Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09459


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Full Text
*IIf XXXT1. NDHEEO 231.
Por tres mezes adiantados o$000.
Pop tres niezes vencidos 6000.
FEBi t DE 0DTBR9 DE 1869.
Par anno adiarHade -I9$000
Forte franco para o subscritor.
ENGA.aREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Natal, oSr. Antonio Marques da Silva; Aracaty.o
Sr. V. de Lerao3 Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Martins Ribei
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Joao Fernandos de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jernnvmo da r.osla.
l'Altl'lDA LK>;> CUUKhlU.v
'Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
lguarass, Goiaana e Paralaba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Rezerros,Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as trras feiras.
Pao d'Alho, Nazreth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira.lngazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as ijuartas-feiras.
Cabo.Serinhem, RioFormoso.Una, Barreiros.
Agua Preta, Pimenteiras eNatalquinlasfeiras.
(Todos oscorreiosparlem as 10 horas da manhaa.
EPHEMERIDES DO MEZ DE OUTUBRO.
7 Quarto minguanle as 8 horas e 43 minutos
da tarde.
M La nova aos 17 minutos da (arde.
-1 Quarto crescente as 11 horas e 51 minuto?
da manhaa.
29 Luacheia as 4 horas e 30 minutos da tarde
PREAMAR DE HOJE.
Primein as !) horas el8 minutos da manhaa.
Segundo as !l horas e 42 mitiutosda tarde.
ADINECIAS DOS TRIBUNAES DA CAP11AL.
rribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaeo : tercas feiras e sabbados.
Faze'nda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas,
Juizo do commercio : quartas ao meio dia.
Dito de orphaos : tercas e sextas as 10 horas.
Primeiri vara do civil: tercase sextas o meio dia
Segunda vara.do civel; quartas e sabbados a una
hora da larde.
DAS DA SEMANA.
1 Segunda. Ss. Virissimo, Mxima e Julia ira.
2 Terca. Os Arijos da Guarda, S '."odegario b.
3 Quarla. S. Candido m. ; S. Haximiano b.
4 Quinta. S. Francisco de Assis fundador.
5 Sexta. S. Placido e seus companheirosmm.
6 Satinado. S. Bruno fundador ; S. Ilerolhides.
7 Di.mingo O SS. Rosario de Nossa Senhoro,
PARTE 0FF1C1AL.
.llinisteriu do imperio.
KXr-KlUEMK H0 OA 2 DE JIMIO DE 18Gi).
3o seceo.Ao presidente da-provincia das
Alagoas.Tenho presente o ollieio de V. ElC. n.
43 de 7 raeo do governo imperial as seguinles de-
cisoes que deu s duvidas que se suscitaran]
acerca da competencia do juiz de paz quo
devia presidir junta de qualilicaco di fre-
guezia de Anadia e da legitimddo de al-
guna eleitores da mesma freguezia.
Ia Que a presidencia da mencionada junta
competa ao 2" juiz de paz, visto ser o Io sup-
plcnle do juiz municipal e j ler exercido este'
emprego ;
2a Que por occasiao de eleger-se os msanos
devia o presidente da junta admittir nicamente
os eleitores assignados no diploma do deputado
assembla geral legislativa pelo 4" dislricto
eieitoral, lendo em vista que nao concorressem
para a organisioo da mesa eleitores de cuja le-
gitimidade se duvidava.
E em resposia declaro-lhe que nao pode me-
recer approvacao do governo imperial a pri-
meira das referidas decisoes, poisque os avisos
n. 1_6 de 6 de oulubro c n. 36 de 8 de marco de
1847, em que ella se funduu e que eslabelecem o
principio de que o juiz de paz que aceita e exer-
ce o emprego de supplentc do juiz municipal
perde arguelle lugar, foram revogados pelo aviso
de ti de jullio de 1859, que declara que o juiz do
paz que for nomeado substituto do juiz munici-
pal, nu que fr chamado a servir este cargo na
qualidade de vereador, conserva o seu lugar, e
nelle sera substituido omquanto estiver no exer-
cicio do de juiz municipal, o qual deixira logo
que se aprsente o juiz proprielario, se estiver
survindo como substituto quatriennal, ou logo
que se aprsenle este subsliluto.se estiver ser-
viodo como veroador.
Cumpre portanto que V. Exc. expera as neces-
sarias ordens para* proceder-se a nova qualifiea-
co, visio ter sido a primeira presidida por juiz
incompetente.
A segunda daqucllas decisoes merece a appro-
vacao do governo imperial, cumprindo que V.
Exc. continu a em pregar todos os metes ao seu
alcance, tanto para resulielecer-se a legilimida-
de dos eleitores da parochia de Anadia, como
para que sejau punidos os autores do desappa-
reciraento do livrodas actas da eleieo primaria
o da falsidade da authenlica remetlida 4 secreta-
ria dessa presidencia.
8 secro.Ao presidencia da provincia do
Rio de Janeiro.Foi presente ao governo impe-
rial o cilicio de V. Bxc. de 14 de'maio ultimo,
cobrindo duasrepresenlacocs em qu> o cidado
Antonio Das Pavao de Araujo denuncia varias
irregularidades praticadas pela junta de qualili-
caco da freguezia de It.tguahy. e as iiiformaces
que a respeilo dolas deu o juiz de paz presiden-
te da mesma junta.
Dos fados allegados pelo rep-eseiitanle nao
parece a V. Exc. beb elucidado o que diz res-
peito intervenco que o l)r. Antonio Mximo
do Couto levo, na qualidade de supplentc de
supplenledeeleilor.ua org.inisaoo da junta;
c sobre elle lera V. Exc. alguma duvida, que for-
mula nos seguinles quesitos:
1 Se est provado que aqnelle doulnr eia re-
sidente na fr-guczii de Itaguahj- podendo por-
tanto votar de conformidade com o art. 5" da le
de 19 de agosto de 1511), decreto n. 1,812 de 23
de agosto de 1S5G e aviso de Z de novembro de
1846, de 13 dezembro de 1848 c 8 de abril do
correntc anno ;
~ Se, dei lido que o mesmo doutor perdou o
direilo de votar por mndanca de domicilio, mas
lendo incompetentemente volado, devem ser
declarados millos os traballios da qualilicaco ;
5e pri ciso que para esse resultado concor-
ra com a circunstancia da incompetencia doelei-
tor a de ter influido o seu voto sobre o resultado
da eleieo ;
4o Se essa circumstancia como qualquer ou-
tra, sendo omittida na acta, pode ser supprida
por certificado de qualquer dos membros da jun-
ta ou do respectivo escrivSo. ^
Em resposia tenho a declarar a V. Exff
Quanto ao primeiro quesito, que o governo
nao competente para decidir a queslo do do-
micilio dos eleitores e supplentes. Ao presi-
dente da ju" la pertence fazer a convocara o dos
individuos que teem de organisa-la, e a estes de-
cidir quaes sao 03 que tem muJaao o seu domi-
cilio para outra parochia, em vista das provas '
que se apreseniarem ou do conhecimento pes-
soal que lenharn, como est decidido no S 3",
do aviso n. G3 de 29 oe marco de 1S7.
Decidido este ponto de fado, ao governo cabo '
resolver se foi ou nao cumprida a lei qne manda '
que tomem parte nos trabalhos das juntas de
qualifloago nicamente os eleitores e suppleii-l
es residentes na parochia; e sobre este ponto
tem o mesmo governo expedido varios avisos
declarando q 10 nao sejam convocados os que se
tivorcm mudado, e que, sendo-o ou compare-
cendo sem convocarn, nao sejarn admiltidos a
tomar parte na oganisaco e nos trabalhos da
junta. isto tosomen'te o que est as allri-
buices do governo.
Quanto ao t" e 3', que o eleilor ou supplentc
mudado da parochia cortamente incompetente
para votar na eleieo dos membros da junta, e
esta ficari organizada illegalmente, si! ello lomar
parte na eleieo ; c os trabalhos da junta serao
allos, se o seu voto ver decidido da eieico,
porque pode o ruembro ou membros eleitos com
semelbante voto exercer tal influencia que faca
com quo a qualifieaco dos volantes aprsente
tim resultado diverso daquelle que appareccria
se esse raembro ou membros nao liiessem parte
da junta.
Quanto ao 4o. que s-;m duvida qualquer metn-
Lro da junia de qualilicaco ou o respectivo es-
crivo podem qertiflear os fados que occorrem
na organisacao (la junta, e durante seos trabalhos,
(pando na acta nao se lenha fetlo menean delles ;
mas os seus certificados podem ser contestados
por documentos semelhantes, p3ssados por ou-
tros membros, ou por jusliQcaeoes e depoimen-
tos jurados ; e por lano nao podem ellos con-
siderar-so como prova bastante de taes tartos.
Pelo que respeita s otitras irregularidades,
denunciadas, declaro a V. Exc, em primeiro lu-
gar, que ella? nao esto provadas em visra do
que depon o presidente da junta e dos documen-
tos que elle aprsenla, o em segundo lugar qie
as parles inloressadas devem usar dos recursos
tslabelecidos na lei contra a inctuso na lista
de qualifieaco de individuos que nao teem as
habililacoss exigidas.
Ao vice-presidente da provincia do Amazonas,
communicando que o governo imperial tica in-
leirado de ter sido adiada a abertura da sesso
da referida assembli legislativa, mas observa
que 6 conveniente que os presidentes de provin-
cias declarom sempro as razes em que se fun-
datn para laucar mao daquella medida.
Ao presidente da provincia do Rio Grande
do Norte, dechrando que a despeza com a ic-
quisicao de IcnislacSo para as secretarias das
presidendlas deve correr por conta dos cofres pro-
viociaes.
ENCARRBGADOS DA SUBSOjjjTl'CAO NO SL.
Alagoas, o Sr. Claudino FalcSo Das; Baha,
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martins.
EM PERNAMBLCO.
O proprietarin do diario Manoel Figueiro* de
[l'ara.na sua livraria praca da Independencia r.
6 e 8.
. a n 1 ti I ni .... 1 boracao de V. Exc, pois que a ser exacto comu 1 nao os recursos inierpost os d a decisoes das mes-
Ao presidente de lVrnambuco.Tenho pre- 3.a secQao.Ao presidente da provincia do = allega, que o cidado que se pretende excluir mas juntas.
sent o ollicio do antecessor de \. Exc, n 500, Ceara.-Tenho presente o ofTicio de V. Exc. n. 65 do cargo de juiz de paz sabe ler c cscrever, cessa I Oulrosim a
de 5 de marco ultimo, submeltendo considera- de 18 de maio prximo passado, remettendo a a razao em que se fun Jou
cao do governo imperial a seguinte resposta, que ; copia
a
rao do governo imperial a seguinte resposta, que ; copia de nina representacao que Ihe dirigi o
deu s repieseniaces que lhe dirigiram douslcidadao Atexandre Correa de S, vereador sop-
supplenles de eleitores da freguezia do Bonito, a ] pente mais votado da cmara municipal da ci-
camara municipal da villa do mesmo nomo, c o
juiz de paz presidente da junta do qualifieaco da
ipprova o governo imperial a deli-
referida freguezia.
E em resposla communic a V. Exc quo foram
approvadas as mesmas decisoes, constantes dos
quesitos seguinles, pelos fundamentos em que
ellas assenlaram :
1. Que a letra do art. 2 do decreto 11. 1,792 de
26 de julho de 1856 refere-so nicamente s paro-
chas novamenle credas, mas que o aviso n. 408
de 23 de novembro de 1857 declarou que os casos
de desmembrado de parochias lambem se com-
preheudeni no espnlo do citado artigo, e que
portanto, se a lei provincial n. 425 de dejunho
de 1857 revogando a de n. 274 de 7 de abril
de 1S51 reslabcleceu os lmites da referida fre-
guezia que cram regulados pela lei provincial n.
157 de Jl de marco de 1846, e se o 7., 8., e 9."
quarleires do 2. dislricto da illia deplores,
pertcncendo a outra freguezia, licaram dentro da
do Bonito, os cidados domiciliados nos enge-
nhos Flor do Dia e Linda Flor s teem o direilo
de volar e ser volados, na freguezia a que per-
tenciam aquellos engenhos antes da lei provin-
cial n. 425 de 2 de Janeiro de 1857, que revogou
a de n. 271 de 7 de abril de 1851.
2. Que, se o coronel Z.eierino Velloso da Sl-
veira, embora possuisse os dous referidos enge-
nhos, nao tinha o seu domicilio legal no terreno
que ficou pertencendo freguezia do Bonito em
virlude da lei provincial n. 425 que restabeleceu
os limites da mesma freguezia, mas sim em loca-
lidade que antes da execogao do decreto n. 1,792
de 26 de julho de 1856 faz'ia parte dessa fregue-
zia, poda ser nella qualiOcido.
3.'J Que, se o juiz de paz presidente da men-
cionada junta deixira de sujeilarfi coosideraco
dos respeclivos membros questoes cuja dccis&o
lhes competa, proceder irregularmente, por-
quanto, exepcao dos cisos em que elle livesse
de exercer exclusivamente certas atlribucoes,
devia siibmeller qualquer duvida que OCCorresse
deciso da mesma junta.
4." Que nao compele aos presiJenles de pro-
vincia decidir as duvidas que se suscilarern a
respeilo de incluses ou exclusoc de alguns ci-
dados na lisia de qualilicaco dos volantes, por
ser tal deciso da exclusiva competencia das res-
pectivas juntas, caben do aos interossados os re-
cursos que das decisoes das mesmas juntas se
podem inlerpr na forma da lei de 19 do agosto
de 18 6
Ao presideiiteda provincia do .PiauhyTe-
nho presente o ollieio de V. Exc. n. 78 de 16 de
abril ultimo, com o qual me remelle as copias
do duas rcpresenlaces que llie dirigiram diver-
sos cidadosda parochia da Parnahiba, e sujeila
coosideraco do governo imperial a seguinte so-
lucao que deu i mesinas representares :
Que nao podendo ser convocado para o conse-
lho municipal de recurso o eleilor mais votado
da mesma parochia por nao ler esta, eleitores
approvados pela cmara dos depulaJos, devia a
falta do referido eleilor ser suppriija, convocan-
do-se, na forma do aviso de 11 de selembro de
18S, o-eleitor mais volado da parochia mais vi-
sinlia ; mas que, nu liavendo no municipio ou-
tra parochia, devia ser chamado o ." juiz de paz
do actual quairiennio, o no caso de*se achar este
impedido, o seu immediato em votos, por ser is-
lo conforme ao art. 6 da lei regulainentar de 19
de agosto de lSli, cuja regra, comiquanlo livesso
ouira origem, referia-se 9 hypot|iesc idntica,
iato falta absoluta de eleitores, segundo a
a doutiina do decreto n. 480 de 2 de oulubro de
18 6, 7.
E em resposta declaro a V. Exc. que nao pode
o governo imperial approvar a citad 1 deciso por-
que o aviso de 12 de julho de 1858, do que lhe
euvio urna copia, determina que. no caso de nao
haver no municipio mais do qu urna parochia,
cujos eleitores nao lenharn sido approvados pelo
poder Competente, e no numero destes culrar o
eleilor mais votado, seja convocado o da paro-
chia mais visinha, embora perlcucenle a muni-
cipio diverso.
i.' seccao.Ao presidente da provincia de
dfde de Aracaly, por nao ler a mesma cmara
consenlido que elle funceionasse na sesso do
o governo imperial
para sustentar a deciso que a tal respeilo profe-
rio o antecessor do V. Exc.
Ao presidente da provincia de. Pernambuco.
Foi prsenle a S. M. o Imperador o officio de
V. Exc. n. 61 i de 18 de maio ullimo, submetten-
dia I, de janeiro ultimo em que devia-se proce-1 do a considerac) Jo governo imperial as razos
der ao desempate pela sorte entro dous cidados | era quo so fuidou para negar a sin saneco aos
que tinham obtido igual numero de votos para dous projeclos de lei que lhe foram remellidos
deputados a assembla legislativa dessa provin- pela assembla legislativa dessa provincia na ses-
fi?J-S'iU-?5.l??_.0..*,5??f!^e!f19* d! Soyernolso ordinaria do corrento anno, e a deliberacao
que deu duvida propona pelo segundo juu do
paz da fregu>'ziado Camisao :
Que
"-"".....,?'''"" "'"'"' ki ueii- ylie ,;, yez ,,e o primeiro juiz de naz da
leracao que V. Exc. tomou de ordenar ao jorz de mcSma freguezia. o cidadao Jos Antonio^Sam!
I.re.to da comarca que insiaurasse o competente pili, ,lxrct.ril 0 |gr de juiz municipal supplen-
jrocesso de responsabilidade contra o suprac- ,e em poca anterior a 6 de julho de 1859 isto
belece.
3. Que em hypothesc alguma podem ser con-
vocados vereadores supplentes menos volados,
preterindo-se os quo os preceden em rotceo, e
j devidamenle juramentados.
E em resposta declaro lhe
perial approva, por seren
'.oes da lei do 1." de oulubro de 1828, as referi-
das decisoes; cumprindo quo V. Exc. communi-
que a esle ministerio o resultado das averigua-
^coes a que maudou proceder pelo juiz de direilo
da comarca do Aracaly acerca de semelhanle
iiregularidaJe.
3.a seceo.Ao ministerio da juslica, trans-
millindo o oflicio c>m que o presidente da pro-
vincia de Pernambuco enva a copia daaresposta
que deu a cmara municipal da cidade do Recite' pa da representaQao em que o juiz do paz pro-
a respeilo do conflicto di jurisdieco que occor- sidente da junta de qualifieaco da freguezia de
leu entre o juiz de paz ern exercicio no 1." dis- i Po d'Alho consultava a V. Exc. sobre as se-
tricto da freguezia de Santo Antonio da mesma Quintes duvidas :
cidade, e o 1." siipplente juramentado por] 1. Se tendo-sc mudado os cidados Luiz de
aquella cmara ; pois que ao referido ministerio Albuquerquo Maranho, Manoel Thumaz de Al-
compete lomar conhecimento da materia do ci- ', buquerque Maranho. a Antonio Remado de Mon-
tado oflicio. Commuoicou-se ao mencionado | T3< di freguezia de Pao d'Alho. onde cram elei-
imperial as seguinles decisoes que deu referida
representacao
1. Que, comquanlo pelo arl.27da lei dol.de
oulubro de 1828 seja o numero de cinco verea-
dores sufiiciente para que as cmaras municipaes
possam celebrar as suas sessoes, nao podem as
mesmas cmaras prescindir do numero completo
do vereadores guando se houver de celebrar urna
sesso para lim to importante como o da de 17
de Janeiro ullimo; pois que a parte final do art.
28 da citada lei determina que em casos laes
sejam
votos,
cumsla
2. Que
ruaras ni
cinco mem
que Inmou a respeilo da lei do orramenlo provin-
cial, que deve reger no exercicio "futuro.
Eo mesmo augusto senhor, tendo-se confor-
mado por sua immcdiata resoluco de 1 do
correntc moz, com o parecer da seceo dos ne-
gocios do imperio do conselho de estido, oxara-
do em consulta de 27 do junho prximo lindo,lia
por bem declarar o seguinte :
1." Quanto aos dous projectos do lei, que nao
constando anda qual seja a resoluco da referi-
da assembla a respeilo das razdes que V Exc
chamados os vereadores immediatos em alle^ou para nao sanccioua-los, sdei.ois do po-
dado o impedimento dos effectivos; cir- cedimenlo determinado pelo art. 16 do acto al-
ela esta que so verificara na dita sesso. I dcional conslituco, e 7o da lei que o inter-
- mesmo as sessoes ordinarias as ca-; prelou, so nao forem allendidas aquella razos
unicipaes s podem funecionar com podera o governo imperial entender na materia'
nbros, depos de terem silo convocados do conformidade com o art. 17 do mesmo acto '
tantos vereadores quantjs sao os que a le esta- e que portanlo nada lia que deliberar a semelhan-
d
P
tado juiz de paz, que se recu?ra a cumprtr a
ordemlque V. Exc. llie dera a lim de compellir
o oscrivo da junta a tomar por termo o men-
cionado recurso.
22
3" seccao Ao presidente da provincia de Mi-
nas-Gcraes.Tenho presente o ollieio n. 60 de
12 do correle me/, era que V. Exc mecouimu-
nico que nao podendo, em face dos avisos desle
ministerio do 13 de fevereiro e 10 de maio ultimo,
celebrar-se o acto da qualifieaco de volantes nos
curatos de S. Francisco de Assis do Capivara, e
S. Sebaslio do Areado, por nao estiren) anda
estes reconhecidos pela assembla legislativa des-
sa provincia, ordenara aosjuizesdc paz mais vo-
tados das parochias de Meia Pal tea e Alfenas, a
quo pertcncem os mencionados cnralos, que reu-
nissem novamenle as respectivas juntas de quali-
licaco, afira do aldicionar s listas geraes dos
votantes os nomos dos cidados resllenlas naquel-
, antes que o governo imperial livesse revogado
o aviso numero 36 de 8 de marco de 18!7. e ou-
iros que drclaravam incompaliveis os dous refe-
ridos cargos, nao poda o dilo cidado, uniforme-
mente ao que se resolver por aviso desle minis-
terio de 20 de abril ultimo, continuar a servir co-
mo juiz do pa/.
L em esposia declaro-lhe que merereu a ap-
provacao do governo imperial a d>>ciso de V;
Exc,, pois que o a\iso do 1" do oulubro do ar.no
passado muito expressaroente declara que a de-
ciso do aviso de 6 de junho do mesmo anuo es-
tabelece direilo novo, que s vigora da sua data
em diante; o portanto nao pode relrolrahir-se
poca anterior em que vgorva outro direilo.
5 9
Terceira seci;o. Ao presidente da provincia
de S. Pedro.Tenho presente o ollieio de V. Exc.
numero 58 de 14 de junho prximo lindo, sub-
metlendo approvaco do governo imperial a se-
te respeito.
2. Que sendo urna simples f.iculdade, e nao
um preceito obrgatorio. a disposi';ao do art. 26 S
7" da lei do ornunenlo provincial, que aulorisa ii
presidencia para conceder ao arrematante de um
a que o governo ini- j imposto snbre o gado oabalmenlo de25 0[Q so-
conforme s disposi-j bre o total prego da arreinataco. V. Exc nao
exoibitou de suas altribuices, deixando de usir
dessa facuidade, urna vez quo conslderou a dita
disposico contraria sos inleresses da provincia,
e paranlo nada tem o governo imperial que pro-
videnciar a lal respeito.
19
3.a seccao.Ao presidente da provincia de Per-
minbuco.Tenho presente o olTicio de V. Exc.
n.633 de 4 do correntc mez, remd'.en lo-me co-
les curatos, que possuissem as quahdades exigi- guinte deciso que deu consulta que lhe diri-
das pela lei.
E em resposta declaro a V. Exc. que o governo
imperial approva a deliberacao de V. Exc. ; pois
que sendo necessario, para que a crcaco dos re-
feridos curatos fique completa, o acto "legislativo
que coufi'iue o do hispo diocesano, as paro-
chias a que dantos pertenciam que devem ser
qualiQcados os individuos as circunstancias ex-
postas, como se tem declarado era varias decisoes
do governo imperial.
Aochefe de polica da corte Foi presente provaco
a S. M. o Imperador o ollieio n. 1,180 de 12 de Exc, poi
marco ultimo, em que o ntecessor de V. S. ex-
poe as perniciosas consequencias que podem re-
sultar do exercicio da faculdade conferida jos fis-
c es da iilustrissima cmara municipal pelo ^ %
^10 o jui/ di' paz mais votado do primeiro dislric-
to da cidade de Bag.
Q|lc_em vista do que dispem os avisos ti?.
32 de 5 de mareo de ls7, 45 ella de 20 de mar-
co, e 25 de setembro Je 18S, leudo aquello juiz
aceitado um emprego de fazenda, tinha renun-
ciado ao rarM de juiz de paz, e portanto nao po-
dja presidir aos trabalhos di junta de qualiOca-
eo do referido dislricto.
I- em resposta declaro-lhe que merecen a ap-
do governo imperial a deciso de V.
pois que esl de accordo com o que varias
vezesse tem decidido a tal respailo
Ao mesmo presidente.Tenho presente o
oflicio de V. Exc. numero 59 de li de junho pr-
ximo lindo, sujeitando considersco do
presidente.
Ao presidente da provincia do Ro Grande'
do Norte Tenho presente o oficfo de V. Exc.
n tl),de 9 de maio prximo lindo, submeltendo
consideraro do governo imperial a duvida em
que se acha a respeilo da saneco de um pro-
jecto do lei apresentado ao antecessor de V. Exc.
pela assembla legislativa dessa provincia em li
Je abril ultimo, e que elle doixou de sanecionar
lores, para os engenhos Aldea e Caraba, da
freguezia de Tracunliaem, do dislricto eieitoral
de Nazreth, antes de seren estes engenhos en-
cocorados aquella freguezia pela le provincial
n. 469 de 5 de maio do anno passado, podiam
funcionar como eleitores na freguezia de Pao
d'Alho.
2.'1 Se Luiz de Albuquerque Maranho. tendo
mudado de domicilio, podia fazer parle do con-
ll,..f......:.:_.! 1. _'_ ___
do, sujeiando a considiracao do governo
do titulo 12 da seceo segunda das respectivas imperial a seguinte deciso quede duvida sus-
posturas, para pdrem em custodia a sua ordem, citada pelo juiz de paz presidente da junta do
o ato a satisfaco da mulla, os infractores das qualilicaco, da parochia da Croz-Alta :
mesmas posturas que forem desconhecidos ou es- Que a lei regularaentar das eleiQes nao d aos
cra,vos. juizes de paz presidentes das juntas de qualilica-
L o mesmo augusto senhor lendo-se confor-i cao o direilo de suspender a execucu dos pre-
mado per sua immediala resoluco de 16 do cor-
dentro do prazo legal marcado no art. 19 do acto selho municipal do recurso.
addiconal eonstituico do Imperio.
Pergunta V. Exc. se, leudo expirado o prazo
de dez das que o citado artigo concede aos pre-
sidentes das provincias para darem ou negaron)
a saneco, deve aquelle projedo ser devolvido a
mesmi assembla na sua prxima rcunio, alim
do ser publicado na forma do dito artigo, ou de
novo reenviado a essa presidencia para dar ou
negar a saneco dentro do prazo legal.
E em resposla declaro-lhe que, vsla da
expressa e terminante disposico do referido ar-
tigo, nao tem lugar a duvida que V. Exc. suscita,
pois que nao leu frl o antecessor de V. Exc. dato
ou negado a saneco ao projedo 110 prizo do 101 ao^eUeV^uncciooar
3.-' Se lendo 03 referidos cidados tomado
parte o influido na formicao da junta do quali-
l'.i'. *iu ila P'. 1 il'vllm mas .%;..n.< a:..-. J. -...:
rente mez com o parecer da seci.ao dos negocios
do imperio, exarado em consulla' de 14 de abril
ullimo, ha por bem declarar o seguinte:
Que a citada postura oliendo a conslituig po-
ltica do Imperio, porque eslabelece um procedi-
mento que, alm de nao dar lugar os termos do
regular defe/a, e importar a suppresso dos re-
cursos que cabem aos reos 0111 casos taes, con-
trario aos principios de direilo publico ; pois que
as jurisdieces o competencias nao podem ser
creadas serio por lei, o nem do 1 de oulubro
de 1S28, nem alguma oulra permiti que as c-
maras municipaes revistam os seus Pscaos de se-
melhanle faculdade, coiifcrindo-lhes assim a com
pelencia e jurisdieco de juizes policiaes, a quem
pela lei de 3 de de/embro de 1811, que reformou
o cdigo do processo criminal, foi outorgada a
mesma faculdade.
vimentos do conselho municipal de recurso,
que aos inleressados s cabe o recurso para a ;-
la cao do dislricto, conforme dispoe o ait. ~, ,'a.
(iUda lei.
E em resposla declaro-lhe que merece a appro-
varo do governo imperial a deciso de V. Exc,
pois que os juizes de piz, presidentes das juntas
de qualilicaco, segundo disp&e o aviso n. 139 do
2 de oulubro de lt47, nao tem competencia para
conhecer da legalidade dos jiilgamentos do con-
selho municipal de recurso.
Ao presidente da provincia de S. Pedro.Te-
nho prsenle o oflicio de V. Lxc. numero 61 do
29 de junho prximo Dudo, submeltendo consi-
deraco do governo imperial as seguinles decisoes
que deu consulta que lhe dirigi acamara mu-
nicipal da cidade de Algrete :
i." Que, em fice do que pelo governo impe-
; sao, poda subsistir a qualilicaco preparada pela
junta, do quo lizera parlo Antonio Bernardo Ri-
beirode Moura. Com a copia da dita rpresea-
jt'Coemais papis annexos submelie V. Exc.
; consderaeo do governo imrjerial as seguinles
solucoes que deu aquellas duvidas :
1.a Que sendo certo que os cidados a que
alludia o representante, mudaram-se da fregue-
zia de Pao d'Alho para os engenhos Caraba e ,
Aldea, silos na de Tracnnhem, do dislricto elei-' hia.
toral de Nazreth, era fura de duvida
Cumpre portanto que V. S. em observancia da rial fra decidido nos avisos nmeros 235 de 27
disposico do 5" do art. 4o da citada lei, repre- I de junho, e 3(J0 de 13 de setembro de 1856, os
sent a iilustrissima cmara municipal a uc;essi- juizes de paz do primeiro dislricto da dita eda-
daJe de ser a mencionada postura revogada ou de. Innocencio Manoel Cissal e Lino Antonio da
substituida por oulra que esuja em harmoiiia Silva Caldeira, pelo fado de seren chamados, na
com as leis; e que no caso de nao ser por illa qualidade d..- ofliciaes dj guarda iiaciona!, a ser-
attendido, recorra ao governo imperial para entao vico de destacamento, nao renunciaran! aquello
providenciar-se acerca do tal objeclo. cargo, visto que, pelas dlsposicoes invocadas pe-
28 la cmara, elies apenas esta vara inhibidos de
J- seccao.Ao presidente da provincia da Da- exercer cumulativamente taes funecoes : o que.
dios, deve-se entender que a den, e portanto a
assembla compete mandar publica-lo com essa
declaraco, o observando as formalidades que
para taes casos prescrevo a circular do 1 da agos-
to de 1858.
como eleitores
d'Alho, em faeo dos avisos n. 161 de
zembro do 18(8, e n. 20 do 20 de fevereiro de
1857 ; e que embora a citada lei provincial lives-
se incorporado a Po d'Alho 03 referidos enge-
nhos, doviam aquellos cidados, nos termos do
aviso n. 418 de 23 de. novembro do 1857, votar o
seren volados na freguezia de lracunhem,
slricto elei- hia.Foi presente a S. M. o Imperador o roque- por isso, dispensado, como fra, do desl icamento,
uue nao no-; rmenlo eni que o Dr. llenrique Alvares dosSan- o juiz de yaz mais votado legalmente presidir
:s em Pao los, segundo supplentc de vereador da cmara aos trabalhos da junta do qualilicaco.
e 13 de do- municipal dessa cidade, queixa-se de ler a mesma 2. Que tendo-se decidido por aviso numero
. por aviso numero
cmara obstado a que elle declarasse o seu voto 162 de 6 de juiho de 1859 que podem ser Becu-
nas actas, acompanhado da expsito dos motivos mulados os cargos de juiz de paz e de substituto
do juiz municipal, era evidente que o juiz de paz
em que o fundara ; e consulta o governo impe-
rial se para fazer constar das acias das cmaras
municipaes os motivos que induzirem um verea-
dor
Pernambuco, devolvendo o requerimento em que
Canuto Jos Peieira de l.uceua, pede a admisso
de dous lilhos no collegio de Pedro II, alim de
que, em conformidade das ordeos ern vigor, in-
forme sobre o mesmo.
Ao prest lente da provincia do Maranho,
declarando que as prelences dos ofliciaes do
exwcito devem ser encaminhadas por intermedio
do ministerio respectivo, e que portanto cumpria
que assim setivesse praticido com o requerimen-
to era que o 2." cirurgiu tencnle Jos Coclho
Moreira de Souza pede o hab.lo da ordem de
Christo.
3.' seceo. Ao ministerio da justica. Foi
prsenle a S. M. o Imperador o aviso de V. Exc.
de 2 de fevereiro ultimo, cam o qual remelle a
este ministerio no^smente a mpresetiiaco que
lhe dirigiram diversos moradores da freguezia da
Guaraliba, contra a deliberacao lomada ltima-
mente pela Illm. cmara municipal de reduzir a
um s os dous districlos de paz em que se acha-
va dividida a mesma freguezia, como lamber a
informaco que a tal respeito deu a dila cmara,
e 1 copia da consulta da seceo dos negocios da
i'isli'a do conselho de estado de 13 de dezembro
do anno passado, sobre a nova diviso da fre-
guezia de Sant'Anna da corte.
Sendo submeltdos seceo dos negocios do
imperio do conselho de estado assim o oflicio de
V. Exc como os documentos que o acompanha-
ram, foi a mesma seceo de parecer que ao mi-
nisterio rfcargo de V. Exc. compelea soluco do
objecto da dila representacao, porque, comquan-
lo os juizes de paz tiham de praticar algurnas
ve/.es actos que esto sojeilos a esle ministerio,
como acontece por Ojpcasio do processo eieitoral,
as suas principaes funecoes sao relativas a objec-
los que correra pelo ministerio oa justica, c a
diviso dos dislrictos do paz negocio da com-
petencia de mesmo ministerio, como j foi deci-
dido pela resoluco imperial de 18 de fevereiro
do correte anno, tomada sobre a cit ida consulla
da seccao dos negocios da jostra do conselho de
estado de 13 de dezembro do armo passado,
constante da copia que V. Exc. envou.
E S. H. o Imperador, conformando-se porsua
inmediata resoluco de 2 do correntc mez com o
referido parecer exarado em consulta de 23 de
abril, assim o manda que eu o communique a V.
Exc, c que lhe devolva a referida representacao
e documentos que iho sao relativos, bem como
urna copia desla consulta, para que V. Exc. haja
de resolver o que for mais justo e conveniente.
9
2.a seceo.Ao presidente da provincia das
Alagoas, iransmitiindo o diploma de oflicial da
ordera da Rosa passado ao tenenle-coronel Joo
Correa de Araujo, aflu de que lhe seja entregue.
Ao presidente da provincia do Rio-Grande
do Norte, devolvendo o requerimento em que o
bachirel Ernesto Augusto Amorim do Valle, pe-
de urna gralifleaco pelos serviros que presin
ern varias obras, nfim de que o remeta aos mi-
nisterios competentes.
13
3 seceo Ao presidente da provincia de
Pernambuco.Tenho presente o officio de V. I que pertencia o territorio desligado por aquella I cessario q
Exc. n. 626 de 30 de maio prximo passado. co- lei, e em que se achavam os seus domicilios,! readores em sesso. E o mesmo augusto senhor
brindo 1 copia da seguinte resposta que deu ; como j se declarara cm 5 de maio prximo
consulta do juiz municipal supplento do termo lindo,
de Pao d'Alho, pcrsm.t.indo-lhe se o segundo
juiz de paz da freguezia do mesmo nom
deixara de presidir junta revisara da q....
Pedro II. afira de I o, no impedimento do primeiro. podia. na ; n.enl Pertencendo a esse municipio a freguezia de
me" que 2" ^'10 "a sendo Portanto Luiz de Albuquer-1 UPm
Salifica! h Maranho mais eleilor em Pao d'Alho, ,m
lor a votar pro 011 contra qualquer medida, ne-
essaro que assim o delibere a maoria dos ve-
'eadores em ses
de conformidade com o parecer da seceo dos ne-
gocios do imperio do conselho de estado, exara-
do cm consulta de 13 do crrente mez, ha per
qualidade de eleilor mais votado da dita
gui'zia, fazer parte do conselho municipal de
curso.
1 Tracuuh
f-~ 1 iiocuuiiaem
re_ parte do respectivo
curso.
era claro que nao podia el
conselho municipal
0 fazer
de re-
Queos nicos casos em que licito ao verea-
dor expr os rffotivos do seu voto, esto clara-
mente indicados no aviso de 3 de marco de 183,
expedido em soluco de urna duvida "anloga, o
qual determina que as deliberacoes e representa-
Lino Amonio da Silva Caldeira, que exercera as
funecoes de substituto do juiz municipal, conser-
vara o seu lugar, c nao eslava portento inhib o
do presidir mesa da assembla parochial n.i
eleieo a quo se tem de proceder no dia 7 de se-
tembro do torrente anno.
E em resposla declaro-lhe que o governo im-
perial approva as decisoes de V. Exc por esta-
rem de accordo com o que varias rezes lein-sa
decidido a tal respeito.
Ao presidente da provincia de Hfcnambi/fo,
declarando que a companbia PernamFucana po-
de fazer navegar suas barcas de vapor com pas-
ssgelros e caiga dos pollos de sua empreza para
E era resposta declaro-lhe que mereceu a an- Em resposla declaro a V. Exc. que ao governo
provaco do goerno imperial a dociso de V. ; nao compeM decidir a questo do domicilio dos
Exc pois que,segundo declararam os avisos 18.21 eleitores e supplentes, como foi declarado ao
39, de 17 e 19 de Janeiro, e 21 de maio de, presidente da provincia do Rio de Janeiro, no
motivos, nina vez que assim 86 requelra resol-'
va em sesso.
Fra dos casos designados no citado aviso, nao
ha hypothese alguma em que seja licito ao ve-
1849, a circumstancia de estar aquelle juiz exer-!aviso de 4 do corrent-, junio por copia, e por n ,'
cendo o cargo de subdelegado de polica nao era ] couseguinte nao pode sor approvada a deciso do t, .,. ('c
razao para que elle deixasse de assumir a presi-lV. Exc, bascada na competencia do mesmo 20- ",:,,,
dencia da junta ; o anda mesmo que dah pro-)verno para tal lim. canic. .
12-
3.a seceo.Ao presidente da provincia do
Ccar.Tenho presente o uflicio de V. Exc. u. 81
de ^j de julho prximo lindo submeltendo con-
que dah p
viesse impedimento legitimo, nao podona o re-
ferido juiz faier parte do conselho de recurso;
pois que o aviso citado por V. Exc, e o oulro do
mesmo anno de 1847. n. 65 de 6 de abril no S
2 rnuito expressamente determinara que o juiz
de paz que deixou de presidir junla de qualili-
caco. por qualquer motivo que fosse. nao pode,
na qualidade de eleilor mais volado, fazer patio I nuio prximo (indo, que V. Exc me diriio
do conselho municipal do recurso.
Ao presidente da
para mandar proceder a
res ni freguezia de Sint
Pertence s juntas qualiflcadoras resolver se-
melhanle queslo. c sera mesmo allentatorio da
liberdade do voto a ingerencia do governo no
processo eieitoral sob um til fundamento.
21
3.a serco.Ao presidente da provincia de
Cear.Tenho presento o officio n. 6i de 18 de
reador fazer na acta a exposieo dos motivos que 1 sideraco do eoveruo imperial a seguinte deciso
m a vot ,r pro ou contra : e purlant 1 que deu duvida proposta pelo eleilor Joa mim
de fundamento a quoixa do suppli-[ Leopoldino de Araujo Chavos :
Que cumpria verificar seo eleilor mais votado
2 de julho.
31 seceo.Ao presidente da provincia do Rio
Orando do Norte.Tenho presente o oflicio de V.
Exc. n. 35 de 8 de junho prximo lindo, remet-
teudo-me copia do que nessa data dirigi ao juiz
de paz mais volado da freguezia de Santa Auna
em de Mallos, e comrnunicarido que resolver annul-
lo a primeira ter sido aunulada pela cmara dos in parochia, e contra o respectivo e'scrivo, por
Srs. deputados.Communicou-se J mesma c-
mara.
31 seceo.Circular aos presidentes de pro-
vincia, para informaren! qual o auxilio que pres-
a Jditamento ao de n. 40 de 2 de abril ultimo, I lar os trabalhos da junta de qualilicaco da Dies-
el la so reunisse no
proceder a novos
queda copia da acta rcmctli-
la a V. Exc. por aquello juizconstava que, lendo
provincia da Parahiba, relativo queixa que iho foi apresenlnda por um ma freguezia, e ordenar quo e
1 nova eleieo de eleito- cidado da parochia do Aracaly contra o juiz de \ dia 5 de agosto vindouro para
o Antonio de Pianc, vis- ; paz presidente da junla de qualilicaco da mes- trabalhos ; por isso que da copi
nao querer este lomar .por termo um recurso
inierposto por aquelle cidado para o conselho
municipal de recurso. Com o dito officio remel-
le \ Exc. as copias dos que dirigi ao referido
lam os estabelecimenlos pos aos eslrangeiros juiz do paz, ordenando-liie que compellisse o
pobres, quer estojara, saos, quer doenles, alim de; escrivoda unti a tomar por termo o recurso
e SUbmette consderaeo do governo iraperia
satistazer-se exigencia do ministerio ds nego-
cios cstrangeiros.
3' seccao.Ao presidente da provincia da Pa-
rahiba.Tenho presente o officio do V. Exc
n. 191 de 21 do junho prximo findo, communi-
cando-mo que resolver suslar o cumprimento
do aviso deste ministerio de 23 do maio ultimo.
a seguinte resposta que deu s razoes allegadas
pelo di:o juiz em defeza do proccdimenlo do os-
crivo.
Que o recurso fra inierposto dentro do prazo
legal proscripto no artigo 3o do decreto n. 511 de
18 de fevereiro de 1847 ; o que o fado de nao
ter elle sido tomado por termo nesle prazo era
que approvou as decisoes dadas pelo antecessor devido aos frivolos protestos que allegava oes-
de V. Exc. a respeilo da excluso de Joo Soares crivo, e que alera disto nao era este compelenle
da Silva do cargo de juiz do paz da parochia da
Serra do Teixeira.
Expoe V. Exc. que por occasiao de receber o
citado aviso, dirigio-lhe a cmara municipal da
villa de Patos urna informaco documentada, de-
monslraudo quo o cidado que se pretenda ex-
cluir do cargo de juiz de paz, sob o pretexto de
para apreciar a procedencia ou improcedencia do
recurso.
Quem lambem nao prevaleca a razo de j
ler-se remetlido o livro da qualifieaco cama
ra municipal, poisque tal remessa s deveria
(er lugar depois de concluidos os trabalhos do
conselho municipal do recurso, excepto o caso
nao saber ler nem escrever, j funecionara nessa de que trata o aviso n. 29 de 27 de fevereiro de
qualidade e na de subdelegado supplente, pres- 1847.
lando juramento e proferiudo pronuncias c des-
pachos ; e que alm desla informaco recebera
um officio assignado pelo referido "juiz de paz,
allegando que exercera os mencionados cargos,
e que apezar de septuagenario, lia eescrevia per-
fectamente.
E em resposta declaro lhe que approvo a deli-
comparecido sois eleitores e dous snpplenles, de-
signara elle, para compor a junta, tres eleitores,
e um cidado que se dizia ter as qualidades de
eleilor; procedimenlo esle que, como bem julgou
V. Exc, inteiramente opposto s insttucQoes
annexas ao decreto n. 1,812 de 23 de agost de
1856, que determinara que os membros das juntas
de qualilicaco sejam eleitos. dous pelos eleito-
res, e os outros pelo* supplentes.
E em resposla declaro-lhe que mereceu a ap-
provaco do governo imperial a deliberacao que
\. Exc. tomou; pois que nao podem subsistir os
traba'hos de una junta, cujos membros foram o-
leitos se ni as formalidades presctiplas pelo citado
decreto.
-4-
Segunda secgo.Ao presidente da provincia
de Pernambuco, para informar sobre o requeri-
mento de Rostron Dulton & Companbia, agentes
da parochia, eleito membro da junti de qualili-
caco, aceitara ou nao este lugar, pois que no
primeiro caso ficava inhibido 'de fazer parte do
conselho municipal de recurso, embora nao li
I vesse querido, por qualquer motivo, inlervir nai
qualilicaco dos, volantes ; mas que no segundo
nao se dar a incompalibilidade de que trata o
art. 33 da lei reglamentar das eleiees. e que
por linio podia o eleilor mais volado ter exerci-
cio no referido conselho.
E em resposta declaro-lhe que, em qualquer
das hypotheses figuradas por V. Exc, nocaria
o eleilor mais votado da parochia inhibido de fa-
zer parle do conselho ele recurso : pois quo o
aviso n. 70 de 15 de junho de 1848, que V. :v_
cita, trata de um membro da junta qualifleadora,
qualidade esta de que nao se achava revestido
aquelle eleilor ; porquanlo, relirando-se por
doente, nem sequer chegou a tomar assenlo na
junta de qualifieaco, para a qual fra eleito.
Ao presidente da provincia das Alagoas.de-
clarando que o subdito prussiano Carlos de Bol
I leostom, para obter a carta de nat iralisaco que
requer, deve habilitar-so com juslilicaco peran-
te o juiz de paz do districlo de sua residencia, e
, com documentos1 que proverri* os requisitos do
art. 1. da lei de 23 de oulubro de 1832, visto
: nao lhe aproveilara disposico do art. 2'' da mes-
I ma lei, por nao estar compre hendido em neuhu-
i ma das hypotheses n'ello mencionadas.
Ao director interino da faculdade de direito
do Recite, declarando que os ttulos dos empre-
E em resposti declaro-lhe que merece a ap.-
provago do governo imperial a deciso de V.
Exc, visto que o recurso foi interposto dentro do
praso legal ; alm de que, como se deduz do
art. 8 do citado decreto, dos conselhos munici-
paes de recuro, e nao aos escrivaes das juntas
de qualilicaco, compele decidir se procedom ou
"'a?'*;',"^ gados da mesma faculdade, Miguel Jos Texei-
dos emprezarios- da .1 um.nacao a gaz da cidade Joao c Prospero Mon,3n|la e chrisiovo
do Recite, relativamente ao preco da mesma illu- P|,reira pjnl0 nao [or'am cxpcdidogpor aiaaUnj*
minaeao. ...i,..., terem sido enviados a este ministerio os conhe-
jjsj^ffSfss^^ ^ ars!LSLt?s: ros in,eress?dos
Alves Branco deve habililar-se, na forma dos ar- "a|af"al'JS!' *T2?"2 pr0 tigos 6o e 7 da lei de 23 de oulubro de 1832. alim ^'.a [QX manJailai e"i < "O do anno papa-
de se lhe poder passar a carta de naturalisacao ?,? e,quv?' q,,3,,l?1 a "cacao interina de Jos
tiia3 de \ ascoiicellos, convm que informe se elle
pode flearserviudo effeclivamcnle.
-13
, 2.a seceo.Ao presidente da provincia do
dera^o do governo imperial a seguinte deciso | Pernambuco, declarando que Jos Pau'.iGode Ai-
que pede.
Ao presidente da provincia da Babia,Te-
nho presente o officio de V. Exc. numero 26 de
16 de junho prximo lindo, sujeitando consi-
"
IL FGVFI


