Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09460


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Full Text

lll XXXVI. SMERO 232.
Por tres mezes adiaotados o$000.
Por tres mezes vencidos 6$000.
SABBA90 6 DE ODTUBRO DE
Por aooo adiantado 19$000
Porte franco para o subscritor.
E7CCA.aaBGA.DOS DA SUBSCFUPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Maranhio, o Sr. Manoel Jos MarliDS Ribei
ro Guimarcs; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes do
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Joronymo da Cosa.
I'AIU'IUA UOS (.UKliblUS.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do da.
Iguarass, Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Aoto, Bezerros,Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Naz'areth.Limoeiro, Brejo, Pes-
queira.lngazeira. Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex nasquarlas-feiras.
Cabo.Serinhaem, RioFormoso.Una, Barreiros,
Agua Prela, Pimenteiras e Natalquintasteiras.
(Todos os correios partero as 10 horas da manhaa.
EPHEMER1DES DO MEZ DE OUTL'BRO.
7 Quarto minguante as 8 horas e 45 minutos
da larde.
14 La nova aqs 17 minutos da tarde.
-1 Quarto crescente as 11 horas e 51 minutos
da manhaa.
29 La chela as 4 heras e 30 minutos da larde
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 10 horas e 6 minutos da ro.an.haa. ISegunda vara do civcl; ({liarlas e sabbados a urna
Segundo as 10 horas e 30 miniitosda larde. I hora da tarde.
AUDlNEClAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas. *
Relaco : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintase sabbados as 10 horas
Juizo do commercio : quartas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeim vara do civil: tercas e sextas ao meio di.
DAS DA SEMANA.
1 Segunda. Ss. Virissinio, Mxima e Julia irs.
2 Terra. Os Alijos da Guarda, S. Leodegan* b.
3 Quarta. S. Candido m. ; S. Maximiano b.
4 Quinta. S. Francisco de Assis fundador.
5 Sexta. S. Placido e seus companheirosmm.
fi Sabbado. S. Bruno fundador ;. S. llerolhides.
7 Domingo O SS. Rutarlo de Nossa Srnhor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Bahia,
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, o Si.
Joo Pereira Marn.-.
EM PER.NAMBICO.
O proprielario do m.\nio Manoel Figueiroa de
Faria.na sua livraria iraca du Independencia di
6 e 8.
PARTE OFFICIAL
Guverno da provincia.
EXPEDIENTE DO DIA 3 DE OITUBRO r E 1860.
Oflicio ao Exm Sr. visconde da Boa-Vista.
Participo a V. Exc. para seu conhecimento que
por decreto de 19 de setembro ultimo me foi con-
ferida a nomeacjo de presidente do imperial Ins-
tituto Pernambucano de Agricultura.
Dilo ao Exm. presidente do Maranlio.Accuso
recebido o oflicio de 22 do mez psssado em que
V. Exc. se dignou communicar-me que niarcou o
praso de 3 mezes ao juiz de direito Dr. Antonio
Buarque de Lima para entrar em exercicio na sua
nova comarca da Boa-Vista nesta provincia.
Communicou-se a Ihesonraria de fazenda.
Dilo ao Exm. presidente da provincia de Malta-
Grosso.Actuso a recepeo do oflicio de V. Exc.
de 21 de julho ultimo com dous exemplarcs da
falla que V. Exc. dirigi a assembla dessa pro-
vincia poroccasiao da abertura de sua sessao or-
dinaria do crrente armo.
Dilo ao coronel command.into das arma?.Ex-
lempo de serem remedidas aquella repaitlC&O
ateo fim de fevereiro do auno prximo futuro,
nformacoes minuciosas e exactas sobre o estado
das obras da estrada de ferro desta provincia, e
bem assim acerca da sua reccila e dospeza veri-
ficadas.- Igual ao respectivo superintendente.
Dito ao commissario vaccinador provincial.
Fornera Vmc. ao delegado do cirurgio mor do
exercito alguns tubos de pus vaccinieo, afim de
serem enviados para o presidio de Fernando.
Communicou-se ao commandanle das armas.
Portara.O presidente da provincia aitenden-
do ao que lhe requeren o capitao reformado da
auliga guarda nacional da comarca do Rio J'ur-
mozo, Manoel de Moura Silva Aguiar, c ao que a
respeito informou o respectivo commandanle su-
perior em 15 de Janeiro do 1857, resolve refor-
ma-lomo niesmn posto na forma do art. 71 da lei
n. 602 de 19 de setembro do 1850.
Dila. O presidente da provincia, atlendendo
ao que requeren o secretario da faculdade de di-
reito desla cidade, bachareIJos Honorio Rczerra
de Menezes, o tendo em vista a informarlo mi-
DStrada pelo respectivo director, resolve conce- '
der-lhe tres mezes de liccnca com vencimenlos
para tratar de sua Bado.
Dita.O presidente da provincia, tendo em
1828.Vicente llermillo da Silva. Km vista
dos documentos apresentados pelo supplicante,
niantenha-se a deciso do conselho de revista,
que eonsiderou-o na lista de reserva, fi< -ando snm
elTeito seu respeito a portara de 27 do agosto
ultimo.'
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
PAU1S
~ de setembro de 18GO.
Meu charo correspondente. De urna a outra
cxlrcmidadc da Europa nao se ouvo cada mo-
mento seno esta nica pergunla : Onde esl
Garibaldi, e o que faz agora ? Todos seiilem que
a obra por elle emprehendida loca a um desses
nioraentos crticos e decisivos que ap si arras-
Suissos, brada aos Belgas que ellos vo ser ac-
al mesmo. Seu govorno collocado trente d
urna rara intelligente e bcllicosa, chamado a ser : commeltidos. c os persuade a organisar um cor- dmi portodeTaormina ac
no mundo germnico o representante das ideas ; po de carabineiros voluntarios imitaran do seu, homens e do general ttix'io
modernas nao s pelas necessidades e pelos vo- e vai al os Hespanhes a quem quer'fazer crer
tos da Allemanha, como tambem pela propria que- e Franca ambiciona as suas provincias do
imperfeiro da configuraro gengraphica do rei-I norle, e medita em mudar as> fronteiraa dos Py-
no ha doze anuos que reriega a posiro que lhe re-neus para sobre as margena do Ebro.
destinada. Alm disto o motivo apparente de toda esta
Km 1848 regeilou a cora imperial que lhe of- agitaco contra a Franca intil : a Europa sa-
fe recia a assembla de Francfort, c isto para ver- be muilo bem que a Franca nada ambiciona, a
se mais tardo entregue a discriro da Austria, a
quera a Russia sustentava. Em 1853, em pre-
senta dos acconlecimentos da Crimea, achou
meios do tornarse supeita a lodo o mundo : e
no --nio passalo, em vez de limilar-se a urna
simples especlativa, preparando-so" assim para
ver-se um dia frente da Allemanha, excitou
pelo contrario os furores militares, como todos
sabem, e eis quo essa naco que s pode espe-
rar n sua grandeza de futuro, hojo mais que nun-
niDguem araeaca ; e pois nao deve temer de sua
parte projectos gnerreiros, desejos de conquistas;
la ni bem at agora se est muilo longe daqui a
um novo manifest de P-itnitz.
OrienteE' fcil de conceber-se o prazer im-
menso que letao experimentado os chrislaos
asiticos, ao verem entrar no porlo de Beirouth o
exercito que ia livra-los de um moiticinio geral ;
4.10U nouicna desembarcaram logo; era lempo,
porque a mortandad la lecuine; om todos os
oslo pelas 10 huras deixou elle ierras de Giar-
mpanhado de 4,200
embarcaram-sc em
dous paqueteso Torino, pertencenle socieda-
, de do crdito mobiliario de Turim, e o I'ranklin,
, propriedade do govemo siciliano; as horas da
1 madrugada desembarca vi m na Calabria em Por-
I to Salvo junto do Cabo do Aroni-; o desembar-
. que se eflectuou em 5 liorna, depois do que to-
dos os Ganbaldinos tomaram a derrota que vai
ter As mnritanhas: pouco depois dnas fragatas
napolitanas nrremessaram-ae contra os paquetes
abandonados. Gaiibaldi marchando ao abrigo
; das collinas eneaminhou-se para Reggio, e esto
seu primeiro passo em (erra Arme foi coroado
por urna brilhanto victoria : a praca cabio em seu
poder depois de um combate de viole e-sete ho-
ras era virlude dos exforros de Medici e de Bixio.
Em consequencia dessa capitulando as popula-
! roes das Calabrias se insurgiram ; foram institu-
aos
peca V. S. as suas ordens, para que a guarda da
casa de detenco seja sempre composta de pregas
da compaiihia" de artfices.Communicou-se ao vis'tTo que reqVere'joSo'Hyppoirto de Morra L-
diroctor do arsenal de guerra. ma. arrematante de 1.007 bracas de empedra-
Dilo ao mesmo.Sirva-se >. S de informar ( ni0I(l0 na estrB(ja ja Victoria, "resolve. de con-
com urgencia a cerca do que pede no incluso re- {..rmidade com a ioformaco do director da repar-
querimento o fiel das roupas Jo hospital militar, tir-a.. das obras publicas do 1. do crrente, sob
Irancisco Antonio da Silva. | n>>6:>, concederlhe maisquatro mezes de proro-
Dito no mesmo.Declaro ai.S. que nao ha s,r-ao para conclsao das obras do seu contrato,
inconveniente eru ir a msica de qualqucr dos ,:onlar j,, dln em ,Ille se flndar a que ultima-
corpos de pnmeira linha locar na testa de Santos men(c 0bteve o mesmo arremtame para esse
Cosme e Damin na freguezia de Iguarass, como jm-
pretende o respectivo parocho. .. .
Dito ao mesrno.-Sirva-se V. S. demandar! kxpedunle do secretario do goiemo.
apresenlar ao Dr. chefe de polica duas pracas da Officio ao commandanle das armas.De ordem
companhia fixa de cavallaria para objeclo de ser- tic S. Exc. o Sr. presidente da provincia, declaro
vico amanha as 4 horas da tarde. & V. S.. que nesla dala se concedeu aos rerrulas
Dilo ao chefe de polica.Tendo nesta dala Jesuino Muniz de Souza e Venancio Jacintho do
concedido ao alferes Joao Francisco da Cunha, Valle, o prazo de quiize dias para clles provarem
delegado do Rio Formozo, 15 dias de licenra para
vir a esta capital ; assim o conimunico a V. S.
paja sen conhecimento.
frito ao inspector do arsenal de marinha.Sem
embargo do que eipe V. S. em seu oflicio de 26
de setembro ultimo, sob n. 39, mande fazer no
vapor Thelis os reparos que forem indicados pelo
commandanle da divisao naval, pela factura das
quaes insiste elle em oflicio de hontem, sob n.
176.Coniraunicou-sc ao commanJante da esti-
cao naval.
Dito ao inspector da thesourara de fazenda.
Mande V. S. adianlar ao capitao do 10." balalho
de iofantara Antonio Jos dos Passos o sold do
mez crreme ; providenciando ao mesmo tempo
rara que se lhe ajuste contas, pissando-llie guia
de soccorrmento, vislo que tem de seguir para a
corle.Communicou-se ao commandante das
armas.
Dito ao mesmo.Para que eu possa resolver
cerca da dispensa que solicita o inspector da al-
fandega no oflicio que acumpsnhou o de V. S.
do 1," do correle, sol n. 1,032, para os ama-
nuenses da me?ma alfandeja Manoel (jomes de
Sa e Joo Jos Ferreir.i de Faria, que aquarlela-
isencao legal.
Dtono mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, manda participar V. S. que o Exm.
Sr. ministro da guerra communicou em aviso de
22 de setembro ultimo, ter-se expedido ordem
para ser enviaja ao hospital militar desla pro-
vincia urna cai Dito ao mesmo. De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, declaro V. S. que ties-
ta dala se conceden a rsula Eugenia Gonralves
de Siqueira o prazo de vinlo dias para provara
identidade da pessoa, do seu cscr.ivo Rayinuiido,
quo foi preso para recruta,
Uito ao commandanle da divisao naval S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, manda decla-
rar V. S., em resposla ao seu oflicio de hon-
tem, sobn. 177, que tica iuteircido de que no dia
8 do correte tem de sabir cruzar o brigue bar-
ca lamarac.
Dito ao inspector do arsenal de marinha. S.
Exc. c Sr. presidente da provincia, manda decla-
rar ,'i V. S em resposla ao seu oflicio de hon-
tem, sob n. 408, que lica inleirado de haver o ci-
rurgiao da enfermara desse arsenal, Joaquim
Jos Alves de Albuquerque, renunciado o resto
lierdeira desigrtada, enmblendo o principio que i nalureza a acalmar a eflervescerieia dos musul-
coiisliue lodo o seu prestigio aos olhos das po-: manos ; e pareca mesmo acreditar no boato es-
polares germnicas, fazendo-so o campeo de ', palhado por estes ltimos que a Franra nao rea-
11(01 consliluco gothica e carunrhosa, que j usara o seu projeclo de iiitervenco : a chegada
no interior da Allemanha, de
ca lhe volla resolutamente as costas, tornando- pontos. Fuad-Pacn, commissario oltomaoo, ,
i se o sustentculo de urna potencia de que ella mostrava una hesiUcao que nao era muito de Caoilanaa" e eniPot!?*1? S*!?'*Pi- .
(rara conseque unas inca culave.s; c por isso o- ,ierdeira desigrtad;ii Combalendo o principio que | nalureza a acalmar a elTervescencia dos musul- mXi ndo sern "re a ite Garih 1 Basi,,caU-
dos so inlerrogam : Ganbaldi libertar o territo-
rio napolitano ? Ir elle fortificar ou romper por
urna vez as suas retardes com o Piemonle ? Bara
os espritus frivolos, bem romo para os pensado-
res, nisto vai o futuro da Pennsula. 1
Depois desta grave queslao segue-se como seu
corollario necessario a annexacao da Saboia e de
Nica ,'i Franca, que, nao obstante perlencer j ao
dominio dos fados consumados, contina a oc-
cupar a Europa, tem obrigado a Franca a apre-
senlar os seus mais pacficos protestos, lera aug-
mentado as desconfianzas obstinadas e as iras oc-
cultas de todas as potencias, ponto tal que a
queslao do oriente, apezar de sua gravidade, se
acha quasi no olvido.
Eis em duas patarras como se resumen) os fac-
los da ultima quinzena.
Na Franra entendem todos quo l so vai o tem-
po em que o paiz era chamado represantar um
papel militante, e que para elle soou a poca de
entregar-se exclusivamente todos os esforros
pela paz.
O Imperador no decurso de sua viagem, os pre-
sidentes dos conselhos gefes na abertura de
suas sessocs, se ho pronunciado de aecrdo
ueste finito. Foi em L/on, nessa cidade labo-
riosa e industrial, queNapolco III, assislindo
inauRuraco do palacio do commercio, responde-
do primeiro corpo expedicionario produzio sobre
elle o elfeto o mais salutir; apenas leve della
conhecimenlo encetou resolutamente a punicao
dos assassinos; mas essa punirlo, como em
Djedda, nao se eslendeu aos principos culpados.
Alm disto as medidas enrgicas poderiam pro-
duzir dlferentes resultados daquelles que se es-
peraran). Os muaulmanos teriam como marty-
rea os culpados que fossem punidos, e o sanguc
derramado seria lalrez um novo incentivo ao
odio, de que sao vctimas oschtislos.
Entretanto nao era possivel que a Europa en-
avante Gartbaldi travou ni
da 23 um combate contra os generaes napolila-
nos Briganli e Melandez, que se renderam dis-
cr:pr,io, c enlregaram a fortaleza de Pezzo As
| fortalesas de Fui me, de Har Torre, de Cavallo,
i o Scilla, accommeltidas da mesma epidemia.
: enlregaram-se tambem no dia seguinto com ar-
mas, bagagens e munic5es. A rebellio progre-
dindo sempre circulou bem depressa a trra de
l.aboor, e todos os territorios visinhos, antes
mesmo que Gaiibaldi apparecesse: o raovimento
generalisado comprimi do Sul ao Norte, a Este.
e ao Nordeste a sede de govemo napolitano como
n'um circulo de fogo; os 20 a 25,(00 homens
armados o organisados de Garibaldi formaram
nao admiltida
urna consliluico, em vittvde da qunl a Austria,
couferadeda da Prussia poder toinar-se a-
gressora onde c conforme lhe parecer inde-
pendenternente do assentimenlo da mesma
Prussia o do toda a Allemanha, e atacada
em qualquer ponto da sua extenso ter o
direito (lo appellar eflicazmcnle para o auxilio
deseas duas potencias, de sorte que para ella a
cocfcderaQo servir de um azilo, semelhante a
essas egrejas da edade meda que, servindo de
refugio aquellcs que so oceultavam persegu-1 Liiiretanto nao era possivel que a turopa en- i unia |innn de un1a0 entre as calabrias, Salerno
ca da justica, os animavam na perpelraco dos carassede bracos cruzados essasseenas de exter- n Avelno.
seus crimes conccdetido-lhes sua culpada pro- minio implacavel e do brbaro phanatismo. Se j
Ucro. ellas se reprodu/.irem ter lugar urna interven-'
Em quanto que assim se confirraam os resulta- rao mais completa ; e ueste caso a existencia do ,
t'os de Tieplilz. outrossymptomas se manifestam. j imperio ottomano oceupar definitivamente os
Depois da guerra da Crimea o Czar comecou a gabinetes e os povos, que chegiram essa corife- j
quencia inevitvel, petante a qual o Occidente
recua lia to longo lempo ; porque alinat nao se- I
r somenle para a Asia que se voltaram as vistas .
dos politices impacientes dos acootecimentos ; j
na mesma Turqua da Europa so aggrava a si-.
luaco.
ram com o 3." baislho de iofantara, faz-se pre- Ueenja que frua, e entrado no Io do correle
ciso que V. S. declare qual dosdous amanuenses no exercicio do seu lugar.
Dito ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, expediodo nesta data as necessarias
ordens ao gerente da companhia l'ernambucana,
para fazer transportar para o Coar, disposicao
do Exm. presidente daquella provincia, a boia, a
quo alinde V. S. em seu oflicio de honlcm, sob
n (07, assim o manda commonicar V. S. em
resposla ao citado oflicio.Expedio-se ordem pa-
ra o transporte da boia, e communicou-se ao
Exm. presidente do Cear.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional do 11 io Foriiioso. O Exm. Sr. presidente
da provincia manila communicar V. S. para seu
conhecimento, que nesta data proferio sobre o re-
querimento do guarda nacional do municipio do
Rio Formoso Vicente Hermilo da Silva, o despa-
cho do theor segoiote :
Em vista do.s documeutos apreseolados pelo
Supplicante, mantenha-so a decisao do conselho
so (orna mais necessario naquella repartirao,
visto nao poderem ambos ser dispensados do ser-
do mesmo bala'lhao.
Dito ao mesmo. Em vista da ronla junta,
que me foi rcmettida pelo chefe de polica com
oflicio do 1. do crreme, sob n. 1306 mande V.
S. pagar a Jos Antonio de Brito Bastos a quan-
ta de 117800 rs. despeudida com o sustento dos
presos.pobres da cadeia do Ouricury no mez de
agosto ultimo. Communicou-se ao chefe de
polica.
Dito ao mesrno. Pode V. S. mandar pagar a
quantia de 572 rs. em que, segundo a conta
junta, que oicjoi rcmettida pelo presidente do
conselho administrativo do arsenal guerra com
oflicio de 19 d setembro ultimo, sob n. 51 im-
portan! os lenrcs, camizolas e fronhcis forneci-
das por Carneiro & Irmo ao mesmo conselho
para infermaria do presidio de Fernando, vislo
nao haver .duvida nesse pagamento, segundo de revista, que o considerou na lista da reserva,
consta de sua informarlo do do correle, sob
i!. 1028. Cornnuiriicou-se ao conselho admi-
nistrativo.
Dito ao mesmo.Devolvendo a V. S. os docu-
mentos, que acompanhararu a sua informacao
de hontem, sob n. 1033, o autoriso a mandar
pagar ao agente da companhia de pedestre da
comarca de Tacaratii, Francisco do Reg Barros,
no parecer a que se refere a cilada informacao,
somenle a quantia de 25-000 rs. sendo 163000 rs.
despendida com o aluguel da canoa que o trans-
portou ao Penedo a Piranhas, e 89000 rs. para
orragcm de urna besta que conduzio a sua ba-
gagem d'alli para Tacarat. Commumcou-sc
ao commandanle das armas.
Dito ao mesmo. Communico a V. S. para
os fins convenientes que cm lodo o mez de se-
tembro ultimo consumin-se na lluminaco do
palacio da presidencia 7168 ps cbicos e 75c de
gaz, como veriiicou o engenheiro encarregado
de assistir ao exa,me no respectivo registro.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Pude V. S. mandar engajar no corpo de seu com-
mando os paizanos Jos de Barros do Amor-Di-
vino, Jeremas Manoel de Lima, que foram jul-
gados apios para o servico, segundo consta do.s
atlestados juntos ao seu oflicio desla dala sob
n. 415.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Mande V. S. pagar ao coronel Joo Jos de Gou-
vea a quantia de 990200 despendida no mez de
agosto ultimo com o sustento dos presos pobres
da cadeia da Villa Bella, como se v da corita
junta, que mo foi remedida pelo chefe de polica
ficando sem effeilo a seu respeito a portara de
27 do agosto ultimo.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia, transmiti V. S. a inclusa ordem do mi-
nisterio da guerra, datado de 20 de setembro ul-
timo.
Dito ao jui/. municipal da segunda vara. S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, remetiendo
nesla dala ao Exm. S. ministro de eslratigeiros,
para fazer cliegar o seu destino, as duas cartas
precalorias, que se refere o rcqueriraenlo que
incluso lhe devolvo ; assim o manda communi-
car V. S. em resposla ao seu oflicio de 2 do
correnlc.
uoslrar profunda antipalhia contra a corte de
''ieuna : Francisco Jos nao era s acrusado de
ngraiido ; cm S. Pelcrsburgo leva vara as cou-
sas ao ponto de julgarcm no responsavel pela
rnorte prematura e quasi trgica do Czar Nicolao.
0 joven chefe da caza de Hapsburgo empregara
.durante dous anuos exforros incriveis para rcad- ;
ra ao discurso dos princ.paes representantes des- qoirr as boa3 _ra de AUenre n. sem ,,I1C
sa grande obra, pronunciando as seguinles pa- Mada podesso c05ns|g(lir. 03 jornMS riliS0S pro.
leslavam com urna especie de colera todas as ve-
os sueoessos de (Jaribatdi as Calabrias, o im-
menso desonvolvimento da revoluto em Basi-
licale, Capinale e oulras provincias, tomaram a
posiro do rei da aples lio critica a ponto
de so presagiar urna prompla e inevitvel solu-
ro. lima carta do principe de Syraeisa diri-
gida ao rei, seu sobrio lio, veio como que preci-
pitar o desenredo, o principo, depois de ter
lembrado a Francisco II os conselhos que Iba
lia va dado precedentemente, expdr-lhe a gravi-
dade da siluacao, e conjurou-o pela honra da
l -av ras
Agradeco-vos a maneira por que apreclaes*
os meus esforros tendentes a augmentar a pros-
peridade da Franca, l'reoccupado nicamente
com os interesses geraes do paiz, desprezo ludo
0 que pode servir de obstculo ao seu desonvol-
vimento ; e as injustas desconliaiicas excitadas
fra de nossas frooleiras, assim como os receios
exagerados dos interesses egostas do interior
no me causara abalo. .Nada me far desviar do
caminho do moderaco o de justica, que at aqu
tenho seguido, e que mantera a Franca no grao
do clevaro e de prosperidade, que a Proviieo-
Ihe
zes que se fallava da possibilidade ile urna recon-
cili-aco entre os dous soberanos. Mas cisque sur-
ge do todas as parles a noticia dessa reconcilia-
cao ha-tao longo lempo desojada, e que se jul-
gava impossivel : annuncia-se urna prxima en-
trevista dos dous soberanos cm Varsovla, onde
scro reconciliados pelo princlpipe regente ; e
para esse fim fazera-se na antiga cidade polouc-
za esplendidos preparativos. .
Anda nao ludo : no annivorsario natalicio
de Francisco Jos o conde de Tlium, seu emba-
xador cm S. Pelcrsburgo, couvidou o corpo di-
plomtico
natalicio ;
mas complicacoes, que na Syria. Sem precisar
entrar no exaine da verdadeira authenlicidade de
semelhante documento, pode-se asseverar pelas
noticias viudas de Trieste que grande a agila-
cao em Const intinopla : as prses ah conti-
nuara, e todo parece presagiar nessa capital urna
exploso de phaiiallsmo contra os chrislaos, e
urna conspirarlo contra O governo de Adul-Med-
jid : pode-se 'bem dizer que o movimenlo parle
das provincias, onde os musulmanes livres da
vigilancia das autoridades, e do respeito que po-
derla impor a presenca das forras navaes euro-
p'ois 'Snttmele^o^rTbMhos doa^X' '^T'"0 P"2 u'ua e8t" cra honra ao mesm I Pe- 'i,is fcilmente se podem entregar oo Itvre
pon,coniuiuaraenie aos irauainos ua paz nos 'natalicio; nada so poupou para o brilhanl smo curso do seu odio e come car o une el'es chamam
sos des linos s do nos dependen -A Franga dsse festejo; os cosinheiros se acharara j no "U1na ^err^a u
"2de se a!^XZ^ZVXll^ SUU P08l "a'aC0 d3 e",baixada- ,C SC 're"a" Tdos3 saleraadaUVesolorao em que se acha a
l^t^iMJ^V!^^^\^tml^n eorcc,rem *e" ""slel ^ uma "-a- Porta do proceder a una "devassa. e por conse-
;A^n ?tlllZ00* miiugncid ue locas mu-,, po llCira digna dos hospedes do seu amo,, quando suinle do fazer iuslica as ooeixis mu fundadas
rem lica cortos de quercom o auxi io de Deus, a .iv,t.,.rn II r. -,i,.,V, .... ...u>,.; ... n 'nn] UL_'J<-r justica as queixas mu iiinuauas
Franca nunca hade degenerar em quanto durar a |aK|X.nA!S: ZSSfii ^o !ess.ovtaas088a>"POvr,n 'IUaS
r \ t ~a lleiicionava festejar no seu palacio imperial o'
Km todas as capilaes dos depa.tamentos foram natalicio de seu muilo amado
abundantemente repelidas essas promessas pac- convdava a sua excellencia
ticas. Na Alta \ icnna o visconde de la Gero- Ucs de (0,tas
niere disse que a Franga nao necessilava mais
primo, para o que
, e os representan-
Foi dilo e ftito ; e
de rehabilitar a sua influencia, nao linha mais
derrotas a vingir, e pois nao poda causar sustos
Europa ; que a sua popularo Je quarenta mi-
Ihes do homens era menos pengosa para seus
vizinhos aps a victoria de Solferino do que
aps a derrota de Waterloo. Em Santo Este-
vo o conde de Persigny, embaixador da Frail-
as potencias,
na sobremeza Alc.xandre
Francisco Jos.
Qual ser o fim de
poder atiribuir a essas imprevistas reconcilia- I adoptada contra os
ces ? Segundo os jornaes allemaes, trata-se ao
mesrao lempo de uma concordata sobre a
queslao da Italia o sobre a do Oriente. A'ser
araos inostra-las com um s
exeraplo: na Bulgaria, Kuprisli Pacha, desejoso
de reslabelecer a ordem, t irnou-se implacavel
para cora os funecionarios prevaricadores, e se-
vero para cora lodos aquelles cuja culpabilidadc
.dre II fez uma saude a foi demonstrada ; mas ludo isto reverta em pre- Ju,eo c-mdeapresentou-se ei
i juizo dos chrislaos ; cada pena infligida a un cul-' e,doNc "". Pnncipe- Bnlr
tudoislo? Que alcance se padorecahia sobre um innocente cada medida S6'" aples, e cornos olh
vertale, julgaraos pelo menos muito dillicil a
a |Iem|realisaco dlssa concordata ; porquahto nem a
Russia e a Austria se podero jamis entender
franca o seriamente sobre os negocios da Tur-
' tucura ZL"CZ r/^f '? S Pderaof,,u-
-"'/', mente sobre os da confederacao germnica,
; por isso que os seus interesses communs se op-
,poem diametralraeule.
fura dirigida a caria to cominentida no ultimo
mez, insisti sobre os desejos que lem o governo
francez de vivor em paz e boa harmona com lo-
o projectode engrandecimento sobre o Rhono.edc
iuvaso na Inglaterra ; o doclarou que aapala-
vras pacificas pronunciadas pelo imperador era
Bordeaux ha oito airaos foram sempre o program- parlamento ingle/, lerminou os seus traba-
dla da poltica franceza. Em Strasburgo o mare-;I,10s- No momento de conclnir-se 3 vida politi-
clial Magnan lembrou as proprias palavras de Na-!cn uessa sessao, que nao foi muito brilhante,
polco III Enlregai-vos confiadamente aos! St'"uo apenas assigualada pela adopro dos ar-
irabalhos da paz. Em Bordeaux o marque/, de li80> do tratado de commercio, pareceu ella rea-
la Grango cmcluio cora este verso de Virgilio *Jmmar-se, e choveram as nterpellacdes a mi-
O Uelibxe, Deus hcec nobis ola fecit! i n|slerio. A Franra com o seu engrandecimento
Em Tolosa, o marechal Niel pronunciou-se SaDoia e ,le Nice foi anda o motivo desses
DESPACHOS 1)0 DA 3 DE OLTLDRO.
Requenmentos.
1811.Amaro Jos, preso.Informe o Sr. Dr.
chefe. de polica.
1812.Antonio Jos Leal Reis.Informe o Sr
inspector da thesouraria de fa/euda.
1813.Augusto Cesar Coiisseito de Maltes.
Nao lem lugar, vista da informie.o do inspec-
tor da thesouraria de fa/enda.
1814.Daniel da Silva Itibeiro.Informe o Sr.
capitn do porto.
1815.Domingos Soriano Alves da Silva, por-
teiro do consulado provincial. Nao est vago o
lugar que pede.
1816. Bacharel Jos Honorio Bezerra de Mo-
nezes, secretario da faculdade de direito. Pas-
sc-sn portara concedendo a liecnca requerida.
1817.Joao Antonio da Costa, patrto do arse-
com oflicio do Io do crreme, sob n. 1,304. nal de marinha.Informo o Sr. inspector do ar-
Communicou-se ao chefe de policio. seal de marinha.
Dito ao juiz de direito interino do Rio Formo- 1818.Justina Mara dos Pra/.ercs Concedo o
so.Transmuto a Vmc. para seu conhecimento prazo de 15 dias.
copia do aviso expedido pelo ministerio da Justi- 1819.Jesuno Muniz da Souza, rccriitado.
ca em 30 de setembro prximo findo, com refe- Concedo o prazo de 15 das.
ronda a presenpeo allegada em favor de Anlo- 1820.Joaquim Mililao Alves Lima.Informe
nio Henrique de Barros, bem como do oflicio qua> com urgencia a cmara municipal do CaDo.
a semelhante respeito dirijo nesta data ao pro-
motor publico dessa comarca.Olficiou-sc ao
promotor publico da comarca do Rio Formoso.
Dilo ao capitao do porto.Transmiti a Vmc.
para seu conhecimenlo o incluso exemplar do
aviso dirigido pelo Exm. minislro da marinha
presidencia da Parahiba em 11 de setembro uUi- rinhem.Passe-so portara reformando o
mo declarando que alm das ordens em vigor plicaniQ no mesmo posto,
nenhuma prlfvidencia nova ha que lomar acerca 1823.Marid do Amparo. Junte cerlido do
da matrcula dos individuos empregados na vida casamento da supplicante o do bito de seu ma-
maritima em ordem a evitar conflictos entre as rido.
capitanas de portos n os alferes da guarda na- 1821.Manoel de Barros Brrelo.Informe o
1821.Manoel Ignacio da Costa Monleiro, ser-
vente do arsenal de guerra. Agmrdeo suppli-
cante a ders.io do governo imperial, quera foi
submetiida a sua pretence.
1822.Manoel de Mou'ra Silva Aguiar, capitao
da amiga guarda nacional do municipio de So-
spp-
franc wnente da seguiste maneira :
A nossa grandeza s nos devenios ; nin-
guera lera o direito de inquielar-se cora isto, era
o poder de exigir que d'ella demos conta. Os Ira-
laoos de 1815 provenientes de uma coliigaco
contra a Franra, fundavam o equilibrio ouropeu
ltimos incidentes : o Sr. de Kinglake continuou
a ser o primeiro a apresentar-se em campo, e
rauilos oulros o seguiram. a' 26 de agosto lord
Palmerston foi o proprio a declarar que a cesso
da Saboia o de Nice nao linha sido reeonhecida
pelos governos das grandes potencias, e que por
a fa'.er-se ; esse addiamento equivaleu o uma
conclusao, porque no dia 28 a ramha.proferio o
seu discurso do encerr.amento. Esse discurso foi
um reflexo das ultimas discussoes.
tratados
queslao da Saboia
agradeceu as cmaras o lerem volado crditos
para o exercito e as defesas nacionaes ; e lesle-
munhou a satisfaco e o orgulho, de que se acha-
cional.Ofliciou-sc no mesmo sentido aos com-
mandanles superiores dos municipios do Recife,
Olinda, Cabo, Rio Formoso, Iguarass e Naza-
reth.
Sr. inspector da thesouraria provincial.
1825. Rufino Jos Fernandes do Figueitedo.
Informe o Sr. commandante superior da guar-
da nariocal do municipio do Recife.
1826.Ursulino Cavalcanli da Cunha Keso.
Hito ao mesmo.Respondo ao oflicio de Vmc.
lontem, sob n. 168, dtzendo que o aulorso a | Se o supplicante quizer ceder do privilegio, pelo
contratar cora quem raelhores vaolagens olfere-- qual tem por priso a fortaleza do Bru, pastar
cer a impresso de objeclos para o expediento para a casa do dolenro, onde poder achar-se
dessa capitana e publicaces de edilaes, conor- mais coramodamenlce trntar-se ; alias nao po-
me Vmc. solicita na ultima parte do citado oflicio. der ser removido dondo se acha# por nao haver
Dilo ao engenheiro fiscal interino da estrada de ; outra priso militar, que offereca a necessaria se-
ferro.Para cumprimenlo do aviso expedido pela j guranga.
repsrlic.io dos negocios do imperio era II de se-
tembro ultimo, haja VmP. de ministrar-me, em
sobre o enfraq'ucimento do noss paiz, e as bazos coseguinte nao poda fazer parte do direito das
fondadas na humiliaco de um grande povo nao Rentes na Europa, a O governo francez, accres-
pdem ser permaoentes. cenlou elle, suslenlou sempre que o complemen-
to da sessao dependa de duascircumslancias: 1.a
Finalmente na capital do cada departamento o snffragio popular do paiz; 2.a a sancrao do
francez, a situaco actual da poltica geral. e o corpo legislativo da Sardenha : Ora, estas duas
estado dos nimos na Europa, lem quasi exclusi- circunstancias so dorara ; porem a mim nao
vamento motivado os primeiros discursos ; por compete dar contas da maneira porque foi roco-
toda a parte as notabilidades, delegados do po- Iludo o suffragio na Saboia ; e quanto sanreo
der, na presidencia dos conselhos geraes se ho das cmaras naturalmente se contava com ella,
empenhado na larefa de tomar pacificamente a porque quando o governo eonvocou a seso nao
vinganca de Waterloo e dos tratados de 1815, aos era de suppor que as cmaras recusassera essa
quaes, as potencias europeas, especialmente a |s.ancco, e do feito ella foi concedida.
Inglaterra, se mostram to adherenles. Em consequencia foi addada a sessao para
Entretanto por* mais que se diga e por mais terca-feira soguinte, e era o que havio de molhor
que se faca, nem por isso a Franca lem-se torna-
do menos suspeila o toda a Europa I Era lomo
della os governos combinara, ee preparara, os
rivaes se reconcilian!, os immigos f.izem as pa-
zes : um perdo geral das injurias, uma an-
nislia recproca e universal I A Prussia renun-
cia a seus (irojectos ambiciosos, e eslende a mao
Austria ; a Russia nao se lembra mais que esta
ullim.a potencia admirnu o mundo pelo excesso
de sua ingralido ; a Inglaterra se agita como
se noacreditasse na sua allianca cora a Franca ;
al os Suissos e os Belgas mosiram o desojo" de
manobrar seus grandes sabres I
E'de esperar que a mmobilidade persistente
da Franra, a o curso dos acontecimenios arabem
por dcsabusar as Dacoes. Semelhante equivoco,
semelhante terror pnico lo irreflcclido nao pode
durar muilo lempo, o como nao eremos n'uraa
colligaco offeosiva contra a Franra, esperamos
que, esclarecidos os negocios, os Hespanhes se
convenc ira de que ninguem no nosso paiz pensa
em mudar os Pyreneus do seu lugar ; os Prussia-
nos reconhecara que por c nao ha quem se oc-
cope d'elles : o que mesmo nao Ibes resulta in-
leresse algum em collocar sobre o Mncio as fron-
teiras ualuraes da Allemanha ; osSoissas renun-
ciem a seus projectos de iuvaso na Saboia ; os
Belgas su poupem a innteis despezas com uni-
formes ; e a Inglaterra se convenca de que com
a sua arreado e seu pessoal naralno llavera pe-
rigo para ella.
Todava ainda nao soou a hora do desengao
geral, cantes que ella sde.'cumpre it narrando-
vos os factos que se agitam entre cada um desses
povos. Ei-los :
A allianca aa Prussia e da Austria um facto
1827.D. rsula Iligina Goncalves do Siquei- j verificado: e todava custaa crer que n Prus-
ra.Est expedida a providencia pedida. Isia levasse a tal pouto a abnegacao eo olvido de
A rainha invocou com complacencia ostr
le 1815, relativamente queslao da S
agradeceu as cmaras o lerem volado ci
para o exercito e as defesas nacionaes ; e
raurihou a satisfaco e o orgulho, de que se
va possuida, por poder consignar os rpidos pro-
gressos feitos j pelos voluntarios no servico mi-
litar, progressos que do grande honra ao espi-
rito como ao patriotismo da naro.
Cabo aqu perguntar a Inglaterrao que espe-
ra ella galibar com essa poltica de desconfianza ".'
O calculo nao muito diflicil de fszer-se : tres
ou rjualro milhoes despendidos em armamentos,
a psralisaco do commercio. o augmento da po-
breza e da miseria, a perda de uma allianca quo
nica lhe prometteria cliegar no orienio a urna
soluco conforme a seus interesses e aos da Fran-
ca, a exeilaco imprudente do perigos que ella
teme tanto na Mancha como sobre o Kheno, eis
em poucas palavras a situaco de sua poltica de
desconfianza I Felizmente quo a nacao ingleza,
a mednla que se approxima o momento decisivo,
contina a ver claramente aquillo que lhe con-
vela ; e lalvez que ainda a tempo venha a mu-
dar de parecer, dando mais apreco a esse senli-
racnto poltico, a essa itituico "do futuro, que
lem distinguido er to alto grao os seus homens
polticos, do que mesquiohos ciumes, a loucas
rivalidades.
Emquanlo porm DM se opera essa mudanza
na sua conduca-, emquanlo se nao eonsola da
annex no parlamento quo ella se agita, leva alm do
seu recioft* as suas desconancjiS). inquieta os-
musulmanus criminosos con- .
!corri.a para reanimar os odios o acconder os fu-
| rores contra os raesmos chrislaos.
J o sangue correo era Hergegovina, eo Pa-
cha nada fez para o Lisiar a moi lindado cada
Icorreioque nos chega portador de novas noli-'
. cas de jssassinios : S. Joau 'Acreteve tambem ]
a sua vez, 150 chrislaos foram all degolados, 80
! liveram a mesma sorte em Magnesia, e o cnsul
ingles foi insultado pelos turcos em Ctaglia
Todos estes factos conirniiun mais a demons-
trarlo j raoi provada da necessidade que ha de
sublrahir-se aos Turcos popularles que ellos sao
incapazes de governar, e doma-Ios na Aza em
no me dos interesses os mais sagrados da civjli-
saro europea. A este respeito as nacoes se
acharo anda mu discordantes, e entregues a
rivalidades e desconfianzas A Inglaterra no
seu parlamento leslomunhou a irritaco, de*que
se a<;ha possuida, contra a Franca ; na cmara |
dos communs o Sr. de Kinglake hegou louca-
nenie ao ponto de aecusar a Franra do ter pro- !
ocado as malricas da Syria, pretextando que
cutre as raaos dos Marontas foram encontradas
multas armas da fabrica franceza. 1slo na ver-
dade avancar muito O que respondera o Sr.
de Kinglake se lhe objecl.assemque militares de
armas fabricadas na Inglaterra foram encontradas
era mos dos-rabes, contra os quaes a Franca
combaitia em Alger, e era mos daquelles a
quem a Hespanha acaba de guerrear era Marro-
eos? Porm os francezes e os hespanhes nao
envergaran) nisto cumplicidade da rainha Villo-
ra e dos seus ministros, entendern) como era
muito simples, ao verem armas inglczas empu-
nhadas por seus inimigos, qoc a poltica nada
linha com as transaeces do commercio, e com
as operacoes das fabricas inglczas.
Italia.Reservamos os negocios da Italia para
o ultimo tpico da nossa carta, porque de todas
as quesloes europeas, sao ellos que mais se agi-
tam.
Por mais que digan), em Garibaldi so acham
presentemente concentrados os destinos da Pe-
nnsula. Nao se pode uegar quo em parte aven-
ine se segmo a pubio- cao uessa cirla os
o'fficiaes superiores da guarnirn de iples sa*
reuniram, edirigirn) urna peticoao rei, na qual
supplicivam a sua inagestade que houvesse de
renunciar uraa lula impassivel. O rei assim
instado por lodos os lados chamou para junto
de sua pessoa o ministro L bono Romano c o
general Pionelli; ambos, porra, lhe declararan)
que a resistencia era intil, c cumpria ceder.
A' esse lempo returabavam em toda a cidade os
brados deViva Vctor Einmannel! Viva a uni-
dade italiana! Foi enviada uma deputaro ao
Senhor de Viliamariia, embaixador da Sarde-
nha para pedir-lhe que houvesse de ajudar as
primeiras difflculdades Je momento, quo assu-
msse_ uma especie de dictadura provisoria, c
que fizesse desembarcir os Bersaglierios que fa-
ziam parle da esquadra sarda a fim de que estes
prestassern um apoio moral i- vn o prestigio do
seu uniforme ; de oulro lado grande numero du
napolitanos se dirigi ao c m le de Syraosa pa-
ra que este excitasse Vctor Emmanuel a tomar
conta do poder. Ou fosse por eftVito dessas
instancias, ou [ior qualquer nutro motivo, o caso
ndeapresentou-se era Turajn, onde foi
retanto o~ re sern-
os voltados para
Garla, como para ura logar de asylo, procura
tenl ir um ultimo esforro de resistencia como es
elementos de que pode dispor; ose ministerio
pedio demisso, o a formaro do novo gabineta
Isclntella nao se effcctuou ; os chefes da guar-
da nncional pediram energiiMmenle a exonera-
cao do general Isclntella. c>mmandaute do e\er-
eito, e do general Culrafiano, commandanle da
i tpilal.
Emquanlo que os negocios da Italia prose-
guan) assim no seu andamento, sobro oulros
oontos, as tropas operavam grandes movimenlos.
como: reforco de 60,000 homens ao exercito
austraco era Venoca c mcenlracao effectuada
pelo general Lamoriiere dos seus voluntarios o
engajados sobre as frorftciras piemonlezas e na-
politanas ; direceo dada por Vicior Emmanuel
suas tropas para Venecia c para o sul. l^zero
mais que a guarnicSo franceza de Roma seria
immediatanienle augmentada com dous regi-
mentos.
Era Roma ivintinuam a governar em nome do
Pi IV os cardeaes Aulonulli o Berarpi ; quanto
aos ministros e oulrfjs cardeaes estao arredados
dos negocios, e era sao consultados sobre algu-
mas questes polticas. O proprio monsenhor
Merode era nada interven) seno nos negocios mi-
litares, onde domina absolutamente com grande
pesar do cardeal Antonell, qu% nao ousa con-
liaria-lo, por isso que sabe perfeitamente que o
prelado belga obra de accirdu cora os conselhos
do general I.amoriciere, c que Pi IX" lhe deu
carta branca pnra todo o que diz respeito ao
exeiclo: alm dislo muilo para crer que elles
dous tenham em breve bastante era que orcipa-
rem-se, se Garibaldi avancar contra as Marcas a
contra a Ombra depois de* alravessar es Abbru-
zios.
Para repellir esta violacSo do territorio ponli-
fieil a Santa Slicar reducida i si nicamente ;
porque, segundo aflirraa uraa correspondencia
de Roma, o imperador Napoleao fez saber ao
Papa que lhe garantira a cidade eterna cora a
provincia de Roma e a provincia de Civlta-Ve-
chia. O jornal a Patria, que se diz para isto
Iriolismo : ha doze annos obedeca elle ao mes-
rao pensamento combatiendo sob o estandarte da
Repblica Ramana, boje anda segu o mesmo
impulso arvoran lo o estandarte da casa da Sa-
boia. Prcscitidiudo do loda o qualquer pn oceu-
paco quanto as formas governamenlaes, de lo-
do e qualquer pensamento de repblica ou mo-
narchia, a sua aspiraco uma s, e nico o sen
fima unida le e a independencia da Italia loda !
Tem recorrido a meios de execrado condemna-
veis por raais de um titulo, tem calcado aos ps
osdireilos soberanos de uraa monarrhia de se- i esrlarecimenios se produ/.iram, lauto que se ig-
culos; entretanto por mui censuravel que seja o nora se dessa entrevista sahio o prograinma de
seu procedimento, tal o aspe:lo, tal a su- conducta do re \ tetor Eramanuel, era face do
blimidade da raissao, que s por si empreen- Ilo,los os successos italianos quo determinaran!
deu, quo de boje em diante ser elle olhado como us f,'!los e soca do Garibaldi. As resnluces
uma das personnagens das legendas, cuja me- de Piemonle nao se firmaran) n'um ou n'outro
mora ficar gravada na imaginazo dos povos, I sentido senao depois do successo deste ultimo
e coro quem teem de haver-se inevitavelmenle em aples. Ento que se ayresentar occa-.
os homens setios da poltica, e diplomacia. O s'a0 ae optar entre a saneco oiTieial de lodos os
proprio conde de Cavour, quer lhe recuse, quer factos consumados na Sicilia com risco do quo
he eslenda a mo, se acha eclipsado. i poder acontecer, o uma recusa que entregar
JA l vo deccorridas tres semanas depois que as f?arras da anaruhia todo o sul do Pennsula ;
elle alravessou o estreilo. Na noile de 18 de i e no caso de que o conde de Cavour nao teme o

lurelro, em parte here, elle prosegue neste mo- autorisado. assegura que a Franca proteger a
ment sob as vistas do mundo inteiro atiento a i cidade de Roma, e que o resto dos Estados Pon-
cada ura dos seus passos. Podem ama-Io e en- I tilicios se acha sob a salva-guarda do general
dcosa-lo, pdem odia-lo e despresi-lo; o que Lamoriciere.
nao pdem porm desconhecer que elle lornou- i O gabinete de Turim cuilinu.a a mesma situaco
se o depositario de uraa grande e generosa idea critica ; muilos dos seus navios se achay nasa-
a da independencia e da unidade da sua patria 1180M napolitanas; alguns Bersaglierios, havianz
Ou condemnado, ou glorificado, nao menos i desembarcado, foram assallados na ra de To-
certo que desde longa datase lem conservado ledo pelos c.iradores reaes, e de Turim se exigi
fiel ;'is iosprares desse poderoso c irrisislivel pa- enrgicamente satisfacoes e reparacoes 'Por ou-
lro lado o governo fez voltar um corpo de vo-
luntarios de Parma, que linha vindo a Genova
embarcar-so para a Sicilia ; o isto deu ocrasiao
a que apparccessem naquella provincia ri.xas vio-
lentas A' todo islo fccresce que o conde dt
Cavour, cedendo opiniao publica, e serapro
preoecupado com a sorte da sua popularidarle,
enviara em depulaco ao imperador Napoleao III.
por occasio da passa<;era deste era Chambery,
ao Sr. do Farini, encarregado de uma misso,
porque so fez muito ruido, o sobre que poneos
ILEGVEL


