Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09458


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Full Text
AMO XXXYI. NUMERO 230.
Por tres mezes adianlados 5$000.
^ Por tres mezes vencidos 6$000.
QUIHTI FURA 4 Di OTfiRO DE 1860.
Por ano adiantado 19$000
Porte fraueo para o subscritor.
BXGA.aREGA.DOS DA SBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Anto'oio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Maranhao, o Sr. Manoel Jos Martins Ribei
ro Guiraaraes; Piauhy, o Sr. Joao Fernandesde
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
- Amazonas, o Sr. Joronyrao da Costa.
PARTIDA UUS t.UKKLlUa.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
lguarass, Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas feiras. '
S. Anlao, Bezerros.Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as trras feiras.
Pao d'Alho, Nazreth.Limoeiro, Brejo, Pes-
queira,lngazeira,*FTores, Villajella,Boa-Vista,
Oricury e Ex nasquartas-feiras.
Cabo.Serinhem, RioFormoso.Una, Barreiros.
AguaPrela, Pimenteiras e Natal quintasfeiras.
(Todos t)3 correiosparlem as 10 horas da manhaa.
EPHEMERIDES DO MEZ DE -OUTUBRO.
7 Quarto minguante as 8 hora3 e 43 minutos
da tarde.
14 La nova aos 17 minutos da larde.
-1 Quarto crescente as 11 horas e 51 minutos
da manhaa.
29 La cheia as 4 horas e 30 minutos da tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 8 horas e30 minutos da manhaa.
Segundo as 8 horas e 51 minutosdn tarde.
AUD1NECIAS DOS TBIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco : tergas feiras e sabbados.
Fazenda: ternas, quintas e sabbados as 10 horas
Juizo do commercio : quartas ao meio dia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeiri Tara do civil: tercas e sextas ao meio di..
Segunda vara do civel; quartas e sabbados a urna
I hora da tarde.
PARTE OFFICIAL.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DO DIA Io DE 01 TUBItO DI. 1860.
Oflicio ao coronel commandanle das armas.
Communico a V. S., para sen conhcciroento e
execucao, que, segundo me conslou de aviso da
lepariicao da guerra de 20 de setembro ultimo,
S. M. o Imperador, por decreto de 18 do mesmo
mez, houve per bem demillir a Joo Paulo Fer-
reira, do lugar de escrivao do hospital militar
desta provincia.Fez-se igual commuuicaco a
thesooraria da fazenda.
Ditoao mesmo.Sirva-se V. S. de providen-
ciar para que seja inspeccionado o voluntario Joao
GuilhermcFerteira, de que trata o requeri'mento
junto, mandndolo alistar em algum dos corpos
era guarnico nesla provincia, se por ventura
rjulgado apio para isso.
Dito ao proyedor da Santa Casa da Misericor-
dia. Expeca ^/. S. as suas ordens com urgen-
cia para que seja receida e tntads no hospital
te caridado; a africana livre de norae Clara, que
ser enviada para aquclle estabelecimenlo por
parte do director do hospital militar.Commu-
nicou-so ao commandanle das armas.
Dilo ao inspector do arsenal de marinha.
Mande V. S, dar baixa da companhia de apren-
dizes marinheiros ao menor Paulino Amonio
Crrela, visto achar-se doente, segundo consta
de sua informacao datada de 22 de selemhro ul-
timo.
Dilo ao mesmo.Em cumprimento das ordens
iroperiaes recomraendo a V. S. que faca aclivar
a codcIuso das quatro boias, que fall'am, para
completar o numero de seis, mndalas cons-
truir nesse arsenal por aviso do ministerio da
marrana, de 23 de dezembro do 1857, a lim de
serem applicadas ao balisamenlo do alguns dos
portos da provincia do Cear.
Dilo ao mesmo.Tara que o governo imperial
possa resolver sobro o pedido feito pelo com-
mandanle da eslaco naval desla provincia, de
urna lancha em subslituieo da do brigue barca
Itamaracd, que se acha arruinada, compro que
>. S., mandando proceder urna vistoria, rae in-
forme a cerca do esta lo da reparaco da referi-
da lanche, enviando ao mesmo lempo o orca-
meiitoda despeza a fazor-so com a construcro
da que se pede.
Dito ao mesmo.Transmuto por copia a V.
S., para ter a devida execucao, o aviso de 21 de
setembro ultimo em que o Exm. Sr. ministro da
marinha recommonda a maior clareza e minu-
ciosidade nos termos de xame, que se tem de
proceder no carvao lornecido por Candido Ro-
drigues Ferreira, nos quaes explcitamente so
deve declarar so o carvao de Loa, ou m qua-
lidade.
Dilo ao inspector da Ihesouraria de fazenda.
Declnrou-me o Exm. ministro do imperio em
a viso de 21 de setembro ultimo que, no sendo
consideradas urgentes e necessarias as despesas
com as ajudas de cusi da ida o volt* dos de-
putados assemlil.i geral. nem sendo laes des-
pesas d aquellas, deque trata o decreto n. 158
tie do maio de 132, Reara distribuida esta
provincia no actual exercicio a quantia de7:800$
pira semelhante lira.O que communico a V.
S. para seu conhecimenlo.
Dilo ao mesmoCom o incluso prorosso de
divida do major do 8o balalho de infamara,
Joao do Reg Barros Falcao, transmuto por co-
pia a \. S. pira geu conliecinicnto o aviso de
la de setembro ultimo, no qual o Exm. Sr. mi-
nistro da guerra declara que o referido major
credorlo somenla da quantia de 1:0049000 rs.,
que, por pertencer ao exercicio de. 185 a 1859,
est no caso de ser-lhe creditada; tirando elle res-
ponsavel pela dq lOGjOOU rs., visto j ter rece-
ido a de 1:200$ rs.
Dito ao mesmoTransmiti a V. S., para seu
conhecini-nto e direccao, a inclusa copia do de-
creto n. 1C93, de 5 de setembro ultimo, dispen-
sando as leis de amorlisaco em favor do hospi-
tal porluguez erecto nes'ta capital, o qual para
esse fim me foi remedido com aviso do minis-
terio da fazenda, de 18 do mesmo mez.Trans-
miftio-se igual copia ao referido hospital.
Dito ao mesmo Constando-me por aviso da
repartico da guerra de 20 de setembro prximo
lindo que S. M. o Imperador houve por bem con-
ceder um mez de licenra como respectivo or-
denado ay escrivo do arsenal de guerra desta
provincia, Manoel Polycarpo Horeira de Azeve-
do, para tratar do ta ssde onde lhe convier ;
assim o communico a V. S. para "seu conheci-
menlo. Comtnunicou-se lambem ao director do
arsenal de guerra.
Dilo ao mesmo.Transmiti por copia a V. S.
para seu conhecimenlo e direccao o aviso expe-
dido pelo ministerio da guerra", em 17 de setem-
bro ultimo, determinando que quando os olliciaes
do exercito forom condemnados em superior
instancia, tenha lugar, a contar da intmaco da
respectiva sentenna em dianle, a cessacao da
elape mandada alionar *os mesmos ollieia'es em
eonsilho de guerra pelo artigo 7o da lei n. 5i2
de 21 de maio de 1360.Igual communicagao
toi diiigida ao coronel commandanle das armas.
Dilo ao mesmo.Em vista da conla junta em
duplcala, a que serefeiem as suas loformacoes
de 17.e 28 de setembro ultimo, sob ns 97 e
1018, mande pagara Jos Pereira de Alcntara
(iu a quantia de 595-3000 ris, por que foi ira-
do o concedo de que necessitava o lelhado
do sobrado do hospital militar com o qual so po-
derla gastar G3>000 ris, como se v do orca-
mcnlo junto. Communicouse ao director das
obraa militares."
Dito ao msmo.Em vista dos documentos,
que devolvo, mande'V. S. pagar os vencimen-
tos, relativos ao mez de julho ultimo, do desta-
camento de guardas nacionaes da villa de Flores,
os quaes, segundo consta de sua informacao de
29 de setembro prximo lindo, sob n." 1026, im-
portara em 723$450 ris, que dovero ser entre-
gues a Antonio Alves de Carvalho Veras, con-
forme requisitou o respectivo commaudante su-
perior interino em officio de 30 de agosto desle
auno.Deu-so sciencia ao supradilo comnan-
dante superior.
Dilo ao inspector da ihesouraria provincial.
Jriteir,-. lo do comelo de sua informacao de 21
de setembro ultimo, sob, n. 450, tenho a dizer
delegado do termo de Garanliuns, conforme -in-
dicou o chafe de polica em officio de 29 do mes-
mo mez, sob n. l-99, a quantia de 6:200 ris,
despendida no me/, de dezembro do anno prxi-
mo passado com o sustento de um escravo de
nome Severino, recolhido cadeia daquelle ter-
mo.
Dito ao director do arsenal de guerra.Ao 8o
hatalhao de intaolaria mande V'mc. fornecer, de
confonnidade com o disposio no aviso da repar-
tico da guerra de 15 do setembro ultimo, os r-
ticos de fardamento .mencionados na ola da re-
pardeo do quartel mestre general constante da
copia jnnta.
Dito ao mesmo.De conformdade cora o dis-
posto no aviso da repartico da guerra de 18 de
setembro ultimo forneca V'mc. a 2" companhia
de pedestres desta provincia os artigos de farda-
ment mencionados na ola jurdpr^por copia.
Communicou-so ao coronel commaudante das
armas.
Dito ao mesmo.Mande Vmc. entregar ao pro-
vedor da santa casa da misericordia desla cidade,
mediante inderauisaco, sesseula velas mixtas.; No dia 28 da malo rebeniou a guerra com
Communicou-se ao provedor supra mencionado. todo o seu furor. Durante a noite Irinta e duas
Dito.Recomraendo ao conselho administrad- aldeias foram vistas em rhammas, de Beyreuth,
vo que compre para o expediente dos corpos da e algumas das inris florescentes localidades do
DAS DA SEMANA.
1 Segunda. Ss. Virissirao, Mxima e Julia irs.
2 Terca. Os Anjos da Guarda, S. Lodegario b.
3 Quarla. S. Candido m. ; S. Maximiano b.
4 Quinta. S. Francisco de Assis fundador.
5 Sexta. S. Placido e seus companheirosmm.
fi Sabbado. S. Bruno fundador ; S. Herolhides
7 Domingo O SS. Rosario de Nossa Senhora.
ENCARREGADOS DA SUBSCRITCO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Bahia.
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, o Si.
Joao Pereira Marlins.
EM PERNAMBL'CO.
O proprietario do diario Manoel Figueiroa de
Faria.na sua livraria praca da Independencia na
C e 8.
guarda nacional da comarca de Garanhun^js li-
tros e mais objectos mencionados na wtacao
junta, os quaos,devem ser entregues ao capiio
quartel mestre geral da mesma guarda nacional,
Raymundo Candido dos Passos. .
Relaro a que se refere o officio supra.
Para a secretaria do coKaiando superior.
1 livro pautado de cemolhasde papel de 11 o I -
landa.
Lbano eslavam inhabitadas e em ruinas no
da 29.
Os Druzzos chegaram avancar al quarenta
minutos de Beyrouth. em prpsenca do pacha e
do seu campo (porque tinha sahido da cidade a
pretexto de suspender a guerra) ; queimarara,
saquea rain e massacraram a rica aldeta de Hadad,
residencia dos emirs.
Foi alli que se pretendeu [mas nao ha lugar
5 dilos de 100 folhas de papel almasso pan-I para acreditar que o fado seja exacto) que os
lado.
2 ditos ditos de 50 folhas.
6 dilos de 200 folhas de papel almasso pau-
tado.
2 resmas de papel almasso bom.
10 cadernos de papel de Hollanda marca gran-
de, nao pautado.
1 dilo de papel mata borro.
1/2 libra de gomma-arabia em p.
2 garrafas de Unta preta
200 peonas de ac em caixnhas.
50 ditas de ganco.
6 lapes linos.
3 caivetes de aparar pennas.
2 libras de areia preta.
2 regoas de madeira.
i sinele de metal com a^s armas imperaes e a
que
lamias depois dos incendios da cidade. no da Em pouco se venocou nina segunda tragedia
2Jo maio.e que. so diriglam & Beyrouth,foram a como a de Hasbeya ; mas o massacre foi muilo
Irez leguas da cidade, atacados pelos druzzos mais terrivel.
ou pelas tropas irregulares o massacrados. Isto i Os que nao tinham ido para o serralho tambera
30, ou II de maio. nao foram poupados; ludo foi morlo. e aquelles
soldados turcos atiravam sobre os soldados
fugiam.
A 29 de maio, Ilesbeya, grande cidade situada
ao p do monte Hermon, foi atacada pelos Druz- I
zos.
Um emir musulmano da familia de Shehab
resida alli ; era, havia rauito lempo, mal visto
pelos pachas de Damasco, por isso que a sua;
auiii idade era milito grande.
No anno passado Ahmed-Pach, governador do '
Damasco, mandn um destacamento de lropa3
oceupar as cidades situadas ao p de Hermon, e
tinha recentcmente mandado reforcos cornma'n-
dados por Othman-Bey, cujo nome seta de hor-
ror eterno para os Christaoa.
Este homem, no dia do ataque de Hasbeya, '
disse aos Chrislaos que tinha sido mandado para I
missionario americano, Mr. Bird, tinha sido con- em fossos, e nem todos os feridos morreram.
vidado pelos habitantes das duas cidades vizi- Esla scenn foi-me descripta com todos estes
nhas a Tir em seu socenrro e a conduzi-los a detalhes por um grande numero de mulheresque
De-rel-Kammaf, onde so julgavara maissegu-ros. i all se achava.
Mr. Bird foi immediatameute encontrar o mutsel-' Disserara-rae como tinhanj visto seus maridos,
lin, commandanle das tropas, e pedio-lhe urao seos pais, seus irmiios e seus (ilhos Mos em
escolla, que, com alguma difTiculdade, foi con- pedacos ; que querendo salvar os (ilhos, tinham
cedida. Mas s pardo hora e raeia depois das : sido tambera feridas ; que as enancas Ihes foram
Druzzos chegarem o de sollarem o seu grito do arrancadas, e jue depois lhes lanrvam no ros-
guerra. : lo os pedacos; que tinham sido insultadas pelos
A fuzilada durou al noite : mnitos Chrislaos soldados turcos, e que os Druzzos lhes haviam
foram morios, assim como 70 ou 80 Druzzos,. tirado quanto possuiara. necessario advertir'
porque os Chrislaos defenderara se bem. : que em Del-el-Kammar haviam pessoas abasta-1
Na manhaa seguinle os Druzzos, que a noilc das, que viviam em habitacoesconforlaveis. que
se tinham retirado, apresentaram-se de novo tinham inslruccao, e que stavam habituadas
Os Shristos desejaram fazer a paz, e Mr. Bird, passar bem ; agora todas eslao reduzidas men- i
dicidade.
legenda.Conimando superior da guarda naci- os proteger contra os Druzzos, que elles devam
nal de Garanliuns. depor as armas, sera o que augmenlanain o des-
1 prensa para o mesmo sitele. fai#r do governo.
1 cscrifaninha de lalao. Obedecerara julgando que elle sustentara a
Para as secretarias dos corpos da mesma guar- sua pjalavra. Para mais seguranra, convidou-os
da nacional. a virem ao serralho que serve "de quartel, eos
10 lvros de 50 folhas de papel de Hollanda homens, as mulhcres e as enancas accumuTarara-
paulado. se naquelle edificio. As armas "que elles tinham
30 ditos de 50 folhas de papel almasso pau- entregado foram carregadas em mutas e manda-
lado, das para Damasco com urna escolta ; mas esla
5 ditos ditos de igual papel.Communicou se
qie a 4 pela manhaa tinha conseguido (ornar a
ettrar na cidade, foi procurar os chefes dos
Duzzos como enwiado do povo.
Foi concedida a paz, mas os Druzzos formula-
ran as suas condicoes.
Enlraram inmediatamente na eidade, e durante
tres dias nao cessou do correr o sangue.
Prximo da cidade os Chrislaos nao eslavam
om seguranca, e comraelam-se grames crimes.
L'm pobre velho que conduzia opascentar a
jua vacca (pi assassinado.
O numero de morios nesle horrivei massacre
i calculado de dfferente mancira ; a cifra varia de
900 a 1,800. Tenho razao pira acreditar, depois
de ler comparado cuidadosamente todas as in-
formaces, que 1,100 a 1,200 humens pereceram
naquelle dia.
Os Druzzos depois lancaram fogo cidade.
O fumo cliegou al Beyrouth, como uina colum-
, na de nuvens, e adverlio-nos da calamidade.
i Eu mesmo posso attestar que as discripcoes que
escolla era lao fraca, que urna vergonha dar-
se-lhe este nome. Primeiro que as muas sahis-
sem do valle de Hasbeya, apresentaram-se os
Druzzos, (e era isso que "elle quera) ; os solda-
dos nao oppozeram resistencia, e todas as armas
A
ao commnndante superior respectivo, e Ihe-
souraria de fazenda.
PortaraO presdeme da provincia, tendo era
vista a informacao do commandanle superior da
guarda nacional .desle municipio, datada de 29 calmara em poder dos Drozzosi
de setembro prximo lindo, resolve conceder a Durante esse lempo, os Chrislaos encerrados
demissao que pedio Hyppolito da Silva, do posto no serralho sera alimento e sem agua, eslavam
de segundo lenle do primeiro batalho de arli- em grande necessidade.
Iharia da mesma gualda nacional.Communicou- A 5 de junho, comecaram a sentir-se ro-
se ao commandanle superior do Recito. I ceiosL rendo que no harem do governo ludo so
DitaO presidente da provincia, conformando- preparava para partir. A' quaesquer perguntas
se com o que propoz o chefe de polica ora ofFi- que se faziam, s so recebiam r'espostas Bra-
cio de 28 de setembro prximo Qodo, sob nume- sivas.
ro 1293, resolvo nomear a Antonio Gomes de Mi- A 6 de maio, comecou a tropa a marchar, e
randa Leal para o cargo de subdelegado de poli-j os infelizes Chrislaos viam claramente que e'ra
eia da freguezia q\e S Frei Pedro Goncalves desta muito tarde, e que tinham sido vergonhosamen-
cidade, e a -los Pedro das Noves para o do pri- le engaados. Sahiram precipitadamente para o
primeiro supplenle do mesmo subdelegado.' pateo, pedindo que os deixassem sabir. Mas en-
Commiini-ou-se ao chefe de polica. lao foi dado o signal, as portas abriram-se, e os
DitaO presidente da provincia resolve, de' Druzzos armados com ludo quanto tinha cahido
confonnidade com o que propoz o chefe de poli- em seu poder, comecaram um massacre
Ignoro o motivo porque o resto dos habitantes se fazem nao sao niuilo exageradas;'perco'rri
foi nesla occastao poupado. (odo o paiz antes de concluir a guerra, e che-
O segundo grande projetto consista em lomar guei Der el-Kammar alguns dias depois do mas-
sacre, yuasi todas as casas eslavam queimadas,
as roas cuberas de cadveres, a maior parle des-
pidos o mutilados. Tive de alravessar a cidade,
e u'algumas partes o mcu cavado nao poda
passar, os cadveres eslavam ^literalmente aecu-
niulados. Quaai todos aquellos que eu exami-
ne! tiuliara muitos ferimeulos, o a maior parto
tinha a mo diruila corlada ; provavelment
populaciio normal d'aquella cidade 6 de
urnas Ifj000almas; n'aquello momento (oomeco
Ce junho) eslava duplicada; os habitantes das
aldeias vizinhas dnhara-se alli refugiado em
grande numero,
A' primeira noticia da vantagera nlcancada
pelos Druzzos, urna tropa consideravel de corred-
cia em nlficio de 28 de setembro prximo lindo,
numero 1293 exonerar Flix da'Cunta Teixeira
do lagar de subdelegado de polica da freguezia de
S. Prei Pedro Gonclres desla cidade, eo capiio
Jos Gomes Leal do do primeiro supplenle do
mesmo subdelega io.Communicou-so ao chefe
- geral.
Alguus dos Chrislaos conseguiram franquear a
porta, mas somonte para serem seguidos pelos
soldados turcos que se cao limitaram urna po-
sicao passiva.
Muitos glirislos que eu interroguei, jurara.li-
me que tinham visto os soldados lomar parte no
de polica. massacre, e a conducta d'aquellas tropas brutaes
Dita.() presidente da provincia, lendo em para com as mullieres foi selvagem. Pelos fe-
visla o quo requeren o terceiro eseripturario da rimemos que cu vi, tanto nos que sobroviveram
ihesouraria de faenla, Francisco Jos de Moraes como nos morios, parecia-me que os assassina-
o Silva, e bem as inspector, de 26 de setembro ultimo, ^ob numero uV*. doze e qualorze fcrimenlos profundos se
1008, resolve conceder-lhe dous mezes de licen- riam frecuentemente, e alguns d'esscs ferimen-
Ca com vnncimeulos na forma da lei para tratar 'os foram (eilos cora Instrumentos cortantes. Em
pequea tribu nmada acampada era rolla de N'alguns via-se a *xpressao da agona, n'ou-
Jtaouran. i dos o desespero eslava pintado nos seus roslos.
Atravessaram lodos juntos Bokair, assim se Um pobre desgracado foi leriJo pelas pernas
ciiatna a grande planicio de Celcsyno entre as quando appellava para a piedade dos seus rer-
cordilheiras do Lbano o do Anlilibano, parando dugos,
prximo do caminho que conduz a Zahleh. Vi cadveres decapitados o as caberas junca-
Alli reuniram-se aos Kurdos de Damasco, de rom o solo, sem sepulcro, e presa futura das
lioms e de Metualis de Baalberh, que todos hyenas c dos animaos faminlos.
promediara saquear e massacrar osChristaos. No meio desta scena do desolacao, os Druzzos
Logo que a noticia d'esle movimento chegou que haviam regressado para levar alguns boc-
a Beyrouth, os cnsules geracs das cinco gran- cados de madeira que podessem encontrar as
des potencias, Jizeram quanto poderam para sus- casas, riam e folgavam vista das desaracadas
pender a ellusao de sangue. victimas. '
Dirigiram-se ao pacha ; perguntaram-lho se Hanifeali o meu horror ao cholo druzzo e
nao quena fazer cousa alguma ; protestaran) pedi-lhe que Qzesse enterrar os morios. Rise
altamente contra a sua inactividadc (porque nao c pergunlou-me porgue. Tive comtudo alguma
liona dadOi ura passo na piimeira exploso, e, esperanrajle que islo se fizesse.
de sua sade.
Uita.O presdeme da provincia, altendendo
ao que requereu o oes<'mbargador Jeronymo Mar-
liniano Figueira de Mello, resolvo conceder-lhe
tres mezes de licenra, cara vencimeutos, para
tratar de sua sade onde lhe convier.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Ollicio ao inspector do Ihesouraria provincial.
Do ordem de S. Exe. o Sr. presidente da pro-
vincia, transmiti a V. S. as cinco inclusas or-
uma palavra, serviram-se do ludo quanto en-
contraran), e segundo a natureza das armas, fo-
ram corladas mitos c ponas, caberas decepadas
ou os corpos mutilados.
De todos os que eslavam no %erralho, s 40 ou
.50 poderam esrapar; muitos d'elles iearam gra-
vemente fe.-idos, e dcixados como morios ; al-
guns occullaram-se no meio dos cadveres e fu-
girara durante a noite. Vieram para Beyrouth.
Os seus vestidos
ento tinha limitado a ir acampar legua e meia
da cidade ;) insistirn) com elle para quo evi-
tasse as desgracas que ameacava '/.ahleh.
Elle respondeu :
Pois bem mandarei tropas para proteger a
cidade.
Foi o que elle fez ; mas foi o signal da dcs-
truicao.
Apenas os Druzzos da primeira vertento do
Promelteu-me dar as ordens para esse fim, I
Comquanto seja diQlcil, acrescentou elle, con-
vencer os Druzzos enterrar os cadveres dos
Chrislaos.
(Juaudo estas noticias chegavarn Beyroulh
nao pode descrevei-se o horror e a indignacao
que suscilaram. Por mais liabiiuaJos que esti-
vessemos semelhantes horrores, esies excede-,
rara tu lo quanto pudia maginar-sc e revelavam
Lbano, que al entao tinham estado tranquillos, laes actos de Iraicao d parle do Pacha que ne-
viram o movimenlo das tropas turcas, soltaran) nhum homem de estado europeu quererla sem
o grito de guerra, e conduzdos por um dos seus duvida acreditar que livessem podido ser cora-
rior, pelo go-
estavam lateralmente linios de
dens do lliesouro nacional, de ns. 1 1 a 145, dous sangue dos cadveres debaixo dos quaes se lia-
ofRcios da secretariado fa/.onda, datados de 18 o viamoccullado.
O Pacha chegou a Del-el-Karamar no dia m-
mediato ao massacre, o que elle deplorar
todo o reslo da sua vida. E islo pelo menos
o que elle disse; pois necessario acredila-lo.
Apenas linhamos lido conhecimenlo desles de-
20 de setembro ultimo, acompanhando ao desta
dala varios cxemplares da circular mencionada,
e bem assim um ollicio da directora geral das
rendas publicas, datado de 1 do mesmo mez.
cez
s de:
EXTERIOR.
Ao parlamento inglez fot ha pouco communi-
cada una nova serie de documentos relativos ao
massacre da Syria. D'entre elles extraamos o
seguinle, rauito digno de atlenco :
Mr. (raham lord Uufferim.
Beyrouth, 18 de julho.
Anda que nos jornaes lenliara apparecido de t restava uina nica pessoa do sexo masculino na
muitos modos referidos os horrores que nos' povoacao do monte Hermon ;,porque no mesmo
dous ltimos mezes se teem commeltido na Sv- da, e da mesma maneira dnliam sido massacra-
ria ; nimia que eu
pnncipoes sheiks que t-m a dignado de bey ao medidos por um funecionario supci
servigo turco) precipitaran!-se sobro Zahleh. | vernador de urna grande provincia.
Do alto das montanhas orienlaes do Lbano,
muitos valles profundos descera at planicie
da Celeste ; n'um desses valles, a meio cami-
nho, esta situado Zahleh.
Era a cidade mais consideravel e mais florcs-
cente do Lbano e principal estacao dos lazzarislas ta'lhes, chegou a 26 dejnho "o brigue" fran
francezes. Senlinelle Irazendo-nos noticias assusladoras
Lontinha edificios pblicos, urna excorente Sidon. Os Druzzos omeacavam a praca e o'
catliednl, escotas, e habitacoes bem edificadas. ; mufli havia pregado na mesiuila e mesmo na
Os habitantes de Zahleh tinham feito pedir a ra, a morlo dos Chrislaos
paz aos Druzzos no Bokaeo, mas s alcancaram Tinha indicado aos li.is o triumpho da boa
condicoes lao humilhanles que as nao podlram causa ; proclamado a chegada do momento, c
acceitar. que Dos dio entregara os inflis.
A propria natureza dessas condicoes provava Na noite precedente, os Druzzos armados che-
que el as nao diniauav-im dos Druzzos, mas dos, garam a cidade. e os Musgulmanos tomando as
Mussulmanos de Damasco.. armas tinham passado a noite na mosquita,
A 19, as tropas oltoraanas e os Druzzos pararam promplos, logo que os Druzzos comecassem a
era frente de Zahleh, e os Druzzos de Bokaa, logo carnificina, a correr em seu auxilio Espera va-
que se aperceberam, operaram um movimenlo se que o massacre livesse lugar na noite se-
D'esta maneira, ao por do sol do dia 6, nao simultaneo. guite. Partirn) inmediatamente dous navios
Os Christos sahiram da cidade c percorreram Jo 8"crca inglezes c dous francezes, e lancaram
Os Druzzos nao malarara mullieres ; em ge-
ral nao as maltrataram. Esta tarefa foi entregue
aos Turcos o aos Mussulmanos.
Creancas de quutro e cinco anuos foram arran-
cadas dos bracos de suas mies, lanendas por tr-
ra e corladas em pedacos : quando suas maes as
seguravam com forca", eraui moras mesmo ao
suu clo ; algumas vezes, para pouparem lem-
po eram as mes e as creancas massacradas ao
mesmo lempo. Muitas mullieres me assegura-
ram que os soldados turcos tinham agarrado seus
Albos pelas duas pernas, e os tinham aborto ao
meio.
que eu vos tenha constantemente' dos os Chrislaos de Hasbeya.
transmitido relatnos sobro os progressos da
guerra, julgareis sega duvida que ineressanle
para nos, e para o povo inglez em geral, pos-
suir um resumo completo desse infeliz negocio
desde o cornejo das hostilidades al actua-
ldade.
Como tenho estado prsenle durante toda a
guerra, tenho eu mesmo_ visto esses horrores,
mais do que qualquer nutro europeu, e nao te-
Em (oda esta guerra s houve taires urna ni-
ca excepcao notavel n'esta barbaridad?.
A irma do principal chefe druzzo,antes de co-
mecar o massacre, aconselhou os Christos que
nao se dirigissem ao serralho : ella sabia prova-
velmenle a sorlo que os esperava, e offereceu-
ihes um abrigo em sua casa. Desgracadamente
desconfiou-so d'ella ; todava'400 infelizes diri-
giram-se sua casa, o quando os assassiuos,
a montanha esperando flanquear os Druzzos do
Lbano, e cahirera sobro elles no valle.
Mas foram muito vagarosos; primeiro que
tivessom chegado ho alto da montanha, virara
que as duas torcas tinham operado a sua juneco
e comecavam a'iucendiar a cidade.
nho alui disso li.lo iienhuraa outra occupagSo sdenlos de sangue, pedirain que lhes (ossem en-
alm de colher esclarecimentos exactos, julgo treges os caes dos Chrislaos, ella disse : En-
trai, se assim o%usaes, c lirai-os N'esta oc-
casio mesmo, os druzzos nao ousaram violar a I
saiiUiiude u harem de um dos seus geandes
Principes, e pariirara sullocando a sua maldico,
Foi esta mulher mesmo quem escoiiou aquelles
infelizes Chrislaos at Montarab, o'oude foram
que a inlormaco quo vos transmiti agora e ve-
rdica, o por. mais penosos que sejm os dela-
lho<, nha deixara infelizmente por lssu do ser
verdadeiros.
E' necessario recordar que no verao do auno
passado leve lugar uina escaramuza na aldeia de
Beil Mizi, duas leguas c meia do Beyroulh, mandados para Sidon, e transportados em um dos
n'um domingo depois do meio dia. Muilas pes- | nossos navios para Beyroulh.
soas perderara ali a vida, mas felizmente- o ne-
gocio nao leve ento seguimenlo.
Todava a m disposico que j enlo exista
entre os Druzzos e os Maronilas nao se dissipou
naturalmente, e comquanto se proclamasse urna
completa -reconciliaco, receiou-se desde logo
erados.
Mato
ferido.
O emir Shehab, que j tive occas'o de men-i
cinar, foi moito com todas as pessoas que se
encoiitravam em sua casa. Eram por tamo Mus-
sulmanos. Mas nao ha outros exemplos de que .
os Druzzos lenham ousado locar no mais humil-j
de Mussulmanos ; mas aquelles homens codoca
que as hostilidades se renovassem em 1860, se o dos em altas dignidades e de urna posico ele-
governo nao lomasse medidas
effuso de sangue.
para suspender a
vada, erara inimigos pessoaes do Pacha de Da-
m-sco, e forara sacrificados ; julga-se que o le*
Os Druzzos foram os primeiros aggressores, gar-teucnle do Pacha significou' pretia'mctite a
porque no principio do mez. de maio foi encon- | sua approvaco.
trado um padre assassinado em um convenio
no caminho de Der-el-Ksmmar ; sind-i que
se nao descobrio quem fossem os assassinos,
nao se duvidou que tivessem sido os Druzzos,
porque um Christo nao ousaria locar em um
padre.
Os Christos usaram desde logo da reprezala
e mataram o primeiro Druzzo que encontra-
ran).
Depois oranfmortos dous Christos pelos Druz-
zos, prximo do rio Damoor, entre este rio o Da-
marca, e os seus prenles mataram dous Druzzos,
conforme os costumes de vinganr.a que aqu exis-
ten) entre todas as naedes.
Nesla occasio, se o governo livesse feito o
menor esforco. leria podido impedir quea.fcoer-
ra so cstendesse. Eu achava-rae junto de Siid-
Bek Jumbld, o principal chefe .dos Druzzos do
Mak-larali, nao longe #de Bleddin, no proprio
palacio do Emir Beshir, quando se veriQcarara
jesles acontecimenlos, e apressei-me fazer tu-
Ido quanio podesse para suspender a effusao de
'sangue,
Se nao livessemos ouiras provas mais do que
estas, ellas baslariam para estabeleccr a coni-
piiiidade dos unedonarios da Porta. Emquan-
to 03 infelizes quo gje linhara refugiado no ser-
ralho de Hasbeya soTinam foiae e sedo, a genle
de Sidon, que havia alguns dias eslava em alar-
ma constante, foram atacados no 1. de junho
pelos Bachi-bozouks e outrosMussulmanos. O
massacre durou muilos dias, neohujn Christo
ra da cidade eslava em seguranga : os homens
ou as cranlas do sexo masculino eram motlos ;
as mulheres eram maltratadas.
Esles lacios animaran! os Druzzos, que acata-
rara e saquearam um mosteiro naeimmediacoes
de Sidon ; dezesseis ecclesastcos foram euto
morios. E todava, o governador de Sidon nao
tr.it iva de intervir, comquanto Sidon seja urna
cidade cercada de rauralhas, e que nao fosse ne-
cessario seno fechar as portas para impedir que
os Druzzos onlrasscm armados. Os Bachi-bozouks
lambem ficaram impunes.
Deveria ler dilo em primeiro lugar que um
grande numero de Christos refugiados as m.QU-
ferro em Sidon antes do por do sol, o quo ind-
raidou os fanticos e provavelmenle impedio urna
catastrophe.
Descobrio-se que lambem na cidade havia urna
tentativa, porque o governador de Sidon tinha
desarmado lodos os Chrislaos, pretexto de
Os Chrislaos, depois" de algumas descargas, que, em consequencia da agitadlo do paiz, a. po-
lomaram a fuga, vendo alm disso que as tropas j pulaco devia ser desarmada ;'mas ao mesmo !
turcas se tinham voltado contra elles; os velho?, lempo permitlio aos Druzzos e aos Mussulmanos'
os enfermos, algumas mulheres e changas per- que entrassem e perraanecessem na cidade cora !
i na cidado ; forara depois raassa-1 as suas armas. Nada havia que podesse ser
mais injusto nem mais proprio para raostrar que
.Mataram dous lazanslas francezes e um ficou I havia misintenedes. guando se lhe perguntou
i0- .. | ofiicialmente se "isto era exacto, nao o negou ;
u europeus nao eslavam em seguranca | somonte disse que para o futuro obrigiria iodos
->o ataque confra Zahleh, as tropas coraman- [ sera excepcao a largaren), as armas. Podio-se-
dadas por titn chamado Maribek tomaram mna lli- que fizesse essa promessa por escripto mas
posico mais activa do que o tinham feito sote- elle recusou, dzendo que finalmente nao ni-
riormente; cheir.im mp.srpn fwry*" rsoj "" "- -*=*-- 'pcmi 'i"<- us ituzzos Irou-!
peca de cam.'-anha que linham levado comsigo,, xessem as suas armas em Sidon, comquanto ti-
e diz-seque urna baila lancou por Ierra o sino da vesse'uma guarnicao de Irezenlos homens e ar-
cathedial. lilharia, c que a cidade estivesse coceada de
Lis aqu o que significaram as promessas de muros. w
Aurschid-Pach. Depois do morticinio de Dcr-el-Kammar, e
Os Druzzos. embriagados pelo bom resultado emquanto era Sidon reinava o pnico, eslava
alcancado e pelo saque, voltaram do novo contra Beyroulli ameacada, e sem a presenta de mui-
Der-el-Kaminar. tos habitantes cropeus, aquella praca parlilha-
Os desgracados habitantes, quando tiverara i va da sorle das outras cidades Que'si todos os
noticia da sua approximaco, fizerara preparuti- j negociantes indgenas se refugiaran) na Alexan-
vos para a resistencia; maso governador, que { dria. Foi encomiado raorto um Mussulmano,
tinha 400 homens no serralho. e mais 300 meia
legua d'alli. era Bledin, disse-lhes que nada te -
riam a temerse lhes enlregassem as suas armas.
Pedram urna escolta para se dirgirem a
Beyroulh.
O governador recusou, e os habitantes nao
poderam deixar de fazer o que se lhes orde-
nara.
Todos os seus effeilos de algum valor foram
conduzdos ao serralho, e em seguida dirigio-se
alli a maior parlo da populaco.
D'esla maneira se encerraran) no serralho na
noite de 20 os homens, mulheres e enancas.
A 21 de junho pela manhaa reuniram'-se os
Druzzos em voliada cidade.
Um dos seus chefes appresentou-se no serra-
lho. duendo que quera fallar ao governador.
A conversa leve lugar em voz baixa, por meio
de um interprete, porque o Turco nao compre-
hendia o rabe.
No fim fez-se urna pergunta, qual os Christos
ouviram responder fiapsi {ab era turco}.
Os Druzzos desappareceram ; mas alguns mi-
nutos depois abrio-se a porta, e os miseraveis
entraram, massacrando lodos os do sexo mascu-
lino, com auxilio dos soldados, *
isto produzio mnila agitaco; os Mussulmanos
insisliram para que fosse execulado um Chrislo,
o foi elTeclivamenle preso um desgracado, c
execulado algumas horas depois ; era provavel-
menle lao culpado naquelle assassinato como os
europeus da China.
Nao podendo os cnsules geraes fiarem-se j
no Pacha, resolvern! mandar urna carta collec-
liva aos principos chefes dos Druzzos para os
convidar por termo s hostilidades.
Commediam-se assassinalosdiariamente ; Bey-
routh e Sidon eslavam j ameacadas, e militares
de pessoas que se tinham reunido em Klies-
vouan espera va m cada passo um ataque.
Os chefes druzzos moslraram quo nSo eram
os princpaes agentes dessa guerra ; tinham-se
vendido aos Pachas, e evitaram dar urna res-
posta directa.
Mas esta tentativa dos cnsules geraes produ-
zio cffeito para o momento.
0 Pacha ouvio fallar da carta; rio que era
desmascarado e que nao tinha utra esperanca
mais do. quo a paz.
Descobrimos depois, o que enlo apenas sus-
peil&xamos, que estara projeclada em Kerouau*
ursAtepetiso dos massacres de Hasbeya o do
l)ol-el Ka minar. Os Druzzos tinham marchado
at os confina d'aquelle districto, o Pacha devia
mandar soldados ollomanos < par* manter a paz
o proteger os Christos o entao a caroagem
tinha comecado c nao censarla provavelmenle
seno depois do massacre da maior parte da po-
pularn christa do Lbano, pelos Druzzos e pelos
Mussulman.ns Muleros de homens pereceriam
se esse projerto livesse sido daoo a r.,t,,,
Deludo islo resudou urna declaracooflicial
de paz, com urna nica condicao : era que os
Christos esqueceriam o passado!
O Pacha desempenhou a farca de convocar um
numero igual de representamos de ambas as
racas; mas os que se apreseniarara era nome
dos Christos erm traidores e eslavam corrom-
pidos ; e quando mesmo houvessern sido pes-
soas capazes, nao teriara ousado fazer oulra
cousa mais do quo aqmllo que o Pacha lhes or-
d enasse. Desgranados Esquecer o passado !
Ouantos militares dos seus compatriotas esto
arruinados e privados de ludo guantas mulhe-
res esto sem protectores, sem habitac'o, e no
meio da miseria Sessenta cidades e a'ldeias do
l.ibano esto queimadas, e aquella cidade tor-
il ou-se um deserto.
Diz-se que 75:000 pessoas esto reduzidas
miseria. Este numero parece consideravel; mas
poder fazer-se urna idea do estado de despo-
yoamento que eu aponlo, quando s um navio
inglez transportou para Beyroulh, tanto de Si-,
don, como das margens do Damur. 2:400 pessoas
a maior parlo mulheres. Alguns rapazes pode-
ram escapar vestidos de mullieres. Toda a po-
pular') quera abandonar O paiz cheia do ler^;
se podesse partir, poucos Christos fieariamJK
o dominio turco.
Lis aqu sinda um acto de lyrannia atroz e de
exterminio premeditado da rara -christa. Os po-
bres, que havia alguns mezes" desejavam deixar
Damasco e as futras cidades, foram impedidos
pelo Pacha, que nao quiz dar-llies o treskr ou
passaporte, anda que lodos os subditos otloraa-
nos possam viajar sua vontade no lerri'.orio
da Porta.
E' diflicil dizer quantos chrislaos foram morios
n'estes massacres. As cifras difieren) muilo,
uns fallara do 4:000, outros de 10:000. Esta
oltimi cifra muito exagerada, o eu crcio que
4:000 o mximo ; porque segundo as melhores
inforrnarer que pude colher, r.reio que o nu-
mero das pessoas moras em Der-el-Kammar
foi de 1:100 a i 200, em Hasbeya a Rasbeya d
700, e em Sidon de 50 ; de maneira que nos
tres grandes massacres. cahiram victimas J250 a
2:150 homens. Uns 200 fugitivos foram corlados
em pedacos no dia 30 e 31 de maio, prximo de
Beyrouth, e se 1:000 Christos pouco mais ou
menos foram morios as cidades, nao creio que
tivessem perecido mais de 3:500 pessoas, sendo
d'esla cifra 3 000 do sexo masculino,, o que
urna grande peda para a populaco cuja' riqueza
c prosperidad dependen) da sua energa.
Na quarla-feira, 11 de julho, entraran) na ba-
hia una nao e duas fragatas turcas, conduzindo
a bordo 3:000 homens. A sua chegada produzio
um novo pnico, e as pessoas que ainda all so
conservavam tizerara os seus preparativos da
pariid-a, porque os cnsules insisliram para que
o Pacha deixasse partir aquelles que queriam
embarcar.
Os Christos ju!garam-so perdidos. At entao
linham elles completa confianca nos navios de
guerra estrangeitos. Agora j'ulgam-se entre
dous fogos, e esti forca militar, em vez de lhes
dar seguranca, nao faz mais do que augmentar a
insolencia dos Mussulmanos, e por consequencia
0 perigo dos Christos.
Kis aqu at que ponto chega a minha discrip-
co respeilo da guerra do l.ibano. Esta.guerra ^
1 um escarneo dar esto nomo semelhanie;
carnificina ] est actualmente ultimada ; desejava
que esla minha diseripeo d'aquelles horrores
podesse ter aqu um ternao guasi no mesmo
dia em que se proclamou a paz, leve lugar era
Damasco urna exploso fantica. Nos j a espe-
ravamos. Todos aquelles que conhecem a Syria
p/eviam ha tres ou quatro anuos que alguma
terrivel tragedia devia verilicar-se n'aquello
paiz, e principalmente na capital. O fanatismo
nao em ponto algum to violento como em
Damasco, c os Christos alli esto de tal maneira
em miuoria, que s a idea de um massacre
assusiadora. Os Mussulmanos sao lalvez em
numero de 130,000, e os Chrislaos nao exceden)
15.600.
O fogo foi laucado mina no dia 9 de julho, s
duas horas da tardo; a casa do cnsul da lussia
foi a primeira atacada ; depois seguiram-se as
casas dos piincpaes negociantes christos, que
forara incendiadas,segundo oabominavel costme
do paiz. A obra da deslruico nao avaneando cora
suficiente rapidez, todos os edificios christos fo-
ram incendiados. Nao enlrarei nos detalhes do
massacre de Damasco, que ainda contiuuou ; mas
no momento da partida das ultimas noticias, isto
, oilo dias depois do coraero do negocio, o dis-
tricto chrislo anda arda. As ras eslavam cheias
de (ndeos que exclaraavam : Morle aos chris-
tos Nao sobreviva um nico! Os europeus na
data das ultimas noticias, tinham podido escapar.
Nao devido populaco, que queimou todos os
consulados, cora excepcao do consulado inglez o
russo, e que abertamen'te pedia que-lhe enlregas-
sem os cnsules russo e francez.
Alguns, mas poucos europeus de Damasco, en-
conlraram ura refugio, junto de Abd-el-Kader,
ou junto de Mr. Brandl, cnsul inglez, cuja ma-
gnifica conducta e firmeza conseguiram salvar
milito* infelizes. mas eat qii. ~ >.uuiu j
centona de refugiados que lem comsigo. Para
...>> vieram para a cidade. Saquearan) e malarara os
homens, e levaran) as mulheres. O Pacha nao fez
cousa alguma. Ahmed-Pach nao fez fechar as
portas da cidade, e as tropas ollomanas distingui-
rarn-se pelo su ardor no massacre contra os
Chrislaos, e em maltratar as mulheres.
Othman-Bey, o mesmo que tinha estado cm
Hasbeya, cliegou a Damasco ha poucos dia?, e
enlrou como vencedor. Nada ha que possa ser
maiSjinfame do que a conduela de Ahmed-Pach
e de todos os funecionanoa.
L'm despacho dirigido pelo capillo Paynter ao
almirante Martin, refere da seguinle maneira a
chegada de I'uad-Pach.
Bordo do navio Exmoulh, Beyroulh, 11) de
julho.
.... Hontem 18, chegou um expresso Damas-
co. Mohammar-Pach iinha*taiubem chegado cora,
tropas. A ordem estabeleceu-so gradualmente,
as portas cstivam fechadas, o nao se dexavam
entrar grupos de gente armada Enlerravam-se
os raoitos, cc>ra receio da peste, e as lojas de co-
mesliveis e do legumes tinham-se aberto no dis-
tricto mussulmano. Os Chrislaos ainda nao ou-
savam apparecer. As tropas desembaracavam a
estrada e Beyrouth a Damasco, c nao dundo quo
nuncio de fugiiif^regresse breve
le porto.
o maior numero di
regresse breve es-
Na quarta-feira 17, chegou deConstantino-
placom as suas tropas Fuad-Pach, ministro dos
negocios estrangeiros. Vena munido de poderes
extraordinarios, e goza de urna repulaco euro-
pea de considerarlo e honestidade. Espero pois
que estes teiris actos de fanatismo cessaro, o
que 6e proceder um rigoroso mquerilo. Mr.
Moore tem nelle urna lo grao.de candanga, qua
ILEGVEL