w
buqueique Sarment, para poder ser tomado eiu
consideracao o rcquerimenlo em que pedo o furo
Jo lidalgo cavalleiro, deve presentar na o s o
proprio aHar do (Oro concedido a seu pai, ou
ceilido esie documento, estreida dos livros
la mordomU-mr, a cerlido do assemameple
lo seu baptismo,' a do casamento de seos-pas,
como lambem o allcslado do dous varoes liado
no mesmo foro, para prova da nobreza d% linha-
gcm materna.
3.-' seccao.Ao presidente da provincia do Rio
Grande do Norte. S. M. o Imperador, conor-
mando-se por sua immediata resolucao de 30 oo
mez passado com o parecer da seccao dos nego-
cios do imperio do conselho de estado, esarado
actos da assembla legislativa dcssa provincia,
promulgados na sesso ordinaria do anuo passa-
lo, houve por bem que fossem submettidos
consideracao do poder legislativo os actos que
abaixo se mencionam, notando a seu respeilo o
seguinte :
1. Jue pelo menos superfino o art. 2." da
lei n. 451 de 28 de abril que providencia a res-
peito das reos enconlradjs pelos lavradores dos
-seus terrenos, pois que as leis geres ja provi-
denciaran) sobre este objecto que nao da com-
petencia das asseuiblas provinciaes.
2." (Jue sao incunstitucioiacs as disposces
dosarts. 1 e 6o da lei n: 454 de 12 de maio*; o
Ia por determinar que enlrem no numero da for-
Ca policial decretada duas pracas invalidas ; e o
" poraulorisar a presidencia a conceder alta da
baixa a una das ditas pracas, alim de poder ven-
cer o sold de invalido* a que lera direito pela
niesma le, pois que as assemblas provinciaes
compete lixar a [orea policial, mas a designaco
dos individuos compele ao presidente da pro-
vincia.
o*.u Que a lei n. 455 de 12 de maio, que estab'e-
v'i" de V. Exc. n. 02 Oe 14 de junliu flrVmio, ioiii
o qual subraelte aocoihecimento domesnio go-
veitio os ofliciosque Ihe dirigirn) o presidente
da enmara municipal de Piratriiim c e do conse-
lho municipal de recurso da mesma villa, con-
sultando o 1" se, tendo o 2o suppienle do juiz
municipal elficiado cm autos jie justificara o para
inlerposico de recurso, pode presidir ao dito
conselho, ou se por aquelle fac*o snspeilo : c o
2 communicando que eccercara os trabalhos do
conselho por nao haver qwera oceupasse o lugar
de vereador, apenar dos esteros para isso em-
pregados.
Em lesposla declaro a V. Exc, que furam ap-
provadas as decisoes que deu aos citados cilicios.
1, resolvendo que o 2* supplrnle do juiz mu-
nicipal nao eslava impedido de presidir ao con-
selho, por isso que elle nao iulerviera dos autos
de-juMiGcaco como parlo nlcressada, mas na
qualidade de juiz municipal, e nesla qualidade
que era chamado a servir de presdeme do con-
selho.
Se o juiz muuicipal, pelo faci de lomar e jul-
g.ir as justificaeoes que tcem-de ser apresentadas
ao conselho, usse suspeiln para presidir a esle,
a lei rogulametilar das eleicoes, que Ihe d aquel-
la allribuico, nao o designara para servir este
caigo. Os supplentes do juiz municipal estilo no
mesmo caso ; o portante nao procedente a du-
vida do presidente da cmara municipal de Pira-
tinim.
2", ordenando que e conselho municipal de re-
curso se reunisse para Irabalhar durante os dias
que fallavam para completar o prazo de 15 dias
uleis, maicillo na lei, visto que a falla do verea-
dor que dera parte dedoenlo nao era motivo pa-
ra se encerrarem os seus trabalhos, principalmen-
te havendo recursos a decidir. Segundo s de-
cisoes do governo, devia ser chamado para subs-
tituir o vereador impedido o aue se Ihe seguase
DI&MO -PE rERMMBUCO. SEXTA fEHU 3 DE OtTCWH) DE 1860.
Jos Iheuduio da Silva no exenito c anieiiur
que leve na armada na qualidado de grumete, e
por isso nao deve-elle ser eliminad do balalho
a que pertenre.
Kilo ao chefo de polica. Devolvo a V. S.,
para ler o -conveniente destino, a qoeiu dada
por Manoel Uezerra d'Assumpco contra Jos Joa-
quim da Si ka Brrelo, que com outros papis
acompan-tiou a informaco do delegado do termo
de Goiaona, i que se reere o seu ollicio n. 1301,
de 9 de mez passado.
Dito ao mesmo A'vista do que expc o direc-
tor das obras publicas no flicio junto por copia,
pode V. S. mandar oceupsr o andar terreo do 2o
raio da casa do detenta, se nao liouver Himno
niente em fazerem-se os reparos, a que alludo o
mesmo director, estando alli presos.
Dito ao corainandante superior da Boa-Vista.
Devolvo a V. S. os prets e retacos, que acom-
panharam o seu officio de 2i do abril ultimo, a-
tim de serem reformados e processados de con'for-
midadecom a inforioaco da thesouraria do fa-
zenda, n. 1031, do Io do correnle, junto por
Copia. |
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Mando V. S. pagara Manoel Buarquc deMaaedo
Lima, na qualidade de procurador do juiz do di-
1 Tal-
lece o modo de calcular o vencimerito que cora- h ordem da volaco, e na falta desles os imme-
pete a um amanuense da secretaria do governo, dalos em votos, equaudo nenhum comparecesse,
est sujoila ao uicsmo reparo de inconstitucional,
j eilo pela seceo sobre a lei que aposentou a
esse ampiegado, no seu parecer de 5 de dezem-
bro de 1856.
. Que duvidoso o direito da assembla pro-
vincial decretar uo ait. 20
devia recorrei-se aos supplentes juramentados.
e finalmente aos qne nao -o estavam, prestando
previamente juramento.
21
' seceo. Ao presidente da provincia das
dos negocios do
14 da lei do orea- Alagas.Foi ouvida a seceo
ment municipal o imposto de 80 rs. sobro cada! imperio do conselho de estado sobre os actos da
caiga que entrar com gneros para serem vend- assembla legislativa dessa provincia, promulga-
dos, visto que tal imposto do impoitaco no
municipio, conforme os pareceres que anterior-
mente ella lisia dado.
5." Que tamben) duvidoso o direito da assem-
bla provincial de decretar remisses e qulaces
d# dividas nos arts. 12, 13, 14 e 16 da lei do or-
namento provincial, pois que esses actas ou par-
dos na sesso ordinaria do auno passado ; e S.
M. o Imperador, tendo-se conformado, por sua
immediala resolucao de 14 do correnle mez, com
o parecer da mesmaseccao,exarado em consulta
de 7 deabril ultimo, ha por bem declarar o se-
gniute :
" Que nao possivel apreciar a lei n. 3(5 de
licipam da natureza das torefis pecuniarias, ou 16 do junlio, porquu nao veio acumpanhada do
sao ubjectos da competencia do poder adininis- i coiupromisso da irmandade do Santissimo Sa-
tialivo ou judiciario, segundo a opiniao por ella cremento da freguezia do Pilar, por ella appro-
j manifestada em um parecer de 12 de levereiro i **do.
de 153. "-' U'-ie a apreciado do art. 5 le n. 3G da
l'or ultimo requisita a sccqo que V. Exc. in- niesma dala, que prohibe corlar carne fra "dos
forme se a respeilo do compromisso da irmanda- i acougues eslabeleciJoa, depende do sentido em
de de S. Miguel, approvado pela lei n, 453 de 10 | flue,foi applcsado o verbo corlar, pois que, se foi
de maio, lu observada a disposcao da lei de 22
de setembro pe 1828, que exige, quanto parte
religiosa, a approvacao do bispo diocesano, in-
fortaacae esta que V. Esc, dar em casos seme-
lh.nitcs.Ullicieu-se ueste sentido camera dos
>rs. deputados, reoietlendo-se urna copia da con-
sulta.
Ao presidente da provincia do Maranhao,
declarando que nao pode ter lugar o aux'lio que
solicita par.i o estalielecimento de aprendizes
agrcola.-, fundado as inaigens do rio Cutim,
visto nao haver verba para semellnute despeza
Ao presidente da pryviucia do Maranhao,
declarando que nao pode ser deferida a preteneo
oe Juaqtiiiu Lopes Correa, por j estar prvido
o lugar que pede.
11
3a seccao.Ao presilente da provincia da Pa-
rahyba.Tonbo presente o olicio de V. Esc. n.
170 de 18 do maio ultimo, sobruettendo a decis
as segiiinlt-s
usado naaccepso de matare esquarlejar o gado,
na la liaver que objeclar ; mas se o foi na de
corla-l por iniulo para vender-se, tal disposico
olTeiide o lei do 1" de outubru do 1828. que per-
miti a venda da carne em quaiquer parte que
COn ven ha ao cortador.
3" (Jue o art. 5 2 de lei do ornamento muni-
cipal inipondo a pena de acontes ao escravo de
officio mecnico que abrir "luja, excede ao que
dispe o art. 72 da lei do Io de oulubro de 1828,
que s autorisa as penas de priso e multa
4o Que o art. 2:i:>da lei do orcamenlo provin-
cial; que iiupoe 10 sobre os gneros de produc-
co e manufactura da provincia que se esporla-
rem, inclusive os cocos seceos, concorrera para
augmentar o preco d.^s gneros, em detrimento'
dos consumidores ; o que de corlo um mal
tnuito grave nesla poca, em que a populacho
esta soll'rendo os efleilos da careslia.
5" (Jue o S 20 do mesmo ai ligo decretando a
ose Caiasuus da Silva Fragoso. Em
vista da ifurmayao, nao tem lugar.
17*.Joo Cincio Ribciro Amaral. Informe
o Sr. commissario vaccinador provincial.
173J Luiza Mara l.npes.Informo o conse-
,-r*dn"n,slralivo do P1l""">nio dos orphos.
17%.Mara Joaquina das Dores.Nao tem
lugar.
Tr, 2
7797.Candido Bezerra de S.Como pedo.
17I8.Francisco Carneiro Machado Ros, lan-
cadur de consulado provincial.Passe-se portara
concedendo 3 mezes de licenca sem ordenado.
17101.Henriquo Eduardo 'da Costa Gama, l-
enlo do 9." balilho de infantaria.Dinja-se a
thesouraria de fnrenda.
1800.- Joao Hruolilo de Metra Lima.^ssa-
se portara concedendo mais mezes de proro-
gacao.
1801.Bacharel Joaquim Barbosa Lima.In-
forme o Sr. inspector da theseuraria provincial.
1802 a 1805. Jos dos Santos do Olivera,
Miguel Jos da Multa Juuior. Manoel Antonio
de Jess, e Santos Olvcira & CInformo o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
180C.Lourenco Antonio Marques e outros.
Ao Sr.Dr.chefo de polica para expedir as ordens
reilo da romarca da|Boa-V.isla, Ur. Antonio Buar- i convenientes afnn de nao ser vedado aos suppli
que Lima os vencimentos desle relativos ao mez; cantes o exercerem em Iguarass a sua profissao
de selembro ultimo, e bem assim dos mezes sub-de msicos por quaiquer forma quo se nao
sequcnles al se lindar o praso da inclusa procu- |0pponha a tranquillidadc publiea eserenidade do
"?."? ... ,*, i nimos naquella villa; devendo as autoridades
Dito ao mesmo. Avista do incluso pedido, policiaes vigiar que se nao reproduzam os ahu-
mando V. S. abonar ao almoxanfe do hospital sos, que aconselharam a prohibido, cuia suspen-
militar a quantia do um cont de res, para oc- sao requeren) os supplentes
correr ao pagamento das dcsp belecimenlo.ua primeira quinzena do mez corren- labelliao de notas do termo da Escada.Passe-s
te. Communicou-se ao commandante das portara concedendo a licenca pedida
arm.ns- 1808 e 1800.Manoel Joaquina Nel'.o Nogueira
Dito ao mesmo.-F.speca V.S. suas ordens para o Servlo Jos Freir.-Informe o Sr. Dr. chefe
que o lorreao do lado do sul da alfandega, que de polica
se achaldevolulo.seja cedido ao director das obras 1810.Mara (anuaria da Conccico Guma-
miliiares, afim de fuuccionar all a respectiva re- raes.-Informe o Sr. diieclor geral d instruccao
parlicao, que se acha som casa. publica.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Em vista do pedido junto, mande V. S. adiautar
ao lliesourciro pagador da repartfo das obras
publicas, conforme requisita o respectivo director
em officio de houlein, sob n. 263, a quantia de
8:800-5000 rs. para conliuuacao das obras por ad- Tiveram lugar na camaWdos communs deba-
minislraco cargo d'aqueila reparlico no cor- tes, quo licaram momoraweis nos annaes do par-
rcr.te mez.Communicou-se ao director das obras lamento inglez. E' rarinimo que urna questao
publicas. de direito constitucional(divida as duas cmaras;
Dito ao mesmo.Logo que for possivel man- o que quasi seria tentado lagunar quem les-
de \. S. indemnisar aos cofres genes da qiian- se os nolaveis discursos, pronunciados nesla dis-
Ua de : 3679,6,2, que, segundo me foi comino- cussao. Quando se ve o oro bom senso, de que
nirado em'aviso do ministerio do imperio de 21 deu prova a inaioria. sen sincero amor da lber-
de setembro prximo findo, pagou o ministro do dade,seu profundo seiitimculo das condices in-
Brastl em Londres compariliia da estrada do dispensareis aos governoa conslilucionaes, nao
ierro desta provincia de juros de 2 por r.ento ga- se indaga mais porque razo alravessou a Ingla-
terra sem embarace do crises fataei ou.lios po-
cos, e porque escapou ao mesmo tempe,ao des-
potismo monaichico e ao despotismo" d multi-
dao,esses dous cachopOS das nacoe9, que que-
livres. ^'
A questao, sobre a qual liulia de frouuciar-
se o parlamento inglez, era esta :
Pode a cmara dos lords rejeitar legalmontn o
rantidos ao capital empregado na primeira sec-
cao da mesma estrada, e correspondentes ao se-
mestre do feverero a julho de 1859.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar ao len-
te Henriquo Eduardo da Costa Gama, em vista do rem permanecer ti
recibo junto em duplcala, a quantia de 3('o por
elle dispendida quando deslocado no interior da
provincia, com o aluguel da casa para aquarie-
lamenlo da tropa empiegada em diligencia da po-
lica.Communicou-se ao commandante das ar-
mas.
Dito ao director das obras publicas.Transmit-
tindo por copia Vmc. a iuforma;o dada pelo
director da rompanbia do Beberibe com referen-
cia ao objecto do oQlcio de 28 de setembro findo,
sob u. 200, em que Vmc. representa que a mes-
lll, que extingue ^niiposlo sobre 0 papel"? pode
tocar em urna medida dependente do budgel,
vislo como o direito de votar os i ni pos tos perten-
ce exclusivamente i cmara dos communs?
Km um ponto de vista mais geral e mais ele-
vado, tratava-sede sabvrque lugar a cmara dos
lords oceupa na conslluicao ingleza, se nao
mais do que una reliquia veueravel, se existo
os luteresses sejaui igualmecie bem representa-
dos. A opiniao publica nao acmpanha cega-
menle este, ou aquelle partido sem olharonde
elle a conduz.
Em 1832 os lories se opposcram em seu inte-
resse particular ao interesse geral; deviara ce-
der. Hojo o anlgo partido conservador aban-
donou urna por urna todas as suas ideas passadas
c approxiraou-se do partido liberal no ponto, em
que muilas vezes dflicil distingu-los um do
outro : entre ambos elles surgi um lerceiro
partido, pequeo em numero, mas poderoso em
habilidade. com a qual soube aproveitar das cir-
cumstancias, e dedicado especialmente aos inle-
resses de urna s classe da pojula^ao. A opi-
niao publica admitte que esses interesses sao res-
peitaveis, e quo Ibes nao poderia ser recusado
um lugar no espaco sem urna injuslica flagrante ;
mas recusa-lhes o direito de invadiros inlnmun
da naci inteira.
Um pouco prompta talvez em araotinar-se, jul-
ga a opiniao publica ver marcharem os radicaes
lentamente para seu fim, snbstiturem o governo
livre e constilucional pela demagogia, e para
tornarera-se agradavois ao povo, chegar a suble-
var as elasses superiores do estado, carregan-
do-as com todas as despezas ; segundo Aris-
tteles, o fim, para o qual tendem geralmeute to-
das as demagogias.
Um budget, que abroga a vista de um dficit
enorme os leves impostos de consumo para subs-
lilui-los pelo Mcoraetaz, alemorisou a opiniao
publica. Ella vollou-se immediatamenfe para o
partido conservador, bem cerla dequeawdia,
em que este quizer abusar por sua pam
vantagem de sua pooularidade recente e
d
Tcular
Quanio ao augineulo de ordenado aos magis-
trados o orador o reconhece justo e necessano ;
mas a questao nao de Justina ou necessidade,
de meios ; os novos impostos "creados sao destina-
dos a satisfazer empenhos conlrahidos, serviros
existentes, dos quaes nao se podo prescindir.
Entretanto o senado resolva se parle das rendas-
produzdas por esses impostos devo ser destina-
da a melhorar a sorte dos magistrados.
Quarrto s observaces feitas a respeilo de qua-
lificages de guardas nacionocs, o governo as lo-
mar em consideradlo, e procurar evar que se
d antinomia na legislarlo do paiz.
Agradece as maneiras delicadas com que foi
tratado pelo honrado membro de urna Ilustro
corporacao em cujo seio pela primeira vez o ora-
dor lema honra de fallar.
O Sr. Jobim julga a occasiiio opportuna par
implorar urna graca de dous ou tres presos que
se acham condemnados a gales perpetuas na for-
taleza da Santa Cruz, ha cerca do 23 aunos. Elles
foram condemnados por 'erem tomado parte na
rebellio do Ro-Grande do Sul. Entretanto, ou-
tros muito mais corapromettiders foram envolvi-
dos na amnista geral, e hoje se acham livres.
Julga portadlo quo sao dignos da clemencia im-
perial.
O Sr.Paranagu (ministro da justica) lomar
eraconsidoracioasobservasoes do no'bjc sena-
dor, e examinar o fado. "Confia comludo que-
suas reflexoes nao leom por fim nem o mais le-
ve reparo ao poder moderador, caja clemencia
inexgotavel.
O Sr. Dantas fez algumas consideracoes sobro
as causas da careslia dos geueros e indica alguns
es-
lo de interesse pessoal. A Inglaterra Bode ter
um justo orgulho vista do espectculo, que seu
parlamento acaba de offerecer o mundo. Lina
naco nao est prestes a cahlr, quaiquer que aoja
alias seu amor dos gosos maieriaes, em quauto
ella prefero ainda esses grandes piiucipius, que
Iho deram j dignidade e a liherdade.
A. Leo.
( Journal Jes Debis. = S. l-'tlkr).
INTERIOR.
ma compauliia sem autoiisacao do governo est rnente por tolerancia como o pretenden) cerlos
do governo imperial as seguintes duvidas, pro- i "nposicao de 'M por licenca aunua) aos procu-
postas pelo Io juiz de paz da freguezia de Caba- | ra Jures dos auditorios, offende s leis geraesso-
ceias : I bre o precesso e adniinislracao dajusliQa, objec-
1." So os cleitores e supplentes que teem de i to esle sobre que nao poJem legislar as assetn-
elegcr os membros das mesas parocluaes podeni i blas provinciaes, como por tantas vezes tem ob-
votar para isso em irmos, cuuhados, los e su- servado a seceo em diversos pareceres.
Ao presdante da provincia do Maranhao,
fazendo obras, que prejudieam as estradas o pon-
Ios da provincia, tenho recoramcndar-lhe que
nem um eslorvo pouha aos trabalhos da com pa-
nilla na estrada do Manguind, que foram elfec-
livamente autorisados pela presidencia, doveodo-
80 esperar qic o cali;amento dessa estrada seja
por ella reposto, logo que estojara concluidos
aquellos trabalhos.
Dilo ao juiz de direito interino da Boa-Vista.
Conformando-me com o parecer do consellieiro
presidente da relaco, declaro Vrac. em solu-
cao ao que consulla em seu olficio de 11 de
agoslo deste auno o seguiute:
a cuinprir
ni ri-
io n-
brin
2." Se podendo couhecer-se que em lacs clei-
ces algum elcilor ou suppleute volou em si, de-
ve-se proceder a segundo escrutinio.
3." Se osjuzes de paz que sao elelores e se
npresenlam para a formaco das mesas podem,
! 'pois dellas formadas, substituir o primeiro juiz
de pa/. presidente no caso de impedimento deste.
E em resposta declaro a V. Exc. o seguiute :
1." Que o aviso do 22 de marco ultimo, dirigi-
da
para mandar proceder a novas elfelCOes prima-
rias as fieguezias de S. Francisco Xavier de
Moncao, S. liento dos Perizes e de S. Sebastio
da Vargera-Grande, v>to terem sido annulladas
as que alli tiveram lugar por occasio de elo-
gur-se o senador quo liuha de preencher a vaga
ileisala pelo coiumendodor Jcronymo Jos de
viveiros ; bem como paia que, atin de comple-
lar-sc o respectivo eorpo el-itoril, se observe
membros do partido radical, ou antes se tem
da direiios eiercer e devores
teresso da naco.
Vej irnos primeiro era poucas palacras corno foi
esta grave questao aprcsenlada.
F.' sabino que i chancoller do erario prometie-
ra ha muito lempo que o anuo de 186) vera
desapparecer o income-ltt e os direilos sobre o
cha e sobre o assucar. Ora, nao s esta piomes-
sa nao pode ser realisada, mas o income-tax te-
cu do subir mais um penny : por raeio deslas
medidas extraordinarias que p64e ser evitado um
dficit de 2'i'j milhes de francos, dficit resul-
tante da abolirn dos direilos estipulados pelo
1. Que nao obstante estar creado pela lei pro-
vincial ii. i 2 de 2 de junho de 1858 o termo do tratado do commercio e do augmento das despe-
F.xu, que por acto da presidencia de 0 de feverei- zas, piiiicipalmenle das despezas da mantilla e do ,
do o presidente da provincia de S. Paulo, uiui- sbreos elelores das diversas freguezias que lo-
que o eleitor na pode
as, descendentes, tos i
uika/. o supplicante para explorar c la-
rrras de ferro existentes na villa de Igua-
Maranhao,
as preter
to expressamente declara
votai em seus ascendenl
prunos co-irmaos.
2." i.ioe coinquanto S'ja repugnante o fado de
um eleilor volar em si mesmo, nao se deve em
i.il caso proceder a novo escnuinio ; pois que, se
gundo declara o citado aviso, leuda a lei estobe-
lei : lo a votaQo por escrutinio secreto, nao po-
de ser aceita i declaraeao doeleitor queafllrraar
ler pialicaJo semelliaiiie fado.
.'! Ouo os jucs de paznaquellascircumslaii-
- podem, apezar da qualidade de cleitores,
substituir o (residente da una do caso de impe-
dimento deste ; pois que o ari. 4 -las in-trucees
annexas ao aviso n. IOS do 2-8 de junho de 184 I
declara que a substiluioao do juiz mais votado
pelos immediatos em votos lera lugar, quaiquer
que soja o motivo da falta, e etn quaiquer lempo
aue ella =e d.
'.' seceo.Ao presidente da provincia de
Pernambuco, communicando que aconcessoso-
1 ida por Joaquim Francisco de Souza Navarro.
relativanienle a minas de carvo de pedra, s
podo ter lugar com as rp;lrcces marcadas un
decreto n. 2,033 de 21 de novembro de 1857.
como j se declarou, devendo informar sobre o
psriido qu^fazo supplicante para explorar e
viar as in
i i, na referida provincia,
Ao presidente di provincia do
declarando que nao podem tur lugar
';o,s Je -Mnelo y. -ndes de Ara gao e /.icarias do
Valle Porto, por ter sido preenchldo o lugar que
1'cJcm.
10 -
3' seccao.Ao presidente da provincia da Pa-
ralaba.--Tcnho presente o officio de V. Exc. n.
10 i de 25 de junho prximo findo, expondo-os in-
convenientes que resultaran) da annullaco dos
liaba hos da junta revisora da qualficacao dos
votantes da freguezia do Inga, e pedindo que o
governo imperial o esclarece sobre a marcha que
cm tal fonjun tura deve seguir.
E em resposta declaro-lhe que, a lerem oe-
corrido as irregularidades de que V. Exc. traa, o
se acham exposlas na representago que Ihe di-
rigi o crdadao Manoel da Costa Travassos, mo-
rador da dita freguezia, cumprc que V. Exc.
mande reformar a qualificacoo, embors ; ossa (car concluida a tempo de por ella azc-
r< m-se is eleicoes a que se deve proceder u
torrente anuo ; porque em til caso, segundo va-
nas decisoes do governo imperial, servir para a
lo a qualiflcaro do anuo anterior.
O governo imperial deixa ao pruJcnte arbitrio
de V. Exe. decidir o que fr mais legal e conve-
niente, pois que os esclarecimentos que V. Exc.
presta nao saosulficientes para que se tome urna
deliberacao conscienciosa.
18
!." seccao.Ao presidente da provincia do Rio
Glande do Norte.Foi presente a S. M. Imperial
o officio de V. Exc. n. 6 de 7 dj maio ultimo,
submeltendo considerado do governo imperial
as razos em que se furidou para negar a sua
sanrcao ao projeclo de le que Ihe foi remedido
i assembla legislativa dessa provincia, au-
lorisaiido-0 para contar a Jos Ignacio de lrlo, '
cx-oflicial da secretaria da thesouraria provincial,! soi Tle lno foram apresentados.
par* effeito da sua aposeDthdoria, o lempo qu i ---------------
houvesse servid em qualquej reparlico geral'
ou piovincial.
Eo mesmo augusto senhor, lendo-se confor-
mado, por sua immediala resolucao de 14 do cor-
renle mez, cora o parecer da seccao dos negocios
do imperio do conselho de estado, exarado em
consulta de 27 de junho prximo lindo, ha por
bem declarar o seguiute :
Que, tendo-se devolvido o referido projeclo
assembla, por offensivo da conslituicao, e nao
constando anda qual seja a resolucao'da mesma
assembiea a respeilo das razes quo V. Exc. al-
ie-gnu para nao sancctona-lo, s depois do prce-
dimouiu determinado no arl. 16 do acto addicio-
nal, e art, da lei que o inlerpretou. se aquellas
ra/.oes nao forem allcnJidag. poder
ram julgidos millos na veiilicaco dos pideres
o que se acha disposto na relaco que por copia
acuiiip.inlia o prseme aviso.Cuininuiiicou-se
acamara dos Sis. senadores.
23
2." tercio Ao presidente da provincia de
Pernambuco, communicando que foi indeferida
a prelencao de Camilo Jos Perera do Lucena,
relalfvamente admlssao do dous de seus ilbos
no impetial collcgio de PeJro 11, como pensio-
nistas do E=tado,
2Q
Ao presidente da provincia do Maranhao,
declarando que a cojnpauhia Progresso Agrcola
devo modificar os seis estatutos do conformi-
dado cora a consulla da seccao Jo conselho de
estado do 28 de maio uliimo.
Ti
Ao presidente da provincia da Parahyba.
l'-nlio preseiite o officio de V. Exc. u. 163 de
10 de maio ultimo, submeltendo consideracao
do governo imperial a seguiute consulta, quo
a V. \.k?. digiriram dous membros do conselho
I municipal de recurso du termo dessa capital ;
Se, tendu fallido o juiz municipal presidente
Jo conselho nos dous ltimos dias de sua.s sesses
podain elles.independente iio concurso do mesmo
juiz elTectiar a remessa da relaco nominal das
pessoas, eujus_rec.iir.sos foram nltendidos, de que
' trata o ait. 37 da lei regulamenlar das eleicoes.
xllega o referido juiz a quem V. Exc. ordenou
I que iuformasse acerca de semellianie oceurren-
I ca, que, noileado para servir na junta Je re-
curso que linha de julgar em ultima instancia o
proresso verbal de um soldado do corpa policial,
levara ao conhecimonto dessa presidencia que s
acliava erabaracabo por causa dos trabalhos do
conselho ; ao que V-. Exc. responder que, de-
vendo esles terminar no da 20 de abril, esta-
lla elle desembarazado para no da seguiute,
oJ do mesmo mez, funcionar na referida junta
e que, lineado na opiniao de V. Exc. e na cou-
viccao do quo ;i lei nao exclua os domingos pa-
ra os lrabalhos.de conselho, julgra-so habilita-
do para no da 3J funecionar na junta militar de
recurso.
I. em resposta declaro-lhe que o governo impe-
rial nao podeapprovar a deliberacao que V. Exc.
tomn, de declarar aquellos dos membros do
conselho que dessem por si cumprimenloao art.
Ai da citada lei ; porquanlo, em primeiro lugar,
o conselho nao fqnccionou por espaco de 15 dias
uleis, como nec-ssario, segundo as decisoes do
governo, o entre outras a do aviso n. 6 i de 6 de
abril de lb!7. 2; o em segundo lugar o conse-
lho nao pud funecionar somonte com dous
membros.
O servico do conselho municipal de recurso de-
via preferir ao da junta militar, porque, carinar-
me o governo tem por varias vezes decidido, o
servico eleiloral prefero a quaiquer outro ; e
quando o juiz municipal estivesso legtimamente
impedido, deveria ser chamado para o substituir
na presidencia do conselho o sen suppleute.
Cumpie porlanto que V. Exc. faca reunir o
conselho municipal para luuc ionar "os das
illam para completar os 15 determinad
ro deste anuo, so declarou em circumslancia de
ler foro civil ; emquaillo nc forem Horneadas as
respectivas autoridades, continuar o mesmo ter-
mo a estar sujeilo jursdQo civil do Ouric iry,
ao qual ero virluJe do disposio no ai ligo 31 da
lei Je 3 le dezembro de I8, eslava reunido,
coruoc expressono art. Io do decreto n. 270 de
2 de marco de 1313, pelo que o juiz municipal
suppli nte-desle ullmo, Coriielio Carlos Peixolo
le .Menear devo exercer promiscuamente as
suas fumees em ambos, e nao limitar-fe fiuc-
cionar somonte no Ex, como ii regularmente de-
termina o ex-juiz do direito dessa comarca, e
para o quo Ihe seria necessaria urna nova no-
iiicaco.
2." Que as autoridades juJicianas compele o
conhecimento da validado ou nullulado dos actos
: praticados pelo juiz municipal do Ouncury no
limo do I'ai.
3." Que os processos pendentes, que peitence-
j rem ao termo do Em. logo que leona este jurs-
dicco pronria, devem ser remeltidos ao respec-
tivo car tono, litando nos do Ouricury os proecs-
SUS lindos.
Dito ao diroclor das obras mlliiares.Approvo
o ajuste que fe/. Vmc. Com Jos de Alcntara Pe-
rera do O' para a factura das obras dos quarleis
do 8 e 10" batalhes de infantaria, e de urna
I grade de ferro para o hospital militar, com o
abalo da luanlia do 20>C00 sobre a importancia
i letal dos ornamentos daquellas obras.
Pica assim respondido o ollicio de Vmc. de 20
de selembro uliimo, sob n. 82. Communicou-
se thesouraria de fazenda.
, Dito ao mesmo. Approvo o orcamento que
Vmc. me apresentou com o seu officio de 20 de
setemhra ultimo para execocodos concertos ne-
ressarios ao quarlel do 4. batalhao de arlilhana
la p.Communicou-se a thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo.Respondo ao ollicio de Vmc.
de 29 de selembro uUirm^sob u. b, dizendo
que .i j i-dJB fcra Jlo dos Santos
Perre ^^k. i
porto do quarlel do 10. balalho de infantaria
pela quantia de 335320 rs. por quo foi
iiies.no concert. Communicou-se
! ria de fszenda.
Dilo ao commandante da ilha de Fernando.
Informe Vmc. acerca do que pele ManoelTho-
1 maz dos Santos, no incluso rcqueiimenlo, que
exercito.
A slnaco financeira era difficilima ; cntretan-
to a abolico dos direilos sobre as mercadoriaa
francezas foi volada pela cmara e aceita leal-
mente pelo publico, como a consequencia inevi-
lavcl do tratado de commercio. lufelizmenlc po-
tem o chauccllerdo eraiio julgou poder ir mais
longe; o apezar do augmento do income-tax,
apezar da eminencia da guerra da Clima, cujas
lesp zas nlo estavam se qur llxadas, propo/.
abolir outros impostos indirectos, iuleir.arnenle
estranbos ao tratado concluido com a Franca.
Sera nos occoparmos mais com a mudanca ma-
nifestada na opiniao publica, podemos dizer que
o bil relativo aos lireilos sobre o papel tornou-
se logo impopular. Declarava-so altamente quo
era intil abolir um imposto productivo e que
nao vexava muito o contribuidle para subslilui-
lo pelo mais pesado e mais vexatoo dos impos-
tos.
A cmara dos communs adoptara o projeclo de
lei apenas por urna maioria de 9 votos; e nao
era de duvidar que se esle projeclo Ihe tivesse
sido aprcsenlada algun.sdi >s mais larde, se Ihe ti-
vesse sido deixado lempo para a reflexao, ella le-
lo-hia rejeilado. Quando elle chegou cmara
dos lords, a opiniao publica Unha-se manifestado
UIO DE .IA.\i:iIt(>
ASSEMBLA GERAL LEGISLATIVA
SENADO.
SESSO EM 20 DE AGOSTO.
Presidencia do Sr. Manuel Ignacio Caoalcan
de Lacerda.
As dez horas e cincoenta e cien minutos da
manhaa, o Sr. presidente abro a sesso estando
presentes 1 senhores senadores.
Lida a acta da anterior, approvada.
Nao ha expediente.
Comparecera no decurso da sesso mais cinco
senhores senadores.
ORDEN DO DA.
SubmetliJo votacao por le licado encerrada
a discusso na sesso antecedente, passa o art.
J." da proposta do poder execulivo, que orea a
recita e tixi a despeza geral do imperio para o
exercicio de 1861 a- 1862, com as emendas da
cmara dos deputidos.
Achando-se na ante-camara o Sr. ministro dos
negocios da juslica, s.o sorteados para a depilla-
C5o -pie o devo receber^is Srs. marque/, de Ca-
vias, Diniz u Ferreira l'enna ; e sendo introduzi-
do com as formalidades do estyllo, loma assenlo
na mesa e entra ern discusso o arl. 3. da refe-
rida proposta.-corn as respectivas emenJas da c-
mara dos deputados.
O Sr. Vasconcellos lera de l'azer algumas ob-
servaces sobre coitos pontos ni que desoja e\-
pl'.a'.es do Sr. ministro dajustica.
Relativamente no proced ment do governo
as prximas futuras eleicoes desoja sobre ludo
firmar o seu juizo.
O Sr. ministro da juslica expedio um aviso que
muito o honra, prohibindo as revistas e reunioes
da guarda nacional as proximidades da eleicao.
Entretanto, consta ao orador que se est fizeui'u
um forte recrulamento que nao poupa mesmo
nem a guarda nacional ; este recrulamento em
-esperas do urna eleicao gi ral, nao pode deixar
de causar aprehensoes subre as inloncos do
verno.
E mister que as med las que o governo
nao se contrallen unas s outras.
Cessariam todas as divergencias entre o orador
eo ministerio se esle se moslrasse sincei imi
compenetrado da intcnco de nao intervir as
vice-presidente, e entra em discusso ua
presenca do Sr. senador ministro dos negocios
eslrangeiros, o art. 4 da proposi^ao com as res-
pectivas emendas da cmara dos deputados : o
qual passa sem debate com as ditas emenda.
Segue-sea segunda discusso da proposito da
cmara dos deputados, aulorisandu o governo pa-
ra mandar pagar ao Io teuenleda armada Augus-
lo Mximo Rollo de Almeida Torrezno os sidos
j que llie forem devidos, com o parecer d3 com-
j misso de marinha e guerra.
Veriflcando-se nao haver casa, nem quem ti-
vesse mais a palacra, s Sr. vico-presidente decla-
_ ii encerrado a discusso, e d para orJem do dia
i da seguiute sesso :
Voljco sobre a proposQo cuja discusso fi-
cou encerrada. Continuaco da segunda discus-
so du orcamento, o as outras materias j desig-
nadas-
Levanta-se a sesso sduas horas e cinco mi-
nutos da tarde.
SESSO EM 30 DE AGOSTO.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Caoalcanli
de Lacerda.
As 10 horas c 50 minutos da manlia, o Sr.
presidente abre a sesso, estaudo presentes 31
Sis senadores.
Lida a acta da anterior, approvada.
0 Sr. Primeiro Secretario d cunta do se-
guiute
EXPEDIENTE?
Um aviso do ministerio dos negocios da mari-
nha renal endo um dos authographos da reo-
luci da assembla geral, mandando contara
antiguidade dos officiaes da armada e do respec-
tivo corpode fazenda que liverera servido a bor-
do dos navios de guerra como pulientes e pilo-
ios desde a data das suas nomeaedes ; na qual
resolucao S. M. o Imperador cnsente.Pica o
senado nleirado o manda-se commuuicar c-
mara dos deputados.
1 ni officio do primeiro secretario da mesma
cmara, pailicipando que ella sdoptoa as emen-
das do senado resolucao que marca penas para
os que commellem furtos de gado vaceum e ca-
vallar ; e que vai dirigir sauccao imperial a
resolugo com as ditas emeudas.Fica o senada
nleirado.
Fica sobre a mesa para ser examinada a folha
- rdenadoa e graiicaces dos empregados d.a
secretaria u paro du senado, do presento mez do
agosto.
Comparecera no decurso da
Srs. Senadores.
sesso mais seto
So-
lo ma
011 DEM DO DIA.
Submettida votajo, por ter licado encerrada
a segunda discusso na sesso antecedente, rc-
jeilada a proposco da cmara dos deputados,
I autorisando o governo para mandar pagar ao pri-
meiro leu.-nie .da armada Augusto Maxin.o Ilo-
15 j de Almeida Torrezo os sidos que Ihe foreru
eleicoes ; se lomasse providencias acertadas para devidos, com o parecer da commisso de man-
que o voto da nacao se manifest livro, isento de nha o guerra,
toda e quaiquer imposico
cmara julgou dever nao
lo altampnte, que esta
deixar passar 0 bil.
E' aqui que os paludarios do projeclo agitaran)
a questao constitucional. Pode a camari dos lords
rejetir urna medida financeira, visto como os
communs temo direito exclusivo de volare mar-
car os subsidios concedidos corda, visto como
no discurso do Ihrono somonte cmara dos
communs quo se refere a passagem relativa ao
orcamento do anuo ?
Para elucidar osla quesio foi nomeada una
commisso pela cmara dos communs, a qual
pronuncia-se por urna maioria de 10 votos con-
tra 3 cm favor das pretencos dos lords. Esta
commisso apoiando-se em precedentes numero-
sos explicou claramente quo a cmara dos lords
eleicoes correrem livros na'provincia de Siias ST* ^"P"" a. proposta do poder executi-
que nao trate aquella lera de um modo diverso r das outras do Brasil. ral do imperio para o exercicio de 1861 a 1862,
com as respectivas emendas da cmara dos de-
Pede ao Sr. ministro que mande publicar e
distribuir os esclaracimenlos que tem colligido
para a coniecco da reforma hypothecaria e faz
diversas Considoraces sobre esta materia.
Desoja algumas explicaees sobre as medidas
adoptadas para regular os casamentes mixtos, e
quaes as razes por que se nao adoptaran) as me-
didas proposlis pelo orador quando ministro da
putados.
O Sr. Daro >!e Muritiba pon lera que lem ha-
vido usa, augmento constante na verba oreada
para (dJPninsicrios da guerra e da marinha, S< m
que nesses ramos do servico publico se lenha
I um notav! melhoramento.
Confrontando as cifras dos oreamentos ante-
riores, o orador n.ostra que lem havido um aug-
melhorar a sur-
te dos magistrados, dessa classe lo mal consul-
tada .'Acha isso de juslica, mormente agora que
uiposiies tao fortes sao laucadas sobre o poyo
o oreado o n;ln i"),ia I'ropor, nem emendar urna lei relali- O producto dessas mposicos'oo poda ter mc-
thesou- waa.uma medida financeira, mas que linha o Hior destino que esse
lireito de regeiiar uina tal lei, o isto por um mu-' Pelo que l no relatorio do Sr. ministro da us-
' bem simples, e o que a cmara dos com- lica espera que tetemos urna boa le de qualilica-
ns nao tem o meio de mpcdi-lo. lodo o coes ; entretanto pondera ao Sr ministro que
lull proposlo OU emndalo so adquiro loica de preciso equiparar, quauto a designadlo da Hale
icxo capia da infurmaco do inspector da lel 'l""do as duas cmaras o tem saiicciouado ; : prOpria para o servico effectivo daRarda naci-
le fazenda. a cmara dos communs p le por tinto taclmen-
justica, medida que elle reputa da maicr impor- ment prngressivo de dspeza, sem que tal aug-
taucia o conveniencia.
Pergunta se j nao lempo de
liv<
muns
os
que
lela
ei, visto nao lerem sido decididos todos os rocur-
. r o governo
imperial entender na materia conforme o arl. 17
do mesmo acio, e que portanlo nada ha por ora
que deliberara semellianle respeilo.
3' seccio.-AO presidente da provincia de S.
Pedro.Tei preseule ao governo imperial o ofli-
Governo da provincia.
EXr" DIENTE DO DU 2 DE 01 TUBHO DE 1860.
Officio ao commandanic das armas.__.Sirva-se
V. S. de mandar por em liherdade o recrula Ma-
noel Augusto llamos de Mello, visto lerapresen-
tae'o l seneo legal.
Dilo ao mesmo. Sirva-se V. S. de expedir as
suas ordens para que seja inspeccionado pela
junta medica do saude, como pede no rcqueri-
menlo junto, o porleiro da alfandega desta cidade
Cela no Pinto de Veras.
Dito ao mesmo.Devolvo a V. S. os papis da
divida de que pede pagamento Eugenio Lavinre
alim de que se sirva de ordenar ao delegado do
cirurgio mor do exercio que satisfaga a exigen-
cia da contadura de fazenda, constante da in-
l'ormaco da respectiva contadoria.
Dito ao mesmo. A' vista do que informou o
commandante da d.iso naval no officio inelueo
por copi, uenbuaia duvida ha de que a praca de
thesouraria de
Dilo ao engeuheiro W.Martillean.Para cuni-
primento do aviso do ministerio da marinha de
1 de setembro prximo Iludo exijo que Vmc.
organise e me envi corn brevidado o plano o orca-
menlo do edificio da ullkina de fundico do ar-
senal de marinha, pura o que Vmc se entende-
r com o respe-tico inspector.
Portara. t) presidenta da provincia, alten-
deudo ao que requereu a professora publica de
instruccao primaria da l'reguezia de S.Pedro Mar-
lyr de Olinda, llosa Hara Francisca de Albu-
qerque, resolv couceder-lhe 3 mezes de lict-n-
ea com veiicimentos para tratar do sua saude.
Dita. O Sr. gerente da companhia pernam-
bucana faja transportar no vapor Iguarass, os
objectos mencionados na relano por copia, que
o inspector do arsenal de marinha lem de reme-
ter para o Rio Grande db Norte, devendo o frite
respectivo ser pago n'aquella provincia.
Expediente do secretario do, governo.
Cilicio ao Dr. Joo Alfredo Corro de Oliteira.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, manda
acusar recebi lo o olficio de 27 do mez prximo
lindo em que V. S. partecipa ter deixado por mo-
lestia ue assomiro exercicio do cargo de promo-
tor publico deste lernio. Fizeraiu-se as co:u-
municaces precisas.
IiESPACilOS DO DA 1. DE OLTIBRO.
fequeranentos.
178."). Francisco Antonio de Carvalho Siquei-
ra. D-se-lhe.
1786.Antonio Rodrigues de Albuqerque.
Em vista da inforraacao, nao tem lugar.
I"8?.Francisca Hara da Conceico.O lilho
da supplicante nao tem iscnco legal'.
1788 Gregorio Francisco do Torres e Vas-
conscloes.Nao lem lugar em vista da infor-
ma;,"! o.
1789. Ignacio Ncry Ferreira da Silva Lopes.
Nao tem lugar..
1790.Joaquim Antonio da Silva.Indeferido
a vista das inforniacdes.
1791. Joo Caela'no Rio Real.Informe o Sr.
Dr. chefo de polica.
1792. Desembargador Jernimo Marliniano
Figuetra do Mello.Passe-se portara con:eden-
do a licenca pedida.
muns p le por tanto lacilmen- nal, os Brasileiros ttlhos de Brasileiros e os Bra-
financeiro emendado ou po- sileirosfilhos de eslrangeiros, que pela ultima '-!
ment lenha alguma ju.-tilicac.ao.
ola sobretodo o augmento considcravel quo
houve no exercicio de \>~>~ para ls'-S, augmen-
11 que imporl tu em cerca de 5,000 islo ,
quas o dobro do que se despendeu no exerci-
cio anterior. A despeza de ento as reparlicoes
da marinha e guerra foi superior a do exercici i
do 1353, em que livemos de sustentar una guer-
ra nos Estados argentinos, o tiremos era armas
21.000 homens.
D./-.-o que gr.auJ- parte da verba oreada para
1 X ireicio a que o orador sa refere foi applicada
construeco de vapores. Mas o orador nos ba-
lancos deese exercicio nao v consignada essa
despeza, e pcigunla se por veulura esses vapo-
res ainda esto por se pagar.
Concorda que lia necessidade de obras para a
marinha, mas fnister consultar os forjas do Li-
tado, e nao comprometler o futuro.
Julga uma imprudencia ijnmoblisar-se um
.uo pesa sobre elle e seus collegas do miuislerio nvul a lo capital na construeco do um novo di-
ii a mais importante, resta a questao de op- na presentequadra. A situaco espinbosa. poi que. "~uu-,' ^ u'" ,WUJ ul
Entend; lambem que a reconslrucco da fra-
gata Conslituicao fui despeza de mero luxo e ap-
paralo.
Censura lambem outras obras que nestes ulli-
mos anuos se tem construido, ou so esto cons-
truirlo, que nodeveriam se fazer em um tempo
de defiiciencia de rendas, em que toda a econo-
ma necessaria.
Nao sabe por que motivo o augmento de des-
peza une houve no exercicio de 1857 a 1S8 se
lem lunado permanente nos ulteriores exorci-
te aunular uto
posto pela cmara dos lords. Has um bil re-
geilado pela cmara alta desapparece completa-
mente, nao resta mais Iraco algum delle, norn
rolla mais segunda cmara, que por conse-
guid te nao pode mais oceupar-se delle.
ral a soluco puramente jurdica da ques-
tao; entretanto a questao de legalidade nao
ijue regula o art. ti da conslituicao s licain su-
jeitos a esse servico aos 18 anuos.
O Sr. Paranagu (ministro da instiga tendo de
satisfazer 30 orador que acaba de fallar moslran-
do-se desejoso do algumas explicaees, reconhe-
ce e nao declina de Si a grande responsabilidade
lozes
poitunidado e conveniencia, que os in
nunca doixam de lomar em consideracao. "
E'evidenle] que o direito existe; mas lam-
bem evidente que um tal direito, que pe a
cmara alta em opposico com uS communs sii
devo ser exercido o mais raramente possivel o
lo gmente as occasics mais graves. Nao
de misler que elle degenere em abuso, islo em enterveuco activa e constante da paite dos
ords noexame do budget. Tem a cmara dos
prelenedes ? ou antes, declarando
acaso pro-
lords estas
quo em seu parecer eram gravissimas as cir-
cunstancias para prensar do exercicio de um
direito extraordinario, nao lem ella
vado que este direito era excepcional
lado, as circunstancias sao realmente d'aquetias,
que justifiquen] o emprego de um direito extra-
ordinario I
Comprehendo-sc que a questao em s versa
sobre este ponto assaz vago. Ouo regra deve
seguir-so para decid-la, e quem ser o juiz em
ultima analise i
S pode haver um : a opiniao publica ; e
esta altamente pronuncou-se em favor da c-
mara dos lords. Bom notar que isto nao li-
nha sido contestado por ninguem, nem mesmo
por M. Gladstone, quo excamou cora amar-
gura :
Para o futuro sabero os cbancelleres do
queso aciia o paiz em vesperas da eleicao, em
uma quadra enca de dilliculdades de (oda ordena.
Mas o go'eiiio empregar lodos os estoicos a sen
alcance para que as eleicoes se facam tranquilla e
regularmente, o para conseguir esse fim espera
ser effJcazmentO auxiliado por seus agentes na
COrlO 0 as provincias.
Ouanlo ao recrulamento concorda o tador em
que inconveniente as proximidades de uma
eleicao geral. Comludo o proprio Sr. Vasconcel-
los declarou que o governo tem o direito, que
nao ha le que prohiba de promover o recrula-
mento em vesperas do eleicao ; o governo nao
usara, comludo desso difeito, se nao fossem as
Por outro exigencias imperiosas da poca, se nao fosse a ur-
gente necessidade am que estamos do preencher
as lileiras incompletas do nosso exercilo. pre-
ciso, pois, exercer esse direito ou antes esse de-
ver penoso. O governo, poroto, nao consentir
abusos, o espera que seno coraineltero.
Ooanto s noticias do Ico, sao boatos vagos,
que por ora nao teem carcter algum de certeza.
cios. a responsabilidade desse augmento coni-
do i do maio e seus
parlilhada pelo ministerio
successores.
Nao quer censurar os predecessores do gabine-
te de 12 de dezembro, mas entende que esses
que se levantan! contra a actual adminislraco
nao sao os mais proprios para laxa-la de pro-
diga.
O Sr. Paes llarrelto (ministro da marinha]
respondendo ao orador que acaba de fallar, ob-
serva que o excesso do actual orcamento sobro
ca do Ccar isin lomado e tomata as providen-
cias necessarias para conter quaiquer excesso. Se
o goveino deve respeilar a liherdade do rolo,
tem direito lambem de lomar medidas para raan-
ter a ordem ; a ordem a garanta da liherdade.
Assegura que o governo respeilar a liherdade
erario que se nao se collocarein no ponto de do voto na rica, importante e populosa provincia
rista popu ar, se obrarem conforme sua cc-nsci- | de Minas, quo Ihe nao irapor chapas.
o pelo bem do paiz, a cmara dos lords D algumas explicaees a respeilo da proiecla-
approveitar disso. | da reforma hvnothecria : proiuelle tomar em
u'J?&?Jte?S:0 *&*?* da t,r0.i"- d0 so" "ecessor de cincnen.a e lanos con-
tentar
L Com effeito, em um governo constitucional I consideracao o pedido do Sr. Vasconcellos e aue
nao deve o cnanceller do erario apresentar raedi- os esclarecimentos e dados que se vo aind cora-
das que agradem a elle e a seus amigos desa-! plelando sero publicados e dislributdos oara
gradando a nacao. F jogq das inslituices inglo- ; servirem de base futura discusso- '
zas "^^nii^de^poder^absolulo a nenhum paiti- | j Faz algumas consideracoes justificando as rae-
man
a nenhum dos poderes do oslado: elle os ; didas adoptadas pelo governo a respeilo de ca-
tea lodos em equilibrio, afim de que lodos; metilos mixtos e auacalholico?.
los, augmento proveniente da reforma do quar-
lel-general.
Nao cabe ao orador explicar os aclos do gabi-
nele do i .de maio ; entretanto dir que uesso
ministerio se lizeram importantes reformas na
reparlico da marinha ; o ministerio de ento
linha autorisacoes para essas reformas e nao as
axcedo, e ninguem ento se lembiou do censu-
ra-lo. Hoje nao possivel suspender ou dei-
*ar de execular essas reformas.
Pondera que a verdadeira economa nao con-
siste em nao gastar, mas cm gastar com provei-
to. A obra do dique proveilosa e econmica
porque lera por fim evitar despezas, que sem
elle se leriam de fazer inevitavelinente.
Ouuas obras que se iniciaran) sob a adminis-
Iraoao do minislro da marinha Jo i de maio
"
ILEGIVEL