(*>
DIARIO DE'PERSAMBe. SABRftr?ie'6iBE OIJTUBR0 DE 1860.
m u i-oi viii' .- !.! u quo se pascar eulao, Mazzi-
ni nao deixar le ii nar o scu.
Os succcssos de apleslerm feito andar a ca-
l'r.i vulia ao principe Luciano Mural, como se
prosease que a misse de Garibaldi llie poda ser
yroveitos. .
Filho de Joaquim Mural, a quero Napoleao I
collorara sobre o ihrono napolitano, elle suppe
j oder cootar com as .yenpalhits que por ven-
tura seu ooroe < anserve ainda na Sicilia depois
4le pausados quarenla eumounos? Acaba elle
seguale:
Nao desojando compromelier a un s da-
quellcs que me sao dedicados, e que me bodi-
rigdo as suas letras, respcndo-lh.esrecorrendo ao
vehculo dos jomaos etc.e prosegue pouco
niais ou menos nesic lerroos: oNao quero ser uro
pretexto revolucao; como prente do impera-
dor Napoleao III nao sou nleiraioentc livrc oes-
te ponto ; todava lomara urna parle activa nos
negocios do reino de aples, se o povo napoli-
tano, ao abrigo de qualqutr influencia esiran-
gtira, testemiinhasse de urna maueira leal e so-
lemne que o meu iioiue Ihe poderia servir de um
penhor de prosperidade e independencia ; euto
forte com o consenso do meu primo eu poderia
irazer .i Italia a allianca franceza.
o Monitor, orgo uilcial do governo imperial
publicuuas seguinles linhas:
Acspcranca que, seguudo se deprehende da
leiturada catata do principe Mural, concebe este
le poder ainda um dia ir aples, mediante o
consenso e o apoio da Franca, to opposta a
ventado do imperador que nao pode ello deixar
-o.
Depois desta declaraco do Monitor ncm por
isso o principe Mural se retralou, antes conli-
uuou a sustentar que, se fra-do toda influencia
elrangeira o sulTragio universal se manifeslasse
cm seu favor, mo ha vera razo para que o voto
das populagcs fosse menos respeitado eiu ap-
les do quo o lioha sido era outtos pontos da
Italia.
A viagem de Napoleao III e da imperalriz tero
sido seguida de muitas ovaces olficiaes: suas
magestades vinlaram Chambiy, Annecy, Aix, e
a sua exe-orsjo tiveram de locar por diversas
vezes as fronjeiras da Suissa. LMe pequeo paiz
se acha ao ultimo ponto animado contra a Fran-
ca, e possuido do modo de ser aunexado ; o seu
terror pauico llic rouba toda a prudencia e sabe-
tloria.
Em Geuebra n.-i<"- =- rucios que, a nao ser
ovuviusidadfl da Franca, poderiam leraccarre-
lado mu gravea consequencias. Quando Napo-
leao III chegou a Thonon os habitantes de Gcx,
cidade francez*, vieram reoder-lho homenagem,
e na sua roltaj dcseinbarcaram era Genebra. onde
foram receludos por urna populagao desemfrcada
e furiosa que se deiiou levar so ponto de duigir-
llies as mus grosseiras injurias, passando ele a
brulac-s vias de fado; a bandeira da Franca fui
escandalosamente insultada aos gnlos deabaixo
a Franja !
Durante 3 viagem imperial o principe, que nao
aeorapanhara a seus pas, ticou em S. cioud con-
fiado guarda do marocha! Vaillant.
A Hungra teslejou o da de Sanio Eslevalocom
prodigiosa unauimidade.
A populagao du cidade de Pesth neste dia foi
muito numerosa.
I ma solomnidade religiosa, missa e sermo,
deu principio a essa foslividade nacional; as pa-
tarras pronunciadas pelo orador sagrado produ-
cirn! profunda impressao.
O Tamiz por sua poeigo bastante independen-
te foi i. signado para presidir a fesla patritica ;
e quando elle appareceu no nielo da protisso,
vr.as acola mngos o receberam, e um braJo im-
mcoso deviva i paira foi proferido por mais
le cem mil bocas.
A multido passcou at noite pelosarebal-
des Ja cidade e rollando a esta, espalhou-se por
suas mas Humiliadas, cantando hymnos palrio-
licos.
Esta grave manifestagfl nacional nao se limi-
tou cidade de l'es'.h, poisno fui s ah festeja-
da a memoria do grande re fundador da ntonar-
chia hngaro: Prftburgo, Tyrnan, SzegedI Epe-
ries, lejervar, Tesmeswar, mil oulras lodalida-
des grandes e pequeas, leslemunbaram o roes-
tnu fervor patiiolico.
As autoridades austracas envidaran) luidos os
esforeos para impedirem a publicago de cenu-
lecimenlos lio signilicativos; milos
que traziam a narraeo
lean, foram luniad'cs
lu (a a um leieeno, quo cumplo! uiwz em boa
f, e que chega frente de urna ir opa .a imada pa-
ta pedir entrega, etc., tic.
Psssa-se a vida do anileiro en proiHjsasjs, Ui-
las e cmbales, bem como as operaooes recu-
lares de sua industria, reduzido i eoutarsomeute
comsigo para fazer-se justiQa. e porianto miiiiH
expvsto perigosa lenlfco de flear com'mclnor
perte. As legendas de Bengala contara ti eslores-
piiio um* husma de historias rowzmescas, ms
pouco edificantes.
Nestes ltimos lempos tornaram-se difrkilimas
as relageswilre nnileiros e cultivadores. *ri-
meir.imenie, o prego do ail de Bengala, buitado
por causa 4* concurrencia da Amrica cutral,
que corneja produzir qnaulidades considera-
veis, uo subi na mesma prnporco que os ou-
Iros productos da agricultura india, o que acuito
il i ni i me o Jnteresse que os ryots podessem 4e'r era
cullivH-loTDepois as colheitas de todo o genero
leem sido mediocres ou ms. e o arroe, eultura
sempre preferida do Indio, subi precos que
tentara. Alm disso, os lnglezes, devends raos-.
trar-se condescentes eraquanto os cipages esta-
vaoi anda em armas, experimootam hje inoilo
ma* dllkuldade em restabelecer os antigos cos-
tura es.
Assirn grande o descontcnlamcnto entro os
ryots ; e os magistrados viram-seobrigades alo-
mar isto era consideracao. Ura destes, mais com-
padecido do que hbil, fez surgir urna proclama-
cao, que, tentando coiilrabulangar as parles, leve
por fin fazer crer aos cultivadores que o govorno
os desligava de suas obrignces. O reino de Ben-
gala eslava ameacado Je nao ter ail esle anno,
o que era bem mo para o tliesouro. Em eoAse-
queucia disto, as autoridades de Calcula interfie-
ran) por sua vez, promulgando com urgencia um
bil, onde sao cornrainadas penas raui severas
contra todo o cultivador, que nao tvessu somea-
do 20 do marco as quaniidades de ail, & que
pelos contratos anterioras era obrigado.
Sustentado pelos argumentos que os nnileiros
saliera lao bera fazer valer, o bil lora razio. To-
dava esto negocio e a importancia, que se Ihe
lem dado durante alguns dias, um dossympto-
mas da situ.irao.
Ifoje a verdadeiradiiikuldadc dos Inglezes na
India a queslao Qnancera, o ponto, para o
qual convergen) lodos os espirites e sobre o qual
ellos se dividem
O primeiro raov)inento do admiroc^'". qu< a
proposices de Mr iviiton (ijiara excitado, es'
"cui" uiuilo acalmado.
Pretenderse ler invenalo raelhor ; mas en-
enern-se de espantos espiriios, que cuidam nos
raeios do applicago, que computara o numero
dos empreados e os mithoes e peras, que pre-
ciso pedir uma populacao, que ufferece poucos
recursos para o recrutainenio do p^ssual idraiuis-
Irallvo, o una burocracia, que suecumbej ao
peso dos trabalhos.
E cum effeito para causar verdadeira admire-
gao o ver-se que s o lexto do bil do t'/icome-ox
nao oceupa menos de cenloje uitenta e uma pa-
ginas in-folio"do impressao, lano grande a com-
plicacilo dos procesaos, nos quaes preciso en-
cerrar a r.iea lao pOUCd verdica e lao pouco cons-
cienciosa dos contribuidles .indios I
Mas, anda tu il foi estudada osla machina tao
pouco simples, j e ihe nota ura bora numero do
lacunas.
Irlo nao ludo.
Sena presidencia de Bengala nao sao cou testa-
das as proposicoes de Mr Wilson, n.io acontece
intciramente o mesmo as nutras' Na presiden-
cia de Madras, foi o chefe da sdministraco, foi o
proprio_invernador, Sir Carlos Trevelyn, quem
deu o sign.il da upposico, publicando nos jor-
naes uma critica vivissima do novo plano de li-
uancas.
Lina demisto i inmediata servio de resposia ao
tnani/esto de Sir Carlos; mas demitlir nao refu-
tar, e as razdes que elle azia valer nao perdern '
de monto por isso.
Entre oulras cousas fazia Sir Carlos nolar, e
nao sein
Nao cumpre a nOs fruucezes acbur pe.>aua a .numero-e superior na ordera doa^navios
empreza, vnd era sobrecarga de um iwdget j deve ser e, armada franceza era 1867
multo carregad. *Pertenee naci raleza re- Kao p*naram ah. O gabinete Palraerston sa-
gular suas ooprias^espezas como qer, e a- kewdo de-que favor gosa a murioha enli
zcr o que Ihe appAvcr dos Ihesouros. de que I wsjaw,ao quiz mostrar menos zelo do .,
dispoe. Mas pettence-nos apreciar as raices al- verserios decahidos, e proseguio os arma
legadas pelo fbefe do gabinete inglez para justi- .testn redobromenlo de ardor Pedio
ficar estes trabarnos e para eslabelecer sua ur- ] owos consideraveis credidos e' doz nos t
genc.a extrema desde o momento em que estas lleiros W navios do linha novos. sera contar
razoca sao tiradas da alljtude da Franca e do es- vela que foram transformados. Lord Clarenco
tadu de nossasJwgas mtluares de Ierra e espe-1 Pagel annunciava que no flra do excTcicio linan-
ao que
re o povo
que seus
raen-
pois,
poz nos esta-
cialmenle de mar.
s motivos, que delerminaram lord Palraers-
ton propor este plano de forliQcagoes, sao pu-
ra e simplesmcnte tirados, elle quera o diz 4a
grandeza das foreas militares da Franca, e' da
amenca, que d'abi resultara, segundo ello, para
a Inglaterra. .Elle faz o recensoamoolo de nos-
so exercito de trra, ao qual aprsenla como ex-
cessivo, o que daria suppor que, en sua preo-
cupagto inteiramente aasular, loma om pouca
consideracao a situaco do continente. Ura es-
tado corao a.Inglaterra, que lem o m.ar para pro
legel-o, e sobre a superficie desto urna armada
superior todas as oulras reunidas, naodeveUl-
vei ter um cuidado extremo dos negocios do con-
tiuente : a influencia delles, quo reta morrer*o-
bre as margens do ocano, c por ella pouco sen-
tida.
Mas a posicao da Franca inleiriracnto dilTo-
rente. O governo fr.incez era lempos como es-
tes obrigado por seguranca prapria natrter
ceiM1^ ms-rw naviug de. linha, independentemente dos
guurda-costas. A par dessas terriveis machinas
de guerra deviam figurar 37 fragatas e 14 cr-
velas, sloopse bateras fluctuanles.
Os armadores dos grandes armamentos acha-
rara entretanto que nao era bastante, o para con-
tenta-Ios o gabinete Palmcrston iramedialamento
pedio ao paiz novos sacrificios. Segundo a expusi-
ese leita m cantara dos comrauns por lord Cla-
ronoe Pagel no roez de feveieiro, a marinha in-
gleza deve no llm do anno financeiro, iste 31
de marco prximo, contar no mar 10 navios de
liana de raais, o que elevar o numero delles
CO. llavera um lugrnento proporcional cm fra-
gatas e oulros navios secundarios, todos vapor,
do mesmo modo que os vasos. No mesmo mo-
mento a Franca nao ter era estado de navegar e
ligurar seriamente
de linha.
era uma esquaJra 25 navios ludo
ram mais seguranca, mais honra e liuerdade.
Essas mooarchias christias, eofra iu*-cidas, mu-
tiladas desde a reforma, dcsapparecem lodos os
das. Rcslnm ainda algn? fragmentos que 0 fu-
racao revolucionario arreoenlara dentro em
peuco.
Por quanlas horas mais gosar o pobre rei do
aples de sua realeza ormnal? Nao a sua
queda qnem admira, a indiflerenca dos sobe-
ranos. S. Luiz, em guerra com Ilenrique II, rei
da Inglaterra, oTereceu-lhe a sua allianca con-
tra urna revolta de seus subditos. E por que ?
torque essa revolta atacara as direilos da sobe-
rana direitos que eTe puiiha muito cima dos
direilos pa.ticulares que tal ou tal soberano po-
dai ler que discutir,? que diziam respeito a to-
dos* os soberanos. Essa allianea necessaria de
todos os soberanos para prolegerem a soberana
como ura patnraonio comraum e innalipjiavel
onde est ? A guerra traz muas vezes grande'
vantagens ; ella lem creado mais estados, do'
que destruido. Ainda em lempo de guerra, ha
um direito das gentes, costumes de humanid'ado
respeitados por todos es partidos. Apesar de se
guerrearen), os reis christos sentiam-se unidos
pelo carcter geral da soberana.
csappareceu essa confraternidade que sub-
sista na propria guerra. Ura rei destronisados
quu bello despojo para os oulros reis I E' com-
Bta-aqui, pois, era resumo as situaedes respec- valiosos
imprtame para elles examinar se os prin-
cipios em razo dos quaes um rei denosto, sao
toda a parte. So as etupcoes do
nunca leve ella na Mincha
:a, que pesa na batanea poltica por uma em lempo de paz uma foroa naval comparavel
de meios. dos quies um dos principies quo ahi conserva.
parenlemeute nao olha lord Palmerslon como
Iropas d3ponivtis contra a Europa, e espacial-
ment contra a Inglaterra, o exercito que uceupa
a Algeria, o corpo que est em Roma, e o queso
apresta combaler na China. Quando surgen)
aconlecimonlos como os do Lbano e da Sicilia,
uma naci conlineutal de primeira nrdein cono
a Franca,
pon;ao
seu exercito, pralioa por ventura dos de arnbi-
cao e sali dos limites da mais vulgar, previden-
cia, conservando seus regimeutos era vez do de-
banda los ? Sem gastar das aventuras militares,
parece-mo quu se podo responder esta queslao
pela negativa.
Assira, suppomos quo o publico ingle/, nao es-
lea prompio eucomraodar-se com ludo quinto
pJo lord Palmerslon dizer do nosso exercito de
trra : elle est familiarisado com a idea de que
sejam )iumerosas nossas iropai de trra. Um
exercito do trra poderoso em Franca e uma in-
mensa armada na Inglaterra sao contrapesos um
do oulro. Para raelhor dizermos, do fado, Ti
que se ligara nossas esperan: is, o que para ion,
cunfessamo-lo apezar de tudo > que se pasta,
ainda um ideal, no fado da allianga da Fran-
ca e da Inglaterra, ura 6 o complemento e o at-
ziliar do outro, a garanta do repouso do mutilo
e do progresso geral. e nao so deve suppor que
a opiniao publica na Inglaterra julgue do oulru
modo.
Era iodo o caso, se nosso exercito Je Ierra fos-
se um perigo para a Inglaterra, as armadas iu-
ylczas seriara para a Franca nina araeaca muit1)
|ue falla-
que seria
sempre crescentcs. No niomenlo em
inos, pode oppOr nossa armada uma
in is do duplo em navios de liuln.
Quanto aos armamentos, os da Franca eslo es-
tacionarios desde a paz de Paris; nos tres ltimos
anuos augmenten a Inglaterra sen pessoal naval
com 30,JO liomcns
O budgotda marinha franceza fixo desde a pa-
de Pars e o mananle delle mdico, u da raaz
riuha ingleza, purom, j muilo superior ao nosso,
vai sempre em augmento. Pararn-lhe ocroscen-
ladas US railbes dentro de tres anuos.
E' portanio nicamente por efleil de uma fi-
gura do rhetorica, extremamente atrevida, quo o
primeiro ministro da Graa-Brelanha pode fallar
da igual.lado quasi completa entre as torcas
navaes dos dous paizes. Au contrario, a inferiu-
dade da Franca um ficto flagrante. Sentimos
lato porque eremos na paz, nao obstante os es-
torcos feitos para perturba-la. Mas larabem fa-
ltemos nolar que o roeio raais seguro de destruir
a paz entro a Inglaterra e a Franca, 6 dizer
cao ingleza que a segunda no mar l
Utude ameagaddra para aquella. Uma til lin-
guagom cabindo da bocea do primeiro ministro,
do chefe do governo, para servirrao i\o da phra-
seologia ingleza. ten le minifestaraentc Inquie-
tare irritar a faglalerra, e por so mesmo a des-
truir essa barraouia que uma necessidade nao
SO para os dous oslados, seno ainia pira o mun-
do civilisado inteiro. lia pois razo para deplo-
rarruos oraarg.ira'epie que ura tal discurso ten lia
seus tramas era toda a
Europa. Os soberanos isclara-se, ignorara o po-
ngo, ou gabam-se de aproveilar os aconlecimen-
los. U que o quo impedir Garibaldi de se pro-
clamar rei de aples e da Sicilia ? Elle resig-
nar-se-hia a esse papel, seno sentase atraz de
SI o punhal socialista. Marchar, pois, para
diante. Esperara que a revolucao italiana se
rsgulariso e lorne-se flexivol sob o poder de
Vctor Ein.mauuel? Ouando assim fosse, que
proveito lena a Europa ? A revolucao sena me-
nos ameagaJora? O mal revolucionario conta-
gioso ; todos bem osa bem. Elle j lem grassado
por todas as parles da Europa. Os soberanos
nao se julgam mais obligados a combaler a re-
volucao nos oulros paizes: CUSlara a combate-la
em .-cus proprios estados.
E" sem duvida
Madras.
A creacSo i
que os leng;
sul metter ao
mate perigosa ainda. Gara os novos arraaraen- escapado i lord Palmerslon.
los, de que boje eslo munidos, os navios de li- Em presenc desloa a3serc5es, que re pausa m
una sao um instrumento igualmente poderoso, sobre erras materiaes, pergunla-so de que serve
para nao dizermos irreststivei. lano no ataque a experiencia dos negocios, a pratica das cousas
, corao na defeza. o mesmo, porm, nao succedoj e dos homens ; e se estabelece com ancedado es-
cora ura exercito de larra, quando se lem fren- ta queslao : E' posstvel que c.n plena paz, quaa-
o mais do na Franca a opiuio publica est calma e em
de um 4sposic.oes amigaveis para com a Inglaterra, es-
um negocio do pouca impor-
tancia. Essa confederaco de soberanos que pro-
curara restabelecer, nao lem base. E_-l anni-
quilado o direito commum da Euro,.a christa.
O calholicisrao nao reina mais na Europa ; os
res nao sao mais os servidores da groja. Fal
muito de clinslianismo, de puvo3 christos e
a na- entretanto os poros christos nao leern a mesma
religio lera crencaa diversa. Quando linnam
a mesma f, tinbam os mesraos deveres ; seus
actos uasciara da mesma cons cncia christa
havi.i uma repblica christa ; ella nao seta
subsluidu por uma combinagao arbitraria funda-
da na ulilidade do momento, das circumstanci is.
Quando ludo dill'ere entre as nacoes qualtflcadasl
de chrisls, nao convm contar com uma arai-1
zade europea. Ah o concert europea^le que
tanto fallara, parece-se muito com um CODCerlO
onde so luveiia accordo para tocar em falso.
COQCILLE.
[Monde.II. Uuperron.)
IJada por linda a terceira discusso, foi appro
vada a proposicao como passou nt segunda dis-
cusso, e remeilida commissao de redacc.ao.
Estando presente o Sr. senador rainislro dos
negocios da fazenda, contina a discusso, adiada
pela hora na sesso antecededle, do arl. 9o e
seus paragraphos da proposta do poder execulivo-
lixaudo a despeza e oreando a reeeila geral do
Imperio para o exercicib do 1861 a 1862, cora as-
emendas da cmara dos deputados.
O Sr. Perras [presidente do conseiho) ao en-
trar nesla discusso, uo pode deixar sera respos-
la algumas proposiges emitlidas pelos oradores-
da opposigo relativaraente ao ministerio c 6 maio-
ria que oapoia.
O Sr. Souza Franco lera eatranhado que a mao-
rin abandone a discusso, e nao auxilie o minis-
trnos debales; ltimamente maravtlhou-so do
que o ministro nao se leva^ntasse logo, e deixag-
se a dianteira a ura menibro da maioria. Nao-
I ode achar explcago alguma pata proposicoes
que tao claramente se contrastara. Enlende "que
a maioria nao pode ser censurada por nao oceu-
par constantemente a tribuna, visto que ella na-
da acha a censurar as medidas proposlas pelo
gabinete ; ella e os ministros nao teriam um ins-
lanLi de repouso, se quizessera estar cm conti-
nua represalia aos ataques que Ihe su dirigidos
pelos membros na minoria.
Mas o Sr. Souza Franco quer por em relevo a
sua alta rapacidade S. Exc. j tem feito praca
de saber raelhor que ninguem orar de improviso,
do modo por que quando ministro trabalhava era
seu gabinete dispensando grande numero de otti-
ciaes, auxiliado apenas por um, de ter sempre
prsenle o estado do thesouro, de ler registros do
estalistica sempre em dia, de ter consignado o
numero de discursos que tem feito, e o numero
de horas que tem fallado no parlamento etc. etc.
Mas S. Exc, que se d a esse Irabalho, devo
ver que elle desnecess.irio, que todo o senado
reconbece que elle possue dislindas qualidades
de homem de Estado.
Mas essa ostenlacao nao c para o senado, que
o conhece perfeitamente: para provocar ap-
plausos fura da casa, e lera tambera por flu de- *
ptimir o orador, e mostrar que este nao possue n
capacidade do nobre senador. 0 orador nao se
lera por albleta, mas sente-se com forcas para
combaler as proposiges do nobre senador a quera
responde.
O pensament desse nobre senador 6 immor-
latisar-se ; mas observa que os calaT les e car-
piuieiros que fabricarara a arca de No
salvaram do diluvio.
Depois deslas obserraees preliminares o ora-
dor passa a justificar as lases do oroameoto da
receira, as autorisagocs nrlle comidas", e o aus-
menio dealsumas imposigcs. Declara quo es-
sas imposicdes nao recahem sobre gneros ali-
menticios ; e era os mposlos sobre proflssoes
lecainrao sobre industrias que nao leem recursos
suiucieuies.
Quanto ao recrulamento, que tambera tem ser-
vido de objectode censura, o governo tem o di-
reito de fa/.-o ; e o que lem sido feito
lo ''in muilo fiamiAna esCjli
nao so
no em muito pequea
1 lenha liando o
tem si-
e ncm codita que
menor abu:oda parte das auturi-
lades.
Julga
queixa i
ras de Irabalho as sessOCS do senado.
que a op?osicao sem raTto alguma so
i que augmenlou mais duas ho-
Foi uma
ri3 quo
.ameute.
lempo para ISSO.
1 isconde de Jf/uilinhonha est
la conven-
algiiina justica. que o que era lalvez too mar cora um adversario, que ahi
om Bengala, bora poda nao se-lo era forte ; ora igual caso o poder grossivo
, exercito inferior scu poder d feosivo.
c impostas novos era uma punieo, Suppoohamoso que Dous nao permutaJo-
ilenses podiam ter merecido ; mas clarada a guerra cutre a Franca o a Inglaterra,
mesmo Iralaraeulo as popul.iQoes
de uma presidencia, que conserrou-se calma'du-
rante todo o lempo da rerolla, que al fornecou
meios para combtte-la, seria uma eousa injusta,
o que a torna muito mais injusta ainda, que
Bengala tolos sao ai corles era recjuhecer
das testas de Sa'iJlo Es- """utos, gragas lixagu definitiva, que fui"
e ucculiados: porm as !'"r !"|,J ':":"''Wallis do imposto territorial
quera estarii raais comprometuda, mais
leja esta prestes cahir sob o jugo das paixes,
que tantos desastres causaram ha cincuenta an-
uos? Mas corao poderia ura tal phenomeno ler
ugarem urna naco, com tanta jusliga afamada
de uma lomada, Uarselha, o Havre, e essa Chor- por seu bora sonso esabedoria>?
jdrnafs,
era
I ue os
feia
. Sao
popuiagoes mo leem necessidade que se narre as i Oxlremarnenle oves, entrelineo que na presiden-
een-onstracoes a que ellas assisliroin. Ca de Madras, onde reina um systema inleira-
G. M. mente diilerente. de noloiiedade publica [ue o
------------ imposto pedo j ao contribuate tudo quaulo
No meio Jes Dreoccuoaces aue fazem conver- I'"", !';:'' '''.-'" ^iy) Wpor IWda renda bru-
ta da ierra !
meio das preoecupagoes que fazem cottver-
todas as n islas
burgo, que lanamoQo causou Inglaterra, ou
antes Liverpool. Rrisiol.NewcaslIc o Portsraoulh?'
Lord Palmerslon para justificar seu planu fe
a, pirecef ura phantasma, muito mais proprio do
que o rccenseamcnlo de nosso exercito do tena
para impressionar e aterr ir a imaginago de seu '
auditoriii. Elle avaugou quo o governo rranceal
linha f>* tj e cuiiliuuava fazer os m ores ex-!
jos [tk.: ulmost txerlions) para croar uraa ma-
rinha militar quasi ejual (oery nearly equal)
da Gra-Brelanha. Esta assergo, lu lisamente
annunciada, 6 do nalureza excitar
Suppondo, pois, que a Inglaterra lenha acolhi-
do as apprehenses que Ihe quer inspirar lorl
Palmerslon, dr-vemos confiar em uma proinpta
reaego da opiniao ingleza para a raoderaco e
e pillado para com uma grande naco, cujaami-
zadd tantos motivos interessa Inglaterra.
J. i.v.MIS.
[Journal des Debis.S. Filho.]
;i todas as vistas para os aconlecinientos, que I i'.n. annunciada, d do nalureza oxciiar ura espanto
leem lugar cw nossa vlsliibarga immcdiala, nu p.a t i' i|lrj'lv:o menos3orias, quo Sir extremo. "E' preciso, dizemos ms, que o Ilustre
6 talrez muito bem esculbide o momento para eTel-Vl" '"""cava, mas que seria intil. homem do estado, que dirige os negocios da In-
tentar chairtar'a atlengo publica para a In- |',!l''uri ":'Vu:il lerproduzido uma sensaco pro- laloira, lenha ramio mos meios de nformago,
da e da Chipa ; entretanto seria pouco prudente i"h"3 1"s'alerra f no parlamento, assim romo ou que seja muilo curta s-ia memoria. Os pla-
o que so pass
perd i ibsolnt iraenle de vista
n<.--,.- longip las regios.
A autoridtde dos Inglezes o -1 inleiramenlo
i -: ibe ida em sea imperio da ludia ; do cab i
c m tira ao Indo, de Bmbaim al o Him
diencia dos principes e dospovos comple-
ta; porque sera duvida nao devem ser lomadas
unce!.: algitmas desordens, que tiveram iilli-
i i nte lugar no bnixo Bengala entre os plan-
1 I' ail; eslo alias o estado chro-
i
Nao ha ninguem, que lenha aberlo'um livru
coosagrado ao estudo das quesloes administrati-
romraerciacs as Indias, que desconheca
as -xli.....diaras condiges, a que est sujeita
tura, o generado vida singular que ella
e aos europeas, que dirigem as ailaras
im clima que s permiti o Irabalho da tr-
ra gente do paiz, sob um rgimen, que durant'i
tillo ii reinado da honrad^ companhia prohibi a
i le territorial aos europeos, ainda mes-
mo tnglezes, os cultivadores de ail arhavani-se
ceit respeilos em uma postgo anloga era
se entre nos durante un cer'.o lem-
9 pro :u lores de assuca Indgena, que
inhain ierras sufOricuies pas produziremas
!"!;;;- [ue precisavam para alimentar suas
fabricas. Era preciso que achassem em torno de
m rendeiros eu proprietarios?que quizossein com-
pronictter-se cultirai as raizes, sem as quaes
as fabril as nao poderiam funccionar. esto res-
peito ha hojo muilo mais embarar
iia India, por]ue anda uma vez, a verdadeira
dificuldade do governo indio a questo das li-
na ocas e da rcurgatiisicilo administrativa.
E 'lisio, muitp mais duque em sonharanja
em Nana-Saib o Begun, que dercriara cuidar lo- |
uos a luelles, que creera obrar patriotismos e ph-
lantropias, conteudendo com n.< Inglezes sobre o
niodu porque goreniara os 150 tuillies de seu-
subditos Indios.
Sa Ehiha, a situaco que j in Meamos, se ttea-
envolve ; a revolta e a anarchia fazem progres-1
s is consi (erareis. Eraquanto o governo imperial
parece concentrar seus recursos para fazer lace
p-xpe ligio europea, que o ameaga, os insurgidos I
aprovcitsm.0 lempo, que elle lies deixa, para es-
loiideri'in as operaces,
^ De scu lado os mandarins, que so veem quasi
abandonados, muslram-se cada vez mais conci-
lla ules em suas relares c ira as autoridades con-
sulares dos portos frequentados pelos estrm-
geiros.
nos do governo francez em ficto de organisago
martima sao conhecjdos, esto no dominio da
publicidad. O secretario do almtrantado, lorl
Clarence Pagel, que reprsenla a adrainistrac.au
da marinha na cunara dos coramuns. podia do;
merston qual a composigo de nossas Ul" corpo em raorimonto, anda que menor, des-
lord l'a
forgas navaes presentemente, e qual o prograra-
ma que o governo francez se prope seguir no
futuro.
phenoraono mais extraordinario destes tem- \
pos a torca do espirito de aggredir os thronos |
a pouca resistencia qift Ihe oppem os sobe- I
ranos. O quo us admira o mollifica menos a
denota dos soberanos do que a sua fraqueza em i
sustentar a lula. Sao vencidos anticipadamente.:
lia ura seculo que parecen] resignados a esse
papel de vencidos, guardando a defensiva diante
de iuiraigos cuja audacia o principal meio de !
Acare01 victoriosos. Quaesquer que sejam os seas
recursos suecumbem por esta simples razo que I
porque a
0 volunte do bidgol trancez, quo publicado
lodosos afinos, refere-so regilarmcnle esle
progranima. As cantas definitivas do ministerio
'/i marinha, aulra publicac/u annual mu vo-
luinosa, que comprora os "fados consummados.
mostrara como, em que medida, e.com que grao
de ce'.eriJade pst-l prograioma seguido. Ura,
em que consiste elle .' E' destinado dotar a
Franga de uma marinha rapar, cuja lotea prin-
cipal e.-t.r era 40 navios de linha, saber : l
da primeira nrdein e 23 da segn di. Em que
lempo deve ser esto plano ralisa lo ? Era qua-
lorze anuos e, contar do Io de Janeiro de lioT.
Parece que os 10 n.ivi s de linha devem ser
quanto antes con prados, mas entretanto s lio
d% ,-c-loein 1867. Entuma palavra, a Franca
caniiuha cora ura passo que nada lera de preci-
pitado, que nao acensa impaciencia alguma.
Segundo o llano, ostros captulos do budget
wuparia muitas fadigas e encom- numerados Vfl, VIH e IX, e que p ir objecto, ura
modos aos tkassos soldados, apresentou-se mais os ./.salarios dos
Por pouco que os cnsules ou os almirantes o
- m, nada ser-Ihes-hia mais fcil do que
apoiterarem-se por toda a parte do poder.
Quaulo populacao, ella c re uma indiTeron-
r^, que deveria parecer-nos incrivel. Quon'do o
almirante i agn e Sir Hopo Grant ten la ram orga-
nisar entre os Cliiiiezes um corpo de equpagens
militares, que pouparia muitas f.
belterrab i lem dado, debaixode todas as relagoes,
resultados to ranlajosos, que a agricultura est
prompta fomecer quasi em loda a parte as
ti ladea que Ihe quizerem pedir; mas prin-
cipio foi algumas rezos difficilimo o muito costo-
so s fabricas fornecerera-se do
cientos.
I.' o que anda succedo aostznt/eiros. Para de- j
terminar os ryots i rollura do ail, o meio ni-
co ir ter com os mais misera veis d'ei.tro elles,
les que, obrigado3 pela necessidade de
dinheiro, san reduzidos aceitar emprestimos,
para ujo ; ajmenlo comprometiera-se culti-
var urna ceila poreo de seu terreno de ail, cu- i
j' ;l rendida de antemo ao em prestador,
servopara o reembolso da divida. Algumas re-1
es ainda, o capitalista europeo, tendo arrendado
os direilos de algum zemindar ou proprietario
feudal da Ierra, troca -om seus Vassillos a renda
que elles devem, por uma certa cultura de ail,
da qual o capitalista reserva para si a compra dos"
productos.
Entretanto lo ryot, quo.nao estaa dependen-
cia, neOse di quasi nunca esto genero de cui-
tara ; o ail uma cultura muilo rariarcl, que
SolTre muito com a menoi irregulari lado as chu-
vas, o por conseguiite est-se muito exposto
ler anuos, que s do despezas, o muilo puncas
rendas.
Uma vez entrado neste svsloma, que adroitte
ainda muitasjmudangas, inutets de citar, raro 6
que o ryo! nao pass a vida na miseria, rodo ro-
mo por ralalos de interessesse'm lira; e romo
Indio, nao a para elle meios mos com tanto
que Ihe tragan a osperanga de furlar-sc s con-
sequencias dds compromissos, & quo entretanto
li-reii.ente submelleu-so. Assim, a prolisso de
anileiro corap ira-se com uma seiio de Iotas e
aventuras que fazem-n nu ter emelhantc na
Europa.
Perdido no meio dos carrpos, onde o governo
muitas vezes impotente para protege-lo, n ani-
leiro fe prole,;e si proprio. Seu orimeiro cui-
dado erodearj-se do uma tropa de pessmis dedi-
cadas, romas quaes deveri trumphar do quaes-
?enle do que a precisa.
Nareadado, os Chinezes olham-se corao es-
Iranhos na ; ir, lia pendente entre os Europeos e
OS llaolchouz ; e o que exigir majs tacto e ha-
bilidade da parte de nosses plenipotenciarios ou
de nassos generaos ser, to baler os soldados
do principo ang-ko-lin-sin, mas moderar-Ibes a
provises suffl- i aegao para na > dcslrurem o Ihrono do imperador
IHien-fung. E' este o puni delicado da em-
preza.
A'data das ultimas noticies de Hong-Kong, ti-
nha-se sabido que urna divisao anglo-francez oc-
CUpra sem dar ura tiro 2\ de abril a illia de
Chusan.base de operag5es necesaria toda a ex-
pedigo, que obra por mar contra a China. 0
contingente francez cora mandado pelo almirante
T. Pagecompunha se exclusivamente do algumas
companhias de nfanlaria de marinha. s quaes a
evaruaco de Tourane restituir a liberdaie do
seus movimentos.
As iropas expedidas de Franca durante o inver-
n passado nao linham chegdo em um lempo
intil para turnar parte ueste rompiraeuto das
operagdes: entretanto nao osla ram longo, c se-
operarios, o segundo as prori-
so"s geraes da armada, o o terecina os trabalhos
hydraulicos e os edificios civis, recebera lo los
osenos um abono colleclvo de 55 milhes,dos
quaes A ou -i!) sao destina los aos diversos con-
sumrnos, coslcio das machinas vapor, conser-
vaco e reparo do material existente, de surte
que resta uma somma de 16 ou 17 milhes para o
engrandecimenlo da armada c dos portos.
As cuntas definitivas do mini-torio di mari-
nha mostrara que este programla observado
o mais Belmente posstvel. o capitulo dos acci-
dentes e do imprevisto carece da addico de ura
pequeo numero de milhes ao total de 65.
assim que em 1853, (ultimo armo, cujas coritas
foram publicadas) a despeza aos tres captulos
reuni losfoi de 70 mithes e S'dO.OO'J francos em
vez de 6. So lord Palmerslon dr-sc ao iraba-
lho de ver-as contas do almirantado bnlannico,
nao poder dizer que exorbitante.
Ora, o que lem feUo a Inglaterra durante esse
lempo! 'lera ella lido orna marcha to lenta e
to compassada? Ella se linha retardado um
pouco, por prudencia nicamente, quando appa-
loca oulro mais consideravel que. esl en) re-
pouso. Todas as commoges, todas as rerolu-
coes eslo previstas ; a mais repentina proce-
dida por alguns dias de effervesconcia que nao
nJe deixir do recouhecer a vista menos excr-
Irilada. Nao o valor pessoal que falta aos reis ;
assustjra-se a vista do sua respousablidade. du-
' vidara de seu direito.
Ura tacto lo geral e to novo atiesta uma
doulrina nova. O calholicisrao fundara as mo-
cos do dever as fuicos dos soberanos. Rc-
resiidos, no in teresse de lodos. ..; um cargo, do
uma dignilade, n'io podi >m fugir s respecliras
obrgagos. Proteger lo los os direilos, fazei im-
perar a ordem moral, tal ora a sua misso. A
cora de Franca era uma substiluco perpetua,
a no rigor dos principios o rei nao poda abdicar.
\ corda nao era um patrimonio de que podesse
dispor a vonlade; elle a entregara as niesmas
condiges em que linha recebido.
A doulrina do direito real nasccu do ensino
jurdico; ciesceu com o proleslanlismo ; traz em
si mesma um germen fe antagonismo e de mor-
le ; pois ella suppc, quando por limite neces-
sito, um direito popular ou individual. E se ha
conOiclo, nao pode elle ser decidido seno pela
forcu. Que.i juiz do direito neste mundo?
RIO DE JA^'KKRO
ASSEHBLA GERAL LEGISLATIVA
SENADO.
SESSAO EM Io DE SETEMBRO.
Presidencia do Sr. tfanoel Ignacio Caoakauti
de l.acerda.
\i dez horas o cincoenta minutos da manha,
o Sr. presilenie abre a sesso estando presentes
33 senhores senadores.
f.ila a acta da anterior, approvada.
o Sr. t" Secretario di ronta do seguidle
EXPEDIENTE.
Ura oflico do primeiro secretario da cmara
ios deputados participando que por aviso du mi-
nisterio dos negocios do imperio de de agosto
ultimo constou mesma cmara que S. M o Im-
perador cnsenle as resoluges da assembla ge-
ral quo mandara admillir matricula do primei-
ro anno da taculdade de raodicina do Rm ,ie Ja-
neiro a Faino Cyzino Bastos da Silva e Ezequi.l
Alfredo dos Santos Ribeiro; na da Baha a Mar-
cos Antonio Monleiro da Silva e Thomaz Louren-
50 da Silva Piulo; no primeiro anno dadedirei-
','.'.'''' -"?-..l>,,ul" ? '''',|r'J L" Rodrigues Hurla
fila
gonerosidade da maioria, [ara que a mino
ao des-j isa se mostrava de discutir Ursa
tlVPSS
O Sr.
cido que as puncas palacras que vai proferir nao
scrao tomadas como opposigo ao governo, pois
0 undor nao desoja langar no cammlio um grao
deaiei quceslorvo a marcha da administra.-^) ;
' la smeule para revela- alguns escrpulos" So-
breo orgaroento da reeeila.
^ rem nado toda a allengo discusso que lera
havido na casa por uma e por outra paite, tem
lulo com atlengo os relatnos da fazenda do mi-
nisterio actual e dos passados, e tudo o convence
que nos s temos lido ministros do ihesouro, o
nao ministros da fazenda. F-la dislincgo do im-
perador dos Fiancezes, que creou um ministro do
Ihesouro o um ministro das Bnancas, parece estar
concluida em nossa Icgislagao.
Os ministros que leem filado test) da repar-
tico da fazenda entre nos, sao ministros do ihe-
souro.
Os negocios da fazenda leem corrido rerelia.
E nem se diga que isto de ido falla de lempo.
Temos 11 lo ministro da fazenda que lem estado
no poder por cinco annos.
ao ministro do Ihesouro compete arrecadar
bem. Ilscalis ir melhur, e pagar as contas compe-
tentemente legalisadas. Ac ministro da f.u. n.ta
compete estudar as grandes racossidades 1 c n-
rdicas do paiz. o tomar as n edidaa proprias para
lecnndar os elementos da riqueza publica, promo-
rer a prusperidade das industrias e em conse-
quencia o augmento das rendas do estado.
Enlrelanlo a discusso dussa imprtanle ma-
teria, que c propriamente da competencia do mi-
-da fazenda, como leu sido feita ?.... tem
suido ao passa lo. e de urna 1 outra paite se lem
..lo eu gaslei tanto, vos guslasles tanto ; eu
rrecadei tanto, ros arrecadastes tamo
gaslei menos, vos gastasles tu is.
A liscusso lem c instad 1 !. r criminac
eu
;'uel Figueira de Parla; p. linalmenlo rose- "'.," 3 ;" '' :']il i1 aumentar odios.
I..I .. Km... m I.. !. II e .. .. llirn.'lTlio.i.lT.. .. ....1- l_
s 10-
gundo anuo da do Recfe a Ernesto Julio Bandei-
ra de Mello.
Ouiio do mesmo primeiro secretario, partici-
pando quo a referida cmara adoplou, e dirigi
sanego imperial a resolugo do sealo quo re-
gula os direilos provenientes dn residencia de
que trata o art. 0" 3 r da constitugo De .am-
bos (ira o senado nleirada.
Tres olllcos do mesmo primeiro secretario, a-
c 1:111.aullando as proposiges da mesma camaia*
I", declarando que os* contratos de qualquer
nalureza que sejam, celebra! is pelos dilerenles
ministerios directamente, ou por seus delgalos
corapetenlemenle autorisados, e que excederem
do valor de 10.00051100, dovero ser menciona-
dos nos respectivos nlalorios, annexan lo-se-lhes
copias dos mesmos contratos ;
2o, autorsando o gorerno para orgnnisar uma
tarifa especial de direilos de imporlago, consu-
mo e transito, destinada s alfandegas da provin-
cia de 8. 1'. dro do Rio Grande {', autorisando o governo para maular proco
der revso da anliguidado dos juizes de di-
reito ; 0
i", autorisando o governo para man lar passar
carta de naluralisaco de cidadio brasilelro ao
Sero-
Eis, o principio do protestantismo. Se, pois, a subdito portuguez Ma-.ioel de Souza Silva
orden) social nao fosse fundada seno no dilo, I dio ;
esto varillara a vonlade das prcten.es contra-1 5, fazendo extensiva aos corpos polciaes era
ras. O que vemos depois do dcimo sexto se- Ideslacamento dentro do territorio da mesma pro-
culo? Os estados oceupados em se defender, era vincia. as disposges dos arts. 9 10 n 13 Jo de-
augmentar os meios de resistencia. creto n 2,081 do'l de Janeiro de IsS:
slaram amoscados por que a nogo do derer | 0o, autorisando o governo para contratar com
quem melhorcs condices olferecer
gundo todas as probabilidades, devem pela mor recen o problema de crear una mariiia
parte ter chegado agora ao norte da China. vida vapor, fi assirn que no meio de 185S ella
Alera Oslo todas as nupcias, que foram recebi- vo quenada linha feito do
das do corpo expedicionario
lentes ; e faz grondn
lidado da adrainisiraco da marinha a rapidez e "8 linha vapor em bora estado: deixamoa d
seguranca
mais que a Franca,
rancez sao excel- esta mesma linha algumas fragatas de mais. Ca-
li rara previdencia o habi- da um dos dous estados possuia ento 20 navios
adrainistrago da marinha a rapidez e de linha
cora quo este armamenlo lera sido parlo os navios, que eram simples amostras infe-
org.iinsado o mandado
lino.
quer reslsteni
tSO finar o
quando
tura que nao
preciso i rape
dc-la o'j'.rerh
tas,na primavera, quando o pre-
ullivadoi recalcitrante isemearo
i.-;, o ronrncionade ; durante a vegelaco
preciso (oiiMrangc-lo cuidar da cul-
ieri para elle ; as caifas, quando
-lo de roub.ir a eolheita para ven-
quando preciso resistir pela
para seu longinquo dos-
As noticias do Ja pao sao sempre animadoras,
quanto aos recursos, jue o paiz poderia olfere-
cer ao commercto, mas sao tambera raui pouco
satisfactorias quanto & seguranca, que ahi podem
os estrangeiros encontrar. Se esta situaco lem
de continuar, o quo infelizmente" para temer,
devem 03 govemos da Europa contar com a ne-
cessidade de fazerem em breve ao Japo alguma
cousa anloga ao que fazem agora na China.
HVIEB H.lVHOMi.
[Journal des Debis.S. Filho )
0 discurso pronunciad') pelo chefe do gabinel
le ingle/., lord Palmerslon, apresentaodo o bi-
das forlificacea, produzio na Inglaterra uma
grande sensaco, e nu foi menor que causou
em Frange. O nebre lord linha do justificar o
pedido da uma sora Ta consideravel (tralava-
se de 22o milhes da francos) para forlilcar
com urgencia os arsenaes marilimos e os priuci-
pacs portos comraerci.iniee da Inglaterra.
iizes, nao apresentando uma forca real : estes na-
vios, erara de ambas as paites tnuitu numerosos.
Mas deste esse momento o gabinete Derby eslen-
deu as construeges navaes com o maior vor
como se a guerra eslivesso Iminioente, e gragas'
aos meios poderosos, nicos no mundo, queapre-
seutan as oflicnase Pstaleiros di Inglaterra, es-,
baria efraqnecid* O Declogo estabelece a so-
ciedade humana no dever. Nao allirma directa-
ment o i'ireio do proprieiario, mas apenas o
erime do ladreo. E' lio dever de respeilar a pro-
priedado slheia que nasre o direilo do mesmo
proprieiario. O dever gera as relagdes socaes.
O rei, o pai de familia s lera deveres a curaprir.
Pde-se dizer que os direilos perteocera aos tra-
eos ; tem direito do ser protegidas. A moderna
doulrina do dirWo subsliluio a doulrina catho-
lica do dever. E' s
ver tem um sentido. Era qualquer oatra doutr-
na. o direilo arbitrario.
Sendo o direito uma rantagem pessoal, pod-
se renunciar ura direito, transigir sobre elle ;
porm o dever nao admille transaego ; elle nos
liga, obriga-nos om consciencia. Alera disso, c
elle certo, ao passo que o direilo muitas vezes
duvidoso > equivoco. Transformando sous devo-
res em direilos, sob o impulso das ideas moder-
nas, os soberanos" perdern) a mais solida base
do seu poder. Eritio. como ellos poderam aug-
menta-la porarabigo, poderam deprimi-lo por
sua fraquezn. Todas cssas conces-es que as
revolnges trouxer.ain, letiam sido mpossives,
se os reis se julgassem representanlcs do um
principe superior a si proprios.
Os philosophos do dcimo oilaru seculo exal-
tes enrgicos esforeos deram promptos e bous re- tarara o poder absoluto dos reis para fazerem
sullaoos. ; um ponto de apoio em seus planos de deslruico.
Os tres ltimos mezes do 1553 foram uUlisados Os reis embriagra'm-se d
para tordo mais inultos navios do linha
.......- navios do iinna, e con-
seguio-se hangar .10 marera 1859 onze navios de
linha (continuamos fallar smenle dos nsvios
vapor, os oulros nao entrara mais no numero),
uns inleiramnnle novos, oulros provenientes do'
navios de vela transformados o augmentados.
Quando us wlligs substituirn) os torva no
poder, lord Clarence Pagel pode dar an primei-
ro lord do almirantado do ministerio Derby. Sir
loan Parkinglon, este lestemurmo lisongeiro, de
que a Inglaterra tinha no mar 10 navios de pri-
meira .ordo in, 40 navios Directivos; Isto so pas-
sa va 8 de julho ; e assim desde 8 de julho de
populai i lado, rodea-
ra m-se de co tezos, e ao depois, assnstados pe-
los molins e conspirageg. vollaram-se para os
seos conselheiros. asmis das vezes socios das
sociedades secretas. Estes deram-lhes conselhos
de puSillauimdade, escudados nos palavres de
progresso, de salrago publica, ate. Cederam,
pois, por generosidado ; julgam sacrifnar-se por
seus poros abandonando os direitos de sua co-
ra. Em realidade sacrilicam seus poros a lou-
cas utopias.
o scrvigo da \. '
naregico 1 vapor do Rio de Janeiro Santa Ca-|,...
Iharina, pelos portos nt-rinedlarios de S Paulo
o Paran, uma vez que soja rescindido o contra-
to actual.Vo lodos a iniprin ir.
O Sr. segundo secretario l um parecer da
commissao de fazenda sobre diversas proposicoes
da cunara dos deputados relativas ao melhar.i-
raenlu dos vencimentos de diversas rlasses de em-
pregados pblicos; sendo a commissao de pro-
li que o de- cer que se ade a discusso das ditas proposiges
at que melhure o estado de nossas Rnangas, ou
se creem novos recursos que possara nivelar a re-
coila cora a despeza.
L igualmente o vol em separado do Sr. J. F.
Vianna, prupondo que, se por ventura forera do-
creta ios os imposlos propostos pela cmara dos
deputados, se melhorem pelo menos os vencimen-
tos da magistratura, o se o sonado assira o enten-
der, podom entrar cm dfecussno as oulras propo-
sito -s que versara sobre augmento de vencimen-
tos dos empregados das cathodraes do Imperio,
desembargadores da relaco metropolitana vga-
rios enrommendados, empregados da secreiaiia
do supremo tribunal do jusliga, do Ihesouro, the-
soutaria de fazenda. e casa da moeda.Vai a im-
primir.
O Sr. Ferreira Penna manda mesa a segua-
le indica cao :
Propnho que a mesa seja autorisada para
contratar a publicagSo dos debates do senado da
sesso do 1861, 0 a impressao dos innaeiem nu-
mero de exempiares igual ao dos da cmara dos
deputados.E' apoiada.
Comparecen no decurso da sesso mais 9 Srs.
senadores.
ORDEM DO DIA.
Entra em terceira discusso a proposico da
cmara dos deputados mandando continuar em
vigor durante a prxima legislatura o decreto n.
1 672 do 13 de siembro de 1S52 que marca o sub-
A realeza e um encargo social exercido no in- sidio dos depulades assembla geral, o a indera-
lewsse de tolos, era nome do proprio Dos, de nisago para as despezas de viagem de rinda e
quem os reis recebem a sua autorldade Foi sob volt.'cotno foi eraendada-oa segunda dicus-
or esta occasiao convida ao nobre ex-minis-
Iro de eslrangeiros do gabinete de f de malo a
explicar-se sobro um incidente quo so deu na
sesso do dia antecedente.
Pede a esse nobre senador, a quera ce quo
pode chamar seu nobre amigo, que declare so
com elTeiio exacto que nao existe titulo nem
umenlo algum do eraprestimo feito pelo esta-
do as republicis argentinas, corao se disso em
aparli na sesso .lo da anteiior, quando orara
o Sr. Souza Franco. Esse incidente deixuu o se-
:l'' e axo de urna impressao desagradavel quo
curapre ser-dissipada.
bollando ai sen ihcma, o orador observa
a discusso, como j disso. lem consistido em ura
exame, sem inleresse, da reeeila e despeza deste
e daquelle ministerio. Nos relatoros tambera
nao se enconira uma s dessas ideas luminosas*
isas vistas largas que revelara o verdadeira es
Vll's apenas so u!z : a industria estem aira-
_ zo, >o commercio detlnha, tal impasto ron leu lan-
To, aquello oulro reqdou tanto, etc.. ele. Mas
nellt's-mio se descobre nenhura plano bem com-
"nado de 1.....idas.para remover os males quo
ah sao assignaladus; e os geni ens de riqueza
do paiz all jazera no mais compelo abandono,
em tal esludo de paralysaco que j denuncia a
morle.
Do um tal estado de cousas s pode resultar a
miseria.
Ancuas em 1853 uma cousa se fez de grande o
e-tavcl ; fui a creacu do banco do Brasil. Mas
0 proprio pai desse e.-tibeleciraenlo
lou de estrangular seu filho,
sua morte o meio nico do
nelario do paiz.
E doloroso para o orador ler do censurar b-
rdeos que por sua illustracao-e servcos sao ere-
dores de todo o respeito e veneragao. Mas cum-
pre sobretu lo arrancar o paiz da profuoda lethar-
gia em que vive mergulhado, lelhargia que o vai
COllocaudoas vsperas de um grande cataclys-
ma. As revolnejes polticas, corao a experiencia
o lem moslra lo em todos os paizes, leem a sua
principal origen no mo estado cas Rnangas
Compre-nos, pois, sabir deste estado lastimo-
so em que a rolina nos (em collocaco.
Cumpro que se nao faca consistir as Guangas
somanto em cifras esteris ; e nem so pode ava-
llar da bondade de uma administraco porque
tpslou mais ou menos ; a que gasto 1 rnais podo
ler feito mais mal do que a que gastn menos.
Lamenta que o Sr. presidente do conseiho v
segurado o mesmo Irlho, e faca consistir sua ad-
rainisiraco em cifras e Qscalisaco, como se r&
de seu relatorioe de seus discursos. S. Exc. diz.
que os males cora quo lula a situaco aclual, a
paralysago do commercio, o deereacimealo das
rendas, nao datara de seu ministerio. Mas issi
s nao serve para justifica-lo. Cump>e saber quo
providencias lem dalo para remover esses ma-
les. No sen rotatorio nao se depara com uma s
medida que tenda 1 tirar o commercio da para-
lysago em quo se acha.
Assim tambera o Sr. presidento do' conseiho
lera silo ministro do Ihesouro, mas da fazenda.
para logo
porque vi em
salvar o systema mo-
lan.
1S91 a Inglaterra Dohi urna forca naval igual em a fyrms da monarchia chistaa que os poros acha- o.
Do que diz S. Exc. resulla que os dous anuos
futuros ainda nao sero felizes, o dficit conti-
nuar. E quaes as medidas lomadas por S. Exc ,
para conjurar essa decadencia las llnangas por
elle prevista ? somenle a axgravacio de' cerlos
impostos, c ninda assim S. Exc. nos diz qus o
dficit continuar, o entra, segundo esse systema,
nao ser ainda preciso aggravar mais os impos-
los para fazer face ao delicit cresceBle '?
De molo quo nenhuma esperanga, nenhuma