(2)
DIARIO DE ?T%T?A18WC0. QUINTA FEIRA 4 Dfc OLTUBRO DE 1860. "
nao julga necessario medidas de precaucao, e eu
deixarci do as tomar.
[Jornal do Commercio de Lisboa.)
INTERIOR.
RELATORIO
Bo ministerio do usscinl^Ia geral legislativa
na quai-ta sessao da dcima le
gislatura pelo respectivo minis-
tro e.seerc tari de estado Joo
Lusjosa da Cunta Paranagu.
[Conchudo.)
LIMITES DOS BISPAD05.
Os limilcs dos bispadoa de Goyaz o Marauho.
decretados r.a le n. 773 de"23do agosto do 185
sor boas, de esperar que os annos de ai|,d nao livcram a sancoo do poder pontificio, e par
>G2 corrarn favoravelmenle as orovn- PT "o hayerem sido prsenlos as adhoses na re...
Aquella rr.edida por parte dos ordinarios das duas de-ge dizer que ludo est
HIO DE .lAMIIIII
ASSEMBLA GERAL LEGISLATIVA
SENADO.
SESSAO EM 28 DE AGOSTO DE 1860.
Presidencia do Sr. Uanoel Ignacio Cavalcanti
de l.acerda.
A's 10 horas e 50 minutos da manh5a^~b Sr.
presidente abre a sessao, estando presentes 31
Srs. senadores.
I.ida a acia da antecedente, e approvada.
EXPEDIENTE.
O Sr. 1 secretario lo. un. otTicio do Io secretario
da cmara dos deputados acompanhando a pro-
posito da mesma cmara autorisando o governo
para conceder dous annos de licencia, com lodos
os seus vencimentos, ao couselheiro procurador
iisral do Ihesouro nacional Jos Carlos de Almoi-
Arcas. afim de tratar de sua saude ondelhc con-
vier, e ao parocho collado rtrtro Piorantoni, com
os vencimentos da respectiva congrua, para ir
Europa tratar de sua saude.Vaia imprimir nao
estando j impressa.
Comparecen! no decurso da sessao mais nove
Srs. senadores.
ORDEM ODIA.
Achando-se na ante-camara o Sr. ministro dos
negocios do imperio, sao sorteados para a depu-
taro que o deve receber os Srs. Silveira da Mol-
la, Dinize Baplisla de Olivcira, e sendo introdu-
cido com as formalidades do esiylo, toma assen-
to na mesa, e continua a 1" discussao, adiada
pela hora na ocasao antecedente, da proposta o
poder execulivo (izando a despeza e orcamenlo
j receita geral do imperio para o exercicio de
1861 a 1862,com as emendas da cmara dos de-
putados.
O Sr. Souza Franco tendo de fazer algumas
observaoes breves e geraes, toma a palavra ce-
ir o seu coslume coi Ia discussao paro nao ser
chamado ordem se aguardar para a 2" discus-
sao : desconfiado com as medidas regirnenlaes, c
comas anjearas feilas ?os que coslumam Deco-
llar a tribuna, e desejoso de mostrar que nao prc-
tondo consumir lempo, far mui breves censida-
racocs.
Mais cedo do que esperan o orador, a situsco
vai-se tornando embaracosa c alllictiva. Tal qual
se acha ella demonstrada no orcamento,-revela
augmento de despezas, decrescimenlo da receila,
creacao de novse gravosos impostos, alguns dos
quaes nao se pode saber de que uatureza u de que
Icaoce podem ser.
Urna boa administrarlo finaneeira aquella que
.nao augmenta a despeza, e sabe fazer crescer a
recoila sem meios extraordinarios, sem vexar com
impostos a socidade Mas quando se emharaoa
p trabalho, quando a produego se amesqulnh,
yundo se exigen sacrificios de homens empo-
rW-idos e sem recursos, enlo a administracao
fatal, deshumana para com aquellos cujos uile-
resses deve zelar.
O orador, sendo inierron)pido por constantes
apartes, procura demonstrar que a siluacao linan-
ceira do paiz andou em prosperaste seinpre eres-
eente durante a administra-cao no gabinete ae i
de maio, a despeto de leresse gabinete de arros-
trar urna ciise e limo guerra ; c que o estado las-
timoso das flnancas, o dficit present', e que se
lem de aggravar para o futuro, provm dos erras
da escola respectiva, que desde 12 de dezembro
e 1858 se acha no poder.
A siluacao tracada noorrcniento que se discu-
te de It-bl para 1862 anda ser peior do que a
actual. Alas quaes sao ns razoes deseos receios?
quaes as causas desse de. rescimelo de rendas '.'
Nao podem ser causas naluracs ; as safras pro-
mettem
Ibtl e 1602 corrarn lavoravelmenle as provn
cas ; nao sao pois as causas naturaes que podem
incalir esses receios ; nao 6 a uatureza, c a ruoo
do honiem que produz estes resultados ; sao as
medidas restrictivas do gabinete de 12 de desem-
iiro, que ainda vive, e que anda pesa sobre o
paiz.
Se daqui a dous annos ainda presisliio e an-
da mais aggravados os males do presente, para
uaudo ficam guardadas as vanlagens das medi-
das hoje adoptadas'.' Para que revestir o governo
dessa to ampia dictadura, que boje se Ihe con-
fia, SO elle nao pode remediar os males da si-
luago ?
!-tn presonca de circunstancias diflicleis c de
dficit a setencia eceiisclha dous meios, ou a re-
dueco das despezas, ou o augmento da receita.
lias para se laucar modeste ultimo expediente,
>: mislcrque se leu ha em pregado timben, quati-
lo fr possivel o primetro, isla a redcelo da
despeza. Os sacrificios Do deven ser impostos
scn'o dcpus que feilas as rodueces possiveis na
despeza, anda elles se toruam necessarios.
O governo nao lem procedido assim ; pilo or-
namento se t que as despezas publicas sao con-
i sideravelmente augmentadas, e sao creados tio-
vos impostos para satisfazera essas.despezas.
O orador expende vanas considerac.es para de-
iiioustrar a sua assercao.
Conclue ponderando, que quando em Roma se
nomeava um dictador, essa aomesQo era seropre
seguida de urna victoiia sssignalada que leva?a o
uiuuipliador o o povo ao capitolio areudergra-
oas aos deoses.
ntrenos porm essa confianea Ilimitada, qu*e
SiJ d ao governo, so pode trazer a ruina das ri-
quezas do paiz.
OSr. Ferraz presidente doconselbo) entend
que o discurso que acaba de sor proferido nao
parece partir de um hornera que nao ha muuo
lempo fui ministro do estad. Parece-the que o
Sr. S'iu/a Trauco nao atienden bem sua posi-
co, quandu fallou, o que s poz a mira no ap-
plauso popular ; que S. Exc s leve por lim pro-
fligar aquellos que divergem de suas dootrinas
econmicas.
O orador se limitar a fazer sobre a materia em
discussSo algumasconsideraees minio em geral,
e perfuncloilamente.
Logo que o orador lomou coma da adminislra-
rao, mostrou o estado pouco lisongeiro em que
se aihuvain as financas do oslado, e revelou a
existencia do dficit. Quaes porm seraoascau-
..-a.s desse delicil ? nao podem ser por certo as
reformas approvadas nesta sessao, o nem jios-
sitei provar que a causa do decrescimenlo da re-
receila e da complicacao da sUuacao Onanceira
parte do actual gabinete.
E'tambem de mislerque so mostr qual a re-
duccao possiiel na despeza oreada. Ella toda
ida era verbas anteriormente creadas, em
.snicos existentes, a que de modo algum se po-
de deiiar de salisfazer. O propro Sr.Souza Pran-
co disse que lodos os annos as ticcessidadesse
augmenl ai c as despezas crescem quem reco-
'*-* '"'" ,;!l'oii;io podo censurar o ministerio
por algn, augmento de despeza.
lia fi,
< ni vez
dcspezi em muilo menos do que devia estimar
rocurou co.ti todo o cuidado calcular toda a des-
peza real. Esta promssa que fez o nno passa-
do, t-Uo a desempenhou com a possivel lidclt-
dade.
O orador expende varias considerecoes mostran-
do que as complicaces financeiras da artualida-
dc nao proceden! das medidas do actual gabinete,
era do de 12 dedezembro. Essas diutruldadcs
precedem de empenhos anteriormente existentes
e de servicos creados, a que nao era possivel
deixar de salisfazer.
O ministerio de i de maio navegou em mar de
r<".-as ; acliou as circumsiarnias asmis favora-
veis possiveis. O actual gabinete desde ocomeco
leve de lutar com um delicit.
O Sr. Souza Pranco fez orna rerdadeira jere-
miada ; pinlou co^i cores lgubre a siiuaciio ;
mas uo allribuio os males s suas verdadeiras
causas, altriboi-os s medidas ltimamente ap-
provadas, que ainda nao podem actuar sobre a
mtaa$ao.
Concluindo, observar que nao dado ao homem
de estado usar de urna fraseologa de tribuno. Nao
<: prudente provocar una procella para poder de-
bella-ta, porque de ordinario os que as provo-
ca m sao as primeirajpjrictimas.'
O Sr, .SoicoFra^Pfnz diversas consideracoes
respondriido no Sr. presidente do consclhb.
Concluida a 1.a discussao, sahe da jala o mes-
mo ministro para se volar, e passa a proposta
rom as emendas para a 2.a discussao, na qual en-
tra logo cm sua presenta, comecando-s6 pelo
arl. 2 e seos paragraphos co"m as respectivas
emendas, tendo ficado adiado o arl. 1.
OSr. Almeida Pereira [ministro dos negocios
tenas pelos notares sanadores que oceuparam
tribuna, pede Hcencaao nobre senador pela pro-
vincia do Rio Grande do Norte para que no o o
acompanhe no terreno para onde levo* a dis-
cussao.
O nobre senador a quem se refere, navega em
um barco ligeiro, -e em plena liberrtade.; pode
desiraldaf aos ventos todas as auat velas, e se-
guir a derrota que quizer. Mas, o barco de ora-
dor convm que seja dirigido com mais pruden-
cia c caulella ; -lhe preciso let norte certo, e
evitar os etcoihos e baixios, e nao espo-lo fu-
ria das tormentts. Ura destes barcos, nao era
preciso declara-lo, o symboio da pposicao
outro syrobolisa o governo.
O Sr D. Manoel perguuta quaes as providen-
cias que o governo lem tomado para as prximas
eleices, se j lem expedido circulares aos pre-
sidentes de provincias para que as autoridades
nao iutcrvciiliain na eleico.
Declara que o gabinete nao pretendo do modo
algum intervir na eleicao ; que 6 um dos grandes
principios do gabinete a abslencao das autorida-
des no processo eleitoral.
Islo coinludo nao quer dizer que o governo nao
faga volos para que triumphem as urnas aquel-
es quo adherem asnas ideas. Islo conforme
a natureza do syslema representativo ; o gover-
no representa urna opinio ; e o governo nao po-
de declarar que cruzar os bracos, e que dei-
xar indillerenle triumphar a op'iniao contraria.
O que cumprc ao governo fazer que as autori-
dades nao abusein, nao ponhan embaracos li-
berdade do voto.
nanlo s desordens que o mesmo nobre se-
nador recaa, o orador nao assegura que ellas nao
se darao, purque isso perlence ao futuro e o fu-
turo da Providencia ; comtudo. se essas desor-
deus se derem, se houverem perlurbaces da or-
dern publica no processo eloitoral, nao podero
ser imputados ao governo, que empregar todos
os nidios para que as eleices corrarn tranquilas
e sem coacciio.
Perguulou-sc ainda qual a razao porque nao
vinhaj consignada no orcamento a despeza para
a nova secretaria ltimamente creada ?
A resposla simples ; nao era possivel calcular
a despeza sem estar feito o regulameuto, sem
estar organisada a secretaria,m estarem desig-
nadas as funeces da mesma ; nao se poda calcu-
lar a despeza sobre dados que ainda nao exislem.
Ainda nao lia muitosdia.sque essa medida passou a
ser lei do paiz, e nao era possivel que j todos
esses trabalhos eslivessem feilos.
O orador responde a diversos uniros pontos so-
bre que foi convidado a dar explicacoes, e con-
clue agradecendo a lodos oradores 'que orcupa-
Tam a tribuna di>cutiudo o orcamenlo, as ma-
neiras benvolas com que s dignaran! Ira-
l.i-l"..
Nao baveudo mais quem lenha a palavra, fica
ooies que. nao leudo o earactes de parocbos i quantiascom ess esiiuo no banco piovincial do
colladol, se esforcaram por bem servir, suieilos Ria Grande do Sul, alm do tQ:000&, que se Ihe
como eslo a urna prniupla exoneraco, logo coocedcu pcltj" lo do art. 3 da lei 939 de 26
que nao correspondam fianza nelles deposi- de selembro de 1857, exigio-se por esta reparti-
tada. ^o do vigarto capitular um orcamento da obra e
Em algumas dioceses, na carencia de sacerdo-
tes nacionacs, te-em os ordinarios recorrido, alm
do clero regular, a sacerdolea eslrangeiros, que
se. prestam administrado dos Sacramentos
aos poros de algumas parochias, alm de po-
bres situadas em territorio remoto, doenlio e de
accesso perigoso pela visintranca de tribus ind-
genas, ou em oulras em que s di a parlicul*-
ridade de havercm sido pogoadas por colonos de
origem allm nao fallando outro idioma, como
sejam as situadas no territorio da antiga colonia
do S. Leopoldo, da diocese do Rio Grande do
Sul.
Estas razcs justificam de algtima forma aos
prelados e vigarios capitulares, que preferem nao
deixar sera sacramentos aos calholicos que vi-
vem nessas freguezias, embora os que os admi-
nistran) sejam eslrangeiros.
Nao tem, todava, 0 governo imperial cessado
de reclamar dos bispjs, que abram concurso so-
bre as parochias vagas, expedindopara esse fm
a circular de 16 do dezembro ultimo, nao s
para nao desanimar os pretcndcnles aproveita-
veis des3es beneficios, como para nao deixar em
olvido a regr cstibclccida por lei, dando pre-
ferencia excepeo, quo s em casos mui limi-
tados tem cabimento.
De todas as dioceses a da Babia a'uuica que
nao conta freguezias vagas, alm das que se
acbam presenleinenle cm concurso ; mas observa
o digno metropolitano que, quaiflo a coadjutores,
ha n'aquclla diocese sensivel falla em razo da
i iusiiflicicnria desordenados, que os parochos das
freguezias mais pobres nao podem supprir da sua
ingrata congrua e neuhuns rendimentos.
Esle mal observa-se em outras dioceses C cm
maior escala.
Havendo-se alguns parochos abstido de aprc-
senlar suas provisoes ou carias de collaco s
presidencias das respectivas provincias, alim de
poderem entrar cm exercicio, dKido esic proce-
dimenlo lugar a ignoraren) aquellas autoridades
quaes as egrejas providas e por prover, resolveu
0 governo imperial rectificar esta pralica per avi-
so de 2i de agosto do anne passado, sujeitaudo
os parochos a apresentarem suas provisoes ou
cartas ao cumpra-se das presidencias a que per-
lencera freguezia, sob pena de se lhes nao contar
o exercicio, e nem poderem receber a congrua,
deixando do ser incluidos as folhas de paga-
mentos.
O aviso de -8 de outubro de 1859, declarando
plaa respectiva, para, sendo approvadas, logo
se Ihe dar comeco.
Nao sendo poesivel anda apresentar-vos orna-
mentos o plantas de diversos seminarios qoe se
derem construir e reparar, convir que, nao obs-
tante habilitis o govorno para fazei essas despe-
zas, que se nao deven, demorar.
CONVENTOS.
As ordens religiosas no imperio, continuara ero
cadencia,
o eslado em que actualmente esto vem a in-
certeza de sua existencia, e dahi o abandono se
nao a delapidaco de seus natrimonios. O go-
verno procura entender-so com a Santa S acer-
ca das providencias que convjn toraar-se a-se-
melhanle respeilo.
O collegio que abrirsm os benedictinos nesta
corle continua a prosperar com grande aprovei-
tamento dos alumnos e vanlagem da inslrucco
publica.
Foi um servico real, prestado mocidade do
Rio de Janeiro, que me grato reconhecer.
Nos annexos encongareis o officio que ao di-
rector geral da secretaria de eslado dos negocios
da juslica dirigi o mui digno D. abbade do mos-
teiro Fr. Luiz da Coiiceigo Saraiva, dando conta
do estado do collegio, numero das aulas e dos
estudanles que as frequenlam.
CAFELI.A IMPERIAL.
Ncphuma alieraco solfrcu a capella imperial
depo do ultimo relatorio.
As solemnidades religiosas fazera-se all com
a pomp compalivel com os meios de que dis-
pe a fabrica, que ainda nao sao suflicientes, c
con) os auxilios que Ihe presta o Ihesouro.
Nao havendo razao especial para que as des-
pezas com a capelTa imperial e culto publico no
municipio da corte fizesseiB verbas separadas da
que destinada s domis cathedraes e paro-
chias, mandei que se reunissem todas no orca-
mento, e formassem urna s.
MISSIOXARIOS.
Aioda naoesl concluida a questo entre a
Santa S e o imperio respeito do decreto n. 373
do 30 de julho de 18-4 ; est porm muilo adan-
l.ida.c espero que breve tora soluco salisfacto-
ria era bem dos interesses da igreja o do estado.
A prudencia aconsellia que nao entre em maio-
res desenvolvimenlos & respeito de urna questo
que anda pende de r.cgociaces.
O prefeilo dos capuchinhos no Brasil, Fr. Fa-
biano de Scandiano. foi chamado Roma para se
Assim e que por decreto de 17 de marco do
correle anno se abri o crdito extraordinario
de 11:322*300, isto da melade que faltava pa-
ra completara que se abrir em 31 de Janeiro
de 1859.
_Por decretos de 26 de selembro de 1859 e de
17 do marco do auno crreme, us. 2,477 e 2,55 i,
abtiram-se dous creaitos supplementares para
occorrer dficits verificados em algumas verbas
do orcamenlo.
O priraeiro foi de 63.000*000 e corresponde ao
exercicio de 1858 a 1859.
O segundo foi de278:108*232 destinados fazer
faco a despezas do exercicio corrente.
Nos annexos encontrareis os decretos, exposiT
ces e demonstracoes que fundamentan! esses
crditos.
BALANCO PROVISORIO.
Do balanco provisorio annexo a este relatorio
consta que no exercicio de 18581859 dispoz
este ministerio de um crdito na importancia de
-1,491:940^193, comprehendidos os crditos que
que os presidentes das provincias sao compe-1 ihe confiar missao maito mais importante.
lentes para dar licenca aos parochos sem preiia
per mise o dos ordinarios, suscilou du vidas que
forain explicadas pelo do 23 .de dezembro Jo
encerrada a discussao por nao haver casa parase' mesmo anno.
volar, e relirando-se o dito ministro com as for- | Ahi ficou bem patente o pensamento do go-
njjdadcs com que fora receido o Sr. presidente I verno imperial, declarando: Io que os parochos
Os poucos padres misionarios que restam con-
tinan) a prostar relevantes serviros ao eslado.
FACULDADES TIIEOLOGICAS.
As mrsmas razdes j declaradas nos relalorios
anteriores que ale hoje tem impedido que o go-
verno imperial use da autorisaco que Ihe foi
e crearam. A despeza eflecluada mportou em
.117:7588700, havendo porlanto urna sobra de
374.-1819493.
MONTE-PIO DOS SERVIDORES DO ESTADO.
O Monte-Po Geral de Economa dos Servido-
res do Estado, creado por decreto de 10 de Ja-
neiro de 1835, nfls vinte e cinco annos de sua
existencia, tem patentcado asss a ulilidadc e
vanlagens de sua instiluico.
Na ultimo biennio[1857 a 1859)malrcularamse
176 conlribiiinles nevos, e requereram a ele-
vado de suas inscripcoes. Os primeiros ins-
creveram-se por 252:6003820 pagando de joias
pela enlrada 98:8815718 ; o augmento das ns-
crpees dos outros montou a 32:&86&622, e as
joias tuje pagaran) a 16:47408i ris.
O nVccru dos contribuintes no m do referido
biennio, era de 1,124, importando suas inscrip-
ces em 1.654:848j*644.
Na mesm poca rec.ebiam pensos 287 Titiras,
1,174 filhose nihas, 2:1 netos e netas, 5 mais, 29
roaos o 14 hrrdeiros instituidos em testamento,
ao todo 1,053 pensionistas, com os quaes
despendo o estabclecimenlo 258:338$2S7 annu-
almenle.
Pelo balanco apresentado no lira do biennio,
ve-se que havia nessa occasio 2.514.400g va-
lor nominal das apolices da divida publica e
arcos do Banco !do Brasil que possuia o esta-
bclecimenlo, o qual com as quanlss de........
12:458*533 em dinheiro, e 4<):0i)0$O0 era letras,
profazo lotal de 2,566:858*533.
O decreto n. 2,437 de 6 de junbo de 1859 al-
Icrou a porccnlagem para se contaren) as oas
aos contribuintes de 35 annos de idadee maioies;
determinou que os Cilios o netos varos dos con-
tribuintes novos leriam dir.ilo ao recebimenlo
das pensos al aos 21 annos, nao havendo in-
capacitado pbvsica ou moral.
Estas alteraces, proposlas pela directora do
Montc-Pio, foram adoptadas pelo citado decreto
em vista das razoes que as fundamentaran), son-
reit que teem os prelados de dar licenca e a sua sabis, o governo nao lem
interferencia as concedidas pelo governo, con los.
audiencia dos niesm
sido parco em crca-
dioceses. Agora que chegaram, seio sofTcita-
das as bullas necessarias, que de una vez aca-
baran) com questo de to looga data.
Tela lei n. 693 de 10 do agosto de 1853, que
creou as duas dioceses do Cear e Diamantina,
pretendeu-se regularisar a circumscrpcio das
dioceses da Babia, 1\ rnambuco, Minas Geraes.
Goyaz c Rio de Janeiro, e com esse intuito se-
parou-se e annexou-se porces de territorio
que a ulilidade administrativa o o bem espiri-
lual eos povos aconselhava que se fi/es-e. Na
redarc.lo da lei porm escapou incluir no 3o
do art. 2" o territorio da capella do Rio Verde,
distrieln de Calacas, dosannexando-ae do bispa-
do do Pernamburo, como leve lugar cun a fre-
guezia de N s. da Conccico da Villa Formosa
da Imperatriz,
Convindo o hispo de Pernambuco c o viga rio
capitular de Goyaz na incorpora<;o do territorio
s sempre que fr possive
CATHEDRAES E MATRIZ ES
O estado das nossas cathedraes e matiizes
inda o mais incompativel, que se pode imaginar
com a pompa da religio e esplendor do cullo
calbolico.
Os templos que possuimos legou-nos a colo-
nia rom todo seu a Ira o c mao gesto.
Raros sao aquellos que se teem reparado o re-
construido, e rarissimos os que de novo se edi-
fica m.
Escusado tralar da renda das fabricas, n qual
lorna-se quasi imaginaria para algumas malrizcs,
a outras to miuguada que nao vale a pe-
lata-la Em assumpto lo importante, pe-
or fazer.
.A provista de 8 de noveinbro de 1GCS, (|ue re-
gulava as rendas da fabrica da catiiedral e ma-
tiizes da diocese da Bahia, fui extraviada, se-
gundo comiQunica o reverendo mdtropolilano, e
hoje, lalvez, sua execuco nao podesso apro-
veilar. .
O recurso s esmoias c escassisimo, seja por-
que o anligo fervor religioso lem em grande par-
le arrefecido. seja porque se reconhece que, so-
bre seren mal arrecadadas, deixam muilastezes
de seguir o destino que teem em mira os liis.
O esplendor das [oslas religiosas b"je um
dessa
ull
..-lio
i segunda dioees
vista da
idade publica, resolveu o governo imperial
solliiilar de lonia as bullas indispeiisaveis, o
j leve efleito por aviso de 3 de marco passado
ou ministro brasileiro naquelia cOrle. '
A questo assim liquida.la conforma-se com
espirito da lei ( seguramente com a intencaodo iue as r",;I;is decretadas em algumas Ubella:
legislador, facilita a administraco ecclesastica "pnezes sao demasiado parcas para cubr re a
viga rio obediencia
/z^e0^!,Ya,1itep/V,^^f^>s1;,7.ando'a
e civil .ni un poni que (Icaria afaslido cm
extremo das vistas da S de Olinda, e quasi sem
poder ser fiscolisado por seu legitimo pastor,
continuando como sp acha encravado no ten lo-
rio ile oulro bispado.
Na freguezia de Nossa Scnhora da Penha da
villa da Taquera, provincia da Parahiba. dava-
se a anomala de prestrar o
no que respeita a funcQo
dent da provincia de Pernambuco. sob pre-
texto de pertenrer essa villa ultima provincia.
Por aviso de 26 de selembro passado, dirigido
so presidente da provincia da Parahiba, deu-se
''un a essa anomala, sujeilando-se o vigario
obediencia do mesmo presidente. Cuando a car-
go da respectiva I h eso ura ra o pagamento da
congrua, al que o ocupo legislativo resolva a
questo do limites que divide as duas provin-
cias como parecer acertado.
nlio, menos que pata isso nao inlervenlia o zelo
! ou o capricho de alguma irraaade rica.
Com o pesxoal ao servico das igaejas, pago
cora tanta parcimonia, com* fabricas to pobres,
i o eolio calbolico fica reduzido a incsquinbas pro-
porc?s e ncm sempre, por causa de semelhante
indigencia, podemos niaut-lo com asseio e de-
cente mediana.
As grojas, porlanto, precisan), alm de repa-
ros, patrimonio su (licin te para manlerem as so-
lemnidades do culto com a gravidtde indispen-
savel. Nao possivel actualmente, sem a pie-
dado dos liis, constituir esses patrimonios, por-
!as de
m as
desbezas necessarias
O crdito extraordinario que roncedesles para
os concertos de que carece a igreja matriz do En-
genho Velho nesla tone anda nao foi em prega-
do por circun stancias que teem occorrido : e co-
mo os orcaniciils feilos j eram anlgos, mandei
organisar noves, e chamar de novo concurrentes
para lomareni a obra por empreiladi com as ne-
es lemporaes ao presi- cessarias seguranzas para o Estado.
Est breve o prazo em que deve terminar o
concurso, o logo que lie Onde, resolverei sobro
as proposiis que appareccrem, dando a emprei-
lada a que mais vanlajosa me parecer.
lu dos meusanlecessoies abri crditos extra-
ordinarios para reparar as malri/es de traja e
Cuarsliba, os quaes fiaaram extinclos com o ter-
mo do anno Quanceiro em que foram creados. 0
estado dessas grojas contina amcacando ruina,
e chamo para este ponto vosea piedosa attcnc&o!
i reparos da matriz da (raja foram oreados
os do da Guara-
Oppoiliinamenle se cuidar da creacao das fa-
culdades theologicas, cuja necessidadealias 6por
loilos reconhecida.
CONTRARIAS K IRHANDADES.
O eslado das innandades, eonfrarias e ordens
lerceiras, nao se pode dizer lisonjeiro, comquan-
lo entre ellas algumas existam em siluacao [iros-
pera.
No geral sao pobres e mal administradas, seja
porque a indiffercncd religiosa, sempre de eli'eiios
desastrosos, at l lem estendido a sua malfica
influencia, seja por outras causas que ainda nao
poderam ser bem averiguadas, visto como possue
o governo todas as infoniiae,c3a/; 'j completas
como as exigi.
Convm todava notar que os beneficios que
resultam dessas sssociaces sao incalculaveis, o
por isso de grande conveniencia anima-las.
A corle sem duvida a parle do imperio em
que as associaedes religiosas mais lem progredi-
do e llorescido. Sinto nao poder dar-vos emqua-
dro resumido o eslade de todas ellas, indicando
-cus patrimonios, rendas, e o modo por que sa-
tisfazera seus pos institutos.
Entretantodar-vaa-hei conta da siluacao pros-
pera em que se acha o ordem terceira deS. Pran-
eis. I cisco da Penitencia, pelo quo consta do relatorio
so- apresentado no nrimeiro de novembro do anno
ultimo pelo irmon ministro JoaquimJos de Cas-
tro Araujo Sampaio, o qual mo foi com mulli-
cad e.
Ve-ae por esse relatorio que a admiuistracao
dos bens da ordem hila iom zelo. erononii e
inlelligencia, de modo que suas rendas com toda
a di'jcricao e
drojiro tem se
RELACAO METROPOLITANA.
Esto tribunal foi creado por provis.io^regia de cm (iosdo 181 em 23:Ul$()e
i de marco de 1078 c conservou-se com iros liba em 22:692^340
niembros al o anno de 1830, quando pela lei
n f-.'j ile 17 do sefenibro desse anno se aulor-
sou, alen: do augmento do numero dos niembros
do tribunal, que passou a 7, so!, a presidencia
do reverendo areebispo, o mellioramenlo dos
vencimentos dos juizes.
Esta reforma parecen na poca ura verdadeiro
SEMINARIOS.
Ainda est alrazada a instrneco do clero, ape-
lar da sollicitude com que o governo tem creado
alguiisdesscsestauelecimeutostQ augmentado em
outros as raoeiras do ensino. Este cst9do de
cousas natural, e nao lea sTlii motivos para quei-
xa : o lempo c um elemento necessario pan nue
pr.igresso, vista a faeilidade que la dar docisao em taes materias lei.ham bous resultados os me-
procossos dimmuindo o trabalho dos juizes, lliorea desejoe.
mas por infortunio a reforma peiorou a situaco
do Irib nal:------
Quando exista em sen inteiro vigor a creacao
de 1078, poda o areebispo, por anligo coslume,
na falla temporaria dos juizes, nomoar substitu-
tos, que nunca deixaram sem decisAo os procs-
eos esludados.
O governo imperial continuar a empregar es-
forcos para auxiliar osbisposoo proposito do ele-
val o clero altura, em que fcilmente possa re-
ceber a inslrucco superior de que lano neces-
sita, e esperaeer cuadjuvado elficazmeute pela
assembla geral legislativa.
Por decreto de 3 de marco desle auno foi crea-
s-;,...r.',.l"rr"'n ";,da providenciuo nesie do o seminario da diocese'de Goyaz tora (antas
i'meo^as'h.llas"lem^a'rUs:a'que Td"ad Grosso? ""a"U* rnnla *" *"**"* de Ma,,-
UniZiitt '"."'"f1135 chronicas dos juizes cons- Por aviso de 15 de marco passado, Corara ao-
tantemente dao lugar ,,rovad, s di (Te re otes compendios dos ser '"arios
melrnnnlii nn I da lt>i,;. vrr. i>,____'neo e Maiiannd Por de-
n sido os do semina-
Tn ill Kar'. ,rov'"1's differentes coni,
-m 1W4 ja propunha o digno metropolita ou da Bahia, Para, Pernanibn
vo liar-se.d antiga orgamaaqo do tribunal, ou cisoes anteriores j o havia
aulori=arrse a dcc.sao dos pleitos por tres uiem-, rio doMaranhao.
brns somante
Nossa poca entondeu o governo que hada po- s .!"-'t"enos
da resolver, nao obslnle ler em seu apoio una n"'
pequeos seminarios da Rabia e de Marian-
)m muilo proveilo, segundo inor-
o imperio) tendo de responder s observaces
Crescendo o mal, iniciou-se em 158 na c-
mara dos Srs. depulados, um projeoto augmen-
tando o numero dos desembargados, o que o
motropolila presta o seu assenso.
I'areee-me indispensavel que quanlo antes
soja decidida esta quesio. para que a adminis-
traco da juslica ecclesastica seja prompla como
convm todos os interesses.
PAROCHIAS.
Oquadro dos beneficios curados exislcntes no
impeiio acompanha o relatorio, tanto dos que
eslo prvidos, como dos qaR eslo vagos com
ou sem vigarios cncoinmendados.
A deficiencia de clero habilitado para prcen-
cher as vagas das freguezfas por meio do con-
curso a pobreza conberida de muitas paro-
chias e os minguados honorarios que presla o
Ihesouro aos que vo dedicar-se a urna vida,
sobro afanosa, modesta o cheia de mil privocoes,
principalmente nos lugares os mais remotos c
menos amparados dos nossos sertes. tem obri-
gado os bispos, zelosos de sua missao, a nao
levarem a concurso as freguezias vagas, prceri-
lias que vio succedeodo por sacer-
nan lem estatutos regularmente organisados.
Lxislom formuladas algumas regras porque se
dirigem professores e alumnos ; mas ludo pro-
visorio. '
O reverendo metropolita declara era officio de
l) de evereiio deste auno que anda nao pode
formularos eslututos do pequeo seminario da
sua diocese de urna maneira mais (ixa c acc-im-
modida s circumstancias do mesmo estabcleri-
menlo, porque espera fazC-lo quando se dora
transferencia dos alumnos para o edificio que
andou construir o governo imperial, e que jase
icha terminado. J
Nao havendo chegado em lempo lodos os da-
dos estaiist.cos. que foram pedidos aos bispos
quanlo ao progesso da inslrucco secundaria ob-
lida nos rwpeclivos seminarios no ultimo decen-
nio nao possivel ainda fazor-vos conhecer o
resultado da apreciogo que se houvesso feilo e
que podem servir do base para futuras apreca-
coes e esludo, comparados estes eslabelecimen-
los com os que so destinados a seculares e uor
ellos dirigidos. y
Para a edicacao do seminario da diocese de
S. Pedro, com j existem depositadas algumas
- i -' ** m a ii-iiuhj n/iii i'. i i ti
espirito caridoso do sen sanio pa-
ervido nao s para, alera do aug-
mento do-patrimonio, melhorar o reformar o hos-
pital lano no material do edificio e sertico das
enfermaras, como no (racmenlo dos enfermos.
No anuo compromissal do Io deoulubrode
I85f i :iu do seteajbro de 1859, foram tratados ne
hospital desla ordem, prvido do instrumentos u
objectos indispensaveisaind i para as mais impor-
tantes e delicadas operacoesrirurgicas, 1,215 do-
entes, dos quaes apenas fallecern) 46, gastndo-
se com esse stvco a somraa de 0:810g970 rs.
As esmoias por esta importante associsco des-
pendidas, soja por uma s vez, soja mensalmente
a irmos pobres, e com o auxilio a outros que se
ausentaran) do paiz afim de tratar-so de graves
molestias, aubiram nesso anno a 31:2245000, ex-
cluidas as despezas eilas cora os suragWis por
unirle de 134 irmos, e pcrlo de quairo mil xois-
sas,guisa montos, alunase festas na capella da
Prainha, o outras recommendadas no respectivo
enmpromisso, cujas despezas montaran) aris
lG:078iG30.
Das olas do balanco apresentado so observa,
que prodnzindo a receita 269:7609730, a despeza
nao excedeu de 267:377#626, o que d um saldo
favorarel renda Ta ordem, que sem duvida ira*
melhoranda cala vez mais, os eslabelecimentos
que possue,e outros, quo prqvavelmeote, crear
em sua piedosa solicitada, logo quo possa ulii-
maras obras que lem em mo, e que Ihe embar-
gara de dar outro desuno as suas rendas.
Todos osles felizcs resultados se tem oblido sem
o em prego de loteras, o que em minha opinio
ainda mais recommendaesta associaQo e outras,
que com menos recursos tantos bens fazcm
liunianidade desvalida em nosso paizc sera os-
len taca o.
CASAMBNTOS ACATHOLICOS.
O breve porque S. Sanlidade, por eTeilos de
sua paternal solicitudo, houve por bem ampliar
as facilidades concedidas ao prelados diocesanos
do Brasil para dispensaren! nos impedimentos
malrimoniaes, nao prejudicou a discussao do pro-
jocloquesol.ro os casamenlos penda da deciso
da cmara dos Srs. deputados, com a emenda
subsl^utiva das couiniissos reunidas du juatiya
civil e negocios cccleslasucos.
O lempo que lera decorrido desde que a idea
foi aventada eapresenlada a proposta do governo
deve ler araadurecido e rectificado todas as opi-
nies, para que sejam coosultadosos rerdadeiros
interesses do estado, sem quebra da conformida-
de que todos nos devemos impor cora os precei-
los da nossa santa rcligi.io.
Era assumpto lio importante e delicado com-
prebendeis porfeiamentc a conveniencia dciimi-
lar-so qualquer n edida que se houver de lomar
ao que Cor slritinente necessario, para que os
direitos de familia, qualquer que soja a (-ronca de
eus niembros, descancem sob a proloceod'a lei
observando-se aquella tolerancia re
afinca a constituico do eslado
ORQAMENTO.
Tara as despe/as do ministerio da juslica em
1801 1&02 peco a quanlia de 4,%S:l'7iD,
havendo uma dill'erenca para mais, comparada
com a que consignastes Prra as despezas de
1860-1861 de 255:93l499. As razos que fun-
damentara esse augmento vo consignadas as
verbas respectivas.
Em vista das observaces feilas pelo conse-
Iheiro director geral do ihesouro, mandei fazer
algumas aHleraces no orcamenlo da despeza des-
to ministerio, senlindo" que nao coubesse no
lempo fazer outras, pora as quaes nao existiam
as precisas inormaces.
CRDITOS EXTRAORDINARIO E SUPPLE-
MENTARES.
Em 31 de Janeiro abrio-se um crdito extra-
ordinario na importancia de 22.644$600 para re-
parar a matriz de Jacarepagu.
Desso crdito u'espendeu-so smenle a melade
no correr do exercicio de 18581859. As obras
estavam comecadas, e se parassem, seriam per-
didas.
estabclecimenlo, todava nao to lisongeiro co-
mo do-era ser em at'enco aos'seus fins. O nu-
I mero das contribuintes e ainda muilo diminuto,
ic convida, se nao forcar a contribuico, como
opinara alguns, ficilitar cortos empregados
i pblicos a matricula no Montc-Pio, adiantando-
; Ibes ajoia que devessem pagar, para ser descon-
lada razoavele parcialmente de seus vencimen-
tos. Assim se arredariam do Uonle-Pio" even-
tualidades, que, nao sendo provaveis, todava
nao estao (orada possibilidade. eso asseguraria,
ao menos lano quanlo permitlida humana
previdencia, a sorte de ura estabeleciment crea-
do em beneficio da inieressanle classe dos em-
pregados pblicos, que merece lodo favor o pro-
lecco dos altos poderes do eslado.
SECR l.TA I! LADE ESTA DU.
Touco mais do umanno ha decorrido depoisda
reforma que se fez nesta reparlico : ainda nao
porlanto possivel einittir juizo seguro de suas
vanlagens em lodosos ramos que esto a seu car-
go, tanto mais que a maior parle dos emprega-
dos que foram nomeados nao tinham a pralica
dos trabalhos, e o regulamento exigi muilos,
alias de absoluta necessidade, que nunca se li-
nhara feilo c agora comecam.
Notarei apenas que ha alguma morosidade no
processo dos papis que entrara para a reparli-
co, antes que subam ao despacho do ministro ;
o lambem que so nao deu aos directores desec-
co toda a iniciativa de qna carecen para o rae-
lhor desempenho de suas ebrigaeoes, c ao direc-
tor geral mais ampias all il.uieoes em negocios
que nao passam de expediente, ludo quanlo
actualmente se faz ueste sentido* effeilo de me-
ra coofiaaca.
Eiitrelanlo, pode-se dizer que os trabalhos des-
la reparlico, marchan regularmente. E me
grato declarar-vos que o Musir lo directorgeral
continua a empregar lodo^i seu zelo ede-
dicacao para o niollioramentn do servico, tornan-
do-se digno de toda minha confianc e louvor.
(is demais empregados tambera desempenham
os seus devores de ura modo satisfactorio.
Taes sao, augustos e dignissimos senhores re-
presentantes da nao.io, ns informales que tivo
por conveniente fornecor-vos neste relatorio, nao
carecondo assegurar-vos que vos ninistrarei
qaaesquer nutras, que sejnra precisas para o de-
sempenho de vossa misso.
Rio de Janeiro, 14 de maio de 18C0.
JoO Lustosa da Cunha l'arancigu.
igiosa, que
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Para.
Cidtidc de Beln*, 10 de selembro de 1860.
Meu eii3ro redactor. Quasi nao Ihe escrevb,
porque sei que o vapor Oyapock. portador da
prsenle vai demorar-se algum lempo em Mara-
nho a concertar o fundo.
o que succede porm chega.rem estas linhas
com ponis das de antecipaco minha segu li-
to correspondencia ; entretanto ahi val cm resu-
mo o que ha de mais notavol nesta quinzeoa.
Estamos ainda na lula eleitoral para juizes
de paz, e vereadares das cmaras muuicipaes
O Jornal lo Amazonas d boje a apiiraco dos
vou.s de uma fregueiia da capital (Trindade),era
favor do po: liilo liberal.
ses festejos do dia 6 noite, a ponto de que
quando os grupos passaram pelo consulado por-
tuguez, paralara em frenle, e davam vivas na-
5S0 portugueza, e ao cnsul de Sua Magestade f.
Islo prova igualmente a boa harm#lia que ex-
siste entre os filhos das duas naces irm&as, quo
so eslimam tal ponto, pois que lodos correr
por sna parle para solemuisar o maior dia do
Brasil !
No dia 7, alm do Te-Dtum. na calhedral e o
cortejo em palacio, houve noile um grande
baile dado peios officiaes reunidos da guarda na-
cional, exercito e armada, no quartel do 3" bata-
Ibo de artilharia, que para esse ftm foi decente-
mente preparado.
L eslive e declaro que nunca vi no Para um
baile tao concorrido: teria para cima de 600 pes-
soss c 150 senhoras.
Afm deste festejo houve no largo do mesmo
quartel um pequeo, mas bello fogo d'artificio,
para divertimenlo da populacho que nao convi-
dada para bailes ; ahi esti'veram seguramente
tres rail individuos de lodas as classes.
Os mais dias 8, 9 at hoje 10 do corrente, se
lem passado em paz nesta capital.
Dei-lhc noticia -pela minha carta passada do es-
tado do processo do vigario de Ourm, agora pas-
aba aTiancar-lhe que o vigario Jos Mara Fer-
nandes foi conderanado 9 raezes de priso, o-
portuguez Elias, chamado dia6o, 5 l[2 mezes,
a prela Marlinha, (a santa), duzcnlos acoites o
ferro ao pescoco por cinco mezes, e o Hespanhol
Bento Martins absolvlo.
A sentenca foi bem recebida pelo publico da-
capital, mas o que censuram ao chefe de poliica
a absolvicao de Bento Martins, que na verdado
nao parece ser lo innocente como se inculca.
Entretanto o julgado do Dr. chefe de polica foi
como era de esperar da illuslraco e honestidad
deste magistrado.
Chegaram neste vapor os depulados Tita Fran-
co d'Almeida, Joo Augusto Correa, e o deputado
do Cear Araujo Lima, juiz do dtreilo de San-
larm.
Da mesma sorle vieram as carias imperiaeso
as medalhas de prata que S. M. o Imperador con-
ceden ao muco Roberto Anaslacio e a Jobo Mils,
pelos actos de humauidade pralicados nesta pro-
vincia ha pouco lempo.
Do oflicio abalxo transcripto ver as rerommen-
daces da presidencia s sutondides policiaes so-
bre a sua nao inlervfico na lut.i eleitoral.
Estas recommendacoes, por em quanto, foram
bem recebidas pela imprensa.
Provincia do Par.Palacio d*i presidencia
na cidade de Belm, em 14 de agosto de 1860.
Illra. senhor.listando pioximo o da em que s%
tery de proceder > eleico de vereadores e juizes
de paz, recmmendo V. S. que d as necessarias
providencias, para que ella seja a expres-
so genuina o (iel do vol popular, nao ad-
nitlindo de maneira alguma o sob qualquer pre-
texto a nlervenrA da autoridado que smenle
deveapparecer pora garantir sustentara ordem
publica e essa mesma iiberdade que o governo-
imperial e esta presidencia lano se empeuha
em manier.
Cumpre, pois, que V. S. exerca a msior vigi-
lancia sobre as autoridades que Ihe sao subordi-
nadas, nao lhes permittindo intervir directa ou
indirectamente na referida eleico. nem consen-
lindo que preparem com antecedencia o campo
eleitoral quer em beneficio propro, quar nodo
seus prenles, amigos e afieicoados.Deuaguar-
de i V. S.AngeloThomazdoAmaral.Ilm.Sr
Dr. Olynto Jos Meira, chefe de polica da pro-
vincia.a
Nada mais resta a noliciar-lhe. Espcra-se o
vapor do serlo e de Camel; os quaes devora
Irazer as noticias do centro da [irovincia acerca
das eleices ; o que houver Ihe participarei para
o seguinle paquete.
Noticias commerciaes, redro-rae aos preces
corremos que junto Ihe remelto.
Son como sempre o
Pag.
NAVIOS A' DESCARGA.
Nereida.......... Barca portugueza.
Tocanlins........ Barca francesa.
Goldeu West Iliate americano.
Progreuo........liiata nacional.
Patriota........Iliaie nacional.
Arago............Barca fraaiccza:
NAVIOS A' CARGA.
Mary Lmihj Patacho americano.
sabelt............Patacho americano.
Stf ..............Brigue norueguense.
Guadiana........Brigue inglez.
Isabella Sco.... Brigue inglez.
Oyapock..........Vapor brasileiro.
.H.irnii!i:~s.o.
S.-Luiz, 23 Je setenibro de 1860.
Nao me tendo sido possivel eserever-lhe pelo
vapor antecedente, deixei do noliciar-lhe o triste
acontecinento do naufragio do brigue de guerra
Caliooe.
Pelos jornaes [ue^cnlo Ihe foram remettidos,
ficou sera duvida inleirado do fado, das circums-
tancias que o aniecederam e das providencias que
o seguir ni.
Est hoje bem averiguado que alm da perda
do navio e .,i artilharia, temos que lastimar a
monede 21 pessoas, entre olas o immedialo, o
medico o o cummissario.
O Caliupe eslava realmente em pessimo esta-
do, ea prova que sem bater largou uma laboa
e foi ao fundo 2 horas depois de ler sabido des-
lo porto, leudo enmelado a.abrir agua algumas
horas depois de levantar o ferro.
E' por eerto indUculpavel que se lenha dado
por prompto para navegar uma em barca; o em
semelhante 'estado, e mais indisculpavel ainda
ler sido conservada a mesma durante uma noite
inteira atravessada, fazendo agua, cinco leguas
de Ierra-, o sujo u ao embate das ondas !! E de-
pois nao era curial que se lancasse ao mar a arti
11.baria pata alliviar o navio, quando*se cria o
perigo to eminente que julgou-se necessario
Coiiiruir uma balsa ? Di/.ein i*s entendidos que o
comtaandanta logo que couheceo que o navio nao
podio chegar mais a este porto, oque leve lugar
em cois bo na noile de. 15 do passado, di.i d 1
sahi.li deste porto, devera fazer proa para tona
Na realidade sabe-se que este partido triumplia
1 geral rincli pnllurriM .il.iit ,ril pnnm '. en n?
perava.
em geral ncsle collegio eleitoral, como j se es-
vapor
Os conservadores teem tido bastantes votos:
mas a pozar das reunidos, discursos e outros
meios empregados em tos occasies, nada po-
deram conseguir a dar a victoria sua causa.
Cunsta tambem que em Barcarena, dislricto
oesta cidade esto interrompidos os trabalhos da
eleico, por desiiitelligonces e questoes ntreos
dous partidas, oslando testa de um grupo o ce-
lohro i.io.rlo Augeliiii, que quer bater chapa
favor do uns seus ofleicoidoa.
A' vista disto, o que ceito que para Barca
roa partirn) urnas triiita pracas do hnha, para
oque possasucceder e para garantir a Iranquili-
dade d'aquelle lugar.
De Qamcl que se desconfa muilo : poriue
os espiritos estavam muito exaltados as vesperas
do da 7 do corrente.
Dizein que houveram requsicoes presiden-
cia para mandar o chele de polica e um
de guerra.
Nada, porm, disto succedeu ; porque ainda
o chele de polica e os vapoies aqu esli.
Era Muan, Ubidos tambora havia exaltaco
nos partidos, mas eremos que ludo isto nao pas-
sarde ranacas eleitoraes, sem ser de plvora o
bala ; porqut o Para e um pas ordeiro e paei-
fico.
A independencia do Brasil foi
tal) muilo festejada.
Bandos de povo com msicas frente percorre-
rara as ras da cidade, dando vivas ao impera-
dor, a independencia, aos Brasileiros e aos \.-
raenses...
Conforme a poltica de cada grupo, parara este
na casa, onde havia urna refeic.o,que era servida
aos respectivos correligionarios, sendo a do par-
tido liberal no largo de Pedro II, na casa do co-
ronel Jo da Ponte eSouza, e a do conservador
na residencia do Dr. Joaqun) Jos d'Assu.
Era t.das estas funeces populares houve a
melhor ordem e prudencia, e nao constando que
tivesse lugar o mais insignificante aconlocimenlo
entre os partidarios de poltica opposla.
Nao se admire disto, porque esles fados sao
usuaes no Para e mostrte o bom senso da sua
populaco, que comprehendo convenientemente
a necessidade da tolerancia e da ordem no meio
das lulas polticas.
Muilos eslrangeiros mesmo acompanharam es-
aqui iua cap
V
para encamar u navio e salvar a Iripolaco. Na-
da disto, porm, leve lugar, porque poz-se o na-
vio capa at jue no eia seguale s 11 horas da
manhs sossobrou.
U commandante do Caliopc esl responden.'
a consetho de iuvestigaoo.
Nou oceupar-rae agora das eleices, e esle o
ponto principal da presente correspondencia.
Tiveram cora elfeito lugar no dia 7 do corrate,
as eleices pan vereadores e juizes de paz.
Nao so pode, dizer quo o triumpho pertenga a
qual 1 ... um Jos dous partidos. Cada un venceu
onde li.ilu elementos para isso. O partido" libe-
ral ganhou as eleices na capital, tanto de juizes
de paz como de voleadores, fazendo apeuas es
conservadores os quairo juizes do paz do segun-
do dislricto.
Alm da capital venceu tambera o partido li-
beral em S. Denlo e Vianna, e em mais alguma
freguezia, cuja eleico nos nao cons'ta aiuda. Eia
quasi lodas as ruai-freguczias triumphou o par-
tido conservador.
As eleices teem corrido cm paz e Iranquilla-
incnle. Apenas em Meaiini e na cidade de Caxias
deram-se algumas cenas de sangue.
Na freguezia de Nosss Senhon da Conceicao do
Caxias, por occasio do leconhecimeiilo de ui
eleitor, cuja nieniidade era posta era duvida, u;n
individuo den sobre a rresa um grande soco, quo
foi q signal para o comeco da desorden. Asca-
deiras o banca Rzeram-se em pedacos, e tanta
foi a coufusu quo a mesa parocnial "se vio obri-
gada a parar com os trabalhos da eleico. Hou-
ve omita cacelada e alguns (orinientos leves, mas
lendo-se derramado sangue na igreja, o vigario
declarou-a interdicta, eamandou fechar.
Nao pudendo, pois, irabalharna matriz, o len-
do-lhe sido negada a casa da cunar pelo res-
pectivo presidente, resolveu o juiz de paz couli-
liouar a eleico em uma casa particular, froolei-
ra matriz.
Os mesarios, porm, o' nao acompanharam c
foram em oulro lugar proceder a outra eleico
Cajo resultado entretanto ignoramos ainda.
U juiz de paz nao ao que parece, honiem que
se embarace cura taes bagatellas. Faltando-lhe
os primeiros mesarios fez eleger outros, e prose-
gu nos (rabalhos.
No meio da eonfuso a urna foi salva milagro-
samente, mas quem sabe se depois de violada.
O que me parece que esla eleicao nao se pas-
sou cora regularidade o que j.ferece motivos bas-
tantes para ser annullada.
Consta-nos que a presidencia espera ainda in-
ormaces para deliberar sobre ella.
Na freguezia de S. Benedicto, tamhem do Ca-
nas, houve-alguma- desorden), porm que ne
tomou grandes proporces, gracas aos esfor.-os do
juiz de direilo.
.-