DIARIO DE reRBAllBUCB,. =sa SEXTA FEIRA 5 DE OUHUBKO DE 186$.
m
sao do incouiesiavcl iitililade, ep orador uesse'
(ionio estara promoto a imila-lo.'
O govprno mandn reparare armar a fragata
Consliluir.no pelos motivos que j indicou em
seo- rclalorio. Era necessaria no porto do Rio
de Janeiro nma embarcaco respeitavel que ser-
vase do quariel para a marinha, e de escola do
marinhagem e arlilharia.
Quanto ao augmento progressivo da despeza
fia repartidlo da marinha, isso devdo. ao au-
gmento da propris marinha ; em IBiO tinha-
Tiins 6 vapores ; hojo a marinha conta trinla e
(antas vapores, e o combusiivel occasiona des-
peras avultadis. Julga ter dado as expltcac.es
Uno Ihe sao pedidas.
O Sr. Souzi Franco julgir-se-hla dispensado
de responder s censuras feitas pelo tSr. bario
de Muritiba a> ministerio de -i de majo, em vis-
ta di resposta cabal que acaba de dar o Sr. mi-
nistro i mar.nha.
Dirigndo censuras acres act laliJadP, o no-
Lre barii', para disfarear-thes o amargor, fe -las
recalur sobre o passado, desrarregando o peso
da responsabilizado piincipalmenie sobre o mi-
nisterio de 4 de maio. E nao censurou esse mi-
riist'rio co" o ti ni de dar consellios, mas para
revelar o desgasto que Ihe inspira a presente ad-
cninUtraco.
I'oder-se-hia suppor que S. Exc. lem sauda-
des do seu alinirantado e dos serviros relevan-
tes que que prestou in.irinhn, dos quaes alias
nao ha noticia. Mis nao saudade; c descou-
tenlainenlo com a actual ordea de cousas.
Que necessidade baria de revolver os tmulos
e exhumar as cinzas do Ilustre cidadfio o con-
selheiro Jerouymo Francisco Coelho, cojo nome
anda parece fazer sombra a mu i los dos esta-
distas.
L as cinzas desse Ilustre morlo Corara revolvi-
das, pois que o nobre senador, a quera respondo
cnvolveu erh suas censuras o ministerio da ma-
rinha e guerra.
O orador defeode o gabinete de 4 de mi das
ccnsuias que Ine foram dirigidas, c agradece ao
Sr. ministro da marinha a jiistca que fez a esse
g ibinete ; agradece a justica, di*, porque hoje at
justica se dt-vc grat'do, quando de lodos os
lados seouvero revoltanles injusliras.
0 Sr. Bardo de Muritiba j/. breves considera-
cu respondendo aos oradores que o procedern.
Quanto i uliima parle do discurso do Sr. Sou-
za Franco nao sabe o que responder. Julga que
lia una grande preveneo da parle desse nobre
senador, que nunca julga haver justica da parl
do orador.
A justici pode ser entendida por differentes
nodos, interpretada ao arbitrio do cada un O
'Orador se por exeraplo fosse advogado da ura
r>, c esse reo fosse con lemn.ido, e se depois o
orador fosse minisiro, nao pedira ao poder rao-
dorador o perdao desse reo. .Nao faz appeaco
a
dlicujsuo o votacao do urc.aiiieutu nao ailcuda se
podo ou nao haver sesso na cmara tempora-
ria : 6 dever dessa cmara conservar-se no seu
posto, asslm como o senado se conserva ; a ros-
ponsibilid.ule recibir sobre ella.
Terminada a Macando passa o arl. 7o, com as
emendas, e sendo ento submettido vota^o o
art. Io. que baria ficado adiado, approvado com
a emenda da nutra cmara.
Segue-se a discussao do art. 9a eseus paragra-
phos da resposta cprn as respectivas emendas da
cmara dos depulados, licando reservada para
depois a do art. 8.
O Sr. Souza e Mello lem de responder a algu-
mas considerares follas pelo Sr. Souza Franco
quaudo orou em 1" discussao sobre e orcamento
em gpral. Vio-se cnto que esse nobre senadiu
entoou um liymno administrarlo que gerio os
negocios pblicos da 1651 a 1858, hymno enloa-
dqj'ela propria pessoa que delle objecto. Se
esse nobre senador sonriente quizesse fazer alar-
de dos relevantes serviros que julga ter prestado
o orador o deixaria em sua consoladora illuso ;
mas nesse elogio quiz deprimir antecessores e
successores, e eis por que o orador nao pode deil
xar de responder.
Aceitar a delinico dada pelo Sr. Souza
Franco do que una boa administrado finan-
ceira ; disse esse nobre senador do que urna boa
alministracao lliianceira disse esse nobre sena-
dor >iue urna boa administrago linanceira a-
quelia que gastapouco, augmenta a renda sem
recorrer a irnpostos cxiraordiiurios e deixa
saldos.
Mas fazendo applicaco deste principio, liar
umoVbncluso contraria que lirou o Sr. Souza
Franco.
Pasa em resenha os ejercicios financeiros de
1851 at o presente, o moslra cora algarismos
que todos foram econmicos e regulares em re-
lacao ao exercicio de 1857 a 1S58.
Pelos batneos que lera em visla, e cojos al-
garismos consulta, ve que esse exercicio'foi un
dos mais dispendiosos que tomos tido, que exce-
den muito despeza oreada por mofo do crditos
supplenieiilares.
Em 185'J os resultados das medidas financeiras
do gabinete de 4 do maio se forarr. fazendo sentir.
as rendas derresceram, e deu-se ura dficit de 4
mil contos, que ainda se conserva, e se conzerva-
r por alguno lempo.
O orador couclue declarando que o exercicio
finauceiio de 1857 a 18*>8 foi um dos mais funes-
tos que teni tido o Brasil, que seus fitaes eHel-
ios continuara e ainda conlinSjprao por muito
te upo.
O Sr. Souza Franco entendo que o nobre se-
nador que acaba de fallar diragou do objecto da
discussao para ir tratar de ministerios antiquis-
simos, e ftzer censuras ao gabinete do de maio.
A questo nao essa"; a queslao saber se es-
imstancias de decretar essas fortes
derjin parle ^u-e tocoa acJa um
COVSlUDt) l'ItmiVClAL.
que elles
ddle.
Aptoveilando a occasio, aod.iremos i quera MWaCdeS feUaS DO rr,;imCtttO lias
quer que aeja, que extinga certos abusos que to-
dos os das se repetem nessas-reunies tao im-
portantes, e que tao grande gro de consideragao !
tena na Europa. Urna vez. por ultima, dere-se I
abolir essas praticas abusivas, alirade que a nos- I
sa sociedada escolhida c icios lo bellos era si, quanto raageslosos e im-1
ponentes.
O brigue norueguense Sif, entrado hontera
dcimas que pagaui a* emtfttk IVe-
^ezia de Santo Anoiuin, pelo escrip-
Iwarft V. H. F. P. da Stb'a.
Ra Direita.
N. 2.Joaquina do Rosario Guima-
riics Miclwlo. sobrado de dem-
andares e una luja arrendado lu-
do por............................
dem 4 Jos Jorgo Pinto, sobrado
do dous andares e una I >ja arren-
Para, e p'tfr'esss noticia v-se que continua atli o! /.^V'0 iuS ***.""
syslema atropellador das quvedtenas, que em I'1'"'" H.-Mana Joaquina dp Mou-
ultima analyse a
de Pernambuco, acha-so impedido pela saude,
por ter trazido carta suja ; e foi por isso manda-
do para o ancoradouro da quareuicna.
Lfl-se ff que ah (lea exarado n'um jornal do
i lanos em cire
a ninguem ; quer explicar o modo porque enlen- impoMr6l,s S acham n0 or,.a,,.,tt e ,e
**E?S*L.. .,.......................,______ JevpmGs ap
O Sr. Soma Franco enlende que a divergen-
cia profunda de ideas em que est pan com o
nobre senador que acaba de fallar, basta para ex-
plicar o antagonismo) de suas op'iQlos. O ora-
dor professa principios de liberdade poltica ,e
administrativa ; o nobre senador, a quera res-
ponde, leude para o extremo opposlo.
(Juanto hypoihese do advogado que como
ministro pede ao poder moderador o perdao de
s"u cliente, perguntise uma insinuac&o diri-
gida a elle orador. Se repelle-a o empraza o
nobre senador para a discussao.
O Sr liaro de Muritiba declara que qu.inde
assim falln nao se referi n ninguem.
Terminada a discussao, ret'ra-se o Sr. minis-
tro, e posto a votos, passa o art. 5 da proposta
com as emendas.
L'ii seguida introduzido na forma do estylo o
Sr. ministro dos negosios da guana, e depois de
; imar assento na mesa, tem lugir a discussao do
art. t da proposta e seus p:\ragraphos, cora as
emendas oa outracmara.
Finda a discussao relira-se o mesmo ministro ;
submettido a volaco o arl. 0 passs cora seus pa-
ragraphos e cora as emendas.
Eslaudo presente o Sr. senador ministro dos
negocios da tazenda, entra em discussao o art. 7
da proposta e seus paragraphos, com as eraen-
dis da cmara do* depulados.
O Sr. Souza Franco faz largas considerares
tenientes a mostrar os vicios do orcamento di
fazeuda, e os inconvenientes do sy-tema finan-
n iro adoptado pelo actual gabinete.
O Sr. Ferraz (president- do consellio] faz al-
gumns considerbaos em resposta ao orador, que
o proceden.
Dada a liora o Sr. presidente declara adiada a
discussao ; e d para ordein do da da seguinle
sessao a conlinuacia da 2" discussao do orcamen-
: i, as oulras mat-rias j. designadas.
i vanta-se a sesso *3 horas da tarde.
prorara dictadura, de que se vai iu-
vestir o governo.
Enlende que o nobre senador polo Rio de Ja-
neiro nao quiz de proposito entrar na questo
do prsenle, oceupou-se s com o passado, para
nao revelar o desagrado que a aclualidade Ihe
inspira.
Expende largas consideracoes defendendo o
ministerio de de maio das censuras que lhc fo-
ram dirigidas, o fizendo ver que as dilliculdad.'s
da simarlo nao provm das medidas linanceiras
do gabinolo de 4 de maio, mas sitn dos erros de
seus successores
Dala ahora lira adiada a discussao, o o Sr.
presidente di para ordem do da da seguinle
sessao i' discussao da proposicao da cmara
dos deputados, mandando continuar era vigor
iluranie a prxima legislatura, o decreto n. 672
de 13 de seterabro de 1S52. que marca o subsi-
dio dos depulados sssembla geral, e a iodom-
nisaQo para as despezas de viageni de vinda e
volla, como foi emendada na 2;' discussao. Coa-
linuacao da 2" discussao da proposta do poder
executivo. Otando a despeza o oreando a receita
geral do imperio para o exercicio de 1851 a 18t,
cotn as emendas di cmara dos d iputados. E as
Oulras materias ja desgnalas.
Levanta-seafc sesso s 2 horas c 55 minutos
da larde.
rantagem pratica que Iraz 6 a
.dosvexames as relaeoes commerciaes, impedin-
do a celeridade que estas reclamara.
Parece que as lices da experiencia ji tem de-
monstrado esta verdade, e Implcitamente a imi-
tilidade ou iraprocedeucia das razoes produzidas
era prol della pela sciencia, e portanlo s olu-
so das quarpntenasB podo ter dado lugar que
all ora se pratique para com os navios proceden-
tes desle porto, onde, alera de ludo, nao reina
epidemia algorn ha terapo.
No da 29 do mez p. passado no engenho
Pindobinha, Jos Francisco da Molla ferio grave-
mente a Joan Francisco Gomes, dando-lhe uma
facada ; depois do que se poz em fuga.
Foram recolhi tos casa do detencio no
dia 3 do correle 3 homens livres el escravo,
sei3o : I ordem do Dr. delegado do 1" distric-
lo, 2 do subtelegado de S. Jo; e I do de Sanio
Antonio
Matadovbo publico:
Mataram-se no dia 4 do corrcnlc para consu-
mo desta cidade C'J rezes
Moiir.vLiiiADE do da 4 :
Isabel, prela, escrava, soteiri, 11 annos ; frial-
dade.
Antonio, prelo, escravo. solteiro, 70 anuos ; in-
lerites.
Gabriel, prelo, escravo, solteiro, CO annos ; apo-
plexia.
Jos NanosFerreira,branca,viuvo,66anuos; an-
gina ulcerosa.
Rosa Mara da Conceico, prela, viuva, 40 anuos ;
asthma.
Isabel, prela, solteira, 24 anuos ; phtbisica.
Justino Santiago Pereira, pardo, solteiro, 12 an-
uos ; conslipacao.
CHRONICA JUUICIARIA.
TRIBUNAL 00 COMWERCIO.
4 DE OTU-
PERNAMBUCO.
SESSAO F.M 31 DE AGOSTO,
(encta ia Sr. Manuel Ignacio Caoalcanti de
Lacerda.
A'g 10 horas o 50 minutos da manliaa, o Sr.
lente abre a sessao, est nido presentes 30
senhores senadores.
Lid a a acia la antecedente approvada.
(' Sr. 1' Secretario d coma do seguinle
EXPEDIENTE :
Um,vio do ministerio dos negocios do impe-
rio, remetiendo um dos autograplios da resolu-
r,"i > da'assembla geral, que apprdVa a pensao
anni'l de 1:44 >$ concedida repartidamente aba-
ron e/A da Viciuriac sua fi'ha ; na ojnal resolueao
S. M. o Imperador consenle.Fica o sealo in-
icirado, e mando i-so commuuicar & outra ca-
mbra.
Um cilicio do 1 Secretario da cmara dos de-
p ii idos, acompanbando a proposicao da mesma
cmara, que autorisa o governo para regular a
disp isieo do arl. 10 da le u 874 de i de agos-
to de 185/, na parle relativa ao exorcrio dos
Diembros do conselho naval. Vai a imprimir,
nao estando j impressa.
E' approvada a foltaa dos ordenados e gratidea-
que venceram no prsenle mez de agosto os
empri-gados da secretaria e paco do senado.
Comparecen) no decurso da sessao mais doze
Srs. senadoras.
ORuEM DO DIA.
Estando presente o Sr. senador minisiro dos
negocios da fazi-nda, cnu}ma a discussao adiada
pela hora na sessao antecedente, do arl. 7" e seus
paragraphos da propo-ti do po ler executivo, 0-
xan Iu a despe/.o e oreando a receila geral do im-
ppri i para o exercicio de 1SG1 a Iat>2, cora a<
emendas da cmara dos d"pntados.
O Sr. [). Manoel esperanto que o governo
lentasse este auno ura orcamento normal o
e onomico, conformd linha promettido da na-
neira a mais solemne na sessao passada, acaba le
passir pr uma gran le decepcao em vista do or-
camento que se discol-', o mus monstruoso que
se tem visto pelo excesad da despeza, pela impo-
Sl<*o de pesad.i? tribuios, e pelo grande numero
de arligos addiliros heterogneos, alguns dos
quaeseuvolvem legislarlo nova em materia es-
t inha lei do orcamento.
Invoca i cummissaode fazenda.eo Sr. rispan-
do de Itaborahy, qie com urna palavra podem fa-
zer dividir esses artigos a.ldiivos em prejectos
-separados para seren discutidos, como sempre.
Dir.o que nao ha lempo pan que esses novos
piojelos volti'in cmara dos Srs. deputados a
seren discutidos, o nao ronrm que o governo
fique sem lei do orcamento A esta objeccao o
orador oppe outra ; nesse caso o sena lo llca
nuliilicado, curnpre-lhe subscrever subniissa- I
mente, p sem discrepancia, a ludo que vier da |
ou Ira cmara. |
Felizmente o paiz nao es' em apathia ; estes
phenoraenos j o o revoliindo: e consta ao
orador que no dia antecedente leve lugar no lli-a-1
Lyriru uma reunio poltica de mais de 600
peasoas; reuuio a quo o orador snnte nao ter
podido assislir.
A opposicao o auno passado ensinou a discutir
on;ainenlos ; essa discussao fui a mais luminosa,
foi um monumento que faz honra aos queasus-
tenlaram ; ella fez 'jaquear ura dos ministerios
inais ominosos que lem governado o paz
Enti'Ptanto hoje os ornamentos vao pissando a
galope ; de prepsito o governo quiz cansar a
opposicao dandii para a discussao objectos de
s iinnia importancia, para que se nao discutissem
os oicameiitus.
Eutende que ha no orcamento da despeza mul-
tas rubricas eai queso poderiam fazer economas
de ceiJenares de cout is de ris. Indica algumas
como a rcparli;ao das ierras publicas, a coloni-
sacac e ouiros.
Se o sead uo fiisse tao complacente, o paiz
olhara para pile rom mais amor e respeilo. Se
ille porm nao arripiar rarreira, o paiz o consi-
derar orno uma coniraissao do governo.
Faz diversas oulras censuras ao orcamento da
despeza, e concUu pedinda no senado que na
REVISTA DIARIA-
Pelo vapor francez, procedente da corte do
imperio, rccolheu-se esta cidade o nosso c>ra-
provinciano, deputeio pelo Io circulo, o Exm.
Sr. Dr. August i Frelerico do Oli'eira.
Do rolla de sua iraporlanle raissao, nos o sau-
damos.
Acliam-so de ni"z os mordomos da Sanl i
Casa de Misericordia desta cidade:
Dr Antonio llerculano de Souza Bandeira, na
casa dos exposl >s. t
Rirao do l.ivramenlo, no hospital dos lazaros.
Justino Pereira de Faria, no hospitil da can-
da de.
Alirmiin-nos que pela estrada do Rosiri-
nho anda uma pessoa alienada, que lem causado
hiui notaves sustos a quein a nao conhece.
Concebe-se que urna pessoa, que nao goza de
suas facilidades menlaes, nao deve tambera an-
dar assim; po-que se a loucura branda, pode
muito bem ser quo de ura monvulo para oulro
convt-rla-se era furiosa, e traga effeitOS daino-
sos i|iier para o proprio louco, quer para outra
pessoa.
Le ni bramos, pois, conveniencia da propria fi-
railia, a qual elle perltico, nao deixa-lo por lal
modo, para precaver alguraa consequencia desas- \ q
irosa.
Na noite de 3 do correle realisou-se como
hariamo-lo anunnciadi), o concert em beneficio
da Sr.i. Magdalena Urucioiit, prima-dona sopra-
no de grande forca.
IIj algum lempo osla parle, tem-se dado di-
versos coucerlos entre nos, j por diversos artis-
tas que tocara nesta cidade de passagem e j por
outros oacionaes e estrangoiros, que residem
aqu.
Sao estes cortamente os meios mais enrgicos
possiveis para dilTundir na populacao o gosio da
msica pura, da msica que vive por si s, da
msica emlim que nao se cerra do mageslosas
decoracoes, neni de estrepitosos acompanhamen-
ios, pua poder fallar ao corac&o.
Quando apenas conhece-se e apreciase a mu-
sica dramtica, nao pode-so comprehender era
toda a sua exlenso a poesia da mais imponente
de tolas as arles. E' pois l no meio das melo-
das de Beetboven, de Verdi, de onizetti e d^
Mozarl, que a alma se expande, qmvse ella dila-
ta at a residencia lixa e intima dessa arle por
excellencia, dessa linguagem pura e majestosa
dos archanjos de Deus.
Este elfeilo sentimo-lo nos o experimentavam-
n'o igualmente lo los que concorreraui ao refe-
rido concert naquella noite.
Com elfeilo, anda mais esta vez reuni a Sra.
Brucioni novos louros aos que j lera conquis
lado pea arle; anda mais esta vez ganhou ap-
plausos merecidos pela voz melliflua e igual, ex-
tensa e Retire) de que a dotou a natireza, c de
que nesse concert deu ella mais uma brilhanie
copia.
A arii do Marino Fu/tero'constit'iio-lha nessa
noite urna cori de gloria ; pois que ness gran-
de aria exceden ella todo quanto al hoje te-
mos ouvido nesta capitil.
A Sr.a Armelini anduu bem era lo Jos os pedacos
que can'.ou solo. Sua voz pequea, mas re-
gulare muito igual. Nos d'ietOS desacordou al-
gumas rezes, devilo a exlenso da voz da outra
dama.
O Sr. Theolonio, artista nosso comprovinciano,
deu mais provas de seu tflenio e apurado goslo
pela msica O slo de sua composieao sobre mo-
tivos do Uacbtth deixou encantados aos ou-
vinies.
U Sr. Stenber, orno sempre, d-isprendou notas
maviosas e sublimes, prenhes de accordes mimo
sos. Cada nota que elle tirava de sua rabeca,
enm phrases ternas e saudosas, que iara reper-
cuiir nos coraces presentes.
O Sr Bamonda, nos duelos, mostrou que, s
rezes conveniente dexar a voz repousar, para
dar-lhe mais exlenso e seguranca. Sahio-se
bem, cora especialidade, no duelo de Luiza
Miller
O Sr. Boisselot, nao sendo artista Ivrico, c de-
spj.mdo prestar sen cintingente para esse benefi-
cio, procurou cantir um romance francez, mas
causas imprevistas impossibililaram-o de salur-se
bem desse seu desejo, deixando muito desojar
aos ouvinles.
O piano foi tooido olfrnad.imente pelos Srs.
Smoli/. e Pieri, arabos professores de msica, e
(oos icoram encantados d t-xecucao magistral
SESSAO ADMINISTRATIVA EM
BRO DE 1860.
PRESIDEXCU DO EXM. SU. PESESIBAHGAD0R
F. A. I'li SOUZA.
s 10 horas da manhia, reunidos os Srs. depu-
tados Basto, Silveira, llego e I.eraos, o Sr. pres-1
denlo declarou aborta a sessao ; leudo sido lida
e approvada a acta da ultima.
EXPEDIEK I C.
Foi presente a cotaco O Ricial dos procos cor- I
rentes da praca, relativa semana linda.Ar-
chire-se.
nESP.vc.uos.
Ura requerimento de Francisco Rotelho deAn-
drade e Jos Joa|uim Lopes de Almeidi, visto
pelo senhor desembargador fiscal, pcdindo o re-
gistro do seu contrato social.Na formado pare-
cer fiscal.
Ootro de Andrade & R-'go, igualmente visto,
pedindo tambem o registro do seu coulralo so-
cial. I^ual despacho.
Outro de Jos Rodrigues Tarares de Mello e!
Agosiinho Gomes da Costa, igualmente visto,
pedindo tambara o registro do seu contrato su- |
cial.o mesmo despacho.
Outro de Manoel Guncatres da Silva; tambem'
visto, pedindo caria de registro para sua barca ,
llecife.Prestado o juramento e assignado o ter-
mo do obrigaco, como requer, facam-se as on-
notacoes no registro anterior, archivando a carta
junta para dosonerac&o de responsabilidado do
ex-proprietario
Oulro de Prente Vianna &Companbia, pedin-
do o registro da proeurac.no do Antones & Ir-
niaos Como requer.
Outro de Tissei-freres, curadores da msssa fal-
lida de Lima & Marlins, pedindo o registro da
escriplura de hypolheca que ajuniam. Como
requerem.
Oulro de BemrindoGurgel do Amara! el", loar-
do Goncalves Valente, pedindo a carta de regs-
tro do hiate Duvidoso, que compraram a Joaqum
Jos Martins e Manoel Jos Martn?. Vista ao Sr.
desembargad.>r fiscal.
Outro de Joaqnirn Jos Martins e Manoel Jos
Martins, recolhendo a carta de registro do seu
hiate Duvidoso, que renderera a Bemvindo Gur-
ge| do Arnaral e Eduardo Goncalves Valente.
Facam-se as annotacoes necessarias, como ,e-
quer.
Outro de Joo Pinto de Lomos Jnior e Anto-
nio Jos Leal Res, pedindo o registro do dislralo
de sua sociedade.Rogistre-se.
Oulro de Domingos Alvcs M ilheus o oulro?,
pedindo o registro de uma escriplura de hvpo-
llieca que ajunlam.Como requerem.
Oulro de Jos Mara Pestaa e outros agentes
de leudes, declarando t-Tem-sfi constituido em
associacao, sob o titulo de juma dos agentes do
leiloes, elegendo presidente e secretario da mes-
raa.O tribunal nao reconhece junta de leiles,
ue a lei nao creou, sendo-lhes domis prohibi-
r, sobrado do dous andares C uma
luja arrendado ludo por..........
dem 14.Ordem terceira de San-
Francisco, casa terrea cora sotao
e um quarto no fundo arrendado
ludo por.........................
dem t.Antonio Francisco Perei-
ra, aobrado de ura andar com qua-
Iro lujas arrendado ludo por......
dem 20.Hardeiros de Joao Igna-
cio do Reg, sobrado de doos an-
dares e uma luja arrendado tu lo
por...............................
dem 2.Jor.o Malinos, sobrado de
dous andares e uma luja arrenda-
do ludo por......................
[dora 28.Herdeiros de Joaqum
Francisco de Azevpdo. sobrado de
dous ailaros arrendado linio por.
dem 38. Joo Matheus, casa ter-
rea arrendada por.................
dem 40. Thereza Goncalves de
Jess Azevpdo. sobrado de tres
andares o uma loja arrendado lu-
do por............................
dem 42.Capaila dos Prazeres de
Guararapes, sobrado de um an-
dar o uma loja arjendado ludo
por.............................
[dem 50.Herdeiros do padre An-
tonio Jos Coelho, sobrado de ura
andar, soto o uma loja arrenda-
do ludo por.......................
dem 51. Dr. Jos Joaquim de Sou-
za, sobrado de dous andares e uma
loja arrendado todo por..........
dem 58 Irmandade do S. S. Sa-
cramento de Santo Antonio, so-
brado do dous andares e urna loja
arrendado por....................
dem 60.A mesma, sbralo de
dous andares e uma loja arrenda-
do todo por.......................
dem 9.Basilio Alves de Miranda
Varejo, sobrado de dous andares
e uma arrendado ludo por.......
dem 17.Irmandade do Divino 1".<-
pirilo Sanio, casa terrea arrenda-
da por............................
dem 21.Joaqum Bernardo de Fi-
gueiredo, sobrado de tres andares
e duas tujas arrendado ludo por .
dem 23.Manoel Fernandos Mas-
carenhas e outros, sobrado de
um andar e Ires lojas arrendado
ludo por..........................
dem 2YViscnnde de Camaragibe,
. sobrado do dous ailares e ura3
loja arrendado todo por..........
dem 7. Joao Francisco de Carra-
Iho Paes de Andrade, sobrado do
dous andares, uma luja e uma
meia-agoa no fundo arrendado lu-
do por............................
I lem 29.Joo Mauricio de Barros
Wanderley, sobrado de difn3 an-
dares, soto c uma loja arrendado
ludo por..........................
dem 31. Herdeiros de Ignacio Ne-
ry da Fonseca, sobrado de dous
andares e uma loja arrendado to-
do por............................
dem 37.Gertrudes de Barros, ca-
sa terrea arrendada por...........
dem 39.Antonio da Silva Gosmao
Jnior, sobrado de um andar e
uma loja arrendado por..........
dem 41,Jos Ferdandcs da Cruz,
casa terrea arrendada por........
dem :J. Padre Francisco Miiiiz
Tavares, sobrado de dous andares
e uma loja arrendado tu lo por___
dem 53.Joo Hermenegil i.i Ro-
gi'S Diniz, casa terrea arrendada
P"r ...............................
dem 71.Francisca Thoroasia da
Coiicei;o Confia, casa terrea di-
vidida era duas arrendada por___
dem 73.Jos Joaqum da Silva
Maia, casa terrea arrendada por..
dem 75 Jos Francisco de Lima,
casa terrea arrendada por.......4
I lem 81. Antonio Goncalves de
Moraes, sobrado de um andar o
80l.u e nina loja arrendado ludo
por ...............................
dem 83.I mesmo, casa terrea ar-
rendada por.......................
dem 89.Viuva 0 herdeiros de An-
tonio Ignacio da R.uS-1, sobra Jo
de dous andares c uma loja ar-
rendado todo por..............j^
TrarossJ de S. Pedro.
N. i.Hara Clharinade Sena, so
brado de dous andares e uma
ja arrend ido t id ijpor
dem M inoel Antonio da^iilva
Ros, casa terrea arrendada por
7639000
1:0805000
776*0JO
6COJO0O
9809000
80000
800JOOO
7009000
2163000
l:20:J;bO
4009O00
4n8ooo
720|000
780g000
6009000
1:268J0001
tivo ; e a|uejles duei(le-que se acharara ups-is
tristes-cirpiinstancias eranjuameacados um grao
extremo de magreza CutPinHpco.
C'ura Na uinior parte dne casos foi consti-
tuida s4-cm a dieta e com o uso da nfuso do
vilelas, o emiilsaode gomma- arbica com ma-
n ; n nos-casos era que foi neoessario obrar cora
energa, vi a-s deplecos sanguneas seren utilis-
simas anies da erupeo, durante o sen curso, e
depnis, para vene t os obstinados restos do mal,
e alera disso. a vi proficua em todas as idades.
Salrei da murle cora uma sangra geral um
uieiinr de quatorze annos, o qual, no acabar da
eflorescencia, linha sido aballado d'opprosso de
peito, que o ameae.ava a uma instantnea sulfoca-
Cfio, e a um oulro, no principio da erupeo, com
sanguesiigas nae apophyses raasloideas de con-
geslo cerebral.
Durante o mpz, houve tambpm um crescido
. numero de bexigas que terniinaram feliz-
' mnte : o tratameuto foi confiado natureza, o
variado, segundo a forma e complicar-oes da mo-
lestia.
Vi igualmente a miliaria ; mas em pe-
queo numero. O methodo aotiphlogtstieo o re-
frigerante ou s ou unido aos derivativos foi
aquello ordinariamente adoptado por mim. E
com a cura simplesmente aniiphlogislica e refri-
gerante fui felizmente s'lvo um menor, que se
I a chava affectado de gravissima miliaria. Em al-
guns casos, porm, depois de ter continuado cora
appropriado Ira lamen tu antphlogisaico, vi mani-
feetamento proficuo o combinado uso do opio
com os revulsivos. E entre osles nao posso dei-
, xar de fazer mencao do um que diz respeilo
uma praca, a qual, allectada de gaslrile que
domou-se' rom as indicaces antphlogisiicas,
' cabio de novo doente de miliaria. Esta, de-
pois Ai* ler avancado regularmente por alguna
diss, moslron de querer retroceder, e se juutou
aos seguimos plieriomenos sub-delirio, desaso-
cego, vigilia, pulso pequeo e frequente, pouco
calor com absoluta falla de suor, e ourinas pou-
COS, porm paludas aos quaes phenomenos np-
puz u combinado uso do opio com os revulsivos,
como modificador ao relativo estadn morboso era
que so chava o doente ; o continuando com p>|i
modicacAo por alguna das mais, tive a satisfacao
(le ver rollar o smniio, c pouco pouco cessarem
os mais sy ni ploma-;, t. ,,ir lal modo que o doente |
se salvou.
Alra deslas doenees cutneas, coube-me ob-
servar a opliialmia e otile, que se apresentarara
cora agudas dores dos ervos ptico e auditivo ;
e os individuos assallados de laes aireccoes de-
r era ni a sua o ira s promptas applii'acoes emo-
lientes e purgativas, e tambem aos collyrios, ,i-
InjecQes e aos custicos, alin de moderar a vio-
lencia da dor. Finalmente, ubserrei alguna ca-
sos de affecces calarrhaes syphililicas < /".res
intermitiente*, que tederam faulmenle aos meios
geralmonte sabidos
Enfermara de marinha de Pernambuco, 30 de
seterabro de 1860.
que nao atontece mollas vezes, quando sane u
bilbete de lodo brinco.
Por eonspquonria o nico inconveniente que
pode haver alguraa demora do andamento das
rodas por ser em conformidade do plano apo-
sentado maior o numero dos burieles.
Todava o geral beneficio compensar este pe-
queo mal, p o iiiteressodo nao julgando o sen
trabalho patfeito sugeila-o as alteraroes ou mo-
dilicac-es que forera necessaiias.
PLANO.
6000 Bilheles a 10-..................
Sedo e beneficio.....................
6O.OOO5OOO
10O0OJO0;
50:000$ 1 Premio de............ 5 000-3
1 Dito de................ 2:0008
I Dito de................ 1:000
1 Ditode................ 500.5
3 Ditos >le 20(15......... 6110
4 Ditos de IOO9......... 4009
11 Ditos de 409......... 410-3
28 Ditos de 203........ 560
195(1 Ditos de 10?........ 19.500$
40C0 Ditos de 5,:........ 20.0000
OOOD
50:000-000
Eis o plano de um con.! rale jugador das lote-
ras, morador 111 cidade da
Victoria.
GOMMERCIO.
Alfaudeg**-Rcndimeiito do dia 1 a 3 dem do dia 4....... 48.374*953 15:993)643
64 368*596
Vol Movlraento m alfand umes entrados com fazendas com gneros . esa 98 112 911
Vo umes sabidos com fazendas cora gneros . 259 158 m
Dr.
Jos Joaqum de Souza,
oncarregado imerino.
-------517
Pescarregam hoje 5 de ontubro.
Circa ingletaJohn Martinmercaderas.
Brigue inglezEagle objectos para n estrada.
Brigue portugnezSymp ithiadiversos genera.-.
Barca americanaMsriannai lem.
llana americanaRi-inderfarinlia de trigo.
Brigue inglezUnacarvao. 1
Brigue inglezGitanabacalho.
Patacho inglezHarrielbacalbao.
Brtgue inglezGipsey dem.
Hiate americano Piedadediversos
raneros.
3009OOO
1:812*000
Senliores redactoree.Dero reslalo-lecer a ver-
7009000 I dade dos fados iinprudeiilemente adulterada em
relacao i repar'icao, que lenhn a honra de diri-l
gir, no seguinle trecho do Liberal Pernambuco-'
80090CO "" 213 de 1 desle mez :
O arsenal do guerra fez n que era possivel
para iniei vir as eleicoes, e depois desta o Sr.!
Leal lem tido o arrojo de despedir diversos Ira-
balhadores por que volaran! cora o partido 1-
1:020^000 "ral.
O documento infra transcripto demonstra que;
foram despedidos do arsenal, por causas mullo
diversas seis jornamros dos quaes SeeunJino
72C3000 Eleodoro da Cunha, Carlos Ferreira Martins R-
beiro, Joaqum de Souza Lins e Severino Anlo-
nio Pereira ila Silva, nao sao votantes, romo se-
r fcil verificar; M.ircolino Jacintho de Santa
880*000 *nna, foi dispensado antes de ter lugar a elei-
cao da fregueza de Santo Antonio, onde est
20.-.00I) qunliGcado,e Galdino Miguel Francisco, alm de
nao ser#olanie, solTre de epilepsia, pelo que au
poda viver em contacto cotn os outros, sendo
3128000 I este o motivo por que fui despedido
Q iando a nccusaQao assim desarrasoada e in- '
216-0 0 discreta a defeza sempre fcil.
S iu tic.
Antonio Gomes Le 1!.
"32*000 Rocile 3 de oatubrode 1869.
Directoiia do arsenal de guerra d-1 Pernambuco, I
2 de oolobro de 1860.
IOjOOO ^ Sr major ajudanie deste arsenal, man lan 1
j rever o luro do ponto declare abaixo desti
que jorualeiros foram despedidos deslo arsenal de
3959000 de setembro al hoje..1. O". to/rtcoronel di-
rei lur. '
(i)OgOOOI Em cumprimento a porlana cima, mandei re-
ver pelo apuntador interino, o-livro do poni e
3du>00O consta ler sido os jornaleiros seguinles despedi-
dos na 1a o 2a classe, Severino Antonio Pereira
. da Silva, e na 6" classe Marcelino Jacintho de
Sania Auna e Galdino Miguel Francisco, e os ser-
600*000 "entes Carlos Ferreira Martins Ribeiro, Secundi-
110 Eleodoro d 1 Cunha e Joaqum de Souza Lins.
300-000 Arsenal de guerra de Pernambuco, 2 de oulu-
bro ile 186->. Jos Antonio Barbosa, ajndante
interine.
Iniportai-fio.
Hiate nacional Lindo Paquete, vindn do Mara-
nliiio. consignado a Almeida Gomes, Alves A- C,
mauifellou o seguinle :
550 saceos arroz, 157 saceos com milho, e lij
ditos farinha ; aos consignatarios.
51) ditos arroz ; a Roza A Irn.o.
1 dili) dito ; a Manoel Figueiroa de '/aria.
50 ditos dito; sJose Marccllluo di Rosa.
400 ditos faiiha : 3 Paimeira v% Relirao.
100 ditos arroz ; a Tasso < Irnios.
a Miguel de Almei 11 Gomi -.
a 1! 1 be Schamcite iu i C.
carne 3 francisco Alus de
20 ditos Jilos ;
i 'i ditos dito :
20 barris cora
Pinho.
Consulado geinl,
Rendimento dodis | a 3 .
dem do da .
4:175(837
254JG30
4429*667
Diversas provincias.
Kendimenio do dia 1 a 3
Idera do dia -i
160g9 13
9
160JJ935
Bespai'hos de exporlaeo pelame-
sa do 'onsiilaelo desta eiilade u>>
lia -I de 011 luliro de 1MIO
Porrolir0'ue portuguez. Promplidao, Braga a
Antum *, 250 rolos de jrenla,
Recebedoria de rendas internas
geraes ele Permimbucn
Rendimento do dia 1 a 3 .... 2:007iJ
dem do dia 4.......1 i lJ-Sti
3*159495
1:1055000
>~-
*
Publicacoes a pedido.
1 do conlrahir sociedade de qualquer denominacao ; ^',n S.Manoel Jos da Halla, ca-
ou classe que se ja. -sa Ierres arrendada por...........
Outro de Manoel Goncalves da Silva, pedindo o I M'bj 10.Joaqum Lopes de Al-
8J000
132:000
Associaco de Scenos Mutuos e Lenta Erna 11-
cipaeo dos Captivos, representada pelo conselho
d rector, penhorado pela benfica prolscco dos
Exms. socios prolectores a Exm. Sr. presidente!
fe d
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 3 6104J5S3
dem do dia 4....... 2639691
368J27
Movimento do porto.
A icio entrado no din 4.
Rio de Janeiro 1 i dias, brigue americano Spril,
de 195 toneladas, rapitao I'.. F. Price, equ 1-
g"mS, carga caf : ao espitao. Veiu refres :ai
e segua para Ncw-York.
registro de uma procuraco que ajunta. Itegis-
I gislre-se.
U.itru de Tasso Irmaos. entregando a caria do
registro do hiate Novo blinda, que foi destello
era razo do seu mooslado. Archive-seo fa-
|cam-se as annolaees precisas para desoneacao
do armador.
Nada mais houve.
SESSAO JUDICIARIA EM 4 DEOUTBRO.
PRESIDENCIA DO EX. S!l. DESEXBARGADOa
SOCZA.
Ao meio-dia, achando-se presentes os seuho-
res desembargadores Villares, Silra Guimaraes e
O'ierra, e os senliores depulados llego, lia-In,
Leinos e Silveira, e sopplenies Larra, Marce-
lino da Rosa, e Malvera, o senhor presidente
declarou aborta a sessao.
Foi lida e approvada a acia da interior.
ri'LCAHEXrOS.
Appellantc, Tiburcio Valeriano Baplisla; ap-
pellada, l> Archangcla Maria Ramos e Silva e
outros (embargos).
Foram desprezados os embargos.
Pela falla do Sr. doputido supplenlc Velloso
Soares, no po le entrar em jnlgamcnto os em-
bargos na appellacao entre partes :
Appellantes, o presidente e directores da caixa
lilial do banco do Brasil nesta provincia ; appel-
lados, N. O. Bieber & C. c J. Kellcr & C
PASSA8BHS.
Recorrente, Jos Teizelra Baslo e Silva, socio
liquidante da (irma de Biltancourt e Silva ; re-
corrida, D. Maria Carolina de Quadros, herdeira
de Frincisco Jos de Biltancourt.
Appellante, Jos Baplisla Ribeiro de Faria ;
appellado, Cielo da Costa Campello.
Appellante. Antonio da Silva Rocha ; appella-
do, Antonio Goncalves de Azevedo.
Appellante, Joao Antonio Gomes Gnimares :
appellado, Manoel Jos Goncalves Braga
Appellantes, Francisco Brasileiro de Albuquer-
qne e outros herdeiros do (nado Francisco do
llego Albuquerque ; appellado, Mavirao Jos dos
Sanios Andrade.
DoSr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Villares.
DISTRIBVICjOES.
Appellante, Claudlno Benicio Machado ; ap-
pellados, Mililao Borges UehOa e outros.
Ao Sr. desembaigador Guerra.
[Bscrivao Martins Pereira.)
KII.ir,F.N"C.I\S.
Appellante, Manoel Jos Leile, como testaraen-
leiro de Jos da Silva Pinto ; appellado, Lopes iSt
limaos..
A prosentada em mesa para darero-se as pro-
videncias legaes, visto o impedimento do actual
Sr. desembargador procurador da ccra e fazenda
nacional que linha detallar no feto.
Nada mais houve a tratar.
lego llangely
No impedimento do secretario.
uieida, sobrado de dous andares
cuma loja arrendado lulo por...
dem 1.Jos Velloso Soares, casi
lerrea arrendada por............
Largo de s. Pedro.
N. 2.Anna Francisca de Paula Ca-
valcanli, sobrado de um andar e
uma loja uccupalo pela mesma
avaliadn por......................
1'H.ttnrr l-,"," """
lw**wwIda provincia e os lllms. Srs. Mr. c
I ca e coronel Antonio Gomes Leal, e pessoaa
-.,., ,,.J abaixo declaradas, que acompanharam a idea da
ij-3 ".se roalisar a manumisso das menores Romana,
9'i-nnn < -^''"'**'' Bobirta, seroi-branca, eo brOianismo
ido anniversario da sociedade no dia ::l
Narios sabidos no mesmodia.
o de JaneiroBrigueingloz Me'r I ', cap:tro
Roberl Pouroery, em lastro,
poli- Ro Grande do SulBarca nacional llecife, ci -
tao Jos Ignacio Pimenla, rarga assucar.
PhiladelphiaBrigue americana Brandyirne, ca-
pitao I.ews Hermn, C. carga assucar.
ido anniversario da sociedade no da 30 de se-
J lembro, condoendo-se da hlimanidade oppriroi-
^da, que a triste sorle condemnou a condicao de
o
8OO5OOO
captivo ; na') tem a mesma sociedade expresses
Com que possa dar um publico tPSlemiinho do
mais puro recouhccimenio e gcati lo aos bem -
: fetores da inslituico, com expecialidade o Exm.
' Sr. presidente da provincia e o Dr. chce de po-
i liria que nao s concorreram rom seos donativos
RELACAO dos doentes tratados na enfermara a favor das duas libertolas, como nos honraram
de marinha desta provincia, no mez de selen.- com suas presencas, e os lllm-. Srs. Dr. Antonio