II FGVFI
-*'"'


cousolayao deixa S. Exc. s industrias u ao cjmu- '
jnercio. hoje que elies Unto neceasilan conso-
lara,) e esperanza, hoje que o crdito, soba
pKMlo las medidas restrictivas, rclrahio-seas-
sustado. que existe um desanimo completo as
espcwlagde, urna oslagnac,ao geral o com-
mercio.
Na., foi. como so pretende, a administrarlo de
i do majo que poz em desordem as nossas i-
iianeas. O ministro da fazenda de enlao exago-
rou-se un* poaco na appticjco de seus princi-
pios ; o ooraaor, com a ingenudado que o ca-
ractensa, eadveitio.
A causa da desorden) das financas foi quero
quiz acabar coui ludo que eslava* feilo. refor-
mando lude do um dia para outro, e deiribando
de uiPgotpe a poderosa alavnnca do crdito. Os
actuaos ministros tarllbem asaiao pensara, im-
bem ronherem o poder do crdito, mas ludo se
resolre ao contrario.
Enteude o orador que o systema adoptado
pnlre nos no ministerio da fazenda o luisscz
fme.
A parte importante do ministerio da fazenda
a moralidade ; 6 della que mais se preoc-
cupa o Sr. Ferrar om sou relaturio, quando alias
inngiiem pei-m duvida a moralidade de nossos
tuneciosariua, o que urna grande loria para o
paiz.
Fergunlaro por que razio o orador como se-
nador nao oTerece as medidas que julga neces-
arias para regulartaar e fazer prosperar nossas
fli.ancM ? e porque enteude que s o governo o
po le fazer.
Era preciso, por exemplo, tratar de desenvol-
v melhor o elementos de prosperidad.' das
provincias, que jazem no abandono : era preciso
reformar e regularizar melhor o nosso systema
Ce nnpostos; era pmCm preciso tomar um com-
plexo de medidas em grande, o que por corlo
nao pode fazer um simples senador que, como o
orador, nao faz parle -lo governo e nem mem-
oro .le commisso alguna.
O Sr. Ferrai (presidente do csnselho) julga
que a Itrio que oraba de querer dar-lhe o nobre
senador pela llobia iiileiramente improcua e
nial cabida Disso esse no!.re senador que no
Brasil ate hoje anida nao existi um s ministro
da fazenda, que tolos leeiu sido, miuistros do
thesouro, e emfim, que no Brasil mnguem, a
nao ser elle, tem capacidade para bem gerir os
negocios da fazenda. Depois d.: passar ussim a
razoura em lodos os miinstros panados, sem ne-
nhuma alinelo para com tantas e lio notaveis
capacidades que teem oslado testa dessa re-
pariicio, veio por im laucar o sej analliema
sobre o orador
UoS A prtHtHtCOO Jvslo ullici.il.
i.sijiiJo prsenle o .Si. senador iiniiisii,
negocios da fazenda, coulma a discussao diada
poia hora na sessao antecedente do ort. 9. o
seus paragraphos da propo9ta do poder executiro
que fixa a despera e orrs a reeeits
pecio para o exercicio de 1861
emendas da cmara dos deptitad
O Sr. vizconde de Jequitinhonha
o Sr. presidente do conselho nao
mal que orador, que at aqui tem conservado 1860. Illm. e Ro. Sr. I*. Ambrozio Leito
silencio, apresentasse na sessao antecedente al- da Cunh.i. presidente da provincia Jos Aar
o ^mEST- Vil i I '0ni d" FnceCa "'"'i'', coronel command I
u sen silencio justificado pela gravsima le das armas
enfermidado de que ainda nao eslava completa- 1 seec. Palncio do governo de Pernam-
mente reslabelecido. j buco, 2 de outubro de 1861. Illm. Sr _b?-
Compareceu no senado nos finsde junho. de- ; volvendo & V. S. o requenmenlo incluso do ca-
sejoso .le dar sen apoio ao gabinete; mas aguar- pito Antonio Jos doi Passos. lenho dizer-lhe
ava os actos, e principalmente o orcamenlo da para o fazer constar ao peticionario que em vis-
tazerida que tanto aflecta aos altos inleresse da U da informado de hontem datada, com refe,,.,,.
MAHIO DE reRWAMWJC, SABB.VDD 6 DE OUTORO DE *860.
quo .;** a s.-^'.ir par.. ueniius a .-.-l. su^uu,.- Ui-m> o (i,i,i ,i^
para a cktc i doposteio do Ex*. Sr. coaselnei- euvolvrmoiHo : tocamos por "tu norteaP, Z\
ro ministro da guerra, me parece infundada ; para mostrarrnos quao dillici
li.i.i.i., tfoor Londres G^it d. >Jj d|v.
Caaaia.sobro Pama370 rs. C^div.
DeseoKto-de- Irtras1 0t0 ao anco.
teorfie l'a teheltPresidente.
DubourcqSecretario.
)
portanto um bom mestre presta sou paiz servi-
dos de um valor sem igual
Convencido Ueste principio jugamos fazer um
servi.;o a esta provin.ia tornaid. conh^ido o I
nome doSr. Eslevo Xavier da Ciwiha, o qual di-
rige o collegio de Bonifica, de modo a merecer
louvores das pessoas que o lem visitado.
All se cuida da educagSo dos meninos de um
modo suave e proveitoso de raaneira, que piles
bus--am no esludo um entretenimento agradavel
donde Ihes .leve resultar distinroes de honras e
Alfundesa.
Rendimento do dia 1 a 4 .
Ideo, do dia 5 .. .
6I:33S$596
*9i3*85
probos e moralisados ministros do thesouro. mas
nio da fazenda.
0 m-lindre do governo c justificado com o
comportaracnto das cmaras ; nunca heuve mi-
nisterio que mais governasse as cmaras, que
mais obtivesse deltas, mais lhes impozesse. mais
as prendesse ao sen carro.
A reforma do regiment do senado urna
pro va disso.
Se os primitivos senadores surgissom do son
tmulo, vissem o papel que reprsenla o senado
depois dessa reforma, diriamoslo nao o sena-
do brasileiro, este nao c o senado da constituigao.
t) absolutismo das maiorias produz os mesinos
efloitos que o absolutismo de um s.
A.-; dseuss6-?s nao deven ficar mcrc das
maiorias.
O orado; d perlence maioria porque esta
na. quer qnt elle perienca.
Entretanto quer o Sr. ministro queira.quer nao
o orador ser minislerialisla quand mime por
razos, dasquaos o senado permuta que elle
nao diga iieuhuina.
Entcnde
PEBNfiMBUCO.
REVISTA DIARIA-
Espalhou-se hontem por esta cldade, sem
que Ihe conhegamos a procedencia, a noticia do
assassino do Dr. Hennquc Perein de Lucena,
delegado do Ouricury ; mas estamos que neohum
fuid.imenlo fm essa boato, aitenlilas cortas
circunstancias
Ur. Lucena parti no romero do mez pas-
sado do Ouricury, e. cerca de cinco dias depois
eslava no Exi em seguimento da provincia do
Cear. em cuja capital la lomar o vapor para
embarcar na direcyto desia cidade.
Era contrario a isto, n.io ha nada senao essa
noticia do assassinio perpetrado em aua pessoa
noticia que, avista da exposto, nao lem nenhu-
ma verosiaielhanca.
No dia da saluda
coacto sem 0 saber, que tem quem o domine, e j ',',
por isso Dissei que os ministros da fazenda entre DOS I
teem sido ministros meramente do thesouro, ou :
que agora lem a honra de diri- j ministros scaes justifica va ainda mais esta pro- !
eao senado. Lastima que o nobre senador [posisio, paraque o Sr. ministro as futuras ca-'
leiro que nao ha no
gerir a pasta da fa-
diss
hoje empregue aaua palavra poderosa para rs-
tlginalisar todos os ministros di fazenda que
ate aqu teem existido, l'ois bem : saiba o so-
lalo, saiba o paiz ioteiro que nao ha no Bra-
sil niiiguem capaz de bem
zonda 1
O nobre senador pela Baha i
os deier.s do ministro da fazenda. Era justo
: dissesso tambera quaes o< meios que pelo
rgimen represenUlivo o ministro pode era-
pregar para augmentar as fontes da riqueza
publica, de que o governo nao tenha lancado
mao.
So sao essea que elle indica, parece que nada
mais simples prlmeira vista do que fazer
as li-
a prospe-
nlia
nao.
Se sao essea me elle ln
  • >.
    :,i
    -ir ao mais alto grao do prosperidade
    naneas do paiz. Procurar desenvolver
    ndade das provincias, reformar o syslema d.:
    imposiodos, lomar medidas bem combinadas, e
    esta .lito tuio, sem so atender de que meios
    o governo para conseguir tao depressa
    do refer Jo I)r. da villa do
    le o Sr. presidente do conselho est 0ur,eury. P-'r'o igualmente a f.rca alliestacio-
    ia.la sob o commando do major Joau do llego
    ros, trazendo comsigo os presos complicados
    no homicidio do capliio delegado Moni/. Bar-
    reto.
    O carcter d'aqu||le major e a confianca que
    inspira o seu proceifimento, garanten) o 'exacto l
    cumprimenlo dessa ardua missao. dando a es-
    perar que iienhuin incidente acntela em sua
    viagem.
    Por portara policial de 3 do correnl, fui '
    demiltido o guarda da casa de delnncao Manuel
    Antonio Freir, por assiin convir ao pibli
    otaras se mostr de outro modo.
    Us actos do actual Sr. ministro da faeenda
    mostram que elle lem sido nicamente ministro
    do thesouro, como o regulauento do sello, que
    nao leve por lim senao chamar ao thesouro al-
    gumas sommas, e malar o crdito.
    Foi um acto puramente fiscal, e todos 03 actos lil-u'
    posteriores a 30 do setembro tem o mesmo
    carcter.
    Lembrar o affan cora que S. Exc. trotn da
    questo bancada, que nao era digna de lauto
    affan e tanto estudo.
    Se ensilara abusos nos bancos, doviam ser
    corrigidos, mas para isso nao era preciso extin-
    guir o crdito
    Nos Eslados-Unidos os bancos lom-se mulli-
    pjji.ado progressivanienle, e nao obslaute isso
    aquello paiz prospera.
    Qoaiilo ao laisser-faire, o orador enteude que
    elle exisie no abandono em que jazem os nego-
    cios verdaderamente da fazenda, as grandes
    quesioes econmicas.
    poi nao
    ico ser-
    O reverendo coadjtictor da fregnezia de
    Jlaranguape, Manuel Jos^ do Nasrimenlo, que
    lora suspenso pela relebracao de um casamento
    e por esse fact-i eslava sendo dovidamonle pro'
    i cessado, acaba d Ser despronunciado
    i ter havido materia decrime no sen acto.
    Acha-se terminado o prazo de 3o dias mar-'
    Icados pela directora geni da instruccao publica
    para o pagamento voluntario da mulla imposta
    pelo conselho director aos professores particu-
    lares inrursos na disposicio eommioaturia do
    art. 99da Ici ... 3G9.
    osses professores aquellos que nao houverom
    salisfeilo essa multa dentro do referido
    rao de faze-lo anora por ria
    prazo,
    executiva, pois
    de seus t-uros coracOes.
    No que respeita educaco phjsica, elle pro-
    cura desenvove-la do melhor modo que pode
    ser ; e se nao tem no seu collegio os oxercicios
    jynasticos. elle cuida ao menos de roaote-lo em
    boas condi^oes hygiennicas. observando as re-
    gras. quu a setnela recommenda para os estabe-
    lecimentos deata nalureza, e alimentando os me-
    ninos com rartura. mis com substancias apro-
    pnadas a suas ida Jes; meios estes que sao a base
    Ja eiiucaro physica.
    Poucas pessoas tomos conherido com as hahi-
    iKacoes do Sr. Cunha para dirigir um estabetoci-
    monlo desta ordom ; elle rene A una instruc-
    ci variada e nio vulgar, urna educaco fina e
    limada e urna paciencia sem igual.
    Admira que um humem habituado a genero de
    vi la mu diverso, se bem ano lambn, mu im-
    portante, podesse na idado do Sr. Cunha bom des-
    empenhar o papel de director do um collegio .
    mas que o Sr. Cuiiha um liomern brioso, que
    esti habituado a dar conta de si em ludo do que
    se cncarrega ; c elle nao so determinarla jamis
    montar um cnlegio sen prmeiro ter avahado
    suas for; is.
    Couh "comos ha mnitos annos
    tomos milita cuulianc
    ni en los.
    Assira os piis de familia teem actualmente um
    collegio, ionio podem m indar educar seus II-
    Ihos: cortos de que em nenhum outro elles serio
    mais bem encaminhados.
    Coniirip. ^r. Cnnba, a empenhar-se pela edu-
    csqo dos alumnos, que forem confiados seus
    cuidados, que Disto tara un grande ser vico osla
    provincia.
    Nio recue peranlo as dlfTiculdades com que'
    lem de lutar, e nao se recele dos calumniadores,
    que tratara de o descoiiceituar: redobre, so
    possivel, seu propendo no cumprimenlo d seus
    .leven s como director de um collegio ; que um I
    dia ublcr o premio devidn, vendo seus pos
    homilnados os invejosos, e seu nome engr.....lo-
    cido e coberto de louvores.
    Hibituados a di/.-r a verdal..- nao podcriamosl
    abaidoiia-|a ao tratar do um ubjeeto lio impor-
    lanN, e que pode por qualqiwr ser observado : |
    amellamos mesmo para o ttjslemunho das
    SO(S que teem l seos tilhos.
    .Nosso desojo mostrar ao Sr. Cunha que ha
    q.icm avao devidamente seus bous servidos; o
    tnnquillisar os pais de familia acerca da educa-
    5J0 de seus filhos, quando a tivoiein confiado
    BVDffimcnlo da alfar:i5tja.
    l'olume com gneros.. 98
    Volumen sabidos com fazendas.. 1-49-
    com gneros.. 68
    115
    217
    barril carne ; | oroem.
    3 caixas macaas ; a Henrique Bern'rdo de
    Oliveira.
    I ranastra ; a Domingos Anlunes Villie.i.
    2j caixase 2 cnaslras mncaas, 3 sacros ma-
    cella, 1 viveiro canarios, 1 dito pombos, 4 (atas
    saipirdes ; a Antonio .Nogueira dos Santos.
    29 sacros redes de ppsoaria, 2 lanchas para
    ditas, e outros mullos artigos de navio; a Carva-
    1 lio & Nogueira.
    Consulado grpral.
    Rendimenlododij I a 4 4 4!8t867
    dem do dia 5....... 2'6lf.6
    4:69fi02:|
    0 Sr. Cunha, e
    nos seus nobres sent-
    & C.
    de
    es.
    1 dua objectos
    V. Souvage 4 r..
    icnriqne \ Aze-
    |i0S-
    governos compele excrcer urna nterveucao ira-
    inediata no desenvolvimonto industrial d socie-
    dade I rar que meios pode o governo abrir e me-
    Ihorar as fon les da riqueza publica? Como pos-
    sivel realizar semelhanle utopia? Espera que
    como senador econselheiro de estado, o nobre
    senador pela Babia eppresenle suas ideas
    niselhu, o om breve sera convidado a
    porque razao
    vida.
    em
    realisa-
    Se o governo nao deve intervir
    exeroe essa lutella malfica '?
    Jolga que a colonisacio nao tora sido prorao- :
    lem estajo em abandono uestes ltimos
    lempos.
    De passagem pergunla ao Sr. ministro dos I
    negocios estrangeiros a razao porque, apozar da !
    voulado do governo portugus, a associacio
    -- -- "". -------- ** h"11"" |'"i iwpxir*, n^.'"\.itii,nu
    tas no ministerio da fazenda, e tudo ir s mil ma- entral de colonisacio lem encontrado difculda-
    ravilhas.
    Disse o nobre senador que nada encontra no
    rclalono da fazenda sena., cifras e fiscaiisacao e
    nenhuma das medidas i uporlanlesoue a situacio
    reclama.
    0 ministro .a fazenda Traco, elle o reonho-
    ce ; mas o nobre senador foi injusto em feri-lo de
    :.bela para acertar seus golpes em ministros
    passados.
    des
    para inlroduzir colonos portuguezesi
    Q ianto navegacio lluvial,
    que incremento ella lem dito.
    Nao duvida que muito se lenha despendido,
    mas as empresas nao teem tido animacio ol-
    guma;
    Nio fez o ministerio actual de tabella
    ra nenhum dos ministros pausados.
    barca de guerra nacional lia marac, e a curve-
    la a hlice S'iamo arvora a insignia do Sr.
    com mandante da estacio, durante o lempo da
    cora missao do referido brigue barca.
    Entrn hontem pela manh.i. e amirrou-sc no
    raosqueiro o vapor do guerra americano Semc-
    nole. com mandante l'retiss. vindodd liaran ha o
    rom II dios de viagem, c do Csar, onde locou
    com 5. '
    Pretende demorar-se neste porlo os dias ne-
    n a o sabe o orador cessar'os V" receber carvao, e concertar algu -
    mas pecas da machina, que so achara dcsarran-
    jadas, depois d> que seguir para o Rio de Ja-
    nono, donde partir pira o Rio da l'ra'i.
    Estamos informados que foi o cominandanie
    cumprimenlaJo da parte do Sr. cemmandanle
    do estacan por um oflirlal : mas at.i a hora de
    .::> TTirmimiin
    uhHcacoes a pedido.
    Sr. eductor.So b
    bem que ns delirios da
    mprensa jnao facam mossa na reputa^ao fir-
    mada do bomem de bem. sobretodo "quando
    parlera de nociadores menos refleelidos
    as deixam seJnzir por inform.icoes falsas e
    lanadas (11. todava o sentiiento da
    para
    , que
    ap.ii-
    . propria
    dignidadu e amor da juslica reclamara prompla
    resposta ao Compadre provinciano, autor da
    Ctrrespondpncia publicada no seu numero l.;)
    de lioniem : esperando alias que melhor infor-
    mad. >, elle se apresse restabelecer o crdito
    Desearregam hoje 6 de outubro.
    Barca inglozaJohn Marlin forro.
    Carca inglezn Iteimierfamilia,
    liare americanaMariannaidem.
    Brigue inglesGipseybacalhio.
    Barca por'.uguezaSyinpathiadiversos ganeros
    Intiioi'taeao.
    Vapor inglez Oneida, procedente -tg pollos da
    BUMpa manifestou o seguale.
    I caixa-e 1 volume fazendas diversas 1 em-
    brulho amostras; a Linden Wild i..
    t caixa imadas de seda; i Schafl'o
    1 volunte Uvrcs; a l-.-zal
    1 caixa nhapos; a Christlani \ ''.
    1 dita binis, botos e joias ; a Jo&o Pinto
    Lomos Jnior.
    1 tina sanguosugas; a Falque.
    I caixa ornamoiiios para roja; a Seve Filho
    i\ C.
    5j ditos queijos ;,a Breoder a Brandis.
    1 caixa roupa ; alJoao Carduzo Avr
    O ditas queijus, 1 dita bichas
    de escri lorio: o N. O. 11. C.
    1 caixa vestidos o entalles para eabeca, 1
    e 1 embrulhn amostras; a I.. A. Siiueir'a
    1 caixa sedas; a I) p. Wild & C.
    - ditas estampas o tpeles;
    1 dila sedas e grvalas ; a 1!
    vedo.
    1 dita olales, sedas e amostras, 1 dita chapeos
    de sol, 1 volunte araos>ras; -i Joao li-ller o* t;
    2 caixas joias; S. Blum Lechara & C.
    1 diti relogios, joias, t- amostras ; a F. J. Ger-
    mn.
    a lames Forde.
    a Manoel Joaquim Ramoso
    Silva.
    ditos ditas ; a I) A Math
    7 c.-xk papi'l, 1 barrica ca
    a E. II. Bramocle.
    3 embrulhos amostras; a Alamson
    C.
    1 dito ditas; a Rustren Rooker fi C.
    3 ditos .lilas; a Il-nry Cibson.
    1 dit-i ditas; a Saunders Brothers & C.
    t dito ditas; a A'kwright c\ C.
    1 dito ditis; a W. P Hcwie.
    I dito dilas ; a A. Evellard.
    1 dito^ ditas ; a C. F. Alroforado.
    1 viilunie amostras; a E. w'illiamson.
    1 volme amo-iras; a J. RydPr i C.
    1 volurae livros; a Krabbe'Whai
    2 colzas objectos do escri po ro ;
    Santos & C.
    1 dita instrumentos
    vnola.
    1 embrnlho roupa ; a Wynne.
    1 caixa vestidos; a Rnd C. Ausli.
    1 dila culelcrias c fazendas de linho
    Leal.
    2 volumes amostras; a H. .1. C. II.
    1 dilii papis mpressos; ao Dr. Nerv Coliaco.
    1 dito ditos dito; a L. Cambronne.
    1 caixa relogios ; a Bolsn.
    1 enlome miscelneas : a C. I.. O. Farg
    1 caixa rolo.o* ; i J. |. i. un.
    3 embrulhos misselaneas; a G I. Huno.
    1 encapado peridico ; a 11 F. itch.
    i dito ditos; a a. M. t; Soares.
    1 caixa livros; a II. G. Matheus.
    1 dita o.ulos; M TararesCordeiro.
    10 caixas macas; a j. a. da C. & Irmio.
    20 ditas lisos; a M. J. Gnncalves '.la Font
    Diversas provincias.
    Kendimento do dia 1 a .
    dem do da .
    160$9CJ5
    715397
    Despachos de exportaeo pela me-
    sa lo consulado desta ciilaile u *
    dia r, de outuliru de H0
    Rio da Praia Escuna hollandeza Atalante,
    A. Ismius, 13) barrios assucar branca.
    HavreBarca francezaBerth, F. Souvage & C,
    1 barrica caf.
    Rceeheiloi'iu de rendas intenta?
    eeraes de Pernamhnco
    Rendimento do dia 1 a 4
    dem do dia & .
    3;615j495
    l:66#827
    5 2,,'r-:>,2i
    Consulado provincil
    Rendimento .Jo dia 1 a .
    I Jera do dia 5.......
    ;!fiS;S7{
    <133148
    G7slc;20
    [oior#
    )
    1 barrica espirito ;
    '2 vlumes bichas;
    navio entrado no dia 5.
    i Cear 5 diasvapor do guerra ameri an j Se.ne-
    no/e, commandanlo ij. \. prentes
    Naeiot sabido* no mesmo dia.
    I Havre-galera f,.-i..,-..;, Berlha, capilo Laisno
    carga couros. *
    .Macei e povios enioruio lios vapor Brasileiro
    Perswiunea. commandaue Manoel Joaouim
    Lobato,
    MIS.
    !, 1 caixa vid ros
    Ilowii
    C w
    -
    fioraa
    v & C.
    a A ra o lira F,
    n
    f? I
    i/zio^/irc.
    Direcco.
    Ii'tensidade
    -5
    O
    -j.
    --
    Cent
    i'jrado. ; i
    c I
    _=?
    = O
    - n
    ao presidente da pro-
    a.
    be
    feau 'n ?/ r.