11 rr:f\/n


DIARIO DE PERSAMBUEP. QUINTA FEIBA 4 DE OUTUEsVC?-SE jggft
m
0 motivo foi o negar-se a idontiJade de um
votante. D>ram-se algn.* empurroes, e um dos
espectadores arreraessou sobre um dos mesarlos
ima garrafa de tiota, quo felizmente o nao al-
canrou.
No Mearim houve na vespera da eleicao, da 6,
um tumulto e em consequencia delln urna faca-
da o um entilada, Eru consequencia disso, jul-
gon conveniente o primeiro juiz do paz adiar a
eleicao que devia ter lugar nodia seguintee com
-a qual nenhuraa relacio tinha talvez o aconteci-
menlo do da 6. O segundo juiz de paz, porm,
presentou-se no dia 7 na matriz, organisou a
mesa e fez a eleicao O primeiro juiz de paz nio
se achava ento na freguezia.
as outras tfemaio parochias nao nos cont que
se dsse o menor emprego de forci. Irregulari-
dades, esperlrzas, fraudes e trapassas era muitas
sppareceram, mas isto qnasi inevitavel,.
Em S. Joo de Corles passou-se um facto de
fazer rlr. Na vespera da oleicao offlciou o pri-
meiro juiz de paz ao segundo, declarando-lhe
consequencia do que este npresentou-se o estava
presidindo a eleicao quando entra pela matriz o
primeiro juiz de paz em urna rede carregado por
-dous prelos, nao como dizem, para assumir a
presiienria do acto, mas para adia-lo. Dizem
que elle declarara que viuha alli a torea, e que
se queria retirar porque eslava doente. Nao acre-
ditamos que assjm fosse, mas o qncceito quo
o iinmem se achava doente, que nao queria pre-
sidir a eleicao e que nao podia adia-la. Quao
ridicula porm nao seria semelhante secna !
Em nenliuma das parochias da provincia-se
deu caso aigum de morte por occisiao das cloi-
':be$, o que 6 bem animador, em visla das scenas;
sanguinolentas que sempre ofTereciam. As elei-
eoes cstio hoje mais in.irilisnJ.-ii; sb esta rela-
tad estamos um pouco mais adiaailados. Os odios
do partido eslao amortecidos, nao se nota mais o
encarnicamento de um partido contra o outro.
Cnla mu delles, pelo contrario, so esforca por
mostrar-se mais ordeiro, e mais pacifico e mais
tolerante.
Cromos que nunca houve no MarannSo urna
eleicao mais livre do que esta:dizem-n'o am-
bos os partidos. IV para notar que uehhum del-
les est inteirameoto satisfeitc. com a presiden-
cia, porque neuhum delles cunta com ella.
O Sr. Silveira de Souza se tem coberlo de glo-
ria, llomem de consciencia e administrador im-
parcial, elle tem sabido colloor se no mel dos
partidos, e, superior ellos; suas decisocs tem
sido contraras ora a um, ora a outro. conforme
a justica est de um ou outro lado. At boje, e
til mu pielero ao pmticiiar ; quo < interesse ue
um membro *a communhao social inferior ao
interesae d'esta ; quo iinalmente na co-llisao a
socied.ide est em primeiro lugar que o Individuo,
que nosta subordinaco anda lucra, attendendo-
se t que aeha-se elle incluido na complexidade
do interesse da socideade.
Ora, preterido este, todos aoffrem eso um goza
contra os principios da justica ; mas sustentado
elle em'sua inteireza, todos auferem um provei-
lo, at mesmo csse que parece ser prejudicadp
nessa pnsposicao.
Partindo destes principios irrecusaveis, ainda
hoje voltamns a oceupar-nos da agua encharca-
da, que existe na estrada que de Santo Amaro
conduz llclem ; visto que aislo ha a applieaeo
pratica dos principios supra referidos, islo',
da-se incommodo para muitos, e coraraodo para
um smente.
Havondo neste, ponto ha muito tempo urna cam
boa, pela qual se escoavam as aguas pluviacs, e
o Sr. Manoel Gomes de Uliveira or.tendendo de-
ver lapa-la ou. aterrar, como effoctivamente o
exeaaMou, tem d'ahi resultado todos esncs incon-
venientes ou entraves ao transito publico ; visto
como o osgolo foi interceptado pela obstruccao
da sabida ordinaria d'essas aguas, que portauto
alli Pirara eslagnudas de presente, elumam a pas-
sagem ao publico ; ao passo que igualmente tem
damnificado o planto do capim eui alguna sitios
aqoelle ponto.
A' nenhuma razo se tem querido sugeilar no
entretanto o indicado Sr. Gomes de Oliveira, se-
quillo uo-lo nformam : e por isso j um abaixo
assignado, subsc'riplo por quatorze proprietarios
e raoradores d'alli, subi proseoca da munici-
palidade solicitando providencias no sentido da
cessacao do aboso praticado, c tinto mais quanto
aquella bomba, pelas informnces dadas, ja era
reputada urna sorvjdao publica pela sua existen-
cia de loriga dati, nao sendo licito ninguem
desfase-la por conseguinte.
A solueo desss representacko ainda est de-
pendente de parecer, que deve'ser dado respei-
lo pelo vereador, a quornfoi ella distribuida para
eslodar a materia ; e no entaulo que j vai para
mais de auno, com ludo nada revela o seu prxi-
mo exiio, nada demonstra que fe lenha tomado
interesse por um negocio realmente nteres-
sanie.
Esse abandono de um negocio, que affecta em
linha directa ao publico : indesculpavel e dei-
xa transparecer urna ndilerenea summamente
eulpavel ; porque as autoridades empelantes nao
deyem negtigcociar a tal ponto sua obrigac.ao,
deixando o ciiriclio individual lomar a diaateira
Solao e urna loja arrendado tudo
por...............................
dem 22. Mara Anglica Poreira
de Paiva, sobrado do tres andares
e urna loja arrendado ludo por...
dem 21.Jos Baptisla Ribelfo do
Parias, sobrado de tros andares o
urna loja arrendado ludo por.....
dem 26.Jos Velloso Soares, so-
brado de tres andares e urna loja
arrendado tudo por...............
dem 38.Mauoel Joaquim Francis-
co de Moura e oulros, sobrado de
dous andares o duas lojas arren-
dado tudo por.................... 1:2003000
dem 1.eleodoro do Aquino Fon-
seca e oulros, sobrado de um an-
dar, sold, duas lojas e mais ou-
tra no fundo arrendado tudo por.
dem 3.Capella dos Prazeres de
Guararapes, casajierrea com um
dentar >ie leatemunbar-Uie os nj pus-sin cu ros sen-
f:s05$Q0O; limemos, eomprmidos no esireit- mbito das
alfeicoeido meu corceo. .Seria bem eslrauha-
vel, seria mesmo in iigno de um amigo-o deixar
em olvido o cumplimento desle dever.
Poneos dias havran decorrido, em que o se-
minario de Olinda se enlutara com a perda de
urna existencia preciosa e benemeiita, a dn Sr.
Jos Faustino Barbosa, que era sem coniradiccao
o mais talentoso estudonte do corpo seminaajs'id.
que era o symbolo dos mais disllnqtos predica-
dos, que era geralmente estimado, j por suas
maneiras afiaveis de tratar, j por suas virtudes,
cuja morto devia-lhe contristar, e compungir,
mais que a nos oulros por ser elle teu distinelo
e devolado aroigo.'o "companheiro de cubculo,
eis que recebes a infausta e effiigidora noticia da
1:620-5090
1:450S000H
1:4008000
'JiOSOOO
aseleieoesestopassadas.neiihomadasparcialida- 1w 6 raoavel e justo, e esta as ouvenien-
des o aecusou ainda do ter intervindo as eleicoes.
Ambas eslao pouco contentos, porque ambas que-
dan) em dunda favor alem de justica.
S. Exc nao poupou esforco para que fosse man-
tiJa a libeidadu do voto, e a ordem publica, Sem
empregar apparato de torca,sem rojear a^igrejas
de tropa, elle soube contero povo. com a certeza
nicamente de que a fraud e a illegalidade nao
ncontrariaro appoioent seu governo.
Xas proximidades da eleicao mandn dispensar
do destacamento todos os guardasnaeionaes qua-
tifleados). Envin para diversas freguezias pes
suas de sua conliauca para fiscalisarum o arto
elcitoral, providencia esta que muito eojicorreu
pira a regulari tale e ordem quo se observou
nessea lugares
Pelo vapor seguinte lhe noticiarei e que de mais
or occorrondo, a lhe da re con I a do resollado
das eleicoes das freguezias mais longinquas.
Remclto-lhe um jornal em que vem publicadas
duas portaras da presidencia, urna determinando
as cidades e villas da provincia em que deve ha-
ver collegio elcitoral, contra, marcando o nume-
ro de eleitores que deve dar cada (reguezia, afim
de que Ibes d puhlicidade nessa provincia, se o
julgar conveniente.
O Eira. Sr. Dr. Manoel Clementino Carneiro da
Cu.'iln, chefede policia da provincia, j recolheu-
so .'1 capital, de volta da Barra de Corda, onde t-
nlia ido, por urdem da presidencia, conbecer dos
verdadeiros culpados <\a revolla dos Indios Gua-
jearas. Foi dimtlido o respeitrvo director, Joao
da Cunha Alcanfor, eremos que era consequencia
das oformacoes dadas pelo mesmo chele, dn os-
tarera os ludios mullo desgoslosos de seu gover-
no e de terem sido as njusticas o mos tratos
desse director urna das causas do trislo acontec-
monto que nos referimos. Poran presos e
eslao sendo processados alguna Inlios, os mais
culpados*, e varios individuos, suspeilos dos!
haverern. instigado aquello crime.
r!ecolbe'ido-s% capital as proximidades da !
eleicao, o Dr. enefo de polica chegou ainda j
tempo de ajudar presidencia em se US esforcos |
P ir fazer que a paz o a ordem presidiera to.io?
05 actos eleiloraes.
Cromos que em bree S. Exc, nomeado presi-
dente do Amazonas, seguir para o seu novo des-
lin '. No pouco lempo que aqu lom estado S.
Exc tem adquirido grandessrmpathias, pela de-
licadeza de suas maneiras. e pela justica e recti-
dan que caracterissm lodos os seos ai-tos.
No dia 22(honlem) sabio des'.e port rom des-
tino a csse o vapor de guerra americano Seicinu/e.
Consla-nos que vai sem pralico, o que nao deixa
de lhe ser perigoso, em vista de su >s grandes di-
mensoes. Urna das razdes pira isl > acontecer
dizera que foi o farto de ler ocommandante do
mesmo vapor ajustado com o pralico que o trouxe
este porto, dar-lhe 400?, e lhe nao ter pago se-
o 1 lOjJOOO.
O Uyapock contina em concert o ci-se que
s sahlra desle porto no dia 3 do mez nndouro.
*r-^asw.'.-..cjran:*ft.?^y-^!6.3F^>inMaBr>A.. -^.--; -^vi>---; -.j-^
Q1ARIQ D PERNAflBCO-
O vapor de guerra Viamo, entrado hontem
do Maranhao, foi portador da nula trazida do
Pji pelo Oyapo'c!;, que se ocha em concito,
contando jornaas e eartas com as seguintes datas:
Amazonas 23 dmajjgosto, Para 10 u Maranhao 23
do passado. ^P
No Amazonas nada de nolavel occorreu. dc-
pois da partida do ultimo vapor. Todos so pre-
paravam para a lula eleitoral de 7 de setemnro.
lio Para e Haranho liinitamo-nos ao une dizem
os noasos eorrespondemes em suas m:ssivas, que
vo transcriptas era oulra parle desle Diario.
cus da uttlidade publica.
Esperamos por tanto que se d inconlinenle o
delerimenlo devido rcpreseritaco, que cima
dissemos ler sido enderezada acamara, fazendo-
se cora que s.'ja restabelccida a camboi para dar
prompta sabida s aguas alli embocadas, ou um
esgoto qualquer que lace desapparecer os damoos
e inco nmodos ora existentes.
Hontem fundeou em nosso porto o vapor de
guerra Viamo, perlenccnte esticito naval des-
la provincia, o qual Ma rever o fundo e fabrca-
lo no Maranhao, d'onde sabio no da 21 do mez
lindo, trazendd as malas do vapor Oyapock, quo
tambera all cava em concert.
Esla obra foi feita cora toda a perfeirao, nao
dispensando o digno commandan'.e daquella es- (
lacoo mais insignificante' trabalho que para isso
podesse concorrer. G istou-se nella a quantia de i
9:534^000, e informara-nos que se nao fosse feita
agora, talvez o oslado em que se achava o fundo '
do navio, nos dsse lugar a lamentar algum si-
uislro prximamente.
Dous dias antes havia partido para esle porto
um vapor de guerra americano a hlice, que
quando alli entrou nao salvou trra, nem ao
chele da estaco, quera Dio raandou alm disso !
o commandaute pagar a visita que por parle do
mesmo chele lhe foi feita por ura dos seus olli-
ciaes, nao obstante deuiorar-se 14 dias no refe-
rido porto.
Nao deixa de ser nolavel a ex luisilice do tal j
commendante, cujo proccdlmonto foi tao opposto
s regras da diplomacia do mar, que todos os- of-
Qciaes de marinba segum escrupulosamente cm
lodo o mundo civilisado !
Passageros vindoa do Maranhao para esta
provincia na corveta Viamo.
Antonio Jos Gomes do Correio o sua fa- j
milia.
Poram recalhidos C3sa.de detenco no dia j
2 do crrenle i homens o 1 mulber, sendo 3 li-
quarto contiguo arreo ada por...
dem 5.Ordem teiceira de Sau-
l'raacisco, sobrado do dous anda-
res e urna loja arrendado ludo por
dem 17.Jos do Paiva Ferreira
Jnior, sobrado de um andar e
una loja arrendado tudo por.....
dem 19-.Manoel Bomao de Carva-
Iho, sobrado de dous an lares e
una loja arrendado ludo por.....
dem 23.Dr. Ignacio Nery da Fon-
seca, sobrado de dous andares e
urna loja oceupado pelo "mesmo,
avallado por......................
dem 25.llerdciros do padre Jo;.o
Antonio Giio, sobrado de tres
andares euma loln arrendada por
dem 27.Viuva e llerdciros do An-
tonio Cordeiro da Cunha, sobrado
de um andar e una loja oceupa-
do pelo mesmo avahado por......
dem 33.Antonio Luiz Gontalves
Ferreira, sobrado di dous anda-
res e nina loja arrendado tudo por"
dem 35.llerdciros de Ignacia Je-
ronyma de Jess e Antonio Pe-
reir de Oliveira llamos, sobrado
de um andar com sola o e urna lo-
ja arrendado ludojpor............
Ra da l'enba.
N. 4.- Joo Piulo Begis de Souza,
sbralo de um andar, solao o
urna loja arrendado tudo por.....
dem 6 O mesmo, sobrado de dous
andares e urna luja arrendado por
dem 1.Galduio Teruistocles Ca-
bral de Vasconcelios, sobrado de
Iros andares com solao e urna
loja arrendado todo por..........
dem 5.Joaqun! Antonio Pereira,
sobrado de dous andates e una
loja arrendado ludo por..........
dem II.Jos Itoreira da Silva,
sobrado de um andar e duas lojas
arrendado ludo por...............
dem 15.Paulina Mara Bastos,
casa lerrea arrendada por........
dem 17.Anlonio Luciano do Mo-
raes da Mosquita Pimenlel e her-
deros do Manoel Paula Ouinlolla,
sobrado do dous andares o urna
loja arrendado ludo por...........
dem 21".Uerdeirosde Manuel Pau-
la (juintella, sobrado de dous an-
dares, solio e urna loja arrenda-
do ludo por.......................
dem 25.Irmandadc das almas do
llecife, sobrado de dous andares
e urna loja arrendado tudo por...
dem 29. Anlonio Goncalves de
Moraes, sobrado de dous andares
e urna loja arrendado ludo por.. .
Largo da Ribeira.
N. 6.Francisco tildo do Dr. Joo
Antonio de Souza Beltro de Arau-
jo Pereira, sobrado de um andar
com solao e urna loja arrendado
tu lo por..........................
dem S.Maria Joaquina Machado
Cavalcanti, tasa terrea arrendada
por...............................
dem 12.Joaqun) Lopes de Al-
meida, sobrado de um andar e
urna loja arrendado lulo por.....
2925000
550$000
6005000
1:0805000
700J0OO
1:152-5000
500&000
909=000
508;00
morte do teu amado e carinhoso pai! 1 o enlo
quo dr viva e penetrante nao seria a tua, in-
comparavelmenle mais acabrunJiante o excessi-
va quo aquella : porque alli solTrias a perda de
um amigo, c aqui nao somente soffros a perda
de ura amigo, qoe era o mais distincto e leal,
u mais intimo e carinhoso, mas ainda a falla do
um pai, que era o principal lito de la predilcc-
co, amor e respeito, um pai, cuja existencia te
era mais chara, que os de lodos os leus amigos !
Sim, charo collega, a decepeo porque acabas
de passar. bem lerrirel ; a dor e a saudade que
lo punge e contrista, lodo intensa e amarga-
rada : as lagrimas que te soleara as faces, sao
bem justas, porque sao um tributo, que deves
alma de leu amado pai!...
Mas, quo fazer? Sabes que a nossa vida
urna serie de pranlo e do luto, sabes que esla a
sorleda humanidade,sabes que a fouce inexoravcl
da morte nao poupa a existencia humana tur
do isso, nao ignoras, urna lei improscreptivel,
absoluta e eterna, ante a qual somos toreados a
corvar a cabeca e cumpri-la Portento rBis-
ter que te conformes com esla lei, c misler ha-
ver re.signac.io diante de una scena lio lgubre
e desammadora !
Acccila pois, charo collega.4)s sentimenfos que
compartilho cuml'go : a dor. a saudade, que re-
fervem no leu coracao altribulado, acbarao lam-
pean guarida no meu, aceila-os como um since-
ro tributo de minha gratidio.
Seminario episcopal de Olinda 3 de oulubro
de 1860.
1/. E. C. A'ogiieira.
CoasulatU*. |>ruviii! sal
Rendimeoto do dia I '2 ,*. 2.E3I$160'
dem do dia 3 3,573? 183
___________________ 6:104j5S3
Movimento do porti).
Navio entrado no dia 3.
Maranhao 8 diascrvela a vapor nacional Via-1
mo. commandaole Io lente Manoel Simes
de Almeida.
Maranhao 26 diashiate-nacional Lindo Paquete,
de 208 toneladas, capitao Jacintho Nuiles da
Cosa, equipagem 11, carga farinha de man-
dioca, arroz e milho; a Almeida Gomes Al-
ves &C.
O. Q> w CO C5 O. o s 1 Horas !
w s 9 i c s m -Atmosphera.
o Direco. <
V 53 1 Intensidade -) o
A 14) C3 O) liS o Centgrado. rr
tu o -1 O O i i Reaumur. l
rj -1 te 5? Fahrenheit 1
t.
Si
co

co
o
-I
-I
co
l-S
?3
o
Hygrometro.
Barmetro.

:
e
A noite nublaa>, vento SE. veio para o lena!
o asslm amaphpceu.
OSCILLAC^O DA MAn.
Preamar as (i h 30' da manha;., altura 7.0 p.
Baixamar 0 b 2' da larde, altura .75
Observatorio do arsenal demarinba ," de ou-
lubro de 186J) V|K,;ASJ,;S10b.
O vapor francez Guyenne, chegado hontem
procedente dos porloa do sul, eouduzio a seu
bordo para esla provincia o nosso Ilustre com-
provinciano o E.xin. Sr. Dr. Augusto Frederico
de Oliveira, um dos mais brilhan'.es luminares
da tribuna brasileira, lanto por sua voz aulori-
sada, como por suas grandesvirludescivica.se
perfeito conhecimenlo das cousas de nosso paiz.
S. Exc. um dos mais distinctos Qlhos desta
/uqqq ulgente estrella da cousieltacao braseira, o
digno dn grinde aprero, em que lido, e da
elevada considerado de que gosa geraliueiite.
Apenas fundeou o referido vapor, seguio para
bordo
JL
e o acorupaiihou aoseo de sua Exma. [smilial
E por isso vimos hoje pagar um tribu*) de
gralidao ; e a gratid.io, como j o disse alguora,
a memoria do coracao.
llecife, 4 de oulubfo de 1860.
38 JiOOO
624J0O0
1.018-5000 [
70050001
21J00O !
IMiaes,
ordo o nosso amigo o Sr. George Mesbiil mu i
igno vice-consul da Dol va, seu iiilimo amigo,
6008109
1:008500 J
60O$00O
9605000
900,-000
216-5000
Publicacoes a pedido.
4S0J000
{Continuar-se-ha }
vres e 2 eseravos, a Saber A ord'-m do Dr. chefe
de polica 1, d-i Dr. delegado do Io distrioto 2, e
do subdelegado de S.Josii 2.
Matadocro pcbi.ico :
Malaram-ae no dia 2 do passado para consu-
mo desta cidade 102 rezes-
MortalIdadb do da 3 :
lianna, prel, e.-crava, sollcira, anuos ; tu-
brculo pulmonar.
Herculana, parda, Oannos; bexigas
Canntiga, prela, escrava, 8 anuos ; vomito?.
Hita, parda, escrava, 17 mezes ; gastro inlerite.
Hospital pe cariuadk. Existem 52 ho-
mens e 61' mulheros nacionaes ; C homens es-
Irangeiros, c- 1 mulher escrava. total 120.
Na totalidad* dos doenles existem 37 aliena-
dos, sendo 3J mulberes e 7 homens.
Foram visitadas is enfermaras pelo Dr. Sar-
ment Filho, s 7 horas
Dr. Dornellas s 7 horas e
nliaa, pelo Dr. Firmo s 5 horas da tarde de
hontem.
Communicados.
Hospital >i>rti^uvz le Beiielluencia
em Pcriiambucu.
Descrevondo a festividade que levo lugar no
hospital portuguez nu dia 16 de setembro corren-
le, 5o anni versa rio da sua inauguraco, somonte
temos em vi-ii expor um ficto qua sebremaneira
honra aos illustres o caridosos cavalheiros que
tem sustentado um i creaco de tanta importancia
para a h'imanidade afilela.
Deleito leve lugar, senao com pompa, -o me-
nos com a>singoleza o decencia ne accordo cora
o bom gostodos illnstrissimns senhores provedor
e membro* da actual junta administrativa.
ludo romo que com-iir-ren pura iniior explen-
dor da testa, por quanto (l) foi neste dia que .se
elegantemente
3 na nota la coracao.
Sempre (o a candado a l'oute mis fecunda de
raras virtudes, o fliais sublime de todos os senli-
mentos, que eunobrocein a alma do homem ver-
dadeiiaraenle orlhodoio: ella s nasce d- cora-
eoes philantropicos e beneficentes como com-
passivos, que locados le reluio, levara a vii li-
ma da desgraea ao gozo da paz o di commodi-
dade.
abcm lodos, que o Exm, Sr. visconde de
Suassuna una deesas almas bem formadas, to-
mento a Dos, tao apiodado, que o abaixo assig-
nado, ao vo-lo regressar da corte, nao pode io-
frear urna nota de gratido Ilimitada, que pal-
pila o pulsa queute em seu coracao pelos inn-
meros beneficios que lhe iec.m sido liberalisados
por esse levita denodado da reluio do Gol-
gotha.
O Exm. Sr. viseando de Suassuna um desses
homens, que a Providencia lia. escolhido o de-
parado para allivio do pobre, para alegsia de
seus parantes e para exemplo edificante da ami-
sade, que exerco desinteressadamente, porque
depositario da riqtieza moral e material : seja-me
perdoada a publicar o de suas virtudes.
llecife, 29 de setembro do 1860.
Antonio di Silva Lins.
Joo Baptisla de Castro e Silva, inspector da Ihe-
soursria de fazenda de Pernambuco, por Sua
Uagestade Imperial u Conslitue.ional, que Dos
guarde, etc.
Faz saber a lodos os habitantes desta provincia
que em viitude da ordem do Exm. Sr. ministro
da fazenda, presidente do tribunal do thesouro
nacional, so procede pe,. Miesouraria substi-
luigo das notas do mesmo Ihesouro de 20)000
da quarta eslampa, papel branca, valor por valor
at o Ura de abril de 1861, come^ando do 1" de
maio subsequente s sollVerem as ditas olas o
descont da lei na razo de 10 por ceitlo no Io
mez, de 20 por cen i no segundo, eassira por
danle de modo a perderem lodo o valor no d-
cimo mez.
Thesoitrara de fazenda
setembro de 1860.
Joao Ttaptista de Castro e Silva.
[-ii--,- >'.
....
c=cjwi.,Wa *ar<-^aWiw.t
El -"Vwwrtao..:!
#.MMSiiM
Praca do Recife 2 de ou-
a tubrodolSOO.
A.s tres lloras Aa tarde.
COASIUDO PH0VINCIAL.
Alteraeoes fcilas iias casas abaiio de-
claradas, pertenecntes a fregiezia
ile Santo Anlonio, feila pelo escrip
. lorario Y. M. F. P. de Souza.
Ra do Fogo.
dem 35.Umbelilio Maximino de
Carvalho, um sobrado com urna
loja e ura andar arrendado tu lo
dem 37.Filhos *de Francisco
ERH
R M;
H.31I
REVISTA DIARIA-
No dia 2 do corremo ti vera m comeco os'
Irabalhos da audiencia goral da correicao leste
tormo, abortasob a presidencia do Sr. Dr.juiz de!
direito da 1' vara Bernardo Machado da Costa
Doria.
tiMicciona esta correicao no salaodo tribunal do
jury.
A sociodade banearia Amorm, Bragozo,
Sanios Sl C." paga o primeiro dividendo, corres-
pondente ao semestre Godo no ultimo de agosto
p. psssadn
A agencia da companhia de seguros de Ham-
burso'acha-se itlcnmbjda nesta cidade aos Srs
K ilkmann, Irmaos & Companhia, negoolanle:
desla praea.
O Exm Sr presidente da provincia deixou
guel de casas, em que funecionam as aulas de
insiiucro elementar, que lhe foi presentada
pela direcloria goral da inslrneeao publica.
lindo S. Exc. sido aolerisado pelo art. 26 1
da le n. 483 a fazer somelbante reforma, com a
reslriceao de nao ser excedida a consignaeo vo-
tada ; aquella tabella excedendo esla. deixou
S. Exe. de usar dessa aulorisaeao, devolvendo a
mesmn tabella ao Sr. direclor para reconsidra-
la na forma do consagrado no 2 do art. 8 da re-
eriJa lei.
* No Cuyenne, que lerea-feira cnirou neste
porto, fom procedencia dos do Sul, chegou ,'i es-
t< ridade o Exm Sr. conego Pinto de Campos, do
volla da c'irte.
Felicitamos a S. Exc. por sua feliz viagem.
Urjo tem lugar a festividade religiosa de
San-Francisco d'Assis, patriarcha dos Francis-
canos.
Preguen* do N. S. da Glora de Goit. O
rirocesso eleitoral desta fre^uezia ultimou-se com
a desMavel ordem e rcgularidade, sendo devido
<'ile elfeito ao zelo do delegado do termo
Km consequencia disto, aeha-se constituida a
cmara municipal de Pao d'Alho, pela mancira
S'gninle :
Joaquim Cavaleanli do Albuquerquc Mello.
Lalz Candido Carneiro da Cunha.
l.uiz d'Albuquerquc Maranhao.
loao Auastario Camello Pessoa Jnior.
Antonio ri Barros Correia.
Antonio Francisco de Abreu.
Francisco Xavier de Souza Ramos,
Em lodos os tempos a poltica, a sciencia da
olminisiraeSo, sempre ensinou que o bem com-
Souza Magalbaes, C3sa lenca
rendada por......................
dem 47.Justino Policarpo Ue Sou-
za, ca^a terrea arrendada por.....
Travesea do Livramenlo.
: N. 6.Joaquim Anlonio Pereira, so-
brado de nrn andar e urna loja
arrendado ludo...................
1 dem S.Mari a Theodora da As-
Siimp;5o, uir. sobrado eoni um an-
dar e urna loja arrendado mo por
Idoin 10. Berdeiros de J is^ de
Sint'Anna Brilo, sobrado .com
um andar o duas lojas arrendado
tuda por.....................
Mein !2.Anlonio Valenlim da Sil-
va Barroca,casa terrea arrrendada
por ...............................
dem 14.Viuva e her.leiro de Ma-
noel Anlonio Domingos, sobrado
com nina loja c um andar arren-
dado tudo por....................
dem 16.Jos Anlonio Lopes, so-
brado com un andar e urna loja
arrendado ludo por...............
dem 18.Jos Anlonio Bastos, so-
brado de dous andares o urna loja
da manlkia, pelo nsUllou urna nova enfermara,
15 minutos da na- preparada e allaiada.
Houve missa cantada pelo Rvm. regento do
hospital frei Antonio de Sania Anglica e sermao
do qual foi orador o Rvm. frej Joaquim do Es-
pirito Sanio prngador da capella imperial.
Comparecern) os lllms. Irs, commandanle
das armas, Dr. chefe do polica,cnsul porluguez
e rrruitis outras pessoas: a concurrencia conser
vou-se animada al as 10 horas da noite.
Concluida a ceremonia da missa, era urna hora
da tarde, icvo lugar o jantar aos dentesem urna
mesa para e-se flm especialmente preparada,
presidida pelos lllms. Srs. pro odor o ni ais nuir-
domos. (indo o qual os uns, fre Joaquim e frei
Antonio en to i rara hymnos em aceao de gracas
ao Aliissimo. F^te acto foi sobremodo locante
a quanlos o presenciaran).
hospital apresentava nm aspecto deponente
de sua bondade, regnlaridade e aeeio, a bolica
ptimamente fornerida e bem administrada, as
enfermaras limpa.s c ac -i idas, emrn tudo pa-
teuleav.i o progressivo estado do hospital.
Louvores portante a iodos que concorreram e
leom concorrido para a su>ten:syao desle ezylo
de earilade que ha sido de tanta ulildade para
a humanidade alliicta, e fazemos votos para que
jamis arrefeca o espirito humanilariu dos brio-
sos portuguezes e dos nossos Renerosos hospedes
desla bella apila!.
I*
de
ar-
780,9)00
aiotooo
20JO00
3s>ji)00
Cotaiiocs ofslciaos.
Cambio sobre Londres 20 lii 20
d. 90 d|v.
Colafoes no da 1.* depois das tres
lardo.
Cambio sobro Londres 3 3j e 20 1
d|v. letras ra.
Dilo sobre dito 28 5iS d. 90 div. a prazo
e 26 1[i d. 90 d|v.
Dia 3
Cambio sobro Londres-26 | e 2$ \i d. 90
Descont de letras15 0|0 ao auno.
George l'atchettPresidente.
UuboureqSecreta lio.
O lllm. Sr. inspector da ihesouraria pro-
vincial mamla fazer publico que do dia 2 do cr-
lenle por diantc pagam-se os ordenados dos em-
pregados provincios, vencidos no mez de setem-
bro ultimo.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Per-
nambuco, 1" de oulubro de 1860.u secretario,
A. F. da Aniiuiuiaio.
Coiisellio le eompras navaes>
E' couvidado o Sr. Manuel Jos Pereira. que
contratou fornecer carne verde aos navios da ar-
mada e estabelecimentos de marnha no presen-
te trimestre, bem coran o Sr. Manoel re .Souza
lavares, que em um requerimenlo ao Exm. Sr.
presidente da provincia propoz-se fazer esse for-
iieeimenio por menor proQo, comparecerem em
sessao desle conselho de 5 do correnle mez, afim
de entrarem.na conformidade da ordem do mesmo
Exm. Sr., do 29 da setembro lindo, em compe-
tencia a tal respeito, certosde ter a preferencia o
que houver de oflerecer melhorcs vantigcns cm
favor da fazenda.
Secretiria dn conselho de compras navaes cm
o Io de oulubro de 1860 De ordem do conselho,
o secretario, Alexandre Rodrigues dos Alijos.
Conslho le coinjiviis navaes,
Tendo do ser contralado os fomeciraentos de
. lijlo, ral e de pedia, tanto do cantara bruta, e
i de alvenaria, pira asohras a cargo do arsenal de
i marinba, at o fim dedezembro prximo, manda
.o conselho fazer publico que tratar disso na
sessao de 5 do cnente mez v
las que se aoresentem em carias (echadas, en-
tregues nessn dia ateas 11 horas da manha.
Sao as c mdices do contracto s-'rem esses
objectos foraecidos de promplo, na porco pre-
cisa, o de qualidadn boa, sob pena, de pagirem
os conlraCantes a multa de 50 por cont dova-
3(8 d. e 26 1/2 lerdo cala un, alorado flear-llies a cargo o
excesso do preeo no mercailta, caso o baja, por
motivarem essas faltas que ah recorra-Se; bem
como haverem os meamos contratantes o pa-
gamento de que fornecerem em um me/., logo
no subsequ i ;'.
Secretariado constaba de compras navaes em
2 de oulubro de 186 '.
<"> secretario
Alexandre Rodrigues dos Autos.
Para a enfermara.
6 barricas do farinhn de trigo marca SSS.
barricas de assucar branco.
2 sarcos de arroz pilado.
2 caixas do cha hysson.
Para o servido de almoxarifido.
t livros enr branco de papel de llollanda pau-
lado de 150 folhas. .
12 resmas do papel pautado encorpado.
10 cadernos de papel meta llollanda pautado.
12 caixas de pennas de ac envernisadas.
21 caetas de espinho de qu'and.
1 Ihesoura de aparar papel.
2 faras inglezas de 8 a 1(1 pollegadas.
Para differenles ollicinas de carapinas.
1 galopa com ferros.
3 serrles de fixss. *
3 serrotes de ponte.
6 goivos curtas e direjtas, sortidas.
0 enches
21 vc-rrumas sortidas.
12 formdes sonidos de neo fino.
3 com pacos pequeos gortidos.
1 copo de cantil com ferro.
1 gutlherme com ferro.
1 dilo para moldura com ferro.
1 dito para caixilhu com ferro.
3 planas de voltas soitidss com ferros.
3 ferros de denles para planas.
3 folbas de serra soitidas.
1 barrelete
1 pa com ferros.
2500 ptegos de guarnie.\o.
250o ditos de meia guarnido.
1 arroba de cola da Babia.
Pata marcineiros.
12 formes soitidos do aeo lino.
1 se'ra pequea para serrar folbas.
1 dita braeal para desdoblar madeiras.
3 ferros surtidos para desbastadores
1 ferro de abrir macho e frmea cm parafusos.
i dito para abrir grampos.
'i .-.iras so; tolas de tracar madeiras.
6 goivas sortidas de abrirenlalhas,
1 ferro de guilherme.
2 serrles de lixa com costas de latao.
1'serrote pequi no para jr.mor.
0 grosas sortidas..
1 ferro redondo para moldura.
1 cipo de (erro de abrir macho e fnica.
1 dilo de meia carina.
6 grampos.
1 serra de volta.
2 graminhos sonidos.
1 pochel.
2 pedras de aliar ferros.
Meia*arroba oo colla francesa
8 libras de palbinha preparada, sendo 4 libras *
mais grosja.
25U0 arrestos.
1 prauchao de pao d'oleo
Para lauoeiios.
1 ench goiva.
1 dita de maitello.
1 dila de raspa.
1 segura
1 folie.
1 sacho.
1 mallio.
1 quintal de arcos do barris para ancoras.
Mein dilo de ditos para pipas.
2000 travos para barril.
50 ditos de pipas.
Para forreiros.
2 duzias de limas chalas de 4 a 15 pollegadas.
2 ditas de ditas de meia ranna. surtidas.
2 ditas de ditas triangulas, soitidas.
I dita de ditas ruurcas chatas de 5 a 12 polle-
gadas.
1 dita de ditas de meia caima de a 12 polle-
gadas.
I dila de ditas triangulares de 5 a 12 polle-
gadas.
1 tarracba frauceza com caconcia de 1 1/2 pul
legada.
1 dila pequea do 4 pollegadas ou menos.
2 quinties de ferro sueco.
1 arroba de ferro em folha.
8 libras de lata o em folha.
8 libras de ac de molas de espingardas.
Meia tonelada de carvao de podra*
Meia barrica deareia de caldeiar.
2 duzias de liiuatoes sonidos do 3 a 13 pojllc-
gadas.
Para pedreiros.
G picaretas calcadas de aro.
3 pices oleados de ac.
3 malbos sonidos de 24 a -SJibras.
Para o servico agreola rural.
. 11 entiladas calcadas de aro.
48 limas chatis de 12 a 15 pollegadas.
(i pelias de amolar (das amarellas).
Madeira de sicupira sufQcienlc para 2 carros
e 2 eixns de sicupira para os meamos carros.
3 luios de arcos para ulODcilios dos carros.
12 rolos de quin ou cabrahiba para canga?.
4 toros.de sicupira de 5 a 7 palmos do rod:;.
1 bomba para liror agua en) cacimba com 20.
palntos de altura.
Qem quizer vender laes objectos aprsente
la de propos- 5S suas proposias eni carta techada na secretaria
de Pernambuco, 21 de

