais fiel memoria dos serviros recebidos?
Bem sei, senhores, que ludo isto e nada ; que s
por intermedio do Salvador, e pela poderosa in-
lluencia da sua cruz, se pode obter a salvacao
quenada ha capaz de supprir a sua graga; 'quo
cumpre rogar-lhe com uma f sincera, e recebtr
com amor os seus divinos sacramentos. Sei lu-
do isto, e porque o sei, que se alentam as mi-
nhas esperanzas sobre o destino do principe Je-
ronymo.
Elle abri a sua alma ao Pontfice, que, reves-
lidou da autoridade de Christo, oabsolveu, e fez-
llio ouvir as palavras sagradas do perdo'; e as-
sim morreu na f de seus paes! Sim, morreu
esse anligo educando de Juiily, doutrinado por
sabios sacerdotes ; esse filho muilo amado de uma
rao profundamente chrisla ; esse illostre subri-
nho de um prelado, que ser sempro querido da
egreja da Franca, u que fci mais eminente pelo
reflexo de santidade que transluza na sua pes-
soa, do que pelo brilho da purpura que o orna-
ra. Nasci na diocese regula pelo cardeal Fesch ;
tire o honra de, na minha mocidade, estar cora
elle algumas vezes, e ouvir a sua voz respeita-
vel. Leirftro-me ainda, e jamis me poderei es-
quecer, do enthusiasmo cora que elle fallava da
familia imperial, e da f que nella havia penetra-
do, sempre ardente, sempre pura. A sua voz so
tornava coramovida, dos seus olhos rebentaram
lagrimas abundantes, todas os vezes que elle
narrara, e muilo se aprazia, os transportes, o x-
tasis, e o jubilo de Napoleo quando Deus lhe
appareceu pela primeira vez em todo o seu amor
na sagrada hostia da communho. Mostrara en-
lao a correspondencia do imperador elle diri-
gida, a qual conservara como uma reliquia, co-
mo um monumento.
Na verdade, senhores, esse genio sublime, co-
mo ludo o que ha do grande e sublime no co c
sobre a Ierra, comprehendeu sempre a mages-
tade de Deus, a razo superior dos myslerios
revelados, a eterna autoridade do Verbo. Era
esta uma virtude do sangue e da raga, que Irans-
miitio-se tambem ao principe Jeronymo por ura
direito de nascimento.
O' principe, de cuja profunda e cruel affliccao
parlilha o paiz intero neste dia de d para to-
dos, possa vossa alteza imperial conserrer estam-
pados bem no fundo do vosso coraco, com mais
amor que nunca, esses religiosos senlimenlos o
essas crencas divinas I Pelo discernimcnlo com
que o co vos dotou, tendes sempre penetrado o
seu valor, e comprehendido a sua importancia ;
mas hoje todas essas cousas se vos apresen-toin
cora um novo carcter, mais temo e mais sagra-
do, como um deposito precioso confiado vossa
piedade filial, como a derradeira vontade de um
pae, como a mais sublime e a ultima demonstra-
cao daquillo, que sua alma havia de mais puro e
e mais dirino, Analmente, como a sua suprema
esperanga e o penhor da sua fidelidade na eter-
nidade. E' um thesouro iucomparavcl que re-
COlhereis cora cuidado na rossa alma, procuran-
do cada rez mais ennobrec-lo.
A augusto e condida princeza, que o co esco-
Iheu d entre os seus aojos para delta fazer a vos-
sa companheira muilo amado, o prazer o o re-
pouso da vossa vida, perpetuar na familia do
se-.i tluslre esposo essas santas trodices : ella
possue grabas que se nao podo resistir ; ella
teai ja fascinado o povo francez.
Principe, a religio se accommoda perfeiti-
nienlo, e harraonisa cora as aspiragoes as mais
elevadas da vossa alma ; e a religio a origem
do direito, das virtudes c da honra : o mais
firme sustentculo e a mais segura garanta das
suas instituiges, as quaes, sem ella, tornar-sc-
hiara fataes e impersistentes. Quanto menos os
homens sao protegidos pela lei, mas elles leem
necessidade de ser protegidos pela consciencia.
Hasta, senhores ; o que pode a voz de um ho-
mem lastimando-se sobre um tmulo? Basto;
deixemos quo se conclua o santo sacrificio.- ro-
guemos Jess Christo que interceda por nos
junto seu Pae ; oremos elle que o salva-
dor das almas, e nunca abandona aquelles que
o invocara : ruguemos que conduza o principe
Jeronymo paz dos escollados na celeste raan-
sao da sua eternidade '.
( Moniteur L'niversel. Silvbira. I
mura pela leitura e a nossa mutua admirago
pelos mesmos autores.
Na c'asse s faziamos, o que era estriclamenlo
necessario, porm devoravamos com avidez certo
genero de litteratura ligeira.
Creio que Guy uo era o que geralmenle se
chama uma nalureza potica sua inclinaeo era
iiiuiramente opposta. Tambem no era'muito
admirador do pittoresco, porque ouvi-lhe dizer
minias rezes que nao qoizera habitar um paiz
cujas montanhas, fossem bastantes escarpadas
pan cancar ura cavallo bom. e era que as mallas
fossem tito cerradas que nao podessem ser alra-
ressadas pelos seus caes em um quarlo de hora.
Que ideal !
Nisso ello se pareca com certo philosopho fran-
cez, a quem se dizia que passasse o Ben l.omond
para gozar do mais magnifico panorama, e que
respondeu simplesraente:
Goslam das bellezas da natureza ? Pois eu
aborrego-as.
A emphase estridente desta ultima ajilaba nao
revela quo aborrecido devia estar o pobre mate-
rialista, com semelhanto conviler para chegar
esse ponto ?
Durante toda a vida de Levingstone, a realida-
de devia sempre vencer o ideal, e era assim des-
de n sua mocidade Elle professava profundo
desdem pela poesa puramente sentimental
e descriptiva, e prefera qualquer outro ossump-
to as bailadas guerreiras, as Lays de Roma, que
agtsm o sangue, ou as cangos d'araor que o ta-
len ferver como um vinho generoso.
Tambera tinha grande paixo por Hornero;
amara a harmona de seus versos pomposos que
rolam magestosamente abatendo-sc e crescendo
como o fluxo e reflua de um mar tempestuoso.
Anida oueo a sua voz, sonora e de timbro
forte declamar a historia que nos mostra
Neptuno, c a sua bella conquista era seu leito
nupcial, aberlo no vacuo de urna onda currada
sobre si.
De repente Neptuno sahio das aguas no con-
fluente do rio impetuoso deque tomou as feiges,
uma raga azulada, d'allura de uma montanha,
curvou-se e envolreu o deus eajoren mortal.
E lodaria dizem que o velho de Scip um my.
lho, e que a Odyssa nao mais do que um com-
plexo de poesas, obras de destros colaboradores.
Assim tambera se poderia dizer que todos osms-
rechaesdo imperio pddiaro fazer ura Napoleo.
(Continuar-8e-fco.)
PERN. TYP. DE I. P. DE PARIA. 1860.
MUTILADO


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