    a Voz va r
    c->
    c
    -1 -13
    -I
    ce
    Fahrenlifit =
    Uygromttro. \
    >
    V)
    P3
    ce
    Barmetro.
    ;uuarson.
    2't ditas ditos; a !". S. Rabel io VV C.
    100 barrilinhos; a Auiorim limaos.
    1 caixa peridicos; a J II. Ferreirrf.
    lo maldito espiri-
    niheiu injustamente atacado pe
    guando isto avancou o Sr. presidente do con- V'!"1."".'0"* esta noticia nem salvou aterra, nem lo de maledirencia
    Usmmislros reconhecem a sua incapacidado, e selho fui injusto, como todos aquelles que que- f 1,ISIS"^ Ho referido Sr. chefe da estacio. exac- Com referencia aos trisles e deoloraveia acnn
    ^snecessano era que o nobre senador a viesse rernpenetrar as inteo;oes alheias. l""f."' c'"" Plicou no Uaranhio, segundo j ?Pciraentos. que .1-70^1^1;
    Prcl'" alto a bom son, ora pleno sonado. : Nao quu avahar a capacidade de ninguem ; PuW,w- : ."illa da Telha. provine!^ do S por orc"sii"
    mmercio e a agrie llura corma pela pasta formulo.! o seu julzo sobre os ministerios passa- ~ ssageiros do vapor PersimMwa, viudos de se proceder eleicio para vejadores o iui
    .peno, e nao pela da fazenda. Mas o go- -ios sem odiosidado alguma ; apenas f-z urna ^os portos do sol para esta provincia !- Jos zs de paz. diz o rhn.nisu Vn, ?p,,,s e
    excepcao cautelosa em favor do ministerio de i ,"'""'" "lrl""'1'*. J">oel da Trindade Marros! c.nh.dos do (nado Bernardo Uarte Brandan
    Je j maio. que verd.de procuro,, s.hir da {. fcl^s'anlos \^SSS. I & q"
    Depois de varias nutras consideraco.'s. o ora-' p ,3,iU'." Brando, Jooquim de Ase'vedo Villar..- fr
    tem procralo auxilia-los por todos os
    ao seu alcance, directos e indirectos, j
    verno
    dendo auxilios e privilegios, j proraove-
    3 vi. de communiracops p fazen lo a nave-
    gar -i vapor penetrar poi todos os nos mp r-
    tanies do paiz.
    Deseja comtudosaber qual essa panacea nova
    que o nobre senador descubri. 0 nobre sena-
    dor foi muitoalm dique pensara ; o resumo do
    sen dise irso consiste as seguintes palavras:No
    Brasil ninguem lia capaz de administrar as flaneas
    exeptoeu.
    OS?. I iscondede Maranguapetgtoece a quem
    Ihe eu occasiao a dar cxplci^oes sobre um in-
    cidente quo houve na aessio passada relativa-
    mente aos em prestimos fetos pelo estado s re-
    pblicas argentinas, a que nao responden por nao
    so .-.rhar na casa. i
    dor
    termina declarando que minislerialisla, e
    votar pelo o artigo em discussao. resorvanio-se
    para discutir os addilivos em 3.a discussao.
    O Sr. Sinimb [ministro dos negocios estran-
    geiros) responden.]., iiilerpellaco d ora lor
    que araba do fallar, declara que" na verdade a
    associajao centraVn&o lera encontrado as facili-
    dades que erara de esperar para a colotiisacao
    porlugueza.
    A causa disso provem de alguna embarazos
    que o regulamento portuguez oppoe emigracao
    portuguesa.
    Entretanto o orador, de accordo como
    tro
    co,
    e 1
    pogugupz, j,1 lera tratado de tomar
    lava-se dos emprestimos fetos repblica i den '
    argentina e ao estado
    3 10,000 posos, o segundo de 1 lO.OOWpesos, e dos
    quaes se diz nao haver titulo nem documento al-
    gum no thesouro.
    I ssas nrg iciaces foram fritas segundo eslylos
    matteos al aqui seguidos, que o orador ex-
    i rilando os precedentes. O titulo do pri-
    i o protocollo redigido por mi do meslrc
    pelo Sr cocselheiro Paranhos. 0 segundo em-
    preslimo foi negociado por intermedio do banco
    M-iui, Mac-Gregor&C e o seu titulo existe as
    notas reversivas que eolio se irocaram.
    0 Sr. Ftrrat [presdeme do conselho] d al-
    gumas explicaQes ao Sr. risconde de Maran-
    guape.
    Dada i hora, fica adiada a dSCUSSio.
    0 Sr, presidente d para ordom do dia da se-
    nt sessao:
    l.J discussio da inolcagio do Sr, Ferreira Pen-
    ni sbre \ publicacao dos trabalhos do senado na
    sessio de 1861.
    linuacio da 2.a discussao da proposta do
    r execulivo liando a despeza e orcamenlo a
    r. rita geral do imperio para o exercicio de
    . "I a i,%2, cora as emendas da cmara dos do-
    putn los.
    Levanta-se a sessao s 3 horas da tarde.
    cas para removeresses embaraces.
    rmois-
    previ-
    oriental ; o primeiro do Expe algumas considera
    oes, mostrando n
    SESSIO EM 3 DE SETEMBRO DE 1800.
    Presidencia do Sr. Uanoel Ignacio Cavalcanti
    de l.acerda.
    s onze horas da manha o Sr. presidente
    obre a sessao, eslindo presentes 30 senhores
    sonadores.
    Lid a a acta da anlerior, approvaia.
    EXPEDIENTE.
    O Sr. 9.* Secretario, serviado del.0 Ic um
    W1S0 do ministerio dos negocios do imperio, re-
    0 governo nao tem abandonado os inters.,
    colonisacio.
    0 Sr. Dias de Caroalho aproveila a occasiao
    para dar algumis explicarnos a respeito do aviso
    de (i de SOtembrO de ISi.S, expedido quando o
    orador era ministro do imperio, a rcspeil i de re-
    crulamenlo as approximacdes do eloicoes.
    Mostra que esto aviso nao justifica o procedi-
    menlo que vai leuda o actual ministerio.
    O Sr. D. Manoel diz diversas considerarnos
    impugnando o orcamenlo, econclue declarando
    que volar contra luds as autorisa^.oes, contra
    Luios os addilivos, lodo o augmento de impostes
    o ? volara pelos imposlos existentes.
    Nao h iven lo mais quem lenha a palacra, o Sr.
    presidente decan enconada a discussio por nao
    li .ver numero para se votar, e d para nrdem do
    di da seguinte sessao: 3.a discussao das propo-
    sicoes da cmara dos depuladoa : 1., aulorisan-
    do o governo para maudaradmittir matricula o
    acto do diversos annos das faculdades do Impe-
    rio os estudantes Vicente Jasen Pereira p outros;
    e 2.", autorisando o governo para mandar sals-
    fazer ao padre Guilherme Paulo Tilbury o orde-
    nado correspondente ao lempo em que esleve
    privado do exercicio da cadeira da lngua ingle-
    7. i ; easoutras materias j designadas, prece-
    dendo a votaco sobre o ai t. 9." da proposta do
    orcamenlo, cuja discussao Qcou encerrada.
    Levantase a sessao uraa hora e tresquartos
    da tarde.
    DIARIO DE PERNAMBUCO
    Claudio do Niscimenio Lina, tona Messias
    uino. Jeorge Avelis do Nasctmento, Candi-
    do viera \ lanna, Marmier Leootines Jeane e-2
    criados Jos Justiniano de Souza Hachado An-
    onio Marques da Costa Soares. G. Fermely. Al-
    berto Bramo. Jos Muniz d Medeiros, C L r
    Rooik, Manoel Domingos deOliveira, Dr. Joo
    irancisco da Silva Braga, e 1 cunbada.
    Matadocro rosLico :
    Hataram-se no dia 5 do correnle para consu-
    mo desta cidade 85 rezes
    MORTALIDADE oo du 4 :
    Candida Rosa de Oliveiru
    annos; aliena;io mental.
    Angela, branca, 2 annos; bexigas.
    Manoel, branco, 3 dias; espasmo!
    Manoel Corroa Gomes de Almeid.i
    i riuvo, 10 annos; gasiro-enteribe?.
    ! Josepha.prcta, solteira, escrara,6J minos; apo-
    p.oxia cerebral.
    Umbelina Mercla
    molestia interior.
    Foram reco'hidos i casa de detenco no dia
    4 do correntc A homens livres, sendo i ordom
    do Dr. Chefe de polica, e 3 orlera do subde-
    legado do Roe:fe.
    Hospital de caiudadb. Existera 56 ho-
    Ipiense 63 mulheres nacionaes; 6 homens es-
    trangeiros, e 1 mulher escrava, tolal 115.
    .Na totalidade dos doeotes existera 37 aliena-
    dos, sendo 3. mulheres e 7 homens.
    Foram visitadas as enfermaras pelo Dr. Sar-
    menlo Filho,s6 horas o 50 minutos da manha,
    pelo Dr. Dornellns s 7 horas e 10 minutos da
    mahaa.pelo Dr. Firmo s 5 3/5 horas da larde de
    hontem.
    [ue ensangiientaram a
    reguena.
    branca, solteira, 20
    branco,
    na, prela, so.lieir, 20 annos.
    eleico daquella
    o^ur/ia. >
    Ora. sen lo dous os unios filhos daquclle fi-
    na lo, eu e raen majio o bacharel Bernardo Do-
    arle Brandao, e achando-me na eArte ao Umpo
    era que se representaram na mencionada villa
    is sernas luctuosas, qu todos lamentamos,
    luniananiente impossivel, que eu eslivesse all
    capitaneando turbas ; tinto mais que mesmo no
    Caso de estar pro-ente, seria preciso soppor-nie
    Cipaz de capitanea-las contra os meus ami-
    gos, os quaes deveriam oceupar arraiaes u;>-
    postos.
    00 ditas figos; a L. Jos da Costa Arnorini e
    2 volumes passas.
    1 lat podras preciosas; a V. Moreira & C.
    i caixas doces ; a T. Bastos .S.i ;\ C. e 2 dilas
    fi uclas.
    15 volumes passas, 3 caixas nr..=sa do tomates ;
    a J. F. de Si l.uato.
    1 volume livros; ao gabinete portuguez de
    leitura.
    1 caixa ditos ; a ,1. O. M.
    Barca americana Marin, viuda de
    a Jnhnston Palor & C. manifestou o seguinle.
    2:548 barricas fariuhi de Irigo. 150 barricas
    bren, S ditos alcalrio, 39 caixas "pirita de Ihe-
    rebentina, 2.500ps de madeira, 2 barucas man-
    loiga ; a Johnslon I'.itor i C
    Barca porlugueza Sympathia, rindo do Porlo
    manifestou o seguinle :
    S2 Larris vinho, 150 caixes ceblas, 10 ditos
    pomada, 3 dit.s palh'tis, a Jos Antonio da Cu-
    nha & Irmao.
    3 barra presunto, c salplcoe; a Francisco An-
    tonio Corroa Carduzo.
    2 ditos pregos, 1 caixio echaduras e f.1
    a Bortholoraeo Francisco Jo s
    Anoiie nublada erhuvosa, vento variare! veio
    para o terral easslm amanheceu.
    osen i.vovn t)A si \r..
    Preamar as 8 !. i da manhn, altura 0 :>} p.
    Ii IS' da tarde, allura 1.0 p
    io arsenal Jeraarinh.i 5 de 0u-
    Bdixaraar
    Observ
    as 2
    'rio
    lubro de 1SG0
    V|E(
    ','H.
    CT 1 *X
    Editaes
    p.
    eia eapitania do pono se faz p. blico, que
    lica marcado o prazo de 3D dias, par., dentro dol-
    i sosera removidas as cavernas e <; i. i is dos u i-
    vios dasmancliadus na Cora dos Passarinhos B-
    candoAis respectivos proprtetarios obrigads
    mujt/de 1008 despeza que Bzer a mesma ca-
    pitaoia com essa remoli, se nio se ai'rovcta-
    rom do prazc que nesla dala lica marcado.
    Capitana do porto de Peruambuco, 5 de outu-
    bro de 1880.0 secrelario, J. P. Brrelo de Mello
    llego.
    Pela capitana do porto se fez publico, quo
    em rirludedu ordem do Exm. Sr. oes, tente da
    Ba'.iimore, provincia, contrata-sp com quem melhi.rcs con-
    d;6es off 'i. cer, a imp -' de i .
    expediente, bem como a publicacao de
    e edilacs.
    C. plania do porlo do Pernambuco 5 io putw-
    brode 1860.0 secretario,!. P. Brrelo do Mel u
    II >go.
    Pela capitana do porlo se f..z publico aos
    propietarios de navios du pulo..',..;, cidade,
    ; os 1,-nb im armlado, uo di
    cumplir pssa condicao da reulimorsi i das -
    pilaui is dentro do prazo do lo li.-. coni idos des-
    ta dala, sob pena de n ii !., e ;..i;, .., v, ,;,. sahi-
    di do navio nao ano! .jo.
    Capitana do
    anuunrios
    ferrolhos,
    ERRATAS.
    No mappa da Enfermara de Marinha, publi-
    cado no Diario de hornera, ondoso le : falle-
    cer ro, elimine-se, porquamo nesse mez nao
    inoneu um s doente.
    Communicados.
    Ha oecopaces tao sublimes que poucas pes-
    soas so capazos de as preencher safisfaclora-
    : oorque pouras retiera asqualidades ne-
    Para esclarecimento i.io somonte do facto, re- cessaris'para bem dsempenhar
    laiaoo noiitem com alguma inexactidio pelo or- Entre estas '
    gao da opposicao, com relago ao Sr. capitio que da mocidade.
    de. aqu publicamos dous officios, pelos Fac
    li,
    ura sem duvida a de preceptor
    mellen lo um dos autographos da resolucio da 'iaes se. **,1afl s-.ElIC- Sr Presidente da pro- lula, quem loma sobre si a pesada tarefa de pL
    Bssembla geral que eleva a 1:200$ a pnalo I!"?? n*.'ta."".,a do 1** eonformar-ae com a car meninos, mormenie em idade era oue os
    concedida ao'tenenle-coronel Francisco Xavier m "1""-"' do digno Sr. commandanle das ar sontiraenlos naturaesj lem recebido'nn Pin A,
    <.<-. R.rros Galvio: na qual resolucio S. M o n,'3S a''orca d'1 Prell>n^o Jess- capitio, despa- familias ranada direccio
    ndo-a como e de estylo : e lambein que ao \ Esludar-llies as diversas
    coinmunicar cmara dos depu-
    rier
    . resoluciio S. M. o
    Imperador consenle.Fica o sonado interado, I
    e manda-so
    t idos.
    lida, e approvadasem debate, a redaccaodas
    emendas do senado proposicio da camaVa dos
    deoulados, que manda continuar em vigor du
    ranlo a prxima legislatura o decreto n. 072 de
    13 de selembro de 1852, que mirca o subsidio
    dos depulados i assembla geral e a indemnisa-
    c i'< para as despeaaa de viagem de viuda e volia
    alim de seren as ditas emendas remettidas
    cmara dos depulados.
    Cimpareceram no decurso da sessao mais seis
    rubores senadores.
    ORDEM DO DIA.
    Entra em 1." discussao e passa para a segunda
    sera debate, a indicado do Sr. Ferreira l'enna,
    propinado que a mesa seja aulorisada para con-
    tratar a publicatao dos trabalhos do senado na
    sessao de 1801.
    mosmoSr.capitio nao se negou a defeza.' que corageFo a"pJde7da'r'-l,;To ma^^perfoio'de'cen!
    se propoe.jolgando-so acensado, por se Ihe dizer; volvimento ; avahar a forca intollectu.il de cada
    um pira bem Ihe ministrar o conveniente, culli-
    4 C! -" -- ..----" |.-'. .-^ i .i 'i .
    que, hayendo elle sido posto dispqfi(io do Ex
    >:. _i -----r --..,-.....,......u ....,. ..... H>,n ii.-ni nio minisirar o conveniente pnlli-
    s mmisiro da guerra como ja foi, n.io poda a ro, 6 mis.er bem espinhoso, e que ?eqer 'r.n-
    preaidcncia tomar delibcraco alguma seu res- des predicados da parle da inelles C -
    peito, sera ordem do governo imperial, iquem rem exercer. q q
    querer o que fr bem j Cuidando a educaco da cultura das faculdades
    I Pasteas, intellectuaese moraes do hornera; nao
    do Sr. cip.tao urna vic- pode ella estar sujV.ta a re?r.1s ialtcraveis, por
    ovincial, desde que, nem que nao tendo as tres faculdades em lodos o mes
    pro-
    Quanto ao oniro filho o genros do fallecido
    raeu pai, posso afUancar an rhronisla, vista
    de cartas Rledignas ltimamente escripias do
    Ciar, que nenhum delles se achava na fregue-
    zia da Telha nesse dia de luto e de consterna-
    c.io ; duviiio qno hija quem possi provar, nem
    d leve, que ,.|,!S (jvessem capitaneado turbas
    pira derramarem o sangue de seus conterr-
    neos, ainda que, nieu pesar, estejam incorpo-
    rlos ao partido chamado liberal.
    Dse; a ria muito, que nieu nico nula pelo
    singue, o fosse lambero pelasopindes polticas;
    desojara v-Io ao meu lado as mesmas Blei-
    ras, em as quaes hei vivido desde que temoi
    parte nos negocios polticos de minha
    vincia.
    Nao obstante, jamis soffrerei, que se macu-
    le impunemente homens, que por sua corniola
    so presam de pertencer ao numero dn? cidados
    pacficos, sem que ao menos urna ligeira p-e-
    m p;,io autorise semelhanle jn/o, e anies que
    a exarla narrarlo de lio dolorosas occirrencias
    venha revelar os voroadeiros autores das morios
    c frimenlo3, que ensanguentararo o solo da
    lelha !
    Saiba por Om o Compadre provinciano, p os
    que Ihe forneceram informar;6es, que os filhos e
    genros do finado Bernardo Duarte Brandan, imi-
    tando o not.ie (xomplo de seus snlepassados
    nunca virara suas vestes salpicadas de sangne
    humano, e confiara na Providencia Divina, que
    bao de ler sr-mpre o mais profundo horror aquel-
    los, que no s.'io de nossa sociedade se cobrera
    cora a tnica de Saladino.
    J. y. Duarte Brandao.
    Recue 3 de outubro de lSOO.
    (Da Ordem.
    i'urtiio.omi-o rrancisco de Souza Capitana do porlo de Pernambur i, 5 ,
    23 caixqps vinho : a Thomaz de Faria. Jro de 1860 0 secretario, J. P. arre o de Mel-
    lo barris linho. 51 ranastras alhos, 3 caixoes lo Rogo.
    linia, a Manoel lluarle llmlri mu .11 tii x > wiii,l,.i i.",--,i..',, .... .-. .. .. .
    a Manoel
    em paens,
    o,i as-
    rotroz,
    imasens.
    Praca do Reeife 5 de ou-
    tubro de 18 GO.
    x\s U*cs \\orar, da l^vdc.
    Cotfltes nfliciacs.
    Cambio sobre Londres 26 1|1 d. 00 d|v.
    Colacoes no dia 4 depois das tres horas da
    larde.
    P--I.U, oi.ii oruem ao governo imperial, ajq
    leve apresentar-se, e requerer o que fr bem
    do seu direilo.
    Ser impttssivel fazer
    lima da adminislacAo pr
    pelas iolencdes, nem pelos dos, poderem-a : nio grao de forca, as regras para i
    ver os homens sensatos eimparciaes para que to- volvimento dpvem ser diversas o nio fcil
    comprehender esta desigualdade para bem Ihe
    dos devenios escrever.
    Eis os officios : 9
    Illm. e Exm. Sr. No requerimenlo, que
    aprsenlo, pede & V. Exc. o capillo do 10 bata-
    Iho de infantariq Antonio Jos dos Pasaos justi-
    lcar-se em conselho de investigacao das argui-
    applicar o conveniente eultivu.
    F.ncaminhar sem melhoio o desenvolvmento
    deslas [acuidades, ou deixa-las crescer sem e
    r estihelecer a harmona entre ellas, 6
    ; ^ar 5KSK Bmn^Bvo1e!iK.' ?C '
    Nio e nosso proposito escrever sobre educaco
    buco de 28 do mez passade.
    (I) 0 nosso c>l!aboradorCompadre prorin-
    eiODOnao moreee o epilheto que Ihe atlribue o
    5r. Dr Jos VicPiite Duarle Brandao denoli-
    dador falto; elle baseou-se as informacoes
    que Ihe deram r,o momento que aqu chego a
    noticia dos deploraveia acontecimentos da fre-
    gnezia da Tolba, do Cear, e r.s uo fizeraos o
    dovido reparo cerca do Sr. Dr. Jos rcente
    que de ha muito acha-se fra de sua provincia,
    por mero esquocimento.
    Concordamos inleiramenle com a declararao
    que faz o Sr. Dr. lose Vicente icen-a dos hon-
    rosas precedentes de sua Cimlli, e por isso nao
    so poda, sem manifesta injustica altribuir-sp aos
    Whose genros do HiunVoSr. Bernardo Duarle, a
    patere-.iiade do ticaefasto acontecimenlo.
    tiYof* da reda teo.)
    a Manoel Duarte Rodrigues.
    10 barricas macolla, o Francisco Alvos de Pi-
    nito.
    25 caixotes sebo em velas, 25 ditos dito em
    pies, a Joo Jo3 Rodrigues Mondes.
    fardos albos, 7 caixas cebolla, a Luiz Fer-
    reira da Costa. -
    3 caixotes freios. cabecoes e fila; de algodao
    para rodeas a Domingos "Jos Ferreira.
    1 caixa macolla, gramma e sabugo, a Bra
    Anlunes.
    28 barris vinho, 91 canastras alhos
    Joaquim liamos e Silva.
    2 caixoes magens 1 d.t > obras do prata, a Jos
    Jos s.mos Noves.
    :: I dito obras de prata, a Joo Pinto de Lomos
    Jnior.
    25 ditos relias do sebo, 50ditos diti
    a A/ovedo A Mendos.
    4 caixas sabugo e macolla, a Manoel Antonio
    Torres
    7 fardos alhos, 2 barricas cevqji, 1 caixa flor
    de sabugo, a Ignacio Ferreira da Costa.
    40 bar-is azpile, 431 caixa batatas, 40
    Iras alhos :2;{ resteas ceblas. 1 caixa
    1 dila franja de algodfio e l 1 caxolo i
    a Almeida Gomes Alves & C.
    'A caixas miudezas, a Ihomaz Fernandos da
    Cunha.
    1 dita ditas, a Ramos & Lima.
    1 caixoes conservas, e botijas com cerveia a
    Ferreira (S l-ourero.
    1 rollo sola era meios, a Francisco Jos Ile-
    gallo Braga.
    1 caix.io prata em obra, a Moreira & Duarle.
    1 raixote fouces, a Lima Jnior & C.
    41 pipas 1 moia e 1 barril vinho, 4 caixoes fo-
    sos, 90 chapas para fugos, 2 caixas testos, a
    David Ferreira Rallar.
    40 caixoes ceblas. 66 cnaslras albos, 1 caixa
    palhitols, n Thomaz de Aquino Ponceca Jnior.
    15 canastras albos, a Antonio Nogueira dos
    Sanios.
    50 barris azeile, a Jos Joaquim Das Fernan-
    dos.
    11 cnaslras macans, a Lourenco Perreira Men-
    dos Guimies.
    30 ditas alhos, a Antonio Lopes Rodrigues.
    55 ditas ditos ; u Domingos Rodrigues de An-
    drade
    1 caixa loras de pcHra ; a Jos da Purificaco
    O. Figueiredo.
    3 caixas podras de aliar, contis de ridro, ro-
    sarios, rebique, botos de cabello e polheta fal-
    sa ; a Amaral, Alves i C.
    8i caixas batatas e ceblas ; a Manoel Joaquim
    de liveira & Filho.
    12 barris Ainho, 2 meias pipas vinagre, 14 ca-
    nastras alhos, 1 caixa linho, 62 caixoes maclas;
    a Pinto de Souza & Bairao.
    1 viveiro canarios ; a Gu-herme Luiz do Sou-
    za Lobo.
    l|ciixa macolla, 0 soleias de pedra ; a Jos
    Joaquim Caineiro.
    2 sacras batatas ; a Joaquim Francisco dos
    Sanios .Uaia.
    1 canastra macias ; a Antonia Gomes Miranda
    i.pal.
    2 saccas feijao, C caixas batatas, 2 ditas cebo-
    ^la.;. a-Jos Pereira di Cunha.
    O Dr. Agoslnho Erraelino de Lelo, do ron-
    de 5. M, o Imperador, corara. u irdem
    do Christo, desembargador c pres; lente da re-
    laco do Pernambuco.
    I igo sabor, que pela preside] ia i pr ivim a
    rao fui Iransmiltido o aviso.do ministerio d
    lica de i do correntc mez, que, considerando
    vago o offtcio de2escrivio de a.pollacoes e
    aggravos da relaco desla piovinria pela mpos-
    sfbilidade do serventuaiio Manoel Peres Campel-
    lo Jacorae da Gama, .-. .',| .>] r< manda
    do conformidade cm a relaein de consulta d
    scelo da juslica do conselho" ce estado de 5 de
    marro do 1853, e decrete n. b!7 de 3 i de agosto
    du_1S5l, que seja posto concurso o referid i i :'-
    lici i, devendo os pretend nh re er d< n-
    Iro do prazo de 60 di u da data d i publica ', d--s-
    ie. munidos do documentos lgaos.
    I" .ara que lodos lenham sriencia mandei pas-
    sar pdilaes que serio afiixados nos logaros do
    cosluii .- e publicados pela imprens
    Berife do Pernambuco, i.j de agosto de agosto
    I86i).) secretario da relario, Di mingos Af-
    fonso Ferreira, o esrreveu.
    Agostinho Ermelino ie Leo.
    O Dr. Anselmo Pranrisro Peretli, cor: meudador
    da imperial ordem da llosa p da de Christo, e
    juiz de direilo especial.do commercio desla ci-
    dade do Rerife, capital da provincia de Per-
    nambuco e seu l.-rmo, por S. M. 1. c C. o Sr.
    D. Pedro II, que Dos guarde, etc.
    Foco saber aos que ,. presente ediial virem e
    delle noticia lirerem em como no dia 10 de ou-
    Inbro do correte aun-., se ha de arrematar em
    uara publica dcste jniro na sala dos auditorios
    e linda a audiencia, o esrravo Leocadio, crioulo
    avaliado em 600)000, prrtencenle aos herdeiros
    de Joaquim Barkoza de Moura. o .un vai pra-
    ca porexecucio, quo lhes movp Jos Joaquim de
    Miranda; e caso n.io lenha lanrador, .no cubra
    o proco da avaliacao, ser a a'rremata.;So frita
    polo proco di adjudicedlo com o abato .i.i lo.
    E para que chrgue "ao conhecimenlo de todos
    mandei passar editaos queserio publicados pea
    mprensa, e afiixados us tugaros designados no
    co'i;-o do rommerrio.
    Rerife 28 de setembro de 1880, 39 da inde-
    pendencia e do imperio do Brasil.
    Eu Manoel Maria Rodrigues do Nasrimento, ea>
    crivo o sutscievi.
    Anselmo Francisco Peretli.
    Deelaractfs.
    Consellt :idmiiiistra'ivo.
    0 conselho administrativo, para fornecimento
    do arsenal de guerra," tem de romprar os objec-
    tos seguintes :
    Para o sor reta rio do commnnlo superior.
    1 livro pautado de 100 folhas do papel de Hol-
    landa.
    5 ditos de 100 folhas de pipel almaro paulado.
    2 ditos de ditos de 50 folha?.
    6 ditos de 200 folhas do p.ipel almaro pautado.
    2 resmas de papel alnjaco bom.
    10 codornos de papel de HoPaoda marca gran-
    de nao paulado.

    i(
    II FfiVFI


    (*)
    DIARIO DE PERTABMUCO. SABBAB8 6 DE OUTUBRO DE 1860.
    1 diu do papel mala-borro.
    Meta libra de gomma arabia^] p.
    2 garrafas de tinla preta. w
    200 pennas de ac em caixinhas.
    50 ditas de ganc'o.
    6 lapis Gnos. *
    3 caivetes de aparar pennas.
    2 libras de areia prela.
    2 reguns de madeira.
    1 sitele de metal cora armas imperiaes e le-
    gendacommando superior da guarda nacional
    Je Garanhuns.
    1 prensa para o meimosinelc.
    1 escrivania de lalao.
    Para as secretarias dos corpos da mesma guarda
    nacional.
    10 livros de 50 folhas de papel llollanda pau-
    lado.
    30 ditos de 50 folhas de papel almaro paulado.
    5 ditos de ditos de igual papel.
    Quera quizer vender laes objeclos aprsente as
    euas proposlas em carta fechada, na secretaria
    do conselho, MO horas da manhaa dodia 3 de
    outubro prximo vindouro.
    Sala das sesses do conselho administrativo,
    para fornecimento do arsenal de guerra, 3 do
    outubro de 1860.
    Denlo Jos Lamenha Lins,
    Coronel presidente.
    Francisco Joaqun Pereira Lobo,
    Coronel vosal secretario interino.
    Novo Banco de
    Pernambuco.
    Sao convidados os Srs. accionistas do
    novo banco de PeriMiibuco para virem
    receber o quinto dividendo de 9$ por
    acedo, do dia 1 de setembro em diante.
    Diret^oria gcral da inslruccao
    publica.
    Fago saber a quem inleressar possa, que o
    Illm. Sr. director geral interino, ouvido o con-
    selho director, ha por absolvidos da multa que
    lhes liavia sido imposta, em atlenco aos justos
    motivos que allegaran), os profesores e profes-
    sonis particulares aui*o mi*ctonados : cando
    Obi vigora citada molla a respeito de todos os
    mais, con ti dos na portara de 28 de *gosto ulti-
    mo, cuja relaco nesla dala foi enviada a fhe-
    sotiraria da fazenda provincial.
    Secretaria da mslrurco publica de Pernambu-
    co 3 de outubro de 1860.O secretario interino,
    Salvador Honriquo de Albuquerque.
    Nomos a que se refero o edilal supra.
    Padre Joaquim Jos de Parias.
    Joaquini Francisco Balmacodo.
    Joaquim Jos Florencio do Moura.
    Victorino Antonio Uartins.
    D. Candida Balbina da Paixo Rocha.
    J). Amalia Vicencia do Espirite Sanio.
    1). Mana Seraphina Vieira.
    D. Mara Eugenia Ferreira.
    D. Berlina Carolina Cesar Galvao.
    D. Arma Uaria da Coori-ico.
    D. Josepha Uaria do Espirito Santo.
    D. Maa de Nazarelh Augusta.
    D.Joaquina Lourenca da.Conceic5o Luna.
    I). Luiza Atines de Andrade Leal.
    I). Elena dos Santos Pinheiro.
    D. Uaria Joaquina do Para izo.
    I). Thereza Guilheroitna de Carvalho.
    D. Francisca de Assis-DominguesCarneiro.
    Tribunal Tela secretaria do tribunal do commereio da
    provincia de Pernambuco se faz constar a ins-
    ciipco no compleme livro do papel de disso-
    loco da socielade que existi nenia cldade do
    Recite soba razao social de Lentos Jnior & Leal
    Reis, em cujo papel, firmado por ambos os so-
    cios em dala de 26 de selembro ultimo, se esta-
    tuto que o arlivo e passivo da casa ficra a car-
    go do socio Joo Pinto de Leraos Jnior, o qual
    embolcar a Antonio Jos Leal Reis a importan-
    cia doseu capital e lucros, logo quo se ache fe-
    chado o balauco do sexto e ultimo anno social
    Secretaria do tribunal do commereio de Per-
    nambuco 5 de oulubro de 1860.
    Dinamerico Augivsto do Regn Rangel.
    No impedimento do oOicial maior.
    Tribunal lo Miuiuicreio
    Pela secretaria do tribunal do commereio da
    provincia de Pernambuco se fjz publico, que nes-
    ta dala li.ou registrado o papel de sociedade que
    cm dala de t de selembro ultimo a durar G afi-
    nos, contados do 1." daquelle mez, flzeram Jos
    Gomes Leal e Antonio Comes do Miranda Leal.
    Sob a firma de Leal & limaos, sendo o fim sociai
    asucccsso noeslabelecimento que foi de seo fi-
    nado paiJos Gomes Leal, gyrando com o capi-
    tal de 3') 0D0-3 fornecinos por ambos os socios
    que usarao da firma social.
    Secretara do l-ibunal do commereio de Per-
    nambuco 5 de oulubro de 1860.
    Dinamerico Augusto do Rogo Rangel.
    No impedimento do oflkial-maior.
    T1IEATR0 DE S. ISABEL.
    CWIPAMIli LVMG& DE G.!HUtlIN&NGLI
    Sabbado 6 de outubro
    30.a recita e mltinia para os camarotes de seguada -serie e mais assignaturas
    Pela ultima vez represen lar-se-ha a opera
    da Costa Mala, ua paite da ularis dos rtemeJios
    e do casa e terreno no mesrao lugar, assim como
    das fazendas e dividas peitoncentes a dila raassa
    o que ludo ser vendido a dinuciro ou a prazo
    sob proposlas em dita loja na ra Nova n. *2, ae
    ll'horas em ponto.
    LEILAO
    Importante e variado
    SEUIIWIIDE
    Levantar-se-ha o panno as 7 e meia horas em ponto.
    Os bilhetes vendem-se como de costuroe.
    a. B. Estam-se aproraplando algumas recitas extraordinarias, das operas que raai
    agradaram aos verdadeiros diletlanti, e oulras novas, sendo a priraeira
    i& DE lailIMtiSL
    Sendo protagonista a senhora beltbamini.
    Os senhores assignantes sero sempre preferidos, at o rueio dia. dos dias antecedentes ao
    dos espectculos, que sero annunciados
    Avisos martimos.
    COM I
    DAS
    Messagcries imperiales.
    Espera-soda Europa o vapor Irancez Samlon-
    ge, com deslino ao Rio da Trata, locando na
    Babia e Rio de Janeiro, para passageiros, frele
    etc., a tratar na agencia ra do Trapiche n. 9.
    COMPAMIM PERYVMBICANV
    DI
    Navegaoao costeira a vapor.
    O vapor Iguarass, coramandanle Moreira,
    segu para os poilos do norte de sua escala no
    dia 7 s 5 horas da tarde; recebe carga para
    Granja o Acarac no dia 1 e 2. para o Cear, Aea-
    caiy e Mac*o nos dias 3 e i, Rio Grande e Para-
    hiba no dia 5, eucommendas e dinheiro a frele
    al 6.
    O expediente fechar-se-ha no dia Tal hora
    a diarde. Previne -se que nao se dar bilhetes
    de passagem, sem que na respectiva gerencia fi-
    que depositado o competente passaporte aos
    passageiros. que na forma di lei nao podem via-
    jar sem elles.
    Pata o Aracaty
    O hiale Santa Rita recebe carga: trata-se
    com Marlins & Irnio ra da Madre de Dos nu-
    mero 2.
    Aracaty.
    O hiate Gratido, vai sabir por osles dias, pa-
    ra o reslo da carga e passageiros. Irata-se com
    Pereira Cordoniz n.5.
    O hiate (laribalpe segoe por eslog 8 dias para
    o Cear e Acarac : a tratar com Tasso Irmos
    ou com o capilo Custodio Jos Vianua.
    THEATRO
    Sabbado, (i de outubro.
    ltcnefieio lo continuo do mesmo
    thcatro e de Leocadio.
    Logo que os Srs. professores da orcheslra ter-
    minaiem urna oiivert'fta, subir cena o excei-
    lente drama dividido em i aelos :
    CYNISMO, SEPTICISMO
    Telo excellenle escriplor o Sr. Lacerda.
    Tomara parte os arlist3s Carvalho, Jorge, Ski-
    ncr, Cardoso e D. Francisca.
    Seguir-se-ha a engracada comedia :
    Ulanoel Meniles.
    Torr.am narle os artistas Carvalho, Jorge, Ski-
    ner, Cardoso, Jos, D. Francisca o D. Jesuina.
    Dar fim o espectculo com a engracada co-
    media :
    I MM fifi.
    Tomam parle toda a companhia.
    Os beneficiados faltos de recursos para susten-
    taren) sitas numerosas familias e nao tendo ou-
    tros mcios eorrem benevolencia do Ilustrado
    publico pernambucano. que sempre costuma mos-
    trar-se benigno aquellos que elle recorrem.
    O reslo dos bilhetes achara-se venda na mo
    dos beneficiados no theatro.
    Nos intervallos os benoficiadcjs irao agradecer
    nos camarotes aos seus protectores.
    Principiar s 8 horas.
    CASSIM POPULAR
    NO
    M A GESTO SO SALA O
    DO
    Palacete da ra da Praia,
    Hojc, <) de outubro.
    IJHavor hoje ura baile exlraordinario com toda
    a pompa e brilhantismo, o qual deveria ter lugar
    no dia 29 do passado, cujos cartes tem ingresso
    hoje. O grande numero das damas e cavalheiros
    que tem sido convidados e que tem aceitado car-
    tes, nos afianza ura concurso brilhante. A or-
    dem o harmona' ser, romo sempre, observado.
    Entrada para damas gratis, cavalheiros 2$.
    N. B. Rogase as pessoas que se dignaram acei-
    tar cartes, o favor deTealisar seu iraportue a
    entrada.
    COMPANHIA BRASILEIIU
    DE
    Mpras 1IJLFML
    Espera-se do norte al o dia 10 do correnle o
    vapor O'japock, comm-indantn o capilo tenente
    Sania Barbara, o qual dopois da demora do eos-
    turne seguir para os portos do sul.
    ' Recebem-se desde j passageiros eengnja-se
    a carca que o vapor poder conduzir, a qual de-
    ver ser embarcada no diadesua chegada : agen-
    cia ra da Cruz n. 1, escriptono de Azevedo A;
    Mendes.
    Para a Bahia.
    O veleiro e bem condecido patacho nacional
    Julio prelende seguir com muila brevidade,
    tem parte do seu carregaraenlo promplo ; para o
    reslo que lhe falta, uita-se com os seus consig-
    natarios Azevedo & Mendes, no seu escritorio,
    rita da Ciuz n. 1.
    Porto por Lisboa.
    Vai sahir com brevidade para o Porto com es-
    cala por Lisboa, o brigue porluguez II, forrado e eneavilhado de cobre, de PR1ME1-
    RA MARCHA BCLASSE : para carga e passagei-
    ros, para os quaes tem excellenles commndos,
    trata-se com Elias Jos dos Santos Andrade &
    C, na ra da Madre de Dos n. 32, ou com o ca-
    pilo.
    Risco mar i timo.
    Precisa-se a visco martimo sobre o
    casco, veame, mastreaQo, apparellio
    da palera americana Gotden Ilorn, lo-
    tacao 1193 toneladas, capito J. O. Cox,
    cerca de 30:000,s' para occorrer as des-
    pezas que necessita fazer neste porto
    aitn de continuar a sua viagera com
    destino a Falmoulli : os pretendentes
    queiram dirigir as suas propostas por
    escripto em carta fechada ao consulado
    dos Estados-Unidos d'America, ra do
    Trapiche Novo n.
    Leiles.
    Importante
    LEILAO
    Terca-feira 9 de setembro.
    O agente Pinto fara' leilao em seu
    armazem na ra da Cruz n. 51, de o
    caixas com os seguintes objectos a sa-
    ber :
    72duzias de cinturoes elsticos.
    54 duzias de luvas de seda e retroz pa-
    ra senhora.
    2-0 casaveques de fazenda de linho, es-
    tes objectos sero vendidos sem reser-
    va de preco.
    Principiara' as 11 horas.
    Um escravo.
    A requerimento do herdeiro do fal-
    lecido .loo Tavares Cordeiro e despa-
    cho do Exoa, Sr. Dr. juiz de orpbios,
    o igente Ilvppolito da Silva fara' leilao
    de um escravo pardo : quarta-feira 1(
    do correte as II horas em ponto no
    seu armazem n. 55 da ra do Impe-
    ! rador.
    Na Iravessa do Livpaiiicnlo
    Segunda-feira 8 do corrente
    Antunesfar leilao no dia e lugar cima de-
    signado, de todas as raiudezas da lujada iraves-
    sa do Livramento, em lotes a vontade do com
    prador pelo que chama attenco dos Srs. paes de
    familias, mascates etc. Principiar s 10 huras
    era ponto.
    LEILAO
    DE
    O agente Hyppolito honrado com a
    conanca da Exina. Sra. baroneza da
    Victoria, fara' leilao de todos os movis
    de seu uso, consistindo em mobilia de
    Jacaranda', mesas, guarda roupas, toi-
    lets e muitos artigos de apursdo gosto
    e bem assim de um excellente carro de
    i rodas e urna excellente parelha de ca-
    vallos : terca-feira 9 de outubro as 11
    horas em ponto, no sobrado de sua re-
    sidencia no Mondego.
    O novo banco de
    Pernambuco repeteo avi-
    so que fez para seren re-
    colhidas desde j as notas
    de 1 o,ooo e 2o,ooo da
    emissao do banco.
    COMPliHIl
    ALLIANCE,
    stabeecida m Londres
    *m m mu.
    CAPITAL
    CAuco uiWi&cs de Vi^iTas
    slev\\wv\s.
    Saunders Rrolhers& C. tem a honra de infor-
    mar aos senhores negociantes, proprielarios de
    casas, e a quera mais convier, que esto plena-
    mente autorisados pela dita companhia para ef-
    fectuar seguros sobro edificios de lijlo e podra,
    cobertos de lellia, e igualmente sobre os objectos
    que conliverem os mesmos edificios, quer con-
    sista em mobilia ou em fazendas de qualqucr
    qualidade.
    CASA
    Avisos diversos.
    CT-
    Urna taberna.
    Terca-feira 9 do corrente.
    Costa Carfalho autorisado por Jo-
    quim Antonio deSouza e seus credores,
    tara' leilSo no dia cima na sua taberna
    sita na praca da Boa-Vista n. 1, da ar-
    macao, gneros e dividas constante a
    miesma, as 11 horas em panto.
    UENU8
    DE
    Farioha gergelim
    * e sedro,
    agente Ilvppolito da Silva fara'
    leilao por conta e risco de quem per-
    tencer de urna porrao de arinha de
    mandioca gergelim e sedro que serao
    vendidos para fechar conta : sabbado C
    do corrente as 11 horas em ponto era
    um dosarmazeus alfandegadosdo C\m
    barao do Livramento no Forte do
    Matto.
    Leilao
    Quarta-feira 11 do corrate.
    Francisco Antonio de Menezes fara'
    leilao por intervencao do agente Cost-
    Carvalho, de todos os trastes existentes
    na sua loja da ra Nora n. 65. os quaes
    serflo entregues ao correr do martello,
    visto querer ac>bar com a casa. Prin-
    cipiara' as 11 horas em ponto.
    iLO
    Terca-feira 9 do corrente.
    O agente Evaristo far'i leilao ao meio dia em
    ponto no seu armazem n. 22 na ra do Vigario,
    de 2 terrenos muito proprios para edificar, sen-'
    do um na Torre com 100 palmos de frente o300
    de fundo muito perto do rio, e outro ua estrada
    de Joo de Barros com 400 de frente e 300 de
    fundo, chaos proprios. Os pretendentes procu-
    rarao o mesmo agente para os informar a res-
    peito.
    LEILAO
    DE
    Urna casa terrea.
    Terca-feira 9 do corrate
    s 10 horas em ponto.
    Antunesfar leilao de urna casa terrea sita na
    ra da Palma, edificada ha 3 para 4 annos, com
    2 salas, 5quarlos, cosiuhu fora, quintal, cacimba
    etc., em sen armazem ra do Imperador n. 73
    LEILAO
    Commercial.
    Terca-feira 9 do corrente.
    Antunes far Uilo authorisado pelo Exm. Sr.
    Dr. juiz especial do commereio, a requerimwtto
    dos depositarios da ma&sa fallida de Joaqun:
    Precisi-se de urna ama que lenha muito c
    bom leito : na ra da Imperairiz n. 23 ou 26
    loja.
    SOCIEDADE
    INSTITUTO PI E LITTERIRIO.
    Scienlifico aos senhores socios que antanhaa
    (domingo) llavera sessao de asscmbla geral do-
    pois da do conselho.
    Secretaria da sociedade Instituto Po e Lutera-
    no 5 de outubro de 18G0.
    Aluno Rodrigues Pimenta
    1." secretario.
    Ama deleite viuda do mato.
    No pateo do Paraizo taberna n. tC, que bola
    o oilao para a ruada Florentina se diz quem a
    tem.
    ASSOCIAfiO POPULAR
    DE
    Soccoitos Mutuos.
    Domingo 7 do corrente haver sessao ordina-
    ria da assembla geral : os senhores socios sao
    convidados a comparecers 10 horas da niauhaa.
    Secretaria da Associaco Popular de Soccorros
    Mutuos 5 de outubro de 1860.
    Bernardlno de Senna Ribeiro,
    1." secretario.
    A pessoa da ra Velha n. 33, que annun-
    ciou no Diario de hontem, desojar fallar com o
    Sr. Aluno Rodrigues Pimenta, declara que ne-
    gocio algum tem com o mesmo Sr. e que por un
    eng.mo foi que tal annuncio siltio com o nome do
    mesmo senhor. quando era oulro, do que pede
    desculpa ao mesrao.
    A!uga-se o sitio era que mora o Sr John
    Gatis, situado na estrada que fica atraz do sitio
    doSr. coramendador Accioli ; para ver dirija-se
    ao dito sitio e para arrendar, falla-se com a pro-
    pna dona a Sr. Dellina Hara Filippa.I.ima, na
    sua residencia, logo passando a ponleziuha que
    vai para a Magdalena.
    SOCIEDADE
    Recreio itterario e Be-
    ndicen te
    De ordem do Sr. presidente effeclivo, convido
    pelo prsenle a lodos os senhores socios a se
    reunirera domingo, 7 do corrente, no salao das
    sessoes, s 9 horos da manhaa, afim de haver
    sessao extraordinaria da assembla geral, como
    ficou mrcalo na prxima sessao. Os socios que
    nao comperecerem. licarao incursos no art. 38
    2." dos estatutos que regem a mesran sociedade*
    Secretaria da sociedade Recreio Lillcrario e
    Ceiiclicente 4 de outubro de 1860.
    Sesoslris Silvio do Moraes Sarment.
    I." secretario
    O abaixo assignado, morador e eslabelecido
    em S. Vicente, "faz scicnle ao respeiiavel corpo
    de commereio e a lodos os seus amigos em parti-
    cular, que de hoje em diante se assignar Anto-
    nio Manuel Silva, de Harroquns, por haver oulios
    de igual nome du abaixo'assignado.
    inronto Manoel da Silva.
    A mesa rcgeJora ds irmandade de S Jos
    de Riba-Mar convida a iodos os seus irmos para
    no dia 7 do corrente, s 8 horas da manhaa, com-
    parecerem no consistorio da mesma, para mesa
    de votos, no que espera nao haver falla.
    Consistorio em mesa de outubro de 1860.
    Manoel dos Anjos Torres, esrrivao da mesma.
    Alugatn-se duas casas t.'rreas para passara
    festa, em Tijipi, com crfmmodos sullieientes para
    famiia : a iratar era Tijipi cora Manuel Lopes
    dos Reis.
    Aluga-se nma casa terrea pintada de novo
    com 2 salas, 6 quartoa, cozinha ra e copiar, si-
    la na ra Imeprial ; a tratar na mesma ra com
    Joaquim I.uiz dos Santos Villa-Verde.
    Attenco.
    i
    Ao Sr. Antonio Francisco de Moura, emprea-
    do no cscriptorio da estrada de ferro, se rosa o
    favor de appajecr na ra do Imperador n. I-J, a
    negocio que o mesmo senhor uo ignora, isto no
    prazo de 3 dias.
    Recife 5 de oulubro do 1860.
    Attenco.
    Q Sr Joaquim Antonio de Arauju Souza nao
    pode relirar-se para fura di provincia, sem se
    entender na ra eslreita do Rosario n.ll. Faz-se
    o presente annuncio par nao chamar-se igno-
    rancia.
    O Sr. Dr. Fulgencio Infante de Albuqueraue
    Mello, queira lera bondade de apparocer ns loja
    da ra do Queimado n. 10.
    Precisa-se do um menino de 11 a 15
    annos de idade para caixei.o de taberna : na ra
    Direila n. 72.
    Aluga-se um armazem com bstanles com-
    mados, bota os fundos para a ra dos Tanoeiros :
    a tratar no paleo de S Pedro n. 6.
    - Precisa-sc de dous amassadores e um for-
    neiro para tima padaria : a tratar no pateo de S.
    Pedro n. 6.
    ALUGA-SE
    o Io andar de um sobrado em urna das princi-
    pies roas da freguezia de Santo Antonio ; quem
    pretender procuro no pateo do Carmo n. 9, pri-
    meiro andar.
    Math.'us Nunos, subdito porluguez, retira-
    se para o Rio de Janeiro.
    Na ra de Santa Rita n. 76 d-se dinheiro
    a juros sobre penhores de ouro e prata.
    Frederico J. Corbvtt subdito britnico vai
    ?ara Inglaterra.
    DE
    COMMISSAO DE ESCRAVOS
    NA
    Ra larga to Rosario n. 20
    segunde andar.
    Nesla pasa recebem-se escravos para serem
    vendidos por commissao por conta de seus se-
    uhoros. Afianca-sco bom tratamento. assim como
    as diligencias* possiveis para que os mesmos se-
    ! jara vendidos com promplidao afim de seus se-
    l nhores nao soffrercm empate na venda delles.
    ! Nesla casa ha sempre para venderescravosdo
    j difTerenles idades de ambos os seos. core habili-
    dades o sem ellas.
    A reuniao da associaeao dos Caixeiros Bri-
    tnicos tora lugar na livrria ingleza na terca-
    feira 9 de outubro as quatro horas e meia do
    tarde.
    Perderam-se duas letras ambas sacadas pe-
    lo abano assignado sendo urna aceita por Valon-
    ea & C eoulra sem aceito algum; por isso as
    faz publico afiaj de que ninguem cc-m ellas faca
    tranzaeco alguraa.
    Thomaz de Aquino Fonseea.
    Joo Cavalcanti de Albuquerque, morador
    na cidade da Victoria, faz sciente ao respeiiavel
    publico, que conhecendo o encontr que ha du
    outros muitos de igual nome, que apparecem em
    todos os pontos desta provincia, rezolvealterar
    sou nome que de hora eta diante se assignar
    Joao Cavalcanti de llollanda Chacom.
    Collegie de Bera-Fica,
    O collegio de Bem-Fica precisa de urna pessoit
    com 33 qualidade3 precisas para prefeito do mes-
    mo eslabelecimento.
    Lavi-so e engoma-se com muila perfeiciio
    por menos preco de que em outra qualquer pa"tte
    na ra dos Pires n. 13.
    Pela effectiva entrega das chases do Trapi-
    ehe Ramos que ((liznicnie realisei a 30 de se-
    tembro p. p. ao Sr. Prxedes da Silva Gusmao,
    desoncrado assim desse pesado fardo, corre-mc
    o dever de agradecer ao mesmo Sr. Prxedes a
    maneira cavalheira com que se houvo para co-
    ntigo desde 1852 al 31 de dezembro de 1858:
    E nao menos reconhecido ou aos Srs. Nascimcn-
    to V Lemos, Joaquim Marlinho da Cruz Correia,
    Joaquim Pereira Arantes, Joao Baplista dos San-
    tos Lobo, Joaquim Candido da Cruz Siqueira,
    Joaquim Moreira Guerrido, Francisco Jos de
    Oliveira Rodrigues Francisco Jos da Costa Ribeiro,
    o ao meu especial amigo Jos Cordeiro do Reg
    Pontea pelos obsequios recebidos dos mesmos
    Srs. dignem-sc pois os meus amigos : acceitar o
    meu humilde voto de reconhecimento e gratido.
    Jos Mario- Fernandes Thomaz.
    Os abaixo assignados previnera ao publico
    que despedirn] de seu caixeiro do armazem do
    deposito na ra do Imperador ao Sr. Cantillo Au-
    gusto Ferreira da Silva em vista do prejuiso que
    causou aos abaixo assignados na gerencia do dilo
    deposito, como so verilicou dos livros respecti-
    vos que podem ser examinados por quera inle-
    resse tiver.
    E fazem o presente aviso para que nenhuma
    conta seja paga no mesmo.
    Roslron Rooker & C.a
    Preri?a-se de pequeo que lenha 2 a 3 an-
    nos de pralica de pharmacia : a tratar no pateo
    de S. Pedro n. 6.
    S>&Si$3 UiM^MM^^
    NO
    Assignatura de banhos frios, momos, de choque ou chuviscos (para urna jiessoa)
    toma 30 canoas para os ditos banhos tomados em qualquer tempo......
    1S. Ditos dito dilo dito ......
    7 ......
    Banhosavulsos, aromticos, silgados esulphurososaospreijos annunciados.
    Esta reJucc_ao de precos facilitar ao respeiiavel publico ogozojdas vantagens que resultam
    da freqnenciade ura eslabelecimento de urna utililadeincontestavel.mas que infelizmente nao
    estando em nosso hbitos, anda pouco conhecida e apreciada.
    10000
    155000
    89000
    lOOO
    KATURALLEDE VICHY.
    Deposito na botica franceza ra da Cruz n.22
    tsm
    %im
    Alfaiate francez, residente na na da Cadeia do Recite, tem a honra de avisar ao respeiiavel
    publico desta cidade, que, desde 15 de agosto deixou de fazer parte da casa do Sr. Mt-rcier, e que
    acaba de abrir um eslabelecimento em grande ponto, non. 16 da ra da Cades do Recife, asegu-
    rando desde j aos concurrentes que esforcar-se-ha pela perfeicao, baraleza e promplidao'das en-
    enrommendas que lhe forem ieitas. Igaalmente tentuin rico sortimento de fazendas de todos os
    goslos e de primeiras qualidades, para cairas por precos commodos.
    APPi'OVA(.lO E Al]T0RIS\(!.\0
    DA
    i JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
    ELECTRO-MAGNTICAS EPISPTICAS
    Kirk
    Para serem applieadas s partes affectadas
    sem resguardo nem incommodo.
    AS CHAPAS ofEDICINAES sao muito conheciJas no Rio de Janeiro e ero todas as provincias
    d.esle imperio ha mii< de 22 anuos, e sao afamadas, pelas boas curas que se tem oblido nas enfer-
    maras abaixo escripias, o que se prova com innmeros altestados que exislem de pessoas capa-
    zos e de dislinccoes.
    Com e.'tas CBAPAS-ELECTRo-MiexRTiCAS-EPISPA8TICA8 obtem-se urna cura radies! e infallivel
    em todos os casos de iuflammacao [cansado ou falla de rc como do ligado, bofes, estomago, bago, rirts, ulero, peito, palpitacao de corado garganta olhos'
    erv-ipelas, rheumatism... paralysia e todas as affecgoes, nervosas, etc etc. Igualmente para as
    oitlerentes especies do tumores, como lobinltos, escrfulas etc.. s.-ja qual fr o seu lamanlio e pro-
    fnndeza, por meio da suppuraeao serao radicalmente extirpados, sendo o seu uso acouselhado por
    habis e di.-tinclos facultativos.
    As encommeiidas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado de
    azer as necessarias explic.icoes. se as chapas sao para hornera, senhora ou crianca, declarando a
    moleslia em que parte do corpo existe, se na eabeea. pescoco, braco, coxa. perna, p ou tronco
    do corpo, declarando a cireumferencia e sendo iichages, feridas ou ulceras, o mol le do seu ti-
    manho era um peuaco de papel c a declaraco onde exislem, alim de quo as chipas possam ser
    bem applieadas no seu lugar.
    Pode-se mandar vir de qualqucr ponto do imperio do Brasil.
    As chSpas sero a<'ompanhadas das competentes explicacoes c tambera de todos os accesso-
    rios para a lollocaQo deltas.
    Consultas todas as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianca, era seu escriplorio
    que se achara aberto todos os dias, sera excepeo, das 9 horas da manhaa s 2 da larde.
    ||9 Ruado Parto ||<)
    PERTO DO LARGO DA CARIOCA