iioras da
90
26 d.
div.
AKaiKle;
Rendimenlo do dia 1 q 2 .
dem do dia 3 .
39.8233494
8:551 459
lo conselho, s 10 horas da roauha dodia S
de outubro prximo viudouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para forneciicenlu do arsenal de guerra, 2S de
setembro de IsCO.
liento Jus Lamenha l.ins, t
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
O novo banco de
ernambuco repele o avi-
so que fez para seren re-
- Pela subdblegacia da h-egnezia dos Afoga- COciiS (leS(C j US 110133
los so faz publico, que se acha depositado dous "%, -,
de lo,oO e ^o^ooo da
cavados, ambos alasos, os quaes foram lomados
Je Manoel Antonio de Muraos, por se julgar fur-
tados : quem direito livor compareca, que pro-
vando legalmente lhe ser entregue. Afogados, .'!
le ouiobm de 1860.0 subdelegtdo supplente.
"!!i>visiivnatr da alf:sii'lo
Volnmes entrados com fazendas .
com gneros. .
48.37 111953 Antonio Goncalves de .Moraes.
Conselho administrativo
Volnmes sabidos com fa/.endjs
com gneros
51
152
-----203
2.->G
433
-------Ob
arrendado ludo por......
Idum 22Tbeoloro Antonio de Je-
ss Borges, casa lerrea arrendada
por.............................
dem 26.Alexandre Jos da Silva,
casa lerrea arrendada por........
dem 1.Antonio da Silva Ferreira,
casa terrea arrendada por........
dem 3.Viuvae herdeirosde fran-
cisco Ribeiro Pires, um sobrado
com una loja e um andar arren-
dado por..........................
dem 7. Anlonio Jos de Maga-
Ihes Basles, casa terrea arrenda-
da por............................
dem 9.Jos Lopes llosa, casa ter-
rea arrendada por.*.............
Ra do l.ivramenlo.
N. 2. Manoel Jos Monleiro, so-
brado de dous andares com tres
lojas arrendado ludo por.........
dem 8.---Manoel do Nascimenlo da
Cosa Monleiro e Paula Isidra da
Costa Monleiro; sobrado de um
andar e uina loja arrendado ludo
por.................. ...........
dem 18.Jos Das da Silva Gui-
mares, sobrado de dous.andares
e orna OS arrendado todo por...
dem 20.Viuva e herdeires do Joa-
quim Leocadio de Oliveira Gui-
rnares, sobrado de tres andares,
3729000
272:000
2163000 I

osgooo
313*000
432J0 0
16SJO0O
2iS000 ;
mooo
360-3000

216J0OOi
ozoooo;
1:5143000
6603000
860&000
A0 1)1 \ 16 DE SETEMBRO DE 3 81>X>
.'.rusto annlvarsario la Inausura*
i-rio I li!K]>ilal 'riiyiEc/ de
SSeneliuciivia,
OHerccidoc dedicado a aetnal proTC-
dor o lllm, Sr. Joan Pereira Rcbello
Braga c naismembros la junta ail-
miaislratiTa
SONETO.
Salve I salve 1 oh da desoja lo !
Ii'almo pra/er na Ierra lusitana,
E tambera na Vene/a americana,'
Por luzos-brasileiroa festejado.
Alto padrp por ti foi elevado,
Nesta obra de que tanto bem emana
s victimas da surte atroz lyramna.
Por vozes de infelizes confes-ado.
galve pois oh piedoso monumento !
Salve vos que afanosos sustentaos
Da sacra caridade til invento '
Acuite avante I recuar jumis :
Amor fraterno soja o sentunenlo.
Par tal feito aos hroes seris iguaes.
Por 7. A. O. Campos, enfermo.
DMA. LAGRIMA
Offerecda ao meu chato collega e
amigo o Sr. Raymundo Flix
Teixeiro Mbre a morte do seu
pai o Sr. Do ningos Jos Tcixeira.
Quando vejo um especial amigo, opprimido
de dores, carpir a infausta morte do seu carinho-
so pai, quando o vejo inconsolavel chorar em
amargo pranto a existencia, que lhe era mais
chara oeste mundo ingrato ; quando vejo copio-
sas lagrimas se dislisarem pelas faces abatidas,
e descoradas de um collega o amigo, uo posso
Ooscarregam hoje 4 de oulubro.
Barca americanaReinderfarinha de trigo.
Rrigue portugusSympalhiadiversos generas.
Barca inglesaJohn Martinfasendas.
Barca americanaMariannafarinha de trigo
Brigue ingleaGhanabacal bao.
I'.i lacho inglesMu rielbaealhfio.
Brizne inglesGipseydem.
Brigue iuglezLacarvo.
Hiate americanoPiedadediversos gaeres.
SiiijmrJiU'o.
Brigue ingles Una, vindo de CardilT, consignado
Scotl WiUon & C inanil'estiiu oseguinto :
420 lone.lladas carvo depedra, aos mesmos.
Burra americana Heendier. rinda dellichuiond
consignado 11. lloorcker & C. manifestou o
seguinte :
3:2"j7 barricas e 196 meias dilas com farinha
de trigo, aos consignatarios.
Consulado geral.
Rendimenlo do dia 1 a 2 .
dem do dia 3......
0 conselho administrativo, para fornecimentc
do^arseual de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguintes :
Para o socretario do com man lo superior.
1 livro paulado de 100 folhas de papel de llol-
landa
5 ditns de 100 folbas de papel alraaco'paulado
2 dilu de dilos de b "
6 ditos de 200 folhas de
-Ibas.
papel
e issao ilo banco.
ovo Banco
a e
'V
perianiDiico.
2-79ls434
1:381403
4:175S37
Diversas provincias.
Piendiraento do dia 1 a 2 .
dem do di) 3........
1549943
5;902
160fi935
(1) Alui di aurora
fulgurante como que
apparecerem.
desse da demonstrar-se
incitando as visitantes a
Despachos ile exportaeo pela me-
sa do eim.siilatlo tiesta cidade n
dia 3 de outubro de ll
llio da Praia Escuna hollande/.a Atalantes,
A Isma ,s, 800 barricas assucar branco.
Montevideo Brigue porluguez Lusitano, A.
G. de M. Leal. 208 barricas'assucar blanco.
Havre Barca frauceza Berlh, Manoel A. Guer-
ra, 50 couros espichados.
LiverpoolGalera ingleza llonila, S. Brolhers
& C, 22 saccas nlgodo ; Kalkrasu Irmao (Si
C, 1,000 couros salgados.
Beeebodorla de rendas internas
Sernes de I'ernnmbuco
Rendimenlo do dia 1 a 2 .
dem do da 3......
k 448*971
2:007g809
alma.;'.) paulado.
i tesinas do papel alniaco b un.
li'> cadernos de papel de llollanda mared gran-
de nao paulad)
1 ilii) ile papel niaia-boria.
Meia libra de gonima arabia era p
2 garr ifas de tinta preta.
'200 pennas de acoem caixinhas. <
50 dilas de ganco.
(i la [lis linos.
3caivetes de aparar pennas.
2 libras de arei i preta.
2 regona de madeira.
1 sinete de metal com armas mperiaes o le-
gendacommando superior da guarda nacional
de Garanhuns. m
1 prensa para o inesmoinele.
1 escrivania de latao.
Para as secretarias dos. Corpus da mesraa guarda
nacional.
10 livros de 50 folhas de papel llollanda pau-
lado.
3) dilos de 50folhas de papel almajo paulado.
5 ditos de ditos de igual papel.
juera quizer vender laes objectos aprsenle as
suas propostas em caria fechada, na secretaria
do consc-lho, s 10 horas da mauhaa do dia 3 do
outubro prximo viudouro.
Sala das sessoes do conselho admifislrativo,
para foruecimento do arsenal do guerra, 3 de
ooiobro de 1800.
Denlo Jos Lamenha Lint,
Coronel'presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vugl secretario interino..
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal "do guerra, lera de compraros objectos
seguintes :
Para a igroja do presidio de Fernando.
8 medidas de vinho branco era garrafas.
4 arrobas de cera branca em velas de 42 libras.
24 medidas de azeite doce. t
2 vidros para a lampada.
2 arrobas de verde em massa.
1 arroba de azul em massa.
8 libras do vermelho.
8 libras de aaiarcllo francez.
Sao convidados os Srs. accionistas do
novo banco de Pern tnbuco para viretn
receber o quinto dividendo de ft/> por
accao, do dia 10 c!l' setembro era diante.
i
1
':

i r
110
DE
62
Sabbade, (i de oulubro.
Beafioio do continuo do mesmo
t!ieati*> e do I.eoi*adio.
Logo .que os Srs. professor^s da orchcslra ler-
minatem nina ouvertura, subir scena oexcei-
lente drama dividido era 4 actos :
CYHISMO, SEPTICISMO
Eiras,
Pelo excelienle escriiitor o Sr. Lcenla.
Tomain paito os artistas Carvalho, Jorge, Ski
ner, Cantoso e I). Francisca.
Seguir-se-ha a engracado comedia :
Manoel falles.
Tomam parle os artistas Carvalho, Jorge, Ski-
ucr. Cantoso, os, i>. Francisw e I). Jesuina.
Dar fira o espectculo com a engracada co-
media :
l M lili.
Tomara parte toda a companhia.
Ds beneficiados faltos oo recursos parasnslen-
larem suas numerosas familias e nao tendo ou-
lros meios cerrera ~6 benevolencia do Ilustrado
publico pernarabncno. que sempre costuma mos-
trar-se benigno quelles que ;'i elle recorren).
O resto dos bilhctes acham-se i venda na mao
dos beneficiados no thealro. _
Nos inlervallos os beneficiados iro agradecer
nos camarotes eos seus prutccio.es.
Princjpiaia s a horas.


(4)
DIARIO PE PETRTABMUCO. QUINTA FElTtA 4 DE OUTUBRO DE 1860.
THEATRO DE S. ISABEL.
COMPANIIIi LVBICiDE r..UI\iNGEU
Quinta feira 4 de outubro.
2l.'n recita de assignatnra e ultima para os camarates de primeara serie.
Jlepresenlar-se ha a
Grande opera aparatosa
em dciu aclos do celebre commendador Rossini, applaudida mesmo hoje nos priineiros thealros
do mundo, intitulada :
SENIIIAMUE
A ac^ao passa-se em Babilonia, sendo todos os vistuarios e todas as vistas a carcter da-
quella poca e lugares, mandados execu lar pelo'emprezarioj pelos raelliores artistas de Milao e
Floren^a. ,
N. B.Sendo esta opera muri extensa se dar prinenio as 7 I [2 horas em ponto, e dvidir-
se-lia o primeirc acto em dous, com urn intervallo de 10 minntbs.
Os bilheles vendem-se como de coslume.
Esl-se ensaiando a tao pedida opera de Donisetli :
mm m ummm
Sendo protagonista a senhora bf.ltramini.
Avisos martimos.
iS
(OMIM\liU
DAS
Messagcries imperiales.
Espera-soda Europa o vapor Irancez Samton-
Re, com destino ao Rio da Trata, tocando na
Baliia e Rio de Janeiro, para psageiros. frele
ele, a iratar na agencia ra do Trapiclie n. 9.
Para o Presidio de Fernando.
Segur- al 13 do outubro o hiote nacional Bom i
Amigos, por permisso do F.xm. presidente da
provincia1. Recebe carga e passageiros : trata-se
com o capitao Pereira Marinhu, cm casado Pal-
ia eir cV Delirio, no largo do Corpo Santo nu-
mero 6.
Riode Janeiro,
O bem conhecido bripuo nacional Eugenia,
pretende seguir com mu la brevidade, tem parle
de seu carregamenlo promplo para o resto que
llie falla I rata-se com us seus consignatarios
Azevedo & Alendes no seu escriplorio na ra da
Cruz n. 1.
Ma ranhao e Par
O hiato Novaes segu ero poucos dias por
ler meia carga tratada ; para o resto, Irata-se
com Joo F. da Silva Novaes, largo do Corpo
Sanio u. 6, segundo andar.
COMPANHIA PEINAMBlCm
DE
Navegacao costeira.a vapor.
Ci vapor Iguarass, commandanle Moreira,
segu para os poitos do norte de sua escala no
Jia 7 s 5 horas da larde ; recebe carga para
Granja i> Acarac no dia 1 e 2, para o Ceara, Aca-
caly e Uacat nos dias 3 o 4, Rio Grande e Para-
laba no dia 5, eucomraendas e dinheiro a trele
a* 6.
O expediente fecbar-se-ha no dia 7 a 1 hora
adlarde, l'revine-se que nao se dar bilheles
de passagem, sera que na respectiva gerencia li-
que depositado o competente passaporle aos
passageiros, quina forma da lei nao podem via-
jar sem ellos.
Para o Aracaty
Ohiale Santa Pita',) recebe carga: trata-se
cora Marlios Irmao ruada .Madre de Dos nu-
mero 2.
Lei loes.
LEILO
A manhaa 4 de outubro.
PELO GEME
mo re, 1 piano, cadeiras de ba
lanco, candelabros, lanternas
sa elstica, apparadores, ca-
deirasavulsas, sof, marque-
z, camas com cortinados,
commodas, secretaria, espe-
Ihos grandes, toilets, lavato-
rios, guarda papis, orotorio,
loucas, cidros, bacias eoutros
muitos objectos que se acham
patentes no dia do leilo: sex-
ta-feira 5 do corren te s 10
horas da manhaa na Boa-Vista
na ra da Aurora segunda ca-
sa terrea n.
LEILAO
O agenteHyppdlito honrado com a
ccnianca da Exm.a Sra. baroneza da
Victoria, ara' lalao de todos os inoveis
existentes no"onfc|^vfl(> sua residencia
no Mondego, consreifclo em mobilia de
Jacaranda', louca, vidros e muitos arti-
gos de gosto que f com a vista, os con-
currentes acreditarao: sexta-feira 5 de
outubro as 11 horas em ponto, no re-
ferido sobrado.
Por descacho do lllra. Sr. Ur. ju munici-
pal da seganda vara vai praca para seren ar-
rematadas 12 cadeiras, 6 de jacwand e 6 de ma-
deira d fra, assim como urnas bancas de um
jarrOS, CalUngaS, tapetes, me- p. penhoradas por alugueis vencidos do te-
nente Joaquim Jos dos Santos Araujo por An-
tonia JoseRibeiro da Silva Guimarcs, tudo ara-
ado por 30#.
Precisa-se tomar a premio por lempo de 6
mezes a quantia de 400g soh hypotheca do um
escravo .moco : quem tiver annuncie por este
Diario para ser procurado.
Precisa-se alugar urna casa no
Retiro ou Capunga : na ra da Fraia n.
43,segundo andar.
Desapparcceu no domingo 2 do selembro
prximo passado, pelas 6 horas da tarde, o escra-
vo Antonio, cabra, de idade 20 annos, mnis ou
menos, bera parecido, corpo e feices regulares,
com principio de buco, cabellos carapinhos e um
lano ruivos, falla mansamente, levou vestido
camisa e calca branca, chapeo de felljo de cor
parda e nm surraodc couro com baca e alguma
roupa ; julga-se que seguir era companlria de
oblros para o serto do Buique, d'onde veio re-
meitido por seu senhorque fui Miguel de Rarros
da Silva Jnior; dilo escravo foi compra"do em
31 de marco de 1858 a Joao Jos de Carvalho J-
nior : pede-se as autoridades policiaes, capilaes
decampo, ou qualqucr pessoa que o possa des-
cubrir, o pegarem, rnandando-o apresentar a seu
senhor Jos Gomes Leal, morador no Recite, ra
da Cadeia, casa n. 56, primeiro andar, onde ser
generosamente recompensado aquello dos capi-
laes ou pessoa do povo que o venha entregar.
Joao Paes de Olivcira segu no vapor Per-
"Sinuuga para Macei a negocio.
Ludgero Antonio de Albuquerquc Mello
participa ao respeitavel publico o com espcciali-
dade aos seus freguezes, que mudou o seu esla-
belecimenlo de pintura das Cinco Ponas para o
paleo do Terco n 30. ahi pode ser procurado a
toda e qualquer hora do dia.
Um Ibrado em favor dos innocentes orphaos,
lilhos do linado Francisco Jos Rodiigucs da
Costa. Constando que o digno br.juiz municipal c
de orphaos de Pao d'Alho.a requerimen'.o do l)r.
curador'geral traa de reconhecer a incapacidades
que ten? o octogenario morgado do Poco do Alei-
xo, Manoel Flix Rodrigues da Costa para reger
sua pessoa e bens, fazemos votos para auo pro-
cure elle chegarquanlo antes ao termo de suas
diligencias; por quanlo o mal progride : nin-
guem ha que ao jer o mesmo Manoel Flix Ihe
nao reconheca o verdadeiro estado de completa
demencia, e os especuladores nao perdeui occa-
siao de locupletarcm-so s maos largas com o
pouco que ainda reata ao morgado, conseguindo
do seu administrador firmar contratos ficticios,
o sumamente lesivos,-5 exemploda celebro ven-
da do engenho Poco, em cuijas ierras se dcsco-
brio A California.
Aviso.
Eu abaixo assignado
Achule Laurehce, consti-
tuido procurador dc'meu
irmo Emilio aurence,
durante a sua ausencia e
era primeiro lugar decla-
ro^que o procurador cons-
Antunes autotisado pelo Exm. Sr. I ltUd *** SegUIldoJligar
Dr. juiz especial do commercio, a re- AOLPIIE RECORD, 1K10 DO-
querimento dos depositarios da massa i i i
fallida de Jos Luiz Pereira Jnior, fa-| "C CVCrCCr aClO algUIll (IC
ra' leila
oras empo
residencia do dito fallido, de toda mo-j prCSeiltC, C SC111 CJUC
Qu arta-feira 4 do correte.
Costa Carvalho autoriado por urna
pessoa que se retira para fora da pro-
vincia, fara' leilo em seu armazem na
ra da Cruz n. 9, as 11 horas ^m ponto
de todos os pertences para urna casa de
familia.
LEILAO
Commercial.
Quinta-feira i de outubro.
Pilulas pauiista-
nasn-len.2.
Desde 1852 conservo urna viva e grata lem-
branca deum curativo que obtive com aapplica-
cao das dilas pilulas, em urna pessso-a de niinha
casa, que soffria um tumor cancroso no peito es-
querdo.
Tendo j muito consultado com professores,
resolveram enes ser preciso fazer-se operago ;
porcm a docnlenao se achava com animo de sof-
fre-la.
I.embrei-mo consultar ao autor destas pululas,
e este me asscverou que os seus remedios te-
riam sufficiente forca para resolver e dissolver o
tal tumor, sem ser preciso recorrer operado.
Esta pro*nssa era para mim de pouca esperanca,
porm nao tardei a te-la ; poi quo em 12 das
de tratamento desapparcceu o tumor, ficaudo o
peito perfeit. ^
Porlanto, nascendo hoje a necessidade W fazer
conhecer a virludu desle remedio julguei ser de-
ver meu publicar o prsenle, em beneficio do au-
tor e das pessoas que so acharara no caso que
acabo de mencionar.
Sanios, 31 de Janeiro de 1859.
Francisco Correia da Silva.
DEPOSITO GERAL
III Ra do Parlo H9
Rio de Janeiro.
Aluga-se uma rasa que lem coramodos para
grsnde familia, com algumas arvo'res de fruclo,
com baixa de capim, no poco da Panella. para
se passsr a fests, em frente'a casa.do Sr. Gibson:
quem a pretender, dirija-se Fra de Portas a
tratar com Manoel da Silva Neves.
Francisco Manoel dos Passos Coclho faz pu-
blico que se acha depositado na subdelegacia do
S. Jos um cavallo alasao que o annunciante alli
fez recolher ; e pelo preseule faz sciente ao Sr.
Antonio Amancio da Costa, morador na Barrada
Jangada, ou a algum de seus lilhos. que venham
justificar a posso e dominio que liverem no refe-
rido cavallo ; e para que nao supponham igoo-
rancia a respeito, o annunciante pelo prsenle
quer prevenirduvidas e lirrar-se de questoesna'a
0 futuro. K
Jos Muniz de Almeida, Brasileiro. retira-
se para o Maranhao.
Pedro Augusto Prsdinis relira-se para o
1 ara ale o da 6docorrente, e julga nada dever
nesla praca : quera se julgar seu credor, diriia-
se a ra do Raugel n. 24. J
Attenco.
o abaixo assignado eslahelecido com loia do
calcado na ra DireiU o. 7, roga a todas as pes-
soas que lhe sao devedoras a virem saldar os seus
dbitos at o di i 10 do correnle mcz. do conira-
no serao os seus nomos publiradus por esle jor-
nal e cobrar judicialmente daquelles que abu-
sarera. Recite 2 de outubro de 1860.
dolpho Astolpho de Vascoacellos Pimentel-
O abaixo assignado pede a todas as pessoas
que liverem penhores na ra Direila n. 7 a vi-
rem tirar no prazo de 8 dias, coalando da dala
flesta e lindando o prazo serao vendidos para os
seus pagamentos. Rccife 2 de outubro de 1860.
dolpho Aalolphode Yasconcellos I'imenlel.
1 recisa-se de um pequeo de 12 a 14 an-
uos para caixeiro : na ra Direila n. 7.
Aluga-se para se passar a festa .">
casas*na Torre, muito frescas e com
commodo para familia: a fallar com
Francisco Jos Arantes no mesmo lu-
gar ou na ra da Matriz n. 3 das 9 do
dia as 3 da tarde.
Roga-se ao Sr. Antonio JosdaCunha Gui-
maraes que dirija-se a ra larga do Rosario n.
J8, a negocio que o mesmo se-nhor n;io ignora
espera-se ale o dia 4 de outubro.
Aluga-se uma casa na ilha do Retiro, cuja
fica ao lado da ponte da Passagem ; lem 5 quar-
los,co/.inha fura, 2 salas, banho ao p da pona
o aluguel convida, pois baralo, e o lugar ex-
ceiienie para passar a festa : a Iratar cora Luiz
Manoel Rodrigues Valenga junto a fabrica do "az.
DENTISTA
M 3Rea estreita do Rosario-3
& Francisco Piulo Ozorio continua a col-
locar denles arllflciaes tanto por meio
m de nulas como pea pressao do ar, nao
^ recebe paga alguma sem que as obras
m nao fiquem a vontade do seus donos,
xS lem pozeseouras preparacSes as mais
j^ acreditadas para conser.aca'o da bocea
fe O O O
<* ^f <^
o o o o
o o o o
o o o o
O Dr. Manoel F.. Reg Valonea pode s
procurado para o exercicio de sua profissio
medico: na ra da Cruz n. 21, segundo audar.
Ijlil UI llIiliLllll residencia do dito fallido, de toda mo- prCSClUC, O SC111 (1U0 CU
(t#hiate (aribalpe segu por estes 8 dias para
o CearA e Acarac : a Iratar com Tasso limaos
ou cora o capitao Custodio Jos Vianna.
COMPAMIIA BRASILEA
DE
MDiraS HfJUPil.
Espera-se do norte at o dia 10 do crrante o
vapor Oyapock, commandanle o capitao lenle
Sania Barbara, o qual depois da demora do cos-
tumo seguir para os portos do sul.
Recubem-se desde j passageiros c engnja-se
a carRa que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada : agen-
cia ra da Cruz n. 1. escriptono de Azevedo i
Mondes.
Acha-se a carga para o Passo de Camara-
gibe o hiato Santa Luzia, quem no mesmo qui-
zer carregnr, enlenda-se com seus consignatarios
Leitc & Molla, na ra do Imperador "n. 83.
Para a Baha.
O veleiro e bem conhecido patacho nacional
Julio pretende seguir com muila brevidade,
tem parte.do seu carregamenlo promplo ; para o
resto que Ihe falta, Uata-se com os seus consig-
natarios Azevedu A; Mendes, no seu escriptorio,
ra da Cruzo. 1.
O agente cima fara' leilo do arma 1
zem da ra da Sen/.ala Vellia que serve!
do deposito do gelo, o qual tem sabida;
para ocaes do Apollo, no seu armazem:
na ra do Vigario n. 19, no menciona-
do dia as 1 i horas em ponfo. Os Srs
preten ienles podem dirigir-se ao mes-
mo agente para informacOes.
Importante
LEILAO
Sexta-feira 5 de setembro.
O agente Pinto fara' leilao em seu
armazem na ra da Cruz n. 51, de 3
caixas coraos seguintes objectos a sa-
ber :
"duzias de cinturOes elsticos.
o- duzias de luvas de seda e retroz pa-
ra sent ora.
2-0 casaveques de fazenda de linbo, es-
tes objectos serao vendidos sem reser-
va de prero.
Principiara' as 11 horas.
LEILAO
bia.joiase predios descriptos no ba-1. Ifld-iro IPlP-
lanco apresentado ; assim como vende-1 CUIld UCUdldUU Ijlit- IX,-
ra'ao meio dia empento a dinheiro oun|1() desistido (lil IH'OCU-
a prazo sobre propostas, a loia de fa- .. l ,-
zendas e dividas que-pertenceram araCa<) (JUC e 1111110 10(10 0
aquelle fallido siU na mesma ra Nova .,/ nifttlP!P poillll
junto a greja da Conce.cao. di l0 (1UC P1 tU1( tU ( ,U
O annunciante dar'toda eqaalquer pfOCUrador (IUC aCUial-
informacao que for precisa, em seu ar-1 ~ ., ,
mazem na ra do Imperador n. 73. UlOlllO 1U10 O 0. AI (Mil (lO
estar cu constituido em
primeiro lugar, oi cx-
pressamente declarado
queoSr. Regord s c\cr-
ceria o cargo de procura-
dor na minha falla ou im-
pedimento. E para que
conste a quem convier,
B
%
COMPAMIIA PERS4BICANA '
Navegacao costeira a vapor
O vapor Persinunga, commandnte Manoel
Joaquim Lobato, segu para os portos do sul de
sua escala no dia 5 de outubro s 5 horas da
tarde, recebe cirga at o dia 4 ao meio dia, en-
commendas e dinheiro al ao meio dia do da
sahida.
O expediente do escriplorio fechar-seha as 3
lioras da-larde. Nao se dar bilheles de passagem
sem que. na respectiva gerencia fique depositado
o competente passaporle aos passageiros que na
forma da lei nao podem viajar sem elle.
Para o Rio Grande do Norte, com escala
pela Psrahiba, segu com brevidade a barraca
Coracafl de Jess, de 90 caixas, muito veleira
da segunda viagem : para carga trata-se na ra
<]o Crespo n 11, ou com o mestre no trapiche do
algodao.
Para o Aracaty
seguiro brevemente os hiates Exhalacao e Du-
vidoso : para o restante do carregamenlo de
ambos trala-so com Gurgel Irmaos, ra da Ca-
deia do Recite n. 28, prime ro indar.
Porto por Lisboa.
Vaisahir com brevidade para o Porto com es-
cala por Lisboa, o brigue portuguez Proraptidio
11, forrado e encavilhado de cobre, de PR1ME1-
R\ MARCHA. ECLASSE : para carga e pasaagei-
ros, para os quaes tem excellentea commodos,
traia-'se coca Elias Jos dos Santos Andrade &
C, na r ja da Madre de Dos n. 32, ou com o ca-
^itao.
Qaiuta-feira 4 do corrate is
11 horas em ponto.
O agente Costa Carvalho ara' leilo
no seu armazem da ra da Cruz n. 9
2 cabriolis e 2 quartaos, os quaes serao
vendidos ao correr do martello.
Sexta-feira 5 do corrente.
Antunes fara' lcilao em seu armazem
ruado Imperador n. 75, de mobi-
lias de Jacaranda', ditas de amarello,
guarda roupas, guarda vestidos, ca-
mas francezas, ditas desarmacao, pia-
nos, toilets, lavatorios, apparadores,
mesa elstica, candelabros, serpenti-
nas, apparelbos de porcelana para
a I moco ejantar, crystaes, vidros, fa
queiros etc.,
e muitos o'ilros artigos de gosto e capricho que
seria enfadonlio mencionar.
As 11 horas cm ponto.
es
Farirtfia gergelim
esedro,
O agente Hyppolito da Silva fara'
leilao por conta e risco de quem per-
tencer de uma porcao de iarinha de
mandioca gergelim e ledro que serao
vendidos para fechar conta : sabbado 6
do corrente as 11 horas em ponto em
um dos arraazeus alfandegadosdo Exm.
barao do Livrament no Forte do
Matto. .
LEILO
O agente Pestaa autorisa-
,do por uma familia que se re-
tira para fora da provincia,
| fr leilo de todos seus mo-
fis a saber: 1 mobilia de ja-
learand com tampos de mar-
Amanhaa 4 de outubro.
PELO AGENTE
CAMARGO
DE
Uma casa terrea.
As 11 lioras em ponto.
O agente cima fara' leilo no seu ar'
mazem na ra do Vigario n. 19, de uma
casa terrea no becco do Veras n. 14 es-
quina que volta para o becco do Quia-
bo, chaos proprios, quintal eportao. Os
Srs. pretendentes podem entender-se
com o mesmo agente para informar-oes
no mencionado dia as 11 horas em
ponto.
Avisos diversos.
Na ra Bella n. 21, precisase de uma ama.
SOC1EDADE
INSTITUTO PI E LITTEIURIO.
Scienlifico aos senhores socios que hoje as 3
horas da tarde haver sessao da assembla geral
depois da do conselho.
Secretaria da sociedade Instituto Po e Lutera-
no 3 de outubro de 1860.
Altino Rodrigues Pimenta.
1." secretario.
Na ra do Trapiche n. 9, armazem de as-
sucar, sacca-se sobre Lisboa e Porto.
Giles Seddon, sua senhora e um Glho me-
nor, retiram-sc'para Inglaterra.
iiga-se a casa do aterro da Roa-Vista n.
15, do ddug andares e solio : quem a pretender
dirija-se a ra do Calinga n. 2 A.
Precisa-se do 1:300-5 a premio sob hypothe-
ca em bens do raz, por pouco lempo : quem
prelender, dirija-se a ra de Santa Tlicreza nu-
mero -8.
0 vapor inglez Forwood, que aqu era
esperado, leudo oblido no Rio do Janeiro carga
Qlciente, sugnio em direitura para Liverpool,
eiando de tocar ueste porlo e no da Dalna, j
conforme tencionava.
Roga-sc ao Sr. Ncreo de S e Albuquerque j
o obsequio de apparecer 5 ra do Padre Floriano
D. 34-a negocio de seu inleresse.
Precisa-se c um criado eslrangeirc de 10 a
18 annos de idade : na ra estreita do Rosario n.,
34, primeiro andar.
SOCIEDADE lUKUUi
Amorim, Fragoso Sanios
(t Companhia.
Sao covidados os senWores socios cemmandi-
lariosa recebor o primeiro dividendo relativo ao
semestre (indo em 31 deagoslo do correnle.
Na ra da Praia n 17, precisa-se de uma
ama para pequea familia.
ATTENCO.
Fugio desde o dia 13 de agosto do correnle
anuo, o escravo ctioulo do nome Luiz, com os
si^naes seguintes: alio e bem feilo de corpo, cor
fula, dentcs alimados; gago principalmente
quando falla com. niedo, este escravo natural do
Sobral onde tem pareotes captivos, ha toda ccr-
teza que seguio para ahi, cm companhia deum
cantarada, por isso roga-se a qualqucr pessoa do
povo a sua prisao, que ser bem recompesado ;
a tratar com o seu senhor da ra Direila n. 112
ou na ra do Apollo n. 43, armazem de assurar.
O abaixo assignado declara que o esi ravo
^ Amaro, cuja arr,ematico se aonunciou pelo juizo
(*i Avlf :i i IPflni'Al'in |l|A|dorphaosdesia cidade, nao mais periencenle
yu row uvviai aV<*" i|uc 0 herei,5a do gua mSi SrB. ,). Maria Rosa da As.
IsumpcHo, o sim do mesmo abaixo assignado, a
, quem" pelas pnrlilhas l'eilas e julgadas, c que
mesmo vendido por pagar despezas que nem
foram attendidas as partilhas, e quando houves-
se sido nao poderhm ser pagas com o produelo
dos bens que couberam-llio'cni partilhas, pelo
aue proleslarA o mesmo abaixo assignado conlra
semelhai.l.' procedimento, que importa urna pre-
ponderancia judicial: o protesto foi intimado ao
segundo inventariante pelo ollicial Seria, c. foi
aecusado na audiencia de 25 de selembro pelo
Sr. Frederico Chaves; ca'rtorio do escrivo Brilo.
Recite, 28 de selembro de 1860.
Jos Rodrigues do Passo.
Randel Jnseph, subdito Irancez, retira-se
para o Rio de Janeiro.
Um moco cT>m pralica de escriplorio c es-
cripia por partidas dobradas se olierece para cai-
xeiro ; quem prelender falle ao Sr. Figueira ou
deixc caiti.
I
stabcecida m Londres
mtm m mu,
CAPITAL
Ciuco ^VWioes de libras
slerUnas.
Saundcrs Rrolhers& C. lem a honra de infor-
mar aos senhores negociantes, proprielarios de
casas, e a quem mais convier, que eslo plena-
mente autorisados pela dita companhia para ef-
fecluar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
coberlos de le ha, e igualmente sobre os objectos
que conliverern os mesmos edificios, quer con-
sista em mobilia ou em fazendas de qualquer
qualidade.
Aviso
farei cffccth a pelos meios
competentes e finalmente
que nesta data foi despe-
dido da casa. Recife 21)
de setembro del 860.
A.Laurence.
HOSPITAL
PORTUGUEZ DE BENEFICENCIA
Thom Leiio de Castro, rendeiro do engenhD
Pixao, sito na fresuena da Luz. comarca de Pao
u'Alho, avisa ao Sr. Pedro Jos da Cunha, mora-
dor no engenlio S. Praz, que o seu escravo Be-
nediclo n procurou para comprar, sendo queira
vender, dirija-se ao mesmo engenho para tra-
tar, ticandn eeito que nao se responsabilisa por
fuga ou qualquer cousa que possa succeder ao
mesmo escravo.
COMMISSAO
Esciuros
LM
Peniambiico.
MOVIMF.NTO DO HEZ DE SETEMBRO DE 1860.
Medico o Sr. Dr. Prxedes Gomes de Souza
Pitonga .
Ficaram em tratamento do mcz de
agoslo ............................ 29 doenles
Enttaram no^iuez de setembro...... 19
Total ..............48
Sahiram curados .................. 17
Falleccu .......................... 1
Existen em tralainento.............. 30
Total-...............8
O faHecido foi4e syphilia.
Recife 2 de oulubro de 18C0.
Manoel Ribeiro Basio?,
1." secretario.!
ASSOCIACO
DE
Soccorros Mutuos
Lenta Emancipacao dos Captivos.
Domingo 7 do corrente dever ter lugar a elei-
co do novo conselho, de conformidade cora o
1.- do art '2 dos estatuios ; porlanto, de ordem
do Sr. presidente sao convidad todos os se-
nhores socios elleclivos para coraparecerem as
10 horas da manhaa afim defunecionar a assem-
bla geral.
Secretaria das AssociaQao de Soccorros Mutuos
e Lenta Emancipado dos Captivos 3 de outubro
Senhor Bom Jess
das Dores em S.
Goncalo,
O thesoureiro da procissao d, Senhor Bom
Jess dos pobres Aflictos julga nada dever iLi
dita procissao, so alguem julga-se credor ; apr-
sente suas contis no praso de tres dias para ser
indemnisadas; por que elle tem depreslar contas
a mesa regedora : ao mesmo lempo agradece a
todos os devotos que concorreram com as suas
esmolas para to religioso acto. Recife 2 de ou-
tubro de 1860.
Manoel Joaquim das Chagas.
Thesoureiro.
de 1SC0.
Albino de Jess Bandeira,
1. secretario
Ko^a-se aos amigos do tallecido An-
tonio Francisco Pereira, o favor de assis-
tirem a missa do stimo dia quo lera de
ser celebrada na capells do cemilerio no
dia 5 do corrente is 7 horas da manhaa
pelo repouso de sua alma.
Aluga-se. nm sitio na estrada do Monteiro ,
lado da sombra, com 8 ryiartos, cozinha e cacim-'
ba com bomba e muitos arvoredos de frutos, e
lodo murado : a fallar na ra do Collegio, hoje
do Imperador, segundo andar, n. 42.
Azevedo & Mendes teem para vender em
| seu armazem, no largo da assembla, n. 9, algo-1
dao da Baha,proprio para roupa de escravo e sae-
tilla larga do Rosario n. 20
segunde andar.
Nesta casa reetbem-se escravos para seren
vendidos por commisso por conia de seus se-
nhores. Afianza-seo bom tralamento. assim como
as diligencias possiveis para que os mt smos se-
jam vendidos com promplid.io afim de seus se-
nhores nao sotTrerem empale na venda delles.
Nesla casa ha semore para vender escravos do
dilTerentesidadesde ambosossexos.com habili-
dades o sem ellas.
Aluga-se a loja do sobrado n 28 da ladel- eos de assucar, vioho do Porlo superior em cai- |
n de S. Pedro Velho em Olinda : a tratar na ra xas d raa. a duas duzias, e cera do
da Cadeia Velha do Recife, escriptorio n. 56, de nauba.
car-
Leal & Irmos.
Collegio de Bonifica.
(i collegio do Henifica precisa de uma pessra
que tenha as habilitags precisas 'para prefeito
do mesmo eslabelecimento.
Precisa-se de uma amasecca: na travessa
das Flores n. 22 A, junto do sobrado em cons-
truco.
Aluga-se uma eacrava que engomma, cozi-
nha e faz todo o servico de uma casa: na ruado
Hospicio d. 36.
pliotojrapho F. Villela, ambrotypisla da
augusta casa imperial do Brasil, avisa ao lespei-
lavel publico desla capital, que, lendo vollado
do Rio do Janeiro, brevemente reabrir o seu
eslabelecimento de retratos, na sua nova resi-
dencia da ra do Cabug n. 18, entrada pelo pa-
leo da matriz, onde o achnro promplo a tirar re-
tratos por ambrolypo, daguerreolypo e ambro-
chromotypo. Esle ultimo systema, invencao do
dislinclo professor Insley Pacheco, de qem o
annunciante nico discpulo, lalvez a derra-
deira perfeicao da arle de retratar por meios
pholhogenicos. A fidelidade do desenho feilo
pelo sol. reunida a um especial ira bal ho de pin-
tura a oleo, d um retrato delicado, perfeito e ao
alcance de todas as fortunas, porquanlo, apenas
cusa mais melade dos precos dos simples retra-
tos de ambrolypo.
Precisa-se de uma ama que saiba cosinhar
e engommar, para casa de homem solteiro ; para
Iratar na ra do Camarao taberna n. 7.
Precisa-se alugar urna escrava que tenha
boa figura c conduca regular, que enlenda do
quitanda, paga-se o aluguel mensal ou diaria-
mente ; a quem convier dirija-se a ra do Hortas
sobrado de um andar n. 18.
Precisa-se de um feitor para tomar senlido
de um sitio e que enleoda de plantado ; na ra
da Cruz n 4.
Precisa-se saber se o Sr. Joo Martins da
Luz que no Diario de 3 do correte avisa retirar-
se para fora da provincia, ss ou nao o encarre-
gado da ollicina de ferrara, da qual dono o
francez Joseph Gruyjon, ora residente em Franja.
0!Terece-se um rapaz portuguez para cai-
xeiro ou feitor de algum sitio : na ra das I.a-
rangeiras n. 6, que achara com quem fallar.
*
V