c
n
ENFERMARA T)E MMINIIA.
Horas
Atmosphera.
Direcco.
bro deste
Existiom
En I rara 111
anuo.
Sahiram
Fallecern!.
Existem
, 71
. 63
Su m ni a 131
. 70
. 76
. 53
- 131
Somnia
Obtervaees:
A doenca que nesio mez entreleve o maior
movimento f-u a rubola (1)-, que alacou om
preferencia a idade infantil, c que se manifeston
ora com mili los dias de preludio, ora cora pon-
eos, ora, finalmente, cora nenhum. algumas ve-
ces appareceu de repente, sem que tivessem os !
doentes acensado alsum encommodo ; o oulras,
s depois de ter adiado, dire assim, o indivi-
duo com bem condecidos symptomas precurso-
res por dous e mais dias. A erupeo fui d'ordi-
nario connueuiissina.
Os mais notaveis phenomenos, que observei,
[orara a epistaxis, losse, angina, o vomito e a
Vrente do Nasrimcnto Fcitosa, Bernardo Jos
da Cmara e Andr d-> Abreu Porto, que com
1]unnlias arultadas, concorreram pira a reali-
saco de mais urna berlaeao na pessoa da
menor semi-br.inca Mana Norberta, em cujo
lavor, na occasio da sesso magna, o Illin.
Sr. Dr. Antonio Borges di Fonseca, nosso so-
cio iuslallador, empeirou, o o Sr. presidente da
i associacao Modesto Francisco das Chdgas Caima
Barro antes de encerrar a sessao magna convi-
den ao Ilustre auditorio a snbscieverein o favor
daquella infeliz, o que levo resultado feliz, n.o
s a favor da lihil ida, como que deu um saldo
a favor da caixa de deposito de libeitaces a
qoanlia de 199. alm dos 200J applicados ii-
berdado da menor, verificando-so quasi todas as
! assignaturas fallando smente a reasacau de 69-j.
o que de suppor que se realise.
A direcco actual beja, portanlo, as mos de
t.idos os que se dignaram concorrer, bem como
s Ilustres commissdes das dieffrenlcs ass'icia-
Qes que se degnaram abrilhantar o uiesnio ac-
to, nao sendo esquecido o quanto snuberatn tura-
ra
a5
Intensidade

Cen fij rado.

leau m ur.
-i
ce
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Hygrometro.
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d) arrima. A epistaxis foi algumas vezes copio- p0,10irar.so j,-, uiidade de nossa Inslituico.
si, e na sua ausencia, observei dous casos de sig- ,.;, ,em.,0 sr{ pblirado a relacao d tode
naes decongesMo sangunea e cerebral, mas islo ,, COMCOrreram pava as duas libertacoes.
em individuos de constiiiiico robusta. A losse
foi em quasi lodos vehementissrma, ant-'s p Op-
pois da erupeo ; c mullas vozes acompanhada
de oppresso de peiio com rouquido, e tambem
aphonia A angina manifestou-se no periodo fe-
bril ; foi quasi sempre ligeira, e desnpparecia
proporco que a doenca segua as suas regulares
evoluces. O vomito p" a dyarrha appareceram
frequentemente no comeco da erupc&o, e desnp-
pareciam, quando ella eslava cmplelo, ou ten-
da para a sua declinaciio.
A tosse, pois, a rouquido c a dyarrha, conti-
nuaran] mnias ve/es por numerosos dia?, e tam-
bera semanas, depois de vencido o periodo erup-
(1) E' o nome que do alguns autores, mr-
mente attemes, i alTecco inixia ou hj-brida ojue ,
resulta d3 reuuio dos symptomas da escarlatina !
com os doap/ampo.
Bemardino Antonio Gomes, pai, no MU F.n-
saio Dormosographico falla tambem da ru- ,
beola, porein nao faz a mesma distioeco : quan-i
do descreve a ordem dosetanlhcmas a '
classifica cora a svtionimia de saramco e sa-; manda de novo trocar
Associacao de Soccorros MuIiks e Lent-i Eman-
cipaco dos Captivos, 3 de ontubro de 1860.
Albino de JetUS Handeira,
1. secretario.
A noite nublada e de grandes agoaceims,vento
SE, veio para o terral e assim amanhecen.
OSCIILACAO IU JIAIIK.
Preamar as 7 h 18" da nianhaa, altura 6.75 p.
Baixa.mar al h SO* da larde, altura 0.8 p
Observatorio do arsenal de marinha 4 de ou-
lubro de 1860 Vifc.as Jcnior.
Editaes.
riropo.
lira iuteressalo no jogo das loierias desta pro-
vincia ollerece a consideraco do lllin. Sr. Ihe
soureiro das mesmas, um plano que acaba de fa
/er, para que, se o inlgarconveniente peca a sua
ai'provaco ao Exm. Sr. presidenle da provincia,
o qual nao se negar em concede-la.
t-te plano lem por principal vamagem. nao
harerem bit he tes sem premio e de.-ia vantagein
resulta as seguinles conveniencias para os aman-
tes de u "i jogo to licito.
1.a O individuo que comprar um bilhete, caso
nao tire um dos premios maiores ou o mesmo
dinheiro, conta sempre com melado do valor ;
porque o romprou e eis portanlo animado a fa-
ze-lo para que nao perde todo.
2." Tendo de recetor alguma cousa vai. ou
por outro o seu bilhete,
dando o excesso, ou compraodo sement meio, o'
Joao Baptisla di' Castro e Silva, inspector da Ihe-
souraria de fazenda de Pernambuco, por Sua-
Magpslade Imperial e Constitucional, que Dees
guarde, etc.
Faz saber a todos os habitantes desta provincia
que em virtude da ordem do Exm. Sr. minisiro
da fazenda, presidente do tribunal do thesouro
nacional, se procede pel.i thesourana subsl-
luico das notas do mesmo tliesouro de980000
. da quarta eslampa, papel branco, valor por valor
_ at o lim de abril de 1861, comecando do Io de
maio subsequenle t s ilfrerem as dit is notas o
descont da lei na razio de 10 por cenlo no l '
mez, de 20 por rento no segundo, e assim por
diante de modo a perderm todo d valor no d-
cimo mez.
Thesotiraria de fazenda de Pcrnaroburo, 21 do
setembro de 186(1.
Joao Baplisla de Castro e Silva.
0 Dr. Anselmo Francisco l'eretli, commendador
da imperial ordem da Rosa e da de Chrislo, e
juiz de direilo pspecial do commcrcio desta ci-
dade do Recife, capial da provincia de Per-
nambuco e seu termo, por S. M. I. e C. o Sr.
D. Podro II, que Dos guarde, etc.
Faco saber aos que o presente, edital vircm e
II FGIVFI


W
Jellc noticia lirerem om como no dia 10 de ou-
lubro do corcenlc auno, se ha do .arrematar rm
pinga publica dosle juizo na sala dos auditorios,
efiidn a audiencia, o escravo Leocadio, ciioulo,
avahado em 6OO3OI). perlencenle aos herdeiros
Je Joaquim Bar boza de Moura. o qual vai pra-
ca porexecue&o, que lhes move Jos Joaquim de
Uliranda; e caso nao tenha lancador, que cubra
o preco da ataliacio, ser a arrematarlo feita
pelo prego da adjudicacao com o abate da Iti.
E para que chegue o conhecimento de todos
mandei passar odilaes queserao publicados pela
imprensa, e alfixados us lugares designados no
cdigo do cominercio.
Recie 28
DIARIO DE PERNABMUCO. SEXTA FEIRA 5 DE OUTTJBRO DE 1S6.
THEATRO DE S. ISABEL.
"01IPMIII1 LRICA DE (.MINANGELI
Sabbado 6 de agosto
pendencia e *impridu ,' W' d"' "^ 30*" **"* C ***** **'* S Cam,POtS ** "* "6 e HUHS ISSignatonS
Eu Manoel Mario Rodrigues do Nascimcnlo, es-
crivo o sutscrevi.
Anselmo Francisco Peretti.
Declarares.
Secretaria do governo de Pernambuco, de
oulubro de 1860.
Pela secretaria do governo so declara que os
Srs. Flix di Cunha Teixeira e capilo Jos Go-
mos Leal foram exonerados: o 1." do cargo do
subdelegado de polica da freguezia de S. l'rei
Tedio Goncilves e o 2. do de 1. supplenle do
Pela ultima vez represeniar-se-ha a opera
Levantar-so-ha o panno as 7 e meia horas era ponto.
Us bilheles vendem-se como de coslume.
iN. B. Estam-se apromptando algumas recitas extraorJinarias,
agradaran! aos verdadeiros dilettanli, o oulras novas, sendo
das
a pnmeira
operas que raais
i euro c,one.itves e o 2. do de 1. supplenle do r, f~i !~i f^\ Pk r\ isi----k r-v -v iir-v ,-,^-v
mesmo subdelegado por assim o haverem pedido : ; TJ I /,\ 1 | H 1 / \ \h\ lYTI
oque por engao so deixou de mencionar na : Irv I /il ** i\ I l I
portara de S. Exc. o Sr. presidente da provincia iJ Jl J tA I U C L/ll lil l I
Judo Rodrigue Chaves.
Sendo protagonista a senhora beltbamini.
Os senhores assignanies se rao sejnpre preferidos, al o
THEATRO
DE
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria pro-
vincial manda fazer publico que do dia 2 do cor- "os espectculos, que serao annunciados
rente por diario pagam-so os ordenados dos oro- I :--------- ---------
pregados proviociaes, vencidos no mez de setem-
liro ultimo.
Secretaria da ihesouraria' provincial de Per-
nambuco, Io de oulubro de 1SG0.O secretario,
A. I", da Annuncioiao.
Conselho E' convidado o Sr. Manoel Jos Pereira, que
coiitralou fornecer carne verde aos navios da ar-
mada e estabeiecimentos de marinha no presen-
te trimestre, bem como o Sr. Manoel de Soza
lavares, que em um requerimenio ao Esto. Sr.
presidente da provincia propoz-se fazer csso for-
necimento por menor prego, comparecerem em
sesso deste conselho de 5 do rorreute mez, aflin
le entraren),na eonforroidade da ordem do mesmo
Etm. Sr., de 29 da setembro lindo, em compe-
ten-i a a tal respeito, certosde ler a preferencia o
quohouverde ollerecer molhores vantagens em
favor da azenda.
Secn liria do conselho de compras navaes em
O 1" de oulubro de 18G0De ordem do conselho,
O secn tirio. Alexaodre Rodrigues dos Anjos.
Pela subdelegacia da freguezia dos Afoga-
los se faz publico, que se acha depositado dona
cavados, ambos alagaos, os quaes foram lomados
de Manoel Antonio de Moraes, por se julgar fur-
tados : quem direito livor compareea, que pro-
vando legalmente Ihe ser entregue." Afogados, 3
de oulubro de 1800.O subdelegado supplentc,
Antonio Goncalvcs de Moraes.
meio dia. dos cas antecedentes ao
muitos objeetos que se acham
patentes .nodia do leilao :sex-
ta-feira 5 do corrente s 10
horas da manhaa na Boa-Vista
na ra da Aurora segunda ca-
sa terrea n.
destino a Falmouth : os pretendentes
queiram dirigir as suas propostas por
jescriptoem carta fechada ao consulado
dos Estados-Unidos d'America, rita do
Trapiche Novo n.
Sabliado, (> de oulubro.
Iteneicio lo continuo lo mesmo
theatro e de Leocadio.
Logo que os Srs. professors da orcheslra ter-
minaren] urna ouvertura, subir a scena o excei-
lente drama dividido em ocios :
CYKISIYIO, SEPTCISMO
mea,
c
Pelo excedente escriplor o Sr. I.acerda.
Tomam parle os artistas Carvalho, Jorge, Ski-
ner, Ca loso e 1). Francisca.
Seguir-se-ha a engracada comedia
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimenlo
do arsenal de guerra, tem de comprar os objee-
tos gegmnteS :
Para o secretario do commando superior.
1 livro paulado de 100 folhas de papel de Hol-
iaoda.
5 dilosde 100 folhas de papel almaco pautado
2 ditos de ditos de 50 rolhas.
f> ditos de 20U folhas de papel almaco paulado.
2 resmas de papel almaco bom.
10 cedernos de papel de'llnllauda marca gran-
de nao pautado
1 dio do papel mala-borrao.
Meia l;!ira de gomma arabia em p.
2 garrafas de tinta preta.
200 pennas do aeo em caixinhas.
50 dilas de gan^o.
0 apis finos.
3caivetes de aparar pennjs.
2 libras de srcia preta.
2 reguas de madeira.
1 sincle de metal cora armas
gendacommando superior da
de Garanhuns.
1 prensa para o mesmo sinete.
1 escrivania de lalo.
Para as secretarias dos corpos da mesma guarda
nacional.
10 livros de 50 folhas de papel Hollanda
lado.
[!'.i ditos de 30folhas de papel almaco paulado,
"i ditos de ditos d" igual papel.
Vfuem quizer vender taes objeetos aprsente as
suas proposias em caria fechada, na secretaria
do conselho, slO horas da manhaa do dia 3 de
oulubro prximo vindouro.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para foriieeimento do arsenal de guerra. 3 do
outul.ro del800.
fte/io Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secrelano interino.
Conselho de compras navaes.
Promove esle conselho em sessao de 5 de ou-
tu'.iro prximo, vista de propostas que receba
em cartas fechadas, entregues nesse da, al ,i<
11 horas da manhaa, a comprados seguinles ob-
jeetos do material da armada, cujas amostras, islo
, do que couLcr no possivel, devero acompa-
nhar as mesmis propostas, incluidos nesses ob-1ca rua
jectos os constantes na declaracao ou annoncio tendea.
.'< 18 do corrente mez, assim'de nenhura ef-
feito.
Para os navios.
10 bandeiras nacionass de .|
Manoel Mendos.
Tomam parlo os artistas Carvalho, Jorge, Ski-
ner, Cardoso, Jos, O. Francisca e I). Jesuina.
Dar Om o espectculo com a engracada co-
media :
1 BM fifi.
Tomam parle toda a companhia.
Os beneficiados fallos de recursos para susten-
taren) suas numerosas familias e nao lendo ou-
Iros racios correm benevpjencia doilluslrado
publico pernambncano, quesempre costuma mos-
trar-se benigno a juellos que elle recorrem.
O resto dos bilheles acham-se venda na mo
dos beneficiados no theatro.
Nos intervallos os beneficiados irao agradecer
nos camaroles'aos seus oroteclores.
Principiar s 8 horas.
PAMHIA
DAS
fesaeries imperiales.
Espera $ < Europa o vapor francez Samton-
ge>>, com destino ao Rio da Prala, tocando na
Rabia e Rio de Janeiro, para passageiros, frele
etc., a iralor na agencia rua do Trapiche n. 9.
Para o Presidio de Fernando.
Segu al 15 de outubro'o hiate nacional Bom
Amigo, por permissao do Exm. presidente da
provincia. Recebe carga e passageiros : trala-se
com ocapio Pereira Marinho, em casado l'al-
nieira ,.\; Belliiio, no largo do Corpo Santo nu-
mtroC.
Sexta-feira 5 do corrente.
Antones fara' leilao em seu armazem
ruado Imperador n. 75, de inobi-
lias de Jacaranda', ditas de amarello,
guarda roupas, guarda vestidos, ca-
mas francezas, ditas desarmacao, pia-
nos, toilcts, lavatorios, apparadores,
mesa elstica, candelabros, serpenti-
nas, apparelhos de porcelana para
almoco ejantar, crystaes, vidros, fa
queiros etc.,
o muitos outros artigos de gosto e capricho que
seria enfadonho mencionar.
As IIhoras em ponto.
do da 8 de setembro proximo-
paasado. furlaram do sitio do Sr. Tenorio, nos
Remedios, dous cavallos de urna cavallaria do
Sobral que all eslavam pastando, sendo um
cnstanho bem aberto de baixo. com um pequeo
mar de bosta na cava da cauda, um pedrez in-
teiro, bem aberto de cima, e com a manha de
levantar a pata quando se quer ver os denles-
. roga-se a apprehensao dos dilos 5 Ilustrada po-
e se gralifi-
por ambrolypo, daguerreolypo e ambro- Terco n. 27, segundo'andar, a seu dono
chromolypo. Este ultimo svs.cma, invenciio do I
icio professor Insley Pacheco, de qe% o
, ----- w i, 4i> i tai '"O K^fn.-iiiiwuu u"o i. i u ij
oencia da rua do Cabug n. 18, entrada pelo pa- 'cia. e qnalquer particular, pelo qu
eo ao matriz, onde o acharo promplo a lirar re- ca com 50000 rs. a quero os levar
annuncianlc nico discpulo, talvez a derra-
deira perfeico da arlo de retratar por meios
phothogemeos. A fidelidadc do desenlio feilo j
pelo sol. reunida a
Jos Pereira de Ges.
econmica.
- um especial trabalho de pin-i Telliado de ZnCO.
Edmf'd'etod.a n'^iat*0'9VbU*9U,\, ':' COnl en"ei, onomica a grandiosa deseo-
ei?^l!!!!a?linM> PrqUaD^' aPe"as|b,;"adotell.ado de zii.co, nao para edificios
to 1S; dS prC-3 doss,n,i,lcs relra- CT? u.^o au.ordo aonuncio; para barracas
%J1m 2P ... f"lnb>". <. ele, porm s6 cusa 50 ris
e enaoSmfr .?,* *<"'? qUe M,b? .cos,nhar '"'" "tanto que o gaz e a estrada de ferro tem
trator n*rl,,' ? r G. 'i0"'6'" S-lt"U ; P" "' ad de Z1"C0- "a0 nara '^
iraur na rua do Camarao taberna n. 7. ; sim para os barracos ; a lelha de
boa .r,^"."6 ,usar "rna cscrava *Iue lenha de seculos a mesma lelha.
MiUn?. o conducta regular, que enlenda de Pugio no dia 1" de oulubro
qnianda. paga-se o aluguel mensal ou diaria- Tipacur. comarca de NossaS'ora da
tm2;; i qucm f0"vier d,riJa-se a rua Uxorias cabra Anseoo. al
sobrado de um andar n. 18.
morada, mas
barro depois
Luz, o
serco, estatura regular, re-

Si. t
O ^2
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g. S
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I presenta -,;, anuos, muilo humilde, fui compra-
_ .do nesla praca ao Sr. Joaquim MenJes da Cunha
A/cvedo, Buppoe-se ello andar *pela cidade de
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DE
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-i sr. ** iU
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O agente Hyppolito honrado com a
confianca da Exma. Sra. baroneza da
Victoria, fara' leilao de todos os movis
de seu uso, consistindo em mobilia de
Jacaranda', mesas, guarda roupas, toi
Ie(s e muitos artigos de apurado gosto
e bem assim de um excellente carro de
i rodas e urna excellente parellia de ca
vallos : terea-feira 9 deoutubroas !l
lioras era ponto, no sobrado de sua re-
sidencia no Mondego.
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impcriaes c le-
guarda nacional
pau-
Avisos martimos.
O hiate Garibalpesegu por estes S dias para
o Cear o Acarac : a ir,.lar com Tassoj limaos
ou com o ffapitiio Custodio Jos Vianiia.
C03IPAW PERNAMBIIGANA
DE
Navega cao costeira a vapor.
O vapor clguarass, coramandante Moreira
segu para os ptiitos do norte de sua escala no
I da 7 as 5 horas da larde; recebe carga para
. Granja e Acarac no dia 1 e 2. para o Cear Aca-
caly e Uaco nos dias 3 e 4, Ilo Grande e Para-
i niba no dia 5, encommeiidas e dinheiro a frete
; at fi.
O expediente fechar-se-ha no dia 7 al hora
: a diarde. Previne se que dSo se dar bilhetes
: de passagem, sem que na respectiva gerencia li-
que depositado o competente passaporle aos
passageiros, quena forma di lei nao podem via-
jar sern ellos.
Para o Aracaty
O hiate Santa Rila recebe carga: trata-se
com Martins & Irmo ruada Madre de Dos nu-
mero 1.
Avisos diversos.
COMPAMIIA BRiSILEliU
DE
ES)
Espera-se do norte al o dia 10 do corrente o
vapor O'japock, commindanlc o capilo tenente
Santa Barbara, o qual depois da demora do cos-
ime seguir paia os porto; do sul.
Recebem-se desde j passageiros e engaja se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ser ambareada no dia de sua chegada : agen-
ija Cruz. n. 1. esrriulono de Azevedo &
Deseja-se fallar com o Sr. Altino
Rodrigues Pintenta, a negocio que o
mesmo nao ignora : na rua Velha n. 33.
O Sr. Carlos Augusto da C. H-
beiro dirija-se a loja p. 22 esquina da
rua do Crespo, aim de concluir o ne-
gocio que nao ignora
1>. Francisca Ballhazar da Silvcira e
sua familia pedem aos seus prenles e
amigos, que lhes focam o caridoso favor de
ouvir iin:a missa que as 7 horas do dia 0
do corrente oulubro, se ha de dizer na gro-
ja matriz da R'>a-V..ia pelo descanco cier-
no da alma de seu presado lio o Sr. coro-
nel D. Braz Ballhazar da Silveira, falleci-
do na cidade da Babia no dia 6 de setem-
bro prximo fin lo.
Alienco.
%M
No sobrado da rua Direila n. 33. de um andar,
deronlc da padaria do Sr. Jos Luiz, f.-.z-se do-
ces seceos e de calda de diversas qualidades ;
lambem preparam-se bandeijas de bollinhos d
armacao c rasos, ornados do meltior posto que
for possivel ; fazem-sc doces de ovos, po-de-ls
enfeilados com allinina o mesmo quera quizer
aliinins como bem llores, coroas, coracoes, lam-
bem se arranjam comidas diarias para alguma
pessoa particular, c fazem-se pastis do nala, ar-
roz de leite e jeleias de sustancia.
Aluga-se o segundo andar
rua de Apollo n. 30 : a tratar
mesmo.
3
94

d
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Vi ^. :
o B x n O " e
Bi 3 o O e c;
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iinda : roga-se as autoridades polictaes o ca-
pnaes de campo, que o apprehendatn e levem-o
ao mesmo engenho, ou resta praca, ao Sr. Jos.
I iiitodia Cosa, que sern recompense dos.
Rita dos Aojos Leuthier leudo sciencia que
Francisco Elias Fcrreira min trata de (.rocurar
venda de um lerrcno silo na rua do Lima de
Santo Amaro, freguoza da Boa-Visa, avisa ao
publico que elle nao pode vender dito terreno
por se adiar penhorado por execu<;aode senten-
?a que Ihe move peto juizo municipal da segun-
da vara, cscrtvao Cunha, e assim quem o com-
prar perder o seu dinheiro, e s haver com a
annuncianle. pois faz esle annuncio,
se chamarem a ignorancia. Recie
bro de I8C0.
ltencao.
Sabbado 0 rio correle, linda a audiencia da so.
gunda V8ra ir praja por venda una criou'a
moca penhorada a Jos Alexandre Gubian, por
execucao de Jos Mara Pestaa : os pretenden-
tes dirijam-se a sala das audiencias, na casa em
Que fui ouli ora cadeia.
para nao
do oulu-
Acncao.
0 ctrurgiio Joaquim Jos Alvos de All.uquor-
que, encarregodo da enfermara de marinha des-
la provincia, tpm mudado seu escriptorio para o
pnmciro andar da casan. 32, na rua da Cru/
onde pode ser procurado a qualquer hora do dia.
ou na referida enfermara, assim como na casa
de sua residencia [Passagem da Magdalena] ; d
ccnsull .ios pobres, e presta-se a diffe-
renlcs operoees de sua profissa i.