    Xarope
    DIARIO DE PERIVAMBUCO. SABBADO 6 DE OUTUBRO DE 1*60
    DO
    Noescriptorio de Guilhecme Carvalho & C,
    ra do Vigario n. 17.
    Pira conhecimento du publico Iranscrcvcmos o
    seguate, como prova do verdadeiro xarope do
    bosque, bem conhecido pelas innumeraveis cu-
    ra, expecialmente para todis as molestias dos
    orgaos pulmonares.
    Attenco.
    Os abaixo assignados, successores do A C. Ya-
    tes A C, ex-proprietarios ilo xarope do bosque,
    fazera sciente ao publico, que do 1. de jullio era
    diante fizenm mudanc.a nos Icireiros e envolto-
    rios das garrafis e meias garrafas, ein conse-
    quencia da grande falsillcacao que algumas pes-
    soas, som senlimenlos o bem conhecidas dos
    proprielarios fazem nesta corte.
    O letreiro que est collocado n.is garrafas
    azul com emblema e letras da mcsma cor, o do
    envoltorio amarello cora letras cor de rosa, as
    rocas garrafas tem o letreiro collocado, r'xo,
    com emblema e letras da misma cor, o do en-
    voltorio verde com emblema o letras da mes-
    ma cor.
    Todos os Icireiros
    punho de H. Prins & C.
    O papel que servo de envoltorio 6 branco, tan-
    to das garrafas como das meias garrafas, com o
    scguinte letreiro em letras d'agua : U. Prios &
    C, 40 ra do Hospicio Rio de Janeiro Xarope
    do bosque 40 ra do Hospicio.
    A s garrafas c meias garrafas sao de vidro de
    cOr esverdiada. O deposito geral na ra do
    Hospicio n. 40, Rio de Janeiro.'
    Aluga-se um sobrado sito na povoaco do
    Monleiro, o qual lem commoos para grande fa-
    milia, assira como cochcira c estribara para ca-
    vados ; a tratar com Manoel Alves Guerra, na
    ra do Trapiche n. 14, primei.o andar.
    AlbeUo Branco, subdito hespaiihol, retira-
    se para Mocei.
    Precisa-se de um caixeiro que tenha prali-
    ca de negocio de taberna, e que d iador a sua-t
    conducta ; na ra nova de Santa Itita n. 65
    Quem tiver um sitio petto ou
    longe desta cidade.com tanto que tenha
    casa de vivenda, arvores de fructo e fi-
    que prjimo ao banho salgado, tempe-
    rado ou doce, e o queira alujar diri-
    ja-se ao largo do Tetro casa t i rea nu-
    mero 53.
    Holel Trovador.
    Rua larga do Rosario n. 44.
    As pessoas que rocerrercm a este hotel encon-
    *raro boa cornmodida le para una uoito, das e
    inezes, conforme Ibes convier, encontrarle- tara-
    bera a qualqer hora do da c norte lanche eca-
    t. O dono do respectivo hotel se obriga a dar
    comida para fra as pessoas, que quizerem, as-
    seguranJo todo o asseio. Tudo por proco com-
    ruodo.
    Um braJo em favor dos innocentes orphos,
    lilbos tio tinado Francisco Jos Rodrigues da
    Costa. Constando qeodigno Dr.juiz inunicipal e
    deorphaos de Pao d'Alho.a requerimento do Dr.
    curador geral trata de reconheccT a incapacidade
    que tero o octogenario morgodo do Poco do Alei-
    xo, Manoel Flix ttodngues da Costa para reger
    sua pessoa e bens, facemos fotos para que pro-
    cure elle chegar quinto antes ao termo de suas
    diligencias; por juaiilo o mal prngrioe : nin-
    guem ha que ao ver o mesrao Manoel Flix Ihe
    nao reconheca o vordadeiro estado de completa
    demeocia, e os/especuladores nao perdem occa-
    Siao de locupl|ctarem-se As inaos largas Com o
    SOCIEAE BARCARIA
    Amorim, Frgoso Sanios
    Sao covidados os senhores socios cemmandi-
    tarios a recebor o primero dividendo relativo oo
    semestre lindo em 31 de agosto do corrente.
    A pessoa que annunciou precisar de um
    caixeiro com pouca pratica tenha a bondade de
    dirgir-sea ruados Prazeres junto a fabricado
    carros que achara com quem tratar.
    ^nsino de msica.
    OfTerece-se para leccionar o solfejo.como tam-
    bem a tocar varios instrumentos ; dando os li-
    coes das 7 hora&s9 112 da noite: a tratar na rus
    da Roda n. 50.
    Aluga-se um sitio muio perto da praca,
    com commodos para grande familia : a tratar na
    ra da Cruz n. 51, armazera.
    Gravador e
    rador.
    dou-
    urava-se o doura-se em marmore leltras pro-
    prias para catacumba ou tmulo a 100 rs. cada
    uma, o annuncianle aprsenla seus trabaihos
    nos tmulos dos lllms. Srs. Viraes, Dr. Aguiar,
    Guerra, Tassoe em oulros mais ra da Caixa
    sao assignados pelo propno d'Agua n. 52.
    Retratos
    eni cartoes de visita como se
    usa em Paris. Os 100 por
    . 25$.
    E o retrato o mais econmico que se pode ob-
    ter e o mais proprio para dar de mimo aos p-
    renles c amigos, pudendo srr remettido comnio-
    damenle dentro de nina carta. Estes retratos,
    nao obstante suas pequeas dimensoes, repre-
    sentam a pessoa de figura inleira cora o miior
    apuro nos de tal bes, sao a mais propria recordociio
    de todas as pessoas que nos sao gratas. Reunidos
    em colleccao podeio servir para formar om clc-
    gaote al.lram dedicado a amisade. Tiram-se lodos
    os diase com qualqer lempo, no instilirto pho-
    lograplnco de Stahl & C. Retratos de S. M. o
    Imperador, roa da Itnoeralriz.
    it^eK4;la los labrieantes america-
    nos Grouver & Baker.
    Machinas de coser: em casa de SamuelP.
    Jobns^on & ra da Senzala Nova D. 52
    Vaccha publica.
    Transmissao do fluido de bra^o 5 braro, as
    quintas e domingos, no torreao da alfan'dega, e
    nos sabbados at s 11 horas da manhaa, na re-
    sidencia do commissario vaccinador, segundo an-
    i dar do sobrado da ra eslreita do Rosario n 30
    i liOTIRli
    PROVINCIA.
    O Sr. Ihesoureiro das loteras tendo obtido do
    Exra. Sr. presidente da provincia a epprovaco
    do plano que abaixo "ai transcripto, manda fazer
    publico que de ronformidade com o u sino pla-
    no se acham expostos a venda todos os das na
    ra do Imperador n. 36 e na csa commissiona-
    da pelo mesmo Sr.-Ihesoureiro na praca da In-
    dependencia ns. 14 e 16, os bilheles e meios da
    quarta parle da quinta lotera do hospital Pedro
    II, cujas rodas deverao andar impreterivelmcnte
    no dia 6 de ontubro prximo futuro.
    Thesourar a das loteras 22 de selembro de
    1860.-J. M. da Cruz.
    PLANO.
    4000 bilheles a 53000.......20:000g000
    20 por cento......... 4:0003000
    l'recisa-se de una ana que saiba comunal
    e engoramar, para casa de homem solteiro ; para
    tratar na ra do Camarao taberna n. 7.
    Precisa-ge alugar urna escrava que tenha
    bou figura e conducta regular, que emenda de
    quitanda, paga-se o aluguel meusal ou diaria-
    mente ; a quem convier dirija-se a ra da Hortas
    sobrado de um andar u. 18.
    O pholographo F. Villela. ambrolypista da
    augusta casa imperial do Brasil, avisa ao icspei-
    publico desla capital, que, leudo vollado
    tavel
    1
    1
    1
    1
    2
    4
    6
    16
    20
    1036
    Premio de 5:000g000
    Dito de .... 2.000J00O
    16:0C000O
    Dito de
    Dito de
    Ditos de
    Ditos de
    Diios de
    Ditos de
    Ditos de
    Ditos de
    200g
    1008
    50g
    2g
    10
    5g
    SOOfOOl)
    400g000
    4MW000
    -SOOgOOO
    300*000
    3208000
    2008000
    6:1S05000
    -16.000;000
    : do Rio de Janeiro, brevemente reabrir o sen
    cslabelecimenlo de retratos, na sua nova resi-
    dencia da ra do Cabug ti. 18, entrada pelo pa-
    | leo da matriz, onde o acharao piompto a tirar ru-
    j iralos por ambroiypo, dagucrreotypo e ambro-
    I chromotypo. Esle ultimo sysiema, invenco do
    . distincto professor Insley Pacheco, de quem o
    j annuncianle nico discpulo, lalvez a derra-
    j deira perfeicao da arlo de retratar por meios
    1 pholliogenicos. A lidelidado do desenlio feito
    i pelo sol, reunida a urn especial trabalho de pln-
    | tura a oleo, d um retrato delicado, peifeito e ao
    i alcance de todas as fortunas, porqnanto, apenas
    costa mais melade dos precos dos simples retra-
    tos de ambrotypo.
    M O Dr. Cosme de Sa Peieira da' %
    | consultas medicas em seu esciip- J&
    M torio, no bairro do Recite, iua ^
    ife da Cruz n. 53, todos os dias.me- *
    y nos nos domingos, desde as o sft.
    1288 Premiados.
    2712 cancos
    4000
    X TT VTTTTTTTTI TTTTTTT1TTTTT*
    i DENTISTA FRANCEZ. 2
    v Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- 2
    J rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e <
    A po den tfico. H
    \*-txXlAXAXXi.XxX&XXXXXXXXi. 2
    Attenco.
    Sabbado 6 do corrente, linda a audiencia da se-
    is
    Aluta-se aloja do sobrado da roa do Impe-
    rador n. 71, propria para qua.quer eslabeleci-
    rnento : a tratar na na do Qucimado, tuja n. 10.
    uma loja cora armacio envernisada proptia para
    qualqer negorio, por preco razoavel : na ra
    Nova n. 61.
    No dia 2 do corrente a 1 hora da tarde
    pouco mais ou menos, fui tarara ee sima da mesa
    um Santo Antonio sem o menino e levando o
    dito sanio um cord&o do Rio de Janeiro e um S.
    Rraz no pescooo : quem for olterecido o dito san-
    to tnmr-o o leve-o a agencia do correio de On-
    da que lser gratificado.
    Prensa-se da orna ama livre ou escrava
    que saiba cosnhar para uma casa de pouca fa-
    milia : a Iralar na ra do Amorim n. 52, ar-
    masem
    Augusto C. de Abreu sa-
    ca sobre Portugal.
    3&00ciac0 Zvpo 0vaphtcA
    PcvnamhurAtiA.
    Domingo 7 doS-orrente haver sesso extraor-
    dinaria daasscmbla geni s 11 horas dases -
    nhaa, sendo que antes, s 9 haver tambera
    sao ordinaria doooiiselhe director.
    Secretaria da Associariio Tvpographica Per-
    nambuedoa, 3 de outubro de 860.
    Jl'vencio Cesar,
    lu secretario.
    Antonio Cezario Moreira Das relira-so pa-
    ra o norte e deixa por procurador de todo s^us
    iic:ocos o seu mano Jos Antonio Moreira Dias.
    M
    >&%.
    :^s&-
    $W*

    horas ate as 10 da manliaa,
    breos seguinte pontos

    1
    2.
    Molestias de olLos
    de
    coracuo e
    so-
    de
    rs o.'
    Ge" H
    urna cnoula
    i
    h>

    Denlisla de rans. m
    15Ra Nova15
    Prederico Gautier, errargiio dentista,^
    faz todas as operacoe da sua arte e col-a;
    loca denles artificiaos, tudo com a upe J
    roridade e perfeicao que as pessoas cn-Jg
    tendidas It.e recohecem. jj
    Tem agua e p6s dcntifricios etc. Jv.
    O Sr Carlos Augusto da C. i-
    beiro dirija-se a loja r>. 22 esquina da
    ra do Crespo, aim de concluir o ne-
    gocio (|ue nao ignora.
    Tunda vara ir praca por venda
    tnoe.a penhorada a Jse Alexandre Gubian, por
    execuco de Jos Maria Pestaa : os pretenden-
    es dirijan)-se a sala das audiencias, na casa <.m
    auc foi oulr'ora cadeia.
    Attcncai.
    O cirurgiao Joaquim Jos Alves do Albuquer-
    que, encarregado da enfermara de marinha des-
    ta provincia, tem mudado seu escriplorio pira o
    prime i ro andar da casa n. 32, na ra da Cruz,
    onde pode ser procurado a qualqer hora do dia] i
    ou na referida enfermara, assirn como ns casa
    de sua residencia [Passagem da Magdalena' : d
    Consultas gratis aos pobres, e presta-se
    rentes operacoes de sua pvofissao.
    sai
    & dille-
    Attenco.!
    da r^sla ao morgado, conseguindo
    slraior firmar contratos ficticios,
    lesivos, exemploda celebre ven-
    i Poco, era cujas Ierras se dcsco-
    A California.
    o Trapiche n. .9, armazem de as-
    s; sobeo Lisboa e Poito.
    Giles Seddon, sua senhora e um filho me-
    nor, reliram-se para Inglaterra.
    Aluga-so a casa do aterro d)
    15, de dous anlarcs e soto : quem
    dirija-se a ra do Cabula n. i A.
    pouco que air
    do son .nimili
    0 sumamente
    da do engenh
    brio
    Na ra <
    sucar, sacca-s
    P.oa-Visto n.
    a pretender,
    ASSOCIAQO
    DF.
    Soecorros Mutuos
    E
    lenta Eiii;iiic|;ii au dos Caplivos.
    Bcraingo 7 do correte dever ter lugar a elei-
    eio do novo conselho, de conforrnidade com o Sj
    I." do art 21 dos estatutos ; porlanlo, do ordem
    do Sr. presidente sao convidados todos os se-
    nhores socios effeclivos para cempareccrera as
    10 horas da manhaa a lira defuncciuuar a assem-
    bl.i geral.
    Secretaria das Associac.ao de Soecorros Mutuos
    e Lenta Emancipaco dos Captivas 3 de outubro
    de 1860.
    Albino de Jess Randeira,
    1." secretario
    A!u?a-sc a loja do sobrado n 28 da ladei-
    ri de S. Pedro Velho em Olinda : a tratar ua ra
    da Cadeia Velhado Recite, escriptorio u. de
    Leal j Irmos.
    I'ugio do e-ng^nho Novo, do Cabo, no dial."
    de selembro, o escravo crioulo donme Jo.iqmm,
    idade 25 anuos, pouco mais ou menos, estatura
    regular, cor bastante fula, esl com uma perno
    anchada por uma ieridinha, consta que tomona
    direccao do Recife pelo caminhode ferro, e des-
    confa-se que esleja por Fra do Portas, ou pelos
    arrabaldes i\a cidade. visto que j foi encontrado
    por outros no largo do arsenal de marinha: quera
    o apprehender, dirija-se ao referido engenho a
    entroga-Io a sen propietario Antero Vjeira da
    Gunha, ou a ra de Apollo n. 32, primeiio an-
    dar, escriptorio de Antonio Jorge Guerra, que
    fcert recompenSddo.
    SOCIEDADE ACADMICA PROMOTORA
    DA
    RemissaO dos captivos.
    A direelom da socedade Acadmica Promo-
    tora da Remisso dos Captivos faz publico para
    conhecimento de tmlos os ocios que a sesso
    magna de iaglallaco ter lugar no dia 7 do cor-
    rente, s 6 horas da tarde, na ra da Aurora nu-
    mero 26.
    Secretaria da eociedade Acadmica Promotora
    da Remisso dos Captivos 3 de outubro de 1860.
    Jos Bernardo Galvo A'coforado Filho
    Secretorio.
    Attenco.
    O abaixo o?signado, natural desta provincia,
    onde presentemente se acha, morador e nego-
    ciante na cidade de Sobral da provincia do Cear,
    lendo no Liberal Pernambucano de 2 oo cor-
    rente mez o edital que se manda notificar por
    carta edilol ao ausente Manoel Francisco de Mo-
    raes jara pagar a Prenle Vianna & C. a quantia
    de 2:0863260 e seus juros, importancia de letras
    j vencidas, o como o abaixo assignado tem igual
    norae, e alguem supponha ser elle o ausente,
    declara por esle jornal nao se entender dito edi-
    tal cora elle abaixo ossignado, visto nunca ter
    tido transaego alguma cora os Srs. Prente Vian-
    na i\ C e do presente nada dever o esta praga,
    nao obstante pede-se aos Srs. Prenle Vianna i
    C, haja de declarar se dita edilal se enlcndeou
    nao com o abaixo assignado. Recife 4 de outu-
    bro de 1860.Manoel Francisco de Moraes.
    Deseja-se fallar com o Sr. Altino
    Rodrigues Pimenta, a negocio que o
    mesmo nao ignora : na ra Velha n. 33,
    . Francisca ISallhazar da Silveira e
    sua familia pedem aos seus prenles e
    amigos, que I lies farara o caridoso favor de
    ouvir uma missa que as 7 horas dn dia 6
    do corrente outubro, se ha dedizerna gro-
    ja matriz da Boa-Vista peto descanto eter-
    no da alma de seu presado lio o Sr. coro-
    nel I). Braz Bollhozar da Silveira, falleci-
    do na cidade da Babia uo dia 6 de selem-
    bro prximo (Indo.
    Attenco.

    No sobrado da ra Direila :i. 33, de urn andar,
    defronte da padaria do Sr. Js* Lu/, faz-se du-
    ces soceos e de calda de diversos qualidades ;
    tambera preparara-se bandeijas de bollinhes de
    armacao crasos, ornados do melnor gosio que
    for possivel ; fazem-so doces de ovos, po-de-ls
    enfotados cora allinins o nresrao quem quizc-r
    allinins como bem llores, coros, coracoes, lam-
    bem se arranjam comidas diorias para alguma
    pessoa particular, e fazero-se paitis de nato, ar-
    roz deleite e Jtelas de sustancia.
    O abaixo assignado faz sciente ao respeila-
    vel publico, que deixou de ser caixeiro dos Srs.
    I. Franca & C. desde o dia Io do corrente, por le-
    rera dissolvido a sueiedade que gyrava sob essa fir-
    ma, o mesmo abaixo assiguado agradece cordial-
    mente o bom trola nenio que lecobeu dos meamos
    senhores e as maneiras obsequiosas com que se
    diguoram trato lo, durante tres anuos o um mez
    que foi seu caixeiro. Recife 5 de outubro de 1860.
    Joo Ferreira Loureiro.
    Jos Luiz de Macedo Cavalcanli deixou de
    ser caixeiro dns Srs. Letellicr & C. desde o dia 3
    de outubro do crreme anno, e agradece
    meamos Srs. o bom Iralamento
    que Ihe deram durante 4
    xeiro.
    Quem liver uma escrava para alugar, quei.
    ra anounriar por esto jornal ou diiigir-se ao
    largo do arsenal de marinha n. 6 ; na mesma
    casa precisa-se tambera de uma ama para o ser-
    viro de casa de pouco familia.
    O abaixo asignado faz scienie a lodos os
    senil iros devedures nesta praca, que lera nomea-
    do por seu procurador ao Sr. Caetann tiendes da
    Cunha Azcvedo, paro cobrar suas dividas o rom
    quem se deverao entender. Recife 4 de outubro
    d.: IboU J. G. Ualveira.
    OfTerece-se
    A
    Cochcira nova.
    ^g Na Boa-Vista becco Jo Ta'mbi n. 'A,
    H alugaru-se cavados bonitos e gordos com
    arreios novse limbem recebem-se ta-
    vallos de troto o tudo por menos
    que era outra qualqer parte.
    KM

    preco
    (CUSA DIE SMIDS
    DOS
    lolores Ramos e Scve
    30S
    e confianca
    anuos que foi seu cai-
    Sita em Santo Amaro.
    Esle estobelecimenlo contina'debaixo da sd-
    ministrocoo dos proprielarios a receber doentes
    de qualqer nalureza ou calbegoria (jue seje.
    O zelo e cuidado all em pregados para o
    promplo restiitiolecimcnto dos doentes, peral-
    mente conhecido.
    Quem se quizer utilisar pode dirigir-seos ca-
    sas dos proprielarios, ambos moradores na ra
    Nova, ou enteudei-se com o regente no eslabe-
    leci ment.
    A diaria para os escravos de 2S500, e para
    oslivies de 3jj2(W ou 45000, porm em cortos
    casos pode liaver olgum oboliraenlo.
    As operocoes serio previamente ajustadas
    Bandel Joseph, subdilo francez, iciira-se
    para o ltio de Janeiro.
    Um moi;o cora pralica de escriplorio e es-
    cripia por partidas dobradas se oll'erece para cai-
    xeiro ; quem pretender falle ao Sr. Figueiroa ou
    deixe carta.
    Molestias
    peito ;
    Molestias dos orgacs da
    ^J racao e do mus ;
    ^" .' Praticara' toda e qualqer JE
    operacao que julgr conve- w
    M niente para o restabelecimen- ^;
    * to dos seus doentes. j
    X O e\ame daspessoafque o con- *^
    g sultarem sera' 'eito indistincta- Jg
    $& mente, e na ordem de suas en- M
    tiadas, fatendoexcepcao os doen- ^
    K tes de odos, ou aquelles tiuepor %
    3/ i i 'V
    3 marcada para este ira. M
    MSiBeiBeiBsiBSiB-BieaesBiie eiese@S
    Attenco.
    Precisa-s-e alugar um sobrado de um andar ou
    de dous, em iiom estado, com quintal, nos bair-
    ros da Roa-Vista ou Sanio Antonio : quem o li-
    ver, dirija-se a ra do Crespo n. 23.
    Na na da Cadeia n. 24 deseja-se fallar com
    os senhores :
    Uallazor Jos dos Res.
    flomingos Caldas Pires Ferreira.
    Firmino Antonio do Silva,
    -j Marcelino de Souza l'ereiro de Brilo.
    fg Joaquim Clemente de I.eraos Duarle.
    Jooo Rodrigues Cordeiro.
    tp Cielo da Cosa Carapello.
    iS Antonio de Albuquerque Maranbo.
    rS
    U Consullftrio especial homeopalliico, ua
    de Santo Amaro (Mundo \ovo) n. (.
    O [ir. S-ibno O. L. Pinho, de volla de sua via-
    gem a Europa, d consultas iodos os dias uteis
    desde as 16 horas al raeio dia ; visitas aos do-
    micilios de meio dia em dianle ; e em coso de
    necessidade em qualqer hora. As senhoras de
    parto e os doentes de molestia aguda que nao li-
    verem anda lomado remedio algum Mlopalhico
    j horaeopethico sero atlendidos de prefe-
    Lices de piano
    e canto*
    Tobas Pieriartista italiano da rompa- i;
    nhio lyrica tendo acabado 0 contrato i; un ':
    o Sr. Marinangeh, pretende dedicar-seao %
    (n>ino de piano e de canto, os pessoai e Sy
    osjiais de familias que quizerem utilisar- |-
    se como seu prestmo podera procura-lo ^
    na ra de S. Isobel n 'Jpara Iralar cora ^
    o mesmo, que ser mui razoavel nos seus
    ajustes
    loja n. 25, de Joaquim Ferreira de S, vendem-
    se por procos baralissimos para acabar: corles
    de seda para vestido com algum mofo a 8g, rou-
    i pcs de seda feito a 1 r., luvas arrendada? para
    senhora o ltMJ rs. o par, cortes de horegn de la
    com babadosaSS, cawaa de cores finas a 2iO o
    covado, chita larga a 20(1 rs., co/aveqne de carn-
    braio bordados o ~>$, capas de Instilo enfeitodos
    a 03, perneadores de cambraia bordados a 0;,
    babadas bordados a 320 a vara, nscado francez
    j rnuio lino a 1 Gil, sobr-casacu de panno Ano a
    25, poletols de panno prelu e de cores a 1S, 20
    |e22fi, dilos de casemira f core.- o 16, ditos de
    j alpaca pretos e >]> c,;,.? de i a SJ, dilos de brim
    br.mco e de cores de 4 a 6$, calcas de casemira
    pela c de cores para todos os precos, gollinlns
    de traspasso a 2(500 ramisinhas bordadas a
    2$500. manguitos bordados a 23. chitas frantezas
    cora lustre propria para roupdcs e cubera a 320,
    esguiao do linho inuiio Qno a !#'20O, coicas de
    brira bronco e de cores de 2 a 4. bramante de
    linho com 5 palmos de largura a 900 rs o vara,
    damasco de la com 9 palmos de largura a 2g o
    covado, pecas de raadapolo fino a 4500, chapeos
    de fellro 'Garibaldi a 5$500, comisos broncas c
    do cores do I$500 a 3.-, velbutino preta Fiiperiora
    'Ou rs.. cortes de brim de linlio a ($500, meias
    ernos pora homem o lt)0 rs. o par, e outros roui-
    los lazedas por menos do seu valor para fechar
    s senhoras nonas. I
    g ftecebeu-se o n ais completo soriimen-
    ty lo l \ sti los broncos de sedo bordadose
    gg blondo com manas, capells e todos os
    35 pertences : na ra da Cadeia do Recite
    S| n. 2:i, loja de Augusto \ PerdigSo.
    V
    ni se duas car rocas grandes de dos
    pira, muio segura, de .
    proprias para engenhos, por
    commodo, Irabalha om urna e mais juntas de
    i, serve para lodo e qualqer trabalho, e se
    d por um preco mu.lo em coma : quem as pie-
    tender, dirija-se ao poleo uo Terco, defronte do
    n. 40, segundo arpiar.
    ru do Cadeia do Recite n. 56,
    o seguinle, por preco muito
    Se
    rodas, luda de sii u
    rior ferragem, c
    ,.',
    Revista Brasilea
    Jornol de sciencias, ledros e orles, pelo l'.xm
    consclheiro Candido It. de Ollveira ; subscreve-se
    poro esse jornal na livraria de Baplista & Vas-
    concellos, iuo do Imperodor n. 21, o l^Otii) cada
    volunie, ondetambem se ocho o vendo a discrip-
    cio do viagem do c-rvela imperial Marinheiro o
    diversos portos do Mediterrneo e do Atlntico,
    pele Sr. lenle da armada Sabino Eloy Pessoa.
    Candido Pcreira de Lomos, co^vi lo a lo-
    dos os seus amigos p collegas do Piauhy e Ha-
    rannao pora uuvirem uma missa de rquiem, por
    olmo da Exma. Sra. I. gnacio Antonia Lus
    tosa, s C 12 boros da manhaa, do dio lerca-rei-
    ra 9 do crrente, na igreja do convento de Nossa
    Senhora do Carino desla cidade.
    _- OfTerece-se um menino paro caixeiro de
    loja de tazendas, por ter alguma pralica, ou para
    outra qualqer arrumarlo, pois est ha pouco
    nesta provincia: quem pretender dirija-se
    ruado Encantamento n. II.
    Precisa-so alugar um prelo para serviro de
    caso : no ru dos Martyriosn. .
    \ ende-se na
    loja d. fenag ns,
    commodo :
    Troves je fundo de louco e de qualidades.]
    .1 canoas d" caro iras grandes e pequi nos.
    i mastros para barcaca grandes e pequeos.
    2 folhos poro encollaiiienlo de barcaca
    M
    i
    4s
    PC
    Kjl.Ja
    ofiicia
    iariiihii.
    i?
    Recebeu-se
    limo nai .
    de panno / ii
    menta de marinha
    de encomn.cn.o pelo
    ;ado do Havre uma peco
    .-coro proprio para far la-
    na ra da Cadeia
    Recife ii. 23, loja de Augusto i Perdigao.
    u^^&&&-y&zt&.
    i
    Cuilherme Rouche,
    o Rio de Janeiro.
    Ilambursuez, vai
    para
    i '.
    u
    rencia
    Attenco.
    o
    Roga-&3 a todas as pessoas que liverem ob-
    jeclos para piular na ra do Vigario n. 10, loja
    de pinturas, que osvenhara tirar no prozo de 8
    ! dias, nao se responsobilisondo o abaixo issignado
    lor qualqer estravio que os mesmos levarem.
    visto que se tem de mudar da mcsma loja.Jos
    Antonio dos Santos Pires.
    Furto!
    uma ama paro o servico inter-
    no de uma cosa de pouca familia : quem precisar
    dirija-se ao sobrado do paleo do Carino n. 7,
    priraeiro andar, que ochar com quem iralar.
    Jooo Carlos de Lomos vai ao Cear edu-
    rante a sua ausencia deixa por seus procuradores
    em 1." lugar ao Sr. Francisco Alvos de Pinho, e
    em 2.ao Sr. Manoel Jos de Aguiar.
    Lentos ou copiarnos do Jornal do Commercio
    de Lisboa, de 9 de ogoslo do correle anuo, n.
    20")8. o seguinte annuncio :
    Esioo saldadas as conlas de Antonio Jo: de
    Magalhoes Rosto, para com seu filho Antonio
    Jos de Mogalhes Basto Jnior, por motivo de
    sua legitima.
    Lisboa 0 de agoslo de 1860.
    Antonio J. de M. Basto.
    A. J. de M. Basto Jnior.
    Attenco.
    o
    O abaixo assignado estabelecido com loja de
    calcado na rua uireila n. 7, roga a todas as pes-
    soas que Ihe sao devedoras a virem saldar os seus
    dbitos at*. o da 10 do corrente mez, do conira-
    rio sero os seus nomes publicadas por este jor-
    nal e cobrar judicialmente daquelles que abu-
    sarem. Recife 2 de outubro de 1860.
    Adolpho Ailolpho de \ascoacellos Pimenlel.
    O abaixo assignado pede a todas as pessoas
    que tiverem penhores na rua Direita n. 7, a vi-
    rem tirar no prazo de 8 dias, coulando da dala
    desta e lindando o prozo sero vendidos para os
    seus pagamentos. Recife 2 do outubro de 1860.
    Adolpho Aslulpho de Vasconcellos Pimenlel
    Prova de reconhecmento
    Dores na espadoa do lado
    eMfuerdo.
    Sollrendo eu por longo lempo urnas dores so-
    bre a espadoa do lado esquerdo, sem que livesse
    melhoras cora algn* remedios que Qz, recorr
    afinal s chapas medicinaes do Sr. Ricardo Kirk,
    escriplorio na rua do Parto n. 119, e applican-
    do-as sobre o lugar em que solTria, flquei per-
    feitamente bom era 30 dias ; e em prova de re-
    conhecmento para cora o mesrao senhor, faco a
    presente declaraco.
    Jos Joa juinvda Cunha.
    Rua da Assembla n. 1.
    (Consultas lodos os das, das 9 horas da ma-
    nhaa s 2 da larde.)
    Ao amanhecer dodia 8 de selembro prximo
    possodo, furtaram do sitio do Sr. Tenorio, nos
    Remedios, dous carelios de uma cavallaria do
    Sobral, que alli eslavam pastando, sendo um
    caslanlio bem aberlo do boiso, cora um pequeo
    mar de bosta na cava da cauda, um pedrs in-
    icuo, bera aberlo de cima, e cora a inanha de
    levantar a pala quando se quer ver os denles:
    roga-se a spprehenso dos ditos illusiroda po-
    lica, e qualqer particular, pido que se gratifi-
    ca com 503000 rs. a quera os levar no palco do
    Terco n. 27, segundo andar, a seu dono
    Jos Pereira de Cues.
    A. W, Osborn retratista americano annuncic
    ao respelovel publico desta cidade que elle aca-
    1 ba de receber dos Estados-Unidos da America,
    um esplendido sortimenlo de molduras redondas
    douradas de todas as dimensoes, caixas para re-
    tratos fazeiua muito lina, assira como rece bou
    ura bello sortimcnlo de casolelas de ouro e alfi-
    neles de dito obra prima expressamenle para re-
    tratos. A. \V. Osborn
    2a"?' -.-.--.?....-... ..-;.-; ..;;.i .-i
    S I. Antonia Mana de Sanl'Anna, nao
    @ podendo por outro meio provar osen re-
    & conhecimento pela coadjuvacao que Ihe
    prestaram os Srs. socios e concurrentes do
    Associaconde Succorros Mutuos -e Lenta
    t Emancipaco dos Captivos, a alforria de
    @ sua crio menor semi-branca Mario Norb r-
    ^ ta, cora a quantia do 200; melado de .-cu
    S valor, visto como fez de sua espontanea
    5 voolade cessoo dos oulros 200o em favor*
    do a alforriad, o tiz por ole uieio pro- $8
    ''& testendo-lhes o mais sincero recoohoci- -J
    @ menlo e extrema gralidoo. j
    99^38tt 899$99#9ta
    K.lkmann [roaos & C- ivisam ao
    respeitavel corpo do commercio que
    foram nomeados agentes nesta piuca da
    c*oinpanlna de seguros maiitimos de
    Hamburgo.
    muiiafi
    A pessoa que cura a phlhysica e o pulm5o faz
    ver ao publico que quem quizer servir-se do seu
    prestimo dirija-se a rua do Assuinpeo n. Ls.su-
    jeitaudo-se a pessoa que curo o pena de cadeia
    e tambera suj. lando-so qualqer ura duen'e a
    lomar lodo o remedio que se applicar e a dicta
    necessaria.
    Offerecera-se coslureiras para todo aquali-
    dodede costura : no Iravessa da Concordia u. :JC.
    Jos Joaquim Anaslario fdz
    peilave) corpo do commercio que o Sr. Justino
    Francisco Junquelra, deixou de ser seo caixeiro
    desde o dia 2 do correle mez Recite 5 de ou-
    tubro do 1860.
    Aluga-se uma escrava cosnheira c engora-
    mdaeira : ua rua Nova n. 29.
    Jos Antonio da Silva Jnior, Portuguez,
    vai a Macei.
    sem igual,
    S iperiores cotes de (bita franceza muito fina
    do pa-'res muito modernos, con: cores matiza-
    das muio lindos, de 11 covados codo corte, pelo
    baratissin 2J50O, com muir dii ir-
    sidade de gestos para poder escollo r-se na loja
    do sobrad amarello, n s qoalro canl
    do Queimado n. 29, de Moreira Lopes.
    ^in
    m
    prea
    Continu r-sea mui boa tinta preta pa-
    ra escriplu i garrafas e meias-gan.
    no rua du Imperador n, 1").
    rablico
    Compras.
    Comprase uma parelha de cavallos para
    corro; quem a liver annuncio ou dirija-se a ru
    da Cadeia do Recife, loja n. 50.
    Comprom-se escravos de ambos os sexos
    de 12 a 25 anuos poro se exporlar pora o Rio de
    Janeiro, leudo boas figuras e sodios, paga-se
    boje
    por se achar penhorado por execuco de senien-
    ca que Ihe move pelo juizo municipal da segun-
    da vara, escrivoo Cunha, e.assim quem o com-
    prar perder o seu dinheiro, e s haver com a
    annuncianle. pois faz este annuncio, para nao
    se chamarem a ignorancia. Recife 4 do outu-
    bro de 1860.
    Aluga-se nm sitio na estrada do Monteiro
    lado da sombra, com 8 quarlos, cozinha e cacim-
    ba com bomba e mohos arvoredos de frutos, e
    todo murado : a faltar na rua do Colleglo,
    do Imperador, segundo andar, n. 42.
    Azevcdo Mondes leein para vender em
    seu armazem, no largo da assembla, n. 0, algo-
    dio da Bahia,proprio para roupa de escravo e sac-
    eos de assucar, violto do Porto superior em coi-
    xas de uma a dos duzias, o cera de car-
    nauba.
    Aluga-so uma eacrava que engomma, cozi-
    nha e faz todo o servico de uma casa: na rua do
    Hospicio n. 36.
    No dia 26 de selembro prximo findo, do
    engenho Caet para o Recife, desappareceu um
    r o paz semi-branco, de nome Manoel. idade de
    16 annos, pouco mai3 ou menos, secco do corpo,
    cabellos bem pretos e especado, montado em um
    cavallo russo pombo, capado, descarnado, ceg
    do olho direilo e cauda bastante curia, cora um
    jogo de malas de pregara com pouco uso con-
    lendo em ditas malas diversas pecas de valor,
    julgo-se que dilo rapaz tenha-se desnorleado pa-
    ra as bandas d'Agua Preta, donde alli tem pren-
    les, esse mesmo ropaz quando mais crinnra es-
    levo nos Coelhos, na olaria de Antonio Carneiro
    da Cunha ; pede-se as autoridades policiaes que
    o apprehendam, e mesrao algum particular, o o
    remellam Estrada Nova do Cachang. casa de
    ledro de Assis Campos Cosdem que se pagar
    qualqer despeza que por ventura se faca com
    apprehensao.
    dita
    Precisa-se do um pequeo de 12 a 14 an-
    nos p8ra caixeiro: na rua Direita n. 7.
    Aluga-se o segundo andar do sobrado da
    rua de Apollo n. 30 : a tratar no armazem do
    mesmo.
    proprio para as pessoas que professara a sua arle
    Mr Osborn tambem lira retrates em cartoes de
    visita e era papel de escripia por prego muito
    razoavel: na rua do Imperador priraeiro andar
    cora bandeira.
    Roga-se ao Sr. Antonio Jos da Cunha Gui-
    m a raes que dirija-se a rua larga do Rosario n.
    o8, a negocio que o mesmo senhor nao ignora ;
    espera-se al o dia 4 de outubro.
    Aluga-se uma casa na ilha do Retiro, cuja
    fica ao lado da ponle da Passagem ; tem 5 quar-
    los, cozinha fra, 2 solos, banho ao p da pona,
    o aluguel convida, pois barato, e o lugar ex-
    cellente para passor a fesla : a tratar com Luiz
    Manuel Rodrgaos Valenga junto a fabrica do gaz.
    I DENTISTA |
    1EHiV4M1U:C0. |
    3Ra csticita do Rosario-3 8
    || Francisco Pinto Ozorio continua a col- ||
    9g locar denles arlificiaes tanto por meio ai de molas como pela prcsso do ar, nao
    j recebe paga alguma sem que as obras 5?
    =|g nao fiquem a volitado de seus dono?, m
    X lem pozos contras preparacoes as- mais f
    Jg acreditadas para conserfacoo da bocea j
    ummmm mw^mm^^M
    Precisa-so de um feitor para lomar senlido
    de um sitio a que entenda de planlaco ; na rua
    da Cruz n 4.
    O Dr. Manoel E. Reg Valenga pode ser
    procurado para o exercicio de sua prolssao de
    medico : na rua da Cruz n. 21, segundo andar.
    Precisa-se de um criado para uma
    casa estrangeira, prefere-se escravo : a
    tratar na rua da Cruz casa do$ Srj.
    , Kalkmann Irmaos & C.
    Corapra-so ura violo velho
    no : na rua do Passeio Publico n.
    em
    13.
    Vendas.
    Manoel Joaquim de Oli-
    veira C\ na rua to Cordoniz
    n. 18, le lo para vender :
    Arroz do iMuranlio surerior.
    Gomma em seceos muito fin?.
    FeijSo raj.idinlio do Hio.
    Fumo superior.
    Dito mais baixo.
    Charutos inos muito boa marco.
    Ditos dito para preco barato.
    Arroz de cascaem saceos muito grandes.
    Cerveja marca cobrinha.
    Dita de outras marcas.
    Alhos muito novos.
    Ceblas em resteas e em caixas.
    Batatas muito novas a i$ por arroba.
    Manteiga franceza nova.
    Milho muito bom de Fernando.
    Dito dito da Babia.
    Sabao de diversas qualidades.
    Velas de carnauba misturada.
    Cevada muito nova.
    Avisa-se oo respeitavel pumico que mi go
    7, abre-se uma nova casa de pasto na rua do
    Imperador n. 16, aondese pode encontrar os
    loa peliscos u qualqer hora do dio feitos por nm
    hbil cozii lu i -i como mdo de vacca logo
    s Iros :. ,,-|.i, e lodos no dias
    horas em d q a de aramio e tapioca, e for-
    oere-se conitdoriaa mais barato quo em outra
    parte.
    Exposifao de mam.
    E chegado a eslo loja do Vianna, um riquissi-
    mo sortimento de raetaes de lodos os gneros do
    mais bonito que se pode encontrar, ludo o entla-
    le ao res- Cao de prata ; na rua Nova n. 20, loja du Vianna.
    Cafe a vapor.
    Riquissimo sortimento de mai hias de fazer ca
    te a vapor, approvados na ultimo exposico de
    Paris ; ua ru Nova n. 20 loja do Vianna.
    Bombas de Japy.
    Riquissimo sortimento de bombas de japy' dn
    lodos ostamanhos, os mclhores queso lem ap ro-
    bado era iodo o mundo, pela facilidad,? que d o
    lirar-se agua ; na ru Novo n. 2o, luja do Viaa-
    ua.
    Cantas de ierro.
    Ii! [uisssimo f : i de i amas de U i ro
    mas, e para coho por preco commod i
    Nova n. 20, loja do Vianna.
    V*ende-se uma pequea casa terreo e um
    [ara ca-
    sa ; ni praia de S. Jos n. 1. casa que (ico deser-
    ta das outros e fica junto dos cstaleiros de cons-
    trueces : a Iralar njo Largo da Itibeira n. 1, ven-
    da da esquina da rua de Santa Rila.
    i\S a 3$ a sacca.
    Arroz coro casca tendo o moior paite pilado
    proprio para galinhis e cavallos ; no Caes do Ha-
    mos n, 6.
    Livro religioso.
    Contend) : o modo utilissimo para se rosar a
    corda sersphica ; o noticia histrica do nova me-
    dalha, e observacoes sobre as indulgencias appli
    cadas i me'dalha chamada milagrosa ; a corte ce-
    leste ; bendito Santo Cruz ; novena e versos
    mu glorioso Senhora Sinl'Anna; novena,olficin,
    salve e versos nossa Mili Sanlissima Senhora do
    Carmo ; versos ao coracao de Naris ; versos
    Santa Luzia : drsma sacro deSantoAnlonio.com
    dous sermios : versos ao mesmo santo versos
    oo gloriosos. Joo Baptista, com lidainha ; ador-
    nado de muias estompas e ricas vinhelas e mui-
    to bem encadernado : pelo diminuto preco do
    tGOO rs. cada um : na rua da Imperador nu-
    mero 15.
    Veude-se uma casa lerroa na rua da Ale-
    gra n. 20 : a Iralar no rua do Qucimado u. 52.
    Francisco Ignacio Tinouco de Suuza, vai ao
    Aracaly.
    Vende-se bai.ha em latos a 480 rs. a libra :
    naberna da rua das Cruzrs n. 6.
    Vende-se uma boa casa ierren em chao?
    proprios, na rua de Santo Amaro n. 12 : trala-se
    na rua do Crespo nL 14.
    bem : quem levar ou inculcar na rua Direila n.! terreno junio a mesma ja com alicer
    66, escriplorio de Francisco Malinas Pereira
    bom esta-
    Rciogios
    p
    Suissos,
    ImperatrZ EUffene EracasadeSchaneitUn&C, rua da Cruz .
    Recebpu-se nnvn nriim0ni a c < i Tende-se um grande e veriado sorliraento
    para senhora "araneratr?z*K,? JVDfelte8 f d.G re,0g0S de alsibeira "^isontaes, roien.es.
    para sennora u imperalnz Eugenie # | chronometros. meios chronometros de ouro. pra-
    LOja Tle maFmOre. i ,a. "rada e foleados a ouro, sendo esles. relo-
    k 4.^. 8's dos primeiros fabricantes da Suissa, que
    1 il| ffflg C i vendero por precos razoaveis.
    se
    .