-A
DIARIO DE PERNAMbCCO. 0UlNfA Ft&A 4 DE UTUBRO DE 1860
Xarope
DO
mzm
No escriptorio d Guilherme Carvalho & C,
rua do Vigario n. 17.
Tara conhecimento do publico lr,anscrevemoso
seguinle, como prova do verdadeiro xarope do
bosque, bem conhecido pelas innumeraveis cu-
ra, expccialmente para lodas as molestias dos
orgos pulmonares.
Attengo.
Os abaixo assignados, successores de A C. Ya-
tes 4 C, ei-proprietarios do xarope do bosque,
fazem sciente ao publico, que do 1. de julho em
diante fuerara mudanea nos lelreiros c envolto-
rios das garrafas e rrieias garrafas, em conse-
quencia da grande falsiflcacao que algumas pes-
soas, seru sentimenlos e "bem conhecidas dos
proprietarios fazem tiesta corle.
O letreiro que est collocado nas garrafas
azul cora enlblema e letras da mesma cdr, o do
envoltorio araarello com letras cor de rosa, as
racias garrafas lera o letreiro collocado, rxo,
com emblema e letras da mesma cor, o do en-
voltorio verde cora emblema e letras da mes-
ma cor.
Todos os lelreiros sao ssigoados pelo proprio
punho do H. Prins & C.
O papel que serve de envoltorio branco, tan-
lo das garrafas como das meias garrafas, com o
seguinte letreiro era letras d'agua : 11. Piins &
C., 40 rua du Hospicio Ilio de Janeiro Xarope
do bosque 40 rua do Hospicio.
As garrafas e meias garrafas sao de vidro de
Cor esverdiada. O deposito geral 6 na rua do
Hospicio a. 40, Rio de Janeiro.
ilho, e
Aluga-se urna ama de leile
escrava : na traressa dasCruzes n.
sem
14.
Joaquim Antonio de Araujo Souza subdito
porluguez, relira-se para fora da provincia.
A pessoa que annunciou precisar de un
caixeiro com pouca pralica lenlia a bondade de
dirigir-sea ruados Prnzeres junto a fabricado
carros que achara com quem tratar.
Adriano Jos Barros relira-se para Portugal,
O abaixo assignado, com procurado bas-
tante, cujo original se acha em seu poder, para
dirigir durante a ausencia do Sr. Emilio Lauren-
ce os negocios desua casa, declara e ha de pro-
var em lugar competente, que o Sr. Achules
Laurence nao procurador em pnmeiro lugar,
que a procurarlo collecllva e confere os raes-
mos direitos ao abaixo assignado, e ao Sr. Achu-
les I.amencee que por consequencia o dilo se-
nhor nao tem nem direitos nem poderes para
revognr urna procur3cao dada por seu irroao,
nem despedir ninguemde sua casa, e que o seu
anuuncio nao significa absolutamente nada, c at
que a queslo soja decidida para os tribunaes
competentes, o abaixo assignado pjotesta contia
qual^ei ttansaceao que possa fazer o Sr. Achu-
le Laurence sem sua parlieipacao. Recito l.-
de oulubro de 186o-Ad. Regord.
Ensmo de mnsica.
nha
Antonio Sot Leal Keis
Peter Uuiiu, Josoph Uark e Caries Busn,
subditos brilaiiHicos, retiram-se para Inglaterra.
Precisa-so de um pequeo de-idado de 10
annos, pouco raais ou menos, aioda que nao te- ta praca que achando-se
pralica de taberna: na rua dos Coelhos,
s-j
confronte ao hospital de caridade n. 13, achara
com quem tratar.
Vaccina publica.
, Transmissao do fluido de braco braco, nas
quintas e domingos, no lorreao'da alfandega*, e
nos sabbados at s 11 horas da manlia, na re-
sidencia do commissario vaccinador, segundo an-
dar do sobrado da rua estreila do Rosario n. 30.
DA
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras tendo obtido do
Exm. Sr. presidente da provincia a spprovaco
Ofrerece-separaleccionarosolfeio,comotam-!do.P.lano qc abaixo-ai transcripto, manda fa'zer
bem a tocar varios instrumentos ; dando as li-
coes das 7 horas s 9 1(2 da noile: a tratar na rua
da Roda n. 50.
Alnga-se um sitio muito perlo da praca,
com commodos para grande familia : a tratar na
rua da Cruz n. 51, artnazein.
Gravador e
rador.
dou-
A-.4
||Ir mandado acadmica || IVossa Senhora do Bom |4
jgj Conselho. a|
1% Por deliberarlo da mesa administrativa ^
g da irmandadn acadmica de Nossa Senho- 3fij
ra do Bom Conselho sao convidados os
irmaos para coraparecercni quntafera 4 igj
do corrcnlc s 10 horas da manhaa no Jy!
convento de S. Francisco, afim de assist- *
rem a missa quo se lia de celebrar pelo ;j>
repouso eterno do nosso charissima ir- 3|
mo Jos Vctor Granja.O secretario, g
Balbino M. Pinheiro. X
Aluga-se um sobrado sito na povoaro;do
Monteiro, o qual lem commodos para grande fa-
milia, assim como cocheira e estribara para ca-
valloi; a tratar com Manoel Alves Guerra, na
rua do Trapiche o. 14, primeiro andar.
Alberto Branco, subdito hespanhol, retira-
se para Macei.
Orava-se e doura-se em marmore lettras^ro-
pras para catacumba ou tmulo a 100 rs. cada
urna, o annuncionle aprsenla geufl trabaihos
nos tmulos dos lllms. Srs. Viriles, Ur. Aguiar,
Guerra, Tasso e em outros mais rua da Caixa
d'Agua n. 52.
publico que de conforinidade com o mismo pla-
no se acham expostos a venda todos os dias na
rua do Imperador n. 36 e na casa commissiona-
da pelo mesmo Sr. thesoureiro na praya da In-
dependencia ns. 14 e 1C, os bilhetes e meios da
quarla parte da quinta lotera do hospital Pedro
II, cujas rodas devero andar imprelerivelmenle
no dia 6 de oulubro prximo futuro.
Thesourar a das loteras 22 de setembro de
1860.-J. II. da Cruz.
PLANO.
4000 bilhetes a 5{000.......20.000JOOO
20 por cento. ........ 4:0003000
ment : a tratar na rua >to Queirhado, toja n. 10.
Precisa-so de um caixeiro para urna loja,
prefenndo-.se algum recentemente chegado, an-
da mesmo que tenha pouca pralica : quem pre-
tender, annuncie
Ahiga
se
purticipa Aluga-se a loja do sobrado ua rua do lmpo- \-anltn ,....., ..____ 1Ton
ao respeitavel corpo do commercio /,-! 2f/; l\l.?!WLJ m ^4ir! araTos) Zl
extincta a fir-
ma social de Letnos Jnior & Leal Reis
du que fazia parte, se tem estabelecido
com casa commercial na rua da Gadeia
do Recife etcripioiio n. 47. A longa
praticu e experiencia que tem do com-
mci i'io em eral e especialmente do ge-
nero assucar o habilita poder ofFerecer
o seu prestimo aos Srs. de engenhos que
quizerem remetter-llies suas safras, as-
segurando-lhes sua pessoal diligencia
para a melhor vendados seus assucares.
K.lkinann Irmaos & C avisam ao
respeitavel corpo do commercio
foram norneados agentes nesta praca da' Precisa-se~d* urna ama lvre ou escrava
companlua de seguros de Hauburg. ^'sa'bacosiiihar para urna casa de pouca fa-
iiraa loja com armaco envernisada propria para
qualquer negocio, por preco razoavel : na rua
Nova n. 61.
No dia 2 do correte a 1 %ora da tarde
pouco oais ou menos, fuitaram ee sima da mesa
um Santo Antonio sem o menino e levando o
dito santo um cordao do Kio de Janeiro e um S.
Rraz no pesclo : quem for oilerecido o dilo san-
to tome-o o leve-o a agencia do correio de Olin-
que i da que l ser gratificado.
Retratos
era carios de visita corno
usa em Paris. Os
i
i
i
i
2
4
6
16
20
036
100 por
se
Premio
Dito de
Dito do
Dito de
Ditos de
Ditos de
Ditos de
Ditos de
Ditos de
Ditos de
de
200$
1003
50S
20S
10
5S
5.000SOOO
2:000c
S00,M)0O
400g00
4' (JOOO
OligCOO
aoofcooo
3208000
2008000
6:1608000
16:00OMO0
1288 Premiados.
2712 Brancos
-lG.OOOiOOO
E o retrato o mais econmico que se podeob-
ter e o mais proprio para dar de mimo aos p-
renles e amigos, podendo ser remellido commo-
damente dentro de urna carta. Estes retrato?,
nao obstante suas pequeas dimenses, repre-
sentara a pi'ssoa de figura inteira com o maior
Ama.
Precisa-se de urna ama forra para cozinhar e
engommar, para casa de pouca familia : na loja
de livros defronte do arco de Snnto Antonio.
Precisa-se de um caixeiro que tenha prali-
ca de negocio de taberna, e que d liador u sua
conducta : na rua nova de Santa Rita n. 65.
Precisa-se de urna ama para cozinhar : na
rua dos Pescaderos n. 1 e 3.
Quem tiver um sitio pevto ou
longe desta cidade.com tanto que tenha
casa de vivenda, arvores d&fructo e fi-
que prximo ao banho salgado, tempe-
rado ou doce, e o quena alugar diii-
ja-se a largo do Terco casa terrea nu- j
mero 33.
Hotel Trovador.
Rua larga do Rosario n. 44.
As pessoas que recorrerem a este hotel encon-
Irar&o boa commndidale para urna uoite, dias e
uiezes, conforme Ihesconvier, enconlrarac tam-
bera a qualquer hora do dia c noite lanche e ca-
f. O dono do respectivo hotel se obriga a dar
comida para fra as pessoas, que quizerem. as-
segurando todo o asseio. Tudo por prero com-!
modo.
JoSo Martina da Luz retira-se para fora da
provincia.
Purlaram de urna casa da rua do Nogueira,
na noile do 1." do correle, um rplogio do ouro
patente suisso, com trance'.im fino e passador :
roga-se as autoridades poliriaes, aos sniores
ourives, ou i quem or offerecido para empenhar
ou vender, o favor de o entregar na rua do Padre
rioriano n. 21, segundo andar, que se recom-
pensaa.
Na rua da Praia do Caldeirero n. 45, lava-
se e ehgomma-se cora promptido por preco
commodo.
4000
Sabio a luz o 3." tomo das bio-
graphia de alguus poetas, e homens 1-
lustres da provincia de Pernambuco,
apuro nos dethlhes, sao a mais propria recordarn pelo commencador A. J. de Mello.
de todas as pessoas que nos sao gratas. Reunidos r,^ _. t;___i j i r.
em collecco poderao servir para formar om He- \ V0111 ^ blOgraphia de Luiz Fran-
gante lbum dedicado a amisade. Tram-se lodos CISCO de Carvalho Couto, Jeronvmo de
os diase com qualquer tempo. no instituto pho- Albuquerqtie Maranhao, Alvaro"Teixei
lographico de btahl & C. Retratos de S. M. o '___i. u..1j. t ni. .
Imperador, rua da Imperalriz.
agencia dos fabricantes america-
nos Gruuver & Itaker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Jobnston & rua da Senzala Nova n. 52
casa particular como para embarque ; pode d-
rigir-se do largo da Assembla n. 16. Forte do
Mattos.
m mBmsmmm-mmwmsigm
| Dentista de. Paris. |
fi 15Rua Nova15 S
^ Frederico Gautier, cirurgiao dentista,^
ig faz lodas as operace da suaarle e col-=fi?
a loca denles artificioes, ludo com a upe-j*
Jg rioridade e perfeirao que as pessoasen-fl
jj; tendidas Ihe reconhecem. jr '
J^ Tem agua e pos dentifricins etc. ffi
Koga-ie aos devedores da loja da
rua Direita n. G8, de virtrn ate o da
13 deoutubro do corrente anno salda-
rem seus dbitos e se pssim nao i>:erem
Ao publico.
Tendo-so annunciado a venda da taberna sita na
rua Imperial n. 213, declara-so que houve en-
gao no numero ; em lugar de 213, Icia-se 239
pela nova nuueracao ; o mesmo annuncianle
pede desculpa a aquelle, que no conceito do
povo podia ser vctima de lal engao.
Tendo os abaixo assignados linalisado o
lempo do cuiitralo da sociedade que existi entre
ambos, sob a razao de Leraos Jnior & Leal
Reis, declarara ao publico
corpo de commercio desta
amigavelmenle dissolvida em'30'do passado mez
deselembro a mesma sociedade ; Picando a car-
godo chefe Joap Pinto de I.emos Jnior todo o
activo e passivo da exlintti firma, continuando,
porm, o mesmo Lemos Jnior no gyro da casa
debaixo da firma de Joao'Pinto de I.emos J-
nior. Recife, Io de oulubro de 1860.Joao Pin-
to d<; Lemos Jnior.Antonio Jos Leal Reis.
milia : a
masera.
ar-
Iratar na rua do Amorira ni 52,
Augusto G. de Abren sa-
ca sobre Portugal.
3000JCACA0 &p09VftplltCA
IJcvitAinliucatiA.
Domingo 7 do'corrente hiaver sessao extraor-
dinaria da assembla geni s 11 horas da ma-
nhaa, sendo que antes, s 9"haveri lambem ses-
e especialmente ao |Sa0 ordinaria do conselho director.
praca, que so acha | Secretaria da Associarjio TvpoTaphica Per-
nnmbucana, 3 de outubr'o de 860.
JtVESCIO CF.Sfn,
1" secretarxQ.
I rocisa-se a risco martimo sobre o casco,
veame, maslicarao, npparelho da galera ame
ne* Ulden How. lotar.io 251 tonelladas, ca-
pitao J. C. Cox, cerca de 3'J uto para occorrer
despezas q,ic necessita fazer ueste porto afim
ra de Alacedo e Joao Antonio Saber de
Mendonca ; tm bello poema jocoserio, j
sonetos, trinta odes anaceonticas, a!
historia i nteressante do levantamento
de Goianna em l821,e noventa e dous
documentos inditos. Por hora em
uni do autor.
Precsa-sc de dous enntos de ris a premio
por lempo de um anno, d-so por garanta hv-
pothera era uns cscravos, e outros bens fora da
cidade : quem quizar dar annuncie nara ser fko-
curado:
l.'m moro solteiro, eropregado no commer"
ci. deseja associar-se com outro nas mesmas
ciccumstancias para morar em um sobrado, e
mesmo para outra qualquer necessidade : a tra-
tar no becco Largo n. 2.
0 abaixo assignado faz sciente ao corpo do
commercio que sdmiltio para sru socio na ta-
berna da rua do Rangel n. 18 o Sr. Jos Lopes
Dias Peixolo, a qual ficaf gyrarido sobre a fir-
ma de Souza jfc Peixoto, ficando a cargo dos
mesmos o activo e passivo da extincta firma de
Souza & Lopes e de Manoel Alves de Souza. Re-
cife 1 de outuJjrodc 1860.
Manuel Alees de SoB;a.
Precisa-se de um trabalhador de maccira,
na nadara da Capunga.
3| O I)r. Cosme de Sa' Per eir da' j
gje consultas medicas em seu escrip-*.
torio, no bairro do Recife, i ua K
da Cruz n. 53, todos es dias,me- 1
nos nos domingos, desde as 6 U
horas at a% 10 da tnanha, so- ^
breos seguintcs pontos
I
>
as
dn continuar sua viagern com destino a
mouth : os pretendentes dirijam suas propostas
em carta lechada ao lonsulado dos Lslados-
unidos.
Trala-so



M
V
e qualquer porcuo de capm proprio
de se fazer plaa e bota-se em qualquer porto
que se ajuslar : a tratar uo armazem de capm na
rua do Sol.
Antonio Cezario Moreira Dias relira-so pa-
ra o norte c dexa por procurador de lodo seus
, negocios o seu mano Jos Antonio Moreira Dias.
Delfloa Maria da Conreicao vem por meio
I oeste jornal exprimir publicamente a sua gra-
lidao, e recoiihecimcnto ;i sociedadeSoccorros
mutuos c lcnin emanciparo dos cativos pilo
Brande anxilio que prestou-lhe na promorao da '
hbertaco desua sobroha Romana, assim'como
i a aquellas pessoas-|iio allendcn lo aos impulsos
^Imstaos o generosos cosen roracao reumram
os seus esiorcos aos daquella ina e philanlro-
; pica sociedade.
Ouem precisar de um cozinheiro tanto para
rasa particular como para embarque, pode diri-
Bir-se ao largo da Assembla n. 12, Porte do
Mallos.
I annos, boa engommadeira, cozinheira, e faz lodo
lo mais servico de urna casa : na rua da Cadeia
j Velha n. 27.
Vendem-seduascadeiras boas (de rua), for-
, radas de seda, posto que est algum lano tras-
Isada; e 4 rodas para um carro, 3 cm bom estado
o 1 precisando concert, ludo por mdico pre i
na rua da Soletado que segu para o Uanguin'ho,
no sitio dos I leoes, a qualquer hora dn dia, que
ochnraoom quem tratar.
Km casa de N. O. Bieber & Successores, rua
da Cruz n. i, vende-se :
Champanha marca Parre & C, una das mais
acreditadas marcas, mu conhecidas no Rio de Ja-
neiro.
yinno xerez em b'arris, eognae em barris e
caixas.
Vinagre branco e tinto em barris.
Brilhantes de varias dimenses.
Eiher sulfrico.
Gomma lacre clara.
Lonas, brinzaos e brins.
Ac de Milo
Ferro da Suecia. *
Algudo da Baha.
Recebeu-se novo sorlimenlo de vest- 9a
@ dos de seda de cores, ultimo gosto na g
1 Loja de marmore.
@ Recebeu-se novo sorlimenlo de vest- @
dos de pbaulhasia, ultimo gosto na v
Loja de marmore. S
@ Recebeu-se novo sorlimenlo de vestidos
@ brancos de cambraia bordados, ultirro gos-
lo na
Loja de marmore.
km-:gie': S::'i*,4V##^
Recebeu-se novo soitmenlo de man -
;;> liles, capas, rondes de. velludo, grosdona-
* pies, (il e cambraia, ultimo gosto na fc>39
1 ni:1 de marmore.
novo sorliinento du cha- g$
X
i

Loja
S Recebeu-se
pees de palha d'llalia e de seda para se- ;-:0
uhoras na
Loja (le marmore. i
"i *:i ** 7' <> ^* T <"> -- x.k fA '^ <^ ''
Recebeu-se novo *oilimenlo de sedas ;
aan \icr, para vender a covudo, de too -
as cores, lisos c lavrados
isos e lavrados
Loja de marmore.
d999999#s*9d3>@4i@
@ Reoebeu-se novo sorliiuento de vest- ;C
a dos pretos, ultimo gosto na
Loja ile marmore.
@ Recebeu-se novo sorlimenlo de hoiirnii', '-\'r
$ para saluda de Ihealro, c para passeio na ,',
m

x ry rrrrT rrrrrr rr rT-rTTTTTTTTt-
DENTISTA FRANCEZ.
Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- ^
rangeirai 15. Na mesma casa tem agua e '/"
Molestias de ollios
.Molestias de coracao
peito ;
o.- Molestias dos'orgacs d
racao e do anas ;
\.- Praticara' toda e qualquer
operacao (|ue julgr conve-
niente para o restabelecimen-
e de
ge-
L oiupras.

Luja de marmore.
W
m
1
>.*v ,-*; '-!:, :^SsV.
'.)
u
|3
>6 dentifico.
to dos seus doentes.
O e\ame das pessoaque o con
sultarem sera' feito indistincta-
AJLAiAiAJi.0 i.i.3.ki.JLi.JLi.JLi..tx ^ mente, e na ordefm de suas en-
I'irmiuo Josu t.oelho avisa os seus fre"iip- i c i j
zea, que nindou da iravessa do Queimado n?7 o trada$ laZl-'ndo excepcao OS doen-
tes de olhos, ou aquelles que por
nomes
por
extenso nisie
do llego Bar-
pparecer na
veraosseus
Diario.
OSr. JosAUbnso
ros tenha a bon lade de
rua do Crespo n. 20.
Os abaixo assignados participara ao resppi-
tavel corpo do commercio que o Sr. Manoel Joa-
qun] Alvos dos Santos nao c mais sen caixeiro
por sua expontanea vontade, desde 30 de setem-
bro prximo passado, e agradecem ao mesmo
senhor os serviros que lhes preslou durante 3
mezesque foi sen caixeiro. Recife 2 de oulubro
de 1860.Manoel Joaquim de Oliveia & C.
0 abaixo assignado pailicipa ao respeitavel
corpo do cnmmertio que deixgu do .ser caixeiro
dos Srs. Manoel Joaquim de Oliveira & C. e agra-
dece aos mesmos senhores o bom Iralamenlo e
ronfiaoi'.i com que sempre o honraram. Kecife
2 de auiubro de 1860.
Manoel Joaquim Alvos dos Sanios.
seu estabelecimcnlo de funileiro para a rua do
Rangel n. 11, aonde esta promplo sempre para
saiisfazer os seus freguezes com todo esmero e
promptido.
Francolino Eleuterio Ferreira Chaves mora
na rua da Aleeria
Festa do Rosario em Uliiida.
Na madrugada do dia 7 deoutubro do trrenlo
lera lugar com toda a pompa a assencao da ban-
deira de N. S. do Rosario, protectora" da eslacao
dos cauoeiros de Olinda, a qual percorreri n
ura magesloso carro
meninas vestidas de anj
som de urna excellenlo msica marcial. Depois
da asecnco da b&ndeira seguir se-ha urna missa;
as 11 horas lera lugar a festa, sendo pregador ir!
Pedro da Purilicacao Paes e Paira ; a tardo no
Te-Dtum pregar o padre Rento Pereira do Itc-
(?o Haverao lambem crelos de msica, baldes
a larde, c depois do Te-Deum ser a entrega da
bandeira com a mesla pompa mesma juiza.
US
ora
motivo justo obtiverem I
marcada para este im.
Attencao.
*
Precisa-se alugar um sobrado de um andar ou
de dous, cm bom estado, com quintal, nos bair-
ros da Boa-Vista ou Santo Antonio : quem o li-
Comprase uma parelha de cavallos para
carro; quem a liver annuncie ou dirija-so a rua
da Cadeia do Recife, loja n. 50.
Compra se tijolo de alvenaria. no escripto-
no da Companhia Pernambucana.
~ f-"mpram-se escravos de ambos os sexos
de 12 a 2a annos Dar se exportar para o Rio de
Janeiro, tendo boa3 figuras e sadios, paga-se
bem : quem levar ou inculcar na rua Direita n.
bb. escriptorio de Francisco Malinas Pereira da
Costa, receber 20Sde gralificaco.
Comp
sileiras
ArkwightcY C-, rua da Cruz n. 61.
Corapra-se um-escravo que seja robusto e
proprio para qualquer servico : na rua larga do
H osa rio n. 18, terceiro andar Na mesma casa
verttie-se uma excedente escrava, moca, excel-
lenlo engommadeira e cosnheira.
= Compra-se urna chapa de official da Rosa :
na rua do Imperador n. 77, pnmeiro andar.
compra-se uma casa tortea na freguezia Be
santo Amonio, preferindo-se na rua das i
a tratar na rua do Sol, casa n 13
brado.
m
1
Recebeu-se um complou e variado
Hj sorlimenlo em cores, de franjas, grades,
f Irancinhas e filas \ ara enieites de vcsli-
~<& ti Jos, ulmo gosto na
y Loja de marmore.
fi Recebeu-se n%vo sorlimenlo de cal- :\^
^ cado para senhora na
Loja de marmore.
Recebeu-se novo sorlimenlo de en-
te i i
es p; ra senhora, ultimo gosto na
ra-se rnoedas'de ouro bra- Loja (le marmOI'Cj. |
portuguezas: em casa de! ^S|i&aKM ^S^Si &&&&&
<>-:
Recebeu-se novo sortimeofo de ves- ?V
(idos de (arlalana brancos bordados na cf>
Loja de mariore.
?*cm sk eisgeseesgie^
cebeu-ss novo sorlimenlo de india- rj
Tancas para vestidos lisos, tazen- $>
da especial na j|
Loja de marmore.
Rl
nas
lores :
triumphanle, levado por vcr- diiija-se a rua do Crespo n. 25.
ijos, as ras da cidade, ao Na rua da Cadeia n. 24
deseja-sc fallar com
os senhores :
Rallazar Jos dos Reis.
Domingos Caldas Pires Ferreira.
Firmino Antonio da Silva.
Marcelino de Souza Pereira de Rrito.
Joaquim Clemente de I.emos Duarie.
Joo Rodrigues Cordeiro.
Cielo da Costa Campello.
Allenco.lf
Cocheira ora.
NATRALLE DE VICHY.
Deposito na botica franceza rua da Cruz n.S
APPHOVACiO E AIT0RSA\0
DA
M\L .RAL D: IE
E JUNTA CENTRAL DE HYQIENE PUBLICA
JKSig^SSISSIIS e^^S &&?mm*^m ^"l00,^ AlbuquerqueMaranhio.
*- a CoiisuHorio especial homcopathico, rua
de Salto Amaro (Mundo Novo) n.t.
O l)r. Sibino O. I.. Pinho, de volia de sua via-
gern a Europa, d consullas todos os dias utes
desde as 10 horas at meio dia ; visitas aos do-
micilios de meio dia em dianle ; e em caso de
necessidade em qualquer hora. As senhoras de
parlo e os doentes de molestia aguda que nao li-
v-erem anda tomado remedio algum ollopalhico
ou homeopalhlco sero allendidos de prefe-
rencia.
Altenco.
Roga-se a todas as pessoas que liverem nb-
jactos para pintar na rua do Vigario n. 10, loja
I do pinturas, que osvenham tirar no prazo de b
dias, nu so respoiisabilisaudo o abaixo asignado
| por qualquer estravio que os mesmos levarem,
visto que se lem de mudar da mesma loja.Jos
Antonio dos Sanios Peres.
Vendas.
Cliegiieiii ao barato.
%
Si
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPTICAS
De Rieardo Kir.
Para seren applicadas s partes aTectadas
sem resguardo nem incommodo.
AS CHAPAS MED1CINAES sao muito conhecidas no Rio de Janeiro e em todas as provincias
teste imperio ha mais de 22 annos, e sao afamadas, pelas boas curas que se tem obtido nas enfer-
raidades abaixo escripias, o que se prova cora innumeroMltestados que existem de pessoascapa-
zes e de dislinc^es. ^a v
Com estas'..iiPvs-KLEcrao-MAGN-ETicA-EPispASTiCASobtfm-se uma cura radica le infallivelem
odos os cisos deinflaramac.ao [cansacoou falla de respiraco),sejam internas ou externas como
dj ligado,bofes, estomago, baco, rins,tero, peito, palpilaQao de coraco, garganta, olhos erv-
sipelas, rheuma^ismo, paralysia e todas as affeccoes, nervosas, ele,etc. Igualmente para as dll-
renles especies de tumores, como lobinhos,escrfulas elc.,seja qual fdr o seu tamanho e pro-
undeza.por meio da siopuracao sero radicalmente extirpados,sendo o seu uso aconselhado oor
habis e dislinclos facultativos y
As encoraraendas das provincias devem sor dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado de
azer as necessarias explcacoes.se as chapas sao para hornera, senhora ou crianca, declarando a
molestia em que parte di corpo existe.se na cabeca.pescoQO, braco, coxa.perna.'p.ou tronco do
corpo.declaraado a circuinferencia, e sendo inchac?s, feridas ou'ulceras, o molde do seu tama-
nho em ura pedago de papel e a declaraco onde existem, afim de que as chapas possam ser
bem applicadas no seu lugar.
Pde-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
A chapasserao acompanhadas das competentes explicarles e lambem de todos os accesso-
nos para a collccacao dellas.
Consultas a todas as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianca, em seu escripto-
rio, que se achara aberto todos os dias, sem excepcao, das 9 horas da manhaa s 2 da tarde.
119 Rua do Parto |jg
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
V
Na Roa-Vista becco do Tambi n. 11, S
alugatu-se cavallos bonitos o gordos com >
arrojos novos e hmbem recebem-se ca- ^
valles de Irato e ludo por menos proco ai i
que em onlra qualquer parte. jR
isiSfKesgig-eiee-deseeggiseieii
Miguel Jos Soores, morador na rua da !
Praia n. lh, retira-se para Macei pela Babia.
^OCIKMADE
Recrcio Zitterario e Be-
' neficente
Convido pelo presente a todos os senhores so-
cios comparecerem quinta-feira, 4 do conenie,
no saino das sesses, s'J horas da manhaa, uma
vez que foi adiada a sessao do conselho directorio
Secretaria da sociedade Recreio Liltcrario e
BencQcenle 1." de oulubro de 1660.
Sesoslris Silvio de Moraes Sarmenlo.
i.' secretario
Precisa-se para uma casa eslrangeira de
uma escniva que seja perfeila engommadeira, que
aaiba coser e que nao tenha mos coslumes nem
defeilos, o quer-se que seja perfeilaraenle limpa
e de meia idade : quem liver, diii-se a rua do
Imperador n. TI.
Ca\ero.
Ouem precisar de um rapaz rom pralica de fa-
zendas, chegado honlcru do Porto : dinja-se
rua da Imperalriz n. 6.
Na rua Direita n. 68, loja de hiendas, pre-
cisa -se fallar aos Srs. Jos Honorato de.Medeiros,
Rufino Jos Ferreira de Figueiro^o Jnior, Joa-
quim Ignacio da Costa, Augusto Velloso Kooper,
Guilherme Carlos Monteiro dos Santos.
(CASA M SITOS
DOS
Doiilores Ramos e Scve
Sita em Santo Amaro.
Eslc eslabcleciraenlo contina debaixo da ad-
mnistrarao dos proprietarios a receber doentes
de qualquer natureza ou catbegoria que seja.
O zelo e cuidado all empregados para o .
monTcoSild0oCimeDlod03 doA,e'' ^ *mandade de N. S, do Rosa
Ouem se quizer ulilsar pode dirigir-se s ca-
sas dos proprietarios, ambos moradores na rua
Nova, ou cnlender-se com o#regente no eslabe-
lecimenlo.
A diaria para os escravos de &&500, e pa,ra
os hvies de 3j>200 ou 4000, porm cm certos
casospode haver algum ahalimenlo.
As operagoes serao previamente ajustadas
AVISO.
A abaixo assignado dona da taberna n. 131
da rua Imperial, pelo presente faz scienle ao Sr. co-enle, alim de encorperados as'sistirenTa festa
Luiz Jos Marques arrematante do imposto de 20 solmne da nossa padroeira que nesso dia deve
por cento sobre o consumo ffag agurdenles de ledugar.
producao brasileiras, que desta data por diante
deixou de vender tal genero. Recife Io de ou-
A. W, Osborn retratista americano annuncie
M respeitavel publico desta cidade que elle aca-
l de receber dos Estados-Unidos da America,
m explendido sorlimenlo de molduras redondas
ouradas de lodas as dimenses, caixas para re-
talos fazenJa muo lina, assim como recebeu
rx bello sorlimenlo de casolelas de ouro e alfi-
utes de dilo obra prima expressamente para re-
latos. A. W. Osborn aproveila esta apraflvel
oiporlunidade para informar ae publico que elle
e resolvido a dar liccoes da sua arleem todo
os seus ramos, assim. como lem para vender um
completo sorlimenlo chimico e outros aparatos
bionrio para a. pessoas que professam a sua arle.
Mr Osborn lambem im retratos em cartes de
[Villa e cm papel do escripia por preco rauilo
oavel:na rua do Impetudor primeiro andar
, om bandeira.
leile & Irma o, na rua da Cadeia do Rocife n.
4Va em ch,la fr"ceza, cores flxas, aO, 26u
e J80 rs. o covado, ditas e.vlreilas, cores iixas, a
*5 VaP^-f de, madapolao com 20 varas a
!-'()(),JS. -9200. i.f.'.OO, 4e8O0 e b^MO, e muilo
uno a ,j, pecas de bretauha de ro'.o com 10 varas
a. ^S. cassa preta muilo fina a 640 a vara, meias
de seda de peso para meninos a 2*500 o par, lu-
vas de camurca para montana a 2o5UO, toalhas
de l.nho para mesa a ;!.;, meias Cruas nuezas
muito snpenorea p_ara horaem, merino verdee
cor de cafe com G palmos de largura i la o cova-
do bandos de crina a 1S200, corles de
ta de lindos desenlio e core (ixas
trancado de linho todo preto, fazenda
perior e que nao disbota a >-
mesa a .'0i chapelinas mod"
paldoisdc alpaca a 5. corles do calca de case-
mira dealgodao a 1*280, ditos de casemira a 4?,
ditosdemoia casemir/a 25, musselin-i branca
muilo fina a 300 rs. o covado, sabonetes inglezes
mullo superiores a I.:0 a libra, brini traucado
branco de linho muilo lino a 1C500 a vara, lar-
laiana branca e de cores, pecas de cambraia lisa
com 12 varas a *80, ditas transparcnle com 10
varas a 2jj60O. 3. 44600 e C$, cobertas de chita
de lindos desenlios a 2s, la de quadros para
vestidos a 500 rs. o covado, c ontras muitas fa-
zendas que se vendem por barato preco, e a tudo
se dar amostras com penhor.
junto ao so- U&9V?mi3&*$
g Recebeu-se ii>vo sortimento de bra-
celetes de sndalo na v
Loja de marmore.
Rccebeu-se novo sorlimenlo de le- at
ques de sndalo na (|
Loja do marmore.
Rece
cassa iln-
3 2.-100, luim
uuilo su-
a vara, pannos de
irnas para senhora,
m

u-se bonitos gros de Lyon [ara B
Jfjveslido, fazenda ao covado, nova na
]| Loja le marmore.
Slie-eboii-se novo sorlimenlo de so- >
brecasacas, paletots, calcas, colleles c
calcado de Melles na
j Loja de marmore
^ Recebeu-se novo so; Ljenlo de cha- >
iG pos de castor preto e branco e do sede na >
.
WJ^J.V*
Loja il
e
M
marmore.
ase safiaa
Para colchoes.
inho
Re-
Amda lia um resto do superior panno de
proprio para colchoes: ua rua da Cadeia do
cien. 48, loja deLeite* Irmao.
*p*9*p&mmm%9&&& 99999
A uistincta corno r;H A o ti
;:
corporarao
acadmica.
Rorelieu-se charutos em macos de fu-
W ni o havano, fabricados no Rio'de Janeiro
P a 69 rs. na
8 Loja de marmore.
\ende-se u,a prela recolhida com uma cria
sendo o motivo da venda a mesma cria ; cosiuha
ensromma, cose o tem lodas as mais ha-
niiidades ale ser boa enfermeira : na rua da Ira-
peratri/. n. 9, segundo andar.
viVvj .">
i?> ^> 1* ^ *> 5^ >
do Corpo Santo.
no
esenvao actual em nome da mesa regedora
crvida a lodos os irmaos para se reunirem uodia
4 > corrrenie s 5 horas da tarde, no consistorio
da groja, alim de se proceder a eleigao da nova
B fia *. S?e reger a '"andade no futuro anno
lOeODU 11 ISbl ; o aproveila tambera a occasiao
de convidar a lodos os irmaos e msanos para
coipareccrem na mesma groja, domingo 7 do
1 Lasa com silio.
@ Vende-se a casa, do* corredor do Rispo
que flea junto a lenda de ferreiros, com 35 (fi
palmos de frente, e 75 de fundo com 3, I
janellasde ircnlo e portao do lado com so- Si
9 ao na frente da mesma largura, e 3 janel-
@ las com uma sala no soiao e 4 quartos e m
i
i
lubro de 1860.
Mara'das Noves Leite.
Henrique Jos da Cunha. "
- Precisa-se df uma ama para casa de moco
1 : aJlral,r Da rua do Phar' o- 14. das 7
hois as 9 da mesma ou das 6 s 8 da uoite.
. quartos e
sala em baixo c tres quartos cozinha fo-
ra estribara e 1 quarlo para escravOS,lodo
murado, cacimba de boa agoa^endo o ler-
.e".0ftmiys ,de 18 Palmos de frente e mais
de 100 de fundo com um terreno para a
rua do Pires com 100 palmos de frente e
mais dg 200 de fundo proprio para se edi-
licar todo plan lado de arvores fructi-
"ees como larangeiras, sapolizeiros, ja- Z S
queras. fiRueiras, pinheiras, coquiros, *-
SoiaDeiras, fruia-pao, parreiras.caneleiras e
^ maisarvores fe frnclo e flore, a iralar na
g, rua da Matriz da boa-Vista n. X>{ taberna
iiHmiiitttt'ftNftl
<*
Vende-so urna carmea com urna upa para
vender agua na rua, sendo nova e ainda nao ser-
vida ; assim como lambem um bonito boi ,i
ro bstanle gurdo : na rua da Imperalriz n.
Vendem se duas carracas grandes do dua
rodas, lada de sicupira, muilo segura, de supe
rior ferragem, e proprias para'engenhos, por
commodo, trabalba com uma o mais juntes do
bois, serve para todo e qualquer trabalho, o se
d por um prego muito em conta : quem as i re-
tender, dirija-se ao pateo do Terco, defronte di
n. 40, segundo andar.
Vendem-se dous bois gordos o bous d
roca por commodo proco: no Chora-menino, na
taberna do Sc.Bernardo, junto a caixa das almas,
se dir quem vende.
Na livraria universa!, rua
imperador numero 54, tem
venda :
Pralica Criminal, por Ramalho.
Flores Silvestres, poesas, por Bitencourt Sam-
paio.
Vende-se o sobrado n. 53 na rua de Ai
com 2 andaros e 1 soio, chaos proprios : a Ira-
lar na mesma.rua, armazem n. 88.
Vende-se um terreno com 105 palmos I-
frente e 300 de fundo, Indo aterrado o coi
palmos de caes j feitos, muilo proprio para ne-
le se ostabelecer reinacoes, padarias ou fabrie;
de qualquer naturea, na ruado Rrum. bairro C,
Recife, junto a fabrica da fundicao de ferro lu-
gar designado para laes eslaboiccimentos, cujo
terreno se vendo poi junio ou em lotes do 30
palmos cada um : na rua de Apollo, arniazciu
numero 38.
Vendem-se carros do 4 rodas com bois
mansos, proprios para carregar gneros da ,.'-
bodega ou assucar da estrada de ferro e trapi-
chea ; na rua de Apollo, armazem n. 38.
Provincia.
Vendom-se 150 moed.is do ouro de 16J000 rs.
na loja do vapor, rua Nova, n. 7, se dir quem la/.
este negocio.
9 LUSTRO PARA VENDER. X
9. Em casa de E. Laurence, rua da cadeia
9 n. 59 existo um lustre para igroja ou para
* meia sala, com 18 lases a velas, a pera S
miis bonita e-mais rica que tem vindo ne's- #*
ta praca. |
bem ura carro de
numero 37.
4 rodas : na
rua do
tdin-
A racao
Vendem-se \ Vende-se
saceos de railho novo vindos de Fernando muito i UI2 carrinho d^ 4 rodas e cora 4 assenlos,
grandes, por preco commodo
mero 61.
na-rua Nova nu-
, para 1
o z cavallos, com arreios someute p ra um, lodo
novo : na rua Nova, cocheira n. 54.
ILEGVELI


(3)
DIARIO DE PERSAMBUCO. QUISTA FEIRA 4 DE OTBRO DE 1860
Macas
das melhores qualidadcs que existe cm Portugal,
vende-se nicamente, no armazem Progresso de
Duarte & Irmao, no largo da Pcnha o. 8.
Attenco
*
Vende-se na ra da Cruz n. 48, urna
divida julgada por sentenc.a, o devedor
dizem que tem loja cm norae de outro
na ra da Imperatriz, cujo devedor
Freguezia de Muribeca.
O arrematante do imposto de t500 por cabera chama-SUAntonio Jo- de
de gado consumido no municipio do Recife, e de j
OO rs do sanguo, vende o ramo desses irrtpos-
ros. que perienrem freguezia de Muribeca : a
tratar na ra do Trapiche n. 9.
Ven3e-se ama casa terrea na ra da Ale-
gra n. 26: a tratar na ra do Queimado n. 52.
ma-
)
Fazendas finas e
roupa feita.
Aogoslo & Perdigao.
Com loja na ra da Cadeia do Recife n. 23
m e do amostras as seguintes fazendas:
tes le vestidos de seda prelos e decores
i te ditos de barege, de taratana e de gaie
de seJs.
Carabraiasde'eores, brancas e orgadvs.
Anquinhas para saias.saias balio, de dina,
dapolo e bordadas
Le3eosdelabyrinthodoA.se francezes.
Ohapeos amazonas de palhi e v. "da para se-
nhoras e meninas.
B ifeitesde troco, oe viirilho e de flores.
is de tartaruga, iraueratriz e outros gostos.
Manguito e gollas, ponto inglez, francez e m'is-
saoga.
estuarios de tusto, de la e de seda para
eriaza.
H internes, taimas e pelerinas de differenles qua-
lidades.
ulules de touTim, de merino e de 15 de ponta
redonda.
U78.8 Je pellica brancas, pretss e de cores.
estidos de blond, mantas de dito, capellas e
flores solas.
Siirtures, camisas de Iinho e espartilhos para
sen hora.
PerMnartas finas, sabonetes o agua de colonia.
iasacis, sobrecasacas. e paletots de panno prto
o de cor.
P etotsde alpaca, de seda e de linho.
C ileas Je casemira de edr, pretas e de brim
mi*as de madapolao, 0 linho inglez e do 13a.
Seroulas de linho e de meia.
','i. is, saceos, aoelroixos para viagem.
... im is para invern, bolinas de Meli e oulros
fabrica n i es.
ii 4j Oryli, de massa e de feltro para ho-
mem.
Charutos manilha, havana, Rio de Janeiro e
lia.