rn Londres
P
&)
.s
stabeeeida
CAPITAL
Xiaco ;lkC>s de lib
Saunders Bjolhers& C. tem a honra de infor-
mar ns senhores negociantes, proprielarios de
casas, e a quem mais convicr, que esio plena-
mente autorisados pela dita companhia para ef-
fectuar seguros sobre edificios de lijlo
cobertos de lelha, e igualmente sobre os objeetos
que conliverem os mesmos edificios, quer con-
sista em mobilia ou em fazendas de iiualquc-r
qualidade.
do sobrado da
no armazem do
ira 5 d
into fara'
rua da Cruz
Acha-se a carga para
o Passo do Camara-
gilie o hiato Santa Luzia, quem no mesmo qui-
zer carregar, enlenda-se com seus consignatarios
Leite & afolla, na rua do Imperador n. Si.
Para a Babia.
O veleiro e bem conhecido pilaeln nacional
Julio pretende seguir com muila brevidade,
tem parle do seu carregamento p-ompto : para
resto que Ihe falta, ijata-se com os seus consig-
natarios Azevedo & Mondes, no seu escriptorio
rua.da Cruz n. 1.
. pannos. 10 dilas ,
ditas de 2 ditos, 10 bracos de balacea, 100 cami-
sas de baeta ou panno azul, 9 frd'ias de brim
para fusileiros navaes, 1 escaler de 6 remos 20
echaduras para camarotes, 40 dilas de patente
para caixa, arrobas de linha de barca, 200 na-
valhas de mariuheiroe 6 pavilhes de navio.
Pora os navios do arsenal.
1 peca de (Hele branco. 10 grosas do pennas
de reo, 30 resmas de papel almaco, 0 arrobas de
sahao, 20 latas de tinta branca de zinco 10 ditas I
de dita preta, 3 airobas desecante, 3 ditas de I
zarcao, 20 bracos de batanea, 4 arrobas de colla I
da Rabia, 2 ditas de fio d algodo, 4 temos de
pesos de ferro de 8 libras o 1/4 o 2caixa9 de vi- 1
dro grossos para vidracas de 10 a 16 pollegadas.
Para o arsenal.
1 pega de cairo novo, 12 chicaras com pires de I
metal, 20 tonelladas de ferro brulo, 0 folhas de
ferro anglo de | potlegada de grossura, 35 bar-
ras de dito em lencol da mesma gjpssura 10
Larras de dito da Suecia de 2 1|2 pollegadas de
ttAtt!!n^^fiato'S|J OvaporPersinunga,. commandante Manoel
sura. 12 barras de dito dito" de 2 PX.dS de ^ n Ai! nli r W6 ""?? pr,0es d Sul de
brgo e 3,8 de grossura, 9 barras de d*T dito de fif^S 5 1 "P*?0 i -5 ,,oras dn
3 pollegadas de largo e 3 a 4,8 de ^ T G OT "?fl0 *'* en'
folede8.! palmos, 12'uUB^t^S^^l^^^*^1^ "* 3 "1C' di" d da
ra, 6 relies de arcos de ferro sonidos. 30 bro- o ev'nndieni* Hn escriptorto
m
COMPAMIIA
PERNAMBUCANA
DE
Navegacao costeira a vapor
de 3
a ta-
ri. |,
caixas com os seguintes objeetos
ber :
72duzias de cnturoes elsticos.
)- duzas de luvas de seda e retroz
ra senliora.
2i0 casavoques de azenda de linbo, es-
tes objeetos serao vendidos sem reser-
va de p'reco.
Principiara' as 11 horas.
O abaixo assignado faz setente ao respeita-
yel publico, que deixou de ser caixeiro dos Srs
L. 1- ranead C. desde o dia ludo correnle, por te-
SpfpmhrA 'emdissolvidoasociedadequo gyrava obessa lir-
^"-u.uiu. i ma. O mesmoabaixoassignado agradececordial-
leilao em seu i l,,e"te o bom tratamento que recebeu dos mesmos
senhores e as maneiras
pa-
ama p3ra o ser-
da
Chas para caiar, 1 bigorna de ferro, 60 pares
dobradic.s do cruz. 30 dilas de 2 pollegadas em
quadro, 2 fules de 3 1|2 ps de comprimento de
e pollegadas de largura, 200 liames de sicu-
pira, iOO folhas do lina de vidro, 20 arrobas de
ochre e 20 libras de pregos ripaes de cobro ba-
lidos.
Tara a enfermara de marinha.
40 colchos e oirtrns tantos travesseiros do 1-
nho cheios de palha e 24 orinos.
Sao as condi^es para a compra destes objee-
tos, sujeitar se o vendedor mulla de 50 0|o do
valor do cada um nao entregue da qualidade e
na porcio contratadas, alm de lhes licar a car-
go o excesso do respectivo cusi no mercado, se
o houvcr, por rnolivarem essos faltas que all 80-
jam obtidos; bem como screm esses objeetos
pagos no mez seguinlo ao da venda.
Sala do conseibo de compras navaes em 27 de
setembro de 1860.O secretario, Alexandre Ro-
drigues dos Anjos.
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para serem re-
colhidas desde j as notas ,a s
de i o,ooo e 2o,ooo
emissao do banco.
O expediente do escriptorio fechar-se-ha as 3
horas da larde. Nao se dar bilheles de passagem
sem que na respectiva gerencia fique depositado
o competente passaporle os passageiros que na
forma da lei nao podem viajar sem elle.
Porto por Lisboa.
Vaisahircom brevidade para o Porto com es-
cala por Lisboa, o hrigue portuguez Promplido
II, forrado e encavilhado de cobre, de IMMMEI-
RA MARCHA ECLASSE: para carga e passagei-
ros, para os quaes tem excellentes rommodos.
trala-se com Elias Jos*, dos Santos Andrade &
C, na rua da Madre de Dos n. 32, ou com o ca-
pilo.
quem per-
la rin ha de
que serao
sabbado 6
ponto em
Risco martimo.
Precisa-se a risco miritirao sobre o
casco, veame, mastreaeao, apparelbo Za,
aim de continuar a sua viagem coro loicas, VtlrOS, bacias eoiltrOS
- obsequiosas com que se
dignaram trata-lo, durante ires aunse um mez
que loi seu caixeiro. Recie 5 de oulubro de 1800
Joao Fcrreira Loureiro.
Jos Luiz de Macedo Cavalcanti deixou de
ser caixeiro dos Srs. LeleLlier t\; C. desde o dia 3
de oulubro do corrente anno, e agradece aos
mesmos Srs. o bom Iratamenio e confianca
que Ihe deram durante 4 annos que foi seu cai-
xeiro.
Ouem liver urna cscrava para alosar, quei-
ra annunciar por este jornal ou diiigir-se ao
largo do arsenal de marinha n. 6 ; na mesma
casa precisa-se lambem de urna
vi<;o de casa de pouca familia.
O abaixo assignado faz scicnle a todos os
senhares devedores nesta praca, que tem Hornea-
do por seu procurador ao Sr. Caetann Mondes da
Cunha Azevedo, para cobrar suas dividas e rom
quem se devero entender. Recite 4 de oulubro
do 16C0.-J. G. Ualveira.
l'erdeu-sc o bilhete n. 5C8 da quarla parle
lumia Icleria do Hospital Pedro II, e roga-se
ao Sr. thesoureiro o obsequio de o nao pligar,
caso Ihe sej.i apresenlado, sem a precisa juslifi-
cacfio de legitima posse.
Olerece-se urna ama para o servico inter-
no de urna cisa de pouca familia : quem'precisar
dirija-se ao sobrado do pateo do Carmo n. 7
primeiro andar, que achara com quem tratar.
Joo Carlos de Lentos vai ao Cear e du-
rante a sua ausencia deixa por seus procuradores
em 1. lugar ao Sr. Francisco Alvos de Pinho, e
em 2.ao Sr. Manoel Jos de Aguiar.
O abaixo assignado, inveinarianlc dos bens
da finada f>. Harta Rusa da Assurapcao, declara
a quem convier, que a arrematacao 'do moleque
Amaro hoje s 11 horas do di, depois da au-
diencia do Illm. Sr. I)r. juiz de orphos, e que
Jos Rodrigues do Passo nada tea no menciona-
do Amaro por qumilo faz parle de 2:4203764 que
se Ihe deu de mais para cumplimento de devores
do inventario, os quaes s curapro em parte, e
agora busca por meio de protesto eannuucio in-
timidar os concurrentes, aim de que nao pague
o que obrigado. Recife 5 de oulubro de 1860
Joaquim Goncalves de Albuqucrque Silva
Irmandade de S. Benedicto,
erecta no convento de San-
to Antonio.
Faz scienle ao respeitrvel publico, a mesa ad-
piano, cadeiras de ba- JSKlS rS^^SS^S
do Recife, que lera togar a restividade do nosso
padroeiro no da domingo 7 do corrente mez e
se dan. o seu principio s 10 horas do dia. Con-
sistorio 3 de oulubro de 1860.-Jnaqnim Bap-
l.sla da Silva, Ju.z.-L. J. Pereira Braga, escri-
vno interino. '
martille-, Lemosou copiamos do Jornal do Commercio
CnrtIlfln :i-fl 03' C 9 Ue a80St0 do cenle asno, n.
^ui lllldUOS, 20j8, o segumte annuncio :
Estoi saldadas as conlas de Antonio Jos de
Magahaes Basto, para com seu filho Antonio
Jos de Usgalhaes Basto Jnior, por motivo de
sua legitima.
Lisboa O de agosto de 1860.
Antonio J. de II. Basto.
A. J. de M. Basto Jnior.
COMMISSAO
0 abaixo assignado, natural desfa provinen,
onde presentemente se arha, morador e nego-
I cianle na cid tde de Sobral da provincia do Cear,
lendo noLiberal Pernambucano de 2 do cor-
rente mez o edilal que se monda notificar por
'arta edita! ao ausenle Ma mel Francisco de Mo-
;," ~ '-' -r a Prente Viaiuia & C. quantia
iic i U8tS260 e se is juros, importancia de letras
ja vencidas, e como o abaixo assignado tem igual
nome. e alguero supponha s:r elle o ausente,
[declara por este jornal nao se en'ender dito edi-
lal cora elle abaixo assignado, visto nunca ter
lido transacQao alguma com os Srs. Prente Vian-
''' & C, e de presento nadi d.ver a esla praca,
nao obstante pede-se aos Sis. Prente Vianna'ir
C._, baja de declarar se dita edilal se enteude ou
nao com o abaixo assignado. Recife 4 de-oulu-
urode 1860.Manoel Piancisco de Moraes. '
Prova de reconhecimento
Dores na espadoa t'squcnlo.
Solirendo eu por longo lempo urnas dees so-
bre a espadoa do lado esquerdo, sera que livesso
,,.., i "oras rom alguna remedios que liz, recorii
". | afinal s chapas medicinaes do Sr. Re irdo Kirk,
escriptorio na rua do Parlo n. 119, e applican-
do-as sobre o lugar em que soffria, Dquei por-
felamenle bom em 30 dias ; e em prova de re-
conhecimento para com o mesmo senhor, faco a
prsenle declaracao.
Jos Joaiuim da Cunha.
Rua da Assembla n, 1.
[Consultas toJ^s os dias,
nh.i s 2 da larde.;
das 'J lioras da ma-
ESCBAVOS
Rua larga do Uosas-io n. 20
segunde andar.
Nesta casa recebem-se escravos para serem
vendidos por commisso por conta de seus se-
nhores. Aanc.a-seobom iratamento. assim como
as diligencias possiveis para que os mesmos se-
jam vendidos com promplido afim de seus se-
nhores n solVrerem empate na venda delles.
Nesta casa ha sr-mprc para vender escravos do
diffcrcnles idadesde ombosossexos.com habili-
dades e sem ellas.
KTI^Mm
Farinlia gergelim
e sedro,
O agente Hyppolito da Silva fara'
leilao por conta e risco de
tencer de urna poroao de
mandioca gergelim e ledro
vendidos para fechnr conta :
do corrente as 11 lioras em
um dosarraazens alfan Jegadosdo Exm.
barao do Livrair.ento no Forte do
Matto.
O agente Pestaa antorisa-
do por urna familia que se re-
para fora da provincia,
tira
'far leilao de todos seus mo-
vis a saber: 1 mobilia deja-;
caranda com lampos de mar-;
janeo, candelabros,lanlernas,
jarros, cal un gas, tapetes, me-
sa elstica, apparadores, ca-
!deirasavuIsas, sof,
camas com
Pugio do engenho Novo, do Cabo, no dial.0
de selembro, o escravo crioulodenorae Joi.jnim.
dado 25 annos pouco mais ou menos, estatura
regular, cor bastante preta, est com urna perna
enchada por urna feridinha, consta que tounu a
direrco do tecife pelo camiohode ferro, o des-
com -:, se que esleja por Fra de Perlas, ou pch s
arrabaldes da cida d vi-to que j fui encontrado
por outrosno largo do arsenal de marinha: quem
o apprehender, dirija-se ao referido engenho a
entrega-lo a sen proprielaiio Amero Vieira da
Cunha, ou a rua de Apollo n. 32, primeiro n-
;>5g- '.ir. escriptorio de Antonio Jorge Guerra, qno
recompensado.
SOCIEDADE ACADMICA PR*01
DA
[UTORA
Novo Banco de
Pernambuco.
Sao convidados os Srs. accionistas do
aovo banco de Pernambuco para virem
receber o quinto dividendo de 9$ por
acedo, do dia 10 de setembro era diante.
Precisi-se de urna ama que lenha muito e
bom leite : na rua da Imperatriz n. 23 ou 26
loja.
neMssao os captivos.
A directora .la sociedade Acadmica Promo-
tora da Remisso dos Captivos faz publico para
conhecimento de todos os shos que a sessao
magna de iustallaco lera lugar no dia 7 do cor-
rent", s 6 huras da (arde, na rua da Aurora nu-
mero W.
Secretaria da sociedade Acadmica Jromotora
da Rcmissao dos Captivos 3 de oulubro de 18G0.
Jos L'-ernardo Galvao A'coforado Filho.
Secretario.
Antonio Jof Leal Res purticipa
ao reipeitavel corpo do commercio d s-
ta piara que achando-se extincta a fir-
ma social de Lemos Jnior & Leal Res
[dequefazia parte, se tetn estabelecido
com casa commercial na rua da Cadeia
do Recife escrip'oiio n. i". A longa
i pratica e experiencia que tem do com-
mercio em geral e especialmente do ge-
| ero assucar o habilita po ler oflrecer
o seu prestno aos Srs. -Je engeulios que
quizerem remetter-lhes suas safras, as-
^r | seguran do-I lies sua pessoal diligencia
I para a melhor venda dos seus assucares.
Sahio a luz o o.m lomo das bio-
graphia de alguus poetas, e homens il-
utn s da provincia de Pernambuco,
| pelo commendador A. J. de Mello.
Contem as biograpliias de Luiz Fran-
cisco de Carvalho Couto, Jeronvmo de
Albuquerque Matanbao, Alvaro'Teixei-
ra de .Macedo e Joo Antonio Saller de
^ Hendooca ; um bello poema jocoserio.
; sonetos, trinta odes anacrenticas, a
historia i nteressante do levantamento
de Goianna em 1821, e noventa e dous
documentos inditos. Por hora em
mao do autor.
Vende-so urna crnica com urna pipa para
; vender agua na rua, sendo nova e anda nao ser-
vida ; assim como tambera um bonito boi de car-
i ro bstanle gordo : "na rua da Iraperatriz n. 33,
l
-
ILEGVEL
:


DIARIO DE PERSAMBLTO.- SEXTA FEIRA 5 DE OLTLBRO DE 860.
No escriptorio de Guilherrae Carvalho & C,
roa do Visorio n. 17.
Para couhecimento do publico transcrcveroos o
seguinte, cumo prova'do verdaJeiro xarope do
bosque, bemconhecido pelas innumeraveis cu-
ra cxpecialmenlo para lodas as molestias dos
orgaos pulmonares.
Attencao.
Os abaixo ssignado.*, successores de A C. Ya-
tes & C, ex-propretarios do xarope do bosque,
fazem sciente ao publico, que do 1." de julliu em
dianle fizer-ira mudanca nos lelreiros c envolto-
rios das garrafas e nieias garrafas, em conse-
quencia da grande falsificaoao que algumas pes-
soas, sem seulimentos e befa conhecidas dos
propietarios fazem nesta corte.
O letreiro que est collocado tas garrafas
azul com emblema e letras da mesura cor, o do
envoltorio amarello com letras cor de rosa, as
raeias garrafas lem o letreiro collocado, rxo,
cora emblema e letras da mesraa cor, o do en-
voltorio verde com emblema e letras da mes-
illa cor.
Todos os lelreiros sao f ssignados pelo proprio
punho de H*. l'rins & C.
O papel que serve de envoltorio branco, tan-
to das garrafas como das nieias garrafas, com o
seguinte letreiro em letras d'agua : II. Prinsi
C, 40 ra do Hospicio Rio de Janeiro Xarope
do bosque 40 ra do Hospicio.
A s garrafas e meias garrafas sao de vidro de
cor esverdiada. O deposito geral na ra do
Hospicio n. 40, Rio de Janeiro.
Aluga-se uina ama de loite sem filho, e
escrava : na travessa das Cruzes n. 14.
Aluga-se um sobrado sito na povoaoao do
Monteiro, o qual lem comraodos para grande fa-
milia, assim como coeheira e estribara para ca-
vallos; a tratar com Manoel Alves Guerra, na
roa do Trapiche n. t, primoi.-o andar.
Alberto Branco, subdito hespanhol, retira-
se para Macei
SOCIEDADE %WMk
Amor ni, Fivgoso Sanios
Companlna.
Vaeciua publica.
Transmissao do fluido de braco .1 braco, as
quintas o domingo?, no torreoda alfan'dega, e
nos sabbados al s 11 horas da manhaa, na re-
f.- > i .. sidencia do commissario vaociaador. secundo an-
Sao covmados os senhore socios ccmmandi- dar do sobraJ da rua PSlreila ^"oTo!
nos a rerphnr o nrimeirn ilui.ipruii. rolnirn n ..ui.u u. uv.
(ariosa recebor o primeiro dividendo relativo ao
semestre fndo era 31 de agosto do correte.
Joaquira Antonio de Araujo Souza subdito
portuguez, retira-se para fora da provincia.
A pessoa que annunciou precisar de um
caixeiro com pouca pralica lenha a bondade de
dirigir-sca ruados Prazeres junto a fabrica de
carros que achara com quem tratar.
Ensino de msica.
OlTerece-separa leccionar osolfejo.comotam-
bem a locar vhdos instrumentos ; dando as li-
ces das7 horas s9 li2da noile: a tratar ua rua
da Boda n. 50.^
Aluga-se um sitio milito perto da praca,
com commodos pira grande familia : a tratar na
rua da Cruz n. 51, armazem.
K.ilkmanti trmaos O G. avisam ao
respeitavel corpo do commercio foram noaieados agentes nesta praca da
companlna de seguros dellamburgo.
Ao publico.
Tendo-se annunciado a venda da taberna sita na
rua Imperial n. 213, declara-sc que houve en-
gano no numero ; eoi lugar de 213, leia-se 239
pela nova numeracao ; o mesmo annuncianle
pede disculpa a aquello, que no conceito do
povo podia ser victima de tal engao.
O abaixo ssignado faz sciente ao corpo do
commeroio que admiliio para sen socio na ta-
berna da rua do Rangcl n. 18 o Sr. Jos Lopes
Uias Peixoto, a qual ficar gyrando sobre a fir-
ma de Souza & Peixoto, eaiido a cargo dos
mesmos o activo e passivo da exlincta fuma de
Alves de Souza. Re-
r.
iiffa-se
dou-
Gravador e
rador.
Grava-se e doura-se em marmore leltras pro-
pris^tara-calacumba ou tmulo a 100 rs. cada
urna, o annuncianle aprsenla seus Vabaihos 20 por cenlo.
nos tmulos dos Illms. Srs. Virios, Dr. Aguiar, i
Guerra, Tasso e em outros mais rua da Caixa .
d'Agua n. 52. i 1 Premio de
O Sr. thesoureiro das loteras lendo obtido do
Exm. Sr. presidente da provincia a approvae.io
do plano que abaixo -ai transcripto, manda faicr ,.* i*"1.'
publico que de conformidade com o ni. sino pa- fSut .l..,i i i Kne
no se achara expostos a venda todos os das na ?,fc 1 de ou,ul>ro de 1860
rua do Imperador n. 36 e na casa commissiona- : p Manuel Alves de Souza.
da pelo mesmo Sr. thesoureiro na praca da Id-| pa^adarTa'"^ C 8 "">' ,rabalhador de n8"1.
r^irp^o^^ r vdeAd;Hn,-scd,oa8cadeirai ur ^n ~-
mento : a tralar a rua do Queim do loja n ti llt* "/S P"S qU S, ',"'"" ll""") ,rf-
v VUU.1UU, ioja n. iu. Mda, ,. ri)lj,1s ((ara utll carTOi 3 ril 0(n rsi,110
e 1 precisando concert, ludo por mdico pro; :
. na rua da Soleda.ie que segu para o tlanguinho.
no sitio dos 4 ledos, a qualquer hora do da, le
acharan com quem tratar.
Vendein se .loas earroerfs grandes de i es
rodas, toda de sicupra, muflo segura, de supe-
Irior ferragem, e proprias para engenhos, por
I commodo, irabnllia rom urna e mais juntas de
bois, serve para lodo o qualquer Irabalhn, e se
di por um preco milito em cunta : quem as pro
tender, dirija-se ao paleo do Tcnjo, defronto do
n. 40. segundo andar.
\ endom-se djus bois gordos e bons de rar-
thosoureiro na praca da In-1
dependencia ns. 14 e 10, os bilheles e meios da .
quarla paite da quinta lotera do hospital Pedro **"
II, cujas rodas dcero andar impreterivelmcntc ^
no dia 6 de outubro prximo futuro.
Thcsourar a das loteras 22 de sctcnbro de ^
18G0.-J. M. da Cruz. *)
PLANO. I
4000 bilheles a 5500.
20.000JOOO
4:OUO000
em cartes de visita como se i
usa eru Pars. Os 100 por
25
Premio
Hilo de
Dito do
Dito de
Ditos de
Ditos de
6 Dilos de
1C Ditos de
Dilos de
Ditos de
20
1036
200g
IDO
50g
20
10-3
52
5:000g000
2:000j00O
600000
40ilfi00
4<-0?000
oosooo
3003000
320.5000
20O?O00
C:180SOO
16:0COJ00O ^
i
Premiado?.
Urlicos
-10.000:000

Dr. Cosme de Sa' l'eieira da
consultas medicas em seu esciip-
torio.no bairro do Hccife, itia
da Cruz n. 53, tocios OS das,me-
nos nos domingos, desde as 6
lioras at as l da manhaa,
breos seguinte* pontos
I.* Molestias de oll.os ;
2.- Molestias de coracSo e
peito ;
o.- Molestias dos orgacs da
racao e do anu ;
i." Viaticara' toda e qualquer
operacSo que julg. niente para o resta beleci men-
t dos seus doentes.
O e\ame das pessoa?({ue o con
so-
de
ge-
Ama.
o retrato o mais econmico que se pode oh- }*>f
ler e o mais proprio para dar de mimo aos pa- 27'2
rentes e amibos, pudendo ser remedido comino- "TTT
lameute dentro de urna carta. Estes retratos, "*" "
Ao obstante suas pequeas dimensoes, repre- "recisa-se do dous contos de res a
sentara a pessoa de figura inteiff com o maior P"r-iempo de um anuo, dase por garanuo ,.,-., ttaas, tazino execncao o oen- ar
apuro nos duialhes, sao a mais proprio recordaco P"M"?ri' 'ra '"' escravos, e outros bens fora da 3* .. _, ,',
cidide : quem quizer dar annuncie para ser pro- / tes de olos. ou aquelles que por g
curado. ~-----1'~- '- '----
X "5 r r TTTIfTTTTr rTTTTTT"! T TTf T-
M sultarem sera' feito indistincta- M
premio $. mente, e na ordem de suas en- M
garanta h\ -: G\. tradas, fazindo excepcao os doen- cy
de todas as pessoas que nos siio gratas. Reunidos
em eolleroao poderoservir para formar um ele-
gante lbum dedicado a amisado. Tirsm-se lodos
os diase com qualquer lempo, no instituto pho-
tographico de Stahl & '" Retratos de S. M. o
Imperador, rua da Imperatriz.
ageneladoa fabricantes america-
nos Gruuver & BiKer.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
lobnston ; rua da Senzala Nova n. 52
;g- motivo
OENTISTA FRANCEZ.
# Paulo Gaignoux, dentista, rua das
l
La-
?mm
de rans.
Nova15
*."t*
m
ara
rangeiras 15. Na mesma casa lem agua e H
A p dentifico. **
3ixS..!LXt Festa do Rosario em Olinda.
Na madrugada do dia 7 de outubro do trrenla
tero logar com toda a pompa a assencao da ban-
deira de N. S. do Rosario, protectora" da estaca o
dos canoeirns de Olinda, a qual perrorrer en:
I. MI
raagesloso carro triumphante,
1
5
w
i .-vado por
meninas ri-slidcs de anjos, as ras da cidade, no
- soni de una excellenie msica marcial Depoi-
Frederico,autier, cirurgiao dentista,S; da asccnc&o da bandeira seguir-se-ha urna mist-
is as operacoe do suaarte e c_o1-|| as 11 horas lera lugar a festa, sendo pregador Fr!
Pedro la I'uricacao l'aes e l'aiva ; a larde no
Te-Di um pregar "o padre lenlo Pereira do lle-
co Havero lambem crelos de msica, balos
a larde, e depois do Te-Dcum ser a entrega da
bandeira cara a mesma pompa mcsoia juua.
r fi< s^^ sis m mv&m
l'icadentes artilciaes, ludo com a upe
rioridade e perfeirao que as pessoasen-lf
tendidas Ihe reconhecem. *f..
remagua e pos denlifricios etc.
w&sanw.
9SF* V.
tavel corpo do ooramercio que o Sr. Manoel Joa-
quim Alvos dos Sanios nao mais son caixeiro
por sua espontanea vontade, desde 30 de seterr:-
bro prximo passado, e agradocem ao mesmo
senhor os serviros que lhes prestou durante 3
me7.es que foi sen caixeiro. Recite 2 de outubro
de 1860.Maju I Joaquim de Oltveira A C.
O abaixo assignedo participa ao respeitavel
corpo do commercio que deixnu de sor caixeiro
dos Srs. Manoel Joaquim de Oliveira & C. c agra-
dece aos mesmos seohores o ban Iratamento e
couQanca com que sempre o honraram. Kecil'e
t de outubro de 1860.
Manuel Joaquim Aires dos Santos.
(--'
m
SI
ltenco.
Coeheira ora.
ES

h
Altetico.
Precisa-se de urna ama forra para coziuhar e
engommar, para casa de pouca familia : na luja
de livros defronto do orco de Snnto Antonio.
Precisa-se de um caixeiro que lenha prali-
ca de negocio de taberna, e que de fiador a sua
conducta : na rua nova de Santa Rita n. 65.
Quera tiyer um sitio perto ou
tonge desta cidade, com tinto quetenlia
o isa de vivenda, arvores de fructo e li-
<{.; prximo ao bando salgado, tempe-
rado ou doce, e o quena atusar diri-
ja-te ao largo do Tetro casa terrea nu-
mero o.
Hoei Trovador.
Hita larga do Rosario n. 44
A- pessoas que recorre re m a osle hotel encon-
trar o boa commodidae para una uoile, dias e
meses, conforme Ihesconvier, encontrarlo lam-
bem a qualquer hora do dia e noile lancho e ca-
f. O dono do respectivo \: le se obriga a dar
comida para fra as pessoas, que quizerem. os-
segurnn lo lodo o asseio. Tudo por prero com-
modo.
Na rua da Praia do Caldeirero n. 45, ava-
se e engomma-se com promplidao por preco
commodo.
Por despacho do lllm. Sr. r. juiz munici-
pal da segunda vara vai praoa. para sorem ar-
rematadas 12 cadoiras, C de jacarando e 6 de ma-
deira de fra, assim como urnas bancas de um
s p, penhoradas por alugueis vencidos do l-
ente Joa [uim Jos dos Santos Araujo por An-
tono Jos llibeiro da Silva Guimares, tudo ava-
llado por 30J.
Precisa-se tomar a premio por lempo de 6
mezes a quanlia de 400g soh hypotheca de um j
escrayo mo;o : quem liver aununcie por esie i
Diario para ser procurado.
Precisase alujar urna casa no
Retiro ou Capunga : na rut da Praia n.
l~>, segundo andar.
Joao Pues de Oliveira segu no vapor Per-
sinuugas para Macei a oegocio.
Ludgero Antonio de Albuquerque Mello
participa ao respeitavel publico e com especali-
dade aos seus freguezes, que mudou o seu esta-
belerimento de pintura das Cinco Ponas para o
paleo ito rerco n 0, ah pode ser procurado a
lodai e qualquer hora do dia.
Um brado em favor dos innoc ntes orphaos,
lilhos do Qnado Francisco Jos Rodrigues da
- C instan lo qu.....ligno Ilr. jui/ municipal e
rphos de Pao d'Alho.a requerimenlo do Dr.
lorgeral trata de reconhecer a incapacidade
que t".ro o octogenario morgadodo Poqo Jo Alei-
1 moel Flix Rodrigues da Costa para reger
i e bTns, fazemos votos para que pro-
i hogar quanlo antes ao termo do suas
encas; por quanto o mal progride : nin-
m ha que ao ver o mesmo Manoel Flix Ihe
reconheea ovordadeiro estado de tmplela
demencia, e os especuladores nao perdem occa-
le locuplelarera-so s inos largas com o
-oque anda resta ao morgado, consegu
i .i taninistrador firmar contratos fic'iii
c sumamente lesivos, exeraploda celebre ven-
da do engenho Poro, em cujas torras se descu-
bri .4 California. ~ Na rua do Trapiche n. 9, armazem de as- NICHO (!C C IlUliO IO(lOO Cu r* 11 s\ n Hftwvi T^.^.,^ 't e em papet de escripia
sucar, sacca-se sobre Lisboa e Poilo. OUi*(JI 111 i I Ir^SllS """'e': "> rua do Imperada
Giles Seddon, sua senhora e um filho me- M'I O Ml lll'il l'll' f'IUIW ,J ^^ : corn bandeira.
or, reiirm-sc para Inglaterra.
Iiora
4 -i..
VISO,
. Eu abaixo ssignado
Achule Laurence, consti-
tuido procurador de meu
irmo Emilio aurence,
durante a sua ausencia c
era primeiro lugar deca-
i vuem se quizer uutisai
ro que o pi ocurador cons- |R?0r2aSas
(ituidoem segundo lugar
Adolphe Regord, nao po-
de exereer actoalgumde
procurador, estando eu
presente, e sera que eu
"jtenha declarado que te-
nho desistido da procu-
Na Boa-Vista boceo Jo Tarobi n. 11,
alugatu-se cavados bonitos e gordos com'
%g arreios novse lambem recebem-se ca-
.v; valles tte Iralo e ludo por menos prero
O quein oulra qualquer parte.
Caixeiro.
Ourm precisar de um rapaz com pralica de fa-
zendas, chogado hontem do Porlo : dinia-se .'i
rua da Imperatriz n. 6.
CASA D2 SMIDJE
uos
Doiiores Ramos e Seve
Sita em Santo Amaro.
Esto estabelecimeolo conliua debaixo da sd-
mlnislraco dos propietarios a recebor doentes
de qualquer ntureza ou calhegoria que soja.
O zelo c cuidad alli em pregados para o
proniplo ro.-labolecimentodos doentes, geral-
meule conhecido.
Quem se qui/crutilisar pode dirigir-se s c-
rabos moradores na rua
m o regente no eslabo-
lecimenlo.
A diaria para os escravos c de 2^500. e para
os Imes de 3$200 ou -OOO. porm em cortos
casos pode haver algum abatimento.
As opera^oes serio previamente ajustadas
Quem precisar de um cosinheiro lantp para
casa parlicular como para embarque ; pode di-
ngir-se ao largo da Assemlla n. 16. Forte do
.dallos.
Randid Joseph, subdito francez, retira-se
para o Rio do Janeiro.
~ -1 '......o com pralica de escriptorio e es-
enpta-por partidas dobradas se oir.rece para cai-
xeiro; quem pretender falle ao Sr. Figueirda ou
deixe ca11.
justo obtiverem
marcada para este fim.
Attenco.
Precisa-se alugar um sobrado de um andar ou
de dous, em bom estado, com quintal, nos bair-
ros da Roa-Vista ou Santo Antonio : quem o li-
vor, diiija-se a rua do Crespo n. 25.
Na rua da Cadeia D. 24 deseja-sc fallar os similores :
Baltazar Jos dos liis.
Domingos Caldas Pires Ferreira.
Firmino Antonio da Silva.
Marcelino de Souza Pereira de Brilo.
Joaquim Clemente de I.emos Duarle.
Joan Rodrigues Cordero.
Cielo da Cosa Campello.
Antonio de Albuquerque Maranho.
CensoUorit especial horaeopatliico, rua
de Sanio Amaro (gando \ovo) n. 0.
0 Dr. Sibino O. I.. Pinito, de rolla de sua via-
2om a Euraipa, d consullas lodos os dias u|o*
desde as 10 horas ;-\ meio dia ; risitas aos do-
micilios de meio dio em dianle ; e em caso de
necessidade em qualquer hora. As senhoras de
paito e os doentes do molestia aguda que nao li-
verem anda lomado remedio algum ellopaUico
ou homeopalhtco serao attendidos de prefe-
rencia.
urna leja cora armacao envernisada propria para
qualquer negocie, por pceo razoavel : na rua
Nova n. 01.
No dia* do correnle a 1 hora da larde
pouro oais ou menos, fui tara ni eo sima da mesa
um Santo Antonio sem o menino e levando o
dilo sanio um cordao do Rio do Janeiro e um S.
Braz nopescoco : quem for otlerecido o dilo san-
io lome-o e lere-o a agencia do correio de Olin-
da que l ser gratificado.
Precisa-se da urna ama livre ou escrava
que satba cosinhar para urna casa do pouca fa-
milia : a Iralar na rua do Amorim n. 52, ar-
masem.
Augusto C. de Abreu sa-
ca sobre Portugal.
%0&0cmch0 )fj-ctgvApucA
petrtiAmftucAtiA.
Domingo 7 do corrente haver sessao extraor-
dinaria ,la assen.bh'a ger.l sll horas da -
niiaa, sendo que antes, s 9 haver lambem ses-
sao ordinaria do coiimIIio director.
Secretaria da Associacao Typogrophica Per-
nambuciiia, ;t de outubro de 860.
Jlvescio Cesar,
. Io secretario.
rnta-se qualquer porrao de capim proprio
de sefazer planta e bola-se em qualquer po.to
que se ajuslar : a Iralar no armazem de capim na
rua do Sol.
Antonio Ce/ario Moreira Dias relira-so pa-
ra o norte e deixa por procurador de lodo seus
neaocios o seu mano Jo.-^ Aulonio Moreira Dias.
DelOna Mana da Conreino vem por meio
desle jornal expumir piibllcimente a sua gra-
ti.ao, e reconhecimenlo sociedadeSoccorros
mullios c lenta eniancip.itao dos cativos pelo
Brande anxilio que presin-Ihe na promoeoo da
libertacao de sua sobrinha Romana, assim'como
8 aquellas pessoas que atienden io aos impulsos
chnsiaos o generosos do seu corarao reuniram
os seus estorcos aos daqoella pa "e philantro-
pica sociedado.
Quem precisar de um cozinheiro tanto para
casa parlicular como para embarque, pode diii-
pir-se ao largo da Assembla u. 12, Forte do
Mallos.
roca por commodo proco : no Chora-menino, na
taberna do Sr. lomarlo, junto a caixa das alo;
se dir quem vende.
Na Jivraria universal, ruado
imperador numero 54, tem
venda :
Pralica Criminal, por Ramalho.
Flores Silvestres, poesas, por Blencourl Sam-
paio.
V'ende-Sfi o sobrado n. 53 na rua de Apollo
corn 2 andares e 1 solao, chaos proprios a ;:.-
lar na mesma rua, armazem n. 38.
Vendo-s um terreno com 105 palmos
frenle e 300 de fundo, Indo aterrado e coi
palmos de cus j.i feilos, ruuito proprio para
lo se eslabelecer reOnacoes, padarias ou fabn a
do qualquer nalureza, na ruado P.rum. bairro do
Rocio, junio a fabrica da fundico de ferro, lu-
gar designada para l3es stabclccimentos, cujo
terreno se vende por junio ou em lotes de 30
palmos cada un: na rua de Apollo, aimazcm
numero :!s.
ma bella
ni a cao,
1*1 -
ja da rua
Vende-se a rica armacao .i :,>_
reiia n. i, propria para qualquer rsiaoeb
ment, i oin garanta da casa e al ._ icl m n
. para ver a chave na mesma rua
para tratar ;.i mesma se dir.*
n
acommo
n. 16,1
ado

-wllS-p-- s,>'!-
iLicoes de plnl
n
-y
m
e canto.
Tobias Peri artista italiano da compa-
nlna lynca lendo acabado o contrato cmi
0 >r. Marinang. h, preiende dedicar-seao
ensino de piano e de canto, as pessoas e
ospais de familias que quizerem ulilisar-
o como seu presumo podera procura-lq
;/5; na rua de S. Isabel n Jpara iralar
?i> o mesmo, quesera mu
ji ajustes
i Cefc'
BfS
Precisa-se de um criado para urna
casa estrangeira, prefere se escravo : a
tratar na rua da Cruz casa dos Sn.
Kalkmann limaos & C.
Revista Brasilira
Jornal de sciencias. leltras o artes, pelo Fxm
consclhciro Candido B. de Oliveira ; subsi reve-se
para pase jornal na livnria de Baptista A Vas-
concellos, rua do Imperador n.21, a IMIi'H rada
volurne, onde lambem se acha a venda a diicrip-
cao da viagem da c-rvela imperial Slarnheiro a
diversos portos do Mediterrneo o do Atlntico
Roga-se a todos as pessoas que liverem oh- pele ,r- '''."cnie *a armada Sabino Eloy Pessoa."
jectos para pintar na rua do Vigario n. 10, loja
loja n. 25, de Joaquim Ferjeira de S, ven I
se por preeos baratissimos ora acabar:
le soda para vesld i c m algum mi fo a g, i i-
pas de seda fritas a 15g, luvas arretid .
senhora u Ico rs. o par, .orles do bar
com babados a r.J. cassas de*corcs finas" a .' o
covado, i hila lar-a a 2(0 rs., cazavequi s .
braia brdalos a 5$, capas de fusl
a :.o, penb a lores dr canil i ta bord ido; i I -
babadi s bord 32 I a vara, nica lo fr;
muito lino a 160, sobr-casacas de panno Di
-' \ paletols de panno prelo e de cores a 18,
1 -- dilos de i iscmira de co es a 10$, li
. alpaca pre'os e de cores di i .. --. ditos o I .
branco e de ci res de i a 6#, calcas de cas
prela c de cores para lodos os precos, gulli
do iraspass) a 2g500 camsinhas bordadas a
(<: ZgoOO, manguitos bordados a 2$, chitas fi
fSf^SS '''''" "''" Pf'pria para r coberla a
esguiao de lnho mullo fino a 18200, calcas
brim branco e 1* cores de 2 a l. bran
lnho com 5 palmos di largura a 900 rs. a vara,
lamasco de laa com U palmo1 d.> largura a i
covado, pecas de m ida| o g50 I, -1
de fellro Garjbaldi a 5|5( 0, camisas I ran as o
do cores de I$1(10 a 3g velbulna prela sope.
iO rs.. cortes de brin de lnho a l.-ryc, ..
cruas para homem a luo rs. o par, e oulras
:


com
razoavel nos seus nf>
las faz :
cont-is.
r menos do seu valor para fe
r

U\3 a
de pinturas, que osvenham tirar no prazo de'8
dias, nao se responsablisando o abaixo asignado
por qualquer estravio que os mesmos levarem,
visto que se tem de mudar da mesma loja.Josti
Antonio dos Santos Ptres.
Candido Pereira de I.emos, convida a to-
dos os seus amigos o collegas do Piauhy e Sla-
ranliao para ouvireni urna missa de reouiem. por
simada Esma. Sra. I). Igoacia Antonia Lus
losa, as 0 I 2 horas di manhaa, do dia lerca-fei-
, ra J do corrente, na greja do convento dei Nossa
Senhora do Canoo desta cidade.
f OITerece-se um menino para caixeiro de
; loja de fazendas, por ler alguma p-alica, ou para
outra qualquer arrumaoao, pois est ha i iuco
nesta provincia: quem pretender dirija-so
la do Encantamento n. II.
; Precisa-se alugar um prelo rara servico de
casa : na rua dos Martyriosn. .
j Guiliierme Bouche, Ilamburguez, vai para
o i>io de Janeiro.
__ Aluga-se a casa do aterro da Boa-Vista n.
15, do dous andares e sotao : quom a preteuder
dirja-sc o rua do Cabug n. 2 A.
ASSGCACO
di:
nihome- acto que praticar como
procurador que actual-
mente noo.. Alm de
estar eu constituido em
i
A. W, GVuorn retratista americano annuncie
ao respeitavel publico desta cidade que elle aca-
ba de recebor dos Estados-Unidos da America,
um esplendido sortimenlode molduras redondas
douradas de todas as diraem-es, caxas para re-
Iralos fazenja muito fina, assim como recebeu
uix bello sorlmenlo de casoletas de ouro e alfi-
netes de dito obra prima expressamente para re-
tratos. A \V. Osborn apro-eita esla aprazvel
opporlunidade para informar ao publico que elle
est resolvido a dar lieces da sua artcem lodos
os seus ramo?, assim como lem paro vender um
completo sorlmenlo chimico e outros aparatos
proprio para as pessoas que professam a sua arle.
Osborn lambem tira retratos em cartes de
por preco miio
or primeiio andar
Compras.
7
se
Soccorros Mutuos
E
Lenta Euiancipacao dos Captivos.
Domingo 7 do corrate devora ter lugar a elci-
das Dores em S.
Goncalo,
Comprase urna parelha de cavallos para
carro; quem a tivor annuncie ou dirija-se a rua
da cadeia do Recife, loja n. 50.
Compra se lijlo de alvenaria, no escripto-
rio da Companlna Pernambucana.
Compram-se escravos de ambos os sexos I
ue 12 a 2u annos jara se exportar para o Rio de
Janeiro, leudo boas figuras e sadios, pasa-sel
bom : quem levar nu inculcar na rua Dreila n. '
66. escriptorio de Francisc.o Uathias Pereira da'
tosa, recebora 20$de gralificago.
- Compra-se moedas de curo bra-
sileiras e portuguezas: em casa de
Arkwightfi C-, rua da Cruz n. 61.
Compra-se um escravo que soja robusto e
propno para qualquer servi5o : na roa larga do
Rosario n. 18, terceiro andar Na mesma casa
vende-se urna exe. lente escrava, moca excel-
lenie engommadeira e cosii.heira.
joialheiros fran los na rua N i
desta cidade n. 18, prmi leem a I
do aryunciar ao publico e i -; eci lmenle a -
freguezes e amigos, que arabam de receber o
mais lindo e variado sorlmenlo de obras,
vendem por barato proco, em consequencia 'ue
serem todas de ouro de 18 qu les, gt
pelos annii-i -''.nico, que vendem* e nao
das que sao fabricadas as obras, tojas che. 5
belume.
( Novidade do marcado,
Vinho branco de pa$5a de uva
Esta nova ualidade de vinho a
i aprsenla n i mercado do Brasil, (.'..
n>' n 11 | m esm i, ua i precisan!
:i' >s. Este vinho prepara lo n'um
lugar onde a melhor uva de Portugal i
Irahido da u.vsina em estado de passa e por
coosi rva luda a parte ..
agradavel paladar combnando-se com o al
ssario para a sua conservado, c que ;
tem da mesma passa por um processo n ro, io
nada deixa a d 5ejr. Pode-se dizer
ile errar, .pao SUperioi a lulo- es vinhos >-
' mi n |ii dida le como no esrai i le
s,'u fl res litado pecun
ojia b i.l itiva rest i a sa ao dono o
prii lario desle vinho do l< i primeiro q
Utroduzio ueste imperio la uva,
cousa asss rara neste lempo cm que sn
ioda a parte a me.nl ra, o eugan i e a falsifn
Lineo deposito n i Brasil 0 em Pcrnaml .
da ancorla d- lo custa lOOJ : em casa
Antonio Lopes Braga, rua da Cruz n. 36.
W :
<&i
Aus[sl) k Perdis
ojo do novoconselhn, de conformidade com o Ol''l f OOlr/\ \ t\ n>- w.., ,,-
i.- do art 21 dos estatutos ; perianto, do rdea?P { l ll* ^^ n C prOClira-
do Sr. presidente sao convidados lodosos se- #In rt rv*5rvl Vl^ ^
nhores socios effectivos para comparecerem as K'"1 "<- lili Klllci ulia OU
10 horas da manhaa afim defunecioriar a assem-
bla geral.
Sccretaiia das Assoeiaco do Soccorros Mutuos
e Lenta Emancfpacao dos Captivos 3 de outubro
de 1860.
Albino de Jess Bandeira,
1." secretario
Alusa-se a loja do sobrado n 28 da lalel-
n de S. Pedro Vellio em Olinda : a Iralar ua rua
da Cadeia Velha do Recife, escriptorio n. 5C, de
Leal & Irmos.
Aluga-sc urna casa que lem commodos para
grinde familia, com algumas arvores de fruclo,
com baixa de capim. no poco da Panella, para
se passsr a fests, em frente a casa do Sr. Gibson:
quem a pretender, dirija-so Fra de Portas o
Iraiar com Manoel da Silva Neves.
francisco Manoel dos Pasaos Coelho faz pu-
blico que se acha depositado na subdelegacia do
S. Jos um cavallo alasao que o annuncianle alli
lez re.ulher ; e pelo presoule faz sciente ao Sr.
Antonio Amancio da Costa, morador na Barrada
Jangada, ou a algum de seus lilhos, que venham
justificar a posse edominio que liverem no refe-
rido cavallo ; e para que nao supponham igno-
rancia a respeito, o annuncianle pelo prsente
quer prevenirduvidas elivrar-sede questespa'-a
o futuro.
Jos Mooiz de Almcida, Brasilciro, retira-
se para o Maranho.
Pedro Augusto Pradinis retira-se para o
Para al o dia 6 do correle, e julga nada dever
nes'.a praca : quera se julgar seu credor, dirja-
se a rua ao Rangel n. 24.
Offereee-se um rapaz portuguez para cai-
xeiro ou fetor de algum sitio : na rua das La-
rangeiras n. 6, que achar cora quera fallar.
O Ihesoureiro da procisso do Senhor Rom
Jess dos pebres Aflictos julga nada dever da
n'llCirO Ul'ir 'l! pY prociss5o'so ",*u,,,n ju'ga-se credor; apre-
'7 W tl^3a,? '''* CAr senle suas coi.tas no praso de tres dias para ser
UrC^HMnff* (!oIoi4n ,pt ^.^aiivniv^ UCt-Idl tiltO i a mesa regedora : ao mesmo lempo agradece a
liipav,' Daft-n-J D nAl, loJos os devotos que concorreram com as suas
l[Ut O .31 Ite^OKI bO (l\(T- esmolas panjto religioso acto. U.xife 2 de ou-
Manoel
Joaquim das Chagas.
Thesouroiro.
Aluga-sc nm s;tio na estrada do Monteiro
ido da sombra, com 8 quartos, corintia e cacim-
ba com bomba e muitos arvoredos do frutos e
todo murado : a fallar na rua do Collegio, hoje
do Imperador, segundo andar, n.42.
Azevedo & Mendos leem pira vender em
seu armazem; no larjo da assembla, n. J, algo-
im-
pedimento. E para que
conste a quem convier, t
aco esta declaraco que Jj.*
fareieffectiva pelos meios
competentes e Qaalmenle
que nesta data foi despe-
dido da casa. Recife 2(.)
deselemhro de 18(50.
A. La (frenes.
AUjeiico.
U abaixo ssignado eslabelecdo com loja de
i calcado na rua nireila n. 7, loga a todas as pes- ..
soas que Ihe s.io devedoras a virem saldar os seus o appre
dbitos al o dia 10 do corrente mez, do contra-
rio sern os seus nomos publicadas por esle jor-
nale cobrar Judicialmente daquelles que abu-
sareJD. Recite 2 de outubro de 1860.
Adulpho Astolj/tto de \ascoacellos l'imenlel.
O abaixo ssignado pede^i todas as pessoas
que liverem penhores na rua Direit# n. 7, a vi-
rern tirar no prazo de 8 dias, dotando da data
desla e indando o prazo serao vendidos para os
seus pagamentos. Recife 2 de outubro de 1860.
Adolpho Astolphode Vascon:elIos Pimentel
Aluga-se para se passar a festa 5
cosas na Torre, muito frescas e com
com rao Jo para familia : a fallar com
| Francisco Jof Arantes no mesmo lu-
gar ou na rua da Matriz n. das 9 do
dia as da tarde.
Roga-se ao Sr. Antonio Jos da Cunta Gui-
mares que dirija-se a rua largado Rosario n.
J8, a negocio que o mismo senhor nao ignora ;
espera se al o dia -i de outubro.
Aluga-se urna casa na ilha do Retiro, cuja
>ca ao lado da ponte da Passagem ; lem 5 quar-
tos, coznha fra. 2 salas, banho ao p da pona
O aluguel convida, pois barato, e o lugar ex-
celente para passar a festa : a Iralar com Luiz
uanoal Rodrigues Valenca junio a fabrica do gaz.
DENTISTA
vendem
.i.
as mr'.horcs saias balo de
SBffimm mmm
m
13 f
do assucar, vinho do Porto superior em ca- Cfe
xas de urna a duas duzias, c cera d*e car-
nauba. 4e
Aluga-se urna eacrava que engomma, cozi- f
nha e faz lodo o servico de urna casa: na rua do 35
Hospicio n. 36. f>
No dia 2G de selembro%proximo Cndo, do Si
engenho Cael para o Rerifo, dosapparereu um S
rapaz semi-branco, de nome Manoel. idade de
10 annos, pouco mais ou monos, seceo do corpo,
cabe los bem prelos e especado, montado em um
cavallo russo pombo, capado, descarnado, ceso
do olho direilo e cauda bastante curta, com um
jogo do malas de pregara com pouco usocoii-
lendo em ditas malas diversas pecas de valor,
julga-se que dilo rapaz tenha-se desnorteado pa-
ra as bandas d'Agua Prela, donde alli tem pren-
os, osse mesmo rapaz quando mais cria oca es-
tove nos Coelhos, na olaria de Anlonio Car:,eiro
iha ; pede-se as autoridades policiaes que
endam, e mesmo algum particular, e o
remellara Estrada Nova do Cachang, casa de
) de Assis Campos Cosdem que se pagar
DE
PERHAMBITCO.
3Rua estreila do Rosario-3
M
8
I l*rancisco Piulo Ozorio continua a col- S?
^ locar denles artificiaos lanto por meio fS
de molas como pela presso do ar, nao 8
p recebe paga alguma sem que as obras *?
^ nao fiquem a vontade de seus dono?, M
o tem pozes contras preparaedes as mais* i,
p acreditadas para conserraco da bocea |e
a I*a "'e#a 8uPenor cerveja a 2? a caada,
e a JOa garrafa, carne do erlao do Serid a 00
", n11'S aarro!,a- espermacele americano
lino a li, a litira, e lambem de 8 em libra, pro-
prio para carro : defronte da matriz da Roa-Vis-
13 n. co.
- Vende-so uma mulata ou aluga-se: na rua
da Senzala \elha n. 186, entrando pelo becco
i *"" .Vend-se "" ra da Cadeia do Recito
loja de lenagens, o seguinte, por preco
commodo : r *
Travos de fundo de louro c de qualidades.
d canoas de carreiras grandes e pequeas.
4 masivos para barcaca grandes e pequenos.
rolhas para ciicollamonki de barcaca
m
n. 56.
muilo
i
3f
Aos
Srs. olkiaes del
luannha.


n-
das as qualidades o lmannos, veslid
de barege com follios e cinco babadinhos, "-
sedas de quadrinhos, lencos de labyrin- -i
iho do Cear, taimas, pelonczes e muiti
entras Fazendas de gosio pro| ras para :
tf testa : na sua loja na ma da Cadeia do
;f; Recife n. 2;!.
Sebastopool.
Antonio Joaquim Goncalves Traga aiisa ao : --
peilavel publico, que domingo 7 do correnle abre
uma nova casa do pasto na rea do Imperador n.
16, aonde se pod encontrar os bellos petis
feites por um bello cozinheiro, assim com.o mo
de vaeea logo das ;! horas em dianle, o papa, das
6 em diante, de farinha de aramia
lambem fornece-se comida para fora
que cm oulra parte.
o tapioc
por menos
\m%msm %&m$ m$m
As senhoras noivas
^ !

sorlimen ni

Recebeu-sc de encommenda pelo ul-
timo navio chegado do Havre uma peo,!
do panno azul oscuro proprio para fard-
roentodc marnha: na rua da Cadeia do
Recife n. 23, loja de Augusto & Perdigo.
g
1
1
c. -
&^mm^-^mm-mm
l Recebeu seo n ais completo
5 lo de vestidos bran eos de seda bordados i
a blonde com mantas, capellas e lodos i -
<| pertences : na rua da Cadeia do Recife
H n. 23, loja de Augusto cv Perdigo.
Aos seohores tic eiigeoho.
Vende-se um escravo ptimo carreiro por 11 -
co commodo na rua do.trapiche n. 18, ou rua
Augusta n. 60.