    (6)
    DIARft) DE PEBWABBUCO SABBADO 6 DE OTBRO DE 1860.
    Clicgueiii ao barato.
    l.cilc & Irmho, na ra da Cadeia do Recite n.
    48. v.ndem chita franeeza, cores fixas, a 240, 26l>
    c 3b0 rs. o covado, ditas cslreitas, cores lixas, a
    200 rs., pocas do madapolao com 20 varas a
    3#00. 4$, 43200, 43000. 43800 e 5^500, e multo
    lino a ,, pecas debrelanha de rolo com 10 varas
    i 2, cassa prela muilo tina a 6O a vara, incias
    de seda de peso para meninos a 2;500 o por, lu-
    yas .' camurga para montara a 2J500, toalhas
    de linho para mesa a 3j!, meias cmas inglezas
    muilo superiores para homem, merino verde e
    1 cor de caf com 6 palmos de largura a1$ o cova-
    do, bandos do crina a 1200, corles de cassa chi-
    ta de huios desenhos e cores fix.is a 2J100, brim
    trancado do linho todo prelo, fazenda milito su-
    pec ir o que nao disbota a 20 a vara, pannos de
    mesa a j, chapeliiias modernas para enhora,
    paletols de alpaca a 5 mira do algudao a l-j2t0, ditos de casenrira a' 4J,
    ditos do uioia casomlra a 28, mussellna branca
    11. : o Una a 300 rs. n covado, sabonetas inglezos
    muito superiores a l$600 a libra, brim Iraucado
    branco de linho muito lino a 1J500 a vara, lar-
    latana branca ede cores, pecas do cambraii lisa
    com 12 viras a 4~so 1, ditas transparente cara 10
    varas a 2G)0,3, 48600 e 6, cobertaa do chita
    de lindos desenlios a 28, lia do quadros para
    ve.-', los a 500 rs. o covado, o onlras militas ta-
    zendas que se vendero por barato proco, e a ludo
    se dar amostras com penlior.
    Vende-se una mulata ou aluga-se : na na
    da Sen/ala Velha n. 136, entrando pelo becco
    do.ra; ini.
    $fl : :** &:;;$ S @8-;
    A distincta eorpQra^o
    acadmica.
    2 Recebeu-se charutos ero macos de fu- *f
    t' tro bavano, fabricados to Rio de Janeiro @
    a 68 rs. na

    fe
    @ g5g i : .; :-.-f:'.::;3SS
    C^' Rece.beu-se novo sortimenlo do vest-
    la de cores, ultimo gosto na
    I Loja de marmore.
    i :- 9999 &$
    $ Rece-bou-?? novo sortimento de vesii- @
    i-.; dos de phanthasia, ultimo gosto na @
    @ COr) *''* loar-moro
    {:' Receben-:,-' novo fortnenlo de vestidos Ci
    ancos do cambraia bordados, ullino gos- @
    lo na S
    Loja le marmore. 8
    ( -.- ? f -. -;:'' =>. : ja
    W ...... ... ... -, _. _, :, j :> ?v j> t*7
    Q Ruceueu-se novo sortimenlo demonio- @
    r; lele.?, capas, ronds de velludo, grosdena- 3~
    i, ;ie#, lil e raiubraia, ultimo gosto ua 53
    jj Loja de marmore. 1
    :. ..: -;- ;::-:r;'--': i '-;:1
    $. Rerebeii-se ovu sortimenlo de cha- j
    , i palha d'italia e de seda para se- ;
    c' : li ras na Q
    | Loja do marmore.
    <; Recebeu-se novo sortimenlo de sedas @
    ; .1, para vender a covado, de tod is Q
    9 cores, sos e labrados ,'.,"
    Loja tic ni,armo re. g
    g@ i :'' s@ : $$ &&
    f.; R i'. u-i n ivo irl ment i vest- 3
    Vendc-se
    um carriiiho do 4 rodss c com 4 assentos, para 1
    c 2cavallos, com arreios soniente p novo : ua ra rvova, cocheira n. 54.
    Venle-se um excellento cabriolet e tani-
    bem uru cirro de 4 rodas : na ra do Arago
    numero 37.
    Sebo e graixa.
    Se o coado e graixa em bexigas : no armazeni
    u Tasso Irmaos, no caes de Apollo
    CAL DE LISBOA,
    nova e muito bem acondicionada : na ra da Ca-
    deia do Recife n. 38, primeiro andar
    Chcguem ao barato
    L0J4 !M) VAPOR-
    Grande e variado sortimenlo de calcado fran-
    cez, roupa eita, miudezas finas e perfumaras,
    ludo por menos do que em outras partes : na lo-
    ja do vapor na ra Nova n. 7.
    Tachas para engenho
    Fundico de ferro e bronze
    DB
    Francisco Antonio Correia Cardozo,
    tem um grande sortimento de
    tachas de ferro fundido, assim
    como se faz e concerta-se qual-
    quer obra tanto de ferro fun-
    dido como batido
    Em casa de N. O. Bieber & Successores, ra
    Saunders Brothers 4 C. tem para vender em
    eu armazem, na praga do Corpo Sanio n. 11,
    ilguns pianos do ultimo gosto, receutimente
    chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
    bricantes J. Broadwood ASons de Londres.
    nuito urourios a ara este clima.
    O Pregui.aest queimando, em sua loia na' :'cJuz vende-se :
    ru3 do Oueimado n 2 Cliampanha marca Farre & C urna das mais
    ' acreditadas marcas, mui conhecidas no Rio de Ja-
    neiro.
    3
    Vinho xerez em barris, cognac
    caixas.
    Vinagre branco e tinto em bariis.
    Rrilhanes de varias dimensoes.
    Ivher sulfrico.
    Gomma lacre clara.
    Lonas, brinzaos e brins.
    Ac do Milo
    Ferro da Suecia.
    Algodao da Babia.
    ::
    oe marmore.
    > > ..-v <-.* T\ T> '.* '
    Peca? de brelanha de rolo com 10 varas a
    2$, casemira escura infestada projiria para cal-' Vinho xerez em barris, cognac em barris c |
    ca, collete e palilots a 960 rs. o covado, cambraia
    organdy de muito bom gosto a -480 rs. a vara,
    dila liza transparente muuo lina a 29, 45, 55,
    e G? a pecaglila lapada, com 10 varas a 5U e
    C3 a peca, chitas largas da mo lernos e escolhidos !
    padroes a 240, 260 e 280 rs. o covado, riquis- '
    simos chales de merino csiam|ado a 79 e 85, '
    ditos brdalos com duas palmas, fazenda muito @?i^^i:J^S: S@5@Se
    -delicada a 95 cali um, ditos com urna s pal- 'f v rn1-US,T"1? ?ARA VENDER. @
    . e o-n,v i- i- 9 t,n rasa de '- Laurmee, ra da cadea 58 i
    ma, muito linos a S3>oO), ditos lieos com fran- ; .^ n. 5'J existe ntn lustro para igreja ou para f|
    jas de sed3 a 5S, lenco? da cassa com barra a 5 meia sala, com 18 luzea a "velas, a pera n l
    100, 120 e 160 c,da um, mutas muito finas pa- m,i3 b""iia e mais rica que tem vindone's- 0 |
    a 35 e 3*500 a duzia, chitas francezas" de ricos *'^^^^S ?
    desenhos, para cobsrtut 280 rs. o covado, chi-
    tas escuras inglesas a 58900 a poca, e a 160 rs.
    o covado, brm branco do puro linho a !;>,
    13200 e 1 600 a vara, dito preto muito encor-
    paioa 15300 a vara, brilharuina azula 400, rs.
    o cova.lo,-alpacas de differentes cores a 360 rs. o
    covado, cesemiras prelas finas a 3tf500, 3? e
    35500 o covado, camhria preta e de slticos a
    500 rs. a vara, e oulrasmuilas fazendas que se
    far patente ao comprador, e de todas se daro
    amostras com penhr.
    $?.<
    Tilia /lo ntavmeivo ra sen,lora a ^ a duzia, ditas de boa qualidade
    Lilil L Illa) IIWIC o*., i*^n h,, Kti. fMHM... ^ .:-.
    Na ra do Queimad > u. |
    46,frente amarella
    Sortimenlo completo do sobrecasaca de a
    panno prelo e de cor a 253. 28}, 30 a j
    35, casacas a 283. 30j eSj. pslit.itsdos "a
    mesmos pannos203. 22J o 25$, ditos de
    casemira de cor a 16 e IB-5, ditos sac- 3j
    eos das mesmas easemiraa modelo ingles 'C
    ui a ti casemira Pina a 109, lJyv I \r e 15j, ditos '"?'
    rOO'OPQ PPAIiniTlI- ? saceos de alpaca proln a 4$, ditos sobra j
    i U^UC3 V/L/UilUlIJl & lino de alpaca a 73. 83e9$, ditos dme- f
    y ri setim a 10, ditos de merino cord.io 3u
    alOfe 123, ditos de sarja preta trancada i
    Jg saceos a C^. ditos sobrecasico3 da mes- S
    9 ma razenda a 83, ditos de fuslao de cr e l
    HEllEDlO INUMPAKAVa.
    UNGENTO HOLLOWAY.
    Milharesde individuos de todas as nac6es p9-
    lem testemunharas virludcsdeste remedio in-
    comparavel e provar em caso necessario, que,
    peio uso que delle flzeram tem seu corpo e mem-
    bros inteiramente saos depois de haveremprega-
    do inutiimente outros tralamentos. Cada pesoa
    poder-se-haconvencerdessascura maravilhosac
    p-jla leitura dos peridicos, que lh'as relatan,
    todos os dias ha muitos annos ; e a maier pan
    dlla sao to sor prndenles que admiran. 0I
    medico mais celebres. Quanias pessoas recos
    braram com este soberano remedio o uso de seu
    bracos e pernas, depois de tor permanecido lon^
    go tempe-nos hospitaes, ondo de viam soflrer
    amputacaol Dolas ha muitasque havendo dei-
    xado esses asylos de padecimentos, para sena
    submetterena essa operaeo dolorosa foram
    curadas completamente, mediante o uso desse
    preciosoremedio. Alguuias das taes pessoa a
    ent'uso de seu reconhecimento declararam es-
    ^ii7An^lan a ,iLr. ^ \ n- \le resultados beneeos diante do lord corr -
    I (IZCilfillS C 0DF3$I6Il i carem sua urmaliva.
    Ninguem desesperara do estsdo de saude sa
    livesse bastante confiases para ensaiar este re-
    medio constantemente s'eguindo algum lempo o
    i mentratalo que necessitasse a natureza dointi,
    I cujo resultado seria prova rinconlestavelmente '.
    ! (Joe ludo cu ra.
    : O uusueuto e
    I arme ate nos
    : Alporcas
    Caimbras
    'Callos.
    45-- Ra
    Direita4S
    GIUS8E SORTIMENTO
    DB
    HA
    DE
    eos.
    Fogoes econmicos americanos, os molhnres
    que tem vindo ao mercado, nao s por cozi
    rem em mniade do lempo de qualquer nu
    como por nao gasta rem urna terca parte da 1
    eslao-se veodendo or melade do sen valor, 6 5
    ' approveitar a occasiio. Carante-se n boa qnali- -
    i dade e bom travado dos mesmos : vende-se na \e
    I fundico da na do Brum n. 28. loja de ferragens' |
    i da ra da Cadeia do Recife n. 64.
    inha- vg 1)ra"co a *# ^JJDJ e 53. colletes de ca- M
    nitro seraira de cor e preto a 5J e 6j, ditos de *?
    enha;' i? merinf> prelo para luto a 43 e 5J, dito< }J
    de
    9
    ;osi i na
    marmore
    g
    s prclis, ultimo
    | Loja Me
    :::" .': % :..:".
    f neroli u-se novo sortimento da bournus *-:j
    ira sabida de thealro, e para passeio na
    Loja dt; marmore. 1
    ._ g .._ :..- a m^ &-m%
    Recebeu-se um. completo e variado :.>.
    i monto em cores, de- franjas, grades, 1%
    \3 Olas para enfei'.es de ves.;- |
    iv i los, ultimo gosto na Jp
    i Loja de marmor-i. %
    llecebeu -se novo s irtiuienlo Je il- |
    3 jado p ira senliura ua '.':
    Loja de marinore.
    :' n ceb 'i -se novo surt n d i t" en '*
    s ;> ra senhora, ultimo g >-to na M
    L')jn de marmore ':'
    " ~' iM*f9S
    i ebeu-s nu suri un nfo do ve- ;?
    i lalana ui in :os bordados ni ^
    U Loja (<: marmore.
    '. c 'i""i---.....sortimenlo de india- 8
    '^JX;' fe*9*i
    MA-'-, i. p^
    Neste armazem de molhados con-
    inua-se a vender os seguiotes seeros abaixo mencian.idos 'le superiores qualidades e mais barato W*
    do que era outra qmlquer parle, por seren a maior parle delles recebidos em direilura por couta S
    dos proprietarios.
    Velas de s\>cvmacclc
    emcaixacom 25 libras por lj relalho aGOrs. a libra.
    MaiUciga y^ara tempero
    perfeilamento em bom estado vende-se em barril a 1S0 rs. c a relalho a 200 rs. a libra.
    Manteiga inglexa e franeeza
    perfeitamente flora mais nova que tem vindo ao mercado de 550 a 800 rs. a libra em barril
    se ara aigum abatimenlo.
    Queijos (Vamengos
    muito' novos recentemente chegados no ultimo vapor da Europa de lg700 a 3 e vista do- gasto
    que o freguez fuer se far mais alguzo abatimenlo.
    Qae\o praio
    os mais novos queexistcmnorac-rcasjoa 18 a libra, em porco so far abatimenlo.
    \meix.aa iraueezas
    em latas dp 1 1^2 libra por 13500 rs., e em campoteiras do vidro contando cada urna 3 libra
    por 331)00.
    M.wslarda iftglezae frauceza
    em frascos a 610 rs. e em potes franeeza a 800 rs cada um.
    Yerdadeiros ligos ae comadre
    -o caixin'.ias d 8 libras elegantemente ettfeiladas propriaa para mimo a 1^000 rs.
    Ho\aelii\\\a ingleza
    mais nova que ha no mercado a 210 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por 4$.
    Potes \Vdraaos
    -; i s lisos, tazen- ,| de t fg libras ptoprias para manteig oo oulro (ual-juer liquido d 400 a 13000 rs. cada um.
    de velludo prelo de cor a 93 o ll>3. ditos
    de gorgurao de seda a 53 e 03, ditos
    brim branco e de cor a 2*5^i;> e 33, caicas <*
    de casemira de cor e preto a 7g. 8$, 0? %
    e IO3, ditas para menino a 63 e "3. ditas ^5
    de merino de cordo pira nomcm a 55 o i
    63, ditis de brirn branco a 5} o 63, ditas o)
    ditd de cor a 3}, 33500, 4 5 e 53. e do *
    todas estas obras temos um grande sor- -,?,
    g lmenlo para menino de todos os tama- r
    ribos; camisas inglesas a 363 t duiia. Na a
    niesma loja ha palelots do panno prelo ^
    para menino a 1 i, 15j e I63. ditos de g
    casemira para os mesmos pelo mesmo ^
    preco, dilos do alpaca sarcos a 33 e \H
    330OO, ditos sobrecasacos a 53 e 63 para /
    os mesmos, calcas de brim a 2350'), :js i> ^jj |
    J.;")!)!, palelots saceos de casemira de cor &
    a 6j o 73, toalhas de linho a 80J c I; ca- (S; gir d
    da urna. A-y
    No mesmo eslabelecimento mandi-so ^?-
    apromplar tillas as qualidades e obras 3*
    tendentes a roupas feitas.era poneos lias, \%k
    que para esso fm temos numero snf- ^!
    Ilciente de peritos oOlciaes de alfaiatos ^'
    rgidos por um hbil raeslre de. seme- *J5
    Ihante arle, ftcand os dorios do eslabe-
    lecimento reapoasaveia pelas
    an :e res.
    Cortaduras.
    U'jres de cabeca.
    das costas.
    los membros.
    Eatermidades da cutis
    emgeral.
    Ditas anos.
    Brupces e escorbti-
    cas.
    Pistulasno tbdomen.
    Frialdade ou falta de
    calor riis extremida-
    des,
    leira.
    Gengiva escldalas.
    I chacoei
    Inflammag&e doflgado.
    uti!, mais psirticu-
    seguihtes casos.
    int'.ainmaeao dabexiga.
    da matriz
    Lepra.
    Males das pernas.
    dos peilos.
    de olhos.
    Mor "duras de reptis.
    Picadura de mosquitos.
    Pu lines.
    Quoimadelas.
    Sarna
    Supurarnos ptridas
    Tinha, em qualquer par-
    t- que seja.
    rremorde ervos.
    Unirs na bocea.
    do ligado.
    da-s-articularse*.
    Veas torcidas nu noda-
    das as pernas.
    lOflOCO
    9^000
    opoo
    6^-000
    C$000
    5jcco
    5(00
    venle-e este ungento no estabecimento
    geralde Londres n. 224. Sirand. e na loja de
    lodos os boticarios droguistas c outras pessoas
    eucarregadais de sua venda em toda a Americc
    do snl.ila vana O Hespauha.
    en le-se a800 rs., cada bocetinha contm
    urua mstruccao em prluguez para o modo de
    fizer uso deste ungento.
    O oposito eral era casa do Sr. Soum,
    pharmaceUtico-, na roa da Crun. 22. em Ter-
    na nihuio.
    Vende-se uro terreno com 105 pahnos de
    frente e 300 de fundo, lulo atrralo e como)
    palmos de caes j Tolas, muito proario- para n-l-
    le se estabelecer reliua^-is, pallaras ou fabrica
    d*qualquer naturezi, 111 ruado Urum. birro do
    Recife, junto a finrica da funlicao de ferro, lu-
    _nsdo para taes estabelec-mentos, cujo
    terreno se vende por junio ou em lotes de '.ti
    palmos cada um : na ra de Apollo, armazem
    numero 38.
    J
    Relogios.
    /5>
    mesmas ty
    m
    Vende-se em casa de Johnstou Pater & C, ra
    do Vigario n. 3, um b-oUosortiniento dorelogios
    de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
    obras ale a sua- entrega. BI nrados fabricantes de Liverpool; tambe urna
    WSt 3iSr5$ *4$'&''-3Q* Vende-se urna preta recolhida com urna cria
    sendo o motivo da venda a mesraa cria ; cosiuha
    enzomma, cose e tem todas as mais ha-
    bilidades alo ser boa enfermeira : na ra da Ini-
    peratriz n. 9, segundo andar.
    I Casa eom sitio. 1
    Vende-se n casa, do corredor do Dispo JiJ
    fpinto
    e vinho coa 44
    g?aos.
    Vende-se espirito de vinho verdadoirocici 44
    gratas,chegadoda Europa, as garrafas oas ca-
    inda* na ra larga do Rosario u. 36.
    Este estabelectincnto oTerece ao pu-
    blico um bello e rico sortirr.ento por
    precos convenientes, a saber :
    Homem.
    Borzeguins mpenaes.
    Uitos aristt cratiecs......
    Burzeguins moscovia (prova de
    fugo e d'igu;.........
    Ditos democrticos......
    Mero borzeguins patente. .
    Sapa toes nobrera.......
    Uitos infantes....., -
    Ditos de linha ( 112 balerias).
    Uitos fragata (sola dupla). .
    Sapatos ce salto (do ttm). .
    Ditos de petimetre......
    Ditos bailarinos........
    Ditos impermeaveis......
    Senhora.
    Borzeguinsprimeir classe(sal-
    to de quebrar).......
    Ditos do segunda cla*se{quekra
    cambada). ..,...,.
    Ditos todos de merino (salto
    dengoso).........
    Meninos e meninas.
    Sapa toes de loica. ...... igf.Cd
    Ditos de arranca........Ss&OO
    Boizeguin resistencia 4$ c 3^800
    Paleo de S. Pedro n. 6, arma-
    zem de gneros seceos e
    molhados.
    Vcnde-sc
    2^500
    SgOOO
    4800
    4$500
    e neste novo eslabelecimento sacres
    com farelo.de Lisboa, farinha de manditca, mi-
    ..o, fejao mul=ftir,ho e preto, gomma de n.andiu-
    ca, arroz de casca e dita do Uaranhao de supe-
    or qnahdade.doce da cojea da goiba, vinho do
    Perto em gairafa do melhor que poda haver no
    mercado, manteiga ingleza e franeeza. banho de
    porro emlatas, bolachinhas de seda de todas as
    qualidades, cerveja prela e branca da melhor
    marca, queijns fia mongos fraseara, conservas in-
    glezas .' os mais gneros que se venden porment s
    preco do que se vende i ni outra qualquer parle.
    Cambraia organ-
    dysa3fi0o corado.
    Vende-se na na do Crespo, loja n. 8, de qna-
    tro portas-, cambraia francesa ergandv's a 360 c
    covado, para acabar urna factura ; assim como
    boas chitas francezas a 240 e 3O rs., fazenda a
    lindos padroes e cores fixas : d.r;o- se maostra.
    SYSTESA MEDICO DE IJ0LL0WAY.
    P1LULAS HOLLWOYA.
    Esteinesiiniavel especifico, comprfto Inteira-
    mente de hervas medicinal'?, nao-cuntcni n.er t
    rio.nemalguma outra substancia dt-lectera Br
    nigno mais tenrainfancia, e a compleioao mai.-
    deheada igualmente prompto e segu o para
    desarreigar o mal na compleicaomais robusia ;
    inteiramente innocente em suasopeacoes e ei-
    tos ; .os busca e remore as doen.-ai'de qual-
    e nnszes
    @ que lica ionio a lenda deerreiros, com \ \\n.A u l^n r. i j [VaVQ ti h 9
    @ palmos de freii'.e. e 75 de fundo com 3. | tllfi id Otl YLtXl ti ^U* rl ll.Q
    % januius.ir f.ci.ie e pon.iu do ludo com so @ Vende-se em casa de S V. Jonhston iC.va-
    ^ tao na frente da niesma largura, eSjanel- :5
    Jg; las com urna sala no sotao c i qoarlos e @
    jfj 2 sala em liano e tres quartos cozinha fo- @
    gl ra estribara e 1 qoarto para escravos, todo \%
    ^ murado, cacimjia de ba agoa lendo o ler- ?
    ^ reno mais de 180 palmos de frente o mais jjg
    m de 100 de fundo com um terreno pira a jn
    g ra do Pires com 100 palmos de frente e .a
    y mais de 201} de fundo proprio para se edi- -a
    i;j fiear loJo plantado de arvores frocli- -.;
    i.oj di mrtrmore.
    -
    -
    le is de san i ilo m
    ...
    It^ccbeu-se novo sortimenlo d-; bra- >j|
    el'- de san i do m |
    Loja de marmore.
    o-se
    novo
    na
    sortimenlo d.-
    e- |
    es de sndalo
    Loja de marmore.
    '
    i, '. u-se bonitos gros e l.y m par
    i o la ao ca ad < n )>-,! [,:i V.
    L<)j.i gj l-' l>- u novo Eorli'nenio de so- ;'
    colleles
    ty. i isa is, : aletnts, calcas,
    ', col -ado (i-; Melles <>
    Loja i!
    ". 5 g?M
    . '.i n ivo s iitimenlo de cha- .<>;
    le castor prelo c branco e de sede na i':
    Loja de marmore.
    a;aa*gg 7 ." saa comamendoascobertas,-sonl
    ..... I |..... 3WW para conservas, charutos dos
    Veade-se bmln
    o 1
    le marmore.
    NO
    Armaxem (e fazcudas.
    Rua d<> Queimado numero 19.
    A 1$S()0 rs.
    L-ncoesde linho Tinos a I5SQO rs.
    A \H:M rs.
    Cuberas de chita grandes gosto chines.
    A !|400 a.
    V. idapolio infestado com 20 varas.
    A tf&OO rs.
    Cambraia branca lina de salpicos com 8 1|2
    var:-.
    A ^faOOr.
    Ver la leira pechtncLa de chale? do merino es-
    lampa Jos c lisos, granles e muilo finos
    A 220 e 200 rs
    Chitas francezas largas core? fhas c escuras.
    A 900 rs. a vara.
    Brim trancado alvo com 8 palmos proprio para
    toalhas so se vende neste eslabelecimento.
    A idj t b|300 a peci.
    Cambraia lisa fina com 8 1(2 varas.
    A 560 rs. a vara.
    Cambraia preta ejom pintas brancas muilo fina.
    A*500 rs. a vr.ra.
    Ca'iibraia de cores muito fina miudmhas.
    * :>.; a duzia.
    Lencos branen? para algiheira.
    A G00 rs. a vara.
    Algodo monslro proprio pafa lencocs.
    A mVia pataca.
    Chita miudinha pelo barato preco de 160.
    Xmeiuloas coaeat\as pro^rias para so?\es
    \ft S Joao
    3 lg .1 libra e cm frasquinlms, contendo 1 1(2 libra por 2j.
    Cih preto, \\yson e pcrola
    o melhores que ha neste mercudode l;600,2 e 5500 a libra.
    Macas cm caix\n\ias t\c 8 Vibras
    contendo cada urna diferentes qualidades a 49500
    Palitos de 4eutes \\c\\ados
    > v molhos cara 20 maciuhos coda um por 200 rs
    rijo\o francez
    propriospsra limpar faca a 2)0 rs.
    Conservas \ng\ezas c raiieezas
    emlatas e em frascos de differentes qualidades
    !r*rcsYii\tos, cUom ^as epaios
    o mais novo que ha*neste genero a 480, 60 e 720 rs. a libra.
    Lillas de bo\ac\imYia de soda
    de lifferentea [ualidades a lJGOO cm porcao se far. algum abatiraent
    Tambem irendem-se os seguAtes gneros ludo recentemente che"ado e de uperio-
    res (ualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chourira muito nova.narmelada do mais afamado ta-
    le tomate,perasecce.pas'as.'ractasemcalda, amendoas. nozes, frascos
    onfelles. paslilhasde vanas qualidades, vinagre branco Bordeaus.proprio
    Jos melhores fabricantes de S. Flix, nicas de todas as qualidades.gora-
    namuilofina, crvilhas francezas,champagne das mais acreditadas marcas cerveias de dilas
    spermacetebaralo.licorestrancezesmuilo linos, marrasquino le ara, aseiledce purificado azeh
    tonas muilo novas, banha de porco refinada e outros muilo gneros que encontrarao tendentes
    iricante Jt
    a
    feras como larangeiras, sapotizeiros, ja- e
    l'ieirasa, figueiras, pinheiras, coqueiros, *
    ._>, goiabeiras, fruta-pao, parre
    ;:>
    i
    que tas de lustre para corros, sellins esilhes in-
    glezes, candeeiros e casticaes bronzeados.l o-
    nas inglezas, fio de vola, chicote para carros, e
    montana, arreios paracarro de um edou3:aval-
    os e relozios d'ouro patenteinsleze
    Rival seiH seffHBdo.
    o
    II
    mais arvores de fruclo e fl
    rua da M.tlm da '.toa-Vista n. 51 taberna.
    -. -->'.-".:- v, k* f* **. ?. >. *:> As .-r> '.- '- <-
    rj.- :.':> x-j. .--. -<.-.:.:.-> <:> ... ;
    Accidentes epilpticos.
    Alporcas.
    Ampolas.
    Aretas (mal de).
    Asthnla.
    Clicas
    Convulsoes.
    Na rua do Quaimado n. 55. defronte do sobra- "".l;;'"lde *-
    lo novo, toja de miudezas de Jos de Aseyedo Debili'dade ou alta di
    tesartigos torgas paraVu.lquer
    ka---------
    Caixas de agulhas francezas a 12!) rs.
    Sapatos de tranca de algodn a lj>.
    Cartas de alflnets finos a 100 rs.
    quer especie egro por mais anteas
    que sejara.
    Entre milhares de pessoas curadas com este
    remedio, multas que j esiavam as poras d.
    morte, preservando em seo uso: conseguirn]
    recobrara sande e torcas, depois de haver tenta-
    do intilmente todos os outros remedios
    As mais affl:tas nao devem entregi r-.'e a df-
    sesperacao; facam um competente er.sa o dos
    efficazeseffeitas desta assombn.sa mrdici-a e
    prestesrecuperarao o beneficio da saude
    Nao se persa tempo em tomar este remedio
    para qnaiqner das seguiDtes enfern idadw:
    ras.canileiras e i ^*u ( Silva, ha para vender os seguini
    ores, a tratar na S ; abaixo declarados
    \iudern-se carros de -i rotas com bols,
    i-, i t.spellios de co.omnas madeira brenca,
    " l $440.
    Phosphoroa com caixa de folha a 120 rs.
    mansos, proprio* para carregar gneros
    fandega ou assucar r!a estrada de ferro e trapi-
    ches-, na rua do Apollo, armazem n. 33.
    1 Cimento inglez.
    rs.
    -'ti Para collar vidros, louca, tartaruga, Sj
    ra.iriiiu etc.chegou urna pequea porcao ^
    & dcsle cimento ja muicanheciJo nesia'ca- '
    ^ pitale se rende nicamente na casa de ?.?
    *7* Augusta & Perdigan, na ruada Calca do ^
    ll-cife n. 23, a 2-> cala v.dro diuheiro s
    *-i vista. O amadores devera quanto antes 55
    * pr iver-se delle. j&
    m^^^s^ %&%& mmm i
    Na fabrica de caldeireiro da roa Imperial',
    junio a fabrica de sabo, e na rua Nova, loja de
    ferragens n. 37, ha urna graode [lorcfto defolhas
    de zinco, ja preparada para telhados, e pelo di-
    minuto nreco de 140 is. a libra
    s^S 3?5 3i^ ^ ffjM_ te


    ':' J':"v '.''~^''
    s x*j. jas& \a %y y^s %
    55
    molhados,ponsso promellem os proprietarios vendorempor muilo menos do queoutroqualquer 1
    promelem mais tambem sorvirera .aquellas pessoas quemandarem poroutras pouco pralicas como'
    'ieS4im tiessoalmenle ;rogam tambem a lodos OS sanhore de engenho e senhoreslvraores I
    queiram mandarsuas encommendas no armazem Progresso aun se lhesaffianca a boa aualidade
    o acmlicionamento
    J
    Relogios patentes.
    Estopas.
    Lonas.
    Camisas inglezas.
    Teitos para camisas,
    Tiiscoutos
    Emcasa de Arkwight 4 C, ruada
    Cruz n. 61.
    Botica
    Defronte do becco da Congregaciolctreiro verde.
    Casacas de panno preto a 30#, 35 e 40^000
    Sobrecasacas de dito dito a 3$0'J
    Paletols de panno pretos e de cores a
    20, 25, 30fi e 353)00
    Ditos de casemira de cores a 155 e 225000
    Ditos de casemira decores a 7S e 1290(0
    Ditos de alpaca preta golla de velludo a 120000
    Ditos de merino selim prelo e de cor
    a 8{> e 9-3000
    Dilos de alpaca de cores a 3*500 e 55009
    Ditos de alpaca prela a 3$50O, 5*. 7 e 9-J000
    Dilos de brim de cores a 3*500,4*500 e 53000
    Ditos de bramante de linho brancos a
    4*500 e 6*000
    Calcaslecasemira preta ede cores a
    9#, 10jJ e 12*000
    Ditas de princeza e alpaca de cordao
    oretos a 5$O0C
    Ditas de brim branco e de cores a 2*500,
    4S500 e 5*000
    Ditas do anga de cores a 3*000
    Ditas de casemira a 5J50-J
    Colletes do velludo decores mu i (o fino a
    Dilos de casemira bordados e lisos pre-
    tos e de cores a 5*. 5*500 e
    Dilos de setim nreto a
    Dilos de casemira a
    Dilos de seda branca a 5J o
    Dilos de gnrguiao de seda a 5S e
    Ditos do fustao brancos e de cores a 3$ e
    Ditos de brmbranco e.de cores a 2* e
    Seroulas de linho a
    (litas de algodao a 1*600 c
    Camisas de paito de fustao brancas e de
    cores a 2*300e
    Ditas de peito CDunhos de linho muito
    finas inglezas a duzia
    Ditas de madapolao brancas e de cores
    ' a 1*900. 2* o
    Ditas de meia a 18 e
    Relog'os de ouro patenten orlsontaes
    Ditos de prata galvanisados a 25* e
    Obras do ouro, aderecos, pulceiras e ro-
    setas
    10*000
    6*000
    5J1000
    3S500
    65)100
    6*000
    3*500
    ggson
    2*500
    2*000
    Bartholomeu Francisco de Souza, rua larg.a do
    Rosario n. 36, vende-se os seguintes medica-
    mentos :
    RobrAfTecteur.
    l'ilulas contra sezes.
    Ditas vegelaes.
    Salsaparrilha Brislol.
    Dila Sands.
    Vermfugo inglez.
    Xrope do Rosque.
    Pilulas americanas (contra febres).
    U iguonlo Ilolloway.
    Pillas do dito.
    EUixir anl-asmalhico.
    Vidiosde bocea larga com rolhas, de 2 oncas
    e 12 libras.
    Assim como tem um grande sortimenlo de pa-
    pel para forro, de sala, oqual vende a mdico
    pr eeo.
    Vcndem-se libras sterlmc, em
    casa de N. O. Bieber & C. : rua da Cru*
    n. i.
    frascos de macass uerula a 20 rs.
    Duzia de lacas e garios muito linos a 3;o00.
    Clcheles em carlao de boa qoalida le a 40
    Caixas de clcheles batidos a 60 rs.
    Caixas do obreias muito novas a 40 rs.
    frasco de oleo de babosa o 500 rs.
    Dilo dito para fazer cabello corredio a 800 rs.
    Sapatos de la a para enancas e200 rs.
    Paros de meias para meninas a 240.
    Pares de luyas de fio de Escocia a ''20,
    Masaos de gira ipas muito loas a 4U rs.
    Agulbeiros le marfim a 160 rs.
    Caivetes de (aparar penas a 100 rs.
    Graratasdeieda muito finrs a600-rs.
    Testouras para costura muilo finas a 500 rs.
    Ditas para unhos n 5li0 rs.
    Pecas de franja de laa com 10 varas a 1g.
    Pegas de tranca de la a com -10 varas a 500 rs.
    Fellho para enfcitar vestido (pe^a) 1*.
    l.inhas Pedro V, carlocom 200 jardas, a 60 rs.
    Ditas dito com 100 jardas a 2ti rs.
    Escoras para denles muito linas a 200 rs.
    Pares de meias decores para homem muito fi-
    nas a 140.
    Cot'Juu imperial (pecas) 40 rs.
    Grammaticaingle-
    za de OllendorT.
    Novo uietliod mra aprender a lr,
    a escrever e a fallaringlez em 6 tnezes,
    obra inteiramente nova, para uso de
    todosOl estabelecimcntos de instruccao.
    pblicos e particulares. Vende-se na
    praca de Pedro 11 (anligo largo do Col-
    lejio) n. 37, segundo andir.
    eousa.
    Dysinteria.
    f>or garganta.
    di- barriga.
    -nos riii.-.
    Dureza no vi-ntr:.
    Enfi i midades bg venlrt
    Hitas no Ggado.
    Ditas venrea?.
    Enxaqueca.
    Herysipela.
    Fel re bil iosas,
    intermitente.
    Vendem-se estas
    geral de Londres n
    todos os i-i tiearies
    Felri de tuda a cspciie
    Gr.t!a.
    Ilr n;c rilioi.Jr.3.
    Hydropesia.
    Iclericia.
    Indigesi5cs.
    Infiar.iiiiots.
    1 rregu farida des de
    menslniaeao.
    Ci i,1 rifas de toda es-
    pecie.
    Ha] oc l'cdra.
    Mane lias na culis.
    ObsIruccP de vrnlre.
    Phlhisira curomsump-
    '.-''o puln.onar.
    PpIi iresn de ourina.
    BheuBialismo.
    -ynip tenias secundarios.
    Tnmon s.
    Tico doloroso.
    1 li iras.
    Venreo (mal).
    28500
    35S000
    cobertos e descobertos, pequeos e grandes.di-
    ouro patente inglez, para hornera o senhora.
    de um dos melhores fabricantes le Liverpool,
    irndospelo iltimo paquete inglez: emcas.^.-ii
    oSuthall Mellor & c.
    Loja das seis porlas m
    frente do LivrameDlo.
    Covado a 200 rs
    Chitas largas de bonitos gosto? a 200 rs. o co-
    vado, ditas estreitas a imilacao de lazinhas a
    1160 rs., cas8B8 de salpicos brancas e Oe cores a
    Arados americano e machinas 200 rs. o covado, pecas de esguian de algodao
    muito fino a 3J a peca, ditas de brelanha de rolo
    com 10 vaias a 28. riscadinho do linho a 160 rs.
    o covado, chales de merm estajnpsdos a 2-3.
    lencos brancos com barra de cor a 120 rs., dilos
    coai biro a 200rs., algodao monslro de duas lar-
    pai a lavar roupa : em casa de S. P. Jo-
    jhnstrm 28500; Vende-se a superior cerveja a 28 a caado,
    1S600 e a 320 a garrafa, carne do serto do Serid a 400 '
    8 I rs. a libra e 118 a arroba, cspermacele americano J guras o melhor que possivel a 640 rs.s vara
    30J000 fino a 1$ a libra, c tambem de 8 em libra, pro-! mussulina encarnada a 2i0 o covado,"fil de li-
    prio para carro : defronlo da matriz da Boa-Vis- nho prelo bastante largo. A loja csl aberla al as
    1 ta D. S8. 1 9 horas da noite.
    EL? o "" Plat'Plerinier.to
    -'24, Slrand, e na loio de
    droguistas e entras pessoas
    enc.arregadas de sua venda em luda a Ameiica
    do Sol, Ilavana e Bespanha.
    Vendem-se as bocelinhss a 6C0 rs. rada una
    dellas, contem urna inslrurco e porlngues pa-
    ra explicar o modo de se usai destas pilulas.
    O deposito geral 6 em rasa de Sr. Soum phar-
    meceutico, na rua da Cruz n. 22, em rernam-
    boro
    Potassa da Russia e cal de
    Lisboa.
    No bem conhecido e ac red lado deposito da
    rua da Cadeia do Rcrie n. ig_ h,-, f,ara vender a
    verdadiira polasss da pi:ssia nova t de superior
    qualidade, ?s-im cnnio lambem cal virgem em
    pedra. ludo por preces n. ralos do que en
    oulra qualquer parle.
    Machinas de costura.
    N. O. Y'ieWrsC. Successores avisan ao pu-
    blico, que no seu armazem na rua da Cruz n. 4,
    estio exposios venda as melhores machina* d
    costura que at hoje leem vindo a rsle mercado,
    asquaespossuem lodosos mclhorameniosinten-
    lados at esta poca-sena ler os defeitus que em
    entras se ola, assim sao de conslrurc.no simples
    e facilitan-, o uso A Costura fela por estas ma-
    chinas nao teem igual cm obra de mao, um pon-
    i bonito e forte, alcm de que aliuham c coem
    de todos os modos, cada caixa de cosUiia repr-
    senla um lindo loilete para gabinete de senhora.
    Igualmente ha machinas jara selleiros, ele. Os
    precos san mdicos, e o Sr. Itirn.iiighana, enge-
    nheiro, ensioa 0 uso das machinase lodasas par-
    liculsridadc-s da conserva^ao de sua ccnslrucco
    no acto da compra.
    Loja das seis portas em
    fraile do Livranienlo.
    Bx>upa feita barata.
    Palelots de casemira escura a 4?, dilos de al-
    paca prela a 4 e 5j?, camisas brancas c de cores
    a 28, dilas de fustao a 250, rr-roulas n.uito fi-
    nas a 1J6C0 e 2g, paletols e brim pardo a 38,
    calcas de casemira prelas e de cores, paletols de
    panno preto, sobrecasacas, colletes de casemira
    prela, ditos de velludo prelo e de cores, um com-
    pleto sortimenlo de roupa feita.
    Vendem-se
    saceos de nailho novo vindes de Fernando muito
    grandes, por preco conatr.odo ; aa rua Nova nn-
    mero61.