Suissos.
asa le gehafleitlin 4 ruada Cruz n.
! i-se iim grande a variado sortimentode
i il >gioa i ros.neios :hr >nom tro le ouro, prala
da irada eolheadosa ouro,sendo estes relogios
dos prneirosfabricantes h Suissa, que se ven-
o rao ;> >- preeos razoaveis
LOJA O YAPi.
Grande e variado sortiraento de calcado fran-
cez, roupa fuita, miudezas finas e perfumaras,
tudp por monos do que em oulros partes : na lo-
ja do vapor na ra Nova n. 7.
Tachas para engento
Fundigo de ferro e broiize-
DB
Francisco Antonio Corrcia Carduzo,
tem uui grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz econcerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
mchas
Sebo e graixa.
Se'j coarto e graixa em bexigas: no armazem
n" Tasso Jrmaos, no caes de Apollo
CAL DE LISBOA,
nova e muitobem acondicionada : na ra da Ca-
deia do Recife n. 38, primeiro andar.
Gheguem ao barato
O Preguicaest queimando, em sua loja na'
ra do Queimado n. 2.
Pecas de brelanha de rolo cora 10 varas a
2??, casemira escura infestada propria para cal-
a, collete e palitots a 960 rs. o covado, cambraia
organdy de muilo bom gosto a 480 rs. a vara,
dita liza transparente minio fina a 38, 4>, 59,
e 65S a pega, dita lapada, com 10 varas a 519 e
65 a pega, chitas largas de ino iernos e escomidos
padroes a 240, 260 e 280 rs. o cdvado, riqu-
simos chales de merino estampado a 79 e 859,
ditos bordados com duas palmas, fazenda muito
delicada a y?9 cada um. Jilos com urna s pal-
ma, muilo finos a S3J500, ditos lisos com fran-
jas de seda a 5$, lenco da cass3 com barra a eom algum defetoa 2S o par, muio'boas^cor-
100, 120 e 160 eda um, metas muito finas na- I d'15 paraviolo a 80 rs.,guluaa francezas. caitas
rajr^Si? !duzia; ?nd8 bM qu,3lidade' K BK^lSSii'PSft; USfZ
a i? e 38500 a duza, chitas francezas de ricos sn -^
Fogoes economi-
Saunders Brothers & C. tem para vender em
eu armazem, na praga do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto. recentimente
chegados, dos bem couheoidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood 4Sons de Londres, e
aiuito oroDriosoara este clima.
sem iguaes, na ra do Quei-
mado n. 65, na bem conhe-
cida loja da diligencia de
Fajozes Jnior AGunnaraes
Meias pintadas muilo finas para homem a
18300 a duzia, e em pares a ICO rs., clcheles
francezes em cario a 320 a duzia de carlees, e a
30 rs. cada cario com 14 pares, luvas linas de
seda parahomense senhoras a G40 o par, ditas
GIUXSE SORTiaiENTO
DE
lipazeiiseoteeilasi
1A
luoja e armaiera
DE
mm l
g Na ra do Queiniad
desenhos, para robera a 280 rs. o covado, chi-
tas escuras inglezas a 59900 a poga, e a 160 rs.
o covado, brim branco de puro linho a 19,
13200 e I5S600 a vara, diio proto muito encor-
padoa 15*500 a vara, brilhantina azula 400, rs.
o covado, alpacas de di Eferentes cores a 380 rs. o
covado, cesemiras prelos linas a 2S500, 3tf e
33500 o covado, camhria preta e desalnicos a
500 rs. a vara, e oulrasmuilas fazendas que se
far palenle ao comprador, e de todas se daro
amostras com penhr.
eos,
Fogoes econmicos americanos, os melhores
que tem viudo ao mercado, nao s por COzioha-
rem em meta de do lempo de qualquer ontro,
como por n&o gastaren) urna terca parle da lenha;
estao-se vndenlo por metade do seu valor, 6
approveilar a occasiao. Garanle-se a boa quali-
dade e bom travado dos mesmos : vende-se na
A?
4G, frente amarella.
Sortimento completo de sobrocasaca de ^
iianno prelo e de cor a 253, 28, 30 e
35S, casacas a 28-3. 30-3 e35-5. palitots dos >
mesmos pannos20). 223 o 25j|, dilos de
casemira de cor a 163 t 183, ditos sac- ^
! eos das niesmas casemiras modido inglez #
casemira fina a 103. 12/14$ e 15J, dilos ^
! saceos de alpaca prelo a 4?, dilos sobro cj
) lino de'alpacn a 73, 83e93, dilos de me-
! ri se tira a 10. ditos de merino cord.io 7X
j a 103 e 123, dilos de sarja preta trincada p
I saceos a 6$, ditos sobrecasacos da mes- ?)?
j ma "'n/.enda a 83, ditos de fuslan de cor e $
5 branco a 43, 48500 e 5. colletes de ca- jS
5 semira de cor e prelo a 53 o 63, ditos de *p
l mcrinri prelo para lulo a 43 e 53, ditos St
de velludo preto decflr a 9-3 o 103, dilos p
3 de gargurSo de seda a 53 e 63, ditos de M
brim branco e de cor a 2?50;> o 3-3. calcas 3
REMEDIO IflCUftlPARAVEL.
UNGENTO HLLOWAY.
Mnares de individuos de todas as nacoe po- |
dem testemunharas virtudesdeste remedio in-
comparavel e prorar em caso necessario, que
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
bros inteiramente saos depois de haveremprega-
do inutilmeute outros uatamentos. Cada pesoa
poder-se-haconvencerdessascura maravilhosa
pela leitura dos peridicos, que lh'as relatara
todos os dias ha muitos annos ; e a maior part
della sao tao sor prendentes que admiran, o"
meiicj rnais celebres. Quantas pessoas reco
braram com este soberano remedio o uso de seu-
j bracos e pernas, depois de ter permanecido Ion
go lempo nos hospilaes, onde de viam soffrer
amputacaol Dellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, pareiiao
Submotterera essa operacao dolorosaforam
curadas completamente, mediante ousodess,
pruciosoremedio. Alguinas das taes pessoa na
eofuso de seu reconhecimento detiararam es
te resultados benficos diante do lord correge
dor e outros magistrados, afim de maisautenti-
caren) sua firmativa.
Ninguezn desesperara doestsdo de saude sa
Uvesse bastante coiifianea para ensaiar este re-
medio constantemente seguiudo algum lempo o
tueniratatoquenecessitassea natureza domti,
cujo resultado seria prova rinconlestavelmente
(ue ludocura.
Oongaeato e utij, mala partlca-
tarmtMite uos seguintes casos.
'poicas
C um bras
fundicSo da ra do Brum n. 88, loja de terragens: =# de casemira de cor e prelo a. 7. 8S.''J*
da ra da Cadeia do Recife n. G.
Cilios.
atice re3.
Sortad aras.
Dores de cabeca.
""^a4coslas.
Jos membros.
Bner nida l s da cutis
emgeral.
Ditas doanus.
srupsoes e escorbti-
cas.
Fisliiliisan hdomen.
Pnaldade ou falta de
calor os extremida-
des.
Frieiras. *
pengira acldalas.
InHammacio doflgado.
v"ende-se este ungento no stabecimentn
geralde Londres n. 224, Strand, e na loja de
i panno' prelo 1 [il0,lS03 '->oticarios droguistas e outras pessoas
;. ditos de 45! 3r,carn:gadas de sua venda em toda aAmuric."
e IO3, ditas para menino a 63 e 73, ditas
de merino de cordao para immem a 55 o
vv O, ditas de brim branco a 5} o 3, dilas
^ ditd de cor a 35, 33500, 4) e 53, e de
5j todas eslas obras lomos um grande sir-
g tmenlo para menino de lodos os tama-
nhos; camisas inglezas a 363 a duzia. Na
inilaniriiueao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Male,; das pernas.
dos peitns.
de olhos.
Mordedurasde reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna
Su-,) 11racoc. ptridas
Finha, em qualquer par-
t- que sej#.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das atiruIncoes.
Veas torcidas ou noda-
les as pernas.
para menino a lg, 15J o 16;
casemira para os mesmos pelo
preco, dilos de alpaca saceos
mesrao
a :3 e
I 3850, dilos sobrecasacos a 5j e f pan m
t ..s mesmos, cah;as de brim a 2}50), .'3 ?
X 3^500, pilelots saceos de casemira de cor 'vi
& a 63
I
ciliado de zinco-
O tdhado de zinco aqi-.i usado as
companhia do'sax e caonho de ferro,
ti i das boas ia;ent>}8i modernas, el-
le faz-je recomraendavl pe!i. grande,
duvadio, pouco peio no edificio, born
acn I cionamenio, baca toza do cinto,
t (A conducriio etc ;... todos sabem
1 duracao do zinco infinita prin-
cipalrcente se se tiver cautelj de dar
urna mao da tinta >i> I > io exposto ao
. u a 1 I: 1 co com o j^aso
de 20 libras, cottre nn espago ijue pre-
t* 1 pira tal l!:u 50 tenias de barro,
o espaco coberto pela dha de zinco nao
tra o ; ? >r pin 1 de chava e a
idade d-jsua conitcco tal cjne
cirroij podeconduzir de urna s
telln lo preciso para cobrir urna
o I -loadode zinco muito!
princ plmenle para cobrir enge-
nlt >s, ;sl i1 siros, barracles re ferraras,
;en 1 de de losito ele ele., em |
'. juem tjuizer experimentar o te-1
le 'n 'o, conbecera* sur grande
m, esteteWiado vende sea 120
ir libra de 50 teibal para ci:n:
nos irrnazensde Paulo Jos Gomes e
loel firmino Ferris rna da Con*
." '' 1 irm :/. "11 de raateriaes.
Neste armazem de molhados coa
e 7;, loallias d-3 linho a 800 e 13 ca- ?j
da una. 2fi
No mesmo estabelecimento manda-se C'4
^ apromptar todas as iiualidacs de obras *-'
S*S .....J._..............f.:.._ .. ;
do snl, tlavana e Hespanha.
en le-se a800 rs., cada bocetinha contera
urna nstruccao em prtuguez para o modo de
tazer iso deste ungento.
O leposito geral en casa do Sr. Souin.
pharmaceutieo. na ra da Crun. 22. cm Per-
nambu.il).
y?, ledenles a roupas feilas.em poneos dias, i^
{ que para esse fim temos numero suf- S
tfnua-se a vender osseguintes gneros abaizo mencianados de superiores qualidades e mais barato W
"o que ..rn rjutra qualquer -arle, por seren a maior parle delles recebidos em direilura por cunta ^
uos proprieiarios.
Velas de spcvmaccic
. omcaixacom 25 libras por 1j relalho aCiOrs. a libra.
Mantciga pava tempero
perfeitamenteera bom estilo vende-se em barril a 160 rs. e a retalho a 200*rs. a libra.
Manteiga mglexa e franceza
ao mercado de 560 a 800 rs. a libra e em barril
umn 3 libra
rs. cada ao.
Bi
|Schas.
' !'',-- bichas recentemente chegadas,
1 novas, por proQO commodo ; em casa de
' 111 o C,1 ra da Cruz n. 22, na botica
1.
^DiElfUH
ECON IC<^
artimento decandieiros econmicos a
. :.:: 1. lodos
; .-nos
Vi mna.
o mais prepa'os para
na ra Nova n 20, loja
perfeitamente flora mais nova jue tea vindo
se far algum abatimenlo. .
Qaeijos Clamengos
muito novos r-rcenlemente chegados no ultimo vapor da Europa de 1S700 a 38 e^
que_0 Ireguez tuer se tar aiai-. algum ihatimeulo.
^ueio praio
os mais novos que existem no mercado a 13 a libra, era porgan se. far abamento.
.\n\eixas francezas
m latas de 1 1(2 libra por 15()0 rs., e era campoteiras de vidro contendo cada
por 89OOO.
Mwstavda ngleza e Cranceza
em frascos a 640 rs. e em potes frnr.ceza a 800 rs cada um.
YeriVadeTos H^os de comadre
Bo\aeMu\\a ingleza
a ruis nova que ha o mercado a240 rs. alibra e era barrica com 1 arroba por 4J.
Potes \idrados
de 1 a 8 libras proprias para manteiga ou outro qualquer liquido de 400 1 18000
emendo as c^neiadas proprias pava srtes
d S 5oao
a 13 a libra e cm frasquinhos, contendo 1 1(2 libra por 23.
Ciipveto,\\ysoi\ e perola
1 melhores que ha neste morcado de 18600,28e 2S500 a libra.
Matjas em eaixiolias de 8 Vibras
contendo cada urna ditferentes qualidades a 4?500.
Palitos de denles licitados
sm molhos com 20 maciohos cada um por 200 rs
TijoVo fraucez
propriosp-.ra limpar faca a 200 rs.
Conservas inglezas e traucezas
era latas e cm frascos de difTetentei qualidades
Vresnntos, cao>ir cas e palos
o mais novo que ha neste genero a 480."610 e 720 rs. a libra.
Latas de bolacnitk de soda
de lifferentes vialidades a 18600 em porgio se far. algum aballment
Tambera vendem-se os seguintes gneros ludo recentemente chegado e de uperii-
re<= i lali ladea, presuntos a 480 rs. a libr3, chouriga muito aora.marraelada .to niais afamado f-
| ciete de-peritos offlciaes d-> atfaiates || \^^*^ iJo.
M rgidos por um hbil raestre de seme-% Vende-seem'casa de Johnsto'n Pater& G., ra
ante arle. Picando os douos do e3tabo- f do Vigario n. 3,um bellosortimenlo de relogios
lecimento responsaveis pelas mesm*s S5 deouro, patente iglez, de um dos mais afa-
- "bras alea sua entrega. 1 mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
S^9eie^Bs^9 315313 '^3i#3 ::$'2s '"edade de bonitost rancelins para os mesmos.
Ilua do Crespo,
Loja n 25, de Joaquin Ferrei-
ra de S..
Vende-se'por pregos baratissimos para acabar:
i roupoesde seda para senhora al5#, l&azinhas de
coros para vestido a 200 rs. o corado, cassas de
cores linas a 210 o covado, chita larga a 200 rs.,
vista Jo gasto casaveques de cambraia borda los a 85, capas de"
fustao a 5;, pentea lores de cambraia bordados a
iC.ii.... .k.i.j- buiduiiua > ou vara, lencos
de seda com franja a 18, riscado francez .1 200
rs., sobrecasacos de panno fino a 255. paletols de
panno prelo o de cores a 18, 20 e 22-3, dilos de
alpaca de 4$ a 8i, calcas de casemira pretas e de
cores para lodos os procos, dilas de brim bran-
co e de cores de 2? a 4j, gollinhas bordadas de
traspasan, camisinhas para senhora a 2500,
m-.nguitos brdalos 29000, chita de lustre lar-
ga para coberla a 320 rs,, esguiao de linho mui-
lo fino a 1-5200 a vara, bramante d" linho com
:) palmos d-^ largura a 2SOO0 a rara, damasco
i! 13a com 9 palmos de largura a 2>J0) o co-
va lo, pegas de madapolao lino a 5OO, chapaos
de f.'ltro linos, baldes Garibalde a 5)509, pale-
tols de brim He cor^s e bransos de 4j a '5, ci-
misas brancas e de cores de 18500 a 3;>, e oulras
militas fazendas por muilo menos di seu valor
para fechar coatas.
171
Espirito
le Yiflhocoffl
(Tfj
Vande-se espirito de vinhn verdadeirocom 44
*ros,chegadoda Europa, as garrafas ouasca-
inias na ra larga io' Rosario 11. 36.
Ra daSenzaIaNovan.42
Vende-se encasa de S .P. Jonhston A C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhoes in-
.jlezes, candeeiros e castigaos bronzeados.l 0-
nas inglezas,fio de rea, chicote"para carros, e
montaa, arreios para carro de um e dous lvel-
os e relogios d'ouro patente inileze
fival sem secundo.
|Cnento inglezj
2 rara collar vid ros, loaca, tartaruga, #Io
i mulim etc., chegou urna pejuena porga o $
'.- deste cimento ja muicanhecido nestaca- ?|
|j6= pital e se vende nicamente na casa de ^fe
<& Aoristo & Perdigao, na ru 1 da Ca lea do ,;>
,-,- Bcife n. 23, a 0. cali ndra dinheiro m
* >isia. Os amadores devora quanto antes r
i~ prover-so delle. &
mymw&mm sisase ms&i
Na fabrica de caldpireiro la rila Imperial,
junto n fabrica de sabo, e na ra Nova, loja ie
ferragens n. 37, ha urna grande pnrejo defolhas
de zinco, j. preparada para telhados, e pelo di-
minuto rreco de 140 ts. a libra
W73 ^STil


6 1 < "*.
Ni ra do yuaimado n. 55, defronte do sobra-
do novo, loja de miudezas de Jos de Azevedo
Haia e Silva, ha para vender os seguintes artigos
abaixo declarados
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Sapatos de tranca de algodao a 1>.
Cartas de alilnetes finos a 100 rs.
Espelhos de columnas madeira branca, a
1$440.
Phosphoroscom caixa de folha a 120 rs.
Frascos de macass perula a 200 rs.
Duzia de facas e garios muito finos a 38500.
Clcheles em carlo de boa qnalidade a 40 rs.
Canas de clcheles balidos a 60 rs.
Caixas de brelas muilo novas a 40 rs.
Frasco de oleo de babosa a 500 rs".
Uilo dito para fazer cabello corredio a 800 rs.
Sapatos de la par enancas e 200 rs.
Pares de meias par 1 meninas a 250. .
Pares de luvas de fio de Escocia a 320,
Mossos do grampas muilo boas a 40 rs.
Agulhciros de martim a ICOrs.
Cauivelesde aparar penas a 100 rs.
Grvalas de seda muito finas a 600 rs.
Tifouras para costura muito finas a 500 rs.
Ditas para unhas a 500 rs.
Pegas de franja de l.ia com 10 varas a 1$.
Pegas de tranca de lia cura \? varas a 500 rs.
Felilho para enfeilar vestido (pega) 13.
Linhas Pedro V, carlaocom 200 jardas, a CO rs.
Ditas dito com 100 jardas a 20 rs.
Bscovas para denles muilo linas a 200 rs.
Pars 00 meias decores para homem muilo fi-
nas a 1 0.
~^** i Cordao imperial
(M(gM)
45- Ra l)imla-4*
Este estabelecimento oeiece ao pu-
blico um bello e rico* sortirrento per
presos convenientes, a saber :
Homem.
Borzeguins- imperaes..... 10CC0
Ditos aristteraticos....... 9^000
Burzeguins moscovia (prova de
fogo e d'agua. ...... 9;0G0
Ditos democrticos...... 6#CC0
Meio borzeguins patente. 6f>C0
Sapa toes nobreza....... C^CC
Ditos infantes. ..,.,.,. 5CC0
Ditos de linlia (3 li2 bateras). C*(C0
5(C e,a;o
8|C(i
2J5C0
5SC00
4800
4jS50
se btrato
NO
ouas mono novas,
Armazem de fazendas.
Ra to Queimado i\umero 19.
A l$8O0 rs.
Lencoes de linho finos a I38OO rs.
A ISm0 rs.
Cobertas de chita grandes gosto chine?."
^ 4$S00 rs.
Madapolao infestado com 20 varas.
A 4|500 rs.
Cambraia branca lina de salpicos com 8 1)2
varas. .
A 3S'500 rs.
Verdaicira pechincl^ de chales de merino es-
taoasados o '.sos, grandes o muito linos.
A 20 e 200 rs
Chitas francezas largas cores fixas e escuras.
A 906 rs. n vara.
Trira trancado alvo cora 8 palmos proprio para
*.oalhas so se vende neste estabeleciraenlo.
A Me V$800 aperi.
Cambraia lisa tn com 8 1|2 varas.
A o00 rs. a vara.
Cambraia preta cora pintas brancas muito fina.
A 500 rs. a vnra.-
Carabraia de cnre3 milito fina miudinhas.
A 2S a duzia.
Lencos brancos para algibeira.
A 600 rs. a vara.
Algodao monstro proprio para lencoes.
A meia pataca.
Chita m;.:;'ha pelo barato preco de 160.
'l'ie encontrarao tendent-s a
molhados.porisso prometiera o? proprietanos" venderempor muilo menos do que nutro qealquir !
prometero mais tambera servirem fquellas pesoas que mandaren) por miras poucoorticas coa
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Paitos paraeamisas.
P.iscoiltos .
Era casa de Arkwight 4 C, ra d
Cruz 11. 61,

. pouco praticis cono
< .-lossem pessoalmente ;rogamtambem a todos os sannore d engenho e senbores lavr 1 :
queiram mandarsuas encoraraenjias no armazem Progresso ue se Ibes afflanca a boa nualidadie
acondiciona ment
> ... -y- }..-"
BfcfcE::^
mm
-A
f'.v:

Defronte do becco da Congregagaoletreiro verde.
Casacas de panno preto a 303, 35 o
Sobrecasacas de ^ilo dito a
Palelots de panno protos e de cores a
203, 25, 30S e
Ditos de casemira de cores a 15? e
Ditos de casemira de cores a 7g e
Ditos de alpaca preta golla de velludo a
Ditos de merino setim preto e de cor
a 83 e
Ditos de alpaca de cores a 33500e
Ditos de alpaca preta a 3J500. 5, Jle
Ditos de brim -le cores a 3*300,43500 e
Ditos de bramante de linho brancos a
43500 e
Calcaedecasemira preta e de cores, a
93, 10f e
Ditas de princeza e alpaca de cordao
prelos
Ditas de brim branco e de cores a 2J500,
4$500 e
Dilas de --aiiga de cores a
Ditas de casemira a
401000
353000
3000
225000
12(K0
12SO00
93000
5^009
93000
530*00
63100
123000
5$000
58000
Colletes de velludo decores mtiitnfinoa
Dilos de casemira bordados e lieos pre-
tos e de cores a 5-3, 5-3500 c
Dilos de selim preto a
Dilos de casemira a
Ditos de seda branca a 5jj o
Ditos de gorgoreo de seda a 53 o
Ditos de fustao brancos e de cores a 3g e
Ditos de brim branco e de cores a 23 o
Seroulas de linho a
Ditas de algodao a I36OO e
Camisas de ppito de fuslao brancas e de
cores a 23300e
Ditas de peito e punhos de linho muilo
finas inglezas a duzia
Ditas de madapojo brancas e de cores
a 18800, 2-3 o
f^tes de meia a 13 e
loso
GrftO
50
3D0
6JM
6./H0
33(0
2i0)
Sfiffi
2KW
2-jm
35M0
"lirlh-ilbmei^rancisco do Souza, ra larga do
Rosario n. 30, vende-se os segnintes medica-
mentos :
ItoM'Affecteur.
fillas contra sezoes.
Ditas vegelaes.
Salsnparrilha Brlstol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do fiosque.
Pillas americanas (contra febres).
U iguento Holloway.
Pillas do dito.
F.llixir anli-asmathico.
Vidros de bocea larga com rolhas, de 2 oncas
e 12 libras. .
Assim como tem um grande sortimentode pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Ven 5em se libras steilinas, eaa
casa de X. O. Bieber & C. : ra da Cru
a. \.
pecas] 40 rs.
GrammaticaiDgle-
za de Olieudorff.
Novo methodopara aprender a lr,
a escrever e a faliaringlez era G mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimontos de nstruccao,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Podro II (antigolargo do Col-
legio) n. 57, segundo andar.
Ditos fragata (sola dupla).
Sapatos de salto (do tem). .
Ditos de petimetre......
Ditos bailadnos. ,......
Ditos impermeaveit......
Senhora.
Borzeguins primtira classe(sal-
to de quebrar).......
Ditos de segunda classe (queb a
cambada).......
Ditos todos de merino (sallo
dengoso).........
Meninos e meninas.
SapatOes de torca. ...... 4Gf(i
Ditos de arranca........5>o(D
Boizeguinsresistencia 4| e 5,80)
Pateo (le S. Pedro n. C>, arma-
zem de gneros sececs e
in o] ha dos.
Vende-se neste novo estabelecimento sacros
cora fa re I o de Lisboa, farinha de nianriicca. mi-
mo, reijao muUtmho e preto, gomma de mandio-
ca, arroz de casca e dilo do Haranhao de supe-
rior qualidade, doce da rasca da guiaba, vinlodo
1 erto em garrafa do nielhor que p.'.do haver no
mercado, manteiga ngleza e Ira 11 reza, banha de
porco emlalas, bolaehinhas de soda de tedas as
qualidades, ceneja preta e branca da nell.tr
marca, queijos Hamengos froscars, conservas in-
glezas eos mais gneros que se renden iorn.en<
preco do que se vende em outra qualquer parle.
Cambraia organ-
dys a 300 o covado.
Vende-se na ra do Crespo, loja n. 8, de qna-
tro portas, cembraia franceza organdvs a 3tO f
covado. para acabar urna faciera ; as--ira com
boas chitas frei.cezas a 240 c 300 rs., fazenda d
lindos r.3droes e cores fixas : do- se maoslra."
SYSTEMi MEDICO DE HOLLOWAY.
i'ILL'I.AS HOLLWOVA.
Esteinesumavelespecifico, corcpi rtr fnieiri -
mente de hervas medicinaos, nao conli n, n er -
no, ih o. algum a outra substancia d ele c ter a 6-
o a mais tenra infancia, e a compleicao c
delicada e igualmente promj.to o segu o
desarreigar o mal na compleicao mais roLus:a
e, inteiramente innocente em suasoperaccet e t- -
teitos ; pis nsca e remore as doencas de o-
quer especie e grao por mais antigs eun-zt-
queseam.
Entre milhares de pessoas curadas c^ ctt
remedio, mullas que j eslavam as por'a (Ja
mor te, preservando em seu uso: censes uirac
recobrar a saude e torcas, depois de haver ti rt:;-
du intilmente todos os outros ren edio<
As maisafflictas nao devem entregarle a
sesperacao; acara um competente "isa ,. d0
efficazesefeitos destaassombrts.-. mediein.
prestesrecuperarao o beneficio da saude
Nao se perca lempo em tomar este reaed-,
1 Me de toda a espctie
Cotia.
Hemorrhoi., -.
llvdropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammacoes.
Irregularidades h
menstruacao.
Con trigas de lod es-
pecie.
Mal de I'edra.
Manchas na culis.
Obstrurco de ntre.
I hil.sica cu comstiD !-
t.3o pulmonar.
Relenco de ourin.
Bhei ralismo.
Pyn ptomasseiuodarii -
1 un rrs.
Tico doloroso.
I le ras,
V| ni reo (mal).
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Arelas (mal de).
Asthma.
Col icas
Coarulses.
Deb!dad e ou extenua-
i"o.
Debilidade ou falta de
reas para qualquer
:ousa.
D'- siuteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos riis.
Dureza no v ntr.
Enfeimidades no yentri
Dil sno Qgado.
IJ: -ss venreas.
Enxaqueca.
'1 ;rysi] a.
F( bre biliosas,
intermitente.
Vendem-se estos
geral de Londres n
g'os de ouro patente orisonlaes
Ditos ae prata galvanisados%25 e
3*010 j Obras de ouro, adereces, pulreiras e ro-
T>$o0\) 1 setas
cobertos e descobertos, pequeos e grandes d?
ouro patente inglez, para tiomem s senhora
de um dos melhores fabricantes de Liverpool'
vendos pelo'.iliimo paquete inglez :emcasa'
oSuthall llellor & C."
ya das seis portas eni
frente do Livramenlo.
Co vari o a 200 rs.
Chitas largas de benitos goslos a 200 rs. o'co-
ya-lo. ditas estrellas a iraitacao de lazinhas
160 rs., cassas de salpicos brancas c de cores a
200 rs. o covado, pecas de esguiao de algodao
muito lino a 35 a peca, ditas de brelanha de rolo
com 10 vains a 2#. riscadinho de linho a 160 rs.
o covado, chales de merm eslampados a 2i
lencos brancos com barra de cor a 120 rs. ditos
coai bico a 200 rs., algodao monstro de duas lar-
guras o molhor que possivel -a 610 rs. a vara
.. mussulina encarnada a 2-iO o covado fih'i de til
Sudo indar ^'^ S" Pedro 4- c-! Mo prelo bastante largo. A loja est abena atVs
gunuo anaar. 9 horas da noile.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa deS. P. Jo-
:hnston & C. ny daSenzalan. 42.
2*01 Vende-se urna duzia de oedeirascom assen-
1600 to de palbinho, 1 8of,^ cadeiras de encost, 1
: dita de balanco, 1 mesa de meio de sala, 2 con-
30000' solos e 1 cama franceza, tudo de amareilo e em
nilulas: na eslabelecincto
W4, Strand. alojo ce
lodos*ojfeboUcarios droguistas e oulrts pi'ssoa<
encarregadas de sua venda em itda a An Vi,'
doSul.llavana e Hespanha. ^menca
Vendem-se as bon Unhas a 6C0 rs. cfdn urrr
dellas, conten urna ii.slrurcio 1J: |.orlgue2 ta-
ra explicar o modo de se usar desias pilulss
O deposito geral 6 rm casa <(> Sr. Soum ]
meceutico, na ra da Ciuz n. 22, em Pernam-
buco
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No em conhecido e acreditado deposito d.-.
ra da Cadeia do Recife b. 12, ha para vender a
verdad, ira potassa du Bussia nova e de supeiie'r
qualidade. assim como umbcni cu] Tirgesn c
podra, ludo por precos n,ai ralos do ane em
outra qualquer parle. '
Machinas de costura.
N. O. Bii I er & C. Successores avisan, ao ru
Mico, que no si u armazem na roa da C1112 d 4
estoo exp bi< .- renda as r, elnores n achinas d
costera que at hoje tcem viudo a rsle mercado
as quaes possuem lodosos o elh< ran en tos inven-
tados ale esta poca sem ler os defeitos oue rn
oulras se ola, assim sao de constructiLo sin I
e faciltate o uso A costura finta Po'r estas ma-
chinas nao teem igual cm obra de nao, um non-
io bonito e forte, alera de que alinham c coi en
de lodos os n.odos, cada caixa de eos tu Ja repie-
senla um lindo loilele para gabinete de sei 1 era
Igualmente hs machinas para seileiros, tic Os
pregos sao mdicos, e o Sr. Birmingham, rpnri
nneiro, cnsinao uso das machinas e todas as par-
ticularidades da conservacao de sua construcco
no acto da compra.
Loja das seis perlas era
frente do Livramento.
Iloujm feita barata.
Talelols de casemira escura a 4J, dilos de al-
paca preta a 4 e, camisas brancas e de cores
3 3' ?i5Snd8 hMiH) 2550- >t">^s muilo fi-
nas a 15WJO e 2S, paletols e brim pardo a 3>
calcas de ca panno prelo. sobrecasacas, colklis de rssemira
l>reta, olios de velludo pretoe, de rotes, um com-
plelo sorlimenlode roupa lefia.
bwiitti uw ii uv*n iiiiu.
ATTE!\C\0.
Vendeni-se grandes toneis de amareilo. ass;m
cono loncise quarlolas de madeira de boa qua-
lidade, torios muilo proprios para as deslillaces
dosengcnbos e para depsitos de mel : piiia ver
a. Iraiar na ra do Queimado loja n. 39 cu na
roa mperial em tasa do maj-r Antuio da Silva
ousmao.
"
V
-
ILEGVEL