%-
t.
Assenhoras
qualquer despeza que por ventura' se faca com
una appiehensao.
Precisa-se saber se o Sr. Joao Marlins da
l.uz que no Oiario de 3 do correte avisa retirar-
Thom Leo de Castro, rendeiro do engenho
Pxao, sito na fregurria da Luz, 1 marca de Pao
d Albo, avisa ao Sr. Pedro Jos da Cunha, mora-
dor no engenho S Praz. que o seu escravo Ile-
nedicto o proourou para comprar, sendo queira
vender, dirija-se to mesmo engenho para tra-
tar, flcando cerio que nao se reponsabilisa por
tuga ou qualquer cousa que possa succeder ao
mesmo escra%.
Procisa-se de um feilor para tomar senlido
...... f... 5------------ """nc ansa reunir- i rocisa-se de um f.'i
pftr^resa.' r ate: : a- v e""-Ji d ^ =
irancez Joseph Grnvion, ora resiitcnti em Franca.: O iir mi r o. w.i
sem igual,

Superiores corles de chita franceza muito fina
de pairos muilo modernos, com cores matiza-
das muilo lindas, de 11 .-ovados cada corte, pelo
barat ssimo preco de 2$500, com muila diver-
sdade de gosios para poder escolher-se na loja
do sobrado amarello, nos qualro cantos da rua
do Oueimadon. !(, de Moreira Lopes.
Admirem!!
Pegas de corda de lnho com 40 bracas a 320
rs., graixa cm latas sem escolha, duzia a'500 rs. :
na rua do Qucimado a. 53, loja de ferragens.

Recebeu-so pelo ultimo navio cliega- Sv
do do Havre os mclliores e mais moder-
nos chapeos de palha enfeitidos para se-
nhoras : na rua da Cadeia do Recife n sS
id 23. loja de Augusto & Pordigao. -;
mmmws m& mmmmm^
Veodeu-.se duas casas torreas na rua do
Ouro ns 9 o 11. 1 dita na rua do Alecrim n. 10
a tratar na rua do Qucmado n. 51 ; c tambera
vende-so um terreno na rua d Ouro- a tral r
na mesma.
Vende-se urna negnha tie 15 a 16 annos.
bem reforgada do corpo, propria rara engonho
ou fia da ierra, e vende-se por prero muilo
commodo, com lano que se ja cora essa condir i;
na rua da Roda l>, ?.


\
(t)
DIARIO DE PERKAMBLCO. SEXTA FEIPA 5 DE QUTBRO DE 1860
Gliogiif m ao barato.
Lciio i Irmao, na ru da Cadeia do Rectfc n.
48, vtodem (hila franecza, cores fisos, a 240, 260' m ,..;,.. t .,* .
o isn r.- ......... j:.___I....... ...'_. ,-...:. I "no ao 4 rodas e cor 4 assentos, para 1
Vende-se
e 3S0 rs. o covado, dilas estrellas, cores lisas, a
200 rs pegas do madapolao com 20 varas a
^>2O0._48. 4*200, 4$">00, 45800 c 5*500, e muilo
lino a 7J, pecas de hrelanha de rolo cora 10 varas
a 2g, cassa p'reta muilo lina a 640 a vara, meias
de seda de peso para meninos a 2;300 o par, lu-
vas de ca mures para monlaria a 2J>500, loalhas
de linho para "mesa a 3p. meias croas inglezas
muilo superiores par* homem, merino verde e
cor Je cafe com 6 palmos de largura a 1* o cova-
do, bandos de crina a 1$200, corles de cassa chi-
ta do luidos desenhos o cores fixas a 2j}>l0 brim
trancado de linho todo prelo, fazenda muilo su-
perior e que nao disbola a 2$ a vara, pannos de
mc*.i a p, fhapelmis modernas para senhnra,
paiotolsde alpaca a 53, corles do calca de case-
mira de alg.,diio a lj280, ditos de case'mira a 4*.
anos de rtioia casmira a 2*. musselina branca
muifo fina a 300 rs. o corado, saboneles ingtezes
limito superiores a ljOOO a libra, brim traucado
Jirar.cu de linlio muilo lino a 1&500 a vara, lar-
talana branca e de cores, pecas de cimbris lisa
com 12 varas a 4*80, dilas transparente cora 10
varas a 2$6J0. 3*. 4.56OO e 6, coberlas de chita
de lindos desenhos a 2#, laa de quadros para
vestidos a 500 rs. o covado, o onlras muilas fa-
zcndas qucsevondem por barato preQO, e a ludo
8 dar amostras com ponhor.
Vende-se urna escrava crioula de 25 a 30.
nnno, boa engommadeira. cozinheira, e faz todo
O oais son-ico de urna casa : na ra da Caieia
Velha 11. 27.
A" lisl ripi; pni-onivifio @
e 2cavallos, com orreios somenle p;.ra u'm, todo
novo : na ra Nova, cocheira a. 54.
Vcnde-se um cxcellcnto cabriolet e lam-
be m um carro de 4 rodas : na ra do Aragao
numero 37. *
LIMA 1)0 VAPOR-
Grande o variado sortmento de calcado fran-
cs, roupa feila, miudezas finas e perfumaras,
ludo por menos do que era outras partes: na lo-
ja do vapor na ra Nova o. 7.
Tachas para engenta
Fundigo de ferro e bronze
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para vender em
leu armazem, na priffja do Corpo Santo n. 11,
lguns pianos do ullimo goslo. recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres, a
1 multo nroDrios para este clima.
DB
i
A distincta corporaeao
acadmica. 5
Rerebe-so charutos em macos de fu-
nio havatio, fabricados no Bio'de Janeiro
a C-S rs.
Sebo e graixa.
Se' o coado e graixa em. bexigas: no armazem
u Tasso Irmos, no caes de Apollo
CAL DE LISBOA,
nova e muito bem acondicionada : na ra da Ca-
deia do Recifen. 38, primeiro andar
Cheguem ao barato
O P regu.;a est queimando, eiri sua loja na
ra do Queimado n. 2.
Tecas de brelanha re rolo com 10 varas a
25?, casmira escura infestada propria para cai-
ga, collete e palots a 960 rs. o covado, cambraia
organdy de muito bom goslo a 480 rs. a varak
dilaliza transparente minio fina a 355, 45?, 55?,
e 65? a pec,a, dita tapada, com 10 varas a 55? o
65? a peca, chitas largas de mo lernos e escollados
>adr5es a 210, 260 e 280 rs. o covado, riquis-
simos chales de merino eslampado a 7* e "
ditos bordados com
delicada a 99 cal
ma, muito finos
jas de seda a 59, lencos de cassa com barra a 10 meia sala, com 18 lases a velas, a peca M
100, 120 e ICO cida um, meias muilo finas na-' 9 m,is b"nila e niais rica T1P t'in vindo ne*s-
* ta pracv
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido
Em casa de N. O. Bieber & Succcssores, ra
da Cruz n. 4, vende-se :
Champanha marca Farre & C urna das mais
acreditadas marcas, mui condecidas no Rio do Ja-
neiro.
Vinio xerez em barris, cognac era barris e
caixas.
Vinagre branco e tinto cm barris.
Brilhantes de varias dimensoes. .
Eiher sulfrico.
Gomma lacre clara.
Lonas, brinzaos e brins.
Aro de lllilo
Ferro da Suecia.
Algodao da Babia.
5*33*3 5^?5*5^a
RtWEI INlUMPAKAVtL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Milharesde individuos de todas as nacoes po-
dem testemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que '
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mera-
brosinteiraraente saos depois de haveremprega-
do intilmente outros iratamentos. Cada pesoa .', Esteestabe amento olerece ao pu-
poder-se-ha convencer dessascura maravillosa b,'C Um **"? C r,co ortiireiito
pelaleitura dos peridicos, que lh'as relatara PreS convenientes, a Saber :
Homem.
45--Rna Direita-45
por
NA
e armazem
DE
Tnin ,1o i>.i / ra senhora a 45? a duzia, ditas de boa quadade 2^1*** a.-B.*-, LOja llG maimn. a 35 e3tt5oo a duzia, chitas francezas de ricos '
i
g iterobeu-senoro sorliment de vesli-
Loja de marmore.
tt Recebeu-aa novo sortimcnlo de vesli-
C desde phanlhasia, ultimo goaCo na @
Loja de marmore. %
desenhos, para cobert a 280 rs. o covado, chi-
tas escuras inglezas a 5j>900 a poga, e a 160 rs.
o covado, brim branco de puro linho a 18,
15?200 e I5?600 a vara, dito proto muito encor-
paloa 155500 a vara, brilhantina azula 400, rs.
o covado, alpacas de dilTerentes cores a 360 rs. o
covado, cesemiras prelas finas a 2*500, 35? e
35?500 o covado, cambria preta e desalpicos a
500 rs. a vara, e outrasmuitas fazendas que se
Foges econmi-
cos,
FogCS econmicos americanos, os melhores
que tem vindo ao mercado, nao s por cozinha-
rera em melade do lempo de qualquer ouiro,
como por nao gastaren! urna terca parle da lenba;
cslao-se vendendo por metade do sen valor,
approveitar a occisiao. Garanle-se a boa quali-
Recebeu-se novo sortimento de vestidos $ fara palenle ao comnrailor e de todas sa .IitSa dade e bm lravado dos mesmos : vende-se na
os de cambraia bordados, ullirro gos- @ mASIr,e Pnm nonKx- i fundicao da ra do Brura n. 28, loja de ferragens
pen,lor- >da ra da Cadea do Recifen. 6i.
:.
to na
Loja (lo*marmore.
8 lt"ceben-se novo sortimento de mant"-
iv's, capas, ronds de velludo, grosdena- $;
fe' pies, lil e cambraia, ullimo goslo na
Loja de marmore.
Rcabeu-se "ovo sortimento de cha-
,.,' peos de palha d'Ilalia e de seda para se- @
- | uhuraa n i M
Loja de marmore. |
.;.:..:,::::Q ::e999#489
',*; Recebeu-se novo sortimento de sedas
em pee, para vender a covado, de todas
cores, lisos e la*rados
Loja de marmore. ||
8 Itec'elieu-so novo sorlimenlo de vesli- @
g dotpretts, ultimo goslo na S
Loja ile marmore. g
\ -. .-: : @3S9@9S9d998
H ltecebeu-se novo sortimento de bxirnus Q
ira saluda de lliealro, e para passeio na }
Loja de marmore. 8
:: sfmmmwsmx
ltecebeu-se um completo e variado t
t ment em cores, de franjas, grades, |fj
Ir.incinhas e lilis para enfeites de vesli- W;
-, ultimo goslo na ^S
^ Loja de marmore. %
Recebeu-se novq sortimento deca- .jK
cari itpara s -nhoa ta ^ jifa
. Loji de m.irniortv ^
Recebeu-se W^oitierito de en- }.>
iles i' ra senhora, uilifou gaatk n> i ^
Loja de maruipn
Neste armazem de molhados con-
linua-se a vender os soguintesgneros abaixn moncianados de superiores qualidades e mals barato
do que em ouira quilquer parte, por serem a uiaior parle delles recebidos em direilura por conta
i dos propnclarios. *
Velas i\e spermaccle
cm caixi cora 25 libras por lj rclalho a60rs. a libra.
Manteiga para tempero
porfeilamente em bom estado vende-se em barril a 160 rs. e a relalho a 200 rs. a libra.
Mantciga a^leza e Vranceza
do 5G a 800 rs. a libra a cm barril
perfeilamente flora mais nova que tem viudo ao mercado
se tar ulgura abatimento.
GRANDE SORTIMENTO
DE
jazendase obras fcitas
luoja
|Ges&Baslo|
S Na ra do Queimad) n. a
46, frente amarella.
I Sortimento completo de sobrecasaca de |g
i panno preto e de cor a 25$-, -2S}, 30J e S
| 359, casacas a 28?. 30 e35. palitolsdos jf.
mesmos pannos 20-9. 22* e 25$, ditos de 2
j casmira de cor a 16 e I8#, ditos 8C- ^|
J eos das mismas casemiras modelo ingle .
i casmira fina a 10. 12/ 1 i e 15$, ditos 8
\ saceos de alpaca prelo a 4$, dilos sobre 3
fino de alpaca a 73, 8Se!lS, dilos de me- a
\ ri setim a 10$, ditos de merino cordao tf
J a 10$ e 13, ditos de sarja preta trancada b
I saceos a 6$. ditos sobreeasicos da mes- ^
' ma razanda a 85, ditos de fusl.io de cor e 3g
8 branco a 4. 4$50() e 5$, Golletes de ca- M
semira de cor e preto a 59 o 6j>, dilos de **
l merino preto para luto a 49 e 59, dilos 2j
* de velludo preto de cor a 9J o lo?, dilos 7
i de gorgurao de seda a 5; e 69, ditos de M
* brim branco e de cor a 2JSUII e 39. cabs 9
| de casmira dn cor c prelo a 7$, 8$, ''Ji S
p e 109, ditas para menino a 69 e "9. ditas *|
g de merino de cordao pira nomem a 5$ 0 ag
b Gj, ditas de brim branco a 5} e 69, ditas $
g ditd de cor a 39, 3*500, 45 e 59. e de fi
> todas estas obras lomos um grande sor- 2
g tmenlo para menino de lodos os-tama-
t nhos ; camisas inglezas a 369 a duzia. Na 35
a mesma loja ha paletots de panno prelo J
| para menino a 14$, 15j u 16j. dilos de a
I casmira para os mesmos pelo mesmo 35
t proco, ditos do alpaca soceos a 3j e ?
I 3$")00, ditos sobrecasacos a 59 e 6$ parj
8 os mesmos,calcas de brim a 2*50'*, 3* o 9*
fc 3*500, paletots saceos de casmira decor nK
a 69 e 73, loalhas do linho a 8 e 1* ca- 5jj
da urna. >
No mesmo estabelecimento manda-se 31
apromptar todas as qualidades de obras "*>
P ledenles a roupas feilas.em poucos das, mt
. que para esse lira temos numero suf- |
^ Uciente de peritos oHciaes de alTaiates |
sp rgidos por um hbil mostr de serae- S
^| Ihanle arle, flcando os donos do eslabe- ig
lecimeoto responsaveia pelas mesmas ny
^ obras at a sua eniroga. j}|j
ummmm wzms tmm'mmi*
\ ende-se urna pret 1 recolhida com uma cria
serujo o motivo da venda a mesma cria ; cosinha
t enzomma, cose e tem todas as mais ha-
bilidades at s>?r boa enft-rmeira : na ra da Ira-
! peratriz n. 9, segundo andar.
I Casa com: siti. I
lodos os das ha muitosanuos; ea maior part-
della sao to sor prendentes que admirad, o
medico mais celebres. Quanlas pessqas reco
braram com esle soberano remedio o uso-de seu
bracos e pernas, depois de ter permanecido \on
go lempo nos hospilaes, onde de viam soffrer *
amputaeo! Dellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
submetterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, medanle ousodess,.
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa na
entusao de seu recouhecimento declararam es
te resultados benficos diante do lord correge
dor e oulros magistrados, afim de maisautentj.
carera sua firmativa.
Ninguem desesperara do estsdo de saude S3
tivesse bastante confiancapara ensaiar es^ re-
medio constantemenle seguindo algurn lempo 0
meniratatoquenecessilassea nalureza domi^
cujo resultado seria prova riucoutesiavelmente :
Uuetudocura.
inijuciio e til, mais particu-
larmente nos se^uintes casos.
Aiporcas
Catmbras
Callus.
anee res..
Cortaduras,
llores decabeca.
""seoslas,
os membros.
En|ermidades
emgeral.
Ditas do anos.
EfPoes e escdfbuti-
cas.
Fistulasno abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Jrieiras.
Gingiva escldalas.
Inchacoes
[ilammaco do igado.
da cutis
inllaniniuco dabexiga.
da matriz
Lepra.
Vales das pernas.
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sama %
SupuracSes ptridas
Ti nh a, em qualquer par-
te que S''ja
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articularles.
Veas torcidas ou noda-
das aspernas.
- Vende-se este ungento no estabecimento
geralde Londres n. 224, Strand. e na luja de.
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a Americ;
io n!, Havana e Hespanha.
en le-se a800 rs., cada bocetinha contem
urna instruccao em prtuguez para o modo de
fazer uso des-te ungento.
O leposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Crun. 22. em Ter-
nambu.10.
Relogios.
Ven le-seem casa de Johnston Pater'ft C, roa
do Vigario n. 3, um bellosortimenlo de relogios
de ouro,
Borzeguins imperiaes..... lOgOCO
Ditos aristecra ticos...... 9#000
Burzeguins moscovia (prova de
fogo e d'agua........ 9#000
Ditos democrtico?...... 6000
Weio borzeguins patente. 6$5CO
Sapa toes nobreza....... CgOCO
Ditos infantes....., 5^000
Ditos de linlia (o t|2 batera*). CjfiCO
Ditos fragata (sola dupla). cf0<>
Sapatos de salto (do tem). CAOCO
Ditos
Ditos
2$50
de petimetre......5(XO
bailarines........ 5^C0
Ditos impermeaveis. .
Senhora.
Borzeguins primeira classe(sal-
to de quebrar)......*. 5$000
Ditos de segunda clase (quebrs
cambada). ..,...,. 4^800
Ditos todos de merino (salto
denS0*o).........4|500
Meninos e meninas.
Sapa toes de forra. ...... 4CC0
Ditos de arranca........5'5(!0
Boizeguins resistencia .5,y e 5&0O
Pateo de S. Pedro n. 6, arma-
zem de gneros seceos e
molhados.
Vcnde-se neste novo estabelecimento saceos
com rarelo de Lisboa, farinha de mandioca, mi-
mo, leijao muUiinho t prelo, gomma de mandio-
ca, arroz de casca e dilo do Moranhao de supe-
rior qualidade, doce da casca da goiaba, vinhodo
lertoem garrafa do melhor que .ido haver no
mercado, manteiga ingleza p ranee?.-., banha de
pono emlatas, l.nlarhir.has de soda de lodas es
qualidades, ceneja preta e branca da melhor
marca, queijng flamengos frescaes, conservas in-
gle/as e os mais gneros que .-. vendem por menos
preco do que se vende cm oulra qualquer parte.
Cambraia organ-
dysa3ti0o covado.
Vende-se na ma do Crespo, loja n. 8, de qna
tro portas, ccml.raia ranceza organdvs a 360 "
covado, para acabar uma factura ; assim com1
boas chitas francezas a -040 o 300 rs., fazenda d"
lindos radroes e cores fixas : d&o- se maostra.0
SYSTEM \ MEDICO DE H0LL0WAY.
PILULAS hollwota.
Estemesumavel especillco, con,p> cl( imeir;--
mente de hervas medicinaos, nv con ti d d en > -
rio, nem alguma outra substancia delectera B>
graos.
Qaeijos flamengos
i muilo novos recentcmente chegados no ullimo vapor da Europa de lgTOO a 3J ea
que o freguez fizer se faro mais algurn abatimenlo.
Qneijo rato
os mais novos que exsiem 110 mercado a lo a libra, em porco se far abalimento.
Vande-se espirito^de vinho verdadeirocora 44
8 ^** ^w-.. ^jm. iwi ^1 rAos.chegadoda Europa, as garrafas ou as ca-
'-} Vende-se a casa, do corredor do Bispo @' andas na ra larga do Rosario n.88.
MC que Gca junio a tonda doferreiros, com35 ^ Rnq rio Unn7n lo V<-kA-o k /. O
vista do gasto palmos de fenle, e 75 de fundo com 3, ^ llua uaorilAala ilU V d II.^a
janellasde frente o portao do lado com so- jjj Vende-seem casa de S.P. Jonhston & C.va-
9 ao na frente da mesma largura,e3 janel- 9 qaetasdelustreparacarros, sellis esilhoesin-
@ las com uma sala no sotao e 4 quartos e jj glezes,.candeeiros e casticaes bronzeados.lo-
- -,
Recebeu-se novo sorlt|uenfo &vea-'
.' I los de tarlalana braneos bordados na
-t^ ^ Loja de marmore.
-#. se -^i'^bgmm
i;, c -beu-ss novo sortimente de india-
braucas para vestidos lisos, fazeo-
d 1 especial na
Loja li'.celii'u-se novo sortimenlo do
m >i i!*s;i[il^v-n,i _
LOJ ) '(1 ti llTcf^rffTr^.
- -
v-,
ft>.
bra-
\uveix.as 'vancezas
em latas de 1 lt2 libra poriSoOOrs., e em campoteiras de vidro contendo cada uma 3 libra
^.or 33OUO.
Mwslarda \ng\cza e ranccia
cm frascos a 640 rs. e em potes franecza a 800 rs cada um.
, \evi\adeiros Wgose comadre
m caixinhas d 8 libras elegantemente enfeitadas proprias para mimo a tjSOO rs.
Uo\ae\\m\\a ingleza
a mais nova que ha no mercado a 240 rs. a libra e em barrica cora I arroba por 4$.
jk Potes viurados
g! de 1 a 8 libras proprias para manleiga ou outro qualquer liqulo de 400 s IjOOO
\mendoas eonfeitadas propalas para sortes
de S 5oao
tt"i a 1S a libr3 e em frasquinhos, contendo 1 1|2 libra po: 29.
Cu preto, \\yson e perola
'fi Hnelhores que ha est'e mercado de 15600,2-3 e 2$500 a libra.
;.: 2 sala em baixo
ra estribara e 1
; tres quartos ro/.mha fo- @ Qas inglezas. fio de vela, chi
role para carros, e
ous:aval-
| ra estribara el quarto para escravos, lodo | montaria, arreios parararro deum ede
murado.cacimba do boa agoa tendo o ter- 9 os e reosnos d'ouro patente inaleze
reno mais de 180 palmos de frente o mais ja
.vj de 100 de fundo com um terreno para a
j ra do Pires com 1O palmos de frente e
^j mais de 200 de fundo proprio para se edi-
todo plantado de arvores fructi-
H
S flcar
feras como larangeiras, sapolizeiros, ia-
qieiras, ligueiras, pinheiras, coqneiros,
a goiabeiras, fruta-pao, parreiras.caneleiras e
gj mais arvores de fa^tQ c flores, a tratar na
a ra dajjlain/. da Boa-Vista n. 5 taberna.
~* -^ S? 1 > '. ^i ^> t^ ^ *;> or 3 ->
----*.'-. 'J^Ptv '* V> *C? .i* -">----
m
s
9
- Rival seiti segundo.
Na ra do Quaimado n. 55, defronte do sbra-
lo novo, loja de miudezas de Jos de Azevedo
g M lia e Silva, ha para vender os seguimes artigos
9 abpixo declarados -
g|| Caixas de agolhns francezas a 120 rs.
' Sapatos de tranca de algodao a I5.
B carros de 4 rjdas "com'boTs itMt S"1.' ""S 10" T .
para carregar BAnnrn. a, .1.1 .-?*elhos de columnas, madeira branca.
rs. cada um.
l.-pelhos d
gneros da al- \su\
fandega ou assucar da estrada de ferro e trapi-
ches '. o ra de Apollo, armazem n. 38.
mansos, propnos
u
ICimento inglez.'
llar
S.
Recebeu-se novo sorlunerfl de le- :$?
i$S 1 es de sndalo na '^
Loja de marmore.
11-so bonitos sros du
-^ iieceoeu-sc ooniins gros iiu i.yan para
(Si vestido, fazenla ao covado, nova na
Loja de marmore.
% mm m ^m m m j m m
jj 1! eb"u-se novo sortimento de so-
. :.;. p'iletrfrs, caleas, colletes e
i calcado da Melles n?f
Loja de marmore
ltecebeu-se novo sortimento decha-
/, 1 ps decaslor preto e branco ede sedea
Loja de marmore.
'ende-se barato
NO
Armazem de fazenda
DA
lina do Queimado numero 19.
A i $800 rs.
Lencoesde linho Tinos a l^SOOrs.
A l$ri()0 rs.
C iberias Je chita grandes goslo chinez.
A ip00 r.
Madapolao infestado com 20 varas.
A 4,s")00 rs.
Cimbraia branca fina de salpicos com 8 1]2
varas.
A .vOO rs.
Verdadeira pechincl.a de chales de merino es-
tampados e lis i-, gran les e muito finos.
A 220 e 200 rt
Chitas francezas largas cores fixas e escuras.
A 900 rs. a vara.
[iri'ii tranca lo 3lvo com 8 palmos proprio para
loalhas so se vende ueste eslabeleciraenlo.
A4.se ^800 a peri.
Cambraia lisa fina com 8 1|2 varas.
A 60 rs. a vara.
Cambraia preta com pintas brincas muito fina.
A 500 rs. a vara.
Cambraia de cores muito fina mi>iiinha3.
A2|a duzia.
I.neos brancos para algibeira.
A 000 rs. a vara.
Algodao monslro proprio para leBQoes.
A meia pataca.
Chita miudinha pelo barato prego de 160.
Ma^as em caxiirtias de 8 libras
contendo cada uma diferentes qualidades a 4*500.
Palitos de dentes \ie\iados
em molhos ora 20 macinhos cada um por 200 rs
Tijolo rancez
propriospara lrapar faca a 200 rs.*
Conservas inglezas c francesas
em latas e em frascos de dilTerentes qualidades
Presuntos, clionr as e pavos
o mais novo que ha neste genero a 480, 640 e 720 rs. a libra,
l^atas de Imlacliinlva de soda
de differentcs ijnoilid*de^a.t.;j6ftem prcSo se far algum abalment
Tambera vendernrse os TNguintes gneros ludo recenteraente che-rado p Ha n
1 res rialiiades, presuntas a 4b0 rs. a Vibra, chourica muilo nova, m irmela,ia'0H m-7. r u',eru"
bricanledo Lisboa-, macadetoma.e.pet^^^^
/a
l'itraVollar vidros, louca, tartaruga, Wa
l miriiii er5,,xhegou.urna pequen* porco :3
[ deste cimema ja mAcanheciJo TTPsra 'ca- 5>
I ptale se vende unafrmente na casi de 3*
-} Augusto "t Perdigao, na ra da Cadeia do
: R'cil'o ii. -23, a 2u cala video dinheiro, '
vista. Os amadores devem quanto a*t
pr )ver-se delle.
Na fabrica de caldeireiro da ra Imperial"
| junto a fabrica de sabao, e na ra Nova, loja d
' ferragens n. 37, ha urna grinde porco defolhas
de zinco, j preparada para telhados, e pelo di-
minuto ureco de 140 rs. a libra
molhados,porisso pnoraettem os proprietarios venderem por muito
tendentes a
- menos do que outrooualauer
promelem mais lamU'rnserv.refn aquellas pessoas que mandarem poroulras pouco orticas com-'.
viessem pessoalme'aA ?rogam tambera a todos os sanhore deengenho e senhoreslavradou's
queirammandarsuasuTc.ommendasnoirmazemProgressoaue selhesaJDanca a boa aualidrle
o aoonlicionamento ;^V *"""""
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
?eitosparacaraisas
:"30UtOS' .
asa de Al
V 6
Botica.
DE E01IPAFE1TA
& M ISH&l 4%
Defronte do boceo da Congregaciio letreiro verde.
40i000 Colletes do velludo decores muitofinoa 10-000
"J,DOS de casmira bordados e lisos pro- '
. tos e de cores a 5-4. 5S500 a
Casacas de panno preto a 303, 35jj e
Sobrecasacas de dito dilo a
' Paletols de panno pretos ede cores
203. 239, 30fi e
I Ditos de casmira de cores a 153 e
! Ditos de casmira de cores a ~S e
Ditos de alpaca preta golla de velludo 3
' Ditos de merino setim preto e de cor
a 83 e
Dilos de alpaca de cores a 3500e
Ditos de alpaca preta a 3.50O, 5. 7S e
Ditos de brim de corr-s a 3*500,4*500 e
Dilos de bramante de linho broncos a
4*500 e
Carasio casmira preta e de cores a
9, lOg e
Ditas de princeza e alpaca de cordao
prelos a
Ditas de brim branco e de cores a 2$500,
4?500 e
Ditas de .adga de corej a
Dilas de casmira a
22a0C
1280f 0
1fOOO
tos de setim nreto a
de seaa franca a 5{
Dilos de gorguta oV se^a a 5$ e
's de casmira a
s de seda L/ai
53 e
9*000
5J009
9*000
5*000
6*000
12*000
53000
an
neos e de cores a 3g e
co e decores a 2* e
Ditos de fustaob
Ditos de brim bra
Semillas de linho a
Ditas de algodao a l600 c
Camisas de oeito de fustao brancas e de
cores a 2*300 e
Ditas de peito epunhos de linho muito
finas inglezas a duzia
Dilas de madapolao brancas e de cores
a 1*800, 2 o
Ditas de meia a 1* e
Relogos de ouro palentee orisonlaes
5*000 I Ditos ae prata galvanisados n 25* e
3*000 Obras de ouro, aderecos, pulceiras e ro-
5S50J! selas
Bartholomeu Francisco de Souza, ma larga do
Rosario n. 36, vende-se os segnintes medica-
mentos :
HoblAffecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Di'a Sands.
Vermfugo inglez.^
Xarope do Bosqur
Pilulas americanas (contra febres).
U iguento Holloway.
Pilulas do dilo. ..
Ellixir arrli-asmalhico.
Vi Iros de bocea larga com rolhas, de 2 oncas
e 12 libras.
Assim ramo tem um grande sortimento de pa-
88500 pe para forra de sala, o qml vende a mdico
fi.5f.OO; pr eco.
6*0001
3*5001 Vendem-se libras steilinas, em
9500 OMadN. O. Bieber &C. : ra da C
2*000'n. 4.
Phosphoroscom caixa de fol'.ia a 120 rs.
Frascos de macass perula a 200 rs.
Duzia de facas o garfos muilo finos.a 3*500.
Clcheles em carlao de boa qualidade a 40 rs.
Caixas de clcheles batidos a 60 rs.
Caixas de obreias muito novas a 40 rs.
Frasco de oleo de babosada 50J) rs.
.Dito dlo*para fazoj||#elloTterredio-.a 800 rs.
Sapatos de laa par.i cnancls e 00 rs. -
Pares ducpftias sjefa^rsirciift a\|ft*
Pares de luvas de fio |kf'lrt)C>a a320; "'
Massos de graaJKfc. muilo boas a 40 rs.
Agulbeirosjjj! marfim a 160 rs.
ICa^^a^^i aoafar penas a 100 rs.
f>: is*h|PF-.4-i muito lin.-s a600 rs.
Tesoura^para costura muito finas a 500 rs.
Dilas P4r,iHihas a 500 rs.
Pecas de franja de laa com 10 varas a 1$.
Pecas de tranca de 15a com 13 varas a 500 rs.
Fetilho para enfeilar vestido (pe<;a 1*.
I.jnhas Pedro V, carlaocom 200 jardas, a C0 rs.
Ditas dito com 100 jardas a0 rs.
Escovas para dentes muito finas a 200 rs.
Pares ae meias de cores para homem n.uilo li-
nas a 140.
Cordao imperial (pecas) 40 rs.
Grammalicajjigk:
za de Olleift^ff. ;
Novo metliodi.para aprende a lr,
a escrever e a fallar in-jlez em G mezes,
obra inteiratnente nova, para uso de
todos os estabejecimentos de instrucro,
pblicos e particulares. Vende-se na
prara de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 57, segundo andar.
queseam.
Entre milhores de pessoas curadas cem este
remedio, muitas q,ie j estavam as pona d
m.rte, preservando em seu uso: ccnseguham
recobrara saude eforja, depois de haveVti nti-
dq intilmente todos os uniros remedios
As mais afllictas nao deven, eDtregi Wf a a>-
sesperarao; facam um competente ei sa p d -
efficazeseffeitos desta assombresa medid] a .
prestesreeuperaro o beneficio da saude
,ha" s, 1,ercf tenipn rm tomar esle remedM
Pra qnaiquer das seguntesenfemidadeT:
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias (mal deJ.
Asthma.
Clicas
Conyulsoes.
Debilidade ou extenua-
co.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
-uus.-i.
Dysinteria.
Dor de garganta*
de barriga.
nos rins.
Dureza no venln .
Enfei midades no ventre
Ditas no Dgado.
Dilas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosax
Pebre de teda a esreiie
Cotia.
II. monlioidas.
nydropesia.
Ictericia.
1 dijii sioes.
li lian n,.:i_oes.
Irregu raridades di
n < nsiruaco.
C< n.l ligas "d leda es-
pecie.
Mal ce Fedra.
Mane has na r utis.
01 slruccaa de venlre.
Pl ihisira ou cemsun p-
180 pulmonar.
Beii ncode puriaa.
Bheumalismo.
> ; ti massi tndenos.
Tumores.
Tiro doiurcso.
ras.
Venreo [mal .
mm
63tioo
5$000
rw
2*5001 Arados americanos e machinas
35W00 Paia 'avar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston & C. ra da Snzala n. i2.
2*500, Vende-se uma duzia de cadeirascom assen-
1J600 lo depalhinha, 1 sof, 2 cadeiras de encost, 1
9 jdila de bataneo, 1 mesa de meio de sala. 2 con-
30*000 .solos e 1 cama franecza, ludo de amarello'c em
j bom estado : na travessa de S. Pedro n. 4, se-
Igundo andar.
eobertos e descoberlos, pequeos e grandes.d-
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool
ivndos pelo i'.tinio paquete inglez : em casidi
oSuthall Mellor & C.
Loja das seis portas cm
frente do Livranienlo.
Covado a 200 rs
Chitas largas de bonitos goslos a 200 rs. o co-
vado, dilas eslreitas a imitacao de laazinhas a
160 rs., cassas de salpicos brancas e oe cores a
200 rs. o covado, pecas de esguiao de alggdo
muito fino a 3g a pega, ditas de brelanha de rolo
com 10 vaias a 2*. riscadinbo de linho a 160 rs.
o covado, chales de merino estampados a 2*.
lengos brancos com^arra de cor a 120 rs., ditos
coji bico a 200 rs., algodao monslro de duas lar-
guras o melhor que possivel a 640 rs. a rara,
rnussulina encarnada a 240 o covado, fil de li-
nho preto bastante largo. A loja esti aberta al as
9 horas da coile.
intermitente.
"Tendern-se estes pilulas no esleteIerirrtJ:to
geral de Londres n 224, Slrand', < ra lojn d.-
todis os boticarios droguistas e oulrss pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
.do Sul. Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a ico is! rada nina
dellas, contem uma instrurco eni portuguez pa-
ra explicar o modo dse usar desias pilulas
O deposito geral c em rasa de Sr. Soum phar-
meoruiico. na ra da Cruz n. 22, em rernan:-
buco
Potassa da Russia o cal de
Lisboa.
No bem conherido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Iterifc ". 12, ha para vender a
verdad, ira polasss da lii.ssia nova o de supericr
qualidade, assim fi no tambem cal virgeni rm
| pedra, IimIo por preces-D;i ralos do que cm
I outra qualquer parle.
" Machinas de costura.
N. o. Bieber & C. Succcssores avisara ao pu-
blico, que no seu armazem na roa da Cruz n. 4
eslao expoios venda as melhores machinas de
costura, que at hoje hem vindo a este n ercadr
asquaospossuem lodosos melhoran entosinven-
tados at esta poca sen. ler os defeilos que rao
outras se ola, assim sao de consttuccao simples
e facilitan o uso A coslura feta por oslas ma-
chinas nao tecm igual cm obra d mi, um pon-
to bonito e forte, alem de que alinham e roen,
de lodos os modos, cada caixa de cosiuia repre-
senta um lindo toilel para gabinete de senl 1 ra.
Igualmente ha machinas para srlleiros, etc. Os
procos s.io mdicos, e o Sr. Birminghcm, rnge-
nheiro, ensina o uso das machinas e lodas as par-
liculsridades da eonservacfio de sua construc^o
no acto da compra.
Loja das seis portas eui
frente do Livramenlo.
Roupa feita barata.
Paletots de casmira escura a 4$, dilos de al-
paca preta a 4 e 5, camisas brancas c de cores
a 2, dilas de fustao a 2toOO, ceroulas muito fi-
nas a ijjfiOO e 2g. paletots e brim pardo a 3*.
calcas de cascmia pretas e de cores, paletots de
panno prelo, sobrecasacas, colletes de casmira
preta, ditos de velludc prelo e de cores, um com-
pleto sortimento de roupa feila.
Vendem-se
saceos de milho novu vindos de Fernando rcuito
glandes, por precc ccicrcodo : na rua Nova nu-
rcero61.
ILEGVEL