    DIABIO DE PEhNAMBUCO. SaBBaDO 6 DE OUTL'BRO DE 860.
    I?)
    t
    DE
    ui&miMk i mum u iitiii
    Sita oa rua Imperial o 1 i8 e 120 jaatoa fabrica de palito.
    DE
    ScbasttaoJ.ua Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
    Neste estabeleciraenio ha serapre promptos alambiques de Cubre de diferentes dimencoes
    e 300** a 300?) simples e doblados, paca destilar agurdente, aparelhos destilatorios continos
    Para restilar e destilar spirihis com graduacao at 40 ros (pela graduacao de Sellon Cartier) dos
    me.lhores systemas hoje approvados e conhecidos nesla e outras provincias do imporio, bombas
    de todas as dimencoes, aspirantes ede repucho tanto de cobre corno de bronze e ferro, torrjeiras
    de bronce de iodas as dimenedese feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
    arroellas _.
    e folies para ferreiros etc., e outros muito artigos por menos proco do que em outra qualquc
    parte desempennando se toda e qualquer enoommenda corn presteza e peifeicao j conhecid*
    epara commodidade dos freguezes que se dignarera honrarem-nos com a sua onianca, acha-
    ras Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encomrnendas.
    P
    se na

    vi a
    IU 11JPt
    Seus prmrietar.os oiferecem a seus numerosos freguezes e ao publico tm ftera 1, ion
    'veio estabelecimento a saber: machinas de vapor de
    .ra cubos de inadeira, moen-
    Matmer obra manufacturada em su reconhcejo estabelecimento
    todos os tammhos, rodas d'agoa pt* engenliQS todas de Ierro ouP
    las e metas atooadas, tachas de te batido e fundido de todos os tamaitos, guindastes, fcutL-
    :hos e bomfcas, rodas, rodetes, ageHhes e boceas para forualh-a, machinas para amaasat man-
    dioca e para descantear algodio, Brencas para mandioca e oleo de ricini, portos gradara, co-
    lumnas e moinhos de vento, radas, cultivaso-ies.ponles, aldeiras e tanuues, boias, ib-arengas,
    botes e tolas as obras do machinismo. Eiecuta-se qualqucr oir soja qual fdr sua na tu reza pelos
    rjeiecimc.Hto na ra lo llrum n. '28 A e na ras lo Gollegio hje do Imperador n. 65rcoradia do cai-
    cato de estabelecimento Jos Joaquina da Costa Pereira. com quem os Dretendentea se podem
    entender oan ijualquer obra.
    CORAL.
    Vcnde-sc verdadeiro coral de ratina preco
    muilo commodo, e mais muias miudezas e rap
    de varias qualidades, tanto a letalho como em
    libras : na ra larga do Rosario pnssando a bo-
    tica a segunda loja de nnudezes u. 88.
    Violw de Bordcaux.
    Em casa de Kalkmann Irmos&C, ra da
    Cruz n. 10. encontra-se o deposito das bem co-
    cheadas mana doe Srs. Brandenburg Frres
    e dos Srs. OIdekop Mareilhac & C, cm Bor-
    deaux. Tena as seguintes qualidades :
    De BraiideEburg fires.
    St. Estph.
    St. Julien.
    arganx.
    Larose.
    Chateau LoviUe.
    Chateau Margaux.
    De OIdekop & Mareilhac.
    St, Julien.
    St. Julien Mdoc.
    Chotean LoviUe.
    Na mesma
    vender:
    Sherry em larris.
    Madcira em bavris.
    Cognac em bnrris qualidade fina
    Cognac em caixasqualidade inferior.
    Cerveaa branca.
    As rnclhoi es machinas de coser dos mais
    afamados autores de New-York, I.
    M. Singer & C e Whetler Wilson-
    Neste eslabeleci-
    raenlo vendem-se as
    machinas destes tous
    AIxUKLVA
    l/A
    casa ha para
    Libras sterflis.
    Terrenos perloda
    praca.
    Caminho dos mnibus.
    Vende-se omiasa e Saunders Brothersd
    C. praca do Coro O Sinlo, retogios do afama
    do fabricante 'los'<-U, por precos com modos
    e tamben-i'ic-v lia* e cadeias naraos mesmos
    deexceellnte KORtn
    Na na da Cadeia r..2'i, ventem-se as se-
    grales fjzeadas, porrue'.*de de sea valor, para
    liquidara o.
    Bicos de seda broncos e prelos, de todas as
    arguras, vara a Wt), -. OO, 8u0 e l;00.
    Um completo sorliniecilo de franjas de sedac
    de algodo.
    Chales de touqutm a 10, 13, 20 c 303.
    Betoea de seda, velludo, de loaca ede fustao
    de qnali 1. les finas, dnzia n 200, 400 n llO rs.
    Collariuhos bordados de 5t)() r?., "$, 3 e io<
    Kntrerreios fin >?, pe^as cora 12 paras a 1J.
    l'olhos bordados tiras a 50, 13, 29.39500.
    Camisetas cois manguitos a 3$, 5 e 0j.
    Eufeites de Sores a G.
    Chapeos di? seda para sen hora a lOg.
    Casavequea dvelludo a 0 e C()$.
    Ditos de seda a 25}.
    Hilos de fusiae a S e 12?
    Mmiraveis remedios
    niericaiMs.
    Tedas as casas de familia, genitores de enge-
    I nhc, fazendeiros, etc., dercm oslar prevenid:).*
    cow estes remedios. San tres medicamentos con
    s quaes se cura elicazroetrte *s principaes mo-
    !-..'t)'.;as
    Prompto alivio de Radway
    Instantneamente alivia es mais acerbas dores
    e cura os peiores casos de rheumatismo. >;.r df
    riNDIClOLOWMOtt,
    Ruada Senzala lova n.42.
    Neste estabelecimento continua ahaTerum
    comaplet(srlimentodcmoendas emeiasmoen-
    dasparaanaenho, machina de vapor e taixas
    de ferro batido e coado.de todos ostananhos
    para
    Bichas.
    Vendem-se bichas recentemente chegadas,
    muilo novas, por preco commodo; em casa de
    Joao Sou e C," ra da Cruz u. 22, na botica
    franceza.
    Telhado de zinco.
    O lelhado de zinco aqui usado na*
    comp.-.nliias do eax. e caminho de no.! "'cimento so herdeiro L. A. Dborcq. no
    .> ,. i l i i seu sino na Caiiuii'-a.
    e urna das boas inventes modernas, el. { N, rua NoM *, 83f lrja ()e h Vf n.
    letaz-se recoromendavel pela grandei"-88 "ma escrava pelo baratissimo preco de
    durado, pouco peso no edificio, bom}800{000,
    acondiciona ment, barateza do custo.i ^OS seilhores de eilgCIlhu.
    fcil cenducrao ele etc., lodos abemI Vendc-t;p um *crso ptimo rarreiro por pre-
    .... a -' i ,. \1 comiiiudo .-na rua do irauihe n 18 en roa
    que a durado do zuico c tnimta prin- Augusta n. 60. ^ lur'
    cipalraente se se tiver acautela de dar! Vtnde se na rua Ha Cruz arma-
    urna uSo de tinta do lado exposto ao zem n.33 :
    Cera de carnauba a l( s a arroba em
    Saceos.
    Sebo 11 finado do Po lo emcaixoes a i I s.
    Ditoem barricas a 10^500.
    pretas a lg.'torndaspara candil iros a loo rs.a du-
    zia, p".-.is de fitas de liiiho a Ce 60 rs cordss
    para violo a 80 e 120 is., trancas de liiii.o para
    Vende se no escriplorio de Mnnocl Ignacio de c'.H,es t3e "-'SUdoS a'JOO is. a" pn.a, penies de
    Oliveira V filho, na r>raca do Corno Santo [alizar, de baleia, a 240, calungas ele diversas
    'qualidades a 120, 160. JO, 240, 280 e 460 rs.,
    golinhas de corrhi .ara senhoraa 800 e Ig, ca-
    nivelesdo urna fulha n l(i(), estovas para .-:?ie3
    a 2!0 r.. sabao Qno para barba a 80 ::,
    bicos linos Bnos a 40, 80 e 100 rs a vara, n eiaa
    para seiihorss a 320 rs. o par, linhas de :. id i
    para cerchia 20 rs. a miada,ribique a :-. n
    papel, otreas de maes a 80 rs. a caixa, '.' r;ii
    Os herddros do commendador Antonio da Sil- ** taoie! att e W0, dHas ; ,-
    va vendem sua propriedade, no logar da Casa I f.T '.'Vt ^ 'P'*0" d? core a ," ''"
    Forie. em so.ies de erra a Tontada dos compra-' "I'f.f s','l ^"C\\,20 T\i ,lesurBS1 ;| !l rs
    dores com a nica esiriccio de nao lercm menos '-.::'! '.' ';! ,r '' i!" ,0 rs- ,,s l '
    de 30 palmos de fronte, e fondo designado pela ,," ?. ."'- ranreza a 100 rs.....pe-
    respe-iv. plaa apprpv.da DeUs.alTtondd.s .??".S*;; SSf T'' -'?' -"
    oab a, nevralgia, iarrha, cmaras, clicas, bi-
    s, indigestao, crp, dores nos ossos, conkisdes,
    Jura, erupcoes cutneas, angina
    ourina, eto..^ etc.
    Solutivo renovador.
    Imperalriz n. 10,
    "'isla.
    tempo, urna tellia de zinco com o peso
    de 20 libras, cobre um espacoque pre-
    cisarii para lal im 50 telb.-.s de barro,
    o espaco cobeito pela tellia de zinco no
    penetra o menor pinrjo de chura c a
    facilidade de sua conduccao e tul que
    r% autores, mostram-se a I umacarroca pode conduzr de tuna s
    J* qualquer hora -lo da O vez 0 tt [|iatlo p,.ec;o para Cubrir uma
    4 ds none, e responsabili- .r ,. ,
    grande casa, e o telbadode zinco muilo
    ulil principalmente para cobrir enge-
    nbos, estaleiros, barraedes de ferraras,
    armazens de deposito ele, ele, em
    sumnja quena quizer experimentar o te-
    Ibado de cinco, conbecera' sua grande
    vantagem, este telbado vende se a l 20
    samo-nos por sua boa
    qualidade e segufsnca :
    no armazem defazendas
    do Raymundo Carlos
    I.eite & [rmaos rua d
    aterro da Roa-
    ; para acabar.
    Na leja da roa u'a Crespo n 14, vende-se um
    variado sorifmento o- "/.ondas abai-co meto i' na-
    dos e por precos o mala aralo qu ginar;
    Cassas de cores Asas o covado a 1S0 rs.
    Caoiisinhasde rambraia com golKnhas a 5C0 rs
    Rila dita eomgolllnbas e manguitos a 49
    Penles Hquisaimes de tartaruga do 103 e 153.
    Chales de I."m eslampados a 2;50O.
    Dito era velas caixotts do 1 arroba
    por 12.s
    FiodaBahia era saceos per libra 750 rs.
    ^Tfirn",^* g
    da
    Vende-sena l<.a de Amonio Augusto dosSan-
    >os Porto na luja us. 37 e 39 na praca da Inde-
    pendencia, capellas de aljoiar c morale para ca-
    tacumbas, tmulos etc., etc., da forma seguinte
    W. por libra de 50 telhas para cima: Cape'.ias d".IMe'cm Escripcdes. grandes a 10*
    1103 armazens de ruido Jos domis e| 2!'os "as Pr 8a
    Manoel firmino Ferei-a rua da Con-
    cordia armazem de materiaes.
    Cura todasas enfernidndesescrophulosas.chro- Rites de merm de lima s eorl
    nicas esyp hiitices; resolve os depsitos de maof Ditos de lotiquim a 15->
    humores, pnica o sansue, renova o-syslema; Lencos de>cssa de corea com Meo a 120 rs.
    priimplo e radwalmenie cura, escrophulas.wene- Paleiol de ida para hornera de IOS a 12$.
    reo. tumores glandulares, ictericia, dores de os- Dilo de pauno e casemira u 15 e 18
    /liaft. **WM T Ci^''t'r" w''^;'',^os1l, 00 ?ri"-e. Coites de-vestidos de larlatana bordados aseda
    t*. a Ij.jOO. erj sipelas, abeessos e ulceras de todas as classes a 133 e 20"
    Ditas de vellcdo do 240 rs. a \%. molestias d'olhos, difiieuldade das rearas das Ditos diiode fular do seda a 43

    erisipelas, abeessos e ulceras de todas as classes!
    molestias d'oVhos, difiieuldade das rc-gras das
    etes hipecondria, venreo, etc Dito dito de seda prela e de cojos" bordados com
    PLllaS rfiSTllIftflfirnq ib r babadosa60.
    tuuias ruguttttioras tic naa- Diim ii0 d0 gro8denap1e pret0 bordado a
    WfiV ludocoi> babadoa a 70$.
    i
    j
    3
    i

    [C, S. Astley & Companhic
    3
    Formas de
    e
    par*
    trro
    purgar issu^car.
    Eiiclwujas de ferro.
    Ferro sueco.
    fc.sp1112-.it das.
    3 Aoo de Triestft.
    I Pregos ^ posico.
    Barrilha c cabos.
    ? Brim de vela.
    4' Couro te lustre,
    I Paihinha [tara luarcinei- a
    ro : fio armazem de C.
    a J. Asile] a c.
    Bajas. .
    Ccm este nomo acaba de chegar uma peque-
    a porrao de transparentes de (lores mui elegan-
    tes para csndieiros : na rua do V'igario n. 1S,
    priiaei.o andar.
    Cavallo fino.
    ignas.
    listes tres importantes medicamentos em a-
    companhades de instrueeoes impressas que mos-
    trara com a maior minociosidade a maneira d*
    applica los em qualquer etifermidade. Estao ga-
    rantidos ile faUiOcacSo per s haver .'. renda no
    irmdzem de fe acodas de Raymundo Celos Li ile
    .'i Irm.io, na ma da Imperalriz o,, lo. nicos
    agentes em Fcrnambuco-
    ap nacional
    '-raa e seda a :!>.
    Ditos dito de fustao com casaveque feitosal5S.
    < iisateques !< cembraia bordado Je 8#, -1 o .'j.
    IV nteaooFca de cambraia bordados para sen hora
    AO
    armazem de fazendas da
    ruadoQueimadon.19.
    L< 11 (oes de bramante de uma s largura pelo
    barato ureco de 1;M)0 cada lenco!.
    Covado a mil c tluzcutos ris.
    Grosdenaples'furia-cores com urnas pintas de
    mofo mnito pouco, pela pechincha de 15200.
    A 5^500 chales.
    Chales de merino bordado, franja de seda.
    Grandes colchas a 5J500.
    Colillas de fustao mnito grandes de lindos de-
    seuhos a preco de 5;300.
    'achasemoi ndas
    Braga Silva & C.tem sempre no sen deposito
    da rua daMoeda n. 3 A,um grande ortimeuto
    de tachase moeedas para engenbo, do multo
    acr
    mi
    fitas dilas por
    Dilasditas por
    Hitas de morlaile por
    (Juadros cora a imagem do Senhor r.ruxifi-
    cado com inscripgoes por baizo a 10
    5
    2
    I
    5, ditas : |u driit1 -
    rs., ditas le (Ores a 800 rs, atacadores d'
    s a CO rs., dilos rolicos a lii rs., pentcs
    travessas para meninas a liu rs ditos de 1 orra-
    m ; ara '. /. ir a Cl 00 rs., ditos de 1 u alo
    brart a DOO rs dilos para pilhcs a 2c0 rs., 1-
    !os parasuissss a 500 rs., pecas de trancas laa de caracol ;> CO rs., fitas de seda da rs ira
    ' 5 dedos a 640 r.--., obrejas de colla a lf0 .,
    pulieras llO -.i 11 ;:i ].','! is., ililiiS di.' 1 i,.
    : I, 2:, ti ouras ara ui ...
    rs ditas 1 |jj, foca de 1
    lauco dous lotes ::.-".;; eufeites dos nais n.o-
    ha pan 1 : h a r~ e Ig5l 0, di-
    ra n eiiinns 1 : 0 e 5.3, aixa de lan pe -
    ; i ~ rirn 1 o a .1 ici.- 1 loa
    : 100, IC '. v : 0 30 o &00 rs., nr-
    retildi lii.ha do gaz de todas as cores a40 rs. ,
    iic.- figuras paia qu. dios vi nham logo
    'le ?u acabe pi 1 hincha.
    : i{ii MI les 1 >.:-
    endf- se uno an enli 1 arma!
    Duaile i Inri
    ; [EIROS
    ec ero s
    Crand oros econi mii a
    gaz 1 Irogenio, e todos 3 mais 1 ;- ra
    ' I s 1.0. rua No\a n 2 I, 1 ^j
    Vianna.
    m-se duas casas lern as
    ste em P01
    ro l'ropn de
    m,o ,i Pe ha n. o.
    ai. ^'en
    na ru > r>
    H

    '"
    ||Ferros de eii-
    gommar
    ecoumicos
    a 5^000.
    Estes magnficos far-
    ros acham-se a \
    no armazem de fazen-
    das de Raymundo Car-
    los Leile A Irmao, rua
    da Imperatri? n. 10.
    I
    juio ns !) o 11,1 dita na rua do Vleerim 11. I
    a ir.^i .; na rua do 0 .1 1 adu 11. o 11:1 :;
    "end..... un ,1. Ouro : a 11
    na u.1 sm
    i
    u 1 ;' 1 Ierra,
    iiha de 13 a 16 an
    ' !i:.: la do 1, propria para en;
    ^ 1 uue -su por preco 11
    111 3; 1 condi
    na rua da Iluda n. 5',.
    . ~ --- -
    0;

    P

    I 1 !; 2 de conei n-
    ' mulato claro mi
    ':-- 30 aunos pou nais < u menos, I .
    I 1 pretes ai lados, ti nduzlo un a n a .
    1 em que le ou a roupa e algum dinl o
    - como ni

    i '' :, 1 : n de couro, na tu 11 .
    :". ''a de l : [| ro' ii I 1 Cear e i. i co : lo
    a ledro un r : da 1 illa .-j
    m uv^t.tv/. ^u 1, jpj .....(: de campo*, au'.o-
    ..jcu-so pelo ultimo navio chega- Bjs do do Havre osmcihores^ maia moder- ''' re raJ ;< Jos
    ^ nos chapeos de palha 1 afeitados para se- j Crrvallio na rua do Quiinn io n I I,
    Rcebi
    . le -n S b m re mpi nsa lo,
    Fusi 1 no dia I ,',
    y.; nhoras: na rua .la CaLcia do Reci
    (*! 23. luja de Augusto 4 Pcrdigao. ;t' no dia Io de o bro, do ens
    S .iii.or.i da Luz, u
    ---------;;-- 1---------. ." abra Anselmo, alto. ,, estatura rfgu
    Camisas malezas. ;;:;; -,,. .n,,.,:,,;.. ,.
    Acaba de chegar na Lem c nhecida loja de vzevedo, soppoe-se el pela cid
    Goes Basles, ma doQucimado 11. If!. um gran- O inda : roga-.-e as nuli ri
    .es poli es e
    de
    ca-
    cambraia de .lpico e bordadas a
    baile de merino e seda a
    RnrQi i. .i
    ..l.Se2g.
    VUts i; sabidas de
    83 > 15tf.
    Mantel le de grosdenaple branco a 10J.
    Ditos ilito preiu com biro de 15A a 2U>
    t'isila do liId preloa 10J.
    - bordadas para seuhora a 2$,S;;50O, 3f e -^
    1 pas di velludo ricamente bordadas para se-
    uhora a b 3.
    iai.. 1.-1; i.oii'nu.is para enueniui, 00 n.iiiro 1 .... ... w _....-._. .........,. ... ,J, h ,
    reditado fabricante Edwin lai a tratar no !?* e no,to sor,laen, <' nglezas. gos- puas de 1 mpo, que 1
    esmo de osito ou na rua do Trapichen 4 | os modernis, e por ser grande | ivid -se .. .
    . ._______ 1 os rreguezes a virem comprar a duza o :.;,-; Pinto da coinpnstdos.
    "iliho puro.

    iX .....

    :
    " -~
    , i
    rj (
    totio.
    Pedro II da imperial fabri- ,-':1;'::;' f
    - tamisas de caubrsia de salpico para menina a Ig s
    .111- ":l"s ,1,; fnaiao bordado para ctiatica a 1.
    - de seda boidados para criaaca a 7J>.
    Vesiuarioe de gorgurao para maoiuo e menina
    a 5S.8. e lo?.
    Dilos de brir.s para menino a I}.
    Mus de fustao para meninos a ti^.
    c a ti e Jo ao Candido d
    randa, Rio de Janeiro.
    Este rap aom duvida o de melhor qualidade
    fal : :ado nesie imperio, acaba de chega* e ven-
    de-se no deposito, ru3 do Vigario n. t, escrip-
    i
    -;)
    LJ11 1 '
    ; sao de linho puro. VTTi .1 M
    : ...,.- 1 ": I:--'
    i i di 1 i.a Luiz, com
    ' untes: lii 1 bi m fi ito de ron o
    rula, lenfs i
    :
    'eroiano
    balan i'.'- I 1-
    :"; vi ndem as moldures Saias
    ';:, das as qualidades e lamanhos, vertidos
    ,,: de li.ire
    Barato para tet.
    Calcas de caemira decores para menino a 6j^
    > estidos de cambraia bordados para baplisado
    de rriancasa Gj e 155.
    Collas abollas de la para cama a .">-.
    Crosdenaple (o cores covado a lj> e !>200.
    Ti fel de con s com pequeo defeo oe mofo o
    Rua doPasseio Pshlico, loja
    ti mero 11.
    Helas para senhora, duzia a 35500, e 4J5W su
    peiiur, cortes do vestido de cambraia com listras
    de seda a 5f, ditos de laa a Ss. ditos de cam-
    braia -i R5, ditos de cassas a 29200, pegas de cam-
    braia de salpicos a 396OO, grosdenaplo muito fino
    a 1t7t'0, 2j( e fe300, orlos de casemira a 3-, chi- laques (Inissimoe a I$500, 3$ e 103
    ta franceza a >0 o covado, camisas francesas di 1',''.";' de lila de gorgur.lo para sinlo
    crese brancas a c<)<>, grvalas d>- linho a S00 ''"""' varas <*500.
    rs., ditas do setim a 500 rs. e 1, chapeos de -"fS* slreita de velludo cora 10 li2 rafas al-"*.
    baeU avariad.s a 320, dilos de filtro., boa fazen- Pita muito larga e rico desenlio para cinta de
    da, a 2tb00e 49, algodo de loas largurte, a va- | senhora a vara SgSOO.
    ri a 600 rs.. algodiozkihos a peca a J, ;i>;C(). .Chapeos de palha copa olla para homeni a 4.
    BJ5800 e 48800 m '
    covado a SO rs.
    R a rege de seda lindos padr5es o covado a 900 rs.
    La decores muilo lina o covado a 00 rs.
    Hiscado de la e ceda muilo lino o rosado a SO rs.
    Chales de cures o covado a 500 rs.
    Lencos de seda de cores n Ig e 1*509.
    .uvas brancas d.- pelica em bom estado a 500 rs.
    litas de seda pretas e de cores a 320 rs.
    de senhora
    r.....fu i. >s o cinco babadmhos,
    ^,- sedas de quadrinhos, lencos de lal
    I "i do Ccai, taimas, | el '.1 1 s o muilas
    "iir.is i'i/.i'ii las de goslo pro: ras para a
    -la: na sua luja na rua da Cadeia do '
    ^v Rccife n. 23.
    :->
    Ero casa de N. Bieber '.. Successor -.
    . rua da Cruz. n. }, ach-se venda um grande t-
    Sg variado soitimeulo de ferv-;-,s Gr os, otras de
    lanoeiro e pertei i-es si m : n nr us 9 d mi -;i
    (s, productos lodos da industria norte america-
    na, ;.sMin ton o :
    Arados de diversos tamauhos.
    Moinhos de n ilho.
    Machinas para corlar capim.
    Gradi i.
    Machinas para descarocar mili o
    Cultivadores c ferros de engon msr e< 1 nomicot
    filtASBE SOUTIHEATO
    DE
    ,1:1
    es ti 1 -
    isco .V .1 -
    ...oiif) e -iSSOO muito incorpados, madapoloes a i y'.laa mazooas para ontaria o senhora a 43. .lem 9 1 o 01,,rr.a
    peca 39300, 49200. 45*60. 4*600, e 63 muito ti- : 'Ul* de seda para senhora a 10?. a *? OUUos1
    hmfos e roopa feila
    NA LOJA B ARMAZEM
    HE
    Joaqcim Rodrigues Tarares de Helio
    ROA DO QUE1MADO N. 39
    f.M SCA LOJA DE QUATRO POR1AS.
    Tem un completo sorliment de ronpa feila,
    e convida a todos os seus freguezes e todas as
    pewoas <|ueiiesejarem ter 11 m sobrecasaco bem
    feito, ou um calca 011 eollete, do dirigirem-se a
    esle estabelecimento que encontrarao um hbil
    artista, ebegado ltimamente de Lisboa, para
    Jesempenhar as obras a vontade dos freguezes.
    J lem um grande sorlimenio de palitots do ca-
    semira cor de rap e oulros escuros, que se ven-I
    1
    i.
    canoas de amarillo de 28 a io palmos,
    Cos 11 mmodos : na rua do Vigario n. 5,
    ~r"' -T O" *
    LdJ
    por pre-
    ? *r
    111-
    Di sedos cavalloscom todos es andares, "os, meiasrruas a du/.ia 1S800, panno ila Cosa
    muilo gordos esem achaques, bonitis cores : na
    vua de Queimado n.-o, loja.
    Baloes de 30 arcos,
    Chegaram as mais medernas c-melhorcs saias
    de hal.io rom 3i) arcos : na rua da Imperalriz
    numero li.
    Para colehes.
    Ainda ha UO re-lo do superior panno de linho
    proprio para colches ua rua da Cadeia do Re-
    cio n. 1S, luja de Leitedt Irmao.
    Novidade do nurcado,
    Vinlio hranco fie pnssa de uva
    tita nova qualidade de vinho a primeira vez
    que se aprsenla no mercado do Brasil, ella se
    reconmenda por si roesma, nao precisando de
    elogios anticipados. Esle vinho preparado n'um
    logaroflde existe a melhor uva de Portugal ex-
    trahido da mesma em estado >le passa v por isso
    c .in rva '.oda a paite saccharina que Ihe d um
    agradavei paladar eombinando-ss com o alcool
    necessario .-'ara a sua coneervac.80, e que seob-
    tom da mesma passa | or um processo novo, que
    covado a 30, chapeas de sol de panno ordinarii
    a i J00, dilos d seda a O38OO, algodo de sacco
    'ara a 2b<. chales de !a a I48OO, dilos do mc-
    rin bordados i 5$500, di toa Uses s 49500, ngos
    para rap de alcobaca a duzia 4, ditos de ganga
    mulle Qoos a 39800, pal tota de casemira forra-
    dos de seda a 189, calcas de casemira ordinaria
    com mofo a 29. castores muito grossos a 260 o
    cova.lo, brim roiudo para calca a 180 rs.o covado,
    algodo d- lislra muito bom "a 00 rs dilo mes-
    ciado a 1S0, pecas de ahita para cubera a 85500
    muilo fina, dilas miudaspara vestidos a 79, dilas
    S ij800, e outras militas fazendas que s vista
    do comiirador far f.
    tos de seda de cores para criaea
    BouelS de loo Ua para menino a 4$.
    a 4J.
    Pira os Srs: ?!e engeiihos,
    Alambiques
    de 16 a 2oo caadas.
    LiqUHtacaO Ce la- Na fabrica de caldereiro de
    1 gago piini ip-i ri
    lo '. .11 ci m n este e.-cravo 11 ilu
    ::. Subn n.l 11 s ia( [
    y lM 'l n.pai ii .: de ru
    " : : 1 1 -
    '"-. ...... .
    :'''' lur da rua Din ila
    ' : lo A 11 43. ai 11 ni ie .
    \,- ~ Aciia-se i-. :. :.,.;,, cabra di
    Haymiii :
    l* r em bril de I89 cio
    Sr. Mai I J l'aria," o
    ' di ao Sr Ftiician Jos I juh s. '1
    : 1 ultin !. ule ai Sr
    Ihi s Pereira da Costa; Kn os -. utei sig-
    naos: --i itura regular, bastante gn sso ej-aila-
    imarellados, 1. lia con di srn bararo
    n prtsi nta le 35 a 0 nnns 1 auti ii-
    dades iilieiai s a sua api 1 f(
    .
    o" na [irpe ... 79, esn '
    Polycni [.0 Jo Laynip, 011 na ru -
    : lio de I lotiveii de S
    sei gomro :.. nte
    1 -. ienia
    Jos Mat] pensa Lem a qu m
    i ros s
    -..... mies : ii de S nno
    1 'i io, rusto. redei da, 9
    "" rm.li), 1 diii qu .. 1 ?r_
    '!' '''' '<>- >. falla trin e sabe 1 r,
    e natural d li, un :: na rtia 1
    1 35, loja.
    I
    u

    ortimento .e palitots,leca- I : < 3 > C Si <) j ^Al
    oulros escuros, queso ven- &------^^,a v* V ^^*^a^ :
    le casemira de quadrinhos Rh,apos ;l" ChJ, ,!" SS i! '- ':'' U :
    1 no mercado a 16, ditos m d-lT,0'.B^" -, n !",{," .Conli""a a fgida a mra !
    ., ... ; pilos de palha arrendados muilo finos a 2$000 di chan:ar-se Pau .
    23, ditos de alpaka mullo Dilos de palha de tranca hamburgueza a l|s80
    eses sobrecasaeados 12|, I D'los de Italia a 25 e 3$000 nos de idade; "tceulta em a
    zendas
    Por monos de sea valor
    Na rua Direita n. G8.
    Villaca Irmao & Audrade, na
    do Bruiu ns. 11 o 13.
    Tem um grande Boilimento de alambiques, ca-
    ra pocas e serpentinas de cobre simples o comi-
    nos, e iimi machina de cobre de destilar e resti-
    Riquissimos vestidos de bareje de seda, ditos larespiritos ale i! graos pelo systema de l.ugier
    de mussulina d* seda, dilos de fantasa de seda, e sinos de 16 libras a 8 arrobas, ludo se vend
    la mais fina que lia
    Je merino setim a
    fina a O?, ditos frano
    ditos de panno fino a 20, 255", e 30. sobre-
    casacas francezas muito bem fuitas a 35, cal-
    cas feitas da mais fina casemira a 10$, ditas de
    brim ede fusio por precio conimodo, um grande
    soninitiiito Je colletes de casemira a 55, ditos de
    outras fazendas por preco commodo, um grande
    sortirr.ento de sapstos de tapete de gosto muilo
    apurado a 25, ditos de borracha a 2500, cha-
    peos decastor muitosuperiores a IG, ditos dese-
    lla, dos nielhoresquetem viudo ao mercado a 10,
    ditos de sol. inglezes a 103?, ditos muilos bons a
    125, ditos francezes a 85, ditos grandes de pan-
    no a-i?, um completo sortimenlo de gollinhas e
    manguitos, tiras bordadas, e en Ir meios muito
    proprio para collerinhos de meninos e travessei-
    ros por preco commodo, camisas bordadas que
    serven) para batisado de mancas epnrapasseio
    a 85, 10 e 125, ricos lencos Je cambraia de
    linho bordados para senhoras, ditos lisos para
    homem por prego commodo, saias bordadas a
    111
    de
    0-
    L'uic'o deposito no Brasil i-, em Peroambuco. Ca-
    da ancnrela de 10." cusa lOOjj em caca do Sr.
    Antonio Lopes Braga, rua da Cruz n. 36.
    Urna bella ar-
    macao.
    o
    Vende-se a rica armacio da loja da rua Di-
    reita n. 12, propria para ijualquer rsia6e!eci-
    mento, com gatantia da casa'e aluguel inuilo
    acommolado para ver .1 chave na mesma rua
    n. 16, luja, e para irat;.r na mesrOS se dir.
    joialheiros francezes estabelecidos na rua Nova
    rs., azeiie de peixe a 400 rs. : na ru* Direita m ires chales ',e Caemira estampado?, muilo finos, a
    11, es- uma de S. Pedro. 89 e a 10, toalhas de linho .le vara e tres quar-
    Ditos prototipos de qualidade multo fina a Il.^UOO
    Ditos de fi Uro aroazi as ara senhora a ll$OC0
    Iritis dito dilo a
    Ditos de fellro para homem o meninos
    ds 2*5G0 al
    [Jilos de loiilra lauto baisos como altos
    de 5*81 0 a
    Ditis demasa de copa com pello de 2}J
    ale
    85OOO
    e-ioo
    9J00
    10-000
    ie

    n-
    ;.l-
    gun 1 rasa nos arral I bta cidade ; veiodo
    serlo do Ccar, i,ro] : quera a pe-
    gar, reci ber ; qnan a cimo, na rua da l
    n. 00, loja.
    Aind
    a 11
    Vinho genuino.
    a uma pequea quantidada de ancore-
    desta cidade n. 18, primeiro andar, leem a honra los desie vinho sem confeicao, e proprio do doen-
    deannonciar no publico e especialmente aos seus 1tes na rui do Vigario n. 10, primeiro andar-
    freguezes e amigos, que acabam de recebrr o1
    mai lindo e variado sortimento de obras, que'
    vendem por barato preco, em c-npequencia de
    serena todas de onro d 18 quilate?, garantido I
    indos annunriantes e nico, que vendem, e nao
    das que sao flbriCada ns otttf, IcJes c.hcjas de Ferros econmicos de engommar s r.;por 08
    w v me- rua Nova n. 20. loja do Vianna. '
    las, adamascadas, muito superiores a 55, ditas
    para rosto de linho a 15, chitas francezas de su-
    perior qualidade, tanto escuras como claras a
    260,280,320, 400 e 440 rs. o covado, ricas
    casemiras para cales, colletes e palitots a 45 o co-
    vado, e um completo sortimento de outras fazen-
    das, eludo se vende por preco barato, e que nao
    possivel aqui se poder mencionar nemaquarla
    partedellas, no amanto 03 freguezes chegando e
    'juerendocomprar nao irosemfozenda.
    Pugio do'engenho Quonduz, cm inlao.
    Tendooutras ruitas qualidades de chapeos "u ^l I8de main do armo prximo p..--, lo, um
    como de bonete tanto para homem como para escravo de norae Luiz, de idade 2;i a :i
    meninos, litas tanto de seda romo de velludo, so- D0S. com (,i signaessi guii h a 6 r '. 1 1, de 1 ti. -
    la de lustre, coro de anta l-ranco proprio para ta- .tura regular, baiso. quandi se nusentou nao l.
    In9 deuzileiros e outros muitos objectoa que so nha barba nenhuma, cabello .- especie do do
    vista se podero fazer o preco eludo isso-se ralo. Um um peqinno/\geilo as pernas para
    vende por menos do seu valor por ser dinheiro 1 dcillrt um signa! na pona da lingna do '.' -
    ISla : na loja do chapeos da praca da Indepen- i "''o de um can 50 de g. iaba, qu o alrapalha 1 m
    denna n?. 36 e 38 de Domingos Pranrisco Ra- I'0111"" quando falla, lem as cosas bem c'u Iri; a-
    das de chicote ; este esersvo foi da villa do Sa-
    boeiro, ron : rado ao Sr. Di mingos de S ouzi
    ';"--. '' ha : tilia h lia c-t r aci ulado un 1 n a
    f.izenilj oin : ede- se
    porlanto a 1 ipl ira d
    gar leve-o o si u si 1 !. r 1 o dito 1 1 ..1 .a
    Recite a O. inardin ?\ 1 de A vi do Cam-
    pos, no pairo do Can o, que se gratill ara
    quanlia co 200.-.
    iOOldegratificaco
    Pngio no dia 27 de agosto do corr nte anno um
    escravo por noine Pedio, que reprsenla ti; 32
    annos de idade, com os signaes seguintes: iij
    cor simi-bianca, alto, secco, cabellos corridos
    xas d'agulhas francezas a 160 210 rs., colheres cabeea redonda chala alraz, poura barba
    de metal principe pan soupa fino a 59200. dilas fa'w muilo apressadn, quando anda inclina o
    para ih a 88800 a duiia, cnfeiles de vidrllhos fOfpo para a fente, lerou roupa de algodo bran-
    pretos finos a SJ500, caixa de bfalo a 1$ e co e azul de riscadinho, chapeo de bala nrela a
    1SS00, bandejas finas a 1$500, 2S.3>. 4g, e 5?, do Chile Esle escravo linha um piimo D( r noma
    macos de grampas rolicas a 40 rs., ditos de cara- Manoel Alves, r. orador no Arraial onde era fei
    col a 80 rs linleiros c arceiros tinos a 2, ga- '
    lao de linho brarmo a 100 rs. a rara, pulseiras
    ezas mi na'
    Direita N. 85, onde ion
    o lawpedo do yaz,
    vendem-se pecas de fitas de coz a 20 rs., ca-
    Admirem!!
    lor, amlos naturat
    05 '",, r,it' probabilldade que para rossem por lerem l
    preme. Esse escravo f i de Francisco Ribi ro
    que receben em heranra de seus pas, e Ireuxe
    para essa cidade aos o de oulubro de 1858, que
    Tecas de corda de linho com 40 br; cas a 040 *ndeu ao Sr. Jos Francisco do Rgo Hedeiros
    rs. em bom estado, graixa em latas sem escolha, "ello : por isso pdese as autoridades policiaes
    duzia a oUO is.: na rua do Queimado n. 53, loii i e capilaes de campo a sua captura e leva-!o i rua
    de ferragens. J da Apollo n. D .