-


. ;- i. i.;
DIARIO DE PERNAMBtCO. QUINTA FE1RA 4 DE OUTUBRO DE 1R6O.
(1)
,'f
DE
*
Sita na roa Hhperialn 118 e 120 jRato a fabrica desala.
DE
Sebastiao J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
Neste estabelecimento ha sempre promptos alambiques de cobre de diflerentes dimencoes
de 300 a 3:000$) simples e dobrados, para destilar agurdenle, ayarellios destilatorios continos
para resillare destilar espiritos com graduacao at 40 graos (pela graduacao deSellon Carlier) dos
melhores systemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do imperio, bombas
de todas as dinienc,oes, asperanle3 ede repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, torneiras
de bronze de iodas as dinieii0ese feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas-para fornalhas ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimencoes para encamemos, camas de ferro com armacao e semilla, fugoes de ferro potaveis e
econmicos, lachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, fulha de Flandres, chumbo em lencol e barra, zinco em lencol e barra, lsnes e
arroellas de cobre, lenccsde ferroalatao,ferro suecia inglczde todas as dimensoes, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e oulros muitosartigos por menos preco do que em oulra qufllqu'er
parte, desempenhando se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeicao j couhecida
e para commodidade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua confianca, adia-
se aa ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada rara tomar nota das encommendas.
Seus p.-oprie taos offerecem a se.us numerosos freguezes e ao publico em gera 1, toda
(aalquer obra manufacturada era seu reconhecido estabelecimento a saber: machinasde vapor de
todos os tamauhos, rodas d'agua para engenhos todas dt ferro oupara cubos de uiadeira, moen-
!^s e meias raueudas, tachas de ferro batido e fundido de lodos os lmannos, guindastes, guin-
chos e bombas, rudas, rodetes, aguilhoes e boceas para ornalha, machinas para amassar man-
lioca e para descarocar algodao; prencas para mandioca e oleo de ricini, portees gradara, co-
i i ranas e moinhos Je vento, arados, cullivaJojes, poiites, -aldeiras e tamjues, boias, alvarengas.
aoies e tolas as obras Je :a achinismo. ILxecuta-se qaalquer obra seja qual fr sua natureza peles
lS9>ahosuu moldes que para tal firn forera apresentados. Recebem-sc eucommendas neste esta-
.eleciraeulo na ra do Brura n. 28 \eni ra do Collegio hoje do Imperador n. llomoradia do cai-
jiiim da Costa l'ereira, com quem os urelendenies
. CU RAL.
Vende-so verdadeiro coral de rais a preco
muilo commodo, e mais muitas mludezas e rap
de varias quatidades, tanto a retalho como ero
libras : na ra larga do Rosario passando a bo-
tica asegunda loja de uiiudczas u. 38.
Yinlio de Bordeaux.
\gki\:a
lf
FINDICiOLOVV-MOW,
Raada Senzala Uova n.42.
Em casa de Knlkmann lrmaos&C, ra da Neste estabelecimento continua a haveium
Cruz n. 10. enconlra-se o deposito das bem co-
cheadas marca dos Srs. Brandenburg Frres
e dos Srs. Oldekop Hareilhac & C, em Bor-
deaux. Tem as seguintes qualidades :
^ieBrandeaburg frres.
St. Estph.
St. Julien.
Margaux.
Larose.
Chleau Loville.
Chleau Margaux.
De Oldekop & Marcilhac.
St. Julien.
;eiro -io estabele.;i:uenta Jos Joaqt
atender uar^ qualquer obra.
se podem
IEL0GIOS.
Vende-se emeasa lo Samndera Brothefsd
C. praca do Col-po Santo, relogios do afama
di) fabricante Itos'tell, por precos com modos
e tambecn-luco.lin-i e caduias para.os oiesmns
deexcoellnle costo
Vende-se urna luja de calcado na ra do
Livramento n. 33, muilo afreguezada, e com ar-
maco nova, e propria para qualquer negocio
que se pretenda botar : a tratar na mesma loja.
Vende-se a casa terrea n 35 da ra do Pa-
dre Plonaoo, com chaos proprios : a tratar na
ra laraa do Rosario n. 20, segundo andir.
PECHINCHA.
Vende-se um bom cavallo castrade muilo an-
dador de ludo, sem achaques, por pouco dinhei-
ro ; na ra dos Pescadores ns. 1 e 3.
'.'}> Vende-se urna excollente propriedade S&
construida Je ral e lijlo, paredes dobra-
jo conslruiJc iie ral e lijlo, paredes uunra- n\
rsg das, com 2alas, 4 quarlos.jSOSMiha fora gj
|g e moo fresca sita na frequezia de Ja- jg
5.j boalao do Indo do rio do mesmo nome : ag
' a trotar na rui do Queimado 11. 46 A
Na ra da r.adcia n. 2, vendem-se as se-'
guinlcs fizendss, por metade de seu valor, para!
tiquidaco.
Bicos do seda brancos e prelos, de todas as
arduras, vara a 160, 210, 400, 8'J0 e 1JO0G.
ijm completo sorlimenlo de franjas de seda c
d algodao.
Chales detouquim a 10, 13, 20 e 353.
Bolc.es de seda, velludo, de louca e de fuslo
de qnatidades linas, duziaa 200, 400 o 600 rs.
Collariuhos bordados de 500 rs., 2, 3 e 42.
Entren"eios linos, pecas com 12 varas a 1.
.Folhos bordados tiras n 500, 1>, 2$, 3-500.
Camisetas com manguitos a 3, !, 5 e 69.
Enfeites de l resa G.
Chapeos de seda pira senhora a lQg.
Casaveques da velludo a 0 e 60$.
Ditos de seda a 25?.
l;ios de fuslao a8cl2-
Pitas de seda e de todas as qualidaJ.es do 5C0
rs. a 1S500.
Hilas de velludo de 20 rs. a IC.
...... .: j_
I [OFOcoatraFogo
Ci^MFJLMstilA
liraveis remedios
americanos.
Todas as casas de fam uho, fazendeiros, ele, devem esiar prereniof
com estes remedios. Sao tres medicamentos con
os quaes-se cuta elicazmente as principaes mo-
lestias
ProEopto alivio de Radway.
Instantneamente alivia r.s mais acerbas llores
e cura os peiores casos de rheumatismo, dor de
cabera, nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis, indigeslao, crup, dores nos ossos, contusoes,
queimadura, orupedes cutneas, angina, reten-
Cao de ourina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura ludas as enfermidadeseserophtilosns.chro-
nicas esyp lilicas; resoire os dflposilos de otoi
humores, purifica o sangue, renov o systema;
prompto e radicalmente cura, escrophulas.vene-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos, afercoes do gado e rins,
erysipilas, abeessose ulceras de todas as classes,
molestias d'olhos, diliiculdade das regras das
mulheies hipocondra, venreo, etc
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para regularisar o systema, equilibrar a circula-
cao do sangue, inteiramenie vegetaes favoraveis
em to.iosos c.i^os nunca occasina nauzeas nim
dores do veutre. d.'.ses de 1 a } regularisam, de 4
a 6 purgara. Estas pilulas t-ao efficazes as alTec-
toea do Qgtdo, bilis, dor de cabera, ictericia, in-
digeslao, e em todas as enfermidades das mu-
Iheres. a saiier : irregularidades, lluxo, relen-
coes; llores brancas, obstruccoes, histerismo, etc.,
sao do mais prompto effeito na escarlatina, febre
biliosa, febre araarea. c em todas as febres ma-
ignas.
Estes tres importantes medicamentos vem s-
companhados de instrucroes impressas que mos-
trara com a maior miouciosidade a maneira '
applica los em qualquer enfermidade. EstSo ga-
rantidos de faisificaro por s haver .i venda no
armazem defazeudas de ilaymundo Carlos Leite
& lrmao, na ruada Imperatriz n. 10. nicos
agentes em Pernambuco-
St. Julien Mdec.
Chateau Loville.
Na mesma casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Cognac em barris qualidade fina
Cognac em raixasqualidade inferior.
Cerveia branea.
As melhoiCs tnacliinas de coser dos mai$
atamndos autores de New*York, I.
M. Singer Ce Wbeeler kVVilson
Neste estabeleci-
mento vendem-se as
machinas desles dous
autores, moslram-se a
qualquer hora 00 di ou
ds noiie, e responsabili-
samo-nos por sua bo:
qualidade esegurnca:
no armazem de fazendos
do Raymundo Carlos
Leite & Irmos ra c;
Imperalriz n. 10, anli^amenle aterro da Boa-
'isia.
" "a?ao
a
?ara acabar.
Na loja da ra do Crespo n 11, vende-se um
variado sorlimenlo de fazeodasabaixo menciona-
dos e pzn-precos o mais barato que so pode ima-
ginar ; ^s.
Cassas de celtafixas o corado a ICO rs.
1 Canii&inhas de cambraia com gollinhas a 5C0 rs
; Dita dila con, gollinhas e manguitos a 43
I Penles riquissimos de tartaruga de lfj e 15g.
Chales de l.ia estampados a 2;5C.
: Ditos de mernd de urna s cor a 3.
Ditos de louquira a 15?.
teneos de cassa de cores com bico a 120 rs.
, Paleto! de s da para horaem de 105 a 12g.
Hilo de pauno e casemira a 15! e 18^.
Cotes de vestidos de larlataiu bordados a Ada
a 135 e 20-S. ^^
Ditos dilo de fular do seds a 15S
Uo dilo de seda prela e de cojcs bordados con;
_ baba dos a COS.
Dos dilo de grosdenaple prelo bordado a vej
ludo coro babados a 70g.
Ditos dito de grosdenapje prelo a 50g.
; Ditos dito de grosdenapTe preto d'aquile a 30?.
Di tes dilo dilo dilo a 25>.
Ditos dilo de seda de cores cora babado a 20*
e40.
t Ditos dilo "c pbantasia de barege a \5$e 17<.
1 Ditos dito de cambraia brancas bordados unos a
20 e 30S.
Dilosdito de seda prela tarrada a 25$.
luios dito de- sida de cores Jarrada a 30g.
Ditos dito do cambraia e seda a ''::.
Ditos diio do fuslo com casaveque feitusaloj.
1 Casaveques do cembraia boidado de
Peiileadures de cambraia burdados
Ri meiras de cambraia de salpico e bordadas a
..1.8 eS
I filase sabidas de baile de merino e seda a
J o 15-.
Manlelflis de grosdenaplebrancoa IOS.
comapletosrtimentodemoendas emeiasmoen-
dapar88nenho, machina de vapor e taixas
deferro balido ecoado.de todos os lmannos
para
Lencos, bicos e rendas.
Na loja da ra do Crespo n. li, vende-se ricos
. lencos de Ubyrinlo de cambraia de linho, bicos
e rendas feito na provincia do Cear.
Baloes de 30 arcos,
Chegaram as mais modernas e melhores saias
de balao rom 30 arcos : na ra da Imperatriz
numero 12.
Vendo se no escriptorio do Monoel Ignacio de
Oliveira & Filho, na prac,a do Corpo Sanio
Miiho.
Vendem-se saceos com milho a 5gS00 para
acabar : na ra da Cadeia do Recifen, 8.
TerrenDs perto da
praea.
Caminho dos mnibus.
NA
Loja de miudezas na na
Drea N. 8 5, onde tem
o lampedo do yaz,
rendem-se pecas oe filas de eoz a 240 rs., cai-
xas d'agulhas francezas a ICO 240 rs., colberes
de metal principe par soopa fino a 5^200. da--
para cha a 2;hOO a dozif, onfeites de vidrflhos
protos linos a S*50O, caixa de bfalo a 1 e
Os herdelros do commendador Antonio da Sil- I 'S&OO, bandejas linas a IgOO,. -2 ^, 4$, e 5$,
va vendem sua propriedade, no lugar da Casa u'aCosd> grampas roligaa a 50 rs., ditos e eara-
I'orle, em sorles de Ierra a voniade dos compra- f0' a .rs l'"l,'iri,s c aiceiroa finos a 2?>, ga-
dorescom a nica ic-slnccao de nao lerem menos 'o de linho bramo a 10 rs. a vara, pulsi
de 30 palmos de frente, e fundo designado pela
respectiva planta approvada pelas autoridades
compelenlcs. o Ong-nheiro Antonio Peliinu
gues Selle o encarrogaoo das medicos 1'
prelas a lg.lorcidaspara candieiios a 100rs.a du-
prensas, o pode seiprocurado no mesnio f-iti
\ ml!0 genuino. ou na ra estrella do Rosario n. 30, lerceiro an-
Ainda ha urna pequea quantidade de ancoie- dar, ou na praca da Boa-Vista, botica deJoaouirn
la desterinho sem coufeicao, e proprio de doen- 'Ignacio Ribeiro Jnior : os pretendeutes podem
ra do Vicario n. 1 i. nrimoiroandar. |diriir-se igualmente para qualquer proposla ou
esclarecimenlo ao herdeiro L. A. Dubourcq no
, seu sitio na Capunga.
( J."~ Na '."." NoTa 33. ,0J.a de ferragens, ven-
preco de
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar-
liliio UVO.
o.... j. ldc-se urna escrava pelo baralissimo
Saceos de alqueire : no largo da Asssmbla n. 8005000.
I Vende-se urna negra da Costa sem vicios
o nem achaques, de idadede 35 anuos, pata lodo
servico, por proco commodo : na ra da In ne-
ratriz n. 19, com Frederico Chaves.
Vende-se urna boa casa terna em chaos
proprios, ua ra do Sanio Amaro n. 12 ; trala-se
na ra uo Crespo n. 14.
Vende se na ra da Cruz arma-
zem D.33 :
Cera de carnauba a iOjjf a arroba em
saceos.
Sebo refinado d Poi (o emcaixoesa l.
Ditocn barreas a 10^500.
Dito em velas caixotes de 1 arroba
por 12,<;
19, armazem de Anlunts Guimaries i C.
Cera de carnauba,
qualidade especial : no largo -da Assembla n
19, armazem de Anlunes Guimares Charutos do Rio,
(nulidades finas o de dilTerentes formatos, fabri-
cados por um dos mili,ores autores, estabelecido
alli desde 1852, no largo daAssemba o. 19
armazem de Anlunes Guimares & C.
Ferros econmicos de engommar a vapor : na
ra Nova n. 20, loja do Vianua.
l#yr
megados de novo pelo ultimo paquete : na loja
do vapor na ra Nova n. 7. .
zia, pecas de fitas de linho a (10 e 60 rs., cordas
para violo a 80 e 120 is., Iracas do linho lita
enfeites de vestidos a900 rs. a pera, penles do
ali/ar, de baleia, a 240, caiungas de dh
..J.s a 120, 00, 200, 240, 280 e 480 rs.,
.olinlias de corchi para senhora a 800 e 1$, ca-
ivetes do urna folha a ICO, cscvas para den'.e3
a 240 rs. sabo lino para barba a 80 e 320 is.,
bicos finos linos a 40, 80 e 100 rs. a vara, i
para senhores a 320 rs. o pat, linhas de miada
para corchi a 20 is. a. miada, ribique a 80 rs. o
papel, otreias de niac,a a S rs. a caixa, vi.-;
C\ sari :.. n ezas a24 e 320/ ditas porl i-
guzas a2i0 rs., lapia finos de cores a lo'o, li-
nbas e.-a marca a io r?., tesouras a 100 rs.,
penles paro atar cabello a lOOrs., oculos di
a GOetv'O -?., pon ada franceza a 100 rs., tap'r-
les para laiiiemas'a 2;5( 0 o par, tuncas para
ninas e ei inos i a 80O rs.", ci.ll.n- s
cha a b rs. b i izia, alnetes era caixinhS mui-
lo fino a 200 e 280 :--., IUV8S do fio d'EM
de cores para hornera 640. ilas brancas a 0
rs., rucias cruas finas para hon.em a 3^200 a du-
/ia, ia para bordar a n is lina <\uo ha a :. ,
Unta dt.- rarmiui na n 500 rs., cauinl a de pajel
sorlidas em eflresa i;-, diiasdceiuaim11 < ,'. ;
is., dilas de ifirts a 8b0 rs, alai .... ires d
F'.
armazem de fazendas da
ra do Queimado n. i 9.
largura pelo
Lences de bramante de urna s
barato prego de I98OO cada lencol.
Covado a mil c dozentos res.
Grosdenaples furia-cores com ninas piolas de
mofo mnito pouco, pela pechincha du I$200.
. A ,$500 chales.
Chales de merino bordado, franja de seda.
Grandes colchas a 5$500.
Colchas de Custao muilo grandes de lidos du-
seohos a preco de 5)500.
tachas e moeiidas
Braga Silva & C.ten, sempre no sen deposito
da ruadaMoeda n. 3 A,um grande ortimento
de tachase moendas para engenho, do multo
acreditado fabricante Edvin Maw a tratar 10
mesmo de osito ou na ra doTrapicl t i. A.
chatos a 60 rs., ditos rolifus a 10U rs., penles
travessas para meninas a 640 rs ditos de boi -
rha para alizar a 600 e 800 rs., ditos de bu
branco a 51 rs,, din : ra | idilios a icO rs., i-
,ra 7r,A_, los parasuissas a 50 rs., pecas de Iranraa e
laa do caracol a 60 rs., titas de seda da li/pura
dea dedos a 640 rs., oLreias de colla a 100 rs.,
nonecas de morca a lli rs., ditas do chouro t
50 I, 800, 1.7' 00 e 2;, lesouras para unhas a u
rs ditas para ci stu 3 19, taca de rabo d .
lanco dous boirjes 6c0'J enfeites dos mais c -
Vende-se na loja do Antonio Augusto dosSan-
los Torio na loja r.s. 37 c 39 r.a praca da Inle-
pendencia, capellas de aljfar eimor'tale para ca-
tacumbas, tmulos etc., etc., da forma seauinte
e preeos razoaveis :
Capeilas dealjofe com EScripses,grandes a iOs
Hilas ditas por gi
Ditas ditas por
Ditas ditas por
Dilas de imortaile por
Quadros coro a imagem do Senhor Cruxifl-
cado^-om inscripjoi s por baixo a 10 e a
Ferros de en-
go minar
econmicos
a 5<:0(0.
8
5g
83
dernos qoe ha para senhoras a 59 e 4)500,
los para meninas a 4l o e :., caixa de lan pati -
lias de nova nvi nco n ICO e 60 rs. bicos pre!
de si da a 100, loo', 200, 280 3^0 e LOO rs., r^r-
retelde linha do r iz d ti das as cores a iu rs.
ajeas figuras para quadros ; vciihem logo 1
que se acabe a pechincha. ,'

asen os i
Fugiu no dia 2 de setembro do correnle an-
uo o escravo Francisc muh lo claro com i
de 30 anuos pouco mais ou menos, barb
bellos prelos anellauos, coaduzio urna mai
ovelha enfqu levou roupa e algum dinheii
assira como um t hapo do couro, natuial da
villa do Ip (provincia Jo Ci ara foi con
a Pedro Honorato dWvil: 1 doTemb ni <
t OfrVJKJiJ. provincia ; ruga-se aos capilaes de campo,
Estes magnificos fer- r*dac,.<>s Policiaes ca qualquer pessoa a appre-
ros acham-se a venda j!cnsa (!'l' u'10 esrravo, a entregara .1 oJ
no armazem de fazen- Urvf,no HoraesFilho, iaruado(J leimadon 13,
3-3, 4 e 15. '4-\&!~i-----?m~v4_---;
para senhora T/;1- ) 'W^
i
i
i
i
O)
i
AGENTES
J. A.stiey Companhia. S

pa] 8
-1
.15 I
kv,
m B-se
Formas tio ierro
purgtr assucar.
Enchadasde ferro.
Ferro sueco.
Espingardas.
4 Acu de Trieste.
* Pregos [xjsiyao.
Barr I ha e cabos.
Brim de vela.
Couro Palhinha para marcinei- |
ro : ao armazem de C.
4 J. Astlej C.
*!ji3 ..:>.. :.mi
Loja de calcado.
Vende-se a dinbeiro ou a prazo urna loja de
calcado com poneos fundos, muilo propria para
qualquer principiante, e muilo acostumada a ven-
der buhles de- lotera : quem pretender dirija-se
.' praca da Independencia n. 39, que se dir
ual .
*
ttape naeona
Pedro II da imperial fabri-
ca de Joo Candido de Mi-
randa, Ilio de Janeiro.
Este rap sem duvida o de melbor qualidade
lubricado ueste imperio, acaba Oe chegar e ven-
de-se no deposito, ra do Vigario n. 23, escrip-
torio.
Iiaralo jara acabar.
UU s dilo piolo com bico de 15> a 20-;.
Vbita de no piolo a IOS.
Sai...- bordadas para senhora a 2&2$500
Capas de velludo licameule bordadas |
nhura a &05.
Camisasde cambraia de salpico para menina a lg.
Di los do fuslo bordado para criauca a lj.
para se-
mcnina
BajiiSi
Com este nome acaba do chegar urna peque-
a porcJio de transparentes de llores mui elegan-
:< para cindieiros : na ra do Vigario n. 19,
primei.o andar.
Cavallo lino.
Vendem-se dous cavallos com todos os andares,
muilo gordos esem achoques, bonitos cores : na
1 ua do Queimado n. -jei, loja.
Camisas iogiezas de ftis-
o a 21 rs.
Na ra ila Medre de Deus n. 36 A, vendem-se
camisas inglezas de futoes com colarinhos e pu-
nhes de linho a 2jJ cada urna.
A 3^500, $ e 1$ rs.
Na ra da Madre de Deus n. 3 A, vendem-se
palelols de gang3 amarella.^rova de limo a
3^500, dilos brancos do bramantes a 4tf cada um,
caigas de casemira feitas de moderno gosto a 7
l- ida urna.
Ra do Passeio Publico, loja
numero 11.
Meias para senhora, du/.ia a 3;o(i0, e.00 su
perior, corles do vestido do cambraia com listras
de seda a 6$, ilitos tie laa a 55, ditos de cam-
braia i 3?, ditos de cassas a 2s('0, petas do cam-
braia tle salpicos a 3c60<>, grosdenaple muito fino
a IcTOO, 2 e 2&300, corles de casemira a 3;, chi-
ta fnnreza a 220 o covado, camisas francezas de-
cores e brancas a 1*600, grvalas de linho a 500
rs.. ditas do setim a 500 rs. o IS. chapeos de
baeti avariadt s a 320, ditos de fe Uro, bou fazen-
da. a 28O0e \,- lgodo do duas larguras, a va-
ra a 600 rs., algodozinhos a peca a I?* 39400,
.'Sii o 4j|S00 muilo incorpados, madapoldes a
pecaSilOO, fcJOO. 4J400. 600, e 6$ muito U-
i nos, meias cruas a du/.ia Ife>0, panno da Cosa
covado a 340, chapeas de sol de panno ordinario
i H800. ditos de seda a 6800, algodao de sueco,
vara a 280, : 1: ilrrit la.i a |J800, ditos de mo-
rillo bordados s 55B0O, ditos lisos a 4t50O, longos
para rap tle alfoliara a duzia 4?, ditos de Ranga
muito linos a 34&00, paletots de casemira foire-
idosde seda a 189, calcas de casemira ordinaria
com mofo a 2-J. castores muilo grossos a 260 o
covado, brim miudo peira calca a 180 rs.o co'i ado,
algodao de lislra muito bom'a 200 rs dito mes-
ciado a 180, pecas de ahila para cubera a 8J500
muilo l'nia, dilas miudaa pa:a vestidos a 7?, dilos
S 6$800, e outras muitas fazendas que s Lviala
do comprador fai f.
Liqpida^o de fa-
zendas
Por meaos de seu valor
Na ra Direila n. G8.
Riquissimos vestidos de banjo de seda, dilos
de'mussulina de seda, dilos de fantasa de seda,
ditos de seda prcto, ditos de grosdenaples borda-
do a velludo, polacas francezas da ultima moda,
chales de todas as qualidade?, paletos de panno e
de casemira de dlTerentes qualidade?, dilos de
alpaca prela c de cores de 2-3 tjj'CO, e outras]
niuias fazendas que c enCadonho monciona-los.
(Alfiaucando-se que nao se cngeia dinheiro.)
Ditos do seda boidados para crianza a /
Vestuarios de gorguro para menino e
a ;>, S,i e lo?.
Dilos de brins para menino a !*.
Ditos de fuslo para meninos a ti;.
Calcas de casemira decores para nrenino a 6f.
Vestidos do cambraia bordados para baplisado
ile criaucas a 69 e !5{J.
Colxas abollas de la para cama a ~>.
Grosdenaple decores covado a I5 e I$200.
Tafet de cores cura pequeo efeilo e mofo o
covado a 20" rs.
Barege de seda lindos padres o covado a 900 rs.
La decores muilo fina u covado a C00 rs.
Riscado de la e seda muito fino o rosado a b rs.
Chales do cores o covado a 500 rs.
Lencos de seda de cores .i Ijj e 19500.
I.uvas brancas de pelica em bom estado a 500 rs.
Ditas do seda prelas e de cores a 320 rs.
Loques Uns-irnos a 1(500, 3j o li?.
Peca do fila de gorgoreo para sinto de senhora
com 11 varas a l500.
Peca astreila de velludo rom 10 1|2 varas a I5.
Fita muilo larga e rico desenlio para cinta de
senhora a vara 2$500.
Chapos de palha copa alta para hornera a 48.
Ditas amazonas para montara de senhora u -W.
Dilos do seda para senhora a 10.
Dilos de seda de cores para crianza a 4J.
BouctS de lontta tara menino a 4.
para acabar.
Na loja da ra do Crespo n 14, vende-se um
vanado sorlimenlo de fazendas abaixo menciona-
das, e por prego o mais barato que se pode ima-
ginar.
Palelol sacco de panno pido de 10; a 18$.
Dilo fino de alpaca prela a 12^
Dilo dilo de cores a 63.
Dito dito dito a "-.
Dito dito de a"
paca pela para menino a 7$.
Dilo oe btim branco de linho a 4.
Dilo de ganga a 2J5I 0.
Jas de l.avmnndo Car- ':i,! ;^ !" :" '' ;:'I i1-^-
los Leite 4 Irmo ra c,w i0 l!" "etimbro prximo lindo, do
da imneralrizn. 10. enS''nno C.B'1* PM '-'lenle, desapparereu um
rnpaz semi-branco, de non.o anoel. idade ac
10 anuos, -nuco mais ou mei os, secco do corpo,
cabell sbem prelos 1 especado, montado em un
cavallo russo pombo, capado, descarnado, 1
do olho direito e rauda bastante curia, com um
ria c au pouco uso 1 .
I tejido em ditas malas diversas peras Je valor,
. ga-se que dito rapaz le I a- desnorleado pa-
ra as bandas d'Agua l'i i I uideaili
tes, esse mesmo rapaz iando mais crian
' Coelhos, na olaiia de Ai : :..
da Cunha ; pede se .- iutorid.ades 1 ..
o api rehenosm, c n esmo algum 1 articular, e n
Iremellam Estrada .Vota do Ca bang, c -
Pedro de Assis Cani| >- Cosdem que se pagar.1
qu'ilquer despeza que por vi ira solara ci
1 dila appieheiio.
' Art: -si : igido um
Raymu do l'atrii o,
i ro
Ul Uo 1:.b:'a ce 11.:. 1
di pedieiro e bai 1
lui leaeilide o '.' i 1 ni abril de 1PE!) 1
Sr. Mam ; Bj qua| [(
Gravatinha de velludo para pescoco de senho- r*vd,<, o Sr Feliciai mes, e este -
ra a 400 rs. "lh,'r V"',J' < "Di" ao Sr l-rai
Lencos de relroz bardados paia senhora a fe:, ra da Costa ; Um o
500 rs. "aes' Matura regolai c bailt-
d0< "-1 3 aman illa com desen ban n
reprsenla te; 35 a 40 annns .. 1
dados

tise:
Faz idas
DL
e roujti eita
NA. LOJA E ARMAZEM -
OE
Joaqoim Rodrigues Tavares tic Helio
RA DO (JUEIMADO N. 39
EM Sl'A LOJA DE QI'ATUO P0R1A8.
Enlremeios bordados, vara a 500 rs.
Tiras bordadas de palmo de largura a IS.
Ditas dilas largas, vara a 1$600.
'i',. ele a vi lludado a 6 e 8;. *
Dilos ditos. rc'S, ara i cadeiras a 1S
1 ani os \ ara m< sa a 2^500 e 5{500.
Camisas inglezas.
Acal a de chegar na bem conhecida loja de
] Coes i Bastos, ma do Queimado 11. i(i, um gran-
I de e novo sorlimenlo das camisas inglezas, gos-
los mojerm s r pe>r si r grande porcao convida-se
os freguezes a virem comprar a duzia dor:"-:
s.'io de linho puro.
Em casa de N. O. Bieber : C. Successon:-,
ra ila Cruz n. ':, acha-se 6 ven.la um grande e
r ; variado sortimenttt de ferra~.s Qnas nhrns ti.
lera um completo sorluneiitu do roiina fe a, i-.,,..:r nr,,,, 7" ros ,.
. 1 I la,R'ciro e pertei res m m por usos domcsli-
e convida a todos os seus freguezes o todas as eos, productos iodos da industria norte america-
[tewcas i|ue desejarem ter um sobrecasaco bem Da assim como :
feito, ou uiiu caiga ou collete, (lo diriorem-se a '
scia geni .< sami nt 1. ti-ii nsado.
Boa lecompe]
J"?' 'tli sFerreuai
Ih trouxero seu escraeo Leandro, o qual le
sij .. si gulntes : i nm s, poui o mais
ou menos, baiso..roslo e cibega n di nda, .-
no roslo, pouca I ara 1 ruiva, qu 1 li 1 ...
im pouco es bracos, lia bei sal
' : ural do h 6, on ........1 ra a
... do IU L-ife u. 35, da.
m^
rOOE'lliiOil

||
>o kJliJi UUCllikCUilUiSi u;i :;'s fazendas por preco commodo, u
a
e;
'Q'
Alambiques
de 10a ^oo cariadas,
Na fabrica tic caldereiro de
Viliaca Lrinao do Bruin ns. lie 13,
Tem um grande sol limen to de alambiques, ca-
rapucas e serpentinas de cobre simples o comi-
nos, e urna machina de cobre de destilar c resti-
lar espirites al 40 graos pelosystema de Lugier,
o sinos de 16 libras a 8 arrobas, ludo se vende
por menos 5 a 10 por cent o do que em oolra qual
quer parle, a prazo ou a dinheiro, e f ibrica-se e
este estabelecimento que encontrarn um hab
ariita, che^ado ltimamente de Lisboa, para
desempenhar as obias. a vonlade dos freguezes.
Ja tem um grande sortituento le palitois de ca-
semira cor de rap e outros escuros, qujse ven-
dema 12^, outros .ie casemira de quadririhos
da mais fina que ha no mercado a 10?, ditos
e merino setim a 12?, ditos de <'.l|'&ka muilo
fina a G?, ditos franceses sobrecasacados a 12?,
dilos de panno fino a 209, 2D, e 30, sobre-
casacas francezas muito bem feitas a 353, cal-
cas feitas da mais fina casemira a IOS, ditas lie
brim ede fusiao por preco commodo, iira grande
ditos de
m grande
sorlin ento de sapa tos de tpele do gosto muito ^
apurado a 1%>, dilos de borracha a 2 J500, cha- Cbapos do Chj li
pos decaslor muilosupeiiores a 16, dilos de se-
da, dos melhores que tem vindoao mercado a 10,
ditos de sol. iofdezes a 10??, ditos muitosbons a
12SP, ditos francezes a 85, ditos grandes de pan-'
Holnhos tie milho.
Machinas para cortar capia;.
Grades.
Machina? para descarocar milho
Cultivadores e ferros d eneommsreconomic'o* : ; '' i cm al-
.: una casa nos ai
sertao do Cear, t' >nde natu ,-, -
Contiua.a i ster fugi la r, psi rav r
dizchamar-se Paulina,tem os finta
e fula, alta o muito magra.
' A
canoas de amarello de 28 a ."i ; almos, por pro-
co- coaiBodos : na ra do Vicario n.5.
I^v-.''.)
l
Ul
l^uacao
no a iv, um completo sorlimenlo de gollinhas e
manguitos, tiras bordadas, eenire meios muito
proprio para collerinhos de meninos e travessei-
ros por preco commodo, camisas bordadas que
servem para ba Usado de criancas e para passeio
a 871, 10 e 12-5, ricos lencos de cambraia de
linho bordados para senboras, dilos lisos para
hornera por prego commodo, saias bordadas a
3*500, ditas muito fu.as a 555. Anda tem urn
concerla-se odas as obras de cobre, bronze e fo- restinho de chales de loquim a 30 crtesele
11., con. a maior presteza possivel. veslido (le se,!a ,!( corus ^ ,nda/
.i^e-,1? ,SC T moUlwno do 12 a 13 anuos res qualidades a 100$. eme i se vemler-im a
ehi idade. ptimo para pagem : na ra do Livra- ,.n i 'ue J "Mmm 8
a i\ovan.
Madama llosa vende ricos chapeos de, seda pa-
ra senhora de dilferenles precos, de lOg a 252,
ditos a Garibaldi para menina de 5 at 14 annos,
ditos para ba plisado, ricas loucas para senhora,
pelas o de cores," capeilas para noiva, enfeites a
imperatriz prelos e de cotes, corles de vestidos
para noiva, ditos prelos e do cores, esparlilhos
do cufiar, ditos com carretel, ricos sintoscom Ti-
relas para senhora e manteletes, vestuarios para
baptisado, luvaa de pellica, dilas de relroz, ba-
loes, grande sorlimenlo do chapeos do sol para
bomens e senhora?.
ment n. 25, primeiro andar.
Vendem-se 2 bois mansos para carroc.i, j
coslumados ao dilo irabalho, e um cavallo" ma-
gro porom bom andador : na estrada de JoSo de
Barros, sitio de frenle murada junto ao sitio da
capella.
Vendo-so una negra um pouco idoso : na
rua.Direita n. 127.
Vende-so loucinho novo de Lisboa a 300
rs., azeitc de peixe a 400 rs. : na ra Direita n.
11. esquina de S. Pedro.
^ Ver.de-se urna grande casa com muilo ler-
rrno que da outras, na ra Nova da cidsdo de
Olindn, com cxccllenlc visla de mar, e dominan-
do toda a mesma cidade : a fallar em Olinda, n3
saenrislia da igreja do Boniflm, e no Recifo na
livraiii da praca da Independencia ns. 6 e 8.
150, capotinhos prelos e manteletes prelos de
ricos gestos a 20, 25$ e 30$, os mais superio-
res chales de Cosemira estampados, muito finos, a
8 e a 10, loalhas de linho de vara e ti^ quar-
las. adamascadas, muilo superiores a 5$, dilas
para roslo de linho a 1$, chitas francezas de su-
perior qualidade, lamo escuras como claras a
200. 280, 320, 400 e 440 rs. o covado, ricas
casemiras para cahja, colletes e palilots a 4$ o co-
vado, eum completo sortimenio de outrasfazet
das, eludo se vende por preco bara'lo, e que nao
possivel an> se poder mencionar nem a quarla
partedellas, no enlamo os freguezes ehegando e
querendocomprar nao iraosemfazenda.
12 i
IjOOO
2:((V)
1*280
35000
Hilos de couro da Kussia a
Ditos de palha arrendados muito finos a
Dilos do palha de tranca hamburgueza a
Ditos de Italia a 2 e
Dilos prololipos de qualidade mullo fina a 1
Ditos de fellro amazonas para senhora al!
Dilos dilo dilo a
Ditos de fellro para hornera
ds 2^500 al
Dilos de lontra (auto baixos como
de 58800 a
Ditos de massa de copa com p-llo de 22
llC
Tendooulras muilas qualidades de
e meninos
allos
8t000
c-ooo
o./oo
10J000
gsr, roceici a qnanti i, u rUa da Ci
n. 35, loja.
Fugio do eng nho Q lai duz, i i b .'
no dia 18 de maio do anuo proxii lo, um
i seravo de nome Luiz, di i ..;' an-
uos, com os signaes seguidles : i i i ., ce t.-!. -
una regular, baixo. quando se austnlcu nao ii-
nha barba nenhuma, ci-bellu a especie o d
ralo, tem um pequeo geiln as pernas para
dentro, um signal na pi .
nho de um caroco de guiaba, qui i atrapalha i m
pouco iuaiido falla, lem as ct cicatriza-
das rio chicote ; este escravo foi da \i la do S.--
boeiro, rompn do ao Si uza-Ba
ros, o ha nolii i.i delle i ?! r acnu pi
fazenda cima da dita, villa 20 leguas: pede-se
porlanlo a captura do dito escravo, i quem i : -
gar leve-o a seu senhor no do eng nho, ou i.o
Recife a Bemsrdi > Francisco de
pos, no pateo do Carmo, que se ct
quantia do 200$.
lOO^degralificaco
Fugio no dia 27 ile agosto do corr i anuo um
escravo por nome Tedio, qu, repn I :
- de i.lado, cun os signai .- .; nb -
cor simi-branca, alto, eco, cal los con
a airaz, pouca barha, o
-J chapos cabeca redonda e chala
como de bonets tanto para henicm como para tallo muito aprestado, ojueodo anda inclina o
meninos. Otas tanto de seda como de velludo, so- corpo para a lente, levou roopa de ran-
a de lustre, coro de anta i raneo rtroprio para la- i o de riscadinbo, chapeo de bala prela e
Mns de fuzleiros e oulros muitos objeclos que s d" Chile- Este escravo tmha um primo por nome
a-vista se podero fazer o proco c ludo isso se Manuel Alvos, morador no Arraial, ende era fe-
vende por menos do seu valor por ser oiolieiro I tori ambos naiuraes do Rio do Peixe, ha lodB
vista: ua loja do chapeos da pra^a da Indepen-1 probabilidade que para li fossem por lercra l
den ca ns. 36 o 35 de Domingos Francisco Ila- | prente. Esje escravo foi de Francisco Ribeiro
que recebeu em beianra de sens pais, e trcuxe
para essa cidade aos 9 d" otubro de 18uS. que
vcnd'eu ao Sr. Jos Francisco do Ropo lcdeiros
Mello : por Isso ppue-se es autoridades policiaes
e cnpaes de campo a sua captara e kva-lo 5 ron
de Apollo n. B 4.
Fugio da padaiia da ra Imperial n. 187,
o negro Francisco, com os signaes s/guinles
estatura baixa, punca barba, falla branda, levou
caka de casemira de casineta.can .-a '... algodao
cinho a 360, btalas a 60 rs., farinha do ararula i riscado, chapeo de sol e una carlcira do pat
o Jlaranho a 200 rs., alpista a 160, espermacuta cm roupa de seu uso ; detconfla-se q-.e segus-
a 040, azeite de Lisboa a 640, vinagre a 240, po- *e para Macad do Ass. provincia do liiu. Grande
les para manleiga de 320 al 640, de ludo se do Norte, d'onde natural: pede-se as autor?-
alanca a boa qualidade na taberna da estrella dades policiaes ou capilaes de carche, <; o levar
no largo do l'a.aizo d. 14. I ao seu senhor, me ser bem recompensado.
malhe.
Vi nho bom a 400 rs a garra-
fa, milho e arroz a 280 rs. a
Guia.
Mauteigaingleza a 1&120, franceza a 640, da
melhorquc ha no mercado, cha muilo bom a
240, caf novo a 280, arroza 100 rs. a libra lou-
ILEGVEL



DIARIO DE PERNAHBUCO. QUINTA FEIRA i DE OUTUBRO DE 1860.
Litleratura.
Pi IX, ponticc e rei.
KXAME DAS PRIHCIPABS OBJECCES CONTRA O PODER
. TEMPORAL DO PAPA.
(Conlnuagao do numero 229.)
Seja romo for nao so pode negar que ha
muitoa abusos na administracao romanMo des -
ro tantamente geral. Tal" o verdaoriro mo-
l o da leroluco.
Fallas d abusos Todo mundo convem
os lia nos Estados Pontificios. E qual o
isento de abusos ? Se so fizer om exame de
ei'-neia coni lodos os governos neste aitigo,
lu que muilog haver que se deem por in-
nlpse en huguem a bocea romo a mulher
tera da escriptura dizendo : Rao z mal ? (I)
Abusos enormes, inqualilicaveis abusos ha-osns
Inglaterra ne-ssa crapulosa miseria,.que devora,
como um cancro, suas classes pobres, flagello
sem cxemplo, para significar o qual foi necessa-
rio crear urna palavra nova e desconhecida de
Moas as lingual humanaso pauperismo I Nao
alto dos horrores da India e da rruelissima op-
prossao quo lem pesado, lia tintos seculos, e que
r> 3a anda em nossos das sobre a desdilosa Ir-
landa. Abusos feios, enonnissimos abusos ha-
's na Tranca, onde o governo tem levado o odio-
o systema de centralisaco ot matir toda ini-
ciativa dos departamentos, prestes tornarem-
se puras manivellas as mos da administracao
parisina. Abusos horrjfeis, clamorosos abusos
ha-os na Russia, cujo czar debaixo de um veroiz
de liberalismo, continua exercer em face das
de Deus urna tal revolla ser proclamada legi-
tima e consagrada pelos sufTragios dos governos
da elvilisada Europa I Nao ; nossS seculo lem
visto bem escndalos, mas nao ver certamonte
esle.
Perdoa-me, meu charo, tu interpretas mal
as inlenccsdo Piemo'nt. Ello nao interveio na
Italia central e na Emilia senao levado de um
nobre patriotismo, e do sincero desejo de melho-
rar a sorle dessas iufelizes populacoes que" go-
miam. coiladas I debaixo do despotismo papal,
grito de dor da Italia op*primida;quc resoou no
concito do rei galantuomo, inspirou-lhe o gene-
roso projecto de sublrahir algumas provincias ao
Papa, esperando a occasiao de abso ve-las tolas
e reinar glorioso sobre o capitolio.
Quem so nao deixar tocar desla bri.lhanle
prespectiva, o sobretudo de.sle eslupendo rasgo
de gencrosidado ?F.m vez de excomraunhes,
nao dovia o Papa tancar ludo quanto tem de
heneaos sobre to acrysolado cavalleirisrao ? Mas
que diras lu, meu bom amigo, se eu te provas-
so con: boas razces que esse famoso grilo de dor
simplesmentc urna ligura de rhetorica ? Que
as popnlacoes dos estados do Papa nao sao, era
to infelizes, tiem lao dignas de lastima como
assoalham os patriotas sub-alpnos? Vamos ao
tactos ; elles lem tambtm sua eloquencia e is
vezes mas persuasiva que a das patarras. Fal-
lo-te com experiencia. Estive em Roma dous
annos e percorri os Estados Pontificios. Por to-
da parte vi urna populacao pacata, religio-
sa, sobria, conlentaud"o-so com pouco, nao
se afadigando muilo, gostando sobremanera de
feslas, c. o que raro, sabendo bem divertir-
se. Tal em ligeiro esboco a physionomia do
nacoes ds Europa a mais iniqua e sanguinaria pov romano- Se sao eslo3 os signaes distincli- quo recebem a instrueco primaria, seja em
perseguirlo contra os catholices Polacos."os Ru-i vos ? .^racteristicos de um povo desgranado e
thenos, os (fregos-Unidos para faze-los passar ao;['Priml,Jo.' de un povo que freme impaciente
schisma moskowita, conlando-se j nao
! Ainda
E porque
de um despotismo que o embrutece,
misler camecar por mudar o no me s
e um rente protestante Escossez, Mac Fariane
pode escrever em 1848, depois de ter percorrido
os Efelados Pontificios, estas notareis palavras :
O queramos aqui bem nos provava quo os
predecessores do Po IX nao erara nem xetrogra-
dos, era idiotas, como. no-Ios quercm pintar, e
que sen predecessor imraedato, Gregorio XVI,
que deixou o pait n'tima condico de prosperida-
de sem exemplo, nao era um tyranno destruidor.
Assim falla um zeloso anti-papista (7). Ha muilo
ainda que fazer; nao o negamos; mas ao menos
o pontificado ainda nao parou as vias do pro-
gresso material. Passemos ao intelectual.
Qual pode ser o progresso da instrueco nos
estados do Papa? O calholicismo nao um sys-
tema de obscurantismo ? Nao elle, como muito
bem se disse, um immenso apagador posto sobre
todas as luzes humanas 1
Tem a palavra os fados. Nos Estados do
Papa a instrueco rudimentar se acha largamente
difTundida, (jraqas ao generoso concurso de lautas
ordens religiosas e instituidores leigos que se de-
dicam com egual ardor grande obra da educa-
crio do pobre. Nao se deplora nos dominios do
Papa essa vergonhosa e brutal ignorancia do vi-
cio e da depravaco que pesa sobre as classes in-
digentes da melropole ingleza, segundo o teste-
munho do cardeal Wiseman (8), antes a sciencia
da religio, base principa! de toda solida educa-
cao, tem descido at as ultimas carnadas soriaes,
cesse livrinho que o racionalista Jouffroy.dizia
couler urna soluco exacta e luminosa para todas
as quesles da philosophia (9), o catholicismo,
est as mos, na memoria e na intelligencia dos
ltimos meninos do povo.
Ha em Roma nao menos de 23,000 alumnos
debaixo
enlo
cousas :
que luz ; c assim por diante, e enlJo nos en-
tenderemos pcrfeilamente. Deseamos, porm,
as particularidades. Em que lao infeliz, esse'
povo ? Ser no material ? Mas ah esto esla-
tisticas olliciaes publicadas pelo conde de Ray-
neval, embaixador francez em Roma, as quacs
demonstra ello peremptorianieole que, mo
grado os violentos abalos e commocoes produ-
zidas pelos modernos agitadores, a prosperida -
de o cultura dos Estados Romanos (em ido em
continuo augmento, e que a sorle desse povo
nao inferior, antes em cortos pontos 6 preferi-
r! dos oulros, por exemplo, no artigo tribu-
ios, que urcam pela melado dos que se pagam
em Franca, e que esto sempre ahaixo da laxa
400
escolas quo Ihes sao aberias, seja em diversas
instituices. Para urna populacao de 175,992 ha-
bitantes bem satisfatorio "aquelle numero, de-
venios confessa-lo. Najnslrucco secundaria e
chamar prelo o que branco, trevas o i superior larabem nao fazera os Estados Pontificios
mu Inste figura. S na capital contam-se72
collegios, urna universidade e 3 academias, nao
fallando da oulr'ora mu celebre universidade de
Bolonha e do centenares de estabelecimentos
para o esludo das humanidades disseminados
pelas provincias.
Nadadirei das soberbas bibliothecas recheadas
dos oais ricos thesouros de sciencia, e sempre
benvolamente franqueadas todo mundo. Conta
s Roma 11 publicas, entre as quaes a famossi-
ma vaticana, nlm de muitisoutrasquesepodem
visitar em diversos conventos. As mesraas ou
ainda maiores facilidades para o estudo das ar-
tes.
Um sem numero de museus e de studi esli
miuiiuo puru a reatisucao, a uiuiiu mais araoua-
da estara a obra da "reslauraco eraprehendda
pelo magnnimo Pi IX so nao fossem seus gene-
rosos intentos estorvados pola revoluco. Nao
se p6de imputar santa s o te rom cahido as re-
formas de 1847, pois quo ellas nao cahiram seno
iiianle do mazzinismo, diz Mr. Saint-Marc-Gi-
rardin, um dos orgos do Journal des Debis, o
por consequenca insuspeilo neslas materias.
cuiaies; uu mimsteiio do commercio, lodosos
empregados sao seculares, excepcao do minis-
tro ; nos tribunaes a proporco pouco mais ou
menos a mesma a secretaria dos Breves tem 5
ecclesiaslicos e 60 seculares; a dataria apostli-
ca 3 ecclesiaslicos e 55 seculares ; os oulros tri-
bunaes apresenlam a mesraa proporco O quo
engaa alguna estrangeiros a semelhanga do
Eis-aquicomoem seu Aun vario do 18551856
le
'1