DtAftlO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEIRA 5 DE OUTUBRO PE 1860.
FBRICA
DE
tmuum i mmniS) u iiuil
Sita na roa Imperial n 118 e 120 juato a fabrica de sabo.
DE
Sebastio I. da Silva dirigida por Francisco Bel miro da Cosa.
Neste estabelecimento ha sempre proraptos alambiques de cobre de diferentes dimencoes
de 300 a 3.0000) simples e dobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios cominos
para (estilar e destilar espintos com graduacao al 40 graos [pela graduacao de Sellon Carlier) dos
aielhoressyslemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do imperio, bombas
fle todas as diraenees, aspcranle3 ede repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, torneiras
de bronze de iodas as dimencoes e eilios para alambiques, tanques etc., parofusos de bronze e
(erro para rodas d'agua,portas para fornalhas ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimencoes para encmenlos, camas de ferro comarmacao e sem ella, fuges de ferro polaveis e
econmicos, tachas e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumaderas, cocos
para engenho, olha de Flaudres, chumbo em lencole barra, zinco em lencol e barra, lsnces e
arroellas de cobre, lengcsde ferroa lato,ferro suecia inglezde todas as dimnses, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e oulros muitosartigos por menos prego do que em outra qualquer
parle, desempenliando se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeieao j conhecida
e para Qouimcdidade dosfreguezes que se dignarem honrarcm-nos com a sua conianca adia-
se na ra Nova n. 37 loja de ferrageus pessoa habilitada rara lomar cota das encommendas
LUllAL.
Vndese verdadeiro corar de rais a preco
muito commodo, e mais muitas iniudezas e rap
de varias qualid.ides, tanto a realho como em
libras : na, ra larga do Rosario pnssando a bo-
tira asegunda luja de unudezas u. 38.
Vinlio de Bocdeaux.
Em casa de Kalkmann lrmaos&C, ra da
Cruz l. 10. enconlra-se o deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Frres
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, cm Bor-
deaux. Tem as seguidles qualidades :
De Brandeiiburg frres.
St. Estph.
SI. Julien.
Marga u i.
Larose.
Chateau Loville.
Chaleau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St. Julien.
St. Julien Mdoc.
Chaleau Loville.
Na mesma
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Cognac em barris quadade fina
Cognac em caixasqualidade inferior.
M
V^^CIA
n
casa ha para
niNDiaoLomoi,
Ra da Senzala Ttova n. 42.
Neste estabelecimento contir.ua a haverum
comapletosrtimentodemoen-das emeiasmoen-
daspara3uSenho, macJiina de vapor e taixas
deferro batido e coado.de todos os tamanhos
para
Bichas.
Vendem-se bicha^ reconlemente chegadas,
minio novas, por preco commodo ; em casa de
Joao Sou c C, ra da Cruz o. 22, ua botica
franceza.
Telhado de zinco.
Libras sterlinas.
Vendc-se no esrriptorio de Manoel Ignacio de
Olivera A; l'ilho, na praca do Corpo Santo.
Terrenos perloda
praca.
Caminho dos mnibus.
prelas a lg.lori idaspara candieiros a 100 is.a du-
zia, pecas du fitas de linlio a 60 e 80 rs.. Cordas
para viulao a 80 e 120 is., trancas de liobo para
enfeilcs de vestidos a 900 rs. a' pera, pintes de
alizar, de bjii ia, a 210, catangas de diversas
qualidades a 120.160,200,240,280 e SO rs.,
golinhas de carchi para senhora a 800 e 1, ca-
nivetesdo urna olha a 100, escoras para'"lenles
a 240 rs. sabao Ono paro barba a 80 c 320 rs.,
bicos linos finos a 40, 80 e 100 re. a vara, meias
para senhoras a 320 rs. o par, linhas de miada
pora eorchia 20 rs. a miada, ribique a 80 rs. o
papel, olmas de maca i 80 rs. a caixu, vsperas
O tclhado de zinco aqui usado as
companhias do (jaz-e caminho de ir no,
e urna das boas invenres modernas, el-
- preli'rirtenles poden
dirigir-so igualmente para qualquer proposia ou
esclarecimento ao herdeiro L. A. Dubourcu no
scu sillo na Capunga.
Seus preprietafios ofTcrecem a seus numerosos freguezes e ao publico era gera 1, lo ci
ualquer obra manufacturada em seu reconhecido estabelecimento a saber: machinasde vapor de
todos os tamanhos, rodas d'agua para engetihos todas de ferro oupara cubos de madeira, moen-
las e meias muendas, tachas de ferro batido e fundido de todos os tamanhos, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhes e boceas para fornalha, machinas para amassai man-
lioca e para descarocar algodao, prencas para mandioca e oleo dericini, portos gradara, co-
lumnas e moinhos de vento, arados, cultiva loies, puntes, -aldeiras e tanques, boias, ilvarergas.
botes e tolas as obras de machinisrao. Executa-se qualquer obra seja qual fr sua nalureza pelos
des mhos ou oollcs que para tal tim forem apresenlados. IVecebem-se encommendas neste esta-
oslecimeitlo na ra do Brum n. 28 A e na ra do Collegio hoje do Imperador n. Omoradia do cai-
ie;.ro do estabelecimento Jos Joajuim da Costa l'ereira, com quem os oretendentes se podem
entender para qualquer obra.
Crvela branca
u
-S.
Vaade-se et :ass le Saunders Brothers A
C. prai;a do Curpo Santo, relogios do afama
dj fabricante itos.cll, por presos commodos
e tambero noce.im; e eadeias paraos mesmos
deexceeilnte oslo
Vende-se urna loja de calcado na ra do
Livramenls n. 33, muito areguezada, e com ar-
ma<;o nova, e propria para qualqaer negocio
que se prebenda botar : a tratar na mesma loja.
Vende-so s c.isa terrea n 3> da ra do Pa-
dre Ploriaoo, com chaos proprios : a tratar ua
ra larsa do Rosario n. 20, >egundo andar.
PECIHNCHA. e cura os petores casos de rheumatismo, dor dt
Vcnde-sc um boiu cavallo castrade muito an- "al"''ar nevralgia, diarrba, cmaras, clicas, bi-
dader de ludo, Bem achaques, pt pouco dinhei-' 'ls> '"digestao, crup, dores nos ossos, conlusoes.
ro; ca ra dos Pescadores as. i e 3. lueimadura, erup;des cutneas, angina, reten-
I ao de ourina, etc., ele.
Admirareis remedios
aroerieaiios.
Todas as casas de famMia, scnliores de enge-
nho, fazendeiros, etc. devera estar prevenirlo'
com esles remedios. Sao tres medicamentos con
os quaes se cura dicazmente as principaes mo-
lestias
Proiipto alivio de RadAvay.
Instantneamente alivia as mais acerbas dort
que a durarlo do zinco infinita prin*
cipalrcenle se se tiver a cautela de dar
urna inao de tinta do lado ex posto ao
As melhores machinas de coser dos mais ,emP fna tellia de zinco cura o peso
atamados autores de New-York, I.! ^.e 2? libras, cobre um espado que pre-
M. Singer Ce Wheeler tWilson- icisaria Para ,:i1 im 50 lelhat de barro,
fj o espaco cobei to pela telha de zinco nao
3 Neste eslabeleci- penetra o menor pin'o de clmva e a
Jv. ment vendern-se as -i. i j. i ,
al machinas dcstes dous; ,dC'Itiade de sua corviucrao e tal que
rSfegsy3l> aulUfe8. rnostram-se a Juina canora pode conduzir de urna s
\l^tr 'j"-11'!."" l'<"-a do di ou vez o ttlliado preciso para cobrir urna
da none, e rcsponsabih- ,, ', .
por sua boa g''"de casa, c o telliadode zinco muito
til principalmente para cobrir enge-
i..i, (jjiu uoiuar a india una que lia a (*5( n.
linlade carmini lina a 500 rs., raixioha de papel
soriidas era edresa ig, dilasdequadrin1 ,t t( ii
rs., diit.s de iCres a 800 rs, atacadores d a
__ Na ra Nova ii de f chatos a 60 rs., ditos rolicos a 100 rs., ;
le faz-se recommendavel pela grande}d-se" urna eserara pelo lwAtoEo'Sr^'Iu- Sf.f?V i'M '"7!"aSoi1i n di,us de ; :i '"
durayo, pouco pe. no ediliciof Lo. ^nde-M m. ne*. Z e -"- ^^ ^^
acondicionamento, barateza do custo, e nem arhan", "! K*..^^..SPm os| los paras.
fcil conduccao etc etc., todos sabem
| nem achaques, de idade de 35mos".itoZlnl 5! SU'SsfS aJ ,;i" pr*s de ,r*BM de
sereico, por preco rom modo Tri ru' da ?0?. ^Cl'?COin60rs'V,il?>de s,'d" da ''
liaiiiz u. 19, com Predcrico Chores I J '"'"'s '"" '*- "1",,'iS do ,olla a "
I Vende vcnL se na i ua da Cruz arma- 500, 800, Ir 00 e 2$, K iras para un]
zem n. oo
Cera de carnauba a
Saceos.
10.V
I;
re ditos para costuras i lj, faca de rabo de ba-
n ,rr,U | lauro dous boiOes 6;0 enfeilcs dos *-ais n.o-
a arroua em |dernos qne Ta para senhoras a S e 4^0, di-
tos para meninas a 4jru e 5, caixa
Sebo refinado do Poi toemcaixOesa 1 ti; '.'as l'' "ova ,TW":> ICOe'60 rs. I>i<
.to em barricas a 1 Os'oO ; ^ "Th \t\ln> -uu- 28. ;i-" 50"
Dito ,.m vl.c ^ '1-P '"'l,a d0 6" '" "i;- > I"
Lmo em velas CaiXOteS de 1 arroba ""* figras para quadros ; venham logo
T
,\\
**mm&? i^^ '^mmmm,
Solutivo renovador.
Vende-se urna esceltenile propriedade SM
oorislmiJa de cal e lijlo, paredes dobra- E
, das, com 2 salas, 4 quartos, cosinha lora $
e muito fresca sita na Frequezra de J
boata do lado do rio do mesino nome : i^ [ pro
a tratar na rr. da Queimado n. -G A '$$ \ reo, tumores glandulares, ictericia dores de os-
feW "-V^ i^^d^anSIHKMi s"s' lumrs l>rancos.afeece8 do figado e rins,
.. 5, I ry*ilea abceasos e ulceres de todas as classes
Nai ra da Cadea n. ?, vendem-se as se-1 molestias d'olhos. didlculdade das re-ras das
guiles fuendas, por melad* de seu valor, para j mulhetes hipocondra, venreo etc
.. |uidaco.
Uicos Jo seda braacos o protos. de todas as
arguras. vara a U8, 248, 400. suo e 18000.
l"m completo sorlimen'.e de franjas de sedae
e algodo.
Chales de louquim a 1C, 15, 20 e 3a;;.
Botos le seda, velludo, de louca ede fusto
tli I idea i'.ii.is. duzio .i 200, 400 o 000 re.
C illariohos bordados de 500 r.i., 2l, 3 e 4.
Etitrea eios ai pecas com 12 varas a 1.
Folhos bordador tirase 300, i?, 29, 3-3660.
Camisetas com mangurtosa 3, i, 5 e t.
Enfoites de (lores a 6|.
Chapeos de s.'Ja para senhora a lOg.
Casaveques de velludo a 40 e G0$.
Ditos de seda a 2&3.
Cura todasas enfermidadesescrophulosas.chro- Ditos de merino de uma s edr a 3S
na m, j meas esyp hlllicas; re&olve os depsitos de miios Ditos de louquim a 15-
a- H | numeres, purifica o sangue, renova o syslema; lencos de cassa de core's com bico a 120 rs.
mpto e radicalmente cura, escropbulas.vcne- Palvtolde Stda para I
para hoiaem de IOS n 12$.
Dito de panno e casenika a ir.$ e In?.
Cotes de vestidos de larlatana bordados aseda
a 13.j o 209,
Ditos dito de fular de seds a 15}
Dito dilo de seda prcta c de cojos bordados com
babados a (OS.
Diios dilo de rosdenaple prclo bordado a vej,
ludo com babados a 70g.
Hilos dito de grosdenaple preio a 508.
Dil iS ditu de grosdenaple preto d'aquile a 30?.
Hiles dilo dilo dilo a 2o$.
Ditos dilo de seda de cores com babado a 2!'
e 409-
Ditos dilo 'o phantasia de barege a lge I7lj.
Ditos dilo de cambraia brancas bordados linos a
20S e 30.
samo-nos
quadade e seguraiica :
do aT.yldoac\|DboS' -talaros barraces de ferraras,
Le te & irmios rua da j armazei* de deposito etc., etc., em
Imporatnz n. 10, SDtigamente. aterro da Boa- j sumnja quem <|i*er experimentar o te-
Ihado de zinco, conliecera' sua grande
i vantagem, este tediado vende se a i 2 I rs. por libra de 50 telbas para cima :
nos armazens de Paulo Jos (ornes e
Manoel firmino Ferrci'a rua da Con-
l*ll*1 i01 lll 1 f* Icorda armazem de materiaes.
Na loja da rua do Crespo n 14, vende-se um
variado soriimenio de fazendasabsixo menciona-
dos e por presos o mais barato queso pode ima-
ginar ;
. Cassas de cores flxas o rovado a 100 rs.
Csmisiiihas de cambraia com gollinhas a 5C0 rs
Dita dia com gollinhas e manguitos a 4j>
Peales riquissimus de tartaruga de 1(9 e 153
(-bales de lia (alampados a 2;50O.
por 12.S
Fio da Babia em saceos por libra 750 rs.
que se acabe a pechini lia.
0'
:*aas
Pilulas reguladoras de Rad-
way
paro regularisar o systeraa, equilibrar a circua-
cao do sangue, inleirantente vegetaes favoraveis
em todos os casos nunca occasiooa na uzeas niTO
i dores de veotre. dses de 1 a 3 regularisam, de 4
a 8 purgara. Estas pilulas ao elBcazes as allrc-
(Oes do tij-ado, bilis, der de cbeca, ictericia,in-
digesto, e era todas as enfermidades das rau-
l.ieres a saber: irregularidades, lluxo. reten- Dilos dilo do seda nreta tarrada i 25S
^osAflores brancas- ^trucedes, histerismo, ele. uos nho dc ?,,la ^ Kr..Tw.
armazem de fazendas da
rua do Queimado n. 11).
I.i iimcs de bramante de uma s largura pelo
barato orec,n de I98OC cada lenco).
Covado a mil c dozetos ris.
Grosdenaples furia-cores com ninas pintas de
molo muito pouco, pela pechinchade 1;200.
A 5^500 chales.
Chales de merino bordado, franja oe seda.
(laudes colchas a 5^500.
Colchas de fusto muito grandes de lindos de-
senhos a :>reco de 5;0.
\ ende-se na loja de Amonio Augusto dos San-
ios Porto na loja ns. 37 e 39 na puna da inde-
pendencia, capellas de aljfar emorale para ca-
tacumbas, tmulos etc., etc., da turma seguinlc
o procos razoaveis : "IIL
DSd^;:!r'r,lto,n,>c,,,'-^-rn''dc^^>
Ditas dilas por
Ditas dilas por
Ditas de iraoitaile por
Ouadros com a imagem do Senhor Cruxifl-
cado com inscripces por baixo a U)> e a
Feri
das melhores qualidades que exist em I'
vende-se nicamente no armazem Pn
Duarle i Irmo, no largo da Penha n. 8.
O
Gran,i' -.>
CiiNDIEIROS
A*l

8t
3j
9a
x-3
rtimeuto de c id
gaz i Irogcnio, e lodos os mais pi
consumo dos mesmos : ua rua Nova a i I
\ i.inria.
-'- ~- -T^BMBBHB-j
Escravos futridos.
TI
D
Ditos de tustoo a 8 e I2#
Fitas i ji : i e de todas as qualidaJe de
-. .. 1 -">"*.
Ditas di velludo de -1 iC rs. a ! iOI
Seguro eeaira rogo
OMl*AIfH[IA

.o do mais prompto effeito na escarlatina, febre
biliosa, febre amarella. e em todas as febres nib-
ignas.
Bstestres importantes medicamentos vem a-
1G0 companhados de instrucres imprecas que mos-
tram enm a maior minuciosidade maneira di
app.ica los em qualquer enfermidade. Es'.ao ga-
rantidos de falsificacao por s haver i renda no
armazem de fazendas de llaymundo Caries Leite
&lrrnao, na ruada Iraperatriz n. 10. nicos
agentes em reniarnbuco-
llitosdilo de cambraia e si-da a 33.
Ditos dilo di' fusto com casaveque fallos a 15$.
Casaveques de rembraia bordado de 3.?, k% e 158.
Penleajorcs de camiiraia bordados para senhora
adas emoen das
Braga Silva AC.tem sempre no seu deposito
da rua da Moeda n. 3 A,um grande ortimento
de tachase moeedas para engenho, dornllo
acreditado fabricante Edvin Maw a tratar no
mesmo de osito cu na rua do Trapiche n 4.
TOS de Pn- no.oescravol'r*nc,sf'>. nulato claro ci
.ii rje :i) annos pouco mais ou n
gommar
econmicos
a 5$000.
Estes magnficos fer-
ros acham-se a venda
no armazem de fazen-
das de Raymundo Car-
los Leite & Irmo. rua
da [mpcralriz n. 10.
merino e seda a
:
a
al
y
T
tu
LOMQrt
AGEiM'ES
stley -& Gompanhia.
para
nape iib.ciorn.
Pedro II da imperial fabri-
ca de Joao Candido de Mi-
randa, Rio de Janeiro.
Este rap sem duvida o de nielhor quadade
niellior
Cabricado ueste imperio, acaba de chega'r
de-8 iiO deposito, rua do Vjirarin n >
torio.
e ren-
garlo n. 23, escrip-
F >rinas de
purgar assucar.
Euehadasde ferro.
Ferro sueco,
g Espingardas.
@ Ac de Trieste.
1 Pregos de cobre de coni-
posicao.
Barrilha e cabos.
Briin. de vela.
Couro de lustre.
j Palhinha para marcinei-
ro : no armazem de C.
| J. Astley & C.
Biiralo para acabar.
Rua do Pass-io Publico, loja
mi mero 11.
w
Heies para senhora, duzia a 3^500, o g'j'iO su
p perior, corles do vestido de cambraia com listras
s de seda a 5|, ditos de Ida a 5?, dilos de *cam-
- braia -; 35, ditos de cassas a 2&200, pegas de rara-
braia de salpiros a 3600, grosdenaple muo lino
1 a 1;.0C, e 2;300, cortes de cssemira a o;, chi-
! ta franceza a 220 o rovado, camisas francezas de
cores brancas a IjOOO. grvalas de Imlic a El n
rs.. diUs do si'tifla 500 rs. e 1S, chapeos de
n tiai'i i avariadi s a ?20. ditos de filtro, boa fa-zen-
W da, a2800e -I?, algodo de duas larguras, a ra-
ra a fino rs., algodoziohos a peca a 3}, 3-54(10,
j. 3$800e 48800 muito incorpados, madapotes a
W poga bJ30'J, 48200. 4g400. 4g600, e 60 muito fl-
1 nos, meiascruas a duzis 1$00, panno da Cotia
'i covadoa 340, chapeas de sol de panno ordinario
a 18800. ditos de seda a cSIii). algodao de sarco.
vara a 280, -hales de Ida a 18800, ditos de mo-
^ ri bordados 3 5$500, ditos lisos a 40500, U:i ...
| para rap de a Ico baca a duzia 40, dito3 de sariga
rnuio linos a 80800, palelos de casemira forra-
a 03.
Komeiras de cambraia de lpico c bordados a
.ASf-28.
\ isilase sabidas do baile de
8j 150.
Manteletes de grosdeniple branco a 1"1?.
Dilos dito preto co,m bi< o de lag a 20.
Visita de fil preto a I0J.
s.u.-'s bordadas para senhora a 20,20500, 8$ o 5g
Capas de velludo ricamente bordadas para se-
nhora a 81 0
Can isasde cambraia de salpico para menina a 1$.
hilos de fusiao bordado para crianca a lj.
Dilos de sida bordillos para crianca a 7j*.
Vestuarios dc gorguro para menino e menina
a -r), 8.i e 150.
Dilos de brins para menino a [0.
Ditos i.' fusto para meninos a tS.
Calcos dc casemira decores para menino a Ce.
Vestidos dc camlvroio'bordados para bautisado
de chancas a 60-e !55. *
Collas abeitas de la para cama a .">.
Grosdenaple decores rovado a la e l.*200.
rai :.i rio c. rea ora pequeo defeilu e tuofo o
colado a 320 r-i.
Barege de seda lindos padres o corados 900 rs J(l RUA DU QUEIMADO \. 30
EH SUA LOJA DE QI'ATHO POR1AS.
Tem um completo soriimenio de roupa feila, j
I e convida a tojos os seus freguezes e todas as
(ilAXUE SOUiniEMO
para acabar.
Na loja da ruado Crespo n Ii, vende-se 11 ni
vanado soitimciilo de fo/endos abaixo niencii na-
das, e por proco o mais barato que se podo inia-
' ginar. .
Paleto! sacco de panno pelo de 10j a 180.
Dilo fino de alpaca preta a 12
Dilo dilo de cores a Ib.
Dilo dilo dilo a 50.
l):io dilu do alpaca prela para menino a 7jf.
Dito de brim brarico de linho a \.
Dilo de ganga ;. 2J50O.
Gravatinha de velludo para pesclo de senho"
ra a 100 rs.
Lencos de relbez burdados
500 rs.
F.iilremeios bordados, vara a LOO rs
Tiras bordadas de pala o de largura a 1>.
Duas dilas largas, vara a 10600.
Tpele a velludado a li 1 8?.
Dilos dilos. lieos, (ara i cadeiras a I8J
Pannos para mesa a 20500 e 5;500.
Camisas inglezas..
Acaba de chegar na bem conhecida loja de
Goes & Bastos, roa do Queimado 11. 46. un gran-
dc e novo rliaienio dos can isas inglezas,
los rooderm s, r por si 1 grande por<;ao com ida-se
Fugiu no dia 2 di >ii mi d rn
1 Fram isco. 11 ulaln 1 larn r,
I lo, ca-
bellos pretos ani lia I -, ti nduzl 1 uma n ai 1 o
ovelha em que levou a roupa e algum dinl
assim como um rha| d......, natuia 1
villa do 1 (pn vincia lo Cear] e toi com
a Pedro Honorato da rambonl d m
provim ia ; n gai-se aos copilaesdi upo,
ridades ; olii e a qi | |Ui r pessi 1 a
ni nsao do dito esi ravo, a ci.lr. gara J I
Carvolho Mora es Filli 1 Oo Q itiui .
que ser em riei 1 mpensado.
Des9p g0 2 ,;,, setetBt ro
I > vn larde, 1
vo Antonio, cabra, de idade 20 annos, n m
;- -. 1 n irc do, 1 orp 1 e feii .
''ni ; : ipi lie bucu, cabellos rapinhos e
lano ruivi s, jalla munsami nle, levou 11 -
C misa e c lea branca, cl.aj co de fi I
1 suri i 10 di rn I ael e
roupa ; julga-se que scguii
oulros ; ira o sertao do Bui |ue, o'onde ve
: I rs 1 geni iue fui Miguel de D
n 1 Iva Jnior ; dilo 1 crai o foi o mprado 1 m
II ue marco de 1858 a J J
rara senhora a
DE
Fazendas e roupa feila
NA LOJA F. ARMAZEM
DB
"I( l'edi si is autoridades policiaes, rapili 1
de campo, oa qa [u !, 1 p, sa 1 ,. ._
cubrir, o pegarera, mai I u dj .,., ni,-,, ., ,.
si 1 hu Jos Gomes Li .1. m ;
da Cadeia, casa n. 56, t.iin dar, ondi
.1 1 ic recon ; ido a r,-
- 1 u pi ssoa dio I : 1 ;
ATI .1 1.
Fugio di sdc o din .-;... ()n cori
anuo, o esi ravo i rion o de 1 .
' s : mo, 1 'r
1, dentes olliiados; gal : ,
ndo fa .: 1 m n 1 l< tr nscravo ualii
Sobral onde tm pan i.t-s caj tivos,
'''' qu guio para al 1, 111 1 un ai.hia
11 11 ara la, or iss : povu a sua priso, que ser bem
a tratar com oscul sei
. ou na na do Api [3, a n ...
Ai ha-se i .. 10 um mualo cabra di
Raymundo Patricio, cfli ial di dn iro t baibi -
ro, foi ii-n.citi.Je> uo Para m anril de 1851
Sr. Manuel Jcaqnim di- Paria, o qual I
i fdido no Sr Feliciano Jos G01 ....
. nhor venden ullui ro ao S Frenen Ha-
orar a duzia dor35; lniaa ,omra da Cosa; Um os ceguinic sif-
-naes: estatura regalar, bastaue grosso e li :.-
. do. olhos amarellados, falla com d srn bai
Em caja de N. O. Haber A C. Successores, representa l. 1 35 a 40 ai.M.s : n ,-- -
rua da Cruz n. 4, acha-se venda um grande e dades policiaes a sua apprelirnsai e ..] "
variado sottimeuto de err-g-^s Gnas, obras de pegar, dirija-so ao cngenl 1
lanoeiroe periences sem lim ppr usos domesli- ou na rua do imperador n. 79, est-ripto
, es freguezes a virem
sao de linho puro
la decores muito Bna o corado a G rs
Kiscado de l e seda muito lino o rovado a tsO rs.
Chales de cores o covodo a 500 rs.
!. nci s dc seda de core.-: .1 \% e 1;500.
I.uvas bramas de pelica em iorn estado a 508 rs ,
Dilas d.> seda pretase dc cores a 320 rs. Pe.,S0M qe Jeseiarem ter um sobrecasaco bem
l-eques finissimos a i$500, 5 e 150. j feilo, ou umz calra 011 rollte, de (liriirem-se a
Pe;a de lita de gorgurflo para sinto de senhora esta estabelecimento que ciicontrarao um hbil
com 11 varas a 40500.
artista, chegado ltimamente de Lisboa, para
riesempcnliar as obras a vonla.le dos freguezes.
J tetn um grande sorliroento de palilots de ca-
semira cor de rap e oulros escuros, ilem a 12^, oulros de casemira de juadrinhos
d.i mais lina que 'lia no mercado a 16?, ditos
>
de merino seiim a l'2?, ditos de alpaka tnojlol
Pica estreita de velludo com 10 1|2 varos a 10.
Pita minio larga e rico desenlio para cinta d,
senhora a vara 2$500.
Chapeos de paa copa alta para homem a .-
Ditas amazonas para montara 1J0 senhora a <.
Ditos de seda para senhora a 100.
Ditos de seda de cores para crianca a 4*..
Bonels dr lontra para menino a -i.
U fina a Gv1, dilos francezes-obrecasacados a 12,
ditos de panno fino a 2(10, 253", e 308, sobre-
casacas francezas muile bem feilas a 350, cal-
cas feitas da mais fina casemira a 100, dilas de
brim ede fusto por preco commodo, um grande
aw:ala^Ar^?a,,: pa fiS Srv^on^nliA^ l^rrdJeoHete8deca8e,,,raj6*'d,ios,ie
rjjcovado, brim miodo para calca a 180 rs.o corado, UIU "^ JI 3 \j Lil^LSaiU3j .otiiras fazendas por preco commodo, um grande
algodao de listra muito bom'a 200 r3 dito mes-1 > sortinento de sapa los de tapete de goslo muilo
dado a 180, pegas de ahita para coberla a 8J5O0 A 1 ji |>-| niff IIOC apursdo a 25?, ditos de borracha a 20500, cha-
.nuilo fiua, dilos anudas para vestidos a 70, ditas IVlih lllUI^i I UL9 naaAanrmiilinS- ,i 1: a
K ObOO, e nutras muitas fazendas uue s a visia l peos decaslor muilosuperiores a 1G0, dilos dese-
dj comprador fai 4I0 I a w)<"v<\ noniulnc da, dos rnelliorusi|uelem vindo aotnercadoaIO0,
! ditos de sol. inglezes a 105J, ditos muitesbons a
rondes de pan-
de gollinhas e
re nieios muito
nos e Iravessei-
Tem um grande soitimenlo de alambiques.ca- fS Pr P'^, comraoJo- carai^s bordadas f|ue
rapuces e serpentinas de cobre simples e coi.ii- .servem Para balisado de enancas e para passe'o
ios, e uma machina de cobre de destilar e resti- I a S?1, 10 e 125?, ricos lencos de cambraia-de
eTnrrl!^ -nhoras, ditos lisos p,S
de mussuiina de seda, ditos de fantasa de seda, lU)r menos 5 a 10 por cento do que em outia qual ,lomera t,or prego commodo, saias bordadas a
ditos de s%da prelo, ditos de grosdenaple* borda- 'I"cr parle, a prazo ou a dinheiro, e fibrica-se e 350O, ditas muito finas a 5?>. Ainda tem um
,- restinho .lechales de toquim a 300, cortes de
Vcndem sedos cavalloscom lodos os andares.
ci s, productos ludes ^ indusliia norte america-
na, assim con.o :
Arados de diversos tamanhos.
Molnhos de milho
Machinas para coitar capim.
Grades.
Machinas para descarocar n.ilho.
rpo Jo 1.1\ mi 1 na rua de aii
30, esi 1 ptoiio de Hanocl Gouveii
ser geni 1 saroi nti ri ,0.
Boa lecompensa
Jos.- ti
ferros de engommsr econmicos
I
alheus Ferreira n & n ;
he Irouxi : o -1 u 1 -1 rat o Le ndro, o
9
signaes si guiles : idade 20 annos,
ou menos, baixo, rosto e cabec
no rosto, iu< .1 barba c miva, ar-
Tqueia um pe co os hq -, falla liei
naitiral do Ico, on I rua !a
Cadeia do Recite n. :J5, loja.
canoas de amarello de ib a 45 palmos, or pic-
eos commodos : na iua do Vigario u.5.

qui-
a c o
Loja de calcado.
Vende-se a dinheiro ou a prazo uma loja de
calcado com poneos fundos, muito propria para
qualquer principiante, e muito acslumadaa ven-
der bilheUs d<- lotera.: qu< m pretender dirija-se
,i praca da Independencia n. 39, que ce dir
qual e.
Bais.
Com este nome acaba de chegar uma peque-
a porfo de transparentes de tlures mu elegan-
tes para candieicos : ua rua do Vigario n. 19,
rimei.o andar.
Cavallo liuo.
Lifnilll'^li Ip f*- x^a fabrica de cattlereiro tic i-:''''osfrancezes as?,d'.iosg
lillfUlllUtaU ll It Villqp'i Irm-lnA; lurlra.l, .... noa4;?. um completo sortimento
VAndlo<^ 1 i?C lrmao Andrade, rua ^.^ lirasborila,!a?i eenl
ZCillaS (io BrUlil US. 1 i C 13, proprio para collerinhos de meni
Por menos de seu valor
Na rua Direita n. 08.
Riquissimos vestidos de bqrejo de seda, dilos
muito gordos e sem achaques, bonitis cores : na
rua do 'jueimado n. .fo, loja.
Lencos, bicos e rendas
Na loja da rua do Crespo n. 14, vende-se ricos
lencos de laberinto de cambraia de linho, bicos
0 rendas I'eilo na provincia do Cear..
Baldes de 30 arcos,
Chpgaram as mais modernas e melhores aaiaa
de balo rom 30 arcos: na rua da Imperalriz
numero 12.
Para colchoes.
Anda ha um resto do supeiior panno de linho
proprio para cotefae* ua rua da Csdcia do He-
cie n. -JR, foja d? Lene d Irmo.
do a velludo, polacas francezas da ultima moda, | conceria-sc mas as obras de cobre, brooze e fo- restinho (lechales ile toquim a 300 cortes de
chales de todas as qualidades, paletos de panno e 'na com a maior presteza possivcl. vertido de seda ,1o enrae mnii ||,|,A .
de casemira de dllTerentes qualidades, ditos de ,7 *le ^0re muil '.,n,las e superio-
; alpaca prela e de cores du 20 3S00O. e ostras Vende-se urna negra um pouco idosa : na res muitas a/.end6 que enfadoriho menciona-lus. rua l)'rcila n- 1-7.
(AlfiancanJo-se que nao se engeita dinheiro.]
Rua Novan. 3i.
Vende-se toucinho novo de Lisboa a 3C0
rs., azeite de peixe a 400 rs.: na rua Direita n.
11, esquina de S. Tedio.
Madama llosa vende ricos chapeos de seda pa-
ra senhora de dilfercntcs procos, de 10$ a 250,
dilos a Garibalai para menina de at li anuos,
dilos para bapiisado, ricas toncas para senhora,
pretase de cores, capellas para noiva, enfeilcs a
imperatriz pretos e de cores, cortes de veslidos
para neiva, ditos pretos e decores, esparlilhos'
de enfiar, dilos coro carretel, ricus siriloscom I-'
velas para senhora e manteletes, vluarios para i
baplisado, luvas de pellica, dilas de retroz, ba-
es, grande sortimenlo de chapeos dc.';l pa
.';mens esc.njQras.
Vinho genuino.
Anda lia uma pequea quantidade de ancore-
tas desle vinho sem confoico, e proprio de docn-
na rua do Vigario n.'l9, primeiro andar-
les
Ferros econmicos de engommar a
rua Nova n. 20. loja da Viaana.

vapor
na
1500, capotinlios prelcs e manteletes pretos de
ricos gostos a 200, 2555 e 303, os mais superio-
res chales de casemira eslampados, muito finos, a
80 e a.10, loalhas Je linho de vara e tres quar-
las, adamascadas, muito superiores a 53, dilas
para rosto de linho a 1??, chitas francezas de su-
perior quadade, tanto escuras como claras a
200,280,320, 400e440rs. ocovado, ricas
casemiras para cala, colleles e palitots a 43? o co-
vado, e ura completo sortimenlo de outras fazen-
das, eludo se vende por preco barato, equenao
possivel aquise poder mencionar nemaquarla
partedellas, no entanto os freguezes chegando e
-itierendocomprar aso iroserafazenda.
Chapos do Chyli de 2g al
Dilos de couro da Russia a
Ditos de palha arrendados muito Gm g
Dilos de palha dc tranca hambursueza a
Ditos de Italia a 20 e
12 000
15000
2. 00
15280
30000
' 'ai sltr fgida a escrara
duchan ar-se Paulina,I m ;
e tula, alta o muito magra, repnst nta
oosdeidade; desconfia i .i:l ni.
- arrabaldi rl
serian do Cear, o'onde n
- .....tora a unantia
: i, leja.
iem i pe-
pitos prototipos de quadade mullo fina a 11 000
Dilos de fellro amazonas para senhora a 11(000
Dilos dilo dilo a
Dilos de fellro rara homem c meninos
ds 20500 al
Dilos de lonlra lano baixos como altos
dc J08(O a
Ditos demasa de copa com pollo dc 2g
ale "
Fugio doengenlJo Qiianduz, en
btOOO no "lia 18de maioHo anuo pro: ,,,
- ravo de nome Lkiiz, de idade 23 a i' i-
G;000 nos- ro,rl s signaepseguales : rabia, de i Ma-
lura regular, baixo. quando se ausci.lou nao li-
9(00 nha barba nenhump, cabello a especie do de
ralo. Um um pequeo geilo as peri -i
10/000 dentro, um signa I n|a pona do lingna do la -
Loja de miudezas Da m
i
pos, no pairo do Carmo, que se gratificar com a
quanlia do 2000.
100$ de gralillcacao
Fugio no dia 27 de agosto do correrte armo un
pseravo por nomo Pedro, que reprsenla ter 32
anuos de idade, com os signaes seguinles de
edr simi-branca, alio, secco, cabelles corridos
cabeca redonda e chala airaz, poura barba "
uto apressajdo, quando
n.*.^,*#,. TtT L< r J m apressado, quando anda inclina n
UireilaN. 85, onde tem (r',''io^vn're,,,,/\,ni'''ro,,pnd^,^^br-,,--
^1 ~ J coeMl de riscadii^ho, chapeo de baca preta e
o lampeao do gaz,
do Chile Esle
. escravo Imita um prinYo~porP"
i llaMllLl Alves, morador no Arraial onde en f.i
vendem-se peras de filas de coz a 20 rs., cai- lor. ambos naturaes do Rio do r\-Z i a i T
xas d'agulhas francezas a 160 240 rs., colheres probabilidade que para l ossm Dor'te?em W
SrHS 1,TnnParHS0-U1'a fV'0 552C0- "8 Prente. Esse'eseravo foi de I iff 'ro I iUi o
SZin'n.8^^^.^'^ VdriJ.hs i 'iUlre"Le'.'.el ^ Jo seus pas, e Ireuxo
lgSOO.
nn!l "i fi
no AoV. ",,c,ros e ?,,'irus fi"os a 20, ga- i c capiles de campo a sua captura c '.cva-lo S Iua
Uo de linho branco a 100 rs. a vara, pulseiras de Apollo n. B 4.