    f
    DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBaDO 6 DE OUTUBRO DE 1860.
    Lilteratura.
    Pi IX, pontfice c re.
    EXAME DAS PIUNC1PAES. OBJECCES CONTRA O PODER
    TEMPORAL DO PAPA.
    ( Conclusao )
    Tu sei que muilos espritus generosos, muitos1
    caracteres honestos se acham implicados no mo-
    vimento, seto uber para onde Sio, nem quem ;
    nsconduz; cegos instrumentos que a revolucao
    faz narclrar citante de si, e que leara horror de
    sal et que eslo fajen do a obra delli. Laslirao-os
    . iMivo;\.'--los n'unia censura que ellos nao
    'i'm. Mas o que sei lambem que os pro-
    motores, os chefes do movimenlo sabem bem o
    que fazera eo airo a que visara ; o que eu sei
    que ellos se acham possuidos do mesmo espirito
    doimpiedade que teni animado os inimigos da
    religiao em todos os lempos. Sim, eu o digo
    alto e bom som, a revolucao actual, assim acti-
    vamente considerada, urna revolucao impia !
    Poderias dar-me algumas proras de urna
    assercao que tanto me sorprende?
    legios aquellos que se mosiram reveis e a des-
    lustrar com proceder indign*. A entrada en
    qualquer sociedade implica um rerdadeiro pac-
    to ; de um lado a sociedade se obriga 4 fornecer
    certas vanlagens ; de outro, aquelle que nella
    entra, e pelo simples ffldo de nella entrar, se
    impoe deveres rigorosos, e d asjjra sociedade
    direitos co-relativos de egual rigor. Em quanto,
    pois, a egreja for urna sociedade perfeila, leudo
    uma hierarchia que a governe com plena autori-
    dade ; que promulgue leis, julgue os culpa-
    dos e Ihes inflija peos salutares, a excom-
    munho estar em perfeilo vi<;or, qualquer que
    seja o.ndiantamento da civilisaco e das iu-
    zcs
    Nosso Senhor Jess Cliristo foi quem conferio
    egreja o poder de cxrommungar, nao para a
    odade media s, mas para lodosos lempos al o
    fim do mundo. Esle poder se acha envolvido no
    de ligar e desligar que foi conferido aos apost-
    los. Quem nao ouvir a egreja, diz o Meslre, seja
    considerado como um paao e um publicano. (1)
    Desde o berco do chrisiiauismo estevo em pra-
    lica a excommunho. S. Joo mandn que se ex-
    coramungassem os novadores de doutrina ; (2)
    S. Paulo ordenou que se banisse da assenibla
    dos chrisios e se entregasse Salanaz o inces-
    tuoso de Corinllio para ser mortificado em sita
    carne e salvar sua alma. (3) Assim, ao mesmo
    do simples scenlo le at ao Pontifico, deve pru-
    fessar liumildade, pobreza e caridade ; u'uma pa-
    lavra todas as virtudes.
    Islo nmg uern ignora, ninguem nega ; e a pro-
    va de queja egreja o tcm praticado, est nosseus
    penitentes, nosseus marlyres, nos seus santos.
    Mas islo lhe cabo cmquanto ao seu oslado es-
    piritual ; quanlo porm, ao seu estado poltico e
    social, claro que lhe convem como condico
    inseparav el,' n reuDio da grandeza, da magnifi-
    cencia, da riqueza edo esplendor.
    Este prin (apio a egreja vai busca-lo era seu Di-
    vino Fundador, de quem recebeu o exemplo.
    Na le da nutureza era a egreja to pobre, que
    nem havia casas de oraces proprias. Os patriar-
    (liar erigiam altares Deus em qualquer parto,
    ou em qualquer lugar que Ihes offerecesse occa-
    sio, e lhe sacrificavam victimas, mxime aquel-
    las paragens em que ellos haviam recebido al-
    gum beneficio do co. O primeiro aliar, segundo
    nos atiesta a sagrada escriplura, foi esse que o
    patriarcha No ergueu na priroeira Ierra em que
    firmn seus ps, ao sabir da arca, afim de render
    Deus acedes de grabas por haver terminado o
    cataclismo universal.
    Abraho levantou outro aliar no mesmo lugar
    onde lhe appareceu o Senhor, mostrando-se reco-
    nhecido promessa, que Elle lhe fizera de dar
    sua posteridade a trra da Canaait. Moyses edi-
    Escuta. Nao precisamos saliir da Italia.
    Condeces Garibaldi, esse famoso Condotliri, o
    herc de Varse c de Como, o idolo dos libe-
    raos italianos. Pode-se dizer que ello personifi-
    ca e representa completamente a revolucao ita-
    liana ; u homem de Viclor Emmanuel: nelle se
    incarna o pensamenlo poltico de Cavour, de Ra-
    tazzi, de Buoncorapagni, de toda a ruis sequoia
    de estadistas subelpinos. Pois b'era! como se
    exprime Garibaldi sobre o Papa.e o clero caiho-
    lice? Eis aqui o excerpto de uma proclamaco
    por elle dirigida aos estudautes de Pava, curioso
    v! icumento em lorno do qual parece se ter feito a
    coospiracao do silencio, -masque por isso mesmo
    bom reproduzir para abrir os olhos a tanto ca-
    Iholico illudido que julga que se agita na Italia
    uma queslao puramente poltica. Correu publi-
    cada eela poja no Panglo, e em quasi lodos os
    jomaos italianos c ilalianissimoa, seni que nin-
    guem lhe coiileslasse a aulheiilicidade.
    e Jovens esludanles da universidade de Pava,
    diz Garibaldi, cu vos respondo todo commovido
    de gralid&o c de respeito, como sa eslivesse na
    presenca do um areopago ideal de homens... que
    arao a grandeza futura da patria !! dessa patria
    que alguns homens perversos querem mergulhar
    de novo na lama... sim, alguns perversos... e
    entre ellos os primeiros sao aquellas mesmos
    que... falseando as mximas sublimes do Chrislo
    s quaosVsubstituirara a mentira---- ligaram-so
    com os poderosos para a escraviio da Italia? o
    se reduzirarn ao officio degradante de espides e
    deacopireiro (sic).. aquelles mesmos que pa-
    ra saciar suas impudici:ias deram ao mundo o
    espectculo espantoso dos fogueiras... oh! pen-
    sando as torturas de Galilea o as do tantos
    sceulos de nossa desgranada Italia todo homem
    nasudo nesla trra devora por as oaos na calca-
    da das ras... e viugar sobre estes raiseraveis
    hypocrilas do solaina prela os infortunios, os
    approbrios, os solTrimenios de rile geracoes
    passadasl E no entanlo esla rara maldita se
    assentar amauhaa.. e protegida. ao lado dos
    represoiitaiitos das mais illuslres naedes, c pe-
    dir com insolencia a conlitiuacao de um poder...
    que s se applica |<:orrompcr a naco, roubar
    a nossos pobres irmaos seu ouro .. para patuscar
    porcamente (gozzovigliare sebifosa mente...] etc.
    E conclue dzendo que Viclor Emmanuel nao pode
    remir a Italia, porque no centro dossa Italia, no
    coraco dessa Italia, ha o cancro chamado o pa-i
    ira Jo, a impostura chamada o papado... A Aus-
    tria nao ressuscitar mais na Italia, mas um ini-
    migo lerrivel existe anda, o mais temivel, por-
    que est espnlhado polas multides ignorantes
    que elle domina pela mentira! temivel porque
    se cobre sacrilegamente com o manto da reli-
    giao... temivel porque vos sorri com sorriso de
    Satanazl.. d se insina como a serpenle quando
    quet morder|l e esse ioimigo lerrivel, lio temi-
    vel... oh mlancebos! o padre! com poucas
    excepcoea, sob qualquer forma que elle a vos se
    aprsente!......
    Fino24 da dezembro de 1859. Assignado. Ga-
    rita; li E em outra proclamacao escreve que
    Cumpre acabar coru os llourbons de aples e
    com o Padre de Roma!...
    Agora pergunlo-te: Danloh/Jlaral, todos aquel-
    es monstros sanguinarios da1 nven.o fallavam
    do nutra maneira? Nao mesmo odor de car-
    nificina, a mesma sede de sangue, a mesma im-
    piedade brual? Taes sao os sentimenlos do ho-
    mem que tullo mundo proclama a alma da revo-
    lucao italiana do homem que os italianissimos
    endoosam.kiuem canonisarn em pleno parlamen-
    to de Anjo iabriel, vomo a Vctor Emmanuel de-
    segundo red
    lonha al T
    lempo que pena rigorosa, lambem a excom- ficou um altar no campo em que veneeu, e dis-
    niunliao pena saiutar, que tende a salvarn do baratn os Amalecitas. Os tabernculos, orato-
    culpado c s sua salvaeo. Al punindo, a ros por laleis dos Hebreus suceederam esses
    egreja cornpassira : ella nao ferc, seno para altares.
    curar. Pi IX como hicraicha supremo da egre-
    J, investido da pleniludn do poder legislativo,
    judiciario e executiro, de que cima fallamos,
    podo, pois, cxcommuugar ou banir da sociedade
    dos liis, como marca o dircilo, os sacrilegos
    usurpadores do patrimonio da ogroja, da q-ual
    tarda, Jano, Marte, Herrles, e aos ou'.tos
    numes profanos do- paganismo.
    Entretanto, se na' egreja primitiva seu Divino
    elle o guarda "e o defensor perpetuo ; pe-de-o, e lugares subterrneos sem mais outro ornato que
    est em seu direito, como chefe soberano da ca- o da modestia, devocao e fervor.
    Iholicidade. o lodos os progressos maravilhosas Finalmente cora o patrocinio, favor, e piedade
    do secuio XIX nao podero destruir esla ordem dos principes, que se converleram a f catholica,
    pelo proprio Deus estabolecida. Zombem muiro fundaram-se egrejas, e os christos as liverara
    embora da excommunhau os materialistas, os mais sumpluosas, que todos os templos da gjiili-
    prolestantes, os incrdulos, os indillerentes que lidade. O lemplo,. por cxens-plo, de S. Pedro era
    era nada apreciam a vanlagem de pertencer Koma, esse monumento sagrado, sobrepuja e ex-
    egreja ; nem por isso perda esla pena sua ellica- ; cede em magmtudee riqueza sos templos, quea
    oa e seu carcter de extrema grovidade aos olhos- propria Roma erigir a Fortuna, i Paz, & Con-
    dos verdaileiros calholicos. Napoleao I lambem
    gracejou da excommunbo, atlirmando que nao
    faria ella cahir as armas das maos de seus solda-
    dos ; mas pouco depois as armas cabiram lille-
    ralmenle das mos de seus soldados na fatal ex-
    rjedicao da Risia, o maior desastre, talvez, que
    rominemore a historia; e Santa Helena fez re-
    flcclir ao imperador sobre esta triste coinciden-
    ca Acaso, uu Providencia nao importa I O
    que cerio que a estrella do grande homem
    comecou empallidecer depois que elle se sen-
    lio ferido por aquello raio Livisivel, e que foi
    desde onto que comecou a historiado snus reve-
    zos, inda mais assnmbrosa que a de seus trium-
    phos, E este cxcmplo nao 6 o nico dos annaes
    do ehristiauismo.
    Ah I possa este acto de justa severidade o as
    Pepino com os Hopheos do triumpho veio res-
    peitosamente depdr as maos do vigario de Je-
    ss Christo os louros de sua vicloria o entregar-
    Ida o mesmo exarchado, e ludo aquillo que na
    Italia reconquistara com as armas : Cum enim
    armis Aislulphi Langobardorum regs undique
    premeretur, confugient ad Pepini auxilia, hunc
    movtt, ul cum exercitu ingressus Italiam coge-
    ret Aislulphiem ad restiluendum txarchalum,
    quem ocetpaverat. Pepinns vn rundan exar-
    chatum el quidquid in Italia armis recuperad!,
    largitus esl apostlica! sedi (3).
    Carlos Magno, exemplo de son pae, com o
    exercilo de Gallos e Germanos, chegou Italia
    no anno de 771 em soccorro do Papa Adriano, e
    combatendo com o successor do Astolpho, o re
    Desiderio que invada Roma, e desojava mesmo
    aniquila-la, eoncorreu poderosamente em auxilio
    daquelle Pontifico, restiluindo depois do venci-
    mento lodo o territorio egreja, pelo que conti-
    nuou ella na posse do dito exarchado de Ra-
    vena.
    Voltando enlo Carlos Magno para a Franga,
    confirmou logo a doaco feita pelos seus predo-
    cessores egreja, junlando-lhe ainda o ducado
    de Spolelo, e lodo o territorio sabinense. Sua
    generosidade ainda subi de ponto, quando ello,
    no anno de 787, cedeu tsmbem Capua, sujeita
    eginlmente cidade : Carlas magnus, qui an-
    no 771, tr Italiam contra Desiderium venera!,
    el Adrianum Ponlificem strenue juravit, rediens
    anno prximo in GalUas, con/irmacil donalio-
    nem parenlxs sui, fac a m romana* ecclesiir.
    Addxl ducalum spoletinum, el insuper anno 771
    integrum rrritorimm sabinense Itursum an-
    no 778 Capuam et subjecla oppida. (4)
    Ja se v que, possuindo a egreja desde o tem-
    590 de Constantino, a cidade do Roma e mais ter-
    ritorios adjacenfes. Pepino nao fez raais do que
    vir defender o Papo1, que solicitava o sea auxilio,
    isls defender os- direitos da soberana do Pon-
    tfice e do patrimonio de S. Pedro, em summa,
    do exarchado to descominunal, e indianamente
    violado por Astolpho Esta doutrina vai era lu-
    do concorde com o que ja disso o erudilo abbade
    do A-lis, que quando iratou do poder temporal do
    Papa, assim se exprimi : Todos sabeta como
    Astolpho faltou promesM que fuera 4 Pepino,
    e como este fra toreado & vir com suao-tropas
    em defeza dos direitos b Soberano Pontifioe tao
    indignamente violados. Aesim. pois, Rav-eiu e
    Fundador nao admito riquezas-, nem prelados i loda Pentapole pertenciam ao Papa anles de Pa-
    o-vulenlos, foi para dispor os primeiros chrislaosl pino ; etc principe s fez confirmar os d-ireilos
    ao martyrio ; por quanto, assim como entre os I da egreja,. combatendo por ella. E' isto que
    Celtios (como adverle Abulense) as-riquezas da chamara a doacao do Pepino: Pepinns res, /?-
    egreja teriam acrescenlado a cobija-e o desojo de | venam totomn'ne Pentapclin SS. Apostotis Pe~
    usurpa-las, entre os christos solera augmenta- j tro-el Paui-tradel (5]
    do a dificuldadu de multiplica-las.
    Depois da morte de Jess Christo riveram en-
    lio principio as egrejas dos christos as casas
    particulares.
    No lempo da cruel per3eguie.ao dos Imperado-
    res romanos, oravar os chrisios em cavernas,
    Christos pobres nao tinham que perder mais
    que uma vida pobre; Gemios lyrannos nio ti-
    uham nada ganhar, mas licava-lhes- 0 goslo de
    diminuir com a morte dos martyres, o numero
    dos christos.
    Firmados, pois, nesle* principios, alias to ver-
    dadeires e convenientes, os primeiros discpulos
    lagrimas "do" l'"ai'commm-(Tesa7mr'"os"furores |,l0 Homem Deus. nao podiam deixar de envol-
    desses homens insensatos e perversos e inspirar-
    Ihes melhores sonlimeutos ; possam as fervoro-
    sas supplicasde Po IX, unidas de li>da a chris-
    tandade retabelecer em breve na Italia a con-
    cordia lo'uspirada. As naques tem seus mo-
    mentos de delirio ; timbem ellas, como lilhos
    prdigos, pedem rom arrogancia ao Pai commura
    o seu i 111111 r< > do horanea ; que digo, pedem .
    usurpam-o com sacrilega" violencia e o vio des- j
    perdigar desvairadaa por torras longinquas... '
    Mas dentro em pouco a torne c a penuria come-
    rain se fazer sentir, eoepil egere [i]... e ellas
    aeham na propria miseria o humilhaco o esti-
    mulo saiutar que as impeli de novo- A casa pa-
    terna. A Italia, me das arles, das letlras, das
    sciencias, a llalla que Irouxe em seus finios ge-
    nerosos os destinos de tantos povos, nao far ex-
    cepcao esta regia Deus a recon lu/.ir de uma
    aberra(o raomentanea, e a reconstituir sobro a
    solida base dos Principios calholicos, coafundin-
    do assimos iniquos planos da impiodade revo-
    lucionaria.
    Quanto egreja de Jess Christo, oh mcu ami-
    go, ella alravessar esla provaro, como tem
    ulravessado tantas outras,* e ludo o que sabe-
    mos de cetlo que seus inimigos lhe eslao pre-
    parando un magnifico triumpho. Sim, podemos
    assenlarde plano queso a Europa est em armas
    pola egreja, e s pola egreja. Impos, socia-
    listas, philosophos, hereges, diplmalas, polti-
    cos, governosde tolos os regimens. julgam com-
    bate-la, e servema ; tal a historia de dozoito
    seculos. Quer ellos queiram, quer nao, ho de
    servi-la; e nao s servi-la, mas exalta-la ; e
    nao s exalta-la, mas glorifica-4l ; esta A a
    lade de Deus, bao de cumpri-la. Um genio su
    blime resumi toda a historia do mundo em duas
    palavras : O homem te agit e Deus o conduz.
    Nada mais verdadeiro.
    ver-so no manto da indigencia, e nunc"i-deveriam
    apresentar-sc como principes opulentos-c orgu-
    Ihosos, porque a religiao- fundada por homens
    dote ja?/,, pareca omplaeencia, ou modo dos
    povos, c-U'mesmo elteilo do ameacas e violencias
    de seus fundadores.
    Porm,. depois que a egreja vio dissiparem-se
    as nuvena negras da oppresso, dosapparecerem
    as phala/tges de seus perseguidores e lyrannos, e
    surgir para ella uma aurora bolla e fulgurante ;
    depois que vio, cumpridas as obrigacoos inhe-
    rentes ao seu carcter de militante, i mitaca o de
    seu Divino Fundador, Jess- Christo cruxilicado,
    era-lhe coaveniente e de summa importancia
    pos as batalhas em que se empenhra, continuar
    na senda nobre de seus trabalhos, ornada dos
    Iroplios do s to ressuscitado, isto em- toda a altura de egre-
    [ ja vencedora e triumphante, e como lal.cumpria-
    Ihe ostentar lodo esplendor, magnificencia o ri-
    queza para raanter a integridade. c so-berania do
    reino espiritual.
    Islo poslo, convni agora saber, se essa rique-
    za, ossa pompa, esse patrimonio, que possue a
    cadeira de S. Podro, seria ou nao usurpado, sub-
    trahido e lomado forra de bayonetas, em detri-
    mento, e com grave proju-izo de outros estados,
    \ ou finalmente com a eIYuso do sangue chrislo.
    Ninguem, parece-nos, ousar negar avista dos
    l'faclos c do que olTorecem as historias, que, nen-
    Popino preencheu gloriosamente sua ro3sao,
    nao s libertou n Italia central do jugo lerrivel
    dos Lombardos, mas lamber.-, por um aet i mais
    Significativo; eonfessou a soberana do Papa, por-
    Ujuc entregou-lho os louros adquiridos no cen-
    bale. Transmittindo ( diz uma bella penlia ec-
    clesiaslica do Moranho ) sua conquista favor
    daquelle de quem,. desde lempos immeraoraveis,
    se linha j formado uma soberniia jle fado sebre
    o pniz conquistado, o rei francez eriga este po-
    der accidental em uma verdudeira soberana-de
    direito; fazia no mosmn lempo-uma rostiluicao,'
    c um donativo, restabelecendo a auloridade sobe-
    rana do Papa naqiielle pai/, '.uja posse lhe per-
    tCMiia por um dircilo legitimo. (6)
    O mesmo Carlos-Magno preslou o mais solem-
    ne tesleinunho i- legilimidads da soberana do
    Papa, quando, confirmando a doaco dos seus an-
    lepassados, quiz torna-la raais rica, juutando-lhe
    territorios e cidaes que espontneamente e.e-Jeu
    egreja.
    Seu filho Lui I,, possuido da mais viva eon-
    vieco, e respeilando os aclcs- magnnimos de
    seus maiores, nao duvdou sellar com sua auto-
    ridado rega, essas religiosas liberalidades, como
    Jaem se collige do decreto de Graciano, nesies
    termos. Eu Luiz, atiguslo. imperador dos Ro-
    ma-jos. decreto, quo ronfirino-a vos bemaventn-
    raito- J*edro principe dos apostlos, para vos,
    para vosso sucessor Mr.Paschoal Soberano Pont-
    fice, e para os successores deste, perpetuamente
    tal. qual receberem de vossos-predecossores, para
    possuir e dispr a cidade de Roma, com seu.du-
    cado e todos os-seus arrebuldos, seu territorio
    da* montanhas, e do lilloral martimo, seus por-
    tS, todas as suas cidades, castell.os, aldeas e
    povoa-coes situadas- no paiz da Tosrana :; ligo
    Lodovicus romanorwm imperalor augustas, sta-
    tus et concedo per lire paclum confirmationls
    nostrm. tiii beato Petro principe aposlnlorum.
    Josus Christo uasoendo de uma tribu que era
    ao mesmo tempo reRia e sacerdotal, era, segun-
    do sua ascendencia na geraco humana, rei e lam-
    bem sacerdote ; tilulos estes, que obrigavara os
    chrisios prestar-lhe na Ierra os mais submis-
    sos preilos do vencraeo, porque Ello assim se
    fazia digno de houras tanto regias, como cccle-
    siaslicas. Possuido di maior conviccao, disse
    Theodoreto: Chrislus Dominus fuil nalus ex
    comislo tribu sacerdotali el Juda, seu regia!,
    quia secundum humanilalem eral rex el sacer-
    dos. (9)
    Na lei antiga, que s era figura o sombra da
    le da graca, a dignidade sacerdotal era geral-
    menlo preferida todas as mais dignidades, co-
    mo impetradora das gracas. Vio-so queonirev
    povo israelista nan faltaram varos Ilustres, e o
    proprio Hoyss, que era conductor o generalissi-
    mo de todos, de uenhum ilelles se valia para pe-
    dir gracas Deus. Ao Summo Pontfice Aro
    incumba elle eslp cuidado, e o bom successo se
    allribuia virtudo do sacerdocio.
    O estado ecclesiastico, o qual exclusivamonle
    perlence o tributo de acedes de grabas ao Senhor
    pelo bem publico, esla perfeilamenle unido com
    a dignidade real, porque ambos emanam do
    Deus, c nislo que est a excellenna daquelle
    estado.
    J se disse que os res nao dovem ser consi-
    derados como homens seculares somonte, porque
    na ceremonia de sua coroaco sao ellos ungidos
    eom leos sagrados era trajo c-uasi sacerdotal.
    Antes de existir esle mystorioso rilo em varas
    rtaces, andar a o sacerdocio anneso dignidade
    real; e no F;gypto, per cxemplo, onde somonte
    sbam ao th-rono, sacerdotes, se par ventara al-
    gum exlranbo-chcgava a usurpar o reino, estar
    obligado abracar o sacerdocio.
    Tambera os imperadores romanos so prozaram
    do titulo do Pontfices, e o grande Constantino '<
    conservou este mesmo titulo, depois da victoria i
    que obt'evo sobre Maxcncio. Ainda o anno de i
    1578 vio-so o vellvo Portugal collocar o ni seu i
    tlirouo I). Henrique, inquisidor gora!, e arco-i
    hispo de braga, e que reunir a purpura real .
    purpura cardinalicia, tornando-se dost'artc a ma- i
    gestada mais eminente para cxallaeo da f"ca-
    iholica.
    Ora, se o successor de S. Podro desde lempos
    immomoriaes goza do-poiti>r temporal, oxorcendo
    as altas-funecoes de soberano nos seus estados-,
    como o>izer-se agora que aquella auloridade real
    nao se eoncilia com do sacerdocio? !
    Se, na verdnde, fosse- rfiametralmonto opp-is'.a
    realeza, e nao podessem existir unidos ao sa-
    Em verdade, a preeminencia esp'rilual da san-
    ia s, o respeito o veneraco que recebia do toda
    christtnJade, as virtudes que nella fulguravara;
    os immensos servicos que havia prestado, taes
    sao as causas que naturalmente Irssiam egreja
    esseengrandecimento temporal,que recebeu maior
    solidez e estabilidade sob o imperio de Carlos
    Magno.
    Nada por conseguinle (diz o referido Sr.
    abbade de Alix i>m sua obra j citada) mais bem
    eslabelecido pelo lado do direito publico, do que
    a auloridade temporal dos Papas.
    a
    Na Europa, mesmo no mundo inteiro, qual
    a soberana, ruja fundaco justa e regular, no-
    cessaria por tantas razes, remonta uma ori-
    gem lo anliga, e se lera conserrado cora tanla
    porpeluidade ?
    Por ventura (acrescenta Mr. Villemain)ns Euro-
    pa existe uma soberana, que repouse sobre base
    mais anliga e mais Trreprehensivel em straorigem,
    do que a do Papa, a qual, sugeita s mais du-
    ras provaroes tenha sido mais vezes a*Ceita e
    desojada pelo voto popular; emfim mais solem-
    nemente garantida por tratados, que ella nunca
    violn, e que ninguem humanamente faVando
    tem direito viular contra ella ?
    Finnaito nesias slrictas verdades, e cheio de
    conviccao, rompeu nestas phrases o ormJilc se-
    nhor "arcespc deOrleans. Desafio qualquer
    publicista que me aponte uma soberana exis-
    tente, que se possa alear de raais bem funda-
    da, ainda smente sob a relacao historico-poli-
    tica, indeperniite da f.
    Se por tanto, o poder temporal, a soberana do
    Summo Pontfice lem uma origem legitima e ver-
    dadeira, como pretender sacrrh>gamen!e exaulo-
    ra-la, depdr c reduzr o chefe da egreja como
    iim bispo em sua docese Por vciiura o vigario
    de Jesus-Christo ea ierra, o pae commuru da
    chiislandade, o pae espiritual de l>dos os impe-
    rantes catholicos deve limitar-se nicamente
    capital de liorna, o ficar deper.dsnic desses so-
    berano, recebendo delles o obslo de sr? ge-
    nerosidade, quando r.o se queira dizer uro aada
    de earidade '
    Dous grandes luzeros,-duas dignidades supre-
    mas, creou Deus para a ogroja universal : a lo-
    ridade pontifica!, e o poder dos res-. Oponer
    pontifical maior, e preside aos das-, isto-, s
    comas espritunes ; o outro menor e presite
    s nuiles, islo s cousas lemporaes; mas- tanto
    dilfrre "ma da outra, quanto se destir.gue o s-j!
    da la. Daas instituit dignitates, imv sunt ponr-
    lifierttis-auclorilas, et regalit polestas. Scirilla,
    qws pT'resi dietas, id ftt tpirilualibus-,. majar
    e*t : fut vero carnalibui, minar; esl qwania sC
    in/r solem et lunam taita nter Pon'Afites et-
    regia e/ferentia cognoscaiur (14).
    Ei.Creanlo, quando estos dous astros donvundo
    cordocio, Aquello, que eotlocou Pedro como pe-'moral raareham em sua rbita, quando -quelle,
    dra angitlar do grande edificio, que levantara so-; que oooeo recebo a luz donutro que fulgura,
    bre a Ierra, e que at lhe prometiera todo o po-juma harmona bella e encantadora osleota-.se
    dor na ierra c no co, eonsenlina que, por lanos-1
    seculos, o-seu vigario invoslisse a purpura tem-
    poral, nao eslar isto do
    inexcrutave-is designios?
    aecordo com os seus
    aos olhn do
    anida o tonto
    homem ; porm ti rae (acrescents
    abbade cilado'-ao sol os seu raios;
    E nem se diga que o poder temporal dos Esta-
    dos Poniificios, iia<> lem uma origen legitima-,
    pnrquanto se a vonlade t povo, e acquiescencia
    da sociedade universal, constilnem a base e o
    principio real de todas as- soberanas, o Papa c
    lem egual, como tem os uuilos- soberanos.
    Oucamos o que di/. Murono. qaiando tratad3
    supremaca do Papa. Carlos Magno coread0
    imperador em Roma, no anno de 300, fez o Papn
    seu primeiro magistrado-. Na decadencia da casa
    de Cailos-Ma^no, o Papa imilou os oulros grandes
    vassallos e senhores de Italia : elle se fez indo-
    pendente..
    O povo, cujos direitos para dar-se um sobera-
    no, as grandes crises saeiaes, saoinconleslaveis,
    o eonsentio ; e quando isto fera pouco, por cerlo
    que o nao era uma possesso da dez soclos.
    Que soberano lia na Europa que reine com t-
    tulos mais rospeitaveis-?' Soria possivel que no
    moio da-Europa chrisla a canees da religiao por-
    m
    ou quando menos obscurieai-lhe o brilbo bem-
    fazejo, e enlo o que podereis- esperar do-astro
    das noites-? Ti ra o diadema-ao Papa, como-se
    podor considerar elle sobie a fronte dos reis '' '
    No dia- em que as revoluces consumando as-
    suas empresas monstruosas, conseguirem redu-
    zr o Soberaab Pontifico nao ser mais do que
    bipo de Ikima, e bispo errante e fugitivo, nesse
    dia nao 3er um rei, que os pc-vos lero des-
    broniiado,, ser a realeza que ellos lero aba-
    tido.
    E' na verdade para admirar a dedicaco hoje
    pronunciada por esses espiritas,- que sustentam a
    sacrilegd viotaQo do dominio temporal da sania
    s; e consecuentemente a sub'ra;iio do patrimo-
    nio do S. Pedro.
    Como conceber-se que tantos seculos se le-
    nha podido- sustentar essa posse, c dar-so as
    mos os dous poderes no papado sem apparecer
    detrimento algura para o mundo social '. Como c
    que os noesos maiores, que nos legaram tanta
    setencia, nunca contrariaran', auuillo, que sera-
    pro liverara: por verdadeiro e legitimo, o pode-,
    temporal do Papa, o patrimonio de S. Pedro,
    prostando-1-he antes os mais-aubmissos preitos
    lanecesso esiraliho ao movimenlo universal, e-j de adhes e respeito, e se Jiojo que se en-
    Os homens lem sua poltica ; Deus tem lam-
    bem a sua, e mullo mais hbil e limito mais
    poderosa. O alvo supremo da poltica divina, al-
    vo que nao tem cessado de referir-se todos os
    aconteciraentos que se ho produzido naseena
    histrica desde a origem do mundo, a exalta-
    cao, a gloricacao da egreja, que aos olhos
    c Deus, como o prolongamenlo, a coniiuuaco
    da humaaidado de seu l'ilho sobre a lena. A'
    islo tende e se dirige ludo; nislo se termina o
    se consurama ludo ; a exaltaco, a glorificaco
    de Jess Chrislo, solado, mutilado, mas de Je-
    ss Christo completo, perfeilo, na plenilude de
    seu corp mysiieo que a egreja. Tal a obra
    de Deus : Domine, opus tuum ()
    hun estado possue com mais legitimo direito,
    com mais honra e dignidade, os bens que consii-
    tuera a riqueza do imperio, do que os oslados da tt per te vicario fu domino Pasckali Pontfice
    la "I ogroja catholica, porque, o que ella tem, aquillo i sitmmo el successoribus ejus, in perpeluiun, sicul
    .lon" i que forma o seu patrimonio, foi tudo devido l< pnrdeccessorlb-us veslris usque nune in'veslra
    potestate et dilione- tenwitts, e disposuislis roma-
    nam cicilalem, cum ducatu seco el suburbanis,
    el terriloris eju&.monlanis el marilinis liloribus
    el porlurbus seu candis cicitalibus caslellis,
    oppidis, ac viUtis in Tutcia parti-bus. (7)
    munilieencia dos imperantes eminentemente or-
    Ihodoxos ; foiam doaces (oilas com a maior es-
    ponlaneidade cadeira de S. Pedro, alirn de que
    esta podesse ostentar aquello, explendor e inde-
    pendencia que exigia a suprema dignidade que
    he inherente. m
    Vejamos de que maneira adquiri a egreja esle
    | patrimonio outr'ora tao respeilado c hoje infeliz-
    mente r.outeslado !
    Os annaes da historia nos mostram, que Cons-
    tantino magno, foi o primeiro principo que en-
    riquecer a egreja. Sua lberalidade chegou
    ponto do fazci^kaco ao Papa S. Silvestre da ci-
    dade do IlojAJtaais trras do estado ecclesias-
    tico ; e isto fero^ngar no secuto IV.
    Temporibus B. Silveslri romani Pontificis,
    .Snela1 recordalionispussimo Constantino magno
    peratore per ejus largilalem. Sania Uei callio-
    nao partecipasso das clteraces polticas, que se
    osjeravam em torno dalla? Os oulros imperios se
    formaram ou ampliaran] com a punta da espada,
    ou pelo brbaro diroi'.ode conquista ; o do liorna
    christf.a so ostabelccia.pacificamente pelo amor e
    pela gralido. (10)
    ;he.-gou a incumpalibilidaJe desses dous pode-
    ros, sendo que lodo transa so sirva levar
    e'Ieiio a extorsao todos os-respeilos escnda-
    nos do nauorivel direito Ho patrimonio, e con-
    segMintetaente da soberana '.emporal do Ponti
    i lico H
    Como que esses imperantes- catholicos com a
    Era quanto o imperio romano Sorescia, elle en-1 r!,3in'" esponianeidade e dedisaco egreja nao
    cerrava em sua vasta extenso quasi-loda a chris- s lhe fizeram ella doa..-oes mporlaniissimas,
    landade : mas ( como reflexiona Fleury ), desde I corao te reconhece'ain.a soberana do Santo Ta-
    que a Europa coube em parlilha muitos prin-ldro, ecombaten lo em pro: deVle conquistaran: a
    ees iniiependcnles uns dos oulros elaro que sel l,oste de seus estados, rcsliloram e coolirmaram
    O Papa ticasse como subdito de algum delles, mui-
    to dillicil sena que os oulros- o reconhecessem |
    como Pao commum, os schimas leriam sido fre-;
    qusntes (11).
    vros o nos
    cardeaes e
    so lanca
    =..l
    c io da Sanl
    - que sei
    os ministro!
    publica ; as
    femptorl Percorro a Italia desde Bo-
    irin, v oque ah se publica nos 1-
    jornaes acerca do Sanio Padre, dos
    do clero calholico; o ridiculo que
    re a piedade o as pralicas deslina-
    das lionra o mysterio da lmmaeulada Concci-
    lica el apostlica romana ecclesia elvala alque
    abalhar nesla exltala esl, el poteslalem in his Saperia par-
    ssima Virgen), v as farcas escanda-
    representam nos Ihoalros, em que
    da religiao sao entregues risada
    horraseis diatribes, os insultos gros-
    seiros, as Chcameos immundas, as torpes cari-
    caiuras quei penetrara as casas e se doslribuem
    pelos cafse pelas ras... Ve a propaganda pro-
    tesiaiit-i fazendo-se publicamente, como eu vi
    em Milo, sombra mesme do zimborio do S.
    -, nata esta alluvio de emissarios das so-
    ciedades secretas de Londres,qu percorrem com
    toda afoiteza e descaro a Romagne, a Toscana,
    a Lombardia, o Piemonte irabalhando era insul-
    tar e desacreditar nossa santa relifeiao, e pro-
    pagar folbotos asquerosos e biblias falsificadas,
    razo de 10 a 15 schilings por semana. V em-
    lim as casas religiosas sujoitas continuos de-
    rassas dos esbirros liberaos; os bens dellas con-
    fiscados pelo estado; mais de 15 collogios ca-
    tholicos suppressos; escolas prolesianles aber-
    las em Turim sob augustos auspicios: as rendas
    dos hospilaes encorporadas ao thesouro : as pri-
    ses regorgilando de religiosos, de sacerdotes,
    de ignilarios.da egreja, sem que se Ihes conce-
    da ao menos o beneficio de um processo; 3 car-
    deaes da santa egreja perseguidos o presos por
    nao terem festejado com bastante enihusiasmo
    uma testa patritica ; C bispos expedidos de suas
    diocese por lerein pedido supplicas em favor do
    Tapa ; ti arcobispos venerareis, gemendo no exi-
    lio ; 1S dioceses ha muito lempo vagas; a im-
    rreiisa religiosa forjada ao silencio no meio do
    trasbordar sem limites da imprensa impia ; o
    episcopado privado da faculdade de publicar uma
    pastoral e al de manda-la manuscripla, som o
    visto do excelso Parini e de seus satelliies! Con-
    sidera esles tactos e oulros muitos que le pudra
    eu citar, e depois dou-te carta branca para di-
    zores que a revcluco italiana, tal como ella so
    tcm tornado ullima'menle, c uma revolucao pu-
    ramente poltica !
    Era todo caso, obrou o Papa imprudenle-
    * mente fulminando a excom munhao. E' csti uma
    arma entorrujada que pode ser mancada com
    bom successo durante os seculos tenebrosos da
    edade meJia, mas que hoje pcrfeitamente nef-
    icaz, o um verdadeiro anachronismo no meio
    dos brilhanles progressos da moderna civili-
    saco.
    Os que assim fallara, meu charo amigo,
    rao tem idea exacta da excommunho, do sua
    nalureza, do su origem, c de seu alcance na
    egreja de Deus. Consiste esla formidavel pona
    no poder que lem a sociedade chrisla de expe-
    lir de seu seio cortos culpados contumazes, pri-
    vando-os da partecipaQo lolal ou parcial dos
    bens espirituaes do que ella depositara ; o
    mesmo direito que lera toda sociedade de riscar
    da lista de seus membros e privar de seus privi-
    obra ; uns, amando-a, ajudando-a, outros do-
    leslando-a, combaleiidu-a ; Deus lira partido de
    esforcos to eucouirados, e sem apagar uma h-
    nha no plano eterno de sua Providencia, sem
    romper a ordem admiravel de seus ineflaveis de-
    signios, vai tocando de uma outra exlromida-
    de com do^ure e fortaleza, fazendo reverter tu-
    do em bem de seus escollados. Umnia propler
    electos.
    Consolcmo-nos neste pensamenlo. Deixemos
    trabalbar o grande obreiro.
    Mazzini, Cavour, Garibaldi, Palmerston, tolo o
    grupo subalterno dos perseguidores de nossos
    dias sero sorvidos d'aqui 'pouco na (ossa com-
    mum em que desappareceram seus predecesso-
    res, o a obra de Deus, alravessaudo as ruinas que
    ellos tiverem amonioado, apparecer mais bella,
    mais radiosa que nunca aos olhos do universo.
    Domine, Opusiera '
    (i6us largiri d'ignalus est. Sed el cunda alia
    qum per diversos imperalores patricios eliam,
    elttlios Deum lmenles, proivrum animo; merce-
    dt el venia dehclorum, in partibus Tutcioe, spo-
    lelo seu Benevcnlo, at que Corsica simul, elsabi-
    nensi patrimonio II. Petro Apostlo, sanclccqucl
    Dei el apostlica' romana' ecclesiie concessa sunl,
    et per nefandam genlem Langobardorum per-
    manorum Spatia abstracta alque ablua sunl,
    veslris temporibus resliluantur. (1)
    Dosde enlo nenhum imperador quiz residir
    em Roma para nao prejudicar os direilos do Sum-
    mo Pontfice. O mesmo Constantino Iransferio o
    seu Ihrono. a sede imperial de Roma para Rysan
    cia, e depois para Conslantinopla, afim de evitar
    occasio de conflictos do poder espiritual pontifi-
    cio coto o poder temporal dos imperantes.
    exemplo do Constantino e do sua lberalidade
    outros imperantes lizeram egreja notaveis doa-
    ees, singularisando-se a do imperador Jusliuia-
    iu, que logo depois de coreado deu egreja lo-
    dos os bens que at enlo havia possuido : a do
    imperador Valenliniano, que deu faculdade
    quem quizesse, para constituir as egrojas suas
    herdeiras.
    Chegou porm uma poca em que Conslanti-
    nopla atlrahia por suas delicias os imperadores
    do Oriente, e enlo os cuidados pelos interesses
    lado acerca do poder temporal do chefe da egreja, je Roma foram-se arrefecendo, e doscorocoaram
    do Vigario de Jess Chrislo na trra. 0ihos vistos, de sorte que, esla negligencia deu
    A incompalibilidade, que alguns dizem, exislir' |Ugr que os Lombardos, que pela mor parle
    entre a liara de Pedro, e o diadema de soberano, Pram ariannos, senhores de Ravena, ameaeassem
    o objecto que por te mais tem cansado serias [ intrpidos a cidade de Roma. O assallo foi ino-
    apprehensoes, e de que mais se ho oceupado os vitavel, maso Papa Innocencio I conseguio sal-
    D'aqui j se evidencia que o patrimonio da
    cadeira de S. Pedro nao um patrimonio usur-
    pado, sublrahido, mas possido por um titulo le-
    gitimo, porque foram doaces espontaneas de
    soberanos monarchas calholicos; defendidas por
    seus successores, e reconhecidns por oulros
    muitos soboranos, os quaes lodos preslaram ve-
    neraco legitimidade da soberana temporal d
    Papa.
    j. Entretanto, desmembrado o imperio de Carlos
    Magno, Roma ficou entregue ao-seu defensor. Os
    defensores eram investidos de uma magistrabura,
    que suppria a falla do supremo poder temporal.
    Os Papas (como diz um escriptor) eram os de-
    fensores de Roma; e diversos soberanos e povos
    de commum aecordo, respeiiavam o colosso do
    poder, approvavam esta benfica auloridade as
    raaos dos Papas, o ao mesrao passo q,ue Ihes
    prest^vam respoitosa obediencia, eslabelciam a
    sua perfeila independencia.
    .odo quanto seus antepassadus haviam feito, c sa-
    no secuto XIX surgirm easaaintelligenlaa escla-
    recidas que a conlestim a Esses mesmos que,
    no a lesear real, ciugom a cora, em sua alta sa-
    bedoriajulgam que o Papa aio dtve ter mais f!o
    Deus que ao fundar sua egreja, fhamou Pe- | n'mio emporal as Romagnes. apoiando odas
    dro para ser 3 columna o firmamento della, e o I es?as Provincias insurgidas para subtralurem-se
    constiluio seu chafe, dando-lhe a supremaca en-i u dependencia da santa sa! Como finalmente,
    are os de mais apostlos, afim de que elle nao conceber-se que a Franca que, outr ora alardeava
    dependesse de ninguem na torra, quererla que o | f.s.M.s,t"ia.r _""\FA_?.e.?!.-l 2iSo
    successor de Podro, que seu vigario, estivesso
    sujeilo e prestssse obediencia aos outros sobera-
    A Egreja e o Papa.
    A questao de maior transcendencia, a que hoje
    mais chama a silencio da Europa, e abala os
    nimos dos catholicos, a queslao que se ha n;i-
    II
    Duas grandes insliluicoe?, (diz o ilustrado
    Sr. Abbade de Alix, em seu traballva, que deu
    o nomelsludo theologico sobre opnder tempo-
    ral do Papa) duas ideas, dous principios da
    mais alta importancia, conservara e regem as
    sociedades humanas: a religiao, e a auloridade
    publica ; a idea, o principio de relaces sagradas
    entre Dous. e es homens de um lado; e de outro
    lado a idea, o principio do uma gerarchia de
    poderes para o bem commum dos individuos,
    que formara uma mesma sociedade sobre a Ier-
    ra ; gerarchia de poderes, que parto de um po-
    der soberano, e romonla sua origem pela aceao
    ao mesmo lempo pacifica e poderosa. Esses po-
    deres vera de Deus, assim como a prerogativa do
    sacerdocio lem nelle a sua origen) : por isso
    que sao sagrados, e que devemos obedocer-lhes.
    Ora, nada ha, que mostr a origem do poder
    politico, nada ha que o torne mais augusto como
    o facto de sua uniocom o poder sacerdotal na
    pessoa do Papa.
    mais habis escriplores.
    Querer reduzir o Papa a nao ser mais que bis-
    po de Roma ; querer desmembrar ou sublrahir o
    patrimonio de S. Pedro, na verdade uma das
    mais flagrandes injuslicas, das extorces mais
    violentas, mais escandalosas, emfim, uma das
    pretences mais iniquas e sacrilegas.
    a mais infernal sem duvida, porque lem mo-
    lestado a egreja, sorprendido o espirito da chris-
    landade ; e tanto mais para lamentar ver como
    esses genios furiosos se alirara sem reserva, e
    querem ousadamente locar na arca santa, como
    fozza, quanto contrista lembrar, que esses mes-
    mos adversarios gratuitos, sao calholicos, nasri-
    dos no gremio da religiao, e outr'ora acrrimos
    defensores dos direilos da egreja I 1
    Ninguem ha que desconheca, que, assim como
    o rei deve ser humilde sob a purpura, conside-
    rando-se pobre no moio da opulencia, distribuin-
    do as riquezas em fator de seus infelizes subdi-
    tos, e applicando-as simultneamente s obras
    pias, o de ulilidade publici ; assim lambem a
    egreja em cada um do seus membros, parlindo
    1) Hath. XVIII. 17.
    2) II Joan. v.9.
    3) I ad Cor. v. 5.
    4) Luc. XV. 14.
    5) Habac. cap. III. 2.
    () Por afluencia de materia,
    ser publicado este artigo.
    var a cidade das mos sacrilegas de Alarido ; e o
    pontfice S. Leo pode tambera moderar o impe-
    to do flagello do co, Atlilo, que, possuido de
    um furor satnico devastava e reduzia ciruas os
    paizes conquistados.
    Em razo dos importanlissimos servicos que
    acabavam de prestar aos Romanos, os dous pe-
    dosos pontificas foram olhados como genios tu-
    telares de Roma, e como o nico recurso contra
    os barbaros. Ellos gozavam, perianto, entre
    aquelles de uma auloridade quasi absoluta. Os
    [lmanos satisfeitos dosle governo paternal te-
    miam o dos Lombardos sendo a maioria delles
    arianos. (2)
    Realmente, nao foi infundada a preveneo,
    porque esto povo brbaro, leudo lesla seu re
    Astolpho assaliou atrozmente Boma no anno de
    755, pondo-9 em assedio lerrivel. u Papa Este-
    vo II, dbil para resistir ao furor do um povo
    tao poderoso, quanto impio, implorou o auxilio
    de Pepino rei dos Francozes, e este soberano
    com urna dedicaco toda a prova, atravessando
    os Alpes, correu com seu exercilo Italia em
    soccorro do Papa, dorrotou os inimigos e alcan-
    cou a paz, obrigando Astolpho restituir o exar-
    chado que oceupava.
    O vigario do Jess Chrislo, rei e sacerdote ao
    mesmo tempo, proclama todo o universo que
    o sacerdocio e-a realeza vera de Deus, e por esle
    sao proscriptos para a salisfaco dos mais graves
    interesses do hornera ; e desla sorte adquire para
    a realeza o mesmo respeito, ]ue se tributa ao
    poder sacerdotal. Collocado na mais alta das
    insliluicfs polticas, elle prega o preceilo do
    direito e do dever; recommenda a ordem ea
    obediencia, o respeilo e o amor, a paz e os seus
    fruclos. ligo autem constituas sum rex l)eo
    suptr Sion montem sanclum ejus, prwdicans
    prceceplum ejus. (8)
    O sucessor de S. Podro, como vigario do Josus
    Christo na Ierra sacerdote c juntamente rei.
    Esta realeza dimana do Soberano Divino.
    nos lemporaes-? E se assim fosse nao se voris
    o Papa em muitos circumslancias criticas, absor
    lamente lolhido do oxercer o poder espiritual, a
    at de conter em seu dover todos os dentis
    bispos ?
    Um Papa soberano [ diz o Ilustrado Miuza-
    rlli, J inspira o lemor e o respeito nao s-era
    virtude das ponas espirituaes, como lambem das
    lemporaes ; e corao tal elle apoiado pelo prin-
    cipe, que lhe seja alleicoado, mesrao por algu-
    mas razos humanas ; e enlo aquelle sobacano
    nao ser fcil em romper os tocos do amisade
    com um egual. para favorecer ao pariidc.de um
    bisiip donde telle nada tem esperar, e nem i
    recetor. Se pois o bispo nao respeitar o Papa,
    teme porm o monarcha dn oslado onde olla re-
    side ; e desta sorte nao ousar arvorar o estan-
    dart da revolta, nem apartar-so da observancia
    dos caones. Ao contrario porm se o Papa nao
    for soberano nao ser protegido pelo principe ;
    elle nao lora os benignos soccorros que-se empe-
    hlieua defende-lo contra as vaidades e a revol-
    ta daquelles que nao queiram respeta! uma ju-
    r;sdii;o simplesmente espiritual.
    Os principes mesmos pcrsualidos. militas vezes
    de encontrar n'um canone.n'uma lu eeclesiastica,
    qualquer cousa contraria aos seus interesses par-
    ticulares, nao manifoslaro mais essa unio hu-
    mana e officiosa com o Papa, eu arruinaro por
    sua propria autoridade a le e o canone.ou obliga-
    ran! os bispos, seus subditos i adherir s suas
    ideas.
    Porlanto a disciplina erctesiaslica mudar in-
    leiramenle nos estados ; se tratar della como so
    tratam e se indagam os negocios seculares; e
    a anliguidade, a uniformidade das saneces eccle-
    siaslicas ser alterada e violada com detrimento
    irroparavel para os costuraos e para a mesma
    f (12).
    Qualquer reflexo que so faca semelhante res-
    peilo, ser insuflicienle, ella nao satisfar por
    corto vista do que j disse a sublimo agina de
    Meaux. Sua resposta est cima de qualquer
    ouira que so possa cITerecer otclligencia.
    Deus ( diz ella ) ; querendo que esta egreja,
    me commum de todos os reinos nao fosse
    no porvir dependente do reino algum no lempo-
    ral, e que a sede visivel da unidado para todos
    os fiis fosse allim enllocada cima das parciali-
    dades, que os diversos interesses o reroios de
    oslado podoriam causar, servio-s de Pepino edo
    Carlos Magno, como instrumentos para esse gran-
    de designio. *
    tcm deixado de
    A fedacco.
    (1) Vid o opsculo de Muzzarelli, na parte que
    Irata do podar temporal do Papa, Tora. 2.
    () Bergier, Dice. Iheolog. ari. Pape ; Muzza-
    reli, Les opsculos, Tora. 2 : Dominio temporal
    do Papa.
    (3) Berli, Historia eccles. abre?; part. i",
    pag 1S9 e 201; Ilennon, hisloiro do l'glise,
    Tora. 3".

    (1) Berli, Hist. eccl. abbreviada, part. Ia, pag.
    210, nol. 1* ; Henrion, liistoire de l'Eglise, Tom.
    3, pag. 402 e 403.
    (5) Vide Diario de Pernambuco de 16 do marco
    de 1860.
    (6) O Rvm. Sr. conego Dr. Manoel Tnvares da
    Silva, em seu eloqnenlc escriploo Protestan-
    tismo e o poder temporal do Papa, inserto no
    Diario de Pernambuco de 15 de mato de 1860.
    (7) Ads, in chron. an. 727: vide o Diarto
    Pernambuco de 16 de marco de 1860.
    (8) Psalm. 11, 6.
    de
    Por urna feliz consequoncia de sua liberdade
    que a egreja independonle em sua cabeca, de
    todos os poderes lemporaes, v-so em oslado do
    exercer mais libremente o poder celestial, de re-
    gor as almas para o bem commum, e debaixo da
    commum prolercao dos reis calholicos ; e por
    islo que lendo na mao a recta balanca no meio
    de tantos impos, quasi sempre inimigos uns dos
    oulros, ella sustenta e manlem a unidade em
    todo o corpo, urnas vezes por inflexiveis uccrc-
    tos 6 oulros por sabias providencias (13).
    assostando-lhosas boyni'Vis da liberdade ; a.Fran-
    ca que, nossa poca assusJadora, nao rocuau, su-
    perando tantos eraba reos, e que pode extirpar a
    nascenle repblica, que despoSi.va na capital do
    mundo, hoje ganccicuaa o direito imaginario d
    independenciad a Romagne?!
    Cora effeito, causa admiraco que a franca re-
    eonheeesse em 1818 c Papa como soberano legi-
    timo dos f.stidos Pontificios, dessas mesmas pro-
    vincias insurgidas, o que at exemplc-de Pepino
    viesse com suas tropas para a Italia sustenta:
    aquella soberana, a seus dominios na. plena, pos-
    so delles. e que hoje se mostr incoherente com
    os principios d'ouir'ora, abandonando o Papa na
    triste conjunclura em que elle.se acha, dando,
    como parece, assentimenlo e apoio-nessa escan-
    dalosa e sacrilega, usurpaco do patrimonio de S.
    Pedro, concordando em summa, ,'ne o.Pontifico
    se circitnscreva apenas cidade do Roma': (15).
    Do duas uma: ou aquelles vultos, proeawien-
    les da aniiguiiade, desde osocul8.de Constantino
    Magno, esses- piedosos monarchas. que luaaifesla-
    ram lana adjMsio.e prodigalisarara sua munifi-
    cencia egreja orara pouco Hlusirados meuos
    orlhodoxos ou os pliilosoplios do secuto XIX, e
    esses soberanos, que sustentan! a incampalibili-
    dade dos dous poderes e se pronunciara favor
    da liberdade das provincias insurgidas, Macando
    conseguintemente a soberana da egreja, sao niais
    sabios e mais catholicos !
    Nao ser fcil dissolver o dilemma.
    Liu conclusao do que temos cxposlo, citaremos
    ainda as palavras do erudito abbade Alix quanto
    disse : Os estados da egreja podem sem duvida
    ser reduzidos, porm s pela violencia, pela expo-.
    liaco, pelo sacrilegio, e pelo roubo. O Papa
    soberano legitimo. Desapos3a-lo de seus domi-
    nios estabelecer o principio mais porgse que
    se possa introduzir as sociedades fundadas sobre
    a propriedade, e como sobre uma base esscncial.
    Os estados do Papa nao lhe podero ser dados,
    porm lhe foram confiados e garantidos pilos r-
    cenlos tratados, que reconsliiuiram a Europa em
    1815. Atacar boje esses estados atacar o. direi-
    to mais sagrado, compromelter a ordeiu-geral,
    satisfa/er as paixoes revolucionarias, e consternar
    as possoas conscienciosas.
    A defensa, pois. dos direitos da santa s, do
    patrimonio de S. Pedro, inleressa aas inleresses
    da egreja o da chrislandade.
    A causa da egreja ; e quanda esta alacada,
    e seus fundamentos sao abalados, egualmenle
    atacada a chrislandade.
    Convm, por tanto, nao arietocer neste empe-
    nho nobre. E'dever, e dever imperioso do chris-
    lo, combater favor de uma causa to.justa, to
    santa, como a causa da egreja, deveodo entre-
    tanto sorvir-lhe para sua animaco e coragem a
    infallivol promessa do seu divino fundador : par-
    ice infer non prevalebunt adversus eam.
    Padre Lino do Monte Car mello Luna.
    Recite, 10 de agosto de 1860.
    (9) Theodorct. in Exod, qucesi. 16.
    (10) F.nsaio sobre a supremaca do Tapa, tra-
    duccao de Garren ; impressa em Pernambuco em
    1851.
    (11) Fleury 4 disc. n. 10.
    (12) Les opuscules de Muzz-relli, Tom 2.
    Dominio temporal do Papa.
    (13) Bossuet. serm. sur l'unit de l'glise ;
    Tora. 3o.
    (ij Inn. 3. cap. slita- extra ad majoritate, et
    obedientia.
    (15) Do?e na verdade causar serias apprehen-
    soes, e magoar o coraco de todos esses que so
    bao envolvido na subiracco sacrilega do pilri-
    monio de S. Podro, as leltras apostlicas de S. S.
    Po IX datadas 28 de marco desie anuo, as
    quaes elle fulmina excommunho maior, e decla-
    ra encorrer as censuras e penas ecclesiaslicas
    impostas pelos sagrados caones, lodos os com-
    miteiites, factores, conselheiros, ou adherentes ;
    todos que teiiham facullado a execuco dessas
    violencias, ou as tenhara executado por si pro.-
    prios.
    PERN. TYP. DE M. F. DE FARIA.- L.
    ILEGIVFL


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