e
dio ao santo Padre, lera stdu geral._
tadas no reinado de Po IX e estao em pleno vi-
gor ; o memorndum de 21 de maio do l3l pas-
que no reino da papeza anglicana, a qual d as-
sento na cmara dos lords a nao menos de 2j de
mais eloquenles f
Se as cousas
correm por esla conta; se o
sou nos acios do administracao. e este bem se p0vo romano nao raais infeliz que os oulros ; s<
operou sem pressuo exterior, debaixo da intlucu- : os abusos nao sao tao enormes como se propala
ca exclusiva dos senltmentos o dus principios de se as reformas estao em andamento ou j reali-
que o santo ladre so lem mostrado espontanea- ] sadas, como axplicar a unanimidade com que se
nienie animado. S preciso ao governo roma-1 declararam as populacoes em prol do governo pie-
m 8r?Sia te'?f,0 Para/ecuQaar eslas refor- ; moniez? Teus fados to eloquenles emudecem
^?V produMr os .fictos quo dellas se diarKe da voz imponente do suffragio universal.
ipA. Pn traiQUl,11 umular mais ci- m povo. meu charo, tem direito de escolher o
.ii^h-tin.n9"6 .se"eue u ahl? yue a prolendi-! governo que llie apraz ; desde que esse povo se
ua ubaiinacao do Papa em recusar reformas pronuncia claramente, sua vor.lade deve ser res-
v ?o?f,m Uma "?? ? q0e Se sen'ra os re_ l'oitada. As populacoes romanas prefercm Vctor
oiuciouanos com a boa fe .que os dsetiugue Emraanuel Pi IX, Garibaldi Antonelli; esto
um puro pretexto que elles allegara, apezar da em son direito ; e a Europa deve sancionar esta
constiencia o da historia para justiticar suas ira- preferencia, legitimada por todos os principios do
pas manobras e sacrilegas espoliares. Refor- i liberalismo moderno.
mas Mas lodos os paizes lem necessidade de I.
os paues tem necessidade de
reformas u todos as reclaman), direi com o gran-
de conde de Monlalembcrt.
Na Inglaterra a reforma o grito de guerra
de lodos os das. Na Austria, na Prussia, em to-
da a Coufederaco Germnica, h-se misler de
reformas urgentes, e radicaes. Este desejo
Sera admltir o direito de insurreico ; sem
acceitar o dogma brutal de Rousseau, q'ue o povo
nao precisa ter razio, eu te concedera de ba
no pontificio a repugnancia que llie altriburm os!
.revolucionarios, nao convina e muito arriscado
universal, e eu creio de ba vontade que por lo- fura querer submell las esse jugo to odiado
media dos diversos estados europeus. Um Fran- provocando lodos os tlenlos e todas as aptitudes.
Em verdade, um povo que tantos raeios tem de
desenvolver sua intelligencia para ser to la-
mentado?
Fura inulil deler-nos sobre seu estado religioso
e moral. Quem nao sabe que esse povo pode
gozar dos mais sublimes espectculos que offere-
ce o cullo catholico ? Que o pao da palavra evan-
glica llie copiosamente de^tribuido ? Que todos
ojtsoccorros da reiigio llie sao, por assim dizer,
Mdigalisados ? O nivel de sua moralidadc nao
coz paga ao governo aniMMlmenle 45 francos,
un Romano nao paga mais de 22. Estes alga-
rismoa provam do nma raaneira decisiva, ajunta
o diplmala francez, que os Estados Pontificios
devera ser considerados neste importante pon-
to de visla como leudo lugar entre as nacoes
mais favorecidas. Nao obstante os encargos
legados pela revoluco, nao obstante as despe-
zas extraordinarias provenientes da reorganisa-
cao do exercito, apesar das numerosas anima-
da parte 6 elle legitimo. Mas onde, excepto nos
Estados Romanos, se peusou em traduz-lo em
espoliaco. em dtslruico da soberana? Onde
se pretendeu confiar iuvasao, ao dominio es-
taugeiro o cuidado de o realisar ? Em parle nen-
huuia, nao ser nos Estados Romanos, em detri-
mento du Papa, e islo tres annos depois de uma
guerra sanguinolenta, emprehendida exclusiva-
mente para castigar a Russia por ler querido in-
troducir, pelo abuso de sua influencia, reformas
favoraveis aos subditos chrstos do gro-lurco.
Mas demais, Sejamoa de ba f, e vamos ao
menos
de onze milhes desses infelizes que apostataran!
aebaizo dos golpes do krloul, ou ameacados da
contlscacao e da Siberia. Que eu sei ? Faltara
ni usos na Austria, nos pequeos governos da
1 onfedoracao Germnica, na Hespanha, em Por-
tugal, nos Estados-Unidos, no Brasi
nma vez, onde que nao ha abusos ?
ha abusos por toda a parle, por loda a parle se
lia de insufla.r insuneicoes e provocar desmem-
brninentos ? Onde iramos parar se se introdu-
zisse no direito publico das nacoes osle princi-
pio, que basta haver abusos na "administracao de
tim paiz para que um rizinho mais poderoso le-
uha direito do intervir e anuexar si lodo esse
paiz ou uma provincia delle '! Nao digo j, qual
parto dos Estados Romanos, mas qual governo,
qual dynastia poderia'sustenlar-se inclume no
meio do immenso cataclismo que seria o consec-
tario immediato do um tal principio? Que diria
Lord Palmcrston si aproveilando-se a Franca dos
dissabores e dcscoiilentimentos, infelizmente lao
justificados, da Irlanda, mandasse para esla par-
le do Reino-Unido espingardas, emissarios e di-
nheiro allm do l promover uma revolla "? Que
diria o Urasil so a Inglaterra tentasse egual ma-
nejo na Babia ou em Pernambuco ? Admilliria
alguem a legiliinidade de taes revoitas, s or-
que lia qucixumes e descontenlamentos nesses
res 1 Nao basta saber se ha queixuraes ; 6
misler ronhecer se elles sao fundados, e era se-
gundo lugar, se sendo fundados, os motivos sao
bstanle graves para excusar al un cerlo ponto
;. medida extrema de uma separacao vilenla.
Admitlir o contrario por de continuo em pro-
blema a vida mesmo das nacoes abdicarlo- susP0,l ao nauscabunulo Aboul, esta por toda pre perpetrados por estrangeiros. Ha furtos, mas lls-
S 88 garantas de inviola'bilidade aue nodera parle cni Pro8resso. e a'm dos Apeninos, as nao se veem l, como era Londres, escolas publi- 8,'"nma;- u um ueues e contessauo p
anda conservar as soberanas actuis sobre o su-: 1"ebli,das Tie olbam para o Adrhtico, ella nao cas de l.ilrocioio permillidas pelo governo ; nao ceros umco 1ue apaixona e anima os dlree- lantes ( cifra redonda ) dos Estados Pontificios,
lo ruiuosoem que ellas assentam enlre-ar a 'lem "lais ""si progresso que fazer, diz aquel- se contempla l o ignobil espectculo de vinle tores nlelligentes do movimenlo na Italia, como ;'> 903,578 agnculiores e 37,983 pastores do sexo
integrdade dos imperios, i laoamacada, raer- ile .IJC0S0 mimigo da sania s. (3) Nao admira I mil mulhcres embriagadas no decurso de um an-|-'m FranQa-n Esse fim a dealroictatotal da so-1 masculino, ^maii de dous milhoes por consequon-
cc dessa turba cada cia dscente de "amotinado- pois 1"e a vda material seja mui barata em \ no, como se vio na s cidadu de Glascow ; nao
res descrnenles quo a ambico de uma poten- Koma 1ue os alimentos de primeira necessida- ha tambera mercado de meninos e meninas como
Ca vizinha podera facilmenle" acular para obter de al'.' abullrien>. O pao do pobre melhor que em cerla ra da capital da culta Inglaterra. Os
Franca, e foram precisos mu i tus annos do garroters inglezes ainda l nao penetraran] (10).
Ha seguranca individual; lano, que os proprins
cidadaos d'lbion, sequiusos de aventuras, j se
queixam de nao podeiem mais ter a fui tuna de
ser despojados e assassinados, e lamentam que
de eleitores.- Segundo estas proporcoes, a pro-
vincia de Bolonha, que conta 330,000 habitfhtes,
deve ter cerca de 81,000 eleitores ; houre 6 htil
votos em favor da rerolta de Bolonha, e sabe-se
que manobras foram empregadas para obter vo-
tos e rolos favoraveis 1 As cifras eram tao esma-
gadoras para a rerolta, que raciocinando os jor-
naes revolucionarios quanto Italia de outro
modo inteirametite diverso do que o fazem quan-
to & Franca, foram conlados^s casos do absten-
co como votos de confianza. Eis o que so ob-
tee as Romagnes, oude o espirito reroluciona-
rio fez mais progresos que as outras provincias
pontificaes: Um voto favoravel d'enlre treze
eleitores, e a brochura o a Papa e o Congresso
duvida ella piopra da sinceridade mais ou menos
seria do voto ;, por ahi se pode ajuizar do mais.
Como ento que ella accrescenla um pouco
mais adante: Restiluindo as Romagnes ao
Santo Padre,, nao se llio daria subditos respeilo-
sos, submissos e dedicados, prestes inclinar-se
sob sua raao ; mas sim inimigos de seu poder,
decididos lhe resistir c que a torca s poderia
contar. E' jusladfnte o contraro "da Terdade ;
a forca s e o terror que mantera o governo
revolucionario de Bolonha. A parle Ilustrada,
educada as ideas novas nao forma, pois, a maio-
ria da populacao.
( Continuar-se-ha. 1
Variedades.
NECROLOGIO.
O padre Leroy, prefeito apostlico dos lazza-
rstas no F.gypto o na Syra, morreu em Bey-
vontade que, se, do faci, as populacoes roma-i routh.em resultado das fadigas e torriveis com-
as, ou a maioria deltas moslrasse para o gover- | rao;oes que sofTreu. Eslava em Damasco na oc-
casiao do massacre dos chrstos o pude conse.
guir rtfugiar-se em casa do emir Abd-el-Kader
Felizmente, porm, esta manifestaco do voto I com os oulros padres lazzarislas e irmas da ca-
popular nao existe sincera e fra de toda a sus-1 ridade.
pella ; e a applicaco que se fez as Romagnes
fundo das cousas. Ha hornera Bisado quo se ca- j tactos, lalvez le praza a dos algarismos. Falla-se
pac te que reformas quaesquer conienlaiao ou da vontade do povo romano. Mas primeramente
desarmaraorfim srj dos inimigos da santa s, no o que se entende por esse povo romano ? pergun-
Intenor como no exterior ? Nao um cruel e ry- taremos com um cscriplor francez. E' a reuniao
meo gracjo querer arrancSr a'> Papa concesses de tudos os subditos do Papa, adullos? somen-
do suffragio universal uma forca lao ridicula,
que nao pude laucar sobre a ustitpacao ura vis-
lumbro de legitimidade. Querer do povo voto
das populacoes 1 os a palavra mgica que repe- i raasco e Beyroulh. Em algumas horas vio des-
l*m uns ao's oulros lodos os cebos da revoluc.ao. trur c queimar o hospital, o convento das ir-
nO,l\?,anlO<0S Se' ^ VC dfSa rpntade.* PJ> i m.s e a egreja que linha fe.to construir em l)a-
que lauto se apiegoa, nao lio pelo contrario da; rt ,
parte do verdadeiro povo dos Estados Pontificios masco- seu "omeera muilo reverenciado era
uma profunda averso para ns innovacoes revo- 'IJdb o Oriente e a noticia da sua mortc produ-
lucionarias. Nao le agradou a eloquencia dos \ zia
O padre Lerby era o fundador dos raagnificos
estabelecimentos d^ciridade da Alexandria, Da-
Nada te a maioria delles ? a reunio dos mais capa-
que de aniemo se lhe lauca em rosto?
de Papa, eis o programraa, verdadeiro, o nico zes por sua intelligencia, por seus estudos epe-
progranima dos revolucionarios na Romaana, por; la honorabilidade de seu proceder?. Qualquer
Irala-se muilo de melhoramentos i que seja dessas trez clhegorias a que se adopte,
legislativos ou administrativos! Pois nao Hoje se adiar o povo romano contrario destruico
coes dadas aos trabalhos pblicos, o orcamenlo OSl abaixo do dos oulros povos, antes fazendo-
do estado que no principio se soldava 'por um se um esludo comparado das estalisticas crimi- "S''"*us ou aummisirauvos i rois nao I Hoje se achai o p
dficit bem forle, so lem approximado gradual- naes, ve-se que o numero dos ciimes ahi rea- J,0!no .era 18i8no islu o que se quer. Era 1818 da soberana temporal do Papa. Fagamos esta
ment do equilibrio. As despezas sao marcadas tivaraente menor que na Franca e na Inglaterra ; ',0 deu- ou preparou todas as reformas: qual deinonslraco, resumindo com o mesmo escrp-
com o cunlro da mais estricta economa. (2) A : que muitos, como o suicidio, tocommura nesles | Pde conlenUr Mazzini ou desarmar Garibaldi ? j tor o calculo de urna revista italiana. (13)
cultura das Ierras, segundo o leslemunho nao i e n'oulros pai/.es, ahi sao rarissimos c quasi sem- '
suspeito do nauseabundo Aboul, est por toda pre perpetrados por estrangeiros. Ha furtos, mas
paite em progresso, e alm dos Apeninos, as nao se veem l.como era Londres, escolas publi-
cadas "'"------- ..i-:-.:-- ---- h i.i----::.. ------:..:j
tem mais
loda parle. Trata-se
legislativos ou admini
como em 1848 nao islo o que se quer.
Po IX deu, ou preparou lodas as reforn
pude couleniar Mazzini ou desarmar Gui
Os mesmos homens tornaram-se hoje omnipolen-
Nao mu Ja rain nem de feices, nem de pro-; Trala-se, com efi'eito, da lolalidade dos cida-
na... O fim delles confessado pelos sin- daos adullos? !) trez milhes c cem rail natu-
rismo, nao.
seis mi
seus lns inieressados. Ora se ha um fado noto-! om.
rio, palpavel, enorme como uma cadeia do mon- : mas s.a,r'is
is que a revoluco das Romagnes fo pre-! accPS,slvel flc
parada, provocada, dirigida, consummada emlim |*f-Jf e.5!
I or um governo inimigo do da santa s, sobeo/
e pretexto de djcsconteutaraenlos das populacoes:
descontenlamentos que nunca foram bem averi-
guados,nem provados, bem entendido; mas cm-
ra a que se allegou. Foi, para livra-los de
pretendidos abusos da administracao pontificia,
que l'epoli e Cipriani, frente de*algu;;s tyrbu-
leclos, assaUriados por Cavour, aproveitando--
da repentina sabida da guarincao austraca,
voraram sobre os muros de Bolonha o estandarte
lor, com grande sorpreza da gente de bem e
applausos dos polticos sub-alpinos,que viam as-
sim realisado, mais cedo que esperaramto plano
que haviam tramado e em cuja execuco de ha
muilo trabalhavam suidamente. Soldados, ar-
roas, muniedes, sommas para pagar manifesta-
- polticas, ironiessas seductoras, animacoes,
m\is, engaos, lodos osles meios um pregou
nao fallando de uma chusma de gazeleiros
(leslinados a repetir em todos os tons quao des-
ii perlencer ao governo do Santo Padre e
a i ni mensa vautagem de respirar debaixo do scep-
iro do Picmonte. Taes sao os fados. A anne-
, que reio pr cumulo e remate i esla obra
d'inlquidade, nao leve outras bases em que fun-
dar-se seno as mesraas declamacoes vagas so-
bre a supposta incapacidade do governo pontifi-
cio c os pretendidos soffrimentos do dato, victi-
ma do despotismo clerical. Articularffm os re-
volucionarios romanhes ou antes piemonlczes,
alguma accusaQao seria contra o Santo Padre ?
. Demonstraran^ elles o.ue Pi IX um ty-
ranno, um despola, um monstro, capaz de moti-
var por seus excessos sanguinarios uma reaeco
..: i.ada da parle de seus subditos ? Nao. Pro-
varara elles que Po IX nao ura principe italia-
, elle que o mais italiano dos principes d'IIa-
la, elle que durante a guerra nao leve, como
DS, a fraqueza de lancaf-senos bracos d'Aus-
iria, antes ficou firme era se posto, guardando
sempre a raais digna e escrupulosa neulralidado?
. mil rezes nao. Os icvolucionarios nao for-
rara de uma mancira precisa nenhuma des-
< isaces, e quando o Uzeasem, nunca as
!: vanara. E urna revolla to sem motivo e lo
... |uam pela ambico e pelo odio de uma potencia
inimiga ; uma revolla fundada era principios que,
- rem admitlidos, abalaran), olera do princi-
I a lo sagrado, lodos os fuidamentos da juslica,
'.'i la a garanta do poder, e arrastariam n'uma
(ommum c universal ruina todos os throuos, lo-
j> as nacionalidades, toJaaordem social, gran-
berania do Papa, primeiro porque Papa, segn- cia, ou os dous tercos da populacao, se se con-
do porque obstculo invencvel 'a unidade da i ta'0 os dous sexos, que nao querem saber das
Italia sob um s senhor. (11) I ideas novas, que sao dominados e ensinados pe-
H los padres, .como confessam os proprios revolu-
"^ Mas porque razao nao secularisa o Papa a clonarlos, quo sao 8uper8tico08 e por isso fo-
admimstracao de seus estados? Eis-ahi uma ram excluidos por elles do suffragio universal,
reforma essencial c reclamada com amis viva pois nao convinha. como se exprimi um depu-
urgencia. Todo mundo diz que os padres sao in-1 tado da Toscana, (14), submelter as classes in-
toda a poesa lenha desapparecido da Italia, des- I C8Daze5 de S^\t os negocios pblicos e que o go- lelligenles ao ignominioso voto das ctossestono-
verno das sotainas., em uosso seculo o matorde rantes e grosseiras ; e fazer prevalecer uma
maioria inepta
e foram precisos muitos annos de
para quo o vinho dcixasse de ser
ao intimo povo; em fim, o que nao
ranea, muitos menos ua Inglaterra,
ainda menos na Blgica, a ca.rne alimento de
lodos. (4) A industria tambis vai seu cami-
nho. S em Roma ha 89 fabricas de tecidos de | de que,' gracas a Po IX." pode-se viajar segura-1vt''."" Ui,s sou,1,,a
lia, c -i7 de tecidos de seda, cujos productos fo- mente. E lodo esse resullado se obtm, nota, lU(l0S os tll,surU0S'
rara admirados na exposioeo.de Pars e que > ,nou charo, sem esse exercilo innumeravel de
derramam cada anno no commcrcio um valor' polica i-isice e secreta, que cobre boje os mais
medio de 6,000.01)0 de francos. Nao fallo de civilisados paizes da Europa com sua immensa
multas oulras manufacturas importantes; das rede, levando inuilas vezes a vigilancia al una
espioiiagem.
E bello ver-se o povo romano entregar se li-
vremente sua alegra nos das do carnaval, sem
que no meio desse movimento de nnumeraveis !
pessoas que se cruzara o se atrepellara p e
em carroagem, atirando flores e confetti e vesti-
dos com os irages mais garridos, se note a menor
ar_ i estatuas e quadros modernos que 'saliera animal- odiosa
mente para o estrangeiro em grande abundan-
cia ; das fundicoes de caracteres de todas as lin-
guas escripias no universo ; da lypographia,
gravura, obras de brouze, mosaicos primorosos
c camafeus lindissimos. etc. Esse povo lo a-
trazado tom seus telegraphos elctricos, sua il-
(l).Q.Kr; tergens os suum, dicit: non
.:. l'rov. XXX20.
sum ope-
F^jLUKTUl
r^a^3iffi.jBt
pon
luminaco gaz. A medonha chaga do paupe- desavenca ou tuniullo que necessita da interven-
desconhecida Ha pobres ; paupe- cao da forca publica. Nunca esquecercraos os-
mios cidades existem do cinco ie maravilhoso cspe.ctaculo do quo lomos teste-
almas onde nao se encentra um s men- muuha, o que causa inveja e admiraco todos
digo, como em Genazano na Sabina, onze le- os estrangeiros. Eeis-ah esso povo que genio
guas do Roma ; c aquella cidadezinha nao a debai.ro do jugo embrutecedor dos cardiap Eis-
uiuca gozar deste privilegio. O mesmo nao se ahi esse povo cuja sorle faz tanta lastima aos po-
da em Roma oulra grande cidade, porque acn- Uticos sub-alpinos I Pobre povo que chora incon-
tinua allluencia de ricos estrangeiros attrahe na- solavel espera do uma nova consiiiuico o de
turalmenic para ellas copia de indigentes de lo- uma cmara de depulados. sem que os bonzos
dos os ngulos do estado. Lm sem numero de que o algemara lh'as qeiram outorgar Em
institutos de beneficencia, hospilaes, asylos, con- verdade corla o coraco v-lo em tal estado de
servatorios abrem-se todos os infortunios e oppressao e do miseria Ah! quando em fim se
BJ'Wnas. levantar para osoi da libertiade e da cirilisaco?
Em Roma cqntam-se nao menos devinto c um Bul misler arranca-Ib ao dominio do Papa ;
estabelecimentos caridosos, s em favor dos en- na" lia remedio, uma dolorosa necessidade,
ferinos; o que fez exclamar Volt uro admirado, mas sejamos bastante generosos .para confiscar
que Roma moderna conta quasi tantas casas de estas miseras provincias I Fi dilficil dzer o que
- Em verdade de misler ter fronte misada' AsMm. cs,a cn^'io ces liberaos que ta-
para assacar aos ecclesiaslicos em geral esse bal- i zem rel',""" loolal10 ? "T d. 5rT0' 1u.e fallara
do do inhabilidade o incapacidade administra- i 00,m ""lta emP'aie de suffragio universal sao os
tira, quando se tem diante de si vultos como S. pr.meiros ira.aT con. o mais profundo desdora
l.eo, S. Gregorio Magno, Alexandre III, Innfl_ i o P^o laborioso dos campos esse povo quo nu-
cencio III, Sixto V, Suger, Amboise, AIberoni,',re ?,ou> e,ldades-1" fa seus Blhos para o
;,.orr n, nre- exprc,l' 1" lorm verdadeiro o solido fun-
damento de una naco. Esse povo simples era
s coslumes, morigerado, que so contenta de
pao b'iralu e juslica prompta, esse poyo lem a
ltirhelien e Xiinenes 1 Pde-se divergir na
eiaco do uma ou oulra qualidade de alguna des- | """'
les grandes caracteres; habilidade poltica, po-!-"
rm, pericia surama no manejo dos negocio, .
largueza de ideas, immensa forca de iniciativa '. desSrani de ser doulr.nado pelos padres, que lhe
contestar Mas a bis- : t'nsinam a nao roubar, a nao tazer mal ao proxt-|
isso niuguem nunca Ibes
loria um livro de seto sellos para os inimigos
da egreja. Decididamente a sabedoria governa- ,
mental deserten dase apostlica, diz lepidamen- n0 caP""'0' 1uando se lra,a de poltica.
mo, a obedecer le humana o respeitar a lei
de Dous, o por conseguinlc indigno de ler voto
leum escriptor, osla democratisada, e quando a
quizerdes adiar em loda a sua plonitude, ser
preciso procura-la na tribuna do jornalismo e
segui-la dessas orgulhosas alturas, descendo a-
travez as classes dasociedade e projectando suas
radio-as claridades at o fundo dos cafse das
Nao nos oceupemos, pois. seno das classes es-
clarecidas, dos cidadaos educados na8 ideas no-
vas. Esses cidadaos, sao, com elidi, assaz nu-
merosos as cidades, principalmente as cidades
populosas dos Estados Romanos, e como elles
teem a lingua solta, e bas posicoesem qualida-
vendas.... Que gazcleiroznho liberal nao tem de de advogados, deniedicos.deprofessores.de
infinitamente mais tino administrativo na Iliteratos, etc., fazem ellos sus mais barulho
em Alexandria uma profunda o dolorosa im-
pressao.
A TINTA.
A historia nao conservou o nouie do inventor
da tinta ; porm deve ser de remota antiguidade,
porque se faz racncao della no Pentateuco de
Moyss, com o nomo do ezjo.

A tinta usada geralmente entre os anligos,
segundo Plinio, Wilrurioe Oioscoredes, prepara-
va-se com negro de fumo, ou do carvao leve,
dissolvido em agua gomraada. Plinio falla tam-
bera d'uma tinta que vinha da India, e cuja coiu-
posico ignoravam.
Os anligos faziam tambera tinta com sangue
d'alguns pexes. Serviara-se d'um liquido ver-
raelho para .escrever os ttulos dos Uvros c as
letras maiusculas.
Os imperadores eos reis escreviam com tinta
cor de purpura, que s elles podiam usar. Era
preparada com as conchas pulverisadas e sangue
da purpura (marisco).
Os Hollandezes attribuem Lourenco Coster,
natural de Harlem, a invooce da tinta, que se
usa lias imprensas.
Em quanto tinta para escrever n3o se sabe
quem foi o inventor, porm provavel que fosso
conhecida desde remoto lempo, porque Plinio
na sua historia natural, indica d'uma maneira
precisa a accio reciproca da dssoluco da galha
e ses de ferro.
Os Chins tem em lanta estimaco tudo o
que perlence escriptura, que al os opera-
rios que fazem a tinta gozara de certa conside-
raco.
ahi
candado, como Roma anliga arcos do trium-
pho (5). L teve seu berco a reforma penitencia-
ria ; esta bella inslituicio catholica ; j um
Papa a tinha baptisado e feilo entrar no mundo,
antes que a admillsse a America. Emlim, o po
vo dos Estados Romanos nao emigra em massa,
nem morre de fome como na Gra-Brelanlia (6),
(2) Annuaire des Ucux-.Mondes, 185556, pag.
263.
(3) La Question Romaine. Bruxelles 1859.
[4] Instruclion synodale de Mgr. Pie, vque
de l'oitiors, uu clerg de son diucse le 12 no-
vembre 1856.
(5) Vid. os bellos livros Degl'lslituti di publica
carita etc. in Roma pelo cardeal Moricbini 2 rol.
Roma 182 ; e Les ctablissements charitables de
lome pelo Sr. Lefcbvre, professor do medicina
na universidade catholica de l.ouvain, 1860.
(6) De rotatorios olliciaes vindos das diversas
parles do reino, diz o protestante Cobbel, o pu-
b ico condece que um grande numero de habi-
tantes morre de fome- Um Jornal medico inglez
muilo acreditado allirma que no espaco de ura
anno morreram de fome pelas estradas nosan-
c mais odioso nos homens que assim fallara, so
a mentira ou a hypocrisia Deixemo-los..... O;
que levamos dito bastar para abrir os olhos, aos
que nao tiverem tomado o triste partido do fcha-
los para sempre evidencia.
Mas, meu charo, nao menos incontcstavel
que se precisa nos Estados Pontificios de certas
reformas, e que a persistencia do Papa em ne-
gadas que tem esporeado a revoluco e pertur-
bado o soreg da Italia.
Quo reformas sao estas de que todos fallara,
que niuguem especifica, e pelas quaes de faino
mnguem so inleressa, como muito bem se disse ?
Moitas das que ahi apontanise acbamj admilti-
das, outras ou sao impossiveis ou esto cami-
ponla de seu dedo mnimo que todos os Papas e
cardeaes juntos 1 Nao desconvir disto. Has dis-
corramos serio sobre a secularisaco. Tu cuidas
que todos os los do governo em Roma correm
exclusivamente por mos de ecclesiaslicas ? Esis
redondamente engaado. Mostrou ltimamente a
Ciiilta Catlolica por cifras ofilciaes que os ec-
que
todos os mais, e acham partidarios dedicados na
multido desses homens que querem poder en -
tregar-se todas as suas paixes,. c que odiara
naturalmente .i egreja c o padre como represen-
tantes, e guardas da moral evanglica ; ajume-
mos ainda essa multido amiga da desordem, que
como as fzes das populacoes de tedas as gran-
MAISOLTftA BROCHURA.
Publicou-se em Paris mais olra brochura.
Tem por titulo cAbd-el-Kade'r, imperador da.
Arabias
PAULO DE KOCK
L
Jama de ouros.
Continuaco )
Ao aspecto de Minos, uma cxpresso de ale-
gria feroz reanimou as feices do lorido.
Meu chato senhor, disse Minos, rompri-
menlando-o, pelo que vejo nao foi feliz esla ma-
l ha a ?
Nao, um golpo desastrado, bem peiigoso
quando nao se acera, poz-me ueste estado. Mas
apressemo-nos.
O moribundo fez um signal Lambourlot, que
lhe apresentou um copo de agua-ardente. ilebeu
tcssa ve/, um gole, replicou com voz mais forte :
^- Felizmente linha escriplo de antemo ma-
dama de Fierviile, presenta esta desgraca. En-
to, madama Dalbonne?
__'E' com effeito Cerisclle; rcconlieci-a bem.
Disso linha eu ceileza O senhor o altes-
tari pessoa & quem vai entregar esta carta;
leve-n hoje mesmo.
Apenas sabir d'aqui.
Lambourlot d-lhe....
Lambourlot deu Minos quarenta francos;
Froimont, cuja forca facticia diminua cada ins-
tanlo, conlinuou cora voz extincta :
A senhora casa de quem vai, dar-lhe-ha
uma recompensa.
Aseita-la-hei.
Sim, v, affirme o que sabe respeito de
Gerisclte. Quervmorrer com a certeza de ser
ving.ido___dos desdens
E' juslo : uma salisfacco que lem di-
.rcito. Vou curaprtr as suas inlenccs. Virei mais
""' Vide o Diario n. tf!
lardo parlecipar-lbo o resullado da minha coin-
misso.
Froimont nao respondeu : cali ira para traz,
contrahirani-se-lho as feices ; nao vio nem ou-
vo mais
Nao vale a pena voltar c, disse Lambour-
lot Minos, despedindo-o : julgo que d'aqui
um quarl de hora est morto, se anida ebegar
al l.
Sim I Enlo o golpe foi terrivel.
Desla vez esleve a barbad o com um sujeito
de egual forca. E depois nao sei o que elle linha
esta manha : mas creio 'jue Iremia.
Toni-sc visto isso ; eu, que lenho tido cn-
coenta c dous
/es isso depende da dig
jo-lhe as mos.
No dia seguinte ao bailo de madama do Fier-
villc, Dumarselle apresenlra-se larde em casa
de madama Dalbonne, para saber so a sua iudis-
posic.o da vespera hara lido conscqucncias
clesiasticos nao parledpam administracao tem- des cidades, multido qiem basta mostrar ou- celebre Emir escreveu ao imperador Napo-
ro & apanhar, o sangue derramar para ella cor- leo uma carta, agradecendo a dealineco qu<-
poral senao em mui fraca paite : assim sobre
0,'J78 cargos pblicos, 124 smenle sao oceupa-
dos por ecclesiaslicos, cniquanlo que avulladis-
sinio numero de seculares se cunta as congrega-
ces que se oceupam de negnos puramente ec-
rer logo as cegas.
Pois bem exclama a citada Revista, este
punhado de homens instruidos, mais viciosos ou
Clesiasticos, islo dous seculares contra um ec- ambiciosos, e essa plebe ignorante ou corromp-
clesiaslico. Depois do eslabelecimcnlo das vas da, tem, por ventura, direito de sor considerados
forreas e dos telegraphos
tros solitarios das montanhas 21,770 infelizes Ir-
landezes!
(7) Citado no livrinhoLe Papo, question
l'ordre du jour.
(S) /ishop IPtseman's pastoral em favor do
Calltojic poorschool commitee 18SO.
(!>) Wflanges philosophiqvetpag. 424.
(10) Vej. o inleressante livro intitulado : liorna
e Londra confronli del Sacerdote G. Margolli.
nhar tudo. Um homem, quwm nunca loria re-
ceido nos seus salos so nao podesse ser ir aos
seus projeclos, fui convidado, acolhido pela se-
nhora. A senhora sabia que esse.homem poda
tor conhecido oulr'ora a mulhei de seu sobrinho,
quera que se arhassem juntos. Esse homem di-
riga sem duvida palavras insultantes madama ;
Dalbonne, porque ouvindo-o ella trema e um- i
pallidecia; a nao ser cu, ella leria dosmaiadol
aos olhos desse homem que continuava lorlu-l
ra-la. Esse homem repeli lalvez as suas pala-1
vras dianle do seu sobrinho ; esto leve de vingar
sua mulher e punir o insolente. L'm duelo foi a
consequenca do bailo da senhora ; o seu sobri-
eleclricos tem subido
consideiavelmenle o numero dos empregados so-
colares. Eis aqu, segundo a Indepeudance belge,
jornal insuspeilo, uma minuta dus quadros da
adnrinislraco pontifical. No ministerio dos ne-
gocios estranieiros 17 ecclesiaslicos e 30 secula-
res ; no interior, 160 ecclesiaslicos e 100 secu-
lares ; greca e juslica, 6'.) ecclesiaslicos (-927 se-
culares ; na instrueco publica 3 ecclesiaslicos
e 14 seculares ; fi naneas 10 ecclesiaslicos e 2U00
seculares : trabalhos pblicos 2 ecclesiaslicos e
ICO seculares ; polica 42 ecclesiaslicos e 450 se-
(11)
par lo
Pie IX el la France em 1840 e en 1650,
Comle de Monlalembert.
;duelos, trem uma vez. Muilas ve-lnlio, forido gravemente pela espada de um iiffa-
iido da digeslo. Meu senhor, bei- me, est agora morrer ao lado de sua mulher
desesperada. Eis o que fez a senhora ; desejava
di/er-lho que sabia do ludo. Ah I sua conduela
infamo, espantosa I F.' pois verdade* que aquella
que nao lem senlmenlos de mu capaz das ac-
edes mais cobardes e odiosas I J eu desconfiara
soubra enlo que uma nova desgraca viera ferr disso ; a senhora acabou de firniar-ine a couric-
os dous esposos; que Len Dalbonne batera-se cao.
em duelo nessa manilla, c linha sido ferido gra-
vemente. Depois de t"r-sn informado do estado do
doenle, e ter sabido do medico quo havia espe-
rances de salvado, diiigio-se toda pressa para
a casa de madama do Fierville.
Nao era Dumarselle quem essa senhora espe- cas;
Madama de Fierville ficou sulYocada. Deilou
olhos desvairados em lomo de si, e emlim balbu-
ciou :
O senhor que se aprsenla como defensor
das mulheres, insulta-me, inaolla-me om minha
rava ; devemo-nos lembrar que escrevra Froi-
mont pedindo-lhe que fusse explicar-lhe os "mo-
tivos do seu duelo com seu sobrinho.
Vend apparerer Dumarselle, cuja physiono-
mia exprima emo,cao, a lia de Len leve um es-
trcmccimcnlo; mas superando a pcrlurba':o,
procurou sorrir-lhe, e disse :
Que I pois o senhor? Nao esperava ter
lao cedo a felicidade de ve-lol
Cora effeito, minha senhora, disse Dumar-
Ah mas a senhora nao mulher, nao lem
qualidade nenhuma do seu sexo!
E ludo isso por causa de quem? De quem
loma o senhor a defeza? Se Froimont nao hou-
vesse tido retacos muito intimas tora essa----
Agallia, ler-lh'e-hia fallado como lhe lallou? Foi
por culpa minha quo meu sobrinho casou aura
uma.. nao sei o que?
Rasla, senhora, nao junio a mentira, a ca-
lumnia todas as suas perfidias I A senhora quiz
selle, sentaodo-se defronte della, e fulminando-a fazer a desgraca de uma mulher que mereca
com o olhar, nao conlava por os pos em sua ra-
sa, depois de ter sido testeinuuha da cilada infa-
me, na qual havia attrahido uma moca quem
fingi tratar como sobiinha, para melhor oc&ulla|
os seus projeclos.
Quem lhe disse, senhor?
Deixe-me fallar, senhora, e nao me inter-
rumpa. Nala me disseram ; foi-me fcil adovi-
sua aniizade, o co nao permiltii que se rcali-
sem os seus mos designios. Quanto mim.quiz
convenc-la do que a conheco tal qual ; d'ora
em danlelranquillise-se, porque nao ter mas
de supporlar a minha presenca : entre nos est
ludo acabado.
E Dumarselle relirou-se, deixando madama de
Fierville devorar a sua colera, e dizendo :
E nada do noticias, nada de res posta de Froi-
moni I Ser sempre acensada de Cilumnia, e nao
ler nenhuma prora, infurmaco alguma positiva
acerca dos antecedentes dessa mulher !
Passou-se o dia sera que madama de Fierville
ouvis-e filiar em Froimont; passou-so assim
lambem o dia seguinte, e j ella comecava per-
der as esperanzas, quando no outro dia, uma
hora, o seu criado aunuuciou-lhc um sujeito de
cara duvidosa, que desejava fallarlhe para um
negocio do pressa c importante, da parlo do Sr.
Froimont
Ah I emfim exclamen madama de Fier-
ville.
1". ordenou que intioduzisseni o individuo.
% Minos entrou, fez um com; cimento de minue-
te, e inciten na algibeira a mo para tirar a car-
ta que rtevia entregar, dizendo :
Minha senhora, trago-lhe uma missiva do
Sr. Froimont ; parece que c muilo importante,
porque elle desejava muilo que Ih'a enlrogasse
em mo propria.
O Sr. Froimont nao pode vir fallar-mo em
pessa? Ha dous das que o espeio com impa-
ciencia.
Minha senhora, nao sei se poderia ter viu-
do bontem e anie-honlem, mas o que posso cer-
tificar que lhe ser iiupossivcl vir boje 1
Porque, senhor?
Por uma s razo, minha senhora, mas
maior.... por que est morto !
Morto Pois o Sr. Froimont morreu ?
Sim, minha senhora : foi ferido em duelo
esta manbaa, o expirou nao ha mais de meia ho-
ra. F.u sahi da casa delle, ondo me linha com-
municado as suas intencos ; eslava to mal, que
Uve a idea de ir um botequim quo fici defronlo
beber um copo de kirsch sua sade, para espe-
rar noticias delle, o Sr. Lambourlot. um homem
milito deslindo, veio ter coraig*, e dizer-me quo
eslava ludo acabado.
Tornou baler-so era duelo! Mas com
quem ?
Nao sel; a carta talvez o digi.
Madama de Fierville abri e lou a carta que
Froimont lhe linha escriplo antes de ir bater-se
COJO Gaslo.
Minha senhora.
como um povo? de fallar em nome do povo ? de
manter a sociedade n'um estado continuo do so-
bresalto e inquietico, denegrindo um governo.
cuja maior falta 6 trala-los com indulgencia?
Essa gente todo o povo? E' uma porco nola-
vel do povo ? A Civilt mostra por cifras que I
elles nao formara a se.ragesima parle da popula- ;
Cao total. Em Franca, sobre 36 milhes de ha-i
btantes, conlou-se em 1852 cerca de 0 milhes!
(12) La pomme de discorde ou le l'ape-ltoi
pag. 30
(13.) Civilt Catholica. Vid. L'nicers de 6 de Ja-
neiro de 1860.
(60.) Awocato Leopoldo-Galeotti.
Antes do ir baler-mo com um amigo de seu
sobrinho, que se aprsenla como defensor da vir-
lude de sua mulher, estimo bstanle dizer-lbe o
que essa virtude. O vejAdeiro nomo dessa
moca Cerisetle ; encontrei-a em Nemours ha
cinco annos; portencia nma companhia do c-
micos ambulantes c viva cora um galn. Per-
di-a do vista por alguus meses, depois encon-
Irei-a em Paris em uma casa do tolerancia. O
Sr. Chalupeaux, quem vi na sua casa, linha co-
nliecido Cerisetta ahi. Tudo isso histrico, c lhe
pode sor aflirmado pelo homem que Dio lia de
entregar esta carta, portencia dita casa, e pude
dar. respeito de Cerisetle delalhes curiosos o
positivos, principalmente so lhe pagar bem.
Adeus, minha CTihora, eis o que desejava saber;
nao lhe taco coinprimenios pela sobrinha que
tem. ^
FiioARnt.
-Madama de Fierville leu tres vezes esta carta.
Receiavater-seengaado. Emfim, certa de que
seus olhos nao a illudiam, voltou-se para Minos,
dizendo :
Ser verdade quo o senhor conhece uma
certa Cerisetle com quem meu sobrinho fez a as-
neira de casar, e que agora madama Dalbonne?
So conheco Cerisetle? Oh I pe finiamente.
E olhe, o meu cao Trinca-dentes lamlmm a co-
nhece. Esse animal linha a moca profunda e re-
ciproca amizade; e por isso reconheceu-a ape-
nas ella sahio da casa esta manha para ir
egreja da Magdalena.
Corselto tarabom o conhece? Nao poder.
desmentir o que o senhor lhe disser ?
Nao se atrevera. Alm disso ainda tenho
della alguma cousa, que nao desconfa que eu
possuo.
Senhor, dove conhecer que nao posso sof-
frer semelhanle mulher na minha familia, e que
desejo contuudl-la. Venha comigo casa de meu
sobrinho.
Minha senhora, isso 6 nuiito delicado. Ir
casa dessa senhora___fazor-lhc uma all'ronta....
Exponho-me muilo.
Madama do Fierville comprehendeu o que isso
quera dzer; abri um movol, lirou dez raoedas
de ouro e deu-lh'as, dizendo :
-^ Aqui lem, senhor, por conla enipenho-
Iho conferir [a Gra-Cruz da Legio de Honra) c
declarando que nao Gzera mais do que pagar
uma divida contraala era Amboise ha onzu
annos~
Abd-ef-Kador estovo preso desdo 1848 1852
no castello do Amboise, e foi Luiz Napc-leao que
lhe restiluio a liberdade.
NECROLOGIO.
Palleceu no dia8em Olfessan, porto dalterna
(Suissa), a gra-duqueza Auna da Russia, irmaa
do rei Leopoldo da Blgica.
[Commercio do Porto.)
me dar-lhe tres vezes outro tanto se me ajudnr
& dosmascarar essa mulher.
Minos melleu as moedas na algibeira, respon-
den Jo :
V. Exc. tem taes maneiras, que a genle nao
tem remedio seno obedecer-lbo F.stou sua
disposicao.
Est bom, senhor. Sentc-se e espere.
E madama do Fierville sonlando-se sua se-
cretaria escre.eu:
Madama do Fierville quer fazer piona justi-
ca Sita sobrinha em presenca do Sr. Dumar-
selle. Pede-lhe, pois, quo tenha a bondade de
achar-sc dentro de urna hora em casa de mada-
ma Dalbonne ; ella tambera l oslar
Depois de ler (echado essi caita, madama de
Fierville mandou um dos seus criados leva-la
casa de Dumarselle. Depois disse Minos :
' Senhor, urna hora e um quarto ; dentro
de uma hora partiremos.
Basta, minha senhora : vou ao botequim
ingurgitar um copinho, croquanlo esporo.
Oh I nao senhor, esperar aqui, receio que
nos demoraremos assim ; vou raandar-llic trazor
refrescos.
Vejo que necessario fazer todas as vonta-
dos de V. Exc.
Trouxerara Minos vinho madeira e curaco ;
I elle deu conta das duas garrafas. A"s duas horas
c um quarto, disse-lhe madama de Fierville :
Senhor, temos um carro A nossa espera ;
Partamos.
Parlamos, minha senhora ; souseu criado !
Madama de Fierville sobio cora Minos para o
carro, o leudo dito a morada de Len ao cochoi-
ro, mandou tocar para li. Eslava vivamente com-
movida : ia perder para sempre uma mulher
quera detestava ; essa idea deveria regosijar o
seu cora cao ; no entanto sentia-o gelado.
Durante o trajelo nao disse uma palavra ; em
compensaco Minos, espiritualisado pelo madei-
ra e curasao, ia assoviando uma aria de opera.
[Continuarse-
* r.
PERN,TYP. DE M. F. DS FARU. 1860.

i
ILEGVEL i


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