C*J
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEIRA 5 DE OUTUBRO DE 1860.
Litteratura.
so partido se pode chamar reuuiu dos cidadaos
cordatos, que unidos ao poder conslituem o ver-
dadeiro corpo social ; bawam partidos raflcoro-
sos, divisos fundas ; tul o faci inconlraslavcl,
notorio, altc-stado por historiadores de todas as
Cores, Rolla, Cant, Gualterio, Fanni. o vos me
vindes dizer qde mol cmpolgou Pcpoli e poder,
do repente flcou lim pida e serena a almosphera
poltica, todos os nimos aplacados, lodos os
partidos reconciliados, todos os cidadaos unidos
n'uma sida, n'iim s impulso I Mas nao vides
que iicnhum liomem de senso acreditar jamis
lio absurda motamorphose? Nao vedes que este
povo. que ha dous annos apenas, rrcebia com
ovacoes lo enlhusinslicas e cordiaca seu au-
gusto soberano Pi IX, nao pode ler mudado lo
depressa do sentimenlos, o que entre esse povo
h,i ainda grande numero de calholicos, merco de
Dous! o que os calholicos uo se rehollara, prin-
cipalmente contra o Papa? E ainda ousaes fallar
do querer unnime! E repets cem vezes a mes-
raa mentira com un rynismo e urna pervicacia
que cansa lodos os desmentidos Quera quer des-
throiiisar o Papa, nnoo povo romano, sois vos
vos somonte, Pepoli, vos excelso Farini, com vos-
ibii
Pi IX, pontfice c re.
BJ M DAS PRINCIPAES ORJF.CC.6ES CONTRA O PODER
TEMPORAL UO P\P.\.
(Conlinuacao do numero 230.)
Pode ella ao menos ser considerada como a
dessa popular.? A Civill Catlolica res-
ponde : l'oia mster ler perdido lodo senlimen-
to de hoiiestida le para altiibur a esses homous
rivilegio do su- os melhores cidadaos de lodo
tado. Hilamos tambera, que entro os advo-
-, mdicos, professores, iliteratos etc. dos
los Homanos, lia numerosos e sinceros chris-
ue repeliera as falsas reformas do que se
. o diflicil Wra provar que os homens illus-
- creados as ideas modernas, excedem em
n ii.lio os homens Ilustrados educados as das
>S. Todava, quando so trata da flor da po-
.10. da porco mais escollada della, quanto
a oxlnso o rarieda.dede conhecimenlos e re-
gulaiidade do proceder, parece-nos* que devem
os eclesisticos ser lidos era alguma tonta ; se-
na injusto uo reconheccr nos 38,320 membros
do clero secular e regular dos estados da egreja
cuiros direitos seno o de pagar impnstos o ob-
ir as lus. Ora, sabe-se em que sentido vota-
Ka esse clero, que so dore considerar como fa- 11UC 1ere,m '-lo. romorando por deschristia- | dade universal. Por onde conci
/. ndo parle da flor do povo, c que certa mente l,lsa-'o. Vos sois tanto o povo romano, como vos-! rem diminuir o pontificado, desacreditar o ponti-
uo mais que outro corpo a alToico desso po- sos sanguinarios meslfesdo93 eram o povo fran- I fieado, abafar na lama o pontificado em vez do
le quera condece ello inelhor que ningueni as c.ez- como os peralvilhos que insullam as irmas lrabalh.ircra,na regeneraco da Italia' estira ca-
ospirarOes e as necessidades. Sera fazer urna par- 0e candade as ras de Lisboa sao o povo portu-
le un larga revoloteo, conceder-lho algumasI*n?* con, "s nossos caudilhos republicanos de
ihe luiba os inicuos planos ; e que u revolucko
v esstm esvaecer-se o phanlasma vao de unitfa-
de absoluta e numrica, quo com lano afn pro-
segue, absurda utopia que ella jurou estabcle-
cer lodo cusi sobre os deslrocos fumeganles
do papado e da Italia.
Eu acho un grande pensemenlo poltico nes-
le projeclo de lomar a Italia tima numericamen-
le debaixo do sceptro protector do monarcha sar-
do. Nao este o melhor meio de liberta-la por
urna voz do jugo cstrangeiro, regenera-la e tor-
na-la capaz de conquistar um posto importante
entre as nacoes civilisadas?
" Nao cerlamente, men charo, amigo. Nao
se regenera um povo renegando as suas glorias
passadas, rorrpendo com suas mais venerandas
Iradiccoes, calcando ios ps seus mais vitaos in-
teresaos ; ora se ha una gloria viva no seio da
Italia e o pontificado, ocio qual, ha 19 seculos,
contina ella domnW o mundo ; se ha una
Iradicco arraigada no fundo do coracao do povo
italiano, do verdadeiro povo italiano, a de res-
peilo, ani'ore veneraco profunda pelo pontifica-
do que elle sempre considerou como a arca sania
da nova allianca que Deus fez com a liumanida-
lodos os matizes lem sido o povo do Brasil I Fab-
< nlenas do votos eutre estes 38,100 eleitores
. racimo pondo de lado das reformas lo-
d< os professores leigos das sciencias e lettrns,
-. pinlores, esculplores e msicos, lodosos nus so,m
me Jicos, cirurgies o pharmacenticns, lodos os duzentos mullos derramados sobre a faco da
-.idos, procuradores, tabelliaes o homens de I rr* e importa a nossos iuteressas mais charos o
ios, todos os engenheiros, architeclos, geo- !"a's sagiados que a soberana temporal do Papa,
metras e agrimensores, ainda nesta hypolhese intimamente ligada dignidade, a independencia,
i ridenti mente contraria vordade, nao se oble- '' ''vre aeco da egreja, nao SofTra uculiuin golpe.
riam seno 1S,2:17 votos [ o numero ofiicial das
-- laquellas proflssoea) contra 3S.000. Cor-
-se agora desles votos hostia aquellos que
cortamente nao o sao ; ajunlem-se aos votos fa- i lremend
i is os desses nobres, desses professores,
christos tao numerosos ainda as elasses
. ivadas, os dos artistas honestos, os dos po-
oa commercianles, cmfim, os desses dous
ni tos de habitantes do campo ilo que cima fa-
vando o abysmo em que se hade ella submergir.
A Italia nao foi, nao ser grande no mundo
seno pelo pontificado. Quando. os imperadores
, ---- -- ------ r .- f- V...,.,VH ....."' uj i tu uwiuuuiVJ
ia-se ae respeilar os votos dos povo?. Pois bom I de Constanopla tremendo diante do futuro c ou-
nos calholicos. exclama o illusle hispo d'Oileans. viudo j o rumor dos barbaros que avan<-avam
nos somos um povo tambera, nos sumos mais de para as fronleiras do imperio, se distraliiam no
acham re tmenle
meie dos prazeres asiticos, e em dispulas de
tlieologia, quem no occidente oppoe um dique
elTuaz essa lorrenle de nacoes al ali desco-
nhecidas que se precipitara sobre Roma, doixan-
do apos si a devaslarao e a runia ? Quem faz
recuaro feroz Allilacom seus Hunos c obliga os
Se as popul.icoes nao so
exacerbadas contra o governo papal, porque I barbaros, vencedores nos campos dV bataTha,
jue vemos Po IX e Antonelli acolherem-se ] cahirem uns aps oulros vencidos ao p da cruz ?
debaixo das dobras do pavilho fran- Ouem, maS tarde, rctm suspensa a onda amea-
cpz ? A presrnca permanente do um exercito, e cadOra do is'amismo, prestes sfogar loda a ci-
de um exercito, cslrangeiro nos K-tidos liorna- vilisaco do occidente sob sua corruprao e seu
nos, o3o prova sobeja que o Santo Padre despotismo ? Quem conslilue dos relalhos "de
ja nao rema sobre o coraro de seus subditos? vinte reinos barbaros o santo imperio romano
Nao; a permanencia de um exercito nos fundado sobro as ruinas do primeiro o da assm
li::i desojado/ do silencio imposto aos bons, que
podiau/queixar-se, nem reclamar pela im-
; rensa j/das fraudes na confeceo o na distribui-
dos bolclins; do terror que se procuravaca-
lar nos animo?, proclamando bem alto nos jomaos
es quo loda du vid a sobra a legilimidade
ivo governo, loda hoitacao em segui-lo no
caminho aberto da salvacao da patria commum,
lia nao somonte um acto de rebollio aulori-
d le suprema do oslado, mas um acto de tai-ao
i i.i n.m o paiz, [textual] e mil outras infamias
laucadas por esses homens astutos e perverso,-'
isram todas asnoces do direito e perturbaram |historia? Quem, nesssscalos calamitosos, fez
toda a ordem europea, misler exercito de 500 circular abundanlemente na Italia e na Europa a
mil homens em tempo de paz para guardar os seiva chrisla, e assim calmou pouco pauco as
mus feries estados; 6 mister que por toda par- paixoes ferozes, applacou as discordias intestinas
i te, nao so em Roma, mas por lo la parle a forra e harmonisou catre s lodos esses elementos so-
material ven ha supprir a insuficiencia da auto- ,ciaes que se agilavam, que se abalroavam cont'u-
e deviam brotar
"' Quem fez flu-
**------~rr............h.w...w. v.- V- --Mv j '|uu au ligua un, 'jue se ai
ral. A posico de liorna nada tem de smenle, espantoso cabos d'ond
o; se o Papa nao se manteen, como os prodigios dos seculos novos '.'
ridad moral.
excepciona
oulr'ora, sem ejrcitos, a culpa nao doli, c sim
da revolnrao, que nao precisamente um aclo
romanhol ou italiano, mas que so lornou desgra-
ciadamente era nossos das um fado europeu, e
r i a laca m o poder temporal da enreja, despre- Pmciro europeu que italiano.
(i sua autoridad reneravel, levando a im- Q>nto a ser o exercito indgena ou eslrangei-
I ncia ale o ponto de nao cessarem de proles- ro< COUSB que depende da livre opcao ilo Papa,
.'.. sua veneracao e affecto para com ella (1 } sem '1" "'ssu lonha que ver nagao alguma. To-
V chaman isso sulragio universal? E esla do soberano, em virludo de sua autonoma, pode
ridicula con.odia que chrismarn aii de solemne ncontoslavelmeale angariar tropas fra do paiz.
"sem violar direito algum internacional, o disto
tem havido exemplos na Inglaterra, na Franca,
na Hollanda, no Brasil raosmo, sem que a diplo-
macia jmtiis levantasse a mnima queixa.
Masque falla-sc ohi de estrangeiros ? Porven-
!4ira os soldados calholicos da Franca sao estran-
geiros em liorna ? Nao oslao elles'l, esses lira- !
vos xo campo da honra do catliolicismo, para de- i
fenderum inleressecalholico que todos levamos,
peito? Nao esto ellos l, na casa do pai com- i
mum, prolcgcndo sua dupla magostado contra os1
sacrilegos insultos de um
mamestaco do voto popular? (2;
Mascnto como explicar as declaraces da
assembla bolonhcza e tantas pocas officiaesem
: nose cossa de inculcar a admiravel concor-
dia e unifornlidade das provincias em rehollar-
se contra o principado pontificio?
- ptimamente se explica ludo isso com o
ti rrivcl decipies el prcevaAebis da cscriptura. To-
d s cssas declaraces, todos esses memorndum
miras tantas solemnes mentiras laucadas em
. do mundo diplomtico por urna faego atre-
vida, para assim fazer preval
rescer na Italia as lettras, as arles, as sciencias e
a lornou a patria dos genios, a mi da civilisago?
Quem fez todas estas grandes cousas em bom da
Italia, corro em bem da Europa c do mundo ? O
pontificado, sempre o pontificado. Pois bem !
a historia deve ser a base da poltica. A poltica
que se desquila da historia que faz abstraccao da
historia, uo pode deixar de ser una poltica
funesta.
Nao se faz impunemente una solue.io de con-
tinuidade na vida do um povo: nose abre em
rio um abysmo entre o que elle fui o o quo elle
e. A conservaco do pontificado na plenitude do
seu prestigio civil e religioso pois do mais alto
interesas poltico para a Italia o para o mundo.
Ninguem noga os servicos pretritos do
pontificado; mas nem por isso deixa elle de ser
boje um obstculo unidade e por consequencia
forra o libcrJadc da Italia.
raen amigo, e ouve
Recolhe-te um pouco,
Uo do hos 'oriosa resposta qne d o padre Licordaire, o
ii haver estrangeiros I 'i- ,lor scu ardenl8 liberalismo est cerlamente
ecer o ominoso pre-
dominio que ella tem se arrogado sobre a aran- desnaturados "' :>) Pode ..... caugn^nuai / .
de maioria dos cidadaos honestos e pacficos. Se- Das "uhrvs c,eirM 'i"c corobatem pela causa sa- *D" dl oda suspeiia nesla materia.
E verdade, diz elle, o dominio temporal do
pontificado impedir sempro a Italia de se fundir
. estiibilho de todas as faccoes triiimphan-1os Hberiinoa revolucionarios,'sim, eompreiionde-! *'". um s re.ino de mudar euas capitaes coroa-
o ; que para ellos sao estrangeiros lodosos catira- '.
r.i a primeira roa que isto acontece ? Esto arcor- > Orada da egreja, r/ue ao mesmo lempo a de lo-
perfeilo, esse voto unnime dos povos nao o I dos os Povos civilisadosl [i] Estrangeiros para
o Ihema invariavel de lodos os salteadores
os? Mentira! mentira insigne I Ajuntemos:
..-ndo palpavel. Como!
Ha quarenla annos esta parle que a Roma-
gne, como as outras provincias pontificias, como
: n os estados europeus, se acha dividida em
- partidos quo se faziam encarnicada guerra,
1 Pi IX na bulla de excommunho.
- Quem desojar conhecer lodos os iuiquos
n anejos empregados pelos revolucionarios pie-
ezes as oleicoes di Italia central, lea um
ctiso publicado no Xrnide a Religin pe
lo marque/, llourbon de'
ha pn -encia
abril de 18C0.;
S79SV. cea rasABan*
lieos. Mas admirai a inconsequenca A revo-
lnrao que urlava hapouio contra Po IX por ler
em liorna um exercito francez, urla agora contra
Pi IX por querer organisar um exercito nacio-
nal. O vulto sublime de I.jinoriciere erguon lo-
se calmo c imponente ao lado do Pontfice a faz
espumar de raiva, e ella nao pode supportar o
espectculo do tim hroe 'ue marcha para defen-
der um santo. (5) E que esCa terrivel apparico
(;5) Assim o dectarou em varias occasies so-
lemnes o bravo general de Goyon, roinrnandanle
da divis&o franceza em Roma, expriralndo o peo-
ra del Monte, Toscano-, leste- smenlo do governo imperial",
dos fados. ( \id. n. de 1 de] 4) Patarras do Ilustre l.imoriciro Po IX.
5) Bella expresso daduqueza de Parma.
mrtii ii iiiB
em simples caberas de deparlamentos. Mas
isto um mal para ella? A Allemanha tambem,-
a Allemanha nao conhecer jamis essa unidade
numrica que sonha boje a Italia. A rivalidade
da Austua e da Prussia, assim como o profundo
apego dos pequeos reinos c ducados allemes 5
sua autonoma, ser um obstculo eterno rou-
niodo toda a rara germnica sob urna s capi-
I il e um s governo. E quera disto se queixa ?
Quem exprobra Baviera o nao dar-se Austria ;
Francfort e llamburgo opreferirem sua lber-
da Je municipal (loria de porderem-se n'uma
inmensa autocracia? Deixa por isso de existir a
nacionalidade allema ? A unidade moral e fede-
rativa que liga todos os seus membros em um
fexe tao glorioso, menos forte do que seiia a
unidade material de urna absoluta ceiitralisaro ?
L' menos uiua a Suissa, por ser diviuida em can-
loes confederados? Os Estados-Luidos da Ame-
rica sao inferiores ao que seriara, se Washington
se mudasse de repente em capital nica c domi-
nadora da Uniao? Certo, eis-ahi exemplos que
podem justificar a sabedoria divina'dc ler collo-
cadoo dominio temporal do portificado no cora-
Cao mesmo.da Italia, como um obstculo elerno
unidade do numero o do governo. Nao foi o
acaso que o^juiz, mas o decreto de urna provi-
dencia generosa para a Italia ao mesmo tempo
que providente para o s pontifical.
Se l'oma fosso urna illia no meio dos mares,
sem duvida a ninguem, principe ou povo, loria
ella incommodado, pelas necessidades de seu ter-
ritorio. Solitaria sob a guarda das ondas, ella
erguerla seus aimborios tranquillos no seio de
todas as agitaroes da natureza c dos homens, e
seus baixeis levariam suas oidens ao universo
som abalroar no caminho com a ambicio, nem
com os sonlras de nenhum povo. Deus nao o
quiz. Porque se Roma nao fra sonao Malla, es-
trangeira toda grande patria, ella nao torla co-
nhocido nem a torca, nem a flaqueza das cousas
humanas. E la nao passaria de um convenio, o
Deus que se senta capaz de mant-la no centro
dos seculos. dos negocios e dos infortunios, lan-
ou-a sobre as sete collinas do Tibre, l mesmo
onde os cnsules tinham gnrcrnadoo mundo, on-
de Cicero e os Cracchos tnham fallado, ondeos
Cesaros herdeiros da palavra e da guerra, tinham
supporlado o peso do mais vasto poder que jamis
existi. Era & um lempo o lugar mais Ilustre e
o mais oxposlo e aor isso mesmo foi escollado,
milagro de grandeza c de perigo, digno de servir
de ihrono vordade. Mas, ao mesmo lempo.
Deus que dava Roma sua egreja, nada lirava
Italia dos elementos naturaes de urna vida puli-
licalivre c foile... Filha primognita da Europa,
ella procedeu em ludo as nados modernas, o.
minadora as vas do bello, foi-o tambera as da
liberdade...
A Italia podo, se quer, aspirar monarchia
unitaria; mas nao o pode, nem em nomo da
nacionalidade, nem ora nome da liberdade. Na-
cao livre era a Grecia, e era una confodera-
(8o. NacBo livre a Suissa, e 6 urna ronfee-
raco. Naco livre sao os Estados-Unidos da
America, e sao urna confederado. E' at dado
crcr que o systema federativo o systema proprio
da liberdade, e que quanto mais um povo se cen-
Iralisa, tanto mais d ao poder a lenlaco o a fa-
cilJade de ludo submeltor & sua acr. Se em
voz. do ligar o mundo Roma polos ostieilos vn-
culos de urna coniralisacao servil, tiresse Augusto
querido ou podido esireita-los era vnculos mais
generosos que doixassem aos povos algum sent-
monto de sua existencia pessoal, nao houvera
fundado o imperio romano, islo a mais vasta
e irromediarel servidao que nunca houve, c nao
teriam lido necessidade os barbaros de sepultar
esse vergoiihoso edificio debaixo das ondas do
suas invases (6).
Nao teveento razo Civour para dzor em
piona cmara que a soicrastia pontifical mais
perigosa para o l'iemonte que o dominio aus-
traco ?
Razo leve e muita, que nada ha mais pe-
rigoso para o amllcioso que una barreira de bron-
' erguida dianle de seus planos de conquista.
Essa barreira ormlavel, que Qivour nem seus
satlites jamis liansporo, essa barreira contra a
qual virare quebrar-se as raivas impotentes do
garibaldtsmo unitario, essa barreira enorme, irre-
sislivel, sabe-o Cavour, nao precisamente o go-
verno do Papa, a egreja, o mundo calholico
nU'iro, Deus. Com razo, pois, se irrita, pe-
ante lo colossal difficuldade. A Cavour res-
ponda porffi Gioberli. I.ooge de pensar que
liorna fosse obstculo prospeiidade e grande-
za da Italia, sustenta o celebre ilalianisnmo, o
fogoso liberal Ciobeiti que, pelo contraro, a sal-
vacuo da Italia nao pode vir seno de liorna.
Ouramo-lo :
Eu darei como remida civilmente a Italia...
diz Ciobeiti, quando a vir calholica e sobeiba do
possuir a s da rcligiao e a gloria do pontificado
christao. lis antigos romanos quando veneraran
a magtslade do senado eram livres dentro, c fura
senhores do mundo ; mas desde que comecaram
vilipendiar aquella palernidade civil, caiiram
debaixo do jugo imperial, do qual passaram sob
o dos barbaros. Os Italiauos dos baixos lempos
florescerom tambem em liberdade, em commercio,
em arles, era lettras, em armas e fotam gloriosos
em quanto adoravam a paiernidaJe espiritual do
primeiro cidado italiano ; mas com o dosprezo
desta, enlrou de novo a escravido. Os Gibclinos
antigos furam a .causa principal das ruinas da
Italia ; os Gibclinos modernos, som o querorem e
o saberem, continuara a obra delles. E nao se
me alleguen! os defeilos dos homens: eu nao
ollio para os homens, mas para os insliluices ;
aquellos passam e se mudara, estas perdurara o
sao immortaes. Ouereis corriglr asfaltas? Co-
tnorai por abracar as iiisliluicoes, venera-las,
protege-las com "ardor de caridade o de f ; azei
que a vida moral, a vida do espirito circule de
novo no coipo da naco, o veris os membros
(61 Ue la libert de l'ltalie
1860.
el de r/>jlsc, Paris
TIM
C:;T3UBaiSiE!'
POR
PAULO DE KOCK.
.1 dama de ouros.
' Concluan
Nao, senhor ; foi para lhc fazer conhecer
emlini esia mulher que viveu na posico mais
abjecta, que foi o refugo da snciedade.
A senhora o>l inventando.
Senhor, desta vez, tenho proras .. Lea
cm primeiro lugar esta caria do Sr. l'roi-
mont.
E madama deFiervilre procurou com os olhos ; cao : madama de Firville ficra alterada, cahi-
Duinarselle cxamiiiou-o por um momento,
comparou-o com o seu, depois cabio de joelhos
ao p de Cerisclte, na qual reconbecera sua fi-
lha ; pegou-lhe na cabera, cobrindo-a de beijos,
chamando-a em vozes altassua filha. Gaslo
e Sabretache partilhavam o seu prazer ; Minos
julgou conveniente por-se ao fresco cora o seu
a carta que Ceriselte deixra cahir seus ps
mas j Sabretache se linha apossado della, o de-
pois de te-la lido aliira-a na clrimma que sciu-
lillava no lar, dizendo :
Aqu tem o caso quo fazermos da carta des-
so senhor. Cerlifico-llie que d'ora cm dianle
nao escrever outras. O Sr. Gaslo poz-lhc or-
dem.
Madame de Firville estremeceu de raiva ven-
do queimar a" caita mas inlcrpcllou Minos,
que pareca um lauto vezado, veudo-se no meio
de tanta gente.
Intimo-llie. senhor, quo diga a vordade
- i-ir asa de l.eon. Madama de Fior-
primeira 4 subir ; quera taller Ce-
i lie, mas sem ver seu sobrinho. Oisse-lfeye
i criado | ic Ddlbonn ia bem e eslavadesean-
lo, e que sua ama eslava no quarlo delle.
Madama do Firville disse Minos que ficasse
>..) momento na antecmara al que o chamas-
Dp| ns ordenou criada que a inlroduzisse
ndo
Sou a ta de "seu amo ; nao devo cs-
,
C risetto ficou pasmada vendo madama de
1. .villa entrar em sua casa ; entretanto ponsou
que ea devia conhecer o que succedera
- il rinh i, e que nao era para admirar vir sa-
i r noticias delle ; dispuuha-se dar-lh'as quan-
do madama de Firville dirigio-se para ella fi-.
xando-a como se quizesse pulverisa-la com seus Por l,.p.rcssc ,,"!'
o'.hares, edisse-lhe com voz spera apoando-sc "T M.lseravel bradou Dumarsello,
c:n cada pa!a\ra :
En tao baleram-sc por sua causa ? E' a se-
iibora que, depois de ler trazlo a deshonra
minha familia, ainda sur a causa da orarte de
nieu sobrinho.
Cerisetle ficou immovel, interdicta ; julgou
estar sonhando.
Oh os seus fingimentos do vrluJe nao
p< dem mais engaar ninguem; conhco-a ago-
ra, mademoisefe Cerisetle 1 Esse nome la-la
empallidecer, lembra-lhc cousas que esperava
conservar occullas, mas o Sr. Proimont, que a
conbecia perfeitamente, deu-me dealhes res-
peilo da sua mocidade.
Senhora... esse liomem um miseravel...
nao deve dar-llie crdito.
Olhe... !cia l o que elle escreve seu res-
poito.
Cerise>te pegou com mo trmula na caria que
ra sobre urna cadeira c tinha os olhos filos no
chao.
Emfim Ceriselte tornou si. Vendo Dumar-
sello de joelhos scu lado, Ouvindo-a chamar
sua filha, prodlgalisar-lhe as mais lernas cari-
cias, a moca julgou que eslava sonhando .. mas
Sabretache ali eslava pegando-lhe as inos,
riudo e chorando ao mesmo lempo, o dizeu-
do-lhe :
Oh sim, minha filha, nao um soiiho. O
Sr. Dumarselle seu pai. 0 mcdaihao que vosse
Iras ao pescogo deu-lhe a prova disso.
Sim ; minha querida filha, voss essa
respeilo desta moca. Nao vordade quo ella os- Clotilde cuja sorte ignorei durante virilo annos, e
leve n'uma dessas casas cujo nomo nao se pude
dizer e que foi ah que a conheccu ?
Min|ui senhora, di--se Minos procurando
urna posico graciosa ; verdadd que esta se-
nhora que enlo ora urna mocinhs, enlrou ne
estabolecimento da Sr." Taucredo, julgando en-
trar n'uma hospedara.
Ah : bom le conhecn, tratante murmurou
Sabretache fitando os ohos em Minos; d'aqui
pouco hei do dizer-te duas palavrinhas.
Mas ossa mulher ficou nesse lugar de pros-
tituico, ?abendo bem onde eslava?
Minha senhora) sim. quero dizer... vo-
entaram-a um pouco para que lcasse... mas era
i ultrajar esta mora dizendo della
calumnias felizmente seu lio esta
desmenlir-le I
Sou lio? rospondeu Minos, com liecnca,
atreves-te
lo infames
aqui para
a quem loJavia sempre procuiava, porque urna
voz secreta me dizia que um dii encontrara mi-
nha filha, e era tambera essa voz quo faza com
que eu a amasse.
Senhor, ser verdade ? Talfelicidade...
Charoe-me seu pai...
Meu pai !
Mas quasi logo Ceriselte vendo madama de
Firville no fundo do qirarto, lornou-so palhda o
murmurou :
Oh meu Deus mas eu tinha esqueciJo...
i A lia de Loou conhece as minlias fallas... ella
Ibas dir... Oh 1 senhor, nao me alreverei
mais a cbama-lo meu pai... poderia corar de
mira.
Nunca, minha chara filha, nunca Cerisel-
te nao existe mais ; subslluio-a Clotilde Dumar-
selle, esposa de l.eon Dalbunne ; esquera intei-
ramcnle o passado Se a desgraca impellio-a
um abysmo, voss provou, por sua conducta qlie
senhor, A pequea Ceriselte quo aqui est o que nunca larde para tornar viriude.
ou conhero bom nao tinha prenlos, era engeilada
como multas vezos no-lo repiti.
Ser verdade ? murmurou Dumarsello exa-
minando Cerisetle que continuara desmaiada e
cuja testa Sabrelacho eslava molhando cura agua
fra.
madama de Firville lira apresenlava, e esla, em
quanto a moca lia, abri a porta c fez signal
Minos que se chogasse, quando este enlrou no
quarto, disse ella :
E se se alrevesse a negar o quo est nessa
carta, desmentirla o testemunho deste hornera
que a conheceu quando era mulher perdida?
Criset(e, depois de ler lido a caria, cahira de
joelhos aos ps de madama de Firville; mas ao
ver Minos desmaiou c cabio estendida no ta-
pete.
Safa a minha visita fez-lhe effeito dis-
se Minos ; necossario fazc-la tornar si.
Qual! Tudo islo comedia. Esla
quer tornar-se interessante.
Nesse mrcenlo cntraram no aposento tres pes-
soas : Dumarselle, Gasto o Sabretache. Esto
voou soccorror Cerisetle, e Dumarselle vollou-
se para madama de Firville dizendo-lhe :
Mandou-me chamar, scnliQra, para que eu
fosse ainda urna vez teslcmunha das suas msac-
fes ?
[] Vide o Diario n. 230.
A prova de que nao sou impostor, replicou
Minos abrindo urna carteira vclha que tirara da
algibeira que tenho aqui urna carta que esta. .
moca irazia comsigo o que devia ajuda-la en-
contrar seus pais ; perdeu-a ura da na oseada,
e cono tenho o costume de apanhar o que vrjo,
apanhei-a ; adama de ouros ; mas tem algu-
mas palavras escripias as cosas___
_ D-m'a, exclamou Dumarselle arrancando
quasi das roaos de Minos a carta que esle lirra
da sua carteira.
Mas apenas deilou os olhos para ella, apenas
roeonheceu a lellra, ficou trmulo, pude apenas
balbuciar :
Oh I meu Deus 1 esla leltra minha Sim,
sim, fui eu quem escroveu islo.
E' sua, meu ofiicial exclamou Sabreta-
che
Ir
quasi subitamcute em urna csialagem porto de
Nemours, onde essa menina foi recolhida e edu-
raoca cada> lia Per, dc v'nle iinnos-
Seria posJIfel tonta felicidade! enconlra-
ra eu emfini a minha Clotilde, essa filha que
O seu cobarde perseguidor, o indigno Froi-
roont, j nao existe, disse Gasto ; vnguci seu
marido.
E o bandaiho que ainda ha pouco eslava
aqui timbera nao hade demorar-se multo, mur-
murou Sabretache
Quanto madama dc Firville, disse Du-
marselle, pens que d'ora em dianto nao que-
c.usar-lbo a menor pena.... urna mi
moslrar-so indulgente para cora sua ti-
icia
deve
Iba.
Lina me I exclamou Sabitlaciie e Gas-
lo !
Sim, minha (liba, aqui lera quem lhedeu
luz... Divulgando esse mysterio, sei que dou ura
golpe teirivel na aenhora... porm nao tenho
mais consdoraQoes para com aquella que ou-
lr'ora repellio-a dos seus bracos e que boje espe-
rava feclnr-lhe os de seu esposo.
Madama de Firville estremeceu ; orcultnu o
rosio as nidos, e pareceu (car anniquil-
lada.
Cerisetle encaminlrau se de vagarinho para ol-
io. Achou-se ossa carta na roupa da ama que! la e cabio do joelhos seus ps ; depois lovan-
azia esla menina para "Pars, e que morreu | lando as mos juntas para madama de Firville,
com voz alta corlada pelas lagri-
murraurou
mas
Senhora... por obsequio... diga quo me per
da... As rainhas fallas foram involuntarias... o
meu arrepcndimenlo sincero. Ah se cu tivesse
choro e a quera dcbalde procuro ha tantos an-jao p do mira urna me, leria sido lo feliz de
nos. Mas se ella, deve trazer ao poscoco um
medalho egual este.
Sim, meu ofiicial, e nunca o deixou. Ei-Io
aqui.
E dizendo isso, Sabrelacho abri o peito do
vestido de Ceriselte, o puxando pelo coido de
seda mostrou o medalho.
ama-la. Nao me odiar mais, senhora. Ser esse
o seu perdao ?
Madama de Firville ficou como que hesitan-
do ; dir-se-hia que no fundo du seu coraro tra-
vava-se vilenlo combale : emfim, seni olhar
para sua filha, aprcsenlou a mo Ceriselte que
a cobrio de beijos e lagrimas, e sem tirar o
lonco do rosto, sabio biuscamente do apo-
sento,
Agora, disse Dumarselle abracando viva-
mente, venha, minha filha, para onde esl scu
esposo, o nao Ihe contemos esle acontecimento
se nao se elle livor foreas suQicienles para sup-
portar a noticia da sua felicidade.
Vo, disse Sabrelacho; mais tardo viroi
v-los; ainda que tenho o que fazer era certa
parte.
E o veterano sabio da casa de Lc-on milito de-'
cidido a por-se cala do Sr. Minos.
Na porta da cisa esbarrou com Patarata que
trazia dous ssbrezinhos debaixo do paletot e que ,
disse ao camarada :
Nao fosle dar-me noticias do leu duelo :
eu eslava inquieto, larguei-rae la procuri, o
lomci por precauco estas duas teteias para
le substituir no "caso de que te tvessem a-
viado.
Mu'Uo obrigado, camarada. Fomos vence-
dores, sem que eu tivesse necessidade de met-
ter-roe. O tratante que tinha ferido o Sr. l.eon
foi varado com todooacoio. Fez-sea cousan'um
pice. Mas nao tudo, a minha querida Ceriselte,
Agatha... que agora se chama CU tilde, encon-
trn sou pae, o bom Sr. Dumarsello. em casa de
quem amos em Neuilly... parece mesmo que a
Providencia arranjou tudo isso.
Hornera, de veras? Eslou contente ? Pois
a moga... j nao sei mais como ella se chama....
Que importa o nome ? Ella feliz ; o
quo quems saber, nao assim ?
Enlo sao inuleis as minhas espadas Vou
leva-las quem m'as emproslou.
Espera ; nao vs l em baixo um liomem
que vai seguindo encostado s casas, ocompa-
nhado por um caozinho prelo ?
Sim... suspeito mesmo que aquello bi-
cho nao vai muilo corlo... esl andando bo-
lina.
Vamos poga-lo : o mesmo liomem que
urna iioite no buulcvard alrevcu-se deler Ceri-
selte. ,
E em quera dste urna famosa sova, lem-
bra-rae bom.
Parece que nao se conigio, porque boje re-
peli as suas torpezas. Desta* vez se elle lera
um bocadinho de sangue as reas, haremos de
acabar com a historia.
Os dous amigos dobraram o passo. Quando
chegaram pequea distancia de Mirras, Sabre-
lacho fez signal Patarata de demorar a mar-
cha o calar-se ; porque, como muilos bobados,
Minos 3 filiando alio e 0 veterano desejava ou-
vir o que elle dizia :
Ora, isto assim nao lora geilo nenhum. Fiz
pontualmente oque a tal senhora quera... el-
la tambera devia cumprir as suas promessas.
Deu-me doz amarellinhas para acompanba-la &
rasa da outia, onde me receberam muito mal
mas tiuho-mo promellidu tros vezes outro tanto
se eu dsse a conhecer Cerisetle... o ainda ha
pouco, na perla em que a esperava quando sa-
bio, poco-lhe o resto e repelle-mo brutalmente
dizendo-me : Retiro-se, desgranado E sobo pa-
ra o carro, adeus, boa noite !.... Muito bonito'
O coracao era bom, l isso verdade.... mas
julgo que a madeira eslava falsificada. Mas hei
de ir casa della, que sei onde Mas agora
vou dar um banlra no meu cao. Anda, Trinca-
denlos, ests sujo... eu tambem nao estou c
dos mais tirapos... mas romo eslou cmpalacado
poderei mudar, mas tu nao podes.
Elle va dar um banlio no scu cachorro, dis-
se Patarata a Sabretache.
J ouvi : Siga-mo-lo Se elle nao se bater,
hade tomar banlra tambem.
Minos, depois de ler fmlo mtiitos zg-zags,che-
gou 5 ponte da Concordia ; lerou mais de'urna
hora-para vencer esse caminho, e como osdias
mais nobles paitecipar ao universal niovimento,
fazer-se mais formosos c mais vivos. Como pode
ser que quando o corpo est oppresso de lethar-
go, a cabera algumas vezes nao destllela? Des-
enganai-vos ; este o nico meio de rcdempQao.
A salvarao da llalla nao pode vir seno de Ro-
ma. Por um decreto elerno da Providencia,
Roma coube-lhe o privilegio de sera metropolee
a dominadora do mundo ; a antiga repblica, o
anligo imperio prepararam o caminho unidade
cosmopolitica do pontificado. Esle o lim
aquellos foram os meiqs. Quem nao capaz des-
ta grande verdade nao lera olhos para ler a his-
toria. Mas sabeis d'onde depende a forca dc Ro-
ma ainda as coosascivs ? Da veneracao de seus
III ios (7). Assira falla o revolucionario Gio-
berli.
Ora justamente esta voncraro, esta honra
este respeilo que negara actualmente ao ponti-
ficado esses falsos polticos quo votara urna os-
talua Machiavcl, ao mesmo tempo que o imi-
lam tambem na astucia e na perversidado (8) ;
esses polticos que esquecondo as liroes dos Fos-
elo, dos Ralbo, dos Monzoni, dos'Pelico, e co-
brindo-so com a capa de um fingido patriotis-
mo, lendem diminuir o poder humano da san-
ta s, ao qual se. acha vinculada a liberdade da
Italia, tanto quanto o esplendor do calholicismo ;
esses polticos que comprometiendo, dosl'arto,
a mais justa e santa das causas, a independen-
cia e a emancipado poltica de seu paiz, alie-
naran) de s i e deliras sympathias dc lodo o
mundo calholico. que podia.n tor gn.bo e posto
do seu lado, com grande proveito e honra sua e
da causa que suslcnlavam. Nao ; reploimo-lo, a
llalia nao podera separar-so do ponlifirado, a-
poucar, empobrecer, desacreditar o pontificado
sem renegar indignamente tdas as suas glorias
no passado o preparar immensas calamidades no
futuro, llegcnore-se a Italia, si, ; mas rege-
nere-so unindo-so mais ostreramente ao foco
vital do calholicismo que Roma regenre-
se a Italia sim, mas submcltondo so mais e
mais a influencia viva das ideas catholicas.
nicas capazos de moralisar urna naco e
eleva-la ao auge da mais solida grandeza.
Em urna palavra regenere-se a Italia, mas no
calholicismo o polo calholiscismo. Mas querer
regenera-la pelos principios dissolventes da im-
piedade e da revolugo querer regenera-la B-
tirando odios contra Roma e consummando sa-
crilegas espoliacuts e aposlasis: querer rege-
nera-Ia excitando as turbas incautas a febre da
ambirao e dos gozos materias, fivorecend^a
lua estn! das paixoes e dos hileiesso? mesqui-
iilras, enfraquecendo os principios salularea da
obediencia do respeilo e da subordinarn tu-
do o que ha de mais veneravel sobro'a torra .
grande Deus! Chamcm & islo regenerar lber-
lar, civilisar ; muito ombora quinto mim,
cnama-se islo em bom purtuguez corromper,
desmoralisar, precipitar na barbaria.
i "7. Eu V'1*? qu'' l"J '""donte zelo pela cansa
do lapa le desgarre longo da vordade. Fallas
ae sacrilegios, de desmoralisaco Fallas de
tentativas para desacreditar e destruir o ponti-
licao-o Mas ondo esl tudo isto, meu charo,
nao sei em (eu cerebro exiliado? Vctor Ero-
manuel se declara altamente calholico ododira-
dissimo a pessoa do Sumrno Pontfice : todos
oa Bolonhezes. todos os Italianos venerara Po
IX comoebefe da chrislandade, c s nao no que-
rem como re. o movimento italiano todo po-
liltco, e nada ha neile conlra+wiJ religio.
Depois do que cima dissemW nao Un has
mais direito, me parece, de I'azoV semelhante
DDservacao. Estimo, porm, osla insistencia que
me da occasiao de declarar melhor o verdadeiro
carcter da revolugo italiana. Tu dizes que
ella e toda poltica, e eu sustento que. bem exa-
minada c vista pelo ntimo, ella toda religiosa.
Nem te assombres disso. Proudhon mesmo con-
lessou que no fundo do todos os problemas po-
lticos e sociaos agitados na nossa poca bc en-
centra sempre urna questo religiosa De
quo se trata, com effeito, ua Dalia .' Trali-sc
do destruir os dominios lemporaes da s apost-
lica como meio de acabar scu prestigio e sua n-
tluencia moral na Europa e no mundo ; -trata-
so, diz um publicista, de tirar a cora temporal
ao lapa para deshonrar sin coca espiritual ;
tiala-se de fazer declarar, se posslvel, pela
Europa, que o chefe da religio calholica inca-
paz de governar os homens. c que o calholicismo
o una doulrina nimiga de todo progresso e ad-
versario systematico de toda civisaco. D'ahi
I a provar que o Papa incapaz da governar as
i eonsciencias, de conservar o imperio moral so-
| bro^ as almas, nao ha mais quo um passo.
Em urna palavra a lula revolucionaria contra os
direitos da santa s simplcsmenle una daspha-
ses da grande lula que se acha empenbada.ha de-
soll seculos. entre as portas do inferno o a po-
dra fundamental sobro que se acha levantado o
eterno edificio das almas /amaguemos o infa-
me, era a divisa de Voltaire e de toda a grei
pbilosopliiea no socolo passado : detm-reditfnn-
(7) Inlroduzione alio studio delta filosophia.
Tom. I, pag. 7 e -iS.
'/SO governo piemonloz niandou, ha pouco,
levantar urna estatua Machiavcl.
eram coitos, j la anotccendo quando elle che-
gou margena do no on le nao havia ninguem,
porque o tempo eslava sombro e cheio de nu-
vens.
Minos agarrn no cao que pareca nao ter ven-
tado nenhuma de tomar banho ; tinha-o atirado
n'agua. quando Sabretache se lhe apresentou.
Ura homem, dous homens. Ainda agora nao
vi ninguem. Sao pescadores.
Nao, Sr. Muios, nao sao pescadores. Nao me
reconhi'te ?
, NSo .oh! sim, espere; o Sr.estaca aop
d'aquolla mora que desmaiou.
Gracas ti, miseravel, que anda as para
deshonra -la
Era para servir senhora que me tinha le-
vado.
Mas ha cinco annos, quando encontraste
Ceriselte una noite no boulevard, queras ainda
fazo-la vollar para esse asylo infamo, donde cu a
tinha lirado.
Ah com que enlo fot vocfi que se atreveu
a botar-rae no chao no boulevard i
Justamente, e boje vou fazer melhor do que
isso ; vou te malar. Nao porcinos lempo, o meu
camarada trouxe duas espadas : oslamos milito
bem debaixo desta ponte. Jkgue n'uma o acabe-
mos com isto.
Patarata aprcsenlou um dos sabres Minos, que
recuou assuslado exclamando.
Oque isto? Urna emboscada ? Eu s me
balo espada, senhor.
las do baler-te sabr, ou cotlo-te a
cara...
Arrangemos as causas... pago o jantar.
Miseravel julgas que estaos fallando com
alguem da la laia. E.n guarda, ou espe-
to-te. y
Deixa-me primeiro tirar o cao d'agua que
est se afogralo.
O cao vale o dono, aviemo-nos, c dou-te um
lalho.
Ah cora a breca ha do arropender-so.
Minos decido-se pegar em um dos sabres.
Travou-se o combate mas Minos recuava con-
tinuamente. Para ebriga-lo nao roruar mais,
Sabretache levou-o para o lado do rio di-
zendo :
Se continuares recuar, obrigo-to aires fa-
zer corapaubia ao leu animalejo.
Minos nao fez caso do aviso, o para evitar os
botes que lhe dava o veterano, desappareceu de
repente na agua onde cahira continuando a re-
cuar.
Sabrelacho parou o procurou com os olhos
o seu adversario, que desapparecera ; masera
quasi norle : ouvi.i-se um marulho nagua.
Ondediabo melleu-se elle? perguntou o ve-
terano.
Acho que tambem quiz lomar banho, disse
Patarata.
Achas ? com o dabo Quera mala-lo com
o meu sabr, mas nao quero afoga-lo.
E os dous amigos chegaram se para o rio ;
chamaram, olharam de lodosos lados, mas tanto
o cao como o seu dono tinham desapparecido ar-
raslados pela uorrenlc.
Depois de dez minutos de posquizas imitis,
Sabretache relirou-se cora Patarata, dizendo:
Em sunima, o tal Minos nao mereca mes-
mo morrer em duelo.
Len Dalbonno, cujo estado contiuiiava me-
lliorar, soube o sogredo do niscimenlo de Ceri-
selte ; soube que casara com sua prima. Em
brevo disaeram-lhe que Gasto o vingra de Froi-
mont, e Sabretache nao se esqueceu de contar a
Ceriselte o lim de Minos :
S havia una pessoa em quem todos pensa-
vain em segredo, e a quem Len esperava procu-
rar, apenas ficasse bom ; era Chalupeaux.
lo, afogutmo-lo na lama, tal o santo que Quine!
irans"iiiitii) toda a caterva revolucionaria de
nossos das. Em summa a cc-usa vem a dar no
mesmo. O alvo perfeitamente idntico, o mo-
dc de aitlngi-lo que differentc.
A impiedade do scula 18 ousou alacar a re-
ligio corpo corpo em seus dogmas sobrena-
turaes ; a impiedade do seculo 19 occolta suas
proleiiQoes debaixo dc sonoros protestos dc res-
peilo e deferencia, e coutenta-se de expropriar
essa mesma religio, de dospoj-la de lodo au-
xilio temporal, d'escravisa-la ao estado, de re-
duzi-la era summa tal descrdito o abjeccao,
que nao possa mais ella actuar sobre as ideas', as
paixoes c loda a marcha da atividade humana.
Tal o ponto de mira do naturalismo contem-
porneo, o alvo final de lodos os seus csforr;os.
Que lhe importa uo naturalismo que a religio
exista, com tinto que ella nao o incomraodo na
livre expanso de seus inslinclos e de seus appe-
tilcs, e q
[ue cada um dos adeptos possa livre de
oslrangimeiito, assentar sua vida n'uma
larga o commoda indifierenra, sem nenhuma le
que lhe circumscreva o pensamenlo ou lho sopeie
a vontade ? O que quer o naturalismo liber-
dade plena, Ilimitada, sem restrieco alguma.
Tal a ultima expresso desta doulrina que Da-
niel annunciou dizendo : Covtra Excelsum lo-
quetur, el putabit quod possil mutare tmpora
el leges ; (9) e que o apostlo caracterisou lo bem
tiestas palavras : tjuasi velamen habentes mali-
nas libertalem. Di)
O pensamento sera estorvos, o pensamenlo
. puro-e simples, nada de le, nada de compres-
: sao. Cada um livre do pensar, de fallar, de obrar
corno bem lhe aprouver ; e todo aquello que pre-
tender impr urna le em nome de Deus, restrin-
gir a liberdade ora nonio de una religio positi-
va 6_ revelada, expedido como um impostor.
lal a douliiui que um dos orgos mais proe-
mnenles da revolucio suslenliva ha pouco em
lace da I'iam.a e da" Europa calholica. Liberda-
, de plena. Mas como em quanto houver Deus
baver necessariamente unta restrieco imposta
liberdade humana, raister adoptar a formula
de Proudhon, syuthese tenebrosa de lodo o erro
1 humano : Ueus o mal '. Cumprc acabar com
Deus, devora-lo, dissolve-lo se possivel. (IT
ou ao menos bani-lo da sociedade, aniiulla-Io
. completamente : reduzr sua religio Suma es-
pecie de mumia, sepultada no recinto soturno
1 dos templos, sem nenhuma acrao exterior sobre
as cousas desto mundo. Ento teremos logrado
nosso iutento, dzem ellos, ser o reino do athe-
i ismo, ou antes do autolheismo cada um ser
seu proprio Deus luda religio positiva estera
abolida ; o altar e o tabernculo manso c manso
se arruinadlo ; desabar o tocto do templo e a
chova do co cahira sobre a fronte dos ltimos
adoradores. Nossa obra oslar consummada !
Tal ... o plano da revoluco. Muilos nao terao
coragem de chegar al l, mas sao niconse-
quentes.
Desengana-te, charo amigo, nao outro o fin;
dessa conspirado gcral e fl.grante queexiste
boje om toda Europa contra o viga rio do Jess
Chrislo.
Querem annullar toda a aeco social da reli-
gio, ludibriando, desacreditando, bumilhando
, seu Augusto Chefo. Tal a sen ha que ellos se
i transmittem de um outro paiz, e que corro po-
los antros das sociedades secretas com a rapidez
' de urna descarga elctrica ; para islo se enten-
dem, para sio se dao as mos ; preciso acabar
com toda a religio positiva o revelada, expolia
. deste mundo Deus, seu culto, sua egreja e seu
nome tres vezes santo Oiic:eie faciamus dies
festbs Domini. \ Bis o que proclamara lta-
me n t o, deixindo cahir a mascara, os principaes
' coripheus da revoluco, que dzem a Deus, como
j os impos do lempo de Job : Nao queremos
nem que vos nos deis Iris, nem que no-la impo-
nha alguem era rosso nomo : Recede a nobis,
scientiam iiiarum tuarum nolumus. 13
[Continuar se-ha.)
[9] Dan. VII. 2.
I" I Petr. II, 16,
.11 Solvere Jesum, ( a obra de Satanaz.
I-' Ps. 1.WI1I.
[13] Job. XXI. l. O Siclesuslentou ultima-
: mente que toda religio positiva e que aspira
aos foros dc revelada, deve sor por isso mesmo
considerada a priori como falsa. A (>
\alionale j vai afiirm.indo que a soberana es-
piritual do Papa tambem de moderna data ; e,
' Mr. Abut, mais aliono, prope urna reforma
radical no dogma e Da moral. Bora que v.i
so desmascarando !
Mus urna manha indo Dumarselle ver seus fi-
llras, porquo l.eon tambem era seu filho, disse ao
esp lo de Cerisetle.
Enconlrei madima Chalupeaux .. que voces
deviam ler visto em casa de madama de Fir-
ville.
Ao nomo de Chalupeaux, Ceriselte abaixou os
olios, Len fransio ligeiramente as sobrancelbas,
e Sabretache, que eslava sentado em um camodo
quarto, fez ouvir um grunhido surdo. Dumar-
selle, que nao reparara .era ludo isso, conti-
nuo >i :
Fiquei admirado, de r-la de lulo- fe-
chado.
Do lulo ? De quera ? perguntou l.eon.
Do marido.
Pois morreo o Chalupeaux
Por um accident. Iliz a mulher que de-
pois da noite da baile de sua ta, seu mando fi-
cra cuno lonco. Partir, noite sbitamente,
deixando a mulher no baile : no dia seguintc sob
pretexto de que o ar de Paris lhc fazia mal, em-
barcara para a Inglaterra, sempre sem prevenir
a mulher. Esta seguio o marido : nas dragando
Londres, soube que Chalupeaux merrera na
vespera eni-um c imboy de caminho de ferro de
Biriningham que ra pelos ares e ella voltou,
viuva para Paris.
No rosto do l.eon desenhou-se umsorrisode
salisfaco.
Sabretache afagou os bigodes e disse em vez
bai.xa :
Boa viagem Nao tem duvida nenhuma
que os taes caminhos de ferro sao urna feliz in-
encSo !
Ceriselte respirou mais livremente, poda ir s
sociedades som se expor corar.
Quando a ferida do Loou ficou inteiramente ci-
catiisada, os jovons esposos cederam aos desejos
de Dumarselle ; foram morar com elle e nofor-
maratn mais do que urna s familia ; esl bem
entendido que o veterano sem morar com ellos
linha sempre um lugar reservado na mesa o ao
can i o do lar.
Madama de F6rvillc rolirou-se inteiramente du
mundo depois que Dumarselle divulgou o sogre-
do do nascimento do Cerisetle, julgou conveni-
ente fazer penitencia de sua falla passada : ha
tanta gente quu.prcfere a penitencia repa-
racio !
Ceriselio tinha adiado
que se conlentasse com
mi.
_ Gasto, cuja conduca fra sempre io nobre e
lo generosa, disse urna manha adeus aos seus
amigos.
Parta para a America : precisara viajar, ver
um inundo novo ; lalvez, sera o mostrar, tivesse
necessidade da ausencia para istrahir-se e es-
q u ecer.
Patarata continen a sor o fiel companheiro de
Sabretache ; mas nao quiz casar-se, porque di/.ia
quo nao havia do acliar urna mulher que valcsse
Cerisetle.
Oh sim, disse Sabretache ; urna mulher
encantadora ; rene tudo para agradar; cs-
piriio, talentos, graca, bondade ; faz a felicidade
de seu esposo, o o dolo de seu pai. e tenho or-
gulho do dizer, quando olbo para ella : A nao
ser eu, pobre moca qual loria sido a la sorlc la
Sabes o que isso prova. Pala;ala ?
Camarada... a fallar a verdade... nao sei.
- Prova quo por mais baixo que lenha cahdo,
quem* tem coragem e vontade firme de se portar
bem, sempre pode rehabilar-se.
; mas era necossario
saber o nome dc sua
FIM.
PEH.N. TYP. DEM.F. DE PARA. tSO.

, ILEGVEL.


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